Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06662


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Full Text


ll

>
I
:
\
ANNW XXXIII \ 4.
tor 3 mezes adiantados 4*5000.;
Por 3 mezes rencidoi 4.S500.
miwk mu ,6 DE MAIMJO DE mi.
au cans l
Por anno adiantado 15J000.
Porte franco para o subscriptor.
KfliC.AHREGAIJOS DA SHUSCIIIPCA'O NO NORTE
Farahiba o Sr. Joo Rodolpho Gomes i Natal, o Sr. Joa-
quim 1. Partir Jnior; Aracatv, o Sr. A. da Lemos Braga ;
Oar, o 9r. J. Jos de Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaqun) Mar-
Snet Rodrigue* i Piauhj, o Sr. Domingoi Herculano A. Peuoa
prense; r>ara', oSr. Justino J. Ka mus: Amazonas, o Ir. Jer-
nimo da Coala.
PARTIDA
DOS CORRIOS.
lia.
Olindi: ...,s. ostias.ia 9sMla aunad
laaarass, Golaaaa a forahiba : Bu tegandat Mutas-faira*.
S. Aallo, Heurrua, li.ir.li.,. Cansara, llual.....anaaaas: aa ic
S.Loareaeo Pao-dMIhu, Naarli, l.ii......ira, llmju, i-.-.iu.-
telra, Floras, Villa-Helia, Doa-Vlila, (Mean .. l:. aa* suri
Cabo, Ipojaca, Seriaale. Itia-Foi......o. I Pimeotrira c Nalal : quinl.is-itira,.
(Tvdoa U| corren.- parlera i, 10 horas da m.nili.i ".
rea-ferai
TRIBONAES DA CAPITAL.
quintas.
AUDIENCIAS DOS
Tribunal do commercio .- segundas
Reiacao ; lercas-ferat e sabbados.
Fazenda : quartas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: segundas as 10 horas e quintas ao melo-dia.
Juizo de orphaos : segundaa e quimas as 10 horas.
''rimeira vara do eivel i segundas e sextas ao meio-dia.
Segunda vara do civel: quartas a sabbados ao meio-dia.
EPIlF.MEItlDCS DO HEZ DE SIAlu:o.
3 Quarto crescente as 2 horas e 11 minutos da tarde.
10 La cheia a 1 hora e 58 minutos da (arde.
18 Quarto minguante as 6 horas c 41 minuto da manhaa.
20 La nova as 8 borase 9 minutos da tarde.
PREAMAR DE MOJE.
i rime ira as 8 horas e 30 minutos da uianhaa
Segunda as H horas e 51 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
lli Segunda Ss. Ciraco e Taciano Mm. ; Ahraham ermita.
17 Scrr.a S. Patricio b. ap. da Irlanda.
18 Guara. S. \arriso arr, m. s. Fduardo rei.
18 jiiiiita Ss. Cosme e Danuao. S. Jos-' es|>oso Je N. S.
2(1 Sexta S. Mailinbo Doniirnceearr.
21 Sbado S. lenlo ab s. Binllo h.
22 Domingo. I. da quaresma. S. !)azilisa e GlIsjDBJlia Mm.
PARTE OFPiCIAL
MINISTERIO DO ISIPERIO.
Decreto n. 1899 de 21 de dezemhro de 1857.
Autorisa o encorporaro. ssesla corle, da companhia
edificadora Dote de Agosto, e approva os seus es-
tatutos.
AtteDdendo ao que me requeren Sebastian Vicente
I.eile, e de confornjlade com a ininha immediala
resoluto dilMo enrrente me/., lomada sobre pa-
recer da secc.to dos negocios do imperio do consellio
de estado, esarado eni consulta de (i do dilo mez :
Hei por bern autorisar a encorporac.no, nesla curte,
da companhia edificadora Daza de Agosto, que tem
por I i ni tomar por empreilada todo o genero de
obras e construir predios adaptados as classes menos
abastadla da sociedade ; e l>em assim appttivar os
respectivos eslalutos, que com este baixam. I.uit
Pedreira do Coulo Ferial, do meu couselho, miuis-
Iro secretario de estad-dos negocios dn imperio
assim o tenha enlendldu e faca executar. Palacio do
Rio de Janeiro, em 21 -le fevereiro de 1857i trig-
simo sexto da independencia e do imperio.Com a
rubrica de S. M. o Imperador.Luiz Pedreira do
Cuulo t'erraz.
MINISTERIO DA JUST1CA.
Decreto n. 1897 de 21 de fevereiro de 1857.
t) regalamenlo para as secretarias de polica das
provincias de S. Pedro do Rio Grande do Sol, Kio
de Janeiro, Bahia, Pern:imbuco e Minas Geraes.
Hei por bem, usando da aulorisaciio que me co.i-
fere a lei o. 781 de 10 de selembro de lX, decretar
o segoiDle:
Arl. 1. A< secretarias de polica das provincias de
S. Pedro do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Ba-
ha, Pernambuco e Minas Geraes, serao composlas
do seguinte modo:
lim secretario.
Dous ofliciaes.
Quatro amanueuses.
I.'m porleiro.
I m eoutinno.
as provincias de S I'eHro do Rio Grande do Sul,
Rahia e Pernambuco haver, para a visita dos na-
vios, iim cilTicial externo.
Art. 2. Os referidos empreados serio divididos
em duas seec.5es:
Ia Central de expediente e correspondencia.
2a De eslatislica.
Aa fuoccoet destas -cernes serlo as mesmas que
curopetem s da secretaria da polica da corle pelos
.ni-. .'), 4 e 5 do regulameotu n. 1716 de Ib' abril do
anno prximo pretrito.
A seceso central tere' tambem a seo cargo a con-
labildade.
Art. 3. Xas secretarias de polica das ditas pro-
vincias, alm dos livrus estabelecidos pelo arl. i do
realainento da polica da curte, baverlo aquelle.
qoe o presidente da provincia, ouvido o cliefe de po-
lica, designar e forera necessarios para clareza da
escriplurar,o e boa divisao das materias.
Ar. 4. He applicavel s inesmas secretarias o re-
gulamenlo da polica da corte, quaulo a uomeaces,
suspeiisdes, demissoes, aposenladorias, emolumentos
e fohcres dos empregados. assim como na parle re-
lativa a' ordem e processo do servido (caps. 2, 3 e ',
ra/.emlo o presidente da provincia o.- regulnmenlus
ueeessarioa.
lo Thom 17. Naburo de Araujo, do meo consellio, tar no cae. do collegio, buje as 3'horas da tarde, o
ministros secretario de estado dos negocios da jus-! escaler da presidencia, alin .le transportar para
tica, assim o tenha entemlidn e fafa executar. Pala- i bordo do vapor 5. Salvador o Exir,. presidente du
ci do Rio de Janeiro em 21 de fevereiro de 1857,' Maranhao, Antonio Candido da Cruz Machado.
36 da independencia e do imperio.Com a rubrica Ojjjou-se ao generala para ordenar que a fortaleza
j de !*oBrum d a salva do coajjiini
"vapor dementar barras^*
para que se sirva de designar um oflhial para ser-
vir de mernbrn administrativo, em lugar do coro-
nel Ani.mu Gomes Leal, que fui nomeado coni-
mandante do presidio de Fernando.
DitoAo mesmo, communicaiido ler o segundo
lenle Jos Antonia Itibeir l;reita, apresenla-
do documento de haver pago a importancia do sello
e emolumentos relativos ao aviso da guerra de 2.1 de
fevereiro ultimo, concedendo-lhe di-pensa do servi-
i;i. para estudar na corte.Olliciou-se agencia pa-
ra dar passagem por conla do governo.
DitoAo chefe de policia, dando-llie sciencia de
que se expedir ordem para o pagamento, nao t da
despeza feita rom o aluguel da casa que serve de
quarlel ao destacamento estacionado em l'edras de
de l-'ogo, mas lambem com u foruecimento de luz
para o mesmo qnartel no semestre decorrdo de ju-
Ihn a dezembro allimn.Expedio-se a ordem.
DitoAo mesmo, cominonicando-lhe ter conce-
dido ao recrula de marinha, Simplicio Jos da Sil-
va, o prazo de 20 dias para provar a Uencilo qne
tem a seu favor.
DitoA' Ihesouraria de fazenda, para mandar pa-
gar ao l)i. Antonio da Silva Dallro, os eus venci-
meulos como medico eocarregado do hospital provi-
sorio do Pina, a contar do dia 3 ao ullimu de feve-
reiro lindo.Communicou-se i commisiao de hy-
giene.
DiloA' mesma, trnsmiltindo dous avisos de
letlras, na importancia de 1839 sacadas pela
Ihesouraria de fazenda dd Ro Grande do Norte so-
bre aqoella, e a favor de Manoel l;igoeiroa de Fa-
ria, o bacharel Jos Niolo Rigueira Costa.Com-
municou-se ao Exm. presidente daquella provin-
cia.
DitoAo patrimonio dos orphaos, recomraendan-
do que entregue o educando do collegio de orphaos,
IIitI llano Fernandes de Sooza, a sua mu Mara
Joaquina do Mascimento.
DitoA' administrar.o geral dosestabelecimentot
de caridad.Passo s maos de V.-. Ss. a copia in-
clusa do nllicio de 3 de fevereiro ultimo, em qoe e
Exm. ministro de S. M. o Imperador do Brasil, em
Pars, me annunriaachar-se definitivamente ajusta-
da a vinda das rmitas de caridade destinadas ao
-ir>ir i do hospital de Pedro II.
Remet lambem por copia oulro ollicio do mes-
mo ministro, de fi daquelle mez, assim como o cou-
trato que o acompanhou, celebrado com a supenora
geral da ordem de S. Vicente de Paulo.
A estes dous olTicios vAo annexos a conla e rea-
cues, a que elles se referem,mencionando urna des-
las os paramentos maisnbjeclos que tem de licar
perlencendo a capella do hospital de Pedro II.
Convm que Vv. Ss. tratero quanlo autes de dis-
par os commodos necessarios para a recepc.Ho e re
sidencia das referidas irmaas de caridade, e do pa-
dre l.asarisla, que deverao estar aqui mu breve-
mente.
DitoAo inspector da Ihesouraria provincial,
trnsmiltindo copia do Exm. ministro do Brasil, e-n
Pars, communicando a vinda para aqui de (i rosla*
de caridade, e bem assim a expedican das ordeus
precisas para serem transportados da' Baha para es-
U cidademais irmaas de caridade e um padre l.a/.a-
risla, cumprindo que Smc, em presenta dos doco-
inenlosjiuitos, mande pagar opporlunameute let-
lra; '* que lala o citado oflicio, na impnrlancia de
313,8,1, sacada a favor de Faria & Compa-
nhia.
DitoAo arsenal ce marinha, paia mandar pos-
ISTEHIOR
i:\CARREGADOS DA SI ItSCKIPCAO NO MI.
Alagoaa, o Sr. Claudino Falcao Ilias: Baha, o 8t. D. DtjMal
lio de Janeiro,o Sr. Joao Pereira Martn!.
ESI PERNAIIIIIICO
O propietario do DIARIO Manoel Fiaueiroa de Farsa, aa we
hvrana, praca da Independencia es. 6 e 8.
RIO DE JANEIRO.
28 de fevereiro.
rri-.iu.Coiilirma-se a noticia quelionlem demos
da [iri-o do commendador Jos Justiniano da Sil-
va, um dos mais ricos fazendeirns do municipio da
Barra Mansa.
Esta importante diligencia verificoo-se no dia 21,
pelas 5 horas da manhaa, sendo feita pelo Sr. chefe
de policia da provincia em pessoa na fazenda da
Nova Concei;ao, a duas leguas da villa da Barra
Mansa.
O Sr. chefe de policia parti da corle no dia 19
com um destacamento de 33 permanentes comman-
dados pelo Sr. rapil.ni Calvel; leve porlaulo de ven-
cer a marchas Toreadas e eom noite 96* leguas. Na
occa-iiio em que a fazenda fui cercada, apenas se
achavam presentes II praras ; o eansaro dos caval-
los demorara as ou'.ras, que chegaram duas horas
depois.
Nao leve logar desaguizado algum, porque a sor-
preza foi cmplela.
O commendador Jos Justiniano da Silva esl pro-
nunciado desde 16 de agosto do 1851 por crime de
moriecommettida na pessoa de Joo Flix, nn dia
X dejunliode 1850, no logar denominado Vendinha
dando-se circomilancias reveladoras do maior cani-
balismo.
28
0 paquete Imperado, da linda do sul, Iraz
dalas de Montevideo al 18, do Rio Grande al 20,
de Porto Alegre al 17, e de Santa Catharina al 23
do corrente.
As repblicas do Prala continuavam em paz, e
do Paraguay n3o liava noticias poslenores s que
tinharaos.
As cmaras orientaes reuniram-se no dia 15 do
crreme. Abaixo publicamos a mensagem de abertu-
ra, chamando a atientan dos leitores para a parle
que diz respeilo ao Brasil.
Na queslao da eleiro do presidente do senado
medirain outra vezsuas forjas o presidente da repi -J
blica e o general D. Manoel Oribe. Este apresen-
tara com ndilalo ao Sr. D. Florentino Castella-
nos. Nao ra preciso acrescentar, que triumpliou
o candidato o general Oribe.
De Bueo -Ayres no ha a menor noticia de in-
teresse. O governo tivera denuncia de nina tentativa
.le iiK.irreir.il> e de invasao, e preparava-se para
sVbolJa.ii.
Ao l'.iriMiu havia di
de S. M. o Imperador. Joc Tlmmaz Sabuco
Araujo. ai > *
Tabella dos vencimentos dos empresados das secre-
tarias de policia das provincias de S. Pedro do Rio
Grnie do Sul. Rio de Janeiro,- Bahia, Pernam-
buco e Minas Geraes.
Ns. Enrpregados. Ordenados. Gral. Sommas. Tols.
1 Secretario
2 Ofliciaes .
4 Amanuenses .
\ 1 Thesoureiro .
1 Porteiro .
1 Continuo. .
10
1:60*18 80HS.
1:0003 lilMlj'
6000 2008
....... 2008
4019 ......
2108 ......
2:1004
1:6003 3:2008
8003 3:2(108
......... 2008
......... 4008
......... 2408
9:640
Ousertafio.
as provincias de S. Pe Iro do Rio Graad*) do Sul,
Bahia e Pernambuetb mais um nfllcial externe para
a visita dos navios, com o vencimeaUo annaal de 1008
de ordenado e 4009 de cralifica^ao. P.lacio do Rio
de Janeiro em 21 de fevereiro. de |S57.Jos Tlm-
maz [tabuco de .iraufo.
OOVERNO ;DA PROVINCIA
Expediente da da 7 de mai-50.
OflicioAo Eira, presidente da Baha, remetien-
do, em salisfaflo o que requisituu aquella resi-
dencia com referencia ao reqoerimenlo que se de-
volve, asaignado pelo lenente-coronel, Pedro Anto-
nio Vellnso da Silveira, a informac.lo ministrada
pelo conselheiro Jos Bento da Conba e Figuaire-
do, acerca da pretencao do mesmo lenente-cu-
ronel.
DiloAo Eira, presidente do Rio Grande do
Norte, inteirando-o de ter dado o conveniente des-
tine gola do desertor Herculano da Costa e Al-
maida, a qoe se refere o oflicio de S. Exc. de 4 do
crrante.Rrmelleo-se a guia ao general comman-
danleda armas, e olliciou-se a agencia do< vapores
para por dito desertor djspo'icao do mesmo ge-
neral.
DitoAo Exm. presidente do Cear, accusamlo n
recebimenlo de duas colleccdei das leis promulga-
das pela as-emlilca daquella provincia, em o anno
prximo passado.
DitoAo Exm. vice-presidente do Maranhao, ac-
cusando a recepto i\u oflicio em qne S. Exc. com*
muuica haver assomido as redeas da administrarlo
dessa provincia, em eonseqoencia de ler o Exm.
commendador Antonio C-indidu da Croz Machado
seguido para a corle, al'nn de tomar assenlo na M-
semhla geral, e dizendo em resposla que encontra-
ra sempre nesta presidencia a melhor di-pusirao pa-
ra o ruin, rnneii'o de snas ordeus. quer tenden-
tes ao servir publico, quer ao particular de S.
Exc.
DitoAo Exm. presidente do Para, inteirando-o
de ler dado n conveniente destino, a f de ollicio ^lo
lenle Pedro l.ms de Barros Reis, e as relacOes
das alierarVs ocrorridas acerca do artfice de fogo
Manoel PaulaleSo da Cosa, e do soldado Jacinlho
Manoel Gomes.Remetlou-se ludo ao general com-
mandante das armas.
DitoAo Exm. general commandanie das armas,
as necessanas
ORIGINAL DO DIARIO OG PERNAMBUCO-
-^aaM.
15dbmabcode1857.
A ultima semana rorreu al o lim sein ler lugar
acoolecimeulo algum, digno de especial mencAo.'
Ilouve sempre a me janlaram, paswaram. e quem pode, foi ao Ihealro.
, Em verdade nao ha vida mais innocente, e ao
mesmo lempo mais monoluiia do que esta !
Detestamos a monotona, e al nao duvidamo sa-
crificar o estomago ao odio que a ella volamos, jan-
lando hoje, nao jamando amanha, alinnianilo
n'um da, e prescindindo no oulro desla 1.1o ufil re-
fei^ao.
Anda assim, nao pensem que, simples mortal, su-
mos capazos de nos conservar por mais de 2 horas
em completo edado de abstinencia : de maneira al-
guma.
A nossa repognancia pela monotona uto ehega ate
c--e ponto.
Socegados os espirilos. e desensaados os leiloroa
de que uo inorreremos du ruine, pastemos em ra-
visla lodos os eaneant do~ olio das lindos.
Siipplicio m irlilicadur lie eterever nm folhelim,
quando ha ponen que dzer, uu quarTdo a vida passa
iienla do-.as grandes sensar,es. que levam o lio-
mem pensador a laucar m;!o do papel para ah im-
primi-las e dest'arle manchar Ihe a alvura imma-
culada.
Supplico anda maior quando o ar que e respira
lie tepido e ahafsdico, como o de todas as cidades,
quando se mora em urna casa, donde he impassivel
contemplar o nascer e o morrer do sol, que des-
111 dando se tsvaecn no liorisonte, quandu emlim
nao ha lempo ntm lagar para assstir a esses mara-
vilhosos espectculos, que s a nalureza uos pode
conceder.
Nao nos fallein na udmiravel uvenr-o de Gui-
e, quando o referiJo
PortariaExonerando a Isidoro Camello Pessoa
de Siqueira Cavalcanli, do cargo de aohdeleggdo d.,
segundo dmrclo de Ipojuca, por assim o haver
pedido Cummuuicou.te ao cliefe de policia.
DitaNomeandu a Mariano,, de Sa e Albpquer-
que, e Augusto de Sa e Albuquerqiie, aquello para
primeiro e esle para segundo supplenles du subde-
legado da freguezia de Muribeca.Commuuicoo-se
ao chefe de pulicia.
linaConceden lo ao arrematante de 12." lan^o
da estrada do sul, Francisco Pereira de Carvalho,
mais i mezes de prorogarao para a eonclusao das
obras do seo contrato.Fizerara-se
Cnminunicac,oes.
DitaAo agente da companhia das barcas da va-
por, mandando dar passagem para as Alagoss, por
conla do governo, no vapor iS. Salvador, s pra
Cas de prel mencionadas na relacJIo que remelle.
Igual mandando transportar para a Babia ao tol-
dado Antonio Frederico, e communicou-se ludo ao
commandanie das armas.
DitaAo mesmo, para mandar darpassazem para a
corle, por conla do governo, no vapor S. Salvador,
ao toldado desertor Vicente Ferreira da Silva.
Participoa-aeao commandanie das armas.
D'taAo mesmo, recommendapdo que mande dar
passagem de estado para o Para, no primeiru vapor
que passar para o norle, ao Dr. Joi Francisco de
Arruda Cmara ea sua -enlloca.
lUpediente do secretario da provincia.
OllicioAo inspector da Ihesouraria de fazenda,
declarando que vai ter o conveniente destino, o ofli-
cio qoe para esse lim acompanhou aa que S. S. di-
rimo ao Exm. Sr. conselheiro presidente da provin-
cia, sob n. 155.
Despachos do dia 12.
Rernardo Jos da Silva, recrulado, apresentando
documento prlos quaet prova que niio esli no caso
de ser recrulado.A informar ao Dr. chele de po-
lica.
Fernando llieher, pedindo Henea para traspassar
a Jos Jacome Tasso Jnior, a posse do terreno de
marinha 11. 101 na ra dos Guararapes, pela quan-
Ma de 1:0508 rs.Mandou-se salisfazer exigen-
cia do parecer fiscal.
Jos da Silva Goimaraas, lenente-coronel com-
mandanie do nono batalho de iofanlaria, requiti
lando cartuchos de fesllm___Mandou-se reme-
cer.
Dilo, requisilando cabos de madeira.Foi re-
meltido ao arsenal de guerra para fornecer.
Bacharel Manoel Ferreira da Silva, requerendo
entrega do menor educando do collegio dos or-
phaos, de nome Apolinario.A informar ao conse-
nso administrativo do patrimonio dos orphaos.
.Manoel Francisco Alvrs. calafate do brigue Ha-
maraca', requerendo ter desembarcado e dispensa-
do do servicu de calafate.A informar ao inspector
do arsenal de marinha.
Dr. Prxedes Gomes de Souza Pitean, encarre-
gado do hospital regimental, requisilando urna mesa
para dissecc.es cadavricas.Mandou-se forne-
cer.
lemberg. Nao Ihe exallem o talento, nem o genio
de que era dolado, porque p maior inimigo do fo-
Ihelenisla, nao e- pirren lo o raixeiro da oflicina,
que Ihe pede materia para a composiro, foi aquelle
que invenlou a imprensa.
Comefleilu, liavera' por ventura sorle mais des-
granada que a do folhelinisla,laquelleque he obri-
cado a encher hebdomadariamente as sele colum-
nas mreriores da primeira pagina de jornal !
Nem o soldado cuja vida estasujeila a vontade de
quem o governa, nem o sapateiro que passa a maior
parle do lempo, sentado na dura tripera, nem o al-
aiate que, para nao perder a freeuezia, lem de
apromptar o fado a" lima certa, poden considerar-
e*inais infeliz.
He urna nancira remalada, quando se olha com
piedade para as classes intimas da sociedade.
Me um engao quando se deplora a existencia do
povo.
Moito mais infeliz e mais digno de ser lamentado
he o fo hetinisla, porque para elle nao ba allcncoes,
nem respeilo.
Se o que diz as snas diversas apreciaces agra-
da a uns, desgosla a outros.
Hoje he domingo, diz o caixeiro da oflicina os
cornpositerea estilo parados, porque nao ha materia.
Veja te pode mandar algama cnusa, continua elle,
donando tiansparecer nos labios um sorriso aarces-
tico.
A eslas palavras ferve n sansua Das reas, excan-
deoes-se a imacina^io, e se 0 iiiiperlineiile nao se
resolve a ir embora sem levar eou-a alguna n tem
insisir.cnrre .. ri-ca da tirar com a cabera quebrada
011 com um olho de menos.
Alm dos tormentos especiae- da sus vida, o fo-
Ihelinista lem lambem, mal do que loda a gente, a
pn-iliilidade de comineller um crime ua pessoa do
caixeiro. "
Anda nao slo estes os ullimos inconveniente-,qai
Ihe e-iao reservados.
O ralhelinisla lie abrigado a le-
as cousas ruin grata, n'um estylo fcil, ameno
peifnmado, e a e-lar ategfe,
A tociedade, sempre exigente, manda-n surrir
quando elle desej chorar, mottrar-se salisfe to,
quando dor profunda Ihe rala o corajao.
li.l.i se prova que o folhelinisla he iufeliz, e pode
lambem ser criminosa, se nao livor forra bastante
para reprimir as esploses da sua ndole rdanle.
parle Jns '".">arius
italianos da Crimea, contralados como colonos oara
Entre-Rios. Esses horaens, cansados com qol(ra
mezesdeviagem, pediram licenca para desembarrar
O governo a coneedeu a quarenta ; mas parece qu
altaran lo I. em Ierra, levando a maiora as M
bauagent. 4
Informada a policia desla volfcao das onlcns.
governo, den ordem para serem presos algons
qiielles colonos. Esles resisliram, c enm o apoio ac-
tivo doscompauheiros Iravaram peleja com a auln-
ridade. A lula durou perlo de duas horas, ficando a
final vencidos os colonos. I'oram remcltidos lo.
para bordo. .
O contra-almirante Johnstrjn,.commandanie 1
chefe das forras uavaes inglezas nesla cslaja
liaba chegado au Paran' e seguia para o Par.
goay.
As noticias de Valparaizo alcancen a II do pa:
sado- A repblica chilena continuas a a occnpai
sa exclusivamente dos melhoramentoi materiaes d
paiz.
O Peni eslava anda entregue a todos os horrore .
da g o erra civil.
Eisa mensagcmldo presidente da Repblica Orien-t
lal de que cima fallamos :
Honrados senadores e representantes.A paz.
he urna necessidads vital, sem ella nao leriam lermi-
n.do nossos malet, nem haveria comecado a obra da
nossa regeneracao. Sem eslabelidade da paz teriam
licado inactivos os elementos, qns constituem a ri-
queza publica ; u coaimercio e a indusliia nao se
leriam reanimado, e nessa paralysisao geral que
prolongara o mal-estar de todos, serla diflicil, senao
impossivel conservar a ordem. Por isso a adminis-
trado do 1- de Itweo leve de reconcenlrar lodos os
seus esforjos s empregajlos principalmente na ma-
nulencao da paz^e node lisongear-se de lelo con-
seguido me liante ama poltica equitativa, liberal
e perseverante.,
O poder exemlivn, porero, nilo pode por si s
dar lodo o Impulso convenienla aos dillerenles ra-
mos da admiejitrasao ; precita- do prestigio da lei,
e c|ds recorsos Qnanceiros qui elle pode crear. Ca-
rece tambera do' concurso do corpo legislativo, e
vossa presenra, honrados senhores, no recinto au-
gurio da lei, he taoopportuna quaotu til aos inle-
resses geraet do paiz.
He pois para o poder ejecutivo muilsatisfacto-
rio e honroso saudar-vos nesle momento solemne
que faz reviver tantas esperances, e que abre urna
nova era ao veno patriotismo e illustracao. O poder
execulvo vos IWicila. honrada sala, d? maneira a
mais cordial.
Notsas relacOes com as potencias eslrageras sao
comptetamenle pacficas e amgaveis, tem que o po-
der execntivo se tenha descuidado de manler o
decoro do paiz e de velar devidamente por seus in-
leresses.
A ConfeJerarao Argentina promulgou urna lei direilo martimo em lempo de suerra, nao leve dif-1 em que eslo viuculadas a ordem, a seguranza
sobrecarregando tram em seus portas llaviaes procedentes de cabos a : e humanitarias tendencias dessa declaracao que se
dentro. Semelhante medida, lao falla deequidade, c harmonisa perfeitamenle com osientmee'los da re-
qu.- tao punco se concilia com os principios de sin- publica.
cera amizade e recproca benevolencia que deven A de Nova Granada ha.preslado igual adhesao,
existir entre povos vizinhos, prejudica os. inleresses 1 e cunvidou o snverno oriental ,1 dar um passo mais
materiaes da repblica. j avanradu lodavia, e que a humanidade e a civilisa-
O poder execulvo nao podia, nem devia ter cao rerlamam, o de unir seus votos ao-, da Nova
indiflrente, e quaudn a lei eslava em projeclo, deu (ranada, para que a liberdade dos mares verme em-
suas inslrucres ao eucarregado de negocios da re-I fim a ser em seu innocente uso um principio sem
publica na confederacao, para que lizesse as con- excepc.io, circomscriplo a eslas poucas palavras :
venienles reclamaces. E cornqoanto nao lenltam j A i.iviolabilidade da propriedade inollcnsiva.O
lulo o desejado eflito, bao de repetir-se com toda a ; poder execulvo tem swnpalhisado com esles senli-
nslzncia que reqoer um assumplo 13o transcenden- I menlos, porem a sua adhesao a' declaracao de prn-
(al para a repblica, e em que nos assislc tanta jus- cpios de direito martimo necessila do sello de vosa
lica. I m agente especial sera' enviado opporlnna-; appruvacio, para que seja obrigaloria como le da
m,!n,c- I repblica.
Reconhecida a neeesaideda de reoccuparmo-nosl Saiisfeiendo o poder execotivo a' disposi;ao da
das nodificafoM do tratado com o Brasil, iniciadas 1 lei do I- de julho de 1835, e aos nobret enMnenlos
anteriormente, tomando em contiderar.no as exi- I que a inspiraran, resulveu, que a respeilo dos di-
gencias da siluacAo creada por successos posteriores reilos sanitarios os navios hespanhoes fossem cons-
a essa iniciativa, o poder execulvo, de accordo dorados como uarionaes, stgundn havia solicitado o
com a honrada commissao permanente, acredlou I Sr. Albistur, enviado extraordinario e ministro ple-
novamente o Sr. D. Andr l.amas como enviado 1 nipolciiciario de S. M. C.
extraordinario e miuislro plenipotenciario junto da |..............
corle do Brasil.
e A negociado tem marchado com o espirito da .
maior cordialdade, e o poder executivo lem funda-
da esperanca de que o governo de S. M. se prestar
a' revisan do tratado de commercio, explicando-se e
completando-se algumas de suas disposires ; e que I dilicar o tratado de 1833, no sentido daquelle que
. 11 11. I il-ll|.l~n, .*..___ J_____ > a .
n O governo ha oblido e mandado dislrihoir por
todas as esrolas do estado algumas obras elementares
de inilisputaval ulilidade.
A instrueco secundaria e a superior progridem
visivelmente sob a direcQao de raeslret diligentat e
illustrado".
n A academia de jurisprudencia continua a sua
tarefa ; e a bililiolheca publica ollerece ajoventode
esludiusa os meiot de cultivar seos coiihecuiieiilot e o eucarregado da casa repres
scienulicos. fondandu largamente o direito qne er ler-sTconti-
A jaula de hygiene publica e a de sande pres- j nuar livremenle as operacoet da casa sem necenida-
tam valiosos serviros nos ramos de soa inspeccao.! de dessa licenca, que diz reerir-sa nicamente aa
.< A commissao clasificadora de expedientes por bancos poblicos, ou de sociedade ..nouvma, e ni*
preju.zos leve necessidade de definir suas faculda- aos particulares. O atsumplo sera' subneltido pelo
overno a considerarlo da honrada atsenMea, e sep-
" Ao aproximar-te o encerraineuto des tessoes da
periodo passado, requereu a honrada caara des e-
nadures, que o miuileno desse explcanos sebre o
eslabelecimenlo do banco Mana' netla capital. En
segoida o fiscal geral do Estado solicitoa do goverue
algama providencia restrictiva relativamente as ope-
races desse bauco que nao tinha previamente bu*.,
a licenca estabelecida no artigo dezesele da consti-
tuirn.
1 O governo prohibio-lhe circolac,* de bil
des.
e O poder execulvo concorreu com o sea juizo
para salisfazer esla necessidade.
t Havendo manifestado o encarregado de neao-
cus de S. M. el-rc dos Belgas na corle do Rio de d
Janeiro eslar aulorisado por seu governo para mo-
" A honras fnebres voladas pela honrada assem-
blea ueral ans restos morlaes do illu-ire. general r-
ticas se verilicaram rom a devida pompa, ficando
comprlo esse dever de juilic,a e da patrintitmo.
- O culto da religiao do estado he altendido de-
corosamente. Em varas povoares se levantam tem-
plos a que se lem applicado urna parle de tuat ren-
Com islo nao queremos dzer que o folhelinisla se-
ja absolutamente desgranado.
Para elle exislem vislumbres de felicidade, quando
encnlra quem corresponda aos anhelo- onslaulea e
as aspirarOes grandiosas da alma.
Mas cestera os devaneios. Agora protestamos que
sahindo do alallio, vamos entrar na estrada di-
reila.
No Iheatro de Santa Isabel representou-te a Car-
ga/hada tres vezes e duas a chistosa comedia intitu-
lada A paixSo romntica.
Nao uos oceuparemos com a respectiva analvse por
serem muitu cunhecidas do publico, e ter elle pro-
prio avahado qual o verdadeiro merecimento que
possuem os arli.las, que nellas lomaram parle.
No da l, anniversario de S. M. a Imperalrz.fo
a scena a -Nota Castro, tragedia de que nos oceu-
paremos em occasiao mais opportuna.
No dia 1(i represenlar-sc-ha em beneficio do colle-
gio das urphaas o drama Marianna 011 a I han-
deira, e a comedia O Chapeo do Ilelojoeiro.
Ileinutil palenlearaqui os resollados qoe epodem
tirar de urna iitiluicao como he o collegiu das or-
phaas. _^- -'
N'oulros paizes onde esle genero de es#B|feIecimen.
lo. se sena ja ramilicado.e no Rio,drt7n,lro onde a
caridade se exerce tambem cr-.! grande escala, be
conliecida a grande inlliien. ia qne lem na marcha
do procresso inlelliclual de* um povo.
O collegio das urphaas 0*0 so he ama case de edu-
carao. Fora por estlm diiajrqaasi millo o cu nretli-
no se se liniili--.. -iiiiicn'e a islo.
llalli poden sabir animalmente ana pofrao de
meninas que, epplicades ao 1111: i.lcrio, van (lerran.ar
a luzes e ns couliecimenlos pilas clatses n|ii abasl-i-
das.
Sao ootros tantos apostlos da illuslra. -l0 inlellec-
loal, que se eniprcgam na sania eraxatfa de fi/er
-, proselylos.
^| A' vista do que lica exposto, aera' .1eneccss?rio
pirito. a tizer '''I*}'" Par* sentimenio. humanilarius e philan-
tropicos do povo pernambiicano, nesla' solemndade
piedose.qee se vai celebrar, en favoj dessa porr-ao
pnvada dos meios da furlnia.
II
"
De sobejo lem elle provado qne etjf ten
po a favorscer ludo o que he parai engraude.iineu.
lo da sua provincia e da sua patri-jK*
Eia pois; anda se ollerece e',a occasiao em que
se carece do seo auxilio.
se eslabelecero ontras de conformidade com as mu-
danzas occorridat na situarlo econmica dos dous
paizes, e com o desenvolvimenlo dos novos inleres-
ses que oascem dos progressos da navegarao e do
curomercio, principiando deste modo a substituir a
base meramente poltica das retardes que al agora
temos cultivado.
(t 0 poder execulvo espera lambem um resollado
favoravel sobre outras qoestes connexas com aquel-
las, ou nao menos imprtanle!, qne fazem parte dat
negociares pendenlts,
A Confederaran Argentina e o imperio do Bra-
sil celebraram entre si um Iralado de amizade, com-
mercio e navegarao, eeulenderamconveniente com-
prehender eslipulaces que se referem a nos, obri-
gando-se os poderes contratantes a defender a i-
legridade e independencia oriental do Uruguay, e
designando ja alguns casos em que a independencia
deve considerar-ie atacada.
Esla eslipularao. por favoravel que parera para
a repblica, devia etUbeleeer-M com accordo
seo. A independencia do lisiado Oriental he per-
feita e absoluta ; a n esma convenrao preliminar de
paz que se invoca no iralado assim o declara ; logo
nenhuma culra narSo, nenhuma ottira pntencia,
nem anda as signatarias daquella convencao, podem
fazer eslipolarOes que all'eclem o Etlado Oriental e
o obriguem-de qualquer modo, sein J> seu roncur-
-> m vre culf'l'lilr .,0,1 .. 11
Vnd.i pois una condrao sus; icial de nossa
.enca, jnlre a. naces. a cons vajao de no pendencia e de nossa solieran!.., eos-
' algum, e decidido o poder execi ian-
1 assim, ordenen s lezacfies da D|iea no
Je Janeiro e no Paran' ^i .,,, necessarias
a.;oes. Assim se :m pralicado, e o poder ele-
0 confia em que a solocSe dette assompto ha de
azer amplamenle a repblica.
Sendo pralicameule iuellicazes para afiancar a
e radicar os hbitos constilucionacs, oa meios
alados no tratado de allianra com o Brasil, in-
'0 o presidente da repblica a apoiar-se unica-
1 ente na opiniao nacional, e persuadido de que nao
podem produzir resultado de urna vantagem perma-
nente senao os meios que se baseem cora etpeeali-
dade na raz3o e no bom sentido do povo, fortifican-
do seus bons hbitos e o uso legitimo de toas liber-
dades, se resolveu a emprrgar os nicos elemento"
queoflerece o paiz, tem influencias eslranhas, para
reslabelecer o principio de auloridade e consolidar
a ordem.
i. Em consequencia, Innge de pretender o presi-
dente apoiar-se no auxilio ermado que Ihe garante
o Iralado de allianca. expe.lio orden, ao ministro
plenipotenciario da repblica para solicitar a revi-
ne do Irabalho no sculiJo emque se declaren) sem
8ffeiloaqallaa eslipulaces, oa deque se modifi-
luem acommodando-as ,1 poltica do governo
oriental, e s alias conveniencias dos dous paizet.
Oj presidente da repblica sera'perseverante nesle
Proposito.
a Nao deixara' sem embargo o poder executivo
de; estimar como deve o apoio moral do Brasil, pois
via.iuho e alliado, nem deixara' de rrconhecer os
pr'ncipos qoe goiam a poltica do governo imperia1
coni reiacao a' nossa actiialidade, e do que nos ha
sido dadas 1,1o ampias e Mlilfactoriaa seguranza*.
" A mais estricta neulraiidade he observada pelo
pod-jr execulvo relativamente a' Confederadlo Ar-
gentina e ao Esta lo de Buenos-Ayres.
" A prelenrao dos encarregados de negocios da
Ingl: ierra e Franca, sobre a nomeac.au de uina com-
missao mixla, para decidir arbilralmente as reclama-
S"s He seos subditos, esta' pendente da urna con-
sulta p' honrada commissao permanente. E-la a sub
mellen a' deri-ao da honiada assembla.
" Convidado o governo da repulilica pelos agentes
soberanos da Franca, Inglaterra, Sardenha e
Prussu a prestar sua adhe-ao as qualro proposices
do congresso de plenipotenciarios de Pars, subre o
Assiijn, nao doviilnmos de quesaberdesempenhar
como -i.,,i|,,,. esla sagrada ohrigar;ao.
Algumas das nones mais elegantes e distinctai se-
nhoras resolvsram fazer orna na noiM. 0 beneficio, ,1 unilacao do que em laes
circumsiaocias se pralica as grandes cidades da Eu-
ropa.
He loUvavel esta rcsolocao, e prova toda a honda-
da e seo lmenlos caridosos de que sao dotadas as suas
almas generosas.
A?*1 fallamos nesle sssumplo, nan sera' fora de
proposilo annunciar aos nossos leitores. que no pa- "t?
quele :i Vrjpor Genov.....ihegadn honleni dos porloi'
secelebrouv.com os Eelados /.olverein, mandaram-
se plenos poderes ao Sr. l.amas para estipular enea
modificares, de qoe se instruir' a seu lempo a
honrada as.emhla.
Oaanlo ao indicado Iralado com o /.olverein, o
poder execulvo espera a sua ralificarao ; e empre-
gara' seas esforeos, para que os tratados pendentes
com ontras potencias se uniformem com o sentido
daquella- modificajas.
o A commissao encarregada da demresele dos
limites entre a repblica e o imperio do Brasil vol-
lou a continuar seus trahallios, que terminarlo den-
Iro de pouco lempo as margens do Uruguay. Eo-
lio se lera completado esta obra monumental, base
permanente c segua para as pacificas relaees dos
dous paizes.
A ci.nlianca na eslabelidade da paz, e na perma-
nencia da ordem. lem prodozido seus beueficos
tractos.
O valor da propriedade territorial loma um in-
cremento nolavel, o pasloreio progride com rapidez
e os producios induslriaet e agiicolas s,lo de grande
peso na balanca da riqueza nacional.
lima hbil e discreta comliinac.lo de marcas pa-
ra os gados fui apresentada ao governo, e empicha-
da que seja n.is mareacOea racteesivas, ser um sig-
u seguro da propriedade que nao poder eer alte-
rado nem supplanlado. O poder execulvo remetiera
opporiuuainenle o projeclo as honradas cmaras.
a Dentro de pouco lempo se eusaiara urna nova
detcoberta para a conservacSo das carnes com todas
Oi condijOes de soa freacura natural. Tem-se con-
eedidu privilegio por seis anuos aos autores desse
nelhoramento, que bem pode ser urna funis d ri-
queza mais para o paiz.
Urna situarlo lao favoravel sob ut auspicios da
pazo di ordem excita o interesse indvidoal. desper-
la o espirito de empreza, e estimula o Irabalho. Tres
moinhos a vapor se lem estabelecido nos suburbios
da capiUl.
i Mereceu larolem a allenjn dn governo o esla-
belecimenlo do bispado ; niasdepcs de algumas con-
ferencias com S. S, reverendissima o vigario aposlo-
lico, se persuadi de que oe>ladn nao supporlar na
aclualidadeos gastos indspensaveis.
Enlrelanto o nosso rommissioundo na corta de
Roma se relirou, recebendo de sua sanlidade a sua
despedida as maissignilicalivas deinnnslrares de sna
solicilude pal mal por esla parle da gre do senhor.
Sua sanlidade expedir' por agora ao Revm. Sr. La-
mas os bulas de bispo nin partibus.
Chamaram a alteneV do governo varias opera-
roes ruinosas exceulndas pela sala de correlores da
Monlevideo, denominada Bolsa, e saheodo sallo que
se havia estabelecido sem a inlervenr.io da tribuna
consolar, ordenou-lhc que coma audiencia do ayn-
dico adoplasse n tribunal as medidas convenientes
para que cessasso o abuso, regulando competente-
mente a associaro dos correlores. Emquanlo o Iri.
bunal do consulado formava a regalamenlo geral,
propoz alguns arligos que o governo approvon com
modificarle*, sobre o mudo de r.roceder as ope-
raees dos volores pblicos 011 bouds de divida con-
sol.dada.
dos
Nosso territorio, tao favorecido pela providencia,
lerajazigos de riqueza nao explorados lodavia, po-
rem que excilam ja a sua exploraran. Algumas mi-
oat de ouro, cobre e carvao de pedra bao sido des-
cobertus, e islo mesmo toma mais urgente urna le.
gitlarao especial de que absolt.tameule carecemos.
a Pelo midislerio do governo se apresenlara a vos-
sa sanecao um projeclo de lei sobre minas.
11 Igualmente se apresenlara oulro projeclo sobre
a posse, administrarlo e conservarao dos montes, ou
bosques do paiz. O governo actual folgar de haver
contribuido para a salisfacdlo de urna grave necesst.
dade tanto lempo reconhecida e deplorada, mas nao
remediada.
A le sobre o imposlo deparlamenlal, apazar de
luver sidoscouvenieutemenle regulamenlada, nao
lem (ido completa execurao em algons departamen-
tos, e em oulros lem sido insignificante o seu pro-
ducto ; pdrem como ella deve ser revisla no prsen-
le periodo legislativo, o governo liara' a vossa cou-
tidencao om projeclo que aprsenle menos obslacu-
los para a tua realisacao, e que equilibre quaulu ser
posta as rendas departamentaet com os gaslos da
nstruccao primaria e de policia.
In-lrurco primaria e a polica Eis ahi, hon-
rados senhnret, dous ramos mporlanlssimos da ad-
reinislracao que o governo lamenta profundamente
nlo haver podido alien ler quanlo desejava por deli-
c,enca de recursos.
Sem embargo, a cooperacao dos chefes politicos,
das juntas econmico administrativas e do instillo
de instrueco publica, ha contribuido eflicazmenle
para manter no melhor p possivel etsas intliluirOes
As repelidas denuncias de terrenos do pasloreio
anostavam aos proprietariot r possodores, porque
n3o ajostando-se e-sas denoocias as disposiccs pree.
xislcutcs dita las para carantir e Iraaqoilisar aos fa-
zendeirns, (laja s* esles perturbados impensadamen-
te e lerendos a entraren) em litigios ruinosos 00 em
transarles onero*as e iuulies. Informado o governo
de semelhanles occorrcucias expedio om decreto re-
cordando o cumpriraenlo das referidas ditposiees
e acrcsceiilandu oulros como meios complementare-.
emquanlo nao se verifica a medijao geral do terri-
torio da republioa, para constar a propriedade ler-
ritoriel, base de operares de muilo valor para a ad-
rainislrarao geral, e cara os inlerestes Baes.
O podor executivo propora o meio de fazer pra-
licavel aquella valiosa operaro, sem a qual se frnt-
Iram os grandes pensamenlos que lenham por base
as Ierras publicas.
11 He nrgculissima a interprtaselo autbenlica do
art. II da lei da abril de 1835. 1) governo emende
ouc o legislador quiz firmar por Ossoettiste a pro-
priedade das lerrat publicas a favor daqoelles que
ia data da lei eram possuidores de mais de 40 an-
uos.
o Dar ouira signilicacao a le, he desviar-se do seu
espirito, e redu/.ir a nada 00 a moi pouco as Ierras
fiscacs. Ao apresentar o competente projeclo o go-
verno explicara' as razoes em que fonda o seu jui-
zo.
n Tambem estavam olvidado ou mu pouco allen-
didos os decretos e leis sobro productos da campa-
nlia, diclados para garantir a prooriedade roral O
governo recordoo isualmenle o seu cumprimenlo
por meio de um decreto que assegura ao mesmo
lempe a cobranca do imposto municipal, e proporci-
ona dados estalislicos de importancia.
lA questaode domembrarao entre o deparlamen-
1 to deS. Jos e o novo deparlamenlo da Florida, vi-
ra' a resoluto da honrada assemblra.
Slo se preocupou menos o governo com o esta-
do das nossas pristes. O presidente da repblica
examinou pessoalmenle os edificios que poderiam
deslinar-se a esse servido, e infonnou-sc sobre a
importancia dos concertos, oa reformas. O presiden-
te prefere a construcc.au de urna penitenciaria de-
baixo de um plano simples e econmico, e solicitar
a desiguaciio de ama renda para esse lim.
poslo cune: !M interpretar o artigo cnn.lituriunal.
pde ser mais expedito'approvar-se a cieacao dotse
banco, de evidente conveniencia para o paiz, e eom
tanta mais razan quanlo o banco Meis, aolcritado
por lei especial, nao te conttituio.
' \s empresas sobre emisracao e colonsaca 1 ,.,.,
dcixam de aclivar-s-, e um exlento projerto bosesdn
sobre a acnuisican de nina grande estentlo de ter-
renos de propriedade publica, fai apreseolado ao go-
verno, que delle se orcupa.
e Supposlo qus, conliooando a paz, (cutamos de
ver povoados nossos campos por genle laboriosa, he
de grande conveniencia para o futuro da repblica
que a emigracao se proteja.com preferencia en cer-
tas localidades. (I poder executivo as designare'a
honrada assembla.
- 0 ministerio da goerra marchon com regnleri-
dade, que a sitoacSo Ihe permitto, nao podendo
arear nem augmentar as pravas de linha. qoe e lei
designa para o exercilo permanente, porqoe *> con-
loa com os recursos que depois do 1- de marro, po-
de proporcionar-Ihe o governo para manler a lecca,
enlao ja existente, e nem ha ama lei.qoe autorise o
poder execulvo para preencher as vagas, qne exis-
lem noscorpos, nem para crear as qoe deve ter no
exeiciln.
.< Ser-vos-ha opportonamente apretentado oro
urajele tendente a remediar aquella falla, a rega-
lan.ar a fetai de lioha qoe he necessino manler
para cobrir a fronleira e vigiar pela Iranqoillidade
publica da capital.
do de disciplina : o esqaadrao de artilharia ligerra
guarnece ns ponlos que Iha eslao designados, conser-
va a sua forra c serve com lealdade; e sen chefe e
olliciacs lornam-se dignos da confiante do eovrsm.
O primeiro de cavallaria de linha cobre a rron-
(eira de Tacuarcmno, presta serviros de importancia
e supposlo n.lo leulia podido completar a forr,a qoo
Ihe perlcnce, pelas razoes ja explicadas, lodavia con-
serva a que lev.ui da capital em bom etlado do sn-
horditiacAo ; seu chefe c oflicieet tem merecido a>
lynpelhlaa daquelle departamculo.
A auloridade leve por daas vezes necessidade
de uomedr um commandanie geral das .ninas, para
fazer manler a Iranqoillidade peblica nesle depar-
tamento, cin ambas cscolheu o anligro e bcneioorito
soljado hrigadeiro-general D. Au .cielo Medina,
que, com e zelo e aclividade que Ihe san proprim,
cumpriosua roissao de mudo a salisfazer o presiden-
te da repblica e o povo, que vio o sen procedi-
mento.
lores franeczes, saiba eterever com chiste e greca
eile ramo de lilleralura.
O folhetiin deve ter urna composiro leviana, que
si possa ler a loda a hora do da, ate depois do jan-
lr, sem perico de Iranslornar a digesiao.
O folhelinisla deve tambem ser doudo, senao por
adule, en menos por necessidade ; he urna coiidijo
quasi indispensavel, para bem dosennonher o seu
papel.
'.1.1,111 1,1 o folhelinisla he hornera serio, os seus es-
Ctipiot nao podem ser bons, porque hau de forrosa-
irenle participar do carcter e das ideas do aulV.
isla opinilo aqai expressa, deslicadamenle, he
do sul do] imperio, vieram duas irmaes da caridade : "" V'*l"'cn a publicacao da| pociia que vai em
que lenci0a,n exercer a sua pro.sao nesla pro-I s'?1a,da" -
vieta. I r I eraos a man o volume de poesas do Sr. Soares
AdmiraWel e santa abneiiarau da vida e dos -ozos lle ''"sos- Poel portugus, e a leilora deltas foi lao
lerreelres lie a de semellianlet mnlherea, que se se- a",x'" "osso paladar Iliterario, que nao podemos
pirn do mundo quando o podan gozar. resistir a leulaclu de trasladar aqui una das que
ii_. J ... raais nos impressionou, nao s pelo brilhaolismo e
-1 mP*^" e c;"",l"la,. *lue P1""8 aproximar 1 colorido da imagem, senao tambem pela correnlo .
aeraos, se esquecem de si niesmos e- curam do lacilidadc de eslvlo.
prximo !
llavera'nada mais bello e mais digno de venera-
cao e respeilo humeno, do que estas nolheres qne
anlccipam. por essin .Iizcr, a sua murte, para se en-
tregaren) a' nobreniesto, que deeemnenhen na ier-
ra ?
Oiiem sabe '.' A mor parle das vezes he o arrepen-
ilimenlo sincero de nina grande cuipa que as induz
a adoptar a pralice da caridade, como meio de e\-
piacao.
Quem he que nlo l un passado inleiro de lacri-
mas e de liona issoiTrimeatoselrevezdeqnellaspu-
pilas, que mal encobren) o emoetecimeblo da visla '.'
Almas puras, que se desprenden) vulunlariainuiile
dos laros inuiidano", pira v. Harem santificadas au
seio daquelle que as lia de recompensar no ce 1.
(Jue eeledigreasno apostlica que fazem vnido a
Pernambuco Ibes aproveiic, e della saibam lirar
pariido aquelles, que lano r- -em de quem os en-
eaminhe pela eslrada do bem e da felieidade.
O espirito do folhelim ainda nao est verdadera-
mente cnmprehenilido entre bif.
Como a Franca nao ha uarau, em que o folhelim
seja li.lo com mais avidez e prazer.
A primeira cousa que sa procura, ao abrir um jor-
nal, he o rez-de-chaussi'C.
Mas lambem uiugoem ha que, como alguns escrip- i
Partida.
Ai, adeos acaharam-se os dias,
Que diloso viv a leu lado ;
Sos a hora, o momenlu fadado ;
He forroso dcixar-le e pailir,
(Julo r.irmosos, quao breves que foram
F.sses das d'amnr e ventura !
F. quao clieios de longo amargara
lis da ausencia vao -cr lio porvir '
Olha em ruda estas margens virenlea,:
J o outono Ihes de-pe os encantos
Cedo o invern rom glidos meatos
Beixera das monlanlies d'aleui.
I"udn Irisle, sombro e gelau,,
Ficara sem verdura nem llurcs :
Tal meu sein privado d'amores,
Ficar de ti luuge lambeta.
Nao sei mesmo, nao sei se o deslinn
Me dar., queeu le abrace na volla...
Ai quem sabe unde a vaga resella
Levara meu perdido baixal'.'
Sobre as ondas, seiu norle escra romo,
Ari.11,1,1,1 por venios funestos,
Sumir por ventura seus restos
as vorageus de iguoto parcel.
Mas ah longe esla idea sombra !
Longo, lonse o cruel deslenlo !
Apiis dias d'amargn tormento,
Viilo das mais bellos lalvez.
Da-ese alodl om sorriso em leus labio--,
l.ma esp'ranra que esla alma alimente
E na volla da quadra llrente,
Eu com as llores virei ouira vez.
Mas se as llores dos campos vallaren),
Sem que eu volle co'as as llores da vida.
Chora aquelle, que em tumba esqoecida
11 ir me ao lunge seu longo dormir ;
E rad,a anno qae o sopro do oulono
Desfulhar a verdura do olmeiro,
l.'mhra-te inda do adeos derradeiro
Deslc adeos que le disse ao partir.>
Como o poela exprime cabalmente neslas simples
oitavat a saudade intuida, que experimcnlava no
momento da partida !
.'. quem dir eile e>le adeos 13o seulido senao a
mulher querida do seu coradlo, aqoella qae soube
comprehcndci o que vale a alma do um poela.
(luirs poeaisa ha em que sobresali lambem, c
ainda mais, o inerilo do autor, rujo livro se acba a
venda nos cslabclecimenlos do coslume.
Concluiremos o nosso fuihelim de iiaje, copiando
011I1.1 in-pirae..u potica, ejstrahula dos Sorrisos e
Plantos do Sr. Furlado Coelho, joven poeta tam-
bem n trlugusz, que presentemente se echa entre
nos.
lle una poesa dedicada a saudota memoria da
Sra. |). Maria II, rainha .!" Portagal.
K-l.i in.pirarao por si s.. era -ailliricnte pira al-
teslar o helio tlenlo du autor. Ei-la :
Rainha, pele bereo, inda mais era,
l'm anjo pelu amor, e pela f !...
Fui na Ierra qual he no co aonde
Tem c'roa celestial Kaiuha he !...
Morresle para o muudo d'onde fosle
Chamada na voz mysltca de Dos ?...
Ha um anjo de menos sobre a Ierra,
No anjo que fallara la nos cos *
Veucesle desprendida aliiui da Ierra
a A fa/jnda publica, honrada asoembica geral,
aprsenla n qaadro mais lattimoso que possa ser dss-
crpto.
.< L'ma p irr.10 das suas melhores rendas acba*
alienada, ou lujuia ao pagamento de groases qnan-
tias. As nicas com qoe o poder exeeulivo paste
contar para sslisf.zer nos seos numerosos encreos
sao os direilos da alfandega e a couinbuirao directa.
Esta ultima, sendo orna nutiluirao nava entre un,
resenle-se da falta de dados eslaujtlicos e dnlroi Ira -
balhos preparatorios devidamente regularitodos.
.Nao obstante islo, e aliento o cario lempo que hoo-
ve para planta-la, deu um resoltado bastale sati
raciono, e lem-se preparado elementos para adun-
ia r a sua per re pean. Mas e seo producto, opplica
do no anoo passado as despezas ordinarias, he rela-
tivamente de pequea importancia.
A renda da alfandega, reduzidn pele dinineirao
qoe sanceionastet na tarifa dos direilos, o aggravada
de mais rom a execurao de contratos e ebrigaees
qae o governo actual herdnu das administradnos ao-
lerioret, foi asiaz insofficienle para occorrer a ledas
as despezas.
.1 Beeenlemeule expedio o pn ler execulvo om
deerelo habilitando para o despacho as recebedorias
de Maldonado, Colonia, Nova Palmyra e Paitandii'
as quaes se linha cassado essa faculdade. O dever
de prover ao fomento de lodos os departamentos da
repblica com iaualdade, e de acabar eom o naloral
desconlenlamenlo qae aquella prolnbiclo prodnzia,
indozn-n a lomar esla medida, confiando que a nova
administraran impedir que a renda tulla neaos-
cabo.
O poder executivo' prevendo o enorne delicil
que leria, ja levoo ao vasto cunhecimento que re.lu-
zio a uieiii toldo ss lillas civil e militar, esperanca -
do em que ai poderia pagar com regolaridade ; mas
Occupas boje um Himno qoe he s ten !
I ni iliron.i ganho cusa de virtudes.
Cujas c'roas, smenle as ha 110 eco !...
Vencesle !... fiira longo o lea exilio
N'um mundo que nao era, oh nlo, p'ra ti !..,
0 mondo dos archanjos nao he este...
Nem ha vaidades uesse romo aqui! -
Pastando pela Ierra como om astro
Dcixasle bem rcflcxos dessa luz...
Dessa luz que illumina a fronte augusta
Dos alijos inclinados sobra a croa !
Rainha !... se na Ierra Imuvesle un throno,
llouvesle por heranra a leus avim.
Mas esse que boje orcopas sempiterno,
Ganhasle-o desle mundod'entre ns !...
1 leer.1,. do thrononuvens! Corled'anjot I
O dncel que le cobrea mao de lieos !
Km curo os seralins le caulam hvmnos....
lle gloria cierna a luz dos das leus !
ltaiuha fosle aqui entre o humano-,
Nem nutro aluum luaar mer'cias ra.
Que lal nao fosle so por sansor illoslre
SiaMO que 0 (osle aqui qual buje <-t la I
Ratnha as virlude, na locura,
Encantos qne de Heos mueiiir veen .'
Reinita que inda rs hoje e era. rlnprc,
Bmbora de nsseies ntilto alem '
Esposa !mai alleclo, e mais virtudes.
Cono em li h un 1 a espose se na dao !
Da- mais fu tosle o lypo .la lernara.
Kii'in.indo as que mal- na Ierra slo !
Vencesle emlm.'.... Drixasleom mundo,annd- t
' un 1 1 i-i.- su moralvirtudes so !
Com Dos e com leu Pai fosle aliracar-le,
Deixando ele leu reino eiivollo em dn '.
Em oulro numero icremos mais extenso ..ee
poesas do Sr. Furtado.
rea das
< Abdalah-il-K'
ftif.)
I
!W7sW


as rcduiffse gravantes ja indicados que soflreram
as rendas il. altau.lega tornaran) a< mui delicienies
para nalisf ,/.er a importancia das meus listas. Ii'ahi
resalla o aralo em que se acham, e a irrccularidadc
que por esta causa solTrc com frequeucia o serviro
publico.
A situarlo dos UlIgM servidores, 011 de loas
viuvas e menoret. lie em eilrcmo precaria, c espe-
ram em vossa joslicS e cqoidade.
O credilo publico por nutro lado osla' a merre
ous poueos de agilas e especuladores que o rehi v.
oo elevan) segundo suas conveniencias de momento,
causando gravee prejuios e scmean-lo a desconfianza
em desvanlagem do commercio e do paii. Seme-
jante situado nao deve proloncar-te por mais ttm-
po sem que implique para o nos>o paiz urna aecu-
sacao de imponencia 011 incapacidad*.
O decoro da repblica e o seo credilo no eiterior
su organisacSo interna de que depende a seguran-
ra de vidas e fazendas, e o desenvolvimenlo da ri-
queza, lodo uos impoa a obrigaeto de cuidar sem
descanso em preeucher o difcil do Ihcsooro, origera
de lautos males.
Impue-no-fc igualmenle oosso dever, e a consi-
deracao e prestigio dos altos poderes da nacao, como
principio da respeito a autoridade. de ordem e da
pri, ooodiroes indispensabilissimas para a conserva-
Cao da no-sa independencia e nacionalidade. O res-
|>eelivo mioistrn vos informara circumslanciadamen-
le da quanto Ihe lie conveniente.
( poder ejecutivo acaba de cip.'.r-vns, honrado
senlioret, cora toda a fidelidade, o e.tado poltico,
administrativo, militar e econmico da repblica. A
peuuria du Ihesouro foi a principal senao a nnica
dilliculdade com que leve de arrosl.ir a vontade do
governp. O seu maior desejo, o seu maior dever, he
attender aos servidores da naci, pngaudo-lhes pon-
l'tjjoente os scus ordenados ; ma o governo preci-
ta para-Uso de recursos saflicienles.
A vos, honrados senadores e representante*,
competa proporciona-lnse scguramenle o fareis, por-
que Dio desejaes a miseria do invalido, da viuva e
do orpho.
A apoca de bonanca quo por follona atravesa-
mos depois de tanla tempestarte, lio urna poca de
reconstruccJo e roe^lioramontos, mas he preciso con-
siderar que apenas postuitnos os restos salvos do
naufragio, e que nao he possivel satisfazer conjun-
tamente a todas as atigeucias agglomeradas na ac-
lualidadee que deverao ser Hendidas gradual-
mente.
A administrarlo do primeiro de marco er que
ero lAo desvantajosas eondicoes, nao he' pouco ter
conservado a paz, consolidado a ordem, e rcslabele-
cido o imperio da lei.
DIARIO DEPERNAHBUCO, SEGCNDA FEIBA 16 DEMARCO DE 1857.
A:
interesse poltico lean as
Do lin Grande nenbom
tmtias.
Era grande a secca em toda a provincia, e as co-
Iheilas julgavam-se perdida-.
1" de marco.
Por decreto de 23 de fevereiro ultimo
Tiverara merc da serventa vitalicia dos olTi-
eios de :
Tabelliao de notas a escrivao do civcl, crime e ex-
ecucoei do termo de Canind, no Ceara", Francisco
de Paula .Natalenie.
dem e escrivao do crime, civel, capellas e resi-
dooa do termo da Granja, na mesma provincia, Tris-
to Lopet Cesar de Alcntara.
dem e escrivao do crime, civel, esecuc,6es, capel-
las, residuos e ausentes da villa de Merva'o, da pro-
vincia do Piauhy, o escrivao dos orph.los Antonio
I'.oroeiro da Silva.
Partidor do juizo municipal o de orph.los do ter-
mo dalUgtUhy, na provincia do Rio de Janeiro,
Domingos Jos Cardoso Guimarlea.
dem e distribuidor do termo da Nova-Friburgo.
t mesma provincia, Eduardp Antonio de Castro"
dem, idem e contador dafjaize do termo de Cay-
ru, no Pianhj, Cesario Jos da Silva Conrado.
Escrivao privativo do jury e esecueoes criminaes
do termo da Parahvbuna, na provincia de Minas Ge-
raes, o tabelliao Francisco Dionisio Fortes de Bus-
tamante.
dem, idem, do termo de Cimbres, cm Pernam-
huco, o tabelliao Leonardo llezerra Cavalcanli da
Silveira.
Por decretos de 25 do dito mez :
l'oi Horneado juiz municipal e de orph.los dos ter-
mos reunidos de Paranagua' e Gnaraluba. nn pro-
vincia do Paran', o bacharel Antonio Conralves
Barbosa da Cunha.
Foi removido o juiz municipal e de orphaos. Joito
Ladislao Japiassu' de Figueiredo e Mello, do termo
de Paranagua', na provincia do Paran" para os de
Camama" e Barcellos, na da Rabia, por o haver pe-
dido.
Foram aprestnlados :
.Na digmdade de chantre da calhedral da diocese
de Marianna, o padre Joaqoim Antonio de Andrade
Henifica.
Na freguezia do Senhor do Rom Fim da Mala de
S. Joao, do arcebispado da Babia, padre Joao Gon-
Calve de Sena.
Per decretos de 27 do dito mez, foram nomea-
doa:
Tenenle-eoronel commandante do balalho n. i
da goarda-nacional da reserva da provincia do Rio
de Janeiro, o major Francisco dos Santos Pinto lian,
deira.
Idem, idem aovsla!hnn de infamara numero !l
da guarda nacional do servieo activo da mesma
provincia, o Dr. Francisco Antonio Marinhn J-
nior.
Lien, idem ehefe do eslado-maior do eommando
supeaietjda guarda nacional dos municipios riaa Ala-
guas, 9. Miguel e Atalaja, da provincia das Alagoas
Manoel Antonio fjereira Jnior.
Coronel comaandunte da guarda nacional dos di-
tos municipios, Manoel Duarte Ferreira Ferro.
CepN|* SBerclario ge>al do eommando superior
di suarda nacional do municipio de Caldas, em
Minas Genes, o alfercs Francisco Joaquim Pe-
roira.
Major do batalhao de nrtilharia n. 1 da guarda
nacional da provincia de Sania Calharina, o capullo
da segunda clase do ejercito. Candido Francisco de
Santa Anua e Oliveira.
Ajudande do^direclor geral do corpo provisorio de
bombeiio., creado pelo decreto o. 1,775, o capilao
Joaquim Ignacio da Cunha.
Foram reformadoi nos mesmos poslos :
t) leuente-coronel da anliga guarda nacional da
provincia de Peruambuco, Jos Thomaz de Aguiar
Pires Ferreira.
(I tenente-coronel cnmmandanle do batalhao de
nfalUril nomero 7.1 da guarda nacional do serviro
activo da provincia da Babia, Manoel Ferreira
Leal.
<> vapor sardo Italia, entrado do Rio da Prala,
traz datas de Montevideo at 21 e de Baenos-Avres
ale 18 do mez pateada.
Depois da partida i!o paquete "Imperador, ne-
nham ncooteeimenlo poltico ocenrrera que mereca
mencSo, tanlo na repblica orienlaj, como em Ru-
nos- A yres.
O ultimo correio do Chile, trnute a confirmaran
da noticia que ja demos aos leiteres, da um proieclo
de liga defensiva entre os estados liispano-america-
noseonlra as criminosas einprezas dos llihusleiros
uortc-americanos.
O /:'c/io do Var pro diz :
O ullimo vapor nos treme a confirmadlo de
anta grande noticia que ja haviamos eommnnieado
aos uessos Mtores : a realucto mais qu provave.
do gigantesco neasamealo da alKanea hespann-amc-
ncana. cujas ne^ociares foram reveladas ofllcial-
mente no rclalorio do ministro das relarOea e\>erio-
res do Chile, lie sse um faca cuja magnude e
importancia paiu a America ilespanhula be incaico-
lavtl.
Muitas nobres iolelligeneiai dcste continente
que actoalincnte serve de barea a' rara hespajihola
*e occopam desJe longo lempo em manifestar a ne-
cessidade da minio dos povos da rara hiapaao-ame
rcana, apaataodo os meiot do eeniecoi-lu, e euis-
nalaiidii o mo lo de vencer os iiicnnvenientes. Nos
pie nao somos inlelligeiicia, porom que temos un,
earajao americami, limilatno-iios a desojar e a es-
pirar esse lausto aconleciiiientu cun toda a f e cou-
lianca daquelle que cu- na providencia e lio futuro
da nus A uii.nj desles povos, ao mesmo tenipn qua
tomara' forte e resp'citavel a America Hespanhcia,
assignara' por palca ao hi5pano-americano us vastos
limites de todo o continente.
A liora soou ; a aguia do norte ja adeja no islh-
mo de Panam', deasa lutura CnniUiitinopU hespa-
no-americano, como multo bem diste um erri|.t..r,
chileno, e a uniao he a arca .le salvacao que en-;
cerra as pruraessas providencia* do futuro dos DOS-
sos povos, e ao me-nia lempo sua hisleiia e suas l
Iradices.
Sem fa/.er caso dos incrdulas, o de>pre/.ando !
os patillanimes qoecrcr-m tem remedia em um des-
lino inevilavel, tetaos nao ditlanle a rcalisar^o da
SllilDrt americana ; ella he iiecesaria, c nao ha
forja humana que pona por obstculos a um acon-
tecimentn necpssario.w
A eompenhla do Macar) acaba de aleaocar do go-!
vemo imperial, pela reptrlirao dos oegociut do im-'
perla, am avallado empreetimo sem juros para
introd.icrno de colono) ; c<4e emprestimo he feilo
por conta do crdito de teis mil conloa volado na ul-
tima ses-ao do carpa legislativo.
Alein da companhil do Uocory, o Sr. Ilr. I'ranra
l.eite oblare Igaalmenla nao pequea qonntia para
povoar as BMrgent ao Rio Hoce, c ainda, alem do
Sr. Dr. Franca Leile, consta que oulrns iodieidnos
rereber?m MbsidkM mala en menos avallados coni o
lim de estabelecer colonias em algiyis pontos dn
Brasil. "
Dos nos defeuda de duvidar por um so momento
dos boas desejos dn governo e da liel applicar3o
deesasqaaaUaa confiadas a cavalleiios de luma hon-
radez Mohecida, c de ropolaoto inconlcslavel; he
porem nejeeasarie observar que nenhomi das enipre-
zas assim coadjuvadas tem por ebjeelo directo a la-
voura nja esistenle no paiz.
Ora, o que em nos-o entender resulta de seme-
Ihanle fado, he qua o crdito de seis mil conlos esll
sendo ditlrfboido pelo Sr. ministro do imperio de
modo lal que nao serau precnchidos os designios do
legislador ; nao se conseguir o lim da medida ; e
emlim a npplioro do credilo nao corresponder de
maneira alguma as exigencias da siluacao critica cm
que ptincipia a achar-se a mais importante indus-
tria do pal/.
Fora geralmenle roconhecido que os esbirros sola-
dos dos particulares nao eram suflicientcs para
Irazer ao paiz colonos, emigrantes, qua viessem subs-
tituir as (tasadas de iiosso lavradores os bracos
iraa amorte Ibes arrancara. Como lodos, o legisla-
dor eamprehendea que era indispcnsavel proporcio-
nar aos notaos faiendeiroa meios de resistir ao abalo
profundo que prodOI a levolurao econmica da css-
sa^o do trafico.
O fazendeiro dizia com railo : para contratar e
trazer emigrantes ao Brasil he preciso carregar com
despezas consideraveis, que mo estao em miabas
faculdades. i>
o estado, que tem o maior intereste no progres-!
so da lavoura, que lem ludo a perder com a sua de- i
cadencia, respondeuao lavrador e ao fazendeiro:!
es aqu dioheiro, eu vos auxilio ras despezas da
colouisar;lo.
Mas eslar em harmouia com ele pensamento a
execugao que o Sr. ministro do imperio d medida
tomada pelo corpo legislativo !... produzir os resul-
tos que se liaba cm vista a iMribotcSo do crdito,
como se est fazendo '!...
Reponder-nos-hao muilo provavelcoenle que o
crdito assim distribuido, pode nao ser til aos fa-
zendeiros, mus que satisfaz o designio do legislador,
porque promove a emigrarao, e croa mdeos impor-
tantes de olonisacSo. .
Cumpre porem que nao deixemos confondir u
questao.
As emprezas coapjuvadas, ja o dissemos, nao se
destinan] favorecer directamente a iaxoura, o o
mal que se preteOidcu remediar est na decadencia
da lavoora existente, e na aniquilaro das (azoados
de ni'sjosagricullorts.
J'orque nao preferira o governo sustentar eslabe-
lecimeirtos agrcolas ja formados e que ameacam rui-
oa, a orear aovoa, qua prosperarao ou nao?...
A coloniMiro compreliende doas quetlSet profun-
damente distincts, que tem e esperam oloroes di.
versas, e que debalde se procurara confundir em
urna s.
A i ini-ir.i dcsas questoei consiste em adiar o,
meios de levar a cintura, a Cjvilisaolo, a vida a es-
ses immensos deserlos. a essas vastas solidos incul-
tas do Brasil. A segunda consiste em suppiir em
cada cslabelerimuto agrcola j existente o trabe-
|bo dos escravos, os qoaes a inorla vai dizimaodo
com urna rapidez etpaotott, e que nao devem mais
ser substituidos por oulros arrancados dos serICes
africaoos.
Por ontras palavras : ana he a qoesllo ida actua-
lidade, a outra urna questao de futuro; esta im-
porta aos interesses oh melhoraiiienlo de urna poca
que ha de vir ; aquella versa sobre ama neces-
sidade actual, palpitante, urgente, vtalissma. a A
questao de futuro pode ser anda adiada sem graves
locoiiveuirmes, equaudo o nao seja, nao deve exi-
gir O sacrificio, o abaudono, o esquecimenlo da
outra.
A quesla"o da aclaalidade porem, nao tolera um
adiamento sem perigos e sollrimenlos para o paiz;
porque trata-se nclla nada menos do que de salvar
principal ramo da prodocc,3o nacional do aniquila-
monto que o ameara pela deficiencia de bracos.
Eis-abi o punto da xista em que devemos encarar
oassumplo da colonlsacao nas duas questftes inteira-
ineiite distoclas com que se iu aprsenla.
A confuiAo desdas duas qoesloee pode ser moito
otila defeza do acto do ministro mas he quanto
is mnilo perniciosa aopaiz.
t) crdito de seis mil conlos foi concedido para se
attenuar os males da actualidades e nao para se
resolver o grande problema da cultura c da civili-
sarno dos deserlos.
Facilitar aos proprietarioi aclaaes os meios de sc-
rem prvidos de ama oaolldeda de Irabalho livre
proporcionada i axleotao .tas ierras presentemeate
em cultura, lal f..i, repetimo-lo pela lereeira ou
quarla vez, tal f"i o DCasaroenlo qua inspirou a con-
ceasSo do crdito -. agora empregar este auxilio va-
lioso em soccorrer trahalhos que neoboma rolad
inmediata lem com a gricullura, he dialrahi-lo do
seu verdadeiro o nico lim ; he deixar subsistir
aggravnr-se sem SOlafSe alguma a crisc que pende
sobre a forlun.i publica e particular, como ama uu-
vem negra e prene de tempestada.
Uuando se (iverem fundado colonias nesles ou na-
qu-lles pontos do imperio, a posieto dos nossos la-
vradores sera prr ventora menos dillicil do que o he
na aclaalidade".'... qoe accrc-cimo de bracos Ihe sera
licito esperar dellas em soccorro do seu estabeleci-
mento '.'...
Juanlo a mis o governo e quem se devia primeiro lembrar ; esqueceu os fa-
endeiros.
No estado de apalhia e mprevi.lenca em queia-
zem os nossos propietarios ruraes, cumpria ao "o-
verno excitar, orgaMsar c dirigir a emigrar,! pira
as fazendas, cranlo nas capilaes das provincial
agencias encirregadas de r-ceber a enrommenda de
colunes, e de as satisfazer pelo intermedio de enm-
mssarios espcc.aes, qoe deveril nomear para os
principies pontos da Europa donde partcm as gran-
des eorrealsi de emigraran.
As sgurani;a5 que dahi remltariam pan a lina es-
colba dos colonos e para a honestidade dos Conlratos,
e por nutro lado os adianlameutos qoo lizesse o Es-
tado para o transporte gratuito, dos colonos rom as
uecessarias garanta, de reembolso, confuiran)
remover os principaes obstculos qoe al boje le:
" "arelado a t '
reir da cfl|oiiisacao.
enriamos de poder-nos anda convencer de que o
Sr. ministro do imperio lem nc-te assumplo mais
razfia do que os.
de fe
va er Ionio, e se nao eslava porque engaaran o
povo l.izt n iu-o curvar-ae adianto de una pintura
nneravel,ques pula provocar a rrislol E se
nao e-lava, para qoe tiiiliain junto a esse painel ael-
las acosas ? Oh lie muilo insultar a raligiao! lie
i-1 milito abusar do senso cuiiimum a das erencas de
um povo po! Taires que a Sr. padre vlgat......lo
fosse sabedor dessa nove especio de idolatra ; o car-
io be qua conslou geralmenle que es-a painel no
eslava lenlo, he que liveram ooscieacia que nao
descra elle sr bunio
Parece que em Ollndl nao ha ons enpreaidasl
chamadocliacaes. As r.ns estao cuberas de ea- I
pim, os b*ccos pairos lanos monlurot; as travs-1
i as sao espesios bosques : os especuladora c alra-
Dito dito da prov.ncia de Pernambneo, o hacha-! vessadore, de peix- inva.lsn como praga a rlbeira ; I
re Hulmo Angosto de Alneide. 1 e"ie he borrivrl; einfim.se ha cmara inonieipal, I
da polica da nrovineia do "' ''""S''' ,'"'r 0,wir- dizer.que taes cusas afilian, I
ou e realmente exlaiem.nao saben, ou nao querem '
Nomeaffies.Por decretos do -JT
limo fin.io foram noneados :
Serrelario da polica da provincia do Rio de Ja-
neirn, ., bacharel Fernando Manoel Fernandos,
Dito diln da orovincia de Minas lieraet, o barba- I
re Antonio Simplicio du Salles.
Dito dio da provincia da Babia, o bacharel Gus- \
lavo Aniceto >o .Suu/..
oniciaei 'ii secre
a 'n tnwiinuei uu
Rio de. Janeiro, os hachareis Canillo Jos Pereira
de Faro Jnior, Antonio Achules de Miranda Va-
rejao
/or.ml ,/> Commercio do Rio,
man **
i
KECfFE l UH \!AI!(;o DE 1857.
AS 6 HORAS DA TARDE.
RETRISPE1T0 SEMANAL
As connanieaeoet reeebidas do interior da pro-
vincia, durante a semana, sao satisfactorias, sol o
especio da Iranqnilbdido publica.
A nosta carta particular da cidade da Victoria re-
fere que os gneros de primeira neoessidade bao sa-
bido a um alio proco. Con efleilo, cu que n um paiz. cujo solo be filo frtil, e ob ot aus-
picios de um auno lao regular, como fui o paseado,
e rumo lem sido o principio do corren te, se venda
um alqueiie de feja.i por Irnta edoru mil rus, um
alqueire de milbo por dez mil ris, urna arroba de
carne verde por sele, uina arroba de carue chama-
da do erlao por dez mil r.-is Poueos bois foram
enndozidos a feira pastada, o lato be attnbuido a
ralla .le cliuvas,que lem havidu nos lugares de cria-
rio do gado.
Poni de prlc o mcpso do prern da carne, a ca-
resta da r,rinha, do millio, do lefjao e do arroz
prova : I, que as necessidades fllbas da eivilisoeao,
e que urcasionain o desenvolvimenlo da uid'os-
Iria, o.i anda nao existen nos lugares distantes
do grande centro de trucas e de popolscao ; 2", que
o nomero dos cultivadores he muilo diminuto, e
por conseqoencia nao se pode gozar dos elleilos be-
nefieo de concurrencia ; :'.<, que aqaillo que ni.
Europa se chama pequea cultura,ainda nao existe
entro nos; -, emtiin. que se deve promover com
alineo os monis de Commuaicaeiu da provincia, enn-
dicao esencial c indispentavol para o desenvolvi-
menlo da ii*^;: prosperidade.
Todava, nao se pode uegar que esta provincia
postile algumas e-Iradas em boa. eondicoes de viabi-
lidado, e ja he lempo do comrear em 'certa zona, a
solistituico do transporte de elgnns seeros em
costas d cavados pelo transpone cm carros, sob
lodos os respeitos muilo nidis economiio o Ventajo-
so para os aariciillores.
Mas cumpre, anles que tildo, inlroduzir no paiz
nina rara de cnvallos posanles proprios pava este
mistar. Os notaos eavalloa deseendaa da raca
rabe, mas jA se achara mui degeoerados, e nao
poden servir para arr.islar pesos consideraveis, du-
rante grandes distancias.
Entic as nardos da Europa, a Inglaterra t a Alle-
manha fio as que mais leem comprehendido a im-
portancia de nelhorar as suas raras eqiiestres; e
silo estas duas oafbea que, geralmenle fallando, pos-
sucm cavalloa mais bellos e mais postales. Nao
nos daremos ao Irabalho de de.crever as Ireze difle-
rentes raras de cavallus, que hojeexislem na Eu-
ropa, entre as quaes se podem escolher aquellas qoe
"ais convm s nossas necesidades, e que melbor
mais fcilmente se podem achinar e desenvolver
'Slepaiz. (le Irabalho de observara, e quede- '"'e' D,9*n adultos, apparecendo o vomit.i
rmaces, iilhas da pratca e da experi- "''" '"umbindo lodos os que sao atacado'. A
peiii.'e de informaces, iilhas da pratca e da experi-
encia.
.No .la 10 do corrente por volla das Id horas d
manhaa deu rundo no Botea porto, procedente do ^"T"1 o vigario acha-se no terlSo;
de Lontres, o vapor Versi/iuiu/a, tra/.endo 22 das ."rt laan'ira foi para Paralaba car
e 7 horas de viagem, perlenreiite a' compendia Per- *., du que rosamos a S. Exc. Rvm. se d...
namdocana, o qual veio sob o eommando provisorio e,s8.s n"u,es ovelhas do seu reliando com o so-
de hbil c experimentad., capilao Jo-lina Sharp. corro P,rMni e ao Exm. presidente da Paradiba.
O Persinumju be de ferro, de :|(HI toneladas in- """. 'l',,-es,aros recorsus mdicos, pois estamos
O l'ersinuiiga be de Trro, de :}1J0 toneladas in- !2 ala*****"0" rec0""'5 mdicos, pois estamos
lezas, .i r.ira .. Ospaco orcupa.lo pela machina e Persui",|a|>' qus tanto um como o oulro ignoran, o
estado daquelle vitlo, pelas nenhumas relac.es que
< all ha, tanto para esta, como para acidada da
i aratiitia, pudendo assegurar a Ss. Etcs. que a carta
lie de pessoa all residente que nos merece conlianra.
U vapor sardo Genova, viudo do Rio de Ja-
neiro e Haba, condolios secuiniespassaeiros; pa-
ra osla provincia, II. Sian*sh P. Verelcer, Jobo
lezas, .. r.ira .> espaco orcupa.lo pela machina
las dependencias. Pode admittir como orga 230
[oneladnt. O ron.pnmenlo de roda a roda he da JfO
y--- inglezet : borra 22 e 8 polegadas ; altura do pn
ao ps e 1. pollegada- ; carregado demanda II ps
nglezee. He armado a escuna ; o massanw lixo he
de rame galvanisado ; os panos e poliame lao do
minio boa qualidade. : ^. n. aiainasii i\ \ereker, John
A machina he de baixn pressflo, e monta am par -r^iliSJwVnel llcnsiqoes C.ir.lini, i ecrava com
- .7.!\ iV1' ^""W" Ev''.r-e-1. *<* A. Cesar
de eugenlios da forra nominal conectiva de <(l ca-
vados ; pode elevar-se a Mil, dan;io movimenlo a
urna hlice de H poNegadae de dimetro, o que
multiplicado pelo numero de rolar.lo em um miuu-
lo e dividido por seis mil e oilenta e dous ps, da'
em resallaqo, como termo medio, S milhat em una
hura ; lem urna calleira lobular da forra de 63 a
lravallos, o funciona perfeilamente.
Ae carvoeiras tan canacidade para 56 tonelada
de earvao.repartidas igualmeute de um c outro lado.
Consone s toneladas diarias, assin ha combustivel
para 7 lias. Junto ancondutor ha urna especie de
ludo que solta um tihillo lao egudo e penetrante,
qoe se pode ouvir a' grande distancia : he um raeio
de previmr desastrosos accidentes durante a noile,
islo lie, evitar es einh.irruameolos que sao mui fre-
quenies na vida do mar,
lia dous tanques de rerro para agua, os quaes po-
dem admlllir j mil galOes, ou qoatro toneladas pou-
co lllait in: iiirnn-.
Os reparliineiilos internos sao letos com grande
cnjda.lo, e ollerece cunmodidade c cundirlo para i5
a .)!) possageinw ; eucontra-be nos camarotes e no
serviro de mea oque n'uma viagem se pode offe-
recer a uro [lassageiro. -
Consta-nos que brevemente entrara' na investi-
dura do eommando do dita vapor o ex-comman-
dante da escuna Unioya, c por cnosequencia prin-
cipiara' o l'erimunga a coadjuvaro seu irmao mais
vellioo Iguartitstios quaes deveui derramar os
deneficios da eivilisac3o em tuda a exlensao da zoua
incluida no privilegio concedido.
Assim, podemos dar es devidoi louvores aos ca-
valleiros que, cheios de patriotismo.fazem com que
a empreza proglid*. lauto os uacionses como <
eelraogetroe eSo dignos do recondecimenlo publico
os nacionaes por lerem prestado a' tua Ierra um
Srvica) relevante, u'uin uiomeolo cm
recusavain as einineiiciis monetaria
--------------- I- --- (" i^ in Cllltt'll
cordial liospitahda.te que aqui
do-se nuhreiu?tile a'
piz.
Entre as diversas publicares feilaa
ciiniprir os seus dever.
Consta-nos que ns boleeirns de cerla eocheira
desta cidade se lem lomado insolenlistimos para lo-
do*, que em suas viacens nao Ibes ,i., lempo de fa-
zerem um gancliinhi! As jo- ...deciros -a., bem educados, oulros da alias dem
conhecidos qoe ot teut c.....los se teem turnado fa-
nosot por mms insolencias. Pedimos espec al.nenie
an Sr. proprlelario da eocheira da ra "" que
rar conler os scus desaforados boleeirot, do con-
trario |Hteiile.irpnius a polica as e-pecularoes que
com tal ramo de industria pralicam cirios mitera-
reis, que nao contentes rom o ordenado que ga-
ndan, querem com insolencias gauban ..gurgelas.
. A e-trata para Olinda esta se lomando iutran-
silatel para os carros e mnibus, tantas s.lo as ca-
vernas, as bobees, os despeuhadeiroi, as fumas, os
precipicios e os sbysmos que nella se saconlram '...
(.nnsta-nns qR 0 Rvm. Sr. padre Fr. Moura. he
quem foi Horneado para reger a r.a.leira d iatim no
Seminario, vaga por morle do padre Alexan.tre.
Ouvimot dizer que se mandara fazer urna rica
coma de miro, para ^er ofierecida ao Sr. Joao f'.ae-
lano, na noile do beneficio do Hospital Portu-
gus.
.la principiam?! Pois eslavam melliores...ori
minio lioin ; e-lamo- de sobr'aviso. Senlmres da
l"*"1, ,al..... ra qual, Lu..... mais cuidado com
0 portlo do quintal, pois consta-nos que suas ra-
millas parseiara alta noile, c delxam-no seerto, e he
bem provavel lamben que as porlas dointerior da
casa.
T,>ed'mos '10 rnor"lr de certa casa do paleo de S
1 Odro, que nao continu a facer o despejo das asoas
ptridas da economa de sua casa pelo porlao, des-
pejando-as na ra .las ||na, como se a ra das
Norias oso fosse urna ra bonita e freqiienlada...
Consta-nos qu fm ,),,, ,\H Mmani pastada fo-
ram presos, |.elo Sr. subdelegado do Rerife, alguns
sojeilos, que na ponte do Recite, a.noile, davam em
atacar a quem passsva.
'llamamos a allenro da polica, mui parlicu-
larneutr, pira um grupo d audazes mncanos, que
dio am atacar certas ca-..s.... un., sabemos ao certo
de que petioat se compile eisa patrulha de ligei-
ros, .. certo he que os fados deram-se e com gran-
de escndalo em algunas ras do liedle e Santo
Antonio...
Consta-nos que andam larde da noile, contra
as ordeni expres.as da polica, pretos captivos : he
conveniente que se nao relaxem as nrdens superio-
res, qoando ellas -Ao do ulil.da.le publica.
Sainado, anniversnrio natalicio de S. M. a Im-
pera trrz,embaodiraram-se as fortalezas e navios sur-
tos no porto, salvando por (re vetes os de guerra e
as fortalezas: a noile duuve Ideado,qoe esteve mui-
lo concurrido, cantando-se, ao dcscer o panno, O
lly.iiiio Nacional.
Escrevem-nos da Aldandra, provincia da Paradi-
na, em li, do crreme, o seguiule : No mez de
neze-ebro ultimo apparereu nesta villa urna epide-
mia, que alguns ditian ser O cholera, e oulros a
.tire anarella, porque apreseniavam symploinas
ne ama e outra molestia : c-te mal leca augmen-
taoo de Janeiro para ca', leudo felo 40 victima-,
quasi todas de menor idade, porm em das des
assou aos adultos, apparecendo o vomit
.odns os que sao atacado'. .
popolariio esta em grande conslernacao, sem me
dicos, remedios, e mesmn sem sacerdote algom
n o vigario acha-se no serian; e o pro-
irar-sc. A
igne acu
com o so-
E em eterno de-ran-o reponsasae
i^uem, viudo ao patrio lar, ha das pouco-,
Com teus amigos e prenle- charos
Mil praxeresgoxava desta tida '.'!
i.lnem suppnz que em -na alta sapiencia
llouvesse n Providencia decretado
(l termo dessa vida de rei.ome '.'!
A cruel stna do Ente humano he esta :
Vivar gozandolem |. i.sar na morle,
Sem crer un -n momento que ella possa,
As ordena .1.. Ueatiiiu execulau lo,
\'ir ruubar da existencia o ...re gozo.
K trantporta-lo p'ra mansflo dos justos !
Deixanrin quem II.c estima inr.iiisolavel
Sol.endo acerbas e ruis saudades '.
Fado 'do ilo gruin rigoroso !
Mas nao... que lenho eu dito'! lina bla-plieinla,
Por querer obstar a Providencia
De tirar-nos a vida, qoe empreslou-nos !
t.iue lenho eu, oh mea Dos, t aqui feilo'.'
Em vez lie lastimar o Ente charo.
Coja gloria inmortal jamis a lama
Por mais que rae... cliegam' um dia
A lectr-llia m encomios merecidos.
Por toa alta virtude o genio eximio,
Em vez oe consolar o terno amigo,
A quem lagrimas tem soleada a rosto
De saudades que o pello dilacera.
Pela merlo do tu. veneravel.
Coi.Ira a vossa juslra a voz aleando.
Tenl.o felo avivar mais as sanidades,
i as lagrimal correr mais (ortemenle.
Mas, Senhor, perdoai o mea desvairo,
Porque c-ta mesma dor tamhem eu sullro
Pela suteneia doboro e sabio amigo,
(.tur de nos se aparlou a ter com voseo.
E por mais que a vonlade cshircos faca,
Nao pode um Iri-le consolar a outro ;
E portaoto, liuin Deu-, a vos recorro,
Vos, que auxilio prestara aos E-iles frac..-.
Saudaveis unitivos aos que soflrem,
Aos afllletOS, Senhor, pre-lai 'coihoIo,
Para que potsam elles em sucego
Vosso mime adorar e vossa gloria,
Sem jamis perscrutar vos-o- arcanos
T quo a pallida morle os va' reirando
I m a um. como lez a quem deploro,
Almdese camprir juslica vossa.
E. L. Castello llranco.
Frotes ----------
semana, fie.indo o mercado inlei-
ramente exhaaslo, e ni'smo mal;
pouea na nao du- padeiros ; por I
isso a primeira que vier obten !
boin prero.
Dr=coi.to----------(i dioheiro tem sido pouco procu-
rado, e os rebates regalaran de 7
112 a S por cento ao auno.
Iloaveram frelamentot para o
Canal de :lil.. :tj, e para Liverpool
a 2.1 pelo assuear, 'ill pelu-
coaros, e 1|2 d. por libra do al-
godao.
loraram no porto > vapores, embarca...es com
carreganenln de azeite ,|e balea, I com la, I com
madeiras, e 2 para rereber ordsns.
Entraram ::l navio- em la-aro, :l com diversos pro-
ducios europeos, I con bacalhao, I com carne secca.
2 rom nabos, :l de caboiagem e 2 com carvdo de
pe.lra.
Salnram : 2 em ltiro, 5 de clbolagWB, II rom
assooai e oulmt roneros do paiz par., porlus e-liaii-
geiros, e 2 de guerra.
I'irarai.i no porto is emliarcafSes, a saber: 1K
brasilelrat, I dinanarqoeza, 2 francesas, t hano-
venana, .. neepanholat, I hollandese, 17 incleza, :l
portugoezas, 1 sarda e I sueca.
E para constar man lei pasar o pre-enle. que e-
ra publicado pela imprenta.
Cidade do Recite, (, de marro de 1857, Ka Ma-
noel Crrela Gomes de Atoes-la, escrivao mieriuu
do jur\ o etcrevi.
Bernardo Machado da Osla Doria.
$td*?t%K
VALPARAIZO, II DE JANEIRO.
l-.-ruilia.Regula.n ,.....toa oreos q.ie-er.i-
lavam na sanana paasada. V, leran-sa :!,ii!MI quin
Por t-sla suliJcloga.-ia foi maii.la.lo ic-
'o herem ilep.sitohontem a lardo um r*.
vallo conicaugallia quei-u lava vagun.l.. sim
conauctor pcln rila da P/aia .|e sania lira,
o lado do cstalielccimoritu do lenenle-Go-
ronel Franca : quem Tor sea don.,, m-o*v-o
" "w s r entregue. .Sub klesj.c. do m-
.211 (i'\ v J"S1' '1 Herir H de marco ,|,-
u*7.Manoel Ferreira Acctoli, miImIcIc ari.i
supplente.
Pela aub lelencii .1- s. Frai iviir.. (..,.
calves do P....,i,., ir;lfn appre|lrtldl los ,.m
iiotte debontem, 2 cavallos rmn cangaldas
quevagavatn polas mas : qcemdinHisj vrjr
a elles. aprettente-se, que pmvando aareag
scus lites serfio enlr^c. Domingos AIcS
Mathens, sulidele^ailo stir.plcnlc.
OSr. Capillo ., parto, cumprindo a orden.....
bxm. sr. prrsi tente da previacia. datada da :: d
rr.
.-. si
ritACA DO RECIFE l DE MARCO AS
:i HORAS DA TARDE.
Colarf.es olliciaes.
Cambio sobre Londres27 :l| til) dlv,
I rel de a-snear em saceos 21| e un para I i-
verpool.
''rete de couros i()| e 3 0(0 para Liverpool.
r'rederieo HoMliard, presidente
/'. />' iri/t, errelan...
- CAMBIOS.
Sobre Londres, 2. :l|La (id.
t Pars, 350 rs. por Ir.
Lisboa, 9.1 por % de premio.
Accoes do Banco, 10 a 1.1 de premio.
ir companhia de Beheribe 54*000.
a companhia Pen.ambucana ao par.
.1 Llilidade Publica, :l() pur cento da premio.
" Indemnisadora.32 idem.
da estrada de ferro 2(1 por Oln de iirem'o
Disconlo de ledras, de H a 10.
Dito do banco8 a 10.
Duro.llura- hespanhulas. .
Moedat de (sitio velhas
(i 69MO novas
9000. .
I'rata.Pat.icf.es brasilciros. .
Pesos columnarir.s. .
o meiicanot. .
285 281500
. 1 (50(10
. IhiOOO
. 98000
. 25000
. 2j000
15S60
ALFANDEUA.
Keii.ii neme do da 1 a 13. .
dem do dia l. ,'
*i,.,UV ''V/';- Nrr" Silvta""Ui;r"o'cve^ e".
Whiiacker. I), t. Barrot.madama Therete Lavalla,
madama Dc-camp. Adi Laman!.
Seguem para a Europa : o Itvd. o. Horaan e toa
senhora, ForsterNaso, saa senhora e2lilhos, A"
286:600*606
22:t8lj907
309:2851513
Ionio Aurelio A ^s Monleiro, l.aureiiiitao .1
de Souza Oliveira, John V
Miranda, Jos.
Sil
jijjdarl.
I/i' aman/ton.
PRO!
axmcAo da polica
**> IJA SAIDE DO PORTO.
IWo se deu occurrcncia algdma a INrdo dos
vios tartos no porto.
Ko hospital do Pina foi recoldido um Irabal.
dBt obras publicas.
Tiveram alta quatro tripulantes, um da pe
lietpandula ..Bella Dolores, um da polaca da
ma nacao Etperanz.., e dous do drigue Pe
de Terragoiia.
Na visita da manhaa foram achados : a bordo .1
patacho braultiro Enolacao, um doeule do febre
anarella e oulro a bordo da barca ingleza Slella.u
De laro> foi encontrado um doenle a bordo da
barca ingleza Snnwdon. Os doenlet foram con-
duz.tot para o hospital do Pina.
Oesnarregam hojt. 1( de ma
Barca inglezaLancastriaCarvajo,
Barca inglezaCambnumercadoria
Barca inglezaConlieallim-rcador
Barca inlzaLindaferio e carvSo.
Brgue InglesElissbelhbaealhao.
JSriBiie urdoMana Elisaviudo, azeite e pesias.
Po.aca liespauhulaAnillavinlio e paseas,
IMPOjaaajji.Ai).
Escuna ingleza AstaTI "da deSwansea, consia-
nadaasett Wilson & Companhia. maufeslou o
segiunle :
1.10 toneladas carvao de pedra ; aos mesmos.
Sumaca bespanhola ..Ardilla, vioda de Barcello-
oa Malaga, consignad a Amoriin A Irmus, ma
iiileiuu o teguinle :
4 pipas, 16 netas ditas e 70 Larris vinho. IS
" cas aneodoas, 5 dilos erva doce.6 ditos cominhos,
resleas alhusa granel, 100 barris vinho, iolcai-
< paseas, -i ditas carles, -20 quertolas azeite. -Jl)
l..,rris cjiumlio ; ao capilao.
I raixiiifia sarjas de seda ; a Araoaga v Brvan.
-O barra vinho, 00 canas pastas, 12 lardo, alfa-
"ina ; aos consignatarios.
CONSULADO ERAL.
ndim*nto-4c da I a 13. .V>"17(|
em do dia II....... 2dH|030
55:209J(9I
c Hera de 9 p 25 da. pr marcas de Raaeigoa, po-, eslabelecimento de nharoes 111 Eur. ""'-'' "
r,.m os ossu.dorcs estilo lrmes em ped.ren, ..,,-. : dos I nidos da America "'" "*"
SO cts.
ImporlacSo.
Colam os preros dos -egninles gneros em seuun.la
mo a seis mezes de prazo : erva mate 9 desparta
da ; assuear de Pernambuco 3 : N7 c*.
BUENOS AV'RES, 7 de fevereiro.
Estamos se 111 cafe : os peqoenos lotes que csistiam
VOnderam-se os ltimos a 5 :II0 a quintal. Fumo
Capitana do porlo de l'ernamhoco em i de mar-
ro de IN.V1.O secretaria, Alctaudie ItoOri ., a.
Anjeo. "
IRA DI (CAO-.
ReparlicA.- hMlrographira.
AVISO AOS.NAVtti.V.MES.
I haroes das cosas de llespant.a no Melilerau.-a
I m.ni-tro da 111..rinda tr.nismittio a csla BTIlL
.-- v -.......... v -- -i-..... 1 u.nu -'mini-iro da m.iri
superior he mullo procurado; ...lo lia airoz de uua- na noticias ,..i.,...
I.dade interior. lia ralla de viiihos tintos catalejde Z*ZTZ*!?m. *. i1.1* '! *.
superior qualidade : o mesmo se pide dizer vi- \ .nge.heC *^Z^*Z?' "* "
Bho de Bordeaos de qualidade superior ; o azeite I Primeiro no monte .."?--**?*'---------
em boinas e qiiarlolas subiu ; os vu.lio- seceos e dos prvi-iad \ r"i l
ees de Malaga mellioram de prero. lia grande es-i Luz de n'.r umi larcia.
istencia de farinda. e o nereVdo'.oh.^, par.ljaado I U^.ta7JZXm '"'^.....S'"n """'-
pela qiianlida.le e .leclnaro no >r.....> d.. in_,.. do l.atitode :17" :!V U|" \
qual tem davido vendas do s 120 a ; 1:10 a fanaea Lougilude .1 I.T W",V ,
de qualidade superior, com tendencia para .."" IriohaTde San Ferna*. "" *-** >
baila. De mate de Paranagua tem havido mais pro- Alcance 10 ni.ldas em lempo bom. altura XI m.
cura para a interior : exislem 2,000 turriles em pri-
meira mao.
A agnar.lentc pelo eFelieia> da llalli*, realisou 5
I.M,(I9 |k-. obre o nivel Jo mar. .Uomiara' de--
dc ti de pillm deste auuu.
Considerada a patieae de-te piumi. toda a aasaar-
( 11,11 s 1 v,. I ...... J- ',,cr'""u <- "i'iueraoa a posir,1o de-te pdarol. toda a inhar-
Ll.itI i 1,91X1 O assurar mascavado de Sanios 3 caejo que durante a noit. te .hrigir ao patio del ar-
Lf 1.7A, T '"f"10''1^'-:*]'1'''"'. e tratar de fondear .1 sua'co.1. de .
i.bio. IDO bilijas de meia arroda de azule a 5 !>. prpsimo a cata da plvora, nu aot arrebald.s d
O .11.1.0 tecco de Barcelona a 2,000; o doce 5 2,100. Santa Lucia, c.ntervara" "lt sem ,re em vis.. \
-kI.V- S-r.'.'!" 3 si ; d.lMM quiulaes carne de cuidado de a nao perder de vista para passar livrr
charque a .1 :l|i pataeSsi o quintal ; .1,000 a l pala-
c.'.es com eondicoes, Coaros vaceuns a 7.'lli2rls.
prala.
(Jornal do Commercio do Rio.
BAHA, 10 DEMARCO.
CamMor.
Londres a (0 das de vista. 28 d.
I'^ns........315 a 350 o fr.
lamburen.......(10 ((0 n.b.nom.
'"W 98 a 100 pur c.
Dobres hespanhoes 295000 a 2!I.2(KI
1. da patria .... 299000 11 29>200
Pecas de 69*00 velhas. |(i de i...... 95000
Soberanos..... sssoo 93500
Palaccs brasilciros. I?920 lpiMiO
Mevicanos I8i0 laHO
Hespanhoes I5920 1591111
Frele*.
Canal a or.l. para o Reino Unido :i() s. a 33 110111.
Entre Havre e llamborgo iOs. a ij nom.
Bltico.
Liverpool :I0 s. assuc. nom.
:l|8 por libra alg.
Londres 30 s. nom.
Ilamburgo ou Bremen 10 t. a SI.
Trieste .l s. a .10.
Havre 011 Marselha (O nom.
[Diario da Hala,'
sWOI>teisp > P0KX,
Navios entrados no dia 14.
Ki de Jarrgislii^e Baha9das, vapor sardo (Geno-
va, commauuanTeSL,l.l,',le-
Porto28 dias, brigueTjr toguez ..San Manuel I,
de 168 toneladas, capilaSL;'lrlu, ferreira Soares,
equipagem 17,carga vinho\ '""i* gneros ; a Ma- d
"el Joaquim Ramos SJa. Perleoce ao Porto. J?"""'",(*'\'''' Este rom. cn.!.ra' n,
Pas-at-eiros, A.,l.., Ferie a Leal e su senhora. KST^bC ho,i" ""'" l> d'.gaa
. Embarcares qoe enlrem de mairr Irlar.'.o
iMVEBSAS PROVINCIAS.
ondimonte do dia 1 a 1:1. 3:1549906
dem do dia 15....... .1025:117
3:657#223
ilO
^tatio te tyttnambutv.
Temos vista jnrnaes do Rio e Baha, che-ando
lamo os SCOO.es como os as data, dos primeros a i e do, segundo, a 10 d0
do reconhecunento uublico: crreme. a n0
O prsenle vapor [Cmoca] 10 sabir da barra del
que a is,o se Rio de Janeiro no dia I, encalhou nas pedras PeUA
geTr^pm-"..7en"p.iri;o"^.r N"
cordial dospit.lidade que aqui rec.dem. asocian- sem poder ^^l^T^Z^ooZ^U
causa do progresso do nosso no. se empregaram. 0 vapor de guerra francez / e
reliare r.u chamado cm vao rom toda sua fui. a
este jornal para lira-lo. S depois de se Ihe ter lirado gringS
du. .,. a semana, cliamamus a .cao 1 & te d ca^" f.^o. Z SM "SZ22T
sobre o rclalorio, com que o Bim. i.resideule ,te Slir.. .Trs "'.-!.??* **"* *ando seo
...... ------, .ii.iiidiiiu, itiict.^Du uva leu
obre o relatorio, con que o Exm. presidente >.e
Macei abri a aasemldca provincial daqaeili pro-
vincia.
Esle imporlanle docunenlo nao .. sltesta a il-
lustraro pralica e habili lade administrativa do Sr.
Sa e Albuquvrque, se n.io lamben o alio graa de
progresso, que a provincia confiada aos seos cuida-
do-, lem altiugido.
Alm dos rnelhoramentos maleriaes que ella ha
proporcionado aos Alagoanos, r-se que a agricul-
loia lem dado largo paMos para sabir do svstema
ramerraneiro, que anida buje he seguido pelos :ios-
si Conlan-se boje dous spparelhos aperfeiroados,
introduzidot poi agricultores daquella provincia,
gracas as lolieltarei do Sr. Sa e Albu.iue.que, pa-
ra melbnrar o fabrico do assuear. ladoiio algom
senhores de engeiiliu a lu,.;: 11.,r as maedinas d*sU>
lalotias, e boje ja esislem varios alambiques, segan-
do o svstema de Derosne, c he provavel que denlro
em pouco o evempl.i desles se pru|>agae e se univer-
saliseom todo o territorio alsgoano. A planttclo
da ranna lambem receben una modilicaro, e ac-
tualmente vanos lavradores ja usam do svstema j
I planlar.fio da raima, por meio da distancia ,
que afferece vanlageas consideraveis nesie ramo 1 a
callara.
S. Exc. lambem Icnloii iniciar a c lonisaelo para
substituir os bracos escravos. Foram importad.,
ullimamonle Intentos e lautos eoloooa esiraiiaeiroi;
alguns propietarios j.i puzeram em pralica a cultu-
ra das suai Ierras, segundo o sv-tema da eolonisa-
r.lo por pareerin, e esUo mu salisfeilos com a. v.i-
lageus que dao caldillo.
Orgamson urna companhia para a fondarSo de
urna fabrica de fiar e lecer algodao, cujas acc.es fc-
destiii.i no da .1 ao amanhecer.
Fui pudlic.ido <> decreto 11. ISlIf) de 21 de evere'i-
ro pateado, que aulori-a a encorporaco, na corle
na companhia e'ilicadora Don de Agosto, c onnrl-
va os us estatutos. V
Foram nomeaios
Of seuliores tenente-coronel Anselmo Alvos Bi an-
co MU,Z Brrelo, e br.gadein. visconde de Cama
mu, o primeiro para lu;;nr de asslslente do 111-
ante-Renerel do evercilo na provincia do (cara e
o segando losneetpr do roado distrino de inl't'n-
taria, queromprehend* a provincil da Baha
Le-se nu Correio MtrranlU :
Crande iniundanio do rio .S'. FraneUtO --Fm
oiliciode2: de Janeiro prolino paseado, .omn ni-
ca o cninmaiidanle da Companhia .1. pedestres d u r.,
s. francisco, que urna cliea extraordinaria ne-le
"""" r......nndou geralmenle a villa Janoaria dan-
do causa 1 relirar-se toda a popolur.io, para o |,.ar
denominado Alio do Piqneceiro.distVnle amqoairto de
eaua da villa, nao ficando nella nina s.l pes H Vs
barcas navegavam llvremcnle pela, ras, e di/ em ,
mata an igoa moradores do lugar que he esta a cliea
mais nolavol que all se baja visto.
.. I. ma s casa nio deisou de annrer: algn tu r0-
rsir. completamente destruida-; oulru< cdilicm
otan de aran es conterloi.eomo.por exempl.
triz, da qual so licaram em pe as paredes do
mor e sacrisiia. Pode-se fazer idea do estado da po-
puarao toda aglomerada 1.0 diloAllodo P.qu cce'ro
iichando-se all reunido ludo o commercio e a bre
da companhia, a e-pera que a vesania de lug ar rara
regressar a des rolda villa, e p,.er enlao cal.. Haija-
da um o prepnzi. que soffirau.
aa'ejf .Wf""^ ,dia '2 Uma mull,er aP' "'Mo
ao Sr. Ur. delegado do polica urna menina com 10
pre-
,a ma-
altar-
s po-
reUrdado a entrada dos nos-us agricailores na car-
quaa
grin|ti
# A experiencia feila pelo governo inglez no Caad..
o convencen da impoesibili Jado da eeciaar a emi-
graclo para a Aostralln, a nao ser aobsaa direccao
mmeiiala. Metmo nos Eslndos-Unidos, para on.:.
tantas e tilo diversas causa, attrahem poderotamenle
a emigrarao espontanea, a inlervencSo dos governos
lcaosfat-ae sentir de uma maneira elllcaz para pro-
move-la. EmNo-a-iork existe uma reparticSo In-
telligence Omce and Lsbour Ei changen incumbida
de dirigir casas de atyle, de assegurar Irabalho pro-
visorio para os colonos, e de po-los em r.-la..... com
os MlabeleeimenlM que oecessitem de Irabalba-
dores.
No Brasil nada temos feilo por ora a este respeilo
apenas o auno pastado o governo leve um crdito
que em sua grande parle deveria sr applieado *m
I favorecer a emigrara,, com o flin de salvar a agri-
cultura da ertse Iremanda que ameac.a mas dcs-
gracadamenle vamos que a applicaeSo des-e crdito
nao desempenhar de modo algom o fim para qu-
fui concedido.
O governo sacrifica a questao da aclaalidade da
queaia 1 do futuro, qoando defera lembrar-aa qoe a
I ruma .1 j nos-a lavoora aclual cuche de sombras ne-
! gras esse mesmo fatulo.
I A conscieocia nos diclou eslas cousiJeracOes ful-
; ram parsad dentro de pouco tempo, e t.a.a-se ile annns de idade, n e a ilMva^r Zll iT '
i levar a elle,.., esta empreza 13o mil. Tambem pro- seu ama-i... Conread, s s 1 I s "'
moven o eslabelecimento de urna companhia, com o' ra da Silva. nVoeederan ao sj%JLL ." 5TZ
um de fundar .- baoeo de descont. Ha tuda a deouvidoserteToSI m~a2\ de!""s
rTTsaaCmW^
V2rS?&. Sa e A,buque,,u8 se mHSSS^r *** ""*
lem noapado en esforCos para el. var a provinea Pa Baha nada ha digno de menrJo
que Ihe lu ron!, ida ... grao de e-ple.,.ir c grande- Chezaram, procedenles Ueste 1.0M0
lem discutid,, aluan. proj-rlot epreseutados ....- -os- /..,... rom l,a"","r" <
oes pa alas acerca de divisas de rregaesia*. con- A" Balda, 9, a sumaca norteara
(estao da loteras, approvado posturas de llamar
rnonicipaes, e nada mais.
Vs data, recebida-da Europa, s."n anteriores .1.
DESPACHOS |)E EXPORTACAO PblA MESA
"OCONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
1i DE MARCO UE 1817.
Buenos-Ayre,Brigoe liespandol 1 elix, Bailar
& Oliveira, 221 barricas assucaj.
CanalErigue dinamarquez Danmarkn. Jnbnslon
Pater rj Companhia, 1,200 saceos assuear.
Lisboa Brigue drasileiru .< Despique de Beiriz,
Novaes iV Companhia, 21 cascos mel.
LiverpoolBarca inglesa nSlella, James Crablree
i\ Companhia, 3.10 saceos assuear.
PortoBarca portuguesa iiBrarharente, Dminos
Alve Mathens, 38 cascos niel.
LiverpoolBrigue inglez ...Vlbioii, Siunders Bro-
thers i5 Companhia. C(X> taceos assuear.
xDortacao.
Par pelo Marandiio, brigue escuna brasileiro
i.tlrariosa, de 218 (.meladas, coudu/.iu o teguin-
le :S volnmes fazendas?8 dilos aro, 209 ditos
.tuce, If.l ditos caf, 20 dito- Samo, 2 ditus salitre,
I dito piche, I dito cera. 2 aitn.ferragens, 50 bar-
ril nmiieiga, 233 dilos e 2 pipa vnho. 934 barri-
cas com i,332 arrobas e .1 libras de assoCar, lUft.re-
bolos, 22 rodas. I fumo, i chnmaceirat, 2 agunV.es,
9 carretas de ferro, el oratorio cort jnugens.
Aracalv, lualc Inasileiro iiDuvidoa})), dq.!3t||
toneladas conduzio o segointe :|9A volnmesjje-
neros e-lrangeiros, 1 rolo salsa psvrilW, 2 bahoTde
lian ires com fardaroenlo de guarda nacional, 1 cai-
ta baran.lf.es, 10 barricas assuear, 1 taceos bola-
chinda.
Marselha, barca francesa Mara, de 345 tone-
ladas, conduzio o seguate : ,600 saceos com
23,000 arrobas de assuear.
Liverpool pur Macei, barca ingleza Soowdon,
de 138 toneladas, conduzio o segointe : __3.000
saceos com 1.1,000 arrodas de as-ucar, 328 saccasal-
codAo.
KCEBtDOHIA DE RENDAS INTERNA* t.E-
HAES DE PERNAMBUCO.
Hendimenio do dia I a 13. 24:31652.18
dem do dia l........ 2:33t?332
26:6905-190
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia I a 13. 3 .KI5O63
Idem do da l........ 1:8489102
-.*. .....i,.nirr i\.,..|(,s e S!IV ""^ I" I un...
Paesageiroa, Antonio Fer.eu'a Leal e sua senhora.
Antonio Luis Ferreira LeaJ, Firmino (Joncalves
Leal, Jos Das da Cunda Lur'a. Joaquim Ceibo
Alve, Pereira, Antonio Fraflci"c,> Silva, Ma-
noel Moulinlio, Prdr- \|\is Pmheiro, Jos Anto-
nio .U i^liveirjj. ertl ^-(a^Jju^uyn Fer
reir dos neis, Snoel Rulioho, Manoel da Sil-
va torre-, Antonio Martina de Azevedo. Joaquim
.1 >i dot Res, Amonio Comes Paulo, Bcrnardim.
1 erreira.
Navios sabidos no mesmo dia.
Para' pelo Maranhilo Brigue e-cana Brasileiro
sbraeiosaB, eapilflo Joao Jos de Souza, carta as-
suear e mais gneros.
Londres Barea ingleza Havanaa com a mesma
carga que ir jiue. Suspendeu do L.meirSo.
Liverpool por Macen. Barca ingleza SnowJon.
capilao John Robinson, carga assuear e algodilo.
Passageirn, James IlUoler.
Aracalv lliate brasileiro Duvdozo, mesfre E-
tacioMendet da Silva, carga fazendas e mais g-
neros. Paesagelros, Joao Francisco Regis Ouintel
la, l.uiz Automo Pinto, Alvaro Albuquerqae Ca-
valcauli.
da ..Laja.. situada dentro do porto. E pelo cailero
occullara" a luz aprovimandu-se quanto p.wsivet
seja a pona .le Navidad, .. o iu proposito he fon-
dear no Espalmador grande.
Segundo no cabo de Las lloerlas provincia le
Alicante.
I.ozlixa de cor natural, machinismo caladioplri-
ro da quarla ordem.
I.al.lude :|8' 20' 30'' N.
Lougilude > i9' :|8" a E. do reierido meridiano.
Alcance 10 militas. Elevadlo 37 m. 1.1 I3I'I0
pes) sobre o memo nivel.
Aliiiiiiara' desde o dia II do mez de agotlo pr-
ximo.
Madrid 30 de junho de 1856. Joaqaim tiolier-
de Raoaleava.
TRADI CCAO.
Aviso aos navegantes.
N.- 28.
Estados I nidos da America.
A cominissao directora de pharoes dos E-l.-du-
Enidos, acada de fazer publico o seguiola :
Luz encarnada uos Estreilot, Baha de Boston.
Lma luz lisa, encamada, foi acata na noile do I
de agosto de 1836 ;na conlurmidade de anterio- an-
nuneio) da casa de pharol de parafuto. lliailJl no
uSpit.. em frente dot Etlreilut, na Baha de loeaass.
_A casa he um edificio hexagonal, pintada da uma
cor parda escura ; he elevada sobre sete | ils.lia de
ferro, e sohremuiuada com orna Linterna de ferro.
A luz he destinada como goia para salvar o Sniln
pela, emliarcac-s que ponan pelo canal principal
de navio*, e be Iluminado pur uma machina de len-
lillia da sexta ordem c.un uina elevarlo de Spa
cima da marca de marrs vivas.
Eita luz em dlieccJie com a loz da ponte de ..Long
island con luz urna embarcarlo livre e ttti dc
altardings.
Da hoia da pona Alderton ela lar. uta' em linlu
recta com a luz da puna do -liba I ingas, ella,
dc.nurain ONO. 1| O. Esleruma rondaura' nm.i
*U;i&-,
ESE. II K.
Bem. ir, e.
SE. Iii S.
ONO. | O.
NO. li^O.
0^n?!l'0F"',Cea I,erftl' COmme"-! Ie
dador da imperial ordem da Rosa, ejuiz lado: 0.968, eAmeriea do Norte, esto de Leste,
(le rJirettO eSllt'Cial lio f-nnimarnin ^r k: lista, itn nharnu
------ ------------------------- -,--^- >| ..... III UC lilil 1 ,. ...I.ll)
devem trazer o pharol da ponfa de Long l-l u.j.,
de-eoher(o para o norte da luz do Spil.
.lo-su as seguiatea demarraracs magnticas deta
luz :
Da bofa do eSpitn loto, f
Da I.,.!.. ,i.i pona Atitoaton. .
Da hoia (ienlucion do Norte .
Pharol da punta de liba Louga
Balia uMix's Male........
Sinos para nevoeiros sobre Monte Deserl, e rochedos
Matnicut, na i:..-ta de Mainr.
l'in tino p.ra nevoeiros r..m ,., ,> |,". ni hhr<
ro cullocado sobre a rordedo ..Monte lle-ert iiroai-
mo ao pharol. O siooetla' collucado obre orna cons-
tractaoaborta, pintada de hranao i pardo, ecasan
de ,10 ps cima do nivel do mar. Trabilha por ma-
chi..ismu e da' como sele badaladas em um minuto.
I m sinu cm o mesmo peso fni collocado no ro-
chedo Maliiiicas, snbre urna arasadn eiaclamenie
igual a' do sino do rochedo do Monte Dotert. K-le
tino bale dez vasas em um mioutn.
De hoje em di- nte estes sinos serio senpre turado-
em lempot de nevoeiros.
Por ordem de suas aanhoriat, atsignadn John
\\ asbiaslOB, hydrographo.
Repanic.ao h'j drogrspt ica do almiraotado, Lon-
dres telembro de 1816.
Este a vis., .iHera os tegaintcs mappatilo aliniran-
de direito especial do eommerciopor S
M. I. e C. etc.
Faco saber em como dia 23 do corrente, se
lista de pharoes.
0 procurador da cmara municipal desla
cidade, declara aos senhores donos de e*ta-
ha-de arremata, por venda a quem mais der, m ?' ." "!s,seallorcs dT do 5*i:
depots da audiencia, e na salados auditorios ^lecimentos sugcitos ao imposto annual de
casa terrea n. 27, cita nu ra Diretta da *. 5 rS'' qUC ullnn d0 correnle mez,
povoaCfo dos Afosados, avallada em t-SOMi ""?-e o prazo, para o pagamnnto do mes-
mo imposto ; tncorrrmdo na pena odi.sposi-
5es do arl. 32 do regulamonto n 360 de 1.
de juntio de 1844, aqtielles que deisarem de
satisfazer seus dbitos at a data supra ; as-
sim como que devem os mesmos senhores a-
pre-etitarein o conheciniento do imposto ge-
ral, sobre tojase casas de discontos, relati-
vamente ao primeiro semestre de 18.16 a 1857
sem o qual Dao poder ser receido o impos-
to municipal.
Jorge Vctor Ferreira Lopes.
Olllm. Sr. inspector da lliesourana d:
tazeoda desla provincia, manda fazer publi-
co, que, cm cumprimeiito do determinado
cm ordem do irjbunsi do Ihesouro nacional,
tem de ser arrematado de um a tres a,.no.-,
que comecvainacoi'ierdn 1.- de julho pr-
ximo futuro, o sorvico da capalazia daal-
3698a|(K
PRAGA
1857
Cambios
Algodao -----
Assurar -
qu.- not Iroaie o allimo paqoele inglez.
(alleceram doraole a semana 19 pessoas, sendo
I i homens, 5 mul'ieres o 22 parelos livres; 3ho-
iii.n-, :'. midlieres e 2 prvulos escravos.
.\a stxta-f
>-.?: ftVULSA
da crrente,
Saturan, para este poito :
Do Rio, a" 28, o patacho /{enrime t a barca .1 ne-
na ,. o. vapor inglez Cell.
Arhava.ii.se clr)Ml p;lr., (s|e |o .
VO Liu. o brigue .(rfo/j./.o.
n.iliV l"'l{' ''''".'' eu paiacho maznos.
1. ., \ ?,it0 rtcvi' "" '"a l.l, a, II
duras da maulla.. '
^nhkacao nptbibv.
llou^,! en
IIM \ 1 V". I11 \
Olinda a pr.ui.-,:, do S......ur.l Pa'sos.com lal 01 ly.i- ,-, ,,, ,, ,
qual decencia.marchenaoalgama forja da guarda na I ." iaa "' Hlm. Sr. Dr. Augusto Car-1
ricnal c do "da:.illiu le ailildaria. Inrmailnn.,,, I neif.i Mr..,!;, .1 c:i... <..........
qo~................v..n.. .i, ...mu, viv.eiuaBuarua na .
conal o do I balalllode arlilhiria. Aproveilamos
ensejo para eensurarmoi com vehemencia o rilicul;
que liicrnm caler sobre um dr.s Passos.quecosluman
haver pelas ras. Um honve que linha sobre pia-
no pintado grolescamenta orna figura, que diziam
representaioSr. assenlado s..;,re e podra.__Nun-
ca vimos piulara mais indigna nciii neis impropria
a urna til. imporlanle passagem dus padecimcnto-:
do Salvador! O que, porom, a lodos revoltn, foi Ralos cruda. mi,r.. ,'. ^ .
taberemauc este painel So etlava (como no' d.-l Qu.m'uptz % %"dpreL.
Ag uardente
Coa ros -
Bacal iiao -
neiro Monleiro da Silva Santos, poroc-
casiaoda sentida morte de seu pt-ezado
to < lllm. Sr. Dr. Manoel Caetuno
Soares.
(Juem pode arcanos que eserevea n surte
.., livroeterno solelrar'.' Ningaem.
P. de Calasans.
(iarne -erca -
Farinhade Iri
M"TILAD0
no RECIFE, U HE MARCO DE
AS 3 HORAS DA TARDE.
liecitta semanal.
- Sobre Lunares tomaram-sesommas
a^iT 3| ,1. a 60 diat, e algumas a
27 l|2 e a (i.1.1 r. por marco ban-
co solne Ilamburgo.
- Foi procurado e obteve de 7>40O
a 7~100 por arroba de primeira
surte, e sigan a 7.>110. Entraram
lili saccas.
----Vieran ao mercado 31,000 saceos,
sendo a maior liarle embarcado.
As vendas foram avoltadas, prin-
cipalmente dos mascavado* de que
nflu ha depnsili. ; leudo-se vendi-
do .. denominado Lisboa de 39200
a .1-300 por arroba, o America .le
2g!IHI a 3-tKI. e o Canal de
->tmii a -teaSO por arroba : os
brancot cou-ervaram-se de 15.100
a "--, c o sumnos a 39000 por ar-
roba.
- r.u procurada e obleve 10o; por
pipa.
-----Venderam-se da 3l2?|2a:llj rs.
pur libra dos seceos salgados.
- Sum ule iivm.s um carregamen-
l.i de 31110 barricas procedente de
Sin Joau, do qual parte ro ven-
dido cena ,0 |3>OO. O con-
sumo tem sido erando, por is-o o
deposita nao pasta de 12,000 bar-
ricas, lendo-se relaldado de 133 a
I i-5 por liarnea.
- Cheaoo un car regenlo do Km
da Prala com 10,000 arrobas, ..
qual den entrada por franqua
para relaldar, tn llie convier ..
Rfeeo. Ha que exstia liearam em
ser 3,000 arrobas do Rio Crande e
2,000 de Rueos A\res, leu1,, ...
vendido aquella de >5200 a -INsflO,
-- esla de .3; a I5IOO por ter or-
d inarii.
go- A ^-ue linha vindo de Ballimore
val idea-te nos primeiroi dias da
------ -, .,<.*. 11.1 tua i-.... .1,! un
povoarjuo dos ,\fogados, avallada ero 1:5007,
a qual vni a praca per execueflo de Miguel
Joaquim da Costa & C.', contra Jos Jonquim
Pereira de Mello, Antonio Armes Jacome Pi-
res e oulro.
E para qua ebegue ao conbecimento de
todos, mandci passar c.iilaes que seiflo pu-
blicados pela impreosa, e allxados nos lu-
gares designados no cnd. commercial.
liado e passado aos 20 de marco tic 1857.
Eu Maximiano Francisco uare. escrivao
o subscrevi.
Anselmo Francisco Peretti.
O Dr. Bernardo Uacliado da Cotia Doria, oflicial da
imperial ordem da Rosa e juiz de .ireito da pri
meira vara criminal da comarca da cidade do Re-
are, pur S. 51. o Imperador, que Dos guarde,
etc.
Faco saber, em virlude do arl. 286 do cdigo do
proces-o criminal, qoe lendo -ido convocada para o
da Ib de rcvere.r.. do corrtnle anuo, a primeira
sess.lo judieiaria .leste termo, latlaliaa-ea no da 17
do dito mes, lando sido jalgado nella 11 procetsus,
rooleiidu l.'lros, sendo !t presos e2 alianr.ido :
Que I lian, as-iduos us sendores juradosellcclivos se-
guintes :
Cosme Jos dos Sanios Callado.
Canillo Angosto Ferreira da Silva.
Dr. Antonio Pereira Barroso de Morase.
Francolino Augusto de llollauda Chacn.
Francolino Ainerico de Alhuquerque Mello.
I.ai t.iiiu Jos .lleudes.
Augutlo Joaquim de Carvalho.
Jo' Nanea de Oliveira.
joto Xavier da Fonseca Capibaribe.
Francisco Cavalcanli de Albuquerqae.
Joaqun N'ilal .Macdado.
Antonio Luciano de Moraes Mcsquila imcnlel.
Joo Caelano da Al.reu.
Jou da Cosa Lim] Jnior.
Hernarduiu de Senna e Silva. '
Ooe foram menos mdaos, por motivos juslilica
dos,..- sendores jurados ellcclivos seguinles
Joso Kibeiro to Unto.
Ilerachiu Peregrino Maciel Monleiro.
Jos Eusehio Alvea da Silva. e
Amonio Machado Gomet da Silva.
Francisco Rodrgaos do Pisto.
Anlonio Cetario otiveua liias.
Franciseo Itnliiio C rreia de (ja-'.ro.
Jos Antuii... Pinto Serodio.
Foram assidoos os -endure- jurados aupplenles ,-e-
guiil.'- :
Antonio da Ciinliu Soares fiuimarSee.
Janoarlo Coman. 10 Monleiro de Andrade.
Tilomas de Carvalho Soares BrandAo,
Seve.ian.i Bandeira de Mello.
Manoel Joaquim .e Miranda c Souza.
Jos Joaquim Pires de Mello.
Ilartlioloiueu (iue i- de Millo.
Ilr. Gahlino Ferreira Uon.es.
Jou da ('.onda Soare- Goimarfles*
Dr.Joflo Francisco IViveira.
Victorino Francisco dos Santo-.
Joaquim Taiieira Penlo.
Nicolao Tolenlino .te Carvalho,
Ilr. i ranri-co Pereira Freir
Joso Barbosa do Miranda SlBtiagO.
Joaquim Bernardo dos Itei-.
Eleodi ro Fer.iai.de- da Cruz.
Jlarlt.ulumeSJJ Francisco de Soma,
nlaiioel Joaqaim Gomes.
Silvesiie Pereira da Silva GuimarAes.
Manuel Csrneiro Lea!.
andega ,.c>ta mesma provincia, a quem por
-c, ^------------------------------- ,-. ....^. -1 .i i. i, |m
menos lizer ; maiores ou melbores vanu-,
gens offereccr em favor d.i fazanda, e que
oos termos do arl. 6* o rcgulamenlo de 22
de junbo de 1836, o referido contrato anda-
r cm prar;a ptr30dias consecutivos conta-
dos do I. de abril prximo futuro em dien-
te, e sera arrematado no da 30 do dito me/.
de abril, a I hora da Urde, pera tile a ihe-
s.mra la. Os pretndeme* co:npai,-,.am com
seus hadores legaltrcnte habilitados no lu-
gar do costume.
Secretaria da thesouraria de f-ze. da da
l'ernambuco 2 de OUrao de 1837 O ollicial
maior, KmillO Xavier Sooreira de Mello
AVisa-ae aos deve lore* do imposto de
dcimas do bairro de aaoia Antonio, un
qual se comprelieude lambem a freguezia
de s. Jos.:, relativamente aos atino* ce 1833
a 1852, que a relacao de suas dividas ia ven.
- remetuda para juizo, mas q,,e, ames de
qualquer proce.itmeulo judicial dase-Ib s
o prazo de 3 dina para pagamento eaMata-
neo de seus deb.los.sem d.pendeuc.a de W-
nhuma dospeza de cusas, para o que poac-
r.io procuraras gu.as em cas., ,|,. .ln.ix.ia.,.
sigoado, na roa Nova n. n, segundo aardar.
da* 9 horas da maattaa as 3 b-.ras oa Unta
Kecire II .ie marco (e 18J7. Cxpriaim I .-
netoii (,. Alcoforado, procurador seal da
lliesuurana provincial.
N "J", fl'"lld fuc^lho de Adminislrncr..,
val no da 34 do crrenle mez, patas! I
horas da man lia, nao so de contrata* .. tur-
ticciraeiiio de carne verde, piiii, bolacha a
gurdente, azeite doce u.-l.isli..a, cafe 'as-
suear, airo/, vinagre, carne secca, heralluta
larinha de maudioca, feijSo, M\t i,,,,,.,,,,,,,
azeite de i anapato, vellas suarinas, ...ilu-
de carnauba, para us navios da arm.m'a, bar-
ca de excavaeo, enfermara a arinlm
piucas do arsenal de marinlia, n afneano
livres, ah ejtistentes, ma, Umbem de racer
i compra de 13 bonetes com efcapa, IM dtUn
aem ellas, 38 calcas ou panno azul, 231 dil i-
de brim ba-anco, jt. calcas de algoa.l.i azol
l9 camisas de brim nranco, > ditas de a! ,.'
dflo azul, 11 colierioies de i.ia, |l caotas de
panno, I7> lencos de soda pri-ta para srranr>
I o, :,mme,.u- asoldaos, por motivo, ustilicad,.-, o- tas, 38 larda* oc panno azul, n ,ir1l ri"
tendures jurados supple,.(e, ,esullf5 | Iinm Jf^ ^
nas, e 123 ditos de sapatos, ludo, comando
Kitu Finniid .} Silva,
Juaquun lo AhueiJa Plato.
Apiisimlio .Iom? dot .Sanio.
laroameiito .tas pracas emb ircadaa nos refe.
ARoslinlio Jos du- Santo.. loameiiiu .iua piafas eilin ircadaa las icfe-
Foram dispensados e relevadoi das mulls em que f ""b "av"'* manda convidar a quem con-
incorreram, os tenlioiei jurado que deiiaram ds e"''a aquelie contrato, bem como a venda
comparecer em toda a sesslo. I desles ObjeOtSS, o aprescutara sua ptoposla
ILEGVL


DIARIO DE PERNAMBUCO SEGUNDA FE1RA 16 DEMARCO DF. I8.V?
no indicado dia, no qual se dcvcr fazer
mengao unicaniento do menor prego, porque
so pretenda fnrnecer ou vender o genero,
sendo que depois do passada a hora, igual-
mente indicada, nio ser recobida mais ne-
nhuma.
Sala do conselho de administrarlo naval
de Pornambuco 12 de 1857.O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Pela subdelegada da freguezia dos A-
fogados, se faz publico que lo i preso c se
aclia recolhido a casa de detengfio, o preto
Benedicto, que Tifio di/, quem he seu senhor,
quem se iulgar com direilo ao mesmo cscra-
vo, comparece nesla sulidelegacia, que pro-
vando, Ihe sera entregue.
Subdelegacia dos A rogados 13 de marco
do 1857.
Francisco Carneiro Jnior.
dis mais apreciareis e uteis, c outros as
classicas grega c latina, acba-se ani poder
do dito agento para previo exanie dos prc-
tendentes; lerga-feira, 17 do corrente
11 horas da mandria ein ponto, na
loja, no aterro da lina-Vista.
Tioim, Monscn A Vinassa larao leilSo
por intcrvenciio do agente Oliveira, conta -
risco de
S
as
indicada
THEATRO
DE
lili
HOJE, l(i DE MARCO.
BENEFICIO
Concedido pelo S. J. C. dos Sanios, ao
COLLECIO DAS ORIMIAAS.
Reprcsentar-se-ha o drama em 5 actos
llMMt 4 YIYAMEIB4-
Joao Citano fara' a parle de Bernardo, por elle
creada.
KcrnalarV o esneclaculo a nova comedia em 1 aclo
0 CHA PEO DO EEL0JOEIR0
O res lo ro* bilhetes a cha m-se a venda no dia do
especlaculo, no escriptorio do lliealro.
Principiara' asX hora*.
Previiif-sc as pessons que aceilaram camarote*,
que a senlior.11 inspectoras irfl > rerelier nos inter-
vallo dos actos as escolas respectivas
i
- :

* ll'IIRAS
PRECIOSAS j
Aderecoa de brillianlca, !*
,* diamantes parolas, pal- ''
B ciras, alunles, brincos
e rocelas, holfies e anaeia
^ de dilTerniles gnslos ede '
diversas pedias de valor, jg
w
? Compran!, venden) ou '*'
* Irocam prata, ooro, b;i-
I lhanlee.dfamanlesepero-
* las. e nutras quaeaquer
J joiasde valor, a dinheiro
, >u por obra".
* ,*>.-:;. .*'> > i
de Lis
I0REIR1 i &3iRfB
'.JA US SUB
flua do Calmea'
':
i;
i
n 7.
V.W-h -i:. i
.i.
IOS OH \.-\t-i\-i\--\ii.- :-;
:~-'\"> -> ->.-. ni >.-
- iS'il ifOSO, i...-
ouro e prata
Aderecot eonipteloa de
ouro,meiotdilos, poleei- v
r.;s, alflaeles, brincas e *
rzalas,cordoes, nance- *
lias, medallias,Trrenles
e enfeitei para reoslo, a
cnlrosmailo.sobjeeloide ;:!
ooro. .>
Apparelhos completos,
d prata, para cha, ban- j
lejas, salvas, eatticaes, -,
- colhereadeaopaedeeliii, '']
? nuiles julros objeelos j|
. de prala. '
AVISO
1)11
OPaTHICO
M.
<
3tt>t*tf*
-=
Para o itio
de Janeiro.
Segu com brevidade o patacho Tamega ;
para b resto da carga e escravos a frete, para
os quacs tem cxccllcntes commodos, trata-
se com os consignatarios Novaes Compa-
nhia, ra do Trapiche n 34.
Para o Rio Grande do Su i
Sabe com brevidade o briguc Melampo, por
ter parle da carga prompia : quem quizer
carregar o resto entenda-se com o capitito
do mesmo, Jos Monteiro de Almcida, ou
com o seu consignatario Manoel Alves Cuer-
ra, na ra do Trapiche n. 1*.

rom escala por Lisboa.
Sabe com a brevidade que for possivel, o
brigantin nacional Despique de Reiriz.oca-
pitDo Faustino Joao de Carvalho, por ja ter
dous tercos de carga prompl, para o res-to
e passageiros, trata-se na rna da Senzala-
Nov ri. *, ou com o capitSo na preca.
RI *
de I
Scguo com brevidade o palhabote l'icda-
de : para carga, passageiros e escravosj* fre-
te, trata-so com C.aetauo C^ijanT Costa
Moreira, na ra da Cadea do ifeTife n. 2.
iPara o Rio de
sneiro
Segu com brevidade a barca oSorte. tem
parte da carga, para o resto, passageiros e
escravos a "rte : trata-se com Caclano Gy-
riaco da C. M.. na ra da Cadeia do Hecife
n. -2.
A V I S a
Do Rio de Janeiro, pretenda sahir at 12
do prsenle mez, o vapor portuguez I). Pe-
dro 5.", commandaiite Jos Das dos Santos,
o tenciona entrar neste porto, e seguir de
prompto para o Porto com escala por S. Vi-
cente, Madora, e Lisboa. O mesmo vapor
he esporado ate o dia 20 do corrente mez,
offerece boss .mimo Incoes para passageiros,
e aos quacs seu commandanle prometi botn
tralamento, por conseguinte, quem quicr
engajar passagem, se pode entender com os
consignatarios Amori.ii Irmiios, ra da Cruz
U. 3.
&'ociedade
DE
liavgao a vapor llaiu-
Imrg> -irasileir ..
ai>it> g
'f-X&'&'b
l-"D"''-se de Snuiliainplon o vupor hambnrc'icz
I'KI'ROI'OI.IS, que devia alnr no dia 2tde feve-
rairo, ,i (l.|.(n. dn demora do roslume sepile para
Banla Kio de Janeiro : qualquer informarau, com
o* ageulea N. O. ieber A. C, na ra da Croa n. i.
DE NAVEC&^A RSIXT/V.
DE
Marselha

h-pi'ra-se uin vapor desla companbia, que deia
sabir de Marselba no dia 15 de levereiro, e depois
demora dv cosluine, aes;iie para Baliid c Riodc
da
Janeiro: qnalquer informadlo, rum os senles N,
(. Biebrr ft C, na ra da Cruz n. i,
rara < ro
<) patacho hrasilci
Of amigo do fallecido l)r. Manoel Caelano
oar?s s;l(i convidado- parj assislir a urna mis-
a e nteini-nlo, pela sua al.oa, na igreia oe
RowaSfohora !.< l'enba, hoja, 16 do crran-
te, as liaras la nimba a,
i erueu-se Itonlem a uoite, du ra i,.,.
doRosario aleo quartel da polica, urna .ul-
ceira de o uro, a qual tem em cima urna pe-
dia oval verde escuro, salpicad i do encarna-
do, a qiiechamain p-dra Sang.nia, a trama
fie larga, e de u- engrasado lavrado : qucu
aachou, querendo restilui-la, dirija-se a
mesma ra, ng.sobrado n. 30, lejce.ro an-
dar, qfle ser recompensado ; Sssim como
previne-se aos senbores ourives, deappre-
ende-la no caso de Ibes ser oITcrecida.
^^kgi-lBiVaMaftelak.w^
,ioduios, c prepara los com o maior escrpulo e por precos
i'RKCOS FIXOS.
Botica de 12 tubosgrandes. ,
Dita de 2i B
Dita de 3r>
Dila de 4S >
Dita de fio \
Tubos avulsos a ]
Frascos de tintara de meia onca!
Manual de medicina homeoptica do l)r. Ja'hr'c
consno dos termos Cu medicina
Medicina doniesca do Dr. Ilenry.
Tratamento do cholera morbus .
Repettorio lo Dr. Mello Moraes
^B
111] I lira-, como
bastante commodos :
:sco de quem perlenccr, e em presenca do
ir. chanceller do consulado de Franca de
jma caixa de chitas france/as, avariada's i
bordo do navio Gustavo, na sua recente via-
gem do Havre para esto porto : segunda-fei-
ra, 16 do crrante, as U horas da mandila.
no seu armazem, largo do Corno Samo, no
Kecife.
- o agente Pestaa fara leilSo de grande
quantidade do mobilia.consislente em cadei-
ras, consolos,sofas,mesas redondas espelhos
marquezas, quadros,louas, vidros, relogios
de ouro e prata, lainhein vender no mesmo
da i molequinbo de idade 12 annos douco f* I .'i(f;Ii'' -'.' un *.< .-. ., 1
mais menos.muitobomu figura, semC iB^ i^MlHia, si^$!|SiaeS & VqUM lifSll iOl'
quesalguin.l negra de naCao.eladina,ligura B ^^M ^fM
KBl^jjk.s pre^o commodo como cosfuBiiai.
me dos compradores, c.n seu armazem, na
ra da Cadea do Recite n. 55 : quarta-leira
18 do corrente, pelas 11 horas da manhSa.
r. Souvage, eslando a retirar-se para
a tur-opa, tara leilfio, por intervencrj do a-
genle Oliveira, de toda a mobilia da casa do
sua residencia, conaistindo em riquissimos
solas, consollos, cadeiras tanto usuaes de
bracos, como de balanco, mesas de meio de
sala, e diversas outras, espelhos, quadros
historeos e de phanUsia, cufeiles do porce-
lana, esleirs de alcatifas de sala, I esplen-
dido piano, relogios de cima de mesa, es-
tante para msica c para livros, guarda-rou-
pas, um bello guarda vestidos cercado de
espelhos, aparador, toucadores, mesas de
jantar clstica, ditas para alcovas, comino-
das, almarios, marque/as, leitos diversos de
madeira, e de ferro, camas de vento, lavato-
rios, cabides, appaielhos de porcelana para
mes, e sobre-mesa, para cha e cal, diver-
sos crystaes de gosio.bandejas; g dbeteiros.
garrafas e facas, colheres, espingardas, pis-
tolas, n.-em de coziuba, ulencilios de jar-
dim.c, aiem, de um lindo carro de 4 rodas
umcabnolel com arreos, selins, cavallos
etc., innmeros outros arligns para mellior
arranjo de qualquer casa : sexta-feira 20 do
corrente, as 10 horas da manha, no sitio do
Sr. Carneiro, estrada novameule concertada
no Manguinho, defronte da casa nova do Sr.
Teixeira Rasios.
O agenta Borja, em seu armazem na ra do
Collegio n. 15, fara leilao de um esplendiilo surli-
iimeuiu de obras de marrineiria novas e usadas,
inclusive umaopma mobilia de jacaranda.uraa dltl
de amarello, diversos movis, e mais ulensis de casa,
perlencenlcs 'a orna familia que se relira para fora
da provincia; urna |>or{lo ile vasos, ealaugase
mais enfeilM de poreebioa para sala, varias quin-
quilleras, e oolros muilos objeelos, que fora mfa-
donbo menciona-los, os qiiaessii com a visla se po-
lem preciar ; assini Como lambcm f.ir leilo de
diversos escravos mocos de subo os sexos, com ha-
bilidades, a proprios para iodo o serviro : quarla-
leira til do corrcnle as II horas da manhaa.
O aseute Rorja fara leilSo em en armazem na
roa do Collecio n. 15, de (MKI barricas com cemen-
to, um pouco avahado, proprio para nlullm de
alleereeane caes, casas, ele, eom lotes a voniade dos
compradores : e se cntregarao pelo maior prero of-
ferecido, visto que, nao lia limite de preco algum :
seila-IVira 20 do corrente, as 11 horas em ponto da
manhaa.
Precisa-se de olliciacs de alfaiate de obras
grandes, c para calcas de casemira, costo-
reirs para calcas e col le tes : na ra da Ca-
deia do Recite, primeiro andar n. W.
Aluga-sc na Passagem da Magdalena,
antes de chegar a ponte grande, urna casa
com sotSo, de minios commodos par gran-
de familia : os pretendentes dirijam-se ao
rrapichn Novo n. 16. primeiro andar.
A mesa regedora da irmandade de N.
S. do Terco,tem de oxpr a vista dos liis cni
solemne procissSo, as sacrosantas imagens
de sua igreja, S-nbor Rom Jess dos Dcsam -
parados e de sua mSi Mara SanUssima se-
nhara da Soledade, no dia sexta-feira de
Triumplio,3 de abril,pelas 3 horas o meia da
larde oili ponto. Iloga as eorporaeoes reli-
giosas, autoridades, e mais pessoas que lem
de concorrer para o brilhantismo do tSo reli-
gioso acto, o obsequio de comparecerem em
nossa ig eja a hora indicada. Espera tam-
I be ni ,i maior concurrencia de nossos charis-
simos ii maos, e a sua CoadjuVacSo, beni co-
! ino a de todos os liis.Jos Pinio de Maga-
IbSes, juiz.--Pedro Jos Costa Castello Rrari-
co, Secretario.
I)a-se dinheiro a juros em pequeas
|quantias, sobre penbores de ouro e prata :
na ra do Hospicio n. 56, se dir quem da.
Precisa-se alagar urna mulher forrase
AV1S ;..
Precisa-sede olliciacs de alfaiate de obras
Attenca
raes. MU iinico dono a quem deVO ter "pago."""**"
Clea. Cnapronlva para Europa.
Na Gocheira d barco doOuvi lor do (ir. Jo.^o
l.ins, ha para vender mu b,
andador, novo e cano, lo, ti se|l. frelo. ele,
quem o pretender dirija-w a me.m, cueheira
ve-lo. e |iara ajoitar, na um das Crue
um alelar n. 21.
Roga-te ao [Jim. Sr. R. A. C.wnlini do ense-
nb.i M que dlene-e a mandar paCar a qunnl.a
de'100? r. qae e-l dev-n lo ha mais ,e nuco ,,iuis
a Manoel itedrlcaea Cos Maealhia*, v
dado
eom todas as habllitaoOtM necessarias para
continuar nos misteresdfl sua prolisso iro-
mo sejam, amoiaoOes, limpar e coucerlai
civaiia ala/.io, nonjespingardas, espadas, tarase toda a ouali-
dade de Concert*: as pessoas que de sen
presumo qmzercm ulilisar-se podem diri-
gir-se a casa cima, que serio servidos com
. manir seto c proiuptidSo possivel
Por todos os vapores para a Europa
.-.arca-se sobre o Porto qualquer .manila a
lo ala ter pra/.o ou avista: no iscriiHoriu de T. de
i para
, sobrado de
resposla as cartas que se ll.e lem enaerawa- r'aria, ra do Trapiche oW
oo e seuao a li'.er lera de vit o sea nome por ei- '
tenso nesla folba, al real embolco.Manoel Itodri-
t'ues Costa Macalh.ies.
10/U00
159000
20*000
359000
309000
lonco
39000
m o dic-
T Fos,lcr 'rllram Nash, cm consequencia
da brevidade inesperada, da sua partida para
a i'-uropa, nopodcndn despedir-so pessoal-
mente dos seus amigos nesla cida.le, ve-se
oorlgado a cumprir estedever, pelo presen-
te annuncio, c olferece os seus fracos sci vi-
cos cm qualquer lugar em que se adiar.
Furtaram um relogio horisonul.caixa
do ouro. com cavalleiro na lampa de cima,
mostador de p.ata.letlras e bordado emvolto
euro ; que.n o apprebender leve ao padre
de Jos a o ionio dos S nt
do Sr. bispo que
20?0l!0
lOono
2/000
6JOO0
Avisa-se as pessoas qjfe encommendaram
em pita.. izv^r^A'^sr-
, confeitari. confronte "ao BoKla TSSo
Antonio n. 30 A,
- ivrdeu-se nanoite de 13 do corrente,
da ra larga do Rosario ate o quartel de po-
"ca, urna pulceira de ouro, a qual lem em
o
DA
primaca.
ritoeira
lotera d
ven
S'i res:
|wrt da sexta
o Gyinn iio
OabaixoHsi den as se^tiintei
705:,:()(VN_a .,r|0a>
1508| 'JOlfcshilliele.
0092 quarlos.
II '02 o i I os.
092 di ios.
d 92 meios.
5082 quirtos.
509'.ilhele.
P. .*. Uvme.
na ra
1052
XI5H
2:111
1412
2110
2608
A pis loa que tivor par
vender us eaxilhos <; um
ialcao pequeo, dirija-se
ua dos Quartets, loja n,
que achura eom quem
cima urna podra ovil verle escuro, salpica-
da de encarnado, a que chamam podra san-
gunea, a tranca he larga e de um engrasa-
do lavrado: quem achou-a, querendo res-
titui-la, dirija-se a mesma ra, no sobrado
n. .10, tcrceiroanlar, que ser generosa-
mente rccouniensa lo. Assim como previnc-
ncaossonhoros ourives de appreheude-la,
no caso de Ibes ser oSrecida.
Precisa-se de um horteleiro:
da (Jadea do P.ecife n. 36.
Aiten^iio.
Constando-me que alguem, levado por
un ardente zelo de phariseo) pelas cousas
da igreja, tem assoalhado, que no lugar da
matriz, on e cstou parochian lo, tem pes-
soas morndo sem os soccorros espiriluaes
por meio deste jornal venho declarar que a
mirilM conscicncia esla tranquilla a taires-
peito, pois que aindaseno deo caso algum
em que, eu chamado, nao fosse promnta-
mente acudir a algum pobre enfermo, que
uemou ministerio urccisasse, e pego nu- me
mdigilem pelo no ne a pessoa que aqui ja
morreusem ConGsiOo, pass-ndo por detrac-
tor gratuito scii*io o lize em. Eu fui coadin-
,tor om ilgum temp,, ;1 ireguc/.in de S. Kr
IPodroConcalves no Recite, no mesmOa-
trtgo serv na cidade da Victoria ; son o
leiro acontessar a minha\ in Ugnidade,
i "VO que diz respeilo a< I deveres do
' /Insterio. julgo le-lose hpridosem-
p. o alguma exnctid*J .on sodas as pessoasaflufi me connecem,
-om bous documetTtos que I
JJer siendo
Precisa-se de um feitor para um sitio,:
o qual se eBtrega, por bom ordenado, ou
coi:: sociedade no mesmo : na travessa das
Rarreiras ti. 8.
Precisa-so de um padeiro que enlenda
perfeitamente do trauco de padaria, tanto
de pao como de bolachinha, para tomar con-
ta e administrar os tra
GABUtfE PORTUGUEZ
DE
'albos de Ulna i'.nla-
nare '"......-----T rla> dando-se-lhe um ordenado correspon-
fmini" T: )oa,r em l""a casa de ucnle a so ciencia
lamina paga-sc mullo beni : ua ra do
Hospicion. 56.
SEGURO COMTiA FOO.
Companhia Alliance.
Esubelscida cm Londres, em marco de 1S24.
Gapital cir.co milhoes de libras esterlinas.
na ra larga do Rosa-
rio, junto ao quartel de polica, padaria n.
18, que achara com quem tratar.
Jos Joaqun da Cunba GuimarSes,
esUbelecido com loja de tartarugueiro, na
ra das Irinciiciras n. 8, quem entra da mi-
i tnz ao lado direilo, avisa ao respeitavel pu-
naiindars Hroihers & C, lem a honra da in- blico e aos seus fregueses, que recebeu de
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas, "'ranea um completo sorlimcnto de obras de
aa quem mais convier que esto plenamente au-! '"taruga, como pentcs para atar cabello de
orisados cela dila companhia psra eifecniar segu-. "erenlC!' qu.ifidades, ditos para alisar,
ros sobre edilicios de piolo e rxsdra. cobsrtos da ,n'irra,a> e P meninas; alcm destas obras
tijol e perlra, cobsrtos da
tllia e igualmente sobre os objeelos quecontiverem
os niesmos edificios auer consista em mobilia ou ,
em fazsndas ae qualquer qualidsJe.
i__a -
A directora do Gabinete portuguez de lei-
turanesta capital, por debtracao lomada
cm sessao de 5 do corrente, scicnlica os
senboresassociados do gabinete, que dora
em dianle n3o llavera expediente nos do-
mingos e das santlicados.
O primeiro secretario,
uarta das Hefjn,
lardiin publico em Per-
nal
C*'AS
*?
do
Bie-
i uz
Achara-se a venda as bem conhecidas l"o-
Ibinbas impressas nesta typographia, das
scguintes qualidades :
DITA SUIPLES, contendo alm dos mesze,
a lei dos crculos e varias tabellas de im-
postor geraes, provinciacs o municipaes;
Preco.................K 2i0
DITA HE PORTA, a qual alcm dos mezes,
lem exphcacOes da, indulgencias e ex-
communhojs, etc.; p"re?o......160
DITA DE ALMANAK, a qual alrn dos mezes,
conlem o almanak civil, administrativo,
commercial e industrial da provincia,
Pr;.................500
I odas estas folhinhas sao impressas em
bom papel e excellente tvpo, e vendem-se
em porefloea retalho : na livraria da praca
da Independencia ns. (i c 8.
T
ando mudas pessoas MlleHada ejemplares do re-
latorio com que o Exm. Sr. presidente da provincia
abri a sessflo da assenihka leuislaliva provincial, S.
Exc. permillia que um numero ullicienle de eem-
l'larea fosso exposlo a1 venda, para ser o seu pro-
ducto applica.io a" caisa dos orphaoi di. chulera-
morbus : cada exemplar do relatono sera' vendido
por 19500 rs. ; as paataat que si.bscreverem ale I', do
crreme, para cu,u lim eaU' alierl a a subscripCao na
livraria o. (i o 8 da praca da Independencia. O uo-
me e nume.o dos ciemplares que subscreverero
serao publicados nesle Diario. A pessoa qe assii
nar para inai de tres exemplaren pasara' l200 r
por caa um.
Hotel Inglez.
EUA DO TRAPICHE.
Tcndo sido contraUdo para o mesmo ho-
tel um perfeito cozinh.iro Irancez, IzaucolSe
Pauppeirlle,convida-se aoss-nhores amado-
res dos bous petiscos.a visitar o ditoestabe-
lecimento. guaesquer ordens para janlares,
pstesele, sero attendidus com prompii-
dao e aceo. Admittcm-se alguns escravos
moco, como aprendizes.
-\ 15 das desaparecen dtestaleiroao nor-
te da cusa de dclenciio.oiide eslava em abri-
co.uma canoa aberU.de carga de 500 lijlos,
que se empregava na conduccao de barro,
do sitio do faquari, no Cordeiro, para urna
Otaria nos Remedios, estando essa casa com
um rombo na pr6a,e o fundo ha i.oueo cala-
no V^ -a '' ,lesaParec2u emborcada co-
soubernoii;,,<1UCm aPPre''ender ou dalla
na ru, d na ra do Cacado Rmos, sobrado de dous
andares, no primeiro andar, que se recom-
pensara com gensidaerode. q
Precisa
se de un sacerdote de bous
costumes, para servir 'de co.dju.o
guezia do Pao d'Alho, co.n
trabail
na Irc-
a condici.no de
anei mesmi,1mcira Qeo respectivo
-C0-u 'm "S:hC- "ma SralilicaCno de
Z",Zl, > "Polaina para celebrar mis-a
m. uudi sr.-.da. dentro ea villa, com a oi-
;9o de 240-000 ;
com a por-
annuaes, e assevera-se oue
"^sS,,,;sl,,sllASW:|I)m|!11|ls
1:000~ dentro do auno : alai ar
Guia n. 64 segundo miar.
de ....
na rua da
iroEsperauca segu para
o Rio de Jan iro nesiesSdias; tem promp-
to dous tercos de seu canegamento promp-
to. e escravos a frete, para os quaes lem ex-
cellenles comino ios, Irata-sc com o seu con-
signatario Antonio l.uiz de Ollveira Azcve-
o, ruadaGriKE n. 1.
sesue oo d,a 25 t crenle o paba'hole Sobral,- por sabe^'-ct li'ii'ur-'i^.'0 Ul,i,lilai1 tanto
se... para o resto ra cari-a a pnaaageiro., Irala-v l",, ? ,'" p< r Par'ldas dblalas,
ruin Otan Cyriaeo da C. ti., na ra da (".adela no MDef a """u na 'ion.il, ta 01/ i
Recite n. 2. i Rancez, esabe aritiuiictica, contabilidades
nioroa,, ,_s, etc. etc lei.do compleme bol
lettra, oflerece-se para qmlquor locar de
guarda-hvros, ajudanle do nesmo, ooulr
qualquer arrumacSo tendente a case lim -
quem de seu prestimo quizer se utilisar di-
nja-se a roa do yueima Jo n. 43
Arrenda-se o engenbu Qajabussu' sito
na rreguezia do Cabo, e pertencente ao Mos-
teirodes. liento da cidade da Parabiba.e
moe com agua : a tratar no Mosteiro de S.
Rento da ci lae de iiiida com Fr. GbIdino
de Santa Ignez.
_ .\0 lerciri. andar desobraeo n. Oda ra do
CoUeaio pn elaa-ac de urna ama boa cozuiheir...
e
--,....... qu lenho nm meo
tai 3tendo, me ajudando Dos, assim
continuar. Aguardo occosiilo oapor-
"i .. .-" Para provar ** provar sem replica que
. .,ue no da I*do nao fo. inconsideradamente, que viudo para
.o do seivico da casa estafregueaia escolhi or algum lempo a
i-.a.,c.sc, de Paula Fi. povoacSo lo Pilar para minha residencia
, por loe ser preciso tratar | Itamarac 12 de marco do 1857.
O padre Fortunato Jos de Souza
Custodio Jos Alves vai a Kutopa.
0 abaixo assignado faz ver a pessoa
que. qtier comprar a armacJo da loja do ater-
ro da Boa-Vista n. as, do Sr Jos Antonio do
neis Canuto, que ja se acba desembaracada
para com o abaixo assignado.
Jos da Fonseca Silva.
Gregorio Atii
enle ao respcil*
corrente, se
commercial jr
guei:a do Sab
do outros alazeres. o aproveita a occasiSo
para agradecer ao dito Sr. Sabina os dse- j
jos que mostrou de conservar o aniiiiiician- :
le ein seu servido.
i>~^"l1'" -'''locrrenle. depois .la audiencia do |
Ur. |ui de orpba.s, escrivan Gu'inarfles, lem de ir'
praca_oni sobTado dr ;l an.lares e soiao, sito na l
raa do Celtegiu n. 10,avahado ein li:l)03rs.; per-
lenaente So casal do In. ido Jacmlho Snarea R ilelho.
Precisa-se de urna ama de leile ; na rua do I
Jasmim, por delrai da S. Goncalo, na casa de fren- |
le amarella, de Antouio da Costa Etibeira c Mello.
Na rua da Cruz n. 4s. segundo andar,1
or cima do armazem dos Srs. "urlz Souza I
C.\ veslem-se aojos, ;^ara procissao, com I
todo o asseio, e elegancia ; c na mesma casa
comprant-sc podras para ornamentos dos
mesmos anjos.
Preci-a-se de um rapa pon i^u-7. com alhema !
pratrea da loja de fazenda, ou miad
boa cata em Rio Formoso : quem eiliver neslas rir-
Lotera da pro-
viBicia.
arcano a ]/olos*m
peio barato un <; a. 5,*I00
par aiMH lata de lOIibra.s:
ii > arntazHiti Je ?i.
be i" & J., ma Ja
ii. 4.
Reparlirjno da vaccina.
0 coinniissario vaccinador vaccina'as
quintas e domingos de todas as semanas* no
lorreao da Allandega, e as termas-reirs na
casa de sua residencia, piimeiro andar do
sobrado da rua Nova, esquina da do Sol, das
7 as o lloras da maniia.
l'recisa-se alugar um preto possante,
embora seja bruto, para trabalhar mensal-
mente nesla typographia, dando-se o sus-
tento : na livraria ns. 608 da praca da In-
dependencia.
C'.'. v ~ -''-"' -"''-" s ?. r>;T4;-" :>. -^a^
DBITISTA FRAHCEZ. '
V.J
Paulo aignoax dentista, rua Nova n. 41
na i:i;.sma CaM lem agna e pos denlrilice.
i?
tartaruga, e
que em outra
Na rua das Iniuheiras n. 8, loja de
tartarugueiro, com a frente pintada de ver-
de, compra-se effectivamente
paga-se por mais preio o
qualquer parle.
Aos amantes do bO'il yot*tO.
Sao cnegadas a loja d-; chapos de sol do
aterro da Boa-VUla n. 22, as muitoafamadas
c saboiosas tamburas, em bocetinhas, pro-
pnas para fazer-sc presentes, chegadas lti-
mamente da Turqua ; ebeguem, treguezes,
que se vende barato.
Di-se oy'rj., a quem ach r, tquizer
iir. um cSozinbo, novo, branco, aex-
0 Sr. thesoureiro manda fazer publico
que se acham a venda neste escrptoro, rua
da Aurora n 26, primeiro andar, grande
porgan de bilhetos, meios e quartos da
siiver'nestasTr.! 5"u,rt" Parte 'la SPtima lotera da matriz da
eomalaneiaa, dirija-se a rua oo Oueiinadu n. 42 loia i uo*~* lata- Cujas rodas andam no da 21 do
def.enrtas corrente mez. O Sr. thesoureiro manda de-
HEINECCIO EM PORTUGLEZ. clarar aos senbores ogadores, que exis-
K-cebern-se ssign.lura. p^r.i a iradu.-rio do pri- [ tem numeracoes surtidas como lam,
T&^lTilX*:'V'1' : ""a'T S b.'heleS vendidos ..esto escritor o nlT-
stnA^e/d'ii :;;: l'.;;-;;'." e'"' '""" lote,.., ten, soml^or,,,.
nanos, po- tSO espera que ellos cuncorrerao
c
leaos, leii.udo.sem cauja, o qual se dest
caroinhou no dia 11 do corrente. da rua das
Cruzas n. 18, pnnieiro andar
JoaoFoinandes Prenla Vianna, com-
prou para os Srs. Aotunes c Irmao do Ara-
city, dous meios bilhetes da.).-' lote, ia do
Rio de Janeiro a beneficio das empresas, sa-
linas de Cabo Fro, de ns. 2847 e 3456, os
quaes remeneaos ditos senbores na presen-
te data, pelo lliate DuvidoSO.
Precisa-se alugar urna preta captiva,
boa engommadeira, e qiu lave do satino s
paga-sc bem : no aterro du Boa-Vista loja de
bilhetes u 56.
Precisa-se alugar urna ama forra ou
captiva, que cozmhe para casa de l'amili, : a
tratar no aterro da Roa-Vista, loja de bilhe-
tes n. 56.
V. F. dos Santos Caminha, vai a Euro-
pa, a tratar de seus negocios.
Na padaria da rua dos burgos n.31,
existe nina carta para o Sr. Josc Joaquim da
Silva pinto.
--- llontem (12, das 6 para as 7 horas da
noilc.pouco mais o; menos, nerdeu-sc des-
de a fortaleza do lium ale a rua do Coflecio
uus autos de conselho de investigacSo : a
Pessoj que o, adiar querendo restitu los :
dnija-se a rua do Queimado n, 28, primeiro
anear, que .-era gratifleada generosamente
Litiha de oiiiei-
lem no mesmo eslalielecimenlo um bom sor-
tunento de pentes, caixas, ludo ah fabri-
cado ; assim como se concerta qualquer
obra de tartaruga, por procos commodos.
Precisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, para casa de pouca familia, e toue
la?a compras : na rua da Cruz n. 50, depo-
sito de charutos.
tSTftost jS FERRO
do Hecife S. irn cisco:
LIMITADO.
tOuarfii ciKiibt-
()s directores da Cuinpanlua da Estrada de Ferro
no ecileaoMan-lrancisco, lirailado, lem feito a
qoarla chamada de duas libra, esterlinas, en res
179777, sobre cada aceSo, na dita cmuaiihia, a qaal
deve|s_e_r pana al a da 9 de abril .lo correule anuo
de IS./, na Rabia, em casados Srs. S. S. Uaven-
pori A: l. na corte, em casa dos Srs. Jlau, .Mac.
Oresor cv C c ein Pernambocv, no escriptorio da
Companbia.
O accionista que nao rutilar o pasamento den-
tro do termo in.licado, podar perder lodo direilo
ai aecoes sobra as quaes o dilu BJisainenlo nao se
luer elleclua.lo, c en, ido caso tora de pagirinra*
Ua razao de .. por cenle ao mino, e de nao rereher
|vr09 0U dividendo da Companhia, pelo temi qoc
leco.rer enire o da iudsado para o pasarociito e a
ua realuacio.
.\en
VEREKBR,
nbum auio de Iransfarencia pode ser resistrado
lepou rio da 9 do corrente, antes do pasamento da
chamada.
Por nrdem dos (lireclores.S. 1
Iheaooreiro.
Itecif :| de marro de I87.
-----Na rua larga do '.osario, esquina do
becr/o doPeixe Frito, no seguido andar do
sobrado n. 9, continu'a-se a dar comida para
lora com lodo o nceio, c por preco muilo
ein conta.
- O abaixo assignado declara aos deve-
..'^.h:1 '''Jo'..!,en,cauJa' qIsedeaen- guem seus dbitossenoaoanafxa.inL..
guem seus dbitos seno ao abaixo assigna-
do, no contrario terio de pagar segunda
vez. Recite 13 de fevereiro de 1837.
Manoel Jos i.cilc.
des de fi
etc., etc
ra o cen
Os abaixo assignados, com loja de ourives
na rua do Cabuga n. II, confronte ao pateo
ua matriz c rua Nova, fazem publico, que
eslno recebendo continuadamente as mais
novas obras de ouro, tanto para senhora
como para bomens e meninos : os precos
contmuam razoaveis, e passam-sc coritas
com responsabilidade, especificando a qna-
lidade do ouro de 1* ou 18 quilates, licando
assim sujeitos os mesmos por qualquer du-
vnla. -Seraphim iStlrmilo.
:\:;:?> "}&.&
*.-si.-* 'U? '.. ..^ ..
to .';".i'"*
Ti aitas
.fftiSfe
"
HJjn. Sr.
nrrent- :ue
*- Nfdla 2 do eorrlUle me/., d-s.p,.arereram d
ensenbo Lastro na fresuozia da Esc.itl i, > escravos
do najao Angola, que parecem croulo-, ambos sao
carrtiro, um de nomo Jqao que representa ler :IV
^unos de idade, poaco ma. od menos, baixo, meio
bameiro do corpo, falla meio sago. ps bem f-i-
los : o onfro do nome Antonio, alio, sios-o, cara
larca-, nariz Chato, cr prcla, ps bem fcilos, minio
nieiorico, reprsenla I, r 2, anuos, puuc m,i, ou
menos; consta terein subido para o s-riao. em com-
pauhiade alguem:,nao tem si-nao; de ca.ti^o- quem
os pegar, leve os n.| praca a Bernardino Iran-
cico de AxevedoCimnoa, na ni, das Trineneira< u
oO, ou ao seusenb.r Jas Cimillo Cavalanli,
mesmo ensciibo, quesera eenerosi
sado.
guem annunciou querer um caixeiro
para tomar conta de urna taberna por ba-
lanco, no bairro de Santo Amonio, dirija-se
a rua do Pa lie Floriano n. 70, sobrado que
volla para a rua do Jardim. que adiar, con
quem tratar.
- l'recisa-se de um caixeiro q
pratica de taberna e que d fiador a
duela ;w.ia rna do Haugel n- 10.
Pede-se ao
para que continuadamente nao liquem ta-
inanhas porcOes de bilhetes por vender, co-
mo sempre lem ficado. Theseuraria das lo-
teras 14 de narco de 1857. -OesCrivSo,
Josc Jannario Alves da Uaia.
DitiDEHEEOTT 0.
S\ STEMA \ul{Ti:-.-, WEKICASO.
Aterro da Roa-Vista n. 4, terceiro andar
Nesta casi lira-.-se retnlos cm d-.guer-
reolypo com toda a perfeicio, tanto de cri-
.^ent'ericomper %?* ** *"?*' *"**>
lerno ^}^lema nortc-amer cano,
sos aperfei^oad'
guram pessoa
e pelo ina-
Os proces-
que se impregam, asse-
que se rstrata mu i pouco
incommodo equasi nenhon temno perdido.
Os melhores processos escobertos e pra-
iieados pelos norte-americanos sSo om pre-
gados pelo artista proprictirio deste estabe-
ue tenha !,e0c","i"t)- e P"r 'so garaite a seus trege-
sua con- : relratos nao so perleitameule inaltera-
: veis, como de urna delicaleza de tragos e
- Pede-se ao amigo do Sr. tonente-coro- \ou?o areneo-v''.' n"*, ''f ^ d"8UWW0lyP
nel Santiago Ramos, que no Diario de 13 do l,"cumbCm-se
s.
Pede-*e encarecidamente ao Sr. assiguan-
lc do ..mmbus.que lem o recibo de sua men-
sandade n. 270. qoeira C.zei o favor de vir
representa-lo no escriptorio da mesma ii-
nha para se tirar una duvida.
0 abaixo asiipnado pe.ie ao Sr. Jos Antonio
nome. I.uirnarae., que Qoanlo antea baja de vir ou
mandar pagar na praca da Independencia n. 1:1, ou
na rua do Boapielu n. 9, a qnantla Oe l:2sr,>7!lS rs.,
por |riras ja vencidas, aiem rioi premios al real
embole,,. qc ei,, dcver-lli, como procurador de
seu pai u sr. U-nC. Anl ,nio (iomes linimarfles, afim
"e evitar qoesllo iodieial, pr essa cobranca.
J "< Antonio de Araojo GuimarSes.
AVISO I'AIIA O PARA'.
ueaeja-seaaberaeeiiate nN provincia Slafalda
le tal, tuba de Josefa de tal,cuja taita foicasada < ,,
nm I-. de tal Teixeira, a,sim
rutila de tal,
retratos
9>f!0
O agente (iliveira fara leilfio em um
so ou mais lotes, conforme no aclo se adiar
niais conveniente, por ordem do lllm. .->r.
cnsul ne r ranea nesta cidade, e em presen-
ca de seu chanceller, Je lodos os livros
constitutivos da loja sita no aterro da Koa-
>ista, que fui, cora pertencente a liquida-
gao da niassa do finado Semiond Jean Fran-
C01S, subdito Irancez ; assim como do espo-
lio do mesmo ; adverlin o-sc que o re.siiec-'
tivo inventario dos referidos livros compos-
tos pelos mais abalisados autores, e impres-
sos mudamente em varias linguas ruoder-
ILEGIVEL
para serem classilicdos na forma prescripU ate a
pelo art 850 do cdigo do commercio, e po- tara a
rua da Cadeia do Recifp n. 36. res Vinassa k&i> \ \ ""* il,inlmslr"lo-
" i res vinassa. Hecue 12 de marco de 1857.
na meso a casa de tirar co-
' pas em daguerreotypo .'e edificios, paisa-
gens, retratos, estatuas cquadros.
\ao-se tirar em qualquer lugar
de pessoas moras.
i Existen! pac esses tribuidos excedentes
machinas, sendo urna aellas dos celebres
autores Voigtlander & shn.
Nao se en Ir gam retratos
guai sem estar perfeito.
Existe sempre nesse estabelecimento um
vai indo sorlimcnto de artefactos liai.cezes
c norte-americanos pata a coilocacfio dos
retalos taes como caixinhas de pa-el, .le
marroquimede veiludc.-francozas: e nor-
te-americanas de ...arroiuim e de blalo dos
melhores goslos, n desde o tamanhode orna
pollegada al um palmo ; quadros e moldu-
rasiprelas, ditas douradas, quairos a i-om-
padour, ditos ae v Iludo, ditos para relratos
separados para urna familia Completa, pas-
se-par-iouis, slereoscopos com vistas e para
retalos; urna linda variedade dealfinetes
de ouro com esmalte e sem elle nara collo-
carem-seretratse cabeUos, medalhastam-
bera de ouro para o mesmo fin, tanto para
crreles de relogio como para tranceln) de
senhora.
"S precosdos retratos variara cm caixi-
nhas de j a I6S000 ; em molduras pelas ou
douradas de 7-a 2V'llOO ; cm cassolclas do,
ouro de f a 25/ooo ; e em alunles du ou- '' ornes da Silva!
Jnior, ro de (Oda 35,000. KsI,!S pr, cos s.-10 ,, r,;. j ... Sacca-se sobre
, ,,' ', e,? d!" 'tra, ,e do "Jecto cm que he collocado. cambio de 03
bus ttulos de divida Todos os das "
corrente tomou a defeza do mesmo Sr San-
tiago, em consequencia do que havia dito o
mui digno subdelegado de Barreiros, o Sr.
alfares Caria, tenha a bondadede declarar o
seu nome, para se saber que merecimento
se deva dar a semclliaiilc deleza.
O amigo da verdade.
Est fgido o molequo Antonio, bem
condecido por ter oslado alugado em algu-
nas casas, e agora quando fugio eslava no
servico do Sr. Soares, que tem casa de sor-
vete na rua estreita do Rosario, e tambem
no Poco da Pauella, oqual escravo repre-
senta ler is anuos, e ralla bem que parece
crioulo, cosluta inculcar-so por rorro, e
tem sido visto condozindo carrinbos, tanto
com carregamento do bacalhao como de as-
Mo r, e porta ino pede-se a quem o pegar,
o a travessa da Tretnpe a. 9.
como se existe Col-
me, o iu.il desla ignora-te ; eMai
duas meninas teem a TCOeber ein I'e.nambuco una
lena do lenle co'^hel de lofantaria Caelano AJ-
lierl.i reixera Ca.Oc'.1111 eslas duas meninas, ou
panana babililada^or ella!, podem dincir-se a es|a
provincia, a raa ib Colleglo n, ",.
Piecisa-se de urna mulher livre ou es-
crava, para o Servico interno de casa de fa-
milia, que saiba engommar e seja sadia,
obngando-se a morar com a mesma familia:
a tratar ua ma Nova, casa n. 50, segundo
andar. "
Precisa-se de um menino de 12 annos,
pouco mais on menos, ijue queira servir de
criado: no aterro .la Roa-Vista, loja n. 56.
-No segundo andar do sobrado n. 7 da
rua linperiiil, precisa-se do nina criada forra
ou trabalho al-1ou capliva,-para o servico .le um.i
familia, o paga-se bom aluguel,
Pazem-se c p.s, batina e chamarra
para padres : n* rua la Sen/ala Aova n. 3C.
0 abaixo assigna lo faz sciente ao res-
peitavel publico, que deixou de ser caixeiro
do Sr. Josc Fran -isc i l.avra desile o dia to
do crreme ; e approveita a occasiSo para
agradeeer ao mesm i scnll'ir 0 mtlilo
tratamento que leve durante 11
esteve em sua casa.
I.'U
-..
lear.
Q
de tarn qealidade e alvaiadeem barricas
ptquenas vende-se na rua da Cri.7. n. 10, ;
ameasa de J. Praeser e> C.
. ; \ ;''-'''. :'- -.'"::*,.. .;.'-
-. '- -......,- ..'..
- Precisa-serie um criado que saiba bo-
ivreou escravo por aluguel: na rua
do Qneimada n. 4t, primeiro andar.
O abaixo assignado avisa a Indas as
pessoas que lem penbores em seu poder, na
rua na Penha n.25, c que ha inuito lempo
nao lem pago os juros vencidos, leiiham a
Dondadedevir pagar no esparjo de 15 das,
a com-r do di, 9 q crreme ao dia 21 do
mesmo mez, e quem assim nao o lizer,ser7o
vendidos os ditos penbores para nagamento
oo principal e juros. Recite 9 de marco de
1857.Joaqun-. Josc Pcreira.
Deseja-se comprar urna casa terrea que te-
nha 30 palmos de frente, pouco mais ou me-
nos, commodos para familia, c as seguin-
tes ras desla cidade : Cambo., do Carmo,
santa 1fiereza e rua das Cruzes : a tratar
na rua Direita n. 38.
i buco, rua
ii 70
. Reste jardim ha multo grande variedade
de osa.., dalias o outras militas quahdades
de llores, ass.m tambem rnuitas qualidades
de uvas niuscateise outras, varias qu.lida-
os, sapotas c sapolis TrucU-pSo
: Apromptam-se cncommeridas pa-
iro desla provincia e as mais do sul
,""!'le avlo sempre qualidades nova
^P,r dl.l'ri",ca- Alogamia 2 prclos, ou
negras velbas ou afijadas, que anda pos-
sam dar algum servigo.
ri.T^"^ d" l>0.nle-velha, juntoa serra-
na (tasa do lampeao prec.sa-se de urna ama
e uc urna engommadeira.
--- Paga-se 10-0o0a quem achar c quizer
restltnir n, cjiozmdo novo, branco, a "-
pcSo das orejas que sao grandes, \utt
es e amare ladas. felpudo, sem cauda, que
Mdesencamiiiliou da rua das Cruzes n 18
no da 11 do corrente. .
.m"al^e(ISi!rSC(Je "ma ama Pra cozinhar -
no becco do Sarapatel n. 16, segundo andar!
-.Meresse.
Dcseja-se encontrar urna pessoa que quei-
ra apromptar bolinbos para bandeja, e que
sejam bem le.tos : quem est.ver nesta c"r-
K?; a'"'oc.e ou d.rija-se confronte
ao Rosario em Santo Antonio n. 39 A.
: Ullerece-sc un.a ama estranceira, de-
sempedida, que Mbe azer um ludo de por-
as a dentro, prehrindo urna senhora de
fre f;a d ',0mem Solteiro *" d eos
SSS "4Tuu,,sar' "rocure""r-
l'recisa-se de urna ama secta, que sai-
ba lavar e engommar, para pouca familia,
aceilando-se mesmo cscrava : a iraUr na
rua do Collegio n. 8, segundo andar.
Precisa-sc de un cozinneiro ou cozi-
nlieira : na rua larga do Rosario n. 3, se-
gundo andar.
--- Gratilica-secom geucrosiJadc a quem
restituir ou der noticia onde para vara e
meia de cordao grosso, de ouro, esa una
cruz, contendo di mro o Santo Lenbo, a qual
se abre por as pequeos ag:i,os nos pon-
tos ; urna redoma pequea, de piala, com
Agnusdei ; urna liga de unicoriie fora du
castor; um coral encarnado cunado cm
urna fita ; utn rosario de contas verdes, a
mais algumas reliquias, o que tudo cima
loi perdido en, o baubeiro dentro do cercado
d0 5r. Lobo, iioCaldeiiviio, em o da 8 d..
con cute mez : roga-se, i o lauto, a quem
lacs objeelos liver adiado, ou dc-lles lim
noticia, de se dirigir a entrega-Ios ou daros
esclarecimenlos necessanos para a sua ap-
prehensao, na Uoa-Visla, .sobrado n. 72, na
esquina da rua da Soicdade ; no Rccife rua
do Amonm n 50, e no Caldeireiro, casa do
sr. Dr. Alcolorado, que alcm .la gratifioagio
liromettida.se licaia obrigado e guardar-c-
hasegredo ; assim oonioaaparaaa da en-
vidado e bonsdesejos das autoridades do
Pogo da l'anella, que deem as suas ordens e
loinem medidas para seren lacs obiectos
jlescoberlos, e casligar-se com o rigor da
le a quem liver sublralndo, como premiar-
se a quem bem ttver obrado, ajudando a po-
lica no descobnineuto da verdade.
mmptu*.
NA RIJA 1)0 TRAPICliE .NOVO \. 1->
Precisa-se de urna preta escrava para o
servico da casa,
paga-se bem.
preta escrava
sendo boa tr.ibalhadeira
peqnena
bom
annos que
fteioaria de
M0-
e-o&
o i homaz Esleves Vianna,
ia da Alegra n. 34, se dir quem
oflicia'
Fago publico, para de urna vez evitar du-
I vi as. que a minha verdadeira assianatura
e nome he Thomaz \nlonio Ramos Zanv, e
nao Ferreira como teem escripto algumas
j pessoas.
I Timm Monscn ,\ Vinassa c Ilenry Brunn
S Companbia, administradores da massa fal-
lida de Joao chfisosiomo de Lima
| avisara aos senbores credoros
ven, aprescnlcrn os
tenha
na rua
comdon^l^SeJi, llCial '' Ped.e.r.,, nho, dando abonadores
com uous iions serventes escravos.
I'reei a-so de uma mulher que
pratica de tr tarde doentes : a ralla
do Vigario n. 18, segundo miar.
- J. Falque vai a Europa, deisando por
seus procuradores, em sua ausencia desla
cidade,sua mulher V. Falqo
lugar, e em segundo e tere
Souvage Companhia, e
em primeiro
ceno jos Srs. F.
Antonio Macdado
soore a cidade do Porto a
na rua de Apollo, armazem
S desde as 8 horas da manhaa de assucar u. 13, de faleuca'tt A
Collegio n. 21, lerceiro andar. Paga-se bem.
'raSaboiadesdoo dia 11 do corrente.
tarreto, no
teiio.
No deposito desla relinaria, na rua da Ca-
deia do Recite n. 30, da sempre assucar re-
hilado de superior qualidadc, tanto cinco
como em lorrOes e cm pr.es, por preco mais
coiiirnodo de que em oulra qualquer parte.
Avisa-se as pessoas que iinbam penbo-
res na ru!r*estreil., do Rosario n 7, das Cal-
cadas n.io, e boje da Praia n. 13, venham
na-Ios dentro de 10 das, do contrario seafo
vendidos os daquellas que deven, juros.
Precisarse de uma una para" o servico
externo de urna casa de pouca familia : ua
rua ua Lingoela u. i.
Offercce-ae urna pessoa co.n as habili-
lacOes necessarias,para caixeiro de qualquer
estabelecimento, menos de escriptorio, ou
mesmo para leilor e algum sitio, ou enge-
sua conduela, vis-
I lo nao ser lillio desla proVincia.porem sim do
uma das provincias do no. le : quem precisar
anuuiicie para ser procurado, ou dinja-sc a
rua da Alegra cas. n. 1.
Fabricio Cenros c Compaadia deca-1
rain que leudo de fazer urna viagem para :
lora da provincia o seu chele c SOCIO gereu-
te Fabricio Comes Pedresa, deisa ein seu !
lugar o Sr. Antonio da Costa ilocum, -,
quera deixa todos os seu-- pode.es paia, cm i
sua ausencia,executar em seu escriptorio da
rua da Cruz 54, primeiro andar.
Antonio Punir tiendes vai a Portugal,
licando ei.ca regodo deseos negocios O Sr.
Joo Peres de AlmeiJa Lopes.
Precisa-se alugar uma ama de leite
sem (illio : na praca da Independencia n. 36"
e 38, ou na Capuuga, na casa con.rontc a do
6'r.;Bartlioloiiieo.'
Compra-se uma escrava mo-a, que
cosa bem, engomme e cozinhe : a IraUr na
rua do Trapiche n. U, primeiro andar.
Gompram-se palacOes brasileiros e lies-
panhoes a 23010 : ua rua da Cadeia lo Reca-
le loja de cambio n. 38.
Compra-se uma esclava para vender
lazcndas, e que nao exceda a 25 annos de
idade : a tratar na rua da Cruz n 30.
O->' .'.'-. ".' -o ,,,t-uml,r-'-,e '>"> d' l'tTHumbme^ ?T 19 d -i, /eii.uio oe 1855, e lamiirm aacol- '*'
, Ii'cres dns lea brasilinas ,le |s:i!l a MM9
-.j "a '"" do Collegio ii. 15, priDiijru
--' -'-''--"-.".-.'Sfw .
Compra-se uma casa trra com com-
modos para familia, as lieguezias a>Santo
Antonio, S. Jos e Uoa-Visla : trata-se na
rua Augusta n. 17,
-- Compram-seelTecliva, ente na ruadas
Flores n. 37, primeiro andar, apoliecs da di-
vida publica e da divida provincial, assim
corno-acedes das diversas Cempanhias auto-
risadas pelo governo.
Coeapram-se 2 escravos do 14 a lo aaj.
nos: a tratar no escriptano de Jos Joa-
quim lijas Fernandos, rua da Cadeia do Ke-
cil'e.
ailar. ^
Stn&ao.
Feij
so.
Vendem-se saccas com Teijao iiilirnamciite
chegado do ftracaty : na rua da (adua do
Recite n. 57.
Vcnde-se uma prcla crioila.dn 17 a is
annos.bonita ligara, com principio de habili-
dades, que ensomma, cose cho c cojjriha
alguma cousa ; assim como dous moloques
para embarque nu odieio, sendo um de s
annos e outro de 9 : no aterro da Roa-Vista
loja n. 10, se dir quem vende.
Vende-se i trave de 31 palmos, boa
para COberta de casa urnas pedras para
i obras de calcada, 1 O'irta de 12 palmos 1 ro-
\ tula, unscaixilhos para atreva, c outros pa-
! ra pequea janella, c 2 enxams de da m-
'deia- na rua do Kangn n. 2i.
Quem annunciou comprar o Diario de
19 de dezembro de |865, procuro na rua .IR
Rangel o. 21. lamben, se vrndcm alguna li-
vros de le-, como reper, iri pr: neiraa I,
nhas .:e Pereira e Souza, orphanoiogieo
outros mais livros perlencenu-s ao raesaio
foro
MUTILADO
Venem-ae ai aeninle iada>, aanili cm asa
ti : urosdenaple pnlo, roiadoa laKdb, 2- e .'-.< o
seliin lavrado dito, coiau i a l--'... c L^liai ~\|J
banesa arela con rmi.de vasa da largara, bsala
propria para mantos, -na-, kalilaa, ele., a la r..
vade, sarja rela Roa a 2.\ diales de laraa aaUn
l.u.lo. i..s;, HUDaa., -*-- *-'*- -- nttll
-. i-.imbraiK iTSMaaa* mudo taitl .mi e i.)i, 4
ara,aellm nrelo mano a 2a, :i; e 'T-naaji.ii
das de quadinihos muidos, lindo- leales a face-
tada, detonea de jeadreaj arhaaaaietaali a HHi ra. -
do se as amodra- cun peuliar.
Ivfoend is supe iore^
Na funligSp de C. Siarr a Companbia, era
Santo Amaro, acham-se para vender moen-
das de caima lodas de ferro, de um ruodello o
conslrucgao muilo superiores.


DIARIO DE PERNAMBUO, SEGUNDA FEIRA ll DE MAR CO DE 1857.
para senhoras.
A loja da ra Nova n. 4, recebcu pelo ulti-
mo navio francez, ricos toucados e chapeos
para senhoras.
Vende-se un> preto robusto e sadio
na ra do Encantamento n. 76 A.
Vende-se una taberna muito bem afrc-
guezada para a trra, com commodos para
morar na mesma, propria para qualquer
principiante, na ra da Senzala Nova u. 2 :
a tratar na inesina.
Vende-se urna porgio de garrafas pre-
las que foram de cerveja branca : no depo-
sito n. 6 da ra de S. Francisco.
--- Na ra do Brum n. 22, armazem de
S Araujo, vendeni-so presuntos do Porto,
superiores, em barris, e para retalho cha-
rSo na taberna dos Srs. Mendes & Braga, na
ra da Cruz, por prego commodo. Tamben!
se vende cera de carnauba muito superior,
em saccas.
Vende-se mu excel-
lente ca vallo, bonito e
boiii andador em toda a
altura: na piara du Inde-
pendencia n. 4.
Vende-se um meleque, de !ia 10 an-
nos : na ra da Madre de Dos, lojs n. 34.
Cofres e caxi n lias.
No deposito n. 6, da ra de S. Francisco,
lia um sortimentode caxinhas enfeitadas, e
cofrezinhos de um apurado gosto. Aellcs,
freguezes do deposito, antes que se acabem
poisso o agrado dos caixeiros merece o vos-
so aclliiniiilo.
loja
-..la
das seis portas
EM FRENTE DO LIVRAMEUU.
Vendem-se pecas de algodao trancado a
cinco patacas, com toque de avaria, dito liso
a quatro patacas e meia.
Roupi feita.
Veudem-se palitos c sobrecasacos de pan-
no tino forrado de seda a 20 e 223000. casa-
cas forradas de seda a 283000, palitos e so-
brecasacos de alpaca a 7, 8, 10 c 120000,
ditos de linho a 3/, camisas brancas e pin-
tadas a 24 e 285000 a duzia, aberturas de li-
nho a 65000 a duzia, collarinhos a 31 a du
zia : na ra Nova n. 4.
ISn ra do Queimado se-
gunda loja n i8
VENDE-SE:
l'auno (no preto prova de limao.o mais su-
perior que ha, casemira a mais fina, rolletes
de casemira bordados do llorossollas.e linos,
colletes de velludo de cores.lengos e grava tas
de superior setim preto.setimo gurguro pre-
topara colletes.grosdenaple preto.sarja preta
lisa e lavrada para vestidos, meias pretas e
brancas de seda, chales ricos de toquim bor-
dados, ditos de merino lisos e bordados, pro-
los e decores, cambria de linho linissimo ;
e outras multas fazendas por pregos com-
modos.
Vinho do Porto.
Na ra da Madre de Ueos, loja n. 34, ven-
de-se vinho do Porto, branco e tinto, do to-
das as qualidades, e das marcas mais acre-
ditadas quevem a este mercado, em barris
e engarrafado. -
Vende-se por prego commodo um pia-
no em bom estado : na ra dos Pires, junto
a caixa d'agua.
Vende-se um preto do meia idade,
queentendedc cozmlia, por prego commo-
do : na ra dos Pires, junto a caixa d'agua.
Vcndem-se caixes com 4 libras de
doce de goiaba muito tino a 1/200. sement
de coentro nova a 320 a garrafa, carnes de
toucinho de Saniosa ISO a libra, sardinhas
tanto a retalho como em porgan, por prego
commodo ; na taberna da esqu'.na da ra
dos Martyrios n. 36.
Vende-se um relogio de ouro patente
inglez, com um correntoou sem elle, tam-
bem se recebe em troca algum patente sais-
Mi ou horisontal, de piala ou ouro : no pa-
teo do Paraizo n. 3.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo tem
para vender no seu escriplorio, ra da Cruz
ii. 1, superior Jacaranda, cola da Baha mui-
to boa, piche da Suecia em barris, lnhaga
de Lisboa, mustarda, vidros com rolha de
|2, 1 0|0 e 2 0|0, agua .dos amantes para
lircpar as sardas ou pannos.
Doce de arara a 500 reis.
Chegou a ra do Collegio n. 5, o superior
doce de araga.a 500 rs. cada caixao.superior
presunto do lianbre muito novo, feijao
vermelho de Lisboa, dito branco, dito fradi-
ubo, ludo muito novo e barato.
Vende-se um escravo canoeiro, de
35 annos, e proprio para todo servigo : na
ru da Praia n. 43, primeiro andar.
Sanguesugas .
Vendem-se ou alugam-se bichas por todo
prego,e qualquer porgao, e garante-se a boa
qualidade : na ra da Cadeia do Hecife n.t7.
Vende-se o engenho Larangeiras, dis-
tante da cidade de Santo Antuo legua e
meia, muito bom d'agua e copciro, com 3
agudes para moer mais de 4,000 paes, com
boa casa de engenho e de purgar, de vi ven-
da e de estribara, com boa distilagao de
agurdente, a qualso vende toda na porta,
bom cercado para mais de cem cabegas, com
umafra para se moer este anno de 2,500
a 3,000 paes, e de mandioca. O terreno nao
pode ser melbor porque he muito frtil, e
da ludo quanto se planta ; quem o quizer
comprar dirija-se a ra larga do Rosario n.
36, tereciro andar, que achara com quem
tratar ; ou no mesoio engenho.
Vendem-se ires barris com 16 galcs
deazeitedoce cada um, prego cem modo
por ser ordinario, proprio para luz : no ar-
mazem da ra de Apollo n. 13, de Valenga
Antones.
Vende-se una uiiilatiuha muito linda,
de idade de 5 annos c meio : ua ra do Hos-
picio n. 56.
Ca vallo de ca-
briolea
Vende-se um excellen-
te cava lio- para cabriolet;
a tratar na coxeira de Au-
gusto Fiseher, ou na ra
da Cadeia doRecife u. 50,
primeiro andar.
- Vende-se urna negra crioula, de idade
35 annos, a qual esta parida de 8 dias, e lem
bom leite : quem quizer, dinja-se a cidade
de Olinda, at.az do Amparo n. 11, que acha-
ra com quem tratar.
Vende-se urna excellenlc cadeirinha
muito leve, pintada e forraba de novo, assim
como um ptimo palauquim de rebugo, usa-
do, mas cm muito bom estado ; na ra do
Hospicio n. 50.
Fazendas baraas. no P
Ao barato.
Na aala de barbriroda ra da Cruz n. 51,
primeiro andar, vcndem-se as mais moder-
nas bichas de llamburgo, tanto aos centos
como a retalho, e alugam-se mais barato
do que em outra parte.
Planta da cidade do He-
cife
Vende-se a planta da cidade do Recite e
seus arrabaldes, feita pelo Sr. Dr. Jos Ma-
inedeAlves Kerrera, por de/, mil reis: na
livraria n. 6 e8 da praga da Independencia.
Mappa das distancias da
provincia.
Na livrariaju. 6e S da praca da Indepen-
dencia, vende-so o mappa' das distancias
das difirante* villas da cidade entre si, e
relac.au a capital da mesma, a mil reis.
m'M IMlEZ
Os raelhores relogios de ouro^ patente in-
glez, vendem-se no escriptorio do agente
Qliveira, ra da Cadeia do Hecife n. 64, pri-
meiro andar.
Aos
rs. acadmicos
quinto a no.
do
Existe um pequeo numero de exempla-
res do compendio do Dr. Francisco de Pau-
la Baplista, osquaesse vendem a 53em bro-
edura e 6/ encadernados : na loja da rua'du
Queimado n. 10.
Vende-se a planta da
cidade doRecife e seus ar-
rabaldes: na rui do Cres-
po, junto ao arco de balito
Amonio, loja de livros de
Jos NOg-ueira de Sooza.
Potassa refinada em latas de seis
libras.
0 antigo deposito da ra da Cadeia do He-
cife n. 12, recebeu agora urna porgao de po-
tassa refinada de superior qualidade, em la-
tas de 6 libras, que se vende por prego ra
zoavel.
tm\m BARATAS.
Na armazem de fazendas da ra do Queima-
do n. 27, de Joiio Jos de Couveia, ven-
dem-se as seguintes fazendas, a saber :
Grosdenaple de soda preta o co-
vado 29000 e 2-500
Sarja preta lavrada o covado 2o, 2*400 e 23800
300
600
1*500
15600
2J800
800
lOSO
3j000
2/800
3/400
10/000
53000
900
1 000
Dita preta de lista o covado 2<400
Dita hespanbola, o covado 2**200
Dita de seda'ingleza, o covado 23000
Chales de chaly de cores com listas
de seda 6 JIOO
Ditos de ditos de cores bordados a 10*000
Ditos de dilo bordados a matiz a 11 $000
Ditos de casemira lisos a 4jr500
Ditos de retroz bordados a 20:000
Damasco de I fia e seda com 6 palmos
de largura, o covado a 3.38O0
Panno de linho superior qualidade
elargo, a vara 800
Canga amareila da India,muitoflna,
o covado
Brim de linho branco entrefino, a
vara a
Panno atoalhado com 8 palmos de
largura, a vara
Cortes de cambraias pretos com ba-
ilados para lulo
Ditos de dita brincos bordados de
cor a
Cortes de collete de fusilo linos com
barra a
Corles de casemiras de algodo de
bom gosto a
Pecinhas de bret&nha de linda de 6
jardas a
Pecinhas decambraia branca bor-
dadas a
Lengos brancos de cambraia de li-
nho, a duzia
Chapeos de castor branco, fino, ca-
bega grande a
Ditos pretos linos, francez para me-
nino a
Camisas de meia finas a
Completo sortimento de obras de
13a para meninos, e par
Grvalas de diversas qualidades 600,800 e 13
Luvs brancas de algodao para ho-
mem o par 260
Pannos de bonitas cores para mesa 3*000
Redes grandes de Tocun a 39000
Ricos bonetes para cabega tanto de
panno como de ganga a 23000 e 35000
Atildo bom e ba-
rato.
Na taberna grande ao lado da igreja da So-
ledade, vendem-se saccas grandes com m-
lho novo, por prego commodo.
Em casa de Timm ilonsen AV Vmassa,
praga do Corpo Santn. 13, ha para vender
um sortimento completo de livros em
branco.
Em casa de Timm Monsen ftVnassa,
praga do Corpo Santo n. 13, ha para vender
alguns pianos chegados no ultimo navio.
Sellins.
Os mais bemacabados scllios de pa-
lele inglez que eiislera no mercado;
a venda 110 armazem de Kostron
Kooker & C, esquina do largo do
Corpo Sanio n. 18.
-- Vende-se painco muito proprio para
canario do imperio a 100 rs. allibra: defron-
te da Relacao n. 28.
Laa para vestidos.
Vendem-se cortes de 13a para vestido, de
muito bonitos padrOes, c oom 15 covados
cada curte, pelo baralissimo prego de 5-5000:
na ra do Queimado 11. 22, na bem condeci-
da loja da boa f.
Algodao
Vinho do Porto
de 1857.
No armazem de Jos Joaqun Dias I'ernan-
dcs, hecco da Madre de Dos n. 12, vende-se
superior vinho yelho do Porto, em caixas de
urna e duas duzias, por prego commodo.
Deposito
de rap princeza da fabri-
ca de E. Gasse, no Rio
de Janeiro.
Vende-se a prego commodo rap lino,
grosso e moio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador : na
ra da Cruz 11. 49.
~ Vendem-se terrenos para edilicago na
estrada do.Manguiuniho, Jo do Hecife, lado
esquerdo> junto as casas do Sr. Manocl Pe-
reira leixeira, com 250 palmos de fundo e
de trente os que o comprador quizer : a tra-
tar na ra da Cadeia do Recife n. 9, ou com
Jos Haptista Kibeirode Faria, no seu sitio
da Estancia.
Vende-se a verdadeira graxa ingleza n.
97, dos afamados fabricantesDay Mar-
tin, em barricas de 15 duzias de potes:
emeasa de James Crablree & Companhia,
ra da Cruz n. 42.
he pe-
OMIARDA-LIVROS BHAS1LEIRO, ou arte
aa escripturago mercantil apropriada ao
commercio uo Brasil : vende-se na rrr
CadciaVelhan 22. Prego 8/000.
^elogios de patente
nglezesdeouro, desabnete edevidro:
vendem-sea precorazoavel.em casa de
A11gustoC.de Abreu, amada Cad
do Recife, armazem n. 06.
fafcafh
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
ga.ia, assim como potassa da Russia verda-
deira : na praga do Corpo Santo n. 11.
Moinhos de vento
corr, bombas derepuiopara reSar borlas eba-
ard-eaeadPo,BnrrnfS,!n6d.8CeO,0e ^
FARINHA
De Trieste.
Vende-se em rasa de Sunders Brothers C. n
pra.;a do Corpo Sanio n. 11. mui,o superior e bem
con.ec.d., fanoha de Trieste, da marca-primeira
qojl.dade-cb.Mda- em 9 do corren!, na escuna
LLJI: T Prf,es?ra,") e peuenas.conrorme c
vontadedo comprador.
TA1XAS PARA ENGENHO.
Il fundico de ferro de D. W. Bowmann na
ruada Brum, passando o chafariz, contina ha-
verumcompleto sortimepto de taixes de ferro fun
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
cbam-seavenda,porepre5o commodo com
promptidao.- embarcam-s oucarrega-se mear
ro semdospezaao comprador.
Emeasa de Saunders Brothers C. praca
do Corpo Santo n. 11 ,ha par* vender o se uinte
Ferro inglez.
Pisada Suecia.
Alcatro de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodaolizo para saccas.
Dito entrancado igual ap da Babia
E um completo sonimenio 3a fazendas proprio
para asta mercado : ludo por prego commodo.
Na loja da boa f
vende-se o mais barato
possivtl :
Crosdenaples preto muito bom, o
covado .jniio
Canlo preto muito lino, proprio
para lulo, o covado Q(0
CorgurAo prelo muito (idocom sal-
picos, prop o para colletes, o
covado 4-OOH
Casemira preta lina, o covado 28000
Panno lino azul, o covado 3/000
Lengos pretos de seda para grva-
la, meio lengo |/000
Meias preta. de seda muito supe-
riores, o par 2,-000
Casemira de qnadrinhos pretos
muito lina, o covado |/0O0
Cortes de colletes de fustio 500
Ditos de ditos de dito lino IjUOO
Ditos de ditos muito superiores 1/goO
Crosdenaples de seda de lindas
cores, o covado 2-000
Cortes de vestidos de fazenda de
seda muito linda 18/000
Setins lisos de cores, o covado so
Mantas pretas de fil bordadas de
seda 12.-000
\ eos prclos de fil bordados de seda lof 000
Cambraias adamascadas, proprias
para cortinados, pegas de 20 varas 7/000
Ditas para cobertas, de bonitos pa-
drees, o covado 200
e alm disto ha um completo sortimentode
fazendas linas e grossas, que vendem-se por
pregos 13o commodos, que ninguem deixa-
ra de comprar; assim como chapeos do
Chille muito finos, que se vendem por me-
nos que cm onlra parte : na ra do Queima-
do n. 22, na bem conhecida loja da boa f.
FITAS DE VELDO.
Vendem-se fitas de veludo pretas e de co-
res.estreitas e largas, lisas eabertasde mui-
to bonsgostos, pelo barato prego de 160
320, 400, 500 e 600 rs., na ra do Queimad
na loia do miudezas da boa fama n. 33-
XAROPE
DO
dfia do Recite n. 13, escriplorio de Bailar & Oli-
veira.
Escovas de todas asquali*
da: es
Vendem-se ricas escovas inglezas para
roupa, o melhor ,|Ue p0,ie haver e de nova
invengflo a 3-, ditas francezas muito boas
a 1-, 19800 e 25000, ditas para Cbelo ingle-
zas c francezas a 19200 e 2, ditas para den-
les inglezas o frniuezns a 400, 500 c 600 rs.,
ditas para unhas dita dila a 240, 500 e i!, e
ouirasqualidades mais baratas, que ludo se muito
vende na ra do Queimado na bem conheci-
da loja de miudezas da bo^vfania 11. 33.
langa 500 rs., duzias de lapis muitissimo fi-
nos a 320 rs., ditos proprios para riscar li-
vros a 800 rs., canelas de osso torneadas para
pennas de ago a 120 rs., caivetes finissimos
de urna a quatro tullas a 1, 3, 4s, e ou-
tras mais cousas que se vende barato; na
ruadoQucimado na bem conhecida loja Je
miudezas da boa fama n. 33.
(Jouro de lustre mure de
casteio.
pe les de couro de lustre de
nos.
Em casa de Rabe Schmettau & Companhia,
ra da Cadeia n. 37, veudem-se elegantes
pianos do afamado fabricante Traumann de
llamburgo.
Relogios
de ouro, de ptente inglez ; vendem-se no
armazem de Rostron Rooker & Companhia,
esquinado largo do Corpo Santo n. 48.
N. O. Bieber & Companhia, ra da
Cruz n. 4, vendem
Lonas da Russia.
dem inglezas.
BiinzSo.
Brins da Russia.
Vinho de Madeira.
Algodo para saceos de assucar.
Algodaozinho da Baha
para saceos de assucar : ver.de-se em casa
de N. O. Bieber & Companhia, ra da Cruz
n. 4,
He muito barato.
Vendem-se duzias de facas e garfos de ca-
bo de marfim de boa qualidade a 109, ditas
ditos de cabo de balango muito finas a 60,
ditas ditos cabo roligo e oitavado a 33, du-
zias de colherns de metal principe a 39 e 69:
ditas de metal mais ordinario a 800 e 19400,
e outras muitas cousas que se vende barato,
na ra do Queimado na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
Pf>IH HIPlKf- BVta fBfii
Foi transferido o deposito deste jarope para a bo
tica de Jos da Cruz Santos, na ra Aovan. 53,
garrafas 59500, e meias39000, sendo falso todo
aquelle que nSofor vendido neste deposito,palo
quesefaz opresenteaviso.
IMPORTASTE PARA 0 PUBLICO.
Pira curade phtysicaem todo^sseusdilleren
lesgraos, quermolivada por cousliparc.es, losse
aslhma.pleuriz.escarros desansue, 'drde cos-
tados e pei I o, pal pila cito no fcoracAo, coqueluche
bronchHe, dorna gaanla, e lo'das asmoleilia
dosorgao pulmonares.
"'culos e lunetas de toda
as (lualidades
Vendem-se superiores oculos com armagao
de tartaruga de todas as graduagoes a 35000,
ditos muito bons com armages douradas a
15200, ditos ditos com armagees prateada,
15, ditos ditos comarmagao de ago a 800 e
15, lunetas com armagao de tartaruga a 15
ditas redondas equauradas debaleia a 500
rS:dn.?s de dous vi(!ros armav8o de baleia fCri,ir pouca consa a 33 (
a 13600, e outros oculos mais que se vendem
por prego barato na loja da boa fama na ra
do Queimado n. 33.
cobtrlos e descoberlos, pequeos e craudes, de ouro,
pelele ioule, para horneen esenhora.de um dos
melhorei rubricantes de i.iverpool. vindns pelo ulti-
mo paquete incle : emeasa de Soulball Mellar &
Companhia, ra do torres n. 38.
Meias de todas as qualis
dudes.
Vendem-se muito boas meias de seda par
tas e brancas para senhoras pelo barato pre-
go de 2/500,dlas de laia para padres a 15800,
ditas de lio de Escocia pintadas para homem
pelo baratissimo prego de 400 e 500, ditas
brancas e cruas para homem a 200, 240 e
280 rs., ditas pintadas e brancas para meni-
nos a 240 e 300 rs., ditas brancas, linas para
meninas a 240 rs., ditas brancas para se-
nhoras a 240, 300 c 400 rs., ditas pretas de
algodao para padres a 600 rs., e outras mais
qualidades que se vendem barato na ra do
Queimado, na bem conhecida loja de miu-
dezas da boa lama n. 33.
jBooecas francezas
Vendem-se bonecas francezas ricamente
vestidas e de varias qualidades a 15200,
1-600 e 29, na ra do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
Boa fama.
Vende -se superiores macas para condu-
g3o deroupas cm viagem, pelo barato prego
de 5, 6, 7e89 cada urna, galheteiras com
todos i s vidros necessarios a 2, ricas car-
teiras de Jacaranda e mogno para se escre-
ver e guardar todos os perlences, proprios
para viagem a 8, 10, e 125 cada urna, costa-
reirs riquissimas de Jacaranda com os re-
partimentos forrados de seda ecom muito
gosto a 4, 5, 6, 7 e 85, pentes muito finos pa-
ra alisar.proprios para changas ou para suis-
sas a 320 rs., pulceiras do meihor gosto que
se pode encontrar a 2/, ricas cruzes de cor-
nalina, carteirinhaspara lembrangas, gorras
para homem, as mais modernas que se pode
encontrar, sinetes com todas as lettras do
abeedario, sinetes proprios para namorados,
ricos frascos para cima de mesa e outras
muitissimasgalantarias, ludo muito fino e
de muito bons gostos, asseverando-se a
quem vier ver o rico sortimento, que sem-
pre existe neste estabelecimenlo, no deixa-
r de ter em que empregue muitissimo bem
o seu dinheiro : na ra do Queimado na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n 33.
Para escriptorios e cario
ros.
Vcndem-se resmas do papel
melhor que he possivel haver <*
39500,
Vendem-se penes ue
superior qualidade a prego deiae
4/500 : na ra do ueimado, na bem conhe-
cida loja de miudezas da boa lama n. 33.
Ricas titas linas
e iiioucr
lias dos niel llores gostos
que se pode encontrar
se vendem na loja da boa fama na ra do
Queimado n. 33e por pregos que nDodeixam
de agradar aos compradores, porque real-
mente se vende barato e ha muito onde es-
colber.
Tachas de ierro.
.Na rundigaoda Aurora cm Santo Amaro
eltambem no deposito na ra do Brum, logo
na entrada, o defronte do arsenal de man-
tilla, ha sempre um grande sortimento de
lachas, tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas c fundas ; e em ambos os lu-
gares exislom guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. Os pregos
so os mais commodos.
YENDEI-SE CAPACHOS
pintados, compridos e redondos a 700 e 800
rs ; na ra do Queimado loja da boa fi/.ia
n. 33.
Luvas de varias qualidade
Vendem-se ricas luvas de seda de todas as
res, cobordadas e com botlas a 2t o para
ditas sem ser bordadas brancas eamarellas
para homens e senhoras a 19 19200 e 155000
ditas de lio da liscocia brancas e de cores
para homens e senhoras a 300, 400, 500 ,
600, ditas brancas e de cores, de algodao,
proprias para montara a 240 e 320 e outras
qualidades mais que se vende na rna do
Queimado na bem conhecida loja de miude-
zas da boa fama n. 33.
* araiid.is e grades,
l'm lindo e variado sortimento de model-
los para varandas e gradaras, de gosto mo-
dernsimo : na 1'unigaci da Aurora em San-
to Amaro.e no deposito da mesma, na ra do
Brum.
Sao mimo lindos para pu-
nhos.
Vendem-se muito bonitos botes para pu
nhos pelo barato prego a 500 e 800 rs. cada
abotoadura : na ra do Queimado na loja de
miudezas da boa fama n 33.
Cartas para jogar.
Vendem-se baralhos de cartas francezas
muito linas e de bom ppela 500 rs. o liara
lho, ditas portuguezas muito linas a 320 rs.:
na ra do Queimado na loja de miudezas da
boa fama n. 33.
seu proprietario Antonio de Soasa Leao
recompensar com cem mil res.
que
- No da ir, de levereiro, fugio do enee-
nho Lavagem, da comarca do Wo dAlho
un. cabrinha de cor acabocol.da, de nomo
b"/udat.,6,a""OS' q"e nao parece teres-
taiidade, pelo tamanho que he pequeo, ca-
be los cax-ados Comino* do corpo, quando
falla he com a bocea chei. ,i ulZL _
gago, e quando Ifi J ,
por costme balsar a caber "i. !.' .
largos, bocea grande, olhose n^ *
caes aitM, ps c mZT2SSSSmt
xaua, o> peS com cravos-seccos "*
Og.do.com as costa, SZSSfigZ*
barriga grande, umbigo um pouc,, SE\"'
bem leito de pernas, Invou c.mis" ?%'
dcalgodHoazul, a camisa e dZ. l^rl"
Coi encontrado por nns matutos.quc v,nh.m
Je cma no lugar da Picada, comarca Tu
moc.ro, que I. conduzido por um homem
branco, barbado, em um c.v.llo TarST
julga-se ter sido furlado, ou levado a U4*U
de forro ; recoinmenda-se aos senhor*>/.
legados do centro des.. pnlS'
de campo, que onde for encontrado o do
cabrinha, mande-o agarrar e conduii-lo ao
dito engenho Layagem, e quem o trouxer
sera generosamente recompensado, ou entio
nota praga, na ra da Guia, e.n casa de Mau-
ricio francisco de l.ima. u
"7 S0n.li!ua a eslar ruido o prelo Jos
taio" na a"VS "aS C0SUS e '"tos S:
tado para fora, por causa de bobas rom
panos no rosto dos dous lados
peso do
dito in-
&0HD0S ?U%i80 *
VINHO 110 POKTO GEMINO.
Vende-se oplimo vinho do Porto em batT
juarlo e oiiavo. por prero ra^.oavel: na ra da
No da 27 de fevereiro prximo passa-
do fugio o escravo pardo, de nome Jerony-
mo, com idade de 38 annos, pouco mais ou
menos, de estatura baixa, secco do corpo,
bem parecido, barbado e conserva suissas,
lo paque- tem ollicio de carapna e tambem de marci-
Lfr minJPa if C' ,"loalma0 "eir. o qual foi escravo de sr. Hanoel I v-
hn *X, a, ', m'dq mu,llss"no rillo Wanderley, rendei.o do engenho |!u-
bomaSjeOO, dito de cores emquarlosde bim, na freguezia de Serinhaem: quemo
apprehpnder, leve-o no Recite a ra das Flo-
res a entregar ao Sr. Joaquim rranci-co
Torres Galludo, ou no engenho Morenos a
resma a 700 rs., grozas das verdadeiras pe-
is de! as de ago bico de langa pelo barato prego
i Ca-'de 15200. ditas -muito boas sem ser bico de
Oos premios r
?eme,mS-e8U'i0 IU" **mSm*E5Z
GmaTai, ',Ue,n Wr lev- '"a da
Guia n. 9!i, ,,ue sera recompensado.
m VhL'0 0je ? prelu JoSo ioulo.de eau-
sSeSssssas
sssziAsgcrleve^ *
?,??!? ve,dadciro o he MatSeus?' S
tort alta, representa ter 50 annos JM
pcscheios decravos, que precisa .nd d
ap acatas, quebrado de um.PawHta" mbot
o'nes'ta ndZ0' fr.egUeZ> de S-ffi^
ran ^, P *' ru* da Cadeil n Que *
rao generosamente recompensados!
Continu'a a esUr fgido o escravo
Antonio, Gassange, de id.de 36 aonosTSu-
co ma.s ou menos, com os signaes seguin-
preta rosto redondo, sem barba, costas lim-
rr,i ie'rd0f0rpo* con'' pouco, Coi es-
cravo do finado Caetano GtmShm da Cu-
nna, e rugi no mez de julho do anno pro-
ximo passado, suppe-se achar agasalhadn
por algueiu, para as partes do sul desta pro-
vincia : a pessoa que o apprehender, sera
gratificada com IOO9OOO, que os recebera na
S" d" nlre<5 do dito escravo, no en-
genho Curgah. da comarca de Pi d'Alno,
and,r .C,rC "" rUi d* Cui* w8"d
andar ; tambem se gratificar a quem der
noticia do mesmo escravo com 509000.
-- Fugio de bordo do brigue brasileim
Melampo, na noite do dia 8 do corrente, um
negro de nome Marcelino, nacSo Cabinda,
altura regular, secco do corpo, rosto eoaa-
pndo, barba serrada e cria suissa, com Calta
de denles na trente, e consta andar vestido
com paleto, c calado : quem o pegar leve-o
a oordo do dito navio, junto ao c*>s do Pas-
seioaPublico, ou a casa de seu consignatario
Manoel Alves Guerra, na ra do Trapiche 1.
14, que sera bem recompensado.
pirmeira parte da sexta lotera a beneficio do Gymnasio Pemambucano,
extrahida a 14 d< Marcele 1837.
NS. PBEMS.
1 5
baraas, no J'as-
seio Publico, ldjfi u. 11.
Lencos para meninas a 100 rs., bonetes
piulados para menino a100rs., cassas chi-
tas de cores c pretas a 15800 c 9J000 a pega,
Cbalesde Sa a SO rs., cambraias lisas linas,
chitas (mas verdadeiras, madapoloes e to-
das as qualidades, ludo por pregos commo-
dos aos treguezes, u moeJa, e outras muitas
tazendas, que se !%nder3o por pregos que
agradaruo aos compradores
CHAPEOS FRANCEZKS.
Vndese na ra Hireita n. 61, chapeos
Iraucezes muito superiores, chegados lti-
mamente de Paris, muito baratos, a 75500
85000 o 85500. *
-- Vende-se um negrinha de 14 a 15 aunos
de idade, sem vicios c achaques, nicamen-
te por seu senhor n0o necessitar de seus scr-
vigos : na ra da Gruz n. 35, primeiro an-
dar.
monstro,
chincha.
Vende-se algodao monstro, com 8 palmos
de largura, muito proprio para toalhas e
lengoes, pelo diminuto prego de 600 rs. a
vara : no loja da boa f, ra do Queimado
n. 22.
CASTANHAS ASSADAS
Na ra estreita do Rosario n. 11, vende-se
a toda a hora do da castanhas assadas c
cruas.
Azeito refinado muito superior, pro-
prio para candieiios de todas as qualidades:
vende-se por prego commodo, na ra do
Trapiche n. 16.
Na ra da Gruz n. 50, armazem de San-
ta Barbara ,V Companhia, vendem-se effect-
vamente caixes vasios de todos os lma-
nnos.
Cerveja ingleza
da marca Bass &C.: ven-
'e-se no armazem de --.
Pracger & C. na ra da
Gruz ii. 10.
\gencia
da fundico Low-Moov,
ra du .Seuzala i^ova
ii. 42.
Neste eslabelccimciito continu'a a haver
um.completo sortimento de moendaa#nieias
moemlas para engenho, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e coado de todos os
tamanhos para dito.
Em casa de Bear. Brunn & Gompanbia, na
ra da Gruz u. 10, vende-secognaceracaixiDhai da
duiia.
NAFUND1QAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN, rVA
RA DO BRUM, PASSANDO O HA-
FARIZ,
lia sempre um grande Iortanelo dos eeoinles o
jeclos de mecha nismos proprios paraenj,enlios,a sa-
ber : moendase. meias mueodas da mais moderna
conslrucrao ; (aixas de ferro rundido e ba(ido,de
superiorqualidade e de lodosos tamanhos; roda
demudas para aqua on animaes, de todas as propor-
Cpes; crivos e boccasdefornalhae reaislros'de bo-
eiro.aguilhOes.bronzes.parafusos ec;ivilhes,rooi
nhosde mandioca,etc.ele
NA MESMA FUNDIC.A'0.
leeiecutamtodasasencommendas coma saperio-
ririadejacoaliecidaecom a devidaprestezaecom-
modidadeero [ireco.
BANDEJAS FINAS E BARA-
TAS.
Vendem-se bandejas finas e de varios ta-
manhos pelo barato prego de 1/500, 2*500,
33500 e 48 : na ra du' Queimado loja de
miudezas da boa fama n. 33.
LEQDES FINOS.
Vendem-se leques muito finos com ricas
pinturas, espelhoe plumas a 2/, 35500 e 4/ :
na ra do Queimado loja de miudezas da
boa lama n. 33-
Potassa e eal
virgemu
No antigo c ja bem conhecdo deposito da
ra da Cadeia do Hecife, escriptorio n. 12,
lia para vender muito superior potassa da
liussia, dila do Rio de Janeiro, e cal virgem
de Lisboa em pedra, tudo a pregos muito fa-
voraveis, com os quaes (carao os compra-
dores satisfeitos.
Paraquetri estiver de luto.
Vende-se na ra do Queimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n. 33
rollas pretas finas e ordinarias, ricos albur-
ies, ricas pulceiras, e ricas rozetas, tudo do
melhor gosto que se pode encontrar e por
praco que no deixeri de agradar aos se-
Bbores compradores
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se cera de carnauba de boa quali-
dade : aa ra da Cadeia do Recife, loia
' n. 50.

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