Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06661


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Full Text
*
s>
. ANNO XXXIII H 0.
Poi^ mezes adiantados 4$000.
Por 3 mtv.es vencidos 4,$500.

SAliBADO H DE }ARQ DE 1H'>7.

Por ar.no adianiadu 1561100.
Porte (raneo para o subscriptor.
EtfCMlRBfiADOS D\ SUBSCBIPGA'O NO NORTE.
Parahiba o Sr. Joao Rodolpho Gomes: Natal, o Sr. Joa-
1u:in 1. Pereira Jnior; Aracaty, o Sr. A. Cear, o Sr. J. Jos de Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
inea Rodrigues : Piauhy, o Sr. Domingos Herculano A- Pessoa
Cearens* : fara'. o Sr. Justino J. llamos: Amaionas. o Ir. Jer-
nimo da Costa.
PARTIDA
nin,ii:
lltuarasi
S. Vm...
N. I.....r,
Pira, I l..|
DOS CORREIOS.
lela boraa dadla.
I ...
toa ns ilu-.jj 'i ,- an-i.i I
l moa a Parahiba : aas .-111.1.,
. n .en ... l:...,,i... Cmara, vi.mi.,.
.,(.> l'-.-.i \ll,.,. talarais, Liainrii
la. Vi -Relia, I!.,.. V..r... il... Mi
Ofaca, Seraliaaai, i'.l.i-r'.m.....o, I
. N da] : tuiaias-felras.
I Borretua (ancla i, 10 li.nu, il.i in.n
.....\u--:.-i,.,-.
Garant ni-: tu larfa-lcira,
I; .. lv..|.i..,.,, laaa-
e K\n ni. .|n,irl i--i.n..s.
11. Ilarreii .-, Ag ..-I'..- i,
A COI ENCAS DOS TRIBONAESDA CAPITAL.
Tribunal do commereio i segumiase quintas.
Relacao ; tereas-feiraa e sabbados.
Fazenda .- quartas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commereio: segundas as 10 horas e quintas ae meio-dia.
Juizo de orpbos : segundas e quintas as 10 horas.
'rimeira ara do eive : segundas senas ao meio-dia.
Segunda vara do civel: quartaa a aabbadoaao meio-dia.
EPlIEMEItlIiE.-' lio MllZ DE UAIU.:0.
3 Quarto crescente as 2 horas e II minutos da tarde.
1(1 La cheia a 1 hora e 5S minutos da /arde.
18 i.iu.irio niiuguante as l> horas c 44 minuto da manhaa.
M La noa as 8 horase 11 minutos da tarde.
PRBAMAR DE IIOJE.
Primeira as fi horas e SI minutos da uianha
Segunda as 7 boras e is minutos da tarde.
DAS l>.\ SEMANA'
9 Segunda, s. Francisca Romana vinr.
10 Terca, S. Militan m. : Si. Drothovio eAih.il.isab.
11 Quarla. Ss. Dandkto, llcraidioe lovino Mm.
22 (.tilinta- S. Gregorio Mayno p. duulor da igr.
i:i Sexta. Ss. Mardoncio e Ihrislina v. Mm,
11 Sanado, a. Ualhilde rasaba : s. Alrodlsio m.
15 Domingo. 3. da i.i.i.u. -ma S. Benrique Re.
PARTE OFFICIAL
OOVERNO DA PROVINCIA.
Czpadlente do da 6 da mar;o.
(lllicio Ao Exm. presidente de Strgipf, accu-
sando recebida uma collercAo das leis promulgada*
pela assembla daquella provincia.
Dito Ao Esm. presidente das Alasoas, in-
leirando- de ter dado o conveniente deslino rc-
Itcao de allemcOes uccorridas acerca do lenle
Galdino da Silva Villas-Uuas.Remetteu-se a re-
la(So ao commandante das armas.
l)i(oAo E\ra. general commandanle das ar-
mas, communicndo-lhe qae nesta dala prestara ju-
ramento para entrar no exereico de director dn ar-
enal de guerra o major Manoel Ignacio Bricio.
Igual a thesouraria de fazenda.
Dito Ao mesmo, enviando, para terem o con-
veniente destino, oa exemplares do supplemenlo ao
Auditor Brasileiro.
Dito Ao mesmo, enviando em original, para
seren tomados em considerarlo, os o lucios, dos
quaes musa" qu-i o cadele Manoel Antonio de
Moraes, quereulo tomar i torra .11 poder de uma
patrulli i o recrula Bernardo de tal, e nao n conse-
guindu, a maltratara com palavra injuriosas ; cum-
prindo que S. Etc. devulv os mencionados ofticios,
commauicando ao mesmo lempo as providencias
qoe Uver dado aabte o fado nellea referido.
Dito Ao chufe de polica, dizendo ter-se trans-
millido thesooraha provincial, para mandar pa-
gar a conta da despeza feila com o susleqV dos pre^
os pobrea da cadea do Cubo nos mc/.esde j
ro e favereiro ullimo.
Dito Ao chela da estarlo naval, para i.handar
desemW.rur'corr, ^'iia.iridj Presentado, insen-
c.ao legal, o recrula Jos A f.'
Dito A' thesouraria de aando-lhe sci-
encia de ler fallecido no hospital regimenlal o si-
leras Jernimo Alves da Assumpcao.
Uite A' inesina, dizendo Picar scienle de liaver
Francisco B alelho de Andrade, como represente de
ama sociedade composta delle, de Manoel onr;al-
ves da Silva, Joaquim Lacio Monleiro da Franca,
Jos Antonio de Araojo e Manoel Ignacio de Oli-
veira Lobo aforen.lo :!:(K)i,;, r., qtM ja ae ar'ham
recolhidos aos cofres da thesouraria, pelo terreno do
Forte do Malo, e antorisanJo-a a passar titulo do
mencionado terreno ao mesmos cidadaos.
Dito A' inesm-t. recomrnendau lo que mande
recollier ao cofre daquella liiesouraria, conforme
requisita o general commandanle das armas, a quan-
lia de ::4625t8.3 rs., que Ihe ser presentada por
Parle do r.iiiini ni I mi., .lo 9. halalhao de infanlaria,
sendo essj quanlia provcnieiile do ajusle de conlas
a que se proceded ale :ll de dezeinhro ullimo com
o destacamenloa xlo mesmo balalliflo.
Dito Ao direrlor geral da inslruecao publici
declarando-lhe ler deeigoa lo os i'nfessores pailr,"
Vicente Ferreira de Siqueira Varejio e Joaqun
Antonio de Cislro Nunes,. para servirem de eiami-
Dilo Ao administrador do correio.Convindo
que nesl.i repartirlo se tenlia immedialamenle no-
ticia da ebegada dos paquetes naciouaes oa c-liau-
geiros, afun de se poder apromplar com tem[io a
correspondencia oftleial que cosloroa ser por elles
remedida, rogo a V. S. que apenas constar nesss
repartirlo a ebegada de qualquer dos mencionados
paquetes se digne Irausmillir-mc directamente, e
sem a menor demora, o aviso necessario, declaran-
dii-m odia e hora certa, ou ao menos provavel,
em que elle tenha departir. lllin. Sr. Aolunio
Jos Comes do Correio, administrador do correio
de(a cidado.Jos Benlo da Cunha e l-isueireiio
Jnior, oflicial inaiur servindo de secretario.
Despacito do dia 11.
Dr. Antonio Agripinn Xavier de Brilo, encarre-
gado do hospital provisorio do Pina, pede o paga-
mento da gralilicarao, que se Ihe esla' a dever.
Mandou-se pagar pela thesouraria de fazenda.
Anselmo Jo- Fe>reir, arrematante do pedagio'
da Tac^runa, requerendo, que, se declare, se os-car
ENCXRREUADOS DA Si im iiii A,1 no si i.
Ali-'-.ai.o Sr. Claudino Falrao l>ias ; Bahia, o Sr. D. Duprai
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martina.
KM PKIiNAailUCO.
U proprietario do l'IARIO Manoel Fiaueiroa de Faria. na na
livrana.pracada Independencia na. 6 e 8.
resultad a prohibirn tolal da venda dos bilhelea
das oulra firovincias, esla' claro, que tamheni vem
a ser inconstitucional, porque o tesullado lie o
mesmo.
Eu nao sei mesmo, Sr. presidente, romo lie qne
passou em primeira diseado um prnjeeto de-la
ordem peranteoma commissao lao illuslrada.
O Sr. FUrenrio :lie pnrqne.niio he ilegal.
" Sr. Gonra\i'p.< (uimaritcs :Tire o oohre de-
putado a consequenea.
Eulendi, pois, Sr. presidenle, que tendn de volar
contra este prnjeeto, nao o devia fazer, sem fazer
eslas reOeldea, e nesle sentido aprsenlo urna emev
da, para que nao liqoem romprehendidas nesle pro-
jecto as lolerias concedidas por lei geral ; porque
na verdade parece nm conlrasenso, eslabelccemos
urna especie de mullirlo prohibindn loteras conce-
didas pela assembld geral em favor de todas as
provincia).
Ne sabemos, .Sr. presidenle, qife a assembla ge-
ral tcm nao s decretado lolerias para a corle, romo
para diversas provincias em beneficio de eslabeleci-
inentos pioa provinnaes ; sei qoe a assembla geral
ronce-leu lolcriai para a matriz de Macelo, paia
80 por cenlo sobre os billietes, prejulieandn inleira-
menle a queslao de iuconslilucionaliJade, que me
parece a nnica que preoecupa o espirito do nobre
deputado.
O nobre depulado disse qoe a asscmblca geral
decrelava loteras em beneficio de difiranles esla-
belecimenlos pios das provincias, e que por isso se
devem neniar as lolerias concedidas pela asseinhla
geral do imposto* que consigna o men projeclo. Mas
o noh[e (lepuladodjsalie que esse beneficio concedido
s
por mel dafloleria^, lein referencia a certas e de-
li"n-a i se tete em vista, romqiianto a provideucia
pavera til, nao- podo ser admitllda por inconstitu-
cional. Se porm, es-a romprelicnsao nao est as
inienres da ajasembla provincial, redmindo-se o arl.
..' sem equivoco, de inaneira que se enlenda so-
mente a respello das lolerias de oulra provincias
concedidas pelas Baernblas provinciac, iienhuma
duvida se ofTerrrer.i k stia sanrcao.ii
Avista pois dn que acabo de ler, ve-se que minha
opiniao n;io he isolada, ella lie fortalecida pela opi-
niao do Sr. Honorio ; e assim lenlio sntisfeilo ao no-
eja
lie de i*areeer que pelos eanaes competentes,
ouviilo n Kvni. prplado ilioresaun.
Sala daseiiiiiiuiwes da as'emlila legislativa pro-
vincia de l'ernamliiiro 13 de icreo de Isa".Con-
ralves Cuimaraes.Padre Marral.
.Continuar-se-ha.
terminadas localidades; e nao sera' mais razoavel' bre depnlado que de inimexilio a proVS da incons-
que essas localidades que aproveilam o beneficio se-
jam precisamente aquellas que soflram tamliem o
onus Ser razoavel que a provincia de Pernambu-
co pauue iim tributo em beneficio da provincia das*
Aladeas, do Itin i Irande do norte, do Espirito Santo
ou da Parahiba".'
O Sr. (.'. tiiimares ;.Que mal vem d'ahi?
lilurioii.il: la.L- do projeclo ; e ao mesmo lempo sos-
tena as ra/.oes de minha menda.
OjSr. Sitrino He opiniSo de om hornera es-
seiirialmenie centra I isador.
f) Sr. Gtmfaltt Guiarle* :Nem eu disse que
era de tres ou qualro.
O Sr. t.arrrda : l-'ni opiniao da assembla em
O sr. >/n ,i,o : Sera conveniente que alm do 1830 depnis que o Sr. Honorio deixou de sanecionar
imposto ceial que nos pasamos, carraguemos anida a lei, porque poda fazc-la passar pelos dona
com mais esse tributo, porque o nobre deputado sa- tercos.
PACIDA &VUL.SA.
JE2 SEA8
levo lugar pela quinta vez na quarta-feira, no
HEPABTICAO DA POLICA
m Orci.rrenrias do dia 11 demarro.
F.iram presos : ,IPa subdelegada da frecoezia de
S. Jos, o pardo Joaquim Manael de Carvalhe. a a
parda Candida Mana Vernica, ambos por desobe-
diencia.
Pela subdelegacia da frefaezia dos Afosados, o
preio escravo Benedicto, por estar fugado.
E pelo depositario geral o pardo eecrav o Caldino,
para ser conservado em se_uranra.
Cousla mais das participarea qne, por ollicioa da-
os de .">. T e II do crranle me le/ o delegado da
be que da elrarr.lo das lolerias se tira uma cerla
quanlia em beneficio do thesouro geral se a lotera
ros e cavallos que passarera pelo Piza, esiao sugeiios
a lasa.-l)eclarou-e, que os carros e cavallos, que ," ?* ^Itfolos Wmaralk;Mas eu nao sou
au que ()e op,Ilia0i quc ,IUSsamos impur obre os cene-
Iran.ilarem dos Arronzados para Olinda. o vice- r0, de outias provincias, sou contrario ?s grandes
visa, esta) suieilos a pasarem o imposto. imposiraie, e tal l'oi men pensar a respeilu do im-
Benlo Jos Pire, arrernetante do quinlo lauro da pe'JMe 2U05 sobre escravo despachado...
estrada do sul, requerendo, que se mande examinar ..' h'.!}'!"]?']...
, \ '',0 be uan guerra de irmao* contra irmaos.
os estragos causados pela cheia em dito lauro, e or-1 /', .$r, Dcputaio :fto Maranho impe-se.
deuar-se a indemnisarao, que fr de direilo.-Decla-1 Sr. Oonralvtt tViiiMiariie : Nos devemos
emendar os nossis erros, mas nao eguir os dos
do Ceara', e a diversos eslabelecimentos de ou- I lie geral, provincial e a loleria lie provincial l
""" Assim, poi, a nravalerer a idea do nobre depula-
'lfir-^}'v""> :En rnuilo^insignihcanle porr.lo.; do, dar-se-ha que mis lerunus de pagar o beneficio
das outras pravinetju, e anda a idea absurda de pa-
i'ou-se, que recorresse a astemblea legislativa pro-
v.ncial.
Evaristo Alendes da Cunha e Azevedo, cx-fiel do
t!iesauaji>zvan eil neta liiesouraria prsiviucial, pede
pagamenlo dos oidenados, que se Ihe ficoo a dever.
Mandou-se pagar.
Francisca I.uciaima do Reg Calalo, pedindo a
adiui.-ai) de seus lilhos no collegio dos orplijos.
V informar adminislrarao de patrimonio de oi-
pbaes.
Ivo Piulo de Miranda, professor de primeiras le-
tras, pedindo pagamento de ordenado.Mandou-se
pasar.
Joso Mara da Cruz, conlador da thesouraria pro-
vincial, pedindo aposeuladoria.Mandou-se passar
caria de aposeuladoria.
Joaquim Francisco de Mello Sanios, secrelaiio da
repartirn das obras publica, pede ser aposeulado.
Maudnu-se passar carta de apusentadoria.
Jos Joaquim do Reg Barros, requerendo, que se
mande sobrestar no titulo que se mandou passar a
Joan dos Sanios Porto, das1erra< de propriedade do
suppliranleein Sanlj Amaro.A informar .o pro-
curador da Cora.
Maria-Marliiiianna de Campos e Olivcira, profes
soura do collegio das orpliaos, pede pagaineulo de
seus vcnriincntos.Mandou-sc pasar.
Manoel l-'dgueira GalvSO, requerendo a entrega
(ie seu escravo Fllippe.eclarou-se, que devia por-
ver as suas alIc-Nimes com as formalidades adaptadas
em taes casos.
Ullcio do chele de polica, dizendo, que sC man-
d*, l>a :e qoalquer da-
Rio r*ormoso,
O mesuio, diiendo, iue se pagqe as despezas fei-
las rom o ansenlo dos presos da cada ne Pao d'A-
j lliao.Mandou-se pagar.
Dito do director ser.I dos indio
nadares no concurso para proviinrfrito da cadeiri d *"' iKF"iliu\ de.Caruaci.
inslrucrao elementar ,1 Santa Mario da Boi-Viale,'''
e bem asiim o professor Jos Joaquim Xavier Si-
breira para servir to impe limn!
qaelles examinadores.
Dito'A' cmara municipal do Rio Formoso. 1 """ >''8"l dos indio,, raquis-lando a
das duas co,,k.r da. netas-d, *ullura do '"d".-".....lo Joc Antonio ue Mallo-.
A iiifotniar ao r. cli^fe de polica.
Dito da cmara muii.cipal do Cabo, dizendo, que
ii raa que serve de quarlel ao destacamento, nao
penante aos proprios naeionaes, e que iclu-se dila
casa em eslado de ruina.A informrr a liiesouraria
provincial.
aacasajtdi. .svJfiaaci>
elei^ao de um deputado e um supplenle pnr aquel-
lo dislriclo.
Dito Ao commandanle de polica, entorii an-
do-o a dar baixa ao solando daqaelle corpa, Vi-
ceula Ferreira da Silva, em conseqaenc.a do alci-
jao que soffre no dedo indicador da man direila.
Dito Ao inspector da alfiudesa dealaraiidu ler
autorisado, sob responsabilidad) da 'presidencia, o
pagamento da porcenlagem dos e mpregadoa daquel-
la reparlic-Yi no crrenle exorcicio. Olli-ion-M-
nesle sentido thesouraria da fazen-la.
Dito Ao director das obras militares, para
mandar fazer por adminis|ra;3o os reparos da qoe
neceasila o quarlel do Hospicio, e o muro que o se-
para da faculdade de direilo, ama vez qoe po ai>-
pateceu quem se quizesse eucarregar delles por
empreilada.
Dito Ao conselho de administrarlo naval, ap-
provan.loa compra feila a Jo< Antonio de Araujo,
de 10 barris de carne salgada a preco de 533000 rs.
cada um.Communicou-se liiesouraria de fazen-
da.
Dito Ao commandanle de Femando, coinmu-
nicando ler o commandante do vapor de suerra llr~
heribe, recebido do arsenal de suerra 200 saccas de '
'arinha para forneciiueiilo daqucllc presidio.
Dito Ao coinmissario vaccinadoraprovinrial,
para entregar com urgencia ao portador deste ulli-
cio as laminas de pas.vaccinico que lem de ser re-
medidas ao ligarte do Bom Jardira.
Dilo Ao mesmo, enviando um involucro con-
lendo laminas de pus vaccinieo.
Portara Prorogando ale 9 de jnlho find ouro o
prazoda liceufa que Ine Toi concedida. Fizcrain-
se a necessarias coinmunicares.
Dila Ao agente' dos vapores para transportar,
para a Parahiba, por corita do governo, a esevivSo
da armada, Alfonso Alves do Reg VllelU. Com-
municou-sa ao chrfe da e-t.-rio nava!.
Expediente d rerretario da provincia.
Cilicio A' llieiourana da fazend, remetiendo
I. nrdens, sendo uma do ministerio da guerra, c
as deniais do Ihesnuro nacin d, sol
e bem assim ti atitcios datados de I
1 o -2\ de feverciro ullimo, a saber ; da directo-
ra geral da despeza publica, 1 da secretaria dos
negocios da fazenda, o oulro do dneclor geral das
rendas publicas.
ASsEMBl.F.A LEGISLATIVA PROVzfciAL DE
PER.NAMBICO.
Seasao' ordln d i, em 1 1 de mareo de 8"i7.
Presidencia do Sr. Darao de Camaragibc.
(Concluso.'.
ORDEM DO DIA.
Entra em primeira diaeoaaflo o projeclo n. (i do
anuo paasado, que manda pasar a Simplicia jof de
Mello, a quanlia de 200; pelo exressode obra que fez
na cadeia de Garandan.
r\3o havendo porem sobre o projeclo lome a pa-
lavra. submelle-se a velacJJo e he approvado.
Segunda diaeimao do projerio n. | deste anuo,
que eslabelece o impoala de 80 por cenlo sobre o
valor dos bilhelea de lotera de outra provincia ven-
didos nesla. ,
O .sr. Conralcet CttiinarSet :Sr. presidente,
apezar do raspeite que tributo ao illustre deputado,
meu nolire amiso, aulor do projeclo que se discute,
nao ao pela sua raeonhecida eapacidade, como pela
minha acanbada intelligeaeis : preciso lodavia fazer
algnmai considerarles acerca do projeclo, que e-la-
belere a impoaisao de SO por rento sobre os bilheles
de {oleras de nutras provincias vendidos nesla.
Entenda e enlcndo, Sr. presidenle, que uma lal
impnsira.., alein de onero-i minio legal, porque nao imporla menos impr-se
80 por cenlo sobre os bilheles e onlras provincias,
do que bantr-M inleirameule da provincia de Per-
naribeco a vmda des-es bilhetes...
(i Sr. Sitrino .(.luid inde?
(.' Sr. Gonralte GuimarSe:Qoid inde '.' He
qii" nao pedemos farer.
provar que
he
_armos o trbulo do lliesouro geral.
Eu creio, Sr. presidente que pela simples enun-
U Sr. Si/iHj : Contra essa opiniao lem a do go-
verno aeloal.
O Sr. S. Cartalho : Oue nao be cenlrali-
sador !
O Sr. Silrfoo : Mas o qn he verdade he, que a
Sania Isabel, aargaihada. Se a primeira vi/, o r' Mcloria, qae no dia i do mesmo.ao lugar
dislincloe illusire anula, por evcelleucia, actor denominado >avae> protimo aquella cidaoe, Mara
egresio, fez que por ronvirrao fosse geralinente ?* ""*. '"aior de .V) annos, rasada com Gaagaaa
considerado insigue nesse (iraua.iu segunda, lercei- ."'e' suieidoa-te enfoican lo-se em um quarto
ra e queras veza*, quo fol elle em secna o Sr. Joao i su'1 l;!*H' sem 1"' "'"cocm vate enao dep i. .le
Caelaoo, eoostiluio-se pela a exeeurao do seu traba-1 M2 "'il"|d'", nao olxlante ella mor,r com
Iho inimilavel, u uniro, que por to repelidas ve/es'" rer'r,l" S,'1J marido, urna hllia, ama irioai. om
em urna semana, lem podido rom o mesmo talento, ,eu cull"_ada e Joann.i Mara da Coneeican larnberu
esludo, e profondo trab.ilho, levar esse drama, que
nao seudo nada he lado para quem. como o Sr. Joao
Caelano romprehenden a profunde/, i do seu dicul-
tosissimo papel. O resto da eompanbia rsforrou-se
por Irabalbar, ijue agradaste. Houvc romo no pri-
meire da em que o Sr. Joo Caelano rompareceu
aasembla do Maranbao prohibi a venda de bilha- ne P'leo pernamhueano, grmide enehenle, granea
i seu cunluda e Joanna Mara
prenla da merma, e procedendo-ae an rorpo de de-
licio neiihuma lesiio mi ferimrnlo eurniitrnu-s* g*e
de'te a rouherer que Inmve nesae fado violencia al-
guma ; qne no dia 8 no lugar denominado Balara.
distante da meseta cidado 3 legua, Joao Francisco
Alves achaudo-se bastante ebrio dera om liro com
urna pistola em seu prnprio Inlm o,. dade 17 annrn.
les de oulras provincia
enthnaiasmo, <* poldiro saliendo, que sempre
O Sr. G. GuimarOei: Assim pois. Sr. prrsi ten- -'"r" Caetano, depois de tanto esforro sobre si, de-
ciacflo destas ideas, aassemblca se jolga convenien-: te. ronrluo, c ap-zar de nao ler aalisfeito a vontade I""' lle l;'"' "isivel convulsto natural, lira prosliad
temciile esclarecida sobre a duvida proposla pelo | dos nobres depulados, todava fien tranquillo etn mi- i ".'"' 1"- d-"la vez convida-lo a serna, depois do
nobre deputado, eque sem o menor escrpulo de i nba roaseiencia.
consciencia volara' a favor do primeiro arligo do' O Sr. Jote l'edro pronuncia-sea favor do pro-
i pos
lamber
oulros.
O Sr. Florencio : Resta
local.
(I Sr. Gonealcas Guimares : Teuho mo'lrado
que a le he injusta.
E demais, seuhores, eu nanea me embro de que
sou Pernamburano, sem me lembrariambemdeque
sou brasilciro ; portanlo, uma idea destas he mullo
odiosa, e nao deve passar aqu desapercibidamente,
e por issu vou mandar a muha emenda.
Additivo ao arl. :
Por lolerias de oolras provinrias n.ln-t enlende
as qne forem concedidas pela assembla geral.
(unir I\c- Cuimaraes.
O Sr. Silnno : Sr. presidente, cu live tres
ideas bem dislinrlas, quando tive de confeccionar o
projeclo qoe se aprsenla hoja em discussao ; uma
lem referencia ao arligo 1-, que he n que esla' em
discussao: occnpar-me-liei parlicular.ieiile da idea
essenrial do primeiro arligo com referenra, pouco
mai na menos, as observares que fez o meu respei-
lavel collega e amiga, sempre fronleiro a mm.
- Sr. presn' ntc, as loteras em geral sao um mal
grave para povo, sobre quem se impe essa espe-
cie de tribu que fere sem se sentir, be uma ver-
dade ineont iael ; os males que resultan, conlra a
moralidade publica, lodos os roiihccem, lodavia po-
rem, uma necessidade indeclinave), a falla de dinl.ei-
ro, de que se resenlem os liesouros, "q'acr" geral,
quer provincial, nos lem collocaiA na ngoros ne-
eetndade de laocar mao desse meio de baver dinhei-
ro em beneficio de estabeleciinenlos pios, e mesmo
com beneficio dos cofres provincial e'geral. Asriin,
pois, se as lolerias importara um tribuln sobre o po-
vo entre quera ellas correm. be visto que as de mais
provincias do imperio nao p dem, nem devem apr.o-
vnlar-se com os -acnfirios liuco, a rol levado por cssaa idaa eqailal
euttiidi que devia eelabeleeer una prohibicilo sjire
fdas as lotera que ngo I- Hem aquellas, qne dia
nagai jird. "ra resulladn vanlajaae para os e-tal, I. rmenlo
^--rra-iirovinc do Pernamboen, assim
para a thesouraria provincial.
F:ii qoizera, Sr. presidenle, no projaetn, ler r^i-
rebido orna unir idea, a idea de pridiibnao ron -
pl"ia das lotera, das oulras provinrias, ei rea lo
. extrarrao dellas aqui ou a venda dos bilheles. r.ias
o esrrupuln qu sempre levanta, que seniprd se
fiz annunciar nesla rasa quano se. falla ni-se g'I-
pe morll, que eu poda dar as loteras das ooins
provincia', me fez nao ir la i lonse.
Ha sempre urna queslao prejudicial e inronvenit'n-
le deeonsiilncjniialidade eu inconsliiucionalidade
com que re procrastinam ideas que as ve/es pode-
nam trazer muitns beneficios para a provincia.
Eu n3o sou iaodesre querr pela realisaco de uma idea que oda n'os pro-
nuncenlo, contra es principios geraes que d .minan)
o nosso eorpo social, mas eu queru com sin dizer
nicamente, que nao ha uma s idea mais importan'
le a| re enlada nesla assembla, que por uma dessas-r-H
soscepiiliilidades de ilaj, que s vezes dinicilmeiiie
se rnmprehendem, nao se traga a idea de inconsli-
iucionalidade ; he uma idea academ-ca que lisoogea
ns espiritos, mas que por isso mesmo da lugar a ca-
lorosas eiiscussies.
Eu qt.iz deixar de lado e cienciasdossenhoresdepulados novo., qoe loman
assenlo nesla rasa, ou mesmo daquelles, que muilo
suscepliveis pelas ns|i|ui,es do paiz. po leriarn ler
duvida sobre a conslilucioialidade da idea concebi-
da absolulamenlc como eu quitara te-la realizado.
O >r. (.onralces Gnimares: Eu fiquei na
inesma. '
O Sr. SilciHO : Nao lz referencia ao nobre de-
putado. O nobre depnlado sabe, que a assembla
tem o direilo de impor tributos naqoelles objeclo.
de pura randa provincial e por economa provincial-
que nos temos o direilo de impor um certo onus,
um certo trbulo sobre as lolerias que rorrerem, be
inconleslavel, e creio que o nolire deputado men
antagonista nesse poni, nao negara' a .bardada de
qualquer medida que nesse sentido a as-embica pos-
sa tomar. Mas, pergnntu eu, quem he que pode es-
a do imposto'! he a assembla
anta-
que nao
I i.'\e que he
meu projclo.
O Sr- G. Gutmarei : .V galope.
O Sr. Florencio : Sr. presidenle, o desejo que
eu teuho, de que nao fique isolada a opiniao do no-
bre denulado, que combate o projeclo ; o desojo
(|ue cu leiilni de que esla discussao nao passe a ga-
lope, como disse o nobre depulado, me fez pedir a
palavra, afim de exsir do nobre deputado. que se
disiie pinvar a iaconslituciorialidade do projeclo,
porque eu declaro firmemcnle, que se o nobre de-
pulado provar que o projeclo be inconstitucional,
eslou disposlo a volar contra, e creio que a assem-
bla unnimemente volara' lambetn contra elle.
Provado, Sr. presidente, eu allianro au nobre de-
pulado que elle nao ficara' solado, "que a disrussan
nao passara' a palopc, e elle oblara' o triumpbo de
sua idea: por isso, pois, me levanlei para fazer e--
tasrnnsiderares, pedindo au nobre depulado se dig-
ne provar a iuconsUliirinnalidade do projeclo, bypo-
lliecanilo-lhe desde ja o meu voto, se o nobre depu
lado conseguir provar a neoustitucionadade da
medida.
O Sr. Gmirakes Guimares : Disre
fehava mudo legal.
O Sr. Florencio : Anda assim,
illegal.
O Sr. Gonralcrt Guimaret : Peco a pala-
vra.
O Sr. Florencio : En calo-rne inmediatamen-
te c e.pero que o nobre depnlado me convenra de
modo qoe eu vol com elle.
O sr. Goncalces Guimares : N.o temlio tanfa
forlona.
O Sr. Florencio : Nao he preciso ess- eran.le
talento, basta smente ter razAo, eu sou muilo d-
cil.
Disse o nobre ilepulaio autor do projeclo e
com loda a razgo, que as lolerias eram om onus, que
era justo que recahiase sobre o losar que especial-
mente aproveiti com ella. ; por isao parece razoavel
s qne T'c do lacNficie que noa fazemos, cae a nossa pro-
cia, ou toe n.o sejaraos obngadJjs a aacrificios
eueliio de oulras provincias J ssim he minha
fo, q.i a emenda da nobre lfinlado nao po-
^cr adoptada. 'e*
Sr. Gonralces GltbewrUet : I-so ja eu sa-
a."^ a
" Sr. Florencio : Eu espero pela discussao, e
ep ns dire o que me oreorrer.
" Sr. G. Guimares : Sr. presidente, fc^m a^.
se eu que acaudado entreva nesla diKiusgo, c apre-
senlava a minha emenda, porque as luzesdo nobre
autor do projeclo eriam basianles para fazer persua-
dir a casa da conveniencia de toa idea, e lambeni
pela minha ineeuieiencia. Nao apoiados.)
A|iresenlei a emolida, Sr. presidente, persuadido
-milenio das minha. convicrOes. cerlo de que, se nao
lizese essas cansideracoes, solfrena urna viuleucVd
moral.
O uobre deputado antes djaafrojerlo conleslodaL
minha opiniao, quando disse, 'rj^g ochava pouco le*
MI a prohibirn ,1a venda & Llhelc>rk-lMraa,aJroi_^"|': 'L'
'tiasj^aas. porque. dhi ,-, utllH ,e,?oTpariToT'-'
geraes, o rjt apraveila a iodo o imperio, ebr
segiiinlemenle assemblidc Pernamburo nao com-
pete ronlrariar essa le geral, que tem concedido lo-
teras.
iV ""!)r*. depulado, que ltimamente aeotj'qu de
rallar, duvidoii lambem ,.e que eu pdrase susteolar
a rniiiha i ropaatego,
O Sr. Florencio : A illesaldade.
O Sr. G. Guimaret; Deslaida cmillida no
projerlo, resulla por assun dizer, que se querem es-
labelecer rivalidades enlre as provincias.
< Sr. Florencio :Nao um razao.
O Sr. G. Guimares : Traz uma idea de bair-
nsmo, idea que be lida sempre que se aprsenla
como retrocada e conlra o progres.o da poca.
I)ise o nolire depulado que eu nao provaria a n-
conslilucinnalidaile do projerlo : mas como disse que
navia inconsliiucionalidade, e di.se
jerio.
Encerrada a dscasaSo e posto a voto, o projeclo,
lie aprovadn e regeitada a emenda.
Entra em lerceira discossSo e be aprovado em
dbale o projeclo n. 20 du auno passado, que trata
da lnhlmlhera publica.
Primeira discussao do projeclo n. :t;t do anuo pas-
sado, qae aatorisa o governo a enrnrporar urna eom-
panbia para a farlura das obras publicas da provin-
cia.
O Sr. I.aceida justifica o seguintc requerimen-
to: a
equeiro que seja o prnjeeto em discussao re-
metido a commissao de obras pnblicas, para dar sen
parecer, ronibinando-o com uyi. IS do anuo passa-
doS. P,.1|. de l.acerda.n
Sr. /,<; Fllippe faz algumas eonsidera-
ras.
Posto a votos o reqiierimenlo, he aprovadn.
leudo dado a hora, o Sr. presidenle designa a or-
dem do dia, e levanta a tetrao.
Seasao'ordinaria emi3 de mrgo de 1837.
/'residencia do Sr. Ilarn dr (amiiraailic.
Ao meio-dia, feila .i chamada, presentes Jti seuho-
res depuradas, ahre-se a seasao.
lida a acta Menor, lie appruvada.
O Sr. i.- Secretorio menciona u seguintc
EXPELHENTE.
Fm oDicio do Sr. depnlado Dr. Sabino, parlici-
pauata qae achando-se bastante deule de nina aller
rao rros olhos, nao tem podido compadecer a. ses-
'soes.1 n (errada. .
Lm od;o do secretarlo do sovruo^cnmmuuicau-
di>, de oriem rio*Exm. presidente dBTirov neta que
S. .M. o imperador couformaudo-se rom o parecer
do cgnselho de estado sobre I consulta da serrau de
jusllfa do mesmo conselho de 25 de Janeiro do an-
uo passadu, a re.pcilodas dnvidas que lem occorrido
quanlo a rrearlo o snpptassBo, annexacito ede-an-
nexaego do. oili.-ins de justira ; llouve pnr bem por
Sua imperial i inineiiialaresoliirao.de 17 de Ja-
neiro ultimo, approvar o dilo paiuccmenos na par-
le relativa aaanexaeao ooaaaajnazajio por depender
de inlerprrlarii Irsislativa.
A raqnerimento du Sr. Barros de l.acerda, foi o
ollirio acuna e o parecer do conselhn 'de esladu a
corr.miaagl de cousli(iicao.>
_ '.'...^yiaSaaBHIJM-,' re^assaieodo daaaa^ritrr. do
Kxrir mlui-lrn 8e S. \l. o Imperador do Briuil em
Paria) partiripando que lirevenienle segairiam par,
esta prtfviiicia ai trma.s de earidade dasliuadul au
ser vico de hospital Pedro II, e jiinlamenle a cuiia
do con!ralo celebrado enlre o mesmo Jmii. iiiini.li
e o superior gsralda urdem de S. Vieeiii- '.'= i'.'
In.-^lnieiraaaJP 'P* ^^
Oulro do mesmo^, .raiviisyTieAiin ,,,. ,, I-,,
inent^
, higo que receber o
rtigiCT-IriTeirada.
Iirovinclal : e como o sobre depnlado se julga i
risado para ferr o meu pr.jeclo de Ilegal, sera pro-
var a Hlegalidade, su pelo fado de dizer que esse
imposto de SO por cenlo cobre os bilheles de oulras
provincia, he o mesmo que elimina-las
I Bl -unto : admille-.e que as loteras po
rer debaia de.sa eondiego onerosa oa nao
le-sc iiii-nnleslavelmenle
l> Sr. G. Gn
am cor-
adinil-
de bilheles de oulras provinciasdo que permillir-
- se rom 8(1 por cenlo.
' m Sr. Depulado : Mas isso he conlra a acto
n I1) i 33 i addirional.
1K 14 30 Sr' GonC,lte* >-nimoraes :Pois isso mesmo
'. I favire-e a minha sserrao, a impusicao de MI por
cenlo he um sopbj.rna.
ti Sr. Florencio ,lo nSo.
O Sr. Gonralces Guimaract:He um sophii-
ma. que deveria adnillir-se nesla assembla. Se a
mnosicao de SO por cenlo, Sr. presidente, Iraz em
lia SEUMa MAI.
POR MADAMA ANTOlflETTE.
Ifisdoai a. nossas dividas, assim como
nos peidoamos aos nossos devedores.
[Oraro dominico!.
:Conclusao.
Ilrsse dia em diante ludo tonina oulro aspecto na
i .'-a do armador. Soa joven e-posa, oatr'ora lao dls'-
posta a arolber as visitas, e n responder aos convi-
tes que Ihe eram dirigidos, lornou-te repentinamen-
te ra.-eira e melanclica. Sem eonftssar nenhunri
doenca, era pvidenle que padeca, pois sua mudanra
era visivel. Porem a toda as persontai que Ihe t',L
/am a es.e respeito, ella rrapoudia com um sorriso
doloroso :
Eagsna-ae, estou bem.
E seus olhos cncbiain-se de lasrimas.
Paasava lodos os sro,--em rouip'anhia de Mari,-li-
na, sem a qual nai poda mais passar. As duas me-
ninas lambem Imham lomado fiande amizade uma
a,outra. Ninanem senlo Jtertba ronseguia apiarar
a Leonor e eouverler .en. ritos em ri-,ida( quando
tolTria essa. rru-is rrise. da dentirSo que iniciara lo-
so os manaos nos lofirimenloa da'vida. Uullas ve-
aes lambem Uaranna para alimai a ama, idlere-
reu-ihe aapaaUneaiaienle oconcorsoqoe porreo ame-
rerusava com lana enercia, e mais de uma vez a pe-
ijnena Leonor adormeceu ero seus bracos.
'urque ,, aspeelo des*.....tire mull.er qe socrnrn-
bla ao peso da revelar i que ella Ihe ti/era em
iin.iii -ni i de colera impir.iva-llie uma piedad,.,
mo era isenta da remnos. (1 proprio Mr. |,i'
mile ao espirita de ganancia.
II nobre deputado sabe perfeiamenle que um la i
Hiele no Rio -e compra alo boje por Oj, no enlre-
lanloque haviam minios a/alamados compra lores
que davem por elles -.'1; apezar de que as nossas
conimunicarfies para o Rio sao Taris.
O Sr. G. Gnimares : Ainda assim, nao sao 80
por rento.
O >r. Si'liHo : Consesuinlcmenie nos lenos o
direilo de marrar imposlos ; se ns lemoa o direilo
de eslabelecer imposlos, temos o direilo de impor
que e.la lena querido por lodo no mundo, recolher
a palavra falal, que ohrava como um ponlial sobre a
orgaiii.araodelrr.ida de sua infeliz e innocente rival.
Porem. nao he maispossiul ao homem recolher uma
palavra imprudente, asaim corno nao lie po.sivel ao
archeiro fazer parar afrarha que acaba de lanrar.
A posicao de Mr. Limery era igualmenlc diana
depiedade. C: Mocado enlre essas duas mulheres. | mente.
Mariaiina suspiran sem responder!
Kej.e caso, dise a duulor interpretando esse
suspiro no sentido aflirmalivo, releva alaslar a ledo
o cusi essa causa.
Imfossivel lornou Marianna rom um suspiro
ainda mais doloroso do que o primeiro.
Ent.lo ella esla perdida. ... disse o duulor Tra-
das quaes una e-lava morlalmentc ferida pela sua
ralla, e a nutra morlalmenle onendida, nao pudendo
guatea arbar-se su com uma della>, de inaneira que
lenlasse uma juslilioaro pois por um acrordo tacita,
cuja uiainr iniciativa perlenria lodavia a seagada
mullo., elle as achara .emprc reunidas, viva em
ampete isolamenla. Nem mesmo animava-se a
adasar suas lilha., recriando ollender urna das mais,
dando sera o saber mais a ulna do que a nutra.
Assim pa-sou se u vero. .Mas vendo aproximar-
se a ma estarn Marianna seriamente inquieta pelo
estado de madama Limerv, para ruin a qual ex(ir-
limenlava a mais lerna piedade, loman sobre si
mandar chamar o mediro mais celebre da eidade, e I dis-e ella alesreinenlv
rnlruduzi lo-o mu da de improviso na cmara da jo- he um deliri
ven eapi a.
Mas nao Iruhonada, minha boa Marianna,.lis-
so esta aecundo .eu coslnme ; psia que deu esse in-
commodo ,i.i sen!:or .' Kealnunle nao lenho nada a
di/.er-llie. ,
Pode ser,
dade. Deixe..... Ihe o pul.o, o pei-
fallar.
mi
que
bem que ella na j amiS.e mais, pareca lao pezaroso '**
(Vid. Diario n. 57~
Meriaona com branda aulori-
ur |.\amin.ir Uie
lo. ocorae>. Elle di.pensa-a de
''"" be.....iisa Marina.
fc, presluu-Mi de ba vontade ao exame do dou-
llepnis urna \ i.ila
f.lllalldo Sol
r. ..ou de obseivar allenlamante a dneiite, elle saino
acoinpanbado ,o Mairanna.
Aquella sanhera esl atacada da phlysiea mais
Hilen.-, di.seelle, quando vio-se s cura'ella, e se
n.io ine engao essa doer.ca lem una causa loda ino-
Saria mi.ler conhece-la para combate-la, e
: em quem ella parece depositar lauta coiilanra
uao deve ignora-la.
az lonsa, duranle a qual esle
bre rautas eslranhas a ua prul sao, nao
E den um pasto para a porla.
Oh senhor, eiciamou Marianna rrsendo as
m.'ios au ero, nao ha iieuhum oulre meio '.'
Depois desse restara smenle os meios pallia-
livos, lornou n doulor, mpassivel, isln be, a di-lrac-
rao, as viagens; elles podem ale cerlo ponto lomar
mais lenta a marcha da dnenra, mas smenle o ou-
lro pode destruida.
E .andando aquella que lomava por amari.-la, sa-
bio sera querer om ii mais.
.Marianna compuz sen semblante, e vollou n-onba
a cmara da Madama Limery.
Sabe o que Ihe rcceila aquelle amavcl doulor '.'
I m inven.....a llalla! islo
n.o possalempo.
\oss me arompaiiliara persunlou a do-
enl -.
Creio i|i.e siui: .\,io .oraos insepartveid De-
mais, receio mallo i|ue Berilio lenli.i,, coqueluche ;
-. ra um ezeellente meio de Ih'a evitar. Levaremos
i om no.ro a ama de l.eni.nr. e aproveilarcrno- esta
p.rlida para despedirmoa Rosa, aqu I etfa hem lon-
| ge oe ser a pes-.oi de quem precisamos. Depois, i
mi-a ebegada lomaremos ama criada do paiz, para
que s meninas aprendan) u italiano. Ijae diz de
meu projeclo '.'
Approvu-o.eliro-llie asradeci 'a, romo por ludo
o que voss me i*z, dieta ella exlendendu-lhe a mo.
Sun, coiiiinu n fallando comsieu mesma, deixare
rom prazer e casa. Aqui morro sullocada '. Jimba
presenra aqu- he um MCrileeio. tlh sim, minha
boa Marianna. parlamos loso para a liaba!
Lma hora depois da sabida do doulor, Marianna
pela primeira vez, depois de sua cheaada i casada
Mr. Limery, apresenlou-se em seu gabiuele sem ser
chamada.
.- .ambem quera
pouco legal, en, abono,pois de minha opinigotfpre-
sentarc a opiniao de nina pessoa respeilavel, que la-
cha uma lal idea de illesil e de iiironslilucianial.
Jfco disse, Sr. presidente, ,uc era poncrf legal a
prulnbirao de venda das lolerias de onlras provin-
rias, e que equivala a pralnbirao a imposirao de
"" por cenlo qoe se preten ie e.labelecer.
va" Sr' Fl"''e"r"' : ~ l" ,,e 1ue compre pro-
O Sr. t;. Guimaret: Is.o he que en sunpo-
nho que nao paJere duvida. Eu vno ler o parecer
uu na razes que apresenlou oSr. de Paran, quan-
do presidente desla provincia, negando a taerlo ao
an. .i." da lei de ;lo de abril de 1830.
a Arl. .1. Dnus meza, depois da proroeacao desla
ei, {lira prohibida a venda de bilheles e camelas de
loteras de oulras provincias do imperio ; exceptua-
se Pbrcm a venda de bilheles que f.n feila pelo pre-
P|l sale pelos asentes das respectivas adniin slra-
roesj
Ei* aqui as raze. dadas pelo Sr. Honorio para
negar a sanc(go a esle artigo :
" Itsla le parece conler providencias otis e se-
na tahccionadasem he-ilaco, se o arl. 5. nao con-
livessa; uma ditposiego, que no cato de dever afleelar
a. loteras concedidas pela assembla seral, sera in-
conslifucional.
A curte perlenre a uma das provinrias do im-
perio ; .,,, a limiiaran obre a venda de bilheles
de lolerias de oulras provinrias do imperio, compre-
nendei-.i as lulerias exlrahidaa na curte em virtud
aecorices-ues da assembla seral. Se tal comprc-
Hermancia '. exclamou elle levanlando-se ao
ve-la, vem lra/er-ine o perdo '.'
- Nio venlio taanar do senhor nem de mm. da.
que fies* a rSigir.Vl
'alo mesmo Sr. remcltenli o balanro da re-
c(IJ a detpe/a do mio daJ8.V"i a lS.,(i, o oica-
myilo fiara o futuro de 18)7 a 18-Vl, ua cmara mu-
nieipal do Cabo.A' roinmiss-o de orrainenlo mu-
nicipal.
Oulro. lo- mesmo Sr., remetiendo um raqueri-
menlo em que Basiliano Masalhes Caslro addido da-
quella serretariapedaiue Ihe .ejara conredidis os
mesmos veueimentasgKanlasens que compele aos
amanuenses af numero, juntamente informando a
mesma pelicao.A commissao de pelicqes.
. Oulro, do mesmo Sr., remetiendo para-lareui nis-
Irilniidos pelus memhros desla astemblaaVos evem-
plares do relatono apresentado pelo dirtsctor nleri-
uo das chras publicas.A'"dislribnir.
Oulro, do mesmo Sr., enviando as posturas das
camaiee muniuipaes do Recife, Olinda e Cabo.A
commissao dos negocios da,cmara.
Oulro, rommonicanilo. q'ue S. Esc. o Sr. presi-
denle da provincia, resolver conceder carias de
,'ipoaenladnrias com o ordenado por inleiro ao con-
lador da thesouraria provincial Jilo Mara da Cruz,
por achar-se eomprebendido no an. i. da Iri n. so
de i de maio de 1810; ao srcrelario da repartirlo
das obras publicas, Joaquim Francisco de Me'ilo
Sanios, com o ordenado correspondente a lli au-
nes 7 mezes e a dias nos termo, do arl. do 1,5 I.
da le n. H de 7 de abril de IS'il.A' Commissao
de nrcaineMo.
I'm a peireio, era que Ale\ inde Bernardina de
Alnuqaerqae celador dos cunos e bataneas do 35011-
glle publico da eidade da Victoria pede"a e.la as-
sembla a approvacgo do augmento de ordenado,
que Ihe fui cunee lidu pela un.....daquella eidade.
A commissao de conlas municipats.
Unir da Joann Jtulinaa de Siqueira Varejao e
Emilia Candida de Mell Luna, proles.oras publicas
reg primaria, providas era vista da lei de
di
t de mam de 1835 ped
dos equiparados aos demais profes-ore. do mesmo
en.iiiu, prvidos am virludeda inesina lei.A'com-
missao de ordenado,
Outra, do Jos Pereira Bornes, prees'or de lalim
da cidada da Victoria, pedindo para ajunlar mai.
docuini-nlos a' toa prlir.lu oflerecida a assembla no
auno pas.ado.A" commissao de ordenado.
i-'orarn idase approvadas as posturas da cmara de
Nazareth : bem como a re lacran do projeclo 11.20
sobre a bibliotheca publica.
A cnniinis'.lo dos negocios erclesi?slicos, para dai
sea parecer sobre o aompromun da Irmandadeda
Sania Cruz, uu prelus raiiorirus da eidade do Recife,
drama, Cselonando-O ruin prolongadas rodea de pal-
ma., loso que desceu o panno. A farra Paitan
Romantiea,) fui bem de.empenhada e mais bem pon-
teado eslava o famoso pioniontorio de cabellos do
apaivona lo romntico, formando mai mialuralmcn-
leo tpele do mai. de.fiuclavel ndandv. Ah!
qnanlas lioneras au amam essas raforinas....!
Itecoinnieudinos muilo as familias, quo assis-
'ireni oa espectculos da lerreira ordera, e levarem
seus meninos para verana a Onara, Iridiara muilo
cuidado com elle., porque as tac aberturas ao re
do assoalho nao leeni gradea e nem a menor suarda,
e com qoalquer descado precipitase uma crianza,
principalmente se esiver encandeade pelo hoeiro,
do seu iranieu.uravel rh trillo '.
Lembramoa aos senbores li-caes, que de vez em
qoando fajara as suas corridas por es-a. tabernas,
pois nos consla, que em muilas dellas se v.o venden-
do seeros corruplos.
iloulem a uoile dous opclils eafants.a tverain
o seu rendevous na roa velha, resultainlj delle se
munnsearem com bous murros, e bofetadas: que a-
dianlamento. de mocidade Conlinuera meus meni-
nos heses exercicios, que nao deisargo de ser gran-
des valanlOes, mas olheni, que o Sr. P. nao saba,
porque ero sua rasa elle Ihe tomara' serias conlas.
A proposito ja que fallamos de meninos. No
lempo do re velhu, como dizianTos nossos avoa,e
em que mais te viva por causa do cuslume. que
aloploram, n 1 sesoOrla gasliiles, pneiiinniiia, lu-
lierrulos, pulmonaies etc. etc., c nem lao posteo I
vn lana cegoeira, mas boj? ludo se v com o oto-
ib'rni'mo, e a cansa de ludo isso? lie o efleilo da
educardo, e em verdad.! assim deve ser, porque ol
servamos, qui' nao ha menino por mais peqoeuo que
seja, sahindo da casa de seus pas nlo levcni penden-
te do seu pe.roro urna luneta, e na bocea oni bom
charuto, porque isaa lie da bom toin, a ji se n;io so
repara, e minia senle ha qae isso tuina como um 1
sr irinha. e ps'im deve ser, portante deixe, que ',
e quem quizer e poder que os corrija.
- Pelas roa. de nos-ta cidada .Mola um menina
vestida d* batius, queselem tornada ara rompalo
eapadanchim. Nao ha muitusdias, qoe nost.....slon,
que *ase menina aspaneara ua ruada Pires, a um
ou 11,1 men 1 ni,, que nos dizem ser i ibrinb um se-
nil r que inora n 1 mosrn 1 ru 1. Un tal proced rata
lo alm de onlros, que nos conslou, be sera duvida
di no de reprova(go, assim inrihor seria, quo esse
menino forte espido das vesica tacar otaca para qne
na se;,m atlas Hirb,,..i|;> ni..., e que seu ,..i s.-j 1
mais vigilante p.ra com ille. aui de evilir maiures
males.que !!:- postan)purvir.
Paree'-un, que r,i.,r'-ho-ame-ilc he linios o.
lias el-vad 1 n preco das carnea verdea, e o que .era'
de no. .o o. notaos representante* da provincia nao
malhoraram a nossa serte '.' Sim, tenheree, em votsas
inaosisli',, remedio aos nossos males, procuiai o
mere) jJimios salvar, e acebal rom esses monopolista.
de-huraaiur, jue no. raeham notopprimem, e... nos
rolloram na .ie?sjeraran.
No da O do eoffrfie lpv tusar um dss.isiro-
so sronleeirnento na pontear! ||oa-Vieta, por oeca-
ti(go de pa-sar por ella um omnDV. Eis como i.
se d 1. Um deates
andar, ao passar pela paule por junto dos larnpees,
um do. 1,..senos do segundo andar e.li.iiou errl
nm des.es lampees, qoe laar;ando-o por Ierre; faz
com que e.paulando-se o* cavallos, que fura faati-
gadn pnr 11111 passaseiro. estes pnii-sem desfilada-
inente .rm qoe o boli-iro os ooiies.e conler, re-
suliando, que laura.sem pnr Ierra mais dous lam-
pones, e feissein a algumas pessoat, que no mtsrao
carro vrnliam da passagem. He para lamentar, que
estes faetix .r oeerii: verdade be, que 1 ilvez devi-
daa So arasn, mas o cerlo he, quemis falal podia
se tornar, conveniente, pois .erra Que ou esses m-
nibus, de eraude esral,, ou deixasieiU de viajar, ou
eniau que o seu 'propriettrio mandassa demolir o
segundo andar, uu entile alterar os lampeos para
que laet fados senas reprodasam.
Existe na ra Velha uma lia Irrua, prela falei-
r, que corn eata seu nesorio enninmiida o* ol.'arlo
da vizinhanra porque sobre ser um negado a loda
prava nauseabundo, secretee mais que mudas ve-
tes he vendi lo no mator esladu de pilrelarao co-
rno fui observado pela vizinhanra. Sr. liscl tyn-
diqnede.se felo, fara remover de.sa ra aquel-
la prela. o.....iiau pniliba, que ella continu com
lemelhaale trafico.
leve honlem lugir, em tilia la, a prorssodo
Senhor dos Pastos. Apezar da nenia pobreza flne
por i.ili lia, esteve ella decenio e em boa ir lem. je-
ve um arompanhamento sollrivel; grande parle do
corpa acadmico formou api< o paleo ; os rontsos
da S e grande numero de padre.. Aguardada
honra, composla do. batalhiies quarto ate artilharia
de .loba e o de suardas nacionaet delh fez as honra,
(lo rslylo, marchando em brisada, cumm-11 dada pelo
Sr. coronel lobo, lina eoata de notavel aalamot,
que foi a grande velbire da rapa do Senhor dos Pas-
tera' bom qne para outra vez seja ella troc
o Sr. *',n"el l'ranri.co do Nas-imenlo, de qoe re.uln u
licor ele ferido ein um dos bracas e as ro.lat rom
alguns caroro. de chumba, sendo n assecor pre.o
para se Ihe Insiaurar o competente priiressa : que na
da no lugar chamado Cenipapn, l.ib-ralo da San-
ta Anua nulo montado lavar um ravallo, perjeu o
equilibrio e raliindn dentro do acude fallecero irn-
niedial.iiiienle ; e Bailas pata que no dia 8 fez cap-
turar n criminoso Antonio dos Sanios, qoe desde o
auno de 1H>I eslava rondemnada a um anno de
pritao palo jury d'aquelle lermo, e acbavavse liomi-
siad no lugar da Balara, pondo o desde logo a dtt-
posiro do jniz municipal respectivo.
12
Paran presos : pela subdelegara da fregaecia de
R'cife, Manuel Francisco dos Prazeres, |>or m-
sullos.
Pela subdelegacia da fresuezia de Santo Anto-
nio, o pardo escravo Josino, para cor rerr.lo.
Pela airbdelegaria da fresuezia de S. Jos, Joa-
quina Archang-la do Carino, para corterrao, e o
prclo escravo Alexan Ira, pnr forlo ro peso da car-
ne verde.
E pela subdelegara da fregnetia da Boa-Yitla.
o prelo esrravo Januario, por desordem.
A assembla provinrial approvoa imntem ca e-
snnd, discu,-ao o projeclo que cuncede varias lote-
ras ; c pasmaste a disentir pela segunda vez o qar
rrea uma escola cominercial, (coa adiado pela trota.
Iloje entra era segunda discussao e projerlo n. 19
do anuo pas.ado, c a rmiininira u1 orden do da
fio honlem.
XpmmuittcaDo.
irerlo
ao lllm.
le daquella
tet
I s
pola
SATISFACAOS AO RESPEITAVEI. TI BI.1CO.
Tendo-me ebegada *. nulos no ullimo, da de le-
vereiro prximo passado, um celebre folhelo, atl
inl s an libarla famoso, que o Sr. padre Antonio
da Racha Viaama fuera publicar conlra mii pela
'np-enta da Babia, n, ma nwfJanj passado, de-
laixo do Ululo de-Brev 1 ex.....r|, da orcrri la na
lien a-li da qaarto anuo na Karnldade de
ie Periiauinico, a ana ju-ia rttB-ieataege
S'. Dr. Lnurenco Triga de Loaren -, I
Kaculdt ie; corre-meo d-er, desde que li >eme-
Ihanto libella famoso onda o gema do nal. para
nafa ine do-slar a sea gusto, empreRoa a mar
(MM a mentira, o iisullo ea calumnia dercsla-
ueleeera veniadedes ii,. a ,,e u meB lu|..u
Jetraetarta tesaearroa pira faz-racreditar que baj,
veda ninlia parle, n.o t inusliri, mas |.-
traia-l 1 e picarda a re-pelo do R., q.,.
ao tea acta do Marte anuo. Enaste
nc corre para com o re-pe lavel -
anieaneala par aattanaajaa *t~nana__
que cu van nalattM un;-mcu nn.sa.iil,, -'
A i d s igrado carcter da mini.lre de Chrisle, e
"".".i:1.''5.."? :,'r',.ne".: T*?HP^0' dc ""' "" e reaanho. ,,o cora te,-
tos, iitsuilo-,i:ijuriaijajanreas.r.es, igu es sq.elle.,
com que rilen,., obsequio*, mi. .inpletmenle rom
a aiogela cxposir,aa^a verdad dos fados, que pr*-
cederam. e dos que fonoaram o pelo da qaarto ..are
'lo Sr. Rocha Viauna, a qual eertanaata hada
mole-lar muilo pela considerara! da qae, lando, ti-
do o teu aclo presenciada sorawtjtfe, qoando anaiio.
or uu. qnarenla a cineoeulc e-pacladorct, as .-ttise-
riasdo.au mesmo acta, a a atroz iainslica, can qne
esse ministro de Chrialo lano me Injara pela na-
tivo de um B, que nelle co deilei, fican agora sen-
do condecidas lalvcz por milito r.iaior nanere .le
pessoat. do quo o da luelles. cajo eanherimcnlo
chegono seo nauseabundo aiballo infamatorio.
Deixandn pois da reponder aos virelentns tar-
ca.mo., doesi-.., in.nltoa a injurias, qae Sr. padie
toeja me prodigalisou a mao. chatos esforran l-c
per diminuir a f ald .de de uroiinont.|> de asqaero-as mentiras, de raleas aso-
(ivos .pnr ell, adrede exrogitottos'; dsix.in.1., p.-.>,
repite, de responder aos virulentos sarcaaaaaa, ds-
ts, insultos r injuria., que o Sr. padre aWhi me
iirodigali.ou a mac. chens ; porque nana* h .in-m
ligan, que se pre/e. deseca de sua dignidade a
ponto de respondo, a oulro, que dominado da mais
violen!
do que sejam seu. ordena- por ,, ^
No dia '.2 rlu crranle, recolben-te do sen Ira-
ImIIio apostoliro, no cenlro da Parahiba, o Rvin. I'r.
Seraflm de t.alania. Os imi orlantes servico. que fez
esse digne minislro dn Senhor, Mra* par nos enu-
merados em nutra occasiao.
Consla-not que, segaada-feirs prexima Ifido
roirenle lera' lugar no hospicio de Notas Ssnhora
da 1'enln, mista e memenlo, pelo repens da Dr.
Manoel Caelam Snares, pela. 7 Inrat da manhda.
Sena p.ra deatjar que o rorpo das senhere tdvofta-
dos all Nacha reunido para prestar os ltimos ser-
viros a r-se disllicto rnembru des-a flas.e.
.//' amanha.
r
r
rae singara '.' dalla,
voss, ru he infeliz
- 11 1 antes que vn
que nao he culpada, uu de
he uma sania exclamou
se ella Com frieza/Tlreui de soa rnulher, que mor- | elle ajoelhando-se'dianle della e cobriudo-lhe a mo
a de dr, se nao rr quanlo anles arrancada da- de beijos.
Sou a traiga dedicada de sua mnlher, 11,10 s3
e-quera nunca dina, res|iondcu ella retirando a mao
banhada de lagrima..
E raliio do gabinete sem que Mr. Limerv, m-
pressiuuado pelo Imn cora que furam pronunciadas
essas palavras, lenlasse rete-la.
Miu Heos, disse elle reeshindo sobre a poltro-
na, eu h'e qne a lereimoilo !
aronselha uma viagem
vivamente, e tmente nos falia
qui. lU be a seiilenca do doulor B... o qual acaba
de exanUutj-l.i.
Met
. 1
Lis, ah porque nao deve deixa-la morrrr, lor-
nou Marianna. O doulor
Dalia, e/lia eeseja-a
a sua a,utoTsacgo.
f. he necessario is.o, bom Heos nao he para
mira uma salisfarrao ronfonnar-ine aos desejo. della,
aos seos, Hermancia .'
r.nlaa, iulcrrompru Marianna, vou preparar
lud.. para uma prosapia partida, lenho boa idea
de.--a viasem, que ha de an anca-la a Con
cnf.arao que a ruina e a rn.ila.
E eu liearcis-i! disse Mr. Limerv
ler iio.
dos antigs
a Italia.
; da preoc
cora dca-
Ma. nao esl s qutsi teropre, sraras falsa
pu .irn etn qne o lancea sua imprudente precipi-
Nao me aecuse, Hermancia. Nao v que toa
!ISS>az punido ;
,-" Toda a fila Iraz com <;s
ls olameru que Ihe pe/;:, ser
ma. e lerei de pas-
Mas essa expia :ar assim a vida '!
sua expiarlo ; esse
a sua.
Nao, di.se Marianna rom mais brandara, de-
e a lempo obrar, elle aplaca mudas tempestades;
itixa envelhrcerera as paiioca r rresrrrem aa tne-
enlae. havennt de
' rumo amiso.
una.
albos, e iremos eatabelecer-not era Paria, onde ra-
saremos nos.as li las-.
E he assim que pretende vingar-se '.' disse elle
tomandn-lhe a mao com um olhar lao supnlicante
que ella nao lev, a coragem de lelira-la.
- Ileixo o prazer da vnganra para aqaelles que
bem, eu H13 e.crcverei, ni 1
Ouinze dias depois dcs.a entrevisla
esposos, as duas mulheres parliam para
Vust me e.rrever., dina Mr. Limerv a Ma-
rianna na vespera da partida.
au, responden esta, deixare sua mollar n
cuidado da corres[londenci.-i.
Mas, insisti elle, nina doenta nunca julga
exactamente de seu eslado, a estarei sempre na
duvi li.
Pois
coudicao.
Ooal .'
Vos. nunca me responder !
taim elfeilo, dursnle os Ires mezes
a partida, Mr. de Limery somenle
carta de Marianna. Era lima etpecie
saude, qual liria podido escrever fo teu
camansla de ronlnnra. Matlha esrrevia de quinz
em quinze dias. Faltava das meninas, de Marianna.
das bellezas de Morenra, onde puntara, mas nuur.
de si mesiu.i e de sua saude.
Nao nina donde, dizia-lhe ella nm dia em ras-
po-la a uma queixa que elle fazia-lhe a es.e res-
peito ; porque fallara da minha saude ? He ver-
dade que nao etlou robn.la, como aoliaameule, pil-
ara n uiio enleiada, se me fose preci.o dizer
lint de noveiiibro. Mas, chegando 1 Roma, Marlln
arhou mil pretexto! para deuio'ar-.-e ah.
E.tou b-m aqu, dizia ell, a Marianna toda-
as ve/es que' esla inttava para que cubaste sua via-
gem; cnnlernpla esse bello eco ; mu be ave-so du
par.izo ?
t) ro de aples ainda lie mais bello, dizia
Marianna.
aples ha um volcan, Roma lie um lumulo,
rcpliron-llie ella um dia. Nao ire mais longe, iri
rlirgue .' _
Hab em alante fu Marianna qaem encarrcgou.se
da correspondencia. Malilla nao linha mais forja
para escrever. Pouco depois nao leve mai. forra pa-
ra sabir da cmara., nem do leilo... Aprozimava-
-r o momento em que nem mesmo tena forra para
viver. Foi enlau que Marianna escrevea 1 Mr. I. -
raer. :
' Marida nao tornar a ver a Franca Todava
nao parece padecer mais do que dtiles. O golpe
fat I e doloroso ella o rercheu no di 1 da lerrivr I re-
velaran ; acora vai acabando de nmurr, lie-do um
ni. / que 1 -laonn em Roma, exigiu qoe en deixas.e
1 1 ipcl "di ll 11.1 que fazia junio della ; a 11 tirad 1
da ama de Leonor, a qoaj deixou-nos em Flu......i,
oc injuslc olio, e do mais ardeule deseja de
injusta e canbal vinsanra, oatou atara-la por essa
forma por meio da imnreiisa, quanlo be seral nenia
sabido que semelhanle prorcdimeuto so deshonra ao
ten autor.
A pagina 7 do rilada libeilofamatn le-se:era la-
le porm hoave.e somenle om, sectario ceg da *he-
licucia passiva apezar de te incalcir liberal', qae
supposlo recaoheces.e a jatlica da niioha raasa,
nem t ratea pela minlit expulsad), como al, nallo-
gradea os teat iataotes, protesiou, que em lo to o
lempo baria apportaaMad* em mostrar seas boas
des-|os ao seo eolleej e amigo.
A propasaraq*e suppo.lo reconh-ce..e a jutti-
ra da uiMilia c 11-.1he invenro do Sr. padre II 1-
a Eu qm/era e.crcver-lbe.
11 lata le lats ira. nhjeclei-lhe ; dicla-me an-
tes o qne queres oizer-lhe.
11 Nao e.cieveria. o que cuquero: d-rae o
que he precim ; irei escrevendn pouco a pouco
a I izo que ella quena, e ella esrrcveu durante
um quarto dr tina ; depois r.liin-lhe ,,,
man, e ella adormece* rom uma somnolencia, s me
he sajeila desda alaaaa lempo, a que da-lhc segan-
do creio muitaS vena. *a..
a llornies demasi.idamenle, dis^-lhe eu um
da en, que ella esteva acordada ; n,,o he anim que
icrobraras forr,'... s
Eng.l
singular, aiu
mas le, re.pniHeu-me ella com um
.....'iii"l''slanlcmente. a
>" de Janeiro...
favoreceu sen -ignio. Essa mull- r linha 'u .,'..
esque seguiram '. -n pai-. o -:,::..| lo "Be iain f t.r-.n ,n i.|H
e recebeu ama ruis da Kranc ngo 'auiz toguir-nos, a unio-se a
je de bnnXim -j uma familia iqg ijiaVoiie fariia | ra t'aii-. I.pouur
a nu (pajauc
desraairada eM-rn li s saude. T -111:11
urna riiada ro na, que adora-a c mu., M
Marlha cxfgiii q.i- eu lomstM lambem urna e.^
tilo ; mat
la, que Ihe he ha-
MUT10n5tT
rem
anda me de.
Coilada, ella menlia, pois bem sabia que loda a
sua doenca eslava no fundo de seu corara., !
ignoran, as de.icia, do perdao ; a de m.it, de qucn I o tov^TlCS?^^ Z*SZ
If-rlliri, e fexdip mTv*r como su
1I0 hot I. P01..... !'- rlha no i
sean soa mai, como .ecinh
aran.Ir iplida p-ra tratar de
-t l.:p -i'iji
. .loen! -, emitt.'-i'ivM-a I (ihi-hi :
especia .nenie .... nnrieo^aj; ,., ,,,,,.....1,
qU ,, "rT T- ir.nqailli.a-me un......,ce.
' ^"'U'Mlir,:lu vezes a seu re.peil.
I obre CarJ^ dj/ja ,,|a |innlenli ,,-, ,rWi ,,
Esla manlian ella q. ,M|Mr a ,ar, fl
(o.nou arulr, ...,.,. direndo-me '
' Ida leras, e filbremu
n.ioa enves anda, .en.. m.i.
1 Hopo,. i,.ra| Manat
biiual.
IX la, le i.annuuj^r.,, tserunni-tai
muilo rn * *a 1 iraw le; anea ell, lint 11
111 onlr iri ni .11 icmrrena anda.
rhainou-.il pai |onte de as, e alagon-a-
. inor... II. 1 ... -i,ici,,| ',:, lo a llerlha
la* :
I. dei.1.1- ranearte tenelhastia a toa ri.ii.
II1 : -- alean nal aartantil
Po lma tornar-M
ni. I "i.-iiio ella.
E di p .:- de um momento de silencio, persen-
liflieil da rvplicar depon.
elar as.im
filho.
r.os
lonee de seus
hAo d.? ,e,r" linar-** brevemente.
E de
pul. intn-
liavia chorado muilo ; mas na>
torauu :
Mas teat nales
de UIU momento du
' i.e.te minha r irlt '
" Atn li i-a 1, (be respond corandi
(ia : Ja a liiih 1 ll 'o. e h.
quena lallar-lbe a ata* re.peil
11 Nao imperla, uan ella, poderos le-la a le*
I gana. Proinelle-iiic tmenle contar mar le com 0
silencio, ella mea destaje.
I 1 Nao promello tcm saber, loruei-lhe liogiudo
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


cha: nunca reeoaheci lal juslija. Tan.il.em he in*
\ eucao do Sr. padre Rocha a proposicao :nem su
voloo pela uiinlia expulsaoe bem se v claramenle
qae o fim desla invein;;io foi lurnar-me odioio a cus-
la de urna mentira. Em ,ua essencie o aclo, a que
alinde o Sr. padre Kocha, deu-se lal qual u vou
narrar. O Sr. padre Rocha desrespeitou e injuriou
pela imprensa aquella de ros lente, sobre qem
elle por me i > deseo dito lihello famoso anda agora
derrama de novo a sua lente qoeiion-se contra o Sr. padre Rocha Con-
gregarlo da Facaldade : esta, anda que lodos os
lentes, de que e compoz, recouhece>sem que o Sr.
padre Rocha tinha injuriado pela imprensa aquelle
aeu lente, reconheceu-ae comludo incompetente pa-
i o punir em raigo do modo porque dir roramet-
tida aiojoria (pela imprenta ; e em conseqoencia
remelleu o lente queixotu para o foro eommuin, se
i este elle quizse recorrer sendo que nessa
quettao de incompetencia eu fui de voto con-
trario. He portanlo falso que eo vnlasse pela ex-
pulsao do Sr.padr. Rocha ; porqoanlo essa queslao
nao foi proposla, e consequentemente n.lo podia ser
votada.
Finalmente tambem he falta a proposito :pro-
teslou, que em todo o lempo havia opporlunidade
em mostrar seus bons desejos ao sen esllega e ami-
go.O que he a pura verdade he que, depois da
celebrado dessa congregarlo, eu disie algemaa ve-
les na pretenca de varios acadmicos o seguinte :
Em lempo nenham de meu longo magisterio hei
tolerado que um discpulo leve a sua imrooralidade
ao ponto de desrespailar e injuriar a seu mestre :
nio terei pois nenhama equidade, ncnhuma indul-
gencia con! o Sr. padre Rocha no primeiro exame.
em que, sendo eu um de teas examinadores, elle
der-ma tilo ma conta do seu ponto, que eu possa
eem. manifesla josti^a deitar-lhe om R.He por-
tento falta a maligna as.everac.loprotcstoo, que
em todo o lempo havia opporlunidade em mostrar
seus bons desijos aoseu collega e amigo; e tanto
he falsa, que te a vasta intelligencia e soblime lgi-
ca do Sr. padre Rocha pode, quando a sua inven-
tiva imaginado Ihe soggerio essa idea, admitlir co-
ro eousa certa em todo o lempo a fallada opporlu-
nidade, a minha intelligencia e lgica, ainda que
urna e oulra extremamente pequea, ou neuhuma,
segundo ojuiodo Sr- padre Rucha, cuja compe-
tencia declino, nao poda admitlir semelhanta eou-
sa ; e portento nao he moralmente possivel que eu
lizetse temelhante protesto.
A' pagina 10 do referido lihello famoso Ic-se :
Cooeloamos. Chegou a vespera do ponto : por es-
se cosame tslupido, apparteido cora a obediencia
patsiva, de qoeja dei ligeira idea, fui a eaaa do Sr.
Dr. Loureiro parlicipar-llie isso raesmo, e tratndo-
me com a affabiiidade do costme, apertando-me a
mao, e fazendo-me offerecimunios, disse-meEs-
tudeo sen ponto, nao tenha susto.
A proposicSofui a casa do Sr. I)r. l.ourciro
parlicipar-lhc isso mesmoexprime este sentido
foi a cata do Sr. Dr. I.oureiro partcipar-llie esse
coslume estpido, apparecido com a obediencia pas-
siva; porqoanto nao ha ah oulra cousa, a que se
I'.'-, ni referir as palavrasisso mesmo.Forera vir
oSr. padre Rocha a minha casa participar-me isso
mesmo, he orna idea, que eu por deferencia ao res-
peitavel publico me alistando de qualifcar.
O incisoIratando-me .-om a nffabilid-ide do cos-
tumecita em flagrante contradicho com as qua-
lidades degrosseiro, e oulras semelhanles, que
o Sr. padre Rocha me prodigalisa ; porqoanto nao
pode ser grosseiro quera tern por coslume tratar as
pessoa. com aflabilidade. Ocostume presuppoe cons-
tante repetirlo da actos : a comanle repelido de
ajlos do all'aatilulade exclue a aonslanto repelilo de
actos de grosseria ele. e viee-versa.
Qaanlo ao segundo iocisoapartando-me a mao
, o amor di verdade me forra a declarar que nao
aperle a mo ao Sr. padre Rocha, com quem nun-
ca tive relac.u. algoma, e com quem nunea liaba
fallado;fora d'aula, que nunca viera a minha casa
te nao nesse dia, e a quem no seu segundo auno,
em urna das lices que delle exig na aula, de que
entao ttava encarregado, havia notado o absurdo de
suas ideas, e a extravagancia das suas opinioes, e cu-
jo altivo orgulho e algum. cousa mais, eu linha re-
primido, chamando a ordem, como me cumpria,
assim nessa licao, -orno em urna das tahhalinas,
para que fora chamado pela sorle.
A respeito do (creeiro incisoe fazendo-me offe
recimentoso Sr. padre Rocha nSo foi explcito co-
mo o devia ser, declarando em que eoiitisliram os
supposlas uflerecimeotoi: mas oque be verdade he
que nenhuns offereciineotos Ihe liz, nem poda fa-
zer, i vista dot pnce tente, que ali' llcam lielmeiue
_j -"oostos, e de outros muitos que omiti, mas deque
lublica o aecusa.
'le, quanlo a ass.veraeao diseEstnde
O'Si -lo lenlia susto, ea me abslenho de
a qn JJJa merece. O que eu disse ao
"t padre Rocha, ipamM^elle rroferio palavrns:
Amauhaa eahe-me I i r.-i r^aCTTT^^v eiu!Trrrr-~l-S
seguinte :Era inteirameole desnecessarh, i|iie vies-
te i minha casa pela primeira vez, pelo motivo qoe
o Iraz a ella ; porquant Sr.fedre Rocha, anda
que ea Ihe livesse manifestado algum desagrado os
primeira aula do sea segando atino, chamando-o .i
ordem n'uma lijao e n'uma sahbalina ; nao den en-
lajado seu acto o patio qoe d agora ; e todava,
sendo eu om dot examinadores nesse sea acto, o
Sr. padre Rocha foi approvado. plenareenle, porque,
pela minha parle,""pareceu-me que nao tinha res-
pondido (ao mal, que eu podesse com juslica ini-
nfetta deitar-lhe Um R. Portanlo, eslude bem o
tea poni I he isto o qoe muito Ihe recoinmendo ;
e nSo tenha bosIo de am R da minha raao, se me
der exacla canta do seu poni.
Ao que te cunlm nesta resposla, dada por mim
ao Sr. padre Rocha, relativamente ao seu segundo
auno acadmico, se referen) evidentemente as pa-
lavras pagiuati do tea libello infamatoriolugo no
segundo anno corneeou a encontrar obsjaculo__;
porquanlo nada mais houvc na Earuldade de Di-
reilo, entao Academia Juridica de Olinda, relativa-
mente ao Sr. padre Rocha at o fim do sea segundo
anno ; e por conseguiole nada mais ha a que se pos-
sara refeur e.sas suas palavras.
Na mesma pagina 10 ainda so l o seguale :e a
esla racommendac.lo por demais oecessaria, respon-
di-lhese estado no cerso do anno, muito mais o
l'an no dia do ponto.
He verdade : o Sr. padre Rocha me respondeu
nesses termos ; e lambem he verdade que me oc-
correu logo replicar-lhe que elle nao era juiz com-
pleme para decidir do aproveilamenlo do teu es-
ludo no curso do anno, e no dia do ponto : mas ao
mesmo lempo reflecti que era melhor responder-lhe
com o meu sileneio : assim o fiz, vista do que, des-
pedio-ie e relirou-se.
No fim da mesma pagina III at pagina 11 icres-
cenlou o Sr. pidre Rocha o seguinle : e resp n-
di-lhe nesles termos, porque a minha participaran
nao exceda os limites de urna consideraran para
com o lente, mui difireme eem dovlda, segundo
me consta, daquelli misericorlia que elle em com-
pauhia de um padrinho merecedor de ledo o res-
peito e aratamenlosua sonhoragenulloctando
pedir ao Sr. llr. Bandeara de Mello, quando qoiz
doutorar-se, o recebando depois de Mo humilde
penilel meo absolvo-le. Dcou leal a verdadeira
punirao o R injusto que dei'ara aaquelle doulor.
quaun, reino lente do colle^iu das artes, o exami-
nara em Frenen.
Quanlo assevereeloa minha pailicipac.ii. nao
exceda os limites de urna consideraran para com o
lente, ella c.la em lligraule rontradiccao com as
fguinle iiss.verares, que o Sr. padre Rucha le/.
MARIO DE PERNAMBUCO SARUADO 14 DEMARCO DE 1867
tendo apenas ol.re as vastas material do direilo
civil patrio, economa poltica, e Iheoria e pralica
do processo, as ligcirai o iaeonplelu niQlai, que um
esludant. daqell., ordem pode adquirir no cario
cstudo de um amo acadmico, julgou (er ae.hado
nos meus esrriplos cima referidos, materia mais
que suflieienle para lomar de mim ama vinganra
completa : c todava nSo noton nos dous primeirns
senan i, defeilo do plagio immeuso a seus olhoa,
porque toppOe que na confeccao de compendios de
tal materia, os seus autoie piidem a devem cslahe-
iecer doulrinas no.as, ,1c que uii.uuem tenha ainda
cogitado, e que na > Ihes he liello resumir o que cs-
criplores dialinclot c in-ignes nos conhecimenlos
, '------- --------- .-....,.....m ,i,ni,iut,i c ui-igncs nos conhec mcnlos
em outros lugares do sea Ubello famoso, a sa-1 dellas ten, e.ripto en, g.o.sos vo.umes ; e porque
her
I. Com o que elle disse a pagina ID a respeito
lo coslume nessa ronsiderariiodaita aos lenles por
MU discpulos, o qual elle lili qnalilicou deeslu-
pido, apparecido com a obediencia paitiva, que se
impunha segundo aflirmou a papina ti, aos esiopi-
dos. e que se exigir delle, como e mendigasse ap-
eir.fiin nao icllecli que essa sua censura mo tinha
eabimenlo nennoo, avista do qae eu itisse no prin-
cip o daquelles doai compendios.
Com efTeito, no principio do prmelro daquelles
meus compendios, ea disse:pareceu-me que nada
melhor poda fazer, do que seguir o avleme do exi-
mio jurisconsulto porluguez l'asehoal Jota de Uelll
provaeC.es ; e por nao querer pres.a,-,e a tan man- ZZJTZZZ i """ ^ "' M,ll
dita, quanlo infamante exigenela. Pre.eod.ndo- '"'^ *""""l0 ,0 ,8" """e compendio de
fazer urna victima, hzera-se felizmen.e um marlyr, H ,"u ".''V'""" '""l U"'U""' P'U ",esma "'
que cobria-se de .loria, nao se sujei.ando i estpida ? ^''^ *T 0l"".......'"^"*' <"*
obedieucu passiva. m-. e adJirionand.-lhe nos |u2ares competentes a
Segando, com o que disse dee lente de-de o fT","*, t," l',ro.,"ijn"","e *. poW-
priocipio ate o lim ,. !eu libello famoso porquan- ?^Sdcs,le '" \ ^"'-Uuan.o ao segundo, eu
, : sendo eu tal qu.l elie ahi me representa, nao l'r'"C""" M* 'l"e 5" "-Pouee ou
era possivel que tivce pan comiw, sen, se mes- "*,la ",e ,ml'" 'l"c ">e ecu, de plagia.o. por-
ir.r contradictorio, considerado algoma, que nao ? ,'" lra"""""! 1 o fiz desconecta, n.
fosse a adulado, mi lk.nl, ....J........ 1_ "Cll-'l|c,;, <|uc trato ; e que, pelo contrario, colhi
fosse a adularan, ou lisonja, excitada por seu pro-
prio inleresse, isto he, a salisfarao do desejo de ser
pprovado por mim
em muitos dos bons nitores que teem cscriplo sobre
ella, a mxima parle das ideas, que esle livro en-
j cerra, nao me pcilencondo lale a coordenarao e
Terccrro, com o sen procedimento a respeito do i .
'eu aclo do .V anuo, acerca do qual sabio do. Iimi- ^T^tB^' "'"m" C'U "" mU'"S "SM-
les dessa supposla consideraeao par com o lente "" q"e "'" C"S"V<[ iO* "Snalid.de da forma
porquardo nao a manifest,, directamente ao ^ !"' "'""Zr*"A "." *^ b"" C"t0 dC
lente, romo no anno precedente ; nlo veio a mi- P *"""*'* ]"""en'' ^ ,em Cn-
nha ca, como entao ; e ndicamente implaron 1' "". '"" '""^T'" "* """"" "* "'t"""**
a minha indulgencia por intermedio do meu nobre du^"munl' 1" oo desse do seo ment, citando-
amigo, o Sr. Antonio da Costa Reg Monleiro, que
dous ou tres dias antes do ponto do padre Rocha, le-
Alem da arguieao ,in defeito do plagio, o qual nao
lern merccimenlo llgom, av.sla do qoe acabo de
ve a bondado de vir pessoalmenle a minha casa in- "l*rc<'imenl0 Uuni. av.sla do qoe acabo de
lerceder, por si, c em nomo do Sr. Dr: Anlooi0 l""l(lcri,r' c (,a *8 usura que o Sr. padre Rocha
Vicente do Nascimcnlo I eiloza, pela approvarao do ifM p,!:' ''' ''" ""' llliclln tinoso, relalivamente
Sr. padre locha. M i">l'liiii;Oes de direilo civil, assim concebiila
Qoarlo, dita asseveraca, do Sr. padre Rocha TT, '""'"^ "". F^*", ^^^ "'" "* ,raducf'
lambem est em flagrante conlradicao com o impla- i """'"* '*"' '|UUr i"l'SaS- q,"'r ">"*">
cavel odio e profundo rencor, que Sr. padre Ro- I e>""a'las com" cm VIS"*' c principalmente a an-
cha nutre em seu pei.o contra quantos, como eu, | T"" '""'^ '^ T-" ^ ^ *"" ^ *"
Odsceram em P.,ri-1 im ................ _' 1, com materias, das quaes nao lem no-
ndseeram em Portugal. Sim : as suat palavras a
Pg. do seu lihello famosoque resposla solemne
nao devo dar a este ainda mata rain inimigo, en,
quem cabe perfeilamente o dito popular applieado
aos mos porluguezs manifestam claramenlo que
eile nutre em Masagrada peilo, mais do que
nenhum desses poucos do povo, a quem allude a sua
expressaoo dilo popularo mais implavcl odio e o
mais profundo rencor contra os que nasceram em
Pertagal ; de maneira que a consideraeao de ser elle
ti-iancensura, que tanto nao he conscienciosa, e
fundada em perfeilo cunliecimenlo da existencia
real desses suposlos defeitos, que o insigne censor
nao cilou nem se quer jrn s lugar, em que houvesse
erro na traduceao do lalim ; nao cilou nem se quer
urna s le amiga ou moderna, que eu desse como
vigente, estando revogada ; e nao cilou nem se quer
urna s de nosusleb, que tendo reUrao com as ma-
lelas tratadas por mim, na0 tive-se sido indicada
ondeodevia ser. O insigne censor, porem, especia-
mimstro de Chrislo e pastor de urna fracrao do seu i .T-, """*" """' POrem' CS|,eCa
rebanho, excita a .dmirar.ao, e o pasmo." e move a I n!". '" rela"V1"n""e ^s elemento, da
evelemar-se com a poeta Latino lanl.cne animis .'""" T P'""C,'S"'- A e^Po"o. P-
ccle.lbus ir. :_ aemus c ,leve,no responder. Vejamos pois se elle
tem raz.lo.
I'rimeiramenle aponlou como defeilo o cnconlrar-
se no referidos elemento, citado. C. Tclles, N. R
ladiciaria de Portugal, muilas vezes em opposicao
;diz elle, cora as ords. : elle porm nao indican m
s exempln de urna estafa* desse sabio jurisconsulto,
,m_ l,on, ds doulrina, em que elle esteja em oppo-
sirio com ilguma ord., que eu desse como vigente
enlre nos : luniloo-se a es-a sentara banal, a qual
nao se p,,de responder. A mesma coosa acontece a
respeito desse seu enunciadoonde encontram-se
em a menor ranalo de om espirito Ilustrado e
progressisla, copiada!religiosarn,enle todas esaasdou-
Irinas antiquadas, dislinccoes banaes e soperelicio-
Cicle'lbus i re- '.
Quinto, finalmente, esta lambem em llagranle
roulradicrao com o procedimento qae leve no sen
segando anno ; por quanlo como eu ja cima o ds-
e, nao leve para enmigo a referida consideraeao.
Acrereenlou o Sr. padre Rocha que essa conside-
raeao fora sem dOvida, segnlo.lhe consta, mui dif-
ireme daquellamisericordia, etc.
A vasta intelligencia e sublime lgica do Sr. pa-
dre Rocha falharam-lhe inleiramcnte neita occa-iao
por quanlo nem comprehendeu, que para que po-
desse ter-lhe constado que a sua co,,.derarao para
com o lente fora em duvida mu iliirerentedaquel-
imisericordia, etc.era de anaolata necessidade
mu. al,.- i.___ ,, -------""'" ....."' """luao.s, unjinccoes uanaes e saperslicio
spihto do seculo, porquanlo nao-indicoa um s ei-
tmplodedoutrinasanqoadasedittinrr.-es banaese
'upersIiciosas.Ea parda vaguido dessa censu/a, que
dessa consideraran ; pur quanlo sem essa eonditjao .
nao poda compara-la com a supposlamisericordia, e
e concluir que fora mui dilTerenle dalla ; entrelan.
lnraim.inifKi.ri.^ -, '-e......>.l,s parudvaguiaao Uessa censura, que
,re !,ld C suacnsileracao nao foi bella digesUo de idea, nao encerr esta elTqenle
n,nlsue",'Pf1eeu"a" t-e*. proposirao-onde encontram-se. sem menor ,-
ver.-.V T qu8!,in"a q"i,,"io fose ^^^^^M'^n^r^Zl^Z^
foi exeminarfo em frencez, nao era crvel que nina
causetaopeqaeninetive.se excitado na a..*., do -----------u.p,-a, cop.adas relig.osame
SCD,. liandeira de ZZ ,. TI 11* "li. '"" 'ne"T."""" de Um sPir' 'tr.d
Sr. Dr. Uandeira de Mello lal rancor, que anda
muilos anuos depois. e quando elle ja era lente do
eurso jurdico de Olinda, nao pdeme ser ahraodado
senao pedindo-sel-he misericordia, genufleclindo.
E dein ,is : ignrate por ventura o Sr. padre (locha
que em tS eu eulrei em concurso aos lugares va-
gos no cursi, joridico de Olinda cornos Srs. Drs
Boiras de M.1,0. Baplista. C......, ,-igaeiredo, .[^X^;^?^
Chaaas L senao o ignorava, cio he que a sua-to-. ..,T^7^^>j^..^_._- -*J .
gica admitlio a potsibilidade de ter sid.; mplrada
por mim a indulgencia do Sr. O^SinMtl de Mel-
lo no meo doolorarnenlo.ja-eiie ilndl n5 cra ienlr<
quan.lo eu mj doulor?,-, pois que concurr com elle
eTSSM^jnijif-Srs. Drs. ja nomeades a respeito do'
lugares vasos no referido curso jurdico de Olinda
no anno de 18:t ?
A pas. do seu libello famom o Sr. padre Rocha
eiprimc-se que nesles termosS. ea porem,por esta
pirrase, ate corto ponto verdadeiraelle aqu nao
passa de unie mediocridede conhecidajnlguei-me
lo offrndido que do alto da imprensa compromelti-
me en, dar resposla cabal a esse aggrcsso gralaUo.
que resposla solemne nao devo dar a esse ainda
mai, ruim inimigo. em quem cabe perfeitamente o
dito popularapplieado aos maos porloguezes, esse
cobarde qoe lao alrairoadamrnle oflendcu-me no
que eu tinha de mais sagradoa minha repularao
escholaslica Se eu nao livera materia mais que
suflieienle para tomar urna vin^anca completa de.se
inimigo rencoroso, am f de honra, que longes Ierras
Yivendo a vida mai, obscura, seriam a minha palria
adoptiva. Entretanto boje lenho prazer urgeule que
nao posso abafar no peilo, de ler sido honrado com
0 R. desse lente.
Esle polaco do libello famoso do Sr. padre Rocha
Ua helio, lao bem escripto, tan cloquele, lao mo-
---------------rw .....,,..(,-,,,,,,,,., In,,_ ........,,,....... -.. (.....,, ,. ic.i..a aaaacripcao a
derado e lao atlenciosa para com aquelles, de cujas pena de lalia., qu iodo se requer a falsidade de do
supposlas iujasticas se queixa, qaanlo o sio lodo, os cumenlos, e urna InOaldade do nutras phrases se
de,na,-, aaa formam rum alia,, m eut. k..ii_ ,nr,ii.....iM.. .. .... .1- _..
demais, que formam com elle o seu dilo libello fa
rnoso ; ao mesmo lempo que moilra 9 maneira e-
de urna parte do seu rebanho en.turna vng-i-s
dos que soppoe erem seus rencorosos inimigos, rao,
urna alegra qae eslava bem longe de rr.ea curaca,,
amanha fallaremos ditto.
* T A,nan,,aa a,na,,lia Promette-mc sem-
pre, insisti ella.
Farei o que quizeres, disse-lhe eu abra-
Qando-a.
Muilo bem !
it E como se livesse esperado somenle essa pala-
*Ta para adormecer, ella fechoii os olhos sem pro-
unnciar mait urna palavra. .
Fiqoei por muilo lempo vendo-a dormir. Seu
somno era tranquillo; apenas cu perrebia o leve
movimento do leaei l levantado pela loa dbil res-
piragSo. Em certj, momentos ella parecame ale
mi -ira,nenie immovel. Enlan levada de um vago
soslo, eu chegava-lhe ao, labics am epelho de algi-
heira que ella routerva sempre sobre a mesinha
junto de seu leilo, e ao qual conitmpla-se as aexea
lloras ibletraa, como para aegalr em teu umblanla
os progreso, da doenca. O wpellio cra emnaciado
pelo seu balito, e eo senlie-me alliviada de um peso
enorme at o momela em que novamentc atormen-
tada, repeta a experiencia.
" Emfitn, s dez horas, dt'i,ei-a,recommendndo-a
aos cuidados do Cine, a qual rit-.-le-se porto delle em
um -Minuete. Deilei-mc quebrada de f.dige, e cui-
dendo que adormecera logo; porm nao foi-me
possivel conn i.,r o somno ; llana empre .liante dea
cilios Marida profundamente edorinecida, deptts de
liaver dormitado lodo o de. ^
Elle dorme demesiedameute, repela cu sem
cessar ; isso nao be natural !
Emlim. urna hura, nao pndendo mais rouler-
me, vollei a sua camera. Ella dorma anda mais
immovel do que nunca. Eu nao perecida respira-
do ; o lenrol, qne entao cobria-lhe a burea, nao me
permitlia mais le^itar a experiencia do espelho ; eu
eslava dyoreda de nqiiielacao.
Nao a dexarei sem ter-lhe falla lo, disse r
a mim mama. Nao pomo licar toda a uuile nesla
perplexidede !
u E bat tu um movel com o castirnl auc liaba
na n.a.>. *
" A se rumor ella abri os olhos, e como cu
juiz nao so das mindas fatuidades ntellectuaes, ne
gendo-me a inlelliaencia, e concedendo-me apenas
a potencia da memoria, mas lambem dos meus es
criplo In-tituieOes do direilo rivil UrasileiroEle
raentos de economa politice, e Elementos da
Iheoria e pralica do processo
Com (Tello, o Sr. padre Rocha, conlessando ver-
litoonde encontram-se copiadas religiosamente,
progressisla, todas e-,a. doulrinas anliquadas etc.
0 segundo defeilo apuntado heencoalrar-se vi-
gorando- em toda a forja a cilacao por carta de C-
mara.Sim : eu triic; della no titulo IV. 20.,
fundado na ord. liv. 3, til- 1, go!t.: .liaa Sr. pa-
dre Rocha nao cumprio o dever de um cenior cout-
rmncioso e entendido na materia: nao citoo le, nem
ah'.ili :,i o ci^sVJTSJtjmri da referida ord.
O terceiro defeito lieaubsrrfpGiaj pena de la.
bao, quando sesrequer (diz o" Sr.* padk* .llocha) a
falsidade de lixesse o conbccimcnlo deslas mate'ria'a igual'a^gue
o Sr. p,dre Rocha mostr lervdira-quando ss queT
argir de falsidade lgum insirumenlu publico ; mai
o Sr. padre Roha, fallando de documenlos em aerea
ou Dlerprelou mal as minhas palavras/ou enlen.e
que lodos os documentos seo pblicos, ou entao qui'
de proposito atlribuir-me um errp, que nao com-
melli ; pois que falei da oseriplnra publica, e mes-
mo a respeito desli. eslibeleci urna eirepcao 1 veja-
se o ciLdo.lilulo IV, s ullimo de meo dito com-
pendio., iadicou porem o Sr. padra Rocha alguraa
lei, que baja revegado a ord. liv. Vt'it. 60, tj.. e
em que me. fundei, ou moslrou a inulilidade da__
sub-ciipeao a' pena de laligono caso por mim fi-
guredo Nem ama nem oulra cousa. Esse bicho
pareceu muito feio aoSr. padre Rocha ; excommun-
gou-o logo, sem meis exame, e julgou-se dispen-
sado de motivar osea procedimento, porque espi-
rilot Ilustrados e progresaialaa, romo elle, devem
ser crido, sob sue palavra ; e principalmente quando
a Irausformacao la antiquada linguagem juridica
a sub.cripc.ao a' pena de laliao, quando se quer ar-
i:ur de falo olgum instrumento pablieopor esta
dainvenro do Sr. padre Rochaa Mascriprao 1'
melhanlcs a essa, de que se corape no seu lodo
bnlhante c eloqucnle libello famoso do Sr. padre
------,.. ., ------.. ,,,rl,., c. ..,,.,,,v nomino uueiin lamoso do Sr. padre
vangel.ca, porque esse ministro de chrislo, e pastor Rcha, atlctaru e illuslree.v, e progresso do seu au-
de lima nrtn dn 011 rl.i.il... ....,... ..:--. .. t_- __--j___....
e lor, que por excesso de modestia que Ihe he ron-
1- genita, como o revela e pruve o seu mesmo lihelU
Ira tambera o boiu direilo, com qne elle se erigi em famoso, se confesa, alccerlo ponto, una medioeri
,<>,/,, :ln en dac ntlnh,. r..,,.l...i... :-._n....._ ... ^ tM
<- ilade condecida
l'oi lambem por (oda,, ou por algnma, dessa, r.
- zes, que o Sr. pr.dre Rocha n.o molivou a argui....
* do quarlo deleito, consislenle na doulrinaJo furo
- commum.
Finalmente o quinto c ultimo dos defeo, indi-
cados pelo Sr. padre Rocha he esteas conlr.diclas
;ri-
llda
.'iera
. ......--------.........-...-1-------.|...v.. |,IU,rnor.....e esleas contrad
dadeira ate corto ponto severec.ao-elle aqai nao : pac .Higo,, cerno exigi, ,, dlreita enligo, quando
patsedeuma racdiocndade conhecidaque outrora inquirires das testerauubas nao eran, publicas
hzera a seu respeto um de seu, distinrlos lentes, e Aqai ainda mo-lrou o Sr. padre Rocha, que, ou nlo
e^^
rendo ouvir rumor em tua alcova, e vira... | ni.I pobre amiga, esle mulher er n, h, "
. -l-ezer rumor, .n.errompeu ella. Oh como -Rom dio. minha rali I bom dia M"r ,, '.
vos anida alo darme bem. Abrara-me, e v.i dor- loo oes., mmenlo Berlba a mal ,o?n,~nd
m,r a leu turno IMrcceses.ar mui.o acordada. por nao ver-mc junto de si quando aeZ\'u *]el*
:: S^AMi-rSimi* +JS?m** -*
m.'nm .'1L"h" I'" "0,C dS'e "" '*- Erepelli-a para a porte. Mas peosei lox ae ,.
Entre, na muida alcova profundamente triste, lomando Leonor nn, braco-, apioximei-j1 dn msin
l.m pre.enlinun.o d,z.a-.ne que Mar.be me fallara da def.nl......zcndo-lh. : *,'01"l,<, do ro>l
pela ultima vez. Ante, de deilar-me, dei um beijo a ll-iia-a.
rail s urna des m -ninas adormecidas. Urna lagrima ,- A pobre menina deu um grande bciin ne.s,
calu, mi grado mea sobre a fronle de Leoaor. E,- fronte immovel. e vMado-se aara min. SJS
hm de,.e,-me adormeri profundament;. Al lele com ar ,;.....ello : P *"**
doras da manhaa Gina veio acn.dar-me. dizendo : Ella esla dormindo.
., !Si?r!:.i?3- "" "S lro:dorma de Eo tambem -tuero bailar Martha.dbM Ilerth,
sajsrarw-tt^ ESLA. l-i-l^^- ->- smss
XiX- *l=.....- ~%ttSZET'm~'*
J*B > -1 ^ como^ttFZX?2?J~*
O braco que ella HrltS parairnviar-me um beijo, que Marlha esla lao f.ia P'que lie
penda inerte do leUo.\oUvera forc para reeo- -Se ella es. fra, ma. ani, iponM ,
\ > dendo mais conler-me. rosnemos a lieosnn .!,.
Naot.vcom instante o pncenlo de chama la ea am se icio. "**vu aaqaa-
.. de loear-lhe.e tomando., e-pelh\ qaa Ja liaba- E eahi d. joelhoi Undo o raito aaado n l.ll
1"" "rv",':i "'"- aos I......-: depo. mo.tr.n- ,,, derramei l.sr.m.. em vez de oVTr m
do-oe.,o,aaM,alpldez ina, a dual Olb.V. Herida rec.la.a com vi,, ciar, oValia'd. meabS.
I 1 -llera ve qu. ella eila mora I \ : de seu bom aojo, a pe<;ueoa Leonor ieTo aj.P.har-
eulemleu as minhei palavras (sem duvida por anli-
quida e coordenadas de lal sort, que sAo ininlilli-
Kiveitpara eipiritos illuslradoi e progressislas, como
odo Sr. padre Rocha: uu entao de proposito de-
liberadamente quiz imput.r-me um erro, que nao
commciti. (Veja se o til. XI 5 7 do mea referido
compendio'.
E na verdede a llnalrario eprogresso do Sr. pa-
dre Rocha, ainda novamcnle se revelam. na phrne
que se l pagiaa 16 do seu libello famoso em ,e-
gateento desse, que ecima tra.ladei, e he a seguinle
e oulras aantiril desse lote, a, quae, nao ignora
nem o lesoleio mais estpido da aldeia.Com ellei-
lo : umanliquerio, um carranca, e um estupido como
eu. ,e quizesse vituperar, o rebalsar os eicrfplo. de
mitro, diziae oulras asneiras desse quilate, a. qaati
nao diz nem o mei, estpido legoloio .l'aldeia
me, o Ilustrado e progressisla Sr. padre Rocha tem
linguagem e penaamaaloa mai. elevados, mais Mus-
ir tos e mais proarcssislas ; e por ,so a, sue, phre-
ses sao iauae, a eslae oulres asneires desse Inte,
es quaes neo ignora nem o leuleio mais Mtopidn
d aldeia; de aorta qae nao o dizer ou escrever.
ma, o rfflo ignorar oulrasasneiras desse lote,he
prava de estupidez pare o Sr. padre Roche.
E que saber, illustrerao e pro^resso nao reveis
lambem a phrase dopedaro do libello lamoso do Sr.
padre Rocha, que cima traslademos ; ato he, .-
quelle pbraeeera T de honra, que longe, Ierras,
vivando a vida mais obsenre, seriem a minha patrie
adoptiva? Eis ah oulro ceso, em qne um auli-
qoario, um carranra, um estpido, sem intelligen-
cia, e que so tem a potencie da memoria, como eu,
sesondo o dizer doSr. padre Rocha, dizia epenas
e f de domem de bem, que longjziques Ierras, onde
polesse ser dciconderido de loda a genle o meu v.r-
gonheM luccesso, seriam a minha palria adoptiva,
ainda qoe livesse de viver nelle a vida mais obscura
: ma, a Ilustradlo e progre-so do Sr. padre Rocha
vai mais longe, e lao longe, lao longe, que a um es-
tupido, como ea, parece que nema sublime ptirata u
inciso vivendo a \ila mais obscura nao lem a
quem se lefira, senaolonges ierree entaoIon-
get trras vivendo a vida mais obscuranao he urna
idea sublime, nao revela urna Ilustrarlo e progresso
capazas de deuarcm boquiaberto 1 um pobre cer-
rarla, ceno ea 1 Mu, volt.moi a- historia da vinda
do Sr. padre Rocha a minha casa, a qual foi in-
lerrompide pela, digresses e rcllexr.es a que me ai-
reslou rresistivelmerite a belleza e sublimidade da,
phrases do meu illusirado e progreisisla detraetor.
-V pe. II do seu referido libello infamalorio pro-
segueoSr. pedre Rocha oestes termosRelirei me
pois, na maior confianca, sem pensar, sequer, que
o bomem, queme tinha leecionado no segando anno
.pprovado plenamente, e me prodigelisado elogie8
e anda na vespera ms tralare com tenia considera-
cao, fosse o proprio, que no dia seguinle represe:,-
lasne papel de um verdadeiro carrasco.He verda-
de queleccionci no tesando anuo, quando se linha
matriculado nelle, o Sr. padre Rocha, e concorri
com o mea voto para a sue plena approvarao, ainda
que em verdade, livesse sido mediocre o "sea apro-
veitamenlo, e um pi.ucn reprelmisivel o seu proce-
dimento escholaslce, como se Infere do que eu ja
disse mai, cima a esle respeito. He porem comple-
tamente falso que eu li/.esse jamis em parle algoma
o menor elogio ao Sr. padie Rocha, cojo orgolho,
destituido de todo o fundamento, reprim por duas
vezes do alto da cadeira, no mesmo seaundo anno,
como ja cima declare!, e a cija merecida repressao
como tambem j Dotai cima, se referem as palavra,
a pag. I. do seu libello famosologo no segundo
anuo comerou a encontrar obstculos, e a bonanca
geral que comprehendia a todos, sem excepcao, con-
verte-M contra elle em horrvel lempeslade.
Igualmente be falso que eu trtame ns vespera o
Sr. padre Rocha com a consideraeao que elle alar-
dee. Tralei-o pelo modo que ja cima expuz com
loda a fidelidade c exaclidao. que costumo guardar
em pontos de honra ; e ncnbumes outras palavras
ouvio da minha bocea o Sr. padre Roche, alm de
que je refer cima ; seudo que avisla .ellas devia
o Sr. padre Rocha contar eara um Rda mi.
una mao, no caso em que eu podesse deilar-lh'o com
manifesta jntlica. E tanto elle conlou desde logo
com um R de minha man no referido caso, que abe-
nas sabio de minba casa dase jactanciosamente
guns esludanl*. que havia de estudar a seu .0
de tal ,orte qu em vez de me dar occasiao o.
leilar um R, latvia de r tice;, o que infelizmente para elle nao pode coiii>>-
guir, segundo a sue mesma eooAllIo, a pag. II ,j
libello-femoso, linha ante-penullima.
Tambem he falsa e asseveracao do Sr. padre Ro-
cha, pag. IIUve que responder por epigraphes
das ords, por sua ledra decorada, etc., etc.__; por
quanlo nunca exig de meus discpulos, senao a ci-
iico das ords., e mais leis, quer palrias, quer re-
manas, applicavei* a'materia, deque se trata, ea
'obstancia dellas, na parte relativa a' mesma ma-
teria. **
^pag. \>. d.ijr'o jfa*Yadre Rocha, que vendse
maltraalo e insultado por m.'m como o ,7?,?is vil ilos
escravos, fieara desaponlado : elle mesmo, po.YnT,
se deimente logo a si proprio por meio das palavras
sendo lal o seu desal.rimcnto cm dilo, oflensi-
vos e picantes, que nao me consenn jusliflcer orm
s das minhas resposlas, que, dizia elle, eram dis-
paraladas.
O supposlos insullos, prtenlo, con,,lirem, se-
gundo o dizer do mesmo Sr. padre Rocha, no. dito"
ofTensivo, e picantes a, soe, resposla, ,5o dspa -
retadas c em nao Ihe consentir justificar ama ti
dellas. Pela fiel exposicao. que hei de fazer mais
adianle, de lodas as rrcomslanras rio acto do Sr.
padre Rocha, se vera' qoe n.lo insullej a sna pessee
como ao meis vil dos escravo,, segundo elleaflirma,
sera exhibir genero algum de prova.
O Sr. padre Rocha, propnndo-se dar urna ligeira
dea do aeu arto, exprime-se de paz. 12 e pag. 13,
do seu lihello famoso, neslns termos :
Demot urna ligeira idea das pcrgunla, profun-
das, que me fez esse lenle, que nao he estpido, por
que decora, e porque he esla 1 onira forra inl|lec-
la.l, de que dhpbe, nao raciocina Quaes'.!< os
requisitos exigidos para dar-te ciimpensec,ao ? I'er-
gunlou elle : que a divida seja liquida, vencida, e
da mesma especie Ihe respond:llavera' alsiima
exreprao de divila, nestas circunstancias, a, quae
todavia nao se possam compensar '.' Nao me recor-
d, Ihe respond.Aqu com as maneira, a, mais
descommanees, replicou elleHe, sim, senhor ;
ha o deposito, o furto, e as dividas da fazend na-
cionEl nao leu a ord., nao abe nada.I,i, ihe dil-
le eu.niais de una vez, nelle vi lodos esse, rases de
que Inte, nao como e\cepc,oos, porque nenhiim
deslas dividas tem o, requisito, para a compensareo,
e sim como casos diversos, numerados por elle, so-
bre osquees nao se pole dar compensadlo, por nao
terem a mesma nalureza. Por tanto continuo a di-
zer que nao me record de nenduma excepcao. A
isso elle respondeu com gritos estrondosos nao
admiti argumentara a, nao leo a ord. Lie, leia
se junto da irmaa, e lieou de mam postas e de olhos
levantsdosao re, em quanlo dorou a!oraclO.
Al lagrima, liuliem-me |.illivi.idn un, pmico.
fia ncesstava dissn, eslava solToeada '. Cuidei como
eaataniava noalmofodM meninas e depois confie!
as a tuna com a ordem de nao dexa-le, sabir de
sua tmara sol. nenlium pretexto. Corr entSn al-
cova da pobre Marida ace.i>ando-m de te-la aban-
donado iior tanto lempo. Rcsleva-me rumprr um
dever mui penivcl, que em sua ausencia eu 08o qui-
zera conRar a ninsoem.
.1 (uardam-se poueo os defontos na Italia, onde o
calor habitual do rlima faz de sua prnmpla Inhuma-
rlo urna qoestao de iilnbridade. Todo o que pude
obler fui que e ceremonia des exeqiiM, Inste feita
de noite com lozei, Fiqaei qnati saliifaila : a cs,a
hora ai menina.eslariam adormecidas, o eu potera
subtrahir-lb-s es-e triste esperlaculo ; poderla SCom-
panl.ar minha pobre amiga at sua ultime miade.
Eslava quebrada de fadisa, |Hirem greca, > robuKl
(iina. a quel e principio HHleve-me, e depois creio
qu carregou-me, as-ist al O lim da ceremonia r,i-
nebre eis doz horasachava-me no meu leiln >em sa-
ber bem como linde ah ehe^ado.
a Esla manhaa urna nova provaco me eguerlava
ao dispertar.
a MaiIba vamos ver Marlba foi esse n i>ri-
meiro grito das meninas.
I Marlba retiran-**, meu, anjinhot, ii.se eu
contendo as legrlmas. agora elle esla junio de Dos.
II \ .111,0. 1 1 timbea), exelamnu llerlha arras-
tando-me pare e porta, notretanlo qoe irmBa -us-
penta ao meu vestido, repeta. Vamo, van,,,.
Laocei-me diente dellas com um movimento de
saslo involuntario, e disse-llse :
NSo podemos r ver Marida, (levemos espen
aqu seu pai.
Meu pai diss* ilcrtd,.
Meu pai repello (Leonor, balando palma
aleRremenle.
a Coiladinba b* a primeira palavra que a m
Jinda-lde entinado e pronunciar .'
o Elle ha de Irazrr-lhes bellas coasai du I'aris,
tornei para eaptirar-ihes a atlenjao.
a ord.Ubc lerendo li a ord. linha pur linha, e l
illo gastou-e um quarlo de hora.
Vamos a'confosao, outro modo de extinguir,
obrigactes.O fiador da obligarlo lambem fica li-
vr. pele confuslo ? Sim, Ihe respond eu, porque a
divida que e havie afnnrado eilingoo-te. Porque
lei '.' Pela I.. 21. Da fideij., e en. lugar de dizer por
eilensoDe fideijanoribos, dis.c de fide, pen-
sando, pela perlnrbarao em qoe me achava, que a
j seiia erroda imprcn>a. A esla minha cita.
ro errada emcnlou elle ruin um furiolo De fi-
dejoiaorlboi Onnhor ignora as cou.es mai, iri-
Viaes do direilo ; nao sabe nada.
Veinosadoaco.Eu proinclli dar a Pedro um
dos 11,eu, bois, este, morreram lodo, a que serei
nbrisado .' A cousa nenhama, porque os boii morre-
ram (odos,|lhe respond eu. Ainda furioso repli-
cou Nao he es-e a razan, de porque n ohjeclo n.o
foi determinado. Como se ito e o que 00 dina, nao
fo-.e urna e a me.me eoail
a Vamoia emphjleuse.I.lii.iiiih, n .endono d-
reclo he derdeiro do sendorio mil, fieara' exlincla a
emphj'toote? Sim,senhor, porque quando o do-
minio til esla' reunido ao dominio directo, nao be
emplnieuse.Nao,endor, rcphcou elle 110 mesmo
lem, a razao nao de essa, be porque Va consolida-
Cao. E o que eu dise, ll.e repliquei lamdem, nao
de e definicao de consolidar.-.o J KiO admiti argu-
mentacao ignore as cousas mei, Iriviees do direi
to : nio sebe nada ; etlna salisfeito, concloio
elle.
Furain estes ai anieil porgante! que me fez,
e nao comodis.e o mentiroso correspondente pera
Jornal do Commercio em fin, de IK.i.
Eis-ahi a espoiicao da meterle, modo e forma do
aclo d quarlo anno do Sr. padre Rocha, feita por
elleniesmo no seu referido liheiio-f/amou. tillan-
te a' belleza do eilylo, pureza da diccao e cautela
em evitar cecophitos, ellas s-jo lee, qaes se devia
esperar do domem que dos pouquissimos dos ser-
loes do mirle da provincia da Radie, redu/.ido e ex-
presse, mai, .implica, das precisla, linha tmente
por sua, aturada, lucubrarnos, pela necettldade, es-
j sa mai rigorosa conseguido ludu qoaala havia em-
| predendido ; do domem de quem o llespoli'ino
"te minha pessoa; armado ruin 'loda a fon .1 ma-
| 'erial, unir qae Ihe he proprie, por qae be a nica
que o sustenta, prelendendo fazer urna victima, fez
felizmente un. marlyr, um marlyr qae cobrio-sc de
gloria : do domem que sannd do nada, s-
mente por seus recursos, nossue hoje, em favores,
dous pergeminho, scientificos : do domem, em-
lim que nunca mendigon approvaces.
Ma, se por esse lado a expotigo" do Sr. padre
Rocha se fai rerommriidavel ; a respeito da malc-
ra e dos laclo, de que se -ompoz o sea acto, o Sr.
pedre Roche. 00 fot.se de proposito e caso pensado,
ou ruste porque, rico de intelligencia, seguadinqoe
elle diz de si mesmo em ,eu referido libello famoso,
de sohrcmanrire pobre de memoria ; oeetio-eo in-
leirame.itcda exaclidao e da verdade ; porquanlo
neo so allernu-lhe e ordem. principiando a exposi-
plo delle precisamente por onde elle aeaboo, mes
tirnbem alterou-ltie ii.teiramente algumes das cir.
cumtaneias, agailando-ai ao seu proprio inlere-se
e omiltio muilas oulras, cuja omissao Ihe he sobre-
modo laalajosa, e 1 mim damnosa, sendo que alm
disso lalloo iuleirenieiite e tardada, quando disse
que so rom a leilura de ord. geslou-se um quarlo ne
dora, quando a pura verdade de que eu su llie men-
de ler u j |> da ord. do liv. I. til. 78, que ere ap-
plieavel eo cato, c com a Intua desse paragrapdo e
ndservacoe, que a respeilo delle eu llie fiz, nao se
gasloo seguramente mais de dous a tres minu-
tos:
Eu pama pois a expr fielmente, e por sue ordem
as persunta, que liz ao Sr. padre Rocha ; a, repos-
ta, que elle me deo ; e es rezes. 00 ergumenlos.
com que combat as leal resposlas, ue parte em que
nao me agradarem.
I'rincipiando, couvem advertir previamente, n.lo
so que o compendio de direilo civil patrio ainda cra
entao o do Sr. senador Patcboal Jos de Mello Freir,
mes temhem que 110 ponto, que lirou a' sorle o Sr.
padre Roche, comprehendie-se o ."> '".. .", do 1 li-
vro dme dislincto jurisconsulto, e qu. o nesse mes-
mo :, qne principiei .< arnuir ao Sr adre Rocha,
sobre o modo de exlngur-se as iibria oes : primei-
rn, pela contusa,, ; segundo, pela mor.e, 0,1 destru-
cao da cousa, que faz u obhMta da ebrlgacjlo ; ter-
ceiro licaliBeiite, pela compeniacio, a qual tem sob
0 niimern !l do mesmo S .
As piirneira, palavras, que dirigi ao Sr. padre Ro-
cha, foram estas :Veja o S 5 na til. -> do teu com-
pendio. Ahi se diz tob numero i", que a divida se
extingue pela cunfusao. Pare me der urna prova de
que emende essa proposito, quena der-me um
txemplo de urna divide exmele pela confusa*.B
cuino o Sr. padre Rocha lirasse desapartado e sileu-
coso ale que eu Ule disseSe nao ada um exeroplo.
que me d, eu vou dar-Ib. algunsRcspondcu-me
euiau,\eo me occorre um exemplu adequadu. En-
tao eu disse-lhePedro, credor de Panto, foi nsli-l
luido por este eu derdeiro, e fallecido Paulo aceitou '
lieraoca, 011 oiea-ceraa. Ah tem o Sr. pedre Ro- I
II em cada um desses dous casos m exemplo de I
urna divida exmela pele confatia ; porque a divida,
Undo a runfundir-te com o crdito em urna s e
"Fsuia pessoa por elfeilo inmediato da surcessao de
1 edro, credor, ne hereiica de Paulo, devedor, exlin-
guio-se ; e extinguo-se porque o ser devedor e cre-
dor de s metmo eucontra una cerla repognancia ju-
rdica. '
Em coutir.uacao de especie, em que estevemos a
rnnfu dre Roche a pag. 13 do seu libello famoso, pelen-
Irendo com isso a conu.ao de suas ideas em mele-
nas juridica, ainda Ihe pergunlei, com o lim de
Ihe ministrar am terceiro exempln da confusa,..
Quaiido o senhor directo se torne elTertivo berdeiro
do i'in.ihjteui 1 ou f.ireiro, extingoe-M a emphytru-
m .'Hesp ndeu-me :Sim, porque quando o do-
minio til esta' reunido ao dominio dilecto, nao ha
emphyteute. Repliquei-lbeA ra:,lo d extinecao
da emphyteu e na hypolheie figurada u.lo he. cono
diz o Sr. padre Rocha, o nao haver nn I,-, leu--,
quando o dominio mil esta' reunido ao dominio di-
recto ; porquanlo isso be dar o eITcilu como causa de
si mesmo. Reunido o dominio til ao directo, do
qual d'anlcs stava enarado, nao ha in.isemphv-
teuse ; isto he exarlo: a extincra.. da amphvleail
nesse caso be um elleilu necessano dessa reumao, e
qual he, pela sua parte, nmefleito in.medialo e igurl-
menle neeamerio de oulra caasa ; ma, dar como ra-
zao de um desses dous efleitos que ambos lem por
causa geral e heranca. 011 successSo) o mo dever
mais empliyleusc, de evidentemente dar o clfeito
como eausa de si mesmo. Poilanlo, segundo os prin-
cipios, e em linguagem leclmica da .ciencia, princi-
pios e linguagem, de nue o Sr. padre Roche esta
moslrando-se muito afnein, a raz.oo be esla : O se-
nhorio. em quem resida o dominio directo, lornan-
do-se efleclivo herdeiro do forciro, succedeu-lbe no
sea activo e passivu ; c consequentemente succedeu-
lhe na emphjleuse : operuu-.c portanlo a confusu
do dominio ulil com o directo na sua pessoa em con*
sequencie da ineeemlo (a qual confusa:, se chama
mais propriamcnleConiolidacltO ; e ronsequcu-
lemente exlinguio-se a empbvteuse, porque be de
sue n.it-ai ez.i e emenda a diviilo desses dous direilns
enlre dues pessnesseiihnrio e foreiro, e lembem
porque nao pode o senh ir directo ser foreiro de ,1
mesmo.A' isto replicou o Sr. padre Rocha, como
elle memo oci.uf.sse a pag. 1:1 rio sen libello fa-
mosoE o que eu dina nao de a definicao de conto-
IldlcBo?Tornei-lhaNao admiti argumentaran e
insistencia sobre e euclidlo da sua primeira 'res-
posla, fundada cm razf.rs lan fulei, e disparatada,
como essaE o que eu dieta nao he a delinirao de
consol,daceo '.' *
Depois disso ainda he pergunleiO fiador da obri-
gec.lu, dada a conluseo de-le. lite be, dada a cente-
lla, ou consolidarn da divida enm o crdito, lira
sempre ipso fatti itileiramrnte desnnerado da nbri-
gerao lidejosaorb) ? Retpoodea-me, como elle mta-
me confeasa a pag. l:l du seu libello famosoSin.,
porque a divida, que ,e havia Juaneado, extingui-
se.Repliquei-llirA minha pergiila ronlcm etlas
palavreslira semprr nleiraineiilc desouerado ".'__
R'spoiideu-meSun, scnlinr, sempreToruci-lhe
Se o credor veio a ser effeclivo berdeiro do devedor,
e a beranea deale nao checa para seu inleiro paga-
mento, o fiador he obrigado a llie pegar o resto, e
De veras .' disse Rerlba lallabdo de alegra ;
que me dar ellej".'
l ma linda baera de molas com teu enxoval
respond suspirando, pois aiigusliave-me ler de oc- '
cuper-me com semelhantes ninharla,.
1 Porem e desepiedada menina mo lcou ,alis.
frita, e forcoso foi fazer Ida urna de.-cripelo minu-
ciosa da limera proincltida.
a Feliiei eriaaca caju idea, pndem-se desviar
assim com urna simples palavra '. A nalureza que
faz bem o que f.z, sabe que nlo eslaes aind.i cap-
zes pare o snllriiiieiilu moral ; alguns annns depuit
fdegar,, lambem a votu vez Jlui culpados sao a-
quelles qne vos fazem locar premaloramente com a
dedo as Instes realidad., d, vida, pondo vos diente
da innite, cujo nome basta para amnilar-vog ini-
ncliveinenle, quandu pronunciada em vosta pre-
sen;.
.1 Releva deivar a vida seguir o seu curso. Elle
he que encarrega-se de reconciliar os Gibo, dos ho-
rneo, como pensamenlo da mirle.
Agor ludo esla cunsummado Marlba repousa.
como deaejoo, debsixo de urna pedra borisoulal que
e poeire do campo encobr rt brevemente eos olhol
do, pamageiros. Envio-lhe sua carie ,em nenlium
commenlario. Areitei, prometli ludo. Mas nao se
esquea de que a lembrnfi desla quari.la victima
se elevara' sempre nos, romo uina harrelia Invenci-
yel esagrede. Suas dua, filbesanide lem mai, po-
rem vns-r nao lem rnais mulhrr a
0 mesmu envoltorio coutiiiha a verle de Marlha
Ei-la :
l.ogo que receber e.ta carie, \enha i Italia. Ahi
echara suas duas l'ilba, e tua mulher. A ,a ule desla
lem meihored 1 mullo : v ss pode sem pongo re-
eoodozi-la e' frene,!; porem nao va' a lio.,leus, eme
ar Ihe he contrario. Eeubeleca sua re-idencia por
exempln em Paria, e ningncm indagara' porque tem
cabellos esle, mais lourns que dante., nem poique
loa estalora he mais elevada que nulr'ora.
" Sun, Cartea, vou morrer ileiirendn-me de-te
mando a Providencia deslrue a obre da Fal.lidade.
l.oovemo-la !
1 Quando ao p dos aliares jurei viver para vos-
slo mesino leria o Sr. padre Rucha enconlra lo em
tima L. do Digest,, se e livesse procurado ; e lie....
Aqui fui interrumpido pelo Sr. padre Roche, que
me di,se, como elle mesmo o onfenn n pag. :J do
teu libello fammo;He a L. dr fide. Tornei-lha ad-
miradotjoe diz. Sr. padre Rocha? Mo rurpo do
direilo romano nao se encontr e.sa L. de /,./>, (.ue
0 senhor rila. Sem duvida lem vislo citadas em leo
conipeudiu, por abl.iev.alure. como se coilomi fa-
zer. elguinas I.I.. du til. de idej, que o senhur l
de /deen, vez dede /idejufsjribas; porem i.to
em uir. taludante d.. qqaita anu, excila admiraca,, <
pasnin. Ponii, vollemos ao poni, onde o senhur me
inlerrompeo,e he a L. Jl do til. do Dege-du Ue
fidej.it' v palenlo, que a risposta que me dtu
Sim. senhor. sempre11,10 he verdadeira.
Entau pasaei a extinecao da, dividas pela morle,
ou destroicio das cousa-, que fazem o objecto della..
e fallet-lhe essimO seu compendio diz em segun-
do lugar, que lembem se extingue a divide pela unir-
le 011 de-lii:cao da cousa, que he devida in tpieit
Para me dar ulna prova de que euleude e-sa propo-
-,.;.',.. de leo compendio, queire dar-me un. exemplo
de una divida eM'licla pur esse mudo. .Nao me deu
exemplo algum ; e por isso acrescentei logo : como
nan aeba um eaemplo que me d. vou pn.pnr-lbe
nina questao ..lo hea prometa!, v. gr.. de um
boi, leila por quem 11 pruniisserin tena que liulie
alguns bol, mas concebida simplesmenlc ueste, ler-
mo.,Promello dar-lhe um bol. Fele, e acalla
ea-a promeoa, u.nrrrrain antes que ella fosse cu, 1,
prida lodoa os buis qne o promi.loiite nossuie a esse
lempo. Suppotlo isaov pcgunlu-llieExtiuguiu-se a
olirigarau dn proiiiiilrnle pelo laclo de morle dos
boil que India ai. lempo da prometa '.'A esta per-
giinla o Sr. padre Rocha, como elle mesmo conl-se
e peg. I:t onde. 00 por malicia, nu por erro de me-
moria, cooverteo es minhei palavras Prometi dar-
lhe um boina seguinlesEu prometli dar a Pe-
dro um do meus buis;, respundeu-meSim, seiil.or,
porque os bont morreram lodostornei-IheDu
nao emenden bem a ininlia proposla e pcrgunla
l'nmellu dar-lhe um boi, ou nao enleudeu a pro
pnsicao do ,eu compendioExllnaue-se a divide
pele morle da canea, que he devide in anecie ; e io
me pruva, que Ihe he ilescunhcci tre cou-a, que lie devide in >pecie, isto he, entre
Cuusa espenlirada e rircuiislanciailemenle determi-
nada, de sorle que bem claramenle s distinga e se
poste distinguir de ouna do mesmo genero, cumo v.
gr., o meu bui relo cum maldas drancas ue testa,
e Cousa, que he devide r;i genere, ou gerelmenle de-
leiminade sem declararan d elgiime circui.slancia
00 qualidade, pela qual -e distinga de oulra do mes-
mo genero ; como v. gr. um bol. Se pois o Sr. pa-
dre Rueda nao ignrame es-a disliuccau, conbereria
desde logo que, pois que o prominente nao promet-
iera um dos bois, que entao possuia, nem algum ou-
lro espenficadamenle dcicrminado. me um bol cm
geral j cm vez de resposla que me deu, me leria dedo
esleNao, sendor, porque elle promelleu um bul em
geral, eo genero boisnao morreu.
Depois, pillando e' compensac/iu, perguntei-llie.
como elle meame o diz eu. seu lihello famoso a pag.
la : Qaiei sao os requisilos necesserios pere poder
haver eompentaC/Xo '.' Repondeu-me tjue a div 1 la
seja liquida, vencida e da mesma especie. Imme-
dialaim-nle depois pe-.('iiulei-lde : Pode dver com-
pensaciu aires|.eilo de duas dividas que, tendo os le-
quisMos necessano, pare elle, sau comludo desiguee
entre enlre s em cunte, pezo ou medula'.' Respnu-
deu-me Nao. RepliqoaMbe. Ou o Sr. pedre
Rocha nao leu, ou leu e nao enteudeu, ou enlls nao
gravnu na memoria o que diz a esse respeilo a or '.
liv. 4, til. TS '111 princ, na 1,. no compendio m.
mesmo 5 .i, em que I In- esluu argumeiilaudo, sob o
n. 9, por quanlo ella diz o contrario de sue rapoeta.
E de mal, qae dilliculdede i,cda o Sr. padre Ro-
en, que^eu, credor de Pedro a respe,lo de um
che
cont de res, Mulante de urna lellra ja'vencide.lde
oppunhacumpensarau ale esse quantie a respeilo de
um como e diizenlos mil re-,.que elle me demanda,
oflerecenrio-ine a pagar-lhe o excedente do sea cr-
dito em dinheiro do conli lo'.'.Nao me dandi res-
posla algnma, pirganiei-lbe Gnalmenle.Ha divi-
das, que anda que lenhaiii naturalmente us requi-
sitos neeaMariee para puderem ser couipeusados com
enlrai, com ludo nao se po.sam compensar por mo-
tivo,, ,, razfiei especiaos'.'Respumleu-me, come
elle inesano o confetu a pat. I do seu libollo infa-
malorio sem duvida porque anula boje persiste no
seu erro, con,., inhbil que he para o esludo do di-
reno positivo Nao me record.E,,1,1o anda ou-
lra tez Ihe disse. Se live-se esludado a ord. queja
Ihe cilei, e que o seu Compendie cita, seberie que b-.
o deposito, o forlu, o roubo, o, aliinenlot devuos. as
dividas da f.izenda nacional, etc. A isso letorquia-
ine. i.i a ord. meis de urna vez, lidie vi ludo, csse
casos, de que trate, nao como exceptes, porque ne-
nhama deltas dividas temo requi.ilos nece.staiios
para a cornp-nsacao, por nao lerem a inesmeyalure
z.a. i'urnei-lbe. Esta eompletemnle euaanado.na-
de ha que se Opponhi a que se deem naturalmente
a respailo de cada Urna deslas dividas os requinto!
uece-sarius para poder Mr compenia.la com oulra,
consiste em cousa do meimo genero, por exemplu: u
deposito de um couto de res em dinheiro de cunta-
do pode naturalmente ser compensado com um cun-
to de res em uiuliciro de contado ,e mesmo com
maior ou menor qaaniia, al onde ambas concorre-
rem,. que o deponante devano depositar o ; pe
quanlo esla divida, a qu ..I, como ic 0 Sr. pedre llo-
clla, ha ..o mesmo genero que aquella, p*d >,|ii.1
mente ser a., mesmo lempo certa ou liquida, e venta-
na ou exigivel au lempo em que aquella, lio he, a
tomu.a deposilede, for eligida pelo depositante : r
senao se pode compensar civilmente, he, nao porque
Ihe Talle algum du requisitos necetfiriol para a com-
pellsarao, mas pur ...olivos espenacs multo d licin
le,, cis quae, eu ja nlo lenho lempo para Ihe expor,
porque Illa' acabada a hora : e talo, qne Ihe digo a
respeilo do deposito, venlice-se igualmente a respei-
lo do furto, do rnnbo, dea alimentos deudos, das
dividas activa da faienoa nacional etc.
En ahi expolias fielmente por sua ordem ai
pcrgunla, que liz ao Sr. padre Rucha Vi.una,as res-
po-ia. que elle me deu, e a rezes ou ergumeiilus,
com que combat e suas rmpoMaa em sua quasi
lelalidl.de. O poblico illustrado, cumparairdo a ex-
pusic.au do Sr. padre Ruche acuna trasladada com a
que eu acabo de fazer, ver que urna coincide cun a
nutra a respeito dos puntos d doulrina, em que ar-
g eu Sr.padre Rocha, cum a difieren;!, que et-
le principio,1 pvl undo o seu arto havia acabado : e
vera lambem que o Sr. padre Rocha, em parle, de-
hbcrariamante, pois que se tinha proposlu lumar de
de mim una viiigauca completa como elle mes-
mo disse e pag. i do sen libello Infamatoria, a em
paite, por fraqoea de memoria, e falla da urce.sa-
ne intelligencia e romyrel,ci,a omillio elgumas
d-i pergunlas, qae Ihl fiz, e elleruu em sue amencia
elgumas nutra. O mesmu fez, em muito maiur es-
cale, a respeilu das razoes.com que motvelas currec-
eOee, que liz as sna, resposlas, e acerca das quae, fez
ten.indas mulllaces nin. poda ser de nutre surte,
porque em verdad-, 00 iiienus na. materias, em que
lerciunei o Sr. padre Ro.ha, este nunca moslruu
niemuna, inteltigeifcia, e cuinprehensen, ba-laiiles
para com re hender, e reter ne memoria ,u :,, qaan-
lo en Ihe dime), que Ihe alleruu cumplelemcnle o
sentid.,, etsencie, e forma.
A vista pois de u.ue, e ontra exposicao do aclo
do i- auno do Sr. padre Rorha Viamia, "decidan, os
enleii ledarea da materia, so houve a respeilo do R.,
com que volei no julg.ineulo do ssu mesmo acto, a
injusticia, de que elle se queixa 1.1o virulentamente,
e a punto de me injuriar e rebalvar p.r meio de ex-
cojitedes impota-Ccl de l.cio.. que eu minee prall-
quei, e 1 respeilu dea quae. elle ola ethibio genero
algum de prova, nem poda exhibir, porque eram
invento eu para lomar, como elle mesmo o diste
a pap. {> do sen libello infamatorio, una vmgan.
Ca completa de um ruim inimigo, em quem (di.se
elle p,,r maligna alalo ao relo domen neeamento
em Portugal cabe perfeilnmente o dlo popular
anplirailo aos mao porluguezes.
De pag. II a pag. 13 do referido libello infamato-
rio aiada ha impularf.es mai, graves, do qne II que
lenho aponlldo al iqrfi a que |>or satisfar.au -o ros-
peile.rtl publiru, para quem nicamente esrrevo a.
presentes lindas, devo der urr. farmal desmentid,,.
Ahi se lotegaintl sendo eeealhida para meo e-
lamlmdor, empiegen lo para, tato a cabala a me,
vergonlios. a seu eipeeialit-lme eoaiocio o Dr. Jero-
nvmo \ niel,. depois de haver declarado que u mea
R ere irremediaiel. rlepois de dave dado sua pala-
vra de inniia a urna cemmimtode tres colleges ,eus,
que Ide furam ponderar e neces.idade de nove in*
feraie ; d-poi emlim, d-ta noli -le ter tomado tan
grande vulto, que a .,|a dos exame, >e achava api-
nhoeila de epecladoie de (rulas I qualidade f c..|i-
s, ignorara qne viril um dia, ,m que minha mor-
le li,e tena mannlil do que minh. vida. Mas quan-
lo tive conlieciuienh. da asHjteoeia de liermaucia.
quando a vi tan bella, lao generosa, l, auperiur a
mim a tolos o respeilo- conheei que nao reslava me
mais do que morrer.. p morro !
1 (luir Ihe dira : Conserve minha lembranea.
fcu digo-lbc : E-quera-nie. E'querasepoder, rslrii-
Ics 111, idcnl. de-l-s ultimo, anuos.
Lembre-M s mente de urna routa : que heos r|-u-
Ide mais ume luda para amar, que depois de haver
esiadu pre-le e lirar-lhe mei, a lorivel de ludas
as muldcres re,tiluio-e .gura mai bella e mais ado-
,avul do que nunca. I.-invenios a Dos !
o Marlba.,,
A aulrora ao lelor.
or.andoeu reuma he 'eiannosot el'menloide..
te historia fui alara.le da ternvel molestia, que alor-
menla-me ,1-dc e.a epuce sem d.ridir-.e iamaii
adenar-me viver u.....rrer. Seuannoi deiepara-
c.io e de loflrimentu. fiaer.m-me peder absolola-
mente de vista o meo. personagent, e n in.monto
de publicar e.ta bularla arlui-me muiloenili.recada
coro 1 conclmao. Parere-me qoe em rigor ella po-
deria acabar aqai. Met h. eerlot leilores, cote ime*
ginecau preguicn.a reru-a e a Inda 8 toril do Ira-
baln, ; elletexia m qoe um anlor depoi de |n_|,
guan,, al,aves lia peripecia, de qualquer erra.. Ihes
(are Inrar emn 1, de t o doenhace, tm n que d,-
-am-ee roabadop. Na verdade elle, tem ae dimito
eqaem melle-ie 1 escrever .leve dipor-e quanlo
pod r pare comentar e lados.
Sob a inltoencie -lesla idea paz-me em campo, a
ente- pni em campo us bnn, e lio,, migoa que die-
na.i-6e de suppnr cum zeln infaligavel ., impoleo-
c.a a que c-iou reducida.
A principio en linha e-cript,, para Bordeo., porem
1 iiitorm cues oblida por ama via noato m- ..:,-
anlavam.
Diziam-me que Mr. I.imerv te retirara do. nego-
cio cm urna fortuna mal bella, a depnil donara a
eidade para ir reumr-ie a tua familia ua llalla. Sua
dicOes, chegido o mmenlo do icio, fogiu como o
man desgracad,, recrula.ii
Que nubreza d'alma nao vai por ah .' Mat, quer
vai, quer ata vai, a vedare be e.ta. >au fu. -
colindo para examinador d Sr. padre Rocha at> ata
quinto auiiu: fui nomeado pela congregaran pa.a
caminar no aclo do quii,| j, .Plll Uesignario
de petsoas. na forma du ,ivlo. Mo hoovr para mm
cabala algum-id. parte do Sr. Dr. Jermnmo \,l.l-
le, que doorado, como i,-. ci.nl.ecem, era inca-
paz de semelhanle cabal..,. ,,U1- ,uu,|,-do romo
b, lena eoiiheeido de anlen.a.. que ella nao poda
exercer influencia algum. no animo de um -'. de
i'U. collegas, lodo, lao illotlr.o,. |Jo honrados e
lioindependenle como elle mesmo. Nao declare.
, muguem. que h.via de deilai um K na petsoa do
< r. padre Rocha, no seu acto aa quu.io amen. M
I dei palavra de honra a -e respeilu a >-.coii.t.sA al-
goma, pu.que nSu huuve lal .011,1111..,.,, .,|,a- --,
< a invenciv, dema ..dirula e mi-eravel maMira i.ve-
la "Sr. paire Rocha, ou talla de ,e(IHI cumiaam
on maito dawtaaa 1 tete nipatecti; am-aieai
publico. M lomatse pr verdad* ee mrnlira. tatia*
1,.ule que, a., ver U,,IS ,,.,,, Mn,^n|,a(1os en. que
elle Mi obl,ve-- ,, pcr^Hunnliu manchado en. a,
R, nece.al,a,nei,i. conclu.na que o Sr. padre R0.
che os linha niln 1,,, u,-,nirI1,e ; ,,r q,.,.
Iopiniaado paUc. e .,.,. ,ie indo, eslaaamaa
; I aruldade de Di.eilu ,1. rilado do Rrc.le. he iel-
| menta a mata hearoea panivri. Fmalmenle ao
lug romo o 111,11 dcarar-hi r-cru'e. .enmdo a -.
I'r-8".....'" Sr- l'"lri' Rucm. quanlo. chugelo o mo-
ni nn, d .,.,. aclo. a -ala. ,e.d diz o Sr. padre
Rocha, .0 achava apinli.da de .-| or.dore.
Digo que nao fug como o mai ,|e,g,arado recro-
te, arcuado a e.pre-ao do Sr. padre Rorha, Quan-
do rhegadn u momento da .eu aclo, -egoodu rile
diz, a sala se achata apinhunda de etperi.dnrr
porque, leudo o meu nubre amigo o Sr. Antonio .!.
t.usle llego Montei.o, do, ou tres das ante uo Oa
do poeto du Sr. padre Ruche, tilo a hondada rio
vir a minha rea interceder, por s, e em nome rio
. Dr. Fe,toza, pele approvarao do Sr. pan,. Ru-
cha, coma je cima declare!, e ten lo-lbe eu adve-
rado que lien hura a inlenc.o hutlil tinha contra |
seu aiiiha le, -accede* qu.. pe anlev.pi-ra do .a do
Poni da sr. padre Rucha, una pes.ua de probida-
de e digne de lude a lo ma conloa ibzens co* de
talle de tleiirao e respeit.. prelicadc- pelo Sr. pa-
dre Ruche pere com dua de seu, lente, na prmn-
(I de.-a mesma pe..oa e .1 .ponas oulra., vinde lu-
das em um omn,l,u, ; *,, que -fmtwtt ,
nesse mesmo da rom outrat pessoas a respeilo des-
ses mesmo ocios, foi-me confirma J, eitaleocia
delto*. A Vate dis0 eu. que. por um la ,0 ln.ba
por manan aia arar com esludenlc, qae tendo fallado para com aiaun,
de hm lenles au re'peilo, que Ihe lie devidn. ma
sati.lizesse tao mal em seu exame. que .,, o-n mm
eu podes-e deitar-lhe un, R com manilesla juina
e que, por oulro lado lint., intima ronvirclo de q...
o Sr. padre Rocha me dara vasta materia*para isa*,
porque alem du mai, eu linha hdu ea ca Jaira de
practica durante a ausencia do seu digno prepriala-
110, entao diputado geral. e pin- no nm cnt.e-
ca perfeUamenle qu......ua sido o aprove.lame..tn
do Sr. padra Ruche ; delerminei-rne dc.de eni.l,, .,
deixer de ir ao aclo du Sr. padre Rocha ; e por te
ne manli.la do da seguiute. xetper do da do puelo
do .sr. padre R .cha. fu, a eaaa do S. Antonio da
(.ust Reg MonUiro parg lite declarar isto metmo,
e pedir-lde des-ulpa d-sta minl.a ull -ru.r del-rmi-
narao, por deferencia a minha r, nvicce qae ee
tiiibe luda a certeza que .eriain retueilanlat Bat S.
s. como com effeilo o furam. porque eu 1111I11 per-
reilo conhecimriilu d. sue proludede e d. recudi
do seu espirito.
Nao leba em casa o meu dilo nubre amigo, e por
is.o dirig me ao escripiuno do Sr. |H. Fetoz*. que
lambem pur interine,!-" .dnmesiiiuuj^u ul,ii- m
-0' cn," ."iT^^TuaihrTgmm^ de
patrocin.r ,oel,a. Por ara.o esl.va .1-
leno etcriplo.. |)r. PeiMca, e apena, ea
entre., dirigio-se para urna da, ja.iellat. Expai a
Sr. I)r. l-eiluza a miaba ulterior lel-rran,.. e
censa, della a respeilu da, qo.et jolsoei ronveaien-
e n,iv,r ne sue presenc o Sr. padre Rocha que.
sendo cdimedo pelo Sr. Dr. Faitea, e lomando a<-
eiiiojinloi no, negoa a verdade della., depois
que fui consultado a e,e re,peilo. N.j oUUi.leVea
disse ao Sr. Dr. FeKoza qoe a minha falla tm nada
prejudicava ao Sr. padre Roct.a, e qne prtenlo de-
cididamente nao la eo mu acto ; arre-rn.iand.. aee
se diguasae S. S. pe. raa parta de me de*calpar
desle meu procedimento para cun o Sr. p.rire Ro-
che, pur quem S. S. in'er.-edera por nle, mama *.
nema nobre amigo o Sr. Am,..,,., da &? R.2U
Monleiro, eottclataab |u.r ma rugar 1 iti. a. .i-
lenca e agrado, rom que me tralou segundo o .eu
co.tume. que em mi-n nome pedi-se ,g.| detcalpa
eeinema .uto nobre maife, vi-io q.e ea nao tinha
echado em rasa. Nao f.,g, port.nio. con.,, o ma,.
desgraado recruta. quando rhegado o momo nlo do
aclo. a sal., segua m lia o Sr. padre Rocha.te arha-
ve epinhueda de epecl .dure,; por quanlo don d.ax
entes elle memo nba pretenciadn d zer eo .0 Sr.
I'e"OM"""''''dtmenle nlo vou ao arlo do Sr.
padre Rocha.Ma vejamos coma elle inc-m im-
ineili.ilaiii-uie contradi/ e cse r>speilo.
A peg. 15 continua o Sr. padre Rocha d-l. w.
leE se arre,centar-se a todo |.| que teda e--a .ua
cverdia e humilharao me foi comnmmcada inw el-
le nroprio, diat .fnie, naamm* l.cenr par. nio .-
Illir ao mea acto, e o mesmo lempo Kgrrdo, abm
de seus colleRa o nao fotrarrm ; procurando ne...
mesma occa.ia ron, Miarse eomiEo, utan.lo ,.. ,a-
neirat seductoras com u ,-......., ,,, ajj M(f,r
a injuria que me tinha feilo, ver-*e-l.. qae este
-ule represenloa o papel o mal l.utni hanle e con-
tradictorio.
Ora, gr..;.:, ao espirito conlradielorie ea .. aner
que teje du Sr. p.d.e Rocha Elle ahi e.1.' l.'.n-
do dcima de mim e laucando entra ti ni-ann a
lulamia da cobarda que ne, quelro lindas anl-re-
denles me imputara falsamente ; por quante te da.
entes ped llcenca para au s.i-nr a aeu .to e-
muelleequ. flirme, eu n.oesi.va piewnle natal.
dot examet quandu cheg. lo o momento do ten arlo
elli se achava, segundo o sca,aj,zer. apiohoada de
especladores o euiisequenlcmente neo poda fugir
corno o mei. de.grarado recriil, ae.bando de, por
umi vez como elle aflirma, desacredita,-,e p.,.
com o publico com a desgracad. luga.
Mi, o Sr. padre Rorl.a, par se dar a si mesmo
importancia que ninguem Ido da, expr me-.e de
maneira a fa/er err-r, qae fui ,U p-opn. pertoea-
lidade que eu .liasaules ped be-nc. ,,,. m, M,.
tu ;,e enlemie como eianunador aoseu aclo. Re-
p,lio portanlo com luda es minha lorc ... de
inte a. injuria, deliberadamente e.cogilada. pe.,
-r. padre Iluda para a, vomitar obre mim. e lo-
mar 'e-l arle e premeditada vingaur. pelo R, qoe
Ihe deiiei ; a mais aojante, a m.i. inf.me e 1 mai.
degradante ; e fallaudu a lingu.gen. da verd.de, re-
nitu o que ja cima disse : p.,| ,.adrinho, do
Se. padre Rurlie cima nomeado. pela arniude, res-
peilo e con-ideracao que Ibes dedico h< mallo lempo
que me detculpasseiu por nao ir ao aclo do seu tu-
Ihedu : ma, ao sr. padre Rocha, nao, mil veres
nao.
Repulo analmente cm toda a. minha, forra, a
oulra injuiia igual a esiprocurando nen. mes-
ma eeeaalla eondliar-ae eaamgo.Deiie, um R m.
Sr. padie Rocha no aclo do seu 1. anno. potqoe
altamente o rnerereu, como ja ac.m. deraMtrri
porem, se nnnra fai amigo do Sr. padre Rocha, por-
que de.de logo Ihe Biabad qual.d.det. que nao me
agradarem, lambem nunca fui am inimigo, a por-
tanto ii.n, iiuba de que me conciliar rom elle.Qu.n-
to por. m 1 louea lembranra dn Sr. padre R.h-i. d.
qne cu ped sagre la alim de inru. c.-llrgai me mo
forrarem sem d.zer a ^ue i.,,. coro., lodo o mei,,
e por um la o nilu merece tettaa u mai. nb-ol.il.
despiezo, por oulro ledo excita me profundo do e
eumpeixao do Sr. pedre Rocha, pele ron.derirao
do sagrad,, crarler de que se .eda revestid*, fea
Ihe perd.10 ludo, e peco Deo, que Ide d a j,..,
necessano pera M poder conler dentro do. I.m.le,
de honeslidede e decencia, que couvem ao .eu .ta-
lo ministerio. Amen.
Dr. Loprenro Trigo de Loureiro.
K-cife 10 de marro de 1837
otttp0nbttuto$.
I.\RA'
10 de Janeiro.
Vccusaudo a --i., ca.la de M do correnlc. agrade, a
suas allcnce, e linio que nao g/e rnu.tu boa ain.V,
P'it pareca-me pete qoe me adiete, que a mal tem
intrncau ca ir vver em Pars rjeeje qae se rebele
cerne a ao,e de -ua mulher.
.., arm"'''"'' t i '" ',mpr *hl I"" .er.
vollar. Se -e Iraie.-e le ncrobr.r ah. .!.,., ,,, ,.
bre, -en, posirao, nem fo.lun ,. co.reri.mo. ,. ,..
le pro urer marta lempo ; ma, li.,. de ,., ,..
ti mill.oiieno, e es., gente arl.as. Vltmiil S
Com effc lo ,lcp,.s ue........, ,. rl,
quinqu um amigo e Mr I.imerv, enligo arma lor em Bordem, hal.,-
tan.s .ampo, hlv .,.,, W|, ,,,
..a dalnl.-a.,1 de bem tratada, m. aneaban..
neci.tao de laxo -oana mai rara em em mwace*-
',' '-ll",os eipelh pone. eenrede. matea -eda
algn, quarr. de araaato n.or-1. de peejeaewdtJ
mentao, nma m.s, toccolenl. e nao Mimptao-a il-,.
tolfh. '1 '"'" : '*" ,,e """'"r *"< Bote d..
luvo. lie i, luio du g.,.|o .'
A familia do armad-r etmpae lele -na rnl.n-
r e de duas linde lill.a,, dasquaet urna t-m en
anno, e eutra srte.
Madama I.imerv adora soe, Mim-, e co,.,n .,ie u.
de r.aa Ihes permute ,r a, r. un e||, lnmmtim .,
vai e qu.., n nhome per quan um fnate. IteiteM emana cmara, un-, d,.,n,
e oulra a eaqaeraa de seu le I- ifim >b mnri ir.
de-la.de ente. O .po.en.,, ,,- M,. I.imerv lira na
evtremidade eppona do edificio
udavia be un. eel|_.i,le casal, e a m..-..a.
Limar- pata ron, .,',.
_m un. I., que Ihe lu> mu
v.ntj tocn a famnandade mu 1 ouco brutal da
rn..r unrw do. marido..
Mr. I.ime.v lo. ca.ato ,lae. ,e. tlWthi
sua hlha ,,,,,,.,, ,,. rrrI ,, _
Mnente. P,.r,.,. ,,,,.., ,,,, ,,Iir,ilnl
c.ims.anca. qual o........,..,.,. UIIra fM .
"h"!,M*.....-o- A '-i.:... -pa,x.,,.,|, q... mela-
ra I.imerv iMtemnHha em 1...1... a. re..--. ..
ealead. p,..o ewmen:i I. fermalmente UMe mai,
quinto por um eslraTamiale c.p.icho que ningaem pode eipliear, existe um. -.,, .11. ..'
ce mu iiolavel entre a menina e 'oa I I.M
.. i.iT.niin- um r.ii'lini
lerna e res|uiilo-., de Mr.
euhora eonlra.|am de um
Mn-nuax)
MELHOR

' 00


DIAOI E PERNAMIiUCO, SARRAIlU IV DEMARCO E 1857.
\
V-

i
K
\
tido geral, visto que por aqu timbera tem huido
muilas molestias, lobrtudo as malditas seiBes,
que lem invadido^ -j.n todos os lujares da provincia,
particularmente a rA>lonia de Nona Senhora do O',
que mnilo lera sufl/rido, segando me informoa o seu
proprietario, us 'jue nSotem havidoquaii neahum
fatal, i ii.1o ser a i-aradvicao nos irabalhoi, comlado
a aclividade do H do O' nao descansa.
Como me pede, que aempre Ihe d noticias da
colonia e deile nosso Para, e que moilo aprecioof
a minha caria ultima do anno prximo pasudo, por
trillar da empre/a que o meu amigo mullo despja
sua prosperidado. ea o islisfarei, sempre que poder,
porque lambem me interesso pelo augmento da-
Iiae11.i cnlonia, ii.io por ser en colonisador, mas por
ver os esforco*, a constancia, a coracem e o patrio-
tismo do Sr, Almeida, e posio-lhe as'csurar, que
tem sicrificu lo seus Itres, saode e vida ; s um ge-
nio lao singular, a visla di-to quem nao desejara
auxiliar um empreiario, que tanto honra (i ai>
Brasil, muito principalmente quando do olio dn
llironolie clamada a necessidade ide taes emprezas
Porlanlo lodos os qne despjam um Miz futuro a esta
un.a boa Ierra, rnais ou menos se prestam ao Sr.
Jos do O de Almeida, anda que os maganesape-
nas osoccorrem com a forra moral, porque a phj-
sica que o meu amigo sabe, que lie o dinheiro, essa
a nlo querem um momento frira das burras.
Depoia da publicado do peridico Noasa Senhora.do O' vai a agricultura e industria
lomando cerlo dcsenvolvimcnlo digno de reparo, o
que at eniao nao liavia.
Este jornal, nico que na provincia se nilo en-
volve era poltica, e que s se dedica a alvog.tr a
emprea doSr. do O' ea derramar os conheeimen-
los e amor pela agricultura, pela industria e artes,
he heslanle applaudido pelo interior da provincia,
de maneira que aquelles que nn seu principio Ihe
lizeram injusliras e o lancavam ao desprezo, 'fio bo-
je os primeiros a conhecer o artica importante que
prests a provincia e ao Brasil semelhante jornal ; e
ale ea que nada pesen deslas cousas, enjergo isso
mesmo. Unto que caio de muito boa erado com os
meu< ; per anno para apreciar os bons servidos qoe
presta tal peridico. ,
He pena, segundo me dizem o redactores, que
a ni l.i as asignaturas nao contrabalance m as despe-
jas, e a nao ser o proprietario o Sr. do O', ja ha
muito que tiuha desapparecido esle propagador do
(rabalho ; e o cerlo he, que as empretaa vao apare-
cendo, tendo sido a prlmcira a do Sr. do O', cujas
Omitas idiis apreciavois e uteis se v,1o realzando,
porque tudas sao fundados na necessidade ao mesmo
lempo apresentadas com liberdade de pcnsamenlo
sem o menor u-lumlire de egosmo.
Dinheiro fallara' ao Sr. de' ; lino porem para
desenvolver arealisar emprezas, duvido.
Comludo o engenho de canna da colonia ja miie,
o os mais esUbelecimentns se v.lo montando gra-
daalmeote, segundo as forras do proprietario, como
aeja : urna serrara, saboaria, colla, licore, doces,
etc. ele.
Os. colonos estao salisfeilos, anda que s o genio
d.o 9r. do O' os pode so p'portarem iodos os senti-
dos ; no entretanto, he bom ve-Ios (como eu os te-
nho visto) pas e lilhos na escola da colonisacjlo a
costa do Sr. do C aprandendo a ler escrever, qoe
al enlao o nao sabiam, e ve-Ios ja mais chegados a
civiiitaco e ao trabalho ; e digam, a vista disto,
que semelhsnles estahelecimenlos n> >5o olis o
Brasil ; o que digo e : que a grandeza dos Estados-
Unidos, e toda a sua rpida prosperidade, a em-
prezas semelhantes e as associaces, deve ; certo
exemplo de ora viztnho amerieano, como nos, nos
devia servir de estimulo, mas sei que tudo isto he
devidn a musa pesiima educara legada pelos nossus
pas, que fallar-lhe em machinas, emprezas e vapo-
res, era persuadi-los irein a evaporando-se ; mas
cumiado ja he lempo de nos arredar da rolina do
alrazo, eja que nao temos genio natural, aprece-
se e facilite-se um ou outro emprezario, cojo dtsen-
vorvimenlo e dedicarlo forera semelhantes ai do
Sr. Almeida.
l-'oram discutidos a approvados|os estatuios da asso-
eUtJIO auxiliadora da Agricultura e Induslria, da
colunia e povoarjo de Nossa Senhora do O' ; eu rae
arhei nesse dia como um dos accionistas, e na ver-
dade esperava grande coneurreneia, porque o Sr.
do O' empregou toda a sus aclividade. e n illostra-
da mesa da sociodade nao so ft"SSssar pelos accio-
Dslas o convite especial para u (im ; mas ainda por
aquellas pessoas que pederiam coneorrer para a ex-
Irarao das acues, e mais ainda : pelos jornaes, po-
rem, ludo isto foi baldado, porque a concorrencia
nao foi a desejada, se bem que, a que se aprsen-
las, fui toda Ilustrada e sallicienle para os Iraba-
Ihna, limilandu-se na discos.ao dos estatutos a alte-
rar o fundo capital da fociedade, e ampliar as ga-
rantas da administrarlo, ludo sem alterar o sentido
dos mesmos estatutos apresentados pela illuslra >a
commissao composta dos Srs. Ur. Francisco Jos
Furlado, Antonio ,oiiao da Cnnha, Monnel Antonio
rmenla Bueno sarFranciico Gaodeocio da Costa,
cojos trabalhos para seu crdito e confia tira basla
os autores. He urna balda anliga, que ha nesla
nossa Ierra ; lodos gostain, mas nao daquillo qae
pode dar algum trabalho, ainda que allribuem essa
falta de concurrencia a influencia de poltica, que
at no materialismo da provincia nao deisa de en-
trar e influir ; o parece-me isto urna verdade, por-
que o proprietario, que ba poneos diasvisilei-o, d se qoeixou, e que al um seu reqoerimento dirigido
a assembli provincial, passou a respectiva eommis
sin composla Jo Sr. Joao Augusto Curren e oulros,
a lizeram dormir o somno parlamentar, pelo sim-
ples felo de estar o proprietario da colonia no
desagrada de SS. SS., e no especial agrado do ac-
tual administrador da provincia, de quem nao gos-
tam. e a quem nao se pode negar desenvolv mcnlo
administrativo, energa e jailieeife goveruista.
Ea, mea amigo, siato estas cousas, porque se el-
las nSo viessem ealorvar a marcha do progresso das
emprezas e da provincia, bem podiam seguir o seu
noite, porque de cerlo nada soffreria esle ou aquel-
lo particular, e principalm-nle eu, que nao sou po-
ltico, e nem quero ser, e nunca serei, apezar do ci-
dadAo.
Sou amigo do Sr. do O' e de todos os emprezarios,
como o meu amigo, o he ; portanto, ha de esperar,
que alguem attribua esta minha franqueza devida a
isso ; mas posso asseverar, que o que levo dito s3o
verdades, e que n.lo ceasare da as pregar, quando
vejo qaorerem escurecer o mrito e o patriutismo
de tao digno brasileiro, cono muito bem o dis'e o
Eira. Sr. Rotas, que he dos brasileiros de que o
governa precisa para o desenvolvnnonlo das empre-
zas na acloalMide ; e a verdade h?, qoe o Sr. do
O' sem protecefu pbyihsa la' vai com a sua e com a
forja moral, qae Ihe preslam, tsgsindo .liante com
a sua ardua, diflhil e arriscadissima empreza. Dos
pois ajude, e os bous horneas c o governo o nao
desamparem, para que lambem oossamos gozar des-
se bem, que legarem a empreza.
Adeos ; basta, que a raassada ja he grande ; acei-
te o meu amigo o pmlestu de estima do seu amigo,
P. S.Esquecia-me dizer-lhe, que ha das soube,
por pessoa fidedigna, que o Cr. l)r. Joaqmm Jase de
Assis, secretario do governo, acompanha os bonsde-
sejns de S. Esc. o Sr. presidente Roban, a resueno
da colonia de Nossa Senhora do O', equeVojc.
muito propaga cim bons auspicio a utura grande-
za da colonia, e que lie Vmc. uro dos primeiros ac-
cionistas Ja empreza, e que declarara, nao se pou-
par aos servidos do Sr. do O", porque Ihe tributa^
muila amizade ; porlanlo, ja,,-. ,.. amiga, que
o Sr. do O' rnais cedo ou mais tarde lera itidubila-
velmeule de ver recompensada assuas fadigH com
o progresso da sua empreta, dvido em parle aos
seos bons amigos.
Descanse poiem o Sr. Caria que se i'to he um
meio de adquirir importancia, ello nao Ihe aprovei-
la, porque o Sr. lenle coronel S i miago despreza-o I
completamente como quem he e nSo se avtllara' a '
promover um abano assignadu contra o Sr. Caria,
e ootros de sua hitla.
Emquaoto aos iltribnlM de prevaricador, amigo
infiel ele, que Smc. tirando de si empresta ao Sr.
lenle coronel Santiago, importara riles o seu ver-
dadeiro retrato. I) Sr. lenle rnronel Santiago,
ainda nao foi aecusadoj de taes rrimes, e contra Srnc.
esislem em conclus.lo Ires procesan*, por prevarira-
c.oes, e uniros arlos de responsabilidade e quem sabe
se aili parara' o negocio.
Sr Caria, o Sr. leilenie corouel he um honiem
de lem, muilo mohecido, e nao se importa cora suas
inlriguinhas vis e infames, para ser conservado nes-e
lugar, que Smc. roub^mlo os direitus dos ridadAos
de Barreiros oceupa,
galie do ler taes, e que
ser routiecido, nao pe
que mnilo embora Smc. se
andas prolecre,uin du) hade
o que Ineotro, e sira pelo que
realmente he. Keev i purera Ulirmar desde |a no>
nem o Sr. lenrnlo rnrnnel Saniiago, e nem os seus
amieos, nunca prolosdoran do Smr. omisa alguina,
e nem jamis o inrnmiiindaram rom pedidos de qual-
quer especie que fossom, e no contrario Ihe derain
snnpre a forra mornlldO que precisa urna uitori-
dade, al que condecid* usen carcter, julgaram de-
ver relirar-se de Smc. e foi a contar d'aln que Smc.
ni'mili., i eivsem quem d'anles a, nao linha.
Finalmente, be falsa que o Sr. chefe de polica
mandaste varejar o eogeoj Tibrry, e com omi-
sao las formulas legaea : o ollicio re-ervado do Sr.
chefe de policio corre impresso e delle o conlrario se
evidencia : sondo rerln que despintado o Sr. Caria
como Sr. lente coronel Santiago,aproveitou o en-
eje para salisfazer seu projecto de \ m :,mra, e por
isso omite as solemnidades do varejo.
Deiio de oceupar-me das reliceurias do Sr. Ca-
ria, que tem o mesmo fim, que o to a.sassino co-
barde, que s fere a victima de emboscada, porque
esta vai mais extensa do que eu quizera, e nem a
occasiao he anda nppurluiia.
Qoeira pois, senheros redactores, Iranscrever estas
lindas em seu Diari > com que muitu obrigarao ao
seu assignanle e enlistante leitor.
I i amigo do Sr, Santiago.
,SV. redactores.No Jornal do Cooimercio (Per-
namliucano) de Ifi de Janeiro do corrate anno, de-
pare! boje com urna correspondencia assi&nada pelo
Sr. Manuel Alves Pragana, na qual usando de sub-
terfugios, claramente me poe de ladrao de escravos,
baseando-se nicamente no di/.er de nm seu escra-
vo limuralo do cailigo, para, sem mais prnvas, alas-
salhar a minia reput.ar.1o ; a puni de classilicar-
mc de chefe de um quilombo de 17 escravos por
mim roubados; alera das falsidades na correspon-
dencia pxaradas, os documentos ns. leu abaixo
mencionados, sao bastantes para dar um solemne
desmentido ao Sr. Pragana ; mo respondeudo nada
sobre os jemai. e-cravos aquiloinbados, no dizer
do Sr. Pragana, por estar rerln que o Sr. Pragana
qoiz nicamente comiso gracejar, ou eniao (aer-se
igual ao referido seu escravo, no seu modo de pen-
sar e mentir.
Diga-me o Sr. Pragana. quem ser mais ladrao,
se eu que tenho luda a liba de Ilamaraca para o
desmentir da injuria que me arroga a tal respeito,
oo se quem nccuUou por motos lies negros, sendo
um meu. i>ulr de raen lio e ostro de meu cunha-
do ; cujos escravos foram presos, eslaudo Irabalhau-
do a quera Vmr. h-in sabe!...
Sr. Pragana,Ja que me rhainou para a mprensa.
vamos por meiu della discutir as nossas vidjs, para
que o respeitavel publico nos coiiheca ; e como s
me cabe dizer presentemente da sua, por isso otfe-
reco a Vmc. e ao publico o documento n. 3, abaixo
publicado.
Qnal ser, Sr. Pragana,mais hediondo,o falso cri-
meque me impula na sua correspondencia, nu o
seu, qoe se acli.iJoslifleado por 11 leslemuhas ?
E mais anda se Vmc. quizer?
Dos elemo! Como con.enlis semelhante monslro
sobre ;, trra, anda prior que Saturno !! Por-
quantn esle devorara os filhos, e o Sr. Pragana de-
vora filhn e i mesmo lempo nelo !! f
Se para Judas liana urna raldaira reservada nos
abysmos inlernaes. rtVvo Mippor, cmo ehrisIRo, qoe
igual destino te sgoarda os lana horrendos leitos, e
a par de l'isiphune saboreis os seus crois acontes
ajiulados por auas Infamaos rompauheiras.
Pede as juslir i divinas e humanas, que semelhan-
te bruto nao fique impune, e pur isso nfferero estes
documenlos ao Sr. Dr.juil municipal do lei'mo pa-
ra os lomar na devula consideracao, afi-n de fazer
cahir a ^usliccira espada "sobre o maior dos
ir, i -1 s q i .i,-, i-,. i .; noticia.
Chrislaos e pas de familia que me onvis, mor-
menle de Ilamaraca, rog.ii a Dos para que desap-
parera rta face da Ierra semellianle fera.
Qneiraro, Srs. redactares, publicar estas tintas
com os documentos menc na los, por cuja intereso
se responsalnlisH.o en alleocioso criado.
Rogerio Braslliaito de Maura /'aleo.
fcngcnhu Macach.ira 9 de marra de 1837.
DOCUMENTOS.
II. I.Illm. Sr. leiieote-corunel Francisco Ho-
norio Bezeira de Meneaos,Por obsequio respon-
da-meao pilesla, se V. S. interveio comigo para
que en erUr..gilj}tTJ,^f^4ljJUii ^i^ lir.'yin- I""'
um seu escravo que se achava fgido, perraillindo^ ai"
me eu fazer de sua respitj, qoe me ron,ier-
Estimo a coiilinuaro de sua saude e das Exmas
primas.
Son, com respeilo e consideraran, de V. S. ami-
go, compadre e obriaadi,
Kogeriu llrasiliano de Moara Falcao.
7 de marco de 18.YT.
Illm. Sr. mojnr Rogerio llra.iliano de Honra
Falclo.O Sr. Francisco Xavier da Carvalhn vnn
empenhar-se roniiao, para que lizesse ruin que V.
S. eailreaae um escravo de seu irman Uanuel Al-
ves Pragana, que dizia achar-se em poder de V. S.
subtrahi-me o mais qne pude de urna tan injusta in-
cumbencia, por isso que d*p1i em V. S. luda
minha bna f. u julgava Incapaz de um emelhanla
prncedimenlo, mas taes forana as rogativas dn sr
Carvalho. que pmmrlli Ihe que t-atana de-se neg'
em, pnrc:n naodei o m-nor passo a tal respeito, e
nem communiquei a pasaos Iguini, oque se liavia
passadoenlre mira e esle senhor, vislo como nao
me poda pr-rsuadir que lal se de-se a respeilo de
V. S., e mesmo porque va que la ferir muilo de
perto seos Robres scnlimenlus.
He, pois, quant i tenho a responder-lhe, poden-
do fazer o usu que mais Ihe cousier, desla minha
reposta.
Prczo cun toda considera^ assiEnar-me, de V.
S. compadre, amigo e origadu.Francisco Honorio
llezerra de Menezes.
Engenho S. Joao de Ilamaraca, T de marco de
18.x.
N. -Illm. Sr. major Joaquim deSi Civalcanli
de Alhuquerue.Faz-se-me precian que V. S. me
responda ao pe de.la, qnal a correspondencia que
entre mira e V. S. houve, quando o seu escravo
procarou-me para o comprar, e peco Ihe permissio
de usar de sua resposla conforme a necessidade
permit
Refiro-me aos cima assigundos, por ouvir dizer.
Ilamaraca 10 de marco de 18.77.
Francisco Jos Mana do Carmo.
Consla-me ser exarlo por ser voz publica, o que
cima se declara. Pilar 10 de mareide 1857.
(luilhenne Ferreira Alcntara.
Consla-me ser exacto por ser voz publica, o que o
Sr. cima declara. Macacheira 11 de marro de 1857.
Maximiauo Candido da Silva Fragozo.
Eslavam reconhecidos.
de brim branco, 56 caltas de algodSo azul.
\i-
ctSACA lio RF.CIFE l:f DE MARCO AS
3 MURAS DA l'AKDE.
Cola^ies olliciacs.
Assocar iztasoysdo do Canal-i?0OO por arroba
rom sacro.
A-surar raascavado escnlhido 3$50 por arroba
rom sacro.
Cambio sobre Londres^7 ;t| (t ,||V_
Cambio sebre llamburgoli.1.1 rs. pur cada marc. a
90d|V.
frederico Itubitliaril, presidente
/'. /((.roes, secretario.
, CAMBIOS.
Sobre l.onares, -27 .'Ipi.a (O d.
1 Pars, :l."ill rs. por fr.
a Lisboa, 83 por j de premio.
o Rio de Janeiro, i por 0|o Je descont.
Aerees do Banco, 10 a to de premio.
o o compauhia de BeheriLe .ViJOOO.
a compauhia Per nmbuc.ina ao par.
< o Utilidade Publica, .'W pur cenlo do premio.
a liidemiiisadora. 52 dem,
a a da eslrada de ferro i) por 0|0 de prem o
Disronlo de lellras, de 8 a 10.
Dito do banco8 a 10.
(>uro.Onjas bespaiibolas. .
Mesadas de 69100 velhaa
o < 45000. .
Prala.l'atac&es brasileiros. .
Pesos col 1 jrr, 11,1 r1 -. ,
menanos.
280 a 2S5.">00
. 169000
. 1fi?000
. 5000
. sooo
. XIOO
19860
Al.FANIlEt.A.
Reudimenlo do da 1 a 12. .
dem do dia 13......
2Gi:5994"
22:0013131
286.-6009606
Oescarreiam hoj 14 de marro.
Barca ingleziConheallimerca.loria*.
Barra inglesaLindaIerro e carvao.
Barca inglezaLaocstnacarsSo.
Brigue mglezElisabilhbacallmo.
Patacho hollaudrzBlaketib.-r^uecirvao.
Patacho brasileiroEsperanzacharutos e fumo.
Barca inglezaCambriamercaduras.
.MPOKTAAO'.
Patacho brasileiro oEsperancaif, viudo da Baha,
consignado a Amonio l.uiz de Oliveira Azevedo, ma-
uifeitou o segiiinle :
7 caixotes com 17700 charutos ; ao consignatario.
149 fardos cmn !I33 arrobas de fumo, ."> arcos com
ll ditas de colla, -2 rolos com 6 dilas e 24 libras le
cordas, 31ii ramullas, o(", caixes c 1 pacote com
IKWiO charutos ; a orilem.
3caitas camphora ; a Baslos ; Lemos.
32 balas papel de en.brutho. 7." -accos pimenla
da ludia ; a Jos Joaquim Das Fernandes.
3 calzas cortes de casta*, 2 dilas lencos de chita ;
a James Ryder & C.
Escuna Hollandeza Barkenhagen, vinda de Car-
dill, consignada a Pi. O. Bieber C, minifcsluu o
seguinle :
200 toneladas cartas de pe Ira, 12 das de dito
inclinado ; a urdem.
CONSULADO UERAL-.
Rendimenlo d.dia I a 12. i7:(-323802
dem do dia 13. ... :.,<11-!I5'1
2:22j7(il
t-'lVERSAS PROVINCIAS.
Rendrnoslo do da t a t 2-..I738I50
dem do di. 13...... 3819793
3:1529906
219 camisas de brim ranro, 0 il 1 las <]<> aljro-
d3o azul, 11 cob'erlorcs do ISa, n capotes do
patn, 178 lencos d.- seda preta para grava-
tas, 38 fardas de panno azul, 13 ditas de n.t.
brim lnanco, 11 mosilas, 2V pares de polai-
nas, c 133 ditos de sapatos, tudo compondo
fardamentodas pravas entliarcadas nos refe-
ridos navios ; manila convidar a quem con-
vcnlia aqnelle coniralo, bom como a venda
dcstes objectos, o aprescnlar a sua proposta
no indicado lia, no qnal se devera fazer
nicncao nicamente do menor preco, porque
se pretenda fornecer 011 vender o gcneio,
sendo que tlepoi*. lo passada a hora, i;;iial-
meiite indicada, nao sera recebida mais ne-
iibunia.
Sala 1I0 consclho d- ailininislrar-rio naval
lo Pernambuco 12 do 1857 ti secretario,
Alexandre Rodrigues dos Mijos.
l'ela subdelegacia da fregueiia dos A-
Fogados, se faz publico que foi preso es-1
aclia recolhido a casa le deteneno, o preto i
Benedicto, que nao diz quem he' seu senhor,'
quem se julgar com direito ao mesmo osera-.
e aos quaes sea commanlanle prnmclte hom
Iratamento, por conseguiule, quem quizer
engajar passagem, so pode entender com os
consignatarios Amorioi Irmaos, ra da Cruz
&ociedade
avfjffitjao
burgo

DE
. vapor Haiii-
SiSiicira.
y
r -sP
Linha de mni-
bus.
Pede-se encarecidamente ao Sr. assignan-
to do otnnihus.quc tem o recibo de sua men-
salidade n. 279, queira fazer o favor de vir
represcnta-lo no escriptorio da
nha parase tirar umaduvida.
"< do Oueiitia<
..;t
1:
U!1(I 1 loJH
\ i:m,i:-si: .
Panno Gno preto prora de limilo.o mais su-
perior que ha, casemira a mais lina, cnllelcs
de casemira bordados de lloros soltas.e lino
Ma lo ja
das seis portas
F.M FRENTE DO LIVRAMEJ>T.
Veudem-sc per;as de algodo trancado a
mesma I- i cinco patacas, curo toque de avaria, dito liso
a quatro patacas e meia.
B upi fita.
Vendem-se palitos e sobrecasacos de pan-
no lino forrado do seda a 20 e 22-000. casa-
cas forradas le seda a 2fsVH)00, palitos e so-
1)
iS
St>
brecisacos de alpaca a 7. s. 10 c 121000,
ditos de linho a S# camisas brancas e pin-
tadas a 94 o 2StsOi)o a dniia, ab rluras de h
Soniliaiiiplnn o vapor liamlinrcnr
vo, comprela nes'a subdelegacia, que pin- 'KTROWH.IS, que devia lahir no dia 2i de fere
vando, Ihe sera entregue.
Subdelegada dos Afogadus 13 de marco
de 1837,
Francisco Carneiro Jnior.
c.Tllelesderelludodecores",lewT^^ iad,s a 2 e 2s^ooo a ,.uz.., sb nr.. d I.
.,-.i....n.,,., ,i,i
topara colletes.grosd iiaple preto,sar]a preta
lisa c lavrala para ve-tidos, meias prelas e '
iro, < U |mis la demora do eoalome legue pora
lilil r i,,., i,. Janeiro : qoalqoer informaran, eom
01 sgenlea N. O. Uielier^ C., na ra da Cruz n. I.
brancas de seda, chales ricos de toquim hor
lados, ditOS d-i merino lisos e borlados, pro
tos e decores, cambria do lint.o Gnissimo Aterroda l!oa-Visia n. 4. terceiro andar
DAGOERREOnM.
SVSTCMA NORTE-A MEKICaNO.
THEATRO
DE
santa Isabel
HOJE, I DE MAItfjO.
Stima recita da assignalura.
stmiieersaro natalicio de S. M n mperalriz.
Torar-se-ha o hymno iiarn.na'/Wiuindo a repre-
sentarlo da insigne tragedia em S atos
A MA CASTRO.
Joao Caetano tara' o papel de KCedro, por elle
creado. r*
Os liillieles de pialis e qoarla otdem vendem-se
no dia lo espertaeulo, as 9 llorase manhSa, no
escriptorio lo lliealro.
Principiar s 8 horas.
DOMINGO, 15 DE MAKCO.
Recita Ivrecl'assgaatjira.
Representar-se-lia a sublime ti.--.ha en 5 actos
SUYA CASTRO.
Joan Caetano fara' a parle de I). Pedro, por elle
creada ;
Se^uiudo-se a cena da _
C0R0A{A0.
1'inalisaia' o espectculo a nuil i graciosa farra
em 1 acto
OJUDAS EMSABBADO DEALLELUIA,
Os bi'hetes ar.ham-se a venda no escriptorio do
tlieatro.
Principiara' ,s S horas.
SEGUNDA-FEIRA. 16 DE MARCO.
BENEFICIO
Concedido pelo Sr. C. dos Sanios, ao
COI.LEGIO DAS OKi'llAS.
RepresenlBr-ee-lia o drama em ."> actos
MAliAW A V1VAM)EIR\.
l?riMrdo, por
Joao CetlDO fara' a parle de Bernardo, por elle
cread.i. l
Itomalaia' o especlaeala a nova comedia piti 1 arlo
0 CHAPEO DO REL0JOEIR0
O resto dosbilhele*a.liain-sr s venda no dia do
leclaculoi no escriptorio do tlieatro,
nciiiiara' asri horas. \\ .
Sr. redactores. \raio duSr. eironel Francisco
Sanliaiii II un s. e acliando-me casualmente nesla
cidade, nAo pnsso furlar-me ai. deaejo ir dar urna
breve resposla a caria, que Ihe lirismo alferes An-
in! do* Sanios Caria publicada ns IHari; n. 5"
te quarla feira II do cuente, tanto mais qoelb
conhecendo bem de porto o Sr. lenle coronel
Santiago, estos convencido do qua ell nlo descera'
da dignidade que o carartersa, para rrspon.ler oo
entrar em li le jornali-tica, cora t,lo Inste c niiseravel
adversario. E pois tem esta pe escopo significar aos
qne letam dila c tasnnilai, | por isso que para os que os conherem
escusado he dizer-se qualqner eousa a respeilo que
as asserees do Sr. Caria alem -le calummailor.is
falsas, so 1'ilhas lo seu cenio mesqoinbo e vil *
que lodas ellas Me devem ser oevolvidas intactas,
enino smenle proprias de sna peisoa, com o acres-
centamento de menliroso e calomniador, cujai func-
res bem dcsempenlmu o Sr. Caria em sna predila
carta.
Ka verdade nada mais indigno e infame do que a
noticia desse imaginario abaixo aoiignado pelo Sr.
lenle coronel Santiago promovido contra o Sr.
Caria Qae tolondra I Que impudencia Hitum
teneatit.
DESPaCI S DE CXI'OltT.VCAO Pl'.i.A MESA
HOCO* ;i.,lio DESTA CIDADE .NO DIA
13 DE : KCO L'E 1857.
CanalBrizne iugjex Annla l.aorle, Saunders
llrolhers KansoBriatie sueco iijonoo, N. O. Bieber c Com-
pauhia, 77U courns saleados.
Lisboailricue porlocnet xViajaale, Thoinaz de
Aqumo l'onseea A; Filbo, i) eascos mol.
Portabarca poriu..'iie/a iBrocharensoa, 'rtibma/.
le AjnilO l'iinsrra & Pilhos, l cascos mel.
(^anal l']ri,:i)i dinaxnarqo/ iiD.inniark, Jnlilistoll
Palor V Compannia, .JtHJjjictus assocar.K
LiverpoolBarca Ingleza aSoowdona, James >ab-
tree i Campanilla, ;hS saceos algodao,
xi>oriacao .
Lisboa, barca nertaguexa eBrmeida, eondafinn
seguinle : 13 pipas e 256 barril niel, -2'> pinas
a3.iardeulr8-)() vaquetas, 30 sac.-oi gamma,. 2,1)37
saceos e 1 barrica cora l*j,(i*J2 arrobas e ti titira, '
a'Siirar, 0 courns salgados, 11 Inzias espcllid ^
calilo eapelho. >
Liverpool, barca ingleza Oenevieven, de 36: to-
nelada*, conduzo o aegninle : 3,lio i saceos com
18,0110 arrobas de assurar, 70!) arrobas arroz, 150
aceai algeda i, 1,872 conrea seros.
Londres, escana ingleza tilintaos Priden, d I0K
toneladas, conduzo o seguinle :-,ili7 sarros com
6,500 arrobas de assocar, 10 tonelelas de ossos, JOS
eouros secrus. V^i
Valparaso, qarca bambur2ue?.& olleros, de 509
toneladas, cmiduzio o seiininle :6,510 saceos cora
30,000 arrobas de assiicar.
bCEUElKllllA DK. KENDAS IM'EKiNAS (iE-
ilAES DE l'EKiNAMBLCO.
Kendimenio do dia 1 a 12. 22:.">758I7S
iimm* Companhi brasileira
i*
r.^if.
Fara o ido
de Janeiro.
Scguc com breviilaJe o patacho Tamega ;
para o testo da carga e escravos a frute, para
os quaes tem excedentes cominodos, trata-
se cem os consignatarios "Novaes & Compa-
uhia, ra do Irapicltcn 31.
2t:356008
CONSULADO PttOVINCIAI
Hendimenlo do dia I a 12. .
I nn do da i:........
3!:S,lij.-,lti
2:('ill3;l(>7
34-450J063
de
paquetes a vapor,
ILEGIVEL
Appeleco a V. S. c a Enma. familia saude e pros-
peridades.
Aqal sempre me achara V. S., para o que fnr do
sen servico, por ser com parliculrr estima, de V. S.
amigo atlencio-o e obrigadissimo servo,
llo^eno Braailiano d- Moora l'alcao.
/ de marro de 1K57.
Jim. Sr. Ilogerio Brasiliano ds Moora Falclo.
fcm reposta a sn.i caria, son a dizer-lbe que Ihe
son muitissirao obrigado, parque apenas o raen es-
cravo Francisco appareeoa m sua casa para o com-
prar, immeilialainenle Vmc. me mandou dar parte
sahendo se eu o quera vender, e indo a ua casa o
enconlre era casa do Sr. leu pai, onde romos a ne-
gocio cora o dito escravo, e osee ven li porque Vmc.
nao chrgoii ao prec.ii qoe eu queria, e avista disto
relirei-me a tarde, Irazendoo meu escravo. que, lo-
go ao cliegar, me foi aprrsenlado, e nenhuma cor-
respondencia houve cutre mira e Vmc, se n.lo esta,
em qne me mandn dar parle do negro, por isso iul-
go qae orna correspondencia no Diario a esse res-
peilo, nao maucha a repulacao do Sr. Ilogerio Bra-
siliaiio.
Desejo-lhe saode o a sin. familia, e d muila re-
commeudoces a seu pai e mais familia.
Aqai me tem a sua dispoateao, visto ser com esti-
ma, seu amigo mnilo obngado.
Joaquim de S Cavalcanli.
l'.njenlin Jardim,'. de marr;o le 1857.
N. "o abaixo OKignado desoja saber se he
evicloonued,,.,,, doSr. Uanncl Alvos Pragana,
obre adiarse amasiado rom una sua nropra l-
llia de nme (llindina de Tal. leudo sido a mi-
seravcl lelloiad. do, ,.|Ic me,m, da qua, rtjlem ,
lulo inn lilno. e que na oeeaiUo le nascer, o nropri*
pai Manuel Alves Pragana o estrangulen, e o en-
lerrouao red ir da Cata : quem ma quizer fzer o
ravor, diga o que kiuber, firmuidu com o seu
nome.
Ilogerio Brsiliano de Hoora Falcan.
Onrn dizer ilo mesmo que aqui diz. Ilamaraca
9 de marro <] 1S")7.
Manoel Claudio Bexerra de .Menezes.
Ilefirn-me ao rjll'i do Sr. rapil,in-ranr Manoel
Claudio Bexerra de Menezes. Ilamaraca !l de mar*
to de 1857.
Franrisro Vicente Valim.
R-hrn-me .o dila rio Sr. rapiiiln-mr Manoel
Claudio llezerra d- Menezes. Ilamaraca 10 te mar-
de 1857.
Franrisro Monteiro de S.
Consla-me ser exarlo, por er v,i geral, o que o
Sr. cima declara. Pilar de Ilamaraca III de man-.,
de 1857.
Alejandrino Ferreira Abantara le Miranda.
Keliro-me ao dllo lo Sr. rapilio-mr Manoel Clau-
dio i; /i-i i le Menezes. Ilamaraca 0 le marro de
1857.
Clan o los de Sania Anna.
Consla-me ser evado por oovir dizer. Pilar 10
de mar; de 1877.
Tbeopbilo Lopes le Albuqricrqtie.
Consla-me pur oovir lizer. Pilar de Ilaiuarac.i
10-le marri de 1857.
Antonio Jo<6 Kernandei de Serna.
Consla-me p.,r oovir dizer, que o Sr. Manoel Al-
"' [."a 'im usou. Ilamaraca 10 de marro
de lv>.
,. Andr Alves da Molla.
Consta por ovir dizer. pilar de [tamerac 10 de
marro de 1857.
Joaquim Branca la Assumprao Peres.
Reiiro-me aos cima assignadm, por lambem ler
ouvtdo dizer. Ilamaraci 10 de marco de 1857.
Rogerio Viclor de Carvalho.
ooansal
>'avios enlradoi no dia 13.
Australia60 has, barra ingleza Mariaiinau, de
257 (.meladas, espillo I. M. Morlton, equipagem
1.1, carga 13a o mais g"iierus ; ao capiUo. Veio
refrescar e segu para Londres. Perlcnce a S.
Johu Terra Nova.
Dundec10' das, barca ingleza "Lunann, de 115
toneladas, eapiUto.John Keay, equipagem 10,
carga carvSo; a Seoll Wilson c Comuanliia.
Perlence a Abroalh.
^ovansea36 das, escuna ingleza uAsia, de 97
toneladas, capilo J din Lnlaiu, equipagem 7,
carga earvlo ; Scoll Wilson & Compauhia.
Perlence a Jersey.
Ba'i'.i--!) dias, brigoe iuglez aSpray, de 376 tone-
ladas, capil.lo lleurj Roper, equipagem 11, ero
lastro; a James Crablree & Couipanhia. Perlence
a (iieenurk.
Bueno.-Ayres29 lias, polaca hcpnih da Madro-
na, de 136 Ioih das, c-pilito Hoques Alzua.
equipasen' 10, carga 12,580 arrobas despalilllas
de carne ; a Bailar di Ohveia. Perlence a Bar-
celona.
Genova e Barcelona 95 dias, do ultimo rorlo 52,
polaca sarda Mara Ehao, le 175 toneladas, ca-
pilo Jo' Gaggero, equipagem II, carga vinho e
mais seeros; a Basto ,\- Lemos. Perlence a Ge-
nova. Paasageiros, Mrchese Andrea, Carila
Ardnina
Navios sabidos no mesmo da.
LondresEscuna ingle eBrilam Pride, capillo
I. Appledore. carga asquear e mais gneros.
MnrselhiI!.rea franceza eMarias, ct[iiiiin Vidal
Seveue. carga assucar.
LiverpoolBarca ingiera alienevieve*, capilo Ja-
mes Tiirncr, carga Minear, algo la e rouros.
Passageiros, Tboraa/. I'axne e sua senlio.a.
I) paquete IMPEBaTRIZ, commandanle o ca-
pilo lente Sania Barbara, eipera-se do partos
dn nortea 15 do Crrante, devendo seguir para
M icen i. Babia e Bio, depela da lemora do coslume:
agencia, na roa de Trapiche n. (0, primeiro andar.
H B.Os escravos e v.dume de encoramendas
ou carga, sao engajados no dia da cheeada do pa-
quete.
Para o Piio Grande do Su!
Sahc com brevidade o brigue Melampo, por
ler parle da carga pioinpia : quem quizer
carregar o resto cnienda-se com o capilo
do mesmo, Jos Monteiro de Almeida, oti pell 'eilf t I A
com o seu consignatario Manoel Alves Cue-
ra, na ra do Trapiche n. 1*.
iim&
0 Or. Anselmo Francisco Perelti commen-
dador da imperial ordem da Rosa, ejtiiz
de ilireito especial do commcrcio por S.
U. I. e C. etc.
Fago saber em como lia 23 do correte, se
ha-de arrematar ; or venda a quem mais ler,
depois da audiencia, e na s la dos auditorios
a casa terrea n 27, cita na roa Dimita da
pnvoaefio dos Ifogdos, avahada em 1:5009,
a qual vai a praca por execueo daSliguel
Joaquim da Cosa A- C., contra Jos .'.oaquim
Pereira de Mello, Vntonio Kanes .'arome Pi-
res o nutro.
E para que chegoe ao conhecimento de
tolos, mandei passar edilaes que seo pu-
blicados p la imprensa, e alfisados noslu-
gares designados no eod commercial.
lia lo e passedo aos 20 de marco le 1857.
Bu Maximiano Francisco Duarle. escrivo
o subscrevi.
Anselmo Franc seo Peretti.
&t&*ta


CE NAVECASA tVlIXTA.
DE
arselha.
F.-'pera-se um vapor de-la eompanhia, que devia
adir de M.iiselha no da 15 de fevereiro, e depois
da demora d coslume, segu para lialna Po Ir
Janeiro : qnalquer iuformaciln, com os Igenlea N.
O. Uieber 4 C, na ra da Cruz n. 1.
Para O patacho'brasilejro Esperanca segu para
o Rio lie^Janeiro nesles 8 das ; tem promp-
lo dous tercos de seu rarregatnento promp-
to. e escravos a frote, para os quaes tem ex-
cellcntes commo ios; tniia-sc com o seu con-
signatario Antonio l.uiz de iihveira Azeve-
do, ra da (.ruz n. 1.
Srftff*.
O agente Oliveira fara leilSo em um
so ou mais lotes, conforme no acto se achar
mais conveniente, por ordem do Illm. Sr.
cnsul ue franca tiesta cidade, c em presen-
ta de. seu chancellen, de tolos os livros
constitutivos da loja sita no aterro da lioa-
\ista, que loi, eoia pertencente a liquida-
co da massa do linado Semiond Jean l"ran-
COIS, subdito lrancez ; assim como do espo-
lio lo mesmo ; adverlin 10-se que o respec-
tivo inventario dos referidos livros com pos-
tos pelos mais abalisado> autores, e inipres-
sos iiitidaincnte em v.rUs linguas moder-
nas mais apreciaveis e uteis, e oulros as
classicas grega e latina, acba-se em poder
uo dito agente para previa exame dos pie-
tendentes.- lerca-feira, 17 do crreme, as
il oras .a manbaa em poqto, na indicada
loja, no ateno da Boa-Visu.
- Tinim, Mousen JiVinassa l'.irao leilao,
por inlerveucao do agente Oliveira, conU e
risco de quem pertencer, e em presenca dn
Sr chauceller do cousuiaslo da F.aaga, de
urna caixa de chitas I ranee-as, avaiiadas a
bordo Uo navio Gustavo, na sua recente vta-
gem do Havre paia este porto : aegunda-fei-
ra, 16 do crreme, as H horas ua manliaa,
no seu ai'uiazem, largo do Coruo Sanio, n
Hecife.
e outras mnitas fazendas por presos
modos.
com
AT1S .
if '**
>i>
aasassnal
Precisa-se-ic olliciacs dealfaiate de obras
grandes, e para calcas do Casemira, c costu-
reiras.para calcase collelesma ra da Cadea
lo liecife, n. 40, primeiro andar.
Cnmpararam-se 31) encharnela de louro, com
25 palmos de comprid e oilo polesadas de grossu-
ra, quina viva : na reslilarao por Iraz da igreia de
S. Hita.
Desappareceu um quarlo da 1.'parle da ti."
lotera do Gymoeslo n. i78,rubricado pl Sr. P. J.
Layme, pertenccule a Fraoctseo lio calves tiuima-
raes.sen nico dono a quera leve ser pago.
Clei. Cbapronl vai para Europn.
Na cocheira do becro doOuvi.lor do r. Joao
Lilis, ha para vender un bom rn !in alaran, bom
andador, noto e camodo, com lell ra, frelo, ele. :
quem o pretender dirija-se a mesma cocheira para
ve-lo, e para ajusfar, na ra das CruzM, sobrado de
um andar n. 21.
Onem se julgar com direilo a dua Irouias de
roupa, dirija-se a ra do Sol, arraazem de lijlo,
que pagando o annuncio, e dando of signaei certos
se Ihe enlregar.
Rega-sa ao ll'm. Sr. B. A. C, seuhor lo enge-
nho M., que digun-ea de mandar pagar a quniitia
de 100? rs. qje esl. devendn lia mal de cinco anuos,
a Mainel i'.odngurs Costa Maaalbies, viilo mo ler
dado resposla a cartas, que se Ihe tem amlerewo-
do; e seno o fi/.er lera' de ver o seu nenie por ex-
tenso nesla Inlba, al real elnboljo.-j-Manjel Kndri-
gur Cosa Magaraaet.
O abaixo assignado pede ao Sr. Jos Antonio
'ornes Guimaraei, que quanlo anles baja de vir oo
mandar pagar na prara da Indcpend-nria n. 13, oo
na roa do Hospicio n. 9, a quanlia dn l:2S5j70S re.,
por letras ja vencidas, alem los premios at real
embolo-, que esta a dever-lhe, cora procurador de
seu pai o Sr. Benlo Antonio liomes UnlntarSes, alira
de evitar qneslao judicial, por essa cobranca.
Jo<|Antonio de Araujo llumarjes.
AVISO PARA O PARA'.
Ileseja-se saber se existe nessa provincia Malilla
de tal. Ulna de Josefa de lal.cuja mai foi casada com
nm F. de tal Teitsira, jssira coran se existe Col
rinda de lal, o nome da m.li desla ijnnrs-sc ; estas
duas meninas leein a reeeher em Peroamboco nma
dexa no lente coronel de infanlaiia Caelane Al-
berto Teixeira Cevalcanti, estas duis meninas, ou
bessna habililada por ellas, pe lem dirigir-so a esla
provincia, a rna do Collegio n. 5.
JCSTICA AO MRITO.
Ja se acba ueste portn vapor < Persinunga r,
pertencente a Companhia Pernambocana.
liradas ao desenvolvimenlo do pmgresso ii'nhis-
Irial, rada lia eaminha Peroamboco para o verda-
deiro rnmplemenlo das vas de Irsnsportes, lirili-
l.i,ido desl'arle as relacgs e a condcelo dos gneros
abmenlieios.
Nai o ol'ersiiionga ajudar o olgnarassi'in, e per-
mitan) os cos que nem um fracaco se le em anas
viagens. Acbamns que o.aPerainnngaa demanda
menos agua que o rlsuarasaB, e pur isso eom mais
I r.i.-ilidade e sm risco viajara' pela cisla.
0 commandanle do spersinoogns he o nossa apre-
| ciavel amigo, > Sr. lenle Morein, ex-enmman-
jdanleila Liodoyaa. Saas maneiraa alTaveis e .tocis.
1 san apreciail.is por lotos que o ronbeiera.
Dolado de bastantes conlrecimenlos naoticos, elle
sera' teliz ; o lirnrinin de sua vida iliariliiua, he um
m&>.
Os amigos do fallecido [)r. Manoel Caelano
Soare sao convidados para assillir a una niis-
'* llt,,',llo l'el sua .ib, a, na igreja de
i>osta>*5eiiliura da Penbg, leguoda-tVira 1t>
cnrrere. s 7 dora. ^ >i,anb.1a.
Nesta casa li'an-se retratos! em diguer-
rentypo com toda a perfeir;5o, tanto de en-
ancas cmodo pessoas adultas, e pelo mo-
derno systema norte-americano. Os proces-
sos aperleicoailus, que se empregam, asse-
guram a pessoa que se retrata mu pouco
incommodo equasi nenhum lempo perdido.
Os melhores processos descoberios e prs-
licados telos norte-americanos silo empre-
ados pelo artista proprietario deste slabe-
lecimento, e por isso garante a seus fregue-
zes retratos nHo so perfeilameule inaltera-
vpis, como de urna delicadeza de traeos e
doeura as sombras, que s o daguerreotvpo
ou o archeotypo pode dar.
Incumbem-se na mesma casa de tirar co-
pias em daguerreotvpo de edificios, paisa-
gens, retratos, estatuas e quadros.
Vo-se tirar em qualquer lugar retratos
de pessoas norias.
Kxisiem para esses traba.hos excellenles
machinas, sendo urna dellas dos celebres
autores Voigllander iSobn.
y So se enUvgam retratos ou trabalho al-
gu-n sem estar pcrfetlo.
Existe sempre nesse estabeiecimento una
variado sortimeoto Je artefactos trancezas
e norte-americanos para a coJIocacSo dos
retratos taes como catsinhas de panel, de
marroquim e de velludo, fiancezas; e nor-
te-americanas de ..arroquim e de bfalo dos
melhores gostos, e desde o tiinanho de urna
pullegada al um palmo ; quadros e moldu-
ras pretas, ditas douradas, quadros Pom-
padour, ditos ae velludo, ditos para retratos
separados para urna familia completa, pas-
se-par-louts, stereoscopos com vistas e para
retratos ; u na linda variedade de alunles
de ouro com esmalte e sem elle para collo-
carem-se retratse cabellos, medalhaslam-
bem de ouro para o mesmo fim, tanto para
correntes de relogio como para tranceln, de
senhora.
"s precos dos retratos vanam em caixi-
nhas de Gj a ic.-ooo ; em molduras preUs ou
douradas de 7o a MffOO ; cid cassoleUs de
ouro de 12) a 25/000 ; e em allineles de ou-
ro lo 205 a 359000 Kstes procos silo do re-
trato e do objeclo em que be collocado.
Todos os dias desde as 8 horas da manha
t asi la tarde, seja qual fir o lempo, es-
tara a gallera- e olliciua a disposico do pu-
blico.
- atonto Cnncalves, leudo visto no lita-
rlo de i'ernam.iuco do da I2e fevereiro,
em o qual houve umexperiente que annun-
ciou. mandando que o Sr. Jos Venceslao
Alfonso Hegueira, l'osse ou maiidassc nanji
Irezeutos e tantos mil rcis ao dito Bcnlo
GOBCalves, o qual faz ver ao publico, nue o
dito Sr. Hegueira multas vezes lem sido llo-
vedor do do Benlo.porm sempre lem sido
constante e verda Iciro e.n seus pagamentos.
ea inuitus mezes que nada deve ao dilo
liento.
-- Aluga-se na Passagein da Magdalena,
ames ie ebegar a poule g-anJe, una caa
con solSo, do muitos commodos para gran-
marco uiiieieve que aasisnaU tai gloria e renome. ue rimilia : os prrleuileiil.es iiirnam-i an
I iilmu liiirl-inl.. O.-..__.LE. II......._.l._____ 1 V-......1. >t J '
do
l'erdeu-se tioutiMi a nolle, u ra larga
do Rosario aj o qua 11 el da polica, urna uul-
ceira dej^uro, a qual tem ctn vn.i una po-
dra oval vente escuro, sal.ictda le encarna-
do,j|.quechamain p .Ira sangoini a tranga
belarga, e de u. engrasudo lavradi, : quem
aacliou, querendo restilui-la, dirija-se a
mesma ra, no sobrado n. 30, terce'ro an-
dar, que sora recompensado; assim corno
previne-se aos senhores ourives, Je apprc-
hende-la no casi do Ibes ser offerecida.
Precisa se de um sacerdote de bons
costumes, para servir de coadjuto nafre-
guezia do Pao d'Aiho, com a condicgo de
trabalharda mesma maneira queo respectivo
Paracbo, daudo-se-lhc urna gratilicagao de
2U0j)U00, urna capellana para celebrar missa
de tnadrugrada, dentro da villa, com a por-
?3o de 2iOaot)o annuai's, e assevera-sc que
lodos os seus lucros nao serSo menos de__
1:0009 dentro do anno : a fallar na ra da
(^uia n. 6. segn.lo andar.
P$ Corapra-e o Diario de Pernumbuco de (A
*i 19 de deterabro le 1835, r lambem as col- ?
f^J na ma do Collegio n. 15, primeiro andar. 3
siS^-asa'-. !"\ JJ&%Ss *'><*> 'ssn,...
\
ente
bom a iiJ idor em
aituru: na pra^a (i
eiide-st um excel
t;>vallo, bonito e
a
tuda
i lude*
com escala porlJsboa.
Sabe corn a brevidade que for possivel, o
btigantin nacional Despique de Beiriz,ca-
pilflo Faustino Joao de Carvalho, por ja ter
dous lerdos ;e carga piompl-, para o resto
e passageiros, trata-se na rna da Senzala-
Nova n. 4, ou com o capitao na prara.
de Jj
Segu com breviila'c o palhabote l'icda-
de : tiara carga, passageiros e escravos a fro-
te, trata-se com r.ai-tano Cyriacp lia Costa
Morcira, na ra da l.ailea do Uei-ife n. S.
- Para Lisboa segu com toda a brevi-
dade o brigue porluguez Viajante : quem
ue mesmo i,u zerfearregar ou ir do psssa-
gem, |>ara o qua tem aceiados commodos,
dirija-se aos consi gnalarios Thomaz le A-
quiuo FoDSeca & hlho, ua ra do Vigario n.
19, primeiro andar, nu com o cap;fio do
mesmo o.Sr. Manoel los Sanios
Para a Babia segu em poucos dias o
veleiroo bem condecido date \nvoolinda,
por tera maior puto da carga prorapta : pa-
ra oresloda carga trata-se no escriptorio
do Domingos Alves Natbeu, ra de Apollo n.
Ciernes porlanlo, que a Companhia Pernambacaua
Osla beni servida.
Podemos allinn ir ne ni passageiros asnastvgadoa
serao tratados eam toda nrbanidade e leeencia, pois
a rivilidade lesse cavallim nutra roas* nao nn. lei-
a crer. Aceite a nosso amiro nossa ingenua gra-
lido.
No podemos deixar de loovar a bella eseolha son)
fez a coinpinliia, iremiando ,isSim os talentos e vir-
lude.
Nao rendemos aqui a menor vassallagem, s dize-
mos a verdade.
Kecife 13 de marro de lf\"7.
Hom na Ido .tices d'Olireira.
1 liras. Srs. depnlados a msemblea provincial.
lliiiiiai-vus allemler ao que ahaixo se aeha publi-
cado.
as oleras silo fabricados mnleriacs. com o- nntaes
se leem rdilicado as bellas propriedad** desla ciila-
le. e do que mnili inleresse tira a provincia, enlre-
lanto estilo ossas otarias sjbrecarregadas c.im os iri-
bulos seuuintes:
I" Decima9 por cenl.i animal sobre o valor da
renda por quanlo sao nollectadas. ,
S* Imposto provincial| porcenloennn.il sobre
a mesma renda, erain 3 por cenlo, e foi augmeotado
mais I por cenlo
:" Imposto municipal, como casa le nesocioa re-
lalbn2?'K)J rs. annual, cora a mu,a de 15000 rs.,
para os que nao pasarera era lemp suli 29OOO rs. I Nunca vassallo albura pasoo em lem-
po do coverco*absoluto seinelhanle mulla de 200
por eento,
4" Tasa annual de escravos.
5 Capitana lo portoIn-enr 1 animal por cada
urna ranea, pasa o primeiro anno 610 rs e os mais
a 320 e l/r. I. sello nacional por I cenca.
6 Capitana do p >rlniicenca par canoa para ti-
rar ara. paja pela vez prmeira liit) rs., e as mais a
320 e I9OOO rs. desello.
O proprietario.
para sen hora 8.
A loja da ra Nova n. 4, receheu pelo ulti-
mo navio francez, ricos tuucados e chapeos
para senhoras.
Vende-so urr preto robusto e sadio :
na ra do Encantamento n. 76 A.
Vemle-se urna taberna muito bem afre-
guezada para a trra, com commodos para
na m-sma, propra para qualquer
Tenda o conselho de Ailministraco
\avai no dia S4 do corrento mez, pelas III
horas la manhaa, n3o so de contratar o for-
necimonlo de carne verde, pao, bolacha, a-
guardente, azeilc doce de Lisboa, cale, as-
sucar, ano/, vinagre, carne secca, bacalbio
familia le mandioca, feijSo, sal, loucinho,
azeite de Garrapato, vellas stiarinas, editas
de carnauba, para os navios da armada, bar-
ca de ascavacao, enf rmaria de marinba,
pracas do arsenal do marinba, e africanos
livres ahi existente-, mas tmnhcm de fazer
a compra de 13 bonetes com chapa, 136 ditos
sem ellas, 38 calcas de panno azul, 231-ditas
lima pessoa bastante habilitada, tanlo
por saberscriplurar por partidas dobradas,
como por saber a I nigua nacional, trsduzir
o Iiancez, esabe arilhmetica,contabilidades
mercantis, etc. ele leudo Competente) boa
leltra, olTerece-so para quahjuer lugar de
guarda-Iivros, ajudante do mesmo, ou outra
qualquer arrumacSo tendente a esse fim :
quem de seu prestmo quizer se utilisar, di-
rija-se a roa lo (jueimado n. 43.
Arrenda-se o engenho Cajabussu' sito
na rregnezia do Cabo, e pertencente ao Mos-
teiro lo >-. liento da cidade da l'araliiha, e
me com agua a tratar no llosteiro de S.
Denlo la ci lade de Olinla com Kr. C ldino
de Santa Igoez.
Da-selO/rs., aquem achar, e quizer
restituir, um ciiozinho, novo, bra neo, a ex-
cppgSo ios olhns |ue sSo um poucc amarei-
lad*os, felpudo, sen cauJa, o qual se desen-
caminhou no dia 11 do crreme, da ruadas
Cruzes n. 18, p inciro andar
--- Joao fe, naniles l*ar.-n(c Vianna, com-
prou para os Sis. Antones <\ InnSo do Ar-
c.i!y,uoiis nieios biiheies la 3 lotera do
llio de Janeiro a beneficio das emprezas. sa-
linas le Cabo Fro, leus. 2817 6 3456, os
quaes remelle aos ditos senhores ua presen-
te ata, pelo lliate DuvidoSO.
- l'recisa-se alugar urna preta captiva,
boa eiigutuiiiadcira, e qu a lave le sabao :
paga-sc bem : no aterro da Boa-Vista loja le
billieles n 56.
--- Precisa-se alugar urna ama forra ou
captiva, que coznhe para casa de famili : a
tratar na aterro da Boa-Vista, loja de biihe-
ies n. 56.
Vende-so um mclcquc, de9a 10 an-
uos : na ra da Madre de Dos, toja n. 34.
- V. I', ios Santos Camiuba, vai a Euro-
pa, a tratar .ie seus negocios.
- Ka padaria da ra dos Hugos n. 31,
existe urna carta para o Sr. Jos Joaquim da
Silva Pinto.
Cofres e caxln ii .,,s.
.No deposito n. 6, da ra de S. francisco,
ha um sorlimentode caxinlms enfeiUdas, c
correzinhos de um apurado gosto. A elles.
friguezes lo deposito, anles queseacabem
pois so o agrailo dos caixeiros merece o vos-
so acolliimetilo.
Ilnnlem (12 das 6 para as 7 doras da
uoiicpnuco mais ou menos, perdeu-se des-
le a fortaleza lo irum ate a ra do Cullecm
ceme' Ma'h.lr," c>I'!V'am nS! '"" S "-" '!e eonseido de mvest,ga,;,o a
tente, Madeira, e Lisboa. O mesmo vapor pessoa que o, achar querendo restitu los:
^esperado ale o dia 20 do correte mez, dirija-se a ru. do Queim.doTn w orimefro
olTerecuboasacomodacOes para passageiros, I andar, quesera graiilicada geners'amenle
Irapiche Novo n. 16, prioieiru audar.
O abatxo assignado farscienle ao res-
peitavel publico, que deixou de ser caixeiro
do Sr. Jos Franeiwo Larra desde o dia to
do crreme ; e approveita a occasiSo m
agradecer ao mesmo senhor o muilo bom
lialamenlo que leve durante II snnus que
esteve em sua casa.
Diogo homaz Esleves Vianna.
Ka ra da Alegra n. 34, se dir quem
tem para alugar um olucial do pedreiro,
coni dous bous serventes escravos.
I'recisa-se de urna mulher que lenha
pratica do ir lar de dctiles : a fallar na la
du Vigario n ls, segundo andar.
Precisa se alugar mensalmnntc duas
escravas poautes, .refere se sondo do mal-
lo, e da-se-lhes toJo o necessano, dornnn*
uo em casa da pessoa que as lugar : a tra-
ttalar na restilaso por dcliaz da icrcia de
Sauta liita.
J. Falque vai Europa, deixaodo por
seus procuradores, em sua ausencia Iota
cidade, sua mulber V. Falque em primeiro
lugar, eeinseguudo e terceiro aos Srs- .
Souvage Companhia, e Antonio Hachado
Comes da Silva.
I'recisa-se de um padeiro que entenda
perreitamenle do trafico de padaria, Unto
de pao como de bolachiuha, para tomar con-
ta e administrar os trabalhos de urna pada-
ria, dando-sc-lhe um ordenado correspon-
dente a sua sciencia : na ra larga do Rosa-
rio, junto aoquaitel de polica, padaria n.
18, que adiara com quem tratar.
Sacca-se sobre a cidade de Porto a
cambio de 93': na ra de Apollo, armazcm
de assucar n. 13, de Valonea Antunes.
AVISO
Precisa-se de olliciacs de alfaiate de obras
grandes, e para calcas do casemira, ecostu-
propria 1.1 quaiquer r-- --- .-, wwhbw-
piincipianle, na ra da Senzala Nova n. 2 : reiras para calcas e collctes : na ra da C-
a tratar na mesma. *-- "--
Vende-se urna por?ao le garrafas pre-
tas que fot am de carreja branca : no depo-
sito 11. 6 da ra de S. Francisco.
Na ra do Urum n. 22, armazem ile
S Araujo, vendem-se presuntos do Porto,
superiores, em barris, e para lelaidoacha-
r3o na taberna dos Srs. lleudes & liraga. ua
ra la Cruz, por preco commodo. Tambeui
so vende cera de carnauba muito superior,
em saceos.
Para o I
EO <
iro
Segu com brevidade a barca oSortc a lem
paite da carga, para o resto, passageiros c
escravos a frele : trata-se com Caetano (v-
riacoda C. Al., na ra da Cadeia doltecife
11. 2.
AVISO.
Uo Rio de Janeiro, pretenda sahirat 12
do presente mez, o vapor poittiguez l>. Pe-
dro 5 o, commandantc Jos Dias dos Santos,
e tenciona entrar oeste porto, e seguir de
ttenca
MUTTCSDCT
51. Pommatcau, temi de retirar se para
Franca, avisa ao respeitavel publico, que
venden todas as suas machinas, fetramentas
e m :is pertences tendentes Sr. Manoel Pereira Copes llibeiio, confronte
a matriz da lioa- is a ti. 86, i qual se acha
com lo las as habilitad-oes tiecessarias para
continuar nos misteresde sua proflssSo co-
mo sejam, amolacoes, limpar e concertar
espingardas, espada:., facas eloda a quali-,
lade de concortos: as pessoas que de scu|
prest i mo quizerem utilissr-se podom din-l
gir-ae a casa actma, que soro scr\ iiios com i
' maior zel> e promptido possivel.
Piecisa-se le uina niultier. livre ou e-
crava, para o servico interno le casa de fa-
milia, qu" saiba engommar e seja sadia,
obtigando-se a morar com a mesma familia:
a tratar tu ra Nova, casa 11. 50, segundo
andar.
No lia 27 !e fevereiro prximo passa-
dofugioo escavo pardo, le nome Jerony-
1110, i'um nlade le 38 anuos po :C3 maisou
menos, do estatura baixa, secco do corpo,
bem parecido, lu bulo a conserva suissas,
tem ollicio de carauina c lambem le marci-
ni'iro. o qual l"i, eSWavo de -r. Manoel y-
rillo WanJerley, ren.leio dn engenho Hu-
bim, na freguezia de Serinhacm : quemo
aporebender, |eve-o no Recife a rna das Flo-
r.'S1** entregar ao Sr. Joaquim Francisco
Torres Galindo, ou no engenho Morenos a
seu proprietario Antonio de Souza Leo, que
recompensara com cem mil ret.
Precisa-se de um menino de 12 anuos,
pouco mais cu menos, que queira servir de
criado: no aterro da Boa-Vista, loja n. 66
No segundo andar do sobrado n. 67 da
ra Imperial, preciaa-se le urna criada Torra
ou captiva, paia o servico de u na pequea
ramilla, e nga-so bom alugucl.
Fazem-se capas, balina e chamarra
para padres : na ra da Senzala Nova n. 36.
deia do Piccife, primeiro andar n. 40.
Lotera
M
provincia.
Corre fnfnltfTilii_
sahbado, 14 do corrente.
.11 *
?*. J, hmynm.
Precisa-so de urna ama': na ra la
Guia, taberna D. 36.
Precisa-se de urna ama que saiba ro-
zinhare fazer o mais servico de rasa : na
ra la Concordia, casa que f.iz esquina com
0 sobrado do Sr. Pedro Teixeira.
A mesa regedora la irmandaib- do N.
S. do Terco.tem deexpr a vista los liis em
sol ne procissao. a lee renlas imagen,
de sua igreja, S'-nhor l!om Jess dos desam-
parados e de su mSi Alaria Sanlissima Se-
nhara la Scldade, no dia sexia-fein de
Triumpho,8 du abril,pelas 3 hor s e meia da
larde un (ionio. Itoga as corpor icocs rcli-
giosas, autoridades, e mais pessoas que icm
lio coneorrer para o hrilhaliiaen |j tSe reli-
gioso acto, o obsequio de compareoerem cm
nossa igreja a hora indica la. Rasjenjfc lam-
be in a maior concurreaeia de no nana eksrts-
simos irmSos, o a sua coadjenracSo, bem no-
mo a de todos OS liis.-Jos Pinio de Maga-
Ihes, joiz.Pedro Jos Costa Castclta Blan-
deo, Secretario.
Ila-se dinheiro a juros em pequen.>
quantias, sobre penhorea de ouro c prata .
na roi ,ir Hospicio n. 5i>.
Tendo-ae chamada um prcio para levar
um sacco de roupa suja para a \-cheira ata
wnnibus.esle b-sapparecen com ella ; sendo
111 c'ilusas, '.) dilas de meias, 7 simulas. 4
; loalias,3 Tonhas,! Iel.cus.3t pares de m< las,
3 caifas le disentir, 1 cnberta de coila,
1 rede ; esta rou| a esta marcada com as Icl-
t'asF. I. S e as meias com uin S: quem sou-
br e levara ra lo Livraineiilo n. 38, sern
gener:)sam"nle ree impensado, ou na ra da
Cadeia ao Jacob, noejietra do> mnibus.
I'recisa-se alugar urna mulher forra s
para engommar e ensoboar cm urna casa de
familia ; paga-sc muito bem na ra do
lijspicion. 56.
'
. .


DIARIOE PERNAMliUO, SEXTA SAUBAD0J14 DE MAltgo DE 1857.
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alliance.
Esubelecid cm Londres, em maro de ln-24.
Capital cinco milhoes Je libras esterlinas.
Saunders Brolhers & C, lem a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios decasas,
a quem mais ronvier que esto plenamente au-
.orisados pela dita companhia para efectuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, coberios de
telha e igualmenw sobre os objeclos quecontiverern
os mesmos edificio quer consista em mobilia ouj
em (alendas de qualquer qualidae.
Substituidlo do
arcano a polassa
pelo b;traro prego por imta lata de 10 libras:
noarmazentile N. O.Bie-
ber & C, ra da ( un
ii. 4.
Repartigao da vaccina.
O cowmissario vaccinador vaccina *nas
quintas e domingos de todas as semanas, no
torreao da Alfandega, e as tergas-feiras na
casa de sua residencia, primeiro andar do
sobrado da ra Nova, esquina da do Sol, das
7 as 9 horas da manhfia.
I'recisa-se alugar um preto possante,
embora seja bruto, para trabalhar mensal-
mente nesta typographia, dndole o sus-
tento : na livraria us. 6c8 da praga da. In-
dependencia.
DENTISTA FRiRCEZ.
Paulo GaigBttQI dentista, ra Nova u. l :-]g
vi'v na mesma casa lem a^ua o pos denlrifice. ; v
Na ra das '1 rinebeiras n. 8, loja de
tarlarugueiro, com a frente pintada de ver-
de, compra-se efectivamente tartaruga, e
paga-se por mais prego Jo quo em outra
qualquer parte.
Jos Joaqun) da Cunba Cuimaraes,
eslabclccido com loja de Urturngueiro, na
ra das Trincheiras n. 8, quem entra da ma-
triz ao lado direito, avisa ao respeitavel pu-
blico e aos seus freguezes, que recebeu de
Kranga um completo sortimento de obras de
tartaruga, corno peutes para atar cabello de
difluientes qualidadus, ditos para alisar,
marral', e pura meninas; alcm deslas obras
lem no mesmo eslabelcciinento um bom sor-
timento de pentes, caixas, ludo abi fabri-
cado ; assini como se concerta qualquer
obra de tartaruga, por pregas continuaos.
Aos a toan tes do bomgosto.
Sao chegadas loja de chapeos deso do
aterro da Boa-Vista n. -il, as muiloalamadas
e saborosas tamburas, em bocetinhas, pro-
prias para fazer-se presentes, chegadas lti-
mamente da Turqua ; cheguem, freguezes,
que se vende barato.
Precisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, para casa de pnuca familia, c que
faga compras : na ra da Cruz n. 31, depo-
sito de charutos.
Precisa-se de nma ama de leite para
criar a uma menina de 3 mezes : na rita do
Collegio n. 21,terceiro andar. Paga-se bem'
ESTRADA DE FERRO
Precisa-se de duas amas para cozinlia
c engominado : na ra da Cruz n. 2*.
O abaixo assignado avisa a todas as
pessoas que lem peohores em seu poder, na
ra da Peana n. 23, c que ha muito lempo
nSo tem pago os juros vencidos, tenhain a
boodadedevir pagar no espago de 13 das,
a contar do da 9 do crrente ao da 24 do
mesmo mez, e quem assim nao o lizer.serfm
vendidos os ditos peuhores para pagamento
do principal e juros. Ilecife ) de margo de
1857.Joaqutm Jos Pereira.
\ tteucc.
A.
Dcseja-SC camprar uma casa terrea que te-
nha 30 palmos de frente, pouco mais ou u e-
nos, commodos para familia c lias seguin-
tes ras desla cidade : Caniboa do (".armo,
Santa Thereza o uta das Cruzas : a tratar
ua rna Direita n. 38.
NA HU.\ 1)0 TRAPICHE NOVO N. 18.
Precisa-se de uma preta cscrava para o
servigo da casa, sendo boa trabalhadeira :
paga-se bem.
No segundo andar do sobrado n. 67 da
ra Imperial, pr. cisa-sede nina criada forra
ou captiva, para o servigo de urna pequea
familia, paga-se bom aluguel.
Rciiiaria de
no Bfton-
$
do Ilecife S. Francisco:
LIMITADO.
fiMtortt ttytmd.
Os directores da Compaulna da Estrada de ferro
do Kecifeao San-Francisco, limitado, lem feito a
aparta chamada ci duas libra esterlina*, od rtH
llO''i, sobre cada arralo, na dita ompanhia, a qual
devejser paga ate < (lia !) de abril do corrente anuo
de 1837, na Babia, em casa dos Srs. S. S. Daven-
port & 0., na ciirle, em cana dos Srs. Man, Mac.
Gregor \ C, e em 1'eni.iniuuo, no. escriptorio da
Companbia.
O accionista que nao realisar o pasamento den-
tro d> termo indicad*, peder perder lodo direilo
M accoes sobre as quaes o dito patainenlo nao se
tiver ellcctuado, e em lodo caso lera de pagar juros
na ratAo de 5 por'ceulo ao anno, e de nao receber
juros ou dividendo da Companhia, pelo lempo que
decorrer enlrc o da iudiL-ado para o pasamento e a
sua realisarau.
Neohum aulo de transferencia pode ser resislrado
depois do (lia '.' do crrente, antes do pagamento da
chamada.
Por ordem dos directores.S. P. YEKEKER,
(hesoureiro.
Becife 3 de marro de 1857.
Na ra larga do Rosario, esquina do
beceo do Peixe Frito, no segundo andar do
sobrado n. 9, continu*a-se a dar comida para
lua com lodo o aceio, e por prego muito
em conta.
- O abaixo assignado declara aos deve-
dores ae Aureliano & Andrade, que nao pa-
guem seus dbitos senao ao abaixo assigna-
do, do contrario tjrao de pagar segunda
vez. Recife 13 do fevereiro de 1857.
Mano, i Jos Leite.
Lotera do Mo
e Janeiro.
Na praga da Independencia n. 40, achat-
se a venda os novos bilhelcs da lotera ter-
ceira das Salinas do Cal.o Fri, que devia
correr de 3 c 4 do presente. As listas espe-
ramos pelo primeiro vapor que partir depois
dessa data. Os premios serio pagos de con-
lormidade aos nossos aunuuctos em a mes-
illa loja cima.
Kego& Brrelo,
teiro.
No deposito desta retinara, na ra da Ca-
deia do Ilecife n. 30. ha sempre assucar re-
inado de superior qualidade, tanto cm po
como em torros c em pSes, por prego mais
commodo de que em outra qualquer parte.
Tendo-se dado a um prelo no paleo do
Livramcnto, um sacro com roupa suja, e
vindo elle pela ra do Queimado, defronle
do sobrado amarello se ihe mamiou condu-
zir para a cocheira, aonde ainda nao che-
gou : roga-sc a quem o houver encentrado,
apprebender a dita trouxa. o leve-a a co-
cheira dos mnibus no hob'eiro Jacob, mo-
go, quesera recompensado.
Avisa-se as pessoas que tinham penho-
res na ra eslreita do Kosario n. 7, das Cal-
cadas n. 10, e hoja da Praia n. 43, veiihara
tira-Ios deutro de 10 dias, do contrario serao
vendidos os daquellas que devein juros.
A pessoa ouc annunciou no Diario de
10 do correnta para caixeiro de qualquer es-
tabelecimentc-, apparega no Passeio Publico,
loja n. 11.
Precisa-se do um criado para casa de
um hornearsolteiro : na ra dp Crespn.
13, das 9 as 8 da larde.
Aluga-se um. cocheira c estribarla, na
ra do Capibaribe : a tratar no aterro da
Boa-Vista, loja n. 1.
Precisa-se de uma ama para o servigo
externo de urna casa de pouca familia : na
na da Uugoela u. 4.
Ou'erece-je urna pessoa con ashabili-
tagoes ueccssarias,para caixeiro de qualquer
estabelecimeiilo, menos de escriptorio, ou
mesmo para feitor de algum sitio, ou enge-
nho, dando abonadoies a sua comlucta, vis-
to nao ser lilho desta provincia,porem sim de"
uma das provincias do norte : quem precisar
aununciepara ser procurado, ou dinja-se a
ra da Alegra casa n. 9.
'Iraspassa-sc o airendamento do sitio
do beceo do Pombal, ao pe da solcdade ; a
tratar defronle do mesmo.
Bay mundo Carlos, l.eite, relira-sc para
o Bio de Janeiro, deixanio por scus procu-
radores os Srs. rr. Antonio Joaquirn de Mo-
raes c Silva, Joaqnim da .Vssunipgo Quei-
ro/. e francisco (.ornas de Mallos.
SimSode Sampaiu Leite, vai ao Rio de
Janeir), e de la a Europa.
Iiesapparecou um cavallo rugo pedrez,
cauda comprida c ronceiro na espora : (|uem
o pegar, leve-o a ra Nova n 71, que se I lie
recompensara.
Precisa-se alugar um sitio ou casa co =
quintal, na Capunga : a fallar no Passeio
loja n. 9.
Precisa-se de um feitor para um sitio,
0 qual se entrega, por bom ordenado, ou
coi:: soeiedadc no mesmo : na travessa das
Barreiras n. 8.
Jos Ignacio Rodrigues Oria deixou de
'ser caxeiro do Francisco de Paula Figueira
Sab h desdo o dia II do corrente.
O escrivo da inuandade de N. S. do
Amparo da cidade de Oliuda, convida os seus
irmfios pa'a que sexla-feira, 13 do crrenle,
comparegam pelas -i horas da tarde na nos-
sa igreja, para, encorporados, aconipaiihar
a procissao do Senhor dos Pasaos, por con-
vite da mesma iruiaudade.
Quem precisar de uma preta forra pa-
ra o servigo interno do uma casa de pouca
familia, dirija-se a ra Nova, loja n. 8, para
Ilutar com a mesma.
Por todos os vapores para a Europa
sacca-se sobra o Porlo qualquer quanlia a
prazo ou avista: no, escriptorio de T. de
raria, ra do iiapicbe n. 40.
No principio da Soledade, primeira ca-
sa ao pedo sobrado da viuva Cu i maraes, da-
se dinbeiro sob peuhores de ouro ou prala,
e rebatcm-se ordenados.
Precisa-se de uma ama serca, que sai-
ha lavar e engommar, para pouca familia,
aceitando-se mesmo escrava : a tratar ua
ra do Collegio n. 8, segundo andar.
Antonio Pereira Mendos vai a Portugal,
Dcaudo encarregado deseos negocios o br.
JOO Pelea de -lillflda Lopes.
Precisa-se alugar unta ama de leite
sem lilho : na praga da Independencia n. 3t
e 38, ou na Capung i, ua casa eonfronle a du
i>r. Bartliolomeo.
Fabneio Genros* & Companhia decla-
ran! que temi do fazer una vjagein para
lora da provincia o se\i chele e socio geren-
te Fabneio Comes Pedrosa, deixa em seu
lugar o Sr. Antonio da Costa Alecrini, a
quem lieixa todos os seus poderes paia, cm
sua ausencia,executar em seu escriptorio da
ra da Cruz u. 54, primeiro andar,
Precisa-se do um cozinneiro ou cozi-
ulieira : na ra larga do Rosario u. 39, se-
gundo andar.
Cratilica-scco.il gcncrostJade a quem
restituir ou der noticia onde para vara c
meia de cordao grosso, de ouro, cen uma
cruz, conleudo dentro o Sanio Lenho, a qual
se abre por uns pequeos angiiihos nos pon-
tos ; urna redoma pequen, de piala, com
Agnusdei ; urna liga de unicorne fora do
castor; um coral encarnado enliado em
uma lila ; um rosario de cuntas verdes, e
mais algumas reliquias, o que ludo cima
loi perdido eui o bauheiro dentro do coreado
do Sr. Lobo, nu Caldeireiro, em o dia 8 do
corrente mez: roga-se, portauto, a quem
taes objeclos tiver adiado, ou delles tiver
noticia, de se dirigir a enlrega-los ou dar os
esclarecimentos necessanos para a sua ap-
prchcnso, na Boa-Vista, sobrado n. 72, na
esquina da ra da Soledade ; no Keoife, ra
ilo Amonio n. 30, e no Caldeireiro, casa do
Sr. I)r. Aleoforado, quo alm da graticag3o
proinellida,se licaia otingado e guardar-se-
ha segredo ; assim como espera-se da acli-
vidade e buns desejos das autoridades do
Poco da i'anella, quo deem as suas ordens e
loinein medida para seren taes objeclos
descoberlos, c castigir-se com o rigor da
le a quem tiver sublrahido, como premiar-
se a quem bem t.ver obrado, ajdaudo a po-
lica no de-iCubrimeutn da veruade..
B1LHTS DA LUitiUi DO
RIO D JHEiEO.
os 20,000^, 10,0009?,
i.OU.S i; 2,0005.
Iloje deve chegar do Rio de Janeiro o va-
por Cenova, o qual pela demora suppoe-se
sabir depois do dia 3 do corrale mez, e ues-
te caso deve liazer as listas na terceira lote-
riadas .salinas do Cabo-Fri, extrahida em
3 ou 4 leste mez anula ba bilbetes, meios
e quartos a venda na praga da Independen-
cia, loja n. 33 : a ellos, antes que chegue o
vapor.
Vende-se nina molatinha muito linda,
de idade de 3 anuos e meio : na ra do Hos-
picio u. 5U.
Cavallo de ca-
briole!.
Vende-se um exeelle-
te cavali'o p,ui cabriolet;
a trat. r nacoiceira d A -
rusto Fisr!n r, ou ua ra
>\& adeia do Hecife U.50,
primeiro andar.
Vende-se nma negra erioula, de idade
H5 anuos, a qual.esti parida de 8 ilias, e tem
bom leite : quem quizer, dinja-se a cidade
de Olinda, atrazdo Amparo n. II, que acha-
ra com quem tratar.
Vende-se uma cxcellcnle cadoirinba
muito leve, pintada e forrada de novo, assim
como cm ptimo palanquim de rebugo. usa-
do, mas em milito bom estado ; na ra do
Hospicio n. 50.
Vende-se urna cabra muito boa de lei-
te, com dous lilhos ja grandes ; no becro da
ViracSo, casa n. 11, com barra encarnada.
Kr>zend;'.s baratis, no Pas-
seio Publica, loja n. 11.
Lengos para meninas a 100 rs., bonetes
pintados para menino a 100 rs., cassas chi-
tas de cores c pretas a 1?800 e 2000 a pega,
chales de 15a a 800 rs., cambraias lisas linas,
chitas linas verdadeiras, madapolOcs de to-
das as cualidades, tudo por pregos commo-
dos aos freguezes, muela, c nutras muitas
fa/.endas, que se venderSo por rregos que
agradaio aos compradores.
CHAPEOS FBANCEZF.S.
Vende se na ra Direita n. (II, chapeos
francezes muito superiores, cliegados lti-
mamente de Paris, muito baratos, a 71300,
8-rOOO c 8'500.
A o- barato
Na aala de barboiroda ra da Cruz n. 51,
primeiro andar, vendem-se as mais moder-
nas bichas de llamburgo, tanto aos ceios
como a relalho, o alugam-se mais barato
do que cm outra parte.
Planta da <-idade do He-
e
Vende-se a planta da cidade do Becife e
seus arrabaldes, feita pelo Sr. Dr. Jos Ma-
mede Alves Ferreira, por dez mil reis : na
livraria n. 6 e 8 da praga da Independencia.
distancias *da
Vende-se feijao mu'.alinho muito novo
com principio de bicho, por prego muito
commodo, arroz pilado muito bom, velas de
carnauba : na ra do Vlgario n. 5.
Vende-se paingo muito prupno para
canario do imperio a 100 rs. ajlibra: defron-
le da Belaco n. -28.
La.i j> :;-. vertidos.
Vnndem-se crl-'sdelfla para v">lido, muito bonitos pa roes, e cun 15 covados
cada Crle, pelo baralissimO preto de 5-000:
' na roa do Oucimado n. -J2, na bem coiiheei-
da loja da boa fe.
Em casarte llcnr. Bruiiii cV Companhia, Da
ra ila Crui u. 1(1, vende-secognareiiicaixinliai d
dutia.
BOlIC'CriP
Vendem-se bonecas
faticczas
francezas ricamente
Algodo numstro, lie pe-
cliinclia
Vende-so algodo monstro, com 8 palmos
de largura, limito propuo para loalhas e
lengoes, pelo diminuto prego de 600 is. a
vara : no loja da ba fe, na do Queiniado
""CASTAKH4S ASSAAS6
Na ra es'.rcila do Cosario n. 11, vende-se
a toda a luir do dia caslanhas assadas c
cruas.
Azeite retinado muito superior, pro-
prio para candiciros de todas as qualidades:
vende-se por prego commodo, na ra do
Trapiche n. 16.
Na ra da Cruz n. 50, armazem de San-
ta Barbara & Companhia, vendem-se ellecti-
ramente caixoes vasios de todos os lama-
nhos.
Cerreja Dgleza
5;iss & C: ven-
armazem de
c ( i!rs na d.:
10.
NAFINDir.AO DEFF.IUiO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W.BOWMAN, a.\
IIL'A 1)0 BUUM.PASSANDO 0 ullA-l
FAHIZ, I
ha sempTe aro grande oriimenlodo epainl*i
jectos d* mar lia niiinosproprioBpar*amsenlioa,a sa-
ber : iiini'iidas e inei.i- moemlaa da mais moderna
ciinslriire.oi ; laixa <1p ferro fumli 1" e halido.ile
snperor qaalidade a de lodosos tamanlios; ruda
dentada! para agni n animies, de tudas as propor-
eps; erivose boeeasdefornalhae r igjitrot'de ho-
iro. agDlh8e,broniM,paratuo ecavilMea,BMii
nhosde mandioca.elr.elr
NA MESMA FINDICAO.
leexecutanil odasas>nrommeiidas com a superio-
ridadej.i':onlicrida ecom a doidaprcsle/aecum-
ruoiinaiiccm pre$o.
BANDEJAS FINAS E BARA-
TAS.
Vendem-se bandejas linas e de varios ta-
manhos pelo barato prego de 1#500, 2s500,
39300 e 49 : na ra do' Oueimado loja de
miudezas da boa fama n. 33.
LEQUES FINOS.
Vendem-se leqnes muito linos com rica
pinturas, espelho e plumas a 2, 32300 e */ :
na ra do oueimado loja de miudezas da
boa fama n. 33'
Potassa e cal
d5* marc
de-ve no
'raeg-er
Grnz n.
Happ
t das
Compra-se urna casa trra com com-
modos para familia, as freguezias de Santo i
Antonio, S. Jos e Boa-Vista : trata-se na
ra Augusta n. 17,
. Compram-seefTectivamcnte na ruadas
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e da divida provincial, assim
comoaegoes das diversas cumpanhias auto-
risadas pelo governo.
Compram-se -2 cscravos do 14 a 16 an-
nos: a tratar no escriptorio de JosJoa-
quini Dias remandes, ra da Cadeia do Ile-
cife.
Compra-se urna escrava mos'a. que
cosa bem, engomme e cozinbe : a tratar na
ra do Trapiche n. 14, primeiro andar.
Compra-se o Jornal do Commercio
desta cidade, de 23 de agosto do anuo pas-
sao : na livraria n. 6e8 da praga da Inde-
pendencia.
Goaipram-se patacoesbrasileiroa e hes-
panhoes a 20010 : ua ra da Cadeia do Ileci-
fe loja de cambio n. 38.
Compra-so urna escrava para vender
lazendas, c que nSo exceda a 25 anuos de
idade : a tratar na ra da Cruz n 30.
Compra-so o Diario de Pcrnambucode
19 dezembro de 1855.
Precisa-se de um caixeiro para tomar
ronta do urna taberna por balango, dando
Mador a sua conducta, e ilando-se-lbe um
bom od nado, ou mesmo iiiterosse. O esta-
belciimeiilo he em um dos melhores lugar do
bairro de Santo Antonio : quem eslivoPe'm
tae> circunistancias, aniiuncie para ser pro-
curado.
GABINETE PORTGUEZ
DE
Senii&.
provincia.
Na Ifvrariajn. 6e8 da praga da Indepen-
dencia, vende-so o mappa das distancias
das diterentes villas da cidade entre si, e
rclagio a capital da mesma, a mitris.
P4IE.W IMitikZ
Os melhores relogios de ouro, patente in-
glcz, vendem-se no escriptorio do agente
Uiiveira, roa da Cadeia do hecife n. 64, pri-
meiro andar.
Vende-se um negrinha de 14 a lannos
Agencia
da t'undicao Low-Moor,
mu (b> Senmla vova
n. 42. .
Neste estabelecimento continu'a a haver
nm completo sorlimenlo de nioeudas e meias
moeudas para engeuho, machinas de vapor
e taixas de ferro balido c coado de todos os
tamanilos para dito.
do
virgem.
No antigo e j bem condecido deposito da
ra da Cadeia do Kecife, escriptorio II. 12,
ha para vender muito superior polassa da
Itussia, dita do Rio de Janeiro, e cal virgem
de Lisboa em pedra, tudo a pregos muito fa-
voraveis, com os quacs (carao os compra-
dores satisfeilos.
7"
nho
de
to
1857
lllto.
de idade, sem vicios e achaques, unicamen-; acim,i c|leaado pelo'vapor
te por seu senhor nao necessttar de seus ser- rua j oruz Mi ^
No armazem de Jos Joaqnim Dias Fernan-
des, beceo da Madre de lieos n. 12, vende-se
superior vinho yelho do Porto, em caitas de
una e duas duzias, por prego commodo.
Deposito
di; rap priiiceza da fabri-
ca de E. Gisso, no l\i"
de Janeiro.
Vende-se a prego commodo rap fino,
grosso e meio grosso, da acrcdil la fabrica
S. S ador : na
vigos
dar.
ni rua da Cruz n. 35, primeiro atl
it;s bis. acadmicos
qtiito ;t' no.
Existe um pcque.no numero de cxcmpla-
res do compendio do Dr. Francisco de Pau-
la ISaplista, os quaes se venden a 53 em bro-
ehura e 6/ encadernados : na loja da rua do
Queimado u. 10.
Vende-se a planta da
cidade lio Recite e seus a
ame.-
rab
po, jniit
Airio'io,
: na rua doCiv
ao arco de ante
loja de livros e
du Suza.
Vendem-se terrenos para c licagao na
ostra la doNanguinnibo, do do Itjcife, lado
esquerdo, junto as casas do Sr. Vanoel Pe-
reira Teixeira, com 250 palmos de fundo e
de frente os que o comprador quizer : a tra-
tar na n< da Cadeia do Ilecife n. 9, ou com
Jos llaplista llibeiro de Faria, no seu sitio
da Estancia.
Vende-se a verdadeira graxa ingleza n.
97, os afamados fabricantesDay Mar-
tin- em barricas de 15 duzias de potes:
em casa de James Crablree Si Companhia,
rua da Cruz n 42.
A directora doCabiucte porluguez de le
lura nesta capital, por ucliberagao tomada
em sesso de 5 do correle, scientiflca :.os
.ei.lioies associados do gabinete, que d'ora
em diaute nao llavera expediente nos do-
mingos e dias santificados, em cousequen-
cia deque se acharfio fecliadas as porlas de
estabelecimento. Recife 12 de margo do
1857. O primeiro secretario,
Duai le das fteves.
tfardim publico ein Pe-
uaiiibuco, rua da Sol-
Uae ti. 70.
Os abaixo assignados, com loja de ourives
na rua do Cabug-. n. II, confronte ao paleo
da matriz e rua Nova, fazein publico, qi.e
esto recebendo conlinuadameiile as mais
niwas obras de ouro, tanto para senhora
como para hornens e meninos : os pregos
conlinuam razoaveis, e passam-se contas
com responsabilidade, especificando a qua-
lidade do ouro del* ou 18 quilates, ticaudo
assim sujeitos os mesmos pur qualquer du-
vida.Seraphim Cilrmao.
***- *i 13 U
O Dr. Unacio firinu Xavier )/. publico, .;
.H9ue inuiluu sua residencia para o ceu sitio, c
5 ua Passa^em da Macilaleua, .pie ir a ao or- &
9 te da trapa entre a punte grande e a do ;:;
9 Chora-Menino e ahi lem prep irado uma g
',?. caa de saude, com todos os commodo?, para 00
o tralamnto de earravog, cujos euhore^ re- ig)
tH siiUui fura da pi..<;a. ou que nao os posdam
GhAPE mmm e
chapeos de so! de seda
;s 4^000 e 5,000 rs.
Na loja da rua do Queimado n. 17, ao p
d botica, vendem-se muito superiores cha-
peos de sol de seda e cores e pretos, pelo
barato prego de e 5/d00 cada um, por te-
rem sido molhados venham depressa a-
quelles que quizercm da pechinba, que por
semelhauto prego so se vende a dinbeiro
vista.
Vinho do Porto,
Na rua da Madre de Dos, loja n. 3, ven-
de-se vinho do Porto, branco e tinto^de to-
das as qualidades, e das marcas mais acre-
ditadas que vem a este mercado, em barris
c engarrafado
Vende-se por prego commodo um pia-
no em bom estado : ua rua dos Pires, junto
Neste jardim ha muito grande variedade a caixa n'agua.
de rosas, dalias e nutras umitas qualidades --- Vende-se um preto de meia idade,
do flores, assim tamben muitas qualidades que entende de coznha, por prego commo-
deuv;:smuscateiseoutras, varias qualida- j do : na rua dos Pires, junto a caixa d'agua.
Vendem-se caixoes com 4 libras de
.los NOgueira
'*- Vende-se um cabriolet de 4 rodas, cm
muito bom estado : na cocheira que foi do
fallecido Jos Maria, rua das Flores.
Potassa refinada em latas de seis
libras.
O antigo deposito da rua da Cadeia do Ile-
cife n. 12, recebeu agora uma porcSo de po-
tassa refinada de superior qualidade, em la-
tas de 6 libras, que se vende por prego ra-
zoavel.
No armazem de fazendas da rua do Queima-
do n. 27, de Joo Jos de Couveia, ven-
dem-se as seguintes fazendas, a saber :
Grosdenap'e de seda preta o co-
vado 2JCO0c 8500
Sarja preta lavrada o covado 2?, 2*400 e 2^800
dtsdeligo-, sapotas e sapolis, fructa-pSo,
etc., etc. Apromptam-se encommeudas pa-
ra o centro desla provincia e as mais do sul
e norte, bavendo sempre qualidades novas
viudas de Franca. Alugam-se 2 pretos, ou
negras velbas ou alejadas, que ainda pos-
sam dar algum servigo.
.Sendo do meu uever dar a razSo por-
que o Despertador Commercial do Norte nao
sabina luz no 1. do corrente mez, agora o
fago, depois de certIOcar-me que oSoposso
deixar de gastar ua sua publicaefio 2:100-000
eui cada trimestre, pois que ainda lendol
mil assi
.luce de goiaba muito lino a 1#200. sement
de coentio nova a 32(1 a garrafa, carnes de
loucinho de Santos a iso a libra, sardinbas
tanto a relalho como em porgo. por prego
commodo ; na taberna da esquina da rua
dos Marlynos n 36.
Ven :e-se um relogio de ouro patente
inglez, com um correntio ou sem elle, tam-
bera se recebe em truca algum patente suis-
so ou borisontal, de prala ou ouro : no pa-
lco do Parazo n. i.
Antonio Luiz de Olivcira Azeve.lo tem
liantes, o diario nao podei ia conti- i para vener no seu escriptorio, rua da Cruz
nuir sendo a 2?000 por trimestre ; portauto n. 1, superior Jacaranda, cola da Babia mui-
julgo que s a 3000 poderei conseguir a sua ; lo boa, piche da Suecia em I
publicagoeobier algum lucro, licando os : de Lisboa, musti
annuncios na mesma razau a 20 rs por Ii- i l|2, 1 0|0 e 2 0[0, agua dos amaines para
e melade na sua repetieo. Pagando o lunpar as sardas ou pannos.
Dita preta de lista o covadu
Dita hespauhola, o covado
Dita de seda inglesa, o covado
Chales de chaly de cores cotn listas
de seda
Ditos de ditos de cores bordados a
Ditos de dito bordados a matiz a
Ditos decasemira lisos a
Ditos de retro/, bordados a
Damasco du l c seda com 6 palmos
de largura, o covado a
Panno de linlio superior qualidade
e largo, a vara
Canga amarclla da India,milito lina,
o covado
llrim de liriho branco entrefino, a
vara a
Panno atoalhado com s palmos de
largura, a vai a
Curtes de cambraias pretos com ba-
ba Jos para luto
Ditos de dita brancos bordados de
cor a
Curtes de collctc de fuslSo finos com
barra a
Corles de Ctsemiras de 'algodo de
bom goslo a
Pecinhas de brelanha de linba de 6
jardas a
Pecinhas decambraia branca bor-
dadas a
Lencos brancos de cambraia de li-
ntio, a dnzia
Chapeos de castor branco, fino, ca-
bega grande
2fc40o
2#200
2^000
Para quem estiver de
Vende-se na rua do Queimado, na bem co-
nbecida loja de miudezas da boa fama n. 33,
voltas pretas linas e ordinarias, ricos alhne-
les, ricas pulcciras, e ricas rozelas, tudo do
nielbor gusto que se pode encontrar e por
prego que nao deixara do agradar aos se
tibores compradores.
Na loja da boa f
vende-se o mais barato
possivei :
Crosdcnaples preto muito bom, o
covado 2/000
Canto preto muito fino, proprio
para luto, o covado 960
C.orgurao prelo muito fino com sal-
picos, proprio para colletes, o
covado IS4MNI
Cascmira preta fina, o covado SEfOOO
Panno fino azul, o covado 3/000
Longos pretos de seda para grava-
ba, meio lengo 1/000
Meias preta* de seda muito supe-
riores, o par cOOO
Casemira de qnadnnhos pretos
muito fina, o covado 1/000
Cortes de colletes de fusto 500
Ditos de ditos de dito lino 1*000
Ditos de ditos muito superiores 1/ii00
Crosdcnaples de seda de lindas
cores, o covado 2-?O00
:rtes de vestidos de fazenda de
seda muito linda 18/000
Setins lisos de cores, o covado 800
Mantas pretas de fil bordadas de
seda UzOQO
\ eos prelos de fil bordados de seda lOfOOO
Cambraias adamascadas, proprias
para cortinados, pegas de 20 varas
Ditas para cobertas, de bonitos pa-
droes,o covado
c Ihi arb*^ ha um completo sorumento de
fazendas linas e grossas, que vende n-se por
pregos to commodos, que ninguem
---------nio /
TesLtdas e de varias, qua'idades a 1?200, 0
l>600e29, na rua do Queimado loja demiu- "*
di zas da boa Tama n. 33. "
Boa fanui.
Vende -se superiores m; cas par condu-
eo deroupas cm fMgaaa, pelo barato prego
de 5, 6, 7e8> cada urna, galheteiras rom
todos i s vidrns necessanos a af, ricas rar-
leiras de Jacaranda e mognn pum se rsrre-
vere guardar todos os pertences, prourios
para viagem a 8. 10, e 12? cid* una, costMl
reir-, riquiasimas de Jacaranda rom os re- "
partimentos Torrados deseda ecom muito '
gOSlO a i, 5, (., 7 e W, pentes muito linos pa-
ra alisar.propi'.osparacriangasou para suis-
sas a 320 rs., pulcciras do meiliur gnstu que
ae pode encontrar a 2/, ricas cruzes de cor-
nalina, carteirinhaspara lembr.ngas, gorras
para homem. as mais modernas que se pude
encontrar, sinete* com todas as lettras do
abeedano, sineles proprios para i.amorados,
ricos Irascos para rima de mesa r nutras
muilissimasgalantarias, ludo muito lino e
de muito bous gostos, asseverando-se a
quem vier ver o rico sortimento, que sem-
pre existe ueste estabelecimento, nao deixa-
ra de ter em que empregue nmiiissimo bem
o seu dinheiro : na rua do Queimado na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma 11 33.
.
-ouro de lustre marca de
cautelo, *
Vendem-se prlles de couro de lustre de
muito superior qualidade a preco defee
4/500 : na rua do (jueimado, na bem rnnhr-
cida loja de miudezas da boa Uma n. 33.
Ricas lilas inns e moder
as dos melhores gustos
que sr pode encontrar
se vendem na loja da boa fama na rua do
Qneitnadon. I3e por pregos que nSudeixam
de agradar aos compradores, porque real-
mente se vende barato e ha muito onde es-
colher.
Para escriptorios e cario
rios.
Vendem-se resmas de papel de peso do
melhor que he possivei haver a 6a, dito in-
ferior pouca cousa a 39 e 3s500, dito paque-
te muilissimo lino a 4,>5 e c?, dito almaco
greve e marlim a *>, dilo almago muitissimo
bom a 35200, dilo de cores em quartos de
resma a 700 rs., grana das verdadeiras po-
as de ago bico de langa pelo barato prco
de 15200, ditas muito boas sem ser bico de
langa 500 rs., duzias de lapis muitissimo fi-
nos a 320 rs., ditos proprios para riscar li-
vros a 800 rs., canelas de osso torneadas para
pennas de ago a 120 r;., caivetes linissimos
de uma a quatro b.lhas a 1, 2, 3, 48, e ou-
tras mais cousas que se vende barato; na
rua do Queimado na bem conhecida loja de
miudezas da boa fama n. 33.
&0;r*o $ **tf|##
7/000
000
No da 16 de fevereiro, fugio do enee-
nlio Lavagem, lia comarca do Pao d'Albo
um cahnnha de cor acabocolada, de nome'
Flix, idade 16 annos, que n3o parece ter es-
ta idade, pelo lamauho que he pequeo, ca-
bellos caxiados, fornino do corno, quando
talla he com a bocea cheia de lingua c meio
gago, e quando alguem falla com elle, lem
por costume abaixar a cabega.tem os denles
largos, bocea grande, olhos e nariz pequeos
mages altas, ps e m3os chaboqueiras as
unlias irregulares.ss m3os callejandas.de an-
uda, os pes com cravos-seccos ou calor de
hgado.com as costas cicatnsadas de chicote,
arriga grande, umbigo um pouco crescidn'
Q CUARDA-LIVROS lillASILEIRO, ou arte
da 1 escripturagSo mercantil apropriada ao
coimiercio do Brasil : vende-se na rna da
Cadeia Vclban. 22. Preco8/000.
elogios de patent
nrjlezesdeouro, desabnete cdevidio:
vendem-sca precot'azoavel.em casa de.
AiigustoC.de Alneu, nartta da Cadeia
do Recife,armazem n. 56.
.Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gala, ssim como potassa da Itussia verda-
deira : na praga do Corpo Santo n. 11.
Motnhos de vento
com bombas de rcpuio para resar hortas e ba-
ta de capim : na (undiru do U. W. Bowman
11a rua di II ruin 11 s. Ii. s e 10.
FARINHA
igado.com as costas cica trisadas de chirote
barriga grande, umbigo um pouco crescido,
hem leito de pernas, levou camisa e serolo
de algodo azul, a camisa e cirola branca
foi encontrado por nns matulos,que vinham
Je cima no lugar da Picada, comarca do 1 i-
moeiro, que ia conduzido por um home'm
branca, barbado, em um cavallo de-sella
JulM-se ter sido urlado, ou levado a titul
delorro; recommenda-se aos senhores de-
deixa-llegados do cenlrodcsta provincia an^Hu.
ra de comprar; assim comu chapeos do de campo, que onde for encontradomT22
Chille muito linos, que se vendem por me- cabrmha, n.anie-o--------S*gP.**
us que cmonira paite: na rua do Queima- M'"
do n. 22, na bem conhecida bija da boa f.
FITAS DE VELDO.
Vendem-se fitas de vellido pretas e de co-
res, ostreitas elargas, lisas eabertasde mui-
to bous gislos, pelo barato prego de 160,
320, 400, 500 e 600 iS na rua do Queimado
na loja de miudezas da boa fania n. 33-
XAROPE
DO
JbOSQUE
Foi transferido o deposito deste xarope para bo
tica de Jos da Cruz Santos, na rua Novan. 53*,
arralas 55500, e meias :t.-0(lo. sendo falso todo
aquclle que nAofor Tendido ueste deposito,palo
quesefaz opresenlt aviso.
.IMPORTASTE PARA 0 POUCO.
i Para cura de phnsiraem lodoMisseusdilleren
i tes ros, que r mol va da por constiparles, tosse
11.5000' Vende-se em rasa de Saundeis Brothers & C. n j a,l,lma. pleuriz.escarns de sanciie, dorde cos-
4^500 iprar do Corpo Santo n. II. a muito superior elicm 'adose_peilo,_ palpitaeao no'corarao, coqueluche
20:000 I conhecida fannlia de Trieste-, da marcaprimeira ."'"i"' *' Earuaula, e todas asmoleslia
I qualidadeclitsada em 9 do corrente na escuna
3-800 i'Pfeil". em porees crandes e pequeas,conforme e
, vonlade do comprador.
6JI00
1 n,i ii m
e Trieste.
800
300
600
I9SO0
ltiOO
2)80fl
800
19600
3|000
2800
3^400
10/000
ni..
porte sera o t: imeslre a 3800. Rogo, pas.,
curar em suas p-nprus casas : quem para is- g a lodos OS Ilieus assignantCS, que alleildetl-
lit nniar.ca 1. 1 11.. >r I.. ni m innilieiu .. 1___________ >
do as razoc expendidas, se dignem descul-
$$ lo qutzer-se ulilisar dos seus servicos mdicos, ^
-; j que serao desempeohados com o maior ielo, gj
a> .dirija-se ao paleo do Carolo n. 9, primeiro $$
C andar, ou no referido sitio da Masdalena. y
&*!* ..-.* '*S'55
F&Erse todo com a loja i rya do Col-
legio i. ), 1 roprirt >:ra
qualquer nego< iociu pon-
to maulle, por ser de iiia
a rua, coitt fazendars ou
sen ellas: a tratar na mes-
ma .
.:-: .'::'.-., ..._".'. -.;.--..;, ;.$..-.
...>.. -.--. -.- -.- .*-o."''.- -^

rgr%
mas

par-me e acceJei au referido acrescimo, de-
vendo sabir impretervelmente 110 1. de
abiil ; por quanto r.csse lempo terei venci-
do lodos os obstculos, pois que lendo tres
pelos e superabundantes lypus j boje dis-
tribuidos, e>estando a composigSo adianta-
da, nao llavera mais razan para retardar o| rua da Praia'n
referidu dianu. -- 0bacllarel formado^ Joiio
de Harros l'alcau de rtlbuquerquc Maranbau
- Na rua t l'onie-Velna, junto a serra-
rla (casa do lampean nrecisa-se de urna ama
e do uma engommadeira.
--- Paga-se H'-OOOa quem adiar e quizer
restituir nm caozuioo novo, branco, a c\ce-
pcSo das orelbas que sao grandes, penden-
tes, e amarelladas, felpudo, sem cauda, que
seescncaiuiuliou ua rua das Cruces 11. 18,
uoilia II do curente. '
Precisa-sede urna ama para cozinbar :
no beceo do Sarapalel n. 16, segundo andar.
Doce de arat'i a 500 reis.
Chegou a rua do Collegio n- 5, o superior
5?000
90
iu mu- ... (.
barris, linlij.ca "ll''s Prelos unus francez para mc-
mustarda, vidroa com rolha de .. I""" ,
tamisas de meia finas a
Completo sortimento de obras de
'"a para meninos, e par
Grvalas de diversas qualidades 600,800 e 19
l.tivas brancas de algodo para ho-
mem o par
Pannos de bonitas cores para mesa
IWdes grandes de Tocun a
lucos bonetes para cabega tanto de
panno como de ganga a 29000 e 3-000
M
TAIXAS PARA ENGENHO.
fUs fur.dipo de ferro de I). W. Bowmann tu
ru ii Brum, passando o chafariz, contina ha-
in',umcompleto sorlimeriode laixBsde'ferrofun
dido e balido de 3 a 8 palmus de bocea, as quaes
acham-se a venda,por epreco commodo com
promptidO; enibarcam-souearregaa-sa mear
ro senidospeza ao comprador.
Ero casa de Saunders Brothers C. praga
do Corpo SantQ. 11,-.a para voudaro sa uint*
Ferro inglez.
Pin da Suecia.
Alcalro de carvao,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo lizo para saeeas,
Oitoentrangado igualan da Ka' ia
E U3i completo sortimento de fazendas proprio
para aste mercado : tudo por prego commodo.
dusorca os pul monares.
culos e lunetas de toda
as qualidades.
Vendem-se superiores oculos Com armagao
de tartaruga de todas as gradu.igocs a 39000,
ditos muito bons com armagOes douradas a
10200, ditos ditos com armages praleada,
to, ditos ditos comarmago de ago a 800 f
19, lunetas com armagao de tartaruga a 19
ditas redundas equadradas de ba lea a 50'1
rs.,ditas de dous vidros armago de baleia
a 10600, e ontros oculos mais que se vendem
por prego barato na loja da boa fama na rua
do jueimado n. 33.
E.vcovas ,e todas asquali
dades
'Uto engenho Lavagem, e quem o trouxer
sera generosamente recompensado, ou enl3o
nesta praga, na run da Guia, em Casa de Mau-
ricio Francisco de Lima.
Continua a estar fgido o prelo Jos
crilo de talhos as costas e tornozclos bo-
tados para lora, por causa de bobas, com
panos no rosto dos dous lados, suppoe-
se ler seguido o lugar de Jnaazcira aond.- elle
lem m3i : quem o pegar* leve-o a rua da
Guia n. 99, que ser* recompensado.
Fugio hoje o preto JoSo crioulo,de esta-
tura alta e cara bexigosa. este cscravo foi do
Sr. Manoel Milheiros, e depois do Sr. Con-
ga lo Jos aOonso, he bem eonhecido pelas
suas continuadas fgidas, e ser trabalhador
de refiuagSo : quem o pegar leve-o a la da
Concordia n. 8. refinac3o.
Nt dia 6 do corrente, 2 cscravos, Isi.lo-
no, crilo, que reprsenla ter 30 annos es-
tatura alta, corpo regular, pernas grossas
pes grandes.pouca ou nenhnma barba, Jo
poiem o verdadeiro nome he Matheus esta-
tura alta, representa ter 50 annos 'tem os
pes cheios de cravus, que precisa andar de
aplcalas, quebrado de uma varilha, ambos
salnram com a roupa do servigo que senao
sabe de que usam, lodos dous sahiram ar-
mados a ca vi note roga-sc as autoridades
policiaes, espitaos decampo, queospren-
damou faena prender, leva-los a sua senho-
ra, viuva de Scbastifto Antonio P. Barreto no
eiigenno Kodizio, freguezia de S! Lourcnco.
ou nesta praga, rua da Cadeia n. 28, que se-
rao generosanienie recompensados.
Fugio em 26 de fevereiro do corrente
a cabra Uarte, idade 40 annos, pouco mais
ou menos, com os seguinles signaes baixo,
cheio do corpo, lem um signal muito repa-
rado em um dos pos, o dedo vizinho ao m-
nimo fura do competente lugar, por ser
montado por cima dos dous que o cercare.
roga-se aos Srs. capites de campo ou ou-
tras quaesquei pessoas que o peguem le-
vem-o a rua da ScnzaU Velha, padaria n
M, que sero generosamente recompensa-
doce de araga.a 500 rs. cada caixao,superior
presunto ae Ganbre muito novo, feijio
vermelhode Lisboa, dito branco, dito tradi-
ulio, tudo muito novo e barato.
Vende-se um cscravo canoeiro, de
35 annos, e proprio para todo aervigo : na
3, primeiro andar.
anguesugas
1 000
260
39UO0
39000
Vendeni-sc ricas escovas inglezas para
roupa, o melhor que pule haver e de nova
inveng5o a 3o, ditas iancezas muito boas
a 19, 1o500 e 20000, dita- para cbelo ingle-
zas e francezas a 19200 e 29, ditas para den-
lio bom e ba-
Fugio no dia 7 do corrente mez um cs-
cravo cabra idade 20 a 25 annos, altura re-
gular, bastante esperto, he natural do llio
i.rande do Norte, c foi cscravo de Ladislao
de Albuquerque : quem o apprebender le-
ve-o ao pateo dolergon. 16, casa deaferi-
gao, ou a rua da i.onceigjo da Boa-Vista n.
les inglezase Iraiuezas a 400, 500 e 600 rs., 9, quesera generosamente gratificado
ditas paraunbas dita dita a 240, 500 e 15, c Continu'a a estar fgido o escravo
ouirasquahdades mais barata.*, que tudo se i Antonio, Cassangc, de idade 36 annos nou-
veude na rua do Queimado na bem conheci- I co mais ou menos, com os lineal seguin-
da loja de miudezas da boa fama n.-33. tes : altura regular, cangueiro no andar, cor
VINHO no POMO (EM.I.NO. I l'rt'u- ro*to redondo, sem barba, costas'lim-
Em casa de P.abeSchincttau 6;Companhia, | \cnle-se ptimo vinho do Porto cm barris dt' Pas> "heiodo corpo, conversa pouco, oi cs-
rua da Cadeia n. 37, vcudem-se elegantes | quarto c oilavo, por prero razoavel: na rua da Ca-! cravo do filiado Caetano Congalve da Cu-
piano do alamado fabricante Traunann de otia do Recife n. 13, escriptorio de Hallar A Oli-1 nha, e Tugio no mez de julho do auno pro-
ximopassado, supp iO>OS
llambuigo.
Reloirios
-.
o
de varias qualifietfie pequeras : venue-se n rua da Cruz n. i O,
em eua >le i. I'raecer i^ t.
&.^-00m-0%X%%OQX no ims.
uteresse. *
Deseja-sc encontrar urna pessoa que quei-
ra aprompiar bolinbos para bandeja, e que
sejuiii bem leilus : quein estiver nesta cir-
cumsiancia, annuncie uu dirija-se confronte
de urna ama que saiba cu-
beni agradando no pateo
Precisa-se
zinbar, paga-se
do Terco n. 4.
Precisa-sede um ciiado que saiba bo-
lear, livre ou escravo por aluguel : na rua
do neimada ti. 46, primeiro andar.
ano em Santo Antonio n. 39 A.
--- Offerece-se urna ama estrangeira, de-
sempedida, ()u sabe fazer um tudo de por-
las dentro, preferndo uma senhora de
ida le. ou de homem solteiro : quem de seus
prestimos se quizer ulilisar, procure ua rua
da .Moeda n. 32.
Vendem-se ou alugam-se bichas por todo
prego, e qualquer purgao, e garante-se a boa
qualidade : na ruajda Cadeia do Recife n.i7.
Vende-se oier.geiiho Larangeiras, dis-
tante da cidade de -Saiilu Anio legua e
meia, muito bom d'agua e copeiro, cun 3
acudes para muer mais de 4,000 pes, com
boa cas; d-: engenho e de purgar, de viven-
da e de estribara, com ba diililagao de
aguardeiib a qual se vende toda na porta,
bom ceicado para mais de com cabegas, cotn
uma safra para se moer este auno de 2,500
a 3,000 pes, e de mandioca. O teireno nao
pude ser melhor porque he muito frtil, e
da ludo quanto se planta ; quem o quizer
comprar dinja-se a rua larga do Rosario n.
36, terceiro andar, que achara com quem
tratar; ou no mesmo engenho.
--- Veniem-se ires barris com ItigalOcs
de azeite doce cada um, a prego cemmodo
porseroidinario, proprio pata luz : uo ai-
mazem da rua de Apollo n. 13, de Valenga &
Antunes.
Na taberna grande so lado da igreja da So-
ledade, vendem-se saccas grandes com tui-
Iho novo, per prego commodo.
Em casa de Tiinm lonsen i\ Viuassa,
praca do Corpo Santo n. 13, lia para vender
um sortimento completo de livros cm
branco.
Em casa de Timrc Monsen Vinassa,
praga du Corpo Santo n. 13, ha para vender
alguns pianos chegados no ultimo navio.
I le ouro. de patente inglez ; vendem-se no
armazem de Roslron Itooker Ai Companhia,
. esquina do largo do Corpo Santo n. 48.
N. O. Bieber i\ Compaobia, rua da
' Cruz n. 4, vendem :
' Lonas da Itussia.
: dem inglezas.
i llrinzau.
L tirios da Russia.
Vinho de al a (le ira.
\i' idSo para saceos .1j assucar.
AJgocl&oziiiiiti da Baha
para saceos de assucar.' vende-se em casa
Je N. 0. ltieber iv Companhia, rua da Cruz
n. 4.
Fie muito barato.
cubarlos e de-colicrlos, pequeos e :r; ndes, de ourn,
palele iiiIc, para liiinein e senlnira, de um di.s
insllioros labricanlcs de Liverpool, \iitdos pelo nlii-
mo paquete inelex : em rasa de Soulhall Melhir &
Coropaubia, rua to Torrea a. 38.
por alguem, para as partes do sul desla pro-
vincia : a pessoa que o apprebender, sera
gratilicada com lOOoOOO, quc os recebera na
occasio da entrega do dito escravo, no en-
genho Curgahi da comarca de Pao d'Albo,
ou no Recife, na rua da Gula n. 64, segundo
andar; lanibeni se gratificara quem der
i noticia do mesmo cscravo com 50-0O0.
h'ugio de bordo ilo brigue brasiicirn
Melampo, na noile de da 8 do con ente, um
negro de nome Marcelino, nagao Calinda,
altura regular, secco ilo enrpo, rusto coni-
prido, barba serrada c cria suisa, cum falta
de denles na frente, e consta andar vestido
Vendem-se muito boas meas de seda por r,irn |i;ilcl0> e ,.all.a,|. ,,,., 0 peg>r |evcw,
a bordo do dilo navio, junto ao raes do Pas-
seio Publico, ou a casa de sin consignatario
Manuel Alves Guerra, na rua do liapiche n^
14, que sera bem n-conipensadu.
Ainda continua a estar fgido o prelo
crinoln, de nome Sebastian, cim os signaes
seguiutes : he quebrado, fallo de denles na
para se- |lgr|L. superior,altura regular, barba pouca.
Meias de
todas
iludea
as
qualis
tas e brancas para senhoras pelo barato pre-
go de 2/500,ditas de laia para padres a 10800,
ditas de lio de Escocia pintadas para homem
pelo baratissimn prego de 400 e 600, ditas
naneas e cruas para homem a 200, 240 e
280 rs., ditas pintadas brancas para meni-
nos a 240 e 300 rs., ditas brancas, linas para
meninas a 240 rs., ditas blancas
Vendem-se duzias de lacas e garios de ca-1 n.horf8 -'*"' 3, e *"" d,tai ,relas de i, mUito curte/.; levou camisa azul e caiga"
hdade a 10-. ditas 'outlo para padres a (,00 rs., e outras mais ,i,. cbiU ; foi valo ha lempos no lugar d-
' ,. i. .1 1-. .1 ..^ lili -.1' V|.Ull|.|ll r.il.lln r. i .... .1.. ... .... i
Os mais lipmacabados scllins de pa-
tente im;lcz que c\i-tein no mercado:
a venda no armaztm de rtoslron
Itouker o.' C, esquina do largo do
Corpo Santo u. i>.
bode marlim do boa qu.. idade a 10-, ditas '"", V ,'.......' v,.T, i, m i i ,'"','""'1 "" vlbl0 "a l,-,"l'"* 'ugar o<,
ditos de cabo de balanco muito linas a /, ; 'lul,llJ:"is 1M >f Vl'" '''" na rua do ; Ccbanga, donde be lilho desconlia-se m-
ditas ditos cabo roligo e oiUvado a 3fc du-, u**'m:i.dV '" ",'U1.,ccuJa '"J3 de t" nesse lugar acontado : ped. -se as r.ulo-
zias de c.ilheres de metal principe a 3o e 69: ezas ,la uoa i' ndades policiaes e capitacs de campo que o
princip
dilas de metal mais ordinario a 800 e 19400, \
e outras muitas cousas que se vende barato,
na rua do Queimado na bem cotiuecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
CERA DE CAH.NAI It.i
Vende-se cera de carnauba de boa quali-
dade : ua rua da Cadeia do Recife, loja
n. 50.
appiebendam e levem-o a roa Un eit-i n. i6,
que se recompensara bem.
PBRN. : IVI'. DE M. F. E 1ARIA l5;
ILEGIVEL

<
MUTILADO


.


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