Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06660


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Full Text

ANNO XXXIII K. S.
Por 3 inezes adiantados i^OOOj
Por 3 mezes vencidos 4500,
S!:\ FEliU 1.a, BE 3!\R({} M mi.
for anuo adiantado 15,4,000.
Porte franco para o lubccriptoi.
ENCARREGADOS
SITBSG
NORTE.
Joa-
> Brasa ;
, ro Mar-
qnet Rbdriguea Piauhr, o 8r. Dgmingol Herculano A. Pessoa
Gmm I Para'.oSr. Justino J. llamos; AmaioDa, o Ir. Jer-
nimo da CoaU.
lilirn
Oart
Parahtba o Sr. Joao Bodolpho Gomes; Natal, o 8r.
un I. Pareira Jnior; Araealv, o Sr. A. d Lemos I
irt, o Sr. J. (onda Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquirn
Olindt
Una ra
PARTIDA
>a os diat,ii i i
Pi
DOS C.tRUROS.
meia hon. dn dia.
liba : ni
.-. Aula, l-~... I,,,,,;,,. Cmar.i, UlMlho
*.....C" ''......IMIhu, \../i.:!,. I......rll
Cira, Florea, lilla-Bella, Doa-Vi.la, (trirun
Cabo, Ipojaea, aerinKSam, Itio-Foraiuso, 1
';""'""" r ".tal : |uinla,-ipira.
.I......... corr...... parlen, a. 10 nana ili m.oili
Ia. ua
Itarrai
.: 11.1 lerfa-rn
' -1" l
. qnarlas-rril
-. A......I'i.
AUDIENCIAS DOS TRIIIIIXAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio tegundas a quintal.
Relaco ; tercas-feras e labbados.
Fazenda : quarlai esabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: segndalas 10 horai a quintas ao maio-dia.
Juizo de orpboi: segundas e quintas aa 10 horaa.
^rimeira vara do civel segunda! a lenas ao meio-dia.
Segunda Tara do civel: quartai a aabbadosao meio-dia.
PARTE QgFIClAL
MINISTERIO DA FAZENDA. (*)
Expediente do dia 2:1 de dezembro de 1836,
Circular.Jo;) Mauricio Wanderley, presidente
do tribunal do lliesouro nacional, de eonformidade
com a imperial resnlucSo de '.> de novembro ultimo,
lomada sobre consulla, junta por copia-, da terc.ao
de fazenda do consellio de estado, relaliTamenle
duviil.i que occorrera acerca da arremataran dos cs-
cravos, animaes e utensilios cte um estabelecimenlo
agrcola perleneente a nina lieranoa jacenle, dcima
aos Srs. inspectores das llicsnuiaria* de fazenda,
para sua intelligenciii, e para o fazerem constar a
quem convier, que djspnsieao do artigo 2!) do* re-
gulamento de 9 de maio de 12, nao csto sujeitos
oa movis e semoventes desuados e appllcados la-
boraron dos e-t.ibelci-imi'iii.i- agrcolas on fabris, e
ronsegu,lilemente que pelo juizo de orphos e au-
sentes nao devem os mesmos cslabelccimenlos ser
arrematados senao em toda a sua inlegridade, e nun-
ca por paites.
Consulta a que se refere a circular tupra.
Sonhor.Por aviso de 11 de retembl ollimo,
mandou V. M. I. qoa a necio de fazenda do cense.
llio de estado coniullasse, A visia dos papis junios,
so os bens movis e semoventes destinados lavou-
ra estn sujeitos diiposirilo do rtico 29 do regula-
raento numero cento e sesscnla de uove de maio de
1842.
ComprelieDdem osl>apes juntos a corresponden-
cia havida entre o I>r. procuiador fiscal do lliesouro
e o administrador das rendas da cidade do Cabo-
Fro, e entre este o juiz municipal e de orplios,
defontos e ausentes, d.i mesma cidade, sobre o f.iclo
da arremilarao dos escrayusPirmnnm e-tttensilios de
um eslabtlec.ment agricola, pertencenle a orna he-
ranra jacerle.
Inteir.ido leste facto, o Dr. procurador fiscal ofti-
coo em 13 deagoslo ultimo ao referido administra-
dor, previnindi-o de que os movis e semoventes,
inclusive os esc-avos da la norato dos siliot e fazen-
das, ea-am conshlorados pe, lei como irnmoveis por
deslino, e nSo eilavam sujellos arrematarlo orde-
nada pelo artigo 39 do regulamento de 1812.
O administrador, irantmitlindo copia desse nflicio
ao mencionado juiz deelarou-lhe qae o fazia para
sua inlelligencia e eiecu^ao na parle que lhe to-
cava.
Respoodeu-lha o jair, fundado na independencia
do poder judiciario, negando-se a execuc,ao de or-
dena que nao lhe fossn dadas pelo ministerio do
jnelica, e referindo-n questao de direito, rctor-
qntaquenlotinhaeenhccimenlod.-i lei a que allu-
dia o Dr. proeorador fiscal, e continoava por tanto a
pr-islir na opinio de que os movis e stmov ;,;,..
perteneentes lavoura,deven ser arrWatad-.s como
qoaetqeer ootros. E referindo-e ai fado arrs-
cenla o mesmo.jui/, que (?ndo sido arrematados os
escravos, animaea e utensilios da fazenda em ques-
13o, havia j mandado pas;ir cdilncs para a arreina-
tacaodo terreno, depois de ouvidos o. peritos, como"
determina o artigo 8 do regulamcnto de 27 d inulin
de VBj ; per quinto entenda proceder assun de ac-
cordo com a lei com os inleresst-s da licrunca e
com os da fazenda publica, que na deliava de apro-
veitar com a entrada para o lliesouro de cem ou
inais conlos de res, que a arrematadlo poda pro-
doiir.
Sendo-lhe communicada esla resposla do jui/., o
doulor procurador Bical lornoj a ofliciar ao admi-
nistrador, adverlindo-o de que, em virtede de seu
anterior ofticio, devia elle ler-se limitado a reque-
rer ao mesmojiiiz o quejo-so necessario a beni do
interesses da heranca, flprevenindo-o de novo de
que lhe cabia fazer todrTopposicaM jurdica a arre-
matado do sitio, como contraria ao proprio artigo
8 do regulamento de 1843, invocado pclo.juiz; e por
lira para habilita-lo a facer essa opposic,ao, lem-
brou-ltie que lirasse argumentos das dispusieres dos
artigos t e 2 da lei de SO da agosto de 1833, e do
artigo 581 S 2 do regulamento de 25 de novcrobrAf
d 1850, relativas os fabricas de minerarao, de assu-
ear c da lavoura de cannas.
Taes ao em resomn a. circunstancias do faci
qoedera logar questaft, sobra que versa a prsenlo
consulta.
A eeco sent recouhecer que a resolurilo que
V. M. Imperial liouve por bem tomar, a respello da
mesma questao, nenlium clleito lera sobre a heranca
de que se (rata. Improfirua como foi, e consta do
otlicio do juizde C pelo Dr. procurador fiscal, a mesma lieranra deve
estar ja arrecadada, e desbaratado >um stabeleci-
mento agrcola Iflo impnrlaole, que apelar de arre-
matado por parles e rom evidente depreciarlo de
seu valor integral, devia ainda aisim produzir
100:t)00 oo mais, como declara juiz arrematan!?
Mas li-ouge.i-.e de quo nao leri perdido o ensej
que este faci ollercce, pnr.i que o governo de V.
II. Impeiial baja de prevenir a repetirn de outrj'
iguaes. Naosomeole3ria ella (alai a nossa prin-
cipal industria uas acluars circumstancia, como re-
velara urna flagrante conlraitirr.lo.
Ouando os poderes do Estado, mediante novas
dispusieres, tratam de promover a riqueza publica,
de conssrvarem actividad os esiabelecimenlos ru-
raes existentes e de impedir que desande a produc-
jao agrcola do paiz. nao so deve tolerar que 15o
patritico Intento possa ser frustrado pela excorio
de urna anterior di.pos,r,a,, que, nnr ,er puc0 ev.
plicil. em sua Ultra, val sendo mal entendida na
npphcarao.
Neste caso considera a sec^ao, que se ach o ci-
tado artigo 29 do regoiameuto de 1842, como possa
a mostrar.
A provsao de 8 de Janeiro de 1819, expedida em
Tirtude da resoluto de lli de feverciro de 18IS, in-
EPDEIIERIDES DO V.;.Z DE MAItC.
3 Quarto crescente as 2 horas e II minutos da Urde.
10 La cheia a 1 hora e 5.S minutos da tarde.
\k yu"lom'Dt!uante as 6 dorase 41 minuto da manbaa.
n La ora as 8 horase 9 minutos da tarde.
n.....CREAMAR DE Mo.lE.
Primeira as h horas e (i minutos da luanhaa
Segunda as I horas e 30 minutos da tarde.
E amia que esta decloracao pa'era restricta as
ditas fabnc-s e lavouras, nem por isso pode ella por
denudada de rallo, e igual convenan ia publica,
deixar de ser applcavel a todas as oulras fabricas e
lavooras.
As condenes que anda regem o traballio, em ge-
ral forjado no nono paiz, a iuutilidade das Ierras e
esiabelecimenlos fabris, quando Ihes fallam bracos,
animaes e outros instrumentos de prodcelo, ludo
emfim demonstra que lio razoavel e conveniente he
evitar a separarlo dos escravos, bofe), utensilios, ele,
do terreno applicado > lavoura di cannas, como dos
applicados i lavoura do caf, algodio, tabaco, etc.;
o bem assim que tanto daino pode a mesma se-
paracao causar a fabrica de mioeracao, como as
oulras que se teeru estabelecido, c por ventora mais
uleis.
A' vista das precedentes dsposic,fle?, he fora de
doviila que a nossa legislaran, de accordo com a de
oulros povos cultos, recoohece que certos bens mo-
vis e semoventes tomam por sen destino e appl-
cac.5o a natureza de "mmoveis, e devem ser como
laes considerados, quer se trate de arreeadacjlo de
impostas e diligencias fiscaes, quer se trate de exe-
ciiccs c diligencias civis.
Onlrosim, be indubilavel que a mesma legnlaclo
eslabelece como regra, que laes movis e semoven-
tes nao sejain separados.dos esiabelecimenlos agrien-
lasou fabris, a que estiverem destinados ou applica-
do*, pala obvia rulo de que essa separaban diminui-
rla o valor lol.il menlos, ern maiiilesto prejuizo da porconlagem do
fico e do quinhao ou pronta dos inlercs-ados.
Nao carece a secrjo averiguar aqui, se as ques-
loes civis lem sido ippliuda a lei de 31) a oulras fabricas, que nao as de mineraclo e assu-
cir, e a oulras lavouras. que nao a de carinas ; por-
qoanlo para resolver a questo fiscal de que se oc-
rupa, bata-lhe a provisao de 8 de Janeiro, cujns
disposices, lendo lorr.a de lei, devem ser suarda-
das sempre nos casos em que os regulamonlos e na.
Iraeeon fiscaes foiem pouco eipllcilaa, ou mesmo
OIIISS^S.
Combinado o di.posto nesta provsao com a letra
doarl.29do regulamento de 9 de maio de 18',2,
reconhece-seque osle lora pouco explicilo, quando
deiun de excepluar Ulvex por julgar ocioso', da
arremslaclo, qae manda fazer loso depois de cuu-
cluido o inventario, os movis e semoventes ..os es-
iabelecimenlos que se acharem desuados, ou ap-
plicadus saa laboracio, e nao podessem ser sepa-
rados dclles ten dcieiioracSo do seu valor, send
por isso considerados como bens immovei.
Tanta raza,, e otilidade ha na conservacao do Va-
lor de um estahelecimcnlo aercola quando -e trato
da siza, romo quando se trata do sello das beranras,
c da arreradarao dos bens dos defunlos oaosenles
3^rs''e,".......B respeito deiia arreeadacflo, aln!
do iutere.se fiscal, deve com loda a*jastica atlender-
e aoootenas. .s lerceiroa, a qBrm o. boa* arroe.
dados potSKn vira perlencer.
DAS DA SEMANA.
9 Segunda, s. Francisca Romana vinv.
ln Terca. S. Uililiio in. : Ss. Drotbovio e Ai halas ab.
li Quarta. Ss. Dandido, Beraclioe Jovino Um,
22 Quinta. S. Gregorio .Magno p. doulor da igr.
13 Sesta. Ss. Mardonrio e Christina v. Um.
1 i Sahado. s. Hathilde raluka : i. Afiodisio m.
15 omingo. 3. da Cuaresma S. Hcnriquc Rci.
Mr da verba obras novas, conforme Smr. pro-
poz.
Dita Ao mesmo, concedendo a Mlomatjaa que
pedio para receher as obras supplemenlares do a-
cudede llezerros, c pagar ao respectivo arrematan-
te Manoel Francisco de Azevedo Lyra nao sii a
quantia de :!IK).j rs., por que foram contratadas as
mencionadas obras, mas tamben a de !00s rs. em
que esl avaliada a ruina que exista no mesmo a-
cude, o foi reparada por aquellc arrematante.
Hilo Ao juiz de paz mais volado da freguezia
de Cimbres. Kecebi o ollicio de 2'". de Janeiro ol-
limo, em que Vine, me participa que lendo orga-
nisado a junta qualilicadora com os eleilures crea-
dos em novembro ultimo, resolver suspendar os
leus Irabalhos por lhe parecer que elles devam ser
presididos pelo juiz de pal mais votado do qualri-
ennio lindo.
SeVmc. jalinhl preslado juramento quando en-
trou no exercicio de suas fuicros, na qualidade de
juiz de pat, era o competente para presidir a junta
qoalilici lora.
Considero, porcm. de ncubum elTeilo os Iraba-
lhos da referida junta, vi*to que foi ella orgaoisida
rom cleilores creados em novemnro ultimo, e ruja
eleirao anda nao esl reconhecida pelo poder com-
plenle.
Cumpre, pois, que \"mc. faca nova convocac.30
para o da 2li de abril prximo vindouro, em que
devori comeear o processo da qualilicasao, lican lo
assim guardado o praio de um mez, conforme dis-
Pe o arl. i. da lei 19 de agosta de 18.Rcmet-
teu-se copia dcste ollicio cmara municipal de
Cimbres.
Diio A' direclorla do theatro de Santa Isabel,
communicando ler lancado no requcrimenlo em
que o cominendador Joao Caelann dos Sanios pede
nao s o pagamento do subsidio vencido em feve-
reiro ultimo, mas tainbam o adanlamento do do
crreme mez, o Mguinte despacho.Itemelldo ao
Sr. inspector da Ihesouraria provincial, para que,
visla da iufoimacao junta por copia da directora
do theatro de Sania Isabel, mande pagar ao sup-
plicante os subsidios relalivosjaos mezes de fevereiro
e marco, na importancia de (:(XXi5 rs., licando o
mesmo supplicante obrigado a completar as lli re-
presenlacf.es por conla desses dous mezes, na for-
ma do coiai 'ilo lambem junio por copia, e no caso
contraro, "estluir a quanlia que fur justa.
Dito o director do arsenal de guerra, re-
commendando a expedijao da suas ordens para que
um empregado daquelle arsenal vi assislir ao em-
barque da farinha, que se ocha em deposita no ar-
senal de inarinha, e lem de ser remedida boje para
o presidio de Fernando, comprimi que esse era-
pregado enlcuda-se com o inspector do mesmo ar-
senal.
i:.\i:.\iiiti:t.\ix,s :..\ si i.mr.tt-i \.-. komi.
Alagoas.o Sr. Claudino Falcao Itiai : Baha, o Sr. D. Dupral
Rio de Janeiro,o Sr. Joao Patata Maruns.
EM PERKAHBt'CO.
O proprietario do til ARIO Manoel Fiaueiroa de Faru. oa mi
livrana. prafa da Independencia ns. 6 e 8.
zendo, que no primer dislrirtn da villa, nao hl I presidenta abri a sessao, a lida o acia da ultima he, lempo em eerlu excentricidades de poltica exta-
W 11 |i l iv 1 l'i i, t ii niiii-i .-is .' 1 .i t I i. \ .^f_________________*_ ltilirnii>.il'i
subdelegado nem snpplentes.A informar ao ebefe approvada.
ssiro, ., i-ccOatnriiagWrnu(.
s por ma inlelligencia do a,i. 29 oTuTregua-
m.nto, ou por nao se ler observado o dispoato na
referida provsao de gdetnero, que fe deve julgar
llube.ilendida polo mesmo' ariio, poli, ser execu-
tado, como foi, pelo jui/ di CaIi5=Frlo
Jolgando sunicienle o que tetn lido a honra de
ponderar, e omiltiodo outras consideraroes econ-
mica, e de inleresM publico e parlieolar, a respeito
da quesiao siijeila, he a aecelo de parecer :
Une disposicao do art. 29 do regulamento de
9 de maio de 181; alo esiao sujeitos os novela e
semoventes destinados e applicados a laborar.-,., dos
e.|l.elecimentos asricolas ou fabris, e conseg'a,lile-
mente que pelo juzo de defunlos e auseotrl nao
devem os mesmos esiabelecimenlos
dos, senfto
parle
V. Al. Imperial, porm, se dignar resol
"'"- '"" --"forme for.
erencias, em I i de novembro de
I8..b -... i ue brante. / heonde de lla-
lioralty./ uemdt de Mbae.
Reaaluso. Como parece. I'aco, cm 29 de no-
vembro de IKti.Com a rubrica de S. M. o Impe-
rador. Joao Mauricio II anderley.
ser arremata-
do toda a sua inlegridade, e jamis por
Ivero que
par-i
neste ientl lo ao
aOVERNO DA PB0VINC1A.
Eapememe do dU S de marco.
Ollicio Ao Lxm. presidenta das Alago, in-
teirando-o de haver, de conformidade com o que S
Exc. requisiloa em ollicio de 25 de fevereiro ultimo,"
expedio as convenientes ordens para que regre-se
do presidio de Fernando o sentenciado Jos Antonio
da Silva, que lem de ser lobmetlido a novo inh-
menlo, roto S. Exc. do que logo que rhegue o re-
ferido sentenciado a esta capital, sera enviado
aquella provincia. dfllcioa-l
eommindantedo presidio.
Dito Ao general commandanle das amas, re-
commendando que aade denquarlelar o guarda
'iialha. i. de arlilharia desta municipio, Jos dos
Anjos [Heves, vista seren precisos os seus serviros
obra da casa de delenrao, segundo dcrlarou o di-
rector interino das obras publicas.- Communicou-
se ao commandanta mperior respeclivo, e ao refe-
rido director.
DitoAncheta de polica, dlzando que decla-
rando o director das obras publicas nao poder ser
executados agora iodos os reparos de que precisa a
cadeia de Olinda, o actarisara por no a mandar
fazer somenta os mais orientes, e que foram recla-
mados pelo respectivo r.elegade.eu-sc a autori-
sarao de que se traa.
Kilo Ao mesmo, para embarca, no vapor He-
beribe, que lem de iaraar para Fernando boje, o
nuraeio de saccas de farinha que podar o .nesmo
vapor conduzir para o referido presidio, eiitan.len-
du->c para css fin cnin o commandanta da ntaclo
nivel. -~-----
rurtaria Mandando encampar a obra da pon-
te e aterro doAfocndinho., e multar o respectivo
arrematante Roberto Comes l'erein de Lyra, e seu I
Badave na dudan i'irle di taat ir.-, ,ii. bn>. vis-
to nao B Ut-eoneloido no prazo marcado, e mos-
Irandn-se alcm disso pouco desejoso de eaecuta-la,
I'ez-se a respeilo as |iarlcpar,.es do coslume.
I)il Mandando admillir ao serviro do excr-
cilo, como voluntario, por ti annos, "ao pais.no
Archanjo Cabral de Vatconeellos, abonando-se-lbe o
premio de :MH)J rs.Fizeram-.se as precisas commu-
uicarftes.
Dita Concedendo M das de licenca com sol-
do, ao altares do corpo de polica, Antonio Muniz
lavares.I'izeram-ie as nece.sarias communica-
tOes.
DilaAo agenta dos vapores, para dar passagem
para a corle, por conla do governo. ao particular Ti-
ta Alexandre Terreira. l'assos.Commuuicou-se ao
general.
Igual para dar passagens de estado a Antonio Pe-
dro (loncalvcs Rodrigues Franca e Francisco Anto-
nio Nepomuceno, o pnmeiro para o Rio Crande do
Norte, c o segundo para o Para'.
Despacho do dia '.).
D. Carlota Luca de Brlo, cumprndo sentenra nn
presidio de Fernando, pedindoa enirega de duas'ina-
las de sua propriedade, as qoaes foram apprehendi-
das pelo delegado Jos Pereira Capio.-Mandou-se
declarar, que as malas em qaeslao exislem na c-
mara municipal da cidade de Areia, e quo seriara
entregues a seu procurador, quando as solicitaaie.
i ioi ni i Angela da Conceirao, requerendo, que so-
ja posta em liberdade seu subrnho Joao Iliplsla da
Silva.I-o negado a vista da iaformaclo.
Elias Jos de Mello, recommeudando o despacho
.roferido pela cmara municipal da cidade de (oan-
ni.Oflieioo-ie a respectiva cmara para que nao
livene o lapplieante duianle o auno financeiro mu-
nicipal ui pena dos (albos em questao.
Francisco Marcianno de Araujo Lima,' replicando
do despacho de (i do crranle marco.Mandoa-M
adianlar a quanlia pedida sol, a mpoanbilidde da
presidencia.
1 ranciseo Cavalcanl de Albuqnerque Mello, di-
zenda, que o commandanle superior da guarda na-
cional, Paulo de Amonio Salgado, aoha-M pronun-
cia lo, e que se mande fazer cfleetivo o despacho da
pronuuci..Mandou-se informar ao juiz de direlo
da comarca do Rio Fornioso.
Joaniia Mara da Exall.icao SlmOM, requerendo
cumplimenta da precaloria do juizo municipal do
de polica.
Dito ao Exm. commandanle superior da guarda
nacional do Recite, aneada, que o corneta Antonio
Apolinario dos Santos, aosenlou-se do respectivo ba-
talhao.Foi remetido a Ihesouraria de fazenda, pa-
ra as convenientes notas.
Dita ao director das obras publicas, dando a iufor-
macilo exigida no requerimenlo de I). Mariaona Joa-
quina da Conceirao.Foi remedido ao procurador
fiscal da Ibesooraiia provincial,
O mesmo dizendn, que o arrematante da conser-
vacao da estrada de Pao d'Allio, itm cumprdo sen
contrata.Foi remedido a Ihesouraria provincial
para pagar.
t mesmo, aprcsenlando a proposla, que fez Jos
Antonio de Araujo, obritjaodo-n a fornecer a pe-
dra precisa para a calramenlo das roas desta cidade.
.Mandou-se ao director das obras publicas, que ou-
visse a John Dnele).
III
Francisco Joaquim Pereira Lobo, coronel chele de
estado maior da guarda nacional do municipio de
Olinda e lauarass, requerendo, que se lhe fac,a ex-
tensiva a disposicao do decreto numero 944 de 27 do
marco de 1852.A informara Ihesouraria de fa-
zenda.
Joso Leandro Martins Filgueira, pedindoser no-
meado protassor de danra do t.vmnasio Provincial.
A informar o regedor do livmuasio.
Jos Marral, pedindoser tratado no grande hos-
pital de curidade.--A informar administracao de
caridade.
Mariauno-de Sa' o Albuqnerque, arrematante do
primairo langa de ramificaedo da estrada de .Muribe-
ca, pe lindo prorogaj.io ale o fim de marco.A in-
formar ao director das obras publicas.
Manoel FilgaeinGalvIo, requerendo a entrega de
seu escravo Filippe gromele do bnguo ilUmaraca's.
A iuf.irraar ao commandanle da Eslacao Naval.
Manoel Filippe do Monie, professor, requslando
ohjeclos para aula.M.nidou- se fornecer.
Manoel Romiode Aiaujo, arrematante da obra da
I ponte sobre q riacho Brueozinho, dizendo, que se lhe
de passagem franca na barreira.Despachou-se fa-
voravelmenle.
Dr. Praxe es (Jumes de Sorna Pilanca, encarre-
gadodo hospital retjimeaul, requisitando cieos de
folha e mais objectos precisos.Mandou-se loruo-
cer.
Venceslao Cavalcanl de Alhuquerque, altares da
exlincla guarda nacional, pedindo reformaDaela-
rou-se, que oppnrlunamenle seria atlendido.
Victorino de Sa- Leitio, preso requerendo, que se
ordene o audaroento do processo aalaando contra
eltasupplicantc.>!aiidu-se informar ao jniz mu-
nicipal da segunda vara.
Officio dn eogenheiro da estrada de ferro, atopon-
do madaaej da ealarlo para o porta da ra Nova.
AjiilormT ao director das obras bblicas.
Dito da cmara municipal de GeMana, dizendo,
ijsK mandou demolir a lapagem feila no rio em se-
sguimento do englobo Novo.-A informar ao direc-
tor das obras publicas.
Dito do inspector do arsenal de marnha. dizendo,
qiWiha"m ffjlliiidoi ao .,ri. 0s nnaloa lle-
graphicos.A Informara Iheaooraria de fai.....la.
Dito da cmara municipal do llio Eormoso, apre-
nalaado a qucxa que da' > lente Lu/. Fernandos
da Silva contra o vigario Antonio Marques de Cas-
lilho,Foi reiuettido ao dita vg.rio para respon-
der.
Dita do commandanle superior da guarda nacio-
nal de Olinda, dizendo, que se mande pagar o pret
dos cometas na razdo de .1211 reis por da.A infor-
mar a Ihesouraria de Tazenda.
O mesmo, dando a informacao exigida no ollicio
do inspector da Ihesouraria He fazenda.Foi remet-
lido a Ihesouraria de fazenda. t
O mesmo, aatiifazeodo a exigencia da Ihesouraria,
sobre os vencimenlns dos cometas.Foi remedido
a Ihesouraria de fazenda.
O sr. desembargaor tiiliraiia pedio um juiz para
a revista civil em que saa:
Recorrente, Auto,,jo Palo Ferreira :
Recorrido, Jote Gomes Rlbeiro, \isto n.io o haver
oa casa.
Fin distribuida an Sr. desemhargador Gilirana, a
appellaclo em que sao :
Appellintea, Crablree Keniivvoilh ,i\ t'.ompanhia ;
Appellado, John Donnillx.
Escrivio Mariins Pereira".
Nao havendo mais nada a tratar, o Sr. presidente
encerrou a sessao ao meio-dia.
CORRESPONDENCIA l>0 DIARIO DE PER-
NAHBIICO.
Pars t de fevereiro de 1857.
As correspondencias de S. Pelersburgo atiestan]
as iynpatliiu que se consagran! a alliaoea Iranco-
russa, cuja expertacao sempre inspira t.lo moo hu-
mor Inglaterra : Segundo ellas, este fado urna
rior, que nao cuconlraram apaio no resto di Euro-
pa, oque enrontravam invencives absolutos. M. M.
liladsloiice ll'l-ra'li bao sido designados, mas na-
da al o preseule assegjra-lhes a successao do oo-
bre lord.
liraude cruzada se organisou contra o lamine ta-
re: como se sabe a guerra den lu;ar a urna laxa
extraordinaria sobre a renda, o algarsmo desta la-
xa be dcjuovc pennyi por libra esterlina. Para fazer
laceaos pagamentos qoe ainda reatan, e concluir a
liquidarlo das despezas de giioira, esta laxa devoro
serprorogada al marco de 1839. lie provavel que
o ministerio sera obrlgado a ceder s reclgmacoes
que se clevam de todas as parles ; neste caso nao
ha oulra conclusaose non nm empreslimo.
Algunias reonloei de communistas bao lido logar
depois de algmn tempe em Sinillifield com a aulo-
riacla do lord Uaire : a 19 de janeiro, no meto de
16,000 pessoas, levanlaram-se varios oradores, que
lizeram adoptar a mur.lo aegniate : Os oprrarius
em emprego pedem s autoridades, que moios de
subsistencia sejam postos sua di.polc>, empr.!
gando-ot utilmente, e de urna maneta prove tosa
nada a temer da audacia do pavilhao brilaunico, cu-
ja superioridade relativa perder' enlao s suas pre-
'enffiesgigantescas; qualquer evenliialidadcde urna
guerra martima desapparece, a ainda em trra um
exercto completa sera' d'ora a vaule Impdssivel.
Esla allianca comporta elementas de grandeza c
prosperidade, que a allianfa ingleza nao poderia ler,
responde a iodos os pantos da liloacoO, esla' as lea*
delicias svinpathicas das duas naces, nos votas dos
dous imperadores, pora' lim em loda a Europa con-
linental a um rgimen de paz armada, que s utilisa
a' Inglaterra, suhlrr.liida por ana posirao insular
maniilencao de centingcnles militares, e a lodos os
obstculos que se oppe ao dc dustrias rivaes da sua. Os grandes estallos se rece
nheeeram illodidos pela aolitica do gallineta de Sin
James, remiiheceram a necessidade de mudar esla
iilnaclo a todo cuito. Trabalha-se com activida le
para esta fim, redigram-se medidas sobre esla ques-
e no momento actual as negocia.-r.es sao troca*
lio,
da em legrado entre o< gallinetas, f.luando lerio
ellas um resultado, ou antes quando se fara' conhecer
esta resultado a' Europa ? Ninguera poderia dize-lo
de urna maneira precisa. Todo depende de urna mal-
lidio do circunstancias, da marcha dos ac ntecimen-
tos, das eomplica-es que dahi poderiam surgir. Mas
como quer que soja, sejam quaes Torera os obstcu-
los que se opponbam a este grande acto, a' condo-
la desta allianca que deve regenerar a Europa, esta
ailiauca depende de Inleresses mu poderosos, esla
as necesidades da situaran, para que nao seja crea-
da irrevogavelraenle. O fuluro provara' que as mi-
ohat ir.fnrmarfies emanavam de boa fonte.
Repulamos de grande inleresse pira o imperador
estas ponca Itnb do correspAudeule de San Pete'rs-
burgo.
Urna que.ir.., em que 01 inleresses inglezes lia la
se acbam em eontradircio cora os intersea russos e
a questao persa, com ludo menos envenenada hoj,
pois quo algumai conferencias han tdo lugar cnlre o
ministro dos negocios estrangeiros da corle di Tehe-
ran.eiivii lo em migOg especial ao Golpho Prsico, e
o coinmaiidaiile em eh^re da expeliraa ingleza,
munido dos poderi-a ..
para a agricultura e a- manulacliiras ; depois a pro-
priedade. os propietarios, o capital a os capitalis-
tas foram mu speramente tratados : i-i,> be moi
grave.
Com entilo, mas int4iloic5ea da Inglaterra silo
fortes contra e sociol sino, podan todava ceder di-
ente da miseria da populado das grandes cidadn, e
sobretudo das grandes cidades manufactureiras, a
miseria a que se juma urna degradacao inlellec-
tual e mural, de que diflicilmeiite se pode fazer
idea.
Em Franca, dizem que os governos absolutas lem
os seus cachnos, e que algomat vetea reslringindo
o porta de actividade publicadas massas, as impel-
Icm a abdicacio absoluta d poico que Ihes dei-
xara. Islo se produz pre-entcmente ; o governo de
Napoleio III Irabalha em favor do complemento do
dever do vota el itoral, e nesta occatMo, a qoeallo
de saberse a dbnrjbuiclo de bolletiiiseleiloraes he
livre, ou se deve ser submeltida a autorisacao dos
i refeitos, ha sido o objeclo de vivas dicussf.es na
imprenta.
Porem, mais do que a poltica, uin successo ju 1-
ciino leve aqui o privilegio de absorver a atlen'll
publica : dis.emos na ultima vez que um exima me
dunho laucara Pars no lulo e aa consternarlo, que
o pnmeiro pastor da diocese cahira ferido por anta
punbalada, no meio das ceremonias do culta em
urna igreja, e pela mAo de um padre. Este misera-
vel apresenlou em presenca do seu crime urna pla-
cidez tal, commetteu-o com taes circumstancias. que
a opiniao perguntou um inslaole, se (i.via o castigo
o criminoso ou o abandono do insensato, so era
um Broatralo, ou se en om lonco : n'omi palavra,
se. razao homana linlii sido manchada pi,r urna
Celo execravel, ou si a alienara i somenle devia
morera reipeeva rnpoaaibilidudu n
turo?. A jasiir.1 se apoderoa delta, e o j
no. Depois de 15 da-, daprev3nc4s, o Intmnal
funccionoii. Durante os interrogatorios da f .rma
Sarda culpa. Ve. ger protestara coma sua vontade.
firme, com o seu designio reflecta!.. ; dissera : dia-
is seculot fu
jurv se reo-
ro-, e que aann eaaan i n-.isa companhia a miior
porrJta de prejotaa.
Pelos mapp.is ronbecereis que doa iH eieravo-.
(illecidos no anuo, T succumbiaat^M ataques de
cholera.eTil.. estragador.phlvsica palaataar.eolraa-
do ludas as oulras moleslias i qoa est aojeila a trule
humanidade, pelo resto da mortalidad! ; entre esla.
ultimas avullam a pneumona com 22 morles, as
gasiro-inierites com 21, a. bexigas com 15, os'lxphos
com 1:1 e as apoplexias com 10.
Retirada do campo a epidemia do cholera, a
molestia q.-c asosla e deve asustar he a dos tubr-
culos pulmonares ou pblysica.
As eansai princpaes nao parecem pravir nana
das aggtomerarnes de muitoa esrravos em casis u"
pianos pequeos, sem ar aalli:ienle pira a lurc
respiracao, como geraimenle se usa entre n'^.V
a lie um fado grave, sobre o qual convem cha-
mar a altane.!,, dos homeiis pensadores o dos eapiri-
tos haanaitarta.
Realmente, se a propurcao do cholera sobre a
morialidade dos escra-.os seguros foi, desda o prin-
cipio da eanpaohia, de 2 0*0, no menos ettrata-
lem foram os lul.-rculos pulmonares, Coja propor-
rao chegou a l|2 ll|(l.
Cumpre aqui notar que a mortalidad, dos es-
cravos seguro. ..a cine deve ser mudo interior a da
cl-ss- de escravos nao seguros existente! ni capital
lo imperio, ,,r sso que para se ctTectoar o segnro
eeitge um exime de sanidade; se nos Mguros a
mortalidide he a que vimos, qual nao sera ella para
os escravos nao seguros J
a Considerando a mortalidade pelas njfjL ae
Manen que ella be menos nos cr.oulos do qoe nos
escravos v.nJos da Costa d'Afriea : assim. se ve que
ligaran os croulos ni proporr.lo de 2 i|ll) Oil
quando o. Cingo. e t:.bin.las appaiecen. na raza
1. S ill|l.-ltl|0, e issim pooco mais ou menos n
oriundos da A Trica. '
A respeilo dos oflicios, a morlalidide he maior
nos escravos empregad .s em padaras o rehuiras,
que appareceaa na preponae di:; ii2|im)0|<), quan-
do os de oulros o(lico> vao abaixo de ;!.
Os mappas que vos api esenlamos s3o minuciosas
e claros, e vos oiTerecem os mais- inlercssautr-, e>-
rlarecimentos. ,,
A aannbla nomiou os Sr.. Antonio jm de
Moura, Manoel Joiquim da Rocha, c Caelano Roxo
para a r m : 1 i io de exame.
Jornal do l'ommerrio do Rio.
PSRSAilBHCO;
od
Qn .
Dito Ao n.peclor da Ihesooraria de fazenda. i villa do Cano, passada contra Joaquim
: scienca de haver o Dr. Ignacio Firmo I R-go Brrelo.Depachou-ie lavoravelmente.
mad. sobre consulta doonselbo de fazenda, a res- i Xavier as.omid. o exercicio de presidenta da com- i Bacharel Jeronvmo
peilo da cobranza do imposta da siza, declaro.! que
nao t eram immoveia por sua natureza os terrenos
e todos os corpos a elles unidos, como os edificios,
arvores, e froclos pdanles, mas lambem lodos rs
objectos que por seo destino c applicacfto foxem
iiecessarios para a IiboracAo dos ctabelecimentas
como engeohos, alambiques, instrumentos de agri-
iiiltura, ele, etc. & posto que esla provisao lvese
por fim resollar as do/idas suscitadas cerca da ar-
recadacao da siza na^venda de um engolillo de acu-
car e lavoura de cima na Itahia/ke com ludo cer-
'o que ella eslabeceu'aa dtclara^au que fez, nao su
um precedente, como orna regra geral, applicavel a
todos os casos em que o fisco bouvene de pereeber
impostos sobre o valor dos esti.beleciinenlos agricol s
ou fabris.
Nem se polrri al! garque esta r, ;ra lenha cabido
em desuso visto adiarse ella oslabel'.cida as
Salgado de Catiro
Accoli,
proro-
mis-ao dohjgiene publica, em consequencia de ter I P'de prorogacao de liccnra.Concedeu se a
o rcspecl.vo proprietario. Dr. Coime de Si Pereira, S5o por tres mezes.
Joanna Raptisla Noves Seixas, requerendo en-
lomado atienta na anembla provincial.
Dito Ao mesmo, devolvando o requerimenlo
em quejoso Francia lavare- nede por itaramen-
lo um alagado de marinha, que sr ocha cm (rente
do lerreno n. 228, na roa imperial, e dizeodo-lhe
irega de seu filho Antonio Ernetlo, educando do col-
legio do orphaos..Mandou-se informar a Iministra-
vao do patrimonio de orphlot,
Joanna Justina de Siqueira Varejao, prefessora de
que proceda a respeilo de lemelliante pretendo de I primairat ledra, ,1a villa de Iguarass,..~Mandou-se
os pareceres junios por copia, pass.ir a aposlilha.
a procara- Hanoel Francisco de Soasa, requerendo o paga-
I meato do alugue. da casa, que serve de quarlel ao
Dita Ao presidenta dojurv, dizendo-lhc que o destacamento na villa Bella.Mandou-se pagar pe-
general cominaudanta das
do agrimensor dos terrenos de mar i ni
dor fiscal diqoella lliescoiraria.
armaspirtlcipoo ter pro- I d Ihetomaria provincial.
videnciado, para que seja aprewnlada diariamente I Ollicio do commandanle superior da guarda na-
naqaelle tribunal a guarda que Smc requitiloo. j elonal do Rio Formte, apresenlanto o reqoerimen-
Jolo Florentino Cavalcanl e Albuquerqoe.
GOMMANOO DAS ARMAS.
Quarie! general do comeando daa armaa de
Fernambuco na cidade do Recita, em 12 de
m .reo de 1857.
ORDEII DO DIA N. 433.
O general caminan tanta das armas declara, para
os luis convenienles, que no da 8 do correle seguio
para a corle, alim de estillar na escola militar o'res-
pectivo corso geral, o Sr. segundo lenri.te do qna.lo
balalhlo de irlharil > p, Jos Antonio Ribeiro de
I-redas, que deve ter considerado dispensado do ser-
vido do balalhlo para o indcalo lim ; e qu no dia
9 passou de doeule a promptn o Sr. pnmeiro l-
enle ajodante interino do primeiro b.ialhao de ar-
l.lhara da guarda nacional l'ere.ra de Sa', que firuu aquartetado.
Declara, oulrosim, que Drfla data ronlrahio novo | se
engajamenlo, por mais seis anuos, nos termos do re-
gulauenta de | de dezembro de 1852. preceden.!.,
m-pecrao .le saude, o solalo da pnmeira compa-
nhia do oilavo balalhlo de lofanlaria, Francisco Pe-
dro, o qual percebera',alera uos vencimenlns que por
le lili compelirem, o p.emio do (900000 rs.. pago
cguudo o derrita n. I lili de II) dejunho de 1834, e
lindo o engajamenlo, urna dita de Ierra de 22,51X1
bracas quadradas : deserlandu, ineorrera' ua peda
das vanlageus do premie, e daquellas a que llver di-
reito, sera' lido como rerrulado, descoiilaud.i-se no
lempo do engajamenlo o de pr'ao, em virlu.ie de
sentenra, averbando-.e esta descont e a perda das
veolagem no respectivo titulo, como esta' por lei de-
terminado.
coucenlravam oo
Jote Joai/uim Coellio.
Dita Ao mi-jor Sebattilo Anlono do Rrg-,
i'.arros, commonicaodo que S. M. o Imperador hou-
referdo lugar ao
I ve por hem exonera-lo do commandu do nre'ido
rrocci.es do Ihesouro do I de miembro de IS1C, ,|p |.ern
qae Hlleralmeole se cinglo aquella provisto; a i.
sido recommendaila pelos avisos de de outubr.yie
do 1817 e de (i uc d-zeml.ro de ls,l a sua oblar-
vancia.
Por oolro l'do, r. lei de :!ll de agoslo de l&'W, ao
mjailar as fabricas de miaericio e anacer, c lavou-
ra de cannas, a' le geni das c;cu>sos. lambem de-
clarou uos seus arlgos I c 2, que eram irnmoveis,
para nao lerem separados das ditas fabricas e lavoo-
res,o< animaes, escravo','instrumentos de agricul-
tura, e oulros objctas elleclivamente empregados
ua laberaclo da aaetmat.
Horneando para
lio (lomes Leal.
provedor de saude. .Nao (e do Vmc.
anoc
eoronal Anti
Dita ..
sati.feio ao qnc lhe T i rccommen.l
rio de li de fevrrtiro ultimo, rompra qoe o fa.-a
qoaolo autos, remetiendo nao su .. mappa gerl
i; rehenrlendo o movlmento do hospital provito-
cular, queja
Os RR.
A lim lo se.viro publico repelimos esta cir-
foi publicada em oulro numero.
rio da ilha ,i0 pnii m;l5 |,,i.n
ciaes, que devem ser enviados
verno de lilem 19 dia,, conforme se declarou no
citado ufliciu.
Dita Ao director das obras publicas, dizendo
entindo urna conla correnta com o Mido a favor da
mappat par- presidencia de8,814 fraocose 85 cintenclmos.Foi
secretaria do go-1 remedido a Ihesouraria provincial para o ITin conve-
niente.
Dito do eapilo director da colonia* militar de P-
menleiras, dizendo, que seja Borneado primeiro sup-
lo que pedio o enge- \ pente de subdelegado da dila colonia o sob-directar
da mencionada colonia.A informar ao dieta de
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
Sessao AD.MiMsrnArivA e.m 12 de .hak<;o de
1867.
Presidencia do Exm. Sr. desemhargador
Souza.
As lile meia horas da manbaa, presentes os te-
nbores depulados Reg, Basta, l.cmos, o Sr.
presidente abri a ses-ao ; c sendo lida a acia da ulli-
ma. r.ii approva.la.
Leu-se o seguiita
EXPEDIENTE.
I m ollicio dalaao de J do correte, do secretario
do tribunal do commercio Oa Rabio, icompinhaudo
a relarao dos commercianles que se malrirular.ini al-
l, de dezembro a fevere.ro ultimo.Inleirado e
que se acrus.sse a recopilo.
Oulro. datado dr boje, do amanuense do tribunal
Manoel Mana Rodrigues do Nascunenlo, participan-
do achar-se .lenle.Archive se.
DESPACHOS.
Lm requerimenlo de Jote Uarcellino da Ron,
braaileiro, de 10 anuos de dad-, cnmmcrciaole .te
geueros de e-hva em groaso e a retidlo, pedindo
malrirnlar-se.
Oolro de Albino Joi da SUva, portogoez, de 29
annos de ida le, comincrriHiile de lazendae seceos,
c.n groan c a relall.o, p,.lindo matricular-te.
Oolro de Manoel joaqoim Save, Antonio Joaquim
Seve e Joaqoim Anl......, S v,. tarmando aociedade
commercial sol, a firma de Manoel Joaquim Save
4 Flhos, pedin lo registrar o seu eonlralo social.
Foram lo l s e.ies reqoerimtiilot rom visla ao Sr.
deseinbagor iscal.
Oolro requerimenlo de Saonden Brolliera f C,
declarando tan m admitlido em sua soeiedade Filip-
pe i- rute Niedliam, pereque se facam asno. i
Dita da legtcao imperial do Brasil em Pars, apre- "as *verba(oM ni matricula'. Como re-
quer.
Oulro de Antonio Francisco Mariins de Miranda,
pedindo reglilrar ama eacriplora de hxpolheca qoe
ajunla.Como requer.
E nada mais havendo a tratar, o Sr. presidente
encerrou a ses.-ao as II horas.
pos.res inglezas, ea Russia iiilerviria na qo
por mel de nina circular. Ate enlao os Ingtaies, re-
clamando da Persia a evacuado Ilerat, se apoia-
vam nos talado! violados pela Persia, mas que em
substancia Ilerat nieve as .naos dos Persas. Como
qur que seja, prongairiam nas suas expedices no
olpho Pers.co.as SUaS tropas de desembarque oceu-
pariain a iltia de Karrack, e o porta de Hender Bus-
hire. A guarnica,, persa se retirara para o interior
eamor parlados habitantes ficariarn. O governo
de lehcran coolinuava a desenvolver os preparati-
vo de guerra com nuior actividade. Os ireeoeet
Irabalhavam noite edia, o Shali visilava mudas vezes
as olDcinat. Grandes movimeotat de tropas linham
lugar lodos os dias, e os Russos
Mar Caspio (ropas consideraves.
-N'uma palavra iem-se exagerado a importancia
desta expedirn ingleza, dizendo-sc que um exerclo
poderia s?r fcilmente condolido de Hender Bushire
a Cheraz, c desta cidade a Tehern : etqueceram-te
jde que a Inglaterra tii.ha .liante de si nesta qettlo
| oulro adversario que nao a Prato.-a Ruilia que he
I Uo inleressada que una gran le polencia se nao ala-
la noVran, islo lie, nas uliimas das suas p,s-
asiticas, que ae aehariam detfarle eompro-
metlidaa c sempre amcaradas. A Rumia que orcupa
sem nbir do seu lerrilor... nina pusirjo eslralegicj,
que paralysa lodos os planos inglezes.
Os I,igic/.rs, ou parlara do litoral do Golpho Pr-
sico, mi venha.n do valle do Eofrale., linham neeea-
sariamenle que viajar nos dous Klnirasstns, provin-
cias contraes da Persia. 0.a, acarpo de excrcilo
russo, que oceupa as praiai do Mar Citpio poda, no
primeiro signal,invadir o .Mazaranderan, e dirigir-se
por esta provincia aos II incos do exerclo n.glez e
ei.il irga-lo na sua marcha. Qoaota a' ecrao dos In-
glezes sobre as Inbus Afghans, resuda dos docu-
mentos mais rcenles que seria potaro.ame.ile neu-
Iralitada pela aeclo da Russia e pela da propria Per-
-me. o Cumpareceu -
barra doaaeeesados, e os debatas demoixlraram que
he urna dessas calieras pe-simas e revoltadas, cuj
vida se p.ssa em recebar beneficios e cmmeder in-
gralides. nma dessas naturezas violentas, que allr-
buema propria tociedade c s sua- superio.idade,
o que commedein
por suas pn.priis culpas, e si-
luacao pernal, e o que nunca saben, e nao acei
lain a lei e o nobre jugo da submissao e do dever.
De todos os m-mbros desta santo c zeloso clero de
Franca, ato ha talvez umsn.que leona encontra-
do dame da sua carreira no cometo dos seos es-
forc, maior numero de maos esteudidas para s,
mais soccorros bemfeitores e generosos. Recetado ,
costa da superior., das irmlas de S. V.cenle de Pau-
lo, co pequen., seminario de S. Kicoio do Chtrdoo-
nel, dahi sabio em 18 com umi ola que o de-
elarava improprio para o ministerio eccletfatliro :
relevado mais laida da everdade prevdenle deste
primeiro jnlgamento, acolhido no grande seminario,
fi ..final ordenado padre. D.-milldi successivamen-
le da gerencia de duas parochias, excluido da ,iu-
cesc de Meaox, cabio saeceestvaneata n'uma
i ra, do ieio d.i qual eoocebeo e meditou
'rim.
Collocadeemem nova siiuarao, foi dafioilivanen-
I" sospem de ordens a 12 de dezembro de 1856, por
um prelado.qne esgotoue seo respeilo a medida da in-
dulgencia, dos bou, conselhos o da piadadr. I'.,
ii. que ctntumandn os s-u
coa pelo aasatsinalo
im.e-
o seu
P^Oil^A 4VULSA.
Altanrao :Mora na Cisa-Forle orna senhora.
qoe, dlien e nao eren,.,, lendo urna iim.ii atce-
nla da morphoa, a qual trm negocio de genero.
alimentirioa, manda tadoi n das ama toa blha.
oven rr- tara, innocente mortual, pira |odar a
nali. rendar os tena gencrot, ela,;do desi'arle em
;ta.l'contarlo ro.nqueili mollar, que se arha .
. cmesi.,'o de.l.l.ir...,;-,, of dedos, labio., ele.
ser exacto, be sem duv ..'a algema. mandila mi-
- taquella mal deslmala, qoe assim tacri-
hlba, a truco nlvez de un, n lenlo eanlm.
logamos.., aalerMadn que lyadlejnei de. heno,
- rr verdica, reinovam-Bt pobre n.ulber .tara
.. Ira.a.M .nm,~, a Ivein, emquuta ha
lempo, a incauta vicl.nia. H
lia rto.it diaandv pel ra Velb. .,.,.
po de IBOleqoei, armados ,|e cceles, a rspanrar
os celleaau que por elle pastavam: larredeu. po-
rem. que pasaaada un, pobre menino. solTreo -obre
a nuca urna forte cacelida que riernbvo sen, Ha-
ll lo; Minii'iit pauradi i,a., fui totae Ignma
das reate*. l!a mu.lo que pedimos providencia
obieessacanallia. que desarmada pelas ruis de-la
capital, va,, roinmrlle.ido desses e outros allantados,
tirando impunes eus aa(ore.
Cuisia-iios que algamas familias da rea H.j
A '. se qoeixam amargamente do proeedimenio
inqualilicavel de alguns inoro- que moram em ou-
lra ra. rnnliaua aquella. Avisamos prime.ra-
menle. como nos cumpre, para na reincidencia, ter-
mo, mais claros.... e depoi. ola nos descomponan.,
que com joslihcaces de tal geoero pouco ainn-
l.ra.i.
Sera um bom meio de se evitar que os atn
Iransilcn pelas noss.is nas, envenena-los. e depois
semi-vivos tanca-Ios a man-, serv indo as .agn......
do rao de ispectaculn divertido .ios moleques, qu
acabara de mala-los a pedradat? Su em r.o-a
Ierra :....
A pe-sca que nos dirigi orna carta anoi.vma,
aceonndo ao Sr. liamboa de maltratar s siat "dtt-
cipulos com p-'l.naioa ia-, que provis lem para anim
a-cusar i esse professor, qoe nos consta tratar cara
lauto raimo os seus .lisripolus? Emquunlo nao pro-
var u que dhwe, descilpr-nos, qoe nao acreditare-
mos : talvez mas informacoes o levaram a crer
que....
Pedimos mu respeiloaimeote a alguns senho-
rcs. nur da plitaa iiiiitem os npeclncolns no San-
ta liabel, que quando lermuar o etpeclacolo nao
sallrm liara os camarote, porque pndem rom|r
"nos calca., alera da indecencia de temelhanleacta.
()>:-. que nos envin urna versalbada asquerosa
contia om agota polica!, bata em ootra porta, que
nao estamos dispo-loi a carregar com ot pn-.-ai...
alheiot.
i en-
nistros projaclos, co-
e sacrilegio es seveanta revolta da indisciplina c do orgalho. ()
seu roinportam.-nta anta o Iribonal dos jurados ex-
cedeu am eullacSo insensata, em brutalidades vi-
lenlas todoa os actos da soa vida. Prillceo laes con-
im, que tai expolio depois de um debata que mos-
tr.! ale onde pode chega- a paciencia des nugis-
Iradose o respeilo pira com a d-f.z.i. Ojorj jol-
g.u que havi um rrime, qu3 a aociadade tinha
lia, donde se segu que o Ataliamslan, frace'ionado PrCC'S!!.' ''i"'"'' cv|,ia'-'1" <*'ie fo8!a '! ta cri-
lo de
i.liii. de que te lhe mande plisar patente de lenle
da respectiva guarda nacional.Mandou-se passar
palale.
Hilo do juiz municipal de Igoarast, dando as io'
r.uinriies exigidas sobre o c-i do da cadeia da respee-
em ni ii ofli- ; Uva villa.Mindou-se informar a Ihesourerii
vinrial.
prn-
nbeiro Millel para retarar os muras de amparo do
fundo da matriz do Cabo, com o que te poden'
despender a quanlia de 466*990 rs., que dever si-
ILEGVEL
polica.
Dito do juiz de direilo do termo de Carur, di-
SESSAO JUD1CIARJA KM 12 DE bUIQO DE 1 857.
Presidencia do li.nn. Sr. desemliargador
.Souza.
As li e meia, preienlea os Srs. dtsambargsdor
emires grandes parles, nao poderia dar a'Ingla-i."
ierra o concurso com que ten. ella coalado, c Seo. o
qual nao lera podido nada cunlra a Persia. A Roa-
lia torna assuasrelacf.es eom 0 Shah mail estrellas
e mais intimas lodos o-, das e em troca da coucen-
Irar.io dos dous grandes corpos de exercilo russo so-
lire a fionleira ; recebeu um territorio contideravil,
cuja occuiacao levanta urna barreira invcncivel a
qualquer coir.inunrarno directa da Persia com o .Mar
Negro.
Denlro dos sens propria limitas, a Inglaterra se
oceupa com os cus Irabalhos parlamentares. A ab-r-
lura da testae leve lugar a : de fevereiro. A ratafia
nao o abri en, pessoa. O seu discurso foi li lo pelo
lord coiuini-sario. Limita-se a indicar pouco mais
ou menos o estado das coosas c a s|Uac,lo actual da
poltica ingleza. A propnito do tratado de Pars,
li/ Bimpleamenle, que as dlfficuldadei qu linham
apporecido foram vencidas, e o espirito do tratado
sustentado. Record depois as diversas pi.ases .!.,
negocio de Neufchatel, e reputa a soloelo prxima.
Eslabelece a diiTerenea entre es corles d"0 Pars, e .le
Londres e a de aples, aliada a' gaerra da Parra
sem .lizer nada Acerca .!, estado das negociacOet: a
quinto ao negocio do Canto, diz que as medidas
rigorosas que se tomaram, em consequencia de in-
jurias graves o de recosas de repararles da parle do
governo de Canto, tarain lomada com grande in
diligencia. Sr he i-lo urna odulgancia da raa Bro-
la.iba, quid s.-ra' a toa leveridade ?
11 vota de gra$aa ser propeelo jelo coudo de ark
ii.i cmara dos lord, e por Sir John Ram-den ba-
rooete, membra npmenlante o Wigton ihire.'
L'roa cri^e ministerial foi annonciada mudas ve-
res, durante estes ltimos dias, como omnenle.
Comlnda, be de crer que, se lord Palmenton be um
sol ponente, he ainda o nico aslro que esta no bo-
risoute. Com os seus collegas, o marquez de Lans-
me.F. a :!') de i
D-se um passeio ale e ponte da l'as-.igrin,
principiando da praca da Sania Croa indo
por qualquer das m-s .ta Sebo oo Mvndesa, e
verlo, que de lima no invern e arria no vei.,o, ale
que e encontr o calramenlo, quan junta a can
.lo i-.xin. lenle general Cocino: eite ralciinriil.i
deveria ser em segu menta da aterro; fui ler ca-
mero no lim do Mondegn, mas itta nao he nada,
iiorque as nossss obras assim mesmo deven: an.'
Sigamos o nos-... pas-e.o. Pelo Chora-Menino ou'
ra ... Passagem, c meMna lao-a e arela: patsada
a |ioiil" peqaeaa, oh que vi la : O lana so terca
quando o venlo begranie ; a d.rrita, talvez pata o
anuo se po--. tirar uiayl-ira para couslrorr.io do
predios: iDOile, faz medo a quem nao lein'ui :.,
I-aimas de oulro inundo. Se nlharmus para a en-
janeiro pela maahla solTreu a pena I 'rada do Cjueiro. que van a ter para o futuro umi
emorte, solreu cm lauta inercia, quanla fra a
soa violeocia.
(.'. M.
ru, ver-ae-ha |iara a lim urna casa encobrindi,
vi-l.i do que ha de inelhor por all : admira qoe,
leado-n lavado aquella roa tao aindiada, deixastem
fazer aquella ra-a ass.in 1 K por f llarmos em ca
ja' viran ana que >e eata' educando ionio.......
Faz u.n recan., que pude a.-ommodar orna en,lio>-
rada de 2 a :( honiens, e eiiln nesia Ierra
que n
aasass.neseae vivos como raaeaae, c loso junto de
urna pcato! Eos esleta da ponte nova (loando
p.sssni carros ou ravalleiros, embala como a do
Cachae".
II Sr. Jos Ma.ia da Cruz, contador da Ibesou
RIO DE JANEIRO.
Seguro de tteraxot.
Companhia de seguros Previdencia.Hconiram-se
os accionistas no dia 29, pelas 11 hora., so!, a presi- rl provincial, leada requerido em de/cmbroVt.
dencia do Sr. Dr. Pereira di Silva. Do relalorio da I mo ,0" *Poseatad*ria aa taran e le, aonm., m
directora constara os segundes dados esUlistien de M""f ''" Kxn'- W^"an*l para servir mait al-
inlercssc. :""! t"n''0' e "c,,b* ,er cora aposentad.,,
T,_ .___ ..... tando por succes-or >,. Antonio Ijirdoto.le Oo-
lem a companlna desde setei.ii.ro de 1854, em ror Ponseea, teade imanada pare lugar de -r,!-
qu- conie.;ini a funecionar, alo III de dezembro del"
ISili, pago .,71 escravos seguros na importancia de
5.>9:i95s2ii8. No temnlre ultimo lmente um re-
clamado deizou de .agar, por se nao ler prvido a
idenlidaiie pela venlicacao.
Os seguios no seme-lre ultimo foram de 1,599 es-
cravos, havendo om prente ,e l99C3G8(, e a
mortalidade tai de lis eteravos, acarrelando ., pa-
gamento de l:il:lJ2#128 : saldo ;. favor da con pa-
i.bia 2ci:7ii-",",2. .No pnm iro seme-lre havi ro-se
......lo 3,175 i envos, c fallec :,i I.
Do relatoiio s,j coabecd quena olLmo em ttrt
re- sua o fl igello l.i choiv.. ::. i!... qa : tantos pre-
juizos caosoa a p iz e ,. companhia, c qus ella e.n-
lim -. .'ia :.o seu estado normal: exprime-se t-
e-te reipeito pela f. rma 'guinn:
ra,
vao da reeeila que e-te erenaava o Sr. bichare!
Antonio Mana do I aria Neve.
I o lambem aposentan., na mima da tai, o aa-
crefirlo das obras |,ublicis o Sr. Joa,u, Fra.ic.sc .
de Mello tantos, paseana* a sub'ttiui-lo D| .
citpturariu o Sr. .loa,, Francisco R,e dos Aojos, e
para I. eicnplurario tai nomeiiUo o >r. ibumi-
Ramos Ferreira.
He aiuahhiia.
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
SESsAOE\TRAOKINARIAEMIKlreVltE|.
no Di: ik57.
Presidencia do s,. liego ."'..-, oorfets.
Presente, os Srs. Barros, atoa*, Viaaan, Barata,
llirros ;,airri... Barroca, Fraaea Metta, taHaat**
jirmcaosa participada* >r. Reg, akrio-*a a m-
- e foi i.:. i approvada i ida da anirce
i -io..
A lerrivel epidemia do chilera, qoa tamo asw- : Teado o ten-ciara declarado cmara gasa o lis
Ion a populaco do Bntil, o cspecialme de a doa c- '' ']* Uartbeea Inri o ...uro qu deitaia dr dar a
cravos, durante o auno panada de 1855 coi.t.nuoii ',,|i,<-'-1u- q"'I1"' f>a extMda, dea eaaialiae da 4a-
, .________. tincar assuci-r ,!aq.u-;i.i liegrrz.i, r ucrrcio!? as-
tarta anda nos primeiros mezas do auno de 1858, sn para aa deiiaasa a reatara de dar cumpnmeo-
alnand.iiido-se, e por DmMonppareeendO no melado tu a orden da Exm. pr.-M.lei.le do segundo semestre. de Janeiro ullunn, rrsolveu a me-ma cmaro evoue-
i Permita Dos que ella nao vollc' Foi ella ou* : 'a"lu. 'lo '"-"' "" "" '"" '""* """?. I"r n4 nm~
..l.rana, e depulados Reg, Basta, l.emos, o Sr. idowae.iord Clarendon eSir leorgeGriy,parara I,a levou a sepultura maior numero d ''"'" "'.....'hff*-"l"'W-'P '" -
le escravos segu-1 pedio ordem ao fiscal da frcgoezia de Jaboala*, pa-
MTIDlrT


o Irahalho que
uilo lez.jcin> uigen-i
r fazer
da.
Foi liitl) O legnillle
EXPEDIENTE.
I m offlcio do Exm. ptatideatt da provincia, com-
niuiiieandu que se achavam concluidos o concert*
que mandara fazer do priiueirn auiiar ila cana da an-
llSa ca.leia, para nella lerein limar assesscs il ju- i
OA atf) DEPE1WAMBUCO ST.\TA FRIRA 15 DE MARCO OEift.?
I i a freggezia .- San J.i
Anlooio n. i.
[dem pele
as, na I a 7
dem pelo jurv, n. 1.....
Imposto de 19201) o lieen,< i .^r^
fugo, n. :a 19 .."...
dem mbre canoa de pastero e ala
IS9a ;)>........
llrjIMH]que liavpn.l.i alisios niel.lhros d
coocord ido ein k h.t.-.i la.le .
nheim eordeador di
llar
ry, que deviam principar no da lli do correle, dem obre carracas, n. 55 a 5t
que houvessc a cmara de Catar prever acatares .Mulla* i!- 5 por rento reo
movis necesarios.Inlairada.t) procurador de-j de carrol .- pstelo o alucuel,
i-I,ir.ni que i-lava proTtndu a casa de>ses rao-j Cimas de parles vencida. .
asaban
I01WKKI
'.ni
2898IK1
na cmara
unp i
n. I.
cmara municipal rom dividendo*, lio claro qna em Pernambneo DJo se i o ataentos dos baptiaadosfallo*neala fregosla, nada
demillir d elige- ha de firmar c. crdito da rnmpaahia, nuil o arcio- \ achei acerca do hapls;:mnln de que trata o sindi-
quen, que <-- niila* Pilaran salisfeilas. canle, redmenle porque tal aaaenlo devia estar nos
uva etercendo Me emprego ; o lendo para esubs Cantee!Ui loetta resolta iln pelo simples recolliimen llivros que foram extraviados por orcesiio da revolla
ii.uir .i, rete.....sr. r. t.....aro como peatoa de lo das subvene/jes, p empregaiulo-se.coma he mi.lp, I transara : isln afl'umo em f de paroeho.Anua
coniiaucaeauntemeiiipi.t. b.bililado.lcmbrei-meaollodaa-eslricfaoe ame em lodat ai despezss, nflo|prela, i:, dp de/rmhru de 1831.Fatuto Freir de
pastar pela sua Imana, de procurar a V. S.a para rallara' lempo para diante dp roidir nn< meios de I Carvallo., vieaiin ue Agua Preta.
que me uzease o tavor de*mi rioar. ouvindo ao ao- [ augmentar a carga que .. vaporea devem trazar, e I Ao 19 das do met de mane .le 185
elle orneada en-1 de m lar. um por om, a conquista dos pi.rinillavi
i >r.
algn*.
11 -ni ii
veis.
Oulro do mesmo, arru'ando a rereprflo do detla
cmara, ero que Ihe enviuu copiaa em ooplieata das
acia* da eleicao para d-pulailus geraes nos dooi dS-
tiicios eleiioraes desla eidade.luleirada.
Oolrn d> commissflo de hygieue publica, aceman- dem pe
dn a recepcao to desta cmara de 11 do#correiile,
em resposla ao seo de 7 do mesmn mei, Insislindo
na soa opinrii coulida no rilado ullicio de 7 ; islo
he, que desejava faier os estados que failavam, nao
s para apreciadlo da loealidade destinada a fabrica
de saz, como do plano ila obra, e qup. -e a cambra
pergi-lia em nflo sobreestar na brenca concei'.la,
ella seria abrigada a procorar recurso, qne I lio faci-
lilasscm os exames que pretende fazer.A cmara
resolveu se respontltsse a commissflo, qu- ella esla-
va resoluta a nflo suslar a sna lieenga, pelas razos
que havia eipendido ; mas que nflo queren lo dei-
xar de cuncorrer nuil o que eslivesse a seu aleante
para os esludo qoe a couimissdo quer fazer, embora
osjulgiie dispensaveia, quanlo ao molo porque os
pretende pralicar, todava pasiava a dar orden) ao
engenheirn curdeador para com os seus iiislrumen-
tot de engrudara, aquelles que lo-sein neeeasarios,
preslar-se ao chamado da eommissbo, a quem nflu
remeltia u plano dn obra, por o nao ler.
Oulro asgqado pelos fiscaes da cidade, envian-
do o ornamento do qoe se podera1 gastar diariamen-
te cora a limpeza das ras de su-s fre^uezias, modo r conseiva-lat tempre limpas.Au vereador
Barros Banetoj^
Oulro do adaVoisIrador do cemileno, enviando i
quanlia de 2ls r*., demasa que se pagua par.i ser
inhumado em calacamba da municipalidade o cada-
ver, a'que acampanhoii a guia u. :l,UU0, Irada para
epultura roervada.Maadou-se reineller o diubci
ro ao procurador.
Oulro do eogenheiro eordeador, enviando cinco
cartas dot cidattos, Bernardn Antonio de Miranda.
Jcnacio Alvta Monlei.u. Sevenuo tjuinleiro Alvos
M.uj.i, JoSo Aolimio Prreira de linio. Mana da
Cineeicilo (iiiines do Reg, e Auna do Sacramento
tiomes do Keao, lodos proprielanos de terrenos, na
Ireguetit da Varzea, por onde tem de patsar a e-lia-
d i projecU.ia, declarando que cedrm uialuilameule
csie* terrenos.Que o euceiibeiro declaraste os nu-
mesde oulras pessoas, que rousla sSo lamben) pro-
pri arias de Ierras no mamo raso daquelles, mas
qoe nao as qoerern ceder por i;ual maneira, para
depnis ouvir*se ao advo&ado sobre a obrigagAo qut
powim ler de ceder sraluilanieulo os terrenos para
a estrada, no caso de seren as Ierras oblidas por
aaMMiiaa.
Oulro da fiscal r)o rehMivamenle a obra que esla" fazeudu em sua
casa, da roa da tilor a n. -*'i, Anua alaria de S. l'e-
dro, dizendo :que na larde de 111 do correnle re-
cehera urna portara da commissito de edilicacOes
desja cmara, mandando tizes^e elle embarcar a
obra, por fular comra as posturas, em vulude do
que se dirigir a ella e declarara au -ne'tre pedrei-
ro lizesse sobreeslar na sua conlinuar,ao, na lendo
procedido a embargo, por l ler este logar judicial
Menle:que a proprielana requerera e oblivera II-
cpur.i para fazer varios reparos, consisliudo elles em
abrir urna janelia enlre as duus porlas alstenles,
licando'.uma destai converlida naquella, euuslruir
cornija e elevar as hombreiras o aliura das casas
juntas :que sendo-llie aprescnlada es-a licenra, el-
le declarara ao roestre da obra qoe todo se poda fa-
zer, menos levantar as bomb-rciras, por ser preciso
elevar lambem a cubera e o o loes: que mi face
das postaras vigenled, a propnelaria pula fazer o
qoe fez, por nao importar a obra teila uno reeuili-
caffe, visto que nilu da i-aa : e que finalnenle dirii ira de lavrar termo
d'inrrarcio p'.r mo echar disposirao em que se fun
da'se.I'oslo era dhcottlO, o Sr. Barros Brrelo
sattenlai que o liscal Imha conirariado a licenra
da cmara, mandanuo de tea molo proprio que a
oelicionaria fizese a obra difireme daqoella para
que linha ohlulo licenra, o que Ihe alo rompelia
lazer, cahendu-lhe apenas o ilireilo de representar,
l'|-o que vio que era em parle iue\equi\>l a liceuca,
e punuerou o n esmo verea.lor que, o Retal i: i.!
.i commissilo com elle fallgva, antea da so abiir a
sessao, sobre esle ohjeclo. se potlara d'uma maneira
pouco civil a detatlenciew para cun nsseus iiieni-
bros, eslranhando o procedimenlo da commi-sa.-.
qoando Ihe nflo era dado mais do que jutliflcarvse
com as raioes que liveste a seu favor, *' villa do
que propoulia toinasse a cmara orna deliberar.lo
que mereeesse um fado detla ordem. O Sr. Mello
abunda as nicas do Sr. Barros Brrelo e conrlue
; do mesmo modo que esle. Em consequencia.o Sr.
presidente poz a Vutos so devia o fisrl couliuuar a
merecer confinara da cmara, a visia rio procedi-
menlo que acabava de ler, e decidio-se que nao,
volando contra os Srs Viaona, Barata e Franca.
Mandoo-se expe-lir loi^O ordem ao supplenle para *n-
, Ir.r em esercicio, e proceder na forma das posluras
contra a proprielarie da rasa.
Oolro do mesmo, pedindo pagamento da quanlia
de 5^200 n., que despender com a coiniuccao een-
leiiaiueiil-i de um cavallu, que fura eiicoiilrado
mono na ra dn Capibanbe, no dia 12 do correnle.
Mandou-se passar mandado.
Uniro do proca,atior, iiilormamio c>ni ostermo,
do resolaineulo municipal de 2I> de agosto de ISl,
acerca da pelirio de Jayme F^neas Goaaea da Silva.
Que o peticionario provasse o allegado em sua
peli^ao.
Oulro do mesmo, informando em sentido favora-
vel a petiran do escrivAo Fraoeiteo de Barros Cor-
rea, sobre rustas de processo* enminaes.Mandon-
se pasr mandado de pagamer.lo de ludo u resto de
casias alrazadas.
Oulro assienado pelos quiltro liscaes da cidade,
representando sobre nao arharem Irabalhadnret pa-
ra a limpe/. i das roas, em consequeucia de ser pe-
queo o jornal diario de StMIrs. quo aclualnenleper-
cehem, e pedindo se elevasse a 1."? o mesmo jornal.
A cmara alteodro e augmenlou o jornal.
Oulro do fiscal dos Afosados, tratando das neces-
sidades maisurgentes daquella freauezia.A' com-
iiiisfl0 de polica.
Oalro do mesmo, remetiendo a relarilo dos qne
leem curraos depeixc naquella freeuezia.(.le se
transmiltisse ao procurador, que a requisilou.
Oulros (parles semannrs dos fiscal s e Sanio An-
tonio, S. Jusc, Boa-Visla e PofO,Ao arclnvo, vis-
to nada cooterem.
Oulro dn solicitador, enviando copia da senfenca
de demolido da cata de sobrado da esquina mpoilode2/a l^aobre estabelecimen-
los da fregn*zia da Varaea, n. I.
Eterricio de IS,>5 a \k~,u
alollsspela liscal fe, n. ;.".s.........
fiscal da fregaetia de Santo
Antonio, iis. 100 a llil
[dem pe., fiscal na fregutiia di Boa Vi'
la, n. 1(17.........
linp.slo .le 2-? e i) sobro e-Vili'.|eriimMiI
lo da freguezia do Recife, n. :i|:t .
Cusas no duplo do imposto sobre esli.be-
leriinenlus, n. t(l|. ,
',~".i'II
;ia ..ii
.vsmo
er-me V. S.' informado
que o mesmo Sr. he.nava dar urna
Deficil
IHMHNI
SSNIII
29000
| -":.'!
,17T.N):|-,;
7!I0>29!I i
mli
po
if riuar.
ras.i .lo ser elle nomeado en-' de marrli...
dor .ii muoicipali a.le, aeeilaria este j comprehendldoi na'tona do privilegio. Ora. na pro-
vincia do Pernamburo, as unirs qno arlualin. ule
merecem alguma allenfilo iao as de Uoianna llapit-
suma o Tamandarc.
A Compauhia Beheribe em sru "omero lambem
arlioii. ape/.r do zelo e rtedkarSo dos seiis direelo-
res. lodo .eiieio de psiervos, |ie|o que p.de lo^.i
nao poda inspirar minia coiifi.mra. i; Indavia ella
se cha hoja un estado de Braode protperidade. Cre-
mos qoe nflo son.os exagerados, rilaando poetivel e escrevi
j provavil goal sorle para urna emprea firmada m
enca para i hatea tan solidas como a Campanhia Pernambucana.
ani de me -------------____________________________
gcnliairo coi.!
emprego.
o l'oniliem lie verd ido
nos di isjseguinlos
i prompl i respo-la
Fnl lmente no fin do .". di.is riuo, depois de al-
goni esrlare menlos \ .s. me deu nina reapota pela
ironiiva em prrsenra dn Sr. l)r. Cnllaro, que a
Vos l!l .Ii-- do mez de marn
Ip II rreiroa, romarea
lo lm
i anuos, ues-
tii iii.kii da
iinii.-i.s. que be attawioo, e que lein mandado fazer
espaiirameiilos, quer e^se billre, que partoniSca a
inlrii'a. a ralumina e a de.lioiip.tulade, apresenlan-
do o* Ii I luis com aquelles defeiloa, desconreilua-lu;
porque os nao corrige, e pelo contrario os apota ;
eii-tna-se, porein, redol lamente esse ttd<'cnli''-i d'alin.i vil p pequoiiiiia, e-se celenerruno Roda viva,
porque lodos tubero: que ineu pal. em quem elle nao iialliador. Foi preso iia*Hir'a'd 1'ertrVs"de l"o-
pdde enronirar o iiisiruinenlo de sua lonra e amia- | uo, porque assim conviuha pulira
,livo para sua achia, q:it lano ronviilu
, Anloi.io Iranrisco. E-leve no l'edreeulho
nas, e all fez plantara da calina-, dep.u
oulra re.olur^,, ,,. ,. mmm f ,
Joao de U.lu Undiein uAn mora no l'edrecn-
, Ibu ; se mura.se e ,, fom ,, tmmtm,)
porque he um eicellenle par, ,(, hordo e Ii
provincia de Pernamburo, em casa da realdencia do misa prclrnra, nao apoia at artos mos de pessoa < eleicAo,
euiilirmou
o lia quanlo em abono da verdadedevo dizar
V. S..
.< peco llie,
evitar a publl
nflo envolver n i> qu
po**n nelil quem enti
Sou rom igual eslima de V. S
e criado.
Antonio Borges l.*al, onde eu
aballo assienado me achav.i,
ompareceram Joao l'.iheiro Peatoa le Mello
lenesro, na pessoa de-en procurador Firmino
is rte A/eveilo Soares (ordo, com suas le-temu-
i,.para seren inqueridas, eujoanonies eognomet,
is que adianle .e tegnem, e para consf'r Ii/. pslp
un/ municipal n lIr
escrifSo de -en carg
ah
Mu
l.in
termo.tu Jos .N'orbciio Catado l.jpia, eaerivao o
algoma.
foi sollo.
mas pafsaila
\fora esses noine*, qtjata sao ea aajtraa nue rodem
II 4 r.ihn.....e sabido que quando Flix Cabrinlia ser rilado. '.' Enlielanlo ve|jm ., Jp4 {fd e-leve no Pedreuulho. m u p n que mullos das ig- Jores que das tres pessoas.....i uh ,,|.(. ,rTlell|<. ,as.
norou sua as-i-leucia ah. manif-.lou, quando sou-[cimenio esleve no Pediecu'.ha
be, grande des.o-lo, e engio impe lisamente a soa
retirada, sob pena de no* lomar o en&eiiho. a roim o qne ie in.
oorcm,
rilo de-
que faca a riili
a minlia resnotla,
loes .|p parlidos, em que au
lenlo, venerador
'i'i silca Barroca.
:l:97:>p:Hi
llesppya.
Coro o ordenado dos emprefEadoa no niez
de ouiiiliro pastada n>. .". a ,'i, .
Com .. iriliunai dojurv e i-leiras, u-,
3 a 19......" ." .
Com azi ile e agua para as pessoas, n. 3.
Com a limpeza a calcamenlo das ra,
ns. :17 a (i(i..........
Ciin eventuaes ns. t:t a 17.....
Com o mala.iourj publico, ns. 1; ;i. .
Com n supprimcnlo leilo ao cemilerio
esl me/..........
de IK37.
10 qnerecebi da cmara roo-
-me a nomeaco que de mim
ira su eiisenheiro eordeador:
lian.10 se vago o Iust de enge-
l::Mi.'i9firi.
1965010
:17>.mi
ii!,-j.-:,-,(i
17.10120
.">t.-HKMl
I:2i928fl2
:l:ll7:is!ii
Cmara municipal do Recife,
18M>. O procurador, Jorge
Lopes.
> de dezembru de
Vctor Penetra
- orttp&nton TBVAr.TlCiAO DA PGI.ICIA
Occiirrenrias do dia 10 de marco.
I ora ni presos: a minha orden o pardo Manoel
l.uiz Canario, para rccrula da armada.
Pola subdelegara .'a fregnezia do Recife, Ale-
zander l'ank-r...... sem parle, e Francisco Jos Ri-
titiro, para avergoa^Oea ooliciaea por crime de fur-
to, e o pelo l.uiz .ia Cosa por falla de cumpnmeii-
lo do enaajamenlo feilo com Fraocisco Tibuicio iie
Sou/a Nunet.
Pela sobdelegscia da freeuezia de S. Jos, o par-
do M.riiuiaoo Francisco de Jetos, por ser encon-
trado com oro: ponhal, e o preln escravo Manuel,
para ser correccioiiado.
Pela subdelegada da freguezia da Boi-Visla, o
prelo Pedro de Alcntara, por esp.iiicaineulo, e Joan
Jos Pacheco, por ser encomiado cid um puulial
iu> lugar da Soledade.
Cousla mis da parliciparHo que boje me fez ,0
ajjdame servindo de administrador da casa de d-
lenrao. que boje pelas (i horas da manhaa na orea-
siflo de fazer-se a faxina. o prelo .loaquim escravo
do majar Jos Joaquim Aniones, que se achava ro-
colludo a (eqiieriineolo do sen seuhur, apo.leran-
do-se de urna pequea faca do tapaleiro qoe eslava
leniro de um .ios caixe*, qne tinliam do ser reco-
lln.ios a> r. nipeleiiies ollicims, rom ella dera em >i
proprio dill-remes golpes, e se acba em perigo de
vida, conforme no arlo da vesloriaderlarou o farul-
laiiv.. do eslabelerimenlo.
Em ollicio datado de91 de fevoreiro ultimo, me
refere o delegado no lermo de (jaranlions, quo as7
horas da tarde do .ii 90 d'aqoelle mez no losar de-
nominado Fonlp pr.ximo a villttl'aqaelle lermo, a
pardo Aatonio' Perejra astassinala Iraicoeiramenle
rom um lira Trajano Jos .'e Sonza, dentro da casa
do a*sas causoa aos habitantes d'aqa*lla lugar, e consegum-
do o aa-i'io | r-se em lima, foi caplorado horas
depo'S de perpetrado o crime, e esla' sendo pro-
cessado.
PROVEDOR1A DA SAI DE !)() PORTO.
11 oe marco.
.Nao -e dea orcarrencia slguma. a bordo dos na-
vios,
.No dia fu ralleevrrna hospilal do Pina om Iripo-
l.Tnie i rigue hesp-.nhol uReataorador, e liveram
alia :; Iripolaiites, I do patacho sueco ajoliaa e 2
do brizne diii.uu.irquez Dan ark.n
S. C. 11 de ni.'irr
Ivs-aqei Bllora O .1!".!
nlcipal r iii.iiiiiii'-iii.ui
se (leara faz
u lllin. Sr. A
nheiio eordeador de.la cmara, r recoohecendo a
.....ma cenara cin \'. S.'aa qualulades precisas para
desempenlia-lo, Inmou a resoluraode nomea-lo para
dito emprego ; e r'wtamlo qut I S. dignara 4e
acella-lo, o convida a prestar o jrame.lio do cslv-
lo, no dia 5 de marro prximo Tuluro.
o Detw guarde a Y.S. I'aro da cmara mnnici-
pal .i.. Recife em ses-ao de 2- .le fevereiro de 1857.
Illm. Sr. I)r. Fitlppe Nerv Collaro.Manuel Joa-
qun' ilo /tegn e Albuqutrque, presidente,Manuel
t'rrrcira Accioll, serretario.a
Eis-aqui pois como leve lugar esta noniparao que
o mea gratuito e desleal inimigo aprsenla con,o
produzida pela Influencia do Exm. Sr. presidenle,
com quem nunca Iroquei urna .. palana, e a quem
mi lenli visio senao duas vezes, sendo a priineiVa
em una luja de livro* quando por aqiiipassuu. rin-
do de Londres, para o Rio de Janeiro, en aegdoda
na igreja matriz de Sanio Antonio, onde foiouvir
missa.
To grande* rela(5es lenbo cniuS. Ex. quereque-
rendo-lbe em oulubro do auno p.patsado, para que
disprnsaudo a idade .le inr-n i,::,,, que j frequenla-
va o Uymnasio em qnalidaile de alumno tilerno,
in.wiiUs-e que fos-e nelle edmillido como pansionis-
l, lance) o meu requeriroenlu na respeicliva caixa,
r. eelieiido-u depois om um Kflo t.'in lagaf.
Ora, leudo sido nease roetmo mez publicada a mi-
aba primeira ra la, parece que be issu urna prova
evidente .le qoe erum ellas ruin elleilo encommen-
dadat por S. Exr. !
.Nao obstante ser una nullidadr, como niuilo bem
dizomeaaaoio inimigo. nao ohlanieser repellido
pela soridaile por raus.i de mioha cor (elle he pro-
curado pela sua. Que miaeravel! no redro em
q. e volontariamente vivo, lenbo si.io procurado por
indiviilii. s e eorporaroos para exercer lugares ior
maitos de-ejados.
(I Sr. |)r. Ji. Soares de Azeve.'.o coavidou-me
para reger a cadeira de Malliemalicas em o rolle-
io Parnambocano que etubeleren neala cidade, oc
copando esle logar al dlssolacflo no mesmo esla-
belecim.nlo. Oolro lano leve lagar relativamente
ao colleciu Sania Crol fundado pelo Sr. Ilr. Anlonm
.Mana (;iiaves e Mello, no qual lambem resi a ca-
.letra de inglez. Ni-uhiim d'-sles lagarej loi por mim
solicilado. nein directa iiem iu.iirerlamenle. O Sr
lir. Soares, que entren) existe, pode mullo bem al-
leslar o que lica ..no a -en resuello.
0 *r. Maiioil Figoeiroa de Faria prorurou-me
em o auno de 1818, para qoe me encarre-jasse 'la
parle exterior do sen D'iirio, astim como da esculla
de irlico- liiierario* escienlifieos qm- julgasse deve-
reni ser Iranscriplos, Irabalho que anda boje faco.
O tribunal rio coromereio, apenasettabelecirio n-s-
la cidade, nomeon-me sen mlerprele e uliicinu-nie
pedinddqoe aceilasse esta nomearao, e anda luje
exerro esle emprego.
lirandoem coucarto o
Geometra e Philo-ophia d
dade, (ui depoi- nomeado
Gvmoasio, losar qoa ja Un
le no prtmeiro
A prm eir r
Batios, hranro. solleiro, com idade que dista ler li
anuos, natural da fresiic/ia de Aaua Prea deslelei-
iiiii. morador no seu engenho t'.ainevou do lermo de
Bonito ; leslemunha jurada aos Sanios Evangelhos,
----------------em um livro delles em que p'/ sua mAo .iireiln, e
.sr. redacforet.Um allentado atroz e exerran- i promeltea diztr verdade, e do cosiume dis-e nada, e
do obriga-me n leixpr o meu silencio para irazr a luz da pubiridaile, caberlo da cores hediondas, o|do jaslileante, di.se an primeiro, que sabe por
mais i.el.ni I.. crime, que se prelende consumar i ver que anles da uuerra de I839, Manuel Antonio
E rosamas loda alleiir.n,. .lo publico, e das aulonda-I (.ouralves coinprnu una nesin de mime l.uiza, cuja
des para o laclo, que pastamos a expAr. escrava dizia elle ler una banda forra, e como es-
O pamo Simplicio, forro na pia haplismal, como lava (ora da mulber por parurularidades enlre elles,
prova u documento abaizo azarada, lem-se tornadolconservavn dita eteruva l.uiza romo sua amazia. e
o alvo da ainbirao eliminla do Sr. Jote l.uiz de | delta leve um filbu, que ell' tesleinuiiba baplisou
Caldas I.iii, que, a despello de lu.io auanln he ju-io por forro, rom o iiomedeSimplirio.ua pia. por
e henalo, quer lodo eutlo redu/ir a escravidilo es- mandado do mesmo Manoel Amonio (ouralves, di
se pobre pardo, que, horrorisado da sorle que o a- zendo elle que era seu lilbo, cujo assenlo oe baptisa-
e eziglo nope
pena de nos lomar o engenho, a mim
e a meu mano; se luis conliuuas.euius a ler em lios-
a companhia aquelle liomem,
Cunfesso, porianl, que Feliz Cabrinba esleve no
Primeira lettemanha.Padie Jos Lniz d.i Canna ; Pedregnlbo ; mas porque e como esleve elle all "
Na grande exeitaigaa da quadra eleilural, quando a
polica do Sr. Ai.lonio Iranciscu eslava cercada de
criminosos, assassinos e ladroes romo Cruz, se he
preciso ruar nom s, Jos (lomes, Padilba, M.irlinho,
erva!.....Vnlonlo fhomaz e oulros mullos, que in-
'"IV.....e alacavam lulas a. pettoai do lado oppos-
reroulieceriios nos em geral, qae era misUr fa-
mea^a, prestes a ser lauradu em duro rapliveiro de
pois de hvre \\ ), abrigoo-ta em noaaa cas, e ah
eslev- por alguna le....... mais desusombrado das
lerriveis intencies do Sr. Caldas l.ios.
.Mas qu..o 'o assim viv ia, pur especial merc do Sr.
CaldasLins, frainrioa doce liber.latle, que Ihe foi
dada por seu fallecido pai e senhatj Manoel Anlai.io
(iouralves, eis que se me aprsenla a poVla nina tor-
ta armada, acompanhada ue officiaes de jusiira, que
com um mandado dojuiz municipal supplenle de-le
lermo, passado a requeninenlo de Jos l.uiz de Cal-
das Ii ns. me obriuava a eulresar-llie o seu escravo
Simplicio.
Avista dosle aiipar.ilo judicial nflo havia resistir
ilo r mellen elle leslemunha ao Vigario da matriz de
Auna Preta, que eulflo era o padre Jos dos Passis
Ue Hollanda. E mais nflo dis-e desle nein do secun-
do, por ser de direilo, e lido o sen depoimento e por
acliar-se en) ludo conforme, ossicnou con) o minis-
Iro e a parle. Eu Jos Sorberlo Casado Cima, escri-
vflu o ecrevi.Borges l.eal.Pa'.ra Jos l.uiz Cunha ll-'lo-.I'irmino Cucas de Azevedo Soares
Gordo.
Segunda leslemunha. Manoel da Cunha Bastos,
hranro, solleiro. com idade de -iO annos, natural da
freEiiezia de Agua Preta, morador no eu&enho lilis
Grande desle lermo, vive de agricultura. Teiltmti-
nhs jurada aos Sanios Evaneelhos, em um livro
lo
termo-nos respeitar, anda quando lanr,muimos man
dos meios indignos, de que u.ou o no-so implaravel
inintiao, serapre fallo de cavslieirisma e ambicioso,
de peder e mando. Eolflo Flix Cabrinba, leudo
'le pouco -e de-
lllorou.
> in deixarei passar sem analy
fame delraclor a r apello de Cazuza loarle.' f-le
moejo nflo lem crime., be lilho .le um aorada tari-
cullor, e tem ptima nmitrii ; quando eu .* m-u
inaun o procuramos, n.'in fui por querer-ii,.* t*r mAi.
um valenlau ; mas foi porque n Sr. cap la. rlarutl
Jos da Cosa C roe, rnaaiirzgada 4a efiiattasai,,
que ha no angantiO, adoeceu ; e quiz ir |i or..i ..
remedio de eu in .1 nos are* do erlflii. Para ulj,.
I i.iii o Sr. Cirue, qu- rene nplimas qualulades a
nao pequea in.lriiceao, e em quem nflo po le ver
o iniseravel raltiiuuialor um asatatavM ou um va-
lenlfln, a pessoa u.ais halulilada, que enronlramos,
fnl Caziiaa Uarle ; que nao cliroii a e-lar no l>-
dregulbo, por ler cestada o incominodo do Sr. Orne.
Anda persunlare ao vil 1111111130 qual lie esse
perdido a ami/ade do lenle Azevedo, que inuilo larrinora, que se enlrelinlia em exornen a eavall
lempo o apoiou ; e sempra o seu sequilo de tloian- sobre o niooo de llar urna facada rom Inda meslria e
uiiilia procurou meo muo, dlzando-lha que era per
seuuido pela polica a implorando sua proieeeao.
Se a polica persesuissp s criminosos indislincta-
ineule, conm era do son dever, e nflo estivease cer-
cada de valenloes. assassinos p ladroes, co o o fun de
inlimidar-nos, Flix Cabritilla, au ohstaule tur se
luuir com delre/a ? Terceira vez desabo-u para que
prove elle seu dito calumnio'n.
Em roiirlo-flo calie-me persuiilar a esse candi-
dato euforquilliado, que .ipparece em polvlico nb
diversis formas, para ferir-me ea lo.la minha fa-
milia, puhlieandu as r (luminosas informard-*. de al-
e la loi para a escravidio om liomem liberto, cuja delles em que pacana mflodireila e promeltea di-
liber.tade so nflu he rc-peilada pelo sr. Cal.las l.ius, j zer a verdade, crlaveo.tuine dis>e nada. E Ihe sendu
que prelende por ess.i forma augmentar o numero peraonlado pe|.Tltus da pelicao do juslilicanle,
nos seasesrravos, e com pequei o dispendio j disse : ao primeiro, qua sabe pur ver, que no auno
He sem duyida inaudito que se slenle o crime a de 1832, Manoel Antonia Gouralvcs comprara uma
lana altura, levandu o arrojo ao poni de abusar d 1 escrava .e mime l.uiza, e que sempre dizia ler dita
boa1 fe (lalvezi da justica para consumar lao nefando escrava urna banda forra, e conservando-a denlro
e abominavel alternado Aguardamos, comtudo, o de casa por sua amasia,por vivar lora ila mulber.lo-
final d'e.sse monstruoso drama, e, confiados na jusli- ve da .lila escrava um filhd'.o qual mandou elle hap-
ca. de lieos impioramus-lhe um reflexo della sobro a litar por forro, na pa, por o reconherer seu filho, e
los hoinens afun de que n sasradu direilo de lber- |dolou-lhe o nome de Simplicio,' e sempre o cricu
dade continu a ser respeilad.. e garantido. rhamando-o filho ; disse mais que seu mano padre
Do documento sesoiule Consta evidentemente a li- Jos l.uiz da Cunha llaslo. loi quem baplisou o dilo
Iierdade do infeliz pardo Simplicio : n publico que o | Simplicio. E nada mais disse desle nem do uliim ..
aprecie, e calcule a oesresrada ambicAo que se abr- por ser de direilo, e lido o seu depoimenlo e por
sa no enrarao do Sr. Jos l.uiz de Caldas l.ins, pro- : ochar em ludo conforme, j-mmi com o ministro e
prielario do eusenlio Una. a parle. En Jos Norberlo Cesatlo Lima, escrivo o
Sou senhorea redalorcs,Joao Vieira Fialho. | eterevi.1 .rses l.eal Manoel da Cunha Baslos.
Mil oilo cf ulos o ciiiruenla e cincuJuizo muniei- Firmino Cucas da Cunta Azevedo Soares Gordo.
pal a folh.sumaJu-lilicarflo cive de Joflo Ri Terceira Icstemonhfl.Jlo Ferreira de Oliveira.
beiro Pessoa de .Mello Montenegro O escrivao branco, casado, com idade que disse ler .">() anuos,
Casado Cima. natural d.i freuuezta de Aaoa Prela, morador no
Aulcamenln. engenho Jaloba na mesina l'resuezia desle lermo.
Anno do nascinienio de Nono Seuhor Jusii
Chrislo de mil oilo ceios e cincoenla e cinco anuos
nesia villa ne Barreirot comarca do Rio Formse da
vivo de nsncullura. Tesleinunlia jurada aos Sintos
Evangelhos em um livro delles, em que poz sua
inflo direila e prome'.leudizer -erdane, e do co-lu
I
"- -' .
lugar i'e sobslilulo de
antigo Lvco deata ci-
para ente de Inglez lo
1 exerciJo inleriuarocii-
liiel cirnei.lo.
meaeflo foi feita peloExm
, Sr. son
Ha enlre 'is alguem que lodo Ochado de orga-
Iho persiiadia-s ser o primeiro sabio do malln. i\e-
nlioma teieneia Ihe era sslranha. Poltica, Beone-
111 a, Jnrhtprndeneia, Philotophia, Theologa, Elo-
qoeneia, l.iiiealura, ludo Ihe era familiar. Salo-
mflOj l.ibuiz, Newton nflotiverarn lantot eonhecl-
nienlos, nem lana inlelligencia. () que esle ollinm
fra para ns sciencia- malliemalicas e physicaa.enlen-
dia o noMO hroe que era em croo anda mais tbi-
do para as sri.-ncias phllosophiCM !
Ao -eu ver. Dos -ii a elle tratara como pai, a lo-
dos os mata como padrastro ; entrelaulg no 1 paasava
.le ama graina adornada rom peanas de pavio.
Deaeaprrwlo por ler-the ea aiTancado essat pennas
que o cobriam, expo-ido-.> ao publiro em loda a sua
def. rmidade, nflo p-rde ncr.asiflo de mnleslar-me, ja
atirando-ma a lama n.is desi omposluras em qu- se
revolve, ja impulando-iiin caliimuiosainenle faetos
de que 1 iie capa/ quem la/, roiwitlir a liberdade na
capacidade de infringir a le do dever e querer
/a llamos, a segunda pelo Exm.Sr. Conlia e Fignei-
redo. A nenhoiii dos dooi f.'llei, nem man iei fal-
lar, l-orain actos espontaneot, Ignaea ao do tribunal
do Cfiniuiorcio e ao que acaba, de pralicar a cmara
mnnieipat,
I udo i.-so prova bem que a soclodade me repelle,
como diz o nien detractor 1
Mus seja como fiir, declaro alio e bom sem que nao
ovejo a sna poaielo, nem quizera do modo algam
quealsaem fizesse de mim o eonceitoqoe delle ge-
ralmente se faz. *
lenho oulros prineptot, nflo podemos pensar de
mesmo modo. Conhrreiiiln a vaidade das i^randezas
humanas por exemplos r..lindos em minha propna
familia ; nflo po-so ser ambicioso : leudo sido criado
nnemcio da riqueza, e condecen lo quflo do pressa
ellas se desvancelo,nflo posto praticar infamias para
(dqoirMas. /. .V. C.
Recife 11 de marco de 1837.
provincia de Pernamburo, aos dezuiove dias do mez j me disse nada. Ji snudo-lhe peruuuiado pelos ilens
de marco do dito anuo em meu di lorio por Firmi-1 da pelieAo do justificante ili-se : ao primeiro, que
110 Lucas de Azevedo Soares (ir.rdo, procurador .le ] sabe por ver, que Manuel Antonio (oncalves com-
Joao Ribeiro Peana de Mello Montenegro, me foi piara urna escrava de nome l.uiza. com quem viva
entregue amana ptlicu jastifiealiva, me pedindu | amancebado, e que desta leve um lilho que mandou
a lomaste anloatte e preparase para prodiizir o seu ba putar por forro, na pa, e com o nome de Sim-
devido elleilo, e porqoe a mesma eslava competen-1 plicio, e que sempre o cieou como filho, que de
lemenle despachada pelo juiz municipal o doulor An- j carta o era, porqanlo elle o dizia, e qu- o mesma
lomo Burees l.eal, a lomei aotoei e preparei do que I prela linba urna banda forra, disse mais que quem
declarado em pro de iiossa rau.a. por gralidlo a um aem. queja per.leu as e.peranras de gordo legado,
prenle, em cujas Ierras morou anles decoinmclter se na., be verdade que durante a calamilo-a polica
o crime de resislencia, onico de que ora acensado, ilo Sr. Antonio Francisco viviam os criminse acou-
lena sido preso, e Ur-lhe-hia sidu e.drcsue, quan.io tado< em lioiaiininh, fazen lo continuada* dne-
nos appareceu ; pelo menos seria negada a prole-; dens ; se 1H.1 h verdade que haviam mullas q.a
ci que elle impluruu. Mas o ronlrario se dav.i; era drilhas de ladres de ravallos, que forneciam he-
reconhecida a necrssi.1a.le de ler valenlo*, quem las de rola l,.,n. quarlaos ao rcndtjiro dooogenho
nflo quizesse ser inanllado ; em aliene 10 11 lato, pois, Pedreires. genro do Sr. Anlnnio Francisco. s i.lo
deu-se a>lo a I elu, dizendo-se-lbe lodavia que be verdade que esta' em Bnjari o facinora Harlinho,
mudasse de vida, que Irabalhasse, condi;flo fine qna alem de oulro ; se nflo he verdade qoe um rapaz
uflo podia residir no PeJregiilho. que dizem s*r filho do Sr. Anlonfo Francisco, he'
Aquelle desgranado, porein, lendo o defeilo de nm mo^o de operancm ; porque ia lem por vezee
emhriagar-se, saino urna tarde sem ser visto em um manifestado soa eorageta e denod... c finalmente se
cavallo de meu mano, e foi a'Goiauni.ha, onde se nao he verdale que 111 mesmn eui:enlio Rjiar ,e
quiz mostrar victorioso com a deunssao de seu auligo lem enr mira 10 ravallos lu..;-.
e intimo amigo, qoa ltimamente se toinou inimigo i A proposito conlarei um laclo assaz escandaloso.
ctipilal. leneule Azevedo. Fnrlaram um cavallo a Jote Mana, morador mi
Na rolla foi mono no Pilar por orna palmilla, na Capiharibe, e o ladran foi preso rom elle no l bo",
qual ia o seu inimigo Gervasio, protegido do Sr. A- | recolbido aquelle a' cadsta, liceo o cavado em Boja-
MVedo, com quem viven stmpre na ma'ur intimida- i. Jos1) Maria vio a oruVnanca do delegado, quin-
de e privanra, embora seja um lamigaradu facmo- du vinha do ennenho para esta' cidade, cavalgando o
ra 0 asvlo uue demos a Flix Cabrinba foi um ac- seu cavallu ; e logo foi dizer-lh- que qoerta jo-lifi-
lo reprehensivel, nlo me euvergonho de eonfetsa-lo; car qu aquelle cavallo ra *o. para Ihe ser eolre-
111.s creio que mullo desculpavel, alenlas as cir- ue. (I .sr. Antonia Francisco oppoz-se a rsto. e
comslaacias meneionadaa. diese claramente a Jos Maria qae nao Iha enlreava
llevo anles ,1c pa-sar ao segando poni da accu- o cavallo, pretetlaiido nao a*J o qoe. O pobre tw-
sae.m que me lez e a meu iiiaiu. u iiusso Hlame e mim que pesara bem as palavr.ts, e qu l'einia por
mesqalnhO detractor declarar, que Flix Cabiiuha se adiar em presenea do delgalo, dise : l*m si
devia sai.ir do l'ediegulho no da seguale ao Ja sua; que V. S. j be dono desse cavallo, ma* ea vita pe-
morie; porque marcou-se-lha o prazo imprornKavel 1 dir a V. S. que ni' -enda ; porque nao hei do aehar
de ires das para elle arranj-r sua mudanea, a conl.r oulro Iflo bom. lleiire-se loi a resposu do de-
do da em que meu pal inamfeslou u .loejo. e ocie- : legado
nou ni"-in 1 que elle salnsse, o que leve lugar na
vespera da 1 1 1... triste ^coiiieciiuento. que mis s-
menle ItlUmamoi pur diviurmo* nella a vingan^a
do Sr. Azeve.io, que nao poopou a vida de om lio- I e meu pai m prolei
mein. fxao se etqaeca o leilor Je que lervazio fez I sos desta Ierra
parle da palrulha. Talvez por isso fui morlo um cri- I He a injuslica maior que se pole fazer Meu pai
iiiinoso, que devia ser pres. e punido conforme a lei. j nanea leve um criminoso, nem valentflo em sea coa-
lieii-se rom elleilo a rcclamacflo do cavallo em panhia ; meu pai nunca pedio a auloridade elaoma
que lu a Goiaonnha o desvenlurado Flix Cahri- | que sollasse um criminoso, e como he qne mente Uo
01110 diz o calumniador, por p .rio de meu ma-1 dcspejadamenle eate vil calumniador "
para constar liz o prsenla anloamei.lo e a elle jun-
lei a mencionada pellejo procurarlo bstanle e du-
ruinenlus que ludo a imle se segu, e cu Josc Ixur-
herlo Casado Lima, aacrivfo o escrevi.
l'elicao.
Joan Ribeire i'essoa de Mello Montenegro, qne-
re.ido moslrtr que o pardo Simplicio, lilho .'11 escra-
V) l.uiza, do legitimo dominio de^Manoel Antonio
(joii{alves tora ba plisado por forro na freguezia de
Agua Frea deste termo, e baven lo requerido au res-
pectivo perucho o as.rnlo de bapliimo, nada se a-
rhoit : cerlaiiienle por que o mencionado assenlu de-
via estar exaraoo em aleuum dos livros. que foram
ilespneaminlia os por occasiaoda revolla de mil oilo
cenlos e quarenla e oilu romo consta do documenlo
joi.lo.em conseqiieiici.i do que requera V. S. justi-
ficar n segulnle:
Jue Manuel Anlonio Gonealve comprando uma
escrava de nome l.uiza, o'ella leve um lilho de nome
Simplicio, que he do justificando, e que foi baptiza-
do por lorro pelo padre Jos Lola da Cunha Bastos.
(Joe justificado quanto baste com ct.tcao do cora
dor ad luir, que por:V.S. tor nomeado, seja jol-
gada por sitilenra, revertida aprnpria ao juslilicanle
para com ella produzir as razes do direilo e otliea
in.lepeiiil-nle 1. ficar traslado no cario no. Ncsls
termoPene a V. S. llluslris imo senbor dcOJOC
jniz municipal e de orphlos do lermo de Baorei. is,
admita a juslilidaeao na forma requerida
lodos estes f.iclos sSo verdadeiros, enlrelanta o
Sr. Anlonio Francisco he um santo horneas
digno de ser rauomsado ; e uta vim.i os rrianiots*,
protector nato de lodos o* crimine-
nlii.
elle 1 ji,uar e recebar
o baplisou foi o padre Jos di ilh 1 Grande. F. man
nao diste desle nem du ultimo, por s,-r le direilo, e
lulo o seu depnimenlu e por arb >r em lu lo conforme
sslgnoa com o ministro e a parle. Eu Jos Norberlo
Catado Lima, escrivao o escrevi.1! irges l.eal.
Joao Ferreira de Oliveira.Firmino Lacas de Aze-
vedo Soares(ordo.
Certifica que pelo justificante me i dilo, nflo
da va mais leslemunlias da que as que via produ-
cido.Villa de Barreiro* |) de marc e 1855. Em
fe de verdade.O escrivao, Jos Mor rio Casado
lima.
Aos i! dias do mez do marco de 1855 annos, pes-
ia villa ,|e Barreiros, comarca do Rio Formse d*
provincia de l'arnamhncn, em meo sartorio, faco
e-des ..tilos conclusos ao Di. juiz municipal Anlonio
Borges l.eal. V. para constar liz este lermo. Eu Jos
.Norberlo Casado Lima,eacrivAO o escrevi.
Vista ao l)r. carador ad hoc.Barreiros, IV? da
mareo de 1855.Borges l.eal.
No mesmo rii, mez e auno retrae supla declarado,
em meu cartorio. pelo juiz municipal o l)r. Antonio
Borges Leal, me foram dados esle* aulos com o des-
pacho snpra, e liz eile lermo. Eu Jos Ivornerto
Osado Cima, escrivao o escrevi.
No mesmo d'S, mez e anno, bagar relro c supra
deel-i.*do, em meu cartorio. faro esjes aulos con
vista ao curador ad hor, o hach-.rei Jote Nicolao Pe-
reira dos Sanios, o liz esle lermo.Eu Jos Nor-
A COMPAMIIA l'ERNAMBI CANA,
Entrando a Coinpanbia Pernambucana nolcrcelro
anuo de soa existencia, be mistar quo os arcion,--
tas examnela com jaita Ioipsrcial e seguro a tttua-
e.... dos negocios detta e*peranrosa empreza, em que
embarraran) os seus capitaes,
A Companhla Pamambocana lem sem duvida
pastado por gi andes eoulrariedadea, lilhas do peqne-
110 capital com que foi organizada, da demora na
con.iiucrflo deatent vaporea,do alrato cansado pela
-..,...^......... ..r ,r, ,,(, ueiei p querer o i ,.- ., .,, ir...., i..u
malj procoraudoinlriear-mecom pessoa.com quem enlrel-nlio r.lan>s de amifade e at com oolns "'" de nmaemprez* nova no nosao njuz.
do l.ivr une lio. afim
appellar-se ou deixa-la passar em julgado.Encar
regoa-se ao Sr. vareador Barata de entendero coro
o advogado a esle respeito.
Trolan lo -e de dar nova procoraf&o ao solicita-
dor Cloriiido Ferreira Cstflo. para balar da* causas
jodictaea da enmara, resolved esla deslilni-lodo
dilo cargo, por assim cotivir ao servico publico mu-
nicipal.
Encarregoo-e ;i commistflo de polica de fazer
aovo .'nuil alo com o prapnetario do Diario ar Per-
namburo, para impress. do. Irabalhos da cmara, I
visto achar-s- exmelo o anterior.
Concedeu-se a irmandada de Sania Rila, por o
baver requeriiro, o prazo de Ires me/.es para conclu
i 1 de suas calacumb no ceinilerfu, rouian mi o
prazo do da em que comcr-.r a obra, assim come
obteve permissflo para do mesmo da em liante .110
caso de continuar a obra inhumar nas catacumbas
"xi-ieules i cadveres do seus irmflos.
A' visla dos paiereres verhae* da commissflo de
edilicaQs, f.iram iudeferidas a-(pelicoe4 d- Marcel-
lino Jote Copes, em que requera mandasse a c-
mara continuar e ah di.-d^r o rano de alvenaria qu.-
paa pelo quintal da sita casa, nos Coelbos e de Joao
Jos de Carvalho Mcras, a crea u.i sua ra-a, que
se conslruio no paleo, e nflo no berco da m. Iriz .le
Santo Antonio, e deferida a de I). Ignez (iuilher-
mina Ferreira, approvando-se o desenbu que apre-
sentou, para, de confnrmida.'e com elle, regular a
perspectiva dos predios, que pretende edificar na ra
Nova, em prolougameulo do boceo do Tambia'.
Segundo a mesma commissflo, re-olveii se infor-
niasse ao Exm. presidenle da provincia contra as
pretenres de Manuel Amonio Piulo da Silva, Ma-
noel Peres Campello Jaromo da Cama e Marcelli-
Jose Copes ; quanlo topiimeiro, por t fazer
.(oe nao conherjo, uem de villa, como be u cnsul
frinrez aqu re-ideule.
Conli-do que o meu procedimenlo basta para
desmentir e confundir a des mil intrigantes e ni.il-
dizerrtet, nanea diss nma t palavra para defen ler-
mo dasacctisair.is vaga*,qne ine leemsido feita*por
ate meu gratuito o desleal inimigo, Iflo convencido
etnn do que suas pdavr s o escriplos a meu re-pei-
lo ntnhoma imptesafto fazeiti no animo das petaoat
honesias, por quanlo estas bem conhecemqaal o mo-
tivo qoe o leva a atsim obrar.
Retirado e tranquillo xivia eu. qoando a voz im-
periosa da consrieneia erdenoo-mo qne protstame
contra ;'s rionlrinaa herelicat, e anli-religimas por
elle propagadas, ; abrimio os olhos i-ds mancebas
inexpertos a quem eram dirigidas. Bem sabia que
sena injuriado, insultado e calumniado, mis nenhum
da cmara retoiver, te deve I hnrnem bonesln pode deixar que se ataque impune- '""* c""'":"u a marri
' mente seu Dos, so patria ou soa familia. I r"
O miseravel,nilo podenda responder aos mcus ar-
gumenlos, nao obstante toda a sua .tabeara, peatoa
qu diminuirla o valor do minhai pobres aarlat,
desrompotido-nie e dizendo qoe en ora instrumento
.lo teu< inimigos polilicus, principalmente i|o Exm.
president- da provincia.
Prezaudo a minha dignidade,entr-ndi qoe nao de-
rla reliaixar-iu refular Iflo miaeravel e desprezi-
I vel calumnia, pois nesla cidade sabrin lodos que uflo
perienco a nonhoma parelalidade poltica, e larob 111
I que a minha po*ir,3n in.lep- menle, bem como o meu
racler peagoal, uflo|te preslam a qne sirva de ins-
Irumenlo a ninguem. Isso s he proprio da mi-e-
r.iveis sevandijas ou ambiciotut, que a na'da respei-
laro, pe a ratfln de se uflo re*peitarem a ~i proprio*.
Uoje [iori'-i:i o caso n 1 he o matine. Fu. nomea-
do engriilieiio corleador ila cmara municipal,
e o meu gratmlo e desle.il inimigo nao per-
ileu esla uerasiao de ahocanh-r m, dizendo em par-
ticular e mandando publicar que era isso o romero
do pagamento do preco das r utas, que contra a siia
dooliiua publiqoel. *
Bem que me cusle desear a responder a um ente
quede lauto n capaz, lodavia juico que o devo fazer
oara que o pablieo, leudo coiihecimenlo do modo
porqop se fez l.d nomeerflo, iaija do meo delraclor o
coneeilo que merece.
Nao pro. ure .pingar deenoenheiro eordeador,nein
Ul roua me pas-ou nunca pelo pentamenlo. O Sr.
Manoel Figueiri de Faria, a pedido do Sr. varea-
dor Antonio Valentim da Silva Barroca, petsua
bem conheeida etre mis, foi quem me fezaeeila-io,
como consta la sogainlea corlas :
a Illm. Sr. Figaeirda. Roao-lbe que a bem da
verdade qoeira declarar ao p detta, se foi mt nflo
I atas demoras, estas pequeas irrcgularidades.uao
sao nm privilegio da Ctmpanliia Pernambucana ; e
para exeroplo, ahi esta., varias compauhia Iransa-
llanlicss, enjoa annunclos repelidas vezes adiadus.-n
lem ehegadu a rvallaar-se muilo posleriormetile, e
cojas operacDei anda nao adquirirn) a necessaria
regnlaridade.
Sendo as soliviarnos do governo, o principal ali-
menin da Companhla Pernambneaoa, be claru quan-
lo oda dev.- so'rer em quanlo nflo esliver habilitada
para recebe-las integralmente, vislo gue do subsidio
geral apenas lem receido I'i:(NH)s. desde que co-
mecoii a navegar o vap r 1gnarasu'.a
lm diss.-. as despezat que necessariameule. di-
gain o que qoizerem os censores) l*m -de fazer urna
. n 1 .- 1.In.i que p.-lo seu ohjeclo calumba lis apalpa-
delas, que anda nflo enlrou nem podia entrar nos
h recebara' merc. procurador Firmino Local bario Catado Lima, escrivflo o esrrevi.
de Azevedo Soares (ioruo.l)i>pacboJustifique, I Fialde jusliba.Barreno;, 11) de marco de 18
e uoinein para cuiador ad hoc ao Itr. Jo.e Nicolao I I'ereira dos Sanie
Pereiro do.
Barreiros, dezenove do mareo de mil oilo cenlos e
cincoenla o cinco,ilurges Leal.
JuramentoAo* nezenove dias do mez de marco
de mil ..lio cenlos e cincoenla e cinco annos nesla
villa ..c Barreirot, rom .rea do Rio Formato da pro-
vincia de Pernambneo, em ras.s da residencia .10
juiz municipal u Dr. Antonio Borges Leal, comigo
escrivao de seu cargo abano nomeado, c sendo abo
compareceu o burilare! Jos Nicolao Pereira dos San
N .,,-,, 1 ,., rn.-A a auno, c t.i-ai iw.Ua o de-
clara lo cm meo cartorio, me foram por parle do
curador ad hoc, entregues esles aulos com a res-
potla relro, e fiz esle lermo.Eu Jos Norberlo
(.asado Lim, escrivflo o escrevi.
Certifico que esles aulos lem de parar ao sello
nacional 720 rei*.Barreiros, 11) demarro de 1855.
O escrivao, Casado Lima.
Aos dias do mez de jolln de 1Sj">, neita villa eje
Barreiros, comarcado Rio Formoso da provincia oe
tos, a quem o dilo ministro deferio o juramento dos j Pernamburo, em meu cartorio faro esies autos con
tanteaevangelhoeem um livro delles em quepo/, sua | rlusos ao juiz municipal o Dr. Anlonio Borges Leal,
mflodireila carregando-lhc qoe bem e fielmente eier- | e fiz este termo.Eu Jos Norberlo Casado Lima,
rei.se ns fuurcoes de curador ad hoc na prsenle |iis- escrivflo o escrevi.
lificacflo ileseinpenhaiido os seos deveres na formal Julgo provado o deduzido na pclir.'.o .1 follia-, em
da ll ; e reeebldo dito juramento assim n pruinet- 1 vista do dncumenlo e depoimenlo las leslemunlias
ar man lou u mesmo de folhas a folbas, e por senfenc. a presente justili
carao, para qne pro.loza seu devido efTeilo ; enlre-
gue-se o original ao justificante que pagara as cus-
as. Barreiros, dejulho Se 1855.Anlonm Bor-
ges Leal.
Revalide-se o documento a folhas, por nao eslar
neretsario para serventa publico o terreno .'e ma- v- ^-:| procurado por um illuitre membro da cama-
rinha alagado, silo a' margeni .ia eamboa da,s Bar- i'" municipal de*ta eidade, o qual por --i r eni nomo
reiras, que o peticionario pedio por aforament
quanlo ao segundo, por nao baver planta appro-
vada da freguezia dos Afogad-, e nflo se ubi r se
sera' ou nao preciso para logradouro pablieo o ter-
reno pedido por nforamenlo junto a ponte dos Ale-
gados, c qoanto ao tereeiro, por nao ser inconve-
nienlo a alleraca,, da planta da cidade requerida
pelo peticionario.
Mandou-se rerasller a' committao de peiien.- o '
rcquerimenlo dos moradores .lo lugar de Sanio
Amare, no bairro da boa-> iata, pedindo permitsio
para cnnslriiir all rasas de -1 palmos .1- frente, com
uiioes singeins, segando es novas posturas, que o
permuten) em cortos Ingeies.
Despacbaram-se as peti^des de Anlonio da Cosa
Reg Mortleire, Eduardo Krederieo Bnnrk, Fran-
ci-co de Barros Correa, F'rancellmo Pereira deAn-
drade, Gnapar Anlonio Vieira oimarfles, (.inral-
ves ^ Res, gnea Gallhermina Ferreira, Joflo lose
Pacheco, Joflo Jos de C-.iv.ilho .Aloraos, Jo- Fran-
dseo Pereira .1 Silva, Jayme Eneas Gomes da -il-
va, Manoel 1, ,m Viesas, Miguel Archanje Fer-
nandes \ launa. Marcellino Jo- Lopes, M .11 el |zi-
duro de Oliveira Lobo, Sebastijo Lopes liu.marfle,
e levaulou -o a Oltaflp.
Eu Manuel Ferreira Accioli, serrelar'o a soba-
crevillego Albuq'ucrque, presiiaente,Barrar /.'.-
o.Barita Brrelo.Bat tro.Franca. Bara-
ta.Mello.llego.
le m lis zigana pedio-lhe varia vezes em dfl*-r
lia- pan qoe obliveste e mim a aeeitaeflo do lugar
de engenheiro eordeador da metma corporarflo, alle-
gand.o qu- estando ella retolvida a despedir o qoe
enlo o servia, qooria nomrar quem pdeme inspirar
plena eonfisni -.
n Bocollw mais qneira deelarar, se rom rlleilo
nslou un nao V. S.-1 porlres dia<. para queea acei-
taste a nonicar.1 dizendo ser om servico que pres-
lava a mnnieipalidade, e por liui, expondo-lhe os
irahalhos .ie qae me ochava enrarregado, uflo pu/
em -i,- m3os a .i n-a... sendo, por assim dizer, V.S.
quem a den pele 1 llirinaliv.i.
" Peto-Ib nern.....lo paia de soa resporta I i/.er u
uso que 1 ,. ,% uienie.
l)s V. s.-i ltenlo, venerador e criado.
F. .\. Collaro.
a S. C. 10 de ina.iro de :n">7.
o Illm. S>. Dr. 1. h,. Coila.;-... Satisfaro ao qoe
\ S. desoja em primeira lugar eom a rspo*ta do
Sr. Anlonio Vale, Un*da i!va Prroca ; e em -
gando, declarando que fui eu qae nslei para V S.
areilai o lugar deengenheiro cordiadnr, e afinal 10-
mei a ilehl.er eflo .1- aisecorar que V. S. areit iva,
rinda..d., qu- aria neste iu^ar tlgum serv.-.. .1 nos-
r regulaimenle, nflo pou-
para diminuir o sea capi-
tal, que alao pre-etile ainda uflo prodazio lu-
cros.
Por maiorps.porcm, que st-jam essas despezas, seja
dilo em proveito da Companhia Pernambucana, e
em honra ue seus directores, ellas sflo excessivaruen-
le inferiores ao >u snbvevieei que a companhia lem ubiido de Janeiro
de 1855 par.1 ca.
Sempre foi cousa mudo faail demonstrar alguus
quas" ineviiaveis disperdicies, na a.iiniinslrarau de
cerlos negocios, alguus erres man!'-lados por lacios
posteriores. Iipui romo a m execoflo, que, por cir-
eircomtlanclaa, as ve/es rereb'in as ordms mais es-
clarecidas e mais bem combinadas. Porein so os be-
neiii-rilns directores de-^:| eompauhia, a que lem
prestado lauto* eacrilie.os pessoas e periniurios.Ut-
rem algam Ola acensado, nas infelicidades da sua
gerencia, elles podeiflu responder cun ulania. oRe-
cebeuios uma empreza abandonada pelos seus con-
res-ionarii s, coin a siihv.-ueflo de '.10 conlos, e anles
de dona anuos pelos nottos esfur^c.s lint a ella de sub-
sidio rento e quan na e dous conlos Jora o mais que
se espera islo he, qu.si sostena por cento do r.-n-
itilMnio lixu que llie era destinado quainlo lomamos
a so., administraran, n
A Companhia Pernambucant reprsenla linje em
acees da primeira e segunda ennssao a quanlia de
70:800301)11 conlos de r.is. I Cni r-'.a quan-
lia se ocha ou licarn' potsuidora de .!. ua vi o-
res, -'.'alguus iiapiches e entras obras e. temderer tutda a tiingnni, e em notsa opinlgo
habilitada para proseguir ero kua marcha, recbeendo
1.1 a. as -olivenris. Ella lem de renda aniiual em
aobsidios -"r.d e provuiciaes essa quanlia que disse-
nies de reiilo e quarenla c dous conlos, islo he, nu-
la por cento .1.1 importancia d". suas arres.
lm di -11- bases, sabemos que he misler Ir'i-
lar as despezas que le), com os dous vapores, rom
os empregadotda gerencia erum o* agentes. Mas
devemos lambem contar eom o producto iU carga,
ojo a experiencia .'0111011*1:011 existir em grande
quantidade pelas viagena que !e:n dado o alguaras-
s,u e advertir que ... vencimenlot de lodo* os er-
lo eg idos da gerencia so importan! em 6:381 "?. e que
se acba es'abeleeido romo regra geral, que os agen-
tes mi teiihain 01 llenados lixos o tnmeute nina por-
cenlagem i\^ carca que expedirem.
Reeonbecemos qu- ns arcionivlas ba ious annes,
pone., m ils ou menos, im deixado de recener divi-
dendos de sn; seco -., que pai a o luluco ser.i necea*
sario augmentar o fondo da companhia, que a pro-
l-rc:.o, queel'a lem achado nao lem sido .>- manei-
raalcnina exagera la, e que portento a omina des
subsidios (cara* mnilistimo infesjor e|irin(:i por cen
lo em relatan da imporlanda da- arroes. Ningoem
.iia' p'T-in qne com lacs suliveiires a companhla
-e a-be mal sil nada.
Com a chegada do vapor Personunga jalgamos
que se afaslarn' o mao fado qae lem presidido essa
. o prez 1 10. Inoro, e com carflo os accionistas a re-
ceiier r-'aiilarmenle ileviden.ios. como detejam,
Ein a.;--1 npiniflo, be este aetoalmente o primeiro
resultado rju
leu cumprir do que para co
ministro lavrar o prsenle lermo em que assignoo
Com o juramentado. E eu Jos Norberlo Casado Li-
ma escrivflo o e*cnviHutj-ra Leal Jos Nicolao
Pereira dos Sanios.
Procoraeflo bstanle que faz Joan Bihciro Pessoa
de Vello Montenegro. Saibam quanlo. esle publico 'rilado. Eral supra.Borges Leal
instrumento de procurarlo bislanle virem, que sen- Aos '\ das do mez de jnlho de I8-1") annos, nesla
do no anno do nateimsnlo de Nosso Senhor Jess villa de Barreiros, comarca Rio Formoso da provin-
Cbrislo, de mil oif cenlos e cincoenla e cinco, aos' na de Pernamburo, em meu cartorio, por parte do
dezenove dias do mez de marco, nesla villa de Bar- juiz municipal o Dr. Antonio Borges l.eal, me fo
reros comarca do Rio l;onnoso da provineia de ( ram entregues esles aulos coin a scnlenra supra, e
Pernambaco, em meu cartorio veio Joao Ribeiro \ liz esle l-rmoICn Josc;Noiherlo Casada L.ma, e.cri-
Pesaoa de Melle M.me negro morador na povoacio vflo o csarevi.
de l.na lermo do Rio Formo*-., pessoa demun labe-' Ceitilico que inlimei a amienta relro ao procu-
liflo ipconbecida, e ilas lesleinutibas ahaixo tssigua- rapor do jusliliraote, e ficou cnlendido. Barreiros
das pelo proprio de que se Irala e dou f, e disse po-
rania as mesinas leslemunhas, que pelo preseule ua
meliior forma e via de direilo oalenava e Consiiloia
por sea rerlo em ludo bastante procurador ne-le ter-
mo de Barrei'Os.e onde mais fossa necessario a Fir-
mino Lucas de Azevedo Soares Gordo, paia l.aiai
de jii.lilirar a liberdade 1!.. pardo Simplicio lilho de
predila l.uiza escrava de Manoel Amonio Goacal
ves, mostrador qoe sera' dn prsenle auqual dis-e
rjava redia e IrtspBSSnvs ludu o seu livre e cumptiu-
do poder manda 10 especial e geral quanlo em d
f '. mili de 1K.V. Em fe de verdade.O escrivflo
Jos Norberlo Casado Lima.
Cerni o que inlimei a sentenca relro ao carador
ad boc, e fleoo enleodido. Barreiro, i de jullio de
1855. Em le le verdade.O escrivao, Jos Norber-
lo Catado i ima.
Esta conforme corr o proprio original, ao qoal
me reporto, nesla dila villa de Barrenos, comarca
do Rui Formoso da provincia de Pernamburo, ao*
\ dias do mez de julho do anuo do iiascimenlo de
Nosso Senhor Jesns Chrislo, de 1855 annos, Irigesi-
reito se reqoer para que o dito sea procurador onde | ino qnarlo da independencia e du imperio do Brasil,
com esla se aehar e tor necessario possa em nome I Eo Jote Norberlo Catada Lima, escrivao a snbscre-
delle r.onslituinte procorar o reqUerer lodo o teu di-1 vi e assignei em publico e razo sesuinle de que
relio e juilita em todas as toas causas e demandas I aso. I. N.Em leslemunho de verdade.O labe-
crimes o civil movidas e por mover nos auditorios e Una pubbco, Jos Norberlo Casado Lima.
Iribenaes a que locar de um e oulro foro; nelles | Eitavam sellados.
01/xir senleiieas e despachos favoraveis e Ftze-las Ii-' ________
r.ir do proresso, e dar o seo devido compriiiieolu, e
das contrarias appellar, aggiavar, embargar ludo se-
guir e retiui.rir lemor aleada do supremo senado :
eitar c demandar aos seus devedorea e a quem mais
que por direilo o deva ser, conlia siles propor qual-
|uer aceflo conpetenle, requerer embargos, srqu-s-
ponhores prisfi s, arremaiacOea Iro
le. linear i.ara sen p gameulo,' dar quitflu do que
raeeber e poste lomar de ludo que for seu, e Ihe
pertenrer ; levantar dinheiroada depsitos e de cofres
de orplioa ausentes e do llietoorg publico protestar
o contra protestar fazer 1 .bnenlos desislenri-s, sts-
r.ies, lransm;o-s e anugaveis composlcfies conlraditar
leslemunhas.reqaer nslriimenlot de aggravos e car-
lasleslemonhaves.e de diadenppaiecer;jurar em sua
alma qualquer lidio juramento decisorio suplectorio
e de calumnia, e ron-enlir nos das parles qu-renl :
chamar a couciliarflo aos seus devedures, e a quem
mais que por direilo o .leva ser ; res pon 1er as mes-
m ii q ailo for reo, aellas requerer e ssiigoar ludo
qoanto for a bem delle consllolnle, qne para isso
Ibe concede illmilados pod res ; contoasar, suspei-
lar. requeier inventarios e parlilhat, licuar, p reli-
Senhoret redar/ores: No Jornal do Commcrcio
n. lili, de ~2'\ de Janeiro desle anno, foi publicada
nma correspondencia, na qual sflo acremente cen-
-uradoso* icneiros do engenho IVdreguIho por di-
versos factee. l'ouco depois no mesmo jornal n. 7
de ^7 do citado mez appareceu oulra, anida conten-
do infames calumnias c torpes aicusaccs conlra di-
lolas pessoas.
Parar'- era o pseudnimo, com que um inimigo
ocullo, um detestaval ralninniador alinranliava mi-
nha repulacflo e a de meu mano, o capilflo Valenli-
iiianu Id; -un .1 da Cunha Reg Itarros. Julguei cuu-
veuieute nflo descer a iustilicar me, e pur isso encer-
rei-me no meu orgulhu de liomem, em cuja vi.la uflo
se encnnlra a mancha de um crime. e que presume
obrar, segundo os diclames da razio, do direilo e da
moral. Teria usado diw meios legaes para desco-
brir o calomniador e punir o seu rrnr.e, senflo esli-
vesse cerlo de que appareceria um respons-.vel de
camisa e reroola, comprado (ara soDrera pena que
devia caber ao verdade:ro aotor das corre-poiiden-
rias. (uardei, perianto, o mais compiti silencio,
.erando das pessoas que me conhecem a justi
no ; mas porque nao devia
um cavallo que era sau '.'
0 n mulii Ricardo nao foi espanc.ido do modo por-
que mentirosamente sa d.z, conlarei o nue se passu
coin esse liomem.
Riear o eslava no Pedregalho Iralnlliando a Joa-
quim Jo- da Casia Jnior, e era cosame seu pas-
tar as nones e orgia coin algumas mulheres, que
Irabalbavam rom rile ao metmo Cosa, e com asera-
vos do engenho, Eo e meu mano uiu liubamus no-
ticias -1..-. orgias, que se davam em urna casa um
punco arreda la do engenho. Dota nolte era que lli-
Crirdo embriagou-se milis do que era cosiume, t.-ve
uma grande linga com um escravo. I) >us emprega-
dos do engenho que eslavain na casa de purgar, ou-
Viram00gritos do urna pessoa, que dizia: acodro-
nle. Sr. Ilicardo, nao me mole e correram para o
lugar .funde parliam os gritos. Can) etleilu nflo s.
enganaram, porque eheganda a casa de Joiquirn Ji
se .lo Costa Jnior, qu- dista .;o 200 a :i(>0 pateos da
casa de puig.r. i-.cha.ain nm es-ravo do engenho
fondo em lies partas do corpo pelo orioulo Ricardo,
que armado de urna lira de pona, o linha agarra.In
de modo que uflo podia fugir. Neslas circiimstau-
cias o meio qne liveram aqOelles dous homens .le
evilarem a morte do escravo, foi darein algumas en-
celadas ein liicardo, que Cn.-.io.
Depois iroiixeraiu-me o negro gravemente ferido,
e -1 nenie ii".-a occasiflo soubemus eu e ineu, mano
do occorrido.
Para referir ludo oanlo se passoo direi. que ea,
-allr-e ora pauen o vi-la dos ferineulus do-e
negro,,., .rten.i orlementa os tous empregado*.
por lerem deixado evadii-se Ricardo, que devia ser
remllelo au delegado.
Eis como se passou esse facto, que constiloio um
dos punios da acrusarflo injustissiina que se nos fa/ !
o meu infame detraclur diz que bouve um assa--
sinalo em Notsa Senhora do O", que ello o leu no
Diario i/e Pernamburo, e diz islo por um modo que
pare-.- con-iderar-nos, a mim e a meu mano, aolo-
resse desse facto que nada lem com nosco. rain-
bem eu o Ii, e cau-ou-me exlrantieza que fossem
censura los os neeiis buus ainigus professor Coelho e
lenle c-ironel Wauderlev, por ler um escravo
d'aquelle asassinadu um liomem por moltvo de riu-
mes ||c que o professor Coelho e lente coronel
Wanderlex sflo do numero d'aquelle* honrados elei-
lores, que nlo pmsliluiram os seus votos, dando-os
ao mispravel aveulureiro !...
I'rosesue o raiumuia -or :
Na >eafumia-i..i,i > ,ie fevereiro, foi preso em
Golanninba un celebre Anlnnio Vieira,de-lil.i(|..r do
engenho Pedregalho, armado de um punhal em or-
casiflo em que o deslacainenlo linha sabido den
aovoaeflo, em que segunlo loda '
ia enrarregado de assassinar algue
Foi na verdade preso Anlonio \
fevereiro em Golanninba ; mas linn* deixado de ser
destilador do Pc.lregolbo cinco das anles ; porque
eu e meu mano fomos informados por nosso cunta-
do, Dr. Jos Ignacio da Cuaba II iludi, de que he
elle assassine. o que era ignorado por us, quan-
do o admillimos ; e nem era fcil saber, nflo leudo
elle proc-sso e andando sempre, como andoa, pu-
blicamente a visla do Sr. Antonio Francisco, que
era delegado e de lodas as autoridades da comarca.
Nflo esleve, por lano, no Pedresulho um assassioo,
se nflo em quanlo ignorava-se que o era.
Vieira nflo foi a' lioiaiininha e nem podia ir eu-
carregado por mis de assassinar algui'm ; porque nflo
lemut o cosiume de assassinar, e porque a eluca-
rflo qne recebemos, e os exemplos de um pal boura-
do e virtuoso nos desviam da carreira do* eriales.
Nflo be sobre mis que pesain as graves impulaces
de leulaliva de morle conlra o honrado velhu Frei-
tas, e de homirrlio na pessoa de om pobre morad de llapirema, alem de um perpetrado na estrada de
nma pela ordeiianja do ex-dergado, que, segundo
dizem, foi o mandante, e de mullos ooiroi que nflu
seria dillicil mencionar.
Que pas'os lemos dado mis, para que seja sollo
Vieira "!
A prisao desle assassioo nflo nos causn o menor
ahHo ; estimamos pelo contrario muilo que a (puli-
da lenha podido Irancaliar nm criminoso, e daremos
grabas ao reo se embreve lempo ella livrar esla co-
marca de lautos que ha cm consequeticia da man-
sa, pacifica e sania admimslrarflu do Sr. Antonio
Francisco.
Copiare! agora a mais revollame calumnia que
pri.frrio o meu infame inimigo :
o No dia LI do curenle, diz elle, o feilor do en-
genho Pedregotho matan um esrravo do mesmo en-
genho, e logo lao bem foi morlo.
Desalio a e-se mi-eravel, para que prove esla sua
asserrflo. Telvez anula o ehame responsabibda.le
apezar de conberer os meios, pelos quars se illude
a le.
Pur ora conlenlu-me com pedir as autoridades des-
la comarca, ao Illm. Sr. Ilr. chele de polica e a' S.
Exc. o Sr. presidente da provincia que inandem fa-
zer as neeessariaa nvestiejacfies, par que se puna
esse ciime, se elle existe. O feilor do Pedregolho he
nm escravo de nome Cosme, e Cosme la' esla' vivo
citar, requerer demarcarnos, e comparecer nas mes- | qe merecn, e do poblico ioleiro despiezo as pala
He \.
BAI.ANl.il DA KECEITA F. DESPE/.A DA CA-
MAMA MUNICIPAL IMI RECIFE EM 11 MEZ
DE NOVERE1BO DE 1856.
Receila.
Saldo em .11 deonlabro prximo pas-ado. -.MU... ,13
Exeiricio de IS'ili a 1857.
Imposto de cordeacoes e liceiie.-is ns. ill
a 5-'. ...........11S;-t;i
Mullas pelo lineal d.i rreg.iezia ns. II a 7......... 7: gfj 10
dem pelo liscal da freguezia de Sanio
1 ci.iade. I rosuiiauo quo os seus directores, se devem esforzar
Pude fazei o u-o qno llie ronvier de minha res-1 ""'ob-r" i:'"" "* v"l",re* ne eran les............gM|
iiOtla. I r. m a cnn-lrurrflo do rats do Largo da AssCmbla,
rom os vanos Iraf.iches, ;:- obr-s publicas i:ic tem
promovida, mcliioraiido nma das mellones localida-
des deata rfale, e :[ importantes porlos da provin-
cia, obras que Re lem ci.siaiiu perla de 70 conlos de
res, bastante lern elle-, feilo pelo faluro da compa-
nhia c pi los mieras es publico. Ue justo que tritem
agora do prsenle da compannia e dos Intareases nal-
paxeis dos teot accionistas, e em quanlu nao se lizr-
maa em qnalqaer predio que Ihe pertenrer : reque-
reuilo .-m erra 1 lulo qoanto for mistar: assiguar re-
queriu.ei tos lermo* e ludo mais que for necessario:
por embargos de tereeiro senhor e possoidor preju-
dicado : seguir em Indo suas cartas de orden qae
valorad como parle da prsenle, requeier revicla
para o soprem Iribonal compleme ; dar juslifira-
coes, habililaces, e iuquerir e ronleslar lesteinu-
nlses, e poder., suhslabeleoer esta nos procuradores
que qi.i/er. e osles em oulros e para diflerenle lu-
gar, indo mesmo part reinos atlrangtiros, ficande-
llies os mesmos poderes em seu ii.leiio vigor, para
delles usar, pndo-llie necesario : reserva para a
sua pessoa luda a nova ni ;cflu, salvo ns de conci-
liacflo. que c m sua informarflo a faia. Ei f e les-
lemunha de vi idade, assim
o prsenle per me ser pe .ii
ser inl.., aseignou rom as
ahaixo asti^nadat. Eu, Juse
labelliflo, o subscrevi e ass
l'eco-vos, senliores redactores, que publiquis m
vosso imporlanle jornal, eslas Imlia, c vosso etc.
ele.
llonoraln da Cunha Re Barros.
1. .i ni.. 7 de marro de 1857.
Eslav.i rrconbecido.
Illm. Sr. Dr. Ignacio N'-ry da ?eoeca. Li a
respo-la que V. S. dea a' minha ciria, a' qail nflo
me salisfazendO, me obriga ao Iraoallin de retocar o
nbjeclu em discoasflo. P nem sales quero fazer a \ .
S. algumas coarsidrraees acerca la sea atrszaado :
e para me nao tornar proxo, neo o suhmellere ..'
ama aoalxse minuciosa, mas fallirei apnaseos pon-
i- mais essenciaes.
V. S. considera o ardor de miaba javenlode romo
causa da resoluto que tome 1 dt dar ao prelo miuba
caria.
Allirmo-lbc que o s-iilimenio que em mim prs-
diiziu n 111.1.lo ue proreder de V. S. para comino, foi
por si s quem me levuu a lar lal pasto : porein a-
inda que fasto verdsdeirt causa por V. S. meu. m-
11 la ; cousa alguma se psdia dedusir em meo des-
abono, porque javenlode nflu he syoammo de levi-
audade, as-im romo velhiee o nao he oe refiexo ;
por quanlo V. S sem doviitw deve ler rooiieri...
pessoas anda mais joven* do qoe eu, coin aro pensar
maduro, e um porte grave, |em como eo cnulie. o
mullos velhos, com pensar ntais leviano, e manen a
menos sizudas qoe qualquer rriar.ca. E de osis,
estou certo que V. S. se dara por feliz ae p ,.lr--e
"trocar sa.1 loiigevi.lade pela iiiinli, jnwentudo ; por
que a juvrutudp he uma eoona qu- lodos amaro ; e
que lodos com honor se lembram qut um dia ha de
ler m.
V. S. diz que julgt prodeote, qut ea nao pa-
bbqoe miaba caria ero quanlo meollo BaleaoVr coro
V. S.. ou nflo liver urna reposta sos mais rabal a
e-.se respeito ; pin* ao contrario ver-se-ha oa ne-
cessidade de dar lambem ao prelo, sem nada emil-
lir, toda* as razes e cirru lanciai qoe a obrua-
ram a encarregai -se do curativo daquelle doeule, e
a linha de cuuducla que tem lido ale boje para co-
nsigo, como cun todos os seas colltgis e ami-
gos
D- vo declarar a' V. S.. que anles de peotar em
Ihe e-rrever. pe li ao doanta qs-Otae cooce les-o ama
conferencia com V. S. e ootrojjBltga* ^ e goarda-
va para enlo mmlias queixas 1 .lefezi ; parm o
lenle recuoa-se a' *lo, e ea me vi abrgalo a" re-
correr a imprensa ; e nao suspeodi a p.ihlieafio de
miaba caria, porque quando recebi a de V-j. ja
Diario eslava publicado e distribu lo ; parean la-
lo se eah-a |.. -o 1 publicaran, que era a ron IrC*
nica que V. S. punia, para roe reapoo.ier ctsbol-
meiita ; eu e-poro qu- V. S. em breve romea-ira"
-11 1 promessa, porque quero ver o modo porojjt V.
se ha de defender dasju-las queixas que Ihe at*ti ;
porqne se cu fos.e o aecusado. nao sei como bevena
de desculpar-me.
Em quanlo a' quttflo de clnica e do r-polaca -.
nflo julgo proprio Iralarmosil-lla. O publico sabe
mili bem quses os medico* que lem qae fazer pela
sua pr-dis-Ao ; a elle lambem sabe a reputado de
que cada um goza, porque elle he nosso juiz o pac
lano direi apeoas, quo seado om dos medicas mal-
n vos nesla cidade, dou-me por leliz eom a clnica o
repalarao que lenho.
(aero acredilar no que V. S. me diz ; qoe lem
clnica suflicienle para entreler-se lodo o da. e m
vezes grande parle da noile, e qoe he minio cenhe-
cidn nesla cidade, anude lem uma repatarfle le la.
sem que seja rasler firma-la sobre as ruina", dn ere-
dito alheio.
Porm nflo posso enlao alliagir o molivo. porque
V. S. desaciodila geralmeale lo-io* os seua collega^ ;
e porque, na auseu. ia do as-islente, aciu sempre
qua e-la/er no iraUmenlo prescriplo ; e no caso
prsenle, glsl o fim porque V. S. disse no .lenle,
que o iratamenlo por mim recomm-ndado era noci-
vo, e ale venenoso, e qoe o dorle um dia semina os
seus malficos cuellos '.'
Nao sendo por un dos lias designados, so pode ser
pnr'leviaiulade.
Deixo a' V. S. a liberdade de escolber om dentro
elle-.
Nflo he para mim novillada, qae o tlieerre mais
solido da climca de um medico lie a ennfianra do.
ilnenles. Esla he uma ventado de lal l.doirao, que
mesmo as pes.oat allirias a aciencia a nio r........
lam. Mas a' que propnsilo vem ela considera, an
de V. S.'.'
Querera' dizer que eu a' lodo o costo quena qoe
o doeule se eonlinaasae a tratar comiso !
Nem ea lal quena, nem V. S. pode crer que eo
livessa |a| vnnlade.
Cliega-se ao memo fim, einprrgando-se meios mu
diversos.
O doeule podia mudar re medico, mas u-in.li de
meio* mais eoiivenirutes.
V. S. poda e devia mesmo (oroa-lo a' seu cuida-
do, nies proeedendn por tal sorle que eu nada tive--
se de que me resiolir. Porem nflo o fez, e pelo
contrario falln em meu desabono sem o menor mo-
livo para enlato o fazer, o calcoa aos p* asi allen-
ees justas-e bem eiilendidas, quo deve haver rolro
vras de um miseravel, qae nflu leve roragem para
astigner os seus aacriptoa com sen proprio nome, e
da riassp dessps que nflo pe duvida em mnr.ler a
repotaego dos homens honestos, de quem sfl. inimi-
gos natiirae-, porque J virio ea virlu ic ee repellen), veos ferns da eninarr
lloje eslava hein orscansarto, quando me foi en-
tregue o Diario 'Ir PerHOtnbuco de do correnle,
em rujas eolnmuas ti urna rarla pai lindar desla -0-
marra, rom dala de 1.5 .Ip Cxere ro. Ah nao -.. se
repele sdb nova forma e iv. rsa a-signalura o que
l.u dito nas duas curre-pan lenCiatdo Jornil do Cun-
memo, como se mencionan) outrus fados de fres-
qusima luvencao.
A imprtanle lenacidade com que o meu vil e in-
fame detraclur, que eu suppiinha desacororoado rom
e san : nenhum -n.ivo se quer morreo.
Nunca pen-ei que urna derrota eleiloral lizesse nemiircs de uma corporaeflo' rTislinrla.
Iflo grande calumniador abi nasce minha quena, e V S. astee ler rons-
l.onlinua o vil e infame delraclor cm seu aponloa- ciencia do que disse, e do que fz para a Considerar
do de asquerosas c.iltimuias, e diz cuusas de que justa.
Ficam impressas em minha memoria as'aesamles
miseravel os faccinu- palavras dr sua cria etiquetas e metquinlimt -oi-
c.ilnmaias
ainda ninguem leve iiulici.
Ouaes sao, pergunlo, a e:
1 dista e oulorgou. e liz | o desprezo que Ihe volei. me aggride; a importan-
r.rellati
.le assucar em rima do a crer que \ >. ignora cumplelamentf o* devere*
' qaaes sflo es-as dea-, jo- dos mdicos para eom seus collcga*. pois em |.- la a
3 lerucidiide elles parle es-as allenres enlie os mlicas sao ob-e.va-
d-s rom o manir rigor, porque da toa onairaaoiia
as victimas de re-ullain vanlagens inralculaveis pora os dnei.ioc
porque nflo dos para os proprio. medir. -.
de mulheres S V. S. deseja que a Ihe tora ver a verdade
em que dopoi- d
lestemiinhas pres
Norberlo Casado I
gnei em publico e
do j
C.
muilo alenlo, rerlo e rria lo.
1 Manat FigHtnia de lana.
11 mareo d- IS57.
Sr.' VnlHlin Valenlini da Silva Han oca.__
0 .. lavo- de |er a rarla junta dn Sr. Ilr.
e responder a ella eom o qoa te paasoaan-
1 re-peilo, co:i-o.:en 16-me licenr.i para po-
icar soa rc-posia. -
a Sou com estima de V.S... muilo alenla, etilo e
iado.
-. Manat l'igueiroa de Faria.
t S. C. III d mareo de 185".
a llim.Sr. Manoel Figoeirua de Faria.__Li arar-
la du Sr. Dr. Collaro, e cm respusla lenbo a dizer,
- Illm
l!ocr-lh
l>ll ro,
Ir mi
1
' O Sr. Barroca consenlio alinal na publicaran
desta rarla. C-.nreh.--se bem o sru reren, o vista
I da ins.,1. nria om que ulre nos c iiijuri.im e intu-
1 Um ainda as pessoas mais gradas e hune-las.
(1) Dos quaei s se lem recebiuo 396:4905.
segundes de qoe oso. IC-lava o -igual pu'bliru.
Em tr-lemuiiini de verdade, o labelliflo publico,
Jo- Norberlo Casado Luna. Joao Ribeiro Pessoa
.le '1 lio Momenegro, ipolinano Pereira Pinto,
Jo- Ribj.no Ribeiro de Mora.s.
Dia Joao Hile un Pe soa de Mello Montenegro,
morador na freguezia de Una, que a beneficio de
seo diaito so ibe faz mister que V. Rvm.. a visla
dos livros em qo se fn-em os assenlot dos haplisa-
de-l, Iregoezia, Ibe d pur rerliiflo o tsstnlo de
baplismo de Simplicio, Olbo de Lniza, escrava de
Manoel Antonio lioucalves..Ne-le- termo-, pele a
V. Rvrua.. III111. Sr. vigario da fregaezia de Agua
prrla, Ihe passe a ciTltdflo requerida.E. R. Me.
Califico que revendo os livros em que se laoram
irual que agora pnblica suas asquerosas ca- '-
o reeeiodO que o meu Silencio por mas|e>
mais a anonviu.
prezo
ca
I lunuila
i lempo equivalha, para quem
' urna Cuiilissflo (arila dos crime
sflo impula.los, fazein rom que eu, cm salisfarflo ao I Enlre os farr.....ras, qu diz 1 xi-lirem no l'edre
pablieo, e tmanla a elle, diga duas palavras em gnllin, na o ile-tuezvel calomniador a Manoel Lei
Ip, Manoel du Pfascimenlo e Joflo .le iilu'.
me nflu cui.becer, a
1 que atrozmente me
minha defeza e de meu mano
tem sei, e i-ln he farillimo de ronbecer e. que a
guerra que se lio- laz dirige-te mais contra ineu
honrado pai, o Sr. coliimeiidador Joto J.-aquim da
Cantil Rece Barros, do que conlra nos : a razflu he
obvia. .Meu pai nflo p deixar de weTraitigato,
por negar .1 seu valioso apoio a' candidatura de um
avenloreirn que leve a ousadia de pielender a de-
paiatio geral por esl- circalo, quenado dest'arle
augmentar a vtrgunha de Pernambnoo, que iufeliz-
iiienle e .le mu modo inezplieavel |a o elegeu lle-
ga aunual de cinrociila |ifle-
aime a c-.da um delles
cuja lascivia 1
pniam '
viuae> sflo, niiser,vel delraclor.
mu.ha alreri.l.nle e de mea inauo
e s, b.nga lisia de ......-.: violadas
brbaramente apartadas de seus man los, c dos ma- de-la minha temelo" ja une r:u I' anuo* de'piali-
ndos conilrangldos por mearas a voRarem para a ck anda a nflo pjde .nconirar, de b..m grado ..
companhia de suas esposas inlicis '.' far. i.
Desafio ainda a este miseravel, para qae apresen- sr. Dr. Nerv. Mos negocios nao me de..m
l" essa lisia sob pena de ser lido e havido pelo "inai* lempo oara longos ai.cquisa, por lamo ru xou Icr-
lllfame dos calamniadores. ft.o lenhu nielo dt mular em pon o.....jerl. emqieettao; ediM-io
- arrusares, nem das de pessoa slguma, exiga- ouvir sua defeza, em raode* .iivaga.oe.. poiqoe
menle que a-signe o seu nome. se quizer que esUs fazem uasi sempra ..han un a quc-iao pilo-
ne justifique : esloo retolvldo a non responder cipal.
senflo cun o hus soberano des- \". S. lem siinplc-m.nle que me prevar :
I." One o denlo cho|..irlo .1. mcirunorra rontra-
Indicada, n." ivo. e ale veiiriio-o. da maneira r na
do-e |iorqiie cu havia rcreilad.i ao .lente, de qoa
ti .. oCCup.llll.e.
_> out o Zarape indor.-idn Ip RieaM p. r T. s.
preteralo, romo meio simple, r milagi-.is.., ,,,i |,r a
ir-ma eoosa que o xar.qip de salsa) parnlha rom
lodorelo de pola-sio por mnn leroninieu.lado.
e uflo he rnmiuoso. Por tr'entrada na re- 3. Jue a proceduneiili de V.S." aaoaavasgoa -eu
belllflu de 1848, fot perseguida ; mas a perseguirflo coi.lado um doeule, que c-lava qua-i di atabal 1 illa,
qu- se Ihe fez por este nico moiivo cessou logo, srui Ihe fazer ver as ii.-llior,, olitula. coin .. mea Ira-
de maneira que ello residi al o pi inapto de-le an- lmanlo ; ma- ppl. contraria, fallosle .-*, ojota dea-
no nesla comarca ; foi aJministra.i.-r do cemilerio ali.no, he digan leum liomem de caracioge po-i.-au
lur.iile o cholera, preslou relevantes serv
c nunca
Manuel J.eiie nflo mora no l'eilregiill
moiou : nem ao menos la xai.
Manoel do Nascimento mora no Recife. onde vive
de Irahalbar nas eslradas publicas, que asteo sondo
leilas; e nflo be rnmiuoso. Por ler entrado na re-
MUTILADO
, romo iiisliucla.
pulado provincial duas vezes !... E como delle be pode alleslar o Sr. Dr. Eslellila, e leudo eiirado na Sflo estes o* pontos par. o* qnaes chamo a atteortn
sbsolutamenle impussivel diier-se que protege cri-1 lula, eleitoral em nosso auxilio, nflo se descobrio mu- de V. 8." e acerra dos quses espero qae V. S. dir,

ILEGIVEL



MARIO J)E PERNAMBIT O, SEXTA PETE A IS DEMARCO DE 1857.
como promfllen, ilgam cous, para qoe a deie
de considerar *u procedimenlo para com comigo
eomo dicno de cemura.
Sou de V. S. lenlo collega,
Joo dn Silra limos.
Rscif* 10 de marco de 1857.
. B.Ela tem sido retardada, porque lenho
nlliinamenlo sabido frequentes MBta da cidade
para ver algans doenles.
*$uicaca0 apcbi&o.
dejunhode 1844, aquelles que deixarem de t passageiros, o tambem para Monto-video e,
satisfazer seus dbitos at a dala supra ; as- I Huenos-Ayrcs : trata-com os agentes Le-
sim como que devem os mesmns senliores a- mus Jnior ,\ Leal liis.
uide lo "-ii 1
Sahe rom brevidade o brigue Mehmpo, por
ter parte da carga prompta : querd quizer
earregnr o resto entenda-se com o capitSo
------------------...w i|n. ... .. 111 .,;, ..>.,>iiiu.i n-iiui/iia rt_ .....? Jlllluil ^ i.' .11 lii n.
presentaren) o conliccimento do imposto ge- Pora r Ri< ,r
ral, sobre lojase casastde disonlos, relati- u l*lu v*1 '
vamente ao primeiro semestre de 185fi a 1857
sem o qual nao poder ser recebidoo impos-
to municipal.
Jorge Vctor lerreira Lopes.
Olllm. Sr. inspector da thesouraria de
do mesmo, losa Monleiro do almoida, ou
com o seu consignatario Manocl Alves Cuer-
fazenda drsla provincia, manda fazer publi- i ra> na rUil do Trapiche n. 1 i.
TRIBUTO AO (EMO
Recitado no tlicatro tic Sanb>$*abel
noite de 10 do concite, por, occasfirj
de ver representan a parte re Andrtj
no drama aGargalaaada, pelo exi-
mio actor, o rei do palco brasileo,
Joo Caetaso dos Santos.
Artista joblime, que a patria abrilhanlas
Na lides lio santas dos ionios e arlilas !
Recebe esies luuros, que n povo le lineo,
bio prodiga liraur;a de las conquistas.
Teu noroe, qual sella que ao ar se arremessj,
O espaco alieveui *pm nunca parar.
E vai pelo munilo colheulo mil palmas,
No throno dos 'taimas asiento boscar.
No yro que segur, na lu/. que dardejas,
Anhelas, demj.it o sol imitar.
Na scena brasilia lu das os fulgor
Com que outros adores so poJem brilbar.
Nem fra potsivel, qne um solo lio novo
S fraco renov portesse broiar
Aonde ha florestas, campias eitensil
E serras immeinas, e rius sem par. ^
Aonde Jebova fadou md encantos,
A' ave dea cautos, e a flor don perfume-,
Ao homem smenle negar nao pndera
Uoa genios a esphera, qual astro sem Ininet.
l'ois deu-oe lea nome nos lembrt a anudada
Da eterna verda.le, que os homens creou.
a croa qoe vemos na foule brilhar-te
Os mysterios d'arle em li aublimou.
l'rosegae nao pares, que lora um tormento
Um genio porleiilo farlar-ne de gloria ;
Depois da fadlga lera esses lonros,
E os aeculos vindourns a lionrar-te a memoria.
F. A. Cezario de Azereio.
co, que, em oumprimenlo do determinado
em ordenado tribunal do.tlu-souio nacioria
, ter4.de -SOT arrcmatsdordiX/Uui a tres annos,
queMjomecavam ucurierde .-vje julho pr-
ximo futuro, o servido,da capatazia da al-
Tairdega deta mesma provincia^ quein por
menos fizer ; minores' ou mclhores vanta-
gens oaTerecer
t>
...-
ritACA DO KEC1FE 12 1E MARCO AS
HIOKAS UA l'ARDE.
Colac.es olliciaes.
Assucar rnascavado escolhido3j>2al) e 39250 por
arroba com saeeo.
Cambio sobre Londres7 3i4 tiO>d|v.
r'rtdericv /lobtiliartl, presidente
/'. Borges, socrelario.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 :l| i.
c Pars, 350 rs. por fr.
c Lisboa, 115 por % de premio.
Rio.de Janeiro, '2 por 0|Q de descont.
Af qoe- do Banco, 40 a 15 de premio.
o companltia de Beberibe 545000.
< companliia Par 'wmbacan ao par.
t Ulilidade Pubhc.i, :I0 por cenlo de premio.
a lndeinnisadora. 52 dem.
a da estro de ferro 20 por 0]0 de prem o
Diseonlo de leltrat, de 8 a 10.
Dilo do bine.8a 10.
<)uro.Oucas liespanbolas. . 285 288500
Moeda ,ie.i;-iii velhas . . IfisOO
fisiOO novas . . ItigOO
4WJ00. . . OcOOU
Prata.PaacOcs hrasileiros. . . 2B000
Peso colinunari- s. . . 2JJO00
9 ruexicauu. . . ,. IjiSOU
-.-------
.PANDEO A.
Hendimatno.do da 1 a 11. . . 242:0719618
Iitin do da 12...... 22:527*657
264:5y',lcl75
ro
!-.
era.

de Jaueiro.
Segu com brevida.lc o palhabnte Picda-
de : para carga, passageiros c escra\ os a ffe-
le, trata-se com Caetano Cy risco d-i Costa
llorona, na ra da Cadela do Recife n. >.
Para Lisboa segu com toda a brevi-
ne uiesmo quizer caircgar 011 ir do pa.ssa-
gom, para o que lem acetados coqmodos,
dirija-se aos con-i gnatanos Thomal de A-
quino Fonsedj iV Filho, na ra do Vicario n.
19, primeiro andar, ou com o capiiaodo
mesmo o Sr. Manocl dos Santos
Para a Rabia segu em poucos dias o
veleiroe bem conhcculo hiato Moto Olinda,
p ra o resto da carga Irata-se no esc iplono
liepomingos Alvos MatliMi,'fla itc A 10II0 n.
[ JPara o io
Dtxcarregam hoje \.\ de marro.
B-irca inglezaC ji''-'IIimercadoria.-.
Hin t faneexaOiiii<1hdem.
Brigue inglezEliz^belhbaculli;io.
Brc iuglezdLanruslrialanas e carvilo.
Barra inulezaLiuiafazendas e ferio.
Pa(acht) brasileroEsperan^rtcharutos e fumo.
imh|u Barca ingleza Linda, viuda de l.ivprpaol, con-
> signada Soulball, MeIJors >" C, manifeslou o se-
guate :
123 canas e A2 fardos lecidos de alsodao, de 13,
de hiiho e mixtos, chapeos de sol, Icnqos etc., 2 far-'
dos fio, 1 caixa in.ilerias pbulographicas ; a Soulball
Mellors&C
8 eiitai e 2 fardos laci^OS dt linlio, 2 dilns dito de
algndao, 6 dos e 21 caitas lecidos de algodao e li-
ub.i. 15 bar" oleo de liohaqa : a Paln Nash ,\ C.
7 caixtti e fardos lecidos de Igodito; a II. Gibtoii.
85 barricas ctrveja ; a ordein.
2 fardos faaendas de algudAo, caixa lapclrs, 1 dita
hiendas de algoriAo e laia ; a J. Keller >\ C.
I fardo lecido de l, 1 dilo panno, 21 dilol e 21
ca sis lecido de al2Mt, 1 dita cobertas de velado ;
I N. O Bieber c> C.
II ciiaaM i fardos lecidos de alzodSo ; a Isaac
-to &C.
1 eaixinha livros^a W. A. Pennislon.
7 canas qneijot>al|Jkarrica presunto ; a l'onle i\
Irmio, j
1 barrica presunta!, I dila conserva, 2 caitas ho-
lacbinha, 1 dita mu-lar u, 1 dila queijos ; a Joao da
Cunli.i Neves.
2 1 .usas cha' ; a J. O. f)< yle.
200 panellas de ferro. IV toneladas, 10 quiolaes e
1 arr.ba de ferro ; a E. 11. Wyall.
3 caitas biscoilos ; a t. Alves Mallirus.
I CMtinh roups ; a cargo de J. Pal, 1 A; C.
51%>nela la-,8 quinUes e 1 arroba de carvAo quei-
mada\ 52 toneladas,2 quiolaes, 6 arrobas e 20 libras
de ferro, 20 enes ferro, 2 canas aqo. lliti malas de
ferro, ti pecas forman lo um caraogueijo, 1 barricas
crrenle*. 2 amarras de ferro, ti biornas, 14 moldu-
ras, 1:1 caixas quebra forra-, l'J ditas obras de ferro,
44 pares de rodas e eitos, 1 barr.es pavio- para l.im-
pede, 2 ditas alvaiade encnrnado e branco, 1 dil*
aaeile de oliveira. 1 dila cebo, I dila surdura, 1 dila
oleo de buhara, 4 dilas e 5 saceos refugo de al,n-
do, 12 enixa ferrainenla para ferreiro, para a ei-
Irada de ferro do Rio de S. Francisco.;
1 tacco embrulhos amostras; a diversos.
- ONSDl.ADU ERAL.
Reudimenlo do da 1 a II. 4:50758n0
dem do dia 12....... 2:1215912
17:(>:i2j802>
com otala p^rLishoa.
Sahe com a brevidade que l'npnssivel, o
brigantin nacional Despique de Ueiriz,*ca-
_>favor da lazanda, e que pililo Faustino Joao de Carvalbo, por ja ter
U08 termos do art. fil do rcgulamenlo de 22 dous tercos i'o carga prompl, para o resto
de juubo de |8S6, o referido contrato anda- e passageiros, trala-se na rna da Senzala-
ra mi praca por 30 dias consecutivos conta- i !\'ova n. *, ou com o capillo na prar,a.
dos do !. de abril prximo futuro em dian- '
te, e sera arrematado no dia 30 do dito mez I
de abril, a 1 hora da tarde, peranle a Ihe-
souraria. Os preleiulenles comparecam com
seus Dadores legalpenle habilitados no lu-
gar do costume.
Secretaria da thesouraria de fazenda de
PernambuCO 2 de marco de 1857. O ollicial
maior, Lmilio Xavier Sonreir de Mello.
., O Sr. capitao do pnrlo, ruinprindo a ordem do
Euro. Sr. prrsi lenle da provincia, dnlada de 3 do
corrente, referindo-se a cnulida no aviso imperial
de 17 de fevtrtiro ultimo, manda dar publicidad as
liadacqoesde avisos, annuiiciaiido aos iiavesanles o j dade obligue Dorlllgucz Viajante: quem
eslabelecimenlo di1 pliaroes na Europa c dos Esta-
dos Laidos da America.
Capitana do porlo ue Pernambuco em \ de mar-
co de 185/.O secretario, Alexandre Rodrigues dos
Aujo.
TRADUCCAO'.
Aviso aos navegantes.
LUZ DE CABO RACE.
'Ierra Nova.
Os lords comminarhM do cooeelho privado do
commercio In/.cn pubhro que o pharol ullimamen-
le edilicado obre Cabo Race Trrra Nova; sia' ace-
to e couliiiiiara' a mostrar una lo branca fix, de-
de o p,r ale ao na-cer do sol, 110, e depois do djjd5
de dczeuibro de ISJI,
A lu sera' visivcl para a parle do mar do NE. 4'
E. pelo SE. e sol para nesle.
A lut esla'elevadj 180 pos cima do lermo mediad m
do nivel d 111.11. c pii.l- avistar- imii lempo rlaroJ I (ja, ir | e .
ua distancia oe 17 millias do coiivi' do navio. JWW \P
A lorre apparere, secundo o desenlio, e esta* pin-
tada com lislras verticaes de encamado e branco.
Esla' prolima a' untigl balita, que 01 arrasada, co-
mo se ve do desenlio.
_ O pharol esla' na l.al. 1 3 2' 38" O. ,Todas as dcinarcaqcs >3o magntica,
vanadio 21" O.;
Juola do commercio, selemhro de 1850.
N. II. Re-quisila-se de todas as cmbarcaqcs um
direilu em benelicio d pharol.
TliADLCCVO.
Aviso aos navegantes.
Consolado geral ajg niDeiin do Hra-il no reino das
Duas Sicilia. aples 'i de seleinbro de 1856.
h virarlo do jornal !as linas Sicilus em dala de 15
de -ele.ubro de |856, 11. 200, Adiiiinislrarao geral
de pliaroes.
Pharol do Cabo ilelli-spoiilo.
l'liarol de urna lur. alara, prolongada de minlo
em minuto, sobre o Cibo llellesponio nn entrada
dos Dardauellos, em dirlancia ne doa. Icrq,is pailes
de inilba ao occidente do primeiro cailello da Eu-
ropa.
Lalilude boreal lo 02' ->>"; longitoda oriental do
meridiano de l'aris 23 50' 30".
Elevaqilo sobre o 111,1 25 uielros.
Cujo pilar,,! s* aeende regularcenle desde o da
20 de julho de 1836. E-la'colocado provi-oriaruen-
le sobre unta base de inalcira rmn seis luciros ile
aliuia, a qual sera' luiflitnidl una lorre de una
altura adaptada ao seu taiuaiibo. *
Pharol ue Salina, 11.1 embocadara do Danubio.
Luz branca lila a' entrada da euiboradura do Sil-
lina do lado meridional.
Lalilude septentrional 3" 10' 10". ElevaeSo so-
bre o mar 18 metros.
Eslc pharol de alcance de ll> militas sera' um pou-
co Boppndo com oulra luz de ordem superior.
Pharol de Cbahlak-Saah no mar Negro.
Luz Rranca e lita sobie aaDliga loiiedoullimo
pharol.
Lalilude cplenirional 13 32' 011"
15' 00"
I sftf--**m'',*/;>
EDRAS PRECIOSAS
em- imr. n
t
Segfte Ctvm Wrwdade a barca Sorte.a tem
pa; te da carga, para o resto, passageiros o
cscravos a l'rete : trala-sc com Caetano l,y-
riaco da O. M., na ra da Cadcia do Recilc
n. 2. ,
>j$ocidade
DE
na vi ii.'i^fn)
hurgu
lir>
.\mr Jirit-
siieir.i.
U'VERSAS PROVINCIAS.
Reudimenlo do da 1 a 11. 2:.!20S7I8
dem do dix 12....... 232*436
1.01, -un., oriental 21'
Alcance 10 militas.
O mais prompln paisivel sera' cdahelecida em
Duracno no Adritico uloa luz fna do alcance de 10
militas. Conilaiilinopla <.').
He copia conforme o iriyinal. assicnado Antonio
Naclerio.
Do Jornal das Duas Sicilias de 18 de seieuibro de
1850 n. 203.)
Avisa-se- aos devdores ao iufpo^to do
decimas do bairro Je i-auto Antonio, no
qual se compreltt'iiile laiubeiii a freguezia
de s. Jos, relativamente aos annos de 1833
a 1852, que a relacSo de sus dividas ja veio.
reuiellida para jui/o, nas que, antes ue
qualqucr procedimculo juuicial dase-lbos
o jirazo de 30 das para pagaineulo esponta-
neo de seus debitos.seni dependencia de ne-
nliunia despe/.a de custas, para o que pde-
nlo procuraras guias em casa do aliis-) as-
signado, na roa iNovd n. 41, segundo an lar.
Jas 9 horas da manuBa as 3 horas da Cirilo.
Recife II de marco de 1857 CypriauoFe-
nclon O. Alcoforado, procurador fiscal da
thesouraria provincial.
mam
Espera-sp de Sontliamplon o vap.tr hambargoei
PETRO. IlLIS, que rlevia ,-alnr .....lia Hdefeve-
r-irn, d depoil da deninra do cnslunie seiie para
R.ihii e Itiii de janeitit : qualquer iittorn aeao, com
o-> agente N. O. Bieber k\ C., na ra da Cruz n. 1.
di;
1 AdTprof de bri!|iap(o,
. di;i!i,anlq pero!a. pnl-
T veir.-i-, alfneles, hrinros
* t rozrtas, bolO* aunis
de dilTerentet fcnslos e de
diversas pedra* de valor.
(aompr.'iin, renden) u
A- (rocani prai.i, ouro, bri-
, Ihanlesdiamanlese pero-
* Ih-, o oulrai ijiiiii'^d'nT
J- i"its l<' valor, a dinheiro
> mi por obran.
?>'-iV*v; I ,.: l '--v-t-' *
Ra do Cabuga' a.
-
7.
lardim publi u em Per-
nambuco, :! ; a**o e
dade n- 70
Nesle jirdim ha muito grande variedade
Adereens completos de de rosa-, dilias e nutras iiiuitasquf.il jiides
ouro.meiosdiios.piilcei- 'de Mores, assini tamben) multas qaalidades
I OCROEPRATA-
'teeeituu por to-
I 5sos apures da u-
: ,.-i !.-!!. r||-
ras, alunles, brinco e
rozclas, ei.riips, Irancp-
lius, inedallias.correule -
aenfpiiespararelacio,e *
oiilrosmuilOMbjeclos de
ouro. .,
Apparclhos completos, *
de prala, para cito. Dan- *
leja--, salvas, caslicaps, .
colbt*rai de sopa e dech, i.
e muilos ootroa objeelos *
de prala.
.,.-?. -'
BILHTES DI LOEHIi 00
Ri-J DE JHEIKO.
Aos 20,000.^, O.OOOy
V.oimi.s e i.iiim.s.
Hoje deve chegar do Rio de Janeiro o va-
de Lisboa, asquaes se vesidem por
pre^o conamodo eoino costuenaiii.
em r..rlhniSn Se'"''Te 0S m8ls .'""^dos medicamentos, Unto em
cm globulosa preparados com o ma.or escrpulo e por procos' bastante r.ZZlL?
'RBQOS FI\OS.
Rotica de 12 tubos grandes.
. Uila do 2* ti i>
Hita de 36
Dita de 48 a a
Ibla de CO
Tubot avulsos a .
Frascos de tintura de mcia onca!
Manual de medicina homeopathica do Dr. Jahr
cun-, i.i dos termos de medicina
Medicina lo .estica do Dr. Ilenrv.
rraUmeuto do cholera morbus
10/1100
15*000
201000
259000
309000
i?nno
20O0
CuBI o dic-
Repcrtmio 'olli. Mello doraos
20-7000
10?000
2/01)0
6/000
AVISO
Prciisa-.o do officiaes do alfaiate de obras
grandes, e para caicas de casemira, ecostu-
reras para calcas e colletes : na ra da Ca-
deia do Recilc,: primeiro andar II. 10
a- --
1857.
A mesa regedora da irmandade de4N.
S. i!o Terco,tem de expor a vista dos liis cm
solemne procissSo. as sicros.uitas imagens
de su.i igreja, Snbor Rom Jess dos Desam-
parados e de sus mi liara Santiasima Se-
nbara da Sr-ledade, no dia sesU-l'eira de
Iriumplio,:! de abiil,pelas3horse mota da
tarde em pomo. Roga as cor;orac'ies cli-
giosas, autoridades, e mais pe-soas que lem
de concorrer para.) brilhantismo de tSo reli-
gioso acto, o obsequio de coinparacerem em
nossa igreja a hora indica la. Espera tam-
bem a maior concurrencia de nossos charis-
SimoS irmos, e a sua COadjuv .(.'"o, bem co-
I mo a de todos os liis.Jos pinto de Maga
i Ihcs, juiz.Pedro Jos t;osta Castcllo Bran-
JgfJ
MIXTA,
iviarseina
i-.-pea-.i. un vapor .leiia companltia, que dii
sabir de Marselha no da I5.de fe'"-' e depi
da rianmr '......... ... irgnt ,a Baha e Ri de
Janeuo : qni>-., ii,:u.inac4lo, com ot agente- N.
1). Bieber ; C, na ra da Croz n. 5.
para o aio de Janeiro
O patacho brasileiro Esperanza segu para
o Rio de Janeiro nostes 8 das; lem prorap-
to dona lergos de sen carregament i prome-
to e escravosa frote, para os quacs tem e -
cellenlcs comino os, Irata-se com o sou con-
signatario Antonio Luiz deoliveira Azeve-
do, ra da l.ruz n. 1.
Acham-sc a venda as bem conhecidas to-
Ihinhas impressas tiesta typograpbia. das
seguintes quali lados :
DITA .MMPLKS. conlcndo alm dos meszc,:c
a le dos circulse varias tabellas de im-1 _
postos geraes,
prec;
DITA
lem
com
011A Da ai.jh.v mv, a qual alem dos mezes,
conim o alinaiuk civil, a ImiuisUativoi i
commeicial e indusliial da provincia,
Por................3oo
Todas estas Iblhinhas sf.o impressas em RITA DATHAPirilF
hom papel e eicelleute typo, o vendem-se T Ua *^U liariIlD,
em porcaoea r.lalho: na'livraria da praca i, 7 s''"""trl,livJo !'"" o mesmo bo-
da Independencia ns. 6 e 8 le um perreito cozuhelro francex, IzauQoise
'j'1 Paoppeirlle,convida-so aossenhores amado-
ando mnilas pessoas nlirilado eiem lares do re- : resdos bous petiscos.a visitar o ditoeslabe-
latoro com ,uc o Bxm. Sr. presidente da provincia : IccimentO. yiiaesquer ordeus para jantares,
abri a stssa.. ,ia assembla le^slaliva provincial S I'asl,'s e,c serae attendidas com proinpii-
- s Jssralgu,,s mnm
Grande testa eraOiindt.
Os cncarreglos da festa de N. S. da Con-
cciciiodos Milagres, fazem publico q-ie no
domingo 15 do correte, tora lugar a mesma
da forma segurhte : no sabbado noite. sera
arrorado oestanlarte, sahino da igreja de
S.Sebastian j no domindo, as ti horas do
dia,lea cometo a festa ; a tarde bave So e i-
valhadas, a noite ladainba, depois da qual
queimar-se-ba um lindo e variado figo Je
vista, fabricado pelo li.bil artista Jos Al-
ves, sendo o fecho um balSo de nova inven-
QiiO.
Na ra da Cruz n. *S, segundo indar,
F'-r cirrra do armazcm dos Sis. Hurle Sou/.a
& O, vestom-se anjos para procissao, com
todo o aceio, e elegancia ; o na mesma casa
compram-se pedras para ornamentos dos
meamos de anjos.
Precisa-se alujar um sitio ou casa com
quintal, na Capunga : a fallar no Passeio
luja n. 9.
P'fCe de arae ;i 500 res.
Chcgou a ra do Collegio n- 5, o superior
piares fo;se i lo venda, para ser o teu pro-
duca Bppljeade .. caiu'dai orphaos do cholera-
niorbiis: cada exemplar do relalorio sera' venihdo
pov l| tlHIrs. ; es pesoaa que subscreverem al 11 do
frrenle, para euio fun e-la' aberla a subscripcao na
livraria n. ti e M da pnea da Independencia. O no-
me co iiurie.ro Jos r-x-mnlare qoe subscreverem
serta publcalos nene Dfaro. A pessoa que as-ij-
narpara uiiks ,le tres exen:,,: ice pasara' 19200 rs.
por ca.ta urn.
IVecisa-se le una ama que saiba co-
Y 4r^,fa'i'r ?. ilis servico i".
de uvas muscateis e nutras, vanas qualida- por Genova, o qual pela demora rapnOe-g
I des de figos, sapotas e sapolis, fructa-piio, sabir depois do dia :t d. correte mez, e nes-
etc, etc. Apromi Um-se cncommenlas pa- te caso deve Iraaer as listas da terceira lote-
ra o centro desia provincia e as mais do su! ria das calmas do t.bo-Kno, extrabida em
enoiie, haveudo sempre qualidades novas Sou i leste mez! anula ha hilhnt. aaaeaa
viudas de Franca, alugam-se -i preto-, ou e quartos a venda na praca Ja Indo'oi.deii-
negras velhas ou alejadas, quo anda pos- ca, toja n. 33 i a ell.-s, ales que chegue o
san daralgumservigo. vapor.
Sendo do mcuuever dar a ra/opor-1 Raymuado Carlos l.cite, retira-sc para
que o Despertador Commereial do Norte nao o Rio de Janeiro, daixaa 10 por s.-u> procu-
sabioaliiz no 1. do corrente mez, agora o radoros os Srs. br. Antonio Joeqsna SeHo-
faeo, depois de certilicar-me iiuo nao posso | raes e Silva, Joaquin da AsaumpeSo Ouei-
dcixar de gastar na sua publicaca i -j:'k)o~ooo roz e Francisco Gomas de Mattos.
em cada trimestre, pois que anda t ndo SimSo de Sampaio l.eite, vafao Rio de
mil assignantes, o diario nao poderia conti-| Janeiro, e de la a Kurop*.
nuar sendo a 2-oiit por trimestre ; portanto i Desappareceu um cavallo ruco pedrez,
julgo que s a 3/000 poderei conseguir a sua lcauda comprida e rouceiro na espora : quem
publicacSo e obter algum lucro, licando osio pegar, leve-o a ra Nova 71, que se ibe
annoncios na mesma razan a 20 rs por li-: recompensara.
nha e meado na sua ropelicSo Pagan lo o DrUTFf1/1!A
porte sera o trimestre a 3f800. Rogo, pois, 1 fluifluLuiU
a todos os meus assignantes, quo atienden-' Vendo-so a tradneefo mauuscripu do pri-
do as razos expendidas, so dignen) descul- mcir.i livro, c parte do segundo : na ra Ui-
par-mo e acceder ao referido acrescimo, Jo- rcita 11. ||
vendo sabir i.npreterivelmente no 1. de\M^}^%UfflgB&-amWEMXMm
abril ; por quanto p.esse tempO teaei venci- B .,,. ,TvT < *?*?>
do todos os obstculos, pois que tendo tros jgg .VH^utHi l4fJJaV!'-
prelos e superabundantes typos ja boje dis- 9S S\ STEMA NOKTE-AMKKICANO.
tribuidos, eestando a composicoadianta-1Mj Aterro du lni-Viftili. V
da, nao llavera mais razan para retardar o & 3 andar
referido diario. Dbacharel formado, Joan I MUIZ'SXt'&'iteatittWim-
de barros Falcilo de Albuqucrque Maranlio | ^c^eunia a,
Na ra da l'onte-Velha, junto a sorra- zinhar, para urna casa de p>
na (casa do lampean precisa-se de urna ama j ra da Aurora n. 30
e de urna engommadeira.
que sal
familia
- Precisa>e de urna ai
--- Paga-se 10-000 a quem achar o quizer mar, livre ou mesmo escra
restituir nm cozinho novo, branco, a exee- j Hospicio n. 28.
pgiio das orelhas que sio grandes, panden- !
tos, e nmarella las, felpudo, sem cauda, que
se desencaminhou da na dasCruzesn i,
no da II docorreiile.
Precisa-se de urna ama para eozinhar :
no beeco do Sarapalel ti 16, segundo andar.
'ara ogom
do
-iteres*...
Deseja-se encontrar urna pessoa quo quei-
ra aproroptar bolinbos para bandeja, e que
sejam bem eitos ; quem estiver nesta cir-
cumstancia, annuneie ou dirija-se confronte
ao tt isario em Santo Antonio n. 39 A.
- OfTerece-se urna ama cstrangeira. de-
sejnpodida, qu sabe l'azer um tudo de por-
tas a dentro, prefer ndo urna senhora de
idade, ou de homem soltciro : quem de seus
prestimos si quizer ulilisar, procure na ra
da Moeda n 32.
No principio da Soledade, primeira ca-
sa ao podo sobrado da viuva Ouimaies, da-
se dinheiro sota penliorcs de ouro <>u prata,
e rcbalem-se ordenados.
Precisa-se de urna ama secca, que sai-
ba lavar e engommar, para pouca flotilla,
aceitando-se mesmo escrava : a tratar na
na do Collegio i. S, segundo an lar.
Antonio l'oreira Mondes vai a Portugal,
Qcand'i encarregado de sous negocios o Sr.
Joao Peres de AlmoiJa Lopes
N. It. As inicia s II. !. O. I". n5o so
cntendem com a pessoa qui comsigo as lo-
mou, e Sim cora o Sr. Henrique Jos, etc.,
etc. Esta anda conservado u incognit', c
dada a satisfaco, se satisfaCfo merece un
chamamento a lugar decente t sobre neg
co particular que lodos temos Hasta. ..
J I!. S.
Precisa-se alugar urna ama de cite
sem fiiio : na prac;a da Independencia 11. 30
e 38", ou na Capunga, na casa confronto a do
Sr. Banholoineo.
Fabricio Comes c< Companbia decla-
ran) que ten.lo de fazer una viagem par
fora da provincia o sou chefe ; socio geren-
1 Coi ordia, casa que fazpsqni
ibrado^lo i,-, p, 1,,, oix^ira.
casa : na
,
1 S &l
3:5739150
Exoortacao .
I.i-bd.i, hritue porlouuer. irFlor de S. SimAo, de
511 toneladas, couduzo o tcgainlt '. 3,801 saceos
com 10,005 arrobas de asocar, 500 casco mel, 3:1
Caro< a^uar lente, 2,090 cocos, 2,471 ponas de bol,
251 couros sals'dos, 50 meios de tola.
KCEKallOKIA I IB RENUAS IMBRNAS OE-
RAliS DE PKRINAMBIICO.
Rendimenio do da 1 a II. 2l:(iXT-7'li
dem do dia 12........ SSTytSD
THEATRO
sabel
SABBADO, II DEMARQO.
Selima recila da a-sisnalura.
Anithtrsario natalicio de S. M. a Imperalri:.
locar-se-ha o Imnnn nacional, secuiudo a repre-
senlacao da insigne tragedia em 5 acto
A MU CASTRO.
Joao Caetano fara' o papel de D. Pedro, por elle
creado.
Os bilbeles de pintea e quera urdein vendem-se
no dia do espectculo, as '.) horas 'la manbaa, uo
escriplorio do Iheatro.
Principiara as S horas.
I --A 15 i -SdS.MU ((..., ,J,,..;: ; ., ..oilo,-
'd casa Ue delengTi.oiule eslava em fabr-
co.uiita canoa aberla.de carga de 500 lijlos,
que se empregava na cor.doccSo de barro,
UO sitio do I'aquari, no Cordeiro, para urna
olaria nos Remedios, estando cssa casa com
um rombo na proa,o o fundo lia poilCO cala-
fetado em parte; desaparecen emborcada co-
mo eslava : quem a apprehender ou deila
souber noticia.queira ter a bondade de avisar j
na ra do Caes do llamo-, sbralo de dous <
ieoS
VS>'
!>.
22:575al71
CONSULADO PROVINCIAL.
Reudimenlo do dia 1 a 11. 29-495$183
dem 4o 4ia t2........ 351:113
31:846*596
>'avio entrados no dia 12.
Cardlff10 das, etenna linHamlna Hackenhasenn,
de 159 toneladas, eaniflo I. Ilalvlker, eqnipanem
9. carea eoorns; a O. Uieber A. Companhia..
Perfence a, AmtlerJaii.
Rarcellona e Malaga54 dias, do ollimo porto 30,
sumaca hespanhola uArdellait, de 112 toneladas,
capilo Pablo Pages, rqnipagem 9. carea vinho "
mais eneros ; Amorirn IrmtM. Pertrnce a Rar-
cednna.
Navjos sabidos no mesm) da.
S. TlionaiPfloeho americano Waredale, ra i-
Uo W. S. Railey, em lastro.
LisboaRirca porlucneza R?m\inda, capilao Jo-
s Arlburio Jltreira, carga assucar e mais ecne-
ro.
Em cominmissilo -Bri?up tie suerra hrasileiro Ca-
pibaribr, commandanle o capilSo-teiicule Feiil
Lourein-o Liverpool pela ParaloltaBarca Ingleta aSapho,
ni laslro. Sospen :eu do lantetrlo.
Valparaii.tllarca bainhuraufa- HerOi! capilao
E. L. Harleneyor, raraa a-ucar.
Linerptnl llarr Omamarquea .iAndriikluiii cortl
a mesma raiga que Irouie, S')pendcu houlem
do lameirlo.
v:/
--- As malas que ten) de conduzir o brigue
escuna nacional t;raciosa, rom destino as
provincias do JiaranhSo e Para, fecham-se
boje 13' as 3 horas ta larde
O procurador da cmara municipal dcsla
Cidade, declara ios senliores donos de esta-
belecimentos sugeilos ao imposto annuai de
2- o (a r>., que no ultimo do correle mez
Bnda-se o prazo, para o pagamento do mes-
mo imposto ; incorrendo na pena odisposi-
;oes do art. 32 do regulamenlo n. 360 de 15
ILEGIVEL
l'ara o rio
de Janeiro.
Segu com brevidade o patacho Tamcga ;
para o resto da carga e cscravos a frote, para
os quaes tem cxcellonles commodos, traa-
se com os consignatarios Nov.es A Compa-
nbia, ra do Trapiche n 31.
Cumpa libia bjrasi.eira
pafiiicfes a vapor.

(t-
O piqoele IMPKRaTIU/, comni.inlanle o ca-
pillo lenle Santa Barbara, e-pera-s" dos parios
do.norle a 15 do eorr.....", levcndo -ciiir p:,ra
Maceui, labia e Rio, depois da demora do costume:
agencia, na roa i-- Trapiche u. lo. primeiro indar.
N. B.O e-rravo- e v lum-s de encnmmen l ou carea, sao engajados no dia da ehegada Jo pa-
quete.
c. II. Praeger,tendo de razer urna viagem
com sua familia, fara ilfio,
do agente Oliveira, de toda a mobllia
casa, consisliudo em solas de Jacaranda e de
amarello, e das mesillas madeiras consolos
com pedras e sem ollas, mesas para meio tie
sala, crdeiras do balauco e bra^i so usuaes,
guarda loucas, guarda roupas, mesas de jan-
lar elstica, aparador, lavatorios com per-
tonces, cominodas.be eos, leitos de ferro, a-
parelbos do lou;a lina para jautnr e sobre-
mesa,para almoi;o,cliae caf,crvstaes,lanter-
nas.candieiios.vasos p ra flores o paracbei-
ros, quadroscom moldaras douradas, touca-
dorea eespe bos.e mullos outros valiososar-
tigns, inclusivo um sobarbo piano novo, um
relogio de ouro patento Siitsso etc. : sexta-
reira 13 do correle, s 10 horas da manbSa
na ra .Nova n. 71, segn 10 andar.
O agente Horja fara Icilo em seu ar-
mazcm, na ra do ttollegiu n. i, d? tino har-
neas ue cemento da meibor qualidade co
nhecida, com toque de avari, as quaes se
enU-egarSo pelo maioi proco offereoido
visto que nao ha limite de proco algum, e
so acbarao expostas no upiadito armazem,
sexta-Ieira 13 do Crrante as onzc lloras da
manbaa.
O agente Oliveira fara leilSo em um
so ou mais lotos, conforme no acto seacbar
mais conveniente, por ordem do lllm. 8r.
cnsul ue rranca nesta cidade, e em presen-
ta de seu cbanceller, do iodos os livros
constitutivos da luja sila no alono da lloa-
vista, que im, eora pertencente a liquiJa-
5lo da massa do tinado Semiond Jean rran-
onis, subdito Irancez ; assm orno do ospo,
lio uo mesmo ; auvarlin 10-se que o respec-
tivo inventario dos referidos livros compos-
tos pelos mais abalisa io> autores, e impres-
sos uilidamenta am varias linguas moder-
nas mais apreciaveis o uteis, e outros as
classicas grega e latina, aeha-se o^n poder
do dito agente para previa examc dospre-
leiidenles : terca-feira, 17 uo coi rente, as
II horas da manbaa em ponto. Da indicada
loja, no aterro da Boa-Vista.
1'ituin, Honsen & Vinassa far50 leilSo
por inlervencao do agente Oliveira, cunta
risco de quem pertoncer, o cm presenea do
Sr cbanceller do consulado dr Franca, de
lima caixa de chitas franceras, avariadas a
bordo do navio Gust vo, u sua recente va
gem do Havre para esto porto : segunda-rei-
r, 16 do crranle, as U horas da manlifla
no sea armazem, largo doCorpo santo, no
Recife.
andares, uo primeiro andar, que ss recom- ^oce 'l0 araga.a 5o0 rs. cada cajxSo.Supei'ior
pensar com generosidade. presunto ue lianbre muito novo, feijUo
Precisarse de umeaixeiro para tomar vermelho de Lisboa, dito branco, dito fradi-
conta de ama taberna por balando, dando nho> '"do muito novo o barato.
fiador a sua conducta, e dando-se-ibe um I Coapram-sc pataches hrasileiros e bos-
bom ordenado, ou mesmo interesse. O esta- i P*fboes a 2SOI0 : na ra da Cadeia do Rcci-
bolcciineutoheem um dos niolhores lugar do rB'ja de cambio n. 38.
bairro do Santo Antonio: quem estiver em "* Compra-se uma escrava para vender
, s' laescircumstancias, aniiuncu; paia ser pro-|laze,ulas e 1"e nao exceda a 25 annos de
esua curado. | idade : a tratar na ra da Cruz n 30.
- I'recisa-se de uma am- aterro da
BO"-VSta n. 4fi, Inji de. sapatos.
O abaixo assignado acha-sc em exer
cicio da subdelegada da freguezia de S. Fr
Pedro Goncalves do Kecfe, ni qualidade de
tercuio supplentc, e da o\ todicnta todos os
das na casa de sua residencia n. 23, na ra
de Auollo. Domingos Alves Matheus.
9. Souvage coui sua senhora retiram-
sc para Irania.
ESTABELECIIIENTOfHO-
TOGRAPMICO.
una Mo\n ii. 21.
Retratos de todos os tamanhos lirados se-
gundo os ltimos e mais aperfeicoados pro-
cessos.retocados a oleo, aq'iarella ou a fumo.
Lspecialidade de retraio para aWnele,
cazoletas e oulras obras de miniatura colori-
dos com toda a perfeic3o.
Retratos para cartas la 14:000, a nica du-
zia : | apare|ho sempre prnmpto para tirar
retratos de pessoas fallecidas.
l.eproduecao.em poni maior de retratos a
daguerreotypo como tambem copia de qual-
quer obra artislica.
Vistas da cidade e seus arrabaldes, sitios,
turnlos e outros ironunir-rttos.
Grande aortiaaenle de molduras, pass-par-
ios e caixinbss do ultimo gnsto.
Esloreoaeopoa e vislas estereoscpicas :
pequeas e portateis c.cineramas espressa-
mente f-itos para recreio dos salo s o reu-
nios familiares, conlcndo urna mmtn varia-
'la escolha de vistas de l'aris.Londres, Vene-
za.SuiSSI etc., como lainbem vistas anima-
das.
Umeslereoscopocom 12 vistas, tudoar-
riimado cm um rigame cofrczinjio com e-
clladura ao mdico proco de jh-moo .'
augusto Stahl, lem a s tisfiqao de par-
ticipar aos seus amigos c riegue/, s. que no
ultimo paquete vindo da Europa, ebegou u
segundo pintor .jo elle hav a i andado en-
te Fabricio Gomes Pedros*, deixa em se_
lugar o Sr. Antonio da Cosli Aloe 1111, Sajar para o seu eslab lerimenlo. Coma
quam deixa todos os s-u po lores pata, em "Ptl,"s,?i'0 desle ai lista que acaba de sabir de
sua ausencia,execuiarem sou escriplorio da '""'' primeir.is ollicinas de phutngraphia
rm da Cruz a. 51. primeiro andar. ''.m "!r's- 'lie seaeba actualmente habita-
Precisa-sede um coziobeiro ou co/.i- dopara dar anda mais aiidaiiiento e regid-
nbeira : na r ia larga do Rosario 11. 39, se- r,(laiio *. exeeeJo de todos os tra'oalbos de
gando ailar. J ':' P'olisso. Assiiu agradecen lo ao pu-
Francisco Jorge de -o/.a, pergunta ao l>,,co Cj ContaBCa espera merecer sem-
anonymo das *** ueste Diario 11. 50, :e o ""'' ac"'l'imenlo lavoravel con que att- a-
couto de negros fgidos descoberlo do \r sril. tnt "onra lo, roga as pessoas que
raial. entenre-se com elle, porque no raso deaajaai possoir n sen retrato ou o de algum
allirmaliv 1, pode destruir cabalmente essa Pilrij"le. ou amigo, quesoapres-em em man-
caiamnia, e convencer o publico de sua mo- ',0"l,> l,rar, nao so porque precisa algum
ral. lempo para que um retalo soja cuidadosa-
Cratifica-secom gcncrosi la 1c a quem n,e"10 colorido; eomo tambem porque o
restituir 011 der noticia 011 ie para vara eInnMnCanto pretende em breve retirar-se
mcia de cordSo grosso, do ouro, com uma ; ,.i,ra outra provincia do imperio ; e por isso
cruz, contendo di otro o Santo Lenho, a qual JU._ (l"c M pessoas que se desejam re-
s abre por uns pei]ucnos anginnos nos pon-
Precisa-se de urna
Cuia, taberna 11. 30.
Lotera
01
pr ivincia.
Corre infalliv^lmente
ama : na ra da' Oabaixo assiguado previne a pessoa
que quer coinnrar a a manilo da loja, doa-
,lerro da Boa-Vista n 38, pertencente a Jos
Antonio do Res Canuto, que nao faga nego-
cio dcqualidale algum, s m se entender
com abaixo assignado, visto ser este cre-
dor de uma Icttra da quaolia de 3'Mij rs., de
objeelos vendidos para o mesmo estabeieci-
cinrento. Recilc 12 de mar^o de 1857.Jos
jda Fonseca e Silva.
Precisa-se de um feitor para um sitio,
! o qual se entrega, por bom ordenado, ou
coi:: sociedade no mesmo : na travessa das
! Rarreiras 11. 8.
Compra-si o Diario de Pernambuco de
tratar nao esperen: pelos ltimos momen-
tos. Para maior comodidade das pessoas que
quizercm visitar a sua galena, e sobretudo
las sonboras ; o propriotario desle eslabele-
CiroenlO, propdoae abri-lo,coni|)elenlcnien-
to illutiiinado, as noitos de la, c deste.
modo facilitar aindamis ao conhecimeiilo
do publico os trabalhos da pholographia.
KOTA HOTEI.'LONDOX
26, newbrldge steel Rlackrriars
Monsieur Poijdore de Keyser a i'bouneur
d'inlormer messieurs les vbyageurs qjj'il vi-
preliciisao, na Roi-Vsli, .sobrado n. 72, na enl de repreudre l'liolel liov.il Londres.
esquina da ru uta Soo la lo; no Recife, Tua len-U avec tanl d succes pendanl 15 an
do Amorirn 11 50, e no Cal loirciro, rasa ao P" s'?n pere, mr. C. de keyser. I.'eot.d vi-
Sr. Dr. Aleoioraiio, que ali-n da gratifiocSo "nt d'tre entierement remeubl elle nou-
tos ; uma redoma pequea, do prala, com
Agntisdoi ; urna liga de unicorne fina do
castor; um coral encamado cnliado eqi
uma lita ; um rosario do cotilas verdes, e
mais algumas reliquias, o quo indo cima
lol perdido :;in o hanlioiro dentro do cercado
do Sr. I.oho, no Caldeireiro, em o dia 8 do
crranle mez: roga-se, portanto, a uu-*m
taes objeelos tiver adiad ou delles livor
noticia, de se dirigir 1 entrega-Ios ou daros
esclareeimentos necessarios para a sua ap-
promettida.so tica a nbrigado e guardar-se-
na sagrado ; assim como esperase da acti-
veau pi..pneUire selToreera, Uul par i'exac-
11 servici. que pajr, la modicit du
de messieurs
- l0f- ianvr,"r
. pat h
vidade o bous desejos das autoridades do P'ix, de mriter la couance
Poco da l'anella, que deem as suasor.dens e Jfoyageurs. Londres,
tomem medidas para serem taes qbjectos
descobertos, e castigar-se com o rigor da
' le a quem tiver sublrahido, como premiar-
se a quem bem tiver obrado, ajudaudo a po-
lica no descobnmeoto da verdade.
fendo-se dado 1
C. STARR & C.'
respeitosamente annunciam, que no seu ex,
tenso estabelocimenlo, em Sanio Amaro.
conuuu a a latinear com a maior perfeicAo
e prtfmplido, toda qualidade de machinis-
50,
,-
iif-
ooipa
ta. tiaiitii'H de
s rdos.
- .
V ;i i<
It .s
O agente Pestaa fara leiio hoje, 13 do
crrante, de 20caixas com queijos llamen-
gos, os mais frescaes e melhorcs que, ha no
morcado, desembarcados lionlnm de bofdo:
na porta di alfandega, as II ho as da ma-
ntilla.
--- Precisa-se de um padeiroque cuipnd-
Piolet.
Vemie-se ieiii cxeellen-
le cavailc para cabriole!;
atrattr ti eoxeira <\--
gusto Fist'.j r, en ii
ia adeia de tecifi n.
primeiro aianr.
No dia 16 de leverieo, fugio doenge-l
nbo Lavagem, da co.narra do Pao d'Albo,
um cabrniha d cor acabocolada, de nome
Flix, idado iti an ios, qoe lo pa-ecn ter es-
ta idade, polo lamanho que he pequeo, ca-
bellos caxiados, fornno doorpo, quando
l illa he com h bocea chea de Imgua o meio
gago, e quando Iguem Uiu co 11 eli, t-m I
por coalome abaixar a c.ihoca.tom os den es
largos, Incoa grande, olhose na iz pequeos
maces altas, pes o milos chaboqueiras, as
unhas irregulares, s m3os callejan ias.de en-,
xada, os pscom cravos-saccos ou calor de
ligado,com as cos'as cicatnsadas de eticte,
barriga grande, umbigo um pooco crescdo,
bem fetodo pernas, levou camisa e serolo
de algmlao azul, a camisa e rirnla branca '
101 encontrado por mis matulos,que vinham
le cima 111 iugar da Picada comarca do Li-
moeiro, que iaconduzido por mu homem
branco, bailado, eoi um cavallo de sella,
jolga-se ter sillo furlado, ou levado a titulo
de rorro; recommenda-se aossenhoresde-
legados di centro desla provincia, ecapites
decampo, quo onde for encontrado o dito
cabrinha, manle-o agarrar e conduzi-lo ao
dito eiigenho Lva-
sela
praca a re uorimcnio do Dr. Luiz del cheira dos mnibus ao boieeiro Jacob, mo-
ndrade, curador de I. | 50, que sera recompensado
AVis;-se as pessoasque tinham penho-
Maria Joaquina .Marlins, uma pequea casa
terrea moia, agua perlence a mesma, na fre-
guezia da Roa-vista, no becco dos coi reros
n. 4, a qual tem 38 palmos de frente e 30 de
fundo, avaliada -m 800/000 rs.
Compram-se as collcccocs das leis bra-
sileiras ue 1830 a 184!) : na ra do Collegio
n. 15, primeiro ailar.
O escrivo da irmandade de N. S. do
4.mparo da cidade de ulinda, convida os seus
irmaos pa a que sexla-feira, 13 do corrente,
comparecam pelas 2 horas da tarde na nos-
sa igreja, paia, encorporados, acompanhar
a procissao do Senhor dos Passos, por con-
vite da mesma irmudad-.
(Juein precisar de urna preta forra pa-
ra o servido iutono de urna casa de pouca
familia, ilirija-se a ra .Nova, loja n. 8, para
trillar com a mesma.
- Por lo ios os vapores para a Europa
sacra-se sobre o Porto qualquer quantia a
prazo ou a vista no escriplorio de 1. de
lana, rus do T'aplche n. |0
Precisase de urna ama para o snico
de uma casa le pouca lamilla : na ra do
Coto vello n. 2i.
GABUSIE PORTGEZ
di-:
res na ra estreiu do losano n. 7, das Cal-
cadas 0. 10, e boje da Praia n. 43, veuliam
tira-Ios dentro oe 10 dias, do contrario serflo
vendidos os daqaellaa que devem juros.
A pessoa que annunciou no Diario de
10 do correte para Caixeiro de qualquer es-
tabelecimeuto, apparega no Passeio Publico,
loja n. 11.
Precisa-se de um criado para casa de
um liomcni solteiro-. na ra do Crespn.
13, das 9 as 3 da larde.
Aluga-so um cocheira c estribara, na
ra do Uapibaribe : a tr?tai no aterro da
Boa-Vista, loja n. i.
Precisa-se de uma ama para o servico
externo de uma casa de pouca ramilla na
roa da langucia 11. 4.
'*. '' ^ ".',''
.- ... .v,^vrr.
as^c:

igem,
,. V .; '- 4-'""
Nn da U deve chegar o vapor nTorino,
quo depois da emora necessaria, segu para
n liaina e Rio de Janeiro para onde recebe
m i a 'B v3 -^ i3 T,^^
A directora do Gabiuete portuguez de loi-
tura nesta capital, por uciiberac9o tomada
e n sess0o de 5ducorrente, scientiflca os
senlioresassoeiados do gabinete, que dora
em diante nao havera expediente nos do-
mingos e das santilicados, em consequen-
fES&2rST''mm'*m*- ^---Opnnf.iroaacret.ru,. n""
, -Jtttt SBtfS tau; fitS .*-SW!B o ba-
toalhas 3 fronh,s,*..e,.g.s '2ttSl 35 annos^Xr TEtfESt
3 calca, decasemira, i cobertade chita, ru da Praia o 43, pHmeiro antU?
esu roupa est. marcada com as let- o abaixo assignado, comorou no
ascomuinS.:qu.-mso.i.:priplorio das loteras
i pao como de bolachiuha, u ra tomar con-
t e administrar os liabalhosdo urna pada
na, dando-se-lho um ordenado correspon-
dente a sua sciencia na roa larga do "osa- I trasl' I. S o as mi
rio, junio ao quartel de polica, pada ria n
18, que achara com quem tratar.
Sacca-se sobro a cidade do Porto a
1 cambio de OT: na ra de Apollo, armazem
Jo assucar n 13, de valenca ^ Antunes.
Pazera-se capas, batiaa e chamarra 1
para padres : na ra da Senzala Aova n. 36.' Hospicion! 56.
cezas. novas, e vendem-se no ar-
& Silva.
de
na
es-
A gO rs. ca *
enco.
liEPOSlfO demacihnas,
construidas no dito sou eslabeiacimenlo.
All acbarao os compradores um tomplelo
sorliment de moendas de canoa, com lodos
os mellioramenlos aiguns delles novo- e
01 igmaes a que a experiencia de muilos an-
uos tem mostrado a necossidade. Machinas
de vapor de baixa e alta pressiio, lachas de
lodo lamanho, tanto batida como fundidas,
carros de uaao e ditos para conduzir letrina,
do assucar, machinas para moer mandioca,
prensas para dito, foruos de ferro batido
para farinha, arados de for o da maisappru-
vada construexo, fundos para alambiques,
crivos e portas para lonialhas, c urna inlini-
dade de obras de ferro, que sera euladoiiho
enumerar. No mcino deposito existe uma
pessoa intelligciilo o habilitada para receber
todas as neo rnenlas, ole, etc., que os
annuni'iantos contando com a capacidade de
suas oiiicina.s e machinisiiio, e piricih de
seus oficiaes, se couiprumetlem a fazer exe-
Ctar com a maior presteza c perfeico, e
exacta conformidade com os modetloa ou
desenbos, e lostrucedes que Ihu forem for-
neci las.
~ -;'i h"! Ct dlin, veii.lriii-e
n. 19, lija de San-
I. itenil:-- .1- ra--a

para meninas v meninos, pelo preco
r-, ca-'a um ; a ellos quo eslAo --
bando.
t su
ii-.i-


'.' -. .>. ,
..;;.

*)I<.,.s os vapor*'S
liaiii (pa s re .-s
I1 ;u ji r
n nr-.: .i! \ \s
no isci iptorio i
.riii, m du Trapiche
.t'i
r.i n
o
qoiiiitia,
le
H.40.
na
DO ROSiRIl N. 38.
arffa
i ( '. (l(
fiorthohiitieu F. de Samxm,
contina a ven it
ra\lfr ri60Bl36@UK
Qfferece-se ama pessoa com ashabili-
tacoes necessarias,para caixeiro do qualquor
estabelecimento, monos de escriplorio, ou
mesmo para fdlor ''e algum sitio, ou ongo-
nbo, dando abonadores a su? conducta, vis-
pata engommar e ensoboar em uma casa de c uado bilhele i.,, ,? .^K ,me"~ TUt "*** Ci'*>-
familia: oatta-se muito bem, na rua a S3SBSto^!2^.^,?8,,i Mno ? 'D*,so Traspasaa-se o arrandamento do si
na ra do | assignado, que provara pertencer-lbe. do hecc do Pombal. ao p da
OlympioGoncalves llosas. I' .^e do mesmo.
>7
A
(sendo falso o que for vendido cm outra
qualquer parto )
l'.ob L'MVorleur.
Pilulas vegetaes de li andel.
Vermfugo nglezem vidros.
Elixir anti-asmathico.
Krascos de bocea larga com roloas, de
I a 10 11 las
Ai di>s a feNTo*
.Na fundjcSo de C. starrd Cotnpanbia, esa
Santo Amaro, aoham-so par vender arados
de ferro de um modolln e constnic;ao muito
rprocurado, ou dirija-se a
joledade ; a
!
MUTILADO"
r
lia pede Lisboa.
Vende-sc rap fresco, chegado agora de
Lisboa : na pra^a da Independencia, n. 3,
loja.
. i


*
:'
ARIO DE PERNAMBIO, SEXTA FE1RA 1. E MARCO DE 1857.
-
ivie. hi
ttmi
t ^;
" l)r. Ignacio h'iuno Xavier fa* puLliro,
SJSue inudou -.i red leticia |iara o >eu sillo,
(rapa entre a ponte grande ? a do T-f
, i' ah lem preparado una 0J
ruin lo-! is Os comillodus, para ,$
escravos, cajo* euhoret re- &
nao ns patMm g
quein para is- s,_
SEGURO CONTRA FOG.
Companhia Alliance.
Esiabefecida em Londres. e::i marco de 1S24.
Capital cinco milhOus de libras esterlinas.
SaunJers Brothers & C-, lem a honra ds in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
a a quem mais convier que esli plenamente au-
torisados pela dita companhia para oecluar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pdra, cobertos de
tlba e igualmente sobre os obvios quecomiverera
os mesmos edificios quer Ansala em mobilia ou
tm fazendas de quaUpjor q-.ialu.ude.
Subsliiuico do
arcano a potassa
icio bararo .meo i 5,200
por uii..i bttN de 10 libra:
noaratazem de 1$. O.Bte-
ber &. C, ra da i uz
ii. 4.
Repartirlo da vaccnia.
O coinmissario vaccinador vaccina "as
quintas e domingos de todas as semanas, no
torreSo da Alfandega, e as tergas-feiras nalzinhar, paga-se boro agradando" no pateo
la ii
g Cliora-lleu
J3 Casa il.- Si:u.!e
j o tralami nlo de
sniain- fura da pr.u'.i. ou que
. curar ni siii> prupnaa c.n.r*
lo quizer-se uliiisardos seu sersicoa medico, a;
^ queseiito desempenhados cun o maier zrlo, '
H diriJH-" a., ,.......lo Canto n. '.!, .,rnuL'iro ,':
fjj andar, nu no referido tillo .i.* ;,|., u>na.
f*- ~ S-Cft#4iA -
Retirndose para Franca I'. SoUvago,
socio gerente da rasa commcrcial do I', oou-
vage \ i oinpanhia, contiuo'a na gerencia e
adruinistragaodacasa o Sr. M. li. Rom I,
eom ,plenos poderes para esae ilm.
s'.' -.- ..-. ......-. .. --,- -
->-. -.. .:.. ...\,::.- ,,>.,..
:
uias

^ de varia? qaalidadei e alvaiaile em barricas ''-**
ki~ pequea. : vende-se na ra da t.ru* n. 10,
|j em casa de .1. l'raeuer & C. ge,
Precisa-so de orna ama n,ue saiba co-
mmo
o
Ni
tartarui
casa de sua residencia, piimeiro andar do
sobrado da ra Nova, esquina da do Sol, das
7 as y horas da ma una.
Precisa-se alugar um preto possantc,
emnora seja bruto, para trabaihar rnensal-
mente ncsia typographia, dando-se o sus-
tento : na livrana ns. 6 e8 da pra(,a da In-
dependencia. ,
I.DEKT ,Ta FRANCEZ.
,\ denlitla, ra .Nova n. l :
lera agaa e p* dentrilice.
is Tiinrheiras n. s, loja de
com a lente pintada de ver-
de, coinpra-.e ceclivamente tartaruga, e
nagii-se por mais prc?o elo quo em outra
qualquer parte.
Jos.Joaquim da Cunta GuimarSes,
cstabelecido com loja de tartarugueiro, na
ra das Trincheiras n. 8, quem entra da ma-
triz ao lado direito, avisa ao respeitavel pu-
blico e aos seus lieguey.es, que recebeu de
Franca um eom pelo surtimento de obras de
tartaruga, como pentes para alar cabello de
difforenles qualidades, ditos para alisar,
marrafa, e para meninas; alm deslasobras
tem no mesnio cslabeleciniento um bom sor-
timeuto de pentes, caixas, ludo ah. fabri-
cado ; assim como su coucerta qualquer
obra do tartaruga, por procos commodos.
Aos amantes (Jo bom gusto
Sochegadas a loja d-j chapeos deso do
aterro da Boa-Vista n. 11, as multo afamadas
esaborosas tamburas, em bocelinhas, pro-
prias para fazer-se presentes, chegadas lti-
mamente da Turquia ; cheguem, Ircguezes,
que se vende barato.
. frecisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, para casa de pouca familia, e aue
laca compras : na ra da Cruz n. 50, depo-
sito de charutos.
I'recisa-se de nma ama de leite para
criar a urna menina do 3 mozes : na rila do
Collegio a.\l\, lerceiro andar, l'aga-se boa,-
^eposito
de jolas e obras de ouro do II. A. Roeltger &
Companhia, de Hamburgo, aterro da Boa-
Vista ii. U, onde se ach um rico sor ti men-
te de todos os gneros (estes arligos, que
se vendem por prego mais commodo do que
em nenbuma parlo, por screm de propria
labrit-a, em grosso e em retao ; tambem
lazem-se aqui concerlos uestes arligos e
gravani-se smetes e sellos.
do Terco u. \.
I'iccisa-se de duas amas para cuzinha
e engommado : na ra da Cruz n. 24.
O abaixo assignado avisa a tudas as
pessoas que tem penhores em scu poder, na
ra da l'eulia n. 23, e que ha muilo lempo'
n.lo lem pago os juros vencidos, tenhaui a
boudade de vir pagar no espado de 15 das,
a contar dodia 9 do crrenle ao dia 2* do
mesmo mez, e quem assim nao o lzor,ser;1o
vendidos os ditos penhores para pagamento
do principal e juros. Recita de margo de
1857.Joaquun Jos Rereira.
REMEDIO IMC0MPARAVEL.
>
I
'
l:: OTO HOLLWAY.
Milhares de individuos de todas as nacGes
podem leslemunhar as virtudes desle reme-
dio iiHo;i,parav.|, e ; roar em caso necessa-
no, que, pelo usoqucdelle zeram, lem sen
corpo c membros inleiramciite saos, depois
de haver empregado intilmente oulros tra-
Umentos.Cada pessoa poder-sa-ha conven-
cer dessas curas maraviiosas pela bilma
"03 peridicos que ibas relaUm lodos os
das lia mullos anuos ; e a maioi parle .lel-
as,io tito sorprendentes que admiram os,
mdicos mais celebres. QuanUs pessoas re-
c.olnuram com este soberano remedio o u=o
ue seus bracos e peinas, depois de ter per-
manecido longo lempo nos hospilaes, ond
deviamsotfreraaniputacao! Relias ha mul-
las, que havendo deixado essesasvlos de pa-
decimeuto, parase nao submellerem a cssa
oprfragao uolorosa, loram curadas completa-
mente, medanle o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas, na clusio
de seu recoiihecimento.declararam estes re-
sultados benelicos Jianie do lord corre
- Vndese a Km rs. o covado de barege:
na leja n. W da ra da C.ideia Velha doTte-
cile.
ue
Vende-so superior papel de peso i j mo
rs., facas de cabo de balance a fe e 5 SOI),
dilos sem ser de balanco a yesuo e :!?-. ditas
de cabo de viadoa 43, papel paquete .le su-
perior qualidade a 05U, superiores iande-
jas de lodos os tamauhos, boas tarrageirs da
trra para casas, e nutras muilas tarragens e
miudezas, que a vista se Tara procos ;'.assii
como uincavallo muilo novo, bom passeiro
e de boas carnes : na ra do Queimado n.
30, loja de tarragens de Slanoel Rodri'ues
<;. MagalhSes.
CHAPEOS FRANCESES.
Vende se na rila Direila n. G1, chapeos
Em casa de lirur. Brnua & Con,parida, na
ra .la Cruz. 11. lo. vuiie-stco!n..i'eMcaixinhai de
ilu
r
,5?SKfc
Ai E@fi

Ijanc /.es milito
.mmenle de Par
8-HOU e .S-5UI.
superiore.'
s, inuilo
, chegados ult-
liaratos, a 7:5110,
Attenci
Deseja-se comprar urna casa terrea que te-
lilla Jo palmos de frente, pouco mais ou me-
os, coiiimodos para familia, c lias seguin-
tes ras desta cidade : Camboa do Carino,
Santa i liereza e ra das Cruzes : a tratar
na ra Direila 11. 38.
Precisa-sede um criado que saiba bo-
lear, livreou escravo poraluguel: na ra
do neimada a. 46, primeiro andar.
l)a-se dinheiro a juros soii hypolheca
em beus de raz, ou sol* Brotas, beiu coohe-
cidas, e acreditadas : na ra Uueimado loja
11. l, se dir com quem su deve tratar.
-i'az-sc iodo o negocio
Ua ra do Coi-
pi'opna p ra
negocio eiii pon-
t*
dor, e oulros magistrados, alim de mais au-
teuticarem sua alliimaliva.
HlOguem desesperarla do gestado de 6ua
saude se tivesse bastante coouanca para en-
saiar este remedio constantemente, segiun-
do alguui lempo o lialamenlo que neceaei-
tasse a uatureza do mal, cujo resultado seria
provar ioconleslavelmeole: Uue ludo Ara !
<> ungento he til, mafpariicutarmeiUe
not seguinlea catte
Inflammaco da ma-
Alporcas.
Ca inoras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabeca.
das cosas.
dos membros.
Enfermidades da cu-
triz.
Lepra.
Males das pernas.
dos pellos.
de olhus.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosqui-
tos.
JPulmOes.
t-nleiajidadesdoanus yueimadelas.
I.rupgoes escorbticas Sarna.
i islulas no abdomen.Isupuracous ptridas,
l'iialdadc ou faltado iinlii., em qualquer
calor as oxtremi- parle que seja.
lis em geral.
ESTil3
FERRO
coiic a loja
iegic n. ),
qualquer
tu graude, por ser de ra
a ra, cota fazeudat ou
sem ellas: a tratar na iiies-
lua.
Na BA DO TRAPICHE NOVO N. 12.
Precisa-so de urna pela cscrava para o
seivico da casa, sendo boa Irabalhadeira :
paga-.se bem.
No segundo andar do sobrado 11. 07 da
ra Imperial, njYcisa-sede urna criada forra
ou captiva, para o servido de urna pei|ueua
familia, paga-se bom aluguel.
Uabaixo, assignado Dr. em medecina,
pela faculdade do Uio de Janeiroh, a pouco
chegado a esta provincia, poi ter sido no-
meado para exercer as funcfes de delegado
do cir'urgiSo-mr do exercilo, acaba de a- .
brir o seu gabinete medico, cirurgico no bee
co dOjVeri-s n. 13, onde pode sor encontrado
al as '.) horas da inaiih.'ia, ,: das 3 as G da
larde presta-sa a qualquar chamado, a
toda a hora do dia ou da noile, presta-s lam
bem pura operacCes de que lem bstanle
pratica adquirida em 17 anuos, que tem
estado em direeces de hospilaes. No seu
gabinete encoulram-se lodos os recursos, e
commodos para ligeiros curativos, e opea-
Qoes de pouca monta : os indigentes quer
no seo gabinete, quer em suas casas serao
tratados gratuitamente. Recita 10 de margo
de 1857.
Rr. Jos Sergio Ferreira.
Atteuco.
Al o dia 14 doccrrenle, lem de ir a pra-
dades.
Frieiras.
Cengivas escaldadas,
luchagoes.
Inllammagao doligado
da besiga.
Tremor de ervos.
Cceras na bocea.
de ligado.
das arliculacGes.
Veias torcidas 011 110-
dadas as perna
-fj -- -J u -.. J ll.1 IIVIIIU1I1
Vndese este ungento uocslabelecimen-
logeral de Londres n. 244, Slraud, e na
lo|a de todos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas desVa venda em
toda a America do Sul, Ha va na c Hespanba.
Vende-se a 80ors. cada bucoliiiha,conten
urna iiistrucgao em portugutz para explicar
o fiodo de fazer uso desle. ungento.
0 deposito geral he em ea:.a doSr. Soum,
pharmaceulico, na ra da r.ruz 11. 22, cm
Pernambuco.
Rrecisa-se de dous amassadores : na
ra da >enzala Nova padaria de Domingos
Jos da Cimba Las/.e.
I'recisa-se de urna ama : na ra de
llorlas 11. 32.
I'recisa-se de urna ama para casa de
pouca familia : na ra Direila n. 36, segun-
do andar.
do Recije S. Francisca
LIMITADO.
di arta chantaba*
O direclorea da Companhia da Estrada de l'erro I g^. para o pagamento de dividas, o bem co-
do Kecifrao San-Francisco, limitada, lem feil.. a I nhecido bou. eugeiilio, \ erdc-Hor de L'na,
quarla chamada de duas libra tslerlinaa, ou ria que com a vista os pretendemos nao dei-
I7j777, ubre cada acrilo, na dita c mpanhia, a qual
ricve|ser paaa ale .1 da !) de abril do crrenle annu
de 1857,' 11a Baha, em rasa dos Srs. S. S. Daven-
porl z C, na corle, em Cana dos Srs. .Mana, Mac.
IJregor ; C e em i'ernaiubuco, no escriplorio da
Companhia.
O acciunisla qoe nao realisar o pagamento den-
tro do termo indicado, poder per.ler ludo direilo
. acedes sobre as quaes o dilo plmenlo nflo se
liver edecluado, e em lodo caso liar de pasar juros
na razSo de 5 por eeuio ao auno, e da n.io receber
juros ou dividendo da Companhit, pela lempo que
decorrer enlre o da indicado para o pagamento e a
sua reasarA.
Nenhfm aulo da transferencia pode ser recislrado
depofei do dia 9 do corrate, aoles do pagamento da
chamada.
Par ordem dos direclorei.S. P. YEKEKEK,
Ihesoareiro.
Itecife 3 de marro de 1857.
Na ra larta do Rosario, esquina do
becco do Peixe FnUvjio segundo andar do
sobrado n.U, continrra-se a dar comida para
lora com lodo o aceio, e por prego muilo
cm conta.
0 abaiso assignado declara aos deve-
dores ae Aureliano & Andrade, que nSo pa-
guem seus dbitos senao ao abaixo assigna-
do, do' contrario terio de pagar segunda
vez. Recita 13 de fevereiro de 1857.
Ilaooel (os Leite.
'D-se a juros a quantia de 2:5005000
sob boas firmas ou hypolheca em predios
uesta cidado: nesla lypographia se dir.
>iia
ro-
\
O Sr. thesoureiro manda fazer publico
que se acham a venda nesle cscripturio, ra
da Aurora n. 26, primeiro andar, grande
porc5o de bilbetss, meios e quarios da
primeira parte da sexta lotera do Cymnasio
l'ernambucaiio, cujas rodas andam o dia 14
do corrents mez. O Sr. thesoureiro manda
declarar aos senhores jogadores, que exis-
ten) numeragocs sorlidas, como tambem
os bilheles vendidos ueste cscriplorio oes-1
sas ultimas loteras tem sido muilo afortu-'
nados, por isso espera que ellos concorre-
rBofaraque cootinoadamenle nao lquem'
tamaiihas pon6es de bilheles por vender,
como sempre tem ficado. Tbesouraria das
loteras 4 de rnargode 1857.
Jos Jaeuario Alvcs da Haia.
Lscrivao das lotei ias.
Lotera
do
Janeiro.
xarao de se agradar; sete escravos, sendo i
muilo mogo e bom olcial de earapina, e
oulro carreiro ; os oulros proprios para eu-
genhos, sendo 1 moleque de lo anuos, 1 ne-
gra que pude ter 17 anuos de idade, Sao de
muilo boa ligura, como veras os pretenden-
tes:devendo se adiar no mencionado dia ties-
ta villa, bonito 4 de margo de 1857.
Da-sc dinheiro a premio sobre hypo-
lheca do una casa terrea : quem pretender,
dinja-sea ra da Cacimba 0.2. que se dir
quem da.
C0MLTORIO HOMEOPTICO-
DO
Dr. Mello Moraes,
DO
RIO DE JANEIRO.
NICO
deposito em Pernambuco, na ra doQuei-
mado n. i~, armazem
de Eazenda de Joo Josc de
Gouveia.
Nesle estabelecmento se encentra sempre
um completo surt meulo de carleras horneo-1
palbicas de 12 ate 124 glbulos, bem como,
carteiras com tinturas de 12 al 60 frascos,
sendo lodos os medicamentos da uielbor
preparagao, c se vendem por preces muilo
man baixos doque os preparados aqu.
Tambem se vendem ueste cslabeleeimeiilo
o repertorio do medico homeopallueo a
o; rs., e novas platicas elementares a 43 rs.,
publicadas no Itio pelo mesmo autor.
PRODUCCO'ES Lin'ERARlAS
no
Dr. Mello Moraes
do '
Rio de Janeiro.
Physiologia das paixoes, 3 volumes
Educador da mocidade brasileira, 1
volme
Lsalos corographicos, 1 volunic.
Memorias diarias da guerra do
Brasil, 1 volume......
Tambem su recbenlas assignaturas para
a sua ultima prodcelo litteraria Os Por-
toguezes peraule o mundo -2 volumes rs., avulso lO;0OO.
Previdencia.
Companhu de seguro con-
tra a mortalidad^ dos es-
ciaron, estabelecida no
R0 JHi0
SaPiiaL-2.000-.000.000.
ial em Pernambuco, ra do
Crespo i>. I ~>.
_____Mvnsp?- 0*
Compra-sa effectivamente bronze,' Ia-
dilo e cobre vclho : no deposito da iundic8
la Aurora, na ra do llrum, logo na entra-
da n. 28, e na mesma fundigao, em sanio
Amaro
Compra-se uina casa tc.-ra com com-
modos para familia, as fregiiezias.de Sanio
Antonio, S. "Jos e Doa-Vista : trata-se na
ra Augusta n. 17,
Compram-seeffectivamente na ruadas
Flores n. ;7, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e da divida provinoial, assim
como acc.oes das diversas companhias auto-
risadas pelo governo.
Compram-se 2 escravos do 14 a 16 an-
uos: a tratar no escriptono de Jos Joa-
quim Dias Fernandos, ra da Cadeia do He-
cita.
Compra-se urna escrava mov'a, .que
cosa bem, eugomme. e cozinhe : a tratar na
ra do trapiche n. 14, primeiro andar.
Compraste urna preta de meta idade,
que no lenha vicios, nem achaques, que
cozinhe o diario de urna casa : a tratar na
ra Direila u. 36, 1.- andar, ou na ra do
Caldereiro n. 4, sobrado.
Compra-se o Jornal do Commeroio
desla cidade, de 25 de agosto do auno pas-
sado : na livraria n. 6 e 8 da praga da Inde-
pendencia.
compram-se escravos; o.recebe-se pura
se vdiider de cgmmissao:
o. 3.
na ra
se pi
Dir
ita
JBcttd M.,
10*000
2-00U
2}000
4-llUO
cnci i
Na praga da Independencia n. 40, achara-
se a venda os novos bilheles da lotera ler-
ceira das Salinas do Cabo Fri, qoedeviai \
correr de 3 e i do presente. As listas espe- *
ramos pelo primeiro vapor que partir depois
des-a dala. Os premios serio pagos de con- O *w*os So raalhados no escriplcrio da eom-
lormi'lade aOS nOSSOS annuncios em a mes- '/ '.-'* ":" mcamofra, sobpiopnslan doa propriela-
rioa do* c-scravoa, lodoa .'^ (el.. falleeim mi i as proposlas, podem ser re-
met .1 s a companhia lo ios o- dias, ale as cinco bo-
ma loja cima.
.'is abaixo assignados, com loja de ounves
na r:ia do Cabug n. II, confronto ao paleo [
da uii.'tnz era .Nova, fazem publico, que
estio lecebendo coiiliniiadameiile as mai;
novas oras de uro, tanto'para senbora
como par.i hornens e meninos : os precos
conlinuam razoaveis, e passam-se cuntas
com responsabilidad!1, especilicau.lo a qua-
lidade do our j de I i ou 18 quilates, (cando
assim sujeitos os mesmos 'por qualquer du-
vida.-seraphii.i &|rm3o.
Jos Pereira Cesar, brasileiro, vai j
Europa, e deixa por procuradores os Srs.
Joe Teixeira Leite, coronel Joao Jos de
Couveia e Anlouio Darnos.
ras .la larde.
A- c n lirAesimpressaspoderaosar procuradas no
escriplono da eompanhia.
ar-M'ha consollas rdisaos escravos < ^nrosdas
'.I para 10 horas da iiianh.,a,no escriplorio un couiu.
0 Ai\HE PECHBA E
chapeos de Rol d-,\ seda
a 4^000 e 5.000 rs.
Na loja da ruado Quemiado n. 17, ao pe
d;. botica, vendem-se muilo.superiores cha-
peos de sol de seda do cores e pelos, pelo I
barato prego de 4 e 5/dOO cada um, por te- '
rera sido motilados venham-depressa a-|
quelles que quizerem da pichinliajque poi
semelhante prego s'se vende a dinheiro a
visla.
Vendc-sc urna preta crioula, le 'idade
32 anuos, muilo boa engommadeira, cozi-
nha o diario de urna casa, ens.iboa bem,
muilo bel, sem vicios ou molestia alguna
os prtendeutes podem dirigir-se a loja de
tarragens na ra doQuciniado n. 31.
Fazeiid.'.s baratas, no i*as-
seto Publico, ioji ti. 11.
Lencos para meninas a 100 rs., bonetes!
pintados para menino a iOOis., cassas chi-
tas de coi ese preUsa t,-8H0 e 2^000 a pega, I
chales de Ua a 800 rs., cambra ias lisas linas,
cintas linas rerdadeiras, ma lapolOes Ue to-
das as qualidades, ludo por precos commo- !
losaos freguezes, a moeda, e outras muilas
Cazendas, que se veuderao por pregos que
agradaro aos compradores.
vende-se urna negra crioula, de idade
-'5 anuos, a qual csli parida le S lias, e lem
bom leite : quem quizer, dirija-se a cidade
do .linda, al.az do Amparo n 11, ue acha-
ra cum quem tratar.
Vende-sc uma excedente cadeirinha
muilo leve, pintada c forra :a de novo, assim
como um ptimo palanquini de rebugo. usa-
do, mas em milito bom eslao ; na ra lo
Hospicio n. 50.
Vende-so urna cabra muito boa de lci-
le, com dous lilhos ja grandes ; oo becco da
Viracao, casa n. 11, com barra encarnada.
O
ir ato
g?d
Na aula de barbeiroda ra da Cruz n. 51,
primeiro anda.-, vendem-sc as mais moder-
nas bichas de Hamburgo, tanto aos ceios
como a retalho, e alugam-se mais barato
do qu" cm olilra parte.
Planta da cidade do Re-
cfe
Vende-sc a planta da cidade do Recita e
seus arrabaldes, taita pelo Sr. Iir Jos Ma-
medeAlves Ferreira, por de/ milreis: na
livraria 0. 6 e8 da praga da Independencia.
llappa das distancias da
provincia.
Na livraria n. 6 ; H da praga da Indepen-
dencia, vende-so o mappa las distancias
das dfcreiiles villas da cidade entre si, e
relaco a capital da mesma, a mil reis.
*\nsa, Ii\glez
Os melhores rclogios de ouro, patente n-
glez, vendem-se no escriplorio do agente
Uliveira, ruada Cadeia do Hecife ri. 6, pri-
meiro andar.
Vende-so uma mulata de bonita ligu-
ra, le idade 17 annos, engommadeira, coz-
nheira e docena, e prepara o cabello a uma
senbora : na ra Directa i 6.
--- Vende-se um oegrioba de 14 a 15-annos
do idade, sem vicios c achaques, nicamen-
te por seu senhor uo neeessitar de seus ser-
vigos : n ra da Cruz n. 35, primeiro an-
dar.
Vende-se urna casa de laipa e com casa
de rancho, situada na Imbin i-ii.i, perlcn-
cenlc ao sitio da faz nda : dirijam-so a ra
das Cruzes n. -js, lerceiro andar.
faSWRBIS ASSADS
Na ra eslreila do Kosario n. 11, vende-sc
a toda a hora do dia aslanbas assadas c
ras.
Azeite refinado muilo superior, pro-,
i.i'io p;.\i it; .i iie i odas as qualidade :i '
vende-se por piero conirniido, na' na >
Trapiche u. 1G.
Na ra ra Crfizii. 5i
la liarbara .\. Companhia, verr%m-se elVecti- i ri.ir qiiaVad4e e"d.-"
vamente caixOes vasios de lodosos lama- leniadas paraaRaou anim...
ros; crivos e boceasdefornaifi. e recti
e!ro,as;uilhoei.,brontes,parafso ecavi
ji^'V5 y *;- %W- 1''l nhoade mandioca.ele.eU
NAFUNDICA0 DE FERRO DO ENGE-
:' :',; -' ID W. BOWMAN, :>A
' A !':; '' 'J.PASSA.X'DO O ul!A-
'-.-
ii nos
i
..:. uraniW -rumentodo eauinles o
*"'e;|.nDl.Wu,pr0pri0Sparael|.ennsJj,sa.
rma/nm de san- """.'"'"."ai moendas a mais moderna
1 "....' -:"' .!Tlrr,.>ful!C,(|0 e halido.de
'"do*o. lamaohos; rta
iaes. ile Indas as propor-
e i i'li.;,iis de bo-
e-r...a..iii, ioes,bronss,pararusoi ecavilliCes.moi
lilil! '..........'-
lionepaa francezas
J-i.'l1c""^h0necas fr"fM ricamente
nn. o, t "? lualidades a lr200,
V* L i rrUa d O"""* loja de m,u-
dezis da boa (ama n. 33.
3
lama.
16 marc

eza
C: vt
de-se n<
racg-i r
Cruz
mazo n 1
. ;
10.
'.
(. -
de
na
i-
O
NA MESMA I-TNDICA'O.
eexccuiaroiodasasencomincndariati.a soperio-
ridadejii lonhecida < com a de vida
modidadeeni preso.
presieeaeeum-
Agencia
da fund
ra ii.
icSo Lw-:Vloi
"enzala ova
11. 42.
',
Nestc'csiableciment continua a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para ensonho, machthas de vapor
e'taixas le ferro batido e coado de lodosos
tamauhos para dito.
Vinho .f'or
We 1&S7
** 4
No armazem TcJose Joaquim Dias Fernn-" *0sia,dita do Dio de Janeiro, e cal virgem
US
Srs. acadmicos
qwi:;to aliso.
des, berro la Madre de Dos n. 12, vende-se
superior vinho velho loPorto^cni caixas de
una e duas duzias, por prego ommodo.... .
oepr^sito J
de rapt princeza da fabri-
ca de G. G.isse, no Ri<>
(Se : elra.
Vende-se
a prego commodo rape fino,
grosso e mcio giosso, da acreditada fabrica
({{) 1 acuna, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
; roa da Cruz u. * Vendem-se terrenos para edificacSo na
Exista um pequeno numero de esempla- estrada doManguinniho, do do liedle, lado
res do eompciulio do Dr. Francisco de Pau-
la Baptidta, os quaes se vendem a j-em bro-
rbura e ti encadernados : na loja da ra do
Queimado 11. lo.
planti da
. ue
se
cidade do Recite e seusar-
rab i
arco (
aulo
!,
oja
de
livros de
de Souza.
des: na ra do Cres-
po, junto
Antonio,
Jos n g-.eira
Vend-.! feijo muialinho muito novo
com principio de bicho, por prego muilo
commodo, arroz pilado muito bom, velas de
carnauba : na ra do Vlgario n. 5.
--- Vende- se um cabrioletde 4 rodas, em
muilo bom estado -. na cocheira que-foi lo
fallecido Jos alaria, ra das Flores.
Potassa refinada em latas de seis
libras.,
O anligo deposito da ruada Cadeia lo De-
cita n. 12, recebeu agora uma porgio de po-
tassa r tinada de superior qualidade, em la-
las de (> libras, qae se vende por prego ra-
zoavel. .
riir
k
>.
i
HIT
esauerdo, junto as casas do Sr. Manoel Pe-
reira feixeita, com^Opalmos de fundo e
de frente os,quc o comprador quizer: a tra-
tar na ra da Cadeia do Recita n. 0, 011 com
Jos Baptista Kibeirode Caria, no seu sitio
da Estancia.
_ Vende-se a verdadeira graxa ingleza n.
97, dos afamailos fabricantesDav \ JUi-
iin, em barricas de 15 duzias de potes:
cm casa de James Crabtrce Companhia,
roa da Cruz 11. M.
E BARA-
BNBEJS FINAS
TAS..
linas c do varios ta- | do muito
Vendcm-se Dandi
jas
39500e 4~ : na roa do
miudezas da boa fama 11. 33
LKQUES FINOS.
Vendem-.-e leques muilo linos com rias
pinturas, espcllme plumas a l, 39500e 4/ :
na ra lo Oueimado loja de miudezas da
boa fama n. 33*
? Potassa e cal
virgem.
Ao anligo c ja bem cor.hecido deposito da
ra da Cadeia do hecife, escriplorio 11. la,
ha para vender muilo superior potassa da
Vende -e superiores macas para condu-
eo de roupas em nagem, elo barato prego
V'6'7' cad;' 6Heteiras com
todos i s vidros nece^^los ., ( ricas c ir
'cuas .de Jacaranda e mogno pa'fH nescre-
vercguariar lodos os perlences, proorios
Pra Tiagcnm 8, 10, e Ife cada urna, r.ist-
reirasnquissimos de Jacaranda rom os re
partimentos forrados de seda ecom muilo
gosto a 4, 5. 6, 7 e 88, pcntivs muito linos pa-
ra alisar,proprios para ciiangasou para suis-
sas a 320 rs.. pulceiras do meihor gosto que
se pode encontrar a ig, ricas cruzes de cor-
nalina, carleirinhas para lembrangas, gorras
para bomem, as mais modernas que se pode
encontrar, sinetea rom todas as lettras do
abredano, Sinetes proprios para namorados,
ricos Irascos para cuna de mesa eoutras
muilissimasgalantarias, tudo muito fino e
de muito bous gustos, asseverando-se a
quem vier ver o rict) surtimento
de Lisboa em pedra, ludo a pregos muito fa-
voraveis, com os quaes ficaro os compra-
dores satisfeitos.
: 'ara qoe i estiver de luto.
Vende-se na ra lo Queimado, na bem ro-
nhecida loja de miudezas da boa lama n. 33,
vollas prctas linas e ordinarias, ricos alline-
les, rii-as pulceiras, ericas rozlas, ludo do
meihor gosto que se pode encontrar e por
prego quo uo deisar de agradar aos se-
nhores compradores
Na loja da boa e
vende-se o mais barato
la
-..)
: i
No armazem de fazeodas da roa do Qucii <-
do n. 97, de Joo JOJ5 de Gouveia, ven
dem-'se as seguintes razendas, a saber :
Grosdenap'e de soda preta o co-
vado 2.--C00 e 29500
Sarja preta lavrada o covado 2-, :2;iU0 e i^SOO
Hita preta de lista o covado 24*00
hita hespanhola, o covado 2/200
Dita de seda ingleza, o covado -j-oo
Cbales de chaly de cores com lisias
de seda Jiou
Ditos de dilos le cores bordados a 10*000
Ditos do dito bordados a matiz a 11]~000
Ditos de casemira lisos a 4J500
Ditos de retroz bordados a 20000
Damasco de 13a e seda com i palmos
de largura, o covado a 3-SOO
Panno de liulio superior qualidade
e largo, a vara 800
Canga amarclla da lndia,muitolina,
p covado 300
lirim de linho branco.entrefino, a
vara a (00
Panno atoalhalo com 8 palmos de
largura, a vara 1-5011
Corles decambraias pretos rom ba-
rbados para luto 19600
Ditos de dita brincos bordados de
cor a 2;800
Cortes de collctc de foslao linos com
barra a son
Corles de casemiras de algodo do
bomgosloa l^sOO
Pccinhas le brcUnha de liulia de 6
jardas a 33OO0
Pccinhas decambraia branca bor-
dadas a 6800
I.eogos branros de cambraia de 1-
nho, a duzia 3/400
Chapeos de castor branco, fino, ca-
beca grande a
Ditos pretos finos, francez para mc-
f
'1
OCIJARDA.-UVDOS BRASILEtRO, 011 arle
'scripturacSo mercantil apropriada ao
commercio do Brasil : vende-se na rna la
.adea \ei!uiB. 11. PregoS'000.
;'...-'.:... -< mgi
' ." .-.."..;...-
.J ... ''" de Eduardo II, Wyall, ra do e :
ir-piche .Novo 11. IS. ha para vender : '.:'.
*J I piano forle, novo e elesante, de faliri- W
-..? canle afaniado em Londres.
Grasa ingiera 11. 7. de Dav & Marlin. *
Tinta deeserever do rabrieanlc Arnold. W
I inlas em oleo de varias core?.
Cabos .la Russia.
Cryslalleria.
Agurdenle de Frang em barril. -'
Vinho Seherrj dem. .... -^
Froclasem conservas ihalezas.
Papel para carias. :-.-
I.ivros para copiar dito ., '
Candieiroa de candelabros ile lirones,
Ajo .:! barra para nulas de carro.
Ellos pira carro.
Cliicolea para dilo.
. -. Helebioa .le onro cobertos datcoberlos.
'- -. :: a -. .?",.-''...,. .- ''
logos Je patent
11 ;lczcMleoiiio, desabnete edevidro:
rndem-seapreqorazoavel,em casa d;
AugustoC. de Abreu, na ra da Cadeia
lo Recife, armazemMi. 36.
.-! *'j&
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gala, assim como potassa da llussia verda-
deira : na praga do Corpo Santo 11. 11.
I&oiahos de vento
comhombas dcrepuiopara regarbortaselta-
xa ecapim : na fundirn de D. W. Bowman
na ra do Bru ns. fi. Se 10.
2 ARINHA
manhos polo barato prero de 10O, *2?500
* """ t\ 1 -"'''> i-juvui .i<,i re yifw BUrillDAnin ana scn-
Oueimado loja de pro exislc nesle estabelecimeno? nl'o deja-
ra de ter em que empregue inuitissimo bem
o seu dinheiro : na ra do .y.ieimado na
nem cnnhccida loja de miudezas da boa fa-
ma n 33.
Coifrb*de lustre marca de
castel;
Vendem-se prlles de couro de lustre le
muito superior qualidade a. preco de 4> e
?faoo : na ra lo gueimado, na bem conhe-
cida loja de miudezas da boa rama n. 33.
Ricas litas finas e. moder
as dos inejiores gosos
que se pocie eocoutrar
M vendem na loja da boa fama na ra do
jneimado n. 33e por pregos que n3o deixam
de agradar aos compradores, porque real-
mente se vende baralo e ha muilo onde cs-
colher.
Ta<-haa de fe ro.
.\a fundigao da Aurora em SaMo Amaro,
e tambem no deposito na ra do'Brum, logo
oa entrada, c defronte da arsenal de mari-
nha, ha sempre um grande sortimento de
lachas, lano 'de fabrica nacional como es-
trangeira, baladas, fundidas, grandes, pe-
luenas, rasas c fundas ; e em ambos os lu-
gares exislem guindastes para carregar'ca-
noas ou carros, livrea de despeza. O pregos
sao os mais commodos.
fEIDl-SL CAPACHOS
pintados, compridos c redondos a 700 e 800
rs.; na ra do yueimado loja da boa f.i/a
M. 33.
Para escriptorios e carto
ros.
Vendem-se resmas de papel de'pesn do
meihor que he possivel haver a dito in-
ferior pouca cousa a 3o f 35500, dito* aaouc-
te muilissimo lino a 4sl)0 ce, dito Jmaco
greve e marlim a 4>, dito almago muitissimo
bom a 3?200, dito de cores em quartos de
resma a 7U0 rs., crozas das verdadeiras pe-
IaV tu$ 1C" de lana Pcl Ji?1""'" Prego
de 15200, ditas muito boassedfser bico de
langa 500 rs., duzias de lapis muitissimo li-
nos a 320 rs., ditos proprios paTa riscar li-
vros a 800 rs., canelas de osso lomeadas para
peonas de av:o a 1:>0 rs., caivetes inissinios
de Dma a qualro lolhas a 1, 2, 3, 45, e ou-
tras mais cousas que se vende barato: na
ra do Queimado na bem conhecida loja 4e
miudezas da boa fama n. 33.
|M)ssiV(1 :
Grosdenaples preto muilo bom, o
ovado
CanUo preto muito lino, proprio
para luto, ocovado
(orgnrSo preto multo fino com sal-
picos, proprio para collctes, o
covado
Casemira preta lina, o covado
Panno lino azul, o covado
Lencos pretos de seda para grava-
la, meio lenco
Meias preta* de seda muito supe-
riores, o par
Casemira de qnadnnlios
muito lina, o royado
Cortes de colletes de
t
pelos
orles de colletes le Distilo
dios de ditos de dito lino
Ditos de ditos
ifooo
960
4-5000
J-OII0
3/000
1/000
29000
1/000
500
IjOOO
I/0

no
muiin superiores
i.rosdenaples le seda de lindas
coles, o envilo
'.tes de vestidos de fazenla de
seda muito linda
Setins lisos de cores, o covado
llantas pretas de lili', bordadas de
seda
Veos prelosdc fil bordados de seda
Cambraias adamascadas, proprias
para cortinados, pegas de 20 varas
Ditas para coberlas, de bonitos pa-
di oes. o co vado
e al,-,,, disto b.ium completo sortimento de
razendas finas e grossas, que vendem-se por
pregustao commodos, que ninguem deixa-
nida comprar; assrm como chapeos do
hule muito linos, que se vendem por me-
nos que em 00 Ir a parte : na ra do Queima-
na bem conhecida loja da boa t.
-2-000
18/000
800
11-000
10000
7/OO0
2C

*9 2 ti :,y
do n. 22.
v riTiS BE VELDDO.
Vendem-se litas de vellido prctas e de co-
s.estreiUs elargas, lisas.eab
re
lo bous
320, -ion
\ einle-se em casa de Sannders Brothers C n
pr.i.;a do Corpo Santo n. ii. a muilo superiore bem
conhecida arinha de Trieste, hi marcaprimeira
qoalldndeclMgada em 9 do crreme na escuna
aPreil.,em porpes grandes e peqaeoas.eonforme a
vontade lo comprador.
TAI XAS PARA ENGENHQ.
31a tndieae de ferro de D. W. Bowmang un
10/000 rus <.3 Brum, passando o chafariz, coniins ha
crias de mui-
,estos, pelo barato preco de 160,
500 e 600 rs., na ra do Queimado
na loia de miudezas da boa fama n. 33-
XAROPE
DO
bit ?*c>rE
Fni Iransfeiidoodepositodestc jarope paraa bo
liea de Jote la Cruz Sanios, na ra Aova 11. 5I
(arralas 5*500, e meias3J0O0, sendo falso todo
aquclle que naofor vendido nesle deposilo.pelo
quesefaz opreteiili avbo.
IMPORTANTE PARA 0 PIBLICO.
lara curade phlyaicaem lodi^osseusdineren
lessraos, queimolivaila por conipares, losse
MUuna.pleariz.escarros dasanaue, d.,.rdeeos-
adose peilo., palpa.;.!.. no'cora.;lo,coqueluche
brouchile, doma Ramanta, e' Indas asmoleslia
dosorg lo^pulmollares.
linios e lunetas de toda
S |!!i!;(ifi(!o's.
Vendem-se superiores oculos com armacSo
i tartaruga de todas as graduacoes a SSOtNI,
los muilo bous com armaerjes douradas a
Continua a estar fufWo o preto Jos
n 10I0 de talhos as costas e tprnozclos bo-
lados para lora, por causa de bobas, com
panos no rosto dos dous lados, suppoe-
se ter seguido u lugar de Jngazeira aonde elle
tem mu : quem o pegar leve-o a ra da
Guia n. 99, |ue sera recompensado.
Fugio boje o preto Joao crioulo.de esta-
tura alta e cara bexigosa, este escravo foi ,1o
Sr. Manoel Alilheiros, c depois do Sr. Col-
galo Jos Alfonso, he bem eonhecirJo pelas
suas continuadas fgidas, e ser Irabnlliador
de reflnacSo : quem o pegur leve-o a la la
Concordia n. 8. reDaeSo.
Me dia 6 do correte, 2 escravos, Isido-
no, crilo, que representa ter 30 annos, es-
tatura alta, corpo rlguhir, pernas grojas
pes grandes.pouca ou nenhnma barba los
poiem o verdadeiro nome he Malhcus. esta-
tura al ta. representa tep-50 annos tem os
aPn?aC^*,, ap acatas, quebrado de urna varilha, ambos
sahiram com a roupa doservigoque senao
sabe de que usam, lodos dous sahiram ar-
mados a elav.note roga-se as autoridades
lohcaes, capilos ic campo, queospeen-
dm ou lacan. prender, leva-Ios a sueVenho-
en..lnU^ t' ff!b,sl,ra Ant,,n' P. Brrelo no
e geni o Koduio, freguezia de S. Lourengo,
ou nesta praga, ruada Cadeia n 28, oue se-
rito generosamente recompensados.
rugi em 26 de fevereiro do correnle
a cabra fuarte, idade 40 annos, pouco ma,s
ou menos, com os seguintes signacs : baixo.
cheio do corpo, tem um signal muito repa-
rado em um dos pes, o dedo vizinfi ao m-
nimo fura do competente lugar, DOr ser
montado por cima dos dous que o cerca ni
roga-se
dos.
Fugio no dia 7 docorrente mez um es-
cravo cabra idade 20 a 25 annos, altura re-
gular baslanle esperto, he natural do Itio
(.ran, e do .Norte, e foi escravo de Ladislao
Iticos bonetes para cabeca lano de
panno como de ganga a 25000 e 3-000
Lh pata vestidos.
Vendem-se cortes de l&a para vestido de
muilo bonitos pa roes, o com 15 covdos
cada corle, pelo baralissimo prego de 5-ano-
3^o1add.\QoffrdoD2i'n"be,Dcon,,ecl:l,
Alcatro de carvo
Eonas de linho,
Esponjas.
arrogas.
4lgodolizopara saecas.
Diloantraneado igualan da Baha
e todas asqtia!:<
(!cs,.
es
Vendem-se
ricas escovas inglezas para
roupa, o meihor que pode haver e de nova
invengio a 3?, ditas fiancezis muilo boas
a 13, 1:500 e 2sO00, ditas para cabrio ioglc-
pas, cheio do corpo, conversa pouco, fui es-
cravo do finado Caetano Congalves da Cu-
nta, e fugio no mez de julho do auno pr-
ximo passado, suppi.e-se tchar agasalhado
por algueui, para as partes do su! desla pro-
vincia: a pessoa ue o apprchendcr, sera
gratificada com 100;000, que os recebera ua
occasifio da entrega do dilo escravo, no cn-
h
nU
a^saesugas
i
-

aria
e^D & Barreto, so Mo-
teiro
No deposito desta refinaria, na ra da Ca-
di ia do Recife n. 30. ha sempre assucar re-
finado de superior qualidade, lano em p
como em torroes e em p5es, por prego mais
commodo de que em OUlra qualquer parte.
Precisa so de um eonlraine.-tre, e of-
Gciaes le toda a obra, na luja de aifaialeda
ra do Vigario n. 21 : a tratar na ir- -na.
Vendem-se ou alugam-se brabas por lodo
prego, e qualquer porcSo, e garaute-se a boa
qualidade : na ruaida Cadeia lo Hecife n.i".
Vende-sp ojengenho Larangeiras, dis-
Unte da cidade do Sanio A.ntSo legua e
meia, muito-bom d'agua e cope-.ro, com 3
acudes para moer mais de 4,000 pSes, com
boa casa d-.- cugenho e de purgar, de viven-
da e ue estribara, com boa dislilacao do
agurdente, a qual se vende toda na porta,
I bom cercado para mais decem caberas, com
urna safra para se moer este anuo de 2,500
a 3,000 p.les, e de mandioca. 0 teireno nao
pode ser meihor porque he muito frtil, e
la ludo quanto se planta ; quem o quizer
comprar dirija-se a ra larga do Kosario u.
36, lerceiro andar, que achara com quem
tratar; ou no mesmo engenho.
- Vcolem-se tres barris com 16galies
dsazeitedoce cada um, prsgo commodo
por ser ordinario, proprio pain luz : no ar-
mazem da ra de Apollo n. 13, de Valengai
Aiituncs.
\
Na taberna grande ao lado da i:
ledade, vcndc:n-se saecas grande
1 to novo, por preco commodo.
Aigotlo moiistr .
chine, ha
a-
roja da So-
com ml-
para .:sle mercado
-
,, ...
ludo por prego rummodo.

J .',,:, I?
je fze.ndasproprio ?"""? ~-"1'e 2-r ditas para den-; genho Cuigahi daVomarca" de Pao d'Alho
les inglezas e ranoezas a 400, 500 e 600 rs.,; ou no Recife, na ra da Cuia ... 64, aegnndo
tas pan, unhas dila dita a 240, 500e I, e'andar ; tambem se gratifica,a a quemacr
l ,,.<.; r,''''S1m:'!S ba.r*l8S' "lue tud0 "e i nolici,, ,l" ",cia0 c"vo com 50S0U0.
a do ueima.lo n. h-m h--l_ Ktte0 dc ||0rdo do bh bta;iIeir
v
ra do Queimado na bem conheci-
da loja re miuilezas da boa faina n. 33.
VINHO DO fino (ENDINO.
\cn.lc-se oplinio vinho do Porln em barris de
ipianoe oilavo, por prere razoavel- na ruada Ca-
li aumann de! dla do Recife u. 1:1, escriplorio de' Bailar & Ola
Em cus 1 de RabcSchmcllau V Companhia,
ra la Cadeia 11. 37, veudem-se elegantes
piano
Hamburgo.
IIC
pe-
D
0
S
i/ende-se algod'o monstr, com 8 palmos
de largura, milito propiio para toa I has e
lengoes, pelo diminuto prego de 600 >s. a
vara: no loja da boa !, ra ao Queimado
11. 11.
' ouro, le patente ingle/.
1 de Itoslron llooker
luinado largo do Corpo Santo u. 48.
N. O. I: tber companhia, ra
vendem-se no
Si Companhia,
da
EmcasadaTimm Monaco lv Vmassa,
praca do Corpo Sanio n. 1:1, ha paravondei
um sortimento completo de livros cm
franco.
Cruz n. '., ven lem :
lonas da llussia.
dem inglezas.
UiiBZlo.
Briajs .11 llussia.
Km casa de Timm Uonsen AVinaSsa, "so^aMsiccos i>
praga do Corpo Santo n. 13., ha para vender
alguns pianos chegados no ultimo navio. fa.] -sucar.
da
caberlos e descoberloe, pequeos e Brandes, dr ouro,
palele inalez, para homein e scnlu ra, ue un. iios
inelliorej fabriranlcs ue 1 ivrrpoid. viudos pelo ulti-
mo pa |uel inglez : -m risa de Soulhall Biellvr k\
Companhia, roa do Forre n. :is.
Balti:
>ieu s *Le toda i
d 1 des
\ endern-i- muilo b.;as nu ias le seda par*
las o brancas para senlioras pelo barato pre-
de 2.50O, .lilas de laia para ;;. Iresa 11800
vende-se
inhia, rua
(1- mais heniacaba-'oc
.le pa- I
lente inglez .pie evi-lnm no mercado;
a venda no armazem le Rostrin
l'ooker \ t.., esquina do largo do
Culpo Sanio u. Sf)
Vende-se paingo muito proprio para
canario do imperio a 100 rs. ajibra: defron-
te da ielaciio 11. 28.
i ditas de lio dr Escocia pintadas para bomem
em casa ',:';u "alissimo progo de 400 e 500, dila
da Cruz l,rancs e cruas ara hor.,em a 200, 040 t
280 rs., ditas pintadas brancas para meui-
. nos a 240 e 300 rs ditas brancas, linas para
IlltO l>aratO, meninas a 2*0 rs., ditas b>ancas para ser
Vendem-se duzias de taras c garios deca- 'oras a 240, 300 c 400 rs., .1 tas pretss de
I ira saceos de assucar
Je N. O. Biebcr > Com
n. V.
re
Melampo, na noite do dia 8 do con ente um
nsgro de nome Marcelino", nagao Cabinda
altura regular, secco do corpo, roslo com-
pndo, barba serrada e cria suisat|eom lalta
de denles na frente, e consta andar vestido
com paleto, e calgado : quem o pegar levcii
a bordo do dito navio, junto ao ca.-s do I'a -
seio Publico, ou a casa de seu consignis 10
Slanoel Alves Guerra, na rua do Trapiche n
14, quesera bem recompensado.
Ainda conlinu'a a estar fugido o preto
crioulo, de nome Schasliao, rom os signacs
seguintes : he quebrado, fallo le denles na
parle superior,altura regalar, barba pOuca,
be muito cortez ; levou camisa azul e raiga
de chitas, foi visto ha lempos no lugar lo
"3 (r'i'' 'arnal,S donde he lillio ; desrunlia-se s-
I lar nesse lugar acoulado : pedt-se as auio-
ndadea.policiaes e capiles de campo que o
apiierrendaiii e Icvcm-o a rua Oireila n. 20
que se recompensara bem.
Fugio oa niairhja do dia 5 do mrz pici-
Simo passad. um mejialinho de idadede 10
annos, de nome SelRrsliao, c'.r Iricueira ca-
belb s earap'nhos a avermelhados. mito e
pes bastante grandes o grossos, IcinV s re-
gulares, e robusto; levou camisa e ralea le
algodSo listrado de azul, foi visto motilado
n'um cavallo em um comboy de sssuc
bo de mai :-i
ditos
de
unido a estrada lo noili
M
00a qualidade" a U>-, ditas VgSi">* Pa"[cs -"ras mais 1,: em a gun, geTl of row-'e'a'trst
de cabo de balango muilo Gnas 6/, Qtactoi que se vendem baralo na rua do das as autoridades polici.es e SpiWea de
dftas ditos1 cabo roliCo e oitavado a 3, du- uze'madbo "bme '""I'',CC'J ^ ampo que,,.....irehendam e !!T ,2
ziasd.-c Ihci.is le metal principe a 3? e 63: dezas dd boa Uma & | senhor o llr. I ilippe Lopes NeUe>, ;l rua \.
ditas de metal mais ordinario a 800 el>4O0, CERA UE CARSACBA. va n. 6, que serio generosamente rerotn-
e OUlras multas cousas que se vende barato, 1 Vende-se cera le carnauba oe boa qoali- pensados,
na rua Jo Queimado na bem conliecida loja Jade : na rua da Cadeia do Recite, loja j_______________________________________________
de miudezas da boa fama n. 33. in. 50. 1 PERN. i 1 VI'. DE 41. 1. UE IAKIA I857~

ILEGIVEL


Full Text
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