Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06658


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Full Text
ANN0XXXI1I R. Ii7.
Por 3 mezes adiantados AjJOOO.
Por mezes vencidos 4^500.
(HARTA FRA M DEMARCO DE l7.
Por anuo adiantado 1S|000.
Porte franco para o subscriptor.
f
l-.\t:AiU\t.AlrOS DA SUBSCRIPCA'O no NORTE-
Ptrahiba o 8r. Joo Rodolpho Gome: Natal, o 8r. Joa-
quim I. Pereira Jnior: Araeatv, o Sr. A. de Ltm0 ""* 1
Cear, o 8r. J. Jote da Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquina Mar-
que! Rodrigue ; tMauhy, o 8r. Domingoi Herculano A. Pessoa
.eareoae : Para', oSr. Justino J. Itamoa; Amazooat, o ir. Jero-
njmo da Coala.
PARTIDA DOS (JORRSIOS.
(.linda : .arfa* ose1lai,t neaaaii horas 4o dia.
Iguaraas, Goiaaaa Parahiba : as Mgaada* e saitaa-fainia.
S. Am.....Helare*,*. Itirr.l-.. Cruaxi, Altuilio t.,ir.u.li,iii.: na n-rca-lair.,
S. I -.ur.-n .. l'eo-.l'Mli.i, ItiuMk, l.ia,.,.-ir.>, Brcju. l'.-.qn.r.,, la
aira. Floreo, Villa-Rolla, Boa-Vala, Orinan K\....... ajaaru<-Mraa
labii, Ipoieca, barlaUeai, Rio-Foraauso, i m Itarreirua, Agaa-PreU
Piaiealairaa *iaiai : ^ajlaua-falraa.
(Todo* oa aorreios parten aa 10 hocaa da manli."...
AUDIENCIAS nos TIUIH.NAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio seguadate quintas.
Relacvo ; tercat-feiras e tabeados.
Fazenda .- quartaa e labbadoi ai 10 horaa.
Juizo do commercio : segundas as 10 tiura e quinlai ao melo-dia
Juixo de orpbaos : aegundaa e quintas as 10 horaa.
'rimeira vara do civel : segundea a senas ao meio-dia.
Segunda vara do civel: quartaa aabbadosao meio-dn.
i'.i'ii i'.Mi:i;ihi s ni. Miz DE MARCO-
3 Quirto crescenle as 2 horas e II minutos da tarde.
10 La cheia a 1 hora e &K minulus da farde.
18 Quarto minguante as 6 horas e 41 minuto dt manhat-
'& La nova as 8 horas e 9 minutos da tarde.
PltEAMAR iil. llo.lE.
Prirneira as 4 horas e .30 minutos da tarde.
Segunda as 4 horas r -, i minutos da uianha
IIIAS HA SEMANA.
9 Segunda, s. Francisca Romana vinv.
10 Terca. S. Milito na. : Ss. Drolhovio e Athabi ab.
11 Quarta. Ss. Dandido, Hcrarhu c Jolino .Mu.
22 Quinta. S. (iregono Magno p. doutor da igr.
l.'t Sella. Ss. Mardoniio e thrisiina v. Mea.
II Sabido. I* Mailiil.lt' raililia : s. Alrodisio m.
15 Domingo. 3. da Ouaresma S. Henrique Rci.
ENCARREGADOS IA SI lis lili- ,\> WHL
Alagoas.o Sr. Claudino Faleao Das ; Baha, o Sr. D. Duprai
Rio de Janeiro,o Sr. Joo Pereira Mirtini.
eh i>i:hn.\mih:o
O proprietario do DIARIO Manoel Figueiroa de Faria. na aua
livrana. (iraca da Independencia ns. 6 e 8.
PARTE
QOVERNO DA PROVINCIA.
Deiparhos do dia 7 de marro.
Francisco Xavier Carneiro da Cuuhu. reqnerendo
licenja para entinar p.rltcular primeiras lellras.
A informar ao director geial da inslrocjSo pu-
lilico. ... ,
Franciaeo Leopoldo de Soom Lisboa, segundo sar-
gento da guarda uaeiunal do tiente, pedtndo dispen-
sa do aquarlelamentn.Foi negado, visla da in-
formaran do Es.ni. geueral c nimian lule (las ar-
mas.
Irroandad* de Nossa Senhora do l.ivramenlo da
freguezia da Varzea, pede que se mande correr una
parle da loleria roucedi.la a favor das obras da re-
ferida igreja.A informar ao llieaoureiro das lote-
ras.
Joaquim Francisco o* Mello Santos, secretario da
repartirlo das obras publicas, pedindo ser aposen-
tado.A informar i directora das obras publi-
cas.
Josa Joaquim de Lima Jonior, deienhisla da re-
p.trtir.ui das obras publicas, pedindo pagamento de
aeo ordenado.Mandou-se pagar.
Jos do Mello Albuqnerque Montenegro, lenen-
In-quarlel-meslre do balalhao n. "> da guarda na-
cional de Barreirns, pede guia para o 3. ales-
te municipio.A informar ao rniiimandanle supe-
rior da guarda nacional do Ri" t'ormoso.
Joaquim Josa de Santa Anua, recentado, quer
ser posto em liberdade.A informar ao Sr. chafe de
polica.
Joaquim Antonio Pereira, pedindo titulo do ler-
reno de marinha, na Iravessa do Lima.A infor-
mar i Ihesouiaria de fazenda.
Mannel Filippe do Moule, professor publico de
primeiraa lellras de (tuangy, reqnerendo o feroe-
rimenlo de olijcclos para a referida aula.A infor-
mar ao director geral da ioslrucjao publica.
Miguel Arcliaiiju Miudello, professor publico de
pnmeiras letiras, pede o pig.ment de seu ordena-
do sem descont algum.A informar a lliesourana
provincial. '. ._ _- Maria Filippa de Jess, reqnerendo qae"sf|a"a miltida no collado das orpnaas, a menor, lilba do
fallecido Filp>e Antomo.A informar a adminis-
trado do patrimonio de orphaos.
Manoel Viceote de Araujo, visado, queixando-?e
da cmara municipal desla cidade.A informar
respectiva cmara.
Manoel Gamillo Pire-, qnexa-se do administra-
dor da recebedoria da mesa de rendas internas.
A informar Ihesourana de fazenda.
Maria Joaquina do Nascimenlo, pedindo a entre-
ga de seu filhn llorlulano, educando do cnlle-
gio dos orpklof.Maudou-se entregar o referido
menor.
Provincial do convento do Carmof reqnerendo
que seja eucaroinhado an giivi-mu imperial um seu
requerimento.Mandou-se s-llar a certida-i.
Simpiiciu Jos da Silva, recrulado. requerendo
licar em custodia por vinle dias.Concedeu-ae.
SeraphimMartina da Rnclia.pede que seja relaxa-
do da (.ris.io em que se aclia seu lilho, Jos Mar-
luis.A informar ao l)r. ebefe de polica.
Officpado ciiefe de policia, pedmdo que se mande
pagar o iluguel da rasa que serve de quartel na ei-
dade dajioianna.Mandou-se pagar pela lliesoura-
ria de menda provincial.
pente Ramos e Silva, faltando o Sr. desembarga-
dor Villares, o Sr. presidente abri a sessilo, elida a
irla da ultima lie approvada.
Nao havendo julgamenlos e nem revisies encer-
roo-se a sesslo.
BXTERQR.
ROMA.
Do nusso correspondente.)
Na quarta-feira pela manliaa, 17 de dezemhrn, o
capuchiuho fre Luigide Trenlo, pregn seu terceiro
erin.io de Advento no Vaticano perante o Papa e os
Cardeaes.
Na quinta-feira pela manliaa, um solemne Te-
Deum em accilo do graras, pelo favor ultimamenle
concedido a el-rti de aples, foi cantado na igreja
de Sania Maria supra-Minerva. O cardeal, hispo
de Frescali entooii o h\ mno de Santo Antonio, que
foi cantado pelo coro do Papa, e a ceremonia con-
dujo com urna liencao do Bemdilo Sacramento.
A irma do rei, rom sua familia a corle, e a do-
quezade Saxonia, eslavam presentes as reaes tribu-
nas guardadas para ellas. Alina, disso, os cardeaes
e ministro de estado, todo o corpo diplomtico, o
general francez commandame do ejercito de oceu-
pl(0 e sen estado-maior, muilo dos principes ro-
nmios, e muitos visilanles eslrangeiros de gerarebia
assi-liam a ceremonia. Todos que gozavam de al-
guns ttulos ou decoraroes da crle napolitana, em
granta numero appareceram em grande uniforme.
Os prelados que sao subditos napolitanos vergaram a
i manlellclla dislinclivo das suas jerarchias, e
collocarain-sc ao lado dos superiores das differentes
nreus religiosas. Em geral, era um espectculo
brilbaute e sensivel. he una agrailavel demnnslra(ilo
desvmpalhia mostrada a el-rei Fernau'do, pelas
mais alias aotoridades ecdesiaslicas, militares e civis
em Roma.
Logo que se acaban, lodos corre rain a Puma de
Spagna p ira ver o fu*le da columna crecida no pe-
destal ; os tralialhadares ao numero de 221), j la
eslavam esperando as ordeni do archilecto Cimmen-
datore Polelti ; (irepararam-sa para os arduos trxba-
Ihos, ouvindo iiii".i no aliar da Immaculada Con-
ceinlo na provima igreja de S. Andr, e, ao soar 12
horas, apresentaram-secm i'iazra. Perlenciam lodos
publicas,em marmore Scalionola,um eiacto modelo
do monumento, como ser quando e-iiver acabado ;
he n'uma escala 2 vazes mals paqueno do que o ori-
ginal, e be minio admirado como am Irabalho de
arte. Ha de interessar a algnns dos leitore* o saber
que as copias em miniatura de bronze ou marmore
e as pinturas pbolographicas hito de brevemente ser
procuradas. O primeiro pbolograpbo, Mr Ander-
son, foi eipressamenle mandado pelo governo, parn
pholograpliar o andairoe aulas e depois da execu<;lo
do fusle ; he de epcrar que elle seja permiltidodis-
por de algumas provas do seu inleressanle Iraba-
lho.
No sahbado, 21) de dezembro. hoave urna orde-
narlo geral em S. Joan de l.ilr.i i, emjque o viga-
rio Cardeal promoveu 12 a tonsura, 2:1 a nrdens
incluir-, 18 a ordera de subdiacono, 1V a ordem de
dicono e I padres.
No domingo, 21 de dezembro houve urna capella
papal em Sestine, onde o papa e o sagrado collegio
assisliram. Mgr Bedini, arcebispo da Thebns, pon-
licou, e o procurador geral dos carmelitas pregou
um sermao em ltiro.
II 'Mein de manhaa padre Luigi de Frcnts prego!
o ultimo sermao de Advento no Vaticano.
Sua Sanlidade nomeoii cardeal Azzurri, vice-pre-
-i lento da Academia de S. Lucas, para succeder ao
fallecido commendador Canina, como architecto-as-
sociado a Universidade Romana-
O pretil do azeile, ja la o subido, tornon a subir
desde a semana passada. A careslia he geralmente
allribuida tanluaos effeilos de grandes especulares
ii un miiilo limitado mercado, como na acloal fal-
la. Para remediar esle mal, o cardeal secrelario
de Estado publicou um decreto aotorisando a im-
portarlo do azeile.
A etportacao continua prohibida. Os seus leilo-
res inglezes hio de apenas realisar na proporco
em que o azeile he empregado na cozinha ita-
liana.
O esludo da arla chrisuia e antiguidadei acabou
de soflrer orna grande perda pela morlo de frei
Martin, S. J., o autor das Missellamas Archeolo-
gicas o e Junio com frei Cohier, S. J.) da Monogra-
phia da calhedral de Burges. Morreu un Ka ven na
no caminho de volla para Roma. Frei Marlin jnni,.va
ao sen grande conhecimento scienlifico d'arte um
tographos dos soberanos, e eiprtsies dos sub-i conferencia. Agitou-se a quesillo de saber qual proiimo. O prembulo polo a'frenie do decreto
di[n, ra' a Mal- qua deva ser a sede da conferencia : lie e\pfie ns motivo, que levaram o governo a esperar
Enlre estas, havia um dos negociantes inglezes
Paria. Ilir.em que lera' lugar puramente pro fur- que a trauquillidadu fosse restabeletida na situaran
ina. Todos os pontos primitivos serAo regulados de potihea do paii e nos espirilos, para que as opera-
*m aples. A imprensa protestante, que guarda anlemilo. A me liaro da Franja em lod cta dif-' roes eleiloraes se podessem realisar com loda a ma-
uma i.hi eslreita viga as prisdes napolitanas, aiuii- fereuc, leve por lim conseguir a independencia de dureza desejavel, e sein crear urna agilacAo e urna
ca deu noticia de um decreto de 27 de novemhro Neufcbatel. pela renuncia de el-rei da Prussia aos nova complicacao. O governo foi alias obrigado a
,.._,, a. ____ i.i .;. direilos qae os Iratados Ihe conferem, sem se pro- proceder anlecipadamente a' reconstituirn das mu-
reformando e mell.orando as prisoesem Calabria ,, lmrl,r ,od.lvi Sllbre ,......|.,,es qUe a l'ru,sia ..idealidades q,le ..,, u,n dos alenlos fundamen-
por esle decreto as priii eH.lo posla debaixo da pedia juntar a sna renuncia, a preUndealea que nao laae do mecanismo dos clemeulos pelilicoa, e que snb
espiritual direrc.no dos Jesutas, um dos qoaes es- sito alias para a sua coma, lenAo iiiih fonle de em- o rgimen (Herdenle liuham sido em mu.tus lugares
tara sempro na adminiatrajao ; e as vigas femini- b'raros e desgo-l..., sem compeiisarao, a que ton substituidos por mmm.sses municipies.
conlra si a uadiro/.a das eonaaa sempre mais rortes do A oxposir.io dos motivos deixa tambem entrever,
que os direilos .uell.or eslabelecidos. para a poca da reunan das enres, uin completa de '
Anda se se tralasse s-jinenle de decidir a renuncia medidas quo aerflo o complemento do |)Riisameuto
de el-rei da Pruss.a aos seus ilireitos, lalvez uilo i do gabmele.que se orrupar.to com diversos ramos da
honvesse temeridad em dizer que ai resoluces es- ', alinniitraro pblica, a inslruccilo e o bem eslar
lio assenladas de anleinao.e que esta nova conferen- das classes necessitadas. O governo esla' preparan-
cia qoasi que si', lie rnnvocada para ealabelerer e ; do un trabalbo acerca da organir.lo la admiuislra-
consagrar de ama inaneira olflcial,ajustes ja conclu-I cao rivil. Aguarda tranquillo o grande momen-
nas confiadas s irmitas de caridade. Tal superin-
tendencia ser urna ampia garanta para os calboli-
cos do estado das prunas e volitados do rei.
> recepcOes do advento eslAo acabadas ; a
docmbaixador francez na uoila passada foi a ultima.
Roma continua a encfyer-se de gente, e ha um nu-
, The Tablet.)
CORRESPONDENCIA DO UIARIO DE PER-
NAMBL'C.
Paris ilcrisla puHUc:
A queslo do Oriente.A questao de Nenfchatel.
A quetan italiana. llespanha.-Portugal.
A paz se universalisa presentemente : o negocio
do Oriente foi regulado de maneira que nao sera
mais agitado. O negocio de Neufchalel (aml>t?m te-
ve i mesma orle ; altingio o seu termo natural, e
se algumas pessoas dovidam que saja em Pars que
tenham lugar as conferencias, ao menos Inda a sen-
te asta convencida que eslas conferencias so lero
ugar oro forma, e que ija, -..-raras a Franja, um
ajusta conveniente a todas as partes prnposto e acei-
to, s exigira a ralificaca'u pro faria pelas polen-
cas que ja assignararu o protocolo de iK.>2. Os
negocios da Persia eslo em va de ajuste, e aera du-
vida n,1o lardarao a adiar uina soiurau em um tra-
tado de paz, em qua ja se falla. Resta somente o
deploravel oezocio de Canijo.
A 7 de Janeiro, as conferencias de Paris lermina-
ram os seus trabalbos, e como annunciamos pela
ultima vez, osesforjos da diplomacia liveram um
mais formal quo el-rei da Pruss.a nSO conlraliio I medidas.
compromisso algum deste genero. Mas anda quan- A siluarao da Calalu.iha vai melhorando lodos os
do livesso ello'contrahido compromissos, lem dc-
veres a cumprir para com o subditos de quem vai
mero extraordinario de astranpeiros, como nao ha | dos ; maaos jomanprussianos declaram da manei- i lo elciloral, confiando na energa r prudencia das
lembranja. Enlre os ultimo- chegados conlam-ie o
marquez de Solidan, Mr. Filyclarenre, Mr. e l.ady
llenrietla .Morant, l.ady Marianna Alfoid, conde e
condessa de Somera, e Mr. Monsell M. P. Pare-
ca haver muitos ofliciaes da Crimea e novos casa-
dos ; os seo? leilores reconheeerao mais de am na
'isla ja ilala.', O seu correspondente deseja-Ihe mui-
lo boas fe dias, e as rommuniroes particulares d.loa pensar que
o momento las eleiroes rhegara' no meio de urna
separar-se, o,ao pode esquerer o que deve ss popu- Iranquillidade geral. A reunan das cortes comple-
lajea que llie deram peithorc* lio evideoles del".- la a publica de Narvaei, rullnra.nlo o pau na estrada
dpfldade, e enlreg-I-l-s sem garantas a' lyraii.ua
"de am governo, de um partido que boje pode ser
cheiolieJasJescoufianja.
Na Rafia, Francisco Jos termina a sua viagem :
a 2 de Janeiro assuniia em Muao um decrel i de
amnista,,que se exlende a lodas as condemnaees
pronunciadas na l.nmbardia por crimes c delirios
polticos : tndus ns (irocessus pararain inuneiliala-
inenle, e o tribunal especial du Mantua foi diaaol-
regular e moral. Fli.lre as reformas que sai Bftner
daiBi para se prodaur.esta oeeaiiao, eiiale u.na que
tocara as propr.as curies, mas na qual o governo
desoja ter o concurso dcllas.
Trata-so ilo regiment interno deete assernbla,
procura-se o meio de dar as suas dctiherarps mais
peso e autoridade, afastando, tanto quanlo for pos-
sivel, Inias as occasies, lados os pretextos de efeaaj.
lelos irrilenlet, como os dos parlamentos preceden-
vido. Lina alegra sjmpslhica saudou este acto que les. se as novas corles ,omprebender?in o seu lem-
brigada de homens ilestinados a apegarem fogo, e
erara commamlado. pelo coronel duque de Sermone- H" "ka "Mper'cia P'atca e goslo. .Foi archilec-
ta, tao bem conbecido pelos bellos designios acerca l0 'ealganuut igrejas parochiaa em Franja, e Tor-
dos enfiles elruscos; estes homens tinbain sido es-
colbidos com especialidade, pela destreza em mane-
jar as cordas e os anillos. O Piazza estava cheo
de genle de todas as classes, e quasi de todas as lia-
rnos, e Indas jaoellas que.dominavam a scena, es-
lavam oceupadas.
Mgr. Miles)!, rolDlilro das obras publicas, com
Ollicio do director das obras publicas, apresen- muitos cardeaes, eslavam na Propagaoga ; a flava i
(ando o qrjam-nlo da conclusUo da obra dralo do
Sul da casa de detenjflo.A infirmar tbesoiira-
ria provincial.
Dito do general comman lano das armas, apo-
sentando para ser deferido n requerimento do l-
ente coronel commandante ilo nono balalhoj
de infanlaria.A informar ll.esourara de fa-
zenda.
O mesmo. incluso o roquerimenlodoajudanlc Joa-
qun Antonio Dias.A informar a Ihesourana de
fazenda.
O mesito aprsenla o requerimento de I anci-co
Alvea Peiiusa.Mandou-se pagar pela Ihesourana
de faxeoen. """
O mesmo, apresentando o requerimenlo do capi-
lto Francisco Antonio de Cnrvalho.Mandou-se
pagar pela lliesourana provincial.
RECTIFICACA'O.
No expediente de 2 do correle do governo da pro-
vincia, publicado no Diari de ti, escapou um erro
lypographico que convem corrigir agora, que somos
delle informados, e recebemos ordem para iaso. O
Sr. bacharel Ignacio Joaqun, de Souza Lele r,a> foi
nomeado delegado de polica do termo deSerinhaem,
mas mu primeiro sopplenle.
COMHANDO DAS ARMAS.
Qaanel geaeral do commaado daa armas de
Pernambuco na cidade do Recite, em D de
oaarfo de 1857.
ORDEM DO DIA N. <32.
O general comniaodanle das armas faz publico,
para conhecimenlo da guarnirn c devido elleilo,
que em virlude do dispnslo nos decretos ns. 1,S77 a
1,881 de :ll de Janeiro prximo lindo, osSrs.com-
maudantes de corpos, companlnas lxas em gnarni-
ijo nesta provincia, e mais repartices militares,
Iratem de oiganiaar suas lolhas esperiaes, as quaes
ahonarao o accrescuno das eta|irs, forragens e mais
gratificaces de eiorcieio a que liverem direilo os
ofliciaes, de conformidade com os mencionados de-
crelns.
O mesmo general declara mais que, em data de 4
do correnle, assumio o cargo de director do arsenal
de guerra desta provincia, que por decreto de 'i de
fevereiro prximo prssad > fra nomeado o Sr. majar
do e*tado-mai'ir de prirneira rla Bricro, regressando o Sr. major reformado Jos An-
lonio Barbosa, que uterinamente exercia aquelle
emprego, para o de ajudaule, e o Sr. lenle de
es'.a l.i-in nor da segunda clase Jos Ignacio de Me-
deiros Reg Monteiro,. no excrcicio em que eslava
o servirlo do laboratorio pyrolechnico.
Assignado.Joti Joa'/uim Coellr).
rainda de lesinnb i o ns ministros ostrangeirns, es-
lavam na cmbaixaia hespanliola ; loda a genle pa-
reca estar observando al o ultimo inglez rbegado
neceu granrfe numero de desenhos.
Frei Garroeci S. J., de Paris, ISo conhecido co-
mo archeologo, est em Roma fazendo algons exa-
mes locaes, e csl vivendo com os padres da (levita
Citholica ; a sua ultima edicao do Macario das an-
tigs pinturas e esrulpturas em Ruma, merece om
lugar na l.vraria de lodos, que se interessam pelas
anliguiilades cl.rislaas. E qu/ui *e nao inleressrr
desdo a publicacan de Calisla e Tablota '.'
Frei Kllieri:"- es(a agora na sua convale^cenca, e
frei Claker esta se restabelecendo da febre gstrica,
ao Europa Huid. Pa-sou-sc iiece^ariamcnle algum aeale enl3o o temdelidnem Roma. Mr. Waller
lempo emquanti) os homens se puntiam m ordem j Tempes! lataben e.la* muito metli ir, posto que por
nos seus res.|,;ctivos pnloa ; e qaando o povo se ina- | alguus dias a sua vida eslivesse srm esperanj-s.
ravilliava ruante do grande maleiru, poslo na plila-
roes. A Russia abandono Bolgrad. Anda mais,
abandona TabaL : a liul.a de demarcacn que se
desviava precedenlemenle do 'valle de Tiajano,
rnnlinua a seguir at o rio Valpouk. esle auligo
limite romano : a Kuasia (orna em compeusacao
nm territorio tambem efenso situado no alto Val-
pouk. Pela -o i parla a Porta obleve nao s Bol-
grad e Tabak e a liba das Serpeles, romo (amboan
o DeMa do Danubio, Icnilorio que lem um
valor de prirneira ordem por causa da sua siluacao.
Esle esoltadn llovido principalmente a iniciaciUi e
...fluencia do gabinete de Pars, unta vez nhlido,
devia segnir-se una roiiseqiiencia neeessar.a, a ova-
cuacilo dos territorios e das aguas anda oceupadas,
ou pelas Iropas austracas, ou pela esquadra iogl a
a ocruparlo nAo se [i, lena prolongar alem do ter-
mo fizado pelos actos do congresso dt Pars, s nao
sobo pretexto das demoras occasiona,laspela demar-
rac.jo, n i llessarabia e pela contesujao relativa a'
illta das Serpentea. No momento uto que eslas dual
faz'a ii.aior honra ao joven imperador, que pro-lu-
zira' entre as cortes de Vienna e de I' ir mu urna a-
proximacAn, e que talvez influir' soure a situaran
iao obstinadamente mantilla por el-rei de aples
nos seus estados. Esta viagem be alias mais do que
um successn italiano, he um successo poltico so-
bre o qual a Europa inleira lem os olhos lixos. l'o-
de-se pre-entir qual sera' para as possesses italia-
nas da Austria o signal de urna reforma governa-
menlal : A Crresponilcneia .luslrlara, jornal se-
po eo seu paiz, Irabalharao |.ara a grandeza e par
a prospcridaile da narflo, oblerao resultados real-
mente efferlivos. Durante as ultimas semanas, l>.
Isabel, a ra.nba, esleve doente, mar ja se ada resla-
belccida.
Em Lisboa, a eeiflo das cortes de 18">7 foi aberla
por el-rei D. Pedro V. : como a durarn dominis-
lerio se arbasse mais que compromellida, aguarda-
va-se corn impaciencia a presentaran dos seus pro-
jectos, mxime relalivamenie as linaoca*. O ear-
mi-oncial ,'iageiii, urna especie de programma da poltica que
o governo pretende seg-jir a respailo das pnpulaces
Italianas : a mouarchia austraca, diz ella, he um
estado polyglollo, e ogoveruo deve tender a respei-
lar e proteger lodas as nacionalidades : o elemento
nacional que se distingue na Lombardia por suas
eminentes qualidadc- sera' smpre respetado pelo
governo lauto quanlo for possivel por as suas ten-
dencias em rel.ir.io com a alta missao que a mouar-
chia milil ir be chamada a preencher.O texlo do
plenu Iriumpbo, pnzeram fin. a lodas as contesta- i1 ne Vjenna he, como se v, mu vago, mas a
le Saldauba vir-pn>sidenle da cmara dos pares.
Os rondes de Sonta e Fuello sub-secrelanos. O
Sr. Franrisco Carvalbo foi nomeado presidente da
cmara dos deptitados. e o conde Samodaes e Firrni-
no da Ir.ndade secretarios. As du .s cmaras de-
pois da respectiva constituirn e dos trabalbos do
vol de graras,' devem oceupar-se com a quesiao do
jaramente politiro : pretendan sustentar queso de-
ve ser considerado como urna forni.d.dade recala-
menlar da airada das cmaras, e por consequeuea
revogavel ; ha depnla-tos que lerna eleitos pelos
partidarios do antigo rgimen com o mandato espe-
cial de agitar a queslao, e defeude-la a lodo o tran-
s. Pelo contrario, os liberaes ronsideram esla
los seus irmitos pora esle posto im- i questao como ronsliluliva, eprelen lem que porcon-
< sequencia nlo ha .(aquellas que podem ser resolvi.ias
por una legislatura ordinaria.
TRIBUN Ala DO COMMERCIO.
SKSSO JUDICIARIA EM 9 DE MARi;0 PE 1 8">7-
Presidencia do IC.r.m. Sr. desembargadnr
.Souza.
Ao meio-dia, prsenles os Srs. desembargador
(lituana, e dcpolados llego, Baeto, Lemos e sup-
FflLHaTM.
m SE(l\l)\ 141
_ POR MADAMA A.NT01NETTE.
Perdoai as nossa dividas, assim como
nos perdoamos aos nossos devedores.
i Oraran dominical.*
( Conliuoajao. )
l'm anno passoo-se as.un. A segunda mulher do
armador dera urna iraalaxloha a Bertba com grande
(rezar de Marianna, a qual leria preferido um me-
nino.
O pai j i na.) necupava-se muilo com essa pohre-
ziulia, dizia alia comsig.i. e agora que lem onlra li-
Iha ha de abandona-la inleiraraeel. Mas eu hei de
ama-la por dona, aereaeenlavq afapando a menina,
a qual liabaenllo qualro annos, e i -la sua inlclli-
geocia c genlilna, leria sido a ategri e o orgullio da
mAi se esla inda liouvesse existido, aaain como era
a alegra e o orgnlho da .na, a ......nijnmi, amava.
C.epellindn os diaiilamenloa e as caricias dos nnlros
criados, ella dava gnlos agudos logo (jll(. Iculavam
separa-la, anda que f'sse por um momento, de sua
querida Marianna.
Fma preferencia liuvoitsvol da parle da filha do
amo augmentara aindamis o lidio surdo q.......
criados da casa Limery nulriam eir s"u eorajSo con-
lra sua companlioira, cujo nico erime era ser nimio
superior a elles pela sua nilureza e pelas sua. mn-
neiras, bem que nunca h.iuvasse procurado fazo |s
enlir e.sa sup-n .ndadeque os oHen.lia inslinclr a-
menle.
Leonor, a irmaaznha de llerlba, eslava com s
incnmmodos iloa primeiros denles, e dede oilo das
sna ama nio liana um momento de repouso, quando
Rusa liase a madama l.nnerv :
lio pena, senhora, que eu nao ralba criar ine-
ninos, ajodaria um pouco esa pobre ama, que e-la
ralnndo de fa lg.,. Porm nunca tive geilo para isso,
e anda lembro-me da sova que minlia mai deu-me
por ler dallado cabir ininlia irmXazinba, a qual fiou
riva.
< Por I)..,... na., loque em iiiinba lilba exela-
in-.u madama Limar*/ rom susto. He melbur que
i o. lu n i roopaa no aarvieo della, sem procurar ou-
Ira occofiajao.
(Vid. Diario- n. al)
forma, no seu emhrulho de cordaa, admira va a em-
bancada e eiigeuhosa disposirao das corda-, e con-
tava na II grandes sarilhos no andasme, sens olbos
coraejaram adislrahir-se para cada urna das janellas
cheias de povo. Mas, logo que o relogo deu 1 hora,
o toque de urna (rombeta deu signal para oomejar ;
houve um aucioso silencio por um momento ; entao
urna grande massa de marmore, pesando 40 tonela-
das, comecou visivelmenle a mover-se ; em 27 mi-
nutos estaaa eregida, e em mais.. minlos ja eslava
permanente e seguramenle posla no centro do pe-
destal. Nao houve o menor accidente ou Iranstor-
no de qualquer qualidade, e os competentes juizes
fallam muito da eflicaz maneira com que o trabalbo
loi execulado. A paciente e inlelligcnte ducilidade
de ama multidao romana, nunca foi (ao conspicua ou
mais plenamente contrastada com o vigoroso ardor
de alguns dos nossos paisanos protestantes, que che-
garan. larde e desejavam ler loda a vanlagem de
chegar mais celo. Os Romanos,da mais alta classe,
tesleinuuharam tuda a operajao com ardor, altenjao
e silencio, deram palmas rigorosamenle a sua bem
succedida terminaran, e enlao, depois de gozar a
bella msica da banda dos bombeiros, dispersaram
para suas casas. Os homens desla geracao, que ou-
viram o soberano Ponldice enunciar o dogma da
Immaculada Conceijau de N. S., e qne seja pcrmil-
Miesles fo.sem resolvidas, c se nao podessem agi-
r oovidas sobre as inlenjoes da* Inglaterra e d'Aus-
Dr. Manning e seo sobrinho, Mr. William-Man- Ira, n.lo po-liam om iiistanle cuidar em declinar da
ning, chegaraui aqu, e moram no Minerva hote!.
He de esperar que Dr. Manning pregura em inglez
durante a quaresma.
No sabhado, pela manhaa, 20 de dezembro, urna
missa de Rquiem pelo repouso das almas dos mem-
bros defuntos da corea de ouro foi celebrada, segun-
do o cosime animal, em Santa Maria de la Pace.
He mi.a associacao de padics e seculares devotos
em lodo o mundo, que se uera para dizer sem fti-
do ou mandar dizer urna ou mais missas todos os
mezes em honra da Immaculada Conceirao de Nos-
sa Senhora. Estas missas sao regularmente distri-
buidas pelo anuo, e formam, quero dizer, tantas
coras para Nossa Senhora a de ouro o da preciosa
natureza do sacrificio. A roissa fui acompanhada
de msica escollada c cantada por Canon Piglia-
celli.
A coofraria do Sagrado Coracao, agora (ao larga-
menle espalhada, observa o mesmo bello cosame
de fazer aqui, no centro da IJuiAn Catholica, um
servijo annoal pelo repouso dos seus Miembro- du-
rante o anuo.
Na mesma larde, ao por do sol, urna procisao f-
nebre, incluiodo a maior parle dos artistas allemaes
em limiii, passou por Piazta di Spagna. Arompa-
iibavam an ultimo repouso lerresle, na igreja de
lid v-la commemorada pela nauguraeao desla co- San(a Mana del Poplo, o corpo de Frang Calal, de
lumna, bao de, na verdade, ler alguina colisa que
con;.ir a seus tillaos.
Na sexla-fira i (arde, o Santo Padre (o a Piazza
de Spagna, e, descendu do seu carro, passeou a roda
do mnnumei.lo. Elle lomou o maior interese no
progreiso das obras, c eslava muilo satisfeilo com o
Iriumpbo do dia antecedente. *
He um bello fusle, e muilo bem polido ; mas po-
llerlin, professor octogenario de pintura na Acade-
mia da sua cidade natal, e um dos mais relbos e
mais respeilados dos arlis(as da Roma. Era um ca-
Iholico muilo devoto, e sua vonlade (ao candosa
como sua vida. Os ganhos da sua longa e industrio-
sa carreira deveraa ser dados de esmola aos pobres,
a melade depois da morle de sua mulher e oulra
melade logo.
dase apenas fazer agora juizo da real apparencia,! IIa urna preferencia de se dar aos arlislas pobres
quando o principal, como madoana de bronze, sao j honestos.
enllocados no come e as i estatuas, nos nichos na | l'm moilo exagerado boato da explorajao do r-
dase ; pelos termos do contralo com os re-peclivos : mazem de plvora, em 17 de dezembro em aples
escultores, as eslaluas devem ser entregues em ou- correu ha alguns dias, e creou algum suslo. A
labro, mas j cstiio muilo adlanladaa ; a de David, narradlo ollicial apparereu ao o i,rnale di Roma a
por Tadolini, esla quasi prom|i(a. Um empregado na da noite passada. Emquanlo as oulras coasas pa-
corporarao dos eugenheiros do Papa, Signar Tomas-
sin, rouslruio, com permissAo do mnislrn das ohrs
He verdade que ja nao lenbo poneos afazeres
sem hato, e minha ama concardar que emprego bem
o meu lempo. Seria para desejar que lodos aqu
gandas.em tao ciinsciencinsamenle seu saiario.
Ou di/es? peigunloi. madama lamer\ ; (eus
de deniiuciar-me alguem ?
Bu denunciar alguem eiclamou Rosa olTen-j
dula. Ouando foi que niinba ama ja oovin-u.e dizer
mal de meus camaradas ".' Somenle parece-me que
agora, que a senhora Bertha entra nos qualro an-
uos, sua aia poderla deixar de eslar sempre junio
della, o ajudar algumas vezes a ama de lete, vislu
que sabe tratar lao bem de meninos.
O signal do almoco dado pela sine(a inlerrompeu
a conversaban da mulder do armador e da ramans-
la, de -i-ile que esla licuu incerta sobre o effei(o que
baviam produzido suas prfidas Miggeslfies; mas no
da segiiiule, no momento em que la sabir para ese-
rular nina rommissao de que a ama a em-arregara,
esla chamnu-a para dizer-lhe que Ihe enviasse Ma-
rianna, pola desejava fallar-lhe.
A gamaritta deseen rpidamente a aacada, e jias-
sando diaute da ro/inlia, disse ao coznheiro :
Alleneao, o uegocMj va.-se aquecendo 1
Depois parando ucl'aixo da janella da cmara da
pequea Berln, gritmi em lom nimio amavcl:
M iriauua I- ni i a boudade de ir ao camarn)
de lunilla ama : ella mandn chama-la.
Marianna atss torprea obedecen, lodavia, alo-
mando a inao de Berlha, dirigie ao aposento de
.Mm. Limery. Quando chegou ao |ie da ese,ota. a
menina parou csleiidendo-llie as mfloxinhai, e a
ama eompiehendenda asta moda hnguagem lomen-
nos bracos pira su-.ir a airada. Pal assim que!
Berthaanlrou nu camarim da madrasla.
P. ni.a-a no chao, disse madama l.imerv, fazen-
do um leve movimeulo de impaciencia ; na verda-
I', ininlia lilba, vos- lala essa menina com dema-
siado tii:n.,- Parecc-me que he lempo de deixa-
la andar com seus propnns pos.
Perdoe-inc, seuhuia, disse Marianna, mas
rreio que maiidoii ri.amar-me, e nao querendo (a- ,
ze-la esperar, carreguei-a para chegar mais bre- i
veniente.
lie justo. Asonie-se, Marianna ; lenbo de
fallar-Ihe, dis.e madama Limen com oiu tom da |
bou lado piolectora. Sade quanlo a ama de leile
lida eonr iiiiuli.i lilba ; nao pudena voss ajuda-la
durante o dia, vislu que sabe tratar lao bem de me-
minas".' Dessa maneira ella poderla repousardu-
raute algumas horas.
recia ir bem.
O rei lem eslado qoasi npprimidn com carias au-
ohr.gajao que Ibes incumba, de pr (im a o^cupa-
<;ao da Moldavia, da Valachia e do Bosnlioro. Por
maior que fosse o desejo da Austria em pailicular,
de exercer uina influencia sobie a reorganisajao dos
principados, comprehendia cabalmente, que em
balde leu tara ubtiahir-sc a esta necessidade.Somen-
le n'um espirito de conciliaeao preleineram estabe-
Icrer urna correlacao enlre a'evacuacao e o Iralado, '1'" do inundo, e bem uiorereram da patria. O
e ronconavam realisar o termo a 30 de marra, da- ^""urcsso de Pars, acrescenlou elle, contagrou a no-
la celebre do tratado de Pars. No intoilo do ace- all'anja cun a Franca e a Inglaterra, ao passo
lerar a entrega do territorio, dendia-se que se ef- 1.0e reslabeleeeu a nossa an(ga amizade com a Kus-
ferluaria med la que a dirercao fosse determina- "': Os inleresses da Italia foram defendidos pela
la, e se consentir' em determinu-la pr.meiramenle Prlmeira vez n'um coogresso coropeo por una po-
Umancipafio fe\aa explica as inleiijes de Fran-
cisco Jos sobra a llalla : reatabeleeera' a anliga vi-
re realeza desap|iarecida depois da revolurao de IriS
uomeara' um d
porlanle.co seu governo sera' assislido de dous
coiiselbciros Italianos ; Horneara' um governo geral
em cada una daaerandea partes leirilorieas da mo-
uarchia, assm que a organisacao admiuislrativa e
civil do seu imperio se adiar definitivamente firma-
da, e conferir' estas alias dignidades a rqueduques
da familia. Todava a obra de roorganisaj.lu geral
leve ser lenta e laboriosa, em presenja de tantas
nacionalidades diversas, oppnstas de origem, ros-
lomes, religiaoe lngua. que rompcm a monar-
cli ib.
Assiro cuno dissemos anda agora, lareadoentrar
os Italianos ,1, Norte na vida poltica, o imperador
Francisco Joti prepara a Iransforniirao do eslado
urinal de causas em inslilares permanentes, con-
sigraudo a independencia civil. Podator lato o
poni de parira de urna regenerajAo lao ardenle-
mente desejada ,le lodas as parles, e nenhum suc-
cesso (So iiuporlante p-ra a IVninsula ta-a lugar,
deoois dos primeiros annos do pontificado de Po
IX : possa o exemplo rdegar al aples.
Em Tunm, a 7 de Janeiro, el-rei V'irlnr Emma-
nuel abri as cmaras tardas por um discurso era
que recordou a participaran gloriosa do seo paiz na
guerra do Oriente, declarando que as suas Iropas re-
valisaram em eerafrem e vigor com os mais c-lebrcs
ITSR1GR
dos os uiei... de acete poltica sao recoubecidoa le-
gtimos para a oliienrao da urna vicloria, que deve
ser, nao o Irnunpl,,, ,\, audacia e immor.di lado daa
chefes dos parlijos, mas u (riumpho da utilidade das
ideas e da illuslracan e patriotismo das petacas.
Deixaram de ser fe las nos d,as, designados pela
lei, as eleices municipaes da cidade das Magna- e
da povoacao do Pilar, e as de eleilores das tillas da
l'ilmeira dos Indios e Mata-I,rande. ISessat fre-
guezias a disputa eleiloral foi um pouco nu cali-
da, mas os pleiteadores respelaram-se reciprora-
r 11 -ia!.-. e por commuin accordo suhroelteram a de-
cisao do governo as duvidas occorridas.
Nos dias notamente designados pelas respectivas
mesas paroch.aes foi continuado nessas freguezia- o
processo eleiloral com moderario e ordem.
Pelo poder competente foi annullada a eleicao de
vereadores e juizes de paz das duas fregoeziat da
Maceio e Pioca, das quaes se compon esle munici-
pio. Designci o dia S do correnle para a nova clei-
r.1o, que espero ter passar sem ter desmenlida a
maii-i tan e (oleraucia (lulilica do povoalacoauo.
.-egiiraiira individual.
lenbo a Sajtisfarao de asseverar-vos, qae os esfor-
oaa da aulori lade publica c dos riiadans moralisa-
doa no correr do anuo prximo, nao foram menie,
perseverantes e nem menos felucs na proteejao da
seguranra individual, do que baviam sido nos dous
annos anteriores.
Os aeguinlesalgarisiiios demonstrara o movimenlo
dos alletil ido. de sangue e dos criminosos presos nos
qualro ltimos anuos :
/Morlea.......... :Mi
a i Ferimenlos grates. ... -Ji
Anno de |8ill
183*.
Anno de t83i
185
Total allenladosde sangue
Criminosos piesos ....
(Mortes..........
I Ferimenlos graves. .
ITolalatleulados de sangue
l Criminosos presos ....
I Mu les..........
Ferimenlos gr.tea----------
Total allentados detangna
Criminosos presos ....
Anno da 1856
1857.
i Morles..........
I Ferimenlos grave*. .
I Tolal alienladr s de sangue
'Criminosos presa ....
SC
l'.i
III
l
mi
i.
17
II
M
(7
salto a mntiiinar-se ulleriurmeiiie os (ralialhos per
manenles da demarcajao.
Em Constanlinopla os firmans para convocarlo
dos Divans ad hoc dos principados,Moldo-Valoquos
foram lidos solemnemenle no palacio de Rescdid
Pacda, em presenra de lodos ns plenipolenciarios, e
com geral approvajao. Depois foram pudlicados.
As commisses encarregadas da demarcajao deixa-
ram Conslanlinopla para dar cornejo aos seus tra-
balbos com bstanle aclitidade a lim dtr poder con-
clni-los no prazo prescriplo, islo de, a 110 de marco
prximo. A quesiao da reunan dos principados tai
lomando lodos os dias mais forja em Franja. O go
temo acaba de expliear-se I ir ni i luiente ;. esle res-
pailo an seu organ oflicial.
Assim, os resollados que acabamos de esliojar,
mu grandes para o repouso e l'ulurn da Europa, fi-
zem desappareccr al o ultimo pretexto de debales
ulteriores :a litre navrgaj do Dsiiiibio esla' ga-
rantida pela reslidiijao das fronleiras da Bcssarabia,
e pela posijilo concedida a' Turqua na embocadura
do granda rio. Demais sub o aspecto moral, a du-
raran, a solidez da paz parecem tambem garantidas
pela lealdade ineonleslavel de que a Russia lem do-
lencia italiana, e demon-lrando a nacessidade de
melliorai H siiuajao da Dalia no nteresse de todos,
a Sardenhi sahm do debate adquirilo um juslo re-
nume de prudencia, de medida polilica e de cora-
gem civil. O governo apelado pelo sent ment na-
cional proseguir com constancia a poltica de que
tomn Iniciativa ; o orcamenlo de despozas e reeei-
(as e-t i equilibrado de ama maneira complela ; as
reformas interiores anda nao esto concluidas, as
inst.luroes concedidas ao paiz por el-rei Carlos Al-
berto, foram consolidadas pela lempo e fecundadas
pela anUo intima da Himno e da najo. IIio de
assegurar a patria um futuro prospero e glorioso.
F.sie discurso foi acollado mm tympathicamenle.
A 15 de janc.ro, um depalado, Mr. Brofleho fez
interpellares a M. de Catour. presidente do conve-
nio, a prop Kilo da poltica seguida pelo governo sar-
do : disse que a Sardenhi nada linli.i ganhado, pola
que nem se liberlnu a Polonia, nem a llalla. Elle
comm tteu um erro: a Sardenha na que-tai do
Oriente se collocou ao lado e na categora das
grandes nares, e a sua gloria nao esla' inveneivel-
mente ligada a eslas dua. quesles da independencia
da Polonia, "lem da recou-liinielo da nnidade la-
do provas neata eireomilancia, como pela mod.ra-'l'1"'1'1uc,,r,,!8 nlnrJa lio dilliceis depois di
jan das potencias que nesles uHimos (empos toma- 'm*
rain a seu respeilo urna att.lude de defeza.
Na Suissa o consellm nacional fior uina maioria de
01) votos contra i lerminou, ao menos quanlo ao la- !
do militar, a Metilo que duraule nesles u limos ""denha sena repellida por linios os oiilrus cia-
dos. O ronde de l.avour se rontentou em responder
a M. Uroll'erio e Oppotijlo, recordando qual he o
Deixandn de parle esle Ibema doloroso da Polo-
nia, e considerando esla pobre pennsula italiana,
vemo-la infelizmente Iflo dividida, que a supremaca
lempos esleve em vespera de prodozr nm novo con-
flicto na Eoropa, e deixou a' diplomacia o curiado
de recular as eondijes.
A confederarlo realitando o seu sacricio, con-
seulio dar liberdade aos priaioneiros reali-las, que
passaram do seu territorio para o solo da Franja, em
a n.ule de 17 para 18 de Janeiro. A 22. M. K-ni
edegou a Pars, em qualinade de representante do
cnnacllio lederal lias prximas conferencias. Eslas
cnnlerencias nao tardaran a ser aherlas. e M. de
Manleuffel annnnnou ollkialmente a' cmara dos
teputados que. comu os prisioneiros loraiii sollo
lugar qif a Saidenba ocenpa boje nos conselbos da
Europa, Bata lugar, ella o deve ao espirito liberal
do seu governo, mas tambem a sua nrcumspecjo.
-V resposla rio ministro de el-rei Viclor Eminmiuel
foi mol placida, e no meio de lanas loucuras cum-
pre felicitar o conde de Cavour por 1er maiiliJo o
sangue friu de um estadista.
(Juanlo a llespanha os receios que se (nhum con-
cebido acerca de projeclos de rearjao poltica foram
desiiieiilidos. O governo decidi a convocaran das
sem condijao, nada se oppotrHa.aque o ajuste del- Corlee, as eleires leria lugar, segundo s dispusijes
nilivo do negocio fosse cotiliado a cuidados de uina ''a lei de' 1S de marro de iHli, no primeiro de malo
Perde-me, senhora. porm Indos os meot
iiiniiieiitos perlencem a Berlha. Eu he que (ralo
de sua roupa. que fajo-lhe os vestidos, e amerlo
Ihe que emprego bem o meu lempo.
Bem o sci, mas Rusa podero suppri-la nesse
Irabalho, podero mesmo vigiar Berlha, a qual sen-
do mais idosa, n,1o precisa de laidos cuidados.
Nlo overa qae Rosa loque-em llerlba, excla-
mou Marianna vitamente ; he urna rapariga sem
ordem e sem cuidado, qoe Ihe deiiaria ronlrabir
mimos maos hbitos ; alem de, que nao sabe lra(ar
de meninos.
I'ossr nao r/uer '.' disse madama l.imerv en-
carando-a com sorpreza.
Nlo, senboia, responden Marianna Ir i menle.
Enlrelanlo he preciso que alguem ajude a ama
de leile.
A senhora potera lomar urna criada para em-
balar a crianca.
Sem dutida, mas isso nao enlra nos meus ar-
raojos. Iicinai-. ran he necesssrio que Berlha le-
riba orna pessoa exclusivamente empregado em seu
servijo. Posso ter qualro ou seis lilbos ; isso nao
me obngari a ter qualro ou seis amas.
Berlha nao he sua lilba, senhora, disse Ma-,
rianiia, a qual pareca cunler-se diflicilmenle, e a |
niai della rieixou-lhe bstanle riqueza para pagar |
o salario de ama criada !
Ooe diz ? exdamou ma tama L'-mcrv letan'an-
do-se com colera ; loma a liberdade de repreben-
der-me !
De nenbuina maneira. A senb- ra prgunlou-
me se nao po lia tirar algumas limas a Berlha para
da-laa a sua filln, a respond somenle que nao.
E fazenJo letantar-se a menina, que dnneava sn-
nre o tapete, dirigio-se cern ella para a porta.
lem-se idea de temelhanle intoleneia excla-
moii a joven esposa exasperada ; ma- hei de lanra-
le fura d'aqui !
Nao tenle fazer lat coi.sa disse Marianna, cu-
jos nidos zoes lanjaram nm relmpago.
Depois morierandn-ae re.icnlinamciite, acrescen-
lou em lom de couriliajao :
Creia-me, senhora, nlo levemos avante esta
desavenga; hsqueja-aa .la viveza de minhaapala-
vias, e eu lamben. ...e e-queiere .taquillo de que
pudena lembrar-ine, aereaeentoa ella depais de
um mntenlo de besilajao.
Mas essa mulher esl louca 1 exclautou ma-
dama Limery agitando violentamente o .-ardan de
orna sineta. Pera a Mr, Limery que veoha fallar-
me sem demora, di'sc ella ao criado que apiesen-
lou-se.
A senhora assim o quer, disse-lhe Marianna
pareceudo aceitar a lula ; queixe se somenle de si
mesma. infeliz, de ludo o que pode acontecer !
Um instante depois Mr. Limerv enlrou no cama-
rim da mulher. Esta curreu-lbe ao eiiconlrou, e
arraslando-o para junto de Marianna, que eslava
immovel no meio da cmara, disse-lhe :
Foi o senhor que ronvidnu essa crealur.i a af-
frontar-me '.' a ameajar-me em minha casa ?
Oae diz, minha amiga '.' pergunlou elle atur-
dido por essa apostrophe lao inesperada ; que aruii-
leceu"'
Aconleceu que ella recusa obedecer-me ; que
diz perlencer somenle a sua lilha. que pretende ser
a senhora aqu ,
lie possivel, Marianna'.' disse Mr. l.imerv
em lom da reprehensao : vose de ordinario lao
branda e tao pulida e>quece-so do que deve mi-
nha mulher 1
Nao devo nada a sua mulher. Carlea Limeiv,
respon.leu Marianna com nm lom que fez esle e--
Iremecer. Fisin aqui para Berlha sement, dei-
xem-me jiinlu della ; nao pejo mais nada.
Ouve '.' exclainnn madama l.imeiv ; Icm-se
idea de semelhanle insol-ncia pode duer-me com
que direilo essa mulher falla nesse lom a voss ea
mirii '.'
Minha querida Morilla, Iranquillise-se. dis-
se o mando cun voz cnmninvida ; ha algom engao
em ludo iso. Porque oecopa-te Com Marianna'.'
Delxe-a junio de Berlha, e tome onlra peuoa para
o seo servijn, se assim Ibe aproover ; mas por
Dos! vivantes em paz. Bem sabe que aban ej.
essas desavenras domesticas.
Enln vos- Ibe d razan conlra mim '.' -li^-e I
mulher exasperada ; humilba-me diaute de una
criada, e cuida que hei de sofire-lo '.' Ouca-me,
senhor, coulinuou ella aiiiiiiando-se cada vez mais,
al boje eu linda fechado os utidos a certas des-
confiancas, mas agora reconbero Ibes toda ajuste-
ra : essa mulher he sua amante ; laurea fura ne-te
mesmo instante, ou entao eusahirei daqui !
Lancar-me fora '. exciamoa Marianna ergnen-
lo os hombros, Mas, de-graradi, iM-tar-me-bia di-
zer urna palatra pina p-U fura daqni jntame, te
cun sna lilba !
Ali isso he insupporlatel exdamou a mu-
lher batendo com o p ; dir-me-ba e.nlim quem he
Vmc, e quem Ihe d o direito de fallar-mc aisim '.'
Pergunte-o a seu marido, responden Marian-
na com ar sombro, pela minha parle nao lenbo a
curagrin de Ih'o dizer.
Mr. Limery eslata visivelmenle. cominovido.
Na verdade, di-se elle, nao romprehendo na-
da de suas palearte,
Eiillo por que fica lao paludo'.' tornoa .Ma-
rianna ruin voz lerrivel.
Depois arrancando da cabera a louca que Ihenc-
rullava-llie nina parle das fcijoes, de-roliriu um
semblante, cuja expressao devia ser habitiialmenle a
lu -indura, porem que lornava-se. ameajadnr |ielos
seulimenlos que o acitnvam. Sen movimenlo fura
lao violento que o penle cabio-Ihe, e ondas de ca-
bellos lorns inun laram-lbe as espaduas, as duas
Iranjas pretas.que ella deixava ver de ordinario pre-
sas na looca por dous alfineiles, linliaiu sjdo arranca-
das com esta.
Hermancia cxclamiu Mr. l.imerv, cobriiido o
rosto com as nios.
tecoiihcce-me emlim 1 di'se cm lom irnico
aquella rue cnnliiiiiareinos arliamar Marianna.
Peritoe-ine, ol pcrilne-ine disse .Mr. l.imerv
aproximando-te della com as maos postas.
Mas ella o repellio com um gc-du c disse-lhe :
()ccune-sc com im mulher ; ella nccessila ile
seus toecorroa, c eu nlo preciso de suas desculpas.
Com elf.'ito a pobre mulher ochavase em um es-
lado bem digno de eoropaixlo, vendo tomar um geilo
lio lerrivel e lio Inesperado a scena que ella mesma
provocara : eativera prestes a desmaiar, mas osenli-
niei.lo ile toa d-grara era tao menso que dominen
logo a fraqueza da natureza. e o beneficio momen-
tneo .lo e-qoecimento fni-lhe recusado.
I'erdida 1 deshonrada murmarava ella fallan-
do romsigo ; nao suu mais do que sua eonenbina '
E minha filia, minha querida lilba, be bastarda !
(Ib! lian crea tal cousa, eielamoa .Marianna.
na qual a rnlera ja linda cedido o lugar a piedade.
Ninguein sabe esie egredn seno Brgida, e rompre
cu silencio. Ouaiilo a mim, lenho moslrarjo.ha mais
de um anno.se sei calar-me, ese nem a senhora nem
o senhor se Irabirem, arresrenlou tila lanramlo um
olhar fro aquelle que fora seu esposo, nao llavera
iiun-a seno urna madama l.imerv, e ser Vine.
Depola lomando nos brajos a menina que ador-
mecer sobre uina poltrona, acrescenlou :
Eitaqui o meu nico amor ; deixem-me junio
de minha filha ; nao desejo, nao tedio taudade de
nada !
ALAGOAS
Relatoro do E\m. presidcnle da pro-
vincia das Alagoas, Dr. Antonio Coelho
de Sa' Albuciverque, na abertura ^<
ns.serablea provincial om o din i de
mareo do eorrente anuo.
Srs._ membrns da assernbla legislativa provin-
cial.A minha sorle administrativa quiz que eu
ainda tivesse, pela lerceira vez, a honra de orcupar
(tfla radeira no meio de ts, cm dia tao solemne.
Vou cumprir o dever que a lei me impie de dar-
VOa esclarecimeulos e informajrs acerca dos dife-
rente, ramos do servijo publico de vossa pro-
viucia.
He coin o maior jubilo que vos annuncio, enles
de (udo, que a preciosa saude de SS. Mageslades
linperiifs e de sua augusta familia continua inal-
teravel.
Iranquillidade publira.
(rajas atds seulimenlos de ordem do povo ala-
guano, esl i mu |.j,i i, a mais importante para a pros-
pendade e engraiiderimento de.om povo, nao lem
sido ioterrompida,
-\s pocas eleiloraes, quasi sempre feriis em agi-
tarnos populares nos paites aonde o exercicio do so-
berano direito de volar nao he reconbecido e respei-
(ado pelos cidadaos de lodas as opinin* polticas,
passaram nesta provincia sem o menor abalo para a
ordem publica.
As eleieoes de :!l de agosto c lili de setembro do
anuo panudo para a o-mlha de um senador, as de
7 de scteml.ro do mesmo anno para vereadores e
juizes de piz, e finalmente as de da notembro e
2 de dezembro para deputa los geraes, foram feitas
nesta provincia sem ollensa da ordem publica.
As novas reformas polticas foram ejecutadas rom
as con lices impostas pela snccrtd.ide do poder
legislativo, pela lealdade do governo e pela espe-
ranja dos povos.
Sem conteslajao, nessas melindrosas pocas as au-
(oridades publiras foram as primeras dar o exem-
plo de profundo respeilo aoi direilos polticos do
povo, e o povo de digno do exercicio do mais alio diceito do ci-
dadao.
Nao quero dizer que mo houvesscrrT- desvos e ir-
regularidades n'uma ou n'outra cleirao, pralicados
pelos chefes dos partidos ou fraejes do mesmo par-
t lo, que disputaran! a vicloria, ou por interesse
de priucipios polticos, ou pelo triumpho de in-
lluencias e preponderancias locaes sem cor polilica
uiflerenle. yucro porem dizer, que o appello para
os meioa astuciosos, sem a violencia ou coaejao, he
ja um prozrcsso em tolerancia poli ti ca ; he sem
dutida urna prova do que nesla provincia nem lo-
1. sabio da cmara, deixanrlo os dous esposos diau-
te um dn oulro.
Na verdade essa Marianna parece feiticcira !
dizia Kosa an. criados reunidas na cuzinha na noite
dess mesmo da. Armei-ihe ama esparella i
E eniao '.' perguiilarain elles.
Todo foi baldad.., disse ella de rano humor.
Voss sabe que eu liotia-lhe annunciadu notidade '.'
nii'iiMi ai dirigindoxe ao cozinbeiro.
Esperava quando vollasse ocha-la bem al.irefada.
Tralava-se de jular a ama deleite, e minha ama
qmzera |ir-me o fardo s ootlaa ; mas nao son lao
tola .' Coniei-llie urna historia de pema quebrada a
una irni que nunra Uve, dizendo-lbe ai inesinn
lempo, que nan sabia criar meninos. Nao acontece o
mesmo corn Marianna, a-rescenle eu, ella lem ,,ei-
to [aira i-no. .Minha ama engodo a pilula, p quando
mandn chama-la ela manhla, eu tena juiado que
era para e~se lim. Foi por e-sa razan que disse-lhe:
. I negocio vai se aq.lerendo Eu sabia qne Marian
na, que ama looexmeole essa pequea Lerlha, recu-
sara oceopar-sa com a irinaa, e como iniuba ama
nao gostaojae uingoeir. Ibe resiala, en eaperavaaehar
tlgnma novidade quando toltasse. Porem madam.,
l.imerv esta agola por ludo o que .Marianna quer,
Vai lomaruma eri.ula para ajudar a ama. F -alie
onde est Marianna a eslas hora-'.' Na rainara de mi-
nha ama occopaia em preparar-lbe urna pecio qne
ella nao quer lomar seno de na mo !
Oue eiticeira dis>n o cnxinhetro com ar serio
fllilaim, ella pode galiar-S" disso, exclamou
losa, a qual senta duplicar se s n olio vendo o fa-
vor suhii-i de qne gozavu su-i inmiga.
Bnticlanto Marianna na cmara de inaiuna Li-
men estarrava-s para ninoruxar o etteilo do golpe
que dera, declarando as-nn ;. improviao a joven es-
po-a a existencia de aua aulcceaaora. t.u-gaiilo junto
della, a achara em uina agilajlo vi/mba do delirio.
Enl.'. i, -eoh na, Ibe di-sera ella com ar eapan-
lado, lie verdaderamente a mulher delle '.' Eu linln
esperado que ludo islo nao fosse mai~ do que um so-
nho borrivel 1
Bala em suas mlosfazer que assim seja, respon-
der Marianna. Eaojueca-oe dos Instes ac intec.men-
los .leste da ; elles nlo devem ter mais ronseq..en-
cas do que um veri ul"io nabo.
He possivel, senhora '.' Consentira em licar em
orna posijao abierta, podeudo com una s palavra
reivindicar aquella a qoe tem direilo?
Seria preciso fazer-lhe griDdiuimo mal, entre-
ILEGIVEL
MUTTOillT

A insperjao destes algarsmos revela, que ao au-
no passado houve a lamentar am alicatado de san-
gue mais do qae no anuo de |H.V>, i i menos, da qua
em IS, e 'Sil lamhem menos do que no anoo de
1833, Dos criimoosos presos o anuo passado, IM)
sao de morte, 13 de ferimenlos, e oulros de erioies
meaos graves.
O cxan.e du'jrriminr"- a -aligue perpetrado a
anno passado demonstra, que a panijao mais seve-
ra do rrime vai produziu to seus elleilo* uaturae*
c benficos. Nem um a desses erim*s foi executa-
do por braco mercenario e por vinganja oa perver-
sidade de algum polenlado.
Dos crimes do morle cinco foram enmmellidrn
por escravos, das quaes om era meunr. sen I.. os
pacientes um senhor, nm eilor, um menor e dous
escravos. Uin e don ferimenlos por urna caravana
de Ciganos, sendo os pacientes dous mitro. Cigannt
da mesma caravana.
Apenas commctlido, o deiieto e perseguidos esses
criminosos, deixaram, carreira, o lerrilnrin desla
provincia, horoisian lo-se na comarca de Garanhuns
da provincia de Pernambuco, donde lioham vindo.
Nao perd um i lisiante. Mandei expresaos para a
provincia de Pernaml.uco, reqosilando a prisa,, dea-
quella provincia, c ao mesmo lempo ao joii inuni-
cipal le liaranhuns, alim de evitar qualquer demora
na perseguira dos criminosos, lie de crer, que
despeilo das astucias e prompta locomojAn desaet
selvageas, sejam finalmente prcsni e venliun res-
ponder aqui pelos seus crimes.
A tetendade com quo as autoridades puliran.
bao procedido contra o uso de armas defesat, lem
dado o lisongeiro resultjdo de achar-se quasi et-
tinclo nesta piotincia esse perigosj habito, qoe
toril,iva mollas vezes criminoso de grave atintalo
individuo, que nao tiltil i inirtirao .1* o aer ; que
apenas pralicava um fjclo que n nutras pocas nao
era rigorosamente punido como um crime.
A repetalo do iralico de Africanos qae me ha
sido tan recommendada pelo goveroo de S. M. o
Imperador, lem merecido o maior cuidado da mi-
nha parle. 1-1-lou profoLlmenle con- acido de
que o espirito da populajo repelle com desprrzo
esse igaobil crime ; aias he preciso cousolidar esset
felizes tenlimenlos, mal ando por ama vez a es-
(teranja dos especuladores, quaesquer que elles se-
jam. A acliti lade sempre ennslaole das autorida-
des do litoral pode conrorrer poderosamente para o
completo desanimo dos aventure ros. I eulio-a aun-
tilo sempre tita, sempre enrgica. A continuaran
deste estado de cousas nenhum mil pode trarer ;
mullas bens pode dar.
Por decrailos de 11 de selrmbro do anno pateado
foi exonerado do cargo derliefe de polica desla
protincia o bacharrl Mauoc! Jos da Silta Neiva c
nomeado para siibslilui-lo ojoiz de cireilo da co-
marca do Rio Forrpoco na provincia de Pernambu-
co, Jos Filippe de Souza l.eao.
lano que a senhora nenhum mal me fez, ditse Ma-
rianna aperlando-lhe alfecluosamenle a uiao. Alem
deque.desli maneira |i dere ronsagrar-me inleira-
mente a minha filha. Nenhuma exigencia de potiraa,
nenhum dever de suctedade, vir.io tenarar-me della.
Assim I.-." me conserve com taiul?, e ame ella toa
m .i, que eu o loovare al o meo ultimo dia !
Ah '. Vmc. heum anjo exclamou a joven e
posa heijando-lbe as maos.
E depois de om momenln de silencia, pergonlou
tmidamente.
Mas, quanlo a elle, nao ama o mais?...
A seiiliura o amana se eslitesse no ma lugar '.'
disse Marianna sornndo Irialemenle.
i'alte>.! lornou a oulra sospirando. Mas see'e
a amasie ?
One imporla se n.lo amo o mais ?
Vmc, he muilo bella dase Marlha...
Tiren affeclonsameiile a louca de Marianna, e ren-
lemplou-a con. altenjao. Depois r .ii.cui|daii,ln-.e a
sen turno ao Ctpcllio,collocadoao fondo do leilo.dissr
ti i.teiaeute :
Vmc. be mais bella -1o que eu.
Ah: ditse Marianna, bem o de que serve a
bello/a !
Marlha lian rr Eia, tornoa Mariinnt adaitnn.a loco, a ama-
nbaa nflo cuide mais ne.so inao snnbo ; poit nAo he
mus do que um solido.
E abaixou-se para beijar-lhe a.frunle. Mas a po-
bre alllirta. (.assanlo Ihe n. brajos pelo ;.escoro, roo-
ervnu-a multo lempa aportada contra o peilo.
Murrerej das,,. uMrrnoroa ella cm voz aorTora-
da, e lie me esque era a-iin como > p >reu a Vmc.
Proinelle-ine enl.i Ira'ar mulla RHta rrm boudade'
Oue loucura 1 date Heriaosaa mm commovida;
oh cale-se !
B abran.-ando-a ainda urna tez, de.xi -.. com a
corajao pertarbado pelas -as ultima, p ilavra..
Ouando na larde do .lia seguale Mr. l.imerv ve.o
pela segunda vez mi-rinai--c do eiado 1a mulher.
a qual quebrada de fadiga por urna mulo de v ,gi|ia
lic.ira de cama lodo o da, vio ao abrir a novia as
duas meninas brincando ao pe do leiln, e Marianna
Irabalhaiido .i rabeceua. Paroo indeciso aabra 0) le>
ini.ir, e diqn.is receaiido |*etluibar com MBI I .resenra
a harmona desse quadro, loruoa a fechar braiida-
menle a porta, e tolln para o tan gabinete soflo-
cando um suspiro.
Coniriuar-re-^a.


Por decreto da lueaaoa (Uta o barbare! Manoel
Jos da Silva Neiva foi Humeado ju* .le direilo da
comarca do Hio Formoso, qoe acabava de ficar va-
Ka eom a nntnoar.lo para chefe de polica do juiz de
ireilo Jos l'ilippe de Souza I.eAo.
Por decreto de :)U de dezembro do mesmo forem
castados os decretos de II de (alambr, e reinte-
grado no logar de chafe de polica, o jun de di-
reilo Manuel Jos da Silva Neiva, e ni comarca do
Kio Formoso o bichare! Jas b'ilippe de Soma
LeSo.
Teodo de seguir em oalubro do tamo prximo pa-
ra saa comarca do liio Formoso o juiz de direilo
Manoel Jos da Silva Neiva, ehamei para eiercer
inleri"..mente as tonecoes de chefe de polica o juiz
de direilo da comarca das Alagoas, l.ourenro Jos
da Sil Santiago. Este magistrado lem estado al
hoje em ejercicio deste cargo, e pela actividadee
juslicacomqae o lem servido, he credor de meus
elogios. As autoridades subalternas de polica em
geral lem comprehendido os seus devere-, auiilan-
do piderosamenlea administrarlo no seu empenho
de parsegoir e punir os criminosos. Maiiifesio-lhes
o meus agradeclmenlos.
Administrarlo da Justina.
O mappa dos julgamenlos proferidos pelo jur\ da
provincia durante o anno patudo demonstra que
foram julgados 05 crmes commettidos por 90 red
sendo 13 commellidos no dito anno e 70 noa annos
j nteriores desde 1838 al 1853.
Tveram lugar .10 condemnarpe e 65 absolvi-
eses : daquelbis de criines commellidos em 1850 e
de erices commellidos nos anuos anleriores. Das
absoltir,6es 17 de erimes de 1856 i8 de crims
.commettidos noi anuos anteriores. Tveram lugar
3 appellajes sendo 10 por parle dos juizes e 1.1
por parte dos reos.
Da eslalislica dos julgsmentus proferidos dorante
o anuo de ia>3. v-se que foram julgados nesse s li-
no 270 erimes commellidos por 51 reos, sendo 58
erimes commettidos do dito anno e 212 desde 1828
at 185i : que liveram lugar 81 condemnares e
181 absolvieses ; daquellas 2i e.n erimes commel-
lidos nosandjl anteriores ; de-tis :| de erimes de
1855 e 117 de erimes dos anuos anteriores ; que se
deram finalmente W appellaces, elido 27 por par-
le dos juizo, 10 por parte dos aecusadores pblicos
ol por parle dos reos.
Comparado o mippa dos julgamenlos proferidos
em 1856 com o dos juramentos proferidos em 185 j
v-so que ha para menos contra o anuo passado a
diOereoca de 175 juramentos, ob os oulros pon-
tos de vista os alcansmos eslao em proporc,,1o igual
a eslabeltcida eotre as duas bases, isio be. eslito
qussi todos na zarao de um para 3.
Causas extraordinarias e intotizes deram lagar a
qoe o numero dos julgamenlos fosse tilo diminuto no
curso do anuo panado.
A epidemia do eholtra-morbus impedio que hoo-
vessem jolgamenlot ajiles de junho.
A varila que em cortos pontos larrou exlensa-
raente, prohibi a reuna do jury nos lempos de-
terminados. Por outro lado, a mortalidade produ-
zida por essas epidemias entre os desventurado, pre-
ses diminuto infelizmente o numero desles, a dis-
imilo dos maiores cuidados empregados pela auto-
ridad, em proteger esla classe desdilosa contra os
dsmnos produzidos por esies dous agellos.
Releva observar que os dados eslatisticos da que
lancei mito no registro que fiz dos julgamenlos do
dono passado, nao sao completamente exactos, em
relacio ao numero dos julgamenlos, por quanlo nos
tous ltimos mezas do anno passado houveram al-
gumas ses.Oes de jurados, cujos mappas nao foram
anda remet i do-.
No me foi possivel, a despeilo das minlia, recom-
m.-ii tariies, evitar esses inconvenientes. Nao era
n.s.ivel que depoisde tilo grande abalo por que pas-
samos. os duleienlcs ramos do servico publico nao
soffressem na regularidadc de toa marcha.
Existem na provincia 8comarcas, 17 municipios
-ohajurtsliee.il de 10 juizes formados, 15 delega-
cia, 12 subdelegadas e 55 districtosde paz.
Estes algariimos dianle dos do anno panado cha o
augmento de uma delegada.
l'OI
f.rel.endidoa os ooi.iaes. m.uira daos Ie7. tiros
con.mandanle, addidos. Faltan alad, para o sen
estado completo ii pnces,
(I lenenle-roronel Vicente do Peala Carvalho.qne
ruminandav. ,, eorpo, pedio e Iba foi dada a sua
demissflu em 19 de Miembro do anuo patudo. Ale
boje o corpo leu, estado sol. a co.....lando do capillo
mais antigo. N;lo nomeei ta la comioandaiile. por-
que Mo leuho sentido a neeessida.to deala Bornea-
do, e depois .liso, a reonomia, que deste (neto re-
luda aos corres pn.vioriaes, Tale algnma rousa.
Oregolametilode I dej marea de 1855 .i sendo
exerulado.
A commissao nomeada pela administrado para
averiguar a. conla. dad, llieeourtri. protinei.l
pele .nto eommanda.te* cor,,,,, lanenla-eoronel
\ cente de Paula Carvalho, aprsenlo,, em 3 de -e-
lembro de anuo pajeado o r aliado de teas exame.
Pora a conrliisau deste RCCc ,,, a presidencia liaba
WleneSa de ouvir o voto importante valioso do
inspector das tropa., Iqai Aperado no lim do anuo
paseado, mus infelizmente csse alto toneeion.rto
em retardada a sua vinda, ejj. agora nao seria arer-
Wdn prescindir deesas informar/es em negocio tai
grave. Ser-voshao caireladlo ministrados todos os
csclarecimenlos que a este resprilo quizerdes ler.
Calechese e eTiliiaeXo de Indios.
Na provincia nao ha Indio, a ralerhisar. A rara
india, com o seu lypa especial e primitivo, lem de's-
apparecido.
As iseuces de que gnzum os Indios sao inccnlivo
para que individuos cajos ascendentes nonca foram
de rara indiana, procuren! inscrever-se Indios. As-
sim he que as aldeas se v a cor branca, parda e
prela, sem outros caracteres proprlos da rae india.
tobslilaiado em seus habitantes a efir lypiea cpe-
cial da rae indiana priinilivamenlc existente nesta
provincia.
As quesles entre os Indios e os moradores vizi-
nhos das aldeas acerca de Ierras das mesmas aldeas,
ainda nao liveram a Miado necessaria.
Apenas for possivel ao inspector geral das medi-
coet das Ierras publicas dedicar-se medid, dos
territorios das aldeas, se. fcilo esto Irabalho, que
repato de urgeute necessidade i nrdem publica, e\-
posla a ser alterada todos os dias pelas lulas que e
dao entre os Indios a os proprelarios viziobos acerca
de Ierras. Administrativamente lenlio posto termo i
essas difliculdades, ronvencendo a mis e oulros de
que brevemenle as propriedades dos contendores
serao reconhecidas e demarcadas convenientemente.
A realisac.au de-te facto be pois indispensavel n'on
lempo prximo.
O incansavei e zeloso director geral dos [odias,
Jos Rodrigues Leile Pilanga. nao cessa de pmte-
mAiiitXnKPEHNAMmCft 0 AilTA PEIRA1I DEMARtJO DE185.
as qoae
gei os mu latelados nesisi quettoea,
parece iiro.ilc-slavel o direilo deiles.
Ilavendo necessidade neta capital de operarios
para as obras publicas, KH r.lros os hrcw ^
apparecem para os servias de (Ochada ou de ser-
ventes i,.,s obras de alicaria, tomei o acco.do de
emprr-ger as ,r.,s publicas, mediante alarios ra-
loaveit, os ludla em eompaahias, qae sio subsli-
lunlas de <0 em 10 dtes.
Bala medida, alo, de er vantajos reparlicao
das obras publica--, concurre para elvilisar essa das-
sede individuos, paao-a en. contarlo com u.
iras cas.es da saciedade, c ml(|-|ho,
e..pbai.lat,ct.....lependeneta que atabaaUrda, tor-
naodo-a inferior no gozo de direil
povos hvres nbem apreciar.
ociaes, que o'
Esillem na provincia oilo aldeas, a saber : Ji-
eehipe. Coetl, (r,.c, Limoeiro, Allala, Santo
Amaro, Palmeira e CoHegio, po
Indio-, dos quaes 1,717 bomen
de-ia cidade, a quem eu
um apanhamento de netas
vetdaa por :t 199
e 1,782 mulheres.
Eslalislica.
0 Dr. Iliomaz do BomOra F,spidola,.p,ofessor i.
>< de geogntphia. historia e chronologi, do Ivc.-o
bavia enearregado de fazer
cstali.licasegeograiihicas
d. provincia, apresento-me em dala .le 26 do mei
passado o resultado de seus esludos.
I.ulando com todas diOieoldades que se opue
no nesse Pi a trabamos dasli ordem. ohnv,u0
nesla provincia, aonde quasi nada existe fe,. acerca
de esta.isnca e de Seograpl,ia, o |,r. fliomaz do
Bomhm Esplndola, a focc. d. perseveranca. eolligio
dados de mu.lo mrito na tcloalld.de e moilo ulei,
menos importantes,
desse viiluosisaimo capu-
como base para Irabalhos
vidos.
Convira- que auloriseis a despera com a impres-ao
desse esenpto imporlat.le. debaiio de muilos
da vista.
uiais extensas c dcscnvol-
pontoi
As notas geogrtphie.s da provincia na parla phv-
sica, ao a meo ver, preciosas.
He om Irabalho novo.
Os artigosalubridade-topographi, phvsica e
historie, da eld.de de M.ceK..-lpPogr.p|,. medica
da cld.de de Macei,-e o artigo-povoacto abso-
ola, lima escrava-revelam nmd illusjracao, e.-
ludo e ronhemenlo. professionaes nao communc
A estat s.ica da pnpnl.eo da proviufia par.c.-me
fundada sobre dados too .egorA. como he pos-ivel
obler-se entre ,,.. E como este assomplo ne.'d, sum-
roa importauci,,, consign.rei aqui os alg^itMo. da
Paularan de cada urna da, freguezias, e.*'. dis.inc-
Cao de escravos e Hvres. e com a designa^, da mor "
tahdarte prodii/ida pe
no liurl
provincia de Alagse em lagem para a'peeeafiao de l veilamenbi ullshelorl
l apacaca, da provincia de Pernainliueo. i e,> "h do p tsoal
Dsservicos poresseioissionario preslado. n reli-
gtaoe a moralidade publica nt villa do Paco, us
eogenhos ito. Conselbo e Frecl.eiras, as povoaroes
de Haricy, Capella e Ouehrangolo e na villa da As-
semble* foram imporunlissimos.
Duas capellas, alicerces e abundnle materia.
part 3 ierejas, 2 cemiterios, 2:(UK)?iOIHI reis, de es-
molas para algunas densas obras, 175 casamento.,.
numeroasrecnoiliaroes eui.r-inimigos raDeorosos
foram, alen, de nutro, beneficios
0 resollado dos esrorcos
cl.inho.
Ofikialmenle dirigi-me s commisses. autorida-
des e pessoas particulares encsrregadasf de prosegoi-
rem na ronliniiacSo des.as obras, animando-a. e
promellc.ido-ll.es a coadjuvaco que me fosse pos-
sivel, e para i qual me aulori-asseis.
Prevaleco-me desta solemne occasiao para agra-
decer ao infatigavel missionario esses valiosos servi-
oes prestado a vossa provincia.
Hospilaes de caridade.
Existem dous hospilaes de candado na provincia.
1 ni nesla cidade e oulro na cidade do Penado.
Hospital de caridade da cidade de Maceio.O se-
guale quadro demonstra o movimenlo deste cslabe-
lerimculo do 1 de jsueiro ao ultimo de dezeinhro
do anno passado.
Iloroens i 57 25 8 aludieres l"tal
Etistiam....... 56 l
Knlraram....... 113
, Courados l 25 1 .50
Sahiram /Melborados. . 9
f .Vio curados. . 7 1 II
I^alleceram. ..... 15 2i 39
Etem. , ti i 13
para
FREGUEZIAS.
Comarca de ( Macein
Macei.i. Pi.ica
(Porto Calvo
/San 1
Comarca de
oan v
Porto de Pedras .
Pasto
lien I
de
deCamaragibe.
l Alagoas.
Comarca de / Pilar. .
Alagoas.
i Santa l.uzia do Norte
jan .Miguel
Comarca de ,
Atala.a. Alalai..
Comarca ,|a n>"P'ralriz.
Imperalriz.
Comarca da
Anadia.
Comarca
I'enedo.
Assembl
Qoebraagalo
J Anadia .
i Palmeira. .
Jl'osim .
da )*>
lle.o
Comarca da
Porto da l'oli.a
[.Mala Unode .
Molatirande.} *"
[ Pao de Astuear.
>omma.

10.535
8,i7l
5,470
6,595
13 673
15.555
10,082
3,97
'.1,532
8,172
10.3
21,186
8.031
3,600
11,263
13.703
13,601
13.231
MU2
9,415
!.2-!li
3.288
i.OIHI
218.369
.. Quani. a morlallOade

2,196
1,034
1.830
3,502
6,4i
3,06a
3,360
725
5,479
2,069
1,268
1,817
(
500
2.!l7(i
1.13f
3,408
2,182
543
682
753
3*9
519
19,418
epidemia do cholen morbus
anno da 1855 e principio ,le |85,_
\. dos habl-
lanles anles{N.doi morios
da epidemial durante a
cholenca em epidemia
ca la fregue-
zia.
12,630
12 505
7,300
10,097
2H.I32
18.018
13.442
700
15.011
10,2'. I
11,612
23.003
8,608
5,000
14,239
15,8:i<)
17.015
15.419
5,945
10,097
9,989)
3,667
1,519
cholenca.
700
5.50
1,300
300
ti 22
i'." '
021
01KI
583
350
2.000
852
600
325
569
1,983
ion
3,100
350
-24
II
180
199
N." dosbabilan-
lea de cada fre-
guezia actual-
mente.
267,687
Em selcinbro do-iinno
18,55,1
11,030
11.955
6.000
9.707
19,510
17,518
12.821
3,800
14,428
9,891
0.612
22.151
8,008
3,675
13,670
18,856
16,614
12.319
5,595
9.851
0.573
3.487
5 026
2"iOJi7
--------------------... o.tao qoafi na ra,,1o de um
ires. Circuoisiancias extraordinarias uccorreram para
qoe essa mortalidade fosse lao elevada.
No numero dos qQe fallecen um foi atacado ful-
mmtnlemente pelo cholera, e 6 foram recolhido-
monbondos, soecumbindo 12 horas depois.
De 25 accommettidos de varila,lo falleceram.por-
que enlrarain em estado incuravel.
De 8 pthysicos reolliidos, nenlinm scapou".
A-molestia em lodos eslava moilo diantada.
SJoos esclarecimento.queda'a respeclira com-
missao e que merecen, muita fe.
Foi approvado provisoriamente neis presidencia
em 13 de .gasto do auno passado o regulam.nlo in-
lerno do bospual, oma das maiores necessidade, que
senta o eslabelecimenlo. Ser-vosh. prsenle o d,l
regulamenlo.
epo.s da exeetrelo desle regulamenlo o servico
to hospital ten. sido feilo com mais regularidade.
A experiencia vai demonstrando que oulras pe-
quenas providencias, para a completa regularid.de
da servico interno do cstabelecimenlo,
da necessarias. A presidencia ir
aulorisando a commissao
las.
i. N.io creio, pois, que o do-
lo ensillo.
< abandono das tolas do lyefro nao vem, a meu
ver.de outra caos., eenSo de presimid.daem que
e-la provincia Machadas de IVrnaubiirn e Baha.
Os mocos que so dedioain ao estillo daslingnssou
de huinani lades, te ,0 pola mai
proseguir u s est.t.l
lamento dos
parlo inieiie.i i de proounci I.
" a esle.......rarlmenlo eonsuana. a
" ><>"<> de se roseiifr d.-,|e estado anormal a ....ir
c. tabrelado ntlo pode deivar do ae.nl,., 'El
om |.| censlrangiroenlo. E e com
'""....."ri...o conten-
ilumnoa Bo methodo porlegnet liello
que o desenvolvim. nlo ,ls ur^.io, ,,'-.,,
superiores das nossas faculda po e deixar de gtnbtr inulto com o-ia ale-ri* .
u dedireuo, preferaa aprender | lerior eom expanrto morel que aacnmMnb,!
As contrare lados continuas atedtm p I.
voorai ,.. i,.. Mtt lr 0 (|fc^
ora l,o,e reparar lu.ios .lu, he .1. corone
brov.mente u... p,........ ,, ,,., ,,?_
me.,.ee.qer,.oc.......mm,_ A ,,/. ,,,[',.
la Intuame deve m d.elelel. Ha adm.nMrar-.
O olal.f lecime.ito ao rol.mies no
Irano
com aquellos profetsorea que ha., de ota.nina-Ios ; o
ueste caso seus pai, o .i sempre leeni de envta-b s
par essas provincias, anlecipim n lempo da separa-
Jio, retirando-.., das aulas dolvr.) o ma.id.inda-os
para astado, lgo.es n.l provincias de Pen.amhueo e
Babia. Eis quanlo a mim, a causa principal da pee-
r Iroquencii do Ij reo.
No* meus anteriores reltlorios ou me lenho ocru-
pado da aeeeasidada e p .s-ihilidade de substituir o
lyceo por um Intrnalo.
Piada acreseenlo liojo ao que di,se no me.i relato-, de meninas.
no,i entra panado, qee nflereco a' voss. co.,..,ie- lnfel.z,..nle so verdadeiraa todas as considera
como complementa do prsenle artigo nesla !; por elle expendidas SJfttSk+lSX
a-re do primeiro estabelecimento ^Z^X^"^' "i*** t0'".....i"
instri.co.io poblica da provincia ainda nao [.' deci- I I vioe-direclnr nrer-re oir o ,, o r
ao lenho q.,o,i MD.....lar as rncld. tos' do osiabelenne i.\ "i,f\ ,1 ,|. rariil de r^S.
ri'detT. Z^tt; 122?,e,n c,Tur"V,s i.!? '!"e ",L'^:" ^ -'-
'.ii-ih. vegas o. unge, ingleza, gourapliia, pin-1 allo.iam.
..pinail ceometna ; et.trol......, as duas pri.neiras i < l'rtirl... suonedos la too... onll.i t u.i.i. i.
en. sido regulas por hal.eis professoros inerlnos; a I do Jane.ro e M l-.^Ma es la ,....c"' ^
erceira pelo .Ilustrado profesar de rh.l0.ica e poe-1 coll-g.os. reirido. por ,,, ""- ,"5"l-"l'"' dp
oca, e a quarla pelo respectivo substituto de cien-1 habila. e lorma .. espirito
A direc.ori, da instrnecao publica lem estado qua-! ISS^^^SS^^^'^' """"">
si na um anno a cargo rio vicc-direclor, por caua de i Nesses collegn.s as meninas *o ,.,nii. .
ausencia do director como dentalo .ir ...... I m.ir. i...... 1 ..;*."!"!.""." se .l'P''" pn-
lalura que
das dese
vice-direclor l-m sido solicito no
.....ie inalfoilores e rrimu>
mrio da mallas
pode deixar do romerar
aaae leen, seus azilns. aaaj
;' -"mina das armas, poiom
paraansit, plantadas e ron-
al etpclinio o crune deas.
laruldailo. atlortivas e lornan duro, o ,H ,.,,,,,.,. -. ,,
retas mesroo allribllitrio .. c.r.eler, d.baixo de.- i, '7, .TISTvla1 'gnr.nc. i,.d.vido.l.
'I.!" do vi-.a. .,,..,.....|,do sso sucio he .11.'n, Cu, 1 "J..,., 2J2?*- """"" **
...ot. recomraendav.l., [,. '" 2"'""""' <;'" in.iu,tr.a. a pta-
Deito ss., uto-iro,T, o.i,|n ,o.|,re as- pteoJK T.""" ",a" '""': '" l-'"^,
-waede. imporlt........m. r,ro c povo. i ....Z '^.u'^'t'T^r 1?
I) vice-direeter da inslroec. publica. ,. seu rea- i ib. ,,... WU?"t i "'"
tono, faz s-nl.r a Conveoiencia do establecerse -*
nesta capital um collogio para a eduracao regular
racao
paite.
E como
Slrn
dida,
do rari.lade. Nelles .
signad
-IIMipl
cumas
e so qoo. a
asea , fio. 0/ de mi
'' I*-.. e,ia cM.
- uiini,,, ,.. aeerra iMbU t Timi**~"
I.renca ,... ii.nsriever Bast al -
palavraa desse o.c.ipto .
- ."a i "S" *'>< ""> uliHd.de, disw eu no n,.
* r"U....... "MM,der et.uma, ---------""nT
racSH acerca d.....luro (lsllllu ,u c|un, ,^-
" director como denotado gorat, na leg- meir. lot.ras. ao eslud rt I. gua Vr ce d. "
I lindou. e mos.no por molesl.as conlinoa-1 na e geogrepbi., .' msica ao de nI. .
e.nprego. ( cidado que cerr o canzo de i das domeshcai. "' e"'"' e <'">"
lo iu-
tomnndo-.s, ou
dmiii slraiiva a loma-
-rcio de II desetembro do anno prximo
foi removido o juiz ded.reita ,i .. ,| Ana.
da, Manoel Correa Lima, para a comarca do l!>-
nilu ua provincia de Pernambuco enomeadnpir.
substttui-Io o juiz de direilo da comarca de Flores
da mesma provincia, Ignacio Jos de Mendonca
lichua, qu. ja enlrou em exercicio. Todas as co-
marcas s. acbam provida, de joizes de direilo.
Por decreto de 20 de novembro do anno prximo
foi concedida a demissao que pedir o bachirel Aiu-
brozio Machado da Cunba Csvalcanli doluarde
juiz municipal e de orphaos dos termos da Impera-
lriz e Assemblci, e por decr-lo de II de dezerol.ro
do mesroo anuo foi nomeado juiz municipal e de
orphaos dos referidos termos, o bacharel Antonio
Joaquim Buarqae de Nazarelh, que ainda nao en-
trn em exercicio.
O honrado inlelligei.lc juiz municipal e de or
phaos dos termos do Passo e Porto do Pedras, ba-
ebarel Rodrigo Firmiano Nello de Moraes, falleceu
o anno prximo, e fui subsliluidu pelo bacilar el
Marcos Correa da Cmara Tamarindo, removido do
termo de Tacara!.', da provincia de Pernambuco, por
decreto de 10 de jolho do mesmo anno. Ja enlrou
em eiercicio, i
Em portara de 19 de julho do aono lindo foi no-
meado promotor publico da comarca de Anadia o
bacharel Zeferino da Almeida Pinto.
Conced, em portara da 30 de Janeiro e 14 de fo-
vereiro desle anno, as d.misse, que pediram os pro-
motores pblicos das comarcas de Porto Calvo e
Mala Cran le, Jo3o Francisco Paes Barreta e Al-
fonso Jos de Mendnno.a.
Em portara de 3i) e Janeiro docorrenle anno
nomeei a bacharel Joao Capistrana Banleira de
Mello para o cargo de promotor publico da comarca
da Mata-tiran !e.
No mea relalorio do anno passado eu disse-vo, :
O respeilo. e veneracao que vola s leu do.paii
exige que o primeiro-magistra lo da provincia nao
as abandone no meio das lulas e-labelecida, entre os
criminosos, qa. as violam, e as autoridades que as
proteger. Sempre collocado dentro das leis, pro-
curo constantemente neulralisar as malficas influ-
encias daquelles que lomam lugar fora dellas.
Ainda professo ueste imprtanle ramo do servico
publico os mesmas principios administrativos, cuja
execusao lem sido de benfico, resultados para a
provincia. Proseguirei nelles cm vigor e perseve-
ranca.
forra publica.
Segundo balalho de infantaria de linba.
Por aviso do ministerio da guerra de 20 de de-
zembro do anno passado, foi mandado tescrir para a
provincia de Pernambuco o eitave balalliao de in-
fantaria, e daquella provincia para esta o segoudo
batalhao da mesma arma. Acham-s. ja nesta pro-
vincia 319 pracaa desle corpo. Em Pernambuco c
em outra, provincias 90. O estro eflectivo do corpo
he de 509 preces; o completo 4e 915; fallam pois
para o seu estado completo .506 pracas. O cumman-
danle do corpo, o coronel Manoel Muniz Tararea
ainda ee acha om Pernambuco, estando o batalhao
ob o .ominan lo do brioso major Fernando Macha-
do de Souza.
t He ama juslira administrativa reconhecer ncsle
docomenlo solemne os imprtenles serviros, que o
oilavo batalhao de infantaria preilou segaranct
publica e individual nesla provincia.
Guarda nacional.
A guarda nacional he distribuida por 7 comman-
dos superiores, rompreliendendu 22 batalhr.es de in-
fantaria. A falla de majores e ajulantes para os c .r-
pos lem sido senivel a disciplina dos mesmos cor-
pos. Infelizmcnle nao he fcil cncon!rarcm-se nesla
provincia olllciaes que eslejam as rond.ces de ser
orneados para esso, lugares. Nao be menos seaeieel
a falla de armamento para alguns balalboes Estas
cirrumstaucias e anda nutra, inlluem poderosa-
mente para qno nesta provine), a guarda nacional
nao estoja cm p lalisfaelorio. N5o obslaote, reco-
nheon qu algii. commamlaiites superiores c eom-
mandanles .le carpes seo saleos.
Aob.m-se destacados para o servio,, da gnarnioan
da rap.lal, e oln diflerenles localidades eenlr.es, 250
praoas de difTerente- balalii.ie'. leiiho j. frito re-
ducooos no numero das preces destacada!, -io mi-
nli.s vistas dispensar completamente esses .miliares
e|d falla s *uas'respectivas prnli.-os o s .n,xs f4_
midas lie penosa. Recolhidas a esta provincia todas
as pravas do segundo betalhlo de nf.ot.ria e aog-
mi-uia.to. cuno he possivel, o seu numero com re-
rula. da provincia, ebegar-se-ha a este resultado,
qoe ser ulil ao servico publico.
Corpo de polica.
Elle coipo conla actualmente 151 prajas, com-
>to x epidemia dio- |
lerica.dizoDr. Esplndola. fo, ella calculada n^\-Z*Z2ZZ2. V dados esla.islicos, qu: me foram f .mecido, pe!, se- i.e, i I d. Ve C,neCU 'a,rar Com
cretaria do governo por algo,., collegas, que como Z^rJ^?"^ l'3"^ Pof P^e-
u liveram oeeasilo do presenciar o numero das
victimas eeiledas por esse .. n:,B.,,n. (;onvPm
ol.iorvar que morreram mais bom.i.s do que m..-
llieres, e muilo mais Hvres do que eseravos. ,.
>o meu relalorio do anno passado eu disse'quo os
clculos por mim Celtas a respailo da mortalidade I feilo
proJozida pela epidemia eholerica, levaram-me a
severar que cor; do 17:000 individuo, de lodos os
sexos, condiooes, estados c ida.les haviam suecumbi-
du. Ha pois catre a miaba eslalislica e a estaiislc.i
do Dr. Esplndola a diuVrenc de 1:540.
Releva observar qu. os meus clculos foram feos
em principio de abril do anno p,,,a.lo, lempo em
que a epidemia lavrava ainda n'um ou n'uulro ponto
. que nessa epdia Igumas CSl.fislicas perciaes nao
erara conhecidas com a exaclidao com que foram
poslcriorment. e-criplas. He anda om accresciino
do d.'.r pa.a mim ser eu obrigado a adaailtir a verac-
dade da eslalislica do Dr. Thomaz do Bomlim Esnia-
dola '
Assim a populacao da provincia, que antes da epi-
demia era de 267:687 almas, sendo 218:26! livres e
49418 e*avos, he hoje de 249:147 comprehendidos
os eseravos,
Sabis perfeitamente que os governos e os povos
va> hojo tirando da modero;, sciencia, que se occo-
pa dos alaarismos m rebelo is forea, das naces
so para a cada desla cidade.
Arda en.ao a estacao calmosa, e foi is,0 ,xac.
lmeme que den .ugar rpida Iransmissao da epi-
dem,. A,,e,ar dis.o, con.inuei v.ccinar cm for.
cae.sem que eu o e.perasso, a peste corvou-se
como que a eoBStaisio vaccnica do
assim me parecen, porque rara b
capital que nao conlasse entre
grande ou pequeo numero de
Militares de individuos
r. Comef-
i casa nesla
os seus habitantes
pes.oas vaccinadas.
recberam o preservativo, e
rara fo. a pessoa em qu. elle na. sorlisse.
emR,ralac,rt.rd rila, qe ac0o.ou o.
hab tante, desla cidade e do algumas localidades
centr.es, na fo, m.ligo. O pus vaccinieo ,., do
peg.de em maior e-cala rt0 que nos a, anto-
nores, e he lisgeir Saber.s9 qoe
pulr contra a vaccinacao vai diminuindo. A mor-
WW.d. peadasM. por esta epidemia nao be grande.
rmlnT ^ J""^" d """",e """^ "Cebi -
roun.eacao de que a bordo do brigue nacional D.
Au-onso achava-se um marinheiro accomme.:id
de uma enf.rmid.de. cujo, symptomas a.semelba-
.mrSeao,d,fel,reamarell,..Sem demora mandei
firm "-"/-. eassuspeita, foram con-
firmadas. O doenle soffn. decae mal, cm gr.o adi-
anttdo,
Inimedialamcnle foi Iransporlado para um, en-
.cu,aveis. qu. ate po.ico lempo eraro I SJ rcorro,' Te ^ZZ^*!, *"
E n'um paiz aonde as bases prin- l denoi, O mal ...-r. me":'ni' oecnmbio horas
cipae, do seu svs.em, de governo, assentam sobie o bord,, P'PSou-se em Ierra e era ,
censo da popalaelo e sol.ro ...Uros dados eslali-lics, En. dala de 1! rT. iJn i .
o conheciinen.o exacto d~ criados be indispeu.a- mun,co-,e EF'JT*
vt..sobp.ade desequibrio e deVpr.p.rs.0 n lr .mblie." Z^. d^LT """"^ ^
pc.as do lo lo. i ., q"* um* disenteria acompanbada
Em vista desta considerara,, he meu vr |, q9C ha- preTZ'n!'".' ""'"'0 Cn,r' 0i """"^ -
bdtleis. Dr. Thomaz do Bomtim Esp.....ola Vt' ^^.'t^T^ZZ "....."" ^" -
I"! ZUZ"- aa,0r'5anrt'> '-.nadespe,aic,,es mJZZ ""*""*
com a obtenra,. de cscl.rerimentos e
pplica-
imporlantea, mas dilliceis na
inlorman.es \ alo accommetteu os individuos
medicina. A enfermid.de
t.ossa provincia, ronde
a eslalislica he uma cenca inleiamenle detconhe-
cida. .
Peco vos licenca para consignar nesle solemne do-
cumento o mu vivo egredecimento ;,o modesto e in-
lelllgente alegeaao pelo telo e peiserer.net cem que
ello procurou desempenhar I com.nni,ao imprtanle
de que o eucarreguei.
Higiene publica.
Mais feliz boje do que o anno passido, posso
oceupar-me desle as-umplo. sem mostrar mago.s o
dores qac n.quellt poca nao me foi possivel repre-
sar a despeito de lodos os meas esforcos.
No da 8 de muo do auno pretrito, declarei des-
la cadeira :
( lloj. ainda nao se pode infelizmente dizor que
rodea os logares da provincia, povoace, ou babiio-
Ccs solada,, estejsm completamenle livres da epi-
demia do cbol-ra-morbus, qoe mes.no se sebera de
todo desassomb.adas a, localidades aonde mudas vi-
das foram ja ceifadas.
a O cholera ainda se faz sejilir aqal ou all, alada
rer.pparece n'um ou n'outro lugar.
.... I ............. u* ..no nao pensis d
ceno porm que es=as desaraoas correm sen. mim n<* terror da popularan, sem que o governo lenha ne- P'"sa c social, Icnlio auxiliado a ,or
e A inste expenencio que da. dc.s2raC e solTri-
roenlo, proprlos sibetee, casia, boj, a popelaeo a
defenderse plcidamente. \
o Tudo vai lomando aos seus logares, e sem du-
Ida. poca da exlincrao total da epidemia na pro-
rela esta mudo prxima.
Era esla a situara,, da provincia em rolara, a epi
demia no principio de abril do anno passado.
Felizmente a mino, prev
deml. f., retirndole da provincia, deixan
ahombradas todas as localidades.
Alguns poucos cases sporadicos
ponto ainda liver.ni lugar n
juo'.o a agosto, in is eeses faci
n um ou noclro
concr .los mczs de
nas-arani-se. sem n
a popularan, sen, que o governo live.se ,,e-
premacrao grandes meiosdede-
ecomp,e,ame,,.eresappareceu.rC,,"n,eS **'
Em nenhum outro ponto da provincia lem reina-
Jo epidemia de qualque,- carcter que seia '
-,m.easa,ul,,dadel,esisfac.onane^ .'
Cullo publico.
LUST ?' re"g" n ena"""-en,enl ,
te en a ^ P"^C"','< '" -iversa.men-
de a le o qUln' "0"COrr" <"" accao
de la le, soja Hp.at.ao., vigora jeri om
grand. elemento de orden, e fe|,c,dle publica O
h dCelT'; Prm,er P0h" =" 'erno
he de volver o culto interno, be glorificar a reli-
.dent,.-a..aobmem,.ora-l, sincera, pura,
Os temples aoae se eterce o cullo exlerno
aonde celel.ram-se os sanio, sacrificios d, nossa ,e|J
g.ao aonJeo rudo interno aviva-s. .n oraroes 1
-M'l'l.ca^advindade. devem ser por tan.o objec.os
dignos da ma.or adeno.o dos governo, e dos povos
le que Uto pens.i, diuerentcmcn.e
portancia reli-
uccaoe icparo
de differentes templos, matrizes de freguezias.
junho do
gl
olli.a
lie uma neeessidade a conlinuacao ds obra do
edifico, se nao sobre toda a extensa das linbas do
plano, ao menos sobre uma parle dessas linbas. O
estabelecimenlo nao lem commodos para a regen-
cia dos empregados, para as conferencias dos mdi-
cos e par o deposito de cadveres antes de serem
sepultados.
Sou de voto qae se prosiga com celeridade na
conslruccao de mais oma parle do edificio, na qual
se dem os commodos de que acuna fallei, e se pre-
paren) algumas celia, para a recolhimenlo de iiil-
dze, alienados. Esta desdilosa class. de- creatuias
nao encentra nesla provincia um asvlo aonde pos-
san, esconder aos olhos de seus semelhanle. a sua
desgraca, cun esptanos de ainda voltar, no uso
de sua razao, ao seio da sociedade e de soas fami-
lias.
Trala-se de apromp-.ar uma sala com a decencia
convemenle para nella ser collocado um oratorio,
em quanlo nao be construida a re.pecliva capella.
A dmiiislrac.,o prompl. dos soccorro, espir.tuaes
aos enfermos be uma necessidade admenle recla-
mada.
Ficara por esta-forma satisfeita. v
Seria para desejar que livess. lugar quanlo ant
a encoiporaca.. da irmaudade de santa casa da Mil
sericordia, que lem de reger o cstabelecimenlo. O
compromisso que ja lem a approvasao do Exin. dio-
cesano na parle que Ib. loca, foi submellulo n. ses-
sSo pastada i vossa pprovacao. Perjo-sos que vos
nao deslermSrcis deste importante objecto. Nao he
animador montar uma institoicao nova sobre bases
varillantes e dovidosas.
A irmaudade da Sania Casa na Misericordia Irar
neccsiaria.nenl. o augmenlo do patrimonio da casa
e a definitiva regularidad, do servir...
A despera do estabelecimenlo con'tinua a ser su-
perior a receila ; mas he de crer que n'um fuluro
que nao esla mudo longc, llavera equilibrio, lalvez
excesso de renda.
Nesla occas.ao lembro a conveniencia de ser con-
vertida sm verba de receila a beneficio do bospilal
de caridade desla cidade o producto dos residuos que
ficam das lacen d'algodao as casas ds inspeccf.es
e armazens de deposito em Jaragui, como se pra-
lica com as amodras do assucar.
(Juando o anno pas-ado profer nesla casa o mime
dos Ires ridadaos, que conslituem a commissao admi-
| nisl.ativa por mim norteada para dirigir o estabe-
lecimento, disse :
a Applaudo-me da ni.mescao que fiz, porque nflo
seria possivel encontrar com facilidad, tres cida-
,. daos mais laboriosos, deJicados e caridosos. ,. Ho-
je lenho a satisfar, de as-everar-vos qoe essa ca-
ridosa commissao lodos os dias se recommenda mais
aoagradecimenlo de seus cncdadaos, is benoaos
dos pobres e i niinl.a admiraraa.
O medico e os oulros empregados currfprem seu
deveres com zelo.
O hospital de caridade da cidade do Pentdo con-
tinua a preslar grandes beneficios aos pobres en ter-
mos daquella cidade e arrabaldes.
Iii-lriicr.io publica.
A in.trucco publica primada na provincia he da-
da em 75 escola., sendo K do sexo masculino e 27
do sexo feninino. Koran* frequentadas durante o
auno passado por 300') alumnos, sendo 2:187 do s-x.
masculino e 703 do reminino. Ha 25 escolas parti-
culares Irequentadas por 482 alumnos, sendo 281 rio
sexo masculino e Ib8 da feminiio, viudo a ser o uu
mero total dos alumnos que figuraran! as matricu-
las publicas e particulares 3512. Comparado com ..
Minero do anuo anterior. cu,a malr.cula foi de 76
""' d'Oerenra ,,Mra menos ue om 0 d
ser attribui.lo nao s.i a mortalidad, pro-latida pelo
cholera no anuo pastado, como ao fado da per.na-
necerein vagas por algum l.mno. a' falla o. pposi-
o/f V 1 i '","", "deira,i. cl" provimenlo interino
nao fo, bstanle para altrahir numero regular de
alumno..
0 legoiate quadro comparativo dos alumnos que
freqi.entaram as escolas publicas primarias de ambo,
os sexos, .luanle ns cinco ltimos anuos, demon-tra
o movimenlo numrico dos mesmas alumnos.
I-.m lx., 2097 alumnos 600 alumnas
853 220 ,. 776
18. 2576 i. ||!i
'< 1855 2028 .. | |II7
1856 2387 o 7ii|
2607
3106
3700
1095
1090
A le provincial numero 301 de 1:1 de ,.
aniw passado, desmembren dafrecnexia ,i, i- '"-necea,, deste qualro demonslr. que o movi-
bles, e erigi em matriz a canela d So Z"l T ,r--""""'"<'*'''"'s fo, de ascenra... sen-
rs mainz, a canoia do >enhor Bon do do deseoslo r.o ultimo, o que deve ser infeliz.
Jess da povoar.',o de Qaebr.ognlo, lendo a
. ...... nova
iregiieziaadeiioininacao deSeulior Bora lesea___
t) territorio da provincia achate dividid,, em' freanetias. Todas, eteepeao da fregaetla de Noai
Se,hora do da vid
mente explicado polas causa, ja' ollas.
Vagaram e foram promovidas o anno passado .
lo sexo masculino do Atalaja. Capella I i
nsoeiro, L.ge do Canliolo, G.qal.', I^goa Kunda
Santa Anua, Agua Branca, c as ,i sev,. femi
ra leiras
dcscmpeuhn de
na. importamos funrces.
A dispersan de ouelre Ctdeirsi de lingua latina e
de duas i. Iingna franreza por alguns poni, da pro-
vincia parece-me de pouca uldidado. Convina pois
eitingor dua, da. cadoiras de lalim, chamando os
respectivos professores para o emino no lyceO, e nao
prever a, oolras que fossom vagando, a' oxoepcSo
lalvez das de lalim das cidads do Penedo e Alagoas.
A eilincceo de qualro cadeiras de lihgo, freqnen-
tadas e qnasi sem aproveilamento, jior diminulissi-
mo nomero de alumnos, consentira na creacao de
mais .Ir. fi radeira, de primeiras ledras, nas'quaes
grande numero de alomos poderia enconlrar ensillo
de doulrina cluisiaa, lilura, escripia c n05f.es ligoi-
ras de anllimeli.-a. Desle modo o ensno publico se-
na melhor .Hendido.
O viee director da inslriirrao publica faz sentir a
necessidade de eNabelecer-se uma inspeccan mais of-
Itcaz as ..colas de inslrucca.i primaria, quer publi-
cas quer parlicnlare.. Expandn-se om cnsi'era-
ces acerca da improficuidade dain.peccao por ins-
pectores mnniripaes e parochiaes, e conclue lom-
brando a ulilidade das visitas peridicas as escolas
por visitadores commissionado, para esto fim.
l'en,o exactamente como o lefendo vice-dreclor,
e tomara-ees. conveniencia de aulnri-ardes a des-
pea que (dr necessaria com ajudas d. costo ao vi-
olador commtarianado pelo governo. Estas inspec-
coes poderau sor Tedas alternadamente pelo director
C vire-director.
(.toando tive a honra de ser director da instruccao
publica na provincia .le Pernambuco experiinenle a
vantaaem das visitas inesperadas as escolas.
Nesla provincia mesmo em 1855, o vice-dircrlor
da insirurrao publica virilon algumas escola cen-
traos por orejera da administraran e o resultado des-
> visita foi benfico. Nao menos de dez professo-
res foram suspensos, e muilos abusos foram corri-
Kldos.
He minha opioiie que indas asreformasque forera
tentadas na iBsIroecSo publica primaria sern inulei..
se por ventura nao liverem por baso uma liscalisa-
3o mai. severa, exercida sobre o pe-soal dos pro-
fessores. He esla, quanlo a mim a primeira neces-
sidade.
A vitaliciedade conferida ao prnfessor desdee da
do provimenlo offerece graves inconvenientes, l'm
lal svslema dispensa a. punas pe.rcn.es de moralida-
de e vocatao, e eses imporlaut.ssimos predicados de
um prufessor sao esquecidos e desprezados. Seria
prudente que nos novo, provimenlos avitaliceda le
Mo fesseg.rtalids, saale depoisde um exercicio
de j annos, por exesapla, pa.sados sem ma nota,
ace.ca da moral.dade, da applicacao da ass.duidade
do proressor.
0 importante sacerdocio da educara, da mocidade
exice essas cautelas e resguardos, aob pena de se da-
rrm no ensillo escndalos 110 futuro.
Nao be um inconveniente menos grave n pcnn-
tnenlo poltico do protossor levado a., campo das
disriisses acrimoniosas.
Na., be raro o nlloi retnenlo a presidencia de quei-
xas e repre,M.l..cO esrnplas contra os professores
pblicos, pelo muo cumprnnento de seus ,1 ver--.
lenho observado qu- algumas vetes essas queixas e
represenlarnes lem por .ansa principal rxas dis-
putas pallucas, as quaes o professor perde a lempo
que.leve porlencer ais seus discpulo., e gauha in
inga, e immizades. Sei bem que o exercicio dos di-
reil,.s poltico, be garantido pela couslitoirao do es-
tado a todos os ct.ladaos. sei bem que privar os pro-
Tessores desle direilo, sena um alintalo contra a
mesma constituoslo mas nao seria impossivel per-
suadir a ciaste dos professores, que a placidez e san~
li.ia.i-de sua missao nao se casam como barulbo e
aiuiz da poltica.
Poder-se-hia por um novo svslema de contar o
lempo para as jubilacues, convencer ao professor de
que as lulas polticas Ib. sao nocivas. Por nieios
indirectos pode-se pois cliegar ao um que se .toseja
sem oflensa da cooslituicao ou de oulras leis ge-
nes.
Convindoregul.risare unirormisar o ensno, le-
commendei ao director da instruccao publica a orga-
insacao de um regulamenlo interno para as escolas.
Um Irabalho semelhaifle ja havia sido apcesentadn
pelo referido director ; mas julguei enlo conve-
menle adiar a adopeilo desse regulamenlo para ser
modelado sobre Irabalho, desse genero confecciona-
dos pela directora da instruccao publica da curie ;
pnr quauto reconbeoo que nu eiisinu ha uma certa
iiacionalidade.que'su pode ser guardada pela unida-
de e umfurmidade do mesmo en-ii.o.
Existe uesia cidade uma escola publica de ensino
primario, pelo melhodn do Casl.ibo. regida pelo pro-
fessor Jos Francisco Soares.
Em dezembro do anuo passado visilei essa escola
seomp.nh.do pelo vic.-drectur da inslrnccao pu-
blica e nao denamos de nular algum adianlamenlo
nos alumnos, os quaes pela muir parte <3o de ida-
des tenras ; mas esse apruvedamenio de II mezes de
ensno nao nos pareceu na propor^ao do que n.s ha-
viamos observado em abril do anuo passado, depois
de mezes de inaugurado a escola.
O respectivo professor ,10 seu relalorio, do encerra-
ment da aula,nao desconhece o que acabo de enun-
ciar,, explica este laclo da rianeira segunde :
11 O resultado colindo no anno que findor, pri-
meiro da experiencia, seria mais favor.vel, se na
primeira ondea de uma disciuluia, em que apenas
se esla iniciado tl.eoricamenle, mudos nao fossem os
erabsracot que se encoutram. Por outro lado, a
ddliculdade em conseguir a matricula dos alumno,
em um delerminado lempa, e a frequencia irregular
que elle- liveram, foram oulrus embalaros que me
puzeram na obrigaCato de dirigir a aula por um mo-
do acommodavel a taescircumslancias, que por cer-
lo nao pode apresenlar grandes resudados no sis-
tema de Castilho.
Fallo da necessidade em que me vi de abrir a
matriculo duas vezes 110 anno, e do sistema de de-
curias, que fui misler adoptar, quaudo'a nalureza do
.-isieina n3u admitle que a matricula seja aberla
mais de urna ve/., e mudo menos que e posea recer
a aula por outro modo que nao seja exclusivamente
o simultaneo, a
Essas raides ai. deiann de ser verdadairas, e jus-
tifican) ale cerlo ponto o adianlamenlo nao propor-
cional que obsereel nos alumnos.
N'um oulro lugar de seu relalorio, diz o peofes-or
o segunde :
A prulicuidad. do sistema seria impnssivel ne
car-se, a respeito de Indas as idades, de todas as in-
lelligcnnas. Pelo novo sistema ensina-s. e spren-
de-se ; pelo amigo, quautas vezes u niestre en.ina e
o discpulo nao apien.le.u
Esloutno prupusilo de auxiliar a escola, acororo-
ando o picfe.-sor, em quem uao fallam babilitares
para exerrer as runcroes de um cargo, se Ibe nao
tallar a voutade.
A presidencia concedeu-ll.e o annn passado uma
giatilicaro de OOrOOO rs., pelo excesso de trabad.,.
por elle allegado.
Esle anno requisslou-me compendio., traslados e
papeis-vidros, para o uso de sua escoja. I >,-1 pro-
videncias para ser satisfeita a rcquisirao na parla
que me pareceu razoavel.
Pelo que tenho observado, he para mim tora de
duvula iiue as CrisnCM aprenden, os primeiros ru-
dimento, de leilufa, mais deprcs>a e mais correcta-
mente pelo melbodo Cetlilho, do que pelo amigo
si'luna, e isloja nao be pequea vanlagem.
A -ociedade de scencias medicas e Lisboa sfir-
A min i. opinian he, que a educarte da morida-
de, quer do sexo m.tenlin >, quor do sexo femin
he digno do maior desvelo, e al dos maioro
lirios, se para le-la lacrifieios forem nec
le. sero as refurm
1 no
a sacri-
irtos. Iini-
iaddttri.es, polticas e mesmo
sociae.. sem a base em que ellas devem tseeoler a
cultura da inlelligencia e do carele, islo lis, a c lu-
cacao intellcetual, mural e religiu'sa.
Chamo para esl- .umpto a vossa alteada, e ro-
go-vos que nada penptil para .er dolada a vossa
provincia com o eslabelecimanlo de umi laslaiclo
liio un c lao urgMiiemeule reclamada pelos chefe-
de lamillas ejagoanes.
O pensionista da provincia ni corte do Riada Ja-
neiro, pe,!,,, Rodrigues Proas, na., tora procedido
co modo a merecer elogios. Tenda obtido na aca-
demia de Bolla. Artos, .m I85, u segundo premio.
f. reprovdo em 1855. recaten-te a (requemar
cm :,.,.d,n,lade o anno lectivo do 18.56. Acl.and..-me
".no passado
dina.
m.xto-mili.ar e a,,r|., ,,,. *'
..Ca sempre o me.,,. p ,_ cl,,t, Hi.
ter-te a colonia a ,, mr '-toJwmF
Nao havera per.goe.11 ser a ag.,cultura, o ,.n,...r-
c... e o. devores miliUios eearesda cu,ulal.iamo,.,e
e pela, me.11,a- pessoas Nao sera" osla *rl. rt. r,.
na I loma. conlinuar a mes.,:,, sy.leeaade .d.n.n.slral
..au.'E sendo al-iin. a agricuhnra .....en,' a)tjaB>
volver-se livremoale 1 Qual ra,,,,,,' 1uc jt rl.
raeler ,1 miniante d colonia, o milii., u ,arir|a *
bis differeales qo^etaas, cup. ex.me decnu).. saja.
recem um sen e-ludo.
a Enleudo que o carcter mixto Mo l.e Ul.
adaptado para presidir dirercao da r louia, m *
de.-ja queche establ locmenlu .(lima a grandes
c.in.liroes de pro.poridide.
A agrieuliara.ia. debaixn 'o pc--o das arma- si.
tmida o a.-ombrada. As
vera
armas qua.i om com-
pleta mistan cera lavuora vivera, e.n oc.o. de*.
naturar-se-ha., aVaelararta m.io. dos qu.
inaii-iam. o em ultimo resultado a disriulma militar
aenpparereri, salxiiteid. pe. prcpolenri. e av.-
rez, que sem duvi la dosenvu'.ver-.. I.Jo aos dir^-
turc. ; nos o.dros empregados da raleada.
-.-Lg; *" cuu.ldorar..., cnd qoe
,over..o dove ir cuidando lentamente no l.l.-le-
cimenio de algnma otra colonia.......|, prepondere
md,",r,",e,"*! "elf!"en"' ^"C..a..,.M7m,..;;
i Nao cre, que baja inconvenirnle ata .er mili-
lar a origem das Colalas agrcolas no, entro das n..,-
las. Creio ale que a..i:n convein ; m.,- o.ia
maque debano do ponto de vista higinico ept.v-
lotoglea, o methodo Castilho be preferir! aos nat-
os .nligot methodos.
isla rous .eracao nao deve ser de pequea in-
dicia nu espritu daquelles, aos quaes ii,cm|,
fio
.manual, aborrece a parte tbeirica' do dese-
nlio, e de-prem. a cultura dos esludos qno deman-
lam exercicio le inlellig.nc ., para exclusivamente
dedieer-nao desenlio de copia e imllacao.
(r rure aeonsclha-lo, e rocommendei-o pessoal-
menie a algn, prufossores e au digno secretario da
academia mas cieio que meus eonselhos ala lem
Ido rigorosamente .Hendido*. Pretendo et auno
pracede^ a um roiaacioso exame acerca da conducta
desse mancebo, que |ge ulil pode anda ser ao seu
paiz. e esprialm-nle a sua provincia.
Nao obstante ,-, falla de atteslados de frequenrja,
lenho nuionsado o pagamento das mensalid.dcs une
feo rorrei.do. '
Soria imprulenle e temerario qualquer procedi-
m.nto de-rigor contra um ..io.;o inexnorienle e sas-
eeplivel de correcrao. Ser-vos-ha prsenle um qua-
dro de pinliira per elle tollo e olferecido a ejeembia
leg.' at.va do sua provincia. He u, irabalhn de
mrito, i,a0 pela invenrlo, ma. pela admiravel pa-
ciencia do execran e nitidez de copia.
U illuslrado medico alsgoano, boje residente na
u 1.! "' *"''">> >r. Alexai.dre.Josd.
ello Aloraos, ollereceu a provincia das Alagoas,
para a fundaciio de ama bibliolheca publica, 800 vo-
lumes de ddlereules obras de Idleralura, sciei.cias c
arle.
Agradec, como era meu dever, o patrolism,. des-
se brasileo nolavel pelo 1 seus variados roiiheeimen-
los medico, r Iliterarios, assi.n como pelos ,eus es-
coplos subre assumplo, de sua prolissao e do seu
Sera convonienle que utoiisasseis alguma peque-
a despera para o comer,, deas, bibiiotheca. da qual
lanos fruclos podem tirar os espirito, qu. deseiam
cultivar-se. '
Collegio de educan los arlilices.
Acham-se matriculados 27 educandus. dos quaes
aignns mostram um ceno, adlsnlsmealo na su edu-
cara, lotelleclual c moral, e felizes dispusic.s parj
o desonvulvimeiilu de -ou esplrl 1. -
Exi.tem montadas rom parrimoi.a doas ullicina.,
as quaes os odocandos mais reines adiaulados
na. primevas ledras aprendem os odicios de sapa-
leiro e alfaiale. Os directores dessas ofliciuas nao
percebem estipendio publico.
O director .... estobetociraento cumpre seus devo-
res de um mudo .au,, de louvor.
u vrce-dirrclor qae tambera he .. profesa r da .-
coto de primelres I tira-,, e.n que... alia. sbr.., ua-
inlilaoues inlo.icclu.es a inuraes para desempenhar
s fucre, de seu cargo, nao lem uifrlizineiiie po-
dida ser IM aatidna .... desempenho de seus deve-
le, como era para .tosejar, o que sera dunda lem
co..rorndo para qoe adianlamenlo iuletler-
lual d.s alumnus nao seja cumpletanjenlelson-
N'umn vi-ita qae fir ha poucos dias ao oslabeleci-
meniu reeonheei que nao seria sem ulilida e pro-
mover fora do collegio o complemento da edocae.lo
de tres menores qu-, pela sua idade, desenvofvi-
iiento physico e sullicienle deseuv.dv.menlo int-l-
lecu.,1 acbam-e bal.iliiados para dispensar os
dados do eslabelecimenlo. Ja providenciei nesle
lido. Mande, que um loss. ronliajo aos cuid.....
nY.. .? ?"mre,l,|Sa'0"l Barbosa & Coinpanlna,
que se oltoreceu para recebe-lu sem mais .lospezas
por parte da provincia, ebrigando-se. moiliante
coiidict.es razoaveis, a cuidar no seu prsenle e no
seufuturo. Os outro, dous m ndei entregar ao, cui-
dados do niestre de alienara das obras publi-
ca.. '
Se houvossem nesla provincia ollicinas publica
de lerrana, carpinlana un de outra quaiquer arto
sena pru.-.enle coofitr-llies o eomplemento da edu-
cusao.les.es tutelados da provincia ; mas havendo
ralla desees alilissimos viveiros pblicos, aonde or-
phao, desvalido, se postara lanar bou, artistas e fe-
lizes cidaditos, recorr ,. esses meios, que me nare-
cem de vaniagein.
Se se nao for por esta forma danto logar a novas
entradas no eslabelecimenlo de pequeos orphaos
sem amparo neaham sobre I Ierra, a n-titui-
u nao att.ugiri, a meu ver, ao seu verda.le.ro
lornar-se-ha o monopolio de educado di.pendio.a
de poucos orphaos. c iudo circums:ripla se..' a sua
ulilidade..
Tudo quanlo diste no m-u relalorio d.. anuo pas-
sado. acerca dessa inslilni;a, smlo sitpda boje.
bnleinlo que a transformadlo desse collegio de
educandos arlilices em collegio de educando, agr-
colas, sena beuefi, a e lalvez mais econmica para
a provniea. Asllnhai que esrrev, u auno pasudo
acerca de.te assnmi......Her.-co-as tte anno para
complemento,teste,.,Migo. Ped o anno passado a u-
tor.sarao para dar a .-e ostaheleciino.ito a forma
que me parece mais .1 laptada.
N3o podeste,, por motivos que nlo deteoaheeeis.
volver para este pon!-, as voS'si vista e .xam-.
Alienta a grvida.le do .Matante
lia ah-tor-ine de levar a ellail, -
O retro... uiransavol diroclor c.p.to dr arlilha-
ri. Jai da (.asa. I..b, Benle,, conlinoa a merecer
a ala conbanr, da parle j (.Mea*. M. er pos-
sivel que seos Importantes -ervic.. nessa dura, em-
Uura glorias. romm,...io, BHSts. esquerid,,.
Por decreto 10 1* de dez-n.bru pr .ximo pastado
101 rila nomeado insp-der geral la me lira das lor-
icao da, lor -
dala ,e 7 de fe-
Clll
se.i-
aos ruidados
enlendi que de-
neu pensaotento
ra publicas iota provincia, e em
vereiro foi p0r m,m noinead/t, ju camm
municipio de Porto Calvo pM legiiimaco e re.-
imarao das posses, sismaras uo oulras cooresoc? do
governo geral ou ^rovi.inal. Podendo ser fal.l a.
pragres.0 e engrandecimenl da colonia a madanr.
do director, nao M o rapilAo Jlo da Uama |.n|w
nenies retirado da direcluna, embon novo, e d.di-
cei. encargos i;,,. f(,et.. dados.
Ao sobdirector foram inrjmbi los os IrabeUw, a
administrara, da colonia debmo d -upen.ilendee-
cia do director.
Acredito que nenhum msl re.ullars'detl facto.
CoNfinuar-se-Aa.)
CORRESPONDENCIA IX)~iABJO DE PER-
NAMBUCO.
MARANHAO. ()
San l.uiz 21 de tovereiro.
O qua desta vez Ihe lenho oizer da mais impor.
tante he que, co.ilra toda a exportarla,, foi reri..-
na a noticia, trada pelo ollimu vapor do .el de
que o Bita. Sr. Cruz Machado o.lava pin ser de-
molido, viudo para >ubsiilui-loo Sr. Ur.Macalhiei
laques.....
Nao haum ... m.rai.hei.s., ,i,;o desse nome, qne
se nao revuMa.se ruin semelliai.le noticia, mnrmen-
te quando se considera. qu a dclituiri de S. Kxc.
reallsar-se, sera o Iructo .1. ...triga, dss detaU-
radu calonnias da larereem d*.......o, optnwcio-
111,1.,, de.se receplac.lo. sem .efundo, de lud.
qnanlo ha de man ignobu eiro .,.. Acredito, am
na., sou levad., pelo vertigtBM. espirito de perilla
p-lo cvnlrrio, sa.ba, ,,ue ou hraudo le ,nai, qaan-
du trato desses bomen.. que, sem o menor ch-
menlo para com a opima,, ; a menor sombra de vr
gouha para co.n a vordade, cuspe, diariamente ,s-
bre o bxni prest lente a, ds.liibes, ... Mallas os
uiai. asquerosos, que se pod. conceber !. A raa
.le fcxc. no torre...!, em que a opposijjj eollocu,
no cusa da nos i ,d..,, he a causa da n, .randa o,
publica, da honestidade dee nra.se lates e le da
j.o.sa proprie honra !.... Ouem. na ve.dade esla'
livre por mata boueslo qu. vp,. d. |,.,t ,.
nliaa ver se atacado por om pasqoiw.
C1lu1nm.1t. calumina., Una U. djzili, qa ai-
gama cu-a lcara'. a
iontiu "r,'!' lle'. "'" ""ri" d* mau-.ra astam.iita
ulelligeiilc- honesiaa. a iiiiiniaar., de S. Exc.
lod. aqaellss lojuna,, lodo. aq.elUs renlos tov-
aos d aqoi, e oulros serados, e alimentados ue eera-
Dr,. des.es que la' se acbam na corle, a vveres saa
vida d minga., lomhrand.se, anida um driles d'.m,
cadeira senaior.al por esla provnola. oatro, d
uceas ao opporlun. do una nova iiilruduccao dest-
ituas falsas, como no sou doce lempo !
O principio do respeito aulnrii.de he amadas
Lases uecessari.s a sociedaue civil ; pois bem n*-
sos .rehilarlos de ruinas ei.si.i.ram ao povo o .ir-
respeto a primeira autund.de da provincia : m.
nar-lhe-hao fazer echo de loto, as 111la1111as.de
que el es propri.ss.1o os BSHeas iiiv.-ntore.....
m?.?l ""' ""'.memo, qu. 1 assirn.
ravolh I*'"'"".'r,,e "rlal 'iu-'ir,..rm,.
ravel belegu.m de qoe presidenle do Maneho...
a. lixe. rcsulveu .ogu.r para a corte ueste vtaar
nao so porque lem ,10 lmr enlo na cmara lem-
porar.a pela provincia de Minas, como om d.s -eu-
ma., dignos depul.do, como mesmo p.,u. desoa
abertamen.o entoo > r, mini-ton... '
Reconhecemos no Sr. Dr.M.galhae. T.qaes... B
d.gitado successor do Sr. Cruz Machado, alto, m-.r-
ciineutus lantu c.vis,com. litsaracset: venha p.-em
aquelle Sr. lumar coula.d.. presi.toi.cu d. MinnM,
e a nao se sugeitar aus mandos .1. e-lrella, desses li-
beraes eurages. d-nlro em breve vera' levado a* ig-
nominioso peale dos tac jornae.. I.d. a sa vid.
passada e pr.-ente. d- envulia com as catomrri.s
infamias as mai. repugnantes. S. Exc. sera' recebi-
do paredes co... 1 ,toKria ,|. abi.n.o, quando pre-
ci.cu. o nasc.nenlo do sol ; prud":Sal.sar.|he-M. .,
raatorea elug ., roi.ipara-to-h?o un. som.-,leos,
eml.m alia r.llarao lisonjas rapazes de indignar
noinem mais amigo dessa rnoed.. falsa ; lado sera' a
loa da mol da ...a aJm.nislrac.ao.
l.a lime russe.i, parata lia d-
Dar-lb.-hio ajgata chocho ek
ser lerrivel..
-omelhaole ao que
ce-sidade de
lera.
Nu lim do anno pt
Sido o CiqIoi
reepparcrea >;..s
provincias da Parahiba e Rio 1,raudo do Nrle 0
esle. deplor.veis recios .conselh.ram-nie a provi- 1,1
.lenca de nao consentir na irrenulacJto de algaa
mo liramcntn-une anda ovi.i..... .* ...---------- I
de reforma, conlra .. qual t.dvez se Icmlem Med-
ies qu -e esqoecem de que a nossa agricultura
lem sido con.lemna.1a -t hoje a vo-eulr.r por lu-
das as nutras nidu,Ir,,s a luz comluzida pela man
d guverno, fleande sempre Tallada pira ella a parle
escura da I .ipada.
Col na militar leopoldina.
A popuN.-o da enloma e .-u dittneto consta bojr
de I., habiUnlea livres e Hil e.rnvos. sendod.-
quelles .. adoptivos, os oulros natura, s do paiz. oc-
cupeodo lodos 577 I g. 5.
Exislem na colonia e dirtrirln 14 carpinteiro, >
mareioriros, 0 pedreiree, > feneiru., i oleiros, > .,-
..ateiros eh altoiates, sendo os mais agricultores
Oalgarismo da populacao existente no ndimo'de
dezembro do anuo pasudo, collocado dianle do l-
gari-mn ,U populacao do annn anterior, da uma
d.fferon.4a para menos de li habitante-, deuda aos
estragos .la epidemia do cholera morbo,, que all
rc.nou nos mezes de tovereiro marco de anuo ,,.,
sado. Ness"-, dous mezo, fallecern! I..I individuos,
e nos mezesRecurridos de marCo a dezembro apena.
.. ..queda' um total de 558.
HooMraa.....correr da anno 1l nasrimenlos.
A mortalidad, no referido anno fui na razio de I i
porcenlo. O uiimoru total ........sciment... heridos
na colonia o dislriclot, desde a soa toadalo ate.le-
zenibro de 18,.,. he de 185, e de.se lempo' al o fim
do auno pastado, de l:>, que da' :lll.
E.te alg.rismo romparad. com o de 118 do, na,.
>e eidos eiislenles. da' a diflerenca para meaos de 161,
1- qae fallecern).
que faz a guarnir,,;., d,, Colonia,
praris. Durante o an.-in pas-
o liverahn as obras da colonia.
lud, n seu pessoal para o -er-
us|itaes, e granJe paito dellc
L>,,-.*
8"ns..........-i..risunns, engios-, pretsa ,
ile madeira pu. oceasigo da epidemia, nao tom a do-
cencia uu rapacidad, necessaria para a inhumar,,,,
, ..os mor.,., lenho auxiliado a cou-l.orrao alve-
nari. de alguns cemiterios dclindivos, e" parece-me
etistiam na ph.rmacl. da qu he de ingenio necessidade
governo, c que haviam sido conservados ate aquella 1 desnezes
poca pur nina procura.. ,, me parecen necease- I As cmara
anterior .!.'urna dilferenea para mono, d
mesma causa .,., inlluio nial.fica.noi.le na malriral
dos alumno, d in-triicrau primaria, iulluio n.
tricla dos da in-!ru. ra,. secundaria.
1111-
a coiitiniiarao ,|. |.es
forem
municipaes qoe pelo seu regiment
; 2 a providencia que ..a. pas.a-s.m, pnr mm\Ztttt~Sr' ^
e duras provacuo., ,,e na,, fossom,,. tao lnleli.es -1 deiu
mo os nossos irrMat Parahibauos Ru.grandei.ses
do Norte. Dseme* poi. render racas ao todo
derosu por lao assignalad proleccao.
.s circuoslanci.. excep. tonaai em qu.- se aelmu
esta provincia n anuo pajeado o Ivc.d. capital
nao f,,i abarlo no I" d- tovereiro, lempo prescrinlo
pela le, mas smi ,10 da 10 de rr.areo, e me.tno nesse
lempo nein lodos os seus lentes poderam reger as
suas ra letras.
melru sau
elle,
tlciir.ln, que
as a seu eargO||ounc. ser.lo fedas.
Em noiembio do auno passado, o religioso l/r I *>
po-|Caelnod. M.-s.n, prefc.to apostlico, capuchinho
lle op nilo geralmente senllda que o liri desla
tale na. pro-ta a' educarlo da raocid.lo a van-
ge.n qoe e-labelocimenio, desla ordem coslnm.m
pens dll'erc.iiomenlo. Entrel.nl
. O canlo e 1
A 1 ainb-m um grande aljrartvn par., os sentidos
a ; neta... e ,ulenlam a cap.ciri.de d- .tleneao!
he o aran ie s-gredo na arlo de entinar. '
,.!-..los ox-.vioios cuntinuam .' illostu dos alumnos
qs.tuppuomemtotoaquilloam continuo jogn Mus
oc-ntu o,,,,,.......ir. citare no mesmo lempo os r-
gaos da rcs.pir.da o d. 1,,/.. isto he, a caixa do pel-
lo, o polrnio a |.rj nge. Os si ,!,!os sao ao mes-
mo lempo grandes meios mnemuiiics e xcolleules
aux.l.are. para as iuiell goncia. ni .rentos. \ bs
.acones sao pelo contrario o cabos o o tormento ,| ,.
las ii.ielligencias, euinmein seguro de enfado.
apparereo o interna, e ne^se
|>'s-t\el fa/er-.e. Depois di.
1 iraualb.1d.1res, o.. Je acham-
egular, quer as obras ,,,,, el,ti-
em ,ua casa ,|e. j,0 do, Bois.nl.os, qaendo
ebegou o Exm. Sr. Cruz Machad pvrem ae de
pois sera proprio JaotaMe quem hn do .sseveiM
C...110 acano de assevere-lo, uo Alhlela, t que S.
n.er'elraz'?,;'l",U"' 0U *"'', n..I.JO'er4".,VI*0*' Vmc-h" do estar lembral-.
que eu os fiz |..g, q8 qu. ,,,s.ia ,. Elm ^ ,_
diado : pu |,em lodo, ello, ce realitaram. Bora
desle meu Maranhau.-O Sr. II,. .Maualbao, Taq-.es
o"' J"' l0,"e ""'" d"li" n"n" b.er.a-
Alguns dos de.freicuad..s de S. Exc prelondem
laiir.r pur ..r.-a,.a ,to sua p.rt. la. cu.no .... pe-
ne ..e insudo, -Ig.mas gi.ai.Jola, de logelo., tata
lamben, nao .ora'par. admirar d'aquella teme sem-
pre prompla om toda ordem do m.oliM. Cm
gasto de alguma. palac. qualquer um pode airear
os aros de bombas.
Prelriidiaro dar um baile plo nie-mo.motivo.
canela, que s man.tures ,:., pnl. grande, sem dunda em virln ir
dadwaeilas.
O. toguetos tau.bem ba lembrar^a dessa aenlr
Atrever-te-hia. ellos .. fazerem u mesmo .h- ni -u.
provincia. TBm o unida.
Entretanto, nenhum part lo romo a nossa arlotl
opposirj,., foi e |,e o mais ei.eamie,de in.mi.o del-
le.. Ai-Tatejaba ,\ozd laeang... a ldc.
do ro.nmorci..a rot.dbo, que o cerlifiquem
h.l provincia parece ser das contradira, a a-
nemalias, e per isso iemo, ., ,,,,_ rt .,-,,,,
r. outru m,.l..a,u-.c cum a aaeasn. lacl.dade. rom
qne gir. o c.il.uenlo .1. aetse S. J.ao.
S. Eie. a retirarse. .. ,. nSo m,, voU,r ,,,.
ve..:."Jr_c.rn,.'2n.'"n ide. b-m ooe.ldore.
Ii-v .
Nenhum pre-,denle desla provmcia a.n.l
go-o d. sabir .tolla. .,.r.,|ln, da. calaaM
>a, e in-
crm.i unir*
-s "" 9fae jniialis,,,.,. ;-,. .r
"v-|i,;,o o Sf. rearqaei da Casi -. I este asjriJt
eoalar como c-p-rie de gloria. pnrqu- pro.,,;' -
destines da pravineii
..... ".. rp.ira r laMMetB do ,.n,H
revoiurao. e linba carta branca para ludo 1 ,
aaspeewga ..as garanda- -onsl tuci.m.o-
governo mililar, desee, de.
i.ein pensadore, ambinoi.
ensenar eaosas M. se,.
mal. A bastn.id* he para u i....,l|o
.
Era um
. ie in 'a minia .,.
a, romo o Badea no.....1,.
tdaire estada .-
is necean sin, va- decora- ""';"" o raes... qne a arapaatuat par, u,
1 iiie.ubr grancrenioo.
1 II aborrecimenlu catada
ILEGIVEL
s.,.,,,.e..k,,.;,w,==JSH.s5:H^^
pelas generalisare.
reseu-
compre-
llt,i'iu,;ii
A estrada que segu par. Ueste, pondo em oom-
municacao eom a Colonia a villa de Sania Mana ds
Imperalriz, eu" reautaiment feila .,,, etleasaa .ie
G leguas, evil ,n.lo pericos, o incomroo la pas-
sag mi pela |,,d ir. do Sacramrnla A estrada q,.
dere ligar colonia. Leopoldina co.n a de Pimea-
teira, da provincia .! Pern.ntb.co, p..siu quc tragada toda om lerrilorio daquella provincia, coala
ja partilo ,1., margen o.qerd do iacohipe, ma
leg .a, o pros, gn- se ..ella rom empenho. \ asir ida
de Lesle, quepoearotoni. e, eommenieacfl. com
a villa de I orlo Can,., eonsema-se em bou. esle..
A .grieallera, que tnreeanlm om aaaecl. la.
cae, inulto in 11
mono, iienb.iin
II ,1111
nones!.
:' libera
e-poranruso. sulfrou
as coiisoquencias inexitave.s da
I ara que l.ei de o,rr,1r me rm domon-irai-lb
a nalereza mlamalorn......j,.rnaf. da ..., ...,..,
.;..., .. \ me. prl .. da ana p.o.mria pudo mni. |,on,
o. que,,. la .oj.,,,. sem ron faro.
da que M i.o-vm. |v 1 ,
ra.s 1 ara pi..i, ,a ,,, .
purtalorin dcmesliro. ron... ., rt i rfo
r.....'""'"^r.eg.do d qualro p.,.,H. ;,
para f .
- do.e.p,rad ...i,.- paeja^a^jtT^e^dTerai
do sen p ,;, | ronlinua I
bar e-.a atar, qoo d.r.m ,
mu as lavas de i.IrAo,
,o- uellfo,,,-.
d
rsiiero*, 0111 nada r. iilribuiudi. ....
OMOO..I1A0, r|,r,.ido tamo ion,.'..
saantae daaaaaar-
' de quer que .;, r*-
em que vive, lul.lo 1.10
epidemia, lauto mais noevameate, quanlo o eu ap-
parocimenlo foi no lempo prorro da plinlacao.
Uraudes rucado tor.m despresadoi, e eitensas la-


MUIILADO
A pres.nt. crre.p .11 lenri. ^ ler n.,0 r
ma. p.rculaie, su agur. a aeese p .der.
I


DIARIO DK PERNAMM'CO. QUARTA PEUiA 11 DEMARCO DE 1857,
..
i
r
Imrrisel, que i hu o inferno de Dante om paraiio,
u.iiiio rom elle comparado.....
A nossa opposicao d>> eoedes lem. poi, era f.ivor
de seu chefe, I" cirruinstaucia alleouante.
S. Etc., elou bem convencido, Bao deixara', na
cmara doi ilepoUdo. de faiet patente ao pan, com
sua elnque.ile vo*, o qu idru .lo negocios publico*
da mus provincia, e com quantu S. Exc teja nm
representan! de Minas, todava ido deiiara' de pu-
gnar pelos inleresses da provincia, que uelle se ha
M smpro lembrar, p*la maneira inlelflgenle, e pa-
tritica, com que a adininistruu pelo espato de 14
me/es.
tionlem foi o p-imeirn dia do carnaval. -As ce-
badillas uu limes de chairo, acliam-se abolidos. A
l.r iiuh i perrorreram luda a cidaile.c.nn urna buida
de msica a' Irruir, iiiiiinirro* mascara, quer
cavallo, em carros, como a pe. A .ralle houve .:. m -
de baile masqu no ili-.ii
Ultima hora. O vapor esta' a partir, os saines de
palacio cstao atoIreBMIlle rbeios de ludo qoaulo ha
eniprrguulo ludas as diligencia* para captura-lo e
Ibe vai mstauar 0.competente procese.
Bl&ttO 0t |NT US'.:
Ilontem pela olla das dea horas da manida aa-
correu-emais un-, catacomba (obre M re.ius pre-
ciosos de una victima Mostr: o l)r. .Manuel Cacla-
uo Soares.
Natural desla cidade. e fllho de urna familia ho-
nesta a abastada, lenacomecado aqu os primeiroa
esto-ios, parti depois para a Lnivereidade de Coid-
bm, onde roeebeo o grao de bichare! em silencias
canonical e etvi*.
Entre man de mil utadantee, foi s-mpre conoide-
redo pela congregarlo doa lentes romo mn dos mais
iiisiinrtos ios seis contemporneos, e como lal me-
reecu aef premia lo i m (_iiii- anuos do curso uni-
versitario.
Depois de formado, sendo o lr^.-il anda urna rte-
iaw arado tiesta capilal. que tem leaeoropaohar ao I pendencia do r..... porlaRoez, deixou-e lirar en.
E.tn. Sr. Cru Machado a.- seo embarque ; a prac.a
de palacio e a rampa eslao apinhadoa de poro que
suila a'S. Evc.com estromlosos e enlliusia,lieos vi
vas ; lie urna ovacfl Completa, como ngubuin presi-
dente leva iie em urna casa proiima, com fugeles pira contrariar
o senliniei.lo geial da p.ipulacau.
Na ra.npa e*l;u muilos escaleres que lem de a-
compaiihar a alela ; S. Ex.-, lalu ue palacio cir-
cundado do- piiurtpaes caracteres da provincia, e
no meio de eslroudusos vivas, que ec .oam .duda de-
pois delle embrcalo.
Ilesejamos-llie a mais prospera Viagem.
PAGI4A AVULSA
1&&-. ffi>aa3
Parece que o Sr. fiical ta freaue/ia de San-Jos
val i'orrpspoiKicinto aus tlesejus da niuiiiripah-
tla.tr. J >c v oiilra onleiu un logar m quo
so vendn o peixe, e o alravesnailure* desl- ge-
nero esllo menos dUM. o repeso fio at;ouue
Lisboa. O seu talento Uto vuluar, a sua liella illus
traca > em materus de jui ispti.-lfnci,', e nina rara
pro hit!;.<>>, granjeara m-fhe a estima o ruiisi ieraciVr
do govtnm ila ni* iit'i ti". t>. Iimi m- do liruciniu e*i -
pi*> pela le, foi DomeaUo JQI le Tora do Carino,
on.te dea prova-i cvi.lentes do seu elevado merec-
nenio e reside/, de carcter.
De juiz de f *ra do rarta\o foi Horneado ovidor
para .. provincia do Ceara' no Brasil, ma* em cin-e-
quencia ta nossi mdepen lencia, nlu poile e\er-
ct-r rsle cargo, <|ue foi entilo confiralo como
nm acto de luer etlrao&eiro.
Patudo alftam lempo vollou para a 808 patria na-
tal. Sendo particularmente ctimado pelo illnstre
fun.lador do imperio, o Senlior U. Pedro I, foi hon-
rado coio o diploma de lente paia a cadeiri de con*-
tifuicAo e diplomacia na acodemia juridica de
Olhida.
Km enn-icquencia de ter orcupa lo o carpo de
juiz tle fura do Cariaco, guando o Bra-il independeotee fora.n ciamalos tolos os ISrasileiro*.
o consideraran, por i-"*o estranseiro, eiigiram"que
elle pre-^la^se nm urainento tu a-suiia*-e uid en^a-
junento pira poder exerctr aquelie empregOi aoque
recasoa-st\ pela co.tvicrlo *m que elava, de que
era ij-i-ileim ronu oalro qoalquer, e nflo poda
Nlo tomn posse d > logir c vollou para e?ta ci-
tlade, ondene eulregou a nolire e indepen lenl* pro-
Htfio tle idVOgado, e ne.^la quatidale foi empre B45-
ralmenle reconliec.io como uin doi mai< hl>; is e
mai probo. Pablicou, ha pouco lempo, o livro se-
Cuntlti das n-Iitui.jTk's de direito civil por Mello
Kreire ctin Importanlos adiiii,es ettraSiidu dociM-
lliores prasistai e 11 leKfiacJI patn, mas til mo-
desto era q-, a pozar de lorora preciosas as suas lo-
culirac?-; procur.iva encobrr que er;i o IDtOr,ul-
timamenlK deu a lo/, o priintlro volurnt- de urna
ohra de jurtipriidenc a, Repertorio das teit citis
poriitquezat: e bratUexroMtqu foi c msiderada pe-
los Inimens da iciencis como uin lenric/i importante
prestado a lodo* n que se enlresam o sacerdocio
lo furo, e aos que se ledieam scieucia -lo di re i lo.
Eslava conduin lo o sequn lo Volme. Seus Irabi-
Ihos forenses uram de uin rigor lgico, de una ela-
reu exemplar eile ur ule erudirao joridica ; e por
isso no4 i'.i i;'.,_' mcreciain subido ptero. Em de-
tembro do auno pastado foi a Porloe! l-var a sua
mullier, qut- se acheva eoterme. Dcitou-a do meio
de siiH familia em Coimlira, donde era ella natural,
e vollou para aqu no ultimo paquete iaglez, onde
checou ; 'o csirr ule.
No iiia S senlio omi liteira indi>po-ico de eslo-
migo. a qti.it lornandu-se rebelde a todos os soccor-
ro- i-Tni'1 liein-i. cu-o'j lie a :tor(e na madrugada
do dia 10.
Fallecen pobre na idade <1p (" anuos, leudo :i~
de advocada, lamenl.itlo dos *eu* prenles e amigos,
e'dobre a sua campa deixa gravada! estas paiavras:
Probidade severa, intelligencie dislincla, deJica-
i> a' seimeia, m de-lia e ttii Iraballiacoostantemeule. e ja alguno cu/ladur lem ma simples proel no tea Inar-llie ese foro,
ido di ver! r-se na detenrilo. N-* malanga cu maia-
doiiro publico, pela prifueira vez, se poz.eram em
r ve -o \i as poblaras de 18.1) contra a vontads de
;i': ins -hiIpi '. i .archanles, que lio mal acosluma-
dos estavr.ni, que du vida vira da oxtSACia del! i-;
o sobre is se, e qao se podem desculpar pela falta de vista,
ou como se a-severa, pela neces.dade a. e.il i '!' de d n- olhos. Omita tambem que mul-
tas casas achara o Sr. fiscal em construcc^o, em
que **leja:n na cunforrni l.ule das posturas ; aguar-
damos o eu relatorio, asim como i> do Sr. fiscal de
Santo Antonio, que Ifto Mliifeilo se disse com a sua
r.-in e.t i pnra eoaa freaue>ti Quera eelver cem dinbeiio sorre cruelmente al-
guinn escrava, pretextando haver-lhe desapparecido
alsmna quantia. e imputando a ella; ainda que a
mesiiia escrava j* seja corlada, o que na*o ob^la que
se bapiize o filho, como e*rravo; s.iDeHiite aclia-
da, descoberla ou invencHo, be do madama Ru de
Santa Cro/..
Aconsilhamos a urna senhora, mili de familia.
*qie nao lie convenieiile e nem proficuo, reparar ou
evitar os desmandos da uin lilh publicando-os as
folbas ; antes parece vontade qut lo los conhe<;arn
a exiensilo do sea nome, e que sua pe^soa redije
oas portas q.in Kcain dentro da cilade.
Que a-qoertcii e imneabundo prelo exisle na
ribelra d^ Boa-Vists. O s-u lodo he om composto
de imperft>icoes, porque, alm le nm; hernia, solre
mais o mal tle elephAnliasis dos rabes, em urna
perno, mas nao ob-t-mle e*es padecitnenlos pliysi-
cos. corta carne em algum talho no arouiue, e ven-
de peixe na mesraa ribeira, como be sihido, e mais
ainda perfumado do nvio hlito que iifcessariamen-
te deve exhalar aquella perna, que, qosn.lo se acha
naqnelle Iralco, repousa sobre o mesmu banco em
que corla o seu pene, e como deve *er saboroso !!
Mftlhor sana que es*e velh prelo fosse recolbido ao
ho'pilal de curfdade, onde nada Ihe fallara, do que
Iransmittir as mi .- maullas a quera deltas se acha
i sent.
Falleceu no dia G do correnle, em Olmda, o
mui vtIqoso Sr. padre Alesandre jse de Carviillio,
lente nomeado para a .radeira de latim do Semina-
rio Episcupil. Es-e prematuro fallecimento tran-
si de profunda > verdadeira dor a tudos que ile
perlo iii!,'i'H-in e*5' nobre sacerdote, ebefe le uros
honesla famdi comno setenta aunos, da ansa irmia t de um irmo, que
fallando-lhes altor* -mi umen arrimo, leralo de ser
visita los bem codo p*la miseria, se a carulade do
clero desia capital naoaalva-la le lao horriveleala-
midade. A fninilia do Tallecido padre Alexandrehepor
sera duvida d:ina de auxilios; apenas linba feilo a
sua mu i- va de residir seu virtooso protector.... a marte ep-
pareceu-lhe, soubsndo a umea esperanea do seu lu-
lero.
Fallecen isualraente o di*Inclo decano dos ad-
vocado* Jesla capital, o Sr. L)r. Manoel Cselano
Soares, ebegado ha pouco do Ptirlutiai, para onde
im.M ido conduzir saaj enliorar Escusamos dizer
quein era esse probo e honesto advogado : sen fal-
lecimento enchen da profunda magoa seus numero-
sos e devota in. e amieos.
Falleceu o prelo quo cabio dos andaimes da
matriz da Boa-Vista.
Os picadores de carne fresca, em Cach^ns! silo
h ..-ns de p; t)i<*'rain umi vez, que a car-
ne --uva a 20 patacas a 20 patacas i.e lem cooser-
CONSULADO PROVINCIAL.
Keiidimenlo Ideradodis 10, .
3:85697191
25:754^193
'
v. |>k^l t
de Janeiro,
Co*MMreio i. 70. lu (' ila feverelro nlllmot nm a-
raniel il pn.bustes eonlra mini, anigiiado por um
Barreirente, que recelando caatar uauseii a pu-
blico, ile ipiein lie Iumii eonheeido, ruin a publiea-
r;lu ile aeu nmne, eompaaHeiro iuseparavcl da o-
I um.i, valeu-i*c, i- un i Ilciii os ile sua rlast', da
imiscara do iitcoiiinlo, para Vollar obre innn 90*
linRoa viperina, oleando ipie en deicaria ao charco
'iii quo viva mergolhado, para I lie lar inin (lan-
cla de altercar con. ella, que Dio lando bro, nem >avio, entrados n.. rtia 10. Sc""" rom >"? '" ." P">lH>te Weda-
honra, nem pundonor, presume que en dvo mistii- i l.omtresi:t ilias, vapor braailriro Persenoiman, ''p l'3ra 'irg'1? psssagciros c f-rravns a lr.'-
ranrine cun cll. e acompanha-lo lelas tabernas a' de :il)0 tonelada), comniiml une Jo*bua Sliarp,' ,ei l^ala-so rom ( ait.ino CyriaCO ; ('.osla
)'>a* cun quinta qiiuii.laile de gente lia, como elle equipaueiii -2S, car;a carvio p.ira siu aa.lo. l'er- i Morcira, na ru i lia Ca.ltia lio l'.erifu 11. 2.
i?. !. lene, a Peinambuco. pira Lisboa seg.....om toda a' brevi- <>, e detardea qualqu
O Barreirensc moita coata vi para envenenara1 Ierra N va-J.'.> da-, briaue inglez aEliabelha, de da Je o lni"ue Dortueui Viajante: quen
.ii seno, entretanto qnedevia ver mal. pau ver o -Ji:. toi.ela.i.is r.,r.,.?,. t;b,.l,.s Alie.,, equipagem ne mesmo ou/cr ca.iPL-;.r ou ir Jo passa-
11, rat^ .,niO b.irtie.is com baca rio : a S,tin- ..,^- ^ -.-i.
der, Br..ibera & C. Pert.nca a I.Vra-.Nov. 6?m. P que tem acota ios commodos,
Mcw-Uedir,iWwaa.aea, galara a\n*rr.na Speed- "irlja-se aos cons gtiatanos Ihomiz de A-
well. iie I7l tonelada*, capibio B. !'. dibhs, e QUIDO lonsHCa i FiltlO, na ra do Vigario n
grao da inf.niia tm que sc Icni cullucsdo. se beni I
qiii* inuil.1 gante afllrm. que Ibe au be desrouhe-
oido, sendo loda a sua vi i.i um eontposto ile .es-
in ni lis. corrupca r immorali ladea !
fique pois o Barre/mino certa c bem certo
de que. se anda lr esla ve/ Ibe li/. a bonra
de dlacr e*le pouco, loi aomenta para proteatar-llia,
pie oe entra ve ibe farc una an.ihse rigoroaa, po-
iem verdica, d. ana vida, pe lense ipi Irapdaref de meo proposilo, pimplante o
minha vida, qur publica, quer particular, me pa
lora do alcance dos botes de um replileomo oBar-
reirente .que nnopiilenutro lauto Jifera sen respiito.
Sou, Sr. redactores, etc.
Anlonio dos Sanios Caria.
quipagem .10, caraa 2.000 barra com azelte de
peixe : ao c.pitAo. Veto refrescar, setiue para-
New Bedfordl Pertenc. a t'air llaven.
Navio, salmlo. no m. -un dia.
Itio tirand da &oll'.dacho brasileiro Reculn.
capilao ni noel Joaquim dos Keia, carga assucar.
Falmoothl'atacho inslez aOnljioaa, capiblo T.
M-irlMi, car^. assucar.
19, priineiio andar, ou com o capullo do
mesmo o Sr. Manoel ios Santos.
PARA MACEItr*.
Esperi-se do ivssu' por estes das a escuna
liaciiiiial Linda, que devera seguir para o
porto cima inuicado, ,ious das depois da
chegada .- reeel! unieamcule paSSSgeiros,
(imiiitnica)0.
Visto que o peridico Hegentraran, depois de lia-
ver aventurado censuras infundadas acerca da con-
servacAo da barreira da poi.ie da ftlagdalena* r.co
sa dar publicidada aoa doconionto. jonloa, quo Iba
f.iram ollerecidos no intuito de avilar o Irasuvio da
opinnio ile seus leilere* obre aqueile negocio ; re-
corro ao Diari i de PernamBuco, rogando a iuter-
sAo dos nkeamoa docamentoa.
9 de niarr^o. |t.
BARREIRA >A PONJB DA MAGDALENA.
Illm. e Exm. Si.Cainprin 10 paclio de V E\c exarnila no reojaermenlo srdu le Sou/..i Vi-.nna, arrematante du pedacu da
poni ta HKdalea, que reclama contra a mudan-
v* ds respectiva barreira, como rra nUimamenle
aulorisada pela aasemMa provincial ; devo i)./r,
pelo que repriia a locahdadea que nenhorna oolra
rnc parece mais aprvpriada p-ira o eslabelcclmaulo
da mes.'iia barr^ir... ;i in- a em q.ie ella actualmen-
te se acha, c aude ra col locada desda a sua crea-
rjo, he mais di dezeaeis nnovwn.lo cerio que a
u rauda ac para uuiro q-.ialquer ponto da estrada
de l1.)!* d Al|io, li < iie nacessariaroente rcduzir de
nimio a Unpvt! nttS"fta- foltrun^a dt> memo peoa*
iu, liiio so porque della liWS* os-vbaMdor
proprietarios que habitan prximo a ponu, e pir
aln Iransllam em t-eu1* carro*, como tambem porque
em ncnbum oulro local ta e-irada poderk o arroma*
lame eviar o* rod o- e desvos que queiram lomar
os irniisicnles, p^ra ljrlar-se ac pagamento da lava
tic vid a.
Qoasilo ao direito, que -s*ist ao refer la arrema-
Illm. Sr. Irnenle-porononel Franeiaeo Siiliago
RamosaOotao aoeasof que me viasaa a mios o
(cfornal do Ceanmercioa n. 71 de lOde fevereiro ul-
timo, em que h urna represntatelo, por V. S. diri-
gida aii Emii. Sr. eonaelheiro presidente da provin-
cia contra mim. por ler na qaslidade de sobdmegado
dela fresue/.ia, era rumprimeulo *ie oaaa ardan re
servada do Illm. Sr. I>r. chafe de polica, cerrado e
varejado eu enenbu no .m l de Janeiro proiimo
panado.
(.om quan!o conhera que V. S. atwiettoa da cruz
^se coni|Mi>io de embastes cuntido eir. semelhaote
representarlo, procurando illudir o chele da provin-
cia, todava, conhacendo bem iie periosuas inten-
;es a meii respei'o, uito puss*i nem davo dei\ar em
olvido as odiosas a ma aqutll meu respeilo um juizefinenos lavoravel do que e-
qoelle, a que. grafa au meo piocedinjenlo, me sup-
ponlio rom direito.
Appelhdou V. S. de depralo arintoso o cerco por
mim dado era seu en^enbo por SO arhar no exercicio
de juiz municipal Se Uves-e coidiecimento du
o cdigo privado > de V. S., o qmil regola seus
correric em sua infracrjlo, porem iunorando a *ua
existencia, nao Ihe dando a leeislaclo do pnii o pri-
vilegio a que aejulga com direito, e lliialmente uao
ensersande eu considera^.lo alguiua dianie >-o meu
dever, como maltas vezcS llic dis^e, nao poda pres-
cindir do cu m primen lo de uma ordem recebid', so-
nifiiic poique u eii-eulio a varejar era de sua pro-
pried.i le : urnpre poli ter pacieuc*.
Diz V.S. em sua citada repres-utacao... sPetmit-
(a V. E\c. que eu Ibe i'-n;: sentir (pie semetbanie
tub lelegodo t-m cbeuado ao ponto em que por f.dl
absoluta ue lorc moial, ale para cun o seu pro-
prio destacamento! nBo pode mala continuar oeose
cargo, sera de/ar do servicio publico ; e qua eu e lo-
do-> os(proprieMrios e mumcines de llr-rreiros, com
raras exceptes tle multo seriamoa devedore* a V.
Exc. se, disiiluindo das f'unc^Aes p !icue.... ele
yue V. Sa na qoaltdada de ranectonario publico be
prevaricador, que romo mero cidadao lem manchas.
...e manchas inl'lfwi- e ItoiTveis i.)ue be araiuo
o mais infiel ele..., pas-a al por proverbio paia lo*
ilo*os miinicipes de Barreifol e para e-Ie seu criado,
porem que V. S. livesse o arrojo de, fallando para a
primeira auloridade da provincia, desseetar, tilo des-
pejadamente as rearas d.i vertl;nle, era juot^menle o
que rae nao panava pe i iitft^lnac^ro Por quanto
o repeilo devido e esa alto lunccionario parece que
o devia fa/.er recuaar dianie de lo picaro piocedimen-
Io.ius como enxorgar asaadevcf *e V. S. anda *em
pra^oiu os olinho vendados a maneira de CVpi-
i\i me cansarei sera aiUllysar a primeira das as-
erres emprchen ii'las n trocho citado, porque se-
ria por em trova um axioma, pds gracas ao eco c
ao meu modo de proceder, icmpre tosei de torca
moral, basiante para com os meus Bnbo(nlloadtfa,qUe
nao ce-sam de dar-in- provas de estima 6 respi i 10 :
alguma con-*aipuram direi ,*eorea do segunda parto.
A nao ser V. 5, e um se*J Satelltte famoso, a cujas
perniciosas infloeneiai nn nXJlenho prestado, nao
seise inivei iroprietarlo hnralo alRuoi, ou moni-
cipa de Uarr.'in-, livre de eiVa, que ambicione a
mi,iiii retirada deetelugor,e \'. S., qut nao h^ mni-
tos dae, au too promovendo um abaiio atai^nado,
p.ira com elU reojuerer *. presidenci4 a minha ub--
(ituir.lo, e iiittia poude aiiauj .r, Vem asi r.i lazfr--.e
portti-voi dtis habitantes de rreiios, que i*>Io almo-
un, ou -11 /. ? i in ni'lhcr, vein pretender mna cousa,
LisboaBarca porioeuea Flor de S. Sraaon ca- pai* aquello porto, a Uatar com Eduardo
pitao Manod lo AievedoCoaipo, rama-*ssiitar e Fciiimi.i It.-llar, ou na ra da cadeia com
mais g.-neros. l'assa;eiros. Antonio (iom;s Tv AtlUiuio 1 cdio dAS .\cves.
res esoa familia, Tbomaz Feniaudes da Con lia |>ara a liahia segu cm p()\tco.S iias O
Jnior, Joao Jos Kernandes da Cuaba, Anlonio vo|eiroc bem eonheeido hiatc Nowj Olinda,
da i. inin N leira de Muraos, Domiiifos Correa liaP iDP, m.,mi. i ,nw. nHftJ_ '
Kezende Reg, t sobriuha e 1 obrinbo. Jos An-. J,0r ler a'r P* *! prompU : P-
tioo Masimiaiio das Neves. I ra o resto a carga trata-se no esenptono
GenovaPolaca sarda Anua, com a mesrna carga | de domingos Al ves MaLlieu, ra de Apollo n.
que Irouxe. Siispendeu do l.atneirdo. -:i-
Snbio para fun loar no lameirAo, a barca hambur-
gueza aliaros, afim de conclair neu carreaameiiio.
SDccfe*--:'-for#.
los Soares de Azevedo, prolessor du
lingua e litteratura nacional, noCymnasio
tiesta cidatlc, muJou a miu residencia pata
a praca da Boa-Vista n. esquinada rita do
Hospicio, alii lem alierto tiin curso tle roo-'
grapliia e historia, e mitro de reltiorica i;
potica: as pessoas que quizerem aeaulr 1 J^Jd<8gMP *** ***?*** *-<*
1 M ." .. ucia di IteciTe n. 311, ha scnipre assurar re-
uma ou outra dcslas disciplinas, podem di-'linaclo ile superior qualidade, Unto san aj
rigir-se a indicada residencia, demanii3a I como em torrOes e p.'i:-s, por pn-ro mtm
ru.iimndn de que em outra qualquer parte.
li(kinaria de
e.o & Jarreto, no fon-
teiro.
T
* endo
I na pequea Caaa terrea mei-agua,
ni rrcgueiia da lina-Vista, no beceo w
Ferreiros n i, aqual lean .'n palmos de fren-
- -....."i n-*. i-viiKia-,s.i; *2:^*** a-
militas peana, lollritado oxamidarca do r>-
lalorio rom quo n K\m. Sr. presi tente da provincia
e. permillio qea um mar ..llicteala de em- e ^, Ypa^ is^aMjfiSJto^'. lIIu*.
piara. u*se pon a .anda, para *r ae pro-1 Carrallro l'aes de Andrade, curador da mes-
diiii.i applieado a'caixa dos orptioa do lindera-1 ma D. .Varia Joaquina Martina.
moilins: rada exemplar do relatorio era'vetididu i 0 capito da liarca liaml>iirj;uc/a he
por l$JO0ra.; aa peaaoaa qae aobacreverem ale lidai um traic.oeira que deu unas bofetadas mii
corrente, para aojo lim eia' hera a MbaeripeJo na "um seu tiahalliador da estiva. JoSii Pereira
livraria n. ti e 8 da praca da liidcpendenria. O no- "utra, e tem de seRuir amanliaa. Polica
ota a B&hia
ti vcleiro c liem conticcido palhabote lira-
sHeiro lious \migos, lie > i rado da Babia a
cada momento,te segu para o mesmo por-
to ; deve ter aqu pouca demora por ter par-
O procurador da cmara municipal desla le do seu canegamenlo protnplo ; para o
cidade, declara aos senliorei donos de esta-, resto, tratase Cum o sen consignatario An-
bclecinienlos sugcilos ao imposto annual del0I)10 luz je oiiveira Azevedo, ra da f.rua
2-> e 4; rs., que no ultimo do corrente mez, i n<, |,
liiida-se o pra/o, paia o pagamnnto do mes- 'fc ^^^ 0 _
ino iniposlo ; incorriMidi) na pena ^d43OSi-| jLl*r||-a f\ I^F,.. l
Cesdo atl. 3-2 do regulamento n. 360 He.^fi *^ **,* *" J.V.*^' "^
dejuniiodc is'ii. aquelles que deixuem'de;
satisfacer seus ilolulo al-a data supTa: as-
sim como que licvem oVnaesiiHis senhoresa-
presenlarem o cunlieciment do imposta ge-1
ral, sobre lojas e casas de djscoiilos, reJati-
vamenle ao primeiro semestre de 1836 a'185"'
ma e o numero dos cn^mplare* que subscreveriMn
serito publicadas nesie Diari'i. A pessoa que aasuj-
nar para mais de Ires ejemplares pasara'1?2IKI rs.
por cada um.
HEINECCO
\ende-sea IraduccSo manuscripta do pri-
meiro livro, e parte do segundo : na rita l)i-
reita n. lt-2:
Iiesencaminliou-se do vapor Guana-
bara.no dia 5 do corrente, um caixSo de
cedro com a firma C. Hadureira : roga-sea
quem o levou por engao, 0 lavor de man-
dar eotrega-lo na ra da Gloria u 77, ou an-
nur.cie para ser procurado, cerlo de que pa-
gar-se-ha loda a despeza feita con a entre-
ga do mesmo caisiio.
Craticri-se na ra da t,loria ri. 77, a
quem adiar unta cidcllinlia dogue, mounsca
com urna perna quebrada, e acode pelo nome
do Crimea.
Janeiro
LI-
57'
l'.m pao, queijn qutijn...
lame, fundado na garanta e fe di> contrato que li-
adu al. Hoja, .*>. > (, .fc.mt.mTTr d. st4-t .,Tiara riXtf qan urna l.il mu lan-
Ati amanha.
Jl RY UO KEt'.IKE.
I. Se l'rtudena do Sr. Dt. tternardo Machado d
Co/la Doria.
t'romotor publico inlc.-inou sr. Joaquim de Sou/.a
Kis.
Escrivflo interino o Sr. Manuel Catre! (jomes de
Almeida.
Advngado o Sr. Ijoncaln de Almeida Sonto, es-
todanle da Faculdade de Direito desta cidade.
Keila a cbainata a* II hora, da mauhiia, acha-
ram-e praaentea -13 spnhori-s jurados
Forana releva los da mullas os senhoies jurados
que faltaram a lodo os dial de sesillo.
Aberla a s-ssao pelo tuque de camnanhia foi
conduzido a presenta do tribunal do jury, para
ser julgado, o reo afianzado, pardo, Cusludi,, es-
cravo do Francisco du Prado, acensado por rrime de
fernnentos leves felus na peaaoa de Misoel Irancis.
co Gomes.em dial do m de julho.du anuo de is'i i,
sendo defensor e curador do mesmo reo o Sr. advo-
gado cima meuciouado.
O conselho do jury de senlem;a foicompusto dos
senheres sesuinles:
Jo3o Xavier da l'onseca Capibarihe.
Jos da Fnnsfca e Silva.
Joao da Conlia Soares (juimarles.
Manoel Joaqun de Muamia e Soma.
Antonio l.ncianode Morara Mosquita I'iineutel.
Victorino Francisco dos Santos.'
Dt. Antonio Pereira Barroso de Moraes.
Joo Ciptann de Abren.
Cosme Jos dos Santos Callado.
Aleoslo Joaquim de Carvalho.
Thoinai de Carvulho Soares Brando.
Januario Constancio Mouteiro de Andrade.
E preslaram juramento sobre o livro dos sanios
evaiigellios.
Foi interrogado o reo. e no interrogatorio disse
que nao sabia porque era aecusadu, c sen lo dito
pelo Sr. juiz de direilo que era acensado por que em
diaa do mn de jolln do auno de 1853, Hiera ello
reo, na pessoa do toldado 'le polica Miguel Fran-
cisco Goaan, que entilo ron lava a fresue/ia de San-
to Ah miii. |>is>e o l que nao foi elle quem fue-
ra laes ferimentiH, porque qoaniio foi prese eslava
dormindn, e disse que uao eoohecia a Miguel Fran-
cisco Comes.
O Sr. promotor nl-rino disse qae fura o reo o au-
tor dos feriinenlos, que eslava incursn mis penas do
arl. 21 do cod. crim. gr.o mximo por se darem as
circooulanelaa aggr.vantes da noite, e de ler sido
impellid.i por um motivo rpprovnriu.
O Sr advogado disse que nao VUva pro va d. ler
ido o reo o autor de laei feriinenlos, e pedio a ab-
solvicto do m'-smo reo.
O Sr. jan de direito depois de resumir a materia
da aceuaacSo e da defesa, propoz ao jury os que-i-
los, entregando es mesmos ao conselho, foi esle
conducido a sala secreta das conferencia! as > horas
e Ires q.iarlns da tarde d'onde vdlou as :1 1|2 horas
com suas refpo do jury, e o l)r. juiz de direito publicou sua sen-
tenca rontemnando o r seu senlior, a '.raze-lo com ferro ao pesenco, cuja as-
tea Mr! niiiis elevada que a cabrea, por lempo de
tre atrae*, e tambem a pagar as coala., grao medio
do arl. 201 do en l. crim. combinada com o arl. lili do
mesmo codigr.
O Sr. advogado pedindn palavra disse que ap-
pellava para o Iriboaal da relacao, aoSr. jan dedi-
relt. mandis (amar por termo a appeiiarao; e se
adiando lindos Sr. Jui! de direito propoz a proroaaejla da usiAo
por inai- alsuns diaa, valo anda liaver procanoa de
reo aflaaeade. para aercm jaleado., e cumu na
paa.au dila prorogajao', o Sr. juiz de direito, decla-
rou enreirada a seasao.
em ui'ine do minios, n qunl -o v> iK-s-jada i or si e
pelo.au aatellile, como -e f.si-m baitautvr para re-
prvseitUri'in is f-e^ueze. ,ie ll.irreiros.
Diz ain la \'. S. que cauta una vida asaaz imIo-
ria, a qual nunca foi, inin permita Deo*.que jamis
sem o qual nu poderaser recebidoo impo
lo municipal.
Jorge Vctor Fefreira Lopes. |
O Illm. Sr. m.M-eelor'da thosnliraria de.
fazenda uesla provincia, manda fazerpubli-j
co que, em cumprimep.tu do determinado
em ordem do tribuml do Itiesouro nacional,
lem de ser arrematado de um a tres aunos,
quo comcc,ava.u a couerdut'l de julho pr-
ximo futuro, o servido dacapata/.ia da al-
randega cesta mesina provincia, a quem porj
iticnoi- (izer ; maiores ou melnores vanla-j
gens otrerecei em favor da fazanua, c que
nos termos do art. 64 do regulainenlo de 22
dejuulio de 18311, o referido contrato anda-!
ra em praca por 30 das consecutivos conta-
dos do I.* de abril prximo (uturo em dian-
ie, c sera irrcmaludo no dia 3(1 do uito mez
de abril, al hora da I rilo, peante a ibe-
Bouraria. Os prelendenles comparecen! com
seus lia .ores legahienle habilitados no lu-
gar do costume.
Secretaria da itiesourarljr'de fazenda do
Pernambuco -J de marco dejaj857. O olTicial
maior, Emilio Xavier oortfa de Mello.
I'or e.-^ta siibdelegaoi'~ae acham reco-
lhidos em Ocpusito dous caballos, um que
foi encontrado sem conductor na ra Au-
gusta, no dia 4 do correnta, e outro appre-
heudi o a um preto de nome Jos, que com
elle fugio da faz- na denominada santa
Cruz, na provincia da ivraliilwi, dizendo o
mesmo preto s r cscravo e Manoel soares
6'ole, all residente: quem livor direito
aos referidos animaos prVH-o, que Itie se-
rSo entregues. 5>u> cdcleg cia ie S. Jos
do ISccife 5 de marco de 1837. Manoel Fet-
reira Accioli, subdelegado-.
- I'or esla subdelegara se acha reeollii-
doa casa de detencio o preto Jos, que diz
ser escravo de .Manoel soares Corle, residen-
te u i tazen a denominada .sama Gruz, na
provincia da Parahiba, donde l'ugra mou-
do em um cavallo, a pretexto ue procurar
quem o comprasse. Subdelegada de S. Jos
teguc com brevida'de a hjrca *Snrt..> lem
pacte da-carga,.para escraos a frele-: trata-se com/Caci.ano i.y-
riactvda T,. M., na.ra da Cadeia do lenle
n.2.
'WIV.
m
g
1
g SYSTEMA NRTE-AMBICANO
Alerto da Bou-Vista n. ,
abaixo issijjnado querendo com-
prar a cusa da ina de Santa Rila n. Sli,
pertencente a Sru. I). .Mara Joaquina da
Annunciaco, convida a (|iial(|tiei' possoa
i que se julgue com direito a ella, a apre-
fiVtci;:it' : VHjiOr Ha III- wntar-se oestes tres das com seus docu-
DE
iMl' g>
&l
siicir.i.
E PETRO 01.IS, que d*via sabir no dia 2 de f-ve-
ralro, depois da demora do cosame seaue para
Bahr, e Km de Janeiro : qualquer informac.au, com
os agenlr. .N. t). Liielier i\ C, na ra da Cruz n. .
UE NAVECASAd MIXTA.
DE
arsoina.
se n3o Meca, dar.ntf prazo de sija arremata-
cao, doiio a Ihesouraria provincial, estlrao perante
a qual foi felta a mesma arramalaJAo, a apraeJaeSo
do negocio por urna tal face ; lano mala quanlu,
sendo a dispusicao da le, que deu luaar .1 essa fecl.*.-
111 .1; ni. urna aulorisaco que he facultativa, e Rio
obrigeloria, ao prudenle esclarecido arbitrio de V.
E\e. fica o usar, 011 deixar de usar della, segn lo o
julaar em sua sabidura.
Daaa aoarde a V. Etc.Directora das obras pn-
blica 27 le juuho de 1836.Illm. e Exm. Sr. con-
selheiro Sercio Teixeira de Macedo, diRim presiden-
te da provincia.O director intcrio, F. K.iphael de
Mello itf(;o.
N. 191.Illm. e Eim. Sr. Pelas rainal expen-
didas no parecer i|n director das obras publicas, pa-
rce-me qu? a barreira da p-.nle da Magdalena nao
deve ser removida. Compre-ma mais diier V.
Exc. que esta barreira foi erlabaleeida para a co-
braaca do pedaglo da dita ponte, e nao da eslrads,
em observancia do S 22 do arl. 33 da le provioeal
n. 73 ; e que no contrato reito com 0 actual arre-
matante eutrou a eaadlejlo de obrar-so o imposto
no lugar em que se acha a dila barreira, e por isso
com Mdn o direito pele elle qoe esta cnnilic.au sajo
observada. Com o expendido creio ler cumpridn a
drspacliu de V. Exc. lani-a'do no ofllcio que dvolvo.
Dos guarde a V. Exc. Thasouraria provincial
de l'ernambucp, dajalhoda 1836.Illm. eExm.
Sr. eonaelheiro S.rgio Teixeira de Macedo, presi-
dente Jesla provincia. U inspector, Jos Pedro da
Silva. ;
Conccdendn a loi do ornamento vigente orna aulo-
risacSo, que nii he obrlgaloria, para se removcr'a
barreira da ponte la Uagd llena, e sendo esaa reino
{ao mo so c.mirara ai atareen publieu, ni .sao
contraa r?i(o eom o applleante, a preaideneil n;lo
usara de aamelhanle aatorisaca.
Palacio do roverno na Ptrn nnbuco > de julho de
I8.jlS. de Macedo.
Lt.i.1. .-..i .111 -.1 111 1 ,1. ( i- |' i IXJI IlllB '5^ I a
mu lolida nao cabio... Sr. lenenle-ioiuiiel, calado escrav de Mcolao, inglez, morador na pon-
te de Uciioa, e com escriploro no largo do
Corpo Sauto. Delegada da polica de Igua-
rassu* Lima Veiga, capitiio delegado. .
be nirhor.
Bata por agora Sr. leoeiite-cornm-l Santiago, e
oA.i deseju que me ronvi.i. ;i rronar a allenoiVi do
publico com a sua puaoa, aqurm cal>e-nie aflirmar,
que. fiel ao- raiHi> principio., nunca nlharci con ide-
racO alguma desde que I ver de rumprir o meu de-
ver, e o publico aeunite me lara ioatlea qoando por
semolliaiile motivopr.len'ierinnnebarma com sua ba-
ba ven.nisa algnm animal peconheuto.
Sou n serei :da V. S. criado respeilador
Anlonio i/o..- Sanios Caria.
ERRATA.
Na p.iesia publicada au Sr. Jejo Caelano, no
fiarin de II), lria-se a ae(unda liaba do prfmeiro
versoEm nuvem. que md glorias sii encerra :
no quarlo e na terceia liabaOa harpjus le dou
de miulia hra.
a*.
Esprra-se um vapor de.-la companhia, que di*via
sabir de Marselha no da I.", de feverepo, e drpois
da demora da costume, iegoe para II loa e Rio de
Janeiro : qnalquer inforiiiacilo, com os ageutes N.
O. ISieber C, na ra da Croa 11. i.
tncnlos
Lni/. Antonio de Freitas.
Vendo-sc a 160 rs. o covado de barege:
na leja n. 10 da ra da Cadeia Vcllia do Iie-
cife.
- Vendem-se 60 millieiros de charutos
de dez reisem massos, e um cavallo rodado:
I ua ra do Amorim n i7.
_ Precisa-se de urna ama que saiba eo-
zinhar, nara urna casa de pituca familia : na
na da Aurora n. 30
Precisa-se de urna ama para engom-
mar, livre ou mesmo escrava : na ra do
Hospicio n. 28.
O abaixo assignado acba-seem exer-
cicio da subdelegacia da fregue/.ia do S Wl
Pedro Concalves do Recite, na qualidade de
tcrceirosupplente. e da expediente todos os
das na casa de sua residencia n 23, na ra
de Apollo. Domingos Alves Motleos
Anianliaa quinla-feira. as 7 lloras e 1|2,
bavera inissa nova na malriz do bairru de
Santo Antonio.
- Precisa-se de um caixeiro portuguez,
que tetilla bstanle praliea il taberna, dan-
do (ador a sua rnuducla : dinja-se a ra
Hireita 11. 27, que sera bem pago.
Precisa-se de utna ama de leile : na
ra doGabuft n. I i, toja.
O abaixo assignado perdeu o bilbete
mteirq n. 1577 da primeira parle da sexta
lotera do t.ynmasio Pernambucaoo, que
Correr no dia I(|d0 corrente me/., o qual bi-
Ihele Ihe loi offerecido por um menino que
costuma vender bilbeles, filho de um senhor
guarda da alian lega : por isso pede ao Illm.
Sr. thesoureiro das loteras desla provincia
que se digne nao pagar qualquer sortc, que
porveulura possa sabir ao r-feriJ,> bilhele.
Jorge Vctor Ferreir Lopes.
- Offerece-se um mofo portuguez para
caixeiro de ru i, o qual da Uador a sua con-
ducta : quem pretender, annuncie por esta
lollia para ser procralo.
Precisa-so de urna ama para servir em
&0ccebp0nt>mtif*&.
.HACA DO RECIFE 1(1 DE MARCO AS
3 HORAS DA I ARDE.
CotacSC! olliciaes.
Assucar suiueiio;i.^!KHl por arroba cum sacro.
r'rcderico /("Olliort, presidente
/'. Borgts, secretario.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d. Wl d. v.
n Paria, 340 a 3*1 n. por Ir.
a Lisboa, 93 por ',, de premio,
o Rio de Janeiro, 2 por 0|0 de descont.
Ac;oes do Hinco, il) a t.'i de i>romio.
companhia de Beberibe 549000.
ii (f companhia Per- ambacana ao par.
ii a Ulilidade Pablica, 30 purcenBod. premi
e H Indemniaadora. 52 ide,..
ii da estrada e ferro 20 por 0|q de premio '
DiMonto de leltras, de S a 10.
Dito do hanc-8 a 11).
Duro.lincas bespaniiules. .
M"eda de 68400 veilias
i .' K-ilKt novas
" 4 CODO. .
Prala.l'alacoes brarileiros. .
Pesus coliininan s. .
o niexicanos. ,
2*3 a 28oVH)
THEATRO
DE
santa Isaiel
QUIMA FEIKA 12 i)E MAKCO.
Sexta recita d'atsignatura.
Representar-se-ba o drama em 3 actos
A Gargaihada.
Joao Caetanu lara' o papel de Andr, por elli
creado.
Rematara' o etpoctacalo a comedia em i atio
\ PAIXAO ROIVMICV.
no dia do especibalo, ou escriploro do thealro.
Principiara l 8 horas.
0 1)1 ifjue escuna nacional GRACIOSA,
capitSo Joao Jos de Souza, com destino
ao Para", tendo de fa/.ei escala pelo Ma-
ranliao, pode receher para csse polio il-
jiiinas miudezas, equem tiver de carregar
seja at qunta-feira 12 do coi rente mez ;
para tratar, na ra do Trapiche n. l,
segundo andar, escriptorio do consigna-
tario Antonio de Almeida (iomes.
com elle ; tem-se tesleniuntia do laclo.
Fugio hoje o preto Joao croulii,de esta-
tura alta e cara bexigosa, osle escravo foi dn
Sr. Manuel Milheiros, c depois do Sr. C.on-
culo los Allnnso. he bem eonheeido pelas
suas continuadas fgidas, e ser trabalhador
de relnacao ; quem o pegar leve-o a la da
Concordia n. 8. ret/macSo.
- Precisa-se de urna ama no aterro da
Boa-Vista n. V6, luja de sapatos.
Precisa-se de um coulramestre, o of-
lit'iaes de toda a obra, na luja de alfaiale da
ra do Vigario n. 21 : a tratar na mesma.
- Da-se dinbeiro a premio sobre hypo-
theca de urna casa tniroa : quem pretender,
dirija-Ma ra da Cacimba n. 2, que sedira
quem da.
O abaixo, assignado I)r. em medecina,
pela faculdadn do Itio de Jaueiroh, a pouco
cliegado a esta provincia, por ter sido no-
meado para exercer as fuocce de delegado
do cirurgiao-mor do exerctln, acaba de a-
brir o seu gabinete medico, ciruMico na ra
-Nova casa n. 13. onde pode scrnpconlr.de-
at as 'i lloras da rnauba, d das 3 as 6 da
tarde presta-se a qualquar chamado, a
t<> la a hora do dia ou da noite, presla-se lam
bem para operacOes de que lem bastante
praliea adquirida em 17 annos, que lem
estado em direr^es de bospitaes. .No seu
gabinete enconlram-se lodoso recuisos,e
commodos para ligeiros curativos, e ogera-
Cfles de pouca monta : os indigentes quer
no seu gabinete, quer em suas casas sero
t atados gratuitamente. Itectfo 10 de marco
de 1857
Dr. Jos Sergio Ferreira.
O abaixo assignado, e>. rr/o da irraan-
dado UeS. B. Jess das Dores, em S. Lina-
lo, autorisado pela mesaaa. taz scienle aos
levlos, eem particular a todos os irmaos.
que a mesa regedora pretende expr a vista
dos liis, em solemne procisso a imagen
do Senlior iuiii Jess dos Pobres Allliclos no
da 22 de maizudo corrente mez pelas i lo
ras da Urde : assim como convida a todo
irmaos para que comparecam no consistorio
da mesma, aliin deque unidos com a ausa
torne-se o acto com mais esplendor nbri-
Ihanlismo, eespera que nao detxemdtan-
uuira um liai to justo.
Hecife 8 de marco de 1837.Joo Maroe-
lino Ribere, escrvo.
N* RA DO TRAPICHE NOVO N. 12.
Precisa-se de unta preta escrava para o
servico da casa, sendo boa IrabalhaoMra .
paga-se bem.
lloga-sc ao Illm. Sr. commcndadnr Joan
Cactano dos Santos, o obsequio de levar a'
sceoa a peca intilulaila Uinla annos ou a
Vida de um Jogador que ramio obsequia-'
ra aos seus admiradores
Pi segundo andar do sobrado n. 67 da
ra Imperta!, pr. cisa-sede urna criada furra
ou captiva, pan o untes) de tima pequea
familia, paga-se bom aluguel.
iE-se todo o awegpaVci
(tima toja a ru tio Qrl-
iegiu tk \), prt),iii.i | ra
'l'ialtjuer negocio em pun-
to grande, por ser de ra
a rtir!, com .t/.eiidrf* ou
em eilas: a tratar na iue>-
uia.
&nm
.i
vtv :

I'Altv O ItIO IIE JANEIRO
vai seguir com toda lirevidade o brigue bra-
sileiro Elvira ; ja tem grande parte do car-
sa-
iii
l-tHMi I reoar,,e,,, prompto : para o resto, pasa
'. '. invino' f?elros c escravoa a frete, para os quaes le
.-xLIAMIKI.A.
Hendimento do da I a !l .
Id.m do di! II).....
BEPAKTICAO DA FOMGIA
Oeanrrencla!dn da 7e S de marro.
Koram pr-s a minha or lem c ncommnniea-
Tl. M.......! Joaquim de Carvalho.
IVIa ablrlesaria da fresuexia de Santo Anlo-1 'nnn*eiVm*'tia
nii. i* prala escrava Mqiiilina, e o prelo bberto
Daini.Vi. par averisoaro ., n* nreln esrrnvm !i-
bppa a Cima, o prelo liberln M itiias, lodo, por
dewirdeiro., o jado Franaiiro dos tantos, por briaa.
Pela iiubiieleaeia da U\\%iv.\ ,ie S. Jos, o pe-
lo e-prav i Ci'lo". por furlii u peso de rarne verle.
Y. pela sub lelcssria da nTesuezia do Poco da Pa-
nelli, J i M'na ilns Sinli, por erime n forlo, r.
a parda >i-raa FrancHta, a rrqui.irflo de ua se-
ahora, porl deVobvdioncia.
Em iIVim.i lesi dita me rommuiiicou o subdele-
ga lo da fregus-! d Afogadas, que huulem pela.
s horaa la aaanhaa no lagar, denoniaeda Ibera,
Mureolino d. i d Ihparara um tiro ,te eapingarda no
pardo Anaslaclo, escrava de Manad refreir de
Ifeaquita, do qaareaolteo o mesmo Anadino fal-
lec.r imioed atamente ; conmguiodo o asnatsiuo pr-
se em fuga, que fez proceder a vestoria a que fica
Sr*. Rdaelnret.I.i no Jornal do Commereio
n. 7(1 de (i de fevereiro ultimo nm artigo a meo res-
peilo. ao qual uito devea responder, porque por si
in-.mo arlia desmentido; porem como elle encerra
urna calumnH odiosa, lanceada sobre o Kxm. coasji-
Iheiro presidenle da provincia, algnm. eoosa direi,
nao com o iuluilo de lar.er urna def?7.a, porque os
apios, desse digno funeclonario, para o publiro sen-
silo, jamis precisarn de defeca ou m'smo de urna
simples jnsliflca(!lo. im< rom o fin de di/er a ver-
da le, tan leviaiiameiile olvidada pelo aulor de se-
rr.elbanle artigo.
Diz o arduo que. ijitanUo cu fui ittnndaiio para
ca rilla, htm- anem Hissrxc, qne en rinha pru-
mwrr a tleicilo dn enndiilain do gottmo, e qne
'"""' urmadn de rarlu branca, pura Indo envidar, de
modo aiaiitfaztr a txptetattta de s, i:.rc ; que
apena aqui ehtguei, Harreirns mudt't de face, pir-
que mi houte c'wsidrraco repeitada por mim. e
finalmente que, nn obelante a eleico do H.rm. Sr.
Su c .llliuqerquc. continuon mwa'erar o poro, ele.'.
e lodo issu *e quer prnvar com o. dorumnlos pu-
iihr-.idn- no n. 71 .o averno jornal Caasa riso por I
certo ama lal argaieSo O documentos publicados)
di/em respeilo ao cerco liav In no eagenho I ibiri. a
24 ite Janeiro ollimo, para descubrir africanos lio- !
cie> ; que laes os d.....enlo, para prnv.. do expen-
d lo ? o proprietario de.se engaito be o lente,
coronel Santiago Ramo., qu foi um dos partidarios
do Sr. Sa e Alboqnerqoe ; a eleicilo leve, lnar em
dezembro do anno panado, nao i. apunta luui faci
pratieado pr mim, antes mi depois da eUifo, os-
lenaivo, a peuoea deaelTeclas ao Sr. Sa e Atliuquer-
que, ruj.el i:io Id iinannn. e .li/.-s acreanienle. IMVBR5AS PROVINCIA
fea. fa/. e aeonleee, por e,m da elii;ao du Sr. Sa e Rondimente do da I a !:
Alboqnerqoe Por errlo qae .6 om rifo delescarneo I dem do dii 10. .
reapende liem a uin i il artigo, a urna tal miseria !
Iljril" q lednranlaa minha ealada nula villa,j
n.nhoma cumi terar i l.nho respeita lo s;.|v as le
ei.illdade no romprtrarnlo de mam deverea, pnrque l
precia multo minha replalo, para mancba-l. pe-
la ihdo com crimino que sin 'lmenle os que de |
ni >" i; .lem queixir, ou algoem, a coja nociva
preato; porqoanln na eleicai., lodo. ;
oa lioinana di* bem da freguezia de ltirreiri,s viram, I
c niii's-ain qual foi o me.; priiredimcnln a re-peilu ;)
ella correo qna.i eatranba a mim. que sempie m i
epnwrve un meu p .sin. negando as indrucr,oea qne
Uve, e um pas-ii i,;".., il-i por menor qne fn.se, ii
.-i ielalae interewe nella ; compre pola q in o
aulor de em-lli.mle arligo Urji um pooco mais del
pisiica aos eleitore. de Barrelres, em quem ali-sdes-
cobro o a.raeter pr-ciu para rep' llir-m qualquer
imp.-rticSn que se Ihei preleodau fazer.
Son, Sr.. re lariure riimtiulnurespiilo, de \ ines.
humilde criado o venerador.
Anlonio dos Santos Caria,
llwKXI
t "Kl
lSOIKI
laSWI
G. H. Praeger.lendn ile fazer urna viagem
com sua familia, fara leilSo, por ntervein.iio I ci noi estafoilia.
do agente Oliveira, de toda a mobilia de .-ua
casa, cotisisliudn em solas de Jacaranda e de |
amarello, p. das mesmas madeiras consolos
com pedras e sem ellas, mesas para meio de
sala, crdeiras de balnco de bramse usues,
guarda loiiQas. guarda routias, mesas de jan-
lar elstica, aparador, lavatorios com per-
tences, commodas.berQos, leilos de ferro, a-
parelhos de lotiza lina para janar c sobre-
mesa,para almor;o,cli c calc,cr\slaes,laulei-
nas,candieiios,vasos par. llores" e para cliei-
ros, qua.li i.- com molduras dourailas, tunca -
dores e espe bos.e mullos ontros valiososar-
ligus, inclusive um sobarbo piano novo, um
relogio de. ouro patento suis-o'etc. : sexta-
feira t3do corrente, as tu horas da mauha
na ra Nova n. 71, eguu lo andar.
Saunders Brolhers & t).1, farao leilao.
por inteivencao do agente Oliveira, de30
baixaa de 12 queijos cada urna, desembar-
cadas de boidoda barca .Conbeatba : quarta
feira II do crenle, as 10 llora, da manlula,
defronicda escada Ua o'.fon lenca.
casa de pequea familia : a tratar na Casa
n. 1 da ra do tamaro.
--- Kelirando-se para Franca F. Souvage,
socio gerente da casa commcrcial de F. ou-
vage$ 'ompanhia, con'.iiiu'a na gerencia e
adininislracSoda casa o Sr. M. II Bcrnel,
com plenos poderes para csse fin. '
F..Souvage cotn sua seuliora retiram-
sc para Franja.
Precisa-se de dous ainassadorcs: na
ra da >cnzala \nva padaria de Domingos
Jos da Cunda l.asze.
I'cm-se justo e contratado, a armagao
da loja n. 38, no alerro da Boa-Vista, per-
tencente aoSr. los Antonio Res Canuto:
quem sejulgar cotn direito a mesma, aun un-
He o diabo!
bous commodos. trata-se com o consigna-
tario Jos Joaquim Das Feruandes, ra da
Cadeia do tedie.
Para o r\io Grande do ui
Sabe com brevidade o bnguc Melampo, por
ter parte da carga prompia : quem qui/.er marquezas, loucas, vidrosele assim cont
Icarrosar o resto entenda-se com o CapitSo vender nu mesmo da, de una pessoa que
Caixa Filial So Banco a.
xi 11, x ,-- do mesmo, Jos Jlouteiio de Almeida, ou
EM 10 DE UAItr.O DE 1857. I com o seu consignatario Manoel Alvcs Cucr-
Diraeloresdasemiina, osseiihorca:Manoel Con- ra, na ra Uo l'rapibe 11. 14.
calves da Silva e J'se IV-rcira \ ietina. ,. ,. ,
r.l.aded.sc.niospar.Ioitras,.u?on.e*sda prazo T.' I Pretendj82'r com ,,r,!-
S p,.r cenloaoai.no. vidadc a galera pi.itugueza lliacliarense.
se reltra para 1 ua do imperio, um casal de
moleques de ti a 10 annos, 1 mulaliulio de
s !i anuos, I pela de lodos OS servidos, de
idae 24 anuos, e vender em particular nina
encllente mulatinha, bonita ligara du 11
por ter a maior parte de sua carga prompta 1 Pi,ra l8nnosque ludo se achara aexatne
para o
ollerere
4:1:333^2 consignatarios ibomaz de Aquino Fonseca | corrente as 11
Oesearregain hoje 11 demarro.
Barra insle/.aLancaslriamei cadenas.
Pura inglezaConbealbi1ein.
Ilrioe trance/aorgecemento.
Hialo braaileiroAurorageueroa di
Barca inglesaLindacar van.
LOMSIiLAIKJ i.Klt.M..
Kendimenlii do da la 9 .... :i:i.7li.: 126
I lem do dia 10. .... i:39l7XI
resto e passageiros, para os quaesj<*ffl8Con,Prdorosem seuarmazem
bous commodos, trata-se co 1 os I Cadeia do iiccife n. i: quarta-fe
alarios lliomaz de Aqu 110 Fonseca
"""*** i\: l'illio, ua 1 ua do Vigario n. 19, primeiro
2i1:i:i!):'.i|:i,andar.
Companhia
Ira s ttiaiitica (i
sardu&i.
paz
::108jl07
1:">S7~2i2
2615177
l:9Ufeil9
Sn. H'.daclorct. |-i enaerlado no yornai do
{*) I alUio oa pareceres daroniadnria e do procu-
rador lucal, que opinaram no mesmo seolido.
DESPACHOS DE EXrORTACAO Pti .\ mksa
UO CON II.M.'O DESTA CIDADE .No DIA
ID DE MARCO E INV7.
I,i.boa Brigue braaileiro uDcspique de Itciii/.
Ferreira 0, Oliveir., 2j2 *acco. asancar brancu e
macavado.
Boenos-AyresB i-oe lieapanliol Flix, Bailar
a: Oliveira, :i:,ii bar iras a.socar.
ValparasoBarca hamburaoeza alleroa, diverso!
carregadorea, IU3 saceos asquear.
LiverpoolBrigoe mul/ eKosalteu, Sanii ers Bro-
llieis .- Companhia, 206 era algooao.
Li>boaBcigoe porlneoez (Viajante, Thomai da
Aquino l-vuseoa fi l-'iil.o, 6pi|>aa agoaidenle, 21)
cascas niel.
I.iv 1 |nmi Calera insle/a dicnevievp, Menr.
i'riiun A; Companhia, 1,87 oouro< salgados.
BCBBkDOKIA Db HEM>A. I.Mfc.it-s,i> IE-
RAES Dli: PERNAMBUCO.
itendimemo du dia I a
dem do dia 10.
na ra da
eir 11 do
la maulia,
O agente llorja lara leilSo em seu ar-
| mazcm, na ra lio Collegio n. 15, de 00 bar-
ricas de cemento da inellioi" qualidade co-
Inhecida, com toque de avaiia, as q-,acs se
cntregarao pelo niaioi pret;o ull'eiecido,
visto que ufiu lia limite de pieco algUOl, e
V aiMiI't'.s : "L' acnarSo expostas no up adiio armazem,
susta-feira 13 do curente as onze lluras da
manbSa.
O agente Borja em seu rmazcm na ra
do Collegio n. 1j lara leilao de um esplen-
d 0 sortiiueiilo de obras de iiiarcineiria ilc
todas as qualidades, una grande quanlida-
du de calungas, vasos, enfetles e mais objec-
los de linissima porcelana, de gestos moder-
nissimos, nimia aqu nSo vistos, 1 ouiros
muilos artigos, que fora enfadonlio enume-
ra-los ; assim C nio una rica mubilia de ja-
caranda' com pedia, i ptima secretaria,
guarda vestidos, guarda roupas, commodaa,
loi ettes, lavatorios, guarda luiica, mesas de
jamar e mais movis ulensis de casa, per-
No dia 14 deve cliegar o vapor .Torino inocentes a urna lamilia, que se retira para
que depois da uemota neeessaria, segu pare a Europa, e b m assim di ver. os escravos
.
v
.'


O agente Pestaa lara leilao de grande luelles que nao veiulem tal gutero, ali-n de
quantidade de obras de maicineirias novas e ver se os I'''nl "a contingencia de preferi-
u.adas, consiste em cadeiras, mesas, solas, ,em ,al,tes Ullla aco.nmodaQSo a Utna de-
manda, e que algum resultado dlSSO lem ti-
lailo ; mas quaudo preferem a dema ida e
s3o vencedores, tem sido indulgentes para
com o Sr arrematante, pois n3o tem pedido
a pena da le, cxigindo-llio o tres dobro, por
pedir aquillo que nao se Ihe deve ; se ate
agora se tem sabido bem nesta parle, nao sp.
sabira naquellas que liver de intentar, por
que nao hade sempre roubar o SOCegu de es-
pinto aquelles que nada devendo-lhe^So iu-
commodados sem que dissuleulia una re-
compensa.
He sem duvida alguma o conceito que f >r-
ma,.i todos os habitantes de Pernambueo,
parereque o podemos afianzar que o Sr. Mar-
ques he um innocente,e llie applicam (jU(,
lera ni em um livro que serve ao caso : um
rci visitando os carceres, perguntava a cada
um preso de per si o motivo de sua pristi,
todos Ihe respondido que eslavam innocen-
tes, mas um dentro elles mais ladino, decla-
i Olll IOK EM MEDICINA
-;3 iOSEMLMZCOKDEIHUl.lTAIIi. .*.
-;5 Aterrada Boa-Vista 1,. (o, nii- ;\
. v.?
metro andar.
[:; O DR. CIIAIIV, parlicipa aos seas anai- X
'' Sos, e a lodos qoe nelle quiicrem den< -1- Vr
''! lar ,M.conf,n5a, 'lu< tendo volt lo da Jg
..^ provincia da Babia, contina a prest.,r-se ^r
VSr cem promptidao e zelo, no exercicia de (S
ii *a profissao a qualquer boca do dia a A
j noite.
Aos pobres, consultas gratis, das 7 as 9 <**
horas da uiaohaa.
Continua a estar fgido o preto Jos
crilo de talhos as costas e tornozelos bo-
lados para lora, por causa de bobas.com
panos 110 rosto dos dous lados, suppe-
se ter seguido o lugar de Jngazcira aonde elle
lem m quem o pegar leve-o a ra da
Guia n. 9!), que sera recompensado.
Da-se dinbeiro a juros sol hyputheia
Ve-sc no Diario* de lionlem unas lamo- em bens de raiz, ou sol) urinas, bem conhe-
ria.s,com honras de correspondencia.do arre- C'das, e crediladas : na ra ijjeimado loja
matante do imposto dos 20 por cento do com- 14, se dir com quem se deve tratar.
sumo da agurdente, LulZ Jos Marques, em I t t- A. Burle, retira se para a Europa, e
que pella aprsenla loda a sua innocencia !
ega o sr. Marques ludo quaoto leal dito
todas as follias a respeilo dos muios que tem
usado nessa sua taberna .retiro, equeixa-
se das autoridades- por cuinprirem seus di
veres.
Nega essas absurdas exigencias que lem
feilo a Indos os vendelhoes, ja com collecus
excessiv,.s que elles nao Ibe po.lcm pagar,
ja tirando mandados de penhora pelo (jue
elles nao devem.
Negara elL' que immcnsas quesles, tem
perdido por essas suas desarra/.oaJas e infer-
naos exigencias, tirando manda 'os contra a-
w&-
deixa por seus procuradores os Srs LuizJusi-
I!. Oe Souza.Jose Joaquim de O. Concalvcse
Claudio Dubeux.
O secretario da vcueraval ordem lerceira de
San Francisco de 1 Unida, convida os sea. nina...
para que scxla-leira I.I do correte comparer,am or-
nados cun s-u. hbitos pelas 2 horas da larde na
-ii'l 1 i 1 ni ni, ordem, para encorporados acorapa-
nliar a procisao do Sr. dos Pas-os, |ior convite da
mesma irmandade.
Prasill N de .'1O0? premio om lelras paga-
veis a 2, 3, i, ."> e ti metes : e para garanta das
quaes sc la liypalbeca em mu, e-crasa da valor de
l:20o>
Pergaata-sa a Sra. Mara Clemenli.a Kodri-
gnes, senSo precisa mais da cerlidao la .luar.o le ila
as Ha lilli 1. pelo padre Francisco Das de Olivaara,
e se por ventura requerer e mandar passar orna ctr-
lililo lie Oy!i{orio de cas>oail ?
Roiia-se an Sr. II. J.|de O. F. de comparecer no
cartona do labelliao S^, onde se da' sdirig dest^^
Ires avi-os : II ullimo be de proprio inlen-s-c.
Na ra do (Juro em urna das c;.sa do Sr. Joa-
qun! Mana de Carvalliu, precisa Manarl Jos da
Mulla tillar a nesucio de grande int*rese com al-
gum berdeiro do tinado Sr. Anlonio Cernan. Ri-
ueira Pinto da Silva, cajo negocio mudo inlere-.a
aas mesmos senhores.
Joaquim Juveucio da Silsa arreada um grande
aalta da propriedade cm qae lem o seu armaren, da
assucar no caes de A pullo, entre as doas ponte, do
Reare, propriu paia esrnpl"rii>, por >cr qoasi todo
circulado de varandas, para deposito de (alendas, oa
para qmlquer aatra c tbi|erimenlo em ponto
grande : a tratar com o mesmo.
- Lu professor de iiisiraccao primariii,
asss habilitado, por isso que alm da th >
na, rene muta pratica deensino, se olTr-
reee para leccionar grammatica purlugueza
em algum collegio nesta cidade, e tambem
dar lieAea por casas particulares, sendo es
las as freguezias de Santo Antonio e Rccifc
Ibe seu crimo, e o re o mandn por em .somonte : quem pretender dirija sc a ra
liberdade, porque um criminoso, nSodevia
estar no meio do tantos innocentes ; ora
0 Sr. Marques, se be verdad...ter lana inno-
cencia, quanla npregoa, esta-se perveilen lo
no meio de Linios percadores, e pira que
isso nSo acontece, o perder-se urna iu boa
alma, deve ir para a casi de detenefio, pro-
pria dos innocentes, como era naquella -
poca.
Oparecefro zlt.
Al o dia 14 doccrrentCi lem de irapra-
da Gula n. 42.
Precisa-sede um criado que seiba bo-
lear, livre ou escravo por aluguel : na ra
do .inclinada n. M, primeiro aiiu.ir.
i'ncisa-se de urna ama de eiic na ra
do Crespo u. 9, deposito de velas.
Compra-ae ur.a preta de naasa dade,
que n.u> tenha virios, nem achaques, que
cozinne o diario de urna casa a tratar na
ra Dimita 36, t.-andar, ou na ruado
C 1 lereiro n. *, sobrado.
Rita Francisca Pana da Andrade, viuva
de Francisco de Carvalho PaosUe Andrade.
a Babia e Rio de Jan no para onde recebe, mocos "d ambos os sexos, cum habilidades, $* P?ra l'i'gaien'.u de divid s, o bem co-jesti! procedeodo 0 nivcntaiio, ...s b:ns le
passageiros, e tambem para Monte-video e e proprios para todo n serv co. os quaes s
i uciios-Ayies : trata-se com os agentes Le- acharOO espostos no dia dn leilao, no refe-
iiins Jnior ,v l.eai Beis.

i i**-
. 5P
ridoarmazem. Quarta-feira il do corrente
as It liuiiis da manhaa.
S3' CtDlfdDd.
com escala por Lisboa.
Sahc com a brevidade que l.r possivel, o
brigantin nacional Despique "le Beiriz,aca-
|n.oc|jua I pitaO Faustino Joo de Carvalho, por ja ter
AVISO
Precisa-se de olliciaes de alfaiate de obras
icostu-
.alcas e collcles : na ra da Ca-
20:965ji2jl Wova n. *, ou com o capito na pray,a. | deia do Recite, primeiro andar n. 40.
....... 1:7030977 dona tercos e carga prompta, para o resto grandes, e para caicade casemira, ec
----------------e passageiros, liala-se na ma da Senzala- ; reirs para calcas e colletes : na ra da
nbecido bom engenho, 'rde-Hor de Una, I seu fallecido mando, nodo a seu crcJorcs,
qu com a vista os pretcndenles n3o doi-| sarilo de se agradar; sele escravos, sendo i i- i i
inuito moco ebom oflicial de carapina. e LllVaS .e V.1!'I;.S tJliallUaUC
oulro carreiro ; oso itros proprios para eu- Vendem-se ricas uvas de seda de toda a
gen lio .sendo i molequede i> anuos, i ne-lres, cobordadas e com bullas a 2 para
gra que p ide ter 17 anuos de idade, sito de ditas sem ser bordadas brancas a auiarellas
muiloboa figura,como verSoos pr leo len- para bomens e senhorasa i?, 15200 e i.-.j'1'io
Lestdevendo se achar no mencionado dia nos-1 ditas de lio da Escocia francas eetoearea
ta villa. Bonito* de marco de 18S7. I para hutttons e sennoras a IM, 400,5011,
Precisa-se Ue uma ama: na ra de 1600, Jilas brancas e decores, de algodao,
llortas 11. 132. p onrias para montara a 24" e 320 e outra
Precisa-se de uma ama para casa de \ qualidades mais que se vendo na ruado
pouca familia : na ra Direita 11. 36, segun-
do andar.
ueunado na bem condecida luja de miude-
zas da boa fama a, 33.
ILEGIVEL
*'f
n
M
-5T


DIARIO DE PERNAMBUO, QUARTA FEIRA II DE MARCO DE 1857.
SEGURO CONTRA FUGO.
Companbia Allianre.
Esubelecida cm Londres, em marco de lf24.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tem a honra de irr-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
a quero mais convicr que esuu, plenamente au-
lorisados pela dita companhia para efectuar segu-
ros sobr_e edificios de lijlo e pedra, cobertos de
tlha e igualmente sobre os objectos que con liver
os mesmos aditicios quer consista em mobili ou
im fazendas de qualquer qualnlade.
Substitucao do
arcano a polusm
pelo barato niveo ce 5,'iOO
por nina lata de 10 libras:
no armasen* de N. O.Bie-
ber & C, ra da Ciui
ti. 4.
Bcpartigao da vaccina.
O coiamissario vaccinador vaccina "nas
quintas e domingos de todas as semanas, no
lorreSo da Alfandcga, e nas tergas-feiras na |
rasa de sua residencia, primeiro andar do
sobrado da roa Nova, esquina da do Sol, das
7 as : horas da manhiia.
Preeisa-sc alugar um preto possante,
cmbora soja bruto, para trabalhar mensal-
inente nesta typographia, dando-so o sus-
tento : na livraria ns. 6 o 8 da praca da In-
dependencia.
DENTISTA fRANCEZ.
Paulo I,ii-iii.ii\ dentista, ra Nova n.il:
na mesma raa lem .i;u i e pin dentribce.
Os abaixo assignados, rom loja de ounves
na ra no Calinga u. ta matriz e ra Kova, fazem publico, que
estilo rccebendo conlinuadamenle as mais
novas obras de miro, tanto para senhora
como para hornese meoincs: os pregos
cooliouam razoaveis, e passam-se comas
com responsabilidad*, cspccilicando a qua-
lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, Desudo
assim sujeitos os mesmos por qualquer du-
vida.-Seraphim &|rp9o.
^-OQQOK&0
Tintas
m
m
fia ra das Trineheiras n. 8, loja de
tartarugueiro, cum a lente pintada de ver-
de, compm-se efectivamente tartaruga, e
paga-se por mais prego o que em outra
qualquer parte.
Jos Joaquim da Cunha GuimarSes,
cstabelecido com loja de tartarugueiio, ua
Sua das Trincharas u. 8, queo entra da ma-
rn ao lado direito, avisa ao respeilavel pu-
blico e aos seus freguezes, que recebeu de
Franca um completo sorlimeulo de obras de
tartaruga, como pentes para atar cabellu de
diflerentes qualidades, ditos para alisar,
marrafa, e para meninas; alem destasobras
tem no mesmo eslabelecimento um bom sor-
timento de pentes, caixas, ludo alu fabri-
cado ; assim como se concerta qualquer
obra de tartaruga, por procos commudos.
Aos a i tai ii tes do boiu >osto
Sao chegadas loja d-; chapos do sol do
aterro da Boa-Vista n. 22, as mullo afamadas
e saborosas tamlwas, esn bocelinhas, pro-
prias para fazei -se presentes, chegadas lti-
mamente da Turqua ; cueguem, freguezes,
que se vende barato.
Precisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, para casa de pouca familia, e que
laga compras : na ra da Cruz n. 50, depo-
sito do charutos.
I'recisa-se de urna ama de leite para
criar a urna menina de 3 mezes : na ra do
Collegio n..2l, terceiro ailar. Paga-se beur
.Deposito
de jolas e obras de ouro do II. A. Boettger &
Companhia, de Hamburgo, aterro da Boa-
Vista n. 11, onde se acha um rico sorlimeu-
tto de todos os gneros dcstes artigos, que
se vendem por preco mais comniodo do que
cm nenhuma parte", pnr seren de propria
fabrica, era grosso e em relalho ; tambein
lazem-se aqu concerlos destes artigos e
gravam-se sinetes e sellos.
ESTRADA DE FERRO
^SrSf^r^P* "TI Hl P^TaTaw^MirtrE
2gL
do ilecife f. francisco:
LIMITADO.
.Cnarra ni<>uinc\a.
Os directores da Companhia da Estrada de Ferro
do Kecife ao San-Francisco, limitado, lem feito a
(loarla chamada de duas libras esterlina, oo ris
17)077, sobre cada acc.flo, na. dita companhia, a qaal
leve ser paira al o dia !l de ahril do crreme auno
de 18.Y7, na Baha, em caa dos Srs. S. 5. Daven-
porl & C, na corte, em casa dos Srs. Maai, Mac.
lireaor ,\ i; c em Pernambuco, no escriplorio da
Companhia.
O accionista que nao realisar o pagamento den-
tro do termo indicado, podera perder todo direito
as acroes sobre as qaan o duo pasamento Dao se
liver eflecluado, e em lodo caso lera de pagar jaros
na raiao de ."> por eenlo ao anno, e de nao receber
juros ou dividendo da Companhia, pelo lempo que
decorrer entre o dia indicado para o pasamento e a
sai re.ili-.ii_-.ln.
Nenham au!o de transferencia pode ser registrado
depois do dia !) do corrate, antes do pasamento da
chamada. *
Por orden] dos directores.S.
Ihesoarciro.
Kecife _| de marco deIX.77.
P. VEREKER,
de varias qualidada e alvaiade em barricas ^ff
St pequeas veudc-so na ra da Crin u. 10, Qi
Q em casa de J. Praeser & ta
COMPANHIA
real portuguesa
Na casa de Joio los de Gouveia, ra do
Qucimado n. 27, recehem-se assigualuras
para esta companhia, e podem esaminar-se
seus estatuios, que se achara na mesma
casa.
AttcEiyao.
Quem liver uns caixilhos e um balcao pa-
ra vender, dirija-se a ra dos Qurteis, loja
ii. 20, que achara com quem tratar.
Roga-se a todas as pessoas que tive-
rem piano para se concertar, desde o mino
passado, no estabelecimenlo de pianos da
ra Nova, de J. P. Vogeley, queiram vir bus-
car os mesmos uestes 8 dias, do contrario
Berilo vendidos cm leiliio para pagamento
dos concerlos. Recife 7 de marco de 1837.
Deposito
;e-
Na ra larga do osario, esquina do
becco do Peixe Frito, no segundo andar do
sobrado n. 9, continu'a-se a dar comida para
lora com lodo o aceio, c or preco muito
em catata.
O abaixo assignado declara aos deve-
dores do Aureliano Andrade, que nao pa-
guem seus dehitos senao ao abaixo assigna-
do, do contrario terao de pagar segunda
vez. Recire 13 de evereiro de 1857.
Jlanoel Jos Leite.
D-se a juros a quantia de 2:5005000
son boas lirmas ou hypolheca em predios
iiesta cidade : nesta typographia se lira.
Precisa-se de um bom padeiro para
urna das principaes padrias da cidade da
Pa rali iba : a tratar na ra da Cadeia do Ite-
cife n. 7.
I'recisa-se de um pequeo para caixei-
rode urna loja na cidade da Parabiba, dos
ltimos chegados: a tratar na ra da Cadeia
do Recife n. 7.
Jos Antonio Gomes Jnior encarro-
ga-se de negocios judiciaes, nao stlos seus
amigos residentes em diversas provincias do
imperio, mas de outra qualquer pessoa, para
o que.pde ser procurado nos dias uteis, das
9 horas da manhaa as 2 da tarde, no largo
doCollegion.fi, primeiro andar, c a outra
qualquer hora, na ra do Sebo n. 35 I)
CHAPEOS FRANCEZLS.
Vende se na rua Direita n. 61, chapeos
francezes muito superiores, chegados lti-
mamente de Pars, muito baratos, a 75500,
85000 e I9J608.
Lotera d pro-*
vincia.
O Sr. thesoureiro manda fazer publico
que se acliam a venda oeste cscriptorio, rua
da Aurora n. 2(>, primeiro andar, grande
porcSo do biHieles, mcios e quartot da
primeira parte da sexta lotera do Cy.nnasio
Pcrnambiicann, cujas rodas andam no dia 14*
do crrenlo inez. Sr. thesoureiro manda
declarar aos senhores jogadores, que e\is-
tem numrame* sorlidas, como tambem
os billictcs vendidos ueste escriptono nes-
gas ultimas loteras tan sido muito afortu-
nados, por aso espera que elles concorre-
ro para que continuadamente nSo liquem
tamanhas porcoes de bilhctes por vender,
como sempr tem Oca do. Thcsouraria das
loteras 4 de inarc_oile 1857.
Jos Januario Alves da Maia.
EscrivSo das loteiias.
Lotera do Ilio
de Janeiro.
Na praca da Independencia h. 40, acham-
se a venda os nuvos ln I heles da loteiia ter-
ceira das Salinas do Cabo Fro, que devia
correr de 3 e 4 do presente. As listas esli-
ramos pelo primeiro vapor que partir depois
dcs-a dala. Os premios serio pigos de con-
lormidade aos nossos annuncius em a mes-
ma loja cima.
Uf, iiSSllCUl*
rola da reiiiacao do
Oiitciro.
No largo do Paraizo n. 28, se encontra
sempredo assucar perola, de primeira e se-
gunda qualidadc, sendo a 200 rs. a libra da-
quelle e 180 a deste, e lambeni havera sem-
pre em pyramidcs de meia arroba, proprias
para presentes, (cando o espeilavel publico
rciente que se enchein latas e barricas des-
se innocente e maiavilhoso producto da
canna, para essa e n.ilra.- provincias. Ja an-
nuncic, (ni' o assucar perola he o nico de
que se deve usar, pela pureza de sua subs-
tancia, lornaudo-se, porlano, recomincuda-
do pelos mdicos mais habis que temos a
honra de conhecer, e tanto isso he verdade,
que para mullos tenho a satislc/io de l'or-
necer o perola. U.uem dutidar da pureza do
assucar ue que fallo, pode ir a grande fabri-
ca no .Moiilciio, d'oude tenho demasiada pre-
sii:iipi_,lii, que alem de maravilliado, vollara
convicio de que s do perola se devera fa-
zer uso. No inesrao eslabelecimento se acha
a venda cafe chumbado do liio de Janeiro,
em carolo e moido, equeni uinavez experi-
mentar desse caf, de outro nao usara, sen-
do o de caroQO a 200 rs. a libra, e o moido a
320, cha dos ludi'js, pao do primeiro fabri-
cante, loaos os iis boUebiobas regala, di-
las da forluna, lilailas, estrellas,, biscoili-
nhos e bolacliuihas de ararula ; e nos do-
mingos havera pudins a 4S0 a libra, latas de
Nanles, panquecas de leite e ovos a 160 cada
uma lies cuche um pialo, e os doces ja
aunuiiciados so su prepralo de eucoininen-
das iious dias antes. II dono desse eslabele-
cimento agradece cordialuicnle ao respeila-
vel publico desta cidade, principalmente a
seus amigos e freguezes, o alan com que se
lean dignado procura-lo para gaslarem dos
excelleutes gneros que tan exposto a vetr-
da no deposito acuna mencior.ado, e penho-
rado como iica, ibes tributa a sua sincera
gralidao.
O abaixo assignado declara ao publio,
que Feliciano Eieuleno d'Unenle Urasileiro
deixou de ser seu caxeiro desde o da 19 de
fevereiro, e por isso dispensado de toda e
qualquer iransaccSo commercial de sua
casa. Joaquim Francisco Cavra.
Precisa-se ue um pelo bom para fazer
o servico, na casa de um mugo eslrangeiro
praca do Corpo Santo n. 13, escriptono.
Manuel Joaquim da Rocha, subdito de
S^ M. r., vai fazer urna viagem lora do im-
perio.
Tendo fallecido mcu fillio Joio Pinto
de Veras, e sendo possivel que contrahisse
algnns debilos, convido as pessoas que te-
iili.uii (o mesmo obrigagoes regulares, para
me asapresentar dcnlro do prazo de 30 dia,
alim de poder eu tratar da devula liquida-
Qan c pagamento. Cidade do Recife 7 do
margo de 1857.('.aciano Pinto de Veras.
5ala le cluiisa.
Jos Leandro Martina Filgueira, meslre de
dausa de alguns collegios aesta ciaade, al-
tendeudo o pedido de algumas pessoas, abri
urna sala de ensiuo na rua da matriz da Boa-
Vista n. 5o, o qual propoe-se a ensillar todas
as dausas modernas boje adoptadas nos
grandes sales pela regia ua arle com a men-
salidade de 3-:000.
Becker, tendo d^ ir no
fin do correute inez tu-
ropa, roga aos seus deve-
iores (jue liajaiu e ter a
bondae de satisazer so as
coutas.
(i abaixo assignado avisa a Indas as
pessoas que tem penhores em seu poder, na
rua da Peuha n. 25, c que ha muito lempo
nao le81 pago os juros vencidos, lenliam a
buudade de vir pagar no espaco de 15 das,
a contar do dia 9 do corrente ao dia 24 do
mesmo me/, e quem assim nao o lizer.serao
vendidos os ditos penhores para pagamento
do principal e julos. Kecife 9 de marco de
1857.Joaqun; Jos l'ereira.
Loureino Augusto da Silva Santa liar-
iara ietira-.se para a Rabia, e se alguem se
julgar seu cri'dur, quena aprcsenlar sua
coula no prazo de 8 dias, em seu arniazoni
na rua da Cruz n 50.
HE FAVOR.
OSr. P. da S. M. mande entregar na rua
do Crespn.!, a chave da casa da rua da
C... n. 44... Por ora smenic este pedido.
Aluga-se a casa tenca na rua dos Pra-
zares, que lem porlao para a rua do Jasmiai,
com coiuinodos para grande familia, quin-
t.il ludo murado e be-.n ;>lanlado : a tratar
na mesma, das (i as 10 horas da inanbaa.
Na rua do Brurs ', no terceiro an-
dar, precisa-se de Pina ama para lavar roupa
de meninos c ogommar, anda mesmo
sendo escrava: paga-se bem.
O abaixo assignado faz sciente, que
pessoa ii er. 11 ;i ii 11 raes negocio com a casa e
mais boas deixados por lallccimento de A-
dolpho Manuel Camello de Mello Araujo, da
villa de Iguarassu', em quanlo os herdeiros
de duo casal so nao mostrareni desembara-
jadus de tres letlras da quantia de 139?980,
e protesta contra quem tal negocio lizer.
Recife 6 de marr;o de 1857.
Pedro Ignacio Baptista.
Attencao.
A
Dcseja-sc comprar uma casa terrea que te-
nha 30 palmos de frente, pouco mais ou me-
nos, commodos para familia, o nas soguiu-
tes ras desla cidade : Camboa do Carmo,
Sania I hereza e rua das Cruzs : a tratar
na rua Direita n. 38:
Ollercce-se uma pessoa com as Uabili-
tac_0es necessarias para-caixeiroyo qualquer
esiabeleciirreiituj meos de escriptorio, on
miiii.i luidos pura u-
nhos
Vendem-semuito bonitos botos para pu-
nhos pelo barato 4)reco a 50u e 800 rs. cada
aboloadura : na rua doQueimado na loja de
miudezas da boa (ama n, 33.
Planta da cidade do lle-
'fe
Vende-se a planta da cidade do fieciro e
seus arrabaldes, feita pelo Sr. Dr. Jos Ma-
mede Alves Ferreira, por dez mitris: na
livraria n. (i e 8 da prac,a da Independencia.
Mappa das distancias da
provincia.
Na hvraria n. o n 8 da praga da Indepen-
dencia, vende-so o mappa das distancias
das ilitferentes villas da cidade entr si, e
relajo a capital da mesma, a mil reis.
Na rua do Brum n. 22, armazem, lia
para vender grandes jarros azues para llo-
res,' que se vendem em conla ; para amos-
tra tem na loja de Iouca de Justino Antonio
Pinto, atraz do Corpo Santo.
PTESt l\(!,FZ
Os melhores relogios de ouro, patente in-
glez, vendem-sc no escriptorio do agente
Oliveira, rua da Cadeia do Hccic n. 64, pri-
meiro andar.
Vende-so uma muala de bonita figu-
ra, de idade 17 annos, engommadeira, co/i-
nheira e doceira, e prepara o cabello a uma
senhora : na rua Direita n. 6(.
Vendem-se saccas com milbo muito
bem acondicionado : na rua do Rangcl n. 4.
Vende-se um moleque de 14 a 15 annos
de idade, sera vicios e achaques, nicamen-
te por seu senhor nao necessitar de seus ser-
vicos : ni rua da Cruz n 35, primeiro an-
dar. \
Azi'ite refinado muito superior, pro-
prio para canillaros de indas as qualidades:
vende-se por prego couiniodo, na rua do
Trapiche li. 16
Na rua da Cruz n. 50, armazem de San-
la Barbara A; Companhia, vendem-se elTedi
vamcnlc caixOes va
nbos.
Km rasa de ll^ir. Itrunn & Companhia, na
roa di Cruz n. 10, vende-secounaceincaisinlia d
(ItUI.I.
^CHAFISMC paii m
..
Cerveja offleza
da marc
'Je-se no
aoger
Bonecaa rancezas
Vendem-sc bonecas franeczas ricamente
vestidas e de varias dualidades a l-.-oo,
1-600 e 2?, na rua do Qucimado loja de niiu-
d -zss da boa fama n. 33.
de lodos os lama-
NAFLMIIC.AO DE FERRO 1)0 ENGE
Mil.! HO DAVID W. BOWMAN AA
RUA DO BRUM.PASSANDO O oMA- Vea* superiores macas ,.r. condu-
FARIZ, '.Co deroupasein viagem, pelo barato prego
iSr-^S CC \^.t VCn- J'aaeropraoingrandeaoriioianlodos egainlM ol**'^T8l cada urna, galheteiras com
jarlos demcehaniimoaproprioi paiaei^enlios.a sa- lodos < s vidros necessarios a i ricas Bar-
be r ; -
Boa fama.
Vende 'Re suporii
G.
117. II
pimazeni
& ni
10.
ue
na lia
mesmo para feitor de algum sitio, dando '* Bapt|st''. os quaes se vendem a 5^em bro-
churl e 6/ encadernados : na loja da rua do
Queimado n. 10.
abonadores a sua condrfctaj yfstry nS s"cr
lilho nesta, porem sim ife urna das provin-
cias do norte: quem precisar'irnuncie para
ser procurado.
Senliores redactores.Constando-me que^
o Ar. Can..ido Kustaqui Cesar de Mello, que
fora engeitado na cjisa de minha^iaada mili,
a Sr.n ii. Anna benedicta lloaventura'do <;ar-
mo, o por esta criado e educado, iuculca-se
de saber o segredo com que aquella finada
curava as pessoas mordidas por anmaos a-
tacados da hydrophobia, e que mesmo tem
leito alguns curativos, segredo este que ella
conservava com a maior cautela ; julguei
do meu rigoroso dever declarar ao respeila-
vel publico, para bem da bumanidade, e pa-
ra salvar o crdito daquelle remedio adqui-
rido por um longa experiencia de mais de
00 annos de sua explicag3o, que esso senhor
que hoje se acha desavido da nossa casa,nao
licou nai posee desle importante segredo que
hoje existe s em meu poder, visto ter falle-
cido uma inmlia irinaa, que tambera o sa-
bia ; e tanto isto be assim, que tendo elle
curado um cSo, este no lim de alguns das
damnou-se, o une anda nao aconteceu cora
aquelles que teem sido curados por nos.
Rogo-Ibes, seubores redactlos, o favor de
dar publicidade em seu estimavel jornal des-
tas mal tragadas liabas para esclarecimenlo
do publico, com o que mailo favor fara a
quem he.
De V. s. constante leitor, amigo eobri-
gado.
Recite C de margo de 1857. Joao Sergio
Cesar de Andrade.
npx^&.
Compra-se papel de Diario para ein-
brulho : ua taberna n. 70, em lora de Por-
tas, do Sr. Pedro Mouleiro da Silva.
- Compra-se uma grade de ferro bem
fornida, de 6 palmos para cima, e 4 de lar-
gura : a fallar no Passeio, loja u. i).
Compram-se Diarios a 100 rs. a libra, e
garrafas vasias a 80 res cada uma, ludo
isio he em qualquer porgao que appare-
ga { na rua estrena do Rosario n. I, taberna
de Antonio iiomingues de .tlmeida Pocas.
Compra-se uma casa trra com com-
modos para familia, nas (reguezias de Santo
Amonio, S. Jos e Boa-Vista : trala-se na
rua Augusta n. 17,
Compram-se efleclivnmenle na rua das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e da divida provincial, assim
como aeges das diversas cumpanliias auto-
risadas pelo governo.
Compram-se 2 escravos do 14 a 16 an-
nos : a tratar no escriptorio de Jos Joa-
quim Dias Fernandes, rua da Cadeia do Re-
cife.
Compra-se uma escrava mo^a, que
cosa bem, engomme o cozinhc : a tratar na
ruado liapiche n. 14, primeiro andar.
Compram-se palaces braslcirose hes-
panhoes a 2?0I0 : na rua da Cadeia do Recife
oja de cambio u. 38.
Compra-se um piano forte em segun-
da m3i, escola do methodo Caslilbo de Cau-
boa.
Compram-se escravos, c recebe-se para
se vander de eommissfio : na rua Direita
n. 3.
&tttttid.
iv <> 1. Iiiiiacio rirmo Xavier fai publicu, w
af9ae mudva sua residencia pan o seu siiiu, al
^ na P W te da csiiapa eolre a puiue grande c a oo &
} Cliura-Mruiuo>, e ah lem preparado una
^$ casa de saude, rom ludos os coininudns, pura ^
1$ o IrtHameulo de e>cravos, ruju ventiore^ re- iv
9 sulam fura da pnea, uu que au M pussam ^
@ curar em loaa prqpriaa Cana : quero para is- &
tjif lo qui/cr-se ulilisar dut sen-, scrvi^us mcdirus, ^
'jg que icrlo cleseinpiMiha (.1 dinja-se ao pateu ilu Carmo u. 9, primeiro i
;$ andar, ou nu referido silla da Magdalena. .-
S@lviiae-i9 - francisco Jos Lopes vai i Europa, o
deixa por seus procuradores, em piimciro
lugar o Sr. Ai,Ionio Jos de Siqueira, em se-
gundo o Sr. Alanocl Antonio Mouleiro dos
santos, em terceiro o Sr. Joaquim Fernan-
des da silva Campos.
itenc.
5
Quera deseja ser criado e d fiador a sua
conduela, procure no paleo do Carmo n. 9,
primeiro andar.
ii |)r. em medicina Antonio Agrepino
Xavier de Hrilo raudou sua residencia para
a rua da Palma u. 13, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua proGssSo.
Trocnm-se tres ricas imagens de po-
dra, s. Jos, .\osse Senhora c Menino Dos :
na rua da Praia n. 51, segundo andar.
a. Sohlappriz vai a Europa.
Adolpbo Mullorvai a Europa.
aJoga-se na Passagem da Uagdalena,
antes de cliegar a ponte grande, nina casa
com slito do mullos commodos para gran-
de lamilla : os pretenden tes dirija m-se ao
Irapiche Novon. 16, primeiro andar.
-- Da-se pelo carrelo Ierra e caliga pro-
pria para aterro : na rua do QueimoJo n. 44.
Jos Pereira Cesar, brasileiro, vai i
Europa, e deixa por procuradores os Srs
Jo--c laxeia Leite, coronel Joao Jos de
Gouveia e Antonio liamos.
Precisa-se de uma ama que saiba co-
zinbar, paga-se bem agradando no pateo
do Terco n '?.
--- OOerece-se um pardinho de 12 anuos
de idade para criado : quera o pre.cnder,
dirija-se a rua Direita, loja de miudezas, no
fundo da igreja do Liviaiiiento.
- Declara o abaixo assignado, que des-
de o dia II) de fevereiro do correle anuo,
deixou de ser caixeiro do Sr. Joaquim Fran-
cisco l.avra por motivos justos. Feliciano
Eleuterio do Horizonte Brasileiro.
Precisa-se de duas amas para cozinha
e engommado : na rua da Cruz n. 2*.
Agencia
Aos Sis. acadmicos
quinto Hino.
do
i:
res
Miste um pequeo numero de exempla-
i 9o compendio do Dr. Francisco de Pau-
^!>'nde-sea planta da
cidade do Recife e seu* ar-
rabaldes: nafuidoCres-
po, junio o arco d Santo
Antonio, loja d* livros ;:c
.los.xoonejr; de Souza.
Vende-se feijio muiatinho milito novo
com principio de bicho, por prego muilo
commodo, arroz pilado muito bom. velas de
carnauba na rua do Vigario n. 5.
Vende-e uma prela dea 17a 18 annos
de idade, de bonita ligura : na rua da Cadeia
Velha n. 35.
-7- Vende-se um cabriolctde 4 rodas, em
muito bom estado : na cocheira que foi do
fallecido Jos alaria, rua das Flores.
Vendem-se 6 cadeiras, 1 sof, 1 touca-
dor de Jacaranda 1 commoda, 1 mesa de
jantar elstica, 1 par le bancas, tudo de
amarello, 4 espelho de parede, tudo por pro-
co commod.: na rua das Cruzes n. 20, ta-
berna.
PALITO'S DE -TODAS AS Ql ALMUDES.
f*a ra do Crespo, loja n. 13, existe para
vender um grande e variado sortimanto de
palitos de panno, casemiras claras e escuras,
com golas de velludo, que se vendem muito
barato em razflo da grande porcSo que se
comprou.
Potasas refinada em latas de seis
libras.
9 antigo deposito da rua da Cadeia do Re-
cife n. 12, recebeu agora uma porcSo de po-
tassa refinada de superior qualidade, em la-
tas de (j, libras, que se vendo por prego ra-
zoavel.
da 'u ndica n Low-Moor,
rua 11. /|<2.
Nestc eslabelecimento continu'a a baver
um completo sortimento de moendas cmcias
inoi-ndas para engenho, machinas de vapor
e laixas de fono balido e coado de lodosos
tarjiaulios para dito.
HELOGIOS
Una da Cadeia do Recife
11 18.
lia um sorlimeulo de relogios do todasas
qualidades, tanto de ourc como de prata,
ditos (oleados e galvanisados, por prego ba-
ralissimo, ha tambera raaos chronometros,
de superior qualidade.
Vjnho do Porto
de 18i\7
No armazem de Jos Joaquim Dias Fernan-
des, becco da Madre de Daos n. 12, vende-se
superior vinbo yelho do Porto, em caixas de
uma < duas dalias, por prego commodo.
Deposito
de rapt priuceza da fabri-
ca de Eu Gassc, no l\i<
(ie. aneiro.
Vende-se a prego commodo rap lino,
grosioe moio grosso, da acreditada fabrica
cima, Cl)egado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz n. 49.
Vendem-se terrenos para cdilicagaona
estrada do .Manguinniho, do do Ilecife, lado
esquerdo, junto as casas do Sr. Manoel Pe-
reira Teixeira, com 250 palmos de fundo e
de frente os que o comprador quizer : a tra-
tar na rua da Cadeia do Recife n. 0, ou com
Jos Baptista liibeirode Faria, no seu sitio
da Estais.
Vende-se a veMadcira grasa inglesa n.
97, dos afamados fabricantes Hay fc .Mar-
tin, em barricas de 15 duzias de potes:
em casa de James Crabtree Compaiattia,
rua da Cruz n 42 ~
NA UESMA FUNDICA'O.
eexeentaiDlodacasencommenda ro" a loperie-
ridadejaeonliecida ecom a devidapiestei.ierom-
modidadeen prero.
BANDEJAS FINAS E BARA-
TAS,
Vendem-sc bandejas linas e de varios l-
mannos pelo barato prego de 1/500, 2?500,
3*500 e M : na rua do' Queimado loja de
miudezas da boa fama n. 33.
is bar ms.
No armazem 'e fazendas da iua do Queima-
o n. 27, upjoo Jos de Gouveia, vn-
dem-se as seguintes fazendas, a saber 1
Grosdenaple de seda prela o co- "
vado cOOOC 2>50H
Sarja preta lavrada o covado 29,29400 e 99800
Ao barato.
Na aala de barbeiroda rua da Cruz o. 51,
primeiro andar, vendem-se as mais moder-
nas bichas de Hamburgo, tanto aos centos
como a relalho, e alugam-se mais barato
do que em outra parto
Vende-se uma escrava mulata, de boa
ligura, moga e com principios de habilida-
des, nao tem victo ncm molestia, o que se
alllanga: na rua do Queimado n. 9, segun-
do andar.
Que pehincha.
Vende-se superior papel de peso a 21800
rs., facas de cabo de balango a 6> e S_fS00,
ditos sem ser de balango a 2>800 c 3#, ditas
de cabo de viadoa 4j, papel paquete de su-
perior qualidade a 4-500, superiores bando-
jas de lodos os lamauhos, boas ferragens ila
ierra para casas, e outras muilas ferragens e
miudezas, que a vista se fara pregos ; assim ,
como um cavallo muito novo, bom passeiro "^ ,0Ja ,,a boa le.
e do boas carnes : na rua do (Jucimado n.
30, loja de ferragens do Manoel Rodrigues
C. Magalhiies.
CASTANHAS ASSADAS
Na rua estrella do Rosario n. 11, vende-se
a loda a hora do .lia caslanhas assadas c
cruas.
Dita preta de lista o covado
Dita hespanhola, o covado
Dita de seda ingleza, o covado
Chales de chai y de cores coui listas
de seda
Ditos de ditos de cores bordados a
Ditos de dito bordados a-maliz a
Ditos de caseraira lisos a
Ditos de retroz bordados a
Damasco de laa e seda com fi palmos
de largura, o covado a
Panno de liuho superior qualidade
e largo, a vara
Canga amarella da India.muitolina,
o covado
Brim de linbo branco entrefino, a
vara a
Panno atoalhado com 8 palmos de
largura, a vara
Curtes dccanibrias pretos com ba-
ilados para luto
Ditos de dita brancos bordados de
cor a
Cortes de colletc de fuslao finos com
barra a
Cortes de casemiras de algodfio de
bom goslo a
Pecinhas de brelanha do lfuha de 6
jardas a
Pecinhas 'de cambraia branca bor-
dadas a
Lengos brancos de cambraia de li-
nbo, a duzia
Chapeos de castor branco, fino, ca-
bega grande a
Ditos pretos linos, francez para me-
nino a
Camisas de meia linas a
Completo sortimento de obras de
laa para meninos, e par
Grvalas de diversas qualidades 600,800 e i;
l.uvas brancas de algodao para ho-
rnera o par ..f>ft
Pannos de bonitas cores para mesa
Redes grandes de Tocun a
Ricos bonetes para caneca lano de
panno como de ganga a 2M)00 e 3-000
La pura vestidos.
Vendem-se cortes de l.la para vnslido de
muito bonitos padrOes, e com 15 covados
cada corte, pelo baratissimo prego de 5S000:
na rua do Queimado 11. 22, na bem conlieci-
2400
2^200
29OOO
6J)00
lOSOOO
1 I -OilO
4|5H0
20-000
S9800
' 800
300
600
19500
19600
2)800
800
1-sOO
39OOO
2^800
3^400
10^000
59000
900
10 00
ra aliaar.propriosparaeriaacjasoa para avie-
sas a 320 rs., pulceiras do meihor nato que
se pode encontrar a 2/, ricas cruzes de cor-
nalina, carteirml.as para lembrangas, gorras
para liomem, as mais modernas que se pod*
encontrar, sinetes com todas as letlras do
abeedario, sinetes proprios para namorados,
ricos frascos para cima de mesa c outra;.
moitissimasgalanteras, ludo muito fino e
de muito bons go>tos, asseverando-sc a
quem vier ver o rico sortimento, que sem-
pre existe nestc eslabeleciinenlo, nodeixa-
ra de ter ern que empree muitissiaao bom
o seu dinheiro : na rua do Queimado na
LEQUES FINOS.
Vendem-se leqnes muito linos com ricas '>em contienda loja de miudezas da boa
pinturas, espelho e plumas a -2f, 3?5O0 e 4/ : < m!t 33-
na rua do ueimado loja de miudezas da
boa fama n. 33-
(a
O GUAROA-LIVROS RRASII.KRO, ou arle
na fscripturagjo mercantil apropriada ao
commcrciodo Rrasil : vende-se na rna da
Cadeia Velha 11. 22. Prego 8/000.
; -.-';'- .-y}--.]--'','"-',';'.'.'.':i'.'-~:;:v"-\3vi
Emeau de Eduardo II. Wyall, roa do -'-
Trapiche .Novo a. IS. ha para vender : .'>
1 piano forte, novo e elefante, de fahri- 53
carde araado em Londres.
Crina ingina n.'.IT, de Da> o Martin.
Tinla de ewrever do falinranle Aruold.
I mas em ni?o de varias cores.
Caboa da ltu>sia.
Crytlalleria.
Aguardeole de Franei em harria.
^ 111I10 Scheri\ dem.
Iruclasem Donaervaa incle/.as.
I'appi para rurla-*.
l.iviu-4 para copiar dito
Candieiroi de eaadetabrm de bronxa.
/teu em barra para melai >le carro.
Lino-, para carro.
Chicotea para dilo.
IteloliiS de ooro cohei-|n>i e dascolieitos. (i^
v log-ios de patena
Dglezlsdeouro, desabnete e de vicho:
vendern-sea preroraz.oavel.em casa de
A11gustoC.de Abren, na rua da Cadeia
do Kecife, armazem n. 56.
vvv
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, assim como ootassa da Russia verda-
deia : na praca do Corpo Santn. II.
Moinhos do vento
combombas de reputo para regar borlas e ba-
ta de capim : na (undiro de D. W. Kowman
na roa do Itrum us. 6. fc"e 10.
O
sen
'.ir

O

i

y
O
;.
l*otassa e cal
virgem.
No antigo c ja bem conhecido deposito da
rua da Cadeia do itecife, escriptorio 11. 12,
ha para vender muilo superior polassa da
Russia, dita do Rio de Janeiro, e cal virgem
de Lisboa em pedra, tudo a pregos muilo fa-
voravcis, com os quacs (carao os compra-
dores satisfeitos.
Para quem estiver de luto.
Vende-se na rua do Qucimado, na bem co-
tilleada luja de miudezas da boa lama n. 33,
voltas prctas linas e ordinaria.*, ricos alne-
les, ricas pulceiras, e ricas rozetas, tudo do
meihor goslo que se pode encontrar e por
prego que nao deixara de, agradar aos se
n hores compradores.
i\a loja da boa f
vende-se o irais barato
jiossivt i :
Crosdcnaplrs preto muito bom, o
covado 2/000
CantSa preto muito fino, proprio
para luto. O covado !)(0
Sarja preta hespanhola, o covado 19600
Corgurfio preto muito lino com sal-
picos, proprio para colicles, o
covado
Cascmira prela lina, o covado
Panno lino azul, o covado
Lengos pretos de seda para grva-
la, raeio lengo
Mcias pretal de seda muito supe-
riores, o par
Caseraira de qnadrinhos pretos
muilo fina, o covado
Corles de collctes de fustao
Ditos de dilos do dito fino
Ditos de ditos muito superiores
Grosdenaples de seda de lindas
cores, o covado
'orles de vestidos de fazenda de
seda muito linda
Setins lisos de cores, o covado
Manas pretas de fil bordadas de
-eda
Veos pelos de fil bordados de leda
Cambraias adamascadas, proprias
para cortinados, pegas de 20 varas
Ditas para coberlas, de bonitos pa-
dres, o covado
c arern disto ha' um completo sortimento de
fazendas linas e grossas. que vendem-se por
pregos tao commodos, que ninguem deixa-
ra de comprar; assim como chapeos do
Chille muito Tinos, que se vendem por me-
nos que em onira parte : na rua do Queima-
do n. 22, na hem conhecida loja da boa f.
v FITAS DE YEfcDDO.
Vendem-sc fitas de veiudo pretas e de co-
ros.eslreitas e largas, lisas eabertas de mui-
to bons gestos, pelo barato prego de 160,
320 400, 500 e 600 rs., na rua do Queimad
na loia de miudezas da boa fama n. 33-
XABOPE
KARIMIA
Vende- prara do Corpo Santo n. II. a muilo superior eliem
conhecida arinlia de l'rieste, qualidaderhteada em !l do corrente na escuna
irPfeila, em porrescrandes e pequeas,conforme (i
voutade do compradur.
TAIXAS PA5A ENGENHO.
3a fnndipao da ferro de D. W. Bowmanc ua
ru do l!rum, passando o chafariz, contina ha-
verumcornpleiosortimertode ta i xas de ferro f un
dido e batido de '! a 8 palmos de bocea, a* quaes
arbam-se a venda.por eprejo commado t com
O000
5*100
3/000
1/000
25O00
1/000
500
Ijoun
1/600
99000
18/000
800
1?000
1O000
7/000
200
G'iiro de lustre marca de
oastf.'io.
Vendem-se pclles de couro de lustre de
muito superior qualidade a prego de4se
4/500 : na rua do ijueimado, na bem conhe-
cida loja de miudezas da boa fama n. 33.
Ricas litas finas e inoiicr
nas des iik lliorcs gostos
que se pode encontrar
se vendem na loja da boa fama na rua dn
Qneimadon. 33e por pregos que naodeixam
deagradnr aos compradores, porque real-
mente se vende barato e ha muilo onde cs-
colher.
Tachas de fe r>.
Na fundigflo da Aurora cm Sanio Amaro,
e tambein no deposito na rua do Brum, logo
na entrada, e defrontc do arsenal de mari-
nha. ha aempre um grande sortimento de
lachas, lano de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
queas, rasas e fundas ; e em ambos os lu-
gares cxislein guindastes para rarregar ca-
noas ou carros, hvres de despeza. O prego
sao cfs mais commodos. *
YENDEM-SE CAPACHOS
pintados, compridos e redondos a 700 e 8 rs.; oa rua do Queimado loja da boa fi/ a
n. 33.
Para csciijrtorios e ct&rta
ros.
Vendem-se resmas do papel de poso do
meihor que he possivel haver a 65, dito in-
ferior pouca cousa a 3? e 3S500, dito paque-
te muilissimo lino a 4-55110 e Cs, dito almago
grevee marfim a 4?, dilo almago muitissimo
bom a 3-5200, dito de cores em quartos de
resma a 700 rs., grozas das verdadeiras pei-
nas de ago bico de langa pelo barato prego
de 1;200, ditas muito boas sem sor bico de
langa 500 rs., duzias de lapis muitissimo li-
nos a 320 rs., ditos proprios para riscar h-
vrosaSOO rs., canelas de osso lomeadas para
pennaa de ago a 120 rs., caivetes finissimos
de. uma a quatro I 1 lias a 1, 2, 3, 45, e ou-
tras maiscousaaaque se vende barato; na
ruadoyueimado na bem conhecida loja Se
miudezas da boa fama n. 33.
DO
OtJE
I-01 iransferidoodeposito desle tarop para a ho
tica dejse da CruzSanlos, na rua Nova 11. 53',
uarraas 5*500, e meias3S000, sendo falso lodo
aquelle que n.lnfor vendido ueste deposito,palo
quesefaz opreseulraviso.
IMPRTAME PARA 0 PUBLICO.
Para cura de phlysieaem todoosseusdilleren
esuros, quermotivada poreonlipagea, losse
astbma, pieuri/.escarros de lansoe, dorde cos-
ladoa e peilo, palpitarilo no'eorarilo,coqueluche
broncbile, dorna rdanla, e to'das asmolestia
dosorgao pulmonares.
'culos e lunetas de toda
as qualidade
Vcndem-sesuperioresoculoscom armagiln
de tartaruga de todas as graduagocs a 3*000,
ditos muito bons cora armagoes douradas a
1?200, ditos ditos com armagoes prateada,
15, ditos ditos comarmago de ago a 800 e
icarr,SaB-sa .mear 1&!EStt.l2^E^&
ro semeospez, ao comprador. rs., dilas de ,lous 'vldros armagao de tale!.
Um sitia.
ra
>oimi e
lo.
Kra casa de Saunders Brothers C, prag
:5ti00 : l' Corpo Santn. I l,t para vandaro sabinal*
2r000 Ferro inglez.
i l'ixeda Soeria.
Alcairo de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas,
Oroyas.
Algodao lizo para sancas.
Ditoentraricado i^nal ao .la Babia
E uii completo sortimento da fazendas proprio
para ste mercado tudo por prego commodo.
*1 i l -i s.
a 1:600, e oulros oculos mais que se vendem
por prego barato na loja da boa fama na rua
do Qucimado n. 33.
Escovas ie todas as quali-
dades
Vendem-se ricas escovas inglczas para
roupa, o meihor qne piule haver e de nova
invenciio a 3>, ditas francesas milito boas
^0?.--t>p$ %fe.F*e
Kugio no da 2 de mareo corrente o es-
cravo cnoulo, de notne Hypolitn, estatura
pouco cima da regular, secco do corpo,
cara redonda, beigos grossos, pouca barba
orelhas pequeas, falla descansada, idade 24
annos, fallO dvilguns denles na Trente, per-
nas finas, pes grandes, rtllicial de sapateiro
cozmheiro, sabe irahalhar em casa de cal-
deiras de engenho de assucar, sabe ler e es-
crever, e por is#o bastante ladino, e lalvez
queira passar por forro, mudando de nome ;
levou um embrulho, contendo uma boeeU
com doce, uns jornaes e uma carta, tudo
com endakaco a urna pesaos; he a segunda
fgida que faz, sendo qae da primeira, que
leve lugar a 12 de Janeiro deste anno, vollou
padnnhado : quem o pegar leve a seu se-
nhor, morador na rua das Aguas-Verdes n
50, que ser recompensado.
No dia 6 do corrente, 2 escravos, Isido-
no, crilo, que represenU ter 30 annos, es-
tatura alta, corpo regular, pernaa grossas
pes grandes,pouca ou nenhnma barba, Jo-e'
l-oiem o verdadeiro nome he Malheus, esta-
tura alta, representa ter 50 annos tem os
pescheios de cravos, que precisa andar de
aplcalas, quebrado de uma varilha, ambos
sahiram com a roupa do servico que se,,;,.,
sabe de que usam, lodos dous saturara ar-
mados a clavinole roga-se as autoridades
policiaes, capilaos decampo, que o* pren-
dara ou facam prender, leva-Ios a sua senho-
ra, viuva de Sebasliao Antonio P. Brrelo no
engeniio Kodizio, freguezia de S. Lourcnco,
ou nesta praga, rua da Cadeia n 28, que se-
rao generosamente recompensados.
Tugio no dia 6 de Janeiro dn corrente
anno a pela Joanna,a qual he baixe esecca
do corpo, desdentada na frente, cor fula,
bstanle ladina, milos pequeas, e dedos
cunos, lera no br3go direito a marca do
leiro da Ierra dclla.-M. representa 35 a
40 anuos, pouco mais ou menos, alguns ca-
bellos blancos na coroa da cabega, porem
muito poucos, oostuma inculrar-se de forra
e dar o nomo trocado : quem a pegar ou
dellasouberdar noticia, o fara na casa de
seu senhor Antonio Brochado Soares (ui-
raaraes, no paleo do Hospital, ou na rua
larga do Rosario sobrado u. I, que ser (-ra-
tificado.
- Continu'a a estar fgido o escravo
Antonio, Cassange, de idade 16 annos. pou-
co mais ou menos, com os sijnaes seguin-
tes : altura regular, cangueiro no andar, cor
prela, roslo redondo, sem J>arba, costas sim-
pas, choio do corpo, conversa pouco, foi es-
cravo do lutado (aetano Congalve* da Cu-
nha, c lugio no mez de julbo do anno pr-
ximo passado, siippoc-sc achar apasalhado
por alguem, para as partes do tul desla pro-
vinca: a pessoa que o apprehendcr, acra
gratificada com 1005000. que os recebera na

fCm casa de HabcSchiiietlau c; Companhia,
a I, 15500 o 25000, ditas para cbelo ingle- occasiao da entrega do dilo caer."o Z\"
zas e i-anoo/as a .-.-illil o >> ii;i9< ,,. ,u o.,i._ ,-____..i ,'* uo ulul -"'u, na rn-
zas e franeczas a 19200e 39, ditas para den-
les ingle/ase fraiuezas a 400, 500 e 600 is.,
ditas para unhas dila dita a 240, 500 e 15, e
ouirasqualidades mais baratas, que tudo se
vende na rua do Queimado na bem conheci-
da loja de miudezas da boa fama n. 33.
Na taberna grande ao lado da igreja da So- rua da Cadeia n. 37, veudom-se ciegautesinuarlocoiiavo.
VIMIO DO PORTO GEMINO.
\cnle-se ptimo vinbo do Pono cm barris d
ledade, vendem-se saccas
Iho novo, pnr prego commodo.
ao miistro,
ch.ncba.
Algo.
randes cora mi- \ piano- do afamado fabricante Traumann de
Hamburgo.
ie
pe
Vende-se um sitio em Beberibe, junto a
engenboca do Sr. Antonio de Allcmao Sis-
neiro, com frncteiras, baixa para eapim,
maltas, cerca nativa de limSo, bastante (oi-
r para planlagoes e no corrente do boa
agua : a tratar na rua do Collegio n. 5.
Vcndc-s-' uma prela crioula, do idade
muito lio, sem vicios ou.molestia alguma m^sorrac o'co, Pl fe Tros em
os pretndeme* podem dingir-se a loja de, branco. "phu ue nvros cm
ferragens na rua do Queimado n. 31.
Vende-so algodao monstro, com palmos
de largura, muito propiio para toalhas e
lencocs, pelo diminuto prego de 600 is. a
vara: no loja da boa f, rua do Oueimado
n. 22.
F,m
ReiOL- IOS
dtia do Recife u. 13, esc"riplorio
veira.
genbo Curgahi da enmarca de Pao d'Alho,
uu no Becire, na rua da Guia n. 64, segundo
andar ; tambera se gralilicar a quem der
noticia do mesmo escravo com 505000.
-- Kugio de bordo do bngue braaileim
Melam'po, na no i le oo dia 8 do corrente, um
negro de nome Marcelino, iiagio Cabinda
altura regular, secco do corpo, costo com-
por prerorazoavd: na ruada Ca- prido, barba serrada e cria suissa, com lalla
de Hallar A Ol- de denles na frente, e consta andar vestido
com paleto, c calgado : quem o pegar leve-o
a bordo do dito
Vende-se uma casa de laipa e com casa
de rancho, situada na Imbiribeira, perleu-
cente ao sitio da fazenda : dirijam-se a rua
das Cruzes n. 28, terceiro andar.
chapeos de sol d<
Gi-JM m\ LilJHA UE
seda
4^000 e S,000 rs.
Era casa de Timir. Monscn A. Vinassa,
praca do Corpo Santo n. 13, ha para vender
alguns pianos chegados no ultimo navio.
."
de ouro, de patente ingles ; vendnm-se no
armazem de Itostron Booker i\ Companhia,
esquina do largo do Corpo Sanio n. 48.
N. O. Riebcr >\ Compaobia, rua da
Cruz n. 4, vendem :
Lonas da Russia.
dem inglezqs.
BrinzSo.
lirios da Bossia.
Vinbo de Uadeira.
'Algodao para saceos
i elogios
cobertos n deseoberloa, pequen,, e randes, de ouro,
| palele mclez, para boinein e senluira, de am dos
Imelborefabrcame*de Liverpool, viodns peloulli-
j mi. paquete Ingles : em casa de- Siulball Jlellur v\
- panbia, rua do Torres n. :is.
as qunl:

I Vendem-se sellins com pertences,
I tenlo inglez e da meihor qualida-
y 'le que tem vindo a este mercado :
V*&8P m armazcm de Adamson llowie
,^j C, rua do Trapiche n. Al.
-Na rus Direita n. 10, ha para vender
Na loja da ruado Queimado n. 17, ao pe cha de familia muito superior, da-so amos-
da botica, vendem-se muito superiores cha- i Iras, a 15000 rs. a libra, batatas muito novas
peos deso de seda de cores e pretos, pelo ]a 1#I60 a arroba, em canastras pequeas
barato pregone 4 e 5/000 cada um, por le- que so tem uma anoba, queijos muito fres-
rom sido molhados venham depressa a- caes chegados pelo vapor, a 15600 cada ora.
quelles que quizerem da pechinha, que por Vende-se paingo muito proprio para
canario do imperio a 100 rs. ajlibra: defron-
Bahia
semelhante prego so%e Veude a dinheiro
vista.
te da Relaco n. 28.
Meias de tod;is
da des.
\ endem-se muito boas meias de seda par
tas e brancas para sen lio ras pelo barato pre-
co de 2/500,dilas de laia para padres a 15.SUO,
ditas de lio de Escocia pintadas para homem
pelo baratissimo prego de 400 c 500, ditas
brancas e cruas pura hnmcm a 200, 240 e
280 rs., ditas piuladas o blancas para meni-
nos a 240 e 300 rs., ditas brancas, linas para
meninas a 240 rs., ditas brancas para so-
nhoras a 240, 300 e 400 rs., ditas pretas de
ditas 1 "'S011"0 PaM padres a 600 rs., e outras mais
ditos de cabo .le balango muito finas a 6/, qualidades que se vendem barato na tua do
ditas ditos cabo roligo e oitavado a 3>, du- Queimado, na bem conhecida loja de miu-
zias decolheres de metal principe a 35 e 65. dezas
ditas de metal mais ordinario a 800 e 15400,
e outras muitas cousas que se vende barato,
na rua do Queimado na bem conhecida loja
de assucar.
AJgodozinho da
para saceos do assucar: vende-sn cm casa
de N. O. Bieber n. 4.
He muito h tato.
Vendem-se duzias de facas e garfos de ca-
bo de marlirn de boa qualidade a 10
de miudezas da boa fama n. 33.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se cera de carnauba do boa quali- pensados,
dade : na rua da Cadeia do Ilecife, loja _________
n. 50. 1 PEHN. :
navio, junio ao caes do Pas-
seio Publico, ou a casa de seu consignatario
Manoel Alves Guerra, na rua do Trapicho 11
14, que sera bem recompensado.
Ainda continu'a a estar lugido o preto
crioulo, de nome .sebasliao, com o signaos
segrales : he quebrado, fallo de denles ue.
parle superior, altura regular, barba pouca,
be muito corlez ; levou camisa azul e caiga
docilita; foi visto ha lempos no lugar So
Cacbanga, d onde he lilho ; desconlia-sc es-
tar nesse jugar acouta.io : ped-se as auto-
ridades policiaca a eapiles de campo que o
appieliendam o levcm-o a rua ireila n. 2,
que se recompensar bem.
Fugio na manhaa do dia 5 do mez pr-
ximo passado mu mulatinbo de idade de 10
anuos, de nome Schasliiio, cor Irixueire, ra-
bel!, s carap olios a avcrmelbados, nulos e,
pos bastante grandes e gros-os. fego s re-
glalos, c loliustu ; levou camisa e caiga de
algodao listrado do azul, foi visto montado
n'um cavallo em um comboy de assucar, se-
;iiindo a estrada do norte, e por islo suppoc-
,-e oslar em algum engenbo : rogae a to-
das as autoridades pulinos e capiUaM de
campo que o apprcheiidain c levem-o a seu
sen bono llr. l-llippe Lopes Nctto, na rua No-
va n. 69, que sero generosamente temas
TVP. DE M. F. DE FARIA 1807
LEGIVEL
-


.


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