Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06657


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Full Text
aho xxxiii n. :;<;,
TtK(\ FEIRA 10 DE MAR(jO DE 1857.
Por 3 iiKv.es adiantados 4$000.
Por 3 mezes vencidoi 4$500.

Por anuo adiunlado 15f0OO.
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO
i:m:\iuu:,\ik.s da SiinsCRIPCA'O NO NORTE-
Pttthiba o 8r. Joe Hodolpho Gome ; Natal, o 8r. Joa-
Julm I. Part Jnior ; Aracalv, o Sr. A. da Lcmoa Braga ;
Cetra, o 8r. J. Jos da Olivaira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
Saea Rodrigue ; Piauhy, o Sr. Domingos Harculano A. Pessoa
earaoM ; Para', o Sr. Justino J. Ramo); Amazonas, o Ir. Jer-
nimo da Coila.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinria : torios os tlias.a- i r meia linfa- do lia.
IgtwraHi i;..urina i' ParaUba : nas -i-sundn e itllaf-(ltini
S. Ani.i... Beies-ro, lioiiir... Cariar, Aitinlio Ganakaas: na larfa-Mra,
S. Luaraafo Pao-4Ulbu, !Nn,.ir,'ih, I......teo, Itrcjo. Peaojunra, Ih.m-
i*ir. Florea, Villa-Bella, Bea-VIaU, on,,,,, Bti .,. ajoanas-friria.
Caim, i|ioium, Sarlahleai, Rlo-Ff usa, i na. IXarreiros, Agoa-Pret,
Pimniliara. p Natal : iitiintas-feira..
iTodo. na correio- parl-ra aa 10 hora la BaaMa.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio segundas a quintal.
Relacao lercat-ftiraa a labbadot.
Fazenda ; quartai a tabbadoi ai 10 horaf.
Juizo do eommercio: aegunda ai 10"horas e quintas ao mno-dia.
Juizo de orphooi: aegundaa e quintal ai 10 hora.
rimeira rara do eivel: tegundaa a aeiui ao meio-dia.
Segunda vara do civel: quartai a aabbadoiao miio-dia.
KPIIKMERIDES DO MI./. DE MARCO*
1 Quarto crescenle ai 2 horas e II minuto da larde.
III La cheia a 1 hora e 58 minutos da (arde.
is Quarto minguanle a 6 horas e 44 minuto da manhaa.
25 La nova as 8 hozase II mioutoi da larde.
1'ltKWIAIt DE IIOJB.
Prmeira as 3 horas e 42 minutos da tarde.
Segunda as 4 horas e 'i minuto da uianha
DAS DA SEMANA.
U Secunda, s. Francisca Romana \nv.
10 Tere*. S. Miliio m. : Ss. Drolbovio e Atlialasab.
11 Quaua. Ss. Dandido, flera'clio e Juviuo Mm.
22 Quinta. 8. (regnrio Magno p. doulor da igr.
13 Si-iu. Ss. Mardoawlo e Clirisiina v. Mm.
II Sbado, s. Mathiltle raitiha ; s. Alrodisio m.
15 Domingo. 3. da Quaresina S. Henriijue. Rci.
tr
\
PARTE OFPICIAL
COMMANDO DAS ARMAS.
artel (eaeral de commando Parnambaco na cidade de Keclfe, em 7 de
urce de 1857.
OKDE.U DO IIIA N. 431.
O general coramandanle das armas faz publico
para conhecirnenlo da guarnido, que honlem fue-
raea suaa apresentaees, o seohores majar do esta-
do maior de primeira classe Manoel Ignacio Briciu,
e cirurgiAo lenle do carpo do saode do exerci-
lo Dr. Jos M-unii Cordeiro Gilahy, o primeiro vin-
do da corte, nomeado director do arsenal de guerra
d'esta provincia, e o segundo viudo da provincia d.i
Baha onde se achava froindo a licenga que oble-
ve, e continua addido ao 10' batalhao de infamara
oo txercicio inherente ao O mesmo general commandaDte das armas faz
constar mais a sco(eac,a proferida em primeira e se-
guoda instancia, ao reo militar abaxo declarado.
8' batalhao de infanlara.
Soldado da stima companhia Manuel Francisco
de Jess, sentenciado no conselho de guerra como
'ncurso no artigo 1* litnlo -i' dai primeiras deser-
tas simples das novas ordenarles de 9 de abril de
1805 o perdimento de todo o lempo anteriormente
servido, e 6 mezes de prisao no colabouco d'onde ir
a Mquadra do mesmo, ;l das de manhaa e tres de
larde em cada semana, faiaodo nos outroj a limpeza
dos qnarlcis, praja ou regiment, confirm a seulen-
ca do coniellio de guerra.
Rio. 4 de fevereiro
Aivim.Brrelo. Momra. Calado. Brilo.
Baltegarde.Carvallio.^-elmoi\j|1^S---,ei da Sil-
va.Rraz. e Mascarenhas. ^^
Finalmenle qne lionlem seguirn) par'o presidio
Je Fernando de Noronhs.oo vapor de guerra Bebe-
ribe, osaenliores coronel Antonio Comes Leal, capl-
lies Candido Leal Ferreira, Antonio Maria de Cas-
tro Delgado, e alteres Manoel d. Costa d'Afonseca,
e primeiro nomeado comandante do predito presidio
* do deitacamento, o 3 da fortaleza dos Uamedio
* Mra se' corporado ao destacamento all exli-
enle.
Assignado. ./-*.<" Joai/uim CoeUtoo.
I
*m
i
TEUBfJNAX. DO COlHMERGIO.
.SeSSAO ADMINISTRATIVA EM 9 DE MARQ0 DE
1857.
Residencia do Exm. Sr. desembargador
Souza.
A 10 e meia horas da manhaa. prsenles os e-
nliore* depotados Reg,. Basto, Lemos e supplenle
liamos e Silva, na falla do Sr. Siqoeira, o Sr.
presidente abri a -e-sao ; esendolidaa acia da ulti-
ma, fui approvada.
Leu-so o seguinle
EXPEDIENTE.
Um lliri do secretario du tribunal di eommercio
do Maranha. datado de l(i de fevereiro ultimo, a-
ctmpanhando urna relacao dos eommercianles ma-
Irculario- atli, em Janeiro do cosrenle anuo.Inlei-
ralo e que se iccu*e a reret'CAo.
DESPACHOS.
tm requerimenlo de N. O. Bieber Ctata "i-.
deiMran.lo lerein sahido de toa scciederde ert U de
dezmbro de IKjj. Jult;li. Teglmeler, em 31 de de-
/eiiarnde |s-)ii, |->r,ii" ,nil |(,her. e entrado pura
-mtma Kicieitadti como socio, no 1* de jaoeiro de
l8."iliCarlns l.ii iivis Pnilipn Rosck e Frans Dellof
Fcmecrtl, ali.-n de fazerem se as necessanas auno-
larie em so malricula.Como requer.
Otro do mesmos N. O. Bieber 5, Companhia,
pedir aolorisacao para o correlor Frederik Robi-
liard lassiftcar a* amoslrai do assucar carregadn na
barcaianceza La Marie.uClassilique na orma
requeda.
Ou de Jos Maria Freir Gameiro & Compa-
nhia, >lisfazendn o despacho de de agio de 1856, para er registrado o contrato de
sua sedade.Itegistre se o contrato social com o
addilnenlo junto.
Ouo de Thomaz de Aquino Fonseca ti Filho, pe-
diudterlidao do registro d*a nmneacao de seu ex-
caixe Jnaqoiin Leocadio Viegas.D-e.
Om de Valenra ti Anlunes, informado pelo Sr.
deieiargadnr liscal, pedintlo registrar o seu con-
Iraloeial.>a forma ao parecer fiscal
. Foirisenle a colarn affksal .do precn correu-
i'b dirara relativa a ultima semaua.-rMandou-se
ijrchi".
E la mais bavendo a tratar, o Sr. presidente
aneen a seisle ao meio-dia.
IMTERIOR
CORRPONDENCIA DO DIARIO DE I'LK-
MAMBI.ai.
PARAHIBA
5 de marco.
Prez) amigo.a lile eco .um, quiquodam gra-
cile milalos, ete. etc. Eu sou aquella mesmo,
que oojra oceupava a columna* de seo Diario, >
ja poniio olho da ra os feilo de algn- marre-
eos, jsfSrisHiido, quaudo me convinha, ja mani-
festanfie meus momentos de prazeras, e linal-
mentei mais tas vezrev, polilicand ca' a meu
Seilo ( abe', ele. etc. E quanlaa vezes com
meu rvael adquiri altas sympalbia9 E lamberD
quanlaala iio fiz algn- phrenelieos rabearem
(deixe> termo que h*castigo) al/runs paluscos rl-
rem iba cusa! Oh tmpora, oh mores. Agora
que mcho mais encanecido, do que quandu em
ilgormrimeiras epstolas Hit dcscrevi o meu lo-
do, reonei-lhc minha veslim.enla, isto he, meo
frdenlo de velho soldado adragonado, meu far-
dio celo de (cas de aranha, com o qual assisli a
muitoiiles e thealros, meu nascimenio, e emlim
tudo alto a mira poda dizer respeilo ; espero,
apezari idade, poder continuar em minha hon-
rosa nto de uoticiar-lhe os aconlecimenlos no-
taveis^e hnuverem por esla provincia e forem
tiraras, porm, ao zelo e actividade do Exm. Sr. r.
Antonio da Costa Pinto Silva.ja foram enviados soc-
corros para Mamangoape a Baha da Trairio. tendo
soenido para esle pontos o r. Francisco Vital de
Oliveira com urna bem sorlida ambulancia e maii
pelrechos. Devo porcm dizer-lhe que esles pontos
accommetlidos nlo eslAo, como n.io eslavam.despre-
vinidos: no primeiro ha nm cirurgiao, o Sr. Piulo,
que he o medico da Ierra : no segundo lia um intel-
llgentc liomu'opatlia, o Sr. Jos Clemeutino, que nos
preslou aqui seu servidos durante o lerrivel com-
bale por que passamos.
Eu ii.tu Ihe sei dizer se este cholera lie ou mi o
tal Spuradico do qual muilas vezes Ihe fallei ;
lainbem nao sei se he o antigu, isto be, epid-
mico ; o cute sei he, que os castis -ao poucos.
Em Bananeiras hoovcram poucos casos, e u3o
consla repetir o delles.
A febre amarella lem feito algumas victima a'
bordo do nvios mglezes, surtos nesle porlo, e que
se aeham a' carsa.
Sezoes lem havido em quantidade, e o mesmo a
respeilo dedelluxfies.
(eneros alimenticios.Estila por subido preco.
Poltica.Iltic opus, Inc labor esl. Estamos no
peiur e mais desagradavd estado possivel. ecerta-
menle e uAo livessemos na presidencia to aclivo,
intelligente, e zeloso administrador, era cerlo que a'
e-la hura, eu assim mesmo velho e reformado esta-
ra dormiudo aquerlellado, e convenientemente pa-
ramentado para s voz do alarma empunliar minha
catana em tavor da ordem e socego publico. Isto,
porm, ndo lem sido necessario, porque o lino e ac-
tividade de S. Exc, ouidos a ulna louvavel pruden-
cia, lem por si so arrefecido a lula, que prettudeu-
se erguer.
Eu me explicarei, c nas scguinles missivas mais
llie direi.
A quesillo principal, a causa occasional de ludo,
o pomo da discordia, o dissolvenle das massa, a tu-
ba da anarchia (nao sei se ja Ihe conlei) foi a ulti-
ma eli'ir.ln para depulado a' geral, a qual elei-
c respeilavel cauda ou cabelleira, ex que por longe
li lia couvm passar por causa das duvidas.
Figuremos, pois, como cometa a eleirao, e como
cauda tis taboqueados !
Procuremos que adenle Ihe daremos lugar.
O Cometa descreveu sua orbila, -i/icel. feste-
jado e applaudido por lodos os pretndanles, ro-
deado das competeMes carias, da inevitavel ca-
bala, das amebas dos grandes, da oppresso dos
pequeos, e.....e......e lambem de boas
e bellas -ominas de diubeiro; e cr negocio chegesa
em alguna pantos, a quem mais desse O governo
era o mais neutru e o mais imparcial possivel, a
causa da eleicjo eslava eiilretpue sos proprios i-re-
lendenle,e as ordens dogoverun para snas auiori-
dades, publicadas na gazcla, eram circulares re-
eummendaodo a mau ampia e mais perfeila liber-
dade do vol ; estas ordens do governo trauquilli-
savam a uns, animavam a outros, asseguravam a
esles o triampho, e a quelles a taboca : ueste pe
marchtiu o nesocio, e la se foi o dia da eleirao
primaria em santa paz, e respeitado o socege pu-
blico em tuda a provincia.
Ja v. pois, Vmc. que al aqui marchamos em
.pa'. e gozavamos a ventura do doce socego. I
cederam-se as apura^es;
ile-feclio do negocio ; e sem mais nem mala loca
a ver-se os carrancudos, os aborrecidos, os hoslili-
satlos, os perseguidos, e era necessa.-fTi algumtles
KXCARREr.AIMiS DA SriISCHIl^A NO Sil.
Alagoaf ,o Sr. Claudino Falcao Da; Baha, o Sr. O. Duprai
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martin.
EM PEI'.NAMItLCO
O propietario do DIARIO Manoel Figueiroa de Parta, na sua
livraria, praca da Independencia ni. 6 e 8.
trario.
a Paro da assemblca legislativa provincial de Per-
namliuco (i de marro da 1857.Jos Pedro da
Silva.
A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco resolve :
'
tendo por matriz a capella de Nossa Senhora do Ro-
sario de Cruang\.
Art. S. A linha de circoinscripcao da nova fre-
guezia seguir do cume da Serra Mascarenlias, onde
termina > freguezia de Bom Jardim, al a ua-cenea
oriental da Serra : dahi conlinuar al o Capibari-
be-merim, demembraiido-se das freguezias de Wa-
zarelli e Ilamb, para a nova, todas as aguas que
pendem ao riacho Crnang), alca continencia del le
com o Capibaribe-meum ; proseguir dahi a mes-
ma linha, pelo lveo do Capibanbe-mcrim cima,
al a confluencia do riacho da Cruz, e desla con-
fluencia al limitar-,c com a provincia da Parahi-
ba, teparaudo-se da freguezia de Ilamb, paraa
nova, o territorio qaem da dila linha ; e acompa-
nhara os limites da provincia da Parahiba al o re-
fciido cume da Serra Mascareulias.
Arl. 3. I icim revogadas as disposirdes em con-
trario.
Paco da assembla legislativa provincial de Pr-
naiubuco, (i de marr;o de 1857.Antonio Alvcs de
Souza Caivaltio.
Sao Irlas e approvados os seguintes pareceres :
A commiiso de negocios de cmaras lendo exa-
minado a postura da cmara do Brejo, remedida a
esta assemblca em 28 de abril de 1856, he de pare-
cer que ella pode ser approvada.
Sala das commissoes da assembla legislativa pro-
vincial de Pernambuco 5 de marco de 1857.Oli-
veira.Pereira de Brilo.
A commisso de negocios das cmaras examinou
as posturas da cmara do Brejo sobre a limpza do
quinlaes e outros objeclos, e jolga que ai meimas
podem ser approvada.
Sal das commissoes da assembla legislativa pro-
viucial de Pernambuco 5 de marca) de 1857.__Oli-
veira.Pereira de Brilo.Reg Barros.
A eommissao de negocios da enmaras lendo exa-
minado as posturas da cmara municipal de Inga-
zeira, he de parecer que ellas podem ser appro
vadas.
dala das cimmissoes da assembla legislativa pro-
vincial de Pernambuco 5 de marco de 1857.Oli-
veira.Pereira de Brilo.Reg Barros.
A eommissao de negocios de cmaras a quem foi
prsenle a poslora addicional a cmara e Jogo coDlieceu-sT o ^** **,r-'V> de 1855, he do parecer qae ella se-
Jos PedroEpaminoodasSouza Carvalho e Sa laislio a anliga divisao, nenhuma reclamarn appa-
Pereira. receu, mas depois de feila a nova diviso, logo se
Vai a mesa a legoiule emenda : apresenlaram reclamaces eoutra ella, reclamarcs
Em lugar de duus con los, diga-se tres conlos. essa que foram tra/idas pelo presidente a esta as-
ja approvada.
Sala das commiss<~>rs da assemblca legislativa pro-
abafo, emen itrani. que sobre S. Etc. devia reca- I Vlncia' de Pernambuco (i demarro de 1857.Oli-
hir a eousequencia de ludo. veira.Pereira de Brilo.
Assim passaram-se us 30 das, c finalmenle
aio o dia de dezembro, que derla dar o ultimo
desengao, ida um dos preleadenles procuruu
ti
^^^^o% mencati
iiioslrar n -. ...r.-. ,w-*tU, e^ecaits-^-
conlesla-
I
iseu con-
roniilanle o despetto, esta lerrivel e lea paisiio, foi
necessario que aquelles que senn podpraiu rrfrear,
se deixsein dominar de sua mesma pailio ; e sem
maisbul nem chsderam entre si as mos, e cnl-
ligaram-se para erguer urna opposirflo ao Exm. Sr.
Dr. Costa Piulo.
relizmente, porm, o bom senso da provincia nao
lem prestado attenro as vuzes em echo, que con-
tra S. Exc. se pn leiem, e por maito- esfor^os, que
se leuliam feito, os opposiciouislas Dio tem podido
fazer crescer seu partido, ao passo que o governo se
arha bem fortalecido, e suflicienleinenle defendido.
Nole porem Vmc, que esla opposico de que Ihe
fallo nao foi creada pelosLuziasnao, senhor : foi
creada mesmo por alguna saquaremas, que lia bem
pouco lempo, e antes da aletean eram amigos de S.
Exc. e seus devolados apologistas.
Tenio- em campo qualro peridicos// Hporlia e
Cantercadorque pugnam pela paz e Iranquilli-
dade publica, e pelos principios do partida da ordem
ou s iqu ireina.A Imprenta, que se quer chamar__
ordeiravai-se desviando con-ideiavelmeule. e pare-
ce ir caminhando para a destrincan dos proprios
principios, que quer pugnar e defender : he A Im-
prenta o peridico opposicionisla. Muilo respeila-
veis sSo seus redactores, iras he forga confessar, que
eslau apaixonados e prejudicados Dor om pouco.
Eleirao faz coutas! O quarto peridico finalmenle
he o Commercial, que quando sahe de seu pacatismo
he para defender igualmente ao governo, sem que e
anime a lomar a diauleira no neuocio, ape/.ar dos
eus bous detejos. Esle peridico lie elaborado por
luziasaqui rasgados.
He larde : o vaiior que aqui chegou as horas da
tarde esla' a' receber a mala, onde quero encaixar
esta. ,il,iii de Ihe ir as mos ; e por isto nao posso
continuar ; mas na -esuinle dir-lhe-hei mais alguma
cousa a' respeilo da materia, que tica encelada, e
que agora nao pode ser bem desenvolvida e fielmen-
te narrada.
E-la' aberla a correirjo do jota de direilo. Sr. Dr.
Francisco de Assis Pereira Rocha ; lenho oiivido di-
zer que ha muilo o que azer, i-lo h-, que a falla tle
eorreioes aqui accumulou muilo Iraballio para esle
roagisirado.
, Obras publicas. E-lilo em andamento a cadeia
piva e o hospilal regimenlal : sao obras de alguma
importancia para esta (idade.
Adros. Saude, patacos e qoanlo lie bom Ihe pe-
lero na forma do meu bom coslume.
A eommissao de negocios tle cmaras leudo exa-
minado as posturas addicionaes da cmara do Reci-
te, sobre a limpeza da cidade, he de parecer que
PERIAfflBHGO,
N,
quiera fazer um exame de ron-ciencia,
como priniiiar a esla vida nova, un nova vida,
que agol ercelo ; mas, como sobe, quem se aclia
na ivanida idade. em que me vejo, nao tle ve fazer
graides s-ircos de espirito, dte) ser muilo pru-
dente e mi I" eaoleloso comsigo, deve ser um Es-
culapio la i proprio, para que nao tenha de cahir
em im iirledialo arrepeodimento ; prtanlo dis-
pene-me Sn-. de remonlar-me ao lempo, em que
deiei de eirever-lhe, lemln-nie encanloado para as
viziilianratjo muilo bello e aprazivelMassansa-
no,cuja e,\ mulo-la da palavra ao menos eu Ihe
poderla aqu dizer, se por venlora nao leme-se, que |
se ne e.'cunasse de lexicographo ; e nao e assuale cl
Vmc. de ipvj receio, pois os cabellos lir meu-, que
leohs, me no dado bias lires nesle mundo, e mos-
Iradd quaiit v. appaJnla/y.-.,.
Pefs'a'a daco ,'l'asno que sou) que esle auno
viven amos n um'mar de delicias e bonanras ; mas
mo Itbslanlminha lonfvidade, me enganei re-
dan! menle Aiora not V.'.nc- que meu juizo era
filho l| is coitinaces 'ie minha propria cachola,
comba, 8coeiie se harmuiiirrai'n em grande parte
com asjelo [ir-a, prefacio, a->mt propot, primeira
paginl, ou carit queira.dn seu kalendario digo seo,
porqul he obr: de sun Ivpographia) de rmrente au-
no; efrnsavaissim, porque se oltiava para o mili-
to venerando, |ue Dens hnja, senhor 1K,">(i. via-o
acomptfliado ,> luaubre e fntelo cortejo rio chii-
lera-m|rbos, d. hediendo a-peclo, bem como de Ircs' cr'm'nae-
eleiejSel'l"e iui huiiveiam, que silo verdadciios | Irario.
ASSEMBLA LEGISLAIIVA PROVINCIAL DE
PERNAMBECO.
Sei sao ordinaria em 6 demarco de 1857.
Pretidenria do Sr. Barao de Camaragibe.
Ao meio dia, verificado numero legil, abre-se a
sessao.
I.ida e approvada a acia da sessao anterior.
O Sr. Primeiro Secretario declara nilo haver
eipe lenle.
PRIMEIRA PARTE DA ORDEM DO DIA.
Leem-se, julgam objeclos de deliberarlo e tnan-
dam-se a imprimir os scguinles projiclos :
it A assembla legislaliva provinci! de Pernam-
buco decreta :
Arl. 1. Osbilhetcstle loteras das oulras proviu-
do imperio sd po lerOe ser exposlos a venda
nesla provincia ao depois de lerem pagooilenla por
cenlo sobre o valor de cada um delles. ,~-"H
tt Art. Alem da rubrica do administrador do
ellas eslo no caso de ser approvadas por esla as-
sembla, devendo o arl. II ser substituido pelo qae
' vai a este junto.
Sala das commisses da assemblca legislaliva nro-
viucial de Pernambuco de niarjo de 1857.Pe-
rora. Oliveira.Pereira de Brilo.Reg Barros.
A eommissao de negocios tle cmaras a ziuem foi
remellido o meloso regimeuto da aferirao dos pesos
e medidas para o municipio de Olintla, enlende que
elle deve de .-er sunmettido a considerarao da eom-
missao de un; i ment e con I a- municip.ies.
Sala das commisses da assembla legislativa pro-
vincial de Pernambuco b de marco de 1857.-Perei-
tn de Brilo.Reg Barros.
A eommissao de negocios de camarai para poJer
emillir o seo juizo .obre o reqoerimenlo de alguns
douosecaixeiro.de taberna deata cidade, pedindo
que se determine, que lat casas so eslejam aberlas
ne* domingos e dia santos de guarda al ao meio-
dia, precisa que seja ouvlda a municipalidad.
Sale das commisses de 5 marro de 1857.Oli-
veira.Pereira de Brilo.Kego Barros.
A eommissao de negocios de cmaras, a quem foi
remellido o reqoerimenlo de Jos Bil.ncourt Ama-
rante eoulros, pedindo a revogac.lo do arl. 9- do
ululo II das posturas de 30 de ju'nho de ISi'J, qoe
prohibe a venda de agurdenles aos escravos, sem
que apresenlem bilheles de seus senliore, he de
parecer que tal pretenrao aeja indeferida.
Sala das conimisses da assembla legislaliva pro-
vincial de Pernambuco (i de marco de 1857.Oli-
veira.Pereira de Brilo__Reg Barros.
A eommissao de negocios de cmaras, a quem foi
remellido o requerimenlo de Joao Alves Guerra,
proprielario de um armazem alfandegado, silo no
Forte do Malos, pedindo permissdo para slender
os cuurus salgados, que all sao reeolludo, no largo
ou renle do mesmo armazem, tendo em considera-
Ciio o que informou cmara desla cidade, enten-
te que a pretenrao do supplicanle nao esta no caso
de ser allendida por ir de nconlro ao disposlo nos
arls. 1-do litlo ,V e 111 do litlo II das posturas
de 30 de junho de 1819.
Sala das commisses da assemblca legislaliva pro-
vincial de Pernambuco 5 de marro de 1857.Oli-
veira.Pereira de Brilo.Rege Barros.
He lido e adiado por ler pedido a palavra o Sr.
Barro de Lacerda, o seguinte parecer :
A eommissao de negocios de cmaras, a quem foi
prsenle o iucluso ollicio da cmara do Recife. cn-
brindo a planta e orcamenlo de um dos lorreoes,
que, segundo as novas posturas sobre a limpeza pu-
blica, convem fazer construir nas qualro freguezia
desla cidade, enleode, que laes papis devem de
ser remellido a' eommissao de orcamenlo munici-
pal para os lomar em considerac/io, quando organi-
sr o projeelo de lei do orcamenlo para o anno l-
nanceiro prximo futuro.
Sala das commissoes da assembla legislaliva pro-
vincial de Pernambuco (i de marco de 1857___Oli-
veira.Pereira de Brilo.Reg Barros.
SEGUNDA PARTE DA ORDEM DO DIA.
Primeira discussao do projeelo n. 28 do anno pas-
Epain.nondas.
Encerrada a discussao, he o artigo approvadocom
a emenda do Sr. Epaminondas.
n Arl. 2. A bibliolheca dtver estar em casa pro-
pria qoe perteneja a provincia, ou alugada rnente
para esle un), sem auaexarao a qualquer oolro es-
labelocimenlo situado na bairro de Santo Anto-
nio, ii
He npprovado.
Arl. 3. Hovera na bibliolheca um bibliolheca
rio com a gratificarlo de (OOSOOO res, e um sub-
bibliolliecario com a de 300n rs. Este segundo em-
prego porm nao sera prvido se nao depois qoe a
bibliolheca liver dez mil volume. tt
He approvado.
Vao a mesa e apoiam-se as seguinle emen-
das :
Em lugar de (jiJOSOOO res, diga-se 1:0009000 de
ris.
Em lugar de :|u i-'ii i rs., diga-se 5003(100 rs., sub-
isliudo a ili-po-irau ollima do artigo.S. Ole-
gario.
Em lugar de OOsOOO rs., diga-se 70O9000 rs.-"
Epaminundas.
Em lugar de i," i;nnii rs., diga-se 8003000 res,
e em lugar de 3003000, diga-se iOOa rs.Jos
Pedro.
Em vez de bibliolhecario, diga-se goarda com
500-3 r. e supprima-se o reslo do artigo.S. Carva-
Ibo,B. de Lacerda.A. d'Oliveira.
A discussao lira adiada pela hura.
O Sr. Presidente disigua para ordem do dia e-
guiute : leilora de projecloa, pareceres e indicarles,
continuaran da de boje, primeira diseussao do pro-
jeelo n. 41 do mo passado e lerceira das posturas
de Nazarelh e Caruaru'.
I.evaula-se a setso as '2 horas da larde.
Presidencia do Sr. Bariio de Camaragibe.
Ao meio dia, feila a chamada, prsenles >i Srs-
depulados, abre-se a sessao.
I.ida a acia anterior, he approvada.
EXPEDIENTE.
Um reqoerimenlo dos pretos canoeiros do porlo
do Recife, pe lindo a apprqvacalo dos estatutos, que
lem de rrger a sui irmandade, erecta na capella- do
porto dai Canoas, com a dena.....taran d.a ida-
de de Sania Cruz.A' commissay j oeg' eccle-
siaslicos.
Oatio de igBatit_ Munu Navarro l.ins, iuva
do escrii.io Adolphn Manoel Camello de Mello Arau-
jo, pedindo o pasamento da quanlia de 2573874 r ,
provenienlcs de cusas de proces'so, que Ihe deve a
cmara de Iguarassu'.A' eommissao d'urramento
mumcipil.
lie lida e approvada sem dbale *a reilacrao do
projeelo n. \'l de 1Sj(i.
Entra em discussao o parecer adildo da rnmmis-
sS| de eslalistica sobr o pr ijeclo Ao Sr. Dr. Abtlie,
%ie altera' os actuaes limites.da freguezia de Igua-
rassii.
O Sr. Mello f'atalcanti :Sr. presidente, quan-
do na ses-a do anno passado foi lito o parecer da
eommissao tl'estatitlica sobre o projsclo apresentado
pelo Sr. Dr. Abilio, resliluiu lo an termo de Igua-
rassu o terreno delle desmembrado pelo arl. da
'e'......eu, coma um dos memhros sig-
natarios do parecer, ped a palavra para fazer algu-
mas considerar-oes e apre.-enlar a' usa as razes em
que a eommissao' se fuu.i011 para manifestar o seu
vulo pela maueira porque o fez. Agora que o pare-
cer tem de entrar em discussao, cu apresenlarei al-
guma cousa em sua justificarn, pira que a casa pos-
sa melhormenle apreciar a materia sobre que tem
de volar e formar sobre esta com mais segoranra o
seu juizo.
Sr. presidente, a commis-o de eslalistica, lendo
de emillir o seo parecer sobre o projeelo submelli-
do a'sua considerarao, procurou aprofuudar a ma-
teria e obler todos os csclarecimenlos precisos, e, a
vista delles, nenhuma duvida leve a eommissao cm
embica.
Se, pois, nao se reclamou essa diviso, se delta
resultan) grave inconvenientes, como acabo de mos-
trar, parece-me que est provada a conveniencia
da adopcao do projeelo do Sr. Dr. Abilio, resliluinilu
a Iguarassu' o lerreno delle desmembrado, dando
assim esta assemblca.mais urna prova de equidade,
como ja deu o auno passado, revogaudo alguns aclos
legislativos que alteraran) a divisilo territorial.
Parece-me ler dilo quaulo lie sutlicieule para jus-
tificar o parecer.
O Sr. Silcino : Succinla, mas clara foi a ex-
posiriii feila pelo meu uubre collega e amigo sobre
a conveniencia que existe na restituirn do terreno,
que foi desmembrado do Ierran de Iguarassu' ou da
freguezia de Iguarassu', para a de S. Loureuro da
Mata.
Ouasi nada possu acrescenlar aos esclarecimentos
dados a casa, esclarecimcnlos que devem levar a
couvicc-Tio de todus os nobres depulados a necessida-
de da restituirlo desse terreno e a inconveniencia
da permanencia das cousas no estado era que se
acham.
He possivel, Sr. presidente, que sobre os dados
apresenlados pelo meu uobre collega e amuu, du-
vidas se pussam apresenlar no espirito de alguns
Srs. depulados, porque o mappa apresenlado nao foi
feilo lalvez por pessoa bstanle habilitada na mate-
ria, e, como quer que eu julgue de grande impor-
tancia o presente projeelo, e quero que elle teja
apreciado cora toda a lucidez pela rasa, de modo
que e revogue esse aclo da asscmblce Iraoaacla, voo
submeller a cousidararo da casa o seguinte reque-
rimenlo. (L.)
Eu crean que analvsado o terreno em questao por
pessoa competente ; que dado o parecer por essa
pessoa e cora os esclarecimentos do Exm. presidente
da provincia, a ca-a nao ha de recusar dar o seu aj-
senlimeulo ao projeclc que se discute.
Eu acho que lito he una procrjstinac.o, mas eu
prefin, Sr. presidente, essj procrasliuatjao certeza
da queda ou morle do projeelo, por isso eu submel-
1* a riin-icrar.10 da casa o meu requerimenlo.
\ a.1 a mr-a e apoia-se o seguinle requerimenlo :
Rcqueiro que o projeelo seja remellido ao Exm.
-.residente da provincia, alim de qoe, ao depois uc
consultada a directora dos engeuheiros das obras
publicas da provincia, S. Exc, d a sua opiuiao a
respeilo do mesiuo projeelo.
Sala das sesses dafasiembla provincial de Per-
nambuco, 7 demarco de 1857. S.lvino Cavalcaule
de Albuquerque.11
Encerrada a discussao, e posto a volos o requeri-
menlo, he regeitado, bem como o parecer.
Segunda tliscussao to projeelo 11. il do anuo pas-
sado, que divide a freguezia da Bot-Viila.
<> Sr. Theodoro Slca : Sr. presidente, len-
cono volar centra o projeelo que se discute, porque
eiilendo que nao tem elle a ulilidade que a nobw
coniinissau de eslalistica enleudcu que elle linha.
Pelo projeelo que se discute, a freguezia da Boa-
Vista lem tle ser dividida, leudo a nova freguezia
por sede a igreja de S. Jos do Manguiniio. Eu re-
conheco que a freguezia da l!oa-\ isla nao he muilo
limitada, mas uiuguein emboa fe poder contestar
que e o respectivo parncho comprir as suas obri-
gares, iieuluiin inconveniente se dar na distribui-
rn do pasto espiritual. Coosta-me mesmo que na
lerrivel poca em que o cholera fez estragos nesla
cidade, iienliuiu inconveniente, nenhom mal se den
11a dislribujro do paslo espiritual. (Apoiados.
Pin lano, se naquella poca dillicil, esse inconve-
niente se BflO deu, issu prova sera duvida alguma
que 1 freguezia, se bem que nao seja muilo limita-
da, (odavia se o parodio cumprir suas obrigac.es,
nenhum nial resultara aos moradores da Boa-Vista...
t Sr. llego Barro:Por essa razao nao se de-
via dividir a freguezia de S. Jos,
O Sr. Theodoro Silcu :Enlendo, senhores, que
eria conveiiieuie, que as freguezias fossem menores,
Em lugar de portarla do preiidenle diga-se com
licenca director gem.Lacerda.
Posto a volos o artigo apprava-se com a emeuda.
Artigo addilivo.
Na acquisicao de livros sera' ouvido o contelho di-
rector de uslrucrao publica.Sa' Pereira.
lie approvado sem discussao.
Eulram em lerceira discussao e s,lo approvadas
sera debate as posturas das cmaras de Nazarelh e
(.aruar.
Segunda discussao do projeelo numero i i do auno
passado alterando o regulamenlo do corpo policial.
O Sr. Lacerda justifica e manda a mesa o seguinle
requerimenlo :
Itequeiro que sobre o projeelo sejam ouvidas a'
commissoes de consliluico e fuarao de forra po-
licial.B. de Lacerda.
A discussao lica adiada pela hora.
t Sr. presidente designe pora ordem do dia se-
guinle :
Primeira discus-o dos projeclus nmeros I c
desle auno e segunda do tic numero 3I do anno pas-
sado, e levanta a sessao as duas horas da larde.
Sessao' ordinaria em 9 de mrco de 1857.
Presidencia ,to Sr. /(arrio de Camaragibe.
Ao moio-dis, feila a chamada, preseule ^senho-
res depulado abrio-se a sessao.
I.ida a acia anterior, he approvada.
t Sr. !. Secretario declara nSo haver expediente
iinM-.M DO DA.
Continua a primeira discussao do projeelo n. i,
que altera o regulamenlo do corpo policial.
O Sr. A. Caealcanti sustenta o projeelo.
O Sr, Jote Pedro pronuncia-s contra o projeelo.
Encerrada a discussao, e poslo a volos o projeclti,
he rejeilado, bem como os diversos tequerimenlos
ollerecidos nas sesses anteriores.
Enlta em_pnmeira discussao, e he approvado o
^aTie anuo, que unpe SO 0|(| Mbre o
ff sa das lotera do Rio vendidos uesla
projeelo
valor to
provin
t
co
'tas requer a dispt?-.? do iulersli-
j, o que he lambem approvado.
...neira cnscussao dd projeelo n. 2, qae concede
diversas lolerias.
He approvado sem debate. '
Segunda discussao do projeelo n. 21 do anno pas-
sado, que desliga a freguezia do Salgueiro do termo
de Ouricurv, a lisa au de Cabrobn.
t Sr. uutrin pede explicarOes sobre a ulilida-
de do prejeclo.
O Sr. Morral da' as explicares exigidas, referin-
do-se ao que ja Irouxe a > couhecimento da casa em
oulra ocrasiao.
Encerra-se a disuso, e he approvado o projeelo.
Segonda discussao do projeelo n. 3li do anuo pas-
sado, que manda aposentar o colleclnr das rendas
provinciae- Francisco das Chagas S-lgueiro, tle cun-
fnrmidade enm a lei transada, que rrgulava as apo-
scnlatlorias. Depois de breves considerac/ies dos se-
nliores Theodoro Silva, Caslru Leo e Lcenla, he o
prnjeclo apjiruvado.
Primeira discussao to projeelo n. 33 do anno pas-
sado, que utwiM o governo a encorpunr urna rom-
panlna que se encarregue da (clora das obras pro-
vi nriae.
Tenda dado a hora, lica a discu--o adiada.
t Sr. Presidente designa para ordem da da :
c mliiiuai o da de boje, primeira tliseu-sn da pro-
jet lo 11. lli, lerceira do da 11. -i do anno panado, e
egobda do de n. 1 do crrente auno, e levai.la-se a
sessao as > huras da larde.
formular o seu parecer em senlido favoravel ao mes- qut' por a!41m 'li", de Pal,uo palmo de terreno,
mo projeelo, procurando remediar os inconvenien-
tes, que hoja se vao fazendo restituir a Igar'ssii a
parle do lerreno, que desse termo foi desmembrada
em 185.
consulado provincial, segundo o disposto 110 Ululo ;sai10. qe eleva a povoat.ao d'Agua-Prela i calego-
:., 15 da lei n. 391 de 30 de jonho de 1836, serlo ria de Ht.
Vai mesa c apola-se o seguinle requerimenlo
Requeiro que seja ouvido o Exm. Sr. presiden-
te da provincia ea cmara municipal de Barreiros,
lambem rubricados, desle ja, os bilheles pelo llie-
soureiro das lolerias da provincia.
Arl. 3. Os infractores desla tlisposiees serao
multados em 20OS por cada bilhele adiado fora da
condires cima mencionadas, reverlendo a metade
Barro- de Lacerda.
Depois de algumas considerares dos Srs. I.uiz l-'i-
da mulla para a uloridade que fizer a apprelien- "l'Pc e Barros de Lcenla, he o requerimenlo re-
sao, salvo o respeclivo processo na forma das leis eilado e approvado o projeelo.
revogadas as disposirocs em con-
chor>r;-Plili>s ; e, alem disto, S'brecarre:ado tle
"irculo incimpaliliilidades, nauTraEoa, etc.. i
possoid*" da mxima puelica do bom poeta pailnrij
depois dos nales a ventura, e.perava euquej
enlrariati os 11a no-sa vez de desfrurlarmos eleema I
rjusarai esle inundinho, a que, apezar do que lia
de mao n '"' lenho grande allecio, e um 111 li/.ivel
apego : p nem, aiba Vmc. que pur aqui vamos
indo mal, e muilo mal, como Ihe irei desrrevendo
resumida nul, por parles : enmecarei pela salu-
bridad p> iblica.
Vamos nj>al : amearados do cholera-morhu-, que
na Babia ojaTraicao o Mamancuape, bom como em
iiaianeirasl, ha feilo algumas victima, j se lendo
verificado mn caso anu mesr.in ne'la cidade, endo
a vielima um pobre rapaz, que era o anno pactado,
e ao letripo da maior calamidade, servio de adnnle
de orjlea ao Pedro 'lavares nos eiiterraraeutos do
cliolerico.
FsliUMnle nao bouve anda tgundo caso aqui.
Segunda discussao do projeelo 11. M do anno pas-
sado, autoris*ando o presidente da provincia a des-
Sala;das commisses da assemblca legislaliva pro- pender com a bibliolheca publica a quanlia de dou
vincial de Pernambuco li tle marco de IK56.Sil-
vino Civlcanti ie Albuquerque.
A asscmlilea legislativa provincial de Pernambu-
co decreta :
Art. 1. Ficam concedidas qualro lolerias, decem
conlos de ris cada urna, para os reparos da igreja
de Nosia Senhura-do Rusario da fiegoezia de Sanio
Antonio desla cidade.
t Art. 1. Fica lambem concedida urna lotera an-
nual pora a obrat o mais despezas do r.ecolbiincn-
de Papacara.
' .1 Art. 3. O governo dar o plano para ealaa lole-
rias, que poderao ter divididas, e providenciara
sobre os meiot mait convenientes de liscalisar o em-
pregp do eu producto.
conlos de res.
o Art. 1. O governo da provincia lica aulorisa-
do a despender animalmente com a bibliolheca pu-
blica a quanlia de doos cotilos de reis, dislriboin-
do-a com o pessoal, aluguel da casa, ulen-is, e ac-
quisicao de obras imprem, e manuscriplas impor-
lanles, com especialidade os que se referirem a his-
toria perilallililli'M:.:. 11
He approvado.
VSo mesa e apoiem-se o segunles emen-
das:
Em lugar de dous conlos de ris, diga-se cinco rou-
los.S. Olegario.
Sapprima-se o arl. 1.Jos Pedro.
Depois de breves considerarles dos Srs, Sabino-
Considerando a nova diviso do termo de Igua-
ras-ii pelo lado puramente religinso, he meu ver
que dahi resullaram mudas desvatatageiis, porque
atlendeudo-se as disteooia em qae fieam o lusares
desmembrados da sede actual da freguezia, ve-se
que essas distancias sao manir- do que eram pela
diviso anliga ; dahi, sem duvida, resulta um gran,
de inconveniente para a administrarn do paito es-
rnlailu.il. e taolo exi-lri ese inconveniente, tanto se
reconhecem essas tlilliculdades, que o parodio de S.
Lourenrn, depois qoe licou pertenceodo a' sua fre-
guezia essa porro de terreno de Iguarassu, procu-
rou curamissiuiiar um padre daquella localidade pa-
ra fazer a suas vezes uaquelle mesmo lerreoo que
for desmembrado, o que prova a impoisibilidaile em
que elle se vede cumprir all as nas sagradas fuuc-
ces.
Relativamente boa adminslraeao da justic ci-
vil criminal, nao poucos inconvenientes lambem
resullam dessa desmembrarn que soflrem Iguaras-
su', nao sti cm relelo loa habitantes do terreno,
que foi desmembrado, como aos proprios habitantes
do lermo de Iguarassu'.
Sr. presidente, do mappa das distancias de cada
um do engenhos em rebflo a Iguarassu' e ao lermo
do Recife, v-ee claramente...
O Sr. II. de Lacerda -. E exi-le mappa ?
O Sr. M. Cacalcaiil!: Eu posso aprcienla-lo.
O Sr. II. de Lacerda : Feito pelo nobre depu-
lado 1
(Cruzam-se varios aparles.)
O Sr. B. de l/xcerda : Esse nao pode servir ;
basta combinar as distancias de S. Lourenro com o
Recife e Iguarassu'.
t Sr. M. Caealcanti: Mas nao he um mappa
geographico regular, he um mappa que me foi lor-
necido por pessoa competente. (L.
A' vista desle mappa, ve-se que os habitantes
desse- diflcrenles lugares perlencenles boje ao lermo
do Recife se acham cm peiores condires, quanlo a
que -e lem feilo al
adminislrarao da ju-iica, disqne quando as suas pro- Iriz, c o que resulta dahi
se achasse um parodio, mas he que as (oreas dos co-
fres pblicos nao supportam despezas desla oidem.
Se o argumento tle que a freguezia he um pouco
extensa prevalecesse, cnlo sena conveniente lam-
bem, que nos dividissemus frequeulemenle lodas as
freguezia da cidade.
t Sr. S Pereira:He o
boje.
t Sr. Theodoro Silra .Mas lio um mal, um
inconveniente, porque os cofre pblicos uo suppor.
tam essa de-peza...
O Sr. Sa Pereira:Supporlain, pois nao!
t Sr. Theodoro Silva:Mas, ainda pie-cili lin-
do dessa consnleracau, vejamos se o projeelo be em
si ou nao inconveniente : cu enlendo que o he.
Pelo projeelo vem a ser a sede de nova fregoexta a
igrej de S. Josc do Maogolnho, mas pelo projeelo
ficam pcrlencendo a essa freguezia que se pretende
rrear lugares prnvimus e chegados extremamente a
esla cidade, porm logares populosos, taes sao por
oxemplo o lugar denominado Sanio Amaro e inultos
uutros que Ihe ficam prximos e adjeaentes.
O Sr. S Pereira:A Capunga lie mais popu-
losa.
O Sr. Theodoro Silca :Resulla, qoe para me
Ihorar-se como pretenden) os honrados membros, a
distribuir do paslo espiritual, vai-se collocar a se-
de tle nuva freguexia cm um lugar aon-le a popula-
ran he menos densa, resollando d'ahi que lugares
mais populosos como Saulo Amaro, tirarn sem du-
vida alguma milito mu- distantes do Manguioho do
que lloa-Visla. Por lano eu nao descubro mesmo
por esse lado couveniencia, ulilidade do projeelo e
d'ahi concluo que nao lia es-a necessidade de dividir-
se a fregue/.ia de Boa-Vista.
Repilo queseo parodio for comprido de sua obr-
; ici"s ne ni um iiiconvciiienle llavera' na distribu
cao do paslo espiritual.
Vai-se crear urna freguezia, a sede era' cm S. Jo.
se do Maiiguinho, mas lodos no abemos o que essa
igreja, he urna capella insignificante, que d'aqui ha
pouco anuos nao poden' preslar-sa com a decencia,
devide a celebraran dos aclos religiosos, d'aqui a au-
nes se estar' lisiando pela edil.cacao de orna ma-
prielades pertenciam a Iguarassu'.
Depois, d-se nutro inconveniente : feila a divi-
so como e=i, as autoridades do Recife para che
garem a essas propriedades, que de novo foram uni-
da* ao termo do Recife, leem de alravessar una
grande exlensao de territorio perlencenle a oulra
comarca.
O .Sr. /;. de Larerda : E nao ha caminlio '.'
t Sr. M. Cnriilru/itt : O caminho qu exi-le
be mullo longe, e ititran-iltrvel peln invern ; por
consequencia he preciso, como disse, alravessar urna
grande exieusao de Ierren i perlencenle a uulru
termo.
Anda oulro inconveniente existe, que he, que
feila a diviso como esla, fica urna porco de terre-
no encrasa lo no termo de luuarassu'..,
o Sr. II. de Larerda : Mas nao lem alguma
lig.irSn '.'
" Sr. M. CexaXcanli : lem ligarlo, mas nao
exi'le caminho, he urna mal
sila.
La' esta' a freguezia de S. Jos : o Sr. bispo pelo
seu zelo religioso lem concurrido com grandes esmo-
las para a edilicarSo de nova matriz, mas anda esta'
pur concluir. Ha esle grande inconveniente.
Por tanto enlendo que nao lia ulilidade. nao ha
iitcc'sidade de diviso de freguezia da Bna-Visla e
por etinsegiiinle vol contra o projeelo e. se a ca-a
o fizer lambem, faz um aclo de recmibccida jus-
P&SIAU 4VULSA
1ES.E& JBjifal
l"oi pela segunda vez a scena uo Sania isahel
a (iargalhada, no domingo 8 do crtenle.
Nao lemus expres-ts, falla-nos o estvlo para dei-
creverrao o mojo pelo qual houve->e em scena o.Sr.
Joao Caelano dos Santo,.
Es-e artista sem par, que passou longas horas nos
hospilaes dos alienados da corle eslodando u homem
louco, coinprehendeu de urna maueira espaulosaas
*uas Irabalhosas lires.
Hevelou com assombro peral os insonilaveis arca-
nos de Itiucora ; transformou-se eom Unta originali-
lade em um alienado, que o suppuzaino total-
mente divorciadoda ua razao. Illudio a todos !
Se no segundo aclo o Sr. Joao Cielano dos Sanios
aterrou osespecladores com sua perigusa convulsao
de lodos os seus membrus, efinalisamlo em urna lou-
ea e pavorosa gargalhada,no lerceiro causn as-
sombro, e fez derramar abundantes lacrimas, de
quasi todjs, que commovido e liorrorisado's contem-
plavBn o alienado.
0 Sr. Joan Caelano,depois do segundo aclo.cullreu
tilo vilenlo choque convulsivo, que por alguns ins-
lanles perdeu a (alia. Chamado inmediatamente
o Sr. Dr. Prxedes Pilanga tralou do reanimar o il-
lu-lre artista com especficos apropriadus para taes
ataques ; felizmente poucos momentos durou o in-
commodo, deixando-o lodafla em abalimento 1,1o
vlsivel, que no terceiro aclo oSr. Joao Caelano du-
rai.le os Iran-piirlcs.e depois a redarn eslava livia-
do ii ituraliu 'iili' abalado por vi-ivel mhmiI-.ih.
Iivemjs a sali-faean de vermos os tenhorea caval-
leiros applaudirem dos camarotes, cum seus lenro o
triampho do genio brssileiro. A -ala relumbou cous
lanletnenlecora exploses de aplausos: oenlhusias-
mo fui peral, e verdadeiro.
1 in joven iialural du Para' recilou como lana vi-
da,e eulhusiasmo nma poesa;o illuslre arlisla, que
dctxoii o publico exlraorilinariameiile exaltado.
Todo os mais actores zeram o que Ibes (o pos-
sivel par.idesempeiiliarcm bem os seus papis.
i.iii.iniln o Sr. Jo.lo Caelano apresneloo-se pela
primeira vez em srena na Dama de S. Tropz o pu-
blico em relaco a elle eslava como o con iemnado,
que passou quati todos os seus da de vida em urna
tenebrosa masmurra, masque de repente fura Irani-
porlado a mais ampia prara ao pino do meio dia
quaudo o sol mais dardejava ; o publico anda nao
vio o ciarlo do dia lirava-lhe Inda luz dos olhos-
Depois foi acostumanuo-sc ao bnlhanlissmo do dia,
aos raas du il.e hoje ja v, ja applaudecom vehe-
mencia eessa luz.que duraule quasi toda sua vida es-
lava privado !...
He fallecido o Sr. Joao Cameiro da Conlia,illus-
lre pai do nosso amigo o Sr. Dr. Oljnda Campello.
Cidndao honrado, anciao respeilavel. e comiderado
amigo dedicado, e zeloso pai de ramilla, o Sr. Car-
Miro deixou coiislernados suramamenle seus amigos*
e suafamlia. Era proprielario abastado, e seuhor de
dous engenhos na fresuezia da3. I.ourenjo.
Quando um homem qualquer. e-queren !. o
grao ile civ111 l.i le e pundonor que soe andar unido
a sua po9irj)oA d?grada-se a por em execorao aclos
os mais indig.ius, ac{es as mais negras possiveis
deve ser expellido do centro dessa sociedade que Ihe
deu esse aro, e azerragado al qoe o pundonor
Ihe wbreippareca nas faces. No ibbado, a meia
imile, neta duzia de rapaznla,capitaneados por um
boticario, vigario, contrameslro, enzinheiro, emlim,
Dina cousa qualquer de mariiilni, oosaram, levatlo-
pelo dens Hacclm, mandar abrir a poi la de un i casa
em nomo dalei,sob pena da er elta arrombada !."
de Jaueiro para o Para, no mez de uovembro proxl
mo paisado, ma por cm um-tancias arribou a (,-
ras ella<. onde fui o i apilan lenle Secundiuo lomar
o seu commando, e veuceudo muilas dillicaldaae*
chegou o noi porlo. e -eguio para o ea deslino
ao amanhecer do dia 8. O ttSolime* lem acom-
mujac.ies para tul passaueiro de primeira cls, e
muilas unirs conlmodidade. He de torra de 180
cavallos, edeve bolar mais de \ mil lias por hora uo
Amazonas, de sorle que, de Itelem ao Rio Negro,
gastara S a dia com as escalas. Tem i.'i peHoa de
Iripolarao, inclusive I otVielaese I imehinislas. El-
la caprichosamente aceiado, e a aeu bordo reina a
ordeme a disciplina, graca-, a limada educarn do
seu commandaule, e o respeilo que Ihe volara eos
subordinados.
No sabbado ,7 do corrale, bouve em cate da
residencia do Sr. Dr. Prxedes Pilanga, um enf-
lenlo concert. Aili esliveram vilo artistas msicos,
nossos patricios, compondo um ncleo da hallen
execulores de diversas instrumentos, isto he, 3 rabe-
ra-, J drmela-, I trombone, 1 olliclide, I violn-
cello, e I Maula. Alem desse Srs. edeve o insigne
rabequisla alloma i C Sleuber ; o habilistimo pia-
ulsta (darlos Fiadeler, e mais pessoa qae tocavam
magnficamente a flauta, e o piano, que xerulandi.
com grande perfeirSo magnifico dusltos, terceto-,
variares, e ludo o mais referido no gustoso mellio-
do du bom lora da nota e do toos. O Sr. Carlos
Fiedeler acompanhoa por alguma veze ao piaano
bellas arias da mala aMderaii opera, ciecatadas
por urna das senhora da familia do Sr. Dr. Pilan-
ga, qoe, com mailo pouco lempo de esludo de mu-
sica vocal, ja revela o eu|taleolo e goslo pelo qae
ha de mais bello nessa linguagem magntica dos
clierubins. As liorat paarani-e rapide-nenle netse
bello enlreleuimenle ; algumat familia da amiiade
do Sr. Dr. Prxedes se acharam prsenles, e rei-
nan compleamaole a mai perfeila sociabili-
dad*.
.somos mormac-, rtor pes-^oa fidedigna, ?-- un.
Arraial, ha diae pissados, a polici -treScobrio om
coulo de negrus lugidos, dentro da propriedade de
ura Sr. Em consequencia de orna denuncia
0 inspector daquelle lugar dirigio-sa rom aljama,
pessoas i dila propriedade e ahi enroolrou em
um mucambo, e dentro de ama lavouras, um
escravo do seohor do engenhoPoeta, urna ei-
cr.ua de Joao Ferreira de tal, morador na Pasea-
sen), e mais um oulro prelo, que ailirmam ser es-
cravo e que ah mora ha alean iiaos.' a litlo da
forro, calillen jo pela antonomasia de Subrinhoi-.
Os doos piimeiroi foram eotregoes a seus enhures,
e a respeilo da ultimo, qae se ach en custodia, fi-
ca aquella polica pruce leudo as necessariat dili-
gencias, afim le vir ao cuohecimenlo de ua ver-
dadeira condirSo. He extraordinario que hajaa ain-
da llamen- que se afoulem a pralicar laes aben,
lo perlo da capital, sem encararen) que o seoli-
i.ii-u! i da poca lie contrario a nipuuidaije e a ne-
gligencia. Seinpre seria bom que o Sr. *, mis
explicasse esse faci pralicado em sej sitio, alim de
1 .ia_.tr de tobre si n dezar em queseacha envol-
vido.
Na scxla-feira cabio dos andaiines da obras da
matriz da Boa-Vista um prelo, tic,indo batante
maltratado. Cunita-nos porem que nao corre perigo
de vula.
A pruprielaria do Hotel Inglez qucixea-ee-iio
deque, domingo ullimo pela7 horas da noile. um
gruji de Ires calraciios lanraram pedrat coolia a
casa do seu lintel, com vateras : esle aelo deve
merece r ronlite menl" doSr. ubdelecde de Recife,
que nao transige comdetordeiros.
. Hospital de caridad, ( de marro77. daaai-
tes. p
78(1.
lie amankia.
Hf. Causa do, que pessoas de taes desse, marnilu e
Encerrada a dtKUSSaO e posU a vol o projeelo, o ?ucrra, que tantos homens de bem e.....u sem lem,
sa dcxem levar par um tal dens, e che&urm ao
poni de cnrumelterem deaatlnoi da ordem do pre-
sente. Os Srs. r muan l ,i 11;.. da
regeitado.
(.oiilinuaro da segunda discus'aodo arillo lercei-
ro do |irojeclo numero -JO com as emendas cuerea-
das.
t Sr. Jos" Pedro: Justifica o seu vol.
Encerrada a discus-an e pnslo a votos o arligo he
epprovado, urido re?eiladas as emendas.
Arl. i. S podera' sahir da bibliolheca algum
j livro. |ior portara do presidente da provine
MUTH f\
e pe
por onde se nao Irn- lo esparo tle de 1(1 dia improrogaveis.
f licam revogada as disposicns era contrario.
He preciso lambem atiende que, emquinto ub- i Vai a meta a segoiule emenda.
Srs. Hala/Inris. QmnAl M liossti nlict imi'iilii o lualo. (>s|)allia sem duvida por adgea pem qwtjlNt-
rnililar naiifiiniiii |iulilica.di> ijiir una ili>-
inlelliceitcia se den Imnieni cuire mcrni-
liins ilo coiiri'lliii-ilii-i'iToi' da Assoriaraii T\-
pograpllica l'i'i'iiainliiicain. nnnilos i-m m-s-
sao. a qual |iiotln/iia mil ilosaralo |ih\>i roniia a pessoa do prasideala do nn-smu cihi-
nllio. apitssaimi-iio> om ilirlarar que um
lal lualo i Jul til ;i UKII ti' falso. r sem duvi-
da lillio ila ntrea C inaKi-isatn lllimirtO ontillo. ilinjoso tlu |Uim NM -o-
cialdc que felizmenta ginMi urioopuliliio
Niiiua a Assnciai.ao T\|io^r|iliiia IN-inam-
liiicana. qor nas r<-tiiiii><-s ala assfinlilra pgr>
ral. quer nas do conccaan diracaoc, pr
ili-u di; modo a incnlrar talla ilc rialiai.il
ou espirito de turbulenria cm si us membros.
alias apreciadores do boa coiiceito cm lini-
os homens honestos ile lodaV as el.isses no-
lioiir.im. e portanto inli-uos ilas peehM inju-
riosas e degradaoles qae oasa emmmtar-mti
quem quer que seja. \.m nossis sesses. iiem
romo entre 0 Rural ilos socios, reina, liar
ila cordialidadc tle irmfoo, tosa a mo eo e calma o qne pojde atv TtjrMcado pdm
pessoas que a ellas i|uizercm lazer-nns o fer-
vor de assistir, moimtnle os imssos dislint-
los SOCIOS lioiioiaiios e corrcs|Miii jii 'tu este convite esoccialneote leiio.
PuMiqacm. Sin. Redactores, ealaa Bafeas,
que se iliiijem a ilesanai^ar do animo ila-
quelles que nos eonsiileram a auimain. qual-
|livr opiuio ileslaxoratel a que esse lualo
possa haver dado orifem: coa o mu- a muito
nos olui-aai.
Recife, 'J de marro de IX.T.
Francisco de Panda Sirco /....
I'resiilenle.
Pairo ThatdaJmcakUm Varii-mii,
Virn pwaaaaiai.
llriiii'H'i/ililo Sella il I. Ijnrlinliv.
I." seorelario.
\ iccnle tli Voran mWahmmr.
.' seeielano
I unir,-i., iili/Mstn ,/' ll'irrira,
riiesoiireiio.
Hninarico Luisde FreUme,
l'rocin-atliu.
\nlunimi l.lms /'. il- I',, i: \rrnrln.
Vocal.
Carlos htlnitrito HmUeri,
Vojal.
Lmif iii-n di llarro* HofHka
Vooal.
Hrnnillii tfom/o, Jlewbmrm
Voaal.
\ii, i \./.. )i,ii, .,.,,/, /,.,,,
Vocal
Srs. reamloret.Exulta de paaaaa o meu cera-
edaco naval, e O ao receber a rrala noticia de qae se echa e-
do corpa a que pertenec .sss rapa/olas,por corto. leilodepulado ger.l pelo dcimo lerceiro tan* de-
annsos como sao, da boa ordem e disciplina, dar,,. -a provincia, sempre heroica, o Dr. hnneitco Ck-
0 dtvido castigo a e"es abata lore do nome da lei 'as Brandan.
para conseguirem sen, maos intentos I I Seria bom I lelicit.ecs aos eleilores do dcimo lerceiro cir-
osse casligado severameulc. alim culo ,le,sa provincia, pela acerlada e-ull,.,. qae li-
de que jamis busque adiar pailOW, a devaoeis
na crepitante champagne. ,
O vapor nacional iSolfaaoou da companhia de
navega^ao e eommercio do Amaionas, parti do Kio
/eram, do Dr. Francisco Carlos ltrand,ia, para seu
represenlanle nn |iarlamenle brasileiro.
Admira, e mesmo revolta a qualqae lleugmali-
cu a mautira hostil e iograla, por que proeederun
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


os Albos di heroica comarca de Uoianua, para com-'
queio-lauto honra larri, que o vio nascer.
Profundamente sinlo a longilude em que me ve-
jo, pois, conlrario pessoalmenle faria chC|W ao l)r.
r'rtreisco Carlos, BraodJo ot meu e'mbora pelo com-
plelo Itiumhpo.que se digusram prestar-lie o pro-
bo e independemos eleilur do dcima lerceiro cir-
culo dessa provincia.
Ovac'oee a quem timbe apreciar os foros da liber-
dade.fazeii.in cora que anda urna va te ache no re-
cinto do parlamento brasileiro a voz diiqorlle, cu-
j vista! sempre foram a bcm do scu pali.
Fallando com o deviclo respeito, direinus que :i
senlenca a rutilas 2'.)fi, .leve ser reformada, poii que
no su ful proferida contra o allegado, i prova.lo,
eoino evidentemente foi demonstrado em nossos em-
hargo, a fl. 281, mas tambern porque foi preterida
contra o proscripto na legislarla'commercial, secun-
do passamos a demonstrar.
Principia dita senLuca querendo liasear-se nadif-
fecenra da moratoria para a concordata, por isso
diz :
A moratoria he concedida ao cnmmercianle impos-
ibilitado de salisfazer de pnunplii suas olirigarts.
A concrdala so he oolurgaoa a aquelle, cuja que-
bra j Tm declarada.
Poder*' ser concedida moratoria ou Concordata an

DIARIO DE PERNAMDUCO iF.RC.v PEIRA 10 DEMARCO DB18S1
Sim, senhore rcdtlnres, o Dr. Francisco Carlos \ tal da CCMacSo de pagamento ,1o commercianie, e da
y
,S'
/
Brando he um dos loaroa, que ringem a fronte da
coman-a de Coiauna, partcula do lobo terrestre,
onde leve lugar a sua naturalidade.
Kolgai, oh, goiannistas sinceros, puros e in lepen
deulea pela acerladisiima selecto du vosso digno
patricio para represenlacan nacional.
Transbordemos vossos pellos de pra/.er e jubilo,
pele elegi que acaba de conseguir o vosso nohre
patricio.
Kecebam os devolados da comarca do t'.oianna a
causa da liberdade, em particular, os meus sinceros
voto. de estima e considerarlo, certos do que rala-
me p peilo urna aguda dor por nao os acompanhar
da perle em eu regozijo.
Centro da I'arahiba, IS de feveiro de 1857.
R. F.
Srs. redactores.yuii o meu inao fado que eu
arrematarse o coulralu do imposto sobre a agurden-
le do consumo ; e como para aneeadar a respectiva
cOnlrihuicftu, que alia- mpnta na crescida somma de
t7:o3S(JuUtl, me tero sido necessarin recorrer aos mei-
os de Uisinascarar o embuste e simulaco de alguns
coiilribumles, que sob mil variados ardil, lodo poetn
em execucfio e igannbra.s para se escusamn d res-
pouiabtlidade, e por consequeucia paia'ine prejud-
carem, eii-me poi isio com um envaine oe inimigos,
qoe, ilisleaes e bem pouco generosos, mnrdem-me a
toda hora e em qualquer parle, assacandu-me vicios
0 definios, que em verdade nao lenho.
Nimiamente urna pelicau que dirige ao Eim. Sr.
presidente da provincia, pedindo esclarecimenlos a
respeiio do proeedimenio de certas inculcadas fabri-
cas e depsitos, de tal (arma aticou o ranrur e a fu-
ria dessa gente, que lodo o dias vejo-me atormen-
tado com annancios e correspondencias, sempre a-
Ircvidaa e insulluusai.
Entao pela banilidade das ,icru-...c,ies entendi ser
ruis prudente nao responder, ou mai- pr priamenle
nao Ibes dar palhs : porcm como elUs ainda insis-
tem, e bcm pode ser que os que me n.1o conhecem,
traduzao o meu siltnciu como impuisibilidude de de-
teza, cadndu de meu proposito, direi alguma cousa
1 reipeilo da ama insolente garabnlha, que. com lai-
vrji de correspondencia, foi publicada no Diario de
6 do correnle sob a assignalurao viga do retiro.
Com efieito, nao se pode ser mais atrevido do'que
es inculcadoviga do reliro, porqoe de laiar-me
de eicasiivo no prec,o dacollecta da agurdenle, ter-
mina por pinlar-me como reprobo, carregado de di-
mes, e.finalmente dtspnjande-se do que he i seu,
brinda-me com o epi'heloda ente indigno.
Pois bem, de ludo islo Ihe tomare contas no joi-
zo criminal : mas aoies qoe o faca, peco e exijo
mesmo deste Sr. vigia dq retiro, ou de utro qual-
quer, qua indique e aponte, com verdade, qual esse
erime, oo crimei qua eu lenha commellido.
Serei por ventura esta pasmoso perveraof por ler
sido ltimamente procossado e con lemnado pelo
supposlo motivo de ler em minlia casa de negocio
jogos prohibidos? Melbor fura nao fallir nislo : e
en ira calado, ser un do assim de victima da eipa-
c.io do crime de muita gente, ia-ine dando mesmu
por contente em preslar-se o pi- u tormento o luili-
-4int>*tve prova da viafla^iaT^cTiricie e imparcia-
lidade ansiar da polica para com os delinqueules
le crimes dcsla especie, se a occasino me nao ubri-
gasse a dar explicaces des*e alrocissismo crime que
pcrpelrei, pelo qual eslou proeessado, e que tero
servido de arma pera os meos mesquiuhas inimigos
lano me abreanharcm.
Entretanto fiquem saliendo todos, que para melhnr
entreltr os freguezes qu Ircquentaiu a minha casa
de negocio, eu consenta all, nao quolidiaiamenle,
porem a em algum domingo ou dia santo, um joco
feito por* ornas pequeas bolas de marfm m um la-
holeiro; e m que se jogsva, n.o por jiaradas a di-
nheiro, porm por apostas a ver quem pagara o pon-
che .de caj, a garrafa de cerveja ele. etc. Entao,
tanto bsstn'u ^ara o iii-pector do logar, alias meu
desnlTecto, all apparecer no dia 7 de dezembro do
auno pa.<;ado, fazer apprchensao no tal taholciro, c
levar-me a pretenda di respectiva auloridade, que,
nao atlendendo as reflexiies que entao ti/ tendentes
a juslilicar-me, todava roandou-me recolher a casa
de delenco, iieliberando se a mandr-me soltar no
nutro dia, logo que se lhe pnnderou, que a prisao
era contra a le. porque ainda mesmu que fosse ver-
deiro o (acto, e houvesse crime era um daquelles em
que o reo poda livrar-se sollo.
Posto em liberdade depo s de muitos dias, lu do-
tibeado para o respectivo processo. que effCtivu-
mente se me instsumu, e ehrismando-se o labaleiro
com o nome de jogo de ruleta, em resollado fui
condemnalo sem me valer a defeza que fiz hateada
no depoimento de leslemouhas caracterisadas, como
o Sr. Jos lligyno de Miranda e oulros.
Nao moralisarei o fado e nem descerei a anahse
da Justina ou injusli^a da decsao, porque ao nobre
juiz para quem appellei, cabe apreciar : e porl.inlo
tranquillo espiro que roe rara* juslica em face do
processo e do' qua determinan! os principios da
sciencia.
Seja porem o que for e o como for, quem n3o \t
qoe fui infeliz em adiar logo esse llo actiro e lao
diligente iniyeclor de quarieirHo, e anda mais em
caber-me |>ara jniz do proce (honra lUt seja fula nao paclua com o crime, e
qutkSu o quer enxergar para sem a mrnnr coodes-
cenoViicia punir 1 Quem nao vi- qoe fui infeliz em
ser logo qoalificadode gurileiro sopor essejogunhu
de mero eiilreleniroenlo, ao passo que ainda s*nao
lormoa processo a linios oulros donos de casa de
labolagem onde se joga da e noile, e onde per-
dendo-se avulladas sommas, se lem perdido e des-
gracado lana gente! Sou infeliz, esle faetc o
prova mas perverso e criminoso, como me pinlam
os inimigos ile meus inleresses, nao : e se poder eu
,os provoco e desafio para que apresentem s faci-.
Fados reaes de certo que mais .os mo podcrSo
apresentar, e toda essa gente que assim me calum-
nia lem ennsciencia de que eu nao sou e-sc que
me pinlam *, para seus Inleresses convem-lhes fa-
zerem-me seu relralo, porque emfim vivemos boje
em orna (al invers usurpador ao qne se quer livrar de urna nsurpacao,
e de ladran ao qua procura punir o lorio !
Nada direi a respeito da censura que se faz a col-
lecla dc1:tX)vi, e que lano ridicolari-a o vigia do
retiro em sua correspoude-ncia, porque a razio em
que fundei para eleva-la a e vere! no juizo competente; e pprlOBIo cenclnirei
asseverando a estes que me piejudicam e que me
insultara. Que^ casta do diuhriro quesuhlrahem
ao imposto, de que sou u rematante, n.1n farUo a
festa das paschoa dos Mahometanos, qoe lem u
noma dabairaoislo Ibes adirma
l.uiz Jvsri Marques.
Ilo he brgr, >ti
A Mlejlcia declarada em eooaequenca da revoga-
cao da moratoria, be o resultado do nao campri-
'"'"'Vt'....."" P'M""0in fe do devc'or.
quer de torca maior, e o commerdante malricolado
r^rd>eaMVergaliva concedida por le, c........a
no-Mtado de quebra, os eredorea novaotente ad-
qnirem o dircito de scre-m pagos ,|,, -,,- ,|,,ia, -,.
Inda me-ino nao vencidas, oonforme o
a liquxlaciio dos iiens do devedor
8.11.
poda por em dovida o certificado quena Mama capando a rasoavel prorampcao, lhe ottojaosM o sen
exi-ie do riee-conaul brasileiro.
i|ue prmluzir
cnl. com., arl.
se verificar a sua boa f ?..... Nao principia o pro
cesso, quer arfa de concordata, quer sejs de mor alo-
na pelo proscripto no codigu contmerriai, an-. 787,
,'IH e 7MI".'..... Piau he precito para a conee-o Ja
moratoria, que nella colivenha a maii ua dos credo-
re em Damero, e que repre-"ulero don- icicos da
lotalidadc das dividas dos rredoret suueilos ao eli'ei-
lo da moralorla, arl. tHH) ? Pao be preciso para *
enneps-ao da concrdala, qne neila convenha aquel-
la mesmu numero de credores, e que igualmente re-
presentem os inesmos dous lucos dos ciedilos, arl.
8471..... Ondee-la' dillereiua'.'..... Sopponlli-
mos que o romrnerciante matriculado, impossibilita-
do de salisfazer de promplo suas obrigaoSe, lem
fundos sollicicules para as sali-lazer com demora de
qualro an....., o qoe he verificado peloa eredoret, e
lhe conccdeni ditoe quatro anuos, uesle caso, segun-
do o dizer da taBlenco, lem lunar a moratoria, mas
o cod. comi, arl. !ioi preacreva a cintrarlo Sup-
ponhamos que o cuininerciaule nao matriculado,
imposibililado de salisfazer de prnmplo suas obriga-
(Oca, lem fundos mais que Millicienles pra as salis-
fazer com demora de doos anuos, i-lo he. verificado
pelos credores. os quaes lie conceden! os referidos m-rcialist-.s
2 anota da espera, noile ato, segundo o -dizer da Dotsaopiniao
senlenca, lem lugar o procesto da moratoria, mas o
aviso oe 8 de julho de IS."il pre creve o contrario !
Daqui, pois, o que se conclue he, que a scnlenc,a he
obscura, e que pecca contra a clareza recnimneuda-
da pelo arl. 12 do regulameuto n. 7:17 ce "i de no-
vembro de 1850.
O roinmercianle quer sejn matriculado, quer nao,
logo que cessa seus pagamentos, tica em estado de
quebra, cod. comm. ail. 7'.I7, e he ohrigadu no ter-
mo de .'1 das a apresentar ao respectivo tribunal sua
declaracao, arl. 805. Em amhes ot ca-os, su depois
de se verificar o prescripto no arl. 7'J'J do menciona-
do cdigo, le que o processo lem dillereuca, pois
que sen lo o fallido coromercianle malricolado, pro-
eede-te moratoria, arl.898, a qual pode ser con-
cedida at 3 annos, arts. lili e 903, mas esle prores-
so he em conseqUpiiCi,-i da proteefao que dito cdi-
go eslabelero em f ,vor do comnieicianle matricula-
do, regulameuto n. 1,697 do 1. de rnaio de I8.V1,
arl. 2, por i-so que So a esle compele dito processo
de moratoria, aviso de S de julho de 1831, mas se
o fallido nao he commerdante matriculado, nao tem
prerogalivas, eolio depoi de igualmenle se verificar
o prc-criplo em nilo arl. 799, procede-se nos termos
da concordata, e por esta pode obler nao ti os mes-
mot 3 anuo de espera, como larubem ludu qoaulo
for da vonlade de seus credores.
Asilencia declarada em eonteqoeneia da resc-
sao da concordata igualmente he o resultado do nao
cumpriinonio dcsta. ronlinoindo assim o alado de
quebra os rrcdoroni adquircm o me.mo direit..
ilaqull
lie aalooanicohneio pelo qnal.sem qoeresulte ah-
V".? ';,.r""''"""-re""uilos. e observados us arl-.
, curo.
849, e 902 do cod
Continua a senlenca, querendo demonstrar que a
inielliRcneia que ella ,u aoereferido! arls., eala' de
aceordo com as doulrina doa eoinmercialialaa aaCran-
geirot, invocados em a refer a .nten.a. Antes de
demonstramos, que nao existe tal accorOo. airemos
que he mxima em direilo, (pie -(i se pule mendi-
gar do eslraiigeiro, quandonau ha legilac,io p&trla.
(1 uossoCOUlgo roiiuiiir.ial,parle tercena, das que-
bra-, conten mo ltalos, principiando no arl. 7-.I7.
e u reclmenlo n. 738 de -, de inivemliro de 1830,
lil. 3" do processo das quehras principia no arl. M,
verdade be, que esta legislacao lem si lo Iterada,
pela le 11. 799 10 Iti de seleinluo de 1851
lamento 11. 597 do I- de inaia de (K
O regalemeolo n. 737 de 23 de nuvenibro de
IKm>, arl. lil), diz:
Cootliloam prova plena absoluta i, os aolosao-
Ihenlics pastados em paizes .eslranneiros conform-
as leu resperiiHs, rompelennmente l-galisados pe-
los consoles brasileiro. Demonstrado cala que a
dita eacriplora fui feila com -s f.irmalidades pre--
criptas por le, assirn nao pode ser destruida' pela
allegadarazoavel pieanmpfaopor quinto toda a
presumpc.lo cede a verdade,"talvez que tal presump-
cao se nao mencionas,e na senlenca, se se live-se
procedido ao devldu ex.imc ...- livrot, incluindo o
copiador de carias de Jote D-as da Silva.
Vejamos o que diz o tabeiluVi em dita escripiui.i
IHtsa elle aalorganle vendedor Domingos Gon-
lido -inque eala' eonrebid-i o ait. 'Mvl doeaid. comm
A senlenca diz;A rom-urdala foi rescJodida por
aehar-'o oexlado dos negocios da maa*a fallida, de
lal sortedoieriorados, <|ue o activo, et co-lera.
Mata rajn I-, ai ti-a ,ii,:-- lie lal -..1 le del'rio-
ra lotT^BBffoi niljii su,; do fallido qua o actu,
ot crlelf7
Yiarveljie, que a senlenja, por mosi*oa que mis
sao ilesconhecido-. d-ixoo de inenotootr loica
principal do mencionado artigo, inverlendo animo
sentid da oracao. Que a massa fall la e-la' deterio-
rada, tomos noa os priineirot a eonfessar, e bata
ver o Brande augmento do pataivo do segando 1.1-
calves;, que venda para lodo -empre a .los Oa- da
Silva, tiln' de Manuel Joaqun! Alves da Silva resi-
dente em Peroamboco, purSOOSOOU r., que lhe fui
entregue em bu. mosda, dinlieiro cuireute pelo pal
da comprador.segundo a cari, de ordena que del-
e recebera, dando-llie elle vendedor iuleira qniia-
11 led
lauco 1 ara n'priiu-iro. masque O falllo nao sej
o culpado do lal iteleriorarjAo, he o que 1 senlenca I abril de 1851, ducDmeulo n. U, e entilo apenas li-
devia drmonttrar, e nio mudar o sentido de dito j uha 1:21103 em ellrilus, par terem os mais ildo veu-
lidos pelo f llecidu, conf-riue este ennf-.-ou, (lcu-
lo do activo foi obtida par meiot lcitos, he o resolla-
do das Iranuccftes du Mlido, dmaola o lempo qoe
esteve de potao da matlt. Tal dizer lambem nlo ha
admiasivel, pnrqaanlo a ieuleor;a moi positivamente
diz, o fallido fez cessaca. de tian-a-eo,-. Uoorlo
arre-luu a luja ue ferragent a,i fallido," em :(| ,,. ,.
nl.o de 1853, -enlnc.i a 11. Ji'.l, a qoal India em of-
feilos |il:iHM)^, docuinenlo n. F. Barroca vendo qua
diloi elioiio- podiam deteriorar-te, .,e a loia eslivet-
se fe: hada, e nao lhe eonvjn lo a ce.sacan de Iraotae-
{es, I r i-o em 36 de julho de 1853 presin lianca
aos referi l-s HcIHKI, e a I -ja fui entregue ao falli-
do para continuar id sua admiiiistrarao, dui nten-
lo 11. I.
t) ine-ino MoorSo ponhoron dita loja em ^s de aeu
apu
regn-
e um "iiii (i
Pruvado, porlanlo, esta-, que adillerenca que se I doa commercialistas he ju-tamentc o prescripto em
observa no processo da moratoria do commerciaule | noss-i cdigo commercml, arls. 81!) e ;tti>||e pois
matriculado, para o proeeso da concordata do com- endent que o co ligo commerci il nao manda abrir
merciaiite nao malnculado, he urna prerogaliva I urna nova fallcncia, mas .1111 conlinuar a primeira,
que a le lhe concede, a qual deixa -le existir no principianilo pela declarara,! da quebia, e fixacao do
momeulo em que d.ia moratoria lem de ser revoga- termo d su 1 existencia, co I. com., arl. 806, cou-
da ; c entao o fallido comuipiciaule matriculado l-'
ca a par do) fallido commerciaule nao matriculado,
quando a concrdala desle lem de ser rescindida, e
he por i-so que o legislador manda proceder nos
me-in .. termos, quer a rrvugac,.1o sejn do moratoria,
quer seja de concordata.
Anula continua dita senlenca.
\ c--se que a rescisAo da moratoria i
tura da talle ocia e cunluua;au doa nc1
consequeules. nc entinto qoe a r-
dala prjilica lao smenle esles ..
subsistir os arlot anteriores, que n,1ode|-e
ra aber-
Tiores e
iDcor-
mdo
de
-- 'I
cao ao comprador,que elle ven redor ir,i:, a
la/-r boa e segura e-ia leuda ,111 todo o contrato
celebrado com o pai do Compradorpoli caria de
oidens do Comprador sen Qlho,declaroo o pai do
comprador que o dillheiro do prefo da compra lite
fura enviado pelo comprador sen filho,com a Gar-
la de ordeut para effecluar e-la c.....pa para o me--
1111,e que no dito dinheiro nao perlenre a ele pai
eoota alguma.....m deve perteucer por seu talleci-
menlo a sua innllier e lilhnse.....lente an mesmu
. pa^ou o Sr. Jos
Dias da Silva, assislenle em Peroambuco 15JUO0 rs
proveniente da compra da casa e Ierra- el cu-lera.
Como dizer-M qoe nao exilie caria de arduos:...
Sena o tahelli.io mais arredilado se Irnincreve.-e re-
ferida Carla de orden-, do qup dizendo tres vetea
que ella existe !... Supponuamos que nlo exi-le
lal carta de ordena, c que a compra esl milla ,,
qoe te admilte por hypolhete anda assim no cato
figurado, o pai do fallido esta' obrigidoa salitfaz-r
.1 esle, 3(ll)/tllH) s. inocda firle, que perante am
labellin e leslemanhai confes-oa ler recebidn de
eu Bino, o dilo fallido, pois que assim assigiinii a
escnplura. vitlo que para lal ohng'acao bastara
conli-sao por escnplura parlieolar, re'giilainenlo
737 de 2"> de novam iro de 18"i0, art. 691. Qual o
motivo p,.rquc referida qiianlia e na sua falla a ca-
sa e Ierras nao s- meuiionnu nlo so no primeiru ln-
IlDCo, matlamliem no segn lo '.' au exista ja em
juizo essa eacriplora a folbas liti.quando o fallido
apre-enlnu o seu segundo batanen a folbas 179, e
como tal mo he provavsl Ignorancia no f.llido a
re-puto do conteudo da metrna rtoriptora !...
Nao se obrig-m o vendedor a fazer ao comprador
Jos Dias da Silva (irme e boa a referida venda '.'...
Nao declarou o pai do fallido mu po-ilivam,-ule que
no dinheiro que den p u lal compra nao lhe per-
tencia cousa algoma e nem por seu fallecimeulo de-
ve perteucer a sua mullier e lilhos. e iio sanenle ao
iilhn comprador Jos lli-s da Silva .'... Nao lem o
fallido boje seus credores) direito e acc.au para re-
ceber de Jlaiincl Ju.iquiiu Alves da Silva, pai do
falli lo .1 mencionada qoanlia e na sua fall a c,'a e
Ierras que diz ter compra lo com o referido dinhei-
ro "?... Tem cerlamcnie e ninguem o contestara.
O commerciaule Mlido be obrigadu a apresentar
ao tribunal do commercio um balando de sua casa,
no qual deve descrever lodos os bens, quilquer que
seja sua nalureza e especie cdigo cnnimerrial arl.
811; e tamh*m o dircto e acc.jes, pois que sao ben-
penencenles an devedor o que os pode alar a pe-
nhora. regitlamenlo n. 7.17 de 23 Je nnvembro de
1850 arl. 512, S 5.
Se o devedor sem eslar fallido pote dar ,1 penhora
e assim obrlgar ao pagamento de um credor direitos
e acefies, romo nao devara' relacionar no balaneo de
T>, ,V,i ,e.r.". 1 riiu lo por lano csln que r.as doulnnas dos ci- lo dos credores cominuus? A escnplura a roldas 1 *ll
lados commercialislas nSo ls ess) (iPsllelligen- foi aprsenla la emjoizo aos 2 de julho de 1856, e o
ca allegada natenlenca, anlet polo conlrario taes fallido apresentou em juizo o segundo balaneo de
.oinniercialislas esta,, ,ie aceordo com o prescripto i ,,, casa a rolhas 170 e.n 29 de agosto do mcsm'o an-
' T" lc3'"';,'.....\""1'1 '"' tentooca : Tendo no, m-s oeste balaneo nao menciouou" llHXHI rs
vollado as cou-a.....-----
aviso, explicando algum artigo, mas anda assim ale I filho comprador ;hilluie de
ao prsenle nao ha aiilonsacao para ir-so mendigar "
douliinas eslrangeiras, no que lemos de positivo, co-
dico commercial litlo onico, arl. 21, regulameuto
n. 737 de 23 d* novembro de IS.it), arl. I".
Agora ile.'iioiislr.ireinns que esses inesmos com-
ladoa na lemenca, to em favor de
diz o primeiro commercialisla ciladu
em referida senlenca :A rescisao da concordata
retnbeleca o i-la 10 de f.illenca, diz o segundo :A
rescisAo nao da' lugar a urna nova fallencia, mas ape-
nas faz reviver ,1 amiga, diz o lerceiro :A resci-ao
faz rena-cer de pleno direito, a respeito de Imlus os
credores, o estado de (alinela, a que a concrdala
lenha posta lim, e acresccntaiu, qoe nao he urna se-
gunda fallencia qu se abre, mas a primeira que can-
lllll -.
I'erguularemoa qual de laes commercialistas faz
dillereuca do processo da rescisao da moratoria para
u processo de rescisau da concordata, como inculca a
senlenca ?... Qoal delles diz, que declrala a fallen-
ca se proceda imni-nialatiienle a convocaban de cre-
dores, para se tratar de nova concordata, como se
fez no presente ca'o ".'... Todos concordain qu- a res-
cisao faz renascer o esla lo de fallencia, a que a con-
crdala linha poslo lim, e he sabido de lodos, que os
acln- a que a concordata pie lim, sao exame de li-
vros. iodagacSes, qualilicacno de quebra, lixaca.i de
sua existencia, cmplices de quebra fraudulenta, e us
mais actos ulteriores e consequenles.
Ora, se estes actos renasrem, como dizeni os refe-
ridos eommercialillat, romo quer o )0lln uenar ile
os pralicar, nuereudo assim marchar em npponcao
asdoulrinasdes.se- metmoi commereialiltai citados
em referida senlenca '.'... A doulrina dos menciona-
nuan lo os mais arlos ulteriores c consequenles. Nem
se diga que 111 ndando o legislador continuar a que-
bra no arl. 8l)li e seguinlcs, dispensa os respectivos
eiamet, iodagarjriai, etc., por quaulo ah estao os
arls. 817 a 821, 827, Sis c Sis, ak-m de oulros qj.e
artigo, iinprimindn o qne julgoo a b-m do fallid
Onde e-la' a prova em como a deteriorarn loi ca-
sual para -er julgada a resciajlo de boa f!.. No pro-
cesso neiibiiiii! pmva exisie a lal reipOllo.
O fallido Jos Di.1- da Silva ile-creveu no activo
d-i primeiro balanc-i de sua ca-a, inobilla O eteravm,
a tullas l!>, jolas, pral uu-o. a fullia- 21 ; depois
deart balaiu -. Joaqum da Silva loori "ve een-
leina cunta o fall.lo em linde nutio oe 1853, re-
q iireu arralo, u qua! foi ordenado em 27 de jilnhn
do dilo anuo, e eecloado em lodos aquellos heos
mencionados em dilo balaneo, em 3(1 de jonho de
1853, seulenca a folhai 2it. referidos bens foram
peiihoradus em 30 de abril de 1851, as-im se con-
servaram em de| osito sem opptMirJJO algum 1, alo que
a requer.mculn de Mouran, I nam a praca paia se-
ren arreru.dados em novembro de ls."ii ; e f- i en-
lao que appareceram ns cfliihadoa do fallido, viudo
o major Adelo Antonio de Moraes com embar-
gos de lerceiro, intitulando c senhor e pus-uulor da
in.ibiiii relacionada em dilo balaneo, dizendo que a
linha comprado ao filudo por 800$ em 22 de junho
de I8i:t, re(|oerimenlo a follias 2i3. e documeulo
n. A., e o Dr. Francisco Antonio de Maraes, qoe da
mesma maneira diz ler cuinprado ao fallido as joias.
prata c ouro por l:i(IO/, e os eseravoi Pedro, A-
mancio e Alosan Ir por 1:20tt}, em 23 de junho de
i-, 1853, rcquerun-ul a folhas 245 e documeulo II.
1 ^ lambem appareceu em juizo a prela Mana e sua
1 lilha Antonia, parda, com embargos de lerceiro pre-
judieadas, dizendo que tend si lo penlinradas como
eseravas de Jos Das da Silva, eram forras por
carta que |bai pas-011 sua -enhora 1). Jiianna Mara
|0f Sanios Moraes, sogra do fallido, n q:em diz
comprara ditas eseravas por 900)000, em 23 de
jando de 1853, reqaerlmento a folhai 2i6 e nuinero
t... la quaes apresentaram suas cartas de liberdade
passadas por dilo senhnra, em i( de agosto de 1853.
pelos S'us-bons serviros ; nute-se que preslaram ser-
vicoi23 riiat!.. U rlli o nao latiifeilo com tanta
frau le, e lalveZ de aceordo com algum credor, lam-
bom quiz desfalcar a mas-a, ven leudo lodos es bens
de raz, i.ocuineutn n. II.
Osembarcos de lerceiro foram desprezados pela
senlenca a Tullas 249, a qual pelos seus fundamen-
tos nos dispensa de analisarmos laes venda- dissimu
preacriplia pelo arl. SIS do cod. ruinm*, e qualiO
ei(oo de quebra, arl. 820, cuno di lia de subsistir o
acto prescripto pelo arl. S22 do mesnio cdigo '.'.....
Tanto o fallido, o curador l-cal e o juizo recohhccc-
ram que ditos actos aulerinres Geararn prejodieadot
pela resellan, que aquella
qnereram a fl. 137 e 11,7 v., e tale por seus de
cho' em laes rrqoerimenlos, roand o proceder ao
aclo prcscriplo era dilu art. 822, assim se larrea o
reapeelivo termo, que o fallnio aulgnoo n. 16
liciio de arlos, qoe nio podiam soflref liioililicacao
tm consequeucia de ler estado a massa en) poder e
idnnuislracav 00 fallido.
lie rom elfcilo maravilhuao dizer a senlcnra, r"0
;s cootai voliaram para o meirao ettado emqoea
mol positivamente re- arliavnm ant-s ,! ontorga da concordata !... Naquel-
le lempo, no primeiro h lauco era j pattiVO da mas-
sa a folhai lli verso 96:936pl28 rs., hoje no legando
balaneo he a folhai I7S verso 2(iS:2!l2~i'.l2 rs. Ser
islo o memo estado '.'... A m is-a fallida eofTreu om
t\'il"L" Pa"1*"'^0? "__- Vrhv" A*'w"oVe^dV7lleTr'rirt
como.deixar de se pn-cedei aoi actos prescriplos pe
los arligot anteriores ? 3:183*781 r... demonstrado assim no segundo I
A nica diflereui-a qoe exisle em rulos artigo--, cu um desfalque de 168:1729283 rs. Alada assim
he que se se procedesse ao proscripto naqUelles, senlenca diz as cousas voliaram para o estado em
sena o resultado a conderonar.ao do fallido, no en- que eslavam antes da ontorga da concrdala !... Oo
lamo que procedendo-se ao prescripto em dilo arl. de estn 154:3503251 rs.. que naquelle lerr.no exis
822, evita-ie a commmacan prescripla no artigo ta por saldo a favor da massa, como se ve no pri
K-a 1 j lM*f* balneo folhai 21. onde diz ter saldo a lavo
Nao depender de modificacilo, se pela escripia |d. Jos Das da Silva !... A nao exislirem estas pro
uo laiiiuo, o iran- o tempn da concrdala, se co-1 va-, quem tal acreditara* O
i.hecer sua ma' f ? modiBcacJo os actos pralicad"
IXao depender de niodificac.lo. se se conhecer
qoe o fallido, depoia de obler eoncoi I ta, c durante
o lempo da mesma, pralirnu llgum dos aclus men-
cionados nos arls. 8!ln, sn| c 802 do 'ito cdigo
Nao depend-r,' de modiflcaeao, te te eoniieter
que, durante o lempo que o fallido leve de posse
da massa, ha romplices ,dc sua na' f, cod. comm.
arl. 803?...
Nao depender*' de modificiejlo, e, nao obslanle
a primeira fallencia ler sido quaiilicada casual, se
verificar que a rescisao procedo de mi' fe' do fal-
lido :'...
Na 1 lepando de modifkaeJIo.te se couhecer que
durante o lempo que o fallido esleve de posse da
ma-sa pralicou actos alienativos de hens, cod. com,
arls. 827 e82H?...
Como observar-se taes arligns, sem se declarar
abertura da fall nria, lixando o termo legal ao sua
existencia, cod. com. arl. 806?.. Como poder se-ha
entrar no ronhecjmenlo dos mntivusda resci-ao.sem
e pr.ceder ao 1 \ me do livrot,* nterrogac,ao de
testemunhas. e mais indaga^-s, cod. com. arl. SIS,
regulameuto numero 738,de 25 de novembro de 1.550
artigo, 121, 157, S (i, rgulamenlo numero 1597,
de I de rnaio de IKVi.ar!. 63, S I, dec. numero IS37
de X de novembr de 1851!, an. I ?..
Como sem ealarsm sali-f-iasas formalidades pr.-s.
criptas por lei. se convocam credores para tratar da
concordata ?...
Diz o cod. eom.ano arl. 849. A concordata pode
ser rescindida pelas mesm
poda
re-ponsahilidade por isso sem dovida aconselliado
por algoem se diz no inventaro a folhas 161 verso,
existe em Portugal alsumas teres de que nao lem
couhecimenlo o fallido, mas qoe se averiguara, o
metmo diz o curador fise.,1 a folhas 295. .ntese
qur halaucr> nada se dis-e e nao be provavel
qui zer iijina refcrcielia aus bens mencionados
no du, entoaffthai 110, por quanlo ah mu
potilivamooileeala* d&ecrpla a qualidade dos hens,
luaademarra-es. sen r-L-iii. a queuvjperlpucern.etc.
le couhecimenlo a
finias, e referidos embargos. Aquellos intitulado
embargantes de lerceiro aggravaram da meneiondi
s.Miteiica. depnis detittiram do aggravo, e appella-
r un, a ap|.ellat;.ofo mandada exp lir no elfeilo de-
volutivo em 12 de marco de 1855. os embargantes
aggravaram oeste despacho, a relacAu nogoo prnvi-
menlo em 2i do metmo me/, porem al boje anda
nao appareceu lal appellaco no Iribuual da relacao,
documento n. E.
Se ludu islo he boa f do fallido, se nao ha cm-
plices do fraude, se a declarado da quebra orinada
da resrisSo da concrdala he boa f, eolio lorna-se
preciso des'rair, nao so os artigos 8110 a 8oi, ma
lambem os artigos 817 a S2I do cdigo remmercial,
alem de oblros.
Continua a tentenra dizendo : A ma' f que se
all ibne ao fallido, nao headmlisivel, a vista da in-
lervenego que devia ler nos negocios da massa fal-
lida, a commiitao Rscaliadon, assim romo a difle-
renca de 13,82254)32 rs., nao he proveniente -!e
dolo ou fraude do fallido, mas slm por pausas bem
notorias, que alias constan] da expo-icn a tullita
i lili, bem como da allerecSO do pa-sivo da massa
palo augmento do crdito e Barroca, e pela aditiis-
>3o do crdito de kerinowlb 4 t;.. c bem as-im a
cessacao de iransarcoes do fallido, e paralysacao de
suas arrecadac/ies, em consequeucia do arrale que
loflren.
Nao resta a menor duvida da existencia de ma' T
nos i.egocios da casa do Tallida, he a prppria sen-
lenca quem asstm o confetti, mas querendo salvar o
lallulo Jos Das da Silva, or lato diz : N.lo he ad-
nissivel ma' f do fallido, visto a in'ervenrao que
devia ler a c muussao, etc.
Pois bern. porque nao de(nonslroii a tentenoa que
a eommiagao interveio nos negocios da massa fallida'.'.
Por aca-o. porque Pe tro devia pralicar tal ou tal
acln, segue-se que o pralicou !.. Sun, lal comoiissiu
o tue fez fu: sacrificar os credores, entrecando
ninnio n. F. I'rovado esla', que em 0 mezes que o
l-llido rtleve na administrarlo da referida loja, com-
inercioo a ponto de ah vender 8:8009.
Naoh- provavel que, seo fall.Ii livosta feito ces-
s.-cAo de lrariaacg0el apreteutasae loes resulla.fus,
quem deve s-r acr*diladn, us acloa aprsenla ios pe-
lo fallid......o dizer da tanlenca em cju'.radircao a
laet actos Anda nolaremot, emquanio o fallido
.1 te Dus oflreii o arralo, nenhum credor, inclusiva
esses memliros da commistao, reipiereu coulra n t.l-
lldo. ma- depon qu- se levantoo o dilo arresto, de-
l""-'l.....' lolli-lo rea arranjoi
membru- da Commlsslo appareceram einjuizo rom o
seu req-ierimeulo a tullas 127. Conliuua duendo a
leferda lenlenc :
Alleiidcndu qoe a COncessae da segunda concorda-
ta por lao eoonderavel numero de ere lore, bem de-
monslra que a mezecuoae da primeira na 1 be impu-
tada a culpa ou daui.....o f dli lo, -en tu nronlcita-
vel que se esse credores conienliram em taran s-us
credilos pagos na razao d 20 por cont, he porque
cuulieceram que os bens -la massa nao ehegavam pa-
ra maior dividendo, moa vez que quasi ludu o ac-
tivo consiste em dividas perdidat.
Se aticndermos; que 110 numero dos credores que
ereitaram a segunda concordan, existeo alguna,
que ale agora se diziam privilegiados, se allender-
mos que alguns desses credores dissidenles, leudo
ate 11111 sido membru da Cornalina >, e que deu pro-
curadlo mui especial a follial 2(18, pira seu prucu-
dor se oppor a concordata, deitaram de apresentar
MOI embargos a dita concrdala, be inccnleslavel
que se laes credore- consentirn) qoe -cus ciednos
sejam pagos cera vinle por cento, he porqoe entre
elles exislem alguns que, seguirlo a V I publica, es-
lao romprelien mos no Ir ligo 803, 54 I c 3 do cod.
Com., nenbuina prova eiiile nos autos em como qaa-
si toda o activo consiste em divi las perdidas, cuino
diz a noleoca. Finalmente diz a nnlenea :
A concrdala a coja homuliigacao e ollcrecem em
de
fallida, mas para anda lirar orn saldo
1 imeirn balaofo d- rs. I5i:350>o*i|
apparerer um s.iHo a favor do referida Silva, da
mencionada qnanlia de li!);V2K32l). ei ia.. >im, lie
queso pudia dizer qoe havia a dillereuca Jaqnetu
quintil de I3:822cd:-_', mas 11,10 apparrrrndo n>-
segundo balaneo o i|.|n a favor de Silva, mas -un
o dficit de 13:8223)032, vbivd he ser desfalque
aipielle ...1,1o no priineiro balar.ru a favor de Silva
de I.Vc3.itl-2">!.e> mais este dficit m. segundo balan-
eo de i:l:sj-iil_'.
i'ur uulra maneira. no primeiro balaneo J.o Da.
da Silva aprteenlava 1 sua casa bqaidada. Orando
eom um taldo ajeen faxor de I54:35fa..l, mas no
teguillo bataneo pa.a Silva liquidar rasa, como
primeiro, loiuede lira, com saldo algum a
'"......' n:i2?"l2..|u, lano he o .! Iicil que
-.ceaealeeeaaiideaValMea, vmo.. ,-sim a ter
',"'1'"'."" '' "^"l^,u << "",a luerer ntatl este
deti-il para poder mostrar* eaaa liquidada. N M.
gando bulan o nan Oevemos all-nd-r smenle'
quanli.i precita na iClivo, pan f.izr face ao r-ataivi
Illas lamben, ,,,,,.,. .Hendei que i-o primeiro
balaneo d-pns de sallado o paasiv,., anda lcavt
um saldo em rav-.r do fallido de l'l T1IHI1I
Perguularcino., qual sera a quanni que. depon
encontrar u activo ruin o pifio, no segundo
balaneo, tej precise, nlo para liquidar a rasa
M orn al
'.i:50>2-,| :. A rc,piM,,
he. ter prenso Ij8:I.2*383 c-.. t vj.ivel he, qun
e que us prupriusj ludo quanlo apparere no segundo bal meo de me-
nos qoe no priuieiro, quer s-ja para sa-lazer o poa-
sivo, quer seja para preeu-hei aqa-lle saldo, he
de-lab)iie em prejuizo dus rredore-; mas a cuntes-
tacan nao quer cuular cun aquell- saldo. >e esto
exi-tiase 0111 ser, au eslariain os credores mais ga-
rantidos?... Ignoramos oque se qoiz dizer mencio-
nando e o bataneo a I1-. 175, pois que ah o que
existe he a rehira dos dexealores da loja.
Se o de-falque se redor a 4:ll?l;378 rs., como diz
a contestadlo a I1-. 2*31, e dando a venda da luja
de ferragens um prejmzo oe t>:8l25d(l, corm* men-
ciona a mesma conle-laclo. lemus u prrjuuo de
mais 2:7700383 Novo metltoda de coiitabilidade!..
4) fallido Dio commerciou, diz a senlenca a Os.
2'.lli. por coiiaequencia nao poda ler lucros para
prei-11, her aqaelle aagmento de prejaizn, mal liada
assim meoeoni-se ess prejuizo de 6:842:6(11, pa-
ra fazer lace ao desfalqaa que -e diz ser 4:74)15378 '.
Sera is-to canlradu ci '.... S-ra ruvellir e atrepel-
lar para |o.-r .r -eu intuiiul... Sera prejuizo tubre-
sallenle p-ra alguan ca-u imprevisto'... O11 que
sera !... M mrao penhnruu a r-enda loja de ferra-
gens, temi nicamente 1:2009000, conforme pj de-
utou-lrarnus, u f-lliio alo coioinerciou, diz a sen-
lema, por rnoseqoencia nao aogmenl, n o activo da
mesma. o falduquandu l-vaulnu a penhora e I>mi
cania, requeren p.ra faz-r venda da mesma le-
para pagamenlu da ex-cucilo que lhe mnvia Ana-
bargns. ri concedida rum todas as formalidades le- ciclo Antonio de Alomes (ou touHliL fatendo ver
gacs por ere lores, representando amaloriaem nu-ao juizo que Invia q-iem liessc pela dita l-ua MM
mero, c mais de dous leu. .s nu valor dos crdito!, | o que era inulto vaiitajnso, nois qua se tan .1 prara
ludo na ronf.irinida.le do artigo 8i7 do cod. com-: talvez nem 1:0305 de ris produzsse. reqaerimento
mereja rejtito os emha.gos. ele. la Us. 182. oj.nz deferio e a luja oi ven -ida : -
laiiencia a II. lil v. foi declarada por senlenca | sivel he, que len-lo a l.qa 1:2005, c luido sido veu-
e julho de IK56. Em que data se prucedeu | di.Ia por i:000o, dea am liicm de 2:9309,
s prescriplia no art. 818 cod. com.. I lempo, fazia cunta a-sini alleg
TRIBUTO AO GENIO.
Recitado no tlientio de Santa Isabel, na
noite de !) to corren te mez.
. Aolllm. Sr.
COMMEHDADOR JoAt) CAETAN0 DOS SANTOS.
Tens as mos leu porvir, tan bem, leu fado.
Muniz Brrelo.
Genio, genio, 16 onde le remontas,
Em nuvens, queniil gloras s cncerra ?
Vas 06 lomos buscar lambem dos asiros,
Oiieres louros dos ceos c nao di ierra.
(Jueres Journs dos ceos, a la fronte.
De mil coras de ouro rodeada,
Ta iminortalisa o nome ueste mundo.
Mas quer lambem nos asiros ser fallada.
Oticres louros dos ceos, c cu rom elles
A fronte le adornara to serena,
I'oisqual foi Bonapaile em tiil lialallias,
llaphacl na pintura, t-slii na suena.
Oiteres louros dos ceos, mas ti nao lenho
Taes louros mmortaesuli se os livera :
Os liarpejos de toda minha lyr,
So mais foram iior certo mais tos dera.
E lu, Pernambueo, iinanilo esperas
Ser tamlioiii deslas glorias prcuoeiro t
Ergue aliares au nume, aJoan Cael.ino
A' gloria do Brasil, do milOaV) inleiro
mar
causas, pnrque lem lu-
g^i a revogaeao da moratoria,procnieiidn-te em laes i ao despacho do juizo, quadiii o i
casos, e us de serannnilada pela forma determina- I clin deve -er olservado, o infSO di
da no art. 908. Este arlign na segunda parle diz :
, lestes calos, revogada a nioralori prureder-se-l.a
immedialainenle a declarar a fallencia, conlinuandu
os mais aclus ulleriores e consequenles. .
A vista de ler dous artigos, xisivel h que o legis-...
lador nao eslabelece dlaTeteoca us procestot de re<- podem ser ivillidot, visi
ci-ao.qoer esla seja de moratoria, quer seja de enn- I teria lugir segundo diz a sen!
cordata: ambos us Horesso ezisleule- ficam mil
inesmo eitado de iiulfidode, por isso que em qunl-
quer dos casos, qoe se d .roscis.lo, imroediaiamente
te declara a quebra, e sua poca, cid. com. arls.
806, e seguinte, reg. n. 738 de 2i de novembro de
18.it), til. lerceiro, combinado enrn o reg. 11. 1397 de
1 de rnaio de 1855, procedenrin-'e a indos os actos
ulteriores1 econsequenles, na coulnrmidade proscrip-
ta por lei, por rujo motivo logo que se d rescisao,
s-ja de moralorla, seja de concordata, o processo lem
de principiar e conlnoar da mesma maneira, pois
que he Inoesavel que u loinmercianle, quer com
morataria.quer com concordata, pode proceder de
ma fe em prejuizo dos credores, e he cerlamenle is-
lo, o que o Iribuual deve indagar.
- Se -legi-lador nao qoizesse que.qur 1 rescisao ,,-
ja de moratoria, quer seja da concrdala, em ambos
os rasos se procedesse immedialimenle a declarar a
fallencia. e se qoizesse que se observs.-e as ideas
apresenladas na sontenca. em lal caso sendo a
rescisao da concrdala, mandara immedialamen-
le proceder a convocaran de credores para se
tratar de nova concrdala, oo contrato de u-
dMo, mas he jallamente o oppotlo a tae> nicas que
vemos ser ordenado pelo cod. com., arls. SJ'J e !)o2,
como ja se demnnslrun. U. leva allender.qu na mo-
ratoria o tribunal Domea duis credores para lisrali-
zarem a conduela do lallidu.cndigo eoinmeieial arti-
go 902.
(I devedor nlo pode alheir nem pravar de manei-
ra alguma seus bens. arl. 904, mas na Concrdala a
fallido nu lem qufin liscalize. IUI conduela ; 0 se
naquella, no caso de revogaeao. no se dispi-nsam
actos ulteriores e ronseqnenlM, inclusive o came
de bvros, indagares, qualilicarao de quebra, e saa
poca etc., se.o Iribonal pm si "mermo loma eonhe
mo bao de sollrcr
pelo fallido em ron-
|/enn.iicia de ler oslado em scu poder a massa e ad-
ministrarlo, se taes actoa nao loram exain-nados, e
indica los pelo juizo, conforme ja' demonstramos'!
Se se procedesse aos exames e. indagaees preacriptai
por lei, coiibecer-se-bin quaes os aclus que deviam
ser modificados em razan da 111,1' fe, com qne f. ram
pralirados. Ainda cenlinua a lenlencj dizendo
Apezar de er d.spei.savel a avaliacao dos bens do
fallido, com ludo foi ella requerida e determinada,
e polla anula ser novameiiic feila para a venda de
laes bens, se os credores liveaura formado enlre si
conlralo de" oniSo. ()u avaliacao dos bem he precisa,
ou uno ; se he precisa, e como Val ful requerida e or-
denada pelo juizo a folhas 2T>, uomeandu-se iva-
liadures, os quaes assignaram o respectivo termo de
juramenlo a folhai 205 verso, qual o molleo porque
nao se ell'eclunu -lila uriliaeSo "!... I'ara qu* foi que
ns avaliadores preslaram juramento !... Eis mais
urna prova de ma' f !... Nao te efferluou lal avalia-
cao para nao se conli-cer que o valor mencionado no
balaneo he fabuloso, lio neeeatarii h a avaltaclo
dos bens, e assim loi recunbecido pelo juizo, que
mandn proceder a ella, poiem sem s'er observado
eu despacho, dado de rnnformidade com o arl. 815
do cod. com. e regulamenlo n. 7:lS de 25 de novem-
bro de 1830, arl-. I.".:t e 157, $ 3, convocan se ere-
dorea para se tralar de nova caiicurdala !... Os arti-
gos referidos mandsm avahar os bens descriplos, ti-
nba-se procedido a nova descripcAu de hens, osles
nao so deviam ser. avalia los ein riitnpriinentu aus
menrionados artigo', mas lambem em rumprimeuto
izo da' uro despa-
jnizo celeriniiuu a ava-
liacao anda metalo quando mlu fuste precisa, o que
e neg-; devia-se observar seu despacho, visto nao
ler apparecidn nutro em contrario.
Segundo o pentamento int, no caso de e querer proceder a ven la, nao
1 nova avaliacao -(',
ca), se os credores
enlre si livectem formado conlralo de anillo. Tal
rnnlralo nao existe, e como avahar os bens para ven-
da ?... Cusa a crer que lal senlenca fosse proferida
por aquello juizo, lliat Uo illottrado. Continua di-
zendo a seulencaA raaciiio da concrdala, mo
imparlandu urna nova fallencia, nao poda o juizo
instaurar novo proeeteo de qoaliBcacte, salvo se se
uve-se detcuberlo algomi fraude.
4,)uem ditie que o juizo devia instaurar um novo
proceuo de quiliOeaelo '.'... Qoil o artigo do cdi-
go 011 regiiianieiilo que manda instaurar prore-so de
qualiuearjlo ?... O cdigo commercial.parle ler.-eira,
islaurar proce-o de quelira, neste he que
mana fallida e sua admiiiistraene "Siijiua i
tal respeiio ; lal dizer su lem applicaclo as Ierras Z\\* ..
que o fallido adi pnssue por obilo de seu pai,de que I antera commissan nao Qtcalisou os actos do fal:
breve apresenlaremns documento. 'ido, que a folhas 127, em 2li de abril de 1856, re-
_Nllo salisfeito o juizo com asuara/.onvel presump- quereu demonstrando qoe o l.ll.n Jos Uics da
cao e procurando sustentar sua asser^ao, pnr isso Silxa nao liuha cumpri:to a concordata, que o prese
continua enm hxpulhcse e as-im diz :nao lie pro- da mesma eslava determinado, e que fusse Citado
vavel que leudo o fallido apresnnlado ludo quauto para prestar conlas em juizo, esle rt-queienlo e-la'
ponnll, dissimulasse nicamente esse pequeo pr- firmado pelo rain da eomra-uto e Emilio II doalae;
dio comprado 111 :|IM)"()IK) r-., acrescendn que refe- pouco depois foi e-le metmo BldoollC nomeado ru-
nda capia nao taz prova por nao ler sido conferida rador fiscal na nova fallencia dn referido Silva, corm,
em jiii/o, ragufatnenlu n, 7;l7 da 25 de noveim^ "' a folhas |.",|. e u primeiro pasto que (leu fui
de 1850, arl. .7:1. Vilivel be, que nao se po-len io-('r>querer a folhas 201 para ser citado aquelle seu
por em duvida a Cisleocin da compra, por lito 101 cuinpanheiro. o Caita da commis-ao. para prettai
menciona o pequeo valor da m-smn. devenios aO-: conlas, e entregar 0 que em si lem, perlencenle a
tender que a compra foi feil 1 por :(HI- nin-da por- massa, ou he o caixa da commisMo qoem deve pret-
lusaeza. o que corresfioirrle a (IKI? moeda hrnsihira. i 'r (aes cuntas e fazer dita entrega, 0110 fallida,
O arl. 802 do cdigo criminal diz :lie fraudulenta i bol os requcrimenlos Mlao lirmadus por Emilio
a quenra nos casos em que concorrem algumas .;as Bideulac, e como explicar lal contradi. cao ?..
de 30
as Inrmal
combinado com o decreto n. 1817 de 8 de novemb
d- !8.il, nrl. I? Onde e-ta'a qualificacao da quebra,
referulu cdigo, arl. 82U Uude se atleudeu ao
prescripto no art. 818 do dilo col? Onde esiao estas
allegadas formalidades'.' Sera' fnrmahdade legal ler
o juiz lado vista ao curador fiscal para no termo le-
gal contestar notaos embargos a concrdala, sendo
este despacho publicado e mlim.ido a-parle em Iti
de oulubro de 18,(1, a H. 22 v., o termo legal he
de .1 das improrogavejs, cod. com. arls. 850 e 851,
ligaremos que o (ermn principia da visla ao advoga-
do, oque ja foi decidido pe. juizo em contrario,
anula assim no raso Rasurado, o termo de vista a II.
28/ he de 21 de oulubro, ueste caso, o prazo findou
ein 2(i, mas os autos ti foram entregues ane-rrvao
no da 28 como se v n II. 295 v., islo h, 12 dies
depois da publicacu e nlmaeo do despacho, e 7
das -.epois do termo de vista. De que serve c- cod.
com. preterever "i.lias iorprorogaveii! A contesta-
ran a-s.m apresentad.i foi refiSbidl. e a senlenca a
fl. 2!l(i fui proferida no tenlido da referida eonletla-
JSO Ainda llavera' quem diga que ein l'aruainbuco
nao f-zem milagres .'
Pela acia da reunio dos credores a lis, 258, se \,
que os credores sao cincuenta e seis, e 1 loUlidldi
de seus crditos 11 i:i;).V-i7:l, luiuveram qualro rre-
dnres dissidenles, e fui aceita a cuncordata por :l
credores importando os crditos desles em rs.
79:698*178.
INo prsenle caso o numero del credores em maio-
ri.i exigido por le ho 29 a'sim romo o valor de
dona tercos dos crditos 7ii.:t:lt)>tll res, no numero
dos .11 eredures que aeeilaram a concordata, con-
tam-se 8 eom o valor de ere til. s t',.Oilli.-."i;i. que va
taram por procuracies, sem as formalldadei pros-
criptas por le. a-snn vim s a 1-r 26 credores legal-
.'"'."'''^babililadns, seus crditos no valor de rs.
' 1 "'Jr'^' rallau.-to p ra o prescnplo por loi tres
'rttwlnr* l,,l,n'ro tolalidate dos credilos
-'".Hv-uu,'|:omo passnmos a demonstrar.
'a"f irif"" a' ,,s- --5' '' e ~9 ''l0 eP'*'-
mas au 10 conferidas na pre tenca do |uizo,rila-
da a pane i":lcl_ie e.ner.[,v \elmu da enn-
lor.nulade, ou urere1M< eneantradat. assim esla..
nulias, porqon|n M ;.ril,,,a< u
"i t *'lo s
peii.*. a cunfei,,
a/^sn de
circunstancias 1
ilutes
: 2, occnllacau
ba-l Seja quem for que deva prestar dit.s conlas
laucode qualquer somma 011 dinheirooa quaes- mesmu si-ja u fallido e o caixa da commis-ao, 11 certo
quer bens nu Idilios, cdigo commercial art. 805., be, que ate o presente nenhum preslou laes coritas.
Demonstrado est que para a quebra ser fraadulen-! e quer o juizo, queros rredoies, 1gnara.n1 o esladu
la lano faz a occuliacao de um luslao romo de om
militan, a--im lem sido observado nesle juizo tanto
que a quelira de lluavenlura Jos de Catiro Araojo.
loi julgada fraudulenta, ah se noli a dillerenca de
(ilO rs. em ennsequencia do qoe esleve dito fallido
varios mezes preso no quarlel da polica, a juslija
publica promoveu-lhe um libello, leve de defender-
te, ele, verdade be que esle nao he Jos Dias da
Silva.
A senlenca mencimiou o referido arl. 153, lalvez
por nao se ler examinado o processo ou a secunda
da casa, mas anida assim assigna-se um papel inli
tillado conei rdata, para se rrreher 20 por cento !...
>a primeira concrdala constante do lerceiro appenso
a folhas II, art. 2 diz, : A commisso he quem deve
lomar a direeco metmo Jos Iat da Silva he obrigadu s cumprirai
ordens da commistao ; artigo 1, assim como a entre-
gar o di,,ke;c apurado de 15-ein 15 das, nada distu
foi observado, o tullido fez o que quiz, a poni de a
commissao o chammar a juizo para lhe lomar conlas.
Teria essa intitulada cummiss.1o fi-calisadora
parle do dito artigo, ond dizse as parles inleres- lerveiieao as dolozs veudas que o fallido Jos
sa las convierem em que seja dispensa 'a a confereu- Dial diz ler felo aos seus cimbados," e sugra, de
eia, as sobredilas cop.as, publica larmo 011 exlrarlo bens perlenrentes a massa fallida, conformo ja de-
valerlo contra 'lias, mas mo contra lerceirolano I mnnslramos '.'.. Teria inierveucao em nao se descre-
0 fallido Jos Dias da Silva dispensou a conferencia I*er no segundo balaneo 01 mencionados bats, 0u
que nao a requeren, esle muilo bem sabia da.exis-em sua falla 3:40l)f, porqiianlo u fallido diz ler
leneii de lal compra, por isso nilo duvidnu daqaelll vendido os bens a seus cooliadot, Teria inlervencao
Copia, anim nao se pode dizer que nao faz prova.
He digno de ootar-se que as copias apresenladas
pelo fallido a folhas 182, IS:i, 200 e 202. nenliuma
foi conrenda na prewnea do juiz pelo eaerivilu da
cansa, a parte nu foi rihda para anittir a confe-
rencia, nao se lavrou termo da conformidades un dif-
rerenca, como he prescriplo em dilo arl. 153 do ri-
lado regolamento, assim c. mu fatlam as meamos for-
malidades, as copias da- prucuraees dos credores d
ein nao se descrever no legando balaneo a p>ela
liarla o toa Olba Antonia, ou em sua falla pOCV,
porqnanlo o fallido diz ai ter vendido a sua sogra '.'..
Avista do primeiro e segundo batanen, vilivel he
que a massa fallida ficon privad idos referidos bens,
os quaes o fallido diz ter vendido por 3009. Onde
esta'etla qoanlia 00 referido! bem!.. O jaita au
proceden as llovidas indagaedes, assim iguora-H
nde estejam, mas para qne fazer revivir e-les e
eredures di--i.lentes nao dis-
recularneu! "'17 ue 25 'e
Os. -2 >x,
e 271.
aceitar 1
de ruum .... ,...... ....,u nui-
las por falla de poderes para o aclo, cdigo commer-
cial arl. 812 : a procuracao a folhas 271 Dio lem
poderes especiaes, esla niila, referido artigo, a pro-
curarlo a lis. 75. foi feila por dou. credores an mes-
mu procurador, c mo tem te-temunhas, a-sim esl
milla, citado artigo e pela falla das Irslamunhas.
Temos an todo rete prncusares millas representando
oito votos, sendo Ir-s proeuracoei copill sem forma-
lidades, duas com poder, s para moratoria, unta sem
(er poderes especiaes, e um 1 feila por dous credo-
res ao ine-io procurador, e sem leslemunlias aba-
lendo-se esles oilo votoiniquelita :ii, lican 2li, vin-
do assim a fallar (res volos pira preencher o nu-
mero da maioria dos credores na conformidade dita.
A importancia dos ciedilos dos 31 credores que
aeeilaram a concordata he 7'J:(i989718. deve-ss wa-
ter a importancia dos crditos dos credores que tcei-
laram a enurerdala por procoracu >s sem formalida
des presrriptaa pur lei. e sao l.e'on
4 C.. 2:016^500 rs.; Jo' Jacome
1359500 ; Eduardo II. Wvalle 9799200 rs.. Clolules auno do naarimento
naquelle
mi alleg r. hoje faz roola al-
legar esse preunzo de I:S12;I6I '.... A nda man, Jo-
s Dial di Silva vendeu a loj para pagamente da
everucao de seu unha lo Andelo Antonio de ala-
raes, reqjerimentu a lis. 182, com producto de lal
venta pagondMa execuran de :i:l)2l*^84il, como se
v do reciba a (1-. 18:1, mas no Mfajaado balaneo de
sua casa a lis. 17li v., menciona existir em ter lie
ledras de saldo da ine-ma luja em rcis 1:17.">?|:-)
rs. !... A\isla de-tal lelira- e daqaelle rrribo, tobaja
da venda referida .VM&OIIO !... Que loja encinta-
da '.... Quando c nveiu a venda be ventajte, qoan-
do Conven) a ven la he precaria, qaando conxm a
venda he de i:0!Hl-s,quando n.nvcm apparece i:5Utr>
rs., ipiaml conv.-ni alleg; se um dsJ>lqne oa casa,
'le^lTI:-: lid.i ser resultado do prcjoizo ila
venda da quando convem o prejoizo da venda
da lo] 1 n.,0 be su a qu-ntia do d'slalq.ie, mai eleva-
se a qoanlia deli-.Sl2ilt.l : cima explicar laes can-
Iradicces !... Contioa dizendu a conlettario : O
impngnaule cniluude o actu cona o patsiro, nra
diz qu? o desfalque be de IMM9, ora de tliS:taai.-.
rs., diz que fonm augoieniaoaas as dividas, e sem
que pruve o que plenamente convence, que seo lim
he enredar e alropellar, o que coosla dos aulot, ju-
ra conseguir seu menlo, sem que apresenl; razjo
alguma plansivel ua facto que seja prvido
.N.lo nos admira tal allegacan, o que he e ope-
rar em cootahilidade de quem escreve algirismns
corno lemos demonsirado '. .. Sun, eatSo e.criolos 1,
maneira lal, qu-- lio vergontia do foro pernaaiboca-
110! Oulras cajo as regras de reful.11 qualqo.-r con-
t, couvinha demonstrar a fulba onds cuilu 1 iioii s
1 activo em o paarivo, a liora em que ditsertos se,
o desfalque l:l:iKMl-4KK), e nao allegar -em provar
[concoda ao noi I cene 1 para osarmos da- pro-
prias palavras da cno-lestacao', o qoe plena rule
convence que o seu lim he enredar dtrepetaar. o
que consta dos autos, par.x* conseguir seu menlo,
sem que aprsenle razan algama plaosivel, ru lac-
lo que seja pruvado. l-'elizmenle esla cansa etta
affecta a uin tribunal cnmposlo de membru-, qoe,
quer em direito commercial, quer en conlabdidade,
mximas. Mote coslumea merrantis, pnesiem lu-
les que muilo ambicionamos, aguardamo-i os para
suas deci-es, e ent.lu conhecer-se-ha qual o iftao-
ranlr, qual u que quiz enredar e alropellai, qail o
que qui/. confund 1 para cnnseeoir seu intento.
''.si- merili-simo tribunal, uina e inuilas vezes -ni
nado as senlencas du juizo especial du om-
itid. .:xgura-rrein pruferidas.e .ntra o presrnpb par
lei, enrTuJnjNiso se a.-lia a senlen ;i a fu I ha* 2%.
as-sim lie ie i*ijBaJHnaj|tjajM|j>'bl'> senleii(a sea re-
forma-la, 1:1 11 ian,lo-se proce^iereeer^lifiXerrToif1 da
fallencia aos arlos ulleriores e ron-equeuie-, sendo
a quebra urionda da rescisao di concordata,qoali-
fieada fraudulenta, prncedendo-se ao r miiai., de
UUiia cod. cun, art. 855. O appellanle espera das
luzes e redi lao deste merili-siuiu Inbuoal ecoslu-
maln, juslica e. cusas.Adv.gado padre Pedro J*e
>unes.
E mais aenao cnnlinba e nem oulra alguna cnasa
se declrala em ditas razes, aqui bem e fa-lmenle
tr.mser n-ias, que eu esrrivao no principio davala de-
clarado e ab.uxo a-signadn, bem e fielmente H( tirar
por reriidao do proprio original que se aca jauto
aos autos de fallencia de Jj>c Dias da Si' 'a, aos
quaes me reporto e vai esla na verdade sraiYousa
que duvida faca.confeti.i concertada na |..rm 1 rio
Leeomlt Keroul! estylo.e por ata subscripta e assignada ne-li eidiad
Tasto Jnior, rs. do Recie de Pernambaco, ana 20 de-fevcreirn do
fallido as folhas 22, 226, 229 anida assim o julio|* aclos. ag a riMavel presumpcao us ileinons
ira qu saoem prejuizo do fallido !...
lie digno de nol.,r-se que os heus que se dizem
vendido! as dalas constante* doi papr-il de laes in-
tituladas vendas, eslavam na deposito geral penho-
radot por MoorSo, e rumo poda o fallido fazer ven-
da de laes bens penhorados e depotiladoi ? Como in-
lerveio a commissan co'm o seo consenlimcnlo, para
qu o fallidu nrmaMM os papis de taes vendas'.'
Quando se levanloa a pcnhoia foi o f.illulo quem
receben lodos os bens que eslavam em deposito, e
perlenriam a m
julgou que estas faziam prova, lano que contra o
prescriplo por le admillio os inliluladns proruradn-
res a vularem 11,1 cuncordata, seus votos foram ruti-
lados validos como se \ na acia de r-un-au dos cre-
dores a folbas 258. llavera' por ventura algum cato
excepcional em referido artigo'.'... Apn-senlam.is
o original daqaella eacriplora a folhai lo loco-
monto n. 1 cum todas as formalidades e se somos
"liio minuciosos ,i (al respeilo, he psra demonslrar-
raos a irregularididc da seulenca.
Ainda diz a senlenga :
Os embargantes nao provam a existencia da nia-
chinacan lr,iu tllenla nern que o fallido llvetse fei-
o rcsiulamento n. ,.ISde2> de novembro da 1850,
lil. :i onde se ldo processo das quehraso pro
eejuo de quebra he um ni, segudo confoime a or-
dem cnronologica dos arios e raeeeiilo, salvo se po-
derem ser simultaneo-, e devem oirrer sepralos,
regiilamento n. 1597 do I" de rnaio de 1855, arl. (i2
o o art. 63, eslabelece os act> s simultaneas, os qoaes,
depois de conclu loi, ou sao reunidos ao processo,
0utir.1mappen.ns. ||e o proprio juizo quem cni-
fe- a ein -na -enlcnra, que ua resci-ao poda ser des-
eobi ra a fraude, mas he e-ae mesmu juizn quem lu-
Ibo os meios, para que a Irsude seja deacoberla.
Qoaea 1 exames e indagaees. a que o iuiz 1 pro-
ceden pan se descobrir a raudo! Porque nu se ob-
servaram as formalidades pretcriptii 110 art. 818,
como ja demonstramos.
A' \isla de lal senlenca, parece que es|e ,. outrna
arligos lian exislem, mnlivo para ser anuiillala essa
concrdala -e lal nome se lhe pode dar cod. com.
arl. 818, regoilmenlo 11. 7:17 de 2"i de novembro d
I8-.0, arl. 672,8 3 lie na verdade maravilbo--
gnea da Silva Baaloa.viuva de FranciieoXavier Mar
una Batioa, 2899M0; Feidel Pinto v C. 1:5399820 :
Croco & C, buje Premonl *| Latne 7,,li?r1.K); len-
lo (.andido de Muiaes,2i0; rs.; falla nuiar a qnan-
lia de Viclor l.asne que fez procurarlo illecal a lis.
275, mas mo esta mencionado na reanlo dos cie-
durea a lis. 264 imporlam os credilts desles sele
credores em 4i.OUti3i.10 rt,, quintil que abatida na
importancia dos crditos daquelles III credores, vem
Bcir73:rj0292H8 rt., viudo a faltar para comple-
tar a importancia dos di us tercos do valor dos cr-
ditos exigidos pela lei 2:6388016.
I'ruvada esla a nollidade da concordata por nao se
ter observado ,-is formalidades proscriptas pul lei.
Com qu inte et-ja prvida a uullidade da con-
cordata, e ser o desfalque dado pelo falli to Jote Dia-
da Silva, durante u lempo que e-te\e de posse, e na
adminilracao di mas.a de 1(S:l72"2.l:t. as-im como
nao poder dilo fallido obler concrdala, mas sun
contrato de unta, Indavia lendo nossos embargos a
lis. 2K. ijdo lachados de contradictorio! na eonletta-
cao, a lis. 201, fur^osu be dizer alguna cousa alim
de evilarmos qualquer juizo desfavoravel que se potv
a fazer do misa siienciu a lal respailo.
Diz conleslico 1 ni, 293 v.Ilega-se emae-
gundo lugar que entre a dala do primeiru halando, e
do ullimo da se um desfalque de eento -ess-la e
mil duzenlos e 01-
crevemos como ali
de Vi.-o Senhor Jews l'lirisi
de I8"i7. Subsrrevi e assignei. E 1 fe de veniada.
II escriva.i, Jos Mariano de Alboquerque.
X ~Tl-**'$_
rmenlo de lodos os aclos do fallido, nao acreditan- ''',rcr "'"'enea.Nao se poda dizer que o fallido le
do o batanen, expn-icao por elle aprcsenlada
Iribunal n.lo da crdito a es-es dous credores liscali-
zadnr.s, como qner a se'iiien.a, no Cato de rateaa
er di concrdala, qne teja arredilado o balinco a-
protentado pelo fallido, ou qualquer eipoticao detti
sem indagtcao alguma '.'...
A passar a idi a de lal senlenca, vem o cnmmer-
ciantl lallido, nao matricula.I... a ser acrediladu
em juizn, mas n"coinmAiciaule matriculado, e que
leve doos credorej que o vigilttem duranle -en os-
lado de fallencia, nao he arredilado, nem nie-nin
referidos rr.dcre- muneados pelo proprio Iribunal
iht occoltado a rasa c Ierras no lugar das Aulas,rei-
no de I oitugal, pnr quanlo, embnra tenham -ido
comprada! em nome deste porten p.ii. nao se exhi-
bi a carta de oricns para ser Ir inscripta na eacrip-
lora, o que mu-tra que nao exilie lal caria, devendo
raz axelmente presumir se que seinclliinte rumiira
nao era sabida , Ein primeiro lugar
belliaet Iranierevem
proeorar
diremos, que nem lodo- os ta
respectivas eteriplun
mulacao para desfalcar a massa em prrjuizu d
credores: a concordata foirescindida por arbarem-se
01 negocios da massa fallida de lal sorle deteriralos
que o activo nan basta para solver integralmente o
sea paitvo.
Bem quando em nossos embargos a fnlhas 28 pe-
dimos o exame dos livrot, inquirirn de le-lemunbas
e mais Ind.igaces mencionadas no arl. 8|8 ,1o cdi-
go commercial, formulas substancios das quaes nao
podem prescindir os juizes do Commercio no p,occi-
so das quehras. bem longo eslavamos de pensar que
n decreln n. 18:17 de 8 de novembro de 18"f, xiria
fortificar nona opiniSo. Ojnizo ainda mesmu a vis-
I la de noaaoi embargos nao qoiz proceder as devidas
iinlagaces, qu-lilicarao de quebra. Biaejo de sua
I Mislencta ele, e como boje diz tal joizoosembar-
I gantes nlo provam lal machiaa;Ao fraodulenli'!...
i Deyemos ittender que he o proprio juizn quem del-
ta de emuregar os meios para obler a prova, mas
he o m'srno juizo quem se quei prevalecer da al-
legada falta de prova, quando nos autos existe pro-
va. nas que ufllcienle e se a. una falla ha, sii an
juizo pode ser imputado.
Quem defiera de m-.lossar nu ns embargos lis
rolhas 2X1 e -jsii -a relevante!'! Se o joizo 01 julgou
BUflicientemente provadoe, porqoo nao ataienvu 10
dias para a prnva na eonfonoidade do art. 851 .o
cdigo commercial !.. Por aca-o ignora 0 juizo, que
o prazo de 8 da- usic-nadoi colleclivamenle a lo-
dos os credores dissidenles. he para apreMnlacae dos
embargo!, cod. comm. 850, ma- se nao to lujo sul-
licienlemenle provadoa, novamenlo se asslgnam lo
dncoment'i n. 3, mclu-u aqu-l
les que se diziam vendido!, puis que os laes intitula- e oilo mil cento e tlenla e dou
j!.. compradores nunca lomurain conla dos referidos tenia e tres rs. 16891729283
hel's,- I esta 1 para lograr -eu intento procurou enredar o
A Villa destes arlos, seria a rommi.slo (iscalisado-. que be claro, e de fcil cxplicaco. Kespeilamcs as
ra connivcnle na fraude. Ainda querera maior prova ltea du Hluslre patrullo du curador fiscal, por isso
de ma fe IJuerera' marbiuacao mais lian luiente nlo diremos que lal aluarisrno foi s-im escnplo por
Qaerera v-ndas mais dissimulalas! fhieren' mais
proeoracSeoo carta, de ordens. alguns Z Z lc"'"""re"'c pmxados, nmamerle se
scriplur,, fazem 1.0000 de taes .1." ., n dl" *" ''r"Va; ""'"'" "l"-"'1 H ''
,. en.^am as parlesj outrus l que 2 rff- H^-TJ"
prova de dolo Onerera' mais prova do irregular
prnceilimonlu da commissao !... Qaem sera' re-pon-
s.ivcl por lana ma' t !...
Nlo re-ia a mor duvida da etiltencil da traode e
cmplices, eod. com. arl. 802 5?. 2 e 1, e arl. 801 5-
1, razan porque nlo se pode .'ar concrdaia, -egun-
da parte do arl. sis do citado cod.. mal sem formar
concrdala de ailo arl. 835.
I! extraordinario o mi-lhn;o pelo qual a -nnlenea
da' una evasiva ao desfaleamenlo que ella intitula
dilTerr nca, dado pelo lallido Jote Das da Silva, na
111 ..-sa duranle o lempa de saa adiniiuslraean de rs.
168:1 72*283, 00 nao m-s so.iliemns explicar em nns-
sns embargo! a II. 2S, ou nao livernos a fortuna de
ermos entendidos. Di-semos em referid .s embargos,
no primeiro bal.neo era o saldo a favor da massa
de I5t:3509251, e no segundo ha um saldo em pr.-
juizo da ma-sa de 13:8223032, assim ha um de-fal-
que na mas-a no lempo que o fallido esleve rte pona
o a Imini-lrarao da mesma d I(8:I7--JS:;.
Visivel he, que na 1 distemos que exista dilferen-
i.a. e de laclo nao exisle a dillereuca mencionada 11.1
senlenca, mas sun aquelle desfalque, o que ainda
prnvaremos. A tenlenca para preembera sua inmo-
lada differenca rte 13:8229032, menciona n acamen-
lodocreditd de Barroca e admnslo do crdito de
Kennotvlli t\ c. Barroca na primeira concordata,
prime ra aunento a fl. :(, foi verificado sen crdito
..... 16:41009, e n> segunda a 11. 261 em 16:1235728,
diflerenea 1239728. Keonowlli foi admitir.....esla
Ignorancia, tn.is sim. que por falta de preval e qu
reiidu lograr sen intento procurou enrealar, allegan-
do crios que nlo cummeilemos.os quaes devolvemos
ao sen autor*
Continua a conteataego.
Examinan.In-se u- re-pectvn btlinOM se \er.
qac sendnti primefro balanro a lis 21 v. o activo du-
zen'os e cincoenla e um mil dnzeulo- c alienta e seis
mil seissenlas e selenla e nove ris 25l3tttl&9679 .
e o pmlvo de 96:9369128 rs.*, licando o tildo de
rento o cincuenta o qualio rail Ire/enlns ein nen-
ia mil duzenlos e cincoenla e um, 15193509251 e
polo balaiicn a lis. 178 *., da a 1I1TTeiici d-rs.
13:8229032, que he justamente o desfalque "que ap-
parece, e upo de cenia e lencnta e oitc mil cenin e
elenli_e doos mil duzenlos ,. uitenia c tres rtit,
IG89I729283 romo ronlradicToriimente ti diz,ao
metmo lempo que se confetti ser o detfalqae aquel-
lo, e na., esle, e que nlo pule apoiar-te em luver-
se no balaneo a lis. 175, considerado como pamvo,
o saldo que havia lio primeiro balaneo.
A esca-sez de no-so- eonliecimentoa, sii permitle
entendermos os doui algar-mns rs. 'Jli:):i(i5i28, e
I:li82-2;i):l2. e nao encontrando quem decifraaii os
uniros, estamos privados de conli-ccr o que se quiz
allegar, per isso nao podemoi (a/.-r a dtvi 'a analy-
-e, todava por aquellet doui elgari-mm conhecidot
em eontibKidade, lulgamot que se qoiz fazer refe-
rencia a., qoe em nottoi ambreos allogamot, mlali-
vo ao deslalqiie dado pelo fallido Jos Dies da Sil-
va de Ili8:l72--28:l r
. CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d. 60 d. v.
Lisboa, 95 por % de premio. .
ilio de Janeiro, 2 por Om da deaeoauv
Actries do Banco, 10 a 5 de premio. /
enmpanhia I- llebenbe "1I9OOO. I
< a cnnpanliia Per- umburana ao porj
I tilidade Publica, 30 porcenlodaj premio.
n ln,)emiiis.idora. -jp62 ideo..
..." ', '!* e;lr-la le '* -20 por t)u) premio
Disconlo de leltras, de.ra 10.
Dilo do bauc ;8 a 10."
Duro.Oncoa hespanholas. ]
Mnedsi de 69100 velhat ,
' 6t00 novas .
49tW0......
Prala.I'alaccs braiileiros.....
Pesos coiiimnari s.....
mexicanos.....
289.00
ibaouo
i6ot>n
Kzt-O)
nu
l^vfiO
AlsCANOEliA.
Kendimento dndia i a 7 .
Idam do dia '.) .
13 7 i()M'.ll
g i.:.tti:7s7
lf 1:1063281
Detcarretaoi kne iOd-marre
Barca '--'-r- Irtrnria maioilai
Barca inglezaCunhcalbdem.
Brigue uiulezAnnic l.aurieliurplbo
Bsriina hanoverianaJuhanna(erro e s,,->
Brigue frauceztieurgeremen).1.
Palacho **filtra Tinwgi a resto.
IMPORTA!....O .
IlialenciomlAororai vi/iin do Aonix
signado a .\U1t.11s A. Irmao, roaulevjoo'
gimile :
170 sarcos enm lieCi arrobas de Orara de rarnarha
57 ditos cum :! i e incio alqueires d* gawna 1 ir,t *
enm 250 chapeot, 222 muros salgados. > m, d.
sola, 2,.i ruiirini.is, oaiaa, 2 barritis e I atoa
coin 1,203 pares de tanatea. 17 inoli.,,. o r-taZ
lenas de palha de cainauba; a orilcm
o.l.NSLI.al.U UBRAI..
Kendimtnln do da I a 7 ,
dem do dia II .
' se-
1 IVtit.SAS >v|M.
Bciidimeiilu do du I ^ -
dem do dii B:W7I2
aCaafM
:l?n?i-'
93S1
ailos de tua appellar.io j ludo do nuc constar, 0 em I retcinln de dita concrdala, aprsenla um balaneo,
termusque faca e : por tanto pede a V. Kxr. -e;a exposican etc., o juizo declara a falleoc, acredita
sua espo.ir; balaneo. nao piocede as devidas in-
aervido assim o defeiir.K. II. M.
oic Mariano., de Alhuqneique, escrivao de tppel-
laeOes, aggravos e protestos de lellias do uierilis-
simo Iribunal do commercio desta ri.iade o pro-
vincia de Pernambueo, capillo da guarda nacio-
nal do servico arlivn. por S. Al. Imperial e Cont-
titurioual, ele.
I.eililico sor-111 as rze',de que traa o suppliean-
le Luiz Jus de Brilo, em seu requeriniculo reliu,
da form e maneira seguiole :
ds^ac
O arlot nlle-rinre- e coli-eqnel.le-, puta lo-
go a convocar credores para se Iralar de nova Con-
crdala, como se fe/, un presente caso, anim *iivelN praticam
he, que nem o juizn, nem os crederea, lomam coH de can e lerrat, qoa o fallidu Jos
*!"""nc"ln ''"......." '' "!?" e aclos du fallido pus-uc ein Portugal foi eita por um
viudo assim esie a lu.ir prov.ito ,, -e proprio dolo, I Mico e concertada por eserivao eo fe o
., 1 daa i-nm .ditstmulaclo por desfalcar a mas.a
Lomo diivn.ar de arlo, praticados em piizet es- i prejoizo poda vir a fallido ou an- credores em pro-
Iranaeiros segundo sua legialacalo ou cnsiumcs eeoer o joizo na conformidade dos notaotembarsot'
quando enlie nos mesmu na capital do imperio sr (loe prejuizo poda resultar, se se anignaisem 10
s ... A escnplura de compra | das para a prova dos me-iims '.'.. .Mas isso nao con-
Dill da Silva viulia ao fallido, pelos molivos que ludos
l-bel'iao pu- menos i. juizo.
..i/, e os ere lores ficam com o qoe u fallido men-
ciunuu em dilo balaneo, e exposicao !
T
Pnrlo, e quando eilcs empregadn's :por terem es-
trangeiros; nao mefecessrm credilo do joizo, nao se

Kepeil.,mos muilo o jui/o,
que b.iuve premeditarlo,
por i-sn uSo rlreuiu
diremos que admira
i, se | eod. sao em seo favor ; mas o fallido Jo-e Dias leve
din-| a foiluua que o juiz uo pioeedeo a indagaras al-
que goma, e proinplaiueote arrediloo quanto lhe date.
()u o fallido Jos Dias da Silva comii.erriou ou
nao. em qualquer dos ca-os a senlenca e-ta' ein Con-
Ira in-cao.se o lallido nao commereton e fez cessacSu
de Iransaccoes, como du a sciilciicaTCOino aogme'n-
lon o aclivu nosrEunlo lml.ni|p comparadu com o
primeiro. em 3:18:19721 Talvez se diga, n fallido
nan rninmerrinu e lal oiiumento he devid a oeulta-
Gao de bens DO primeiro balaneo', lal dizer nao head-
siibem,
gmenio do aclivo re.
3:1839721, enconlrando esla qoanlia no augmento
do pataivo, vem a -er o resultada 168:1729283 isla
he, nlo so se rnnanin-n esse 1S|::i.iilc25, uu'e na-
(llielle primen., bal.meo a II. 2l.se diz Jalar livo-
le Jo-c Da- da Silva, mais ainda no infttili I.....
I co. lic.u um delicl de ll;S229032. e.lai dore, nuan-
tias. he que Ui-m ., .lidien notado de WR:172-283.
I'ar- o .eg tn b.ilaiie, ,|., dillereuca du
13:822.-^1.12, chino se quer inrolenr, era preciso
je-te bataneo mostraste um -a da a favnrde Jo-e Di;
' di Silva de 110:5:8|2l9, pois que -enlo no prime
ren
;ue
rs&vsttnKSRlSMV^^
ni*.
Solhall
lo.
diverso
vado.
xeisos corregidores, IOS eros a-ucar'J,*""' "
eooros salgados, y barril ago.rdente. '
Lisboa Barca porlugueza idleinviiidi
Iratloa, 175mccm amatar ajtairaiadL
\ alparaz .Barr'a hlaaboigajeai i-llero.
carreea.iore-, alHI sarcos assucsr bran,
Jlarsell.aBarca fianceza-JJaiia ;
Compaohia, 700 saecus astocat '
vado.
l-ixcrpoulCalera-locleza -l.ei cuerea
W llar (\ ('. mpanhia, 150 acra lio
l.i.n ,rePatacho uislez -llril-u l'nr!.
carregadores, i.rii saccM aaaaear rr>sca,
LisboaBarca i.oilnauena aFtor de S.
il
\ mnrim
(iixersos
- ttelS.. X
brtuco c maica-
MELHOR EXEMI
V
/
r
I tTili
5C


DIAWO DK PERNAMBUCO, TERCA FEIPA 10 DEMARCO BE 1857.
XDortacao .
Rio do Janeiro, briiiue braileiro Sagitario, le
266 tonelada, condono o S'guinte : 20 pfp*a ca-
chaba, 10 dila espirito, 8 ditas, 20 barns de 4.' e 6
de 5v niel, 82 accas algesia*, 2,180 i09 rom
10,900 arroba de aufar, 2,631 meios de sola, 100
espauadiires, 120 laboasda amarello, 100 niolhos de
pallia de oroaub, 1 pacole lila barriguda, 1 caiiila
poce, 4,900 cocos com casca.
dem, brigue braaiieiro Damao, condoli o se-
guinle : 2,360 sacco. ci.m 12,070 arrobas de as-
sucar, II pipas mel, 30 ditas gurdenle, 2.900 co-
cos con) catea, 55 lacros cera de carnauba^, 108 mo-
flios pellet de c .lira, 150 meios de tola, "> duzas c
cocos d beber agua. *
Macei, pollca hrasileira Zeloss II, de 256 lo-
neladas, conluzio o rsuinla : 600 alqueires de
sal, 650 barricas bacallmo.
BCliBISDOKIA uE KBNl'AS INTERfiAS (E-
HAES DE PEHNAMBUCO.
Heiulimeniii .lo dil 1 7 17:763*119
dem do dil 9........ t:496#329
1!):2tilVis
CONSULADO PROVINCIAL.
Kaiidlmeolo do dia 1 a 7 19:475;62:|
Mein dodie........ 3:421:851
22:897*474
PAUTA
dos preeos crvente' to assucar, algodao, e tnai-
teneros e produccoes naeionaes que se despa-
cham na mesa do ennsutado de Pernambuco.
na semana de 9 a 1 idr mano de 1857.
Assucar branco. '......8
o tnascavado..........
i> refinado ........
Algod.lo em pluma de l. sor le
2.
ii o u i 3." n
D m caroco.........
Aguas ardeotesalcool, ou espirito
desurdente. caada
de cachara.......
* de canna.......
riistilada do reino. 11
i
faada
botija
caada
garrafa
arrulla
alqueire
cauada
urna
um
milheiro
arroba
cento
cento

4?400
25900
5SI20
"5400
7-3000
636OO
15850
8850
5520
56 0
5800
8800
52 II
8800
5240
35200
18920
I5I20
1.-280
49600
10*000
sgooo
15000
5i0
iiaioo
55500
4o000
4-38U0
:1560o
48>00
105000
5*500
10*000
125000
1*700
5800
2*500
29560
Um
/
\
Cenebra ....
B ...............
Licor..............
Arroz pilado.............
11 em casca..........,
Azcile de mamona........
0 b mendobim e de coco. .
1 de peixc........
Aves oraras ..........
b papagaios ........
Periquitos..............
Bolachas..............
Biscoitos..............
Cacau..............
Cachimbos.......,.....
Caf bom..............
em rao reslolho.....
com casca...........
muido..............
Carne secca ............
Cera de carnauba em pao.....
b em velas...........
Charutos bons .'.......
ordinarios........
b regala e primor ....
Cocos seceos............
Couros de bui salgados......
b verdes........,. .
b seceos ou espisadosV .-r
b de oura.......; .
b 11 cabra corlidos.....
11 b carneiro.........
Doce de calda...........
b b goiaba..........
b secco........, .
jalea ..... ........
Espanadores grandes........
v pequeos.......
Esleirs de preperi.........
Estopa nacional..........
b estrangeira, mo d'ubra .
Farmha de araruta........
b b millio.........
I 11 mandioca........
Eeija...............
Fumo em rolo bom.......
ordinario..........
s em tulla bom........
(( a ordinario .'......
b u restolho.......
(jengibre.......... .
ioinma..............
Ipecacuaoha...........,
Leuha de aclias grandes......
. b b pequeas.....
b b b toros .......
Pranrlies de amarello de 2 costadus um
b louro.........
Costado de amarello de 35 a 40 p. de
C. e 2 > a 3 de 1. ....
u *de dito usuaes......
Cosladinlio de dito ......
' Soalho de dito...........
Forro de dito...........
Costado de louro.........
Cosladinho de dito.........
Suallio de dito...........
Forro de dito...........
b i) cedro..........
Toros de talajuha.........
Varas de pereira.........
II b aguilhadas........
b b quiris..........
Em obras rodas de sicupira para c. par
Mel..........
Milito.......
Podr de amolar .
ttllrar ,
b rcbolos .
Piassava em molhos.
Ponas de boi .
Sabao .......
fc-Salsa parrilba ....
^>o em rama .
^1 ou vaqueta .
joca......
jsde boi ...
gre......
m#t>&&fiito o potto
Navios entrados no dia 8.
Aracaty10 dia, hiate brasilciro nAurnrau, de 35
tonelada, snestre Antonio Bernardo Martin,
equipagem 4, carga coaro, sola e niai generoi;
a Marlins & lr.ia.i-. Pertenee a V rn miha ....
Pamageirn, Pergenliuo da Costa Lobo, Joiu tto-
dritaes Pimtnla, Jos AiiIoic de Azevedo, Pe-
dro Jos la S Iva.
Rio de Janeiroii dia. barca ingleza aSaplinu, de
360 toneladas, capitao Charles Roberlsnn, equipa-
gem li. ca) 200 Ion-la tas de pe Ira; a Johns-
t'in l'.ii-r $ C mipanliia. Perteoce a Liverpool.
B>lna14 das, barra ingleza Citasen, de 286 tone-
Ij'lat, capullo I. Jarvis, equi{i'gem-14, carga as-
suca ; a Jot
a Greenok.
ciliado, declara aos senhores donos do esta-
belecimentos sugeitos ao imposto annunl de
250 4* rs., que ii uliimo do correte me/;
hnda-se o prazo, para o pagamento do mes-
mo imposto ; tncorrondo na pena odisposi-
goes do art. 32 do regula ment n. 360 de 15
dejando de 1844, aquelles qua delxarem de
satisfazer seos debaos alo a data supra ; as-
sim como quedevem os tnesmos senhores a-
presentarem o oonhecimepto do imposto ge-
ral, solire lojase ca.~as.de discontos, relati-
vamenle ao primeiro semestre de 1856 a 1857
sem o qual nao poderscr rcqebido o impos-
to municipal.
Jorge Vctor Ferrcira Lopes.
Olllm. Sr. inspector da thesouraria de
azenda desta provincia, manda fazer publi-
co, que, em cumplimento do determinado
em ordem do tribunal do tbesoui o nacional,
tem de ser arrematado de um a tres a inos,
que comecavam a correr di 1 de julho pr-
ximo futuro, o servico da capatzia da al-
laudega desta nicsma provincia, a quein por
menos fizer ; maiorea gens otTercccr em Tavor da lazanda, e que
nos termos do art. 64 do regulamento de 22
de juDlio de 1836, o rel'orido contrato anda-
r em prar,a por 30 das consecutivos conta-
dos do |." de abril prximo futuro em dien-
te, c sera arrematado no dia 30 do dito mez
de abril, al hora da trde, perante a Ihe-
soura^ia. Os prelendentes comparecam com
seus fiadores legalrrente habilitados no lu-
gar do costume.
Secretaria da thesouraria de fazenda do
Pernambuco 2 de margo de 1857.O ollicial
maior, Emilio Xavier Sooreira de Mello.
; Por esta subdelegada se acham reco-
lhidos em deposito dous cavallos, um que
Coi encontrado sem conductor na ra Au-
gusta, no dia 4 do corrente, e outroappre-
bendido a um prcto de nomo Jos, que com
elle fugio da lazenda denominada santa
<;ruz, na provincia da Parahiha, dizendo o
mcsino preto ser escravo de Manoel voarcs
Coile, all residente: quem liver dueito
aos referidos animacs. prove-O, que Ilie se-
rao entregues. Sub ledeleg cia ;ic S. Jos
do llecife 5 de margo de 1857. Manoel Fer-
reira Accioli, subdelegado.
Por esta subdelegada se aclia rerolhi-
do casa do detengo o preto Jos, que diz
ser escravo de Manoel Soarea t:orie, residen-
te na fazen ia denominada Santa Cruz, na
provincia da Parahiba, donde fu gira monta-
do em um cavalln, a pretexto tle procurar
quem o cotnpras.se. Subdelegada de S. Jos
do Recite 5 de margo de 1857.Manoel Fcr-
reira Accioli, subdelegado.
TRIBUNAL 1)0 COMMBRCIO.
Por esta secretaria se faz publico que nes-
ta data se malricularam cominerciaute do
grosso trato, tanto para fazondas seccas,
como para gneros de e-Uva, ou fazendas
molhadas, os negociantes ingle/es Satiuders
Brothers & C.l, estabelecidos nesta cidade
com escriplorio no lugar do i.orpo Santo.
rcio de
cada moMnto, e seguo para o mesmo por-
to ; doveter aqu poura demora por ter par-
telo sou eirregamento promplo ; gara o
resto, trata su rom o sen cnnignaU0HO A11-
tonicLuiz de Olivcira Azevedo, rusTdaCru/
o Porto
coa escala por Lisboa*
Sabe com a brevidade aue for possivel, o
brigantin nacional Despique de c.iriz.n ca-
ptlao Faustino J0B0 deCarvalho, por ja ter
dous tercos .10 caiga prompta, para o resto
e passageiros, IraU-sc na rna da Senzala-
Nova 11. 4, ou copiocapilio na praca.
Para o Rjo de
Janeiro
Segu com brevidade a barra Sorle. tem
pateda oarga, para o resto, passageiros o
escravos a fete : trata-se com Casiano <;>-
riaco da C. M., na ra da Cadeia do Recife
n. 2.
Sociedacle
ser.lo publicados nesie Diario. A pessoa que asig-
nar para mais de tres ejemplares pagara' 18200 rs.
por cada um.
FrtE-se todo o negocio
com a toja da ran do Gol-
legi 11. 9, propria para
cjualquer negocio em pon-
i irrande, por ser de ra
a ra, com fazendas ou
sem ellas: a tintar na mes-
illa.
m DOUTQR EM MEDICINA i;.
@J0Sl.ML\l7.COIll)tlK0(ilTAIIV. a
^| Aterro da Boa-Vista n. G5, pri- gig
meiro andar.
uave o
burg
DE
;t vapor
Bi'MSiieir
I
un-
:iiiil)iircn'>7.
2 de f've-
Espern-se de Soulliamplou o vapor
PE TRO. OI.LS, que devia alur no dia
ralro, d'pois d< demora do rodurne esue para
B-iIim e Um os agentes N. O. Biabar i\ C, na ra d Cruz n. 1.
E NAVECAPA MIXTA.
DE
tarselha
11 S30
Si 5UW
11 52:10
11 00
D '<'
um 23tKK)
B 1COOO
uina S200
@ IStOO
isooo
11 2.3OO
Alqueire 2?.">00
alqueire "aiMKI
. a) 10)000
(5000
12-5000
0 5000
79000
D 25000
alq. :ic4XK)
i) 32JII00
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par 263000
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uina 96 id
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. um 3200
cento 4-3200
A 9120
< 1630110
% 63UOO
meio :i3C00
11 :i3200
cento .-.100
pipa 309000
.iuoiD.
vir;o de carros t-,,,i .
taf3o no thealro de Santa i-.,.. ,1-
vido qne se observe o seguinle :
1 Todo e qualqllcr carro, quer de alu-
guel, querde particrihres, logo que ohegar
ao thealro, e liver largado as pessoas que
conduzir, ira lomar urna pos i (lo em duas
ou mais ordens na praca que lica entre o
Iheatro, e as casas da ra denominada de
Santa Isabel, a cornecar do porto do Lam-
pean que lica no ceulro, c em frente da dita
pra^a.
2. Nenhum carro sahir da posicao que
lica ordenada para receber as pessoas que
tiver coi.diizido, senao isoladamenlo indo
receber essas pessoas junto a arcada central
da frente do theatro-, seguindn' dahi pela
fenlo do palacio, e deste, na directo da
ra da Cadeia Kmquanto um carro nao sa-
bir da frente do thealro, ontro nao podera
aproximar-so.
3." Os cavallos das pessoas que lorem
montadas, bem como dos ordenanzas das au-
toridades, se conservaro no espado de ter-
reno que lica a esquerda do thealro, entro
este ea casa da guarifa, o ah serao piocura-
dos por seus donos para mqnLarem, e nunca
em frcute-rl [rltMB
da a mesma direcgaoTlOi fSrroS.
4." A falta de r,-iservancia do que cima
Rea ordenado,abriga os infractores a prisao
por desobediencia.
SecrelarU da iiolicia de ternainbuco 9 de
fevereiro de 1857.O chele de polica de po-
lica, l'olycarpo Lopes do Lefio.
equiji. .
suear ; a Johii'lon Patcr & Compaiihia. Perlence
THEATRO
santa Isabel
TERCA-FEIRA 10 DE MARCO.
* *
Riicita extraordinaria.
Kepresentar-selia o drama em 3 actos
AGargalhda.
Jnao Caelano fara' a parte de Andr, po' ella
creada.
Itwnalara' o espectculo a graciosa comedia em 1
acto
\ PAIWO ROMNTICA-
Os billietes aooommeodadoi e o relo qua existe
ailiaine a venda no escrlplorle do thealro.
Principiar i 8 lloras.
334i5i> --, b.
1 'en lo sabida Je Nevv-Bedford, lia 31 mezes, a pes-
ca, galera americana John NVills, de 366 loue-
ladas.'capitao A. Bess*. equipagem 21), ca'rga acei-
te de peixe ; ao capila >. Vuio refrecar e s?tue
para o mesmo porto. Pe:lence a New-Bedfnrd.
Liverpool37 das, barc insleza al.inda, de 212
toneladas, capilo Thom.iz Mar 11, e.irg faienda e mais gneros ; a Soulliall,
. Mellorf & Companhia. Pertonce a Whely.
Navio sabidos no mesmo dia.
ParaVapor braileiro Solimoes, commandante o
capilo-leneiie Jos Segundino Uomenoro. Cn-
dor 12 africanos livres, rem>tlido pelo governo.
Rio de Janeiroirrigue brasilciro Sanitario, capi-
lla Jos Manoe. {""mu, carga asocar mais ge-
ntrai. Passaaeiro. Francitro Marques de l.emos
Kibeiro, Ciro lio DiaV Moreira e 2 escravas, An-
. Ionio Francisco, J.i.'io i-'rancisco to Santos .Mon-
donra, Rusa Delphina M'aria di,s Virgen^.
Marselbali-r i franceza Guslaven, capillo Lais-
n, caros a-sucar.
Rio de Janeiro por MaceiPolaca brasileira Ze-
laaa II-, Sapillo Augusto liom.-s da Silva, i-arj.i
sal e lii.-iiin. Passaneiro, JoSo Kodolplie de
Miranda e 1 escravo.
."uvios entrados no na !l.
Aracaju'II das, petaca sarda Anna, de 2IKI to-
neladas, capitn pHubi Csele, eqirpagem 9, car-
ga assucar ; a Basto A_- l.emos. Veio recalier or-
dens e egoe para (ennva. Perlence a Ararajo'.
Huellan118 bs, barca din.unarqoeza oAniro-
klusn.de 370 lonelada, eapllio C. Barman, equi-
pagem 15, carga medeira ; a arden*. Veio refres-
car e segoe.para Liverpool. I'eileure a Apenrade.
Navios sabidos no mesmo dia.
Ncw-Bi'dfcirdGalera americana John Wills, com
a iii'sina carga que Irouxe. Suspendeu do la-
ineirlo.
Liverpool pela ParahihaBarca ingleta aChasea,
com a mesma carga que trouxe. Suspenden do
laroeirao.
Ufarles.
O Dr. Manoel Duarte de Paria, subdelegado
da fregoe'.ia do Santo Antonio do Repite
etc.
Fac.o saber a quem convier, ai'A de nito'se
chamar a ignorancia o art. 140 do reg.la-
menlo dos ihcatros dn 3 de dezembrj de
1841, o qual diz <> seguinle :
Sitio consentir' que as partos, escadas, e
corredores se conservem pessoas paradas
impedindo a entrada c sabida, na incommo-
dando de qualqurr modo os que entrarem,
ou sabirem ; nem que os bilhetes do entrada
se venda por maior prego do que oeslabc-
lecido. quer por conta empreza.quer de par-
ticulares, que os tenham comprado para os
tornar a vender, itccife 6 de margo de 1857.
Dr. Faria.
0 procurador da cmara municipal desta
PARA O UIO DE JANEIRO
va i seguir com toda brevidade-o brigue bra-
sileiro Elvira ; a tem grande parte do car-
regamnlo promplo": para o resto, passa-
geiros e escravos a frote, para os quaes tem
bous commodos. trala-se com o consigna-
tario Jos Joaquim Das Fernandes, ra da
Cadeia do Recife.
ParH o Kio Grande du Hu\
Sahe com brevidade o briguc Melampo, por
ter parte da carga prompta : quem quizer
carregar o resto enlcnda-se com o capitn
do mesmo, Jos Jlonteiro de Almeida, ou
com o seu consignatario Manoel Alves Guer-
ra, na ra do Trapicho n. 14.
Para o Porto pretende seguir com bre-
vidade a galera portogueza Bracharense,
por ter a maior parle de sua carga prompta :
para o resto e passageiros, para os quaes
otlerece bous commodos, trala-se con os
consignatarios Thomaz de Aquino Konseca
A Filho, na ra do Vigario n. 19, primeiro
andar.
Epera-e um vapor de-la cnmpanliia, que devia
sabir de Marselba no da 15 de fevereiro, e rtepuis
da demora do costume, segu para B.hia e Rio de
Janeiro : qnalquer informarlo, com os ageolfl N,
O. Bieber & C, na ra da 'Cruz n. 4.
"It

O brigueescuna nacional GRACIOSA,
capitfio Joa Jos de Souza, com destino
ao Para', t/ndo de fazer escala pelo M i-
ranhao, pode receber para e'tte porto al-
jjumas miudezas, equem tiver de carregar
seja ale quinta-feira 1 pura tratar, na rna do Trapicha n. 16,
serjtnido andar, escrptorio do consigna-
tario Antonio de Almeida Gomes.
i\ %
C. II. Pracger.lendode fazer umaviagem
n com sua ramilla, far I Mino, por intervengo
ti3 casa, consistado em solas de Jacaranda o i^*
amarello. odas mesmas madeiras consol)
c un pedras e sem ellas, mesas para meio dv
sala, crdeiras de balanco le bracos e usuaes,
guarda loucas. guarda roanas, mesas de jan-
lar elstica, aparador, lavatorios com por-
tcnces, commodas.bercos, leitos de ferro, a-
parelhos de louca lina para jantar e sobre-
mesa.para almoco.che caf,erystaes,ianter-
nas,candieiro,vasos p,r- flores e pira choi-
ros, quadros com molduras douradas, touca-
dores eespe hos.e muitosoutros valiososar-
tigos, inclusive um soberbo piano novo, um
relogio de ouro patente*soisso etc. : sexia-
feira 13 do corrente, as 10 horas da manbSa
na ra Nova n. 71, segn lo andar.
Saunders Broihers & C", faro lcilSo.
por intervenido do agento O.ivcira, do 30
baisas de 12 queiios cada urna, desembar-
cadas de bordo da barca eConheatb: quarta
fe ira 11 do cirrente, as 10 horas d. tnanha,
del'ronte da*fescada da alfitilcga.
0 agente Pestaa far leililo de grande
quantidade de obras do maraen as novas e
usada, consiste em cadeiras, mesas, sotas,
marquezas, loucas, vnlros etc assnn como
vctnlera no mesmo dia, de urna [.cssoa que
so retira para fura do imperio, um casal do
moleques de 9 a 10 anuos, 1 miilatinho de
8 a 9 anuos, 1 prela de lodos os servcog, de
idade24anuos, e vender m particular una
escolente mulatinha, bonita figura do if
para 12annos que tud.o se achara aexame
dos compradores em seu armazem na ra da
Cadeia do Reciten.55: quarta-feira n do
corrente as 11 da mauhaa.
0 agente liorja tara leilao em seu ar-
mazem, na ra do Collegio n. 1>, d (00 bar-
ricas de ccmenlo da melbor qualidade co
uhecida, com lou.ue de ava ia, as quucs se
entregaran pelo maior proco iifierecido.
visto que nao ha limite de prego algum, e
se acnarSo expostas no upradiio armazem,
sexta-feira 13do crrente as onze horas d
manhfia.
Leilao de p ixe para liquidacao.
0 agente Pestaa fara leilao do cerca do 30
barns com peixo chernc salgado, desembar-
cado ltimamente da i|(ia deS. Miguel : ler-
ca-feira, 10 do crrenle, no armazem do Sr.
Annos defroule d alandega, as onze horas
da manhaa.
O DR. CIJA II Y. participa aos sens ami-
:os, e a lodos que Dalla quizerem deposi-
<-.;
v-3 l" 'ua eonHasja, que leerlo vollado da ;-"%
.'v provincia da Babia, contina a prestar-se "JP
'J com promiilidAo e elo, no ctercicio de
@ sua prolissao qualquer hora do dia e -
;ja noite. ;:".
^ Aos pobre, cmmilta! gratis, das 7 as 9 *'
^J lloras da manhaa. -'S
Aos 5>rs.
do
aCfideiuicos
qui ti) a no.
Exislc um pequeo numero de exempla-
res do compendio do Dr. Francisco de Pau-
la Baplista, os quaes se vendom a 5-5em bro-
ehuraeo/ encadernados : na loja da ra do
Quuimado n. 10.
Na ra do Brum n. 22, armazem, ha
para vender grandes jarros azues para llo-
res, que se vendom em conta ; para amos-
tra tem na loja de louca de Justino Amonio
Pinto, alraz do Corpo Santo.
PiTftVE IM
Os melbores relogios de ouro, patento in-
glez, vendem-sc no cscriptorio do agente
oliveira, rja da Cadeia do llecife n. 6, pri-
meiro andar.
Veiidc-S! urna muala do bonita figu-
ra, de idado 17 anuos, ettgoinmadeira, cozt-
nheira e doceira, e prepara o cabello a urna
senhora : na ra Direita n. 60.
%A 80 rs. cadaS
lenco.
m
de j
aueiro.
Segu rom brevida 'e o palhboto Picda-
de : para carga, passageiros e escravos a tra-
to, traia-se com Caclaun Cyriaco da Costa
Moreira, na ra do Cadeia do Recite n. 2
Para Lisboa segu com toda a brevi-
dade o brigue nortuguez Viajante : quem
ne mesmo quizer carregar ou ir de passa-
geiii, para o que lem aceiados commodos,
dirija-se aos enn.-i gnatarios Thomaz de A-
quiuo Konseca & 1-ilho, na ra do Vigario n.
19, primeiro andar, ou com o capilao do
inusto o Sr. Manoel ios Sanios.
PARA UACEIO'.
Espera-se do assu' por estes Jias a escuna
nacional Linda, que devera seguir para o
porto cima indicado, dous dias depois da
chegada .- recebe, nicamente
O agente Uorja em seu armazem na ra
lo Collegio ti. I j tara leilao de um esplen-
dido sorlimculo de obras de marcineiria de
todas as qualidades, urna grande quantida-
de de calungas, vasos, enfeiles e mais objec-
tos de linissima porcclan.i, do goslos moder-
nissnnos, anda aqu nao vislos, k ouiros
muitos arligos, qiio lora enfadonlio enume-
ra-los ; assim como uina rica mobilia .le ja-
caranda' com podra, l ptima secretaria,
guarda vestidos, guarda roupas, COinmodas,
toilettes, lavatorios, guarda louca, mesas de
janlar e mais movis ulensis de casa, per-
tencentes a urna familia, que so reina para
a Europa, o bem assim diver.os escravos
mocos de ambos os sexos, com habilidades,
e prnprios para todo o servico, ;s quaes so
acharaoespoStOS no dia do loifao, no refe-
rido armazem. Uuarta-feira ti do crrente
as II lloras da manilla.
JosO Soares de Azevedo, professor de
lingua e htieratura nacional, no Gymnasio
dcsla cidade, mu lou a sua residencia para
a pra?a da hoa-VisIa n. 2, esquina da ra do
Hospicio, e ah tem iberio um curso de gco-
graphia e historia, e outro de relhorica e
poelica : as pessoas que quizeiem seguir
urna ou outra deslas disciplinas, pdetn di-
rigir-so a indicada residencia, demaiaa
para aquello porto, a tratar com'&lMrdo i ^ ^''^ JC ,ardC 1ua,'uer,,or
terrena aliar, ou na ra da Cadeia com I *'
Antonio Pedro das Noves.
Para a 1 labia segu em poucos dias
veleiroe bem conheci lo h.aie .Novo tilinda
por leraSMior parle .la car.a prompta : pa-
la o resto da carga traia-se no e.scriptono
de Domingor "

Pura a Bal,
--Ow .jo >> i. ( i i ji, ., ii
?0S AWas Malhou, ra de Apollo n.
ia
O veleiro ebem conhecido palhabotc bra-
sileira bous Amigos, he esperado da Baha a
ando muilas pessoas solicitado eiemplare do re-
lalorio com que o E\m. Sr. presidente da provincia
ahrio.a sessJo da asscmlilea legislativa provincial, S.
Exc. perinitlio qoe um numero sufliciente de xem-
plares fosse eipasln a' vend!, para ser o sen pro-
duelo applicado a' eaixa dos orphjkM dn eholera-
morbus : cada eieltplar do re la torio sera'vendido
por ISVXIrs. ; as pessoas que subscreverem ale 1 i do
corrente, para cujo Uro esta' aberla a sabscripcio na
livraria ti. i> e ti da praca da Independencia. O mi-
me e o numero dos ciemplares que subscreverem
m

J' Na rna do Oueimado n. 10, loja de San- ^
5 '0? Coelho, vendemse lencinhos de caa ^;
Jto para meninas e meninos, polo preco de 80 ,-
^_ rs. cada um ; a elles que estao te ac- i?
& bando. @
Continua a estar fgido o preto Jos
crilo de tainos as costas e tornozelos bo-
tados para fora, por causa de bobas, com
Panos no rosto dos dous lados, suppoe-
se ter seguido o lugar de Jngazeira aonde elle
tem mili : quem o pegar leve-o a ra da
Guia n 30, que sera recompensado.
Ua-se dinbeiro a juros soh hypolheca
em bens de raiz, ou soh (Irmas, bem conhe-
cidas, e acreditadas : na ra Queimado loja
n. 14, se dir com quem se dove tratar.
--- VenJe-s-i um moleque de 14 a 15 aums
de idade, sem vicios e achaques, nicamen-
te por seu senbor nao necessitar do seus ser-
vidos : n ra da Cruz n 35, primein an-
dar.
- E. A. liurle, retiu-separa a Europa, e
deixa por seus procuradores os Srs LuizJos
11. de Souza.Jos Joaquim do 0. Concalves e
Claudio Dub.Hix.
Vende-se um par de consolos, nina
marqueza, e um par de lantornas, ludo em
bom uso ; na ra Direita n. 101.
Compram-se pos do mangabeira : na
ra larga lo Rosario u 12.
Cumpram-se patacOes brasilQiros e hes-
pauhoes a 20010 : na na da Cadeia do llecife
loja do cambio n. 38
-- Compra-s-i um piano 1'ortA em segun-
da mSi, escola do melho.lo Castalio de Gatii-
f=Tompram-so escravos, e recebe-se para
vauder de commissao: na ra Direila
1. 3.
') secretario da vcueraval'ordeni terceira de
San francisco de ("linda, convida os seas irmans,
para que scxla-fdira 13 do correle comparecam or-
nados com leus habito pela 2 hura da tarde na
iurej.i dame-ina ordem, para Mic>irpo>ra nhar a procisao do Sr. .los Pasto, por convite da
mesma irmandadi1.
Preria-s de ."1O.I5 a premio com letras pasa-
veis a 2. 3, 1, 5a (i nieges ; e para garanta das
quaes se faz livpjllieca em urna escrava do valor .le
1:200?.
Peraonla-sa a Sra. Mi'ia Clementina llodii-
sues, sean precisa mais da cerlula.i da doa^ao (eita
as suas lilhas pelo padre Francisco Dias de Oliveira,
e se por ventura requerer e mandar passar orna c=r-
til.lo he negocio de cassua la '.'
Koifa-se ao Sr. ||. J.jde O. 1". de comparecer na
cartorio do labellllo Sa'. onde se da' solacio dete-
tres avisos : O ultimo he da proprio iulrese.
Na ra do Ouro cui urna das caa do Sr. Joa-
quim Mara de Carvallm. precisa Manuel Jos da
Mulla fallar a negocio de grande lotoreaa com al-
siim lier.teiro do nado Sr. Antonio Germano Ri-
gueira Pinto ca Silva, oujn negocio multo iuteressa
aos mesmns senhores.
Joaquim Juvencio da Silva arrela um "rande
saino da propricdale ern qoe tem o seu anna/.em de
assucar no caes de Apollo, entre as duas puntes do
Recife, prnprio para eseriblorio, por ser qua.i lodo
circulado de varan las, pira deposd.i de la/endas, ou
para qualquer outro c talt leriineuto em ponto
grande : a tratar cun o mrsmo.
. L'm professor de insincero primaria,
asss habilitado, por isso que alm da thoo-
ria, rene muita pralica doensiuo, se olfe-
reco para leccionar.gramaiatica portugueza
em algum collegio nesta citado, c lambem r.
dar lindes por casas particulares, sendo es-
tas lias freguezias de Santo Antonio e Recife
somentc : quem pretender dirija se a ra
da Cuia n. 42.
Os Srs. : Dr. Jlo los Innncenclo Pog-
ge, Dr. Sergio Eerre.ra, Dr. Jos Quiutno de
Castro Lefio, Joaquini Bernardo de Mendon-
ga, e l'raiicisco Jos Alves de Carvalho, t-m
cartas vindas do Norte na ra do Crespo
n 17.
Prec3a-se de um criado que saba bo-
lear, Iivre ou escravo poraluguel: na ra
do Oneimada n. 4t>, primeiro andar.
Senhores redactores. Constando-m que,
o ,S'r. Can ido Eustaqui Cesar de Mello, que
fora engeitai 1 na cisa do minha linada mai,
a Sr.s I). Anna llenedicta lio iventura do Car-
ino, o por esta criado e educado, inculca-se
de saber o segrelo com que aquella linada
cura va as pessoas mordidas por animaos a-
tacados da hydr.-phobia, o que mesmo tem
feito alguns curativos, segrelo este que ella
consorvava com a maior cautela ; julguei
do met rigoroso deve declarar ao respeita-
ve! publico, pan bem da humani iade, e pa-
ra salvar o crdito daquellu remedio adqui-
rido por um longa experiencia dnuiaisde
60 anuos de sua explic.i(;ao, que esso senhor
que hojease acha dosavi 10 da nossa casa,nao
licou na posse icste importante segrelo que
hoje existe so em uisii po 1er, vislo ter falle-
cido urna rniulia irmfia, que lambem o sa-
bia ; e tanto StO'heassim, que leudo elle
curado um ci, esle no lim do alguns das
damiiou-se, o iine ain la nao acouieccu com
aquelles que lee;n sido curados por nos.
KOgo-lhes, seniuires red .cloros, o f.vor de
dar publicidade em seu eslimavel jornal des
las mal tragadas linhas para escl-roc nenio
do publico, com o que tnaito favor fara a
quem he.
De V. S. consume leitor, amigo e obri-
gado.
llecife ti de margo de 1857.Joao Sergio
Cesar de Andrade.
MONTE PI PHILARMNICO.
Quarta feira ll do corrento, eslacao a San-
ta Cecilia, pialende a irinaudade- da mesma
(.loriosa Virgem Marlyr, installar o Monte
Po Phil irmanieo ; praza a Dos que os
seus instituidores saibam comprehender a
ulllidade e lint de t.io benfica inslituicfio.
Precisa-se 'e uina ama de leiic na ra
do Crespo n. 0, deposito de velas.
Compra-se urna preu de meia idade,
que n.io tetilla vicios, nem achaques, que
cozinhe o diario do urna casa : a tratar na
ra Direita n. 36,1.- andar, ou na ruado
Calderciro 11. 4, sobrado.
Rita Francisca Paes de Audrado, viuva
de Prancisco de Camino Paes de Audrado,
esta prncedendo o iuvemario, dos bens de
seu fallecido marido, pede a seus credores,
que jusliliquetn suas divi las.
Precisa-sc de duas amas para cozinha 1
0 engommado : na ra da Cruz n. 24. .
NC da 6 do corrente, 2 escravos, Isido- !
rio, crilo, que representa ter 30 annos, es-
tatura alta, corpo regular, pomas grossas,
ps grandcs.pouca 011 nenhnma barba, los,
poiem o veidadciro nome he Malhcus, esta-i
tura ajla, representa ter 50 annos temos
psicheios de cravos, que precisa andar de \
aplcalas, quebrado do urna varilha, ambos !
sabiiam com a roupa do servico que senSo
sabe de que usam, lodos dous sabiram ar- !
mados a clavinote roga-se as autoridades
policiacs, capilaos decampo, que OS pren-
dara OU faga 111 prender, leva-Ios a sua senho-
ra, viuva de Sebaslifio Antonio p Bar reto no
engenno Rodizio, freguezia de s. Lourenco,
ou nesta praca, ra da Cadeia n 28, queso*
rao generosamente recompensados.
- ti abaixo assignado avisa a Indas as I
pessoas que tem penhores em seu poder, na
ra da Penba n. 25, c que ha tnuito lempo
nSo tem pago os juros vencidos, tenham al
bondade de vir pagar no espago de 15 dias,
a com r do dia 9 do corrente ao dia 24 do I
msalo mez, e quem assim nio oflzer,serfio
vendidos os ditos penhores para pagamento
do principal e juros. Recite 9 de margo de
1857.Joaquim Jos Pereira.
Lourengo Augusto da Silva Santa Bar-
bara retira-so para a Babia, o se alguem se
julgar seu crodor, queira apresenlar sua
conia no prazo de 8 dias, em seu armazom
na ra da Cruz 11 50.
A pessoa quo for dono de un quaito
1 desapparecido no dia 27 do mez prximo
passado, o qual foi apprelvn lido pela poli-
ca c acha-se eni deposito, podo ditigir-se a
Soled lo a entrar la estrada de Joao de Bar-
ros, casa n. 9, dando perantn subdelegada
os signaos cortos c justificagoes lgaos Ihe
sera entregue.
i No bolequim do theatro de Santa-Isa-
bel vende-se um capillo por 160 rs., c urna
i garrafa do cerveja por 1/000 Isto nao val
I meo, senhor do hniequim, continu quo a
polica nem sempra dormo.
HE FAVOR.
OSr. P. da s\ M. mande entregar na ra
do Crespn. 9, a chave da casa da ra da
, C... n. 4t... -- por ora smente oslo pedido.
Aluga-sc a csa terreaua ra dos Pra-
, zares, que lem portfio para a roa do Jasmim,
com commodos para gran ie familia, quin-
til todo murado e he:n plantado: a tratar
na mesma, das as 10 horas da manhfia.
Wa ra do Rrum n. 22, no tercelro an-
idar, precisa-se de tima ama para lavar roupa
:de meninos e engommar, anda mesmo
.sendo escrava; pagi-se bem.
--- O abaixo assignado faz sciente, que
' pessoa nenhuma faga negocio com a casa e
mais bens deixados por fallecimcnto de A-
dolpho Manoel Camello de Mello Araujo, da
villa do Iguarassu', em quanto os herdeiros
do dito casal senfio*mostraron! desembara-
cadOS de tres leltras da quanlia de 139^980,
e protesta contra quem tal negocio fizer.
Recife 6 do margo de 1857.
Pedro Ignacio Raptisla.
Responde-se ao detractor, autor do
annuucio intituladotota tusina pulblica-
do no Liberal de 7 de marran, que he falso o
que allirma de nao lerem sido pegos os em-
pregados e srvenles da capatzia de seus
salarios do mez de fevereiro prximo passa-
do, pois que no dia t d corrento ou recebi
do Sr. Cuaresma a quanlia de l:32OJO00 pa-
ra fazer o (lagamenlo de laes e npregados,
oque nao leve lugar por falta do troco c rrf
notas miudas, 110 que enconirei difticulda-
do ; mas no da 7 pela manhfia leve lugar o
mesmo pagamento: entretanto, o Sr. (Jua-
resma recebeu sua porcontagem do mez
prximo passado noMia 7 as 3 t|3 horas da
tarde. E isto explico por deferencia ao pu-
blico, e tifio como cavaco a esso goso, que
ladra ao Sr. uaresm injustamente- Recife
9 de margo de 1857. vigia pagador
Jos Antonio Maia.

^ '^9
; KTV 'iDt*Ji .
l-KDRAS PRECIOSAS- ?
m
v
Aderecoa de hrilhanles, S
diamantes e perolas.pol- %
veiras, alOcetei, brincos
e ro/elas, hotoese aunis ffi
de dirTertiitcs nosic.s i> diversas pedras do valor. ?;
MOREIRA i DASTE.
i.*..'*. Ul 9UR1YM
Ra do Cabuga' n 7.
-.t -o m ****-.
OEBI PBAT\.
i Aderemos completos de
3 ouro.moiosdito, poleei- 1
* ras. alfineles, brincos
l roiels,cordes.tri<-e- ,
: lins, medalhas,crreme ?
Compram
vendan ou *
bri-
... ...|........ *v.,.,r,ii 1,11 -
trocam prata, ouro, bri- J
Ihante,diamntese pero- ^
las, e outras quae-quer *'
joiasde valor, a dinheiro w
ou por obras.
? ?. < :**+ 1 ', x
>tf.C;?l> i:; flor t<"- ,! c enfeiles para reloaw, e *
, ., t outrosmoilosobjeclosda |
aossv-i|)!>rt:stld '<-
ropa eis obfN lio mais
m tit'.ritu iftxso, (.aii-
to -.. Franca como
? oarn.
? Apparelhos completo. *
I >' prata, para oha, han- ^
.-dejas, salvas, eastice,
'* colheresdesopaedecha,
J e mullo- outrus nbjeclas ^
de prata.
.... i-m >-?.><.?,?*
isooa, as quaes se vendem por
prego (MMiimoito como eostuiiiam.
COSDLTORi 0 IdltOPiTKO
Dcseja-se comprar urna casa terrea quo te-
olia 30 palmos de frente, pouco mais ou me-
nos, commodos para familia, e nis segua-
les ras desla cidade : Camboa do Carmo,
Santa Th'ereza o ru*.,dM Cruzes : a tratar
na ra Direita n. ?bjj oV
--- OfT-'ieco-se ut'a pessoa com as habili-
tagOes necessanas para caixeiro do qualquc>
estabelocimento, menos de cscriptorio, on
mesmo para feiler de algum sitio, dando
abonadores a sua conducta, viajo nilo ser
niho Mesta, porcm sim de uiha das provin-
cias do norte: quem precisar annuucio para
ser procurado.
Precisa-se de nma ama que saiba co-
zinhar, paga-se bem agradando no pateo
do Tergo n. 4.
--- Offerecc-se um parilinho de 12 anuos
de idade para criado : quem o pretender,
dirija-so a ra Direita, loja de miudezas, no
Tundo da igreja do Livraincnto.
--- Declara o abaixo assignado, que des-
do o dia 19 de fevereiro do corrente anuo,
deixou de ser caixeiro do Sr. Joaquim Eran-
cisco l.avra por motivos justos Feliciano
Eleuterio do Horizonte P.rasil-iro.
REFUTARA DE REG & lIAltllETO, .NO
MIIM'EIUO.
No deposito desta reGnaria, na ra da Ca-
deia do llecife n. 30. ha sempre assucar rc-
(iiiadodo superior qualidade, tanto em p
como em .torros e era pues, por preco mais
commodo de que em outra qualquer parle.
Adolpho Mullor vai a Europa.
- Aluga-se na Passagem da Magdalena,
antes de chegar a ponte grande, urna Casa
comsot80.de tnuit s commodos para gran-
de familia os pretendentes -dirijam-se ab
Trapiche Novo n. i, prlmeir6 andar.
L'm mogo de 18 annos, que tem pratica
de negocio, offereci-se para caixeiro de
qualquer cstabeleciincnlo. prefarindo ar-
mazem de asSUCtr, o da fiador Je sua con-
duela : quem de seu prest tno precisar, po-
de procurar na ra da Cruz n 19, a qual-
quer hora do dia.
Da-se pelo carrelo torra ecalica pro-
pria para aterro : na ra do Qucimado n. 4*.
Jos Perein Cesar, braaiieiro, vai a
Europa, o deixa por procuradores os Srs
Jos feixeira Lcile, coronel Joo Jos de
Gouvcia e Aiilouio liamos.
iteuc.
Quem deseja ser criado c di fiador a sua
conduela, procure no pateo do Carino n. 9,
primeiro andar.
^S--9&sje*MtJ>stfj>a
S 3mu"ti &icilui,
w A mesa regedora ra irmaadado de Sania W
2" Cecilia, na inreja de Nossa Sapnura do l.ivra-
9 monto, tem mareado o n.i II ,U> corrente '*
* me/.. eiraiustaUrilo do Munte-Pi, Pliilarm.i- !'
W mea, segando aa disput^oea da sen compro- -
* mis-o, e para e-te lim "couvi la a lo los os f
S seus iriuio profettorc a romparererem lio H
t consistorio da mesma irmandade, no refn.io i4
dia, ,is 0 horas d.i manhaa, para dita instala- ^ .
ca cao, licaudo cciios que lodos e pre-laiao a Sjb
X$ un acto tao ju-lo o s.iulo, a que nos pro- C3 I
J) pomos. gj I
; '- : P99 i !-- 99 $
U Dr. em medicina Antonio Agrepino'
Xavier de Brilo mudou sua residencia para
a ra da Palma 11. 13, onJe pode ser procu-
rado para o exercieio de sua proRssSo.
Trocam-se tres ricas mi gens de pe-
dra. S. Jos, .Nosse Senhora e Menino Dos :
na ruada Praia 11. 51, segundo andar.
\. Scblappriz vai a Europa.
- Vendem-se saccas cun ni 11 lio milito
h-n. acondicionado : na ra do Hangel n. 4.
*- a v 9 a
W O Dr. Unacio Firmo Xavier fai pul,ln-u, A
!lue mudou sua residencia para o seu sitio,
) n 1 Passagem .ia Uacdalana, que Dea ao por-
..; le .la aslrapa entre a pumo raudo e a do
.".; Choro-Meniuo e ahi tem preparado uina
a casa de sauf, cun i.nijs u cpmmodoa, para
3 o tratameiiin de escravos, cujos eulioros re-
J> silam Tora da prira, ou que nao os postan! 9 ;
;{! corar em snaa proprias ca-as : quem para is- 5=
c toqolzer-se ulilisar dos aeas arrieos mediew, ac
q.ie -eiSo d-scmpeiihailos com o maior telo, i
dirija-te ao paleo dv Carmo 11. 9, primeiro m\
| andar, mi 11,, referido sitio da Magdalena. S
..3SJJiSi3-9#^.s*k9%9
-T- A pessoa (jie quer comprar um enge
nho com as proporgoes constantes do seu
annuucio publicado no Diario de S do cr-
lente, po le entetider-se com o Sr. Guilher-
me da Silva Guimaraes, cm sua loja da ra
do Crespn 3, que bedara as precisas i u-
formagoes de um que so vendo, etieexcel-
lenle.
% aro suo Q'^s^ &2O0ttQ8#ft
cmr^bmo^en^X6"" "'^^^JiE'taot^en. tinturas como
cm glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por pregos bastante commodos :
HUECOS FIXOS.
Botica de 12 tubos grandes
Dita de 24 o n '
Dita de 36 o
Dita de 48 11 *
Dita de 60 11 u '
Tubos avulsos a \
raseos de tintura do meia oea!
Manual de medicina homeopatbica da Dr. Jahr en
Clonarlo dos termos de medicina
Medicina domestica do Dr. Ilenrv......
Tratamenlo do cholera morbus "
e-ertorio do Dr. Mello IforaM
- r ranetsco Jos Lopes vai Europa, e rftT rrnmna
deixa por seus procuradores, em primeiro llILHETES
lugar o Sr. Antonio Jos de Siqueira, cm so-
gundo o Sr. Manoel Antonio Montciro dos
Sanios, em terceuo o Sr. Joaquim Fernan-
dos da Silva Campos.
^ Becker, tendodeir no
fim do corrente meza lfit-
rop, roga aos seus deve-
jores <|tie liajain de ter a
bondade de satisfazer suas
con tas.
No dia 10 do corrente, pelas 9 horas
(ia manhaa, depois da audiencia que fizer o
*r. juiz de paz da freguezia d S. Jos, ira a
praga, por execug do Jolo Moreira Mar-
ques, por sou bstanle procurador nesta ci-
dade contra Andr Avelino da Silva, 6 cadei-
ras com assento de palhinha, 2 bancas, I ca-
ma dcarmagao de madeira de amarello, e 1
espelho velho, ludo avallado por 43>O00
Sala d
1(1/000
1M000
200000
25*000
300000
19000
2CO0O
0 dic-
2O9000 10/000 2/000
61000
D LOTEBI DO
RIU DE JUEaO.
Aos 20.000.?, io,ooo^r,
s.OOOs -i.OOOs.
Na praga da Indepen tencia, loja n. 33,
estao expostos a venda os novos bhetes
da terceira lotera Jas Salinas do Cabo Fri,
que foi extrahida de 3 a 5 do presente, cu-
jas listas devem chegar aqu pelo primeiro
vapor que sahir depois daquella data; o sor-
ttmento destes bilhetes lem urna numera-
gao de palpite.
Pede-seao IIIm. Sr. Antonio Rotclho
Pinlo de Mesquita, que baja de por em praga
a renda da casada ra Augusta n 94, que
ha quem de' maior renda que a presente.
Os senhores sacerdotes quo quizerem
celebrar missas rom a esmola de 1/000 por
cada urna, nos dias segunda, lerga cquarta-
feira da prsenle semana, cnmparegam em
a igreja da ordem terceira do Carmo.
Precisa-se de um preto bom para fazer
o servigo, na casa de um mogo eslrangeiro
praca do Corpo Santo n. 13, escriplorio.
SYSTEMA MEDICO DE IIOLLOWAY.
da USA,
Jos Leandro Martina Eilgueira, mestre de 5
oansa do alguns collegios Uesta cidade, at-l
lendendo o podido de algumas pessoas, abri
urna sala de ensno na roa da matriz ua Boa-
vista'n. 0, o qual propoe-se a ensinar todas
as nansas modernas boje adopudas nos
Bn salidade de ,'ioouo.
IoVaI. HOTEL'LONDON
26, ncwbridge steet Blackfriars
dinrrmeUrrl'Olyi-0red,e Keyscr a i'l'0'""'ur PILULAS IIOLLOWAY.
u tuiurmer messieurs les voyageurs au'il vi- ti--
ent de reprcudre l'hotol lloval a Londres tJSZXlSlSll esPeci!'C0- com|ioslo in-
lenu avee t,nt de succes pendan tis ^mcn""o hervaa medicmaes, nSo enn-
Prsoo prc, mr. C. de Kovser LWl i i aZZ^'S' ZS&Syf" "ZSZ'
entd'tre etierement reieubl elle,Jm-II^Si.SS^?^2ST!", ,n'ncia-
|e a complcigao mais delicada, he igualtr.cn-
seguro para desarreigar o mal
mais robusta ; he intcira-
em suas operagoes eeffei-
857. """" '.........|lus P's r"**" e remove as doengas de
O abaixo assignado, lilho do fallecido ^Squ^S *** *" """^ '
Mart.nho Jos de Souza. leudo na naite. ,ia i ".!b.(u*Lsejam-,
curadas rom
eslavam as por-
scu uso; con-
fortas, ilepois
intilmente todos os ou-
7" -\Iai|0Pl Joaquim da lloclla, subdito de
S. M. r., vai lazer urna viagem tora do im-
perio.
de haver tentado
tros remedios.
Asmis aducas nilo devem enlregar-sea
desesperacio; fagam um competente ensato
i!a>i .i 11 i ....... ..rt1. a ,.
rosa niedi-
beneticio da
jSj^S^J^ -uperarno o Z
ahm de poder eu tratar da devida liquida- d" VuUVm uas seguintes enferm.da-
foiii
Acham-se venda
ihinhas
Alporcas.
: Ampolas.
] Areias imal de;.
Aslhma.
! Clicas.
I Convulsflcs.
Debilidade- ou
ntiago.
PABi 1857.
asbemconhecdasfo-iue"l1ll,'!!d ou exle-
lumiias unpressas nesta typographia, duLffi
seguimos qualidades Debtltdade ou falta de
DITA SIMPLES, cometido alm dos mesze, 0T^as Para l"a|-
a le dos crculos e varias tabellas do ira- ,. que,r eousa-
postos geraes, provinciaes c municipaes; I "-'sl,lter'*-
prego........ ojq or de garganta.
DITA DE PORTA, a qual alm .ios meses, ~ de "friga.
lem explicacOes da indulgencias ccx-l'" nos nns.-
communboes. etc.; prego. 160 ,,ure'-i,J'o Vcntrc.
D-'iA DE ALMANAK, a qual alm dos niezes,; '-"'rnudades no ven-
contm o almanak civil, administrativo, j ,' .
commcrcial e industrial da .rovincia fc,crmidadcs no figa-
por.
50o i do-
Todas estas toNatnhas ^o' impressas cm ')iUs ven"eas.
bom papel e excellente tvpo, c vendem-se',,"xaqueca-
em porgan e a retalho : na'vraria da praca 5e7s,Re.'"-
da Independencia ns. 6 c 8. ores biliosas.
Vendem-se estas pilulas no eslahelccimen-
)e-|to geral de Londres n; 244. Strand, e na
loja.de todos os boticarios, droguistas e ou-
|ras pessoas cncarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, llavana e Hespanha.
Febres intermitientes
I'ebre 1 da especie.
Cotia.
Ilemorrhoidas.
ilydropi-ia.
Ictericia.
Indigcslocs.
Intlammagoes.
Irregularidades da
mensiruagiio.
I.omb icas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas n. cutis.
Obstrucgao do ventre.
: hiisira ou consump-
g.'.o pulmonar.
Ileteugao de ourina.
Khoumalismo.
-ymptoiuas secunda-
rios.
Tumores.
Ticu doloroso.
Cceras.
Venreo mal.)
de assucar
Deposito
rola da refiic&o do
Montero.
Vendem-se as bocetinhas aHOOrs. Cada
nma dellas conten urna instrucgao em por-
tugus para explicar o modo de se usar des-
las pilulas.
0 deposito geral he em casa do Sr. Soum
No largo do Paraizo n. 28, se encontra
sempre do assucar perola, de primeirae se-
gunda qualidade, sendo'a 200 rs. a libra da-
quella e 180 a deste, c lambem haver sem-
pre em pyramidcs de meia arroba, proprias I pliarmaceutico", na ra da Cruz n. 27
para presantes, licando o respelavel publico | l'ernambuco.
sciente que se enchem latas e barricas des-
se innocenle e maravilhoso producto da
i'diiu.i, para essa-e outras provincias. Ja a;i-
uunce. que o assucar perola he o unicj de
que se deve usar, pela pureza de sua subs-
tancia, tornando-sc, portante, recommenda-
do pelos mdicos mais habis q.t-.' temos a
honra de conheccr, e tanto isso he verdade,
que para minios tenho a satisfagan de for-
Boa fama.
Vendem se superiores macas pira condu-
giio do rounas em viagem, pelo barato psjba
de 5, 6, 7 e 8.3 cada urna, galheteiras com
todos 1 s vidros necssrios a 2?, ricay. car-
leiraa de Jacaranda e niogiin para so escre-
nerer o pciola. Quem dmidar da* pureza do ver e guardar todos os pe lences, proprios
assucar de quo fallo, pude ir a.grande tabrr- Para viagem a 8, 10, e 12; cada u.na, cosU-
ca uo Montero, donde tenho demasiada pre-' roirss riquissimas de jacarando com os re-
sumpgiio, que alm de maravillado, vultara I Partimentos Torrados de sed-, ecom muiln
convicto de que so do perola so devera fa- : gosto a 4, 5, 6, 7 e --, pente., milito linos pa-
zer uso. No mesmo cstab lecimento se acha ra ali-ar,piopriosparacri-arigasou para suis-
a venda cafe chumbado do Rio de Janeiro, sas a 3- rs-> pulecras -.o meiher gosto que
em carogoe moido, e quem tima vez experi- sc pode encnutraT a 2/, nca> cruzes de cor-
mentar desse caf, de outro'nao usara, sen- i nal"n*, carleirinhas pan lembrangas, gorras
do 0 de canigo a 200 rs. a libra, e. o moido a [ Para bomem, as mais rnoderuas que S'- pode
330, ena dos Indios, pilo do primeiro fabri- encontrar, sinetes com todas as letiras do
catite, todos os dias boltcbinhas recalia, di- abeedario, siteles proprios para namorados,
tas da fortuna, adiadas, estrellas, Tiiscniti- ricos frascos para cima de mesa.eoutras
nhos e bolachinbas de araruta; e nos do- i Biuitissimas galantarias, tu.o muilolinoc
mingos bavera pudinsa480a libra, fatias del*'e muif D0I,S gustos, asseverando-se a
Nanles, panquecas de leilo e ovos a 160 cada quem vier ver o rico surtimento, que sem-
uma, li'js cuche um pialo, e os doces ja P"1 ''"i51* "osle cslabelccimculo, nao deixa-
annuuciados su se preperam de encommen- la "''-' l,"r e".' o.ue empregue iiiuiltssimo bem
das dous das antes O dono desso estabeler SL'U "'nheiro : na ra do (Jueimado na
cimento agradoco cordialmenlo ao resucita- l":m conhecida loja de miudezas da boa la-
vel publico desla cidade, principalmente a
4
Si
f}
ma 11 33.
imro de lustre marca de
easteioa
pclles de couro de lustre de
prego de 4? e
Vendem-se pclles de
niiiiin supciior qualidade
4^300 : na ra do gucimado
a
na hm conbe-
Moendas
n* r:e nre-
seus amigos o freguezes, o aan com que so
leem dignado procora-Io para gastaren dos
excolleu.es gneros que lom expo-to a ven-
da no deposito acuna mencionado, e penho-
rado como lica, Ibes tributa a ,-iii sincera
gratido.
O abaixo assignado declara ao publio,
que Feliciano Eieulerio d'Oriete Brasileira c"la lnJ* Je miudezas da boa fama 11. 33.
deixou de ser sou caxeiro desJo o da l'J do
fevereiro, e por isso dispensado de toda e
qualquer transaegao .commcrcial de sua
casa. Joaquim Francisco Lavra:
Precisa-se de uina ama para ca-a de
pouca familia
gundo andar.
Precisa-se de urna lavadeira cengom-
madeira, de um I'oitor, de um bom cn/ufliei-
ro, e um criado, para Casa esliangeira : a Santo Amaro, acham-se para ven 1er arados
iralar na ra do Trapicho Kovo n. 12 primet- Je forro de um modello c coustruego muilo
ro andar. 1 superiores.
Ka fundigao de C. Starr ,\ Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender moen-
das de canna todas de ferro, de um modello o
nj ra do Hangel n. 40, se- coustruego muito aupa riore*.
Ar-ulos :.- ierro.
Na lundigao de C. Starr MELHOR EXEMF:

V

O


DIARIO DE PERNAMBUO, TERCA FE1BA 10 DE MARCO DE 1S.Y7.
. SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alliance.
Esubelecida cm Londres, em marco de 1824.
Capital cince milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., tero a honra da' in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
a quera mais convier que eslao plenamente au-
lotisados pela dita companhia para effscluar segu-
ros sobre edificios de. lijlo e pedra, cobertos da
tlha e igualmente sobre os objectos quecontiyerem
os mesraos edificios quer consista em mobilia ou
a fazandas de qualquer qualidade.
Substituido do
arcano a potassa
pelo barao prego e 5,200
por tima lata lioarmazeuide N. O.Bie-
ber & C, ra da Ciui
ii. 4.
ltcpartig3o da vacema.
O coinmissario vaccinador vaccina "nas
quintas e domingos de todas aa semanas, no
torrea"o da Alfandega, e nas tercas-fe i ras na
casa do sua residencia, primeiro andar do
sobrado da ra Nova, esquina da do Sol, das
7 as y lloras da maubitu.
Precisa-se alugar um preto possantc,
embora seja bruto, para ira ba i lia r mensal-
mente nesta typographia, dando-se o sus-
tento : na livraria ns. 6e8 da praga da In-
dependencia.
O

DENTISTA FRANCEZ.
Paulo (j.tignoui dealiatu, ra INova n. i!
na inesma caa tem agua e p* den Infice.
Na ra das Trintheiras n. 8, loja de
lartarugueiro, com a frente pintada de ver-
de, compra-se cliectivamente tartaruga, e
paga-se por mais prego do que em outra
qualquer parte.
Jos Joaquim da Cunha GuimarSes,
estabelecido com loja de tartarugueiro, na
ra das Trincheiras u. 8, quem entra ila ma-
triz ao lado direito, avisa ao respeilavel pu-
blico e aos seus' fregueses, que recebeu de
Franca um completo sorlimento da obras de
tartaruga, como penles para alar cabello de
dillerentes qualidades, ditos para alisar,
marra Id, c para meninas; alm (testas obras
tem no mesmo estabelecimento um bom sor-
limento de penles, oaixas, ludo ah fabri-
cado ; assim como se concerta qualquer
obra de tartaruga, por precos commodos.
AOS Hanles CIO bOlgOStO.
S5o chegadas loja de chapeos de sol do
aterro da Boa-Vistan. 22, as muito afamadas
e saborosas tamburas, em bocelinhas, pro-
prias para fazer-se presentes, chegadas lti-
mamente da Turqua ; cheguem, l'rcguezes,
que se vende barato.
Precisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, para' casa de pouca familia, e que
faca compras : na ra da Cruz n. 50, depo-
sito de charutos.
Precisa-se de nma ama de leite para
criar a urna menina de 3 mezes : na rna do
Collegio n..21,terceiro andar. Paga-se bear
Deposito
de jolas e obras de ouro do II. A. Kocllger
Companhia, de Hatnburgo, aterro da Boa-
Vista n. 11, onde se acha um rico sorlimen-
to de lodos os gneros destes artigos, que
se vendem por preco mais commodo do que
em nenhuma parte/ por sercm de propria
fabrica, em grosso e cm rctalho ; tambem
fazem-se aqu concertos desles arligos c
gravam-se sineles e seljos.
Feitor.
No engenho do Santa liosa, freguezia da
"Luz, precisa-se do um bom feitor para o
campo, o de um bom carreiro forro, e se for
escravo,compra-se.
ESTRADA DE FERRO
Lotera da pro-
vincia.
O Sr. thesoureiro manda fazet; publico
que se acbam a venda oeste escriplorio, rua i
da Aurora n. 26, primeiro andar, grande
porcSo do bilheles, meios e quartos da
primeira parte da sexta loteria do Gymnasio
Pernambucaiio, cujas rodas andam no da i i
do crrenle mez. .0 Sr. thesoureiro manda
declarar aos senhores jugadores, que exis-
luin numeraces sorttdas, como tambem
os billieles vendidos oeste escriptono nes-
sas ultimas lolerias tem sido muito afortu-
nados, por isso espera que clles concorre-
r;o para que .ciintinuailameute nao fiquem
tamaitas porgues de bilheles por vender,
como sempre tem lic?do! Thesouraria das
loteras 4'de marco de 1857.
Jos Jauuario Alves da Maia.
Escrivo das loleiias.
Lotera do Kio
de Janeiro.
Na praca da ludepeodencia n. 40, acham-
se a venda os novos bilheles da lotera ter-
ceira das Salinas do Cabo Fri, que devia
correr de 3 e 4 do presente. As lisias espe-
ramos pelo primeiro vapor que partir depois
dessa data. Os premios sero pagos de con-
lormidade aos nossos aununcios em a mes-
ma loja cima.
Agencia de passaporte e folha corrida.
Itua da Praia, 1* andar, n. 43.
Claudino do liego Lima, despachante pela
repartic&o da polica, tira passapurte e folha
con ida por commodo preco o com presteza.
Arrenda-se pelo lempo que convier ao
arrendatario, o engenho Sicupeminha, per-
lencenlea viuva e herdeiros de 1'. Antonio
de Sa Brrelo : a tratar com o tenente-cD-
ronel Barata, na rua da Cadeia de Santo An-
tonio.
uu^ummmsmu-tiMmuMumnm-, potassa
\ PUBLICO.
S$ No armazero de fazendas baratas, rua do
i* Collegio n." 2,
lt vende-se um compluto sorlimento de fa-
R zendas finas a yrossas, por mais barato
precos do que em oulra qualquer parte,
| lano em porces como a realho, afrian-
?3 cando-se aos compradores um s preco
Sg para lodos: eslu esiaboleciraenio abrio-se
3 de coinbinago com a maior parte das ca-
s* SU commerciaes nglezas, francesas, ali-
is mos e suissas, para vender fazendas mais
J3 em conta do que se tem vendido, e por isto
Mollerecera elle maiores vanlagens do que
outro qualquer; o proprielario desle im-
*| portante esiabelociinenlo convida iodos
Q os seus patricios, e ao publico em geral,
| para que venham (a bem dos seus inle-
SS resses) comprar fazendas baralas: no ar- jjj
33! mazem da rua do Collegio n. 2, deAn- JJJ
M ionio Luiz dos Santos & Rolim. j
rehilada em latas de seis
libras.
O antigo deposito da rua da Cadeia do Re-
cite n 12, recebeu agora urna porrino de po-
tassa refinada de superior qualidade, em la-
las de (! libras, que se vende por prego ra-
zoavel.
d BAKAT4S.
No armazein de fazendas da roa do Queima-
do n 27, eJoSo Jos de Gouveia, ven-
dem-se ns seguintes fazendas, a saber :
Grosdenapiede seda preta o co-
M vado 2*000 e 2-">ii
Sarja prcla lavrada o covado 2a, 25400 e 25800
Dita preta de lista o covado
Dita hespanhola, o covado
! Dita de seda ingleza, o covado
Chales de chaly de cores com listas
de seda
e- 3JS Ditos de dilos de cores bordados a
r- 3S Ditos de dito bordados a matiz a
2c40
2/200
o-jOOO
Azeile relinado muilo superior, pro-
prio para candieiros de todas as qualidades-
vende-se por prego commodo, na rua r"o
Trapiche n. 10
Na rua da Cruz n. 50, armazem de san-
ta Barbara iV aimpanhia, vendem-se efecti-
vamente caixoes vasios de todos os lania-
n los.
Cerveja ingleza
da maros Bass &C: ven-
Gomm$&.
Os iilj.-ijxu assignados, com loja de ounves
na rua do Cabuga n.-11, confronte ao pateo
da matriz e rua Nova, fazem publico, que
eslao recebendo continuadamente as mais
novas obras de ouro, tanto paca scuhora
como para homens c meninos : os procos
conlinuam razoaveis, e passam-se contas
com responsabilidade, especiticando a qua-
lidade do ouro de 14 ou 18 qutales, licando
assim sujeitos os mesmos por qualquer du-
vida. Seraphim clrmo.
Paga-se beni
a' olliciacs de funileiro quequeiram traba-
Ihar de jornal ou empreitada : na rua Nova,
defronte da igreja da Conceicfio.
Tintas
.-
d.valias qualidadci e alvaiade em barricas W
!S pequeuas : vende-se na rua da Cruz u. 10, ?
im casa de J. Pfaegcr & C. fi:
OJIOII
10*000
11^000
4 iOOOO
Compra-se papel de Itiario para em-
brulho : ua taberna n. 70, em Fra de Por-
tas, do Sr. Pedro Monteiro da Silva.
Compra-se urna grade de ferro liem
fornida, de 6 palmos para cima, c 4 de lar-
gura : a fallar no Passeio, loja n. 9.
Compram-sc Diarios a 100 rs. a libra, e
garrafas vasias a 80 res cada urna, ludo
isto he em qualquer porcao que appare-
Qa : na rua estrella do Bosario n. I, taberna
de Antonio Domingues de Almeida'Pocas.
Compra-se urna burra de Ierro bem
segura e moderna : quem livor equeira dar
em conta, anuuncie.
Compra-se urna casa trra com com-
modos para familia, nas freguezias de Santo
Antonio, S. Jos e Boa-Vista : trata-so na
rua Augusta n. 17,
Compram-sc effectivamente na rua das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e da divida provincial, assim
como aeros das diversas companhias aulo-
: i .-a.la.- pelo governo.
Compram-se 2 escravos de 14 a 16 an-
nos: a tratar no escriptorio de Jos Joa-
quim Das Fernandos, rua da Cadeia do P,e-
cife.
Compra-se urna casa meia-agua, que
no exceda seu aluguel de 4/a 5/rs., por
mez, em qualquer um dos Ires bairros a
tratar ua rua de Hortas n. 64, at as 9 horas
da manhSa, e a tarde das i horas em. diante
Compra-se urna escrava inosa, que
cosa bem, engomme e cozinhe : a tralar na
rua do Trapiche n. 14, primeiro andar.
Compra-se urna casa terrea boa, com
quintal no bairro da Boa-Vista : quem a ti-
ver para vender pode dirigir-sea rua da Ca-
deia do llecife, primeiro andar da casa n.
31, que achara com quem tratar.
:e-se no urmazeni iie ..
& '';. n- rua da
i). 10.
i'racger
Em casa de llfiir. Hrunn & Companhia, na
rua da Cruz n. 10, vende-seco^nacemcaiiinhai de
doaia.
MECHiHISSG Pili BI6F-
NAFUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
Kicas litas Hnas e moder
nas dos mol llores gostos
que se pode encontrar
se vendem na loja da boa fama na rua do
Qneimadon. 33e por precos que nSodeixam
Tacllas do ferro.
Cruz
Agencia
3>800
800
300
i.'")
1-500
15600
25800
800
15800
3-jOO
2/800
3/400
10/000
35000
90D
1 000
SvttS.
^:^rQmo^-Qo^
ilo Recife si. Francisco:
LIMITAO.
Emaxk tllamada.
O directores da Cumpanhia d Estrada de Ferro
do Ktrif ao San-Francisco, limitado, tem eiln a
quarlii chamada de duas librai slerlinas, ou ris
I75777,.sobre cada acc.3o, na dita companhia, qnal
deve MT paga al o da 0 de abril do correule anuo
de 187, na Bahia, em casa dos Srs. S. S. Daven-
porl & C, na corle, em casa dos Srs. Mau, Mac.
Gregor g C e em Peruambuco, no escriptorio da
Companhia.
U accionista que nao realisar o pagamenlo den-
tro do termo iuJicado, podar perder lodo direito
as aeces sobre as qnaes o dao pagamenlo nao se
liver etlectuado, e em lodo caso lera de pagir juros
ua razflo de "1 por cenlo'ao anno, e de nfto receber
juros ou dividendo da Companhia, pelo lempo que
decorrer entre o da indicado para o pagamenlo e a
sua n .ili-.i._.i .
Neohum auto de transferencia pode ser registrado
depois do dia 9 do correule, antes do pagamento da
chamada.
Por ordeni do directores.S. P. VEKEKEK,
thesoureiro.
Kecite 3 de mano de 1857.
Na rua larga do Kosario, esquina do
becco do Peixe Frito, no segundo andar do
sobrado n. 9, continu'a-se a dar comida para
fra com lodo o accio, e por prego muilo
em conta.
O abaixo assignado declara aos deve-
dores ue Aureliauo & Andrade, que nio pa-
guem seus dbitos senao ao abaixo assigna-
do, do contrario lerSo de pagar segunda
vez. Rccifo 13 de levereiro de 1857.
Manoel Jos Leite.
D-se a juros a quanlia de 9:5000000
sob boas firmas ou hypotheca em predios
' nesla cidade : nesta typographia se dir.
Precisa-se de um bom padeiro para
urna das principaes padarias da cidade da
Parahiba : a Iratar na rua da Cadeia'do Ite-
.cifo n. 7.
g Precisa-se de um pequeo para caixei-
ro de urna loja na cidade da Parahiba, dos
ltimos chegados: a iratar na rua da Cadeia
do Rccife n. 7.
Jos Antonio Comes Jnior encarre-
ga-se de negocios judiciaes, nao s dos seus
amigos residentes em diversas provincias do
imperio, mas de outra qualquer pessoa, para
o que pode ser procurado nos das uteis, das
9 horas da manlia as 2 da tarde, no largo
do Collegio 11. 6, primeiro andar, e a outra
qualquer hora, 11 a rua do .Sebo n. 35 D.
CHAPOS FRaNCEZES.
Vende se na rua, Direita 11. 61, chapeos
francezes muito superiores, chegados lti-
mamente de Pars, muito baratos, a 75500,
85000 e 85500.
jLoeria
COMPANHIA
real portugueza
Na casa de Joo Jos de Gouveia, rua do
Queiinado 11. 27, recebein-s assignaturas
para esta companhia, e podem examinar-so
seus estatutos, que se acham na nu-sma
casa
Vidal & Bastos deram procuracao bas-
tante ao sr. Antonio de Mello Magalhes,
para receber nesta praca as dividas constan-
tes da relaco que ai mev.no senhor entre-
gamos, por nos assignada, o que fazemos
publico para que nao se chamem a iguoran-
cja aquelles senhores devedores de que elle
enha de recebar. ItCCife 4 de margo de 185 7.
O l)eseja-c fallar aos credores de Domingos .
9 Jo> Vianna, que morou no .lislriclo da vil- *
j la do Cabo, e boje em Seriuhaem, a bem os y
,.; mesmos credores : a fallar ua rua da Cadeia 04
t do Ut-cile 11. 3,. piiiu-iin andar. 9
- Precisa-se de um caixeiro para escri-
ptorio, que tenha boa conducta e d fiador
a ella, e que emenda de esenpturacao por
partidas dobradas: ua rua do Araorim
11. 50.
Manoel Antonio dos Santos Fonles, re-
lira-se para fra da provincia.
- O advogado Manoel Caelano Sobres,
continua a residir na ruadas Laraugciras
n. 14.
Atttncao.
Quem tiyer uns caixilhos e um hlelo pa-
ra vender, dirija-se a rua dosQurteis, loja
n. 20, que achara com quem tratar.
- OUereco-se urna pessoa para adminis-
trador deengenhio, que tem as hahililaces
e piaticu necessaria, lanto para esta provin-
cia como para outra qualquer: a tralar na
rua do crespo, loja de Joo de Siqueira Fer-
r3o.
( ,1M l'Elllu'fHA iii:
cliapeosde sol do seda
a 4^000 e S,000 rs.
Na loja da rua do Queimado n. 17, ao p
da botica, vendem-se muito superiores cha-
peos de sol de seda de cores e pretos, pelo
barato preco de 4 e 5/uOO cada um, por te-
rem sido molhados venham depressa a-
quelles que quizerem da pechinha, que por
semelhaute prcQo s se vende a dinheiro a
vista.
Planta da cidade do Re-
cfe .
Vende-se a planta da cidade do Recife e
sous arrabaldes, feila pelo Sr. Dr. Jos Ma-
mede Alves Ferreira, por dez mil reis : na
livraria n. 6 e8 da praga da Independencia.
Alappa das distancias da
provincia.
Na livraria'.n. 6 e 8 da praga da Indepen-
dencia, vende-se o mappu das distancias
das diffcrenies villas da cidade entre si, e
relago a capilal da mesma'a mil reis.
Vende-se um cabnolel de 4 rodas, em
muito bom estado na egeheira iiue foi do
fallecido Jos Mana, rua das Flores.
Vendem-Ve 6 cadeiras, 1 sof, 1 touca-
dor de Jacaranda, 1 cor/imuda, 1 mesa de
j.miar elstica, 1 par Je bancas, ludo de
amarello, 1 espelhode pereda, ludo por pre-
go commodo : na rua das Cruzes n. 20, ta-
berna.
PALITO'S DE TODAS AS VIALIDADES.
Na rua do Crespo, loja 11. 13, existe para
vender um grande e variado sorlimento de
palitos de panno, casemiras claras e escuras,
com golas de velludo, que se vendem muilo
barato em razao da grande porcSo que se
comprou.
j\a loja da boa le
vende-se to barato que
admira :
Ditos decasemira lisos a
Ditos de retroz bordados a
Damasco de 13 e seda com 6 palmos
de largura, o covado a
Panno de iiuho superior qualidade
e largo, a vara
Canga amarella da India.muitolina,
o covado
Brim de linho branco entrelio, a
vara a
Panno atoalhado com 8 palmos de
largura, a vara
Corles de cambraias prelos com ba-
ilados para luto
Ditos de dita brancos bordados de
cor a
Cortes de collcte de fustao tinos com
barra a
Cortes de ce.scmiras de algodo de
bom goslo a
Pecinhas de bretanha de linha de 6
jardas a
Pecinhas decambraia branca bor-
dadas a
Lengos brancos de cambraia de li-
nho, a duzia
Chapeos de castor branco, lino, ca-
bega grande a
Ditos pretos linos, francez para me-
nino a
Camisas de meia finas a
Completo sorlimento de obras do
ISa para meninos, e p.r
Grvalas de diversas qualidades 600, 800 e 1
Luvas brancas de algodlo para ho-
moni o par .,gr,
Pannos de bonitas cores para mesa 3.3OOO
Redes grandes de Tocan a 25000
Ricos bonetes para abega tanto de
panno como de ganga a 8(000 e 35000
Laa para vestido;.
Vendem-se cortes de laa para vestido de
muilo bonitos pa Ires, e com 13 covados
cada corte, pelo baralissimo prego de 55000:
na rua do'Queimado n. 22, na bem condeci-
da loja da boa le.
Millio bom e ba-
rato.
Na taberna grande ao lado da igreja da So-
lcdadc, vendem-se saccas grandes com mi-
Iho novo, por prego commodo.
Vende-se um sitio com cssa de pedrat,e
cal, contendo a dita casa 2 salas, 4 quartos e
cozinha fra, sendo em ehSo proprio, e con-
tendo urna grande baixa decapim, e bastan-
tes arvoredos de fructo, no lugar de Pama-
meirim : a tralar nb Passeio publico, loja de
fazendas n. 7. .
Algodo moiistro, lie pe-
ehiticha.
da i'nndicao Low-Moor,
rua da &eiraala Pova
n. 42.
Nestc estabelecimento coulinu'a a haver
um completo sorlimento de moendas c meias
moandas para engenho, machinas de vapor
e laixas de ferro batido e coado de lodosos
lmannos para dito.
^ELOGIOS
Rua da Cadeia to Recife
n 18.
lia um sorlimento de relogios de todas as
qualidades, tanto de ouro como de prala,
ditos Meados c galvanisados, por prego ba-
ralissimo, ha lambem meios ehronometros,
de superior qualidade.
NIIKIRO DAVID W. DOW MAN, \\ 'i0 aKra'lar a0(s compradores, porque real-
RUA DO BRUM.PASSANDO 0 JtYSS****"* e ha """toorKlees-
FAR1Z,
lia seinpre um sraude st.ri imenlo dos e-uinles o'
jeclos ilenierliaiiisnio-prn|iriof paraiMitenbos.a sa- Na fundigo da Aurora em Santo Amaro,
bar: moeudaaenelai moeoda da mais moderna e tamliciu no deposit na rua do Brum, logo
conslrurcao ; laixas de ferro fundido ebalido.de na entrada, e deronle do arsenal dr'mari-
superiorqualidade e de lodosos tamanhos; roda | nha. ha sempr um grande sorlimento de
denudas para auua onamniaes de tudas as propor- lachas, lauto de labrica nacional como es-
coes; crivos eborcasileforiialliae rcislros de bo- tranceira 1 .1. 1 r. ah. ^
eiro,aguilhoes,brons.paralusosecaxilhes,.noi ui'6, S f""0"1*' Brande, pe-
nhosde mandioca.ele.ele uf ll, C ru"daS ; 6 Cnl "mbo-s 0s lu"
NA MESMA FLNICA'O. nWn^!S.8rl,d^?f!f!! c,rr',r -
ridadejacouhecida ecom a devidaprestezaecoro- | "*""'*
modidadeem pre^o.
BANDEJAS FINAS E BARA-
TAS.
Vendem-se bandejas finas e de varios ta-
manhos pelo barato prego de 1/500, 2#500,
39500 e 45 : na rua do' Queimado loja de
miudezas da boa lama n. 33.
LEQES FINOS.
Vendem-se lequcs muito finos com ricas
pinturas, espelhoe plumas
na rua do Oueimado loja
boa fama n. 33a
VENDEM-SE CAPACHOS
pi nUdos, comprido e redondos a 700 e 80o
rs.j.na rua do Queimado loja da boa f.1 a
n. 33.
Para escriptorios e carto-
*otassa
Vinho do Porto
de 1857
No armazem de Jos Joaquim Dias Fernan-
des, becco da Madre de Dos n. 12, vende-se
superior vinho velho do Porto, em caixas de
urna e duas duzias, por prego commodo.
Deposito
de rap priticeza da fabri-
ca de LGasse, no Rio
de anei-o.
Vende-se a prego commodo rap tino,
grosso e meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz 11. 49.
Vendem-se terrenos para edilicago na
estrada doManguiuniho, do do llecife, lado
esquerdo, junto as casas do Sr. .Vanoel l'e-
reira Teixeira, com 250 palmos de fundo e
de frente os que o comprador quizer : a tra-
lar na rua da Cadeia do llecife n. 9, 011 con
Jos Baptista hibeiro de Faria, no seusiti
da Estancia.
Vende-se a verdadeira grasa ingleza n.
97, dos afamados fabricantesDay & Mar-
tin, cm barricas de 15 duzias de potes:
em casa de James Crabtree v Companhia,
rua da Cruz n. 42.
virgem;
nos.
Vendem-se resmas de papel de nes _ melhor que he possivet haver a 6c, dito in-
V, SHM e V : ferior pouca.cousa a 39 e 3500, dito pique-
de miudezas da le muitissimo fino a 4c500 e ce, dito almaco
greve e marfim a 49, dito alnrago muiissimo
bom a 3;200, dito de cores em'quartos de
resma a 700 rs., grozas das verdadeiras pe-
nas de aoo bico de langa pelo barato preco
de ItfM, ditas muilo boas sem ser bico de
langa 500 rs., duzias de lapis muitiasimo fi-
a 320 rs., ditos proprios para riscar li-
e cal
O CARDA-LIVROS BRASILi'IRO, ou arte
da escripluragSo mercantil apropriada ao
COmmercio do Brasil : vende-se na rna ila
Vende-se algodlo monstro, com 8 palmos
de largura, muito proprio para toalhas c
lengoes, pelo diminuto prego de 600 rs. a
vara : nojoja da boa fu, rua do Queimado
n. 22.
Em casa de Timm Monsen & Vinassa,
praga do Corpo Santo 11. 13, ha para vender
um sorlir. ento completo de livros cm
branco.
Em casa de Timln Monsen iV^flf.
praga do Corpo Santo n. 13, ha para vei.
alguns pianos chegados no ultimo navio.
^arnacba.
Saccatcoip cera de carnauba : no arma-
zem deTasso Irmaos, na rua do Amorim
n. 35.
Sellins.
Us mais bemacabados sellins de pa-
tente inglez que eiistem no mercado;
a venda no armazem de Koslron
Itooker & C, esquina do largo do
Corpo Sauto n. 18.
o
Trapiche Novo n. 18. ha para vender :
I piano forle, novo e elegante, de fabri-
Grande sorti-
mentj de fazendas pretas
pfoprias para a qua-
resma*
Kicas manas de blond prelas e brancas.
li-ilKl
Jg-200
394OO
7.-50OO
85OOO
ll-TOOO
P
O aliixo
sortea :
1
1
1
1
1
DA
vdci.
assignado vendeu as seguinte:
meio numero 2231 1:500-,
dito > 1126 1 nu-
di lo 3415 1001
bilhele 1530 1005
dito 3108 50-
"O mesmo tem cxposlo 1 venda os seus fc-
li.zes bilhtttcs, meios a quartos ila primeira
parte da sexta' loteria do Gymnasio Per-
nambucano, nas lojas do costunie, os quacs
Dfio estiio sujeitos ao descont dos oito por
cenlo da lei. .
Por S.ilustiano de Aquinr Ferreira
Jos domnalo dos Santos Porto.
Precisa-se de urna ama para andar
com urna changa Je 8 mezes, dando-se bom
tratamenlo, e sendo ella de boa conduela :
a tratar na rua de Dorias n. 140.
I "- de linho grandes e pequeos,
(jrosaenaple pre'lo de ramacem, covado:
Dito dito liso muito encorpado, covado. .
Sarja piola yerdadeira hespanhola,covado.
Setim preto macao para vetlido, covado. .
fauno prelo lino prava de 33000 a..............
Caaamira prnaselim elstica, coile. .
Corles de collelesde velludo prelo e de cor
Curtes de dilos de gafgofto de 6eda miudi-
nlio...................
I.enoos de selim prelos e de gorguiao para
cravala................
Gravalinhas de selim prelo de urna volla e
de duns.................
Chales de merim> bordados a \elludu. .
Ditos de dilo bordados a seda........
Hilos de lio com lislra de seda.......
Dilos de Oilo com barra matizada.....
Udos da ditos com franja de laa......
Ditos de laa adamascados...........
Illcos corles de laa de raiiasera matisada
com 15 covados............
lirosdenaple de cores para veslidos, covado
.Mauritania de seda com vara de larsuia,
covado. .... ............
Chaly de seda com llores malisada*.covado
1'rsuliiia de seta com llslrai matliadaf,
covado.................
Seda de quadros da novos p.idroes, covado.
Froadelina de seda de quadros, covado .
Duqucza de -eda de ramagem, covado. .
Kicas la para ve-lidos de enhora.covado.
Mllulid de con mu lindas, c,ovaJo .
Cilas trncalas finas............
Casias franceaa ce cures lisas, vara. .
Pablos tic alpaca prela lina e de cor. .
Corniolas de al|> a preta e de cor.....
Em frenli? do becro da Connregarfio pascada a bo-
tica a segunda lija de fazendas.
. Itoga-se a todas as pessoas que tive-
rem piano nara se concertar, desde o nij.no
passado, 110 eslabelocimonto de pianos da
rua Nova, de J P. Vogeley, queivan vir bus-
car os mesmos nestes 8 "dias, do contrario
serfio vendidos em lei 13o para pagamento
dos concertos. itecife 7 de marco de 1857.
Precisa se> de urna cozinheira : na rua
do Queimado 11. 1.
Kicos pannos para mesa pelo dimi-
nuto prego de
Brimbranco trancado de puro li-
nho, vara
Dito pardo liso de puro linho, vara
Brim de quadriuhos, ade padres
muito bonitos, covado
Canga amarella franceza, muilo li-
na, covado
Fil de linho liso muito lino, vara
Cito dito Com llores, dito, vara
Cambraias francezas de lindus pa-
;' |j i Chitas francezas muito finas, de pa-
dioes novos, covado
Camisas de riscado muito bem fei-
las e muilo bonilas
Palitos pretos muilo bem feilos
Ditos de brim pardo de puro linho
Camisas de meia muito linas
Bicos lencos de tilet
bordada t matiz
Dilos ditos de cambraia muilo fina
com bico de linho
Luvas de seda de lindas cores, com
ricas bolo;as, o par
Ditas de dita de lindas cores, bor-
dadas e ehl'eiladas
Ditas pretas de torgal
Chales lisos de merino, de lindas
cores
Gravalinhas de cassa, de padrees
muito bonitos
l.engos brancos de cambraia
Ditos ditos de dita com barra de cor
Ditos de linho proprios para rap
com palma
33000
13440
640
200
320
81.0
1C280
3^0
320
1;500
4-000
3;000
1/000
50000
10200
1*280
2/000
1-OQO
43500
240
-\"
240
400
Na rua Direita n. 19, ha para vender
cha de familia muito superior, da-se amos-
tras, a IjOOrs. a libra, batatas muito novas
a 14160 a arroba, em canastras pequeas,
que s tem urna arroba, queijos muito fres-
caes chegados pelo vapor, a 19600 cada um.
[\a loja das seis
portas
Km frente do Livrameuto
A dous tusles o covado de riscado fran-
cez, que nao desbota, lengos de seda para
pescogo de senhora a dez instos, luvas de
seda pretas e de cores a dez tuslCes, lengos
de retroz pretos e de cores, matisados, a dez
cante afamado em Londres.
Grata ingleza n.97,de Day & Marim.
Tinta de escrever do fabricante Arnold.
linfas em nleo de vanas cores.
Cabos da ttussia.
Crystallria.
Agurdenla de Franra em barril.
\ inho S"herr> dem.
Fruclasem conservas ingleza*.
Papel para carias.
Livros para copiar dilo
Candieiros de candelabros de brema.
A^o em barra para molas de carro.
Euos para carro.
Chicles para dito.
ludolmus de ouro cobeilos e dascobeilos. fifi
\-logios je pfe.eiiie
nglezesdeouro, desabnete edevidio:
vendem-seaprec,oraz.oavel,erri casa de
AugustoG.de Abrcu, natuada Cadeia
do Kccifc, armazem 11. 56.
.v
i
o
B

m
f
A3$50<
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, ssim como potassa da flussia verda-
deira : na praga do Corpo Santo n. 11.
Moinhos de vento
com bombas derepuxopara regar hortas ha-
la de capim : na tundicao de 1). W. Bowmau
na rua do Brum ns. 6. 8 e 10.
FARINHA
He Trieste.
Vende-se em casa de Saunders Brolhers & C. n
praca do Corpo Santo n. II, a muilo superior ehem
conhecida familia de Trieste, da marcaprimeira
qualidadecliecada em 9 do carrele na escuna
Pfeil", em porc.oessrandes e pequeas,conforme e
vontadedo comprador.
TAIXAS PARA ENGENHO.
?( fundipo de ferro de D. W. Bowmann ua
rua da Brum, passando o chafariz, contina ha-
lusles, cambraias para cortinados a tres TerumcoPlel sorlimepl da aixes de ferro f un
mil rs. a pega, manguitos de cambraia a dez d'do e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes |
instos, camisinhas de cambraia, bordadas,
para senhora a dous mil ts. ; ac tudo d-sc
amostra,levando penhor que equivalha o va-
lor do que se quer ver.
No antigo c ja bem conhecido deposito da
rua da Cadeia do Kccife, escritorio 11. 12,
lia para vender muito superior potassa da
ilussia, dita do Itio de Janeiro, e cal virgem
de Lisboa em pedra, tudo a precos muito fa-
voraveis, com os quacs (icariio os compra-
dores sallsfeitos.
Para quem estiver de luto.
Vende-se na rua do Queimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n. 33,
voltas pretas linas e ordinarias, ricos alhne-
tes, ricas pulceiras, e ricas rozetas, ludo do
melhor goslo que se pode encontrar e por
prego que n3o dei&ara de agradar aos se
nhores compradores.
Nalojadaboaf
vende-se o mais barato
possivt 1 :
Crosdepir'- 1 .
co .
r-
j covodo 1
..mito tino com sal-
I'. os, proprio para collcles, o
covado 19000
Casemira preta lina, o covado jOOO
Panno fino azul, o covado 3/000
Lengos pretos de seda para grva-
la, meio lengo 1/000
Meias pretaj de seda muito supe-
riores, o par 2c000
Casemira de quadriuhos pretos
muilo fina, o covado
Cortes de collcles de fustao
UitOS de ditos de dito tino
Ditos de dilos muito superiores
Crosdenaples de seda de lindas
cores, oxovado 2.?O00
Cortea de vestidos de fazenda de
seda muilo linda
Selins lisos de cores, o covado
Manas pretas de fil bordadas de
seda
Veos prelos de fil bordados de seda
Cambraias adamascadas, prorrias
para cortinados, pegas de 20 varas 7/000
Ditas para coberlas, de bonitos pa-
drees, o covado 200
e alm disto ha u..... 3 sorlimento de
fazendas (mas o^..,o.us. que vendem-se por
pregos ISo commodos, que ninguem deixa-
ra de comprar; assim coir.o chapeos do
Chille muito finos, que se vendem por me-
nos que em ontra parte : na rua do Queima-
do n. 22, 'toa bem conhecida loja da boa f.
FITAS DE YELDO.
Vendem-se litas de veludo pretas e de co-
res, estritas elargas, lisaseaberlasde mui-
to bons gestos, pelo barato prego de 160,
320, 400, 500 e 600 rs., na rua do Queimado
na loja de miudezas da boa fama n. 33-
XAROPE
DO
vros a 800 rs., canelas de osso torneadas para
peonas de ago a 120 rs., caivetes finissimo.-
de urna a quatro fi.lhas a t, 2, 3, 4, e ou-
tras mais cousas que se vende barato ; na
rua do Queimado na bem conhecida loja tfe
miudezas da boa fama n. 33.
&0tt*.t>0* rftfjfcti
1/000
500
laOOO
1/600
18/000
800
!2jO00
10000
e assim outras mullas fazendas que vendem-
se por menos que em qualquer oulra -parle :
na rua do Queimado. nos iiuairo ennlns n
Queimado, nos quatro canlos ti.
--', na loja da boa f.
^ende-se
18*100
9*100
69300
59000
I96OO
:i*K)
.OalK)
294OO
196fl0
1*1111)
a planta da
cidade do Recife e seusar-
rab tldes: aa ruido Cres-
po, junto o arco de tatito
Antonio, loja Jos NOg*ueira de Seza.
Vende-se feijSo muiaiinho muito novo
com principio de bicho, por prego muito
arroz pilado muito bom. velas de
na rua do Vigario n. 3.
Vende-se urna prela dea 17a 18 anuos
de idado, de bonita figura : na rua da Cadeia
Velha n. 33.
Bailes e theatrns.
A loja da rua Nova n. recebeu pelo ul-
timo navio fiancez, ricos enfoites para ca.-
bega de scuhoras, o vende por commodo
prego.
Ultimo gosto
A loja da rua Nova n. 4 recebeu pelo ul-
timo navio francez, ricos chapeos para me-
ninos e meninas.
Chapaos de iioHk.
Vendem-se chapeos de molla do ultimo
goslo do Paris : na rua Mova n.*4.
la loja
das seis portas
F.M FRENTE BO LlVRAMEiMO.
A cinco patacas o covado de sarja hespa-
nhola, larga, tuibrcza de differenles largu-
ras, qualidades eprego, saias para senhoras
a dous mil reis, cortes de vestidos brancos'
com douS e tres babados a dous mil reis ca-
da um, corte s de cassa chita com 7 varas a
quatro patacas, riscado trangado pararou-
pa de escravos a seis vintens o covado, chi-
tas escolas a meia pataca, e de cores a seis
vintens, e todas ns mais fazendas, por pre-
gos menores do que em outra loja:
Vende-se um sobrado detriorado, com
chios proprios, em linda na rua deS. lien-
to, ad erle-sc que he o ultimo defronte da
igreja : na rua estrella do Rosario n. Si, se-
gundo andar. Na mesma casa precisa-se de
urna ama de leite.
Cortes de laa
de
ar.ham-se a venda,por eprego commodo c com
proniptido: embarcam-s oucarregaM-se mear
ro semdospeza ao comprador.
Em casa de Saunders Brolhers C. prac
do Corpo Santn. 11 ,ia para vendar o seguinta
Ferro inglez.
Pueda Suecia.
Alcatro de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo lizo para saccas.
Dito en trancado igual ao da Babia
E um completo sorlimento da fazendas proprio
para este mercado : tudo por prego commodo.
*"*,
couiiiiDdo
1*100 carnauba
19)00
900
si 10
7-JII
320
2H0
100
iiioo
jiOO
(11
id ros de cores
3#000.
Vendem-se ua rua do Queimado n. 21 A,
cortes de lia de quadros, de lindos goslos, (
e dfio-se as amostras com penhor, palitos
de ganga de cores a 4/000!
francezes.
de
orles de las
raiua^eni e flores miu>
d-sa $$ o corte.
Na ruado Queimado n. 21 A, vendem-se
corles de ISas de ramagem e llores miudas,
e do-se os corles a moslra com penhor.
Vende-se pnico muito proprio para
canario do imperio a 100 rs. a libra: defron-
te da Uelacao n. 28.
CERA DB CARKABA.
Vende-se cera de carnauba de boa quali-
dade : na rua da Cadeia do Recife, loja
n. 50.
Em casa de Rabc Schtnettau <\ Companhia,
rua da Cadeia n. 37, veudem-so elegantes
planos do afamado fabricante Traumann de
Hamburgo.
Reioi ios
de ouro, de patente inglez; veiidetn-se no
armazem de liostron Itooker A Companhia,
esquinado largo do Corpo Santo n. 48.
N. O. Bieber & Companhia, rua da
Cruz n. 4, vendem :
Lonas da Ilussia.
dem nglezas.
rinzio.
lirios da Ilussia.
Vinho de Madcira.
Algodo para saceos de aasucr.
A^odSoziilio '.':;> Baha
para saceos de assuear .' vende-se em casa
Foi transferido o deposito desle xarope para a bo
tica de Jos da Cruz Santos, narui fiova n. 53',
garrafas >'....., e meias 38000, sendo falso toda
aquello que nSofor vendido nesle deposito,palo
quesefaz o presente aviso.
IMPORTARTE PARA 0PIRL1C0.
Para curade phtjsicaem todo.'osseusdifleren
icarios, quermolivada por consliparnes, tosse
astlima, pleuriz. escarns desaoue, drde cos-
tados e peitn, palpitarlo no'coraban, coqueluche
bronclole, dorna garganta, e todas asmolestia
dos argfoi pulmonares.
Ociilos e lunetas de leda
as qualidades
Vendem-sesuperiores neuloscom armagSo
de tartaruga de todas as graduagocs a 38000,
ditos muito lions com armagOes douradas a
19800, ditos dilos com armagoes prateada,
1?, ditos ditos comarmago de ago a 800 e
10, lunetas com armagao de tartaruga a 18
ditas redondas equadradas debaleia a 500
rs., ditas de dous vidros armago debaleia
a 18600, e outros oculos mais que se vendem
por prego barato na loja da boa fama na rua
do Uueimado n. 33.
E.veovas de todas as quali-
dades.
Vendem-se ricas escovas nglezas para
roupa, o melhor que pode haver e de nova
invengaoa3;, ditas francezas muilo boas
a 1?, 19500 e 29000, ditas para cbelo ingle-
zas e francezas a 18200 e 28, ditas para den-
les ingle/.ase franaezas a 400, 500 e 600 rs.,
ditas para unhas dita dita a 240, 500 e 18, e
outrasqualidades mais baratas, que tudo se
vende na rua do Queimado na bem conheci-
da loja de miudezas da boa fama n. 33.
VINHO DO PORTO GEN LINO.
Vende-se ptimo vinho do Porto em barris de
quartoeoilavo, por precorazoavel: na ruada Ca-
deia do Recite u. 13, escriplorio de Hallar & Oli-
veira.
Vinho do Porto, superior chamico.
Km caixasdc 2 duzaseem barris deoilavo, re-
cenlemenlechegadopclo bripucTrovadovnde-
se nicamente no armazem de Barroca c\ Castro, us
rua da Cadeia do Itecife 11. 4.
elogios
coberlos e decoberlos, pequeos e srandes, de ouro,
patente inslez, para homem e senhora, de um dos
melhorei fabricantes de Liverpool, viDdos pelo ulh-
11111 paquete inclez : em casa de Soulhall Mellur &
Companhia, rua do Torres o. 38.
Meias de todas ;.s qua I i;
d;tdes.
Vendem-se muito boas meias de seda par
de N. O. llieber Companhia, rua da Cruz tas e brancas para senhoras pelo barato pre-
11. 4. I co de 2/500,ditas de lai para padres a 18800,
H ,(,,..:. |lirotl. I ditas de fio de Kscocia pintadas para homem
t* .1.IIIIO 1) .. 110. I pe|0 baralissimo prego de 400 e 500, ditas
Vendem-se duzias de facas e garfos de ca-1 brancas e cruas para homem a 200, 24 e
bo de marfim de boa qualidade a 10., ditas 1280 rs., ditas pintadas e brancas para nieni-
ditos de cabo de ba lauro muito finas a fi/, I nos a 0 e 300 rs., ditas brancas, finas para
ditas ditos cabo roligo c oitavado a 3s, du-1 meninas a 240 rs., ditas brancas para se-
ziasde colheres de metal principe a'38 e 69:|nitores a 24", 300 c 400 rs., ditas pretas de
ditas de metal mais ordinario a 800 e 18400, | algodlo para padres a 600 rs., e mitras mais
e outras muitas cousas que se vende barato, qualidades que se vendem barato na rua do
Anda fgido desde 28 de levereiro pr-
ximo passado, o preto Joo, de nagSo llen-
guella, idade 20annos, principia a uhir-lhe
a barba, he de boa altura, tem os pes gran- 1
des e os calcanharos crescidos para traz,
lem urna cicatriz em um dos bracos, e anda
quasi sempre bebado, vagabundo pelas ras.
Homnido pelos coberlos que eslao ao p
dos trapiches, e pelas 1 inmensas oseadas que
licain aberlas toda a noile : pede-se a todas
as autoridades de polica, rondas e capiiies
de campo que o virera,-.o prendam e conde-
za m-o ao largo da Trompe, sobrado n. 1,
que tem taberna por baixo, que serio bem
recompensados.
Fugio no dia 24 de fevereiro (indo, da
da cidade de Nazarelh da Malla, um
nilio de nome Silvestre, de 14 a unos
ui ade, pouco mais ou menos, com os sig-
naos seguintes : altura a da idade, cabellos
andados e prelos, n3o lem muilo cabello.
rosto redondo, pes e m3os bem fetos, rosto
carnudo, beigos grossos, tem urna cicatriz
nacova do tornozello do p esquerdo, ha
pouco deu um pequeo Ulho em nma das
maos, olhos regulares; saino levando ca-
misa azul, caiga de algodo de lislra e cha-
peo de palha, prendendo a calca com cinlu-
rao de sola, usa a camisa por cima da caifa ;
foi comprado a Plinio Augusto Cavalcanli
deAlbuquerque, do engenho Culinguba da
comarca de Nazarelh : quem o pegar leve-o
a sej senhor, ou nesta praca, na rua do
Queimado n. 8, ou na Soledade n. 33 ao ce-
pttao Antonio Alves de Paiva, que aera ge-
uerosamente recompensado. Prolesu-se
desde ja contra qualquer pessoa que Ihe
d couto. Consta ter sido visto, c por pessoa
que o conhece, na rua do Crespo, na sexla-
feira, 27 do mesmo mez de fevereiro.
Fugio no dia 2 de mareo corrente o es-
cravo cnoulo, de nome Hypolito, estatura
pouco cima da regular, secco do corpo,
cara redonda, beicos grossos, pouca barba,
orelhas pequmas. falla descansada, fdade-.il
annos, Tallo de alguns denles na frente, per-
nas linas, pos grandes, olUcial de sapaleiro '
cozmheiro, sabe irabalhar em casa de cal-
deiras de engenho de assuear, sabe 1er e es-
crever, e por isso bastante ladino, e lalvez
queira passar por forro, mudando de nome :
levou um embrolho, contando urna hcela
com doce, uns jornaes e urna carta, tudo
com enderego a urna pessoa ; he a segunda
lugida que faz, sendo que da primeira, que
leve logara il de Janeiro desteanno, voltou
padrinhado : quem o pegar leve a sen se-
nhor, morador na rua das Aguas-Verdes n.
o, 'tue ser recompensado.
esappareceu na terca-feira do enlni-
de, de casa do abaixo assignado, em Apipu-
cos, o seu escravo Cypriano, com os signaos
seguintes: preto, gordo, baixo; levou ca-
misa de madapolao, calca azul e chapeo de ^
fellro preto, bastante conhecido por ter S'do
protocolisla do carlorio de orpbSosdo ab.-
xo assignado, e he lilho do Maranbo ;
isso roga-se aos capitiles de navio n3o r
passagem ao mesmo, pois anda fugid
pede-se aos capitSes de campo e iniii ^aasafa),
soas liajaiii de o apprebender e lvenlo ao ,
pateo do Hospital n. 26, ou ao dilo carlorio \
que serao recompensados.
Floriano Corris de Brito.
Fugio no dia 6 de Janeiro do corrente
anno a preta Joanna, a qual he baixa e aecca
do corpo, desdentada na frente, cor rula,
bastante ladina, maos pequeas, e dedos
cunos, tem no brago direito a marca do
ferro da trra dclla.II. representa 35 a
40 annos, pouco mais ou menos, alguns ca-
bello brancos na coroa da cabega, porem
muito poucos, costuma inculcar-se de forra,
e dar o nomo trocado : quem a pegar ou
dola souber dar noticia, o fara na casa de
seu senhor Antonio Brochado Soares Cu-
marries, no pateo do Hospial, ou na rua
larga do Bosario sobrado o. t, que sera cra-
tiheado.
Continua a estar fgido o escravo
Antonio, Cassange, de idade 36 mos, pou-
co mais ou menos, com os signaes seguin-
tes : altura regular, cangueiro no anda/, cor
preta, rosto redondo, sem barba, costas lim-
pas, cheio do corpo, conversa pouca, foi es-
cravo do finado t.aetano i.onglve. da Co-
lilla, e fugio no mez de julho do anno pr-
ximo passado, suppe-se acha.r agasalhado
por alguem, para as parles do sul desta pro-
vincia: a pessoa que o a reprehender, sera
gratificada com 1008000, que os receber na
occasiSo da entrega do dilo escravo, no en-
genho Curgahi da enmarca de No d'Alho,
ou no Recie, na rua da Guia n. 64, segundo
andar; tambem s gratificara a quero der
noticia do mesmo escravo com 508000.
Fugio de oordo do tingue brasileiro
Melampo, na i.oiie do dia 8 do corrente um
negro de neme Marcelino, nag.lo Cabi'nda
altura reg'jlar, secco do corno, rosto com-
pndo, barba serrada e cria suissa, com falla
de denles na frente, e consta andar vestido
com paleto, e calgado : quem o pegar leve-o
a bordo do dito navio, junto ao caes do Pas-
seio Publico, ou a casa de seu consignatario
Mar.oel Alves Guerra, na rua do Trapiche n
14, que sera bem recompensado.
Anda continua a estar fgido o prelo
cnoulo, de nome SebastiSo, com o*sigiiaes
seguintes : he quebrado, falto de denles na
parte superior, altura regular, barba pouca,
he muilo corlez ; levou camisa azul e calca
de chita ; Toi visto ha lempos no lugar do
'achanga, donde be tilho ; desconfia-se es-
tar nesse lugar acoulado : pede-se as au'.o-
ridades policiaes e capitSes de campo o uc o
apprehendam e levem-o a rna Direita M
que se recompensara bem.
Fugio na manhSa do dia 5 d-., mez pr-
ximo passado um mulatinho de dadrdc 1
annos, de nome SebaaliBo, cor 'ricueira, ca-
bclli s cafapnhos e avcrmcll lados. mSos
ps baslante grandes c gros.-os. MfBct) re-
gulares, e robusto ; levou Camisa o caiga de
ilgodSo listrado de azul, foi visto montado
n'um ravallo em um comlioy de assuear, se-
guindo a estrada do noria, e por isto suppe-
se estar em algum engenho : roga-se a to-
das as autoridades policiaes e capitSes de
campo que o apprehendam c levem-o a sen
senhor o Dr. Kilippe Lopes Ketlo, na rua No-
va 11. 69, que serao generosamente recom-
pensados.
na rua do Queimado na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
Queimado, na bem conhecida loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
1'ER.N. : TYP. DE II. F. DB FAMA NT
'
MELHOR EXEMF
~> /*"*.

j



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