Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06656


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Full Text
t
1
ANNO XXXIII B. Sa.
Por 3 mezes adiantados 4$000s
Por o mezes vencidos 4$500.
SEGIXDA FEIRA DE M\R(;ft DE .837,
Por anno adiantado 15$00.
Porte franco para o subscriptor.
-. ama-sa i i
KNCXKREUADOS DA SITRSCRIPCVO NO NORTE.
Ptrihiba o Br. Joo Bodolpho Gomes : Naul, o Sr. Joa-
qun) i. Pireira Jnior; Araeaty, o Sr. A. da Lenso Braga ;
Ceart, o Sr. J. Jos da Oliieira ; Maranhao, o Sr. loaquim Mnr-
Saea Rodrigue! ; Piauiv, o 8r. Domingoi Herculano A. Peuoa
eirense; Para', oSr. Juitino J. Kamoi: Amazoaai, o Ir. Jero-
nymo da Coila.
PARTIDA DOSCORREIOS.
dimita : lu.l.e o lia*. a. o e mcia horas 4o >l..t.
luiiti.ii.~i. Goiaana a Parabiba : aai tenadas atHlas-faira-..
g. aiii.....Beierros. Bonito, fanura, MimiIm ilaraiilinii-: n.i iet-(,i-i.-
S. I..iiifiir.i I'.-..-.1'AI li, iNai.iri'11.. MlMupiro, Brt|u. IV-.|ii.tj. la
(,.ra. Klore, > i^.i-lk-ll.i. Boa-Ybta, Ori.-utx Ral na Cabo, lacyaca, -i.Tinii....m. tVio-Komiu-o. ITna. ttarrelf-M, aVgoa-Pn
Pitienli.ira. e Vilal : >|uinl.is-feira*.
(Todoe oi corran" parli-ro as 10 I101.14 da Bala.
AUDIENCIAS DOS TRIBUXAKS DA CAPITAL.
Tribunal do commercio .- seguoda.il quintal.
Relatan ; tarcas-reirs e labbados.
Faienda : quartai e sabhados a 10 horas.
Juio do eommerclo: segundas as 10 horas e quintal ao malo-da.
Juizo de orphaos : segundas e quintas as 10 horas.
nmcira vara do eivel: segundas e senas ao meio-dia.
Segunda Tara do crel: queras e labbados ao meio-dia.
KPIIE.MKItIDES l)<> MEZ DE MARCO.
3 Quarto crescenie as 2 huras e ti minulosda urde,
lo La cheia a 1 lu>ra e 58 minutos da /arde.
is Ruarlo min^nianie asi horas e l-S minuto di manlia.
25 La nova as8 horasel' minulosda urde.
I'HKWI vi; DE 114JE.
Primeira as 1 horas e >< minutos da tarde.
Segundeas 3 horas e t*s minutos da uianhaa
DAS DA SEMANA.
'.* Secunda, s. francisca Romana miiv.
10 Terca. S. Uilittio ni. ; Ss. Dioiht.no e AMulo-, ib.
11 Quaria. Ss. Dandido, ilt-rarliu e Jolino Hm.
22 l.liiioU. S. li repon .Magno p. doutor da igr.
13 Sata. Ss. Mirdoncio e Carhtini Uro.
1 Sabido, s. M.iilul.!< lanilla ; i. Aliodisin tu.
15 Domingo. 3. da Quaresma S. Heortque Re.
EXt.AlUtKt.Altos DA BCHCRIPQAO NO Sil.
Alagoas.o Sr. Claudino Falcao Das ; Baha, o Sr. D. Duprai
Rio de Janeiro, o Sr. Juao Fereira Martina.
EM PERNAMULCU
O propneiario do DIARIO Manoel Figueiroa dt tarta, na na
livraria. praca da Independencia ns. 8 e 8.
PARTE

*.
MINISTERIO DA LEKRA.
Jrvi^ajiaciro.Ministerio dos nesocios da guer-
ra ero 18 dt1 fevereiro de 1857.
lllm. e Ei.-o- Sr.llatendo por bem S. M. o lm-
oendot omei* a V. Esc. para Inspector do lercei-
rodistrictode'iofanlaria, na conformidade do de-
creto n. 187* d :it de aneiro do corrente anno,
axial o dec'aro a V. Exc. pura sua intelligencia.
lieos g'iarde a V. Ec.Marqoez de Caxias.Sr.
Aatoaiu Correa Seara.
f
\
\

OOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente de da de marceo.
OflieioAo Exm. general commandante (las ar-
mas.__No oflieio inclu > em original, que V. Ese
me devolver, ojaii presidente do jory me partici-
pa, que nio Ihe lendo sido apresenlada honlem al
i t hora da larde a guarda destinada aquella tri-
bunal, vira-se elle obrigado, para nao licarem io-
lerrompidos os respectivos trabalhos, a' reqoisilar ao
cornmandante do corpo de polica a remessa do
reo que tinha de serjulgado naquelle dll, e per-
lenee ao referido corpo, era cujo quartel se ada
preso.
Sirva-te, pois, V. Etc. de dar as providencias
que rhe parecerera mais convenieotts acerca desse
objecto.
DitoAo ebefe de polica, diiendo-lhe que a the-
ooraria provincial lera ordena para pagar a conta
das despeas Caitas coru o sustento e diela dos presos
pobres da casa de clelem;,i no mez passado.
DitoAo commandante da estaco naval^ pj
mandar seguir para o presidio de Fersaadd, o va-
por Beberibe, levando a san bordo o coronel An-
tonio lime* Leal, e bem assira os ofliciaes, pravas
de pret e sentenciados destinados ao mesrao presi-
*V_ilio.Deo-se sciencia disso ao general commandan-
te das armas, ao chefe de polica, ao juii municipal
da primeira vira, e ao coronel J.eal.
DitoAo director geral dos Indios.Tenho pr-
senle o ollieio de 17 de fevereiro, em que V. S.
dealaron-me. que por falla de informac/ies que re-
qoititoa toa directores das aldeias di comarca de
Pajea', iia pode anda completar o relalorio que
Ihe foi exigido por eti preudeocia', con raetmo tempo se pode ptescinilir desdas infonna-
coes, ciuan lo-e nicamente ia qae recebeu o anuo
passado sobre as raesrnas al .leas.
Er resposta, 'enho a declarar que, convindo ob-
ler-se uuia uoticia exacta do estado actual de todas
as aldeias da provhcla, deve V. S. exigir cora ur-
gencia as iiiformuco-, dos directores que anda ns
nao ministraran!, afirr. de que completando com el-
las sed relalorio, o remella com a maior brevidade
qoa for possivel.
Dii,\o inspector da lliesourana da fa/.eu-la. re-
eommendando a expedir de suas ordena, para que
na eslarao competente sej.i .irrecadaia a importan-
cia do'dir'itos e emolumeiiloa, que est a dever
Francisco Xavier de Pela Cava|canti, por ler sido
returmado no poslo d roroii-l de leEiao da aiiliga
guarda naclon.il .lo Brejo.Commuuicou-se ao res-
pectivo conamandanle superior.
Dilq__4o mesmo, anlrisando-o a mandar conti-
nuar, sob responaibilidado da presidi-ncia, a despea
da espatatia da ilfan lega lesla cidade, no excrcicio
correte, ateqoe chegue do lliesooro nacional a au-
torisacodo crdito que aquella tliesouraria demons-
Irou e pedio ao mesmo thesouro.
DitoAo mesmo, inleirando-ode baver ojuizde
orphios de-1 a capital, bacharel SebastiAo do Reg
I Barros de Lacerdi, pastado no da I." do correle
o eiereicio da vara ao $ substituid, bacharel Joa-
qiu'm Francisco Uuarte, em con-eqnencia de ter to-
reado parle nos trabalhos da asaembla provincial.
igoal ao Exm. presidente da relaro.
PiloAo mesmo, eommuncamlo-llie que, por de-
eto de 10 de fevereiro ullimu, fura uuineado o ha-
arel Joso Rodrigues do l'.issu para o logar de juiz
nunicipal e d'orpliaos do lermo de Boa-Vista.
Fizeram-se as communicac,6es do estylo.
'|DiloAo director da obras militares, approvan-
do'i delibericSo que Smc. tnmou de encarregar o
trabalbo do expediente* d.-.a directora a um sr-
venle, tom o jornil de 15 r., nos das otis.
DitoAo director das obras publica, dizendo
que, conformando com a opiuio de Smc. emitlida
no olHrio de honlem, resolver que se nao renov o
contrato feito pelo engenheiro nrchileclo Francisco
Jos da Cimba, para servir naquella repartido, por
espado de 6 mezes, que linalisou hoolem.
DitoAo arsenal de raarinlia, reenmmndando-
Ihe, qne faia enlregar ao capilao lenle Jos Se-
i'undino Gomensoro, os 23 Africanos livres, desti-
nado para oseryieo dj< colonias da rompanhia
Amazonas, envpado a reiar.io nominal delles ao
chefe de polica, afira de que este reinova o deposi-
to dos ditos Africanos pala aquelle oflicial.Com-
muuiauo.se ao chefe de jtaUcia.
UiloAo commandante soperior de Olinda, de-
clarando que o arsenal de guerra nao pode presen-
temente saiisfaier o pulido,que se davolve, visto que
nio s Um precisa de armamento e instrumentos
bellicos aira occorrer as reqiisic,5e dos corpos de
| primeira linha, mas tambera acham-se actualmente
I as resperlivas ufticinas de terceira clasie oceupadas
com o fabrico dos correamos c equipameolo pelo
novo modelo, que lera de substituir o que eslu dis-
tribuido pelus referidos corpos.
DitoAo mesmo, dando-lhe sciencia de que se
mandara pagar a importancia da fo I lia que acompa-
nliou o ollieio de S. S. de 1 do corrinle, orna vez
que ella e-leja legal.
PortaraRescindindo o contrato feito cun o em-
preileiru do embarreameuto de :I00 bracas da estra-
da do sul, Vicente 1 erren a da Cosa Miranda, e
mullaodo-o na decima parle do valor da referida
obra, visto uo a ler elle concluido dentro do prazo
do seu contrato.Fizeram-se as necessarias commu-
oicaroes.
DiloAo agente dos vapores para dar passagem,
por canta do governo, aos desertores Mauoel Fran-
cisco do haciameulo, e Jos lijarlo de Souza, esle
para a l'urabiba, e aquelle para o Maranhao.
DiloCuucedendo um auno de liceoca ao alteres
do balalhao numero Vi de guardas uacionaes de
Goianna Bemveuul i'iuhciro de Mondonga.Com-
municou-se ac respectivo commandante superior.
sos da cadeia do Cabo.Mauduuse pagar pela the-
souraria provincial.
CUMMAA'DO DAS ARMAS.
Quartel general do consolando das armas de
Femanabnco na cidade do Hecifs, em i de
marco de 1857.
nitliF.M DO DA B. *30.
O seiier.il cuinraaudanle das armas faz constar
a guarnirlo, para que lenha o devido effeilo : 1.,
(.tue o governo, na forma do disposlo no decreto n.
IST'J de :ll de Janeiro des te anno, foi servido |no-
mear inspector do :t. dislriclo de iulanlaria ao Exm. i circular do miiiilerio dos negocios da guerra de
Barra de Obidos......Para.
Barra do Rio Negro .... Amazonas.
De :t." ordem.
'lodos os mais fortes e forlilicares, nao mencio-
nados na primeira e segunda ordem, que esliverem
armadas, commaudailas e guarnecidas,
Secretaria de estado dos negocios da guerra. I
de fevereiro de IK.Y7.l.ibauio Augusto da Caoba
Mallos.
A-signado.Juse Joaqun Coellto.
ORDEM DO DA N. 130.
O general commandante das armas d publicida-
Je para cuuhecimeulu da cuarnirAo, nao MJ o aviso
3
lerromperai mais niimucni ; pec-vos que me dei-
xcia tallar, que rae nao inlerroiupaes ; eu v-lo pe-
co cora a maior instiaeil. Aprxime-se, meu pai, se
por venlnra esta' presente. Eis-aqui o que liihti
que diier a respeilo do caso dos lili fnneo 109800
rs. O Sr. Dupanloup fallou-nos nesles termos :
ii Meus queridos tillaos, alera dos livrus ueces-anos
para os seus eslu.los, convidu-os a proverem-sc dos
que sBo proveitusus |>ara os preparatorios do hacha-
relado.
modo ligan lalo ri.licul, mas a quera nes-a c,io- i previno de que -e na se cala, ni .n lo-a uliir da au-
ca allritiuiam, como inainres defeilus, ter ligarais Jienria : a hai cuucede-me esle direilo.
dividas o um ruim carcter, oulra vez o admillio
na parocliii. Eu coucorri para esla obra de canda-
de do digno parodio. Kecebi Vergel1 cm miulia
casa. Tnilia en enlo em rainlia couipanliia urna p-
renla inuilo cliegada.
Verg-r : Oiga, sua mili.
OSr. Sibou : Admitlimo-lo a' u-sa mesa. Ks-
Verger fra.le H llrsejo o liem ; lerao lana
a inoile como voso liibuiiaj ; laberri anuir a gei-
h itina sera Iremer ; e leroo a Dos, Dos !
o PresiJenle : MswMejaaa, aegurem o reo.
(ls muuicipats leul.iiii .mter o reo.
Verger .com violencia : Manjein-tne salsir,
pouc me importa Mas vamos as pruvaa, c ver^o.
Verter coulinua a insultar o tribunal : Peje
Bernardiuo de Sena Dias requsrendo indemnisa-
c.io do terreno que foi tomado para obra do canal
de Olinda.Foi remeltido ao procurador fiscal da
thesourana provincial.
Francisco Xavier Carneiro da Cunha, pedindo
dispensa de apreseutar as provas da capacidade para
o eusiuo particular de pnmeiras letlras.Mandou-
se que declarasse a raza, porqae deixou o magisterio
publico.
Joao Jos Gomes, major coramandanle do forte de
fiaib'i, requisilando a.zeilo e lio de algodao.Man-
dou-se foruecer.
O mesrao, requisilando jarras de raadeira.Mau-
dou-se furnecer.
Joaquim Rodrigues Coelbo Kally, lenenle-eoro-
nel do M balalhao de intanlaria, requisitaulo azeile
e fio de algodao.Maudou-se fornecer.
Jos Joaquim de Lima, desenliisla da repartir
das obras publicas pedindo o pagaraeulo do seu or-
deuadu.A iufurinar a directora das obras pu-
blicas.
Joao Mauricio de Barros Wanderley, reclamando
contra a prelenr;o de Antonio Pinheiro da Palma
sobre Ierras do eugeolio do snpplicaule, que dilo
Palma pede como Ierras de marinlia.A informar a
lliesuuraria de .en la.
Joilo Capislrano de Torres Galindo, morador no
segundo dislriclo da fregoezia de Bezerros, apresen-
lando as uullidades que se deram na qualili.- ".- de
volantes da niencioda fregoezia.A informar i c-
mara municipal do Bonito.
Luiza .Mara de Jesu*, quer licenca para ir ao pre-
sidio ue reaos.- c..ra.,. Luiz Jos Ferreira, coronel romruandaiite do rt,-
bilalhaodc infa llana,reqnisilan.ln que sejam concer-
tadas duas marquetas.Mandoo-se coi
POrrciano Jos da Luz, preso para reo
rinha, quer ser pisto eii lber Ja le.A infirmar ao
chefe de polica.
Sr. teneule-geiieral Aoluuio larrea Seara, o que
consluu d avisu do miuislerio dos negocios da guer-
ra de l'.i de fevereiro prximo findo.
-1. yue o mesmo governo houve por bem por a-
viso de 14 de fevereiro classilicar ordinalmenle as
foililcac,oes, pela forma constante da tabella abai-
xo transcripta, para o lira de regularisar as gralili-
cacoes de coinmaudo, de conformidade com o de-
creto n. 1880 de SI de Janeiro ultimo.
:). i lie por aviso di 23, tambera de fevereiru, se
concedeu dispensa do servico para esludar o cuiso
da respectiva arma, uu escola inililar da corle, ao
Sr. segundo lente do i. batalliao de arlilharia a
p, Jos Antonio Ribeiro de Freilas, o que ludo
de fevereiro ultimo, que por copia Ihe fui (rausinil-
lido pela presidencia cora ollieio datado de honlem,
como os decretos, tabellas e regulameuto de 31 de
Janeiro do correte anno, a que elle se relere, para
que ludo leu lia a devida observancia.
ii Circular. Rio de Janeiro. Ministerio dos ne-
gocios da guerra de 13 de levereiro de I8.>7.
ii lllm. e Exm. Sr.Ue ordem de S. M. o Impe-
rador, remello a V, Exc., para seo cooliecimeulo c
execucao na parte que Ihe loca, os exemplares d:
decretos, tabellas e regulameuto abaixo declarados,
ludo datado de 31 de janeuo do correnlc anno.
1.Decreto u. 1S77 e respectiva tabella, que
lixa o valor da etape diaria dos oftlciaes do exercito
las r.|ai;es duraran) dous auiius e meio. < I espirito
IV h entilo a' minha protectora lili fr., que ella de Verger pareca e-lar mili tranquillo. Eu e o que me levein a guilliollua '. Pero que ine leven *
rae deu para comprar livros. Dau-nt'o, nolem bem meu digno amigo felicltavarao-ooi por luvermos, i guilhlina Mis-ravel... Idea ia casa... ama e.
a pllivri ; urna dadiva, he o ibandono de qualquer! cora alguma candada, 'rclliirado o caracler dessa cada secreta.... Aa -ua tasa... Aualhema, niiseiavel'
cousa em proveilo de outrem. Eu poda poi empre- pobre rapaz. I inalinenle seu genio violeol.....iva-1 Aso
' ranle se manifeslou. e ia corapruiuellendo a sauJe
de raiaha prenla....
Ve'ger : Diga, >ua ini.
O Sr. Sibon .... j tiaslanle delenorada, de sor
gar esse diulieim como me aprnuvesse. Mu |iai
aconsclbiiu-ine que curuprasse livrus avulsus, e comi-
so o coniproii na impurlancia de i") fr. '8?s|(Hl rs.
com os 15 Ir. ;2;70O rs., que snhraraui, coinprou-rae
urnas calcas e'um chai.....le chava. Iiz-se que rou- le que me vi obngad a dizer-llie que nao appare-
foi communicado em olficios da presidencia datados.' e da n(lo de forragem para sutleolo das cavalga-
de 3 do correle mez. duras de pessoa e beslas de bagagera, que competen-.
4. Finilmente, que a raesma presidencia, por of-
bei ; ou eu roubei o dinlieiro, uu eu ronbei o* li-
vrus. Nao ruubei o dioheiro, porque m'o deram,
neni o* livros, porque os pasuei.
O Presidente : Esla queablu nao lera mteresse ;
niuguerii disse que o Sr. linlia roubado.
Verger : /timbo, na accusaofio esla
roubo.
Verser refere como deixon os laes livroa, que
eram obras de Moliere < de Pascal, era ca-a do pai ;
como den conta ao Sr. Millaod da compra que lizera
sob a cundi^ao, estipula la de anlema, que elle nao
o incomraodaria. e cora, apezar disso, lago que o
Sr. Millaud vio os livros, o maudou salu do semi-
nario.
O Sr. Millau 1 :Protesto contra as duas allirma-
livas de Veiuer
q
promessa q
ficio lirroado huiitem, raaurlnu que fosse dispensado
do aquarlelainenlo o Sr. segundo lente do I. ba-
lalhao de arlilharia da guarda nac mal deste mu-
nicipio, I i el i. i.l >ro l-ernanJei da Crol, por serem
os seus servidos necessarios na Ihesouraria de faieo-
da, conforme declarou o respectivo Sr. inspector.
O general commandante das armas publica para
os lins convenientes as senlenc.as qae obliveram em
primeira e segunda instancias os reos militares ja-
ira meuciuuados :
Balalhao 9. de infamarla.
Soldado da ti.-1 companhia Jos Francisco doi
Santossentenciado no conselho de goerra como
incurso no arl. I. do til. i. das dais desertes sim-
ples, da ordenanca de II de abril de 1805, ao perdi-
mento de lodo o lempo servido anteriormente e a
dous anuos de trabalhos pblicos com cadeia delga-
da presa da perua cintura, sem que seja permilli-
do prende-l* a oolro.
Conlirmam a senlenca do couselho de guerra. Rio
4 de fevereiro de 18.77. AlvimBirrelo Mo-
reira Callado Brilo Bellegarde Carvalho
Belmoni Brai Simes da Silva Mascare-
uhas.
IU. balalhao de infaularia. ,
Soldado da I. coinpanlianliia. Manoel Gomes
Perigeso sentenciado no conselho de guerra como
lai>aaa na ri I. do til. das primeiras deserrdes
imples da ordenanza de 'J de abril de listo, ...m
miado com o artigo umeo as deserces aggravadas
pn anleriormen-
calabouco don*
le ir esquadra do ensin Ires diea de matiba a
ees.e raais a'ranina mesa. Algum lempo depois da
morlo de minha prenla.... ,
Versar: Taate Ihe coila dizer sua mai.
O Se. Silioo : .... que fura a bemfeilora de Ver-
aer, e a qual elle pedir diiibeiro, que uunca resli-
a palavra ; luio. fui a Brdeos. Durante a minh.i ausencia. Ver-
i't foi residir na ra Delpliiua. Foi uessapoca que
elle publicou coaira o nosso digno cura um escriplo
ds mais infames. O Sr. cura empreslara-lhe Sll
Trs. lit;)...
Verger : Tirados da caiva dos pobres.
O Procurador Geral : Desse modo jaula a' iu-
gralido a injuria.
O Sr. Sihiui : Tirados da bolsa do Sr. cura. O
Sr. cura emprestara essa qaiulia a Verger, com a
a, a respeito das palavras obrigaclo de a p-car a praz js. NSo he porque eu
essa quantia, tlizia-me o
assim obngo Vetger a
11^' tic >t-|_cl rt | .Ml.'ll .. rt lvt|II... ..' ,.,...,...,*.---------------B------------- ,- ---- r- ~
|ue atteibue ao Sr. Dupaulnup, a .euunda, acerca da : queira que elle in- reslilua
iromessa que diz ler-lheeu feil de nao o iuromino- 1 Sr. cura, mas quero ver s
aoa inesmos.
2. Decreto n. 1S7S e respectiva tabella, que
marca o valor e lempo de duraejio das cavalgadura
de pessoa e beita de bagagera, que competen] aos
mesmo-
3.Decreto n. 187'J, que estabelece as inspeecoes
militares par arma, e o numero dos respectivos dis-
Irictos.
4. Decreto u. 18SO e respectiva tabella, que re-
forma a de 28 di marro de 182"), na parle relativa
as gratifcacoes de coramando c de exercicio.
.Finalmente, regulamenlo approvado por de-
creto o. 1881 para a reparlicn do ajudanle general
do exercilo.Dos goarde a V. Exc,Mrquez de
Caxias.
Jos Joaquim Coelho.
Os decretse tabellas que menciona foram pobli-
cados no Diario de 21 de fevereiro ultimo.
EXTERIOR.
dar por cao.a da compra de livros. Nada Ihe pro-
melli a lal resuello.
Verger :He falso, absolutamente falso, Sr. Mil-
lau. i.
As dms lesleraunlias segrales depozeram sobre
ordens de pagamento assigualas por Verger, e que
nao pode pagar no da do venrnnenlo.
Verger : Nao he possivel pagar, quando nao ha
dinheiro.
ser mais econmico e mais regular no seu viver.
Logo que me embolsar desla quantia, que iremos
metiendo, pnuco a pone, na caixa econmica, eu-
lrej.it-Ih'a ; fszen lo-lhc por este modo mais deas
favores; dando-lhe um preseule c urna Ik.'i i de eco-
noma e de boa morigeraco.
Cerlo dia. depois de ler sido despedido da paro-
chia, pensando a seu respeilo. dizia eu : Este ho-
rnera lera urna mana singular, insulta os sus bem-
.-l.i.tl i Ullt.61 ... .
binado com o artigo umeo as deserr
lacerlar. .
[ 1-a.r circunislaucias, a perda do teini
:rula de raa- ,d*A ,
. .. .-fnna*ervido, a um aiyio de pnsao no i
JLLGAMENTO DO ASSASSINO DO AKCEBISPO
DE PAKIS (*,
Tribunal criminal do Sena.
Presidencia de II Delangle, pumeiro presideule.
Audieni'/n de 17 de Janeiro.
Causa de Verger. II micidio corameltido na pessoa
de S. Exc. Bvm.a o arcebiapo de Paria.
O presidente manda aprsenla! a Verger urna car-
la purelle escripia ,o Sr. I'irenl-Duclialel.
O Presideule: llecoolofe como .na esla carta'.'
Verger;Se me da' licenca,vou 16-la. Nada direi;
l destejo |e-la.
O Presidente l a caria, a qual c.uclue nesks ter-
mos ;
j O Sr. I'areiil-Duchi'et e a su< familia
fSnTtainenle ilheios aos meus neg ci
O Sr. SI Hitando, pastor adjunta da igreja refor- felore. : e admirava-me de que lusse eu o aaiea a
macla de Pars, declara que, havera' lalvez um annu, i quem elle nao hoovsMatada feito alguma dasiaaS.
fura visila-lo um clrigo calliolico, em traje de se-! Eslava eu asim pensando, e um da vejo-o assislir a
cular ; esse clrigo nao Ihe di.se como se chamava ; 1 miss.i do dia na proprii igreja un le na deveria tur-
ii ir.'m a lesleinunha ouviudo fallar des precedentes nar a entrar depois de h do assassinio do areebispo, julgou que lalvez fosse o | presetira alerroii me. Elle percebeu. e acabada a
clrigo que o vililara : e eom ell-ilo, agora reconlie-
ce-o, e Verger igualmente reconhect o Sr. Moolau-
don. Na sua visita, \"erger declarou que desej.iva fa-
zer-se proleslanle, e ale ser pastor, se isso fosse pos-
sivel.
A leslemunha observon-lhe que se linha razes de
queixa dos seus *uperiores. nao era iss rallo sulli-
cienle nara mudar de religia, e alm de qie. urna
resolutao dessa naiiireza carecia de ser profunda-
mente pensada. Emquaul ao pastorado. exiga es-
tados especiaes, mudos exames, em sumraa, grandes
e demorados preparatorios. Verger relirou-se ao ca-
bo de om ttairte de hora, sem haver dilo como se
chamava ; de re*lo pareca mais querer informar-se
acerca da religio reformada, do que fazer-se pro-
tstenle.
O Presidente :Tem alguma observacao sobre este
depoimer.ln'.'
Verger :Confirma o que diese o Sr. Mootendon.
la colher informaces, saberse as ditlicutdades eram
grandes ; alinal separei-me de tmlus elles. porque
la'ilo os Srs. proleslanles como -.s Srs. eatholicoi vi-
veni no err. (Ris irnico no IU .llorn .
O Sr. Sibn, vigari de S. Germino 'Aaierrois :
t]unlieci oi. sen.iu elle anida multo novo. O
cura de Neuilh lintia-rne enearrega lo da primeira
cfiinmunlia los menores. Veiger psreceu-rae nuil
pelos, e par ventora mais inteiligenie que os
lo com-
> v'T. a:!*TJiou,rus a u"iSSH.t? 5^=?1== firnr | s^iffi"
A. I'erger.
do exmelo Iveeo, pede ser jubilado.A informar a
Ihesouraria provincial.
ti
Anua Joaquina de Oliveira, pediudu que seja pus-
to em lber lado seu filho Joao Duarlc de Oliveira.
Foi negado.
Antonio Malaquias de Macado Lima, arremalanle
do 19 Unjo da estrada da Victoria, reclamando con-
tra a omissao, qae se enconlra no ornamento.A
mo: mar as obras publicas.
AnIonio Gomes lavares, capilao do I." balalhao
de guarda nacional de reserva, pede um auno de li-
cenca.- Concedeu-se.
Jos Joaqaim Rodrigues Lopes, leuenle-coronei
das obras militare!, requisilaudo cal e lijlos.
Mandou-se fornecer pelo, arsenal de guerra.
Joanna Justina de Siqueira Varejao, prufessora de
lo.iiiirr.io elementar da villa de Igaarass, reque-
ren lo augmento de ordeuado, segundo o novo re-
gulamenlo da iaslraccao.A informar ao direclor
geral da inslruccao.
Joao Antonio de N'oronha, pede baixa para seu
lilbo Joao A rm,i Biipo.Foi negado vista da iu-
formacao.
Luiz Jaques Brunel, professor raes no Gymnasto, pede prurogarflo de licenca.
Mandou-se passar portara.
Mara Marliniana de Campos e Oliveira, profes-
sor de pnmeiras lellras do collegio das urphaas, pede
o pagamente de seus ordenados.A informar 10(4
conselho administrativo do patrimonio dos orphaos.
Maria l'onciaiina da (.miroic o, pedindo a admis- : | ,,f_
san de seus lilhos 110 collegio dos orphaos.A infor- ijru,n
mar ao conselho administralivo do palrimonin dos' ||uraco
orphaos.
Ollieio do Exm. comrr.andanle da guarda nacional
do Recite, apresentando a filiaran do cmela J.l
Malaquias Monleiro.Foi 'remetilo a Ihesouraria
para mandar abriros assentamento.
Dito do chefe de polica, dizendo que se mande Sania Antonio
pagar a quantia despendida cora o susleu'o dos prc- Sania Crnz' .
/
ORIGINAL DO Di ARIO DE PERNAM3UC0-
/
7 DE MARgDE 1857.
M a -i'in,! ou a l'icandcira.A (-argalhada..11-
r"i- palacra* sobre o relalorio com que S.
lixe. abri a auemblea provincial.
Os tres ltimos espectculos que liveram lugar 11o
Sania Isabel, sao provas solemnes e magnificas do
raio divino, do fogo sagrado, com que Dos dula a
rerlo espirites.
Alm das s^mphonias do eo e da Ierra, que se
uuvem por entre o susurro encantador dos asiros, da
brisa embalsamada da mantilla o da tar'e, e das va-
gas du ocano, ha o geni immortal 1I0 arlisla, do
pola, quede ludo isl Ui. om concedo Iriste, alegre
e delicioso, em qae as fonles choram com as recor-
.1 iones, em qu* os sonhos eoiivr.am com os pessari-
nlios, em que canlam a mucidade e a belleza.
Esse dom mysteri.so,essa persunilica^ao iiumacu-
la.ta da eenlellia divina encarnada no hornero, que
ani.na. vivifica, e consagra as imagen" glorificadas
da especie humana, as lagrimas,- as dures e as mi-
serias do prsenle, e doora, cania, e eleroisa as
promesaas e alegras do porvir, esle dons, estes
privilegio-, perlencem aos o -colindo-, sc o apa-
nagiu glorioso do g-nin.
O Sr. Joao Caetaiio eslu incluido no pequeo nu-
mero desses espiritos privilegiados. As provas que
deu nos Ires ltimos espectculos, sao documentos
iiiconleit.veis 1! seo grande Ulenlo ; e es.e clm
que se cmtiiio 1 na posleridade, e que se chania glo-
ria, seri a cora esplendida que Ihe ha de ciugir a
fronte altiva.
Se noi lrs primeiros dramas em que o artista bra-
s\ leirn se aprsenlo1! na scena peroambucana, colhe-
ra iTilhares de brav.is'phreiieticos e de palma, seinlil-
lanK-sile admirar,;!,na Marimnaoa a l'icandelra
e na Gargalliada o u (riumpho foi immenso, fot
a .;! >ii tic ic.i 1 lo sea i.il- oto por ama multldao im-
mensa delirante de piitbusiaamo.
Mananna 011 a licainleira be om drama emqua-
Iro arlos. A ac^ao se paisa no lempo da primeira
repblica Trauceza.
Um -aig--ii.il do balalhao 'A2 ama .1 yivsndeira du
mi-smo corpo, e della tem um lilbo. N'um reconlro
que as tropas da repblica liveram com o inimigo
peza dos quarleis, praca, ou regiment.
Conlirmam a senlenca do conselho de guerra. Rio
i de fevereiro de 1857. Alvim Brrelo Mo-
reira Callado Bulo Bellegarde Carvalho
Il.'lnioiit Braz Simes da Silva Mascare-
nhaa.
S|.lid) da II. companhiaSeverino lavares da
i lonceicao Sen'.euciado 110 conselho de guerra co-
mo incurso uo arl. 1. do lit. i. das primeiras deser-
nies simples da ordeuaura de '.I de abril de IKUi,
a perda do lempo anteriormente servido, e a seis
mezes de prisa 1 uu calabouco, donde ira i ei-
quadra do ensino Ires dias de iiiauliiia e de larde
em cada semana, fazeudo uos oulrus a limpeza dos
quarleis, praca, ou regiment.
Confirmara a senlenca do conselho de guerra. Rio
de fevereiro de IKY7. Alvim Brrelo Mo-
reira Callado linio Bellegarda Carvalho
Belmont Braz Simes da Silva Mascareuhas.
O reo do nono balalhao cumprira a senlenca uo
respectivo quartel
Tabella da classilicaeao ordinal das fortalezas.
De 1. onlein.
Saula Cruz.
Macapa.
Presidio de Fernn 1o de Nora-'i
itha, comprehendendo os fortes
de S. Jos. do. Remedios, do Bol-
dro, do Leso, e do >ueate ; os
rdenles de Santo Antonio, e da
Cnnceico, e o quartel de Santa
Rio de Janeiro.
Para.
Pematnbuco.
De 2." ordem.
II o de Janeiro,
I'-1 o imbuiv.
Mar. .'
I un. II larr
Cabedello.
Assumpcao
S. Luiz .
coininun, Mariaiina he ferida, perde os senlidns, e
a conilu/.em para nma eslalagein. O sarsenlo igno-
ra .- destinu da amante. Enlrelanlo conlinoa a ser-
vir a patria, mas nunca se esquecendo do lilho, que
a vivandeira Ihe dera. O valente MldaOe com os
seus esforcos ganha a patente de general ; mas (le-
pis cegou na balallia de Evlllau. A repblica suc-
cumbe, h substituida pelu imperio, e ^apoleao, se-
gn fi I o seu costme,casa ogeueral velhu e ceg,que
fora nuli'ora sargento do .V2 de linha, com urna ti-
dalga rica, moca, bella e cheia de vaidade.
Ja eram passados mais de viole anuos, pormnun-
ca o amante de Marianua se havia esquecido daquel-
laque o linha preferido entre lanos pretndeme-,
em cujo numero se achava o boin Marcial. I..ml..ir-
mor do seu balalhao, e que sempre se cunservun lie|
amizade que consagrava ao sargento do .t.
Marianua lera noticia do deslino do sargento Mau-
ricio, e dinse-se a sua residencia, mas enconlra-n
coberlu de cans, ceg o deshonrado por aquella
rom quem se ligara para sempre. Enia ella, o ti-
tilo, que ja eslava humera, e o liel amigo Marcial,
loiiiou a peilo salvar os ltimos dias do general do
opprobrio de que era victima innocente. Todos Ires
se conspirara contra a mullier dissulula ; Marianua,
resislindo ris urdens da esposa impdica, cuutraria-
ihe um projeclo de fut-a : Marcial revela ao man-
do iludido e Hlrauya I a perfidia de que era vic-
tima, e Carlos se bale em duelo com o amante da
madrasla, que se pune a si proprre com o suicidio.
A creac.i do seueral reg he om do. ttulos
grandiosos do bello tlenlo do Sr. Joao Caelano.
Nao desment um instante o caracler da persona-
gem que represcnlava ; a imilac.lo da cegucira,
gestas, altitudes, siluaces, a nobreaa misturada
com a affabilidade discreta de um fdalgo dslioclo,
lado era admiravel.
Quando Mauncin lape que o llho. se lialendo
'm duel paia reparar asna lloara ultrajada, fo-
ra vencido, mas logo depois ehega Irazeudo ape-
nas urna leve ferida em um braco, he om do lan-
ces mais b-lise mais difflceis de exprimir, que o
arlisla leve nesla occaaiao suprema, era que o fogo
do desespero e da colera Ihe pareca abrazar 4 al-
ma.
A cmoca 1 causada pelos furores de Olhell 1110
foi lo profunda com as dolorosas palpilacoes de
coma que toda a sala cxperm'iiluu, no anmenlo
em que o ceg pede a soa espada pin ir vingar a
morle do flho. Bosleva esta scena par glorificar o
talento do Sr. Joe Cielano.
A Sr." Gabriella lambem Ojo deiraereceo da re-
piit.icio de qae goza, lulcrprelou lielmenle o pa-
pel de que se encarregara. Ue sempre a arlisla fiel
as regras severas di mtarali.tade.
Marianu i, criada da con leca de Sainl-An Ir, coja
ambie.iu ihe usurpara o atcelo poro e liacero do B-
Parabiba.
('.ar.
Marebalo.

Santa Calharina.
maule, nao foi mais ingenoa, nem mais lerna, neui
mais dedicada do que a vivandeira do 32, dsiri-
liuindo agurdenle cora os carneradas de Mauricio.
O amor maternal e o sentimenlo inexlinguivcl de
urna primeira paitao malograda, foram reprcsenla-
dos pela Sra. Gabriella com grande felicidade.
Marcial desampealiada pelo Sr. .ios Luiz, lam-
hem foi um dos motivos que bastanlemenle eoncor-
rcu para o prazer c salisfaco que o publico experi-
moniiii. as duas represenlares do draman Mari-
amia ou a Vivandeira. ,
A (iarijnlhaia he inuil ennbecida do nosso pu-
blico, e por is-o julgamos intil dizer algumas pa-
lavras acerca do sao objecto.
Em nossa opinio, lodo o inleresse desle drama
esta' no lerceiro aclo ; mas, comludo, a respectiva
execucao ae urna das perillas mais bullanles do dia-
dema de gloria do Sr. Joao Caelano.
He nesla peca ein que o illaslN actor slenla lo"
da a sua grande habilidad!, faz estremecer as libra'
mais delicadas do coracfio do espectador, e as erao-
coes s mais vivas e mais dulorosas. Senlem-se
crispscoes ,|.. um elleil lerrivel e inaudito. O ar-
li-la lransligura.se cumplelamenle, e o auditorio su
deeeja que a scena se lermine, porque o seulimeulo
quasi que nao cabe na esphera das sensac,oes.
A scena em que Idelnide procura Iranquillisar
nilrc, com ae consolac/ies da religino, he um dos
lances mais felizes do arlisla.
No momelo em que diz : socego, j nao o ha
para mira ; minha religia he a religio do crime,
meu Deus he o roubo, meu aliar a banquela dos
con i..ino;i ios ; all, alli, deve ser garr-dado aquelle
querouba, all deve mirca-l o desprezo dos hnmens
e a colera de Dos : cun um ferro em braza pela
mo do verdugo '.... Nesle momento, dizemus nos,
o Sr. .1 1,1 1 Caelano he a perionittcac30 fiel do arlis-
1 la e o echo sonoro da voz -lo geaie,
.Nao mellos magnifico se t una na passagem em
que dz : vos oulrus juizes ignorad o que me
I iiupcllio ao crime ; roubei, roubei por ella, pela
mesma por quem snlTro ag ra... Oh por isso nao
tem acabado con ig o sillnraenlo lie laj bello
solfrer por urna mai !...
O Sr. Joao Cael.in fi admiravel era lodo o ler-
1 ceiro acto, e o seu talentu tumou ai vardadeiras pru-
! porgues do genio.
Para completar esla liarle do nosso folheiim,
transcreveremos aqui urna inspiracao potica, pro-
duelo do urna masa Ilumnense, recitada na oeca-
siao em que o ai lisia hraileiro represenlava a <./i-
galhada no thealro de S. Pedro de Alcntara, em
presenca do proprio autor do drama :
Saude a quem paixoea no palco imila t
Saode a quem paixes pro.luz co'a peuoa !
Saude ao povo qae contempla 01 geoioi!
o 111 de Janeiro de lS.',fi.
(Sussurro no auditorio..
Verger :Bscrevi esla caria nu anno naesada, e
na occasia em que exasperado pela inquisir^ao pari-
sten.e, e depois de ler estado por S das sem empre-
g, S. Exc. Kvm.-1 s enfadava com a minha prusesi-
ga, e linha raido. S me restava um recurso ; 00
deilar-me a erogar, ou inetter urna hila nos milos,
o que dara um algralo aos meus inimigos, ou eulao
fazer o que liz. Cumprii que eu livease e>la forla-
leza de espirito, este peitsament que Dos inspira a
qualquer hornera. Dos confere a lodos os horuens
um direilo soberano, quando, pelo epae/) de dias
um tribunal civil ou ecciesiaslica Ihe deuega ju-iic-.
visila que liz a soperiura .le Neuilh,
fallei-lhe em Verger, que era ola lo pela sua pie-
dade p pelo eu /el. Todas ns quiulas-t'-iras eslava
com elle, e sempre me le-teniunliava iiiuilo alleclo.
Unan.1.1 toabe que fora expulso di pequen .--inina-
11, a primeira Impresslu que isto me causou, con-
fesso-u, fui desfavoravel aos seus superiores ; julguei
que como elle eslava alli degrag, desejavam ver-
se livres delle, quanlu mais que era um pouco
sonso.
Verger :Devoto e sonso.
O Sr. Stboa : O Sr. Dupanloup era mais allei-
coado aos caracteres Iravessus do que aos disimula-
dos. Ouaii.lo Verger ae ordeuou. pedi.i-rae que as-
sislisse a' sua primeira missa. Sem embargo decer-
los senlimenlos penosos, annui aos seus ile-ejos. e ale
O Sr. procurador imperial receben as ranillas dece- i,,e''' ">'. M",,n ' assim Ihe davamos uraa especie de sau-laca. '
Mas apezar
Can-
iiiss, dei-
raees ; u prefeilu recebeu 11 minhas declaracdes : o ,,
chefe do gabiuele da prefeilura recebeu as m.nhas a "' 'M-,H,,le ,le,."^u
declarac.es ; eu disse pessoalraenle a este ultimo, 0,?'"" "" nressao pe
brand.udo asmaos sobre a sua mesa ; Se he m.sler 1 "^ em':,!bl":o' e o ecusado sempre goslou de
acabar com o arceh.spo, acabare! cora elle ; se he I '*'{?r e,n '>"',c"- ., '
misler armar o meu braco, ar.na-lo-hei se he mis-! }^':-E "":",' h" ''-" A"am ma !
O Sr. Sibon ;Alguin lempo depois foi Humeado
cura. Escreveu rae, dizendu c|ue s linha de -eu as
quiltro paredes da sua residencia parochial. Saben-
do que 0111 sacerdote carece de meios para deseaipe
nbar o seu encargo, dirigi-me a diversas familias, e
ler fazer oihir a sua cabera, *u a farei cahir Bis-
squi as lernveis palavras que Ihe disse. Elle re
deu-me : He horrivel iss que esla' ah a dizr. n
Man-le-me pren ler, Ihe rephquei eu. E nao me
prenderam.
O Presidente :I) Sr. prufessa principios alroze-.
Verger: Mentira, meu pre-idenle! Mil veze.
mentira, meu presidente Aualhema sobre o meu
presidente, aponan lo para o quadro do l'uudo da
sala). O' Jess Christo q 1 alli esles, e que vedes
este magisirado...
OSr. Militad, superior 1 seminari de Nossa Se-
nhora dos Camtuis;Verger fez o sen priraeiro ta-
me era ISil ; cHilinuuu regularmente os seus eslu-
dos at ao qoarlo auno. Qaando cursava o lerceiro
Icancei para elle roupa branca e dinheiro. iainheui
nunca ra'o .igradeceu.
Depois o pai de Verger me infonnou de que em
missa veio a mim e dieseme creio que o Sr. nao
tem medo de miin.a A faca que all esluu vendo
juslilica bem aqaclle meu picsenlime.ilu.
Nestj entrevista l'allou-me das .hhg ocias que, se-
gn li disse. empregavain militas religiosas, liaslao-
les ecclesiasli os e m.inbros da suciedad- de Sin \ 1-
cenle de Paula, para que nao des-e an.lamento i.
denuncias contra o nussu digno parodio, "ludas es-
las visitas que Verger chamava ciubaixadas, faram
contra nossa volita.le, e sem previo coiihectinenl
nosso. Desejaudo evitar escndalos, que non. a li-
vemus motivo para recelar, procurava sempre que
as nossas conversas ae nao prolongassem.
No dia seguinle, Verger escreveu-me "onvidaudo-
me a ir ve-l e ame.icaudu-me, sj me recusasse, de
se aprve!!.r do que elle chima va os meus segre los
indinos, para manchar a memoria da minha prenla.
Verger: Nao he capaz de dizer sua 111,'u. lie
forte telina !
11 Sr. Sibon: Ainda que essa memoria su po-
des*e ser ferida pela calumnia, de que afta ha vir-
1 lude que esleja a salvo, a prtuclpio tive me '.. mas
! depois de lnver consltalo o mea roracao, .'onsul
le 1 iinti :n o mea dever, e alo fui n' enirevista que
111 liedla,
Passado tlgum temp 1 inobe que Vergel eslava
: 111 1 morlo ue lome e de fn n'um 1 acaa-fartada.
1 Mol iei-llie alaura dinheiro rab na nome sopposlo.
: Esse ilinheir ieoi'beu-11 tile, uu da anuiver-ario do
fallecimeolo .ia minha prenla....
Verger: Pelo amor de Dos, diga sua mai. ful-
j le como u jm o marlvres.
O Sr. Sibon ... que liir.i sua bemfeilora. I m
j amigo ainda mancebo, que tambera devia algum.
grali'lao a essa excellente senbora, conlribuio para
. esta camela, que sendo cuta o annivers.iriu da mor-
i le de miaba mai...
Vergel: Ora alinal disse sua mai !
O Sr. Sibon.... foi considerada por nos como
1 um sacrificio aus seus manes.
Verger : Mane enlao 11 Sr. he pago'.'
O Presidente: lera alguma cou-a qua dizer
acerca desle depoimenlo '.'
Verger: (Meponneiilo da leslemunha nao me
i be por mudo algum desfavoravel, mas be desfavora-
v i-l a leslemunha. Nao disse a ver la lo, mas fallou
1 do que mis ambos sabemos....
O Presideule : Cale-se Senle-se.
Verger grilandn e gesticulando violentamente :
Auditorio, nao salea Itere I Ouero dafafr a verdade,
quero que lodos a saibam !
OSr. Padre Legran 1, parodio de San Germano
1'AuXfrrois. cornaca o seu depoimenlo referindo co-
mo o reo enlruu para a sua igreja 11 qualnlade de
clrigo adjaalo : depois filia uo* escriplus iufiina-
lunus de Verger contra elle.
Verger : Liam-o> I.eiain-os!
O Presidente eomega a ler nina caria com dala de
ti resultado de urna allercafao, seu lilh patera lora de .primeiras palavras, Verger levanla-se com inaudil.
casa a irmla, que Ihe servia de criada. Nem se quer
consolido que ella levases a sua cuna, o que bstan-
le a allligia, Pcdiram-ine recurresse para esle caso
antiga amirade de Verger. .Vio lendo sullicienle c-
nli-cimeul da quesl, h-silei cnvolver-me nella ;
l.idavia lesolvi-me a e-crever una carta, na qual,
violencia, e exclama : .Vi se traa .lis- au se
Irala disso !
O Pre-idenle : Pedio a l -1(01,1 das suas carias ;
lo las -era lides. Talvet nao seja esla a que desoja,
mas Icuha passiencia.
Verger : Nao a neg : he bella e nobro. Porm
uram o que lie desfavoravel, e calara 11 que
:a I
sa-
se-
que eslava cuinpromettida 1 sua p
leslemunha disse que a protectora de Verger Ihe dra
dinheiro, o qual inlo apnlicara como devora.
0 Presideule ;(,lue lem a dizer sobre esle depoi-
menlo.
laver ollenlilo o lem un que a carta eslava escrip-
ia, eslimei mallo ler um pretexto decente para cor-
; lar as minhas relaees cora elle.
Passad.) algum lempa, em 185a!, aehou-se em Pa-
Verger.-Fillirei com toda a placidez ; nanin-!rls>c,n1m.el'" "'""" l'edi-me qaee ajodass. as
1 suas solicilacoes para ser reslitiiidn a igreja de S 111
1----------------;------------------------ *- Germano l'Auverrois; senhera laperiari dcNeuil-
*. lendo nos dad o (im desle julgamenln apeuas Iv lambem inteipo/. o seu valiineiil aesla eiiipenlm.
em resumo, vamos faz-lo agn por extenso. O ir pirocho condoendo-se de om pobre mancebo,
Ol lili. o qual he v -r lade que sahira da sua diocese por um
Se sobre o palco, oh Joao Caelano immenso,
Soubeslc arrebatar aos que le'uuviram ;
Se lu, oh! J arques, la sublime enredo
Soubesle produzr de leus talentos ;
Se vs, oh povo, com transporte e louros
Siubesles Inhalar applaus aus genios ;
Mesquinhn, rude vale, que mal sabes
Na Ivra dpdilbar fracos rcenlos,
Oue piules lu dizer. que exceda a quaulos
Iranaporles e ovacoes os vales senlem
Era prul des geuios, que ovares inspiram '.'
Monarcha brasileiro, essa gloria
(.Ine cabe buje ao Brasil Ira leu vassallo
Patricio nos-o, conquislando applausus
Ao ladu de Arago, gloria da palria
D'Eugeuio, Hugo, Domas, Vollaire, Hacine !...
Escota, arlisla, e lu, genio da Europa,
De seu lalenlo Immenso e admiravel
Tealemunha ocular, c v se eu minio '.'
Se empuiihas o Ierro que o -angue derrama,
Do crime os degros aloulo corren lo,
E a unirte recuas. Horrenda de sustos,
Eu tremo assustadu, eumligu morreado '
Oh Jacques, aquelle que ha pouen escutasie
Capaz he de lano, lu mesmo o louva-le !
Se envollo em myilerios, mirando phaiilasinas,
A mai vais punir que u pai.le ha roubado,
Mal ergoes o braco, e o golpe de-lechas,
llanilei, cu por Ierra me vejo pruslrado !
Oh Jacque, aquelle que ha pouco escolaste
Capaz he de lano, lu memo o louva-le!
Se au cutre rjiubando mil francos, que bulara
PVal dures fin lar dessa mai que padece,
Mal solas o riso d'horrivel lourura,
Meu langue -e gela, a razao se eiilouquece !
Oh Jacques, qne eslavas de ludo srienle,
tambera nao juagaste que eslavas demente ?
Se vejo-te. Uerilide, 011 Kean, ^olire,
Anlonio, Mauricio, D. Cesar. Gaspardo,
Ollieio, Edegar, Piquillo, o Irapeirn,
Eiiipunliu esla Ivra, le lauvo laspirado!
Oh Jacques sublime, que ha pouco n rrllala.
Responde, coulessa, lu uo le inspiraste '.'
Oh tu, que leus me nuvido, e uuvido o genio,
Kelala em breve os feilos des-e ai lisia
Na palria de Taima ao leo- patricios.
I. -aiba a culta Franca, a Cuiopa, o mundo,
Ouc o Brasil lambem sabe amar o genio,
E que esse genio he no Brasil nascidn !
E lu, monarcha, exulta, e na comilas
Que entregue a uicsquinhez d'um palco iudi'uo
O ealrangeiro aos contemple o genio
Da lerri de que es lilbo, emquaiilo u palco
Uue dell' ser devia, em inaus drliuha
De aveuturriru* que a Brasil apurlam...
E vos, oh puvu, aigaei-vaa, e coraigo
t> fogo partilhai to enthusiasmo,
i,i 10 esl'alraa euleva, que esta musa escalda !
Erguei-vos p'ra rae ouvir chaina-lu genio !
Sublime keau d -olio brasileiro !
Priraeiro arlisla do aniverso inleiru !
Ag-ira miideinos de assiimplo, e digamos algumas
palavras acerca do relalunn cura que a Exal. Sr.
presidente da provincia abri a sesso ordinaria da
nossa assembla provincial.
Fora qaesi impossivei resumir no espaco limitado
de que podemus dispar asiduas de auiniuislracao e
II presidente coulinua, sempre interrumpido pelo
reo e l a pr ineira caria, na qual o reo declara
proslrar-se peraule o Sr. parodio do San Germano
l'Auvenuis, e Ib- pe '0 perda.
O jiro-1 Ion le depuis l a segunda caria que u acen-
sado publicou, e tez c.irrer nr. numero de mudos
eveiniilares. I'o 001 a cala phrase, e quasi a cada
palavra, o no dinge novas e vehementes aposlro-
pbes ao presideule.
O l'resi lente : Acensado, pela ullima vez o
Por nutro lado, fora da zona por i-nde deve pas-
sar a estra-la de ferro, lomos urna inassa enorme de
popiilac lluctuante, que ni 1 otferece garandas de
persistencia para ordem publica, materia quasi sem-
pre disposla par. servir de instrumento a's ambi-
(Oes de e-peculadnres polilicos.
Assim emquaul se na 1 tomara medidas, acerca da
prupriedade leinlonal, que coiividem o ealrangeiro
a abaadoaar a sua patria, *o seu lar, os seus amigos
e prenles, e a vir habitar enlre nos, augmentando
dest'arle a nossa popalacao, riqueza, civiltsaca
grandeza, a culonisacao eslraugeire sea' irreali-
savel.
Enlrelanlo, o que se deve fazer primeiramenle he
tornar eslas inassa da popularan lliicluaiile, verda-
deiros penhores da ordem e da lei; e o meio mus
es principios pratleo de economa poltica, que u adequad para se cunseguir e-le lira sao as colonias
Sr. conselbeiro Sergio Teixeira de atacado apresen- nacionaet. como indican S. Exc. no seu relalonu :
luu nu seu discurso. .1 colonias de vadlos e mendigos,de orphaos e des-
Nao sao llieoriaa geraes e abstractas, bebidas em i validos, e de voluntarios uacionaes o eslrangei-
livrus oe especularan scienlilica : sao principios de j rus. n
fcil i|i|ilicarftu, dedozidos da nalureza d.is nossas Nos pai/es novos, diz o Sr. conselbeiro Sergio,
necessidade- proprias, a da nossa constituicao orga- i as necessidadei se achara sempre era desequilibri'
nica e peculiar': n'uuia palavra sao lices da expe-' rom os recursus ; mas he lambem nos paizes novos
rienda, eelhidas no grande livro de cada urna das | que se po le cura menos escrpulo descontar I ululo
sociedades humanas. I para lirar recursos para o presente.
Entre nutros, ns rligo* que S. Exc. consagra a' | A divida que boje crannos para cinprehender
ro'onrMf&o,s colonias uacionaes, e as obras ni. melborainentos que augmenleiii as I ircis pru.luctl-
blltas, mxime na parte que dia rsped eus ai- vas, e que leveni .1 Indos os punios .1 civilisacao e a
prestimos, ao dignos do grande medilarao. I induilria sera paga pelas gerac."es qne mai. aprove
llum etleilu, a culonisacao que nos convm he a 1 tarein desses mesmoi inellioramenlos. e com pruduc-
espuntanea e livre ; mas ura pai/. como o nosso, era los que estes liverein feito apparecer.
que as Ierrascultivaveis, que -e acnain mais praxi-j Nao recaemos pois dianle da idea de empre-
ntas .1.1 ceulro de trocas, esiao quasi ludas munopoli- lieuler obra, olis, eoatraliiodo empreetimee. com
sadas pelos her leiros dos donalanos primitivos de I tanto que tembern au abasemos de.se modo laeil
sesmarifs, que nao srraadim, nem vendem as que de ubter uiuiieiro em abundancia, despendendo-e;
nao pudem cultivar, um paz mi mais oum'.'i .- a ciinsliluicao da prapriedade lerri- te;-.
O presdeme : Esta' suspensa a audiencia
Os membroa du tribunal relirarn-se. e quando os
municipal-- pretender fazer salur o reo, elle excli-
ma : tipovj, ilelen le-uif 1..
0 auditorio respoode-lhe : assassino miserivel !
calum.....lor I !
A audiencia foi suspensa as dais '.horas ruiao>
cinco minutos ; as duas e um qearlo os membrv* du
tribunaf loinam o seus Ingares.
O Presidente :Desde quando eoncerUsles e pil-
ilo de assassiuar S. Exc. Bvm "
Verger :Desde o du tfi de dezembro, em qae
live o conversa que sabis eom o Sr. |.egenlil. O
meu fundamento he o seguale : hivnm concebido
indigno projeclo de acabar congo por meio ita .0--
1 L'o-00. Ilavia mo mezt-s que eu peuava. U dera
vive so do aliar. Prohibiaio-me as funecoes sieer-
dotaes, nao eslaudo eu iuler liclo.
Cerln da lui a calhedral ; paz-me 'de joeilio- ;
quiz ver se iplacsvi a S. Exc. Kvm.* ; pedulbe
dez minulos de audiencia, ii*gu-iu'oa. i.iuu esere-
ver ura livr ; os edilures reeusirain-se : nio os cen-
suro por isso. Finjo dingi-me para a Blgica. Ea
proprio Irabalhei na impressa do meu livro. Que-
ra con elle arraujar alguiis meios. I'rilivi dos
coslumes secretos do cleo.
O Presdeme :Pretenda eolio viver a' cesta de
seinelhaule escripto .'
Verger :Sim, senbor ; eslava aa mee direil.
O Presidente :Trabalnou por mallo lempo nes-
se escriplo '.'
Verger:Quinte dias ou om mez.
0 Presdeme :Keeai lempo en soceorrido pe
Rvm. hispo de Meaux.
O Sr. Dr. I.-migue, professor adjunrlo 1 farul-
dade de medicina :Declara que euconlrau o re 1
Magdalena, Ira/endo um cular, no qoal se lia :
11 l'enlio fome, e elles n.1o me deram de comer ;
lenho fro, a elles nao me vestirim. Clero inter-
dicto, o
Fui interrogad, diz a lestemuoha, para decla-
rar se elle eslava doudo. live uraa onferencii cesa
Verger. Cnnsulerei-u nao carao d nulo, mai como
um hoinein peng i.o. qoa-i epilptico. N j fm voto qae o meltessem no hospital. Esle etame 1.11
completo, inde|>eiideiile. O reo lili me raiihceia.
Conlou-ine toda a -ua vida desle 1 meninice. Re-
ferio os ullrago- q.ies ffreri do p. rorli 1 de S. 'i- r-
rnan d'Auxerroiua. luslei com elle. Eaptiroo-se
cora franqueza. Dias.-me que seria o defensor da
bom clero, losisil para verificar se paderia de al-
gum delirio especial, ou monomana...
Verger :Este Sr. cnnlradiz-se.
O Sr. Laagaa :Deb-alde o ulerrognei e eve-
minei por lodos os modos ; nao enrontre coasa que
eslivesse subjeila a arc.10 da medicina, e nesle seu-
lido redigi a meu relalorio. En da alca la da po-
lica e nao da -rienci.i.
Os demais denuimeulos referern-se aa qoe se ajaje
novo.
As ir,-s lesieuiunlias lepem acerca de fados ia-
sisinlicaiites.
C indnide.o interrogatorio, o presideule da' 1 pa-
lavra au procurador geral.
O l'rociira-lor Geral :Senhores jurados, nie le-
nho que f>zer e aecusaca do ri->. O proprio ma-
gistrado nao pode sulfurar o senilmente qae e do-
mina.
Verger :I Sr. treme !
O Procurador Geral Senlimo, ccrlo isco 10 as-
cular seinelhaiite adver-ano.
Verger :Sim. adversario adversario Retiro-
Ihe a palavra. Nao coiiseulire que falle. I orue-ac a
comecar.
O Procurador Geral quer fallar.
Verger :Nao ron-into que falle.
O Procurador Geni qoer continuar.
Vergar :>ao queiu ala quera '
O Presidenla. : Kispeo.aremos a sua ptescui.a.
Verger :Piiuc se m di diam.
O Procurador Geral pede que continu a discu.
lio dt causa, relirando-ae u reo.
\erger:Gosio mais dissa. I.evem-me d'aqoi,
e acabem coroign !
O tribunal relira-ae para deliberar, e volts pou-
co depois inm um despacho, deleiindo ao reqaeri-
menlo do n .cura lor geni, para que ao rea se ap-
plique a le de :l(l de elembrode Mas, qae ue.ie-
easus manda qu"! u reo seja pulso da indiencia, e
que a discjssj da Causa roullliue.
Verger. cora furor :lamoera eo hei de ese u-
lar as minhas sciil.-o._i-.
\ erger he poslo f.ira d.i sala, e o procurador eral
continua o seu diaruiso.
O Procurador Geral :Como dina, Sr. juradas,
ndo tonlio que apreseutar a aecuaacao. O icBlianeu-
lo qus a Mas demina, ate he o tlessrjo de uuvir-nsa
mas o de ver icabar esla -na escandalosa e Me
lissinia.
-- ooiul 1 a parle do meg di-cur-o, em que devia
prestar horneas gasa as eiuuienles vii lude, da vicli-
111a augu-ta que succumhio as mos rio as.aasino, e.-
la omissAo ieri' .,-1 menos a -. nit.ig-ui de abreviai
este apparalo, onde o. grao lo- criinin..-i. coma
Verger e-peruin 'sempre eiiconlrir o >eu allim
Iriumpbo.
Alera disso, u que he que us cumpre pi'ovar .'
Que u reu na esta .|u.lt. Ja elle |aroprio leve ..
cuidada de vo-lo attsenr. Ue um hnroeni de carc-
ter parver-. eroz, aiiibiciusif, vomilado pelo inler-
uu, de-linado a viver nu unja lo uraa deesas exi>-
lencias.que si |idem deseularar- Ccllecouimeileue.se crime! Porveulura rei-
laou-o cum plena voulade. e con) preiiie1ilac.ni '
loi elle propriu quem o cmfe.sou.e quemo pr< aa.
Se as vosas respjsllsene -llirmalivis, do que me
Bato Irevu a duvilar, para que havemos. de ler a
uu-sa alleiica por mais lempo presa acata Irisla
dhcassi 1 .'
,:
lorfll, ir iiD|H>9fivel (\ut: a t'nii.i :_ i" se fa^i etjpon-
Irini-riineile.
( tiuinain s trahalli*,-quando lern cetlf/a de co-
ih-r n*. fruclus do *eu tr.ibllio ;
j t|up ii'iu lem Cr;inli-is Hinf-iNii
nem l.i pnuru rta la m.i, n-ti.i \m -procura des
envolver o la Mlivi-iade em "uiro misler, ijue nfla
u Ha ,!_:iriu;:,i ,i,n.i qual pMN conlar uu) deallOO Be-
fiiro ji,r-i c part >ua It-ini-t.
i He i que irui troiiteci !o a respeilo de iljuu-
[ pOQOaMMtrangeiroat qa vem pnra aqu eom Inien-
t, "1 ue m futr irt'iu BOI lrbrilli(is da a^rirullura, **
a algom nieiooaea qoa n.to i|ut*reiu sugeilar-se a*
tutela coa denos de teiraa.
A^hi, um quanlu a piopriedade Icrriloral, enlre
I us, fui marcada rom laes caracteres, nfla devenios
1 cmil.it 10111 as VrjuUgeQS da colonUardO eslraimeira,
esponlaiea e livre, que he a nica que nos pode
l ulilitar.
11 \ eslabilidade dea nossai in-liloirftes, i- coja
roii-n.id.i'.i'i ninsaem maii ealr-'ve a dovidar, a
pai interna que itrzain.i-, a pru-|tfriilatle da tio-(a
iii.is 'j,..in i-i taba I imuf(na agrcola, o au^nieuii. |'i*-r -si\u -!.-. rfii-
do s-u iKbalho. | ilas publicas mostrare, que |>a*sa las .n actuaea hlli-
coldadesdoi mercados eoropeo, a poca propicia
de far ote i> crdito be chega a
Eslas lea .v. Ulo laminosas e evidentea, que e\-
cu-aui ij talquer commenUrio ; e nao davrrnus i.-r
medo de piWlaa em ortica pira desenvolvo os ooa-
s-i, h:miii> tit> communicacflOe
lie verdade ii"i- reconheeida por indos que as
facilidades de commvoieaffloeioesindic^ei iodispeo*
sveis para a nquea e lorca de qual<|uer nariio.
Sem ellaaa atzricullura <* 111 l senve4ver*sa (ara o consumo local, c n'um grao
mallo re^lricto.
Todas as velliss naques que l Imjc se linliam
l conservado boj auazo a esle respeilo. traballiam
pressurosas par4 completar o ieu ayaaMM de vi*-
tiil i >atle, e esla he a rcforeineuda^ao sobre que m;u-
insiste el-rei h. I'edro V uu sea disearre as orles
; r-ii.M.'/ -. $
A llespanha, OiiftUntinopl;i, a l,u->.a, alzuns
paizes do velli-i e iremov*-! Oriente, elr., lambem
oto lirain Mrn ue-ia c-pIcra do (rocresso bana-
no e rivilisador.
A nares navas marchare u.i.iiiii-M.le om p;:----
larfJOl ne-la rarreira. A' evereplo da Ameriea do
^tiri", que deve a* sua e-tra i.i*. ranae e careiuhos
t- ferro o seu oapaaloaa aauao lecireeuto, lem e*li-
muladu os uulrt pofoa 11 America.
O (^hile \* lem boa* eslra la*. caminhiK de Ierro,
e cu' 110 DjOSo Brasil n esemplo que dea IVrn m-
hnco desde IS(7 ere dianl** nao ha ido infructfero,
j toda as pnivincias trdlam do- -eu- meiu de cm-
munjearao,
IJualro .aminhit- de ferro li.'iu ido decrelados, e o
nosso js eIa" em e\eco"\i i, pnrem be precivi n.
estriar. Tres e>>lrado>> de ferru, urna para o norte,
oulra para o reo tro e oulrt pira o til, Ao net'i*a-
nas ao Mosoo ile-t-ovolumeulo ; e pruneiro qae lodu
levemos rui ar em continuar as Bjoaeei estrajas bo-
je qua-i c>jra la*.
Ilf mi-iler que qnauto anlfs a estrada i'.a X iclo-
ria cheaoe Gravla*, a do sol an re Formo*-, a do
orle 'i'ti UONM. a' do Tai d'Alli.i ale |.irneir O coatpromiase que tamos para o* juro* da e<4rda
le fprro nao nos n>/e aterrar. s BaOMI rendimen-
lis aii^mt-ntam cada da, e as fpttm para mrio>
de cninmunicarao 5o daapioi |",t..iurli*a-i, que om
poocoeanaioa pecare a aojplal einpreLMdo.
Para aaaa Ini no devenios ronir^liir ure emprt?-
limo, r rti de que o aoajaaeate di lurr.in do
reuiimeniiis patUicof nos pruBoacieajata' os meio* de
(a^r o*, juios e ;i aOMaiiMCjAo ; c a iniiroidale
do yaleroa actual da eveco^lo la* ot.ra* aa ppe a
loe posaamoi Rozar red i de loa t^avaja meihora-
moflios, contrate <> .:ovrn<>. rome ( la oaliada de ferro, rom paWlOBailarta o rom|>a-
nliiaSf a factura da etras1a- de que ljmo nec--.i-
da le para u desenvoUimenlo da OOOBfl prospcri-
dado.
Entretanto oflereeemns a' recdila<_.io oiiipeloole a
-_ iitMr* li'mhraiira.
I." I i<-1 n pre-M'ieKl d.i |irn\iuria aulorisadu a
eonlrafar rom qua- quer companhia part uUres a
ri>uclu<(ao das oatrad-M principae-- d* provincia ale
Gra*ata', Limueirn, Ki<> ^aroaooa e (nann* pelas
nielliore coudir>es e n<* menor 1 1 /> po*M*el.
'2.' Pora faier face a-> de-peai .ir u;a menciona-
das, tica o presidente aulnriMdj a re ueress cujo juro nao
evcela de seis por cen, como pedio o r-tru. >r.
presidente uo seu relalorio.
{Aoialak-*l-Kr*tif.,
MUTILADO
ILEGIVEl



Esle cune, -enliocs, o.1o he nm crime parlicul.it;
nao fui i) KvidiI. Sr. Sihuur, nao Coi individuo que
Verger ferio, fui a religiao, A leligiao lia sua jrri-
chia, que ronfere as huitr,* e os etnpreaos, poique
a sin rslulla ambioan nao (ora aalisfeila.
Aqu (endoso que descjou ferir esse homem, que
leve todas as. aml.iccs. purera que nenhuma ju.lili-
coa. Kepilo. nao eommeltcu uin criine particular,
oi uin -rime social, c a expiae.'io que vos poco, em-
bora terribilsima, muda nao he na propoioao do
criine.
E-quando orgulhoso encarar o povo, a toa vala
nao euroulrar.i' om *,, roslo que lite luoslre svmpa-
Ihia; e te oulra vtz I,radar, como ha punco : Pavo.
deleude-roe ouvira' a menna re-posla : At-
tassino assasslno !
E.ta mar jo produzira profunda impressao no au-
ditorio.
O Presidente:Tem a palavra o defensor do reo.,
O Ur. bogeol S.uiil-I.ureos.Sr*., n.lo posso
imitara cuiiceesAo do Sr. procurador eral; socegai
lodavia, saberri ter breve cunipriiido o (agrado en-
carga que o tribunal se d.gnuu conliar-me. Foi delle
_______'AMO DE PERNAMBUCO IBCUXDA PEIRAt) DEMAKgO DE 185"!
lodo aaa adlige. Depaia de o hacer asteado de uta uvin com alinelo a lailora la acta .. i t
.bxsmo. ,..,0 esperava por estao,. ,bulac., la proooiteioo apenas eala. n.l.tvra. : ,'Ouejus.II ....." "*""* "*"" loo. hade*, bid tabre-, A ir.uanil.idc. que elle ereou eo.n le titulo por,
l\. Alo nova ordeni, nao he periintilido celebrar o ceu
A' imite liveram lugar os dous bailes uin sobre- ,
sira prosaico, por ter composlo de humen*, ou- !
".".. tabitemenle, ." depoi. pa,e- | "raiile de potai., onde o elegante coiijuncio ol.jecoVdo'ludador : capital do Para' moveu- I
KECIFE s i>!-. \|.\i,t;o DE is:,7.
As6 HORASUATARDE.
e da le que o recebi, era h..... dever aceila-lo, e
venho parante vos oar conla delle.
O artigo 2*Jt do cdigo do processo c.iminal diz
mito : u O reo devera' declararle, noinear ade-
gado para o ajodar na sua defeza, e no caso contra-
rio, o juiz logo Ih'o nomeara, sob pena de nullidade
do processo.
Por este modo .< le impe a pena de nullidade
a falla de defeza. Neale paiz, onde ni.perain a eivi
lisac^o, a-nhilosopliia e a huniauulade, o priucipio
da ildriML absoluto, inevilavel. A nomeacao do
juiz nflo pode ser declinada pelo defensor.
A advocada nunca faltou a este dever imperioso
e arduo. Se nao temer provocar coroparacoes, eu
mencionara nemes Ilustres da oossa ordem, que
por dilTereiile*. vrzes aqu lem vindu prestar o ta-
ima do seu saber e da sua eloqueDcia em casos em
que a conscienca publica pareca apootar o vacuo
e o desamparo.
A le fui cumprida como sempre. Soldado da defe-
za, fui esrolhido para este posto do pengo judiriario.
Comprelo, e trasbordar de amargura e de tristeza.
Vejo dianle de mim os chefes eminentes da ma-
gistratura, aquelle, cojos talentos superiores, e cu-
los servicos os elevaran aos rargos supremos da ju-
dicatura e do ministerio publico.
" em decerlo aulorisar com a sua prosenoa a
grandeza e a sulerr.ntdade do luto que envulve Para,
Elle luto immenso, ella dor publica n.lo ira' a de-
feza perturba-las. Pniueiro ao lado da aecusacao
ajoelhara' junto da sepultura de uro aaarlyr. Mas Sh!
por que acaso esta' o no-so paiz Uo conturbarlo ?...
Donde procede esla tristeza '!... Que haremos de
l>ensar de ludo islo V...
Ha espirito inquietos, que cedendo aos seu* pre-
i'onreiios, querem tornar esle fado dependente de
causas gerae. Perderam-se os sentimentos do res-
peito e da obediencia. Impera o orgulho e conlorba
a nosss epocha... He islo um erro, Srs. !...
A ordem e a trauqo.llidade forara restauradas sob
a augusta inlluenci.i que nos governa. Todos teem
o direilo de fazer o bein ; e Ss aspirares licitas
deaenvolvem-se hvrcmenle. O nosso governo infle-
xivel com os maoa, he protector dos bous. Aun o
i'econhece e o proclama a boa f. e por iiso o re-
pello em lodos os espinlos domina, cuino urna con-
tequencia da autoridade benfica.
Como be pois que um altenlado essim ptrloiba
a seguranza publica !... Como be qoe por esla al-
mosphcra serena rompe o claran tempestuoso esi-
nislro de om crime inaudito?... Nao ha quem possa
dize-lo com exaclidao ; nao ha quem pacana a chave
desle pavorosos eonliaste*. Sao uiomentns ludividu
ae, que n.".o compromellem em cousa alguma o es-
pirito de orna epocha e a honra de urna soctedade.
Assim pois perpelrou-ae um crime horrendo : o
Rvm. arcebispo de Parisfoi assasaainado....
lu na igreja de Santo E.levao do Motile... O ve-
nctavel prelado ia em procisso, digaa se para o
aliar... he ferido... eaho...
Mas no seu inconlamioadn destino nao houve
m.uiclia... Se o seu eorpo cabio proslrado, a aua al-
ma sobio ao ceo, onde o aguarda a suprema bema-
venturaoca.
Porlanto, sobre o laclo nao pode haver discussao.
E sendo assim, qual pode aer a defeza 1
Alguem pergunlara', exclamando : A defeza !..
Sol o patrono ?... Porque vos arhais aqui '.'... Que
\indesaqui fazer ?... He urna profanarlo... u A es-
tes lies responderei : Eslou aqu mau erado meu;
eslou qui em virlode da le, que he superior a lo-
dos os senlimenlos dolorosos, a todas as coleras...
Com a minha presenra dou aqui lesteinuiiho do res-
peito a devida le...
Outros ha tambem, que de bom grado me diri.-.m:
i Sois o patrono ; nao deis ouvidos aos lirados que
at levanlam em torno de vos. Avanrae, leude reso
lujao e enercia ; n.lo hesitis, nio esnioreraes. u
A cales laes responderei eu : ic Aloderai a vossa
impaciencia eo vosso ardor, perisoso* uestes momen-
tos. A defeza be om principio nhioluln, superior a
ludo, mas a defeza lem limites, limites marrados pela
cousciencia. e pela honra...
Confundida sempre com a jotWe. a defeza deve
conservar-se na mesma altura e' mauler a sua digni-
dad*. Nao pode prec.pilar-se na carreira, como um
cavallo fogoso ; deve susler o freio da hciira, da vir-'
lude, da moderado e na conscienria. n
Estas ideas sao verdadeiras, e-a ellas terci liel sem
inquieUcao, sem escrpulo, e serei discreto e mo-
derado, ehe s, apolaado-se uestes senlimentof, que
a defeza pode ser eflicaz e provrilosa.
Coufesi.i-me com franquer;'. quaudn ailadti este
toS r^,;:::T';;,;e'Z,,u,u!;',''ra,,',,,''','- ', '>r"e'"" a,,re,e'"'"-" P^-l*--- e A- ,., qB. podem vir a .r.rador-, M n-Z f.r.n. de-
. qo.ri, a1,r-ie.,;,,u',;::i:er./Z,;:rarTa,,;,Ser't'ie-, TZ." ,"""'a """ "e,"eaVa mer'S-t "" """""-'- "" to. q-- '
lrouz.ina.do por nao ll.e rtrara* a camisa de forc;a. "C ; """' "M1. P"t"e, eacepluando n em ves de eiisin.r-llies. A fachada da mageskM
o requerimenlo que desoja- ,",uc<" n'"r Barle. nao lao assim earacteriaadoi, calhedral esleve illomir.ala, e as cajas do larao da
.. Porque liejustainenicquand.) pretendemos dar-
nos i importancia, que nos lurnamoa des.ireziveis.
Vosso afleicoado
\m nie-m-j ia om que i.crpeln.u o criine : sent <-iiii|.| ure- ,or,",ur' e l" "t. .No- valeacac aceas. |m, i,. ,.
- Esquecen me ,.ir da. lolerias e da, mesas gv-| ,et, J" ^ ..... Heina petenne tranqu.Uidade ne,a capilal; e p. \ wT. .2^^^,^^
Sao du invencoe. do clero, pelo menos a- i l22EL'Z?^*Z!X T" ^ T7 "T '?"a ,,U"""- qUe ,M1 dC" '""""
proveila-se bem deltas. \ZZ?M ." f?jTf'! TSm..,.co,,,,,0!. eres-1 mon,lra o lino ,!o udomiislra.lor da provincia,
' i segundo acto, quaudn mfili/ Vi. i- I. .r
picnd do por eu e:u.. na iraiao em que ia deno
llar na ri\a asMssBM subtrahida.... quand -
aun humilhado e ir..luii'l.in.enlf rove-uonhado em
face de aua anianle, do s. u protector, ala* eos **-
gM*da*M r**iiH, elle ,.. r un.aaira IIimu.-
nuacia-se qu. t.. ,..,r,-._ tH Bal||,a.la 1*1 n*
da purSr. Jeta Cctea*, de um* man.ira lal, que
o borrar lavadlo *Mvslaa*a*a tolo auditorio.
F>a> foi urna risada eilxe**l*M. rstridrnle cu oa-
losa, l,u u a gaiealii.ia* convulsva, montona i
- I medonha. winpanhada d? ama rouvulsUo aeral rni
ido entre o vlo ala ''"" nni-calo du m-io. q,lr dattatasjai vm
tone,., bh e** >e devena entesas*****, quau.io,
com., \i, ic, se ha pardi* a a**** t.ara asaa a
jico, e .e jul-j rrtuiinoso iir an delirio eritu-
nii..-(.,
I) car., I. r a liainira f..i -i-lrnlado
orlsiaalid.-.,... ,*. ,. ,i, ,od,
Iral, -porte
lonas
Como ja' labaaj o- dossoi leilores, a MMao ordi-
u.uia da a**embliM provincial foi atera n*l da
Corrale. S. Ec. le um Unge discurso, queja' pu-
bliramm em Ir* nomeroi raeceaajvoa deate ora I.
e o .e lem sido a preoceupaea* dominante dtstes ul- Pr,"c,t>-l""-'He quaudt,- trata de -tulimri.l .* do-
lio- i, a ii>ru*i'*. ..
un-din, a s-cihIjIlm lem .'ei\ai'o de funcriii
(1II14 di
" niiiU
o* Inzu i-i
1 Se. Jio l.*.eUm, ne**a cti*+ I>r 11 %. I
* AmU iee .i- revocar a .Ul ,. ,,.
ueni 11* : a .i p-na pin.* *le-rrecf.
Ni Vfiiii..-.,.
; no* ...ro. occupu,e com nome.,,..... f^S^^S^S^S'Z ZX
>*': apprevon em lerceira discussao tres j emlim, a pn.va mais briit....i,, qUe o Sr. Joa,. Cae-
Naves pera da fesla duplicm-ae ludo Ires bandas, ProJ""',n* do auno passado, c desprezou oulro .,'""'pode dar, de qoe e|ie |, ,,llluie|, quand.
N nao julga. digno de deliberar?.. i """" A'f* J' "'""'" I
paquete da Earopa f..i'pobie de communica-: .is!a.,"","C "" ""^ JU'"-' >
roes importante.. A paz se universal.sa em lodas as A Sra. D, GiarteMa aa aarteejL fe, *> criad.
parles que se achavam maia ou metras perturbada- "" "" de *dre. d*e.i.|,eu na*ju h.lHla.Ja>de> e'
A que-lao do orienle.que duro,, quasi quatro anuos I m""" ^l"r,ln \ cumprehendeu de un.. m-e, .d-
e*,a' delinUivamenle a.usl.da, e'a Europa "liTre da Z'ZXE tt*Z?JSg> "
digoacAo que por ventora aos irrita, a moderarao
e a impassihiliJade da ju*lica decerlo vai recobrar
a iiilloenria nos VM.ua espinlos.
Se por acas os vosfos espirites propendem em
favor da in-ania, se urna voz interna, suave e pe-
nelraiile vos disser que all nao ha n-m tutelliseucia.
nein vonlaulc.ha nao |hc Asiste*.. Essa vol.he a da
victima, he a do marlyr, he o Revdro. arcebispo de
Pana, he elle que a*U no ceo, he elle que vos ex-
horta, que vos arons-llia, que taz entrar uas nossas
almas a misericordiosa cmanacilo da verdade ...
O meu espirito aliaga e-te ponsamenlo que h
minha eaparanca e :. mialia corsolacSo... O Itevdm.
arcebispo de Pars so poda sucumbir as naos de om
desalmado..
Nao. aquella maacidSo, aquella caridade, aquella
virlude, lodos nquelles dote da alma, do corceo, e
da inlelliacncia quedislinguiram S. Er. Revm. alo
nao podiam ser deiprtzados e eaquiCidos por um
aer racional...
A razio hom.ua nao sc manrliou com essa e\-
ecrnnda aci;3o. S a alienarlo pode por ella respon-
der peraule o fuiuro !
Piada a allegacao do advog'ailo, n presidenle I)-
lanale passou a resumir a causa, o que fez du modo
seguinle:
O Presidente :Ouando no i!ia :l de Janeiro cor-
reu |or Paras a voz de que o reverendissimo arre-
hispo suecumbira asmaos de um anaHilM, ninguem
quena acredila-la. E-la inciedulidade subi de
ponto quandn se disse que este crime
fura perpetra lo por um clrigo.
Com efleilo.
quella, nutra prisan, onde se reunem es condemia-
do a morle e a degredo.
Depola do muilas inslanelaa de Verger, a aoton-
dade conseulio em sollor-lhe o braco direilo. Diri-
gi aova sopplica ao imperador, pedindo-llie que
lh"cnMnla lefen ler-se perante o tribunal de cas-
MMO.
tscreveu ao llr. ilorin, advogado perante aqoelle
tribunal, pedindo-lhe que c enrarregasse da sua
defaza, emoslrande a maior aonBanea de que a
sentenca s.ja anuollada. o Se nao f" a assim, diz
elle, eulao llevemos crer que juslic.i fugio da Ierra,
e eielamar com o grande apostlo : A morle he mu
canto Sera' um ganho paia mun e para os meus
laimigo*.
Oes,le que llie libertaram o braco direilo, e qoe
pude c-crever, Verger mo-lroii-se rais tranquillo e
sereno, e al eerto punto adlflereale. UizU elle
qoe a iuaccao Ca o maior Inrineulo a que podiam
condemna-lo; para elle a*accao he Malar ao pa-
pel lo.tes os seu penaamrnlos. Assim, Hl conslan-
lemenle a eserever ; al Iba cosa a largar a peana,
para comer. Em p .ucas llorasescreven mai. de cin-
coenla paginas, que sao parte, segundo diz,
do seo lestamenlo. .< lie esta a minha proprie-
dade. que posso deiai a quem me aprouver,
diz elle, mostrando a papelada qua lem escripia,
denarei i*to a meu irmao Fredprivu. I'm da vira
em que i'lo valen mai- de uoi milhao. ..
I m dos empregadoa da pristo que sempre o tra-
lou bem e a quem Verger, por difieren!^ vezes a-
sem exemplo | gradern aa suas maneiras delicadas e allencio-
isse-lhe^ que desejava po-suir algum aulo-
pa-
eui-
reapeilo da ri tad.
ca^^nlrr'; rel20"' q"e l^1"1 ""'1 ^ -. S. Bxe. ce.ebrou na saeriai.i do,
ca ..a entre..,,, o cumpre-me parlecinar-lba que I pontilicaes onda es.nva a devota imag.m da Cr.cei
da ui.c ""i'^ndidos os 7 horas gao da .0. c.peila ; den a primeira commnuhau a S
da u .le c..m um. procsso de V.a-Sacr-, dizem-nos | meninas educandas suas ; cm ell... vestidas das
que devida los esforcos do Revm. padre Mella.
Ao pasta que ne-la capital o indiflerentismo s-
lenla a hirsuta coma, a cidade das Alagoas, antiga
capital da provincia, votada ao ostracismo, vegelan-
mis-ria, ameacada emlim da decu-
amcaja que ha atis de um serulo pesava sobre e
A Suiasa Premia e.t.lo em vesper. de reconciliar-
se, c iim novo eongresso, que sc ha de reunir e
ni los
inoal
boa.
=^SI=SH ^ktS.5;:
desseser victima de lemelltaifle allealado
O a-sassino fui preso era com elleito um clrigo,
um clrigo que nao recuarn nem'em face da inages-
lade do templo, nem das virludes da victima. O
assassino levado a' pr.-enca do cadver anida queli-
te da sua victima, declara com sangue fri que ma-
tara o arcebispo* porque elle o suspender, e que
nao pudendo viver da sua proftssa* d'ecclesiasticn,
ao jnlgra com direilo para dispr da fida dos
oulros.
A nica coosa queprcecupava oassasino ers que
se Huvidasse da sua razSo ; e a respeilo do crime
conloo-o com urna horrivel minuciosidade. Depois
de interrogado circumslanriadamenle, Verger com-
pareceu perante este Iribunal.
Visle-lo, senhures jurados, e ouvi-l-lo. PoJesles
avahar qual lio n seu crio-ler, e a grandeza do cri- | ti
me. cuja rep-rac.io a sociedad* de vtis exige.
O Sr. procoradnr geral emenden, que a vista das
impmeBee que rerebestts nesla audiencia,nada man
tinha fazer seno requerer a applie*(So da pena.
<.)ue podia elle dizer-vos, na veroade? Que era um
homicidio coinmeltiilo pcrvmganca O reo disso
se vanglorion. tlue ele homem liira impedido a
crime pelo seu desmedido oraollio J O proprio roo
se encarregoa de os demonslrar qaa eala asas-re*,*
be a verdadejra. Porlanto s vos rumpre aliender
voz da sociedade e da lei, pronunciando um vere-
diclum iafleiivcl c.-nlra oreo.
O advogado, senderes, e aqu seja-me licito prs-
lir hoinenagen, a' sua dedicacao e ao seu talento,, o
advogado mostroo-aa sempre dno do seu nohre of-
ficio. no qual lodos os re. s. lodas as causas, alo
aquellas que manir indigaacao piuvocam, encon-
trn! um patrono.
Eiemfnon e er posivel qoe um homem sao de
" Vi por difiranla veze o Sr. K..., que leve a
extrema hondadede me vir visitar prlsao.
'< Eu Ih'o agradaeo ; assim co.....a> palavras obse-'
qniosase Consoladoras qoe me dirigi.
' Dos Mi esquece nunca nina acj.io boa, por
milito pequea que seja, o considera como feito a
'i proprio, o que se faz ao ultimo dos seua.
Conciergerie, IS de Janeiro de 1857.
" l Verger. a
i iHCIUi pro \*tn pro Chrisla .
I>0 transito da Conciergerie para Koquella, re-
ceniti minie n,oe o cooduzsaere ao cadafalso ; por
mullas vezes interrogo* o empregado que o acom-
panhav.i, e so quaudo vio que era infundada a sua
descinhaiica. cubrou animo.
ijuando cliegou nova prisao, outra vez iu-is-
0 e,n que Ihe tira ma a honda le de anticuar esla gran do Sr. pre-
leite de polica, disse elle ao direelor'da pri-ao ; a-
errlite que eu uo desojo evadir-me, nem aentar
contra minha vida, a-ein de que, au eslou Uo bem
guardado, que qua!quer tentativa de he imppssivel Se aoubessem que lonnenio he p-ira
ii.'n h'inein como eu. que senie uina necessiaade
eaallnuada de Irabalhar, esl.r sujeito a esle rigor,
ealoa eerto que me alivianara dclie. Alteado a'
minlia -itoacao. eslou coniieujnado a' morle, oen-
Iro de poneos das, talvez, a sentenca ser. cumpri-
da, mas antes diss. desejava dispar acerca de al-
gamaa coosas lenho que lazee o meu I -laniialn,
egolar o. tatareate. doa meoa herdeiros ele, anio
posto realisar esies de-ej..-, porque nao ra'o con-
senlem. a
DiS'eram Ihe que o regulamento era posilivo, pn
rem qoe a sua snppliea sena levada ao coiilieciuien-
um ac-
Ve-
processo, quandn quiz eonibinar alajaaaaa ideas, aada | aplrila commelleste semejh.nle rriinc. lier.rdi.ii
me orcoiria ao pensamenlo ; so me tppareeia um
vacuo Immenso. Desonim.do. Irisle e magoado, nao
enronlrando om echo que em mim proprio respn-
deme aa aspiracoes da minha vnutade ; puz-me a
dar ouvidos aos que me rirrundavam, e mullas ve-
zes Ibes ouvi diiei : Estdoudo !... II
cao de looro !...
Esta' doudo !... Porvcnlura sera' assim
jamos...
A cuirrariciiade ifs'ts hvpolhese, ese oame da
insania, Vejados como um oeploravel conlra-scoao.
^"W-effeilo..,. digo, u cemigo o repetem lodos os
[lUOOf leaes a honrados : "->
A**mla de lamanho crime -cria de muili consola-
cao encontrar om louco, e nao om ser nacional.
Seria de graude consolsc/io que n.lo houvesse orna
vontad* humana e livre, esclarecida, capaz da pr.n-
car semelhante aegao, e que esta accao foase lidia de
urna vertigein, e de um delirio.
Se esla fora a verdade, vos a diis, c assim con-
fortareis a opimao publica, porque a todos nos se
nos cobrem as face de veraonha, lerobtandn-nos
que semelhanle criminoso be um homemqnepen-
sa, julga e obra como qualqner de nos. E rada um
nos despreza e tnaldiz a razao que se pode manifea-
lar por lal modo.
O Dr. Nogenl aqui menciona o disposlo no arl. <>i
do coligo penal que nao ron-idera crin.e nem delira
lo o acto daquelle que na uceasMo de o pralicar. se
acha em estado de iusania, e daqui o patrono de-ce
.i eiaminar o que seja a insania. Sepa, ando o ele-
mento ioledeclurl.du elemento matcrial.cuja renaigo
conalilueocrime, o advogado tenia demonstrar qoe
para o primeiro he mi'ler haver vonlade livre e es-
clarecida. Se falla csteelemenin, so tica o homem
material, o animal! Se esle homem he penaoso,
encarecrem o. Deve ser encorrado, mas nao sujei-
to a espada da lei.
O Dr. Nogenl Saint Lureos trata de investigir,
se no processo ha prov.is da insania do reo. Desco-
bre-as nas n.cOes, nos eacriplos do proprio reo, as
provaa esternas colindas acerca des-e desgracado.
Nas acces Esta proras ato evidentes no modo
porque cousumrnou o crime, em da pleno, n'uma
Igreja cheia de liis neste proprio homicidio per-
petrado na pes-ua do seo prelado, para se vingar de
uina suspensao, que elle Ihe nao impozera E d-
lo da autoridade complanle. Com islo pareceu iran-
qoillisar-se e cobrar alguma eaperanea.
Verger indica evld nlemenle que pensamenlo
da morteo aterra. EsuV desfallecido, pardeo aquel-
la orgulho e soberba qoe oslenlara na audiencia ;
maaireata Brmet asperaneaa de que a seatenra teja
inundada. Ao seu advogado disae a A aliaba de-
feza nao foi liare ; fcil vos lera' alcanzar ju-lira
n um tril.un I .;.,, nao fz favores, ma's julga."
Quandoo advogado Ihe di*se que a tai ihe conce-
da um prazo de 10 di s para appellar, e Ihe per-
auiitou se desejava aprcveilar-ae deste prazo, elle
ii-;.. ii I. ii com ancia : Quero, siui, quero a-
pioveitar-me de iodos os prazos. Vosjulgais nao
,lever..... >'ao.' eu desejo todos os prazos, |u.
dos.
.., ....^ ....j por
elle imposta.
Tercia bem prsenle o deteotaSo deata causa, o
modo por que o reo se aprrsenlou, as anas aflionlaa
joslica. aos jurados, cuja benevolencia devia cap-
lar, e depois indagareis, se a vala disto se pode vo-
tar pela insania.
Vede-o na igreja, primeiro junto do faldistorio,
eseaui alten!.mente as precauces que loma paia
que o nao roiihecam nem p-rlurhem na execocao
do seu crime ; vai poz o arcebispo, e a morle val
com elle! sorprende-o justamente na oecatiao cm
que o virlnoae prelado levanta o braco par. aban-
ruar as inulheres e as rrianeaa ajoelhadas agnardau-
do a aua pasaagem ; h e.lc o momento que eieolhe
para alirar-s sua victima e dar-lhe o golpe mor-
tal. Rg* esqoeceieis que o que mais oceupa o es-
pirito do reo, he levantar se ii'oin pedetlai, apre-
pois, i cirl.macao que sulla nesae aclo oenhuma re- I """tar-se como o untador .las quenas alheiat, como
leca* apresenla.com o laclo da suspeusa.i. refere-se r' r"r,ni1 ;"r ""* dogmas religioaoa e da disciplina do
. ao dogma da laMcnlad. Cuaceiegu, a esse rio^ma Iclero <,'s-ilqu' '* pontos que mail altrahiram a
santo e royslico. que ronstiiue urna dessas ereacat IV0,M MeBSai tquecendo qaa tale liomem fui
que as almas conservara como um perfume precioso. I ,l"v<|o o crime por um orgulho desmedido e feto/
Nos escoplo do reo Ouvislea o sen testamento ; | qu( n perdeu, e que proceden da falla de respeilo
Essa carta dirigida o Sr. Parent-Durlialel '. Med-! c I" pelos seus superiores, que he o acha-
la] nella, e enronlrareis os termos de uina proporeo que "f* opoea, o qual c.nduz ralalmeate au crim
aire a causa do crime e os seus elTrilot. Se por'ein a"l,,,|:,"'s do* eapinloa deaaaaoeegadot sempre et
irflo achaca esa regra de propurco moral, como po-
dereis votar pela insania?
Porlanto. nem precauees preliminares.nem mo-
os fados orcorridi'S na igreja de Sanio Eslevao do
Monte, e paricul-miente a exclamarlo do reo quan-
do eiira o reverendissimo arcebispo.
O advogado menciono,, os escupios de reo, o fado
da Magdalena, a caria do reverendis-imo hispo de
Meaos, as opioiote ,ie nutras pessoas ceica de Ver-
ger. e destes fados coneluio qoe esle homem nao es-
la no oso pleno da toa razao, por modo que seja res-
pousjrvel pelos seus actos.
Senhores, acrescenla o presidenle, eria mudo pa-
ra desejar que eslas palavra* do patrono do reo. po-
dessem ser por vs acreditad.-*. Sim, seria uina
grande con-olai.-.io para a moral publica, porque al-
tribiiuido esle horrendo crime a insania,deMDCarre-
garia a sua ronsciencia.
Mas vos meditareis, depois de lerdes onvi.lo o de-
p.iimenlo Ign erudito, iao posilivo do medico, se es-
la defeza, a unir potsivel neste caso, pode conci-
ltar-oa cornos fados de qoe tendea eonhecimenlo.
Investigare** nelo contrario nao temos que julgar
o raracler mais perverso. Nao esqnecerei- a discus-
sao, altendereis aos precen*nles do ice, acha 'o-heis
sempre o niesmo homem.
At-im he que em S. Hermn l'Anxerrois, apezar
do beneficio do digno cura desirparoehia, o veris I la. porque inandando-lhe per-Inlar'o re'vVr
alocar a honra des.e eccles.as.ico. a sua honra.esl'oi- i simo hispo de Meao, *e c ,snt,a em recebe,
ira vida do homem naa sociedades civilisadas. E, I sua vi.ita Vcrar rMNndL.Tm a? I \
i-oram visitar Verger dual irmaas da carid.de,
que O conbereram, quandn era eiicommeiidado em
Serris, e levaram II,e urna imagem da Virgem, que
tinhain mandado benzer rem. Verger nao as receben e mandou-lhes d-
/<, que seiit'H ineomiiiodo que tinham lido por sua
cau*a, e que Ih'o agradecia do coracao, masqde n3o
poda recebe-las, porqoe desejava estar em descau-
so e nao receher visita alguma.
Parece parean que esta resolucan nao he .ibsolu-
dis-
consentia em reeeber
Diz-se que lora nomead.i unu eomnltsgo de pe-
ritos r.ara examinar m o estado mental de Verger
para saber o que rumpre f.i/.er, sem coa ludo "*lo
empecer a marcha dajustica; parece que esta re-
s.uucao oi adopta -la a lequeriineulo do seu advo-
gado, o Dr. Nogenl-Sai-il-l.aurns.
lor, nem iuteresse no crime Onde quer que procu-
ris, s encontris as couihinaces de um louco, as
tspirares e os actos de mu desatinado '.
Mas, dizem. ella meditnu n crime Por cerlo que
lera as appareucias de mn cspinlo claro I A sua
insania uao he continuada, coutedo : mas oov, o
que a esle respeilo diz o Sr. Olmeil um dos homens
mais competentes nesta materia.
O homem pode, aein deixar de possuir a (acal-
dada de coordenar as suas idea apreciar rasnavel-
tueiile as qualidades, as relacoes de um cerlo nume-
ro de objrclos eslerno, obedecer srieiilememe, con-
tra a sua xontaJe a um vicio parcial do juizo, a urna
beirac.ni da tensibilidade phltiea, a uina leso das
iacoldades afledivas dos senlimenlos iiislictivos e
manifettar urna serie de ideas extravagantes, sensa-
cese antxpathias absurda*. arrojar-se a actos
que levara a suppor a ausencia do impeli da ra-
zao. n
Ora pois, 'le (odas estas inanias, a mais perisota he
por ventora a que he prodozida pelas ideas religio-
sas. O Sr. Pinol menciona o cumplo de um enlisto
religioso a quem a devoran lizer. perder a tazio '
urna noiie, julgcu ver a Virgem no raeio de um cu-
re de bemavaalarddoa, os quara Ib. ordenavam que
mal;.- -e um homem qi.e elle tinha na conla de in-
crdulo, o realisou a ordem que receliera em so
uhoa !
As provas externas O advogado noli que a mal
eumliinaodo reo se auteidaram. Paadamenla-se
_preem
rdem eslah>lerida e rom as leis.
gnerrra com a
Se no prores-o eneonlrar -es provas de insania
deveis absolver Verger. porqoe nao pode haver cri-
me sera inlencao.
ALAGOAS.
Alacci, de marco de 1S.77.
Charitsimo tenhor.Con).....o a tnaaaa-lo cora as
miiih.i- insulsas prodaceSes: mas conscio de sua ban-
dada, eu na* arrepio da senda encel.da. E como
privar-me do nico lenitivo que depara raen pobre
fardo, combatido de lanos e heterogneos elemen-
tos, todoscooeorrendu pira a minha destruios,,.' Oh:
aeria por deraais cruel; seria uina coalemnacao
injusta ; emlim, seria euclau*urar-me na masmoira
do* aoffrimenbM e privaed lia-ia de cavaco.
La vao caminos do nata os tempestuosose roiga-
soe* dias do gordo entrado, por em duvida de ler-
rivel eseerarjle para o hornera pensador.
E-la capital, que al certa poca aprescnlava du-
rante este lempo quanto ha de mai* nojento e asque-
roso, c improprio de nm paiz civilisado ; quindj os
Unas, seringas, raloa, calunaas e ,. at reliquam
do no centro d
dencia, aprsenla entretanto um procedimenlo so-
bramaneira loovavel. Domingo de eotrudo leve all
lugar urna proci-sao. e na quarla-reira de Cinza foi
encelada a quaresma com urna solemne procs*ao de
Cinza, e lodo parece promeller urna semana santa
digna dos esforcos daquelle povo religioso.
Nao pules reivindicar leus foros, oh tri-le cidade
de Alagoas, ao menos vai por teu procedimenlo cau-
san 1o inveja tu., rival.
No dia 1 do crrenle leve lugar a abertura da
assembla provincial, depois do importante relatorio
do Ezm. Sr. presidente da provincia. O acto esleve
solemne e digno da provincia.
O qoe resla"? Tdo somante acudir as precisea ur-
.miIps da provincia, seu engrandeciraenlo moral e
malerial, allender a lant.a e immensas laconaa, que
por ah camii.ham, decidir em fim numerosaa exi-
gencias publicas e particulares.
Avante, Srs. legisladores Ha provincia, coneorrei
qoanlo ser pos,a, aprol da regeneracao da ierra, que
vos vio nascer, dolando-t da uleis reformas, collo-
cando-a emlim a pardo lautas oolraeprovincias, que
dispondo de igoaes recorsos, rainiuham ao apogea da
rosperidade.
O eisino publico em Inda a parle Irilhandoaaen-
dl do progresso, nesta provincia, ao contrario retro-
grada. Tem a provincia um rycaa, nelle leccionam
dislinclos illuslradns professores, aqnid-fnda? se es-
rauilo longe de allingir a meta dos seos fin.
Qoe garantas offerece aos ouvintcs?
Oue faluro euranle aos prole-sores '.'
O enaino primario em tela a parle auxiliado con-
sequanlemeole, seeuindo urna senda f olguranle, nes-
ta provincia ao contrario, he por demais desanima-
dor. Ide as aola* detta capital, fallai aos dislinclos
e talentoso* professores os Sra. Jote Francisco Soa-
res e Antonio Ignacio Mesquila das N'eves, e ouvireis
a animadvertaaSe cidadio injustamente offeodidos
em -uas digniJades, conlrariadoi cm seua esforcos,"
c desejosos de abandonaren) o pesado fardo das mais
arduas Tuncce*.
A mslrurcao publica nao cncontra protoccao: bi-
ces, o escolta turo, o naufragio emlim sao os corona-
rios dej,ilas prdences.
I'm joven talentoso, om .llagonno distinclo^ um
bom Dita c eidadlo preslimoso o Sr. Joc de II? ^i-
Acciali Jnior, fallo de recursos, recorreu a beni4j)|
gniadedos I-aisladores provinciaes, pe lindo uinaj
preslacao, um auxilio para ir a Europa Mandar o sxs"
tem das escolas inrm.es, e a*siin hbil,la lo oflere-
ccr an* seus digno! patricios uina fonte nn le o aari-
cultor, o ln-ridor fose aprender os meios ile liber-
tarse da roima na deteslave!, que tanto dillicolla a
minucturaca.i tos producios do paiz. Ah sua pro-
lentao toflre opposic.io, e talvez naufrague nos ca-
chopos do indifferentismn.
E depois pode a provincia com mais essa despeza
a um canto de reis animal'.' Watt*! lencalh '. tan-
tos (alelos vegetando, a falla de minguadoa recur-
sos!
O foro desla capital esla'agora sol a presaiio das
interinidades.
O cnmmercio caminlia alguma coasa desanimado,
n.lo tem apparecido grande concurrencia de fregue-
zes. O essoear lem subido a um preco fabuloso, lo-
do* dedicam-se a compra deste genero esperanzosos
de ptimos resudados.
E durara' por muito lempo csse allis.imo valor,
que incita o* capilaes, anima os compradores e ven-
dedores, e parece promeller aos agricullores a posse
do Eldourado .'
Nao capi'ro. lodo no mondo tem apogeo e peri-
go.e qnando lera' luaar a aproximacao dele".'
O algodlo tambem vai sotlealaado alio preco. e
appararendo a numerosa escala. Entretanto segiin.
do oovi fallar tambem sorera" alguma deminuicao,
allendendo-se.oa numero-os bice*.que a cada can-
to de pavao os compradores e vende ture* de lal ae-
ro. Ja tem apparecido alguma* qoeixas e reclama-
cps, justas oo injustas, lora decidir ao poder com-
petente.
Ad rem negocios commerciaet, cumpre-me aqu
expender algups qoeitomes que lenho ouvidn de
diversos commerciantes, queixoines caaaadns pelas
demoras da alfandega de*ta provincia no desembar-
que e despacho dos gneros imporlados. Alm da
falla de uin trapiche, nece-sidade nnportaute, aceres-
ce que mailas vezes acontece e*lar gneros deleroran-
do se na alfandega por nao seren loao despachados.
As vezes por falla de empregadot, oulras por rausa
de bices su-edados, em lim iaunensai pelas que en-
l^r|ieccra o processo cnmiuercial.
Somos os primeiroa a coofessar a honradez, os me-
recimentoa dos dignos emprega.los daquclla reparli
cao, sabemos que nao por vonlade, e sim p'.r causa
iniiocenles coro* da Conceicao, aahio as e-molas, a-
comptobade das tenboraa cuneaos Arcediago Rai-
mnndo Severiiu de Mallos, e Ismael de Sena Ri-
beiro Nerx.
Era um quadro locante e digno dos bous lempos
do rlirislianismo ; e aluda mais indicador da canda-
de, porque entre essas meninas que S. Exc.rom tan-
to cuidado procura preservar da rorrupcio do ecu-
lo, viam-ae de lodas as cores. Diriamos as allegori-
asda Eoropa, America, Asia e frica. Tambera a
dos fiis corresponden a caridade do pastor.
II.
No dia I. foi lida do uggetlo pelo mudo refe-
ren lo Sr. conego Eugenio de Oliveira Paotoia.a bul-
la de sua aanUdade, e*labelerendo o dogma ausp ra-
do da Coneeiyao Immacolada, o dogma popo>ar. Ae-
sislio do solio S. Exc. revereod.ssiim em rico para-
mento, e o reverendis.imo cabido com i* vesles das
difireme, hierarchia, que o cempoe. Esliveram
presonlea o Exm Sr. presidenle da provincia, e sua
excellenli.sima a rauite virtuosa consorte ; o corpo
consular, a cunara municipal, a magistratura, a jun-
la de liigyene.os senhores baruca do Aran e Jagua-
rary, os chefes e eropregados das reparlices, acla-
ra, a ollicialiiade da guarda nacional e de liaba, e
loda a primara do povo Paraense.
Concluida a leilora da bolla, loda* as alturas do
templo choveram flore, seguii lo o exemplo de dois
Alijos ricamente vellidos, e enllocados nos pulpitos ;
locarara lodaa as campas e o gran le org.io, correa-
pondi.los, a um lempo, pelos caulies do caslello,
da* fortalezas a embarcaeas de guerra, embande-
rados lodoa : por grandes girndolas que se sollaram
de lodos os largos e de immensas casa* parlicolrres
e pela msica da guarda de honra, que ahi eslava
postada a porta da calhedral.
IVeia hora solemnissima foi cer.il conimorao.
Alguns rosto* vmio, humedecidos por e-sa* lagrimas
qoe d?slisanli. mento profundo de saiitfaeJIo.
S. Exc. revereadisaima desceu para levantar no
aliar da Senl.ora o .Tola pulchra.oque foi rantlnu.
do pela miisica com aco.npanliamento a oraa>, bem
cuno o , exposlo o Santissimo Sa'ramcnlo, no aliar mor.
III. da resp-eiiva ri.s>.ib..Js. .oiiorarao.
I or urna be. dbpMteao de S. Exc. rev.rendissl-; Execulou avallada f.irn-rimenlo'de Brtlcoa belli
ZST*" |,UblCaCa A0 d8ma fei,a ,la ,:an"!'" e d" ""o. di.lrihoindo a manfadnreca
O pi-pel d medico na petas* do Sr. Jos l.aiz, -
leve .'iilnnamentc rararler.
O Sr. CoMMStJea deseinpenhouconi Mi'rj,.v ,.
.ari, sancconaro'a obrad, dipl.m..,.V"E".,rV: ^^.Z't^t'^/fc^
tanto re*t. anda pendente a questau anglo-persa, de parreri* rom seu cala Kamosi/
mas ct-se que lambein sera' retolvidadiploralica-1, A *"' ,uM -s"- '> ^f". est.d.raia
mente. | Tl."! P'"- ,e 1""'n qj 'flamaaac.o ,|#
A sorto do* principes da igreja calholica na Eoropa
n.lo parece mudo lisougeira. Come se sabe o arcebvtp*
de Paris foi assastfnad. ; o de latera em Sapotea esca-
peo an ferro homicida, gratas a dedicaci,, de um *
conego, e o de Mitellain. eal,' lonco. Dou. padre*! **mltl ""'"*' d* *"
I em lo
dula.
A Maricela, ou os eireilos da e Inra.ao. farra .v
leve excedentemente bem exerut.d. compe-heu-
ilida por lo los oa clores, primando obre Male* j
Srv I. Isabel, na parle de M .ricota, o Sr. tiuima-
raes na de .\erls, e o Sr. Tliemitco na do p un.
foram o* aulore* dos .ou* delietoa, um ja' fui anpli-
riado, e o oOIro talvez ja' leona ti,lo o mesmo des-
lino, que leve o infeliz Verger. A historia diz que
llenrique III e Hsariqac IV, ambos reia de Praaea,
foram assaaaadaH por dous padres: Jaques Cleinent
e Ravaillac ; mas nao refere aso algum de assassi-
ualn na petsoa de algum principe d.i igreja, commel-
lido por sacerdote. Entretanto esle grande escn-
dalo eslava reservado para o nosso secuto.
No paquete que honlem pardo para o tal, loi
de pasaagem o Sr. corone! Alexan Ir M. A. de Car*
valho, .;,?,. por mai* de um anno residi nesta cida-
de, como d,lector do arsenal de guerra. A' irrepre-
hensivel probidade e intelligencia esclarecida, a Sr.
Curvadlo junta va nutra* qualidades pessoaes mui a-
preciaveis, que Ihe grangearam mudas lympathias
nesta cidade.
Duranle o lempo que e-leve na gerencia do arse-
nal de guerra, que Ihe foi confiado pelo governo
perial. operou a reforma completa na respectiva ad-
ministrara, inclusive a rreaco de om iJslCMi de
escripliiracaamodelo para a uislituic.io do* apren-
diies menores, uo qoal se notam rearas facis e in-
teiamente nova. A fi*caliaoao Boa interesteada
fazenda nacional foi severa, e una prova disto sao
os saldos que deixou em core, como se T do rea-
torio de entrega publicado ueste Diario.
l'romoveu a creacao dos exercicios gxmnastiros
tanto para oa apraodliet menores como para osarli-
ficea; tambem creou urna seccao de apadores bom-
bearos, formada na cnmpanliia deaitihces. e desti-
nada a apagar incendios : munida de escadas e sac-
eos de Mlvacfo e mais apparellms competentes. Res-
tab'le.-.'u ou antes creou a aola e banda de msica
militar, que se achata em verdadeiro estado Je dis-
solecao,
IVomoven meltaramento* arateraai na na de
primearas ledras e nos ulencis dos alojamenlns c re-
feilono, onde fallavam o mais simple* artigo*, como
linteiros, talherea, etc. Melboroa as accommodacr.es
Jo* armazens do almoxarifado, de modo que actual-
mente se observara e contara fcilmente lodos os g-
neros arrecadad..*, em roneq,iei,cia da bo.i ...i
Se pelo contrario de Indo o que (ende* ouvido.
das palavra* Uo reo, dos seus arrebatamrnl,., das
suas violencias se ronclue, que medib.u e desejoa
perpetrar n ciirae, que foi *ua inlenniu ferir a ca-
beea do clero de Paria ; oh '. tallo grande e immen-
so he o vosso dever V,,s o desempanhareis, tanba-
res jurados; e seja a reparacao qual oi o crime, que
o reo ccmrnelleu.
Depois do seu resumo, o presidente proDOe ao*
IraiST ;" preme-ac'"!'0 : '* faC, V"U"Val !*"" "t"*"*' '^'""' pan.o*a Irans-
O jury recolhe-se. e'ao cabo de vinle e cinco mi-
nlos entra na sala e leo o veredirlum
O Presidente do jurj :Pela minha honra e pela
minha conscienca. percala Den
Koi pomposa, como so pode imaginar. Mus: i
grande orcheslra, c luzida coiicorrencia. Oran, ao
evaugelho, o mudo reverendo tenhor conego Lnic
Barroso de Bastos, que ama Dor Intrnarcaacivel a-
iunlou a sua eoroa de orador : oxceieu-se lie que
o sentimeotn nao pode deixar de ser eloquente.
A chova, constante era toda tarde, nao deixoo sa-
hita prodtsaa. Cantoo-se o irSoh-lnuin pmidiaai,
o mudo reverendo guardiao de Sanio Antonio o se-
nhor padre meslre fre liento de Santa r'lorencie.que
poz |a pomposa festa uir, remate dlano della.e de re-
alrai-lhe a justa fama que goza de grande orador.
Recebamos agradeciraentos do calliolico povo des-
la capital S. Exc. reverendsima, zeloso promove-
dor de urna fesla da* sxmpalhias do povo, e dignos
cooperadores, os illuslrissimos senhores religioao e
respeilavel cnminendador liento Jos da Silva, juiz
do fesla ; teverendo vigario de SanfAnna, Sebasti-
an Borges de Caslilho, thesoureiro ; e procurador
Seraphim Martina de Castro.
.Diariif do Commerria.'
rmLWAMMB
ASSEMBLA LEGISLATIVA PROVINCIAL DE
PEKNAMBICO.
Seeso ordinaria em % de marco de 1837.
Presidencia Jo Sr. Ilariio de Camaini/ihe.
Courlusao.
Primeira diseos -ao do plajelo n. ;l(i do anno pas-
sado, que diz :
A assembla legislaliva provincial de Peruambuco,
re*olve :
Arl. 1. A aposentadora conredida a Krancisro
das Cbagas Salguero, codelo' do municipio de
Olinda, pelo arl. 39 da le n. -Jtil de -> de junlio
de 1830, se regular pela lei a. 8S de i de inaio
de 1810,
Arl. >. I'icam revoaadas as disposires cm con-
trario.
Sala das commissei ti de junho de 1856__leca
Ooiolino de Caalro l.eao. Joaquim Pires Machado
Portella.I.uiz Philipne.
' Sr. I. de Barro* faz algumas considerare**.:
O .Sr. Catiro I.'n'in como relator da eoflimttsao,
sustenta o projecto.
Encerrada a discussao, he o projecto apprevado.
Primeira discus*ao do projecto n. :1T do anno
passado, que marca o dia I de inaio para abertura
da assembla provincial.
\ai mesa e spoia-sc o seauinle requerimenlo.
., Ilequeiro o adiamante .ta draeostio ale que
da* immensaa dlfllcajdade* creadas pela leaiala.ao, I comparec o aulor do projeclo.-llego Barros
appircc.u senos embarace, ao commerciu. E quan-! P,. a voto, o adiamenlo, he approvado .
lo ao trapiche, he po,- de.nai, palpilanle a sua nece, I Priraei.a discusiao do projecto o. M do anno pas-
sidale, sob pena de pagarem o patinho aquelle* qoc'sadn, que diz
reatas, mudas vezo* erara as causas motoras de
molestias intermlnaveis e moilissimaa vezes morlaef
entreunto este anno, lilierlanjo-se ,1a rutina .anili-
na opini.iu do magistrado criminal, do procurador
imperial de Melun, que nao der.m audamenlo ao
processo contra Verger, poique o run.ider-rm dou
do. Menciona o foltiei,. ,,,;. preparon na llelgi-a, e dirige
cuja publicaran fora prohibida. I.
e perante os ho-
mens por maiotia. .. Sim a lodos u* qnetilot. o
O jnrj nada dia acerca das clrcomslancis atle-
aDanles.
O Procurador geral pelea applicarao dos arl*.
I).), lili e P.l" do cdigo penal.
O par no d reo, Inlcrpellado pelo presidente
I declina que nada lem quotirer snbre a applicaca
da peno.
O tribunal, depois da breve deliberarlo coodem-
; na a' mor! J..,.i |.,,;z Verger.
O Presl lente :1\ patraa do reo prevenir o sen
' Cliente, que lem Ires dias para Inlerpur recursos de
! appellaca..
A audiencia le
de/.
eramcsprojcelisque, laucados na arena da orgia
eatrudal, incitavam a apparirao das querellas, of- l'""" pelS reve"s ,,a v[i *m "S gneros. ] A aisembla legilaliva provincial de Pernal
Ba.la. decreta : '
Participo a \ me, que o jornal, que *ahe an* sal- Arl. I. iica rexogado o regulamento de -_ de
hados ne-la capital, ofiendido em ua succeptibili-' dezemhrn de 1813, na parle relativa as penas, e aos
dade por causa de uina analyac qu promet, a Vine, l'roce*sos rriminae*.
fazer-lbe, araba de eniprazar-me para o nuniern se- Ari- Excepluara-e da regra eslabelecida a-
gu,ule, naneando que serei calegaricanienle res-1leternoi dos soldados inferiores que sero pu-
pdndido. nidas como clnalente.
Ja v Vmc. que eslou collocadoenlre Scilla e Ca- Arl. :i. Eieeptaam-se tambem as dispoticoes re.
rjbdet, eolreaerase a caldeirinha, mesmo cumo laliv-'s a fjl|a de servico c disciplina do corpo, cuj'
vulgarmente *c diz, qual u periquito embancado "
no* meloes.
N3u importa, venda illuslra.lo eampeio, de lauca
em risle, de elimo e manopla, conaervar-me-bei a
lormacao, demonstrando seus habitnnles o* desejoa
de tegnirem ulano* a raarena sempre progressiva
do espirito humano. Sim, nao mais oitenl*a-ae o
conjunrlo uause. livo de peripecias safaras e brnlaet
porin um complexo de diverlimenlo* e lolgares
uleis e snudaveis.
Diversos repazca moloammle resolvaram aprc-
sentar um carnaval, se nao igual a catea que apre-
aenlam cm l.ea dias Roma, Veneza, Milo, o Hu de
Janeiro e Peruambuco. ::o menos que Ios-e como
um m enlivo que predlspozease o povo Uaceiorute
para em outros annos loearem i niela da ptireirg*.
De reto, trila e mais rpales, vestidos a earae-
(er, alias bem nascaradot, precedidos da manca do
desles rticos por nm gratada numero de familias e
pessoa* nteessatadas, e deet'arle rslirpo* o escanda-
luso monopolio e rebate* que oulr'ora se faziam nes-
li manofa-lur, cao e respecllvos pagaiiienlos! e
mandn fazer eqoipcmenlo e corrame Jo novo mo-
delo em qoanlldade ron*ideravel.
N'uma palavra, e*l:-b-lcceu um rgimen circuns-
peclo, imparcial, especialmente acerca da mannlrn-
c.lo da boa ordem do servico, e das mais urbanas re-
lacoes e barinnnia enlr lodoso* empregadoa do ea-
tabelecimenlo, afastando desl'arl esse deploravel
viver de nxas e intrigas, que deseraradament. la-
vram em mudas repartinos pobl cas.
Eis pouco mais ou menos o complexo do* servidos
preciosos, que o Sr. coronel Alexandie M. A. de
Carvalho pre*loo an arsenal de guerra desla provin-
cia. Tend eomprdo rom zelo e honra a miasiio de
qoe fora cncarregado, lo, chamado ltimamente ao
quartel general da corle, e he provavel que va* ser
encarregado de outra commissao mais imprtame,
de que possa resudar maiores vautagens para o ser-
vico publico.
A' noticia que diz respeilo ao Sr. I.uiz Candido
I-'urtado Coelho, qoe veio publicada na l'ugini
Acuita de sabbado, lemos ainda que aecrescenlar
alguma cousa.
Do gotto verdadeiramente artislico e da admira-
vel execoran, com que e-de pianista desempenha as
mais dlioullosas pejas, nada diremos. O publico,
que talvez um da tanta o prazer de o apreciar, a-
juisar entilo do seu merecimenlo.
Oulra* qualidades, porcm, concorrein n'estcSr.,
que he justo nao deixar que liqu?m oceultas. Alem
de pianista distinclo o Sr. loriado Coelho. lamb m
nao he esiranho ao dato das musa-. Conversa rom
ellas em esixh) fa-d ameno, e conhecedor dos re-
cursos e bellezas da lingua porlugueza, nota-se-lbe
nos escriplos grande lacilidade de dieco, e o que he
mais uina correccAo nada vulgar.
lemos visla um volunie das suas poesas. Ke-
commendainos ao publico a leilora deste livro, qoe
brevemente sala' exposto a' venda.
Pianista, compositor poeta o Si. Kurtado Cecilio,
possae inconie-iave mrito. Em l.i-b.ia. onde cm-
poz um hyroao, que dedicou ao re D. Fernando, o
Sr. Forlado Coelho merecen ser premiado por aquel-
le moaareta, que be o rei arlila por exrellencia.
Na corle do Itio de Janeiro o eu tlenlo nao foi
menos admirado. All publicou elle varia produc-
ees muiraes, que tiverarn excedente acoHlimento.
Entre estas sobresaliera a alsa Tamberlirk e urna
schnttish, intitulada tambem adeos a Taml.erlick.
Toda* estas qualidades roncorrer.-im para que em
breve n Sr. Portado Coelho adquiriste neme e majal
repularrio, que vai augmentando progressivaraente.
Emfim aos merecimentosde um srlitM de dtoliae-
cao, rene sobre ludo este sentar a delicadeza de
um cavalleiro e de um corteza*.
Morreram durante a semana :l(> pessoas : sendo, I",
homens, 1(1 mutlete, e S prvulos, livie* : 2 bomens
e I mullier, (teravee,
punicio rmpete boje exclusivamenle ao respectivo
commandanle.
Arl. i. Nos mais criine elar o cor|io sujeito
is lei* penaos em vigor, ao proettto commum ou
do o maior silencit.
As seis thor.s ,o Sc. Lot, primeiro escrivao,
tci mpanhan lo pelo .-i. Commersoa, e-rrevenle, se
prisgo tslc t>uiciergerie. I.
Vergera
scvs ssss VSSiUS: \ :;xr:;;ssf r. s&sss*
Senbor !Depois de biixer lido o processo une me : \er..,.r o, ...;..-, i i ... .
fo. enviado pe.u Sr, procurad.......*& ,le E~ ; ^..'i^&"T^X^'^T
ttpecia inen e nseu le-menlo, ....., nns-o ,,, n, ,'t i e ni, ,, T ,
...a,! lempo cnsenlir que ce,,., ei rnuceoe. JS. ment KTacte'e^nUnca"0 H'C"C,"S'-
Masticas im iniiiha uiocese, e desde boj? Ihe licaui | '
suajieosas lodas as liecncat.
lie nos
n'uiu hospital
vou cntende
V.nhaver-me|eilar-ineo|guoiasexplicaroe,acerca do
anloue a* cinco bor-is menos I *" blalliode 1 India, correram as rota desta ca-
etpeetadores reUram-s* guardan-1 piUI, e al o ,eu occaso apresenteram natjVocedi-
raenlo proprio de culadAos civilisados ; opinilo
publica v lou-lbes lodo o reconhecuueiilo t esliraa ,
leve islo lugar em o domingo.
Na lerca-reira, porem, ,. diverlimenia momio
dimensea giganletcas, a pontos de apparecerem ca-
balla., porque mullos q:.t- demingo liuliam pejo
de apresen!ar-se, agota anciosos empenhavam-se
para inscrever-e na phalange caruavalesc.i. Viuda
ahi nao esta o bello. A apparic.io do carnaval inci-
e tacada resolv lo tenao a agredir ao menos a deten- de responsabilidad., quando se tratar de Climas pe-
der-me de-uas caloada* c vencido, derrotado, re,- los ofliciaet cororaellidts como emptegados pu-
la-me o consol de bradar como o poeta latine__II- buco*.
la inilitibus decora, Patria mihi fng i calamitosa luit. Arl. i. As deaercoe. doa oflichtea e*iao compre-
Adeos meu chai o senbor, rogo-lhe a hondadede hendidas na teganda do artigo antecedente,
dar-me noticia* dospreslantea lidaatorea que oa are- Arl. 3. Pieam derogadat aa ditpostc/tei em con-
n-i ,lo *eu importante e iaelelopcdieo jornal, oslen- 'rario.
Sfsm seu* fulgurantes talentos. O* illdsu-a -os ror- | Paro d, assembla legislativa de Pernambuco, 11
Iras que sobreven .aquella nao Ib* den lugar
otrar-se cora mais ilesemhar.co; comeado esleve
o Maaetaeate attata tiaabeais. aatjaa ,IM< u,.
la geni- reunida; o. camarote, rampi.rl.vam de
a dez peataaiLj e narle dos e*prrladarrs da |.l-
tstavam a pT! '
indos nosos joven* poetas itaBai orna por. a
ouvor ao genio : foi e>lrondos.menle .ppku,-
Lmisla-niK que o Sr. Dr. tafeaWtaaaaa prendera
ora inuividuo, qoe cainbiava bilbetes na nade dn es-
pectculo de sexia-feira, e que%o ultimo e*p*cU-
coto roram presos peta rae-ino motivo dous -
cravo.
Ha una rerloa e*tranaeiros, qaa coslamwn Ire-
qaeniar > thealro, que se teem lomado, alm da m-
supportavei, r.dicoloa r ousados ; es-es heme ia na
so durante os actos conversara alto, nem *e e inter-
rumpen, a quem d.i aNaasege as seenat, com* en,.,*
que ie*re o p.nno lransform,ra-*e em rae. attaa
e o l.ab. que o, carregoe, a ,h.nlo de. com miado.!
lalidos arasoa.l,,, e uio i,,,,,,,, *, 0 Hwljurnm
uina elgaiarra infernal, qnando o publico applaode.
He de notar que entre taea gai.tM ha urna
robicnnda madama ; lagaaaj que e.-as c,inh ae-
j.m rendez-vu...... ,o, :....,h 1 q.e mw ,.
temo* onde trata* o cnsul dess* feote...
Coii*la-iio*i que dAu-s repetidos diloibio< em
diversas raas, burro de Santo Anioa,o. entre
mutlieres di*so|jiaS. a ponto de ag.-redir.m tw-
lanlemente cm armas prohibidas, he mister haver
da parte do. Sr. inspectores tod. cautela poti.ei,
e nao deixar de fazer suas visitas .olliciaes natr
essee paraizo* inferoaes....
Na ftegne/,., oo dente, berro que r.ao he e*-
ire.lo. certa ca.a de sobiado ,,..... tem Iterad.
una veranda veltia, que esta pe, mstanle* a *-
pell.ir.se na cal^a de alguma pes-oa qoe por all
|>ase ; olho v.v., Sr*. viaadanle.! Do co.dr.r.o pa-
gara! peta con lesceu lenci. de algoem.
Em um dia desta semana ciando deban da
ponle-yelha urna alvaraaga de rnorat, jalca-sc
por ralla de atar] acontece urna SjgM |>ertt>aa-
aen* que d-nlro iam. d-sejar comprar doce, que
por cun id. mesma hava em un laboleiro; em
mais rere.nouia melle a c.b-c- em irn dos .loo, a*,
reos que estele, e aprata aa rn rima o 1-1 t*m-
BJ : e o que resudou .' Foi q.e i ouml. una. j.-
ven de cinco-na e tantos anno*. alno de wsi* p*r
Iheappar-cer aquibo debaixo do pes.... E*u ponte
lera invenr !...
O vapor .. S. Salvador t leva a seo bordo des!,
provincia para os porlos do >ul. os seguales para
geiros : "
mei.r'T'i'r7,' "' Br'dP' '" "t"" ''"'
ronrl, e,M S'tva. Antonio Cort, de Vae-
coucell. ,3 escr.vosM^,,,, p1Ir, ,lf Af,u ,1
.Mello Calcnl!. D. Felipp. Eimli. de
Francisco ,1
^',l\!;.'V*'r",,V "Ii" ""' '-de Amenm
n.iora. J Glhaa e -> esrra.-os, Marcoiin
ra novaos. Iv, Alvinos ,1- (m,,
I lancisco de P.ata Esleve, Clemente
REVISTA THEATRAL.
Sexla-feira (i de marco. AltC.AUlADA.
(loando o amor daI.arl,adiadaleve in mente
co,up-la, o *eu pensaineulo primordial, foi, sem
lu-.i.ia alguma, levar a um g'ao, o maia sublime
poativel, o talento artstico do acior que hze*se a
parle deAndre : foi. melhormenle dizendo, pata
apr -*eMar os intelligencias arlislico-dramaliea*, om
dilficultoaisaimo problema da arte, para aquelle qee
o resolveese, ser cornado rei da cera, aenbor do
palco.
Ao :*r. load Caelann roube-lhe a gloria de resol-
vero sub.rae problema da arle dramtica, oesera-
penhando de mna maneira maravilliosa o papel de
Andre, na -tiargalhadao.
E-se o na, se bem qoe em si nao encerr senlo
alguma* -cena* da vida domestica de uina pobre fa-
iiiilia. lo ,av,a ha nessos scciias episudius laes, qoe **e dirig:
ceu-lni, m o seu aoblirae.
miera* a-
,ii..- o trrri!
Jasas irencas. Completaremos a relaeio do proce* de \ er er loo algum cavalleiro*. c ci-los rnidos ,m. ,
upniao de que o Sr, carece de entrar rom il,,oinas nodri ,* exi.to.i J.il -" ,- "pidos ..uno o
al para se tratar, e se .. jato cnsente, en ::.er do sen c-l ? .1 "77"'' ndtettH de Cc-ar, tratando da re,l,-acau
r-n.e com o Sr. prefeilo a esle respeilo. mmenlo. *' le|""5 'u|- \ ue um baile de phanla.ia ; livemos porlanto de pre-
ie|e,iar.,uerdguoi3,expl,care,.,cercdo.: i.iu.ndu o escrvgo Ihe loi leratealenca Veraer d' **"'mentos. lina lembranca ptima
v^zx^^r^z*^ i \ $% zsysftcom ^ ^ ,,,,pir"^": pela ,n"",a",rie -^ -tt
respndanles da capital da Parahiba, Banaoeiraa, de judio de 18jii.Antonio I.uiz Cav.ilcanl. de Al-
l'iaohy, Bonito c tauls* oulr or.amentos lo o Da- buquetque.
rio de Pernambuco,,. Qoe feito he dedo* .' Vai a mesa e apoia-sc o eeuint-. rcu.rim.nio c'""i"" m ,'.' '*"?b,p- Jir.it. s ol. > n las. que aa na laii.ttcm temida
A |Z:r saohor. de,,,,,. da, as ,-., Kequeno que'o p^TTLSbSt | ECa^ &! K Zfft t^irjSSA Z^^zB
periJadea no cenlro desua ora la familia, cantina- B'slIo.-S. Ii. | faltar a sa pobre mii, sentir a eufermidade, que a la do ncaai ,la pan- de .emetl,.. i, ,..!.,,, o
iodo a dliposir.Ho de Vine, o pequeuo orea
seu dedicado.
( otknopoHta.
lavor do
ronlrj o pru-
" Sr.
projecto.
') Sr.
jecto.
O Sr. A. (
ora lor.
O Sr. Florencio insiste pela sua opiniao.
. t. t'lurtnria pionnncia
tealcauli lespuude an unleccdcnle
I Sr, teneule Berardo Joaquim Carrl.
ajradejo,
PAKA'.
S de leverciro.
S. Exc. reverendissima deve calar Hlisfeilo, era
seus desejos piedesos e ardentes
foi celebrada cora Encerrada a discoasao, Sr. prc.iJenl. designa a
consuma, que podemos dizer, sem medo de errar
que nunca o amor de om lidio [.,, Coro maia vehe-
ineiiria, com mais lucidez e t mura manifestado ave
nos-o* cilios
.e-
Joac I mies
Silva. Joaquim
Furtado de ^o^^!r^UX M^ra'
Aderes Ma,,l Kr ..,,, Carvalho Mo.,,. i*",'*]
* "ul- "^- ..... Jn-.Ao Man,. 1 .,.,'" ^
cra .., cr-iel M..n,z talare*, curoue, |^
M. Tava.es capnaoM. C. W. Lioa um. filt^ -
nenie Domina a .tng.Ct Lopes, adere, j,.a' Ba.
I.ianode Ca*lro, Anlo.no Dionisio de S. .lo Gatt-
din.. ex-praca U .mingos da Cruz. I)r. Lourenco
Acnol, WaadMev t:rr ..eraio. INaT
ravos d caadla* W Llaa, AaMai* de f ti. i.
Cavalc.nl, All.uqoerque, Lata Corre, de Me.,m
Jnior, Francisco de M-ir. |.,ma, coron-l Alexaa-
ure Manuel Albino de-Carvalho e um criae*, Ua-
m.usos Kodrigue, de C.rvalho Jnior. ex-.t,|o
J. Aurelio de Sooza. Antonio Bento da Silva C-
Iho. adere* l.u.z Jos Ferreira Jonior, Emesia g.-
ceano de Souza l'eiae. Dr. M.aoel Moni Ba.aillu.
particular do S." de inf.ol.ru. Ti.. Alesauslre i'e-
reira lassos, Manuel da Silva Vidarii.ho.Dr. lleno,
uo Cesar Ctaliaba, Candido Fernandes de Carral,
e dnu.escravo*. Francisco Paula Pe.u. e om evrrt
vo Antonio Manoel Araoj.. Lim. e om em,
tduardo Peixdo Magno, lenenl- Jos Antn,,, |l,-
heirol-reius. soldado Anluaio Fredeiico, Fr.rveW
Ktleves Alve*. grumete Francisco Fe.reira da O-i.
I menores com de-lino a companhia d. apreudtze.
m-rinheiros, Lzaro Jos Casiano, e Miguel ^c-
. amanhiu.
COMARCA DO BONITO.
Camar, I. de marea.
V \
O Dr. Xavier Lopes, qoe inltraameotc etereia
a .1!'0' ,",d0 'omm-ndad* a. ttbdel.-
ga.lo do Allinh inataaraate immcdistamenlr pro-
ce--,, acerca d. hriajeate, ptMitMo. em J*l!..
Alar.,,, .do.qu.es trate, aa .Bleee tente pooc.
pote conseguir; poi, diiara-me que o sob lelec.l.
v'es'tid:' q"em daS f*"*g" ,6 V" "h -
As tresmulheres. qoe bavtem tomado par* aw.
fer.raenio* ref-ndw, foram prcaas ; sendo urna sol-
la por ordem da propna au loria***, oulra ronteg*..
doeva l.r-se. mediante aun v,ihtu. lerceira a-
ena-ae recollnda n. cadei. desla illa.
Por causa Ha fue. e dos eaaaj f a/6*. f.i pre.,,
Pedro Aotoo.o de Oliveir. Lima, contra q.em o i,,,
de direil. ordenara ao moairipal in.t pectivo procco, asaim como contra nutro* oue i -nal
ou maior parle liveram. '
Suppoiihoque.seauoloocamiuho qn* as r...
tara levando, nao le.ianioa na ra lei* urna das Ir-
megeras. *e o doulor juiz municipal, como d. tata-
lo interino, nao manda una eacolu do destarament.
ao lugar .lo delicio.
Em um dea das da taatatM p.**..da foi rerolb.d.
a caie.anra individuo que bem poden. -||||
-dro das mas arles ; ma, que se rh.ro. Joto Bar-
balho da C.rui.
Dizem que he criminoso de morle e ladran de ra-
valla doa /.noa ne.te termo, e pagador de oed. fa|.
-a no de l.aranbun*.
Sollreu feritnenlos pelas ce*la. leilos em rei.-
teuria.
N dia >:, do passado rrcollieu-se a remarca
Dr. .Manuel Corre,, Liana, ,.oo digno juiz de duei-
lo, qoe ah eslava no g.-zo de liceuca.
TiCC grande maje* quando I, em um dos nume-
ro- des pr.|. a i.om.ac.l.. do Di. Delphmo ,u-
gusto Cavalcanli de Mbuquerq,,.. joiz municipal .i
leiltM da llralo, para de direilo da capital do
A aumeaclo do Dr. Halphino he urna da. bem
merecida* nome.cue, que ha fe.io o actual i.......k -
da justica.
Acile o sr. Dr. Dlphino as no-.,,
dacfte*.
A. bexiaas va* em decrcen,cuto ...
qoe lim sido a causa da ramio usajes c.nr*r.eiR-.a
n-sfeirat, desde o app-, o, d.. meen,. .-
da domina este povo e leu, .id a ou.a de rmp,r.
mos ludo mun,, can, : .i r,tIh, caaM*M satteraa
um alqueire, ., ra,;!,,, .,; ,|.:N f,,,...,:(-.--cwati ....
a carne vtr.ie le e -ji .,,rol... a de ,ol licjolM -..
azeilede c.rrapaio :iliie :.m i., uina gnala, e la-
do o maia por ahi *-.,.
O lente do dcrin.o baUlhao de n.lanlaria. Ma-
noel Alex> Pdtino de A'buqurrqur Pila, e-la' .,,.-
peti*ado das futiecoe* ,o.Pciaes que exerr.a. mo n.i-
rneir. dislriri.. dsta freauezia ruaca ohd lraa .
No curto esno. tic i upo en, qee nansa tajattasaae
policio o Si. Icaaate Pila, aacrisaxtaa pev*o. a -lie
lizl lo pruii.lencas e g.iantia. a eui

\
Sr. leuente Pila aeha-,e sflaii.i. -a lo e espera .e-
rollu?r-.e a se quatlel par. msiiicar-se, ron;, rnti-
lo nece-ils.
Ir iva-no. saudosos.
f\u primeiro aclo lev n Sr. Joa* Caelann d- in-
gar cora o que ha de, mais lerna c cumpaivo no
corarao '"""" BobeiM se qoiteate desenhar a
ternura fili-l. descripta era uis ol.,,., cm nn. labio,
em ..** ana-liros, dara sua cordada artista aar
uraa no.le de etpeclacolc em que o Sr. J..a.. Cae- i parle.
' t P torrcic.lo, os pedos Joaquim Jos de s.uia
B2PABTIC-J0 BA POT.IC1.9..
Occurtenria. do dia I. le Baartja,
Foram presos a ardan da -ulalrl u*'.' ,1. fre-
uoo/ia do Itecife, o prelo e-ci-.xu liaInt.. .,,
MUTO5(T
ILEGIVEL


IHAKKI DE flBNAMBl CO,Siif.\I>.\ EIRA i DE.MM'O 1)15 1....
Auna e I m Amonio c,6e. [titirite* por crini ilj nn*iis lliiMmil i l;-rre ra da Coocei^ao, inr deiurdem.
I*m i.libio de*a lata infere o -il le-;, i1u da fra-
~' -. i i :.i Boa-Vi9l;i,qoe hnntem peU5 horas da tarde
p ni i m i >'' m*m>s un. preto ecravo que Ira-}
Imi iv i de srvenle na obrada isreja malri^d'aqu'-l-
la fr.-guezia, CUio da cima do ainlaime, da qiu re-
uii ni foebfaff orna peros p flear baaliiii*e m lado, f .rain-lhp ii)iiiis(ra c te por ora etn perigo.
PROVEDORI.l dTaUDE DO PORTO.
i "le unirlo.
Na* aadeu oceurrencia aUuma a bordo Jo na-
vio surtos co parlo.
Ni hospital do i>im f i-11 -.....i a Mire amarilla
om Iripolinte brizne lagle l(ilin\ meda.n
l'l\ Klt.iAS PROVINCIAS.
R.-mi menlo do da I a t .
dem do clil 7.......
H2S8.5
H i.-v.iii
H89S851
DESPACHOS l)K RKPORTACAO PELA MESA
DO CNSUL*DO BBaTA CIIPADE NO DA
7 DE MARCO DE 1857.
LisboaBarca partageeia i Kloi de S. Simas, di-
veisos carregadori*s, >0 meiosde vaguidas, II rou-
ro salgado*. 631 s.icco, assucar Iiri'iicu e niasra-
vado.
\ PartoCalera iHracharenaea, Barroca & Caatro, l
necoa Roinina.
Buen ia-.vraBrisuc hespanhol nSeraphima, A-
moriin liman-, 123 barricaa aaauear branca.
I.jv i;"olC'li-r.i majeza Geoefieve, Soolhall
.Mellar A. Campanilla, 100 sacras leo a.
LiverpoolBrigue ragiez aRusaue, ll-in> Gibaon,
i *. i.. : .'.. .. x v 1,400 aaecoa auoor maaravado.
-4UlHlCllC(rO apS0l)O* M..r#allia-Rrca ftauceza Mari., N. O. Biabar &
---------------------------------------------- I. Companhia, 900 aaccos a-aucar mascavudu.
A* senli.lissim.i unirlo da Exraa. Sr. D. Joaquina IBCEBEDOKIA K Ub.NDAS I.Mc.H.NAS liE-
Torreso de Barres, aspoaa do lllra. Sr. eommen- KAES DE l'EHNAUBUCO.
dador Beolo Jos Fernanda* barros, inspector da Kendimenio do da 1 a l 1i:83i-K'.l2
O Sr. capillo do porto, comprlade a ordeno do.
Evm. Sr. prrsiJenle da provincia, dotada da 3 do
correle, referindo-ca a cuntida bo avian Imperial
de 17 de fevareiro ultimo, manila dar putliridade
traduce/, do aviso, anniiimaiido an vtianl<' o
estauelerinieiiio de pharoes na Europa e no E-la-
dos Unido da America.
Capitana do pono de l'ernamboco em 4 de mar-
co iie 1857.O secretario, Aleandre Rodrigues dos.
ftojot,
IRA DI, ('.CAO'.
Avlao aoa navegantes.
Phurol de Gallipoll.
Loa revolvenle, tazando o seu erllp miuulo em mioulo sobre a torre maia prxima a
cidade.
Lauto i o icpledlriooal j' IV
Lougiiode oriental di meridiano de Paria 21"
tu" 25"
neir
alian ic_,1 de Peruamouco.
Duriim sed leciiil ft palicnlia
Quidouid eomgere ft nefas.
lir. I.. !)
SONETO.
Cumpriate emfim a rgida seulenca
Da iiiexoravel parra hrrenla e dura
Sorvendo de mil so trago a laca escura
Da maia cruel, atroz, mortal doenca I
No Empvrio bojeando a recompensa
De loa ama suave, terna e pura
Vai gozar do Eterno natural brandara.
Do Eterno vai gozar a san presenra !
Ra chore o Iriste fillio inconsolado
E o q'iei"- cninorte enternecido
De saudadn pungente traspassado !
Qoe dui anjo neste mnndo perseguido
Vivendo la nos eoa man bein fadado
Cnza do rino eterno promeltido !
JH de fevercirode 1R57. S. S.
\ dem do da 7
CONSULADO
Kendimento do da I a .
dem do da ti. .
2:9-28*227
17:7C,;loM9
&.iV-A>r-- tV .
'HACA !)0 llEC.I i K 7 DE MARCO AS
:IUIIAS DA TARDE.
Cota;Ae< olllriaes.
Aamear mnacavado americanoJ;!ISO por arroba
com sacco.
Dito dKo CanaliJOOO por arroba com sacco.
Descont de leilras81 ao anuo,
lrett para o Canalaj al it)| c 5 ",
''rederico / /'. ." .ri-s, -ecrel.inr.
CAMBIOS.
Sobre Londret, 8 d. 60 d. v.
Paris, 30 a 3 1 r. por fr.
Lisboa, '.).', por % de premio.
Rio de Janeiro, 2 por Oo de descont.
Acc6e do Banco, (0 a 45 de premio.
a ci compnnhia de Beberibe 549000.
compauhia Pernambucana ao par.
c Ulilidde Publica, 30 porceutod* premio.
. i Indemnisadora. 52 idera.
tr a (! estrada Je ferro 20 por 0|0 de premio
Diseonto de lettras, de 8 a 10.
Dilo do bancj8 a 10.
PROVINCIAL.
' 13!I52s7I7
.... &6073lt
IC:559c958
PRAGA
18.57
ll'Jio.Oncas hespauholas. Moedi de jsaiavfllia n loooo. Prata.l'alacoe braaileiros. Peso colnmnarks. a meticano. . 289 a 289500 165000 169000 9S00O 29000 awoo 19860
Al.l'ANDKIrA. Kendimento do da 1 a 1: Idam do dil 7...... 107:57l'-:iW 29:830l3i
DO RECIFE. 7 DE MARCO DE
, AS 3 HORAS DA TARDE.
Ileiisla semanal.
Cambios----------.\o principia da semana tnma-
ram-te algooiaa sommas a 28 l[S
e28 d. por IJ, porm nos lti-
mos nada se fez.
A1 h 1,1 1------------Vieran an mercado 524 aacea, e
os precos resulaiem de 7^200 a
79300 por arroba de primeira
so.' le.
Assucar Como foaaem melliores a* noli-
cms Iraaidas pelo paquete de
S oitliainplou. os presos lorna-
ram-se maia lirmes e o mercado
leve 111 aniinacto. Vendeu-
se o branco secunda sorle de
|->'.Imi a 5f, de lereeira regular
le 570O a 98OO, o de quona
serle de I950U a 96OO e u de
quinta de 9 a I9IOO por arroba.
O mueevad Lisboa a 3*200, o
Canal de 38IHJ a 2s>00 e u Amo-
rica de J9050 a 39100 p r arrob-.
Apezar de enlrarem 28,000 saceos
o deposito lulo avulta, pnncipal-
nieiue do mascavado que be .li-
miutitn.
Agurdenle lie procurada e pouea apparece.
Couros Vandaram-aa da 312a 312 *-|2 rs.
por libra dos seceos aalgadea m>s
primein dias da semana, e Dio
consta bouvesse Iransaccdea nos
ul|imos.
Bacalliao- Be*i que o ron.iinio lenlia sido
grande, e que liveaaemoa dous
carreuameuto>, ipie foram veudi-
dos acerca de IOV>00, o depo.iio
anda be de 11,0 (o-se raalo ido de 113 a I2>.
Carne secca- Relalnoo-se do 39 a 59700 por ar-
rolla d>> Rio tiiaude do sul, de 39
a I92OO a do Km da Prnla. I 1-
caram em s-r 9,000 arrobas da
piimeira a6,000 da SOgonda. Pa-
rece que vai aer armaienada .1 do
Rio da Pril. para desembarazar o
X. i. Os eciips
Scguc com brevida 'c o tiaihabotn Pieda-
do : para carga, passagoiroeescravos a fre-
lo, Dala-so com Cactano Cyriaeo ta Cosa
Moreira, na ra da Ca leia d.i iioriro n. 2
Para Lisboa segua cora toda a brevi- i
dade ne mesmo quizer carregar ou ir do pansa-
geni, pira .i qtiri tem aceiadoHcororoodos,
lirlja-so a.ii con si gifttarios Thomaz di; a-
jantar n mais movis e utensis de casa, pnr-.
lncenles a urna familia, que se retira para
a Europa, a bem assim diversos esrravos
iiiociis il" ambos os sexos, com habilidades,
e prnpros para iodo o nervico, os quaes se
actiaroesposlos no dia do cilio, no refe-
rido armazem. Quarla-foira 11 do correnle
as II lunas -la manilla.
H9
ftii 5
oiptitito*.
JosO Si.ares de Azevedo, professor de
na a litteratura nacional, no Gymnasio
lesta cilla.le, m idou a sua residencia para
i
*,-,e- 'i-iSS'."'-"- (r
1 r.llllAS PRECIOSAS-

Adrrecnfde brillianle, *
diamante e peralas.pul- S
eir, allineles, brincos S
e r../eias. I,ule e aunis
de dlfleri no. costos ede '
diversa ped le vaior. i
M0HBIS.A L Wmt
Sk
LJA rt MJRIYB
Ra do Cabuga' n
<>im e niAi \.
?
7.
appareeerao lolaeaemlem- quino Fonseca o, Kilho, na ra
po ordinario, aenao na distancia de 8 milhas.
Aasigna lo.o cnsul da tobliine porla.A. Sa-
ciarloP. ti. Pagliano.
IRA DI CI..AO.
Aviso .ios navegante?.
.NV 30.
Estados I ui los da America.
A ci.iimiis-.io directora de plurue nos Esludoa-
Eui los, acaba de publicar com dala de 30 ae agoslo
lin i o aegoinla :
Luz. robre oEgg Rock ciu trente a Nalian, baha
de llosloii-.Mass.
E'taudo concluida a casa para o pliarol sobie o
rochado Eu .sera' este aceto na noile de 15 de se-
tembrn oe 1836, e ludas as seguintes nuiles do por
ao Batear do sol.
19, primeiro andar, ou com o
mesmo o Sr. Manoel Jos Santos.
ao Para
a praea da lioa-Visla n. esquina da ra do
i Vigario n.' Hospicio, a ilii tem aberto um curso de goo-
capiiao dujgraphia c historia, e nutro c rctltorica ci
potica: as pessoas que quizerem seguir
orna ou outradoslas disciplinas, pdem di-,
rigir-se a indicada residencia, demaniSa
al as s horas, e de tarde a i|nali|iii r hora.
T
ando moila pesaoaa sultcilado ejemplares do le-1
lalorio com que o E\ra. Sr. nraai'daata di provincia !
abri a -e-.io da aicambla legislativa provincial, S.
Em. psrmillio que um numero aofllcianle de exem-1
Segu at o lim da presente semana o bri- plaraa osse ejposlo a' venda, para ser o sen pro- j
rH"_C.SC"l'i.<'r.ar.0*"'-.<''rtno Jor, ,0?.deI*"*0 PiHaade a* alia dos orphaos do cl.olera-
* Compram, vendem ou -
Irocam piala, ooro, bi i-
| II 'nii i,diamanlee i ero-
V la p mili ii qnaequT
; una* de valor, a dinheiro '
ou por obras,
v i. e* :. + 4 4**
I .
liONOSV- |(H :iS
i". :- !;..:.
" rinca
: isj-
i -- s
. ni-
A lerei.o eampMaa -le .
ouro, meiostliioH, puice,. ?
ras, alliucles, br.nrn a .'
ro/elas.cordes. irani-e-
lins, iii"dalbas,C'irreiile
e enleites p*ra rel'Miio. e
oulriisniuiiosobjeclcisde .
ojrn.
Apparelt cnniplelns. J
da peala, pira cha. ban- t
dejas, alvaa, raslirae, I
eidlii-re iesopaedecli.i. I
e minios outro objeclos #
de prata. *
*;+?:-?*
"ti
Acatahaqaadrada; tem sobrado e meio de alio- Souza, pode receber alguma carga miuda : morbos: cadaesemplar do reatono tara'vendido
ra : esla' branqueada e surn.oiil.ida por una torre ja tratar ti mi o COnSIgn lario Antonio de Al- ,,r |?V)Ors.
137:109*491
Oe*carregam hoje 9 de marro.
Birca inalezaLanruslriamercadura.
Burea inzlezaConliealhfazenda/ e loara.
Brigue uu'.v.Anr.ie Laurie:.aeaili,io.
Brigue ingleRosaliedem.
Brigoa inglezCarolina Schankidem.-
Bsenoa luujvenanaJobamiamercadorias.
Brigue francez(ieorgecemento.
Paiacbo araailairoTamagafariuba e ferro.
IMPOKTACAO'.
lio da Pr.l. para desembardcaf o faz pillj|ic0 quc os 3 |as utejs pa,
navio, Pizpih nt lio se e^iiprii .,,., ^ .. l, .
novo supprimei'lo. o que a veri-l lnel,1 bo"a''O, f0re U0S 'inP0S
licar-se, o< pree >a devein -ubir. I""' cenl solire diversos estabelecn
de trigo- T.ida que e"islia foi vendida, l:200^ solire casas que venderemi bil
Fariuba
leiHo o mesmo destino 528 barr-
ras da de Itallimoie, viudas do
Rio de Janeiro, a 2l>3 por baratea,
o consumo lam sido arando, e
ja alcuns paileiros nAo podem
fazer holacha por falta della.
Descont----------Rebateram-ae alcnmai letras de pe-
qoeno prazo de 7 a 7 l|2 por ceu-
lo ao auno.
Freles-------------EOocluoii-ae para Liverpool a 25
pelo assucar e l|2 d. palo alsouao;
e para o Canal de 35 a 37 pelo
primeiro.
'locaram no porlo : I navio com bacalliao e 5 va-
pore*.
Enlraram : 2 navios com baealho, 3 com cene-
elevada tro pes cima do tecto, e cubera com una
laulerua de ferro.
0 macbinimo illominador be de urna leutilba da
quinta ordem, elevado 87 pes acuna do nivel das
mares c'.eias, e deve ser visivel ei'u um estalo ordi-
nario da alniospbera na distancia de 10 imillas.
Des'a eslacao dao-se as seguintes demarcaees:
I'wnbarcarao do sino Cravea sE. i.' S.
Nalinil pona de Leste .... S. 1|2 E.
Igreja medioda! em Swampscol NNO. I|2 0.
Il.di.a do rocliedo niela maro N. I( O.
UoclieOo Secco de f'ira (Pig ...NE. 11 i .\.
A moama ceromieo por a\r-o datado oe 18 de a-
gosto pastado, publica o leguinte :
Hola de sino em frente a ii|leuaiidcii:cUeus>' na
eiil'ada \Ia Balea de Buzzard,* Maia.
1 ina bola prela ou f.dlia da prinieira classe, com
um sino pesando 300 libras, seguro na ponto ou c\-
(leini'l.ioe oe una armacao de ferro, aurinoolada
por nmi marra da dita iie arco do leiro, aclia-se
collocada em face desle perigoso rerife. O sioo esla
elevado seis ps runa d'agua. toca peto uiovmiento
das ondas, mares e ventos, a pode ouvir-ae em lem-
po ordinario, na distancia de una millia. A marra
do da tem iiou. pus de .tiainetio, piulada de preto,
e eala1 clavada nove pos ecima d'agua.
A bola esta' collocada em sete bragafl d'agua, fun-
do ili.ro. como a tercena parle de urna milita ao sul
do riOd Cock.
D8o-se as segoiolea demarcarles desla boia.
A embarcacao pliarol oSow e Piga S. .- E.
Ponto Seconet.... O. I|2 >.
Entra la da baha Weetporl NO. i. N.
II da Ledge de Mi-liaum ENE. I i E.
Od C.ck N. i. .NO.
Deinarcaces magnticas.
Por ordem de aoaa seniiorias, assiguado John
Waaliinglon, hydrographo.
Repartico bydrograpl ica do almiranlado, Lon-
dres 26 de miembro de 1856.
Eaie aviso anecia as acgoinles cartas oo mnppaa
do almiranlado: n. 268 America do Norte, Coala de
E. fot. 5 ; as-im como a lisia 0o> pharoes.
Pela mesa do cousulado provincial se
a paga ,
tos de 4
belecimentos,
bilbeles de
oleras .le oulras provincias, 40/ sobre ca-
sas de modas, e 209 sobre casas de jogo de
bilhar, linilani-se no dia 9 p marco vindou-
ro, e todos os que deixaremde pagar seus
dbitos, lindo este prazo, incotrem na mulla
de 3 por cenlu .sobre os seus debitus.--Mesa
do consulado provincial 27 de feveeiro'de
1857.o administrador, Antonio Carneito
Macli. do P.los.
meida Gomes, na ra do Trapiche n. 16, se-;J.
gundo andar.
PARA IIACEIO-.
Espera-se do Assu' por estes dias a esenna mt eo l"""eu""K e*emplare
nacional Linda, .no devera seguir para ojseraoDOD'icadM nerteDiario.
porlo cima indicado, dous dias depois da i n,lr ',;'ra "Jala de Iroseiam
chegada recebe nicamente passageiros, i PJt cai1'' ""'
para aquel le porto, a tratar com Eduardo
Perreira Hallar, ou na ra da Cadeta com
Antonio Pedradas Neves.
: as pesaoaa que subscreverein ate 11 do
squaes se vendem por
preco cominodo cont eostuiiiam.
CONSULTORIO HjMPTHICO
DI)
orrenle, para cu|n Inn eu berta a Mibscriprao na cm glbulos, e preparados com o maior esc
hvraria n.6e8 da praea da Independencia. O no-
que sub-creverem
A p"ssi i qu" acjiig.
ares pagara' l^2(Ki r.
Coaipatiiiia
trausatiautica de vapores
s rtios.
Patacho nacional Tamega. nudo do Rio de Ja-1 rn< 'aaenda da Europa, I em lastro, de cabota-
neiro, manile-roii o eii'.iinle : s"" l,;'" ac.bar de carregar.
16 caitas una' s.-^> *, c.
% 528 barricas farinha de trigo, 2 calmes ....r..,
16 barris vinlio, 900 calvas sala.i, ."121 sarcos cafe,
IO latas bol irliintM, 45 roto fuin, t l.arrirSs po*
. lassa, | pcule cravos, 3 manellos, 17 amarrados fe-
\ i ln ni ,i. ; a ordem.
Vgpor inglez Meawaye, vindo do Sooliamplon,
cunsignado a usencia, maiiifeslnu o >ei:uiole :
.'I euxas j-ti ip. I diia relogioa, l einbrullio amostra;
a Rabe Schainettan C.
I cia reluci : a Eduardo J. de Oliveira.
1 calta dito', 1 enibriillio amostras ; a Soutball
Mellurs.
t c-.xa |olaa ; a J. P. A tour & C.
1 dita Ollas, 17 ditas e3 embruios amostras; a J.
Keller A; C
1 can amostra; a Demes-e Ceder & C.
I cana joiis, 2 uila e I embrulho amostras ; a
Ti.nm Monseii i Vinassa.
1 caita joi, t (tila amostras : a F. Sawaga & C.
3 cana amostra ; a Alamson ilowie \ C.
i dita tecidos. 1 dita perfmanos, 1 dita amostras;
a F. C. da Oliveira Lobo.
2 dita amostras ; a II. Brunn (V C.
1 embrulho amostras ; a Joliusloii Paler ,\ C.
1 caita lavas, 6 (lilas amostras ; L. de Siqueira.
1 eiiilirui amostras ; a Roocker C.
Sembr.illios amostras ; a Fot Brothers o C.
1 dilo Sita ; a H. Gibson.
_ 1 dito ditas ; a C. J. Asiley & C.
' 1 dilo ditis ; a James Ryder.
-.. ^ V Icaita livros ; a John Wbitfeid.
' ^4L | embrullio amostras ; n Barraca t\ Castro.
V caita ditas : a Braga 4 Cirvalho.
1 I embrulho ditas ; rN. O. Bieber A.' C.
I dito e I caita ditas; a Ferreira & Matheus.
1 caita dita ; a Couralves da Silva.
2 hali i- unos; a Fei'l-I Pinto & C.
1 caita amostran ; a Siqoeira i\ l'ereira.
. I dita ditas; a Cardo/o Avres.
1 dita dil ,. ; .1. .',. I. ,!,,' ..
1 embrnlho papis; ho vice-consul de llcspanha
na Paralaba.
1 dilo ditos; ao vice-consul de llespanha no
Para'.
1 calxa amostras ; a J. >'. Pensin.
1 embrollio ditas ; a Tappenh i'-. i\ C.
1 emhrulh iditaa ; a liaae, Curio & ('..
I caitas dita ; a J. F. P. Vianna.
1 embrulho roupe ; A. de Moma; C.
I caita livros e papis ; a M. Pen.lon.
I i'iiilirolh i imprecan* ; a Basins o. Lemo-.
v I oilo peridico : a May, S u I ti -11 Mellurs.
\ 1 dilo da s ; Soare, de Paln .Nask.
1 dilo dilo; a Patn Nask ^ 1 harriea aarrafa ; a Schramm WhSIlev v C.
Barca inaleza nCui.beath, vuela df Liverpool,
consignada a Saunder Brothers iS Companhia, ma-
nifeslon o seguate :
129 fardo e 19 caixas fazemlas de algodo, 21
fardnsdilas de linho, 2 caitus dita de algodfto e li
nho. 67 gigos e 28 barricas louca. 50 ditos tintas, 2
ditas pregas, 1 dita estanto. 150 unas cerveja, 50
barr maulis*, 20 dito ideo de linbaca, 10 ditos
ililre, 170 dilos e i caita chombo em obras, 80
ditas qoeijns, ;! jRos e 21 venias cobre. 50 saecua pi-
, menta da tu lia, 1 cesto amostras; aos consignata-
rios.
2 eaita nnodezas ; a Riba Sdimellan i\ Compa-
nhi.
I fardos e caitas fazendas de algodSo e linho,
811 ditas foltu de Handrea, 10 ditas Mhaa de cobre,
I eite cobre, 1 barrica presos de eompostcSo, I cor-
rente de ferio : a C. .1. Aalhlej & Ccmpahia.
5ti caitas e 21 fardoa fazendM ae algodilo, 5 ri tos
pannos ,i" alpaca, 10 caita linhai ; a II. tiibson jj
Compauhia.
21 canos de ferro ; a Joo Pinto de Lentos J-
nior.
19 eaiaa 22 Tardos fateodas de algodn, toditos
Do; a Adamtoa Ilowie A; C.
t.'i barra maateige ; a Souihall M-n.-r- A; C.
cana e 2 fardo- fazendas de algodao, 2 ditos
dita de lia, 25 barris itanlega : ajames Crabliee
i\ C.
II fardos faiendaa de tlgodao : a Isaac Curio C\ C.
til causa lolba de I-landres. 27 barricas chumbo,
.1 rolos dito em lin-.d ; Andrade Irmao.
2 caitas palito- de n;; ac a II. Bruno & C.
10 eaitaa metal ammellu, I barrica prego de com-
pasicSo ; a ietao cV IrmSo.
50 barra manteiga ; a I. Pater A C
(i caita-. ) cylindro- e i rodos nuchoismo ; a S.
P.Johnston ,\ t;.
ieaiaa fucnda de liaho e lencos; a J-Keller
iv C.
20 eaiaa t 15 lar lo. fazenda, ,1. alsodilo, :t5 aicoa
lance, 1 raim um nlraa : a Fot ruiii-,, ^ );
21 f.r.lo. li caitas laz*nda de algudiio, .VI harria
minleica ;., Brag Carvall.o Silva.
151 qainlae d tul os de ferroa ; para a estrada
do dilo no EUa do S. I.ancisro.
1 sarco ambrnlnoa rom amostras ; a diversos.
Vapor nacioi alnS. Salvador, procedente dn mir-
lo* do;nirte. manileatno o seguiute :
I caita njnari se ; a Henrj Bruno a: C.
1 dit d lo ; a GuHnerma da Silva GuimarSea.
2 aaeapadiis, 1 parole e I surr.io ignora-M ; a
Arenaga ^\ lr\au.
126 rolos sal-as ; a ordem.
I eaiscM igm.i.ise ; a Antonio Lopes de Men-
dong.
I dilo dilo; a Antonio de Moura Ribeim.
1 embiul o dilo ; a Las>prre ^ Tmel-fie'res.
1 mol le dilu ; a Manoel Doarte Rodrigue*.
INSI I.AlO BIAL.
Kendimento do 0.a l*a ti .... 24:7009291
dem do dia 7...... &79I&42I
Satiiram : 7 de cnhotagem. 5 com gneros do paiz
para porto eslrangeiroe e 5 cm l.siro.
,....io .i,, .u!, iresr-'-. a -nt.er : 1 a-
t dinamarqu,..... -.i rran-
lianoveriana, liespanho-
' s. e I sueca.
prca
meiicana, 19 brasilciei
Cecas, I hamnorgueaa,
las, lo mglezae, 1 por'
W::.
".avio, sabido no dio 7.
Rinda PralaBrigne lieapanhol cPaqnela da Tar-
ragona*, capillo Jayma Gaardiola, carga asmen
e al^o ion.
LisboaBrigoa porlosuez eCooalanle*, capilao Au-
gusto Canos dos Rea, c.iigi i.-ocar mal son-
los. Pawaaeiroa, Anlamo oa silva Ramo, sua
eeuhora e 2 menores, Miguel Juaquim da Cala e
.sua sohrinha.
Rio da JaneiroBrigoa brasilelro DamSo. capi-
UO Cielo Marcelino Coins da Silva, caisa aaso-
car e mais seeros. Passag"iro, Ji.ao Bernardo
Neiva de Figueirelo.
CanalBrigue inslez Abane, capilao A. Mine,
em lastro, i'as-aseiro, Eluard Aeuworlhv.
Rio de Janeiro e porto intermediosVapor hrasi-
leiro as. Salvad .re, eommsndante o primeiro l-
ente Antonio Marcelino Ponte Ribeiro.
-a *>&&;
: .;., j& a. -nigsfss-mS&.
O superior vapor GENOVA, e.pera-se aqoi de 9
a lo do correule, e depaia da demora necessana pa-
ra r.ceber carga, pBssageiroa e malas, segu para
t.enova, com as escalas de San-Vicente, Madeira,
Lisboa e Mar-riba, recebe carga com o hete dos
navio de vela, com mai 15 por rento, estando
prompto a embarrar : trala-se no escriplorio de La-
nos Jnior o Leal Res.
Para a Babia segu cm poucos dias o
veleirpe bem condecido hiate Novo Olinda,
por lera maior parte da caria prompta -. pa-
ra o resto da carga ttata-se no escriplorio
de Domingos Aives Malheu, ra de Apollo n.
23.
aoi a*i5>hin
ni- /
por ar
(0,
O administrador do consulado provin-
cial manda publicar, alim de ler o devtdo
cuinpnmeiiLu o arl. 43 do rcgulanienlo do
mesmo consulado de 2:1 de ne/.embro de
1852. Art 43 Concluido o carregamento de
urna cnbarca; .0 .jiie conduzir para oiitras
provincias do i -peno, gneros sugeitos aos
direiios provineiaes, n counnandante della
aoresentara o manifest da carga que livor
a bordo, separando o que levar porexporU-U passage
san. naideacao e reeij.ortar;ilo, e quaodo o
administra,ler o julgar necessario, exigir,
tainbeui o livio do portlo, nata se conferir S**dai'"3
comas notas existentes no consulado pro- ***!
vinciul. o commandaiite que deixar de cum-
prireste dever, pagara a multa de 5 p
eento do valor llo^ telendos gneros.Mesa
do consulado provincial, 4 de mareo de 1857.
Antonio Can tiro Machado Rios.
Por esta subdelegada se acliam reco-
llndos em deposito dous cavallos, um que
rol encontrado sem conductor-na roa au-
gusta, 110 dia 4 uo crrante, e oulro a,ipre-
henJido a um prelo de nomo Jos, que com
elle rugi da fazenda denominada aanta
Cruz, na provincia da Paratntia, duendo o
mesmo preto sor escravo oe Uaooel soares
Corte, alii resllenle: quem liver direilo
aos referidos animaes. pr..v -o, que llie se-
rSo entregues. Subdedeleg ca ue S. Jos
do Recite 5 de margo de ts57. Manoel Fer-
reira Accioli, subdelegada.
Por esta subdelegara se acha recollti-
O veleiro ebem conheeido p3lhaholo bra-
silero Dous Amigos, he esperado da Babia a
oada momento, e segu paia o mesmo por-
to ; deve ter aqui pouca demora por ler par-
le de seu c.reegamento prompto ; para o
reslo, tratae com o seu consignatario An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo, rita da Cruz
n. 1.
earfia.
t
ajtfi,t
coto escala por Lisboa.
Sabe com a brevidade que for possive!, o
brig-ntin nacional Uespiq'ue Je Beiriz,ca-
pilSo Faustino Jo9o deCarvalho, por ja ter
dOUS tercios ae carga prompta, para 0 reslo
a passageiros, trata-se na rna da Senzala-
Nnva n. V, ou com o capt.io na praca.
o Dr. em medicina Antonio Itgrepino
Xavier de Brilo mudou sua residencia para
a ra da Palma 11. 13, 011 lo po le ser procu-
rado para o esercicio de sua prolissSo.
Trocam-se tres ricas im>geas de pe
da. s .los,., .\osso Senhora e Menino Ocos :
na ruada Praia n. 51, segundo andar.
Curgel Irmaos avisam aos senltoics
possuidores de luja de sapatos, eqim apre-
ciam orna pequea partida de boa soia, que
segunda-feira, 9 do corran'e, comparecam
no descarga do lliate Duvidusn, viudo do
Aracaty, ou em seo escip'orio, no primeiro
andar da ra da Cadeia d > Recife n. n, alim
de ver sC Ibes agrada a qualidade do refer.
do genero. Tambem r. ceben m boa gorama.
A. Sehlappriz vai a Europa.
Veiulem-.-:e suecas com milito muito
bem acondicionado : na ra do Rangel n. 4.
- Compra-ge um diccionario poiiot'ne/
e liauccz ; quem tiver dnija-se a
gusta n. :i2.
Compra-se una caixa de cnicorne
usada, para rap : n.i ra da Lana n. 13.
Onde se acbam sembreos mais acre litados medicamentos, lano em tinturas como
lio e por precos bastante rommodoe- :
i-ccgos FIXOS.
Botica de 12 tubos grandes. lOJMrf
Dita de 24 .. 15.,000
309000
25*000
311-000
I.J'IOO
Di la de 36 ..
Dita de 48 a
Dita detiO o .,
Tubos avulsos a.....\
, Irascos Je tintura de mcia onca!
Manual do medicina homeopathica do Dr. Jahr com o'd.r-
coni'io dos termos de medicina .
Medicina domestica do Dr. rlenry. "
rratamento do cholera morbus .
Repertorio Jo Dr. Mello lloraeg '
rla-OOO
i OfOM
2#0U0
60O.
Agradec) nuil cordialmeute a lo los.
Os senliores sacerdotes que qaizerem
compareeam em liberalisaram por oeeasito do funeral do
reir da presente semana
a igreja da ordem lercein do C li m ).
- A pessoa que quercomprar um enga-
ito com as prooncoes constantes da seu
annuncia publicado no Diario de do cor-
rente, pode entender-so com o Sr liuilher-
me da Silva Cuimaraes, cm sua lojadarua
do Crespo n 3, que he dar as precisas in-
,, i formacoes de um que se vende, ebccxcel-
Ku. ''He-
Roga-se a tolas as pessoas que Iive-
rem piano para se concertar, desde
l,r- Ignano Firmo Xavier faz. publico, 9)
4 9ue mudou sua residencia para o seu sitio, 9
na Pa-sag-m da Magdalena, que Dea au or-
Oe le da esirapa entre a pona grande e a do #
3- Chora-Menino e alii tem preparada nina aj
;l casa de saule. com lodos os commodos, para c;
$} o Iratamenlo do eacravoa, eujoe euhorea re- as
s siilain fura da placa, ou que nao os p.ssam gt for,
J curar em suas proprtaa c.w : quem para i>- n ; ,,.,
t lo qin/er-se ulihsar dos seu, ervicos 1............, :: r
passado, no eslabelocimciito de pianos da
mesmo. P.ccifc 7 de marico de 1857.
Caetann Pinto Vcndc-se urna preta dea 17a 18 ruin-,
de ida lo, de boniU ligura : na ra da Cadeia
v elha n. 35.
Precisa-se de um prelo bom para la*er
o servico, na casa de um mono estrangeiro ;
praca do Corpo Sanio n. 13, eseriploio.
Precisa-sc de urna lavadeira cengom
madeira, de um leitor.de um bom co/.inbei
o auno ro, c um criado, para casa estrangeira
que seaa dnempeahados com o maior telo,
9 dinja-se ao pateo do Carmo a. 9, primeiro s
andar, ou no referido sillo da Magdalena. j
-Veiitle-se a [iantu ua
ra Nova, de J P. Voge.ey, quet | fB rU8 '" ^P-he Novo x^TpnmeP
car os mesmos nesles 8 dias, do contrario
sero vendidos em leililo para pagamento
dos concertas. Recle 7 de marco de 1857.
Compra-se papel de Diario para em-
brulho : ua taberna n. 70, em Fura de Por-
tas, do Sr. Pedro Monteiro da ,Mlva
Compra-se urna grade de ferro bem
de 6 palmos para cima, o4 de'
a fallar no Passeio, loja 11. D.
lr-
roi visto ha temeos no lugar do
onde he lilbn ; desconll i-se es-
rabaldes: /ji rui do Cres-lrtd'ad588 ": p
>, i 11 uto so arco a i ,l" que se recor,pensara bem
AOtOIllO, loj;t O.'' livros lie fennoradorprofundamente pelos esti-
9 a .. ... ..';.. .1 ... maveis obsequios prestados aos restos mor-
* *sC JS .^^
..: 1 i l"e p|||la; i'1
claque tlolleciie e seusar-lcachanga.d'
sse lug
es policiae d capitaes'de campo que o
' -iU(>ii,PPr,!l",,","!" e levem-o a roa Diretla n. 26,1
'" I que se reco 1 ipensara '
. t'liM (It ,"", tiZrl
: cntua' {fuiin,
A|inesa regadora di mandada de Santa -'
folliiailias
FARi 1857.
Achara-se venda as bem conhecidas lo
Ihitilias impressas nesla tvt.ographia, u
seguintes qualtdades :
DITA SIMPLES, cnntendoalem dos mes/e.
a l"i dos circuios e varias tabellas de im-
posto geraes, provineiaes c municipac*.;
, I Praco.................._Vo
levott camisa azul ecalca DITA DC PORTA, aqual alem dos aaeies,
lem expheacoes das indulgencias e BI-
communhos. etc.; preco......160
DITA DK ALMV.WK, a qual alim mhrs,
con t m o almauak civil, administralivo,
coinuiercial e industrial da rovuicu.
Por..................joo
Todas estas follnr.has sao impressas cm
bom panel eexcelteaU typo, e votulem-e
era porejo ea retaibo : na livraria da praca
da Independencia na. 6 e 8.
Anda continua a estar fgido o preto
crtoulo, de iimne SebastiSo, com os signaos
seguintes : be quebrado, falto ile dentes na
parle superior,altura regular, barba pouca,
he muito cortez
le chita
o olio Janeiro
') Cecilia, na Igrej de N.is-a Sennora do l.ivra. ~'
' manto, I ni marca lu o na II ,io crranle tai
2 "le/- '.....illcao do Monte Pi. Phdar.no-
meo, segundo as ha ou r------le >eu com;,..- r
9 ini.-o, e par !'-: li a convida a tolos o .:.
s'us irmio pri.ie-ons .1 comparecern no -,
conaiatorio da inesni.i irmanda le, 1 re :. lo (B
da, os !l li ras .i.anhaa, para Oit.i instala- ,
(cando corlo qo lodos te prestara a #
lile jo.lo e santo, a que nos pro- I
91
a <_>..
.-) o 01 arlo
'.^J unios
taesdo me.u nTboJoao Piolo de Veras, peo
illm. teneote-coronel commandante, nTt-
ciaes e inferi es do batalh3o da guarda na-
,, icional n. 2 de S. .lose cu me apressa em
tender aos mes,nos s -nliores o tributo do
mcu rceonhecoifuti por lo assignalado
lavor. Cidade do Recife 7 le marco de 1857
Caetano Pinto d-: Veras.
Oabaixoasstgnado faltara a um dever
do gialidao, se pelo presentedeisasse de
agradecer aos lllms. Srs Drs. pe Iro Dornei-
las Pessoa, Manoel Ruarte de Farias, Jos
loaquiuide oraes Sarment, Pedro da a
llinyde Cobo vio,,-uso e Francisco Jir,,- ,|
Silva, pela prompti jao com

te ok fazenda denominada santa Cruz, ua
provincia da Parahiba, donde rugir monta-
do em um cavallo, a pretexto oe procurar
quem o comprasse. Subdelegada ,ie S. Jos
do Recife S de marco de 1857.Manoel Fer-
reira Accioli, subdelegado.
Oconsellio econmico do nono hata-
Ibao de infantaria contrata para o trimestre
a decorrer do primeiro de abril a 311 de ju-
iilio, o forriecimenio dos gneros alimetili-
cios as pr;n;as arranchadas do mesmo ba-
Ulb.o constando csse fornecimento dos ge-
| eros seguintes : piles de 6 oiicjs, dito de 4
oncas, caf em earoco, assucar branco,
maoteiga, carne verd<*, dita secca, bacalbao,
loucinho de Lisboa, farinha da tena, feijao
faceto ou mulatinho, arroz pilado, azette
doce, vinagre, sal, leoha em aellas vinlio e
agoardeule de raima : quera poia se quizer
propor ao dito fornecimento de gneros de
boa qualidade, comparec a secretaria do
mesmo balalh, da Soledadc, no dia 20 do
correle marco pelas tO horas da inanliaa,
com suas propostas em carta fechada. Jos
Francisco de Moraes e Vancoucellos, lenle
secretario.
O Dr. Manoel Duarle de Paria, subd"legado
da freguezia de Santo Antonio do Recife
etc.
Fac.o saber a quem con ier, alim de nao se
chamar a ignorancia o arl. 140 do regula-
mento dos Iheatros de 3 de dezembro de
1811, o qual diz .1 seguale :
iXao consentir que as partos, escadas, c
corredores se conserven! pessoas paradas
impedtndu a e .Irada e sabida, ou incouim -
dando de qualquer modo os que enlrarem,
ou sahirem ; nem que os bilbeles de entrada
se venda por maior prego do que oeslabe-
lecido, quer por conta empreza,quer de par-
ticulares, que os lenham comprado para os
lomara vender. Itecife > de marco de 1857.
Dr. Faiia.
O procurador da cmara municipal dcsla
cidade, declara aos senoores donos de csta-
belecimentos sugeitos ao imposto anuual de
49e 4; rs., que 110 ultimo do correule me,
liuda-se o prazo,: a o pagamouto Jo mes-
mo imposto ; incorreiido na pena o disposi-
coesdo arl. 32 do regulamenlo 11 3(10 de 15
dejutiuode 1844, aquellas que deiXCrem do
satisfazer seus dbitos al a datasupra; as-I >
mu como que devenios niesmos seuhores a-! ii,,! 1*10 ljrrlllUti (l presenlaraui o couhecimeulo do imposto ge-pahe com brevidade <> brigue Helamno
r-il vnlirn luido 11 i... ... li .__. I >- ...... _
loa casa de delenco o preto Jos, que diz
ser escravo de Manoel soares Corta, residen-
Segue com brevi Inde a barca nSorte.v tem
pa te da c.liga, para o reslo. passageiros e
escravos a fr le : Irata-se coai Cela no Cy- slo be em
riaco da C. M., na roa da Cadeia do Recife
n. 2.
:'3 0.'ai > l-9-<9-999999ftf|tS|rain a" chamado doabaixo assignado nos
- Compram-se Diarios a 100 rs a libra, e M*'38 *c5do correte me/, para receitarem
sias aso res cada urna, lulo Boado seu lilho Jlo Piulo de ver is: re-
lualquer porcSo que appare- OOba, pois, os msenos sen horas cima, este
ca : na na estrella do Rosario n. l, taberna s'gnal de gratidao de Caetano Pinto de
iSociedade
de:
iiayepupao
hurgo 5r
;or liain-
siieir s.
nulliamplon o vapor
OE
santa MiMl
TERCA-FEIRA 10 DE MARCO.
Recita extraordinaria.
Itep-eseutar-seha o drama em :t actos
IGargalhad.
F,speiM-se de Sniilhamiilon o vapor hamhuruuez
PETKO. (H.IS, que della nhir no dia 2 de l've- '^ llies flzari
, reiro, a depois da demora do coslume se^ue para
II ilna e lim de Janeiro : qualquer inforiuai;au, com j
os agentes .\. O. UieberA. C, na rna da Cnu n.
ue Antonio Domingues de klmeida Pocas.
Vende-se fefj o mulatinho milito novo
com principio de bieh por prego muito
commo lo, arroz pilado muito bom, velas de
carnauba : na ra do Vigario n. 5.
Antonio ua Silva limos, leudo resol-
vido cm piucos dias ir a Portugal com sua
familia por motivo desaude, pede desculpa
de tifio po ler pessoalmente despedir-sedas
pessoas de seu c uihecimento, OlTerecendo-
lhes porm o seu limita lo prestimo em dito
logar.
francisco Jos Lopes vai a Europa, e
deixa por seus procuradores, cm primeiro
lugar o Sr. M.lonio Jos de Siqueira, cm se-
gundo o Sr. .Manuel Antonio Monteiro dos
Santos, em terceiro o Sr. Joaquina Feruan-
des da Silva Campos.
. latn i/Kszx&tT. ^rx.'a3x??smBaKKi
4 0 lllhoa do tinada Antonio Jote Roi
tjj de Son/a, asraoerem a toda
ol
pes as que
piadoso olisequio Oe acampa- Q
nhar ao ultimo ja/i jo os realoi morlae de eu
prezado pin. e Oe novo o'peram ni r-cer ,, fj.
vor da assislirara .1 mltsa do stimo da, que
pelo repouao de -na alma -e lia de celebrar.
BILHETES 0 L'JSai H
iH(J DE JfilnO.
os 20,000.*, !0,000?,
1.000* c -i.OiMi.c.
Na praca da InJepentoncia, loja n.
esi.nj expostos a venda os nevos hlasete
da lereeira lotera Jas.Salina, i.o .abo Fro,
_ que I i eztrahida de 3 a 5 do p.esent-, CU
que Sd pela- Ils''S'.as devem cbeg.ir aqu pelo prioMirn
vapor que sahtr depois daquella data; o sor-
timeoto desles bilneles ten. uma numera
gao le na I pile.
Oabaixo assignado declara ao pubiio,
que Feliciano Eieulerio d'Oriente Bra,ileuo
deixou dj ser seu eaxeiro desda o da i de
feverero, c por isso dispensado de toda c
qualquer IransaccBo commeicial de sua
i casa. Joaquitn Francisco l.avra.
O coronel Mainel .Mutitz Tavares, teti-
lla auno c me.o, mais ou menos, fez urna vi'nc a ^aVlT^S*"*" P*nS "T
muiianea geral as caixinhas r.lulos ele o Uagoas, onde vai pir orde do
des.as Ulas, substilui! n s foJ S^toZSkt-'Z !"? *#"+*
caismbas de vidro azul com lampas doora- d' l Lw&,r^de. lud"S as De,so**
das, em lugar das hcelas de folu, pensan- iX c^fA Mp Pr ?' E '?C""
to que dcsla maneira impedir, as fsi*i catos ; em pane ..cancel ,-sse fian, pon, JC.. o de que rcese aa;hemeS",0S "" ""*^i
emhura os falsificados lizossem vir de Pari
os vidrinhos azues, nao pdenlo imitar
papel dasdireccOes, embrulhaodo as
pillas as dircegoes antigs anda mal imi-
tadas, e desta maneira euganaram etalvez
anda euganam o publico.
Vendo que o nico meio ao meo alcance
Veras
AOSSRS. FAZE3DEIROS, NEGOCIANTES,
ETC., Que MORAM LO.MGB DA CORTE
Cautela contra o< faltificadore da< plala depu-
rativas da l)r. .tiliin.
|uer que se ache.
t'recisa-se de uma ama para casa de
<> pouca familia : ua ra do Itaniel n. 40, at-
as suas gundo andar.
Innocencia.
Da inoilc para o dia se pode ser neo, sen
do-se
3E NAVEC&3A9 MIXTA.
di:
MarsHha.

Andr
poi
Joao Caetano lara' a parle de
creada.
Rematara' o espectculo a graciosa comedia em
arlo
\ ?M\\0 ROMAXTICA.
bilhelas aneommendadoa a o reato que
achnn-e a venda no e-iriplono do Ihcatro..
Principiara .1- ,s horas.
Os
i
,&vi&$
PARA 0 RIO DI-: JtNEIPO
vai seguir com toda brevidade o brigue bra-
|sileiro Elvira; j tem grande parle do ear-
regameuto prompto : para o resto, passa-
geiros e esclavos a frele, para os nuaes tem
bous c .mmodos. trala-se ((,ni o consigna-
tario Jos Joaquina Dias Fernandes, ra da
Cadeia do iciifc.
Eppr.i--i> un vapor lesia compauhia, que ilevia
ahir de Maraelha no da 15 de fevereeo, e depois
la demora 00 cosime, regoe para ll-ihia e Rinde
Janeiro : q-ialquer inf rmaedo, com os agentes N.
i). Biabar & C., na ru 1 da Crol n. .
K-.:
ral, sobre lojas e casa ue discoulos, relali- 1 ler parte da carga
vameule ao primen o semestre de 1856 a 1857
sem o qual nao poder ser recebido o impos-
ta municipal.
Jorge Vctor rerreira Lopes.
O Illm. Sr. inspeciot da tbesouraria ue
fazenda desla provincia, manda fazer publi-
co, que, em cumplimento do determinado
em ordem do tribunal do ihesottro nacional,
tem ue ser arrematado do um a tres anuos, c 'P'lo a bordo,
que comegavam a correr do 1 de julbo pr-
ximo roturo, o servico dacapatazia daai-
fandega desta tnesma provincia, a quem por
menos pzer ; matores ou meloores va na-
gens offeiecer em faver da lazan ia, oque
nos termos "o yi. b% do regulamenlo de 22
por
O agente Rorja lora leililo em seu ar-
mazem, na ra do Collegiu n. 15, d.- uoo bar-
ricas de cementa da melbor qualidade co
nbecida, com toque de avaria, as quaes se
enlregarau pelo maioi prego uuerecido,
visto que nao bu limite de prego algum, e
se acbarilo expostas no eupiadiio armazem,
sexta-feira 13 do crrenle as otuc Ipjt-as da
manbaa.
Leililo de p-ixe para liquidacjo.
Oagenle Pestaa fara leilSo de cerca de 30
inn to correte meza i-^u-
ropa, ro ;i aos seus d ve-
iores ijue !s .j tm de t r a
bondade (i: sutisfizer suas
COIltilS
\, dia 10 do correle, pelas '. lunas
da manli3a, depois da audiencia que fi/.er o
sr. juiz do paz da fregue/.ia de S. Jos, ira a
ptaga, por exeeucflo de Joao Moreira Mar-
ques, por seu bastante procurador nesla ci-
dade contri An lie AVelOO da ilva, li e iilei-
ras rom asse do ,e palhinha, 2 bancas, I ca-
ma dearmagao de madeira de amarel o, e
espelho velbo, tudo avallado por. 55-tioo.
Sal \ di (i 1 usa
Jos
prompta: quem quizer I barris ci
carregar o resto entenda-se com o capiUo Mdnn
do mesmo, Jos Montero de Almeida, 011
com o sen consignatario Manoel Alvcs Cuer-
ra, na ru do frapiche 11. I*.
Al 12 do crrante segu para o \ca-
racu' rom escala pelo t.eara, o patacho Emu-
lago ; para carga e passageiros, Irala-se
com Menoel Gongalvas da Silva, 011 como
alga lo, desenibar-
iini.iiiicnte da iliaca deS. Miguel: ter-
ga-feira, lo do cu-rente, no armazem do Sr.
Aunes defrott c daalfandega, as onze huras
da manhSa.
1arta
limienQ
IIOJR
uiila-feira. 9 de marro, ao ni'io polica
ii
Para o Porto pretende seguir com bre-
vidade a galera purlugueza I! 1 achrense,
p-.r ler a maior parte de sua carga prompta:
pa;a o resto e passageiros, para os quaes I dia em punto, o agente Rober o* fara leilo,
ioffereee bons commodos, trala-se co o os porcon'a e risco de quem perlencer, da car-
le junto de 183, o refwidocoulrato an la-l Tvhu'l 'r.T. !l"v'"" '^ A,li1,(i,,,u "''.''-'< '!?. *o rreamenu, do patacho americano
raem praca por 30 das consecutivos conta- t 1 "' Pr,me,ro *e',le. il 1;! oslara ,........tenoaclodo
dos 00 1.. deabnl prximo uturo era dian- 1 ;l..o, eos ,i.,.diei,es na porta da AssociacSo
le, c sera arrematado no da SO .10 dim m' Para a Parahiba, nesles 4 das, segu '1)"I:I"',C1 :| '":l actaja.
a baicaca Cabocla ; nimia recebe carga no I ~,\ ^c;'l'; t0.'1? ?",**" r"';'zem ni1 ruJ
trapich do algodi. 1 9allcs.....' 'J.I,ir.' I"'l'l
Ui .0 Sorliinento de our.is lie 111 ..relucira de
28:191971::
deabnl, al ora da l ido, peranle a lite-
soura.ta. >s pretondentes comparegam com
seus tiauoios legalcente habilitados no lu-
gar 00 coslume.
Secretaria ,u thesouraria de fazenda de
l'ernainimco 2 ,le marco de 1857.-0 ollicial
maior, Emilio Xav er -sonreir de Mello.
AGENCIA DO COKKEIO DE OLINDA.
.Resta agencia existe urna carta segura,
vinda do Riu de Jauetro, paja o Sr. Aulooio
de Sa l'ereira.
o
Leandro Martins Filgueira, mestre de
dansa de alguna collegios .esta ci lade, at-
leudendo o pedido de algumas pessoas, abri
urna sala de ensillo na ra da matriz da II 1a-
Vista n. >ii, u qual propAe-se a ensinar todas
as dansas mu lerna- boje adoptadas nos
grandes salOes pela regra .a ai te com a tneti-
salidade de ::-UI0.
RtlVAL IIOTEL'LO.NDON.
2(i, newbridge steel hlackriars
Monsteur Polydoi-e de Ke'jrser a l*bonneur
l'iiilormcr messieurs les vovageurs qu'il vi-
eni de repre.idre l'hotel Rojal a Londres,
leo avec U11I il suecas pedant 15 ans
par sui 1 e, or. 1; de Keyser L'jotel \i-
eul d'tre eutiereuient rameublc elle nou-
ve.iu pi nrielaire s'e'.V.irccr.i. tiut par i'esac-
litude du servict, que p ir la 10licite .la
pris, de mcriler la ronliance de messinurs
!:> vovageurs. l.onJres, le ler.
1857.
o abaixo assignado, lilho do fallecida
linho lose de Souza, leudo na paite da appltcadas.
de do crranle, que boa preso por
bd.enca Marliubo Jos desonza, do-
clara que nio s; enlende com o abaixo as-
signado. Martinho Jos de Souza Reg.
Manoel Joaquim ua Rocha, subdito de
i. M. >"., vai fazer uma viageui 1.1: 1 do im-
pe n.
Temi rallocdo meo filho Joao Piulo
lo om espen- de \eras, e sendo ppsstvel que contrahisse
''lliis leli.iu... conv 10 ar
de a Ve-
janvrtei
radas : as direccoes sao as mesmas, mas I.:-
vam um papel avulso, citando as mudancas
que leiiitu l'eilo.
As duzias e meias du/.ias s3o emcaxiithas
do papado, embrulhadas n'um papel aver
mclliado, nnpresso e feilo de proposito. Os
lelreiroa sao rscados, branco, azul c viole-
ta, levando no oval do centro minlia assig-
nelura escripia a uiao com lettras brancas!
solt um fundo azulado lauto este como
asdireccCes, e o papel dos embrulbos sao
CObertos com Mures ou desenlies em relevo.
PI. II. As antigs hcelas de folna sao sup-
I'iimiJas.
Anligo deposito.
botica, roa dosOurives, u. si.io de Ja-,
neiro. l'evereiro de 1857.
o' Palmar.
Rccominemlanios ao publico as .tlulas de-
purativas do Dr. Alian,
moa
As pillas deparativas do Allon intreduzi-j
das no Brasil desde 1846, nao precisara da
nossa apologa para ser reconhecida a sua
importancia. Por todo o imperio os mdi-
cos, que usun dell.is no curativo dos seus
doentes, s9u osurimairos a elogia-las e a
propagar os seus tcaravilhosos eleitos.
A applicacSu das diluas depurativas nada
tem de restricta, servom para todas as mo-
lestias ; os seus resallado)
os sao os seguintes
,rra seu......naquellas eaaaa nao lem
une meter o seu focillbo ; va la para a sua
taberna reUro, depmaar os parvos que la
Ibe cabem ; mas veja o pracesso que ja tem
ascoulas.
O freguez do jara pao.
l'ioeisi-se do uma lozinbcira : na ra
do i.iueiin.. i,1 o. 1.
Deooslt d-; assucir jt.-
rola da refnacao do
iottteiro.
No largo do Paraso 11. 28, se vnconlau
sempre do assucar parte, de primeirae se-
gunda qualidi le, sendo a 300 rs. a libra da-
quelle e I8U a deste. e lamben bavera sem-
pre em pyramides de mnia arroba, premias
|ue boje annuiicu-1 p" Prc-'"tes, Ocandoo respeitavej puhl.c
scieule que se euchem Lilas e barricas alea-
se innocente e maravilhoso producto da
caima, para essa c outras provincias. Ja a.i-
nuncie. que o assucar p. 1 ola he o nico de
que su deve usar, pela pureza de sua *&>-
taucia, tornando-se, portento, recumnvmda-
do pelos mdicos 111 .is habis |u 1 temos
honra de conliecer, e tanto isso he verdide,
que para muttos tenho a satislagao de lor-
u^cer o perola. Quem duti lar da pureza do
lisoii'Bl" as-,i,ear e 'luc f-"10' P"J 'r grande tabn-
' o ca do Monteiro. donde tenho demasiada pu
todas as qualidades, uma grande quanliJa- nhain do u.esmo
p" I
a expeiieiiei.i mosl-a que o specuvo ua 1 lie
muito proveilo, quaiulu couveuieuteininte
Na Rio de Janeiro lio qud o seu
einpregu he maia vulgar, e era' liversos jur-
uoe.s ...n| lella capital lee 1; apparecidos elo-
glos,q le mu lo honraiii o Dr. Miau,
a vala do ,|iie acabamos de expor,nS > va-
cil .o. era recoinuieudar ao publico as ji-
iulus depurativas.
PtluUs deputativas e an'.i-biliosafl do
Dr. Miau.
Membro da socie .1 le Real de medicina, e
.i 1 kca lean.1 lleal .!. cirurgia te F.auga, ct-
rurgijo-mo. un autigo hospital de S. Cu
c inle. ti.ios os di-s iiolacioh i-, regala, di-
tas .iii.n ni,., alliaa, estrellas, hiacoite-
nhos e holacninlias de ararula ; e nos d#-
millg is llavera pudios a Ixj a libra, Unas de
V.iales, pan j.-cas de lele e ovos a 10 1 1 1 1
una, tresrnche um pin, o os doeea
..o 11 o 11.-ia los mi S' plepa 1 a :\ ,e eilC mi o.vi-
das dous das antes t dono dease albele
cimento agr lece cord alinele ao res^eita-
vel publico desta cidade, principal asiento 1
seus amigos e freg lezes, o alan c.i.n que se
leen ligua lo orocura-10 para gaslaraaa .s
escullen es gneros ajan lora 1
    da nodeposiloaci.ua meiicioi.aJM, e penliu-
    cia

    MOTICSDJ
    ILEGIVEL



    DIARIO DE PERNAMIHJO, SEGINDA FE1RA 9 DE MAKC.O DE 1857."
    SEGURO CONTRA FOGO.
    C Estabelecida cm Londres, em niar$o de 1S24.
    Capital cinco milhes de libras esterlinas,
    Saunders Brothers & C., tena a honra de in-
    lormar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
    a quem mais convier que esto plenamente au-
    .orisados pela dita conipanhis pura eflectuar segu-
    ros sobre aditicios de ti julo e pedra, cobertos de
    llha e igualmente sobre os objecu quecontiverero
    os mesnos aditicios juer consista em mobilia ou
    en fazend..s de qualquer qualidade-
    Lotera
    I) A.
    ovinei
    \
    (So
    Suhstiluieo
    arcano a lOlnssa
    pelo barato prego por unta lata de 10 libra*:
    no anuazeiu de r^f. O. Bie-
    ber & C, na da Ciua
    ii. 4.
    Repartico da vaccina.
    U cotamissario vaccinador vaccina'as
    quintas e domingos de todas as semanas, no
    torreao da Alfandega, e as tercas-feiras na
    casa de sua residencia, primeiro andar do
    sobrado da ra Nova, esquina da do Sol, das
    7 as 9 huras da manbaa.
    l'recisa-se alugar um preto possanie,
    embora seja bruto, para trabalhar mensal-
    mente nesla typographia, dando-se o sus-
    tento : na livraria us. 608 da prae,a da la-
    depeodencia.
    >S:8&7&S3&& *&&&&#&
    DEHTSTa FUNCEZ.
    O Miaixo assi
    surtes :
    1
    1
    1
    I
    1
    nado vciideu as seguinic:
    meio
    dito
    dito
    ln I lele
    dito
    numero 2231
    > 1126
    3413
    1536
    3108
    i :S008
    1008
    100;
    100?
    a?
    &
    v^v.h.r
    ( Paulo 111 #n..ii\ dentista, ra Nova n. 41
    '-.." ua mesma ia*a iQm agu e pin dentrilice.
    \ ADVERTENCIA.
    O procurador da cmara municipal desta
    cidade aWa a lodos os Srs. donos de estabe-
    lecimentos sugeitos ao imposto annual de
    2j'e i>rs., que o prazo para o pagamento
    principiou uo primeiro Uo crlente, e duda-
    se no ultimo de marco, prximo futuro, e
    previne aos uiesmos Srs. que tifio so guar-
    den) paia os ullimos dias, por nao ser pos-
    sivel assignarcm-se lodo a um lempo.
    Na ra das Trinr.heiras n. 8, loja de
    lartarugueiro, com a frente piutada de ver-
    de, compra-se ett'ectivatneute tartaruga, e
    paga-se por mais prec,o lo que em oulra
    qualquer parte.
    Jos Joaquim da Cunta GuimarSes,
    estabelecido com loja de lartaruguciio, na
    roa das Triucheiras n. 8, quem entra da ma-
    triz ao lado ilirelto, avisa ao respuilavcl pu-
    blico e aos seus li eguez.es, que recebeu de
    I i auga um cmplelo sortimenlo de obras de
    tartaruga*, como puntes para alar cabello de
    differenles qualidades, ditos para alisar,
    mairafa, e para meninas; alm deslasobras
    toiii no inesmo eslabelecimento um bom sor-
    liinento de pentes, caixas, ludo abi fabri-
    cado ; assim como se concerla qualquer
    obra do tartaruga, por presos coromodos.
    Ao amantes do bom gosto.
    Sao chegadas a loja de chapeos de sol do
    aterro da Boa-Visla n. 22, as mullo afamadas
    e saborosas tamburas, em bocelinhas, pro-
    prias para fazer-se presentes, chegadas lti-
    mamente da Turqua ; cheguem, treguezes,
    que se vende barato.
    Precisa-so de urna ama forra ou cap-
    tiva, para casa de pouca familia, c que
    taca compras : na ra a Cruz n. 50, depo-
    sito de charutos.
    Companhia
    DE
    SEGUROS MARTIMOS.
    SEGURIDADE.
    AGENCIA FILIAL,
    registrada no tribunal do commcrcio desta
    provincia.
    ElVectua-sc qualquer seguro sobre navios
    ou carga, a condicoes inui favoraveis : as
    propostas aceilam-se em casa dos agentes
    Isaac, Curio $ C, ra da Cruz. n. 49, onde su
    pode tambem saber as conveniencias, que a
    companhia oll'erece aos segurados. Para fa-
    cilitar os seguros pequenos, araba a direc-
    i;.!o do ii.ii- ordem para que as apatices se
    paguem por 50u res cada una.
    Precisa-se de urna ama de leite para
    criar a urna menina do 3 mezes : na rea do
    Collegio n..21, lerceiroandar, t'aga-se bom-
    Jleposito
    *flgas e obras de ouro do H. A. Boettger &
    Ciisjai!liia, de llamburgn, aterro da Box-
    Visto n. II, onde se aclia um rico sortimen-
    lo de iodos us gneros destes artigos, que
    se vendem por preco mais commodo do que
    cm neahuma parle, por seren de propria
    fabrica, em grosso e em retalho ; tambem
    la/.em-su aqu cuncertos dcsles artigos e
    gravam-se sinetes e sellos.
    Feitor.
    No engenho do Santa llosa, freguezia da
    Luz, precisa-se de um bom feitor para o
    campo, o de um bom carreiro forro, e se for
    L-cra?o,compra-se.
    ESTRADA DE FERRO
    l) mesmo tem exposta a venda os seus fe-
    lfees billieles, meios e quartos da primeira.
    parle da sexta nterin do Cymnasio Per-
    nanibucatio, as lojas do coslume, osquaes|
    nao estao sujeitos ao descont dos oito por
    cenlo da lei.
    Por Salustiano de Aqumo Ferreira
    Jos Fonrlnalo dos Santos Porto.
    Lotera d* pro-
    vincia.
    O Sr. tliesoureiro manda Cazar publico
    que se acham a venda ueste escriptorio, ra
    da Aurora n. 36, primeiro andar, grande
    porcao de bilheles, meios e quartos da
    primeira parte da sexta lotera do Gymnasio
    Pernambucano, cujas rodas andam no dia 14
    do crrenle mez O Sr. thesoureiro manda
    declarar aos senhores jogadores, que exis-
    tem uumeracocs surtidas, como tambem
    os bilheles vendidos nesle escriptorio nes-
    sas ultimas loleiias leni sido iniiilo afortu-
    nados, por isso espera que ellcs concorre-
    rao para que continuadamente nao liquem
    tamaitas porcoes de bilheles por veuuer,
    como sempre lem licedo. Thesouraria das
    loterias 4 de marco lie 1857.
    Jos Januario Alves da llaia.
    Escrivo das loteiias.
    l'erdeu-se uo baile do Cajueiro urna
    pulceira de coral : pede-se, porlanlo, o es-
    pecial favor a quem a liver adiado, de a en-
    tregar em casa do Jos tlygino de Miranda,
    ou na ra da Cadcia, cocheira n. 7, que se
    recompensara.
    Lotera do Rio
    de Janeiro.
    Na praca da Independencia n. 40, achara-
    se venda os notos bilhetes da loteiia ter-
    ceira das Salinas do Cabo Fri, que devia
    correr de 3 o 4 do presente. As listas espe-
    ramos pelo primeiro vapor que partir depois
    dessa data. Us premios serao pagos de eou-
    lormidade aos nossos auiiuncios em a mes-
    na loja cima.
    Professora de piano e
    canto.
    Mlle? Cari de La Cliarie, professora de
    piano e cauto, discipula premiada do con-
    servatorio de msica de Pars, tem iixado
    Bi I be tes de visita-
    (iiavam-st e impritncin-se com perfeieSo bilheles
    .le \ lilla, lellras de roiiiineroin r lodoio* ulijrrlos iln
    arla ealigraphiea, reciiiroi,viahaiaiaqmctaucr iie-
    eolMM, Alirem-.e linnas, sinetrs, lano a UltlO do-
    te COIDO em relevo, oriiaiiieiilo com ebjrftoi eoiiru
    B prala. I'azem-se riscos linilus e uii^inae pura
    bordado! de labyrinlho. Ailmiiise a rerusa de
    i|uieM|iier ilesles iilijeclos un ca*o ile u.io lirnein a
    eoulenlo iin peatoai que os aaeommeailaraai: quB
    prelender dirjase a qualquer ilc-les lu; re : uo
    bairra do Recife, rea da Madre de Uwon n. 32, pri-
    ineir.i andar: em Sanio Antonio, na li\rana dnica
    do puco do Cullcglo n. > ; n Cinco l'oiilis, tubra-
    lu da quina confronte a mnlri/. uova.
    larga
    DO ROSARIO N. 38.
    boticH de
    Bartholomeu F. de Sonta,
    contina a vender
    ^^^PI O MMUI
    (sendo falso o que for vendido em oulra
    (|ualquer parle.)
    liob L'All'ecteur.
    Pilulas vegelaes de lirandel.
    Vermifugo inglez em vidros.
    Elixir anti-asmatbico.
    Frascos de bocea larga com rolhas, de
    1 a 10 libras. ,
    Previdencia.
    Companhia de seguro con-
    tra a mortalidade dos es-
    eraros, estabelecida no
    RIO 0 JANEIRO
    CAP1TAL~2.000:000.000.
    Agencia (ilial cm Pernambuco, ra do
    Crespo n. 15,
    Oi Mgo*M ato realiaados no escriptorio da coin-
    paiilna uo lu-sino fra, sub piopo*!aa dos propriela-
    rios dos escravns, lodos os dia* otis: as participa
    res de fallecimentn* e as proposlas, podein ser re-
    mellidas a cumpanliia todos os das, ale as ciuco lio-
    ras da larde.
    As coodirocs inipressaspdenlo ser procuradas no
    escriptorio da cooipnohia.
    l'ar-se-ha consultas gratis aos tscravos segurosdas
    t) para 10 horas da inanhaa.no esrriplorio ia rouip.
    G0MLT0RI0 II0SE0P.1TIC0
    uo
    Dr. Mello Moraes,
    DO
    RIO DE JANEIRO
    NICO
    deposito cm Pernaichuco, na ra doQuei-
    mudo n. 27, arina/.em
    de a/.endas de Joao Jos de
    Gouveia.
    Nesle estabelecimento se encontr sempre
    um completo sortimenlo de carteiras linmeo-
    patbicas de 12 at 124 glbulos, bem como
    carteiras com tinturas de 12 al 60 frascos,
    sendo todos os medicamentos da uielhor
    preparacao, e se vendem por presos muito
    Polassa refinada em latas de seis
    libras.
    O anligo deposito da ra da Cadeia do lle-
    cife n i, recebeu agora urna poreflo de po-
    lassa refinada de superior qualidade, em la-
    tas de 0 libras, que se vendo por preqo ra-
    zo ve"
    BARATA
    .\o armazem de fazendas da roa do yucima-
    do n. i7, de JoSo Jos de Gouveia, ven-
    dem-se as segttintes fazendas, a saber :
    Crosdenaple de seda pretaoco-
    vado 2;ooo e 2a00
    Sarja preta lavradu o royado 2;, 2:400 e 29800
    Dita preta de lista o covado
    hila bespmliola, o covado
    Dita de seda inglexa, o covado
    Chales de chaly de cores com lisias
    do seda
    Ditos de ditos de cores bordados a
    Ditos de dito bordados a matiz a
    Ditos decaseinira lisos a
    Dilos de retroz bordados a
    Damasco de. la< e seda com ; palmos
    de largura, o covado a
    Panno do liuho superior qualidade
    e largo, a vara
    Canga amarella da India.muitolina,
    o covado '
    Brim de linho branco entrelio, a
    vara a
    Panno aloalhado com 8 palmos de
    largura, a vara
    Curt s decambraias prelos com ba-
    bados para lulo
    Ditos de dita brancos bordados de
    cor a
    Cortes de colletc de usto linos com
    barra a
    Corles de casemiras de algodSo de
    bom goslo a
    Pecinhas de breUnha de linha de 6
    jardas a
    Pecinhas deeambraia branca bor-
    dadas a
    Lencos brancos de cambraia de li-
    uho, a duzia
    Chapos de castor branco, lino, ca-
    bera grande a
    Ditos prelos linos, francez para me-
    nino a
    Camisas de meia (nasa
    Completo sortimenlo de obras do
    laa para meninos, e par
    Grvalas de diversas qualidades 600, 800 e l>
    t.uvas brancas de algodao para ho-
    mem o par
    Pannos de bonitas cores para mesa
    lledes grandes de Tocun a
    Ricos bonetes para cabeca tanto de
    panno como de ganga a 2s000 e 3->000
    Laa pin vestidos,
    Vendem-se cortes de laa para vestido de
    muito bonitos pairos, e com 13 covados
    cada corle, pelo baratissimo preco de 5.->oOO-
    na ra do Oueimado n. 22, na bem couheci-
    da loja da boa f.
    Milho bom e ba-
    2c*00
    2/200
    28000
    (11(10
    io;uuo
    11^.000
    4.VM)
    20-0U0
    3.-80U
    800
    3110
    600
    17500
    15600
    2.;Sll()
    8011
    19MM)
    3000
    2/800
    3/400
    10#000
    59000
    000
    19000
    260
    :teooo
    2.3OOO
    kzelte refinado muito superior, pro-
    prio para candieiros de todas as qualidades:
    vende-sp por pre^o commodo, na ra do
    Trapiche U. 16
    Na ra da Cruz n. 50, armazem de San-
    ta llarbara A Companhia, vendem-se effecli-
    vaiiente caixes vasios de todos os lma-
    nnos.
    (Jerveja ingleza
    da e11;i"<* B ;>s c C: ven-
    'e-tiit no ; ; in tzem de
    'iHiwvr ce na rila da
    Cruz ii. 10.
    rato.
    sua rsidencia ucata cidade, para ensinar a I,na,s baixos doque os preparados aqu,
    aite de tocar piano e cantar conforme io I Tambem se vendem nesle estabelecimento
    as familias que ja lite tal-1
    goslo moderno
    laram para o dito ejnsiuo. podem procra-
    la na ra larga do Rosario u. 28, primeiro
    andar, e na ra da Cadeia Nova n. 23, se-
    gundo andar.
    Agencia de passajporte c (olha corrida,
    l.ua da Praia, f andar, n. 43.
    Claudino do Reg Lima, despachante pela
    reparlitao da policia, tira passapurte e lolha
    con ida por coininodo preco o com presteza.
    Arrenda-se pel lempo que convier ao
    arrendatario, o engeiiho1 Sicupeminba, per-
    lencenlea viuva e hurdeiros de F. Antouio
    de S brrelo : a tratar com o tenenle-co-
    ronel Barata, na ruada Cadeia de santo An-
    touio.
    o repertorio do medico homeopathico a
    63 rs., e novas praticas elementares a 4? rs.,
    publicadas no iio pelo niesir.oaulor.
    l'KOULCr.O'ES LITTEUARIaS
    DO
    Dr. Mello Moraes
    do
    Rio de Janeiro
    Physiologia das paixOes, 3 volumes 10*000
    Kducadorda mocidade brasileira', 1
    volume ........ 25000
    linsaios corographicos, 1 volume.. 2000
    Memorias diarias da guerra do
    Brasil, 1 volume.. .. .. 4>0ii0
    Tambem se recbenlas assignaturas para
    a sua ultima prodcelo lilteraria -Os Por-
    luguezes peanle o mundo -2 volumes 69000
    rs avulso 10>000.
    1#
    da
    le
    pe-
    do Recife S. li'raneisco
    LIMITADO.
    .Ciitirr;' iJiHiDft.
    < direclores da Companhia da Estra !.i de Ierro
    da Kecir? ao San-Francisco, limitado, lem fei.lo a
    quiirlii cliamada de duas lihras eslerlinn, oo res
    I fa777, sobre cada aeran, na dita companhia, a qual
    deve MI paaa al o da !) de abril do correnle anuo
    de 18")7. na Baha, em casa dos Srs. S. S. Davou-
    pnrt & C. im corle, em casa dos Srs. Jlaui, Mae,
    ijreijor vV C e era l'eruainbuco, no esrriplorio da
    Ganpaabia.
    T accionista que uao realisar o pb^al!ler.lo den-
    tro do termo Indicado, poder perder todo direilo
    s ari;es sobre as qiiafs o duo pagamento uao se
    liver ellecluado, e em todo caso lera de pai>r juros
    na razao de 5 por cenlo ao auno, t de nao lecidier
    juros ou dividendo da Companhia, polo lempo que
    decorrer enlre o dia indicado para o plmenlo e a
    sua realisardo.
    Menhum auto de transferencia pode ser registrado
    dfpois do dia 0 do correle, antes do pasamento da
    chamada.
    Por ordem dos directores.S. P. VERBKER,
    llieeoureiro.
    Radh :l de marco de 1857.
    Na ra larga do Hosario, esquina do
    . becco do Peixe Frito, no segundo andar do
    solu-ado n. 9, continu"a-sc a dar comida para
    lora com lodo o aceio, e or preco inuilot
    em tonta.
    o abaixoassignado declara aos deve-!
    lores ae Auroliano c; Andrade, que nao pa- j
    giii-m seus dbitos senSo ao abaixo assigna-
    do, do contrano tero de pagar segunda;
    vez. Recio 13 de feverero de 1857.
    tlanoel Jos l.eite.
    - D-se a juros a quanlia de 2:500>000
    soh boas lirmis ou hypOlheca em predios
    nesta cidade: nesla typographia so dir.
    Precisa-se de um bom padeiro para
    urna das principaes padarias da cidade da
    Parabiba : a tratar na ra da Cadeia do l;e-
    cife n. 7.
    l'recisa-se do um pequeo para ceixei-
    ro de uma loja na cidade da Parabiba. dos
    ltimos ebegados: a tratar na ra ua Cadeia
    do Recite n. 7.
    -r- Jos Antonio Comes Jnior encarre-
    ga-se de negocios judiciaes, nao s dos seus
    amigos residentes em diversas provincias do
    imperio, mas de oulra qualquer pessoa, para
    o que p le ser procurado nos dias uleis, das
    9 horas da nianti'ia as 2 da tarde, no largo
    do ullegio n 6, primeiro andar, o a oulra
    qualqu.'r hora, 11 111a .10 Sebo 11. 35 1).
    CH tPEOS l-T, t.NctZKS.
    Vende se na ra Direita 11. 61, chapeos
    francezes uiuiln superioes, cnegados lti-
    mamente de Pars, muito baratos, a 75500,
    8^)00 e 89500.
    Os abaixo assignados, com loja de ourives
    na ra uo Cabuga 11. II, confronte ao pateo
    1 da matriz e ra Nova, lazem publico, que
    j esto recebendo continuadamente as mais
    novas obras de ourjj, tanlo para seubora
    como para bomensie meninos: os precos
    conlinuaiii razoavejs, e passam-se contas
    com responsabilidade, cspecilicando a qua-
    lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, licaudo
    assim sujeilos os mosmos por qualquer du-
    vida.- seraphim &lrmao.
    CAlti.VLIItO.
    Fugio um carneiro todo branco, sem chi-
    fre, bom tamanho ; por isso quem o adiar
    ou Ihe for otferecido, apprehenda-o e o faca
    conduzir a ra larga do (osario n. 35, loja
    de miudezas, que sei)i recompensado.
    Philip Kurby, subdito britnico, reti-
    ra-se para a Luiupa.
    Frecisa-se do um feitor para um sitio
    nos arrabaldes desta|cidade. e de uma ca-
    ima poraluguel, quejearregue 1,000 lijlos:
    a tratar na ra das C uzes n. 30.
    Uuem precisar de um bom criado ali-
    ancando a conducta, annuncie pelo Diario
    para ser procurado.
    Um rapaz brasilciro, dando fiador a
    sua conduela, oterece-se para cobrai contas
    intra-niuros : quem o quizer annuncie.
    O reverendo O. Morgan esua senhora
    retuam-sK para fora do imperio.
    paga-ise bein
    a olciacs de funileiro que queiiam traba-
    lhar de jorual ou eoiaireitada : na ra Nova,
    ilel'ronle da igreja da Conceigao.
    Precisa-se dcdiua ama forra 011 capti-
    va para pouco servii-o de uma casa, lano in-
    leruo como exlerno : ua ra do Sobo n. s
    ^
    &
    BOTICA HOMKdl'AIIIICA. ,'J.
    H. 13, 21UA DO ENCANTA- W
    13.
    9
    I
    i

    MENT N.
    Diriga
    PKI.0 Otl'OR M
    PIRES HAMOS JH10R. I
    \ eflicacid dos iiittiicanieiilo* liomeupa- tf.
    Ihicos depende de sua boa prepaiarao, dn ^jj;
    zelo ou desvello que se fini/reu* DtAa mis- f^
    ler, e lamben dos couhacunenlo* pbftrma* coJwiamicos que e deve ler desta medici- ^P
    na. Portanto nesle novo esUbeleci nt i,
    lem ludo quanlo for necbsscirio para seu _^.
    uso, lano em globolM, como em tinturas: $f
    e as>im lambem carteiras de diversos lama- fc
    nhos, tubos avulso*, etf., etc. Us presos JJ
    silo os initi- mudicos possiveis. \ff
    Manoel \nlouio dos Santos Pontea, re-
    lira-se para fra da provincia.
    O advogade .Manoel Caelano lloares,
    continua a residir na ruadas I.arangeiras
    n. l.
    Attenyiio.
    Quem tiveruiis caixilhos e um balco pa-
    ra vender, dirija-se a ra dos Qurteis, loja
    n. 20, que achara com quem tratar.
    Olterei'e-se urna pessoa para adminis-
    trador de engenhio, que tero as habitilaces
    o pralica necessana, tanto para esla provin-
    cia como para oulra qualquer: a Iratar na
    ra do Crespo, loja de Joo de Siqueira Ker-
    rSo.
    Na taberna grande ao lado da igreja da So-
    ledade, vendem-se saccas grandes com mi-
    Iho novo, por prego commodo.
    ---Vende-se urn sitio comessa de pedrale
    cal. contendo a dita casa 2 salas, 4 quartos e
    coznha lora, sendo em chao proprio, e con-
    tendo urna grande baixa decapira, e bastan-
    tes arvoredos de fructo, no lugar de Parua-
    mei'im : a Iratar no Passeio publico, loja de
    fazendas n. 7.
    Algotiao monstro,
    chincha.
    Vende-se algodao monstro, com 8 palmos
    de largura, muito proprid para toalhas e
    lencoes, pelo diminuto preco de 600 is. a
    vara : no loja da boa fe, ra uo Oueimado
    n. 2-2.
    Em casa de Tiinm Monsen \ Vinassa,
    pra^a do Corpo Santo 11. 13, ba para ve.nlcr
    um sortimenlo completo de livros. em
    branco.
    Km cas dcTimir, Monseu Ai VinassjJ
    praga do Corpo Santo n. 13, ha para vender
    alguus (danos chegados uo ultimo navio.
    Agencia
    da fuidic&o Low-Mor,
    ruada Seuzala ova
    11. 4.
    >este cslabelccimenlo couliuu'a a haver
    um completo sortimenlo de moendas e meias
    moflidas para engenho, machinas de vapor
    e laixas de forro balido e coado de lodosos
    lamaiihos para dilo.
    KELOGIOS
    Uua tia Cadeia do Recite
    11 18.
    lia um sorlinientode relogios de todas as
    qualidades, tanto de ouro como de prata,
    ditos (oleados e galvanismos, por preco ba-
    ratissimo, ha tambem molos chronometros,
    de superior qualidade.
    7inho do Porto
    de 1857
    No armazem de Jos Joaquim Dias Fernn-
    des, becco da Madre de Dos n. 12, vende-se
    superior vinho vellio do Porto, em caixas de
    una e duas duzias, por preQO commodo.
    Deposito
    de rapprinceza da fabri-
    ca de E.Gase, no R"
    de Janeiro.
    Vende-se a preco commodo rap lino,
    grosso e meio grosso, da acreditada fabrica
    cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
    ra da Cruz 11. *9.
    Vendem-se terrenos para edificado na
    estrada doManguinniho, do do lecile, lado
    esquerdo, junto as casas do Sr. Manoel Pe-
    reira Teixeira, com 250 palmos de fundo e
    de frente os que o comprador quizer: a tra-
    tar na ra da Cadeia do Kecifc n. 9, 011 com
    Jos laptista Kibeiro de Karia, 110 seu sitio
    da Estancia.
    Vende-se a verdadeira graxa ingleza n.
    97, dos afamados fabricantes--Hay o; Mar-
    tin, em barricas de 15 duzias de potes:
    em casa de James Crablree & Companhia,
    ra da Cruz n. 42.
    Bm casa ile llnr. Itrunn & Compauliia, na
    ra da Cruz 11.IO, vende-secognaceiucaixinliai de
    icfiiSISMG PA1A mi
    110
    NAFUNDICAO DE FERRO DO ENGE.
    Nlll-ll IU DAVID W.BOWMA.N, ,>A
    KUA DO liltUM.PASSANO O dlA-
    FARIZ,
    ha sempre um grande *oriimcD(o4oa e cu i 11 le u
    jurlos ilfinei'lia ni unios |iroprio* paraein.enhos,a sa-
    l r : moendaaa mea* moeada ila mais moderna
    C1111strur1.au ; taita ilr ttrro fundillo e lialido.de
    superior qualidade e de lodosos tamanlio; roda
    dentadas para auua on aiiiinaes, de ludas as propor-
    >:<''-; cri\u e linceas de f orna I ha e registros de bo-
    eiro, a ^11 illi oes, lirn/.es. para fiisi> s ccaMlhe,nioi
    nhos de mandioca,ele.ele
    \.\ UESMA FUNDICA'O.
    leeveculaml odasaseiicoinrnendas cooi a superio-
    ridad e ja condecida e com a devidpieslez.iecorii-
    rnodiiUdeem pre^o.
    BANDEJAS FINAS E BARA-
    TAS.
    Vendem-se bandejas linas e de varios ta-
    manhos pelo barato preco de 1/500, 3*500,
    35500 e 4c; : na ra do' Queimado loja de
    miudezas da boa fama n. 33.
    LEQDES FINOS.
    Vendem-se leques muito linos com ritas
    pinturas, espelhue plumas a -2i, 35500 n 4/ :
    n ra do uueimado loja de miudezas da
    boa lama n. 33'
    Potassa e cal
    mat>0$ m&a*.
    0 CL'AI'.DA-I.IVltos tlASILElUO, 011 arle
    1 escripturacSo mercaulil apropriada ao
    cornmercio do Brasil : vende-se na rna da
    Cadeia V'elha n. 22. Prego 8/000.
    .Z ',,'..- .- ... .......:...'..';....,.
    * 1-> P....1. .i c.'......_ -.. .. i. _
    arnau

    Saccas com cera de carnauba : 110 arma-
    zem de Tasso Irmiios, na ra do Amorim
    n. 35.
    Seilus.
    $
    Uainais bemacabados sellins de pa-
    e ins.le que exi-lem no mercado;
    1 venda no armazem de Konlrun
    9
    Q
    O
    '3
    o
    Em casa de Eduardo II. Wyall, ra do ;. :
    Ir piche Novo 11. IS. ha para vender : ":,'
    I piano lorie, novo e elegante, de fabri- xi
    cante afamado em Londres.
    Grata iiijlea 11.97, de ay & Marlio.
    Tiola de escrever do fabricante Aruuld.
    I lulas em oleo de varias cores.
    Cabot da Rutaia.
    Cryilalkria.
    Agurdenle de Franra em harris.
    Vinho Srlierr
    <-


    ulero.
    Fruciasem conservas incle/as.
    Papel para carias.
    I.ivros para copiar diln
    Candieiros de candelabros He bron/e.
    Ac cm b.irra para molas de carro.
    Knus para carro.
    Chirotes para dilo.
    Kalohias de ouro cobeilos e dascoheitos.
    -.-
    2/000
    900
    15800
    eli.ffio^ de patente
    virgem.
    No anligo e j bom conhecido deposito da
    ra da Cadeia do Itecife, escriptorio 11. 12,
    ha para vender muito superior potassa da
    llussia, dita do Rio de Janeiro, e cal virgem
    de Lisboa em pedra, ludo a precos muilo fa-
    voraveis, com os quaes (carao os compra-
    dores salisfeitos.
    'iirfi que;; estiver de luto.
    Vende-se na ra do Queimado, na bem co-
    ndecida loja de miudezas da boa fama n. 33,
    voltas pretas linas c ordinarias, ricos alhne-
    tes, ricas pulceiras, e ricas rozelas, ludo do
    melhor gosto que se pode encontrar e por
    prco que nao deixara do agradar aos se
    nhores compradores.
    i\alojadaboaf
    vende-se o mais barato
    possivel :
    Crosdenaples preto muito bom, o
    covado
    Cautao preto muito lino, proprio
    para luto o covado
    Sarja preta hespanhola, o covado
    Coi gurao preto muito lino com sal-
    picos, proprio para colletes, o
    covado
    Casemira preta lina, o covado
    Panno fino azul, o covado
    Lencos prelos de seda para grva-
    la, meio lenco
    Meias pretal de seda muito supe-
    riores, o par
    Casemira de qnadnnhos prelos
    muilo lina, o covado
    Corles de colletes de fusta o
    lutos de ditos de dito lino
    Olios de dilos muilo superiores
    Crosdenaples de seda de lindas
    cores, o covado
    -rtes de vestidos de fazenda de
    seda muito linda
    Setins lisos de cores, o covado
    Mantas prelas de fil bordadas de
    >eda 123OOO
    Veos pelos de lile bordados de seda o#o
    Cambraas ad^nmocadas, proprias
    yara cortinados, pecas de 20 varas 7/000
    Ditas para coberlas, bonitos pa-
    droes, o cov- 200
    ! w?' "'"'O sortimenlo de
    lazendas uo vendem-se por
    precos tao commouos, ninguem eixa
    ra de comprar; assim como chapeos do
    Mulle muilo finos, que se vendem por me-
    nos que cm Otilia paite: na ruado Queima-
    do u. 22, na bem conhecida loja da boa t
    FITiS DE VELDO.
    \ endem-se lilas de veludo prelas e de co-
    res, estrei tas o largas, lisas e aberlas de mui-
    to bous g
    4-001)
    2?000
    3/000
    1/000
    25000
    1/000
    500
    1 i000
    1/600
    -000
    18/0(10
    800
    Anda fgido desde 28 de feverero pr-
    ximo passado, 11 preto J0A0, de nacSo Ben-
    guella, idade 211 auno i, principia a saliir-lbo
    a barba, he de boa altura, lem os pe* g'an-
    des e os calcanhaies cn-scidos para traz,
    tem urna cicatriz em um dos bracos, e anda
    quasi sempre bebado, vagabundo pelas ras,
    uormiiiiio pelos cobei tos que estao ao p
    dos trapiches, e pelas miniensaseacadasqne
    ucamaberUs toda a traite: pede-se a lodas
    asautoiidades de polica, rondss e capiiies
    ae campo que o virem o prendam e condu-
    '' ',"'=" ,la l'*"">pe, sobrado n. I.
    ecnu;'l,MTMa',r b'lxo- *" ^aobcln*
    lerompeiisadus.
    Iut
    casa -
    Pai
    III L
    de.uos... 1 ou
    naessegu.ules: altura a da id.de, eabaSt
    anelados e prelos. 5o tem m|lll *
    rosto redondo. p,s n,3os bem fe.tos. ro
    carnudo, beicos groasos. lem llnu %
    > na cova do lonioxello do pu esquerdo, ha
    ES? J? "m PTe" UUl em u"' da
    maos, olbos regulares ; sahio levando ca-
    misa azul, car^a de algodao de luir e cha-
    peo de palha, piendeudo a calca com cinlu-
    rao le sola, usa a camisa por cima da calca
    foi comprado a Plinio Augusto (.avalcanii
    deAlbuquerque. do engenlu Culinguba da
    comarca de Nazarelh : quera o pegar leve-o
    a seu senhor, ou nesta praca, na ra do
    Queimado u. 8. ou na Snlnd.tde n. 33 ao ca-
    pno Antonio Alves de Paiva, quesera ge-
    uerosameute recompensado. Prolesta-se
    desde ja contra qualquer pessoa que Ibe
    de couto. Cajista ler sido visto, e por pessoa
    que o conhece, na ra do Crespo, na sexla-
    leira, 37 do rnesmo mez de levereiro.
    1 ugio noadia 2 de marco correnle o es-
    cravocrioulo, de nome Hvpol.to, estatura
    pouco .cima da regular, "secco do corpo,
    cara redonda, beicos grossos, pouca barba,
    orelhs pequeas falla descansada, idade 34
    anuos, (alto de alguns denles na rreute, per-
    itas linas, pos grandes, oIRcial de sapateiro.
    coznbeiro, sabe trabalhar em casa de cal-
    eira de engenho de assucar, sabe ler e es-
    crever, c por isso bastaje ladino, e Ulvez
    queira passar por forro, mudando de nome ;
    levouumembrulho, contendo uma hcela
    com doce, uns jornaes e uma carta, ludo
    com enderece a uma pessoa ; he a segunda
    ugida que faz, sendo que da primeira, que
    leve lugar a 12 de Janeiro desteanno, voltou
    apadi inhado : quem o pegar leve a seu se-
    niior, morador na ra das Aguas-Verdes n.
    jo, que sera recompensado
    ~ Ao amanuecer do dia 2 do crrenle
    desappareceu o escravo crioulo de nome
    ciaudiano. que foi comprado em 1852 aos
    herdeiiosdo capiao Antonio Viajara de Mello
    Leilao. do termo de Nazareth, representa ler
    1*3 a 24 anuos, toro mu tas marcas de bexi-
    gas, he grosso e estatura regular, perlence
    a Manoel Ignacio Oliveira Uibo, a quem
    pode ser entregue, na prenca do Forte do
    Mallo, ou na ra do Queimado n, 16, que
    sera generosamente recompensado quem o
    trouxer.
    nglezesdeouro, desabnete edevidro: I oU7ou8kooe,Si3r" ba?e "'TO de'?'
    vendem-sea precio tazoavel, em casa b "" -M fUa UC'mado
    Itooker i5i; C, esqolna
    Corpo Sauto u. 48.
    do largo do
    -- Na ra Uireita n. 19, ha para vender
    cha de familia muito superior, da-sc amos-
    tras, a 13000rs, a libra, batatas muito novas
    at#lt>0a arroba, em canastras pequeas,
    que s tem uma arroba, queijos muito fres-
    caes chegados pelo vapor, a l?600 cada um.
    i\a loja das seis
    norias
    En fente do Livraineuto
    Tintas
    i?
    ..
    w
    2 de \Hiis qualidadOi e alvaiade em barricas W
    S? pequeuas : vcode-se ua ra da Cruz u. 10, i$t
    f m casa .e J. praeser & C.
    Precisa-se de uma ama para andar
    com uuia enanca de 8 mezes, daudo-se bom
    iralamenlo, c sendo ella de boa conduela :
    a tratar na la de lloitas n. 140.
    COMPANHIA
    real portuguesa
    Na casa de Joao J
    is de Couveia,
    ecebein-se assignaturas
    ia, e podem examinar-se
    f: so acham na nitsuia
    Queimado u 27, 1
    para esta companl
    seus estatutos, qu
    casa
    Vidal & liastes deram prucuraco bs-
    tanle ao Sr. Antonio de Mello Magaibaus,
    para receber nesla prac,a as dividas constan-
    tes da relcelo que ajo mesmo senlior entre-
    gamos, por nos awignada, o que fazemos
    publico para quo nao se chamen a ignoran-
    cia aquelles senhores de vedo rea de que elle
    enifa ae receber. Itecife 4 ue marco Je 1857.
    ii uita Bittciico!
    liogo encarecida ente as autoridades po-
    liciaes, o mais pessaas.que apprelienderem o
    iicu escravo caldillo crilo, ollicial Compra-se uma burra de ferro bem
    segura e moderna : quem liver e queira dar
    em conla, annuncie.
    Compra-se urna casa Ierra com com-
    modos para familia, as freguezias de Santo
    Antonio, S. Jos o Boa-Vista : trata-se na
    ra Augusta ti. 17,
    Compram-scedectivamenle na ra das
    Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
    vida publica e da divida provincial, assim
    como acodes das diversas cumpanhias auto-
    risadas pelo governo.
    Compram-se2 cscravos do 14 a 10 an-
    nos: a tratar no escriptorio de Jos Joa-
    quim Dias Fernandos, ra da Cadeia do Re-
    cife.
    Ccmpra-se uma casa meia-agua, que
    nao exceda seu aluguel de 4/a 5/rs., por.
    mez, em qualquer um dos tres bairros : a
    ti alar na ra de Hurlas n. 64, alcas '.) horas
    da manhaa, e a tarde das 4 lloras em diante
    Compra-se uma esclava moa, que
    cosa bem, eugoinme e co/.inhe : a tratar na
    ra do 'trapiche n. 14, primeiro andar.
    Compra-se uma casa terrea boa, com
    ra dii quintal 110 bairro da Boa-Vista : quem a ti-
    de
    \11gustoC. de Abren, naiua da Cadeia
    do Recife,armazem a. 36.
    A "!a v> ~-"
    Vende-se cal de Lisboa ltimamente ane-
    gada, assim como polassa da.ltussia verda-
    deira : na praca do Corpo Santn. II.
    Mombos de vento
    com bombas derepaxopara regar hartas ba-
    la de capim : na (undi^ao de D. W. Bowman
    na ra do Brum ns. 6. 8 e 10.
    FARINHA
    V"
    Vende-se em casa de Saunders Brothers & C. 11
    praca do Curpo Santo n. 11, a muitn superior ehem
    conhecida familia de Triaste, da marcaprimeira
    qualidadechibada em 0 do currenls na escuua
    nl'feil", em porcesgrandes e pequeas,conforme e
    voulade du cum|ixador.
    TAIXAS PAHA EMiENHO.
    ."u fundipo de ferro de D. W. Bowmann u:
    |ruadBrirm, passando ochafariz, contina ha- ditos muito hons com armacOes dourada
    ,__9
    A deits tnstes o covado de riscado fran-
    cez, que nao desbola, lencos de seda para
    pescle de senhora a dez lustes, luvas de
    seda pretas e dexures a oz lusles, longos
    do 1 atroz pretos e de cores, matisados, a dez
    iiistojes, cambra!
    mil ak. a peca, ni
    tusloes, camisinHas do cambraia, bordadas, ] CB*ni*se a venda,por epreco commado cum
    para senhora a. ddus mil rs. ; do ludo da-so promptido; embarcam-soucarregaai-se mear
    amostra.toTando jenbor que oquivalha o va-'. ro seiudispeza ao comprador.
    ua loja de miudezas da boa fama n. 33-
    XAOPE
    DO
    Koi Iraosferido u deposito deste tarop para a bo
    tica dejse da Cruz Santos, na rus Nova 11. 53',
    nrralas 59500, e meias3s000, sendo falso todo
    aquellc que alafoi vendido nesle deposito,palo
    quesefaz opreteult aviso.
    IMPORTANTE PARA OPIBLIGO.
    Para curade plilysicaem todo^osseusdiflereu
    teszraos, queruiolivada por consliparoes, tosse
    astbma, pleuriz. escarns de sanctie, drde cos-
    tados e peilo, palpilacao no'corarao, coqueluche
    broncliile, dorna garganta, e lodas as aslas tia
    dosorsaot pulmonares.
    Genios e .lunetas de i oda
    us qualidades
    Vendem-sesuperioresoculoscom armaban
    de tartaruga de lodas as gradua^oes a 39000,
    s para corlinados a tres I um>nip]eto soriimertode laixesde ferrofun
    Iguitos deeambraia a dez dldo e balldo ie f 8 palmos de bocea, g quaes
    lor do que
    is portas
    ver para vender pude dirigir-se a ra da Ca-
    deia do Itecife, primeiro andar da casa n.
    31, que achara cum quem tratar.
    tum.
    '
    dreno, com idade d
    po, rosto bonito, ol
    toi escr vo do lillaup
    rao, senlior do eng
    locou-uie em pai
    leve-o a oa- isla,'
    2j anuos,bai\o do eol-
    ios vivos, nariz ahilado,
    II nrique Pope de Ci-
    ilni u'Agua, cuja escravo
    .lilla. : quem o pegar
    lia ra da Alesna, rasa
    n. 34, que sera genprosamente pogoMar-
    celino Jos Lopes.
    a i ,- de Uuiuin
    9 Oewja-te billar
    l>
    d" t^bu, e boje ilii
    , > in -... ervdores :
    un Kre.fe n. :l, pm ku
    Jo-e Vuoua, que n ion uo oslriclo dj vil- w
    ni Sri mi: i,ni, a bem dos ,-
    fallai na ra da Cadeia y
    na.r. t9
    _ .- JSi.iww^-..
    - l'recisa-se de um caixeiro para esen-
    ptorio, que t nlla boa conducta e do li >.oi
    a ella, c que emenda de escripluracto poi
    partidas dubradas: na ra do Amorim
    n, 50.
    GkA[\.?cj h,
    chapeos de fi< d-.; seda
    h 4^000 e o,000 rs
    r<'a loja da ra do Queimado n. 17, ao pe
    d. botica, vendem-se muilo superiores clia-
    peos de sol de seda ae cores e pretos, pelo
    barato prego 3 4e 5#00 cada um, por le-
    rcm sido molinillos venbam depressa a-
    que!tes*quc quizerem da prchinha, que por
    semelhante prego si> se vende a diuheiro a
    vista.
    Bales etlie tr s.
    A loja da ra Nova n. 4, recebeu pelo ul-
    timo navio francez, ricos enf iles para Ca-
    beQa de seiiboras, c vende por commodo
    preco.
    UlliflIO ;OStO
    F.M FREXTMJO LIVr.AMEiMO.
    A cinco patacasfo covado de sarja hespa-
    nhola, larga, nobreza de difTerenies largu-
    ra-, qualidades epreco, saias para senhoras
    a dous mil reis, corles de vestidos brancos
    com dous e Ires babados a dous mil rnis ca-
    da um, corte s de cassa chita com 7 varas a
    quatro patacas, riscado irancado para rnu-
    pa de escravos a seis vinlens o covado, chi-
    tas escuras a meia pataca, e de cores a seis
    vinlens, e tudas as mais fazendas, por pre-
    cos menores do que em oulra loja.
    Vende-se um sobrado delriorado, com
    chaos proprios, em (Muida na ra dcS. Uen-
    lo, ad verle-se que.beo ultimo aefrente da
    igreja : na ra estreita do Rosario n. 23, se-
    gundo andar. Na mesma casa precisa-sc de
    uma ama de leite.
    Corts de laa
    de
    - Emcasa de Saunders Brothers C. praja
    do Corpo Santn. 11,ka para vendar o MguinU
    Ferro inglez.
    I'ixeda Suecia.
    Alcatroo de carvo,
    Eonas de linho.
    Esponjas.
    Drogas.
    Algodao zo para saccas.
    D'uo entrancado igual ao da Baha
    E uui completo sortimenlo de fazendas proprio
    para *ste mercado ludo por preco commodo.
    lll i
    a
    Em casa de ItabeSchmcttau & Companhia,
    ra da Cadeia n. 37, veudem-SC elegantes
    inano' do afamado fabricante Traumann de
    Uamburgo.
    PaClo
    (IOi
    a
    iros de coros
    3.^000.
    Vendem-se na ra do Queimado n. 21 A,
    cortes de K,a dequadros, de lindos goslos,
    e dSo-se as amostras com penhor, palitos
    de ganga de cores a 4UO0 '. '..., francezes.
    cortes
    I
    as
    de ouro. de p-lcnte ingle/. ; vcndem-;c no
    armazem de Roslron Rooker iSi companhia,
    esquina do largo do Corpo Santo n 48.
    N. O. Cicber & Companhia, ra da
    1 'ruz ii. 4, vendem :
    Lonas da llussia.
    dem inglesas.
    KrinzSo.
    lirios da llus-ia.
    Vinho de Hadeira.
    AlgudSo para saceos .le a.sucar.
    A^odftoziiiiiO da Baha
    1?200, ditos ditos com arma^oes praleadA.
    la, ditos ditos rom a;macan de ai;o a fiOB e
    19, lunetas com arma^o de tartaruga 19
    ditas redundas equadradas de baleia a 50
    rs., ditas de dous vidros armacSo de baleia
    a 11600, e outros oculos mais que se vendem
    por prego barato na loja da boa fama na ra
    do Queimado n. 33.
    Etico vas
    e todas asquali<
    dades.
    Vendem-se ricas escovas inglesas para
    roupa, o melhor que pode haver e de nova
    invenco a 3?, ditas francezas muito boas
    a 15, 1*600 e 29000, ditas para cbelo ingle-
    zas e francezas a 19200 e 2a, ditas para den-
    les inglezas e franaezas a 400, 500 e 600 rs.,
    ditas para millas dita dita a 240, 500 e 1c, e
    ouirasqualidades mais baratas, que tudo se
    vinde na ra do Queimado na bem conheci-
    da loja de miudezas da boa fama n. 33.
    VINHO 1)0 PORTO CENLINO.
    Vende-se uptuno vinho do Porto em barris ds
    quarlo a oilavo, por preco razoavel: na ra da Ca-
    nia do Bacila u. 13, escriptorio de Bailar & Oli-
    veira.
    Vinlio do Porto,superior chamiro.
    Em caixas de 2 duzias e em barris deoilavo, re-
    cenlemeiilechcgadopelo brigue Trovadora; vende-
    se nicamente no armazem de Barroca & Castro, ua
    ra da Cadeia do Kecifc n. 4.
    IOS
    tic
    ran
    (i
    'cehi'ii
    pelo ul-
    IIIC-
    A bija da ru i Nova n.
    limo navio francez, ricos cnapeos para
    unios e meninas.
    Chapeos de molla*
    Vcndem-sc chapeos de molla do ultimo
    1 gosto do Paria : na ra .Nova n. 4.
    e flores miu*
    8 a rf$ o i i le.
    Na ruado Queimado n. 21 A, vendem-se
    corles de ISas de ramagern c llores miudas,
    edSo-se os cortes a moslra cem penhor.
    - Vende-se panino muito proprio para
    cohertus e dcscoberlos, pequenos e crandei, de ouro,
    pairle inulez, para borneen a seohora, de um dos
    melbiirp.i rabricanteii de Liverpoul, vinrios. pelo ulli-
    mu ; .iji-i.- Ingles : em ca?a de Southall Mellur &
    Companhia, ra do'l'uires n. 38.
    \Ieias de. todas as qiialia
    dades!
    Vendem-se muito boas meias de seda par
    Desappareceu na lerca-feira do entru-
    de, de casa do abaixo assignado, em Api pu-
    cos, o seu escravo Cypriano, com os signaos
    segumtes : preto, gordo, baiso ; levou ca-
    misa de madapolao, calca azul e chapeo de
    fellro preto, bastante conhecido por ler sido
    protocolista do carlono de orpbosdo abai-
    xo assignado, e he (ilho do MaranhSo ; por
    isso roga-se aoscapitaes de navio nao deem
    passagem ao mesmo, pois anda fgido e
    pede-se aos capiies de campo e mais pes-
    soas hajam de o apprehender e levem-o ao
    pateo do Hospital n. 26, ou ao dilo cartorio,
    que serao recompensados.
    Floriano Corris de Brito.
    --- .No dia 2 deste correnle, fugio urna
    mulatiuha da casa da viuva Francisca de As-
    sis Hoiiiingues Carneiro, na villa n.. j-a-
    Iho, aun '> eaia.a apreudendo a coser, a
    qual he escrava do tenenle Joaquim Miguel
    l'eraarah reir, morador no engenho Sapu-
    caia da freguezia da Luz, com os seguimos
    signaes: idade 11 ou 12 auno, a cor he qua-
    si cabra.corposecco.teve bexigas ha um an-
    uo, cujas marcas estao pretas, tem uma ci-
    catriz no meio da testa, e chama-se oro-
    thea : quem a apprehender ou liver noticia
    clla, dirija-se a seu senhor no referido lu-
    gar, que sera recompensado, e pago de al-
    guma despeza qLe com ella Ozer, ou etu
    l'ao d Alho, na casa onde eslava.
    Fugio no dia 6 de janpiro do correte
    auno a preta Joanna.a qual he baixi esecca
    do corpo, desdeuUda na frente, cor fula,
    bastante ladina, m;1os pequeas, e dedos
    cunos, tem no braco direilo a marca du
    eiro da trra dclla.M--, representa 35 a
    40 annos, pouco mais ou menos, alguns ca-
    bellos blancos na coroa da cabeca, porem
    muito poucos, costuma inculcar-sede forra,
    e dar o nome tioCado : quem a pegar ou
    della souber dar noticia, o fara na casa de
    seu senhor Autonio Brochado Soares Gui-
    marSes, no pateo do Hospital, ou na r
    larga do Rosario sobrado u. I, que ser cra-
    liricado.
    Continu'a a estar fgido o escraaf"
    Antonio, Cassange, de idade 36 annos, pata-
    co mais ou menos, com os signaes seguisi-
    tes : altura regular, cangueiro no andar, Mr
    preta, rosto redondo, sem bacba, costas 1ci-
    pas, cheio do corpo, conversa pouco, fui es-
    cravo do tinado caelano Concalve; da Co-
    nfia, e rugi no mez de julho do anno pr-
    ximo passado, suppOe-se acbar agaaalhado
    poralguem, para as parles do sul desta pro-
    vinca: a pessoa qu r*sipprehender, sera
    gratificada com IOO3OOO, qne os recebera na
    occasiao da entregado dilo escravo, no en-
    genho Corcahi da comarca de Pao d'alho
    ou no Recife, na ra da Guian, a, segundo
    andar; tambem se gratificara a qaem der
    noticia do mesmo escravo com 503000.
    -- Fugio de bordo do brigue brasileo
    Melampo, na noite do da 8 do correnle. um
    negro de nome MatCelino, naci Cabioda
    altura regular, secco do corpo, rosto cosn-
    prido, barba serrada e cria suissa, ensp.Yaila
    de denles na frente, e cnala aodar vestido
    com paleto, e calcado : quem o pegar leve-o
    a bordo do dito nano, junto ao caes seio Publico, ou a casa de seu consignatario
    Manoel Alves Guerra, na ra do Iraaichc 11
    14, que sera bem recompensado.
    Fugio em principio de novembm do
    anno prximo passado, o estravo Jo3o, par-
    do, 45 anuos de idade, altura e corpo regu-
    lar, testa e olhos pequenos, quando ri-se a-
    perta os olhos, nariz pequeo e afilado, ca-
    bellos um tanlo deseo.baracados, lem um
    aleijao na junta do meio de um Jos braco.-,
    e parece que outro no outro braco, falla
    muilo mal exprecado, labios grossos, per-
    itas linas, pes grandes apalhelados, com ves-
    tigios de cravos e bichos, essignaladc de
    castigo nos lomhus e nadegas levou bas-
    tante roupa em uma toalha de mesa com 13
    a 14 palmos, por te-la furlauo de um c,uara-
    dor de roupa, he carreiro, o munido da vara
    seguio para o sul : :oga-se encarecidamente
    agpolicia e a qualquer particular, a prisSo
    desle escravo, mediante a gralificacao de
    100>, que os recebera do Senhor 'ilanoel Ig-
    nacio de Oliveira, no Recife na r,raca do Cor-
    po Santo, escriptorio n. 6, a quem podera
    ser entregue dito escravo, ou a seu dono, n
    abaixo assignado, em seu engenho Agua
    Azul.Antonio Luil Peveira Palma
    Fugio de boido do brigue brasilciro
    Melampo, na noite de do corrale, um mu-
    alo da nome Luiz, iiaixo, grosso do corpo,
    sem barba, cabellos grandes, lem ldi cica-
    tiiz no pesclo, e foi calcado eom botas :
    quem o pegar leve-o a bordo do mesmo na-
    vio, no caes do Passeio Publico, ou cm casa
    do consignatario do dito bngue Manoel Al-
    ves Guerra, na ra do Irapiche n. i4, que
    sea bem recompensado
    Fugio na inaiihaa do dia 5 do mez pr-
    ximo passado um iiiulalinbo de idade de 111
    annos, de noaie -cbasiiao, cor trigueira, ca-
    belli s carap nhos e avern.elhados, nios o
    pea bastante grandes o gros-os. fcicfl a re-
    gulares, e lobusto ; levou camisa c calca de
    liara saceos de assucar: vende-se cm casa
    Je N. t). Biebcr os Companhia, ra da Cruz las e brancas para senhoras pelo barato pre-
    n. 4. i co de 24*500,ditas de Una para padres a l.-S(K),
    Hp muito 1> ti ato.
    Vendem-se duzias de facas e garfos de ce-1 brancas e croas para homem a 200, 240 e
    bo de maiTim de boa qu*lilai!e a _10>, ditas I 280 rs., ditas pintadas e hranc.is para menl-
    dilOS de cabo de bataneo muito linas a 6#, nos a 240 e 300 rs ditas brancas, linas para
    canario do imperio a*l00rs. a librad defron-1 litas ditos cabo rolico e oilavadoa 33, du-j meninas a 240 rs ditas brancas para se- I campo que o appiehrndam e levem-o a seu
    te da Uelacao 11. 2S. zias de colheies de metal principe a 33 e 63: nboras a 240, 3110 e 400 rs., ditas pretas de ; senhor o Hr. Mlippe l.opfs Neta, na ra RO-
    CERA DE CARNAUBA. dilas de metal mais ordinario a 800 e 19400, j algodao para padres a 600 rs., e outras mais va n. (W, que serao generosamente recom-
    Vende-se cera de carnauba de boa quali- te outras mullas cousas que se vende barato, qualidades que se vendem barato na tus do
    dade : na ra da Cadma do Recife, loja na ra Jo Uueimadu na bom conhecida loja 1 Uueimado, ua bem conhecida loja de miu-
    n. 50. I de miudezas da boa fama n. 33. I dezas da boa lama n. 33.
    : ditas de lio de Escocia pintadas para homem algodao listrado de azul, foi visto montado
    1 pelo baratissimo prcc,o de 400 e 500, dilas n'um cava I lo em um comboy de assucar, se-
    guindo a estrada do norte, e por islo suppc-
    se estar em algum cngeuho : rog-e a to-
    das as autoridades policiaes c capilaes de
    pensados.
    v

    .
    1'ER.N. : TVf. DE M. f. DE r'AHIA WjJ

    MTnzsrjD"
    ILEGIVEL

    I
    /


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