Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06651


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Full Text
ANNO XXXIII R. SO.
Por 3 mezes adiantado l$000.<
Por o mc/.es vencidos 4o'500.
TERCA FEIRA : I)F LtUp DI ||S1.
Por anno adiantado lisOOO.
Poi-ir Franco para n lubtcriptor.
encabritados DA SUBSCRIPCA'O no nohte
Parahiba, o Sr. Joo Bodolpho Gomo i Natal, o Sr. Jos-
Sm I. Pereira Jnior: Aracaty, o 8r. A. de Lemos Braga ;
ra,t Sr. J. Jos de Olneira ; Maranhao, o Sr. Joaquim .Mr
anta Rodrigue* ; Piauhy. o Sr. Domingos Htrculano A. Pessoa
eirenta : ara', oSr. Justino J. Uamoa; Amaionaa. o Sr. Jero-
mmo da CotU.
Olinia : torUs os .1
Ixuran, G.naaa
PARTIDA DOS CORRKIOS.
km.......
ka. as i.- m
I'....,I,
licaarasas, Golaaaa Parahiba: naa segan.!**.....*la-reiras.
S. Aal.....I!. /.-rr..>. I:.....;,.. Cataare, \i-,,,-,., .. Garant .n-i na i,'i,-,-i. i- .
S-L.....'".' *""> IMM, .N.i..mviI,. I.i........,.., |lr,,. |. .,,,,.... |..,-
icira. llore.. Villa-lb-lta. Ihu-Vi.ia, II......,. ,. I ,
Cabo, Ipojaea, N-riahaMl, Iti.-Konih.-o. i i.a. llar
Pimenlriraa r Natal : goinnu-ii-ir,..
(Todos oa corra.., parlan 4. ID auras .f.a ni..ni,:...
,-l'ret.,.
AUDIENCIAS DOS TltlHUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio .- segundas a quintal.
Ralacao ; tercas-feiras e sabbadoa.
Fazenda : quarlat a sabbadoa as 10 horat.
.limo do commercio: seguudasas 10 horas 6 quintas ao maio-dia
J uizo de orpbos : segundas e quintas as 10 horaa.
i'rimeira vara, do civel .* segundea a senas ao meio-dia.
Segunda vara do civel: quarlas a sabbadosao meio-dia.
EPIIEMERIDES Di .,n-:z DE MAlteo-
3 Quarto cresrenie as 2 horas e II minutnsda urde.
Iii La chela a 1 hora e 5S minutos da /arde.
18 Quarto mlnguaotau6horas a ti minuto da maoh.
U La nova as 8 horase il miuulns da (arde.
I'REAMAII DE UOJh.
rnmetra as lil horas e rt minutoa da manbaa
Segunda as ln horas e Jo minutos da tarde.
1% *j HfWff fait? O F* I A lM '''mas depende principalmente .. brillte os faz. a nimma de Sli:hlN)?.i2H, que. roitfroiilnda uim a
i^^^jn J ajaf f aVMiiflUl bous efleiltis da religiio. l"m grande desvello na edu- despeza. na importancia de 7l:7i"r;llliO, do um sal-
! carao do clero, e um extraiirdiiiario escrpulo ni do de 10:0559468, sendo l:llS-l"i em ledras, e
i escolha dos vicarios sSo indispeusiveis para propa- 8^3*4323 ein rer b is i. n. su de diversos credores
ir e enraizar os principios religiosos, e a moral por conla du que -te llie deve, mas lambem dos
DAS i>.\ semana.
2 Segunda, Ss. Jovino, Ilasilin, Serundila e taimara Mm.
:t 'Ierra. Ss. Hemelerio, Marmita, b Asteria Mu.
4 (Juana. Sr Cnssimiro : s. Lucio p. ; s. Achelau.
5 Quinta. Ss. Focase Palatino Man.
ti S-xta. Ss. Vctor. Victoriano c (Jaudino Mm.
7 Sbado S. Thonm/ de Aquioo doutor angeHcOa
8 Domingo. S. Ju.tode Dos instituidor dos religiosos da ririd.
l \<:\ltltK(.\lHs da si ltN< iuim ,\0 mi si l
Alagoas.o Sr. Claudino 1" .tirio Hits : Baha, o Sr. D. Duprai
Rio deJaneiro,o Sr. Joo Pereira Martina.
I M Pllt\ AMIII O propietario do DIARIO Manuel Figueiroa de Faria. na aua
linaria, prac* da Independencia na. 6 e 8.
OOVEHNO VA PROVINCIA
Relatoriocomque abri a SestSo ordina-
ria da Assemblca Legislativa Provincial
de Pernainbuco no 1 de marro de
1857, o E\m. presidente da mesma
provincia Consellieiro Sergio Teixeira
de Macedo.
, Continua* Sn do Diario te, 41).)
Ohjeclos diversos.
O melhodo de leilura repentina do consellieiro
Caililho vti sendo aqu vulgarisdo por um hornero
por awa motivo digno de t.nia a estima, o Sr. Gam-
boa. O adianlameuto que se lera observado nos seus
discpulo inostra que se nio deve perder de vista es-
ta experiencia, e por isso temsido permillidaa aber-
tura da 4 escolas .lesse methodo.
Escalas espectaea, onde vao beber a in reisaria a suas carreiras, os que se deslinam ao com-
mercio, as artes, e a agricultura sao um complemen-
to necessario da educaran secundaria, que os cofres
di provincia devem pagar.
A ereaco de un museo onde estejam esposlos os
madelos dos nlensis, ferramenlas, e machinas nlop-
tavei entre mu para facilitar a n.ivegacao, as arles.
e labra ludo a agricultura, he urna necessidade t3o
urgente como a de urna bibliolbeca.
Fila bibliollieca e\isle, porassim dizer. em minia-
tora a deupercebila. Ella possue 2790 votiunes :
se eoolinuardes a consignacAo, se evitara' que Pi-
quera trancadas algumas colleccoes de revislas ele.
Por falla da local conveniente,"esla' enllocada em !
casa de emprestimo fora do ceolro da cidade, por
publica.
Malrizes.
No inluilo de fazer nina da quola consignada no artigo lidalei do orca-
mi'iilo vigente, determinei que o inspector da Iha-
sonraria provincial e onirerlor das obras publicas,
de commum aceordo, .irgancassem nm plano para
Hi-irilimr.i.i daquells quaiitia pelas diversas malri-
zes, leudo era vista as ucces-idades mais urgentes de
cada urna.
Sendo-me rcmeilido o plano que adoptei rom al-
gumas mudilicaces, fie distribuir a quanlia de
7:100o rs., pela inaueira seguinle :
Matriz da Varzea....... SOOHHX)
do Saulissimo Sacramenlo da
Boa-Vista......... 80tl.;(H)ll
de Nosa Senhnra do Desterro
de I lambe......... ROOSOOO
deOuricury....... 8OO9OOO
de S. I'inr.....;, da Malla. ISOItgOOO
i de Nossa Seuhora da (.onceic.io
do Bonito .
r do l.imoeiro
da Escada.
r de Nossa Senliora da Conceicao
de llamaraca'........
l:(HMi~IIOO
UtlUjlItMI
5OU90OU
1:(XI0.-(MK1
Conced tainliem a quola de 2:0<)> a oulras ma-
lrizes aliaivo assignadas :
A' do Buique. (lOO.-IKIII
A" de Tacaratu 2003000
A' da i.uz.....HDOatMMi
A' de Cimbres iOOSOOO
Mas us vigarios do Buique, Tacaralu e Luz,
o nenhom servico presla, al porque esta'conf.in- ainda nao solicitaram na Ihesouraria a ontrega das
dida com a da Faculdade de Direito que lera seus
'reqaenladorps habiluaes.
Iiistrncrtio superior,
Faculdade de direilo.
Qaando se observa o estado lisongeiro queesse es-
alielecimenle aprsenla, .Vsaujjsjm.e regularidade
com que rrmrcliam os respectivos' traY>fnos,~nA3 se
pode fallar do seu digno director e professores sen.10
com elogio.
Do quadro estatislicn do movimenln relativo ao
anno lectivo de 1850 se conhece que foram matri-
culados nos5 ajino* quecomprehtndem o curso com-
pleto da Faculdade 31G alumnos, dos quaes 281 fo-
ram approvados plenamente, 28 simplesmenle, e um
s reprovado. Perderam o auno 5 1 1 falleceu,
A divisSo por annos ou cursos da' como matricu-
lados no |" anuo 60, no 2- li'.l, no :! 55, no 70,
no 5' 56 : approvados no anuo (ij. uo 2. 1.7, uo
8" 53, no 4" 70, no 5. 55. Doutoraram-se 2.
Por naturalidades divi.tiram-se (.s estudantes em
112 .lesla provincia, 2:1 da l'arahyba, 2 do Rio Gran-
dada Norte, 18 do Ceara', 21 do Maranhao, 1:1 da
l'iauhy, 6 do Para'. 5 das. Aiagoas, 8 de Serijo*, 7i
da Babia, 19 do Rio de Janeiro, 2 de S. Paulo, b de
Minas Ueraes e 7 do Para'.
No eollegio das Arles, qne he dependente da Fa-
culdade, e cojo eslado lambem considero lisongeiro,
iiisrreverame durante o anno lectivo protimo Cui-
do 687 alumnos distribuidos pelas diversas aulas, a
saber : 100 na de lalim, 158 na de Irancez, 109 na
de inglez, 72 na de geninelria e arilhmetica, 7S na
de rhelorica. l!:l na de pbilaaaphia, e 57 na de bj-
loria e r;e bro n dilTerenles disciplinas 546, dos quaes obli-
>eran apprnvarjo plena 07, simples 92, e foram
reprova'fdos .7. Deixaram de ser examinados 141.
O ,'i./nro lolal das pessoas que recebem na pro-
vincia i)rucfao de lodos os grags lie o seguinle :
Aulas publicas provinciaes.
-lilil..-:.,..
Primariasmasculino 68 cadeiras 2862
Primariasfeminino 17 877
dilTerenles regentas para occorrerem as desbezas or-
dinarias dos eslabelerimeutos seo cargo.
U eslado de progressiva ruina em que se achara ;
os predios do patrimonio reclama providencias.
a impossilnli.lade de ee (aterra os conrertus ne-,
cessarios por conla do patrimonio, alguns desees
predios conservara-se fechados, e nutro, siio aluga-1
dos por una quaiilin iliininula. A medida que fui I
lembrada para o palriraonio dos orphns, islo he, |
vender as casas e re-.luzr o producto .1 apolices de
divida publica, nao pode, 11-111 deve ser simultanea-
mente loma i-i a respeilo de lanos predios, porque
a MM ollera diminuira o valor venal. CreVo, puis,
foreoso, que volis um rredilo para o repsro desses
dredios, pudendo ser a liiesquraria indemnisads por
preitaciis futuras deduzidas do reodimenlo por esse
modo augmentado.
A causa intentada p. 11 adminislracao onlra os
herdeiros do marquez Jo Reeife para liaver u pa-
trimonio do It wpilal de Nossa Senliora do Paraizo e
S. Joao de Dos, fui decidida em segunda instancia
a favor dos e-tabelccimentos de caridade.
A adraos atraclo ja levantuii 20:3423062 rs., im-
portancia das quanlias que exisliam deposiladas, e
conlava depola das ferias entrar na posee de todos
us beus. Mas a parle vencida interpoz recurso de
revista, que al 9 de fevnreiro ultimo nao havia se-
guido ao sen deslino.
Ainda nao leve jolgamento delinitivo a onlra
quesio movida pelo bcliarel Luiz Rodrigues Vil-
lares e ua mulber. con ra a doacao de 100:0009001)
em propriedades, (eila por I). Joaquina Maria Pe-
reira Viann.i.
8>
Secondariasli\miia>io 93 avulsat :I5
Particulares.
Primariasmasculino 4 i cadeiras
Primariaifeminino 30 n
1117
59 i
Secuudaria-
36
Aulas publicas geraes.
Primarias.Arsenal de guerra 9, de
marmita 68. Pimenleiras 6. 168
Secundarias.Collegio das arles, me-
nos geometra e philosophia. 549
Seminario. 118,
superior.raculdade de Direito. 316
soturna total.....
3739
128
17*1
575
6183
41.51
8334
lirande hospital de caridade.
A casa alugada em qc;e elle continua a permane-
cer nao ofTcrece as ueecssarias acommodares nem
para o enfermos e empreados, era para se eier-
ccrem os diversos ramos do servico medico ciiurgico.
No decurso do anuo d.a julliu de 1855 ajunlinde
1856, entrar,un 4-21 enfermos, 526 lioniens inclui-
das m tiraras do corpo de polica, que pagara a casa)
e 98 roullieres.
A juntando Indos MW nos 103 qne eiisliam em
30 de junbo de 1855, leremos >27, sendo 398 do se-
xo masculillo, e 129 do feminino. Do numero lo-
lal saluiain curadus 29 honiens, e 39 mulheres ;
melliurados :t:t hoineus, < (i mulheres ; e nao cuia-
I dos 10 homens, e 5 mulheres.
I illerer.uii as 21 lluras da entrada 7 hemens, e
6 mulheres ; e depois desso lempo 57 homens e 10
mulheres. Ficaram existindo no dia 30 de junho de
1850, 75 enfermos, 12 do sexo masculillo e 33 do
feminino.
O numero dos fallecidos pnuco decresceu este anno
j em que foi de 110 sobre 527 doentes, ao paiso que
, o du uuo panado fui de 137 sobre 553. Mas li-
songeiro sena'o resultado se n maior parle dos .len-
les nao pracuraisem o hospital quauJo ja se acharo
reduzidos a um estado incoravel.
Exislem actualmente uo hospital 18alienados, que
nao podeudo ser alli devi.lamente trata ios, oceupam
lugares que deviriain estar destinados a pnssoas ac-
cornineltidas de molestias curaveis.
.1,1 os leria remetlido para o hospital de Pedro II
110 Rio de Janeiro, se nAu fossem as rdeos lermi-
n.tules dadas em contrario pelo goveroo imperial
10111 o li 111 de preveuir a excesstva agglnmeraAo dos
enfermos ii'ar|iille eslabelecimenlo.
tfyiospital dns lzaro* pur sua boa situarlo e com-
inodus pode de algurua mancira minorar os solln-
menlos dos infelizes que n'elle se .11,1111 recolhidos,
naa est des|>rovido de rou|>a, e necessila de repa-
sninmas que lites foram desuadas, e o de Cimbre!
nao lecebeii a sua por nao estar ileliiiilivameiile
concluido o exame ras emitas relativas a quanlia
que ltimamente lile foi entregue para o mesma
lim.
Da consignarSo de 16:000; rs., deduzila a quan-
lia de 9:I00> rs. cima mencionada, restam ainda
por distribuir 6:9003.
Para que houvesse loila a nscalisar,io no empreo
das quolas destinadas para os rncenos das raalrifes,
ordenei a reparticao das obras publicas, que inter-
yiesse na organisaco dos ornamentos, dirigi.lo e
inspeccinitaulo lodos ot concerlos por meio dos res-
peclivus engenheirns, que deveriara semprc eintl-
lir o seo parecer acerca das cuntas que Itouvessem
de prestar os encarregados daquellas obras.
A bem da execucao deasa providencia, que foi
coniniunicada a todos os vigarios, recommeudei a
Ihesouraria provincial que unmedialamnitR desso
sciencia aquella reparticao de ludas as quantias que
fos-em sendo distribuidas para o lim cima indi-
cado.
Lio appenso n. 10 conhecereis o estado d
sas matrizes da provincia, aasim como as quau-
lias necessarias para us seus concerlos, segundo as
inforraaees ministradas pelos vigarios respecti-
vos.
lallsma limitas igrejas os ntMaaailaa paramen-
tos e oulros objedot do culto. Para seren elles po-
rtal romeados com a decencia neeesaatje, 'ena ;,-
cito despender sommas blo eleva 1,1-, que para ellas
nao lemos fundos, nem os podemos distrallir da ou-
lros necessidades.
Cemilerios.
O desla cidade pela sua aalidSo, elegancia de al-
lontde seus niuuumeiilos, aceio, eymelria e regu-
laridade he um do maja imporlanlea ealabeleelmen-
lus deale genero que exisirm no Brasil.
Confroiiiada a despeaa do cemilerio deuinfio tnaii-, .
ceiro manidpal, na importancia de :15:G2-.^)70 rs I ,"*! a5s,m ct0""',la cuslruccao de um muro que o
com a respectiva rceita que mnlou a 11:501 resulla um deliiit de 21:1273470 is., que foi sup-
prido pelas sobras de dillerenlet verbas. O excesso
sobre a quuta Duda cltegou a 9:699-3070, que be
explicado pelo eranda impulso que se deu as obras
do remiterm. So rom as casas que se esli e linean-
do para o cpellao, porleiro, sacristao. e orna Boira
para armazem. despenderam-se 8:9793780 rs., 111-
r!o 111 loe nesla quanlia o cusi de ornamentos, al-
faias de pralas, e de metaes nrateados, e das cata-
cumbas.
.Algnmat daquellas obras jase acliam protuplat, e
enstem acenmuladot lodos os maleriaes necetsariot
para concluslo das qoeaind.i restam.
Da quanlia-d 8:9793780 acuna mencionada, des-
pendeu-se tambem 7:0573022 com a capella.que se
acha acabada, faltando-lhe ainda a imagem do Se-
nhor Bom Jesue da Redempcao, e o altar qae se
mandn ir da Europa. *
l'"! ul,im despezas esio calculadas em...
KI60H39 roU, como veris du respectivo orc,a-
A obra da estrada^jue vai ler ao cemilerio foi
arrematada por 5:4003, e eslava a cnncluir-se, quan-
do foi embalsada pelos herdeiros de Mannel Luiz da
Veiga, allegando do-ninio e posse de parte do ter-
reno por onde ella passa. Ainda pende a acrao, que
inlenlarant em juizo.
Duramen anno prximo finio, o cemilerio publico
recebeu 2,062 cadveres perleiirenlet as qualro fre-
goezias desta cidade, sendo 1,739 de pessoas livres.
e 323 de escravoa. Dos primeirui, 573 homens, ;:i
mulheres, e 117 prvulos. Dos seguildos, 119 ho-
mens, 94 mulheres, e tV prvulos. -^
A somma lolal dos cadaveses sepuludojkscomprc-
hende 335 eslraogeiros '.oirando ilesle numero
18 Africanos livros e 123 escravos e 1,727 nacio-
naes, sendo 200 escravos.
Desde que se disenvolveu nesla provincia a epi-
demia do citolera moihus, o governo tralou de ir
pro'movendo a fundadlo de cemilerius ni algum..s
localidades, prinripalmenle naquellas em que o ler-
rivel llagello grassava com inais furea.
Sendo porcm mui escassas as rendas das muni-
cipalidades, bem pouco se lem conseguido ne-la
parle.
De algunscemiterios qoe existem. um us) ualro
poder.i olltrerer as condices imlispensaveis para os
actos re.guiso, qoe nelle se praticam.
Thealro publico.
Ja lemles noticia do contrato celebrado pelo meo
antecessor com Raphael l.ucci em virlode da auio-
risarSo concedida pelo 5 2, do arl. cial n. 364.
A coodiQau primeira obriga o emprezario dar
enmeco as represenlai;oes nn dia primeira de uiaio
prximo vindouro ; maa se forein infrocliferas as
lenlati'vas que elle Itver feitn pira cumprir as ubri-
gaces a qae se sujeilou, Picara' demonstrada a ne-
cessidade de augmenlardes a quola votada no arl.
16 2. da orcainenlo vigeule. Com a sobvencao de
l'.OOOsOlK) mensal me parece que sera' mut diflicil
contralar urna bja companhia de qualquer genero.
A excepcaodus pitucos espectculos que foram da-
dos pur alguns artistas da provincia, e por urna-com-
panhia eslran le, o thealro permaneceu lecltadu durante quasi lo-
do o anno psssadn, e ainda assim se conservara se
neste momento um artista hrasileiro distinelo,' nao
lile esltvesse dando tolo o interesse e aniniar.ii) que
leve ler o thealro de I'ernambuco.
A avidez, com que as familias lem allloido as re
presenlaroes que se lem dado, ptuva quanlo o pu-
blico lem uecessidade desle passalempo moraliaador
e civilisador quando hsm ordenado, e quanlo vos le- i *e ein -"'"s localidades a disposirao de restaba- il':"' "- Tuantia decretada para o anuo fiianceivr
. lana* .. ,....:... ...a____ _._ ,.*..... It...l
Para fazer face a estas despezas, que nao podem
correr por conla das rendas do patrimouio, a admi-
i.i-':.ir.u. -. 11 .1.1 pala d.ctela^.au do- Tondos necessa-
rios, e augmento da quanlia de 5:00.j>th)0 votada no
me menlo vigente.
Era 30 de junho de 1855, ei.sliam no ettabel-ei-
meuto .18 enfermos, 21 do seto masculinu, e 17 do
feminino, e do I- de jullio do mesma auno :IO de
Iu 11 lio do passado enlrarara II), sendo 8 homeuse 2
mulheres. Morrerrum 16, dos quaes II homens e 5
mulheres, e ficaram existindo 29, sendo 15 do sexo
masculino e 11 do feminino.
A cata dj* ejposlos, estabelecida no edificio em
que esleve oulr'ura o hospital do Paraizo, ollerece
alguns comino lo-, e lem a vanlagem de comuiin.i-
car-se inleriormeiile com o templo que Ihe lica con-
linguo, onde se celebramos actos religioso!.
A renda do patrimonio apezar to aoxilio de -i'OOOj
que Ib* da' a Ihesouraria provincial, he iitsunicien-
te para fazer face as despezas ordinarias ao suppri-
meolo de roupa, .1 oulros objeclos, e aos reparos e
abras necesanae, enlre ellas um un dous lauques
para bai.hos, e o acrescirau le muro que lica ao la-
do do quartel do Paraizo, aflu de nao ser o eslabe-
leciraeulo devastado por esse lado.
O niimei o dos expastos existentes em 30 de junbo
do anuo passado, era de 305, sendo 128 do seto
masculino e 177 do feminino.
Entrar.un desde o I.- de julho 106, dos quaes 18
do sexo masculino, e 58 du feminino.
Sahirain 3 o sexo feminino, e inorrrram 117,
sendo 53 do sexo masruii.10 e 6 do feminino.
A administrarlo altribue o crescimenlo da morta-
lidadcau inao eslato de -au ie em que ja se acharo
as enancas, quando sao recolhidas ao eslabeleei-
tnenlo.
O lio'pilal de Pedro II, cuja primeira pedra foi
laucada em 25 de marco de 1817, pouco adianla-
menln lem ti ln.
Das lolerias que lhe foram concedidas, apenas po-
de ser exliahida urna palle que prodatia o beneficio
da 2:333(334.
Na dislrthiiieilo de fundos feila pela repartirn
das obras publicas, fui destinada para esla obra a
quanlia de 12:0003, da qual exislem ainda 3:0008
lio cofre da Ihesouraria.
A ailmiiii-tracao pede que se conceda lamliein a
pref^reiiea em favor das toas lolerias, c que no or-
l.oco que passim arrise epiuemica, nianileslou- Oaiaenlo falaro a Consigiiaco para as obras seia
ra' de agradecer se fordes generosos em dola-lo.
lecer o anligo costume dos enlerramenlos
igrejas.
Callo religioso. Eu. porem, nio cesso de fater as mais terminau-
A' lesla da igreja Pernambucana ainda se acha o les recommendaees as aatori :ades locaes, para que
jirel ido illustre que por suas virtudes generosi- impecAo os enlerramenlos uas Igrejas.
dale e min-il'i lem por lano lempo sahi- Nao me he possivel dar-vot una idea exacta dn
do ctplar o respeilo e amor de suas ovelhas. Sua 1 eslado era qae se ach3o os diversos cemilerlos e dos
saude pnrm ja be dbil, soas forras cnmc;am a a- meios com que foram estabelecidos, pois que nao
baiiilona-ln. Os anuos lem feilo no corpo ot eslra-1 podem ainda apresenlar um quadro completo as n-
nobre c bella alma combale com difBcol- forraaQOes que tenho exigido das cmaras munici-
proximo lindo.
No appenso nnutern... se acha minuciosamente
descriplo o eslado da obra. A necesstdade urgente
de concluir au menos ama de suas divisos, segun-
do o -\slcma adoptado ua casa de detencao, he ata-
nifesla.
gos que a
dade. C) descanso lhe he necessario, lite he deudo.
*. Exe. Rvm. ja representou ao governo imperial
para que lhe det-e um coaljulor lulu.n successor,
e ainda nao obleve esla graca. Entretanto o prela-
do insi-ie pela necessidade de inaosphxsicamenle
mais vigorosas para governarem una diocese t.io ex-
tensa e populosa.
Dos cuidados, desinleresse e bom exemplo dosco.
3
Albtrgtria, A imullieieocia das rendas do pa-
trimonio, esnhreludu a falla de nm edificio com as
proporces indispentaveis sao as cau-as porque ala-
da au se p.le fundar um eslahelecimenlo desle
paes, com o lim de formar as bases necessarias para genero, onde us mendigos vao encontrar alliviu aos
urna medida geral, que convenha tomar acerca desle : seus sollrimeiilos, e ao mesma lempo Ir.ihalho, que
objeclo.
Estabelecimenlos tle caridade.
ORIGINAL 00 DIARIO OE PERNAMBUCO-
a ^11^11-^Ie,
1 N MARCO DE 1857.
.< repeliriio do Otktllo. o camotal de 1857.
Acaba de dar meia noile. Bitau sentado oa mi-
nha sala, junta .1 mesa onde esrrevo. Tenho a ca-
lmea escandecida entre as mies, 1 medito como he
que hei de escrevefa Carl'iru ,!o da d'amaiili.ia.
Em balde lenliu pensado. J revolv todas as dn>
hras da imaginacao ; em n^nhuma eticoriire t,leils
de que poeta aproveilat -me nesla lanre dillictl
A noile vai liodissima. Pelo fs(taco inlinilo do
co tlardeja a loa tts seas ralos aveludadaa, detasom-
brada das neveos pardacentae, que lanas vezes lhe
olfascam n osplendnr.
As estrellas eapalhadas aqoi e all, pareeern, pelo
seu einlillar musante, oulros lanos diamantes dia-
prtstos com gra^a no maulo d'cma rainh.i.
Pelas janellas da miolia sala |ieiietra o frnuxo e
plido clar.io da la, e para maior realce desles en-
eontos da n ilitre/ -. acrescc o silencio em que jaz se-
pultada Inda .1 cidade.
Anda assim, com cirrum medilacao ao recolhimeuln tl'alma, nao experi-
mento tuna sensacao, nem nutro urn pensamento que
merecam as honras da pobltcidade.
Palenteadn desla forma oineu emharae,6, confio na
iienevnlenria dos leilnres da Corleira, que bao de
o'.'-cnlp.ir-me se ella Ihes alo agradar.
fia puncos mnmanlos que saturnos do lli-.ilni, e he
dehaxit ta tmpress.iu que nos causou o tUhrllo que
vamos e-crever eslas linhas.
Taifas pareca fora de proposito muila gente a
A rereila de 77:17532.13 que se arrecadou no au-
no liuanceiro |iroxiuio pas-ado, unida ao saldo de
9::l2>295 evi-lente em 30 de junbo de 1855, pre-
insisiencia sobre una cnusa.que todos j,t sabem.que
emlim lodos reronhpcem.
Mas usque eslaiuos cotiomados a considerar lu-
do como nos apraz, proseguiremos em o no-so cami-
nhn, sem que nos importemos rom a idea mais mi
menos lisongeira que posaam formar a respeilo de
.Ibdalah-el-hrali/.
Assim, he do illhello que Vamos fallar, 011 antes,
doSr. Joao Caelauo e da Sr.a I. ibnella. vi.lo que
sao estes os artistas que desempenham os principas!
papis dessa tragedia.
Temos admirado os grandes recursos arlitliros de
que este actor dispe, graeas .1 sua admiravrl inlel-
ligencia dramtica : mas aenhnm papel, dos que al
hnje lem rcpresenlarlo. nos pareeeq mais adeqaado
.10 seu proprio carador e ndole naltiral de que he
dolado, du que o quedesempenha no Olhelln.
Em loda a tragedia soube o Sr. Julo C.aelano rlcs-
empeohar cun grande Telicidade o papel de nue se
encarregra. mas. segundo nossa opinin, os lance*
de maior elleito Iragic.. em -|.....na sobretahio o
seu merecimenlo foram os segundes
Qaando Ullielloentra na c**-' onde eala remuda a
os.embla doi couteliieiros re N enea, presidida pclu
Dogo, e reeonhece no -cu aceatadar tt pai daquella a
quein dedie.ira o alloclo mais puro do seu curanto, o
Sr. J0S0 Caelana na ra|tida iransic.io do aoeego em
que eslava, [tara a gran le excilaco em que lhe ca-
ihio o espirito, exce leu a nossa expectativa.
De nao menos etledo e nao menos vilenla tam-
bem he a ultima parle du drama, em que Illhello
tlepois de malar a amanle, reeonhece a sua inno-
cencia.
Comprehende-se fcilmente, pelo bem que o Sr.
Joan Caelann se hnuvera aesla parte 1I0 seu papel, a
dor tirorunda do I1.1m.-m em quem as paixOes e os
airelos eram mais ardemos e sentidos do que i't.ti-
Iro. H
Olhello, chorando a amante que vai descerao lu-
mulo. que a ronbapara sempre ao seu amor.e am,.l-
dicrt odo depois o que julga seu amigo, e que nun-
ca rnra se nao um traidor, na .lem nutro recurso para
puuir a si mesma se nao o suicidio.
-e harmunise com suas forcas, em ve/, de pastaren
vida ociosa e de privantes.
A casa qne pina ele lim fura dnada e faz parle do
patrimonio dos eslabelecimenlos de caridade, nao
pda ser aproveilada por ser mu pequeua e eslar
cimi a cubera abatida.
Esla tesnlueao extrema, resultado da grande af-
Ifeicao que dedicava i amanto, pi-'a mui ao viva
I (oda a gcnerosidade de -enlimeiiki- fe que era sus-
I rrplivel aqurlle rabe. ,
Enlre o Inmolo da amanle que elle taeriflea ao
Cierne e a fida de gloria que lhe prnporrinnava a sen
I valor e a proteccjlo dos duges, Olhello nao hesnou :
I rennme. felicidade. poder, ludo Olbello pz d
1 |iarle para arompauhar n ultima morada aquella por
quent no alvoreccr da vida experimentara os pri-
1 meatos eslreinecinieulos u'alma que se abre au amor
\ de tima mulber.
Cuino o artista soube Iradozir o tumultuar de af-
I (ertos que o ilaminavain ntquelle instante Que
1 nntoralidade de Restos, que ex|iressao 1,1. s\ mp.ilhn a
de que elle sabe usar !
O Sr. Joao Cselano nao possue tmenle o mcriln
de um grande ador ; ha nelle m-i- do que islo !
I em esimiado todas ,.. mxtterio>at harmonas do co-
rana > humano, e a primeira vista avaha corr espi-
rita lino e perspicaz a personasen] que lem de re-
presentar.
E-te be que lu o mrito real e inenntetlavel do
artista. .N'iiiguem Ih'o liega, e lo los sao unnimes
era pinrlam i-I-, principe la sceita brasileira.
Uuaulo a Sra. Uabriella, que he sem duvida a
mais genltl c firmse llcdclmnndn que temos visto,
nao sao menos agradareis e Modosas as recordai-Oes
que delta lemos.
Como mulber. alem da sua agradavel prejaencj e
da elegancia dislincla com que se aprsenla em -ce-
na, a Sra. Gabriella lem grande larilidade na exprs-
I sao e um timbre de voz que se amolda com proprie-
I d,tle as exigencias mais dilliceis e recnditas da de-
clamaco.
Temos ainda impressa na memoria a interess.inle
scena em que lledelmonda alicla e ancinsa pira ao
amante exasperado a sua eterna e inalleravel lideli-
dade.
Infeliz Os Cariabas, as sopplleas, os juramentus,
nati poderam conseguir do rabe enfurecido o per-
di das culpas que esle lhe iuipulava. Morreu atra-
Com quanlo a fundacao de um asylo daquella or-
den) tenln de cuslar urna somma avallada aos co-
fres da provincia, apeiar do aoxilio da earidade par-
ticular que se pode despertar, he todava cerlo que
as despeas com o cosleio do eslahelecimento po te-
r.io ser em parte indemnisadas com o producto dos
Ir.ih dhos em que forein empreados us mendigos.
Patrimonio ros orphaos e seus eslabelecimenlos.
O patrimonio Consta do seguinle : 104 casas, un
terreno de oulra ha mtiilo lempo demolida na ra
do Trapiche. 5 silios, 131 terrenos de que preene
foro, algumas propriedades rusticas de que nenliu-
ma vanlagem resulla por se arharem na pos vida de alguns particulares, e finalmente urna di-
vida activa na importancia de 9:7O0nhh>, cuja co-
branza atracada vai promovendo a aetividade e telo
do procurador c do Ihetoarelra arluaes.
A renda annoal do palrimonio, que era de res
31:6969707, foi augmentada com 6273800 res na
ultima arremataran qae comprehende um anuo, a
contar do 1'de julho de 1856a 30 de junho de 1857,
tendo ja sido a arremalacao do auno antecedente su-
perior ao que o preceder.
Se o patrimonio obliver em tegnnda instancia o
vencimenlo de duas causas que innve actuslmenle,
lera de arcrescer ao eu rendimeuln a quanlia Je
2:0003900 011 mais, alera da que lhe poden pro-
vir da execucao de alguns legados, que, segoodo
consta ao coosellto,foram leilos em beneficio do mea-
nte patrimonio.
Tendo montado a reeeila ordinaria e extraordi-
naria a 10:5>03S89, e a despeza a 17:090s999, re-
solta contra a caita um saldo de 6:5409110, al :il
de dezembro de 18'tli per adianlamenlos que fez o
thesnareiro para acudir a despezas com as obras dos
predios e oulras necessi.la.les urgentes do eslahele-
cimento.
Neste saldu est wmnrehettdido n do halanro do
ultimo de dezembro de 1855 na importancia de
1:1.8.M99, a qual p 1011 ao livro caita do nnno se-
guinle.
A arrecadacao he f-ila ponlnalmenle pelo actual
Un sonrer.., que se moatra activo e zeloso.
Das I lolerias do 100:0003000 cada urna concedi-
das era livor do patrimonio, apenas foi exlrabida,
ha moilo costo, a segunda parte ta primeira, que
den o beneficio liqut lo de 2:918*000.
No decurso do anno lindo ellecluaram-se, por au-
torisacao miaba, Iras contratos de arrendamento de
predios^ urbanos pr esparto de 9 annos cada um. e
os respectivos locatarios, alem dos donativos, im-
portando em 2:1003000, ohrigaram-se a fazer a sua
cusa reparos e obras us mearnos predios.
Desde o 1- de Janeiro a 31 dezembro do anuo
passado, despendeue a qnantia de 9:5949240, com
a reedificarlo, concerlos e reparos ,te 17 predio!
bastante arruinados, e rom alguns arranjoa e obras
novas feilas nos dous collegios para acommotlacao e
seguranca dos educandos em geral.
A despeza a fazer cora o reparo de um pequeo
numero de predios urbanos e rustiros que se achara
em muilo m.10 estado, he calculada em 2 a 3 eontos
de ris.
O collegio de orphJus de Saul.i Thareza vai em
progressiva ru-iia, devida em grande parte aos es-
tragos da formig.i, e o cofre do patrimonio alo po-
de por ora comportar a grande despeza a lazer com
os coucerlos nece-sarios.
Aquello eslabeb chaenlo conla actualmente i
educandos, sendo contemplados neste numero 16 da
epidemia do cholera, mandados recollter como ad-
didos.,
O collegio das orphaM esla mal acomnindadn 110
edificio particular da ra .la Aurora, e o respectivo
proprial.itto insta pela entrega de sua casa, em que
lem de residir quando vollar da Europa.
Nao lu fcil adiar oulra casa com as enndices
precisas. O conselho achando-se em lal diflicul'la-
de, insiste ua uecessidade de ser construida em lu-
*, salubre e afastado do centro da cidade urna ca-
sa apropriada, com espac para urna cerca de re-
creio, e oulros misleres lao necessarios ao eslabele-
ciraenlo.
lnfelt/inenl os bons desejns do conselho nao po-
tlem ser realisados com os pequeos recorsos de qoe
dispe.
1) collegio tem presentemente Mi orphaos, pro-
prtamente taes ; 1:1 exposlas educandas manlidat
eusta do palrimonio. e 33 orphaas recolhidas, em
conseqoencia da epidemia, como addidas. Exislem
mait 2 pensionistas, urna a expensas de sen pai, e
outra, cuja mauutencao somente curre por coma du
eslabelecimento.
Casaram-se 3, e oulras tantas eslo pedidas em
casamento.
Ser necessario despender com os dotes e encho-
vaes a quanlia de 1:8008, ni reta de 6003 por cada
urna, e o conselho nu ptide salisfazer a esta des-
peza.
Fot entregue urna orphaa a sua mi por pedido
desla, e adminisliacau dos eslabelecimenlos de ca-
ridade urna exposta, que casou uu oratorio do col-
legio.
Oulras duas (orara mauladas para o recolhimenlo
da (.loria desla cidade, onde conlinuam a ser man-
tillas pelo patrimonio.
Foram atacadas da epidemia do cholera 54 edu-
randas: morrearan] apenas 3, sendo urna uruhaa e 2
eipuslas.
Os directores do ambos os collegios. o vice-direc-
lor e professores cumprent os seus deveres, com ex-
cepeao da professora de leilura e -rainmalica da
lingua verncula, que pelo seu eslado de enfermi-
d.ides chronicat poucas vezes lecciona
Segando enlende o cnnselho, he cnnvenienle eco-
noma suppritnir esta eadeira, ampregando-ta no
servico da escola urna ou duas orphfta* mais adianla-
| das, medanle urna pequeua graltlicai;ao.
Ainda nao se acha prvido a eadeira de msica vo-
;cal e piano, por economa do patrimonio, e lilla de
una professora habilitada.
Em Janeiro ultimo f-z se um completo eachoval
para os orpbaos a orphias, ennforme as forcas do
1 pairimnni.i. I-alia ainda o uniforme de lia deslina-
do ao passeio. c que he oreado em 1:600$.
A sorle dos orphos.
Em lodos os cautos da provincia se echara era
grande quanlulade orphaoi que a epidemia dexou
ao desamparo. As rendas destinadas a esta parte da
caridade publica na 1 cheg.m ptraoco-leio dos es-
lab, lecimentos alstenles e montados para o numero
qoeapresentam os annosordluari s. Nio liavia mae-
sa possivel d sobseripoOes c donativos, sobratndo
no meio da geral cslainila.le, que chegasse para sns-
lenlar lana gente. N.io podiam adiar outr., recur-
so sean a canda le individual. Essi no nosso paiz
nanea falta. Entretanto ess, me-ma me preoccopa-
vacomo podendo pelo cun" degenerar em casos
particulares n'nia nisl qaasl Ha gran le pira os ar-
tillaos romo o abandono. Tem qu mullos desses 111-
lelizes fossem redondos a eteravido por aiaonsca-
racterea srdidos que envergoobam a hamanidade.
Iiz as m.iis positivas rerommen laroes aos joizes de
I orphaos. e dei providencia- que im lempo foram
publicadas para evitar quanlo fosas, possivel este
I mal, e nao eessarel de velar na sua exeruc.. Creio
que a lodo o lempo hsver, pelas providencial que
dei, meio de verificar a condirfto de ingenuos da-
vessada pelo punhil que pouco lempo antes seria o
primeiro a levaular-sc ein sod defesa '.
Senlio as agonas snlecipadas ta marte, qu e-la-
va prxima, e quando o amante lhe crava o puiihal
nn pello, ji podia considerar-se sem vida, porque o
susto e o temor lb'a roubtira.
A Sra. liabritla previo cetn o lacio de verdadeira
actriz esla- circum-lamia- e.perins do sen papel, e
itruu delias. com o maii Miz resallado, todo o par-
tido que pude.
Olanlas plivsitinniiiias inleressinlas vimos nos em-
pallldecer, nos camarotes, rom a Ida de que se po-
da tornar em realulaile o que apenas era ficticio !
Qoantoa corar,oea palpitanam anhelantes e apres-
tados, qaando os dous amantes no tuee da alien,lo
fazam protestos muluot de felicidade fotora !
Eis quanlo nos occorre acerca da repeliriio do
OthelloT
Agora digamos ligninas palavras -obre o carnaval
desle afino, que se pode considerar corno a consagra-
cao da completa abulicao .lo vellm enlrudo entre
nos.
A saciodaile lem das de cri-es na sua netureta in-
terior o exterior, as suas 1 lenca-, nos seus co-lii-
mes, que lhe permittem dar pasaos Uo largos. tmo
os deotet de Homero. O rom|.lexo de-les pastos be
que eonstitoem o deposito da civillsacao.
Estes pastos, que nada menos s.to que u tlesenvol-
vimenlo progres-ivo da tocialade, se realisam de
geraro em Rerafio, ti scalo em scalo, ou ma.ii-
festsndo-se isoladsmeole, um sem o uuiro, ou se
produzimln de urna ntaneira reciproca.
O desenvolviinenlo moral, inlelleclual. arlislicoe
material, qoe forma a vida interna e exlerlerna de
ompcvo, nunca para, realisa-se segundo urna le
continua, imoiulavel e divina, que se denomina pro-
crease ; mas ordinariamente sao sempre crises de
desenvolviroento indivi lael oa social, que modificara
a naloreza do homcm 011 da surirdade.
As teiencias, as latirs, as artes, se glorificam de
ler civilisadu o hornera.
He verdad que eslas Ires grarss do engenho hu-
I mano lem augraeulado granderoeule o deposito sa-
qnelles orphlos qoe possam vira ser victimas de nm i Do aaappa n.. veris qae os menores recolhidos, ultimo a man lai esiabelecer na comarca del-lorc-
erma que altas se Irala tle evitar por ama especial ao arsenal de guerra s.tbera a 91, dos quaes37 am- unta enfermara a rar-o de um medico militar
vigilancia da uo vao as oficiliai e se oceupau. da inslruc-1 Eslou tratando de levar a elle.lo e-la imporlanlr
l-.iilretantrt enmpria procurar meios tle amparar o cito primaria por Talla de idade. No mappa n... ve- medida, que podendo sr de muila vanlagem as ca-
inai.tr numero possivel. e de tal direceao .lar sua reia a torca da companhia de apreodiiet. (lamida.les futuras, ir. desde lo-o prestan lo -raiitlc-
ednear-ao que possam vtr a ser membros uleis da so- | .No arsenal de marmita os menores sao boje ein | beneficios a propaga...o da faceta*' aos deslac.men-
c""dade. numero de 50, sen lo 5 admillidos esle anno. >o tos, e em geral .1- peleos desvalidas que mesmo em
Os esiabiecimenln de caridade nesia parle esta- mappa n... ver-ia todas as particularidades a seo Ieireumstanciat ordinaria, mstia aVaitli ve/es .
vm aqu montados a met ver de om modo bem 1 respeilo e as officinas em qoe Irabalbam. Klles po- min.-oa de recorsos. qui. ||, ,,d.ri un .er mutis
contrario .ios seus lins, ,- aos que a le. que os doloo I dem vir a >er. segundo o entino que se II,,-- propor- Irados em urna eitlermaria coiivcii.enieu.enlc dirl
inculca serem a- vistas dn poder legislativo. Clona, engenlteiros, machinislas e eomtraetores na-lglda.
I na mal entendida commiseeac/ao pareeia querer! vaes. l'o los e-ies emprecos sao rendosos, temes del-;
fazer apagar to pensaraenlo dos orphaos de ambos os les necessila les, e estamos a empregar e-lrangeim- Commercio.
sobretodo lugle/.es, alguns doeqoaes, 1
sexos, a idea tle sua postean real no mundo. Km lu-
gar de fazer bem penetrar as meninas de qne aban-
donadas sem fortuna no meio da sociedde seu ntii-
j cu recurso para escaparein a' lome, e a deshonra es-
lava .10 Ir.'ihalho de suas mos e ntt sonr de seusros-
| los miados por ama conveniente educaeao, a tnica
j idea com que perecea ler-se querido impreaslonar
I sua imaginacao, foi que eslav.un alli reunidas, a'
espera de occasiao para se casarem. \ tunca pro-
j videncia com que se Iratou de sen futuro, consisti
I na designaran de um triste dote incapaz de fue-las
1 subsistir com seus mandos p.-is sua renda ainda
- calculada a 10 por cenlo t pode prodotir 60t por
] annn, insnOleienle para allrahir maridos de |iosicao
. vanlajosat, mas snflleienta para allrahir immoraea, 1"
i que os abandonam ao cabo de alguns mezes. Feliz- i "
I mente n telo, e a re -ni,ri 1.1,- do coitsellio admi-
nistrativo im efastado esta desgrasjs.
Alem tle ler e e-crever, so se providenciou oen-
sino da msica. Deinculrar hillos de trabalho,
de entinar Indostriaceonvenientes e adeqnadat, de
procurar emprego a seus bracos nanea se corou. O
resallado f.i que o primeiro cslorco que'liz tura
A -iluite.oewgraptiici da cidade do Heciur esla
..i.onlan.lo romo uin.t das primeira- testas a primeira
Cidade commercial da America Meridional. Ella ra-
miiiba cora peatoa largos a esle dastsBO. O rend
ment da alian lega, xerdadeirn Ibermometro para
marcar a importancia do ennunercio, prova esla ver-
dale e eln 11 e-tt esperanza. A alfandega de Per-
11 nibticu rende h-je em um me! qusti oque en.
dnze mezes raadla ha 28 annot. Dados todos os de-
conins ao d-pr-.-iimeiii.: da moetla, e is diDerenra-
de paulas |i.idemus com affoilea afirmar qoe"
commercio desla pra?a lem sexlnplicado de 1817
para c*.
Elle se acha boje a todos os respeilo* n'oma qu 1
Ira anima lora. As trsnsaegUas lo las se faiem com
promplo ollereret.i pro|.orrr.es para I l'acili.l.itje, as rnerradorias-e esruain coro pi.-mi-li-
recehe, ItHI pes-oas. ,|;-,, g sot.r^tutlo reinsm .. boa f e a morslidade uat
lao ol ma la vai .i nina eomeca.ia rnt 1.">de no Iransar.-.'.-s.
vembro do anuo pastado, que p.le uear concluida Nio ha bancas-rolas, nota-se urna extraordinaria
1 do crrenle mea, un importancia tola! cal- diminuicao
zs, aiguns nos quae-, s para aqu
vera or nao acbarem quem os oceupe no seu paiz, e
exigent salarios ttvulladissimos. 'l'o los e-les empre-
gos .,1 1 honrosos e p nem elevar o honiem ds talen-
to e de bom procJet a alias pu dade.
Taes sua, tenhores, os principios que me lem di-
rigido no ancioao cuidado ruin que me tenho guiado
as providencias a favor dos orphaos.
Sao ainda pequeos os resultados, mas ja os pode-
mos conlar.
Collegio do Bom Co.....ibo em Papacara.
Esle collegio, instituido para o abrigo e e'.lucacao
d.ts meninas, aeha-ae aceommodade em um edificio,
lepis de
I incelar esle avalenta procurando a duas o excellenl
emprego do sub professoraa n'om bem regulado col-
I lento eiironlrnii resistencia naquellas de cujo esla-
belecimento nos ttccti[tavamos, e anda unta eu ttr-
1 phan nao se pude appresenlar aos concursos das ca-
' deiras de primeir.n letlras que se lem lido de
prover.
Para introduzir novas regras, novas pratlcas, e
criar tira novo elemento de inoralidade, me lenho
dirigido a tommlssoes de homens que julguet os
mais complanles pr ajudar-me ueste empenlio,
iininiei um i rommi-s.i jnspeclira composta da
senhoras noiaveis por sua psico, caiidade, e inlt-l-
ligencia
culada em 25 a 30 Guatos tle rete.
A igreja de pedra e ral e-la concluida, e nellaja se
rrrolheram 5 tinagens.
l) patrimonio do collegio consiste em Ires fazendas
de g 1 lo, c.eadas a casia de asmlas, mus que so po-
dero prodotir algum reodimenlo daqui a 1 ou 5
annos.
0 auvilio de 1:4094000 ra. prestado pelo cofre
provincial, jts esmolas de 60 protectores na impor-
tancia de 1973010 rs., e oulras que po lerflo montar
a 20090WI rs. atilintes na ralla de 3 a 13000 rs. por
semana, laes s3o os recursos de que dispe o collegio
para poder matiler as 65 orphaas que nelle existem
arliialmenle, laten do nina despeza annual, que ex-
cedera de 3:3823870 n., se nao rosta administrada
cura a maior economa.
A nao er o donativo que o collegio recebeu do
Todos lem acciid.do ao reclamo da caiidade, e aos S"V|',""'\P<"' intermedio da eommissSo central de le-
meos pedidos, diversos trabadlos lem ja tido expos-
los ao exame do publico, que parece le-lo aprecia -
do, mas es.esjrabslhoa anda'nao eslo concluidos.
lisemos porm de vencer as dilTieuldades com qoe
luamos, e que slo maiores para as orphis em ra-
zan tle nossus roslumes, que at agora lem afaalado
as mulheres de mulus empregos vanlajosos a ade-
quados ao seu sexo.
neficencia, leria de apparecer o annn passado um
defin de 5009000 rs. p ,ra mais.
Os donativos do goveiuo reforcados pelas esmolas,
e reudiraeiito ftiluru das Ires fazendas de gado, po-
derflo rom n andar dos lempos constituir um soffr-
vel palrimonio.
i-elizmenle a falla de recursos que snflre o colle-
gio be tle algiima inaneira suppiida pelo incansavel
Ouanlo aos orphaos : Nos eslabelecimenlos do 'el"1'1' "'"''"ario Fr. Ceotano de Messina, que
governo geral tem achato a pretidenuia din recurso : l'"""-e encirregidotla direcrao da ultra desde o sea
i precioso, e he consolador o ver, que estabelecimen- I rome'-"' dislribiie pr si mesmo o servieo logo pela
lo que recordara a guerra seiam o amparo da fra- | '""'"'M'". dirige e anima os Iraballiadores. e d
queza. exemplo do que pide sobre o povo a palavra de
No arsenal de guerra existia fundada pelo gover-1 ""'.''""'e' ""lado de lana caridade e virtudes evan-
nador Ijuittlo Kego liarrelo, no lempo do reino uni-i s J.r'"', .. .
1.'. o estabelecimenlo chamado dos meninos do Irem ?, de ',enelei!lr collegio o loda a povoa-
qne l.lo bous resallados lera produzido. No arsenal; -'" *"e empretiendeu um aqueiucto para trazer
de marnba cmecoi, meu digno predece-sor omesla- ,s',,,',e "'a distancia ,le mais de 1,000 bracas, ja
belecimento semelbanle que eu rniilinuei e para "a"'lna OlttCM os cliafanzas, acham-se em eons-
que eu conliniiei e p-
onde liz logo passar lodos os menino- do collegio
de S. Thereza, que haviam tltingido a idade de 12
annns.licando assim ojcnllegio desembaracado desses
pensionistas e abarloa oulros Ionios lugares para en-
Irareni novos.
Para ambos os ananaes tenho continuado a man-
dar orphaos c desvalidos cujas i dados e ronslituic.au
pbisica os faiem julgar aptos para os misleres a que
slo destinados.
Nio vos deva ocruliar, tenhoret, qae a principio
esla med la, enconlrou repaguaiicia, e reprovar;a<>
da parte dos prenles. Algunt de boa f temeram o
cantelo com os soldados e genle do mar, oulros lo-
go que se iralou de trabarhar, pensarant qoe a ca-
iidade publica, e a solicitle <1o governo, eslaVam
degradante rebellines de estirpes nohres lalbatlns pa-
ro oulros destinos. Comecaram a ser reclamados me-
ninos a qoe se nao oOerecia lora das vistas do go-
verno um melbor fulurn. Talvez a uns o de cerlo a
oulros s aguardava a vadiacSo. e a talla de cultu-
ra do espirito como preparativos a vida de homens
qne lh- leria tle caber. Kesisli obstinadamente a to-
llas e-las reclamaeoes, mesmo a algumas que podiam
ser allendidas, porque se eu abrisse lal exemplo go-
rava o beneficio.
Entend que da sorle de meninos que haviam sido
abandonados a caridade do eslado e a protercao do
governo, que as.im haviam sido sustentados durante
annosninguem mais sean o goveruo tinha direilo
de decidir.
Si eram ricos roubavam as raines dos pobres que
por eslarem encapados os lugares nio poderam ser
admillidos. Si so depois enriqueceram, devem pri-
meiro is.o piovar. e talve teja justo, que resliluam
o que se Ihes adianlou se querem disiior tle si. Em
lodos os ca-tis o governo eslava no seu direilo oceu-
| pandu-se com tanto da.vello, e com caridade lio
! hem entendida da sorle de desvalidos, que a l'rovi-
: dencia Divina c.llocava sob seu cuidado.
Os preconceilns. porm. se vao dissipaudo a me-
dida ja esta' acA|hida com favor por todotos ho-
mens hem penssnles, a iusperc.lo oceular lem con-
| vencido os prenles e amigos de'que aquclle- orphaos
( eslo no arsenal contentes e hem tratados, o destino
I qtta os espera, nao he, nem sera gloria, nem sera
vanlagem, e finalmente s se degrada quem e lan-
. C* no ocio e nos vicios, e nao em Irabilliot utei.
Pasee a dar vo; conla do que vai pur essss eslabe-
lerimentns.
rucea > os ranos de barro, e j conseguio conduzir
as aguas em titr. reg at n povoacao.
Alerii das orphias n collegio conta boje 15 pensio-
nistas, algumas da provincia e oulras das Alaguas, e
d inslrur.co a 811 meninas externes. Segundo a
opinin ,1 missionaria Fr. CieiSno, 110 collegio de- i genlinos, etc. etc.
1 no nomero das lell.as protestadas. A
inoralidade. a pradencia. e a ponloalitadeqae estes
fados den-ilam sin em grande paite devidas i nova
legislaran, e ao rigor, iraparcialidade e telo cero
que he execulada pelo digno magistrado a quera o
governo entregou o commercio. Com m.ici-iradt.-
comn o Sr. Perelli a moral publica se firma e s
forl lica.
O valor das imporlarec deste porto nn annn fi-
nanceiro de 1853 a 1854 foi de rs. I l.flUI ItWM ;
no auna seguinle ee valor subi a I l.:W7:i"i-IHI(l.
No anno de 1856 a 1855 elevou-se a 17,659:000?.
p no primeiro semestre do crreme auno lioanceirn
ja a imporlarao solt a III. 160:tHHrj, prometiendo as-
sim un lim do anuo um lolal de pooco mais ou me-
nos 20 mil eolitos.
O que esle quadro apre'cnla de mais esperanzoso
he que o augmento vai sempre n'uraa propore,u
crescenle. No aneo lim...........de 1851 a 1854 a im-
portacle de paites etirang'ims se fet em 172 navios
esirangeiroseem 8.790 toneladas, e em 2 brasil.i-
rns com 438 toneladas. No de 1854 a 1855 am 213
navios ettr-ngeirus com 50,412 lanciadas e 3 nacio-
uaes coro 612. No de 1855 a 1856 em 2-56 navios
eslrangeiros com 59.550 toneladas, e em 3 nacio-
naet com 506. No primeiro semeste do crranle an-
n (inane-tro ero 143 oavios eslrangeiros com 32.371
toneladas e I hrasileiro cora 182.
Estes navios porem nio consliluem loda a nave-
gajlo. porque 110 primeiro desses anuos linanceiros
enlrarara em lastro 14" navios estrangeirot e I bra-
silero, no segundo 201 eslrangeiros e 2 bratileirot,
no terceiro 148 eslrangeiros e 5 nacientes e emfini
no primeiro semestre desle auno 143 eslrangeiros e
1 nacional.
l)e rorle que nesset Ires annos e meio lem en-
trado no nosso porto vtedo do eslrangeiro 18 na-
vios brasileiros e I, 39 eslrangeiros de diversas bau-
deiras.
Das nacoes importadoras a Ura-Bretanha occopa
o primeiro logar cumprebeodenoo quaii dosu Ierro
tu 1 nal. seeuem-se a l-'rane 1, as ridsdes anseticas.
viam estabelec-r-se Ideares e ollieiuaa de sapatarta e
de nutres misleres a que se postara applicar as or-
phaas.
Esloa cerlo que ajudareis este virtuoso missiona-
r o a levar ao fitn a sua gloriosa empreza.
Salubridatle publica.
Norelalorio do presidente da commissao de hy-
giene, e no appenso a que se refere o meu anlecor
era seu relalorio li lo na testao pastada, veris mi-
nuciosamente .escripia 1. historia dessi I -rrir.-l epi-
demia, que assolou a provincia por espaeo d 10 me-
zes ctt'lando aos cofres geraes a avultada quanlia de
36:i:166362 rs., e roubando um numero de vidas
calculado em 37,586, na proporclo de 1 por cenlo
dos accominellidos segundo at pretamproes e dedot
incompletos qae se poderam ohler. S no esparo
compr.- 1 Midido desde 29 de Janeiro ale o 1 de maio
do annn passado, enterraram-se nesla capital 3,3.38
pessoat fallecidas dn cholera.
Em 17 de dezembro do mesmo anno, quando ja se
considerava lisongeiro o estado da provincia com a
exlinrcao dessa epidemia, que ulliraanienle grassava
na minan-1 de llores, desenvulveram-se alguns ca-
los de reata amarella a burdo dot navios sarlus ueste
porto. lia sem perda de lempo preparar conve-
nientemente um hospital provisorio no lazareto ri.i
ha do Pina, e prov lo do pessoal e material indis-
pensaveis para receber os .lenles .le bordo, pagando
calla um desles que podeasem a quanlia de 2J00O
res.
Determinei que lodo o navio que lives-e doenle a
bordo leste logo, a qualquer hora, nina batideia
amarella, afim de ser immetalamente visitado.
1 01,1:11 pottot a dispnsieao do prove.lor d.t san le, e
de um ajudanle que notneei para roadjuva-lo. os
meios necessariospara poderem lazei, tinas vezes
por dia, na hora em que a man: o permilliste. a.vi-
sila tle lodos os navios ancorados. .. ,-vtminar se ha-
via .lenles a bordo, afira de couduzi-los au hos-
pital.
Tnmei medidas para evilar a admitslo de pessoss
aeeemmetlitlss de febre atna-ella
A Mporlacao rte prnvinsajj mr anno 1
I8j:l_a 1854 foi do valor de 10.493 c
1.88, para portos to imperio ; em 1851
bio a II 693 conlos, sendo i.590 para pe-
peno. No anuo de 1855 a 1856 a exportarlo mn.
)0'-i 1 v'1 "' C""'0'' ""''t P'Hm do impetio
-.9)2. >o primeiro semeataa crranle annn li-
naneeiro o valor da exportaclo sabio a 5,286 cuuto.,
e o assocar allloe com lana abundancia ao merca-
do que devemos conlar teja maior o valor a expor-
lar no segundo semestre.
Sommadasos valores ollkiaos da impVlaelo com
os da importa.;.1 1 acharaos que o commercio geral
da provincia com os patzes eslrangeiros e com ot oti-
tros porlot do imperio foi nos amos linancei-
ros : m
De 1853 a 1851. .
De 185* a 1855. .
De 1855 a 1856. *. .
E 110 primeiro temeslrr :
De 1856 a 1857. .
O mesmo commercio geral do imperio, segn ln
os clculos do Exm. mtnisiro di fazenda no sea re,,-
Itrio ultimo, fui no anno de 1854 a 55 de 175.3511
cotilo eiuzindo nn c mmarcio geral da provincia
desse mesmo .nm 2 59!) conlos exportados para par-
tos .10 imperio, ,. 11 i conlo' delles importados, fie
sen lo o valor nllicial do commercio com os paitut
lraiigeiros2i.5'i6cinlot. oque forma mait do que
a stima parte do commercio geral de todo o imperio.
bsla proporcao corresponde a' que a populacao da
provincia guarda com a de lodo o imperio, eom ansa
. dospilaes da vanlagem po.in a favor da riqueza e indotlria da
No arsenal de guerra os spreodizes menores, da- rvn-o V'Un^"lZTlT'iZ?*!' T ? ^X^^S^** Sr" mini"rodo lmP*""
pas de a aparados, educidos e instruidos o d lo- ,,,... ,,,-,, L1' "''' "'ll^ l""e(pl >'"" i'"la li" ,;;" uinmo relat.1,,0 a ,,-paite.),, do Bra.il em
reo, servido o governo na companhU de ert e*. pS' iSSST^ASSX^SmT^^*' ^ '^ "'""' *" *<">* "SMWi -
iotommn^^"-*^'-'^*^^*- P.P,,.ror''!' ??" <''"""<"'> I 'lo itnpern, oda bra.ileim
ot Estados-Luidos, Porlogr, Austria, Esladot Ar-
"ntinos, etc. ele.
Mais ptt liculandades acharis no relalorio do im
pertor da alfandega.
O augmento da importadlo prova um augmento
correspondente na produce! da provincia, porque
su compra quem tero meios de paear tqoillo de qoe
precisa. Com efleito a justica de Oeos parece ler de-
terminado recompensar por meio de colheilat abun-
dantes e de urna grande elrt-arlo naa preros dos
gneros a obra meritoria da abllelo do trafico d'es-
cravos.
A tporlacs.o da nmn.,n,. flnrrnrairo tle
conloe sendo
_ 1854 a 18.55 sa-
nio a it,693 conlos, sendo a.590 para portos do im-
.1,315 eontos.
32,097 a
15,446
i-turo do que cuttou toaalduci
ama parle de sent|ornaat, roa
;,i.. pela de lueco de
lambem lem creado
te etl-
Iregue quau lo licam no liu, des.e lempo, escu-ns o
servico, e i.ti.im na snciedade para se eslabelere-
rem e serem ul-is pelos hbitos de Irabalho e ordin
que eoalrahiram.
At ceriu lempo as retencaiet de liarte tos venci-
menlo! para indemnisteo do Ihe-nuro se fa/.iam,
mas eacoav im-se sem apparecei em. O ultimo e ze-
1 loso reformador daquelle eslabeleeimento o coronel
1 Alexandre .Manoel Albino de Carvalh 1, trouxe a re-
j guian laie esle servico, e p-da primeira vez foram,
1 recolhidos a' Ihesooraria 2:0i05SI:l, provenienles 1 m
j (lessss dedticces.
Na he porem so aos orph.ios que o arsenal de
guerra lem servido de ultl recurso. Balando a cargo
daquelle eslabelecimento o lirnerimeulo .1 farda-
ltenlo para ot carpos do exerciltt, Tullecen em o
anno pastada 27,788 arligns de fardamenlo e roupas
de hospital, romo se v no mappa aniiexo n.... esles
arligot sao cosluradot por ramillas necessiladas,
eqaitatix-amenta contempladas; n numero dallas, e
de pessoas i-ola las, assim favorecidas sobe a 295.
paras, ump-culio relativamente imprtenle pela ,pid.la\1SI^^Tm1!^^ ITlvSS.'TS *~ nmp*n ***
re.et.eao de ,, p,r ,oa aceumula.la |l,.s he e- ,., ,oa 'SSSSSiTtuXffSfSSti. "* ^""l""" "'"
dos sirangeirns, e pela maior parte pertaaceates it
Iripulares dos navios.
As despezas nrcasionalas pela febre amarella nao I
corre com 24a)7V5.
Nao lenho dados para conhecer se a posic.m rela-
tiva do .- imiii.-i-c o da provincia com o de loda a na-
ca 1 lem sido m.mli.ia ou alterada, lie de aupttor po
exeedum de 3:I72<069 rs. ato o dia 21 do mez i r'm que se liver s.do alterada, aeja a favor de l'er
u',- ,, ,,, nambnee, porqae -obre u aaaaeat e a agotrtenle
i>e 1., ue ,iiiiii de 18 11 a. II de dezembro do auno que consliluem toa maior riqueza a elevarao de pre-
tlo que sobre os oulros
pre
t 111
lind 1, os cofres geraes lem dispeadido com soccorros: eos lem -i lo mal ir
publico, :l 18:0911-111)0 rs., importancia de 11 creli-I los brasilctros.
los que I ..am Iberio*durante aquelle periodo. O commercio lulaaindacom algUroasdiflicaldade-
.1- iicsgra.;a. pnrqu lemos paseado vieram lomar : As nue provem da legislacao e regolamenlos. ss do
,.n ,Zl'7. \\" T'" ." a'1' '",;,,"1"''r se me-I mposlot, e a |1(.siM, ,,,. ,,, ., ,,n|lllr,
nos em alg ,.,,, pontos do serla. reco,nm*ndavel I liberal ,)u g tverntt imperial lo los os da. val fazen-
pela sslubridade e purera dn ar. um posto medico do d.sapp.recr, corrigindo erros e abuso. \s que
para si., correr a ciaste pobre ,los lugares vizi.thos, proven .lo malcra! lambem se embaiera conforme
'. ", ,",,e-Uv;' 'a', easqueacbando.se os recursos eotetapo. Farei menc.lu das metlida-
ne.ia capital, precisas-cm de modauca de aret para nms es-enciaes desla ullims ordem.
1 en re.iabelecimenlo.
O governo imperial com a -nlicilude que sempre
lm mostrado em 'ali-faz-r promptaraenteas neces-
tidtdeada provincia, dignou-se acolher as minbas
reiletdea, aolorisaodo-me por aviso de 30 de Janeiro
grado da elvilisaclo : mas a religit
hon.em, a p-,tilica que n.lirig
que aantilira o lesla de tres das e tres itolles, sempre presidida pelo
eloquencia que lhe ; prazer e alegra, pelo conlenlamenlo e harmoni
.vlelhnramenlo dn porto.
A primeira con lirjle, para que se reahsem at li-
snigeirus desituos qUe esperara o cotninerrin da ci-
dade do Kecife lie o inelhoramenlo do seu porto.
perpetua as aceites .. 1 esta une o e c ot, --------"!"> sra, feto ,-..,eniamrui.i .: Harmona, e de carcter commum
lo lis os (enmos em ,,1 ^TZSyL rTei? !' ?*^" e M.P,endor J" ,u* Hite- onde lambem sP ealebt
m ido urna prta e-! -r,, u is"efene as .! Iw ': ""'V," "" "'"'* '"'','" """. ''* "- i. no. tres d,as;do
-ras c_as arfes prete,luj ^p i*"" ^ Vi % ,f ,nn0C""" e! ,M,tre!C0>' "<"^ C ">"*"
dous bailes, um de mascaras, no Cajueiro. e oulro
de carcter commum na povoacao do Mouteiro,
'arara Iret solemnidades reli-
'.',-.. v I. e (odaser>m 1.....[.:
i e doloroso parlo............ ; qoitts de pn-ress.
^Kb^ento^^
- -aa-.- -ero,e -e ~2Sg: g 5? tt W St ZZSSSZ?JT*
os-eos delirio-, paran u.o ,h S2 ',. ,.,[ ,.'_'. ^Z^n. es '^VZ ^i'^^^CulT'ri''1' 2 7"""" *-*** -
fatce-. I.,,a-l,.,,s ,, lradicioo.es, foi cortamente ^ mi-, levantando ,?.*' L. ,, ivllam nherTmaoloTube.*Z'Z SL"?" ""T '-
ama grande modificara ne-.a p,rle.doa nossot eos- IV.ra conveniente, qae a, ptssoas que lomam,. \"S > re-oa, que se achara a ...
lome. ; ,a, ..nernu-se con, urna rapidez prodigiosa, le nos folqaedo, docrnaval f.rmassem um. I ,-|
*,?' """ur "l"""-"^0 '"' hbitos inveleredes. cae.,., ,,:., esle lim, semelhanr-a da que cxislc no
11 carnaval de-ie anuo foi orna perfeiU reacclo, Ki de Janeiro
,1,11 verd.tdeiro conlrasle rom o do ai..... passado."
I.lll.lo O- |IOOCOS (M
lodos marcados cora
alerapos que hnuveram. furam
um carac'.er de susto, liiiham
euili ios deai'arte em umacorpurar.in. e eom um
programm.i que presrreve-se re las regras a is mal-
vanla'etn di
Passando do profana para o sagrado, nao podem: -
deuar de consagrar tlgaaaat palavras i caita asstt-
ral dn bispo dioecs......, publicada no n. 16 desle
jornal.
Ds conselhns P as palavras de exltorl icio qne e-le
nos-a snciedade, va se o pensamento lgubre e Ira-
giro da epidemia, que tinha invadido esta linda ci-
dade, e que ja cotnecava a sua obra de destruido.
Mas o carnaval de 1857 foi urna louga c coiiliuua
N'uma palavra, u carnaval desle auna fui frvida-
mente festejado.
.Na ridade liouveram Ires bailes publirns mai con-
curridos, c espectculo uo Santa Isabel ; u campo
meiitos religio-os de que he dolado p principe di
igreja pernamboeana, acaba cnnceden.lo a dispeia
da carne aos que e-liverem iittpossibilil.dos de a
comer, na prsenle quaresma.
,WaIaA-*i-Kre!i'.;
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
tVIUTILADO


MARIO DE PERNAMBUCO ItRCA FElllA :. DEMARCO DE 1857
gu-ira, fallando apena un pequen* j< "i.. de
bracee, para chegar ao arrecife norte .la lidirela,
Unta ubi aja leni iDilu CuiiSIdeav I beneficio lio
jugu e iiiviineiilo das arelan, na exiiucc.nu de algu
lii^s cora", e aUrgameuto do aueur.nlouro du I ido
?U SUI.
Ha-te por prornplo o lanco do norte da muralha
suhre u arrecife, elevan,lo-o icim- da mal. lllal
mares, o lado o sul ella' em mal de meinde, de
modo que oancoraduuru de fianquia ja gaiihuu ron-
Mderavelinrule e citan-ou o taajuM da aguas na va-
uule da Oir que te r.nia porcuna dmenle em
um leico du a u Vulunie.
O adianlameulu que, pelo oulro lado, leva a ao-
ran.....o arsenal de inarinlia p.ralella a" ib arrecife,
regularisaudu a corrente da mala vai dando maior
prolun n.i de lo canal, de surle que ja enlram e aa-
hein u-vos calaudo mais de 15 pus u'agua. I-.-i
up. racio seria aluda mais rpida se o fundo all nAu
fovse Je urna cu;npusii;.in lal, que so do em, reg de
machinas puderu-as de escavac.Au se pudem esperar
resulladus satisfactorio-. K--.i- machinas anda nAo
pos-uimos, mas eu espero .ble-las do governo im-
perial.
A.sun roeimu com a imperfeilissiroa machina,
com qee all >e Irabalha, nos qoairo ltimos anuos
" tem eitrahido 200.1)00 toneladas de. arela, prin-
cipalmente do aiicoiadnuro em frente da alf inlega.
do denomina i da Caiga, que se pode dizer ler sido
creado da entilo para c.i, e duauutru diveisos aucu-
ra Inoro que leem sido alaigadue profondados.
As obras aoe se e-lo fa/endo uo contraran! ne-
nhum dos differenles planos qua se lem i.ff rerirto
para o mellioramento geral do porlo, eslabelecirnen-
to de aokas e oulros beuelicios. Qualquer plano que
Nte adopte lem por base a escavano, e lie por uso
qtlVenlendn iiur->e ne-i,i opeioC.Au. desde ja,
marchar com mais dernnre e mais poderoso* meto.
Oulros beneficios para o commercio e navegacn.
O estanelecimenlu do vap.-r de reboque lem i mosliado um dos mais bellos prsenles que se po-
da fazer ao nono roromercio. E-la ronhecidn que
um -o v-por nao bal para suas neeesidades. e a
eompanlna, ao que me consta, vai providenciar pa
ra avisada de umseauudo, e depois se seguio
oulros.
As obra do estaleiro palenle anda se arham a-
Irazadas, m*s as soinmas ja despendidas pe s em-
prezarios fajein esperar que breve lean um adan-
lamento mil rapi lo, salisf-zend* urna das mais
argentes necesidades da marmlia mercnule e de
guerra.
Tambem se pode considerar como beneficio para
o rnniinercio o lazareto da i lia du l'iua, qu* se a-
eaba de concluir sob a direceo do dinno m.pecloi
do arsenal de marmlia cum a despeza total de
57:521 $424 rs. dos cofres geraet. II"]" '''- "slc
ediliciu cnuvertido em hospital provisorio de febie
amarella prawtaudo imporlaote servido as Iripola-
;es dos oavfe*.
Ctaadrcao desvanlajosa.
NAo de-vemos occullar quo na rondicrsactuars
da nosu commercio, pouco lie o iulereaee que re>er
te ao Brasil de u*s operares alem da venda dos
producios da agricultura e compra dos genero ma-
eufarturados de que precisa. O commerciu aug-
mema e oa valoras por meio do transporte, e des-
Ucai.au das mercaduras, ou por meto de sua gual-
da para as ir aprsenla,, lo quaudo nece.saria. To-
da* as de-peza de transporte, lodos os riscos, lo-
dos os empales de fundos su feilos por casas
etlrangeias prla mor parla re.ideles fura do
imperio. Aasiin as cninmis-es, os frelts, as sola
dan, os seguru, os ganlius que suppe o risco, o
lucio da empr.lirnde.ior e o joro du capitaes -au
proveilua de que puuru participamos. Para ler
meihur parla uelles era precita ler capilaes, le
tnarii.hetros, ler os hanlos tradicdes proprias
do e-pii to avtnluteim do mercador. Tudojsto dos
falta.
Passo a dar-vos no que realo sobre a noa oa-
vegaeflo de longo curso cosleira e fluvial o invenla-
rio do elementos il que dispomos para alttum dia
viims aierl-dn. V. apreciareis se estes eleuieu-
lo pronvliem mallo.
Heioueg.vel que um delles cresce, e sao os ca-
pilaes. A praca e-i menos individada, os agri-
cultura* sa libertan tambem de seus empenho., as
in>lilui{oe. da crdito se aperletcoam. e o senli-
meolu mais e mais arreigado da seguranza, e prin-
c'pin- mala bem entendidos da scieucta econmica
fazem fiucUdrar raptlaea que antes dormiam.
Nusa malur difltcolda te eslara sempre na repite-
nincu Tida do mar, e aos hbitos ordenados,
tranquilla* e' inulunos do merca tur. Eolrelaiitu as
decrp^Oei da vida de emprrgadu publico, que as-
sim nieamo nao clietta a tudos us pielendeiiles, vilo
ja creando o ao*lo peta do coinmefciaule mais so-
cegada, mais independe ule, e mais feliz.
Navegado de longo corso.
Apenaa po"u ca praca. empreg-dus em viacens
para os porlos eslranseirus 5 brigues, 1 i .tacho e 1
escuna, montando l.i>9 toneladas Iripolados por
83 rn.irinh- tro-, dos quaes 34 narmnaes, 32 eslrau-
ge iros a 19 esrravoe.
O capitn d p.iin calcla o valor dsse pequeo
material em 17U:0U09, e em 63:1509 o que pudem
dar os sea* freles na lazUo de 25-3 por tonelada e de
duas viagens no auno, vinrto puis esses 63 conlos de
res er ludo u ptoveu que ol armadoras, capi-
lares e mais ofliciaea dut navio*, a 85 marinheirus,
Jiram de loda a>sa> navegado, que se fa/. enlre tsle
porto e os eslrangeirus.
^aveMCja cosleira.
>'a grande cabu(lg3s)ccupam-^e 3 barcadas, 17
brlsnes, 1 polara(ffiTiclio, 7 escunas, 1 sumara
e 17 hiale ou lanrliat com 6.7'Ji toneladas. Caira
la-se e* 757 cunlus de ris o valuaedesle material, e
em 407:6)09 pruduclo annual de seus fieles. ()c-
cupain-'e elle 758 marinhetros. sendo 376 nacin-
Dae,c0 eslranceiros e 172 escrovot. Ua iliftlcul la-
de em ubler pilotos para estes navios, e lodos os das
eslou dando, pur causa da necessidade, autorisscao
para navegarem sem|elles.
A BavegacSo cosita recelien o inaior impulso e
animacAo as suhvSjfcces e favores com que os na
veinus imperial eprovincial dolaram a Cnmpanhia
Peruambucaua, para vi-j-*rem regularmente na zona
da rosta do Brasil mire Macei e a cidade da For-
taleza.
Na pequea cabulasem se emprezam 195 barca
can e lili canoas de vela. O valor desle material l.e
calculado em 296:4009, e os frete em 271:4409.
Empregaiu-se acata navegando !is"> individuos,
dos quaes apeuas 9 escravos.
Naveaacilo fluvial.
Os rios desla provincia offerecem a navegacSn de
diales e pequeas barc.-ir.as orna extensSo do quasi 30
leguas martimas, a as canoas pequeas e jangadas
50 lettoab. O rio G que aprsenla 5 11 leguas a nave&acao do hiale. e
7 1|2 a das canoas. Depn s delle vem o eanalde Ita-
pissuma que n!T-rerp 3 1|2 leguas aos diales, canoas
jangadas. Alm desse lio, e de-le canal,lia ao nat-
a os rio Jarar, Tijucupapo, lg larassu'. Mana-r'a-
rinha. e B lieribe, e ao *ul o l.'ua, Iti .-l.n nm-n.Se
rinhaein, Mararaliipe. Mere pe, Suape, Ijiojuca, l'i-
rapama, JaboalSo e Capibaribe.
O barcos empreados nesia navei;arito na qual
eompreliende o servido do porto, So 50 alvarengas,
34 lanchas, 50 boles. :8calraia<, I balieiras, 2 rara
leres, 109 canoas de vela e Isit de carreua, ajudados
pelas barraba-que ji enniimerri na navegar'! cos-
leira, e pelas jangadns do- pescadores. O.pessoal em-
presario na naveuaqo lluvial exclusiv.mente, moula
a 399 peasoas, e lodo o material pode ser avallado
em 149:800.
O pro mcio annual desla navee?riio he o mais
diffiril de calcular, mas para que ella se posta
rnauler, devenios suppor que nao he nifeiiora
I2>:4960tl0 r..
Pois qu* nella comprehendo ts alvarengas, devia
ajunlar-lhe u vapur oe reboque de que ja fallei,
mas esla ulilissima empieza ha pouco u me.jou.
Pesca.
Com a naveeai;:iu naluralinenle se liga a indus-
tria de pesca. U mar, os rios, e os laun, sao fniit-
nao pouco abundantes do alimento e da salisfarAo
d* oulra r.eressi.ladea do lioinens, e para que sca-
vali qnaiiii) a pe-ra roiimne para a alimenla^ao do
. nosso povo, e p-ra que se rahulem os recursos que
deviamus tirar deslaindadria,basta ronberera quan-
tidade de baeallia'o que se consume na provincia, c
ia fallo oo azeite de pei>e, e vellas de esperma-
cel*.
A inine-lar-io do haralli i u | nr anuo linanri-irn na
provincia lem s do de
95:950 quinlaesam I8"3a 1851
111:610 i. 1851a IK55
136:333 >. ., 18.55 a 1856
63:060 no 1- semestre de 1856 a 1857
Vodui ele rarreeainenlus importacjlo, Valorea of-
Beiaat, rindo a dar um lermo de 1,155 rontos por ana* ;
snninia qoe ceilamenle poda bastar para os juro.
du ranilal empresado n'oin arande material, e nasa
a suhsislenria de um grande numero ue marinluiro.
e pescadores.
ftio lia porem na provincia urna empre/a de
pesca em giamie. Na aeua na liba de Fernn lo
baila iras e-lranseiras lem che^ado, seciindu me zem, a pescar 19 laalelaa non, aaao, e calcula-, e que
a pera regular be de 6 a 8 por almo, 'fula a eo>la
apiesenla urna siai-de vanedade re peije, enlrelan
to a industria das aalgaa be totalmente descoube-
cid.i.
Jangadas e c.inuas mal providas de anze, larra-
fas e redes, e as armadilhas ronbaeldaS com o un"
de curraes sSo o aspecto em que se aprsenla tala
milu-ina enlre no-entregue a honien pobres,e pou-
co avilo le traoho. conienianio*>c com aliinenlur
sua- mais que mo testas nere'sidade* com o Irahalbo
de algomas bor-s na semana.e vivendo n'um tal em-
brule irnenlu que sao incupazes de couceber e acei-
tar mellioramenlo alcum.
Corno Iti no : e a ininlta adroioMraeio rlevesse prolongar-ae,
eu me occuparia de procurar a arganlcJIa de una
C'impanhia re pesra. *ia relatarla do pairi dicn ca-
aliii do Porio o >'. KUsiariu Antonio dos Sanios a-
charei algunias Ilesa laminosa* a esle respeilo.
No enl-rilo om.lerial emiiregado hoja na pesca
se eomps de 710 jang las o 100 canoas tripuladas
por 572 pessoas lit:es, e 92 escravos. O material,
lar dn sarjrr. bous, nao pudem lazer o servido cum a
rapidez dUejavel. Eulretanio lia regularnladr na*
pariidaa a clirgadas.
No auno finan eiro passado o mnvimenlo dos pa-
pis ful o sesuinle : rerebeu u curreiu ue paizes es-
liai.geiros 36ufllcius, 19,399 carias que p.icaram
por le, 7,734 aazel-s t oulro* papis (i ancos, e -I..S i'J
que pana.am purle, total 30,917.
lia provincias da iroptrio receben 6.322 rnaf<>s d*
ollicms. 913 carias rguras, 56.382 sellailat, 487 de
porie, 15 1l8gdzetnse papis ti ancos. o49 de purle,
Mal 79,276.
Rentriieu para paites edranseirns 67 ollicios,
1.989 carias selladas, 70 Baieta* francas, total 2,120.
Para a provincias .10 imperio remellen 13,0t2
macos deofflcios, 987 carias eaura, 59,199 Carla
selladas. 5,202 de purle, 47,792 gazela e uulrus pa-
liis fraileo., 1.158.1c piule, lutal 127.580
Adiliriunados este, i lulars lem >s un lolal geral
re 239,953 rapis diversos pas-a.lus pelo curreio
dela entalle.
A e-cripturacao anterior au anno passado he fei-
la de atado que n.i e poda couhecer ese nuineru
para fazer a coinparar.au ; mas leude sido a receila
no ann.i de I8>i o 1855 em porte de cartas, venda
de sellas, seguros, e .signaturas de rs. 20:020;il7 e
a do .uni ulinno 18:i70?96S rs. resulta ler liavnlo
urna iiuiinuic.ao.
Klla recabe labre os ellos vendidos, por qoe na
carls do va, ores iiiBle/-s ha un anmenlo de ma-
is .le como de rs. ; nos legareis, e Da|a*>ignatnrai ha
igualmenle um pequen auxilenlo.
A renda geral do correiu no anno liuanceiro de
1855 a 56 fui de 19:6129568 i., e a despeza
13:0379366, dando um saldo de 6:5755202, o qual
pude cnsiJerer se representando a paila cun que
ocorreio desla proviurii concurre pata as pesadas
de-pezas que faz u (lieeouro com as dotacesdas li-
ana! de vapures.
Asricollora.
Para avalar os recursos da provincia ueste onico
ramo da Industria brasileira rumpre dividi-la nn
qualro zonas. A primerea dos pro luctu de beira-
inar, a seguuda du asentar e agurdenle, a terceira
do alaudao, e a qarla dos gados.
Primeira zuna.
Nos suburbios desla pupulo-d capital avalla prin-
cipalmente a pro.luccau do rapiiu para su-leulo dos
moilos cavado- neila einpregadus. A produrr^u de
liurlalices e leiiirnes frescos deve ser Insignificante.
A base du alimento da pupulac.3u desla provincia
l.e a carne de varra, o pene, a fariuba de mandio-
ca e poneos legantes seceos. A Ir oclas enlram mais
n seu consum!, e buje van-e lomando objerlo de
um preciuso commeicio. Algumas sao esportadas
em forma de ilii.e de couseiva, e oulras ja corne-
fam a ser exportada frescas, como Ao us auanazes, meato,
mangas e Uranjaa, Quando au cheguem por ora
a ir em grande quanliiiade a paizes luiiiinquos. lem
alargado snbre rumio o sen cominercio a frequcucia
e rapidez das cuiumuuieac.6ea pur meiu dos vapore.
porque os nuinerusus viajantes delles olfererem nu
runsumo, que fazem durante a viageitt um mercado
anles ilescunhecido. A i-1.> se deve ajunlar a crea-
i;Au de aves domestica*, rojo cousumu deve laiiibem
por essas razdes i. r u.n.t n. a '".
branle riqueza puiem drosla da provincia
eala aiuda por explorar convenientemente. C insis-
te ella na produrco dos coc s, cuja cultura ne-
iiluiin ir.ii Mr exige, e cuja producto ela' qnasi
enlregue a' n-tureza. IJuan.lu esta nAu pruv
nao mencionados, das peateaa lierea empregadts pe-
lo Muborea da engenho, e rnn mura dures au lavra-
dures com feas escravos. li-vu ma pondu sempre Cimbrea fura da que-IAu, as i freuue-
nas que apresenlain resultados menos timbante
4j aquella em que as inliirmaro's furam rnais e-
xacla, al pur lerem riiuilo iiisigntiicaiile numero de
enueiilios,|iuia toda- as juila. apenas lem l. Cun
Iotas esta reducee. ain la sera .i prodnc o brillo do
Irabalha d cad i bametaempregailo n i callara du a
sucar 2iK) mil res, nos dislnclos menos favorecidos,
e 450 mil rs. nos mais favureridos.
Alguns lavra aire inl-llieenl-s, comprehendi lo o
din.au pre-i lente da cmara mnnicipal do Cabo, me
allii mam calcular-.e u termo medio do producto do
rada homem ern 37 pAes qua ao preeo arlual dAo......
5559001) re, calculo que se vi> nj i er exagerado
para certas localidades, que gozem de vanlagen es-
pecllts. Cou-ideraiiiln que alem du a-sucar, esle
harneo* enlUvam a lannlia, e le^unies nnrriiilrioi
para sen alimento, e que por nao, e por seren in-
significantes as oulras despezas. ha priucu a deduz.ir
du prudueiu brulo, acba-se que a culiura rio assucar
ne-ia provincia, recompensa generosamente o traba-
llin do ag icullur.
Eu rrein que em nenbuma oulra do Imperio se
olil.iu l.'ru grandes Safras cmn lia po'icas forjas cuino
nisla. He em g-ial mu pouco non.ero-a a escrava-
n i .ni o un.1 se chama a fabrica de cada engeiihu. As
furas pata eslao mu suh nvididas ; os proprietario
em reara lialnlaui suas propriedades, ediiigemem
peasoa seus Irabalhos, II- esle o meiu de obter
maiore resulla.lus na agrirullura.
De certu leinpn para v g.inhnu a produrj.Vi um
grande iucrenienlu cum a c.nsIrucrAo da ealdeiras
que se aquecein cum o bagarjo da caima, nonpandu
u Irabalho dos grandes depnsilus co cmiibuslivel qui-
se linham de fazer. O nuineru re eugenhus movi-
dos por agua, lem lambem rrescido. tainoeiiia
liorisunlaps.geralinenle uipregadas, aproveilam me-
ihur a raima,
cenca. Dos o
presidente alinu a ess.lo, sendo lula a acia da ulli
ma, fui approvada,
.\ \ i liouve expediente.
DESPACHOS.
Um reqoerimenlo de Hslion Ituoker Jj Compa-
nhi.i, pe luid.i registrar a pi iour-c iu, que por cupia
api e.iml -n J( egi.|f e-se.
Oulro, ja infirma iu pelo S'. desemnargador fis-
cal, de Manuel II,arque de .Mace io |/ma, | g.lindo
matricularse cnuimercianle.Matricule-e.
Oulro de Saundera Brothers r\ Campanbia, pe
din.lo registrar o rontrain social que junl.iu, e ma-
iricularem se comn curnmerciantes. Mandou-se
uuvir au Sr. desembaigadoi fiscal
Fui pnsenle a culac.au offieial din preros corren
les ila praca relativa a ultima semana.Mandou-Si
archivar.
E nada mais havendo a tratar, eucerrou-se a
se SESSO JOMGIARU EM 2 DE MARi;oi'E 1857-
Presidencia ilu ii.rm. Sr. rsembargador
Sun:a.
Falln o Sr. deputa.iu Siqueira.
A', meio-dla abnn-se a ses-Ao.
Julgaiiiento*.
Apppllanle, Joaquina Jeruaima de Jesas ;
Aiqieilanos, Isaac, Curio i\ C.
Fui reformada a lentenfa appellada,
AppellaBla, o bacharel Gabriel Suares Raposo da
Cmara ;
Aypellados, Barbosa l.ima ;
Embargante oe lercetru, Mauoel lavares Cor-
deuo.
Dgsprezaram-se os embargos.
Paaagem.
Appellanle, Jos Peres da Cruz ;
Appellado, Manuel Gonrjaltes Ferreira e Silva.
Do Sr. rle-euihargador (iitirana
ao Sr. desimbar-
A plantarjiose faz cum mais inieln- "*'"r *l'l-re*-
us engeuhos que visilei. vi dous qu- j l**^ havendo mais nada a tral.ir, o Sr. presiden!
nada ileivam a desej.r nesla parle. Culliva-se Cum
orado. Enlandtvse perfeilainenle osv-lema de re-
pousar a Ierra, cultivan.in-a sempre, e de apruveilar
a palha e o eicesso de prodoccau de nussu abencoalu
solo |iara eslruma-lo de um anuo para u uulru.
Os buos ex-mplos, que sei, alo dados por alguns
outius pruprielarios, nao de ir sendo seguidos por
seus vizinbos, hau de ir-se ealeudeudo pur tuda a
palle.
He cerlu que nesla provincia o contrabando de
Africanas foj comparativamenl* duuinuln anula
me.mu no- leu,pus em que elle se lana em grande
escala nu imperio. Ha mais de 4 -linos acabou elle
da ludo. A provincia pelo contrario us lem expar-
la Iu para as du sul. A epidemia levou mullo.
fviii el mi', a pin le.. ;n cresce, cre-ce piogressiva-[ i
Nao ha uuii o meiu de explicar esle pheno- i
meiio. Um manir numeru de liomens livre. come- '
S a trabalbar; u agriculiur queja nao ronlrahe di-
vidas para comprar bracos punca effleaz-a, cuida
melhor du pessoal, e du un-.l-iial de suas proprieda-
des, Irabalha com mal inlelligencia, se alliahe ao
Irahallui um ui-inr ntinteru de braco- livres.
Eu pudia enlrar em algumas uulias cunsidera-
5oe, ma alo m temo abusar de vossa paciencia,
na-cuiisideru-as iuulei a' visla da reunido de lu-
zes. e experiencia que se acha nesla a.semhlua.
A cultura du cafe cumefa a apparecer em peque-
no, a Ierran produz bem. ha po-ices apropriadas
onde elle deve produzr nial du que a cuma. En-
Irelanlo urna diflicul lade se afferecaIvgi
encerrou a ses-au as 2 huras ila larde.
EXTERIOR.
Temos ja mullas vezes fallado do projeclo relati-
vo ao rasgamento do islhmo de Suez. Hje pode-se
dizer que est ganha a causa delta grande empreza,
au menos pernote o tribunal da npiuiAo publica, """per, n Itug e o Dtenle'. He r.izuavel suppor
ru e importancia dus purlo que tiles leem nu Me-
diterrneo, pelos eslaiielecirnentns ipie um delles
pos*uc nu Ocano india, esle tres Iv ladus s3u tnui-
lo directa e muilo polerosamenle interessados na
que-lAo para que se poisa allribuir seu silencio e
sua iuuarcAo a oulros molivus que nAoas preoecupa-
Ques e o enibararns de ua situaban polillcn, l'emus
nolida que urna suciedade sabia re Barceluna, se-
eiini lo o exemplj dado pelo Inslilulu de Veneza.
acaba de propor um premio para a irielhor meumria
sobre as vanlageus que o cominero o de Baiceloua
pode lirar da abertura di islhmo de juez.
As duas grandes potencias d'Alleiianha. a Au'lria
e a Presta, acham-se, relaiivamenli' a e-le negocio,
em urna siiuac.Au completamente di lnenle urna da
lulri. Por sua pasirilu gc.grnphica, a Prussia nao
lem inleresse ilirerlu e particular na qoeslio ma-
remo saber que os hornens caelarecidoS que drrr-
t'in o govemo prussiaiio, prineipalnjeaile a presi-
lenle du minislerio actual, Mr. bar ir de Mauleolel
j.i acharam occasio de prnmeller ana synpallua e
-eu co"i'orso moral a om ulna que deve servir lAu
podernsamenie a causa e o inleie--e- da civihsacA
geral. yunio Aoxlria, s a nanas de Trieste res-
ponde a loda as d.ividas que se podessem elevar
sob e suas disposic,'S. Se o governo auslri.cn nAu
Inmou al o pre ente nenbum empenhu ollicial.
pu te-se ler por cerlu que nAu hesitara quan lo jul-
gar o niomrnlooppurluno para pronunciar-se. Basta
saber que os esladislas eminente pela posifle que
ecuparn ou que leem oceupado heate paiz, Mr con
de de llin.l e Mr. principe de Mellernich, apresen-
laram-se ha muilo lempo, como os partidarios mais
convicios e mais decididos do projeclo concebido por
Mr. de l.rsseps.
A propria Itussia parece q'ierer tomar parle nele
movimentoeuropeu. Urna c-irrespoiidancia de Mos-
co anuunciava ullimament> a f..rm n;.i de urna so-
riedade rua para o commercio e navegaran a va
por, que ser enllocada sob a prulecr.5i do impera-
dor, e que recebrra do gnvrrno cnnstderaveii sub-
sidios. Esla suciedade. deve enlieter onze linhai de
navios a vapor, a saber : Ires grande linhas enlre
(Mema e Alexandria, enlre Odessa e Marsilha, enlre
O,les. e Trieste, e as oolras otlu no mar Negro e
no mar d'AzulT, a-.un como sobre os nos que der-
raman*, suas asnas n-'-le. dona maies : o Danubio,
........... ...ni ......tui .aur w iniriricii'.ii i) SU8CUI-
renov-r;ao pos coqueiros, a rn.io do homem poncu uu | tura em grande. O caf s da' au cabo de 3 au-
nada della s- oceupa. nos. O lavrad.rr que di-lrabi-se du essucar a sua
O azeiie de reo lie preciuso para a fabrico dos sa-
boes mais delicados. O cun-umu de tudu u generu
de gorduras e uleos rresce lodos ns das com u deen-
vulvuneulu das fabricas e m .chin .s de vapor, un le
us titos de ferru e as rudas dentadas bebem urna
prudigiusa iiu.inli lade deslas materias.
II". real luos du coco, depois de exlrahido o azeile,
se forma um muilu nulrilivu alimeulo para ave do-
mestica e gado su nu.
Da ca-ca se fazein excellenlcs cabos einpregado
ua navegacn, dos quaes ja aqui houve urna fabrica
em oulro lempo.
Nada listo anula se aprovr-ila. e ao lado de lana
riaueza, vive pela nossns praia urna pupulaeu pu-
brissima a intil, que mi se uceupa da insignificante
pf-ea qde a alimenta.
NAu he pussivel calcular o valor dos prndurlo
ag tenias desla zuna dn territorio da provincia, por-
que de todos nos failaio os dado para isso.
Segunda zona.
A zona da produrco do assucar e agurdenle he
a mais rira e llure-ceule que tem a pruviucnr, cul-
tivada com mais mtelligenria e pruveiiu e na oi
parle mais civil sa.la. A eiport-c,Ao dcsles dous
producios nos Ires ltimos anuos fiuauceirus fui a
seguale:
1853 54.
Asicar3,322,667 arrobas para o es-
Irangeiru no valor de.....
Assucar 365,597 arrub.s para o im-
perio no valor de.....
Agurdenle 966,573 caadas para u
estrangeiru no v^lor de ... .
Agurdente 179,007 caadas paia u
iiiiperm no valor de ,.....
Alcohol 36 019 cariadas para o eslran-
geiro ou valor de......
1854 a 55.
Assucar 3,484,739 arrubas para u es-
Irangeiro no valor de ... !
Assucar 516,784 arrobas para o im-
perio no valnr de......
Agurdente 630,629 caadas para o
estrangeiro no valor de ... .
Agurdenle .549,015 ranadas para o
impeiio no valor de.....
Alrohol 44,095 ranadas para o e-lran-
geiro no valor de......
1855 a .56.
Asacar 3.693,811 arrobas paran es-
Irangeiro no valor de ... .
Aisurar 487,387 arrobas para o im-
perio no valor de......
Agurdenle 517,115 caadas para o
eslrangeiru nu valor de ... .
Agurdenle 738,862 caadas para o
imperio no valor de.....
Alc.'hol 85,0ii caadas para o estran-
geiro no valor de ...... .
6,936 conlos
913
315 a
67
19
8,274 e
7,544 conlos
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r 9,722 conloa
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224 i)
339 1)
53 B
11.900
Esla jiropnrcAo ascendente na produccAo se man-
tm nu aunu que corre. A safra be in-iios abun-
lanle poi causa da duninuicAu que no bracos em-
aitencau e l,uci |iara da la au caf, lena de viver 3
anuos s-m renda. Assim ni aos poucos, e de mis-
tura com o cullivu da calina pud la' ir apparereudu
cs.e rica pruiurtu, que lem mercado cerlu na All-
maulla, e nos Estado-Unidos uude o Con-umu eres
ce n iima pmpur cAu maiur do que a pruduccau no
Brasil.
No cha' inda se nao penoa, e os ensaios de bi
dio de seda ntida nAo derain retallado. Talvez
cunveriha a formarau de um c m aina cuino a
que se creuu no Rio de Ja .eiro. Ha urna especie
de bicho, que se alimenta da f.lha do earrapato,
que lora vaiil-josissrmu iulrodu/.ir na prnviuria, e
que is eiisaiu. feios aulorisain a esperar que u se-
ra'. A pr.uluerAu du bicho da seda, ed> cha', a'in
d-s oulras vaulageiis, tem a de dar emprego as mu-
Hieres livres.
A pruvincia no exporta madeiras de marcineria,
n m de Imluraria, n-m nn-uio 'le aaaslruccjhi em
quaulidade que valha a pena meucionar-e." En-
i'el.iii.., a madeiras de cuuslrucc.au consumidas no
grande nuineru das que e emprehemiein, e a lenha
deve ajuntar-.se aos recursos agrcolas desla seuuu
da zuna da pruducrAu, ma uau ha dados para ava-
har a sua impuilaucia.
Terceira zona.
Ima parte da malla, e oulra do serlo formam a
lerceira zona que se empresa na rullura du algu.lao.
Este pi ndiK i pa-sa pur um do mais ricas do mun-
do. Dell vem loda a importan' ia do e-tados do sul
la I oni i Norte Ame.ion,i, da ludia e du Egyplo. O
alg.ulu he urna da preucup- laiiuirn que o procura por lula a parle. Enlrelanlo
sua rullura deulia enlre n, l.-u.- phy-ica que
se ii.ii lem aludu ou pndiiln comlraler a tornaram
menos larraliva, e exposla a um germen de destrin-
ca i que talvez esleja na Ierra, talvez na sement. O
facto he que n cultivo se lurnou menos rendoso, e
vai sendo abandonado.
Do algodo em rama nr-nhum consumo se faz no
paiz, lodo o produzidn pms he expurlado, e essa ei-
pn' lai.-io f......i auno liuanceirn de 1852 a 1853 de
213:220 arrobas no valor de I.I80:678>000 rei, no
de 1853 a 1851, desceu a 123:915 amibas valeedn
820:9 >5>l)0 reis, no de 1854 a .855 foi de 137:272
arroba na valor de 741:3919640 res, no de 1855 a
18.56 leseen anda a 111:606 arrobas no valor de
633:273-9980 re : emfin no primeiro semeslie du
correle auno finanreiro foi de 80:868 arrubas no va-
lor de 531:9869680 res, dando em comparado ilus
mesmos m*zes du aunu precedente o pequeo aug-
menlnde 6:148 arruh-s na produccAo e n grande ana-
metilo de rauj I06:26bl>10 no valor em razao da
geral elpvac.i dus piecn.
NiJo possu apresenlar vos agora mais parlirulari-
dades a resprito desla cullora. He pena que ae le-
linhe porque he urna daquellas em que com mais
facilidad se pudem empiegar bracos livres, e so-
lados.
t.i'iarl i zona.
A quarla 7ona, a do serlAo, s lem como recurso
acieac.io dus gados, que elli vive, cume e bebe
quando o cea Ihe manda de que. Se fallan) aschu-
v-s morre de Tome e de sede. Eta provincia, pn-
rem, nAu he lAo assolada como oulras pelo llagello
das seccas.
A extensan e uberdade do lerrenunccopado pela
creaees de gada Ihe permilliriam furuecur carne*
bem que aiuda nAu lenha trinmphadu definiliva-
meiile nos cunselhus da diplomacia. No momeulu
em que esle pmjeclu fot submcllido pela primeira
vez a discu-sao publica, devia se naluralmtnle cha-
ar u came e reclamar urna averiguac,u para es-
s rluas quesle previas : a abertura do islhmo
que separa o mar Mediterrneo du u.ar Vermelho a
a reuiiiAudus duui mares por miio d'um canal u.a-
lilimo, sao ulets aos intrresses do conmercio e aoi
progresso* da civilirajA? A conslrurcao desle ca-
nal martimo,'deslao-phuro arlili.-ial he malerial-
ineutc possivel TJtqe sU^cabad. a iuvesligac,ao :
ejl e.guiada a discusse. Mo pode haver e nSu ha
realmenl* mais duas upiinoe* ubre a ulilidade des-
la nuva eemniuiiicateJJa aan> deve abreviar mel.de
do caitiinho que o romrraljfln e a uavegarAu eslao
rutidemuados a altave--ar actualmente para ir da
Europa s Indias. A questo techntca, he de saber
se a esecuc.lu du canal piojeciadu para a jiincc.au dos
dous mares he maUnaliDeule possivel, ella' tambem
peremptoriamente resolvida como pode e-la ; foi
corlado affirmalivarneute sobre os lugares, depois
d'um esludo minucioso e aprufundadu para quecou-
:urreram ludas as linea combinadas da scieucia c da
pralica. Desl'arte a upm.au publica, decidindo-se
pur esta empreza. nAo se elilhusiasmuu por urna uto-
pia ; pJe prnnunei.ire con. pleuo e perfeilu co-
uheciiuenlo de causa.
Ha alguns *nezest deu-se mais om passo : o pro-
jeclo q ue M. Femando de l.csseps prn-egue cum
i.uiia rc-nlncn a perseveranca lomou um lugar que
julg.irnos ultl eslabelecer us calculus 8 as preoc-
cupa^es du mitii lo ollicial. Muilos governus ma-
mfestaram por actos au equivlcos a inlencao de
seguir e de secundar o mnv.inevil i lio ... una lado
da opiiiiAo publica. Fui o governo hollandez que
entroii mais resolulamenti nesle prnjeclu e que lan-
cuii man da mais imporlaule medida. PleDameole
convencido de que a abertura do islhmo de Suez de-
ve arrastrar urna revulurAo coro pie la as re. ee.
commerciaes dos pavos, elle comprehendea que a
Hollanda, que lem nos mares da India suai :,i
que, no pensamenlo do governu russu, a lurmaeA
desla locirdade, a primeira desle genero que se lem
fundado na Kussia, se ligue caualisac,ao da islhmu
de Suez. Odessa pode cerlamenle ser citada enlre as
eldades commerciaes que mais devem gauhar com a
abertura desla nuvu caminhn. Iloje as condenes
geographicaa em qoe el cellneada ela ctdnda Ihe
I mam impnssivel ludo con mercio com os mares da
ln lia e da China, pela ab-rlura do i-lhmo, ella se
achara repentinamente urna das prajas mais pr-
ximas do mar Vermelho. Em vez de 6,300 leguas
que seus navios linham de perrerrer pora ir a Bom-
ba) pelo Cabo da llo.i-E-pecanra, apenas lerao que
fazer 1,930, Asnn compreheudi.lo e molivado, o
pan niaiii que u governo rus.o oalorga a esla sorir-
dade currmercial pode ser considerado Como om no-
vo passo e um grande passo de faclu na estrada da
civilisacao em que anuncia a inlencao de seguir e
de juntar as oulras nacoes da Europa.
NSo fallamos nem da Franca nem do governo fran"
cez. Julgamos intil observar que o que havemos
diln cerca da opinin na Europa e de sua adheso
quasi unnime a esle grande projeclo applica-se par-
ticularmente Franca, Qaantu ao governo francez,
lemos algumas raze pata crer que sen senlimenlu
a esle espeilo esi em perfetlo accordo com o sen-
i unen lo publico. II- neile sentido que til se pro-
nunciara, quando os inlercttel geraes da poltica Ihe
permillirem faze-lo ulil e npportunamente para o
linni e feliz asilo da empr*za.
Fallamos das a.Ihe ue. fuimal ou tcitamente as-
seguradas ao projeclo de Mr. de Leiseps ; resla nos
fallar da opposicao que esle projerl.i enconlra em
orna s das grandes potencias, em nossa vt-tcli;: c-
alliada, a Inglaterra. Sera este o ohjeclo de um se-
guudu artigo.
/.. Allouty.
de Alexandria a Nacugdcbe. Mullas caria- eunleu-
da valores desaparecern!.
No mil l.i.lu de llarrtiuu espalhou-se o bailo de
que us negros do tugar linham Tormado o im-jaclo
le se sublevar em ; as a ni r dalo, procederarn a iu-
querilus, mas a rommis.ao nao pode encuuliar pro-
va serta ra pret n ii i,, cunspiraro.
Os indios dn Norte comecaram suas ilepred-
ee ; os p-nodicos conlem lorigas narraee de
roubos, assassrnus. Sele homens, que eslavarn es-
tacionado) lias funis do liualalupe, furam ataca-
dos pur vinle a Cien indias ; qualro americanos
hiram morios e Ir ferrdo.
A 10 de novembro dou viajantes foram atca-
lo na eslrada real enlre Sanio Antonio e I-reden-
k-bourg. Os habitantes da frunleira, eipu-los ao fu-
ror ros Cornanch >s, iiaplor.im a protercAo do go-
verno geral. Algumas centenas de dragues seriam
sullicenles para rep-ll r os indias as suas sultdes-
l'elu l lejrapho lemas uolcias de Vrra-Cuz ale
9 desle mee Pu-bla reudeu-se a 6. Confirma-te
a n iliri.i de que Vnlaon concluiu um Iraladu de
amiraie cosa Cunioafart. Tmhan Iwvido noves
proiianritimeiilos e Alvarez puz-se em campo paia
defender u govemo eiislenles.
Em Havana receberam-se nnlicias de SAo Do-
mingos al 9 de novembr. O Diaria diz que rei-
nava all cerla agitaiAo, e que o governo linh'a pe-
dido no senado a revocando do poderes concedidos
precedentemente a Sardana. Iteiiraram-se igual-
menle a ele as func(4es de general em chela per-
inaneuie du exercilo, o que era incompativel rom
a coiistiiincAo qae confere ao presidente o com
maiiln dos esercilos de trra e mar, assim como a
dtrecc.an das operaces militares.
Saulana arliava->e pelas ultimas noticia em SI
bo, iluii le liuli.i escriplo ao presidente Biez, di-
zendo que o eslado de sua saude nAo Ihe liuha aiu-
da permit.'] i dirigir-,e a' capital. A resposta do
presidente prov que elle duvida da sinceridade
das proic-ioi.es de Sanlana.
(Journal das Debat*}.
Depois de recolhrda a pr.ri-.A... c-nlou Revin.
missioiaiiu a mu.., e randan, e Papacera. os rrverrurlo Si, pa Ir Car-
uru'r-pellAudo clleg,,, e padre Ulli|i*. cnedjo-
lur de Garanhuns.enli.aiam livmnu de S. Ambro-
zin, que fui acompauliado pela ruuiica m,lruu cnlal
la pinii.'Cau.
Quand* a imagen da tsenhora do Bom Conselho,
foi collorada em .en aliar, huuve um bradu dadu
pelu p.vn. om brado da man infinta ronvlccu. da
jnai profunda devur;aoViva a S-nhir. du Km
'..ni--.ln, :t nese mmenla c..niu pur enrilo lo-
da as nulos lodos os olhoi se eigoeram par o ceo
romo que pedimio lodua a -hikcA.i do reo !
As S horas, eslava ludu terminado,e duze mil pea-
iiidLu***- *"* ""* ,,*''"l", l' lal eole.n-
niuaiie la/.-nus lembrar **, que .....rutista a Ins-
oria da iRr.j, ,,0J arinMIitM lempo* do chiialiai.it-
mo. e he para oa-rnar cirmo em lio curi., e-p.rn da
lempa eeigueu s, subeibor-c.Ihinienlo, sudado
u.iieamenle p,|, ,.frr, ,m ,,,., ,eull|((.
lavelmenle a,........,ru. 0 |(nb,ado .em da-
vrda, que a um aunu gema debano do |>rrivel
flagelludu cl.ulera rru pressuruso a eali-fate, ,
p da V irgem ,tu B ni Conselho su divida .agra-
la; A coril.ii.au em l.al,., ,rj eerdadeira.
O qu* re.ia h.- qu, 0 governo lomando em molla
consideraeaii es.e pin e.,,belec,m*nlu o lenha em-
pre d.bauudesu.s ,,*, p,,,c,rM. |.en,br.r-
e-ha gum Sr. depuladu provincial pedir luma ou
mais luler.as para e. ras. f y.m ] ,,
j-Au lana., que ulvez nao c.egue ama para o
cullegln da r, I..I.I-. de Papacara !.,,
Cnn.la no que alguma nsatatt prepara es-
Irandoaa recepCa pan .. Sr. j, %, no
A pul iu, na mul do beuelicio du llu.pu.i nurtu-
Aronsrlhamos io apreciadora do Sr Jnllo
Caelanu.le da Sra. I). Cabriella, qu. |ld d# liffi.r_
lar-Ibes em arena seu bouquei, ,era' bnrn qae dei
xem para nn hm du aclu u fnzerem. visto qu ct-
naa ha em qu- us arture uau podendu dar|.a|r..c
le mane.ra alguma, nem mesmo para apauharem
Ulllrl II if.
Cun.|-nns. que a e.li.idade h,vids do-
mingo na Ca.a F.ule eslivera pomposa, harm.nm
a,* concurrida ex'raiir.iinariainente. I.oavure .o
Sr. Caineiro um dos que mais se e-f,iruu pane
lirilbaiilisinu de lio brilhanle promessa.
No sabliadn huuve no Sinta laahe'l a repllelo
la tragediaOihell a da comediaDama lio
Peln vapor Atlantic recebemos mimas dos Bala-
das-Unidas at 20 de dezembro. I.-se no A'eic-
York Herald :
Os Irabalhos do congresso nestes ltimos dias nao
bellas colunias, as que mo a prnmp ,1 fnule do '-uV: i-in ulleie -nln um inlere.-e heui vivo.
pregados na lavnura truuxe a murlaudade du Chole- i S1"'*' '* "o >eccas, queijus, manleigas e cebo au res-
' lo dn Brasil e a urna parle da Europa. Pelo con-
trallo, a provincia irnpurla por mar, para alimen-
laeao da papular*]* em geral, carne secca, bacalhau,
que .os e mantriga.
ra, e por cau-a du manir uu mentir ahanduuu em
que a> lena, liraiam em muilns ponlus, em razAu
ue.se inesmu mal mis me/es em que elle grassuu.
Enlrelanlo as e-iares lem cuni.lu nropcias, e o
prer> se mantm lAo elevado, que us lucros do cul-
tivador do assucar e agurdenle sAo cnnsideraveis.
A exporlarAo do pr.meiro semestre ri-le auna pa-
ra paizes eslrangeirus ja sube a 1.240,090 arrubas
no valor de 4,060 ruulus de re, e a expurlaca i da
agurdenle a :iOU,.'t5i caadas nu valor de 15 i can-
ia*, a fura o que he expurlado para porlus du im-
piri>.
Sobre a cultura do assocar e agurdenle pude col-
ligir alguns dadu- eslalislicu, pnsluque ainda mul-
to inrumpletus e imperfetlu, mais iniuuriuso. do
que sucre a oolras da provincia, lslo he devid.i
nao sii a manir facilidad1? de us onler, mas ao em-
peuhu q e ni.-o live, pnrque se por um lado o e
lado prsenle del.i piudiircA he muilo lis.ngeiro.
por oulro o seu foluen preoccopa mataos espinio du
que u ras nutras, em rataa ila cr-n a geral nAu s
aqui mas nos Esladu-Luido e na lina de Cnba de
que a rullura da caima s pode ser ublida pelu Ira-
balho forjado.
Nos innppa que oblive da furcas produrcAn
du. eugenhus de amarar dos dtfTereules dislnclo n
que acharis resuiuides nu de n.....n em minio
(uncus vem exlrema.in o que he trahalh .dur livre de
ecravo, e dandn as Ium.-.i. de cada engenhn nAu de
rlaram us moradores laviadores que lem. os qua-
lambem peeiaem eteratus, O c.nherimenlo e -|ne-
cracAu exacta des|s da los od"c trazar urna allera-
ca mui grande aquelles ern qua vuu entrar, uu en
lano como sau os nicos que ha, pasta a apresenla-
lus ao vus-n criterio.
It-cebi Informara** de 29 distrieloi ou freguezia
fallan tn-nie alem dos engenho que postam neelaa
riqueza, Java, Sumatra, Borneo, ele. ; uo podia
Beac indifferenle a esla revoluto, e que devia pre-
pararse desde o presente por lodos us meios possi-
vei para se segurar dos seus beneficios. Por om de-
creto bailado a 12 de julho ullimu, fui ancarrega-
da urna commissAo composla de homens especiaes de
indagar e d'es'udir a influencia que a abertura do
i.ilm." de Suez deve exercer sobre o commercio e a
navegacau em geral e sobre o commercio da Hollan-
da em particular ; de propur ns meios qoe se de-
vem por em accAu para conservar e engrandecer,
em face das mu langas previstas, a parle do com
mercio bollandez; de indicar a. medidas qae u
governo poder.i' l mar para animar e sustentar o con-
curso da industria hollandeza nesla empreza.
O governo piemonlez pronunciou-se no mesmo
senil.Iu e em termos Dio menus favoraveis. A' 5 de
roaio ollimo, o ministro das nancas e o ministro
dos Irabalhos publicus, apresenlando .1 cmara dos
depulados urna peltcAu de credilu para n augmento
do purlu de lienuva, motivaram em primeiro lugar
esla medida pelu desenvolvimenlo que o caminlio
de ferro actualmente prolongado al Cenova vai
dar ao muviinenlo commercial dele porlo e aceres-
ceotavam : A ele feliz succeso, que ssegura ao
11 como ern.1 de Genova tantas facilidades para es-
t tender suas communirac,oes pelas estradas lerres-
Ires, junta-se aindt a perspecliva d'uma eilensAo
a maior, que ser aberla navegac.Au. Esla nova
ir etleasSO sera' urna cousequencia da abertura du
k islhmo de Suez, empreza que julgamos menus gi-
11 ganlesca e mennscuslosa do que se o lem pretend-
n do. Ella contribuir* ao mesmo lempo para derra-
a mar civilisarAo entre os povns b.rbaros e pobiese
.. para favorecer os inler-sses maleriaes das naques
a civilisadas, ella gozara' sa npiniAu d'uma acalla-
rla muilu que lazer pira lirar melhor parlido ,, ca que vencer' as opposicies que se elevaren
deaiai terldet, ajea a* rana principies neces-niad-s
sAo elra as qu facilitis a cummuniracan com o
mar, acudes em pontos convenieule, talvez em al-
guns sejam possiveis us pocoa arletianot, e lin.lnien-
le o planto de arvoreilus que chamen) as chuva
com mais frequencia.
O dado mai* seguro qoe lemos para conh cer a
nin in.-cAu dn cad s ne a eiportacAn da pelle.
E le fui no anno liuanceiro de 1S52 a IS'ri, de
98:138 couros e 10:531 meios d nla e vaqueta, qu-
nnsiiiuem os desp jn de 103:419 animaos, o Valor
nili ial deslas p. lies fui de 12li:8Trt000 rs. Em 1854
a 1855 ess exporlacAo fui 120:032 rouros, e 21:541
meios de ola. nn ..s despojos 132:302 animaes uu
valor de lili:T01p8().
No nnno de IS55 a 1856, a exportado foi de
115:080 cauro e ni 2:217 ui-ios de tola, ou ns de-
pnjn de 116:198 an maca nu valur de 679:1515580.
No primeiro semestre do frrenle anno finanrei-
ro, a exporlacAri fui de 57,039 couros e 2:358 meios
de-na nu n-despujos de 58:218 anima no valor
de 392:.1715220.
Assim a exportaran das pelle suppne a prorluc-
.;ao de um termo medio de 117 mil animare por an-
uo, e um lucro para os credures de 96 cunlo. s
em rouros.
Ignora o produca da exporlacAo deschifres. Ava-
liandn ero om quinto do valnr du animal aquelle
qu- he representada pela pelle lemot um tul.I de
2:1S0 cnnlu cuino comn representando o que
, rende aos creadores e negociante de garln n pro-
see mniilidus, os das l.eguezi-s de Munbera, Esrada 1 duelo daquelles cuja pelle se exporlam. Soppou-
e l na. e urna paite da de Sanio Anio. S-gumlo a do que um quarlo dellas be perdulo un consumido
lisia dada o 1 alm-n k levo enlen.ler que lallam no I no pan, o que me nao parece exagerado, adiaremos
jieu quairr. algn 200 engenhos, purera em regra | que esa* rei.diinenlo deve regular pur 3: KM) cnnlos
P' r anuo.
dos meuus irniun lames.
Si ininan a 95i aquelles de qoe recebi nfuruja-
Cftes, sendu 16 uiuvidu a vapor. 318 par agua e us
reslaule- 620 por animar. Apretrnlam jantoa a
forja de 21.(il i horneo, dos qaae s e declara se-
ren livre. III : ambos esle numeru sAn evblnnle-
inenle pequeos, n dos eacravoa, porque ha sempre
repugnancia a declara-la, o rio livres, porque e
nn rurou <-lles. (I leimo mrdio da aafs de lo-
dos e-lc eugenhus he calcula.ln em 1,029,206 pAe,
que avaharlo ana precns acluaes que reoul..tn pur
'5ll(lll,romprelien1ida a agurdenle dan pnncu mais
de 1.5 mil cunlus. Esle reullado qoanta ao nume-
ro de pA.-s 1. 1 1 parece exaceradn, jturque aucmenla-
dn o prudur Iu cum os erigenb >s uau meucinuadus,
mas derlu/i ,a d lulal urna siimina para o cunsumn
interior da provincia o para a eipnriaclo por Ierra,
v-te qoe este resollado nn eala longo ito que se
ariOca noa qoadroa da etparlatia que presentei.
Cumore, porin. observar que lodo o godo enm-
prehendi I-, nette clenlo nAo he de produccAo le-la
provincia, e qu sri urna pequea parle dn prodoclo
enlra lias algiheira- rlns criadores pulque n cummer-
eio beque mais eleva o valor desle pruduclo.
De carneiros nenhoma creac*j se faz na pro-
vincia que pnssa avallar. De gado sutnn alguma
criacan ae faz na malla 0 ainda mesura nos tibnr-
biosda cidade para seu abaleciminlo. N-nhuma,
porem, se laz no serlAu uu na zona prupria dos
gado*.
Pur tuda a parle se rrim ns cxrellenles eavallo.
que nesla provincia Irabilham lanta como ns ea-
mellos, quasi opp.irtam lanas fa ditas e priv-acoes
como elle. A rara parece delerinrar-e uu que" Iu.
ca as propincua: ; pare, e que us cavallns luruam-se
cada vez mais pequen,1.
Afargada ervos, porm, que apresenlam, deve
Calentada porem a produccAo hrula pelo numeru j pmvir da qualtdade uns alimentes, poi, pelo que
de prssuas dadas uis infirmar fies. ublem-e resnlla-i se me lem infnrrnato, as beslas muar viudas du
.1 contra ella, qualquer que seja a funle de que pos-
a san proceder.
Na Hita das adhesoes olliciacs que o projeclo reu-
ni, 1 Lanos por ver figurar a de Veneza. Em ne-
iilinma oulra parle a abertura do islhmo de Suez
produzio lao vivo enlhusiasmo e lAo assigueladu co-
mn na celebre cidade dos duges. As iinagnac,es
llbanas, despnala p-la grandeza da cmprea,
uram pen 'er urna occasiAo de nsurreico possivel,
urna era d'explendur e de nuva prosperidado para a
niilina rainha do Adritico, urna commissAo no-
meada pelo conselho communal ila cidade, em sua
.e.- an de *i de maio tillirt., recebeu a missAo d'es-
tular e re propor os melhures meios para obler
dn ranal projecladn a maior vanlagera pos*ivel nn
Intermai do ennmercio venciam. A commissAo foi
aulorisala para fazer junio das auloridades lulas as
invnttiaacjes pussiveis para assegurar seu runcuio,
c par provocar, quantn nella cuuber, u deseuvolvi-
menti uu a formtcJM de sociedades cummerciae or-
gini-,idas 11pst.1t vislas. 0 conselho municipal poz a'
disposiran da cnmmi'sAo um primeiro crdito de
10,000 libras para as despezas correle..
Por seu lado, o In-lrulo de Veneza poz em can-
carao para 1857 a queslAi seguinlc : rr Indagar que
o eonsequeneiaa provavei* lera' a abertura do isih-
ir mo de Suaz para o cnrnmerciu em geral e para o
0 commercio veneziano em particular ; que meti-
ir das piiteiau ser lumade especialmente im qu
11 respeila a'a vial 'le communicacao, lano sobre o
ir lerritori o veneziano, remo sobre o dos Eslatlos-
1 limilrnp'ies, p.ra induzr o ronlinenle eurnpeu.
ir para dirigir u mais prnmpla e ellicazmente pnssi.
vel suas expedir; e pelu porlo de Veneza, quer
ir para ir para os mares orientae*, qoer para vollar,
r emlim, que regras de direo internacional deve-
(i ri un ser applicadas ao novu canal, a
Parece que a emulscao ganbou al n governo
pontifical, que tomou, !i/-m, muilo rerentemenle,
urna ileleriiitnacn do nu'-inn genero. I) porlo de
Civil-Vecchia sendo julgado pouco profunda lo paca
receber os navios de alio bordo, Iraia-.e de fundar
em P irto-d'Anzia um novo porlo. que poria ns Es-
ladcs romanos em rommooieafla direrla com o ex-
lremo*Orienle. Na opimAo do governu papal esle
No senado foi approvaJa urna resoluto, que pede
a communicacao das correspondencias trocadas acer'
ca da quesillo do Kansa. O bil que prolonga o
prazi concedido aos Ire.lores do Texas para fazerem
valer seus direilos, e o que concede me tullas ao
doulor kane e seu companhtiro, que lizeram par-
le da e\[ielicau au pulo acuco, foram igualmenle ap-
prosadas pelo senado.
Na cmara coulinuou a dicuso da mensagem
presidencial. A discusso du bil que prope a re-
ducc.io doi direilos de imporlar^Ao, fui adiada para a
primeira quarla fera de Janeiro. Foi apresenlada,
por um dos merabros d 1 cmara, ama proposta rom
o fim de ordenar o censo das perdas tiffrida pelo
ridados do Kausas as agilac/ies daquelle lernluriu.
A esle re-peilo devemns meacionar que o presidente
irariimillro ao congresiu um despachu do governalor
(ieary. Besulla d'ahi que os partidarios do Iraba-
lho livre queiam-se de que t iius amigas foram
preso, e que foram podoa em liberdade seas adver
sarios, quando uem ed.ivam presos por crime. Em
sumira, a Iraiiquillidads reina boje em kansas ; al-
l apenas se eo. unir um baodo pouco numeroso de
demrdeiros ao dislriclo do sul, perse^gido por tro-
pas regulares, acompanba la de uin tribunal ambu-
I.tule prornplo a julgar aquelles que poderem ser
presos.
A mensagem de Mr. John Rus, presidente dus
Chemkc.es, fui recibida em S. I.uiz.
Os uegocios da n.ic.t.i eslao em urna siluacao pros-
pera. A civilisacAo derramava-se cada vez mais en-
lre os indios. A mensagem insiste sobre a necessi-
d.nle du pagamento da divira nacional e tabre u
I augmento de ordenado para os prufessures de ins
iru c.in primaria ; para conseguir esle fim, prope
a le.l IuicAj das Ierras muirs.
1 ni.iliiirule o presidente manda respeilar as leis
sobre a ocraviddo, as quae 1A0 recuuhecidas pelo
Cungressu e por issu nAu pudem ser infring.las pelos
cola 1.1 .. dos E-lados-Cuidos.
Eicrevem de Ballimore em 15 de dezembro :
./ 'jaietla de Alerundria diz que osbualos de una
in-uneicAu lem sidu gramlcmenle e xa sera dos :
Escrevem de I.unisville em 15 .le dezembro :
O reverendo Mr. Anlei-un. sacerdute d itreja
meiliu h-1,1 e chefa du. iboliriomslas de Madiun
(Indiana,, tal pre.u a bordo do vapor uTelagrapho;
em seus veslido de durmtr acharam-se pruvas de
que elle se crcupava em fazer evadir os escravos dos
urrab ddes de Carrollon ; Mr. Anlerson foi ronduzi-
do para ele ollimo logar, ou le se liuha olferecidn
urna recompensa de 600 dallan pela sua pusirAo.
Keferem-uos de liallatim I ime.zee com dala de
16 de dezembro o segunle :
Trulla negros furam presos pelo fado de lerem
entrado em urna conjuraban ; urna romraiisao e-lo
eiicarregada u 'tbrir devassa.
Urna caria cum'dala de 10, escripia de Campbells-
ville, condadode Tavlor, diz que um negro divul-
gou a conjuraran ; os negros dos ai rabal le deviam
m-uigir se no dia de Natal. Itzerain-se minia, pri-
se, ma o inqueriln 11 que pruredeu ujuiz Clejed,
Da deu iieiihum esclarecimenln Coir. lulo dizem
qoe os negros lem em seu poder arma a muniees,
que rema enlre elles grande de.conlentamenlu e
que he para recriar senas peilurhares, senAu se to-
marem medidas immedialas.
ASSEMBLCA LEGISLA i IVA PROVINCIAL UE
PERNAMBUCO.
Sess.o ordiuarla em 2 de naarfo
de 1857.
'residencia do Sr. liiiao Je Camaragibe.
An me,., ,1,., leila a chamaJa. preseules 23 se-
nhores depuladu, abre-se a -ess.lo.
He lida e appruvada a arla da -ulerior.
UKUtiM DO DIA.
EleicAu re ruminisse.
lepni de c irridos s dilT rentes escrutinios, ficam
as commisiOes eonatilni tas pela furnia atgmnla :
C inslrluu.Aii e puliere.
OsS'S. Antonio Cavalcauli, Luiz I ilippe e Vu-
gu-lo |.eao. K
Pazenda e nrcamenlo.
Jos Pedro, Igaarie de B rru. Suza Carvalho.
C lila e depe/as pruvinriaes.
Oainliao, Benlu Cusa, Srqueira CaValcanli.
Commercio. agncullara, etc.
Amorim, Silvinn, Ignacio de Barros,
K-'.l,irrao de |ei.
Cpaminon las de Mello, Theoduro da Silva, Joa-
quini Puilella.
InsIrurcAo publica,
"oaquim Porlella, Sa' Per eir, Silvino.
Eslalistira.
Pinto de Campos, Souza Carvalho, Nascimenlo
Porlella.
Negocio eccleia Pmlo de Campos, padre Marca!, Conralves Gal-
maraes.
Jusli5a civil e criminal.
Neiva, Qaihiinu, Juaquim Francisco.
Eiame ue posturas, ele.
Oliveira, Reg B rro.. Pereira de Brilo.
Ili"1-1... municipaes.
B.rros de Lacerda, Theoduro, Nascimenlo Por-
lella.
Saude publica.
Sabino, Sa' Pereira, Pereira de Brito.
Pelice.
Antonio Cavalcauli, Juaquim Francisco, Flo-
rencio.
l.egislacAn.
Epaminondas de Helia, Neiva, Baplisla.
Ordnanos.
(i. C-oimarAes, Srqueira Cavalcauli, A. de Oli-
veira.
Fiiarao de fnrea policial.
Theodoro, Oliveira, Florencio.
Esgolada a materia, o Sr. presidenta designa pa-
ra a
OKUE.M 1)0 DIA.
A ler-efra discu-An do |ir. jecln 11. 12 de 1856.
Primeira dos de 1S, 30, 32, 36,37 a 44 dea
18.56.
V. levanta a sessOo a 2 horas ila tarde.
os
leilore* para
C'avo Urlico-----II in-l l r iu i. 01 us
a revista de tagna la fera 2 do crrenle.
Ilonlem sahio para a ilba de Fernando o bri-
gue de guerra Ceareinr... runduiin lo varios rana-
tmenlos para >lisenlo da (ropa e s-nicrn radoj.
At aman/lia.
HBPABTICAO O A P0I.ICIA
Occurrenciai dus dias 28 de fevereiro el' dt
marc;o.
Foram preso a ordrni do subdelegado di (re-
gu.-zia ga, u porlugnez Franencu C'tidl io de Sun 14, a 0
pret.. e-cravu Lua, ambas pra correcta*.
Pela sublrlegacia da fregaeu.i de s. Jo. o pir-
diiEuzebni S.rianu da C-la Camarn., t Jote U-
nacw Carnpelln, -mln para averigu-r.Oe puliciaes
em rrime de furto.
E pela nbrlelegaria da fregaeiia d* Bo-\ ii,
L'rsula M tria da Cnnreiran, para averigaar-ors puti-
riae, Aulunio titaajes Cainell ,, l-mbern para ave-
i igu.irfie pur sii.p-tiu de bigamia, e o prrt esrra-
vo Guarino, por ser eaaaamda no at.nguinho aa
10 huras da nuile com uin ranivete de mola.
rio, cuja exageraban alia au olho. A.-iin divid-''ul tancia que Malla, Suez, Gennxa e Livoorne.
Pde-se cilar pelo menos Ires Eslados cuja adhe-
sao deve ser considerada como favnravel au projer-
lo, se bem que a nAo lenham ainda manifesladu pur
nenhurn aclo offieial ; silo Nepotes, a Crecia e a
(a luda a safra pelo- 21.111 i h.irieu. lemos um me-
dio pera cada homem de 627v00tl reis. A mais rica
, n.lu cao he a >e Agua Prela onle o Irab.lhn de
ca a homem prndu/ |:(i:i7o(H) rs.. e Sanio Anlao
onde pr du/ OlOSUOd re-. S gue-e a Curia d Cor-
lo', onde cada homem produz 809^000 reis; G-uian-
na, lejocupapo,a KioFormoso, 710, a 713mil res;
maior doracln d* que un clima do Uin de Janeiro.
Crein que um do motores presente que se pedia
f.zer ao serian era a inlruducrio d camello*. El-
la me parece urna des-as ideas que hasla indicar pa-
ra seren acreilas.
'Confirmar-se-na.)
O e u-i-lhii municipal de Clarkesv lie fez notificar
ao senhures res ocravot, que nenhum negro pode-
ia vir a cidade por mais de doa hora, sem ser
acompanhedo de um homem lirauco conhecido, sob
penarle xinte aeoute.
O negros casado e munidos depasseseslAo
isentos rlessa medida.
Os negros que se dirigir i m .i reunies do Natal,
o i" pudernalraveasar Oafketvillr, sem serem irom-
paiibados re um humem branco, que resfainda pur
elle e o* anpaca de cuminuuiiar com os negros do
lugar.
O processo de Carlos B. llumlinglon, acensada
de rumbo, cojasum.na eleva-te a man de 500.000
rlollar, ha Iresdia que foi tubmattlaa ao Inbuoa
compleme. Ainda nao foi proferida nenhuma de-
cisAn, mts espera-se que a -cintica sera dada boje.
Itecebemns ga/ellas de Calveslnn al 4 desi* mrz.
Dizem el as que se lem felo excedente vitiho no
condado de krazoria com a uva do paiz, chamada-
uva mustang.
Jlespaoha. Por iua posicito geographici, pelo ame- O correio foi roubado a 3 da novembro na eslrada
PAGINA AVULSA
LEii DIIjS
Por arranjns da ofiirina foi transferida a publi-
caran d.C.iieiide huiite para luje.
liararihuii-.Cosa de pe i-na tranquilidad*
loda aquella cumaica, segundo carias allunamente
a lili recebidas.
Aeha-se prornplo o famoso collrgio do Bom-
Cnnselhn, em Papacara ; he urna obra magestusa, se-
gundo nos iitfuiniaiii p.-.s, a fidedignas, e que se
fusse feta peles enfret pblicos largas -umm-s se le-
ria gaalo para po-ln nu p em que est. Felizmenla
n aposluliru. o incansavelemiiu dos tirasilelro-, e-se
varao preclaro, o mi sumario F'r. Celano ergueu do
nada e-se grandioso edificu de piedad* com o sanio
dum de sua palavra evanglica :irabalhai pur amort'
de Jess Chritlo o ir-baihu a par ernpre d
peuiienria fi para elle prodigiosa vara deMoxses,
que de leve tocando coracoe pela iiidiBerenca em-
p-dem I s fez renascer ua enmara de liaranhun,
a civilisarAo, n amor pelo co, e a verdadeira con-
lric;Ao! O lervirjo, que acaba de prestir a religiAo e
ao eslado esse homem por suai virtudes prodi iusa
he de la.i Brande alcance, que por mais que diga-
mos delie nunca poderemos dizer coua, que idea e
facx Salvon das garras da mrseria e da prostituir-Jo
essas miseras orphaas, qoe vagavam pelus noisus ser-
lei menrjigaudo a cuta de uluduu o pan, que llrjs
mata-s a fume : dslnal t_bella freguezia de Papaeec*.
cum um e.luhelerimeiilu pie de rerolhidas, que nada
lem inv jar qualquer couven'o desse generu : ein-
liele.uu es-a mesma freguezia cum um elegaiiU, e
suido templo : plantoo o amor da oraran, e peni-
tencia ; reforinno os coslurms daquelle novo, fra-
lernisou os homens que te odlavam, eongrar^ou os
povot ivorciados, ras u, os amancebados, ha'pn u
us pa jo. ; levuu a paz t concordia ao seiu da
familia', desarinnu o bracos da vrnganca, lstrate o
puvn, e fez, a final, appaiecer com tnd eu esplen-
dor, a frai nn ra le. e anmr ao Irabalho !
A fela da inaugur rrau du cruzeiru du collegio de
Papacara esleve bullanle ; perlo de dea mu pessoa
viuda de lorias as parles a ella cnncnrreiam, e Indos
nu cum la. luis, ou cum cirios lizeiam parle da pro-
Clisaa, que fui alea nenie, qu separa a puvoacAo de
P.pacacu do novo barrro, em que esla o c. Ilegio.
que he urna especie de cidade nova. Grande cun-
cursu de peasoas gradas entre ellas ns Srs. r. JU'Z
.1- amulo e promulor e.liveram presentes a essa fes-
livi lade
No dia 13. benzea o reverendo misionario solem-
nei.i-rile a igr.j.i, presinl-s lodo os lenhuie sarer-
dule. o Dr. juiz municipal, delegado, o promulor,
a oflicialidade ila uarda nacional, as edurandas cum
as suas tnicas roxas rom ns escapularios braitC".
acompanhadas 1a superiura. e vice-supenora, e rnais
de onze *atl pessoas do p vo.
No da 15, que zram i annos, qoe o reverendo
missionarru fundnu as primeira. obras do cnlleam
leve lugar a procissAu das imagen, que elav ni de-
positadas ern caa do reverendo capelln do'ci.llegin,
n Sr. padre Ca-neiro, a saber :A virgem do Bum-
i. in-eihii, que f i carrega'a pelo I ir. jm/ municipal,
pmrnnlor, delegado, e subdelega !., ,-r. Pedro ('..val-
etnli:Maula Verumca.e Nussj Senliora da Peoha e
Sania Luzra.
Ao ainanhecer do dia, pelas cinco hora c meia
o pavo desfilou em alas, I rmando as mulheres a
esquerda, e os honieui a direila, ln I,, cen luchas,
e vela. Fui uin epeclaculn magnilicu, que diper-
Inu no enracue- de ladot, que preeuciarm aquella
lesla de lana paetil .'eligi., de lana nncAu cele-le
uin n gradu o querer, dc-lisaram-se pelos semblante de
mullas pesua, que sabram medilar.... AmanbAa es-
lava raihanle, juirque as inanhAas du veAo us nus-
-n -eiine. lemhrain as inanhAas da llalla P-ipar-ra
era feliz, acabava de le.temunhai urna cena inlei-
i.iiiieiile nuva e que se'lava o ani"r re seu. hlhu
pela virg-m do Bunv-Cottselbo. Coulinnemaa.
O puvn e-lava enlhusiainadn, e profundamenle
levada peto* mais vive* Irantparlet ile alegra, pro-
rompii mnilas vezes em euthusiasticus vivas a Nnssa
Seuhura duKum-Conselhu, e depuis entoavarn seus
hyrnnns.
As senhoras dn capilAo delegado, do subdelegado,
sua ln ra, e a senliora do S-. capilAo Piulo, loda
lirolerlora ila ca*a. cum o drttiaclive di: nina rica
lila branca carregavam o andar "la Senliora da Pe-
nda : n audnr de Sania Lu/.ia ful carregado pela, re-
cnthidas da misericordia l Sania Vernica pelas su-
perioras do rollegio bajarlas cun seus negrus ha-
bita.
A educanda em numero de 82 desfilaran! for-
maudu urn corpo ; ludas ella e mais pnvu feminuin
linham pur distiaelivo urna drlicada li m I. ira branca
coma elligie da Senhi ra da Bum-C*ate|ho.
Afiles ue se reculher a u pinosa, e p oro vul-
gar pruris-.in n'aqoelle genero, furmou urn immensu
-emiciiculu em luda vla praca do rollegiu, e o vii-
tunsu, o incaiisavel pr,pagarlur rio Evaaajalba, u re-
verenrln missi'.narin lo nan lo Ing; r nn su, e rio rrrn,
e monumental cruzeiro, lea a primeira ellnrucsn
lio pal Indica, lAo saturada de neme lAu eloquen-
le. queso ata derraman lagrimas' quera nAo araba
avali r, al que poni chegam as emoi;es de um
curaca 1 bem furmadn as occas.es em que a mao
de Dios mais se revela...
PROVEDORIA DA SALDE DO PORTO.
Dia 28 de fevereiro.
Fehre amarella.Furam arharlu a burdo da bir-
ca francesa Castice, um dueulee fui con uznlo pa-
ra o hu'pital. Fallecer.im um c.rpiuieiro no ni-
gue brasil.iiu D.ntri e uro Irrpolaole do brigui
inglez Onlij Sun.
I" de marco.
F"i chalo a bor o. do tingue poriarnaa Detpi-
que de Beiriz, um doente e fui, rera jvidu para
Hospital.
RELACXO' DOS BAPTISsDOS DESTA FKE-
GLL/.IA DE SANTO ANTONIO DO HBCIFh.
DESIE ME/. DE FEVEHEIHO DE 1857.
No I.-Tuniuaz, br.n o, nt-ci iu a 14 de outabr*
du anuo prximo pastado.
demJu.iu. paidu, uascidu a 25 de Janeiro do cr-
reme annu.
Au. 2Mana, branca, nascida a 25 di Janeiro da
crrenle aunu.
demEmilia, branca, naicida a II de onlnbro do
aune uraliana passado.
dem Simplicio, pardo, sub eondirione, nascido 2
2 de atareo du aunu prnvmn pasta m.
MeinMana, parda, na-cida a 1-1 te junb' de 185'.
Ao 3Anua, branca, uasriJa a 16 de ab.il de 1853.
Aus 5Anlnnm, branco, uiKcidu a 22 du carrele.
Aos 8Binaran, blanca, nascido a lldojaneiru
rln crrenle anno.
Ao 13Candida, branca, nasri la aos 16 |d< maio
de 1814.Sanio Oleo. a-'
Ao15Mailamia, parda, na.cida o '"l rVenle.
demCarulma, /arda, nascida aos 6 dlj*Iijiiro do
crrenle anuo.
I lem Maria, parda, naacida an 10 Jo rorrenle.
demFelismiua, crioula, cscrava, nascida ha Ires
mezes.
ldmMaria, branca, Sacio Oleo, aos 3 de Janeiro
de 1855.
demHercolano, branco, nascido a I de jonho de
1855.
Id-mKinlulpho, branco, nascido a 24 de agosto du
anii.'pr \irnn palsarlu.
Ao 20Francisca, branca, nascida a 4 de jonho d*
1814.Sanio Oleo.
Aos 22l.eun las, branca, nascida a 13 de agito
do aunu pruxrmu pasado,
dem los, branca, na.cido a 2 de agosto do aoun
prnxiinn passado.
Aos 26Franrnco. branco, Santo Oleo, nascido ao
28 de dezembro du anno prximo pasuda.
Ao 28Jus, pardu, nascido ha nava aanos.
Ao lodo 22.
Freguezia de Sanio Antonio da Recite, 28 de fe-
vereiro de 1857. O coneg vianria,
l'enanrio llenrii/ues de Resenie.
Sareiv)a>e.
OPASSARO, POR H. JULIO MICIIELET.
Ca obra, boa ou mi, lem ao menos o carcter
re apparecer, cerno apparece loda a verdadeira crea-
uo viva. Ella foi feta ao calor d* ama doce iacu-
lui;An... Dai duas almas que a alimeularam, ama
lao prxima eslava dos esla los da n.lureza, quinto
parecia ahi ler de alguma sorle nascido, o qoantu
-empre guardara seo p-rfume e seu saber. A ou-
lra a elle se elreuu, lano mal quaolo sempre
havia sido apartada pelas circam-lancias e relid*
nu* spero caminhos da bisluria humana. >
A'sim falla M. Miel,-le na ntrodoeclo de teu
livro, se pus 1 chamar um livro an qae o tea aul-r
mesmo chama urna crea Au viva, um filho. Um li-
vro, algumas rulhas de pinel ennegrec ln em uin
escripturio, e reunidas dep.ii pur um Bo, que ha)
nlo junio de um er viva, pitpit,nle, voluj.nle,
uccalto, cumo em um ninho. sub m azti das do a
almas que a alimenlaram ? Como aplicar o ter-
mos vulgares de no.si lingoagem terrestre i esta
joven maravilha, nascido em nm munlo superior,
t que j 1 paira sobre nusas checas r,u azal e os nu -
ven 1 Cumu laucar a cxa critica -nhre 01 traca*
aerios de nm esciiplnr alado M. Michelet nao he
mais um iiumem. Na he me.rno de La Broxru,
ule Dip ule qjs sonh. noile, que eonhece e eie-
culi. M. Michelet, acabarnos de|ve-lo, concebe e
execula, nAu em smiho, ma. em realida le. As Ima-
geni que elle e.culhe, e que applie, o v arreba-
tador de sua peana poderusa e lia-ira, lado no. *l-
lesta, que elle achoa, e que pelu a epigraphe de
eu livru ; atas cum que lumou o vi e com qae
leserluu da Ierra cum a cu n.i mlierra de toa vida :
le le ai vu< partir cimme deut hirundellei,
Oui vunl cheruher bien lua de. prialempt pas fi liles.
El de is meilleor.
Ei-lai perd las nu e-p-cu e umida nt> n-vua-
do batnale, longe da hum uu lade que chvfarda na
lima, i.i.ie olhar de orgulho e d* companl* o*a
l.incaram au partir estes doas pavros najante !
Que tdeoses | que conselho de tnmir, comn elle*.
azas e de fugir para o deaerlo que narraca !' sa*
niel anuir phn-e Ovidio nAo as lem mu. niara ilhu-
a e mais selucluras: F.nlramo por seo eami-
nlin. nu pensamenlo da ualureza : eu. pelu amor
da cidade; ella pela i le. religo, e pelu amor filial
para com a m.lerni lade do Deo. >
Acabo de cilar M. Mich-I 1. Ella he sua iafancia
passata nncamp, sumara dus pequea olm e
dus eloeiidrus, ao su.urro du regalo, que murmura
por debaixo das giesle; e t vida de familia, uta
as flores rio jar lim e os aninae dom-sticni o pardal
que vollrgea n.i gran;., u rouxinol que ae amulit
nos ca pes, que ahririrn sua alma ao amar da n-ln-
reza e a prede-lmaran de bem cade) o qoe M. M
chelel chama a a vida supeiinr. 1 l.eime a pt-
gina com que ella adnrii-a o livro do Paars.
Fre-c.. graciosa e nalor.ie, ell.. a-emelhaine
a relva, que 11 ircria n nl.-ira da r"rt* de sua ca-
sa de camp". E'lasc .rnrnanicain-nos com sea per-
fnrne e-le i.m ir rl 1 campo, du ar. da laz que ele-
va a alma, e as aloraba para a es >, nao nb-laals o
pesu do enrp 1, como esles leve, bale* de purpura,
apenas governadoi pela a. i tenaz dos meninos.
O enlra, M. Mrchelel, o que o le-ligo* da Ierra,
Ma os si.flriraenlo. da doenra, a. ni-dilare do pM-
ln*opho, os onhn e as .lecepre do poltica, a
Iri-leza do In.luriadur, rausa.lo d esp-ct-i ulo ,1a
vida a i.iuai.io mai cnnhtri os homeas. jt e o ili-
sc, mais amei 01 anim.es. a Eu lomaraat tqai otta
ILEGIVEL
MUTILADO
*



DIARIO DE PERXAMRLCO, TERQA FEIRA 3 DE MAltjO DE 1857.
ptir-ne pe g cap. iclio de om misanlhrnpo da IB0
jniio fonlr;, o (enero humano. S enio no eiem-
plo de M. M chalet, nao he um capricho, he o d-s-
fecho qo ,si i-nfatigsvel de um euminercio intimo
cora humnii j|(4e. o pliosoplio e o poela podem
amar oj humeo*, Mtimi-loa, porque nao os veem
taes, como ele>^ ,a,. Pero-biin-iim alravs do*
ocuio, ura de u-vsieiiu, oulro de ui imagi-
uiclo. (
O hisloriidor que' nada lem com o ideal, mas com
a realidade, nao abe on le eollocar soa air-u-.v.
se a.w animaec.
-Ift un l,i nao linha cscriplo
wa a animal il.de c m urna
\jjna*a a historia natural
^j|)ara lodo os animaes
uele fraternal da de-
'ria elle, em sea li-
de que sin la foise
sta nao o obri^isse
iraria e lie,ira no li-
nal. Todos os animaos se-
ali.i .m meu dirtilo da ci-

e toa eiliiD-i : din
Em 18; M.
es mus recentes '
e j i >e eolia ntn
l,i i viva ternura, i
um ramo da poli
iiun caria de a.1
roocraeia.
Protesto po
vro do Pavo, que
repellido pela ci.
com seo direito,
miar, s
A declaraban era
rao cidad3oi, ou en
ade.
Chetou a revoluto de IStS, e nao asi que linha
concedido aos an,roas a promovi para elle- po'lida
por M. Uichelet. Uarnon tica por sua oriaem, e
milita vetes em sus conlela, ella sempre auartloo.
a respaila disanimies, os gran les ares da aristo-
cracia. Abri a urna dej *utlra!in universal e a
poru do corpo l-til ples, porem limilou eus beuefiios estes munmi-
eros poltico*, que se chamam homens ; nada fu
por nossos inii.'n. de duas ou de qualro palas, que
igualmente esf.dl irnos, d-peunamos e comemos, sob
lo ias s forma de eoverno.
as is-.-mbloi- republicanas, ama so voz, se me
nao f-Iha a memoria, elevnu-se em sen favor, nao
do bancos democrticos, mas do sancluario mesmo
da reacr.ln.
Tambem oacavallos nunca pansam na ra de Poi-
(iera tem rehnchsr de reconhecimenlo. felizmente
B6ta iienliKencia da democracia a respeilo do prole-
tarios de pella e de pennas, 1180 desanimou M. Mi-
chelet. Ed ma abaleu de sua ambicio para os
animaos. Qoanlo ajenos se Ihe di, mu. elle quer.
O livro do Passaro vai mullo mais longe que o livr
do Povo.
Neale, M. Miehelel, pe lia que se abrisse aos am-
anes as portas da rid.rfe Elle aiu la re'peilava a
velha hierarchia eslabelecila pelo bom eo na ves-
pera do s-limo dia. O hom-m roniiiiu.va a ser a
?eu. olhos, o qj- foi desde o ini-.-iui-nt > de A 3o, o
rei do universo. Era um adiamntenlo para o ani-
mal, nosso infe'ior, ser a Imillido nos quadras daci-
viliaajgo humana, H. Miehelel conlriilava-se em
pedir para elle um lo^r de suprenomerario. Hoj-
M. Mich-lel faz urna revoluto : eis a regleta l.o-
mana fundada por Jehovah de-i rui la de um 9o sol-
pe, e es Huios de Ada o desliar,1a tos da coiOi. A se-
'giinda dyiia-ua Comer sobre a torra, a dyuastia do
pa-a.ro. O panero he urna pes'o, orna alma, urna
iulelligencia, urna sabedoiia ; o ptssaro he um rei,
o pajro he um mundo, o mais almiravel it todos
o mundot.
No me fallis do seas, da chimica eleirnrnlar
do- globo. A maravilha de um ovo de orna ave di
paiaiio como a via lctea ; com,>rehendei que este
pequeo poulo que achai ieaperreptivel ne um p.s-
saroiaieiro, o mar de lene em que naveg c b-ma-
venlurado ao co. Elle na vega,nao lemn o naufragio.
O rrriis delicados ligamentoso Ura suspensivos encon
tros, e as pansida* Iha sao salvoi. Elle nada d ce-
rnale aesle nWao elemento,omi fara' no ar. S'i^u-
ranrja profunda, e-talo p-rfarto no seio de urna ha-
bitarlo nutritiva e quinto superior a lola a crea-
rlo la
Sem opatiaro.o primognito da crearan.o hnrr.em
uaolena vivido. .He o passaro que litrou a terrado
insecto e do reptil. Mas o pausar lena vividos s-m
o hora-n. Filho do co, elle ti loca a larra com urna
poula la ata. Vida fcil e sublun* O humera ar-
rasla-se, adliere ao sol a'que esta .munlo pela I5r.n1-
nia i'a igraviln;ao,o apreso pela falalidade doveulre.
,''. n,.laciv I peso.a t alii cala um da nossos ps
ao elemeitU role em que a morte u >s fara entrar, e
dit-noi:
elle nao senlio tremer em sua mo o f-rro, qnanln
vio etiendida em sua mesa a prrta, cimenta, a
pnedeira, ha pouco piovas viva dasupenoridade do
pasiarn sobre o homem, agora le-lemunhas mu las
da vaidade, dos *\lemas do homem, -, lue o passa-
ro S m curarao nao e apartou iliaule desaas cai-
iifs (empeladas pelo fago, lacerada pelo ato e ba-
nhndas de um uceo saboroso e culpado Elle nao
ouvio essa voz superna que sabia das eotranhas fu-
mega' le da phitu'ophia, e que reritata a aoberba
prosopopea, qoe Joio Jirque. il'pnis de Pliilarici,
pozna bocea de nossos primeiros paia herbi>oro*,pa-
ra fazer corar U4 carnvora po-teridade : a morlaes
amados do deoaee, o que vos ohrisa i nim-i
sin.Mic, etc., ale. 1 a l.nuxamenle deliberamos, diz
M. M'chelel. Sira, mas decididuniouie vos contes-
tes O'inconseq.ienria da logic. O' dureza das
almas lernas O allraclivo inesislivel dasp/,i7u. phiat hemcozidas !
Nee dia, asombra de Pylhaanraa gemeu no
cypeslres, o genio familiar da habilacoes, o pinlaro-
o, ei-lo, e, enano diz a canean
a Sur la plus h mi- branche
u Le rossigiud pleura.
Esla' bem claro que se eu deploro esse dia falal
;1 de dezemhro de M. llich-l-i I se o denuncio ao
auathema eterno doa galinceos, he unir menle em
nome de M. Mn-helet e de sua dnulrina. Quanlo a
miin, seu peer lo me parece venial. Ifancido de
asns ornihophagos, de pais fihos, educado as
ideas bblicas, e no re>peilo da amiga jerarchia, eu i
creio que os animaes sao felos para o uso do ho-
mein, e que o psaro he um dos suhallernos da!
crearan. Creid na causas fnaes e na ab-dmia da
Providencia, e nao m poso persuidir que ella nos'
lenha armado de incisivos que enrtam e de molares I
que quebrara para que vivamos de qoeijo de creme
e de pomos em minga* ue camisa. Eu vou a' r,,ra
sem reinorso, e o frango aaaada no me parece in-
compativel com a iniiiC-ncia. U gran le amor ilos |
aniin.es qoe lo tus nos lemos, me he um pouco sus-
pella eu o cunfe-so. Quererlo er lo o effeilo de
urna ternura de corarlo a' que o homem nao Insta,
e que tiasborda subie os animaes. Mas eatUlfca
murilislas, que nao vem ahi senao um egosmo
disfarra lo: elles prelendrm que u que nos busca-
mos e o que amamos nos ammies, lie a'.....mesmo ;!
e de felo o hom-m pref-re o cao ; a mulher prefe-1
re o galo. M. Mo-helel nao Iransporlou para a or-
nilholugia suas i as s. bre a socre lade humana '/
Qoe admira elle no routinol J u pola; no Dieaaco? o
artista; na grara rel? a imagem da' r*r,-s vencidas.
Nao vemos em toda parte senao o homem. S'ra
culpa Boaaa ? Os aunnaes forain creados para uos
o uso e ooso prazer.
PoJeremu ama los com osle desinteresse que
nem semp.e esta' lias effen;6es do h'mem para com
seus semelhiules '! Uro mecondemiiiu a amar a
meu prosiin como a' m ni mesmo, e as rnas ilas ve-
ze o egosmo secolloca enire mim e elle. Tolas as
aflecces do hornera pira o animal sao egostas. A
moral de I.a Ruchefourauld ie urna calumnia con-
tra a humauidade ; mas lele suas masimas, appli-
candn-as as affeeres do homem pira os animaes, e
nao ha mais nina de mas mentiras que se nao turne
urna ser,)a,te ; esla. por eitoiplo :
S julgarmos do amor por seus delTeilvs, elle
sssemelha-se mais ao odio do que a amizade.
Applicada a' humani iade, lie urna hla'pheraia,
nega a dedicarlo, o sacrificio, a felicidale : applica-
da as relac.oe com os animaes, o que lia de mais
verdadeiru II. Miehelel lem um routinu] ; elle o
ama lano qu o lem prisionnro em una galota, de
onde o infeliz v as arvores de Luvml>u>ao, e de
ondenuvira ranlar na priinsvera OS routini'ies em l-
ber lade., Nos pnmairos das, a v-r la leira amizade
aliriria a porta de sua prisSo a esle Komeu.e o man-
dara procurar Julieta lias ranrada-; mas o amor he
zelosn.e M. Mich-let .una multo Komropara consen-
tir em sua felicidade.
O pas de Iri-ieza ou de velhice. Sun, o amor assemelha-
se no 11 lio. e l.a Roehefoneaal I lem rallo, em rela-
cao aos rouxins e a' II. Miehelel.
Tomo mullo qoe ora da, ao sabir deslc mando, e
sua entrada na vida aeria qoe preceder a vida si-
deral, M. Miehelel nao seja roaiemnado,. p piar suas faltas, a tomar a forma d'algqro p.isaro de
preza, nao do abulre que elle e>limsV flue'ama,
"i" da aguia.por e\empl,que ella pouco ama. e que
Foi la qoe a r'ida He vrenles huiro, .
tu pruiieiro Iropho, doi,-.e m Crfnio !
-a!qaali'.oobeei,i,1d,r>mMroeiforco
Quand.. A,,|,......Ju.e, p',a Ii creav !
toda enlaa perrorreala otante a senda !
fc c-da pass Uu eia un, Irophu '
Era nina ria. que la urnava afronta !
tram palmas geniis. sulilimes oulicus.
Que trn ardua lula reiifuislar sabias,
Mas leu g.mu era misle, Wills ramp0y
M is ..p. r.lllpr vr ,,., sl.(,1M
Acrlamari'in le Re, rlmin. r-le ame !
Pirlsle f.....ro,ri,i vensao Norte
tolher esse Q.'iao que te hltava
Na curoa de Ani-la !...
Eolra afoilo
No templo de llialia, uude anenso
le Bgoarriav-M limaos de trenca e arle '
Enira a nao lamas, que um l> ll'.dio forle,
II: iMsso anecio, nuaso amor lia puro I
Nao acharas cm mis lis. nja vil,
Franqorza su. e l-alda le 1111111,11.a,
Vniiiaile de ajudar-le em leu trabalhos ;
E se mais na liz-rmos, desrulp.e-nm,
Qna irande he o desojo, e a f.,rra poaca '.
(.iiinlodn, hu l-reinii.,,. esfoiros'
P'ra um pedestal eiguer, em que Vera
Marmrea c'lomoa, onu'em |e|>a< d'uoro
l'ussam viiidouros ver a la gl lia
Sendo teu Boma auguslo. .di Jalo Caelano !
Kerife, II de fevereiro de 1857.
A. I* dos Colmarles.
@smt* 9tt*9*
c CAMUIOS.
Sobre Londres, 28 d. W) a. v.
Paria, 310 a 341 r. por fr.
e Lisboa, 9j pul J de premio,
a Rio de Janano, por Op, ie descomo.
Acsoes do ilancu, l) a i."> de pienno.
a companliia de U.lienbe 54iW00.
o eompaohia Per ambucanj o par.
11 o Ulilldade Publico, :W p..r cenlo de premio.
o Iniii'inn 1-,i.i,, 1,1. 50 ideas,
o da e-lra.ia de ferro 20 por 0|0 da premo
llisronto de lellras, de 8 a 10,
Hilo do bae 8 a 10.
(juro.Uncas lirspauliolas. ,
Moedat de loiuu velhas
ir (i 9OD iiin-
1 1-,'iin. .
Prata.Palacfies brasileiros. .
Pesos cu un.nari s. .
ilion,.un-, .
una, qu r a siippliraule just licar aaaaeona do sup
pinado alini .le |er lugar a nlaca por edilns, t,-
..ii.l, -se edi|,.s rom .. termo .le nnve illa- e o runn
li"j......" termos da lei s..b p-na deieaeda. Pede
ao lilil. Sr.ju/ .le paz da frenadla de S. J..... a.-
snn delire.- E II. M.An.li Ferreira de Alenla,
procurador bastante,
F. man ~o 1,a 1 eunllnha em dita pclir.lo na qual
dei o desparho aeaunle :
Jushliipi-.Fregaexia de S. Jos do Recite 26 de
feveieiiodi- |8")7.Ar. i.di.
V. mais se nlo ronlinha em rltlo despacho em vir-
tude do qual produz... a supplicanle suas leslemu-
niia. qoe em Vl-la de seu depolmentos del a >en-
lenra seguinle
Juigo jusnlirado o dedil/ido na Delicia a II.. e
manilo iiue so pas-e caria de edilos col u praz.. re-
qoeridu pagas pel |-iilir.ule s cu-la. Fiegoe-
iia de S. Jos do Hecife 7 da feven-no de IS.">T.__
Manuel Frrrrira Ar. ion.
E mais se nlo declarava em dita senlenca em vir-
lu.ie .la qual o e-envao que rala esrrevea passou a
prsenle, C. m a plaXode nove di.s, pela qual o sen
llieu. se chama na e h. i por ca lu >o lupplieado
au.eme Lula Pirca lerr-na. para o conleudu na
pencan sopr liail-cripla alim de qoe roniparec. por
.1 ou seu bastante procarador, na pnme.ra audiencia
desle julio, q.ie lee. lugar depon de find.....un.
prazo, ilnn de conchar se rom aaopplieante s.bre
o que derlara sua peiic.1, cun a pena de revelia.
Pelo que luda e qualqoer peana, prenle-, amia, s,
ou conbecidos.losopplicailu o poderlo fazer icienle
do que cima lica eip alo.
E o porleire .lesie juiao affltara' a pabltcara' esla
no lugar du cuslume, e stia- publicada ptla im-
prensa.
Dado e pesiado nesla fregueria de S. Jo do Re.
cife as 27 .le lev. reirn de 1857. Eu Ju-e GuncaWes
de Sa eacrivlo o escievi.
Manoel Ferreira Arcioli.
28J s 28.VKi
. ICicOdt.
. lli-30011
. 50IHJ
. 20 00
231 Jb
IC8W1
b F1II10 da Ierra, lo p'itenres a'Ierra. Filhe da "*" e*tma. (I) DeoaIhe laja misaricoidia 1 Quan-
Icca, sahido por uro momsuto de seu seio Lo ah ,0 il ln"nt si, neste munlo dos pass .ros, os lugares
fcaras p ir ni ni 11 lempo, d
Ou aulas o homem la nao licara'. Esle mundo he
um munlo de ensaio, um dos marcos da grande pe-
regrinagern. Apenas libertado do corpo, o homem
lauta a e voa para oulro vida, que he a segunda es-
Ufa* na eslra la| lo co. A n adir 10 do genero huma
asa, que prende azas aos cherubui, e aos -n,os.lie ao
me-mo lempo ovlo da (freemineucia do paseare sobre
a liuinamdade e a pre lirio do futuro alado que sera'
o da fuloru de nos-a vi la terreaba. Ou mal pe.ee-
bi o pensamenlo de M. Miehelel, on elle he om do,
pylhago.icos perdidos no -aculo XIX, que ereem n
plural la le do mundos e das vidas. Elle eie(h
um dogma qoe Ihe he proprio, e qoe cedo ou larde
fara* scisma na n -meiempsvcose), qoe a vida alada
h a Iranitcsg 1 natural entre a vida lerreslre e a vi-
da sideral que M. Jo,1o Rsjnaud promelleo a huma-
nidade. Em anligi delima o homem om anim I de
dou pos sem penuas. He apenas metade da veid .-
" nos *Ao a*signados p-lo sotlragio universal, volre.
cerlamente para que al. Mi helel tetilla a mais bel-
la ramagem e a ma.s belli iitoin,i^-m e que seja
Le |,li"in\ dei liles de ees buis.
Sera a digna recompensa de sea livro, que, afora
o systema, he um primor d'obra de imaginara ., de
espirito e de eslylo. Nunca talvez o grande artista
tenha enconlra lo iguaes felicidades de lingU'gem.
He um poder d'onon.alopeas que admira o oovid.i,
he om tinlho de cor que fascina os olhos, he um
transporte .le eslylo que arrebata o espirito. A phra-
se zue, arruina, geme, silva, su-pira, rhammeja-
scinlilla, rutila como a cao la d'ura pavo ; nao ca-
niiuha, corre ; nao corre, va. as allimas obras
hi-toricas de M. Miehelel ha una singulandade, aa
menos esla trepidarlo da phrase quebrada, deaarli-
colala, convulsiva. Aqui e-ta ligeira/a infinita vem
a' prupnsilo, e h urna traca. A andohnha ile Bu
IToii he celebre e clasoica. Ue iusliea. porem a an
aspira a te-las; he um eandilato a vida, he nm pas-
saro futuro ; eis sua verdadeira definicao.
Talvez bem o apanhei alcavez las proposir;0e
qoa parerem contra lizer-se, o sentido philophico do
livro de M. Miehelel. A conclisao que dlle deenr-
re, he que a vida dos passaro he sagrada. Selvagens
ou dnm'slicos, nossos prinogeoilos tem direito a nos-
sos profundes respeilos.
D'ahi da' as cun-equencias praliras ; he que he
mister que nos absUnliamos como de um crien*, l.o
de cassar pas.ar... ; >.> de malar o pisaro domesti-
co. De-las dimconseqiiencia, M. Mirhelel enuncia
expressamenle a pruneira. Quanln he menos fcil e
menos decidida. Porque ? Ignnro-o. Porque ? em-
fi.n se o futuro domestico ha mais baleo qoe o rou-
bo com violencia as grandes estrada, o assasainalo
dos pasiaros domsticos he ma feio moralmrnle que I
a guerra aberta coulra o passsros do campos e das
matas. Matar urna perdiz, he uin homici lio ; ma-
tar um frango he mais que om liomeicidio, he um a-
boso de confuida. A perliz tem para se defender
suai azas e su falla de destreza. Porem o nutro
este amigo da casa que ahriguei sob meu ledo e sus-
lentei com o meu pa'o, que corre a' minha cheg.i.l*
balen,!,, as azas, ie Ihe enterru orna face no pe.cocn,
se com a mans ajada sanguinolentas, o esmisalbo
com bons denles, logo que o lenho tosalo, o qoe
sou eu ? Dea canuibalo ha a ma peior, porque os
anthroponhagos so comem o hom-m, isto he, o es-
cruto da Ierra e do venlre. e eu como o passaro, 0
bemaveuturado do eco !
de : o homem ha um au.m.l sem pennas, roas quavajorinha de M. Miehelel lem u vio iao leslo, menos
Mas como he que M. Miehelel nao condemnou
formslmn!e a ornilnloaia *? Ah Qoanln los espiri-
to mais firmes sao tmidos atiteosappeliles do corpo,
e qoanto a lgica he humilde em presenta do e*ln-
mag Como relator e-ta scena lameniavil "! E
ra perlo de Nanles, sob um ceu mimo e suave em
urna grande can melanclica, cercada de caslanhoi-
ros, de cedro e de r\ prestes.
A visla etendia-se sabr campos, prado! e bos-
ques ; mas longe n Loira com suas mas, depois a-
inda o mar : om horisonle como qoe feito para
prazer ds olhos ; ludo o qu. encanta a vista e en-
ternece o corelo. S.bre o linnar da porta,nos a-
legrele.dn, jardins, eacarejavam e ciscavam eal-
linhas, gal I mil da Brelanba e de Vend', que fa-
ziim guerra aos earaeoes aaet incetos. Ella lioliam
seos caracteres e seus mimes riillerentei. lina p.n"
sava em distancia : era a philosnpliia. .\s oulra a
cinzoln, a preta, a pnedeira, cercavam M. Mi-
ehelel, qu escr.veu soh sua dictadura as atis b-l-
|M paginas do Passaro. Mas um dia era mister par.
lir.
Que seria d'ellas .' Sendo dadas iam ser com- |
da. Longsmeate drl.beramo. Itepois. por una re-1
solaca v.goroa, segundo a velha arenca dos sel.
vagada, que ereem que he melli.T morre por aquel-
les a qu-m se ama, e pens-m que se ternario he-
roicos comen.lo hroes, fijemos d'ellas, nao sem pe-
sar, um fnebre banquete a
Ah Ah Sele vetes ah Fazer n mal porque
outros o faziam e delle se aproveitariam em seu lu-
gar .' featlaraejll esse soplusma : elle serve para
decapitar homen cn.nn b'StaS. Baslantes seulencas
de morte dicluu elle em 9:i. Foi elle que levan M.
Michelet a assignar a con lemnaro d'essas qualro
111 nocenie-, e a come-las com uioa dor resignada que
nao perlarbou nem soa alma, aem sua digeaUo. E
8abio e mais natural. Os proprius passaros da noile.
guardan), ueste eslylo pro ligioso, seu peso tacitur-
no, o A coruja va com urna ata silenciosa como
o estopada de la. He .fuma harmona imitati-
va a desafiar a msica Que escolha de ajilabas
suida- e ahsfa las E'sc-ilamenle o passaro da lar-
de s se v a Bolle, o silencio. M. Miehelel he m-
sico ; he pintor. Qni renlo igual ira esle debu-
\o da gire.: a Anm*l vorJadeiramenle aiio.'
a Para carregar este lig-iro corpo, a gsrea lem bas-
i' (ante, lem mu lo em um p ; ell curva o oulro ;
a qua-i sempre seo perfil ci'no sssim se desenlia su-
bre o co em um eicenlrico hieroglypho. E o
que M. Miehelel brillia em pintar, na 1 he s o pas-
saro. I.e a oalureza, s,1o ai fl .restas virgens, lie o por
dosi.l, he o raiar do dia. a Que felici lade a ma-
k nhaa, quando fo.em os le>ror-s, que a sombra
.1 des.pparece, que o menor arbusto/. ..lio se esrla-
n rece e se illumioa Qu- gr.lhada au pedos ni-
" nbus He cuno urna mutua febcilacao por se tor-
il narem a ver, e por anda viverem. Depois come"
a jaro os cantos. Di ulco, a andoiinlia vai subin-
a do e canlandu, e leva al ao co a alegra ra. Sena prenso citar ludo. Por loda parle
se deparara ra-goi imprevistos de seusiliilidade, de
doce alegra, de lerna melancola ; aqui urna lagri-
ma, adi um sorriso. Que maravilha que be esle 1 ni
de espalhar a mana chelas no eslylo a luz, a msica,
o movimeuln, a vida Que cscriplor que he M.
Miehelel Eu dira anda, que naturalista se minha
gnurancia nio me roubase a diieilu ; mais acres-
sen!.re de bom gr.do, que philosopho no dia em
que M. Michelet se dignar Consentir em consi lerar-
mecomo signal do (enlilbao, em nao mais se con-
tradizer, comeado as poedeiras, em abrir a gaiola
de seu rouMiiul, quanJuvullar o niez de maio.
II. Rigaull.
Journal des Debate.'
20? silln- casai 1I0 jii^'o iio
1111 illa 9 de lliaii'ii vilidotl
ic deixarem il pagar seus
..rvtS5f<:>: .
Coila filial u Banco do
Brasil
EH 2 DE UAKgDli: 1857.
Directores da semana, eeaenhorea: Jo- Terei-
ra da Conha e Dr. 4ugu-lo Fiederuo .le Oliveira.
laiva de disconlos para lellras, a (. mezo de prazo,
8 por ceuloiu diinu.
ALFAMiMiA.
Kendimenic do da 2..... 21:3621323
Uescarresun. hoje :| de marri.
Patacho ameiiri.....vVareuale bacalbao.
Haica inglezaS110WI011i.iem.
Bigne ingle R.salledem.
Barra inajeiaVlbeil.n .lem.
Barca inglezaCon ealherveja e queijos.
ngucbrasilei.l)e-p que de B-irismercadorias.
Bngoe nigiezAlbi.uiferro.
Barca inglezaLanc.siriam.rradorias.
IMPOKTACAO,
E-cunali ,lian.I.,,,, Jnhnue,a viuda de llambur-
go. c.n-ignana a Tiiniu MoOseO, Vma-sa & C. ina-
uifesluu u segund :
22 canas hunda de aleadlo, 1 ditas dita de li-
nio., i .lila dita de algo.iao e huno, 2 ditas lilas de
ed-, 6 dil-s e I fr.io ditos de Ha, I cana m jas, I
lila veludo da altadlo, 3dil*> r. IhIi.os de fazenda
de linho. 11 .lilas ul.j-clos de escrev- r, 8 dilas couros
e pelles p.epandas. i ditasferragen. t dita mercea-
na. 4 dllai sai.goesugas. 2 ,nla- fazenda de seda.
,0 labua 100 gairaloes vinapre, 100 ditos 200 f.as-
qu.nr. s e 1 barrica genebra, 2 chi\ ,. f, ula- |>gU -
me-, 18. barra de ferro, I cana renoervas 2!I0 uar-
rafes_vasios.-22ia lastros de carva.. de pe ira,;{ cai-
s..se .'ip.col-s amostras; os ronaianatarioa.
(.8 canas* :ii virloalhes. .1 calves pianos, 1 dila
faz-nl. de aleadlo, 6 .nlassalan.es I .lila e I pa-
aotmho balan,;., decimal, I eaiainha relale, 1:10
cana, vela si-arma, 3Jllaa palles envennsa.l.i. 2
ditas e I pacu' filas de se la. .,cias p. rfumariH,,
3ditas ra-n ,a da India, ti dilai papel, Bdila-
qnejoa, dlt.s lze,,das da meias de -e.ia. 2 ditas
lusa de laa, 100 presuntos, 10 barricas genebra, 2
pecles auiosl.es ; ., or.lem.
2 raivas ilioonras ; a S. Power Johuston & Com-
panins.
10 barricas cerveja. 2 caitas conservas, |(i dilas
viclualb-s ; a J. P ."> caitas meias ; a I. T-.bc.ler A C.
.2 cana piano-, l| j duas velas stearnas, f dita
panno o> Idilio, 3.111a- faz-n las de algodaaA lar-
do- panno de linho, 3 .Mas fazenda .le agodaj. 9
Tardos panno de Ifl., | cana fazendas de laa, t ffiiV
e 2 parolrs amostras ; a I. K II. r.
1 *,?>Xt", .""i;" d-."'1'- > "' o 5 Tardos dilas
de Ida. I dito e l.| canas ||M de algouao, 13 dilas
merceanas, 1 d la chapeos de sol, I ,la lencos de
seda, di s v, iros. I dita qumq.....,,,*, 3 fardo,
panno de lia. .) pacte. ,.,, -J iUl c 2 Calan
amostras; a II. Biunn A C.
I cana uierreana ; a C. W.ller.
M bairis cl.iimbo de municao, 1 cana mercearia.
h dita* meias, I rofre dinheir... 15 caisas a. mmen-
lo, 2 dil-s fazenda de alg lao. 3 HUs Olla de mei.
le seda, .) fardos papel |.aaC Curio $ C.
I5U canas vela .learin s, 1 dita amo-Iras. -_> dilas
Si"/'" i"ep"""''"'' *M uoel J"q"D Romose
100 ealiaa velas slearinas 2 dilas fazendas de se-
da. 2 lilas .hales de meia 13a. I diia fazenda demeia
Ifla. J ditas qninquilliaria. j dilas bez-rro. prepara-
,!,, ....." '"ll 'ropillas, 2(i pee., ,|e movis, I cai-
iiuha amustias ; ,\. () Bieber i\- C.
6 pecas BalanCM decunaes, 4 canas he/erro, (i
dita, peso- d, ferro para as balai.ca ; a KaheScham-
lJIIrlU (\ ti.
4 baas bezerro; a Domingos AI ves Malbeos.
SaONSUI^UI- tifcltAI..
RendimtiiUidodia2 .... i-in;'!-)
flVEKaA! PROVINCIAS. o,C0J-
lteiiiiuiiei.il de .lia 2 io'i-.n
DESPACHOS DE EXPORTACO PELA IIESA
L.ve,p,d(jalera ingle/a enevievea, Soulhall
Mil ir ii,- l.impaiiliia, .">0 laccaa -Igo ao.
Yalparaiiu, barca hambnraueuellezua, M-110.I do
N-srimento IVr-ira, 300 saces aasuear braneo
CanrPatach ingle Oiilysona, Paln Nash A
Coinpanlua, !1 H) laeroa assucir mase-vado.
Boeuos-Ay.eU ig..e hespanhol .Fclu, Bailar
& Hilvana, 2 pipas aguar denle.
Lisboa1|,rea purlugue/a oFIur de S. Simao, Re
acode(J (.minia.ilna. 47 cacos mel.
I.i-b.a Brea poilugue/.a aBerovinda, Amorim
IrrnlOS, liOO saceos as-ucar braneo t mascavado,
HKCKIIEIIOKIA DE RUMIAS INTERINAS lit-
RAES DE PEKNAMUUCO.
Reudimrnlo do da 2...... '!I0I""8J'!
CONSULADO PROVINCIAL.
Hendimenlo do dia 2..... 3:22>;3.">7
i.genos iaaporlados
ocia de
1* .lota.^._
pbre o Irelea por
o frele agenciado
-'.
fpnbiictav a$.e)i)).
Ao III."" Sr.
Jo .o Catano dos Santos,
recitado no tHcatro de Sjnta Isabel,
na (esta da recep-
i;ao, que lile 1 /. a Coinpa-
nnia.
Agora, que os aecurdes inslrumentos
Nao espalham no ar. s-01 soas cadentes,
E qoe a iiliina nota percorrendo
O iinm-uso aillo d sie templo angu-lo
Xao um echo euconir-r n'alm do Artista,
Oue grato aceilo us lesieiuuiiiios veros
D- -y n.palhia. de re-peilo e i.mor ;
Permdie que. -oltaii.l.. tm-ado a voz,
Cm meu singelu Calilo, le saude !...
Nao esperes poema sublimado,
Km que a ll-onji Iran-liiziudu a fluv.
Km vea de bull dar. de-lu-lre a c'ra
Jue sobre a fr. ate collocon-le o (ieino !
Na., busque Horcados pensamenlos
Encontrar n 1 meu canto, que a verdade
N.lo piensa ad.rnar-e, trajar galas !...
Salve, oh Genio sublime, que deia-te
A esp.sa e o- lilims. em .lisiantes plagas,
Pa.a vir.les .. 1 ., dar alma e vida
A' arle ublime de Taima, de k-an !
Salv, E-I.ella do Sul Foi la que eu vi-le
E aprend a le amar, a rrer le um Den,
Quando em mago, liaii-pories, sobre a sceni,
Traduzias pauei, e alTeclui d'alma !
tUt>t>r#ttift0,
>avios entrada! no dia 1.
Ilamhurgo e Convs 63das, do ullirn porto33
paladn lianoveriai.o c.J banneii. de l.i tonela-
das, rapiia.. J. Von BolSlel, eijuipageni 8, caig-
r.zenlas e mais genero ; a Tunen Munseu A
Cimpaullia. Perleoce a Freibma.
Terra Nova20 das, brisve ngl-z Anule l.anie..
de 19, loneladas, rapna II. Walleis, equipagem
ll), carga2.611 l.amc-s rom lia.all.ao ; a Saun
dere Brothers & C mnanhia. Perienee a S. J..|n.
dem29 dina, brlgue nales eCarolina Sehenka, 150 tonelada, c*|.ita > I .mes I.e Mrsuieir. equi-
pagein 10, caiga 2 313 ba.ricas coca b-r. il,.,. ; ,
Sinaiiim Wh.iely ,\ Coiupanliia. Perleuce a
Londres.
Navio- sabidos no mesmo da.
Araeatyliral* brasileo sKeberibe, rneslrejns
Fian- i-co de Souza, carga fazendas e mais gene-
ros. Passagern-. Antonio Ferreira Santos, Agus-
lint.o Marn. Mor.-ira.
Liverpool pela P.rahii-a e RioUranda do N'nrle
B.rea inglesa Elisa Uandia, capillo E. I.mb,
1 ni lastro,
Navios entrad.i no da 2.
I.iverpo, I:,-J ,|fa, barca ingle,a 'Conhealha, de
227 toneladas, capillo Ue. rae Richard Penny.
equioagem II. caig- fazenda emaisaeneiee; a
Ssondeis Br.ilhors ci C .iiip-olna. Pnituce a
Domines. Pa-sagelio. James R ddisl,.
Tena Nova-30das, brutue loelel E-lher Ann...
.1- 1.1 tonelada, capillo Thomei Flenung, equi-
pag-m II, carga 2,:ls barucas con bacalbao ; a
baunders Brolneis. Pe.leuce a Terra Nuva. Se
guio para a Babia
Navios -ahidos no mesmo dia.
SlorkhnlmBarca sueca oEliseiietha, cpilao J. II
K". II, rarca assucer e cuuros.
Em coii.mis-a-----Biigue de guerra brasileiro i.Cea-
rei.-e. r1.11.111.luante u piinieiro-leiienle Mame-
de Simia .la Silva.
Havre pela l'a al,ib.Barra Iranceza aCoOltc Ru-
gir, eapHao Pugllel Jean, caiga as-ucor.
vllH
1,
O ci.lad.iu Manoel Ferrern Accioli, jaii de paz do
segundo auno em Pttrririo do I. desta freguezia
de >. .I.i-o do Recite, em viu.le da Iri ele.
Faco saber a.... qe a msenle ,-aria virem que D.
Mai launa da Conceirao Pereira me lez a palela do
Ibeur goinle :
D Mnaiina .la Conceic,go Perira quer chamar a
conril.aca.. an seu drvedur l.uiz Pires Ferreira para
pagar a sopplieante a qoeaia de 220eOuO. dos alu-
gue.es da -obrado 11. 9 .1 ru.i dos Mailynos, venci-
uusaie 1. un.11..1 .le 10,\,mino pioumo pa-sado e w
eeecleacldoaaia da 12 ie aez-nlbro do mesmo an-
, no a razan de2H8 por mea, e como o supplicadu
I se tem auseulado dcsu ciJade, pata lugar qus se 1/5-
''",,l".....Aolonio de Souza, rnmnen ladot da ordem
de CIi.i-io. dejemharga nir presdeme do tribunal
du cumnierrio de peniainliuco por S. M. 0 lin-
pei.doi a queni Dos guarde ele.
Faro >brr qul p.lo mesmo tribunal nos termos
.ios a.l-. 21, 2"i e*2 do decreto n. 7:te de 23 de 110-
veinbro de 1830 Imam approvadoa os usos c.....-
merciaes que man., se segumi, aasisnados pelo .ie-
pula.i.. sec.elaiio.'e que se devein observar e cum-
plir em lodos os casos mandado* guardar pelu cdi-
go comuieriial.
Coiieccao d.s iiocommerciars da prara de Per-
i.aii.iiuco, declarados po. verdadenos pelo i.s-
l'ecli.u libunela-in -es-ao de 19 . 18,1/, de ronfyrrtli.la.le com o arl. 2(i do regula-
inenlo n. 738 de S-i de nnvembro de IKJO.
rommiasdes.
1. De venda de g*neros eslrangeiros conlorme os
pono- 3 a i por cenlo.
2. De .1 lo dedil do paz 3 por cento.
;>- "e c.....pru de dilo de 1I114 3 por cenlo.
4. De saques por compra de g.nero 1 por cenlo.
J. Ue compra e itmessa de lenas de camino 1
por rento.
Ii. De negociarao de dilas I per cento.
7. Ue gaianlia de dil-i I por cenlo.
8. De c.il.ra.ra d letras vencidas 3 por cenlu.
9. De dna ,ie ditas* vencer 1 p..r cenlo.
10. De lele oe gedrius ~
> pur Cenlo.
ll.Ue navios de caholagem
fre 12. De navos poi
1503 a 301(5 rs.
13. De unos de outi
cenlo.
14. De ditos ditos, d
pur rento.
I.>. De ixliai.tamenla pira o costera usVfstr ceajjjp.
1G. De dilo paia despelas j por cenlo.
17. Ue efTeciiiacSu d legurunobre o valor segu-
rado 1|2 por cent...
18. De l.quidare. amigaveis 3 por cerJ.
19. De dito |odiciaa 5 ,,,n < ,11 .
20. Dyeiieio des.arregados e carregados por
ua>ios arribados com avana, sendo o seu valor felo
por peritas eommeiciaea, eu em hasta publica sea
huuver 2 \\ por cenia.
Ueiereiere.
21. De venda de gneros Je esliva -2 l|2pur cenlo.
22. De f-zenda Dance zas e allen.aa i pur cenlo.
23. Ue l-eii.la malezas 2 l|pui ceulo.
24. De u.iudizas 5 por cenlu.
2. De lelias descontadas I por cenlo.
Armaztnuftm, tmbtrqnn .. desembarques de g-
neros.
26. A armazenag-m oe teneros eslrangciios no
riiiazeui do c.11.11.issario 1 pur cenlo.
27. lina nos.aiuiazeii, alian lega los e parlicola-
re> u que maicam i- tabellas ou pur ajuste pievio
pago por Inine-lre pi lu vendedor.
28. Una du as-turar e algodgo, he paga pelo com
prador o., exportador, segando laub.ni as lab.Ha.
11 ajuste.
29. D.ia de outros gneros do p.iz, he paga pelo
eudedur.
'fS, (J embarque de generes pata bordo de quacs-
quea- navios a seguir para p.iios oa.iuuaea ou por-
*gueze-, be m,g.. pelu- carretadures.
a :lt; O.io pa.a bordo de uulc.s n.vios para portes
eslraugeiros lie pego pelos navios.
32. A conourrio de gener.,8 Je Ierra para bordo
le qoaesquer uavius ou vico versa, he par cunta o
aavios,
- bretes.
33. O freles e prlmagens de mereadoriM carre-
gada. ne.u porto sao pagos nu da descarga pelo r-
ithedor.
3i. N.i.ili. prmagem para os porlosdo impiriu,
Pul lugal e Ame.ica .10 sul.
33. Paia o r.l.i.l 1 dus freles a luuelada dos dif-
fe. mes ai ii.i. be a segunde :
3. Assucar em saceos 70 arrobas.
37. Couius salgados 5 ditas.
38. (euros verdes 70 ditas.
39. Algo nlo 28 ditas.
10. As pipas calculaiii-se por ."> barricas para u
sul.
I andas.
al. Os prazos para a- vendas los gneros de es-
tiva regulara ti me/es, e paia a d.s laz-i.das suecas 8
inezes,seii 10 reali-a ios pul uieiu de letra-,
42, A venia dus gnelos de elpwlaeao ha feita a
diubeiro.
Cambios.
43. As letras de cambio sao satadas a O ou 90
dias de vista.
4i. Subre Londres da-se 1; por variavel qu.uli-
dade de dlllll'lrus isterlinos.
40. Sobre Paila da-se um franco por variave
qii.inii 1.,,|.. de duilieirea lis.
(j. Sobiv- Portugal do-.e IU0--5 lories por variavel
quaulida e de di..heno fricua.
o.. Sobre llambuigo d.-se um 10 reo por varia-
vel quuliade de oinbeiros fraCue. "
l sus di rei'sus.
48. Os sellos das irires sau pagos pilus sacadores,
excepiuame os das de dinlieiros a pie.. 10, descont
ou dado em pagamento de leirts de cambio, que
eso pauua pelos aceitantes,
19. Us curelos sao i-gus pelus compradores dos
gneros,
30. As marras do- sarcos ele assucar sao feilas pe-
lo aruuieuario, as das eaiaai de aasnca e saceos .e
algolao. cuuiu. e oulra-sao pagas pelo expoliador.
il. Os ei.larJa enlos silo pur coma .10 vendedor,
excepl..aui-se os do algodau que mo pagos pelo e\-
poilii.iur.
2. A balance, ou pero dosgeneos h> paga pelo
ven.ie loi, eateplua-ae a dos couros que lie i/oga pa-
lo 1 111 lijo alol.
.VI. A- leras de quaesquer Volantes s3o verilicadas
a vuulaoeoo c iii.piadoi ; as do a/.eile to de 18 a 20
pur cenlo, legulai.do o> ca-cos de 2 galoei paia ci-
ma, iri.do u gallo Cal. alado en. 7 !|2 libias; as dus
bains de uiaineiga fiauceaa, 2i I 1 1.,- por cada um
11.leo, e as dus barns de inauleiga ingleza 2 li-
bra pin barril inteiro.
i. Us ale-lus slo de um por cenlo de abalinienlo
na- vendas de viulio e vinagre, e se ha lilla, he ella
regulada entre os contraanle.
j. Para quebra da-e uuas libras por cada sacco
Ba venda .10 -.--urar para os aiinazens.
ti. A familia tendida a bor 10 be medida cun ra-
s.,ura, a medida .111 lena he cm cogulo.
lribunal do coiiimerno de l'rruami.ucn 19 de Ja-
neiro de I8.Y7. Juo lynuriu de Medeirus llego,
secietaria interino, o suiucievi.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
Oconaelbo dminisiraUvo lem de comprar
0 begunile :
Para as 1 liras militares.
Taimas de louro de Maoalno, duzias 3,
pregusfrancezea, libras 10, 1 julos de laiiii-
lli, uompridos, nnlhe ros G, cal pela, al-
queirea loo
senle as su-s 11.1pos.ias em caria recitada,na
Secretaria do consellio as 10 horas do da 4
de marco proxtu o viuduuro.
Sala das sessOes do conselho administra-
Vo para fin mcnit'i. lo do arsenal de gueira
2.le feveteiro de 1857. Antonio Cuines
le.1, coionel reslleme interino.Bernardo
Pereira do Carmo Jnior, yugal e secrelario.
- O lilil Si. iii-pictor da lliesouiaiia de
fazenda da provincia de l'ernaiubuco man.la
fazer publico, que nio lendo podido ler ef-
leiio a ,raea iiiiun lada para boje, por edi-
ta I le 21 do curenle, lica esta In-nsfenda
para o da de marco prximo futuro, e
ne-sedia a urna hora da tarde se recbenlo
parante a mestna Ibesou-ana os Uncos das
pessoas que quize.em preterir no afora meti-
lo do Itnenu do loile do Mallos, de que
t ala aquell-edilal o que ser concedido a
quem maior quaiitla olleiecer. como dona-
1 livo a fajen :a nacional Secretaria da llie-
sourana de fazen.la de l'eniambuafo em 25
de feveiciro de 18 7.o olicial maiur, rjui-
] lio Xavier Sobreira .le Mello.
! Pela mesa do cnsul.do provincial se
; faz publico, que os 30 das uleis paia paga
memo a bocea do cofre, dos imposto* du 4
por cenlo sobre diversos estabrieciiurol"S
1:200? sub e casas que-veiidereui bilneles de
loteras de ouiras provincias, 40/ subie ca-
sas de mod s, e
bilbar, liinlaoi--
ro, e lodos os q
deb los, lindo esle prazo, incorrem na 1111 lia
de 3 por Culo -obre os sena dbil'* --Mesa
do^consulado provincial -27 de evceiro de
1837.--o Machad.) Idos.
TIIEATRO
DR
sauta Isabel
ni ARTA-FEIKA, 4 DK MARCO.
Recita livre de assignatura.
licresenlar-se-ha o diatna em 5 adose
um quadro
1ARIARNA A YIYANDEIRA,
Joo Caelano executar o papel de bernar-
do, por .-lie crea.l 1.
Rematara o espectculo a nova comedia
em um acto
MABICOTA
OS EFFEITOS M EDUCA {AO
Aspe-sinis que eneomn.i-nJaram bilbcles
para esla recita, quei am vtr busea-l s boje
al as "> horas .la tardo.
O reato dos bilhetea que existe acbam-se
a venda no escriptorio do Ibcalro.
Principiara as 8 horas.
iros muilos irtigos que f.ira enldonho enu-
iiicre-los, os qi ue s se acllaiSa patentes no
refeiido armazem no dia do leilo, ssi 1.
como diversos escravos de n bus os sexos,
mocos, com habilidades e sem ellas : quinta
fena, 3 do correle as II lluras da manliaa.
Vl*!^
' O,
Para Lisboa lenciona sal.ir com brevi-
dade a b rea pnrtugueza Itcm-m.l.i, ca uo
Jos Arlhuno Moieir.i, por ja ler paneda
caiga pron.pla ; paia u reglo della e i.assa-
geuos, para o que offerece bons commodos:
lra|a-se com os cousi^natatios Amorim Ir-
mos, ra Oa Crnz n 3.
Aviso martimo.
. 0 brigue brasileiro HamSo, precisa de nm-
riniieiros nacionaes para soa va ge ni .. Rio
ue Janeiro : a tratar com o c piulo a bord .
1'AltA 11 Hit) DE Jv.NKIiO
vai seguir com lo.la brevi.lade o bugue bra-
sileim tlvira ; ja lem grande parle d car-
regamenlo prouipto : para o reslo, passa-
genos e esemvos a fele, para os ouaes lem
bous c mmodos Irala-se com o consigna
Uno Jos Joaquim Das Fernandes, ra da
Cadeia do liectfe.
l'Allv O RIO DE JANEIRO
segu por estes dias o bem oubecido liri-
g..e brasileiro Damo ; s rec be pasgagei-
o- e escravos a fele : a miar com o con-
signatario Jos Joaquim Dial Fcrnaudes, ra
da Cadeia do llecile.
'ari o Hi) Grande do *ul
Sahe com brevidadeo brlgue Helaropo, por
ler i arle da carga promp a : qnem qui/er
carregar o resto en-enda-se com o capiao
do mesmo, Jos Uonleiro de Imeida, ou
com o seu consignatario Manoel Alves Guer-
ra, na rus do Trapiche n. 14.
- Al 12 do curente segu para o Aca-
racu com escala peloCeara,o patacho Em-
laco ; para carga e passageirOB, trata-se
com Menoel Goncalves da Silva, ou com o
Capio a bor o.
Vende-se
o muio veleiro e bem construido patacho
brasileiro U .nstanca, ancora.Iq no qualro
da c 'ga, e rompi a ser examinado por
quaiquer prelendenie. Trata se. com Basto
& l-e,nos, na ra do Trapiche n. I".
* ara o Rio de
Janeiro
sahe no dia 3 de mano o bem condecido bi i-
giu '-agitano, anda recebe alguna cargan
passageu s: Irala se com Manuel |-'rancic.
da "ila Cani;o, na ra do Collegio n. 13,
teicei-o anda', ou com ocapitaoJosJta-
noel FUZ8, a bordo.
lolliiiiiias
pira mi
Acharc-se a venda as brm conhecidas fo-
lluiihas impressas nesta lypugraphia, das
segulnlea quali 'ades :
KUIIIMIA ItKI.ICIOSv, rontendo >lem dos
mezcs, i bibl ollicca do clinsUJo brasi-
leiro. que se ronipfle de oracOes quoli-
dianas, meihodo de assistir a missa e
coiilUso, cnticos, 1 salmos, bymnos,
cilicio de Nossa Seniora da Conceien e
11,mas oulras oracOes de gianJe mrito :
Pre?n ....... ......3011
DITa SIMPLES, cnnlcndo alni dos mezes,
a M dos circuios e varias tabellas de im-
postOS geraes, provinciaes e inunicipars;
prego.............'. 240
DITA HE PORTA, a qual alcti dos mrzes,
lem explicacOes das indulgencias e ex-
commuiih s. ele ; piuco......ICO
DITA DK 4l..\l v.\iK, a qual alm dos mezes,
conten o ahnan.k civil, administrativo,
comniercial e industrial du provincia,
I"""................ 300
Todas estas folliinhas so impressas em
bom papel e excellunle typo, e vendetn-se
em poicoea retalho : na livraiia da pragu
da 111 le. enfeuda ns. C e 8.
Una larga
DO ROSARIO N. 38.
butlCri tli
Bartholomen F. de Souza,
contimia a vender
XMWED019MUI
(sendo falso o que for vendido em oulra
quaiquer parle )
Rob l.'Mlecleur.
Pillas vegetaes de I un le.
Vermif go inglez em vidros.
Elixir anl-asu.alluco.
Frase 'S de bocea larga com rolhas, de
i a 10 libras.
Moxche
Primorosamente IVilas e as mais s'me-
Ihanies po -iveis isiiatoraes, e prego com-
modi : na ra deS Guncalon. 10. .Na me-
ma casa se doura mui bem lelreiros em litas
ele, e lamben) por p.egos minio baixos.
Rclo

A o Tara
Segu ate o lim da prsenle semana o bri-
gue escuna GraciOia, eapilao Joo Jos de
Souza, polo reeelier alguma carga n inda
a tratar c.iui o cousigu lario Antonio de Al-
meida Gomes, na ra do Trapiche n. 16, se-
gunJo aun. i.
Companhia
transatlntica de vapores
.S.lt Jos.

I
TPjjfs -
Osnperiiirvape GENOVA, espera-se aqalde 9
a 10 di. curenle, e .lepo., da .iPH.ra nec-s-aiia pa-
ra r,re!ier rar, pw.gei.,.8 e nial.,, sean par.
i.'ii..va, c.nii as tralas .le S-n-Vucnle. Uadeira,
l.i-lioa e Mar-i Iha. rrrrlie raraa cin o frele ils
navios ,ie v,|, ro,,, m,j, ,.-, ,,r reil|,N e^UniJl,
prnmpln emliarear: 'trala-se nu eserlptoiio de La-
moa Jnior tV |. al R i5.
Sdl$rf
O agente Poslana fara leo de grande
quan.ladedeobrasjle marcineiia novas e
usadas, cotisisi indo em cadeiraa de Jacaran-
da, Sof, consolo com pedra, dilo sem pedra,
lavatorio, espelho dejiCaranda, cama, mar-
que/a-, mesa redonda, aparador, louca e
vi.los, iclogios para cima de mesa, candi-
eiro, quadrosdiversos, obras de ouro e prata
urna caixa com soriim nlo completo de mi-
udezas, ludo em m ilo bom esla.lo, o que
ludo se acha palele para os compradores
examinar, em seu armazem, na ruada Ca-
deia do Hec.fe n 55 quinta elra, do cr-
ete as II horas do niaubaa.
Leilati de i.e.xes sala*
dos.
O agente Pestaa fara leilo por entila de
quem pertencer, de cerca de 5o ha iris com
peixexerneg I gado desembareajos ha pou-
co. vlndos da Una de S. Miguel: terca let-
ra, 3 ie niair-o, no armazein do Sr. Aunes,
drlVonle da alian.lega.
O lilm. Sr. con-ul de Franga nesla cidade,
cm conaequencia da relira la .lu sua lam u
para lora do imperio, I ni ieililo p.u- inler-
vencao do ageule Olivcira, da mobilia da
casa do campo de sua mora la, consisiindu
em solas, lindos consolos, mesas, cadenas
modernas de sla, mesa elstica de jamar,
aparadores, leilus de Ierro, lavatorios, espe-
Ihos, touc.iiius, laupeOes, lauleinas, apa-
relhos de porcelana para mesa, alo ogo e
tale, cryslaes, urna linda alcoiif. le Ia para
sala, e esleirs, um esplendido a mullo s-
sea to carro de quatr i rodas sem nenhum
uso. um rico piano, e numeo-osoutros ar-
ligos iiiilispeiisaveis a una casa :sexta-|Vna
ii do coi rente is 10 lunas da mam u, no si-
tio e casa gran ie que foi do ciiurgi.ui Manoel
litriiaruiuo, ni esla la de Joo de llanos
O agente Bnrjn, em mu armaein na
tua do Collegio n. 15, aia leilo de uin es-
lileinli.lo .-sin Iiiin'iil.i .te oln s de inarciiieria
de lo.las as quididad, s, una grande ijuan-
li la.le de Caluugas, vasos, enleil-s e mais
ubjeciosdeliuissi.ua porcslana, e gustos
lliodeiiiiss.ii.o.-, anua aqu nao valos, e uu-
de ouro, de p tente inglez veinlem-sc no
arTna/em de i'ostrou Hooker \ i omuanhia,
esquina do larg,) do Corpo Santo n 48
- Loiz de sa -vranjo, na ra do lirum n
33, armazem, lem-para vn.ier neos vas s
liara llores, viudos de l.isb >a, para c-im mais
fcilidade se poder ver, lem as amostras o..
loja de mug de Jus:ino Antouio Pinto,
atrazdo tairi.oSanio
Antonio l'erci'a Mendos julga nada
de'er a pessos alguma, (amo da-provincia
como fra della, coi tu lo s Rlguem *e jul-
gar sen eredor por quabiuer Ululo ou forana,
aprsenle a cunta para ser paga, isto. al o
lim do prsenle mez. .
U aballo assi^na.lo agradece cordial-
mente ao Sr. ni.i'niii Jos Uias o Iralamen
to e obsequioso enterro que fez a seu cai-
xeirn Miguel Gorc,alves do Psso, sobro hd"
do annunciaola-i Oonr;ii|.es da Cruz
A pesoa .facl'la ie de >'aartli, qu'
procurou na iua cstreita do liosa io desta
cidade o sonhor da eserava Joanna, fgida
desde Janeiro do auno passadr, pode diri-
girse a mesma rus, sobrado n. 28, terceiro
an lar, que ahi o encontrar.
< meio bilbete d lotera do liio, pri-
meira lotera a favor das obras do recolhi-
mento de Santa Thereza, de n. 5398, per-
teu.-e a Francisco Jos Comes, do engiiho
Ar-n.lu', e esla em poder de Domingos da
Silva Campos.
Urna pequea casa terrea mei-agua,
na freguezia da Boa-Vista, no b-cco dos
Ferreiros n. 4, a qual tem 28 palmos de
Trente o 30 de fun los cozinha epiaipads
i elo rundo, avahada cm iinil-n mi a qu -I casa
peiteoce a II llana Joaquina Martina, vaia
praca a requerimenlo d Di l.uiz de Carva-
Iho Paes de And.a le, curador da mesma I).
Marta Joaqun 1 Martins.
Avso imp pian e.
O prnprielario do deposito de charutos da
ra larga do Ilusorio n 3 convida aos seus
freguezesque ten am dbitos no mesmo ie-
P"Sito, de irem salda los no prazo de 15 dias,
e quando o uo faQarn, serao chamados pe-
los seus nomes por extenso tiesta fdha.at
salisfazerem seus devi os pagan-cntos.
Lotera da pro-
vincia.
Corre am tniia.
O abaixo assiguado an-
da tem mu resto de seus
milito f.:iizt s b I leles, mis
'ojasji aunuitei. ti is. Pur
Saluatian>'do Aquiuo Fer-
reira, Jos Fortunato do?-
Santos Porto.
8ellins.
Os mu- bemarahaa;.!* sellins de pa.
Ir-nle inalez q.ie cvi-ls-m un rn^rca,1o;
a s.'ii la nu irmii-m da U -inm
Konkr-r e> <".-. 'squina do lar:o dn
Culpo Santo u. iH.
Vende-se ou srrcnla-se o sitio Estiva
de cima, no lugar da Ibura, com casa de vi-
venda e arvuredns de Imclo-, te. ras para
planlacOase criaeo, baiza paia c pim e
c.inna, motas, porto de embarque : quem
pretender dj.ija-sc a prai,a da Independen-
cia ns 23 e 21,
-- Cotnpra-se a cullecrfo desle Diario do
mez de Janeiro .lo crreme anuo : na livra-
ria ns 6 e 8.1a |i ac la l-ldepen leticia.
Ven.le-se urna canoa de I 400 a 1,500
lijlos : a fallar no Afogado com Manoel Al-
v. s l.ima,
Continua estar fgida a parda csrrava
Rosa, que desde o lia de fevereiro desap-
arecen le c-sa le sua senhoia, com os s g-
iraes seguinles : baixa, gorda, lem alguna
apalbeladez, e he co ihecida i ni Jaca-mulle:
I roga se as auloi ida.les policiae e a lo las as
I pessoas que a encontraren! que a levem a
casa da ra da. Larangeiras n 26, que seo
generosa mane recompensados. Protesta-so
desuej cont a i|ual.|n.-r pessoa (|ue a liver
jo.collado, por consta, qiieseaeha icfugiada
no lianro de Santo Amonio, por ter sido en-
contrada a nuie.
-- Vende-se urna boa preti crioula de
i.lade de 3o alios, que |,va, cozinha e en-
gomuiii alguma cusa : quem a nielen ler
mnja-se a ra da t ruz n. 30, das 7 as 11 ho-
ras d man Sa,
Compra-e orna eserava que bem sirva
para bem ven ler fazeu-las, es a ida le u.>
ex-v.ia a ns anuos : trata-se ua ma da Cruz
11. 30.
Paga-sc bem
a ollieiaes de f. nileiro. que qoedrasaj irsba
mar de jornal ou emorolla ,, na ra Nova,
deirouie da igreja da rjoneeieSo.
MAESAS FINAS
No
deposito
1)0
PATEO DES. PEJIIO
MOTB.
1' ra de man fia se almocar. a
.l-IWA.
Pe lorinha excelleiilu,
BiscoulO docee torrado,
Alv .assucar refina lo.
; Mas Hilo com ..Ssiis de gente I
l'a casa o dono uflo mente,
Pois se quer acreditar.
Freguezes! vmibam comprar
Por inulto pouc-i dinuciro,
Caf e clu brasileiro,
l'ra de manhiia se almocar. .
Pescaras.
i.sfl?fL?.T.de am" I*1 que emenda e
l'E-(.\RI VS de costas, de r, ,,e lapam,
para lomar conla dea-una i EUF. emlksin es-
tado, multo man ira, e que ,.e.|e poucas
pessoas para pescar : na ra d' mrora u 0
DAGUEaREOTYPO.
No aterro da boa-visir n. 4. lercciro a-
dar, conltuiia-se tirar relalos pelo vo
systema orte amer.cari,, a mesma casa
ven le-se u i a cxcllemo macona de meio
com lodos os nerlences, par fazer r-lalos
de dsguerr oty,.oe de pliolographia, em oa-
pel, vidroe inarlim.
-- (Jlrorece-seum rapaz brasileiro fle bon
costumas, o qual ia Dador de sua conducta,
para administrador de engenhn. ou oulro
quaiquer eslabelecimento : queaii de seu
presumo se quizer militar, diarse ao en-
genbo Viraco, n. freguezia de Seiinhaem.
que ah achara com quem tratar.
Os abaixo assignados deelaram pelo
presente que uingoem pode-a a-er negocio
ou l ansaccao alguma com a fai.rica da cha-
peos de Mu-o de .. w. Mili siu na ra do
iieslino no bairro da Boa-Vi-u, por se a-
chai hyiiolhecada dita fabrica aoabano as-
signados, desde o primeiro de outubro de
lno6 Ciislianni & Iruiao.
-- l'ieci a-sede um caixeiro com p'atica
de tajjert). ou sem eila : no largo da llibcira
de S Josao, I.
-- Na sexla-felra passsda, de fevereiro
desappareceu a prela tnastacia, creoula, (
falU de denles na frenlo, levou veslijo
de 'osaeum panno da i.osta, lie alia ai
docoipo, no da 28 f>i vista em una das
tabernas da S ledade deriome d i q larlel, c
depois as ras das Cruzes o Cadeia de
>anlo Amonio, lambe.u s supirj- que as-
leja em Bleui : quem a pegar, leve-a a ras
la Cadeia ue Samo Antonio n. 7, que ser
recompensado.
Hospital lodos os Santos da veneravel ordem
terceira de S- rranciStO.
Para o mesmo precisa se de um enrermei-
roede urna eiifermcira, aquelles de nossos
irm .os que esliverera n caso de exercer
nos lugares, avisUdfts eslaiutoada or sin,
iinjain.seao iraio mimslro, no pateo do
Carmo n lli
K.iUram ao aman'iecer.lo dia 26 do
crreme do p nneiro andar do -obrado n 1
do pateo du ie ?i,algu.ii.s pecas de rouea.
eousisundo eiu varios vestil.s de ca-sa c
cambraia, blancos e de cor, aaias, camisa,
lencoes, lochas etc. lesconUi-a ser urna
prela ; qnem souber de algn desle* bice
ios, ou a qu m f0, ol .-rec do p lavar ou mandar no atlo sobrado, oue sera
lecompensado. H
-- l-ugio no dii 28 do p.ssa lo o moloquo
teiie.l.ao. ,ie ,da le 12 a annos cor prela,
bonita hgura tem em Ca la radio -es j. ,*, e
na lace do ro-to urna marca que pa.ece im-
pigem.levou va*ioical(;a azul.ca.n sa bran-
ca, cli.pao o couerj. lie mu no do xiouor
lua-liaSajo ca.Tiinbo de S.lo F Mt ido
Uuique, p.,r ser a pessoa qua% VOn leu del.
.,"", ,rU* W,4,U" ,9- "a par. ven Jar
cha de familia muilo si erior, da-sc a i.os-
tras a I50..0rs. a lu, a, bau-s .nuil nova*
alflrJOa ar oba. em Caiuslras pequeas,
que so lem una ar-uba, .iuij >s oiuilo fres-
caes Cliegado* pelo vapor, a 1J6J0 Cada um.
U sr qua no Diario de 2 do crreme
snnunciou querer oquiprar um engen o
perlo de emuaique ou amercado, ann.in-
cie sua morada, ou dirija se- ra do Livra-
inento loja de fazendas n. 38, queachara
com quem tratar, com uin eugenho que lem
as coi.iuiodida les que exige.
r'ai-se liypolueca em urna ptima m-
cama, pela quauli. .i t uoo;, a prazo de um
anuo, passatido-se 4 leliaaf pa^av is de Iros
em ires mozos iuclui.lo^|o loial o premio
coiiveiicionadn, eslipulaBdo-se mais, que
sendo possiv.l se pagaia to la a quan an-
tes do praxo aem descomo sigua) : quem Ihe
couvier dirjase ao labeliao Sa. que esta
autu isad.i a convenciouar, e dar as explica
cosque mais so exwir.
rrecisa-se de 800? rs. com segnranca
em um reto moco, com babdidades : que n
quu r esle nego.-io procure ni ra da Sen-
zala velha n 68, que se dir quem quor.
I'recisa-se alugar una preta cativa para
casa de pouea familia, paga-^e buin. ag a-
laudo : no largo da Asseuibla n. 12, pri-
meiro andar.
Precisa-seda nm escravo para o ser
vi;odeca-a estraiueira : na ra do Trapi-
che Aovo n 12, pag.-se bem.
Cxfs nor.uviMErtr.io.
Neste eslabelecimento ha um sortimento
dectiarutosda Haba e tlanilba.
Mioma/ Pevn, subdito ingl -z, retira-
se para a Europa.
Precisa -sede urna ama secca: no pateo
io Terco n. 4.
0>r. tntonio Lopes Braga tem cartas
viudas de Lisboa na ra do Trapiche, arraa-
i- m de n 7. de Kehcian Jos Goaaaa.
O al aiate Lucio, na ra da adela do
tecife n. 4!). precisa de bons outciaes de
casaca.
Lotera
I> V
provincia
Q
arta-feira 4 de mar-
co he a tx.r*<;ao, peUfl 10
lluras da manlii.
I*. ..Ljiyme.
Precisa-so de urna ama para um ho-
mem de i lade, que cozube, engomme c lo-
me cont- la casi : esquina da ra da
Jloeda, loja do Si. Porto, so dra qaea he.
sr f'aissianu Uottteiro la Franca dei-
xou de ser ca viro d- ndame Ihesrd des-
de O illa 25 de T.-vereiro de IN.S7
Antn O Comes de Araujo fiz veras
p ssoas que lem penhores e u seu po ler,
que os venh- tirar no ura/.o de s ,|ias, quan-
do nao serao vendidos para seu pagamento.
Preeisa-sealug raatacacraw, que sal-
ha ven ler na ra : na ra do l'adrc Maria-
no ii :it
ivrdeu-s na noite de S7, indo ai da
ra .la Cruz para l malriz de .s. lose, na
Cinco l'onlas, urna polccra esm-lia la de
azul cl.ro : quem a adiar, qucienlo-a en-
tregar, dirja-se a ra da Cruz, ca casa do
llr Cosme de Sa > ereira, priuitiro alijar,
que aln ser lie.n recom|iensadu
A pes-oa que aiiouiicion quer com-
prar um i efe com um Creado, dirija-ec a
ra I rga do Itosario ti :.'
Umedico Anl.uno Comes Tavaies vai
a Luropa com soa lam 1.1.
M mi s .-i pe re-.
Na fun lico de C. .S,arr t Couipanhia, em
Sanio viniro. ach.im-so p.i'a MnieW moeu-
das de calina ludas dr felu, de tuu lliudcllu C
cuiisiruc^ao uiuilu sup^nuies.
ILEGIVEL

MUTILADO






DIARIO DE PERNAMBUCO, TERCA EIKA :, DE MARCO DE 1857.
.
SEGURO COM'KA FOGO.
Companhia Allianre.
Estabelecida cm Londres, em margo de 1S24.
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tero a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
a quem mais convier que estao plenamente au-
lorisados pela dita companhia para effeciuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e [e-ira, cobertos de
tlha e igualmente sobre os objeclos que contiverem
os mesaos edificios quer consista em mubilta ou
a fazendas de qualquer qualidade.
Subslucao do
arcano a potassa
pelo barato preco de 5,200
por una lata de 10 libras:
,noartnazeti) de I>*. O.Be-
ber & C, ra da i inz
ii. 4.
| DENTISTA FRISCEZ. g
J? Paulo lijinnoo dentista, ra Nova n. 41 : **
'-~ na mesma casa lem agua e pu dentrifice. y
Aliga-*e a anliga casa de vender plvora, na
cidade da Olinda. cora bom sitio, baixa para capim,
e bu* casa de vivenda ao p : qaem pretender dita
rasa dirija-se aua do Vigario n. 31.
1 J. JANE DENTISTA |
JiJ conliiia h residir oa ra Nova n. 19, pri- "<*J
'>':* meiro andar. $-
fleparligao da vaccina.
O couimissario vaccinador vaccina as
quintas e domingos de todas as semanas, no
torreSo da Alfandega, e as tergas-feiras na
casa de sua residencia, primeiro andar do
sobrado da ra Nova, esquina da do Sol, das
7 as y huras da maullan.
Na ra larga do Ko/.aiio esquina
do beceo do Peixe frito, no segundo an-
dar do Sobrado n. 9, continua a dar co-
mida para fora com todo o asseio, e por
preco muito em cunta.
Precisa-se alugar ora preto possante,
embora seja bruto, para'trabalhar mensal-
mente nesta typographia, dando-se o sus-
tento : na livraria ns. ti es da praga da In-
dependencia.
OFFINA DE [LYTHOtiRAPHIA-
lina da Cruz n. 25
O dono desta oflicina tem a honra de an-
nunciar ao respeitavcl publico, que se acba
sempre prompto para executar com perfei-
gSo e brevidade todos os trabalhos coticor-
nentes a arte lythographica, assim como
contas, facturas, lettras, circulares, pregos
correutes, qualquer desenho, vinheta ou
emblema, etiquetas de todas as qualidades,
bilhetes de visita, de participago do casa
mentos, etc., impressos em ouro, prata e co-
res. Imprime-se tambem ctmi a maior bic-
vidade carta c&mmarciaes e precos corren-
tes, authographos da mSo Jos donos, para as
sabidas dos paquetes, ele
O abaixo assignado declara aos de-
vedores de Aureliano ti Andrade, que rfao
paguem seus dbitos senao ao abuixo as-
signado, dt) contrario terao de pagar se-
gunda ve. Recife, 1 ~t de feverciro, de
1857.Manoel Jos Leite.
ADVERTENCIA.
O procurador da cmara municipal desta
cidade avisa a todos os Srs. dorios de estabe-
lecimentos sugeitos ao imposto annual de
21 o tira., que o prazo para o pagamento
principiou no primeiro do correnle, e linda-
se no ultimo de margo, prximo futuro, e
previne aos mesmos Srs. que nSo se guar-
den) para os ltimos dias, por nao ser pos-
sivel assignaretn-se todo a um tempo.
Na ra das Trincheiras n. 8, loja de
lartarugueiro, com a frente pintada de ver-
de,! coinpra-se efleclivameote tartaruga, e
paga-se por mais prego do que em outra
qualquer parte.
Jos Joaquim da Cunha Guimares,
estabelecido com loja de tartarugueiro, na
ra das Trincheiras n. 8, quem entra da ma-
triz ao lado direilo, avisa ao respeitavel pu-
blico e aos seus freguezes, que recebeu de
franca um completo sortiineuto de obras de
tartaruga, como puntes para alar cabello de
differenles qualidades, ditos para alisar,
marra la, e para meninas; alm destas obras
tem no mesmo estabelecimento um bom sor-
timento de penles, caixas, ludo ah fabri-
cado ; assim como se concerta qualquer
obra de tartaruga, por precos commodos.
O Sr. Francisco Cavalcanti Laccrda,
que morou no engenho Piabas ou Quitindu-
ba, e que hoje acha-se residindo para as par-
tes do Arraial, (yir.va dirigir-se a distilaciio
de Franca, na pi. Jte Santa Hita, que muito
se llia deseja fallar, e tambem ao Sr. Jos
Rodrigue* Lima, ha pouco chegado de Bar-
reiros.
Aos amantes do bom gosto.
Sao chegadas loja de chupos de sol do
aterro da Boa-Vista u. 22, as muito afamadas
o saborosas tamburas, em bocelinhas, pro-
prias para fazer-se presentes, chegadas lti-
mamente da Turqua ; cheguem, freguezes,
Jac.
mil ia,
na ra
Precisa-se paia casa de pouca
de urna ama para todo o servico :
Bella ii 20.
Preciaja-se alugar una ama forra, que
saiba coznnar, para casa de fmilla, podan-
do esta vir as 6 hura* da inanlia e voltar as
5 da tarde : do aterro da Boa-Vista, loja de
blindes ii. 56.
Deposito
de jolas e obras de ouro do II. A. Boettger &
Companhia, de Hamburgo, aterro da Hoa-
Vista n. II, onde se echa um rico sortimen-
to- de iodos os g'eneros desles arligos, que
se venden) por preponais conimodo dp que
em neohuma parle, por seren de propria
fabrica, em grosso e em rctalho ; tambem
fazem-se aqu conccitos desles artigos c
gravam-se sinetes e sellos.
Feitor.
No engenho de Santa llosa, freguezia da
Luz, precisa-se de um bom feitor para o
campo, o do um bom carreiro forro, e se for
escravo,couipra-se.
CO PARA
DENTES.
Joe Anacleto da Silva, dentista e sanerador,
veuile, etn soa NN, na ra da Camboa do Carmo
ti. '20. o minio acrfdilado Paraf ua\-Koui odoolal-
rico, elixir plerjo^oidimo otlonlalsiro, elixir epla-
philinu otlonlalRico, especficos infallives para ap-
plarar e deslruir as dores de denles pela caria a Ir
e -niim .i frasquinho, com um folbelo que indica o
rnellicr melbodo de se applicar, assim como pos deo-
lifnce e inico para conservar a (impar perfeila-
meute os denles, em alterar o marmore polido, for-
talece as sensivas e as cora de um bello robado,
previne o mao prugresso e dores de denles, e deixa
a bocea nina frescura e hlito mili a^radsveJ, lam-
ben cura as dore de denles a qualquer pessoa que
for a sua casa, a qualquer hora, nos seis dias da se-
mana, ou tira-os tambem, senou preciso, nos rio-
mingos, na ra da E'peranca, no sitio da Floresta,
ao sair para a estrada do Manguinho.
O doce do
59 a.
A confeitaria 39 A, confronte ao Kozario
em S-nlo Antonio, recebeu e continua a
vender o verdadeiro doce da casca de
goiaba.
Precisa de urna cozinheira : na ra do
Crespo n.9, deposito de velas.
Liquidacao.
Pomraateau, aterro da
Boa-Vistan. 16.
Tem a honra de prevenir as pessoas que
desejam comprar una loja com fazendas ou
sem ellas, para se aprese.nlar a elle para ter
informales, e para tratar a este respeito.
Pmuiateau
previne as pessoas qu mandaran) alguns ob-
jeclos para serem convertidos por elle, para
os mandar buscar daqui al o da 15 de mar-
go, do contrario er3l> vendidos para o pa-
gamento dos concerios ; approveita mais
desta occasiao para pcdjr as pessoas que lhe
devem, para ter a boudade de lhe vir pagar
os seus dbitos.
Pommaleau e sua senhora rctiram-se
para a Frauca.
Rui ROTA N 34.
Madama llosa Hardy recebeu de novo um
rico sortimento de chleos de sedas para se-
nhora. na mesma casa vendem-se para aca-
bar, chapeos de crep do cores para senhora
a 6-5, enfoiies de cabeca de senhora, e rani-
tas Bulras fazendas.
Precisa-se de um administrador para
tomar contade um engenho na provincia de
Alagoas ; a tratar na ra do Crespo, deposi-
to de sabiio c velas.
Directora das obras milis
tares.
No quartel do Hospicio, e no muro que o
divide com a Faculdadelde Direilo, se preci-
san) de alguns reparos :, quem delles se qui-
zer encarregar por impleitada, achara na
directora o respectivo orgamenlo.
O Sr. Manuel Fernandes Vianna tem
carta na ra do Queimado, segunda loja
n. 18.
Deposito de assucar j>e-
rola da refinayao do
tlonteiro.
4 No largo do Paraizo n. 28, se acha sempre
o exceileiite e puro assucar denominado pe-
rola, cujo uso se torna recommenoado com
preferencia ao chamado retinado, por quan-
to de sua pureza resulla o beneficio dos pul-
moes a quem quer que os tiver affectado, e
prolongando a boa conservadlo daquelles
que esliver isento de qualquer incommodo.
Sem medo de errar aflirmo que os medidos
niiis habis desta provincia recommendam
o uso desso maravilhoso assucar, porque
alm de saudavel, a sua cor bella escode a
do jaspe, fazcudo banir a repugnancia com
que mudas vezes, por falla de recurso, ado-
cavamos urna cliavina de cha com esse outro
assucar, que alm de impuro, quasi sempre
tem um cheiro que nao he o proprio do as-
sucar, e depois, prego por preco, deve ser
preferido o perola. Tambem se encentra
ueste #eslaI>eleeimento cafe chumbado do
Rio de Janeiro, do Principe, de Macao, e da
colonia de Jiaitiny, tanto em caroco como
moido, sendo o ue caroqo a 200 rs.'a libra,
e o moidd a 320, bolachinhas da fortuna a
300 rs a libra, ditas de araruta, biscotlus
alijados, e outros muilosa 400 rs., charutos
linos, phospboros para sala por nao conler
enxofar, ciia dos Indijs, agua de llores de
iarangeiras, e nos domingos e dias santos
havera sempre pudim de leite de vacea a
480 a libra, apezar dos ovos eslarem a tres
por meia pataca : o sorlimenlo sera de urna
c de duas libras, fazendo-sc maiore', luyen-
do encommendas na vespera dos indicados
das. Tambem se preparan) compoteiras
com baba de moga, sendo feita com leite de
vacca, ou de coco, conforme a vontadodo
comprador; assim como tambem se rece-
bem enconimeodas do saboroso doce de
ambrozina. Ue domingo en> diante to ios os
dias, iiaver venda o pao de provenga da
padaria franceza, por ser na verdade o me-
1,101 1"e ha no mercado ; assim como tam-
bem lera p.io redondo do inesino fabricante
O geneial Seara precisa de um per-
'eitoco/jnheiro: no ateno da Boa-Vista
n. 38.
Precisa-se alugar um bom cosinheiro
para o rstabelecimento dos engenbeiros nos
A logados : dirija-se ao logar cima.
Jolin l.amli, subdito inglez, segu no
vapor lliamar para Inglaterra.
Quem apprehender oescravo donme
Leocadio, bem preto de cr. idade de 18 a
20 anoos, nariz chato e ventas arregazadas,
cora signaes de surra, queira levar a Jos
Alfonso Frrreira, no consulado, ou a fran-
cisco Correia de Barros, no engenho Santa
Hita, que sera bem recompensado.
O aliaixo assignado vende o engenho
Boa-Sorte, de moer com agua, com trras
muito productivas, proporcoes para salrejar
tres mil pues de assucar e extenco para le-
vantar-se oulro tambem (Tagua, nflo se exi-
ge dinlieiro a vista, couccde-sc seis anuos
para dentro delles o comprador fazer o pa-
gamento com as qualias que mais lhe con-
vier, tirando sujeilo a pagar os juros de um
por rento do mez de maio de 1838 em dian-
te, de qualquer quantia que licar restando
< comprador, devendo o engenho comprado
hypothecar-se para seus pagamentos.
Francisco Elias do llego Dantas.
Quem precisar de urna ama de leite di-
, que a I rija-se a travessa do Monleiro, loja do so-
companhia oferece a'S segurados. Para fa- lirado amarello, que achara com quem traUr.
cilitar os seguros pequeos, acaba a di reo-1 L'm moro que est arrumaco, mas por
cirruinslaiiriasdeseja-se arrumar de caixei-
Precisa-se de urna ama que saiba cozi-
nbar, para una casa de pouca familia : na
ra da Aurora n. 30
Da-se cutis a premio sob hypolheca de
predios ou penlior i!e prata ou ouro : quem
pretender aiinuncie.
Perdeu-se uo viveiro da Passagem da
Magdalena at a ra do Cabuba, una caixa
cun mu aliinete, a urna roseta esmaltada de
verdenom rubios, quem a .chou, querendo
restituir, dirija-se a ra da Cadeia de sanio
Antonio n. l, que se1 a gralilicado.
Por ^1.^0(10 ineiisaes.
Anda se lomain algumas eucon.niemlas
pa>a almogos e janlares, sendo os almogos
de cal ou cha, e os jaulares constaran de
seispralos diversos: para i.formaces di-
rijam-se a ra Imperial n. 29.
M. A. Caj' iV Companhia vendeni a
1500 lindos cortes de caseinira de ulgodao,
casacas oe panno luio lora da moda a 20s e
a 15/000, de cores com gola de velludo, dila
de merino 103000, e dita preta ; todas estas
obras sao de boas fazendas : na ra Nova
n. 18.
Na otaca da Boa-Vista, taberna n. 4,
precisa-sede um caixeiro para a mesma.
Na Soledade, defruiile do palacio, pre-
cisa-se de um pegueno portuguez para cai-
xeiro. i\a mesma so vende um moleque pe-
queo do 8 para 9 anuos.
Solicila-se passaporle, folha corrida
com a possivrl presteza e por mdico prego .
na botica grande da ra do Collegio u. ti,
ahi achara pessoa competentemente habili-
tada.
O abaixo assignado deixou de ser cai-
xeiro doSr. Manuel Tavares Cordeiro desde
o dia 27 de fevereuo prximo passado, e
approveita por este meio a occasiao para llie
poder agradecer o bom tralainentn que do
mesmo senbor recebeu durante o tempo que
em sua casa esteve. lenle 2 de margo de
1837Jos Dias lrandao.
Fazcm-se enfeites de cabega ora se-
nhora, e tambem se vende, ludo da ultima
moda, e por prego commodo : na ra dos
Martyrios n. 12.
Quem precisar de urna ama de leite,
dirija-se a loja do sobrado amarello da ra
Augusta.
Precisa-se de urna ama para casa de
urna familia que se compoe de duas pessoas:
na ra do Nogueira n. 26.
Do sitio do Tasso, da Cruz das Almas da
Ponte de Uchoa, desappareceu ha das um
Jac (passaro do Para) todo preto, com ajbar-
riga parda, bico encarnado com a pona
preta, com urna poupa na cabega : quem o
achou ou delle der noticia ao mesmo Tasso,
ser gratificado, psgando-se-lhe o valor do
mesmo passaro.
Precisa-se de urna ama ou mesmo um
moleque que coziuhe bem : na ra do Quei-
mado n. 46.
Precisa-se ,de urna ama forra ou cap-
tiva, para casa de pouca familia, e que
faga compras : na ra da Cruz n. 50, depo-
sito de charutos.
Lotera da pro-
vincia.
O Sr. thesoureiro manda fazer publico
que se acharo venda nesle escriptorio, rua
da Aurora n. 26, primeiro andar, grande
porgao de bilhetes, mcios e quartos da
lerceira parte da stima lotera da matriz da
Boa-Vista, cujas rodas andam no dia 4 de
margo do correnle anno. O Sr. thesoureiro
manda declarar aos senhores jugadores, que
existem numerages sortidas,eomo tambem
os bilhetes vendidos neste escriptorio nes-
sas ultimas loteras tem sido muito afortu-
nados, por isso espera que elles concorre-
ro para que continuadamente nao (quem
tamanhas porgOes de bilhetes por vender,
como sempre tem lici-do. Thesouraiia das
loteras 21 de feverciro de 18.57.
Jos Januaro Alvc s da Maia.
Kscrivao das loteiias.
Companhia
DE
SEGUROS MARTIMOS.
SEGURIDADE.
AGENCIA FILIAL,
registrada no tribunal do comincrcio desta
provincia.
EITectua-se qualquer seguro sobre navios
ou carga, a condigoes mui favoraveis : as
propostas aceilam-se em casa dos agentes
Isaac, Curio $ C, rua da Cruz n. 49, onde se
pode tambem saber as conveniencias,
%ompt*&
Compra-se um engenho de fazer as-
sucar, sendo bom de terreno, cuja localida-
de nao seja muito longe do embarque ou
mercado, que nao seja suieito a coinplca-
gcs, etc. : quem o tiver annuncie. Prefere-
se sendo d'agua dito cngerJbo.
Compra-se urna cabra bicho, que te-
tilla leite : na rua do Crespo n. 9, deposito
deposito de velas.
~ Compra-se tima casa trra com com-
modos para familia, as freguezias deSanto
Antonio, S. Jos e Boa-Vista : trata-se na
rua Augusta n. 17,
Compram-seeffeclvamcnte na rua das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e da divida provincial, assim
como aegoes das diversas companhas auto-
risadas pelo governo.
Compram-se 2 escravos do 14 a 16 an-
nos: a tratar no escriptorio de Jos Joa-
quim Dias Fernandes, rua da Cadeia do Re-
cife.
Compra-se urna casa meia-agua, que
nao exceda seu aluguel de Kg a 5/rs., por
mez, em qualquer um dos tres bairros a
tratar na rua de llortas n 64, at as 9 horas
da manliaa, ea tarde das i oras em diante.
Compra-se urna selecta franceza em
bom uso : na rua de Santa Hita, sobrado n.
85.
Compra-se ellectivamente bronze, la-
to e cobre velho : no deposito da lundigao
da Aurora, na rua do Bru, logo na entra-
da n. 28, e na mesma undigao, em Santo
Amaro.
Betti>t*
palitos e camisas fbance/.as.
Vendem-se palitos e sobrecaaacos de pan-
no uno forra i >s de seda a 20/000, ditos de
casemiras decores com gola de velludo a
25*000, ditos de alpaca a 6, 7, 8, 10 e 12/000,
caigas de oasemira preti e do cores a 10 e
12/000, colletcs de todas as qualiddes, ca-
misas brancas e pintadas a 24, 28 e 30/000 a
duzia, aberturas de linho a 6s000 a du/ia,
collarinhos a 2/000 a duzia, chapeos para
homem, ultima moda, ditos de feltro de to-
das as cores, gravatas e luvas de todas as
qualidades, e charutos linos do melhor fa-
bricante da Kahia : na rua Nova u. 4.
CHAPEOS PARA SBNHOBAS.
A loja da rua Nova n. 4, recebeu pelo ulti-
mo navio francez, os melnores e mais mo-
deinos-chapeos de seda com ricos enfeites
para senhoras, e para meninas de 1 c 8 an-
uos : na rua Nova n. 4.
para a qiaresm.x.
Vende-se grosdenaple prelo superior a
2/200 o covado, setim preto maco a 3"H)00 o
covado : na rua Nova n. 4.
Aguina.
Vende-se a agulha que foi do lioado Ma-
nocl Jos.'. ieira Qnit, bem conhecido por
os praticos, c acreditado por os senhores de
engenbos ondeo fallecido com ella desem-
paiou duvidas. Assim como se vende um
glebo armilar, quatro mappas, sendo dous
grandes c dous pequeos, muito superiores
livios de nauiico.uns e outros objectos.ludo
barato para acabar e desoecupar o lugar on-
de existem : na rua da Praia, arraazem
li. 10.
EscrVa.
Vende-se urna escrava de meia idade, co-
zinha o diario de una casa, o sem vicio al-
gum : na rua di Praia, armazem n. 10.
-- Na rua da Cruz n. 50, armazem de San-
ta Barbara A Companhia, vendem-se eflecti-
vamente caixOes vasios de todos os tama-
itos.
M loja
das seis portas
EM FRENTE 1)0 LIVRAMEiNTO.
Cinco patacas o covado de sarja hespa-
nhola, larga, nobreza de dilTerentes largu-
ras, qualidades epreco, saias para senhoras
a dous mil reis, cortes de vestidos brancos
com dous e tres babados a dous mil r-is ca-
da um, corle s de cassa chita com 7 varas a
quatro patacas, riscado irangado pararou-
pa de escravos a seis vinlens o covado, chi-
tas escaraa a meia pataca, e de cores a seis
vintens, e todas as mais fazendas, por pre-
gos menores do que em outra loja.
Vende-se urna preta moga, de nagSe,
boa quitandeira : no aterro da Boa-Vista,
taberna n. 42.
80 RS. CADA M LENCO
Na rua do Cjueimado n. 19, vendem-se len-
cinhos de rassa para meninas e meninos,
pelo diminuto preco de 80 rs. cada um.
Vendem-se na rua (lo Crespo n. 16, es-
quina da rua das Cruzes, casacas de panno
lino preto, palitos de gorgurao de cor, ditos
urelos, ditos de seda clara, ditos de brim
branco e de cor, por baratos pregos.
Vendem-se camisas para homem, a du-
zia 14.-000, e para meninos tambem por bai-
xo prego : na rua do Crespo n. 16, esquina
da rua das Cruzes.
[\a loja das seis
Vende-se um moleque peca, limito lia
do, de 9 anuos de idade, propiio para urna
casa que o queira formar a sua mao : na rua
ilos Marlvnos n. 14.
DOCE 1021 DE CA.ll.
Na rua do goeimado, loja n. 2. vende-sc
llore secco da caj*, o mais liem feilo que
he possivel, em bocelinhas proprias para
presente, e de calda de todas as qualidades.
Sobrado *e dous an Ven le-se o sobrado da rua do Rangel
n. 60, de dous andares, em chaos proprios :
a tratar na rua do Collegio n. 5.
-- Vende-se urna grade de Ierro para va-
randa, rom 21 palmo do romprido : a tratar
na rua da Cadeia do Recif B. 25, defroiitc
do becco Largo.
Come de forro.
Vende-se robre do forro de todas as gros-
suras : na rua da Cadeia do Recife, loja
i). 64.
Trillas de vldro.
Vendem-se telhas de vidro, grandes fl pe-
queas, por prego commodo : na rua da Ca-
deia do Recife, loja n. 64.
Chumbo em leii^l
Vende-se chumbo em lengol, de diversas
grossuras : na rua da Cadeia do Recife, loja
n. 64.
Folha de (landres.
Vendem-se caixas de folha le (landres, de
todas as grossuras : na loja da rua da Ca-
deia do Recife n. 64.
Vendem-se s ceas com farinha muito
fina, e deilam um alqueire de medida anti-
ga : na rua da Cadeia do Recife n. 55 ao p
do arco da Conceigao.
Na rua do Queimado loja n. ">9, pin-
tada de amarello, esquina da Congrega-
<;fio, vende-se a melhor era de carnauba.
que tem viudo ao mercado, a .SOO a
arroba, e sendo etn porcSO se tara' algu-
ma dilierenca.
Atttnyao.
Vende-se ou arrenda-se um tergo das tr-
ras que pertenceram ao antigo engenho
Mombuca : a quem convier, pdedirigir-se
a rua da Cadeia do Recife n. 20, que ahi se
indicar,, quem he a pessoa habilitada a dar
todas as informares, e a fazer qualquer ne-
gocio.
Vende-se um sobrado detriorado, com
rilaos proprios, em (Huida na rua deS. Ren-
to, ad verte-se que he o ultimo defronte da
igreja : na rua estreita do Rosario n. 23, se-
gundo andar. Na mesma casa precisa-se de
urna ama de leite.
Cortes de laa
de quadrosde cores a
3^000.
Vendem-se na rua do Queimado n. SI A>
cortes de laa de quadrus, de lindos goslos,
e dao-se as amostras com penhor, palitos
de ganga de cores a 4#000 I.'..., francezes.
IJrtes de las
de riDagem fe flores uiiti*
das a $$ o corte.
Na rua do Queimado n. 21 A, vendem-se
cortes de litas de ramagem e llores miudas,
e dao-se os cortes a moslra com penhor.
Vendem-se saccas com feijao mulati-
nho muito bom a 12/000, saccas grandes, ar-
roz pilado muito novu e boa qualidade : na
rua do Vigario n. 5.
lapachos
Vendem-se capachos pintados, uovos, a
400 e 480 rs. : na rua das Irincheiras, so-
brado u. 50, segundo andar.
fttilho efariulia em x
saccas.
Vendem-se saccas grandes com inilho e
farinha da trra, por prego cjmmodo : na ta-
berna grande ao lado da igreja da Soledade
n. 20.
Vende-se sal do Assu' de superior
qualidade; a bordo do palhabote Piedade,
ou na rua da Madre de lieos u. 2. No mesmo
armazem vendem-se saccas com feijao n.u-
latinho.
Na rua do Queimado, loja n. 39, pin-
tada de amarello, esquina da Congregagao,
vende-se grosdenaple preto, de diversas
qualidades e precos, sendo de 1^600 a 2M00
o covado, setim macao de 2/800 a jo,un, sar-
ja de 1/600 a SMOO, pannos pretOS de pri-
meira qualidade, merinos lisos e de cordao.
casemira preta, palitos de panno e alpaca,
prelos e de cores, eoutras muitas fazendas
proprias para a quaiesma.
Vendem-se duas casas na rua lla Bi-
quinha dos Qoatro Cantos, na c'^ade de
Ulinda, em cluo proprio, bom quintal, ca-
cimba, sendo .udo de lijlo e cal, por prego
commodo : qjeui as pretender, dirija-se a
rua Imperial n. 63.
Cassas francezas Dnissimas a 480 rs.
a vara.
Na loja da estrella, rua do Queimado n. 7,
vendem-se cassas francezas linas, do ultimo
gosto, a 480 a vara, corles de vestidos pre-
los bordados a matiz, com tres babados, a
fcOOO o corte.
Vende-se a veidadeira graxa inglez.) n.
9", dos afamados fabricantesUay # Mar-
tin, em barucas de 15 duzlas de potes:
em casa de James Crabtree S Companhia,
rua da Cruz n. 42.
0 CUARDA-UVRO.S BRASILEIRO, ou arte
da escripluragSo mrrcautil apropriada ao i
commcrcio do Brasil : vende-se na rna da
Cadeia Velha n. 22. Prego 8/000.
Ageneia
da 'undjcao Lo\v-31ot r,
rua da Scu/.ala-Nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a haver
um completo sortiineuto de moendas e
meias moendas para engenho, machinas
de vapor e taivas de Ierro batirlo e coado
de todos os taiiianhos para dito.
J Em casa de Eduardo H. Wyatt, &
'/} rua do Trapiche Novo n. 18, lia Q$
\. para vender : gj
;}j 1 piano forte, novo e elegante de $?
3 fabricante afamado em Londres. j
^3 (iraxa ingleza n. 97, ele Da v cv
'J Martin. tb
v3 Tinta de escrever do fabricante &
i Arnold. .
S Tintas em oleo de varias cores. JS
^ Cabos da ftussia. ;'\
;^ Crvstalleria. ;;
Agurdente de Franca embar- 4-.
ris. ^
Vinho Scherry dito. S
Fructas em conservas inglexas. ^
Papel para cartas. u
Livios para copiar dito.
^p Candieiros de candelalnos de
^ bronze.
S Ac em barra para molas de m
carro. gp
, Eixos para carro. .;_
;g Chicotes para dito. S
llelojjios de ouro coheriose des- fb.
^ cobertos. S
Farinha de Tri-
m
1
i
&
;?3
9
este.
SSSF.
lie liiuifo I) .i alo.
Vendem-se duzas de facas e garfos de ca-
bo de marfin de boa qualidade a lOf ditas
ditos de rabo de balanco muito finas a 6/.
ditas dilos cabo roligo e oitavado a :i?, du-
zias de colheres de metal piinripe a 3> e 6?.
ditas de metal mais oiilmaiio a son ,- |>4ou
e outras muitas cousas que se vende barato]
na rua do Queimado na bem condecida loja
de miudezas da boa fama n. 31.
Parn (juesii estiver de lulo.
Vende-sc na rua do Queimado, na bem CO-
nherida loja de miudezas da boa fama n. 33,
vollas pretas linas e ordinarias, ricos alhne-
tes, ricas pulceiras, e ricas rozelas, ludo do
melhor gosto que se pode encontrar e por
preco que nao deixara do agradar aos se-
nhores compradores.
Na lojada boa f
vende-se o mais barato
possivel :
Crosdenaples reto muito bom, o
covado
Canto preto muito lino, proprio
para luto.o covado
Sarja preta hespanbola, o covado
Corgunlo prelo muito lino com sal-
picos, propriUpara colletes, o
covado
Casemira preta lina, o cov;ido
Panno lino azul, o covado
Lcngos pretos de seda para grva-
la, meio lenco
Meias preta. de seda muito supe-
riores, o par
Casemira de qnadnnhos pretos
muito lina, o covado
Cortes de colletes de fustiio
lulos de ditos de dito lino
Ditos de dilos muito superiores
Crosdenaples de seda de lindas
cores, o covado
'orles de vestidos de fazenda de
seda muito linda
Selins lisos de cores, o covado
.Mantas pretas de lil bordadas de
seda
Veos prelos de lil bordados de seda
Cambraias adamascadas, proprias
para cortinados, pegas de 20 varas
Ditas para roberas, de bonitos pa-
drees, o covado
e alem disto ha um completo sorlimento"de
tazendas linas e grossas. que vendem-se por
pregos lao commodos, que ninguem deixa
ia de comprar; assim como chapeos do
t.lnlle muito finos, que se venden por me-
nos que em on-ra pa. te : na rua do Queima-
do n. 22, na bem conhecida loja da boa l.
v FITiS DE VELDO.
vendem-se litas de vel udo pretas e de co-
( Verdadeira.)
Pelo navio BL00MB chegaram r.uOO
harineas desta acreditada farinha : ven-
de-sc nos armazens de Tasso limaos.
elogios de patente
nglezesdeouro, desabnete e de vidro:
vendem-seaprecorazoavel.em casa de
AtigustoC. de Abren, narua da Cadeia
do Recife,armazem n. ."G.
3' *>
.!?*
^ELOGIOS
liia ta Cadeia do Recife
n. 18.
lia um sortimento de relogios de todas as
qualidades, tanto de ouro como de prata,
ditos Coleados e galvanisados, por prego ba-
ratissimo, ha tambem melOs chronometros,
de superior qualidade.
Na ru Nova, loja c fabrica da chapeo* de Chris-
liaiiv ti Irinaus, ii. i i, It-m para vender, che^-ariu
ultimunieiilp, uleailos piulados para infsa, dilos pre-
lo e de loita as cores ; assim como um completo
sorlimenlo de chapeos para senhoras, e bonetes de
dillerenles qualnlailrs paia humens, os qoaes ven-
dem-se mais baraios|que em oolta qaalquer parle.
Vinho do Porto
portas
pequeos
rao de dar ordein para que as apolices se
paguen, por 500 res cada urna.
Preoisa-se de moa ama de leile pora
criar a una menina do 3 meses : na rua do
Collegio n. 21, terceiro andar. Paga-se bem.
ro de um armazem, e da i.....i.eei.nenio de
sua conducta : para informar se na rua do
Vigario, deposito de assucar, com o Sr. bei-
ris, ouannuncie.
Em frente do Livrnmento
A doustusloes o covado de riscado fran-
cez, que nao desbola, lencoi de seda para
pescoco de senhora a dez tusles, luvas de
seda pretas e decores a dez tustvs, lencos
de relTOZ pretos e de cores, matisados, a dez
tusles, cambraias para cortinados a tres
mil rs a pega, manguitos de cambraia a dez
tusles, camisinnas de cambraia, nordadas,
para senhora a dous mil rs ; de tudo da-se
amostra,levando penhor que equivalha o va-
lor do que s querver.
de 18.%7
No armazem de Jos Joaquim Dias Fernan-
des, becco da Madre le Dos n. 12, vende-se
superior viuho velho do Porto, em caixas de
urna e duas duzas, por prego commodo.
Deposito
de rapprinceza da fhii-
ca de E. Gas de .'asteiro.
Vende-se a preco commodo rape lino,
grosso e meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz n 9.
Vede-se cimeD-l
to muito barato e bom, pelo preco de
T.SOO a barrica, por se precisar do ar-
mazem onde esta' recolliido : na rua da
Cadeia de Santo Antonio n. 17.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se cera de carnauba de boa quali-
dade : na rua da Cadeia do Recite, loia
n. SO.,
Vendem-se terrenos para edilicagao na
estrada doManguionibo, do do Recife, lado
esquerdo, junto as casas do Sr. Manoel Pe-
reira Teixeira, corr 250 palmos de fundo e
de rente os que o comprador quizer : a tra-
tar na rua da Cadeia do Recife n. 9, ou com
Jos Itaptista Kibeirode Faria, no seu sitio
da Estancia.
-- Vende-se paingo muito proprio para
canario do imperio a lOOrs. a lib/a: defron-
te da Relago o. 28.
Vende-se cal de Lisboa ulLL imente -le-
gada, assim romo potassa <1W issia /o^.
deira : na praga do Corpo Santo n. lY.
Moinhosde vento
combombas derepuiopara regar hartase ba
xa de capim : na landifjio de I). W. Bowman
na roa do llrum ns. C. 8 e 10.
Em casa de Henr. Broun & Companhia, na
rua da Cruz n. 10, vende-secegnacemcaitiohai e
duzia.
FARINHA
e Trieste.
Vende-se em casa de Saanders Brothers (\ C. n
prara do Corpo Santo n. 11, a muito superior e bem
condecida farinha de Trieste, da marcaprimeira
qualidadechegada em 9 do correnle oa escuna
l'feil, em porrees crandes e pequeas,conforme a
vonladedo comprador.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ha (undico de ferro de D. W. Bowmanc na
rua dr> llrum, passando o cliafiriz, Contina ha-
verjum completo sortimeptode la i x es de ferro f un
dido e balido de 3*8 palmos de bocea, as quaes
acbam-se a venda,por eprego commodo a com
promptiilao: embarcam-s oucarr*gaM-se antear
ro semdospeza ao comprador.
Em casa de Saunders Brothors& C., praga
do Corpo Santn, ll.ka para vendar o saguinu
Ferro inglez.
Pixeda Suer.ia.
Alcatro de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo lizo para saccas.
Dito entrancado igual ao da Babia
E aoi completo sortimento de fazendas proprio
para sie mercado : tudo por prego commodo.
Potassa e cal
virgem.
Noantijjoe ja' liem conhecido deposi-
to da rua da Cadeia do Recie, escripto-
rio 12, ha para vender muito supe-
rior potassa da Hastia, dita do BC de Ja-
neiro e cal virgein de Lislioa em pedra,
tudo a precos muito favoraveis, com os
quaes (icarao os compradores salisleitos.
\. O. Bieber& C, rua da Cruz n. i-,
vendeni:
Lonas da Rusta.
dem inglezas.
Hrin/.ao.
IIi i ns (la Hussiu.
Vinho de Madeira.
Alfjodo para saceos de assucar.
Pianos,
Km casa de liabe Sehmettau & Companhia,
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegantes
pianos do afamado fabricante Traumann de
ieSmisso nu Eifii
04000
900
12600
49000
i>O00
3/000
1/000
2>00
1/000
500
IjtlOO
1/600
93000
18/000
Mili
120M
1O000
7/000
200
scovas je UMtttfl ..si.juali
da!es
Vendem-se ricas escovas iofglezas para
roupa, o melhor que p e havf^r e de nova
invmgSo a 3c, ditas hanre/as' milito b. as
a 15, i600 e 2,-000, dita- n,K rabtlo ingle-
zas e trncelas a IfcOOeSa, dilas |ara "len-
tes Inglezas a franaezas a 40,0, 5<.,
ditas para unhas dila dita M an, 500 e 1?, e
ouirasqual'da les mais barcias, que tudo se
vende na rua do Cmeimadi. na bem conheci-
da loja ile miudezas da ht fma n. 33.
VI Ml<) DO FORTj
Venie-ae ptimo vinho.
quarlo e oil>o, por nitr'
dtia do Recite 11. 13, es '
veira.
A.lgocltozi
para saceos de a
la de N. O. t
n. V.
Vinho do P01
Em caixatde du..
ceDlemenleehegadopelo bri
e nicamente no armatem 1
rua da Cadeia do Recife n. 4,
iMINo.
rio em barris de
el: i.* ru da Ce
i<1 hallar \ ni,
Baliia
dc-se em ca-
nia Ha Cm/
ir chamiru.

."n da oila*o, re-
Tro adoravende-
Barroca & Caslre, na
AVISO
aos ferreiros.
F. POIRIEK.ateiro da Boa-Vistan. :,:.
Tem para vender a vontade do com-
prador
CARYAO de pedra
de primeira qualidade, por preco com-
modo.
elogios
iberios e descoberlo, pequeos grande*, de ourn.
patente incle, para homem senhora, de um do
melhore Tahricanlet de Liverpool, viodos pelo oln-
mo paquete inele : em casa de Jootball Slellur &
Companhia, rua do Torre n. 38.
Tachas de fe ro.
Na fundigSo 4a Aurora em Santo Amaro.
e tambem no deposito na rua do Broro. logo
na entrada, e defronte do arsenal de mari-
nha. ha sempre um grande sortimento de
tachas, lauto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas c fundas ; e cm ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. Os pregos
sao os mais commodos.
Meias de todas as qual =
dades.
r^.mtMuieltrf^a.Umetb^lil^i'. ,' v"deni-8e muito boas mei,s ,)e wla rre
to bons gostos, pelo barato preco de 160 < UsJe branras Para senhoras pelo barato pre-
30, 400, 500 e 600 rs., na rua do Queimado ?..de -'5,00.dila.se laia parapadres a i!800,
320 400, 500 e 600 rs., na rua'iio QueTm'ad
na loia de miudezas da boa fama n. 33-
Boa fama.
Vendem se superiores macas para condu-
gio de roupas em viagem, pelo barato prego
de 5, 6, 7e85 cada urna, galbeteiras com
todos < s vjdros necessarios a 2f, ricas car-
teiras de Jacaranda e mogno para se escre-
ver c guardar todos os perlences, proprios
para viagem a 8, 10, c 125 cada una, costu-
raras nquissimas de Jacaranda com os re-
partimentos forrados de seda o com muito
gosto a 4, 5, 6, 7 e 8-, pentes muito linos pa-
ra alisar,proprios para criangasou para suis-
sas a 320 rs., pulceiras do melhor gosto que
se pode encontraT a 2/, ricas cruzes de cor-
nalina, carteirinhaspara lembrangas,gorras
para homem, as mais modernas que se pode
encontrar, sinetes com todas as lettras do
aheedario, sinetes proprios para namorados,
ricos frascos para cima de mesa eoutras
muilissimas galantarias, tudo muito lino e
de muito bons gostos, asseverando-se a
quem yier ver o rico sortimento, que sem-
pre existe neste eslabelecimenio, nao deixa-
ra de ter em que empregue muitissimo bem
o seu dinheiro : na rua do Queimado na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma 11 33.
Uicas fitas finas e moder
as dos me I hores gostos
que se pode encontrar
se vendem na loja da boa Tama na rua do
Qneimadon. 33 e por pregos que nSodeixam
de agradar aos compradores, porque real-
mente se vende barato e ha muito onde es-
colher.
Varandhs e gradts.
L'm lindo e variado sorlimenlo de niodel-
los para varandas e gradaras, de gosto mo-
dernsimo : na lundigao da Aurora em San-
to Amaro.e no deposito da mesma, na rua do
brum.
Gouro-de lustre marca de
casteio.
Vendem-se pclles de couro de lustre e
muito superior qualidade a prego de4se
4/500 : na rua do ijueimado, na bem conhe-
cida loja de miudezas da boa lama n. 33.
Luvas de varia s qualidade
Vendem-se ricas luvas de seda de todas as
res, cobordadas e com bolotas a 2j o para
ditas sem ser bordadas brancas e amarellas
para homens e senhoras a 15, 1*200 e 1*5000
ditas de fio da Kscocia trancas e de cores
para homens e senhoras a 300, 400, 500 ,
600, ditas brancas e de cores, de algodo,
proprias para montara a 240 e 320 e outras
ditas de lio de Escocia pintadas para liunirm
pelo baratissimo prego de 400 e 500, dilas
brancas e cruas para homem a 200, 2411 e
280 rs., ditas pintadas e brancas par* u-ni-
os a 240 e 300 rs., ditas Drai cas, linas para
meninas a 240 rs., ditas blancas para se-
nhoras a 240, 300 e 400 rs.. ditas pirUs de
algodtlo para padre* a 600 is., e iiulraa mais
qualidades que se venden baialn na m* do
Queimado, na bem conhecida luja de miu-
dezas da boa fama n. 33. .
VENDEM-SE CAPACHOS
pintados, com (-rulos e reilondu* 700 800
rs ; na rua do Queimado luja da bu t n. 33.
Bonecas francezas
Vendem-se bonecas francezas nca/renir
vestidas e de varias iqualidaues a 13200,
i;600 e a?, na rua do Queimado luja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
(artas para jo Vendem-se bsralhos de'cartas Ira'n-e/a.-
muito finas e de bom papel a 500 rs. o rara,
lho, dilas portuguezas muito finas a 320 rs..
na rua do Queimado na loja de'miudezas d
boa fama n. 33.
Oculos e lunetas de toda
S qualidades
Vendem-sesuperioresoculoscom armaco
de tartaruga de todas as graduages a 3500t>,
dilos muito bons com armagdes douradas a
1C200 ditos ditos com armag.ies prateada,
19, ditos ditos comarmago de ago a 800 e
1, lunetas com armago de tartaruga a 1
ditas redondas equadradas de ba lea a 50<
rs., ditas de dous vidros armagao de baleia
a 1B600, e outros oculos mais que se vendem
por prego barato na loja da boa fama na rua
do Queimado n. 33.
*tt: ftOil m$fej
Desappareceu do poder do abaixo as-
signado um seu escravo de noroe Ricardo,
de idade de 35annos, pouco mais ou menos,
alto, secco, apressado no andar, de nagao
Angola, cor um pouco avermelhada. tem sig-
naes de ter sido ja castigado, ladino, porm
um pouco atrapalhado no Ufar : roga-se a
todas as autoridades, capitSI de campo e
mais pessoas que o encootrarem.de o pren-
der, que o abaixo assignado muito agrade-
cer, e pagara generosamente todas as des-
pezas, e poderao leva-lo ao engenho Novo
do Coila, na ireguezia da Luz, ou na rua Ho-
ya n. jo.Joaquim do Reg Barros Pessoa
Jnior.
Continua a estar fgido o escravo
Antonio, Cassange, de idade 36 anuos, pou-
co mais ou menos, com os signaes seguin-
qualidades mais que se vende na rna do I ,: allura regular, cangueiro no andar, cor
aimiimt.il. nn lu.m ^.,.,1, ,: i,. I-.:, a. i '(treta, riisln rAilnii.ln *----- ...a.. *-
-I--------------------- w <|w. ^ v, iviiuu un i lia UU
Queimado na bem conhecida loja de miude-
zas da boa fama n. 33.
Para scriplorios e curto-
ros.
Vendem-se resmas de papel do peso do
melhor que he possivel haver a 65, dito in-
ferior pouca coosa a 33 e 3500, dito paque-
te muitissimo lino a 4;500 e c?, dito almajo
preta rosto redondo, sem barba, costas'lim-
pas, chcio do corpo, conversa pouco, foi es-
cravo do finado caetano Congalves da tu
nha, e rugi no mez de julho do anno pr-
ximo passado, suppoe-se a chai agasalhado
por algueui, para as partes do sul desta pro-
vincia.: a pessoa que o apprehender, sera
gratificada com IOO&OOO, que os recebera na
occasiSo da entrega do oito escravo, no en-
genho Curcahi da comarca de Pao d'Alho,
......:.".....:r7r, i' unanjo ecimo t,uri;ani ua comarca de Pao d'Alliu
IZ^ZI^TA *'"', d'lb ",Dla muitissimo!ou no necife- ra ^"i" n. 64, segund
om a 3;200.|dllo de cores em miarlos rio andar f imhm -.i:.; _'_ b .
.a^n9,idt2de co;cs !&toji\umiifc'5+4ma&Tt3fiZ
resma a /00 rs., grozas das verdadeiras pe- i! .1-------------------" ...
as de ago bico de langa pelo barato prego
de lyaOO, ditas muito boas sem ser bico de
langa 500 rs., duzias de lapis muitissimo li-
nos a 320 rs., ditos proprios para riscar li-
vrosaSOOrs., canelas de osso torneadas para
peonas de ago a 120 rs., caivetes finissimos
,ln ..n.. ....*. l'.IU.. ...
. o ...... .. uuou
noticia do mesmo esciavo com 50XKM).
Kugio de bordo do brigue brasileiro
Melampo, na noile do dia 8 do crtente, um
negro de nome Marcelino, nagao Cabinda,
altura regular, secco do corpo, roslo rom-
prido, barba serrada c cria suissa, com laiij
de dentes na frente, e consta andar vestido
------". 7 '--------------- ------*mmm uemea i neme e ron de urna a quatro lolhas a 1, 2, 3,45, e ou-coro paleto, e calga.lo : quem o pesar leve-o
N'AFUNDIQAO DE FERRO UO KNGE-
NHEIRO DAVID W.BOWMAN, .tiA
HUA DO BRUM, PASSANDO O ulIA-
FARIZ,
liasemprc un srandesui lmenlo dos enuiules o
jectos deiiierliauismosproprios paraen^enlios.a sa-
ber : innenilase meias noendM da uais moderna
coiislrurro ; laixas de ferro fuinliito e halido,de
superior qualidade e de lodosos lamanlios ; roda
deutaiiaf para agua oa auimaes, datodasaspropor-
(des; crivos e borcasde fornalha e remslros de lo-
eiro,iguilhSet,bronzes,parafufOi eca>illioes,moi
lili,1-ile mandioca,ele.etr
NA MESMA FUNDICA'O.
leevecutaml oda- a 111 com me 10 las com a soperio-
rdadeja-onhecidaccom a devidapreslezuecom-
modidadeem prero.
BANDEJAS FINAS E BARA-
tras mais cousas que se vende barato;
rua do Queimado na bem conhecida loja dp
miudezas da boa fama n. 33.
XARPE
DO
BOSQUE
ramferido o deposito Jcste jarope para a bo
le Jos da Gru Sanios, narua \m,i T. 53'
. e.. eenjk ........ '.mu r....i_ _i
TAS.
Vendem-se bandejas linas e de varios ta-
maitos pelo barato prego de 1/500, 2J500,
3-3500 e 4> : na rua do' Queimado loja de
miudezas da boa fama n. 33.
LEQES FINOS.
\endem-se lequcs muilu linos com ritas
pinturas, espelho e plumas a 2, 33500 e 4/ :
na rua do Queimado loja de miudezas da
boa fama n. 33*
1 Foi Ir
I lica dL .
narrafa 59300, e meias:tr000, sendo falso lodo
1 aquelle que nilofor vendido nesle ieposilo,ptlo
'quesefat o presea I r aviso.
IMPORTANTE 1HIU 0 PUBLICO.
| Para rurade pht>sicaem lodo^osseiisdilleren
I i"-:nii-. quermolivada por eenslipacoes, tosse
! asltima, pleuri/.escarros desansue, 'dorde cos-
i (adose pello, palpilarilo no'corai.Ai .coqueluche
: broncliile, dorna mananla, e lodus asmolestia
dosorgo pulmonares.
SAO' MfITO I.IMiOS.
lucos corles de vestidos de fa/enda muito
lina, toda de seda e do um gosto muito apu-
I rado, chegados pelo ultimo vapar vindo da
I Kuropa, muito proprios para as senhoras de
, bom gosto, assim como chitas francezas
I muito finas matizadas com lindas cores :
J5o-se amostras na rua do Queimado n 22
oa loja da boa f defronte da da boa fama,
PARA QUEM TEM BOM COSTO.
Na rua do Queimado n. 22, loja da boa t,
ha um completo sortimento de crosdenapo-
Ic de seda de lindas cores; aproveitem antes
que se acabem, que a testa esta com usco,
ssim como chat cus do (.hile nuilo linos,
que se vendem por menos que em outra
parte.
a bordo do dito navio, junto o c > do l'a$-
seio Publico, ou a casa de seu r>ii.*-i^-naiirio
Manoel nivea Guerra, na rua do lanicio- n
14, que sera bem recomprnsad".
Fugio em principio de noven anno prximo passado, o escravo loto, lar-
do, 45 anuos de idade, aluna e corpo regu-
lar, tesla colhos pcquciios. quj.iidoii-m a-
perta os olbos, nai.z pequea < afilad*. c>.
bellos um tanto deseo barajados, i,., uro
aleijSo na junta do n.eio de um ios bia os
e parece que outro BO o- Uo biago, rail?,
muito mal expregado, l.bios gfnaaoa, pa
nas linas, pea grandes api lh.-i.dos mm ves-
tigios de cravus e bichos, assignalado ,i.-
castigo nos tombos nadegas ; levo* bas-
tante roupa em urna loaiha de mesa com 13
a 14 palmos, por te-la Hartado de um quara-
dor de roupa, he cirreiro, e munido da vara
seguio para o sul : rogase encarec mmente
a|policia e a qualquer particular, a pnso
deste escravo, mediante a gralilicaco de
100:, que os recebera do Scnhot Manuel Ig-
nacio de ulive;i a, no Recife na prr.ga doCor-
|>o Santo, escriptorio n. 6, a qr.ern podara
sei entregue dito escravo, ou a seu dono, o
abaixo assignado, em seu engenho Agua
Azul.Antonio Luiz Pereira Palma.!
yo dia 20 do corren!'.' absenlou-sc a
escrava bem conhecida, de uome Filippa, de
Antonio Jos Hodrigues de Sonza Jnior, a
qual he cnoula, fula, de 24 anuos, pouco
mais ou menos, estatum regular ; consta
andar acoulaoa em al;uns mocambos da
margen do rio do Moutciro : quem a pegar,
leve ao dito seu scntior, em seu sitio do
Monleiro, ou a rua do Collegio n. 21, pri-
meiro ou segundo andar, que sera recom-
pensado.
i
PBRK. : TVP. DE M. t, DE FARIA 181
.
MUTTODD"

* -\* i


Full Text
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