Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06650


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Full Text
ANNO XXXIII EL 49,
SEuODA FFIUV 2 DE llt(:<, DE 1857.
Por 3 mezes adiantado* 4$000.'
Por 3 mezes vencidos M500.
Por anuo adiantado I5|000.
Porte franco para,o subscriptor.
m.m.uu.mmis da si iisi.mii \' N*> NORTE<
Par.h.ba o 8r. JoAo (todolpho Goma : Nt*l. 8r. Joa-
quim 1. Pereira Jnior ; Aracalv, o Sr. A. de Irrao Braga ;
Cr.ra, o Sr. J. Jo de Oliven. ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
Jnea Rodrigue* ; fiauhy, o 8r. Duiningm Herculano A- Pessoa
carama; .'ara', o Sr. Justino J. Hamoi : Amazona, o Ir. Jero-
njmo di CoiU.
PARTIDA uiJ.tCiiKlxe.IOS.
niio.it: i-a,, n. alaa. n e nn I...... ,io .h...
1 ...ir..--... i.......iaael*i........ : ..... -ogaad.....e\ua-frir..
S. Ai.i.i.i. i:....-,..... I:.....i... i;.ir.i.it., Mi,I,., Garaah ..-: ...i i.v.\.-i.
s. I....H.-... i"......l ni,... Naiaretli, l.h.,.,.-ir.,, Ilr.,... i-a...,.. i.,
Mir, Flore, Villa-Relia, Boa-Vi.la, llrirura I... na. .|.m.u-i.ii
Cabo. Ipauaca, Seriaba.*, lti..-l'..fn..,-o. I ... Marretro*. .\.'....-l'.
PM*Hk*iraa e N.i.l : ,ius-feira*.
(Todo. .., corren*- p.rtrm ... 10 huraa BMnhi i.
AUDIENCIAS DOS TIUBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio segundase quintal.
Relaco ; tercas-feirai e sabbados.
Fazeoda : quartas e sabbado as 10 horas.
Juizo do commercio: segundases 10 boras o quintal ao malo-da.
Juizo da orjjhoi : segundas e quintas ai 10 horas.
'rimeira vara do civel : segundas ivui ao meio-dia.
Secunda vara do civel: quariai a sabbadosao meio-dia.
BPHGUERIDES DO MI / DE MAl.t.o.
.' Quartn crescente as horas e II niinutosda larde.
I" La cheia a I hora e 58 minutos da /arde.
umo mintite as (i horas e 44 minuto da maoha.
-i La nova as 8 borase 9 minutos da (arde.
(Hi;\M.\H 1>K IIO.IK.
Primeira as 9 hora- e 18 minutos da manha
Segunda as 11 hora e 4'i minutos da tarde.
DAS DA SEMANA*
1 Secnnda. Ss. lovioo, Basilio. Serundila e ..anuaria Un.
3 Terca. :>s. Hemeienu, Marinho. a Asi. rio Man.
'. (uarta* Sr Casimiro ; -. Lucia (- ra* Acbelau.
3 Quinta. Ss. Pucaa e Pala lino Man.
li Bula. Ss. Viclor, Victoriano c Umidino Mm.
7 Sbado S. Thonuiz de Aquino douior anglico.
H Dumingo. S. Judo de Dos insliluidor do* religioso* da urid.
i:\c\ki.i;c\ims da siitMUiicAo i\o si.'i
Alajroai.o Sr. Claudino Faleo Das : Eahia, o Sr. D. Duprai
Rio de Janeiro, 0 Sr. Juo Perrira .Maritns.
KM Pi:i.\AMI.t CO
O proprietario do MARIO Manoel Fiaueiroa de Farta. na sh
livraria, praca da lndr|>endei)cia us. 6 e 8.
PARTE
taOVERZXO DA PROVINCIA.
Rea torio com que abri a Seasao ordina-
ria da Assemblea Legislativa Provincial
de Pernainbaco no l" demarro de
1857, o Exm. presidente da mesma
provincia Consellieiro Sergio Teixeira
de Macedo.
Senliore* da Assemblea Legislativa provincial.
Ao ver-vos aqu reun 1..-, o priineiro impulso do
met cnioc,Ao he cong.r.tular-me comvosco pela pro.-
perid.de era que se echa a.ptjpviui'i. e o imperio.
O Imperador, a Imperalriz, e o* augoslns senho-
res d perpetuar-Ai da dyrooaatil e conservam,
fluresrem e promeltem um longo futuro com que se
ligam oa deslinos da ii.r-.Ao.
A moralidad, a civilis.ic.ao da provincia, con-
solidacAo da. hntiluir,e, a sorle da. diversas claf-
sea apreseularn um qu.dro, senao htongeiro, espe-
ranzoso .
0 ,pCl> que decorreu depois qae encerrantes
vossa ollim* eao ii5o llie carreaou a* cores, mu
lie lem saas sombras.
No nona forma de governo no se podem remediar
os males publico, em epo lo.iis vista, e ao e..me
de lodos. Compriodo o preceilo d. le que me Irouxe
a esle lugar, (alUr-vo.-hei com Inda a franqueza
que a prudenria permillir. Os homens juslos se
compadecer3o de alituinas miserias, seenver^onlia-
preu^do.; a saber : o secrrtario, que d.de muito
se acha de liceuc. lora da pruviucia.i o ollicial mior
que o aubslilue iiilerinamenle cum uto, iBlelligen-
cia e lealdade, l> nlli i.ies. sendo cheles de leccjA.,
e nin archivista, i esrriplurarius, igual numero de
amanuense., e purteiro.
Ensle mais um til Hdo com a aradnacao de ama-
nuense, nnmeado pelo meu antecessor para coadju-
var os ir.,l...liin-.
Don. serventes se nccupam no aseio da casa, e a-
judilo ao meimo lempo os cunlmuos.
A mesma concenii,.. i < de trabalho e directo que
vos observe! recatiir na pesoa do presidente he C.'U-
sa de ir o servido da secretaria lomaii'lo proporr-s
lae que em breve o pe*oal e\i*taule nao s-ra' bas-
tante p.ra vence-ln, ainda que lodos os empresa ios
se esf.ircem por bem cumprir os seus deverer, como
lem leilo.
Alm das circunstancia, extraordinarias em que
se Irabalha a noile al nos oas desuados ao de-
es um contraste 190 brilliante com us lempos de lu-1 lie aqui losaf de observar-vos, Sr., que se o ilic-
la. encarnizadas e sauguenta, que nenliuina classe no magistrado que lem a seu cargo a polica d*sta
da populacho pode mais lembrar-sede vollar a e--e provincia nHo desmaia dianle de dilliruMa.ie alsu-
calamitoso pausado, e cada Peruambocano, com in- i m<, ese nunca itei.ou de adiar em unm nir. deci-
ignilicanles excep^es, quae'quer que sejam suas I dido e enrgico apoio, nos^a maior ditliculdade lem
opiuies, he um sol-iado da ordem e da leualidade. sempre e*U Seguranza individual e de piopnedade.
Continua o progresso na segurauca in li vidual.
n'uma proporcilo basl-nle animadora. O numero
de crime* graves commellidos no anuo ile IS'ili, que
lem chegado an conliecimenlo da polica, lie .le piu-
co mais le metade do dot mesmos crimes perpetra-
do* em 1S.Y
ma< em ISV houveram \\, asim como dous rnulms
e i arrombamenlo, em ercm eguidoa de oulro
regularmente, mas dislinsueos a imprevidencia eo< Ontra. parlicularid.de., eucoolrareis nos mappas ras, alquiram aliuma pralica ; a ruuMructAo ou ar-
leleivo. Trabilhoin qoan lo preciam ; em quaiilo [ citados. ran|o da} Cktaf pronna. o-ra as cenia. diMiuclas da
ihe- duram os iiieiu. de viver, desrau.ain a .ver- i DmsUfl jnliciaria. residencia .los prof-.'ores e por lano mi espolias
lem-se. No campa) O empreo da alinoerexe he o I Jaaa acha araexecucSo, ne-la provincia, o decreto a MHpecco do publico, e longa tas dislracco.* ,ia
que aprsenla mais altradivo a' populacio pobre,' n. 1861 da 3 d Janeiro do crranle anuo, separando familia ; um mellior resolamenlu das horas a tta-
que nada si.ll'renilo "os rigores das esl-es a ha i o lermo ,ie Sannntcm da do Kio I- mu ......e cieaudo balho ; as roeanspantra pecoi.iarus oa raiao de ajBata
porque aqui temos nos dolraadrai e sol leleg.dos nessa vutaW ocio misluiado com a dislraccao, lar-i nelle o limar de juir, muiiiripalque lem de accumiilar menino que professor mostrar promplo ; a disln-
preslanlissimos.cujo servicos inelie a^radavel lar de 19M espieos do ocioaidlde completa en que n moral 1 a lunrces da joiz de orphlio.. Ainda iiaolomou pos- buicilo de llvraa, papel oulro. uleinn. eoilim. a
louvar. nada ujinha, e enilim em Inm de indepeudrncia que : se o funcionario que fui uoine^flo para aquelle car- creac;lo de malas' do esnndo gr-'o oi-1n>claa e se-
causo. bem Doeas ve.s a reparlicAo be fachada as criine, au pjs.o que em 1855 houveram 3 incendio
. e r i __ __..._ ._. ,0-e u-..---,^. II f.............
'i horas ; e so as-im, mediante um trabadlo cons-
lanle e apressado de mal. de 7 horas, seria pos-ivel
iraier em dia o avullado espediente que por ella
corre.
Duranle o anno prximo finto arrbivaram-.e
11:877 oflicios, e cpediram-se 12:995, alein de ou-
Iros papis especificados no quadro n. '2, que subi-
ram a K:ii7!l.
Todo esle trabalho de escriptur*cAn, alm do que
se faz diariamente com o registro, bu-ca, e eisine
ile pipeta, me parece muilo mal lelnbui lu. Seria
pois um acto de |u-lir i ausmenlar o. vencimenlos
Jos respectivos empregados, quecomo o de lodos nao
No inlerior ha menor Humero de pessoas illuslra- lOdutf.
das. (Is homens man coit'ideraveis vivem uassuas A previdencia, os hbitos de economia e de or-
propriedade a mor parle das vei^s longe dos povoa-i dni parecem Iludas a. rateos cuidados inuleis.
dos. Cada um delles lem consider.vel numero de "indos meios de Ib'os inculir lie o estahelecitnenlo
Contra RS crimes grave, commellido. em 1855. > se contara "il no allimo anno distribuidos pela forma seus pranles e amigos.Nos lugares pequeos reman', os recursos da economa para procurar reme lio a.
seguiute, como veris no niappa n. .'I. Os homicidios ; sempre mullas iuiriuas e inimizades tanto m-is en- calami-ia.le. momenlanea. e allivn a' velhice. e
que em 1855 forain 58, o anno passado furam 31.1 rariiirailai.quauln mais prximo e continuo he ocnn- onde vejara um meio seguro de passarem com 0
Nao lemos ola .le lenlaliva. de homicidio em 1855, i laclo. Quan lo se acha illuslraclo, in.lepen leticia, e '. lemp i ,1a classe dos nJo propril.rios para a dos
boa viint-de be. rarlssim > adiar imparcialidarto, he', pr..prielarios.
rarissimo que em laes cirroroslaaciai 0 bomera que; lies le o principio de minh i adniitii*lrac,ao, lenho
qii'T- ser imp-rcial.o possa ser. Iido em viales dolar esla provincia dos benelicios
As inimizadea perl colares as veps sHt>.i-au.a enu-' lesla iusliluic.V>. que ja fui lenlada e que gorou.
Iras lio elT-ilo da* dissences pi.liiira-, mas sempre porque enteu.lu que fui mal concebida. Todo o sys-
sS i dallas inseparavei*. Il.hi v-m q'up cada termo lema que fa/. emureiiar em operacoes cpininerciae.
cada comarca, rada parchia. esla dividida em dous i ou banrae*. os depsitos da caix^ economice, me
grnpos.em dous campo- iuimigos.e a.ve/.es em roais, I parece Inepplieevel entre nos. O sx'lema fraucez
Indos lomara parle em ludas
genero* de primeira neces.ld.de.
Em neral os empregado* cumpreni suas obrigacoes
com loda a li.lelidaJe, e algn* reunem a su* intel-
igencia e pontualiJade tima sincera dedicaco ao
ervico.
A reparlicAo resenlia-se da falta de matricula*.
quadroa, mappas, ndice., e cerlos reaislro* e reper-
torio, especiaes, que sHO indispeii.aveis para conser-
var as lradi(o's .- fado, aduiinislralivos, a mo auxiliar e facilitar a coiisulla. eslu lo e e\. e.ii,;'n.
do* negocio*. AUuiis desles auxiliares lem sido l-
timamente organisado., e oulro. o serAo lainb'm
quando o perimt'irera 09 Ir.b.ltios mais urgentes
que s6 por si ab*orvem a mellior parle do lempo.
Oulras providencia, lera sido lomada* para regu-
lan..r o (Cvico e facililar o eipedieule.
O resislro de aleuns livro. elrazou-.e durante a
epidemia do cholera, mas a cusa de esforco breve-
mente se conseguir' p lo em dia.
II archivo esla' em ordem e Irabalha regularmen-
te. Ja se organisaram qua'i lo os os quadios deler
li. e 17 do reulaiuenlo de :tt de
ro de alguma* ioiqm lados, que aprsenla Jione I j.uardaiii propongo com a caresta progressiva do*
ciedade, ma* applaiidirao aos esfor(os que faie-
os para corrtgir defeilos o vicios que hedamos
5i necesidades e das de.grac.ss ajo passado.
Sgoirei a marcha razoavel e adoptada de locar
, uao s naquellas cuu*as de que eu vo. pnsso
dar coulas. mas lambem naquellas que -lo tratada*
a deoBnvolvid.s em relatorio. especiaes das dideren-
tes reU./l'c.oes du servido publicu.
Governo provincial.
Ou so^XMi9dere so exleusjlo, sua riqueza, varie-
dadae mcaaajXjitJa-rfailsaccs, ou sua popula-
cho, a provincia de Pernarnbuco lera iiupoitanria
raaior e vida mais activa do qoe algn* estados in-
dependente. da'Eurnpa e da America governados
pelo que loca ao eteculivo por ura chefe assislulo de
diversas reparlir;es em que o* neaocios alo commel-
tidos a re*ponsabilida.te de directore* habilitados
compelenlemetile as materias, que em cada umi
dellaa correr.
Aqui pelo contrario o presidente, posto que lenh
alguma. repartice. poblira que o informen e pre-
prelo seu* *trabalhos, he elle s o respon-avel por^minido. nos arla,
todo* es aelos do exeeulivo. A' ua deci.o sAo sub- janeire de 1853.
raeltida. os negocio* mi. importante*, bem corrioo : ______ Tranqnilli.iade publica.
mais irrugnihcantei. ludas as orden, dunanam did.-^'
De sorra que s a 1er olfcios, e dar um sim, ou nao
ora materias era que nAu he competente, em ler e .-
signar ordena de expediente corrtqueuo perde o pre-
ideateuma grande parle du lempo, e esgota alien-
r;Ao o Carca..
A diitinceiXes errlre negocios gerae e provinciae*
sao umi foute de difli-ulda le*, de discos'es, e de
conllii' o. de cuinpeleucia que se accumulam M difli-
culaadAs naturaes dos negocios.
O-' ,emi .1 escrever ludo e muilo pre*la-se ao
oascii nin de.'e cundido*, e oulra* que.le e
caus.v augmento de trabalho que n.io apparece-
rta a s deliberac6e. foem m.i rapidu.
' A as defedo. orgnico*, defeilo* da. cou.a. ou
das i, Iiuk.i's ss asgre^auma causa de dilli o' i..|.--
e eral r.i;'- que rae cu.la a mencionar. la> ven-
tro d, wp irli^es publicas, entre nina. Te, cAes
a oul J eurre o* ernoresidoa isoladamem, urna
desliaifXvouia, omaguerra de acinles, que o aui-
tuU cada m .ment e paralyu a marcha dos o. -
ocn*. Em vez do se auxdiaiem recipruea,ia.
o um t roubo. Em 1856 houveram 9 ferimenlos
Bravee 9 resistencias armadas, ao passo que ero
1855 o deram -27 ferimenlos araves.
I u-ir.m 39 presos, sendo I d cadeia de.Nazarelh,
3 -la de i lar.iiiliuiis, 17 da de lioianna, l d. Vio-
lona, 6 de C*ruar. 1 do llonilu e 1 das obras da
ca*a de detenerlo, mappa u. i.
Fnram capturado, ll'.l reos de crimes graves, ha-
vendo enlre elles 90 homicidas e 9t deteriore.. No
mappa n. 5 verei. sua dislriboicio por Termos.
Pelo que loca a seguranza de propriedade, o furto
de cavallos he o que se commelle era maior escalan
e quemis no* iuquiela,porque a vula da continuas
ah-olviries do* reos, por falla de prova ou por in-
dulgencia do jury, os prejodicados nao oiisaui levar
o delinqiienle* ao* Iritiunae., porqae diMO s Ihe.
resolta pagameolo de custa, incommodos e oolras
deapezas, de mat* urna lerriv-l-inimiz-de. Ll.ln
vem que algn, prejudicadns, para se viug.rem ou
para rehaverem sua propriedade, achara mais fcil
malar o ladrAo.
He de admirar a seguranza de vida e de proprie-
dade de que se ..'oza uesla populosa capilal e seus
arrabaldes. Pruva i.so nAo i urna vigilancia da po-
lica, lano mai. cima Ido elogio, quanlo mrnuree
Ao o* recur*o* de que dispe, mas lamber a boa n-
dole da popularlo e o eslado de proiperidade relali
va. e de abundancia em que vivem as classes prole-
taria., no Ir ih.lin.liir.i-.
E*le .nin.. foi nntavel pelo numero e concurren-
cia da. feslas populares, propria. da e*lacao du natal
al o enlrnlo. !Nuuca se vio lana alegra, lauto a-
bandoln. IS'em urna desordem, nem urna s vio-
lencia ou rrime .e praticou em toda. es*a. reuniea
de povo de Indas as classes. Occorreu, he verdade,
um mullida com um sol lado de polica, no lugar
da Oponga, e dahi re-olluu una morte e dou. fe-
rmenlos, ma lato fu om f.cto isolado, que pnuca
ou nenhuma relacAo leve comas feslas a divertimen-
lus da popularlo.
I.ugu nos primeiros lempos de minha adminislra-
cAo e da do dual chefe de polica, pessoa levadas
talvez por motivos pnlilico, abu-andu da credulida-
de publica, se pozeiam a espaldar o terror uo meio
da po|iulai;io, denunciando roubos e furtos em gran-
de quaiilidade. A polica cora a niaiof sohcilude
empregou lodo, os meio* para enlrar no conheci-
nenio dos crime*. e dah re-ullou que so *eis ceso,
furam verdadeiro, sendo quatro furias e dou. ron-
lio. Entre este. Imuve un da ra do Cahug, per-
lielrad i por um e-cr ivu di casa, o qnal para uielhor
encubrir *eu crime, levernenle ferio a si proprio, e
pedio soccorro, depois de ler escondido os ob;eclos
roohado*.
Todos es'e* criminosis loram preso*. proce**ad
ura mu'
de furl
po.iiain mas pelo'laleulo com qu
niu. indi- I n iflMllm.. mnmrmr ile
dissen-es. Momeado
o delegado, ou siibilelea.do de polica em um dos
grupo*.todos o adherenles rielle e lornam alli\os,
ameacadores, oppres.ores a ronlam cora a nnpuiii
dade, lodos o. adherenles do oulro grupo, se consi-
derara perd loa, per.eeuid.is, esmagadua deliaixo das
violencia*, nppriroidos pelos procestot, reriulainen-
los e persegui^es do poder.
Par occorrer a esle* male* lemo* prorundo con-
liar a polica, onda he po*iv-l, aos julzes munici-
paes, mas desles nem lodos servem para estes em-
pregos, o mullos lambem pela longa residencia e
por oulras causas ja tem perdido a particular iro-
parcialidade que requerem o* cargas poliejae. Alem
di.so, o mer i.ola.lo, e expaslo a ving.ncei Irai-
coeirasos Intimida. Achoi e*labelecido o l"nhito de
enviar odict.e militare* comman lando de-lacameo-
los, escolher pira isso homeii* inlelligenie. e pro-
prio., e lume i-lo- delegados e subdelegados de po-
lica.
gn por decrelo de 7 do inez prximo lindo. para las da. do priineiro. ala as medida* mais orgrn-
Neiihuma oulia alteracAo lem occorrido relativa- les e que por akum lernpi sal *f.rAo as nerr**ide-
menle a divisan ju iiciana, depoi* do ollimo relalono de* oesie ramo, mis que lodo iultrefsaole do se- .
que vos loi apreaeutado n*'sesa > do aunu passado. vico.
Caletas e casa de delenca i. llorante o anno de 18">ti fllprejafm*'r^*lrt..nre. ;
Do appensn n. 9, que he um resumo das informa- jubilou-se 1 e un |.neirojtt**Tei!i7 uulio ; tor.m re
cues que exig de todos oajulzee de direio da pro- { movido. 3 ; periunlauOiTKo. cadeira* I ; obliterara
vincia, coulipcerris < eslado lainenlavel em que se I gralilicar.au, por Jatein mais de 12 anuo- de serxi-
acham as cadeia* dus diver.o. mumeiniua, e us ac- ro, 3.
cre.cimos p roncerlos de quemis neces.itam. Se los do primeiio grao jia_;aram por exame de ha-
uma .u onlr clferece alguma vaolagem para com- InliiacAu 9, dos quae. 3^bram julgados h .bilita los.
modidade e au le d.s pre-os, nenhuma dells rene I A providente di estas .iu.is condi?oes segurauca e Conveniente re- | habiliteelo para ohler certas Tinllfaui nata lem pro-
K'm'n. | diizidu o elleito que era de desejar; pois que Ha poo-
Em enmpen-arn, purcm, temos na capieal da eos lem comparecido, e de-.es lAo poucus tem sals
provincia urna casa de delencAo, rujo estado he leiio as pvgeucia. della.
uumamenle litongeiro, e ofterecer a. condice. No relaloro do director verei. mui jodicioas 'mu-
de um bom y.lema penitenciario, depoi* que e* deraefies a ele re.peiio p a indicara i de alguma
liverrra eonc.ui.las a. obras que ain la Ihe fsllain. ( medida que p sareis em rosa sabeiioria.
, Todo o .ervico se faz reguiarmenle. e a escriptura- Abertu em IK.Y> o concurso para profensore adjan-
los. so um e ap|ire*rntou que fui prvido. Era I85*i
lambem um so' acudi ao convite felo, mas anda
nAo fui examinado. O .ub.lilulo e .uinltlula que
aqui haviam p .--aiaui a ser roii-ider.dos a i|uin..*,
na furma da le, detignan.1o-se-lhe. escola*. I i ram
mai* ii .in-. lo* ,i l|.intos urna seiihora que se propo-
/.era a' cadeira da Bu i Vista, o qua aperar de appro-
vada, nAo ohleve a preferencia, e dous homens em
ne o nico que pude vi orar e ser anlajoao. O es-
lado deve ser o depositario do thesouro dos pobre..
Espero, aonhoree, que me autortsarei* a crear ela
insinuicAo, p.rmiiliii lu une a Ihesoeraria pague um
juro ile seis por cenlo, pelas suinm^s que nella se
deposilarem. perteucenle. a* economas dos pobre*.
dadas, porem, as uecessarias cautelas pura que ella re*lia do. gneros e a* le.lucce que lenho ordena-
se nAo veja embuacad quando vies.em inuuo del-1 do. A illuininac,ao a gaz devendo si.bsliluir breve
le a um lempo reclamar o. seo* dpposilos. a de que ora se usa, entend nAo deve-la me-
A poca actual, de Brande elevacAo dos salarios, lliorar.
he a mai propri. para comecsr p cAo esla em lia. O asseio no edific'o e veslu.no
dos presos he rieoroainente mentido. A alimenta-
cAo tem *ido sadia e suflicieule, nao ubstanle a ra-
l'ralando da coloni.acAo. eu fallarei de oulrus j debaixo da direccao vigilante e activa de seo digno igu*l caso.
meios de benelici.r a condicAo das Chuses desvali-
da*.
Com a insllnican da caixa econmica poderlo vir
outras seinelhanles cuino o* seguros de vida.
A moral g-nhira' muilo quando o* homens se a-
coslumsrem a vuer mellior, 6 cercarem se de m*i
comino lo* e cudsdo*. a pen-arem no Tuloro e a dei-
xrem o lom de ni lillerenca que pela vida allai-
Tem-se eolhidoM mai nliatteloriej resollados, o lam o. honiens que viveh com pouca diflerenra dos
priineiro he queos povos mesmo., os homens con-1 animae.
Serios rece .TTse nulriram de ver a Iranquillidade
publica perturbada por occa.iAoda. elei^*. A pro*-
peridade aclual de ludas a* classes, a lembrauca das
desgracas passadas, a moderacAo. clemencia, e espi-
rito >le tolerancia com que a poltica do governo lem
procratele elentrisav as feri.la* das ultimas lut^*, a
ausencia ahsolula de qualouer reclamacAu poltica,
pelo conlrario a salisficau que nrsl parte liulia da-
dn a tolas as exigencias a ullima reforma na le e-
leilural, deviam Irauquillisar lo ios os espirito* e ga-
rantir a paz piiidica.
A posicAo porem em que se conservavam a res-
peito de eleieSet os partido, polilieo da provincia
desde o. acoii[ecimriilo- de 1819, poeiclo de qoe o
gaferno SO empenh.vl em lira-lu, para que nada
re-las*e de pastado senao a lic.io e a experiencia ; na
vicio, que se illegavam exisir na; qu.llfieac6et do. t, eefldeen*A>a.eonlando-te enire elle
volante., e qoe, devid .. a negligencia dos 'Hierren-1 f,nll.er,(|0# n3o s. pela prlcU nH ,rle
.empre cou-eguira esc
I per n jusilla, apezer de ,-u* nnulilpllcd crn
i.,)
los em reclamar a lempa, legitmente
mai. ser cumgidos ; o modo n r qu
_ vi.liMi.d>d..,.ar-ci un T,erer preparar at para a lu- I Bm"deze:inbro uilimo, p.rm, novo grito de alo-
nara qae o Irabalho eja fac e bem leito. alguns u J"1'"""1' ^UIBr"e P'a um cmbale, o.ilpa.a ina ,B |eV:,nluu |ire|e,i de ataques propriedade,
oulro. c.hi- '"I""'-de um direilo d.-p .lado ; a* riv.l. la.l-s ; denunc,arm-se va,i. ca..... ma? n embuste, aind..
o ae que aii.eviam na n.ya forma de ele.rAo de de evidenl-raenle aconselha ,o por manobras poltica.,
puladot um molo de lular m.is decisivo e ir.teres- n5o ,,, rils|ir tx.mv\MUiKlc ,u' p,,,,^
sanie ; o c-i in igualineaile melindroto de
empregados parecems desejar ver us
rera era al um erro para representaren) contra elles,
o o e igan innocente que portera ser ] l -11 > com
um obsorvacSn verbal, toma-se objeclo de nina cor-
respondencia ollicial.
O patriotismo que separ|n< iuteresses do paiz
de prazer p-queiiiuo de humilhar o adverstrie-, a
elevacl.i de .eutimentot e a generosid.de le carcter
qoe repelle laes meio de vmganca : o exemplo das
auloridade.superiores, e era flm a elucaglo limada
que sua v isa pela delica Jeza do trato o amargor da. mi -
raizado* privadas hiooefazer de*appareeere-le m.l.
Todas esla* cou-a lornam sobre m.neira difliril
a ir.t>oh isa a larefa da primeira autoridade. E por
ponro que negocio*, fi.-a-a- convencido de que longe de parecer
poeco o qae ella eon.egoe no tervico do estarlo, deve
admirar antea que consiga tanto.
O periodo que acaba de decorrer he um daquelle.
em que eniu deve e-perar um gran le impulso da
parle da presidencia na marcha d provincia e de
seos raelhoramentos. Comecou o anno pelo 11 igdlo
do cholera-ra obs e loaV as anci-dada que cum -
aigo trouie eala calamiden, e os cuidados com lau-
to, orpha.n que ficar.in ihandonados. e (odas a ,
d.ffleoldadee trabnlhos do saldo de tantas amLil& "I*"-U"C" V P"
cade.. Srrm',n'-:* ele.coes tefizeram e
poriua i.ature/.a irregulares, e mal Iraca
.lignina*
provincia, vzinhas ; luda, etl.s circom-lanclaa pro-
lu/ir.iiii I todas a partes, e mus especialmente em
algura pnnlos, um. excila^Aa a lula arma la, que
se comecou a mostrar nis eleices de selembru, e
que ameara va maior gravidade as de novembro.
Para avilar a violencia, lancei roAo .de todos os
meros lcitos, principalmente dos da persua.ao, e da
coni-ilnr.il enire nleresses e principios que as vezes
mai. d acordavam na apparencia do que oa realiia-
de ; euiliin provideiiciei e que a .terca podes-e ser
repel 1.1. com a .irca.se a tal exl remida le em algnm
ponto te ehegatte. A coadjuvacao cor.li-l, inlelli-
gente e dedicada do curaman taute das armas, a acti-
n-ta.'e, zelo, e imparrialidade do chefe de polica, e
a geonaotdade e boa ndole da populacAo me davam
certeza qesuccetso. Esle fui pleno.
Se AavMm, furam completamente detfeilo. pela
altilr ^eta pnpulaco, e pela certeza da derrota, o.
piaoa|iiisenaalu. que node.sem ler concebido ho-
mens.*e espirito violento que sempre ha em lodo, os
parllos. Por toda a parle, salvas paquenas irregu-
m evitar em paiz ne-
to paz, e se na furam
por toda a parle inleirainente isenlas de irregu-
laridades, furam livres de violencias.
De faelu, ohservou-se ura verdadeiro prngresso nos
li linios coiisliliiciunae da pnpulacAo, mas e*.e pru-
gres.o nAo he lAo gran le como fora de desejar.
Em atgons lugares se procurou recorrer a violen-
te o principio da empreza da estrada de ferro, e lo-
dat li penurhares no mercado do trabalho. nos h-
bitos d *s breiro*. e as exigencias d'ahi resultan-
tes, ca ostias de raaleriaes, desequilibrio de iodo os
procos. NAo pode sor indilfereole ao onuvimenlo de
todas essas cuusas o lanrar ae repenlioamenle lodo,
os di.s uo mercado mais do om cont de res em sa-
tirios que antes s-i. lo conheciam, duranle que as ,
uotras empretas nAo deviam recoar. Subrevem logo 'V "",' donare ew meto a ele.cAu, logo que va
toral e o. cuidado, que comecou a I'"" P0'ler ">*" b"'"":' Pen',er P:ir'' *"> '.'"
o'na taz pob'nc, Acontecen ale qoe membro da mesas parocluae*
Alhda bm nao esta' esqoecido' o horror ra epidemia, amdt nao eila' a administra.Ao soce- urna opunAn que linlia de *er vencida na eleicSo
gada .obre a orle de sua. victimes, nova -pademia
e deo em resultado *o' ser verdadeiro um cas
Pela dif-rentes autoridade policiae. I.,ram em
diversos pontos do interior da provincia appie-
hendida* -23t peca, de armamento, sendo 73 grana-
den-as, 39 dila. roladas, i pi.lolas, i hacamarte., 2
espingarda- linas. 10 e*pada>, 4 haunetas, h patro-
nes, l riinure*. i facoe*, 72 facas de poma e 2
estoques ; mappa ti. ti.
A diminoic,Ao dos crime. horrorosos, que assolavim
o interior desta provincia he devida a inuila. cau.as
que lem influido na moralidade publica. A paz de
que provincia lem guz.do desde 1859. lem arre-
fcido intuios odios, felo e.quecer vinganca, e cha-
raado ao trabalho minios horaeu*,que |lomararr gof-
io a vida de aventuras e|vioiencias.
Meno* amear.i m-, e menos inilados, os proprieta-
rio. de grandes estabelecimenlos ruraes tem dimi-
nuido ou dispensado o cortejo de de*erlores e crimi-
nosos de que se cercavam e aliinenlavam em sua*
propriedad'slcom o iutuilo un* de somonte se de-
fendrrem deanualto*, a que a guerra civil e a. vio-
lencias do* vizinh.s o. acuslumaram, e oulrus lam-
bem no intuito de se fazerem temidos, do "ppruui-
rem seu. vUnlin..vingarem-*e deseas ininngos.e al
imporem a autoridde certa recele de os punir. E-ses
caslelln feudaes, de que com lauto horrur se fallava
lem quasi desapparecido, e perdaVu lela a importan-
cia. Tem a polica man lado varejar varios tagenhoa,
e prender varios dos que e ch.mavam polenlados.
Nunca as tropa do governo encontraran! a menor
ca. em oulros a fraude. Aqu o par Ido que se ro- ,eilencia.eaqu.|les queche .nhe".,rnyrr,,\ *!y*,&*m~?**m** consegoram que .ua. ramillas inquietasen, ou
se vingaeteiB das auturidides locars.
Diminuido o numero do* brcol eteravoa, entaro
cidu o trabadlo, o. proprietario* xiratn inlere*e em
chama- a nroupare. uleis, homens roja ncio.idade
se declara no porto, e chama os seu. coidalo. e al-
tpticAo para evitar que o mal progrida, e o error se
apodere o'a populacAo. I
Ajuntai a "lo, senhore*. orna mulaura de presi-
dente no meio desla. preoceupac,Ae. e ennccMareis
que orna pausa em cerlos ramo, urna raarcl man
rompa*.a la em uiros, devem ler sido cou.eqiencias
iit-cessaria i. Seria menor le m.l te o nov presi-
denta fosse mai. eiperiente o mais hbil, fcu po-
rem s m- julgo digno da indulgencia que pepo, nem
m'a di.putarei. quando vos lamhrtrdes que if eriee
porqae se i. pessar, a acaiilajAo do cargo foi Mi acto
de abnegacAo dos proprio. interes.es, de de}<>'0
ao paiz, e de obediencia ao Imperador.
Secretaria do governo.
O pessotl Titado para esla reparticAo comp vereit
da tabella aiinea sob n. I, compoe-se de "21 rm-
t escu.avam de dever qoe por *ua posicAo Ibes cor- *" '"""''vam, e quepor sua parle va o ach indo
na d. fazerem parte da mesa Parece mullos bu- q"e v"er ,le om '""'"o honesto e bem
-usado he mai. commoilo
m>ns que Irabalhar n'um proeesso eleitnr.l em que ['""''"< ne mai.commuilo. mais segur e mai.no
a ua npiii,.-,., au deve Iriumpliar, he deixar-se ev-1l,re ''" 1M 'n*c>>r ">}>< em carreas e sur-
plorar por eu advrrsarius. prezas, e espor-.e a viver i, um canlinuado homi-
.. ,____ i. r -j ... I sio dependente da vonlade arbitraria de um senhor,
O lempo ira fazeodo desaparecer estes Intlea eom quem onlros leeae ale os ligaran senao os de
preconc.r.tos. eompJ,eWidi n crilli..
A excilacAo momenlanea da qua Ira eleiloral pee- i Em verdade o numero de deserlore do exerrito
POJt R0GER DE BeADVOIR.
XII
A chace.
Apena Henrique e misturar com o> zriDl,0S "'"
mados que enrhiam os .aloes de Pelerhoff vio cne"
ar Arrika mu tiemula. I
O semblante da moca exprima rlaramei'le "" in"
quielacAo, a reteurade ua lez ceder o lt|""'a ma
psllidez mortal. Ella ioierrogou o cavaireir0 s"l"p
sua entrevista, ma. nAo pOde a principio ,'bler delle
senao vagos mon.Hiyilabos. q coracAo de |"enr'ilu'
palpilava com forra, mil ptn.ameoios lrjfetlb"5 P-
savam-lhe pelo e-pinlo.
Arnka, disse elle, minha querida' aI"""1* "'"'
e-tamos mais em eguran.;. ne.te palaci>o,llndo aqu
nos ameara, lu lu aqu nos aconselha a fu'glidl. Fu-
jamos,minha querida, fuj -mos I
Cuida em fogir mas que acoiiiecelu enlAo'.'
r.n maus e.lAo fris, Henrique, toa fr onle rala
mondada desaor, parece* um humem qae delira
sou, e nada mais ha que poss. fazer recei.r a parlara
har., da ur.leni publica. O. anuo de paz, de li
bordado e de loleranria que lem deci.mdu. depo.s
das ulii'O.i- coiiiiooce., os .ervicos do. homens de
todas as opinif.e* aprovcit.do* em oas as reparti-
eses, al nos empregot de poliril e nos commamlu
de rorca. lem f-iio, pelo que loca a' prospendade
publica, d.senvolvimento do commercio, augmento
da agricultura,empreza de melhoramenlus raaleriaes
e mnraes, e cnnsequeule bem estar de todas as clas-
expressAo de lerna rogativa, eu quizera saber, llen-
i rique, o que aquella mulher le di.se .'
I Aquella mulher! repondeu Henrique. nAo
i faitea a ese respeil, he o demonio Se me con*.
sideravoi*. e al o* joize* letrados us pedem e o. re-
cebem com prazer ; n segn io he que desieniidos,
porqae nAo correm perigo aUum de vinganca, nAo
tendo de permanecer all depois que per ridade, lem-se elles purladn em regra com um zelo
alelar na priAo dos crimno*os. e dos deteriores;
o tereeir he qoe acoluma los disciplina militar,
e levando a' oa. novas funccOes aquelle zelo e te-
mor de errar que ve apodera de lodo o li imem de
bro qtindo eierce funfres.a que au esl.iacosluma
do, elles moslram-.e no geral melliores respeiladores
da. regra- e das forma*, nAo do que oe altea letra-
dos, ma* do nne os leigus a que se lem confiado es-
ses eroprpgo*.
Enlrelanlo o numero de oIlHae que sirvam para
eses emprego* he limitado, elles mesmo* ao cabo de
alitom lempo se gaslam nos logare porque comeeam
a cunlrahir relacivs e a praliearaetae de joalica que
Ihes Irazem a inunizade do algnm ou algn* dol
gruo, rivae, e nesle caso iie preciso tira-lo do lu-
gar, tem ser temor*) poesivel fazer troca com outros
que o* subsliluaiii.
A provin-ia que (em pouca* legua do cola, pro-
longa se exces.ivamenle paia o iuler'or teinmeiotfa-
ceis de communiraro. II. punios dedl. donde as no-
licias chegam aqu com meisdemorado que as do
Para, e ale de Mina*. Tarda chegam a esaea pon-
lus as deci.e* e as ins.rur s da jai).tal, e eeonto-
* II.vezes que esta' nesses ponto i" pu'icia conlra-
pnde et vista, de governo, e eommeltenie de-a-
rto que continuara par longo pr.zo antes do le-
rera a autoridades da capital natica e d ircm re-
tnedin.
SAo taas como eslas e outras mais a didicul.la-
des a superar para poder dar conla da paz, da or-
dem e da ju.llca em luda a prnviucia. Aquillo que
aa i. ii coiisegunlo poi*. senhore., me parece digno
dealgum louvor.
Moralidade publica.
A religiAo he o priineiro elemenlo murali*ador das
sociedades. Ella ende nrj< e.l quai rednzida a pra-
lica dos mais commodn* e facis acto, regulares do
cutio divino, e as ealrepHo parochias, e das grande solemnidades que marca a
igreja.
O povo em geral he pouco instruido e quai nAo
eompreheude os pontos essenciaes da doulnna cliril-
laa. As viriude. evangelieea e o* vicios que te de-
vem evitar nAo Ihe .-o inculcado! em pialicas fre-
qtienles. Talvez o sejam cum mais edicacia no
cniressionario*. mas a nslrurrao era comraum nA
Ihe he dada. Nisto o clero pode ludo, e elle t lu-
do se deve esperar.
A repressAu e punicao do crimet he lamliem um
elemento moralisador. A iepres.Ao procura o go-
verno turnar ellic-z. mas a punic.lo eom didiculda-
rleseohlem. He didicilimo no noso paiz colligir
prova em razAo da o.cat.ez de populacAo que per-
mute fazerem s muias coatas em ter perrehido;
em razAo de certa indillerenca pelo crime que nao
excila urna grande averso no povo, ou ao menos
urna aver'Au duradora, em razAo deceila propenAu
a' Hiendan.la.le e 10 perjurio. I'm dos enos
mais lerrive* e mais enraizados na no pnpulacAo
he que a mentira e o perjurio, quando nAo lem por
ohjecln fazer mal anles bem, sAo permilli los ou lo
menos de.rolpavei*. Assim oa jurados absolvere
com facilidade, e as testemunhas eeondein-se ou
iiegam com a maior impudencia om juizo oque an-
tes e depoi allirmam por toda a parte.
I ni lmenle a. noten ira lirne- e lei. de procetso
Ao em met entender defetluosas. NAo he pnsaivel
ler bon, esclarecidos e mparciaes juizes lelrtdo
por toda a parle, porque etta despeza alisorveria
lodos os rerorsos do Ihesooro. Cora o emprego do
rei-rolameulo e lem querido .upprir n que falla de
edicacia na ju.licy. Os abuso, porem e a oppreuAo
a que elle ezpSe a populacho me fazem tremer. Por
in.m e pelo diefe de polica algumas injuslicas lem
sido reparadas, e nao creio que muilo- nos leoham
escapado.
O exeinplndu. Iinmrns collocados na.posice ele-
almini-lradnr. Exi.lem 85 escala publicas provinciaet de ina-
Ape/ar de se lerem creado mais dous guardas e IruccAo primaria, 68 para o sexo masculino e 17 pera
um servente, o pessoal nAo esta anda em' relacAo j o femininn.
cora o oervieo, nem em harmona com o regula- Na casa da. wpaatat lambem recebem Hitlrarrio
ment, que designa um guarda para cada turma de elementar 36 meninas.
21 piesos. Achavam-se vagas, e vagaram durante o anuo
lie mu aenaivel n falla de nraa capella para a ce- paasado, P.l escolas, sendo 3 da meninas. Foram lo-
O oulro elemenlo moralisador he a inslrurcao pu-
blica.
Vos a leudes bem organisado. e o governn pro-
vincial se desvela em exlende-la e corresponder a
e/oseai vi-la*.
O povo he dcil e inlelligenle, a nos rmpele fi-
zer lodos o esforz para torna lo moralizado, rico
e feliz.
Trafico de eseravos.
Os precedentes da minha vida. *" """ "1n
permelliaiu aceitar a admi"' "**"
ca spui lomar cora
ma goveraetivo.
eseravos. tr
no imperial, e i... t.... .e de mullas ni-iiu.^u.. j-
V leudes cnntieciioento da desaracada oceur- i como
rencia de S-rinhAem. Diversas causas iiuham lrav edificio,
zido esle negocio a um puni lal de confusAo, que
era mpeosivel ubler um re.ullado coraplet.menle
sahsfaclorio. .
O digno chefe de policia e audilor de marinha,
que, por virlede de in-us po lele*, nomeei nterin
lenle, e que depoi. fm eonlirm lo pe Imperador,
fe/ o malares p-f,rcos para reunir provea, e p.uler
cundemi.ar o culiia lo* nu extravio da Alrirano* dea*
e ronlrebendo, Nflo vos fallarei de um proeesso qoe
anula esla pendente de recurso de revista, Quanl ao
ituhg lado romo aulor do crime de ciuilrabaiido, por
apperaeerem provas de ler-Ihe viudo dirig lo'; e-se
esla' pronunciad e foragido. Sua iirupriedade ja
foi Verejada m -er m-lla encunlrmlo. a a polica
lem raz.to para crer que te acha lora da provincia,
ma* denl.u do imperio.
Nao.e lem pouna lo diligencia para apprehender
os prelus que haviam sido extraviado*, e set* lem
sido aDanliiuJos pela polica, sem sede-pender um s
real em premios ou em espiou.g.m.
Consta qoe dous inorreram, de .orle que. segundo
os enligo* dado*, s deven exislir boje no captivo!
ro 13 ; mas. segundu a* informacf.es de algons -ios
prelos oltimamenle apprehend.dosqup moslram bas-
tante inlelligencia, nAo existen mais do que quatro,
porque no numero dos que se consideraram extra-
viados eolraiam, o cozin eiro a oulro emprtgado
no navio, que po-lo fossem prelos. eram livre e li-
vre. lcaram, fugindo e etcoudndo-se por te julga-
rem crimino*os.
Nenhoma nova tentativa de desembarque se lera
dado, posto que eu lenha tido varias denuncia. As
mait azadas in ovillen na- lem sido dadas para seren
lru.ira.la-. A cosa toda esta' vigiada por destaca-
mentos que a percorrem, e nAo perdem de vista o
navios que apparecem' navegando de um modo u-
peito. i *
O rriiipiru lem sido activo .e promplo, devendo
aqui louvar o modo porque -o coinluz o comman-
danle da e*lacAo naval o eui dignos oflleine.
L'ma linha de talrgr.pho de hindeiras, no longo
da cosa, esta'-se executamlo por meio das pale-
zia, *ubordinda. an capilAo do porto, e creio que
com oito e.lacc* ao norte e dez ao sol desla capital
leremo suflicieule meio de coromenicicAo para ai
ocenrrencas de loda a crst.
Eslas providenciat nAo aproveilam t pelo que
toca ao contrabando de e.cravo, mas tambem .ios
contrabandos de fazendai.
lebracau dos arlos religioso.
Arhandn-se apen condui la urna parle dn edifi-
cio, nAo podem anda existir nelle a oflicina. que
deverAo ser acornmodadas em salas para isso ap-
tiroprtada*.
Enlrelanlo et preso* Irahilli un aluradamenl. em
^tt^i celia*, e un* vAoensillando ao nutro o of-
licio mecnicos em que *e a|i(.licam. de modo que
i se coolam 95 sapaleiros, alm de ofllciaes de ou-
lro. ollic-is.
De.ta applicacAo quasi comanle, resultara otbont
habito, que o. pres... a-> adquirindo. Algons del-
le.. de u.lindos feroze* e carcter riioso, se vao
la previda*.
O numero do cadeira. que tem provincia, prin-
cipalmonle do sexo (.-minino* he mu diminuto |n -r
em relacAo a sua extensa* e Importancia, qoei em
comparara a' nutra, provincias de infer .r cate-
gora. o serlAo nao ha urna so' escola de me-
ii inas.
Turnada a base de ini.inm habitante* livres, ve-se
que -o ha urna e*cola para cada I.06 meninos !
Jn(elizmenle nAo pule ainda ser realisada a di-tio-
sicAo do ari. 51 da lei de haver em cada parochia
orna aol pelo menos para cada sexo.
Frequenlarara as aul.s publicas primarias 3.731*
. laborioso, e resignados, de sorle sendo 2,862 do sexo masculino, e 877 do femimno
nAo lem diminuido, e he cerlo qoe elles .icham coito vada he oulro do. meios moralitldorcs, que infe-
nas grande* propriedade. ma* uAa so devem irais lizme*.le a. paixfle publica*, o as que nascem de
ii. a romunseracoo, p rem alo mais empregado. na oulro* inlerea.es lem l'eiio nao ler anda chegado ao
cultura do qae na Viofjanca e violencias. I nonio que era de desejar
A ito deve Ajunlar-e a guerra Inteligente que, Os hbitos de Irabalho, de ordem, de viver cum-
com os deslacamenlos volante-, e fixos. e com os d*- modamente, o amor a' propriedade An ronlrana-
lecadns de polica militares, e oulros nAo mililare*. I do* enlre Din pelo clima, pela facilidade de viver
mas igualmente eonjoaoi e drdicidns se lem felo a com pouco, pelo avillamenlo que Irooxe ao trabe-
ai.ligo crimiiinsus. que hlazunavam de sua impuni-
dade, e /.ombavam da leis.
falla pela mema hoce do vicio, da paixAo o do
amor! Arnka oidora o qoe de.ejo '.' Ol! sim, a
graa-du iueza he lAo boa Todava, se ella recusar !
Henriqoe se assenl ra debaixo de um raraman-
gras, Arrika, a simple e casia amizade que urna ir-che!, e aspiran o perfume que caba ni .les-as ja-
maa lem ao irmlo, fars o que acabo de dizer-te.! nella odoriferat; ouvia o rumor das aguas que en-
vail di ir a graa duque/.-. rhi.m os lanque, e meditava ao mesmo lempo nos
- Onde lorn.rei a encontrarte, Henrique : diversos aconlecimenlos que linham-se dado com
All debaixo daquelle bosqueiinho, la etarei elle de.de sua chegada a Pelersburgn.
dentro de um quarlo de hora. O* aconlecimenlos ao rpido* ne*(e paiz, d/.ia
b, desprendendo-se rpidamente du braco da elle com sigo, na verdade quem visse o. abalo, vio-
moca, o cavalleir detceu aot jardn, emanante a
orcheslra dava o signal da* quadrilha..
Ja di---mus que a Batureza do cavalleiru era mili
tmida qoe irapeluo-a. Era um delicioso retrato a
palel de l.alour. e mai nuda. Sua alma ele entilo
auemelhara-te as ondas de um lago rodeado de ello*
Ihu o emprego de bracos e*crnvo. e pela. Iradice*.
Os arli.las e joriiale.ro as cidades se conduzem
A Imii.islraro d ju*lica criminal.
O mappa n. 7 moslra o* julgamenlot proferido*
pela maior parle do Irihonaet do jury da provincia.
o auno prox.mo passado. Em alguna lermo, cu os
de om vi
nAo eslava .
a repetirlo di
Em 31 de dez.
na ea*a de detenco
de dezemhrn flod 18.
las e o desertores do ex,..
tn 1682 : remedidos par
lerimeiito deagr,idavelvae lem da-
llo.
-alar o proeetimenlo dos pre
o salario de 800 rs. d anos,
' coopiioa ;;i.i do raio do
?m '*r a eva.Ao
ja posicAo
opt.r.in, e
mam 2 >2 pre-o*
de enlAo al 31
ehenddo o* rerru-
armada ; foram *ol-
, reatdio d Pernando
i8 : para .. arma la 55 ; para o exercito 37 ; lirado
Conseguintemeiile o termo medio para cada erola
fui i i. despretada urna frarr-Ao de 13, numero ex-
cetuvamenle p->queuo quando vimos qae ha urna e
cola para 1,046 criincas.
Diversa* cao.a coneorrein para esle retallado : a-
veze pooca conlanca un meslre : preeonceito contra
a escola publica por admillir gente de loda a da--- ;
' ipu!,ir,!.i in n di.emulada morando muilot meni-
no* dislanle da. aula. A epidemia fot lambem cao-
n do nA avullar mai. a matricula o anno pamado.
tanto que no priineiro .emeslre e malricularan
2,(IIi7, sendo 1,i2 menino, e 519 menina*.
i.ir.-ulares lem ido dirigida, an. vigario* para qoe
promovam a matricula. A medida do art. (i da le
que aulun-a a coagir pir mei, da polica os pal*, sob
a requi.icA-i de diversa aoloridade* 56 ; inorreram i nena .le mulla, a mandarem o. lilhos para a escola,
25; exi.l.am em 31 de dp/.e.nbro ullimo 22-1. nunca poder ier eteasalada ceir homens pobre*.
E-le. dado,' polos quae* e conhere qoe o mov- e no .interior da proviucta.
ni "iin de.le anno foi muilo malar do que o do anno Nlo *e -abe com eaactidAo o numero dos menioi*
de 18. demonslram a nece-ssidade de *e promover ( etemlnado.
ro-n i i a ell-,na a i-iuidu-u. dos raios comeca-1 Alm dat escolas, provinciaet recebem inslrarrJo
do*, alim de que a acorainodares corre.pondam | orimaiia, por cnnla dos cofre gerae,94 menino* u.>
ao Homero dos preso deala e de oulras provincia, e | arsenal deoguerra, 8 no de mariuha e 6 na colonia
le evite agglomerar-Ao delle Ua contraria as pre*-| de Pimenteiri. Com OolacAo especial no collcgi
cripcoe. hygiemre., a vigilancia e a moralidade. | dos orpliAos de Olinda.
. 'l",',- "n'' l"n'"'' '"'' eatade ainda incjraptelo lotlrucc.io publica secundaria.
do edihcto, e por esperar o re-olu o do alguma* .. ,..". .. ,, .
etperieneia., nao lenho ainda u.ado plenamenle da
a.ilori.acAo que me de.l. de retVrrmar o regiment,e
... pequeuas e como provisoria, a'lerare- Ihe teuho
felo.
que
nnmeio dat pesaoa. de*#jo.s de nelle *ducrem s-u-
filhos como iniernoa he muilo operior ao qoe e p
de receber, e loto* ni-lam, e lodos so dese-p-t m
com a imp ..ihilidade de erem *atitfeiln..
A. su. aula- foram frequeeviadat por \*\ alninHo*.
sendo 33 interno*. ." meio prrrnnni.tas o 5. e\iern..
Mo sendo v.hdot para matiieola na faeuldede
de direilo os ev une- no gvmnasio. pouco- ah se
fazem. porque qoa.i todos o* alumno* preferem
fazr-los no collegio dat arles. Fina mailo conve-
niente que e.l-e.tabelecmento pdeme como o col-
Presidio de Femando.
SAo aqui proverbiar os abuso e vicios de udmi-
nistracAo, o actos de prepoiencia e de oppresAoque
por muiio lempo tem caracterisado o governo da-
quelle presidio. Algn melhoramenlo em peqoe-
na e-cala se lem ubi. lo ltimamente. O comman-.
daole que all se arhava e linha dudo alguma prn-
va- I- zelo e hun ... acaba Je ubter a exoneracao l-aio de Pedro II, na corle, dar caria* de barha-
que.olirilra, e deve para all partir para osub.liluir re em lllrp-, o nAo rreio nem detarraxoade,
um in ja'coniieee o terreno que vai piar. lando o etlabelecimenlo a devida ingerencia de em-
Cnnhecedor dos meus cuidados a re-paito daquelle
presidio, e do de*ejo que eu nulria le dar de eues-
tado iuforraace* exarlas ao governo imperial, o
Exm, Sr. tenle general Coelho r miman lame das
arma da provincia se me nlfereceu a ir all em aes-
... fazer as or*.-aria* indagares. O relatorio qoe a
sua volla me fez vos sera apre-enlado A es(e impor-
pregadnt da lamldade direilo no* exame*.
Ezislem avultat na provin.ia 6 radelrat de lalim,
fieqoeinada- o anno pastado por 35 alomo*.. Ella*
nao pretlam poi grande alilidade. -Alem de seren
di.idiosos alguns prufosseVe*, arrewe q*m Jloj "
.prende lalirn quem (Sai te cortar esludot .iip-iio-
res, e e-les prnruram os eatabelerimeiito. em que ha
lauto documento me redro, e nelle acharei .implas completo curo de humanldade ; em logar, pois, de-
infurmaee.
Iuslriirtca.j publica. .
M.m le fazer algn* reparo, na sala du edificio
do collegio em que esleve o qoarlel general e ah
moni n esta rep.rlic.lo, fofncceiido-Ihl os movis ne-
cesario.
Aludido de um 9erveule que faz alguma e-
cripia e lambem he rorreio, o ecrelario tem conse-
guido por em dia Inda a esrriploracao.
O con*elho diredor esla' complei e celebra regu-
jnradus nAo Irahralnaram, ou o juizes de direilo nlo larmeule ua es-ne*. Kvi-lem .II delegados l.lte-
reraetleram o< repeclivo. m.ppa.
O. juizes de direilo de capital allegam impo-i-
bilida."e de fazerem o ervico cum um so eaeiivflo.
Com elleilo be de urgeille nere--i lade a crear.lo de
mais um escrivAu du jury, mas com ordenado sufll-
cienle. pois qoe he um cargo onerositsuiio, e o orno-
lumenlo. sAo qoasi nenliun*.
O mappa n. 8 indica cada um do. amins em qoe
o rrimea agora julgado, linli-m sido romm-llido,
sendo mu nolavel vira er julgado em I8")l ur
crime pe. pelradn em 1827.
Foram julgado* 19ti proeesso. motivados por l'.l'.l
crime. t-mln publi. os 8. particulares 181), e poli-I do. Peque
caesll. Enlre ep crimes contam-seli8 homiciJio-' prat-ca. Ai
14 roub... e 13 furl
O Homero dos reos sobe a 24
128 con lemnidnt.
De lodo-os reo. 130 eram analpliahelo, alenlo
ler 78, fl Ipnrl mal* alguma educacAo .12. O i.ume-
n. de ateravo. julgado foi de 8.
leiam o golpho. Andr StetanolT, Deando diriaio-
*e ao lugar em qae flceva a sal. de Diana. Exemi-
rario tallando somenle Ir*. Apetaf das continua-
\ lem fui.crionado, e coro eicepcitca honroea*, ainlo
dicer que n* delegado* em geral alo cuuiprtiu seus
devere rom pro de de*ejar.
No relatorio d digno director d.i uslruccao pu-
blica que vo* sera' epreaenledo, verei*, aenliore., a
me lula quo a direclona prope para obviar esle
mal.
O adual regolamenln provincial he bem concebi-
do, e lelle e da aclivi lade, zelo, uilelligeni ia do di-
rector e do cnusellio se vao collieu.lo bou* reulla-
o defeito *e irlo cornguiilo com a
la bem que o director faz i.aile drsi
assemblea, e informara' deludo naadaraenle com
ili lade.
Parece-tne qoe por ora a retelo de dous nspec-
lore- eataleriedos ; i de*ignacA de um d-s escolas
da capital da provincia [.ara servir como de modela
onde o profeore, ante de rem para ua* cadei-
lento* que o menor cheque aqui no* cau*a, (luderia
crer que esl no meio do mar. Que prfido uceann
he o da curie para um marinheiru novo come, eu !
O amor deta moca he agora meu nico abrigo, oh !
li.-are perdido se crer um inslan.e as promeas de
Calharini t'.omo moilo* oulro*, eu linha curiosida-
rochednt, e que smente havia de ser agnado pelo I de de approxunar-me dessa mulher celebre, ma
enreda tempestado. O que elle entrevia dessa ror- nunca me leria vindo au pensamenl i que ella pndes- i espadi.
la tinislr o mytleriot, enrhia-o de eu.lo. KAofal-lta um momento abanar o niho par mim. C.n-
lava-lfie a bravura ; ma arhava->e feilo o heme im-: fe*so que as palavra* causaram-m- nina perlur-
prcvi.lo de um drama-cmeado de perigos ; aquillo liacAo etlraurd.uari. ; ler-mr-ha ella dislragoido
que leria enchuto de orgullin e de alegra a mu l.o- j por poltica -.' O duque de Clioiseul lem prnipad i,
velado, p.recia-lbe um >hvmo. Na convm nun- j pnuro n amnr propri de Calharina, nos-n mini|e- '
ca afaal.r certa* org.nisae.oe de seus limites : o se- rio lem manlfcludoarmpre inleuce hotllt a Hus-
culo XVHI fot pa.lor. e nao herduu a lemer.dade I ia. Querer ella lomar-me aqu'i por um in-tru-
de llurklinrham. Colloca em nina bal-nra Polem- ment para quebrar me a sua vnnlade !"
kim com Richeheu, evereisde qo* lado esleve a Henriqoe -rnenle va O perigo e-se perigo da-
a.nlaria fra e altiva : em Freura h-via enlA i favu- plirou-lbe a torcas.
Na i he delirio. Arrika, he razio. II eleva que | lempo.
anles de meia noile lenhime. deixado o pa lacio.
O palacio ? antea .le meia no.le m etqoeee*
q.ii a es-a hora a imperalriz prnmelleii t*ignai .,
decreto que ench--me de orgulho, qu e dame a
vola !
rilas ; porem os val lo- haviam ce**ado de-de mailo
Alumine mulo dilate desse *uiil,o de-lumbradnr
amor de "ma iii.p-ralriz. o ravaleiro eslava
alocado de vorlieem debaixn dat |an-ll-s detse baile
n.-gici, em que as prn'ia* preriu-as robriam as es-
la.loa de Mulo mull.eres que deleilevam-te em a-
- Arrika, uinguem Matan eu pd id verl.r-l do1 gradar ; .-i< ulhot eslavam aberln., e el!, na va
perig, urna .enlenca de morte e.l.i su pen-a tolire
nos* -tiias c-beca*.
Urna enlenca de morte "
Sim. torno a dizer-te ; smenle uo re-la a u-
gidn. Cuihece a era duquei; r0g, | he um in-
lanle que .1 mu -e du epso um alvo en nlurlo para
n. Mu. urna hora passad. ueIe pala'co. Arnka,
li |ian n* a de*g'ara. de*uniAo. a ,o 'le !
A morte Henrique. oh nAo h e*ilo mais.
NA por mim. mas por aquelle queja con id*ro romo
meu ol.ir '. Paranlo., aini foj.inoa, y., u ja fallar rique como nina e-pada tupen...
na la, tenia ni pos do il-u lo, d.lai piado* pe. e*p-
nl,i* da e*lra !a. tenlo o ledo en-anguenlado le Ca-
lharina A p'op'ia Arrik i, a meiga e hr.ui la Arrika,
na aparec a-I iie mai* du que urna vi clima prede-tiuada
I .na tola impa, uivi'j.isa, pndia qu brar de um da
para nutro e**e peif-ilo etpelllu de greca ; as llores
de -u ramalhele po lian er envenenaiUs, como o
riv-tal em que ella poese ns labi O que a ule-
viuliii du povilh.l Ihe disaera, ou anles o que Calha- i na p-le. saber n qoe acontecer te' eo
rer-e a d.zer-lhe, represenlava-se a lien- me imperalriz par attlgnar ese contraa !
Sim, devn partir, devo deixar Pelersburgn e-
la me-ina noile, exclamoo elle vendo ippareeerna
-ombra urna furnia esvella e alva, tojo ve-lidu ro-
t\i\.\ n.\-lorio- imiii'o a re-, a do parqup.
Era Arnka, ma- Arnka paluda, a-.-u-la la, e |.o-
dendo apena usier e.
Tudo e-ta perdido, di-p ella a Henrique ; he
impo*ive! obier do gree-rhiqoe Paulo n salvo-cnn-
ilurlo de que lemiifl i,ecrs.|dade. A imperalriz e o
fillin Irnram nesip mmenlo olhares fros p lemveil;
a propria duque/a, Uto boa e tan aflivel. parece
c. nsiernada par e-sa desinteiligenria. lua lemp-s-
ladp rjretwre-se no palacio enlre Calharina e Pau-
In I.
Que taremos'.' qae era de nos, querida r-
rik.'.' Nece-.ilo de apoio mais do que nunca. Oh 1
apraaenlar-
Ma Andr sleranoll pegn Ihe do braco turrindo.
Sen olhar cheio de altivez lormn-se entla brando e
benvolo, e lilava-se comp mivamenle obre Arrika.
b--.e pile a llenriqae, agora
rhego a lempo. Sim, heprec*0 que ante. ne um
quartn de hora lenha deixado Pelerhofl, he preci.o
que ea nuca n .iga... Su en lenho o- meio. de M-
tegurar na lugi.la. e promeMo ass-gura-'..
Oltnhiir! exclam.u Henrique cjiii ar de du-
vi-la, p encarando-a An tp St-fuioil.
Eu in.-mo... Veja esle a.niel.
E-e ai.n-l ja n senhor muslrou-me. lian he o
de Calharina "'
grA dnquezi... T.davia, acre-cetitou el com urna
T*ns-rae fallado, Henrique, de vago terrores,
lie, fujn ilaquillo que os I de per.g que llez eiam tmeule imaginario*!
Vide Diario a. 48.
A*im. in ir..un..o
oulro procuiam, ese amor de escravo faz-rae hur- Oh tilo, lomea Henrique ; sei purque tremo,
ror. Que drspotismu extraordinario he aquelle que I porqae devo fugir ; rujamos!
mAo o capole, apoiou-se com a oulra sobre nina es-
tatua de m ii ni..re, que lancava larga nombra para o
seu lado.
Salvo! mnrmnroo elle, vnltanto pela ullima ; ,.,-sa Mmudora traneportidi de alegra
Mas quem nos salvar, lornou ella, quem nos
arrancara de*le palacin que lens-meiusina io a amal-
dieoar i A propna duqueza nAo atreve-*e a aflron- noo aiguus tegii in* ijanella, e ajonlando cum urna
lar a colera de Calharina !
Arrika. he a mi* smenle qua perlenre lenlar
. obra do nossa -alvarao ; nojsos instanteeatla cou-
lado*.
Mas orna carruagein, cavallos'.'
Tenhn a barca de JoV>, o qual Irouxe-me al
esle* arilin ; elle e-pera-me.
Mas os esbirros do palacio '.'
llavcmo de illuli-lo* ; elles perceberAo larde
M un--.i an-enci.i.
Elles o. prendern anles que lenham poslo um
pe na barca, diste urna vo/ urda que f,z estreme-
cer a Delinque.
O duudu murmuran elle levando a mAo a
:
is escola* de lalim, me-hor foca clabelcccr eecnla*
lo *psnndo ario em todas as eidadea.
Os (i |r
annnaes :5QOgO0O r<. J supprimi ama cadeira jo
llfrif**, pasanlo o profeinor para laoaraf*-i, e e*l.
*iipens o pacamenlo do prorsnr de flaurelli, por
n;Vi l*r discpulo*, an pao qoe oa lem mn profesor
parlicalnr que U/. \>*z r sana lices.
Lnine privado.
IU cnnhecimenlo ollicial de 7 ecola priMtrla
en io 41 de meninos e 30 de menina*). i-..ram fre-
'..ii...la* por | TU alumnos, sendo 1,1 T do se\<>
masculino, e ."i-I. do fcsninmo o que Ta 23 aluan
nos, termo m-ntio, para cada e Oevem eti-ilir nulra escolas, de que n.-io se tcui
noticia, alm dea qoe enslem na cidades, villa,
[invdHres e la/.onda ruraes em ca-as de cerla fami-
lia-i para seu* proprioa lilhos, pareutea e amisoa, m
vi/inlin-.
A liherdade que linha de abrir aula quem qoeria,
ciQsava muilo- inronvenienle*. que ja loram rcma-
diadn* pela nava lei, e\i2n lo alem da prova de mo-
rahdade, adf liabililaejla prore-.nm.ti. Il**end pnrt'in marcado om prmo n* forma da l-i para i*
li.iliilitarAo, mu pouco* mestres e nielra cerarn. .Nao ciiivinhi potm man ar fchar luiro a
e-<*"l*i, porque alem de nAo *r poV*ivel a mallos
do-, alttnmnfl ir M e-rola- ptthlic-s, e pr I.nlo er
pn'ferivel dei%a-los anle- recp|-r nma educacAo me-
nt- perfeila da qae urn'iurna. If\anl-r-se-a am
clamor arnl t ontra urna medida que ia hrar de re-
de Arrika, sua amada Calharina ppnsou que ua Un* Ijrcassia'ios tendo os labios trmulos de per-
aalneil per-uadiaa a ingenua don/ella ta que lien- i lurharo e de su*lo.
rique ia romper francamente com ella. C.oinludn a
ausencia de Arnka ft passar doh mjven pela fron-
te da impera!rii. *}
Onde c-t.r ella ? peraonlou Catbariua a' con-
vez a cablea, e vendo foflir a ponta do cuito )i -n.'..
de Arrika, na exlremi la le do parque. O annel im-
perial Ihe-. abrir' todas a* portas !
Ficou eniao penialivo, tendo a fronte na mao,
sustentando de quando em quandi sna cabera abra-
zada, e Como sepuUa-tn em *oinhria medilarflo. Loo-
cas notas de msica \olleavam nos alftp, para de-
pois espalharem-se no* lar tms, onde no -e va mai*
im'iiIhihi paea torno le Andre ; a illuminaro morria de ramo em '
ramo ; om vento ososo levantava-se !.- : um quar-
lo de hora da immensa baha de Oon-dad!.
Andr esperava dominado pelo delirio, e pela
febre.
li-'i-11 f mi .iiiifnit* e emquanto o relofr por ver-s*
pela primeira T6l le -ua vi Ja ern utna meia conti-
tlenria de sua aoberana.
O rdwgio tinlia dado apena- meia noile, quando
a iiiiner'(rr fez essa peraunla a*
dora.
NflO ?ei, enliora, respondeu
I m h'mem... balbociou alia... om as-aasino ...
all... vej-m !
KHa inoslrava com o dedo as cortinas Ieit<
Tod'S correr-m para la.
Andre Slefamdl esperava ns cruzados e immovel...
O capila das auvrdas apanbou junto riHIe orn
puuhal, cuja lamina re-valara o-.re a conrara de
condessa Miuo- ac qoe desde rnuito ten>(><. ^ervia de eaidc a Ga>
Iharilta.e*
(a ; mas Arrika, I Morra o ;i-as-irm cnlaram os cnarda-
cheeada a hora em que Vossa Magestade leadeas- Ooando arlo dqo Psala alttMo>i ieln lo-
-laor-lhe o contrato. j mullo como o nutre, fifelgaa da curie enlru n-i
A eoodcaaa Mino lora, rujo contrato de rasamen- ramurirn tiop - I lo poda ccrlamente daiar no roinMo de Biisabeth I pouco naoofez cahir.
bitll dava meia noile, ahno-se a jauella do -al.'ni de ; rina ; como se chama
a Grande, lanca,va ao nesmo teiiinn a' imperalriz
om olhar inlerrogador, |)om Mell. que *e pro-
rl nutr rom roraL'iii sen ca\allciro urvente COll-
servavotfle ob*i (pnoVuiifote a -eu lado.
Quera he esse estraoaro perganlon ('.alba-
Diana, appareeoa urna inullnr.
An Ir estremecen ; a *scur'd;lo envolva enOo
0t forma buiuana. rojo v" flitrtuava au vento.
O man'- lu apiotimoo-oe; orna vui trmula, ei
' mal t'i.|arcai.'a doixou cahir eslas palavras :
le vor ".'
> m. munnurou elle exten leu lo a mlo, son
! eu llt-iiri mi-
O annel la iniperairif-! reronhero-o, di--* Ar- I ma tare, cakio-lhe nuspi era um lonco hran-
rika examfnando-o. ib senhor, quem qoer tj'ie i co. m qu-| p*iava up**na um i chave ( ooro,
Sfja, *alv......- : Mi ndo elle U apanha-lo, a jauella lornou a le-
A*sim o farei, Ijruou '. > \t ; ma* com urna char-se.
condirao... .\ii Calharina! diste elle em fi baixa, aso-
KaMc, oh falle inda ijue -ja meu -anjue. ra me pt-rlenr.".
minha vida Atravessou rapidanienle urna d;is avenida? desse
li pronunciando e as palavra*. o cavalleir ni masnilico jiiinn de Arrnida, e perd-u-se em uum
plorriva com ar wpplicante aquelle que tiuiia dian- recada aecreta hubilmenle eniMberla p>*i.i porta de
le de i. uma grota, > l^nco da i m per atril eslava um bi-
Amlr chegon-SO braiidarnente Arr ka, o dise-lha em voz baixa al- seaoir.
(i't-za i'.-fii depart*. \<
mora forman um-* | ajit>.
rival pai i .i lti.it.ri i da |isrll
lino !' IVIro e de I van.
K>eenei
guias palavras au ouvid.....
Troca por Irnra. arreceotou
He
moca pdese OOV-lo, e entresando a Henrique o
annel qoe lirondo dlo. Tuja !
llnriqoe nlo reapon leu a A adr senio apertan-
do-lbe cordiilmente a man.
Apenas alies entranharam-se nos jardins que coi-
Enlrel'iili Calharina laes va em torno de
sem qoe a ollire- inquieio* ; es-a fest* pareda ler pira ell i .
r
peu de lod>* oaeii enfado. Klla exceda a hora,
momento, puuha-se a duvidar da re-oluc;1o, ou an-
le* da lemendade do c^vlleiro. "fo lavia pllf apa
libara a chave, lora sn a e*sa entrevista nocturna,
de bdixo da jaualld o saldo de Diaoa, s a ja longo
Chamo-me Dom Mel'o, aozosta soberana,
it'-;ioi' leu ti Porlocue/. adianlamlti-e ; que poo
la/T par -t-rvir a Vti--a Masestada '.'
I. arre Veja, a impi-mliii Senlior, tur noo Clharina dir*aindo-ae a Dom
'1'! o. lenha a bnoda*ic de ir ver too conde de
.\ .i;-. h\ ni. rapitvn de minhas soardas, sla' e-t-
noiie de ervico jonto do aposento da corea. Veste
r.i-'. diane*e de iraio-lo aqui*
I' mi Mflln voltoo pouco deiui> Ir.izendo c ni si-
ii M'.ipit.in uuardac
Buido Dlo vio nada persuntoa l.atlinriiina
esle.
Acabo de vr um boniem de chapeo cabido
sbreos pinos, qne mellia nina chave d- ooro na
IVcIfilura do camarim imperial, rcpondeu o ron-
de: ruidei, sen hora, que era um do* inembro-da
Chence-llacla serela.
E leve razfto, conde de Kariachkin ; acn-
nanlie-me v u df-scer.
A Imperalriz inipellio a porta do camarn., e en-
Irooe
Apena* iinhim- o capillo ila* aoarda* ouvio um Crili :iE"dn, ai*
qual toeeederam muilos oulros. Depoi* Caiiia.,i- f Kirkoll"ihe deixava.
ua apparece pallida eesbafunda a'visla (te mus I
Inrlinnu-s". e ..' rUridade de urna vela reronhe-
cen o corpa <'e Andre.
Afamando o ve-luano en-an-uculado doa>*.'---i
n, acnou e-!a divida e-cripia de seu pooh" ern
um li\ro de pioda lo que tr>zia.
Grtgorim* ndiettmt rt vUmr.
Era|a' ext-ef co do BOOM a divisa de l'ui.- il'lni'.
1 ni anno depaja a Braa duqueza. moneu ou de- -
apparece de um. mau-ir anda mai* trgica .lo
qu** a pretend la princesa Tarroka leoT* I tnio >*-
bem a historia de K.-ouut. n-k'. Colhas?tMMK nJo
recoava diaole de oenliom criin--. r. llura junto
de ua m>ra uma parletia mo- OVa, 00 r-r.ia dii-
*' .nna* dtoao
en n-'. nlada o b-r-
i q'i<* ..i lefHto o 3"9'
i Itoteojiiim
Vooa UO I mpo rm iu>'
de de Goerl^a euniav* j,,,
Lu acha rne^ii*. *>,
<;., onC ..li ih
qual tornara-*
r-iiLnloi-as. j,
i* muio em
-a%a -f t'-ta hMuria, a
. d I*, oi', ami8diuu-
,. frecaese Ilenriqu de
nij.rea.i i*- CtWtO de l'rvn-
for difjpril apre-enlir Arrik*. a
loga oma da- muib-ies mu* *n-
in .M-Ho raaoa toa eejondao i op-
ria% rom f,m,te..a Minadora Kuk..lT, rujo mando
mrrc-a dotlerrndo u-' Sil-ena.
R*a o monea qi" m-iecia de t".thriiia o teen-
l'adfl polica, p-nOJ lalfei qu Dum Mello mere-
*--a mu-a mellior do qoe aquella que o conit de
FIM.
X
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MUTILADO



MAMO DE PERNAMBUCO, SEGUNDA PE1BA 8 DE URCO D IflW.
penle un meio honesto de subsistencia j'i muda gen-
te. Km virnide detlas con.tderacet o coiiMlh'.< lu
de parecer que te marcaste novo prszo com a com-
minaeao da mulla, mais penas a lei.
Era Papaeaca, a caudada publica e o zelu evang-
lico dease digno apolllo 1>. Caelano de Messina.
fundaran! o cullegio do Uom Contelho, que a acha Theodoro da Silva.
Irequeulado por 91 alumoaa. Ja 1 lie mandil arbi-
trar urna dolado de 4003000 r. aoonaes, e foia con-
venieule considerar publica esta escola, c tuieila-la
a todos os odus e vamageu. das publicas, menos
quaulo ao provimeDlo da cadeira que nao o pode ser
failosenocomo agora ola p'u razao da forma claus-
tral, que lem a*qoelle eslabelecinieiilo.
Fora para desejar qoc para a educado das meni-
nas alguiiK coaaa se uzease para satisfazer as noces-
sidades,que pelo que loca ao seio masculino satisfaz
o gymnaeio.
Urna insliloirao rnni a reura Vi irmaas do Sasra-
dn Ccrai.io de Jess, he h raals proficua, em meu
entender, e pode ser coin algum Irabalho fundada.
lia rouhecimenlo oliici.il de 3G aulas parliculares
do iil'lrucc,ao secundaria para o sexo masculino, sen-
do 1(1 de fr-incez, 8 le lalim, <> de ingle, 1 de geo-
graphia. :t de rhlorica, 3'jle pbilotopbla, 1 de geo-
melria, I de allemao, 1 de italiano, as quaes loram
frequenladas por 375 alumno*.
(Continuar tt-ha.)
Suppleutes.
Os tenhnres : Antonio Jo>c de Oliveira e Anloaio
Alves de Snu/a Carvalho.
O Sr. presidente desiuua para membros da com-
mis-ao, que lem de receber ao Eira, presidente da
provincia, os Srs. Jos Pedro, Piulo de i'.air.put e
Expediente da da 2" de fevereiro.
OlliciuAo iuspeclor da tbesouraria da fazenda,
Ir.iniruitlindo os avisos de letras n. Vi c 20 na im-
portancia de t jls%0 reis. sacadas pela Ihcsouraria
de fazenda da provincia do Kio (.runde do Norte so-
bre aquella, e a lavor de Manoel Jos Fernandes de
Barros, e Joaqoim Farreara Nobre PelincaCom-
municou-se ao Exm. presidente ..'aquella prnviu-
o pelo qual aquella re
y^TtfdiSiffi?>\o por
*r extrahidae em ImeHt
Snspende-se a snelo,
A' una hora eenooela-ie a chocada de S. Exr. O
Sr. presdeme da prnviucia, que be rerebidn cnm as
formalidades do estro, e lomando assenlo, li> o seu
rolalorio.
Finda a leilura, S. Evc. retira-se, e em seguida
levaula-se a tetrao.
RECIPE l.f DE MARCO DE 1857.
ASGMOKAS DA TARDE.
RLTR0SPECT9 SEHAML
A semana foi minio rida em noticias .lo exterior.
Nao livemos coiiimunicacoes. nem da Europa, tiein
daaentras provincias do imperio : as recpbidas de
mo :... a e the .tuertaremos esle pequeo tributo, satisfago e c.iinnindidadeduiappetilesgrotseirus des-, Alves da Silva, para avarigMCoei em
de noaaa admiraejio, earoqaaoloseja mallo megqai- ses ergalhoso fldslgote. I,urlu-
nba ofTreada, par. lio subido laleuto :... Ktm ,,,_ ja se acl|im Tario, __.,< |
A sra. abrtella, na liedelmonda, papel bas-! alauus individuos, os qoaes, embora naoienham pro-
lanle ilillic.l, nao deimentio o que be : nioslrou-se eeisoa, Ha conbecidos como valenlSes ; e se be pre-
nota actriz em ludo digaa ,ls apptoosoa e admira-: ciso citar oomea da un. e outros, na citaremos entro
S*0' '' islireiro, llie consagra. Co- mullos os de Manuel l.e.le, Manoel do Nascimenlo
e Joilo de llilu.
crime de
,
nheceinos lia muilo o morilo" da Sra. (.abr ella,
apraelaiDoa oseu talento, e por lita nlo podemos
deixar de Iributar-lbe os elogios de que be merece-
dora ; e se liguen, dnvnlar de no,,,, ImparclaMada, I ,,_, ,
que va admlra-l., Dama de S. Tropee, I). Ce, sua valellli, cra ,__.,
de I! M.....c Ollialls, e sera depoh o primeiro a ap-
plandi la, e a infestar que a Sra. Cabricllla be
incunlestavelmnte una bella arlisla !
Pe/aro, o Sr. Jos LuizEsle haonm diaiimo'a-
do, esse perlido amieo de Olbello, fol llu bern re-
|iresenljdo pelo Sr. Jos l.uiz, que nada daiXOO a
i desijir. CaMa-noa a crer como esu senbor, sendo
ligan* pontos desla anuiinciam a permanencia do ''"ta,, ue exlrema bundade e de muila iranqueza,
*4>cego publico, da regularida.le da eslar*o, e das! P"de 'rabalbar com lana perTeir.ao, em um carador
boas condii;es do estado sauilario. Knlrelanlo (IS''"leiramenle npposto ao seu eenio ; mas, emlim, be
vveres de primeira necessidadc, tanto no interior segredoseu, lillio de teu eiduiln e por coosequeucia
da proviucia. como Beata cidade. lem rhegado a um
prero labulo'o. principalmeule a carne e a fariuba.
aiuda m iis digno de elouios.
O Sr. Coimbra, na parle de Odalberto, Irabalbou
O gado oaifeirai be vendido por um preco commo- I perfeilamenl*, e moairon-se, o que realmente era o
do, mas os alravessaJores punco se imporlam com carcter da parle de que se arbava encarregado. No
(ala eoadico. Aehaaa-aaaaaiaboa can campo, cer- primeiro acl ao proferir o tcrrivel proguostico, lo-
l)itoAo.niesmo, inleiraiido-o de ler indelerido
a reqoerimento em que u provincial do convenio do
Carmo desla cidade, pedia a paral} sarao do proces-
aji P'lo qual aquella repartirlo exige a importaucia
por cento das partes das luleri s,
irpiio d'aquellc convento em
anno passado.
DitoAo niesmo,declarandoiiue o dizimo do mei
de pi'iidn r.i i das Alagoas, que 'or ~xpofiado para
ala provincia, deveraTser cobrado n'ra/So de dez
par cento. segando consta da oflicio da presidencia
d'aquella proviucia de 31 de dczsmbro ultimo.
DitoAo lit. Joao Capislraoo bandaira de Mello,
desigoadc-o para, nos termos do artigo 20 do regu-
lamcutu de 'i de fevereiro da 1S.15fTfazer parte da
comoriss30 de julgamonlo dos Clines preparatorios,
em logar do padre Joaqoim Pinta de Campos, que
lem de lomar assento na assemblea provincial
Oaanjunicou-se ao director da faruldade de di-
reilo.
DitoAo director das obras militaresapprovan-
os pequeos cencertos de que precisavam as estivas
das cavallarices do quarlel de Samo Amaro.
DitoAo mesmo, dizendo que vai levar ao co-
nhecimeolo do governo imperial o ollicio ein i|ue
Smc. reclama a uomeaco de um oflicial de eoge-
ubeiros, para exercer as f o nenie de ajndanteda di-
rectora das obras militares.
DitoAo director do arsenal de guerra para
mandar alistar na'companhia de aprendizesd'aquel-
le arsenal, depon de lavradn u termo de que (rala
o artigo ido regojamenlo de .1 de Janeiro, de 1812,
0 menor Manoel Barnardir,o de Sour.aUfliciou-se
a juiz de aa*aba is iara iikiii lir lavrar o (ermo de
que ie Ir i la.
Dilo^Ao curador dos africanos livres, commoni-
ando, qoe lendo sido exonerado o coronal Alexan-
dre Manoel Albino de Carvalho, da directora do ar-
senal de guerra, couseguintemente da respunsa-
bilidade om que eslava como depositario da I africa-
nos livres, empreados no terviro d'aquelle artenal,
passaudo assa responsabilidad* ao major Jos An-
tonio Rarboza, ajudanle da mesma directoraIgual
ao jniz dos feitos da fazenda.
DitoAojuiz municipal da primeira vara, para
| no envi com brema le, al'un de seren transir, illi
das ao eommaudanle do presidio de Fernando, as
guias exigidas era ollicio a^ presidencia de II do cor-
rete, menos a do seiilicifoo Pedro l.uiz Gonznga,
que, segundo cominonicou o coinmandaola d'aquel-
le presidio, ndo foi para elle remedido, e bem as.im,
paia terem igual oesiino, ai guias dos que Smc. liver
ae mandar para o dilo presidio no lirigoe de guerra
iCearense.)i
i)i(oA cmara de Olinda, dizendo que oppor-
1 unamente serio apresenlados i aasembla provioci-
al o b Manto da rrceil.i, e lespeza do anuo linan-
cairo de 1859 a IXJn, ass.m como o ortiyiienlo para
o de 185(i a ISJT, os qaats a com pan liara m o odlcio
il'oqualla cmara de 19 So correnle.
I' rlariaNomeando a Salvador llenriqua de Al-
buqaerqae, paraaubstilutn dos membros do conse-
Iho director da inslrucrau publica, desla provincia.
Dita.Nonaeando a Manoel Joquim da Fonceca
Mlvao, para dCargo de subdelgalo do 1 districto
delguarassuComaajinicou-se ao ebee de poli-
ca.
DitaMandaMo admitlir ao servido do exercito,
como volonlIrlovTior lempo do tes anuos, 8o pai-
iio ManoaJ Sanliorio l.ins Wanlerlev.abonaudo-se-
Iih o premio de 300fi rs.l'izeram-se as oeceirarias
commaniea^der.
CpMM.vN'DO DA| ARMAS.
Qwirto f emeral do comaaaindo daa armas de
**l I i lajajaj na cidad.<|o Baclfc, ana 28 de
OllUEMUO Ur.V R. 127.
O general comaiaadnte das aitjaas determina
qae, na manlia do da 2 de marto vindouro.se p is-
cado de bellas garanlia, e vao desfruclaudo as vn-
la-ens da especulaijflo.
Ha muilo que temos ouvido fazer censuras i ma-
m-ira porque se esta conalraindo a eslr.dsrre ferro.
Ilizem que os aterros sao folios com muilo pouca
solidez, que as bombas o lem a capacidade ne-
cessana para o etroamenlo das auas pluviaes. Tai-
vez sejaio sullicientes um ., Inglaterra e oulroi
paizes, onde as ebuvas nao sao ordinariamente tao
abundantes como enlre n; : l.i ellas caheni com
cerla regularidade, e em pequea qaantidade, maa
aqai be o contrario : lemos vi?-lo cbover tres e qua-
Iro das, os nos se arbarem imniedii.lamenlc ebeios,
e deteriorarem eslrailas, pontos, etc. ^ ao sabemos al
que ponto sao verdadeiras eslas censuras. Se ss tra-
zemos boje ao dominio da poblicidade, be para que,
cmquaulo be lempo, se previna algom daino fo-
toro, no caso de seiem verdadeiras. Por parle do
uosso governo ha um en jenheiro encarregado da cerla
ingerencia sobre os trabadlos do caminho de ferro, e
fora justo e conveniente que esle engenbeiro exami-
nasse se a obra que se acha feita, csu' de confor-
midada com as rearas da sciencia, e segundo as ne-
cessidades peculiares a este paiz. Pode ser que es
arguic.des que temos ouvido fazer aos liabalhos exe-
culados sejam infundadas e lilbas da ignorancia ;
mas o qne be cerlo be, que andam em muilas boc-
eas, e em laido o caso sera coiivenieule um evame
por parte da provincia, que he igualmente Interes-
sada.
Temos dianle dos olbos urna pnula da riiade do
llecife e scut arrabaldes, Irabalho do nosso enge-
uheiro civil, o Sr. Jos Mamcde Alves Ferreira, e
dada luz esta semana. He de grande formato, co-
lorida e lilographada em Londres. Conlm lodos os
edificios pblicos c ras principaes desla cidade, e
lodasas igrejas e principaes edificios de Oliuda. Nao
sera um Irabalho de nina perfeico absoluta, mas be
de urna ulilidade inconleslavel para os filhos do paiz
e para os eslranpiros, e um Ululo de considerado
publica para o autor.
^s diai 27 e 28 a assemblea provincial celebrou
as sessOes preparatorias do costume, e boje lera lu-
gar a abertura solemne. A reuniao dos escolliidos
da provincia he sempre urna poca d-
perancas jiara tuda a commun1
Os melboramenlos maleriaes >-
recebido om desenvolvimee
dam urna soluco mais
provincia -'
videncia.'
os bons P
Oslrabalbos [
se acbam quasi coi
oulras obras. Com .
;ve esla
pela Pro-
seada lodcs
..minaraa a gazj.i
.0 breve comeeardo as
-Srs. Eduardo T. Be-
Ihouse e C, engenh. .os de Mai.cheiler, acabam de
tomar por empreitada a edifjcatao da fabrica, o for-
uacimento da diatribairjjo dos canos e lampedes
pblicos, e outras obras da emprezs encarregada da
illuminatao desla cidade por meio de gar.
O cntralo foi celebrado ero Mauchester, c enecr-
ra a condicao de seiem Iluminadas, no prazo de
doze inezes, contados da sua dala, as freguezias de
Santo Antonio e S. Jos.
O Srs. Edoardo T. Belhouse e C. sao condecidos
ventajosamente por diversas emprezas ccmelhsntes,
queja realizaram em Buenos-Ayres, no Per" e
'oulros p.iize.
Os eogenheiroi e o material da empreza, inclusi-
ve trile milhas de tubos d ferro e mil lampees
pblicos, devem rheuar aqoi ua primeira occasiao.
rendimenlo da alfandega ainda conlinoa na sua
magnifica progressao ascendente. as diversas esla-
toes publicas desta cidade se arrecadou a qoaotia de
805:698-1 lli. sendo o da aUajndrga de 586:1-27")08 ;
do consulado geral de 159.-6329103 ; do provincial
de 82:7353251 ; e o da rectjbcdcria de rendas in-
ternas de 211:9034531.
No lia 28 passoo sol dolsul para o norte na al-
tura desla rnlade. FMe annd o pbenomeuo foi mui-
lo pouco sensivel. Nao nos cansa que se dessem
casos de roorle repentina, como aconteca em oalra"
pocas, e o calor da quadra foi sempre modificado
pelas chovas, que nao nos lem deixado desde dezem-
bro. A mortalidade, qne depois de algomas semanas
se revisla de nioslra ac corpo. rto" exercito em ^''mr- "empre exceda de (). nesla semana deceu a 31,
njcao nesla provincia, e as companhias (xas, pe, .eudo II meninos, s Imnun- e !2 mulheres.
orden sesninle : asvseii< horas a' eompanlna de art-
fice* ; as sais a meia o balallito oitavo de iufaiiia
na ; s se te a Md'qtarto ao batalhao dcimo ; > oi-
to e meia ao nono, ambos da mesma arma; as nove
a eompanlna fixa de cavallaria e as nove e Ires quar-
los aoquarto batalhao de arlilharia a pe, na cidade
le Olinda.
Determina oulro sim, que ludo qnanlo os senha-
res coinmai.danies de corpol "lem de enviar pa-
ra o presidio re Fernando (inclusive as pracas que
para all deitacam devem anlar a bordo dobrigue
aCeerensen al amaubaa a larde.
Josr Joaqaim Coellw.
rou-nos uaataole, e no lerceiro aclo recusando lle-
delrKonda obe.lecer-lbe, em seu rosto lemos tanta dor
e desespero que nao podemos deixarue applaud-lo!..
o Sr. Coimbra he om actor de bstanle i.ilculo, de
qoe bstanles vezes lem dado prora ; cainin.'ie, pois,
ssm trepidar, e ,va colheudo os louros que devem
l'"i 111.T sua cora de arlisla!
O Sr. Uaimariea, no Loredano, uno Irabalbou
mal, i'omquaiilo eslivesse um tanto roneo, mas des-
culpamo-lo, porque he urna dessas fallas que nao
depeudrm do actor.
Da Sra. kiml, pooeo podemos dizer, porque o
seu papel, sendo peqoenn e fcil, em nada sorpren-
deu-nos: esperamos por oulros dramas em que
consla-nos que a senbora Ku.il lem partes de mais
esecucao, para eniao dizermos alguma cousa sobre
essa actriz, para quera a uatureza foi prodiga, con-
cedendo-lhe graca, belleza e liabilidade, atribuios
que Ibe promellein um brillianle futuro sobre o
paleo !
O Sr. Hamos, no lloge, rcpresenlou bem, na la
Jeixanrlo a desejar.
No fim da tragedia o Sr.*Joao Caelano dos Sanios,
chamado a' stena, foi phrenelicamenle applaudido, e
brindaram-no eom um lindo bouquet derravos bran-
cos; nessa occasiao, o Sr. Navarro, de um camaro-
te, recilou urna brrlhanlc poesa, dedicada ao re da
scena brasileira !
A comediaDama das cravos brancos, nao des-
mereceu do elogio que llie litemos, na revisla pana-
da, terminando assiir. um espectculo que deixou a
lodos nleiramente salisfeilos.
Foi nomeado fiscal da;freguezia da Boa-Vnla
o supplenle Moreira, o qual muilo achala que fa-
zer. so quizer cumprir aeus deveres, como he de
esperar.
Foi lambeta uomeado engenheiro cordeador
da muncipalidade o Sr. r. Cillaro ; esta noruea-
(8a muilo honra a quem a fez, e a quem a mere-
ceu.
Foram removidos os fiscaes das freguezias de
S. Josc, e de Santo Antonio, passaudo- o de:ta pa-
ra aquella, estas remores tem posto os fabrican-
tes do picado e maduro era cuidados, c novos pro-
; -: -do.
taludo houverain impor-
*o dos jurados, ba-
pode assistir,
.^. oaquecer-ae de levar urna cadara pata HMD-
lar-se : na verdade, a gallera ssm assenlo he mo-
da, que nao se usava no lempo que o tribunal es-
leve muilo bem no palacio Velbo.
Neslcs das lem eulra :o nesla cidade, vindos
do serbio, minios meninos prelos, pardos, e alguna
d'eulre estes pareceui brancas, para serein vendi-
dos : em una das casas de rancho da ra da Con-
ceirao esliveram qualorze, e no da 2(i foram en-
contrados na ponle da Boa-Villa alguns deises iu-
felizes, os quaes allrahiram as vislas de quem os
encontrara, [aseado dizer-se, faram reduzidos a
escravidao pelo cholera : parece-nos inji.pcii-.ivel
e de teda juslira, que a polica deveria fazer re-
colhcr esses desgrarados at que fosse justificada
sua propriedade.
J se I roca ir. carlees de laile por bilheles de
Ihcatro, e com cambio passlm mesuro nao appare-
cem permulanle.
Nao ha a primeira vez que clamamos contra
os repetidos dobres de sinos. Nada ha que tanto
moleste aos cuvidos do que o continuo echo de um
sino, qoer elle exprima prazer, quer pranto. Ja na i
ha mais um l paiz doi que camiuliain na vanguar-
da do progresso, que admita o montono dobrar
da tal instrumento. Que om sino sirva para cha-
mar os fiis a orarlo, para dar aviso aquellos que
devem velar pala segurancapublica, qeu.uma re-
volur.M, um incendio esla lendo lusar em lal ou
tal parte da cidade, concedemos, mas que se o
basque para, incommo lan lo os ouvintcs com a la
anuurera e rouqueoha voz, fazer saber que 1.1 oa
lal pessoa morreu,' he o que buscamos e nao
podemoi descobrir.
Hospital de caridale, dia 257(1.
2670.
2770.
./' amanhfuf
Fni para ah. que lendo sido mandado ronlialar
um valenta de Podras de F'oo, conhecido por|Ca-
lllido, por constar que a
de lingua. Todos saliera,
que nesse enuenbo viva, a cavalloe com um lalflo,
um celebro lacninra, eulretendo-se em exercirins
sobre o modo de dar una tacada com toda meslria,
e fugir com luda deetreta, Esse inleressanlesevet-
cicios fatlam as delicias dos jovens rendeiros, qne os
preseuceavam.
Taei genlilezas respiraran lalva um suave per-
fume da aiitigui.lade feudal. Oque he corlo, po-
lein, he. que eitlo poucu de aecurdo com as leis do
paiz e com a civilisaeao do serillo.
Por esle motivo confiamos, que o Exm. Sr. presi-
dente e o Sr. chele de polica, /.elosos e honestos
como sao, einpreg.ir.io lodos os meios para punir es-
ses ruine- e acabar com esses grandes viveiros de
[hornea liotetroi e turbulentos, j.mi/aros (le odiosos!
potentados, que s3o o terror e o flagello dos cida- |
daos pacficos, e sao mesmo lempo o embanco do
governo, nao s.i as medidas de polica, como por
vezes na inanulencao da Iranquilldade publica.
P. A.
Carta particular.'
PROYEDORIA DA SAtiDE DO POKTO.
Da 2(i de fevereiro.
l-ebre amarella.Foi adiado a bordo do brigue
diiijmarqu. z /)//.. non /. um doeule, o qual fui re-
movido para o hospital.
() don* iloenii--. que e achavam em observaran,
um a bordo .b-te brigue, e oulro do l'ai/uele de ler-
rogona, achain-se melborados.
Nao houve oceurrencia alguma a bordo dos na-
vios.
No hospital fallereu um Iripolanle do briaue bes-
panhol Paquete de Terrag^im, e leve alia ouliu da
barca porlugueza Empresa.
MAPPA demonttratiro dos doenle< tratados no
hospital regimental a rara do ttCilMt liatalliiio
de infantaria nn me- de feerriro de 1857.
Ilospila. resimental de
Pernambuco I" do marco
de IS57.
Numero de doenlrs.
B

a
n g
3


o
X -*
83 83 :t
= a
til
t>bserca<-e*.
Os fallecidos foram de lurbcreulos-pulmonarcs.
ir. Pia.rede* Come/de Sou.a Pilanca,
1" ciruigiao eucarregado.
Dia 7.Foi insultado um dos rmuistros da coioa
por seo proprio nome, chamaiani-no da carrasco de
l'eruambuco, traidor. Por allosoes um dusanligos
ebefes da praia, a quem denomnala de cataveulo,
camaleao, vendido, mamador, ele, ele. Bri-
Iharam neste dia nos insullos ao Exm. presidente
da provincia, e eulre outros aliraram-lhe os se-
guiules : pralicou aclos le. perfidia, e alrocidades
fras, e calculadas, conducta Irairoeira,' adniinislra-
dor prfido, e Irairociro, que nao oua tirar a sella
pie sobre o dorso Ibe laucara o Sr. bario de Ca-
m.iiaiiibe, que viera a l'ernamburo para puxar o
carro Cavalcantl,a liaba medo que a pona do
a/.orarsue Ibe locasse a* espaduas, que sua condue-
la be mais torpe, mais infame, mais condemnavel
do que a do vil iissassino, que levoo de rojo lodos
os -enlimenlos de bro, de hone>lidade. c de mo-
ralulade que esta' volado a execraran publira.
AO ES. SU. ),OMMEAU*lrOlt
JOAO CzmETANO DOS SANTOS
SONETO.
.N'ura momento de arroabo o Omuipoleale
I m geuio em ti formoa. rhainoa-le nume :
E la do Erapvreu o candido perfume
Aipiras ca ua Ierra ardeulemeute.
No leu nenio sera par, actor ingente.
Arde chamma de cea, diviuo lome ;
Da (iloria ja subiste ao alio curoe,
Na scena s mais qae Kei, mais que poleole.
Se la de Niclheref na plaga amena,
K na velba gentil Ierra baianna,
Couquittasle om porvir, que ja le aeena .
E quem Pernambocano nao se ofaoa
Da ver o mais qoa Bei da patria -cena
Na scena de \ ene/a Americaea !...
(.e/.o.' (.e/iio.' inda man .' supremo eyforro
Da moa de Dos tai ardor de tnth*$iatma.
Dia 9.Koi insultado por seu proprio nome um
depulado aeral com os epilhetos, de contrabandista uBm v
. Hem vinuo as plagas da v ene/a Atlntica.
de .linanos, dcmoralisado, ele, ele, etc. Kepe- O'rei dos genios, o imroontal C.elano !
uram-se os insullos do dia anlecedenle a' pessoa do Bem viudo sejas. que o prazer nos traas
Exm, presdeme da provincia.
Dia II).l'o insultada urna pessoa por seu pro-
prio nome, com os epilhelns de espoleta, iustru-
Mirao do Eterno, qoe le tez sob'rann.
Ao leu aesno se derramam dores.
Asioraara asiros de fulgente loz ;
memo, calaba, Conlmuam. sempre em au'gmenlo, ^S^JS^JS^SA
os insultos ao Exm. presidente. I
... .... Sollam-se vivas tm sigoal de gloria.
Da ti.Foi insultado por allusao um dos mero- Como bombarda! no saudar de um re
tarti> t iku.ammuo.
embica
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PROVINCIAL DE
PEBNAMBLCO.
Seisao preparatoria em 28 de fevereiro
de 1857.
Presidencia do Sr. farao ie Camaragibe.
Ao meio da, feita a chamada, acham-se presentes
i>s Sn.: Barao de Camaracibe, Jos Pedro da Silva,
Amonio Cavalcanli. A. E. de Mello, Lopes de Si-
queira, Pinlo de Campos, (ionralvts (aimarles,
Barros de l.acerda, l.odgar Pinho, Pereira da Silva,
Kego Barros, Antonio J.s de Oliveira, A. de Oli-
veira. Castro Lean, Bcnlo Coala, Pereira de Bnlo,
Lata Felippc, Souza Carvalbo, S Pereira, Florencio
Monleir.
Verilicando-se baver nomero lesul de Srs. depu-
ladoa, resolve-se expedir o secuinle ollicio :
lllm. Sr. Exislindo numero sudcienle de Srs.
depulados pare ler lugar a aberlura da aeaiio ordi-
naria em o primeiro da do me/, oe marro prximo
mu.huiro, e lendo-se celebrado a sessao preparatoria
ora as formalidades do e-lvlo. deliberen a assemblea
legislativa provincial, que u cornniunicasse a V. S.
nara levar ao conhecinienlo do Exm. presidente da
provincia, alim deque se digneapraxara luna em
PAGMA 4VLS&
REVISTA TIIEATKAL.
Juiila-feira 2(i de fevereiro de 1857.tlthello.
Ora, raras a Dos, que j vimos urna tragedia
perl'eil imenle repre.enl.ida, sem firarmos com os
ouvidos estragados, pelos nruos dos actores.
O Sr. Joao Caclano dos Sanios, querrndo ser-
preader-ooe, fui graduando o seu trabadlo de lal
r divida, de que o Tai-
modo, que j nao po.le resl
m Brasile.ro nao lem riv
nias de Jorge Mauricio, ; pres.Mitou-iios a jovia-
lldade do D. Cesar de Bas n, e aps esle o cime
e furores de Olbello a eo.lo-nos a-sim
gradualmenle, do pranlu
ror .'...
He prodisiosa a difieren i que exisle uestes lre<
caracteres tao eppoiloa! lie impagavel c admira-
il !... Di'pois das ago-
pas.ar
lo riso, e do riso ao ler-
vel o Irabalho do Sr. Joao
(res parles He inconlesta
genio, que 1.1o bem soube ci ear csses
Caelano dos Sanios, lias
o merecimeuto desse
COMARCA DEGOIANNA.
15 de fevereiro.
Voa por meio desla chamar a altencao do publico
e do governo sobre os crimes, que de cerlo lempo
ca se vao cnminclicndo nesla comarco com eican-
dalo inaudito.
Oulro corresponden!.! de Goianna ja nanou o
espaticamenlo de um crioulo de nome Ricardo, do
engeobo Pedreuulho, bem romo a criminosa aoda-
cia do celebre facinora Flix Cabrinha, cujos caval-
los foram reclamados e recibidos por um poderoso
desla comarca. No Diario de Pernambuco li tam-
I bem a historia de om assainoato em Nossa Senbora
do O'.
Es.es fados porem se vAo encade.nulo de una mo-
do cspmloso.
Na segonda-feira,'2 de feveroiro, foi preso em
(lOianniulia um celebre Antonio Vieira, destilador
do dilo engenho Perlregulho, armado de um pu-
nhal, em oeeaiilo em que o-acstacamento liaba sa-
bido desa povoatao, e ein .|ue, secundo toda a pro-
b.ib I d de, elle ia encarregado de assassinac alguem.
I Antonio Vieira pana romo autor d cinco morlej,
i sendo urna deltas feila no eng-nhi Jardimde (ioian-
JI'RY DO REI'.IFE.
I." sessao.Da 25 de fevereiro de 1857.
Presidencia do Sr. Di. Sitcino Cavalcanli de Al-
bw/iierifiie.
Promotor publico interino, o Sr. Dr. Joaquim de
Souza'Rois.
Eserivao interino o Sr. Manoel Correa (ornes de
Aluu'ida.
Advogado o Sr. Franrisco Jos Marlins Peona J-
nior, esludaule da Faculdade de Direilo delta ci-
dade.
F'eila i chamada as II horas da manhaa, aclia-
ram-se presem.es Is lenhorae jurados.
Foram dispensados a requisirAo do Exm. presiden-
te, os senhores
Dr. Francisco de Paula Salles.
Rrasiliauu de Jlaualnaes Castro.
Foi dispensado por ler aprescnlado motivo justo o
Sr. Joaquina Rodriuues de Almeida.
A requisIfAu do Sr inspector da alfandega, foi.
dispensado o ;r. Manuel Perecrino da Silva? s.
I'o.am multados em mais 2113000 rs. os senhores
jurados ja mudados nos .lias antecedentes, e mais o
si'auiiles senhores :
Francisco de Paula e Silva Jo mor.
Ilerariiiii Peregrino Maciel Mouleiro.
Dr. Joao Francisco Teixeira.
Jos Ignacio de Medeiros Reg Monleir.
Antonio Carneiro Machado Hioi.
O Sr, juiz de direilo interino declarou, aberla a
sessao, depois do loque de campanilla.
Aberla dita sessao o Sr. Dr. Francisco d'Assis de
Oliveira Maciel, juiz municipal da segunda vara,
apr-.en! ni (i pruressos prepralos para seremjolga-
dos, cujos noiiiei dos reos ao os seguintes :
l. Autora, a juslira, ro preso F'raneisco Antonio
Nogueira
2. Autora a juslicj, reos presos Francellino Sal-
vador amasceno, e Alexandrino Salvador Damas-
ceno.
3." Autora a jusliea, reo Francisco Jos do Nasci-
menlo.
i." Anliira a joslica reo afiaurado Domingos
Adolpbo Vieira de Mello.
5. Aula a usliea, reo aliancado, 'Manoel da
Fonseca Araojo Lima.
(i." Aulra a juslija, reo afuntado, Antonio Joa-
quim d'Annuuciarau.
O Sr. juiz de direilo Interino mandan conduzir a
presenca do tribunal do jury para ser julgado o reo
preso F'raucisco Antonio Tavares Nogueira aecusodo
por crime de armas prohibidas, sendo defensor do
mesmo ro o Sr. advocado cima mencionado.
O conselho do jury de seulenra foi composla dos
senhores seguinles :
llarlhotnmeu Franrisco de Souza.
r_ran -el no Aagoilo de llollanda Chacn.
Francisco Cavalcanli de Alhuquerqoe.
Auguslo Joaquim de Carvalho,
Joo Xavier ta Fonseca Capibarie.
Barlholomeu (iuedes de Mello.
Joaquim Bernardo dos Res.
Camillu Augus'o le.reir da Silva.
Ago.liuho Jos de Oliveira.
Joaquim Vital Machado.
Silvestre Pereiri da Silva Guimaraes.
Jos Nones de Oliveira.
E prestaram juramento em voz alia subr9 o
dos Sardos Evaaqelhos.
Foi o roo Interrogada, e no interrogatorio Hf
que nao sabia por que era aecusado, porque nao I
commetlera chine algum, e uem sabia do motivo da I
prisao.
U sr. promol* iuUrino diso ua aecuiar;an, que
fora o reo encontrado com urna faca, e que eslava
piovado e incurso as peuas do arl. 3. da lei de 2(>
de oolobro ele 1851, grao medio.
O Sr. advosado di*e, que o reo nao commel-
lera o crirae de que lie aecusado, e pedio a absol-
Mrao do mesmo reo.
O Sr. juiz de direilo inlerino depois da Ireplica,
resumi a aecusacao e a defeza, propoz ao jury os
quesitos, e entregando os mesmos ao conselho, foi
esle conduzido a sala secreta das conferencias, as 3
horas e tres quarlos da larde, d'onda volteo as qua-
Iro lloras com las resposlas, qae foram lidas pelo
presidente do jorv de sentenra.
O Sr. juiz de direilo inlerino, recebando as res-
poslas do jury, poblicou sua s.monea, absolvendo o
roo e i'ouileiiinan li> a muncipalidade as cusas, e
levanlou a sesiao, adiando-a para o dia seguinle as
10 horas da manhaa.
1." sessao.Dia 211 de fevereiro de 1857.
Presidencia do Sr. Dr. Bernirdo Machado da Cos-
ta Doria.
Promolor publico inlerino o Sr. r. Joaqaim de
S 10/1 Reis.
Escriv.10 inlerino o Sr. Manoel Correia Gomes de
Ataieida.
Advogado o Sr. F'raneisco Jos Marlm l'enna
Jnior, eslodanle da faculdade da direilo desla ci-
dade.
Feila a chamada.as 10 horas da manhaa acharam-
se prsenles senhores jurados.
For.un relevados das mullas os senhores jurados
Honlera abrio-se a sessao ordinaria da
provincial lr::ishliva desta provincia.
S. Exc. o Sr. rouselheiro Sergio Teixeira de Ma-
cedo leu um mui exlens eluminoso relalorio, no
qii .1 da' coma uiinucioa e circnmslanciada do esta-
do .la provincia sob todos os aspectos da adminis-
traran.
A'rerc da riqueza publica e particular, da nossa
masuifici prosperioade, do desenvolvimenlo da a-
gricultura, sb todos os seus diversos ramos, do com-
mercio inleruo e externo, e dos melhorameulos ino-
raes e maleriaes da provincia, S. Exc. se exprime
do modo mais lisongeiro para nos.
Inicia muitaa medidas de um alcauce elevado, de
coja dopeao deve provir grandes melhorameulos
para Pernambuco.
Na exposicao da nossa situarlo actual e na inicia-
rao de novas ideal, aue moito devem contribuir pa-
ra a reli?ar5o do esplendido futuro a que somos
destinados pela Providencia Divina, ha urna cir-
cdmslancia digna de especial reparo, que extrema
mente deve lisongaar a todos os Peroambucaaos;
neo enthusiasmo a o amor com que S. Exc.se ex-
prime acarea desta provincia, que no seu conceilo
esta' cima de moitos estado da Europa e da A-
inarica.
Quando nao (ivessemos innmeras provas da ele-
varla inlelligeucia edislincla illuslracao do Exm.
Sr. leixeira de Macedo, o seu relalorio fora sufll-
cienle para nos convencer que elle he um dos mais
bros da redareao do Diario, com os epilhetos de es-
poleta, cHo, triste animal, raisantbropo, prfido, fe-
moiili lo. energuraeuo, mendaz, manhoso. Foram
insollados tambera por alluses os membros do par-
tido conservador.
Dia 12.Por allusues foi insudada urna
E nao sao purpuras o que allrahe as (orbes,
Mas he o genio, qoe anebata a grei.
As purpuras passain muitas veces rolas
Por eulre a potra, que a esquece raigo,
E o nome desse, que viveu n'um throiiu,
v ai sepoltar-se no mortal jatigo.
P'"0* Mas nao o genio ; soa vida be entra,
com os epilhetos de espoleta alugado, mamador, Oulro destino sobre a Ierra o traz,
ele, etc., ele Ne.se dia foram tambera insultados ; Se pobre nm da, n'oulro dia be grande,
os membros da redacrao da ttegenerarao com epi- j E aus ,hro"os. c aos povos sobranceiro ja/
Hielos de mochilas meodazes, que vivero larabendo Asim lo segoes, e avasullaa ludo
as cubas sersinas, leprobos perdidos, a delestaveis, 9"m e,,e c0'"1s',>. qoe le offeriara o ceo |
bajol.dores, etc. etc. Os insullos ao Exm. pre- [SElSlSTlM^*,Lmmm
. I s* allributos para o norae leu.
sidente continuara stropreem cada um nomero
uslrese di'liiictns esladislas da nacao brasileir
Filho desle secuto, e educado, por as.im dizer, na
escola dos Krandes bomeus da Europa e da America
do Norle, com os quaes viven am relaees parlicu-
lares por mais de 20 annos, S. Exc. adquiri a scien-
cia dos principios pralices de governar povos.
Poltica, linanras, in-lru.-e m publica e particu-
lar, colonisio io, {juslica civil e criminal, emlim
lodos os elementos qoe consliluem a vida de um
povo, nada dislo escapou a acumiuoaa inlelligeo-
cin de S. Exc. Fe um esludo escrupuloso acerca
das nossas necessidades, elogiou o que ha de bom
enlre nos, criticn o que he mo, e propoz os reme-
dios que julsa conveniente para corar at enferrai-
dades do nosso corpa social e polilico.
O seu relalorio nao he una pera eomiuum e roli-
neira, he um livro eloqueule e luminoso acerca
da si(nacao de Pernambuco, que deve ser da gran-
de ulilidade para todos os nacionaes, para eslran-
geiros, c para o governo geral. Como um leslerao-
nhu de gralidane reconlierimeuln publico, s lemoi
nm voto a tributir a S. Exc, be desejar a per
manenria da sua estada enlre nos, como administra-
dor desta provincia.
No Dinn'o de 31 flejaneiro liaviamos publicado a
quarla n-lacau das pejnOM insudadas, e dos insul-
tos empregadoi pelo Liberal Periuimbucano al 28
do mesmo mez. Hoja continuamos este hediondo
inventario publicando a quinla relarao, que se
compoe de 10 nomes, afora sempre o mioislerio,
o Exm. presidente da provincia, as pessoas insulta-
das por eorporacOes, raras, cores, familias, repar-
adas publicas, e partido poltico a qoe per.eni;.im.
1 numero das pessoas individualmente uomeadas
a designadas nos insultos ja sobe a 312, distribuidas
ola forma neiiuinle :
I.1 Relajope.ssoas iusudadas. S2
i.' Dila. .. 91
Dia 13.Ao mesmo lempo, que o Libera\ em um
arliao editorial dizia qae desta dala em dianle dei-
xaria de occopar-se das personalidades, e tralaria
tmenle de questdes profundas, era insultado, e
ridicularisado um dos antigos chefes da praia com
os epilhetos de velho diabo, serpanle, linhoso, roa-,
mador. E o Dr. Joaquim de Aquino Fonseca, em
um artigo em que se despeda da re lacran das
descomposturas do l.bera\, insulta ao Exm. presi-
dente com alluses injuriosas.
Dial.Foram ridicolarisados por allusues em
ons versinlis doos antisos chelee da praia.
Da 18.F'oram insultadas por alluses condeci-
das i pesoai. sendo duas deslas nimos chefes da
praia, os epilhetoi foram, egostas, ilissidenles, in-
Inganles, tratantes, fingido!. Iratoeiros, prfidos,
ioleresieiro., homens que descorrem menos que
brutos animae., maos homicidas, egsassinos, flagel-
los da hamanidade, protervos, inslrumento oppres-
sor. De mislora com eslas pessoas soffreu tarabem
o Exm. presidente da provincia bons infolios como,
fraudalentc, am'go inlirao de asiasiinos, malvena-
sor, etc. etc.
Bem viudo as plagas da Vneta Ailaulica,
O' rei doi genios, o iramorlal Caelano !
Bem vindo lejas, qoe o prazer nos trazet,
Mimo do Eterno, que le foi sol/rano.
J. M. Ja*. A.
cu>.n*t o
CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d. 60 d. v.
Pars, 310 a 311 rt.'por fe
Liiboa, 95 por de premio.
a Rio de Janeiro, 2 por li|u da di-sconlu.
Actoes do Banco, 10 a 15 dr. premio.
< c companbia de Bebenbe 549000.
eompanlna Peruimiiucaiia ae par. '
' n Indemnisadora. 52 dem.
a da eslrarla de ferro 20 por Oln da
Diseonto de lettrai, de,8 a 10.
Dilo do banco8a 10.'
duro.Oucas hespanliulas. .
Moeda de (ioloo velhaa .
a < (si00 novas .
49000. .
Praia.Palacoei braiilriros. .
Pesos culumuari s. .
a mexicanos. .
%tut>lUc&?o.
3.' Dila.
1." Dila.
5." Dita.
10,
papis, tornan- nJnha na pcstwa de um vendedor de (orno, p.;r al-
do-os iao disliDclus I... Hc'nesiao1n>reiica. nesas ,r '
!i ciiiibalCalunga, pai de numeroso familia, que hoje
Total. 312
Nao foi aceita por aquella folha o desafio, que
Un- bienios para que a esle inventario de maledi-
cencia, a esta prova irracu.avel de immoralidade, e
ruiudadu de soa causa, e de inaptidao para fazer o
bem nos oppozesse ao menos um inventario igual
dos artigo! em que o Liberal lenlia em todo este
periodo de 11 de selembro al agora) de quetles
serias, de objectos de ulilidade geral, ou provincial,
de insliluires que prumovara a moralidade, a ins-
lruct3o, o bem eslar das classes pobres, e desval-
lidas.
Ilel.ii.u das pessoas diariamenle iiuultadas, e dos
epilhslos injuriosos para isso empregados pelo
Liberal Per (embro.
Dia 29 de Janeiro.Foram insultadas por allu-
ses diversas pessoas com o cpilhelos de traidores,
judas, arrelequi os, espadadnos, pasodeiros. reguos
ridiculos, perversas, bandidos. Conliuuaram os
insullos a pessoa do Exm. presidente, quem brinda-
rain com os epilhetos de furioso lyranuo, da liberda-
deoDpressor, dos crirnes conservador, iniquo, inta-
qus deixaram de comparecer lias sesioes dos dias na< perverso, fallar fingido, deshumano, detabri-
23 e 2 do correnle. I do, o suprasi mmo na torpeza, horror da nalun/a.
Foi dispeutado da sessao e relevado da mulla em I Foi lilla com aeral reprovacao urna poesa em eslvlo
que incorrera no dia anterior o Sr. Antonio Car-|
neiro Machado Bios.
Iran.ices 13o rpidas q
palomo.i
que al aqu nao rtnios vi
discpulos, que cospem e
liiou do lodo !...
O Sr. Joao Cael-no dos S
mi o amor e u ciiim-, a
bellas, que o genio se
as dillerenrlis, es-as Iranslces, be o
o fazer, por es-es eeifl
n n di :n na mao que os
qoe ha de conparectr para ler o relulono, de qoe o i uunea mudar de lor, islo he, sem desmentir o ca-!
incumbe a le. ...... ] racler da personasem, e o que mais be, cui a sri- I
Dos guardo a \. S. SerreUria da anemba le- ,A,,A ,,,.,,. .., ., h '
ghlaliva provincial 28de frerelio do 1857.-Illm. ''-"ag-os, que por aqu andarao ven-1
Sr. Dr. Jos Beato da Cuiihi Figuciredo Jnior, se-
r.retario do goveruol.iti: Felippede Son:* /.euo,
1 secrelarir.
I.cvai.iou r ates-ao a ||2 hora depois de raeio-
dia.
leudo pommada '.
O Otbillo, Joao Caelaag dos Santos, lem belletns
que desperlan aynpallilai; lem lana expressao em
>uos cores, ,ue commovtl No anlaulo que os nu-
------------- I tea OtheliM, farieang pc| Ralnreza, mettiam me-
SESSAO PRESIDENCIAL DA ABERTURA, ^!u,i1' eaoneam aborreclroehto, racabavar
" ,. -j 'pMAStO DE IB57. gOtar-nos da Irasedia, i for.-a
l're/ienc.a do Si: barao de Camaragibe. l09
\s || horas da manila a, reunidos os senhores de- I
puladosno saldo das ses-es. o Sr. presdeme eonvi- Nada b maiii dilli.-il de repie-enlar-se do que a
ai illu-lres membros presentes. irem aoiilir | tragedia, e he jottamenla nene genero Uo chalo de
a m-sta votiva eo Espirito Sanio, que lem de se ce-
isreja inalri.. de San-Frei-Pedru-liun-
imrJeriosas exigencias, que o S.-. Joo Caelano dos
mendiga o pao da miseria, no lusar denominado-
Rolo,uo dislrirlu de Nossa Seuhura do O'.
Apear da todas aasaa proezas, consta-nos, que o
lal destilador de PeJreguIhn, tob pretexto de qoe
I nao lem processo aliara, est preste! a ser sollo pe-
ternura e o furor, sem !'" M,enon Je supplenle de delea,do
para com am personagem, que se declarou o pro-
leclor nato de lodos os criminosos desla Ierra !
No dia 13 do correnle o feilor do engenho l'edre-
| gulho iu i! ni um escravo do mesmo engenho, e logo
tambera foi muri. Ignoramos os promenores desle
aconleeimeolo, porem elle he geralmenle sabido, c
pssoai de lodo o criterio nos asseveram, que be
vcr.la.leiro.
Na he sn nesse eugenho qne e repelein horriveit
escndalo-.
Ko da 25 Jo passado poco mas ca menas, cont-
la-DOt, que um filho de Jo. Ignacio de Mello ma-
lou com um tiro de pistola um joro lleiro, que tra-
balhava no ensenhi
Foi lambem dispensado o Sr. los Antonio Pinlo
Serodio.
Foram mudado, ein mais 20i rs. os senhores ju-
rados ja' mudados nos das antecedentes, e mais os
senhores seguintes :
Antonio Machado Gomes da Silva.
Dr. Francisco Gomes Velloso de Albuquerque Lint.
Aberla a ses.1o pelo loque de campanhia, veio a
preseoca di. tribunal do jurv para ser julgado oreo
afi.im ido Firmino Florencio de Mello, aecusado
pnrenme de ferimentos leves feilos na pessoa de
Benedicto Francisco Lopes de Lima, em dias do
mez de junbo do anno de 1855, lendo o mesmo reo
por seu defensor ao Sr. advocado cima mencionado.
O conselho do jurv de seulenra bu composlo dot
senhtres seguidles :
Manoel Joaquim Gomes.
Barthnlnmeu Francisco de Souza.
Manuel Carneiro Leal.
Sever ano llandeira de Medo.
Antonio Luciano de Morae* Mesquila Pimeulcl.
Manoel loaqoim de Miranda e Souza.
Birlboloineu Guedes de Mello.
Joaquim Bernardo dos Reit.
Francisco Rodrigaea do Passo.
Agoslinho Jos de Oliveira.
Franeelino Americo de Albuquerque Mello.
Caelano Jos Mende'.
E prestaran o juramento, sobre o livro dos anios
evangelhos.
Fai o rn inlarrogado, e no intarronioria dis.e
que indo elle reo para sua caa plas8emeia ho-
ras da n. iie do dia aolcrior a vspero de S. Joao 1(,
anno de 1855, fora aggredido por um lal Benealelo
o qual com ura pnnbalque Ira/ia quena ferir a elle
reo. e com qoaulo elle ro> nersuadisse ao me am por des-
raretas e gri- '
grosseiro, e indecente, que se publicou nesle dia.
I ia 30.Foi iii.ultada por seu proprio noYne,
una pessoa, chamando-,e-lhes por claras aduses,
a-sassinos. Contiiioam os iusultos ao Exm. pres-
deme.
Dia II.Foram iusalladas por alluses i pes-
soas, empregaram-se os epilhetos de prfido, astu-
to, versivo, intrigante, delapidanle, corrupto, fal-
laz, frauduleulo, baixos seutimenlos, infame, sergi-
no espoleta bruto, trnsfuga, avenlureiru, escravo
aquilombado, infame e9e traicoeiro. Continuara
em progresso os in.ullos ao Exm. presidente.
Da 3 de fevereiro.Redobraram os insullos a
pessoa do Exm. presidente da provincia, a' quem
mimosearan! com os epilhetos de indigno da con-
fiauca do meneadla, perlido, sansuiaario, ingrato,
indigno do cargo que oceupa, galiu o ullimu de-
grao da prfida, e da Iraifao, rodeado de urna ca-
marilha cubera de crimes, pagodisia, novo Me-
phislopbeles, homeni que quer laucar a provincia
as vas do BHaaaiBBtO. Nesse dia loram insulta-
dos us membros do parlido conservador cora os epi-
lhetos de anarchislas incorre^iveis, homens sem f,
sem lealda.le, encanutados htlmlgol do governo re-
presanlalivo, infames, fraudulento, corruptores,
para quem desvcrgonhl be lei, e a iminoralida-
de he ndole, ele, ele.
Dia i.Foram alrn/.meiile o iluminadas, 7 pes-
soas empregadoi pblicos, e agentes policiaet, allri-
buiodo-se faelos criminosos, que nao pralicaram.
aggressor para desistir do seu mao intento, todava Tambero foram insudadas 8 penoaa por alluses
insi-iio em querer ollonder a elle ro, vendo que se-
ria vieliraa se nao repellisse a aggress3o. vale-se de
urna chbala que (razia e com ella ilefendeu-se. n.lo
tabeado se com elfeilo offendera a seu aggressor,
nem que qualid-de de nllen.a linha folio. O Sr. pro-
motor interino diste que lora o reo o autor dos fe-
rimentos feilos em Benedicto, eslava provado e,o
ro incurso na penas do arl. 201 do cdigo crimi-
nal grao mximo por s.
vante do i I uo a.I. l!
lll o
n'um honrado pai le fa- ;
labrar na
(alves. """" Sanios, cujo talento prodiglo nao podemos aqui-
S. Exc. reliron-se, e follando ao mein-da. prore- j latar, so nioslra sublime !... All, ludo era bello
depmaibs,^^ A "'-'....."aJo. Sei
He lid am fleto do secretario da presidencia, ,mor' ei,"n', tmM" "a,6n '"'ni"r'r. "lo -lo
coiumuiiicando que > Fixm. presidente da provincia l"0' "- naluralmenle etpresso
reb,..?m?que" WlC S* '"''* *" '" T "" **"'"' *"' "' ""*
L-se e he approvada a acia da-sessao anlerior. ',"!.."'., I''.,.'.'.""''
Piocede-se a' eleirao da me-a que lem de dirigir
Irabalhos na prsenle ll HlI"" -"'ilos: a la paga annual de cincuenta paes de assucar dad
' a cada ura delles, era cima do andamio,
I iln o crime rnmmelli lo 8 noile. O Sr. advogado
laare ; e he as Ierras de urna | rli
que o rao pralicara o rrime pornue Ola anu-
da guarda nacional, que -e acha aado. porem lora ein defeza de sua pessoa ; pnit que
claras, c bem expc.ides : os r i!i-!o- em pregarlo
foram homens que, se a mural fos-e respeitada, e a
le cumprida, eslariara uns em prises, e oulros
condemnados, adieos, republicano i.ommur.islas,
introductores de sdalas falsas, contrabandistas de
Africanos, falsificadores de firmas, prevaricadores
lar a rircum-dancia aggra- expedidos de repartieres publicas, apostatas, e as-
do mesmo cdigo, deler si- sas,i,s, ele. etc., Repetiraea-te ns iusultos do I
dia 3 a' pe<>oa do Exm. presdeme.
Da ...loi insultada per seu proprio unme tima
o crioul'i, que ha pouco lempo den, uo lugar cha- | ,"lf'"'x^' "_ !,H-re iirH l'rimeiramnte, c pedio a j pessoa coro os epilhetos, avenlnreiro, traficante,
mado Cunara, un
nidia.
Nao preri-amos, porem, declarar qual lie ntla
ISo bem desempe- comarca o engenh,. quemis se vai diltinsoiado
,'ibs-dvicao do m.s
O Sr. juiz d direilo depois de resumir a iccasa-
c i e a defeza propoz ao jury os quesitos. e entre- PIC'
gando os mesmos aoconselho, fui esle eondoxido
ala secrela dss conferonrias at 2 horas da larde,
donde vollou as 3 horas, eom stias retposlas que fo-
, ram li las pe > iiresdenl jurv de senlenca, o Sr.
IdSO de facimras, intlrumentus de | juiz de direilo depois da I ra.' mandou que o jurv
contrabandista de Africanos, pirata, indigno, ele,
Cboverain como sempre os insultos ao Exm.
Preside
aoaajml.
ni
aquello em que se esla reo-
ram de torios os lados !...
Como deixar da applaudir a Sr. Joao Caelano I (error e de criminosa inlluencia, .. contra lodos, pe- Vollasse a sala da confort s para reformar a rea-
Idos Santos, qoanrio nnjsi Knlimos em DOua almalla paga annual de cincuenta piles de assucar dados [ l'os,:l' c tl,r"1""10 o rv a dila sala d'on.le vollou as
otseolimentos, que lao bem toube exprimir?... 'a cada um delle- em cima do andaima ,. ,m h < "'!'""" rom suas repslas que foram lidas
l Exra. Sr. barao ,le Cmara*,,,, COll/ J volos. Con.o negar un. ledeinn-.uo de admira.-o ,r, i 7 Cum Pe" presidenle de |nry de tenlene, e o Sr. juiz de
Vicepresidente. A ., 'wlemanho de adin.ra.ao, para ohrigara,. de apoiar a forocidade a lascivia da duas direilo recebando ti resoottM pnUieoa saa seoteoea
O Sr. comm. ndador Jos Pedro da ilva, col) ^0 i '' "e.1ut na Paleoteou a fre dramtica, no Ijuveos feras desla comarca. absolvendo a ro e coudemnando a municipalidade
Senao fosse o odioso que essas cousas acarrelam,
poderiamoa dar um longa lista, nao so das victimas
volos.
qae lem de rozis bello e grandioso .'...
Primeiro secrelario. (fio he potsivel !...
volos8'' "' ''UZ mm ''S0UM Ua0' "* 19i BtnqaantooSr. Jo, Caal.no do. Santo. |r=ba-
Segundo seereiai io. "'" e "^>'ar come ale a |O, dir-lhe-neme. seiu-
O Sr. Dr. Sebasliilo do Kego Barros de l-aceida, i P,e. ro"' Mana Brrelo :
com li volos. J lu mais que meu rei :... Tu
oa sua almridade, como das donzellas violadas, dat
mulheres baibarameule apartadas ce seut maridus,
e dos maridos conslrangidot por arteras a vollarem
es n.cu No- para a cumpaohia de sua. esposas iueis, ludo para
na. cus.:, e levanlou a essao adiando-a para o
dia Mijiiinle a horas da manhaa
RSPARTICAO DA POLICA
Oceurrencia* do dia 20 de fevereiro.
Foi nicamente preso : pela subdelegan da fre-
guezia di Boa-Vista, o preto Jereniiii Francisco
presidente.
Dia II.Foram alorozroenlc insidiadas, calum-
niadas, e ridicularisada. por seus proprio< nomei
5 pesioas com os epilhetos de grande co vendidu
au poder, oulro Cerbero, que se acha collocado a
bocea do inferno poltico para defender a inorada
dos condemnados, depulado sem importancia, e
s-'m o. i.airn a ojiin.io, /nlire ser pobre lambem he
crime ou defeilo '.'. energmeno, prevaricadores,
que lera feilo fortuna mvslerio.amenle, ele, etc.
Nesse dia nao escapno a sanha do Liberal, o Exm.
presidenle do Ceara', trttado i or inslramento do
parlido da Botica. Ignalmenlc foi insultadu o nos-
so Exm. presidente, a eom elle, ot aacriptare, ou
collaboradorc deite jornal.
Um ramo de cypreste sobre a
campa da Exma. Sra. D. Ma-
ra Carmen i Gomes do Reg,
mulher do Sr. tenente Manoel
Dionizio Gomes do Reg.
A' miuha pella, consumidas
as carnes, se pegarao os meus
ossu., e so roe restam ot labios
ao redor de meu. denles.
Job. cap. 1!, V. 20.)
Enlre os vosso. esrolhidos
M lidia alma depotilai;
Para sempre aparlai
Dos que forera excluidos.
(Sei/uencia de mista de /inados.)
I m anno faz hoje! que urna quadra Irisle
c madonna pesava sobre n.'is! e um horrivel
camiiihaole, sabido das fras marB|iis do Gan-
ges, misterioso como a inorte, lento como a
elernidade, implacavel como o 'deslino, terri-
vel como a mao de Dos, por aqu atravesta-
va, e nu seu pavoroso trajelo, ia deixando a
peste, o contagio, o pranto, a dr, a agonia, a
.tillo r.te a Huirlo emlim. lu voo de loto
cobrla qoasi a provincia, o ar eslava infectado,
o. dias amanheciam assusladores, a bn.hanle
luz do sol fazia mai. visivel ainda a alteraeao
dos stmblanles desbolados e aroarellado. doa
vvenle, por mil angoslia. do terror, nos quaes
te v i m debuxados a inquietara, a Iritleza' o
praolu, o pavor, e as lagrimas golejarem pelas
lodosas perdas que loBriam de da a dia. To-
dos (remiam, estes por si, aqnellei por iudivi-
doos qae Ihe eram charol; as noitet silencio-
sa., mai. medonhai ie lornavam anda ao afa-
mado elaro das melanclica, fogaeira. e lo-
chas mortuarias, qae reliogiam de orna cor
avermelhada as paredes da. caas, fazeodo as-
lim nm eipeclacolo aterrador, aos qoe temero-
samente buiravam succorlfes para o qoe sof-
Iriam S te ouviam o. compataivo. gemidos
e sis do. agonizantes, que muilas vezei cen-
fuudiam-.e com o estrepitoso som do pregar
dos fnebre, caixes e o luaubre rodar dot car-
ros dos morios. A implacavel morle, voahdo
de casa em rasa, pisava cnm goal p o orgu-
Ihoso palacio do rico e a humilde cabana do
pobre ; nem at honrat, as riqueza, ou os pra-
zeres, nem o viro valenle da mocidade, au
a belleza e delicadeza do sexo ou a lorra do
hornero robusto, poda resistir a 13o furibundo
inimigo, a mortandade era Mu rpida, tao
multiplicada e temerosa, que o. vivos com
dillictildade enlerravam ot merlo., podemos
dizer como o propbeta Jeremas, no cap. y. v.
21. A unirle -ubio pela, nossas pinedas, ella
enlr. u as nossas catas, perdeo costas criso-
las e nossos raaucehos. Ainda vemos o tril-
les vestigios desse passado de lagrimal e an-
gustia, no lulo, nesse denso crep qae eovol-
ve a muda, familias. Agora que uot acharaos
livres de Unas alllicces. vamos desfolhar al-
guma. pealas de rosas e saudades subrela loa-
sa da Exraa. Sra. I). Mara Carmelinaaliomes
do llega.' A mulher he um lyrio celeste, que
sopro da vida faz pender para o co, com a
morle acabam se lodus os loxoi a vaidades
mundanas, os ricos eHerecas, ai precioiss
joia., ot vestidos das maii linda, e custo.a. se-
das, j nao servem pessoa mora, que se
conten nicamente com urna fria e soldara
campa Oh morle, quao amargosa he* a loa
lembrauta. Eccles. cap. 41, v. 1.
Nn dia i(> e judio de 1829, veio .i luz do
mundo Maiia Carmelma Gomes do Bego, lili a
de pais Ilustres e de alguma aba-tanta, nu.
primeiros dia. de sua infancia perdeu seu pai,
tiesta irlade em que as crianzas pouco ou nada
saliera avahar as perdas que sofTrem, por
m.nores que sejam. Perdendo seu pai, licu
sua educaran confiada ooicaraeole ao. cuida-
dos e diligencias de soa mai, qae tralou de
dar-lbe urna educacao decente e de accordo
com ot meios a seu alcance ; chegando a ida-
de juvenil, foi despusadn por seo primo o Sr.
Manoel Dionizio (omet do Bego, a 17 de Ja-
neiro de 1812. Dos Ires filhos que leve, a mais
pequeua, de nome liara, que apenas conlava
5 .nios, e era ot eneaolot de teut dial, por
snas meigaieea e belleza, foi acummeltida do
cholera, no dia 29 de fevereiro do anuo prxi-
mo passado, a Sra. D. Mara Carmeliua, nao
se relirou um instante do leito de dores de
tua innocente lidia, nao cessou um mome-
lo de prudigalisar-lbe linios os* cuidados e des-
velos que o rorarao maternal cosiuma era-
pregar a bem de seut lilbos, vendo as horriveis
coiivulses e crueis agonas cun que ella lula-
va e a sede devoradora que sullria, loda gela-
da de fro, sem a poder valer. Esla doloro.a
scena, foi una sella pungente, que se llie cia-
vi u om seu temo e amargurado rnracao, foi
uro calix .le venenoso fel, que ella sorveu de
uro trago ; inorreudo su. lidia, ella lornou-se
silenciosa, as lagrimas, seccaram-lhc, proco-
mu em ludo cooforraar-se coro a voolade de
Dos, diada que os lilbos eram prendas que
Dosiltva, e quando Ihe apraiia, o. lornava a
tirar, porem, ape/.ar nesla resiainacfe Iranquil-
I., que ella mn-lrava, via-se que interiormen-
te ella sofina e muilo, a dor e o seulimenlo
linliaui sido pinelraiilts, nao podiam apagai-
sc 19o depre.sa.
No da I de marto prximo passado, pelas
5 horas da larde, prnelpiou a sentir a moles-
lia, os recorto, madidoaes foram impotente-,
e nao a pnderam salvar, o nial linha caminha-
do coui a rapidez do laio! .No da 2, as li ho-
ras da manluiu, j eslava na man-.o. celeste.
A Exma. Sra. I). Mana Carmelma rra urna
alma cbrislila, bemfazeja e cheia de caridade,
urna lidia obediente, mu mi cannhusa, uraa
esposa digna de todo o merecimenlo por sua.
viitiides o honeslidade. Tinha a eslalua re-
gular, a ror morena, ot olhos grandes, prelos,
ineigns e de t.m vivo ura poucu amortecido,
os denles alvo, e igu.es, ve'lia-se com decen-
cia e honeslidade, era de um carcter dcil,
sizudo e afavel.
Dos a lenha em sua sania gloria. Amen.
Olinda. 2 de marro de 1857.
2Sa 28e500
. loauun
. MgajN
. 9JIK1
-trono
ttm
t->SBO
ALKAM1E0A.
Kendimeiilc do da I a 27. .
dem do dia 28......
-'O*! 119.51
X 3129757
Detcarrefam hoje 2 ie morra.
Brigoe ingle/.Albiondiversos generis.
Palacio americanoWara.lalebacalhe.
Brigue ingleBosaiiedem.
Brigue iniilezCurdeliadem.
Itarca ingle/aSouwdondem.
Barca porluguezar'lor da S. Simasvasos I ara
flores
Barca porluguezaBracharansediversos soera*.
Hrigui. bra.ileiroDespique de Beirilidea).
IIENDIMENTO DO ME/. DE FEVEREIRO.
. 53S:v27:5(IN
"~T-------
Bendinienlo tolal
/m/wrfcif.'io.
I lu i los de riinsiiniii. ."......
Ditos de 1 por cento de reexportar
para osporloseslraugciros. ..."..
Dilo. de I por eenlo de rrexporlario
para ns porlos do im|rio......
I)f 'e lnld-ai; io...........
E -Ir de 5 |Htr rrnlo d.es gruer*-
l angeiros navegados por cabola.-
I ID......*...........
Jli do IpJ |M>r r. .tus gneros d.> BOiB.
rt>it...L. 1 l|-J |M.r .-. rlw. uism litro.
Arina/.iiagein das nicrcsdorias.....
Dila da plvora.............
Premio de l|2 pnrreiiln dos a>sisnail.is
Mullas ..ib ul.i las
Dilas.liversis.
Interior.
Srllu fixo................
Eeilio de liiulos dos despartanles, dos
caixeiros despachantes, ele......
Emuliiiiiinil.i- de rerlidOcs.......
nos ili-paidios.
.% scinintrs explrir*.
Dinbeiro .... 2ft:lt3>525
Assignad.n 3SMt3|Ma
Depsitos.
Em lulauru nn ulliino de
Janeiro........
Entrado! no rorrenle mez
M.8M|SW
tatmm
Sabidos
W:t4lj547
2:20I.10I8
121? lll.
'^"^IviTWtJrW!
i-'lVERSAS PKOVINCIAs.
"""lentododia t a 27. i0:955*.i:
dem d0 di, ox.
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Exiateoles...........
.Va sei/tiintet especie.'.
Dinbeiro..... MJM
i-elras......37^IM.-|1
' 'oiifr/"o("r,i| ie caridade.
Itonilinioiiln nesle mez .7.......
Alfandega de Pernaroburu, 28 de fevereiro de
1857.
o aaerivSa,
Faustino Jos dor Sanio*.
oONSULAHU GBKAl..
Rendimenlo dod.al a 27. l6:12a9U7(i
dem do dia 28....... 2::I7Sj7:1
17895.17
11:13:192:11
RKNUiMEMO DA MES i 1)0 CONSULADO DI.'
'Ell.NAMULC) EM TODO O MEZ DE FtVE-
__,rxElo DE 1857.
Couul*ido de 7 por cento. i\i23STl
----------------IU:*U37.1
Aneoraucni.....
Direilo,, ue 15por ceutoda
embjrcacoe eilrangeiris
aoe passira a nacionaes.
Direiloi de 5 por cento na
com|)rJ1 e venda das em-
barc^c^es.....
Expolenle da rapalazia.
Multas. .....
Sello h" ,o e proporcional. '.
Emula ucnlos de cerld.">r-i.
. IHrereat procinciat-
Dizimo o nlROdao o ootro
gener j. do Rio lirande do
Norte....... 1:0773908
Dito di |o e aolres generas
da P arahiba..... 570^575
Dilodo assucar e oulros g-
neros da dita..... 2089344
Dilo .Id o das Alageos. 9:2769407
affJBWP
!i: i.ajjoa;
.
S392.1.
132Sltli
Deposilos .tiiidos .' .
Ditos eit leales .
6979073
2:2798811
Mesa do consalado de Prinaroboeo, Hde fe-
vereiro d e IK57.-0 eaaalvao, Jacome Certrio fo-
no ubi qej,i de Mello.
ESPaC ;hos DE E\P0KTACAO PULA ME.NA
C' .NSULADO DESTA (HDADE NO DI
28 DI
Valpa
Irmaot

EBVERBIHO DE 1857.
raizo, barca hambaraoeza allexao, Amatim
500 MCpaastocar brinco.
,,a__f."~ Barca fraoceza ..Coma llngern, l.aaterre A
1 istel- (reres, UVO acrot a.tucar asatravad.
Sloikolm ftrea sueca i.Elitahelhn, Pinto | Ir-
maos, | ri0 |ibrl_, jc nr,.
Himno.-.! yrelBrigue lir-panhnl Serapbim, A-
mnrim irmot, 30 pipas cachaca e espiril".
LisboaI une purloaoea Elor da S. Sima-, &-
valho 4. Irmaot, Scaseos mel M -noel Joaaeim
Hamos Silva, 7 pipas dilo.
Exoor t a cao .
Slorkho m. barca sueca nElizabetli, da 414 to-
neladas, c ondii/in o seguinle : 2.229 taceos X,
barricas c. m 11. Ili7 arrobas e 8 libras da aorar,
10,208 roo ro -alnados. 11,'iOd peritas de boi.
Litlioa, barca Emprna, de 240 toosladat, con-
doli o st gelnla : 1,152 tare.. com 5,760 arro-
bas de att ,cir, 689 cascos mel. 628 coaros raliadua,
I barril a uardente.
Acarar .' Pei0 Ceara. Mate brasilaro Sobralen-
se, de ,~ toneladas, condasio o seguinle : 628
volitan < diversas merradorias.
Liv rpoul por Micei, brigue ingles Haavme-
t
**
t
MUTILADO"





DIARIO DE PERNAMBUCO SECINDA PEIRA 2 DE MARCO DE851
Sen, de :H)2 lomUdu. conduio o segrate : "(XI
saceo cun 3.JO arrobas de assucar.
Aracaly, Mal brasileiro Beberibeu, con luzio o
seguinte : 201 volumes eneroi eso-angeiros, 1
barrica assucar reGuado, 1U0 caitas charutos, : di-
tas rap, 1 varanda de Ierro.
KKCKBOIUA 1)K KK.NDAS IMKRNAS (E-
RAKS UE PKKNAMDUCO.
Kendim*nlo do da t a "27. &2"2l?tfil
Idein do dia -28........ 1:68j;ti
HEMUMENTO DA RKCEIEUOKU DE REN-
DAS INTERNAS CERAES UE PBENAM-
BLU) DO HBZ DE r'EVEHEIKO UE 1857.
leuda dos proprios nacin jes.
I-oros de terrenos de marinlia. .
I I il.li Ml|,i..........
Sita dos lien- <|e rail.....
Dcima addicional das corporales
dainiiu mora.......
Direilos uovos e velhss .
Ditos de chancellara......
Dito de pateles dos olUciaes da
guarda nacional......
Ditima de chanctllaiia ." .
Matriculas da laculdade de direilo.
Mullas por iufrar.roes de reclmenlo
Sello do papel lito......
Uilo do dito proporcional .
I'remio dos depsitos publico.
Emolumentos das repartieres de te-
lenda..........
Imposto sobre lujas, e casas de des-
cont*..........
Dito sobre casas de movis, roupa-,
ele...........
IHlo sobre barros do interior .
laxa de escravos.......
Cobraoja da divida activa. .
Indemnisarei........
222S00 I
1">?tl(
ll300
1273176
1579880
829910
J8H?0O
116)225
'>:j8jsihi
55550
fc628r0
1.4379299
tMi.-\S:>3
HttflGO
6:5981090
OKWKXI
ifcnuo
290110
72897i2
334581
2&903955I
Recebedurta de I'ernambuco, 28 de fevereiro de
185". Serrano.
CONSULADO PROVINCIAL.
Kendimanio do dia 1 a 27. 80:139*502
Mero do dia 28......0 2:J950V:)i
82:735325
RENDEMENTO DA MESA DO CONSULADO
PROVINCIAL NO ME/. DE KEVEREIRO DE
1857.
Direilos de 3 por cenlo do assucar
portado........ 52:1819600
Dito de 3 por cenlo do algodao. I#789317
Dito de 5 *. de diversos ^eneros 12:020~l!i|
Dito de l|2 por cento do caf. I f>938
Capalaiia de 160 rs. por racca de
alfiodao ......... 9869560
Dcima urbana....... 64739115
Sel|o de lieranca e legado*. 8IX|8
Meia sza dos escravos..... 1:7509513
Escravos ejportados...... (MXfcjlKI
Emolumentos le polica .... 79800
10 por cento de novos e vellios di-
, reil0!.......... 3699905
Imposto de i por eanlo..... 1:0629712
Dito de 3 por cenlo divida activa. 599220
1:2009 ri. de cada caa de vender b-
Ihetea de lotera*...... l&OOfOOO
20 por cenlo do cousomo d'agunr-
rdeDie.......... .159800
laia de aulas particulares da ins-
lrucc.au publica.......
Mullas dos impostos......
Cusas...........
109201 >
1571674
1519801
82:7359251
I'rancliSes de amarello de 2 coslados um
" louro......... u
Costado de amarello de 35 a 10 p. de
c. e 2 ,'j a 3 de l.....
a de dito usuaes....... i
Cosladinlin de dlo........ >
Soallio ilc dilo........... o
Forro de dilo...........
Costado de louro......... b
Costadinho de dito........
Soalho de dito.............
Forro de cliln........... a
u redi..........
Toros de tata*nlia.........quintal
Varas de pereira..........hm
ii aguilhadas.........,
n ii qoirii...........
Em ulnas rodas de sicupira para c. par
eixos ii o o u u
Mcl..............
Hilho...........I.
l'edra de amolar......
filtrar.......
ii rebulls......
Piassava cin 111011104.....
I'onlas de lioi........
Salan............
Salsa parrilba........
Sebo em rama........
Sola 011 vaqueta......
Tapioca..........
Tullas de boi........
Vinagre ......... .
caada
, alqueire
. una
>i
ii
. om
. rento
, (jo
;!
. lucio
II
. cento
. pipa
949OOO
169000
309000
1 SsOIH)
9-T000
79000
1--MKKI
89OOO
69000
59OOO
29500
:booo
19980
13000
3990
19980
969000
1*7000
9210
1-lilHI
9BI0
69000
9800
9200
19200
-li'l
I69000
69OOO
396OO
39960
9.100
309000
perante a mesma thesoararia os lauros dassagehos, trata-se eom Carvalbo& Irmio na
pesadas que quizerem preferir no atrame..- ra do Brum, uu cora o capii3o na prac
do Mattos, de que
Pela mesa do consulado prc
laz, publico, que os 30 das uleis
'0!>i}4trtit0 j pinte.
Navio entrado no dia 28.
Da commissiiiirgue de narra brasileiro Cpi-
bariben, cornmaii lanle U capitfui-teneiite hlu
Loureuro de Cerqueira, pendo entrado honlem.
Navios saludos inj mesmo dia.
Au'Brigue brasileiro feliz Destino, capilao
Joaquim Soares Estanislao, em lastro. I'assagei-
ros, .Manuel Comes da Silva, Joao Mauoel da
Costa Lima, Francisco Alberto de Miranda.
Canal pela ParalabaEscuna agiota Alexandre,
capildo Jobo Nicholss, em lastro.
Liverpool por HaceiBrigoe inslez uKonymed.
capitao Samuel Prov*so, carga assucar. l'assagei-
ro, Paulo Joaqoim'Felu.
tottUttatot&.
Mesa do consululo provincial, 28 de fevereiro de
185".O 2- escupunnm,
Luiz de Azexedo m .1.
PRACA DO RECIFE. 28 DE FEVEKEIKO DE
1857, AS 3 HORAS DA TARDE.
Relicta semanal.
Cambios Sacou-se a 28 d. por 19 sobre
Londres, mas as ultimas Iraaaac-
roes elTectuaram-se a 27 3|1, bem I
que fosseni de punca monta.'
Al.;.iJ.m r-------ntraram U! tace, e as vendas
variaran) de 79 a 79300 por arro-
ba ; e ditem se fiera urna venda
" a 19350.
Assucar-------- Os braucos n3o foram procuradus
para eiporlafao, porm os arma-
cenarios coiitinuaram o comprar
por altos proco*. O mascavado
Lisboa vendeu-fe a 35200 por ar-
j roba, o America de 29I8O a 39050;
e o Canal de 29800 a 2880. O de-
posito desle he diminuto.
' miro-----------loram prociiradi.-s e obliveram do
I 310a 312 l|2rs. por libra dos sec-
1 eos salgados.
Aguaj i me- Saslenlou o prejo de %9 a 9K-> e
> ** Ini procurad*.
Aniteiloco- o de Porluga otteve de 969 979
por alan. 1
Bacalnao 1 ivomos 00 decurso da semana 7
carregameolos, dos quaes dous -
-11 ir,un 1 .1 ,i os partos do sul, um
esta' em duvida se ficara', e qua-
tro Ibrara vendidos dr II9OOI) a
119500 por barrica. O deposito
sobe boje a 19,000 barricas; e as
vendas aretallm regularan) de II-
a 139 por barrica.
Carue secca- Kelalhou-se de 5a a"59700 por ar-
roba da do Rio Crande.eile 2>t0
a iytUO a do Rio da Prata ; (ican-
do em ser 13,000 arrobas da pri-
meira c 99 da segunda.
I drinluJe trigo- O deposito esta1 redutido a 500
barricas de Triaste, a qual reta-
lhou-ia a 289 T<" barrica.
I om-inlio---------Vendeu-se o de Lisboa de 109500
a I9 por arroba.
I'escuiilu---------- Con 11 uu,1 de 8 a 9 por cento ao
auno.
I retes ...-----(j0 assueai para o Canal a 37| e
para Livorpocr a 3> :.-a-l>*l*o-
dao para este ultimo porto a |2";
por libra,
locaran 110 notto porto 2 earregamentos de baca-
lnao, 2 navios que rierjm reeeber ordens e 1 vapor.
Entra.m : 5 oatos com baralliao, 1 em lastro,
1 de cabolagem a 3 con gneros e fazendai euro-
poas. 1
Sahiram : 9 e cabotasem, 11 com carregameuto
de gneros do paiz para porlos eslrangeiros, 1 em
lastro e 1 com sal.
Frcaram no porto 56 embarrunes, a saber 1 -
moricaiia, 22 brasileiras, 1 dinamarqaea, 1 ham-
bargueza, 1 hespanholas, i franceas, III inKleias,
1 portugoezas e 2 suecas.
PALTA
dos trerm cnrrenles do tunear, atgodo, e mai-
gneros e proiucrdes naeionaes que se despa-
chan na mesa do consulado de fernainbuco.
na semana de 2 o 7 de ;ar;o de 1857.
Assucar branco.......
mascavado........
u refinado ........
Algodio em pluma de 1." sor le
11 2.
a v 11 11 ,'}. u
' 11 em caroro.........
Aguas ardeutesalcool, ou espirilo
d'aguardenle. .
1 de cachara.....
a de caima......
o distilada do reino.
denebra \..........
1...............
Licor......... .....
IB.......'.......
Arroz pilado............
em casca..........
Azeile de mamona .......
> nii'iiiloliitn e de coco. .
ir de peiie.......
Aves araraa .........
o papagaios........
Periquitos.............
Bolachas.............
Biscoilos.............
Cacau...............
Carhimbos. ....
Caf Imiiii .....
em .rao reslolli .'.'.'. .
u com catea..........
Carue secca ..."."'.
Cera de carnauba em pac.'.'.'. .
11 em vela*......
Charutos bons ...."..'""'
i> ordinario* \ *
regala e primor '. '. ',
Cocos seccoa........
f'ouros de boi salgados .>".'.'
verdes...........
" seceos ou aspiados. .'.'.
> de 011ra ....,...,
> cabra eortidos '.
carneiro......
Doce de calda....... .
goiaba.....! .
II seceo......
> jalea ....,...','.
Espanadores grandes .".'.'.'. \
licqueiins......
Ksleiras de prepen.....
Estopa nacional ....
11 estrangeira, rolo d'ob'ra' '.
Karinha de ararula......
niillni ...... I I
mandioca. ]
Fejio...........
Fura* em rolo bom .' .' .' .' .' ,
ordinario........
em fblha bom. ....'.'.',
b ordinario ......
reslolho.......
tiengibre..........*
Comma....... "
Iperacuauha.......\
Lenha de achas grandes .' .'.'.".',
Di pequeas ....
loros
orine a lotarao
. -IJ liOO
. )) 25900
. >l 59120
II 79200
i 09800
)) 69(00
)> I98OO
. caada 98.50
)> 9590
u 9610
9800
. caada 9800
. botija 921(1
caada 9800
garrafa 9910
arroba 39900
. alqaeire 19920
. caada 13190
19280
ISWt)
. ama 109000
. um 39OOO
0 lOOO
10
69100
59500
milheiri 1000
. arroba 19800
. V 39000
1-3500
IO9OOO
.>3O0
0 Nooo
a 199000
cento 1970(1
11 9800
>i 2950(1
cenlo 39560
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.1 , 9330
. M 908
l.n 1550110
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2.? 1UI)
Alquc ire 2.31OU
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5000
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11 83000
l> 7--O00
99OOO
alq. 39000
1 399OOO
cento 23000
* 5900
:, 19000
couitKn (;eis\l.
A mala que tetn de conduzir o hiate bra-
sileiro Carnoes, com destino a eidade da l'a-
rahiba, l'eclia-se boje 2 do correle as 9 ho-
ras da otaohSa.
Firmiiio Antonio de Sonsa, cinmniendador da nrdem
de Chrislo. detembargador bresidenle do tribunal
do commercio de Pcriiaiiibaco por S. M. o lin-
|ii'r.ui,ii a quem Dos guarde etc.
Faro saber que pelo rnesino tribunal nos termos
dos arls. 21, 95 e 2( do decreto 11. 7:18 de 25 de uo-
vembro de 1850 foiaiti approvados os usos com-
mereiaes que abaiio se seguem, astigaado* |ielo de-
putado secretario, c que se devem observar e cum-
prir em lodos os casos mandados guardar pelo cdi-
go cornmercial.
Collecrjo dos usos eommereias da prara de I'er-
nambuco, declarados pin verdadeiros pelo res-
pectivo Iritiunal em tsalo de 19 de Janeiro de
IS57, de coiiforimdade com o arl. 20 do regula-
menlo n. 738 de 25 de nnvembro de 1850.
Comrnisses.
1. De venda de genero estrangeiros conlorme os
porlos 3 a 5 por cenlo.
2. De dito de dito do paiz 3 por cenlo.
3. De compra de dito de lita 3 por cento.
I. De saqoes por compra de gaueros 1 por cenlo.
5. De compra e remessa de leiras de caronjo 1
por cenlo.
i. De negociado de Jilas I por cento.
7. De garanta de dalas I por cenlo.
8. De cobranza de letras venriilas 3 por cenlo.
9. De dila de ditas a vencer I por cenlo.
1(1. De fete de gneros eslianaeiros importados
5 por .--uto.
II. De navios de rabotagem ipclusive a agencia de
frer conlorme a lotarao5; ajl005 rs.
12. De navios porluguezes jconloriii
1509 a 30O9 rs.
13. De ditos de oulroi paiissiiobrc o (rel 5 por
cento.
14. De ditos dilos, ditos sobre o frete ageuciado
5 por cento.
15. De aduntamento para o costeio 5 por cento.
16. De dilo para despezas 5 por cenlo.
17. De ellecliiarao de seguros sobre o valor segu-
rado 1|2 por cenlo.
18. De liquidares amigaveis 3 por cento.
19. De dito judiciaes 5 por cenlo.
20. Degenero! d**earr*gadoa e carrejados por
uavios arribados com averia, sendo o mu valor fcilo
por peritos nominermags^juj em hasta publica se a
huuver 2 l|2 por cenlo. ^_
Drlcredere.
21. De veuda de geueros de esliva 2 l|2por cenlo.
92. De Tiendas Iraucezas calleniaas 1 por cenlo.
Lit.'tie btanda ingle/.as -i. I| por cento.
24. De mindezat 5 por cenloJ
25. De letras descornadas I p*r cenlo.
.lrma:enaoeii<, embargues e deteuiari/ues de le-
eros.
26. A armazenagem de gneros estrangeiros 110
armazem docoininissario 1 por mulo.
27. lia.i nos aruiazeiis alfandegados e parlicul.i-
res o que niairam as tabellas ou por ajuste previo
pago por Iruueslre pelo vendedor.
98. Dila do assucar e algodao, he paga pe*lo com-
prador ou exportador, seguudo lambem as tabellas
ou ajuste.
29. Dila da oulros gneros do paiz, he paga pelo
vendedor.
30. O embarque de generes para bordo de qoaes-
quer navios a seguir para parios uaciooaes ou por-
toguezet, he pago pelos carregadores.
31. Dilo para bunio de oulros novios para portos
eilraogeiros ha pago pelos navios.
32. A conducro de geueros de trra para bordo
de qoaesquer Daros ou vice versa, he por cunta dos
Davios. a)
Freles.
_ 33. Os freas e primagens de mercadorias carre-
g"jas Desle porto sao pagos no da descarga pelo re-
cebedor.
31. Nao ha primagem para os portos do imperio,
Pertigal e Amenca do sul.
35. Para o cakulo dos fieles a tonelada dos dif-
ferenlesarligos he a seguinle :
Vi. Assucar em saceos 70 arrobas.
37. Couros salgados 56 ditas.
38. Couros verdes 70 ditas.
39. Algodao 28 ditas.
10. As pipas calculdiu-se por 5 barricas para o
sol. .
yendas,
11. Os prazos para as vendas dos gneros de es-
tiva regolam 0 metes, e pata a das azendas secos 8
mezes,sendo realzados por meio eje letras.
42. A vanda dos gneros de exportadlo he feila ;
djnheiro.
Cambios.
43. As letras de cambio s,\o scenlas a 00 ou 90
dias de vista.
44. Sobre l.uinlre? .Ia-e I9 por variavel quanti-
dade de diuheiros eslerlinos.
45. Sobre Pars da-te um franco por variave
quanlidade de diuheiros ris.
46. Sobre Portugal da-ae 1003 lories por variavel
quanlida ie de diuheiros fracos.
4i. Sobre llamburgo d-se um marco por vena-
vel quanlidade de diuheiros fracos.
I'ios dicersos.
18. Os sellos das letras sao pago* pelos sacadores,
eiceptuam-se os das de dinheiros a pramio, descont
M dado em pagameulo de letras de cambio, que
sao pagos pelos aceitantes.
19. Os canelos sao pagos pelos compradores dos
gneros.
50. As marcas dos saceos de assuctr sao feitas pe-
lo armazeoann, as das canas de assucar e saceos de
algodao, couros e outras silo pagas pelo esporlador.
51. Os enfarda 1 rulos sflo por coma do vendedor,
exceptuam-se os do algodao que sao pagos pelo ex-
portador.
52. A balanra ou peto dos gneros lie paga pele
vendedor, excepta*** a dos couros que he-paga pa-
lo comprador.
53. As taras de quaesquer volumes Sao verificadas
a voiiladedo comprador; as do azeile sao de ls 80
por cento, regulando os cascos de 95 gales para cir
rua, sendo o galn calculado em 7 i |2 libras ; as dtS's
barra de njaniwaa franceza, 21 luirs por cada un
inteiro. e as dos barns de maoleiga mgleza 21 li-
bras por barril iuleiro.
51. Os ali'-io. s'10 de um por rento de alialiinciilo
as vendas de vmlio e viuagrr, e se ha falla, he ella
regulada entre os contraanles.
55. Para quebra da-se duas libras pur cada sacro
11a venda .10 isstiear para os ai mazeos.
id. A larinlia teadida a horno he medida con ra-
soura, a medida em teira he rniii cgelo.
Tribunal do eomroercio de Peroainliuro 19 da Ja-
neiro d* 1857----Joao Ignacio de Mrdeiros llego,
secretario intenuo, o soscrevi.
CONSELHO ADMI.MSIR.MIVO.
0 conseibo administrativo tetn de comprar
o seguinle :
Para as obras militares.
Taboas do louro de assoalno, duztas 3,
pregos franec/es, libras 10, tijolos de ladri-
Iho, compridos, milheiros 6, cal preta, l-
<|ueires IDO
Qui-m quizer vender tacs olijectos, apr-
senlo as sites propostas em carta lechada,na
i secretaria do consellio as 10 horas do da 4
do marco prximo vindouro.
Sala das sesses do ronselhn administra-
1 livo para foroecimcnlo do arsenal de guerra
195 de feveriio de 1857.--Atitotvio Comes
Leal, coronel presidente interino.liernardo
Pereira do Carino Jnior, vogal e seofelario.
O llltn. Sr. inspector da thesouraria de
razendad* provincia de I'ernambuco manda
fa?cr publico, que nSolemlo podido ter ef-
fetto a praca anouneUda para boje, por edi-
ta' du -' ''o correte, tica esta transferida
para o da 4 de mar^o prximo futuro, e
nossedia a utna hora da tarde se receberao
to do terreno do Fort
Uata aquella edital, o que sen
quem maior quantia ollerecer, como dona-
tivo a fazenda nacional.Secretaria da the-
souraria de fazenda de Pernambuco, em 25
de levereno ,le 1857.(1 official maior, Emi-
lio Xavier Sonreir de Mello.
Pela subdelegada da freguezia dos
Alogados se la/, publico que foi aprehendi-
do, por ser encontrado abandonado pelo
condulor, dous cavallos com cargas, sendo*
um de dous lardos eontendo fa/.endas, e
outra de duas caixas contando r.-rragens .
rnais dous saceos, um eontendo urna porcao
de iiiilho e outro alguma roupa suja, e um
cinto com a quantia de vinte e quatro mil o
oiteiita res : quem se julgar com direilo aos
ditos objeclos compaicc.i nesta subdelega-
da, que provando Uie serSo entregues --Sub-
delegacia des Alogados 20 de fevereiro de
'i Carneiro Jnior.
ovincial se
._ para paga -
ment a bocea ,ln cofre, de.s impostos de *
por cenlo sobre diversos esUbelecimcntos,
l:200-s sobre casas que venderem bilheles de
loteras de outras provincias, 10f sobre ca-
sas de modas, e 208 sobre casas de logo de
biliiar, hndam-se no dia 9 de marco vindou-
ro, e todos os que dcixnrem de pagar seos
dbitos, lindo este prazo, incorrem na multa
de 3 por cenlo sobro os seos dbitos.Mesa
doconsulado provincial 27 de fevereiro de
1857.O administrador, Antonio Carneito
Machado liios.
THEATRO
DE
santa Isabel
SEGUNDA-FE1RA, 2 l)KMAKi;.
Quarta recita d'asaisnatura.
I!epresentar-se-ha o drama em 5 actos e
um quadro Intitulado
MRIANNA A YlYANDElRAi
Joao Caelano executar o papel de bernar-
do, por elle creado.
Rematar o espectculo a jocosa comedia
em um acto
0 MOSTO EMBARGADO.
O resto dos bilheles de platea e quarta or-
dem acham-so a venda 110 escriptorio do
thealro.
Principiar as 8 horas.
ara
V
(K
*'..
-
-- ..,-*'
egue id- o lint da presente semana,
o brigue escuna liR.VCIOSA, capitao Joao
.lose deSotiza, pode receber alguma car-
ga miuda: .1 tratar com o consignatario
Antonio He AI incida Gomes, na unido
Trapichen. Ili, segundo and:ir.
Transferencia.
Foi transferido para hoje "2 He mateo,
ao meio dia em poni, o leilao do pata-
cho brasileiro CONSTANf-A, e os sobre-
salientes constantes da relaco que esta'
patente: na porta da Associar^ao Com-
mercial.
j l>EDRAS
PRECIOSAS- -
Ailereros de brilhanle,
dianianlen* parolas, pul-
vein, allinales, briucon
b rozelas, bolOei e annais
de dilTeri nica fiostos a 1*
diversas pedral de valor.
V.
?
; llianles.iliai.ia
> la, e "alias iina.'iuer
v joia*de valor, a diaheiro *
uu por obras. 7.
10MihA k OiRfE.
....::. 111 dlitivs.,
Ra do Cabuga' u 7.
rieielmni por i.i-
. Wf-^-
1 ...._..._
Compran), vendan ou
Irocam prata, ouro, bri-
l*A* 1
(OS >SV %:.,1S.!:!
M*
pop 'isj')t' i*iiHnio *(Ksto, r;u-
l> i FPrtlICH Ofll
Oi:il( E PRATA-
__ v
Aderecos completos de 4
ouro, rneiosilitos, pulcei- -.
ras, alfnetes, brinco* e *
ror.elas,cordes, tranre- t
lins.medallias.correnle *
e onfeites para reloiim.
iiiitrosinuitosobjectosde .
ouro.
Apparelhos completos,
da pral.i. para cha, lian- J
lajas, salvas, calic***, ?
collicresilpsopa e ileclia, %
r moitoa utrot objeclo* J
ci> prata.
cLisbo
1
^bu por
ftt*.
Iga-
Leilo dos.
O agento Pestaa [ara leilao por cotila de
quem pettencer, de cerca de 50 bairis com
peixe xerne salgado, desembarcados ha pitu-
co, viudos da lllia de S. Miguel : torca-fei-
ra, 3 de marco, no armazem do Sr. Aunes,
defronto da alfandega.
Leifto le qoeijos timeii-
-os. os tiiais fiescaes
que teiu viudo ao mur-
ciado
*S"guiirla-i 'ira, 2 de tnarQO do 1S57, 0 a-
gente Pestaa l'-ra leilao. para fechar coti-
las, e por-cunta de quem perteecer, de 30
c.ixas com qoeijos liamengos, desembar-
cados, na senian
por
na
as quaes se v<
eco commodo romo eostutuasii.
COffSLTORiO HMPTHICO
1)0
_ asa 1 ..^k. rw:-^x_,~^. ^-jiji**.,
cm cublos a'l'a':''s''l,'''ro,,sl,'alsscreJitaJ<>s medicamentos, tanto em tintan* como
em gloDulos, c prepralos com o maior escrpulo e por presos baslanlp commodos -
0JhJk>A>.
Primorosamente feitas e as mais -iiie
IhaAtes possiveis as natnraes, e preco coiW-
> j modo na ra Oo. S. Concillo n. lO. Ka ris-
ma casa se doura mui bem letriiros em filas,
. jete, ctamben por piecoe mutlo baizbs.
follii^lias
PARA 18S7.
m 1 nnlii'i ul.i
In irograpliia.

Ai liam-S(
l'KKCOS FIXOS.
BoOea de 12 lubosgrandes. .
I>.. de 24 i. i)
Dita de 36
Dita de 43 a s
Hila de (0 .
Tubos avulsos a......
Frascos de tintura de meia onca.
Manual de medicina homeopatlnca de Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina .
Medicina domestica do Mir. Ilenry. .....
rratamento do cholera morbus.....
I!i ertorio i'o I)-. Mello .Moraes .
Kimono
I5UO0
20*000
259000
309000
15000
39000
_ DI IA I)
aojooo
10fr0
2#00Q
61000
- Desappareceu do poder do abaixo as-
signado um sen escravo de noine Ricardo
de idade de 35 anuos, pouco mais ou me
alto, seceo, apressado
Angola
andar.
i'ievine-se ao Sr, ihesoureiro das loi
jr.io, ras da provincia, que nao pague o que sa-
cos, ilnr nos 7 bilheles iuleiros da teiceira parte
nacaoida stima loter
Hivibo* '-. ftt f4
a i a i riiJii
A velcira c bem condecida sumaca brasi-
lera llortencia, pretende sabir ale o lim da
prsenle semana : para o resto de seu carre-
gamento, tratase com o seu con.signaiario
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, ra da
Cruz 11 1.
em
pa
veng
^casa de campo de sua morada, cons.sl.ndo I do Go'iU, na ireguezia da Luz, ou na ra No-
emjofs, lindos consolos, mesas, caderas, ya n. 55.-jaqoim do liego Barros l'essoa
modernas de sala, mesa elstica de jamar, I Jnior ua
aparadores, leitos do ferro, lavatorios; espe-j Solicita-se passaporte, folha corrida:
Ibos, toucadores, latnpeOes, lanternas, apa- com a possiv I presleza e por mdico meco
redos de porcelana para mesa, alinoco e na botica grande da ruad,, Collesio n fi'
cafe, crystaes, urna linda alcatifa do lija para ah achara ,.e.-soa competentemente habili-'
sala, e esleirs, uia esplendido e inuitb as-: lada.
sotado carro de quatro rodas sem neahum o abaixo assignado deixou de ser ca-
uso, um rico piano.
tigos
6 do
lio e
B6rnardi
Vende-sc
milito vele
veleiro e bem construido pa-
tacho brasileiro k Constanca, ancorado
no quadro da carga, o prompto a ser exa-
minado por qnalquer pretendente. Tra-
ta-secom Bastos Lemos, na ra do Tra-
piche li. 17.
Para Lisboa tenciona sabir com brevi-
dade a barca portugueza Bemvinda, capilao
lose Arthnrio Uoroira, por ja ter pane da
carga prompla ; para o resto della e passa-
geiros, para o que orlerece hons can modos:
trata-se com os consignatarios Auiorim Ir-
maos, ra da Cruz n. 3.
Aviso martimo.
O brigue brasileiro UamSo, precisa de ma-
rinbeiros nacionaes para >ua viagem ao Ilio
do Janeiro : a tratar com o capilao a bordo.
Real oiupaiiiiia t [in-
i| lie tes iii^jezts ;t vapor.

Mello Moraes,
1)0
RIO DE JANEIRO
NICO
deposito em Pernambuco, na ruadoQuei-
mado n. 27, armazem
de fazendas de Joao Josc de
Gouveia.
Reste estabelecimento se cncontra sempre
eo-
lllll
01'
!l0
ra do Collegio n. "i5, far leilao de limes- I85fJoaTois BraildBo"" u" u,"r5 ue ""* balX0s Jo'iue os preparados aqui
plendido sorttmento de obras de marciiieria M. \ Caiu* X, rimLki. ,., 1___ lamtiem se ven.iem ueste estabelecimento
delodas anualidades, urna grande quan- iH\ifotUf!^^&to o reperlono do medico homeopalhteo a
tidade de caluugas. vasos, enfites e mais casacas d pannoilno r ra^ modaiT^ ^,;'fuvas '.'^"'hs elementares a 4-> rs.,
objeclos de finiss ma porcelana, de gostos a 15fi)00 de cores eo'. ,1, 1. 11. fubUei*" ""'-"J pelo mesmo autor,
modernissimos, .inda aqui nao vistos^ ou- de K C Jo fS ie^odJs'eSs '''^l-CCO'ES LITTERARIAS
tros muitos artigos que lora enfadondo cnu- obras sao de boas fazendas : a ra Nova i. u h..
mera-los, os quaes se acharao patentes 110 11. 18. "" -ello Moraes
referido armazem no da do leilao, assim f ugio na maudaa do dia 5 do corret-to d>
como diversos escravos de ambos os sexos, um mulatinho de idade de
com habilidades e sem ellas :
II) nonos, de OO-I
nio
Janeiro.
BTI UETTC Tii-T'DTA n/i Borle,n u comboy de assucar, e por isso
DlLliLlLJ A LUJiBIA UU suPPe-seestar em algum engeubo : roga-
1 loiias as autoridades policiaea
__ e caii-
Uies de campo que o aaprebo idam e levem-o
a seu senlior o Ur Filippe Lopes .Netto, na
ra Nova B. 69, que sera generosamente re-
compensado.
Na praca da Boa-Vista, taberna n. 4,
RO DE JfiElRO.
AOS 20:000$, 10:000$ E ',:Oti().s00o.
Hoje deve cliegar o vapor io sul, tra-
zeno us listas da primeira lotera para a
Cjbrae palrimonio do Kccolliimento de Precisa-sede um caixeiro para a mesma.
Santa Thcie/.a ; ainila lia um resto de Na Solcdale, del'ronle do palacio, pre-
meios bilhetea, cujos nmeros sao de pal-clsa"se ,fc ",!1 ""gueno porluguez para cai-
plte: a'etletna p-aca da-fadeiw-mrep- Jf.'.f.?; ."..Dl'l!.rn* t'.vc'"10 un' 'equepe-
cia loja n. 53, antes queteacabem.
Jos Euzebio Alves da Silva.
No dia 2 de martu asp*r*-** ilo ^ul o vapo-
Thamar, cuinnnunlauta Jcllicur, u qual, ilepnis da
demora do eoalam*, si'Ciiiro para Soolliampton, lo-
eando nos portos de San-Vrenle, TenerilT, Mu I -ira
e Lisboa : para pasaRens, tratase com os ajenies
Adamson llowie o; C, ra dtf Trapu-lie-Novo n. Vi.
/eal companhia lie paque-
tes iiigieZ; S ; Vapor.
Avisu aiprtame.
O proprietaiio do deposito de charutos
da ra larga do Rosario n. -Vi, comida
aos leus (reguezes que tenham dbitos no
:ursino deposito, de rem salda-los no
prazo de quinze das, c quando o nao
l.n am, serio chamados pelos seus nomes
por extenso nesta folha, ati- salisfa/.erc.n
seus devidos pagamentos.
Lotera
DA
e
1O000
2.-000
2O0O
diarias da guerra do
Brasil, 1 volme..... IgOOo
Tambemse recebemas asjtlgnaturas para
a sua ultima prodcelo Iliteraria-Os Por-
luguezes pe-ame o mundo -2 volumes SaOOO
rs., avulso lllsOiMI.
; DMESECMDECUr.
Na ra ao Queimado, loja u. -1, vende-se
liloeesecco de caj-, o mais bem feito que
he possivel, em bocetiphas proprias para
\ presente, e de calda ue todas as qualidades.
' Ua-sc 800-? a premio sob Itvpolbeca de
predios ou penbor de prata ou ouro : quem
pretender aonuncie.
O abaixo assignado vende o engenho
Boa-Sorte, de moer com agua, com trras
pretos, ditos de seda "clara, ditos d brim n,u,to. Productivas, proporcoes para salrejar
1 tres
qui'iio des para *> anuos.
Vendem-se na ra do Crespo 11. 1t, es-
quina dama das ruzes, casacas de panno
lino nielo, pallls de gorgur.10 de cor, dilos
branco o de cor, por baratos pregos.
mil piles de assucar e eslengilo para le-
Vendem-se camisas para ho'mem, a du-'. ?r"hSOOUtro Un,bem dagua, nao seesi-
zia I4g000, e para meninos tambem porbai-!SU ulQneiro a vista, concede-se sois anuos
xo proco : na ra do Crespo n. 16, esquina ,, ,nlro delles comprador fazer o pa-
da ra das Cruzes.
das seis portas
EM FRENTE DO LIVRAMENTO.
A cinco patacas o covado de sarja hespa-
ndola, larga, uobreza de diiicrentes lar
gamento com as quattas que mais Ihe cou-
vier, licando sujeito a pagar os juros de um
por cenlo do mez da maio de 1858 em dian-
1 te, de qualquer quantia que licar restando
o comprador, devendo u cugentio comprado
hypotdecar-se para seos pagamentos.
Francisco Eiias do llego Dantas.
Perdeu-se do viveiro da Passagem da
Magdalena ate a ra do Cabulla, urna caisa
com um allinete, e una ro/.cla esmaltada de
I verde com rublos, quem aacdou, querendo
restituir, dirija-se a ra da Cadeia de Santo
a \cinla as bem 1 'iiiiln'i ida
lolhuilias, impiessas nesta
das seguintes qualidades:
FOLHIXHA RELIGIOSA, couteorV) son
;ios mc/.es, a liibliotbeca do ebriitao
brasileiro, que se otnpM /c 01a-
c/hjs quotidiaoas, raethodo de mihtir a
nnssa c conisso; cnticos. ps,ilmos,
b\ mnos, oflicio Conceir^ioe mullas ootrs%'oraeB*jadie
grande ment, preco. ..." ."20
DITA SIMPLES, eontendo ale m dos m-
/.cs, a le dos circuios c \a rita tabel-
las de impostos genes, pro vinciacs c
mnnlcipacs, pceo........sK
DITA DE POSTA, a qual aln dos me- ,
/es tcm explican us das induli oseias "%
*rnmmunliijiil^iiiii,, ||i S(o
ILMANAK, 1 qual alesa dos
< mezes.coDlemo almanai civil, mlmi-
nutrativo, commercud, c industrial da
provincia, por.........:,oa
Toda estas lolhinbas sao impressas em
bom papel e exceUente typo, e vendem-
se em porcao earetalho: na livraria da
piara da Independencia ns. 6 e 8.
Grande sorti-
meiito de a/endas pretas
proprias para a qua-
resina.
Rieai manta de blonl pr*t branci-.
I.s de liiiini amules e p^auennn.
(irnsuenaple prato de mmaiero, covado.
Dito dilo lijo milito encorpado, covado? .
Sarja prela ver.laileira li.,ianli.ila. covado.
Sctim preto niac ao para vetlido, covado. .
Panno preto tino prova de dmilu, covadu
de 35O0II a..............
Casemra prela se tiro ela.lica, irte. ." .
Cortes ilc colletes de velludo preto e de cor
Corle de ditos de grgara* de >eda roiudi-
nho...........
I.tnroa de setim pretos e de qorgurS* para
grvala................
liravatinhas de setim preto de ama volt
de .las...............m
Chales de merino bordados a velludo. .' .',
Ditos de dito bordados a eda........
Hilos de dilo c*m isira de seda. ..."..!
Ditos de dito com barra matiada. .'.'.'.
Ditos de dito* eom franja tdc laa......
Dilos de lia adamasca.!.........
Kteoa corte, de lia de ramaqe'D roalisad
com 13 covados............
Grosdenapl de core para vestid**, covado
MaonUoia Je seda com vara de largor*.
covadu...............*
Chilyde seda com llores ma!iadi,',c.ivado
Lrsulm.i de seda eom li-lra. maliradas,
covado................
Sedas de quadrot de novus padrdas, covado
rondelina de serta de quadro, covado .
poqueza de seda de ramagein. mata. .
Ricas laas para ve-lnln, dajanliora.covailo.
HaMullo* de cores mu Mella, covado .
Cintas traucezas lina..........
Cassas f. ancezas de cures laas, vara! .' ', '
Palitos de alpaca preta lioa < de cor'. [ '.
(jmilas de alpaca preta de cor.....
Lu frente do li3cco .'a Congregacao pastada h*.
'j! a s<,8"22i' 1C! (,p fazendas.
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S9SOO
.No dia > de marro esotra-se da Europa
vapores dota companhia, o qu>.l, depoil da
do eoftiin)*, aegoir para n sul : pira p;
um dos
demora
sageaa,
11 llowie ,\ C., ma
tral"-se COID os acontes .V.lains
do irapiclie fiovo 11. 4.
Para o
neiro
sabe no dia de marco, o bem conhecido
brifrue Sagitario, ainda recebe algu-
QuHrtit-feira 4 u'" mar-
co lie a i xtraco, peUn 10
horas da manila 1,
V. i.Luynie.
\GHVDECIMENTO
O Dr. 1 jn.irio iNerv da l'ouseca agradece
eordealmente a lodoa seos amigos, prenles e
malapaaioai (pie n quizeram honrar, compare-
Cendn na convenio do Carino, por orcasio de
se solTragar a alra .i so* prezada Irma*, un
s.'lmn dia di> spu l^llpi-iinci'l.i.
Precisa-sa .ie uma ama para um ho-
rnea) ils idade, que cozinhe, en-omme e to-
me contada easa : na esquina da ra da
no para o primeiro andar n.
vitiiens, et.das as mais lazedlas, por ore- ',. ,*'"' """" aunar n. n ua ra da
Cos menores do que em outra loja Ci"lei? do Recife'
Vende-se urna preta mura, de naca "" F0*"** *fr- 'I'1" por engao lovou
boa quitandeira : no aterro da Boa-Vista' \ m cl,,l,eo trocado, o qual tem o nooia do
taberna n. 42. Jouo, na occ*si3o do baile que leve lu^ar
A 80 RS. CDA UM LENCO
.Na ra do Queimado n. V.i, vendem-se len-
na ra do Caldeireiro, procure no rseos
de guerra puta se dislrocar.
e
meninos,
11111.
(indos de cassa para mentn
pelo diminuto preeo do 80 rs. cada
- Vende-so um moleque pea, muito lin-|
do, de latinos de idade, prop'rio para urna
rasa que o queira formar a sua mSo : na rita
arls nos n. i i.
Liquidacao.
Pommateau, aterro da
Coa-Vistan. 16.
ma carga e passageiros: trata-se com Ma- Moeda, luja do Sr. 'orto, se dir i|ftm i
noel Francisco da Silva Can*ico, na ra
do Collegio n. |.">, tereeiro andar, ou com
o capilao Jos Manoel Pinza, a bordo.
PARA O RIO DE J.NEI''0
vai seguir eom toda brevidade o brigue bra-
sileiro Elvira ; ja lera grande parle di car-
regamento prompto para o resto, passa-
geiros e escravos a fele, para os quaes lera
bous commodos. trala-sa com o consigna-
tario Jos Joaquim Dias Pernandes, ra da
Cadeia do "lecife.
PARA t RIO DE JANEIRO
segu por estes das o bem condecido bri-
gue brasileiro Damao ; so recebe passagei-
ii)-e escravos a freto : a nalar com o con-
signatario Jos Joaquim Diss Fernandos, ma
da Cadeia do Ricilc.
mpiinma
lia: satiantica de vaporis
s li,.-.
i convite feito pelo Diario do Pernam-
buco desabbado, -8 de fevereiro, aos irmSos
do SS. Sacramento da rreguezia de Santo
Antonio, em no'iie da mesa respectiva, para
assistirem aoolTicio que se ia celebrar pnr
alma do fallecido irmo Reg, nao foi es-
cripto por Herculano Deodalo dos Santos,
que delle so levo conheeimonto quando o
leo no mencionado Diario.
o Sr Cassiano Monteiro da franca dei-
xou de ser caixeiro do madama idear.I des-
de o dia 25 de fevereiro de 1837
Antonio Gomes de Araujo faz vers
pessoas que tem penhores e seu poder,
que os venhi tirat nn razo de8 das, (loan-
do nao serSo vendidos para seu pagamento.
Precisa-sealugar uma es
ba vender na ra : na na do
no n. '.
P,!rdeu-sena noitedeST, indo-se da
ra da Cruz para a matriz Je S. Jos, as
Cinco I'onlas, uma ptilcoira esmaltada di-
azul claro : quem a adiar, querendo-a en-
tregar, dirija-se a ra da Cruz, em casado
Dr. Cosme de S Pereira, primeiro andar,
que aln sera bom recompensado.
A pessoa que annunciou querer com-
prar um rel com um lercado, dirija-se a
rea 1f-.\ do Rosario n. :-'.
(i medico Antonio Comes Tavares vai
a Europa com sua ramilla.
Precisa-se d
ama familia
ilosAlai
ifa
Em fr
portas
, i
Tem a boina do prevenir as pessoas que
desejam comprar urna loja com fazendas ou
! ,. 1 sem ellas, para se apresenlar a elle para ter
BIjtl (IOS S(1S : ,n,'orma?es, e para tratar a este respeito.
Pommateau
previne as pessoas que tnandai.im algutis ob-
ijectog para serem concertados por elle, para
jos mandar buscar daqui at odia 15 de mar-
co, do contrario serfio
gamento dos concerlos ; approreita mais
desta occasiJo para pedir as pessoas que llie
devem, para ter a bondade d^ Ido vir pgal-
os seus dbitos.
Pommateau e sea senbora retiram-ss
para a Franca.
--- Quera annunciou comprar as obras :
diccionario francez, Virgilio, Horacio, Cice-
ro, Tito l.ivio, procure na ra do Rangel n.
su rrente co ivratiieui
\ doustoslOes o covado de riscadofrr.ii-
eez, que nao desbola, lenco; de seda para
pescoco de senliora a dez luslOes, luvas de
sola pretase decores a dez tusies, lencos
de ictroz pretos o decores, malisados, a dez
luslOes, cambraias pira cortinados a iros
mil rs. a pega, manguitos de cambraia a dez
uhas de cambraia, bordadas,
para senliora a dous mil
rs ; de ludo da-se Jt
Por 2$.yOOO mensaes.
Ain
os quaes sSo usados,
Rui MU 134.
A PIBLICO.
l>o arroaera de fazaindas baraus,, ra do *
Collegio n." 2,
vende-se um completo sortimento da fa- j
rendas finas (jrossas, por aais barato -t
preros do que em outra qualquer parta, S
* tanto em porjes como a retal, affian- ti
cando-se aos compradores um so preco
para todos: este' estabeler.imnto abro-se
de eombhiacao com a maior parte das ca-
sas eommereias inglezas^raneezas, ille-
g maos e suissas, para vender fazendas mais
jg| em cont do que se tem vendido,. *,scr isto
M ollcrecara elle maiores vantag*ns do qua
S oulro qualquer; o proprieurio desle im- fi
B portante esiabelecimeuto convida, i lodos 5
g os seus patricios, e ao publico em geral, %
i para que venham (a bem dos seus inie-
j3 resses) comprar fazendas baratas: no ar- |f
j mazemdaruadoCoUeaio n. 2, deAn- 1
JU tomo Luiz dos Santos & Rolist. m
oeposito de assucar je-
rola da refina^aa do
Monteiro.
.No largo do Paraizo n. 28, se acha sempre.
o excedente c puro assucar denominado pe-
rola, cujo uso se torna recommendado com
prelerencia ao edamado renado, por Man-
to de sua pureza resulta o beneficio dos pttl-
ttioes a quem quer que os tivcr aflectado, e
prolongando a boa consevacilo d.quelies
que estiver isenlo de qualquer incommodo-
.Sem medo de errar flirmo que os mdicos
mais dabeis desta provincia recommendam
o uso desse maravtlhoso assucar, porque
alera desanda ve!, a sua cor bella excede a
do jaspe, Duendo banir a repugnancia com
que multas vezes, por falla do rertirso, a.lo-
cavamos uma chavina do cita com easa outro
assucar, que alm de impuro, quasi sempre
tem um cdeiro que nao de o proprio do as-
sucar, e depots, preco por preco, deve sel
prelenlo o perola. Tambera se cncontra
oeste estabeleeimetilo cafe cdurabaJo do
Rio do Janeiro, do principe, de Maceo, c di
colonia de Martiny, lano em raroco coran
moido, sendo o de caroco a M> rs. a libra
a o moido a 32, bol.icdindas da ortuna a
->00 rs a libra, ditas de ararula. biscoitns
vendidos para o pa- f."lail's. ontroa nimios a lOOrs., cdarulos
linos, pdosphoros para sala por nao cotiter
enxolar, eda dos Indijs, agua de llores de
arangeiras, e nos doir.ingus e dias santos
llavera senara puditn de leile de vacea a
USO a libra, apezar dos ovos eslarcm a tres
por meia pataca : o sortimento sera de uma
ede duas libras, fazeudo-se maiores, kuven-
do encomniendas na ves^era dos indicado-
das Tambem se preparara compoletras
cora baba de moca, sendo feila cora leile de.
vacea, ou de coco, conforme a vontadadn
comprador; assiru como ta.nbcm se recc-
liem encommeiidas do saboroso doco
ama Do., II,. l__1 i "'"," --------"""""'" ">' MII1UIUSO OOCR de
ama Rosa I.ir.ly recebeude novo um ambrozina. Dedorainao em dr-mie lodoso,
tomara algumas encommendas "coort,ment> de chapeos de sedas para se- dias, naver a venda oZawmmmZ
pa a almocos ejanlares, sendo os al mocos ;'i" ":' ,na ,"'a casa v,',,ll,-l,'-s': P ea- padaria ranceza, por ser na venlade o mZ
de car,, ou cha, o os jantaros constaran de ,a'"' el,a,,",S 'C CT do.cr,s P"ra beal"""3 ll,t" UU1-'lla '"' ercado ; ass.m r-mint -
seis pratos. diversos para ioformacOes di- ? w'e,nfB'Ws de cabeca de senliora, e mni- bem lera pao redondo de nresmn rVhHr>*n'n
rijam-se. rus Imperi,] 2. tas outras fazendas. .. A pessoa que.nnuneT, no DtotaTde
-- Quem precisar de uma ama de Icite di-
rija-sea travessa do Mor.leiro, loja do so-
dr.-ido amarello, que achara com t'tietn ti..l ir.
Um moco que esta arruma lo, mas por
circunstancias deseja-so arrumar de caixei-
i ro de um armazem, e d condecn 0ii0 ,i
ma ama para casa de v.^.?dSLCrl,,par," i,,r"rn,ar-S a do
. I 'gano, deposito de assucar, com o Sr. ci-
que annunciou no Diario de
Precisa-sede um na dous canoeiros nontem, 27 do currante, querer NN rs. a
captivos para conduzir ujolos da travessa I juros, dando por seguranca urna mtala dt-
dos Remedios, para as quatro (reguezias rija-se a ru. ""
desla eidade, paganao-se-llies 239 mensaes
para cada um, e a comida uecessaria; lam-|
. .>.o.j.,-j,. ,,,, uiiiii iii.i naia cisi ( (i \'.,h.; ,
uma lamilla que se compOe de duas pessoas: ) ?*""' ,K'!",H>'> > 3<
na ra do Nogucira n. 26 lris' annuneie.
HanoeldoN'ascimentoRabellofazpn-L ."~ Direita n. -Ji, tiaia tratar.
l-em se couuatam canoeros livespoi' cad.|gM I^RUa DO'vririT*
uma viagem : a tratar na ra larga "" n_l ttuA UO EHCAJNTsY*
8
O superior vapor GENOVA, upara-** aqui de 9
a 1(1 (ln crreme, e dapoia .ia demora ii3cess,ri pa-
, ra rcrelier caras, panugviros e malas, lesii* para
Genova, coro a* cicalas ile San-Vicente, Madeira,
Lisboa e Mancilla, recelie caras coro freto do*
i navios de vela, rom mail 13 pur cenlo, estando
prompto a embarcar : trata-se no eicrlptoiio de l.a-
I mos Janioi w Leal Rri>.
bheo, (ue perdeu um quario do bilbcie u
2150 da lotera que corre quarta-feira, o
qual nao .iideser pago se nao ao auiiun-
ciante.
Fazem-se onfeites de cabeca para se-
i nliora, e lambem se vende, tudo da tillima
precisa de mn per-
aterro da Boa-Vista
fcilo co/.inheiro:
n. 38.
- Precisa-se alugar um bom cosinbeiro
para o_estabelecimento dos engenheiros nos
Algalos: dirija-se ao lu
gar acuna.
I" 1
1JJ
zariO, padaria n. I.
O abaixo assignado participa nue o Sr. | ^
Dativo Jos da Silveira deiXOU de ser sen 9
caixeiro desde o dia ^: do crrante. ra
.1. Tal que. *Z
Precisa-se de um administrador para W
tomar conla do uai engendu na provincia de ?)
Alagoas ; a tratar na ra do Crespo, decosi- Su
to de salifio e velas. -
Directora das obras milis
tares.
i
i
Lk,

Pretende seguir at o'dia 12 do correnle,
por ter o seu carregamento pr. mplo, a bar-
ca portugueza Flor de S. SimSo; para pas-
lolin l.amii, subdito nfflr-7 jpmi
moda, c por precio commodo : ,la ra dos vaporThamarpara higlaterra8 SeSUen
"|em precisar de urna ama de ^\LJBXfiXtt?5E TSI
52 :' ^ M-JMarlz1 cliato e venU^csits | No quarte. do Hospicio, e no muro que o
levar a Jos divide coma Faculdade de Direito.se preci-
su
ile
merca
^e'sendo ^mZSS^ W^\Ttftt&*'~ ^ > m\~*f ^ "o Queimado, segunda loja
MES IO W. 13.
)rhi'! i'Ei.o uoirroR
PIRES RANOS JUMHi.
K aflicacta dva incili.-nn-iitot iiomenp]-
ih.ii lepeade de -ua boa preparacte, d*
zelu ou dMvello qu se eoipreaa m*I* mi" (%
lar, e taiiiliL'ui dos eoahaci*a*ni*i pharaas- ,a
ciij>iiaiiiirus que se deve ler il 'sl.i ine.lici- Wv
na. Prtanlo ueste no\o esUlieliri nt i'A
tem luJo quanlii for necc-'.ino para *M JT
o e aim lamiieiu caiteuai de dixersos i i.,. B
(ubis avulsoc. etc., ole. tH pr.*co* ^T
mal- mi ilicos pos-i\ee. JJ
Arados Un ierra
Na lundicao de C. Slarr Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender arados
de ferro de um modelloe conslruccao raudo
superiores.
2
nhos.
Tlegivel
MUTraDfj



DIARIO DE PERNAMBI Cu, SEGI NDA FEIUA 2 DE MARCO DE 1857.
LTOKIO CENTB
MtOPATIIICO.
11 Lotera d% pro-

vincia.
i$ Itua de Santo Amaro (Mundo-No- e$
vo) n. (i. ?g
O Dr. Sabino Olegario I.iiJgero Pinho, tj
k (le vulia de >ua viacrm o Rio dn Janeiro, [:]
continua a dar consultas lodos us da utei, V9
dan S liujas .la manliaa, ,i> > da larae. fe
Os pulir, sao medicados gratuitamente. ,..
SEGURO CONTRA FOGO.
P Coinpanhia Alliance.
stabelecjd, ern Londres, orn marco de 1834.
Capital cn(..o miihoes de libras esierlinas.
saunuers Brothers & C, tem a honra de n- nados, por isso espera
formar a()s Srs. negociantes, propietarios de casas,
a quem mais convier que estao plenamente au-
torisados p.,|a jt companhia para effectuar segu-
ros sobre ed> ficios de lijlo e pedra, cobertos d
tlhi e 'gf.almenwsobre os objectos quecontiverem
os mesie.os edificios quer consista em mobilia ou
m lazan das e qualquer quaiidade.
Sufoliluicao do
fl rcano a polassa
pelo bi^-ato pre$o de 5,200
porunia lata de 10 libras:
noarrr,azemdeN. O.Bie-
ber &; G# rua j., ( IIIZ
ii. 4.
f DENTISTA fiNCEZ. S
** Paulo liaii;iH.u\ dentista, rua Nova n. 41 : <
JP na mesma caa tem asua e pus dentrifice. $'
&%*&%%&& ::::> *-so#-:!.--..:
' Aluga-se a antoja casa de vender plvora, na
cidarie de Ulioda. com bom sitio, liana para capim,
e boa casa de ivenda ao pe : quem pretender dita
casa dirija-se aua do Vit^ario n. 31.
--..-
?-s
J. JANE DENTISTA
g contina residir na rua >ova n. H>, pri-
'$ meiro andar. i;
Reparlico da vacetna.
O cotnmissario vaccinador vaccina as
quintas e domingos de todas as semanas, no
torreo da Alfandega, e naa>tercas-reiras na
casa de sua residencia, primeiro andar do
sobrado da rua Nova, esquina da do Sol, das
7 as V horas da manhila.
@*@@ @ O O O
Ao respeitavel
! publico.
i
O RUA NOVA X. 18, $
;'3 loja de faiendase ronpa feita de M. A. Ca- ..
Jf j C, onde encomiaran at bons fresuezei ^~
't? as obraa mais bem acabada ue se podem .;
r^ en contrar, de todas as cores e qu.ili .i,ide-.e gj*
.. tem de aceitar nteno< obras dnancommen- ',:',
*~" das, por ler maior porcao de difireme* *..."
j obras, assim como lem de augmentar o ?j-
:jj% preco d>s encommendadas, e pata oais '
-*; bem servir a seus donus, seca para lodos '***
\ir un s preco a dinlieiro. ; '
$&&& & mmm&m,^
Na rua larga do Roza rio esquina
do becco do Peixe frito, no segundo an-
dar do Sobrado n. 9, continua a dar co-
mida para fora com todo o asseio, e por
preco muito em conta.
I'rerisa-se alugar um preto possante,
ernbora seja bruto, para trabalhar mensal-
mentc nesla tj/pogranja, dando-se o sus-
tento : na liviana us. e8 ta praca da in-
dependencia.
FFIVV DE LHIllMiRAPIIIV
llua da Cruz n 25.
O dono desta olIicAa lem a honra dean-
nunciar ao respeitavel publico, que se acba
aemprejprompto para executarcom perei-
Jiue brevidade lodosos trabalhos concor-
ni'iilps a artelythograpliic, assim como
contas, factura!, teltras, circulares, precos
correutes, qualquer desenlio, vinhrta ou
emblema, etiquetas de todas as qualidades,
billieles de visita, de parcipicao de casa-
uienios, etc., inipreSfcos entouro, prala e co-
res. Imprime-se larubem com a maior bre-
vidade carta commerciaes e precos corren-
tos, aulhographos da modosdonos, para as
saludas os paqueles, etc
0 ahaixo ,ai*ignado declara ao de-
vedoret de Aureliano & Andrade, que nao
paguem seus dbitos senao ao abatxo as-
signado, ^jj contrario tero de pagar se-
gunda vez. Recite. 15 de tevereiro, de
1857.Manoel Jos Leite.
ADVERTENCIA.
O procurador da cmara municipal desta
cidde avisa a lo^s-osSrs. donos de estabe^
ecimentos'Bugeitos ao Tinposlo annual de
*e*3re., que o prazo para o pagamento
principiou uo primeiro do corrente, e linda-
se no ufeimo de margo, prximo futuro, e
pievineaos mr'smos Srs. que nSo se guar-
aem pa
sivel assignarem se todo a um lempo.
Ha na das Trini heiras n. 8, loja de
tartarugueiro, com a frente pintada de ver-
de, uompra-se eltectivamenle tartaruga, e
paga-se por mais prego do que em outra
qualquer parte.
Jos Joaquim da Cunha GuimarSes,
staheleci lo com loja de Urlarugueiro, na
rua das irinclieiras ti. 8, quem enlra da ma-
triz ao lado dtreito, avisa ao respeitavel pu-
blico e aos seus fruguezes, que reeebeu de
Kranca um complelo sorlimenlo de obras de
tartaruga, como penlcs para alar cabello de
difTerenles qualidades, dilos para alisar,
marrafa, e para meninas; alm deslas obras
lem no mesma eslabclccimenlo um bomsor-
liment de pautes, caixas, ludo abt fabri-
cado ; assim como se concerla qualquer
obra de tartaruga, por procos commodos.
O *r. Francisco Cavalcanli Lacerda,
que morou no engenho Piabas ou Quilindu-
ba, equo boje acba-ae residindo para as par-
tes do Arraial, queira dirign-se a distilagao
de Franca, na piaia ile Sama Hila, que muito
se llio deseja tallar, c lamben) ao r. Jos
Rodrigues Lima, lia pouco (.llegado de Bar-
reiros.
Aos amantes do bom gosto.
Sao chegadas a loja d-; chapeos de sol do
aterro da Boa-VL-ta n. 22, as muito afamadas
e saborosas tamburas, em bocelinhas, pro-
prias para fazer-se presentes, chegadas ulli-
mameiite da Turqua ; cheguem, freguezes,
iue se vende barato.
O nbaixo assignado perdeti de Mari-j
<--ota at .Mussupe, urna nota de 009000, sele i
de 503000 e tres de 20>0u0, envol'.as em um :
O Sr. tliesoureiro manda fazer publico
que se irliam a venda ueste escripturio, rua
ila Aurora n. 2, primeiro andar, grande
porcSo de billictss, metus e qusrlos da
lerceira parle da stima lotera da matriz da
Boa-Visla, cujas rodas andam no da 4 de
marco do curenle anuo. OSr. ibesoureiio
manda declarar aos senhores jogadores, que
existem numeraeoes soiliilas,cuino tamben,
us biHieles tendidos nesle cscriplorto nes-
gas ultimas loleiias tem sido muilo aforlu-
que elles roncorie-
rao para que .continuadamente nao liquen)
tamaitas porcoes de bilhetes por vender,
comosempre tem litfdo. Ihesouraiia das
loteras 21 de levereiro de 18.">7.
Jos Januario Alv. s da Maia.
F.scrivao das loteuas.
Companhia
DE
SEGUROS MARTIMOS.
SEGURIDADE
AGENCIA FILIAL,
registrada no tribuna I do com mercio desta
provincia.
Fll'ectua-se qualquer seguro sobre navios
ou caiga, a coiidigoes mui favoraveis : as
proposlas aceilam-se em casa dos agentes
Isaac, Curio g C, rua da Cruz n. 49, onde se
pode tambem saber as conveniencias, que a
companhia olTerece aus seguados. I'ara fa-
.....aros seguros pequeos, acaba a direc-
.ode dar ordem paia que as apolices se
lagucm por ou res cada urna.
I'recisa-se paia casa de pouca familia.
de urna ama para todo o servigo : na rua
Bella n 20.
I'recisa-sc alugar urna ama forra, que
saiba cozohar, paia casa de familia, poden-
do esta vir as 6 huras da manha vollar as
o da larde : no a trro da boa-Vista, loja de
biliicics n. 56.
lendo departir para Europa o socio
gerenle da casa commercial de Adamson
llowie & Companhia, Cuilherme Ileid, decla-
ra que em sua ausencia deixa cuino seu
procurador o Sr. Tliouiaz Blakeley, compe-
lentemcule autorisado para proseguir no
gyro commercial da referida casa.
eposito
de jolas e obras de ouro do H. A. Boettger &
Companhia, de llamburgu, aterro da lioa-
Vista n. II, onde se echa um rico sorltmen-
to de todos os gneros destes arligos, que
se vendem por prego mais commodo do que
em nenhuma parle, por serem de propria
fabrica, em grosso e em retalho ; tambem
fazem-se aqui concertos destes arli
gravam-sc sinetes e sellos.
PenleU'Se urna rarteirs da rua dos
Prazeresal o alero da Boa-Vista, loja n.
68, contando 80*000 em sedlas, sendo 2 de
SUS, 1 de 10^, a o inaiseni miudos, e varios
papis que s serven) ao dono : quem a
achou, querendo entregar, pode dirigir-se
mesma l,.ja cima, que sera recompensado
com 2(i#UII0. '
Piecisa-se de u-ua ama torra ou capti
va pan o servico de casa de urna familia,
que apenas consta de duas pessoas.
Aluga-se tima canoa de earieira para
conduzir familia : quem precisar, di rija-se
a rua doQueiirado, segunda loja n. is.
UM l'Milll.
Nos, apreciadores do mrito, condado na
boitil de do eximio actor o Sr. lo.lo Caetano,
vamos pedir Ihe o obsequio de levar a scena
o drama intitulado il Porgado das gales de
Botany-Bay-, ou a Justiga de Heos, e espe-
ramos que elle se dignara alien.lernos, vis-
to que lie dolado de eslima e affeicao para
com o povo pernambucann, como elle mes-
mo disse, e creia que somos Os aprecia-
dores do genio brasileiro.
Precisa-sede um feilor para um sitio :
no aterro da Boa-Visla n. 43.
Aiit ni;io.
Vende-se ou arrenda se um tergo das tr-
ras que per lencera m ao antigo engenho
Mombuca : a quem convier, pude dtiigir-s."
a rua da Cadeia do Recife n. 20, que alii se
indicar., quem be a pessoa habilitada a dar
todas as informaeoes, e a fazer qualquer ne-
gocio.
Acncao.
-- Vende-se a verdadeira graxa ingleza n
07, dos afamados fabricantesWay Mar-
lin, em harneas de 15 dlizas de potes:
em easa de James Crablree > Companliia,
rua da Cruz n. 42.
lie muito i> .ialo.
Vendem-se duzas de facas e garios de ca-
bo de marlim de boa quaiidade IOS, ditas
ditos de cabo de balanco multo linas a 6/.
ditas ditos cabo roligo e oitavado a 38, du-
ztas de colhi'ies de metal principe a 3.- e 6?.
ditas de metal mais ordinario a 8(io e 19400,
leoutras mnitas eousas que se vende .barato,
fcico\asue (odas HSjuali-
daiks.
Vendem-se ricas escovas ingle/as para
roupa, o melho'r que pode liaver e de nova
mvriicSu a 3?, ditas fiancezas muilo l^-as
a i?, 15500 e 2:000, dita paia cbelo ingle-
zas e francezssa IfctWeS ditas para den-
rua do Oueimado na bem conhecida loja tes inglezase fianoezas a 400, 500 e 6 ios c
Feitor.
No engenho de Santa llosa, freguezia da
Luz, precisa-se de um bom feitor para o
campo, o de um bom carreiro forro, e s lor
esciavo,compra-se.
ESPEilFI
l)OK DE
CO PARA
DENTES.
B0TIC4 CENTRAL 110-
NEOPATIIICA
DO
DR. SABINO O. L. PINHO.
S Hita de Santo Amato (MundoNovo)
9 NUMERO6.
Vendem-e aiimnieiile nfsta botica ns mais
6) acredilri $$ preros muilo commodos. &
6)1 A iiccio .lestes nie.liranienlns lie tilo promp- @
,S la a efllcax, que lem inertrido as honras da &
6) preferencia un tudas a, paite do imperio,
9 onde lem sido operimeuladoi. vJ
' Cada lulio avnl......1-)00O
Cada i.lro de tintura 39000 5
Cnieir e eaiiinhM com medicainentos, ai
desde 11-5 al iOO-^KK). tg
Thesouio homeopalhico ou vade-nierum do a
homeopaiha, obra essencialmenle indispen- '
savel a quem deseja vinpresar a boineopa- *S
I UMS a.........11*000
Iratamenlo i'ioineopatlii.'o do
clinlera-morhus......1.-(H)0 *
Propaganda liomeupathica em @
9 l'ernainliuro.......i"000
V N. B.I'ara redle cimento do poblico, ari- r
9 sa-se que o Ur. Pires Ramas Jnior, na lie &
9 mais caiieiro da botica central liomeopalhica, 4
8* nem lem interferencia al juma em suas ope- U
rar.'..... ^
***-4ss53; es
Previdencia.
Companhia de seguro con-
tra a mortalidade dos es-
cravos, estabelecida no
RIO DE JANEIRO.
CAPITAL2.000:000.000.
Agencia filial em Pernambuco, rua do
Crespo n. 1^.
n- ejn-os s.lo realiiados no p-rriplorio da eom-
pardua ou mesrno fra, s..b proposla* dos proprieta-
Vende-se a Legislando do Imperio ilo
Brasil, desde o auno de 1 SOS at o anuo
de ISo. e dos annos de ISc IS,
Direito Mercantil por Silva Lisboa, eou-
tros mui tus obras de Direito Civil, romo
Lobo' etc., tudo em bom uso: na rua
daPraia n. *9.
Vende-so um sobrado detriorado, com
chaos proprios, em Olinda na rua de-S. len-
lo, ad verie-se i]ue lie o ultimo delion'e ila
igreja : na rua estrella do Rosario n. 23, se-
cundo andar. N,i mesma casa precisa-se de
urna ama de leite.
Cortes de laa
de quadrosde cores a
3^000.
Vendein-se na roa do Queimado n. 21 A,
cortes de laa dequadros, de lindos goslos,
e dlo-se as amostras com penhor, palitos
de ganga de cores a 4/000 : '..., france/.es.
Cortes de las
de ramagem e flores mo*
driSH S5 rte.
.N'a rua do Queiniado 11. 21 A, vendem-se
cortes de ISas de raiuagem e flores miudas,
edlo-se os corles a musir com penhor.
Vende-se fumo de tisranhuiis muito
superior: na rua .la i'.oncordia, a tratar com
Manoel Fumino I'erreira, e na taberna de
Jos Domingues da Costa na mesma rua.
- Vendem-sc saccas com feijao mulali-
nlio muio bom a 1-2/OuO, suecas grandes, ar-
roz pilado muilo novo e boa quaiidade : ni
rua do Vigaiio n. .
'.apaches
Vendem-se capachos pintados, uovos, a
400 e 480 rs. : na rua das Trincheiras, so-
brado n. 50, segundo andar
M11I10 efarinia em
saceos.
Vendem-se saccas grandes rom tuilho e
farinha da trra, por prego c.mimodo : na ta-
berna grande ao lado da igreja da Soledade
11. 20-
--- Vende-se urna porgo de telhas ela-
drilho, reslo de obra, mas inleiros : em
Olinda, rua de Malinas Ferrcira, a fallar na
casa 11. 28, ou parede-meia com o Sr. Anto-
nio l.ins Gon/aga, a 40 rs. cada um.
Vende-se sal do Assu' de superior
ros do ewravos, todos 09 dia oten: as participa- .qualiaade ; a bordo do palhabole Ptedade,
Or.llARDA-LIVIiOS RP.ASILEIRO, ou arle
da escripluracBo mercantil apiopriada ao
eommercio do brasil : vende-se na rna da
Cadeia Velhan. 22. Preco 8/OuO.
ida
Agencia
fu lid icfio Low-Mo
r,
rua da Sen/ala-Nova n. 12.
Nestecstabeleciinento continua a liaver
um completo sormento de moendas e
ineias moendas para enftenlio, macliinas
de vapor e tai val de ferro balido e coado
de todos os tamanhoi para dito.
@ssss--2i-3!i:ie*-&@-sSe?
f Em casa de Eduardo II. \\\alt, f
^ rua do Trapiche Novo n. 18, lia S
:.'3 pura vender : ;;.
3 1 piano forte, novo e elegante de -A;.
$$ fabricante afamado em Londres. S
-3 Graxa ingleza n.07, deJJav a ^
$5J Martin. 6
Tinta de escrever do fabricante i
A.nold.
Tintas em oleo de varias cores.
Cabos da lliissia.
Crystalleria.
Agurdente de Franca embar- i%
ris. |
Vinho Scherrv dito. ;'.
Fructas em conservas ingle/as. Ja
Papel para cartas. ,
Livios para copiar dito. ;>.
Candieiros de candelabios de fi|
bion/.e. ;'.
Ac em barra para molas de .;'.
carro. i u
Efcos para carro. S
Cliicotes para dito. A
Kelofjios de ouro cobertose des- S
^ cobertos. g|
Farinha de
de muidezasda boa fama n. 33.
Par queca esliver (,! Int.
Vende-se na rua do Queimailo, na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa lama n. 33,
voltas pelas finas e ordinarias, ricos alne-
les, ricas pulceiras, e ricas rozes, ludo do
melhor gosto que se pode encontrar e por
preco que nao deisara de agradar aos se
nhores compradores.
IXalojadaboaf
vende-se o mais barato
pos-i ve I :
Crosdcnaples preto muito bom, o
covado
proprio
{oes de fallecimentoi e as propona, podem ser re-
inettidas a companhia lodos ot diaa, al as cinco lio-
ras da larde.
As coudicoe* imprentaspoderao ser procuradas no
escripiorio da eompaabii,
Uar-!e-ha consullas ralis aos escravos sgurosdas
9 para 10 horas da nianhaa.no escriplorio da comp-
niia larga
DO ROSARIO N. 38.
botica de
Bartholomeu F. de Sonza,
contina a vender
(sendo falso oque for vendido em outra
qualquer parte.)
Rob L'AU'ecteur.
Pilulas vegetaes de Ib andel.
Vermfugo inglez em vidros.
Elixir anti-Hsmatbiro.
Frascos di; bocea larga com rolbas, de
1 a 1 libras.
omptjfe3.
Jos Alirtelo da Silva, dentista e sangrador,
vende, em sua casa, na roa da Camhoa do Cauno
n. 20, o muilo arredilado l'.ir... iu\ I;. u\ odoutal-
Kico. elixir plerjogoidiann n.lonlnl^icu, elixir e,la-
philino odonlalftico, especficos inTaliiveis para ae-
placar e destruir as dores de denles pela caria a 1;
e 2D000 o frasquinlio, com um folhelo que indica o
mellitr methodo dse applicar, ssim como pos den-
tfrica e tnico para tonservar e limpar perfeila-
mente os denles, em alterar o marinte polido, for-
Ulece as ^ensitas e as cora de um bello rosa previne o mao proaresso e dores de denles, e deixa
a raicea urna frescura e hlito mui aeradivel, tam-
bem cora as dores de denles a qoalquer pe.soa que
fora sua casa, a qualquer hora, nos seis dias da se-
mana, ou lira-os tambem, sendo preciso, nos do-
mingos, na iu da E'peranca, no sitio da Floresta,
ao san* para a estrada do Manguind.
Lotera do Rio
de Janeiro.
Naprara da Independencia n. iO, a-
cbam-se a' venda o* novos bilhetes da lo-
tera para obra e reparo do patrimo-
nio do recolbimento de Santa Thereza ;
as listas esperamos pelo vapor inglez
CELT, <|iie devia partir depois da corri-
da dessa lotcria. O pagamento dos pre-
mios se fara' na mesma loja cima, de
conformidadeaos nossos annuncios.
Precisa-se de serventes para a lim-
peza das ras, dndose o jornal de-l{f:
a tratar no pateo do Carmo, sobrado n.
~>, por cima da botica.
A professora da Boa-Vista precisa da
umaescrava que engomme, cozinhe e saia
a rua : quem a tiver e quizer alugar annuu-
ciesu.i morada, ou mande-a a rua da Man-
gueira n 7, para tratar.
-- Ouetu quizer dar a quantia do 6008rs,
a juros, dando se por seguran? urna mula-
U deidade de 1t anuos, que sabe cozer, e
lem principio de engornmado, cj^acosiu-
mada a todo o servico de urna casa de fami-
lia ; advert--se que entrega-sc a mulata a
quem fizer o negocio, para como servico da
mesma Qcarpagii o juro da quntia pedida:
quem quizer fazer esle negocio aununcie,
paia ser procurado.
-- Aluga-se urna e-crava que serve para
cozinliar o diario de urna casa : quem a pre-
tender iliiija-se ao armazein da ruado lirum
n. 24.
Precisa-se de urna ama forra para casa
de um rapaz solteiro : a tratar no armazem
da rua do Brum n. 24.
O doce do
A confeitaria 39 A, confronte ao llozario
em Snlo Antonio, reeebeu e continua B al''0a, e sendo em porcao se lara' algti-
vender o verdadetro doce da casca de, ma dileienca.
S,a Vende-se urna grade de ferro para va-
1 recisa de urna cozinheira : na rua do I randa, com 31 palmo do comprido : a tratar
Crespo n i, deposito de velas. na rua da Cadeia do Recife n. j, defronte
Offerece-se um menino de II a 12 an- '
Compra-se urna cabra bicho, que te-
nha lene : na rua do Crespo ti. 9, depusilo
deposito de velas.
Compra-se urna casa ierra com com-
modos para familia, as freguezia de Sanio
Antonio, S. Jos e Boa-Visla : trata-se na
rua Augusta n. 17,
Compra m-su ell'ecti va mente na rua das
Flores n. 37, primeiro andar, apalices da di-
vida publica c da divida provincial, assim
como actes das diversas compautiias aulo-
risadas pelo governo.
Corrpra-sc urna esclava moija, que
coza bem, engomme e cozinbe : a tratar
na rua do Trapichen. I i, primeiro andar.
Compram-se 2 escravos do 14 a 10 an-
nos: a tratar no escripljno de Jos JoL
quim Dias Fernandes, rua da Cadeia do Re-
cife.
Compra-se urna casa meia-agua, que
nao esceda seu aluguel de 4#a 5f rs por
mez, em qualquer um dos tres bairros : a
tratar na rua de llortas n 64, al as !l horas
da manhaa, e a larde das 4 lloras em diante.
Compra-se urna sebela franceza em
bom uso : na rua de Santa Rita, sobrado n.
83.

Compra-se efectivamente bronze, la-
tao e cobre velho : no deposito da tundicao
da Aurora, na rua do Brum, logo na entra-
da n. 28, e na mesma lundic-ao, em sanio
Amaro.
f&tUM*.
Vendem-se s ceas com farinha muilo
lina, e deilain um alqueir de medida anlt-
ga : na ruada Cadeia do Recife n. ."i3 ao p
do arco da Conceicso.
Na rua do Oucimado loja n. "9, pin-
tada de amareo, esquina da Congrepa-
cao, vende-se a melhor cera de carnauba,
que tem viudo ao mercado, a lljtOOO a
ou na rua da Madre de Dos n.2. No mesmo*
armazem vendem-se saccas com feijao mu-
latinho.
Vendem-se alguns livros do l.*e3"
anno do curso juridica, assim corr.o outros
para a aula de lingua nacional, latim e mais
preparatorios : na confeitaria n. 39 A, de-
fioiitc da igreja do Rosario em Sanio Anto-
nio.
.Na rua do Queimado, loja n. 39, pin-
tada de amarello, esquina da Congregado,
vende-se grosdenaple fireto, de diversas
qualidades e presos, sen lo de 15.60.) a 2-3400
o covado, setim macao de 2fc00 a 3?600, sar-
ja de 1/600 a 2^400, pannos pretos de pri-
meira quaiidade, merinos lisos o de cordo.
casemira pela, palitos de panno e alpaca,
preos e de cores, e oulras muitas fazendas
prupi i >s par i a quaiesma.
Vende- ,e cbampanba da bem acre-
ditada marca Estrella, em gigos eem
caixas, sarpullas, vinbo superior de Boi^
deaux em caixas de duzias, barenques,'
alvaiade e verde francez: na rua do
Trapiche n. II. tudo
modo.
--- Vendem-se duas casas na rua da Ri-
quinha dos Qualro Cantos, na cilade de
Olinda, em chSo proprio, hom quintal, ca-
cimba, sendo tudo de lijlo e cal, por preco
commodo : quem as pretender, dirija-se a
rua Imperial n. 63.
Vendem-se vidros sem ago de todos os
tamanhos, e boiam-se vidros em caisilhos
com mulla promplidao, mais em conla do
ixr
i
9
i
@

Canlao preto muilo lino,
para luto, o covado
Sarja preta hespanhola, o covado
Gorgur&o pelo muilo fino com sa|-
picos, proprio para colletcs, o
covado
Casemira prela lina, o covado
Panno fino azul, o covado
Lencos prelos de seda para grva-
la, meto lenco
Metas pelas de seda muito supe-
riores, o par
Casemira de qnadrinhos pretos
muilo lina, o covado
Cortes de cohetes de fustao
lulos de ditos de dito lino
Dilus de ditos muilo superiores
Crosdcnaples de seda de lindas
cores, o covado
'. les de vestidos de fazenda de
seda muito linda
Selins lisos de cores, o covado
Manas prelas de filo bordadas de
seda
Veos prelos de fil bordados de seda
CamhraiHs adamascadas, proprias
paia corliiiados, pecas de 20 varas
Ditas para roberas, de bonitos pa-
uroes,o covado
lljlas para imhas dita dita a 240, 500 e 1?, e
ouirasqualidades mais baratas, que ludo se
vende na rua do yueima.io na bi n. ciuiheci-
da loja de miudezas da boa f*m n. 33.
^*a 'ua do Vicaria n. 19, primeiro andar, ven-
de-se inlio do l'i.rio desupeiioi qoalidade da bem
c.nhecirta atarea IIW .1 aipas. barise ranas d
orna e duas lunas.lt sarrafas.
VINHO DO PORTO CEMINO. '
\eii1e-se opiiu.o vinho o Torio em barr, de
qnarlo e oitavo, por preco raioavel: na toada C*.
dtia do Recife o. 1:1, escriplorio de Bailar 4 lili-
veira.
AlgodSozinho cin Bthia
para saceos de assucar : vende-se em ca-
sa de N. O. Bieber v C, rua da Cruz
n. i.
Vinbo do Porto, superior chamico.
Em cauatdp 2 duzas eem barra dseileva, rt-
cenlemenlecheRadopelo bnsoe Trovador ;ttnd-
armtwm dt Barroca & Castre, na
2JU00
960'se nicamente ii.1
1-K0II roa da Cadeia do Recife n. 4.
teooo AVISO
39000
aos ferreiros.
F. I'OIIUEII,aterro da Boa-Vista n.
Tem para vender a vontade do com-
prador
CARYA DE PEDRA
de pnmeira quaiidade, por preco com-
modo.
1/000
23000
1#II00
500
1.000
1/600
2-TO00
18/000
800
ra
Iri-
este.
SSSF.
( Verdadeira.)
Pelo navio BLOOMB ebegaram HtiOO
barricas desta acreditada farinha : ven-
de-se nos armazem de Tasto limaos.
^eloiios de patento
nglezesdeouro, desabnete edevidro:
vendem-seaprecorazoavel.em casa de
AugustoC. de Abren, narua da Cadeia
do Kecifc, armazem n. ."6.
leoi
os
istmo
10JII0O
7/000 I
200 1
A3$5
rua
por preco cem-
Vende-se cal de Lisboa ltimamente
gada, assim como potassa da Itussia verda-
deira : na praga do Corpo Santo n. 11.
doiiihos de vento
cora bombas derepnxopara regar hortaseba
xa deeapim : na fuadirao de D. W. Bowman
na rna do lirum ns. 6, 8 e 10.
Em casa de Henr. Brunn & Companhia, 11,?
roa da Croi 11. 10, vende-secognacemcaixiDhas e
datia.
FARINHA
De Trieste.
cobertose descoherlat, pequeos e grandes,d a
patente inale, para homem senhora, de naide*
melhore fabricantes de Liverpool, viodos pelo ulti-
mo paquete inelex : em rasa de Soulhall Mcllw A
Companhia. rua do Torres n. 38.
Tachas de forro.
e alm disto ha um completo snrlirnenuTde! .N" und'a d" Auror "" i"" Amaro,
L e tarntiem no deposito na rua do Brum, loo
na entrada, e defronte do arsenal de mar-
nha. ha semprn um grande sortimenlo de
lachas, tanto de l'ahrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, granoes, pe-
quenas, rasas c Tundas ; e em ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas ou canos, livres de despeza. Os precos
sao os mais commodos.
Meias de todas as qualic
dalles.
Vendem-se muito boas meias de seda pre
. tas e brancas para senhoras pelo barato pre-
' co de 2/500,ditas de laia para padres a U8O0,
ditas de lio de Kscocis pintadas para homem
pelo haratissimo preco de 400 e 500, dita
brancas e cruas para homem a 20O, 940 e
280 rs., ditas pintadas e brancas para meni-
nos a 240 e 300 rs., ditas brancas, finas para
meninas a 240 rs., ditas brancas para se-
nhoras a 240, 300 e 400 rs., ditas prelas de
algodao para padres a 600 rs., e oulras mais
qualidades que se vendem barato ni rua do
Queimado, na bem conhecida loja de miu-
dezas da boa tama n. 33. .
YENDE1SE CAPACHOS
pintados, comprido* e redondos a 700 r 800
rs ; na rua do Queimado loja da Bal f<
n. 33.
Bonecas francez
Vendem-se bonecas francezas rk mente
vestidas e de varias qualidades 18S00,
15600 e 28, na rua do Queimado loja miu-
dezas da boa Tama n. 33.
r___ ------- .u.ut.i^lu m.runenlo de
fazendas linas e grossas. que vendeai-.se por
precos tao commodos, que ninguem deixa
V" comprar; assim como chapeos do
I Dille muito linos, que se vendem por me-
nos que em oo'ia paite : na rua do Queima-
uo n. 22, na bem conhecida loja da boa le
v FITAS DE YELDO.
>endem-se litas de veludo pelas e de co-
res, estrenas e largas, lisase aberlasde mui-
0 4aog'-?.!.S' pe!o b8ral0 fre(0 de 6.
320 400 000 e 600 rs., na rua do Queimado
na loia de miudezas da boa fama n. 33
Boa fama.
Vendem se superiores macas para condu-
cSo1 de roupas em viagem, pelo barato preco
dea, 6,7 e 85 cada urna, galheteiras com
todos 1 s vidros necessarios a 2?, ricas car-
teiras de Jacaranda e mogno para se escre-
ver e guardar todos %s pertences, proprios
para viagem a 8, 10, e I25 cada urna, costu-
reiras riquissimat de Jacaranda com os re-
partimentos forrados de seda e com muito
gosto a 4, 5, 6, 7 e fc\ pen'es muito linos pa-
ra ahsar.pioprios para enancas ou para suis-
.ho ,sas a. ?0 rs., pulceiras do melhor goslo que
ene- se pode encontrar a 2/, ricas cruzes de cor-
- I nalina, carleirinhas para lembranc,as, gorras
para homem, as mais modernas que se pode
encontrar, sinetes com todas as letlras do
abeedano, sinetes proprios para uamorados,
ricos Irascos para cima de mesa e oulras
muilissimasgutsirtSrias, tudo muito fino e
oe muilo bons gustos, ssseverando-se a
quem vter ver o rico sortimenlo, que sem-
pie existe nesle eslabelecimento. nao deixa-
ra de ler em que empre^ue muitissTcTTwTrf
o seu dtnheiro : na rua do Queimado na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma 11 33.
Vnde-se en) casa de Saonders Brothers C. n
prara do Curpo Santo n. II, a muitu superior e liem
conhecida farinha de Trieste, da marcaprimeita
quaiidadechicada em 9 do corrente na escuna
aPfeil", em poicesgrandes e pequeas,conforme a
vontade do comprador.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Si fundieo de ferro de D. W. BowmanD ua
rua da Brum, passando o cliafariz, contina ha-
ver ;uru completo srtimerto de taixts d ferro fun
queem outra qualquer 'parte : na rua das ldldo e Da"do,le 3 8 Plnos de bocea, as quae
cham-se a venda,poi epreeo comn; jdu com
promptidao; embarcam-s oucarrega-se mear
ro semdospeu to comprador.
Em casa de Saunders Broiherscc C., prac*
do Corpo anioo. 11,a* para vtndtr ossguinia 1
Ferro inglez.
I'ixe da Suecia.
Alcatrao de carvao,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas. .
Algodao lizo para saccas.
Dito entraocado igual ao da Babia
E uui complelo sortimenlo de fiendas proprio
Trincheiras, em Irente da rua estreita do
llosario, loja de traste n. 50.
Cissas francezas finissiinas a 480 rs.
a vara.
Na toja da estrella, rua do Queimado n. 7,
vendem-se jassas francezas linas, do ultimo
goslo, a 480 a vara, cortes de vestidos pre-
los bordados a matiz, com tres babados, a
e0300 o corte.
KliLOGipS.
IIua ta Cadeia do Recife
11. 18.
Ha um sortimentode relogios de todas as
qualidades, tanto de ouro como de prala,! Para siemercado : tudo por preco commodo.
dilos foleados e galvanisados, por |irer;o ha-
ratissimo, ha tambem metos chrononietros,
de superior quaiidade.
( arle*s para joir.1
Vendem-sc baralhos de carias franceza;-
muito finas e de bom papel a 500 rs. o na ral
Iho, ditas porluguezas muilo Gnas a 320 rs.
na rua do Queimado na loja de.miudezas d
Kicas ntas uase nioder **
as dos melhores gostos
(|ii se pode encontrar
M vendem na loja da boa fama na rua do
Qneimadon. 33e por precos qiranSodeixam
de agradar aos compradores, porque real-
mente se vende barato e ha muilo onde es-
colber.
Va randas e grad< s,
Lnf lindo e variado sortimenlo de model-
los para varandas e gradaras, de goslo mo-
dernissimo : na fundico da Aurora em San-
to Amaro.e no depositofJa mesma, na rua do
lirum.
Couro de lustre marca castelo.
Vendem-se pelles de couro de lusbe\|e
muito superior quaiidade a preco de4a\
4/500 : na rua do uueimado, na bem conhe-
cida loja de miudezas da boa fama n. 33.
Lu vas de varias quaiidade
Vendem-se ricas luvas da seda de todas 1
ia.
Potassa e cal
icas luvas de seda de todas as
res, cobordadas 'e'cm bnlolas a 2{ o +ara
ditas sem ser bordadas brancas eamarellas
para homens e senhoras a 15, I520O e 155000
ditas de fio da Escocia brancas e de cores
para homens e senhoras a 300, 400, 500 ,
600, ditas brancas e de cores, de algodao,
proprias para montara a 240 e 320 e oulras
\o antigo e ja bem conhecido deposi-' qualidades mais-que se vende na ruado
to da rua da Cadeia do Recite, escripto- : Uueimado na bem conhecida loja de miude-
Vttd it-i lu. l-iir.'. 11 O
no n. 12, apara vender muito supe-
virgen 1
.Na rua Nova, lojc e fabrica de cliapun de Chris-
lianv & Irmaos, n. 14, lem para vender, cheuado
olliiiiamenle, oleados piulad.., pare mesa, ditos pre-1 "_ Til 7 a .;s (ja bo(
los e de lolas as ore. ; assim cono um completo,110 n- '- na P" vender milito Supe- ,,
sorliinento ,le chapeos para seilli.iras, e bonetes de rior potassa da Hltssia, dita do lic do Ja-. <'SC f 1 plOTlOS G CaTtO-
.lilleientes nuali.ta.les p^ia huineus r-imi,, .hm i j 1 1
mais har.io. ^ue emTn.r. qualju" parle! I "C Ca' """ f,C Ll,boa f Ped,"'' TOS .
;tt.do a precos muito lavorave, com os vendem-se resmas de papel de peso do
quaes ucarao os compradores sattsleitos. melhor que he possivel haver a 65, dilo in-
X. O. Bieber & C, rua da Ci u/. n. \, l forior pouca cousa a 3a e 39500, dito paque-
vendem
dem-se
Diamantes.
recibo de 350>000, entiegues ao Sr. .Malvei-
ra em 12 do corrente. O abaxo assignado
te-m certeza de que lora achadoesse dtnhei-
ro, e quem O achou, querendo restituir, p-
le-o fazer ao abatxo assignado, ou a qual-
quer dos Srs. coronel ti raes, tcnente-coro-
nel Arruda Cmara, major Manoel JuliSo ; e
no Recife aos >rs. Manoel Ignacio de livei-
r, Joaquim da .silva Castro, Antonio Jorge
iuerra, F. ti. Pedrosa, uue recebera 100/OOu.
Agua-azul 1T de l'eveietro de 18i7.
Aiiiomo l.uiz fereira Palma.
Jac.
Do sitio do Tasso, da Cruz das Almas da
Ponte de L'choa, desappareceu ha das um
Jdc passaro do I'ara; iodo preto, com atbar-
liga parda, bco encarnado com a pona
pela, com utna poupa ua cabeca : quem o
achou ou delle der noticia ao mesmo Tasso,
s.'ira gratificado, pagamlo-se-lhe o valor do
misino passaro.
--- l'recisa-se de urna ama ou mesmo um
molei.'ue que cozinhe bem : na rua do Quei-
mado i.'. 6.
Precisante de urna ama forra ou cap-
tiva, para casa de pouca familia, e que
l silo de cuarL'tos.
Precisa-sO de um homem ou mulher
que saiba cozin.'iar, para urna casa de BOUCa
lamilla, a Iralar .ua rua do Cabuga, loja de
cera,
nosde idade, chegado lia pouco do l'orto,
urna pratica de negocio, para qual-
quer arrumarlo, prel'erindo-se loja de fa-
zenda, o qual lem boa letra e da Dador de
Sua condula : quem pretender ;iiiiiiiiii.te para
ser procurado.
Precisa-se de um preto bom co/.mheiro
e paga-se 30/ por mez : na rua do Amoiim
11 Jti;
'!>. Thereza de Jess Coeiho de Souza
l.e.lo c seu lillio francisco t:avalcanti de
Souza l.eao, declar-iin a quem convier, que
no engenho Sicupeminha possuem clles por
Ululo de partillia urna parle 110 valor de
3409859, parlo esta que fot por escriptura
publica celebrada aos lo de fevereiro de
IS40, vendida ao finado tenentc-coioiiel Do-
mingos de .".ou/.a l.eao, marido e pai dos an-
nunciantes,sendo que no inventario a que
por seu fallecitneiilo se procedeu fui parti-
Ihada. Alim de que ninguem ^e chame a ig-
norancia, se faz a presente declarac/10, que
he acompanhada do prolestu de baverem de
quem d.reilo for, d3o so a propueda.lu que
lem.se nao Igualmente todas as rendas ven-
cidas, c que se loretii vencendo.
luilaram do porto ila Madcira, em Be-
beribe, na noite do da 16 para 17, un ca-
vallo mellado raposo, castrado, mao ilirela
o casco blanco, com urna estrella branca na
le^ta ; o qual fui d.. seuhor du engenho Jla-
lapiruma : quem o apanliar, quena levar a
rua estrella do Itosai 10 11. 26, que sera bem
recunipcus do.
_ l'recisa-se de nma ama de leit" par
criar una menina de 3 metes : ua rua do
Collegio n. 21, lercetro andar. Paga-se bem.
Chegeram os desejados diamantes de cor-
tar vidros, muito superiores, cravados em
latao : na rua .Nova n. :)8, loja de funileiro,
defronte da igreja da Conc.-ic.5o.
Na rua da Cruz 11. 50, armazem de San-
ta Barbara A Companhia, vendem-se effecii-
vameiite caixoes vasios de todos os tama-
nhos.
Vinho do Porto
de 1857.
.No armazein .le Jos Joaquim Dias reman-
des, becco da Madre de Dos n. 1. vende-se
superior vinho velho do l'orto, coi caixas de
unta e duas duzias, por preco commodo.
Deposito
do rapprinceza da f'.ibii-
Ocillofl e lunetas *de it,dtf B
as (|nulidades
Vendem-se superiores oculoscom armarao
de tartaruga de todas as graduacOes a 33OOO.
ditos muito bons com armacoes douradas a
19200, ditos dilos coro armacoes prateada,
19, ditos ditos comarmacao de ac a BOU '
19, lunetas coro armaco de tartaruga a 19,
ditas redundas equadradas de balea a 5
rs., ditas de dous vidros armacao de hala
a 19600, e ou tros oculos mai* que s* vendem
por preco barato na loja da boa ra na na ros
do Queimado n. 33.
------r ------.-----------v-----' ________
s0Ct t>OS !^'t0.
*
No da 22 do corrente pelas 5 horas da
manha, rugjp da casa de seu senhor o es-
cravo Luiz, indo vestido com calca parda,
jaqueta prela, e chapeo de castor branco, o'
qual tem os seguinlessignaes : alto, magro,
Ijpuca barba, rosto descarnado, beicos gran-
de^, leudo bem aberlos os dedos grandes
dos*, s, e tem o ofiicio de sapaleiro : quem
o capturar leve-o a seu senhor Francisco
Ssrafico de Assis car va 1 lio. nu paleo do Terco
n. 137, contiguo a urna botica, que sera re-
ce mpensado.
-4- Continua a estar rugido o escravo
Antonio, Cassange, de id>de 36 annos. pou-
co mais ou menos, rom os signaes segu o -
les : altura regular, cangueiro no andar, cor
preta, rosto redondo, sem barba, costas lim-
pas, cheto do corpo, conversa pouco, fui es-
cravo do finado Caetano Ccnclve da Cu-
nha, e fugio no mez de julho do anno pro-
xinno passado, suppoe-se schnr agasailiado
por algueui, para as parles do *ul desta pro-
inc:a : a wssoa que o apprehender, sera
Lasela Russia.
dem inglezas.
Brinzo.
li' itis da Itussia.
Vinho de Hadeira.
Algodao para saceos de assuca'.
ca de E. Gfis-ie, 110 [\i
de .laneiro.
do becco Largo.
Col>re de forro.
Vende-se cobre de forro de todas as gros-
suras : na rua da Cadeia do Recite, loja
n. 6t. '
Te Illas de vidro.
Vendem-sc telhas de vidro, grandes a pe-
queas, por preco commodo : na la da Ca-
deia do Recite, loja n. 61.
Ciiuiubo em ler^l.
Vende-se chumbo em lencol, de diversas
rr...,, *, cae,.,.,,,oi.| vende-se cinieb
holliade laildreS. |t0 mut0 barato e bom, peto preijo de
Vendem-se caixas de tuina de llandres, de 7j500 a barrica, por se precisar d ar-
lo.las as grossuras : na loja da rua da Ca- mazem onde esta' recolliido : na rua da
- Vende-se urna car roca era muito bom Cadei" tle bant0 An,on, '
estado: no aterro dos Al'ogados, etn casa do! CERA DE CARNAUBA.
Sr. Costa. Vende-se cera de carnauba de boa quaii-
dade : na rua da Cadeia do llecife,
Vendem-sc scllinscoiti perteitces, n. 50.
patente inglese da melhor qualida-j Vendem-se terrenos para el
lanca pelo barato preco
de 12211", ditas muito boas sem ser bco de
lanca 500 rs., duzias de lapis muitissimo li-
nos a 320 rs., ditos proprios para riscar li-
i vros a 800 rs., caetas de osso lomeadas para
; pennas de ac a 120 rs., caivetes finissimos
! de urna a quatro lolhas a I, 2, 3, *9, e ou-
lras mais cousas que se vende barato; ni
rua do Queimado na bem con Decida loja sr
Km casa de RabeSchmeltau tv Companhia, miudezas da boa lama n. 33.
rua da Cadeia n. 37, veudem-sc elegantes
a pessoa
gratificada com 100^000, que os recebera a
[ le muilissimo fino a *9500 e -,' dio i naco ..'*Z. d" fnl,eg" d il ,e!,cr.,vo' "'-
greveeniarfima4S,diioalmVcomuiDsTimo 8 enh(!ur.Cah'd comarca de Pao d'Alho.
bom a 3^200,1 dito de cores e?m q. to e "nd^r ?^2fc "- rU* *! ? S "' M^
resma a 700 rs., crozas das verdadeira? n ? r ; \tmbrm se gratificara a quem der
as de ac bico d'e lanca, pelo blmcZFc tta*HSf5-n2^!!m*m com 30^00
anos.
puos do afamado fabricante Traumann de '
ilanihuigo.
IECHAHISMO FARA E161-
1H0.
XA FUND CAO DE PERRO 1)0 ENGE-j
Mil-IHO DAVID W. BOWMAN, rSAi
XAROPE
1)0
Vende-se a prego commodo rape
grosso e mcio grosso, da acreditada I';
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz n. t'j.
BOSQUE
RUA UO BBUM. PASSANDO A- ; ,Foi lra"sf"ido,0 ae,P*ft1 l,es,e I8roP. P"ra 00 muilo malVxpreiiado, Tainos V
r 1,1.. uca ue.ose oa crin sanio, na rua .'va 11. >.! .,..s in 1S nes cranilp ntllil.i
lino, FARIZ. carrafa, 5a50O, meias:i;000. sendo falso todo (1 KK^lu
ibrCa I Iiasempre arograndesoriimenio dos fticoDles oUqnelle qut na o for vendido nesle deposito, palo t ,-* i u U,LI,JJS :*s,
ir na Jeclos ll*nier lia ai sinos proprio 5 paraenuenhos.a sa- ijue sefa/. o prsenle aviso | casiigC' nos lomos e nauegas :
Q
br: moendase meias m..elidas da mais moderna
I i-onslrorrao ; (ai\as de ferro fundido e balido,de
[superior quali.la.1e e .le lodosos (amarillos; roda
dentadas para anua on aiiimaes, .le todas as propor-
! roes; crivos e lio ceas de fornallia e registros de ho-
eiro, aguillioes.lironzes.parafusos cc.ivilli.es.moi
! n h os de mandioca etc. etc
NA MESMA Fl NUICA'O.
wexeealamtodasassneommendaa ron. a superio-
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
Para cura.le plitvsiraem lodotosseut lilleren
es4ros, quer motivada por conslipacoes, tosse
tilhma,picaril.eicarro* dasanaue, ddrdecoa-
lados e paito, pal pilara o no ;corar.io, coqueluche
lirourliile, dorna aruauta, e todas asinoleslia
do orea o |iu I monaies.
SAO* Ml'ITO I.I.MiOS.
Fugio de bordo do tingue brasileiro
alela mpo, na noite no da 8 do corrente, um
negro de nome Marcelino, nacao Cabinda,
allui;a regular, secco do corpo, rosto coo>-
pridip, barba serrada c cria suissa, com falta
de denles na frente, e consta andar vestido
coro oalelo, e calcado : quem o pegar leve-o
a boifdo do dito navio, junio ao ca- s do Pag-
seio Ij'ubltco, ou a casa de seu consignatario
Mano n| a Ivs Guerra, na rua do trapiche n
14, i) le sera bem recompensado.
Fugio em principio de novenibro do
anno prximo passado, o escravo JoAo, par-
do, 45. annos de idade, altura e corpo regu-
' lar, le ata e olhos pequeos, quando ri-se a
i perla i vs olhus, nar.z pequeo e afilado, ra-
\ bellos um lanto desenitiarac,ados, tem um
aleija na junta do meio de um dos bracos
e par ce que oulro no nutro braco, falla
grossos, per-
Ihelados, com ves-
gnalado dr
levou bas-
tante roupa em urna loailu de mesa com 13
a 14 p.timos, por te-la fuilaalo de um quara-
dor de roupa, he carreiro, e munido da vara
seguio para o sul : roga se encarecidamente
a|poli na e a quah|iier particular, a prisiin
deste escravo, medanle a gralilicacao de
100f, q ue os lecebera do Senhor Manoel lg-
liacio il e dliveira, no ltecife na praca do Cor-
po Sant'', escriptoriu n. 6, a quem po lera
ri.ladna onheci.l,. ecoin a dev id api esteza e rom-: tiirnu p.li>< .lo viwi.l.w .lo i /piula mi.iilr ""* '
modidadeem nreco i r coi te ue visitaos ue lazenai muilo >Ci entregue dito escravo, ou a seu dono..
fina, to la de seda e de um gosto muilo apu- abaxo assignado, em seu engenho Agu
; rado, chegados pelo ultimo vapor viudo da Azul.-- \nlo.no l.uii l'ereira Palma.-
de i|ue lem v'mJo a esle mercado :
no a i mazem de Adamson Howie
4 C, rua do Trapiche n. 42.
Moend is siipe; ore*.
Na fundico de C. Starr A Companhia. em
Santo Amaro, acham-se para vendar moen-
das de caima todas de Ierro, du um modello ti
conslrucQo muilo superiores.
loa BANDEJAS FINAS E BARA-
TAS.
, Kurops, muito proprios para as senhoras de
i bum gosto, assim como Chitas Iraucozas
muito linas matizadas com lindas cores:
estrada do Manguionino, du do l'.pcife, lado' Vendem-se han!, jas linas e de varios ta- dilo-s* ainiislras.na rua doQueimadn n Stlqualha cnoula, rula, de 24 annos, pouco
esquerdo, junto as casas do Sr. .Manuel le- | manilos pelo batato preco de U'500, OO, ; "a loJa ,ta i)oa le dclronte a M boa lama, mais ot i menos, estatua regula) ; consta
reir Teixeia, com-z50 palmos de fundo e13S3O0 e*a*: na rua do' Queimado loja de
> o dia 20 do corrente it.scntou-se a
cscrava bem coDhecida, de nome Filipia, de
Antonio los l.odiipncs de Souza Jiiiiiit, a
dB [rente os que o comprador quizer: a tra-
tar na rua da Ca leii do liecife n. 9, ou com
Jos r. jiti-l.i Itibeiro de Faria, no seusilio
da Fstanci-.
Wrile-.se paioco muito proprio para
canario do imperio a lo rs. a libra: defron-
te da Itelagao n. 28.
miudezas da boa fama n. 33.
LEQUES FINOS.
Vendem-se leques muilo linos com ritas
pinturas, espelhoe plumas a 2/, 30500 e 4r
PARA 01 KM TEM BOM COSTO.
Na rua oo Oucimado n. 22, loja da boa f,
ha um completo son ment de gros lenapo- '
le de seda de lindas cores; aproveitem antes
qneseacahem, que a fesU esl com usco,
assini comu cha. eos do < hile muito linos,
tu rua do uueimado luja de miudezas da I que so vendem por meuos que em outra
boa fama n. 33' 'parte.
i-miar a coutada em alguns iiiocambos da
margei do rio do Moulciro -. quem a pegar,
leve a dito seu sennur, em seu sitio Monte ro, ou a rua do Collegio n. 21, pri-
meirt ou segundo andar, que sera rvcom-
pPllsi do.
I

VlfUtii. :
TYP. DE M. F. DE FAHIA iHo,
MUTCSD"


'


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