Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06645


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Full Text
Auno
.V.
Tcrc-feira 25
PARTIDAS DOS C0B.B.X1O8.
Coianna eParahiba, segundas cseitaa-felras.
liu-f.raudc-da-Norte, qulatu-feirasao melo-
da- -,
Cabo, Serinhaein, Rio-Formoso, Porto-Calvo
Macci, no 1.*, a II e 21 de cada me,
r.iranhuus e Bonito, a 8 e 23.
B;a-VHtaeFlore,aI3ez.
Victoria, f qulntas-felras.
Ulinda, todos o dias.
lHEMRIBU.
Pb.ses di uu. -Cuela a 1. as 2b. e58 m.da t
Mlog. a 0, ai 4h. eSm.da t.
Nova a 16, 1 h. c42m.da t.
Gresca24,f 'Jh.e 4m.dau.
tBIaUB DE BOJE.
Prime! ra as II horas c 42 minutos da manh.
Segunda as 12 boras e (i minutos da larde.
do fftemhro de I841>.
N. 515.
FHECOS DA SDBSC&XVOAO.
Por tres mezes (adianladoi) 4^000
Por seis mc/xs H/IHIO
Por mu anno 15/JUO
das da semana.
24 Seg. S. Geraldo. Aud.do J. dos orf. e do m.da
1. vara.
23 Tere. S. Firmliio. Aud. da chae., do da 1. J. v.
do civ. e do dos fcitos da fazenda.
2(i Quart. S. yprianno.' Aud. do J. da 2. v. dociv.
27 .luint. S. Cosme e DaiiiliSo. Aud. do J.dos or. c
do m. da I. v.
28 Sext. S. Venceslao. Aud. do J. da 1. v.do civ.
e do dos l'cilos da fazendi.
29 Sab. S. Miguel Arclianjo.
30 Uoin. S. Jcroiiiino.
MSM
CAMBIOS EM 2* SE SETEMBRO.
Sobre Londres. 2o'/. d. por 1|000 rs. a 00 das.
. Paris. 370.
- Lisboa, 110 por cento.
Ouro.Oncas hcspanlioes......... 3l#uft0 a 31/TiOO
Mocdaidcfi/fOrtvelhas.. I7#000 a \7fM>
de /4n> novas.. lpOO a lojTno
. de4/U00........... 9j>4O0 a MBD0
Prata.Pataroes brasileiros...... 1/900 a l#8w
Pesos coluinuarios....... 1/.I80 a SM00
Ditos mexicanos.......... '/ OO'Ja 1/J2
IARI0 DE
"jmrKT-inmtw. niwnnfcmwj*
PARTE OFFICIAl. 4
GOVERNO DA PBOVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 21 DE SKTF.UMAO.
dilirio.--Ao inspector da pagadorla mili-
Itar, para que mande processar o pagsr os
Ipre'ise domis documentos relativos a ven-
Icimentos dos officiaes e pravas do quinto
bstslhSo de fuzilelros, que aqu se acham,
[qur so riles refiram a agosto ultimo, qur
digan) respeito a quaesquer outros mezes
Ique aquella f.-ca passe anda nests provin-
Icia Communicou-se ao cummandanto da
liirm'ii. ...
Hito.A' cmara municipal desla cidade,
declarando,haver approvido as arremala-
_ces fetl*' po- Antonio Connives de Mo-
laos do imposto das afiraQea deste munci-
fpfo pela quantia de 11:602,000 rs.; por Bel-
IJarmino Alves de Atocha do das medidas de
[farinha dos mercados pblicos pola de ris
IsOO.OQO, epor Bernardo da Silva Gumanes
I dos rendimenlos das lojas nmeros 6,8 e
J10 da prar;a da Independencia, liem como
Idas .loas que all se acham reduzidasa urna
I por 254,000 rs.
'V
DEM DO DA 22.
inicio.Ao relator da junta de jorticA,
transmittiodo para que, depois de visto,
seja apresentado em sessdo da mesma jun-
ta, oprecesso verbal dos cadetes do segun-
do balalhilo de arlilharia a pe Maximano
Henrique da Silva Sanliago, e Emilio Ame-
ricano do Reg Cazumb.
Portara.-Nomeando a Carlos Jos Gomes
de Oliveira para o cargo de primeiro sup-
plcnte do subdelegado do segundo distric-
lo da freguezia dos Afogados, e a Joaquim
Coelho Cintra para o desegundo.--lnlc-
rou-se o chefe de policia.
Dita.AO agento das barcas de vapor,
mandando dar passagera na barca Pernam-
Imrana por conla do estado aos ex-soldados
Hernardmo de Sena e Fiancisco Jos da
Silva. _____________________
Comniando da pr l(7HHi'f/ do commando da prara na cidade do
Reeift de Pernambuco, 19 de setembro de
1819.
ORDEM DO DA N. S6.
Faco publico para conheclmenlo da guarn -
ico, e cxecue"'0 da parte de qiieni pertencer.os
loflicios do Km. Sr. presidente da provincia
Ique se referem passagem de alguna omciacs
[do ejercito de uns para outros corpos, c a re-
[laclo dos promovidos par os dill'erentes cor-
pos do niesmo exerclto, ludo por decreto de
s7 de agostoprox'mo udo.
. Illin. .Sr.-Coininunico a V. S., para sua
intelligencla e execuco, que S. al. o Impera-
dor, por decreto de *7 de agosto ultimo, se-
igiindo me Col participado em aviso do minis-
Fterio da guerca. datado de 3 do correte, bou-
ve por bem passar o segundo tenente do 2.
batalliao de arlilharia a p, Francisco Raphael
de llelloRego.paraoestado-maioi- da primeira
classe, os altere* do 3. batalhao de fuiilclros
l.uiz Josa Pereira e Henrique Frcderlco Ben-
jamn Ethur para o 5. da mesma arma, Jos
Joaquim Rodrigues Braganca do 5." da mesma
arma para o 2.", Bernardo Jos Serrao do L*
balalhao de cacadores para o deposito de re-
crutas da corte, Antonio tloy da i.un lia e Mel-
lo do 2." da mcsina arma para o 4
Dos guarde a V. S. Palacio do coverno
de Pernambuco, 18 de setembro de 1849.Ho-
norio Htrmtto Carmiro Ledo.Sr. commandan-
ted nraca. .....
. Illni. Sr.--Transmiltindo.aV. S, para sua
intrlligencia e execucao na parte que ibe toca,
a inclusa copia da rclar.no dos omciacs prouio
vidos nos dille rentes corpos do exercilo, por
decreto de 27 de agosto ultimo, determino a
V. S. que eiu ciiuiprimento do aviso da secre-
tarla de estado dos negocios da guerra de 31
desse me, expeca as convenientes ordens
alim de que se reuuamquanto aatcs aos corpos
a que passaiam a pertencer aquelles do* men-
cionados officiaes que, acbando-se ncjta pro-
vincia, flcam fazenflo parte da guarnicao de ou-
tras, em consequencia daquella promofo.
Dos guarde a V. S. Palacio do governo de
Pernambuoo. 17 de setembro de 1849.Hono-
rio Utrmto t'anuiro /.doSr. coronel com-
inandante da prafa. t
A. *. A relafo dos officiaes dos diflerente
corpos do exerclto promovido* por decreto de
37 de agosto de 1849, aclia-se publicada nos
Viarioi de l'irnambuco ni. 202 e 203.
EXTER.Oti.
CIIROMCA DAQl'I.NZt.NA.
*Krgoei4>l da Allemanha./murriira de Oreada,
de Haden, do Palallnado.O incialiemo alie-
ma6.--Allitude da fruira.-- Poltica da franca
reipeilo da Pruna.
( ContinuBQo do n. 208.)
Ossiiccessos de Dreida nao foram julgados
em Franco como deviam ser. Conslderaram-
os como tima insorrelcao local, emquaiito que
laiiam parle de un plano geral de revoluto
ren.iblicai.a. Dresda c Leipzig sempre frai
na7emalia, t b.eludo depois da guerra
le 1813. os campo de balalha das grandes lu-
ia Em. pol8..bi.|ue a repblica esperava^
gah.r umi grande balalha. e """**
Jobre Berln.. Em Badn e no Pa lat ado.ai
Wctorlas da demagogia nfio leen, nada de deci
f/vo. O que fezqua oaacontecinunlos de Ore*
da fossem mal co.nprel.endido. e... l^r ranea foi
o termo nos habituado a acreditar que os ha-
i ionios s mu povo pacifico e moderado ; po-
>> m nao rdram os Saxouios que hiera ni a revo
l,.,o de Dresda, assini como nao Juramos Ho
i^ *fes que Hieran, a revolucao Moma. A
<*lW,i0Ba tem seus eondollwri na Allemanha
eduiopa Halla, que vo cou.bater onde qur
que a demagogia tenha um combate a dar, e
que lubstituein o verdadeiro povo das cidades.
s,e conollir toman hbilmente em cada
cidade a divisa que melhor corresponde os
paixr.es populares. Asslin em Dresda a Insur-
relcao comecou em nomc da unidade da Alle-
manha : he com eflello a divisa que agrada a
mullida ; prm sobre as barricadas que se
levantavam aos gritos de Viva a unidade da
Alli'i.i inlia eslava arvorada a bandrlra en-1
carnada, A unidade da Allemanha l'aiia em
Dresda o papel que em Pars flzera a reforma ,
a 24 de feverelro. Servia de pretexto e de es-.
tandarte.
O nosso secuto teve por multo lempo a pre-
tencao de ser o secuto da discussao rasoavel :
porm a frca brula esl em liom caminho de
tirar a desforra, e retrocedemos pouco a pou-
co i idade media, ou pelo menos ao sceulo
XVI. no lempo em que a polillca comeeava a
ajuntar a controversia das palavras frca das
armas : novo testemunho da aeinelhanca dos
fins e dos principio*. Asslm, em Dresda, para ,
escapar ao exerclto que a demagogia Impela,
onira elle, el-rel da Saxonla refugiase em
Koenigslein, urna dessa* antigs fortalezas
feudaes que os res outr'ora babitavam, que !
tinham abandonado pelos palacios das grandes (
cidades ou pelos caslrllos de recreio, e qe nos i
nossos dias tornaiu a servir-lhes de abrigo. Na |
verdade, talve tenhamos desdenhado dema-.
siado os recursos e forra* da anliga poltica. |
A amiga poltica tinha f nos castellns f .riiii- |
raiius, as pracas fortes, na frca nffensiva e .
defensiva em uina palavra. Mdanos tudo
isso, c tinhamos fe as assemblas, nasdeli-l
beraces, na lei; a experiencia de dous annos
deve corrlgir-nos JA de inultos dos nossos
drsdens.
Desejaria a assemblea c Francfort o trium-
pho da revolta de Dresda ? A maioria por cer-
to que o nao desejava ; porm, depois da der-
rota dessa insurreicao, a maioria de Francfort i
deixou-se levar a contrariar a repressSo que a '
Prussia flzera dessa revolla. Prelendeu que a
Prussia, nao tendo sido aulorisada pelo pmler .
central para marchar sobre Dresda revoltada, I
exceder o* seus dlreitos, lito he. o partido |
que aleara o incendio queixava-sc de que o
hoiivessem apagado, e havia urna maioria que
achava legiliina essa reclamacao.
O que a demagogia nao ennseguio em Dres-
da lents-o hoje no gro-ducado de Badn e no'
l'alaiinado liavai'ii Kasa tentativa falhar como :
a de Dresda, nos o esperamos e somos Toreados
a espcra-lo ao vermos qiiaes sao as doutrinas da
demagogia allemaa, ao Irruios o inanil'rsui_da-
quelles que se intitulam demcratas allemaes
F.Skea demcratas sao os refugiados allemSes
da Suissa, os inesmos que couiecarain na Suis-
sa desde 1848 a grande campanh* do radica-
lismo contra a liberdade, e qu estcnderain
Fauco a pouco suas operaces at a Italia,
maca c Allemanha, comprometiendo por
toda a parte a liberdade debaixo do pretexto
de a fundar. O nosso partido, di esse ma-
nifest, nao faz datar a revolucao europea de
feverelro de 1848, mas si mi ele j un lio. A grande
batalha de junbo li o dia natalicio da repbli-
ca vermelha que he a nossa. Esta 2.' revolucao
m nito mal poderosa que a precedente, ferio-a
de morte.Os successos de feverelro nfio leem ofl-
tra importancia histrica senilo terem torna-
do possivol a revoluto de junlio...A revolu-
q!1o de fevereiro devia vingar, porque se
contenlava de afTaslar'a pedia de escndalo
que se achava no caminho ; porm a revo-
luto do junbo nilo devia alcanesr a victo-
ria desdo a sua primeira crtmpanha, porque
oseu limera derribar at os fundamentos
em que repousamo estado, a religi;1oe a
socicd:d'.-...S depois de destruida e re-
duzida apon actual orden) social beque
podemos realisar os principios de nossu
partido.
o Declaramos que o estado tem poder ab-
soluto em todas as relacOes econmicas o
sociaes da bumanidade.
A transformado da socie.Iade deve ser
fundada sobre a iransforniaQao da educa-
c8o e da instrucc.no. lie por esses meios
que ella deve ser perduravel. A educado
e a instruccSo devem despojar-se de todo
o mysticismo religioso. N;1o dovem ten-
der senflo para preparar osbomensa viver
com os seus semelbantes. A religiSo, que
deve ser excluida da sociedade, deve tam-
ben) dosapparecer da alma do homem. A
arle e a poesia realisarflo o ideal do ver-
dadeiro, do borne do bello que a religUlo
pOe no vago das cousas d'al n. A revolu-
Cilo nullDca completamente a rehgiflo,
porque a liberdade e o bem-cstamue propor-
ciona aos homens os dispensa de esperar
pelo co.i
Eis a teora da revoluQ.lo de junho, tal
como a fazem, como um sangue fro que
parece frisar a 2ombaria, os metaphysicos
do radicalismo allemilo. Aqu a revolucao
he ardente e brutal; la he dogmtica. Uns
fallan), os outros obram. Se eu fosse ra-
dicul, em todo o caso, antes quizera s-lo
de Franca que da Allemanha.
J vimos qual foi a altitudo do partido
moderado e do partido violento em Franc-
fort nos ltimos dias da assemblea ; veja-
mos agora a 3ttilude da Prussia.
Como amamos sinceramente a Allema-
nl|a, voltamo-nos solcitamente para qual-
quer parle onde- vemos para a Allemanha
urna probabilidade de liberdade e de inde-
pendencia, lie isso o que nesse momento
nos torna favoriveis a poltica da Prussia.
Talvez aclfvmM urna illosuo. Tu I vez a
Prussia nSPpossa executar o que quer, ou
talvez mi'smii nilo queira o que parece que-
rer. So somos embados por nossas espe-
rangas. pouco nos importa. Oque nos pa-
rece dillinl nos lempos que correm nao he
a desconfianza e a mysanihropia ; essas silo
desgra^adamento demasiado nsturaes : o
que nos parece dillicil he a esperanza ; es-
limamos, pois, aquelles que esperam.
Sabe-se como a Prussia recusou a coroa
imperial e nao quiz reconhecer a constitui-
r-lo sabo-so como .rompeu abertamente
com a assemblea do Francfort. Se a Prussia
livesse lirado nessa ruptura, a sua poltica
soria toda negativa, feria negado o libe-
ralismo allemao, a unidade possiver da Al-
lemanha, o espirito do lempo uo que tem
de legitimo: ter-se-bia dado em corpo e
alma reacsuo.exageiB, e nao tendo que-
rido deixar-se mediatisar pela liberdade
em Francfort, deixar-se-bia mediatisar pe-
lo despotismo septentrional. Entre esses
dous extremo* a Prussia procurou o seu ca-
minho e achou-o.
Na occasiSo mosmo em que recusava re-
conhocer a eonStltnlcRO, a Prussia propu-
nba assemblea de Francfort que so enten-
desse com ella uerca das modilicacOes que
era preciso fazer-se i constituclo ; tr-ste-
munhava assim sua adhcs.lo unidade da
Allemanha ; conservavn einfim relacOes
com o liberalismo allemao. Hepellia se-
ment o liberalismo de Francfort, porque
esse liberalismo sedeixava do dia em dia
arrestar rada vez mais pola domigogia. Es-
se sentimento no era particular ao gover-
no prussiano ; a flor da naljSo o comparta.
Nos tambem di7a a primeira cmara
dos estados de Borlim em urna circular aos
ehjitoros publicada depois da dissolucjlo da
segunda ornara, nos tambem queremos
urna Allemanha unida e ooderosa; porm
pensamos quo essa grande obra mo pode
ter bom xito senilo pelo aecrdo c por um
desenvolvimento regular, e mo pela des-
Iruicfo vilenla do todas as relac.fcs cstabe-
lecidas.
No fundo, a lula entre a Prussia e a as-
semblea de FiancT.irt era a lula entro a Dio-I
narebia e a repblica Somonte urna boa
parte da assemblea nao o sabia, e |ulg*ti j
que se tralava sempre da causa da unidaJe,
germnica. F.ra isso que eslava om srona
porm sobre este ponto lamben) tinha a|
Prussia urna polillca de transaccHo ; nfloj
repudiava abaolutamenlo a unidade da Al-
lemanha, porm nSo a conceba da maneira
por que era concebida en Francfort. A Re-
forma allemaa, jornal que om Iterlnn defen-
der por muito lempo com talento a causa
da unidade, oque a nao abandonou senilo
quando vio que essa causa se tornava a da
repblica, a fefrma allemaa oppunha ao
estado unitario sonhado em Francfort o
estado federativo, edemonstrava que esse
estado constitua a unidade desejada pela
Allemanha. O liberalismo allemilo miulava,
pois, pouco a pouco, nflo de ideias, mas de
Incl.naQoes ; ITastava-se dos liberaes de
Francfort porque so deixavam embar o
arrastar pelos republicanos, porque quo-
riam urna unidado demasiado syslematica
e domasiado absoluta, porque emfii) dc-
claravam que a consliluiQflo que tinham
feilo era a lei deliniliva da Allemanha
Para auxiliar esse movimouto que seo;o-
rava na opiniSo dos liberaes nliemnrs o
que era prociso 1 Era preciso abrir-Ibes ou
tro caminho quo os levasse ao fin quo que-
fiain altingr; era preciso fazer debaixo
de urna forma mais praticavcl o mais bran-
da e debaixo de una forma monarchica o
que a assemblea de Francfort lizera de urna
maneira ao mesmo lempo altiva o ominen*
ra. Foi nesse momento que a Prussia fez
publico o sou projectode constiluic/io ger-
mnica.
A marcha que segua o governo prussiano
a respeito da Allemanha, propondo, de con-
cert com a Saxonia e o llanoycr, o scu
projectode constituirlo germnica, ja ello
a tinha seguido a respeito da Prussia mes-
mo. Tinha, no mez de novembro do 1817,
substituido urna ron8tittiic.no oulorgada a
constituidlo que a assemblea de Berln) dis-
cuta e havia ilissolvido essa assombla. Es-
sa constituidlo oulorgada tora pouco a
pouco aceita pelo paiz. Achando o exem-
plo liom, a Austria fez timbem a cons-
tituiQo de Olmulz, que substliiu igual-
monte conslituieiloque faziaa assemblea
de Vienna.
Teado tido o systcma das cartas nutorga-
das bom xito na prussia e na Austria, a
Prussia procura applica-lo a Allemanha, o
llevemos notar que 0 applica com muila
habilidade e circumspecgii). Nilo he. das
alluras dodireilo divino que a Prussia ou-
torga a sua caria germnica ; nilo, nilo lie
mais que um simplo* projerto que submdte
ao assentimento dos estados da Allemanhn.o
esse project) nilu tora foro do loi senilo de-
pois de ter sido adoolado por una assem-
blea nacional. Alm disso. o projecto con-
servou todas as dsposicOes dacmslituicjlo
de Franrkforl que nao uram incompativcis
com o bem geral. He, pois, evidentemente
urna transaccao que a Prussia propoz. NflO
tendo podido transigir com a assemblea do
Franckfort, como por milito lempo procu-
rou fazer, transige com os liberaes da Alle-
manha. Tenia assegurar ao mesmo lem-
po a maniitengo de todos os estados parti-
culares com o desenvolvimento unitario dos
intresses communs o das necessidades na-
cionaes Compare-se esta moJeracJIo com
a violencia demaggica dos restos da assem-
blea do Franckfort, e veja-se do que lado
devem etar os votos dos amigos da Alle-
manha.
O partido liberal allemao parece querer
associar-se transaccao proposta pela Prus-
sia. Os moderados da assombla de Fran-
ckfort que julgaram deverrelirar-se da as-
semblea em numero de 65, como cima te-
mos visto, ntinam-sc para una concilla-
ndo. Acabam de ajuslar urna entrevista em
Gotha para so enleiiderem sobre a marcha
que devem seguir, e declaram lealmenlo
que leem aprondido a conhocer de novo a
opiniao publica om muitos lugares da Alla-
manlia. Nao renegam os seus actos polti-
cos,mas confessam francamenle quese teem
esclarecido. He um grande passo dado pa-
ra a reorgsnisa{.1o do partido liberal allo-
uio debaixo dos auspicios da Prussia.
Resta-nos dizer duas palavras sobre os
obstculos que pode encontrar a poltica
Tussaia, e sobre a atlilude que a Franca
deve lomar em consequencia dessa poltica.
No fallamos dos obstculos que a dema
goga procura crear : esses obstculos silo
as nsurreicoes e os molius, e a Mica deci-
dir ; porm ha no seio mesmo dos gover-
noa a quem a Prussia prope o seu projerto
repugnancias e opposic.oes que ho preciso
vencer. A conatituiedo que propoe a Prus-
sia parece anda demasiado unitaria aal-
gsins esta los da Allemanha ; mo respeita
bastante a anlonomia a a iniepen lela los
estados que bao de fazer parle do imperio
allemao. Assim; alguna estados (carao de
fra do imperio, o a constluc.lu parece es-
lar por isso A Austria no pode fazer par-
todo imperio; a llavlera mo quer. A Al-
lemanha achar-se-ba, pois. mais que nunca
separa la em duas partes, n do norte o a do
meio-dia ; porm a do norte formar um
todo compacto sAb a dominarn da Prussia,
e o plano que alguns publicistas desconfia-
dos altrimuiam muito fra de proposito aos
senhores do Cagern e We'ker, quando offe-
rnetam Prussia a corda imperial, de fazer,
como de urna grande Allemanha. osse plano est
om termos de se reahsar, pnrqun no sen
projecto de constitnicflo Prussia tem a
presidencia no collcgio de principes que di-
rige o Imparto. Ao ver essa prxima gran-
deza da Prussia, O velho espirito da Austria
parece ter despertado no nrchiduqiio Julo.
A Prussia pareca ter om vista substituir por
to la a parte urna idea ou um poder Prus-
siano s i leias e aos pod'es germnicos de
Franckfort. Assim, em vez da consdtuico
do Franckfort, quera a sun constituido da-
tada de llerlim ; quera da mesma maneira
que o archiduque Jodo resignasse os seus
poderes as mos do governo prussiano. O
archiduque resisti; porm qual he o po-
der renlral que o archiduquo Jodo ainda
quereria reprosenti.r? A assemblea, do
quem emanava esso poder central, esl di-
vidida om duas melados, urna das quaes es-
t em Stultgard e a oulr.i em Cotha ; umal
ao meio-dia, o a outra ao norte, com maior
ilislanca anda entro as opiniOcs, do que
onlro os lugares. A resistencia do archidu-
que Jodo nfio nos admira da parto do um ne-
to de Mara Tberesa ; todava, ndo he essa
resistencia que ha de impe.lir o oiito da po-
ltica prussia ni o obstculo verdadeiro
esl na Austria e na naviera, o a anliga luta
onlro a Allemanha do nortee a do meio-dia
parece prestos a rocomocar.
Nesla luta que tarmosnos? Qual ser,
qual devo ser a poltica da Franca a respeito
da Prussia i1
A Prussia sempre foi a potencia liberal da
Allemanha, e por esse titulo foi sempre al-
liada da Franca. tem sabemos que, segun-
do as mximas da anliga polillca de que es-
tamos longede escamecr, o mrito princi-
pal da Prussia eos olhos da Franca ora o do
fazr contrapeso Austria. Devoremos ter
anda a mesma poltica se a Prussia so tor-
nar mais poderosa e se o contrapeso cliegar
i preponderancia? Ha aquinlgumas obser-
vacoes n fazer.
Em primeiro lugar ndo devenios rece i a r a
unidado da Allemanha. So essa un lado
devo tornara Allcmiiiha mais poderosa, lo-
licitemo-nosdeque o muro que nos sopara
daltussia so torno maisespesso e mais fir-
me. Mas essa unidade nao p lo ser seDTo
urna unidado moral, civil,commercial e mo-
netaria : logo que quiz ser unidade polica
a obra naufragou. Nada tomos, pois, a re-
celar de todas as especies de unidado quo
ido possiveis na Allemanha ; e quanlo 6
unidado poltica, poderla ser-nos pene-osa,
mas he inipossivel. A experiencia do Fian-
rkfort o provou.
Ndo lomos, poi, objeceflo alguma contra
o imperio e contra a conatituiedo germni-
ca que propfio a Piussia ; porom nn) dOM-
jamos que sso va mais longo. Dentro do
circulo iraado vemos com prazer tornar-ae
de novo a Prussia o ncleo do liberalismo
albinao e. prestir-lhe a frca material, re-
cbenlo delle a rrca moral. No momento
m uue o liberalismo ia sucumbir por se
. ..._:.. I .. n nn,.l.wdll .1 lili
lbe oiTererra pelo discurso recitado na res-
pectiva matriz por occasdo da reunWo do
collegio eleitorai desta cidade. Inteirada
o que se agradecesse ao vigaro.
Fdram postos a praca pela segunda vez os
objectos annunciadospara serem arrema-
tados, assim como tambem aeeitaram-so al-
gumas bahililac.ocs .le lia lores.
Despacliaram-se as pecoes de Bernardo
Jos da Cmara, do Jos Manocl Rodrigues
Valenca. do Joaquim Correia da Costa, de
Mannel Refreir Diniz, de l.uiz Antonio IIo-
drigucs de Almei la. c Icvanlou-S') a gessdo.
Eu, Joil> J.is l'trreira de Aguiar, secreta-
rio, a subscrevi. Barrat, pro presiden-
te. __Oliveira. Mortet. Souza. Mn-
mrde. ________^^_
D!A1IU III KHMIHCa.
nrcirr, 24 de setembro de 1849.
O paquete ingle/. Penqtiiii, que, proceden-
te do Rio-de-Janeiro o Babia, chegou hoje a
este porto, apenas nos trouxa jornaes da
ultima das me icionadas provincias, os quaes
alcancam a 20 .locorrente
Nada de extraordinario occorrfira nessa
provincia, onde continuava regularmente
o rrocessoda eleic.no para deputados aas-
semble geral legislativa; sondo que o
resultada U votaedo de 23 collegios, exclu-
sivo aa freguezias do Cali'l e Madre-de-Deos,
era o seguinte.
OS SUS. VOTOS.
Concelheiro Francisco C. Martins l*d2
Dr. Flix ll.ciro bocha l3C:t
Dr. Jos Augusto Chaves 13IS
ConcelheiroManoel Vieira Tosa 1994
Dr. Vctor de Oliveira 127*
Concelheiro J. J. de Monra Magalhies 1258
Dr. Itcnvcnulo A. de M. Taques 1217
Dr. Jos do Ges Siqueira
Dr. Francisco Antonio lliheiro 1231
Dr. Jodo Mauricio Wanderley 12-21
hr. Jodo los do Almeida Coulo 1178
Coronel Manocl Joaquim Pinto Paca 1177
Dr. Aprigio Jos do Souza 117<
Dr. Jos Antonio de Magalhdes Castro 1031
Dr. Angelo Francisco llamos 918
Dr. Jos Ferreira Soulo 81t
Dr. Manocl Mara do Amaral 740
Dr. l.uiz Antonio llarboza do Almeida 722
Concelheiro Joaquim Marcollino do llrito70>
I)-. E luardo Ferreira Franga 6*i
Dez. Candido Ladislao Japiassu 599
Dez. Jodo Jos Junquoira j*2
Dr. Francisco Itonifacio do Abreu 469
Doz. Cornelio Ferreira Franca *51
Jos Antonio Fonseca l.essa *18
Dr. Tlieodoro Prxedes Ffas
Dr. Jodo Anluiies de A/evedo Chaves 342
O cambio sobre Londres estava firmo a
>r, dinhoiros por 1,000 rs.
orrespon^cncias.
r prestado demasiado ao contacto da de-
lagogia, estimamo-nos felizes do o ver
rcergucr-so c rccoinecar nova ca reir.
Comtudo a nossa prodilecc.do pela Pi ussia
liberal ndo vai al desojar que a Bavicra,
Haden e o Wurtembcrg so absorvam edos-
appare;am ha Prussia. Ha na benevolencia
quo a antga Franca sempro testemtiubou
aos osla los secundarios da Allemanha urna
tiMclicau a conservar o confessar. No inte-
resse da independencia europea, desojamos
que a Prussia seja grande 0 forte, e vemos
com prazer que para ella ueste momento o
melhor meio de ser grande c forte he ser
liberal.
(Comtinu a.'
PEnNAMBUC:j
CAMAKA MUNICIPAL DO BBCIFB.
S" SESSAf) OaOlNABU EM 18 O!'- SI.TI.M3K0
de 1849.
Presidencia do Sr. Barros.
Presentes os Srs. Carneiro Montcro,
Barata, Dr. Moraes, Vianna o Oliveira, fal-
lando, por so achar legtimamente impedi-
do, oSr. presidente, e sam causa participa-
da o Sr. Mame le. pelo que foi considerado
incurso na respectiva multa, 8Ur,l0's"1,,""
sao, e foilida eapprovada a acta da ante-
CeCon.parecendo o vereadorsupident^, Dr
Jos Joaquim uo Souza convidado para atr
virno impedimento do Sr l ranea, preslou
iiiramenlo o tomou assenlo. ,
Jsecretario fez a loilura de um oflic.o do
rocurador. cominunicanlo ter o reveron-
o v "gario desta freguezia renunciado, om
favor da muuicipalidade, a gratificacdo que
Senitarc tc rio-Novo n. 78 urna correspondencia, quo
n.lo convm que passo desapercebida, por
isso que ella contende conl um empregado
probo, conhecedor dos seus direitos e quo
nao tem saltado as balisas que lbe ImpOe o
dever. ,
Ah so echa urna portara do delegado do
Itio-Formnso o Sr. Wanderley, pela qual se
determina a laes e laes individuos que
saiam do termo daquella villa ateas cinco
horas da tardo. A' esta portara precedo
U na reflexao ou noU-bem, e por ella se in-
dica ter si lo intimada aos deapojados pelo
escrivdo scrvoiituaiio Jos T.burcio Valo-
riano de Moronda, s6b a dirocedo dos *-
diereis o juiz de direito Cietano lose da Sil-
va San-Tiagu o promotor lloeha.
Q.iom conheco a iulegndade do Sr. Dr.
juiz.de direito Caetano Jos da Silva San-
Tiii"o; quon sabe n manoira honrosa por-
que elle so tem dirigido e:n sua carroira pu-
blica; quom conhece o sanso prudencial
quo lbe he commum em sua vida judiciaria,
,1o po Jera jamis deixar de olbar semelhan-
l imputaQdo como um perfeilo desvio da-
quella rectidOo quo he preciso conservar
quando se-lrala do um homem do bom.
Sein oslar ligado orn o Sr Dr. San-Tiago.
por iatereisea mesquinhos e nem mesmo
por outras rasfies, be unicamento pelo es-
pirito de iuslica que me anima para com os
homens probos do meu paiz, que aventuro
estas ideias.
Um homem quo se acha estabolecido em
urna comarca aonde tom seu irmdo, pToprie-
tano probo e abastado, pessoa cujas ideias
pacificas e honrada imparciaiidade sdosuf-
licienlemonto coi.liecidas entre nos. ndo p-
dela deixar dodoor-se por se achar mes-
ciado em urna correspondencia, na qual se
,lz queporsua direcc.ilo fram extermina-
Jos daquella comarca em quatro horas os
individuos que ah so annunc.am. Parece
uue o lilo do urna tal correspondencia ndo
he outro seuao tornar odioso o referido juiz
dodireilo, por ssoque elle com tal proce-
dimento se tornara um persogu.dor occul-
to dos propriotarios e empregados pblicos
da comarca aonde exorce o seu eraprego, e
resultara de ludo islo vr-se obrigado a
pedir a remogdo de seu lugar.
Balas ido justas ideias Uzeram que eu sub-
mellosse ao publico s rases quo acabo de
exponder.
Acoilem, senhores rodadores, estas li-
nhas para o seu Diario, pelo que Ibes lcar
extremamente obrigado O amigo dos ho-
mens deben.
ILEGIVEL


MM
Srs. redactores.Dizendo-sn cm urna cor-
respondencia, inserta no Diario-Novo, ti.
78 ilo 7 de seteinbro crreme, que sb a
direccSodos hachareis juiz de dircito San-
Tagoo promotor ocha foi intimada, por
ordem do delegado desta termo, cm 23 do
novemhro do anno prximo passado, urna
portara aos individuos nella declarados
par Mhiram da villa dentro ilo ceito pra-
vo, devo declarar cm alloe bom som qno,
se appareccu tal portarin, nflo tivealli par-
to lignina enem a osle respailo fui ouvido.
Esta minha assercao he tilo verdndeira, qup
offereco por lestcmunha o mesmo delega-
do? o qual at mn far especial favor so po-
der afllrmar o contrario, porquo nflo fujo
do earregir com a responsabilidado dos
nieus Rotos.
Quinto a nutras palavras qno me dirige
o correspondente, a quem ja conheco, ne-
iihuina resposla darei, comquanto muilo
livesso que dizer ; pois que nflo quero sus-
tentar polmica que em nada aproveita, e
s procuro arredar do mim a imputado do
Tactos que nao teuho praticado.
Pela insereflo destas linhis ser-lhes-hei,
Srs. redactores, asss agradecido.
Rio-Formoso, 20 de setemhro de 1819.
Miento venerador o criado/'rancuco (ion-
calves da tocha.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 24...... 453,609
'ttovimento do Porto.
Narios mirados no dia 21.
Rio-Orando-do-Sul 35 alias, brigue br-
sileiro Deos-te-Guarde, de 138 toneladas,
capitfio Laurianno Jaciutho do Carvalho,
equipagem 13, carga carne ; a Balthar&
Oliveira.
Ass 18dias, brigue brasilciro Espirito-
Sanio, de iifl(l tonel .das ca pililo Alexan-
dre Jos Alves, equipagem 13, carga sal e
palha ile carnauba ; a Francisco Jos de
Campos.
Uio-do-Janeii'o e Rabia 16 dias e do ulti-
mo porto 3, paquete inglez Penguin, com-
inandantn Lcslic. Passagoiros : para esta
provincia, Charles Aslley, negociante ;
e os mais que seguem para Falmouth
quarla-feira, 26 do correnle.
Publicares a pedido.
IJM ADEUS FRATERNAL.
Adeus, irmao da minha alma,
Meo amigo verdadeiro,
Meo companheiro da infancia ,
A leus, amigo prlmeiro.
Tu'vais vero mar, o co,
Os astros da nossi trra ,
Vais abracar nnssns pais ,
Porque dr tua alma oncerra ?
Teus olhos chora m por mim ,
Meus olhos tamhem to rhoram ;
Teus labios perdem a cor ,
Meus labios tambein desooram.
Ten peilosola gemidos,
Tambein genio o peilo meu-;
Eosaisquedelle parlem
Se ligam c'osais do teu.
Trmulos estilo leus bracos,
Trmula be tua i xprcssSo ;
Trmulo dentro em teu peilo
Palpita o teu coraeflo
ISDITAES.
COMMANRO DAS ARMAS.
Parte, ir inflo da minha
A' trra de nossos pais !
E em seus hraQos depoem
<>s iRectos llliaes.
alma
Haln lia appellac'lo tx-officio interpnita da
deeiso do jury que coitd'mnou ao general
iosf Ignacio de Abreu e Lima.
Senhorl V. M. I. nflo pode,sabio c juslo co-
mo he. deixar de prover a ppellucao que,
fundado no artigo 79 I da lei de 3 lie de-
/einbiii ilo 1811, interpuzda decisao do Jury
11. ."il2 quanlo ao general Jos Ignacio ilo
Abreu e l.iina, visto como as testemunhas
apenas jiirnm conlra elle de. ouvida vega e
for conjecturas.
Algumas das ditas leslemnnhas lizeram
consistir criminalniade do reo nos fados
abas nao provados de ser elle o redactor do
Diario-A'ovoc o presidente da sociedade Im-
perial Pernambucana.
.Mo est o reo qunlificadn nos termos do
ai ligo 7 do cdigo criminal como responsa-
vcl pelo Diario-Novo, que alias, como cons-
ta de fl 125 b 126, foi iinpresso por oulrein,
respons.tvel prczumldo a face da lei.
Nern mesmo sobre o roo pode recahir a
responsabilidado moral do Diario vista do
interrogatorio do reo Dr. Flippe Lopes Ne-
to n. 98.
Quando mosmo provada a responsahilida-
dc, ella nao induzia a criminalidade do re-
belliffo, mas .somonte a do abuso de liber-
dade de imprensii.
Nflo osla lambem provado que o reo fosse
presidente da sociedade Pernambocana, o
que essa sociedad livesse participado na
rrboHiIo.
Sohreleva que tifio basta, para ser crimi-
noso, tomar parto na rebclliflo. nushees-
sencial ser cabera della. Art. 110 do cdi-
go criminal.
O que be que se considera cabega ? Ser
o autor definido pelo arligo do cdigo
criminal conforme o aviso do 15 dejunho
do 1842?
Nao me conformo com adoutrina que
dito aviso cousagrou :
1." Porque nflo he verosmil que o le-
gislador usasse de urna terminologa varis
e ambigua, e que empregasse na meaina lei
dous termos para dizer a mesma cousa ;
2. Porque essa doutrina, alias ostensi-
va em materia penal, deslroc porsua am-
plitude o compreheusflo a disposiefio ex-
cepcional do artigo 110 do cdigo criminal,
e a rasSo poltica que a detcrmiiiou.
Fin falla de
Iri patria que delini-s o
Vl^'^LPZ^LVJ!}?!- 10 do KRnient de' 1 ideTuTho "dVlSM.
corri-me a IcgisUcTio frauceza artigo* 97 c
98 do cdigo ponnl, o adoptei a jurispru-
dencia seguintc, fundada na dilajegislacflo,
na boa rasflo, e espirito do artigo 110 do c-
digo criminal, o pois considero caberas :
1* Aquelles que planejam, e dirigem a
rebeHISo;
2.* Aquelles quo excrcem comitandos o
posto-, o por igi.aMade de rasao aquellos
que alucia m, o renem gente,
Fstadefini(flo tamben) se funda nn signi-
(icaclloda patsvra-cebeca-.que confrmeos
l.-xirographos quer dizer-ciefc, pessoa prin-
cipal.
Nesle sentido, c conforme a aecusaeflo
que seguio a mesma jurisprudencia, dirig
os que.-itos a n., o a rrspeito do reo liz o se-
guintc quesito :
O reo alliciou o reuni gento para a rc-
bollino?
O juiy responden pela afflrmativa, e esta
respostu, quo nflo tem im scu apoio um s
documento, uma s testemuuha, deu causa
a appejlac9o inU'rposln, visto como lio con-
traria evidencia, sendo que ao domis mo
esta provado que o lolomasso parle algu-
ina na cbelliSo. O juiz de dircito, Jos
Thotnas Nabucoile Araiijo Jnior.
l.QMtt ;|0.
ALFANDEGA.
Itendlmento do da 24 14:614,544
CONSULADO (ERAL.
Rendimento do dia 24....... 221,467
Em virtude da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, e perantc o conceibo
extraordinario do quo trata o art. 22 do
regula ment do 17 do fevereiro do 1832
para os hospitaes regimentaes, so ha do ar-
rematar em hasta publica no da 25 do cor-
ronto s dez horas da manha no quarlel
do coiniiHii.lo das armas o forneclmcnlos
dos medicamentos necessarius'para uso do
hospital regimcntal desta cidade.
Os licitantes devcrflo achar-se presont-s
nn da e hora marcada para a hasta e offe-
recer SU8S propostas por meio de laucos
no acto da arrematado, que ser conferida
a quem offerecer condices mais vantajo-
sas fa/enda publica.
Quarlel do commnndo da praca na cida-
de do Recifeem Pernainbuco, 14 do setem-
hro do 1819. Jos fcente de Amorim fe-
zorra, coronel graduado commandanle.
Joaquim Fahricio nento secretario.
Pela inspectora da alfandega so faz pu-
blico que, no dia 25 do correnle, se hilo de
uTematar em hasta publica, na porta da
mesma, duas eslampas para moldes de bor-
dar a 500 rs. urna seringa de metal, 2,000 ;
um corte ile seda com quat'o varas e uma
Hilarla, 2,000 ; seis hcelas com doce, a
2,000; uma pega de vellodinho liso com tres
varas qiudradas, a 11,800; uma dita do ver-
bulina coa) seis varas quadradas, a 1,5110;
urna dita de dita com II varas quadradas,
a 1,500 : valor total 4,400 rs. : ludo aprue-
ben lido peloajudanle do guarda-mr Flo-
rencio Jos Carneiro Moutoiro, a bordo ita
barca portugueza 'iiir-aa-Maia, no acto da
paita da entrada, cujos objectos mo eala-
vam manifosUdos : sendo a arrematarlo li-
vre dedireitos no arrematante,
Alfandega do Peruamhuco, 20 de setoin-
bro ile 1819. Jc.come Gerardo Mara I.uma-
ihi de Mello.
Pola inspectora da alfai.dega so faz pu-
blico que, no dia 25 ilo correnle, depois do
meio-dia, na porta da mesma se hflo de
arrematar 27 crrenles com sinetes de ou-
io, 21 pares de brincos de dito e 7 pares de
oculos do dito, pesando ludo 471 oilavas,
por factura 8 000 ris a oilava, total ris
3:708,000 : ludo impugnado pelo amanuen-
se Joo Allianasio Rotollio no despacho n.
349: sendo a arrematadlo subjeila aos di-
re i tos,
Alfandega de Pcrnambuco, 22de setem-
hro do 1849. jacome Gerardo Diaria I.u-
machide Mello.
O lllm. Sr. inspeelor da thesouraria da
fazenda provincial, cm cumprinicnto da or-
dem do Esm. Sr. picsidente da provincia
dn 19 do correnle, manda fazer publico
que, perantc o tribunal administrativo da
mesma thesouraria, se hfo de arrematar
nos dias 2, 3 e 4 dooutubro prximo futu-
ro, a quem por inenos lizer, os concerlos
da poni da Passagom-da-Magdalena, ava-
llados em 216,400 is. o sb as clausulas es-
I eciaes abaixo transcriplas.
As pessoas que so propozerem esta arre-
matadlo, compnreqam na sala das sesses
do sohredilo tribunal, nos dias cima men-
cionados, pelo meio-dia, competentemente
habilitadas.
E para constar se niandou adixar 0 pre-
.eiiUi e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pcrnambuco, 20 de setombro de
1849. O secretario, Antonio Ferreira da
Annunciaca/.
GoNCRRTOS DA PONTE DA MAGDALENA.
n Clautvla* especiis da arrcmulaco.
1.' Os concertosda ponte dn Magdale-
na serfio feitos do modo indicado np o re-
menlo aprsentelo ucsla dala hpprov^Qfio
do Kxm.Sr. presidento, e pelo p^^o de rs.
246,400.
2.' As obras principiarfo no prazo de
20 dias, o roncluir-sc-hllo no de um mez,
ambos contados do conformida.le ao artigo
CONCERTOS DA PONTE DOS AFOGADOS.
Clausulas upeclaes da arrematarlo.
i* Os concertos da ponte dos Afoga-
dos serfio feitos de conformidade e do modo
indicado no orcamento apresentados Ucn
data approvsQilo do Exm. Sr. presidente
da, o pelo prego de 555,500 rs.
ii 2' Asobro principinrilo nq prazo de
um mez c concluir-se-hfio no de doos me-
zes, ambos contados deconformidado com
o artigo iodo regulamento das arromata-
Cesiie H de jolln do 1843.
3. O pagamento do Importo das obras
realisar-so-ha depois de ejecutados os con-
certos e examinados pelo engenheiro.
4.* A madelra ser previamente exami-
nada pelo engenheiro, e, pprovada, la-
vrar-se-ha um termo.
5.' Para ludo o mais que nilo est de-
terminado as presentes clausulas espe-
ciaos seguir-se-ha inleiramente o que dis-
pOe oregulamenlo das arremataces de 11
dcjulho de 1843.
Gabinete do engenheiro, 17 de selem-
brode1849. O engenheiro,/. L, Vctor
l.ieuthier.
O lllm. Sr. inspector da tlinsourarla
da fazenda provincial, em cumplimento da
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia
de 28 de agosto prximo passado.manda In-
zer publico que, peranle o tribunal admi-
nistralivo da mesma thesouraria, se ha de
arrematar nos dias 23, 24 o 25 de outubro
pioximo futuro, a quem por menos fizer; os
concerlos a fazer na cas* que servo do ca-
deia na comarca do Ronilo, avaliada em rs.
746,400, o sb clausulas ospeciaes abaixo
declaradas.
As pessoas que so propozerem esta
arrematadlo, compareQam na sala das ses-
ses do referido tribunal, nos dias cima
indicados, pelo meio-dia, competentemen-
te habilitadas.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente, e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 18 de setemhro de
1849. O secretario, Antonio Ferreira da
Annunciaco.
CONCERT DA CADEIA DO BONITO.
i Clausulas especiaes da arremataco.
Primeira. As obras para os concertos
da cadeia do ilonitu serfio feitas do modo
indicado no ornamento, e pelo prego de se-
lecentos c q mrenla o seis mil e quatrocen-
tos ris m 746,400
Segunda. As obras principiarfo no
prazo de um moz, o concluirse-bao no de
cinco moyos, ambos contados em conformi-
dade do ai t. 10 do regulamento das arro-
mataces de 11 do julho de 1843.
Terceira.Os inaloriaes serfio todos de
primeira Iqualidade, o sero previamente
examinados pela pessoa que fr determina-
da pelo Exm. Sr. presidente da provincia.
Quarta.O pagamento do importe da
arrematarlo realisar-se-ha depois do con-
cluidos todas as obras, o examinadas.
a Quinto.-Para ludo mais que nilo esl de-
termina lo as presentes clausulas especiaes
soguir-se-ha inleirdmeiite o que dispa o
regulamento de 11 de julho de 1843.
' Cabinclo do engenheiro, 17 do setembro
de 1849.O engenheiro, J. L. Vctor Lieu-
tier.
necossaria pelos defeitosda antiga, j P>"
vezes reformada, mas sem poder prceneber
fcilmente os seus fln, por so Ibe ter dei-
xado lear sempre inuilos dos antigos derei-
tos, que nfio ora possivel emendarem-se de
tolo sem se recorrer a um novo trabalhode
outra tradeueflo, inleiramente livre sem fal-
tar a fidelidade que deveser a primeira obri-
gacao do trataductor. Quem quizer a po-
der achar no armazom de Francisco Xa-
vier Marlins Bastos, ruado Encanlamento,
n.ll.
Avisos maritimos.
Para o Hio-de-Japeiro sahe,
no dia 23 do correte, a bem co-
nhecida* e veleira barca nacional
Firmeza: para o resto da carga,
passagdrose escravos a frete, ti-
ta-se com o capitao, ^arciso Jos
de Sant'Anna, na praca do Com-
mercio, ou na rita da Madre-de-
Deos, n. 3, terceiro andar.
Para o Hio-de-Janeiro sabe
em peucos dias o patacho San-
Jos- Americano : para carga, pas-
sageiros e escravos a frete, trata-
se com o capito no caes da Alfan-
dega, ou na ra da Madre-de-
Deos, n. 3, terceiro andar.
~ Para o Aracaty sabe, at o lim do cor-
rento mez, a sumaca Carlota, por se adiar
com a maior parlo da carga a bordo : para o
i estante trata-se com l.uiz Jos de Sa Arau-
jo, na ra da Cruz, n. 33.
Vende-se a barca franceza Socrale, for-
rada e encavilhada de cobre, provida de
todo o preciso e prompta a seguir viagem :
os prelondentes dirijam-scaos consignata-
rios da mesma barca, B. Lasserre & Coui-
pauhia.

^
Lei loes.
Meca races.
3." Toda a madeira ser previamente
examinada pelo engenheiro, e, approvada,
lavrai-se-ha um termo.
4 Q*pagamcnto do importo da arre-
matadlo rcalisar-sc-ha depois do concluidos
o concertos e examinados pelo engenheiro.
5.' Para ludo o mais que nao esl de-
terminado as presentes clausulas especiaes
scifuir-sc-ha inteiramente.o (Jue dispa &
precitado regulamento.
Giibinelodoseiigenbeiros, 18deseUm-
bro de 1849. O engenheiro, I. /.. Viciar
l.ieuthier.
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria
da fazenda provincial, em cumprimeulo da
ordem do ICxm.$r. presidente da provincia
de 19 do con ente, manila f.;/er publico que,
peranle o tribunal a Iministr.livo da mes-
ma thesouraria, so hflo do arrematar nos
.lias 2,- 3 e 4 de outubro prximo futuro, a
quem por inenos fizer, os concertos da con-
t dos Alegados, avallados em 555,500 ris
e sb as clausulas especiaes abaixo decla-
radas.
As pessoas que se propozerem esta
arremataco, coinparecam na sala das ses-
SCS do sohredilo tribunal, nos dias acuna
indicados, pelo meio-dia, competentemen-
te habilitadas.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente, e publicar pelo Mario.
Secretaria da ihesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 20 de solcmhro do
1849. O secretario, Antonio Ferreira da\
Annunciacao. I
- Pela segunda seccHo do consulado
provincial sciontifica-se aos donos dos es-
tabelecimentos comprehendidos no titulo
2 14 da lei do orcamento provincial do
anno correnle que se principia do I o de
outubro vindouro em diantca cobrar-se o
imposto de 12,800 rs., creado pela referida
lei.
A administrado goral das obras publi-
cas, por aulorisa^ao do Exm. Sr. presiden-
to da provincia, contrata a venda do ferro
da grade velha da ponto da Ra-Visla, sen-
do a despeza do peso e ai ruma cao por con-
tado comprador. Quem o quizer comprar,
dirija-so mesma repartido qualquer
hora do expediente.
Perantc o coneelho da administracao
naval tem do arremalar-se a quem por me-
nos lizer o fornecimento dos gneros abai-
xo declarados para os navios armados o
hospital de narinba, por lempo de tres me-
zes, a contar do piimciro de outubro ao
ultimo de dezembro do correlo anno : as-
suenr branco, arroz pilado, azoite doce de
Lisboa, azoite do carrapato, bacalho, car-
ne verde, 1'annha, foijSo, lenha, sal, touci-
nlin, vinagre, velas de sparmacele e sebo
ou cr.rnabuba ; pelo que silo convidados
todos os que quiseram forneccr taes gene-
ros acomparccercmas 12 horas dodia 28do
correte, na sala das sessos do mesmo
concelhn, munidos de suas ,proposlas cm
quo declare.m o menor prego, e o nome do
Mador, que ser para scmclhaule lim pessoa
idnea.
O arsenal de guerra precisa comprar
um hanil de verniz de alcalrao : quem dito
objerto quizer vender comparecer na sala
dn directora do mesmo arsenal no dia 27
do correnle mez, Irazendo sua proposta
com o ultimo precoem caria fechada.
_ A barca Firmesa recebo a mala para o
Rio-de-Jdneiro no dia 26 do crrente ao
meio-dia.
A pessoa quo deixou na administrado
do correio duas caitas para os Srs Adriano
Augusto de AI incida e Albuqucrque o Ex
Antonio Francisco de Paula llollauda Ca;
cante Albuqucrquono Rio-do-Janeiro, q
ra comparecer na mesma administrarlo
ali-.' de satisfazer sius portea, ut
John Slwart far leilSo, por interven-
qCo do corrolor Oliveira, de grande e va-
riado sortimento do fazendas inglezas:
quarla-feira, 26 do'correnle, s 10 horas da
manhaa, no scu aruiazcm da ra da Cadeia
do Recife.
Joao Keller & Companhia
farao leo, por ntervenriSo do
corretor Oliveira, de nm completo
sortimento de fazendas de algo-
do, seda e lan, todas proprias do
mercado : terca -feira, ->.5 do cor-
rente, s io horas da manhaa, no
sen armaxem, ra da Cruz.
Avisos diversos.
Estevao de Gasse.
O encarroado da venda do rap princo-
za da fabrica de Gasse do Rio-de-Janeiro
declara a todos os freguezes que o deposi-
to se acha completamente prvido de
meias libras das 3 quslidades, fino, gros-
so e meio-grosso de que tevo por alguns
dias falta : sen pre^o continua a sera 1,280
rs. de 5 libras para cima.
-Manuel de Alenla Lopes que coslu-
ma comprar o vender escravos mudou sua
residencia da ra do Vigario, n. 24, para a
ra da Cadeia do Recife, n. 40.
-- Jeronymo Marliniano Figueira de Mel-
lo roga n pessoa a quom empreslou a obra
intitulada Mysttrios de Varis em francez o
obsequio de lh'a mandar entregar, vislo
que necessita della para envia-la a um ami-
go dn Ccar.
--Jeronymo Marliniano Figueira de Mel-
lo deseja fallar ao Sr. Reinaldo Comes Olei-
ra, correspondente ou encarregado dos ne-
gocios do Sr. coronel Diogo Lopes da Arau-
jo Salles; e por isso roga ao mesmo Sr. o
favor de chegar al a sua casa, na ra do
Hospicio, n. 14, ou de declarar a sua mora-
da para ser procurado.
i
Deposito de rap.
Domingos Alves iialhcus, agente da Q
fabricado isp superior rcia | rota %
e meio grosso da Rabia, tem aborto o 4
sou deposito na ra Cruz, no Recito, C4
n. 38, primeiro andar, onde se achara @#
sempre deste excelleutoo mais acre- ^
ditado rap que at o presente se tem 4
fabricada no Brasil: vende-se em bo- (4
les do uma e meia libra, por pre^o 4
mais commodo do que em outra qual- <5#
quer parte. fj
Publicacao litlcrari
Sabio a lu a traducco da seceflo terceira
das Instiluices do Pireito IrUblfco Ecclrsi-
nstico do Xavier (;meieere acba-se a venda,
na praca da Independencia, loja de livros,
US. 6 e 8.
PIIRI.lCACAO- LITTERARIA E RELIGIOSA.
Saino a luz em lingoa vulgar o mais per-
feto calhecismo *e doutrina christa.i, o de-
cretado pelo sagrado coucjlio do Trenlo,
para delle fazerem uso os pVrpetios da todo
o nibe catbolico nussuas cxposigfles dou-
trinses nos fiis commeltldos ao seu cuida-
do e vigilancia, afim de que em todos aquel-
les pastores houvesse a uuiformidade ne-
cossai ia tanto no ensino des principaes ver-
dades da icligiflo catholica, como na boa
ordem e melhodo de as expr e ensinar
Esta nova versilo, que a primeira vez agora
acaba de sabir ao publico, se fazia muito
Quem annunciou queier hypolbecar
um sobrado de dous andares em boa ra.
diiija-se a rua eslreita do Rozario, n. 43
segundo andar, que se dir quem faz este
negocio.
De ntes nrtifiejaes.
J. A. S. Jane, dentista, participo ao res-
peilavel publico que contina a exercer a
ua prollss8o na rua eslreita do Rozario,
n. 16, primeiro andar.
fOO<00 A vi uva Carioca d
iviii mil
rs. a
ue ou-
ho Sam-
smo ; fu-
criuulo
Ibe trouxer o scu escravo Miguel, q
Ir ora foi do Porto-Calvo, a engenh
ha e Iho consta andar por ltffc*
gio em de|embro de 1844 .-Hio
baixo, muilo grosso, pernas arqueadas, d
so anuos, e gosta muilo de patuscadas.
Os cem mil rs. serlo dados immcdiaiameu-
tc no Aleno-da-Boa-Vista n. 10.
- Em 9 de deiembro do correnle anno
I k arre"Jmento feilo com os Snrs.
Johnston P.ter & C., do bem conhecido si-
iioao Arraial, do finado Joflo Carlos Perei-
ra de Burgos : quem, portan lo, o pretender
pprum novoarrendamcnlodo tres annos,
uinja-soso palco do Carmo.n. 18, aenlen-
der-se cora o Burgos,
Chapeos deso 5f
Rua do Passeioy n. 5
O dono dste cstabelccimenlo avisa ao
respeitayel pblloo que elle recebeu pre-
sentemente uma qcmJ4RB de chapos do
sol com armando de (a sonidos em tu-
res e de varios tamaitos qualidsde esta
nunca aqu apparecida: bom como cha-
pos de sol com armagflo do baleia, sorti"
dos em cores flxaa ; ditos para senhora.dj
seda muito encorpada com ricas franjas de
retroz e ebegados ltimamente de i>ars.
tamhem seiendem chapeos de sol, depi,,;
ninlto em porefioea rotalho ; ditos ^>-r,
feitordengenho, muito grandes. 0 fr,.
guezcsachar.lo um completo sortimento je
sedas e panninho imitando seda pra co.
brirjjoalquer armaQBo de chapeo de sol, 0
que se faz, e tamtoem so concerta com toda
a brevidade,
Aluga-se um grande armazem com ser-
ventis para a maro pequea, e portooa
embarque e desembarque: na rua da s*n-
zalla, n. 43, a tratar com S. J. Johnston *
Companhia.
Aluga-se o terceiro andar da casa 4
oa do Vigario, n. 18 : a faHar com Franca
co Cavdcanle de Mello.
Os abaixo assignados na ausencia do
r. Hanoel Franpisco da Silva Novaes, dei.
xam por seus procuradores bastantes nesl
pr?a aos Srs. Leopoldo Jos da Coala Ariu.
jo e JoSo Chrisostomo Pacheco Soares. >
Recife, 2de selembro de 1849. Novimd
Companhia.
ofTerece-se ^im rapaz braaileiro, i,
19annos .para caixeiro de qualqueresU-
belecimento o qual sabe ler, escrever t
d fiador a sua conducta: na rua da Alepii,
n. 30.
Precisa-se de uma preta para andir
com outra na tua vendendo fazendas .,
rua dTrempe para o Mondego n. 5.
brado.
Aluga-so um sitio na Magdilena, esln-
dada Torre, com muito boa casa de viven-
da com 6 quartos, cozinha Tora, tanqus e
cacimba coberlos, casa para pretos e pin
estribara, bastantes arvotedose terrenos
para 'plantacOes : a tratar no Alerru-di-
Boa-Visla, n. 43.
Prccisa-se alugarum moleque/ou nf-
gro, para fazer compras e o mais servico de
uma casa de pouca familia : na rua di
Cruz, n. 48, no armazem.
Precisa-se de uma ama de leite tf^
ou captiva : na rua do Alecrim n. 6. i,.-
Terca-feira 25 do correte (Inda
audiencia do Sr. juiz da primeira vara,
hilo de arrematar, por ser a ultima pr.ici,
alguns escravos, sendo um moleque onlciii
do marceneiro um preto canoelro, um di-
to capinheiro o outros : os pretendentei
dirijam-so a sala das audiencias no dia mar-
cado ao meio-dia.
-O abaixoassignado precisa alugar um
carro com bois, para botar da ponte de
Molocolomb as ponlezinhas do Checheo
e Po-Secco 34 estivas j lavradas : quem
quizer lugar, dirija-se a rua Direila, ven-
da n. 23. Jado II y potito de Meira Lima.
Aviso.
Quem pretender engenhos para om 2 ho-
ras socar uma caixa, ou 6 barricas de s-
sucar, oceupando uma s pessoa e um ca-
vallo, carros para condcelo de frtrmis
com assucar, tambem por' uma sua pessos,
nflo querendo ser engaado, dirija-se rui
do sol, n. 13. Adverte-se que nflosSo carrol
de forquilba .. por baixo do fundo das for-
mas : deslesos echa rflo na fabricarlos Srs,
Starr & Companhia.
Adagios da lingoa
nacional.
Na segunda-feira, l.'do oulubro, saliei
segunda fr.oa desta obra e as demais si-
liiro regularmente todas as semanas as-
signa-sena rua do Crespo, n. 11 e na pra-
Tachigrapliia.
O professor de tachigraphia, abaixo is-
signado saliendo que bastantes pessoas n
nao teem matriculado na aula publica da
referida arte, eslabelecida no lycou desta
cidade, porquo a hora em que as lices
teem lugar nflo he compativel com os seui
afazeres, resolveu ensinar em ana casa,
laudo lines lodos os dias utei, das 6 s8
horas da tarde, mediantes gratilicacilo da
Swo rs. mensaes isto mesmo durante as
ferias ; o que inlcressa muitq aos princi-
piantes por isso que a interrupco neste
cstudo he um mal irreparavel. As pessoas
que se quizerem matricular djrijam-soao
professor em sua casa ale o dia 30 do cor-
rete mez. As lines comecarSo no dia pri-
meiro do futuro mez de outubro.
Lu* Antonio de Metquita Fale**-
Uma pessoa que tem bastante pratici
de administracao de engenho prope-se a
este trabalho: quem de seu prestimo se
quizer ulilisaf annuncie por esta folha.
Os abaixo assignados fszem publico
terem vendido o seu ostabelecimaoto da
venda da rua da *|adrc-de-Deoa, n. 5, aos
srs. Joaquim Jos do Faria & Companhia >
Meando os ditos Srs. smenlo respousaven
pelo activo e passivo que fizer a mesma ca-
sa do boje por diante. Os mesmos abaiso
nssigna'aos rogam aquelles de seus credo-
res que faltem dar-lhcs suas contas, tenha
a bondndo de as mandar entregar na rol di
Amorim, o. 36, para serem legalisadas e pa-
gas e o mesmo pedem aos seus devedore
de all pagaren) os seu dbitos.-- Recife,
15 de selembro de 1819. -Estrella & Oli-
veira.
Prccisa-se de um amassador que en-
tonda bem da arte: na rua Direila, n. 79,
Joilo Scott faz sciente ao publico qu*
vendeu o cstabelccimenlo que tiuha na rua
do TrapIche-.Novq 28, ao Sr. oSo llegan.
Ilavendo inui bem dcaempenhado
Sr. Jos Antonio de Souza Machado a ge-
rencia de meus negocios na praga do Reci-
fe deque foi incumbido na safra linda,
contina o mesmo Sr. na gerencia dellcs :
orisso aquellas pessoas quo commigo b
ercm Iransac^es, pdeui a elle dirig-
se no aeu armazem de assucar da ru* >'a
Apollo, n. 24. Enconhu Paulista, 15 ^
seleatbro de 1849. foaquim Cavaleanlt '
Albuqucrque.
Itoga-sc ao Sr. P*dro (lunes da Foaseca -
que baja i],e declarar a sua morada !>'ir*
solu(So d catta incumbencia de ums"u
migo da Rabia.
~Wa rua Nova, loja n. 68, ae dir quem^
ddinlteirpa premio as quantiasde 200,
00, AOMfa) e 600,000 rs., com bypo'!>"V
em casas terreas.
Precisa-sede uma preta forra para co-
zinbar, engommarefazer o servido de casa
de um homem aolteiro: na rua do Sebo
n. 30.
r
MliTli Ann


*$ato.
Fugio do sobrado da ru do Crespo, n.
1i, lerceiro andar, um gato malte/, capa-
do muito manso palguma cousa grande :
quem o pegar, querondo entregara seu d,o-
iio, dirija-so ao mesmo sobrado.
A Y 1 S O .
No di 27 de maio do crranle, lugiram
comarca de S.-Anlflo, da viuva do Burgos
pardo.de 26 annoa, altura regular, cabel-
los crescidos e um pouco carapinhados,
testa sohre-sahida ,.olhos pequeos o upa-
dos nariz rhato lomadoisle tabaco, ros-
to descarnado e cora espinhai, sem quasi
barba nlguma ; gosta de vestir-se a sarta-
neja ; foi oseravo do finado Sebastiflo Jos
da Moura da fazenda Venera, distante 8
legoas de S.-Anlflo ; acompanhava aos co-
bradores da casa quando iam as cobranzas
dos sertoes dopoente ao su I, dondo be co-
nhecido; lovou urna camisa de madapo-
ln 1 calca de casimira usada, 1 jaqueta de
bretanha, I bonete de velludo azul usado,
1 chapeo de palha, 1 dito preto de pello :
Joaquim, crioulo, bastante preto, os alto, secco, cara pequea, bei suis-
sado ; costuro levara nio barba quan-
do Talla ; he bastante gago, andar compis-
gado, muito amigo do lito Vicente; di-
zem ter pai em Cameleira alm do rio Ipo-
juca ; gosta de andar com chapeo de couro;
levoul chapeo preto de pello, um dito de
couro, 2 jaquetas brancas, 1 caira dobrim
jardo, 1 dita de riscado 1 camisa de ma-
dapollo 2 ditas de algod.lo da trra e ce-
roulas; foi escravo do capitSo Leandro
Oandeira de Moura do l'atu", em Apody, da
provincia do Kio-Crande-do-.Nortr o qual
presentemente acha-se em Oananeiras, per-
todo Brcjo-de-Areia Ua provincia da Parahi-
lia. Conslou que estes escravos esliveram
nos suburbios d^sta eidsde do Itccifi', "mas
presume-se que, se nilo partiram pura o la-
do de Pajahu', ou Gamileira dila nem pa-
ra os sei les dease lado, aeguiram com mais
protiabiliUade para a Parabiba, ou llm-
<;rande-Jo-Nort 5, onde ha mu i los prenles
los dito Honras, de alguns dos quaes tal-
voz estejamsendo protegidos,passando mui-
As vezes por forros. Iloga-se a todas as aulo-
VAlades policiaes, pessoas particulares e
enpitfles de campo quo os apprchendam e
levem-osao dito engenho ou no Recite,
praca do Commercio n. 2, ao Sr. Lino Jos
de Castro Araujo, que serflo generosamen-
te gratificados por maueira do licarom
summa mente satisfeitos.
Aluga-se o sitio da estrada do Cordeiro,
bem conhecjdp, so proprio para negocian-
te eslrangeiro ou quem tenha tratamen-
to : bem como varios sitios e,casas peque-
as para se passar a Testa tanto na campi-
a como na ra da Casa-Forte : tratar na
ra doAmrim, n. 15.
Aluga-se, pelo tempo da Testa, um
grande sitio na estrada do Uonteiro, com
boa casa de vivenda cozinha tora, estriba-
ra, cocheira muitos arvoredos de Tructo ,
o muito periodo banho: a tratar na ra
Nora n. 63, primeiro andar.
NOVO METIIODO PRATICO E THEOHICODA
LINGOA FRANCEZA,
por l.uiz Antonio Rurgaio 2 v. por i rs.
Acaba de apparecer no Rio-de-Janeiro
esta interessanle grammatica pela qual
em muito pouco tempo, e sem a Taslidiosa
tarcTe do estudar de cor verbos o significa-
dos se aprende a Tallar, traduzir e oscre-
ver com perfeicflo a lmgoa Trance/a : ven-
de-se na praea do Commercio, n. 2, pri-
meiro andar.
Offerece-se um rapaz de 16annos, pa-
ra eaixerro de venda, do que trm bastante
pratira : quem o pretende'' dirija-se a ra
da l.ingoeta, n. 12, que se dir quem he.
O abuso assignado faz sci-
ente ao respeitavel publico que,
de commum aecrdo, dissolveu a
sociedade que linlia na loja de fa-
zendas, sita na ra da Cadeia do
Hecife, n. 32, que gyrava debaixo
da firma de Cbristovao Fcrreira
(lampos & Compnhia, no dia 10
de agosto prximo passado, fican-
do o socio ( hristovo obrigado ao
pagamento d todo o activo e paa-
cumstancias, dirija-se ra da Alegra,
n. S.
--n-se urna grande porco de lijlos
qur brados, ptimos para rlicerces, a quem
os mandar buscar io fundo de um portflo
naruadeS.-Thereza,
Precisa-se de urna pessoa para Teitor
deum sitio, nq lugar do Remedio( com
preferencia portogu< z natural das Ibas }
que sai ha plantar Tructeiras e verduras ,
comendoasua custa : que esliver assim
habilitado dirija-se A ra do Crespo, n. I i,
lerceiro andar, das 6- s 8 horas da manhfia,
e das 3 s 5 da larde para Tazcr o ajusto e
ir tomar conta do sitio cujoajuste s ser
foito a vista de documento que abone a sua
conducta.
O tenente-coronel Joflo Vieira de Mello,
pelo seu procurador Antonio" Duarte do
Oliveira Reg, embarca o seu escravo criou-
lo de nome Antonio Diogo.
-- Prccisa-se de urna ama para casa de um
homem solleiro : no pateo do Terco, n. 27,
primeiro andar da viuva Marcellino de-
fronte de urna padaria.
Quem quizer urna criada parda, do
mallo, para servir a urna casa, dirija-se ao
Aterro-da-Boa-Vista, n. 63, primeiro an-
dar.
Os aba izo assignados teem estabele-
cdo um armazem do macantes e miis per-
lonces do navegaeflo, na ra do Vigario ,
n. 1, de baixo da firma de Braga & Comp-
nhia desdo 15 de maio do correntc auno.
loao lcite de Aztvtdo. -Uanoel Ignacio de OU
vt Ira Draga.
Procisa-se de um braco de batanea
grande n conchas : na ra da Glora re-
uaco de assucar n 11*.
O aba i so assignado declara aos Srs. ne-
gociantes do trapiche, que, tendo compra-
do um barril de toucinho em marco deste
anno al agora nflo tem sido procurado o
seu importe : por isso quem se julgarseu
dono aprsente sua conta para ser paga,
confei indo olla em dia e preco. Uanoel
berreira Dinis.
Oabalxo assignado, vendo no Diario-
Novo Ao II do correte um annuncio calum-
niando-o de terapprehendidodous Africanos
bussaes, eque declarara a algumas pessoas
que s os entregara se o dono Ihe dsse 500
bayos, tem por isso responder que he fal-
so e destiluido de todo o fundamento o tal
annuncio, pois os escravos indicados nflo
eram novos, e si m ladinos, cujos forain an-
nunciados pelo Diario Pernambuco n. 187,
e fram entregues ao seu legitimo senlior
no dia 28 de agosto, como se comprhen.ie
do recibo do mencionado senhor que abai-
xo vai publicado ; e este calumniador que
cuide em sua vida, deixe de andar calum-
niando e involvendo com suas falsidades
ao digno chefe de polica, que apveco no-
nbum da a suas calumnias.
Joao Kepomuceno terrena de Mello.
Reeebi do lllm. Sr. Joflo Nopomuceno
Ferroira do Mello dous escravos n.cus que
fugiram do engenho no domingo vinieseis
do corrente, um de nome Benedicto, eou-
tro de nome Amaro, cujos negros sflo de
nseflo de Cosa, Engenho do Urum, 28 de
agosto de 1849.Bernardo Antonio de Mi-
randa. >
Precisa-se de urna ama de
leite, forra ou escrava : paga-se
com generosidado : na ra da Ca-
deia do Recife, venda n. 1, se di-
r quem pretende.
'5
accoramo la duas pessoas em banho : roga- cote, constando do 31 lcOes muito bollas c
so a quem Tdr ofFerenida, 4e tomar c levar
ao dito sitio n. 70, que ser.gratificado.
s> o
g Bixas. o
Na praca da Indpen-&
denc.a, n. 10, g
ra o voltar para a ra das Cruzes. alu- ^
r\ gam-see vendem-e bizas do Mam- j
j burgo : lembem vfo-se applicar pa- s
ra commodidade dos freguezes ; ti- **
o
**- xti.
sivo, tambvmficando o mesmo a-
I>;iixo assignado desoncrado e sem
a mais pequea responsabilidade
de todas as transaccOes conslilui-
das pela referida sociedade.
Antonio Joaquim de Jmujo.
Aluga-ce urna casa no sitio do Cordei-
ro, marge.m do rio Capibariba, com com-
modos para grande familia cozinha Tora,
estribara cocheira quarto paca criado,
etc.; outra dila mais pequea, tambem
com bons commodos para familia estriba-
ra, ect.: a tratar no paleo do Catino, n.
17, cem Gabriel Antonio.
I-ara as pessoas que ten-
ciouam seguir viagem.
No paleo de S.-Pedro casa terrea n. 8,
liram-se passaportes para dentro e Tora ifi
imperio, correm-se folhas e despacham-se
escravos e para este lim tai:-.bem pde-se
procurar na praca da Independencia livra-
riaas. e8.
Lotera do Guadalupe
Est designado o dia 5 deoutubro prxi-
mo futuro para o andamento das rodas
desla. lotera. He de presumir que nflo seja
infelizmente espassado anda esse acto,
come tem sido t agora, pela falla de con
BOYVMAN & 1IC. CAI.I.UI, engenhei-
ros niacbinislas e Tundidores de ferro, mui
respeitosamente annunciam aos Senbores
proprietanos deengenlios, Tazendeiros, mi-
neiros, negociantes, fabricantes e ao res-
peitavel publico, quo o seu estabelecimento
de Trro movido por machina do vapor con-
tina em effeclivo exercicio, e se acba com-
pletamente montado com apparelhos da pr-
mera qualiilade para a perTeita confeccio
das maiores pecas de machinismo.
Habilitados para emprehender quaesquer
obras da sua arte, Itowman & Me. Callum
desejam mais particularmente chamar a
allenco publica para a sseguintes, por
terem dellas grande sorlmento j prompta,
as quaes construidas na sua fabrica pdem
competir com as fabricadas em paiz es-
lrangeiro, tanto em preco como em qua-
lidade das materias primas e n~.Ho d'obra,
a saber:
Machinas do vapor da melhorconstruccSo.
lloendas de canna para engenhos de lo-
dos os tamanhos, movidas a vapor por agoa
ou animaes.
Rodas d'agoa, moinhos de vento e ierra
rias.
Manejos independentes para cavallos.
Rodas dentadas.
AguilbOes, bronzese chumaceiras.
CavilbOes e parafusos de idos os tama-
nhos.
Taixas, pares, crivos e boceas de forna-
Ihi.
Moinhos de mandioca, movidos a mSo ou
por animaes, o prensas para a dita.
Chapas de fogoe Tornos de farinha.
; Canos de ferro, lorueiras de ferro e de
bronze. ^
Bombas para cacimba e de repudio, mo-
vidas a m5o, por animaes oo "vento.
Guindastes, guinchos e macacos.
Prensas hydraulicas e de parTuso.
ITerrageiis para navios, corros e obras pu-
blicas.
commooiaaue nos irexuezes -,
. ram-so donles, sangra-se e appl- JJ
* cam-so ventosas : -ludo por proco
O commodo. O
^ <5
oooooooooo cooooooo
Pemunta-se se o annuncio inserto no
(Mario de Pernamkueo de 22 deste, com as
lettras iniciaos A. de A. M., se entende
com Andr de Albuquerque Maranhfln.
D-se urna porco de entulho de cali-
ee para quem quizer carregar: na ra da
Calcada n. 12 : ter 30 a 40 carradas.
Precisa-sede urna ama para casado
pone familia : na ra doQueimado, n. 22.
-- Pede-se ao Sr. fiscal dos ATogadns que
lance suas vistas para urna cerca hi para o
Remedio, que sem ceremonia obriga as pes-
soas que por all cassam a descalcar-se para
passarem agoa salgada sem necessdade.
O Magdalenenie.
Christovflo Pereira Campos faz sciente
o respeitavel publico que Antonio Joaquim
'le Araujo deixou de ser seu socio desde o
dia 20 de agosto do corrente anno, (can-
do a mesma firma do ChrislovSo Peroira
Campos & Compnhia.
Aluga-se um preto bom co-
zinheiro : quem o prf tender, diri
ja-se as Ginco-Pontas, n. Cj>I
A quem Ihe faltar um papagaio, dindo
os sgnaos, Ihe ser entregue, pagando os
annuncios. na ruado Mundo-Novo, Jnume-
ro30.
Jos Francisco Morew*a, testamentoiro
da finada D. Clara Mara da Conceico, tem
marrado o dia 7 de outubro do corrente an-
no para dar cumprmento disposicfln tes-
tamentaria deixada pela dita finada, a qual
he a teguinte: Serito repartidos 400,000 rs.
com os pobres de portas eorphflos de pai e
mili, e de boa vida, residentes na minha
fraguezia de S -Amaro do Jahoatlo, sendo
a estas 10.000 rs. cada mna, o aquelles iitu
rs.. at completar a dita somma ; apresen-
tando as orphas atestado do respectivo pa-
rocho, e os pobres 'tos donos da trras em
que morarom, para poderem recehor di-
ta esmola ,- o que se faz publico a lim dos
pretendentes sn habilitarem c comparecc-
rem em dito dia na porta da igreja matriz
da dita freguezin, depoisda missi, para re-
ce berein a esmola designada.
--.Manuel francisco da Silva Novacs vai
ao Rio-do-Janeiro, por poneos dias e, nao
po leudo pela rapidez de sua viagem des-
pe lir-se pessoalmente de scus amigos o
faz pelo presente, e all offerece seu limi-
tado prestimo.
wmmmewmmmmmmmann*mmmmmmmm
proprias para quem quor so aperfei^oar na
msica.
.Vp.nde-se una propriedade com militas
arvores de fruclo, podendo ter-se vaccas
solas, margom do um rio do bons banhos,
e rom outras vantagens quo o pretendente
ver : a fallar com Amaro Concalvcs dos
Santos, no Ciqui, ou com o Cordeiro, na
barreira doMolocoiomb
Vende-se urna escrava de 22 annos, de
muito linda liM'ir.vine .-ale co/inliar muito
bem, Irvar.comprar e ongommar, com duas
cras tamhcm muito lindas, sendo urna de
tres mezes e outra de dous annos : vend-
se com ambas ou com urna so a vontade do
comprador : na ra da Cadeia, defronto da
ordem tercera, ao p da Apullinca.
Vendom-se24 covados de estamenha ,
fazenda para lerceiro franciscano a 1,400
rs. o covado; 2 venezianas Pr portas do
varandas ; urna cadeirinba de rebuco: no
pateo do Carmo, esquina da ra de Hurtas,
n. 2.
Altencfto.
Compras.
Compram-se 30 arrobas de La de car-
neiro : quem tiver aonunrie.
Compram-se ourjlos do panno fino : na
praca da1ndependc*hciii, n. 19.
Compra-se una escrava para fra da
provincia de 20 a 25 annos, que saiba cor-
tar o fazer unta camisa do bomem e en-
gommar bem ludo sto com perfeiclo :
nflo se ollia a preco i um oiulalinbo de 16 a
18 anuos de bonita figura c quo tenha
boa conducta : paga-se bem na ra das
Larangeiras, n. 14. segundo andar.
Compram-se quairo escravas prenda-
das, com habilidades e de bonitas figuras,
para urna cncommenda : na ra do Passeio,
loja n. 17.
Compram-se mc's garrafas vasias,
que tenham sido de servejae lmpas,.a CO
rs. cada urna : na venda da ra da Cadeia do
Recife. n. 25, dcfronle do Bccco-Largo.
Burra de ferro.
Compra-se urna caixa, ou burra do ferro
que esleja em bom eslado : quem tiver an-
nuncio.
Compram-se quairo escravos que sir-
va m para oservico de campo: na ra Di-
reita n. 3. se dir quem os quer.
Vendas.
Columnas, varandas, grades e porloes.
Prensas djicopiar cartas e de sellar.
Camas, carros de mflo e arados de ferros,
correncia dos conipradore de bilhetes, dejic., &c.
qual tem dependido e contina a depender, Alm da superioriade das suas obras, j
ou a prompta extraceflo das loteras ou a su*
morosidade.
-Henry Poingdesle, Subdito inglcz, reti-
ra-se para o Itio-de-Janeiro.
v offerece-se um rapaz brasileiro de boa
conducta, bastante hbil, para qualquer es-
tabelecimento : qoem de spu prestimo qui-
er utilisar-se annuncio
i, Urna senhora casada, querendo tei
'.mu compnhia para nflo estar s, annun-
cia poresta folna para ver se aelia urna
mullier branca ou parda para morar com
ella, dando-lhe de vestir e de comer, porm
<|ue nflo tenha vicios e que tenha.de 40 an-
uos- para cima: quem esliver neslas cir-
geralinawto reconhecida, Bowman & Me.
Callum garanten! a mais exacta conformi-
dade com os moldes e dezenhos remedidos
pelos Senhorea que se dignarem de fazer-
Ihes encommendas, aproveitando a occasifio
para agradecerem aos seus numerosos ami-
gse freguezes a preferencia com que teem
sido por elles honrados, e asseguram-lhes
que nflo pouparflo esforcos e diligenoBft
para continuaren! a merecer a sua cohu-
anca. Jk
Furtaram, aoamanhecer do dia 23 un
corrente, do sitio le llerculano Alve
d"a Silva DO principio da ra da Sol
Ldade, urna baca grande de rame, que
(olera do Rio-de-Ja-
neiro
Aos 20:000,000 de ris.
Na praca da Independencia, n. 4, vendem-
se meios bilhetes, quarlos, oitavos e vig-
simos da 11.a lotera a beneficio da santa ca-
sa da Misericordia do Itio-de-Janeiro. Na
inesiua loja uiostram-se as lisias da cari-
dade.
Vende-se urna linda escrava engomma-
deira costureira eque be de excellente
conducta :o unitivo por i|iie se vende se
dir aJRomprador : na ruada Cruz n. 35,
sobrado.
Em casa de Adamson Howie & Compa-
nfcia, ra do Trapiche n 42, vendem-se
aelflns inglezes de superior qualidade, e
Com todos os mais pertenecs ; bem como
um excellente piano horizontal: ludo por
preco raaoavel.
Vendem-se 350 caibrqs de boa quali-
dade de 28 a 45 palmos de comprimenlo ;
no lim do Becco-Largo, no Recife ,"junto al
taixas de ferro.
Na ra do I.vraeiento n. 14, vendem-
so 500 varas de algodo da Ierra, a 200 rs.
a vara ludo por junio.
Veiivlem-se eadeir.is, marquezas e ban-
cas por pre;o commodo : na ra das Cru-
zes, casa n. 37. Na mesma precisa-se de 2
atSaprendizes para marceneiro ou para
empalhar.
Lotera do Hio-de-
Com um pequeo toque <'e avarla em
nma s orella, sevendem pepas da algodlto-
znbo largo o encorpado, fazenda perfei-
ta mente ln'n, pecas de 20 jardas a 2,000, c
tendo mais de 20 jardas a 100 rs. a jarda : no
novo armazem de faznndas do R. C. I.ete,
ra doQueimado, n.27.
Na ru ostreit do Rozario n. 43, se-
gundo andar, vende-se um scravO perito
offlcial de sapatoro o quo he bem moco:
o motivo por que se vende s"e dir ao com-
prador.
Vende-se am mulatinlio de 15 a 16 an-
nos. proprio para pagem, ou para apren-
deroflico: na ra da Mangueira, n. Ifi ,
na Boa-Vista.
Na ra do Crespo, n. II, vende-se o
diccionario de Moraos da quarta edieflo, em
bom estado pelo diminuto preco de 16,000
rs. vista.
Vende-se um escravo de naco ga-
nhador de ra, queda um sello todo os
dias; be muito ladino c robusto: quem o
pretender annuncie.
Vloendas superiores.
Na fundeflodo C. Starr i Compnhia,
em S.-Amaro acham-se venda oioendas
do canna, todas de ferro, de um modelo e
construcfflo muito superior.
Arados do ferro.
Na fundic.lo da Aurora, em S.-Amaro,
vendem-se arados de ferro do diversos mo-
delos.
Atlencao !
Vendem-sc cortes de cassa prcta com ra-
magm prnpria para luto com 10 cova-
dos, pelo diminuto incc.i ilc 1,440 rs. o cor-
te : na ra do Crespo, n. <, ao p do lam-
peffo.
Vendc-se panno dcalgodao
il i Ierra de superior qualidadc e
bem largo a ajors. a vara : nos
quatiocantos da ra do Queima-
00,. ti. ao.
Pecbircba.
Vendem-se, na ra Nova, n. 42, defronto
da Conceiciio, pepas de brim liso com 20
varas por 6,400 rs. muito fino ; rani-
ln'aias liiidissiinas, a fiOOrs. a vara ; cassas
francezas padrOcs modernos ,750 880
rs. a vara ; chitas finas, a 200 rs. ; o ou-
tras muitas pechincbas.
Vende-so a venda da rus Augusta, n.
a tratar na ra dos Martyros, n. 26.
Urna pechiiiclia.
Faz-se todo o negocio at por metade, ou
menos, com diversas dividas algumas com
lettras e correndo juros, tanto da praca
como do nalto : no Aterro-da-Boa-Vista ,
n. 10, primeiro andar.
Vende-se no armazem do
barateiro Silva Lopes, ua porta da
Alfandeg*. sevada, vinltn do Por-
to dito de Bordeaux, o mais su-
perior que vem a este mercado,
em pipas, meias-pipas e baris a
vontade dos compradores.
Vende-se um cabriolet inglez muito
forte em ptimo estado e pintado de novo:
na coehoira do Sr. Mounior, no Aterro-da-
Boa-Visla.
nmwmmwmwmwmmmm
Vcnde-se superior farinha j
1 de mandioca, muito nova,
31 sem ebeiro algum c por pre-
I co mais comino )o do que em
a outra qualquer parte : a bor-
do do patacbo nacin ti Li-
ma, Tundeado defronte do
caes do Collegio, ou em ca-
sa de Machado &c l'tnbeiro,
na ni-i do Vigario, n. 19,
segundo andar.
*

i
I
t
I
1
Anda resta para ven ler-so ilous lindos
collares, e algumas abotuaduras para cami-
sa : na ra do Crespo, loja 11. 15, duCunha
Cu i maraes & C.
Vendem-se sellins inglezes elstico*
ile patento, forrados de couio de parco ; di-
tos 'le sola ingleza rom estufas lisos o bor-
dados; silbes para montarla de senhora, li-
sos c bordados ; ealiecadas inglezas bran-
cas e de lustro; fundas de patente para to-
dos oslados; couro invernsado de ama-
relio para canliiles de bota de criado; es-
tribos do metal branco ; piea.loras do
mesmo metal; ditas de ac ; bridas de to-
dos os modellos, e ludo mais que for per-
tencentu ao u.esino cstnljelecimenlo por
preco commodo : na ra Nova, loja, n. 28,
defronte ila igreja da CooCOqUo.
~ Vendc-so um metbodo do flauta por
Dvien, por prepo commodo no Alterro-
da-lt.i-Visla, n. 77.
Na ra da Cruz do Itecfe, n. 38, pri-
meiro andar, ha para vender por preco
commodo muito superior bezeno de lustro
e sem lustro.
Vendc-se urna parda recolbida de bo-
nita figura de 19 anuos, perita costucera
de corlar e fazer qualquer obra, eque en
gomma, amarra cabello e veste bem unta
?as v; .^sm mimmmmmmm
Na loja de Maia Ramos & C. vnde-
se pelo diminuto prepo de 500 rs. um dos
mais bellos romances que tem por titulo
Aroseira traduzido do francez por urna
senhora portugueza. Itecommenda-se mu -
to a leitura desta obra, principalmente aos
pais de familia; para que, dando-a a lora
seus lillios,, couhecam a grande utilidado
queso tira em derramar por entre a mon-
da.le lices de tanta moralidadn como as
quo so conlcem em dito romance. Quem
pretender os ditos livros, dirija-so a ra No-
va, 11 6, na indicada'loja|acima.
Na loja do Duarte, na na
do Cabug, n. 1 C, vendem-se
ol- .dos para mesa de ricas pita-
ras, pannos de lila de 4,.ioo a
5,ooo rs. gales enlre-ftno-, es-
(iguilbas, volantes e trinas.
No deposito do charutos da Lingncia ,
n. 14, ha um sortimentode charutos, como
sejim : regala .regalos do llavana depu-
lados, melindres e outras muitas qualida-
des.
Lotera do Rio* de-
Ja ueir o.
Aos 20:000,000 de ris.
Vendem-se bilhetes, meios, quartos, ol-
lavos e vigsimos da 5.a lotera do thesou-
ro publico : na praca di Independencia
loja de fazenda n. 1, pintada do amarello.
Yeude-se
cobre para forro de
navios :
no armazem de J. V. da Silva Barroca na
ra ila Madre-de-ens, n. 24.
Vendem-sn bustos de gesso represen-
tando muito fielmente a rainha Victoria e
0 principo Alberto; relogios de ouro e de
prala chegados ltimamente da Suissa.
Kstes relogios que sflo muito bem acaba-
dos, se tornam muilo recommendaveis a
qualquer particular, o adverte-se que ha
entro elles alguns qiieandam oilo dias sem
prccsareni de corda : na ra da Cruz, no
Itecfe. n. 55.
Salsa-parrilha de Sands
para remover o curar radicalmente to-
das as cnferiiidadcs que procedem da im-
pureza dosangue, ou habito do systma.
Esta medicina est operando conslante-
meuto curas quasi incriveis de molestias
que procodem da impureza do sangue. A
infeliz victima de molestias hereditarias,
com glndulas indiadas, ervos incolhi-
dos, e os ossos inejo arruinados, ficou resta-
belecida com toda sua saude e frcas. O
doentc escrofuloso, coberto de cbagas, cau-
sando nojo a si mosmo, e a quem o servia,
ficou perfeito. Centenares de pessoas que
1 i 11 liam soffrdo por annos, a ponto de de-
sesperen! da sua surte ) molestias cutneas,
glndulas, rheumalismo chronico e muitas
outras enfermidades procedentes do desar-
raigo dos orgflos de secreeflo e da circula-
sonhora^o motivo por que se vende so di- Clo, teom-se erguidoquasi milagrosamente
do leito da morle, e hoje, com constituicOos
regeneradas com prazer altestam a effica-
cia desta inestimavel preparaeflo.
Comquantu tenham apparecido grandes
curas at aqui produzidas pelo uso desta
estimavel medicina comtudo a experien-
cia diaria aprsenla resultados mais 110-
taveis.
New-rork, 22 do abril de 1848.
Snrs. A. B. e 0. Sands. Julgando ser
um dever para com vosco e para com o pu-
blico em geral reroetlo-vos este certifica-
po das grandes virtudes da vossa salsa-par-
ra ao comprador : na ra do Sebo, 11. 34.
-- Vende-so um carro de 4 rodas, novo o
envidragado, por preco commodo : no Aler-
ro-da-Boa-Visla cocheira de LuizMonier.
-- Vende-se urna esciava da Costa de bo-
nita figura muito boa quitandelra c com
um lilho de S mezes : na ra da matriz da
Boa-Vista n. 26, segundo andar.
Vende-se um cabritilla de 18 anuos,
de bonita figura, sadio, bom pagem por sa-
ber tratar de cavallos o montar bem ; be de
escolenle conducta, pela qual se alianza:
na ra larga do flozario, n. 35, loja.
l Janeiro.
Aos 20:000^000 de ris.
Vendem-se meios bilhetes e quartos da
quinta lotera do lliesouro publico : na ra
do Crespo, loja n. 12.
Vdiide-se, na ra do Collegio n. 10 ,
urna colleccfio dos melhores sobejos de Mas-
Vende-se azeile de carrapalo a 2,000 irilha para que oulros que boje estflo sof-
rs. a ranada c a '.'80 rs. a garrafa : no pateo frendo estabclccam mclbor a sua confian-
do Carmo, venda nova n. 2. ca e facam sem demora uso da vossa medi-
Vende-se urna bonita escrava de na- i cia,
eflo Cosa do 16 annos: na ra da Aurora, I Vi-me perseguido com urna grande feri-
n. 50. I da no tornozelo, que se estendia pela canel-
B. ir 1....... 1. k ; la cima al aojoelho, lancava grando por-
ij ixii.iiu. .'eflode nojenla materia, com comichOes
Vende se superior azeite doce engarrafa-que meprvavam muitas noilesdo meu des-
do, pelo diminuto preco de 610 rs.; man- canso, e eram muito penosas de supporUr.
leiga ingleza a 560 e 700 rs.; vinho en- O Sr. Diogo M. Connel, que havia sido cu-
garrafado, a 560 e 610 rs.; charutos su- | radocom a vossa salsa-parrilba, recommen-
perlores; papel de machiria : dito de peso; idou-me que eu flzesse uso della e depois
toucinho de Santos, a 140 e 160*. libra; 'do ha ver tomado cinco garraas liquei per-
bolachinha ingleza, a 220 rs.; velas de es- feitamente curado.
permacote, a 840 rs. a libra; queijos fia-1 Tenho demorado um anno mandar-vos
mengos, a 1,000 rs.; alitra fina, a 200 e osle certificado, para conhecer com cerle-
' za se a cura era permanente, e tenho agora
a maior satisfaeflo em declarar que nflo te-
nho visto, nem sentido cousa alguma du-
rante todo este tempo, e acho-me perfeita-
nienle rostabelecido. Sou vosso, etc.
Sarah M, mire
240, ra Delancey.
cafe
240 rs. a libra ; dita grossa, a ISO rs
de caroco; arro pilado ; ostoiras linas de
Angola, a 1,280 rs. : na ra do l'adre-Klo-
ranno, venda n. 72.
Vende-so urna negrinha de 16 annos ,
de muilo bonila figura sem vicios nem
achaques, a qual chegou ha poucos dias
do serlflo: na esquina da ra das Cruzes I Nesta provincia o nico agente desto ma-
que volta para S.-Francisco. ravilhoso remedio he Vicente Jos de Brito.


AGENCIA
da fundirn Low-Moor,
RA DA SlKZAI.T.A-NVA, N. ^2.
Neste estabelecimento conti-
na a baverum completo sorti-
meuto de mofcndas c meias moen-
das, para engenbo ; macbinas de
vapor, e tachas de ferro batido e
co-ido, de todos os tamauhos,
para dito.
4cs fumantes de bom goslo.
Noarmazem de moldados atrs do Cor-
po-Sanlo, n. 66, ha para vender, chegados
pelo ultimo vapor viudo do sal superior
res charutos S.-Felix, e do outras muitas
qualidades que se vendorSo mais barato do
que em outra qualquer parte : bem como
cigarrilhos hespanhes ditos de palha de
iinllid, que sn estilo vendeudo pelo diminu-
to prego de 500 rs. o cento.
-- Vendem-soamarras do ferro: na ra
da Senzalla-Nova, n. 42.
Vendom-sn relogios de ouro e prat,
patentes inglezes : na ra da Senzalla-No-
va, n. 42.
Cortes de brlm de puro
linlio, a I,'O.
-- Vendem-se corles de brim trancado
pardo de pu'o linho, pelo diminuto prego
de quatro patacas : na ra do Crespo, luja
da esquina que volta para a cadeia.
Vnnde-sn cal virgem de l.isbAa de
superior qualidade, em barris de 4 arrobas,
chegada nnste mez pelo brigue Maria-Joi :
* tratar na ra do Itrtim armazem de
Antonio Augusto da Fonseca, ou na ra do
Vigario. n. 19.
Cha brasileiro.
Vende-se cha brasileiro no armazem de
moldados, airas do C.orpn-Santo, n. 66, o
mais cxcellente cha producido em 8.-Pau-
lo quo tem viudo a este mercado por
preco muito commodo.
A 640 rs. cada uin.
Vendem-se cobertores de algodao ameri-
cano, encornados e grandes a dnas pata-
cas ; chitas escuras do hons padroes e co-
res seguras, a meia pataca o covado : na
ra do Crespo, na loj da esquina que vol-
ta para a cadeia.
Taixas para engenho.
Na fundieflo de ferro da ra do Itrum,
todo taixas de 4 a 8 palmos de bocea as
quaos acham-so a venda por preco com-
modo e com promptidSo embarcam-se,
ou carregam-secm carros sem despezas ao
c >mprador.
Chales de Roberto
Diabo.
do
Na loja deCnimarnes & llenriques ra
do Crespo, n. 5, que faz esquina para a rua
do Collegio ven lem-se os novos chales
grandes Intitulados Roberto do Diabo pe-
lo batato preco de 1,600 rs. cada nm : esta
fazenda se torna muito recommendavel ,
por ser de padroes novos, c de lindas
Tanjas.
Ven Ic-so oleo do recio superior cm
latas de 30 libras : na rua da Ciuz, n. 3.
Vende-se familia dp mamlioca muito
superior, a bordo do palacho Valente, vin-
do do S.-Catharina fundeado no caos do
Collegio: a tratar com o capilfio a bordo,
ou com Novacs & Companhia, na rua do
'Irapiche, n. 34.
Agoa de perola.
I'sse celebre e innocente cr^melico para
tirar lardas e rugas, e em hellozar o rosto ,
fui por muito lempo so couhecido de poucas
pessoas nos Kstai'oi-linidos porm sua
grande ulilidadelornou-a o cosmtico mais
popular que se usava nos toileles moder-
nos: vende-sena rua do Trapiche, n. 34,
segundo andar a 2,000 rs. cada garrafa.
Deposito de Potassn.
Vende se muito nova potassa,
de boa qualidade, em barriszinbov
pequeos de qualro arrobas, por
preco barato, como j ba inuilo
lempo se nao vende: no rtecife,
rua da Cadeia, armazem n. 12.
Pasta de flor de Iyrio.
leo niolhor artigo que se conhece para
1 i Hipar e cmbranquecc os denles, fortificar
as gengivas e conservar a tocca seropre
limpa e as gengivas purificadas do trta-
ro : vende-se na rua do Trapiche, n. 34, se-
gundo andar, a 2,000 rs. caua boho.
Cadciras de palhjnha e
deba lauco,
bem com outros niuitostrastes: vendem-se
em casa de Kalkmann lrmaos, na rua da
Cruz, n. 10.
Rap rolo francez\
Venderse o superior rap rolSo francez ,
nicamente as lojas dos Srs. Caetano l.uiz
Ferreira no Alerro-da-lloa-Vista n. 46 ;
Thomaz de Mallos Kslima na mesma rua,
n.54; Francisco Joaquim Duarle, ruado
Cabug"; Pinto & Irmao, n* rua da Cadeia
do Itecifc, n. 19.
d>
0 Um piano. Q
O Vende-se um piano muito bom psra 9
& estudo, bonito e de excedente autor: m
O na rua do Collegio, n. 9.
O V
Nos armazens de Francisco Uias Fer-
reira e no de Leopoldo Jos da Costa Arau-
jo, ba para vender o mais superior viniio do
Porto que tem vindo a este mercado, om
barris de 4', 5o, 7* e 8* : os apreciadores p-
dem sortir-se porque poucas vezes c vem
fazenda igual.
Barricas.
Vendem-se barricas vasias que fram de
farinha em p e bem acondicionadas :
na rua do Amorim n. 35, casa de J. i.
Tasso Jnior.
Para calcas e jaquetas.
i\a rua do Queimado,
loja n. 8 ,
vende-se brim (militar) trancado branco,
a 1,44J rs. o corto; dito dito escuro, a
1,280 rs. t corle ; dito cor de ganga, mui-
to lino, a 1,500 rs.; dito liso escuro, bom
proprio para jaqueta, a 800 rs, o corte: sen-
do todos de puro linho : cortes de castor
do listras e quadros, a 600 rs. o corte.
Na loj da rua do Crespo, n 6,
ao pe do lampeao, vendem-se as
seguintes fazendas por metade de
sen valor;
cortes de brim escuro, a 1,280 rs.; dito cor
do ganga a 1,440, 1.500 e 1,600 rs. ; dito
branco, a 1,500 rs. j dito lislrado.a 1,500
rs ; picote, muito encorpado, a 180 rs. ;
chitas finas e de cores (xas, a 160 e 180 rs.;
cobortores de algodSo americano, os roe-
Ihores que'ha no mercado, a 640 rs.; ma-
dapolflo muito linoe com pouco mofo, a
3.G00 rs. a peca, e a 200 rs. a vara ; chapos
de massa a 400, 640 o 1,600 rs. ; fusto ,
a 480 rs. o covado ; dito muito fino e de
cores fixas, a 640 rs.
da rua do Crespo, n.3,
loja que faz esquina para a rua do Collegio,
vendem-se chitas francezas largas e de pa-
drees muito modernos pelo barato pieco
de 280 rs. cada covado.
Tecidos de algodao Iran-
da fabrica de To-
dos-ns-Santos.
Na rua da Cadeia, n. 5'i.
vendem-se por atacado tres qualidades,
proprias para saceos de assucar o roupa de
escravos, a 2S0, 280 o 300 rs. a vara.
Drposito da fabrica de
Todos-os-Santos na Baha
Vende-se em casa deN. O. llieher & C.
la rua da Cruz, n. 4, algodflo trancado
.laquella fabrica, muito proprio para saceos
Je assucar e riupa de escravos.
Charutos de llavana
=4
cado
verdadoiros : em casa
nflos na rua da Cruz
de Kalkmann
n. 10.
ir-
Castor i ni francez, a OSO
rs. cada covado.
Na loja que faz esquina para a rua do Col-
legio n. 5, vendem-se os novos castorins
[rancezes muito encorpadns, padroes no-
vos oscuros c com listras pela boira, pelo
barato prego de 560 rs. o covade.
Pannos tinos prctoeazul,
a .*,000 rs. cada covado.
Na loja da rua do Crcpo, n 5, do Cuima-
rfles & llenriques vondem-se pannos prc-
lo e azul, finos, pelo barato preco de 3,000
rs. cada covado e iilm (lestes ha um com-
pleto sortimeiilo do todas as cores e pie-
eos commodos.
Madapoles linos a
3,600 rs. a peca.
Vendem-se madapolfies linos.com 24 jar-
das com um pequeo loque de mofo pe-
lo preco de 3,600 rs. a pega : na rua do Cres-
po loja da esquina que volta para a ca-
deia.
Na loja do Estima & Ramos, no Aterro-
da-Uoa-Visla, vende-se um par de adrago-
nas muito ricas para capitio ; bem como
um habito esmaltado de Christo.
Anligo deposito de cal
virgen).
Na rua do Trapiche, n. 17, ba
muito superior cal virgem de Lis-
boa, por pceo muito commodo.
Vende-se urna cscrava moga cngoin-
madeira ecoslureira de corlar e fazer ca-
misa de homeni e vestido de senhora com
11111 filbo de 3 anuos ; 2 escravos, sendo um
delles de 20 anuos e que he ptimo para
o si i vico de campo ; um moleque de In un-
nos bom para pagem bom copeiro e que
lambein coziuha : na rua do Collegio, n.
21, primeiro andar, se dir quem vende.
Ag'oa de niel.
Este remedio be para promover a belleza
o vigor do cabello, removondo a caspa e
conservando aquelle macio e lustro da pl-
ice cabello, que s pode s r adquerido
lendo-sea pelle fresca e os poros pelas mi-
zos do cabelle sempre iberios, o sua aego
salutar nada conten que possa prejudicar
o cabello : vonde-se na rua do Trapiche ,
n. 34, segundo andar, a 1,000 rs. cada
garrafa envolla no seu competente recei-
tjaiM).
Superior farinha de
mandioca.
Chegou de S.-Catharina o brigue S.-lla-
nae.l-Augusto com um carregamenlo de fa-
rinha superior acha-sc fondeado defrontc
do caes do Hamos e alli se vende qualquer
porgio a prego commodo : lambem pc pode
tratar na praca do Commercio, n. 6, pri-
meiro andar.
Cal virgen:.
Na rua da Cadeia do Itecife, n. 50, escri-
torio de Cimba & Amorim, vende-se ca,
virgetn de Lisboa^ de superiorqualidrde I
por prego mais Dirato do que em outra
qualquer parte.
N. 91!.
Vende-se, no armazem do Vicento F. da
Costa, na rua da Madre-de-l>eos, a supe-
rior e bem condecida grasan?, cm barricas
de 13 duziis.
A I,JtfO, M40c 40 rs.
Na rua do < respo, n. 14,
loja de Jos Francisco
Das,
vendem-se citep de superior brim escuro
de puro linho a 1,280 rs. dito cor de gan-
ga de superior qualidade a 1,440 rs. o cor-
to ; luslrim preto adamascado, muito lindo
para lulo, a 240 rs. o covado; superiores
chitas encarnadla muito finas e de cores fi-
las a 180rs. o covado, e outras muitas
fazendas por preco commodo.
Foha de Flandres.
Vendem-se caixascom folha e Flandres:
na rua do Amorim, n. 35, casa;de*J. J. Tas-
so Jnnior.
A ellas antes que se acabem.
Vendem-se ricas luvas de pellica para
hornera e senhora pelo diminuto preco de
1,000 rs. o par : na rua do Queimado, n. 17
ii:"io-se as amostras.
Madapoloes milito finos e
largos.
Vcndem-so pegas de madapoloes com 20
varas, multo largos e finos, proprios para
camisas de homens e senhoras, a 4,000,
4,500,5,000,5,200 e 5,500; ditos para for-
ro de vestidos, a 3,000 rs. e a 160 rs. a re-
talho; luvas de pellica para mfios peque-
as, a 500 rs.; lencos do toquim com fran-
jas para meninas, a 640 rs.; chitas muito
finas, bonitas estampas, a 320 rs. o cova-
do : na rua do Passeio, loja n. 17.
Vendem-se, na loja do Du-
arts, na rua do Cabug, n i C,
bolOes demarinha; ditos de Pedro
II finos e ordinarios; ditos de
guarda nacional, cavallaria e vo-
luntarios ; ditos para primeira li-
nbo, amarellos e prelos ; ditos pa-
ra casaca, de diversas qualidades ;
ditos de madreperola para pali-
tos ; ditos d'aco de diversas cores ;
ditos de todas as cores paraenfei-
tes de vestidos de senborc ; e go-
las de cambraia.
Novo inadapolao patente
com mais de 40 jardas
cada peca
ecom largura qussi de urna vara, fszenda
s mais fina que se pode imaginar, por isso
ptima para ludo pelo diminuto prego do
9,000 rs. a pega ; bem como todo o sorli-
iiienlo de fazendas finas e grossas : no no
vo armazem de fazendas de llaymundo Car-
los l.eite, na rua do Queimado, n. 27.
a rua do Crbug, loja do
Duarle, n. i C, vendem-se cmi-
vetes de urna a quatro blbas ; fa-
cas egatfos; tesouras fabricadas
em (. r, i maraes, proprias para bar-
beiros c alaiates ; ditas para cor-
tar papel ; ditas em carteira para
millas, as melboresque aqu leem
apparecido ; apparelbos de collie-
resde metal do principe; aliado-
es ; iiiivalbas ,- saca-rolbas de pa-
tente ; lamparillas inglezas ; cam-
panillas de nova invencao ; e ma-
cliinas proprias paraalfaiates.
Pos galvnicos para
pratear.
Na rua do Collegio, loja n. 9.
Todas as pessoas que possuem objectos
praleados e que tenham perdido a cor ar-
gntea, estando por isso indecentes, ou inu-
lihsados, teem nestes pos um exrellento
reslaurador e conservador dos mesmos
objectos sempre como novos sendo o pro-
cesso para so usar delles o mais simples,
nada mais do que esfregar com um panno
de linho moldado em agoa fra e passado
nos mesmos pos.
Una caixinha contendo quanlidade suf-
ficiente para pralcar mais de 40 palmos
quadrados cusa a mdica quantia do
mil rs.
Vendc-se una armaglo do venda e
mais pertences na rua Direila n. 53 lu-
gar esto muito bom para vender, Unto pa-
ra trra como para o matlo : a ratar com
Antonio francisco Martins de Miranda na
rua da l'raia-de-S.-ltila n 1.
Lotera do Rio-de-Ja-
neiro.
Aos 20:000,000 de rtis.
lie chegada a lista da decima primeira
lotera a beneficio das casas de carhiade, o
com ella grande sortimento de bilheles,
incios, quarlos, oilavos o vigsimos: a elles
antes que se acabem, pois s3o muito afor-
tunados : na rua da Cadeia do Itecife loja de
ferragens, n. 56.
A 4#000 o cfte de novas
alcinas de seda
com lindos padrOes de listas e quadros, co-
res modernas, clarase escuras al prctas ;
gangas amaiellas da India, progQUs para
todo o trage de bomem e de meninos ; bem
como um novo sortimento de fazendas fi-
nes e grossas por haratissiuio prego: no ar-
mazem de Itaymundo Carlos Lcite, na rua
do Queimado, n 27.
. Vendem-se os apreciaveis
cliai utos de llavana ; dito regala
de superior qualidade, chegados
recentemente ; assim como pti-
ma mauteiga em vidros : ludo por
preco commodo : na rua da Cruz,
n. 51, armazem de i. O. Elster.
Vendem-se estampas ricas da nao por-
lugueza Vasco-ia-Gama, no seu naufragio
no porto do lio-de-Janeiro, onuo enfrou
desarvoradaa icboque do vapor Ajfvnio ,
pelo commodo prego de 2,500 rs. cada es-
tampa : na rua do Trapiche, n. 34, segundo
andar.
Na loja do Duarte, iw Kfi%
do Cabug, n. 1 C, vendem-se re-
quififes de cores ; franjas pro-
prias para manteletes de cores
lencos de seda e algodao para gra
va
ti
-i -t -: Iinlra* de mican- ditos do estuque cm barr* do S2e45
tae algibeira uoicas ue miv* (lhelroit piluh\g da h%Ht. lraUr
ga, proprias para maos ; manti-
nbasde seda a 8oo rs. ; toncas de
13a para senhora e meninas ; e la
para bordar de seda, de todas os
cores.
Na rua do Crespo, loja da
esquina que volta para a 9
?i Cadeia, vendem-se
# os acreditados brins brancos de lis-
W tras, liaos e amarellos, a 1,500 rs. o g
9 corte ;. dito muito superior, a 1,600 |
9 rs., lodo* do puro linho ; panno fino
t preto e azul, a 3,200 rs. o covado; 9
9 dito muito superior, a 5,500 rs.; fus- f
ttOos muito bonitos a 640 rs. o cor- 9
le; ditos d velludo muito ricos,*
fe 2,500 rs.; pegas de cambraia de qua-
9 dros de 8 varase meia, a 2,720 is. a
9 pega ; cassas pretas muito bonitas, *
<* a 1,440 rs. o corle; madapolSoenfes- 9
9 lado muito fino, a 5,400 rs. a pega ; 9
* cortes de calcas de setineta de cor, *
%> a 880 rs. ; ditos de castor, a 1,000
fe rs. ; chita azul para escravos, a 140
frs. o covado; picote muito oncorpa- 9
do, a 180 rs.; pfalilbas Je linho, a 500 (?
fe rs. a vara ; esguiSo de linho muito fi- jB
fe no e com 4 palmos e meio de largu- (?
f ra i 1,440 rs. a vira ; corles de '?
(brim de algodao, a 800rs.-; e du- *
* tras] muitas fazendas por prego com-
4 modo. 9
9
Vendem-se meias para meninas, a 120,
160 e 206 rs., em bom estado : na rua da.
Cadeia do Itecife, n. 15.
Antes da descoherta dos oculos esla-
vamos velhos ealguns mogos que linham
a vista cansada, ou curta sentenciados a ser
objeclo de riso na sociedade j pelas con-
tinuadas canelMas ou queda* que davam
quando caminhavam, j pelas asneiras que
diziamquando liam ,etc. ; boje ludo isto
desapparcoeu nlo por effeitos medicinaes
que nada descobriram a respailo, mas si m
pelo uso dos oculos apropriados ao grao da
vista do paciente : quem delles precisar,
dirija-se rua larga do Rozado, loja de
miudezas, n. 35
Ao bom e barato.
Vcnde-sc manleiga ingleza e franceza ;
bolachinha ingleza ; alelria farinha de tri-
go ; assucar; velas de carnauba de varios
tamaitos: ludo do melhor e mais barato
do que em oulra qualquer parle: na rua
de Moras, venda que volta para o becco de
S.-Thereza, n. 52.
Mantas de seda.
Na rua do l.ivramento, n. 14, acaba de
chegar um sortimento de mantas de seda
para senhora; cortes de casimira preta, a
8.000 rs. ; corles de cambraia de ricos pa-
drOes ; camisas de meia para meninos de
dousannos; meias curtas de linho muito
finas para bomem ; luvas de algodSo para
meninas, a 800 rs. a duzia e a 100 ra. o
par ; e outras muitas fazendas baratas.
-- Vendem-se escravos baratos, bem c-
mo : 2 molecOes de 18 auno* ; 1 moleque
de i-i anuos ; 3 prelos bons para o traba-
llio de campo ; urna moleca de nagflo, quo
cose e faz todo o servigo de urna casa ; 3
prctas de nagiio Costa ; e mais alguns es-
cravos : na ruadas Larangeiras, n. 14, se-
gundo andar.
Rap Joo Paulo Cor-
deiro,
vende-se na rua da Cadeia do Itecife, n. 53
Na rua da Guia, n. 36, primeiro andar,
vendom-sc, em grosso ou a rctalho luvas
de pellica branca para -homem e senhora ,
de muito boa qualidade e muito bem co-
sidas ; bem como sapatos de como do lus-
tro e duraqun para senhora de superior
qualidade : pdom-se veral is 8 horas da
nanhaa e das 3 da larde em diant.
dEXtt'&ititttifi ittd*das*ttiftflt&
MRmiriT.tniffiRRrv: nimpHiniRivWva^Mtn!
Lolerias do Ro-de~
Janeiro.
I Aos 20:000^000 rs. \
1 t.a a favor ta ItfisericoadiaM
e 5.a do thesouro.
Meios bilbetes. n,5oo
Quartos.....5,5oo
Oitavos.....a,8oo
Vigsimos. 1,3oo
Na ruado Collegio, n. 9.
m 1-
con
Joaquim Ferreira Hiendes Cuimaraea, na
rua da Cruz, n. 49, primeiro andar.
Vende-se urna escrava crioula, de bo.
nita figura, com algumas habilidades, 0"
que no tem vicios : vende-se para fon j,
provincia : na rua do Arago, casa terrea
n. 13.
Vende-se metade de
urna
casa terrea, sita no pateo do Hos-
pital do Paraizo, que faz esquina
para o becco do Onvidor, por pre-
co muito commodo : a tratar na tra-
vessa da rua da Concordia, sobra*
do de um andar, n. 5.
Vende-se um mulalinbo deSaio-n.
nos, vindo no ultimo vapor do norte, por
prego commodo : no Hotel Francisco.
Vendem-se lingas do Rjo-Craode-do-
Sul : na rua da I'raia, n. 22.
SapatOes de couro de lustro, obra mo-
derna e bem feila, a 3,000 rs. ; na rua do
Cabug, loja n. 9.
Cha brasileiro.
Na venda que foi de Jos da Perilu, ni
rua Direila, n. 23, vende-se chi brasileiro a
2,240 rs. a libra, muito bom, bem traba.
I lia do, a pooto dse uflo diflerengar do chi
hysson, em factura e gosto he superior; hi
tambem para 1,820 e 1,760 rs. a libra, tam-
ben) bom ; manleiga ingleza 600 e 800 rs.
a libra, e franceza a 649 rs.; vinho du Por-
lo engarrafado a 500 rs., do mesmo porea.
garrafar a 480 rs. a garrafa, a 240 rs. figuai-
ra, e a 200 rs, ; queijos de Minas a 400.n.
os freguezrs pdem continuar.
Vendem-se as seguintes obras : biber-
dado do trabalho, por Dunoyer, rica enci-
deruagao; Direto civil porluguez, por
Borges Carneiro : ludo novo e por mdica
prego: na livraria da rifa do Collegio,
n. 9.
Vendem-se dous pianos de
ptimas vozes, bom autor ede ex-
cedente construccao : no arma-
zem da rua da Cruz, n. 48. ~^m
Vende-se um violfio de chave, 'coW
boas vozes por prego commodo : na r'ui
das Cruzes, 11. 40.
Escravos Fgidos

Vende-se um escravo padeiro : na Boa-
Vista, rua do Pires, o. 23.
Vende-se vinho do Bordeaux, superior,
em barris pequeos : na rua da Cruz, ar-
mazem n. 40. '
Vende-se urna crioula boa enzinheira,
doccira, costureira, e tambem engomma :
na rua do Collegio, n. 6.
Vendem-se, nal aja do Du-
arle, na rua do Cabag, n 1 C.
pe fumarias finas e sapatos de co
10 d lustro a 2,2/jo ra.
Vendep-se cordas o bordOes para r*r
becio grande e pequeo, de muito superior
qualidade: na praca da Independencia, lo-
ja n. 3.
Vende-se superior milho em Saceos no-
vos de algodo com mais de S qnartas a
2,000 rs. a sscca : na rua da l'raia, arma-
zem da carne defronte da lypographia da
Voztlo liratil, de Manoel Jos Crrela Braga.
Vendem-se 10 liitdos moleque de 1i a
18 anuos ; 10 prelos de 20 a 25 anuos; um
mulalinho de lannos; 3 pardas de 18 a
aoonnos, com'habilidades ; urna dita de
20 annos com habilidades, tendo dous li-
nios um de 5 annos e o oulro de nm; 8
pretas, algumas das quaes com habilidades,
de 12 a 25 annos: na rua do Collegio, n. 3,
** dir quem vende.
Vende-se caLvirgem superior dp Lis-
boa em harria pequeos, feixes de arcos de
pao e rodas de ditos para barricas, cunhe-
tes de pinho lbatidos para assucar, pregos
caixaes do Porto em barris de 10 niilheiros,
Fogiram, ao amanhecer do dra 11 do
correnle, do engenho S.-1'aulo freguezii
de Ipojuca os escravos Seguintes : Fran-
cisco e Tiburlino, leuJoo primeiro 16 a 18
annos, de estatura regular, peruas gros-
sas cor alguma cousa amarells : o segn
do de 20 a 25 annos ; he baiso corpo or-
dinario, um pouco fula da cor ; tem umi
fe i-i da na perna esquerda e uns talhos ni
cabega ; abrindo as mitos deixa de abrir un
dedo por te-lo duro : levaram roupa de al-
godao da trra, um chapeo de palha di
Italia j vclho ; conduziram um cavallo
alazSo pequeo de frente aberta os qua-
tro ps calgados, e com manchas; fram en-
contrados perto desta i'idade, montados
no mesmo cavallo, dizendoum que ii re-
ce! lar o oulro. Toga-se as autoridades pu-
liciaes capitfles decampo, ou outra qual-
quer pessoa que os apprehendam elevem-
os ao Sr. Jos Throdoro de Sena mora-
dor na rua Nova ao p da matriz de S.-An-
tonio ,ouao dito engenho, que serfio gra-
tificados.
Fugio, ha um anno e nove rfiezes un
pardo claro, de nonio Florentino ; he hai-
zo quebrado das venillas ps pequeos,
gagueja quando falla cousa muito pouco,
cabellos crespos ; tem principios de sipi-
teiro : de 28 annos pouco mais ou menos:
quem o pegar leve-o ao engenho Canna-
vieira na comarca de Nazareth que seii
gratificado.
Fugio, no ,dia 8 do correnle o prdo
Feliciano de 18 annos de estatura regu-
lar, secco do corpo tem o queizo com-
prido e desdentado 110 lado superior; 1c-
vou camisa de riscado azul e oulr de ina-
dapolao chapeo de palha preto caigas de
riscado o outras azues. Boga-se as autori-
dades policiaes e capitfles de campo que o
apprehendam e levem-Ho ao engenho Can-
naviera comarca de Nazareth, que serlo
recompensados.
Fugiram, do engenho Novo do Csbo ,
do abaixo asignado os preto* seguintes :
I.ouiengo, de mcSo Congo, baiso, reforja-
do do corpo, cor bem preta : Dionisio, Ro-
blo, baixo, cor bastante fula; tem as ven-
las bastante aberlas : Iiaymundo, Bengut-
la, baixo, cOr fula com um olho mais abo-
loado que o oulro : Instilo, Bengueia da
estatura regular, cOr preta cosa urna cica-
triz em urna perna e um pequeo taco lin-
do em urna orelha : Joflo <.ag, Congo, 1
velho, cor fula, com costuras bem visive
na cabega : Manoel Conga, Cagange bem
mogo, com os beigos muito salientes e fall
muito rouca : Scverino, carreiro, j bstan-
lo velho ,baixo, com os olhos muito rcr-
mellios: esleesl fgido ha um auno, 00
outros ha pouca mais de um mez : tamben
fugio do meimo engenho o preto alattieus
Sabido, de nagHo Angico, bem prelo ,no
he muito mogo ; perlence ao Sr. Antonio
Gomes Pessoa de Tabalinga : quem os pe-
gar leve-osao dito engenho Novo, que se-
r gralilicado.
Do engenho Carap, ua comarca d
Cabo de que he propriclaria 1). Amia Del-
lina l^es Brrelo fugiram, no di* 21 ia
correnle os seguidles escravos : Jerony-
mo, preto.de Angola, de 28 3# annos,
purgador do assucar, de boa estatura, cor
fula beigos grossos nariz regular, ollios
pouco vivos : Siiniflo, pardo, de 22 a 2*
annos; he carpna, do boa altura, be"1
feilode corpo, rosto redondo, nariz chito 1
cabellos grandes, e pichaim olhos pardos
alaria, pela crioula de 24 annos, baix*>
grossa um pouco fula, rosto compriil 1
nariz regular testa bem linipa ; he r**~
Iluda e cozinbeira : Manuela, preta crioula ,
de20annos altura regalar, rosto compra-
do um pouco fula recolliida : Caridades -
preta crioula de 25 anuos de estatura m-
gular cOr preta, rosto redondo bel(
groSxis e vei iiiolhos recolliida e c'oziuh*1'
ra^ quem os Rgar leve-os ao dito en(c-
uho ou nesta praga, a Jos doi Santos
qua se recompensara.
ves,
PlftN. I NA TIP. DE M I. DE FARM.
-18*9
'
MUTILADO 1


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