Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06631


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Full Text
7
T"
i uno XXV
FABTISAS DOS C0MIE109.
rinoa eParahiba, segundas c sexias-feiras.
Rio^r*jjc-do-Nortc,qunlas-feirasaomcio-
dia
lia. Nt
o,ScriibNun. Ulo-Fornie
O
( lobo, Sci iibDaun, Wo-Formoso, Porto-Calvo
Macelo, or", a II c 21 de cada me.
Gara.ihiins c l!Jiito, a 8 c 23.
Boa-Visla ejelore s, a 13 e 28.
Victoria, pf quintas-Iciras.
iilonla.Jfoilos- os dias.
EPHEMMIDIS.
Phasf.s h i Chela a I, as 2h. e.r>8 m. da
-Mii > 9, l 4 li. c .'Mi ni. da
Nov all, '. Ii. (' ni.,! i
Cresc. a 24, s 'Jh.e 4 m. da ni.
FBEiKiB DE HOJE.
Primeira as 9 horas c 18 minutos da manh.
Segunda as 'i horas e 4i minutos da tarde.
do Sptombro de 1840.
N. !*>>
FBE9OS da BsempqAo.
Por tres inezes (adiantadoi) 4/000
Por seis inezes 8/000
Por un anuo 1&/00
DIA8 da semana.
3 Seg. S. Eufemia. Aud. do J. dos nrf.c do m.1. v.
4 Tere.. .S. llosa de Viterbo. Aud. da ctianc, do J.
da I. v. do civ. c do dos feitos da hienda.
(tu u (. S. Antouiuo. Aud. do J. da 2. v. do i-iv.
(> (.liiint. S. I.ibania. Aud. do J. dos or", o do ni.
_ da 1. v.
7 ftext. S. S. Joo. feriado.
8 Sab. ijfnj" .\atividade de Nona Sculiora.
CAMBIOS EN 6 DE SETEMBBO.
Sobre Londres. 2G d. por 1/000 rs. a 60 dias.
. Pars, 370.
Lisboa, 110 or cento. ,
um.-Oncas l.cspanhoes.........3U0O0 a MN
Moeda.defyWvelh.... 17/21W a 1WM0
- de^lHiuovas.. IViflOO "'*:""
. de 4/000.......... 'J/200 a 9/100
/'rata.-Palacocs brasileiros...... l/'-M) a j)
Pesos columuarloi....... 1/!I'J0 a 8010
Pito, .Mexicanos.......... 1/900 a 1/920
RECIPE.
7 DE SKTEMBRO DE 1849.
Oanniversario da independencia de um
piiz qualquor (leve de ser um dia de rego-
sijo para lodos quanlos pertencem aesso
paiz ; e, pois, suppomos que nnguem nos
tachar de inlempeslivos, se, ao memo-
rarmos hoje o termino Jo vig^imo-oitavo
eo comeco do vigesimo-nono amo da nos-
saemancipacn poltica, lizermos algumas
consideratOes com o lim de despertar em
nossosirmilo, qualquer que seja a parcia-
lidades que se digam pertencer, os senti-
mentrs de l'ratemidade que jamis deve-
r,im ter csi|ueciilo, c que, sehouvcssum si-
do mantidos lo eslrictamenlo como con-
pdem ser mui fcilmente remediados pe-
las vas ordinarias ) silo mais quo suflicon-
tes para promoverem a prosperidado do im-
perio, o apenas necessitam de boa appli-
caQiio.
De felo ;cumpram-se as leis sem alin-
elo s individualidades; puna-se o cri-
me, qualquor que seja aquello que o perpe-
tre ; aprecic-se o mrito do todos, sem
consideraciio a conveniencias secundarias
e pessoaes ; anathemalizem-se a concus-
sflo o a prcvarcacilo, sem olhar para a ban-
deira poltica com que prctondam acober-
lar-se os quo as praticarem ; frmem os
Brasileiros honrados urna phalange forte e
cerrada contra os trancantes e especulado-
res ; respeitem-se ou desrespetem-se os
homens segundo suas accOes frcm boas ou
ms, e nilo por pertoncerem antes esta do
que aquella parcialidade, antes esta do
vm, teriam evitado as pungentes e afflic-
,. __ __ .- ... i que aque lia fanu lia :discnmine-se, eni-
tivas scenas que, com o eoracilo partido de J ,,,. .
, lim, a virlude do vicio ; e as instituirles
produzrilo lodo o beneficio de quo silo ca-
pazes; e o Brasil ser tilo feliz quanto lie
dr, c rabilo do mais profundo pezar, des-j
granadamente temos leslemunhado.
Altenciosos volvam os leitores os ollios
para o que se passa lias Ierras do novo e ve-
Iho mundo mais adianladas na carreira da
civilis-cilo, e verilo que, ao solemnisarem o
aoniversirio do acto que as constiluio em
naccs, os natuares dessa trra, pondo de
lado nos resentimentos, seniio tambem
odios inveterados, congracam-sc como que
n'um s corpo, e unsonos clevam aos ares
o mais eolhusiasticos applausos ao dia ve-
nerando que commemoram, e cuja magni-
tudecerlo que Ibes expelle da imaginacao
todas as recordaces dolorosas.
E pois que tanto nos esforzamos para ap-
proxinirmo-nos da situadlo desses povos,
e pois que tanto anhelamos tocar ao grao
de perfeicSo em que os cromos, demo-nos
pressa em imila-los naqoetles factos que
em verdade a revelam.
Sim esquejamos denominares odiosas
que ha lempos nos trazem em continua e
vergonljosa luta ; sacrifiquemos no aliar
da patria as animosidades, as risas, as in-
trigas, o at mesmo as offensos mais ou
menos graves ; elvidomos antigs riva-
lidides, por mais legitima que nos pareca a
sua origem ; cjrramos espessa cortina
entre o infausto passado que ahi lica aqum
de nos e o porvir que 15o risonho se nos an-
tolha; ahracemo-nosquaes uniros tontos
(illios do pai cuidadoso e desvelado, que,
desejoso de por acoberto do riscos o futuro
de sua prole, soube irifillrar-lhes ut alma
os mais solidos germens de eterna uniSo ;
e, desl'arte ligados por indissoluvel ca-
deia, circumdemoso excelso throno do.Se-
nhorl). PEDRO U, colloquemo-nos, quaes
fortes baluartes, ante elle e a constituanlo
do estado, para ilel'en '.< lo jumamente com
esta, como a dousohjeclos sagrados, ainda
mismo que, para chegarmos ao comple-
mento de Iflo santo desidertum, Icnhamos
desoffrer amargueadas privaefles ; visto que
nilo serlo inferiores ao sacrilicio os bens
quedello nos hilo de resultar.
Mo supponha algucm que, assim fallan-
do, n2o enunciamos o que sentimos no in-
timo do peito : n.oi, mil vezes nao. Esta
liiigoagem nada he nova em nos : em mais
da urna occasio tomos elevado nossa voz,
frara sim, mas conscicnciosa, contra essas
divisGes mesquinhas, c quasi que sem ob-
jeclo, em que de anuos para c se acha frac-
cionada! a grande e importante communlio
hrasilolr, com notavel prejuizo dos seus
mais vilacs interesses; e, se houveramos
tido a felicidade de ser attendidos, certo
que nilo lamentramos a desastrosa calas-
tropbe por que ha bem pouco tivemo a
desventura do passar.
E, so cm outras pocas era esso o nosso
penssmento, se em quadra que tifio esta
cm que nos adiamos, jamis o occult-
mos, jamis nos furlmos adesenvolv-
lo, nao ho muito que insistamos nelle, ago-
la que temos testa dos negocios pblicos
da provincia um estadista experimentado,
em quem sobran as qualidades de que pre-
cisara qualquer administrador para arran-
car-nos do chaos de que ajenas cometa-
mos a sabir ; agoia que dirige a nacilo
um governo que, j desenredado das dilli-
culdadescom que lulou a piincipio, se n0o
cansa de dar-nos continuas o repelidas pro-
vas da disposico em que est de passar a
esponja por sobre todos os acontecmentos
pretritos, acolhcr os homens honestos,
quaesquer que teoham sido seus erro e
seus desvos no passado, tentear-llws <>
prestimo, e aproveitar-so do sou concur-
so para a grande obra da regeneracllo do
paiz, a qual, quanto a os, consiste toda em
morrlisaropovo, por ss* que eremos fir-
memente que as InstiluicOes que no r-
gem (salvo urna ou outra cujos defeitos
digno de s-lo, o quanto j o fra, se, dei-
xando-uos abafar por urna athmosphera
prenhe dos pestferos vapores que exalam
paxes mesquinhas, e qtieslfteszinhas do
momento, nilo tiveramos malbaratado o
precioso lempo cm disputas insignilican-
tes, das quaes nenhum proveito ha tirado o
publico que, tendo o espirito como que pre-
so a css-is polmicas do dia, nilo pude al-
tca-lo a nobres conccpcdcs, nem tilo pouco
enlregar-se a serias c profunlas mcditaQocs.
O plano que ahi lica tracado pode ser
comprehendido por urna so rabera, pode
ser mesmo desenvolvido por um s homem
cuja co npleic3o robusta e cuja frca d'ani-
moseasscmelhem, por exemplo, aquellas
de que a natureza dotou o Ilustrado varilo
que boje se asscnla na cadeira presidencial
desto Pernambuco ; mas nilo pode ser exe-
cutado seniio mediante o concurso de mui-
tos agentes que entrem em larefa com os
olhos filos no bem do paiz e dispostos a sa-
crificaren) ludo pela prosperidadu da pa-
tria, sem a mnima iillrnrfio aos interesses
privados, chrismados na aclualidade por
ronvtniencias pulilicas ; e, portanto, aborta-
r por sem duvida, sonrio obtiver o aroio
de todos aquelles cujos p'eitos, iscntos da
corrupco quo por ah lavra, ainda pulsam
pela Ierra que os vio nascer : a estes, pois,
corre a mais rigorosa obrgar,io de coope-
rar para que se elle rcalise. amenos que
queiram ver dcspeda^ar-se sobre os cacho-
pos a nao do estado; oceurrencia tanto
mais temivei, quanto lalvez d em resulta-
do o sermos nos riscados da lista das na-
crtes, na qual, se bem quo no tendamos a
primeira posicilo, todava no figuramos
entre s ultimas, mo grado o muito que
para isso Icnliam concorrido as ambicoes
desregradas de grupos, mais ou menos nu-
merosos.
dicionar asquatro porcies para seren reinet-
lidas a diversos pontos centraes da provincia.
Dita, NmiM aniln a doulor Francisco de
Paula Vellez de Guevara para o lugar de direc-
tor do collegio dos orphaos. -- Fueraiu-se as
convenientes coniniunicajoes.
Dita. 0 presidente da provincia, usan-
do da altribuicjto que 1 lie foi conferida por
decreto de 11 de Janeiro do correte au-
no, ha por bem concedor anuo-lia, em li-
me de S. M. o Imperador ao padre Joo ller-
culano do llego, residente uacomare de
Santo-Anlo, pelos crimes polticos ultima-
mente commettidos na mesma provincia
E para sua resalva so Ihe passa a prsenle,
emvirttide da qual lica sem effeito qual-
quer pronuncia contra elle proferida pelos
referidos crimes, e se Uto dar baixi na
culpa, e nilo poder mais ser processado
pelos dilos crimes. ~ Igual a Vicente I'er-
rcira da Costa.
Commando da praci.
Quartel do commando da prora na cidade do
Kecifc de Penumbuco, 5rfe telimbrode
1819.
OltDEM DO DIA N. 29.
Ilavendo-sn realisedohoje a passigcm dos
doenlcs do hospital da Gloria para o da So*
ledade, c por consequencia effecluado a
juicgio dosdous hospilaes cm um s re-
gimental a cargo do segundo balalhflo de
artilharia, conforme determinou o Kxm.
Sr. presidente da provincia om portara de
17 do passado, lica distolvido o hospital
que se achava a cargo do quarto batalbSo
de artilharia a p, devendo passar a cargo
lo dito segundo balalhfode artilharia a p,
lodos os ulencilios e a escripturagilo, fa-
zemlo-se a entrega por um inventaro, co-
mo he docstylo, com toda a clareza e troca
reciproca dos referidos documentos, alim
de esclarecer qualquer duvida quo por ven-
tura possa apparecer para o futuro.
Por esta occasio he de meu dever, em
nome do F.xni. Sr. gcncal cominandaiite
das armase pormim, render o devido elo-
gio e ngradecimento ao Sr. Dr. Alexandre
Percira do Carmo, que rsl""" Bill pregad o
no referido hospital da Sol a cargo do
mencionado quarto balall' e artMnaria,
pelos bons serviQosquep )u no curativo
de inuilos baleados eii tfinbale, e pelo
zelo e economa que soulie )resenlarnaap-
plicaciio dos remedios; e ben assim ao Sr.
nolicario fornecedor Jos Mara l'reirelia-
meiro, pelo bem que ha dpsempenhado 0
fornecmento do quo o cncarreguei, quan-
do commandaiilo da prat;a, no primeirodo
fevereiro do correte anuo ; cumprindo que
o mesmo Sr. Cameiro continu a fornecer
parle dos modicametitOS t o dia 11 do
corrente om quo Unalba o seu contrato :
devendo o Sr. Dr. Pedro de Alhayde lobo
offensas contra o estado. Tribunaes pol-
ticos e militares eram arbitrariamente es-
labelecidos, e as juntas dosbispns, o tri-
bunal do santo ollico, o do vicariato o ou-
troseram ronsorvados.
slo syslema durou al o mez de junlio
do 1810,'cm o qual Pi IX subi ao throno
pontificio. Este papa bem Intencionado e
iiilelligente decidi efTeituar cm seus es-
tados certas reformas polticas c adminis-
trativas, a (leu assim impulso aos movimen-
tos da Italia. O novo pontilice comecou
concedendo amnislin aos criminosos po-
lticos o ordenou s autoridades subalter-
nas que dirigissem sua principal alloncfio
para o mellinramcnto da condico moral,
civil e religiosa das classes baxas. Elle
nomonu coinmsses, as quaes l'ram en-
carregadas da l'ormmo de um cdigo de
leis, como tambem de proprcm un plano
para a melbor organisago dos tribunaes, e
para o mclhoraniento do syslema munici-
pal e provincial. Elle proprio inlroduzio
inelhoiamenlos parciaes nos tribunaes eri-
minaes da capital, nomenu govcniadores
leigos para diversas provincias, seciibrisnu
as rnparlicoes minisleriaes com excepto
smente da dos negocios estrangeiros, e
da instlUCQfiO publica; insliluiu una niu-
niripali lade para a cidade de Roma ; fun-
dou a guarda cvica e creou o corpo delibe-
rativo, eunlieciilo debaixo do nonio de Con-
sul/a di Slalo ; porin n mais importante de
todas as medidas por ello lomadas foi sem
duvida a promulgarlo do Siaiuio Funda-
mntate del Govcrno Temporale ilcgli Slali i/i
SaHla China, a qual levo logara I i de mar-
co de 1818. Em vrtudedesla carta cons-
titucional, o paiz obteve una assemhlra
legislativa, encarregada de Volar o orca-
nicnto, assim como de fazer loJas as leis
relativas aos negocios seculares.
Esta asscmbla compunha-se deduas c-
maras ou conselhos, um denominado Kilo
Cunsiglio, o outro Consiijlio di Diputan ; o
primeira vitalicio enomeado pelo sobera-
no, o segundo temporario o eleito pelo
povo. A carta garanti laiiibeni a Mier-
da Je de impiciisa, a liberdado pessoal o a
ignaldade peranlea le; aboli os tribunaes
e comroissfles extraordinarias ; deolarou a
guarda cvica instituicn do estado: creou
j-viu concelho de estado, e reronliereu ou-
tros principios conformes ao progresso so-
cial do lempo.
As cmaras romanas fr.im convocadas
pela primeira vez em junllpde I81H; porrm
o que se chama a guerra da independencia,
a qual tebLiiluii no mesmo lempo, distra-
h io mu i naturalmente a assembla doseus
tiabalhos de organisaQflo interna, e sua
aiii.'o.,.io foi exclusivamente dirigida para
as quesloos nacionaes, e as medidas linan-
ceiras e militares reclamadas pelascircums-
tancias do momento.
No pciiodocm que as cmaras iam to-
Moscoso.cirurgino-tErencaregado do bos- marem cons.derarao as eU rgan CM 110
pital reunido" fazer folha separada da re- syslema adminiat-ativo, "!#*
coila diaria pe tencente aos doentes do los- puhlicana rebentou em Roma e > iarb per
pilal(|iiese Ihe reuni, e a mandar ao dito
Sr. ameiro t o citado do dia II do referi-
do con trato.
nao smenle a assembla, seno alo o pro-
priogoverno pontificio,
Detrihada a sen liiino a repblica roma*
o resta be-
Assignado, Jos,i Vicente de umim Bezer- la pela ii.tervenrao eitrangeira, rwiaDe.
, coronel graduado e comn.andantc. Iccida a sobaran a lempo.al o ponli
__1____________ ne os mcsinos nietos, assim em liorna como
EXTERIOR.
Principiar ao depois de mcio-dia o cor-
tejo que, no palacio da presidencia, deve
boje fazor-so efigie de Sua Magostado o
Imperador.
A mesa do collegio cloitoral da cdade de
Olinda acha-se assim constituida :
Presidente. 0 Sr. coronel Joaquim Ca-
valcanto de Albuquerque.
Secretarios. Os Srs. Drs. I.uz Paulino
("avalcante Vellez de Guevara e Jos Cardo-
so d Queiroz Fonscca.
Escrutadores. Os Srs. professor Manoel
Jos Tcixeira Baslos Jnior e Dr. Manoel
Joaquim de Miranda l.obo.
==
PARTE OFFiCli.
GVERNt) DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DIA 5 DE SETEMIlUO.
Ollicio. Ao Exm. presidente das Alagaa,
reniettendo a resposta que deu o bacharel I.ou-
renco Jos de Figueiredo por occasio de te
exloir dellc o processo de responsabilidade
contra o professor de francer da cidade do Pe-
nedo, Flix llodrigues de Novaes.
Dito. Ao inspector de thesouraria da Ta-
?.enda, autorisando-o a mandar salisfaier a
..uaiilia pedida pela pagadoria militar para as
dcapesas do meu correte, visto nao exceder
ella do crdito lixado.
Dito. Ao director do arsenal de guerra,
concedendo a autoiisacio que pedio para dcs-
peuder aquantia de 110,000 rs. com a compra
de papel, peonas, tinta c obreias, nao s para
o expediente daquella reparlico, mas tambem
para fornecer as fortalezas da provincia.
Scientilicou-se o inspector da pagadoria nu-
Dito. Ao delegado do termo de Cimbres,
remetiendo umaporco de sement de algoilao
hcrbacio.para que a f.ca distribuir pelos prin-
cipaei lavradores da(|uelle termo, coniorine
foi recomnieiidado pelo Exm. ministro do im-
perio. lnuaes aos delegados do llrejo, Oara-
iihiins e flores.
Portarla.Ordenando ao director do arse-
nal de guerra mande dividir a semenU que Ihe
remelle em qu.iuo parles iguaes e faca, acou-
0 PAPA E O POVO ROMANO
{Correspondencia lo Times'.
O celebro Sismondi observa, cm sua lus-
pclos mesnios meios, a
as provincias, cabo agora naturalmente
indagar qual a nalureza das insliluiroos
que devem goterosr o paiz. Crer <]'' Pi
|\ so recusar a maiiler as instiliiiroes e
reformas que de sua livre vonlade outor-
gou ao seu povo, seria negar as qinlida-
deseminentes que, segundo todos coufes-
sarn, adornam sua pessoa. Smenle o par-
lona dorenascimenio da iherdade da Italia, tido
jiio anula contempla a rosurreiro
que destruira para
c
III CSn.l V IIHHiailTI,!^' "D----------- .. I I
Todas as naces europeas sao profunda- mente'"^hw^r^Sl&.
mente interessadas en. que a questno ita- las nao scr.;Io W.F^ta
liana receba urna solucilo permanente con- ordem, ou K^X^
forme aos desejos e neccssi.b.les das res- blico. He principalmenlo na taha conl.a
pectiva
Hall
outros
sculimonius ue
teem feito entre o povo proaressos sullici-' sOes materiacs c moraes do povo
entes para tornar indis.ensaveis as ns- primo.ro acto que em nosso entender o
tituices representativas. Os movimenlos 'governo romano deve.a pralica, he appel-
pobticos que se teem succodido uns aos ou-1 lar franca e animosamente para a popula-
secularisafiio
empregus pu-
e innumeraveis, do govcrno pontilicio da-|com a
vam s provincias subjeitas a Roma mo-.bliros.
t ivos especiaos de descontenta ment. Ju'K-n.os tambem quo ser a prudente
A condicao deploravel dos estados ro- convocar as cmaras para o Um de cott-
manos debaixo do ponlilicado de Gregorio cluirem a boa obra to rudemento inter-
XV he ben. conhecida. A despeno" dos rompida pela revolucao, sto be, a rrma-
conselhos das patencias amigas, contidos no CO de um cdigo civil e criminal, u.odel-
memor.ndumPd 21 de malo de'l83l, aquel-! lado pelos ou.ros estados italianos; .-
lo pontfice recusou admillir o principio da orcanisaco dos tnb
do^S^S^S^stieosj
sem ex
pailicfl
sustenta
oram excluidos de todos os empregos mi-;* impreiisd ,
niseriaes, c ate dos tribunaes supremos, I da guarda cvica, c outras medidas d* urna
taes como a A. C ( apostlica cmara ) La natureza orgnica.
Ilota, Le Segnalura, l.a Saera Consulta, Se julgarmos pelo passado, nennuma du-
0 cdigo civil compunha-se das amigas leis'vida poderemos entrelcr acere i da boa dis-
romnas, do direito cannico e das cons-j postilo do soberano pontifico ; e ate con-
ttluices ecclesiaslicas. O criminal con- sidera-se como provavol que mostrara pou-
tinl.a um grande numero de abusos e vi- ca besitacao em maut-r as insliluicoes ja
cios, e nilo conceda a mais ligeira protec- existentes no fatal dia 15 do novombro
c^oao aecusado, sobie tudo se se tratava do de 1848.
Porm, quando mesmo o slatulo fosse
reslibelecdo, duas qtiestOcs importantes
restariam anda para ser resolvidas, islo
he, o melhoramenlo desle mesmo ttatuto
ea completa secularisaQlo do governo. A
populacho dos estados romanos sustentar
sem duvida o direilo de lixar a base de sua
piopria le tunda mental ; entretanto que
por oulro lado o papa, cousi lorando sua
a'itoridadc soberana como inilienavel, nao
permillir as cmaras ntervrem as ma-
terias ccrlesbslicas, nem nos interesses de
um genero mixto, e negar-llies-ha talvezo
poderdepropdr niudancas carta consti-
lucional.
Pelo quo respeila seculrisago comple-
ta da aduiiiiistracilo,he hom sabido que Pi
l\ sempro seinostrouoppostoao projectodo
confiar n leigos as repartieres dos nogocios
estrangeiros eda instnicQo publica. Foi
com plena conviceflo da dilliculdade pro-
veniente desto desaecrdo quo o conde Ma-
miani, cm suas insIruccOes aos ministros
romanos em Paria o Londres, no mez de
dezembro do ISIH, rerommendou-lhos que
eommunicassom aos governos Ingles s
francs que era absolutamente impossivel
decidir por forra t por interrencito armada
as diflbrencas que so tuliam lovintadoen-
Irooponiiucc cosen povo. lia smenle
ilons meios, accrescentou o conde, para ai-
cancar una verdadeira e duravel reconci-
liacao, o silo a scparac,ao franca e Cm-
plela do pmlrr espiritual e temporal, uni-
dos todava na pessoa do mesmo soberano,
d'ili Hessn Tronante) o a salisl'jcao clara
eseni restricr;Io do sentimenlo nacional.
Uomludo, sendo o papa opposlo a urna (al
separacilo, o nico remedio consiste em lo-
marelle a iniciativa de levar a elToito as
modilicaces necessarias lei fundaracn-
tal, e definiros limites entre o poder o-
prrilunl o temporal. Pelo que respeits a
icparlicao dos negocios estrungeiros, o
plano suggcrido pelo infeliz comi lloss
parece o mais judicioso; ello propoz que
a reparlicfio dirigida pelo cardeal presi-
dente do eoncelho fosas dividida em duas
secnoes una para os negocios ccclesias-
ros, e outrs para os seculares ; quo nesta
ultima seccSo leigos podossem ser emprega-
ados, e que representantes seculares podes-
sem tambem ser enviados debaixo do ttu-
lo de encarregados do negocios para a-
qtiellc paizos.nos quaes, como na Inglater-
ra, nao houvesse um nuncio apostlico e
agentes ou cnsules para aquelles em que
os houvesse.
Kxamine-se a queslo de todos os modos
possi veis n ver-se-ba ((uo nonliiiina outra
alternativa tem o pontifica seniio ou fazer
aquellas concossOes que sao reclamadas pe-
la necessidades do povo romano, o que silo
conformes s inlilUicOes e tendencias nacio-
naes dos outros estados italianos; ou supor-
tar a despeza e a neonvenieb de umaoceu-
paefio estrangeira, talvez permanente, para
o lim de uabilita-o a manlcr a sua aulori-
dade. lina occupacSo desle genero nao
con*'
polo
onviria ao pai/, nem sera tolerada pelas
lotciicias esliangeras./"
P5
INTERIQBc
ALAGOAS.
Extracto do expediente do Exm. Sr. presiden-
te Dr. os lenlo da Cunta e iigueiredo.
31 DE JUMO. '
Onioio, Ao dirrelor do lyceu, transmlttin-
iln-llie o requerimenlo de Mara Silvia de Car-
vallo, que pede ser adiniltid.i a cx.iinc para o
proviiueiilo da e.ideira de pi iujtlras lettras da
villa da Imperatrii.
l)ilo. Ao capitao do porto/flara proceder
ao desembarque da pedia que cuiiJio a seu
bordo a eharrui Carioca.
hilo. -Ao ineinio, di/.endo-lhe que, logo que
li/.er o referido desoinbarque, proceda ao car-
[atncnto das niadclras que deve levar a ines-
llia charra para a corte.
Dito. Ao agente procurador desla provin-
cia cm Pe naubiieo.para comprar all e reinet-
ler para esta cidade urna bandeira nacional e
1,07 pilnios quadrados de papel piulado.
Dito. -- Ao inspector da thesouraria provin-
cial, coiiiiiiiiiiicando-lhfc a orden, supra, para
|uc autorisc ao dilo agente a fazer a precisa
despeta.
I." DE AGOSTO.
Dito. Aojuiz de pai presidente da niea
parochial da villa de San-Miguel. Tendo-uie
representado o presidente d.i cmara munici-
pal dessa villa que Vine, nao te ni querido eo-
trcgar-ll.e o livro da qualilicacSo dos votantes
da respectiva fregueiia, apezar da requisicao
que nesle sentido Ihe fuera a mesma cmara,
alim de poder o respe'clivo secretario passar
una cerlidao iiue se pede; ordeno a \ oto. que
sb sua responsabilidade entregue iinmediata-
ii.ei.le o livro cu. queslao ao dito presidente.
Dos guarde a \ me. Palacio do governo cm
Macelo, 1." de agosto de 1819.
tllm. i'r.Sel que V. S. be homem de or-
dem, c q'.c por isso sabe respeilar o direito
all.eio. .No dia do corrente se val proceder
eleicao primaria cm o circulo, onde V. S. he
ouvido com aliene.ao ; e, portanto, espero que
uaquillo que estiver de sua parle concorra pa-
ra que a eleicao se'faca debaixo da uiclhor or-
den., e .mu a inaior liberdade possivcl, c de
modo que o governo possa bem avahar a ver-
dadeira e legitima opiniao do paiz Nesta oc-
casiao 1'ac.o partir o capitn Antonio Jos de
Mello a coimuandar o destacamento que e a-
cha nessa villa; e conlio mullo em que o pre-
sidente da assemblca parochial encontrar
nelle un. militar sisudo e.prudente para coad-
juva lo, no caso de baver quera ouie perturbar
o acto da allelo
Ueos guarde a V. S. Palacio do governo em
Macei, I." de agosto de 18-19. Jos Btnlo da
Cunha Figueiredo. Sr. co.ninandante superior
Salvador Percira da llosa e Silva, delegado de
policia da villa de San-Miguel.
Ordeno mui particularmente a Vine, que se
tbstenbade, na qualidade de subdelegado de
policia, tomar parte activa uaa eleicocs isuc
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c val proceder no da 5 do corrente, c de cm-
pregar a frca publica cin oulro cmpciiho ijue
nao >eja no de manter a ordem paia que se
nossain approxiuiar s urnas cleiloraes todos
nanlos livercni direilo de volar sciu dilleren-
i.i de oplnics; lieando Vine, nuil persuadido
ias"in lio triiiniplio eleiCoral que Vine, liouver
drobler, mas alm na proporeo da libcrdade
\r vol que VlllC lizer nianler na asscmlila
paroeliial; porque a intenro do governo iui-
perlal lie que a opinifn vc'rdadcira do pata se
manifest inul espontneamente.
Heos guarde a Vine. Palacio do governo ein
Macri, I de agosto de 1849. J'; Btnlo da
Cunha Figurirtdo. Sr. Jos llarliosa de \lcs-
si.is. subdelegado de polica da villa de San-
Mlguel.
De igual teor, en dala de 4 do inesino mez,
no delegado de polica da cidade das Alagas,
Nicolao Alves Rodrigues.
Para que as cleicocs, a que se vio preceder
no dia fi do corrente, sejam feitas coni a maior
libcrdade poiiivcl. proliio inui cxprcssamcii-
te a Vine, que, S*b qualqucr pretexto, re-
na a guarda nacional do sen cmnuiaudo eni-
quanto c nao concluir o aclo, aflu de que
se naoalribua o xito da cleirfio a qualqucr na
nejo da auloridade. pois que o governo impe-
rial si'iiuenlc quer que triuiupliein os que me-
recen) a boa opinio dos seus eoncidadaos.
Dos guarde a Vine. Palacio do governe cm
Macelo, i. de agosto de 1849. JoU Untada
Cunlia Fiquiiredo. Sr. tenentceoioncl Luil
Gomes Blbciro, conunandantc do primeiro ba-
tallio da guarda nacional da cidade do Penado.
Do inrsuio teor ao coinniandanle do segundo
halalliao da guarda nacional da inesuia cidade.
(inicio. Ao inspector Interino da thesoura-
lia da lazenda, approvando a labrlln da elape
e fonagein que envin ao goyerno, relativa ao
semestre du prsenle cxcrcicio.
Dilo. -- Ao inesino, coiiiiniiiiieando-llic lia-
ver o liaeliarel Manoc Jeronyino Ouede Al-
canforada lomado posse, no da 17 do mez lin-
do, do lugar do jui/ de direilo da comarca de
Alalaia ; bem como o bacharel Jos Tellcs de
Mene/es, no dia 31 do dito mez, do de juidc
direilo da cornaca do Penedo.
Dilo. Ao da provincial, mandando salisl'a-
zcr as despezas que ja se houvcrciii frito e as
que se liirein faiciido com a abertura do canal
ila l'iuila-Cros.sa ou Levada.
Dilo. Ao director do Ijcu, dcclarando-
llie que deve a congregaco uoincar lanibein
"lu proi'essoia para calar prsenle ao cxaiue,
r tomar nellc a parle que Ibc pe te iiccr.
Dilo. ~ Ao capil.io do porto, paranceber e
fazer embarcar para a corle na charra C'uiiuru
oilo c.'iixoes eoiii armamento niililisado.
BSHB-PB?"^^J".
PE; MAfBC >.___
TIIESODItARlA DA FA/KNDA PROVINCIAL
/lemonstraco do s existente na raixii
do exercicio de 1847 a lsi8 em .'II
de agosto di iMiir.
Saldo cni :il de ju-
lllO p. p. ..... 5:896/484
Recolta do corrente
mez........l'U:ooii/oo
Drspe/a do eorrenle
me/ .....
Saldo.
25:89ii/t8i
15:309/1159
10:6931825
Km cobre .
> notos. .
3x;.
10:690^000 10:693/825
T/iomaz Jusi da Silva GuimlO Jnior.
Antonio Cardos de Queiros Fonseca iunior.
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Correspoiulencia.
Sr. redactor. O que ronlra o Sr. do cn-
gnnlio MarotOl se 10 na Vnto n. 152 nilo se
entendecotn o Sr. que ora o domina mas
gim com un oulro milito honesto cidadlo
que nem por ponsamentos passou-llie cm-
baraQar villoras, ou acto algom do auto-
ridade publica.
A tonto de oiidndimannu imaginaria e
pbantasticamente, l para seus lins, esse 0-
gurado crino, nflo deve ter ganlio nada cm
communicaressas futilidades ao Etm. pre-
sidente, rouliando-llicn precioso lempo 15o
preciso ao l>cm da provincia ; e domis de-
miDCiou o sen tlnne peispiracia os lins oc-
cultos a]tac dirige o cominnnicaiite, ou
communicantoa por certo uo approva-
dos por S. EXC. que todava outra regpos-
ta nao linha a dar.
Nada mala accrcscentarei dcsla vez em-
quanlo nSo Virmos a ca^a que cai nesse
monde. O admirado.
Mnb I candes a pedido.
do mala profnndo reapelto c con-
Rldernc&o, tributado no lllm.
K\ii. Si*, eoiicelhelro i wt
lo Honorio Hcrmto Carnclro
Lefio, dlgnlsslmo preuldentc lu
provincia do Pornambneo.
Sd conliero de li grandeza c noinc.
Duraij. Kpisl.
SONETO.
0 lirasil grandes filhos ha gerado,
Eminenle varoes, iiue gloriosos
os pagaos Irilham dcsaes que lamosos
Tem lloma, (recia leiii eletnisado.
Enlro ellos, nobre Honorio, s numerado,
Tu que por teus tlenlos preciosos,
Por ten lino e gervifos valiosos,
Ksda patria ornamento sublimado.
O paiz que te deu a luz do dia
Os teus Ilustres rollos abeneda,
Rocorda o iiomc ten com ufana.
A lua finia rutilante vrta ;
Da ordent, 11 lenla de u monarcliia
Campollo denudado te Spreg*.
Parabens, parabens, Pernambucanos,
Trasliordom de prazoros peilos nossos :
lu cidadSo OlimiOi alto estadista.
Rege nossa provincia.
0 seu vasto saber, asua honra,
Os seus servicoa au lirasil prestados,
Emlim o nome seu, so garantas
Da nossa f'licidaJe
Sim, he o grande Honorio que,cscolhido
Polo nnsso imniai rli.i idolatrado,
Vein repartir comnosco os dons sublimes
lia mais justa poltica.
lie elle que, o seu lar abandonando,
Abandonando o seu proprio inleresse,
A soile nossa inilliorai procura,
Dosta grave tarofa se cncarroga
l'olo amoiexcessivo, amor sincero,
ijuc ao bem publico vola com lirnie/a
ti son coracSo nobre.
Da consciencia a voz lmenle o.inove
A fnzei sacrificios pela patria
Uando a patria do seu bra^o demanda
11 valioso apoio.
Assim, refere a historia, praticavam
Rases genios romanos que Ilustraran]
Com insignes accies de patriolismo
A lena ein que nascerain;
Os commodos da vida, a vida mesma,
Ao bem do seu paiz saerilicavam,
Ao vindouros legando eterna gloria,
Cobartos de louvoros.
Ao inclylo Minoiro, ijue administra
Esta heroica provincia, ja baatavam
P'ra deixar no lirasil brilbantfl faina
Os lil'los que o distinguen];
Ja bastavam crescidos henelicios
Que aos seus concid'adSos ha prodigado,
P'ra que a poslel'idade trausilliUissu
Gloriosa meinotia :
Mus elle, generoso Rrasileiro,
Patriota leal, hroe constante,
l>o lirasil nilose esquece un su momento,
Quer anda servi-io ;
Temi patria, que um mime considera,
Toda a sua existencia consagrado,
NSO Ihe pode negar em qualquer quadra
Os seus utois desvelos.
Moje que l'oniamhuco p'ra salvar-se
Pede a sua presenca, o seu auxilio,
Os mares elle tulla, e felizmenle
Guia os nossos destinos!...
Co'a maior emogBo nos le saudamos,
l.uzero do lirasil, preclaro Honorio,
A lua grala viuda abeiuoanilo
Presagio de venturas.
Parabens, parabens, Pernambucanos,
Trasbordem de prazor os peilos nossos:
l"iu cidadflo eximio, alto estadista,
Rege a nossa provincia.
Por um l'trnamhucano.
R io-I'ornioso, 23 de agoslu de 1849.
if briosa iiiii ialiilailr do brizar
VUthSUr.
Salve! (.tuinas gloriosas
lio nuil nobre Portugal!
Salve! memorias saudosas
Dcste pavilliao real !
Foi l no campo d'Ourique
(Juc o valeroso Henrique
Tin existencia firniou,
Qiiaudo peta vez primeira
A forle Kuropa guerreira
Km li ns ollins eiaviu !
Foi all que o rei soldado,
I un c os vivas da victoria,
Ao leu escudo bordado
Para eterna memoria
As cinco chagas juntou,
Pois, se a batalha ganliou,
I)eve-o a celeste favor :
lie sagrada a lua origein,
Por ti vela a Sania virgcni,
Vela por li o Scnhor !
'.ni nulo o clarn inussulinano
Soltona voz desabrida,
I o vetbo rei caslelliano
Julgnu acoroa perdida,
T voasle apressurado.
E as margens do Salado,
Ao teuraiar coruscante,
Pcrde o Mouro a libcrdade,
Sorri toda a chrlstandade,
E lu Ocas Iriiiniplianle!
Mi I mis de vida lao bella,
K longos aunos pascados,
(Juer o aceplro deCasiella
V4r os teus bros provados,
Ncga que .loiio primeiro
Possa de ti ser lierdeiro.
Mas ein completa derrota
Val seu dcsiloio o ocultar,
E t licas a brllbar
Nos campos d'AIjubairolla.
Ja no solo pnriiiguez
Nao retine n yalhagan,
So la ein Tnger cKex
Se esconde a raca d'lslan :
Treme Ceula, treme Anilla,
Que apelo marfuzll*
De /.arco o no*o canliiio !
E ein breve o Diestra de Aiz
Te ir domar a cerviz,
A' sombra desle pendao I
Salve, outra vez, bandeira
Dessa trra lu/ilaua!
T vais ser aguia allaneira
Ein toda a plaga indiana !
J tena frica subjeita,
E por ser espliera estrella
A costa que se derrama
Desde o cabo Tornientorlo,
De Ceylao no promontorio
Te reguera Vaico-da-tiama'.
T vais romper a cortina
Que esconde o rico Oriente
I', espalhar a doutrina
Do Senhor Omnipotente!
De .Melinde aCauanor,
Malaca, Dio e Ti mor,
E at o reino d'Ormuz
Ao leu poder se curvou,
E Abyssinia esculou
A sania lei de Jess.
A este feito espantoso
Deve seguir re mu rival,
K ao novo mundo lorinoso
Aporta Pedro C'abral :
Esla iniuiensa regiiio
Troca o preceilo pagao
Pela verdadeira luz;
Pois al ser chamada,
Pela forle gente ousada,
A Ierra da Santa-Cruz !
Forle acoule de iiiiiuigos
Ouando eram Iraicoeiios,
K protectora de amigos,
Se fiis c verdadeiros :
Esle prazer de servir
l.evou-te a Alcacer Kibir,
Onde captiva licasles,
E depois a dura llespanlia,
Menos por forra que inaulia,
Coi lou-te a rgida baile '
Eis nova era desponta,
E o guerreira Portugal
\ ingou-se d'aquella afronta
Em Mun lijo c I a 'iii i-, al,
E os l'oriuguezes preclaros
.Mi -o.o un i ni Monies-claros
0 que em Dio poderam ser;
K lodo o mundo assombrado
Por loda a parte arvoradn
De novo le torna a ver.'
Inda tem rivalidades,
Qucui mil balallias ganhoii
1 qin ni reinos e cidades
Por tantas parles creou ;
llau pavilhao.
as I da ainpliilao,
Faz t. oria nasccr.
As ata- inaisacode,
Nao dev .e.n inesuio pude
Queiu lu,diviuo uioreer!
Agosto, HJdclfM9.
h\ (i. de SI. Ilranco.
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NOMENCLATURA DAS MOLESTIAS-
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Alllenarfio mental
Amygdalite......
Anemia.......
Artliritc.......
Aslhma.......
Hexigas '......
Uroiichile '......
lilil" -. M pllililiCos ....
Callos '......
Cancros venreos ....
Cerebrite.......
Clica.......
Ciinsiipai, ni de vcnlre .
Conlusoes......
Conluses por castigo
Couve-llor......
Darnos sypliililicos ....
Diarrba.......
Dores venreas.....
Disenteria......
Edema.......
Eiubaraco gstrico ....
Enterite.......
Epbelides......
Erysipcla......
Erysipela pblegnionosa .
Escarlatina......
Escoriaciio......
Exostse.......
Febre inlermiltcnlc ....
Feridas contusas.....
Fcridas de arma de fogo .
Feridas por instrumento perfurante
Fstula stercora.....
Friciras.......
Furnculo......
Oaslrolgia......
Gaslrile.......
tiaslro-inlcrite.....
Gaslro-liepatitc.....
Hemoplilvse......
Ilcpalitc eliioiiiiM .
llydiocele......
Indigeslo......
Odontalgia......
Opbtalmia......
Olilc........
Otorrbea.......
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Pauericio
Pericardile clironica.
Pharyngiie .
Pleurile ....
Pleurodynia .
Pleuro-pueumonite .
I ueuiiiouile
Hliciimalisino
Sarnas '
Splenite-aguda .
Sypililes constitucional
Tubrculos pulmonares.
Ulceras simples .
Ulceras sypliililicas .
I ola encravada. ,
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Urticaria.....
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Ein observacao .
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0.11SEIIVAC-AO.
Vlorrcram de bexigas
de ino carcter.
Muran de brtigat de
uio carcter.
Hospital regimcnlal na ra da Gloria, 1." dojulhode 18i9.
Dr. I'edro de Athayde Lobo Moscoso,
CirurgiSo-mr eucarregado Jo hospital.
Do inappa cima v-sc que curarain-sc iirste
hospital do 1. de abril a 30 de junho 499 doen-
tes, dos quaes fallecerain 2, sendo 14 de be-
xigas de ino carcter, tres de tubrculos pul-
monares, dous de diarrhCi, um de ccrcbrite,
um de clica, e um de pericardile chronica, o
que d pouco mais de 4 por ccnlo de niorlan-
dade, que cerlainente he diminuta em rclaciio
a de oulros hospitaes; e, se nao fura a peste das
bexigas, que avulla por mais de metade, ella
seria de milito menos de 2 por cento, como
tem sido ordinariamente ein lempos que nao
tem reinado este ilagello.
Ein resumono 1." semestre do anno corren-
te tralarain-se no hospital 1110 doentes, dos
quaes morreramli, sendo 30 de bexigas, (i de
tubrculos pulmonares, 10 de ftridasde armas
de l'ogo.dos quacs7 inorrerain de ttano, um de
apopleja cerebral, um de eulerocolitcuui de
gastro-enterile, um pleuro-pneumonlte, un de
dysenteria, dous de diarrhea, um de clica,
um de eerebrite, um de pericardile chronica.
Sendo o numero total dos doentes nos seis
mezes decorridos 1110, e o numero dos morios
2, v-sc que a proporcao he de pouco mais
de 5 por cento no semestre de que tratamos,
ein que as bexigas linio quasi a metade dos
morios, e, a uo serein ellas, c as feridas de ar-
mas de fogo, que dao s por si mais de 4 por
cento, a mortandade nao chegaria a 2 por
cento.
S temos a deplorar que se nao tennain pou-
pado por meio da vaccina lanas victimas que
P i o v.ivi I o. rule nao teriam succumbido se hou-
vesse mais inleresse em favor drllas da parle
de quem deve ter lodo o zelo c cuidado, sendo
baldadas as rrcommendacocs que por varias
vezes tem feilo a auloridade superior.
Hospital regiiiieni.il do 3." batalhao de ai li-
lliaria a p, na ra da Gloria, l." de julho de
1849.
Dr. Ptdro de Athayde Lobo Uoicoio,
Cirurgio'inr eucarregado do hospital
AI.KA.NDEGA.
Itendimento do dia 6..... 4:008,658
CONSULADO PKOVINCIAL.
Itenilimento do dia 6...... 1:376,85u
iViovimento do Porto*
Navios sonidos no dia 6.
Liverpool por Macei Barca ingleta Ann-
lialirin, capiao Filippe Farley, carga as-
sucar.
Lisboa Brigue portuguez Sublime, capi-
13o Jo.ao Francisco do Amor, carga assu-
car. Passageiro, James Kippcr Adam,
luglez.
Obstrvacdo.
arnliiiu, tendo sabido no dia 1. do cor-
rente para o cabo da Ba-Esperan^a, a cs-
na inglcza l'anella, capilSo Edward VVilde.
os ordenados ornisdespezas provinciae*
vencidas al omez de agosto prximo pas-
ssado
Secretaria da thesouraria da fazendt
provincial de Pcrnambuco, 5 de aetembro
de I89. O secretario, Antonio Ferreira
d'Annunciac'io.
0 llu. sr. inpector desle arsenal manda
conv'daraos olliciaes do cantos e cavo-
queiros, que se qoeiram empregar na ex-
tracto de pedras nos arrecifes oeste por-
to, e lavragem destas para as obras do me-
llioramenlo do mesmo porto, sendo pagos
a jornal, ou por empreitada, conforme se
convencionar, a aprescntarcm-se-llie com
a maior lirevidade possivel ; em todos os
das a qualqucr hora.
Secretaria da inspecefio do arsenal do
marinha de Periiambuco, 5 de setembro
de 1849. No impedimento de secretario,
los lllnrcellino Mees da Fonseca.
0 arsenal do marinha precisa comprar
duas canoas grandes de conduceflo de tna-
tenses ; pelo que convida o lllm: Sr. ins-
pector, a quem as tiver e queira vender a
apresentar as suas [ propostas no dia *
do corrente ao meio-dia, indicando nellas
o lugar onde existam as mesmas canis,
afim de poderem ser vistas e examinadas.
Secretaria da nspeceno do arsenal da
marinha do Pernainhuco, 5 de setembro
de 1849.Mu impedimento do secretario,
or ilarcellino Mies da Fonseca.
Ueclaray&p
- O esci'ivo serviinlo de administrador
da recebedoria dd rendas internas gentes,
ubaixo assignaiio, avisa aos devedores de
imposto do lojas abcrlas da freguezia da
Ila-Vista que venbum pagar o que esliye-
rem a dever, relativo ao anno linanceiro
prximo lindo de 1848 a 1849 l o dia 9 do
corrente mez, lindo o qual se. a rclaciio
dos devi dores remrtlidu para juizo, oara
ser ,illi cobrada judicialmente. Slanoel
Antonio Simei do Amurai.
EDITAE5.
0 lllm. Sr. Inspector da thesouraria da
fazenda provincial manda fazer publico que,
do dia tO do.corronte em diante, se pagam
Avisos martimos.
Para a Babia sabe, em poucosdias, por
so adiar com mais do meia carga a bordo,
a sumaca Flor-do-Angelim, aiestre Bernar-
do de Souza : para o restante e passageiros,
trata-so com o mesmo mostr, ou com 1.01*
Jos de S Araujo, na ra da Cruz, n. 33.
Vende-ge o patacho pojtu-
guez C/ementina, prompto de ,0"
do o necessario para emprehenJ*'
qualquer viagem e de marcha mu'-
to veloz: quem o pretender, poJe
dirgir-se a bordo do mesmo, para
o examirlar, que se acha fundeado
delronte do Trapiche-Novo, c


^


-
tratar com o sen consignatario,
3Ianoel Joaquini Ramos c Silva.
Para a nahia sali impretorivelmenUi ,
no dia 15 do corrento, a sumaca llor-do-
iqclim, miHlro-ornardo de Son? : para o
rentante da o>se e passageiros Irata-si
rom Luiz Josioio Sa Araujo na ru da
Cruz, n. 33.
- Para o Ararfaty segu vingem com bre-
vidadc a sufftiaca nacional Carila, mcslre
Jos Cono^ffves Simas : para carga e passa-
peros^rrata-se com o mesmo n.estro, ou
eonXolt Jos do S Araujo; na ra da Cruz,
Le i loes.
Kolkmanu Irmflos farlo eililo, por in-
(crven<;flo do corretor Olivoira, de um sor-
timcnln de fazendas, todas proprias do
mercado: seguiida-feira 10 do crrenle,
as 10 limas da nianlia, no seu armazn da
ra (la Cruz.
--Johr.slcn l'ater & Companhia tirita lei-
15o, por intervenidlo do corretor Oliveira,
de um completo sortimcnlo to fazenilas in-
glezSs : terga-Teira II do corrente, s 10
horas da manli.la em ponto, no seu arma-
zem da ra do Vigario.
Avisos diversos.
O abaixo aisignado responde ao Sr. Jos
Ignacio Percira Dulra a pergunlafeila no 0.-.Y.
n. 77 ; que, quando liver de aprrsentar algunia
publicado em qualqucrjorn.il, soja esla fun-
dada em tenlldo genuino e iiaoein lenibrancas
inventadas de ana escaldada imagiiia^ao, r
nunca deve inrolvrr o nome daquelle que lian
se presta a caliiinniar o uein deseja coinquinar
a sua reputafao cm asseverar fados inleira-
mente liciicios. Antonio Rodrigues de Athu-
t/ucriiue.
.Muito se deseja saber se nesta ridade
ou provincia existem Manoel Jos AlTousoe
o padro Gabriel l'creira de Castro Itarullar,
4jno para aqu vieram de Portugal em 1516
ou 1817, sendo o ultimo sobrinlio do hri-
gadeiro Manoel Joaquim, queaqui morreu
na revolufo do 1817. Os mesmo, ou as
pessoasque delle liverem noticas, dirijam-
so a esta tvpograpbia.
iOSE' VISTOSO NA EMBIRA.
Ora j foi pegado esto moco Muito ron-
dei e fatiguei-uie para apprcliender este ca-
p ite! Pesqui/ei todas as eucruzilliadas o sa-
bidas, donde podesse cscapulir-m o maro,
bali por todas as grejassem todava esca-
par me as saerislias, fui a todos esses bos-
ques ondoso rende cultoao amor; enaJa de
Jos Vistoso Infelizmente nessa noite nflu
houve theatro, ondesem duvida encontra-
ra o mcu cavalbeiro, arrastanilo-so ao
braco de alguma dama. Allnal soube
quo este franebinote empregava-se agora
em dar lices de solo inglcz a bolina. I!em,
dissecommigo, est o Vistoso na embira, e
logo fizremessa delle ao llacorote. Dese-
java que bouvesse unas alvicaras por este
risloso ptnleiodo do que ja lia bastante se
faz digno pelo seu liom comportamento;
inda nflo be tarde : parabens, porlanto, a
todos aquelles que preza'm a sua reputaeflo,
eo que Ibes diz respeilo ; pois, nao lie pe-
quena cousa metter-so um melro destos pa-
ra :..Hi I '
O capilo Calumba.
~J. M. C, por antonomasia It participa a
seus freguezes que, tendo cm vista certo
negocio,.... Ihi' be muito conveniente mu-
dar de nome: ssini, pois, lem resolv lo
d'ora em diante assignar-se J. !'. S. P. e
como tcnba de fazer urna viagem a Portu-
gal ("jase sobo para que) a tratar certo
negocio com seu pai, osacristflo do S.-Ni-
colao, deixa para seu procurador nesta pra-
^a, o bem conbecido os Vi/loto.
0 abaixo assignado, procurador ila
Sra. J.F. S I',; como so v na deelaraeflo
supra) avisa a quero, convier que se ncha
eslabelecido na ra da vclba prisflo n.
330: o mesmo tambero compra, por ler miii-
ta precisan deste genero, urna poreflo de
quiri
Jos Vtiloso.
--0 Sr. Orandn,quebc administrador de
una padaria na ra da Senzalla-Velba,
foi o autor do anniineio que so publi-
cou no Diario de bontero n. 198 contra cor-
to caixeiro de um negociante da ra da
cadeia do liccife ; e o mesmo caixeiro res-
ponde ao autor do annuncio que be ine-
llior iinpoilar-se com as ohrigacocs do
seu patrflo o nflo com a vida do mesmo
caixeiro; pois o mesmo se nao importa
com os annuncios do Sr. Carvalbaes, e
nem be quero a ellos responde ; c se con-
tinuar com mais alguin annuncio contra
0 mesmo caixeiro, lera do passar por al-
gum degosto.
O nariz ele Leo.
los Vistoso relira-se para California.
- Precisa-se do dous foguistas para
uro barco do vapor : na ra do llosario
larga,,n. 1*.
Aceilou o segnifieado? Aceitn igual-
mente a spplicacfloi' liem; entilo, ueste pon-
to estamos conformes ; poiin coro o seu
eceite collocou-se Vine, na dillicil posieflo
que (conforme Vine, diz) euoceupava, c
1 or isso vriiliu asereu agora o perguiila-
dor. *No seu segundo annuncio Vine, diz
que cu me estigmalisci.porguntei Ihe como
era applicado este termo, qunl a resposla ?
Ncnluiaa : veio contando historias de la-
dres, pecn-lhc appliracflo, nada : no ter-
ceiro historias do namoros, e como Vine,
ignora quem son, nada de resposta ; flla-
me de una dse, pergunlo quema levou ;
nada: pergunto quero ou a quem be appli-
Cavel a palavra ladrflo : qual Fica mudo :
Vmc. s quer cliamar-me para o campo dos
dostos, quer que eu fuga papel do arriciro,
nflu Ihe dare esse gostiuho porque repugna
a minha educaeflo !
NSosei a quero ser mclbor applicado o
nome do quadrupede, purquanlo; eu, alm
dodar-lhe o significado coro o qual Vmc.
se conformnu, lento acompelibado passo
por passo todos os tpicos dos seus annun-
cios, ao passo que Vmc, baldo de materia
e rasio, veni sempro com novas invences
que nflo leen] connoxHo alguma com a nossa
discusso ; nlo podenJo acertar com quero
lem redigido as resposlas aos seus dispara-
tes, corre rua, beccos e casas, pcrguulando
quem be o autor: fac,a como eu quo nlo
exijo saber quem be o pai do tal enanco
que Vmc. deu a luz como parto de si cane-
ca, hemdisseeu queflaria Vmc. pi.pose
pedns para saber .quem lio aqu He a quem
Vmc. lem emprestado todos os seus labos,
e que com delicadeza Ihe nlo tem retribuido
oom oulros igual! i quer ?me. saber quo.n
llie responde;' Aceite o convite que agora Ihe
fico; he este: ou me comprometi assig-
naro meu nome depoisque Vaic. nioics-
nonder as seguintes perguntas o assignan-
'do-se oro haixo. Sao estas. A quoni be ap-
plicado o labo de ladrflo i' Quem lio essa
pessoa '< Quem be o tal namorado i' Quem
foi que levou adose? So aceitar este u.cu
justo convite, eu estou prnmpto rara entrar
em discussilo com Vmc; e.se o nHo lizer.eu,
desprrzando todos os seus doeslos conten-
tar-me-hci com o juizo que denslizero
publico, pois nlo he estranlio queeu, nflo
leudo dirigido a Vote, nenbum insulto, le-
tiho pelo contrario sido memoseado com
alavras s proprias de arrieiros.
- Na esquina da ra des Cruzes, junto a
praca da Indepondoocia, no priroeiro an-
dar coziubn-se para lora com lodo o as-
seio ; fazem-sc bandejas do boliiihos do-
ce d'ovos de lodas 18 qualidades ramos de
doce secco para cima le mesa, lilos, po-
dios, pflo-dc-l ludo enfeilailo coro alli-
nins presunto de liamhre, culpadas, l'ri-
gideiras tudo a contento dos pretndanles
e por pceo milito cm conla.
Tiraram da algibeira de urna casaca,
na igreja matriz de S.-Antonio urna cur-
teira coro varias contas o papis que nflo
jii'i loin servir a pessoa alguma : quero a li-
ver, podo licarcom o dinheiro que levava,
edeilaros papis do noite por baiso das
portas da loja da prac,a da Independencia,
ns. 6 c8.
F.ngomma-.see lava-se loda a qualida-
de de roupa, com todo asscio, brcvidrde|e
por prt'Qo mais conimodo do que ero outri
qualqucr parte : na ra do Agoas-Verdi-s ,
casa tenca n a6.
-- Pordcu-se, desde o boceo de F.spinhei-
ro al a ra do Cotovello, urna carteira
verde, com Techadora de mola, contendo
dentro una carta com um recibo pass'do
ao p da inesma, do 0,C00 rs. um recibo
do cmpenlio de joias, o -23,000 rs. ero sedu-
las duasde 5,000 e qualro do 2,000 rs. :
quema liver adiado e a quizer restituir ,
dirija-so a ra do Cotovello casa penlti-
ma a padaria.
Bixas.
>\i prafsi da I lid p en-
I denc, u. 10, |
ja ao voltar para a ra das Cruzes, alu- q
r\ gain-seevciidem-.se bisas de Mam- a
S burgo : lambein vio-se appliear pa- Y.
S ra commodidaJe dos freguezes ; ti- Jc|
PJ rain-su denles, sangra-so o appli- J*
w caro-se ventosas: ludo por proco v
? cominodo. C'
OOOOOOOOOO OS>009005>
A pessoa que tero recebidj os negocios
virolos do l'oi tu, reincltidos por Domingos
Francisco Maya por conla do sacristflo de
S.-Nicolao e seu lilboo incoinparavel Jos
Vistoso, morador na ra Prisflo-Vellia ,
n. 303.
Dflo-se 400,000 rs. a premio cjro boas
firmas: quem pretender annuncio.
Ilebrard cv C.oinpanbia na ra do Tra-
piche-Novo, participan! ao publico que a ta-
ba m de receber, pelo ultimo navio chegadu
de Franca, um helio sorlimento (do conser-
vas como linguicas com trulfas, julienne ,
cocumelos ditos cahiniiignons carroles,
niostarda franceza, crvillias, sardinlias:
tudo muito fresco. No mesmo rslabeleci
menloso encoutrario todas as qualidades
de vinlios, cognac absinlh Icercli verda-
deiro da Suissa, licores, azeito superfino
do Sr. Plaguol do Marselha, cliaropaiiha de
superior qualidade.
Ilonrietla l-.lizia Bacquet iclira-se pa-
ra fura da provincia.
I'reeisa-scde una amado leite, que
nflo seja rscrava : no pateo do Terco, u. 30
-- l'rocisasealugar uro inoleque fiel, pa-
ra entregar pflo : paga-se bem : no palco
do Toreo, n. 30.
Prccisa-se do um caixeiro que seja ca-
paz e d liador a sua conducta para una
padaiia : na ra da S -Crnz n. 2*.
-- Precisa-se do prctas que voudam pflo :
no Forle-do-liattos ra do Iturgos n. 31.
J| Chapeos de sol $
Ra do Passeio, n. 5
O dono desto ostabolecimcnlo avisa ao
rcspeitavel (ublico que elle recebeu pre-
sentemente nina qualidade de chapeos de
sol com armaeflo do neo SOrtidoS ero co-
res e do varios tamaitos, qualidade esla
nunca aqu apparecida; bero como cha-
pos de sol coro armaeflo de baleia, soni-
dos em cores lixas ; ditos para senboru, de
seda muito encorpada cun ricas franjas de
retroz e chegados ltimamente de Paria :
lambein se vendem chapeos de sol, de pan*
ninlio cm porefloea rclalho ; ditos para
feitor de nngeuho, muito grandes. Os fre-
guezes arharilo um completo sorlimento de
sedas e panninbo imitando seda para co-
brir qualqucr armajflo de chapeo de sol, o
que se faz, o tamoem se concerta com toda
a brevidade,
Precisa-se de olliciacs o discpulos de
niarceiieria, e fazein-so mobilias ricas das
inadeiras que se encommendar : a tratar na
leuda defrontcde San-Francisco, na loja do
cscriptorio da,companba do licberibe.
A Aurora.
O sexlo n. deste peridico acha-se no lic-
cife, as lojas ns. 6 e 8 da praca da Inde-
pendencia, na livraria da esquina doColle-
gio ; e ero Unida no bigardo costume.
Na porta do Sr. I)r. Gervasio Gonal-
ves da Silva, substituto da prtmeira vara do
civel, sa hflo de arrematar no da 11 do cor-
renta duas moradas do casas terreas, de
renda anima1, no lugar da Soledade, estra-
da que segu para o Manguind, n. 24 no
valor de 48,000 rs. e n. 26 no valor de !)t,000:
quem qu7er comprela s 4 horas da tarde,
no lm do beeco do Alerro-da-lla-Visla.
Aluga-seo armazeni do sobrado n 23
da ra do Sol: a fallar com Jos Cypriano
de Moraes luna, na ra das Trinchen,is, n.
40, segundo andar.
No sobrado da Trempe, n. i, que tem
venda por baixo, precisa-sa alugar un ou
dous escravos para trabalbar no mesmo si-
tio, com acondieflo de dormir na inesma
casa, dando-se-lho o sustento o o joma
que seajustar a vontade dos senhores
-Hila Francisca do Monte Taz publioi
quodissolreu a sociedade que tuve com <
Sr. Jos da Silva Muniz na casa de paslo di.
'zJ
roa da Cruz, noRecifo. n. 18, desdo o pri-
meiro do corrento, lc.ni.lo a annuncanlo
com a parle que ero dita casa tove o dilo
ex-socio Muniz, de cuj parto receben 100^
rs. e 00,000 rs. ero duas ellras a vencer
primera a tres e a segunda a .1 mozos a
annuncanlo fica obrigada por todas as di-
vidas coiitrabidas com a dita casa, bem co-
mo a receber todas as que so estilo deven-
do a mesma e continuando osla no mes-
mo gyro debaxo da adiiiinislracflo do Sr.
Jos Concalvcs Nniies de Paria.
-Alug..-se urna casa na Passagem-da-
Magdalena, junto ponte, coro excellenle
hanhne seu pequeo sitio to Jo murado : a
tratar na ra da Cruz, n. 61.
Negociain-se, por qualqucr
quanlia. Irca Ictlras nceitaa polo
reverendo padre Amhrozio Bodri-
gnes Maclmd* e Silva, morador
antigamenle na cidade de Goian-
na, negociante de gado do sertSo
para esla piara, e lioje na sua fa-
zeuda I.ageiio-vle-Qiieixeramohiin,
as quaes eslao vencidas e impor-
tan) principal e juros em 4:Boo,ooo
rs. : a quem convier, dirija-se ao
Aterro-da-Boa-Yista, n. 63, pri-
meiro andar.
Aluga-se urna prcta para o srrvico de
urna casa que lava engomma e coziuha :
quero a pretender dirija-se pra$a da Inde-
pendencia, loja n. 3.
Quem precisar de una ama para casa
de bomeni solteiro ou do pouca familia,
dirija-se ao becco Tapado no largo da ma-
triz doS.-Antonio, n. 3.
Precisa-se alugar una sala com alco-
va quo cheguo para a morada do um ho-
rnero solteiro c que seja no bairro de S.-
Antonio em ra que seja boa : quem tiver
annuiicic.
O Sr. que altigou um primeiro andar ,
e nflo lem respond lo as immensas carias
quo so Ihe lem remullido queira dar 30-
lucflo, pois se faz niister,
O abaixo assignado faz sciente a quem
convier, que comprou no dia priroeiro do
correte aos Sis. Silva t Coala a.sua liber-
na, sita na ra do liosario da lia-Vista, n.
2, e quo, licando cncarregado do pagar a
praca o debito dos inesnios senhores, como
consta de urna relacJio em sen poder, dada
pelos niesmos, importando em 879:062 rs., I
succedo que iigumas cuitas nlo leom con- J
l'erido, e por isso roga a quero so julgar seu|
credor queira apresentar-lhe suas CO Illas I
correnles por seren legaliaadaa, isto no
prazo do tresdias, contados da data deste; I
do contrario nflo se responsalulisura por
qualquer difTercnfa que possa baver. Jon
Marlini de llnrros.
--Precisa-so, com urgencia, de um official
machinista para administrar o vapor de um
engciiho contiguo no passo do Camaragilie
na provincia das AlagOaa, onde ha oulrnsj
engetibos div. sfl natureza, dos quaes pu-
de obter un bii'ii partido advertindo que:
precisa-se j, alim de iralar-scda niacliina
para por cm estado dcft>ocr a tratar na
praca do Commercio, nM primeiro andar.
Prccisa-se de una ,tni para una casa'
do familia docente, para izinhar o diario!
de una casa : na ra do Hospicio, n. 4.
--Itoga-se ao Sr Antonio Uaximiano da I
Cosa que baja do ir ra do Amorim, n. 6,|
a tratar de certo negocio que muito Iba diz
respeito.
Sociedade Harmnico-
Theatral.
O primeiro secretario avisa aos Srs. so-;
COS que os carlOeS para a iccita de 7 do cor-1
renic dislrlliuem-se nos dias o 6. o nestel
ultimo, is4 horas da tarde, se achara reu-
nida a direreo para approvacflodos convi-
dados, coitos de (jiie na noilO do espectcu-
lo nflo so appiovar convidado algum. Ad-
verte-se que devetr. firmar es cailles do ga-
lera para evitar abusos apparecidos, assim
como que sem ellea nflo entrar ressoa al-
guma ; e S 80 proprio socio, ou por ordein
sua por escripia, poder Jo os niesmos ser
entregues.
Manoel de Almcida Lopes que coslu-
ina comprar e vender aacravos mudou sua
residencia da ra do Vigario, n. di, para a
ra da Cadeia do Recite, o. M).
Carlos Gillain fi publico
que mudou o sen eslalieleciincnlo
da roa Nova, n. 19, para a inesma
na, loja n. 30, onde seus fregue-
zes o acltarSo aempre prompto pa-
ra o for do seu olicio.
Previne-so aos Sis. o miinandaiilcs de
navios de guerra e mercantes que nflo rc-
cebam a seu bordo, seja qual Tr o pretex-
to o escravo Joflo, pardo liiguciro, de es-
tatura pequea, o quai tem por vezes ten-
tado evadir se desta cidade por mar, j em
navios mercantes, ja oTfereccndo-se para
assentar praca a bordo de navios de guerra.
- Desnppareceu, da casa do sen senhor,
l.uiz Comea Ferreira, no Mondego, o escra-
vo Juflo, pardo trigucito, de 1!' anuos, de
estatura pequea rara larga bocea gran-
de e bous denles : quem o pegar leve-o ao
diloSr. quedara 50,000 rs. do gratifica-
seu prestio, drija-(a ra das Saudades,
na Boa-Vista, casa junio ao Sr. coronel Cy-
priano Jos de Almeida quo ah so darflo
as informacOea que se quizaron obter.
i ara.1 s pessofls que len-
eionan seguir viagem.
No paleo deS.-Pedro cusa terrea n. 8,
Uram-se pasaaportes para dentro e lora do
imperio correui-se folhas o despacham-se
escravos, e para este flm lar/.bem ple-se
procurar na praca da Independencia livra-
ria ns. 6 c 8.
^S*^**' *??>'?*>?>a> i)
-.: ,-o
*J Deposito de rap.
{' Domingos AlvosMallicus, agenleda
ry fabrica de rape superior i'i'ei.i | rola
J" o meio grosso da llaliia, tem aberlo o
V sen deposito na ra Cruz, no Iteclfe ,
& n. 3S, priroeiro andar, onde so adiar
?>" sempro deste excelleuto o mais acre-
ditado ra| que at o prsenle se loro
} fabricado no brasil: vondo-se ero bo-
\) lesdeuroae meia libra, por proco
mais conimodo do (|ue ero oulia qual-
quer parle.
ranea : no mesmo bilhar, das 10 horas Jo
dia em diante. ..!
Vende-se a taberna da rua do caueiro,
n.'H.
^f*%D0 *"*(>%
Na rua Nova, n (io, preci-
sa-sede uincllici.il c'c alfaiate pa-
ra concerlos.
Jos Antonio da Cunta Taz sciente ao
publico que nflo facam negocio algum coro
una lettra sacada por Jos l.uiz de lirilo o
aceita por elle Cunta, pois o annuncanlo
tem de questionar ero juizo sobre a inesma
lettra.
Lotera do Guadalupe.
Fst mareado odia li do crrenlo rooz
para o andamento das rodas desta loteria,
SO nislo conscntireni os amadores deste jo-
go, que devem eoneorrer para quo se com-
plete a venda dos bilhetOS.
fj Caolano Xavier Percira de Tirito, $
> doutor ero medicina, aniuincia ao <
f reapeilavel publico, que Itxou a sua )
li- residencia no Aterro-da-lli-Visla, 15
4J 11. 43, uude poder ser procurado a y
qualquer hora 5 o da consultas gralli )
>" aos pobres, das Uas9ll0raS da roa- ,,<|
J; nbfla. ,4
* *
Soeiedade Apolitea,.
Faz-so certo aos Srs. socios que a direc-
cJo niarcou para a partida do crrente roez
o dia -J-' o para receber as piospostas para
convidados 1 niesina o dia II as horas do
COstume, na casa da sociedade.
-, .vvwvTvV, uv;wv,vo
-? *
Fabrica especial de
cadeiras, na rua
larga do Rozarlo,
11. 10.
Doman c. Jules Imalz
(ao.
lis verdadeiros charutos
de Ha vana, da mais superior qud
lidade, chegados agora, tettfio a
venda na 111.1 da Cruz, 11. 5l, ar-
mazcm de J. O. EUler.
-- Aiuda est para vender a excellenle ca-
sa terrea, sita em Fra-de-Portas, notario
do Pilar com solio e trepeira quintal,
coziuha Tora por preco rasoavel : na rua
da Senzalla-.Nova n. *.
Den tes aitifieiaes.
J. A. S. Jane,dentista, participa aores-
peilavel publico que contina a exercer a
sua profissflo, na rua eslreita do Itozaiio,
n. Ifi, primeiro andar.
Aluga-se, para o servico interno de
urna casa capaz, umaescrava parda, anda
de pouca daile de muito boa conducta,
e de excellenle.-. coslumes, cose perfeita-
mnle, vesto urna senhora, prepara una
mesa com cha e fazer a contento todos om-
inis arranjos de urna casa, menos coziuhai
e engommar: quero se quizer utilisar O
leom a honra do avisaran
reapeilavel publico que aca-
ba ni de abrir sua (en la de
niarceiieria, onde bao de
fabricar especialmente ca-
deiras Trance/.is, americanas e al-
lemilus, sophas e marquesas. 0> an-
nunciantes, chegados ha ponen lem-
po <\o Franca, trazeni os modelos os
mais lindos e mais comtiiodos que
so fazem agora, 6 por isso se acham <
habilitados para salisfazeras pessoas que quizerem honra loa coro sua
conlianca. 0-. mesmos tambero se eu-
carrogam doxoncerlo de qualquer
mobiiia do assonlo que se apresen-
lar, eos seus freguezej flearflo con-
tentes do modo que serflo servido
^ .
< S
-?
<:
<:
<"
< \
<\

tC tanto 0111 promptldSo como cm sol- ^
S dez e proco barato. !
9*1 kh&M !AAA*A jtAAMAOj
-- Desencaminbou-se l barril de inanlei-l
ga iogleza, coro a marca II, 11. 10, pequeo,'
com 58 libras,cujo pertence eo abaixo as-l
signado comprado a (Inofre Jos da Cosa
em3do corrente. Itoga-se a quem o rece-'
beu de o entregar ao abaixo assignado ,
pois o portador nflu be eslranho, e logo que
tpparecaae indagar a quero o entregou :
lambein se proceder cunta quero o liver!
occullado. Munoel Dius ernuniles.
Aviso.
Quero pretender engenhos para ero .'
ras socar una calza, ou 0 barricas do
sucar, oceupando una s pessoa e un
vallo, canos para conducQao de, Tr
com assucar, tambem por una sua pea
nflo querendo ser engaado, dirija-se
do sol, 11. 13. Adverle-so quo OflOSSo ca
de forquilha... por bsiSO do fundo das
mas: desles os acbaro na fabricados
starr v Companhia.
bo-
as-
ca-
roas
sua,
11111
rros
fr-
Srs.
Compras
Compra-se prala c ouro sem feitio
rua Vellia, n. 54.
Conipra-se um sitio pe lo da prapa ,
coro capacidade do ter voceas do leite, casa
do vivenda e terreno para planlacu : na rua
da Cadeia do llecile, loja de Tazendas, 11 61.
Compra-se nina liteira: na pra?a da
Independencia livraria n. 6e h.
Compra-se o Genio do chrislianismo
por Challicaiibi iand ero Iranccz, e com
uso: na praca da Independencia, liviana
ns. 6e 8.
Compra-se urna padaria, sendo ero
qualquer dos bairros de s.-Antonio, Itecife
ou Boa-Vista, com laoto que estoja afre-
guezada : na 111a eslreita do llozano, 11. 8,
se dir quero compra.
pura curar da phtysiea cm todos os fens
uiercnlcs graos, ou molivada por consti-
p.-.ijoes, tosse, asthma, pleuriz, escirros do
sanguo, drde cosase pe i tos, palpitacflo
110 cor.iijflo, coqueluche, bronchites dr
na garganta e ludas as molestias dos orgflos
pulmonares.
lo todas as molestias que por he ranea 11-
cam ao corpo bumann, nonbiiina ha que
mais destruitiva lonha sido, ou qu>! tenba
zombado dos esforcos dos boroons mais
omnenles ero medicina do que aquella
quo he goralmenle conlifcida por moles-
lia no bofe. Fui varias pocas do se-
clo passsdo, tendo-se olforecido ao publi-
co diiloivntes remedios com attestados das
extraordinarias curas que olio tom Teito;
porni quasi que 0111 todos os casos a ilusflo
tem sido apenas pa>sageira o o doento
torna a receir em peor estado do que se
achava antes de appliear o remedio tflo re-
COmmendado nutro tanto nflo acontece
com es to extraordinario
Yaropc do Bo>que.
Novaea & Companhia, os nicos agentes
nesta cidade a provincia, uomeados pelos
Snrs. 11. C. Vales & Companhia agentes
goraes no Itio-de-Janeiro muiaram o de-
poaito deslo xarope para a botica do Sur.
Jos Mara ti. Ramos, na rua dosQuarleis, n.
ii juntoaoquartel dopolieia.ondo sempre
acharflo o nico o verdadeiro, a 5,500 rs.
cada gnala.
Vendem-ae s lindos molequcs de i a
18 anuos, s'inlo 11111 dellos co/inheiro e 011-
iro 1 llicial de alfaiate ; 8 prelos de o a 25
anuos ; 3 pardas do 18 a anuos, coro ha-
bilidades ; pretas de 13 a 35 anuos ; pro-
prias para todo o servico : na rua do (!ol-
legio, ii- 3, se dir quem vende
Agoa de niel.
Fsto remedio he para promover belleza
o vigor do cabello, removendo a caspa e
conservando aquello inacio e lustro da pel-
lo o cabello quo s podo ST adquerido
tendo-se a pello fresca e os poros polas rai-
zea do cabelle sempre abortos, e sua aceflo
salular nada conten que possa prejudicar
o cabello : vondo-so na rua do Trapiche ,
n. 31, sogun.lo andar, a 1,000 rs. cada
gnala cnvolla 110 seu competente recci-
tuario.
Aftoa de porola.
Kssecelehre e innocente cosmtico para
tirar sardas e rugas, e ero bollezar o rosto ,
foi por muito lempo s conbocido de poucas
pessoas nos Esladoj-Unidos, porn sua
grande utilnlado tornou-a o cosmtico mais
popular queso usava nos toiletes moder-
nos : vende-se na rua do Trapiche n. 3i,
segundo andar a -2,000 rs, cada garrafa.
Fusta de flor de \yro.
leo mclhor artigo que se conhece para
limpar e embraiiqueceras .lentes, forlilicar
Bsgengivaa a eonscunr a frocca sempro
liin, .1 cas gengivas "purilicadas do trta-
ro : veiiilo-se,t rualV)Trapicho, n. 3t, so-
gurolo andarla 2,"000 as. cada boiito.
Vende-se luna pretaque engomma e
coziuha o diario'rfe una cas, com urna
luid 1 iiegrinha do 10 anuos : na rua do Col-
legio, o 15, primeiro andar.
-- Vende-se um pardo sapatoire, ptimo
pagem 0 hbil para lodo o servico, por ser
de boa conducta, o quescalianc,i com res-
ponsabilidade; nina piola para o servico
de casa o do campo : o motivo por que so
vende so dii ao comprador: no paleo do
Calino, 11. 18.
- Vi ni. Dneila, laberna n. 23, vnde-
se elia brasileiro bom a 2,000 rs. a libra ;
manteiga ingleza, a 180, tato, 720 e800rs ;
queijos de Minas, a too rs. cada um ; vinhu
engarrafado muito bom a 500rs. a garra-
fa, ti 1 roprietario desla taberna, como Bra-
sileiro que he, agradece a polica e ao Sr.
fiscal de S.-Antonio pela prompta provi-
dencia que dorain das patrullias nflo obriga-
rcniuiaisa feciiarein as tabernas as oito
lloras.
Vende se 11 roa prota moca, que cozi-
uha lava eeiigumiua : na rua da Senzal-
la-Nova, 11. 22.
Vcnde-so azeitc de carrapato a 2,560
rs. em caada ou a 320 rs. ertl garrafa :
na esquina da rua llangel venda de Jos
Itudrigues C00H10& Companhia.
Vende-se cora de carnauba,
de muito boa qunlidade, em pe-
queas e grandes porcoes e por
Vendas.
Vende-se urna mobiiia composta de
18 cadeiras, soTa, bancas o mesando meio de
sala, cm boro uso e boro construida de ma-
deira deangico : na rua larga doKozano,
11. 36.
-- Vende-se ou aluga-se o bilhar do Pas-
seio com toda a mobiiia e pertences, por
pi een cominodo, a dinheiro ou coro segu-
preco coniinilo : na rua da Cruz,
11. O.
--Se a cura da vista curia ou cansada
zombou alo certa poca da medicina, nflo
acontece agora o mesmo na presenta de um
par d'oculos adaptados ao grao de vista do
paciente, os quaes se vendem na rua larga
do llosario, loja n. 35.
Na rua do Crespo, loja de qualro por-
tas, vendeii'.-so rlacados Tiancezes, muito
bonitos padres, a mca pataca o covado ;
curtos de Victoria para vestidos, Tazenda do
muita economia, a tres mil ris ; corles de
sedinha, proprios para vestidos de verflo, a
! dous mil ris.
Vende-se, na Passagem-da-Magdalena,
urna venda coro 200,000 rs. de Tundos :
quero a pretender dirija-se a mesma, nu-
mero 62.
Ven le-se urna escrava de bonita figu-
ra, de f (> a 18 annos : na Iravessa do Peixo-
to, n. *0: adveite-so que a escrava lie de
nacSo.

MI ITIl A nn


'



-
-''
Para pravos.
Vendem-so cobertores de algodilo ameri-
cano a 500 rs. cada umi xnarto atfiOrs, o rov.nlo; dito trancado, a 200
rs. o covado ; pecas de ganga azul da India,
com i palmos ile largura e 13. Povados a
3,(00 rs.: na ra do Crespo, loja n. 10.
Rojh rola francez.
Vendo-se o superior rap rolao francez,
nicamente mis hijas dos Srs. Caetano l.ui/.
Ferreira no Aterro-da-Boa-Vista n. 4i
Thomaz do Mallos Estima, na mesma ra,
n. 51 francisco Joaqun) Uarte, ruado
Calinga ; Pinto & Irmfio na ra da Cadeia
do llccifo, n. 19.
Vendem-se rispados escocczcs com
vara de largura, a 200 rs. o covado ; cassas
pintadas do cores lixas, a 210 rs. o covado;
pecas de pannioiio do vara de largura, com
11 jardas a 2,000 rs. : na ra do Crespo,
loia n. 10.
A o barato.
Vendem-se, na loja dama do Crespo,ao pe
do arco de S.-Antonio,n. 5 A,curtes de cassa
com seto varas e de cores fixas a 2,."i00 rs.;
ditos superiores a 3,000 rs. ; curtes de col-
lele !e gorguro de seda a 2,500 rs. ; ditos
do fustfO luanro a 500 rs. ; recas do cas-
sa para bailados, a 2,560 rs. ; cortes de cal-
cas de pello do da 1)0, fazenda muito cn-
corpada a 1,000 rs. ; ricas mantas de seda
para sonhnra o meninas, a R e 8,0(>0 rs ; cor-
tes de casimira clstica de urna s Cor cla-
ra, a 1,000 rs.: bem como tambero se ven-
den) objectos de armador, romo sejam es-
poguilhas, rendas, volantes, etc.
*##$$ '??^?????
m
Vendem-se saccas com muito boa fa- w
rinha do mandioca, por barato pre- ($
co : no armawmdo Bacelar, om fren- *>
teda rampa da alfandega, a tratar ^
com Macliailo <\ Pinheiro. **
Farinha barata.
m
i
i
m
o
m *
1Y1 a (lapo loes finos a
3,600 rs. a peca.
Vendem-se madnpoloes linos, com 'i jar-
das rom nrr, pequeo loque de moro pe-
lo proco do 3,000 rs. a peca : na ra do Cres-
po loja da esquina que Volla para a ca-
deia.
Vendem-se esrravos baratos, na ra
das i.arangeiras, ii. i i, segundo andar, a
saber:dona mulatinhos ptimos prgens;
3 pelos paja o seivico ile ean.po ; un mo-
leque do 12 anuos; urna ni lima escrava
que engomla, cose o cozinba, tudo com
pcrfeicln ; nina prela denacfioCosta ; urna
ditacriuula, de bonita ligura, o comal
gumas babilidados ; o mais alguna osera-
ros.
Cortes de brlm de puro
li'nlio, a 1,280.
-- Vendem-se corles de brim (randado
pardo de pnro linlio, pelo diminuto proco
de quatro patacas : na ra do Crespo, loja
da esquina quo volla para a cadeia.
Vendem-so reloglos do ouro e prala,
patentes ingle/es: na ruada Senzalla-.No-
va, n. 12.
Veiidc-se cal virgem de Lisboa de
eu| 'rior qualidade, em barris del arrobas,
cbceada neste mez pelo brigue Marta-Jos:
i Matar na ra do lirum armazem de
Antonio Augusto da l'onsera, ou na ra do
Vigario, n. 19.
-- Vende-so vinho de Champanha, da ver-
dadeira marca cometa : na ra da i'ruz, ar-
mazem n. 27. de Crocco & C.
Vende-se vindo engarrafado lia 3 anuos,
tanto linio como branco, o mais superior
oue ba boje no mercado; bem como viudo
daFigueira., a 160 rs. a garrafa na ra
djs Cruzas, n.'ao. *
Cha brasileiro,
Vende-se oda brasileiro no arma/.em de
moldados airas do*Corro-Santo, n. 66, o
mais expeliente cha produzdo em S.-Pau-
lo que lem rindo a este mercado, por
prec, i muito commodo.
-iVende-se um cabrinha do 18 anuos,
alio, sadio de bonita ligura, o quede pro-
prio para bolieiro, 0 s se vende para a pra-
ca e niio para o mallo para o que se alian-
za a sua conducta ; um inoloque de 13 ali-
os sadio e bem prelinho: na ra larga
do Itozaiio, loja n. 35.
A ellos que se estilo
acabando.
so ebegados pelo ultimo rapor viudo do
norte os superiores queijos de prensa na
ruado Queimado, n. 25, loja do iniudczas.
I5om g;osto.
Naruado gueimadu, viudo do llozario,
segunda loja n. 18, vendem-so ricos coi les
de cambraii de seda com barra e sem ella ;
diloado camba ia branca com barra; len-
cos blancos de linbo ; ricos diales de seda
matizados de cores ; maulas de se la de bo-
nitos gosUft ; e oulras muilas fazendas por
preco commodo.
Bom e barato.
--Narua do Queimado, viudo do Hoza-
ro segunda luja n. ts, vende-se panno
fino verde e piolo, a 2,1,00 rs. o covado
suspensorios de seda a 500 rs. ; loncos de
lila para pesCOCO a ICO is. ; lencos pretos
para grvala a 200 rs.
Qut jos Joiidrinos e pre
su utos
para fiambro ; conservas ; (alindas com bis-
coutinbo inglcz : tudo cliegado do Liver-
pool pelo ultimo navio, por preco mais
commodo do quo em oulra qualquer parto :
airas do Corpo-Sanlo, armazem de molda-
dos, n. 66.
odo, de todos os lmannos.
para di!o.
4cs fumantes ele bom qoslo.
No armazem de moldados atrs do Cor-
po-Sanlo, n. 66, ha para vender, cliegado-
pelo ultimo vapor vindo do sul, superio-
res charutos S.-Flix, o do outras murtas
qualidadea que so venderlo mais barato do
quo em nutra qualquer parto : bem como
cigarrilhos hespaiihoes, ditos de palda de
mildo, que se estilo vciideudo pelo diminu-
to proco de 500 rs. o cento.
V
Cera em volas.
Vendem-so caixas pequeas com m
cera em velas e muito bem sortidas, ^
por ser do 1 al 16 em libra, fabrica-,
da no liio-de-Janeiro em urna das I
meldores fabricas por preco mais I
baiato do que em mitra qualquer par- t
lo : trata-se com Machado rfv Pinheiro, fi
na ra do Vigario, n.li). (^

--Vendem-se amarras do ferro: na ra
ila Senzalla-Nova, n. (2.
A (MO rs. cada mu.
Vendem-se cobertores de algodSo ameri-
cano, encorpailos c grandes a duas pata-
cas ; editas escuras de bons padres e co-
res seguras, a meia pataca o covado : na
roa do Crespo, na loja da esquina que vol-
la para a cadeia.
Taix'as para
Na fundioo de ferro da na do Brum,
acaba-so de receber um completo sortimen-
toilo taixas de 4 a 8 palmos de bocea as
quaes aetam-se a venda por preco com-
modo e com promptido embarcam-sc,
<.u rarregam-se em carros sem despezas ao
cimprador.
Cadeiras de palhiulia e
de ba lauco,
bom com oulros muitos trastes : vendem-se
em casa de Kalkmann IrmSos, na ra da
Gru, n. i ii
Nos armazens de Francisco fiias Fer-
reira C no de Leopoldo Jos da Cosa Arau-
jo. bn para vender o mais superior viudo do
Porto que lem vindo a esle mercado, em
harria de 4", 5o, 7"e8: os apreciadores p-
di m sortir-se poique pouess vezes r vom
fazenda igual.
No enligo deposito de col
virgem e de potassa, na rita do
4'
eligen ho.
chitas finas e de cores fixas, a 100 e 180 rs.;
cobertores de algodilo americano, os roe-
Idoros quo ha no mercado, a 640 rs. ; ma-
dapollo multo lino o com potico mofo a
3,000 rs. a poca, e n 200 rs. a vara ; chapos
le massa a 400, 640 o 1,600 rs. ; tUStSo ,
a480rs. o covado; dito muito fino e do
cores fixas, a 640 rs.
Saccas com fa rinha de
mandioca, a5,000 rs.
Vendem-se saccas rom farinlia de man-
dioca, a 3,000 rs. a sarca, o sacca grande a
3,500 rs.: na ra do Codorniz armazem
n. 11.
Folha de Flandres.
Vendem-so caixas com folha de Flan-
dres : rm casa de J. J. Tasso Jnior : na ra
do Amorim, n. 35.
Superior cli brasileiro.
Vende-se superior oda de S.-Paulo em
raixinbas de urna e duas libr;.s: na ruada
Cadeia do llccife, n. 51.
barricas.
Vendem-se barricas vasias que foram de
farinha em p. e bem accondicionadas :
na ra do Amorim, n. 35, casa de J. J.
Tasso Jnior.
--Vende-se urna commenda do ollicial da
llosa dousanneis para sendora com um
brillianlc cada um: na ra do Crespo,
n. 17.
Vende-so urna escrava de naefio, pro
pria para o mallo : na ra de Agoas-Ver-
dos, n. 1, se dir qiicm vende.
-- Vendem-se, em lleberidc-de-Baixo, no
sitio floas-Noites, ps de ananazes ahsca-
Chis c da Ierra, ou na ra estreita do Bo-
z.ario, loj do sspaleiro, n. 39.
Deposito da fabrica de
Todos-os-Santos na Baha
Vende-se em casa do N. O. Ilicber & C.
< ra da Cruz, n. 4, algodo trancado
daquella fabrica, muito proprio para saceos
de assuear o roupa de escravos.
nos da Babia e da torra mais baratos do que
cm oulra qualquer parte, e a vontado do
comprador. ...
Aos amantes da lotera do Uio-
de-Janeiro.
Aos 20:000^000 de ris.
Ilu chegada a lisia da quaita lotera da
fabrica de vidros, o com ella um grande sor-
timento dos muito afortunados bilhctes e
cautelas da 10 lotera das casas de carida-
de, cuja lista ebega no piimeiro vapor : a
elles antes quo so acabem : narua da Ca-
deia do Becife, loja de Jo;1o da Cunda Ma-
galhes, n. 51.
Vcndc-sc por preco commo-
do farinha de mandioca em sac-
cas e superior potassa em barr-
qoinhaa : no armazem de UiasFer-
reira, no caes da Alfandega: a
tratar no mesmo armazem, ou com
Novae s & Companhia, narua do
Trapiche, n. 3j.
Lotera do Rio-de-Ja-
ue>ocio.
T
i,.ini i
nova e
Lisboa
ie, n. i 7, vcmlc-se nimio
superior cal virgem
c potassa da lussio,
procos muito commodos.
-- Vende-se um rabero pequeo
i.aixo, ou clavicO, por mdico proco
de
tiiu
um
na
ra da Cruz, armazn)
Companhia.
n. 27, do Crocco
AGENCIA
da fundicao Low-Moor,
RA DA SF^ZAI.T.A-NOVA, N.a.
Neste estahelecimento conti-
na a haveium completo sorti-
mento de moendas e meias moen-
das, para engenho; machinas de
vapor, e tachas de ferro batido e
Praga da Independencia,
n. 57.
Aos 140:000,000 de ris.
Chegou grande sorlimento de bilhctes
meios, quartos, oilavose vigsimos da lo-
leriado l'.io-de-Janeiro coi cedida a bene-
ficio das casas de caridade ta provincia :
igualmente so moslram as listas das lote-
MS passadas.
Vende-se una caixa com utensilios
para pianos, por barato proco na ruada
Cruz, armazem n. 27, de Crocco&C
Vendem-se muilo bons pos para denles,
quo nfloslimpam comofazem conservaros
mesmos na ra Velha, n. 54.
j I m piano. >
Vende-se um piano muito bom para 'c>
V esludo, bonito o do excedente aulor: S
Sj,' na ra do Collegio, n. i). ^.j
Para calcas e jaqnetas.
A'a rea do Qneimado,
loja n. ,
vende-se brim (militar) trancado branco
a 1,410 rs. o corlo; dito dito escuro a'
1,80 rs. o corte ; dito cor de ganga, mui-
lo lino, a 1,500 rs. ; dito liso escuro, bem
proprio para jaqueta, a 800 rs, o corte: sen-
do todos do puro linho : cortes de castor
do lislras a quadros, a soo rs. o corte.
Vendem-se limas proprias para serras
d'apoa : na ra Nova, loja de ferragens nu-
mero 16. '
Vendc-sem em porcilo o a relalho meias
de linho, linda de miada muito lina, bicos
de ludas as qualidadrs, hadado dorda'do do
Pollo do todas as larguras, meias de |ia
para padre, dilas de Ifia, franjas de todas as
larguras, c muilas oulras miudezas : na ra
ilo Calinga, loja n. 4, do Castro.
A mellior fazenda para
vestir escravos.
Na na do Queimado,
loja n. ,
vende-se picote entroncado, fazenda a mais
propria para roupa do escravos, por ser
muito encorpada a 5,000 rs. a poca com
i~ covados e a 200 rs. o covado
f
'>
>
>
>
;>
->
;>
s>
GA
Na loja da ra do Crespo, n. C,
aopdo lampeao, vendem-se os
seguinles fazendas por metade de
sen valor;
Para forros de carros. <
Vende-se casimira inglcza mullo <'
encorpada c de varias cores, pro- <*
pria para foriur carros : na ua do J
Uueimado, loja do sobrado trfiarollo. ^
n. 29. 2
m
Bom
Vendese nina venda com
pequeos finidos, sita cm urna das
principaes mas do Kecife, bem a-
frcgiiezada e sortida : quem a pre-
tender, (lirija-se ra do Codor-
niz, n. 12.
No armazem do Vicente Ferrera da
Costa na rua da Madre-de-l)eos, vende-se
um moleque de bonita ligura, dc20annos,
que cozinba o diario de urna casa por
500,000 rs.
Charutos de Havana
verdadeiros: cm casa de Kalkmann Ir-
m!os na rua da Cruz n. 10.
armelada nova.
-Iicgaila ltimamente do Bio-de-Janeiro,
vende-sc por preco commodo: rt'sdo (;or-
po-Santo armazem de moldados, n. 06.
Perbinclia.
Vende-se cha sson de (superior quali-
dade pelo preci it jOO rs. a libra : na rua
do Crespo, n 23,1
Vendem-so caixas com cera om velas
do llio-dc-Janera ; charutos do palha de
mildo,muilo superiores! vidros de pus anti-
biliosos do Ulanoel Lopes : tudo por preco
rasoavol : na j raca do Commercio, n. (i,
primoiro andar.
A ollas antes que seacadem.
Vendem-se ricas luvas do pellica para
liomom o senhora pelo diminulo prego do
1.000 rs. o par : na rua do Uueimado, n. 17.
Dao-se as amostras.
-- Na rua da Cruz, n. 3, vende-se cera de
carnauba de superior qualidado purprec,o
commodo.
na rna do Crespo, n. 5.
loja que faz esquina para a rua do Collegio,
vendem-se chitas francezas largas e de pa-
drOea muilo modernos pelo barato pieco
do 280 rs. cada covado.
Tecidos de algodo tran-
cado da fabrica de To-
dos-ns-Sanlos.
Na i na da Cadeia, n. iJ'i.
vendem-se por atacado tres qualidados,
proprias para saceos de assuear e roupa de
escravos a 250, 280 e 300 rs. a vara.
- A bordo da escuna Tentadora, chegada
do Bio-Crande-do-Sul, vende-se sebo em
rama, por barato preco.
Pannos finos prctoeazul,
a 5.000 rs. cada covado.
i\a loja da rua do Crqpo, n 5, do Cuuna-
r3es & llenriques vendem-se pannos pre-
toc azul, linos, pelo barato preco de 3,000
rs. cada covado e alm destes ha um com-
pleto sorlimento de todas as cores e pro-
cos commodos.
Castorim francez, a G50
rs. cada covado.
Na loja que faz esquina para a rua do Col-
legio n. 5, vendem-se os novos castorins
francezes muito encorpados, pdrOes no-
vos oscuros e com lislras pela boira, pelo
barato preco do 560 rs. o covade.
neiro
Na prac da Independencia, loja n. 4, ven
dem-se bilbetes, mcios, quartos, oilavos c
vigsimos da 10.* lotera a beneficio das ca-
sas da caridade da provincia do Rio-de-Ja-
neiro, Na mesma loja so moslra a lista da
lotera passada.
Cliegiiein ao barato.
No l'asseo-Publico, loja n. 11, do Fr-
miano Jos Rodrigues Ferreira vende-se
uma porcilo dealgodoznho com toque de
avaria por commodo pre^o ; bem como
oulras muitas fazendas de gosto por pro-
cos que nao desagradarlo aos Srs. com-
pradores.
Phanlesia de Paria.
Vendem-so lanternas de papel de varias
cOres proprias para illuminacoos, por se-
rem bonitas e baratas : na praga da Inde-
pendencia, ns. 13 e 15.
, Cha.
Vende-se cha de muito boa qualidade ;
dito brasileiro muito bom, a 2,000 rs. : no
pateo do Collegio, n 6.
Chpos do Chile.
No arco de S.-Antonio, n. 2, loja de cha-
peos c na praca da Independencia loja
de miudezas, ha um sortimcnlo de chapeos
do Chile, ebegados no ultimo vapor do Itio-
de-Janeiro : vendem-se por preqo mais ba-
rato do que em oulra qualquer parte.
Agoa de tingir cabellos e suissns.
Conlina-se a vender a agoa de tingir ca-
bellos csuissas : na rua do Queimado, n. 31.
O melhodo de applicar a dita agoa acompa-
nha os vidros.
f
i
oos ncm molestias ; 6 pretos fle 20 a 30 an-
nos ; um dito bom cozinheiro ; um mole-
que muito lindo dom ollicial de alfaiale
dcISannos; um mulatinho do 14 annos)
dom para pagem ; um bonito pardo de 2
annos de boa conducta e que de copuiro
e enlende de bolieiro ; 3 mutatUtfias de 16 a
20 annos, com habiliddes^uma preta do
18 annos recolhida qwg engomna per-
feitamenle cose e cozinba; 2 negriiihas
de 10 a 12 annos, com bons principios do
costura ; una preta de meia davje ; 4 dilas
com algumas habilidades; bem conoo oulros
muilos escravos : na rua da Cadeia oto be-
cife, n. 40.
:
A 22,O0O rs.
Rap
Chales de Roberto do
Diabo.
Na loja deCuimarSes & llenriques, rua
do Crespo, n. 5, que faz esquina para a rua
do Collegio vendem-se os novos chales
grandes intitulados Boberlo do Diabo pe-
lo barato preco de 1,600 rs. cada um : osla
fazenda se torna muito recommendavel
porser de padrOes novos, o de lindas
franjas.
Vende-se superior arroz branco e ver-
melho, dito de casca e superior farinha de
Santa-Calharina, a 3,000 rs. a sacca, aba-
nos, etc. : tudo por menos do que em qual-
quer parle : na rua da Praia, becco do Ca-
rioca, ultimo armazem, aopdo tan
y Meuron, Santa-Cruz, Princeza e cha- 9
fe rulos: vende-se na rua do Collegio, #
fe n. *
fe m
Pos galvnicos para
platear.
Na rna do Collegio, loja n. 9.
Todas as pessoas que possuem objectos
pratendos e que tenham perdido a cor ar-
gntea, estando por sso indecentes, ou inu-
lilisados, leem uestes pos um excellente
resiaurador e conservador dos mesmos
objectos sempre como novos sendo o pro-
cesso para se usar delles o mais simples ,
nuda mais do quocsfregar com um panno
de linho molhado em agoa fra e passado
nos mesmos pos.
Uma caixinba contendo quantidade suf-
ficienle para pratear mais de 40 palmos
quadrados cusa a mdica quanlia de
mil is.
Vcnde-seuma parda de bonita figura ,
de 25 annos, cozinheira e engommadeira :
na rua do Queimado, n. 44.
Os Mvsterios da iiiquisi-
eao, por P. Fval.
Ksla interessante obra he ao mesmo lem-
po um bellissimo romance e a hisloria exac-
ta das atiocidades da inquisicSo e (em
merecido o mais distinclo acolhi ment :
vende-se na rua do Collegio, n 9.
Um Galucho,
por Paulo de Kock, 4 v. em 8.
Acha-se terminado esle inleressante ro-
mance, uma das mais engracadas produc-
emos de seu bem conbecido e estimado au
tor; tendo-se posto na liaduccSu todo o es-
mero. Espcra-se, pois, que o nleressQ da
obra, a bondade da tradcelo e a modici-
dade do preco, convidarSoa procura-la.
Os Srs. sssignantes que ainda no rece-
bcram muito obsequiarlo o edicLor man-
dando buscar o que Ibes faltar da obra na
rua do Collegio, n. 9, e declara o mesmo
ediclorquoseresponsabilisa por qualquer
deleito com que sabissem da sua iii'iu os
volumes.
Conlinua-se a vender manteiga ingle-
za muito superior, pelo diminulo preco
de640rs. a libra: no Aterro-da-Hoa-Vis-
la, venda n. 54.
Desoripcfto histrica do
Brasil, por F. Denis,
Colombia e Guyanas, por J.
Pamin.
reguezes, aos
Estes excellentes escriptos n3o prr.cisam
de recommendacSo para serem procurados
com afn muito mais que o primeiro de
producto do nico eslrangeiro que tem
estudadocom altencSooscostumes, littcra-
tura, etc. do Brasil ,e que trata ludo com
muila imparcialidade, ao que o babililou
uma longa demora na bella trra da S.-
Cruz.
A obra compe-sede2 volumes em quar-
to de quasi 400 paginas cada um, impres-
uo tanoeiro. sos em bom ppele bom typo : vende-sena
""^'"rt,l^!ru,.d('.(i0JJeeio'n- 9. Pelo diminulo pre-
llilheles da lotera do Rio-de-Ja-
neiro, em quartos, oitavos e vigsi-
mos : vciidcm-se na rua do Collegio
n. 9. S
feSSiS^Trf rriSW WNPWWMIlIRliitt
Vendem-se queijos de prensa, muito
frescos e de muito boa qualidade: na rua
das l.arangeiras, venda n. 16.
Vendem-se portas de repartimento do
uso antigo e urna vulrai;a para alcova : na
rua de Hurlas, n. 119.
CARNAUBA.
Na rua de llorlas, n. 112, vende-se car-
nauba, n superior, a 5,000 rs. a arroba.
Vendem-se 3 ssccadas de pedra da tr-
ra, 1 cama, 1 nurqueza de angico, 8 qua-
dros de sala grandes, t mesa, 1 secreta, 3
coupoleiras, 12 garrafas de yidro, 1 lustro
de sala, 1 lalher de licor e 1 dito de azeite:
a tralar na rua das l.arangeiras, n. 29.
--Vende-se cha brasileiro, a 1,600 rs., na
rua Dircila, n. 1*.
-- Vendem-se, na rua do Crespo, loja n.
12, chapeos de castor preto de superior
qualidado a 3,000 e 3,500 rs.
.Vi I lio novo.
Vendem-se saccas com superior mildo,
por barato preco : no caes da Alfandega, ar-
mazens de Das Ferreira e Bacellar, o no ar-
mazem da rua da Cadeia, junto a botica de
Antonio Pedro das Neves.
-- Vendem-se resmas de papel almaco
perlina de primeira qualidade e por preco
barato : na loja da praca da Independencia,
n. 4.
-- Vendem-se luvas de
pellica para homein e se-
nhora, a 1^000 o par: na
na Nova, loja de Maia
Hamos j*C., n. 6.
Vende-seo tresenariode S. Francisco
de Paula, obra til aos devotos do dito San-
to a 240 rs. cada livrinbo : as tojas de li-
vros dos Srs. padre Ignacio airas do Cor-
po-Santo; viuva Cardozo Ayrcs & Filhos ,
rua da Cadeia ; em S.-Antonio, praca da
Independencia n. 6 e 8.
-- Vendo-se a taberna da rua de Agoas-
Verdes, n. 48, a dindeiro, ou com Armas
acontento :a Iratarna mesma taberna.
Deposito de Potassa.
Vende-se muito nova notassa,
de boa (jiialidade, em barnszinlioa
pequeos de quatro arrobas, por
prcr-o barato, como j ba muilo
lempo se nao vende : no iccife,
rua da Cadeia, armazem n. 13.
Vende-se, na rua da Aurora n. ?, um
terno de tambores com aguilhocs e rode-
tes por 300,000 rs., e temos de carretas
solas para os mesmos, a 20,000 rs. o terno.
Vendem-se 20 pipas com ago'agoar-
dcnle : na rua dasCruzes, n. 40.
Vende-se farinha de mandioca muito
superior a bordo do patacho Valentt, viu-
do de S.-Cathariua Tundeado no caes do
Collegio: a tratar com o capitao a bordo,
ou com Novaes c Companhia, na rua do
Trapiche, n. 34.
Vendem-se os verdadeiros
charutos da fabrica de San-Felix:
na rua da Cadtiado Becife, ven-
da n. i.
Vendem-se meias para meninas e me-
ninos, a 120,160, 200 o [210: ludoem bom
estado : na rua da Cadeia do Becife, n. 15.
Vendem-so as seguinles obras de ouro
e prala : um pardo pulseiras dous.anne-
IOps com diamantes, dous ditos levrados ,
tros cordOes, uma medalba com diamantes
um laco de lilagma, um bnzio encastoado,
uma moda um pardo hotes para punho
de menino um par de brincos com alguns
brilhantos um alfinele de Imlliantos um
coracfm de coi nalinda uma duzia de cu-
iden s do soupa urna dita para ck, urna
concha para assuear, urna colherps/atirar
soupa : ludo com muito pouco uso : ha roa
doCicspo, n. 12.
Vtnde-se por preco com-
modo superior farinha de Soruhy
em b .rricas, c em saccas da de $.-
Catharina : no armazem do Calais,
no caes da Afandega : a tratar no
mesmo armazem, ou com Novaes
& Companhia, na rua do Trapi-
che n. 34.
Vendom-se, a bordo do brigue brasi-
leiro Mafra, Tundeado na volla do Forle-
do-Maltos superiores tambas do Uio-Cran-
de-do-Sul.
Vendem-se phosphoros a relalho: no
largo da Bibcira, n. 1.
Vende-se a taberna da rua de Agoas-
Verdes, n. 48, a dinbeiro, ou com firmas s
contento : a tratar na mesma taberna.
8crvos Pupiaos
...... rara, ultima btii
cor.es de br.m escuro a 1,280 rs. ; dilo cor -Chesuem, Ir
rs. Picote, niu.to encorpado, a .80 rs.;deacharoum sortimenlo e ebar.lSM.o ^W ^1^2.7^,?:
-Fugio, no (lia 2 do correte, de bordo
do patacho Dous-lrmos, o preto Joaqun),
de naco Beuguela de 40 annos, esUtur
regular barba serrada ; levou calcas de
algodilo azul americano, camisa de dito
branco chapeo de palha. Itoga-se as auto-
ridades policiaes, capitSes de campo ou
outra qualquer pessoa que o appreben-
dam e lovem-no a rua do Trapiche n. 6,
que serffo bem recompensados.
PaaK. : ha tvp. de u. r. de fabu. 19*9


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