Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06630


This item is only available as the following downloads:


Full Text



Anuo XXV&


V-QniKa-feira fi
PARTIDAS DOS COHBEIOS.
(oiannn eParahiba, segundas C lextas-felras.
IUu-ra = dc-do-Norte, quimai-fctras ao melo-
da.
Cabo.Sfrliihfi'em, Ilio-Formoso, Porlo-Calvo
Macelo, no X.*, a II c 21 de cadi inei.
Garanhuus c Honilo, a 8 e 23.
I. a-\ i l Flores, a 13 e 28.
Victoria,*'as quintas -feirai.
Olindtf; lodos os dias.
aJ,wjj?.av.iaasj
ZPBXMXXyDES.
Piuses D :.0a. Chelas 1, s 2 h..e M m. da t.
Mtng. a 3, as 4 h. c M in. da t.
Nora all, lli.c42m.di t.
Cicm'.j 24,s Uh.e 4 ni. da m.
FHEAMAB DE HOJE.
Pr i inri i -a as 8 horas c .'10 minutos da manh.
Segunda as 8 horas e ,Y1 minutos da tarde.

g de Setembro de 1849.
N. 108.
BECOS DA SUBSCBIPCAO
Por tres me/.es (udantai/o) 4/000
Por seis mezes K/Ollll
Por un anuo 16/000
11 11 nmiai ii |i imi amimiiii 111 jinii
DAS da semana.
.'i Seg. S. Eufemia, Aud. do J. dos orf.e do m. 1. v.
4 Tero. S, llosa do Vitrrlio. Aud. da chae, do j,
da 1. v. do civ. e do dos folios da fazenda.
> Quart. S. Antnuino. Aud. do J. da 2. v. do civ.
(i Quint. S. I.ibania. Aud. doJ. dos or. c do 111.
da l.v.
7 Sexl. S. S. Joo. Feriado.
8 Sal. ** Nstividade de Nossa Senhora.
0 Doni. OSsDtissiino Nomc de Maris.
eanMnn. l.t Jlll IHS III-----
CAMBIOS KM 5
Sobre Londres, 20 d. por 1/000
Pars, Ti).
Lisboa, 110 por eento.
Ourti.(Incas hespanhocs........
Mocdas de (ifiO vclhas.
de 1 i 1 n novas.
de 4/000..........
rrala.Palaeies brasilciros.....
Pesos columnarios......
1)(oh mexicanos.........
SETEMBBO.
rs. 60 dias.
. 31/1100 a 31/000
17/200 a
l(i#'200 a
9/200 a
1/090 a
1/090 a
1/900 a
17/40H
10400
9/4IHI
2/01
2/lUii
I/0SO
IM"WMS
PARTE OFFICIAl.
GOVERNODA PROVINCIA.
EXPEDIENTE 110 DU 4 DE SETEMBRO.
(inicio.--Ao inspector da pagadoria mili-
lar, para que mande abonar mcnsalmcntea
Domingas Mari da Concocjio, acontar de
selenibro corrente s quintil de 20,000 rs
mcnsies que llie consignou do respectivo
sold seu iilho frei Jos de S. I.uiz llimberl,
cirellito do stimo batalhito de caladores
Hjto.-An agente da companhia das har-
is de vspor, rccommendanlo d as cnnve-
11 ionios onlcns aliin de quo o commandinte
do vapor Itiiperalti; receba a sen bordo e
iiin.lu/a pura s corlea mulner do primeiro
cadete I.uiz slirtiufl de Cirvalho.
Dito.A cmara municipal desta cidade,
deterininando expela as convenientes or-
den* alim do que, para odia 5 do corrente,
se prepire na matriz de 8.-Antonio o doeel
que, segundo os ritos da igreja, se nilo pode
dispensar nos actos religiosos em que olli-
cia o I ah bispo diocesano ; bem como para
que o niesmo so pratique em crcumstaii-
cias idnticas, iudependcnle de recommen
dacfl) especial.--Gommuncou-se o Exm
bispo.
I'orlaria.--f.oncedendo ao bacbarcl I.011-
renc,o Bezerra Orneiro da Cunha a demis-
sfio quo pedio do lugar de delegado do ter-
mo de Iguarass..Semilificou-so o chele
de polica.
Dita.Ordenando ao director do arsenal
do guerra que entregue por emprestimo ao
commandanle superior interino da guarda
nacional de Olinda e Iguarass sessenta ar-
mas para distribuir com as pracas que Icem
de fazer o servio da guurmcQo nos dias ti e
7 do corrente.- Inteirou-se o referido com-
mandanle superior.
Commando da praca
Quarltl de commando da praca na cidade do
Recife de Pernan,buco, 4 de stlembro de
189.
0RDBU 00 DA N. 28.
Determinando o Kxm. Sr. presidente da
provincia, em ollicio do 1 .n do corrente, que
1 alropa.de piimeira linjia existente na guar-
nif.an forme em grande parada no dia 7 do
corrente, anniversario da independencia do
*imperio, reunida a guarda nacional, e idh o
commando em cltofe do lllm. Sr. coronel
commandanle superior Francisco Jacinlho
Pcreira, ordeno que o segundo bltlIliBo de
artilbaria guarnerendu qoatro boceas de
fogo, e 1 companhia de artfices guarne-
cendo igual numero do boceas de fugo, stib
o commando do Sr. capitito do quailo ba-
tilhiln de arlilharia,.lsidoro Jos lincha do
Brasil, e ambas as brigadas de arlilhsria,
ab o commando geral do Sr. major com-
mandanle uterino do segundo batalhiio da
menina arma, llygino Jos Cociho; o quinto
batalhiio de luzileiiose. o segundo de caca-
dores, formando to.los nma brigada em
parada, sh o coininando do Sr. lenenle-
coionel Antonio Mara de SOUZI, (caa no
referido dia a dsposiftto do mesmo lllm.
Sr. coronel comniandante superior da guar-
da nacional dote municipio, Francisco Ja-
cinlho l'ereira.
Ao niesmo lllm. Sr. commandanle supe-
rior compele dar o delulhe de Inda a pa-
rada, e por sso os Sis. commandautes dos
corpos de 1 rimeiin liuba dOVerOo mandar
o mappa da furca respectiva
A guirnicao da praca sea feita no dia 7 e
110 antecedente pelas tracas de guardas
nacionaes que nilo rslivereni | rompas,
Dos guarde a V. Exc. Palacio do Rio- a maioria, a qual quera que, desdo ji
de-Janeiro, cm 25 do setembro de ls.s.
Joo Paulo don Santos Harrrto. Sr. presi-
dente da provincia de Pernambuco. Con-
forme. I.ilmnio Augusto da Silva Mallos.
Conforme. 0 olllcial-maor, Florianno Cor-
rea de Uritlo.
i Relac'10 das pracas de primeira linha a r/itc
por aviso desta data se manda dar baixa,
por terem sido ulgadat em inspecrilo de
laude incapazes do servir.
Segundo I t illi ..> de artilbaria a p.
Cabo, Anillioio Jos Machado ; soldados,
Joflo Francisco Aives e Joaquini Jos do
llego.
Quarto batalhiio de artilbaria a p.
Msico, Jos Antonio Carrito ; soldado,
Ruarle de Siqueira Brrelo.
Quinto balalhfio de fuzileros.
Cabo, l.auriano Baymuivlo Martina; ans-
pecada, Kiymundo Antonio da Silva ; sol-
dados. Joo Bayinundo, Antonio Jos C.ui-
marilese Isidro Correia da Cosa.
Sexto blllIhSo de cacadores.
Soldados, I.uiz de Franca Pinhero, Joa-
quim Jos de Sunl'Anna, Jos Vicente da
Silva e Innocencio Comes Barboza.
Companhia do cavallaria.
Soldado, Josr Manoel de barros.
Secretaria de estado, em 2.1 de setembrr,
de 1818. Francisco de Paula Yieira de A-
zevedo. Conforme. l.ibanio Augusto da
Cunha Matlot. Conforme. O olTicial-
maior, Florianno Cama de Brillo.
Assipnai'o, los Vicente de Amorim llezer-
ra, coronel graduado commandanle.
Quartel do commando da prora na cidade do
llecfc, 5 de telembro de 1819.
0IIDEM DO DIA ADDICI0NALA DON.89.
O lllm. Sr. coronel commandanle da pra-
ca manda convidar osSrs. olliciaesdas qua-
iro classes do excrcito, que nio foruiam
em grande parada no dia 7 do corrente, para
que se achein no referido dia no palacio da
presi.leticia, Mim de ssistiiem a solemni-
dadedo cortejo efligie de S. M. o Impe-
rador.
Outrosim, o mesmo lllm. Sr. ordena que
os Srs. capito Trislo Pi dos S-intos do
primeiro balalhfio de arlilharia s p, e o se-
gundo lente do quaito da mesma arma
Joaqun) da silva llalli so a presenten) ao
Sr. major llygino Jos C.oelbo, comman-
danle do parque de artilbaria na parada do
dia 7, para seren convenientemente era-
pregado.-..
IC, Analmente, que o Sr. major graduado
commandanle da companhia Ilude caval-
laiia, Sebastian Lopes Guimarfies, mande
apresentar ao Sr. lenente-coroml Antonio
Minia do Soiua, cominaudanle da brigada
de primeira linha, os Srs. lente I.uiz Mu-
niz Bairelo Nello eilfereS I.uiz de Alba-
querqueMaraiilio, para servirem U suas
ordena.
Francisco Carlos lloeno Deschamp, pri-
meiro lenle ajudanle de ordens.
EXTERIOR.
pelo piimeiro balulhiio do municipio de
Olinda : ludo em cunfoiu uladoas ordens do
Kxm. Sr. presidente da provincia.
O Sr. major Sebasliilo Lopes Guimarfle*,
commandanle da companhia lisa de caval-
laria, dar os ordenanzas que competen
aos divieisosempregos, eque forem requi-
Mia.lasj pelo lllm. Sr. commandanle da
divisa/.
Assignad, Jtsii Vicente de Amorim Dezer-
r.i, coronel graduado e commandanle.
Quartel do commando da praca m Pernam-
Redft, '* de setembro de 1819.
OllDEM ADDICCIONAi A DO DIA.
Publico, para coi.hecimento da guarni-
cao, que o Exm. Sr. presidente da piovin-
cia me communicou em ollicio dn|ado de
hnnlem haver-lhc sido ordenado pela se-
cretaii de estado dos negocios da guerra,
em dala do 9 de agosto pioximo (indo, a
pontnal executfio de quanto se determina
no aviso por copia da reparlicilo da guer-
ra de 25 de setembro do anuo prximo pus-
sido, que mai.dou dar baixa do servico as
tracas mencionadas na relacfio, que lam-
en) veio por copia, o quil aviso e relaeflo
s3o do teor seg 11 inte :
2' secc.to. lllm. e Exm. Sr. Ha-
vendo por bem S. II. o Imperador determi-
nar que V. Exc. mande dar baixa s 15 pra-
vas constantes da relacao inclusa, assigna-
da pelo oflicial-maior desta secrelaria,
Francisco de Paula Vieira de Azevedo, vis-
to terem Bidojulgadaseminspeccnodesaut
de incapazes do servico, como V. Exc. in-
formou em seu ollicio n 82, de 31 de agos-
to ultimo ;e outrosim que V. Exc. faca se- /!
guir para esta ciii te, logoque se acharein
restabelecidos, ossoldidos do stimo ba-
talhiio de cacadores, Manoel Josquim ds
Silvs o Francisco de Salles, queda relacSo
nnuexa ao dito ollicio consta terem liesdo
doentesno hospital regimental dessa capi-
tal ; assim communico a V. Exc. para sua
intelligenciae dovid* execuao.
CItnESPONDENCIl DO DIARIO HE PERNAM-
BUCO,
Parii, \dtjutho de IS9.
Poco comecar a minlia caita com urna
inleiessnntc e boa noticia quo aqui causa
prazer a todos os amigos da ordem/ e (]ue
prodlizir na Europa saudavel elfcito.
Sabemos, por um despacho lelegraphieo,
dalado i'e Civita-V'eccbia a 30de jiinho, que
Roma submetteu-se o nosso exercito. A
assembla' constituate romana ilcclarou
impossivel a defesa. Os Iriumviios fram
postosde la lo, e nina dcpulacSo da cidade
de Boma encaiiiinhou-se ao campo do ge-
neral Oodinol 1 ara tratar da capitulacllo.
Vmc. lide considerar como completamen-
te acabado o negocio militar ; c he este o
ponto issencial. Besta-nos aperas desen-
redar-nos das COmpliCacOes politices da
(|iicslao, quero dizer, reslabelecer o papa
sem ofTpnss dos principios republicanos do
nosso governo Veremos como os nossos
diplmalas sabirilo dessas dilliculdades.
Quanto a mim, pouco me interessa que se
di^ plena satisfacaos zeladores da repu-
lilica ; porquec.da vez mais me convenco
de que a repblica he impraticavel em Fran-
ca, bem comocn todos os paizes de ruca
latina, onde o ralholicismo fez germinar
ieins de autordade. Oque importa he quo
a sociedade nao peieca, e que a ordem mo-
ral e 11 aterial se rcslabcleca. A tomada de
Boma be, a esse respeito, um facto ditosis-
simo ; porquanto Boma tinlia-se transfor-
mado em icceplaculo de todos os bandidos
da Europa, c em latrina na qual fermenta-
vam todas as paixOcs anaicbicas. Quint i
Franca queaccendiVa o fogo, trabalba ani-
mosa porapagi-lu, tanto exteiior como in-
teriormente.
Os grandes poderes do estado concorrem
cllicaziiiente, por seus actos, para que as
paixOesse vSo acalmando, bem como para
que te va, de dia cm dia, augmentando a
tendencia para as ideias de ordem. Um dos
primeiros actos do governo, depois de ha-
ver materialmente reprimido a insurrenao,
foi apresentar a assembla um projecto de
decreto que suspend, durante uai anuo, o
xercicio do direito de reuniuo.
Euja dissea Vmc. que a assembla esla-
va lurininauemente nsolvida a repor a
Franca cm estado normal, e que, sem que
eslivesse disposta a sostentar-se adversa
ao ministerio, resolver portar-se do mo-
do a obiiga-lo a desenvolver urna poltica
tao effcaz quanto lepressiv. Bale projecto
temporario, pois, satisfez apenas em parle
por lei definitiva, fssem os clubs vedados
para sempre. I.nngas conferencias I i ve-
ra tn lugar cnlrea commissoe o ministe-
rio, e o debate aoibot por IransacQOes.
Deixaram le o seu carcter temporario;
mas, por especial ditposicffo, decidiram
que, antes do lim do anuo, seria apresen la-
do um projecto de lei que, prohibindo os
clubs, regulara o exercicio do direilo de
reuniao. A monlanlta, anda aloidoada
de sua derrota, nao se atreven a aiticular
palavra contra esse projecto de lei quo,
em outrostompos, provocara suas violen-
cias.
Entretanto os representantes' monlanhe-
zesquizeram dar urna ultima balallia. Ven-
cidos sobre o terreno do interior, quizo-
rain deixar-se vencer tambem no terreno
dos negocios exteriores. Tivcnios SOgun-
da-feira passada urna d'essas grandes ses-
soes, l.1o feriis no lempo da realeza, onde
a oppnsico nos faz andar cm torno da
Europa. Ouvirooiossia oueas e estrepito-
sas pluascs em as quaesse aliaban) innme-
ros batalboes e as quaes, sps do ter
feito brilhar ao sol os mosquetes, se des-
figura, a bel prazer, o mappa europea.
Lu dos m*is veteranos prlicos d'esss vo-
lita estrategia, o senhor Jlaiiguin, que com
ludo se aaseola nos bancos dos amigos da
ordem, nao pode resistir a volitado de pa-
rapbrasia cerlo discurso bolorenlo das era
de I.uiz Pbiliipe, que misino n'essa
era, causara le lio a lodosos honiens sen-
satos da cmara dos disputados. Mis no
lempo da repblica nao somos to dill-
eieis ; 0 o senhor Mauguin foi ouvido como
um orculo pelos bancos da monlanha, os
quaes acliam que um orador sempre tem
rasflo quando contraria o governo. lie
Bussia quo o senhor Mauguin se afierra
elle er que, se nio cuidarmos em nos, se-
remos devorados pelo colosso russiano. 0
senhor Mauguin, que, em veride, nilo b
revolucionario, nilo entende o que hu mais
claro que a luz meridiana ; isto lie, quo a
Bussia arniou-se contra o espirito revolu-
cionario, e que para mautermos paz com
ella, basta que continuemos a obra come-
c,ada ; quero dizer, que acabemos com a
anarebia e a revolug.lo. Aln) de que. es-
te orador, que lem certa elegancia d'es-
lylo, posto que algumli'tiU) rancosa, alen-
la o detestavol habito dowallarpara nada
dizer; pola lamis conclue b VOS que,
res, pois, gueira i' l.he icrgtiuto um.
Nilo, responden elle ; nao quero guerra,
o sim una deinonslraeao enrgica oCheia
d'ameacas. Ora figure Vine, urna grande
naciioque amesca, e nilo faz guerra !
A moutanlia tambem leve seu orador ; c
esse foi mais ntido. O lal orador lie um
antigo mestre de lingoas, Allemfio de nas-
cmeiito, c que so faz naturalizar o anuo
pwssdo. Chaina-seoSr. Savoye e lora ni
os eleitores do llbcuo inferior que enrique-
cen m com olio a assembla legislativa, o
Sr. Savoye nao quer meios termos. Se-
gundo elle, devenios desde ja fazer a guerra
pro das nsurreic,oesalle;ii;uis. Ai! O po-
bre homcui linha rizSoquandodissen'oma
das sessoos precedentes, quo linlia summa
pressa em inlcrpellar o goveino ; equr-, se
nisao se demorasse mais um pouco, alvo/
fosse mui lardio No momento em que l'al-
lava, todas as iiissurreieuos, que elle tria
no concito, cram derribadas una a ums ; i
o ducado de Badn, e bem assim o palali-
nado bavaro iam ser restituidos a rasfio pe-
las tropas de el-rei de PrUSSia.
O nosso ministro dos negocios eslrangei-
ros, oSr.de Tocqneville, diverlio minio a
a assembla, ex; licando-lhu os motivos
particulares, por que o Sr. Savoye deve,
mais larlioularmenlequenenhum deseos
collegas, inloressar-se no successo das'in-
surreicOes alleoias. Mais Allemlo que
Francex, esse senhor lomou parte activa no
movimento revolucionario do Ullra-Rbeno.
No I8dc maio ultimo,achou-sc elle cm Of-
feniburg, em coito meetinij a que todas as
sociedades sacrelas de. Allemanlia linliam
enviado delegados. LOCidsilfJo Savoye
tomn a palavra em nomo dcl.edru-Bojlin.e
promclleu aos revolucionarios allemiics o
apoin dos socialistas de Franca. Ai! Ledru-
llollin fugio, os socialistas jazem derrota-
dos, e o l'.heno que resta aos anarchist.is he
o pobre Sr. Savove, o qual suou sanguee
agoa na tribuna por sua trisle causa, com-
deniiiada pelos bomens c por Dos.
Todo esse debate, queoecupou duas ses-
scs da assembla, leve em resultado nina
ordem do dia pura e simples. Decidida-
mente a legislativa tem coracao de rocha
para os revolucionarios. Por mais que Ihc
pecain a esmola de um pouco de assislcn-
cia, ella responde-Ibes que passsem adian-
to. Depois de liavor comprimido em seu
seio a revolucao, a Franca no pretende ali-
ca-la em casa dosoulros, e com ras.to.
Eu dissea Vmc, na minlia ultima curta,
que severas cxecucOes linha a assembla
eito requisico da justica has. iileiras dos
monlanbezes. Vinte individuos perlen-
cenles a monlanha toram'despojados de
sua involabilidade.para responderem ante
os tribunses por seus feito e gestos. Mo
parou isso ah. Ha das, fram apresenlados
go.'.
COCS
No dia 8 de jullio be que essas elei-
levem ler lugar. Bem quo o resulta-
do dos e^runin.s que vao abrir-se, nao
possa de^cooear a maioria, as escullas
que houverem de fazer-se ler.lo grandissima
importancia, pola darlo a perceber o oll'eilo
produzido em Franca pelos aconlecimentos
do 13 do junho. O mecanismo do ufTragio
universal que, pelo que me loca, nao ad-
miro, tem sido mal entendido al boje pelo
partido da ordem. o qual no soubn inlr.i-
duzr em suas liloiras o nexo e a disciplina
que constitltem aTdrca de seus advrsanos
Veremos se desta feita somos mais hall-
is. I'm comit que tomn por titulo a
unido cleitoral. e do qual j a Vmc. falle!,
propOZ una lisia de candidatos sobre os
quaes os eleitores abrirlo um escrutinio
preparatorio, cujo resultado servir de Iij.
se a lista definitiva. Chovnm os avisos em
lodos os jomaos para convidarem os elei-
tores, primeiramente a votar, depois a se
conformaren) com a lista da uniSo. Se
taes avisos fcVem attendidos, sem duvila a
victoria sera nossa.
Itolelim cientfico Industrial e trihteo. -- Ao
abrir-se sexposiclto doiobjectoi de Industria,
os ispoentes ehegaram a 4,510. Enlfio nein
iodos se linhain apreseniado : algunias casas
noite. Aps tanai resistencia, os llongaros
deilaram a fugir havendo perdido grande
numero de bomens e quatro pecas d'arti-
Iharin, '
llalla. Omarcrlisl Badtsky continua
sempre o cerco de Vene, a qual se de-
fend- contumazmente. De qiisntos movi-
menlosse operaran) em nossa revolucSo, o
deVeneza he o nico que eu respeito. Ve-
noza lem nina historia grande e honrosa, a
' qual quererla continuar reconquistando sua
narionalidade, injustamente confiscada pe-
los tralados do Vienna. Os Austracos ova-
ciiaram a ridadella piemonte/.a de AlexaH-
dria :s resta regular entre Vienna e T11-
rim o proco da indemnisaclo da guerra. A
cidade d'Aneona rendeu-so aps um cerco
de 20 dias. Assim que Boma callir em
nosso poder, a auloridade do papa sera re-
conheeida nos estados pontificios.
Oex-rii Carlos Alb.rto acabou em 20
de junho, no Porto, sua gloriosa vida
Inglaterra. O bil acerca da emanripa-
cio dos Judos foi rejeitado pela cmara
dos lords. Mas a questao anda nSu est
acabada. O Sr. Leonel Itatschild, por in-
leresse to qual se abri este dbale, tor-
m-se a por em lila, e Londres envia-lo-ha
novamente a cmara dos communs. A
nlo
Da
anda estavam vailas. Jtilea-se que o numero |ar.0craca nelezs be perspicaz ; ella n
dos expoei.ios suba a 4,800, exclusive os de i DOiica raivosa: o, pois, adherir a
aer cu tura. Ser iiuas exactamente o triplo ,CMI V"""<" "" '?,._'
doqueconuva a cxposlcao de 1819, qoc tere nova Mril^^S',t1-11_ mln,,
o da ue 18:14,1 llcipaiiha. l.overnada por um mlni.*
. Na ultima, I rio hbil, a Hespanha ccatrisa anas chi|
jjc, o numero Ella quer lomar imporlanlisaioa medi
ex|ioslcfio de (revioauas tarifas n'nni sentido liberal.
lagKuuvre: ^Xdobro'da 3e',m,ITtaSai*- Mpo,un, rntoiste-
que se fe/, na praca da Concordia. Na ultima, rio hbil, a llespanlia ccatrisa suas chagis.
feita no mesmo lugar que do hoje, o numero p.lla quer lomar impoi Unlissima medida :
doseapoentes fui de 3,060, A ex|ioslcfio de revio suas tarifas num sentido liberal. A
1849 conta, pols, 840 mais que as atrasadas; e Jcalaltnilia, provincia niauufactureira, gri-
CUinpre notar que osla apenas dora h-0''\ | |m n ,,,,,,,,,_ mas ,, Sr. Mon sahio-lllO por
poeutes de mais qtte a de I8J9. tomo, alcm ; ,. icluccao das tarifas lera por
disso, os nnssosind.isciosos parecen apresen^ J res|iluir lio (hesotiro
Ur-se u'eite novo concurso com man brilllo c ; e lio, 111
poder que 110 passado, podemos di/.cr que
novos pedidos para autorisacito de proces- -Hungra ou \alachia.
os, e o numero dos monlanbezes indicia- "
dos em crlmes ou deudos ja orea por 37.
Esses senhores gritam como seos assassi-
nassem; mas.em verdade.se os arrancan) de
seus bancos, se os pOem.anle a Justina como
criminosos ordinarios, quem lem culpa se-
llBo elles proprios ? Para que se melleram
em abominaveis conspirscOes ?
lonjie de desanimaren ante os obstculos e as
perdis enormes que os acabrunbam lia (l*>>nze
meses, lommi a pello provir que de IS44 a
ISIS lodos os nossos ramos de artes c ollicios
ho caintobado a passo largo, e que o trabalho
industrial do Franca fez novos c notaveispro-
(ressos Pars, sobretodo, cujos labricos de
gostoj) luso fiaii tao cruelmente experimcn-
tados, que se telilla cassem Inferiores as pre-
cedentes cxposicOes, nein por isso occuar
menos dlsllncto lugar na do 1819. Sobre i ,5lti
expnentes os industriaos do departamento do
Sena cuntan 2.S55, ou quasl dous tercos. Na
eipoilcao de 1844 o Sena soleve 1,237. vc-se
que he a este deparlamento que se deve quasi
tudo o augmento.
Temos agora una expnaico de pintura. Na-
da llie dirci a esse respeito, senao que ella
transpde os limites >io niodiocroc inao. O con-
lagla da cadeia contamlnou oa bous artistas,
desdeqiteomais Igoobil Bapin pode exporseus
rtulos de taberna ilharga das producedesdos
grandes mestres. Se qiilzerem que a arle re-
cupere entre nS algUlllS dignidade, couvcui
que nesta materia, como eui todas as oulras,
abstraamos de procedimeotoi democrticos c
re slaliclocaiuos o frcio d 1 rogra. No reinado do
Luis Phillppe, iiiuqiiailni nao era adinitlido a
exposicao sonan depois do ter passado polo
exanie de um juiv coinposto dos meinbros di
adeinia das bellas artes; lie a isso que nos
ouuipre voltar, se qulzeriiios que nossai expo-
ilces recuperem um pouco seu antigo brillio
Os Iheairos vao sollrcndo mullo. Elles
clioraui o lameulam a ausencia do publico. 11
cholera auginenlou n vacuo que a estar, lio do
eslo abre cm sua caixa ; o a repblica, lo l'u-
nesla .1 tudo quanto he arto liberal, Inutilisa
a nulo. 1 odos os nossos directores do thealro
'lomos nina dii/.ia; oslao agora destacados junto
......lini.iro do interior e ila assoinblra, para
obtereii' um soccorro dogov roo Se algiini an-
da bem, be o Vandevilln, o qual esta ua vci. das
nefas polticas e aristophaoicas, que sao multo
bem aceitas. .
I11 fallei .1 Vine do choloia: agora participo
Ihc a inulto do niesmo : fes lautas victimas,
que iiigucni ta/ lucio por elle.
Allemanha. Desdo mlnha ultima caria os
sticcesaos hSo caminhado lingularinento pelas
orlas do Itlieno. J Use disso quo a aSSCUlblea
do Francfort tinha deisado esta cidade para
reunir-se en Stultgard. Ella nao se demorou
la multo lempo, c el-rel de W urtcinberg den-
tro em breve se vio livre d'essc puuhado de
conspiradores e 1111 blenlos que incendiaran) a
Alli'iiianha. Expulsa ao principio da cmara
dos di'putados de Slullgard onde se tinha os-
UbelecidOi a assembla liuha-se refugiado
ii'uina estalagem: depois havia proseguido
Suas dolibciaooes cm pleno ar ; mas, teinbi ro-
cebido intimaefio para dissolvcr-sc, dissipou-
se allini ante una carga de cavallaria. Anuuii-
cou que se reunira eu Carlsrulic.iuas eu Ihc
flioeo que nunca mais ouvircuios fallar del-
ta: est mora c bem inorta.
Bmquauto esta execucio se fa/.ia cu Stult-
gard, as tropas priissianas, coiniiiaiidadas pelo
principe da Prussii c pelo general Punkcr,
operaui vigorosiuiente contra os Insurgentes
do palatinado bavaro, edo gro-ducado do Ha-
den, ileidclberg e Manheln voltavain a sen de-
ver; Carlsruhe, capital do gio-ducado, ron-
dia-se sen desparar liro ; e lloastadl, suafor-
Utlesa, callll en mili das tropas do imperio
A osla hora j o grao-duque ciitrou en CarlS-
rulic, c reempuuhou II rodeas do governo. Os
corpos francos cstfto cm debandada Os mais
couipioiiicllidos insurgentes buscaran refu-
gio nas gargantas la Floresta-Negra. Seu gc-
ieral Mlrolawskl est con ellos, lie un des-
le uialdilos Polacos a quema ambicao devora,
e que nao podein vive' pacilicos respi-ilando as
Icis, tanto en >ua patria cuino na dos outros.
Km (od pane onde ha revolla, ahi apparc-
(mi ellos; pois a desorden! he SCU elemento.
Mierolawski eslava, haver alguinas semanas,
na Sicilia: boje cxpulsain-no de Badn. Se Ibe
derein tempo. v-lo-henios brevemente na
Os Polacos sao foros
osmopolltas
Kutlrla e Hungra.Os movimentos do ox-
ercilo austro-russocometan) a desenvolver-
se. Elle lomou em toda a parle a ollensiva:
os Hngaros sao vigorosamente rechaQa-
dos;eja urna brilhanlo violoria so alpan-
i;iiu contia olios. A lialalha deu-se en) 21
de junlio no longo de Pered e Szigard en-
Agora lemos que completar a assembla | tro 30 mil llungaios, commandados pelo
legislativa, onde as elcic,0es mltiplas e os general Wolgeuiulh. A accao durou desde
bitos deixaram ns quaienta assenlos va- las cinco horas da matihaa ate as otlo da
elle, o
publico 300 milhes de reales que o con-
trabando Me tira aimtialmenle.
Nada he mais verdadeiro que essas pa-
lavril ; e, quanto a mim, cu bem quizera
ver applicar Fiama esse systema libe-
ral que um ministro intelligente nlrodu/
nas leis da alfandega de llospanba. I'u
quizera e repetidas vezes o escreyi) quo a
liberJadefssearegrade nossas tarifas e
sua restrici;o a excepcao. Quizera que,
cm vez de eslabelecer nata nossas mesqui-
iilins colonias uai privilegio que as arrui-
na, e que nos lamben) arruina a nos, a
Franca enlrasse nas vas do cambio livro no
locante aos grandes e ricos estados das duas
Amrica. Com tai fas moderadas e sem
preferencia alguma, abriramos aos pro-
ductos do nosso solo e as nossas manufac-
turas inmenso consumo; ede mais, loria-
mos a preciosa vantagein de alcanzar mais
baratos OS producios inlertropicaes, cujo
gasto, ja 19o consiileravel em Franca, se
desenvolverla em proponocs incalculayeis.
A repblica teria devi lo ao menos dar sso,
so ella lossc o que ileve sor um governo do
Ifhrrdade Mas a republica nem ao mo-
nos quer que a aniem ella s deu o mal
queda/, comsigo j isto be, desor.lem e
guerra civil.
CllliONK.A DAOLIN/ENA.
A tentativa de insurrtko do dia 13 em Pars.
A cholera.O marech'il fuheaud. Ain-
teriicncilo francesa na Ifolia, r A mensagem
dopiesidinle Imz sapoicHo Uonaparte.
Pars, li.de juiiho*dej18!l.
Que oslado! Qufljcla'ile .'co'njo expa ella
essas alegras frivolas, essa pjosjcridado
Insolente, esse esplendor*d1s artes, e essa
paz cheia de prazeros, de que ella linha
acabado pjr suppr que se enfasliava O
cnnlagio e a guerra civil .' Porque nflo lias-
lou o flagalo que nos mandn 1 Provi-
dencia, foi preciso accrescentar-lheo fla-
gello das paixOes demaggicas Vacilan-
lo eja tocado pola doenca, lodo este povo
foi levado a guerra civil por ambicos de
club e.de labagia ; arrancaran) a seuslu-
tos e padecimentos para o linear nocri-
mc. Que importa a csses bomens tanto
lempo obscuros quo roubaram o pod"-r
por sorpreza, e que se senlem tornar a ca-
llir em seu nada, que lhes importa quo o
Singue corra, ou que a miseria venha dar
torcas aos golpes da epi lamia .' Nilo teem
de exercer sen ollicio de cobitja e orgulho.'
Nio teem de arrancar-so ao desprezo pelo
terror.' O quo sonto elles se nao frem te-
midos? Oque serfloae nilo frem nossos
genhoros? Quem os lia de querer para ad-
vogados, se entre elles ha advogados.' Para
mdicos, se ha mdicos.1 Para comruao-
dantes, se lia ofllelses i1 Para cheles de
oiciuas, selia industriosos? Paraescrip-
toros, se ha letrados i' Para trabalhadoros,
se ha trahalhadores ? Bem vedes quo s ser-
ven paia ser nossos senhores.
Como foi feita a insurrecto que o gover-
no reprimi com Unta euerga e habili-
dad!- lie una historia que se parece com
muitas outras. O Sr. Ledru-Kollin sera
criminoso, nao nos importaremos com is-
so ; tem mais vaidado. que ambicao ; mas a
vaidade da ares de ambicio e audacia, so-
bretudo em um governo em que is icc0es
cuinocam por palavras. Elle pronunciou,
pois, na tribuna palavras audazes; chamou
as anuas, brincou com plvora. He verda-
dequeno dia seguinte procurava explicar
suas palavras o dar-Ibes sentido pacifico;
masas palavras teroasas, elogo que esca-
paran) daprisOo dos denles voam liyrese
atrevidas por toda a parte onde ha paixes
a inllammar, pacedimeutos a envenenar;
voam ato encontrar a accSo. A palavra
muitas vezes be apenas urna phrase tbea-
tral, feliz por adiar eco nos ares e servir
de trombela vaidade dos homens; mas a
accio he grosseira e brutal; tein gesto im-
perioso, choque duro e destruidor. A pa-
lavra dissipa-se edesapparoce ; a acciloa
A 41 I
II



-

V-JTVr-- "' '"miMWMBHWMBWWMBWKBaBOMM!
nmnnla, crescc em sen curio, enmara, ou
he psmagada. O Sr. I.edni-Rollin gritn
> armas! Era lalvez uma phrasc : a sc-
dirco llii respondeu. Debadle quiz dar
oontra-ordens, debaida quiz adiara revolta
ate n seu primeiro discurso a nflo ora
lempo, a palsvra linha encontrado a neoo
ja nfloero livre. Foi preciso, dizam, que
n tribuno *e (Jzesse presidente da revolla ;
foi picciao quo nsslstsse convncelo das
artes o oflicios; foi preciso que visse cr-
guer-so diante de si os tilhos anarchicose
repetentes iie sua palavra Terrivel be a en-
trevista da palavra eda aceito, quandoso
encontram pela piimeira vez, quaudo a
acefln acarra na palavra e Ibe ordena qur
seja nlguml eonsa mais (|ue un ruido e um
Bom. Nio queremos repetir ludoquanto
se disse e ludo qunnto se conla ; espera-
reros o prncfssn que ga lia do orgmiisa1
soliro o dia I3dojunho, equo ha de escla-
recer todas as circumstaiiciaa. Ilouve, di
/>m, prortanisc,Oos ao povo, assignadaa poi
nem ou rento e i riela representantes : quern
sfn cssps representantes ? Assigneram .'
Autorisarani cot fcu-home esse appello
IViiia ? I tojo na tribuna apiossavam-so a
ili7erqii" iiTio : veremos oprocesso. Ilouvc
protestos na guinda nacional, a essrs pro-
testos frnni assignados por oftlciaes : lie
preciso sabor o quo quoriam esses ofllciacs
queso Borviam de seus poslos contra a le
e ronira a ordem. Ilouvo uma convenci
que deliberou as sites e oflicios quein
convocou ? i.inem foi la? Ilouvc decnlc
c poslos fra da Ici quem rodigio o assig-
nou esses aclos? Ilouve governo nomeado :
quaes onun os mrmbros delle? Asocic-
uade pedo Justina. Kilo comprelicndeu
mais uma vez que lia em seu scio uma tiibu
ragabuhda e audaciosa, uma Bohemia do-
magogica, que nem reconliece le nem le-
gra, que ost SCDIpre disposta a loleiia da
revolta, poique llio basta ganiar una s
vez paia leva o I olo. Jogo de tolos be ro-
almente o nosso, pois que somoscondein-
nados a nio nosdesciiidarnios urna s vez,
siMi pena de ludo i erdei moa; jogo de tolos,
porque tiles nada airiscam, o nos ludo
liiro que assim be un todas as guerras,
lloverdadc; mas na guerra razem-se e--
loicos para reduzir a imrntencia o iuin ign
vencido. Entro nos quando oinlmigo be
vencido, vai n-fi giar-se tranquillanxnlr
as bise lias iiislituicoos como em lugar
seguro : alii refaz suas loicas; e, quandu
julga |iiompto, q a nos descuidados, torna
n comecaraun invasocs. Nadase pa eee
tanto com agueua que em lfica nos ra-
zian os Alai escomo a gueiia que nos la/ a
demagogia. Conten la n o-nos em nos de
remiel em nossa* cidades masainda nao
cuidamos em lomar a oi'eiisiva. Expul-
samos Ab dcl-Ka.ier quando nos ataca ; au
cuidamos em ataca-lo, i.nn em privn-lo
dos n eiosde nos riizer mal. I'uisa dema-
gogia nao li'in lamhem suas pracas de gori-
la, seus aba-l- cimcntns, suas tropas re-
gulares, sua organisacn .' .Nao sahornos
i .'i- o que faz sen poner o nossos pe igosi'
A gueria da Abica levo duas pbases; i lia
se defensiva.'gloriosa e i m dicaz; phasc
(Tensiva que foi obra do marocha! llu-
geaud, e que cons linn o nosso cstabcleci-
meiito. pan ce-nos que em a guena quo a
civilisaoao sustenta coi ta a I ai baiidadu
Mil I'; lis, o u."o mais na Alina, era (aul-
len lempo de passar du pliase defensiva a
i ii.iM' i ITcniva,
A olTensiVa que pedimos n.lo be um gui-
pe do estado, sao leis de seguraura geni.
lisanos cansados io ver que lie picciSO
rada seis n e/e-, que dizemos ? cada seis
semanas eX|til' nsan.iic di
dos, e, como 1.1o l-cni u diz i
du presidente da repblica, tran-formar a
Franca em um campo para resistir s in-
cursOrs do inimigo. Agradecemos ao exer-
cito e a guarda iucoobI, ag adecenaos* no
general Cliangarmer a habilidadc e linue-
za que niosliou hoiilcm mas ii ahlenle
a vida social be mu t> cara, se fui preciso
paga-la semine tur ti puco, so teni de
curiar si n.pie si me li mies estoicos. De
cello que ii."io-(luviilauus uosliaio reco-
.iu(ni il i.li- moral, era de sen asccndeule cada
(lia mais iwlenso c mais aceito. Nao nos lab
um capacidades Ilustre-, coragens expcii-
meol.id.is, habilidades lonsiiinuiadas ; mas os
homena mais precioso? enlre o.; ciciucnlcs sao
aquello* que rcuneni e ligam, aquellos que
Si i vein de centro c oixn, os linincis cnilim <|iie
por toda a parle CnCOnlraill atsenao. >;io esses
em nojaa sociedade dividida e desmantelada
pelas opiiioes c pelas paiies, s*n esses os bo-
niens (pie mais nos sao uceessalios. Oniaie-
clial llugeaud era um detsea homena raroa c
nao lie su no rxcrciln que sua peda deixa va-
cuo minie uso, lie na snciedade inleira.
Caree iamos esprlniif DOtSOi s iiliincnlos de
profunda tristeza antea decbegar aoa aconte-
iliiienioa que cncherain esta qulntena to do-
Inn sanenle terminada. A llieneSo rpida
desses ... ..iileiiinenliis indicar, nao aenisa,
mas o pretexto da insuircicao temada lioiitcni
pela luoiilanlia.
I'MiKipiaieuios pelos aeontccinicnlos del'.o-
ma. li ara aeonlecinieiilos ao o pretexto da
liiaurrelcao da Nonlanha, mas nao afio a causa.
Podemos fallar boje volitarte dos aconleei-
nienl.is de Kuin.i:' appruvainos o peiisaoienlo
da priinelra expcdleao, c o ministerio tornou
liujc a esse peiisaiiienlo.
Se ii partido radical se dignasse csiudaral-
jonna cousa, salteria (|ue nossa intervencao na
Dalia lie, por assim diicr, anticipadamente
determinada por nossa expedirn de Ancolia
em 1832. lia entre as duas expedirles, seus
lins, seus lucios, seus clleilus, uolavel analo-
gia. A priinelra pode c deve servir de exein-
plo .i aegunda, pori]uc lia as inesiuas cousas
por fa.cr, as niesnias cousai para evitar, em
poni inaior, porque as circumslaiicias, qur
eiu lieui, nucr eui mal, eslo mais liem carac
tensadas em ISPjrjuc coi I8.T2.
Km 11)32 liouvc una rcvolufo em Bolonba
declarando o papa dcscaliido de sen poder
temporal, mas casa revolucao foi nrompla-
nirnic reprimida pilos Aualrlacoa. lie a vrlha
bialoria da demociacia exagerando-se c suc-
ciiiiiiiindo logo depola diante do despotismo.
Tratase de saber se a Franca deixaiia os rata-
dos romanos debaixo da Influencia da Austiia
e da contra-revoliicao. Ilavia queslao de in-
dependencia e de liberrtadr. A Independen-
cia dallaba meridional eslava ameacada pela
piep. uderauea da Auslria a libirdade ou an-
les as reliiiinas reclamadas pelo espirito du
lempo na adiuiiiisli.uao dua oslados ronianos,
ealavam coniproinrllidaa pela victoria da con-
Ira-ievolili.o. Aecn seenleinus pie estas duas
queatops a da llbcrdade c a da Independencia,
se ligavaill esln-itanicnte porque se o espol-
io mi lempo nao obtivcase as reformas conve-
ni. utes, liaveria aemprc rcvoltas nos estados
romanos; c se houvease seiupre revoltas, a
oeeiipaio austraca seria pi riuanente. Kra,
poi lano pri uso que os csiados romanos IV,..
SPin indi pend ules que sua aduiinislraru
fosar i clorurada,
Tal foi u lina das negoeiscOes enlabolada*
em liorna cun muila babilldade pelo Sr. Si.
Aula ir, oda oxpedi^ilode Ancona. Asne-
goeiar.i'ns iiiibam por alvo as reformas libe-
lan; a i \| ediciu de Aneona com cnsava
austraca, A l'i'.iica, eroliui, em vez de alioil
donar a Italia a seus destinos desgranados,8
Franca olbava para ella; quera einRomaad-
llinilsll; ^aii liberal, |u incipc IIdepeudeule:
rmava para obtor a administrar/Su liberal,
aimava para sustentar a independencia do
principe. A' inlliu ncia BUSlriaca i.ppunha
a influencia fianccza, ao principio desp-
tico oppunha o principio liberal da rcvolu-
c;~n> de jlllbo.
A poltica da l'r.-.nca em 1849 nao he a
mosma que cin 1833 ? Nao lem o mesnio
ti 111 '.' .au la anda boje nos estados roma-
nos quosio de independencia e quesillo de
llbcrdade, a Austria para ronler, a adminis-
ii.co romana para liboralisarl1
As ciiimi staiicias boje sao mais graves
que eill liS'IJ. Nao foi llolllliu que dccl.l-
roua deslilui(<1udo papa, foi a mosma Ro-
ma ;liornalovou a sicularisacfioat re-
nos'Os suida-1 publica, isio be, em ve/, de iulroduzir o
proelama^So elemento leigo no goveruo lonlilical, Ro-
ma excluid o proprio pontifico do seu go-
veino. Deixeu.os de lado por agora a ques-
lao d i soberana leni|0ral do papa, e de
sua ulilidado poltica no estado da Igrcja
catbdliea : nao indagamos se pode haver ao
mesnio lempo em Roma a repblica o o pa-
pa ; soliente pcigunlainus se a repblica
lie | osmvcI em Ruma, pois que liorna be na
Dal, pois que a Austria be anula boje po-
tencia itali na, pois que aples lie monar-
.
A monsagem do presidente explica do capaz de diplomacia, **ssm como delermi-
iresmo modo que nos o pensamonto primi- na com (irmeza o circulo e o alcance da di-
livndacxpcdicflo. Porque foi, pois, que nos'plomada e das guerras quo podemos fazer,
iilii-cinn nln que ni vi mus au general Cban-' cbia. Ora, nao temos duvida acreditar que,
garnier, mas alteremos pouiar as urca- por maioi que seja agora ai esislonciada re-
sirtes. publc, romana, Ruma nao piule sin rcpubli-
I. a csierca^cilo seja-nos ^icrniiiii lo citar o cana, | urque lie italiana. Ora, se a lepublea
elogio que du general Clian^ irnii f.ii.i o na- deve ser esmagada na Italia pila Austria,
icilial I .iigeaud a l.'ide jiiUio de |H)S, riu nina no roiiveiii salvar a I bordado das ruinas
rana inuininciii, fniuili.i que isla inaiiluia d,i republiCa ? No sao duas colisas M'paia-
l'l'r Z'-',',''," !"!' '""i,JO ,"""" : V'J? C0"' Pra" "8S A I'1' "l:":t I od'' ''' ('1" ""ira
zais^^SfiSSA :::; -- *..
tas rapecyncas. ( general liaugarnier iein!como? Bogratliia nao permute que baja
grande partido na guarda nacional de Parla,
onde he avallada a energa quelnoslrou a 10
deabill, quando o governo provisorio era a-
ineacadn pela repblica vcrmellia. Confiai
nelle. Changaruier hr lioinrm de reaoluro c
le pi riea militar; sobreiiido salle desrnvol-
vir-se pi ili iuineille i ni einniiisian as dilli-
ceis.i) O man dial llugeaud goalava de faaer
nrjtar a seus amigos desde l de junlio de 1848
es>c doiu de se desenvolver .as clrcumaian
cias dlmcela, doui lo precioso para os gene-
raes que pelas ciicunisianei.is forain lamados
as complica;oca da vida poliilca, porque Ih'o
linda reconlieiidfi na frica; mis, boje que a
experiencia den ao general bangarnier occa-
si.io de mostrar aos i.lbos di toda a franca esse
genero de talento militar que lie mala promp-
lanunic decisivo, temos pia/ei em recordar o
lesteiniiiibn du marcchal llugeaud, cjilgamoa
pagaran inesiuotetfipoparle de nossa divid i ao
general Gbangarnler, evocada
Ilustre c lito honrado, a hoiiienasem que de-
venios aos serviros que lioiilem le l'ianra.
Assuciando assim o noine do maricbal tl'u-
geaud ao do general Cnanglruirr, proclama-
iiiosquaiito perdemos, c (luemoa lanibein o
que temos conservado. Damos una cnusola-
fio i dAr publica. A victoria honieni alcau-
cada jiela ordem social por iiitermediodo ma-
irib.-il Changarpicr, sao os mais bellos e du;-
00] luiierai sque o cxeil-ilo pudia fuer ao ina-
recbal llugeaud. i iimprlo o sen teslaiuinto.
Os liorrores da guerra civil, c as dures da
epidemia, ris-alii n li iste objecloda converia-
jo destes uitiuios dlaa. Ab U contagio eei-
lava, c ainda ceifa Paiis. Cada casa, cada fa-
milia be de perlo ou de lonye ferida pela unir-
le ; e entretanto, iiouve um dia em que todas
as dores |uivadas eiiiiiiudcceraiu diante de
urna grande dor publica. A uiorie du mare-
cbal ugcaud fez esquecer a lodos sen lutu
Ji.ii licular paia so pensar no lulo publico. Ca-
da dta o iiiaiccbal I ii^.aud se tornara mais
cbaio ao grande jiariidn da ordem social; cada
da servia de caucia mais apenada a todos os
lioinens que eslo i esoli idos a cuiiibalerajj)
aii.ii i lua e a rinbaiaear a iiislallaio perilia-
iicnie da guerra civil em nossos moros : mas
loi-oos 11.ubado pelo golpe mais repentino c
Imprevisto, roubado co aua forra, roubado a
seu futuro, roubado a uossas esperancas! I
em que momento Ab! nao craso de sua es-
pada que carrciamos, que"r na fioiiteira do nos-
so pai/, qner na l'ronteira nao menos ameaca-
republica em Roma, deve sor necessaria-
u ente possivel o dcs| otismo l'.sl dilem-
ina lie ierrivel. Temos odio ao dopotismo
em toda a parte, no oqueiemos em ito-
ma, como o niio queremos em qualquer
oulio lugar Km Roma sobretudo c na
Italia a influencia franceza coire este pe-
ri>:o : o despotismo all nao se chama papa,
nem giSo-duque de Toscana; chama-se
Austria.
idlervioiT os na Italia em 1832 para emba-
racara extrema liberdadeeo extremo des-
potismo. Ijilao csses dous extremos eram
apenas um susto, um perigo que sedevia
prevenir. Iloje o perigo traiislorinuu se em
mal. A extrema iberdade esta em risco do
Ir.zcr o extremo despotismo. Bate estado
de trise era motivo para cruzar os bracos?
de tmulo tao IO governo trance/, nao julgou assim ; so-
guio em 1S1!I a poltica de 1832, e com ra-
zan, em ((-casino propria ; ao monos temos
essu conviccfin. As denotas edillieuldades
em nadaleeni alterado, poique lambam na-
da alleraram na siluafBu da Italia e na ne-
cessidmle de obstar a que a BXtieina lber-
berdade seja substituida pelo exliemo des-
potismo.
.Nao be que receiemos do veneravel pon-
lifice queso icfugiou em Geta qualquer
lenlaliva de despotismo retiogiado. Po
IX lia de vollar u lionia com as niesnias iu-
leiKoes liberaos que inostrou durante o.seu
poiilibcado. Icin injurias a perdoar, iiui
lem viugauc.as a tomar, nao lem'retracta
c,i")es a f.zei; mas, juna poder ser benvolo (
liberal, beprecis i que lio l\ pissaapoiar-Se
em una potencia liberal ; nao cnnvm.qiio
so lenlia sido .sustentado inr potencias Ues-
policas. -Nossa intu veuc,u lem por flm au-
xiliar os bous seiitiinetilusdo papa, II uma
mediacfloonir o despotismo o a iiin-rdado
que tenanlos fazer em 18tn, como ja file-
mos em 1832 ; c uessa mediafo lepresen-
lanios ao inesiuo lem, o os principios libe-
raos da Franca e os scnlimcntos benvolos
du Po IX,
da da odem aocial; era de sua Torca ede snal Alaizii.
Qu.ilqud'uutra j ol I ira nos pOc na ra-
baulba da Austria ou na i.ilu inlia do Sr.
lesvrmos delle um mes Inleiro, e que nos
cremos lo graves embaraces no interior
o no exterior i1 Tuilo veni do vol da a9sem-
bla constituinte do 7 de maio, o do respei-
; em nosso pensar inlemp'slivo, quo o
ministerio leve por essa vol. Se eonservar-
mospor ninito lempo a conslituiefio que
nos rege, be preciso erigir em mxima do
estado que os votos blas n3o ligam o governo. Esses volos silo
viciados pelo mo humor da morle prxi-
ma. O ministerio leve mais escrpulos do
que convinlia, e quiz honrar o voto da as-
semidea constituinte. Dahi a missodoSr.
I.essops.
Nao queremos examinar o procedimento
do Sr. I.esseps. Nao solios conselhciro de
estado; e, se examinassemos esse proceder,
seriamos obrigados a tirar uma conclusao,
ao que o consellio de oslado nfo he obri.a-
ilo, cnusa mui eominoda. Oconselho de es-
lado da repblica lia de julgar ao Sr. I.es-
seps como o conscllio de estado da monar-
rbia julgava osbispnsnas appellaces por
abuso. IIa de examinar muito e concluir
poueo, menos ainda que o mitigo conselbo
de estado conclua contra os bispos. Absle-
mo-tios, pois, du julgar o procedimento do
Sr. I.esseps. Ello parti (iepois do voto da
essemblca, quo ordenata ao governo que
reduzisse a expedicao da Italia ao lim que
d<-via ler. Ello devia applirar este vol.
Cuiilon quo esse vol queria dizer : nego-
eiai como Sr. Maz/ini. Mas negociar com
o Sr. Mszzini no era reconllOC-To? A Fran-
qa niTo linha querido reconheee-lo. O que
so bav a de fazer entilo -.' N3o be ludo. So-
bre que devia versar a ncgocia^To como
Sr. Mszzini ? Sobre oreslabelecimenlo do
papa. Tal era o primeiro pensamento da
expediQflo. Entretanto era provavel que o
Sr. Mazzini lizesse ouvidos de mercador e
nlo qtlizesse demi'tir-oe em favor do papa.
Foi assim que, perdendo terreno em cada
conferencia com os plcnilenciarios roma-
nos, o Sr. I.esseps ebegou a reconhecer a
repblica romanee o Sr Mazzini, a fazer
allianca rom o IriumviratO romano, a as-
signar (Inalmenlea desliiuifAo do papa, is-
lo be, a fazer o contrario (loque nos qu-
riamos fazer. l) general Oudinot, segundo
a oiiinio da ass"inblca, linlia-se engaado
fazendo guerra do mais. osr. I.esseps en-
ga na va-so mil vezes mais fazendo paz de
mais. Isto indica quantn era dedicada a
marcha que devia seguir nossa expedieflo
Era mesnio tao delicada, se so qui/.essem
guardar ludas as altencoes, que era impos-
sivel. Quando s enlloca um general de
exordioeum negociador a eavallo sobre
uma fnlba de navalha de barba, no be ex-
traordinario une ambos se (iran ; Mmente
um su fere da direila, eooulro da esquer-
da. Mus essa dillieuldade das operac/ics
militares e das negnciacOes diplomticas na
Italia donde vinba ? Nio o esquejamos :
da ordem do dia enigmtica do 7 de maio.
Em s.'ii mo humor, assemblca constitu-
inte tinha dado por nstrucefloao ministe-
rio um logiogripho. (Ira, elle nao eslava
obrigado a adivinha-lo; olio s eslavava
obligado ao primeiro pensamento: OlTere-
cor aos Romanos uma iransscQo, c impr-
lb*a pela fiaja, loaceitassem. Foi esse
partido o que seguio o ministerio: he o
conveniente ; e accrescentaremos com o
manifestodopresidente, que be o nico quo
nos iieonselba a boina.
Depois de ler explicado o internase da
Franca na llulia c o lim de nossa expenieo
a liorna, a meusagein do nresidenle indica
a gr.ividade dascomplicacOes que se agita ni
em Allemanha.
Temos a niesma poliea no exterior que
no interior. Cuidamos afoutamenle que os
negocios do mundo s pdem ser arrau-
jadi-s |ielos moderados. Foi do reino dos
cos que fui dito :Yitilmti rapiunt illui, e
nio do reino da trra. Os ardenles nesie
mundo s teem instantes o minutos de po-
dr : s os moderados reinam por longo
lempo, Com esta ronvcc,1n procuramos
mesnio agora, quando a violencia pare-
ce prevalecer por toda a Europa, onde s
parecen) possveis os exiremos ; procura-
mos em cada paiz as probabilidades que
lem a poltica moderada, as probabilidades
que tem um rgimen que nem seja a extre-
ma libenlade, nem o extremo despotismo,
por isso que cssisdous regimens extremos
nos parecen) igualmente ephomeros, igual-
mente Cunos!OS sociedade, que abalam
em sua ascenslo como em sua queda. Ve-
jamos, pois, que probabilidades restam na
Allemanha a poltica moderada, e'lonlemns
condece-las por entre o tumulin dos acon-
tecimetilos de Dresda, de Badn, c de
Francfort.
Tiiau os nossns rrllexps sobre a poltica
interior e exterior di mensagem do presi-
dente, porque esse documento mostra in-
lelligencia firme e recta, carcter calmo e
elevado, que tranqullisam o pensamento o
conscionca publica por en re a incerteza
das opiniOes e a instabildade dos conteci-
uientos, que sito o grande mal do nosso
lempo. Elle nos da o que estamos mais
arriscados a perder em nossos dias, espe-
rance e coimccHo. Paremos mesmo a essa
mensagem este elogio, que a primeiro vista
parecer singular; be que elle faz acredi-
tar que a diplomacia e a pliilmitropia ainda
sito cousas pos-iveis em Franca. C.onvni
explicar o que queremos dizer por estas
duas palavras.
Chamamos diplomacia a aecjfo que a
Franca) pode anda exercerna Europa. Os
eslrangciros so conlnm rom OS paites cuja
tranquillidade interior Ibes deixa o livre
uso de seu podor. He esse ainda o estado
da Franca i1 QuealSo grava, que devem exa-
minar Indos os lin i: i o o- de estado. As gran-
des emprezas diplomticas de l.uiz XIV ain-
da nos convm ? Muitos duviJam. Quere-
mos que o presidente da repblica lenba
mais confianza. Elle cuida quo lio ainda
capaz de ter uma gran Ih diplomacia, isto
he, acc^o no exterior, mas mo confunde a
acfil'j cun a ventura O estado de civili-
fJMOo na Euroi a, diz com muila raso, no
nos pe mitte enireg irinos o |iaiz aos riscos
de una rollisio gcral se nao quando tiver-
mos em nosso favor de modo evidente o di-
reito o a necessidado. Um inlcresse secun-
dario, raaflo mais ou menos especiosa de
influencia poltica nflo bastam : uma nacflo
como a nossa, se se empenha em uma lula
collossal, deve justificar face do munlo
ou a grandeza de seus tnuuipbos, ou a gran-
deza do suas derrotas.
Assim como cuida que a Franca he anda
cuida tamtiento presidente quo ainda so-
mos capazos de philantropia : mas deter-
mina igualmente o circulo c o alcance da
philantropia. Nao nos engaemos : o so-
cialismo (iesacreditou muito a philantropia.
Muilosduvidam da conveniencia da phi-
lantropia, o sua elTieacla. Cuidis, dizem
elles, que, procurando fazer o be ni das clajr
ses laboriosas, acabareis com os desejos que
Ibes nfundiram dcteslaveis sophislas? Nfl6
haveis do fazer a ventura dos pobres, por-
que a ventura mede-se pelo desejo, e nio
fareis com que os ricos fiquem seguros.
Por mais que deis ao pobre, como prova-
velmentc guardareis alguma cousa para
vos, euilam que guardis Indo quanto Ihe
nao dais, besde que apparereu o socialis-
mo, todo o bemfeitor he apenas um ladro
que restituo melado do seu roubo para ficar
com nutra metade. Doutrinas desespera*
doras, que o presidente da repblica refuta
pela nobre confianga que conserva n ellica-
eia da philantropia iNo lia de fazer da
philantropia prospecto de populaaidade;
nao faz disso meio de governo; expOe-o
como dever e lodo aquellc que cumpre fi-
elmente o sou dever tem prubabilidade de
uo se adiar illudido om suas esperanzas
" Tomemos aflbutameiite a iniciativa de
todos os melhoramentos, de todas as refor-
mas que pdem contribuir para vantagem
de todos; e por oulro lado reprimamos
pela severidade das leis tornadas necessa-
rias as tentativas de desordem e anarchia
que prolongam o desgoslo gcral. Nio em-
balaremos o povo com ilhi-oes e ulopias,
que s cxallam as imaginages para as fa-
zer ir parar dccepc,o e miseria. Por toda
a parte onde eu acliar uma ideia fecunda em
resultados pralcos, hei de fazo-la esludar,
c se frapplcavel, hei depropr-vos que a
appliqueia.
Eis-aqui a boa philantropia, porque he li-
vre e au lid hypocrita.
Agradecemos ao presidente da repblica
por acreditar que a philantropia o a diplo-
macia sao ainda possiveis em Franca, o que
no estamos votados au egosmo un inte-
rior e no exterior, t'nia nagio que nio plc
melhorar a sorte das poiiulages, e que nio
pJe excrcer influencia no exterior, esl
prestes a inorrcr.
(Co'iUnuar-sc-ha.)
. ~
9
Mov ment do Porto.
Navios entrados no dia 5.
Liverpool i9 das, barca inglesa ./., de
217 toneladas, capilflo John Wis, equi-
pagem 12, carga fazendasj^i'|,atham &
llibberl. Fienu cin ojwiervado com o
dias do quarentena.
Ass 30 (lias, sumaca braSiJeira Carlota,
capito Jos Concalves Soases, equipa-
gein 9, carga sal, algodno. countjs e mais
gneros ; a Luiz Jos de S Amuj^i. Pag.
sageiros, Jos Antonio de Azevedo eolpus
escravos a entrega.
Navios tahidos no mesmo dia.
San-Malheus Sumaca brasileira /'Wii-An?
rora, capita"o Manoel Antonio de t'outo.
caiga varios gneros,
dem sumaca brasileira BcUa-Camlina,
capililo Joaquim Baptista Pigui, carg
varios gneros.
Rio-de-Janeiro pelo Ass Polaca brasilei-
ra N -S.-do-Carnto, eapitto Jos Fcrreira
l.essa, em lastro de areia.
Buenos-Ayrcs Barca porlugiicza Flor-da-
Maia, captlo Jos de Azevedo Canario,
em lastro do areia.
dem pelo Rio-de-Janero Brigue dina-
marquez Mara, captlo Blend, carga a
niesma que I mu se do As.-u.
EDTAES.
INTERIOR,
AI.ACOAS
Extracto do expediente do F.xm Sr. presiden-
le l)r. os lento da lunha e l'igiieiredo.
28 DE JUI.IIO.
Ollicio. Ao capilo do porto para re-
moller com toda a brevidade urna informa-
Cito da quanl idade e i|u;.| oladir das madei-
ras de prnpriedade nacional, que so ucliam
no deposito de Jaragua.
hito. Ao encarrepado do deposito de
aitigos bellicos para preparar, a lim de sor
remetlido ao arsenal do guerra da corle,
lodo o armamento inulilisado que estiver
no referido deposito.
Dito. Ao mesmo, para fazor recolher
ao deposito as armas que liaviam sido des-
tinadas para o destacamento do Agoa-
liranca.
Dito. Ao inspector interino dathesou-
r.iria da fazenda, aulorisamlo-o a mandar
despender pelos rendiinentos da alfandega
a quanlia em que importar a porcnilagein
dos res|ieclivos empregados, vencida de
abril a junlio prximo passado, que deixa-
ram de receber por falta da quota.
Illm. Sr. au adniittiudn a disciplina gcral
da Igirja i|iie os clrigos de oidens sacras oc-
cupein o lugar de jui/es leinpoiaes, cujas al-
iribin^iirs se cunsideraiu iiicoinpalivcis com
o espirito de btiuiildadc e maiiaiilao evangli-
ca, com que alias lano se conforma a nossa
leglslacato, (|iiaudo iscnla os clrigos de seren
jui/es ee fado ; julgo que o lugar de subdele-
gado do dlstrioto de Jaragu nao cst.i bem oc-
cii|iado pelo reverendo Ignaolo Joaquim da
Costa : e por isso espera que V. S. Couvir na
sua deinissao, propnndo me oulro cidado,
que o possa excrcer com mais prnpriedade do
que o dilo padre, cujn prestlllO se pode apro-
vcilarem niltros r linos do servico |Miblico.
Dens guarde a \ S. Palacio do governo cm
Macelo, .'W delulbo de 1849. ioU lienta da
6'ioi/ia 'ijueireiii). Sr. Dr. Francisco Joaquim
'" pocia denla pro-
liniMis Iticiro,
rinda.
chele de
30.
OfTicio -- Ao cngeiiliciro inspector das obras
publicas, approvando o lanco que offerece Ma-
noel Joaquim de Alinela Mocila pela arrrma -
tacan do dizintodo gado vaceum c cavallar do
municipio desla cidade.
lilRIO i)K PUSiilBIlCa.
nicirr, 5 DE sitimbbo de 1849.
De conformidade com asordensdoExm.
Sr. roncelheiro d'estado o piesidcnlo da
provincia, reunise hojp na mal iz de San-
to-Antonio o collegio eb iloral desla cidade
soba piesiiiencia provisoria doSrjuizdc
paz Joo Valenlim Villela, oqual, na for-
ma da lei, cbamou para secretarios e es-
crutadores os Srs. Gervasio Elisio Bezerra
Cavalcanle, Fiancisco do llego Barros Bar-
reto, Jolo da Costa Domado o Miguel Fi-
lippe de Sotiza Iru
Satisfeitas as formaliladcs legaes, ficou
a mesa do sobredito collegio organisada do
mudoseguinte:
'residente.
OSr. Dr. Pedro Francisco de Paula Caval-
cantc d'Albuqucrqtie.
Mei/ibroi.
Os Srs:
Domingos Alfonso Nery Ferreira.
Dr. Joaquim Jos da l-'ouseca.
Dr. Francisco do Reg Barios Brrelo.
Jos Marques da Costa Soarrs.
O Illm. Sr. Inspector da thesouraria da
fazenda provincial manda fazer publico que,
do da iodo corronte em diante, se pagam
os ordenados o mais despezas provinciaes
vencidas al omez deagoslo prximo pas-
ssado
Secretaria da thesouraria da fazenda
provincial de Pcrnambuco, 5 de setembro
de 1819. O secretario, nfono Ferreira
d'Xnnunclaro.
Pera tile a administrar;.tn da mesado
consulado se ha de arremararem hasta pu-
blica no dia 11 do correle mez ao meio-dia
urna sacca com algodito com peso de cinco
arrobas o vinto oilo libras, apprehendida
pelo arqueador Joaquim Ignacio de Barros
Cima, cuja arrematarlo he livre de des-
pezas.
Mesa do consulado de Pernambuco, 6 de
setembro de 1849.O administrador, lodo
Xavier Carneiro da Ciinha.
O lllm.Sr. innector desle arsenal man la
ronv'daraos oflicaes de canios e cavo-
queiros, que se queiram empregar na ex-
Iraccilode pedras nos arrecifes dcste por-
to, c lavragem dcstas para as obrasdo me-
liiorainenio do mesmo porto, sendo pagos
a jornal, ou por empreitada, conforme se
convencional-, a apresenlarem-se-lhe com
a niaior brevidade possivel ; em todos os
dias a qualquer hora.
Secretaria da inspcc^lo do arsenal de
mariiilia de Pernambui o, 5 do setembro
de 1849. No impedimento de secretario,
Joie Marcellino A/re da Fontcca.
O arsenal de marinha precisa comprar
duas canoas grandes de conduccio de ma-
lenaos ; pelo que convida o Illm. Sr. ins-
pector, a quem as livor e queira vender a
apresentar as suas proposts no dia 6
do concillo ao meio-dia, indicando uellas
o lugar onde exislam as mesmas candas,
alim de pinii em ser vistas e examinadas. I
Secretaria da inspeccto do arsenal de
mariiiba de Pernambuco, de seleinbro
do 1849. No impedimento do secretario,
lo$ Slarcellnio Mre da Fonseca.
Oeclara^es.
LOMME-fiolO.
ALFAN'DECA.
Bendimento do dia .'.....10:515,505
CONSULADO CERAL.
Rendimonlo do dia '>....... 695,804
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia 5...... 312,248
JUIZO DOS FEITOS DA FAZENDA.
No dia II do correnle, as 4 horas da lar-
de, perante o Illm. Sr. Dr. juiz dos l'eitns da
fazenda, na casa de aua residencia no Hos-
picio, vilo a prar;a os bens seguintes :
I' 111 :> ai macn pira botica, com todos OS
vidros c perlences quo sito a esta necessa-
rios, avaliada em 305,740, por execucaloda
fazenda contra Joaquim Jos Moreira ; di-
versos trastes, por 54,500, pon llorados a J.
F. do Abreu Reg ; duas pedras de marmo-
rc paia mesa redonda, avahadas om 60,000
res, e penlinradas a Julio Bcranger ; di-
versos movis em mo eslado, avahados
em 18,000 rs por execucito contra Manoel
Jos Soarcs de Avallar ; a armadlo da loja
n. 26 lias Cinro-I'ontas, avahada em 30,000
rs., [ enliorada a Jos Maria de Aniorim J-
nior ; urna casa na ra da Casa-Forte, ava-
liada em 500,000 rs., c pandorada a Manoel
Teixeira llarrcllar; um sitio na estrada de
Belm, de renda annual por 150,000 rs.,e
pi nhorado a Joo Francisco Fcrreira; um
pardo, avahado em 100,000 rs., e penlinra-
do ao major F. D. Pereira; militase diver-
sas miude/as, por presos divcrsos.penliora-
das a l'ereira & Cucdes.
Os prelendentes dirjam-sc ao porlero do
juizo.
ftecife.t de setembro de 1849.-0>olicita-
dor dos feilosda fazenda nacionalj/'rnnr/l-
co Antonio Cousseiro c Silva.
-- O esciivito servindo do administrador
da recebedoria de rendas Internas genes,
abaixo assignado, avisa aos devedores de
imposto de lujas abollas da freguezia da
lia-Vista que vmbam pagar o qe estiye-
rem a dever, relativo ao anuo financeiro
prximo lindo de 1848 a 1849 t o dia 9 do
corrento mez, findo o qual se a relacito
dosdevidores remetlida paia juizo, liara
ser all cobrada judicialmente. Manuel
\ntonio SimSes do amoral.
Parante a administradlo do patrimo-
nio dos orphiios se hito de arrematara
quem mais der, e pelo lempo que decnrrrr
do dia da arrematadlo atouoi de juniindfl
1852, as rendas do aru azain da casa n.14aa
ra do A/eile-ilo-PeiM'.e as da casa n. 27 na
ruado Vigaro;e bem assim a quem por me-
nos fizer os roucorlus de que precisi u col-
legio dos orphilOS em O,inda : as pessoaS
que se pmpozerem a aricnialar ditas ren-
das e ronceos, podero comparecer no
dia 6 do corri-nle mez na casa dassissOes
da niesma adniinislracio as 4 horas da tar-
de com seus fiadores.
Secretaria da administraflo do patrimo-
nio dos orplios, 1 de setembro de 1849"
Joo Francisco deChabij, secretario.
Tlieatro de S.-Francisco.
Moje, 0 af Miembro de 1849.
A beneficio de dous particulares, vai
scena o grande drama.
O NOVO DESERTOR FRAMCEZ.
No fim do dito drama, as duas jovens dsn-
ckSo a Mazurka.


r.


piula esla, o S.r. I'edrj Raptista do Santa
llosa cantar a muj anplaudida aria que
icm pul" titulo
O SOLDADO ENAMORADO.
Terminando o espectculo com a mui jo-
cosa farca.
A CRIADA ASTUCIOSA, 01! O RICL'DO
,Sp.wO|.ENTO,
ditpr'Sr. Santa Rosa se esforcar
empenlmr a paite do behado.
O o-| eyaculo principiar as horas do
costo
n qu
para
2
Avisos asar timos.
Para a Rabia sahe, em poucos dias, por
se achar com mais de meia carga a bordo ,
sumaca l''lor-do-Kngelm, nieslre Rernar-
do do Souza : para O restante o passageiros.
trata-so com o mesmo mestre, ou com l,ui/.
Ot de S Araujo, na ra da Cruz, n. 33.
Vende-se o patacho portu-
gus Clementina, prompto de to-
llo o necessario para emprchender
qualquer viagcm e de marcha mui-
to veloz : quem o pretender, pode
dirigir-se a bordo do mesmo, para
o examinar, que se acha Tundeado
delronte do Trapiche-Novo, c a
tratar com o sen consignatario,
Mano*I Joaquim Ramos e Silva.
i"
Leudes.
OcorrelorOliveira lar A leilflo, porcou-
ta e risco de quem pertcncer, do 49 barris
de manteiga ingle/a, chegados ltimamen-
te pela escuna Tentadora e desembarcados
em 27 de agosto prximo fndo: quinta-
feira 5 do correle, s II horas da manbfia
em ponto no largo Trente da alfandega.
Russell Mellon & C. farSo leililo, por
intervengo do corretor Oliveira, de um es-
plendido sortimento de fazendas inglezas,
todas proprias do mercado : quinla-feira,
n do crrente, s 10 horas da manlia no
6eu armazcm da ra do Trapiche-Novo.
Kalkmann Irmilos faro leilio, por in-
IcrvencHo do corretor Oliveira, de um sor-
tiiiienl i de fazendas,,. todas proprias rio
mercado: r,egiinda-ferra 10 do corrento,
s 10 lidias da mandila, no seu armazcm da
ra da Ciuz.
Avisos diversos.
BRINCO DAS DAMAS.
Acha-se a venda nos lugares do coslumc
o numero 9.
O REMA FLOR N. 7
esla a venda nos lugares do coslumc.
Muito SO desoja saber se nesta ridade
ou provincia existem Manoel Jos Alfonso e
o parir1 Gabriel Pcreira de Castro llaccllar,
qne para aqu vieram de Portugal cm 15t
ou 1817, sendo o ultimo sobiiuho do bri-
garieiroSlanoel Joaquim, qucaqui muireu
na revolnco de 1817. Os mesmo, ou as
pessoas que delle ti verem utirs, dirijain-
se a esla typopraphia. ,
< -- Engonima-SA c law-se toda a qualida-
de de roupa, com todo asseio, brevi.iedoe
por preco mais commodo do que em outra
qualquer parte : na ra do Aguas-Verdes ,
casa terrea n 26.
Na esquina da ra das Crines, junio
lirada da Independencia, no pnmeiro an-
dar, cozinha-se para for com lodo o as-
seio fazem-se bandejas de holiolios do-
ce d'ovos de (odas s qualiriaries, ramos de
doce secco para cima de mesa, lilos, po-
dios, pflo-de-l, tildo onleitado com alli-
nins, presunto de fiambro, empadas, fri-
gideiras : ludo a contento dos precndenles
e por preco muitoem coota.
-OSr. quctemiim cachorro do Terra-
Nova em sen poder, desde o dia 4 do cor-
rele trulla a bondade de mandar entre-
gar na ra do Vigario n. O isto he, no
pi n ni de tres das ; e no caso de assim nao
pralicar, passari pelo disstbor de ver o seu
nnme publicado por esta folha e o proprio
dono o ir tirar em sua propria casa.
Hobrard & Companhia ira ra do Tra-
piche-Novo, pailii'iiiam ao publico que ae.i-
linin de receber, pelo ullinio navio chegado
de Franca, um bello sortimento do conser-
vas como lingoics.t com trufTas, jalienne ,
coeumelos ditos campigunus cariles,
mnsUrda franreza, ervilbas, sardinlias.
ludo muito fiesco. No mesmo rslabelecl
menloso eucoulraro todas as qualidades
devinhos, cognac, absiulb kerch verda-
deiro da Suissa, licores azeito superliuo
doSr. I'laguol do .Marselha, champanha de
superior qualidado.
Atlencao, foi pegado o Jos vistoso.
O Bacorote, amor sem ventura, declara
ja estar em sei poder o Jos vistoso, e
agradece aos Senhorcs capiles de campo
pela ln.'vida lo com quo o trouxerain.
--AdverlQ-saa cerlo caixeiro de um ne-
gociantc que mora no Recita quo se deixe
do andar cuidando em lomar parto em o.
annuncius i|iie dizem rospeilo ao Sr. Car
valhaes fallando desta lrma as obriga-
res que lite estiio a seu cargo ; e a cuii-
inuar, ter de ver o seu nomo nesta fulha.
Oronda.
HcnrietU Llizia Racquol ictira-se pa-
ra lo a da provincia.
I'ioeisa-sedo urna amado loite que
liSo seja escrava : no pateo do Teigo, n. 30
Precisase alugar um inoloquc (iel, pa-
ra entregar pito : paga-se bem : no pateo
do Teico, n. 30.
Oabaixo asignado dcixou de ser cai-
xeiro do ?r. Antonio Francisco Marlins de
ali'an.la desdo o dia 4 do corrento mez.
lote Soijvcira da Cotia Soaret.
- PrtSclS'a-se de um caixeiro quo seja ca
paz e d fiador a sua conducta, para un.
pada ni : na ra da S -Cruz n. 24.
i'recisatse de pelas que vcndaoi pilo .
no Forle-do-Slatlos ra do Burgos n. 31
No sobrado da Trompe, n. 1, que teili
venda por baixo, precisa-sc alugar um ot
rjous escravos para trabulhar no mesmo si-
lio com acondii.no de dormir na niesma
casa, dall que se ajustara vontadedus senhores.
Jos da Silva Muniz declara ser verda-
detudo qusnto a Sra. Rita Francisca do
Monto fez publico em seu annuncio no
Diario da Pernumbuco n. 197, so o nnun
ciante tem accrescentar simplesmente qut
a casa por um papel passado e firmado poi
5
ambos os socios nSo pode ser vendida
nerr?fazer-sequalquer IransacQo que seja
s m quejo annuncianteesteja completamen-
te pagodas duas lettras da qua,nla de 90/
rs. mencionarlas pela mesma Sra. Rila
Francisca do Monte em seu referido an-
nuncio.
5 Chapeos de sol
Bita do Passeio, n.
O dono deste eslabelecimento avisa ao
respeilavol publico que elle recebeu pre-
sentemente urna qualidado de chapos de
sol com armacilo de ac sorti los em cu-
res e de varios tamanhos qnalidade esla
nunca aqui apparecida ; bem como cha-
peos de sol com armacilo de baleia, soni-
dos m cores fixas ; ditos para senhora, de
seda muito encorpada com ricas franjas de
retroz e chegados ltimamente de Paris :
tambem se vendem chapos de sol, de pan-
iii nliii em porcSo e a relalho ; ditos para
feitor de engenbo, muilo grandes. Os fre-
guezes acharan um completo sortimento de
sedas o panninlio imitando seda pira co-
lirir qualquer iraacSo do chapeo de sol, o
que se faz, o tamiiem se concerta com toda
a brevidado,
Fazem-sc doces de calda e secco, fru-
teiras de doce com ramo no meio pendente
fructas do niosmo o diversas galanteras pa-
ra homar meio de mesa bandejas de bo-
linbos para clin, enfeitadas com ramos e
letreiros, tanto de massa como de allinin ,
com diversas galanteras doces di; ovos
podlns tortas, tremederas pastis de na-
ta e de carne, arroz de leite po-de-l ,
empadas de carne e de peixe : ludo bem
feito e por preco commodo: na ra lli-
reila, sobrado de um andar n. 33.
Satinado, primeiro do corrente, per-
deu-se n; ra da Praia um menino de no-
me Antonio de cor preta e muito retinta,
de 8 para 9 annos levou calcas de panno
azul, camisa de algodio braneo dous cha-
peos de palha, sendo um novo e oulro vc-
Iho : quem o achar leve o em casa de Joa-
qoim Flix Machado, no caes do Remos ou
em Porto-de-Callinhas, a Agoslinho Jos da
Silva.
Aluga-se urna prela para o snico de
urna casa, que lava, engonima c cnznha :
quem a pnlcnder dirija-sc a praca da Inde-
pendencia, loja n 3.
-- Quem precisar do una ama para casa
dehomcm soltciro ou de pouca familia,
dirija-se ao becco Tapado no largo da ma-
triz de S.. Antonio, n 3.
Precisa-se alugar una sala com alco-
va que cheguo para a morada do um ho-
rnero solleiro e que seja no bairro de S.-
Antonioem ra que seja boa : quem livor
annuncie.
O Sr. que alugou um primeiro andar ,
e uo lem respondido as immensas cartas
queso Ihe tem remettido queira dar so-
lucio, pois se faz mister.
I'ergunta-se aos justos
se birimbio lio gaita ,ou instrumento mo-
vido a foles.
O abaixo assignado faz scientea quem
conver, que comprou no dia primeiro do
corrente aos Srs. Silva & Costa a sua taber-
na, sita na roa do Rosario da Ra-Vistn, n.
2, o que, (Calido encaregado do pagar
praca o debito rios niesmos senhores, como
oonsla de urna relacBe em seu poder, dada
pelos meamos, importando em 879:0<2 rs.,
sucede que algumas cuntas nflo leem con-
ferido, e por isso ruga a quem se julgar seu
eredor queira apresentar-lhe suas conlas
correntes por sercm legalisadas, isto no
prazo do tres dias, contados da data deste;
do conlrario nlo se responsabilisar p'or
qualquer diHerenca que possa haver. loaO
Marlint de llnrros.
fnicas s rabacas J teios o signi-
ficado da palavra decantadaMas que >n me
altnliua simplicidade quando mais quo
muilo estOU apar da inlem;ao do llorido
do SrCarvalhaes, lie graca quo Ihe nlo
admiti. Que o Sr. llorido setnpie buscar
neutralisir-se peante os coutcndoics, nfio
me lie est-anliu; o que, porni, n:c sorpren-
de, be o desamor com que passou
a baver-se com O suu tutelado, apresentan-
do-o aos seus desafe-COidos como urna
nollidaile, e tanto mais peipienino quan-
to carece de dvsprczo, se nao de indig-
naco
Por outro lado, silo laesas conlracdicoes
a que se deixou levar pela sua susceptibi-
lidade ou estigma feondiceflo quo busca
em vilo dissimular i quo me julgoaulo-i-
sado para declarar-lho que burla he lodo
o seu sranzel, o que, assim como negn ries-
apiedadaineiilo ao Carvalhtus capaoidade
e geito, tambem poda aceitar as dses que,
com (pianto parecern amargas, serflo mais
facis de tragar que os dissabores que a
si proprio tem provocxdo. O Sr. llorido
nllo fez l grando servido as suas proprias
conveniencias, quando tomou para si o
labo de ladrSo, e como o pesado encargo a
fez dobiar-se al tocar o chao com as nios,
lenha paciencia em ir fazendo o papel de
quadiupeJe, se bem que so provine em
declarara resolucfio em que esta de largar
a carga, porquanto nilo me parece quo Ihe
seja muito fcil achar muda quando tem
levado o negocio ao estado confuso em que
pretende deixa-lo. Concluo'pedindo ao Sr.
llorido--que veja se inhibas expresados nilo
sao de liuin grado ao seuCarvalhaes-em
quem todava,me parece:n nao assentaiem
tilo bem como em si, que ao lempo que
procura justificar sua neutralidad me
instiga para maior arena : mais essa prova
da sua versalibilidade, noque tambem no
d muito boa ideia da duraran que se ar-
roga.
Tendo em vista aceitar o convite que se
fez. do us recolhermu-nos ausileucin, eu o
prometi fazer mas, sendo quo o respon-
rieiile com alguma resposla nao me chame
mais a campo; porque, se me chamar, lica o
dito por nao dito.
Piecisa-se.com urgencia, de um oflicial
macliiuisla para administrar o vapor de um
engenbo contiguo ao passo de Camaragibe
na provincia dasAlagoas, onde ha outros
engenhos de igual nalureza, dos quaes pi-
do obter um bom partido : advelindo que
precisa-sc ja, alim de tralar-se da machina
para por em calado do moer- a halar na
praca do Commeicio, n. 2, primoiro andar.
Precisa-se da urna ama para urna casa
de familia decente, para cozinhar o diario
de urna casa : na ra do Hospicio, n. 4.
"' Roga-se ao Sr. Antonio Maximiano d
Costa que baja de ir ra do A mor ni, n. 6,
a tratar de cerlo negocio que muilo Ihe d
respeito.
5
Precisa-sede una perita doceira, tan-
to de doce de calda como secco ; na ra do
Trapiche, n. 44.
Sodedade Harmouico*
Tbeatral.
O primeiro secretario avisa aos Srs. so-
cios que os larles para a recita de 7 do cor-
rente distribuem-se nos dias ."> o O, o ueste
ultimo, s 4 horas da tarde, se achara reu-
nida a direccao para approyaoflodos convi-
dados, cortos de quo na noilc do espectcu-
lo D0OM approvara convidado algum. Ad-
verle-so quo devem firmar os cartOes de ga-
lera para evitar abusos apparecidos, assim
como que sem elles no ontrar pessoa al-
guma ; e s ao proprio socio, ou por ordem
sua por escripia, poderflo os mesmos ser
entregues.
I)E.
BOWMAN & MC. CAI.I.UM engenhei-
ros machinislas e fundidores de ferro, mui
respetosamente annunciam aos Senhores
propietarios de engenhos, fazendeiros, mi-
neiros, negociantes, fabricantes e ao res-
peilavel publico, que o seu eslabelecimento
ile ferro movido por machina do vapor con-
tina em efTcclivo cxcrcicio, c se acha com-
pletamente montado com apparelhos da pri-
meira qnalidade para a perfeita ronfecclo
das maiores pecas do macbinismo.
Habilitados para emprehendor quaesquer
ulnas da sua arle, Rownian & Me. Callum
desejam mais particularmente chamar
atlrneiio publica para a sseguintes, por
terem dellas grande sortimento j prompta,
as quaes construidas na sua fabrica pdem
competir com as fabricadas em paiz cs-
Irangeiro, tanto cm pre^O como cm qna-
lidade das materias primas e inflo d'obra,
a saber:
Machinas de vapor da melhorconstruccflo
Moendas de caima para engenhos de lo-
dos os tamanhos, movidas a vapor por agoa
ou animaos.
Rodas d'agoa, moinhos de venlo o serra
ria:.
Manejos independentes para cavallos.
Rodas dentadas.
AguihVs, bronzea e ebumsceiras.
CavilhOes e parafusos de lodos os tama-
nhos
Taixas, paes, crivos e boceas de forna-
Iha.
Moinhos de mandioca, movidos a nio ou
por animaos, o prensas para a dita.
Chapas de fogflo e fomos do farinha.
Canos de forro, torneiras do ferro e de
bronze.
Rnmbas para cacimba o do repucho, mo-
vidas a mflo, por animaos OU venlo.
Guindastes, guinchse macacos.
Prensas hydraulicas e do parafuso.
Ferragens para navios, carros c obras pu-
blicas.
i Columnas, varandas, grades c porlOcs.
Prensas de copiar carias e de sellar.
Camas, carros de inflo ilarados do ferros,
&c, fcc. |
Alni da superioriai,' suas obras, j
I geralmonle reconheeida, llowman A .Mr
i Callum garantem a mais exacla cnnfonni-
idade cornos moldes e dezonhos remellido.-
pelos Senhores quo se dignarem de fazer-
i ibes encnmmeuilas, aproveilanrio a occasiflo
para agradeccrem aos seus numerosos ami-
gos e freguezes a preferencia com que teem
| sido por ellos honrados, e asseguram-lhc:-
;quo nflo pouparflo esforcos o diligencia.--
'para continuarem a merecer a sua confi-
anca.
i Precisa-sede um caixriio para um de-
posito do padaiia : no paleo da S.-Cruz, pa-
daria de urna s porta.
--Manoel de Almcida'l.npes que coslu-
ina comprar o vender escravos murinu su*
i residencia da ra do Vigario, n. 84, para a
' ra da Cadeia do Ricife, n. 10.
(arlos Gillain faz publico
i cne nuulou o seu isliilielecinicnlo
(la ra Nova, n. if), para a incsmi
ra, luja n 30, onde mus fregue-
zes o ochar So srmpre prompto pa
ra o for do seu olicio.
OSr.Jos Antonio do Souza Machado
nfio be mais procurador volanle da admi-
nistracllo da exlincla companhia de Per-
nambuco e Tarabilla.
OSr. Franca, nnprepado no consula-
do provincial, queira vir pagar ts.ooo is.
lino deve do aloguil da casa, visto ter ca-
1 cuado ha 9 anuos; e se nao pagar sahira seu
.nonio por exlens
* Previno-so aos Sis. eommandantes de
, navios de guerra e mereanles que nao re-
|Ccbam a seu bordo, seja qual for o pretex-
to o escravo J oflo, pardo liigueiru, de es-
tatura pequea, o qual tem por vezes ten-
Itado ovadir-se dota cidade por mar, j em
, navios mercantes, ja olTereecndo-se para
) asaenlar praca a bordo do navios de guerra
Desapparcceu, da casa de sen senhor.
' l.uiz Comes Ferreia, no Mondego, o escra-
vo Joflo, pardolrigueiio,de 19 annos, de
1 estatura pequea cara larga bocea gran-
de e bous denles : quem o pegar leven ao
ditoSr., que dar.r)0,000 rs. de gratifica-
' cao.
l>s verdaderos charutos
:dr laxan,i, da mais superior <|ua
lidade, clicgailos agora. ealSo i
i venda na na da Cruz, n. fu, ar-
mazcm de J. O. Elster.
-- Anda e.-t para vender a excellente ca
|Sa lerrea, sita em Fra-de-Porlas, no largo
do Pilar, com solao e trepeira quintal,
Icozinha fra, porpreco rasoavol : na ra
I da Scnzalla-Nova n. 42.
O abaixo assignado, procurido1- do ma-
:jor l.uiz Soares Rposo da Cmara, mora-
dor na villa do Kxtremoes, provincia do
Rio-frande-do-Norle, faz certo que, ten lo
expirado o airendamonto do vinculo da
illiu de S.-Miguel pciteiicenlc a seu cons-
tituinte, por falta de pagamento, essen-
cal base do arrendamento conferido poi
seu consttuinte a Antonio Muniz Pereira.
I e por esto cedido a Jariiilho Soares Rapo-o
! representado por seu procuiador Jos Joa-
I quim de Mosquita, por isso coovida-si i
laos pertendentes a comparecercm e trata- i
rom de um arrendamento por dous trion-
niospirao (|iio est o abaixo assignado com-
petentemente autorisado. Recife, primei-
ro de selomhro do 1810. Jote Dias du
Si/va.
Dentes ariliciaes.
J. A. S. Jane, dentista, participa ao res-
pcilavcl publico que continua a exrcer a
sua prolissflo, na ra cstreila do Rozarlo,
n. If>, primeiro andar.
Negociam-se, por qualrpier
qmntid, tres lettras aceitas pelo
reverendo padre Amlirozio l'odri-
gnes Machado e Silva, morador
antigamente na cidade de Goian-
na, negociante de gado do sertSo
para esta praca, e hoje na sua fa-
zenda Lageiro-Je-Qiicixeramoliiin,
as quaes estao vencidas e impor-
tain principal e piros em .'1:800,000
rs. : a quem convier, dirija-sc ao
Aterro-da-Boa-Visla, n. G3, pri-
meiro andar.
Precisa-sc alagar um sobra-
do de dous andares pequeos, ou
de um andar grande, com quintal
e lions rommodos para familia
Annnnciarpor este Diario.
-- Precisa-se de um bom forneiro paga-
se bem : na padaria do pateo da Santa-
Cruz, n. 6.
Quem annuneiou por este Diario n.
101 querer comprar urna prela boa cozi-
nheira, procuro na Somalia-Nove, n. 40,
primeiro andar, para seibo dizor quem a
tem.
Precisa-se alugar urna preta que saiba
cozinhar: noAterro-da-Boa-Vists, n. ti,
ou annuncie.
Precisa-se alugar um escravo para Ira-
tir do cavallos : na ra do Sol. n. 15.
Offorecc-so um rapaz portugiiez para |
caixeiro de qualqu'or casa de negocio, por
ter bastante pralica de commercio : quem!
do seu presumo se quizer utlllsar, dirija-se
a ra da Cadeia, tonda de carpira, 11 1.V
-Aluga-se una casa na Passagom-da-
Magrialena. junto ponlc, com excedente
hanho e seu pequeo sitio tojo murado : a
tratar na ra da Cruz, n. 61.
Jos Antonio da tamba faz scionte ao
publico quo nfio facam negocio algum rom
nina li tira sacada por Jos l.uiz do llrito o
aceita por elle Cunha, pois o annunciante
tem (Icqueslioiiarem juizo sobre a mosina
IelIra.
Lotera do Guadalupe.
Est marcado odia 1i do corrente me/
tiara o andamento das rodas desla lotera,
se nisloconsentirem os amadores desle jo-
go, quo devem concorrer para quo so com-
plete a venda dos bilbetcs.
Rita Francisca do Monte faz publico
que dissolveu a sociedade que levo com o
Sr. Jos da Silva Muniz na cusa do paslo da
ra da Cruz, no Recite, n. 18, desde o pri-
meiro do corrente, Meando a annunciante
com a parle que cm dita casa leve o dito
ox-socio Muniz, do cuja parto recebeu ion/
rs. e90,000 rs. em duas lettras a vencer a
primeira a irese a segunda a .' mezes a|
annunciante lica obrigada por todas as di-
vidas runtrabidas com a dita casa, bem co-
mo a receber todas as que so estilo (lven-
lo a iiicsina econtinuando esta no mes-
mo gyro dehaixo da administrscSo do Sr.
Jos Concalvos Mines de Parla.
Desenesminliou-se l barril de mantei-
ga ingleza, com a marca R, n. 10, pequeo,
com 58 libras cujo pertence ao abaixo as-
signado comprado a Onorrc Jos da Cosa
em :l do correle, Roga-se a quem o rece-
beu de o entregar ao abaixo assignado,
pois o portador nao be eslranlio, e logo que
sppareca se indagara a quemo entregou :
tambem se proceder contra quem o livor
occullado. Manoel Dial remandes.
Aviso.
Quenl pretender engenhos para em _> ho-
ras socar urna caixa, 011 II barricas de as-
snear, oocupanrio una s pessoa o um ca-
vajlo, carros para ronducc'i" do formas
com assucar, tambem por urna sua pessoa,
nao querendo ser englnado, dirija-se ru
do sol, n. (3. Adverle-se quo naos.lo carros
de fnrquilha... por baixo do fundo das for-
mas deslesos acharSo na fabrica dos Srs.
Starr i\ Companhia.
Sociedade Apollinca.
I'az-se corlo aos Srs. socios quo a direc-
efio ninrcou 1 ara a partida do coi rente mez
odia 2-2 e para receber as prospostas para
convidados a nicsn a o dia II as horas do
CQStume, na casa da sociedade.
(Compras.
Compra-so piala c miro sem feilio : na
ra VelhB, n. 54.
Compra-se um sitio perlo da praca ,
com capactdade de ter vaccas de leite,ena
de vivenda c terreno para plailtac,(0 : na ra
da Cadeia do lucilo, loja de fazendas, n. 51.
Compra-se urna lileira : na praca iL
Independencia hvraria 11. i e 8.
Compra-se o tratado elementar de gen-
giaphia, por II Jos l.'iculu', impresso no
Poito, eea mais rcenlo ediefio : na rna
da Praia, n. 'J8, delionte da casa a na relia
Compra-so una prela que iiigomniC,
cozinbe r coza : indo com perfeicOo, pois
quo depois de ser experimeniada paga-se
bem : no becco da Thealro-Velbo, 11. i, se-
gundo andar.
Oouipiam-se duts du/ias de laboas de
pinho ou lomo, que ja lenhaui servido 0111
ohia -.^quoni livor annoncie.
Vendas.
Vende-sn una mobilia composta Je
18 cadoiras, sof, bancas o mesa do meio de
sala, em bom uso e bom construida de ma-
deira de angico : na ra larga do Rozsrio,
n. 36.
13 Vendc-so a taberna da ra do Caldeiro,
n. 94.
Vende-so ou aluga-se o bilhar do Pas-
seio com toda a moPilia e peitences, por
piveo cumniodo, a diuheiro ou com segu-
niira : no nic.sii.n Inlliar, das 10 lloras do
dia cm diante.
fie a cura da vista curta ou cansada
zomhou at certa poca da medicina, n3o
acontece agora o mesmo na presenca de un
pard'oculosadapladosaograo de vista do
paciente, os quaes so vondin na roa larga
do Rosario, loja n. 35. .....
Vende-se o Cenio do Cbrislianismo,
por Chateaubrianl em francez, novo, o a
traduccJlo de Horacio ao pe da leltra na
praca da Indepencia, n. 3.
Na ra do Crespo, loja de quatro por-
tas, vendem-se riscados fiancezes, milito
bonitos padres, a meia pataca o covado ;
curies de Victoria para vestidos, lazenda de
muita economa, a tres mil ris ; cortos de
sedinha, proprios para vosl'dos de vero, a
dous mil ris,
. Ci.. .'lia ^:l*i-M iuawai^i -;-" (Mt^ rW^
Ven le-se urna preta da Costa, de
!|. boa ligura, que coxinlia e engomma, 'i
5 por prego com moda: na ra do Jar- ff
t d i in, n. 40. "jj
Vende-se, na loja do Iluarte, na ra do
Calinga n. 1 C toucas do IS| para senho-
ra o meninas ; seda para bordar de todas as
cores, c (lores, viudas ltimamente de
Lisboa.
Vende-se por preco com-
modo superior farinha de Soruhy
em Inrricas, c em saceos da de S.-
Catliarina : no armazem do Galaia,
no ces da Afandega : a tratar no
mesmo armazem, ou com Novaes
6 Companhia, amado Trapi-
chen. 3.^.
No armazem de Vicento l'erreira da
Cosa na ra da Madre-de-lleos, vende-so
um innloqiie de bonita figura, de M annos,
quo COZinha o diario de una casa, por
500,(100 rs.
Ven tem-se, a bordo do brigue brasi-
loiro Mafia fun loado na volta do Forto-
do-MlUos superiores tambas do Rio-Cran-
do-ilo-Sul.
--Ven loin-s" phosphoros a relallio : no
largo da i; i liona, n. I.
Superior farinha (le
niaiidioca.
Cbegnii de S.-Catharina o brigue S.-Ua-
nnel-\ugusit>, com um carregamento de fa-
rinha superior, o qual acha-se fundeado
do fronte do caes do llamos e all se vendo
qualquer porcn a preco commodo: tam-
bem se p le tratar na praga do Commer-
cio, n. fi, primeiro andar.
Na loja lo Eslima & Ramos, no Ater-
ro-da-lloa-Vista vende-se um par de adra-
gonas, mullo ricas, para capullo assim
como um habiio de Christo esmaltado.
Vendem-se canarios do imperio do
muilo boa qnalidade, chegados de prximo
do Porlo : na venda ao p do Sr. Manoel
Cerdoso da Fonseca,em Santo-Amaro.
Vende-se urna caixinha com
exccllentes instrumentos de cirur-
gia, os indispensaveis a todo o
operador. !\ua larga do Wozario,
ii. 3G, segundo andar.
Vende-so um balrSo proprio para urna
venda ou outro qualquer eslabelecimento
em Fra-de-Porlas, n. 115.
Deposito de Potassa.
Vende se muito nova potassa,
de boa qnalidade, em harriszinhos
pequeos de quatro arrobas, por
preco braato, como ja lia muilo
tempo se nao vende: no lPcife,
ra da Cadeia, armazem n. 12.
Vcndeni-se pentes de tartaruga de va-
rias modas para n arrafas: tambem se faz
qualquer obra desle genero, tanto nova
como do conrelo : na loja do larlaruguei-
10 no paleo do Carmo do sobrado dal 'es-
quina que volta para a rila das Trincbei-
ras, n. -2.
Vende-se, na ruada Aurora n. 4, um
lomo de tambores' ofh, jguilhoes e rode-
tes por 300,000 rs., a tornos- do carretas
Millas para os niesmof, a 20,600 rs. o temo.
VoiKiom-so 0 pipas rom ago'agoar-
donte : na ra das C.ruzes, n.lik
Vende-se farinha do mantiinca muito
superior a bordo do patacho Valfnle, vin-
do de S.-Catharina fundeado no caes do
Collegio : a tratar com o rapil.Vi a bordo,
on com Novaos <\ Companhia, na ra do
Trapicho, n. 3\.
Vendem-se os verdadeiros
charutos da fabrica de San-Felix :
na ra da Cadeia do llecifc, ven-
da u. i.
Vendem-se molas para meninas o me-
ninos, a i20, ICO, 200 e !>10: tudoom bom
estado : na rna da Cadeia do Recife, n. 15.
Vendem-se as seguintes obras de ouro
o praia ; um pardo pulsoiras dous anne-
lOes com diamantes dous ditos lavrados ,
tres rordoes, una mcdalha com diamantes,
um laca de lilagina, um bnzio encasloado,
una mor.la um par de liotoes para punho
de menino um per rio brincos com alguns
brilhantea um alflnele de brilhanlos um
corceo decurnalinda urna duzia de co-
Ihen s de soupa urna dita para cha, urna
concha para assucar urna colher para tirar-
souds -' ludo com muito pouco uso : na ra
do Cic$| o, n. 12.
Bom negocio.
Vendc-se urna venda com
pequeos luudos, sita cm urna das
piincipaes ras do Hecife, bem a-
freguezada c sortida : quem a pre-
tender, dirija-se ra do Codor-
niz, n. 13.
Vende-se urna commenda de oflicial da
Rosa dous anneis para senhora, com um
bullante cada um : na ra do Crespo,
n. 17.
Vende-so urna escrava de nacao, pro-
pria para o mallo : na ra de Agoas-Ver-
des, Da 1, se dir quem vende.
Vendem-se, em Reberibe-de-Baixo, no
sino Boas-Nones, ps de ananazes abaca-
chis c da torra, ou na ra eslieita do lio-
zario, loja de sapaleiro, n. 39.
V
MIITII AHO



Vendem-se riscmlos. escocfl7.ps eom
vara de largura, a 290 's. o covado ; cassas
pintadas de cotos flxas, a 240 rs. o rovado;
pecas de pnnninho de vara de largura, com
13 jardas i a 2,000 rs. : na ra do Crespo,
lo: 1 11 10.
Vende-se farlnlis do mandioca cm sac-
ras, do superior qualidade, umito alva c
Una e medida de cuia oaculada a lio rs.
no pateo do Terco, venda n. 7.
Ao barato.
Vendem-se. na luja dama il<> crespo,ao pi-
do arco de S.-Anlonio.n. 5 A,curtos de CSSSS
eom sele varas e de cores lixas a 9,500 rs.;
ditos superiores a 3,000 rs. ; cortes de col-
itis de gorgurto de seda a -2,500 rs. ; ditos
do fustilo lir.inco a 500 rs ; rocas do cas-
Sl p in Dallados, a 2,5(0 rs. ; cortes de cal-
Cas de pello do diabo, fazenda muito en-
corpada a 1,000 rs. ricas mantas de seda
para son hora e meninas, a o e 8,01.0 rs; cop-
lea de casimira elstica do urna su cor cla-
ra, a 4,000 rs.: bein como lambem se ven-
dom objectos de armador como sejain cs-
peguilhas, rendas, volantes, ele.
pool pelo ultimo' navio, por preco mais para padre, ditas de la, banjos de todas as
larguras, o militas nutras iniudezas : na ra
do Cnbug, loja n. i, do Castro.
A melhor fazenda para
vestir escravos.
Na ra do Queimado,
loja ft
vonde-se picle entraocado, fazenda a mais
P
2 Fariii lia barata*
i
i
Vendem-se saccas com muito boa fg-
rinha de mandioca por barato prc- co: no armazem do Bacelar, em fren- &
leda rampa da ilftndega, a trotar 'P
com Machado e< l'inheiro. rfl>
q
*>
m
?*
m
1
$ *<*<*$# &&*!?> t99**+9>
Madapoles (inos a
;},(i0O rs. a peca.
Vendem-se niadapolcs linos.com 21 jar-
das com um pequeno loque de molo pe-
lo preco de 3,000 rs. a peca : na ra do Cres-
po loja du t'- dcia.
-- Vendem-se escravos baratos, na roa
das l.arangeiras, n. H. segundo andar, a
saber : ilous mtllalinlioa ptimos pagens;
3 pretos paja o servico decampo; um mo-
lequo de 12 anuos; urna o: tima esclava
que engomum, cose e cozinha, tinto com
perfeicilo ; una prela ele nacHo Costa ; urna
dita crioula de bonifa figura, e nmal-
gumas habilidades; c mais slguns escra-
vos.
-- Vende-seo sobradinho n. ij da ra
Direita com commudos suDieiuntcs, livre
o ilesembaracado : na mesma rus, o 6,
Vcniie-sc urna cscrava do bonita figu-
ra moca chegadn ha i>ouco de lina : na
rua da Cai'eia do Kccife, ioja de JolO da
Cimba Magalliics, n. 51.
Cortes de brim de puro
linho, a 1,280.
-- Vendem-se corles de brim trancado
pardo de pu'O linho, pelo diminuto preio
de quiltro patacas : na rua do Crespo, loja
da esquina que volla para a cadeia.
-- Vendem-se relogios de ouro e prata,
patentes inglezes: lia ruada Sonzalla-No-
va, n. 12.
ffip roldo franca
Veode-se o superior rap roblo francez ,
nicamente as bijas dos Srs. Caelanu l.uiz
Ferreira no Atorro-da-lIOa-Viste n. 4f ;
Thomaz de Mallos Islima na mesma rua, |
ii.54 Francisco Joaquini Duaiio, rindo
Cabug ; Pinto & Iroiflo na rua da Cadeia
do Kccife, n. 10.
Para escravos.
Vendem-se cobertores de algodto ameri-
cano a 560 rs. cada um; '/liarte dechadrez,
HlGOrs. o covado; dito trancado, a 200
rs. o rov. do ; pecas de ganga azul da India,
com i palmus de largura o 12 covados a
2,400'rs.: na rua do Crespo, loja n. 10.
Vende.-se cal virgeni de Lisboa de
superior qualldade, em barris de i arrobas,
chegada ueste niez pelo brigue Haria-Jot :
a tratar na rua do Itrum armazem de
Antonio \uguslo da Fonseca, ou na rua do
Vigario. n. 19.
-- Veode-sc vinho de Champanda, da ver-
dadeira marca cmela : na rua da i'rnz, ar-
mazem n, 27. de Crocco & C.
Venderse vinho engarrafado lia 3 anuos,
lano Unto cuino, bronco o mais superior
que ha bojo no neicado; bein como vinho
iia rigueira a 160vs. a garrafa : na rua
das Crozes, n. 20.
Chdbrasileiro.
Vende-se rb brasileiro no armazem de
molliados, airas ito Corpo-Sanlo, n 6(>, o
mais exc( lenle cha produzido em S.-Pau-
lo que icio viudo a esto mercado por
proco muito coinmodo.
Vend-se um cabrinha de 18 anuos,
alto, sadio de bonita figura, c que be pio-
prio para bolleiro, c so 89 vende para a pra-
ca c uo para o iiihIIo para o que se allan-
en a Ma eondurla ; un mole()Ut> de 13 an-
uos sadio c bem preludio : na rua larga
do lozario, loja n. 35.
A elies (lie se estao
acallando.
Silo obegades pelo ultimo ropor rindo do
norte os superiores queijosde prensa na
rua do Queimado, n. 25, loja de miudezas.
Boin grosto.
Na rua do Queimado, viudo do Itozaiio,
segunda loja n. 18, venden.-se ricos cortes
de cambraia de seda com barra e sem ella ;
ditos Jo canihaia branca com baria; len-
cos brancos de linho ; ricos chales de seda
matizados de cores ; mantas de se la.de bo-
nitos gostos ; e outras muilas fazendas por
pre^o commodo.
Bom e barato.
Na roa do Queimado viudo do loza-
rio, segunda b>ja n. 18, vende-se panno
lino verdee pelo, a 2,000 rs. o covado;
suspensorios de seda a 500 rs.; lencos de
laa para pescoco a 160 rs. ; lencos prelos
para grvala a 200 rs.
Vende-se urna cscrava com habilida-
des : na rua do Arngfio, n 10.
-- Vende-so una barretina para ollicial ou
oflicial inferior da guarda nacional anda
nova por preco commodo : na rua Vclha ,
n. 5*.
commodo do quo em oulra qualquer parle
a tris do Corpp-Sanlo, armazem de molha-
dos, n. (i(i.
AGENCIA
BA Da. SF.NZAI.T.A-KOVA, N. 4-
Reste estabelecimento conti-
na t haver um completo sorti-
mento de moendas c meias moen-
las, pirs engenho ; machinas de
vapor, e tachas de ferro batido e
coado, de torios os tumanhos,
para dito.
4cs fumantes de bom gosto.
No armazem de moldados airas do Cor-
po-Sanlo, n. (Ifi, lia para vender, chegados
pelo ultimo vapor viudo do sul superio-
res charutos S.-Flix, e de oulras militas
qualidades quo so venderSo mais barato do
c]iie em oulra qualquer parte : bem como
rigarnlhos hespanhes, ditos de palha de
milho, que seeslfio vendendo pelo diminu-
to prego de soo rs. o cento.
S
Qut'ijos londrnos e pre-
suntos
para fiambre ; conservas; latinhas com bis-
coutinho nglez : tudo chegado de Liver-
Cera cm velas.
Vendem-se caixas pequeas com *
cera em velas muito hem sortidas, .
por ser de I ale 16 em libra, fabrica- ;
da no l!io-de-Janeiro cm una das V
nielhores fabricas, por preco mais _
t barato do que em outra qualquer par- V
A te : lrata-sc com Machado e. Pinhciro, *
' na rua do Vigario, D. 1!. y>
a o
#"C.xn><-^>-^^ M4I <
.-Vendem-se amarras do Ierro: na rua
da 8enzalla-Nova, n. 42.
A (540 rs. cada um.
Vendem-se cobertores de algodBo ameri-
cano, encorpadoa e grandes, a duas pata-
cas ; chitas escuras de hons padn'ies e co-
res seguras, a meia pataca o covado : na
roa do Crespo, lia loja da esquina que vol-
la para a cadeia.
Taixas para engenho.
Ka fundieflo de ferro da rua do Brum,
aeaba-se le receber um completo sortinen-
todo laixas de 4 a 8 palmos de bocea as
quaes aoham-se a venda por preco com-
modo e com promptidfio embarcam-se,
ou carreuam-seem carros sem despezas ao
camprador.
Cadeiras de balaieo,
bem com outros niuitos trastes : vendem-se |
em casa de Kalkmann limilos, na roa da
Cruz, u.io.
-- Nos armazens de Francisco ibas Per-
reira e no de Leopoldo Jos da Cosa Arau-
jo. ha para vender o mais superior vinlio do
Porto que lem viudo a este mercado, cm
larris de 4", 5, 7'1 e S' i os apreciadores p-
d ni sortir-se porque poucas vozes c vem
fazenda igual.
So enligo deposito de cal
virgen) e de potnssa, na iiia do
Trapiche, n. 17, vende-se muito
nova c superior cal virgen) de
Li&ba e potassa da l'nissia, por
prc eos muito commodos.
-- Vende-se um rabceo pequeno um
balso,ou clavic, por mdico preco: na
rua da Cruz, armazem n. 27, de Crocco &
Companhia.
Praga da Independencia,
n. 57.
Aos 20:000,000 le rk
Chegou grande sortimenlo de bilhetes ,
meios, quarlos,oitavose vigsimos da lo-
lerin do lio-de-Janeiio coi.cedida a bene-
ficio das casas de cari tade da provincia:
igualmente se mostran: as listas das lote-
ra psssadas.
Freguezia.
Vende-se vinho da Pigueira de superior
qualldade,a l,280rs.a caada, c a gna-
la a 160 rs., sendo enganalado e lacrado ,
dando o l'reguez a garrafa vasia ; vinho
brsnco de Lisboa a 200 rs. a garrafa ;
grao de bien a (10 rs. a libra ; bolaehinha
noce e de soda, a 160 rs. a libra ; ararula,
a 200 rs. a libra ; carne de touciiibo a 80
rs. a libra : no pateo do Terco, venda n. 7.
Vende-se urna caixa com utensilios
para pianos, por barato pirro : na ruada
Cruz, armazem n. 27, de Crocco & C.
Vendem-se muilo bons pos para denles,
quo uo s limpam comofazeni conservaros
mesmos: na rua Velha, n. 54.
A 3,000 rs. a pega de
madapoln.
Vendem-se pecas de madapoln n mo lino
con> pequeo deleito de mofo, pelo prec/
de 3,60(1 is. e 200 rs. a vara: na rua do
Crespo, ii. 6, ao | do lamplo.
propna para roupa de escravos, por ser
muito encoroada a 5,000 rs. a peca com
>- covados e a 200 rs. o covado.
:> *
y> Para forros de carros.
'> Vende-se casimira ingleza milito^
" cncorpada c do varias cores, pro- J
g pria para forrar carros : na ua do ^
5| Queimado, loja do sobrado trfiarello, ^
n. 29.
m
f> C3
> l.'m piano. t$
O Vende-se um piano muilo bom para 'c>
O estudo, bonilo e de excclleiilc aulor:
& na rua doCollcgio, n. 0. '3
i o
Para calcas e jaquetas.
t\a rita do Queimado,
I ja ti. 8 ,
vende-se brim (militar) trangado branco,
a 1,410 rs. o corle; dito dilo escuro, a
1,280 rs. o corte ; dilo cor de ganga, mili-
to fino, a 1,500 rs.; dilo liso escuro, bem
proprio para jaqueta, a 800 rs, o corle: sen-
do lodos de puro linho: cortes de castor
de lislras fe quadros a 800 rs. o corte.
Vendem-se limas pioprias para serras
d'agoa : na rua Nova, loja de ferragens, nu-
mero 16.
Vende-sem em porcio ea relalbo meias
de linho, linha de miada muito lina, bicos
de todas as qualidades, babado bordado do
Poilo do todas as larguras, meias de la
&AAAMtAA4MMiA!r9
Na loja da roa do Crespo, n. 6,
ao pe do lampeo, vendem-se as
seguintes fazendas por metade de
sen valor:
cortes do brim escuro a 1,280 rs.; dito cor
de ganga a 1,440, 1.500 o 1,600 rs. ; dito
branco. a 1,500 rs. ; dilo listrado, 1,500
rs ; piclo, muilo encorpado, a 180 rs. ;
chitas finas e de cores fixns, a 160 e 180 rs.;
cobertores de algodfio americano, os roe-
Ihores que ha no mercado, a 640 rs.; ma-
dapolo muilo lino e com poueo mofo a
3,600 rs. a peca, e a 200 rs. a vara ; chapos
de massa a 400, 610 e 1,600 rs. ; fusto ,"
a 480 rs. o covado; dilo muito fino o de
Cores fixas, a 6i0 rs.
Saccas com farinlia de
mandioca, a5.000 rs.
Vendem-se saccas com farinlia de man-
dioca, a 3,000 rs. a sacca, e sacca grande a
3,500 rs.: na rua do Codorniz armazem
i. 11.
rol ha de Flandres.
- Vendem-se caixas com folha de Flan-
dres : em casa de J. J. Tasso Jnior : na rua
do Amorim. n. 35.
Superior cha brasileiro.
Vende-se superior cha de S -Paulo em
caixinbas de urna e duas libras : na ruada
Cadeia do liccife, n. 51.
llameas.
Vendem-se barricas vasia que fram de
r.iniilia em p e bem accondicionadas :
wi roa do Amorim, n. 35, casa de J. J.
Tasso Jnior.
A 4 oo re'is.
Vende-se superior esguio de algodito de
quatro palmos emeio de largura, proprio
para camisas de senhora e jaquetas, pelo
barato preco de 400 rs. a vara ; bretauhas
de rolo com 10 varas, a 1,600 rs. ; supe-
riores corles de fusties alcochoado a
1,28o rs.; ditos miudos a 400 rs. o corto :
na rua do Crespa, n. 14, loja de Jos fran-
cisco Ibas "
Deposite .'a fa lrica de
Todos-os-Santos na Itahia
Vende-se cm rasa dcN.O. Hieher & C.
43 rua da Cruz, n. 4, al&od.lo trancado
daquella fabrica, muilo proprio para saceos
de assucar e roupa de escravos.
1,280 ris.
Vendem-se superiores cortes de brim
trancado do puro linho cor de lama de Pa-
rs pelo barato preco de 1,280 rs. : na rua
do Crespo n. 14, loja de Jos francisco
Ibas.
Charutos de Havana
verdadeiros: em casa do Kalkmann Ir-
flflos na rua da Cruz n. 10.
Mar melada nova.
"llegada ltimamente do Itio-de-Janeiro,
veode-se por preco commodo: rl'sdo Cor-
po-Santo armazem de moldados, 11. 66.
SVcliincha.
Vende-so cb byssnn de'|superior quali-
dade pelo preco ilc 500 rs. a libra : na rua
do Crespo, n. 23.
Vendem-se caizas com cera cm velas
do Itio-de-Janeira ; charutos do palha de
milho,muilo superiores; vidrosde pos anti-
bi liosos de Manoel Lopes: ludo por preco
rasoavel : na praca do Comniercio, n. (1,
primeiro andar.
A ellas antes que seacabem.
Vendem-se ricas luvas de pellica para
homem o senhora pelo diminuto proco de
1.000 rs. o par: na rua do Queimado, n. 17.
D3o-.se as amostras.
A 560 rs.
Vende-se hamhurgo muilo fino, de 3 pal-
mos c mcio de largura propiio para len-
ces e ceroulas, pelo barato preco de 360
rs. a vara ; chitas muito fins, escuras e de
cores iiiuilo fixas, a 200 rs.; ditas lavradas
de diversas cores, a 180 rs o covado : na
rua do Crespo, n. 14, loja de Jos Francisco
Das.
Na rua da Cruz, n. 3, vende-se cera de
carnauba de superior qualidade por preco
commodo.
&a rua do Crespo, n. 5.
loja que faz esquina para a rua do Collegio,
vendem-se chitas franeczas largas o de pa-
drees muilo modernos pelo barato pieco
de 280 rs. cada covado.
Tecidos de algodo tran-
cado da fabrica de To-
dos-;is-Sanlos.
Na rua da Cadeia, n. 5*1.
vendem-se por atacado tres qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa de
escravos, a 250, 280 e 300 rs. a vara.
- A bordo da escuna Tentadora, (llegada
do llio-Crande-do-Sul, vende-se sebo em
rama, ror barato preco.
Pannos finos pretoeazul,
a 5.000 rs. cada covado.
Na loja da rua do Crepo, n 5, do Cuima-
rSes ec llenriques, vendem-se pannos pre-
lo o azul, finos, pelo barato preco de 3,000 ()s ]\f v'Stei'iOS Xla ll(|ltis.
rs. cada covado c alm destes ha um com- J
pelo sortimenlo de todas as cores e pre-
sos com modos.
Gastorm francez, a OSO
rs. cada covado.
Na loja que faz esquina para a rua do Col-
legio n. 5, vendem-se os novos castorms
franceses muitocncorpados, padrOes no-
vos oscuros e com lislras pela beira pelo
barato proco do 560 rs. o covade.
Chales de Roberto do
Diabo.
Na loja de Cu i maraes k llenriques, rua
do Crespo, n. 5, que faz esquina para a rua
doColloglo, vendem-so os noyos chales
grandes intitulados lloberto do Diabo pe-
lo barato preco de 1,600 rs. cada um : esta
fazenda se torna muito recommendavel ,
porser do padres novos, o de lindas
Franjas.
Vende-se superior arroz branco e ver-
melho, dito de casca e superior farinha de
Santa-Catharina, a 3,000 rs. a sacca, aba-
nos, etc. : tudo por menos do que em qual-
quer parle : na rua da l'raia, becco do Ca-
rioca, ultimo armazem, aopdo tanoeiro.
Clieguem, freguezes, aos bons charutos
que ha no novo deposito quo se abri ha
poucos dias no becco d Lingoeta n. 14, on-
de acharaoum sortimenlo de charutos fi-
nos da lia h ia e da Ierra mais baratos do que
em oulra qualquer parle, e a vonlade do
comprador.
Aos amanles da lotera do Rio-
de-Janeiro.
Aos 2O:OO0#0OO de ris.
He rbegada a lisia da quaita lotera da
fabrica de vidros, e com ella um grande sor-
timenlo dos muito afortunados bilhetes e
cautelas da 10 lotera das casas de canda-
de, cuja lista ebegano primeiro vapor : a
elles antes que so acahem : na rua da Ca-
deia do Itecifc, loja do Jo5o da Cunha Ma-
galhaes, n. 51.
Vcnde-se por preco commo-
do farinha de mandioca em sac-
cas c superior potassa em harri-
quinhas : no armazem de Diasr'er-
reira, no caes da Alfandega: a
tratar no mesmo armazem, ou com
Novaes & Companhia, na roa do
Trapiche, n. 34.
Lotera do Rio-de-*Fa-
neiro
Na prac* da Independencia, loja n. 4, ven
dem-se bilhetes, meios, quartos, oitavos e
vigsimos da 10." lotera a beneficio das ca-
sas da cardade da provincia do llio-de-Ja-
neiio. Na mesma loja se ni ostra a lisia da
lotera passada.
Chegruemao barato.
No Passeio-Publco, loja n. 11, do Fir-
miano Jos Itodrigues Ferrera vende-se
un a porc8o dealgodaozinho com loque de
avaria por commodo preco; bem como
oulras nimias fazendas de goslo por pre-
cosqtio no dcsagradaro aos Srs. com-
pradores.
Pliantesia de Pars.
Vendem-se lanternas de papel de varias
crfs proprias para illuminaccs, por se-
rt-m bonitasc baratas.-na praca da Inde-
pendencia, os. 13 e 15.
Cha.
Vende-se cb de muilo boa qualidade;
dilo brasileiro muito bom, a 2.000 rs. : no
pateo do Collegio, n 6.
Chpos do Chile.
NoarcodeS.-Antonio, n 2, loja de cha-
peos, c na praca da Independencia loja
de iniudezas, ha um sortimenlo de chapeos
do Chile, chegados no ultimo vapor do Itio-
de-Janeiro : vendem-se por preco mais ba-
rato do que em outra qualquer parte.
Vende-se, para fra da provincia, ou
engenho, urna escrava moca de bonita fi-
gura, que faz todo o ServiCO de urna casa de
pouca familia coso chao, be perfeita cn-
gommadeira e cozinheira : o motivo por
queso vende se dir ao comprador: na
rua da Cruz, n. 35.
Vende-se cera de carnauba de muito
supcrioi qualidade: na rua da Madre-de-
Deos loja n. 34.
Vendem-se 12 escravos, sendo: dous
n ulatinbosde 14 a 18 annos : um pardo de
30 anuos; 2 escravos sendo umellescn-
zinheiro; 7 escravas mogas com bonitas
figuras : na mu Direita, n. 3.
Vende-se urna prela de28 annos que
engomms, cozinba e faz todo o mais ser-
vico de urna casa : na rua da Autora, n. 50.
Agoa de Ungir cabellos e suissas.
ConlinH-se a vender a agoa de tingirca-
bellose suissas : na rua do Queimado, n. 31.
O melhodo deapplicar a di la agoa acom pa-
i.a os vidios.
i
Ka pe, f
Meuion, Santa-Cruz, Princeza e cha- #
rulos: vendo-se na rua do Collegio, (
n. 9. *
ao, por'lr..Fval.
Kfla interessanle obra he ao mesmo lem-
po um bellissimo romancee a historia exac-
ta das al i ocidades da tiquisjc/o e tem
merecido o mais di^lincto, acolbimenlo :
vende-se na rua do Collegro, n 9.
Cm CaluCbo,
por t'anlo de Rock, 4\ em 8.
Acha-so terminado este interessiante ro-
mance, urna das mais engrifadas pKoduc-
COcs de seu bem conhecidoe estimadoN
tor ; tendo-se posto na traduccBo todo o^
mero. Espera-se, pois, <|ue o interesse
obra, a hondade da tradcelo e a modici-
dade do preco, convidar&oa procura-la.
Os Srs. assignanles que anda mo rece-
heram muito obsequiarlo o ediclor man-
dando buscar o que Ihes fallar da obra na
ruado Collegio, n. 9, e declara o mesmo
ediclor que se responsabilisa por qualquer
defeito com que sahissem da sua nio os
volumes.
Contioua-se a vender manleiga ingle-
za muito superior, pelo diminulo prego
de 640 rs. a libra : no Aterro-da-Boa-Vis-
la, venda n. 54.
Deseripcao histrica do
Brasil, por F. Denis,
Colombia e Gtiyanas, por J.
laniin.
Estes excellenles escriptog no precisan
de recoiiimendacio para serem procurados
com fan, muito mais que o primeiro he
produecSo do nico eslrangeiro que tem
estudado com atteneflo os costumes, littera-
tura, etc. do Brasil, e que trata ludo com
muita imparcialidad!', ao que o babililou
urna longa demora na bella torra da S.-
Cruz.
A obra compOe-se de 2 volumes em quar-
to de quasi 400 paginas cada um, impres-
aos em bom papel e bom typo: vende-se na
rua do Collegio, n. 9, pelo diminulo pro-
co de 4,000 rs., brochada.
Vendo-se a taberna da rua de Agoas-
Verdes.n. 48 a dinheiro, ou com firmas
a conteni: a tratar na mesma taberna.
Vendem-se 12 lindos moleques de na-
C&o ecrioulos, de 12 a 20 anuos, sem vi-
cios nem molestias; G pretos de 20 a 30an-
nos ; um dilo bom cozinbeiro ; um mole-
que milito lindo bom oflicial de alfaiate ,
de 15 annos; um mulatinbo de 14 annos,
bom para pagem ; um bonito pardo de 20
annos de boa conducta e que he copeiro*
e entende de bolieiro ; 3 mulalinhas de 16 i
20 annos, com habilidades; urna prela de
18 annos, recolhida que engomma per-
leramente, cose e cozinba ; 2 negriiihas
de 10 a 12 anuos, com bons principios de
costura ; urna preta de meia idade ; 4 ditas
com algumas habilidades; bem como outros
muitos escravos : na rua da Cadeia do Ite-
cifc, n. 40.
Vende-se urna caixa de cha-
rao para costura, com apparelhos
de marfitn : Indo moderno e de de-
licado gosto : na rua tio Crespo,
n. i5, loja de Cunha Guimaraes 8c
Companhia.
9Mmmmmmmmm $&Mmi
A 22,000 rs.
$: Uilbetes da lotera do Ro-de-Ja-
'j neiro. eqi quartos, oitavos e vigesi-'
l mos: vendem-se na rua do Collegio,
8 n..
%
$tfftttCttt9Ct*t
Pos galvnicos para
pintear.
Na rua do Collegio, loja n. P.
Todas as pessoas que possuem objectos
prateados e que tenham perdido a cor ar-
gntea, estando por isso indecentes, ou inu-
tilisados, leem uestes pos um excellentc
restaurador e conservador dos mesmos
objectos sempre como novos sendo o pro-
cesso para se usar elles o mais simples ,
nada mais do que estregar com um panno
de linho molbado em agoa fria e psssado
nos mesmos pos.
Umacaixinhacontendo quantidade suf-
licu'iite para pratcar mais de 40 palmos
quadrados cusa a mdica quantia de
mil rs.
Vende-se urna parda de bouila figura ,
de 25 anuos, cozinheira e engommadeira :
na rua do Queimado, n. 44. | I'skn. :
'i'r^JHBaMtf1
- Vcndem-sc queijos de prensa, muito
frescos e de muito boa qualidade: na rua
das l.arangeiras, venda n. 1G.
Vemleni-so porlas de repartimenlo do
uso autigo e urna vidraca para alcova : ni
rua de Hurlas, n. 112.
CARNAUBA.
Na rus de Moras, n. 112. vende-se car-
nauba, n5o superior, a 'i,o:io rs. a arroba.
Vendem-se 3 saccadas de pedra di (er-
ra, 1 cania,! niaiqucza de angico, 8 qua-
dros de saja grandes, 1 mesa, 1 secreta, 3
coupoteiras, 12 garrafas de vidro, 1 lustro
de sala, 1 talber de licor e I dito de azeite:
a tratar na rua das l.arangeiras, n. 29.
Vende-se cha brasileiro, a l,G0Ors., na
rua Dircila, n. 14.
Vendem-se, na rua do Crespo, loja n.
12, chapeos de castor relo, de superior
qualidade a 3,000 e 3,500 rs.
milho novo.
Vendem-se saccas com superior milho,
por barato preco : no caes da Alfandega, ar-
mazens de Dias Eerreba e Bacellar, e no ar-
mazem da rua da Cadeia, junio a botica de
Antonio Pedro das Neves.
' Vendem-se resmas de papel, almajo
perlina de primeira qualidade e por preco
barato : na loja da praca da Independencia,
o. 4.
Vendem-se lnvas de
pellica para homem e se-
nhora, a I'000 o par: na
rua Nova, loja de Maia
Hamos A C., i). 6.
Vende-se o Ircsenario de S. Francisco
de Paula, obra nlil aos devotos do dilo San-
to a 240 rs. cada livriuho : as bijas de li-
vros dos Srs. padre Ignacio airas do Coi-
po-Sanlo ; viuva Cardozo Avies & Filho ,
rua da Cadeia ; em S.-Antonio praca d*
Independencia n. 6 e 8.
Escr&vos tu^too*
'Fugio, do engenho l'indobinba, fre-
guczinha de lpojuca um escravo de' no-
mo Francisco de 25 annos, cor fula, fall*
g ro.-si, baixo, pi r us finas ts grandes e
cambados; sup(0e-se andar nesta prat
onde j tem sido pegado de msis vezes qu
lem fgido. Itoga-se as autorida'ies pob-
ciaes espitaos de campo, ou qualquer PJjJ"
soa que o apprehendam e levem-no ao di(
engenho, ou nesta praca rua da Cadei*
do lleccife, em casa de Jos Pereira da tu-
nha, que gratifcala.
IU ITP. DK M f. DE th*lk.
-1M


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EWF2R5WMO_O4TPCF INGEST_TIME 2013-04-24T19:34:51Z PACKAGE AA00011611_06630
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES