Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06614


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Full Text

" ;
j**^
O n/,1 RO publlc*-se todos os Ras que alo
& 4*0C0 or quartel, m*.*ix***4*.Ot
^nuncios do. assignamessao inseridos
?ao de 20 r. por liuba, 40 r*. ein tjpo dlf-
eren", e a. repW. pe melado.Os nao
, L.gnantes pagarlo 80 r. por lluha e 160 r.
I eu> lypodiffereole, por cada publ.cacao.
PHASESDA LA KOMEZDF. JtWHO.
T ua chela, a5. 8 boa* e 7 inio. da raanh.
PARTIDA. 008 CORRStOS.
fibUnnae Parahiba. < eg*. e aexUt-fclrai.
Bio"do-Norie. quinta.-felra. uocImUi.
Gabo!serinb3^in, RIo-Formoso, Porto-I.alvo
Macelo, no 1.' a 11 e 21 de cada mez.
Garaahuai e Bonito, a 23.
Iloa-Vista e Flores, a 13 e 28.
Victoria, s rulnlai-felras.
Olinda, todo, os das.
PREAMAR DE HOJE.
Prlmera, s 1 hora* e 18 inutoada Urd.
Segunda, s 1 horas e 42 minutos da manb.
_ .[1? "." _J"1'!",_B*
Jiinho de 184.
N. 151
das da semana.
11 Secunda. S. Rarn*be\ Aud. do J. dos orph.
do T.do civ. o do J. M. da 2. T.
12 Terca. S. Joao de S. Facundo. Aud. lo J.
do c.da 1. ve do J. de paz do 2. dlst. do I.
13 Ouarla. *SB S. Anlonio'f. padroelro da
provincia.
14 Quinta. S. Baz'.llo. Aud. do J. dos orph.
e do i. M da 1, V.
15 Sexta. *( O S-. Corarlo do Jesus.
16 Sahbado.S. JoloFrancl.ca llegls. Aud. do
J.doc.dal. v.edoJ.depaidoi. dlst. det.
17 Domingo. S. Tlierexa ralnha.
CAMBIOS NO DA 11 DE J1TNIIO
Sobre Londres a 24 d. por 1/000 rs. a 60 di is.
, Pars 380.
. Lisboa 100 a 10 por cento de premio.
> Ro-de-Jancro ao par.
Oesc. de lett. >\ boas II un as a V. % ao mez.
Acedes da comp. de Keberibe. 50f rs ao-p
*;ro.-Oncas hespanholns. 3/W0 a JI/B0O
. MorMas d 6/400 v. 17/700 a 17/00*'
. de600n. 16/700 a l(UUn
. de4/M0.... /500a 9/7
Pr..-P.t.coe.bra.ilelrb. 2/020 a 2/Wj,
Pesos colmnoarlos. 2/Wd a 2/U1
Ditoa mexicanos..... 1/9M a 1/970
MfVTE orFiCiitr
r.omuiaiit.o ..is armas.
1 ^ l4rt>nodel849.
ORDRM no DA.
S Exc o Sr. mareehal de ampo graduado, cnmiuan-
dan'le das arma, manda faier publico a guarnilo ru
or dpspacbo do Exm. Sr presidente da provincla.de 14
uo correte, loram concedidos I res meses de l.cenca cotn
nielo sold ao Sr. alfere do oiiavo.J>etalhSo de cacado-
res Francisco de A.slt Quintarle! para ir a provincia do
Rlo-Orande-do-Sul tratar de seus Interesscs.
Oulro slm. determina o nirsnio F.mi. Sr. queti Sr. al-
feres Jos Negrrtros de Altueldi Sarfnhn passe a servir
na companhia de cHrla, onde fiea addido, sendo por
con.equencia desligado do sexto batalhao a que ota ad-
dido <*
ioi Pedro lltilor, ajudantc de ordens interino.
TF: NAWBUCC?.
cl.imlul.. .
le, que decepcSo!.. Que erro crasso, proprlo de uin
slmplorlo como eu sou!-.. (ItiiodM) Be ni ve V. Exc. que
os Tactos lombam de minha credulidade ; porque a no-
bre oppoilclo reappareceu, senSo inais Injusta, ao me-
nos mais desabrida ; mas eu eslava j tao acosluinado
com a sua placidci e condescendencia, que desojara
poder conservar a llusiio de que ella, ainda agora .nes-
uin esta do acord comnoseo, como outr'ora no orea
ment... Mas nao he possivrl lludir-me mais; ella se er-
gueu de novo, e resenho-nos aqu Tactos de uina or ein
tao sabida, que nao posso duvidar de sua tena, idade
ein guerrear ser rthln a adminillraclo da provincia,:
portanlo, Sr. presidente, vejo-me na dura necessnlade
de diier algumas palavras Slnlo, por.n. que o "bf|
Sr. Cunha Figueiredo :-Kuel...O nobre depulado
he quefallar por certo. porque te.,l.ool..ervado q,.eo no-
bre depulado que so ten pronunciado lempre en. favor
do. revoltoso, anda n5o reprovou a rebell.ao. ....da
K", exprobr.u os que a poxera.n e.n can po : toin-nos
o aqu bellos discursos, traosoradmle* HwwlsJ
mas anda nos nao lisse : Malditos aquelle. que fo.a.n
usa do todas a. desg.acas que chnve.am sobre nos-
seabecas no iremendo da 2 le frv.rouo....
O Sr. Stth>$tt*'o do Rrgo :-Apoi .do.
OSr. ^(.FijuiVedo-.-Porlauto e.tou corlo que o
>bre depulado. anda que entre na eclebracao do con-
aio, nao o portera cumprlr rclUj.o.a.ncnte ; hdeme
nobre
trato
A.SSEMHLKV PROVINCIAL.
SES5AO EM 8 DE WNHO DE 1849.
Ptttideneia do Sr. Souta Teixtira.
S!JMMARIO.-WlMn.--J, cumtntoi e ena/ai muaieipnM 'obr ni dai ea-
marot do frotincia.--U'eieii do rrqueri-
mrnm do Sr. J. A. di Fiqueiredo 1 di urna
mundo. adJilivo do Sr. iliul da Cinha.--
Approatoo doi projieloi'11. II. 12. i31
19 eih Irrcair diseMno'~do de 11 1.1 ra <-
guada eos urna emrnrfo do Sr. Nimeiio.
Tircrira ittmioo' da oreamento municipal.
-Adopeao'do ndarcaudo arcanunlo prrmn-
eiol.Diiptma de imlerilicio,poro o projeelo
n. 15.
As 11 V, horas da mauhfia, felta a chamada, verifica-
se eslarem presentes 26 Srs. deputados.
O Sr. FrriMrale declara aborta a sess.o.
Nao se le a acia da sessao anterior, por nao se achar
sobre a mesa.
O Sr. I. Serrlario menciona o srgnlnte
EXPEDIENTE.
Uin oBlclo do lecrotraio da provincia,- acoinpanhan-
do :ili rxemplarri dos quadros da divida activa e passiva
ovinciat.--!
provincial.Inteirada.
Oulro do nirsnio secretarlo, enrlaodo uin addltainen-
to ao referido quadro.--A' cominillo deaienda e orea-
menlo
He lldo, e approvado o seguinte parecer : *
A commissao de conlas e orcarnenlo munlopa,
tend fe examinar as que fram prestadas pela< cma-
ras, enviadas i esta assemble'a por intermedio do go-
verno provincial, observou que, alt5m das desla cldade
e da Victoria, sobre a. quaes j.i a coinmlasSo du o seu
parecer, todas as mais tocui deixado de darcumprimfA-
to ao que Hies determina a logislaco vigente lalvea.
julga a commissao, que as distancias eiu que se acnao
algumas da capital, o estado convulsivo de outra*, na
orlse por que acabamos de passar, e Analmente pelo es-
tado escepcional ein que se tcm visto esta provincia ha
alguna annos, fossrm as principies causas de sua. fal-
la : no entanlo para que esta assemblea ttnha exacto
conheclinento do estado dessas fallas, e quaes as munU
clpalidades que as commelteram, val a cominisso
upoiiia-las : as cmaras de Jguarass. fiolaana, Jiaxa-
retli. Garanhun. e Rio-Formoso reineltoram as s.ns
conlat doanno de i846, 1847 c 18, c o oresmento de
1818 a 1849, faltando 11 Ires ultimas com as relaeocs no-
minara do. devedores. segundo determina o artigo y
da lei n. 197 do anuo de 1847: a* cmaras de Pao-d'Alho,
I.imoeiro, Bonito, Flores. Cabo, Cimbres e Ex eitlt
ainda um anno mal. eirt atraso na reu.essa de snas con-
tm, lendo a quatro primelra. regulare, as que niflida-
rain ; as cmaras de Floi-esla e Ba-Visla enviaran, o.
oreamento. de 1816 a 1817 ; o sobre as cmaras de Olin-
da, Srrinhaei.i e Agua-^rela nenhuiiiM contal e orca-
nienios eneontrou a commissao.que Ihes perlencessein :
a vista, pois, do que acaba de eiipor, he a commissao de
, parecer que sejam. comludo, as contal prestadas ap-
Lproradai. eque por intermedio du governo se recom-
[inende a e.ias' cmaras a pontual observancia dos arli-
gus 30 da lei a. 79 do anno de 1839, e 24 da le n 197 do
[auno de 1847, estrai.hando a cri.nlno.a negligencia da
[cainsa de Serinhacm, e paniculanuente a da cidade
f Ha* ftrnff*
lleeife, 8 de junlio de I8l9.-b>oo* do Hrgo.Si-
tno'tt.
ORDEMDODIA.
Contina a dlscussao sobre o reqnrrimento do Sr. J.
A. dt Figuriredo. adiado da sessao antciior.
He iiomrado o Sr. Mavlgnier para .npprir a faltado
um .nombro oa comini.iao de redaecio.
OA'r. Canaal Figueiredo :--Sr. presidente, seinpre jul-
gurl que discussai havda .10. primeiros diaa d- actual
aes.ao ordinaria, tlvcsse operado un grande uiilagre;
o milagre de counucer a nobre oppo.ifiM d* que ..ein
o partido da orden, e nem a administra;0 que ce
partido poia, lnni beni servir ao pais.e especialmente esta provincia. Sup-
pooirsi* se bavia operado e.te grande milagre, porque
a nobre opposlcao. que alias se tiuha, no couieco da
sessao, apresentado con. u.ua ardideza bein notavol, ao
depoi.se porlou mu libia e conde.ccndenle, quandu C
tratou da lei da fixaco da frca policial e da do orca-
mculo provincial; dual rei iuiportanUiiimas, cm que,
com tuno, largas, esta assemblea, e conaeguiitc.neutea
opposicSo.dolou a actual adminlslraco co.n medidas df
alta confanca : na dlscussao destas ditas lei. im'pnrln-
tes a nobre opposlcao >e coniervou ua nialor placiden
em uina censura, nru> um eslorvo, que revela.se por
alguiii modo a falla de contianfa na ad.ulni.uacao.... B
por eate toavel procedlmento da opposlcao uie 41er-
^ .-.:_l- .,....c..AtA.* .-fin a maioria ;
nos correligionarios, de suppdr que aojamos b.rbaios
e perseguidores ; nao noi tara essa inju.tica. c nem
pensar que sejamos capaMS. j niio digo de sancoloMr
com o iiosso asseiui.nenio, mas de defender a qualquer
auloridade que qui/.esse a.solar, que qnitrssc inirrar
a provincia de Pcrnambuco con. um recrutainenlo_ br-
baro : da minha parle protesto i V Exc. que nao te-
lilio coracao de bronte, que nenhum lntero.se nosle
mundo, por inalor que s>jr, me far cerrar o ouvldos
aos gemidos da hnmanldadc afllieta : se nao lenho Ur-
cas para soccorr-la, ao menos abrlrel seuipre os o.ivi-
doi para ouvlr leui quelxumes, e para, quando mais
i.3o seja,pagar-lhc o meu tributo de dr e de lagiliHM.
J v, pois. o nobre drputado que roprovaiei sempre
lodos os roe. utaiiicutos brbaro* c estou ceno que nei-
la parte 01 n.eus oobres collegas uiaacompanl.arao.
O Sr. Mendti do Caaaa : K eu Ihe faco jstlca, por-
i'ue lei que o nobre depulado chora commlgo.
OSr. CmhAo Ptputrt do : Porlanto V.lxc. porte-
ra colllgir que nilo applaudirel qalquer genero de
atrocidades, ou de persrguicdes. aluda quando ellas re-
caan! no inalor.criminoso ; porque entendo ser indigno
e deshumano augmenlar-se a allliccao ao afilelo : nao
defenderei a niuguein. Sr. presdeme, que ver obra-
do por tal ii.aui'lr.1.
Se, pois, a tbeoria. ca regada de.erudicao, que nes-
ta casa expendeu o nnbre depulado, nao leu. por n.11 ac-
ulo demonstrar que uo ae deve de imu.eira algu.ua
apoiar un. recruUmenlo brbaro, se ella nao tende le-
nlo a aconselhir-nos a amar ao nossd scmelhanie como
a nos Himnos, na pl.rasc do evingelho ; snliscreverei
es.a tbeoria inleia.nenie, e sen amis leve re.lrie
cao mental ; mas, se o nobre deputado''*oin a la llieo-
aclianesla aperlada con uncura...An es "-P"UN
para remov-lo. lo.las. oda. as ...edi.Us. por nMilfor-
es. sao applaudida.co.no eellente, e adequada, ma .
depois de ,a,ado o prrigo. depois da tort*J>fi*
dos ...tos. sao encarad. Mmpr mi !*JJ
peradas e at duramente reprova las ; mas M porque lo
dn ji Cilio s.ivos.
Fiixe. : Sim. ., ,
OSr. Cunli.iFiquiiredo-.-Ulo nasce. Sr. pre.id.ule.
da naiurcta da altribuicSo e das c.rcun.s anclas g..ves
en. que se acha a auloridade, por a*lWJ
nada que ifja. O nobre dep..udp.uo om do
lo,.gacarrei.apublica.c.ruel.aoxorcidoa.ua jurisdci,....
cm oroa.6es crlliea.eomea.o. odiosos, lora ........ .e.as
ve.es experimentado na pratica o que eu acabede .uor
Quanla. vce. ..So lera o ..obre depulado *%***
de cruel, accu.a^es. por ler. em apuro, recor do a.. u-
,l.ap,.y..ca do di.eilo. julgando ^v c*m~ldo o. q
chefe de polica tralava de averiguar isto, quando fui
obrigado a sabir para fia da ciliado, e julgou que obra
va com acorto em p-los, como recrutados que eram,
s orden, do presidente aqun, caba .em duv.da a
obrlgacodc eiamisar se ellos dcvlam. ou nao. a.jentai
' rofnobrc depulado tocou e.n oillra especie que, con-
fe.SQ, nlo deve ser discutida aqu por nao ser o lugar
proprio : allego., que o ehefe de polica bavia Pr''>n-
ciadn o. indiciados na revolla .em serem ouvldos para
ainqiiiricnda.ieitei.iunhas.
Sr. presidinte, nao podemos agora avahar bem esta,
clrcum.lancias. e nem devemo; porque a dlscssao
sw improficua : mas devo ler ao nobre depuiada.
...uilodepas.ag.... queme paros-.- nao ler sido agg.-a-
vada .1 eniidieao dos indiciadns. pelo simples faci de
nao ser... chamado* na foru.ae.1o da c.ilpa ; porque se,
como entende o nobre de nudo, essa falla tras con._s.go
a ni.lli.la.li- do processo. o chele de polica podera er
aecu.ado de haver favorecido 0.1 eos, c nunca de per.e-
gnl-los... nunca de acabrunlia-'.os, como Inculcan no-
bre depuiatlo..-. ,, ._.
OSr. */r.ide. / Cmka i'-ltaltf bem, multo bem.....
Tret bien, tre bien. .
i) Sr. Cunha Fique,redo:-Mullo bem : o chele de po-
lica nao foi brbaro : logo, o.o nobre Rutado lev,
...ppor sen.pre bem do se., lemelbanle. deve Umbem
suppr que o .befe de polica, nao por faier um nial ao.
reos, mas por entender a le de u... modo diverso do
que a emende o nobre depulado, pao ouvlo os Indl-
'""."lilenleida Cunnn :-0 nobre dep.Uado esti faien-
do nina injuria ao chefe de polica. ..,
rj Sr. C-nl.il /oe.re./o :-0 chefe de pol.cla ao menos
obrouco.nosare.los: o ..obre depulado sabe mui bem
que, pi,r occa.io daq-.elle processo dos lnv.s.els do
llio-de-Jm.elro. e.n que Intorvelo o Sr. A7.a.nbuja. os
... inquirlclo de le.lc.nunl.aa na tor-
il pede "
reos nao assisl.ra
eu dver. no cnlanto que a m vontade
na? Quantai vexci'/ Appello para a
Cil.f..
0 Sr Sebmlio'odo tgo :Apo.ado.
Ese. ler a bondadedo .uaodar-mri1 oooiMiiic.i... i<>1
do. he slisfello. e 0 Sr. Men.le. da Cnoha Mn10 ara
lugar e el.ega-se para junio do or.ador que. lendo lid-
a eonsiiltiicao, conlim.a:)
Po, lano! a regra da cootliluicno beque nai causas
cri.nes lod.. o processo at 4 pronuoc.a pode ser es.
crol... Enote V. F.sc. que esl.cra a pral.ca anliga.
alienada pelo. ...ell.orc. praxl.las. que eonvloha.u^m
pie lodos
sen. em seg
pello dol
pelo. ...elbore. praxl.las. que convloha.u r.
os tato* do proecs.o..He.dapro..U.ie.aro.-
eg.edo. pira mell.or infor.naCno do Ju.io a res-
envene-l pollo uoi indiciados;ainda que ao depois da P'"'"','c's'
sua co scien- l-at.dqo r9 devia entrar em livrameolo, se Ihe oonce-
,a consc.en l^ ^ ^ ert|ide ,-raor pir justificar-se : esta era a
legislaclo anliga con.ag.ada ua consliluicno mal o c-
digo do proceiw, fox u.na excepelo a coratlluicao. neile
eso. como fizca mu outros......los; porque insl.lu.o
ria qu provar que .'... Pernambuco se eslfazeiido es.e
rrer.llmenlo brbaro que .10* figurn ent.o lia de p r-
mittlr-ine que Ihe diga que a llieoria nao 1c.11 appl.ca-
co especie ; (|ue a iheoria he bella e sed..clora, mas
nlo he para ocaso,led non til ii loeii ; que oque com-
pre ao nobre depuUdo deinonsirar he : prime.ro, que
esse recrula.nenio ten. sido feito em Pernambuco eill
eraodissinia e.cala, e de um modo excclvo ; segundo,
Mu te... recahdo e.n pcsioas isenlas pela lei ; tereci-
ro, que tem sido fello por ...era persegulco, o nao por
unta necessldade publica. Ora, se o nobre deput.ilo
prova.se plenamente csli Ires ihcse., cntao eu grilaria
com o nobre deput nlo : o reerula.nentn he brbaro -I
c por-n.e-hla aa lado no cmbale. Mas parece-mu'
que as nao poden' demonstrar de urna minelra con-
cl.iili-.>ii- e satisfactoria ; al porque supponho que o
nobre depulado, em quem alias lenho summa confian
e.i, nlo he o ...a s proprio par., entrar no exame destas
questes co.i aquella impa.cialldade que seria de de-
sojar ; porque aluda ha punco no. dis.e elle (e V. Esc.
estar len.brado) que o rspir/lo dt partido pereerli. lu-
do: emquanto, polvo nobre depiMado no. n.lo apre-
seular nina credencial eu. que e mostr un. hoine.n
Inlelramente neutral e abiolula.nenie alheio a partidos,
em que finalmente ae inoslro, em poltica, tao pti-
roe lo candido como u.na veslal no templo de \ osla,
ha de me consentir que eu uspeite de suas pruvas, at-
slm como me nlo agaslatei se o nobre depulado siii-
peilarda. minha.....
0 Sr. Sibailiuo' do lego -. -- Anotado.
0 Sr. Alende, do Cunan : O publico julgara a us-
pelcao
O Sr. Cunha Figueiredo : -- Se o nobre depulado he
qua.lra,*ao.esullidoidanrce..lda.le.quotema auto i.la-
de.de lanyr n.lo da. ar.u.sn.ai. rorieide .11aa.1l. ad'
paraeo.,loralu.bulencla.PorUnloeq.e.oqu. ooohi d
puta.!., naodcredi.oaoimo. boato* para l.u.er a. a
r.iede,.ta orden.; me parece que as ...al argumenlacoe.
se re.onlem de sensivels InexclldOe* ; o nobre
u-nilido .eguramcule inlormar. mullo incom
presidente, o recrulamenlo nao le.11 .ido horroroso
comoie pinta ; e acerca dos l'.cts|ue te co.nme.no-
earaelerlsa-locomolal, direl algnma cousa
quero, Sr. presidente, de ...0J0 alg.un acc
c mui lo mcMN a. coniprometlida*. que pelo
rou pira
Nao
notar que esta dlsposicao n.es.na hes.ibje.ta ,. 1 '''
cepeao que ven. noanigo 112 do n.e.u.o CodlM .quero
di/e., o'ro no deve ser cha.na.lo ,, Inquirica.) das les-
U.'uuul.as qiiando nao he possive comparece. ..a pie-
seSa dojuU: enlao ojuls pode g?-
t, que nao leal assislido a inquiricao fMlirtNM-
.has: l.e esle juilamcute o ca.o eu. que estamos.
havia u,na imposlbi.idad.. phy.iua para os re-j omn|-
te .s.lirem A formacao
o
es
a do
sa ; c nao me aeho po
gacao decoindemuar aalguem,
nem de acensar: com.-
^.""^Po^^'-^cmnpre andidos no aroc..,
150 o,.'...ais individuo., era i.upossivel que odo.felle
vie.se...de dive.sas prlsoe. de ...ar e """*" T
lula para vete... inquirir c coniestar nomer. Ja'le de
uslenunhas. c islo quando .e devia forma. 1 cu pade_n
tro de oiloou de. .lias, co.no parece quero a/" *
di.lrlclo: e onde .cacharla, .enho.es. un a essa tao
grande, tao vasta para se .ecolhor nal* de IjO rtos un
numero infinito de W^^?^^,?^]-!.
re* e lodos 01 adminiculo, do foro. Dcvcna .r oju
paran nielo de umapraca publica/.... _
O Sr. HendU da Cunha i F. porque nao
O Sr. Cunha Figueiredo : -Todos u, conhecem01 que
I,," era un. iu.possivel; e que enlao o pr^MW ou.i
ie lindara, licarla elcrn.s
sido ; c naq haveria un s reo
iovolvrin ac'c..acoe*u..i pouco graves, e eu me acho
constituido na nbrigacao de roda.gu-Ias : farol, porc.n.
por ser o mais lacnico po.iivrl. ^
O nobre depulado dl.*e que se bav.a recrulado pes-
toas catadaie que liiil.am a seu cargo urna familia nu-
mero.* : que o chele de polica, ansahir para Iguara.-
.,,. havia mandado ordo... aocaruerelro para considerar
como recrula. um grande numero de pre.o*. e P-'os-'
di.posicao do presidente, e n'i.to achoiio nobre uep,.
lado um grande cri.he...&C kc. *c. O.rel *"-
lavra.a apello de*,e. helo.. Fa"ou?e aqu o que nao obl.vo.se MaM*W d. relacao do .l.slr.clc.
1 Tambeiu se disseque o eUtfc de. policaijali-rapara
fra da cidade para dilculur o* recurso, aos reo,
I.
nao
Vira (la cia.ie para u.iiicu.*. ------------iT.i_.^- An.
,c as., i o chele de polica, porque era onr.gado. de
U de conceder quasi todo, o recurso*. **l 110' para
1 respon-
10 fallar
para faxer
e astein-
a votar
re
ICO
la^edeposilarsobrc a mesa a minba procu-
si'm como o..obre depulado a sua, "ovemos
.V'oVosso tcs.a.ueu.0. eme parece:*.
amarello.
ou, Sr.
iiadi que ella jase liaba confundido com a
que liaba feito cama com. un. co.nno.co: e
pre.idenie. JA eiuva to comale, que nao .caba en.
iniui,-.... (.i. triuuipho da ra**n; mas lamben., e"obre ludo, porque
, ; e portento a. "iV,3oneiauo*de"'r''do fa.ullia : he Proci, d5.'-Bn? !? I h."a "alba .me obSr. Manoel Cardo. nao *V*
leu. um irmSo bacharrl formado, que
,anhia de uas Ir.nas; o r.o se. e elle
'ireres da guarda n
culida e apurada; he aquelle tribunal ondeos iuie- patente.^...
rene, da poltica uo e.livcrc.u en. etlectivo jogo ; na- | OSr. Penoa :Tlnha patenie
quelle.tribunal aoude nem eu nem o nobre depulado
formo, junes e parles ao ines.no te.upo : (apoisoos
alaria multo, Sr. presdeme, que o* que let.em a
cutan, em que eu e o nobre depuladu no. livessemo porque n apuue en.rar ....... .
c.upenhado, a nlo Iraduziiiem por c*se jogo de polltl- |10 por*. corroborar o que empr w o ooore u-
c* partidista : c enlio la Irla pord.do lodo o nos... Ira- I pu,ado ; isto he. <|UC os par dos "-niam se rec.proc
balbo.... mente in rasfio alguma mullas vexes.
Dille lamben, o nobre depuladoque o cuele ae pon
ilo da sua sal. Ja par fra da cidade.
bla, pi
1 non 1 elle :
do ai.tauli
ioVc'iaz^on
;u".e: rb^deS^o'deve*o. .ahlr d'aqu. incon-
da C'un/ia.
estava'doudo por contra!
" maiounaoioiqualdeno.
,,r de re.ilr do coniralo c
Divina dequehejde^
era o pri.nelro que tra-
olln lauto na Providencia
Agora, .c o nobre depulado quer eogajar-.e com.ni-
"WseX^ =sfr- *^s-' Em ^JHtrsStSwS'.
v;'.-...,..."i"i""""'"
pela (
lirlio df
|cL,crmollVo.un^sj:v.,i..
elade.nora. Se o nobre depu-
11 .1 n 1 ni
HjC c*pe
iccusar
. que II
n. le.
dilRculda-
ue .aullo
peri.nonto sofregnida P "oa .rflmado. llv?z
lado conhecesse o e. nlr J d1|^.er,uje epero quenao
u.e se recu.a.se a asiig'" .5 te aecusar de inrac-
luc. ._____..... nina so vez, de me -"
- '"""laur norco^aodpoUn?uitr,cmpo, a
eonta conllauar erience; df1"
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--"I--------.....
I ...ILLA*?...
,co.



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f
-------.
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2^
.
..

cusa a uni coraco amoroso como o sen: mas emfim
que scja o pirddo a que pertencam, dcvem unir ai la*
vamos ao contrato; pnrcm lia di' ser frito por cacriplu-
ra publica, porgue jd disse o marque/ de Chastelleux:
n evciuoi reputar a todos oshoii.cns honrados; poriu,
mu umIii contraannos coin elles, reputemos a lodos ve-
Iliaco. Cumpre agora responder as snas observacocs. poden deshonrar o partido que os acolhe c abenca ;
O nobre d. : lado,nao achando defesa para o rccrula- as Im.ge de nilin persuadlr-me de que o partido os aco-
coni a mirillas v07.es para desarmar os selvagcns da
armas da tyrannia e da barbaridade, com qneacoinn.rt
tem e deshonrara a hnmaoidarie ? Nao tema' o nobre
depulado desagradar ao partido, porque estes factos s ment, cujas imormacVs se pedem, neni na rasao, nem
na jiislica. nem na liumanidade, ph.inl.niuu tnailmas
ni politiea, hypolhese na rrvolta, e circumsiancias na
actualidad?, de tal arte qnc licou spiii maxim is, lem
hypolhese, teni circuiustancias: leve a forte de lomo,
nao obstante leras Coreas de um Hrlaro: he o que acon-
tece aos bons advogado*, quando se encarregaui de urna
i mili na..,,
OSr. Cunda Figueiredo: O advogado he que he mo;
a causa be boa.
O Sr. Mendn da Cunha : O advogado he rxcellcnte;
mas a causa.' .'! I ma das suas mximas foi que a cevol-
ta f ii causa do remita ment como se fez; (e se contina
a fazer devra acrescentar o nobre depulado) porque a
.mi..i ni.ule tiiili:i nei essldade destas medulas lories c de
otitras deste genero.
Senhores, a nossa situarn he desesperada ; parece-uic
que atjpeidmoso direito de ter raso: se eu appcllo
para as lela, os nobres deputados duein que as leis nao
I .'..I. ni ser exrcut idas nesse recrulamento; se appello
para aassrmbla, nega esta o sen voto aos reque rmen-
los que pedem inlormacei e eselareciinenlos sobre este
e objectos semclhaiiles ; se appello para as autoridades,
a qucni o recrulamento Incumbe, estas sao as uiesuias
que recrutam aein lei e sem piedade; se appello para a
justifa, para a liumanidade, para a inlclligeuc.a das
leis a ludo se responde com o soubo dos casos exeep-
cionaes: ludo se santifica, tudn sedeseulpa. Entilo pa-
ra 'i in-iii appellar' Appell ii p ni IVos? lias Dos nao
est sempre prompto a fairr milagrea, e elle reserva
para n dia das contal aquel les que nao liverein em con-
ta a sua juslica inexoravel. I'ara qiiem appellar, pois?
Para os rstratigriros?.... Para os Franceses? I'ara os In-
gleses ? Nao ; porque como nos poderiain riles valer
sem olfensa da nacionalidade !.'.. Illas, se este recurso
losse o ultimo e admissive!,eu nesla desgranada conjunc-
tura prefera appellar antes para os Alie.mies, conclirin-
do do eu governo inilitar para o seu governo civil. E
a propasilo quero contar urna historia.
Eitava eu n'uina cidade da Italia, a qual se rebelln
contra a autoridade temporal du pontfice romano, legi-
timo soberano daquelles estados : quatioou cinco nie-
les depois entrn urna diviso amula.a, a qin.1 receben
UDl fogo muito grande s ponas da cidade, por rspaco
de tres ou qualro horas; o que nao obstante, entrar,un
victoriosamente e frain para o campo de Sun-I'ctroni,
Enlao mu a va eu com um padre barrigudo, eesle padre
convidou-mc para ir ver os couquisiadores; (a quem
antes chainarei libertadores/ e aperar do mullo ineao
com que eslaya, vendo Ulna tropa conquistadora que
entrara debaixo do fogo. o que uo era colisa para brin-
car, animado pelo padre que era mais ralele du que
en, nrompanhei-o com elleiln .scinprcjiulo di He. Quan-
do cheguei ao campo, que vi cu?... Ol! que espectcu-
lo digno de eterna reeoidacii!.'.' Vi!.'... I'arabens liu-
in.iiiid.idc!: VI os lillios de Ajarle COM una nio cin-
glndo a cora .....ral, e com a nutra ollerecrndo ramos
de oliveira a todos os habitantes da cidade, sem dltline-
cS de rebeldes, nem legalistas, papalinos ou uo papa-
linos, esliangeiios ou naciouaes. A' villa desle procc-
dimenlo fique! lao Mimado, que nesla nnile fiuao iltca-
Iro, e coinmigo eoncorrru muila gente, c concorreram
mnilin dos revoltosos. No dia seguinte o cardeal arec-
bispo e delegado de S. Santulario,mandn proceder apri-
soei; oque constando ao general commaudantc da di-
visao, fui ter este com elle, cdissc-llic: Eu o ce u pe
esla cidade com as ininhas armas, e as armas que vie-
ra m para revindlcar os direilos lemporacs de S. Sanli-
dade, inmbem vieram para sustentar os direilos de lo-
dos os habitantes della, qualquerque lejain ai suas opi-
nies pnli'.icas....
OSr. Cunha figueiredo: Assim fazem ai armas ini-
peiiaes boje,
(l Sr. lendeida 6'unhn:Ouca o resio : quando rntrel
as portas da cidade, depois de cessar o fogo que recebi,
vi que o reb Ides linliam deposlo as armas; enlao uo
maii rebeldes; enlao nao vi seno iiifelizes c desgra-
ll.e
o nobre depulado, e pode alguem manchar delta tna-
nelra a reputaran de tantos hinicns honrados, que teem
sido victimas do monstruoso rec.rulanienlo ? 11 esla
una especie de defesa que nao importa inenoi do que
pedir aojuiz qu imponha ao sen coiiililuinte apena
no grao mximo. Assnssinos do direito do cidado de-
ico- vem-se reputar aquelles que rrcrulam o Innocentei
e he por isso que me admiro de que at boje ne- desvalijos, a quem as leis dispensam do rccriitamento,
Ultimas providencias conitcm que lenham sido dadas a e f 1ufm "So podiam deixar de dispensar aein seren
esle respeilo. Tenho ouvldo a multo* de seus correl- "'* "lesmas o instrumento da desorden! publica,
gionarius, que protestam contra estas e out'as violen- l>sse-se que chefe de polica pronunciou lem ouvir
cas de menor gravlda.le ; mas que desgracadamerite ,',s',iunhas por seguir osarestos. Onobrc depulado
nao teem as mos o poder para as exterminar. Eu con- J"0 '.lit,e quaes areslos ; Spontou um faci do Rio-de-
venho em que lodosos subdelegados uo procedem da J'1"1'1'". que fol anoullado pela relajo do dlslncto.
ursina-sorte; mas direl que he preciso um castigo r.nlao os areslos so a oplnjo de 2 ou 3 julxes de par,
exemplar para que onlros factos samelhanles le nao """''cutnunadoscom arevolta para procederemdesteino;
diera d'hoje em diante; porque he possirel que esle do' Ignora que bonve Juiz de pax que condemnou a
nao jeja o nico : he mais do que urna lera. E islo esl "lortt' cabanoi de Jacuipe ? Humanamente fallando, lo-
bonito ? i,ki he crivcl no tneio de um novo que se diz das a! doulrinas sao opinies, e toda a opinio lem seu
civilisado ? minium; mas o verdadeiro rriirrium da melhor opi-
Vamos a nutro ponto das ronsidcracei do nobre de- o ho a npiniSo publica: qual a parte do lliasil em
pulado. quejase enlendeu o cdigo do piocesso como o nobre
Disse o nobre depulado que aopposicilo se tem inos- depulado quer entender t Quando esta comarca com- riai
irado b* e condescendcnie, por uo foier opposicao feliendia tambeiu a do Cabo, eu nunca processei, nem
lei do orcamenlu. Senliores. o nobre depulado fez-nie '""l<'l culpa a nenhum reo daquelle termo, sem que o
urna censura infundada, seno maligna. Eu uo quero i ""andasse buscar, salvle se escondia, e ailo est na
campar de valenic : os nieus amigos o so ; mas riles
aos julgainen.os definillvoi, sein que fdssem tatnbe.n i
inltados os devere de justi e de equidade. e, !T
M dev.-i-i.-ini bascar ns nossos cdigos, segundo as idf
do secnlo, a opluiaoie todos os criminalistas os co'u*
goi de todas as nacoes livrei. e o pensament suhlini"
de liumanidade, que encerra o preceito do 18 do an
go 179. Kao he, pois, a disposicio conitltucTon.i| do r
tigo >59, nem nos termos em que esid concebid^ n
no espiriio que a diclou, de manrlra alguina ee|i'*'"
tem limitativa das attribuicAes dos poderes regulari 9'
*.n do processo, cuja extensio he evIdenteinen
leusiva da formaeo da culpa. Neiuj setilido
s rasoei o arligo 59 nao privn e nem nodu'..''
vi ma
cados a quem as preoccupa51.es polilicas linliam cliama-
do a desobediencia, ao crime ; enlao nao senli muis do
que os movimeiitos do coraco, mas de um corafo ani-
mado de lodas as ideias de liumanidade e de juslica. V.
Eminencia ligio da revolla, sottreu alguns liicommo-
dos; no sei, porlanlo, se quer faser juslica ou excrcilar
viiigan<;as. K o cardeal callou-sr ; porque elle beui
sabia traduzir estas palavras,ta/or que at armatderam.
Isto be verdade, e dou por lestemunua o padre Manuel
Jos de So tiza Cardoso, hoje deseinbaigador da rclaco
ecclesiaslica na Maula, que cutio eslava coi.....igo ; e
relo que ja consta da historia dos arouteciuiriilos da
Italia de 1830 al hoje. E a islo accrescrnlou: que
nem uiiiasprlsaoie laria eiuquanlo de Itoina uo vi-
esse a lisia daquelles que deviam ser presos... Ribosch
1 sji .1 iisi.i tierno, toda humanidad e de auclama seu amigo c seu de-' ma lodlgnacaa contra a revolla, indigna si
lensorll. 1 niii 1 couira os revoltosos, 1111c nucr com
1. .,., 1 .1 ( ,...,, a .1... ... .- .. ., 1 .. .'
Assim acouleceu, e durante o lempo que medien en-
tre a entrada das trop as e a chegada das ordens de Hu-
ma, fugiram quasi lodos os revoltosos, e entre clles o
l)r. I homa/iiii, um dol piluciros sabios da Europa,
esse lu/riio da medicina, que, recolliendo-sc Panna,
foi chamado pela erchi duqueza, a soberana daquelles
estados, a qunl Ihc entreguu a direceo de juas acade-
mias medico-cirurgicas, hourando-o com lodos ossig-
naes de dislinccfio que os povos civillsados reservan!
para as ciencias c artes. E eis o castigo que leve o c-
lebre holnnhez.
Compare agora o nobre depulado o proccdiinento des-
te general com o procediuienio de alguns amranos da
nossa Ierra, desses que nJo fazem guerra aos armados
c criininosus, mas que sabein conquistar os inermes c
innocentes. Eu honieui, invocando a esle respeilo o
tesieinunho do corouel Plmentel, coniccei, mas nao aca-
bei de referir os factos que elle oarrou a um seu amigo
e de que tiul.a sido lestemunlia oceular.
Vde, senhores, oque relalou un, botuein que por
nenlium modo vos pode ser suspeito, e que sabe resuci-
tar os foros da humanidade: '
nemrr!<.e"g"d0 u,d"'B'o. ("o direi seu nome,
Z .?. ag '"e,," para "ao ser conhecido) tuaudan-
te'. 1 / ""* PUC0S de '"'veis para recrulas,
modo m,g,r!T Cd*dC' ''"'- panca, de la
un. oniro ..uJ'JH' "P0"1^,0' a" ''ou estendido, c
cava lae dI're..der-se da escolla que os ccr-
isto i ,,1^. a "" and0 >,rrf"'u fogdil e ludo
d. nado o ni.ru *,m' 8U,0,ill;'d P"W que l.nha or-
e._..,S,rll,r .gwinolento de seus s mellia.Ues
comiulgo saliem, eo nobre depulado tamben, que un
concurso de elrcuinstanclaj na actualidaile inulilis.-i to-
dos os esforcos da opposicao para combaler o orcamen-
10. que com toda rasao se Ihe pode chamar-o orcamen-
lu dos favores e di elevaro dos ordenados___Na Oollisau
ein r|uc nos achamns, a opposicao circuinscreveu-se (e
uo com pequeo sacriflcioj a levantar a voz em favor
de srus compatriotas opprimidos e abandonados ao fu-
ror de seus Inlllilgot, O nobre depulado sabe o que nos
tem cuitado iiimnii/ni oiiiin/i 1 na 1.pinino dos oppresso-
res c de seus asseclas..... A opposir.u, alm disto, nao
he caprichosa, nao he maligna. Ella recouhecc a ne-
cessidade de mn oicamento, no quer, e nem poda to-
II.er o governo dos lucios ilidispensaveis para govei-
nar Uai uo tome o nobre depulado o silencio da ufi
posieo tiesta parte como um sigual de coufianca na
1.111111..-.11 ican, em quem alias nenliuma conliaii(a le-
ntos, nem podamos ler, em vlsla dos lacios que te-
mi" allegado, e que debalde o nobre depulado lem
pretendido defender ; lome anles o nosso silencio
como urna prova de que queremos anles um mo go-
verno duque nenhum governo; porque, como ja Uve
oerasio de di/er, um I10111 governo he um dircilo dos
povos; mas um governo he sua priuicira necessidade,
Enlao nao esl bom ?...
(' Sr, SrhtiUao' 1I0 lego : Temos vino cousa 111c
Ihor.
U Sr. HlrnJei Ja Cunha : Taml.cui temos visto cou-
sas r plores...,
O Sr. Sebatliau do llego: Pelas quaes lemos pas-
sado...
O Sr. Mrnde* ta Cunha : -- E estamos passando ago-
ra. Ora, eu i a diicr, dcnionslrou-sc que o recrulaurnlo
tiul.a sido folio en. pessoas que no cslo subjeitas a el-
le. K so por este laclo o recrulamento se pode conside-
rar, 011 chamar brbaro, como o nobre depulado Un
cl.amoii.- Eu honleni aponte! aqu eiemplos, entre cl-
les o de um oflicial da guarda nacional, e outro de um
Individuo casado : veri lirn o nobre depulado islo ? Se
vei ilieou, devia acl.a-Ios exactos.
Disse eu liontein que chele de polica tinha consi-
derado como reclutas a todos os presos que Mearan, na
caileia : sin., sciihor ; a parte assim, foi para a rrlaro
que, mandando eli.iin.ir o tai cereiro para resolver so-
bre Ihidciu-ror/ius de alguns presos que lli'o requere-
rain, o deleolor Ihe respoudcu que eslaviin presos ,i
orden, do presidente, poique 11 .mi recrulas ; quando
no numero desles islo dous casados, alm de oiilros
que por motivos diversos ii.ioeslav.iin subjcilos ao re-
crulaurnlo. E este modo, uo de illudir, mas de des-
acatarlas leis, nao lem sido tolerado com pasmo c ad-
niii a. ."10 .Ir loil.is Netn se pude dizer que o presiden-
te da provincia ignora 1:1o revollaulc prcedimento ;
I -i. 1 ni- eu mi acredito que se mandein recrulas sean
as suas qualiiicaides. Como he que se fax reci utaiueu-
lo sem se rxaininar as conditoes dos iodividuos qne
Ihc sao 1 un i gues para rsse fim ?
O Sr. Cunha Pigueiredo : Eslava examinando.
O Sr. Memles da Cunha : Eslava os mandando para
0 sul.
Disse o nobre depulado que eu nao grilava contra a
1 i-ln-liio, a qual foi a causa de ludo islo. Ora, senlio-
res, isto he galante ; islo, perdoe-mc o oobre depulado,
nao se p'odia dizer ao pino do ineio-dia e em plena
sessao Fique ceno o nobre depulado de que a revol-
ta esl debaixo do poder da juslica, he a juslica que se
deve encaiiegar de a punir e corrigir os ciiinlhosos por
tneio das leis c dos iribuuaes. e nao pelo arbitrio, mo
pela iniquidade. nem pelos gjauuies do partido domi-
nante. A nos s ciinipre lastimar a sorte dus infeli/es
que incorieram nella, e pedir a Deus que os converta e
nlnore os seus soll'riinrntos ; mas o nobre depulado, na
a um tal
prchender
nesla classc toaos os presos liidistinclamenle, lodos os
recruiados sem reserva, esquecendu-se de que se nao
deve exagerar, nem aggravar a sorlr dos iul'eliies, con-
cil.indo o odio e a indignarn publica contra elles. c
iatliil.uindo-lhcs directamente os males que so una
coiiseqiicncia incvilavel de todos os inoviuienlos que
alieiaui a ordciu publica : he islo urna especie de ar-
fronla nalureza seusivel ; purque, se os revoltosos
sao dignos d'-' casligo pelo crime, nao so por isso nies-
1110 111.1101 dignos de compaixu c das sympalhias i que
a desgjraea tem dlreitu. Polga ajustica e cerne a na-
turrza, disse o poeta.
Nao he no corpo legislativo que se deveni ouvir
clamores e invectivas contra os revoltosos mas anles
mil teiieiiiunhos de compaixio c de piedade ; porque
a sua reprovacao revolla manifesta-se por ouiras 111a-
nciras e sigoaes. Se he por islo que conclue ter eu es-
posado a revolla, tenho respondido ; se por oulro mo-
tivo, diga, que quero responder Ihc quanto antes.
Disse aiuda o nobre depulado que a revolta deu
causa ao recrulamento, e fez com ,c a autorida-
de live.sse necesaidade desias medidas fortes.. Aistoj
respond, mas sen.prc accresceittarei : de duas una :
011 o governo foi peileilaiueiite informado do estado da
provincia, ou uao fui: se foi, enio anda urna de duas :
011 julgou iircessai-io suspender as garanla, ou nao
julgoii : dixer que elle julguu uecessario c no quiz,
be lazer-lhe Urna injuria que se nao pude profer
desacato : lugo elle no julgou sMcessaria
de garantas
lili 1 a da lei o proceder-se ma rrvelia -, mas esta cir-
cumslaiica he applicavel lerceira liypothese do arti-
go 142a lei, a qual foi liln explcita, tilo clara, lao previden-
.te tiesta parle, que figurou lodas as hypothc9cscm que os
rus pudessem ter collocadus, com referencia ao direito
de assistir nquirico das testen.unlias : > ou preso,
ou aliancado, ou residindo no dislricto, de maneira que
possa ser conduzidou presenta do juiz; mas note o
nobre depulado que estas palavras--de modo que possa
sao exclusivamente relativas a hypollieseresidiudo no
isliicto-quanlo aos presos c aliancados ; nao pode ha-
ver, pois, materia de conlrslac^o E fram os presos
chamados a iuquiricao? Nao e porque? Sera nipos-
sivel ? Sera litiposslvel i|tie um preso, que esl na ca-
deia, si ja chamado prescuca do uu ? Creio que nao:
logo, nao esl no caso da lei; porque nao se d impossi-
bilidade.
Eu, Sr. presidente, nao soit to rigoroso, que queira
suppr o juiz smenle dispensado deste dever no caso
de nina impossibilidade absoluta ; eu quero inestuo ad-
millir a iiiipossibiiidade nos easns em que o juiz nao
pude eiupregar os recursos ordinaiios de sua Jurisdicfo
para o comparecimenlo do reo, coniquanto elle dera
proceder a este rrspiilo de modo que nao deixe o me-
nor ponto de duvida ou conlrstaco acerca de seu elo
sobre nteresses da defesa. Mas algiieni dir de boa.f
lineo juiz nao poda chamar um preso 11a cadeia, ou a
bordo do Austral ? O nobre depulado parece que ne-
iiliiiina iinporlancia d tuna sentenca qne proutturia
priso A pronuncia, da inesina sorle qu urna cou-
ileiiiii.iini ia definiliva. impc una pena real ; porque
lem elleitos reacs ; purque urna prisao nc lie menos
priso quando se chama preventiva, do que quandose
chama expiatoria: ludo be pristo, epiiva igualmente o
cidado da liberdadc.
Sr. presidente, apelar de lodos os progressos daju-
rlsprudeucla criminal, no tem sido possvel conciliar
a l.li. 1 I i.le.a que. lem dircilo o dclinqucnle anles da sen-
tunca irrcvogavel, com a garaulia que reclama a segu-
1 .mi a coinmuiu de que o criminoso, se criminoso for,
nao escapar vendida publica He una colllsao, e
urna colliso na verdade dolorosa para o Individuo ; po-
la ni mais doloroso seria o eslado da sociedade, se ella
recuasse diaute do nico uieio de rcalisar a punico
dos dcllclos que iiculralisaiii os seus recursos mais vi-
1 es, e relaxan! os vnculos mais eslreitos da sociabil-
dade. l'w esla nica rasao se cstabrlrcc a clebre fie-
cao de direilo, que a prisu preventiva nao he una
pena ; mas esla lieco serve anles para dissipar a ini-
prcsso de um padecimcnlo anticipado, e consolar, por
assim dizer, a liumanidade, do que para enunciar urna
verdade real. Sr. presidente, os actos preparatorios e
provs colinda. 110 primeiro pciiodo do processo sao
uicios para habilitar o jury una dcclsao fundada ; e
nas causas crinis a prova lesiemunhal he sempre ou
quasi 'sempre a nica base c o fundamento da deciso.
Da un snia surte que os depoimentos para a aecusaco,
a conleslaco he para a defesa lauto mais proficua,
quanto mais prxima fr ao lempo da perpetraeao do
delicio ; j porque ha fados e circuiustancias que depois
de longo lempo escapam memoria, e referencias que
por esta mesma raso se no pdem mais prscsaineule
averiguar; j porque pode acontecer, e acontece turn-
ias ve/.es, qne ao lempo do julgaiiienlo no jury as lesic-
inunli.is, ou .ligninas dellas, ja nao existeu, ouuao p>
dem comparecer por ausencia.
He iuconlestavei, senhores, que a presenta do aecu-
sado na inquiri(o das lestemunl.as lie o melhor correo-
1 s. III
a suspenso
"el Pinienlel, nao dsse ao menos um trsU'muiilio de
sua repruvacao, dcmiliiudo um empregado desle cali-
lle ?.h cuidis vos, senhores, que como esle nao se
Uao relos sena usantes em outros lugares do interior?
,*a.!.''uc '"". W? 'guorados pelas autoridades a
i es e n TP corr,B'-|o!- Nilo, mil vezes uao. E nao
lieisicocaso em micos noi.i-. >i-nul..i.. ___,____.
Pilo) que os recrulas cram considerados como la e co-
!!!".,?"?-.""'I*- oe"rr cunsidera-los como assassinos
..."' *sa,Miios. Como assassiuos ? E co-
simtVfi"",'" a"as''o ? Um assassino he proce-
sado e julg.idu, e au vai para o Hio-6
ra cotiiiuuar a assassinar.
1.11111.11 um
11 vii coiilia as calumnias e falsidades, de que o perjura
lie capaz, c principalmente animado pelo segredo coui
que l.c ouvido ; e os fados .llegados pelo reo em sua de*
lesa 1.0 interrogatorio da fmmaco da cu'pa pdem ser
laes, c lao evidentemente provados, que coiiveiifam ao
jury de sua innocencia. Ora, se neslc caso o reo nao
deve ser pronunciado, nem subineltcr-sc aos sollrimcn-
los e perigus de una acciisacilo criminal, o juiz o priva
desle direilo, privaniio-o da defesa anles da pi minucia.
E a prevalecer a opiuiao contraria, quem dcixara de serj
pronunciado leudo ininigus, a no ser a imputarn so-
bre factos que no esto clarificados na ordem dos de-
udos ?
I a ni lie.1, dis-e o nobre depulado que nao era possivcl
ouvir un to grande numero de pnsos. Sr. presidenle,
neg primen ament a iuipossbiliaade, porque um
grande numero nunca foi motivo parase negar o direi-
lo a liiiigiiem, c por esla laso ( se he que rasan se pode
chamar J laiubein-nao devem ser ouvido no Jury ; se-
jam quaes freiu ascircuinslaiici.is qu o nobre depu-
lado allegue para a sua supposia impossibilidade. liea
sendo sempre certo queninguem pode ser privado de
seu direilo por .factos que Ihe uo pdem ser imputa-
reis. Eu j fui juiz nesla capital, c leinbio-mc de ler
prucessadu em un s dia a 1(1 011 12 estudantes ; e o que
direm.is de quem leve i niezes e todo lempo que qui-
Zesse porque uinguem o obiigou aeoucluir j os pro-
aessos?
Conclulo, Sr. presidente, o nobre depulado, allegan-
do em favor do juiz processaute a seguinte disposifo
do arligo 1.V.1 da constituido :
a as causas criincs a uquirifao. das icstemunhas e
lodos os mais actns do processo depois da pronuncia sc-
1.1" pblicos desde ja..
E dabi tirou o nobre depulado que a inquirico das
es[1111 millas poda ser frita ... m a piesen(a do aecusado:
o mais que o nobre depulado poda concluir dcsla dis-
posi, .1.1 era que a formaeo da culpa podia ler lugar em
argredo; mas o segredo nao exclite a presenca do reo:
O jni v de aecusaco, qUando o liuhamos, julgava, como
*dc sentenca, em segredo; mas no caso du artigo 245
do cdigo do processo, esle ordeuava que fssem adinit-
tidos na sala de sua conferencia, no s o qucixoso e as
lesleinunhas, mas tainbem orco; porlanlo a queslao
do "artigo io9reduz-se toda queslo da publicidade no
julgau.ei.iu. Mas, admilliiido por um momento (o que
negare! por toda vida) que oanigo iftU retirase tam-
bem ao i oiiip.iieeiineniu do to na iuquiricao das teslc-
inui.has, anda assim o nobre d pillado nao lic.i de ine-
Ihor coudlCHO; porque a disposicao do artigo 159 da
Cuntliluicuo nc puramente regulaiueutar e demouslraii
va da publicidade nos julgau.culos contra os abusos in-
trodmidos na amiga legislar;.10, o que bein iudicaiii as
palavras -- desde j Era una providencia ui gentil-
iura que le podia estabeiccer sem alterar a 01 dem rsia-
lieleenl.i no j.rucesso de enlao, ruiquanto un oulro un-
en se nao orgauisava, visto a incompalibilidadc absoluta
dos j ii | g. 11,, ...mus secrclos cun o syslema de um governo
livre que tullamos proclamado, ale que o novo proces-
so,cuja organisaco a cnnslitui(o suppiinha,dsse pu-
blicidade, j por ella rslabeleclda para os ju'gamrnlos
da ordem do processo,
comprel
por estas rasors o arugo >ov nao privn e nem
conliadlcco privar a legislatura ordinaria de spnllcl"
a tintn-i na do 18 a todos os periodos do processo crl
niln.il no teordo artigo 142 do respectivo cdigo e ne
nli 11 ni juix pode maliciosamente sutMr.ihir.se a obter"
vaocla deste artigo, sob o frivolo pretexto lirsdo do ir-
rigo i,-.y da cousiiiuico, que nao he, como fica prvido"
ueiii prohibitivo, nem exclusivo. '
Sr presidente, eu paro aqui, posto que sei de inultas
cousas relativas, a prisoei- e solturas, que bem serv
riam para provr o espirita com que ellas se fazem -
mas al.stciiho-mc de as referir, com reeeio de oBadtr
os ollicios de caridade.
O Sr. S Initliao' do Iligii: Diga, diga; porque citas it,
ticeucias sao priores
OSr. Mtndeeda Cunhn: -Nao, Sr.; nao digo ; porque
no leudo mencionado o noine de ningiiem. nem apon".
lado cireumst 'ucias que os iridiqueiu, nao oliendo a ca-
rldade humana, cu jos cilicios respeilo.
Encerrada a discusso, he o requerlinento rrjeltado
e bem assim a emenda.
Soapprovados em tercelra discusso os proircloi nj,
11 e 13 : a,primeiro relativo ao profesior de Pao-de-iJ
Iho, e o segundo.acerca da profrssora da fregurn a,
Ha-VIsis.
En ira em segunda discusso o projcto n 5 que tr1B^
fere para a comarca do lionilo ama parte do territorio
de Ca un ii que oulr'oia Ihe pertencia.
He approvado cun a seguinte euteuda :
Ao projecto n. 1,1Addilivo.Fica pertencendo i
freguexia de Caruar o terreno que Ihe pertencia antes
da citada Ici.-A'emito.
Sao laiubem approvadoi em lerceira discuuao os pro.
jccios ns. lie 19: o primeiro declarando incluidos ni
lei das aposentadoras os cinpregapos da secretarla di
assenibla : o segundo relativamente ao pagamenioda
divda.iio fundada da tlicsouraria, aoqual 4ii addicioni,
do O seguinte :
Depois das palavrai -Eslanilo Pereira de Oliveira-
aceres.-, nte-se--e lambiit a de 3tK)/000 rs. aos herdelrot
do fallecido conego Msnoei Fcrreira da Assuu.pcao para
despezas fritas coin a ibrtea da cathrdral de Olindi. t
nene sentido augmente-se o ituanlialivo.S. H.-J/oiis
Sitveira.
Em lugar da palavra--tabellailiga-setabellas--
em lugar de5:676,450 diga-ie :66S,880 rs.-JTi-, j/0-'
Iriro J o l'tdro.
Entra cui lerceira discusso o projecto de orciinento
municipal.
Ven. mesa, e sao apoiadas para entraren) sin diseai-
sao, asseguintes emendas:
a Ao art. 2. capitulo I Depois das pilarrai-ir-
guinles^-accresceute-seficando desde j em vigor
quanto aus ordenados dos respectivos eniprrgadoiO
mais como no artigo. .\quina.
.. Subslilulivo ao 7.a do art. 14.~Com as drinrm
rvcinuaes, inclusive a quantia de 12.000 rs. para assig-
naiuia do Diario e dcima dos predios do patrimonio
que se acha a dever, 162,000 rs. Jote l'tdro.
O 16 art. 22 seja substituido pelo que se segur,-
Taxa ue 80 rs. que sao obrigados a pagar por cada car-
ga os vendedores de farinha e legumes, nos mercados
pblicos, sendo as cmaras obrigadasa foraccer as re.
peclivas iludidas.- -I'euoa.
Ao art. 2. 5,Ein lugar das palavras5 por cento
diga-se--6por ceuio.O mais como estao artigo.-r.
Cunha t'igutirtdo.*
Ao art. !,)li.-Coinoi fiscaes das frrgurzias do Re-
calo, S.-Jos e."amo-Antonio 700,000 rs.; eaugtneole-se a
cifra.-Iir. Cunha Ugueiiedo
Ao7. do art. I.-Coiiio engenbeiro cordrador
900,000 rs.-Soasa llandeir:
Sadditlve ao art. 2. do projecto n. 9Com a pres-
tadlo a Felicia Mara beuedlcta por conta del-.iXl.OOO
rs. de que he credora d cmara municipal ein vlrlude
de sentenca passada em julgado pela desappropriaco de
um terreno no barru do llccife, 683,000 tt.-Rego arru.
Simo'tt.u
* addilivo ao art. 2." do projecto n ii.-Com a prei-
laccao a Jos Jeronymo Ferreira de Paria Pedrosa p-ir
coula de 334,308 rs., resto de cusas de procesaos orga-
nisados na.subdclegacia da fregueiia do Poco-dal'.incl-
la, 1-20,57.1. Reg tlarral.'imu'tl.
"" a No art 18diga-se--a cmara municipal de Taca-
ran, em lugar da cmara municipal da villa da Flo-
ras ta
. No art. 20-diga-sea c niara municipal de Ourl-
cury, em lugar da cmara municipal de Ex.Mego Bar-
ro.Simo'es
Aoart 2.* 6.*diga-secoin o fiscal do Poco-da Pa-
urlla 400,000 rs.SimoVr..
Autorise-se acamara de Olinda para dar una gra-
liicaco de 200,000 rs. ao procurador da mesma cmara.
ilaciel Monttira.
Art. addilivo para ser collocado as dispoilcdei ge-
raes.Fita concedido a Antonio Lonrenco de Albu-
querque Coelho, arrematante do contracto dos sepoi e
lepcsus-do acougoe do municipio da cidade*da Victoria,
o abate de 200,000 ris no preco da arremaiacao do dilo
contrato .S'oiuu sao'. > '.
a tieuda ao primeiro do art. 10. Em lugar das
palavras--sendo o ordenado do secretario 3O0,0u0 rils
diga-se sendo o ordenado do secretario 350,0(0 ris.--O
mais cuino no artigue neste sentido augineolc-se a ver-
I1.1.--.V ti--., /.rao', o
k Arl. 3."$ i.'D-se ao procurador, alm da por-
ci ntagein, agiaiiiicajo de 150,000rise cleve-ses ver-
ba. Muiuii.tr.
,No arl. 22 supprima-se o 16, e na ultima paite do
att. 23 aondedit23 e 25-diga-seJ, Me 25.-0mili
coi..i. no arligo.Hvignitr.
Arl. 2.u7.--0 orenado do engenbeiro cordeador
fica igualado ao do secretarlo.Maeitl MonUiro.
Encerrada a discusto, he o projecto approvado coin
as emendas ollerecidai. exclusive as tres ultimas.
He appruvada a ultima redaceau do orcainenlo proviu-
Em seguida lambeni se approra o seguinte reqae-
rmenlo :
a Ilequeiro que se dispense o intersticio sendo dsdo
para ordem do dia de amaulia attm de entrar na ter-
cena discusso, o projccij 11. 15 desle auuo,-Joi lau-
lanu.
So tres hoia* larde.
OSr. Prtiidtuu designa a ordem do dia e levanta s
essi0- mmmm_^______________
RESULTAO DA KLEigi PABA VEIlKADOUKS
A (JAMABA MUNICIPAL DE ULIVDA.
s Srs.
Frtgueiia da Si.
Voloi.
Collecior Francisco das Chagas Salgueiro
Deo Fiaiicisco Joaquit das Chagas
(.'apilan Manuel Antonio dus Pasaos e Silva
Coronel Joaqun, avalcanle d'Albuquerque
Cirurgio Francisco Jos do Amara!
Tenciile-coronel'rrancisco de Paula de Soma Leau
Di. I.uii Paulino Canlcanle Vellex de Guevara
exerciio de assa
ioMio-Groudc-du->ulpa- definitivos, a extc.iso devida ao seguinte preceito do -s '" -u" '"J'J'T'^fc &.lYiiZt.ZZ
Cerera o nobre depulado 18 do a,l l79,~organisar-e-h., quan.ua.ue. un, codigS\l ssiuos? Se heco.no pena, civil e crimlnal.fu.idado as elidas b., es da juslica c da ll,r- .>>' '"I"1' <"<" L""h
'o en, que os nobres depuladus, qualuucrla penaido asiaViiu'he ?>"**"""!' ae ne co" Pe"a-1c"" e crlmlial.lundado as stlldas bises da justiS
r "",M,' "e v degredo para o Sul ? E pode 'equidade; ea extensao devida nao
dajr
se poda limitar'
440
4.\W
430
435
434
433
432
430
430

MUTILADO
- -


pp*
.. -
*F^*m




* %


RESULTADO DA ELEI?AO PARA JU1ZDE PAZ
NAFREGUKZIA ABAlXO DESIGNADA.
h'rtgutila da S de Olinda.
OiFre.
Juitu.
Illajor Jno ItaptisU da Silva Manguind
*(U)llrctor Francisco da (hagas Salgueiro
Dr. Amonio Jos de Snuza Gomra
Dr. Manuel Joaquim de iranda Lobo
Sitfiltttlii.
i cuente Pranclsco do Hfgo lianoj
francisco Antonio das Chagai
Dr. Joo Francisco da MI va Braga
Alferes Francisco Hoineui da Coita Deca
Votos.
412
387
2 21
wm
!)L1 lill DEPNABiCll.
101, 15 D JMHO D INI.
Obequ4aram-not coa varios expropiaros do Jornal do
I Commireio do Rlo-de-Jaoriro. os qitaes alcancain a 1 do
corrente.
A Sdeia 9. M. o Imperador vollar de Petropolls, com
I toda familia Imperial, para a rsldencla de San-Cliris-
Itovao. .
A 31 d* pasudo, enrerrara-sc a sessao deste nno da
lasseinblea provincial fluminense depoii ato (res man
I completos drtrsbalho.
Tinhara sido removidos os seguintes juizes de d-
Ireito:
\ntonio Uorges Leal Cnstello-Branco, da comarca do
I Hrejn-d'Arcla para a de Pomli.il, na provincia da Para-
laba.
Francisco de Assls Perelra Rocha, da segunda das
I mencionas comarcas para a prime Ira
Antonio Matinal Fernandos Jnior, do Penedo em
IA lagAa* para a Estancia em Sergipe.
Jos Telles de Molletes, de Estancia para Penedo.
S. II. o Imperador, accedendo supplicas dos juizes
Iniuiiicipaet) Francisco Rodrigue* Selle e Francisco de
IPaiila Rodrigues de Almeida, dlgnra-se dr remover o
Iprimeiro de Goianna para SerinhSent, e o segundo des-
ata para aquella comarca.
I O mesino augusto Senhor Azora mrre a llelarmiiin
IFiruiluo Reserra de Mello do olficlo de segundo tabel-
|li.o c eterivo das esecuciies crimes solvis da villa de
ICaruar conflrtnra a renuncia da lgrc|a_ parocliial
Ido Rio-Capim, no Para, dada pelo padre Joo Antonio
Ido Faria, hcui como a do padre Leopardo Antonio
IViilio de un beneficio da cathcdral da mesma pm-
viica ;mandara, einfim, que lonha aisento e posse
na capella Imperial o conego honorario da referida ca-
pella, Antonio crrela de Carvallio.
A 22 de malo, pelas i horas da manhaa, fra a pique
la nove legoas de Marambaia o vapor auiericnno Snata-
i.rui, qnra 21 sahira do pono do Rio-de-Janeiro para
I California.--0 vapor submergra-se com tal rapidez,
I que apenas liouve tempo para salvar a tripolaco, a
I qual chegra Mangar liba em a tarde do mesino illa
Irin que o sinistro livera lugar, conduiida pelos cscalc-
|res do navio.
No Joraaf n. 149, de 31 de malo, deparamos com o
Iseguinte:
Sabbado prximo pastado dru-se busca em casa do
Sr. Jos Antonio de Figueiredo Jnior. O motivo dessa
diligencia policial foi o segulnte: Fura preso un fabri-
cante de charutos da ra da Altando, ja, chamado Vi'
I anua, em consequencia da denuncia qiie recebara a po-
I,ive. pool; barca itiglcza Narval, capito Tbomaa Kaiok.
carga assucar e algodo.
Kavint entrado! no da 15
labia ; 5 das, barca francaaa AmlralHz, de 258 tonela-
das, capl'o Augusto CaBtreau, equipagem 12, carga
lastro ; a Croco A C.
m Navios tahidoi no mismo da
Hucnos-Ayres ; brigue dhaainarquez fondor, capilao T.
I Trellssun, carga assucar
Liverpool pela Parahiba; escuna inglcta llarriel, capi-
to John Towell, carga assucar.
Rabia hiate brasileiro Sn>ilo-,lnfonio. IVnciv/or, capito
Maooel AntonioVianna, carga a inesma que trouxe..
Ofcsertxjfi.
Entrn no porto a corveta ingle/a VWii. commandan-
te Lord Francia Napcil, a qual eslava a crinar.
EDITAES.
gar ou ir de passagem, para o que oiTerecc multo bons. TflJN f)IC V(") T) E FRftRO
commodos, trate com o dito capito na praca do Com- i _,...c K. niii rw unms :
mercio, ou com o consignatario'. Antonio Joaqun, de E FABRICA DE MACHINAS NV MU 1)0 UIHiU.
Souza Ribeiro, na ra da Cadeia do Recife.
IjCgps.
O eproneL Franciteo Mamedt de Ahmida, iU; de paz
imexereicio do primeiro ditlricto da fregueiia t
S.-Frei-Peiro-Goncalve tlr.
lusco saber que por oflicio da cmara municipal
desta cidade de 3 corrente me foi communicado
havero Exm. .Sr presidente da provincia designado
o da 15 ile jullio ful uro para a reuniflo ils juntas
qualillcadoras que teeiri do aever s qualilic.ic -s 'lo
anuo anterior em observancia tin artigo -5 da lei
de 19 de agosto de IK46 visto se n3o terein ellas re-
unido no devido lempo om consequencia dos mo-
vimemos, politices: em virio le do que e do dispos-
tonoarligoquarloda citada lei, convido aos elei-
loiese suiqleiiti's desta rreguezia abanto declara-
dos, pira comparecercm no indicado dia (5 de ju-
Iho pelas 9 linras da manh, na igreja matriz,
aliui lie ser instaurada a referida junta qualifica lora.
F.leilo es.
Vigario Francisco Ferreira liarreto, Rolrigo Theo-
dorode Freitas, Caudino Agostinhode Barros, Ale-
xandreRodrigues dos Aojos, Antonio Aunes Jaco-
me l'ires Jnior, Ladislao Jos Forreira, Jos l.eite
Pila Orligueir Antonio Leile de l'inlio, Cundido
Jo* Lisboa, Antonio ,'.eite Pita rligucna, Andi
Xavier Vianna, Joaquim Jos de S.-Anna Bairos.
.Supplenlet.
Jlo Lucio da Costa Monleiro, Manoel Anlero do
Souza lleia, Dr. Jos Raymundo da Coala Meuezes ,
Dr. JuSu Josifinlo, Jo;Tci Leile Pila Urligueira, tu-
tano Jos Coelho, Nono Maria de Seixas, l.uiz Podro
das Noves, Anloiiio Coellio de Mello, JoilO Baplisla
Fragoso Jnior, Lourenco Luiz das Nevos, Lucio Ro-
drigues Peroita. Jos Vi Hozo Soaros, Laui.inno Jo.v
da Costa, Judo Prudencio da Cruz.
E para constar niandei passar o presente que ser
publicado pida inprensa, e Hitado na porta da ma-
l iz. Ficguezia do'S.-Fm-l'edro-CuuQalves I i de
junlio do 1849. Eu, Mnnool Joaquim da Silva Itiboi-
ro, escrivAo o cscrevi. Francitto Mnmedede M-
menla.
Adamaon Ilouvie S C. firoleilo, por interveneo
doeorrotor Oliveira, de grande e variado sorlimento
de fa/endas ingleas, todas proprias do mercado : se-
gunda-feira, 18 do corrento, as 10 horas damanhaa em
ponto, no son aiina/.ein, ra da All'andega-Velha.
T. C. Masn, tendo do retirar-se para Inglaterra,
far leilo por interveneo doeorrotor Oliveira, do to-
da a mobUia, 10119a, vidros e numerosos objrctos da sua
casa He residencia, o dos inais pertences de escriptorio,
consislindoeincarleiras, machina de copiar cartas, bur-
ras e armarios de ferro, etc ; e bemassim um lindo car-
rinhodeduas rodas com todos os .pertences, ora exis-
tente na cocheira doSr. Miguel, no Aterro da lla-Vista,
onde es pretendemos pdeui examina-lo com antece-
dencia t tcria-feira, 19 du crreme, as II! horas da ina-
nhaa, casa do rstabelecimento de J. Couksholt t C.,
ra do Trapiche-Novo.
O corrector geral far leilo, em presenca do cn-
sul de S. M rritannica, e por contae risco de quein per-
tencr, do carregainento de bacalho. salvado do brigue
ingle Aiiitif/, er.calhado nos arrecifes, 110 lugar deno-
minado Maria-Farinh.i; segunda-feiiii 18, c terca 19 do
crranle, na porta do arnia/.ein di' Jos Antonio de A rail-
jo no boceo, de Manocl-Luit, s 10 horas da manha.
Avisas (iv rss.
JVROS DE SURTES.
Na livraria da praca da Indcpendenria, ns. 1; c R,
vnaulcm-sc os IcguintM livros do sortcs :
para ser consultado as noiles de S. Jofio, e cm In-
das aquoljas, em que as sociedades, j cansadas de
cantare Janear, se quizoroin proveitosamonlo oceu-
dar em consulta-lo:escripto pela svbilla, cm nxtliodo
fcil o abreviado'.
que conten duas parles: nrimeira, o livro dos
ilealinos nnvaiiiente oscrjplo pela sybilla de Cuines;
segunda, o manual de nlgunrf jngos de sociedades,
exlrahido de M."" Celnint, trasladados em lingua
verncula.
QASda 3, cjraa^t/ifA,
Uccltirayes.
Pcranto a aduiinislrayao do patrimonio dos orphos
se bao de arrematar a queiu niais der, o por tempo do 3
anuos que lio de ter principio do 1" de julho <> cr-
rente anuo, as rondas das seguintes casa-, perlcncen-
les ao iiiosino patrimonio, a saber : n. 22 na ra de S.-
Goncalo do bairro da lla-Vista, 39 na ra do Pires di-
licia de que tinha rm seu poder a.na norcao de cdulas ts, I, ti. i c 10 na ra da Madio-de-Deos, 14 na ra do
falsaj de 20.000 ris que, por |;"'o de agientes com (|iieuiTorri-s 2 na ra da Lap|. I e3 na ra do Cudomit,
reparta os lucros, mandar!'fA'.o.du/xir na circolacao. j 7 na ,,, da Muida, 24, 26, 54 e 5(i na ra do Amo-
Levado presenca do Sr. chefe de polica, declarara' rm, 2 na ra do Azcite-de-Peixe, 18 naVua do Hurgos,
que essas cdulas falsas vinham de orna provincia do 27 na Iua do Vigario, 7 9 e II na 111a do Encaulaiiirnto,
norte, reinetlldas a Amo do llernardn de Oliveira, ai- I 1^2, \M e 136 11a ra da Semalla-Velha, 11 na ra da
jcirodoSr Jos Antonio de Figueiredo Jnior. En- i;t'z, S9, 100,10a, 10b' c 110 em Fora-de-Ponas, c 2 na
coiilraraniie no quarto J- caixriro criminado alguinas davossa do lado dlreiio da mesilla ra ; I sido na ostra-
carias do dito Vianna, que talvez fa(ain descobrir os da de Parnaineirliu que est arrendado aos herdeiros
autorese cumpliera de um crlmc que lano projudlca a-do cirurgiao Uaptlsta, I dito contiguo ao niesuin, ar-
fortuna publica e as particulares. Alm de Vianna, rendado a Joanna Francisca, I dito ua estrada doli-
e as
lacham-se presas alguniat- pessoas, Indiglladas como
lciimplic.es. Quanlo a Antonio Mernardn de Oliveira,
Inao eslava em casa do patrio na occasiao da busca, o
parece que, ao recvlhcr-tc, v-ndo mullo povo junto na
ra, fugio. Consta-nos que a polica esta proaogiiiudo
lactivamenle em sitas diligencias para cou-.eguir a prisao
Idease criminosa.
A 1 deste mrz, pelas 10 horas da inanhia. havla de
I cxeontar.se, naforlaleta de Villogaiguon, a senlenea det
linorte, proferida pelo concelho supremo militar de
nstica contra o grumete do corpo de imperiaes niari-
nlieiros, Jos Maria, pelo criine de homicidio perpetra-
do a boido da corveta Vniao' na pestoa do cabo do refe-
rido corpo, Firmin Evangelista,
H.u 11 dalas do Rio Grande slous dias modernas do
que aquellas de que os leloroi j teeiu selencia ; porcui
nada adlaiilavam acerca dessa provincia, que contina
tranquilla.
t.un ellas chegra corte o resto do quinto bataltia
de caeadores.
De liuiuos-Ayres e Nevr-Yonk nada novo se sabia.
C0MMERCJ0.
AI.FANOEOA.Rendimento do da 14 .
CONSULADO CF.ItAL
11 endnenlo do dia 14.........
Uiversai provincia...........
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 14........ .
l:187/532
:*X>J'J
74/9I
2:640/150
l:779/33i
RIO-DF.-JA.NF.IRfJ.
cxusios no un 31 ni: win..
zarinho, arrendado a amonio Pcreira Diuii, I dito_ na
nata de 1 irueira, arrendado a Joaquim Manuel Car-
nelro da Cuuha. e I terfo na priqiriedadc do Forno-da-
Cal, m Olinda, arrendado a Man. el Juo de Miranda.
As prssoa* oue se propozercm a arrematar dils ren-
das, poderlo' comparecer na casa das sesses da mes-
.ma ailioiiilslraco no dia 16 do corrente mez s 4 ho-
ras da larde com sous fiadores. Secretaria da adiniois-
tracan do patriiiinnio di.s rlrpb0s,l5 de junlio de 1849.
Jonii Francisco de Chaby, secretario.|
Joao Jos de Moraes, llscsnda froguozia de S.-Jos
delta cidade, faz constar os pabilanies da mesilla fre-
giieiia, qucoarl 7 do titujodas posturas 1-111 vigor
prohibo o uso do fogueles busca-ps dentro da cidade,
e csiabolece a multa de lO.OOO ris c vinlc quatro horas
depriso para os que os soliarom Esses fugeles po-
dero ser largados 110 lugar de S -Amaro, e iiha de Anua-
Beteira, segundo o edital da cmara mucipal de 12 do
uiarc.0 ol un 1. E para que iiinguein se dame a engao
se mandn publicar o presente. Freguezia do S.-Jos
do Recife, 14 de jnliu de 1849.O fiscal, Joao Jo de
ornes
Acha-se nesta subdelegada um quarto que igno-
ra se quem seja aeu dono: queui se julgar com direilo a
elle, coinpari \a na mesina Milidelegaeia, que, moslraiido
ser seu. lile ser tktregue.
Siilidelegaei i de polica da fregueiia da Vanea, !5 de
junho de 1849.O subdelegado, Franeiicu Machado.
= A alf.indega precisa de dousescalcres, mu grande
de 6 remos, e uut o pequeuo, para urna das barcas de
vigia : quem os qiiiser negociar. 1 ompareca na guarda"
noria, das 10 at i|hora da tarde.
THEATKO e apollo
A eoinpanliia franco/a dar segunda-feira, 18 do cr-
reme, a sua segunda representaco, oll'erecendo me-
d 1 tacan de ens beinl'ellores a (.'iuf de l)eoi, e oais 11111
bello vaudeville, intitulad) 01 .Mvileriof do carnaval,
o qual ser representado por toda a conipannla, vestida
a carcter.
i_Os cartazos aniiuiiciaro o dclalhe do divertimento.
OU livro de sollos divertidas, cm que, por virlude
de tloira dados, vem cada um no eonlieriuionlo do es-
lado, riquezas, lic.iancas,ami/ndes,; fortunas.ele.,que
lora, o oulras muitns e (raanlos torios annunciauu*
no principio da mesma obra. Ultima impressno ex-
purgada dos mu i tos orins o defeitos das precedentes,
augmentada com um novo meluodo de fazer mai
de mil dcimas nicamente com o trabalhode lanzar
os dois dados.. Lili trillado das sinas, 011 dos ell'ci-
tos e prognostico dos dozo signos do anuo.
a Pode-se ciicarecidameiite ao Sr. I.uiz Pedro do Al-
cntara, que mande entregar a seu dono una carta qar
dolosamente oceilllusi.
= Jos Renlo de Campes embarca para o Riot'nando-
do-Sul a oscrava Thoroza.
OIIRADO DA RA/AtV N. 22
acha-se i venda 00 largo do Oilleglo, loja 11.6, e rm
mo dos dis:rlbuldores ; est inleressanle pelas poe-
ziat de um joven Peniimbucaiin.
=- Maiinel Amonio de San Tiago I.essa, Itrasileiro, sai
4 provlneiado Para, a ti alar de seu iuteresse.
Ssyro Seralim da Silva vai 10 Aracaty a tratar de
seu negocio.
.Precisa-se liquidar contase ainda resta ni para
se vender 48 laboas de assoalliu do amareilo, as
quaesse du pelo di.rinuto prego do 50,00 rs. : na
ruada l'raia, 11. 3i ou mis Cinro-I'onlas IV, 32;
bem como um terreno no principio do Aterro, cu-
tre a matriz nova e a fabrica do vinagre, e urna casa
os Afogsdos na rus do Motocnlumfc, n. 16 : ludo
a tratar na Cinco-Pontas, n 32.
- Job a, uim Lucio iltr-laid pelo pre-
zente,t|iic por lnvcr outro de
ao acti, se assignara de lioje
JoiKiiiiin Lucio
liowman & Me. Csllum.engcnheirosmacliinistase
fundidores de f-rro, mui rospeilosan.ente: anniinc.am
nos Senl.orns propriotarios de ongenhos,f.i7..mdoiros,
minc.iros, nogocianles, fabricanlos o ao P.^.f'
polillCO, queoseiiestahelocimctUo de forro mov ido
l cicio.e se acha coinpletamnulo montado con aiM-are-
Ibosd primoir qiialidadn para a porfoila ronreccni)
da maiores pecas de marhiitiino.
Habilitados para omnrebender quaesquor obras na
sua arte, llowman & Me. Callum desejam mais par-
ticularmente chamar a allenciio publica para as se-
guintes.porteremilcllasRraiiilHSorUtnentojapromp-
la, as quaes construid. na sun labrlm pdem com-
petir rom as fabricadas om pail eatranieiro,_ tanto
em proco como em qualidade das materias primas e
milo d'obra, a sabor:
Marlii-s de vapor da niolbor constriic?n.
Morndss de canna para engenbos de lodos os la-
manlios, movidas a vapor por iigoa ou animaos.
Rodas d'agoa, moinboa de vento e serraras.
Manojos indepondentei para cavsllo.
Ro las denta.las
AguilhAi'S, lironzos e clium iceiras.
Caviliuies o pura lusos de lodos o* tamaitos
Tiiixs, pares, clivoso boceas de fornalba.
Uoinhos de mandioca, movidos a inflo ou por ani-
maos, o prensas para a dita.
Chipas do fogno e frnos de farinba.
Canos do Trro, loruoif as do loco o de broir/e.
Rumbas para cacimba e do repudio, movidas a
milo, iior Hiiimaes o 1 vento.
Cuindastos, guiiiclio I'iensas hvdraillicas c do parafuso
Fengens para navios, carros o obras publicas.
Columnas, varatulas, grades e portos.
Prensas do copiar carias e de sellar.
Camas, carros de inflo e arados do ferros, ic oc.
Alni dasupoiioriadc das suas obras, j geraln>on-
lo. rocnlibecida, llowina.n Me. Cnllum gara-tem a
mala enca eonformi'lade com os moldsedozenhos
rerncltidoa polos Sonboros que se dignarem de fazor-
llios riicommendaa, aproveilindo a occasifio para
agradecorepi aos sous numerosos amigse freguozes
a preferencia com que teom sido por ellos honrados,e
assogiirain-lhes que uno ponpaiflo esfoigos e dili-
gencias para coiiIiiiikiioiii a mereeer 11 sua confi-
anza.
-- Mannel Joaquim Venancio de Souza c sua fami-
lia reIiam-:o para Portugal.
Geore PalcllOll rolira-se para forado .iiuperio.
sf*f? *i"'>5g. IIiinuBOMAlliia 2
i1
em
ulloiio lioiiitopatiiico
oriia.-i Unco, rua da Cadeia
le S.-Antonio, n. ai
1 nuc o 1111
Cambios sobre Londres .
Par! ...
Hainburgo .
Mrtae.s. (Jucas hespauhlas .
da patria ,
P'S < O/400, velhas
Pesos hespanhes .
da patria .
Palacns ....'.
Apolices de 6 por cento .
> provlnclaos .
'/*
. 25 'I, a 25
. ?75a37(i.
. 8 a 690.
. 3l/700a*l90o.
. :i 1/000 a 31 |20ii.
. 18/000.
. I/U80alr300.
. l/.t0al>80.
. l/!Oal980.
. 88 'I, a 89
. nominal.
(Jornal do r.'oinmere 10.)
IVlovmeiito do Porto.
Asna tulraio no dia 14.
Rio-de-Jantlro; ll dias, barca ingle/. Itangtr, de .104
tonelada, capillo W Paige, carga lastro ; a James
Crablree i.
Navloi takida no miim* dia.
C'aiana por Maranho ; barca americana /atois*, capi-
lao Charles A. Banks. Coodui a coinpanhia dr cavalli-
nbos.
Avisos martimo.
O patacho Emulacao sahe impreterivrlmerrte uu
dlreitura ao (Jear al o dia 10 ou 1*2 com a carga que li-
vor a bordo: quem anda pretenda carregar ou i.' do pas-
sagem, dirija-seao capito a bordo, 011 ao escriptorio Je
Maimel Goncalvrs da Silva, na rua da Cadeia- Vrlha,
=a Para o Maranl dade uossivel o brigue-cscuna Laura': para o rosto da
carga e passagolros traa se com o capito na praca do
Coinmercln, uu com Novaos & C na rua do Trapiche,
n. 34.
L -- Para a Itahiasahe em poucos dias o hiate nacional
Siin-Juao': para o resto da carga trata se com Novaos &
l.. na rua do Trapiche, n. 34.
Vende-se a nova escuna ingleza Tuska. de oito a no-
ve mil arrobas : a tratar na rua da Cadeia, cm casa de
Fredorico Robilliard, corrotor geral.
'= Para o Assii segu com brevidade o brigue brasi-
leiro 6neri'ru'o. capito Fructuoso JosPerrira Ouira :
qu-m no inesnio quizer carreuar 011 ir de passagem di-
1 ija-e ao mesmo capillo, ou aseu propriciariu, Manoei
Alves Guerra Jnior. = Para o Porto aahir breve o brigue portuguez Ma-
ria-Felit, capilao Lourenco Fernandes do Carino, por ter
parle da carga proiupta 1 quem no mesmo quizer carre-
.oua
em
IKilllC
diantc
llodt ouos.
-- Joo' Slcwart despedio seu caixetro
Andi Hay.int, e nao Andr l'nyart, co-
111, de !\ do
mu se disse no iiui
corrente'.
O Dr. Muller inudou-se .da casa 11
38 da rua da Cihz para a de n. 15 da
mesma rita, segundo andar, amule as pes-
soas t|ue tlesejam constilta-lo o acliaiao
indos os tlias em casa, Ls 10 horas da
manliaa nt o nieio-dii.
= O preto forro que no Diario de hoiilcn diz ser boni
eozinliriro e comprador, diiijasca rua doCollegio, nu-
mero 6.
sis Aluga seiui 1 nle de un 1 loja na rua Direila n. l'i.
confronte s catacumbas do Mvraiiiento, por proco com-
modo, por estar a lenle oceupada por urna loja do fa-
zendas : queiii a pretender, dirija-so a esta lypugraphia,
que.adiar com quem tratar,
Lina pessoa sizuda se otlerece para l'.uei cobranras
aqu c para lora, dando ador sua prssoa e conducta :
quem quizrr anuuncie.
-- Arrenda-se um sitio na estrada do Roiarinbo de-
fronte do fallecido Manoei Jos de Almeida: quem o pre-
tender, diiijs-se a rua Augusta, n. 36.
- O Sr. Joao Manoei Gomes Alves de Mqueira, mora-
dor no ongenlio Taqun y, icn urna carta na rua du Viga-
rio, 11. 7,primeiro andar.
Aluga-se na rua do Seve urna nobre casa com
um grande solo, propna para grande familia, junto a
bina olera: ua rua da Cadeia do llecife, segundo andar,
ii. 51.
-- Previne-se que ninguem faca negocio algum com
as propriedades denominadas barriguda e Salinas --,
silas na provincia da Parahiba do Norte, e pe tencenies
Antonio Francisco Xavier de Vasconcellos e a Fran-
cisco do llego Meilen os, como consta da rsciiptura pu-
blica que existe na comarca de Campina-Giande, sciu
que primen menle se eulenda com o dito Vasconcellos ;
pois que as ditas propriedades nao frainainda divididas
entre os dous socios, accrescendo que o referido Vas-
concellos lio t quem tcm pago lodo valor, das sobredi-
tas propriedades, e nao o mencionado Medriros, a Joa-
quim Antonio de Ullvcira
Precisa-so alugar una ama forra ou captiva, que
saiba coiinhar o diario de urna casa de huinem solteiro :
na rua do Hozarlo, loja 11. '26.
L,oteria do n.cairo publico.
. Vm compiti duengano.
No dia 19 do corrale mez. no consistorio da igroja da
Concelcio dos militares, andam infaliivcliliente as rodas
desta lotera,
3
Este consultorio retar aborto lujos os dias, *
desde as lO.lionis da maullan al as 3 da tar- <>
do: as pe.iaoas quo mo poderom rliegsr ao m
consultorio pu le fio ser visitadas em suas 9i
* casas, qunlquor que soja a ili^titncia ilesla pa- 4ti
'? ca (H iiitligonlos serfio Iraladus gratuilamen- ja.
9- lo aproseutaiido um allestado do vigsno de %
9 sua freguezia. S>
*. k
*,3&dm$&&*99***&
ASSASSI.WTO HORItOOSO!
I). Francisca da Cimba llaiuleir* do Mello viuva
do Hurgos, o seus lilbos pedem encarecidamente
sos Srs. ilnlogados o todas as oulr.is autoridades po-
liciaos capules de campo e pessoas particulares a
apprchensfiu do dima deseos esetavosquo, om o son
engcnlio Agoas-Claras doriicu'da froguozia de S.-
Anlilo, dirigiram-sea casa du sen administrador o
Poituguez Domingos de. Oliveira e all achando-o
dorrnindo assussimiram-no c.un urna fouce dando-lhe
11111 s g.dpe na tosa, de maneir que abriram-na.
Este barba 1 o acontecinionlo leve lugar no dia 26 do
maio docorrciilo em alta noite eassim que per-
pcliaratn osse crim ovad'ramse ; c como os annuu-
cianles quoreni os entregar aos tribunaes de jus-
lica para devidamente s rem sentenciados, fazera o
picsonlo s-'guiiJo e-.ii' niilro.
200,000 rs.
I)i-so esla quanlia de graliiicaCilq a quem levar ao
enghlao Afinas-Claras, do Uruc da viuva do Bur-
gos, ou nesta praca, 110 paleo do Carmo, n. 18, se-
gn lo andar, a Antonio Carlos Portira de Burgos
l'oncedo I.0011, os dous escravos seguintes que fu-
giram nos dias sabbado para domingo, 26 a 27 do
corrente : Vicente, pardo do 26 unos, de altura
regular cabellos croscidos e carapinliudos testa
snbn sabida ollios pequeos, nariz chato, tomador
du lubacode caco rosto descamado' com espi-
nlias, siim nonhii.iia bqrbii; levou I camisado mada-
polilo urna calca do casimira usada, urna jaquela de
bretanlia, um bonete de velludo azul ja usado um
chapeo de pallia, um dito de (ello preto : Joaquim,
crioulo, bstanle pelo, do 38 annos, alio, secco ,
cura pequea bem barbado ; tem o qoslume de le-
var a inflo a barba ; lio gago ; andar comDassado ;
dizom teiinflia em Pajah-de-Flores; foi escravotlo
capililo Leandro Bandoira du Moura do Apody o
qual se aoba presenleniente na venera de S -Antflo,
e tetn um sitio cm Cravat ; presume-se terem par.-
ti do'para o Apody, onda ha muilos prenles do di-
to Mour; comquauto o primeiro andassesempre em
l-iagens dos serlOes do gul ao poenle, com os cobra-
duros desia casa : este ultimo escravo ievou um cha-
peo preto do pello o outro de couro duas jaquetas
brancas, I calca do brim pardo I dita de riscado 1
camisa de madapolSo, duas ditas de algodflo da ter-
rj o ceroulns. Itnga-sa a vigilancia nestes don os-
cravos que viudo com muila brjuyijade, sur3
tincados anda com m.iis.loqueso ofleT

: Novo lulo de Provenca.
j Na padaiia do becco das liarroiras c no de-
l psito da Estrella, no ,\terro-da-Boa-Vista, n.
1 39, fabnca-se o novo p.lo de Provenca, o qual
I be fabricado pelo methodo do seu primeiro I
t introductor que veio a osla provincia, o com
S as melhoios farinhas que ha no mercado, o as-
* aeio que he poaaivel: da mesma sorte sofa-
brican) as falias da rainha de Hespanha bo-
linhiis.blscoulos, biscoulinhos, fallas, Cava-
cas : ludo do nelbor goslo poseivel e proprio
$ para cha ; lambem ha bolachinha de Lisboa
i einlatasde8 libras, por precrf comnmdo ;
B ameudoas confoiladas e de varias qitalidadcs. $
2*mmtmmmm vmwmmwmmm
i




.*

r~ra.
BB
-- Preeiss-se de tima criada : na roa Formosa, es-
quina ila ra da I'niio
~ No dia 18 1(0 rorrente mez de maio, tarde.se
lia de arrematai em praca publica na porta da casa
doSr. I)r. jui7 de orphlos desla cidade do Recite a
ronda annual de tres casas, sitas na cidade de Olin-
juntamente rom duas partes do terreno de 27 pal-
mos junto a mesilla casa no qual existe um gran-
de telheiro : v a travessa da Concordia, sobrado
n. 5
Na ra doQueimado, n. 14, segando andar, so
dir quem rj dinheiro a premio. Na mesma casa von-
ma corrento, an-
o-a, dous tmlutos ,
2!."* *.'-- n< m "!: S0Drail'>. pur 30,000 rs. ; un resplandor o mitras obras, urna colcha da India;
--------------r ------ .. .-.-....... ...... ...... ( ....... u hiimii.hu C |'l til 1 >. ilO II
ta a saber de um sobrado de um andar na ra de dem-se dous relogios de ouro umc
S.-ledro-Martyr, avaliado em 210,000 rs. ; de urna neloes, brincos, modalhas, rosetas.
e de urna casa terrea, sita na ra doCabral. eiii
48/<>00 rs. '
-- No da 18 do corrento mez de maio, tarde, se
hade arrematar em praca publica na porta da casa
urna bandeira nacional c dous galheteiros : bmn
como comprani-se dous negros e urna negra.
Precisa-ae de urna ama de leite, forra, ou osera-
va, com tanto que nao toaba (linos : lambem preci-
do Sr. cloulorjuizdcornblos, a renda annual de 3 sa-se de urna criada portuguesa, para administrar o
rasas pertenrentesaos Minos do fallecido Jos Mrria interior do urna casa onde ha un) bom numero de
lo Jess Muniz, cujas casas silo dous sobrados de um escravos, em um engonlio distante desta cidade :
andar, silos na ra Augusta desta cidade, avaliado na praca do Commercio n 2, orimero-andar,
cada uni em 300,000 rs. ; e urna casa mei'agoa, sita | Jos Antonio da Silva Grillo contina a morar
para
na ra do Alecrim, n. 9, avahada em 0,000 rs.
--Precisa-sede um rapaz de 12 a 14 anuos, ;
caixeiro de venda o qual de flador sua conducta :
no Aterroda-Boa-Vista, venda n. 20.
-- Precisa se de urna ama para o servico da urna
casa : no Atorro-da-Boa-Vista, n. 5.
na ra do Anurim, u. 29, segundo andar onde faz e
noncerla instrumentos maritimos, demarca trras e
lira plantas, etc. Dita casa teni laboleta.e nos fundos,
na la de Moda tem um oiunto : quem de scu pres-
limo precisar o pJe procurar a qualquer^ hora.
0 padre Francisco Joao de Azevc-
-- Aliiga-setun sot.locom .nuitos commodos, em ..'. ,
boa ra, muilo fresco e proprio para hornero, sollei- *' participa nos pas tic seus alumnos que
ro: na esquina do Livramouto, loja de Aportas. i tnutlon ti sen domicilio ta na largado
I'recisn-se de urna ama para casa Je pouca fa-l ,, i i i '
milia que saina cozinhar, engomm.r o fa/.er todo "Oiario para o segundo sobrado do caes
o arranju de urna caa: quem estivui neslas er-(do Ilativos, aoiuie contina a ensillar,
cumstancias, dirija-ae a ra do Crespo, loja de miii-
deaas, n. II.
alm tle priiueiras Icltras, os preparato-
OfTereco-se um moco porluguez de 18 annos, rios litim, IV,mee/, e geometra ; e tendo
a casa para onde se pisson sullicientcs coin-
niotlos, otteicce tambein a quem convier
o seu zelo e csl'orcos tendentes oo lioni
tr.itmenlo e progresso dos alumnos in-
para caixeiro de qualquer arrumacilo excepto ven-
da : na ra da Cadeia-Velha, n. 23, ou annuncie.
Precisa-su alugar urna ama prela, forra ou cap-
tiva para o servico do casa e comprar na ra : na
ra da Ca.lei do llecife, n. 47, segundo andar.
--Anpiehendeu-se uma colher de prala que um
prcio mu.lava ofTerecendo, dizendo que a linka acha-, temos que fui em confiados sua direceo.
do na praia : quem se achar com direito a ella baja .. Alugam-se e vendem-se bichas hamburguesas
dea procurar na ra das Cinco-I'o.ilns n. 2."., quo, ., rua d.,s Cruzes, n. 40.
dando os signaes certos e pagando a desp-'za do mi- _____
nuncio, Ihe ser entregue, islo no prazo de tres dias; *WWW"MfflM8SBMB do contrario, sera restituida ao dito prto. C^lUUriS
O abaixo nssignado, como tciiha de lazer una. '
vi.igem a F.uropa ,e tenba de pagar aos seus credo- ,
res untes de o f.zcr pur isso pede encarecida-1 ~ -mpra-so urna porcilo de estacas do 8 palmos
ment aos seus devedores, tanto do matto como da de "emprmenlo urna porcilo de varas para cercar
praca .principalmente aos amigos, de Ih manda- ""' Sll, sen}" ludo de boa quahdade : airas do
rem pagar ; do contrario ve-so na dura necessi la- I Ihealro, ns lois.
de de cobrar judicialmente. Antonia Ftrrtlra da\ Com pram-se 300 garrafas pequeas, e tambeni
Coila /raga. potes de tulla : ludo vasio: na ra larga do Itoza-
Ilebrard & Companhia fazom scieute a esta pra- "" "' ,
Compra-seo quarlo volume do Panorama:
<;a que, nao exislindo mais os m itivos por que .ni-;
nunciaram ha poucos dias a sua casa em liquida i
(:1o declaram o mesmo amiunrio de nenlium va- |
lor continuando a casa como pelo passado ao mes-!
mo negocio. Os mesmos espcrain quo a vista do ze-
lo que tiveram em fazer lionra aos sons negocios,
a coiilianca que sempre merecerm dess., pra$a Ibes
ser continuada.
Carlos Camillera Jolinsion, Inglez.retira-sc pa-
ra Inglaterra.
paleo do Carino, venda n. 1.
Compra-Sfi UBI carro tle quatro ro-
das, ou cabriol, que estra em bom
uso : na rua do Crespo, n. q.
Compra-seo livro Vida de Carlos e Itozaura, ou
o retiro de Cuidado* paga-se hem : no pateo da S.-
Cruz, podara, n ti.
Compra-so una vacca nova parida de pouco
Cliegou pelo vapor lmperatrz no-llemP! i|uem.tiverannuncie.
>: .- j i' ._ .'ompia-se um reloglo de
na rua de S.-Amaro, n. 8
Compra-sc una escrava que engoinme e cosa
pe leitamcnle e que nflo seja viciosa : nao se olha a
preejo : na rua de Agoas-Verdes, n. 46, su dir quem
compra.
vo sortiinento de queijos de quallia, feitos
na provincia do Cear,' mtiito frescaes :
lia rua da Cruz, annazem n 38, de S
A ramo.
Prrclsa-ie alugar um prpto para vender hiendas
na rua com um caixeiro, pagaodo-se inentaliiiculc
Sualorze mil rs. : na padaria defronte do viveiro do de
unto Muuii, u. 43.
-- Precisa-se de um caixeiro para venda: na rua da
Senzalla Velha, n. 106.
Aluga-sc um sitio no Magdalena, estrada da Torre,
.i inargeiii doiio, com muito boa cata de rivenda, com
sriiquarlos, cozinha lora, estribara, casa para pelos,
cacimba e tanque coberto, com inultos arvoredos de
iiurto cierra para plantar: no Aterro da-Roa-Vitla ,
ii. 43.
-- Aluga-sc urna casa terrea na travessa de S.-Jo
s n. 8 : a Iratur na rua larga do Rozario, n 39, se-
gundo andar.
Precisa-se de urna ama que lenha bom e abun-
dante leite, para criar urna enanca de 6 mezes : na
rua do Collaglo, n. 19, segundo andar.
: Precisa-ae de um forneiro que saiba facer sua obri-
gicio : na praca da Santa-Cruz, padaria de urna s pinta.
lioga-se s autoridades policiucs
coinmandantes de destacamentos, capi-
taes de campo, e a qualquer pessoa, ha-
jam de 6|iprcbender o moleque Benedic-
to, crionio, que desappar>ccu no tlia ti
do mi/, prximo passado, o qtiitl tcm os
signaes seguintfs : prelo, de altura regu-
lar, tem 18 annos de itlatle, secco to cor-
])o, i oslo comprido, ollios grand.'s e um
tanto vermelbos ; na palma damaoes-
querda tem urna costura, proveniente de
mu tumor : consta que o dito escravo loi
encontrado adiantc tle Santo- \ntao, em
um comboi que ia para Caruar ; por is-
su recommenda-se a qualquer pesoa des-
te lugnr, ou de oulro qualquer, que o ap
prebenda e'leve-o n rua Valba, n. aG,
quesera generosamente recompensada.
U l)r. Lobo Hoscoso contina a re-
ceber doentcs em sua casa, no Aterro-
da-Ba-Vista, n. 4", onde lia commodos
sulicientes, nao s para se tratarcm de
snas enermidades, como pira se Ibes fd-
zcr qualquer operacao : as pessoas, por-
tmo, que se quizcrcm curar ou mandar
algum escravo, podem dirigir-se oan-
nunciante em dita casa, certas de que se-
rio, tratados com todo o desvelo.
Antonio Dias da Silva Cardeal vai
a Macei tratar tle seus negocios, e dexa
por seus procuradores os Sis. Jos Dias
da Silva Cardeal Herculano Jos de
r'reitas e JoSo Aiscnio Barbosa.
i de ca i xa, oudepaiede:
Compra-sc o direito natural de Krug, ainda uies-
mo por ni.lis de aeu valor, ipiali|iier que seja o estado
em que sr ac lie : na rua larga do Rozarlo, u. 35, das 11
horas por diantr.
vendas.
tea Vendein-se duas camas com colines, um guarda-
Ion,-1, nina mesa de jamar, um espelho equalroqua-
dros pequeos : na rua do Livrameuto, n. 21.
- Supates brancos (lo Ara-
cal v, ditos de cotiro para Itoiiieii) e itienno, ditos
do lustro o i'mirroqiijiii para
liouteiu o sonhoia, por pretyo
i'Otuiiiodo : na i na da Cu
do Keci'c, if. )
la u de i i s nocin,: es.
Olil
A
pessoa que quizer fazer
um bom negocio com a meiacu da casa sita na
rua da S.-Cruz, que volta para a rua da Alegra e
Na rua da Cruz, no Recife, arin.uem n. 13, vendem-
se iainii ir.is naeionaea de Jindas cores de lodos os l-
mannos.
Vendem-se, por preco commodo, 3 moradas de
casas de podra ecal oiles meieiros, em um bom
lugar na Capuuga com bons quintaos e cacimba :
lambem so vende cada urna de per si : a tratar nas-
mesmas casas, com Manuel Alves Silva Cosa Cui-
niaiies.
= Vendc-se cal vigem de Lisboa em barril ; felxea
de arcos e radas de cilios para barricas; cunheles de
|.mijo abatidos para assucar pregos caixars do l'orio
em banis de 10 inilheiros ; ditos de estuque em barris
de32 in'.lhriroi i luaniielada l- Lisboa em latas de 1 e
'2 libras ; pilulas ila familia ; cadeiraa de pao prelo, an-
gico c arrileira, rlu'gadas ulliiuainenlc do Porto: a tratar
com Joaquim Foncira Mrndcs t'.uiuiarcs, na rua da
Cruz. n. 49.
Vende-se por commodo preco una escrava prela,
propria para o servico do campo: a tratar na ruado Sr.
flnm-jYsus-das-< .i ioulas, casa da esquina, n. I.
Vende-se um cavallo muito bom carregador biiio
at nielo, s. i,, achaques, por pre;o commodo : na roa
Dirella. n. 17.
- Vendc-se urna ecrava cabra, de idade de 2 aunas,
iiihIO robusta, bonita ligura, cozinha soffrlveliue'nle o1
diario de urna casa, e faz todo o servido de campo: dita
escrava esl muito boa para quem quer principiar, por
ser muil" productiva : uo Hccco-Largo do Itecife, sobra-
do n. I,-segundo andar, a quali|uer hora.
Vende-se um lavatorio de angico; urna mesa
qundrada para roeio de sala : na rua eslreita do Ro-
zario, n 13.
= Vendem-se duas boas redes de varamla, porprefo
commodo : na rua estrella do Rosario, u; l3.
Aen^ao^
Vemle-inse ctnielas da lotoria to tbea-
iro, cujas rodas aiulam impreterivclmen-
te no dia irj: ni rua Direita, u. 7,
Vende-se urna escrava crioula de :0 anuos, propria
para rngrnlio, por trr viudo dr lora e estar acoslumada
110 campo: na rua dos Tanoriros, 11 5.
Vrn.lf-io um braco de balanca cato conchas e cor_-
rrnlri do ferro, p pesos de ninalibra a 32, proprio para
.11 iii.i/>'in de carne ou ven,|L: na rua dos 'l'anociros,
armazein, n. .
Vende-se a taberna da Passagem-da-Magdalena, en-
tre as duas pontes, n. 5: a tratar na mesim.
Farinim de iiiwidioca ;i \{l rs,
a sami.
Vendc-se no armatem n. 1, de Barcellar & Djas Fer-
reira, no caes daalfandrga.
Chegaram do Rio-de-Janeiro modinhas para can-
torla, com acompaohamento de piano: sao as mais mo-
dernas : uchain-se a venda, na loja delivros do Sr. Ilou-
rado, largo do Collagio, h. 8, ena rua da Cruz., n. 60, lo-
ja de cera, a ,'iihi rs. cada uina.
Vendem-se, na rua larga do Rota/io, loja de
miudezas, n. 22, por preco muilo commodo, alfine-
tes em caixiulus para costura desenhora, livriuhos
de marca luvas de pellica branca ditas de la da
Escocia ditas de seda para senhora luvas espinlio-
sasparaescovar cavallos, agulhas francezas, curtas
e compriilas, preprias para alfalfa e para sonhora,
almiiiiidiiras de seda e de velludo para casara, di-
tas de massa fina, pioprias para caaaca e para farda-
mento do batalbOea de cacadores, aljofares brancos,
de n'iri's e de varias grossuras brincos francezes de
lilagri, ditos transparentes cor do leite e de outras
cores guarnecidos em volta crees linos para de-
senlio lapia o caetas de metal e de outras multas
qualidailes para pennas de ac, vernicas brancas
1' domailas da milagrosa Senhora da l'enha barre-
tes pretil* de seda para padros pentes de tartaruga
para prender cabello, chapeos pretos de castor, illio-
/i's pretos e brancos para colletes e sapalos, charu-
teiras vidros para fumar, ditos para guardar os
mesmos, papel fino de cores estampadas para en-
lejiar caixinhas e bahuszinbos de vidro dito para
capas de livros sombras de varias cores para flores ,
toallias do linho do Porto para mesa, franjas com
bolntisesem ellas, largase estrellas, para toalhuse
cortinados, tesouras proprias para espevitar luz,
bicos e Illas de diversas larguras pretos a por preco
muilo barato litas de 1:1a de cores escuras, a 80 rs. a
vara garfas de ferro, a 20 rs. latas de grasa, a 40
rs., frontina dourados para senhora a 160 rs., ga-
lochas para caifas com sapalos, a 320 rs. lindas
brancas em carretel encarna,lo carlOvs de relroz
de meia oilava, candieiros do ferro, proprios para
cocheira, ou eugenho.
Vende-se um jogo de breviarios novos; um vio-
Lo de boas vozes : na rua estrella do Rozario, 11. 14.
i\a rua do Crespo, n 6, ao p
do lampean ,
vendem-se corles de brim trancado de linho, a mil
rs ; cobertores de atgodflo muilo encorpados, a 6t0
rs. ; riscados de algodito a 140 rs. o covado ; Chi-
ta a 120 rs. o covado ; chapeos de massa prela a
1,000 rs.; ditos de seda, aMOra.j ditos, a 100 rs. ;
chitas escuras de cores flxas a 180 rs. ;e outras
militas fazendas por preco commodo.
--Vende-se na rua do Crespo, n. 11, diccionario
do Moraes, novo c da ullJina edifSo ; dito do Cons-
tancio, cncndcrnacno nova, por 10,000 rs. ; dito
porluguez porJ. J. da Costa e S, por 6,000 rs. ;
Magnum Lexicn, em bom estado, por 5,000 rs. ;
diccionario de ideologa pelo ahilado llergier 8 v.
novos, por 14,000 rs. INa mesma loja conlinuam-se
a comprar c trocar livros.
Vende-se urna canoa aborta velba, propria pa-
ra estacada de alerros, muito cin cunta : na rua do
Sol, annazem ducapim u. 15.
Veiiilniii-.se as propedades Pcdrciras e Miguel-
Das dosmembrando-sedo engeuho Ginipapo ao
sul da cidade da Victoria tendo a primen a propor-
ces para edtliear-ae um eugenho deanimaes, que
safrege 2,009 piles e a segunda una engenhoca para
safrejar 800 pes aunuaet; assim como irrenda-se,
ou veiid"-se o mesmo engeuho Ciupapo que safre-
ja3a 4,000 pes e al muito maia, nuoengenho
Vende-se um prto de bonita flgurav que Sflr,.
para sitio: no Forte-do-Mattos, prensa a ai
d3o, n. 18. 6
Vende-so um rico par de adragonas para ofllci.i
superior da guarda nacional : na pracinha do Ii,ra
Menlo, n. 5f. *"
Pechnclia para S-'oao.
Esleirs grandea, a 1,000 ra. : no caes da Alfana.
ga, defronte do chafariz j caixinhas com fog0 i
China no armazem do Bacelar no caes dt tiran
dega.
Vende-se, de urna pessoa que se retir um os
cravo de 35 annos por 200,000 ra.; uma escrava na
rila engommadeira ; uiu moleque de U aunoi t
dito dito : na rua de Agoaa-Verdes, n. *6 M jr
quem vende. n
Vende-se larinha de mandioca em aaccaa ni
preco commodo e em cuias a 200 rs.; rarinVi
anrula, a 200 rs. : no pateo do Terco, vendan.7 *
Preguezia.
Vende-se vinho superior da Figneirn.a I.Sdf,
a caada e engarrafado a 189 ra. dando o f'regutV
a garrafa vasia : no pateo do l'erco, venda n. 7.
Vendem-se 10 escravos, sendo : 4 molecotesd.
I2a20 annos; 6escravas, sendo duas detlis bou
engonmaileiras: todos de boa conducta: na rui
Direita, n. 3.
Vendem-se roseiras de diversas qualidadet
craveiros o adalas de differentos cores, alecrim ia,'
do de tamaiilio regular e j dando flor, e muito pro!
prio para agora se mudar : no Aterro-da-Boa-Vj*
la, loja francezadeF. Ilubarry, se dir quem vend
Vendem-se as Instituas dodireito commerriii
por I) Ivincouft, nlira ulilissima por sua concisao
clareza ; o Manual dn cidadSo obra de direito pg.
hlico por Silvestre Pinheiro ; os elementos de di.
reito natural, por Ferrer: ludo por preco conunoio
ua praca da Independencia, loja de eucadernaaio
n. 18.
-Vende-se milito boa farinha de maadiuei,^.
sageas de alqueire, pelo preco de 4.000 rs. cada ut- ]
ca ; bein como saccas eom mitbo, ditas com arreil
de casca arroz pilado e abanos : na travessa do Ci-I
rioca, na rua da Praia, junto ao tanueiro.
Vendem-se 250 couros de cabra, por muilo coa-I
modo praajn : na rua larga do Rozario, loja de miu-l
de/as n 26.
boa-gorle, qua Ihe lica conlKiio, e que safreja 2,000
piles e al mais ; e bem assinVbs casas sitas no pa-
leo da reir da mesma cidade, que lora ni da cmara,
e o sobrado que foi do finado Teixeira : a tratar no
"mesmo engenhocom o seu proprietario.
Vende-se manleiga nova, a 600, 720, 800 e 1.O00
ra. jqueijos novos, a 1,280 rs. ; caixoes de doce de
goiaba, d i; fin arroba a 1,000 rs : no paleo do Car-
ino, venda nova.
Vendem-se oito lindos molcquos de 12 a 20 an-
nos ; 5 pretos de 25 a 30 annos ; um molecflo de na
cito, conoeiio, e que cozinha o diario do urna casa e
retina assucar ; dous pretos de uacflu, de 24 anuos ,
proprios para cadeiruiha ; duas nogrindasde 10 a 12
anuos ; 3 prctas da 14 a 20 anuos : u i rua do Colle-
gi", n. 3, se dir quem vende.
Algodilo da trra.
Vende-scalgodo da trra por prero commodo:
na rua do Crespo n. 23.
Vende-se panno fino cor O caf, a 2,500 rs. O
covado : na rua do Crespo ll. 23
.. "j
j Vendem crles-se de calcas do macodona ^|
. ^ do cilres muilo encorpada e de padrOes wE
^S uaes a casimira pelo diminuto prego de <&B
-.01 2,00.0 rs. o corle ; rispad olios francezes a |Vj
~m 160 rs. o covado cortes de vestido de cas- a||
\'^H sa de cores, a 2,000 rs. ; e outras muilas f^
Q fazendas baialas: .na iua do Queimado, lo- ,|
.y$ ja do sobrado ainarello, n 29. ,y<
Na rua Augusta, casa n 5u, ven-
de-se azeite de coro superior, por preco
com ni o ilo
XA>*sK VKNnE A NKGO-
Cl ANTK 5 DSC KSCItAVqS.
Una po.su a que se re ira jia-
ra a tiroj);i, vende um ptimo
escravo,o qual sabe cozinhar
o ordinario do uma
Escravos Fgidos

var, cn^om ar, he
rjm,
casa,
se no
casa,
bom
lu-
pa-
f'-iv tt\t\t\ f.i-vini rio nina -Fugio.no dia 3 do corronte, o prelo Diogo.o
Iri ldO St.lVICO (le Ullia ,c;iu(;()nKOi do mtis (|e40 nnnott Hiero* corr,
lli fl Imiui (le tratfl- nft "asante decansado no andar ; tcm urna cicatnj
IIC IILI C IIUUIIKU- ,- II ai q|ie prjllcjpia (|a fa(e >l jl)nl0 uVelfia esquerd.
hotel Francisco, rua do
Tra|)iche, u. 9. fc
Se m en les de horlaliee.
Vendem-so samentes de dortalice do todas as
qualidades : na rua Direita, venda n 76.
Vondem-ae cautela da lotera do tdeatro : na
loja de miuJezs, junto a botica do Sr. Morena.
Fugio, no dia 20 de abril, um moleque criou-
lo, de 18 anuos, de nome Joaquim cor prela, ro'
lo re ion ilo, pes e mitos grandes ; tom as costas desJi
de cima aleas nadegas todas eucalombadas de chi-
cote ; foi comprado no dia 16 de abril do correntt
anno ao Sr. Antonio da Silva Cernir, l'ortuguei,
caiieiro do Sr. Vicente Ferreira de Paula, morador
em l'oro- Redondo c iinarca do Bouito ; quando fu-
gio muiioii varias pegas de roupa : quem o pegar le-
ve-o rua Direita, n 3, quesera recompensado com
60,000 rs.
Itoga-se as autoridades policiaea e cap tiles de
campo a apprebensfio da prela Mara, crioula,f-
gida no dia 6 do corrente, com os signaes seguintos:
alta, barriguda, em consequencia de ter o e.itbko
estufado, orelhnrttpadas .desdentada na frenteL
ado superior ;|iev|. ha pouco bexigas, das quies
conserva visivqTis cicalriies ; levou sais azul e piano
da Costa ; foi ctSrnywMteJaa 7 mozes a Sra. D. Calla-
ria Francisca da Cunda : quera a lavar ruado
Creaeo loja n. 15, de Amonio aV>ttte Soire
Cuimarfics, ser recompensado.
Aviso aos Srs. capitiiosde campo e autoridades.
Fuglo, no dia 18 do novembro prximo pasudo
um escravo de nome Diouizio crioulo de estatua
regular, delgado do corpo, cor prela com marc*|
de bexigas pelo rosto ; tom muilas cicatrizas df le-
ridas.cui um dos bracos ji de muilo lempo; he ollicii
do padoiro por isso tem naa coalas das mitos, n
o lugar da junta dos dados, caloa do amassar; le
algumas marcas de chicote pelas costas ; tatvez i]
queira intitular de forro, por ser muito ladino ; c
tuina mudar o nome quando foge ; consta que h
ap|iredendido no engeuho Caga-Fogo e d'ahi ta-i
nou a fugir com antro da mesma fabrica. l)So-sa|
ra. degratiticacilo a quem o levar, ou delta der*>
ticia certa, na rua da S.-Cruz, n. 24.
Fugio, na noite de 18 de maio, de bordo do bti
gue IV li/.-l'nio, o escravo marindeiro, de nomel
se.de nacfio Nagil, de vinle e tantea annos,
bonita lisura corpo regular ; levou calcas de bar-I
to prelo camisa de chita de cOr. Ilecommendi-1
sea todas as autoridades policiaea e capitSes ihl
campo a sua captura pois querrf o levara bordodi|
dito brigue, tundeado defronte do Passeic-Publico
ou a rua da Cadeia n. 39, em casa do Amorim li-
maos ser recompensado. i
- Fugio uma preta de naclo.de nome Calbarin
representa ler 40 a 50 anuos; baixa, delgada doror-|
po ; tem uma pema mais grossa pouco do que i
oulra odos um pouco vermelhos ; levou vestido di
algodflo azul j 'desbotado, aaia de lila, pinino di
Cosa e sem camisa ; he liasiante falladeira e niuii
couhecida por andar vendendo agoa ja ha annos
los bairroado S.-Jos a S -Antonio, pClo que
um grande cslqjia cabeca em cujo lugar n.lo Ir
cabello'; quasi sempre Mida bebada cuja bebed
ra Ihe da para fallar muflo : quem a pegar leve-i
rua de S.-Tbereza n. 10 que ser gratificado. *
verle-se que ha loda a certeza qu ella anda mes-
mo dentro deata. cidade, ou pelos suburbios de
lli-lla gratificacao.
!SO'.?000 ris.
Km fevereiro de 1840, l'ngirum juntos doua esen
vos com os signaes segiiiutea : Jos, pardo, lulf
raido engendo l'raciuha, termo do Porlo-Calio
cabellos bean carapinliados, naquella data teria "
anuos ; do l:lo igo quando falla que al Pel
la os olhos secco do corpo, altura regular, ar agr-
davel: Joaquim, cabra natural de Maco do Assf
temaapas largas, pernas um tanto arqueadas ,d'J
les limados, bastante alegre ; quando fugio teri* '
annos e uo linha barba : qualquer pessoa que
apresentar na rua do Trapiche, n. 44, recebera '
gratificacilo cima.
na direita tem uinafald que principia do niei
circo para cimaj levou camiaa e ceroulaa de algc-d
da Ierra. Itoga sea (odas as autoridades polica*' I
pessoas particulares, que o apprehendam c lev(l""
no a rua larga do Itozaro padaria H. 18, que sera j
gratificadas generosamente.
r,a-rar
Pbiin, : na'tp. e
M. F, J KA
i,i*-i49
MUTILADO


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