Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06607


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Full Text

w
ir,no XXV.
Ter9afe1.n1 5
n nMJJfOpuWIcu-aetudoaoa diseque nao
i/Jim de guarda. O preceda attigaalura he
|f..rJoCO,s purqaarut, paeo.-Kladot. Os
I -n.Jui do aaalfWinte to naerldo a
Jfdtode 20 r.. por "* f VI */
[ \.ie e a repaajfoe motad*. Q nao
Entjl differeoW. Pr Qid* Put,licio-
NUSS DA PJA WO HEZ DE JtINUO.
t... chela, a 5. 8 horat'e 7 mln. da manh.
!:u\?;,.a.i8horae4iiiln.de.t*rd.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Goianua e Parabiba, s lega, e sejus-frlrss.
B.iu-G.-do-Nrte.quiuUs-feira ao mcio-dia.
Cabo, Serinhaeiu, Rio-Fprinoso, Porlo'.alvo
Macci, 00 1." a II e 21 de caria tur/..
Garauhuns e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista e Flores, a 13 e 28.
Victoria, s quintas-feira.
Oliuda, todos os das.
PREAMAR DE HOJE.
de Jnnbo de 1849,
N. Iftf.
da
OTAS DA SMArtA.
4 Segunda. S. mucltco OaracioUAod. do J.
dos orph. do J.do civ. e do>.m. da 3. v.
5 Terca. S. Marciano. Auri. do JTdo c. da 1.
v. edo J. de paz do2. dist. de t.
(i Qtiaru. S. I\ liberto. Aud. do J. do e
2. v. e do J. de pai do2. dist. de t.
7 Quinta. ** Coopo de Dos. S. Roberto.
8 Sexta. S. Saluttlano. Aud. do J. do clr. e
do i. depazdol.dist. de t.
9 Sabbado.'S. Primo. Aud. do. do c.
da 1. t. edoJ.de pal rio 2. dist.de t.
10 Domingo, da S. Margarina.
CAMBIOS NO DA 2 DE JU^HO.
Sobre I/jodre a 2S/i d. Por '/ at dia*.
. Pars 380.
Lisboa 110 por centO de premio.
> Mo-de-Jaoeiro ao par.
Desc. de lelt. de boas firma a7 X ao niet.
Acede da coinp.de Reberibe 50 ao.p
Oaro.-Oocaa bespanholas. 31/JOO a 32/000
. Modas de 6/400 v. 17)800 a W
. d*8/400u. SW a MM70O
I de4/D00.... 8/400 a 9#WJ
fWa-Pata>e*l>ra*lleiro. 2/DI0 a 2#J
. Peao.column.rio.. agio a 2/Kt
Dito, ineaicano......, 1/900 a I/**
PARTE-OFFICIAL.
GOTRNt) DA PROvciA.
.LEI N. $j, DE 30DEMVH) DE 1849.
Extingue a freguezia de Pasmado e instaura a de lla-
ranifumpe. Kestilue s parochiat a que dantes par-
tencia* t Uftrnos que fOram incorporados oh sup-
priwe Hattabelecs para ellas a divisdo civil, eccle-
unilica e indiciar ia, existente avies da lei provincial
ti. 15-2. -- Ahite os districtos creados pela de u. 224.
fevoga o de n. 204.
Mdnoe Vieira Tosta, presidente da provincia .le
I'crnamnuco. I'aro saber a todos os seus habitantes,
que a assembla legislativa provincial decretou c eu
sanecionci a lei seguirtte :
Artigo 1. Pe extinela a freguezia de Pasmado,
c instaurada a de Maraugifnpe, com os mesmos limi-
tes que tinha. -, ai, l
Art. 0 territorio incorporado freguezia de
Pasmadorfestituidoi freenezias s quaes per-
tenci, e coja difisao civil, eclesistica e judiciana
sera a mesma que era antes Ha lei provincial n. 152.
Art, -3. Ficam abolidos os districtos criados pe-
la lei proviacial n. 324. .
Art. 4. Hit* sem elTeitu a le provincial n. 204
nuecreouo municipio deCorrente, etransfeno para
essa pov Art. r). Fiftm derogadas slcisedispospjOesom
contrario.
Mando, portanlf a todas, as autoridades quem
o conhecimento e execucio fla referida le pertencer,
que a eumpram o facAm cumprir tilo nteirumcnle
como pella se contcm. r> secretario dest provin-
cia a faca imprimir, publicar correr Cidade do
liecfo de l'crnambuco, aos 30 das do Atada mam
de 184?, vigesirau-oitBTO da independencia, o do Im-
perio.
k. s. Manoel Vieira Tosta.
Coriad* lei pelaba! V. Katc. tundo exeentar o de-
creto da assembUa legislativa provincial que resolveu
sanecionar, extiitfrnindo nfreguetia det-asmado, e ins-
taurando a de Uaranguape coih os limites que tinka;
ablinuo os destlelos creados pela le provincial n. 22i,
e mandando toar sem efeito a de n. 204. que crecm o
municipio <* Corrate, e transfiri para essa povoaeai
a sede da Jregtusia de Papacaga : tudo como cima se
declara.
I'ara V. Exc. ver.
*j) Antonia- Leile de Pinho, a fez.
Sellad*a publicada nesta secretaria da provincia
de Pernamhuco, em30demaio de 1849.
Honorio Pereira de Azeredo Coutlnho.
Registrada a f. loa v. do livro segunde de leis pro-
vinciaes Secretaria da provincia de Pernambuco,
ldo;junhbde!849.
yodo Poliearpo tos Sanios Campos.
Illin. e Etin. Sr. Tenho a salisfacao de participar
V. Km. que esta provincia goza de perfeito socego.
Dos guarde a V. Ese. Palacio do governo na villa de
Algrete, 28 de marco de 1849.Illin. e Exni. Sr. presi-
dente da pfovincia de Pernambuco. -- Francisco Sot de
Sonta Saareie Andrea.
lilil. 'Eini. Sr. -- Tenho a aalisftf ao de communicar
nV. Exc. que esta provincia goza completa irauquilli-
dade. ,
Deot guarde a V. Exc. Palacio do governo em Maceio,
'1. de iuiiho de 1849., lllm. e Exm. Sr. concelheiro Ma-
noel Vieira Tosta, presidente da provincia de l'rruaiii-
bu.co. 0 presidente, enlomo iVanr de Maular.
r.oniinaiitlo das armas.
(>arli<-aenra( Zdijunhodt 1849.
ORDEM DO DIA.
Concedenda o Exm. Sr. presidente da provincia, por
despacho de 31 de mam findo, sessenta das de licenca
para ir provincia do Cear tratar de negocios de seu
interesje ao Sr. enundo cadete primeiro sargento do
seilo batalhiio de catadores I.udgro lirautio da Crui, S.
Kc.' oSf, inarechal de campo graduado, coininandaiitc
das ai-iMS, .'saln o manda fazer publico para conheci
inenjoa guarnicjo.
Sot Pedro Ueitor, ajtidante de orden, interino.
P= NAWBUC
ASSEHkVLA FUVINCIAL.
SF.SSAO EM | DK JiMIU DE 1849.
( Conetuso.)
tiiiinando
de Carva-
II* lldo c approvado o seguinte parecer
A coiniiii.so de lazemla e orc.uieiito. e
o requerimento rie Mara Theoilora Vianna
ho.professora de priinclras lettras d. fregueria de S.-
V.-Peilro-<".oncalves, em que pede esta assembl. e
liic raaude pagar, desde a data da le n. 189, a gratifica-
cao po* lois de 12 anuos de aervico, que requereu ao
Minente le foi concedida de 4 de jaueirodo
o por4ianle, lie de parecer que, depeoden-
Bcimenlo do dirrilo da .upplicante di ln-
Soda citada lei o. lti'J. deve jar o referido re-
que.l.uento reinettido a commisMO delegislacao
1 J>.coda asembla provincial J ^lVrn.mbco 1.
de junbb de 1849. A. P. UacM Ifoithro. Jote Pedro
da Silva.
Julgam-ie objecto de deliberajlo e mandam-se
luiros seguimos projeclos :
A coinmissao de ftenda e orcamealo, tomando na
devida consideraran o pedido, feilo pelo governo, do
crdito supplcmentar para pagamento da divida dos
exercicios de 1842 a 1848, que consta da tabella que
acompanhouo mesmo pedido,-passou .examinar cata
divida, e em resultado da mu trabalho pide verificar
3ue teve ella urna tinte legitima, por er proveniente
cdcspfza**utortsad.s as Iris de orf.incnlo do. re-
feridos anuos ua#eims. com excepco da que di res-
peilo aos vencimejuo. do parodio c do coadjutor da
freguezia da Taqt^p, pertenecnte. ao anuo fiuancei-
ro de 1842 a 184^ por isso que a lei do orcaiueulo de
1840a 1847 smente aulorisou o pagamento do que se
achav^^dever a estes empregado. nos tres aiiUOl an-
te rio re. "
Quanto liquidaco dest divida, nao tendo a*om-
mlssao em .eu poder o. documento, c livro. que ade-
veln verificar, e nao havendo tempo para requi.ita-los e
exaiuina-los, por te'adiar muito adkintad.i a .easo,
louva-sc por isso na que fet a thesouraria, e assim jul-
ga que esta asseinhlea pode votar o crdito pedido, oni-
prehpndeudo uelle o. vencimentos do parodio e do
coadjutur da freguezia da TaqUara, por Ihe serrn devi-
das, visto trr coineco no anuo de 42 a 43 a su.p'enso dos
vencimentos deste. empregados ; devendo, purm, ex-
cluir do mesmo crdito a divida fondada, por ter shlo
attendlda.no projecto rie le do orcamento. que se dis-
ecar.
- He tambeiu a coinmissao de parecer que teja com-
prdieirdlda ueste crdito quantia de 03/144, que a at-
sembla de 1842 rcconbeceu deter-se a Estanislao Pe-
reira de Ollvelra, como-escrlvo^a declina da freguezia
4o Ureife, r mandn pagar por deliberacb tomada em
srsso de 31 de uiarfo do referido anuo ; o que nao te
executou por alo consignar-u na lei do orcamento (les-
te auno o pYeciso crdito.
De conformidade com o exposto. a coinmissao teto
a honra de offerecrr o seauinlc projecto de lei :
i A assembla legislativa provincial de Pernambuco
decreta :
Artig I.' O governo fie autorisado a despender,
pela renda do excrcicio de 1849^ 1850, com o pagamento
da divida passiva, que consta da tabella pre.entada pe-
la thesouraria da fasenda provincial, incluindo a <|uau-
tia de (3/ljj| devida a Estauislo Pereira de Uiiveira, c
cxcluiiido a divida fundada, ,ri:67/45
Art 2.* A cuota da de.pexa autorisada por esta lei
era dada quando se der a. do excrcicio i que ella per-
tence.
Art. 3. Ficam revogadas as dlsposicde. eiu con-
trario.
Paco d. assembla provincial, 31 de malo de 1349.
A. P. hlaciel Uonteiro. Jote Pedro da Suca.
u A assembla legislativa provincial de Pern.uibuco
rc.olve:
Artigo nico. Fica revogada a lei provincial n. 149
de 1J de abril de 1817, eem pleno vigor o amigo com-
proui sso da Iriuandade do Sanlissimo Sacramento da
cidade de Golanna, confirmado por provisao de 19 de
agosto de 1828.
Sala das sessocs, 1 de junho de 1849. Siiom.
OltDEM DO DIA.
Segunda discutaao do projecto n. 16, que irlanda a-
doptar, para o entino na. aula.-publicas, o compendio
de grammatica portugueza, confeccionado por Joaquim
Antonio de Castro Nunes.
O Sr. Reg Barros : Sr. presidente, tenho_ lido no
Diariodous annunciu. sobre" esta questao, chamando a
terreiro o Sr..director do Ivceu ; c como desrjo dar uin
voto conciencilo, preciso de algumas etplica(cs.
Dlz-se uestes aniinncios que exlstem aqui na casa Inais
gr.uimaticat ; dselo, poli, saber te ella, frain compa-
rada! entre si; emfin.quliera uic inforiuassem do quf
lia a re.peito, para poder regular o voto que he de dar
O Sr. Perreira Brrelo : Sr. presidente, alguns ira-
balhos domsticos e enfermidade. nao me teein dado
lempo de ler os Otarios, e he agora que soube que nessa
folha c havla tocado neste particular He necessario
examinar e.sa grammatica e combina-la com outras,
examina-la e compara-la com o. difiere otes compen-
dia., para entilo emittir un jnizo seguro ; para entilo
escorber, com o verdadeiro coiiheciinento da materia, o
compendia mal. accominodado e nlals til instrucc.io
publica, para que se generalise petas.respectivas- aulas.
Oque resta, poil, segundo o que pens, lie elrgcr una
couimii.o pura examinar esses compendios, e depois
.presentar a casa o resultado do .eu ruine. He isto o
que presumo que leja mala seguro % mais regular para
guiar-nos
OSr. Joaquim filela : Uso he o que foi felto.
" O Sr. Perreira Brrelo : Entao nao sel o qtM le poi-
a exigir mi; i. A casa pet e avalle o re.ultado deste
exame, e est terminada a questao.
O Sr. J. A. de Pigueiredo : Sr. preildente, quando te
apretentou este projecto em prime ira dUctus.n, eu pe-
d a palavra para fazer algumas observaces .obre elle ;
observacSet que tlnhain o niesuio fim que o nobre de-
putario, que me precedeu, teveem vistas quando pedio
a palavra. Eu estar! sempre prompto a votar a Tavor
dos professores que tedo ao trabalho dr fa.er compeii-
dioi d. disciplinai que ensioam, nao $ pelo desrjo de
promovremoadlaulamentfJjae eu discpulos, como
tainbem por patriotismo ; mas jamal. quererc que o
mrito de outros profe.sores seja supplaiiUdo por inju-
tas prefereuclat. S.be-M que temos na casa com-
pendios de graiiiinatlcaimrtuguea tegundo consta ac
Su. annuoclo que vi na-l^rio ) ma. iWnie urna de. a.
grammatica. foi examinada pela coMni.su de >osir-
"ao publica, poique o parecer nao le refere ao ajame
tf"Sr.r"B9'iila filela:-t pddeiu adopur-.e tre
tro"sT*J. A. de Figuelredo:mSo ; ma. podla-sc com-
O Sr. 1.1, f faiNi-re* Prora Umbem que se de- tatoet nao trar Inconvenljatei e por Isso conformarme,
ve examinar as outras. e eicolher a melhor. he. com o que a cata reaalf^
Silo estas as consideraedet que tenho de fazer a casa ; He lido, mandando a ineaa, e apoiado para entrar em
eporconsequencia tou de parecer que etta dl.cu.tao ,Cusiao. o leguinle requerini|pto:.......
a Requeiro que o parecer da coinmissao que ora se
discute teja adiado at que sejam examinada, e aom-
parar e.sas tres grammatlcas, e ver qual del a.tem me-
lior niethodo e syttema, e be mal. beni redlgida ; qual
preenche mai. o eu fim ; e depol dler-.e qual del la.
se prrferivel e deve ser .doptad : ciilrelaiuo a com- f^jj^. pe|a, |de|a
misso, examinando ua so, e dei.apdo de comparar Q|b,. epugnancl
esta com at outras, nao te segu dah que esta seja me- s .pr<.,iae,ltl, dMC

ihor, e a que deva ter adoptada. Boreio a couiuilsiao,
dando o teu narece'r em favor delta gft.ninatica, sem
e dar ao trabalho de examinar a. outras. e tendo ets#
parecer, no cato de ter approvado pela ca.a,. Brea de
lei. vai Inhibir ao. outro. profesares de venderem as
.un gramm.tlea, visto que ella, nao pdem ^er adop-
udat na. aula, primarla., E c lafljusio ? Creio que
iuiprl-l OS Joaquim Miela: -Iuo preVa'que te nao deve
adoptar aennuina.
fique aJlada', at que a cominlsiao de m.truccao publi
ca, examinando as outras grammatica. que exlstem na
casa, rir umadecisao mais justa.
OSr. lirio Barros:Eu tudo ignorava acerca do ob-
jecto em questao : nao sabia que havla na casa tre.
grammatica. nao tel mesmo quaesos Individuo, que
a. confeccionaram; se nio vejo o annunciu hoje, e se
nao leio o de hontem, de nada saberia, estara inte.ra-
mcnle eslranlio matarla; mas dizem-mc que et.a.
grainuiaticas fram preseute. eommitsao; he, pon,
provavri que a coinmissao, combinando-ai, dste o seu
3recer: entretanto, sealgum dos membrus da coiimuij-
o quixette ter a bondade de pedir a palavra e de cx-
pr at vanlagens que ha dcsta sobre as outras, eu votarla
lepois conforme enlendeste.
i
ex
ma
apres
le
con
missao.
Entretanto desejava onvlr a algum dos nobres meni-,
ros, para me guiar no voto que tenlio de dar.
OSr. Joaquim Miela :-Sr. presidente, eu crero que
o" projecto prova a preferencia dada .graiiimailea so-
breque elle versa. Foram apresrntads trrs rejiucri-
mentos, he verdarie, sobre esse objecto; nlat. todos es-
tettrez requerimenlos fram remetlldo a coinmiisao
de in.truc{ao ; logo, se a coinmissao redigio un projec-
to escolhendo nina dessas grammaticas, he porque a
preferios outras ; c agora sti resta *. nobres dfpula-
dot, quejulgam alguma das outras preferivel, mostrar
que o he, c que por contequencia a commiisao de iut-
trucco publica errou em seu uiio. O projecto deu-se
para primeira discusso, passou e deu-se pata segunda ;
mediaram entre una e outra discussao man de Irvs
diat, auaiquer Sr. deputado poda pedir essas graiiima-
ticas, examina-las, coupara-las. e por consecuencia
mostrar que o |uizo da comniissao nao foi dado em
A coinmissao entendeu que ocnsino da graniinalloa
nacional se devia uniformisar, que c devia adoptar uin
compendio que se lornatte geral, e aateotou que etse
compendio era preferivel pela sua clareza. brevidaUe e
simplioidade ; pols que, contendo tudo quanto he ce-
sencial, ein brevidade e clare... he accommodado a
Traca comprehensao do. meninos.
Urna destat outras grammatlcas, nao neg, he mullo
boa, mas nao he realmente para meninos; he urna gram-
matica philoiophiea, muito bella, muito boa para qifein
j tem certos principioi da grammatica, e quer aper-
feicoar-se nella : a outra he urna j antiga, crelo que
de 1836, e que a casa niandou nessa poca adoptar ; mas
nem por isso te segu que nao te posta adoptar outra
que Ihe seja preferivel.
Eu sou obrigadoainda a diier a casa que nessa gram-
matica os professores cortam mullas cousas, que au
pdeui com facilidade er comprchendidas pelos me-
llilluS.
Eis o que tenho a dizer.
0 Sr. lote Pedro oppe-se ao projecto, por diversas
rasocs que aprsenla.
O .r. Uacitl M-neiro :-Sr. pretidente, eu tenho de
dar algumas explicacet acerca do ponto que te dis-
cute.
Foi presente ;conimiiao de instruccao pblica uin
compendio de grammatica, organisado por uin dos mes-
tres de primeirat lettras dcsta cidade : eu nao conheco
a pessoa ; examinri com ludo o compendio, e vi que
elle prceuchia a. nece.sidade. do cnsfuo, na parte a que
dizia reipell ; mas confesso tue niio nha idea ne-
nliumadeque houveite na casa outra. otra, rie >gual
u.turesa: Os meus collegas que cominigo assignaram o
parecer, provavclmente fieram este exame, e podoram
comparar o mrito retpecllvo : eu. em verdade. Iija
liz semclhanle exame; mas souobrigado a dizer a cas*
.pira ulna que faz o obj celo di parecer da coinmissao,
picriiche toda. a. nece.sidaWe. dj{ entino j nospor-
qur as legras sao posta, com toda a clareza, c sao exac-
tas, srnao porque ella heoncebida em eslvlo muito
accoiiimodado mallo curta intelligencia da infancia; tal-
vez mesmo qufajvtte compendio em lula com outros
posta ate suitentar a superiorldade ; porque, em verda-
de, me parece que elle comprehende tudo quanto he
neccs.arlo, ou le pode requerer no objecto em quetlo ;
por isso crelo que a assembla poder tomar este rea-
peito o arbitrio que Ihe parecer mala juato, poder mea*
ido mandar que o parecer voltea coiuuiisso para o re-r
considerar, &- Dev coufessar casa que, pelas ideia*
que tenho a retpeito do ensino, tlve repugnancia eiu
nssentir a este parecer, nao quanto obra, poil que ella
me parece digna, me parece conter o que te pode exi-
gir a este respeito ; mas porque tenho Idelai especias
acerca do ensino. Km geral, entendo que o corpo
legislativo nao pode entender da maneira por que tem
entendido no entin publico ; isto he altribuicao do
Frauca' ne
binadas ai tres graininalicas que exlstem na cata.S.
R.'iourirfdo. ;
O Sr. Perreira Barreta: Urna vez, Sr. presidente,
que o negocio tem tbido fra da tua aiusplluidau*
urna vez que na casa appreceni semelhautei objecyes ;
parecc-me que se deve pr em pralica o que acabou de
diaer o nobre deputado que se aeutou, c que lallou pe-
la ultima vez. Vao, porlanio, os compendios a urna com-
niissan, e riepols visw do parecer resolver esla as-
embla, como encender. O negocio nio e.ti reduzdo
aiiuplicidade comqne aqui appartceu: teenva tl|Tre-
sentado essa duvidas, e he precito attender ao que se
tem expeudldo, para que nao sejame t.cbaBo. de llgei-
ren e de pouco escrupulosos em materia de l
fere a de do termo da Floresta para Tacara!.!,
lie approvado sem discusso
Segunda discutaao do projecto uuin.ro 18 que traus-
fere a sede do termo do Ex paja a pavoacSo do Oor|-
.cury. ,
O Sr, Uolla Silveira :-Sr. pretidente, o projecto que
est em iliscusio, tend* transferir para a povoaco do
Ouiieury a sdc do termo do Ex. Em verdade, eu nao
vejo essa graude ulllldade na transferencia da tde de
que te traa ; poniuaulo nao he possivrl comparar-se
esse povoado (porque nem puvoasjio te Ihe pode chamar)
com a freguetU do Exu ; pois que nao te vi nessa mu-
danja ulilulade alguma paraos povot daqurllct lugares;
e parecequesute pode interpretar islo coinolwua enlra-
danca tUUoral. Ouricury he una fatenda de gado do
mesmo nome, e que fica em distancia consideravel a
certos rrcuisus ; he mullo limadu, e nao offerece a
vant.igrm da cenlialldade. lao neceaaarla paraaaom-
modidade dos povaa, nao ao pelo que respeita aos ne-
gocios foreuses. ma alud mesmo pelo que respaila
aquelle individuos que teein de exercer a funcee
de alguns cargo publica*aa cabeca do leraao ; entre-
unto que o E he una povoaco grande, bein situada,
muito Uoresceute, e enllocada na proximidadr. da.
inargeu. do rio de S.-Francisco ; pelo que offerece to-
das as proporcoet de conveniencia para o augmento do
lugar.
A'vista, pois, desla. rases que expend, bascado em
iufoi macos exacta* que me fiiraui dadas, coobece-te
ueeessariaucnle que essa transferencia Iracomtigounta
raso proprlameiite eleltoral; porlanto, levado desla
consideracao, pronuucio-uc a votar contra o projecto
cm discussao.
OSr Baplitta:Sr. presdeme, como autor do pro-
jecto jiilgo necettario dizer alguma couta em defesa
delle, para mostrar a sem-raiao com que o nobre depu-
tado o combaleu ; visto que ludo quanto elle disse esla
em opposico verdade.
Disse o nobre deputado que o Ouricury be urna po-
voaco menor do que o F.xu. que etc fica na margen.
do rio de S -Francisco, etc. Nada dalo he exacioT nem
o Ouricurv be me. or povoaco do que o K>, uem ette
lica nal uiargcus do rio de S.-Francieeo ; ao contrario,
fica na etrema da provincia junto a urna erra, a qual
chamam Araripe, e nao lem proporje. para eugran-
decimeiilo : ludo, pois, be o contrario do que dui.e o
uobre deputado. que em verdade foi mal Informado ;
pui. repito que o Ex nao Oca nat margen, do rio a que
se alludio. 1 ,. ,, _
MailoiSr. Deputados :--De certo ; fica limito dUlante.
(Susiuro.Sioaae de admi.'aclui.)
OSr. oWitla :--Conlccldo evidcnlemenle o engao
do nobre dep'uUdo, narece-rae que o projecto pode
passar. Ouricury he mais central, he waior povoaco,
tem todas as proporcoes para ade do termo,
l/in Sr. Deputado :--ile una faxenda Ofi gado. .
a O Sr. Medeirot -.Isso he urna injustica.
O Sr. Baplisia :-io, .enhores : he urna povoaco
mais central do que o Ex que fica nos confn da pro-
V OSr.' afeudeda Cunha :Porm o E he mai. amida-
vel. porque nao participa das moleua que veem do
"OS%SBapu"utT-mata tenho dito quanto me parece
tulliciciilc. ... j. _.u
0 Sr. Cunhn Figuettedo :-Tcm dito de mal.
O Sr. Baplitta -.-Multo bem di o uobre deputado:
tenho dilto de mais, e poristo me tente.
O Sr. Hallo S./M.V.:-Eu inil.to e.n sxtMtnUr que
Ouricury he menoi povoado. do que o Exu O uobre de-
putado, que me precedeu, firmou-.e em nformace.
eu tambein toiiicl por bate ioformacet que me fram
gradas, e daquella locall-
eu tambein tomei po
miiiisU arias por patsoat
d,0uaudo, Sr. presidente, me record de que etia
trauslrrencia possa ser lilha de inolivot eleltoraet. nao
le nosslvel eiqueoer da meinoile o triumpho de
poder administrativo : as mais trras, em rraoca "' "*'_r^ de'eleiee. alc.ncado em certa poca
por exemplo. o palz coja organi.acao de ^stu- ca^ao de Ouricurv.cujo fao.o foi delaudo pela,
dos pode servir de modelo, lia com effeilo uin "" bli. {apoialo) e'pde ter quoaMra eite ponto
cdigo univenitario que estabelecc certas bases pa- lomas puuik. i r i---------..'..JCi. ,, mu
ensino; man notem-te bem estas palavraf-eod- ,e nv.rjaiii alguna dese,os.
mitisriltario: nfio lio regulamentos, nao tao Iris, mudauca seja
nao sao portarlas, nem avisos, alterando esse cdigo ; ( cas. g esluenle 0 projecto que te d taco te,
he mu cdigo compreheiidcndothese. .obre a organi- | *,1Z' ,Pe j ...^onlida, e qu'e passou ne.la
s.cao dos esturio : ludo o mais, porrin, ptiiriii r ao po- vai aerogai > j J!.a."-ni3o heiu
K como obra este poder .' Do nio-, casa pelo
eque a uatuioaco. ou etta
operada debaixo de cerUt couvenlen-
cadinho da discussao, quando en lao nem
torreperreirrue a ..m-' ramo. obre. deputado. que me preceder..., u
a em adherir ao parecer,
e aii;
bla nao deve iniervir muito no
lecer a organtaaco 4m <''" ma. deixar ao |zudr
administrativo o mal., porque elle tem mWto nido, o e.iuo de Mu ne m -- -^ ^ s-.FrlDC|soo; oque
pa.a-atisfase. essa obrlgafao, c multo mal latos do atlast ido m Bein porquanto nluguem lg-
que aquella, que iJ lioembla. que all, te compe ^"M^ d Pinargen. deste rio re-
de pessoa mullo Ilustradas, mas que se nao dcdica.il uo.a que os i J" (l dc ;w ou 4g ,f(,0 ,Hm de nao
e.peciBlmcnle ao estado rio entino pubUco. i",r'"'S. ,' r.rnci rada, que all reinan durante certa
A visla do que acabo de d.ier, au sei mesmo como toureicm ,J|0 ule foi aUo por mn amigo meu,
hel de de votar1 nesta questao : cata pode approvar """" a" ,' oinirc da a-Viita; potrm etu nao he a
o parecer, "" *.ur Hi.iiuaA r niiilnu#r das vo- '
ou adiar a tua ducussao : qualquer da vo-
S..L



Mfe
=====
=
2
9
nica rSo: outra nao menor heque os nobrcs drputa I Art. 38. Fica tambem o presidente da provincia a
- Itoiisadu
presentaran! rasan plauslvcl <|iie jui- |'nuaW0 ua fae
usTercncia. E ento para que laz-la?lp.A"in- "
do qne ptignam a favor do projeclo informacao nenhu
ma deram, nem ap
tificatte eiaa trans
Sr. presdeme, transferencias desta mili m 10 le devein
fazer quando os povos a reclaman), ou quaudo a boa
admlnltlraco da jusuca as exige. Se. pois. o terina du
Ex heasce aonde teein (unccionado todas as auto-
ridades admluitracliva*, clvis e judiciarias ; se, em
conseqnencia desse exerclclo, para ah tem concorri-
da maior nuil.ero .de habitantes, e esses augmenta-
do o termo coin edficaces, etc., etc., por que princi-
pia ba de transferir para o Oricnry, que be nina peque-
oa povoacao tem edificaco alguma, e coui pie julio dos
proprletarlot do F.x, a sede que nette lugar existe ?
Pilo vejo rasao justa ; tanto mals quanto o Ilustre au-
tor do proiecto nao nos apresen ton motivo algum que
jutlique deforma tal essa mudenca, que ppisa por de
parte os prejulios dos proprietarios do P.xu : por isso
oto i cftitra o projecln
O Sr. Machi llvnuiro responde aos argumentos do pre-
cedente orador, e mostra que outros interesses que nao
os rleitoraes aeoncelharan a mudan;* da sede do termo
0 Sr. J. A. de Figueiredo : Sr. presidente, nao obs-
tante o nobre deputado ler insistido multo sobre o pro-
jeclo em disctalo, nao obstante a attenro que Ihr
preslou a cata, e lhe cotluina prestar sempre que falla,
eu anda permaneco convencido da imuilidade desta
transferencia.
Senliorea, as i atoes com que se tem pretendido autorl-
ar esta iiiiidanca sao todas supposiiivat; nada lia de
real: o nobre deputado principiou di/endo que.oomquan
to eu nio houvetse feito a inversio geograpliica que fes o
iiieu nobre amigo, todava aparlcl-uie da exactido, sup-
pondo que o Ouricury eslava 30 legoas distante das mar-
gena do rio, quando pelo contrario esl em un ponto
central, etc.; mas eu, preteindindo iiiesmodessas rasrs
de localidades, digo que outras mais valiosas me levam
n volar contra o projeclo. 0 nobre deputado, para
justificar a transferencia, citou a uberdade que apresen-
lain as margeos do rio San-Francisco, e disse que, Ou I-
eurj estando prximo essas niargcns, necessariameiitc
lleve de alDuir para all (una vez qu.e se converla em
arde) toda a.populacao, e que os prejuios dos habitan-
I a einpr
_ar o restante deste einprettimo a con-
fa das estradas de Santo-Anlao e Pau-
tes do Ex como que detapparecei lain vista du rpido
progresto que aquella povoacau apresentarla em pouco
tempo.
Senlioret, admira-me limito deque o Ouricury, sendo
lugar ifm frtil e to seductor, nao tenlia o ainado umi-
ta pupulacao, e se tenha conservado por tantos anuos
despovoado] e que pelo contrario o F.x, que flea as
tradas de tuna serra, tenha merecido j de anuos a hon-
ra de ser sede destes lugares; mas, senhores, porque he
que certot pontos centraes estilo inais povoados do que
outros, e, por exemplo, porque o Ex se lornou mais po-
puloso do que Ouricury ? Sein duvida pelas vantagens
que a localidade odrece, e nos todos sabemos que no
serto as ierras sao 01 lugares mais feriis, os mais
salubrea; neltat existe, segundo sabemos, urna perenne
primavera : baja vista ao qnetuccede em muitst oulras
serras taes como a Haixa-Vrrde em l'ajah-de-Florei. Na
verdade uinguem pode contestar que no se i to as ser-
ras sao as localidades mais feriis, mals salubres, e essa
lie arasao porqueo Exilie augmentado continuamen-
te a sua populaco, e o Ouricuij, apezar deesa fertillda-
de, nio tem apresen lado u mesmo phenomeno: eu nao
contesto que o rio de San-Francisco, maneira do Nilo,
iuiii o qual o comparou o nobre deputado quem res-
pondo, aprsente essa ferlilidade espantosa ; coin ell'ei-
to assim succede, us he utna ferlilidaJe que tmente
dura por alguns inezcs, porm acoinpanhada de tantas
desvantagens, que ha arredado sempre, e arredar a
popularan do lugar. Quem be que querer estabele-
cer-se em un lugar aumente por poticos utezes? Quando
inulto se aprovetain da estadio taudavel, para agricul -
taro terreno; apanhada a colheita, retirain-se antes de
chegar o mo lempo: mas presistir n'uiu lugar to sub-
jello epidemia, ninguein quer; e o nobre deputado, na
sua argumentaco, confetsou lambem que o Ourlcury
era prximo *Margeos do rio San-Francisco, oque
uinguem duvida,
Eu nao opino que as vantagens de alguns proprietarios
quando se trata de taes niudancas, trjaiu muivo sulli-
clente para nianietar o corpo legislativo, caso o inleres-
se dos povos reclame essa transferencia; mas isso be
quando elle fr realmente verificado, quando os habi-
tantes o exigirem; mas nao de outra forma, poique at-
alm se far perder a todos os individuos do lugar o re-
sultudu de muitos aunos de economa, que despendern]
com seus edificio), com tuas faiendas, etc.
ti nobre deputado (o Sr. Sebastian dollogo) sorrio-sc
por eu fallar nos edificios do Ex: quando fallo nos edl-
licus desse lugar, mi fallo em relaco as noisas casas ;
mas, comparan.unen le, la I ve/ quecuste mais fazer ali
uina choupana, do que uesta capital urna boa casa, poi-
que nao se iguora que a lellia, acal e os outros mate-
He approvado tem discusso.
Art. 39. Sr rao vendidos em hasta publica ojardim-
botanloo, tillo do Eipinheiro, c quaetqner outros pro-
prics provinclact, que nio tenham de ter appllcados a
tatisfufo de alguma necessidade publica.
lie approvado, exclisive a ultima parte.
Art 40. O taldo do exerclcio corrate far parte da
receita do exerclcio desta le.
Val mesa, e he approvada a segulnte emenda :
Supprlma-se o art. 48.S R.Jos* Pedro.Mart
Monleiro.
Art. 41. Fica approvada.a despeza frita com o ex-
cesso do numero legal de pracas do corpo de polica, en-
gajadas durante a revolta.
He approvado.
Art. 42. O empregados que, tendo sido demillldot,
foram reintegrados depois de abril do anuo prximo
pastada, (iran isentos delirar novoi ttulos, e pagar os
noros e velhos dircitos.
Depois de algum as reflexoes, sao approvada* asscguln
te emenda c sub-emenda :
Ariiao iiifcjfi'iii'i'u ao arl. 42 Os empregados deinl-
tidos, que teem tldoe forcm reintegrados nos leut res-
pectivos lugares dentro do prazo de '1 anuos, serviro
com os ttulos de tua primeira nomcaco, e flcam lien-
tos de pagar os novoi e velhoi direilos.--S. R.Molla Sil-
veira.
Em lugar da palavrareintegrados--diga-te- prvi-
dos novaincnle; o mais como esl.Macicl Monleiro.
Fica prejudicada a emenda seguinte :
Depois da palavra--direlos--accrcscenle-te--sendo
comprchendidos no numero destes empregados o ofii-
cial maior da secretaria da assembla.Joie Pedro.
Sao lambem approvadui sem discusso os seguiulet
artigos :
Art. 43. Ficain adoptadas as disposlces dos arts. 3,
4, 5, 6 e 8 do decreto n. i09 ; as de todos os arngrs do
decreto n. 410, eadoart. 8 do decreto n. 411 ; asqtiaes
alteraran) e amplificaran) o regulainentos do municipio
da corte acerca da dcima doi predios urbanos, sello de
berancas e legados, e niela si/a de rscravot.
Art. i4. Fica concedido por teis mezes o pagamen-
to de niela siza de escravos, que se estivr a dever, con-
tando-se este prazo do da da publicaco dos edilae* ; e
se nullificaro as aeces j intentadas contra os devedo-
res deste imposib, que o pagarem deulro dcste lempo
Entra em dlscusso o teguinte :
a Art. 45. Os lugares de escripturarios da lliesouraria
provincial serio prvidos, dentro do anno desta lei, in-
drpendcnte de cpncui'so, e para este pioviinento serao
preferidos os empregados desla reparticao que.tlverem
as qiialidadet precisas, os quacs licaro sinenie obri
gados a pagar ot jxnvos e velhos direitos pelo execsto do
ordenado. <
lie approvado, sendo rejeilada a srguinte emenda :
- Km vez da palavrapreferidos--diga seescolbi-
dos.S. R Matgnitr.
Verifica-se seren quasi 4 horas da tarde.
O Sr. l'reiidenie designa a ordein do dia c levanta a
sessao.
rar.ao hrasilelro, me ob,rlga a responder a sua carta que,
sendo datada de hontem as 3 horas da tarde tem de-
clarado do lugar, T oque nao devia oceultar) foipor
mim receblda hoje t II lloras do dia. Nao devendo
corresponder-ine com V. S. em forma ofHcial, nb pos-
so, nem ettou antorltado a conceder-lhe a conferencia
que pede, nem remelter-llie copla authentlca do de-
creto de amnista, e menos para aceitar condlfes que
nao tejam da protnpla entrega das armat, c'onccdendo-a
nicamente aos que ai entregaren) com proposito de
irem para at suat casat; a estes, porm, darel plena
5aramia de tua pessoa, menos aot cheles, a respeito
ot quaet s o Kxin. Sr. presidente da provincia pode
resolver : entretanto vu remetter ao Exm. Srv general
coinmandante das armas a referida tua carta ; ficando
V. S. na certeza que as operaces continuaran com vi-
gor, etnquanto me constar que se acha reunida .qual-
quer lorra em cpposicio ao governo legal.
u De v. S.Atlencioso venerador.Joi Vicente de A-
roorim Beterra.
a Acampamento na villa de Iguarass, 23 de marco de
1849.a _,
O Sr. Luiz Antdnic de Sampaio Vianna tomn boj?
potse do lugar de inspector daalfandega deita provincia,
mos. Porm ai pajavr.is nao tao o que ellas sao, P|.
las sao o que a gente;a* faz ser. A repblica socialista
segundo algtuna's p'essoas. slRniflca a repblica radi-
cal, arepnblica- itnparclal, a repblica linplacavrt, a
repblica que despoja uns sabr o pretexto de enrlqu.
Cera outros ; a repblica que enmeca dettrulndo ludo
quanto ha de meihor para eslabeleeer a'tguaHade, ,,ia
da riqueza aenao da miseria e da fome ; a repnbliea'u,
debaho do preleito de orgonisar o trabadlo, fra o
capital eos islarios a desapparecerein ; a repblica U(
rejeitatodo a tradicao e todas a* condicoe da drill,,
cao conhecida, aflu de crear pila violencia pei >.
rannia un inundo descouhecido em oppotlco an( l,,,.
tinelos eternos que De Insptrou ao houiem. tuho.
vo mundo de verdade, de Igualdade e depai, gerarlo
pela vlnganca. pela Inveja epelo odia, (Iluminado pelas
fuzllacei doi mosquetes, e inundado no saogue dos ci-
dadaos.
Italia.
A eidade de Genova rendeu-te linalmetite aoalSL,
poli de um bombardcaiueiiio^nc
Deia, Marmori
rou por etpaj"
Durante
dirigid-te a<
96 horas.
uta dcpuiacao da cmara 'nuny*,!
rtlrc
para o qual fra nameado por decreto imperial de 27 dt ga da eidade ; mal, cero tale lhe communleaasi
ara logo entrou em exerclcio dasfunc- nifesto que na vespera havia publicado, el
armisticio de 48 floras rinquanto HTi Ttirim
abril ultimo ; e pa
cues inherentes ao mesmo lugar.
Ido general para tratar tobre a
l cale lhe communleaaael
avia publicado, rila pedi
MARIO IIPEBNAHIIM.
BXC1FE, 4 BIJMHO SI 1849.
A assembla legislativa provincial approvou hoje, em
primeira discussao, os projectot ni. 14, 15 e 10 deste
an.no, e cncetoa a lerceira do orcamenlo provincial, que
ricou adiado at ac impriinirem 37 emendas, ollcrcclda
a elle.
A ordem do dia para a tesso de atnanha he a seguin-
te :continuadlo da de hoje ; terceira dlscusso dos
projectos ns. 17 e 18;- segunda do de n. 19, para o qual
houve dispensa de intersticio.
Ilonteiii noite, inultos cidados, precedidos de
urna banda de msica militar, percorreram cu) boa
ordem as ruat dos quatro bairros drsta aapittl, en-
tilando vivas a S. M. o Imperador, ao votolivre c s au-
toridades constituidas ; lesleniunhando assim o seu re-
cosijo pelo modo' como se havla procedido s elcicGei.
Hoje ai mesas parochaes proseguirn) regularmente
em scus traballios : apenas na inatrii de Santo-Antonio
nies san l vendidos por um alto preco, em contequen- houve certa allercaco um pouco calorosa entre os vo-
cia dos gatlos da condueco, o que d a aqurlles pre-
dios um valor extraordinario, relativamente s posses
de seuadonos; e nao convein prejudicar assim a lantns
individuos, visto nao sedaren) as ratoei que pdem tu-
perar etsas considerares.
Voto, portento, contra o projeclo.
O Sr. Baplitla sustenta o projeclo e combate ot argu-
mentos apresen tados pelo Sr. J. A- de Figueiredo.
Encerra-se a discussao ; e, tubuiettido o projeclo vo
tacao, he approvado.
.un un na a discussao do orcamenlo provincial.
Patsa-te a considerar o art. 35, adiado na sessao an
terior.
Vo mesa as seguintet emendas :
tentet, a qual felizmente terminou dentro em pouco de
maneira satisfactoria, medante os esforcos dos inetinoi
votante!, c tem que em nada interviesie a auturidade
publica ; pos que nao houve nreessdade de semelhante
intervenfo.
Icaria de 22, publicada em o n. antecedente deste Diario.
urna outra exarada no Correio-lercantit da inesma cor-
te, em que Antonio Borges da Fonseca, ao passo que
contesta haver solicitado amnista,diz que o coronel Jos
Jo.iquin de Aliueida Guedcs Ih'a ofl'ereccra por parte do
governo, e que elle a rcjeilra, accrescentando que tal
oll'eiecimeiitu frh acompanliado da promessa de nove
n"i.".""^" '"-' 'contosa cada um dos chefes de forcat, que'depozessc as
O imposto consignado no 14 seja proporcional ; armas
.lerendo ser o mini.no 5.000 f. e o mximo 25,000 rs., j A correspondencia, que nS leltore ve.ao no lugar
, rn ; ,.POt a,ud CaU' ovaloruo tabelec- competente,' firmada pelo coronel Gules, desl.e per-
meiilo e o a uguel.-S. R-Afar.ymer. fritamente quanto diz Borges da Fonseca con. refe
. Seja reduztda a matricula a 5,000 rs.-S. R.-Jfwif- rcncia a s. S. : apenas, pols.rrsu averiguar, se o mes-
r'f>n i.... a.. ,...-, a i "l0 l,orBel sollcitou com effelto a amnista. Os docu-
- ^20. laxas das barrelras das rslradase ponlei. m- ,,nioi que abalxo vamos inserir piova.n exuberante-
clus.ve a da esteada do norte, e das que de novo te ei- ,ente que elle a pedio ao coronel lezerra que sunpu-
tabelecerem.-y R --n^o Damas. uha aalotitKdo pra conccder-lh'a: PP
Slinnillim aa k itl O.. nj> I .. i ..
a Supprtma-te o a Ji 9." Em lugar de 20 por cenlo, diga-se 10 por cen-
tod'agoa'rdenle do paii,Higo Dantas.
u lllm. Sr.Recolho-mc ueste momento ao acampa-
mento das lorias liberaes em operacao ao norte da pro
-.1-t- ...I.____.. 1_____ e... ____-. *. '
a 14. 12,800 rs por cada loja de cambio, terraria.e vincla sb meii iinmrdiato commaudo ; e, saben do que
olaria.Rigo Dantas.
' Siippriina-se o J :\."--lt,go llantas.
O Sr. Mariunicr sustenta as suas emendas, apreseulaii-
do varia rasues para justifica-las.
OSr. Firretra Marreto apoia a emenda do Sr. Mavignl-
er, relativa a dim inuitao dalaxa das malriculat.
OSr. Dantas justifica ai suas emendas e faz algunias
obiervaees geraes ceica de mpoiloi.
O Sr. Jk Pedro combate as emendas apreteuladas, e
responde aos precedentes oradores. .
Vs'Sri. Mavignitre Dantas uslslcm anda nas suas
idelai.
dous coinpanhernt teem aceitado proposiedes de paz
iin luiulia ausencia, o que muito abona seus cavalhel-
rosos scuti.iicntos, desejoso de por termo urna lula
fratricida, a qual temos sustentado com denodo, in-
trepidez e moralidade, convido .V. S. para uina con-
ferencia, dlgnando-sc V *. trazer copia auihentica do
decreto de amnista, e mais preparar-se para resolvej-
vanas queites, como a do armamento, munico e fr-
(ai compilgo. Nao tenho o menor escrpulo de vir a um
aecrdo com V. S., por ter inteira coiilianca em tua
probidade e brasileirsmo, e portauto pens que V: S.
Encerrase a discussao ; e, submetlido o artig vola- "ao le. rasao para escrupulizar a pedida conferencia
cao, bc.n cuino ot seus paragraplios, be coin estes ap-
provado, atado rrjeilada as emendas oli'crecidas.'
Logo depoit lie approvado o seguinte :
Art. 36. Fica approvada a deliberado do tribunal
administrativo da thetouraria provincial acerca da con-
iribuieJo do pagamento (fetlo com o empresUiuo do co-
fre geral e depois do lempo legal) da divida de obras
publicas, e do exerclcio prximo pastado, a
PaMa-ie a discutir o art. 37, redigido assim :
Arl. 37. O preildente da provincia' fica aulorisado a
pagar, como referido euipretlimo, a divida de Jote Mu-
re! ra Lopes e C.*, com o abale de 20 por ceuto.e ebui o de
15 por cento a dos outrot credoret da divida fundada que
o requerere.ii. a
lie approvado com a seguinte emenda :
a Depoil das palavras 20 por centodiga-se--e a to-
dos ot watt redores da divida fundada, que o reque-
rerem.-S, R Jlrao Dantas.
no lugar que o portador indicar ; puliendo vir V. S
sem estimulo de frca armada, porque com o aspecto
ilell i hada 1'areinos: ineus precedentes garanten a V. S.
que pude trazer e.n sua co.npanhia o lenente-coronel
Francisco Cavalcante de AJbuquerque Marauho, ou ao
nieu muito especial amigo o Dr. Alfonso de A Ibuquerque
Mello
a Apruveilu a opportuoidade para olfen
ineus servicus, e. proleslar-llie tuda cuusiileraco por
tua pessoa.
Acampamento das Torcas liberaet, 22 de marco de
I84'J s tres horas da larde: IIImi. Sr. coronel Jos
Vicente deAiiiuiiin Bcierra*, liiiitono Jorges da Fon-
secan
* "a,.4V. 4ntoniu Borges da. 4tj)irca. Coinquanto
nao paisa, nem deva ieconhec*ra V. S. como .coin-
mandante dat Turcas imiutladasiibsraes, e sitn desobe-
dientes ao governo de S. M. o Imperador, lodavia o de-
ver de cirtlldade, e empcnbo que V. S. ostenta pelo
termo de unta lula fratricida que deve uiagoar ludo ce>-
^iiM a Franca e a llapanha.
Quando, refei indo-nos ao priineiro destes doui pai-
tes, di-semos em o uosso artigo de honlin que, visto o
desanimo em que se achavam o carlistas por causa da
prito do conde de Montefbolin, criamoi que nao tarda-
ra multo que nao raiasse o dia e'm que a llespanha nSo
respiraste livre do feroz monstrg (a atierra civil) que
lhe trtn devorado tantos fillios queridos, aifida nao li-
nhauos lido no riain de30 de abrilIfWf, segundo an-
nuncira o Monllrur, Cabrera, o gearral em chefe das
forcat inontemolinistai, havla tidofreto no da 23 do
mesmo mrx com tres de seus ofrlciaes na villa de Err na
tronicara francea, e que Roquica, seu lugar-tenenle, o
liavia sido lambem no mesmo da em Oieja ; mas ue-
pois dnuin tal acontrciinento, pelu qual deludo o en-
racao eongraltilamoa os bons llcspaiihei, he para nos
incontestavel que a guerra civil est a expirar na llespa-
nha, e que elle paiz em breve comecar a gozar dial
de paz e de ventura O general carlina fui primera-
mente levado para Perpinho ; porm o prefeilo dos l'y-
rehrosorientaes, em virtude de inslriiecei'que recebe-
ra de Paris, ordenou que fuste transferido elle para o
forte de Lamalgue.
A expedieau franceza chegou a Clvita-Vecchia a 25 de
abril, e neste mesmo dia ful aquella eidade oceupada
pelas tropas comtnandadas pelo geueral Oudinot, sem
que as autoridades oppozessem a esle acto a nfenor re-
sistencia ; o guardas uacionaes e os donis cidados re-
ceberam ot Francezil coin acclamacdei.
Es 11 expedico lie antes dirigida contra a Austria do
.que contra a repblica romana. Os soldados franceses,
na uccasio de embarcaron, gritaran) Vivan) os
Romanos .' Vivam os Toscanos Morram os Austracos !
A irgunte ordem do dia do general udiuot moitra
bem qual o fin da expedico, por elle coimiiandad.i.
Soldadoi .' O presidente da repblica confiou-me o
cumniando do corpo expedicionario do Mediterrneo.
Ella honra impde-uie afduot deveres ; porm o vosso
patriotismo me ajudar a cumpri-loi. O governo, re-
soluto a niautcr em te las as partct a notsa antiga e le-
gitima influencia, nao'ifa dcixar os destinos do povo
da Italia tuerce de urna poteucia estrangeira, ou de
un partido que sii.ueiitr Toriu.i nina minora. Elle con-
fia-nos a bandeira da Franca, afl.n de que ajafauleinos
no iciTiorio romano, como um tettemunbo nnignalado
de notsa lympatliia.
a Soldadoi e inaririheiroi Filhos da niesina familia,
nao ba duvida que haveit de cumprlr em commum os
voisos deveret, e fazer todos ot vosso esforcos, pofs he
este seiiiimrnto fraternal que vos habilitar -fsoflrer
alegres quaesquer perigos, privardes e fdigas No to-
lo, em qne des desembarcar, encontrareis a cada pat-
io monumentos e recordaedrs que esllmularo podero-
samente o voiso instlnctivo amor' da gloria. A honra
militar requer a disciplina tanto quanto a bravura. Nao
etquecait isso nunca. Vosso pail gaitliaratn o raro pri-
vilegio de fazer charo o noiuc fiaucei'eiu tqdas as par-
tes em que coinbateram. Como riles, respeitareis a
propredade e os costutnes dos palzei amigos. Em sua
solcilude por est l cousas o governo tem ordenado-que
todas as despezas do cxertjito tejam iiiimediatamente
pagas em muda. Vt adoptareis como norma de vos-
ta couducla em todas ai occ.asies estes principios de
alta moralidade. Por votiai armas e por votio exem-
plo f.ues com que a dignidade du povo seja respeilada.
Ella nao solt'rc menos da licenca do que do dcsputit.no.
A Italia vos dever assim o que a Franca soube conquis-
tar para si, a ordem com a liberdade !
(/iii/i'iiu( de Reggio. general ein chefe.
No 1'iaiM de 19 de abril encontramos dbut tre-
chos dillientes de um peridico mental, publicado l-
timamente em Paris por Mr. Lamartine, sb u titulo de
Conseitler du l'euple, u qual ton por objeclu derramar
por todas as classes da socledade ideias justas, tbial e
progretsivai.
No priineiro destes trechos o Ilustre cicriptor expli-
ca ot motivot que o leyarm a erigir-se aisliu ein con-
lelheiro de teus concldados ; no segundo elle procura
determinar u sentido em que deve ter lomada a palavra
soeialisla.
l'runcro trecho.
Por que ratao reclamamos a attencao de nossos pa-
tricios, e porque rasao un simples cdadu concebeu a
ideia de dar comelhoi ao seu pali ? A Fraila procla-
inou a repblica ; a repblica proclamou o sulTragio
universal. O sulTragio universal significa a soberana
do-pavo em vez da soberana de um individuo chamado
rei. O povo he, portanto. o soberano. Como soberano
o povo reina por meto de teu vol, e em virlude das leis
que elle mesmo estabelece. O povo be, comoqual-
quer individuo, subjeltu a cnganar-ie, a desvairar-se,
a perder-te, a abusar de seu proprio poder, a laucar-
se na anarebia, elle pode turnar-te lyraunu, absurdo,
uu cruel, como qualquer outro soberano. Elle precisa.
poTfanlu, ser esclarecido, instruido, aconselludo. O
pdVu tem ieus aduladores e seus cortezot do ni cuno
modo que o teem todos us outros soberanos Elle pre-
cisa de amigos desiuteressados e corajosos que aparletu
delle os niaus contelbeirus e lhe deem bous cous^lhut
O puvu he uovico no exereiciu de tua soberana. O po-
vo he actualmente cuino nm inenlnu educado para
ihruiio, juniu do qual pude sei cullocado para o acou-
selhar um corruptor ou una sabio, um Dubuis, ou utn
Fenelon. O povo e o menino-rei, dirigidos por nm, ou
outro desle ufestres, se tornaro um ero, ou iim.Cer-
manicus, o escndalo c vergonha da soberana du po-
vo, ou as delicias de genero humano. O co queira dar-
nos um Fciieloii, o qual dirija o joven soberano,-- o po-
vo francez.
Segundo trecho.
.% palavra ociafiiii nao espantarla o pavo ir nao
fra a sigoilicacao que hoje cummummeate se lhe d.
Ella siguilieaj o, tim, he que justamente excita temor e
horror na sociedade. A palavra soe.'affa siguilicava a
principio e deveria sempre significar um homeiuque pro-
cura inelburar a ordem social para a vanlage. de todos
ai|lidies que conipoein a sociedade. Neste sentido iodos
nos somos socialistas, nu ha um s bouteiu de juizo, de
educaco, e que anhela o bem de seu seiiiclhantcs, que
nao medite constantemente sobre os inelos de tornar a
tua posicao social uiait juna, mais fcil, mals leu, c
que nu cuutiderc os governoa como os instrumentos
fnais poderosos para rlliiiuar mu tal estado de perfei-
co. Grande nurnevo daquellea que se chamam socia-
listas piuvavcliiirnlc uuuca deiam oulra siguilicato
esta dcnomlnaco. Quando as tritas que tomaran) este
nume lrou exuctas ou fornarem a entrar na co.ntnu-
uhao dos hoinen^prllriados, elle se tornar outra vez
o que fui em sua reein'<; itto he, o designativo dos
verdadeiroi philosopnu polticos que procuran) alean-!
car o possivel por bons melot, uo o Impotsivel por
coin o conceibo de ministros sobre o mesmo asi _
to. O armisticio foi concedido, e a depulacjio panu,
com elleito para aquella capital t porc'm, tanda rilen
pirado antes que i mesina voltasse, e ventjo
rebelde que era* intil toda a resistencia, a
termos propuslos por De la Martnora.
Urna annislia geral foi concedida, tendo della exclul-
dot l.nentc o general Avezzana, o advogados Frede
Coinpunella, David Morcho, e Lazolli DNaco P.llgrl
ot cldadot Constantino Reta, Nimio Accame, Anto
Gianne, llorzinii, G. R. Dombaao, J. B. AlbcrUal* TI^
bcr, e lodos us individuos que liveitem cummettido of-
fetifas contra a propredade. assim como os militara
que livesscni lomado parle na insiirreico.
O coniuiissionaiio do rei. logo que eulr'ou na eidade,
derlarou-a em estado de litio.
Urna grande rracco leve ltimamente tugar em Flo-
renca em favor do grio-duque Leopoldo II, e tjuasl to-
da a Toscana reconhece presentemente o teu governo.
Em virlude de urna proclamacoqtie Guerraizi, o dic-
tador da Toscana,diriglra ao povo convldando-o a pegar
em armas para combaler os Austracos que em numero
de 10 mil se aproxiiuavan da fronlelra do paiz, miilius
voluntarios liornexet se parliram para Florenca ; masa
cmara municipal desla eidade, aproveilanda-ie de um
conflicto que teve lugar entre elle c ot Florentinos, nos
dial II e 12 de abril, e no qual varloi individuos fraui
morios e outros eridos, proclamou o governo do grao-
duque, e assu.nlo a dirceco do estado em nome do
mesmo, chamando para ajuda-la o cldadot Gino-t ap-
poni, Ueltini Ricaioll, I.'uigi Serrlitorl, Cario Toirlgia-
ni e Cciarl t.'apoquadri.
Guerrarxl foi preso e se acha presenotxfente na forla-
ieza de Uelvedere.
A assembla ennslituinte fui diaaolvlda pur ua decre-
lo da inunlcipalidade, a qual organisr un novo gabi-
nete da maneira teguinte : .# -
Tometli, uiinisiru dos jieioeios ealraogeiroiT Marti-
ni, ministro da fraeiid'a ; Tabarrinl, ministro da iiu-
truceo publica ; Allrgiett, ministro do Interior; Du-
chiquez, ministro da juitica; e rieU'uoiniii, mluitra,
da guerra.
A maior parte das cidadet de Toscana te hito pronun-
ciado em favor da rcaccao effetuada ein Florenca, mu
Lime decidlo te contra ella. O poro desla eidade, la-
i'nrinado dos acontecimenlos de Floren;, rcunto-ae aa
l'ialsa-Grande, e noineou um governo provljorjo coiu-
posto dos seguiutei Individuoi:
Fabri, (o qual recusou aceitar o posto para que fra
escolbido) Marcos Maslacchi,' Leugi.f'ccchi, Enrlco lUr-
telloni, Frizzonl, Oratio De AtlelTis, David Butnacb, P.
Adaini, Frang, Angelo Haudoni, Angelo Nery e fen-
cenzo Galleojari.
Ai couiiiiiiiiica(oes entre l.lorne e Florenca achauvie
inlerrompid.is ; as portas da primeira cldadc l3o guar-
dadas por guardas naclunaei com artilharia.
O guvernu Qorentino envlou unta deputaco a Gaela a
pedir ao grao-duqu te dignaste de vollar a Florenai.
Esta deputaco, ehegando ao lugar de leu destino, diri-
gir ao gi u-ijuque a teguinte falla :
< Senhor.A populaco da Toscana, opprlmila pela
desgrana, ba restaurado por um Impulso repentino do
corajo a nmiurcha constitucional fundada pela labe-
doria de Vossa Alteza Real. "A munlcipalldade de Fio-
renca, addcioiiaulo a si alguns dos aballo assignados,
fiii'uioii una cominitso govcrnadoia, a qual em to
sulctnan momento nao hesitou em asmnlr as redeas do
governo e em prometi ao povo que Vossa Altea Real,
a quem o mesmo invocara, voltaria para o nielo delle
como um pal para o meio de seut filhos, como un
principe constitucional para ucidado obediente t lei.
Diai amargurosos tem lido Voisa Altera, e temos lido
todos nos ; equeca-os, porm, Vossa Alteza, e esqueja
at as cautas que os lio produzido. Considere pelu
contrario que durante um remado de J5 an'nos utTos-
canoa teem dado tantas provas de amor, que agora inro-
a volta de Vossa A Ilesa para que pona accrelcen-
tar urna pagina de gloria sua historia, un novo titulo
i gratulan do povo. A volta de Voisa Alleaa apressada
pelos desejot de toda a Toscana nos salvar da ver^go
uha e dus f.erigos d urna invaiao ; ella poupar i
Votia Alleta a dr de fundar u seu governo cu. anu
estrangeiras, -. medida esta que sempre aborrecen.
Vosta Alteza governou pelo amor, e governar ODlrf
vei pelo amor; ese o lempos, infelizmente demisla-.,
dmente mudados, exigirem un desc.ivolvimenlo iiials
furte do poder taudavel da lei, Vossa Alteza nao o fart
certamente por nieioi contrarios honra nacional, ai
qual Vossa Aliea foi sempre eximio defensora ala.
mesuio.no meio das desgracat da Italia. Vdasa Al-
teza fes consistir a sua glona em prufissar eslas ver-
dades, quando concedeu a seu povo o estatuto coos-
liluelonal, e quaudo lomou parle na guerra da iu-
dependencia. O povo condece inuitu bem quanto
lhe tem cuitado o nao ter sustentado a muuarchia. A
commlsso gorernadora, expressando a Vossa Altea
us desejos e supplieai do povo lotcanO, confia que In-
terpreta as sabias e-gencrosas iiileuc" t de Voita Alte-
za ; ella pede Vossa Altesa que restaure o teu Himno
constitucional cercado de insiiiulce* populares, como
era de sua vonlade ; ella confia que Vossa Alteza tirara
de iintsai detgra^ai um novo titulo uoSsa aylcao, a
qual, se a desgrafada condico dos lempos coudeinnon
ao tilenciu, nao pode extinguir. Florenc* J*0> abiil
de 1849. Mv
Roma acbava-se anda no mesmo estado.
O novo tiiumvialo conipozera o seu gabinete da ma-
neira teguinte :
Ruico.il, minilro dot negocios rttrangeiros; Bertl
Picbat, ministro dot do interior ; Slcrbioetii, minilro
da instrueco publica ; Maozonl, ministro da fatenda ;
Laizariui, ministro da Juauea ; c Mouteecjii, ministro
do (oiiimercio e obras publicas.
O mesmo t. umviralo, por decreto de 14 de abril or
deuou que as terral pe.lencentet a curpora;d>a reli-
giosas fotseni imuiedlataiiieule cedidas as familias po-
bres mediante urna mdica renda annual. -
Por decreto de .3 do mesmo mezo exerclto rumano
ful elevado a50,000 liomens, repartidos por trea divlnies
e seis brigadas.
A aatenibla conslitiiinte resolveu que o projeclo de
constituido da repblica romana, o qual lhe fura apre-
srniado ultimauente, fosse publicado uo Alonilore, para
que os cidados lhe fizessem ai aaolacfiea que entrn-
dessem. -
Elle projectojMant-ie de 83 artlgoi, e ai principan
disposice que coaidtn sao as. segumes :uiua assem-
bla de representantes, eleita por tret annus por suf-
fragio universal na proporco de 1 para 30,000 babilaii-
tei;doui coosnles, elelos pelo mesmo processo, en-
carregados do poder executivo ; e 12 tribunos, eleitos por
m


r
Ihas, 2,000 fijlos de ladrilho, 1 peca de cabo de maai-
Ih de 4 I/i nollegadas : quem la** groe ros te propozer
a vender pode comparecer na lala da directora do tne*-
uio arsenal, trazendo tua proposia com hu ullimos
precos em carta fechada, no da 5 do correte mea.
e= O arsenal dcmaiinba compra ineiot de soladeprl-
roeira qualidade, cobre eiu folha de 30,33 e 24 anees e
prrgos de batel grandes c pequeo*, rlpaea "da trra e
dr assoalho : pelo que manda o Illin. Sr. inspector fazer
publico, para conbecineoto dos que possa intersisar,
devendo os pretendenies a venda aprraenUr a *uas
proposlas, hoje.ao meio-dia, em cartas fechada*, acom-
panhadas das competentes amostras.
Nilo^se tendo efleituado, no dia SI do prximo
pastado,* contrato para fornecimento do hospi-
tal do quurlo batalh3o de artillieria a p, convida-se
aos concurrentes para que comparegam hoje, 5 do
Sr. Redactor. Curopre-me repellrjCrrenle' pel" corTew^ral.
COM todas 89 minhas frcaS a maligna TI- Vr ordem superior foi transferida' a sahida do vapor
W _..- i_:. n~x.. *4.> Maklann com destino aos porto do
cinto annos, aos qu.w* os cnsules deverio dar cCota.
de aun adminlstMco, logoque ejla expirar. Este* tri-
Imni sao especial mente cncarregados da inissSo de
vigiaren) para que a constituico nao seja de nenhuine
surte riolada.
O povo romano, em embargo dos acontecimentoi
que intimamente trem lido lugar oudiversas outras par-
[l's da |ieuiu*ula Itlica, mosira-se multo aniutado. A
i asscinblia cousliluinlo ,toda chela de enlliusiasuio, ju-
ruu, sobre propoiia de Mr< Stcrblni, morree pela rep-
blica,* leui adoptado varias medidas calculadas para de-
fend-la a lodo o cus to.
!
Correspondencia.
-~^-
sinuarao que o Sr. Antonio Borges ^a
l'oitsfca me dirigi em MRw*f respon-
drsela qtie, em tinta de i.5 de abr^paJbxi-
mo passado assi^nu o bordi do Pjtra-
irnaisii, e que sabio impressano Mercan-
tilde 18 doconene. Nunca fui incum-
bid* pelo Exm. Sr presdante Marioe
Vieira Tosta de offereccr aoSr. Borges
ta Fonseca nroposicdea de paz a troco de
dinheiro : se o liyesse de foxer, de certo
nao me dirigira ao Sr. Borges da Folic-
ea, em quem nao reconliecia. necessaria
influencia para negociacOcs de tal ordetn ;
mas a verdade he que nao me encorre
guei de senielliante eomniis.s3o para com
algum dos comprme11idus, mesmo para
com at|nuiles corr quem mantinba rela-
(oes de amizade, e menos para com o Sr.
Borges dj Fonseca, que alias n3o se recu
saria a aceitar qualquer offerta vantajosa
para dcixar as armas, qunido*j se va
desamparado das influencias da revoUa, e
j solrcitava amnista oo Sr. coronel Be-
/ciraf como confessa em stia propria cor-
resporiifnc'ia.
Roge-lhe, Sgj'Bedactor, a bondade de
trarisj^rever'esl no sen peridico, para
eclarecimenlo*do publico.. Seu leitor.
Jos Joaquim de Mmeida Quedes.
partos do sul para
fkhando-se as malas a 9 horas da tnanba.
ho
NOTICIA.
SBADO 9 DE JUNII0.
COBIME3CIO.
AI.EANDEGA. Reudimcnlo do dia 4.
95/57I
A beneficio do director Pedro Haptista de Santa Mesa,
llavera grande e variado espectculo.
Depois de executada pela orchestra, diiigida pelo Sr.
i prolessor TheodoroOresie, a ptimasymphonia
LES IOCO,
represantar-sc-ha o mu lindo' vaudevllle que tem por
AnTlHJa^EPOIS DE iG ANNOS.
Esle drama,aldisa da belleza do seu enrcdoedealguma*
scenasjoposas, feujjl diversos coros cantados por ma-
rujos, arlas e maieoiin coro cantado por oito seuhqras,
Inclusive alguinas meninas O beneficiado, para dar mais vaiiinenlo e realce a seu
beneficio, dedica a ezecucao do drama aos lllustrados
acadmicos de Olinda a quem Implora proicccfio. .
Entre as boas symphonia* que se hilo de tocar, exei n
tar-se-ba a grande valsa caracterstica, que tem por
titulo
O PAO D'ASSUCAR,
romposta pelo pelo Sr.'A. L. Morser, artista este, que
tem com juslica merecido lanmensos applausos dula
praca, eque teve a bondade dea ollcrt.ir ao dlrectorpara
a nuie de seu beneficio.
No fim do drama o mesmo Santa Rosa cantar a nova
e jocosa aria, anda nao vista drste thcatiu, intitulada
MA2UKK;
tendo o seu estrlbilho a srguinte quadra ;
Meo dengue allectado
De tninha sinh,
Pimenta de cheiro
ktolo de lub.
Os intcrvaUe* senio preenchldos pelos principies e
mais acreditados senhores da compauhra do circo ame-
ricano ; pois que a respectiva djrcccao diguou-sede
obsequiar gratuitamente ao beneficiado^
' Omul hbil Sr. director equestre Stwart far aparte
de sapalelro rmendao em pernas de pao.
O Sr. W. Stnilh far varias evolucet sobre a corda
banba.
O Sr. Wiser presentar suaa scenas graciosas.
Os meninos Thomat e Leandro Umlii-m apreacntarao
tecenas adiiraveis. Jgfr
Terminar o espectculo com a jocosa Tarca
O TAPL FO'RA DE TEM0"
CQNSULADO CEHAL.
Rendlmento do dia 4. ....... :.....758>9.'I2
CONSULAD* PROVINCIAL.
Rendiinento do dia ..........
953/181
Moviueiito do Porto.
Aocioi srudiii no da 4.
Terra-Nova ;3o dias. escuna ingleza /furrier, de 124 to-
neladas, capilao John 'l'owell, equipagein 8, carga
1,600 barricas com bacalbo ; a James Crablrec S
tompanbia.
Sautos ; 16 ajas, brigue dinamarquez Courier, de 210 to-
neladas, 'capito J. Thompson, cquipagem 9, carga ca-
f i a N. O. Illebtf./i Compauhia. Arribou com agoa
aberta e segua para Malla.
A'au'oj sahidm no m-imo dia.
Liverpool ; galera inglesa Columbui, capilao Daniel
Grcen, Carga algodo c assucar. Passageiros, Saun-
der* com sua familia, lladfield com sua familia, T.
G. Taylnr.
Canal ; brigue ingle H'ltna, capitiio Philip Weary, car-
K* assucar.
..... I-.....l '.......! I
m
EDITA L.
= Olllm. Sr. priineiro escrlpturario servindo de ius
peclor da Ibesouraria da fazenda provincial, em cum-
plimento da resol uco do tribunal din ilustrativo, man-
( da fater publico que nos das 5, 6 e 8 de junbo prximo
''futuro, ao mern-rlia, perante o inesnio tribunal se ha
da arrematar a quem mais oRerecer, por lempo de 3
aunos a contar do l. de julho de 1849 at 30 de jtinbu
de 1852, o Imposto seguintei
Taxa da barrefra da estrada e ponte do Giqui,
avallada animalmente por
Dita dita da Magdalena, avallada animalmen-
te por
Dita dita do Molocalomb, avaliada animal-
mente por '
Dita da poste de Uurary,avaliada annualmen-
, t por
Dita da ponte do (achanga, avaliada animal-
mente por
As pessoas que se propozerem s estas aircm.itnr.ics,
comparecam'na tala das sessdes do mesmo tribunal nos
dias cima Indicados, competentemente habilitadas.
V. para constar se mandou alfixar o presente e publi-
car peto Diario.
Secretaria da thrsouraria da fazenda provincial de
I'crnaiiibuco, 4 de maio de 184'.).O 1 escriplurario,
4nfoa 6:001, (>V.
3:301,000
2:900,000
062,000
1:201,000
Uecla raides.
= O arsenal de guerra compra 12 arrobas de bola-
cha, 13 ditas de assucar branco, 3 arrobas e 22 libras de
arroz, 29 libras de toucluho, 8 caadas de vinagre, II
libras de *agu', 2 ditas de pimentada India, 28 ditas de
tapioca, I caada de vioho timo e 8 libras de doce de
guiaba : quem laes generas liver que sejam saos e de
melhor qualidade, e quizer fornecer, pode comparecer
na sala da directora do mesmo arsenal no dia 5 do cor-
rrstemez, tratendo sua proposta comes ltimos precos
m carta fechada.
sx O arsenal de guerra-compra 0 duzias de taboas de
louro, 2 ditas ditas de amarello, 4 ferros largos para re-
liles, 6 goivat cuitas, 2 verruinas de tornear, 2 serr-
les grandes, 8,0o0 prego* oaixaes, 10,000 ditos rlpaea, 2
arrobas de arcos de ferro de cabeptl e bojo de pipa, 2 ar-
roba* o* dito* arco* para barrU de quinto, 9 arroba* de
IViro da Suecia de 1 1/2 a 2 1/2 poilegadas, 2 arrobas de
*(Ogros*o, 3 toneladas de carvao de pecVra inglez, I fa-
ina ueTerro para coberla de fecbadura de porta,' 10 du-
zias de limas surtidas, I duzla de ditas inurcas, 2 duiias
de Umates, 2 Usa com nidjes para caUUuos, 2,000 te-
Os Srs. asslgnantes e mais pessoas, (|U-,.. .lerem
camarotes, pdem mandar receber os cartoes na casa
annexa ao thcatro, residencia do director, pois abi es-
to a venda pelo mesmo preco : o beneficiado nao val
mesmo pessoalmnte convidar aos seus protectores e
amigos, pelos seus mu tos afazeres.
Principiar o divertimento as oito
imite, com a ebegada de Suas Excedencias.
avsos litar timos.
Para tf+orlo
sahir brevo o brigue porluguez Maria-Feliz capi-
llo- Lourengo Fernandes do Carmo, por (er a tnaior
parle da carga prompta : quem nelle quizer carre-
gar, ou ir depassagein, para o quo tem hons coiji-
modos, dirija-se ao consi'gnalario, Antonio Joaquim
do Souza llibfiro, ou ao lito capitiio, na prrga do
Conimercio.
= Para o Rlo-de-Janeirosahe, com brevidade, opa-
tacho nacional 6'unoio, capilao Domingos Antonio de
Azevedo, por ter parle da carga prompta : para o res-
tante, passageiros e esvravos a frete, Irata-secom o mes-
mo capitn, ou com Luiz Jos de S Araujo, na ra. da
Cru. n 33.
= Vende-se 4 brigue brasileiro Formato, de lote de
trese mil arrobas, forrado e encavilhado de cobre e de
multo boa cunstruco por ser felto na liahia : demanda
pouca agoa e esto prompto para navegar para qualquer
porto: quem o pretender enteuda-se com Bailar & 011-
veira, ra da Cadeia-Velha, n. 12.
= Vende-se o brigue brasileiro denominado C'aHori'm,
de lote de 177 toneladas, prompto a navegar com os seus
pertence* ; aisim tambem conjtineto com quatro escla-
vos marinheiros : quem o pretender pode examina-lo
a bordo, Tundeado no lugar do Forte-do-Maltos, defron-
le do trapiche doalgodo, e para tralar-se na ra da
Cadeia, n. 39, com Aniorim limaos.
Para Lisboa o brigue porluguez Velo*, capitflo
Antonio Pedro do Figueireilo salte impraterivel-
Biente no dia 6 de jmiho: recebe carga afrele.bera co-
pusssguiros para o ave offerece excellentes (!0iii-
n.Jos : quem pretender dirija-se aos seus corisig-
nvtarios, Oliven a IrinSos & 'ompanhia na ra da
Cruz, n. 9, ou ao reTerido cpino, na praca do Cum-
mercio.
-- Para o Aracaty tahe com brevidade, por ter parle
da carga engajada, a sumaca nacional Cariota, metu- e
dono Jos (joiicalvcs Simas: para o restante da Ca
ULTIMA EMANA.
Hoje baver repreienlaco da companhia, e os pro-
giammas serao distribuidos na forma do costume.
=Ha quinte para vinte dias fuglo un escravo pardo,
de Dome Bento, de 20 anuo* pomo mais ou menos, altu-
ra regular, grosso do corpn, olficial de olilro e canoei-
ro ; o qual foi escravo de .Mariano Jos de Cont, e cons-
ta andar Irabalhando em una nlaria do bairro da Ba-
Vista. O abalxo assignado roga encarecidamente as au-
toridades pollcfaes de o agarraren!, e a pessoa que o
apresentar ao mesmo abaixo assignado ser generosa-
mente recompensada. Stbttlia topes Cuimaraint.
= Aluga-sc uina casa com ai macan para venda, cala-
da econcertada, nos Qnatro-t.'antosda cldade de Oliu-
da, ii. 4,por preco coimnodo :a fallar no Recifc, na na
da Cruz, casa n. 12, com o seu proprietario, Jo5o Leite
Pila Orllguelra.
-- Precisa-se de urna ama de leite: na ra da Sau-
dae, casa do urirociro lenle Joaquim Ignacio de
Barros Lima, junto ao coronol Jus de Uarros Fal-
efio de l.acerdu e o doutor Guimaraes.
Quem precisar de utna ama para casa de um
liomem solteiro, para todo o servico de portas a
dentro : v a ra da Calcada, n. 37. '
*-Trecisa-sede urna mulher livreou escrava, que
tciilin bstanlo o bom leite seja sadia e sem vicios ,
para dar de mamar urna enanca al que n.to ptu-
cise mais dessa criaefio : na ra da Cadeia, n. 15 ,
priineiro andar.
0|rece-seum.rapaz porluguez para caixeiro
de eitgenho, ou feilor, o qual d conbecimento de
sua conduela ou mesmo para adininistrarporli 4
annos andar empregado ueste ollicio : tas Cinco-
n. 23.
lia 23 do prximo passailo desappareceu do
ladeira do Calo al Moreno, estrada da Vic-
m cavallo estregado com urna carga de as-
iendo o dito cavaiiu ruco muito novrt cun
ueno carrego ; tem na perns a ferro Soporta-
ra anca oulro como (', corlado .qufni achou
laes olijeclosqueira entrega-Ios iioLiigeaino Ginipa-
po da Victoria ou ncsla pravas, awRM Sjpnio de
Caralbo com armazem de a.ssuear1 na fW; do Cor-
Itt-Santo, que ser generosamente recomperuwlo.
ASSASSINATO IIORHOIISO!
I). Francisca da Cunha Uamleira de Mello, viuva
do Burgos, e seus filhos pedem cncarecidsmenle
sos Srs. delegados e ludas as oulras aulorid
liciaes capililes de clmpo e pessoas parliculi
apprebensllo de dous de seus escravosque, e
engenlio Agoas-Claras dollrucu'da fregu
Anl3o, dirigiram-sea casa de seu adniiniaf
Porluguez llamingos de Oliveira e alli ach
dormmdo assassinaram-no com urna fouce dand^lliu
timsgpena tesla, de inauoira qu abnram-na.
Ksle brbaro acohtecimento leve lugar no dia 26 de
maio do correnle em alia noite e assim que per-
pelraram csso crim ovadram-se ; e como os annun-
C'antes querem os entregar aos tribunaes do Jus-
tina para devidametilo s rem sentenciados, fazem o
e meia horas da presente sguin lo esle oulro.
* 200,000 rs.
D-se sta quanlia de gratilicacSo a quem levar ao
engenho Agoas-Claras, de Uruc da viuva do Bur-
gos, ou nesta praca, no paleo do Carmo, n. 18, se-
I gundo- andar, a Anlonio Carlos l'ereira de Burgos
rgae
passageiros, trata-se com o mesmo ilustre, ou cun
Luiz Tose" de Si Araujo, na ra da fru,, n. 33.
= Vende-te o patacho nacional Honro, forrado de co-
bre, tundeado defroute da ponte do Recife, prximo
rampa da allandega : quem o quizer ver pode dirigir-se
a bordo, e para tratar a Gaudino Aostnho de Barros,
alia* do Corpo-Santo, cata n. fii. 1
= Para Lisboa sabe com a maior brevidade postivel o
brigue porluguez 6'oiicriro-ie-,Marispor Ur parte de ua
carga prompta : para o redante e passageiros, para o
que oll'erece excellentes coiuuiudos tiati-sc com os
consignatarios; Tiloma; de Aquino Fonseca & Fllho, na
ra do Vigario n. 19, primeiro andar, ou comocapitao,
Antoulo Pereira Uorges Jnior, ua praca do Cotumercio.
- D. Rosa do Jesns Mendes
pn com o sen filho menor
**"*S!*"i"iSBS
*
mies frlira-se para a Euro
1 JoflnFa tratar de sua sade-
- I--1- -....... "
Compitas-
sem
en-
-- Compra-se urna escraj^de 18 80 annos
virios, o que ftaflie algttrsi'cousa de cozinlia
gomVnar liso Lfias Cinco-Pon*, n 71.
Cooipra-Wtjm preto moco solTrivel cozmhei-
ro sem viciqj ojrtn achaques: na ra da Cruz, n.
45, em casa de Nascimento & Aitiortm.
wmmmfm
Compra-se una esrfava de 21 a 30 anuos ,
queengorhmeeebsa muilo bem: Umbem se
compram escrlvps com odlcios ou sem elles ,
e doua quarUoi ruros que sirvain para carro:
no palco do Car.rio, o. 18, segundo andar.
Compram-so, elTeclivamunle garrafas vastas:
na ra do Rangel, n. 5t, fabrica de licores, de Vic-
lorino Francisco dos Santos.
--Compra-seo quarto volunte do Panorama : no
palco do Carmo, venda q_l.
Coinpram-se, para tfan cncommen la escravos
de ambos os sexos, de 10 a 30 annos : ua ra do Col-
legio, n. 3.
Compra-se um temo de pesos, urna halanca pe-
quena um monillo : ludo em' bom uso, que sirva
para una relinac.no, e seja por proco cominillo:
quem tiver annuncie.
v ii fias.
Leiluo.
-- Oleilao de toucioho que se anuunclou para .11 do
mez paasado, fleo transferido, por causa da chuva
para 0 do crreme as 10 horas da inanhaa,
armazem do finado Braguez, ao p do ai
ceicao. *
Avisos diversos.
- Marcellino FriqiscoCollares relira-se para fo-
fa do Imperio. *
l'once de Len, os dous escravos seguinles qj
gintii nos dias sabbado pala domingo, 2G
passailo : Vicente, pardo, de 26 annos, d
regular cabellos crescidos e carapinhados
sobresabida olbos pequenos, nariz chato,
de"tabaco de caco tost descarnado o c
ulias, sem neuhuma barba ; levou urna camisa e 2
cetonias de algodfio da trra u:ua camisa doinadu-
polilo urna caiga de casimira usada, urna jamela de
nretanha, un bonete de velludo azul ja usaoo um
chapeo de pallia, mu dito de (ello preto : Joaquim,
crioulo bastante prclo, de 38 aunos, alto secco ,
cara pequea bem barbado ; tem ocoslume de le-
vara inSu a barba; lie gago; ahilar compassado ;
foi escravo do capitiio Leandro Bandeira do Moura.,
do Apody, para onde presume-se terem partido ,
coniquanto o primeiro andassesompre em viagens
dos serlOes do sul ao poente, com os cobradores dea>
la casa : esle ultimo,escravo levou um chapeo preto
de pello coiitrjie Qpuro,'duus jaquetas blancas,
urna caiga do brim pardo utn dita de riscado uina
camisa do madapolflo, duis ditas de algodilo da tr-
ra e coi unas. Ropa-s a vigilancia nesles dous es-
cravos que vindo com muita brevidade, serflo gra-
lilicados os que trouxerem anda com mais Jo que
se oflerece.
O abaixo assignado, como bstanlo procurador
de sua mili a viuva I). Paula Cavalcaute de Alhu-
queique conslaudo-lhequesua cunhada D. Auna
Rita Cadana da Silveira, casada que foi com seu ti-
nado irmiio, Jo3o Marinho Ka Icio antiuuciou pelo
iarion. 108 de 15 do correnle, que vinlia proceder
invenlario na fazenda deixada por seu finado ma-
rido, convidando aos Srs. credores do mesmo para
se apiesentirem, o annuncianlo faz sciente aos
mesmos Srs. e ao respeitavel publico quo faz vigo-
rosa resistencia a este convite ppr Ihe constar que
ha mais de 20 annos este casal separou-sef, viven-
do cada um por si, em virlude de urna solemne es-
rripiura deconiposicilode parlilhas nos bens de seu
casal e perpetuo apartamento, a que se obrigaram
a todo lempo fazerem lirme e valioso esle contrato ;
por consegu nte, eruquanlo dita sua cunha Ja n3o
anudar esta escriptura,eos termos judiclaesque a
ella se seguirn) n3o a reconbce como meieira e
invenlarisnte dessa fazenda e protesta contra lodo
o negocio por ella feito. Francia* de 1'auU hta-
rinho futeio.
^. Antonio Caetano Vieira retirase para o Itio-
Grande-du-Sul.
No obrado de um andar n. 3, na Camboa-do-
Cartno, precisi-sede una prela livro para o sorviqo
interno e externo de uina casa de pequea familia.
Os Srs. Antonio Joaquim Concalves Cuimarcs
e Antonio Luiz l'ereitf Palma tcctii caitas na ra do
Trapiche, n. 34, casa1 de Novaest C
--Engomma-sejoupa : na ra da Cadeia de S.-
Antonio n. 20, sobrado de um andar.
Antonio Suarat Coutinlio relira-se part Por-
lugat.
Joaquim Francisco Paredes letira-se para fra
do imperio a tratar de sua saude.
Vende-se por barato preco um escravo moco,
bem robusto, e que he proprin paro o mallo, por
Icr sido de la e ser bom trabalhndor de cnxada,
machado e fouce : na S.-Cruz, n. 28.
Veudu-se um superior chrooomelro, de oito
dias, e um barmetro patente, de um dos melhores
autores de Inglaterra, por prego comino Jo : na ra
do Trapiche, n. 31.
Vende-se um gamito por prego roramodo : na
ra da Pr-h .dcfronleda ribeirado peixe, na. 9 o II.
Vondem-se 4 escravns mogas com algumas ha-
bilidades ; um lindo moleciio di) nago, de 18 anuos ;
um preto de 23 aunos, perito ofllcial de pedretro ; 4
escravos ptimos para o trahaiho da campo : na
ra ilas l.arangeiras, n. 14, segundo andar.
Veinle-se'unia escrava da Cesta, moga, sadia e
sem defeilo algum : vende-so por nOo querer servir
em a casa em que esl : a fallar com Antonio Jos
Comes do Correio na administragSo do correio, ou
naxidaile nova, ejn S.-Amaro.
I.oleria do IVk>-de-.Ianero.
Aos 'J.0.000,9000 de rs.
lie chegada a lista da dcima lotera da cidade de
tNiclheroy ,e com ella novo sortiment de bilhetps,
meios, quartos oitavos e vigsimos da primeira
lotera a beneficio da casa decaridade << hospital de
s.-Ciiiiianna cujas listas devem ciiegar no primei-
ro vapor :na ra da Cadeia do Recife, n. 56..
Vviso aos amantes das loteras
do Rio-de-Janeiro.
Os bilbetos, meios, quintos, oitaves e vigsimos
destas muito arrediladas loteras que se vendiam
na ra da Cadeia do llecife na loj do Sr. Jo5oda
Cunha Mag.ilhneMJein aisignatura de Siquera, pas-
s.im de boje em 'fflmta a ser vendidos na mesma r,
loja de ferragens, u. 56.
Vende-so um excedente molSMue de 16 annos,
que cozinba bem ; um mulatnhoie 10 annos ; urna
escrava sem vicios e que he ptima ooztflheira ;
um escravo den a g.lo, ptimo para todo o servigo :
na ra de Agoas-Verdes, n. 46, se dir quem vende.
Vende-se Alirens, curso de direito* natural ;
Eshbado ; Cerusez ; Seveno ; llislory of KtiaUnd ;
Historia antiga ; Diccionario inglez-portugMI do
Vieira; Cpmpendio de potica, por cm modo pre-
go : na na da Cadeia do llocifc n. 57,primeiro an-
dar ua sala de detras, de meio d*a em diante.
Vende-se urna bonita escrava/( de 25 annos,
ptima para urna casa: o motivo por que se vende se
dir ao comprador: na ra da Cadeia, n. 15.
. Vendem-so 4 casaes da pombos muilo bons bs-
tedores a 800 rs. o casal: na ra da Senzalla-Ve-
Ihr, n. 70.
para cobiir mesas e bancas,
Vendem-se oleados pintados de diversos e lindos
^adros pelo barato prego de mil e lanos res o co-
vado de largura de qualro palmos e meio : na praga
da Independencia ns. 24, 26 e 28.
Vcnde-sea vendada ra da Senzalla-Nova, n.
39 por seu dono ter de retirar-se para tratar de sua
sade: a Iralar na mesma ra, n. 40, primeiro
andar. .
Vende-se arroz de vapor, a 3,000 rs. ; v-nho do
Porto a 500 rs.; toucinho de Santos, a 120 e 200
rs. a libra; cha brasileiro, a 1,280, 1,600 e 1,9-20
rs. a libra : na ra Direila, n. 23, venda qut foi do
Jos da l'enha.
Vendem-se cobertores de algodfio americano ,
os na unes queexislem no mercado, a 600 rs. ; cor- '
tes de excellentes casimiras enfestadas de muito
boa qualidade e padrOes bem proprioa da stacSo ,
a 4,000 rs. ; golas ou collerinhos de c.ambraia bor-
dada para meninos e senhora, a 320 rs. ; ganga azul,
com quatro palmos e meio de largura a mtis pro-
pria para vestir escravos, a 200 rs. o covado ; lengos
de superior seda e dos mais modernos padrOos, a
1,140 rs. e de seda e aigndfio a 640 rs.
Vendem-se iatas com bolchtuha'de aramia a
2;000 rs.: no armazem de Manoel Teixeira Bacelar.
Vende-se um quarto grande que serve para car-
ro : na ra do Bom-Jesus, n. 6.
PECHINCHA.
Vcndem-te saccot de arroi pilado branco e vermelho,
ditos de catea e barril com niel de engenho : na ra da.
Ladeia do Recife, armazem n. 23.
= Vende-se urna parte dos sobrado* da ra da Ca-
deia de San,i.o-Antono, da esquina do becco dor, para pagamento de credores, dando-se desobriga,
e o resto metade em dinheiro e inetade a prazo : trata-
ae no mesmo sobrado, no segundo andar.
= Vndese pira engenho, por ser propria. urna es-
crava de 18 a 20 annos, sadia, sem vicios e boa lavadei-
ra : quem quizer, procure na ra Formosa, na quaru
casa terrea.
Arroz quebrado do MaranhUo a\,1oo
rs. por, arroba.
Vende-se rio armazem n. 7 doSr. Lei-
l3o, ao p do Sr. Tavares ( ordeiro, na
travessa da Madre-de-Deos.
i
MUTILADO
I ILEGIVEL



BS9
fl
====^=
abortos cm roda para m3o de senbora a 280 rs.;. americano encornados e grandes a duas
alpaca do linho, a 400 rs. o cavado; pecas de cassa nai,icag e Deca* de bretanha de rollo, coro
lisa rom 17 varas, a 3,400 rs.; suspensorios de-se- I r ..
da, a 600 rs. o par ; cortes de casimira elstica a dez varas, a cinco parteas e crea na ra
Vende-se um molccote de 20 annos, com boa
figura : na ra Nova, n. 16.
Natravessado Carioca, armazem junto ao ta-
noeiro vendem-se boas aaccas com farinha, a 4,200
rs., arroz branco, vermclhp o de casca, feijio mu-
lalinho, e abanos: ludo niuito em ronta.
Vendem-se dous Iremos com mu competentes
consolos, sendo de Jacaranda o pedra marmore, do
nimio bonita elegancia por ser do limito apurado
gosto e inuitomodornos: vendem-sepor sou dono re- [annos, boas costureiras, o que tambem engommam;
tirar-se para Portugal: na ra da CadeU do Recife, [um mulalinho de 11 anuos ; 4 prctas de 18 a 26 an-
G,000 rs ; cobertas de chita para camas de vento
a 1,800 rs : cortes de cassa-cluta para vestidos, a
2,500 rs.; e outras inultas fazendas por proco com-
modo.
Vendem-se duas lindas mulalinbas de 11 a 15
i para Portugal
n. 24, primeiro andar.
Para pagens.
Vendem-se chapos envernizados para pagens:
na ra do Queimado, n. 10, loja de cirgueiro.
Vende-se urna prela crioula de 16 annos de
muito bonita figura sem vicios nem achaques, que
coae o engomma bem : d-se a contento : o motivo
por que se vende so dir ao comprador: no pateo do
(.uni, n. 18, segundo andar.
Vendem-se machinas de faiercaf bules e cafe-
teiras de metal : na ra Nova, loja n. 16, de Jos
l.uiz l'ereira.
Chc^ucm ao barato.
Ha ra do Crespo, loja n. 14,
de Jos Francisco Das,
venJem-ae chitas escuras e riscadinhos miudos ,
niuito finos, pelo barato prego de 180 rs. o covado .
e a 6,400 rs. ; riscadinhos pretos e chitas escura! do
outra* cures de superior quulidade e do cores uiui-
tofixas, pelo barato proco de 200 rs. o covado, e a
pe;a a 7,000 e 7,600 rs. ; algodao escuro niuito on-
corpado a 200 rs.; dito azul niuito largo, a 200 rs. ;
cortes de lirim trancado branco, milito encorpado ,
a 1,000 rs. ; dito cor de ganga de puro linho, a 1,500
rs i e outras multas fazenlas por barato prego.
Candi i ros.
Vcndem-se 4 ricos candieiros para sala, com seus
competentes vidrose torcidas por piego inais bara-
to ilo que em outra qualquer parle: adverle-se que
sfio do tedio o niais moderno o servem para qual-
quer qualldade de azeile o portanto os mais eco-
nmicos que se p lem usar: na ra do Trapiche-
Novo, n. 18, primeiro andar.
lerro-da-Boa-Vsa de-
No
fronte da boneca.
nos ptimas para todo o servigo ; 3 pretas com ha-
bilidades sendo urna das quaes boa para o servigo
decampo: no pateo da matriz de S.-Anlonio, so-
hrado n. 4, se dir qnem vende.
CHA' BRASILEIRO.
Veude-se.oa armazem de molhados atrs do
Corpo-Saiito o. 66, o mais excellente ch produci-
do emS.-l'aulo, que tora vindo a este mercado ,
por prego niuito commodo.
Agencia da fundicao
Low-Moor, ruadatienzaHa-
nova, n. *2.
Neste ertabelecimento contina a ha-
ver um completo sortiniciito de moendas
e meia mondas, puro engenho; ma-
chinas de vapor,e taclias de ferro Latido e
roado, ile todos os lamanhos, para dito.
Coros de jalea de marnelo ,
a 400 rs..
vendem-so no armazem de molhados atrs do Cor-
po-Sanio, n. 66 aonde tamliem lia superior merme-
lada em lulas que se vendem por proco commodo.
mttMHmUHtUttiiM
<** Vende-se um excellente terreno, com 60 pal- fl
nios do lenle e mais do 200 de fundo al ao S
alinliainento do cues do Hamos : he o primei-
ro coinpreliendidouos lugares marcados pela (i<
cmara municipal para o cstahcleciiiiento de >
foi rarias, caldeirarias, padarias fuudigcs (jj
ele. sita na ra da Praia-de-S.-ltita : faz-se ^
negocio muito vantajoso : defronlo da ribeira, (S
ha ottegado um novo e completo sortimentode cal-
cado francez de lodas as qualidades tanto para ho-
rnero como para senhora e moninas; bem como os
bem conhecidos sapatos do Aracaty, para liomom :
ludo por prego commodo."
-Vende-se um preto, proprio para o servico de
engenho, por 1er prati"a do servico de campo: na
ra do Queimado n. 9, primeiro andar-
-- Vendem-se, a dinhoiro, barricas de superior fa-
rinha de mandioca chegadas ltimamente do Itio-
de-Janeiro : na ra do Apollo, armazem de assucar,
n. 4."
Trinques para portas
Vende-se urna.pequea porgSo de trinques do fei-
lio mais moderno que ha na Europa na run do Tra-
piche-Novo, n. 18, primeiro andar escritorio de
Kduardo H. Wyalt, aonde existe um completo sorti-
monto de ferragens e cutilarias linas, que se vendem
por todo prego para fechar conlas.
Corran, as pechindias. pois
he para liquidacao.
Na loja n. 5 A, na ra do Crespo, ao p do arco do
S.-Antonio, vendem-se, porse querer liquidar quan-
toantes, alm do um sorlimento do pannos muito
linos e de todas as cores, a 3 o 4,000 rs. o covado ,
asseguintes fazendas que por scu diminuto prego
em poucos das so acabario, como j tem aconteci-
do com mudas outras que neste estabelecimento se |
team annunciado : lengosdc seda prela para grava-
la, a 640 rs-, inteiros ; ditos para inflo, de cores e de
Loa seda a 1,280rs. ; chales de casimira, peque-
nos proprios para meninas, a 640 rs. ; riscadinhos
francezes, a 160 rs. o covado; cortes de caigas do
hrim trangado pardo de puro linho, e de pille do
diabo a 1,000 rs.; chales de seda com ricos lavores
e do excellente qualidade, a 10 o 12,000 rs.; man-
tas de seda para senhora a 8,000 rs.; superior 88-
liin mtciO para colleles, a 3,000 rs. ; chapeos .le
crep para senhora do ultimo gosto o de diversas
cores, a 2,000 rs. ; pegas de madapolflo entestado ,
niuito fino a 5,500 ; ditas, de cassa para baados ,-
com 10 varas, a 2,560 rs.; merino, a 2,500 rs. ; o ou-
tras muilas fazendas que fazem umita conta aos fre-
guezes, e que por um pequeo espago do unnuncio
deixam de ser annunciadas.
Fio para saceos
Vendo-so superior fio proprio para coser saceos do
assucar por prego mais barato do que em outra
qualquer parte : na ra do Trapiche-Novo, B. 18 ,
primeiro andar.
- Vendem-so 3 estolas com pouco uso proprias
para prgador, ou vigario: na ra da Cadeia-Velha,
n. 5.
Vende-se um preto do 22 anuos, do nagno, de
Loa figura que he tnnoeiro, cozinha o diario do
urna casa e relina assucar : na ra do Collegio, n. 3.
"V*ndcm-se8 lindos moleques de 12 a 20 annos;
4 pretos de 25 a 30anoos; um pardo de 17 annos;
ii iiegiiuha* de 10 a 12anuos; uina prela do 18an-
uos ; na ra do Collegio, n. 3, se dir quem vendo.
Tara quem tiver bom goslo.
Superiores charutos quenflo deixario de agra-
dar aos fumantes, visto existir um sorlimento ; bom
vinlio do Porto engairafado ; boa genebra ; queijos
11 a mongos ; bolacUinha ingleza ; superior manteiga;
arroz pilado, a 180 0 240 rs. o qualleirSo ; velas de
esperinacele e carnauba ; ditas do sebo iuglaz, das
quaes so cnegarain 4 caixas ; phosphoros ; fogo da
China; varios gneros: ludo do boa qualidade, e
por prego commodo : na ra do l'adre-Florianno ,
venda n 2.
__Vendem-se bogias de cera, de 6 em libra, pelo
diminuto prego de 1,000 rs. a libra : na ra da Ce-
dis do Recife loja de ferragens do JoSo Jos de
Carvalho M raes.
Vende-se urna taberna bem afreguezada, com
poucos lundos.o por issojpiopria para um principian-
te dando-so desobriga : a tratar na ra do Baugel,
n 54.
- Na ra do Queimado, vindo do Itozario, segun-
l>aioja, n^ 10, vendem-se chapeos de sol, de seda,
para senhora e meninas, a 3.000 is. ; lengos do
cambraia de soda paia grvalas a 500 rs. ( ditos
pretos te seda, a 500 rs.; dito de ISa com franjas ,
para hombros de senhora, a 500rs.; lengos blancos
casa n. 17.
e 9WM9 &mmmv^ 9m9&+mP9&.&
__No armazem de Francisco Dias Ferrcira o no de
Leopoldo Jos dn Costa Araujo rende-seo mais su-
perior Cilio do l'oilo que lem vindo a este merca-
do emTiarris de 4., 5.", 7.e 8.": os pretendentes
pdem sortir-se,porque puncas vezos c vem fazenda
dem ao presuntas inglezcs para fiambre;
m bolachinhas de Lisboa ; ditas de araruta ;
mermelada de 1, 2 e 4 libras ; ditas de sar-
itas de hervilhas ; ditas de chocolate do
frascos do conservas ; ditos d'agoa de flor
'anja ; barris com azcitonas brancas de Elvas ;
garrafas com viuho moscatel do Setubal e da Ma-
deira ; queijos de pialo, frescaes : ludo novo e
chegado ltimamente de Lishs : na ra da Cruz ,
no Becifu, U. 4.
o!ha de Flandres.
VenJem-se caixas com folha de Flandres : em
casa de J.J. Tasso Jnior : na ruado Aniorim, n. 35.
hija do trapiche, a. 44,
ocriptorio de Firmino
J.F.du Roza,
sito da fabrica tic Todo-os-Santos
na Babia,
dc-sc algodao trangado daquella fabrica,aos
pregos seguintes : largo, a 320 rs. a vara; estreito
uienosJima pollegada, a 300 rs. ; mais ordinario, a
2701 s.tt
j^Pfisi
Queijos de pralo,
da mais superior qualidade o muilos frescaes, vin-
dos ltimamente de llollanda : no caes da Alfande-
ga, armazem de AAlouio Aunes
Cliegucmao barato antes que
se acabe.
Na bem conhe ida loja n. 5 A, na ra do Crespo,
ao p do arco do S.-Anlonio, vendem-se para liqui-
dagQo as seguintes fazendas ; corles de cassa de 5 e
6 varas e de cores filas, a 1,600 e.2,000 rs. ; ditos em
papelados, amito linos, de crese padres agrada-
veis muito fixas o com seto varas, a 2,500 rs. ; ditos
de barras bordadas, nrancos, de crese de padres
novos, a 3,500 rs.; lengos de rassa de cores para
grvala, a 160 rs. cada um; luvas de algodflo de
cores lauto para homem com para senhora a 120
rs. o par ; cortes do selim do cores para colotes,
niuito boa fazenda a 3,1100 rs.; cassa lisa lina a
400 o 500 rs. a vara ; dita mais ordinaria a 240 rs.;
panno de algodflo grosso de cores escuras, proprio
para eseravos, por ser muito forto.o largo, a 160
rs. o covado ; lengos do cambraia pintados, horda-
dos com lislrase guarnecidos de bicos, muito li-
nos e proprios para senbora, a 400 e 500 rs.; casimi-
ra de um s cor verde e azul-escura do duas largu-
ras piopria para cagase palitos, a 1,600 rs. o cova-
do ; lustflo branco iiso com alcocboado para colle-
les, n 500 rs. o corte ; e outras umitas fazendas quo
cstarflo patentes aos frrguezos. l)ao-so amostras com
os competentes peuhores.
Vendem-se cortos de caigas de casimira ,
4,000, 4,500, 6,000, 7,000 e 7..500 rs. : ha-
vendo grande sorlimento para os freguezes
escolherem: na ra do yueimaeo, loja do so-
brado amarrello, n. 29.
Na ruadoLivtamento, n. 38. vendo-so a muito
superior gomma de araruta, por prego mais barato
do que em outra qualquer patrie.
Farinha de mandioca
do Rio-de-Janeiro superior em barricas e saccas:
vendo-sena ra Direila,n. 17,'e na ra da Madre-de-
Deos n. 31, casa do Sr. JoBquim Flix da llosa.
Vendem-se cobertores de algod2o
lo Crespo, loja da esquina que volta para
a Cadcia.
Guardanapos de linho.
Vendem-se bons guardanapos de puro linho, gran-
des a 800 rs. ditos pequeos, de novo gosto para
cha a 400 rs.; bonetes bordados para homem a
2,400 rs.; oplimos lengos de Seda de cores, a 2,500
rs.; ditos a 1,000 rs.; setim maco a 2,000 rs.; di-
to molbor, a 5,000 rs. o covado ; cassa transparente
para mosqueleiros e cortinados com Lecido de Uto,
a 2,600 rs. a peca ; alpaca de seda, a 800 rs^; optir
mo velludo preto. a 4,000 rs. o Covado ; o um com-
pleto sorlimento de fazendas finas e grssas: na ra
do Queimado ,-n. 27, no novo armazem de razenuas
de Raymundo Carlos Leite.
= VcnJem-se pecas de bretanha de rolo cora i0 va-
as, a 400 dita fina, a 1/760 ; pecas de madapolao
Impas com 20 varas, a 3/000 ; lentos finos de cambraia
com bonitas palmas, a 400 rs. : na ra do Passelo, loja
n. 17.
Aos negociantes.
Vendem-se machinas1"para copiar cartas com to-
dos os seus pertcnces ; bem como papel em resmas ,
livros c tinta de escrever, proprio para os mesmos-,
o papel de borrar : ludo por prego commodo: na
ra do Trapiche-Novo n. 18, primeiro andar, es-
riptorio de Eduardo II. Wyatt. ;
__ VeiHlem.se os verdadeuos charutos
Je llavana, chegados ltimamente : na
na da Cruz, n. 5i, casa de J. Elster.
Aos fnniantcs do bun gosto.
No armazem de molhados atrs do Corpo-Santo, n.
66. ha i-llectivanicnle para vender clgarrllhos liespa-
nhea e ditos de patha de llillho, o mais superiores
,,uequi tem vindo: assira com superiores charutos da
l'ahia, de varias qualidades: ludo por pr*JO mais com-
modo que em outra qualquer paite.
Farinha de triso SSSF
de superior qualidade e nova; dita americana, em
me'ias barricas ; dita gallega, em meias barricas ;
cal virgem de Lisboa ; viuho do Porto em pipas c
barris de quarto e oitavo superior e mais inferior ;
Techaduras para porta de armazem ; superior cha
hysson nacional deS.-Paulo; farinha de mandioca ,
cm saccas, por preco commodo : na ruado Viga-
rio ,' armazem n- 11, de Francisco Alves da Cunlia.
A 5oo ris.
Vendem-se superiores pentes para marrafa, de lar-
taruga : na ra larga do Itozario, n. 24.
Freguczia.
Vende-se vinbo da Figueira de superior quali-
dade a 180 a garrafa e a 1,360 rs. a caada : no
dateo do Terco yenda n. 7.
Para fechar tontas.
VeAe-se, muito em conta urna pequea porgflo
de cafwetes para pennss, de differentes qualidades,
tanto em cartas como em papis de urna e duas du-
zias : na ra do Trapiche-Novo n. 18, primeiro an-
dar, escriptorio de Eduardo II. Wyatt.
De psito da fabrica de Todos-
os-Santcs na Baha.
Vende-se em casa de N. O. Bieber & C., na ra
da Cruz, n. 4, algodflo lrangado/daque|la fabrica,
muito proprio para saceos de assucar e para roupa
,le esernvos, aos pregos de 270, 300 e 320 rs. a va-
ra conforme as qualidades.
Tai xas para engenho.
Na fundigflo de ferro da ra do Brum, acaba-se de
receber um completo sortimentode taixas de 4 a 8
palmos do bocea as quaes acbam-Se a venda por
prego commodo, e com promptidflo embarcam-se,
ou carre;ani-seein carros sem despezas ao com-
prador.
Vende-se cal virgem de Lisboa, de superior
qualidade em barris de 4 arrobas chegada neste
mez pelo biigue IB aria-Jote: a tratar na ra do
Brum armazem de Antonio Augusto da Foiiseca",
ou na ra do Vigario, ni 19.
Cha barato.
Vende-se muito bom cha, pelo prego de 500 rs. a
libra : na ra do Crespo, n. 23.
Vendem-se sellins inglezes e camas
de Ierro : na ra daSenzalla-nova, n. l\i.
loao arco da Conceigfla, vondo-se um preto de bo-
nila figura muito mogo, e com principios de pa.
daria.
\ 1,000 rs. o corte de calcas.
Vende-se hrim trancado pardo de puro linho ,
mil rs. o corto de caigas : na ra do Crespo, |0j, ,ja
esquina que volta para a Cadel.
Vendem-sa mcias para meninos pelo dit
lo prego de 100 rs o par ; chales de Iflat, a 5i
no Atcrro-da-Boa-Vista; loja n. 24.
I
A dinheiro. ,
Vcndem-se, por prego commodo os so-
brados de dbus andares da ra da Aurora,.
''n. 10, e o da roa do Collegio, n; i caafl
frente para o I'asseio ; as casas terreas da
ra do Seve, n. 1 A ; ra do Fogo, n. 13 ;
I ra do Marisco, 6 ; ra Imperial, n. 104 :
I a tratar na ra do Crespo, n.
A 1,000 rs.
o corle de brim trangado escolto de puro linho, mui-
to mais superior do que oulros que se teem velli-
do pelo mesmo Binheiro ; cortes de fustOes de cores
fixas pelo barato prego de 920 e 400 rs.; chitas
milo linas, imitando pe.tle de onga cores muito
fixas, pelo barato prego de 200 rs. ; ditas escuras,
muito linas e avelludadas a280rs. o covado: na
ra do Crespo, n. 14, loja de Jos Franciaco ias.
Vendem-se 3 eseravos a saber : um mulalinho
de 14 annos do bonita figura, sem vicios nem acha-
ques ; um pardo de 30 anuos de multo boa con-
ducta e que nSo lem vicios; urna parda de 40 an-
nos boa lavadeira de varrella o sabSo e com ha-
bilidades para todo o servigo de urna casa: na rui
Direita.n 88. ,
Vendo-seuma prcta crioula de 18 a 20 an-
nos ; um preto de 30 a 35 annos; na ra do Queima-
do, n. 25. loja de iniudezas.
Vende-se algodao' trancado da fa-
brica de Todos-os-Sanlos a 370 e a 3oo
rs. a vara*: na ra da ^adeia, n. 5a.
Vende-so o sitio denominado Paraizo, na po-
poag3ddosAfogados, com casa de vivenda ^arvo-
redos de fructo, ptimo terreno devolulo pira qual-
quer plautagilo assim como par tres grandes vi-
\ciros com muito pouco trabalho, com porto fran-
co 110 fund para embarque e desembarque e bi-
nho no rio, alm de outras commodidades teaica-
nacidado para qualquer estabelecimauto : na roa do
ngel, n. 37. -Jr M '
Vcndem-se na ra lares doRosarlo.n. zo.loja de iniu-
dezas, 130 courot de cabra, sele meios de aula, e tres
librai de peona de ema, por prefo commodo.
DEfeRORTASN^
Nesta loja vende-se panno fino prelo e de co-
res, a 3,000, 3,500 e. 4,000 rs.; ajpaca lina,
muito lustrosa, a 800 e 1,000 rs.; lengos de
seda, a 1,000 e 1,280 rs.; riscado moristro, a
240 e 260 1 s. ; e outras umitas fazendas ba-
ratas para fechar contas.
Vendem-se dous faqueiros do prula, obra do
Porto, do ultimo gosto e primorosamente acabados ,
por prego commodo: na ra do Vigario, n. 23, Se-
gundo andar. ,
Vende-se urna prela de meia dad*, sem vicios
nem achaques que he soffrivel cozinheira, doceira
e lavadeira : na ra do Queimado, n. 30, segundo
andar.

wmwmmmmm^
Eseravos Futidos
Panno fino barato.
Vende-se panno lino de varias cores e muito |
superior, pelo batato prego de 4,000 rs. o co-
vado ; dito prelo de lodas as qualidades, aos
pregos ile 3,500 al 10.000 rs. o covado: na
ra do Queimado, loja do sobrado ainarel-
lo, 11. 29.
Vende-se superior vinho da Madeira, em buiiis :
no caes da Alfandega armazem do Bacelar.
Hap rolao Fraccz.
Vende-seo superiorrolflo francez : naslojasdos
Srs. Caetano Luiz Ferreira no Aterro-da-Boa-Visla,
n. 4(> -, Mhoniaz do Mallos bslima, na niesma ra, 11.
4; Francisco Joiquim Duarle, na ra do Cibuga ;
Pinto luimos na ra da Cadeia do ltecifo, u. 19.
Xa na do Crespo, n. 6, ao p
do laipcao ,
vendem-se superiores cortes de caigas de brim
trangado pardo de linho, a 1,000 rs. ; cobertores do
algodao, melhiresdos que os de outra paite, a 640
rs. ; chapeos de massa, a 1,600 rs. r ditos do soda
prela, a 400 rs. ; chitas para coberla, innilo aupar
liares a 200 rs. o covado dilas escuras do coros
fixas a 180 rs. chila cncorpada a 120 rs. ; algo-
dao de lislras, a 140 rs. o covado.
=s rega 500lijlos dealvenaria grosja de construcgflo
muito forte, por ser do madeira amaiella propria
para conduzir capim por ser muito levo de cora :
tambem se troca por lijlos de alvenaria grossa ou
lelhas : na travessa da ra da Concordia casa de
destilagflo. .
No armazem quo foi do fallecido Rraguez, jun-
-Jacintho, preto, crioulo, de altura regular, cheio
docorpo, com marcas de bexigas modernas-; tem
pouca barba ; levou chapeo de seda caigas de ris-
cado com assenlo branco, o varias pegas mais de
roupa dedifierenles cores; representa lerviiile a
tantos anuos ; foi escravo no Crato, do Ceara de i-
Ihar & Irinos ; veio remedido para esta cidade ,,
Jo.1o Jos de Carvalho Moraes: Jo3o, crioulo, alt, d
cor fula ; he um tanto barrigudo e descansados
Pudar;nflo tem barba.de vi uto e tantos anuos,
levou a niesma roupi. como o outio cima ; toi com-
prado cm l'odras-de-Fogo a Antonio Dantas ao iw
co Noronha : boje pertencem todos dous a Do-
mingos Francisco da Cruz que oscompiou ao m.
Amonio llicardo do llego : estes escravo rugiram
no.dia27 de maiodo corrente anuo : quem os pe-
gar levo-osa ra larga do Itozario, n. 21, que ei
recompensado. .
Fugio. na noite de 18 de maio, de bordo do un-
guo t'etit-UniOo, o escravo marinheiro, de nome Jo-
s de nagloNag, de vinle e tanus annos, '>
bouitn figura corpo regular ; levou caigas de Me-
tilo preto camisa de chila de cor. Itecomwenna-
sea todas as auloiidades policiaca e oapiles
campo a sua captura pois quem o levara J>r"f.u
ditobrigue, fundeado defionle do l-asseio-Publiro,
ou a ra da Cadeia n. 39, em casa de Amonio u-
nios ser iccompensado. -
-- Fugio, no dia 14 do passado o prelo Antn o.
crioulo, bem retinto, do bonita flguia, semillan^
alegre, Talla desembaragada ; tem una pequen
cicatriz sobre o peito esquerdo, cheio docorpo, es-
tatura regular; reprsenla ter 22 25 annos; levuu
cagase camisa doiscado azul. Iloga-se os autori-
dades policiaes e capilles decampo, qu o apreheu
dam e levem-no a ra do Vigario, n. 11, lerceiro
andar.
Iloga-saaj autoridades policiaes, commandan-
les de destacamento capilles de campo ou oulr
qualquer pessoa que appreheudam 0 escravo Lino
que fugio no dia 27 do correle do engenho Wu-
ribequinha ; he alto, secco do corpo, olhos grandes
e brancos, peruas linas; tem nina cicatriz no po di-
reito sobre o dedo uiinnno ; levou calcas e camts
de riscado azul u|Mm o levar ao-dilo ongeuho, ou
a ra o Agoas-fWdea, em casa do capito Manoc
Kleuterio do llego Barros sera bem recompensado.
h
PSHN. : ^A TYP. DE M. F.'DIS fama 1*49
MUTILADO


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