Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06605


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Full Text
nno XXV.
Sabbado 2
o gumopubMi, n+*~*v* "*
, .m de guarda. O preco da asignatura be
d .ncio o asrtgnnntc. 'aterido i
""ion r. porlTihi. 40 r. em typo di-
" ,1 ,%irepececspelinetadc. Os nao
(Ctfa'ae pagarau 80 n. por linh e IflO ra.
.'"'fypoaifereritc, por cada publlcacao.
P8ASES DA LUA NO MIZ DE JHHHO.
i..i. ."i j 8 horasa.7ii.ln. da manto.
tU> ?' a3, i. 8,oraJ* mi.da tar*..
?'D.Bnova Sola* 11 horase49 alio, damanh.
gSSe a.* e 24 inln.da man,.
-
PARTIDA P08 OORRSIOS. "
Glanna e FiraWka, a h(i. e aaMaatftlraa.
Riu-G.-do-Norie, quinta-fera aomoio-dia.
Cabo, Serlnhiau, Hio-Formoao, Porto-Calvo
Macelo, no t' a 11 e 21 de cada nez.
Garantan e Bonito, a 8 e 23. .
Hoa-VIsta Florea, a 13 e 38.
Vidorra, i uinlai-feiras.
Olinda, todo* oa diaa.
PREAMAR DE BOJE.
Primeira, 2 hora e minutos da Urd.
Segunda, i 2 hora e 30 minuto da uianh.
T Jnnho fe 1849.
N. 1M.' \
das da semana.
28 Se ganda, i^* 1.* Oitava. S. Germano.
29 Terca. $6 2. Ollava. S. Maxunlano.
30 Quarta. S. Femando. Aud. do J. do c. da
i. v. e do J. de pai do2. dist. >lc t.
31 Qulnu. S. Petronilla. Aud. do J. doi
orpli. c do J. \1. da 1. v.
1 Seata. 8. Firmo. Aud. do J. do el, e
do J. de paz do I. dist. det.
2 Sabbado. S. Marccllina. Aud. doJ. do c.
c do IWr pai do 2. dist. de I.
3 DflQinMr da SS. Trindade.
da-1. v. c
CAMBIOS NO DA 1 DE JUNIIO.
Sobre Londres a 25/, d.por 1/ri. a60 diaa.
. Paria 380.
. I.iiboa 110 por ceuto de premto.
Rio-de-Janeiro ao par.
De se. de le, de boas firmas a / ,0 mM-
Acedes daco.np. de Rebcribe,, ajO r,ae.j,
Ouro.-Oncas bespanholai. SIJBOO a AMW
Modas de /400 v. 17(800 a 7/WP
, de 6/400 n. lO/BOO a lttf700
, de 4/000.... 9/400 a
prold-Patacoebrasilelroi 2/)0 a
. Pesos columnarloa. 2#0I a
Ditos mexicano..... I/TOO a
PARTE FFICULL.
DECRETO.
Hei por*Jy autorlsar o presdeme da provincia de
lVrnainbuco para conceder amnistia.aquelles Individuos
.omprehendloo. rra rehelllo, afCe e tornaren digno,
,ia niiiuia imperial clemajicia dnroodo as armas esub-
endo-a7ao mea governo. Kusebio de Queiroz Cou-
nlio-Maitaso da Cmara, do iitcu conceibo, n
,m entendido ftca executar. Palacio doAlo-de-Jauei-
ro .ni II de Janeiro de 1849, vigsimo-dlWvo da inde-
pendencia e do imperio.-- Com a rubrica de S. M- o Tni-
.erador. Ensebio fe finiiros CuifnAoa\fal(owila liimara.
MINISTERIO l)\ FAZENDA.
FXTRACT IX) EXPEDIENTE DO DA 28 DE ABRIL
Mi 1849.
Ao Inspector dai alfandega, em vltta do recurso nter-
oosto or Jos Ferreira Alves, culos documentos se de-
Volvein. nio Ral. confirmada a decisao quejulgou.por
bem frita ajspprebcnsao dos qurijos elle, i nada em 2b de
setembro passado, pela falta essencial da demonstrara.,
de terem sido apprehendidus no mar, ou no acto de des-
embarcar, ou depois (inmediatamente perseguido em
atto continuo, nao estando, porlauto, o caao na litteral
e jurdica coutprehensSo do artigo 284 do regntamento :
c em consecuencia lieatambeni revogada a outra parte
da decisuo, V"* c fundamento.
A' de Mina, em vista do oflicio de 9 de Janeiro,
ennuepede solucia a duvidas sobre ave.-ladclra in-
tellteepcla do artigo 43 da lei de 4S de outnbro de i848 :
1 a, M o lempo da indevidadetencao dos diulieiros em
poder do collectore, thesoureiroi, etc. que J t em
sitas eontas lomadas e alcances verificados anteriormen-
te le, ae leve contar para o juro da publcacao da
iiiesma, ee eles exactores citan tambe* ubjeitos j,
Btrdadosporc*n|%;Veo8queframexecutados, e
Hseacham condeiftuado*. por lenteucas passadaa em
.ligado antes da lei, masque inda derem todo ou par-
le d scu alcance, eslao tambein subjeito as meaiuas
rf Kras, ipeiar de nao terem sido coiidemnadaa. perda
da porecnlagein e no pagamento do Juro ;e 3.', se o
EXPEDIENTE DO DA (ti DEMAIO.
Officlo.--Ao commatidante das armas, dliendo que.
visi,) ter sido favoravel a Joao Carnriro Machado Freir
a IniprceSo a que S. F.xc. o subjeituii, fim depodjelle
alistar-se como voluntario na primeira linda, teni re-
aolvido arbitrar-lhe umagralificacilo de 120/000. -- Se-
entiRcou-ae o inspector da pagadoria militar
I Dito. Ao- lueamo. recommendando a cxpedico de
r mas ordena ao onmmand.intes das fortalezat do llriim
iroz t-ou- e Oinco-Poiiiai, para que abnnent a cada um dos preso-
'""h 5 I"' al" ,e ae"1"1 n '""la e 24,n r*- nre9"lsai"1" Prft
U'una as- ...nc* m.A -,., m rt'iiu'iiu!li. iire&idt'iieia nara orde
i
jin .mi se Ltitutiii u umiin ** 0 |l"l
mensaes qiiesero reinetlidos presidencia para onle
mi o seu pagamento.
Dito. Aocommandante da dlvlsiio naval, declaran-
do que ha providenciado, n.io so para que s.jam rian-
queadas aa-prisdes do\ corpo de polica e firtdleza do
BrilOi ao ollicial que fr r\minar se nellai estados tres
Imperlae niarinheiros destores, senao (inibC* para
que sej.mi entregues ao matcionads nIHcial qualquer
dos individuos existentes as Inesmas prisoe fe elle
reconhccercoino algmn danujclles desertores. Neste
sentido ofl\ciou-sc ao general fe ao cuiumandaiilc do re-
ferido corpa
Dito. Ao lnpector da pagadoria militar, ordenan-
do baja de providenciar para que eja entregue por cau-
tela .i pessoa designada pelo commaiidante das armas a
quanlla de 2:000.?>00, all de r rcmcllida ao lenentc-
coronel do egundo batallio tic cacadores Antonio Ma-
ra de Souia, para as despeza a faztr com o forneri-
mento do mesmo balalho. Participou-sc ao coin-
mandanie das arma*.
Dito. Ao diredIBr do arsenal de guerra, devolveudo
o pedid firmado pelo comniandante da companliia fixa
de ca -aliarla deita provincia e autorisando-o a despen-
der aquantia de 47/400 unin a promptilicacao dos /9
enibornne* de lona all rcjfuiiiadns, visto ser esta a iom-
ma em que elles deveuy/mporur. regulado* os respec-
llvoi preco de conforjiidaile com a tabella geral que
baixou com o decrelofn. 047 de 8 de Janeiro do anno
[inspector da pagadura milllir.
/acodos cslabeleciiiientos de ca-
,l,i h ij.im de expedir suas ordena,
..cbidos e tratados no grande hos-
pital de caridade oifo dos presos da cadea desta cidade,
os nuaes e acbana aflectado de bexigas ; e rtUrando
que espera que & me. ao darem semclhanle orden,
iinio. lnlelr.iu-e
Dito. -- A aduiii*
riil.i l, recommendaj
afim de une sejam r|
. .... ^-.... _.., ,kn.ni,.r, n*. ai* t -i_ 1 ttiif ll
Cacao SS tes crc-in |>"^." j...------------------------------
approraeio de ua eonU pela thesouraria, ou e da-
niiellaenrqaefindarenio prazos que, no urinos do
reeulamento de 14 de j.neUo de 1832, Ihe parece que e
Ihes dvverao marcar para alufaao de seas dbitos, se
responde que a reM>cllo desle quesilos se deve obser-
var o que fui reolvldo pelas ordeni de 21 de ferereiro c
2 de marco, de que ae remellem copias vom os seguales
addilamentos : Io, aqucllcs devedores dos menrionadoi
no artigo 43 da lei que j teetn ua conta tomadas e al-
cances verificados antes delta rm execueno ou teiii ella
deven perder a porceulagein se nao pagarem iniegral-
iii, i,te no prazo que liie Uir dado, na lorma da ordein de
2(i de Tevereiro ; e 2 o thesoureiros e collectore. ele,
Iiie drpoi > e harin em alcance deverao ser
subfloaao pagamento do juro desde adata em que
,lelil rentrvdo com os duuteiros nos coires puuu-
cu, se essa dala fftr posterl lei. ou da publicaeiio
drllaquando a entrada tivetse de ser anterior
overn~da"erovincia.
LEI N. 237, DE 25 DtflAI0 DE 1849.
Sufcatei os cauta da fastwlu provincial aoconheci
raen/o do ;; dos feilot da geral; exlingve s luga-
res videncias a retptilv.
Mtnoei Vieira Tosa,-presidente da provincia le
Pernambuco. Faco saber a lodosas seus habitantes,
.|ue a asetnbltj legislativa provincial decrelou, e
eu.aoacionci a lei seguinle :
Art 1 O conhecimento dos finitos da fa/.enda
Hirovineial lica de novo pertencendo ao jutzo dos foi-
Mosdafazenda geral. .
Af 2 Ficam exliiictos osajudanlesdo proeu-
rador^flscal, e sero riomeados pelo w-esidctite da
provincia, s6b proposlado urcurador-nscal, quan-
do fr niister. ajudanU-s provisorios e especiaes,
vencendo a gratl.cac,ao que tur arbitrada confonne
os paragraphns I, 3o 3, artigo 16 da le geral de _>9
do setembro de 1841. ,
Art. 3. O juizo dos feitos, sb roposU do pro-
curador-fiscal, nomeardous oiclaesae justica pn-
vativos para o servido provincial, venceiido cada
um a gratiucncflo annual de du/entos mil res, al.m
daa porcantagens.
Art. 4. Ficam derogadas aareis e jJisno8if;t>o
em contrario.
Mando, portaolo, a todas as autoridad* a quem o
conheciment e execucf.o da referida le porioncer,
que a cumpram e facain cuniprir tfio inleiriimenif
como nella se conten. O secretario desla provincia
a fae* imprimir, publicar e correr. Cidade do Reci-
ta de Pernambuco, aos 5 de mato de lNi'J.
Maiwel Vieira Tosa.
Curta (le lei pela guatV. Exc. vianda execulttr o de-
creto da asstmbUa legislativa provincial, que resolveu
snncelonar, mandando pertencer au juizo los Jeitos ta
Inunda geral o rorthtri ment dos Jeitos dn provincial;
e.rlinjuindo os ajudanta do procurador-fiscal, c auto-
risande a nomcacaS de ajuduntes provisorio* e especiaes,
e a de dous o/Pciaes e fustiga privativos pura o serviqo
provincial, tudtreomocima se dtelara.
Para V. Exc. ver.
Domingos Jos Soares, a fez.
Sellada e publicada nesta secretaria da provincia
de PernSbbuco, aos 25 de roaio de 1849.
mouar lian tmrini-x. -- <-......- -----'. -- ,
que licain mencionados, ltenla a necesldade de sepa-
ra-loa de scus companheiros para que se nao commuiii-
que a esles o mal de que soBrem. Scienlilicou:e o
ebrfe de polica.
Dito Acamara municipal do Uio-rormoso, elud-
iendo copias das acta* da eleico* que se lasvauu na-
nuf lie municipio para vereadorea e juizes d paz/ no rm-
no de 18-44, vislo nao existir no archivo daquclla/inuuici-
palidade o respectivo livro.
BSI'AU DE l'EKNA.MBUCO.
Honorio Pereira de Jzeredo Coutn.ho.
Radrfkda a olha 100 v. do livro segundo de Jis
projl|jrlcs. Secretaria da provincia del'ernambu-
co, 30domaio de 184o-
*s* JoaS I'olicarpo dos Santos Campos.
D. loto 4a PurificacJa Marques Penligao, conegv reqrante
,lr Santo-Agattiuho, por graca de lieos e da mnl* t apm-
(fir,i, tioo ie Pernavibuco, o eoneelho de S. M. /., re.,
le.
A todos os uossos diocesanos sade, paz c benciio de
11 sus- li lisio, lnatiluidor da lacratissima eucharisiia, o
uiaior prodigio de scu amor-para com os homens.
A olemnissima instiluicao do sanlissimo sacramen-
to, que nos propomos celebrar no dia 7 domesdeju-
litio prximo futuro, nos excita a dirigir ab rebanho
que apasecntamos a presente allocu(5o, persuadid'is de
que Ibes ser grata, pos que tratamos do sacramento
tucharistteo, do qu.il usamoa no circulo do auno por
iiietl'.iv.-l (lignaeo de scu autor.
O unignito tilho de Dos, prximo a suppoilar o sa-
crificio de sua palxao e morle, por amor dos que liuha
de remir com seu precioso saogue, querendo igualineu-
te faic-los parlieipaiitcs de sua divtudade, para, na qua
lidade de Dos, os constituir deoses, leitu lioinein,
como diz S.-Thomai, pralicou este eicesso de pe feita
c consummada caridade, eoni o lim de Ihes lestemu-
nhar quo urgerle seja a recepeo de sua carne nases-
pecirs de pao, e a de sru sangue as de viuho, leudo em
visla nutrir nossas almas, como nos uecess>lauios ali-
mentar nossos corpos, a cu jo respeito, protegidos peta
t, devenios conformar nossos seiilimentos cornos de
Jesus-i liristo, quaudo nos ensinou que a nulricao es-
piritual he mus urgente que a camal, c que o assiduo
cuidado em grangear esla, nio deve cscusar-nos de di-
ligenciar aquella, poslo que o espirito c procedan*nto
Inmuno inlelizmcale recuse anuilir aos b-niguos sen-
liinemos e favoraveis designios do Divino Instituidor
de tilo vencravel sacramento, quaudo, feralmente fal-
lando, manifesla maior adhesao ao alimcnlo do corpo
que ao da alma.
Nesta occailao occorrem nossi mente os que irro-
e.ini a Jesus-Clirislo a mais enorme injuria, demons-
trada na intolerante Insensiblidade para com lao mag-
nifico beinfeitor. eao formal dcspreiocontra a le diviui
oiie prescreve a recepciio do corpo do Jesus-C'lirisl as
principaes feslividades doanno c em urgenlcocc.isi.io.
onlra a lei eccleslaslica que a delermim pela pasctioa
da resurrricao, impondo pena gravissima aos transgics-
sores desle saudavel preceilo.
Devenios, poim, notar que Jesiis-CInisto nao se dig-
nou instituir esle sacramento para estar em desuso, e
iinaif determinarla sua Inslituijo se ajulga.se aes-
necessarla. He mister, poli, que os nossos diocesanos
scconvencam de que, te mierareni sua pretrita ne-
gligencia, deveiu agalderar-se semelhantes aquellct
discpulos do Salva nue, aberrando do ca.niul.o da
veidade, depoii de laflruldos na celestial doiilrina, res-
pectiva A comida da carne, e bebida do sanguc do coi-
deiro inmaculado, o abandonaran! inletramcnle tallos
de fe uaquelle. cujs palavras sao de. vida eterna, quaes
nao pdem comprehender os que vive eguodo a car-
ne, c n5o segundo o espirito.
Celcbramo, prximamente agrande &'/&
Uvidade do Espirito-Santo ? Suppliquen.os a *?M-
vino Eiplrito. foate pereane de aossa iauUCe.o. a
loflamtnr noso coraces pela descida de una cham-
ina damaii ardente caridade, seja o alvo a que muja-
mos nossas fervorosas orace. Invoquemos este ll.vino
Parclito para que e digne conceder-nos sullicientc
illusiracao, sempre que bajamos de solcmnisar os diver-
sos mvs'ierlos com a dlgnidade que Ihe he conveniente.
Beconhecldosaos beneficios c|ue nos teein sido prodi-
galisadoi pela Menigna Providencia, nao renovemos
aquelles actos, pelo quaes temos attraliido a divina in-
dignacao, suavisada com a proteccao celeste que visivel-
inente icm descido sobre oslo brasileiro, reconheclda
geralmcnle esta verdade com grande tatisfavau nossa.
I.ongc de nos o esqueeimento ,1o dia 2 de levcr.iro do
torrente anuo. A recordacao desle dia, o mais memo-
ravel para Pernambuco, nos ol'rigue a retractar dos ex-
ceattM coiiiiuellidos, e a repara-tos com actos de vil lu-
des que inauileslein sincero arrependiiiieiito.unico meio
de nao dciinerecermoi a aondaMaeJu dos favores e mei
ees, com que a Divina Ueiiiguidade quer suav.sar nossos
sollii.nento, eoncorreudo aicnipre poderosa e elhca/.
Inierceisao de Mara Santissima. padroeira desle impe-
li., collocada junio da Saniissni.i Irindade, para go.ai
elernan.ente aquellc gr.io de gloria que lie correspon-
deate aos seu iicomprehensivcis mritos, inexplicav, il
virtudes e singular dignidaile.
Oueira a liiliaila S.l.edoria lluslrar e esclarecer os
ent.ndio,euloJ-e lodos os nossos diocesanos, para que
niianin.es rm Tnlinientos pernianecan concorde na
observancia da leis, s quaes ncccsaria-nenle.devcni
tributar aiiuella obediencia que liai inonisa a socied.ide,
escni qual ludo he ojafuJao e desorden, da qiial s-
mente podemos colher pculmos reiullados.
Prestando allenrao ao que o luana di lernatnliuco de
boje nos rey acerca ,1o aconlecuiento dodia 20 docor-
rente epavaBdo-no haver entre nosalgunsdioces.nos
que, acUI.ilni.nte esquecldjfcda ingenie calainidade po,
mis suppurlada no dia .i referido, prelendem perturbar
a publica iraiiquillida.ie, 6s o axlioriamos a abstinen-
cia desl... ,n algiima outra igual prelencao, provocati-
va da ira de Dos sobre o paizda Sanla-Crui, como pode
acontecer, se houver qiiem abuse da clemencia com que
o Eule Supremo tem diatlmnl.ido o irregular proced
memo daquellei. que aiipnarla. operando sua res.pis-
cemia. para uao ter occasiao de sentenciar sua illegal
condurts. ,. .
Confiado que os nossos diocesano tributaruo a doulri-
na evanglica a comideracau c veneracao que llie lie de-
vida, c que deicjarilo solcmnisar com maior fervor a
fe.lvidade que ora mencionamos, pela segunda vez con-
cedemos indulgencia plenaria a todo que. verdadera-
mente contri! tos. se confereu. no da O, ou 7 do pr-
ximo inez de junho. e ueste da receberem o >aolisimo
Corpo de Jrsus-Chrlsto.
J declaramos gozar esta faculdade por virlude da cm-
cesao que aoi foi dirigida pelo sanlissimo padre Po IX,
ora presidente da igreja universal.
Esle he o mais excellenle meio de prestarmos a Jess-
Chrislo o possvel recoiiliecinu nlo e; gratulan por iimi
beneficio em que mais brilhou c resplandecen sua omni-
potencia e i.....ensa caridade.
Palacio da Solcdade, 30 de ojalo de l89./o,io, bispo
diocesano.
PEnNAf^lBUCO.
<;ommaiiilo das armas.
rjartl-Mratrf eammanio dai armas em Pemamtuee,
v 3i dt muio de 1840.
OJtDEM DO DIA.
Sendo, por aviso da secretaria de estado dos negocio-
da euerra de 5 de fevcrero, nomeado para coinmandar
,extO balalho de cacadores o Si. tenente-coionel I.inz
Antonio Favlla, comiiiandaiiic do corpo lixo de cacado-
rea da provincia d.o Cear. como me, foi coiiiuiunicado
pelo Exm. ."r. presidente da provincia em officlo de Ib
le niareo, a cuja imperial delcrminacao mise deu .in-
mediata execncSo. Mno se publcou na or.teui do da
deste quarlel-general de 17 laiiibem de inaif". ludo do
crreme auno, por aobar-se o mes,.... Sr lenenle-eoro-
nelcincomnilssao no interior da provincia, da qual nao
podia ser distrahido, e ter depois adoecido ncsla capital,
Icler.nino que o obredito Sr. Icn/nte-coronel assuma
odia 4 lo prximo rutnro inez de iiiiiho polas4 horas
di tarde o commaudo do referido scxlo balalho de
cacadores. para assislir entrega do qual co.nparecerao
os Jos Mara Ildefonso Jaco.ne.da Vega Pessoa e Amonio
Comes Leal.
Aodcixar, pois, o cominando interino daquclle balalho
sr maior Joao C.ullhcrme de Bruce, o inarechal ir
canino graduado, comniandaute das armas, deixarla de
cnniprir um dever, se nao agradecesse ao mesmo Sr.
maior os bous serviros, que presin dorante o t.....po
,,; o commandou. Assignado. Ja Jo-iim
Coelha.
ORDEM ADDICie.N \I. A DO DIt.
S Kx oSr. marechal de campo graduado, commandaii
ir das armas, manda fazer publico, para eonheci.nenlo
da euarnicao, que por ollicios do Kxm. Sr. presidente
da provincia, de28 de malo torrente, Ihe M coniiiian.-
c.idohaver S M. O Imperado, deten niada que fique
se.n elleiio a liccnea concedida em 9 de uovambr. do
auno prximo paado ao Sr. tenenle-corouel Manoel
Ignacio de Carvalho Mendonca para re.idu uesta pro-
vincia quaudo Ibe couvie.se ; de 30 lambe... do corren-
te le-n'me.nio Exm. Sx presidente provldeuciado para
queoSr. cap. Uao do sexlo balalho de tnico* Ir .
Francisco da S. Trindade siga para a dJIM*
meiro vapor que pastar para osul, Vel'"*/\'r(
meso.o Sr. caprllo achar-se pron.plo a cumplir a r. I,
rida o dein.
Finalmente devendo pasiar revista de '"'
seus (iiiarlcis os corpos, companhia e conti ge s
existente, nesla guarnlcao, em o dia *"'"**"
mes de juoho, determina o niesnio Eiui. br. qut a^m
ni.i seja s-lloras seguintes :
Sexlo balall.aode cacadores s horas da .iiauhaa'
con.panl.ln de ar.MIces a. o l|2, ""J" H''u
reacio, a balalho de fozileiro. *'^"^/S&
^."oxX.-raa^co^el.cermo.da^
h^^ceS'c^^'ccaao4 XSS^^ co^e.,te do^u-Vio batalla de arlitl.ar.a a pd a.
ASSRMBLKA PROVINCIAL.
SESSXtJ EM 30 DE MAIO DE 184.
(Conclaso.)
o Sr. Mevlsmter -.Sr. preldente, uSo posso ( a casa
me perdoar i dexaraimla passar a |uelao, sem que
diga maii .las pal .vas sobre ella, para conliuuar a
upimi -iiip ao ai lito adJlivo.
Ini nrlmclro lugar dirri, como salsfacao ao. aobre
depulado que me preceden, que, qiiandoeu lallei em
opiniao publica, disse logo qil- se euiendia como tal a
das p.ssoas Intelllgentes, que leem conliaciineuto da
materia, mais ou menos extensos, que recoohecem eiu
geral a grande utilidade.'e nesmo a necesaidadeilcsee-
tat.elecer rm cada |.a/. caiai desla uaturea, porque
vanlagens que dtil leen, resnll ido sao lao variadas. (K>
seguras,lao inanlfestas.e proii.rliojn anda lanas outra.
que i.iiij-iirm al aora lem lid,, i coiagei>e se oppor
a ellas, Wde dlter que eltis nao preslaui : por couse-
gulute fui ueste sentido que. -u l.illei : ao mais, ndame
exprim com rclaco falta de liberdade da parte do
nobre depulado uem de outra colisa le*ta naiurcia ,
pois nao vinliam noeaso, e ne.n dlsso quero ("aliar.
iiaulu argiimeolaco do nobre depulado. com re-
tacan ao sen artigo addilivo. islo lie, com r. lacao a que
' tigo da eonslltulcao garante a nossa propricdade.
parece-.i.c que isloja foi exiiberanleu.enle respondido
pelo nobre depulado que se assenla do I .do Ironlciro.
(o Sr. Hiendes da Colilla) e so accresceutare. que este di-
relto no he ni,, extenso qiianto o nobre depulado j.iiga,
t nue o poder, o estado, o governo tem, por as.lni iluer,
odireilo de, para ...clhor a regular, entrar no intimo
da nossa prop.cdade...,.
l/'in Sr. Ileputaito iNao apoado.
0>r. Mathinir:--..... de nos dirigir .... ______
n Sr. Joaqun Viltela :-.\ indiviJual.dadc do hoincm
aealiou na oeedade ? .i
O .Sr. Muriaaitr :-Aiicra ate cerlo poni. Eu ere .o
que para ouira cousa nos nao estamos em. ioctedade
.eno, dlgam-me : para que quetemo. Cverno no
mundo, para que se rcuniram os boinen. ein .ocledad .
para que organisara.u um governo ? Nao Toi para.elle
dirigir o resto da rcuuiao, como pela .nao. como o tumi
guiaaseupupillo, opal a seu filho ? O governo que
lint nao f6r, nao he governo. he a tyrao.iia, he......
O Sr. Jo* Pedro'.laso he anlt-coustitucloual.
ti Sr. JooQuim Villela :- esudo .oclal garaute a li-
berdade in.livl.iu.il.
O Sr. ..cignier:- O que se oao quer ne que Me go-
verno nos lyran.ilsc-, quer-sc quc*or dirija para o bem
com.uiim do lodo, para o lim para que o houicm loi
creado, sto he, para ser feliz ; porque para isto he que
elle foi creado, para gozar neste inundo de alguina
tranquillidade, ser moral e religioso, para uo nutro
,undo obl r o laurel dai virtudes : fora dahi nao ha
mais nada, nao ha mais governo regular.
Agora, pois. reduz-se a qucslao a taber como se ha
de conseguir isso ; reduz-se a escolher o* meio a em-
pregar; por coniequencia creio que o estado lem dl-
"eiloeobrigaco, senhores. de nos di.lglr de aos for-
MC.POI assim (lier.a sermos econmico; e tanto e tem
conhecido que Islo he assi.n, que ha ;"' 'e'
que regula... o modo de possu.r e ue1d,s>,*r^""r,>ir|0,,
priedade. Nos, por exen.plo, nao podemos vender um
'predio por meio le un. papel parucu ar; fHW
dalo senao por lars ou laes me.os ; e ludo lito j*
tenia dl.pollcoei que nos inhiben de dispar dessa pro-
priedade contra o nieresse de nossas S**"
sao as la.nilias que conslltue... a iociedade ? ao, pois
he en, bcc.icio del.asquese fazeu, ^SSTA
nutras, como a do homen. casado ..ao poder dispor da
...oprledade de ra/, sen. oulorga da >ulher, etc
Lo baja na veda Jrsio enorme, etc. bu nao. ou ju-
rista, mas sto parce-ine correle..... ,.,,
O Sr. os redro :- 1 odas estas reslrlccoe tcem urna
"o SrS cia! heVratSo do governo frc.r-nos ...ai. ou meno.a
fiv ..nos um patrimonio para as nossas laminas.
O Sr. Aa.J >-Deos ...e liv.e que algucm venba cui-
d' Sr. XtKueo.due.ra que um governo no.
. ,;,,. as desnrdens, as diversas lumias de gover-
illiis
SSUP. ue .e'di..e..e Fica existinct. *"
menos este procede, se. a Utais franco Conhecer *
"utoridadci mu respeltaveis, que sobre o assumpio
queiiam olliciiiai uacionans.
O Sr. loe l'tdtt) da um aparte.
(I Si. .lor l'tilro da um aparte. i.|anqu ae
OSr. lavujnier :- Islo de I.uu Blan e de iau i
outra cousa, uao vein ao caso.
Porlauto Sr. presdeme, Mj^^Kla, aielia
puiado dis que leen pr^redtdo^M a0t teem
que teem lldo a proieccao do |M' umJ quota
entrado por estas isas ein nrinwp J(. aCna
maior. ou menor, ''>'L* ,'*", fundo propor-
a c.*.. c por .so ^K'S^fe -fife
cional as .airadas
il.tuu *t... -- .
. devedor directo da
le,-cao a creatina com o u. ------,_____.
fortifique a* fe, e corrobore nos scnliiueiiios de que Re-
vemos eitar aoimadoi, sendo tal o nosso procedimien-
to, que noi eonsiltua apto para recebermo o clarao de
,ua br'lhante lu. A communicacao de iei amor, no qual
8 1(2,

Ihe deposito com que ene i~- h>Ter; mM no en
geacasconlnuada, quaudo..^ ^ eprole^dl,
lie lauto he preciso que u *


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1

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reclmenle, nao de oulra rrma, porque essa protcc-
c;io indirecta est as l is : qualqucr de nos, quando
un caixeiro abusar da nossa coiilianca. est autorizado
pelas leis a traic-lo prrante os tribtinars : nao he esta a
proteccao que se exige, he urna oulra, lie a de fater
valer no publico as transaccoes daque lie cstnbelcclmcn-
to, e para lito he inister que o goveruo tenba l gente
sua, aliin de vigiar lio s nos interesses da sua the-
souraiia, como nos interesses dos mais. mis de lodoi.
Eu conrederei que os interesses que resultaren! tlacnn-
tribuir.io di caixa para a thesnuraria nao revertan! a
favor da thriouraria ; mas, snn, a favor do publico ;
c neste sentido o pr.j.ctn se exprime; e istn he inultu
justo: deve reverter cm beneliclo do publico aquillo
que le tirn ao mesiiio publicu.
A caixa decretaila aqu, ainda iiiesmo sendo reforma-
da no sentido do projecto proposto pela commissao,
segu un syslrnia anlogo aoi do* bancos econmicos
da Kscossia, que tantos beneficios teeni prestado lie
elle man '' Proponhaui outro systcma que nielhor seja.
lia tantos e queja leem merecido,i sanceo da experien-
cia! Nada, nao querem: porque nao querem? Porque?
Paternos aqui: he nielhor ..
Voto, portanto, contra a emenda, nao s pelas jseles
que lenho dado, na pur entender que este nao he o lu
gar proprio para se tiatar da materia que lia conten.
'i Sr. .loii/iim Villela : Sr. presidente, cu nao son
contra ascaixas econmicas pin ger.il, nein me pronun-
cie! contra todas ellas, quando tiesta assembla me pin
nunciei contra a lei n. 196-que creou nina caixa econ-
mica na provincia ;'ma, reconheccinlo eui geral utili-
dade as'calas econmicas, todava nao posso rrconhe-
cer ulllldade algiima na que fui creada por *tt*le e
por isso, sempre que se tratara sen rcspcllo, bel de vo-
tar contra ella; visto como estou convencido queda
inanrira por que fui orgaiilsada, longe de prndllitir u
menor beneliclo, pelo contrallo su pruduz males, o que
eu facllinrnte podfrei prnvar, .
Se ha neeessidade decstahelecer-se nina caixa di' rco-
manelra, que no flm de inultos annos os etnpregados
que tenham passado por todos esses sacrificios, nao re-
ccham nada de lucro, c a sua familia nada utllise lam-
ben ; pude, por exeniplo, acontecer o que, conjta-me.
jsyiiiceedeu cnin tima caixa destas que existi no Rin-
de-Janeiro : tendo uin individuo entrado com 9O0000.
nollmde 20 anuos recebeu ISODOO ; porque Ihe dlsse-
rain : Km tae operacors perdeu-sc, em laes ganhou-se,
cm tacs tornou-s a perder, o resultado he que o Sr.
perdeu, ein fez de ganhar 9
O Sr. Alendes da Cuaba : Isso foi elleito de afiuso.
t) Sr. Joaquim Villela : Logo estes ejUabefeclmentos
nao sao da aedem daqucllc que bencliciam a faini
lias..... W 0
OSr. Mtndeida Cunan:Nao ndmltto a coRSequencla.
O Sr. lo.ir.uim Villila : Pois nao*... Otio bencli-
ciam as familias o da ordem dos que ha (Wnco mencio-
nei. ...
O Sr Mendei da Cimba : Piidein haver outros.
O Sr. lavignier.: O nionte-plo do Rio-de-J.inett
lia de quebrar, cj quebrou. ^
O Sr. Joaquim Villeln : Esta caixa lamben) esta sub-
Jelta a quebra ; e, alm disto, ella por sua nilurea nao
proporciona esses beneficios que se querem enxergar.
Sr. presidente, o nobre ileputartoqiic iuipug non a
emenda, apresentou aqui una theoria", com a qual me
nao posso conformar; en nao entrare! em ampias con-
sideracocs a rrspeilo della ; mas direi que a sociedade
nao dcstre a iiidividualidadc do lioinem : se a doulri-
m, que o nobre deputado apresentou. fosse seguida,
nao sel de que serviran! todas essas garantas consa-
gradas em todas"ai constltuleOcs polticas para os direi-
tos inilividuaes nan sel de que servirla garantir-sc a
iberdaiic individual, o direlto de proprirdade e todos
os mal que o hoiio 111 tem smenle com o ser hoiiieui :
pareee-nie, puis, que a doutrina do nobre deputado ca-
rece de liinilncio.
A hora est dada, por isso nao continuare!, e concilio
votando a favor do artigo additivo.
tiomia. forine.se un novo urajelo que urganise nina! Vio mesa, e silo apoiados para entraren! cm discus-
nova caixa, mas nao vejo ulllldade alguina nessa que .sao, os scguiutes rcquri menlos:
creou a lei n, 190. Nao entrarri, Sr. presidente, na nes- 1 Kequetro o adiameiiiu do ai ligo additivo ale que se
lie de constitueioialidade a respello do que se dedui j mlnu, projecto n. M. Mncignier.m
dos ordenado dos ciiip.cgadoi pblicos para essa caixa: j Kr,|11(.iro ae ,a prorogada-a truno de holCal as
asa ques.ao Ja fo. multo debatida nest 1 cas,, quando fc ^ .. V .-^
se discuti a le 11, l'.'b: occupai inehci su da iiucstao de 1 ...
conveniencia. j Encerrada a discussao, be rejeilado o priiuriro c ap-
O nobre deputado (o Sr. Mendrs) disseque, coiiiquan-' provado o segundo rcqueriniento.
lo nao livcsse minios coiiheciiiientos da materia, nao: Em seguida O assembla approva O artigo additivo.
i'iiteuilrsse beni de linancas,todava, nicamente guiado ( Kntra em discussou artigo 34. redigido assiui:
pela sua ras?, .a qual sempre serve de guia em todas as M (...... espe,as evenluaes, in-
material mais ou menos, va que a caixa tra/.ia algu-. a Ul iu 11(.ss.-lu US lraba||lS llaa r,-
que 1 rana un bcueliciu para as
mi ulilibaile, por isso que irana mil beneliclo par
familias. Sr. prrsiilrule, cu neg que a caixa econmi-
ca, creada pela lei 11. liRi, traga beneliclo algum s fa-
milias ; pelo contrario, enlcmlo que ira/ prejui/o para
as familias o'aquelles que foic.ulaincnlc conconcni para
ella; e isso he bein f.icil de prov.ir.
Concedo que estabcleciiiienlos desla, ordem possam
tra/.cr alguus beneficios, quando os conciirrcnlcs con-
laill iiccessaiiamente com una quantia certa e determi-
nada, na pioporcaod'aquilio coin que coiicorierem, ps.
1a ser entregue a suas familias depois de Ma inorte; as-
sim he, por exemplo, o inonle-pio do Hio-de-Janeiro:
non [>i o rniprrg.Mlo, a sua familia tem urna pensau cer-
ta e determinada 11.1 raso da quola com que concorreu;
asslin sao uniros muitos estahcli'cmieiilus que existem
na Europa : na Franca, por exemplo, lia mil csiabeloci-
mciilii dcsta ordem para a marinlia; t.das as pracas
concorreni com urna quoia de scus suidos ; e, quando se
Inbabiltaui fcu inorreui, elles nu suas familias, leem
urna pcn.ao certa: mas he isto o que ijz a caixa i|ue se
creou cm Pcruanibuco? Nao, seuhures; a caixa nao as-
segura peusao algunia i familia d'aquelles que cuncor-
rerein para ella ; rila he eslabelecida, iiieus senhores,
com o fin nico de proteger una daise de individuos
cun den mu uto de outros nimios; e creio que posso
provar aos nobles depuladus esta propoMs-o <|ue acallo
de aventurar. A ideia capital, de que te possuiraui os au-
tores da lei n. ISGque creou a caixa-economica, foi a de
diminuir u juro inuvnn ou.il, cu nobre depulado mes-
1110, que inipugna a emenda, pelo que acaba dedizer is-
locompruva. Esta he a ideia principal que se leve cm
vista no rstabcleciiiiriiio da caixa,- julgou-sc un mal
inuilo glande para o pai/.ojuro excessiro, c cnlcndeu-
scquecoin esla caixa se icniediava este mal. indo ella
reduzir o juro a seis |ior vento ; c eis a raso por que na
lei se fixou esse jqro, decrclando-se que loilas as opera*
(des da caixa se li/csscni com o juro de seis por cenlo.
Ora. primciranieule devo observar casa que o juro
lixar da nuil
parlifes prov i licites 30:000)000
lie approvado, sendo rejrllada, depohMe alguiuas re-
llexcs dos Sis. Jos Pedro e liaran de uassmia, a sc-
giiinte emenda :
Depois da palavra provtnclaes diga-sc e o pa-
gamento dos serviros prestados por Joo Facundo da Sil-
va Gu I maraes e llcriiienegild*b iMarccIliiio de Miranda,
como secretarios do J)ccii, desde o priineiaua de seiem-
bio do anuo prximo pussadu at 17 de abfll do curente
auno. J"sr 'etlro.n
Art. 33. A receila provincial he oreada para o anno
dcsta,lei na quantia de 673:.115,000 is.
. Para ellcctuar esta receila he autorisado o presiden-
te da provincia a arrecadar a renda das srgiiiiites impo-
sices:
I4 1. Tres por cento do assucar exportado, servin-
do de base para a cobranca dcsle Imposto a qualilicacao
do consulado geral. c os preeos que esta repartlcao fixar.
Jj 2. 1 inco por ceulo doalgodo, cal, fumo, agoar-
dente c couros exportados.
3. Taxas das caixas, fechos, barricas e saceos de
assucar. c saccas de algodao,
^ A. Dcima dos predios urbanos
i>. Dous mil c quindenios res por cabeca de gado
vaceum consumido nos municipios do llecile, Olinda,
Iguarass, liolaniia, Nazarclh, l'o-d'Alho, Santo-Aulao,
Cabo, Serliihem, Kio-Formoso c Agoa-Preta : nos uu-
trus municipios SO pagarlo este Imposto aquelles que ta-
lliareiu carne para negucio, e os criadores pagario o di-
zimo.
11 ;, li. Dizimo do gado cavallar.
J 7. Dizimo do capim de planta nos municipios
do Reclfe c Olinda.
u ^ 8. Sello de lieranca e legados.
^ 9. Vi 11 le por iruin de agurdente do'cousumo.
10. Mea .1/1 dos escravos.
l 11. Cinco mil ris por cscravo despachado para
Sr. presidente, sao ainda tanto mais Injustas eslas
Imposlcocs, qiutnto vio recabir cm favor dos melhora-
incutoi pessoaes, e nao dos inaterlies, pois nesle mes-
ino projecto crian.-sc un poneos de empregos, caug-
nentam-se ordyiadot de outros ; ao passo que ( como
para assjm dizer ) remette-se para uin canto a primel-
ra neeessidade material da provincia, pois tanto monta
o tlra-la doquadro da receila ordinaria da provincia, e
expfl-la para o empresiiino que s lem de existir este
auno. 1
Sr. presidente, eseuso-me multas de fallar, nao so
por conhecer meus pequeos talentos, como porque me
acanho. Sou emprrgado publico, recebo tamlieiu or-
denado da nacao, e por isso nSo sel se me fica urna es
pede de desaire todas as vezes que fallo a respello das
despezas feilas com o pessoal; mas. Sr. presidente,
nesta casa nao figuro como rmpregado, sou memoro
da casa, sou por consequencia fiscallsador das renda
prnvlnciaes : devo Interessar-tnc pelo bem publico, e
como tal nao me devo importar r-ue seja einpregado, e
que perceba da nacao tainbein ordenado. Eu, pois,
nao posso volar de sorle alguina por estes nOvos Impos-
tes, nein que se justifique a sua itecetildide, e se de-
monstre para que despezas se teeni de applicar, pois os
contrlbiiiutes s dcveui- coneorrer para cousas neces-
sarias.
O nobre insprctr da thesnuraria no seu relatorio, c
nesta cas, lem dito urnas poucas de vezes que o estado
do cofre da provincia lie liinngeiro. inculcando que
leem-se red 11/.i do todas as despezas, e que por consequen-
cia leem disponivel certa soinma
Sr. presidente, lem-me servido realmente de reparo
o termo tliiponire de que tem usado o nobre inspector,
porque eu considero disponivel aquello dinheiro que nao
lem appllcaco a darse ; c assim, fallando-sc econmi-
camente, di/.enios que existem ein cofre tantos cou-
los de ris disponivris, quandu nao cst'.o subjeitos as
despezas do orcamento votado ; mas, se os 123 contos
estilo subjeitos s despezas que imam decretadas,e ainda
nao foraiu feilas, como lie que c diz que eslao disponi-
veis?...
Ora que se nao fieram .ligninas dcipe?as decretadas
lie fira de duvida, porque cu vejo que se nao fez o ater-
ro da ra da Aurora, caes do Ramos, estradas, ele,
etc.: logo esse dinheiro e xil<. porque nao se fueram
lies e laes despejas. Einfiirp senhores, como he que,
sendo o estado do cofre prevlnclal loo lisongeiro, c nao
se iiistiiir.iiido a necessliM'* ,lc '" novo '"iposto, elle
se decreta ? NSo he po'vel ; e he por isso que eu vo-
to contra o paragrapho. nein se diga que o imposto
nao recabe sobre o consi''dor, porque isso nao lie
exacto : ein regra elle be euipre quem paga.
Voto contra o paragrapb0-
OSr. Jos PetUo suslcn'i paragrapho, c responde as
observa-de do orador <\f o precedeu.
O Sr. linio, redargnliido as observaedes do Sr. Jos*
Pedro, insiste as suas ide.as c combate lambem o para
grapho20, por se eslab*lfp nrllc um novo imposto.
Ka diversas consideraede' geraes, e coucluc votando
contra os paragraphos que lem combatido.
Sao qiia .1 qnatro horas da t'rde.
O Sr. I'ruidenle designa a ordem do da, e levanta a'
Gommuiiicado.
ULTIMA APPARigO DO S*. AlKJJJSrO I.UIZ
MOESRIl.
Hojc ter lugar no thealro de Apollo o beneficio de
Mr. e madama Alexandre, e nesta ocetsUa v,| brilh'r
ni.aJs uina ves o insigue A. L. Moeser, que lano enthu-
sitsmo produtio na nolle de sua prlmeira appirijao.
Por esta vez se despede elle do publico perna,mhi>ea-
110, que sem duvida nao fallara a dar-lhe ^ijiUiui4
noite prnvas do opreco So snbreludo os dUellanii da nosa ddade qnt loma-
rao un vivo InlereMe peta novldade do \imprmitn ao
aeaio, com que pela prlmeira vez u Sr. Moeser val sfte-
mosear nos.
Sabemos que muilos senhoret 1
versos motivos das operas francesas,,
mas para laucar na urna, da qual I
uin ao acaso que ser entregue au Sr. Moese para im-
provisar. Nao diivfdamos do brilhante deiempensiodo
Sr. Moeser nesla prova 1.0 seu talento, ua<
dennos asseverar serdillicll cousa ein 11 y,\.
sar perante um numeroso auditorio.
Nao pircamos, pois, o rniejo de ir hoje ao Apollo pra
assistir a 11 m diverlimenlo i|ue nos prororclona a ulti-
ma vez Mmenle cm que positinot admirar o Insigne
talento do Sr. Moeser, ao qual te Ih rene t cavalbci-
rosa accaode generosamente prelar-*e a apparecer ba-
je em favor dos dous beneficiados, 0 que [anlo pel
seu inrrrciuienlo, como pela clrcuinsiancla de seren
pouco favoirridos da fortuna, mereccrao as sympathin
al l tfc ter tirado
mi he nina cousa que se possa lixar da nolle para "'fura da* provincia,
da : quem lem alguma Icitura de economa poltica sa- c,|j_ Einoluiilentoda polica,
be inuilo bem que o juro varia segundo urna Imineii- ^ ,;_ Dcz por ccnlo dos novo e vclhos direilos dos
sidade deoccurreucis. segundo as cucmiislaiicias do I einpregado provincaes. Este imposto ser proporcio-
desconlado do ordenado recebido cm um
mil c oiocenios ris de cada botica,
paiz ; podo hoje ser de aiiiauhOa de 8. depois de l" 0111 ,, ,|llll.ll,,.
|2 por ceuto, etc. ; masen, prcsciiidindo dessas que-1 anuo.
loes, vou propoliejo que cniiiti. A cai .a faz todas as a ,c ^^^ \)ie
suas operasoes como juro dv tt por ceulo por conse-! |0ja ve'uda a relalho, de cambio, de inobilia, ornia-
sequciicia os einpregado pblicos c lodos os que con-1 2(;|1I ue carlle sevca de iiiadeiras, de lijlo c. cal, de ca-
correm foicadaiiieuti'
para ella, sao obligados a dar os
G pur CCI1I1
pini, taberna, hospedara, buliquiin,
seus capilaes ao juro de 0 por ccnlo, quando o juro cor- casa do ,,,, bi,|lar iv|)1terapliia, cochei
rente no pau he de I por ccnlo. un o nielo p8 au mes : lice it :lh,uc{ ,, preilIB ,,,. algodfio.
ora pergiinlii agora : para quem he o beneliclo proveill- (^ ,5. iIlip0S,o subre o tabaco, clian
enlo de.la caixa ? He para aquclles que, tendo de pe- Babao d< ,,,-odnccau estrangeira. ou de oulr
. 1 1 a 111111 1.... 11. .. ......1 ......-i .. 1. ... 1 ...... 1 i. ...
serraria, olaria,
ira e cava I ha-
ll lllo, cigarro c
*.. oulras provincias
d.ridinheiro a Juros, nao o pedem_a, e vao a caixa ob-1 ,, imlo s(.lldo ,0 ri!l por libra dc ,.,b:lc0 pibrica-
l-lo a nielo por cento ao nif.; e 11:10 dos que cpliaieni dlli mjl.s por airbn ,, no f_,bli
iuiXHdaiuenle com os seuscapitaes, e i|iic, se podcsscui
dispdr driles livia uicule, os cmprrgaram dc nianeira
mais vaulajosa, os dariain mesino a juios, por um prc-
tu mais elevado: logo o liui da lei he beneficiar una
classe de individuos,
la
1
sao os einpregailus pblicos, a I leuda provincial, as
corporaces de uni, murta, os estabelecimeiilos de cari-
o i,...,, c.evaoo: i..go o iUi u.,11,1 11c oencnciar nina ^ 17 tj1u |lor ce,0 du producl0 decida U
latir de individuos, a classe daqiicllcs que uccessi- |P ., ,,. r,.i|(, H,t ocdem jlldica|, sl.do iiilade
ani tomar dinheiros juros, em detrimento dos que e, cull ,pr,dur ,. ,ftadc pelo vendedor, llca'iido o
o mingados pela fel a coneorrer para caixa: tacs ,,ior respunsavcl i.nr ludos.
por arroba do nao rameado, 1,000 ni por mi-
lliero dc charuto, 200 rs. por uiilheiro dc aigairos c 500
rs. por arroba de sabn. /
" ^ 10. lmposio-sobrc as casas de modas. I
17 Cm por ceulo do producto de cada Icilao,
sendo mf lade pago
cor-
rrspousarel |
" 18. iio M, ni 1 ris por caada dc bebidas espiri-
tuosas de prodllCCM estrangeira, ou dc oulras prorin-
l..l". -..* I ; e > mu., |K I......llli.KI IMIIII^I'II 1.
taue, ilc; .mos sau obligados forcadaincute aconcor-1 L.1S d() ltl>-(-!<>
erpa.a a caixa con, um capital cerlo c determinado. I 5 ,,, Matricula das aulas dolyceu. seminario de
-uiiualmcnle.
oles, sendo 20rs.
pudendo ito .... eonver er.se en, lucio dc especu acBo. cada u, cav.f||(, ou ,,. I ,, dp c
S..,., Sr pies.ileiii,., poden, ale haver individuos que c 40 ,.. d g0 ,.,', ro.aod< os aniuiaes
loinein lodo o lundo Ua caita disponivel cun o juro de
...r....- .... ..IT.-1 ?! ;- -............-'I IV. Matricula das aulas do Ivcu. s
1 r. 1 '' M Va ''" ." ]Ur*. ''" '"" t'"1" Olinda e das aulas de latn., a 10.000 rs. .1.1.1
I.",-- ""^!' d' 'l"''.", ****" ''^''.dinhe.ro a j uros .5 ,_ P|,(| ,,S fJuU (. ^
da:
li |uu ccnlo paiaodarciu a uniros pelo juro correte.
0 Sr. .Uim/i du CuiiIiii : Agora he que eu eutciidu a
le, cada vei nie inclino m.-iis a volar eni favur della.
" Sr. 1. Villila A le!, poli, b. iiriica urna classe
de Individuos cm prejuizo ou detiimeiito de muitos.
U Sr. iluviunier : -- Os especuladores dc que fallou
D.io podein la ir.
O ir. Jouqnim fillia : Aondc est a impossibilida-
e- '.ni.iiiiiiei individuo uuo se pode presentar a cal-
a cous t gaiantiat precisas, c pedir dinheiro ? A cai-
xa, porlaulo, u que f,lt rm ullimo resultado he cxloi
quir a certas pessoas v crporaces urna iiuaiilia de seu
rdito parada-las a alguns individuos aojuro dcOpor
ceiilo, que he iinmu interior aojuro concille d.,,,au...
O Sr Sirnu a Cuha -. Esse juro crreme deve abo-
lir-c ate por urna le.
O Sr. J,u,qum VilUla : Seja aslm emhnra
ve-se abolir com o prejui/o cousideravel d
poican da sociedade, quando- nietuio
le esse irsuliado .'
Sr. presidente, cuja disse, e repito, que, se os Cin-
pregados publico podcssciu dar dlulieiru a Juro se
jiudetsem dlsnensar lima porcao de seus ordenados para
a dtr a juros elle a d.iriam pur um ju, llm,0
que o pu
20 rs. na
as ile-
11111,1 cena
1 caixa podesse
O Sr. Mtniei da Cunha : Elles nao pdeiu : sao 110-
bres. '
O a'r. Jouquim filela : Peor ; he enlo obrigadn o
einpregado a soil'rrr um sacrificio, e innii.isvr7.es iin-
poi 1 mu cm lienccio de quem livor le lomar dinhei-
ro a juros .Sr. presidiaste, ou o einpregado pode, ou
nao pode dispensar r.ta quola do seu ordenado : se po-
de, elle, emprrgaiido-a por si iiiesmo, receber. maior
inleresse do que a caixa Ihe pode r dar; nao pode,
elle he obrigadoa um sacrificio exiraordinario, sem be-
neliclo verdadeiro, e talvez sem icti ibuic.io alguma ,
porque as uperaees da caixa pdem ser feilat dc tal
uxaica, os quaes licaui subjeitos ao impusto dc
a lasodoscu numero,
ti } 21. Ilrudimciilo do evento,
ti 22. Apprrhcnscs pela polica.
23. Renda do ja'rdim botnico de Olinda, e do
silio to Espinheiro.
u 24. Multas por infracedes.
*) 2.ri. Reposees c rt-stiiuicdc*.
2(i Producto da venda dos generoa e ulensis
provincaes.
a 27. slelade da di\ida activa das rendas provin-
caes, amci ior no prmeiro de junliu dc 1830.
28. Divida diva.
;, 29. Mein suldu c sello dos ttulos dos olliciacs da
guarda nacional
.'o. Rcudimenlo da eapataza do algodao.
jj 31. Producto das lotriras do tlieatro publico.
1 i 32. Saldo to exercicio correle >
OS,-Unnlai:Sr. presidente, eu nao lenho de fallar
sobre totlo o.artigo 'M>' por ora nie contento em fallar
contra o xi du arligo35. porque eiiteudo tpie este pa-
ragrapho he quas lodo una iiii|iosic.io nova. Ilecorri
a lei do orcatiicnio c litio encontr! artigo algum que
iinpuzetsc este tributo nos auno anteriores: vejo que
o 14 diz o segiiiule. (/..}
He um tributo- gci al, 'porque comprehende quasi to-
das as clattei Eu enlcndo que a impusicao de tribuios
deve ser denunciada esla casa, para que nao passe
iicsap, 1, iind.iiiieiiie, e qo ser apresentada ein um
paragrapho englobadainentc con outros imposlos que
ja existem ; pois assim pdem passar 'estes imposlos
subtilmrnle, e sem maior icilcx.au. Estes tributos vo
gravar de certa uiaiieira o nteresse publico, vo gravar
militas cousas, e todos vo recahir sobre o pobre coiisu-
'"'dor ; c unpui .piando o nobre inspector da tliesou-
raiia fez urna (lecl.11a9.io explcita nesta casa, deque
os eolret existem ISilcoiilot dlsponiveis, l|e| revol-
SRssXt) KM I DE illNHO DE 18*9.
Pren'der.eia do Sr. Svit*a Ttixtira.
SUMMARIO kxpeoknti. .lifamealo de projecto n. 13.
Aprovacilo em legamla diicutiao' do%projie
tai i. 17 18. Conrlaiao' daugunda do
orenmenta provincial.
Ao 11 c '/a oras da inanha, fella^ chamada, vcriii-
ca-se eslarem presentes 2.) Srs. dopiiu-lns.
OSr. Preihlinle declara abena a sesti'o.
OSr. i.'Secretario le a acta da sasso antecedente, a
qual he approvada.
O -Sr. I." Secretario menciona oselguinle
expediente!
l'ui ollicin dosecrelero da presidencia, participando
trien, se expedido as convenientej ordent d reparlifo
competente sobre a nomcacn, li|.i pela mesuiaasscui-
bla. de Mu colino Jeron vino Gon;alvcs dos Santos para
continuo. -- Inieirada. / ,
Outro do iiiesmo, remetiendo um nfficio do delegado
de polica do termo de Cntaro, pedindo que na lei do
orcamento se consigne a quantia precisa para a compra
de una casa que alli existe com os cotnmodos proprio
para a cadeia e casa da cmara.A' coimmsso dc lanu-
da e orcamento.
nutro do mismo, tr.iiisiiiittinilo quatrn antographos
dos decretos e rcsolucao da assembla, que fdram aanc-
cion.ad.is pelo r.xin presideute da provincia.Para o ar-
chivo.
l'iii 11 .| ni 1 i ment de Simplicio Jos de Mello, profes-
sor publico de paimeiras lettras, pedindo que a assem-
bla Ihe mande entregar o's documentos que junlou ao
rrqucriuif uto cm que solicitou a interpretaco do art.
8. da lei n. 'l de 10 dc junho dc 18:17. A' commissau
de polio 1.
Outro, em que Luis Antonio Mesquita Palco, pro-
fessor dc tachigrapliia e engajado pelo proprlelario d
Diario de l'ernambaco para a publicacao dos trabalhos da
assembla provincial, querendo secundar os .desejos
que a inesina assembla lem mostrado de promover o
eiisino da arte que exercita, se oll'crece para ensiua-la,
e para fiscalisar o estudo dos alumnos a quem a inesma
assembla lem marcado nu houver de marcar ordena-
do, alim de que a provincia tire a devida ulilidade do
sacrificio que faz.e a assembla nao seja Iludida em tuas
esperaucas, como succeder nao sendo fiscalisado esse
estudo. O stipplieantc pede cuino gratilica(;io de seu
ha llalli 1 a inensalidade de 100,000 ris por etpaco dc um
auno, declarando que drnlrb desse prazo pudem dis-
pensar mestre os individuos que se dedicaron tachi-
graphia com zelo e perseveranca.A comtnissao dc pe-
licdes.
Oulro de Jos Paulino da Silva Monleiro, professor
publico de grammallca latina da 1 adule dc Goianna, pe-
dindo (ue a assembla o faca goiar dos beneficios que
Ihe Imam concedidos, qnanto ao honorario de sua ca-
llen a e despeza com a casa em que te aula, visto que
foi privado delles pela lei provincial n.'144 de 22 de
inaio de 1845.A' commissao de ordenados.
Outro, 1 ao que Amonio Gomes Chacn de I,cao, arre-
matante du impusto de 2,500 rs. por cabeca dc gado vac-
eum do consumo do municipio de Goianna, pede
abale da melade do valoi dos seii primeiros mezes no
preco da arrematarn. A commisso dc fazenda e or-
camento.
Oulro do Dr. Pedro de Atahydc I,olio Moscoso, segun-
do medico do hospital dc caridade, pedindo que a as-
sembla I lie lava extensiva una emenda que fui appro-
vada en. segunda discusso do projecto de le do orca-
mento, em a qual se augmenta o ordenado du priuieiro
medico do uiesiuo hospital. A commis.ni> de fasenda e
orcamento.
1 Mitro dos prnprielai ios das relin.ii ias existentes den-
tro desla cidade, pedindo que a, assembla se digne dc
declarar exnresianiente que os iupplicanles se achain
coinpreheudidos nu parecer dado pela commissao dc
examv de postulas, e approvado ein sessao de 23 desie
niez de malo, visto que a respeito dos eslabeleciiheulus
dos supplii aiiie militan! todas as rasdes que se acham
exaradas uo dito parecer. -- A commissao de exaiue de
posturat.
(Conlnuar-ie-/ia.)
do publico pernambucano.

X.
111,1 IIIII !!,,. En a .1)1 II li II.
a ECHE, 1 OS JUNHO DI 184.
A ordem do dia para a tesso da manhia da assem-
bla legislativa provincial he conliiiuacao da de boje,
e segunda discuttao do projecto numero 9 deiie anno.
Srt. ttidaetarti. Convencido de que o progresso t
felieldade da aociedade est na rasao da bda ou ma ei.
colba de seus funecionarios, por isso aproveito-inc de
seu couceituado jornal para por mel drlle leinbrar nu
mrus condislrlctauos que deposlteni aintohaa ua uro
rleitoral seus vol a bem da candidatura do dt. Jim
Anasiacio Camello Pessoa, Cnetano PelHno Mootelro ir
Carvalho, Flix Nuncs Garateante e Francisco das Cha-
gas Cavalcanle Pessoa para nossos juUet de paz, dando
assim ao mrito a preferencia que Hie Ke devlda ; es-
le prestantes cidadaos lomaiu-te recoinmeodadot ato
s pela probidade xriitimentos que es caracteritaia,
cuino tainheiii petas seus precedentes,,e atierra pu
e iranqulllidade : lalvea que me rrspondtm que, acota
por si recoinmendailos estes distinctos cidadaos nao prt-
cisam de uilnha Icinhr inca, poiin se astiiu o faco he
pelo rdeme drsejo que lenho d ver a vlrlude colloca.
da em seu lugar.
Queirain, Srs. Redactores, dar pubiicidade a cstti II-
n has, que inulto obrigaro ao seu menor criado
U lagdaltHtnn.
Sn. Redactara.Penhorado pelos relcvtute obtequiti
que, durante o lempo dc ininlu priso, recebi do lUm.
Sr. Benio Jps Fernandes Rarros, venho hoje perintao
publico tribular-llie minlia tiuoert gralidao ; agrade-
ceudo igualmente aos ttvmt. Srs. padres meslres Joa-
qiiiin Raphacl da Silva c Ignacio Fraocitco dos Santo,
e ao llliu. Sr. I)r. Jos -oares de Azrvedo, aparte que
se dignaran, de tomar ein meo infortunio. Da mesiiia
sorlc sou grato aos meus atnigus, til llluis. Sr*. padre
Jut Ildefonso Rodrigue! da Silva Dulra e Sebastian Va
leriano Alvare de Souza, pelo iinporlante favores que
me presta rain. A lodos este Sr. protetlo o usis cor-
dial c eterno reconhrcimento.
Finalmente, a todas as pessoa que me viUiaiu oa
piiso dirijo pela paesente uieiis votos de gralidao rawi-
sade, rogando-lhes me detculpein nao o f:r pessoal-
mente, pois que t isso se oppde o meu inio estado dr
sailc.
Sou, Sr. Redactores, clote Ragmunia da Natici-
daile Saldanha.
Reclfe, 2Cde malo de' 1849. -
CMWE^CSO.
AIJ^ANDEGA.Reiidimento do dial.. IO:343/M8
Uenarreaam hoje, 2 de junko.
PatachoAnna-ltabeer* barras "de ferro.
Iliale 'lnr-do-c'iiriiri viuie, fumo e charutos.
CONSOLADO GERAL-
Rendimento do dia Ia .
Diversas provincias
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia I* ............1:81
RENDIMENTO NO HEZ DE HAlO DE 189.
Direilos de exportac.no do S pur cento M.92,l;
Ditos de dita dc 5 por cento. 3-842.7M I
Thxh............ :6*iH
Cai>ataziii.......... 94/,'
Dcima urbana. ...-,..- 28,B1
Sello de heran^as o legados .... a:650.09
Meia siza dos escravos...... 1:587,6501
5/000 r. por escravos despachados. 90,0011
Ettiolumentoide passaporlcs de polica, t9O,OO0
Notos e velliQS direilos tos emp. profc M3,*M
Imposto sobre otarias....... 38,*W
Dilo do scrrtr'ns........ 38,1,I
Dito de fuliricas de tabaco......i*\*"
Dilo de fabricas de chapeos. S'"**1
Matriculas das aulas do lyceu. 10,0001
Ditas de latim.......... 50,0001
Multas........... i**'
Juros.......*....*. 21,WI I
Helo'suido e sello dos ttulos dos ofll-
ciaes di guarda nacional.....
38:299,7" I
Mesa do consulado provincial, 31 Jo maio *
189.
Jor Cavakunttit Albuqmrgut,
EscrvSo intrioo.
IMPORTANCIA DOS REtNDIMENTOS ARRECADADOS I
PELA RECEREDORIA DE RENDAS INTERNAS ('-
RAES DA PROVINCIA DE PERNAMBUCO, EM T0-1
DO MEZ DE MAIO PRXIMO Fl.NDO.
A tuber : .
Foros de terrenos de marinha...... 10,221
Cizadosbensderaiz .........5260,965
Dcima de mSo triorla. ..... 151,9"3
Novos e velhos direilos, e direilos de chan-
cellara ...........
Dizinia da chancellara.....
Malriculasdo curso jurdico e carias de b-
.jareis ................, *.J
l.igiliniacOos-............5l
Sello lixii e proporcional.......7
Pui'iTiilos de depsitos pblicos ....
i
174,8:1!
491,568
3:348,C
MUTILADO





Transporte. ,
Patentes de despichantes'ti allandega
Emolumentos de certidos. ,
Imposto de tojas abortas......
Hito de carros ... ......
pito de barcos do inierior......,
Taxas de escravs.........
Roeohedoria, 1 dutonho de 1819.
No impedimento doescrivilo,
O 1.' eseripturario,
' Joa Rodrigues de Miranda.
11:040.034 qnal o (enhorca amadores da mnalc bem como loda ai
(2 5001 mala pc'aoas, ao envidadas a Uncar em carta fechada
l'goo Uin oii mala tlirmns das nper.ii condecidas, escriptos
f IdVtio i"" a parle de acompanhamento Qnando a urna
for enllocada na acea, se tirar, uina das orlas Techadas,
que por acaso aahlr, e sr dar conticcMhentoan au'to-
rio do thema qae contiver, sobre oqtial o Sr. Mocser
Improvisar as tarlaces que Ihe foreut posslvci*.
Principiar as 8 horas da noile,
ou
.. COM A CHEGADA DE SUAS EXCELLENCIAS.
102,400
48,800
1:609,000
fiis 19:006,274
Movimeni do Porto.
Navios trtr.idoi na iia 1/*
nlo-Orandedo-Sul! 21 das, brigue brasileiro Dtstino,
de 190 toneladas, capillo lose da Silva Neves. equlpa-
fin 17. carga carne ; a Leopoldo Jos da Costa AraU-
,0 Pasgeiros, Francisco Antonio Martina, Valeriano
llnrinues Jorge, Damiana Mara Iluenos-Atres ; So diaj, patacho djnamarquei Apetirad-
Pnckct, ile 130 ( neladaa, capitn Petre J. Heminei,
pquip'gem 7, carga carne ; a Gaudluo Agostlnho de
Em comiuUs'ao brigue-esenoa de guerra brasileiro Le-
galidad!, coiniuananle o capltao-tenentc Joao Custo-
dio d'Hodain.
Navio sahido no wi sino da.
I isba ; brigue porluguez A*-Aielaide, capilao Igna-
cio Jns.de.Araojo. carga assucar, sola r nindcira.
Liverpool por Parahlbn ; br|guc Ingle z f.mma, capilao
W. William, carga s-ucar.
P.irahibS; Mate brasileiro Socieiade, capilao Francisco
de Castro, carga varios generes. VaMgeiros, Cypria-
no Antonio Rodrigues, Kr. F.deiico de SanlAnna, Ma-
noel Joaqlilin <:orreia da Silva, o srgundo sargento
Aatonlo Lula dr inns coji'_ua lamilla.^
tcela races.
O arsenal-de inarinha admitte para oa aeua Iraba-
jlm serventes at o numero de seaseula, coui o jornal
de 640 rs. acodo livres, e 500 rs. sendo escravs. leudo
anuellrs preferencia a estes ; pf lo que manda o lllin. Sr.
iuspretur fuer publico pan coiihciiinenlo dos que pos-
sam Inleressar, ilevendo os pretendentcs apiescnlar-sc-
lliecom a inalor brevidade posiivel.
ADMINISTRACAO DO PATRIMONIO DOS iRPHAS.
Peante a adniinistraco do patrimonio dos orpliaos
se bao de ai rematar a qurm mola der, e por lempo de 3
.unios que bao de ler principio do primeiro de julho
do ntrenle auno ao fin dcjunh de-1852, as rendas das
seguintes caaaa, perlencrnles ao mesiiiu patrimonio;
acudo ein l de junho prximo futuro as rendas das casas
ns 17 na ra da* Larangeiras, 22 na ra de S.-Goncalo.
nabairro da I oaVyista,'39 na roa do Pires dita, 60 na ra
do Rosarlo dilag-l, 2, 6r 8 e 10, na ra da Madre-
de- Deoa, 14, c #6 na ru do Torres. 2 e II na ra da
Lapa, I e 31 na ra do Codorniz, 17 na ra da aloe
da 54, 36 45,43, 21, *4 e !b' na ra doAuorim ; 13,
15, i7, 18,'iOeti na ra do Aielie-de-Pele. 10 e 12 na
rna da Cacimba ; eui ti do dito mea as das casas n-
meros 18 e 21 na ra do Burgos, 22, 25 e 27 na
ra do Vigario, 7, 9, 'i e 13 na ra do r.ncanta-
raetuo e eni 9 do Mencionad mez as das casas 10,
rna da Semalla-Velha. 25 e 27 na
Oa bllheiei^odem ser procurados na na casa do ?>r.
Alejandre, defrnnte do Theatro do Apollo, do meloda
as4 horas da larde ; bem como na casa do Sr. IVicolle ;
ra do Trapiche n. 38 ; e un nolie do espectculo no
mesino Thealro de Apollo, aos piceos seguinies:
Camarotes. 12/000 rs.
Galeras. 3/000 rs.
l'lalea..... 2#000rs
Avisos maritilos.
Para o Porto
sahir breve o brigue porluguez Maria-Feliz capi-
tal) l.ourenco remandes do Carmo, por ter'a rt aior
parle da carga prompta : quem nelle quizer carre-
gar, ouirde possagein, para o'-que tem bons com-
modo?, dirija-se a consignatario, Antonio Jonquitn
do Souza Itibeiro, ou ao dito eapitno, na prrga do
Commcrcio.
a Para o Rio-de-Janelrosahe, coin brevidade, o pa-
tacho nacional Curioso, capitn Domingos Antonio de
Aicvedu, porlcr parle da carga prompla : para o res-
tante, passageiros e eavravus a frete, trata-sccom o nes-
Mo capilao, ou coi Luiz Jos de S Araujo, na ra da
Cius, n 33.
-- Vcude-se o brigue brasileiro Formo), de lote de
Iresc mil arrobas, Turrado e encavilhado de cobre e de
mullo boa ei.n-ii ucao por mt frito na baha : demanda
pouca agoa eesl promplo para navegar para qualquer
porto: quem o pretender enleiida-se couv Bailar Oli-
veira. Lila da Cadria-Vclha, n. 12
= Vende-se o brigue brasllelrn denominado ('inatim,
de lolc de 177 toneladas, promplo a uavegarcoiu os seus
pe linces ; assiui lan.b'in cunjuiicto com quatro racra-
ros maiinhi iros : 0,111111 o pretender pode exaiiiiua-lo
a bordo, Tundeado no lugar do Fortc-do-Mattus, defron-
le do trapiche doalgodao, e para tralar-se na ra da
Cadeia, 11. 39, com Amorim li mam.
Para o Acnrac com escala pelo Ceara sabe, cm
poucosdias, o patacho Emutac&u : para carga, ou
passagciios, trata-se com o caprino bordo, ou na
ra da cadeia do llecil'e escritorio de Manuel Cou-
(alvesda Silva
Para Lisl'a o litigue poiluguez Fe/o*, capilo
Antonio Pedro de Figuciredo sube imprelerivel-
inciite no (lia 6 de junlio: recebe c.u^u alele,! cm co-
pasM'gciros para o que oflerece excellentes cuin-
modoa : que 111 pretender dirija-se aos aeua consig-
nali 1 ios, oliven 'i li Maos c oiii|iiiiiliiii na 1 na da
Crus, n. 9, ou aoiufetido capiltJO, na praca do Com-
metcio.
Para o Aracaly sabe com brevidade, por ter parti-
da carga engajada, a sumaca nacional Cutila, ineslrc e
dunu Jos Guucnlves Simas: para o roanle da carga c
passageiros, Irala-se coin o tuesmo meslre, ou com
Luiz Jos de Sd Araujo, 1 a la da l'rui, n. 33.
= Veode-se o patacho nacional /Jumo, forrado de co
l.s, I, 134 e 136 na rna da Senzalla-veiha. ao e 11 na
ra da Guia, 30 na ra do Trapiche, 14 no beca da bre, fundeado defroule da poule do Reclfe; prximo
rampa da allandega : quem o quizer ver pude dirigir-le
1 burdo, e para tratar a Gaudluo Aoslinho de llarrns,
atrs 1I0 Corpo-Santo, casa n. 00.
= Para Lisboa sabe com a malor brevidade possivel o
biigue porluguez Costceico-dt-UaHa.por Irr parle de sua
carga prompta : para o restante c passageiros, para o
que oUrrce excellenles coiumadais, Irala-se con os
consignatarios, Tilomas de Aqulno Fonaeca & Filho. na
ra do Vigario n. 19, primeiro andar, ou com o capilao,
Antonio Percira llorges Jnior, na praca do Commercio.

Lingoeta, II, 12, 14 e 29 na ra da Cruz. A* pessoas
3ur ae pcopozerejn a arrematar as referidos rendas po-
ern couiparecer na casa das sessdes da iiiesma aduil-
nisti-acan com seus adores. Secretaria da adnini.lra-
taodo patriinoniodos nrphaos, 3i de malo de HH0.
Joao Frouisco deCliaby, sec.clario.
TIIliiTP BE APOLLO.
UOJE, 2 DE JUNHO DE 1849.
EXTIAORPIHABIA UBTMOaNTArjAO EM BCNRFICIO DO
Senhor e Senliora Alexaiuliv,
NA Ql!AL INSIGNE
Augusto Luiz Moeser,
ae rara ouvir ainda mala uina vez. faicndo aasiiu a sua
ULTIMA APPABigiO
nesta cldade.
Oepols doiinmensosuccessoque esle grande artista
oblevenanuite da sua primeira apparlcao, dlrlgiram-llte
lnslaiicias geraes para ae fater ouvir mais uina vez.
Agora elle accede generosamenle aos pedidos do sr.
Alexandre, apresenlando-se por especial obsequio nesia
nite, na qual todas as pessoas que ainda uo o poderao
ouvir, lerao occasiiio de admirar ti leu raro tlenlo.
':f rogramma.
PARTE 1.
M. 1. S-iJSQ'-irA JraSt/'ltl'^itA2i
de Rosim, eaeciilada pela orchesta.
N 2. A Senliora Alexaudrc cantar- em italiano a aria
da opera
W. 3. Senhor Alexandre executar na rabeca una
Phanlasia caracterstica iutiluiada
na qual elle imitar diversas melodas de orgilo e cantos
de igreja. ,
N. 4. A 'iRASILtlRA, Tlsa brilhanle, compoiupelo
Sr Alexandre e didicada ao
PUBLICO PERNAMBUCANO.
N. f>. A Senhora Alexandre cantar ein iwliauo a
grande aria da opera
5y A 32 U 1S X IBo
K. 6. OSr. Augmlo L. Moeser executar uin grande
preludio novo, seguido das m-iavilhoias variacoes d--
J'ayaaniu sobre
O CARNAVAL DE VENEZA.
PABTEIL
M. 7. Grande ouverlura da opera
NORMA
dt tiUiai. execulada pela orchestra.
rf. 8. OSenhor Alexandre se far ouvir pela primeira
vcicomo cantor no grande duelo da opera '
LICIA HE LAMRRMOOrt,
qual elle desempenbar l parle de ilsiaon e a Sra.
adre a parle de Laa
S. 9. ali OKK.l DA CAJLtFORJVM,
compacta pelo Sr. Alexaudre, execulada pela orchestra.
H% I IVA Sra. Alexaudre cantar a lindissiuia aria da
operad
BARBEIBO DE SEV1UIA.
r. ||. A mmovisAoAo ao acabo,
fMtoSr. Augnaao Lula Mueser.
i, M, A' entrada da tala apliar-ie-lia urna urna, na
Leudes.
J. P. Adour & C. faro lellao, por inlerver.can do
corretorOliveira, de icos aparelhos de porcrllana fina,
dnurados e lisos, para mesa, e parach; candieiros para
cima de mesa; ditos para gai; casticacs de bruir; e as-
sim inais das seguintes belllssimas obras cm francez :
o diccionario da cnuvi rsaco em 2 volumes; revolufo
11 .un i/a. por 'lliiii s, em 10 volumes ; chiuiica, por
Diluas, em ti volumes: e albuus requissinins sobre a
danta ; r<-volnco da Franca em 1848, e muras militas
obrai interessnnles, ele, ele.: hoje. J de junho, s 10
horas da mauha, no scu armazcm, ua ra da Cadeia
do ReciTe.
~ Knlkamann & Irmflos farfio leilao, por in-
lervcnco do corretorOliveira, por cunta e risco de
quem pretencer, e em prp.senca do Sr. cnsul tle
ll>mbu>go ile'2 fardos de pannos, sendo un a/ues c
nutro azul, i reto o verde, avnriaJos d'ugoa salgad ,
a lioipo da escuna hamburguesa Caharina, recen-
len.enle aportada a este porto ; e, ua inesuia occa-
sio se ofleriferfioa venda minios outros panno!),
casimiras, i te. nao baja boa coticunetit ia de fre-
guezes : segunda-feira, do correnle, s 10 horas
da manh.la, no sen a'rmazem da ra da Cruz.
Avisos diversos.
cidadflo brasileiro,
pe Ferreira Campos, cldado porlu-
para venda: na ra da
-- Antonio Tavares de Mello
retira 'Su para a Pabia.
O abaixo assignado lendo-se achado coreado de
trabalhos nos ltimos dias que residi aqui, nflo pode
despedir-se dos seus mu los amigos, lano da pra-
ca comodocrnlioda provincia. Itoga, pois, a todos
que o ilcsculpem dela falta de corlezania a que foi
forcado, e que dispoubam do sen diminuto preslirno
cm Uossainedes para onde se dirige. IStrnardmo
Freir de Figuriredo Abreu e Catiro.
Manoel Goncalve* Moreira, subdito porluguez,
relira-se para Portugal.
Domingos Filipne F<
guca, rellra-se para Portugal.
Precisa-se de un caixeiro
Senialra-Velha, n 106.
-Oannuucio-que sabio anle-hontem,3l de mam, cha-
mando uin euipregado do arsenal de inarinha, fui por
engao que se publie.....pols dito aimunclo nao se emen-
de com empregadoglguin daquella reparlicao.
Precisa-se de uin boinini, para plantar hortallces
em un sitio peno desta praea : s pode servir uin ho-
nirm disposlo a rrabalhar, porque o terreno he exienso :
un Porluguez das libas ser preTerido : se achara com
iiiiem iraur, na venda de Sr. Fontes. ra da Cadeia. jun-
to do Corpo-Santo. na lercafeira, das II hliraa da ma-
ubaa at as duas da larde.
A pesaoa que por engao trocou ou lirou por graca
da Iheaouraria dos ordenados um chapeo de sol de cor
rocha, com bastes de ferro, delxando outro bstanle
vclbo, c rasgado a ponto de parecer um mulambo, quei-
ra restituir o que levou, entregando o no quarlel de
polica ao oflicial de estado.
= Pede-se encarecidamente ao autor do annuncio pu-
blicado no finnodu l* do correnle, relalivamenle a uin
cerio empregodu do arsenal de inarinha, digne-* de-
clarar ae ae emende tal annuncio com Jos Marcellino
Ahcs 4a rouieca.
0 Sr. Raymuntio Filippe I obatn qaei'-a ir pagar
a conla que dore a casa de Manoel Joaquim Goncal-
ves Silva.
Scrermo Franco subdito pnrluguc", reliin-se
paial'oiJul
Antonio Ferreira Treitas o Clemente Cecilio le
Fatia, Urasileiios, vflo a provincia doCear levan-
do om sua companhia o.s seus criados Kayinun lo
Dutra; e Manoel, nardo.
4 Precisa-se de uin menino de 12 a 1* annos, que
aaiha ler, para ir de caixeiao pira a villa do Cim-
bres : na ra larga do llozario, n. 29.
--J0S9 Gomes relira-se para Tora do imperio a
tratar desua sale.
Ni padaria te S.-Amaro precisase de um
arr aasadnr^ue vi com um preto entregar pflo as
fregnezlaa.
g~ F,ngomma-$c e lava-se com asseio e presteza ,
f*r pteco commmlo: nu ra da Roda n. 11, casa da
tequina.
-- Precisa-so de urna ama secca : na ra do Ban-
gel, n. 25.
OSr. Jos de Almeida Murtins Costa lem urna
catla um casa de Novaos & C. na ra do Trapiche,
n. 3i.
Precisa se tle um cmeir que lome conta do
urna venda por balando, o qual de dador i sua con-
conducta'; 1 agn-se bom pnlenado; ou il-se interesso
nos gatillos : na ra do Kangel, ti. l
~ Precisa-se le um menino de 10a Haniios, para
caixeiro de venda o qual d conhecimento do sua
conduela : emFra de-Portas, n. 1+1.
U Sr. Manoi I Caelatio da Silva que lem gado no
engenbo Camotengue da ficgueaU|Mio lina appa-
reca na rna do l.ivi'ameiito, 11. 26, que se Ihe desoja
fallar a negocio que lite diz respeito.
Lotee ia do IheA tro pol)lico.
No dia I!) do correnle, la ta infallivelmenle as
rollas delta lotera. .Quem 0111 lempo se quizer pre-
venir da bilheli's deve-o lazar quanloantes, pois qua
eateavflodcaappareceiido, iiemuiobon aproveitar
as orles do S -Joao.
O Si". Haya uiulo Nonato Chilque queira dirigir-
a ra do Qtieitnado n. 16, a concluir aquelle ne-
gocio que Smc. bem sabo.
Una pessos com ptima leltra e eonheeimantos
forenses se olTetcce paja escrever ein algum car-
orio ou pata qiilqufr arruin jc'ii a qual d co-
ihecin'cnttra aun conduela : quem do si 11 prc-slimu
se quizer utilisur annuncie.
-- Aluga-se o segundo andar do sobrado da ru-i do
Queiinadii, 11. :,i : a tratar na luja do mestnu so-
brado.
--JoiTqSoares do Albuqucrque, resiliente no sc-
uiiiiMio d_#(lliinla ileseja fallir com Francisco Xa-
vier do Miranda acerca de uaocio luleressaiite ao
mesrrio senhpr.
Precisarse de urna lavadeira para urna cs" es-
Irangeira que lave, bem e rom regula! dado -. na
rna do Vigario, n. *
-O advngado Filippe Menna Callado da Fonr-ecu
parlicii'a tos sevsamibos clientes c hos Srs. soli-
citadores, que niudounscii eseriptorio pata a casa
contigua aquella onde resida,na mesiua 111a do Col-
legio, n. 13.
Jacob, pardo, de 18 annns, secco do COTpO e es-
pigado ; lem falla da um dente na frente, e 11 m pe-
queo liillio na mal-a do roslo ; tem cabellos estira-
do, e o mais'visivel signal be ler ns cosas a matea
de um caustica ; logiom dezembro do 18V7 ; julga-
se estar panAlugar^e Pindobinha aonde lem co
nlieciinuailot: quem o'pegur leve-o rus Nova, n
16, a (fij l.utePereira, que gralilicari.
-- PtetB-s'e'de unta ciiada portugueza de 40 a
50 anuos para um engenho distante desta praca 8
legoas no qual se ilara bem, prestando liador a sua
conducta : no paleo do Carino, n. 18, segundo an-
dar.
Aluga-se um sobrado na Soledade, perlencenle ao
8r llrrculanu Alves da Silva, com inullos cJiuinodos
para familia : quem pretender drija-sc ao incsino
apurado'
-- Aluga-se um preto para o servigo de casa : na
ra Nova, 11. 21. .
-- Quem precisxr de una ama com bom Icile, di-
tija-sea la Direila, 11. 2
Desapparecerain, do sitio denominado Torre, em
llelm dots quartos com o ferro FBC sendo um
alasiio, de trente aborta e o oulro rugo-rodado :
quem os adiar dirija-so ao dito sitio a ontender-se
com Ju>c Henrique Machado, que recompensar.
Na ra da Cadeia, n. 52, pregia-se alugar um cs-
[-1:1111 por mez, 1 ara servico de campo.
ANNUNCIO.
Sendo que apparecrin militas pessoas quedan recados
ao abaixo assignado, para ler mais conteinplacao em os
servir inelhor do que elle faz, visto elles di/.erein ser
Trrguc7.es de muilos annus ; ora, como succede que os
laes compradores nein seque> apparevain Uina vez por
semana, o mesnio para evitar esta conleinplacao, dar
lodos os dias a quem o exigir um bilhelinnn da carne
que val, com opreco e data do mez.Joo'o Oubois.
Ilopa-se eitcarecidainentc ao Sr. Manoel Rodri-
gues Nogueira Cima de apparecer na ra das Cru-
zas n. 12, a negocio que nao ignora pois ja fazeat
5 annos, e o dilo Sr. nada de dar cumprtmento a sua
palsvra, o que se espera no prazo do 6 dias ; docon-
trrio Se publicara pelas folhas qual o negocio e
ao depois nao se chame a ignorancia.
Clicgou pelo vapur Imperatriz no-
vo suri mu uto de queijos deqnallia, icilos
na provincia do Uear, niuilo rescacs :
na nu (l,i ( in/., armazcm n 33, de S
Araujo.
Pndiro.
ntinciane enl dita casa, certas de que se-
ro trata 'os com todo o desvelo.
- O afeiiHor. cm ronforml-
dadedoar go8.do rcgulamenlo 'la cmara, roga
aos
aferic
aferi
gai
as,
quelle qt:
que vcnlum aferi-las, do contrario
docmsua arremBagSo.
sera prejudica-
Cumpras.
--Comprs-se urna escrava etnbora saja de meia
idade, a qual sendo de. boa conducta scu senltor
querendo beneficia-la recoher o valor qua possa
valer a dita escrava que, dando boni aervicos .ao
p'retendento em menos de dous annos Dio dar a
liberdade cujo papel de venda servir de titulo pa-
ra a escrava se consi Icrar liberta : na ru larga do
llozario, n. 15, se dir quem compra, ou annun-
cie sua morada.
- Compra-so urna negrinha recomida, rjeias111
almos que saiba cos*r, engommar e cpzmhar o dia-
rio de una casa e niJo teitlia vicios non aclnques :
ua rita da Moda, n. 21. .- .
.-Coupra-se un. preto mogo solTrivel cozmiiei-
ro san vicios nem achaques : na ra da Cruz, n.
45, em casa do Nascimento & Amorim.
Compra-se uina escrava de 9 a 30 annos, m
^ que engomtnu e cosa mulo bem: tambem se *
l compran) esclavos com ulllcios ou Sm elles gj
3 e dous quarllba rugos que sirvatn para carro:
W no paleo do Curuio, n. 18, segn lo andar.
WWmBtia&LWMMMWQMl
Coti'pram-se, elVeclivainenle garrafas
na ra do lUngcl n. 51, fabrica do hf^es.
tufino Fi ancisco dos Santos.
--Compra-seo quirio volunte do Panorama : no
pateo do Carmo, venda n. I.
-- Compram-se, para umaencommendn escravs
1I1; ambos os sexos, de 30 annos : na ra do Collegio,
n. 3. ,
Compra-se un terno de posos, urna halanga pe-
quea um moi iho : ludo em bom uso, que sirva
pina una reluiagiio c sej por prego comino lo :
quem liver annuncie. ^^______-
v fii.ias.
bri 111
cobertores do
Prrcisa-se de um rapas eslrangelro que saiba Ira-
h.illi.ii 1 ni padaria, e que seja lurneiro : quem esrer
neslas circuinslanclas c pretender Ir para Macelo, po-
de dlrigir-se rua da Madre dc-l)cos, n. 3, terceiro an-
dar.
\
pessoa que quizer fazer
um bom negocio com a ineiagOo da casa sita na
ruada S.-Cruz, quo volla para a ra da Alegria e
juntamente com duas parles do ter eno de 27 pal-
mos junto a mema casa no qual existe um gran-
de telheiro : v a Iravessada Concordia, sobrado
n. 5.
O Dr. Lobo Hoscoso continua a re-
ceber doentes em sua casa, no A trro-
da-Boa-Y isla, n 4S onile ua ommodo
sulcienles, nao s para se tratarcm de
ua enlcunidades, coma pira se Ibes fi-
zer qualquer operaco : as pessoas, por-
taiito, que se quuercm curar ou mandar
algum escravo, pdem dirigir-se so an-
\(S 20:000^000 de res.
!rac. ta Iiicle|>eodeiicta, n. 57.
Cliegou a lisia da ultima lolcria e com ella gran-
dn sorlitnento de bilhtes. me i os, c cautelas : os bt-
Ihetes vendem-se a 21,000 rs. m.eios a 12,000 rs.,
uuarlns a 6,000 rs oitavosa 3,000 rs., a vigsimos
il 500 rs. I.embra-se aos amantes doato intercssan-
te i'igo que em i ticos dias se concluir a venda dos
ditos, e quopolo primeiro vapor terSo o prazer de
-I ver a lisia geral. como be. de costume.
Xa ruado Crespo, n. 6, ao pe
rio lampean ,
vendem-se superiores cortes de calcas de
t ranga to pardo do linlio, a 1,000 rs. .
algodilo, melbiresdos que os dooutra paite, a 64o
rs ; chapeos de massa a 1,600 rs. ; ditos do seda
preta, a .*c0 rs. ; chitas para coberla, mnito supe-
tiares a 200 rs, o cova Jo ; ditas escuras do cOres
lixas a 180 rs. ;ehila cncorpada a 120 rs. ; algo-
dilo de lislras, a lo rs. o covado.
mmmmmmmm&m
|;>
A dinheiro. |i>,'
Vendom-se, por prego commodo os so- (fv,
brados de dous andares da ra da Aurora, fp
n. 10, e o da ruado Collegio n. 1 com H
fenle para o l'asseio ; as casas terreas da |
"ii ra do Seve, n. 1 A ; ra do Fogo, n. 13
y ra do Marisco, n. 6; ra Imperial, n. 101:
?{d a tratar na ra do Crespo, n. II.
= Vendo-se urna canoa com pouco uso, que
rega 500 lijlos dealvenaria grossa de conslrucgao
muito folie, por ser de madoira amarella proprta
para con liuircapim por ser muilo leve de cora :
tambom se troca por lijlos da alvonana grossa ou
lelhas : nn travossa da ra da Concordia casa do
destilacSo.
rl 1,000 rs. o corle de calcas.
VenJe-seorioi trancado pardo de purolinho, a
mil rs. o corle de ea'ga's : na ra do Crespo, loja da
esquina que volta para a Cadeia.
Vendem-se meias para meninos, pelo diminu-
to prego de 100 rs o psr ; chales de 13a a 500 rs. :
no Ateiro-da-Boa-Vislii, loja n 9V.
-Vende-semilhocmsaceos, por prego commo-
do : no artnazom n. 1, defroule da escadinha da al-
landega.
Vende-se una commoda em meto uso ; um pre-
presepo lotloenvidragado, muito bonito ; 6 vidra-
gas deutialoja de couros; urna l'rasqueira da vi-
dros queos niaiures levan mais de uina garrafa eos
pequeos meia garrafi: ludo por prego commodo :
nuAterro-ilos-Afogados, na segunda casa, depoi*
do sobrado do majorCusmfio.
--No artnazem quo foi do fallecido llraguez, jun-
to ao arco da Conceigio vende-s um preto da bo-
nila (igura muito mogo, e com principios de pa-
daria.
A l.OOOrs
o corle de brm trancado escuro de puro mino, m
lo mais superior do que outros que so ti
3
A -i
car-
do pelo mesmo dinheiro ; corles de fusldes de Cflres
tixas pelo barato prego do 30 a 400 rs ; el Us
multo.Bas, imitando pella de onga, crci niuito
lixas pelo barato prego de 200 rs.; d.las eicus .
muito Unas e avelludadas .280 rs. O MdO l a
ra do Crespo, n. U, loja de Jos rancisco laa.
-Vendetii-se 3 escravs, a saber : um mulatinho
de 14 annos de bonita (.gura, se.n vicos nem a cha-
qus ; um pardo de 30 anuos de mu.lo boa con-
ducta, e* que n.lolem v.ctos; u.na parda de toan-
nos boa lavadeira do varrellae saoflo e com ha-
bilidades para todo o servigo de urna casa: na ra
Direila, u. 88.
!' ''.



aaa
.s. a .
ILEGIVEL

co.
f



.

m
n
ifL*

Vendem-se duas lindas mulatinhas de 1t a 15
anuos, boas cos uretra, c que lamhrin cngnmmam;.
um mulatinhode II anuos ; prctas do 18 a 26 I li-
nos ptimas para lodo o servido ; 3 pretas com ha-
Mlidades, sendo -ma das quaps boa par o sorvigo
decampo: no pateo da matriz de S.-A:lonk>, so-
brado n. 4, se dir quem vende.
Vende-se um excellcnte terreno, com 60 pal- ? mos
f alinhamento do caes do llamos : he o primei- *;
i*> ro comprehendido nos logare* marcados pela +
* cmara municipal para o eslabelecimento de ?
J ferrarlas, caldeirarias, padarias fundigoes ^
#> etc. sil na ra da Praia-de-S.-Kila : faz-se &
^ negocio muito ventajoso : defronte da nbeira,
? casa n. 17. 4
# m
Na ra do Queimado vindo do llozario, segun-
da loja, n. 18, vendem-se chapos de sol, de sed,
para sonliora e meninas a 3.000 rs. ; lencos de
cambiaia de seda para grvalas, a 500 rs. ; ditos
prelus de seda, a 500 rs.; ditos de lila com franjas ,
para hombros de si nhora a 500 rs. ; lencos branco*
alierlos rm rola para inflo de senhora a 280 rs. ;
alpaca de linhn, a 100 rs. o covado; pcgtt ta cassa
lisa com 17 varas u 3,400 rs. ; suspensorios de se-
da, a 600 rs. o par ; cortes do casimira elstica a
ti,000 rs ; cobnitas ile chita para camas do vento,
a 1,800 rs. : cortes de casaa-cbita para vestidos, a
2,500 rs.; e oulras mullas fazendas por prego com-
modo.
--Vendcm-se, na ra da Cruz, n. 2l,pedrasdc ir ar-
mlo Iranrczas para mesas redondas e cotisolos.
CIIA'BRASILEIRO.
Vcnde-se.ou armazem de molhados atrs do
Corpo-Santo, 0. 66, o n:ais excedente cha produzi-
do emS.-Paulo, que tcm vindo a este mercado ,
por prego muito conimodo.
Agencia da fundieao
J.ow-Moor, ra da ScnzaHa-
nova, n. 42.
INesle eMnbclfciniento contina a ha-
ver um completo sortimento de moeniias
i- ni na. re ociulas, para engcnlio ; ma-
cliitias de vapor,e taclias de Ierro batido e
redo, de todos os lmannos, para dito.
Copos de jalea de en rmelo ,
a 400 rs.,
vendem-se noaimazeiD de motilados alias do Cor-
po-Ssnlo, n. G6 aonde lauhem ha superior marme-
lada em latas que se vendem por prego coinmodo.
Ao bar alo.
Vendcm-se pecas de zuarle de 18jardas, lendo
quasi urna vara de largura propno para loupa de
escravos a 3,500 rs. a peca e a 160 rs. o covado ;
picote azul, a 190 rs. a jarda e.n pegas de 31 jarda!,
e a 160 rs. o covado ; hamburgo bom do 60 varas,
i 260 rs. ; brim americano de bonitos padioes para
calcas a 200 rs. o covado e em pecas de 31 jardas ,
a 20rs. ; pegas de ganga amarilla, a 1,000 rs. ; sac-
eos para Garrobas de assucar, felnsdc boa estopa,
a 400 rs. cada um ; bonitos merinos de cores escu-
rase com duas laiguias pro; ros para vestidos de
montana a 9,000 rs o cevado; dito com um peque-
no toque de avaria a 500 rs o covado; casimira prv-
ta lina oplima pa/a caifas, a 1,i00 is. o cjiviio ;
pannos finos baratos ; sarja hespanttola^ a faiicczii ;
ciles de seda de cores claras e*suias do ultimo
goslo para vestidos : ludo fazejvfia nova e por barato
pieco: no novo armazenuiK fazendas, dellaymun-
do Cailos Leite, na '.\flfdo Queimado, n. 27.
EiQiVU-TRAPICflEf8K. 4-1,
eseploiio de Jiniiino
tf.F.da Kozi,
deposito da fabrica de Toi!o-os-Santos
na Baha,
Alli vende-se urgodo trancado daquclla fabrica,aos
pregos segundes : largo, a 320 rs. a vara; eslreito
menos una pollcgada, a 300 rs. ; nuis ordinario, a
papelados, muilo finos, de cores e pedroee agrada-
veis muitoTiMs ecom sete varas, a 2,500 rs.; ditos
de barras bordadas, braiicos.de corse de padrOes
novos ,a 3 500 rs.; lencos do cassa de corea para
grvala, a ,60 rs. cada um; I uvas de algrJdflo do
c-lres, lano para homem compara senhora, a 120
rs oprr corles deselim do cores pare col leles,
muito boa azenda a 3,000 rs.; cassa lisa lina a
400 e 500 rs. a vara ; dita mais ordinaria a 240 rs.;
panno de algodogrosso de cores escuras, propno
para escravos, por ser muilo forte o largo, a 160
rs. o covado ; lencos de cambraia piolados, borda-
dos com listras e guarnecidos de bicus ,. muito li-
nos e proprios para senhora, a 4C0 e.500 ra ; casimi-
ra de um so cor verde e azul-escura de as largu-
ras pinpria para calcas e palitos, a 1,600 rs. o cova-
Jo ; luslflo branco liso com alcochoado para colle-
tes, a.500 rs. o corte ; e outras multas fazendas que
estarflo patentes aos frrguezes. DSo-se amostras com
os competentes penhores.
prego cpmmodo e com promptidSo embaresm-se,
ou carrogam-eeem carros sem deapezas ao com-
prador.
<= Vcndepi-se Mitins itiglezes e camas
le ferro : na ra da$enzalla-nva, n. 4*.
Carnauba.
Vende-se, na rua da Cruz, n. 21, urna porgito de
cera de carnauba ,/de superior qualidade, e por io-
do O prego.
Vendem-se corles do calcas de casimira ,
a 4.000, 4,500, 6,000, 7,600 o 7,500 rs. : ha-
vendo grande sorfimenlo para os reguezes
esrolliereui: na.iua doQueimaco, loja do so-
nado amarrello n. 20.
fu do I.i VI a'1.ruin, n.
muito
bnalo
27018.
-- Vendcm-se dulas proprias para escravos por
terem algum nidio a 5, 6, 7, 8e 9 vintens o covado ;
litas linas hmras e muito bonitas, por mais prego :
na ra do Passeio, lojn n. 17.
No armazem de Francisco Das r'eirrira e i o de
Leopoldo Jos da Costa Ariiujo rende-seo mais su-
perior vinlio i!o Porto que tem viudo a rst merca-
do em barris de 4., 5.% 7. c 8.': os piclendentes
pdem sortir-sp,i oique poucas vezes c vem fuzenda
igual.
A 1,000 rs.
Vendem-se cortes de hiiin trancado tardo de pu-
ro linho, pelo din-inulo prego de mil rs. o corte;
ditos de roeia-easiniira a 2.240 rs.; e oulras inui-
las fazendas | or niodico prego na ra do Collcgio ,
n. 3, loja nova de Perrito & C.
--Vcudem se piesinios inglezes para fiambre;
latas com bolachiuhas de Lisboa ; ditas de ararula ;
dilesde mannelada de 1, 2 e 4 libras ; ditas de ssr-
diuhas ,-ditas di- lu-ivilbas; dilas de rhecolate de
. Lisboa ; frascos de conservas ; ditos d'agoa de flor
de laranja ; barris com azeitonas blancas de Klvas
garrafas com vii t.o moscatel de Setuhal e da Ma-
dura ; qu cijos de ptaio, fresenes : ludo novo e
chegado ltimamente de l.ishos : na ra da Cruz ,
no liecife, n. 4.
# Ioha de Flandres.
Vendem-se raizas com follia deKIandres: em
casa de J. J. Tasso Jnior : na ra do Amorim, n. 35.
Queijos de pialo,
da mais superior qualidade e muilos rcscies, vin-
rfos iillimamenle de Hollanda : no caes da Alfande-
ga, armazem de Antonio Annes
Chegucmao barato.antes que
se acabe.
Na hein conhe Ida loja n. 5 A, na ra do Crespo,
ai, pe do arco de S.-Anionio, vendein-se para Iiqui
dcto ha seguidles fazendas corles de cassa de (
6 varas e de cores fizas, a 1,800 e 2,000 rs.; ditoa eui-
Xa i liado Liviamenlo, n. 38. vende-se a
superior gomma de araruta, por prego mais
Jo que em outrm||iia!i|uer parte.
tai -i mil i de mandioca
do Itio-de-Janeiro superior, em barricas e saccas:
vende-se na roa Direila, II. 17, 0 na rua da Madre-de-
lleos n. 31, casa do Sr. Joaquim Flix da llosa.
Vendem-se cobertores de algodao
americano encorpados e grandes a duas
patacas, e pecas de brelanba de rollo, com
dez varas, a cinco patacas e neia : na rua
do Crespo, loja da esquina que volta para
al 'adela. a
<;iiardanapos de linho.
Vendem-se bous guardahapos de puro linho, gran-
des a 800 rs ; ditos ppquenos de novo gusto para
cli a 400 rs.; bonetes bordados para homem
2,400 rs. ; ptimos lengos de seda de cores, a 2,500
rs. ; ditos a 1,000 rs.; setim maco a 2,000 rs. ; di-
to melhor, "a 5,000 rs. o covado ; cassa transparente
para niosqueteiros c cortinados com lecido de fil,
a 2,000 rs. a pega ; alpaca de soda a 800 rs. ; pti-
mo velludo preto. a 4,000 rs. o covado ; e um com-
pleto sorliniciilo de fazendas finas e grossas : na rua
do Queimado II. 27, no novo urinazem de fazenda:
de Itaymundo Carlos l.eile.
Vendem-se coi les de.calgas de meia casimira e
3a a 2,000 rs. cada corte; liscados francezes a
200 rs. o covado ; chila frai.ci-za laiga a 280, 340 e
360 ra. o covado ; corles de cassa-chila, a 2.000 rs. ;
riacados largos para camisa, de muilo bonitos gus-
tos a 300 is o covado; e Otilias muiu* fazendas
baratas : na rua do Queimado, luja do sobrado an.a-
rello n 29.
= Yen.W-iii-se pecas de brelanba de rolo com 10 va-
, a i^W j ilas linas, a 1#700 ; pecat de madapolao
limpas cun 20 varas, a ItfOO ; lencoa lino de cambraia
cun bonitas palmas, a 4U(I rs. : na rua du Passeio, luja
u. 17.
Aos negoeia.tes.
Vendem-se machinas^para copiar cartas com to-
dos os scus pertenec ; bem como papel em resmas
livrosc tinta deescrever, pro.irio pura os nicsmos
e papel de borrar : ludo por prego cuinmodo: na
rua do Trapiche-Novo, n. 18, priineiro andar, e
criplorio de Eduardo II. Wyalt.
Lotera do Ri-de-Janeiro.
Aos 20:000,000 de res.
liilheles da decima lotera a beneficio do thcatro
4a cidade de Niciheroy cujas listas devem chegar
pelo primeiro vapor : vendem-se na rua da Cadea
do Becifo, loja n. 51.
Vendem se os verdadeiros charutos
de Ilavana, cliegados ullimamentc : na
rua da Cruz, I). 5i, casa de J. U. EUter.
Aos fumantes do b m gos^to.
No armazem de melliadns airas du Curpu-Santo, n.
06. ha tllrclivaineiile para vender ci(janilo bespa-
nliis c dilos de pallia de luilliu, o mais superiorea
que aqu lem vindo : assim cun superiores cliarulos a
Haba, de varias qualidades: ludo por prefo mais com-
mudu que em oulra qualquer parte.
Tarinlia de trigo S^SF
de supeiior qualidade e nove ; dita anicricana em
meias batucas; dita gallega, em lucias barricas ;
cal virgen) de Lisboa ; vinho do Porto em pipas e
barra de quaito oilavo superior o mais inferior;
fechaduras para 11 ra de arinazeui ; superior clia
liyMOn nacional de S.-Paulo ; farinha de mandioca ,
ei saccas, por prreo conm.odo : na la do Viga-
rio armazem ii- II, de Francisco Alvis da Cunta.
A 5 oo ris.
Vendcm-se superiores pentcs para marrafa, de tar-
taruga : na rua larga do ilozario, n. 24.
Freguczia.
" Vende-sc vinho da Figuoira de superior quali-
dVde a 180 a gairafa ,e a 1,300 rs. a caada : lio
da UM) do Temo venda II. 7.
Panno fino barato.
Vende-se panno lino de varias cOres e muito
superior, pelo bsalo prego de 4,000 rs. o co-
vado ; dito preto de lodas as qualidades, aos
pregos de 3,500 al 10.000 rs. o covado : na
rua do Queimado, loja do sobrado amarel-
lo, n.29.
. mmmmmmmmmmmam
Vende-se superior vinho da Madeira, em barris :
no caes da Alfandega .armazem do Uacelar.
Rap rolo francez.
Vende-seo superior rolSo francez : as lujas.dos
Srs CPtanoLuiz Ferreira no Aterro-da-Boa-Visia,
n. 4fi ; Mhomaz de Mallos Esli, na mesma rua, n.
4; Francisco Joaquim lluarte, na rua do (.anuga ;
Pinto b mflOJ, na rua da Cadeia do liecife, u. 19.
Cb barato.
Vende-se muilo bom cha, pelo prego de 500 rs. a
libra : na ruado Crespo, n 23.
Vende-se cal .virgem de Lisboa, de superior
qualidado, em barris de 4 arrobas, chegada ueste
mez pelo brigue Hnria-Jot : a tratar na rua do
llrura armazem do Antonio Augusto da Fouseca ,
nu na rua do Vigario, n. 19.
Aos 'JO.-OOOtfOOO rs.'
Vendem-se meios bilhetcs, qnartos,
oitavos e vigsimos da lotera concedida a
favor das obras do I dea tro do Rio de-Ja-
neiro : na piara da Independencia, loja
n 4*
--Vende-se um molocoto de 20 annos, com boa
figura : na rua Nova, n. 16.
Na travpssa do Carioca, armazem junio ao ta-
noeiro vendem-se boas saccas com farinha, a 4,200
rs. .arroz branco, verrtelhoe de casca, feijo mu-
lalinho, e abanos : ludo muito em conla.
Vcndem-so dou.s Iremos com seus competentes
consolos sendo de Jacaranda o pedra marmore, de
muito bonita elegancia por ser de muito apurado
gosto e miiitomodnrnos: vendem-SMor seu dono re-
lirar-se para Portugal: na la da C1''
n. 24, primeiro andar.
Para pagens.
Vendem-se chapeos envernizados bara pigens
na rua do Queimado, n. 10, loja de cirgkeiro.
Vende-se urna prcta crinla de ti aunos de
muilo bonita figura sem vicios nem aJblisques, que
cose o engomma bem : d-se a conlejnle! o motivo
por que se vende se dir ao compradorv no pateo do
Cumio, n. 18, segundo andar.
Vendcm-se machinas de faxercaf bules e cafe-
teiras de metal : na rua Nova, loja n. 16, de Jos
LuizPereia.
Clicfiiem ao barato.
[\artia do Crespo, loja ti. 14,
de Jos Francisco Das,
Jcia do Itecifr,
da primeira destilarlo : achara-se montados para
os Srs. que quizerem comprar poderem examinar e
vej trabslharse quizerem por prego com nodo : no
Aterro-da-Roa-Visla n. 17, fabrica de licores de
Frederico Chaves.
Corram as pechincha, riois
he para liquidacao.
Na U.ja n. 5 A, na rua do Crespo, ao p do arco do
S.-Antonio, vendem-se, porse querer liquidarqaln -
to antes alm de um soi tmenlo de pannos muito
finse de todas as cores, ate 4,400 ra. o coaado
as seguintes fazendas que por seu diminuto preoe
em poucos dias se acabarlo, como ji tea aconteci-
do com militas nutras que neete
teem annunciado : lenQosdeseda preta para)
ta, a 640 rs-, inteiros ; ditos para milo, de-eflr
boa seda a 1,380 rs. ; chales de casimira ,
nos proprios para meninas, a 640 rsVrrit
francezes, a 1W rs. o covado; corlesjjj
brim trancado pardo de puro linho, ei
diabo a 1,000 ra.'; chales de seda com neos1
e de excellente qualidade, a 10 e 19,000 rs.;
tas de seda para senhora a 8,000 ra.; superior ae-
iiin nii.cn para coleles a 3,000 rs. ; chapeo* de
crep para senhora do ultimo goalo e de divers
cores, a ,000 rs. ; pecas de madapolo enfestado,
muilo fino a 5,500 ; ditas de cassa para baados,
com 10 varas, a 2,560 rs ; merino, a 2,500 re
tras nr.iiias fazendas que fazem murta cohtaiwfre-
guezes e que por um pequeo espado de anouncio
dcixam de ser anininciadaa.
Fio para sieeos
Ven le-se superior fio proprio para coser taceos da
assucar, por preco mais barato do que em eulra
qualquer parle : na rua do I rapicho-.Novo, u. ih,
primeiro andar.
Vendem-se 3 estolas com pouco uso propriai
liara prgador, ou vigario: na rua da Cadeia-Velha,
n. 5.
Vende-se um preto de 22 annos, de naco, de
boa figura que he tanoeiro, coziuba o diario de
urna casa e refina assucar ; na rua do CoUagio, o. 5.
Vendem-se 8 lindos molequee de 19a 20annos
4 prelosdo25a 30 anuos ; uro pardo de 17 annos;
2 iicgrinlias de 10 a 12 anuos; urna preta da ISan-
uos: na rua do Collegio, n. 3, se dir quem vende.
Fura quem liver bom gusto.
Superiores charutos queno denarSe agra-
dar aos fumantes, visto existir um son imam; bom
vinho do Porto engarrafado; boa genebra^ querjes
llainciigos ; bulacliinha ingleza ; superioVmanteg.i;
arroz pilado, a 480 e 240 rs. o quarlu/Vao ; yela de
cspermacelee carnauba ; ditas do bo inglez, das
quaes s chegaram 4caixas ; pJuwplroros ; fogo da
China ; varios gneros : ludo do lata qualidade, a
por preQo coinmodo : na la do Padrv-Florianne,
'venda n 8.
Vendem-se bogias de cera, de 6 em libra, pelo
diminuto preco de 1,000 rs. a libra : na rua da Ca-
deia do liecife loja do ferragens du Joilo Jos de
Carvalho M raes.
Vende-se una taberna bem afreguezada, com
poucos lundos.e por isso pinina para um principian-
te dandu-se desobriga : a tratar na rua do Itangel,
n. 54.
Paii Vcliar lonas.
Vende-se, muilo em cunta urna pequea norrio
de caivetes para peunas, do diflerentes qualidades,
lauto em cartas como em pap^.i de urna e duas du-
zias: na rua do Trapiche-Novo, n. 18, primeiro an-
dar, eacriptorio de Eduardo H Wyatl.
Dcflosil da fabrica de Todos-
os-Sniti s na Itahia.
Vende-se em casa de N. O. Ilieber & C, na rua
da Cruz, n. 4, algodflo trancado, daquella fabrica ,
muilo pioprio para saceos de assucar e para roupa
de escrayos aos pregos de 270, 300 e 320 rs. a va-
ra conforme as qualidades.
Taixas para eligen lio.
Na Tundizno de Trro da tua do Brum, acaba-se de
receber um cohiplelo sortimento do taixas. de *%a 8
palmos de bocea, as quaes acham-se a venda por
vendem-se chitas escuras c liscadinhos muidos
muilo finos, pelo barato prego de 180 rs. o covado
e a 6,400 rs. ; riscadinhos pretos e chitas escuras e de
outras citres de superior qualidade e de cures mui-
lo lixas pelo barato prego de 200 rs. o covado, e a
pega a 7,000 e 7,600 rs. ; algodiio escuro muito en-
corpado a 200rs.; dito azul muilo largo, a 200 rs. ;
cortes de brim trangado branco, muito encorpado ,
a 1,000 rs ; dito cor de ganga de puro linho, a 1,500
rs I; e outas multas fazen las por barato prego.
Gi lid le ros.
Vendem-se 4 ricos candieiros para sala, com seus
competentes vidrose torcidas por prego mais bara-
to do que em outra qualquer parte : adverle-se que
sflo do fcitio o mais moderno e servem para qual-
quer qualidade de azeile e porlanto os mais eco-
lomicosque se p lem usar: na rua do Trapiche-
Novo,^ 18, primeiro an Jar.
o Altiie-da-Boa-Vista de
fronte (la noneca,
lia chegado um novo e completo sortimento de cal-
gado francez de lodas as qualidades lano para ho-
mem como para senhora o meninas ; bem como os
'iem conhecidos sapatos do Aracaly, para homem :
ludo por prego rummodo.
Vendem-se 4 casaes de pombos muito bons ba-
tedores : na rua da Sen/alia- Vellia n 70.
Vende-se um moleque de 13 a 14 annos pouco
mais ou menos : na rua de S.-Rita, ti. 81.
Vende-se um preto, proprio para o servigo de
engenho, por tur prali^a do servigo de campo: ua
rua du Queimado, n. 9, primeiro andar.
Vendem-se, a diulieiro, barricas de superior fa-
rinha de mandioca cliegadas ltimamente do Hio-
ile-laneiio : ira rua de Apollo, armazem de assucar,
n. 4.
Vende-se um lindo nvulalinhode 17 anuos, com
principios de carpina ; um parda de 28 anuos, boa
engnmmadeira e cozinlieira e que lava de varrella e
sabb, cose cb.lo, esl parida de 2 inezes, com mui-
to bull leite para criar qualquer manga nao lem
vicios nem achaques e tem milito bom genio : no
Alerro-da-lloa-Vila, n. 17, fabrica do licores de
Fredeiico Chaves.
Trinques pata portas
Venderte urna pequea poigilo de trinques do (ci-
lio mais moderno que ha na Europa : na rua do Tra-
piche-Novo, n. 18, primeiro andar, escritorio de
Eduaidii II. Wyalt, aonde existe um completo sorti-
mento de ferragens c entilaras linas, que se vendem
por todo pirgo para fechar conlas.
Vendem-se dous alambiques de cobre, um gran-
de com muito boa serpentina Ue estanto o oaldeira ,
que leva de liquido45 caadas, cum 8 retilicadores,
o que faz quen espirito saia muilo mellior em cliei-
roe em qualidade; o nutro inglez, de muito boa
conslrucgflo, que leva 28 caadas na caldeira :
qualquer dos dous eleva m o espirito a 38 e 40 graos
Escravos Fgidos
Jacintho, preto, crioulo. de altura regular, chelo
dororpo, com marcas de bexigas modernas; lem
pouca barba ; levou chapeo de teda caigas de ris-
cado com assenlo branco, e Varias pecas mais da
roupa de differenles cores; reprsenla ler vinlo e
tantos anuos; foi escravono Crato, doCeev d* Bi-
Ihar & Irmios ; veio remellado para eata cidade a
Jo.lo Jos do Carvalho Moraes: JoHo, crioulo, alto, de
cor fula; lie um tanto barrigudo e descansado no
Midarjnflo tem barba.de vinlo e tanto annos;
levou a mesma roupa cmo o outro cima ; foi com-
prado em l'edras-de-Fogo a Antonia Denlas do Re-
g Noronha : boje pertencem todos dous a Do-
mingos Francisco da Cruz queoscompiou ao 8r.
Antonio tticardo do Reg : rstes escravos fugiram
no dia 27 de maiodo corrente auno : quem os pe-
gar leve-osa rua larga do Uozario, n. 21, qua seii
recompensado.
-- Fugio. na noile de 18 de maio, de bordo do bri-
gue b'elii-llnido, oesrravo marinheiro, de noine Jo-
s de nagflo Nag de vinte e tantis innos ,
bonita figura corpo regular ; levou caigas de bae-
tlo preto camisa de chita de cor. Ilecommendi-
sea todas as autoridades policiaca e capules de
campo a sua captura pois quem o levar a bordo do
dito brigue, fundeado defionle do Passeio-Publieo,,
ou a rua da Cadeia n. 39, ero casa de Amorta /r-|
mflos, ser recompensado.
Fugio, no dia 1* dopassado ,o preto Antonio,
crioulo, bem retinto, de bonita figuia, semblante
alegre,.falla desembarazada ; lem Urna pequea
cicatriz sobre o peito esquerdo, cheio do corpo es-
tatura atfular ; representa ter22 a 23 aunos; levou
calgYe camisa de riscado azul. Itoga-Se as autori-
Jades puliciaes c capilacs de campo, que 0 apielien
dam eU-vem-noa rua do Vigario, tu II leiceirO
andar.
Fugiram, no dia 28 de Janeiro do correnta aa-
no da povoarfio do S.-Jo-da-Cora-Grande, fra-
guezia de l'na os tscravos seguiutes : Jolo, crioulo,
do 23 annos, cOr fula, do estatura regular, nariz chi-
to rosto cheio de espinhas parece, sor d Ango-
la, porserloleiro: Vicente, crioulo, de 86 anuos, cor
bem preta, de estatura regular, secco do corpa ,
rosto comprido, denles limados, bastante ladino, e
inlitula-se forro : Hoza, crioula, de 21 aunos, <*'
lura mais que ordinaria chcia do corpo cor ful,
rosto largo, denles limad*, fis grandes. Ituga-se
a lodas as autoridades policiaca e capiles de cam-
po, que os a|.|.ii tii ndam elevom-os ao dito lugar
seu seulior, Jos llulino l.cilo Figueira ou ueil'
praga a I.ourougu LuijMaa Neves, na rua da Cruz>
n. i4, que serfiu geiieroHrmeule recompeasados.
-- Fugio, de bordo do brigue Aryot no da 7 f*
oulubro do anuo pastado, o escr.vu marinheiro, de
iiome Jos de nagflo Cabinda, altura regular, cheio
do corpo ; represruta tur vinto e lanos aunos 'tas
o rostu icduudo, sein barba olitos giaudes; ji
perieuceule ao lllm. Si. couimendador Joo Haphs-
la da Silva Pereira de Porto Alegre. 'Recouimend'-
se a sua apprcheuso e quem o descubrir, ou levar
a rua da Cadeia, n. 3 em casa de AmojK Irmaus,
recebar cem mil rs. de gratillcaglo, q^Kalguui
cousa cojiforme a distancia, ou. as dtpe'zas que so
possam fazw uiua v*z que S conf^a ser
propno.
Fibn. : ha ttp, tx m. r. i- fA**:149
MUTILADO
i


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