Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06587


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Full Text
\
ANNO XXXIV R. 234.
Por o raezei adiantados 4-$000.
Por 3 mezei vencidoi 5*j000.
TERCA FEIRA 12 DE OITIBRO DE 1858.
Por anno adiantado 15$000.
Porte ranco para o subscriptor.
ENCARKKADOS DA SL'BSCKIPgA'O DO NORTE.
Psiihibe, 8t. Jm Bodolpli Qom.i; Nital, Stnhor An-
iinio Marquii di Silva : Aracalv, i. A, d. L.mm tirana ,'
Caara, Sr. J. Joai di Olivtira ; Nannbao, or. Joi Taiaira
4a Malla ; Piauht, Ir. Jini Joaquiro Avellino ; Par*. Si.
Juina I. Samoa ; Amiionii, Ir. Jtreajroi da Coila.
PA RTI DA DOS COR REOS.
Otind. todo, pa .los,aa aata har do oi.
Ignaraasu', (imanni p l'araliiha ni. sc-unUa. e seitaa-rcirai.
S. AatlOi Batan ,-. i: taita, Cariara', Aiiiniiu o (iarjnhun.: na ier.-feir..
s. Loaraaeo, Pao d'Alho, aiareth, Liatoair., lirejo, Peseiniri, li|rat-
ra. Florea, Villa-Baila, Moa-Vi.ia, Oaricarj o E, nal quaria.-rriraa.
tal)... I|..juca. SeriaMa, Itm Kormo.u, Una, rlarrriroa, Af,u.-i-rei,
r-im-'nl.ora. e .sata/: 9uinl.a-f.1ra..
[Todo. o. correo. p.rl.rn .. 1(1 ooraa d. a.abAa.
AUDIENCIAS DOS TRIBONAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommireie : ieunda a quintil.
Sel.icao ierc.fi fairai aabbadoa.
Fainada : quariai a labbadoi ai 10 borai.
Juira do eommarcio : aaguodaa ai 10 borta a quietas a* da,
Dilo da orphioi: aaguodaa a quima, n 10 aorta.
Pruneira vara do eivai ; i.aunda a mu a* maio dil.
| Ss-fundi fara di civil : quimil llbbadoi aa mijo dii.
EXTERIOR.
EI'HEMERIDES DO ME/. DE 01 Tl.IiKO.
6 Lu nov ai 11 horai a 47 miniuoi da larde.
H (uario creaceott ai 8 borai 23 miouioada Urde.
II La cbala aoi 35 minutos da larde.
39 (uario mingumti i 6 horas a 14 minuloa da manha.
pbeamak de hoje.
Primaira ai 9 boraa a 18 mioutoi da manhaa,
Saguuda ai 9 horai a 42 minuloa da lifdt.
DAS DA SEMANA.
11 Segunda. S. Nieacio b. m. : S. Sumatra m. ; S. Canico ab.
12 Terca. Ss. Prua-ilisno e Domina irirn. : S. Seraphiru f.
l.'l Quarta. Si. Hauel c Hugolino f. inm. ; S. Chilidunia v.
14 Quinta. S. Calisiu p. rn. ; S. Furlun.la v. ; S. ti,,, i mo b.
15 Sena. S. Tatema de Jess v. e. ; Ss. Anthioco e Severo b.
lli Sabbado. Ss. Marliniano e Saturiann ira. mu.; S. Lito b.
17 Domingo. S. Bdwiges duque/a ; S. M.riaoo o.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCA'O u SUL.
Aligoai, o Si. Claudino raiceo Diai; Babia, Ir. D. Dupnd
Rio di Janaira, o St. Joo Ptriiti Martina.
EM PERNAMBUCO.
U Propnnario di DIARIO MiooI Figualroa di arla, na mi
lirraria, praea da ladapendiocia na. a 8.
Acerca da eieravalura poblicou, lia pouco, a .Pa-
trien o seguale notavel artigo :
Aeooieslac,ao. qa h, pc,uco ie lavantoo entra a
Inglaterra e a Uiulo-Aaiiric da nula, acha-se completamenle apaaiguada. Os
don goveruis deram-se mutuamente ai maii ami-.
gavia explicarle!, a o subsecretario de Miada nal
repartirlo do. negocioi eslrangiiroi leu cmara do. ''
cominuai alguns .xlracl s d. despachos dipl tanti-
co., em que lord Napias, ministro 0 hinglou, da c ma dis su -s -onversacei com o gai-
ra Can, ministro americano.
O govern.i inglez declacuu, q ie Zr vi.itar pelos sus cruza I mi os navios com b-in- !
deira da Unin-Americana ; o gaveras americano
clarea qoe eslava proropto a tomar pla ioa parle i
m seria Consideradlo qualquer proposito, que llie
aeja aprsenla la pela Inglaterra para auxiliar a res- ,
preuo do trafico, e a innsr a' asquadra americana
as aguas de Cubi as idmui instruccSes dadas aus
cruza torea na cosa d'AInca.
O giiverini ing'ez lli'mou por .zes no par imn- i
lo,que o trauco ja ie nao razia senfto eom c.imi-
>ancia do commercio americano, e sob a ban Jaira
do Eslaioi-Unidos.
Os cinta lores ioglezes Dio taam o direilo de apre-
tar um navio americano, mismo no eaio de levar
negros a bordo ; e laven io -biter-se de delar e d
vitular qualqar navioqui arvorar a liandeira dos ta-
lidos-llindos, segue-se qoe de ora em dianle para
nada iervem os erozeiros de Cuba, e la cosa d'Afri-
ca, a qoe a Ingiat.rr. lev.ri. reiioaeiar inmediata-
mente a umi vigilaaela in-iul, que llie cusa an-
naalmenle um millia.i de libras .lerluni. a'em da
delerioracao que aolTrem os navios ampregaloi na
servico penoso do cruzeiro e da perda >e Marinhei-
roi, qui succuiubem a' iulluancia de climas morti-
ferov.
A mojo qu. Mr. Uutt apresanlou ni cmara em
jultio plisado, pa lu lo a supurassio do cruzeiro de
Alnas, era a eonsequenci.i logicj da onae".1o feila
palo govirno lagle a's raclsmactlss dos Estados-
Unid i Mr. Hatt demonsirou qu'esse erai.iroei-
libelecido com 1.11 pbiiantropicj intuito c inlr.inavs
inteiramenle o peinamanlo de seus promit iroi, por-
que nanea impedir o abistecunsiito dos mircados
de escravos, mas conslrangia os n.creiros a precau-
rftes a esfor(os, qaa s eiam poisiveia nifligni 1,1 a's
aas victimas um cumulo i aonTrimanlos.
Actualro-ute he Cuba o nico mertado de escra-
vos : 15,000 negros sa"n animalmente desembarcad >a
netsi ilha, e nao se dastmbarcam mais porqoe <>s
planta lores bespsnlioes mi pod-m comprar man.
Os negrsiros r,l uiim qus perd.in um le 11 dos n-
gros, pjr eff.ito d is privajei da Iraveisia, qu- oo-
Iro lerjo he luna lo pilos cruz.d .res ; e ein.-ginn-
lemmle eomp ,i a aanaaliaanla na frica 5il,O0J ne-
gros psrs imp irl ir 1", (IX) em Cuba.
Supp.mio pois. qua a retrala do cruzeiro inglez
Ihe. deussse latan-a liherdsd. para la opera96e d.>
tranco, os oogreiros nao ss eeriam lir .-a i i a com
prar t.'io giaude iiiimir. de aegres, n.rn a faie-los
aolTrer tanto, e o resultado lina I sena emprn o uies-
mo qua he hoje.
O* philanlropos da cmara d s c immana nlto pnu-
param dealainare. contra a propnaijio da d.spretar
definitivamente a Dolitica dos uliimo- viole e eloao
anuos, e da iupprimir o cruzeiro que foraeee a' xAn-
ti-SI'Vd Trad--Sicialy, o Inania obrigaln I. iel .-
torios quasi quoli.Manos, e o preleilo de missSs Ir-
queules, e da eollactas eaallnaas. II i uim dazia ip
homens mono r.speitsvris, muilo laridoios, moit..
loquenles, qu fnariam I talm'n e priva loid.. ob-
jeelo dos seos di- runos d i emprego do seo lemp ,
ae o cruzeiro d. frica -e eiliaguusa, e que paran-
la flearam des.ap-ralo. com a MotjBo de Mr. lluti.
Felizin.ul. o goveruo enrreu em s.u autillo, (ez
rei'ilar a ronlr ranle Macla.
Mr. Filzgerall espoz .. cmara, que o:n c unmer-
eio regular e lucrativo, vanla|o menle para os Inglezes, fui creado se de*envolve ca-
da ve/, in iis ao longo da costa d'Africa, e que .a a
esqaadra io.l.xa dahi fosse 'elira la. renovar se- os horrores do Irafico e annquilar-se-liia o eom-
marcio regular, qua (icaria sein a p:o saria.
Mr. Filzgerald liiongeou especialmcnle a cmara
coma esp.raiic.a da tirar para o fuloro da Afca
occidental,ama parle do algodflo, de que preci-
san, aa f-bncas inglesas, a de 'libertar aisim da
depen leticia iin que st acham dus li.|,il,.-|
nidos.
A cidide de Abbokula por si ni, disse Mr. Filz-
gerald, eiperlno o auno passado 20 fard m de i.lg .-
dio, isla he, urna qja-mli la la viata veres miinr do
qoe a p'olueclodoa Eslados-IJuidos .ie.de llti a
1791. lii vird-da que no m--.ni dia em que Mr.
Pzc-ersid encareca lanto a ezoorlacl> algodaaira
di Abbokuta, recebia se em Inglaterra un i caria
do ennsul inglez mquilli n.ls la, mr. Csmpbeil,
rafennlo as amargai qunias dna aeus babilaata<
contra os inglezes, a qoem accu'avam engaado no prejo dos alg.id.s, e as pr0me maes que le vira abrigado a fazer-lhes para os de-
terminar a novas eiportarftes.
Todava o pensainenlo de estreir n> fot oro da
costa d'Afnca o algoda. foi por i i bustaute p-ra
nthusiasmar a cmara do* rninmons, para d ir
M adversarios da niji.-o de M:. Uull urna espa n-
loia maioria.
O argumento de Mr. FilzgeraM, em relac.10 an
Irafi :o, foram .vident-menle especias.1, H apenas I
sariam piautiveis 110 lempo em que o Brasil se pro- i
vid de escravos da Mala d'Afrc. Com elfita o
Brasil compr.va aniiualmenle ce ca da 8J Oil;) -s-
cravns, e piteria a uda ao nprar Dais para um ter-
ritorio qua-r sem limites, q ie ala l carena de inais
|>ra;os para a cultura ; po I a entAo diz-r-se que .
o trafico fossa dcsaaiomlra lo de ob>laealva, basiana
o Brasil para Ihe dar impulso ; mas li .je he (ora da
duvi la que o Brasil na importa um -o iierava, e
palo contrario faz esecutar com todo o rigor aa le.
coulM o trafico ; a os neg ir.u laeni apea s o mar-
cado de Cuba, cajas necessida les .ao limtalas, fa-
cis de calcular, e amplamente lalisfallas npezar doi
cruzeiros ingl.zes.
A suppres.au dos cruzeiros nao .lar a aosplmla-
dores hispauhoes. nm a poMIbli a le. nem o do-
sajo de comprar mais aicravos .lo que o necessarios,
os negreims nunca imporlam na illia seuao escla-
vos anticipadamente comprados.
N I > la a portauto fuudainanlo para receiar, qoe as
costas d'A'-i=a recaiam na inarehia, qu- amiga-
in-nte as all gia, nem que os cliale afneanus pro-
r ir-ir, fszer prisioneiros, que nao polenini van ler.
lis triste diz.-lo, mas he cario que as leis economi
cas que regniaot a rela;ao eulre o consumo MI-
hasleeimetito, entre a procara e a off-rla, ae app 1-
CJin aos escravos com aqn.quer m-rc, doria".
Ha pava ladlispenaavet .f.siar ua diaeusao, como
sem iiesitajao o fizeram Mis. Ilatl, Mitnergibs m e
Koeburk, os argumentos de li.uiaiii lade e de inte-
resa* pala regenerac-lo da frica.
(jal he pan a verda leira razio, que deiarmina o
g 1 ve li" inglez a continuar os Morifi ios que Ihe ru I-
la o cruzeiro da frica.' lie umi razilu pol-
tica.
O commercio nasreole d'Afrina desenvolve-a s di
a vigilancia filosa da mariuhi laglaxa, e ein proveilo
dos Inglezes. A 5. dos negreiros he um pr.ietlo
atcellaiile para espmnir, e em casa de necean la 1-
para embarac-r as opara^.-s comm-r-iae- da man-
nha das nutras aetsjle*, pua Mea csr no o-pinlo dos
cliefes indgenas a 1 lea da sapremacia da Inglaterra
sobre es ouiros povns da Europa, e para persoalir
aos africanos d* qua nao li. prudente commerciar
i'ii'n oin 01 Inglezes.
tas ijiin 11 casi 1 u'frica n.u s.ir^e navio al-
ies m- aante, | le n| 1 aai 1 le d 1 pe a cruz* lo-
res i iglaaea, ..lingato a dizer .tul- ve.n, e pa a
onda vai, munas v.zes a mostrar os I vroi a pipis
de borlo, onde s. acham ev">staaciro indvidua';lo
as emoreza., 011 eapeealaCOei a que se le>liuam E
inins estes atelareeimeale* sao cai.Isdoaaineate col-
ligidos e a..r.>vilid is. So.apri sido o crut-iro. ds-
apparaeena es laclaraeiMenlos : loda< as nae/iaa po-
derle ler mm aiUeela, relaeSea d rctss com a<
popill .c.ias africanas e o m 1.1 opoli.. deque gota
O eommarcio ingl-z. fiesrn de'lru di. Til ha o ver.
dadeiro nteres-;, qu. obmia a Inglilerra a c.n'i-
nusr o cruzeiro a despea aiiuu il dt onza milhoes
di cruzados.
(Jornal iln rmnmerrio Ae Liib'S.)
AS IRMAAS DE CAtUDADB EM
POBTOGaL.
Aiiirreeilu da ver os jornaes cliei ;s de artigo.
(mmlo comprido', mas fallo- ds logi-a e de raza .
aaolra bmm evailaraa humildes, tnnoceines e l-ln-
riosaa, contra as ivmIm de earida1at pe^o deeoca
para ilzer algumai p -lavras sobre osla as Nao sou ollr-moiiiaiio, mu snu cailmlico, sju pra-
leslanlr. Por taulu sua imparciai no quo respeila
religiao.
,\.l > qu pormgoez n.m franeez, eslou por isso li-
re de lo-ta a su.c.plibilidade nacional.
Com ludo, se los-, pertoguez, e um eseriplor de
talento iaual ios aolores deise volrnosos arligos.que
me (j/.an desesperar todas as mullaos, quindo leu
os joriiaes, parere-me que havia da dirigir a mi..... Ierra, como na schismilica Kussia, e mesmo oa in-
criwadi-le nacioiialida.le, nao contra o-ir.nii.de fiel T'urquia.
cndale, mas contra oulr-s cou.as... Ayezar de ser astrangeiro, amo e reipeilo Porta-
Masnao sen lo nem ullrainoula..... nem p rlnguez, gal e os portoguezes lema.ia menle para rtceai
n.m bom eseriplor. mas simplesment um .slrangei- chegar nunca a ver esie vergonhoio dia.
ro ne-te paiz. .leiejaria saber qial o motivo da toda
esta bulla. Nao direi qu. he o qu se chama m in- I
gliz, a temoist in a Ira-pul urna lampean le ,
n'urn bule, [alo pode-se dizar que lie um fur.cao!
no l.go do Pasieio.
Em lodos os oulros paizes aonde lenha estado, ou
de que tenho envida fallar, as irrnlaa de can la '. ,
li 1 o ohj-cto do amor e venirac,o univarsal. Quando
le ve passar pela roa aquella bem Condecida tonca
Per.grinus.
( Do Jornal Mercantil. )
cdlliolicns de unir-m-se por esla vineolo sacrilego 1 cominunliao, desp.d,icm o corpo do mesmo C'irislo'! lamente nnsaria propnr ssm-lhante le as a.iem-
eom liereaes ale. a Dolen* in priir.is quam mili -1 yuem u... dir qu palma le ha de preparar u Se- Ideas subalpinas. Porlanlo, mal abusivameute in-
, me Sanclitas iua, eos e^se nter c.lliulicoi, qu msa- i niior, se eona.gunes afaslar de.las r.gioes ia 1 gruid, vacara M os laclares da le pi>ra a' cohonestar, a li-
1 110 amora inrpiter demenlali, ab hisc. deteslabilibua | ataandlla, lio grande Inuuiplio do demonio e dam- beroade de cunscieiicia sem Ihe reconhac.rem o leu-
Iconnubitsqua S. Moler Ercle-ia p.rpeloo ilamna- no da. alma>:'o Nonoe ingamnaimu quo I viral lili. lailur perperam lana cun ronteulione a 1-
I vil, alque intardisii es animo non abhorrenl, el pr..r-| uzor, ut li lelii.r c ii.jiigaul corpora su< ; |arint .ibi duela esla legis fauloribos libertas conscieiilice al
n dufiint, taud.naque ma-1 iiier.mque per Clin-luin, el ipsins Corpus Chriati eam eohvneataodun, cojus germauum ssn.uui De
ITEMIOR.
CASAMENTO CIVIL.
(Conelosio.)
o Quantn ao qu* s alijeclo ein quarlo lugar, con-
Dranca. ulie-se qua a anglica crealura que a lem veuhu ein qua alguns textos citados do direito divino
vai ,. alguma missao de eari-tala, a tolos 01 cora- ,i fallem esnres-amente da mainmnnios entre
toes se coinmav.in. sa enternecen) i vi.ta dalla, e ... ehristlos de dill-renles cnmrnunli-s mas t^e> mes-
guem as suas humilles pisadas, abencoando-a sileii-l mus testos, p.la ideimdale dos molivos tanto repro-
cosaiiiente. | ,am M c.,,amentos felos com iufieis como com he-
(I meu piiz he prota.tanle, mas se algum bruto | reges a acalliolicos. As palavras qu< cilunos do apos.
di fo-rna humana se alravesse alguma vez a insultar tolo direclaroenl. se .ef.rem ao. bereges. como ha
orna d.stas Irmlai d 1 caridad, nte lena lempo .le v.sivel ; e se as que tiramos do vellm testamento na
ciiegar a esquina da ra, sem ha.er lecebidu a re- fazein minsilo Mulo -loa infiel!, com ludo cuino as-
compaina que este insulto merec 1. signam por mdivo desla le o perigo de per.ersSo.
A111 em Lisboa, tenho vial. papis pregados na. e .sla igaalmanle imita contra as nupcias de calho-
squinas, convi lando e escilaudo a laialloa popula- Heos com acatholicu.. dellas lesilimaineiite Inferimos
res contra ellas Convi laii-lo, mas son.id,n lo em | que semelhanles nupcias s.i lambem prohibidas por
Via, porque q-im quer que lenha sido o auior de ; le divina.
una tal abominasao -os olhus da Dos do. homila,! Ago.a acre.cenlanins ainda qoe aquella motivo he
como lie o innaneio de q.ie acabo de fallar, nao tanto mais poderoso para desviar o calholico de con-
creio qua baja um segundo portuguez em Luooa, ca- trahir nupcias c m acaiholiro, do que de conlrehir o
paz de responder a e-le inlama convite. : cIimsIIo com o infiel : I.-, porque o p.rigo de per-
A rataop.rqoe as irma.s da i-andade slo geral-i versAo he lano mais gr.iv., quauto mais oeculto o
mente respailadas e amadas, mesmo em paiz-s pro- veneno do s-his a ou
t-sl.inl.s, li. i-urqua se -abo que a aua vida he urna
vida de abnegarlo e p-uosa delicada 1 as obras da
cndale (.ase re-I e praiic- benfi-io feilo i humi-
ni,lade, que excede muno o de um senilmente da d,
->ii in.nnin de urna simples e que as obngue a esla vida, ssiulo a voluntaria vuca-
"a.i ios leus bous, e delicados c-iracojes.
O seu vol .6 as liga p rr um anuo, e no fim desle
lempo eslo livrea, e p i.l-m tornar a ulrar uo mun-
do e a gozar dos siu prazeres.
A pur.zs vardadeira da 111 devoso a da sua ca-
nopi're zeluin illnrum .niti-til um qui sevennri u- ipi
rilulllba poenls, catholiees coe-cere sludaut, ne n-
cril.g-i iioc vinculo le se haveiieii eonjnngaul.i Em
seo bullano lomo i. pag, ss.
Oalre papa, eujai paiavraa lm sida igoalmanle
j mullo mal lulerprejtidas, he Po VIII, o qu -I, 111 por
qu tiileruii alguns casameiilos miztoi celrlira los nal
ridade est p ir tanto sempr. snparlor a leda e qual
quir suspeila ou Invita. Vi-s sempre mus irmil.
ia cndale alegre e tranquilla 110 es.rcicio da sua
divina e loe vocacilo de ben-fic.ncia.
I'nl-ra' ler .onleei-lo, mas nunca ouvi fallar
numi mua a Raridad lar abandonado a ana mil-
do de abnegarlo, nem de parecer triste uo ejercicio
das obras de earidade.
O ionio a' recente intrndac(io d'algnmn irmii is da
cmia le franeeiaa naste pala, leuho-me inlaraa-
sad.i demasid lmanle insto, para ler -i liada da me
quarer por , e li- o e;uiule :
Podee dizer que a Instiloieflo -las irinaas Ja ca-
ri lade em Portugal eslava qua-i alabada.
liuiia poico a pooeo decalti 11, de tai sorle que se
acliava radazida i' nulli lade.
Para lodo 0 nrvleo dea pobrai dos doaoUi ero I galoi por
L'sb -a, li averia apenes s.te -nulas eapalai de pole-
ra-n co-n e.ie trabatho ; as eatraa eiam vilhai e do-
enlaa que u.lo podiam sabir -10 >eu hospicio.
Para provecer a' ua ub-i-leuc ,1, as amigas ir-
Mlll di can lade e am ubrigaas a mendigar de por-
ta em p u u.
Ai fih.is b. Vicente de Paulo naalapatzli-
nh im-se pus alTaslad 1 material.nenie das rearas do
seu fundador, e ja' na emprrgavamo seu lempo, es-
cluovameiile aos rvice d is pobriaa
N'uioa palavra, para tolos o> fin praticos, e para
todas as neeeif dadeide nma aapilal a de um pan
conin este iao cheio de pobreza e le miseria, mas to
la hereiia, o propinado aos
incauto! niai* suave e insansivelmenle ; 2. porque
aquill-i que o infiel nao pod estorqor a farrea, o
cousegu. mullas vezi-s o herege com dissimulatao e
a.lucia ; 3.*, porque o infiel mo>tra-se descebarlo
como saisviiite d. sutanaz, em quauto qu o here-
ge seduz como an| 1 de luz ; 4.\ porque o perifo de
perversao he tanto inaior, quauto mais livreineuti
alc,a o eolio a here-in, favor.ci-la pelo podir civil ;
>'., porque o eluista icoucebe inai -r horror contri a
infidelidad ahioluls do qua contra a parcial, am
cu|o caso e-l.i a h.rrsia
Nd 5." parle d objecc.lo observamos, qus ora a
moa Igreja c.n le.nn 1 siiia>nle em saus caones o casa-
hversa eommomone dilaimnl 1 Buc tanlum icin- co-noverunt quidem.
d.luiu, lautdi di.boli IriumphUi, tanta pernicies a Do qus piop izeinus, resta 16 tralsr-si; suppos-
niaaram, ai ablala de m.dlo tu bu regienlbm fea- to a fals e errnea *iguif:.c.ao que do os nosso>
ni, qun eiplicel verbu quina tib palmam piaerare! idviriarioi 'l>berdadi da cunscieucia, po tere-
Dominus"! e ha .lia conciliar com a le) qu. ohnea a guardar o
Ames I. Sai.l Agottinho j Tertuliano havia tra- rito religioso as nupcias '.' K-spuo leremoa que na-
,. .{do nm quiltro magnifico du ventorai qui reiul- -la mu-f.cil .0 qu esta couciliacole. Se trala-ie
dicesis de t.ol un, de Tiveres e mais duas, cuj-is 1 taro aui esposi! da ilenlidade d eeiiliuienl.i.s em dos c.ilholic-s, bast-ra' decretar que .lies goard.m o
iioinesnnsn.il orcorrem, asieul.iram os fautores da I materia da leligiao. Es-a eloquenle pMMgem ha o j len rilo em pr.senfa de seas miuislros, como sem-
raes inalriinunios que i palavras lo pnnlifie deviao I que ha de indis bello, taulu Di MHUcla como na 1 pro se Itm pmlicado, e lavrar-se o ario noa livroi
ser lomadas em seniido lata, s.m se Irinbrarem que I forma : ,,s magi-lradoi civis. Se se trata, porrn, -e eallu-
Prusaia ha proteklanle em sua generalzale, e q 1. ] DilHcilmente enconlrarai palavras, diz elle, que : lieos, nada impede estatuir qu n contrato dvil fique
expnmaiu sati-factonaiiKiite leda a ezcellencia da de neuium lleilo, se uio for celebrado o acto r.-
.....rimeniachri.Uo 1 A igreja Ihe ala o vinculo, n Iigmsn .m face la Igr-ja... [ata, fi idlmente, im-
ofirenda du lUBUilo incilficta O ; !ili;;ii-, .1 i.-.i;-., |.e.,.1ie s.|mi|..:iii.Iu, os que nao obdecerem a'
lo p 1 lie Ihe poe O sello, os anjol Un- servein de lee- le civil, que man la que 01 coujuges se apragenl.in
lemunha>, e o pal celestial o ratifica ] E qoe allunca lo jaizu civil, depoii da celebrado 0 matrimonio
se pote comparar a' dos dooi leposo ebrlitios n-u- eontorme a unruia preecripU pelo Tn-leniiuo.
ni loa n'iima ine-i.ia eparan(a, n'urn meuno voio, u Auna, pon, se eonservaiiam imaetsa os direi
Mlinere d.bat ealfeolicoi paitr non solamaanup- ifuma inesma regra de vi la a na meana dependen- los da nadar civil a do poder eccicsuiillc", nem se
Illa qua* deni le fian! lacro quiienmque nlu lion-s- del Verda i.iramenle ellei nao form-m senJo um ; dra violai;,'io alguma daqu.lla liberda-le de cns-
'j',"'1'8.' "^ *'l,m a 1u"Vis ociu quo approbare illll M r.irpo, animado de um ni espirito. Oram juatoi, ciencia ; porqaaule todo qu.lle que profosa urna
all al foi nunca receb lo o concilio de Treutn. M 11
i em que termos exprimi-se Po VIII ? O den mi ao
pastor calb.dico qua aa ab-livesse, nao s de pralear
qualquer r lo sagrad que pu tese conhune.lar laa>
matrimonios, como tambem que si uno visse qu ella
1 os approvavd de qaalqoer molo, por isso parrail-
, lio smeule a IsusUocia que s chama pusivl : A-
vidaalur, etc.
E cumpre notar qoe o Pi VIII eam.ceu pnr or-
denar aos biapoi que se esfuri-a-sem o m.1.1 pu-siv.l
eulregain-sa juntus aos s-iilus ejercicios da penilen- religila positiva, 'eve cmif rinar-s com .Ha no.
cia e da religtla. actos religloaos, qual ha o casamento chrisia 1.*
O essmpio de su 1 vida ha urna iustruer;,lo cons- Mas, digamos com franqueza, a liberdal. d com-
imperfrilain'iile supprido
rueiilos d. ebrtslios com intisis, ora condemua pro-
miscuamente, e pala inesma razo, os csimentoi de
catholicos, tanto eom inflan, cuno com hereges ; e
as vezes lambem, quan-lo ie offerec occana-i, con-
I. i.n 1 sinint. as nupaiaa de calholicos com aci-
tholiroa, assim h->reg,s como schismnli'os. Por e-le
|i- re I in-ni 1 bem se vi- que a igreja nao fuera dif-
rrnaa .ignmi eulre oa que viv am fura de seu seio.
qoer iho fon por h.iesu, quer por scliisim, quer
por infi ieli la -le.
o Oanlo ae Malo ponto, lemb-aremos qu t-m-
bein c lamos, alm d is .lcrelos .ynodoi parlieala-
res. o canon do concilio geial d< Calcedonia; e sjon-
lamns que aquelles can nes parllculire f nm ale-
menos c mclioa pu-.uili.--s rom 111 s,
como obrigatoriur para lo los os liis, nu com forc.
de tai paralada a igreji, e por sso foram registrados
no cotice da igreja univeraal.
o A 7." dillicu! la le, re>p indo que .1 alte-1-500 na
lei deve e< feila pela me-'na inloildade que a cons
liluio. s nao por oulra difiranle. Ha fa|s0, porem,
que eisaa I s leiiliam silo dergalas por ensluine
contraiie*; a corruptela qoe foi inlroduzida ero al-
igra-
los da igreja, de lien imn modo poden] impedir a
l.i cia.
(Juanln a ultima parte da objerr;5o, concedo qoe
os casamantus que f .zeni a delicias de Jesoi-Chrislo
e aos qnaes souiaute concede elle I soa grifa. Pili
be permitlido uem til aoi chrnlloi cisarem d ou-
tro modo.
para evitar os rsamelo, mulos, di/en lo Ibes que : lanie, uma exhorlaco viva, um satnlino mutuo! ciencia nada niail he qui am veo a preleilo p
adverlissem nina e mu las vezes a paite salbolica do | Vos o vedes seguir juntoa paia o templo e paia a fazer p-ssar a lei ; o legisladores de qoe fallai__.
enme e maldade que comm*t(eria se, casan lu rom in.sa eucharislica. Tudo he coiiimum mire ellos : -lizem nenei do que pretndeos. A Verladeira ra-
os cui lados, os perseguic/ie-, as al.Krias e os praze-. zao be que elles na 1 coosi leram o matrimonio m
res. Neuium segrede, confianca igual, movimeulosIstia subsiancia sanio eoano um negocio iiiieiraineu-
reriprocoi Na s srparsin senSo para visitar o. >e civil, o qual ao po ler ci-il perl.nce regular ple-
eufermos, occorrer aos indig-nles, derr benrfi-ios, e cumpnr a-sidusmenie 01 mus deveres, eilatuir 00 foro civil o imnelmenlos dirimentes,
s.m reserva uem coiislraugunenio. Nada OS abriga a I reclamando para a mrale loro o direilo de julgar
d s.unular iiuein o sigaal da erou, aam aascoio de I dis caan malrimonia.i, de decretar divumos, e
grara Sem labios, livres com seus corar,*, vi- ', exbibii tuio o m is como llies parecer.
bram da concert ei cnticos ie piedede. Teeiilu Parale motiva n|o 16 disiinguam, mas separara
SOmplel.....inte eoiilrato conjugal do sacramento.
ou como se exprimem, da sagrario religiosa qoe
u'ic-.ii.ente deitem a' Igreja junto com a inipecclo
1 ble as dispaMICoes precisas 1 ara fazer-se o sacra-
ineitlo. Eis o que elles querein, como se v pelo pro-
jeclo Oe lei, e nao poneos ora.lores oa mimslroi do
r-i o declaren] as asMmblai aubalpinis. Ilo m-s-
moja teniou Jos II, e muilo canonista, aollcos do
imperio aostiiaco o ouiaram susteiit.r ; mas tudo
ein vna. A I-irej 1 conslanteMenle 1 lie re.i.lio. Nun-
ca o c.uiseguir.io timbein os Igslalores subalpi-
nos, nsm sis seus can instas J. Pi. Nu\st, uu a tur-
ba il. -ru- ar-ecl ;s, poii que ludo i-tu lie repuguan-
1 0111 os caones dogroatlcus do Trideniiuo que
persiatirto ioconeim -
1 Nem sirva di en.li.iraco o prelesto que troaie-
rain ilg 11. 1.: 1,nes, dizen lo que -i3o po 1 a le ci-
il, sin violar 1 coosciencia oos c.dadios, coagir
aquell-*. qu. alo Crm no rilo leligioso ou no -.1-
r.mealo recebe-l.i ; piirquaiMn, e ueiiliuin modo
o herege, consentas qu a idacicSo dos filhof foSM
redi-ida ao arbilrio dest : a cieriuque llerum alque
lrum admoiiiilur de grave ecclese... se se iu futios
qum a Do eipaclal acturam crudelissime si 111 lis
nupiciis quas coutrahit illurom in-liluli-ii.-in un
a calholici arbitrio use psiinillendam inlellig.il,
ele. ele.
E Gregorio XVI, sabende que na Pros'ia s havia
nlen 11 lo liversainenle as pilavras d Po VIII, ex-
clainiu: o Quero, ion, havia de pens-r que essa le
elaracae poulifiea ja de Po VIII) em si indulgen-
lissiuid, I aceili primaira e segunda vez pelo embul-
lador do re em Roma, h ivia de empregir-ie em um
aanlldoqne oercorrle 01 principiosluconcusso da fI Ninguemdir, pala que fica exporto qa osma-
calho ica, e qu- lilimente repugna cun a menta da Ininumos mixtos poMam nunca ser invocados COMO
Se Apo.l. lira '.' Q n- parra li'.uruin pular-l ut po-
de malos orgamaalo. da, alguma v-z acmilee.'se que os poutilic.s romiuof,
aliviar estes mal><, pide-s* i/.er qua a Insllluielo lindo sempre em vista o luan.r bem da Igreja, dei-
das irmaas da candade nlo exi-lio.
Para rejetir miaba pnmeira pbrase, i'la inslilui-
5.10 tinha -cabalo.
Jtlilas lireumslaneias, algoma senhoras caritati-
vas e clirislns, que se chavara a te-la de ama no-
bre, mas mo te-la a.soria;o, a Asociai;ao Consola-
I 11 ins Aill-ctoi, ibendo qu a candad, das fullas
de S. Vicinle s. esleuili .1 ludas os paites, que vio
xercer e-la nobre Vllladea tola a par- londe s.o
ebamadii, e que ate o impender ia Kossia mandn
a P.iis para ver Meonuguia do superior daa irmaa-
da earidade, qu. I e man lasse cincei.ta para os seus
hoipilaes. onreberam a boa nica di mandar lam-
bem vir de Franca alguma- doaiM activas, /eloi.,
inlelligemes seulioras, com o lim deas empregar
ni ob-ai de earidade, em que rilas sflo Ifl.i uleis a
ueces.aria..
S mevindo dipois a epidemia do cholera morbua
e da febre amarella, soa roageslale imperial, a au-
gusta I un dadora da sociedade. que lem por fim em-
palar os orphlOS de.validos, ju -u que nlu poda
enliega' a direcelo -lo asylo formado para os reco-
Ihrr, a uiugu.m qu livesse mal. zel 1 e can lade, do
BU as Males mu:,eres qu delica.-n a sua vida a ali-
viar 01 males dos seus -tine lianles.
Milpensav.ia 'agalla viuva, que cunsagra um
respaila lo., cheio de amor e de vaaeraela a siuio-a
mamona do impera lar s.u marido, que rmpregaa a
sua vida e a sua fortuna en* beneficio dos portagoi-
zea, mal peaiava ella qu a bra pira a qu-l cu In
hura, havli de t lauda -le alleatadora as les fu-
las pelo imperador D. P.dro, e periaoM para a. l-
ber ladea 10 pal/, pelo qual ella Henil ou a sua vida !
As s.iibor, a |.,u da Awociaco Consola loro dos
Afilelos e a direco-ao da sociedad protectora -los or-
phos victimas du chalera moibus da febre aroa-
r.lia, para t-x-cularein o plano de mandaran vir |r-
ui.ias da asridala, fizaram una ubaenpcao parlfcu.
lar, qu sabio a umi soinui. vul.dJa, e para a qual
Has msmo contribuirn).
Este fundo foi eiupreg ido na compra de inserp-
c-., a.e- balas e,n noma la A-SoeiaCaO Coiiiofal.ra
dos Afilelos o da saciidade dos -rphao, e do jure
das quae-esiasdnas son lades pagara nina nunca
sotiima -'4 irmiaa, qu estao empregadas lio servico
dos puliros na idneacie das chancas.
As innaas porlugaiui, tange da frirem. por na-
elenalidide, ubjecc/SMi ludatslo, desejoi-m lumen-
sosar ellas mearon a lm tudas nes.a nraero, que
ia ser riainm-da e r.organuaila ; de (acto ellas
agora entraa no nuineio dessas irru-ias, que lera sido
tao l.rriv.lraeiile ,'iumilha las par eui geni, qe
eroprebendeu esla cru.ada conlia is Clbas d eari-
dade.
O governo consentiu de bS vonlade na sna en
Ira a ui l'oiiu.-.il. qoal seria o goveruo liba
xa.sera de insistir n| ristricli observancia d algu-
mas oondicOes, cs-1 >n lo a circamstancus dilfieeu e
dura neces-idade. Con tu lo jmala oroillirain o que
le sua parle e-leve pira procuraren) o bem das al-
ias, nu p-,r 11,11 pacto paiticalar,uu por ootro mo-
do. Mis do que foram compalliios por necessi lade,
u.l.i deve in-T r qi .1 f c un tambera em oulras
cirruraslancias, principalmente qoau lo trata de
damuodas almas perigo di fe. lie rejra de direi-
lo qu a exeepcao confirma a le. 11 a Regula jara
esl quod exceptio li. n -1 legein.
Eis-aqui a Iheuna lucoutraitavel do casomenlos
mixtos. Impagna-la he impugnar o mesmo Dos,
qu lata nos oraeul > -la soa igreja. Entretanto, os
polticos de conscien 1,1 larga, e sectarios fi-is da
loulrini do livre arb no. julgain-s com pn ler de
maular, as deci.ei da igr.ja umv.rsal, subordinan-
do-as aos inler.sies milariaM, 01) interpretan lo-a.
de um modo, ja uno diz.mos c. ntrann ao espirito
lo catholicismo, mas -un a lodas as regras e princi-
pios da Hermenutica.
Na npini.il dos u,., co'ifuci ii, em s (raan lo da
disciplina e leis da icr ja, as excepi-S-s valem lu lo !
I'orqu. em circuin.laudas especia., os pontfices
rumanos lm resulvido cerlu casos particulares de
nina ro.neua excepcional e .icons-lh 111 pala pru-
dencia ecclesie.liea, lira se dlsso au-imento para s
provar, por exemnlo. que aquillo que Ban.dictoXIV
resulvea par 1 Blgica ero 1741, be e deve ser o
misma que lioje cumpre res Iver para o llra-.il pai
emiiienlemoiile calh.dico, e que por urna resolucio
leiialativa re.-onheceu e idoploa legislarlo do Cun
cilio de Trento como lei do Etdo !
Pois bm II n-c.-san qua cora ai palav-as do
in-sino Beii.dido XIV, manifestad ia em multa C di-
versas cuii|uncluras, mostr 11 commisaoii qaa a
optniia permanente iss Immortal pontfice fot a.m-
|ir ein sentido reprov, dor dol oasamenloa milis.
Mismo era sua vida alie s b-a que ie iban lo e.-
pirito laqnill. deeislo, hsvendo ate qn-m ecr
que nlo era precisi a inlervencao do Papa l| ca-
a.luanlos mixto- ; por Uso inreMeu-e era prous-
Idr contra ss. folsi inl-ipiet f.1., dizeudo : Fazero
nina injuria a laioiidide poit li-ia a (ueltes qu< pra-
tauriam qu nlo lu n-cessiria a aua int.rveui-.lo pa-
ra conlrabir-s- l>c lamcnle o matrimonio ntre ea-
tbulieis e acatb dicas. 1 P.nidia- ergo luetorilill in-
juria fit o iis qui Illas iulerveuta oposnon e-se con
lendanl, ut milrimouia inl.r pirlei. alterara callio-
licain, et alteran) lie elicam, licite conlr, hautura.
<- "n efl.itii. Po Vil, em um rescripto .10, hisps
de Franca, ,1 t" da f^.areiro oe 1809, allirrna qu
eta faealdade lora denega-la tai m-sraos bis, os. e
declara que ae ella Un fossa pedida (para diinansai
nos relwidosi malrimeni is millo), d- certo a nlo ean
cedeiia ; a Porque se agora honvetseinos de respou-
i .. ..' t-i ..ai -___... -___. ._ .
nli.i. isibc decaiatio (Pu VIII) Indulgentsima li-
| cel, el sein-1 ti iterum per rejum in urbe oratorera
. accepla, eo senso idkiberelor, -jui inion asa calho-
licae Eecleaiie princ pa pirverurel, et hujus apus-
; lolicae se di' ment pienitus repugnat '.' a
As eoramiaaosM fulaam-e disp.nsadas, a' vista das
eiptieitas e formis eeisOes ponfiOelas, que ah iei-
xam exaradss, de repro lunr l-xlualmeite o..lias,
cuicebila- no mesmo esii rio pelos difirante!
que s. lm "cc.,1.1. d.sde Claman \l at hoje.
sera discrepancia de um su, quanlo a' disciplina
cusante rMiileneii da igreja aos matrimonio, mix-
tos, cuja praii.-a nlo beemanlo isademnadi pelos
papas, mas lambem oor tul ,a os llieugo-, canoni I ,s
e niiisconsuiioi ; pois qu* igoalroeute reconbecem os
perigo de tais unuirs.
O proprio Vau-Espen, que nlo se ignora no lis
eivado da prol.slaniism,., mu grande mosador, diz
na sua obra do Direilo Bieleiiasliea Universal 1
Ninguem eonlMla quaus eathoiicus qae contrallen)
inairimon u eom os bereges peceam gravissimimente,
e que e.le. ca-aiueutos, era Cooiequancll dns multi-
plicados iiieommudos, e do imminenie pe^o de
p.rverso de herala, qae corre a' pan ealheltea, e
a prole, devein aer dele.lados. Jq ie rnin ullos
nejal. qum ealholiel grivlsaime peecare solaaol, cum
li-ier.licis m Inmoiiid iueun 10 ; hoecque matrimo-
nia ob rooltiplieia incommod ac. pr'cserlira prae-
sanii-i euro periealara pervoriionii a I haere-nn par-
t calholicoe nec uou prolibus imminaoa, esse plaue
deleitan le.
Filippe -le Melanclon, autor da c-lebn eottfisila
de Ausbiiir<, e urna das mais fortes eabas da re-
lorino, no seu livro de nconjoginn, publicado era
t.iil. reprova allaraeule os roalriinouios doe fiis
cun ai eihuicus a herejs. porque a le divina, diz
elle, roiitemiiava as all.ticas cemugaes c id os
PhllislaM. a Quia lex divina Ists Pliilisleisraalri-
moni.i prolubueril. a Acrescenla que o Evangelho
lila prohibe loes matrimonios, sanan porque .lies
repuguam esles naluraes. 1 Neo par Kvangilium
prohibn, nisi quod legibus naluralibjs repug-
na 111, o
l.iilliero era I jn sustauloa que lh era in difieren
elem.'iit.is-te ur lm de socieda le l cre,,' tambera q.;. elles se pos.un cualrahir licil.i-
raeuie um as dispensas da ig e.a, a qual, postu qu.
os deleste como pernicioso-, nlo ,lei\i ilj unas ve-
zea, p.ra evitar maior mal, de condescender cora as
lupplieel de s-us liihos, quanln leva los de ama p i -
lio honesta Ihe pe lem escpelo graciosa di le g.-
ial, .Ninguem, em una pal-vra, ouMra' davtdar de
que o prescindir do c mcursu da mioma igr
celebrar;iu de lies matiimomos uaquees paizl mi
de fui publicado o concilio de Tremo, lie eslab -l.cei
o contraa civil, por consequeuc a u concobinal.
M i- srauroenli-ae, anda o rapalim -. cum a d-
ei-lo qaa Benedirlo XIV dea para a Hollando m -............ .^.-,
li il. ratativamenle 101 matrimonios mulos c-l-- fi*a offendida a hbardade de cnaaciencia dos qu_
bra.los as provincias Confederada! ; e nos anda "*> crm; pois que p.r um acto que repuiam loper-
respoudereinus que nene briva o pontifica na le-1'ao, n3o ob ara contra eonsci.ncia. Snenle ie-
Eisloo, lipiieoa apenas | 11.lando ,n. a Ores de
Irenlo, quando eslabeloceram o can tfliin lade co-
mo um iropelmenlo dirimente da uairimniu-i, -li-
z- ndo que esse unpe iiroeuin iiila po Ha ligar aquellos
qu estavam lora -lo gremio da igreja, ero uio c ,
cun-1 d-r.iva uiliereges da Iludan ta, a qual uicon-
ti-l ivilmenle ea qu t-i toda a calbo ica aa impu da
pulilnai.i 1 do r, ncilio, por Felipp II, da Helpanh 1,
faci da qu. alias ha inuila incerteza ; pon multo.
eacnpi.re duvidam M o citado aoncilio ehegiSM
sr fsirmilmenla publieadn niquell.i provincias;
m is anda qu.111,1 o to.ie, a teresil entran da mi
irmida, e oominou poveaeiaa
Alero das evplirac-s queo mesmo Kenelicln XIV
eoaifauteroeuta din a easa decMo, como eon
sua comtiaicJo oSuiguiari Nabis, rujas palavns
!' Uvera soecasiio de K,\jr, Pin Vil iiie dea igual
tiilelligineii em 7 de jiuilio di ISil, quamlo res-
poudeu oegalivaroeali ao impera-lar Napolela, que
uliciiiva di Sania S a annullicao do cas-meulu
te sao irra.ii Jaronymo eom urna protestan! da
liallun-ire.
Islo posto, continuaremos a insten lar, que ainda
mesmo que a decisla -le B.nedielo XIV fus. lio la-
la, como a tenizmanle 1 ilg .11 .1 qaarerem enten-
der, e'la ne. huma applicanlo |. |er para o Brasil,
cajas circumslsnclas a.> uivarslssfmas. Sopponh-
mos anida, qu-, in lepen tente ,11 divinidad! de cic-
le 11 roatriin 11110 enlr o chrislao e infiel ; ro a coherencia nlu foi a graude virtud iis! refor
mador, em 1528 orde.....1 mu positivamente aus
seus canos que ol c iiitrahiss-m malrimanio cora
os catiioticoa, epplieande aaeaiai le do V.lho Tu-
lmanlo, que vulavaao povo di Dos casar coro as
(.ananas.
Na PruMa foi clbrado em aos|o e s.lemliro de
I83X uro -yiiol,, protestante, m que s de.ldio :
1 Que o meuibro -la religia,, evanglica qoe antai
1. coiiiraiur iiiatninouio enn a passoi calholiea 1
met r educar e bapliur seus filh n segn lo na prin-
cipio! ducat'iolicsino.ss far-i roo de gr.ve enrae, e
ir olbalo como inimieo da Ijrej. ovmgelic
l.nlido que se pretende, mas q 11 iodos os se os sue-
cessores haviain decid 10 de modo mais conforme
diMlpl.....la Igreja : o qu. rnmpria ser observado
pelos Olhos di meami igreja? a doutrina oruga la
ou a existente ? Se se appella para a loloridade de
un ponlili e em um f-co, porque se na lia -'- ap-
pellar pira a autnrid ule te lautos poulili-es inore o
aeims faclol II- na v-rd.il-- -1 igular um tal mo-
do da entindir as comas I Eiilretanlo, nlo rma-
rimos de repetir qui 1 deciiio da immorlal B>no-
dilo XIV f.u a mata curial e a maii bem pensada que
s na lia dar. Ella foi nina InlerprelacAu li 1 e .,-
ilieulic 1 do eipinlo do conrilia, que de cirio nlo po-
.-,................. *! v.an^eiii:. -.........- -u v-,,1,,,0 .10 ..uuiui.i, que lie c-tio nao po- >.v-iii, que hi um esenpi-r mili d
viruroevangilleoro. qui ante coojogium cum per- d', iilar p ra os hensis em materia disciplinar. Todos es ineonvenieoiM, lodos i pe
.1L,.!u'":''."".""" ""'-' P "-*-u,.i hiero- Niogu.ro .eillodi porlinlo, A quislio que n lule-ineii mal entendida expf.e ii tuc
ou r-iogra lo, ralholico ou proleilaul, que nilo con-1 der '*' Pel".'ao' -' r's[>>-la em verdade nao
s.iitisse nlsta ? poderla discordar da conslini regra -testa Santa S,
S las magealadM cmlribuiram lambem generosa- 1 "*'" '1n ""mP'0 l,"< '*"* predeeMMres. I 1 Quan
mente para esla iubsrriprao. si a nobis pilicioni liuu rispoudeudn o nunc e-sest,
A congregado p.7-, ieu,j,,, da jiirisdicclii ,c_! r"P""sum ceile noslruui a con.lauli hujoi Mnetie
eliaiastira -!o pilriarehi, a aqu esto .,l-s liuas cr.a- ',e ,ls re*0,*> el P'eteceisorum noslrorom ixiinpU
tura, exercendo a ben-li-eucia de rail manir,., in- I "sendi rallona diwidere uou poitels.
cip.zei de faz.rem o mal, o f.zindu era beneficio Poaco depji. derlamu .1 raesmo Benedicto XIV,
dos pobre., n um so da Oa sua vi la mnucenle, mais I ixplicaudo anida mus claramente o sen peo-amenl,,:
doquea-floms u- lelraclons desde o berro al as.- > Em verdad, a Santa Si tolera irn alguns lugares
pallara ; humildes ma. energicM e 1 ,1 ,-i,,,-,. ; nao I os mairimonios entre cillidicoe herege, ou herege
e calholiea, q .an lo os nao pode i pedir, -u.sirnulan
lo por prudencia ecele.iasliea, para qu Mnloorl-
gmin malote, m des : mas que por autori-lade da
Se A(iusloliea se cancadi uestes inalnraonios alguma
dispe na graciosa era grao de parentesco 011 oulra
Impedimento, lito nlo pode ser sem que proceda
n ibjurHcao da h.resia, confina 1 -i-sciptni^ da
ran-raa S Apostlica.i Tolera! quidem in aiiqni-
bos 1 en epoatolics intis matrimonia inte eatholi-
cum el haerelicuro velhe>eticaoi el eathelieam cum
n-que al Impedir, el njeUilailiea qoadara prudin-
lia, ne mai ra mala enaicaolor, dissimulal a- nct
at quod AnsMl I c.i- s d l lUCtoril t,-, gratiosi in bisel
m Inmoniii dispn-salio mpar grado aul culo im-
peilimeralo eonredaltir, fn uuuqu-m pule-t. nill
piu'cedat hoereiii abiuralio, juxta ejuidom sed i \-
p -11 ic-is diaci, lm un. E por tala reprebendeu gra
vemenli a um bapo,dl Perron,que havia dispensa-
do coro d-nis luib-ran-is em grao prohibido na es
paranca de que >e pasiansera a' f catliolica.
Convm anda que transcrevamns' 00>rl paluvras.
n.oo menos significativa!, d Benedirlo XIV, o qu-l,
tend as,evra lo que aluinas c inssl dia.imulava nos
dispa.nsMsobramairim.nl mixloi, aegunlo < cir
eumslaneiai da certas lagare, swim eonlmai : Te
ifllrmimai a-s s de Jrsai Chnslu erucifica lo qo o
que fazrroos he uiiiramMil* para qu ae evilera maio
r I-ranos a' nena Binll religll 1.11Q iod antera nunc
I', unos atlc-l,111 ir liai ad i,--le- crucilitl, Id Q>
nica nos fiera, ul santal leligium uuilae roajura
,1.1 rima ivilenlur.
Anida jnl-ainos linalmenlr* qui he -le Indo o inle-
rsae transcrv.r nqoi o calibrenierlnto de i 1 nu-
verobro de IKil los hispo, da It.lg ca, do qu I ai-i-
111 filiamos, e do qual se lem lira tu lao falsa. i||,_
-es. que alias nao pol-ro aproveilar da molo al-
gum so lius dos que argumentan] rom alg-unaa enn-
cessOea, qae o P-pa, arrestado p-las iniqoaa rondi-
ci do. Imp 1, uiniqis t.inpriiin cm lition luis,
fi/era .1 B-lgic. Allende si bem a maneira 1.....ti-
------------.- *- iJ-i-a-i'ii-jria l-.tU
menos e.lranhas du que indifierenle a lo lo quaniu
lie pollllei ; ndo fraucezis, mil co.m .puntas como
aquella Caridad divina, da qual mis rae.niu proles-
lautos ai leconheeemoi cora isnda latf iais
peifeita p-i, inniti arla e npre-iao que se paisa a-
cliar eulre in,liluice- Iluminas.
Qaanto a,-s pobres Iatz.rila<, que e achara as Cli los a' irini', que Mil 1 sen lo o alio de grandes
r| -111 orea, vepi q ie ell! sa 1 limplesmenll os capel-
l.i< eonfaenres .lidias e que em l.iatu c,iao um-
Bamenli .luis.
Nj he absololamenle necessario, mas he leilume
em lo ta. i| eongreg 1 -i.. 1 ihgn 11 de inalhere, que
us ,, ronf.siores perLneam a' nnsma congregac]
e quera lena animo 'e recua.r e-!, pequea cons i|.
-.loao.d-vnt ,,.,;,-,,i-slas pobres, laliunos-s e
utis irin-i". ;
O clamor de j.sniliimo contra a> irm-lai da caii-
-111 b- .b.ardo.
Ellas nao lee 1 nada qu
uem cooa o jesuitismo.
A sua antera nao ha ntra poiille, nem arabi-
mana calholiea o tneari permissum a elarat aal
post milrimoniom proles reipaa in Eeel Ha calho-
liea bapiis 11 smii, gravis sceleru mimicum con-
Iciilus Ecleild IVIUg.liri! reun fier-. 11
E-n 1853 o re da Pronta Ut baixar um decreto no
I mesmo lenlido, aracicando aoi ofilclaei do exerriio
liorna perla mm.diaia da far la se cotitrahiM.m
] laes m-triinuiii a, ll, ,< 1 ihonrasosi ao lbmem co-
ma i f arana |,-,; Toda! esi.i caatila. empregam
osaaclatioi de nina lal-a religilo (nliaiBo luda de
phaatasia de ore uho, coma iiz Monl'Alerobert), e
ninguem liies vil ^ rolo, um os qeilifica de faua-
ucos e iiiloleranlM, ao passo qoa se n-io perdoa i
ahgila da verdade, i raLgiio p.r exeellaocia, de
prohibir que os seu- lilla 11 se per ver; ni por mel de
matrimonio, rom ,. ? Jesgs Chi sio ligoa tanta ira
poruera k'perda de ama s ovelha, qu-pro 11
Mgaiole parabala in Ph riseus.- Qiat d vs ou-
lros, pisiuindo cera ovellias, e pareando urna del-
I is niedeia ,11 nvenla e nove no -les-ri. pura ir
buscas a ovelha desgarra ta ? (_) ,is es 1 .bis ho-
mo, qui hbil censura ove ; el si perdideril an un
ex niit, nota dimillu nenagipian vm iu deserto.
II vadit en illam, qsa> periarat donec iuveuid
eam : n
O ni d) Prusso, a grio-duqaa de M-hklem-
bourgr e ouim chafes de -eit n prolestames, 11 dem
impar penis severaa a'quell.s di seus .ub-Mos que
cuncorrer.ra para a su, 11 isla perversa 1 Mpirilual de
eus liihos, Jess Christo, ou a aua Igreja, na > pode
prohibir impar penas aos infractor! de sua, leis
ero raliclo ao malrtra mi llorret animas 1110-
m-iiisi scelera el uequiliae genium "
ie igila lu inieament' diversa. Me ha r.glo d
.-la,i,, por miii omnipotente, 1-111*. posai d itrulr a
for,;,, da legislacio que regula entre nos 01 roalrl-
ino.nos, iilva abvp.ti, s. ,ie puder-se destruir
coosliloirao do imperio, qua reconhereo forra Inien
t- a roligild c Ibolicd apostlica romana lomo rell-
gilo 11sc10n.1l, e coniequenl -mei le lo I s os seu- dog-
ma!, todo a -00 .ll ciplilia, e lodos s 11 coito. K o
pan. nlo satiifeito eom rnen-
lo, a 'o, 1 u .1 decreto ,10 concilio d- Tremo, relativa-
mente lo- impedimentas do m bimnuioe forma di
u. celebrar 1, por nina es,lucio ),- .! de novero-
IS.'T ; ,111 I qui es-1 rlsolacJ 1 Ioho dero-
gada, o decn conciliar nlo perde iada f rio a sua
na nT-iiili -a a i 1 iii-r-Iriile de cou-cuncia sa o lives-
-era por ailliciloa, o que cerlameute ii3j jalgim ei-
-L-- horaeni a respailo de lal rilo ; qu.uJo inulto o
11 ,, int:)-r,.le e o dl.pri .
u l-oui js ubngados a lialar du liberdade di cons-
cie-i .ia, porqoe li a principal columna e q-ie ie ar-
r mam os lautures da lei do mulriinaaio civil para
proraove-la.o
Depon deila ireUcci 1 lio indiciosa e profunda
sobie 1 Ifo invoca la hberdada da consnencia, pa-
rece qn nada mais se deveril d licinnar ; roas con
vm amia raoalr r qu nao be Prrrone o umru qoe
I iu de lemelhanle maneira. A tolerancia religio-
i, coroaie allecta entandir, nlo lie ootra cuoia
q Je a i,-o ,_,, 1,. todas as religies. Aimr.irum
lal principie h near qu lu ama reli.iii- venla-
OOira, obra de Dos, deMe Deo sabio, ab-olulo, in
dependente e livre, que mi pode contradizer-se,
que qu.r ser ama lo nnerado com ui-i culto le
prefereucia, e ,u*me*ca por Isaas ea-ligar os pn-
01 com a indiflerenea. em materia d religiao E
qu instancia llavera' entre s m iilTarenja e a lole-
ranci,. no falso tentl lo em que he lomado ? Quero
nadara' admiltir um lal principio, sem desmentir
forma I roe 11 te o rorito do inanyrio m ilef.za, pur
c v.mplo, da divin ia I d Chiislo, que he uro dog-
ma da aasta rabgil 1'.' Q lera n-io prev qoe a reu-
uio de diversas religiii contrarias e oppostas eulre
fi In d iiecissariainei'le prodazir a diviso, a d.-
sordam, a anarchia '.' '. Oji eonililalcle poltica
haver.' no mundo que pos.a perdu-avelm.nl ad-
iiilir n- -ei 1 11 naca todos os seciarios das di-
ren religioei con o ,tu variado cortejo di sysie-
raai e de rilo*o piglo, o judeu. o cliruiao, o ma-
homelaDo, e maniqua, o ue.turiaiio, o pelagiano,
o cal) mi-la, 11 lulherano, o socemano e o calhol co ?
Islo -t-ria reitabelecer o t-deiautismo univrr-al, qui
Roma as dtai do mu inumpho dmillio, masque
bom deprem Iiie provou du menle qae a plurali-
dad dui ritoi ha uro moiislro que d.vuro inieusivcl-
uiruie .-a natos*.
Se -lli, que hi um escnpl-r roui dinclo, dil :
rigos a que
Cues r.r.-ra a-
/ conliecidas pelas anligus leg,s adores e pelos po-
- 11 qusegn a as -na. iasliluisoes, Comecando
pelos Iraelita, quera ignora at leis lerminaiil pe-
las quaes De,.s Ih-s protnbio de ler cummunicacao
cura os idolatras de ligarem-f. com elles, ou can lo
com aun li 1 li s, ou Ihe dando as oes por eip..... .'
Pldliu prohiba em suas lm que s ad -ptasm r.li-
giii- cullos e.lrangeiros ; e como procederara os
(1 ,-- s cum S, rol .' 11 ni mi conhece pela tus-
l-ria que os piiineuos Romaooi nao adinilliratn
nunca .11 viuda les e religiues e-lranbas'.' o
t) cita to eseriplor abunda largamente neslai ideas,
m 'iirind *-'ni eiempl s .1. histoni que a diseolucl
le moiloi esta lm lem tido poe or gera a mistura de
aul n 1 ',.,. o ra ii f j,|- ... 1 ora aas cmnLl I
menta pro/estante......,.!,-,,,. ffiji- '""^
nunca, linio in lis qu n|o 1 soiillilienlo CllhollCO nm
llrasileir.ia i.i ea 1 so nent era suas Crlnjas, acliii
po i-roso em s.us iiislnclos !
Mo- invoc 1-.^ freq lanieinenlA nos ocios leftiilaij-
va., ,.-ii dizem reip ulo 1 1 contrito civil aos ma-
trimonios mixlni, 1, mgico principia -le eras.'leuciail'. Jiim nlgu ,s poltico, con'l It-r.im ,lo
lal l ai-rio. qu nem mearan na suprema lei du de-
ver encoi.tra linnlico Cumpre que definamos b-m
nm principio, que altai vai sen lu lio mal inlerpra-
Irad 1 ni, breve de I7il !
Deuemos, pe < ultima vez. qie fa le ainda sobre
este puni,. I, m-m qa acljalnla.e mitas graves ma-
te, i 1-, o -r. Pon -me.
I se poda contundir, diz elle, a Hberdada de
conscienci, cura a lol-n......o, q-.-r religiosa qur ci-
vil. A tolerancia rligiol indica em Do expusto se ve que os matrimonio! mixtoi 1I0 *"'** P'of'SMr algum culto diverso daquella
deteslad-s palas ro.smas seilli prole-lanles, e nos "5 Pr "' p'r "*'nt,:"- OJUdiismo nos
fazer c-ira ns jesuitai,
lie eaieneialmeol urna ordem arliva.de um 1ra-
b.lhO penoso, enlistante e dedico lo a .tre ns pobrese
pira os pobres : nos haspItsM, pn es. cace-res, ca-
ms di eorrareolo, os i.yloi para erphl nos e'pi le-
in -, me.roo as epiuroias MugiunoIsnU da
campo da b lallia.
A nd ha loenca, snffiimento, raJMrii a morli,
- In vchegir a tonca branca la boa irraia da ra-
rida le, Irisando as suas rajos soecurroa, moslrin-
do na sua \>n, no seu i-lbar, qoa-- -;i 1 us Matimin-
tos de d, -le syrapothia e amor q.-e animara o seu
euracao, Daos as hbeuc/ie !
E apessr de lud > Irte, estas boas c-elluros sao lla-
nda! 111. jornaes cora furiosas diatiibes, o era nome
d. liberdade e da nacionalidad faz se ura esforc
para 111 lozr o governo a expulslas d Portugal f I
Se est esforri Itier um resultado favinavil, aira'
acra ecnlirera s que o pr iprio coradlo hnman c 1-
.uiii qoe os nlu esposa Pedro I be ratlioli.'ii. fallan lo di laes ra-lnmunios du : ,1 S-
is esp sus que celebran) matrimonio! millo slo
' siiu-eiaraiiite afleiCaMdOk a' -ua religilo, be imp.i.s,-
vl qu baja entre 'lies verladein aroizide.
iO vincule 11. ns lorio das ffei^Se human be
I conacieocta. >ada prende man os rorii-ei do. s-
; posos do que ., humoge -1 1 1 1,1 culi, e a 1 ntl-
ldadi da i.r-,;.';o. Poi aqoiteavalie o qaiia palia-
ra' no mo i, ura 1 nimia oode o marida a ma-
Iher sa,. de relig lu ditTiranla, e ante -leven, sao
dividid 1. era 1 -10 .le se vico da II -. ,.
Aiban s- de Cuquera!, pialar da Igreja refori 1.
la era Pars, e pnr jn-equeucia loiaipeiln, asim
1 praanneaiobn aamatnraenioa mistos:
nao sabe qu. o ra-ain-nlo ,mxt->, nal con ucOei
mais felizes e legara d pai e d mulo 1 .iimho, promulgar lei da matrimonia civil: ic-'bolilul ne
anda supp.-ndee urna pie ll le esclarecida ein ara- I lolerailli OligiOM nao, quanln o goveruo be ealho-
bos o. espo.n.. oflarecs emiir grande Niervo a' f- l'Cu, porque a religilo calholiea r jeito e eond.mna
lield Me domestica '.' Fall em tes nniei o eleinen -, ll ronrcio, lod a leeislacao qae stive- d ha -
to mus preciara a'ventura ronjugal, que consiste "> la eom arelieiio cathnlic* de rep l|i-lo. Nnn
sobraludo no ice irdo em principios do religilo, no I quidem inb titulo leltranlim religioso; quando impe
praureom q a imb ... esp os devem orar a Dm, """i rst eatboiieum, quii religli alholiei reapuili
repeluido ,,, meara ll oraca ns Bemol .ymbaloi : ar Ia11111.1l (ote cu usiam : leglali lio vera, qui
No prazer de seguirn) srnboa o mismo culto, d monlce eohoereat cura reliaione calholiea ipaum rea-
r~ \ ..- ,11.11 ...... ,,, ir,.M<,,|,. MTI.,,1,1, -.111 ._ .,., |,
uro. varaonha para Portugal a' fac. de tudo o muu- '. .q si < ..l"."'" "i*"'' ca",n"tn ""'-
lo civil.sado. !'" "f,u,< '"' -li "te mais qu ludo
Esle seta ha de ier visto do mesmo modo pelo im-
perio franeez e pela repblica da Ara-anca, en i
aosio diter, qoe se Mirraiiida earidade f,reron-
pulsas do calh dleo Porlugel, hao de aer bem vindas
e lauda las com gralid-io lano in prolsilanle lugla-
i'i" ln-
j.in calh die-n que, vnrgonhosarai-nle desv.ria los por
nm lonco amor, nao timbara aversilo a essi. detes-
lavi matrim'iii.,a, que a Sania Madre Igr.ja sein-
pr npravou e prohibi ; e muilo loova Su Sonli-
dadeozelo daqii'lles prelados que procuran!, por
iii-io das mais severas penas espirtluaei, desviar os
h/'s ehristioi, ooo pruieslantiimi noi paizes ea-
tholieos, de a irte qua i.,.< a f-,,< IU prolMlaolM ne-
nliara incommoto souram por miar Je sua reli-
gin.
l'olerancii rivi, porem, significa permis--i,>
em i iriu v i, qu .i ,. peder civil na pune aqnelle.
P' nl s.ij.f .- : abrigafiei quer ral gnu -,
quer iu -r.ii*--. lm.) e nutra ti-l-r.incia p le ll ium is
vetes er neeeiseria para avilar-ai mi.ir ma
neuhnma pede s,r illiradida, alias deviria-M :ii-
miiiir miliiliactamenle lo l-s ,.s ri los, -mi ta os mata
aboinin v la lu e exeas.,,, a qu. ;is patves des,,fi codas COSln-
mam arrollar o I.....ten. i)qu. di certo ninau
qu- -ia', nem g^>riuo algum pro'e-iara' seuielhanle
I l^r ncia.
traer pariler debel. V. Isla t, uto m.is quanlo a
lil que apermilli e a omia>lo> dns r tos riligi sos
lena rfleilus pasiliios, pelos qases, remo muiUave-
/ i -nos advenido, ficaria u ca bol leo imped lo de
cunipnr as ubngaces que a eonsctincis Ib. reclama.
i- srii rnnnqoenl manto viola di a a I birdade de
eo luc india
u i' nibi-ra rom o I lulo di tolerancia civil na* se
atunera ambos Evangelho, e de ia iproiimarcsjta
amboa, e cun a uie-uio eouflinca, a' miMeucha-
rislira A inesma earidade, que lie sempre igual,
toma entre lll aspectu difiranla O que a oni he
roulivo de p.e,lado ao oulm lie objecto dt indille-
rentja, O lalvt de Mcarneo 1... etc.
J. J. Rosseau dizque ha absilul un-nle Intpeisi-
vei fazrr viser em pozas passaas que pennro dille-
reulemente m in-lrna da rehallo, e que Isla nao ie
consaguina dos prop'ios o-,i- 1
nlesqiiieu tambera ii/.: o A raligils calboli*. i rb manda raairira nio o qua lal nlshe, e eohones-
pe!u eslabele-iineulo ds cuida le, pela inageiidrie lauda cun le inone o que por si li> um malo cun-
do sau culto pela parliiipac, dos mismos sacra- i cubinalo ; e assim a i.i itm lina aus cita-tilos, oa
inenlus, atigO a mais acuinplela unifurmidade uas| arraslana a nm l-ipiaaiinn arro, l'aiendo-na crer que
cienc.s tos espalaos. i conlrahi m um consumo, quando n-da mais celebra-
Sanlo Aiislinb) na ma opinla -':!, reprnvando i vam que am unilo ira udiea. Era summa, a lei
o> matrimonios dos cithnheo rom as donalislae, ai-1ivtl poderla deelarir nua parmiltia oa loienva o
clama: Por realera nio deploramos nos qaa o concubinato Cuno menor mal,pan .vit-r nalro maior:
marido e a uiulh.r jurero por Corista que uiiem li'l mas quera se nlo hoiroiisilia eom o limpias enun
mente leus carpos, e enlreUiitu, por iua divena 'ciado de urna lei decnncobiualor.iil'.' Ninguem car-
mente.
As eommisioei feehain a iuai rell.tues lobre esl.
ponto eom nutras de um grande pe.-a lor routempo-
r.inpo, o qual, di-corrii.do inaluraiuei-le sobre a co
I iu- i. ni, --iu se exprime : le minlia rr.ncaqu
a prosi andada de oro pan ou de orna necio consis-
te .-ni ala.lar le -eo i oo lodos os ele nenio- beier -
geneo, e pr curar o mais posiivel a i lenli lado, nlo
s ios cu-iora-s. habitas e llogus, como do principio
i eligi, o nos pi-.soas que pretende allrat-ir.
ii .N;*n he chiraerleu .t inu peusamenlo : elle s
em I':,- m repetido!, que sena longo enumerar,
os honiens que governain o estado devein estu tar
ios mais couveuieules a prevmlr ifliculdadei
no fularu.
O principio rrl-gioso entre ns povo agrcolas be
de (aula importancia, que nao dev MU Iralsdo com
in liflerenea. : ole poseo d.itar de diier que len-
ili-nc i une se i-bserva era cerlos faren leirns para
engaj-r da pref-renc. familia! la proleslanlcs, lon-
cideo lolli miiores favores du que os que goiam ni
c-lboli o-, e pur n ilro lado o g iverno arbitrando aos
mlu'slrns evanglicos Congruas mais avotladas do
une as qu-* b-rc.bin os parodio braiilnros, lem<
dol templos prol slaules que so viio li-vanlando poi
lo-li o p-rte ; cita ten leneia, dig) en, nAo s be im-
p-ililica, mas pelo e-cand ,1o que iiecessanaraeute de-
v cau.tr, be immoral, e lia de seguramente Irazer
males ao Brasil. N'um pala cui-titu in como ese.
lien, esta prrfeiencta pode Masar
serias pe lu I rfl -.
u o lentiment-i relicioso he o mais sosceptivel e
eio-o de ledo oelentimenlos. Aciiteeom todo agra-
doqa Iquer familia pr, le-iante agrcola, lenha o
governo mais perfeili h-nevolenea para com ella
,' ove in.-mo a emigraelo de uul>as muilas. s-
l-tieli*- principios le pa.a garantir suas rrenca.
dentro di espiten eumlilarianil, o legilimem seus
Clsaraenteic 1-bral s entre si, que far cum isso
lu'o .].- nio pule f ,;- ; mas na d n,u pn m-t-
la nunca f-\ r, I.-n ,:,i qu. fon a religilo torai-
nanie, pola lem a lavar igrado de miniar suslm-
I ll era lodl ai f rcoa o preslign r.llginso. sem o
no a dvinrdim nao f..ra' esperar. Na America
do Nuria te-.I a prinelpl -la col oiaaqlo, qnand
ii)--iiiu ora fivoracida com lodos O! meios, nunca se
concedern) t-es favor! a'-iiepu ai;Oe c-lhol-cas :
ap/sr dle0 o ainolgam., relign-.o he irarauso na-
quell pal, e -u e.leni tutos o du- escandal prn-
vo-a,to- peina protMtanloi, oja uiioieraucis s,,be d.
ponto a* proparcio qna o catli lirismo augmenta, d
II I"m(i I mnsiderarmns a prop sla do governo
imperial, apnlicandu aosenobj-rl ni principo al
aqu eitabeleeidoe, e moalrand-i ci-iijuncianieiile qu
polen justificar a referida l.i, pois qua ella alo so ..le d i'oinenlo tal qoal ie aeha concebido bero I n
peimiltuia n mal sem o punir, mu o introducira ce -i f \ leeer o omisrai la dos povoi pralMlanles,
pro Inziria s.m duvida ell.ilcs cuilrarioi. O arbitrio
que ah tumo o guvernn de reaul-r i>or lei especial
us matrimonios proteitaute*, estabetecendo ao m*s-
*o lampo a loa indi-suluoilid le, alera de ser por
ura lado oma laiefi mm complcalo embaraciiia,
be um ataque directo disciplina das seitas acalho-
licas.
Na opinilo -I Willir, loica es eananilsi, ainda
mesmo prulertanli", a Igreji reformada e to'.is u
-us- idhereaeui dirlaram falsa a doutrina da indii-
- dululid ide absoluta do matrimonio : limitaran) a
principio a per inis.au do divorcio ao cao de adulte-
rio ; roas era breve Ihe ajantarain geralmenle, M-
gun lo a iim-rpr.i.icSu de Lulbero, a di.rcao mali-
ciosa. Ha anda oulroi Caso qua determinara entra
elles o divorcio, a esles variara na razan da mutli
plt i lade te nloi era qaa li acham dividida! assei-
tai protestantes. Os exemplo. qoe varaos dar pro vara
eiubersiilerneul a facilidad cora que se pronuocta
uo -eio delle urna i.uieur-i de divorcio.
Na Alluroaiiha, por exeroplu, os tribuna execo-
laro o Rescripto de Fredericu ; e se Uro t-avilo com
lana facilidad, ein u> alaria de divorcio, qui uo auno
de 18-17 d> 3 88S pein;-s que Ihei f.,i.m feila- na
Prassil decrelararn 2,39J divorcios, os quaei turo o
andar do lempo lilo subido a aro uoro.ru fabuloso,
a ponto de por quaesquer leves razoai pronunciar-
se senlenc.1 da uivorco uo man curto inlirvallo I
Tero acontecido disaolverero-si ca.aroentos diutro
da inesma -emana em qu lo calibrados !
O que se pretica na Altiroeuli i repete-ie em sita
eicala ero oulros paizes do norl ou le dura ua a re-
forma. Na Dinamarca u filbo do re divorciou-M no
anuo de ISili de sui segunda u.ulli.r, dando -orno
c-usa a avaviga invendivel que Ihe tu,ha. lu.operi-
b lis auiini averliu. E cumpre uular que era me ji
o s-giiuda divorcio, po s qu igual se linha dado
cun a pniiiMia niullier. Regs al exempluin totus
oropomtor orbis.o > i Prussia ha dous anuos qae
se discute uros le rastiictrvs do divorcio, msi al
b-ji o g v-ino nlo cou-eguio faz-la passar. .\os
Estados Um loi -ecrilara-se por auno 5000 divorcios,
segundo o clculos felos peta tjizeta dos Tribu-
naes e por oulras aslalisusas. Ni California, uo au-
no de Iciol. s no dscurio do mu d feeretro, na
cida le da San Francisca, Crlebrarim ie qnalro ca-
(dineulos e l-erarain-i 10 inleiir.as da divurciol
Eis as ratees de havrrmos dilo que a pruposla do
goveruo imperial ostentan lo tolerar todas as crencae,
i-ifend- a lo las ellas Abaja a dout-ma di Luth.ro
Calvino. mqu nlu segrega o contrato do matri-
monio do Sacramento, mas u3u lh* aceita ai eouse-
quaocia* l Oto art. 1" e 2 reduz o matrimonio a uro
contraa coinmum e ordinario : aqu lerool a doutri-
na de L Huero Calviuo ; inai uo arl. 2- eitab-leca
a ii i!.-oiui)ih la le ; ah temos o ataque directo o
pos livo a d mirilla los dous reformadores a de seus
sdanos! Arada mais, o pnjecio paiace ulo aceitar
a doutrina da inuisiolubilidadi, como emanar-Jo do
contrato natural do matrimonio, p s qua no artigo
i- ; nico a I.mu a dissulubilidade dos roalnmonioi,
quer in-xlis, qoer de pes.uai eslrauhas ao c.lhole-
c-sino, ciiulialiidds por cscriptura publica, ou tu
forma di alguma religio tolerada, mareando para
isso o prazo da nm anuo Ha incriv.l que uraa tal
clausula i. eitabeleces-e ero urna lei matrimonial I
A iii'iiisulubilidade be ou ulo be um principio
slavel, peiinaueute da sociedad, domestica pu-
blica : ie he, ulo leve jamis ser abalado nem alle-
rad : se ii.iu he, nao deve o praiaela eslabelece-lo
:. ,n., pomo cn.tanto e cenital. E qual lea' o tri-
l-un I que ha de firmar a senteac da di.solubilt lado
dns man um.nioi -le qae falla o paragrapho nico do
artigo i ? O governo '! Nao o -leino.. O roioistioi
das ddlerentes senas ? Peior aiuda ; porqui o
goveruo Ibes nao confia a geslii du acto malrirno-
uul, nitn p ie ierunhcce-1, s iuin.iel.ntei para os
actos subs-quenles. Quaes sao ai retigiei qui tolera
o governo do Brasil '! .Sao lol.rora', ale'in dos Mor-
... i,- ou CIiiih, que alugaro seas filhoi em sacrifi-
cio ao e-pinlo das aguas, e que m iu suas mulbere
as mismas fugueir.s que c- niomero leus maridoi,
e ludo IMo par effritu drsuas errncas religiosas? To-
lirara' us Torcos cora seusbarrasno nj-iu das ci-
da tes '! Quaes slo, pois, as >eligidas torera las a que
se refer* o arl. 4 o leu paragiapbu nico ? O pro-
jectu nilo especifica nada d slo ; entretanto be de
inlerOMS card.aique -e saiba quaes-o ai leltgiois
i l.r.,.ia.. e uu uuniiro -le-lai entrara os SthnlCM,
os inabomelaii'-s. sociniauos, quakers e anabaptistas,
e se eum eies >e podara j Utnbam eilebrar os caa-
me.los mixtos ?
Anida mais : que destino lira a prole, se liou-
ver, na eveuluahj.de de di.soluc.ao dol malnroo-
nios par conseutimeuta da religiao doi esposos? E
dusolvido. os pnroeirui cousor-ios, poderlo os di-
vorciados passar a segundas nupms ? E no caso af-
Itnnativo, oode Picara' < moiali lad publica com qoa
lano alarido se fez por uccastlo da quesllo Kerlb ?
Cum a dillerenro que enl;io ira urna inulber proles-
lame, que, leudo casado com ootro protestante no
imperio, on I. os casamiolos clanleslinos s3o uulloi,
se havia divorciado da seu marido por ucriplura pa-
blica, e que deroai abracara o ealholicisiuo ; oo
ur.ijclo, puini, se aiatielece s misma coma, sem
iieuiiumi dascircumslauciai allenaanles do aasa-
ukiiIo kerth ; de modo que aquillu que hoiilam foi
um scau lato horrendo, ums uurouralidade immen-
sa, h hoje um- muta santissiraa Vluito iud a ra-
zan do E-la lo Faz a desfaz vnculos cooa oma fa-
cililade prodigiosa !
No irl. 2 do projiclo deixa o governo a' vonlade
dui conjoges o celebraren) o acto religioso aula ,)
Igreja ctli.liea, aceres, enlaii lo que ne-le caso pro-
laura' o vinculo espiritual para a parte Calholiea ;
ain leii) -ia pur conseguan di pilar cnndicio !
Quera j. vio uro eoutral peif.ilu nlo pro iuzir ubri-
- ,-- correspoi-deul ? E oio sabe o governo que
o casamento Ul hypolheia figurada aubeiileude a
dispema e nterveurau da Igreja, e cono lal he ver-
d.-dnr. caiain.nto, perpetuo indi-soluvel ? Qual
liria o sace dol ou p.rocho Catholico qu p deria
assi-lir a ss acto, -era que foasem precedidas as
con lices pinpo-las pela Igreja.
Eis-ahl poique as comniissOes disierim, no co-
roe{j de seu Irabaiho, qae a propona do governo
imperial i tl-recia mulla ubicuridade a falla de Co-
herencia Oaeu prujeclo creara incalculavei. difli-
coldades u pa'z O roeiu de evilli he o governo
na-i envolver-se de mudo algum na celebr-cao dus
comratos inairunoiua.s d.s aealbelioaa, lunilando-se
pura e Miiiplesioniie a aceita los jn failoi celebra-
dos cu I,,, me o ritos de Cada oras d. s rommunhoes
diserg-niei do Calholicismo ; o que ja' he de cerlo
otila gr- udi-siiiia eonces.-a.p que -e faz a colunia^io,
attnila a lei local do inipano rm materia de matri-
monio. Nlo se iiiiogin. qua os proli.lanlis nlo te-
nhain os s.us rilas cannicos.
O doiitissiuio Bohoraero, que na ordem dos cano-
nistas protestantes oceupa uro lugar mu elevado diz
mu clarara.lile : Os protestantes leguen) a direilo
pontificio ; posio que ueguera que o matrimonio seja
uro ..crmenlo, todava jutgararo os no-soe maioies
qu a. caosas matrimonia dtvem ser cunnderada!
csns de ronscieii.il : Protiilautei leqaanlur jai
Puiitili ium : qu.anvis miro nigenl roalrirooniam
e-se .acrau'iiluiu, existimar un lamen mejores noi-
in, ip-atnraomalss causas ad casus couscieuliae assa
referenuo.
E lio radica lo eslava na christandadi o pensi-
" enlo de que da loiup.leiic.a puramente ecclesias-
tiea depeudem |oda< as caus s que diz.ro resprilo a
v.li lad. do matrimonio, qus nunca o foro civil pro-
le, tanta se l.mbrou di usuipa l.i. I Quorum, c.n-
iiuua Un.ou,ero, cum habe.tur racio iu foro sxcula-
n, rueriio easdem judicio ecclesia-lico case delegan-
las; o e nega lambem que, tratando o foro civil da
tKCISSls, p ssa prevaler, r-ie do nieirao direilo pa-
ra entrar na apreciac.au das razOes iiitnnieciS da va-
li ta le do uoatnmouio : Proinde qurostio princi-
pilis (la succe-iuu-j tandtu suspendauda est, doee
ie causa naUlium iu foro eccleiiasitco fuetit cogui-
lUlll.
A Russia scltismaiica foi neste poni mais tol-
rame e catholxa do que o Brasil quer ser. Os ca-
samentos mixtos nao ao vallidos a li seno rlapois
da serem ;ibenr;oailos palo sacer-lcle catholico-greco-
russo. Nao havia, porrn, loila a liberdaile para
os calholicos, em relagao ao julgamenlo de sitas
causas niatriinoniaes por um tribunal ecclesiaslico
etn materia de casanieiilos mixtos, conforme ex-
(uitha o santo padro Pi O na allom^o dirigida
aos anleaes no consistorio de 3 de julho de 1848.
l e-se inconvenientd, po-io que nao fosse remedia
do pela concrdala reljhrala em liorna em 3 de a-
j;osto de 18-17 enire o car-leal Lambruschini, e os
cuides BlondolT e Bonteniell, em runsequencia dos
motivos-jue o mesmo santo pailreexpoe na sobredila
allucticao, com tildo,depnis de recltlifada a concor-
data, o inipetailor Nicolao baixou um decreto
(L'kase) determinando quo dalli cm dianle as cau-
sas inairimoniaes e todas as oulras ccclesiaslicas,
'|tier no imperio da Russia, quer no reino da Po-
lonia, depois da senlenca proferida pelo ordinario
do lugar subissem em grao de appellacao para o
tribunal metropolitano ou para o hispo mais visi-
n!io, se o metropolitano fosse o juiz em primeira
inslancia ; e quo finalmer.lD em ultimo recurso as
causas fos?etn levadas para Boma ao tribuna! da S.
Apostlica !
lis aqui como procede um governo srhismatiro !
lie islo o que ss rliama lulerancia religiosa I Mas
querer o governo brasileiro iniervir directa mente
tas celebraii>e$ dos matrimonios calholicos, impon-


DIARIO D PERNAMBOCO TH((;a REIR 12 DE OUTUBRO DE 1858.
do-lhes de mais a mais a ndiuolubilidade absolu-
la, que alies repellen!, nos paree* He rrw unn
pouco puniente, sen fallar no incommoil no
unos pesado que o governo qnei ccnirahir sem ne-
tessidado ursunle He muilo prurido de in!<>r\ir
em ludo, al iiiesmo nos negocios de ronsriencia I
Alm de que, quem deu ao governo o poder de
tornar ndissoluvel por le moramente civil un
contrato inatrimumal ?
O poder civil, diz Mr. de Bonald, pode algu-
nas vezes aniiullar contratos anda mesmo filu-
dos : pode mesmo supprir em certas circunstan-
cias o consenliemnto iiocessario da parte dos con-
tratantes ; ms ao pode pralicar o inesno a res-
pailo do matrimonio, quer se considere sob a rola-
e,o de sacramento, quer sob a relaco de contrato
puramente civil, sendo que nesla ultima bypoihese
o contrato pode fazer-se o desfazer-se vontade
das partes : Peul faire et defaire a la volunt des
rarties.
Nao he urna declamado, pois quando dis-emos
t|ue o projecto do govetno, se passassse como se
acha concebido, espantara, em lugar de alrahir a
eroigracao. Urna prova mu recente veio confir-
mar as nossas apprhencoes. Em um jornal alle-
mao Brasilia, que se publica em Pelrepolis, e
no qual collaboram algnns protestantes, l-ae no
sen numero de Id do corrente o seguinie artigo,
em forma de represenlacao :
Srs representantes da naca^foram-vos appre-
sonladas algumas proposiedes qae devem servir de
base ao eslabeleciinenio de urna le que regule os
matrimonios protestantes ; nos, porem, j temos
nossas leis malrimoniaes ; oque unicamenlo preci-
samos he que o governo declare que a tolerancia
he urna verdade. Deveis saber que se a proposta
de governo passar tal qual seacba, isso importara
para nos o mesmo que em oulros lempos importou
a revogacao do edilu de Manes.
Qni polest capera capiale.
AcieJitamos que ha nisso muita exagerado ;
pois que os resultados que podesse trazer a pronos*
ta do governo nao seriam jamis, quaesquer que
fossem, cumparaveis, em relacao aos protestan i 'S
aos elleitosda revoguco daquelle celebre edito ; o
artigo, purtanto, do jornal allemo s serve para
mostrar que os colonos protestantes, e mesmo ou-
lros protestantes residentes no brasil receberam
com inpiesso desfavoravel a citada proposta.
Nao usariam as commUsocs desla linguagem
se nao vi-sen que o fim principal e ostensivo da
nota lei he lisongear a emigracao protestante : e
como ellas desejam sinceramente que nao sejam
frustrados os bons esforcos do goveno nesie grave
empeoho, toman a resolucao de subsistir o projec-
to que elle aprsenlara por otitro que, consultando
niellior os interesses do paiz, concille ledas as con-
ven aaaa regiosas, sem offensa denenhuma dellas,
especialmente da religiao do estado, que considera
um grande ataque aos seus direilos os casamentos
mixios sem a sua iolervencao. Sobre esie ponto o
governo imperial, procedendo com moderarlo e
tino, pode olner da Santa-S mais ampias 'acui-
dades, alientas as circunstancias do paiz.
O projecto substitutivo, pois, consagra a idea
capital das necessidades actuaes, em relaco a co-
lonisacao ; consrgra a idea da legitimacao da prole
que resultar dos matrimonios acalliolicos; consagra
finalmente a plena liberdade de consriencia, dei-
xando a ca*da um dos cultos o direito de se re-
gerem pela sua disciplina.
O governo, que he patritico e ntetligenle, nao
querer sacrificar s suggestoes do oigulho o am-
gate! diclame que as commisses llie offorecem no
interesse de aaxilia-lo na obra da colonisaco. Os
principios que ticam evarados no decurso do
nosso trabalho nao podem ser decentemente com- j
balidos, e s nao Iriumfario, se a torga material
se encarregar de decidir a questao ; ueste caso
o que Dos nao permittir diremos com o sa-
bio da escriplura : ejus !
Senhores representantes da nacao O anjo des-
te imperio se prepara a recolher os votos que pro-
ferirdes nesta materia Tende diante dos olhos a
magesiade de vossos juramentos, e a imagem da
patria que vos pede urna deciso conscienciosa, e
digna dos legisladores de um novo eminenismente
coiholico !
Aqui tendes o projecto substitutivo :
c A asseinbla geral legislativa resolte ;
Art. 1. Os casamentos entre pessoas que
nao professam a rebgio caiholica romana, cele-
brados na forma de seus respectivos ritos, sao con-
siderados valirlos para produzirera os effeilos civis,
eomo se fossem conlrahidos segundo as leis e cos-
lumes da naco.
Art. i. Sao reconhecidos. validos para produ-
zirem os mesmos ideaos, os matrimonios enlre pes-
soas que nao professam a religiao caiholica apost-
lica romana,celebrados fora do imperio, segundo as
leis e cosiumes do paiz onde foram conlrahidos.
Art. 3. Os casamentos mixios celebrados bo-
na fide anles da publicarlo da presento lei, fora
do imperio, sao considerados validos na forma do
art. 2.
Art. 4. Nenhum ministro catholico poder
etercer as suas funrces no imperio sem que seja
reconhecido pelo governo do paiz, em presenta de
seus lilulos cannicos.
Art. 5. O governo fica autorisado a organi-
sar e regular os registros dos casamentos catho-
lico, assim como dos Bastimento* que delira pro-
vierem.
Art. 7. Ficam revogadas as disposicoes cm con-
trario.
Pago da assemblea geral, 26 de aoslo
de 1808.
Conego Joaquim Pinto de Campos.
iiv i o harolho leilo pela tal contraria, porque nina
bamlurra desaliada e tacada em d.-eluibo propria-
meme atiieano, aiaulam -p doacompaiBada) voe,
i,m*a ranlan le i m .'>, oOtrM di miu apoiadoa a pri-
ii,, ,,;. Nilo era poaeival qu. appareca Bina pie-
vi.Vnna ladenla a obalar semclbaals orgia orba-
nlo i '.' Esp > Hiims que Sr. tan (legado racommen-
d. as pliuIIims pura qup (di in.in a ordem ease Iv-
ileoa improvieadi s, que bpm podtam ronlrular-se em oiari
aluoin Ibtaira alim de melaren! <, phrrnesi Untante
q pumiia que ca enulraria vulanle lie aquella ile qu
ja tialamua ile eulra ve, c ni" d-n.lo aa m9 arreui-
laa ao rjali de la lona i> e aubie o veide Upl,
qop a aaiaraia tatoadea tan f'Pnle do Carino ; una
qualquer qae lia [, faa-ae rerummendada a allen-
i;.1'i da pon- la, al porqua la< ruiiccnnal-s po lein
r ongan il cnnllicloa, qae ileein em resallad con-
eijue'in. funailai.
Morle.O individuo qu rummelleu o arlo do
NattaM .le qae hoiil'ni Iralnmo, m coirh'o a.> ti-
ro que dpsf-clMu ubre ai praprlo. A Senhora p p
^riaiigaa por "ra no OBTeneeai raalov lcelo, apezar
de aquella ai-hare cr^v-nipiil affea'ida. Ai i '-
*at aaaaxnadaa a es-e afilo de lnu. ora ao am-la l.lo
iippo.iaa a ronira licinria que ala aartnaa noa ejoa
vamos Batanear atguina dallaa com a reapectiva pu-
blieaeM.
niiilpr onlro jui/ (; iBpplenla ordenar o cerco e va-
rejo .lo engenha ondi habilava o dcpoailar a recalcl-
tr.nte ; a que por t dnmnciaa, que dee. b ruin por injuridic
ele. ele. ele.
^onumtnicabOe
! i | io- II riiinniiinipado do aOiaiio de bmilein mo nos
eorpraadaa, p. rqup aeiupre livein fe' qu m.iis nu
u juiKiii.ciilo da ireprnre enca deaaaa lr danon- Bunea -.namo. ruinado por algum lalenlu.iu elei-
slemaldo patria, uo antea nico e atcloelvo m li- lev ; ..as amea que remellamos a ooua pequea ie<-
vo aoa d.eapleuado 5.ule., qu. Ub aelTr......|a,.i poeta ao aabi. eolla.a, pedlaioa-lh aaia para n
in.in, osr Ur. |UH de dirello Freilaa lltnri-l dar um cou>ellio da camarade,
que "o Jornal do Commereioa junuimio-aii ao me. I p,ao vosmeiuii aaaea a fallar por (iracapara
no posi. r. proinolor Julo Baibeea, por ier op- |,er rlrIMi lalenlaa alheioe, porque vos lende.
p i ado pala cera >. a vareta do enaeubo e peh impro- graca-to fazei rir-quando fallan do vosio pri prio
cadnic a dai denunriai. lalenin.
Ii; de juibo ile 18..Illin. e Em. Sr. Ur. Antonio 3 Jilas ditas, 2 ditas amostras ; a Timm Mun-
liercellioo Nanee (ioi.iaivps ilimi
iuiu presidente sen Vinass&C
da proviaei. do K. Grande do SI..U. 2 H|(3S~dtas e amoras F. Souvage c_
I 1. Setaliio de Cdtani. Mi. Ap*Capaz.
(Do attio Gfaadeaee.)
Ktpaiiramento.Conala-noa que no dia 8 .'o
Barrate, pelai 7 bvraB ia in.ile, n. logar du l,iiea.
pregaeila doi Afogadoa,fora aapaaeada par um crion-
la de naene Jo^t cutanle qu- o delinqaania acha%a-ea armado e que
Iba dera com un miren da araia, podando evadirae
Banal paloa gritoa I llnaa que recoohai > r o
esuanea i. r a ie! de fri "'. Alea dia ergutnle
ni" havi "> o corapel ia auto >'e vialori .
aamprinda qoe '^ aa raca pa a logo, p taja rom Ba-
la lie aova, de 1 lie victima a lal Mar a, ro-
nii heaabni 1 1 m radore do lagar.
Patfagetrot.O apoi inasiieiro alga
aliidoiaraosp.il :., eol, levou a a.n li
eegumlea paeBBKeiroa :
Dr. Jone ib Alioeida Lima Baatoa, Alezaedra Fer-
rira Colaca e 1 arlada, A"lomo Joaquim S. Kigu -i-
re ,i, Joaquim Cardoto du Bon Fin, Jote C
,1 ..- Pauoi, Mara Candida .. l ajo a loriada,
JoiioPaiowa UaimatSea, A Ionio .1 de Vlmeida,
An'onio Branco, Praiien 1 fS aneo, M .1 t Gomesa
11 liiate braiilefro "N; ia Angalican, sabido para
o Cea'..', levou a aeu ti rdo oa eegumlea paai geirua:
laae* Hara da Coala Bandeira, aoa fanilia e ;i
criados, Jo^'i da Silva Kr^u< r Candida Al. de Met .
() pafacho porlagaea uiVoiuoii ir... ll. eahid.
para o rorlo, aondazio o paasageire .1 al ra
Guncalvea I neira.
r t* bfigua mul-x aBatclolas, lahido par Liver-
pool pelo Ceara', eondoaio a aeu bordo o pata
Potar Fou k .
HotpitaUe earUait MI de oolobro.)
Ezi-ltm :\2 lii)uiaii e ,'>0 malharea,
i liom.in ceireiie.ro ; e -2 horaena Bacravoe ; I
85, Foram vituaiai .1 enfermariaa, pelo cite
Pnilu, ,t- 7 lluras meaoi lll mnaloa da mantiAa, llr.
Dornallaa, as 8 e 1,2 a mauha, Ur. Firmo ai >
moa 1 10 miuulos ria larrte de liontem.
Mtifndouro puhliro :
Mataram-ea 1,1 lia lo di -.rre.ile nara consumo
de>ia eidada 10:! 1 lee, ber :
Mae pinquaiiiu ratiadilha, rmos felos nefindot
teaaoe espalbado por loila a parle onde cb*KB tsle jor
nal, procurava em vSo atborear a replala,), e hoora
deaooidoai di,lineloa en-.prepndoi, acareeiava, e a fa-
aava ao ^r. Dr. JoAo 11 ic.no : e mu advouado nu-
vico inenihro prurinineuie da rabadilha Ib queloaa-
va podre iaoauao por toda a parto, mrmenla denota
que mu jola proferto, en, cerla rausa (t) que elle
advogava, um despacho, que mullo o laboreuu.e que
i redondn lodo em proveno de um sru eamparca to-
cio da rli.i nllia.
Enllo a Intelligeneia, 1 pmbiidade e Inlelreu do
S'. Dr. Hireauo ruino de poolo. e fui por i..,
| o. illia elevada al ao atlroa. E mi aauafeil n cm
1 o apregoarem na 1 iin.,. ca |u,r loda perla |...r nm juia
dialineio, otelHgeale e lionrsdi .1 oda a prova, a.-!
areviam no Jornal do C 11 mercio 1; rt,7iam pe.
bocea do compadra 1 noque .. Dr. Hireauo1
ara o nico eletnenl 01 1", que I -.'.a na c -
marca, e que iiA'i ., ella .-' ria abrazada
P lea malvara 5 aje. do 1110 do
proinoior, o do dali.
...lio ae reaaeuli di, |oanda <':: m |a
faci mulla.iu pelo Dr. I' re 1 1, em naliri e
juide iurciiiiinlirlno, o n ,.a no m im J ,.
nal uo Comniercioo. A' -. 1 : a r badlltia auroo
lairam-aa ouiroa ael e aenieuca
favorat utat.qo li inava 1 novicoadvo-
- 1 11..na rabadilha, >euda advocado^ ia< \.n
rea e daefavorecirta*, mis eolrua, que 1 mo
n ilemoi empenhado na deffentiva deata jota, 1
r.o devemoa o menor favor uo camelar da a.'\ iga-
1 1 ; na- em qoem recouberemra mlelllgencia,gran-
de de>a)o de acertar, e bonradei nqoetlionavel, e
moimanto a saliente qaahd de de n.io .'..\ar do-
11111. por influencia .1 .una, iiem >e irr>ciar das
roue, ^ e bravat-a iloa ferozet aian.les de al leia,eo-
do para notar, quv ten gr-nne dcil lade, e facili-
dade par repar..i tarerlot de -. u juizo, loga
1 i" moalra a lei, ou -..! verdadeira inieili-
genei 1. aErraia homanum vita!
Delzemoa agora i>or m qoaato ao Sr. Dr. I n -
no aeula o uo capitolio virio, i ilo, em,I" lecanta-
.lo pela rabadilba, e p< lo ten advoga la ni viijo que a
ceda momenlo o t..iilera*a, r o ienull-l-va excla-
man,I para s eompasheirot acece hamoe vr-
I iiimi q m boj os :>r, bolea, 'toa o a(oulain iu
ajornal do Commereion 'o Sr. Loyola,
l'elo falleeinn 11I0 .'o propri tari, do eneenho l'.io-
Atoaielio flearara moiandoaa meemo eaaenha ir.
ue saos lil" s, que aaaaiitaram aar mail convahavcl,
e c alio lo daefr-uctar o preilio como um sem paaai
reoda alguna ios deman berileiroe, nao eonaenlindo
nir-mo que aquel el mora. 111 fora do preiio leli-
roeaem dalle a menor liiIi lada ; maa oulroa bar lei-
*u* icmiloa, e cuuliadoa, querendo interromper es-
demazia lo logro, levaran o engenho a p,-,;a por ar-
Uma Boeiedade, 2V, oolrat, Jos Francisco i!e renJamenlu judicial, e trienal, cou.eguindo um da<
NSo zombris de qutm ha muilo pnlrrgou a'
poeia um ban iolimque peda ser afinado.
Falla! seno, embora arredilis que erperanioa o
-.Firai com ae voss..e c*boUe doEevpio.
Amia nao ilerlaramos, iipui aulonaamiil nii.guem
a ueclarar, que e-posamos eu ala es -niiin.i-ni. do
Sr. Dr. Augoalo de Oliveira eomo oppoairioni'la.
Niin aaalgaamoa a lavor nein ronira o deranlado
lo, porque no pnmehro eaao enebenamoe um
l'i t ''%i'rv,l ilaqualla que se noa pinto : P 00 BORBtr-
rqae nBo podiamoa faael-o, mai por leas eata-
r. ni .. uiiabililalo a ili/ei qi e o Sr. Augoalo de O-
Bbe um axcellei.la depolado, pois em favor
.1 nona provincia, (paiece-n i i a anico que
fallou na i" I
2.asec(So Palacio il<> governo ile Pernam-
buco 30 dejulbo de 856 {")
Tendo chegndo ao oipu oonheciineoto que
VniC Uvera era sua casa homlaiailo um cri-
i'inuso de mnrle chamado Francisco XtTier
2 dilas ditas e amostras ; a J. P. Adour a C.
1 dita relogios : a Schapbeillin.
2 dilas dilas e oljeclos particulares, 1 embrulho
amostras ; a Saiiuders Bmlers iV G.
i caixasjoiasa Rabe Schametlou & C.
1 caixa obras de prala, 1 embrulho amostras;
e que indo prende lo o major Carlos le Mo- a "3rroe- & Caslro.
raes CamisSo, Vroc. se mostrara irritado' I caixa relogios, t embrulho amostras ; a H.
contra o oflicial, que cumpria seu dever, e Gibson.
3 dilas queijos; a M, J. G. da Fonle.
1 embrulho livros ; a H. II. Slan.
I dito Jim, 2 iaix.as ubjeelos particulares,
a W. M Penpslon
i e i.bru lio p.ip. is ; a Bastos & l.'mos.
I dito ditos ; a directora du Banco do
Brasil.
1 caixa roupa e livros; ao capitSo V. Me
desos am la mtn irrtalo so mostrara quan
do absolvidi. Xavier pelo jury de Garanhuns,
loi pelo mesmo mejor em ba'ga-la a soltura
por ter elle de responder por mitro crima na
villa de Cania'n"; tendo mais silo eu infor-
mado, que Vmc. tem se querido ingerir oa
H'Muna^'io .las prisOes dos etentus com
manifest dpssprvieo, cu i o acont" ceu man-
dando passar para a sala livre Jproni'oo Te- deros.
Dorio, pois quedell evadise logo, e cu u- i iij
pi ni Jo a este governo caso sejam essas ac-
l>.ee. ......e il/.ram pro- ci^aQoS funJadas, cOamar a Vo c. ao cum-
leaianle pi la aun !, ,,< ril-pam m
,-i v:i .
" oh gora. Uto asnlimn*; matada um
noeeo, qoe -. nou o i rotalo, noa o-ruiou.
S un Lima e J"An J s da Allioquerque *l rada nm.
vUnoal do SoozaTavaroi II rnardiuo Amaiirm Au
goatoda A-aaio fi aa la am, Joaqom finio, Ala-
noel J.aqaiiD Du 'le eSoasa I, Jos Lacio Lina,
Jolo Qirieotlonio de Albuquarque, Chriatovllo de
Smu. g i Lsaa, Loii de Qaeir. i Barros e Jote An-
l.iiiiu de Sooza Queiroz :t cola um, Ju.iquim Jacinto,
Jo-o Haurleio nos Saatof, Bell rmino Alvoi d'Arou-
eha, Policiano Jo- Joaquim lime* cada um, e
Henoel Joee .la Il.ssurre15.lu, I.
No da II .10 maamo m i,.r^m-se romo cima, 17
re/e-, ieodo 1 s marebaalofl oa meamoc, roenoi Chria-
loviio de Santiago Leaaa : Manoel Paula de Albu-
qoarque e Loii Moreira de UendoD(a que nenbuina
taz iii.laram no da 10, BQ du 11 matou aqilelle 2,
e e>le oin-,
Murlaliiltde do dia 'O do corrente :
, el Jo.e do .Nascimeiil", pardo, aollciro, 20 an-
uo* phtbielea,
Al >nvel| paido, S ni^a, e-amo.
abermine, parda '> a......s, e.pasmo.
JoJo C suicidado.
11
Candida pinta Bandeira Aeeieli de Vasaoncellos,
branca, aolteira, l'.l anuos, bep^tile chromca.
Alauoel, branco, i mezas, ii.lViininaro de inteili-
no-.
Hanaal Jo' l'erreire, pardo, caaado -18 ami.s,
aaazare.
Rata M nia, pela, solteira, lili anuos, inflamms-
ciln no Ogado.
Al amanhoa.
CIIUOMG.V .HIDICIARIA.
TaiBUIAr. UO COMMHRCIO.
ue-f. u-l-diiav eiicabecadua lia cn-enlio anemal.r o
predio "or, loda ioaa pe encaa pala reoda anno-
,,l loreia8t4l m ocarriere penare de
*e prev.iipi',-1 da enrep^ao de les.lo enorme, qnai.do
llie c, brass-m a randa, e asi ni cudilbar aos deniae
herdenot.
Ojoil que preedio a essa piara pH.vava tanlo com
O ariamalaiite, que al Uta acei'ou pata fiador um
hornero, qae -ti pacala em l.ens de raz doos cotilos
do rea, a deapeilo da formal oppoaicilo dos dentis
bel leiroi
lrj-o;s e venrlos doo annos de renda, propoae-
ram doue herdeiroe are.!., eompaienla para a cobran-
za da renda vencida, raja urea, conleatarem com
mbargoe alDgaodo leeilo enoime. E durando por
ii. iiia lempo a iiirroaMo deaaa can.a. nndoa-aa
irienio d'arremaiacio do angaabo sem que Bolla *
proleriaac deriel i Hiial,
EnlUa id caabado de ftrremalanta do puuenho
rejua. nova Braca ; mas o> enrab-^adoa desfruclan-
lea excluiv., do piejio, niin rontainto enm tenas



M. M.
li)Oo
Ti.- ->-.. i-vi-n 'os nos a o of-
fici era iia> de 16 de junno ultimo,
i;- mi nano i us oJico cauu-
Cliiuiioii Sei e Catania ao Exm. pr^-
. neta, onde transluz o mais
;,i s..j i, e a em bao mais nob>o da
parte daqurlle varfio apostlico de pro
mover tor tolos os i!i"ios a o se.i alcance
mellu,lamento nSo til n oral, como ma
erial desta provine ligo por sem dn-
1 ia de urna meibur sorli ; no (odemos
leixar de rendar a esse coi s licu religioso
ti 'i. o nosso culto de veneraco, tola a ho-
tgem i!o nosso recontireimentn, pelo
generoso esiorgo que t. tu empieg'do para
ar ^ osla ierra a poaiQSo que llie compete,
e a que a drstioou a natureza.
Para que teoham os nussos lectores um
COobecimentO uiais exrclo dos mporlanles
-erviQus que ja aiitermrnienie liavia proJi-
galisalo hus municipios de S. Gouqalo, Ex-
z e ViiU Floro Rui. miesionariocapu
cbinbo, taremos preceder o seu ofDcio da
c ra nssas ex ressiva, que cm martjo no
correte atino lie Jinglo oes-presidente
J.sta provincia o Kxoi. Sr
Macna.lo da Costa Doria, que resume serv-I
,-os daoutoi p oncaidade por elle \>^* io*\ a^'^LZ
nos referalos mumci. ios, especialmente uo c,, ., s,.Ciadade
de Villa Flor, e Jos quaes fez Honrosa men-
sBo o 'Diario de Pernanihuco 1e 21 '(". niar-
Qodesle anuo, emutna bum elabo ada cot-
d lencia.
Iiiin. e llvm. Sr. precian-o divida-
niiti e os seru;os por V. Rvm prestados a
religiao e esta rovincia, dos fins do anuo
i' ni at fevereira ultimo, principalmen-
iiim municii ios de \ill, Flor,
Extn noz, eu tenho por um de.ver Jirigr-
me a \ Kvm, manifestando-lbe o subido a-
preco em que tenho esses importantes ser
vicos eagradeceodo-lheem uome desla mes-
n o provincia, que S. Al o I perador houve
p i metilo e aos limites do seus deveres, enm-
uro que Vjc. responda iiu.tito antes sobre
lilu fortes arguic/les,
Doos guari a v'nii'.Sergio Teixeira de
MaceJu Sr juiz u>unicipal do fiar-iibuns,
JoSo Francisco Lluarte.
2. seccaoPalacio do gO'erno de Pernam-
buco 10 deoulubro de 1856
Devolv a Vmc os documentos que acom-
panbaramoseu ofJTJeiode36de agosto ulti- rj
e 3 embrulhos amostras; a Fox
lroth rs & C.
1 caixa amostras; a 15 G. Alcoforado.
I e:; b ulho ditas : a Prenle Vianna
J. dito peridicos ; a II Forster & C
1 dito dito ; a Patn [Nash & '
1 Jilo amostras ; a J V Moreira Das & C
10 naixas q-eijos e presuntos, 20 birris
manteiga ; a V\ hu 1.
2 De dar o fornecelor rrcOes e dietas de-
vidamente preparadas e divididas, fazen 10
os em prega ios da casa a entrega aos presos
e i nfermeiros.
3 Dd dar-se ao furnece 'or o uso da cozi-
nba Ha casa de detencSo com to 'as as suas
periencas que existem, <> que o fornecelor
deve conservar e resliluir em bom esia lo.
4. De ser fo neciJa pela cssa a louca de
que devem servir-sa os presus e infermei os
para us't das rar^es e dietasConforme.O
secretario,
A. F. da Annunciar3o.
_____&t CONSELBO AUM1N1STRATIVO.
O conselho administrativo, para lorne-
cimenio do arsenal je guerra, tem de com-
piar os ubjeelos seguintes r
Para o lo.- baialhfio de infantaria.
27cintuiOBs decouro preto envernisado,
para a mu,ica ; 1 porte para o bumbo ; I
Jilo para a caixa de guerra ; l.uito para ar-
vore de campa ; a espa las de ac para sar-
gento brigada e v.go-mest>e ; 2telinsde
couro envervisado para os mesmos ; 2 co-
lheres de ferro ; 2espumadeiras dito.
Para provimentode armazeos.
20 cornetas de toque; 800 pos de ferro
para barras; 48 caibros de boa qualidade;
IS c&ixas rendas, 1 embrulho amostras ; a '306 pares Je sapi tos feiios ni provincia o
A. C, lo Abreu. i de boa qucIHade para difiranles corpos.
1 embrulho amostres; a Johnston Pater
o, ao qual respunlo dizeiiioque tomarei 14 caixas ditas : a Southall Mellors & C.
em i'un> inac,-io ludo, quauJo liver mais
lempo entretanto p le Vmc, crer que ue-
nliiiio juizo di-sfavoravtl fago a seu resptilo
Dos guarde a Vnic--Sergo Teixeira Je
[Macedo.Sr. juiz municipal do termo de Ga-
ratiiiur.s.
ttrie&cti.
s
Uram da ncculiarem-ae rara maliliearem ae claroas
p-ra a conciliario para ujaiao eanleneioao ; e 'i.
depon da maile denpeui, irabalhoi p daligeneiaa
perd.,-, c m-pgai.....laloc I ".-r ^s eoneiliacAea pa-
ra rr eeri. em |uno. Pra proielaiem o andamen-
lo .la aecJI Baaonlaram aag ilae ladea ai reeoraos "a
ehicaoa, prevaleeeado-ae de aas.-a aa mala bnigaifl
eanle, que eradoaram por ineploa em poni .le di-
reito decieivoa ; bem eomo que a aeclo eelav nolta
vanlagene que liveram na paaiada arrematafla ira- torr;a da Divina tMavra reconciliar inimi-
gos r, licorosos o plantar a paz a unido on e
luteresses mesquinhos, e intrigas pessoaesj
tiavaiii es alhajo a discordia: na de S A-j
gueda .'a Alalia o So foram uenos imprten-
les os seos servidos, cono obteve naqueiU ;
os niaj.ir.-s tnu. phus para a religiSo, econ-
seguio *o da piada le dos particjlares som-
ii' g considerareis para a erect;3o de urna
lado cm hora eprla no mesmo .lia na pe"->a da
um -eu Irmlo, e mo no ni i-., ,iia. Qoe inepcia I n
un vendo que esse borden o lora valo pelo o Curial
fin caaa, e qu para nao ser ella lo se Iraneare, e que
elle for etlado com her ceila na pa.soa de < u
maamo Irmto ja ruado para a meania aceta, e reco-
nhecendo que. se boa ve falla fot ae muid-, a aio
ADMINISTRATIVA, EM II DE OU- noeeeeneiel da rtlecao. a fundado no que oispe
per falla da citaclo, porque um berdeiro reval, foi j Capilla nessa nascente mas bella e im,'or-
I nti povoacSo; enadeUru, boje Peoha,
l'oi que v Rvrn. redobra do Je eslVeos e a
'11'URO DE 1SS.
Presidencia do l-.rm. .>.etembargador
censa.
As 10 horas ila manliaa, arlianlo-se pre?enies
os sonhorej depuiados Letnos e Basto, o Sr. presi-
dente derlarou abarla a sesso de mero expediente,
e designou o o depulado Leinos para servir de se-
cretario.
Foi presenten enlacio oflicial da junta dos cor-
relores, da semana linda. Mamlou-se archivar,
Um requerimenlu de Joaquim Lucio Monleiro
ila Franca, pedin.lo o registro da procurado jun-
ta.Re^istre-se.
E por nao haver mais nada a tratar, o Sr. pre-
sdeme encerrou a sessao, sendo 11 horas e raea
da manlia.
que
Od. I,. 3 I'. 63 > t, 2 Beagaiiilea, deipraia esta al-
letfarao, lllalidau.lo pioaegulr o feilo,
Eulfio racoireraa) aaovecbicana dp appeilarem
Um dos maiorps servicoa, e p^r cario o mais pro-
veuu.o, que boja nac,ao reclama da impvoBM indo-
pendente, be a soccessiva confionl iao, oo cotejo,
dus lempot que tem corrido depon da is : rom
aquelles nuiii" que os antecederam Se da,la preei-
a uperaco vioaea em rastillado, que deJtaiao .lo regi-
meu hueral lia m.ns eionomias, e que o portacaaaoi
vivem mabl faluea e aaliafeiloa, do que viverean ao
lampo da anliua lUonarclua, coiiaenluimos que an-
da podeaa baver illusnlo*, qu.'calcando a pea todoi
os direitei e leg.lidadasprefensiein a niva ordrio
de roj-.i- ; maa ae pelo contrario apareeem deauer-
licio. .los dinbeiror publieue, e ae racatibece que os
poitugueiei a-lau pobres, desuoslosos, e mais .lesijra-
Cados do que anles de 1SJ4, cuino be poasivel deuer
Dr." Iternar o '''" '"Rmalliar um lyitema que al-in de illegalmo-
liea la i acerbos malea *
E-le aervt{o que a na{3o reclama di impreaaa in-
m favor daquellee qoe ora ap'p-re-
sem lerein conbcciintiito do pas-
cado, e sem podaren, por ronaeqaaoda, chorar o qoe
par la ,,ii. He nm Mivifa til, preciso e al ludia-
peiltavel.
Aquello a quem diaaarem, que em 1K5G bavia na
saarelarj.ia de estado -jili ottlciaa* e amauueiues suj-
lentadoe pele couinbui^au do povo : mas que i,.i >
aouber, que no ullimn anuo da vida t.'el-rei II. Joao
VI u sru numeio apenas era de 1I8 ( com mullo
maior exrrrilo, e o Iripalo Ja arma.'a que hoja ens-
I.OilQalo e J le ) nao pode pergumar a el man opara que be
ese* augmento de "S erapeegadoa '.'
Aquel,e a quero pregarenj a ado A aristocracia,
piula- do-a como um labeo .'a socieJ.do e irreciiiei-
liavel rom a* i *l do aculo, p.eri-.i adiar na im-
prenel quem llie ursvemle ,s elhoe, e iliua rom una
"o sesui.i : Mealem ea que assuu oa pre^am, a vi
numero dol Ululares
em las poca dnliiicUs1826 o 1839 :
lldvia em I86( poca in. uairhica ):
.'1 .luqupi (iiu-iuiiiJo lord VVtliiigt,iu ) .
-:l marqurzes.
66 n Ira.
37 viaeoadea.
"Jli b i rAi a,
Ao lodo llil ulular.
Havia am ISjli ( poca liberal ) :
T .luqurs (iiicluindo lord Weliugton;.
-I ma'quezer.
7S eondee.
102 vi-conde?. .
Illli bardea.
Ao tod :!!', litalot.
Ah leudes moa 1.VJ lilulares na poca liberal, do
! que baria era lempo da D. Jaio VI. E que deven
c isla dos ma lores sacrificios, depois do pro- laoppor agora deaaa igaatdada com que voa aturdem
" i incansavel, o bem aperitual daquelle oa oavidoat... Orno aeredilareia qae eceoomieara di-
povo, levou o si o zo|
de cui)-r al de seus
2 linas bichas ; a J W. calque
1 embrulho amuscas ; a \dain- & C
2 tina. bichas ; a i). A. Hall eus.
1 embrulho amostras ; a J Astley & C.
1 do pnenos da ecri 10 io ; a J. w
Wiot.
2 utos amostras ; a J r,\ ler& ';.
2 dos dilas ; a II. Brunn.
3 caizas e i embruih.i amostras ; a J
Keller & C.
I lili, a ..ostras ; a J. de Oliveira Maia,
I Olla ditas a M Aure.
1 dita cuas ; a M Tbeard.
1 dita dius ;a J. F. dos Santos
1 dita ditas ; a Burle Souz & C.
I dita ditas; a F Pinto & C.
I Olla ditas ;e a. J deFaria.
Paia o Hospital de Alagues.
100 royados de coita para cuberas.
Para a companhia dos menores do arsenal
..e guerra.
3 hanheros de madeir. com torneiras de
metal ; 6 regoas de madeira pa-s aula.
Que n quizer vender taes ubjeelos apr-
seme as suas proposlas em carta fecnada iia
secretaria do conse:ho, as 10 horas do da 15
do coner.te mez.
Sala das sessoes io conselho administra-
tivo, para fornecimento do arsenal de guer-
ra i de outub o de 1858.liento Jos La-
menha I.lns, coronel yresiJente.-Jos An-
tonio Pinto lenle corouel vogal serviudo
de secretario.
--- Pela subJelegscia dos Afogados se faz
publico, que se echa legalmente depositado
um cavallo casianno. qua foi remeltido pelo
inspector ila Boa-Vagero, por ter sido en-
contrado ja ha das vagando pela ilha do
2embrulhos amostras; a ostrn Rooker Pma ser" se s,ber I"6"1. seJ legitimo
I- *'*. t^I.i .H(-'i*riir i*- iinr i
iem onliar aos meos cui Uios, o he-de para vos deoeogaurdea, o
mpenho, com que (.-romoveu ,>or lo-
dos os meiososeu melborameuto
Na povoacSo de Utioga poudo V*. Itvn,. com
&C
I dilo ditas ; a James KuklanJ.
1 caixa dinhniro ; a Feliciano J. Comes
UI.NSI1I.AIM) UbHAL
Keud'menie de da I a 9
dem do dia 11. .
10:3561103
8J'Jj772
11:065587.1
DIVERSAS PROVir-CIAS.
Keadimenlj do ta 1 a 9 ISTiO-Ji
,J* d0 H....... dijw
227a38
D^f\rSSSn. "E XPORIACAO PEirMtin
H)I.O.N:-.l I.MK) DESIA CIDADK NODlA
II DE OL1L11K.) DE 1858.
HavreBarca frene.. 0p,ul Habaala, l.asserre &
rMsl-rrere, 1,1,1 rouros seceos xlgadoa
LnboaBrtane pt.riueoea .Fioiinda, Tuomax de
Aqjino l'unseca pilhoa, 56 rasco mel.
EX PORTA CVO.
Aracaly, Inale nacin. I alav.aeivelB, de 117 tone-
lada., coaduxio o -eumi*: jui v.iiumea R-uero<
eslrangairos, liUdiloa olios narioiiaes.
Liverpool pela Parahiba, baroa ingirza allindon,
dono : portanto. quem sejulgar coni~oirei-
to compareca, que piovamlo Ihe sera entre-
gue Afogados 7 deoulubro da 1858Paes
brrelo.
AVISO.
A contadora da cmara municipal do Re-
cife avisa a todos os possuidores de carros
de passeio, e vehculos de conduccSo, que
o prazo marcado para pagamento do impos-
to, be al o ultimo.do crreme mez, e todos
aquelles que deixarem de pagar ficam su-
geitos a multa de 50 por cento do valor do
imposto. Contadora municipal do Recife 6
de outubro de 1858.-O contador, Joaquim
Tavtres Rudovaino.
--- A cmara municipal do Recife faz pu-
blico, para cunnecunenlo dos loleressados,
que quizerem dirigir suas reclamacOes ao
governo da prov ci., que, nos t iuios do
art. 15 da lei provincial n 129 .e 2 de maio
de 1841, vai propor to mesmo gove.n i a al-
teractlo la planta da f.eguezia ue S Jos, no
sentido de prolongar-se a ma dos acougui-
nhos ate a ru de Saata Rila, demoliodo-se
de 412 tuneadas, couduzio o legumte jo t" ''iso em t('ul'J" conveniente os pre-
laceo aaaocr. dios que licain na lnba que se pietende a-
Ar-.cly. Inale nacional ..Novo Augelira, cn-
dor n o aeginnle:_3!12 volumai aenero estran-
ceir.,., .1 dlloi ditos na.....,,.
kHH',.luum i,,- ,..... ...___ v.-aeo ue e ug uuiuurU U ION
WMMNUA DE UNAS GE- cisco do Barros Reg, pro-p,
Rendimenio do dia 1 a 9 UDL'-- no--l Ferreira Aciuli, secretarii
dem do dia II. "^^ -------------------------
10:t28740
vi '! .'> e a i a e i a i ( --.a^-. *>'-,.,. i ^ i.s i 01 icoMill r|a (I IJ 'l'll'llll*'il l|-
lo e dedicacSo a oonloj "be ro. qu-m ellim he prodiga em diepeader as bon-
is interesses materiaes, I r"* Queris ainda tsau deanganoaT .... oer-
1 .n ii .o navegav^l -or barcacas a hiates
io tortuoso e obstru lo, a forman lo
Prli 11;. > i. -"i d.'-s.' l',.'a', queda-
da on. de.pacl.....iletlocu.or.o, e leotfaoleaomeate T" l nn'u"us proporcOes p--ra ,,er UO,
n,.iD..,r ....,-i................. ,i.......i -..............: | da inra grande pnca Commerci|, trabsl.io
i se consigui sem girame .ios co-
ordnar a mareba de proceuo, do qoal, quamio moi-,
lo, rabona ae ravo no auto do iiroreaao. Denega e.*P' 1
da apellatle aggravaram do nalrameaie ; e para "* pblicos, eguedeoutr.t molo uo llie
prolelareng a ealrac{io doa ira l .dos cmpr-gaiam | Cuslaria lalvez mi:uus de quinze a vinto con-
los de res, segn jo as infoi macOes q'--o te
?KZ\Hk AV LS
OHnda. Na noile do dia 5 do correnle, por
aeeaaiaO da um fandango doa preloa canoeiros, em
fren 1 j da igreje de S. Sebasliao daquella cilade, um
grupo de guardas naciooeea do .1.' e oolro do 2.- ha
lalhao do municipio do Recife, Iravaram lula, da
qoal resullaram iliversoa fenmenUa. Foram preso*
o c, r.ila que vao ser procassadoa o cabo do '.i.' Bala-
Itul i Antonio Polycarpo de Andrade, o o guarda do
2.* Joao Guilh.rme, que fot um os frri.lot.
Grvala.Aa dalas deesa fremiezia rhegam a*
4 do crreme, lia pouco d u< irmlaa all e.faquea-
ram-e. rcciproramenle, porque o pej que, alm des-
ala dooa, lein mais olla flboa menor.--, querendo
eaitigar a nm driles que llie oennererera, e ao mea-
mu lempo leiiKMido-n, maniou que o outro o fzease ;
o lato aaudo poalo em piedra, resultoo .lab jog-rem
ca dooa irinAos aa tacadas rom um furor verdadeira-
menle impa. O respeclivo aubdelegadu iusl,uu u
o compleme procesro. Anda easa localidad, infes-
tada por urna qaadrllba bem aunada de salle."!, r-<.
04 quaes ruubaram, nao ha inulto lempo, ana 759
rs. as malina .los Pildea a um mscale, que por alo
pasa.ra. Foi mandada urna palralha no encale
detse bandidos, mas nenbom rastillado rolbeu-ie
deisa dd enca ; valo qoe a quaurilha he vulanle a
eierce as iaaa datptedafjaaa aobr. dilfarentes logares.
Paia proaenir a leprouurao .le^se delicio, l'.u oida-
n ido pela aubdrlegaeia a (o,los us hMpsetaiaa de
quarleirao, qoe daraalo as noil.s rouda das com palmilla. A guarda naeon-l acba-se bem
rcaitiaad* all, havendu revista na prunaira doaain-
ga de cade me?, na qual ja' aprasenlam ro muilo
guardas devidaineule farda ius. App.recera naquei
lil paragens nllunaiiieiile um dei-iir ebamadu M -
noel da Aiiseuca, deserb r que por le e como li-
drSo de rav. lio, fura oolr'ora preso Boa Afogader
pelo tnta aubdelegado Francisco Carneiro. TaBtoa-
-e prenda-la, tnae ell. poda a' lempo pr-se ao l.r-
go, o lerollier-se sem duvida a' nmoaganho i I -
ca la, onde acba-se beaaiWado. Aa chovas tem sido
eboridantei, e a Isriuha tem descido do prtco alto,
por qoe arhavae.
Qtu bom marido '. lli na comarca do Boni-
to urna aenliota Florinda r.iserta com um aanlior Ter
luliaiio. Ora, Caneada n senl.nra l'loriu la de eup-
porlar ao aenbor lerluliano, rom mtillur dona de
ua caaa, mandn o Sr. Tertuliano puf M quart s
na roa, ou por outra anudar-**. Maso bu,* do Sr.
Teilutiano, que be \irllina de urna seeuiula edijau
ila II. Venencia do Moco Loara, do I)'. Maredo,
nao qnerendu que .ub-iela iniinz.oe enlre si e sua
cara nilale, auda smpaahaado-aa ama alaum-s
pasaoaa aBm de que ellas fac.-m cm que a sanio.ra
Fiorioila rereba-o em ru*, a-a. Ditusaa eenia-'
Kemavenlurailos os fracos de espirito, que al
rao o reino da nimio !
PMieillade rfUgiostU.-Anle-linnltm cel*-
braram-se as ferias de S. Benedicto e do arcbaiij,.
S. Migoel ; e.ia nn eorpa Sanio pela irniandade dai
almai, e aquella em S. Francisco pela re-peclia ir-
roandade. Ambas eslaa le.ia. foram 8oleuinia,i.;,.<;
devidament.
Ineommoda pnbli o.\ confririi dos
TRIBUNAL DO JURY.
6.a leataj) iuliriaria, em 9 de oitliihro de IS"iS.
Piesidaucia do Sr. Dr. Rtrnnrda Mwhado da Coila
Doria, juiz d dlrette da prim.na vara minina .
Piomolor publico,Dr. Antonio Luiz Cavalcanti
de Aibuquetqu*.
Eaerivto inierino.Manoel Correa (lomes da Al-
m.ida.
A'a 10 horas da mandil. Taita a chamada, aeha-
ram--e praBBBteaS loaaenhorMJoradoa.
Foram dispenaados das inulta, por terem compa-
recido ua senhoree :
.loo Ricarda Coelho.
I'iriiiiuo Marera da Cosa.
Foram oispo.Tsados :
Anionio Carlos de P.nlrt llargei, :,' requisi(ao
do S. iaspeclor da aluiadece,
AKoaiiubo Jo e' dos Saatoa, por ler servido.
Dr. Manuel d> Ns imenio Machado Porlella,
Dr lira/. Florentina Manriques de Suza, a' requi-
Sr. dwectar de Facui lada uo Dimita.
Foram mulla loa un mais 20) os sealnuea jurados
ja* muiladus no Ma aBlecedCSIe, que nlo emiipare-
ceram a preaeiila laaaio e nem fiuam dispensa'us.
E foram multados ein 203 caa um, por no le-
rein comparecido a presenta lesiso. n seguiutea sa-
nburoa :
Anliinio Pedro da Figueiredo.
Joao Francisco dcAmorm Luna.
J ;. im Sil ..rio de Souza.
Joao | puata Fragoso,
Jo' Francisco Lavra,
Jo-quim Lucio Monleiro da Franca.
A Ionio Joaquim EJuardo Clan lino Cabral.
Francii to de Paula Loi
Joilo M-noel ile C-alio.
Prasedaa do ilva Gnemio,
rain a ealrecc,.
cerl. meios que, arndo deannciadoa au B,'i:ravadu
requereu e-le ao ju'/, un audianeia, que, ja tend
paseado ni i;, dios aam qua u aeenvfla liras.* oa iras-
ladoa, se Iba aaalgnaaso termo breva, e ajnisinfai-
aiapo pelo eaciIvSo, que pouco fallava para se lin-
iiarem os Ira-ladot, II,,> aasignoa 4S hoTaa.
Espedido n.ieur;no recorrern] anuir ehieana,
de quarereni c.da um doa c.berdeiro* Irr visa dus
auloa por su. va/., para diverso- fina, e romo o joiz
o iadaferie fundado ae que di-i'e a Od. L. 9
l'il. i' fi II, qu< su i erinitte um su Bdvogadn no fei-
lo embota ae|ain mudo- o tcos e que a lodos (......i
da >o oni Limo, eomo ao fura om su reo, parderam a
iiaiuon'.iii.'i, moriiienl. depuis que viram, a > .le ludo proceder se a avallado da randa, revelia
dellts, e mondar se correr os preee pata a praca,
dando-se vista em separado das deinai- impertiuen-
leciaa e aiigaaciaa fuiei-, e de niara ehieaaa protes-
ta loria.
Filialmente, senhores redactores, para drinonilrar-
nios e ledaa N lu/"qoe o Dr. llircauo smnio a le
par e p teso, e que neiihuma injaalica lez a pasee seus
carrascos do Jornal do Coiumcrri.. de 17 do cor-
rele ja-se a Diario de 15 do aodaole mez, que da
a noticia de Mo ter o superior inhunai d i rele(Aa
dado pru- ineulo ao aggiavo cutre partes, eomo ig-
B'avania Venal. Aorelio da Cimba Uovea, oc mu
aggtav do Feliciano Gavaleanlj da Cuaba lt uo, que
he jiialriiienle t. aggiavo da qoeslAi de que leinei
tratado.
Com ele esclarecido jni/o do roperiir tribu'
relaiao Rea deseggravada a lolelligeoea,a recttdSo e
a piubol.de du Sr. In. JoffO Mircanil Al\es M
Mo BCiolemenle offendlda nena Infame, falaana e
c liimino-a c rreapondeneia .1 Jornal du Commer-
ii... asaignada pelo averdadeiraa goiAniata,
Compuram >, lenhore redarlorea,. s notaei vali-
cimos, quando diiiamua ao Sr. Di. Hi-ean em bre-
va Iba cabera em parlilha i mesma aorle do Dr, jan
daoiroiloado Dr. proinoi r qoe proferir naa
- ,ia--i rabadilha infernal urna dacisll t
na. E'sa g.ole i loeva no jola corrupto epnv ri-
eador, qoe r.forenda lo ti mai irca-
luacada qae nao persBgoa os san -, da oji a VI-
vem r, tora os. aos j '/ rraptea e lafadoa qoe
Ibes i vm da i apai li a, amnora cm coaspanaa 3u
rilas Sirvalll o gU de ICI l-ieillns janea.
Pera laca juise I em ellas tonelaa a aota alloviao da
vi o- em que i aemparam com Marro Amelio, .V.-
ma e Tilu ; roes pata os joiiea qoe nao ai qaereno
pa raga a costea, ., os oeepreeam por aaua criniea
DDO.
Aceite, pois, V. Rvm. esta 'emons'-aQUo,
simia que nsofuciente. Jo meu reconheci-
meu'n, e r ia que sou com lerfeita tsma
e COiislderaSo e V. Kvm. etc.
Tdardo Machado da Costa Doria.
Cidade do Ni tal d.) marco de 1858.
lllm eExm. Sr. presidente Desejando
que os nossos trabalhos apostlicos eitipre-
gados nos meses de fevereiroe marco pr-
ximo .ssido em a ovoacu da Nova r'e-iha,
lvessem o f liz resultado, que o futuro pro
melle, renho expen 'er a V Fxc rsta hu-
mllde exposicSo alim deque V Exc se be-
nigne zelar c m lo lo o diavello e dediC*cSo
lauo nui vantajpso a essa pro-
rincia do KioGranlo vaa-heinos lautos quaiilus precisarles; mes baile, so
or, grao le/a, B qu.dro dos grAo-cruzes lias duas
ola- pocas. Mavia
Em 1H-2H Em I86
De Chrislo.......8.a. 102
"* Avb........* :is
De San'] .ao....... 30
Da Torre Espada.....I 57
Da Gonceica.......2* (i
Conliiiuarcmos o colejo.com aqjella pr.cito que
o as'umplo pede, e locando todos us pontos qu. lor
necaaaaiio.
A Nac,ao.)

ovo Basteo de
Pernambuco.
EM 11 DF. OUrUBP.O DF. 1858.
CONSULADO PROVINCIAL.
Kendimenio do da I a 9
dem do dia 11. ," .*
5:5143027
990ao8a!
::.O;lil|'.l
que se pieteode
brir.
Pago da cmara municipal do P.ecfe em
sessSo de 6 de outub'o de 1858 Luiz Fran-
-piesiaenia.--Ma-
rio.
w,


c
Nanos sabidos no dia 10.
Porlos do Sulvpr bresileiro i mandante Antonia da Sdveira Maciel Jnior.
Caare Hule brasdeiro Novo Anglica, capono
J J "i|aiin Alves das Noves, caiga faz.en la. e
mala eeneros.
Portol'at.icli pnrluguez ProroplidSo II, .pililo
Am mu Jo-." Tavarea, carga couros, chifles e
lastro.
Canal pi r llacaiLogra francaz aTospan, cipilao
h. Disire' ; am l-lro.
ParahibaII rea iugleu nll ndoo, cap.iao Michial
Keag ; em lauro.
N'av
Li-bo .3") d
i entradoi no dia 11.
I alacho porinsuet Sobrrbo, de
1J- '....." '. eapiiao Sebaalilo da Silva Marlha,
r,, aaenn M, a.nga vmho e mais generor ;a Al-
meuls Coro.. A. .i C Perlenea a Lisboa.
Charle-Ionj", da-, baroa
-':ii l.neladt
Em sogoida, i'ii lindo podido con.-litpir-ae o 'cm elle, bunio, pnohacs pera !!i-s cravaioni na hun-
Iribunal rom us senhores jur.'dos prrsenlar, proce-
deu-ae ao sorleio sobel .ario de mais -2U, saiunJo
sortea tos os senhores :
Uadlo Jo- Piulo.
Marcelino Ant Bio Pareira.
Eduardo Frederle. Backa.
Antonio Luis de Amaral e Silva.
J..-0 A'I un IM- nc.uil.
Jo-quim Jos de Paula.
.loa,, i.'-ri. da Coala nfonteiro.
F lleiana Jeaqaim doa Santo),
Dr. Joao na Silv i Ramoa.
Pi. aeiaco H.i lina Raposo.
los perreira i\a Penlia.
Mam el Ignacio i e Oliveira.
Franciac) la Amorim Lima.
Jos Firmo Xavier.
Antonia ftfuati Per.fra.
m J.. Tavarea.
Dr. Jo-e Mei.des Carneiro Leo.
Man..el Franelaco Schefler.
rtlevandre dea Saino da S.lva Cavglcanli.
Antonio l'c, i ande- de Aj
ia, e am iu lo qua alies tero .a na sagrad.. Como
se ju uain eapazea no traficaren! com honra, qua
I"'...i -1l^s be ro. lmenos ao diui airo e ..os gzoa
la, repulam saos iniroigos capase) de lado, jal-
gsndo-oi por -i mesmae.
B qoem he i...... lanlata falaaiio, ealamniador a
O'iupido I Me b je um cb. le drst. infame rabadilha, i
am Veirra que ha pourt louvava ialeiligenc
|ir bidade do Sr. Dr. Ilirrallo, e:n qoatilo esperava
que ella.DSo | ./"- un praca o engenho Pa -Ama-'
icllo, permituido-lhe loaba a dtmaii liard iiol,
11b, lernsmoi a diier, o chela dea .. quadrilha. na
quilombo, qua di -o anno paseado acoula no J >r
' I do I Dr. l-'n ilaa Hemiqne, o ao
Dr. Jui,. p i qoe i flo oa le*a em coala riiaule da lei,
nem -o lembram msteo laca d.nn nius.
Foi om doa afualn do Dr Rigueira a -:,' sem-
pra i a b.nra e da virtude.
i,' indo foi jais ltala cmarca vendeu a jusiri,
prosliiolo e honra, e piaticoa ciimes em rmos, poi
Dezenove lagoea en sul desaa aapilal seacba mo
bocada a do to Cunha, -ilut 'u a ti graos, 17 mi
notos e 10 segundas de l.ilnude sul, -2~ 'ju*, 23
10 si.,.ii:il | de lon-ilo'o. E-le rio res-
uella.el pela sua largura e profandidade em toda a
-ni ailanco, boj. apenas a.linille a naetacoo das
barcacaa, com qaanlo offereca tala a propor{lo> a
i le \.i-U dlnieti;i1o ; ms n.io'i nie
efleciua-la por eaaai do ombaraco da am pedra,
que os prtlic.s etramam PanelleJ a qual isla' alra-
la no neto .1 barra, cojo obstculo lirado, o
ranie (r ncamenle a entrada ue barcos a vapor u a
se la du b ,l.i a ip.aiqurr lolacio. i canal t ni iodo o
eeu cutan nao be menos llegante magnifico por te
aatiar liare de bailo, e se algom liva.se, nao oflen-
daria a' n t 'gsega dovial, baranda immrnao eapaca
c-r, facilita rom lela a jiberali la .n o transi-
to da qualquer lenbo em toda) a) mates.
Alio- monges icoropauham o -eu eaminho, qoe
pe -or baslanlemeul. dlalante de ambos os ladoi
Icam o u.ivecaca >, e menos aos barco) a
|ue deapresam o auxilio dos venios. No car-
tel do Cuitlis, .^uas leguas a oeala da baira, enron-
iia-s. na m irgem sqoerda a entra la du i ia da Wo-
%a Penha com a meama rapaeidaSe e elegancia na
-na entrada e conlmua mais ama legua acuna alo u
novo i orlo .la mencionada povoacao, o qu I abri se
no lempo du Santa Miarlo v.o curio aipaca de um
ni,/ alguna das, e ha boje quem anima o eommer-
cin do utUrtor da pioviocia por ser o dcs.'mbarque
'radoriea aiporl das do tul.
!'.- i no com quaul i leal......> entrada larg. Vii
estrellando sua garg i:,i ponto de admiilir aasen-
'" U" .--.,,- i,.,,.- ir ,. ; poim ..ir.in-
i"' h i da bai a itc porta loroar-ee-lia
om cn.-e ole aiicaradouro. abrinda-ia man a> mar-
i e al lijando lado do no, eoj liaba-
fa il de com ip ,r ..,- qo di i
lamaeaia, ouco tSt dispendioso am c-
lico..
Kvm. Sr., o anl..... r de V. Ese, lomando em
eonsdei Cala impar Unca qoe resalla a bra
i". I I, sen In !iv.o ;, : aira do Canta li do uii--
taculo tia pe ira, dtsse-m. p.ssorlmvnt. q a stava
Iralati I intratar o ni go do de h I empn /a, i .-
dapendenlemenlo do : iverno geral, oque ujlu pon-
....." retirar loa. ; mai u obelan-
sede ver efKcloaila asta baila obra, e eonfiando na-
> I i o querer prosperar o bem
.ia pi ovina., rheio de fldoeie, lomo a-hberdade .'a
americana olloraeeo, de
capullo I. II. C-rver. equipagem
10. carga madeira ; a Wn, Iu-% Fosler o. C. I'er-
trnre a Cbarle-lnn.
Navio sabido no mesmo dia.
Liverpool pelo Cear-' Br.gae inglai Ualclala, ca-
o naneo desconta na presente, semana a 10 p"ao J. Mari, em la-iro.
por cento ao anno, loma dinheiro a pre-
i mo em cunta corrente si Tiples ou com juros
pelo prazo e taxi que se convencionar.
ALFANDBUA.
Kaodiincnlo do dia 1 a 9 .
dem do u 11.....
Ii5:77.i-i;;i
15:258*087
iet:0337'20
Descarregem boja 12 de mimbro.
Rrigoe inglezJane Clatkla/en las.
Patacho ioslexCluicrfaien 'as.
Barca inginaLencaelnafarro.,
Il.rca ill.letaNethertonbacalhao,
Bngue inglezGradanideni.
Briuue ingla/.El i? abacalhao.
Birra americanaUaiSadiver.os gsneros.
Hiljue p migue/ Lata llldem.
B'igue puittiguezli ni Iher minabacalh.in.
Patacho porlugoezSaberboarroz, cebolai,
tas e pipas va-ias.
MOVIllENTO DA ALFaNDEUA.
Volumes nlrados e, m lazt-u ai .
a a com gneros ....
a -
Valuraas sabidos eom iazendes
a a aom Baeros
Total
Tolal
pas-
34
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J!l
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lloras.
B = 2 e ^
Amosphera.
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dade.
K '^ i- te S i. 3S x c-., X es Centgrado
i- ic i; ic i ! Ileaumirr.
X X -x -x y: aVOisOO. j Fahrenheit
TH3ATE0
DI?
SANTA ISABEL
COMPAMIIV LVRlfA 1TAUAIU
DE
G. MARN ANGEL.
QUARTA-PUBA, 13 DE01BR0.
I fia KECITA DA ASSIGXATURA
Repreaenlar-se lia a grande opera em 3 actos, de
Duin/zelli :
LtCKECIl BORGIi.
Em um doi iutervallos haver,.' om
DANSADO
O bilbeles estarn a' venda no dia do sspealaeolo
nn e.rupi, iio dn Un tiro, das 9 horas da roauhaa am
diente.
Principiara' as oilo horas.
brat3 do Dr. Pimental
Bueno.
I Hygromelro.
-i-t ~i
Cn O
j Barmetro.
c
m
y.
PI
<
>
5 p:
^ EC
li
c
c
n
>
es.
i
< \
H

O lilm. Sr. inspector da thesouraria
provincial eTi cumplimento da orderu do
txm ."a | resi lente da provincia de -J8 deM-
teuibro prximo p^ssado manda fazer pu-
blico que nn dia 14 do correle, percute a
'junta da f. zen la da mesnv thesouraria, se
IVPOR'I ai. \o'.
Patacho inglez Cboicea, viudo du Liverpool,
lindo do Liverpool, consignado a Soiithall Mellors
& C., manifeston o seguinie :
(16 lardos e 111 calvas lecidas de algodao, de na de arrematar, a quem por menos fi/er.
Direito publico bresileiro, preco
95000 ; apontamentos sobre 0 pro-
cesso criminal 9a edicSo, prego 89;
aponte entes sobre a formalidades
do processo civel 2* edic3o. preco
5d. Estas obras enconlram-sa na
rila do Cebo emfrente do n 22.


**.
podu rV. .\c a' oieeota. d. dea bs-
is-n sondo seu euraro um pan lemonio de horrores '""C"" l1,1 l'-'i'o, d'.ui de que V. Ee. laca a empe-
n.lo tea,,,!!, o iara 'o d ,riL '" ''"" '"l!' goe.rno eral ; franque nd 11 eai'.r-
petlaossBiado da tua, t com i uonca tova honra ro. '" ''"' ""' '''''' "" 'mmertio la m.irinha bia i-
: ido o sorieio o Sr. juiz le direito inandoo : ")0 maglalrado, laaobrm na re-p ila a haara
ler aa aaiineafoas, paasando-ao oa neceauri -
mandados, e sopendeu os trabadme e 1 hora da lar-
de, adiin lo a es-iio para o da II do correnle s 10
horai da manha.
COI A> NA
20 de leleiubro de 1858.
O Si. Dr.JoSoHrcauo AI ves Maciel, dtn'-
no juiz municipal de Goianna acoutaubl?** "r" ""
no Jornal do Commercio de 17 de
setembro, pelos demandistas vencidos e
pelos seu advogados estpidos, aetra-
Q cantes.
Ooem liver acimpanhado iiil. ramenle a diaoaa-
io, qui n-, a oalroi lemos provocado nesle jornal
cutir, i-.
.01 por tanta demonatrade a rasSo a a nielivo
pon|ua foi o Sr. D Rlrran {.....ido u
Commerrion de 17 du crranle, e que seu- c r,
sao ns ni.si..o. rr-embros da infernal rabadilla, qoe
. a acont. de lodos oa m mi Iradoi bom
e iiili'bienlas, a na Inrenaadorea .li- rmpi-o, dos
, tonnpros c canalbaa ; e que o ftoiannista do
(Jornal do (. aun rcii mai uta contra
p al rio alenmai daciaoos>va-
| tralla) aa caaaa de'arromalarao na engenbo Po-
Amarello, qna ello quena deafruclar osqoe ad
s.iniieri) r, olan,lo ,i teua IrmSoa e ciinli,
,i Rara Infamo da vil. iraa dolosas !
(i Puloase orna si i ,'i cuiila-l.s Indas !
E o piloto fura en, Iriumpho olera i '
(CtwlifAo.)
i provtni n, qu- s. M. o Im-
i hoova |,.r bem couiiar labia admiaistra-
1..IO .' V. lixe.
Se i an(ar, romo espero do cuidado ''e V.ElC.
"eo h que a commarcio unid ia'de face, oda
Nova Penha formar-se-ha necesearia-
oma a au le pra< B>m. S-.. a pusi(ao de
"" "1 I, om m magnitic e ei.'eilen
le, romo o de Cunha, rrquerem rom mslaacia.qas
qaanlo aulea >* veuque i miada pro-
Qo renda V. Ele. nina ciarla itiformacSo do-
-- apostlicas lieb.ihos, que nosmeocioi d -
liaeram-ae uo breve lempo da Saola WDsIo,
o Diario da Pernambaeoa da -1 de maree p. p
irt.uie uma correspond ut ia respeilo. Em coo-
''.......ada pois du qaanlo tmho eiposl oolusaa te-
| mello a V. Etc. copla) de doua ollicio--.
Motlo eslimarai que V Etc. lenha em cunide-
r;n..io e-ia n.aaa voi.ia le, deapida de lodo a Inleras-
oolro arligo, qoa aera o c niplemenlo .le-le,
Binloal por orna s-re daariians lem ai.cculetilos, ace.ea d.i refutaremos cobalrtaanle, O al com docamenlos, o
eonca- eiinca, a Inqoalifle.yal oopoaicSo, feii.i mudo do real., das raiurr.nlo saiiioridadosda cumar- eoTteapondencia escripias cm lineoauam borda-| benelieo a avu. da bamaoidade, e proleaer o feln
resallado e prorperidadequ. < fuiuio prometa a pro-
vinlio, de laia, lencos, chapos do sol, ele, 15 di-
tas lii-.iin-, ,r)0 barrismanteiga, 1 caixa amostras;
aos consignatarios
3 barricas e 1 caixa culellerias; a Feidel Pinto
&C.
27'i barricas cerveja ; a C, J. Asiley c C
.SI eaixasobjeetos para o gax Sfl ancoras, e 13
toneladas carvao queimado ; a E. II. Wyall
5ii barris manteiga, .'! eaixas lecidos lo algodao,
a A. Tuckness k\ C.
,")0 baris maniaiga, 30 eaixas queijos; a Tasto
Irm.-io.
1 Barrica apparelho pnra ogaz, 30 fardos leci-
dos do algodo ; a Rosten Rooker t\ G.
2 eaixas lecidos dealgodo; a.l. Keller&C.
'Jo dilas lio de dita ; a Seve Filhos.
1 dila vidros para armamento ; a A. Lopes
Rodrigues.
d ditas lencos c peitos para camisas, ele; a A.
C. de Abreu.
5l barris manteiga, 1 caixa renda do seda e
tranca do la, 54 canos do ferro, 53 pares abra-
sadores, 9 saceos cravo, Hti ladrillio de tanque,1
24 chapas para lldrillio de dilo, 40 folhas Ierro
garvanisado, I barrica couros, 4 ditas isarcao,
5,000 lijlos e 2(JO podras ; a ordem.
Vapor inglez Auui, proceden le dos porlos da
Europa, consignado a Aduason Hnuvie t-\ C., ma-
nifealou o seituinte :
I caixa joias, i restes Indias, 2 embrulhos cha-
ves e amoslras ; a Isaac. (Lurio & C.
companhia
Brasilera de paquetes a
vapor
O vapor Cruseiro do Sul. 'comraandente o
CapitSo de mar e guerra Gervazto Mancebo.
espera-ae dos ortos do norte em segutnien-
to aos do sul ateo dia 7 do corente mez.
Recebe-se des le ja passagetros, fret do
dinneiroe encommendas, e engaja-sea car-
ga que o vapor poder conduzir sendo os vo-
lum-'s despacha ios com aii'eceieiicia at o
da 16 do mesmo: agencia ra do Trapiche
n. 40.
Para o Rio
de Janeiro
Segu com lireviiladn o brigue ntrional
Almirante, por t r parle de seu carregamen-
o c sieio da illoniii.i'c.lo mblica da ciJade
de ulinda, que se rompOa actualmente de
IDO lam i's. avahado o cosleio diario de
cata um em 240 rs.
arreroalBC^o s.>r feita por lempo t's un
anuo, a ci'niar do !. de novemhro do cor
rente anno.
As pessoas que se pro.ozerem a esla arre-
mal. CO,Comp> retjam na mnsiia tr,esourria,
nn le ^i"-^ .1 as rundicoVs Ciim quo i.'fvc ser
effectuada a arrematacSo.
E para eonstar se mandou allixar o pre-
s ni i< publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
PernaAbuco 2 (c outubro de 1858.
o secretario,
A. F. d'Aniuiiiciaco.
O lllm. Sr. Inspector da thesouraria
provincial, em cuinprimento <\a ordem do
Kxni. Sr. presidente da piovincia de5 do cor-
rela, maiia fazer publico, que no da 21 11 P'ompto ; para o resto, pssageiros e es-
penle ( Ir. Joaqiim hranciicu Cavalri,|P | ,,,,
larmtnoa, a i.'|ueiimeulo de parle, qne fo.,e remo-
vid par., ouiro denaoiiario urna aacrava liberu por
testaraonta Bomcopalivo, qoe a mala aa anao irr^-
lava .- I."r. -..io in .a pemvel asplivCiro no p der do
e aaaloriaa alia nono, pava amanheoBr honlem, deunrm-m do dapoelUrio, que allesava la-la oomnra la o
o sou horrsono eoneerlo pel.n raaa d.aa culada, I que aa oppunha r.tm lodaa ea r.rcaa a su. Iibentade
deaperiaado eom oa aeua falselas e fab.rd,lo a qoem [Tambemae re -r i ...,'. qaeesae depositario .r-iin
repoii-ava d | india II. raesm inio)cr>p-l por mollea das antrega-la ao joizo
ca, lleve ter repaiado qu. eaaa lula, ou etierra sel- lenaa. li anlao l'alaremoa da um pobre di be,
i manierp.) sup-: que Unto coneorrea para a pablrcaclu deaaa infa-
mia.
At breve.
O bmi ronheciilo
toquis
Iniroigo des iclvegenr.
1 Foi Bata censa a .'o eobran^a aseculiva poi
fuio iide psrlilh anlra partea rapiiao I .
e qua fi de Cavalranli e Manuel l'.iilino.
vlncls do !'. n Urand .i Noria.
<.: m Sanlisslma da P nhl abenrnar
Manosla pro] .U, o favorecer a V '-c eom om
(anl,, Iriumpho da iii'im. Aprove lo mins e-la
iippnrliiii',1.. ir para iii.nll ,-|.r i V. ElC. s meu.
resprtiui e aobida eonttueraea'o, e Neo Vuloa i Al-
hsaimo pi!,; presa I. saude i- V. Bar. em ataca do
Seohor.
Uros guarda a V. Ese, por mullos annoa. llo-
.'-. Noin Sniiura da Penha de l'^raamboco,
4 eaixas oas, amostras, manteiga e queijos : a
C. E. de Bonl.
A ditas ditas e relogios; a F. ,1. Germana
1 dila ilnas, 1 cmbrullio amostras ; a Seve \
Filhos.
1 dila dilas ; a H. A. Bolteger A C.
do mesmo, peranle a jimia ua fazen.la da
msma thesouraria, se lia ,'e arrematar, a
a por menos fizer o fornecimento do
-u-i nio e dietas doa presos pob es da casa,
oe detencSo, por lempo de um nno, i con-
tar .io I.- de novemhro prximo vmtouro.
Bravos a f pi i, para o qual tem excellfnt?.s
com modos, trata-ae c-tm os eonsignatarios
los Joaquim Diea Fernandes & Filhos. ra
.la ta lea u Recife n 63
PARA O PORTO.
0 patacho ptrtufc'uez l'rumptidSo II.u de.
Aarrem lac3oserafeita aobasCDdiecOes primeira marcha, torrado e encavilha.io de
abaixo copia.las e por carta fechada.
,\s pessoas que so propozerem a esta ar-
rematac,So comparecam nosta thesouraria
onde encontr- rao o repula uiento o tabellas
do respectivo fornecimento.
Ep'.re constarse mandn allixa' o pre-
sente o pii'ilicar pelo Diario.
f*J vit o commiinica lo impresso no Da
rio Ir Pernambuco* o. 183 do i i de agosto
do corn ni an.o.
cobro, salte itnprelerivel-^ente no dia 10 do
corrente, para carga o paasageiros (para o
qup tem excellentes commoins): t.ata-se
com Elias Jos ios Sanios Andrade & (* na
ra da Madre de Dos n. 32.
p ;i ti :o d?. Janeiro.
O vekiro e ben conhecido patacho ncio-
Secretsna da thesouraria provincial de sal Baberiba. depriiieira marcha, prepato
Pe'nambuco S de outubro de 1858.---Ose-,e forra io de cobro, pretende seguir ateo
creUrio, fin da semana, tem dous tercos do seu car-
A. F. da Annuncia^So. r .-amento a bordo : para o resto que Ihe
Coudices. falta, cscravoa a frrle e passageiros, para os
I. De sugeitar-se o n rematante ou (orno- quaes (om duas excellentes cmaras: tra-
edor asotinnaces do regulamento de 1 de ta-se com o seu consignatario Antonio Luiz
setembro ultimo, e as disposigoes do regu-; ce oliveira Azevedo, no seu escriptorio da
lamento da casa de detencSo. 'ra da Cruz n. I.


MAMO OE PKHNAMUUC ItliCA l'fclKA 12 DE OLTIlKO 1)K I!
PARA O
cear mara-
nh
aoe para.
Para o Cear, Maranl:5o e P=r segu rm
poucos das o veleiro palhabote Lindo Al-
fredo. le pnmera marcha : quem nelie
qui/er carregar dirija-s^ su seu consigna-
tario Domingos Alves Malucas, na ra de
Apollo n. 23.
CE&RsV.
Va i seguir com muita b'evidade o palha-
boto Sob'alense. ca.itSo Francisco Jos da
Silva Ralis, recebe carga : a tratar com C.ae-
tano Cyriaco da ('.. M., ao la Jo do Corpo San-
to n. 25.
para o ro de Janeiro.
Segu nestes dias, iior ter mais da meio
carregamento prorapto, o brigue escuna Ii.
Luiza ; para 0 'esto e passuseiros, trata-86
com Cactai.o Cyriaco da C. V ao lado do
Corpo Santo n, 25, primeiro andar.
i i in'o de Janeiro.
O veleiro ligue nacional Laura p-ctendc
seguir com una brevi !ade, tem part<''e
seu carregamanto prompto: para o c-to,
escravos a frele e passage ros, para os quaes
tem excell-nt"scommo.Jos, irata-se como
seu consignatario lio seo eseriptorio, roa
da Cruz o. 1.
Para a Babia.
O veleiro e berri conbeci lo palnabote na-
riona! Dous amigos, preteni!" seguir com
atera
V
DA
1
No eseriptorio do abaxo assignado na roa
do Coiiegio n 21, vendem-se slbeles garan-
tidos do imposta geral em onanti i ; OS
para cima a diobeiro pelo sguiiita roqo
tiilbete 5?500 rec be 5:0009
Tambera se compram billieles de lotera
recolhida a tbesouraria provincial com o
disconto do 20 por cenlo.
i'. J. Layme.
Precisa se Mugar nina canoa qun car.
regu 300 feixes de espim, para conduzir to-
dos os dias essa quarttrJaJt Je capirn, o
porto da liba, en \pipucos, para o pono Ja
ra Nova : a [essoa que quizer fazer esse
aluguel com canoero ou sem elle, entea la-
se na typographia deate Diario, que ah se
Pie dir< a que deve procurar.
:":';?:::-:: :.-^ @$9M9
mam. t
SJf Paulo liaignooiiierjlila, ra Ja Laran-
mira* n.l, na 'nesmacasa tara acua e ps _.
mWm :::
Precisa en tama de leite, dan-
do-se prefei ei i captiva : na r ;a dasCru-
Z"S n. II, s indo annar.
SEGURO CONTRA 0 FUGO.
COHPANBIA
stabeleeida era SLoit.li
ei: i-- rQO .24
CAP1TAT.
CINCO MIIJIO'ES DE LIRRAS ES-
TERLINAS.
.Saunders, Brothers \ C; teta a honra de
informar aos senhores negociantes, propie-
tarios de casas, n a quem mais convier, que
estSo plenamente antorisadns pela dita com-
panhia para eflctuar seguros sobre e
i-ios Je lijlo e pedra, cobertos de lelha, e
igualmente sobre os objectos rem os mesmos edificios, quei consista em
mobilia, on em fazendas do qualquer qua-
lidade.
! illfltt-


Dr
3.0
cenco 'ojh?,
tendo volta-lo da Europa, avisa ao ubi ico
lista provincia, que coutiiiu'a a residir no
sierro da Boa-Vista n 9, on le o ach
prompto para exercer soa prolissSo de me-
dico. Consultas g lis aos pobres.
MElil l.v.\. 3
0 Dr. JoS i II >ii .no Beze< de j
Uenezes tem fizado soa residencia f){
J3 Destacidadee pode serprocarado i
NO
Neste estabelecimento de tSo grao le utilidade baver lodos os dias desde as 6 hom-
da manhaa at as i0 ou ti horas da noito banhos trios simples d'agua crrante da coras
panhia do Beberibe, ditos cromaticos, dit'is de choque e enuviscos, banhos mornos sim-
i les e aromticos, assim com) banhos medicioaes sulphorosos c salgados, viudos de
Paris, das mui acre litadas pharmacias de Mes. Sarband, Vauquelne Pelletier l'ai Futios.
Chamaioos a silencio dos lllms Srs Drs, em medicina para esto eslubclecimento,
que peder facilitar -Ibes algumas curas importantes, lia lugar reservado e completa-
mente separado para as familias
%; a: le &audej
a
ci Firmo Xavier, roe,-.- ()
muila brevida le, tem meta :e de seu earre- ) Dfl 0!'1 su caga de saude, que lica ao
iefal- Zk norle ,la estrada da Passagem da
paciento a bordo : para o resto que Ih
la, trala-se com o seu consignatario Anto-
nio Luiz do Oliveira Aze.velo, no seu eseri-
ptorio ra da Cruz n. 1.

LE1LA EXTRAORDINARIO
DE
Finos mi veis
TEKCA-FEIRA 12 DO CR-
RENTE
As 10 horas da manhaa"
PW ra da Cadeia de $,
Antouio ii. II C, pa-
vimento terreo.
I LINO DE iiOKJi
lar leililo (Je o lem e cont de urna familia
Ilustre que se retira hievo ente para fora
da provincia, de sus elegante mobilii de
mogno, gosto moaernissi ..>. excedente pia-
no forte hamburgus do l.bncMiie Trau-
9
^^fiS^" 'i*i*^5<5?-'",,tS'%: 8 Tu* da -Vliror" 6- W*" 0 andar,
1 i casa que faz esquina com o aterro da >(
._ lina-Vista, o mesmo prestarse a qual
S querchamados tola r-ora do da o
Ejj '-. noite, e da consultas gratis aos po- (
B
NA rtl'A DA GLORIA CASA 110 I L.NDAU".
CONSULTORIO HOMEOPATlllCO
DO
DR-P. \- LOBO HOSCOSO
Medico parteno e operador.
O Dr. Lobo Moscoso, iTa cosuilas todos os
dias e pratica qualquero i ci urga,
ssim cu vo,accode com toda a proiru'ti
as pessops |ue recisarem doseu prostimo
para o sorvicode partos, praticando aso
Bera^Oes ao laesou instrumentaes, quan-
Jo au possa conseguir resultado ;>or ieio
ea homeopatbia que tantas vozes tem
dido difculdades, aoo pareca ins
ravr-is'.
Tara passar a resta.
Alugam-se duas mora,las de casas, sitas
no lug.tr de Sant'Anna de dentro, com o ba-
~ Campos^ i.ima, lojrnaToTTl^'rTs'p ho .erto de casa : a tratar na ra estrella
n. 12, acabam do receber pelo ultimo navio do R"*r' n- s9
Il" cnegado a loja do Leconte, aterro da
l'oa-vislr. n. 7, o excellooto leite virginal de
rosa branca i r* refrescar a pella, ti' *r pan-'
Magdalena, ente a ponte grande e a
peauena do Chora-Menino, todas as
pessoas doentes, afianzando c me-
Ihor tratamento, o manir zelo e cui-
dado medico, o local em quo est
edificada a casa destinada para esse
miste,r as r?eras hygienicas, sobre
as quaes est construida, os cor/imo-
dos de que dispe, o aceio, cidem,
e rcgularidade que s-hi so encon- a
tram, s3o condQOes ponderosas para ?
urna breve cuia o completo resta-
belecimento. As pessoas que quizo- A
rem utilisar-se de seo prest o po- *
dem dirigir-se a ra do lorias, so- *
lirado de um andar numero 1, das jA
10 horas da manhSa as 3 i'f\ Urde, S
W'e dessa hora em diente no seu esta- w
(Q belecimento. ($
Q
O
chegado de Franca, vm variado sortimento
de fazendss linas, o de gustos inleiramente
.ovos, como sejam : sedas de quadnnh<<
ne lidos goslos a 800 rs. o ovado, cortes
de Vest'dOS de sda i'p. habidos com 25 COfa-
doa a_20#, ditos de pbantasia oom babados,
iim lindo sortimento je II tres para c beca e
para enfeite de vestidos, loucados pretos o
rosos para aeobora, chapeos de palha e de
Os abaixo
verleiH que os
PREJO DOS BANHOS.
Irinta cartoes para banhos Irlos com lencol de linho .
Quin litos dito ilito..................
Sete o s dito dito ................ .
Irinta ara banho momo de choque, chuvlscos ou
CO ii : icol linho o to; la propria.......
Quinze i ilos 'ito dito..................
Sete ditos dito dito...........
Um baniio avulso r r> ou morno com leus ; '' toallia .
Dito aromtico, mais esseneia........
Banho p ic nal su. icul salgado......... .
Dito dito ichy................
Dito 'lii ;>..
arelo.
15/000
83OOO
i-^100
209000
.A'
. oOOO
. 15000
'. IrOO
. 29000
200
--O'......................ZJUTO
1 s spe icer a coadjovacjto do rcsneitavel publico, '3 ad-
is nao sSo transferiveis. Aguiar l'reiss
', ,-'

a8
-.,.
...
J IAS DE DIFLUENTES GUSTOS
LOJA DE OUEUVES
l):

& Iritiao9
Uva o cabga* y. ti.
estabelecimento 'i publico encontrar sempre as mais novas
delicaaas obras vindas da Europa, maisem cunta do que em ouiras partes,
garantidas com recibos especificando as quali.iadrs
---------------------------------
-
-
-
3RILHANTES.
nos, sardas e espintias igualuv Ote o afama-
do oleo baboso para (impar e faz r crescer
os cabellos; assim como 10 imperial '.o li-
rio de Kloren<'a para bertoejas e as 1 la les
da rolle, conserva a frescura eoavellu
r>a rr i vira da vi la.
mann, rica secretaria de Jacaranda, lindo seda para seohora, vestidos ; los -'
fiOXSILTORIO HOMEOPTICO 2
a matiz para bales, e brancos ; ara noivas,
e ontras moit tes aos compradores.
PARTIDASnDOBRADAS
RA NOVA. SOBBADO N. l
Prifo 20r000 peto ensino.
SI. Fonsccadc Medeiros.
Eliza Lecomte, modista, chegando ul-
limamente da Pars, ofFerece so respeilavel
publico desla capital ou 'le i ira es
prestimos i encarregau lo-sn le aproi
brevidade, esmero e gosto tu do o q e
ir respeito a sua proflssSo, como c a-
peospara senboras, vestilos, rtc etc., lu-
do do ultimo gosto; pudendo ser pro
c.3o do fcxm. Sr Dr. juiz do direitoe espe- *f '.'* bom onhecida loja na boneea, aterro
cial do commercio, a lequerimento do de-
positario da masa Fall 'a de Novaes i\ C
de 332 saccas com farinha de mandioca e
168 ditos com milho, vin los do MaranhSo no
patacho nacional Tamega : quarta-feira i.'
do correte, as 11 Horas da mantiSa, no ar-
mazem novo do Araujo, no Forte do Mallos.
toilette de mogno, magnificas espelbos de
vestir, guarda-roupas, commodas, cama
franceza com ptimo cortinado, mobiliag
para sala de j'ntar e quirtos reserva los,
aparadores com pe 1ra, grande mesa elstica
de jantar, guarda louQas, apparelhos de por-
celana para almoco e jamar, vidros finos
para servico de mesa, Tjm riquissimo lustre
de vi Iro. csnlelabro e serpentinas do gal-
vanismo (obra prima) bellissimos enfeites de
porcelana e cristal, para ci na de mesa e
consolos, obras de ouio e prata, diversos
objectos de capricho, e outros muitos arti-
gos.que fdra entadonho mencionar, os quaes
ser5o sem reserva algume, vendidos no su-
pradito da.
Leil
ao
O agente Oliveira fr'>. leilSopor au'orisa-
,
DO
DR, LOSO 10

eao
Hoje 12 lo cor rente.
Ilen'iquq l'.ruunOv O., conlinuarSo por in-
tenmofio do agente Oliveira, n seu leilSo c
grande sortimento de fazendas, bem confie-
c Jas de seus frenuezes. a quem convidam ;
hoje, t-rca-feira 12 do correte no seu iT-
i ra I Crnz do Recite.
Leilaodequeijos
'a Roa-Vista n 7
i'K.Mi..-. De TvnlAi'.i i; \.
Jos Joaquim da Cunta GuimarSi
:> de tartarugueiro na ra d
j i incheirasn 8,com a frente pinta
verde, continua a te- sempre b
sortimento de'peotes de differeni
^ gostos. tanto francezes como feitos a
jgj mesmo estabelecimento, caixae
rap, de tartaruga cm cha|
NA RA UA GLORIA CASA DO PL'NDa
:.j O Dr. Lobo Moscozo faz scientc
quem utrestar rossa que b n ;,:
.'.- commodos em sua casa para i
. ceber alpuns escravos nao s pa-
i i tral i tuai
coino para fazer qualquer ope-
acao. Os doentes sero tratados
';. pela liomeopatliia ou pela alio- ( '
... patuia, conforme parecer mais
conveniente para a brevidade da
cura. Adverte que ccebe gra-
tuitamente umaoiioutra pes
. ; que precise lazer alguma opera-
qu pi ir suas cii cumstan
as nao possam satisl izer as dcs-
-. pezas de tratamento e nao queira
iujeitar-se a ir para os bospilaes. ;
O preco lo tratamento los esera-
Aderemos completos,
ulceiras, neios i den -
' eos, si eis, rozetas, (18-
ael peilo, boto is
rllinetes par gravis
-' etc.,lambe-n truca-.-e i o
i Iq r ob que es-
~-yj'' i j lora Ja moda.
OURO.
\ lereeos completos,
itieios ditos pulceiras, il-
Qnetes, rozi tas, corren-
l3es o correles par.) re-
logio, sinetes, I Bncelins,
cacoletas, c irdrjes, aneis
e ontras iisuitas obras di-
ourO.
PRATA.
Apparelhos
com le

los paia cha, casticac,
salvas, palileiros, copas,
escrivi ninhi s. c lix \ a-
ra miSSa C
tas de hachareis a cu-
tas muitas obras Je '<
prata.
..:<.

qu". iii- ^v
vos regulara' de 2S a ~ . conforme a gravidade a rooles-
i e o tempo de c irativo.
'..:0:
Gozioheiro
Precisa-sena fabrica do gaz de um
cozmlieiro, liomcm livre.
Aluga-se urna c^st na Passagem, jun-
to a ponte giande, cora tes coinmo-
' s .ra uma grualo familia : quem preten-
der dirija-s? a ru i Din iia n .'i
Para adr>inistrar algum engenho se
ofTerece u"i homem qu i exercer
ta?s funccOes, Bm prabea e in lligencia
pars curar a fabriea das inferstidales biie
siu'fcrem : na ra do Lres o, loja n i\ ge
dir.
-- Manoe! Ignacio de Oliveira Braga t n-
ci ina araba' com osen estabelecimento de
massa jes na praca do Coi po anto.em virtn-
de da vingem que tem de fazer a Europa ct m
sua familia, onde Ihe be aconseloado, paia
recuperar a sua saude; vende tu Jo multe
i m ennta <"Ti : or. ".) re'al! o.

sKI.Ki.- V llGLEZA
^ahio luz priman o folheto
la |iarie da sel.....o iogleza, i
signantes que anda no i I
)Q| verem receb I o leu mandar bu
cama livraria academici de Miran
& Vasconcellos, r;a do Coiiegio n. g
21, onde tambem se rece.bem assig- ^
do vende mais barato ao que e ira parle, faz concertos com pro p- g vico interno de cas
lilao e procos comino ios : principal- rua lia Gloria n. 79
PKLO AGENTE
Pest
\" porla do armazem doSr. Annes def-on-
l'i.da alfandega pelas 10 baras da manhaa
vende.ra
'0 c?ixas cot qiiej.;S flamongos.
Leilci
c
Q mele senda as eliras compradas no
seu estabelecimento.
uma mulh~r para ser-
a de urna senBora : na
Vrrendamento
Precist-ssarrendar em eagenho quetnha
boas ter'as, com fabrica ou sem ella, dan-
RAPE' MEURO.v.
Ch?.ma-se a altengSc dos fri guezes, aman-
tes desla boa pilada, que se acba a venda,
tanto em porijao como a retalho, polo mes-
mo pre^o que. se ven le no deposito geral, o
,ue s- r sponsabilisa pela boa qual i
no armazem oa ra estreila do liosa, m
n. 29.
NUNCIO INTERE8SANTE.
Acaoa de chegar de Franca e de Inglaterra
oDr. Lonrenco La Casa, cirurgiao dentista
la academia de Montpellier e Jo coiiegio
real de 8. Carlos de Udril, o qual i
nonra de ofiTerecera este n t litav ; e Ilus-
trado publico os seguintes trabalnos, que
esecutara com a maior ecor.omia e perfei-
cao. Llmpa os denles, reslituindo-ihes i
brancura primitiva sem causar Iransti
ao esmali ; arranca-os e s raizes, ainde
osquetiverem sido abandonados como In-
i pooiveis por outios artist s, sea causar
incommoJos ao paciente ; arrnjn-os e gua-
la, aperfeieoando uma dentadura mal con-
fonnada ; endireita-os por meio do una
nova cotnoosico cnma-Jaarchioonea >,s
qusl, posto que descunhecl aatopn
te, merece altenijao por sua firmeza, dara-
e rjH?a ; pOe denladuras completas c
meiss dedtaduras, e toda a qualidade de
lentes mini raes, ?riie. es, te ro-metaiieos
ineorroptiveis ; dentes I ,.......
que pela sua du acSo
DE
transfiri car. o da sexta-feira t do cor-
rente, o leilao do sobrado sito na ra da
Hospicio n. 15, aonunciado i mda-
leira, o qual tem tres gran les salas na fren-] vliJ> ao artista .. em tolos os lu
te. tres ditas atraz e tres ptimos qoartoa, garas em que tem Irabalhado, indo o
tendo os meamos commodos no pavimento orgam da voz perdida por falta de dentes-
terreo, grande sotSo eom bastantes commo-I tambem eoncerta toda a classe d
dos, coiinha fon, estribara, galoheiro e rasque teohsm sido postas po outn
cacimba, todo de pedra e cal, quintal mura-1 listas, acbando-se em bom estado, e tem
do com a largura da casa e dozentos palmos I todos os medicamentos uteispara ac
de fundo, mais o lerreiro "ma vai ler a ra vacSo da boce ,, que
do CamarSo : o leilSo tera lugar no mbredito I abranda im ador...
sobrado, que ser delinit vamento vendido
sex-ta-feua (5 do eorre le
O 'gente Borja far leilao em o seu an-
tiu'i armazem na roa do Coiiegio n 15, le
um esplend lo S >i tmenlo de obras de. iiar-
cineina, o ber tssim de urna multidao de
artigos de diversas quali lades, que s-> achar?.
expostos no referido armtzeu ; cajos ob-
jectos sarao vendidos sem reserva alguma :
quinta-feira 1* do corrente, asll horas da
manhSa.
1
talecendo as gei o g mao.s
gustos corrosivos ;a bocc ; I
gratis de arrancar dentes e raizes aos
indigentes, delic ndo-sa a esl< trabalnoca
va desde as 7 al as 8 horas I manhSa.
Traz tambem um balsamo espec I, inven-
tado pelo Dr. Lpez, edico acreditado e
i em toda a Euro a, balsamo excel-
para curar radicalmente t" de ulceres syphiliticasi bem como outros
medicamentos especiaos para padecimentos
externos, e urn para ' do-se referencia ao que moer com agua
tratase no lado do (arpo Sai to n. '25,Jpn-
meiro andar.
Ausentou-se decisa de sea seabor o
escravo par o, Felesmino, Ij>de de 18-li-
nos, bagando, caballos eres s, d ntet
lres na frente, pes grandes, be milito co-
ndecido nesia praca or ser boleeiro : quem
0 apprehcR j.-r e leva-lo cisa do fallecido
,-r raen:-mr Lar/, (ames Ferreira, ser
generosamente reco pensado,
-- Quem annuociou querer comprar um
i de balanza i c iic'ihs, ilirija-se ao Re-
cife, ru-i Ja Cr iz n 31, tab n
l A BNETE MEDICO
no
BR. P.A.CKSiB.
Roa do liinrn namero ts.
Na ra das Cruzes o. *2l, irecisa-so de
ile. menino n ra cnixoir. que seja de 12 a
1 i an- os.
(."V <*K -. ....
: '
Eissel relojoeiro francej, n
'logos de ouro o nr.it, eoncerta
relogios, usic -. ja aqu he
b muitos nn >s, habita '..;
no ateo do llospil n. 1?.
" '.
-
itio [) ; !-t
; Om .-'!; l : .
reja, cot gran lo casa ie.e!i(-

lefmnta da
e pintada do novo, c i a na
frente, eocheira, estribara e qaarm para
1 I -. te : s tratar n*l
x V. da iIv 5 iraca, ou na ur-
do lccie n. t.
lo cor-
Das as 7 horas da noite do dia 7
rente desa ireceu um cava!!
i eo os sig aes S( : rae
qoasi ar- tic ', com cauda e clini c impri-
mas, olbos gasios, i irneia
quasi is de feri la no lo
e a marea no pi ii" da c
le lies em tres, ede qnatro em qualro dias, I "l"^avallo be muito ea iiecido dossenho-
sem prpjudioar em nada o estomago, e sera res : iros, pas carreg ten todos'os
o auxilio da quina nern do sulphaio. Tam-k"*8 para elles ha mais de dous anuos; or
:"''n ensi a a fazer toi i i quall I
cores iguaes aos que s autoridades polica -,
'erra de istillaQSi e .i dourar c
ralear tod a qual s, e pre-
a i publico qu-' nao inrar-
por m is ai".-, s

fcj ni turas.
D-se 1.-2039 sobre, bypatheca : nesla iy-
pographia so dir quera d<
I
CMsW

DA

'
VI

Ifareolino le I! n a f i limi-
te)deum ptimo cibriclt: boje ao Di ,. :
lia em poni, cm frente do armazem sito
Da roa da Cadeia de S Antonio n lie.
UUOANQA DEGAKTORIO.
0 talielliao Pono Carreiru mmlou o sao earlorio
para a Casa n. 8 da ra do Coiiegio, onde ser en-
contrado das 9 horas da manlia as A da larde.
----Pga-se I s qii-rn livor irnn e;ela
ca Uva que queira alujar, pera co.nprare
co?.nhar pa*a umi s da n. 46
oSr, Jo3o Bsplisti Fernsndes tem
urna carta na casa do Si Eduar ofl Wyait.
I'recisa-se de uma a a forra oa capti-
va para uma casa de duas pessoas : no pa-
leo do Paraizo, segundo andar por cima do
acougue.
-- "i c tar para V50 inter-
no iJ 1 tnilia, uma pessoa lor-
'ra ou captiva, idade, dando ban-
ca a sua con lucia : a tratar na ra do Ara-
q. 7
- Preci le um I di para rc-
: na ra Conc irdia n. 8.
ICOUPANUIA NORTHEN, ESTABELE-
CIDA EM L
Premios din
AGENTES
l a qu I p ppiehen > o o
mandem leva 'ni r la Conco a, -
lOfia Msnoel le Siq ca
--- (i Dr. los Lourenco C sito .- -
raz publico, qne 1 pessoa. que apossou >s de
-a cas 1 e faz na \,-- goa d 1 liais.i
ina la ia-So'te, acha-se ala
1 c ms inli nto.tea lo-s sproveita lo
es a ausencia na provincia do Cea a para a-
lesta ia proprledade,que se vea le
ou arrenda-se: os preten lentes dirijam se
I rus do Coiiegio n '2, ou a ra d 1 Crespo
II |1, para t^clar caa Antonio i1 Maura
Rohm.
I'recisa-se de uma ama para o ser-
vido interno de urna casa de pouca la-
milla : quero estiver nestas circumstan-
cias dirija-se a ra da Aurora n. 42,pri-
meiro andar.
Preeisa-s d urna 1 ms que saina b m
cozinh na rus dos Pese lores n. 2 '-
Precisa-se fallar ao Sr. Jos Estevas lo
Nasrimenio : na livraria ns. 0 8 da nraca da ln-
l/. J .Astley yCo i^-tiinia. d,pelldtnna. '^
Os abaixo sssignados lem exposto ven-
da os seos bilbetes garantidos dos 8 p-ir
cenio !o im:osto geral que nos obngamos
.1 pagar logo quo saia a lista geral : na pratja
da InJepcndeucia loja n. 40
Vieira & llotheciild.
Provincia,
O Sr. thesoureiro manda 1\,/a
blico que s." acbam a vanla no pavimento
terreo da casa da ra da Aurora n. (i
das'.) horas da manhaa as S da noite, os
bilbetes da segunda parte da seg
tena do Gymnasio Pernambucano cujas
r.nlas deverao andar impreterivelmente
no da 20do corrente mez.
Tbesouraria das loteras 9 de outubr
8.0 escrivao, J. M. da Cruz.
Aluga-se para os banbos sal
em (Muida a pruiicia casa, entrando na
ra da Biquinha,na qual raorou o dele-
gado, com 2 salas na frente, ale ivas e
piarlo:.,quintal m \ cacimba :
a tallar com Joaquim Lopes de rneida.
_(is Srs. Antonio Ignacio Brandoe
I Corris :. Qu 1 t>z qu 'i. --- !-- .
pp ; c r ni agencia de leilSo
a ra do Coiiegio n. 15, y negocio, que
ito.
0S-. >roi re 1 irii ro i-
: .1 feita na ra Nova n i:'., junl 1 a C
dos Militares, i'r(Vi-i.i de .- us annu
s n et IS nei te jara;'', le-
nha a delicadeza de i--' r ilgu 1
de regr.-, porquanto qu< m le 1 1
Igum de seus annuncioss qne
11 !| existentes 1 ihe
>'" de e nao seria n r ns
nomes daqaell is que
- 1 9 le oulubro le 1158.
--- <> ah 1 indo icia Jo
pi aq 1 eiii muitas : ilga nada
'- iver 1 1 qi
ir iss.i la/. ? preS' .
para quem quer que se jalg
a rece
na mesan razSo, 'tandoocon-
rencid '. que se acha ne .-1
i lia 4 la (crrante e continua aestai poi
a-ns u 1 s8ou 10 dias ; e quem com 1II1 ti-
ver negocio dirija-e cora-
merciant-s Gouven & Siqueira e Fe r9o, que
Ihe dlrSo >nde resiie ; e protesta lesd ja
contra aquelle que estn lo nesta cidade nos
dias ja declarados o nao lizer.-JoSo Bap-
tisia Atbayde Siqueira.

Na run do Crespo n ll s( dir quem tem
para alagai ama excellrnle co.'.inhi
1 r i::ssd' ; I", sj
Aluga-se urna casa sita na pov
eberibe, ao lado jo norte la igr j tra-
tar em Cora de. Portas, 111 do I
do anlar 11. 63.
ATTEICAO
No hotel Trovado', rea
n 46, qualqu ir trar. que
bons petisc is nao de encontrar, o as 3 h
ora bom jantar :or \g, mais barato rao se
lledar. pois um almoco por 030 rs,
lilUcilencontrar-se. eaos o ngos Sode
vacca, que desde j se est apromptanlo :
quuer venha com tempo as boas hu-
idar para bailese casamen-
to, pois m.is bar to :.;~o bSo de achar.
A* :;";!).
4o novo hotel Pernambucano na Cap
na das Pernambucanas, e contri-rao
com muito aceio e promptidSo, das 3 bon s
em diante, bom caf, cea e ciiocol
O arrebatante das aferlQOes lo muni-
cipio do Bacife, scienttfiea a qu-m nt
jueder* principio aos seus trabalnos no
dia 7 do corrente ; be > como peda aos lla-
nos dos estabelecimentos qu no a guar-
dem p*ra os ltimos dias i:> prazo
1 por le; continuando na mesma casa, no pa-
; leo do Terco n. 16, as S horas do iia as ',
datar1,.. Recite 9 le oulubro de 1858.
Francisco Pedro ndvincola.
Prccisa-s-i de. uma mulher maior de 30
. Je honesta Conduela, e que
tenha a excediente qualid-de de saber ad-
! ministrar urna casa de um homem viuvo,
tral r de meninos que estao na escola :quem
assim estiver habilita lo, dando Dador a sua
boa conducta, entenda-se con Caetano Pio-
la de Veras, 'sen lo a sua so pessoa) no so-
brado -a ra do S. Francisco 11 8. cama
quem vai para a ru Bella, das 6 *s 8 lunas
da manbSa, e d s as 6 -la tarde.
O advogado Sauza liis mudou o seu
eseriptorio para o p imeiro andar da casa 11.
'21 da mesma ra do Coiiegio.
Precisa-se alugar aiguns escravos para
trabalhar 110 campo em servico muito m-i-
neiro : quem tiver e quizo fazer esse n go-
do, anuncie, ou adiara com quem l-
ia.-u? dasTrincneiras n. 19, segundo an-
dar, on no Honteiro, na casa pertencei
viuvade Bastos, onde morou o Ur. Alvaro
B.O. Cvale nn.
Aluga-se um mal'que muito hbil r?ra
0 servico de una casi, lo bem o diario, e fz 10 lo o servico, e
se alianza sua conducta : na rus
n. 20
Acbando-se justa a c impra doeng nho
Limoeirona comarca i'Ag ia Pn I 1, 1 n
Barreiros, com o Sr. Filippe Santiago \
da Cunta, rog-se a qualquer pessoa e
acbar com direlto ao mesmo, annuncia. por
esta f Iba 1 estes 15 dias.
Aluga-se para uma cass le famili
ta que sabe cozinhar o diaVio e
lavar ee ara
azer todo o servico de orna casa
dentro : na ra do It-ngel n. 21.
Innaii hule do Senbor Bom Je
Pasaos na matriz do Cupo Santo.
Por deliberadlo da mesa \ la ir-
laJe do Senhor Bom Jess .1-1 :
matriz o Cor o Santo, convida a lodosos
irmSosda mesma irmandade 1 com
'- 1 mi dia \> lo eo n ni 110 toi
Ii3a, no consistorio irmanda-
1 el mi s -u" b m
la rege a mi sma irraan ra o anuo
l-ituio. O escn v
Jos Antonio il 10.
Aluga-se uma 1 aj com c
ra fan iii.i, eom 3 qn< rt is, sil-- forrada, cj-
Einba a, quintal e c c aba indei>en ient*
i" sobrado na rus os, sobra la n
2, com 7 janell s
P sobra I i.

s rvico do uma ca: 1; pa-
ga -se b "i, : dando
-- luga-se 1 no Mooteiro log >
na entra : -i tratar na ru
ia do Recife loja 11 6
Sacc i-se sobr 1 as piaras de Lisboa e
Porto : mi 1-11:1 -- A abaixo
- Santos rale, ten 'o d
1 1 ivenl ib 1 dof ca I -para r
mor s-, de quej li >,
lUtor
: -! de seo f*|lec
.' 1 08 I
tam, se Ibes convie
. -je |2 daca--.
1! outub O, Por I -'..' 0 '
i mu no animo r.c ui
resses iiese.es liltios como >s
res, dn quem esoera to la lenevolencia.
; Anna Mara d* Carvalho Pinto,
Precisa-se de um caixeiro portu
i para taberna lando li 1 lor a sua con ^ucta :
na rus de (lorias n 4, : l rna.
luga-se umi cas na Passagem jun-
ta a pon ia com com
urna familia : quem proten-ief dtrija-
- do Carino, loja de. tartarugueiro
Sr. recebedor do 60 1
120 qu artos ,v caixa com passis, e 100 I
eo ii-^->, designado tu lo a entre
m 110 livio da C rga lo patacho portu-
guez So'a- bo, ou ai, apparecer baje no es-
tro de Almei da Gomes, Alves & C., rus
da Cruz 11. -~.
I um hora forneiro ; a
-.! 1 ia do Korte io Mallos, iua do Burgos.
.c A pessoa que no domingo, no Te-Deum de
s. Miguel, acbou no conii itorio
10 Santo um chapeo de palhinha
querer.-o restituir, ,nnja-sc a ru do Torre.-
11. t, segn o andar.
Precisa-se d" a ,- r.ma qU0 cozi
engorme, para duas pessoas; na ra do
Colb'Kion 20, primeiro andar.
Precisa-se le una ama quo compre,
cozinhee engomme, para casa le pequea
famiiia ; a tratar na ra da Pcnha n. 4, ri-
meiro anlar.
A? '--^ao.
J be Se mais a macada das es no
theat'o lyrico! basta, Sr Marinangeli, basta
de li. Paschoal,de lorqoalo las o, ele. : a
Lucrecia Borgia agr lou muito mais, -
tem polido ussar adianto, porque nia lava
scena a sempre aplaudida operaos Pu-
ritanas i' Pelo que resuella a aceitai;3o pu-
blica, ncnhuaia por cerlo a mere eu mais.
nem tanto ai hoje : pelo que toe 1 ao int"-
ress\ S ganbaria muito com uma reciU
dessa opera. Kquaodo neo ganhar?.' Vs-
1.-0, par especial favor, venh^m os Puntad-
nos, .in-a uma vez far;-ris osla vauta-
Por to os os diltUfite> falla um que 11",: ...
Sachensta nem Patrezista, m:s queseassig-
nara sem re(1 ,uri
Precisa-se falla com o Sr. Manoe! Joa-
quim Roa tdo, na rus da 1 rtgoeta n. 10, a
negocio que o 1 Qhorn3o ignora, lo
conttaio declara-se qual he o negocio
i'recisa-se le una ama pa;a tolo o
servido de uma casa de familia: na rui
ga do Rosario, sobrado n 28, segundo si
Preci- se um me ino d 12 a 14
annospara caix Iro, o osito da rus-de
Hoitas n 16 : q e quizer, diri
achara com quem tn
Atteii
Precisa 1 molher capaz -
mar direccSode jiih casa de pouc fami-
lia, dan lo .i lora sua conducta : na ra ca
Concordia, S'ii-adu de un andar, por cima
da loja de alfaiate de rnanha il rs 8 ho-
ras, tai 1:0 l-.s 3 em .1:
fteg SUhl va' para uropa, levando
comsigo os m.nores Cea. s Vahuschaffee
Aueza Jos do O de lme: a. N-, curta au-
ell os Irab ili -
liicocont'n 11 r8 a "1 interr ipcjlo,
dirigidos : tm.
-- a pessoa que anuuncioa precisar de
um Sacerdote paia ensinar um menino e ser
capellilo em un eogenbo, lirija-ae a loja de
co-ifcitr.ria :. 39 A, quasi confronte x igreja
do Kosario.
N ra estreita do Rosario n. 1 existe
um pequeo para se arrumar, ja co prati-
es >ie t'iberna.
Precisa-se alugar urna pro.a escrava
para o servlgo ae mil
casa de niuca familia, paga-se bem : na ol-
legio de Santo Anlr se lira quera precisa.
-- Precisa-s.-< le uma aro > ai tolo o ser-
vigo inten > e esterna de urna casa de |
ser, dirija-sa ao aterro da
os- -Ik n. 56.
-- Acba-8 1 para alugar o c > m
- Concor lia n. 26: os s d-
rijam-se a
mesm sobra lo, a ti
"" -,i e ixeiro
le taberna, i ,.
becco dio n i.
O abaixo ,vlo
tem justo a con 1
sita na ra da I ingoi I n. 5
Sr. B
1 ra
do \: rim n. 4s, -,- ffec.
nao
a Imille 1
ro le ;so,i Jos i:
mi 1

,: ba, es -! : 1 ., 1 ,
canil o no falla ,
misa e rit
por.fra a c.i! ; itural
'!l) "' aqu i, o, "ir
j 1 or estacid eu
: pe !e-se, p0.
hciaea..... le ca 1 leoca
e entregar na tr..v lre : eos o.
6, que ier3o recompensados.
'
1 Jomaos para
ulhos de cigam s, 1 120 re fibra : na
ra estreita do Rosario a. l, armazem do
Poc,as.
iia 1.
Veode-se es; liQo e uito fino a
16- a peca, com 1 -; j r
ma lo :. 22 loja
-- .Siiveira ,\ Costa caa flema 1: -
Sov n. 6 i.
publico em gen >0M1 0u,.
mo paquel 1 grande qu
dadedecaixasdelil
vendem pe !im noto r 150 8 <..-,

30 anuos
coznb ira, c ira ui 1 b 1 figur ,
duela, proi la do ser-
vico deu 1 familia: na ruada Mau-
s- n 7
" 30 palmos
de comprim >: na rui do II
IJ !
um sitio e csa de pe-
cad, na praia de S. Francisco, em olin-
la, 1 or i- m lo: a f H ir oa ra u>
1 a _' .
I se h imcns
Ilustres la pr ivinei
' 1 lor A. J. o p ime-
r 1. Ol a eminei -
-
- sealumu, 1 ,
CO 1 til ici II
.
s
iudam inln 1 -:
{I -
deposite
le S I
rio n

32, bol 1 chejj
ji chin

lento 11 4.
IAH4CKDEI AH5S
\7'-afede-se
cimento lira iico embar
bado, de superior qualade, ha
:as barricas, aa pessoas que tinham en-
lendado podem procurar no armazem
de Joaquim Lopjs deAlmeida,
Veode-se
uma crioulinha. de 1* a 16 annos, muito sa-
ln, faz perfeitaraente labyrintbo e coze
muito : ua ra Direita padaria n. 69, se dir
qu- m ven
Vende-te um carro grande c novo
de carregar genero*, nara um e dous
liois : no caes do Ramos, sobrado novo
de um andar.
ndem-se loas vaccas muito boas de
leite, sendo Gibas do pasto, as quas estSo
de beze:ro novo : no becco das Barreiras,
n. 8.
54
enfrante ao becco da congregado, ra do
Queimado, vendem-^e :
l'aletols de alpac de cores 3S500
Ditos de 1 iia preta 30500
Ditos de merino setim 55500
l curuba.
urna vi Iraga do moJello dssqoe
aas catacumbas da ordem terceira de
5. i.incisco; cha-5*. prempta para ser col-
locada no seu lugar: a tratar na prega da
ca ns. 37 e 39
- Ven :i..se ag| pequeo dejosito na ra
Direita n. 117 : a traiar no mesmo.
Gassas oopolita-
oas.
lie com este titulo que acabam do chegar
asmelbores ca- rn os mais bonitos
senhosqneae tero visto, fazenda inleira-
mente nova : na loja de fizenias da ra do
Crespo n. 5, esquina que volta para a ra do
Coiiegio.
PHKN.Sv VIHUULIC*..
Em casa de N. O. Bieber & C. ra da Cruz
n. 4, acha-se a venda urna prensa hydrau-
lica ;ira enfardar algodSo. Eta prensa he de
forca de 300 tonelad is e aossue todos os me-
Ihorament >s obtidos al hoje e compete com
ns melbores prensas emp ogadas nos Esta-
I a los. I ora da vaniagem de se poder
apromptar30 e40fardos por dia, accresce
que as saccas formadas desta maneira s oc-
- MisOes que tem as
sds maneira canhecHa at agora,
nu le de que tero os fardos apromp-
vdraulica alem de serem
seguros e bonitos osgarSo quasi meta-
dedofre buje pelas antigs.
G BRlC.
^ endem-se luvas pelica miiitissimo boas e
fresqainbas para liomens e sen doras a 2&000 o
par, ditas de soda brancas e amarellas nom bolllas
para liomens e senhoras a 19400 o par, dilas bor-
il idas.a |9800| ,liias de cores para meninos rrie-
iiina- a J-, dilas muito ricas enfeitadas com guar-
a 2,500, ditas pretas com palmas e sem
ellas para homen: e senliorjs a i,4o0 e 1,600,
ditas dy torcal pretas o de cores para senboras,
lilas 1 nores de fio da Escocia para ho-
niens a GiO e 19, ditas muilo linas com giirii;ao
pronrias para mor aria a ,200 res, Tilas brancas
lambem para montara a 400 rei, le-ines de muito
. '-, e 49, u'iiersos qualiJa-
pulceirasje mu los gostos, papel de todas as
qoaldades paulado e sem o ser almaro ede peso
e tambem paquete,pennas de ac bico le lanca das
verdadeiras, pequeas agrandes a I9e 1921)0 a
gro-a, lilas sem ser de bico (le laiiQa porrn mui-
lissmo linas a'640 res, litis le palo, de secreta-
ria a 240 rs. o quarteirfio, lapes de todas as quali-
'' les, canivle Bniaaosde.da 1, 2. 3. c -i fo-
Ihas para aparar penas, icsour.-s para papel, frds-
quinhos rom finia encarnada muilo fina propria pa-
ra riscar livros a (i0 ruis,encllenle tinta prela para
ir,aGan;a-sea qualidade em garrafas, meias
garrafa- eboiijai a 3(,0, 400 e 480 rs., pesos de
vidro muito bonitos para segurar papis a 29500,
e outras mi tas rnusas que se vended baraias: na
na doQueimado nos qualro cantos loja de miude-
zas da aguia branca n. 16. He liem fcil sa-
pot lar a agina piulada no entrar da loja.
PAR OS SEIHORSS iL-
FAIATES
\ endem-se lesouros grandes milito finas propia-
mente para alfaiates a 800, ID, 13500, botfjes
netos para casaca a 29000 a grosa, ditos de co-
res muito bous proprios para palilols de cores a
29600 a groza, ditos de massa ro tu bonitos p3ra
I 19200 a groza ; na ra
do Queimado nos qualro cautos lojas de miudezas
iia aguia bracea n. 1G.
iboafam
-o
\ endem-se bquinhoa esireiios das Ilhas a imita-
;"io .1 da ierra [opios para lencos e roupinlias de
erianeas, a 100, Hit, c 200 res avara, dilos
dedos e mais He um palmo, da mes-
ma qualidade e dos mais bonitos padroes que se
pode imaginar, proprios para toalhas, fronhas,
roquetes ontras mais obras, pelo barato proco do
320, -00, 000, C0, 800 e 19 reis, a vara, en-
ire-meos aimitaeio de laLyriniho de muito bo-
- 11 diversas larguras, a 240, 320,
400, 500, e 600 reis a vara ; 11a ra do Quei-
mado na bem conliecida loja de miudezas da boa
faina, n. 33.
BBFUHABUS INGLEZS.
metes nglazes muilo finos egran-
des a 1$Z00 a duzia, buies le porcelana com
banlia de unjoe outras qiialiJades muitissimo linas
a 640 reis, fgos de Colonia a 1D0 frasco, dita
0 reis, vinagre arorcaeo pro-
jiiio para lores de cabsea a 80o reis, diversasqua-
ida les de extractos muiissimo bous c baratos, -,-
bao de creme de amendoas eom tabea a 1C200,
opiata em cairos grandes de porcelana a 800 re-
ulras muitissimasqualidades de perfumaras
todas das n,elhores qualidades que se pode encon-
trar, na ra do Queimado, na bem conliecida loja
de miudezas da boa fama 11. 33.
O
ie 1859,
POR
AHUME IMM DE STLHO
, ra
Esti v
lo Collcgi 1 11. 21.
i
v. com
' ''- qu i-gue
, --1
Ven "-^cos
di ; na tabei na encruzilb -la
Ven le-a uva- 1 scrava moca, cozinba c
iolv-riic jBr-

casa le 1
.
caixs de urna du .
I S, e
1: na
!,.
FlIIRIS .FisAKB&S.
Vende-w a bem conhecida agoa de Colonia do
Piver em frai ~ o |'iqieaos,ruadrados,ga-
rantido a qualidade a 500 e 1? reis o frasco, sa-
a IT a dusia, canu los le pomada muiissi-
mo lina a 1 uli 160 reis, ditos muitos grandes a
:-, oleo de baboza verdadeiraeoin muito bous
aromas, em frascos grandes e bonitos a 15, ex-
i'oni-ia de rosa em frasqoinbos pequeos a 200 reis,
opiata muilo lina para os denles, em tubos gran-
1 S00 e l9 reis, pos para lenles, ba-
lda muiissimofio riquissimos e dediver-
-' -, extralos finissimos era vidros brancos e
diversos gostos,
eoutr.i-iaiati-iln.-rsid.ides de perfumaras que
'i.....11 leixara de comprar na na do
conliecida luja do mnideus da
oa n. 3.
INDUSTRIA PERNiMBUGm
Fabrica a vapor de sabuo' e velas
NA
vx ^0
SDIf. W)' DO SR. BOV/MAN.
icredl asve-
. tendo ultimameote ob-
1 n 1 no t "i fabrico;
ar-lem i- t 1 i ...... i!urabilo das de
ens 15,00o a er-
ei le 11 larias do 6 e 7
1 a 12j m c; xas.
rinha com onze a
turnas babilida-
10 lo: na ma do Amo-
3.


DIARIO DE PERNAMBUCO TEKA FEIRA 12 DE OUiTHKO DE 1858.

te
~4guia branca.
Vondem-se pegas do bico muito lino e de
bonitos padrOos com 20 varas a 1,600. ditas
de rendas tambem muito bonitfs com 10
sarasa pega a 800 rs., entre-meios a imita-
ga"o de labyrintho de diversas larguras a 240,
320, 400, 500 e 600 rs. a vara, bicos largos
das ilhas de muito bonitos padrOos e muito
forte proprios para toalhasa 400, 600, 800 e
1? a vara, crlxetes francezes pregados era ;
cartees a 600rs. a duzia de eartOes e a reta-
lbo a 60 rs cada carlSo, agulhas francezas
muito boas a 200 rs. a oaixinb*, caixinhas
bonitas com grsmpos muito boas a 120 e
160 rs., ditos em maemhos a 60 rs tesou-
r,* entra finas para costura a lo rs a duzia,
baralhos de cartas porluguezas muito finas
a 1,600e 2,400 a duzia, ditas francezas mui-
to boas a 3,200 duzia, botes para camisa
a 160 e200rs. a groza, ditos pintados mui-
to bonitos a 240 rs. a groza, ditos muito ti-
nos de madreperola a 640 rs. groza, pen-
tesde alizar muito bous a 1,280 a duzia, di-
tos'para atar cabellos do muito boa qualida-
de a 2 a duzia, caivetes muito finos de I
folha para aparar penpsa 2o a duzia, ditos
de 2 folhf.s a 4/, navalhas muitissimo linas
para baiba sem estojos a 320 e 400 rs. e com
estojos a 500 e 600 rs. cada urna, meias en-
tre lints brancas de algo 15o v.ara senbori a
320 rs. o par, ditas cruas e brancas pa;a ho-
rneen a 20 a duzia, ditas de ores para meni-
nos a 1,400a duzia, linha's de mead eabega
branca o encarnada, dit^s de nvelos de lo-
dosos nmeros, filas do seda lisas e Ima-
das de todas as cores o larguras, allinetes
em cartas e caixinhas, agulhas, didaes de to-
das as qualidades e out-as muitissimas cou-
sas proprias para mascates e boceteirasque
se vende por prego que causa admirago :
na ra do Queimado nos quatro cantos luja
de miudezas da aguia branca n. 16 Esla lu-
ja torna-se bemcouhccida por ter na frente
a aguia pintada.
Agencia
da fandig&o Low->!-. w,
rua da Sen laza No ya a
n. 42.
HeiteosabeleclmentocontlnVa j-haver
ora completo sortimonto de moendase
meias moendasparaengenbo, machinas de
vapore taixas'e ferro batido coado da
lodosos t&manhospara dito.
Jpparelhos de
distila a o conti-
nua
Na fabrica e fundigio da ra do rum n,
28, ha para vender spparelbos de lislilacfio
continuada, mais moderna e meloorcons-
truegao, quo 86 gara-ite dar de 3 a 4 pipas de i
agurdente cm Mnorasde trabalbo; assim
como alambiques, entremetentea simples e [e bsrege com barra borda-
compostos pararesanen! seda, 15 covados por
breoudo mi eir, e sortimento de LS z.nlia de cor de bom gosto para
cobre e-j arro ncoes, que tuto se vestido, o covado a
vende por prego commodo. V BSma fun- cambaia com salpicos de
digSosefalinc |uerobresd cobre, cor. com 8 1i2 varas por
bronze e ferro fundido, assim como hati :0, Cambraia Je organuv de bom eos-
seja qual tur sea niodello, com perfeigSo,
promptidSo, e commodo prego.
Veadem so por barato prego terrenos
com os palmos de fronte qu-- convierem ao Corles de calcas de ca:
compalor, lendo para mais de mil de l'un-
(ie tartaruga.
Soares, cora luja de tartarugueiro na ra
das Trinchciras n. i, avisa a seus freguozes
e ao publico, que recebeu pelo ultimo navio
da l'ranga uin rico sortimento do penlesde
tarturaga o mais moderno que tem vindo a
este mercado, que os freguezes avista da fa
zenJa e do prego n5o neixarSn do comprar.
Cobre em dinbeiro.
Vende-se effeclivamenle dinheiro de co-
bre a 6 00 : na ra do Pilar n. 111.
Vende-se superior linha da algodSo
brancas o de cores, em novello, para costu-
ra : em casa de Southall, Mellor & C, ra
do Torres n. 38:
otassa da Russla e cal
de Lisboa.
No bem conhecido o acreditado deposito
da rua da Cadeia do liecife n. 12, ha para
vender ..otassa da Kussia e da do Rio de Ja-
neiro, nova e do superior qualidade, assim
como tambera cal virgem em pedra, ludo
por pregos muito razuaveis.
l'ACHASPAUA ENGENHO
Da fundic3o de ferro dcD- VV. Bowman
na na do Bnim, passando o chata-
riz, coatinuaa haver um completosorti-
mentodc tachas deferro fundido e bati-
do, de 3 a 8 palmos de bica, as quaesse
eChamavenda por prerocommodoecoin
promptidao,embarcam-se o carregam-
se em carro sera despezas aocomprador
LSa p r bordar
Vende-se lita d0 todas as cores e da me-
Ihor qualidade qun tem vindo a este merca-
do, pelo baratissimo prego de 8,500 a libra,
na ra do Queimado ns bem conbecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
Von le-se calgado de
homrm de todas as
qualidades.de senhora
e do menina, quera
quizer comprar em
porgo vende-se por menos 10 por cento do
que a retalho : quem pretender dirija-se a
ra larga do Rosario n 14, aonde tem urna
bota de pao.
elogios.
Vende-se em casa do Ssunders Brothers
& C, praga do Corpo Santo, relogios do afa-
mado fabricante Roskell. por pregos commo-
dos e tambem trancellins e cadeias par? os
mesmos .;e encllente gosto.
Venda.
VenrJem-se tres venezianas granies e no-
vas por barato prego : no pateo do Carmo
n. 9, primeiro andar.
Sab-o do uecife
Amare 11 o, castanlio e
preto
Continua-so a vender em porgOes o a re-
talho: no deposito do largo da Assemblea
d. y.
DIS. P. A. LvlBO HOSCOSO.
V- ra da Gloria casa do fui o
Onde se achara semprc os mais acreditados medicamentos tanto em tintura,
como em glbulos, o proparados com o maior escrpulo e por pregos bastante commodo.
r- eos fixos.
Botica do tubos grandes. : 10/000
t>itade2* .... 159000
Hita de 36 .... 20?000
Dita de 48 25-000
Dita de 60 .... 3O5OOO
Tubos avulsos a..... 1 000
Frascos de tinturaria'de meia onga. 2 000
Manual de medicina homeopathica do
t>r. Jahr com o diccionario dos termos
de medicina. ..... 20*fl0o
Medicina domestica do Dr. Ilcnry. lOoOO
Tiatamenlo do cholera morhus. 2J000
Repertorio do Dr. Mello Moraes. CIOOO
|PEDRASPHKCIUSAS^fl!lilM b VkUl

Aderegos de brilban- 5
'} tes,diamantes e poro- :,i*t
T* 'as, polceiras. alline- M
TW tes, brincos o rosetas,
boteseaneis de dil
V ferentes gostos o de J*
, di versas pedras de va-
lor.
OL'HO i: PRATA. g
Loja de ourives .ti
Aderegos compleir. ..
Rl.V DOail'GV?!. 7. i "ornei-smospu.-r

Comprara, vendem, ffi obr&SdO Bl
\\i ou trocam prata, ou- ;f
k ro, brillantes, dia- (IcrilO 'OStO
H" mants e pcrolas, e ?
las
^5 outras quaesquerjoias
JJ de valor, a dinbeiros
Peeebem por
todos os vapores
da Europa as
s mo-
\ 11
to de Franca, co
;:':
ceiras, allinetes, hrin- u,
i eos 6 rosetas.cordr''., 0
transelins, rae lalhi ..
I| correntes e enfeitesCS
?;* para relogio e outros ffi
J cuitos objectos de-*;
! miro.
)i", Apparelhos comple-'
I tos de prata para cha, *?
bandejas, salv; g, cas- -
bandejas, salvas, cas---^
;ij tigaes, culheresde s,
fl e de cha, e milites ir!
IJ8upo"r"obrs: ^ deLlS!)0 sj outros objectos d,;>
&&mim quaesvendeoipor
preco commodo
costumam.
como


SAIAS DE BALO' '
-Na ra do Crespo n. 12, loja de .?
Campos & Lima, tem um bonito f$
sortimento tic saias de balo a ~>S, |
dinheiro a vista. (':
he baratissimo!
TSIHi. J HAS TESDE- QEIMi.
ra do Queimado n 2, esquina
beceo do Peixe Frito, continua o Preguiga a vender to io o genero de fazen-
das pelo prego mais mdico possivel, entre ellas tem : p-'gas do chita es-


.

cchincha.
organuy de bom gos-
t:, vira a
Cbaly de cor com listras de se '.a, o
rovado i>
do, sSo proprios, e contm muitas i rvores
de fructo, coqueiros, cijuoiros, jaqoeiras,
larangeiras, manguer s e outros mais ; a
qudra be bo para quem quizer ser pro-
prietario com pouco dinbeiro, para o que
pode ap.'arocer na ra da fumgo do Slarr,
em Santo Amaro, casa junto a taberna na
loja do sobrado d esquina, ou na mesma
l- boma, oqde F.chsr?o n proonetario de nr>-
nhaa s 8 horas, ou as 5 da tarde ; se non-
ver, porm, quem querr comprar tolos os
terrenos englobadamente, cielhor ser.
r Ven le-se i^ii i ci sa ierras na f'egoezia
i;.- S. Jos, ra do Jar.lim n. '.'," : a tratar na
ra lirfia do Rosario u. 20, loja de cagalo
Velas de c rnau-
ba, de 6, 7,9 c 13
por iibra.
Vendem-se.em caixas de 37 a 50 libras es-
da uma : no deposito do largo da Assemblea
' ::--:\: :: :v.:::;Sv--SCv
cor por
l'ns .!e dita dita de superior qua-
li I ida por
!;. es de um s"> panno acolchoa-
d>s, por
Cortes de rolletes do gorgorSo do
cor a 2 500 o
Ditos de dito de velludo superior
por
Ditos de calgis de meia casemira
de cor por
E outras muitas fazendas por pregos rom-
mulos : veude-se na ra ilo Crespo, loja da
4,500
400
.500
1,000
1,000
5.0C0
6,000
20,000
3,000
7.000
chita es-
cura de bom panno e bonitos padrOes a 4,800 ; ditas de cambraia lis branca
cum pequeo toque de mofo a 2,00o ; ditss de b'etxnha .ie rolo com 10 varas
a 2,000 ; atoalhado muito largo e com ricos lavores a 1,280 a vara ; cortes
de ISa cora listras de seda, fazenla inteiramente nova e el fr-.ntrs pac I roes
denominada Carmelin?, tem 12 covados cada un sob 4 palmos e meio de
largura pelo baratissimo prego*de 5,5nO ; Uilianas, especie de cambraia,
Pintada .!< cores flxas e lindissimos gostos a ixo rs. a vara ; cor. braias
rancezas finas de pa IrOes noves e bonitos a 500 rs. a vara : cassss pintadas
miudinbas, cores fixr.s e pannos finos a 32C rs. a v ra ; luv s do lio da esco-
cia, brancas o de cores a 400 rs. o par ; Cambraias napoiitan s, de quatros
e cores alegres e seguras a 360 rs. a vara ou 220 o cova lo ; riscados francezes
nos melhores-gostos, e listras e qua iros miudin'.ios pelo baratissimo preco
de 180 rs. o covado de todas estas fazendas se darao amostras sob p-
nhores.

ao publico
rsquii que vol.a para a ru da ( aJeia.
Henrique Mauricio Spyr Irmios parti-
cipan] ao respeitavel publico de Pernjmbneo
que por este ultimo paquete de F.uropa re-
eeheram as seguintes obras de ouro, prata e
brilhantes, quo prometiera vender muito em
canta (a dinheiro). Cervigos de cha, >1e pra-
ta, gameteiros de prata com linios frascos
de vidro de rer, saleiros, boeetaa de ouro e
prata dourada, relogios idem i lera inglezes
e suissos, transelins e correntes do ultimo
gusto, riulseinstcom brilhantes, coral o de
' ouro simples, allinelrs de peito oara homem
e senhorascom brilbanles, camafeos e coral,
,e inuit"S outros objectos de ouro, .rata e
9,00); brilhantes ; tambara trocam-se cora urna
pequea direrenga quaesquer objectos ve-
Ihos e fora de uso por outros novos, man-
-v

Presunto.
Rece b i das em direitura de
pars.
Ricos cortes de vestidos de si da do
cor e t>rncos 3
Corles !e cambraia de seda borda-
dos ao lado 9
Grosdeoaples ^reto encorpado, co-
vado 13600 a
Dito te cores e branco, covado
aeda branca lavrada para vestido
de noiva, covado Ij/iOO a
Belleza da China, fazenda toda de
seda, cova o
Setim preto mac.i par?, vestidos,
covado 56*700
Velludo preto o meihor possivel,
covado
Meio velludo preto e de cores, co-
va c!o
Volbuliiia prela e de cores, covado
Folar d Pars de seda core listas
malisitdas, covado
Ricas sc:las de cores .!e novos pa-
drOes, covaJo
Oalia de seda lavrada nui linda,
covado
Sedinoas ci qut.lros eiistris, co-
vado
Popelinas de seda e 13, padroes
novos, covado
Bsrege de seda, padroes miudinhos,
covado
(orgurao Reseda com flores,covado
Panno p. elo e ce cores, prova de li-
mao, covado 3/ a
Casemira preta seti j ,covado 15700 a
Musselina de cor e branes, covado
Chitas frincezas de cor claras e es-
curas, diva lo 280 a
Cambraias organdys.novos padrOes,
va'a a
Cassas fruncezas finas padrfles no-
vos, vara a
Ditas ditas, vara a
Mantas de Blond, pretas e brancas
Manguitos e xolinhas boradas
Tiras e entremeios bordados
Pulceiras da velludo, froco e fita
Lengosde cambraia, linos, com la-
byrfi
Chales de marin com franja de lia
Ditos utos le seda
lutos ditos bordados seda
Ditos ditos bordados velludo
Ditos le s la di teso
Cortes de casemira !e p-ir finos
Colletes dedita e lesedabord
Chapeos pretos francezes modernos
Graval la eompridas com
BllllL'1
Paleos de al sea preta e ae cor,
fon a dos
G< n Iotas alpaei preta e le cor
Palelots de brim pardo e bretanha
Ditos de fustfio, gangt e utrasfa-
1 '^cjas
Passando o b^ceo da Congregac3o, lo a
direito em segui nenio pars ol.ivian.ento *
q^art. loja j portas com rtulos bran-
cos n. 4o.
25500
10920
2?r>oo
1040.'
4KM
59500
1400
750
10100
19920
lOOO
900
15000
640
850
79500
30200
320
360
19981
509
320

0
3
Em easadeRabeScbmettau &Companhia,
ra da Cadeia n. 37, veudcm-seoleganre
Pianos do afamadofabricsiUc Traumann
de Mamburo.
Chegucm ao ba-
rato.
O Prcui;a qneima.
Na rui do Queimado, n. 2, esquina do
becco do Peixe Fricto, tora o Preguica para
vender por prego baratissimo, um vanado e
enmlelo sortimento de fazendas de algodo
13a e linho, a saber : chitas de bonilos pa-
droes e bous pannos, cores escuras e claras
a 140 res o evado ; ditas de outros gostos
a 160, 1801200 res o covado : ditas fran-
cezas largas, padrOes novos e superiores
pannos a 20, 260 e 280 reis o covado : cam-
braias adamascadas para cortinados de cama
com 20 varas cada pega, pelo baratissimo
prego de HoOOO bravatas p-elas e de cores
de mola e sem ella de 800 a 1920o cada
uma ; lengos de seda de ptima qualidade
a loOOO cada um ; grosdenaple muito encor-
pado, de todas as cores 8 15800 o covado,
cortes ue casimira eDslica bonilos padrOes
a 53000, 55500 e 60000 : corles de meia ca-
semira lazenda de vista e du'ag3o pelo m-
dico prego de 2o000 ; cortes de brim tranga-
do de puro linho de 15"U0 a 25400 ; cortes
de colleie de gorgurao, padrOes novos e
mu ilo bonitos a 33000; pegas de camb'aia
liza co< 8 varas a 4;*00, 5GO0 e 43800 a
pega ; litas tapadas com 10 varas a 40500,
5/50o65500a peg^a ; cortes de targelina,
fazenda de muito bom gosto para vestidos
desenhor, com 12 covados, pelo barato
prego de 33000 ; cortes de orgn lis, fazenda
cnuito lar.;a e bonita a 25600 ; alpaca com 6
palmos de largura, muito fina propria pan
s'.pir.rrfs e capas de pad-e a 80o res o cova-
do ; lanzinbas de quadros gostos inteira-
mente novos proprios para vestidos de se-
nhora e meninos a 500 res o covado ; lan-
zinhas deflores, fazenda mu linda e econo
mica para vestidos de senhora a 360 reis o
covado; chales de ISa linos com barras ma-
tisados a 43500 ; ditos de merino e de chaly
de diversas cores e qualidades; lengos de
cassa, brancos e pintados a 120 reis; ditos
mais finos a 160 reis ; ditos de cambraia de
130c
tosoo
Vende-se presu nto a 480 a libra: na ta-
berna no pateo da Santa Cruz, esquina da
ra Vela a n 106
REMEDIO IMCO.MPARAVEL.
UNGENTO liOLLOYVAY.
Militares de individuos de todas as naedes
podem testemunhar as virtudes deste reme-
dio incomparavel e provar em caso necessa-
rio.que, pelo usoquedelle fizeram tem seu
corpo e membrosinteiraraentes3os depois
de haverempregadoinutilraente outros tra-
tamentos. Cada pessoa po ler-se-ha conven-
cer dessas curas maravilhosas pela leitura
dos peridicos que lh'as re'.atam todos os
dias ha muitos annos; e a maior parte deis
lassSo t3o sorprendentes que admiram os
mdicos mais celebres Quantas pessoas re-
cobraram com este soberano remedio o us
de seus bragos e pernas, depois de ter tper-
manecido longo tempo nos hospitaes, onde
deviam soffrer a ampulagSo I Dellas ba mui-
tas que havendo deixado esses asylos do pa-
dec, ento, para se n3o submetterem a essa
operagaodolorosa foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas na efusao
de seu reconhecimento declararam estes re-
sultados benficos diante do lord correge-
dor e outros magistrados afim de mais au-
lent.carera sua allirmaliva.
Ninguera desesperara do estado de su-
saude se tivesse bastante couianga para en-
saiar este remedio constantemente segiun-
do algum tempo o trolamenlo que necessi-
tasse a natureza do mal cujo resultado seria
provar incontestavelmenle: Oueludo cura.
O ungento he til, mat partteutarmen te
no* seguintet casot.
lnrammag3o da bi-
Alporcas.
Caimbras
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Doiesdecabega.
das costas,
dos membros.
Enfermidades da cu-
tis em geral.
Enfermidades doanus
ErupgOesescorbuticas Sarna.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
tnz.
Lepra.
Males das pernas
dos peitos.
" de olhos.
Mordeduras de reptis
Picadura de mosqui-
tos.
Pulmoes.
Queimadelas
SupuragOes ptrida*
Tiuha, em qualquer
calor as extremi-| parte que seja.
dades. Tremor e ervos.
linho a 500 reis ; tapetes psra sala a 33800 ; InchagOes.
Frieiras.
Gengivasescaldadas.
chita franceza larga de ramagem para cober
ta a 210 reis o cova lo ; madapo!3o de toilas
as qualidades ; algodSozinhos, cassas, bre-
tanhas, brlns trangados, brancos e de cores,
pannos fi os pretos e de cores ; mussulina
branca e de cor a 320 reis o covado ; e ou-
tras muitas fazendas. todas por baratissimo
prego, e de todas se dar3o amostras sob pe-
nhores.
Aviso.
so ar^aiem de Adamson Mowie & C, ra
do Trapiche n. 42, vendem-se sellins para
, I homem e senhora, arreios prstiados par
cabriolet, ehicotes par carro, coleiras para
cavello. etc.
6X500
11,000
65OOO
3
75G
70000
59000
500
lam-sc^ amostras para qualquer parte d
ci la !e, e garantem-se os quilates do ouro e
a boa qualidade das pe Iras ; podem ser vis-
l'is no hotel ingle* a qualquer hoia do cJia
quarto n. 2). Convi.lam-sa os senbores ne-
guciintes de joias a ir ve-Ios
Calcado rau-
cez.



o
Para aca-
bar.
lis novas que existera no mercado a 23000 "E0 DAVID W. BOWMAN, a \

90000
6U00
85000
530OO
13000
45O0O
B\
53000
63000

o
; Na ra Nova n. 2. loja do Nabuca ^
g & C. vendem-se colgados f'anc.ezes ftj
f-x do todas as quali lades e dos melho- y.
* res fabricantes de faris, como sajara *
Borzeguins de duraque ga*-
piailos de lustre para no-
mem a
SapatOes de lustre forma in-
gleza a
Ditos ditos com elstico no
peito do 1 do 6/ e
^5 Sapa tos de lustro de 1 sola com
cy\ salto a
Ditos ditos sem salto a
Ditos de hez- rro com elstico
pera menino a
iij Ditos de lustre ditos ditos a
5 Borzeguins de duraque gas-
5 piado de lustre para senbo-
W ra a
fe Ditos de duraque de core* gas-
@ piado de lustre a
&! Ditos ditos todos de duraque a C00C-0 j?
l Ditos de duraque preto gas- *
^ piado de lustre para meoi- *
*& na a 43000
3$ Ditos ditos em botOes dos ',";
i^g lados para menino a 9000 '.
Canias de ferro.
Craode sortimento de com^s de ferro che-
ga lo a esta loja de ferrageus, por preco
muito commodo, ssqsaes .or ser muito l-
vesgrada>3o a qualquer rreguez : na ra
Nova n. 20, loja do \ iunna.
-
2) Lu: : i rinzoes.
Cobi 1 I para torro com
-
Vinhos linos de Moselle e Joan-
msberg espumoso,
; 1 m quai tolas.
C. .1. ASTLr.Y & C.
v; l|.,
Cal nova de Lia as, em barr, te'e an-
coras, ni :.. para
agurdente 10 n 1 na ra
froulo da l'.cl gao n. 28.
JLiap ra bordar
Vende-si muito superioi ISi para bordar,
de todas aa cores pelo baratissimo preco '
8,500 a libra : na ra do Queimado nos qoa-
trocantos loja de miulezas da aguia bi
11. IC. Esla por
na frento um uboleta 1 ira 1 aguia l-io
i
br
ma
o par, ditas tambera de Jouvm de cores'par RA DO BRUM, PASSANDOOc
senhur com um toque do mofo que nada se FARIZ,
divulga toditas decores para hornera enaS9rr-pre Qm grande sortimento dos se-
senhora, mohdas, a SSO .. garante-se guSntes objeelos de mecanismos proprios
rortidao c. ponto, e a elas.icd.de da pelli-, p ra engenho*. saber : moendas e rieias
ea : no aterro da Boa-Vjsta, ultima loja i confronte a matriz, chas de ferro fuudido e batido, de su erior
e, arma- qaalidade e de todos ostamanhos; rodas
laspare a^ua on mimaos, de todas as
No deposito do ra OoTrapic
zern n. 9, tem pnra en 1er cotassa
sia superior, dita li Itio de Janeiro superior,
cal virgem do Lisboa, e panno de algodSo
- Rali!--, tudo or menos do que em outra
A boa fama
Vendem-se golin'ias de froco muitissirr>o
lindas a 53, pulceiras e g.-avatiuhas tambem
de froco muito bonitis a 39, enfriies de re-
"troz com viJrQos, cor de rosa, fzues e pro-
tos para csbga de senhoras e meninas a
3,500, ditos de flor-, s mui'o finas a 43, ca-
lilos e ramos brancos muito finas para noi
ves por preC'> muito rr.:ns barato lo quo em
outra qualquer parte, f.-anjas brancas e de
cores con borla Cas mais bonitas que tem
vm 10 a esto mercado a 5/, 6/ e 73 a pega
com 15 varas, franjas de seda de todas asco-
res e larguras e bonitos pa Iro" is, ditas bran-
cas de algodSo par* casaveque, botoes de
seda bonitos e do tolas s cores, ditos brrn-
cos d linha para casavciue, pe..les de tar-
taruga de gostos inteiramente novos .o a
alar cabellos a 5, 53 e 6?, ditos multo ricos
virados a impertlriz s 128 0 i5-,_ ,|,los mun
bons e fortes tambem de tartaruga para ali-
sar a 1,3, ditos de niarfim, de borrada, de
bfalo, de baleia, e Bngindo unicornea 30o,
5u0, 600. 800, ii e 1,600, travegas de borra
cha para s-nhorse meninas a lo e 1.200,
pentes a imilagao dus de tartaruga pa'a atar
cabellos o melhor quo lie possivel encou-
trar-se tanto no gosto como em qualidade
a i#, jarros para llores pelo hsratissimo
prego de 2.; o par, botOes ledon lililes de
madrepero a para casive que e roiipinha de
menino a 640 rs. a duzia, pos imperial ni-
camente proprios para borlucijas e amaciar
lie a 2(10 rs caixinhas ppra guardar
joias a 800 e 13,at8Cadores de seda e de alg 1-
dSo muitissimo fortes paa espartilhos. te-
souras de lo !as as 4ualidadrs e mullo linas,
litas lisas de se :. sem pona de todas as lar-
guras e ores, ditas lavradas muito ricas e
de todas as larguras, fitas largas e estrell s
develado, bolci'raasie caraurga muito bo-
Cal de Lisboa
N ) armzem de Slanoel Joaquim de Oli-
veira e C em f-rnte do becco da Madre de
Dos, vende-se c*l de Lisboa desembarcada
Jo ultimo na rio, por irog > commodo.
Vendem-se saceos co-n farinha de
man !i"ca de superior quali Jade. em saceos
g andes, saceos com milho a 7500e9oooo,
snecos com areh jSo mnlatinbo muito novo, gimma do Ara-
eaty, queijos de enalba multo Descaes, tuio
preco muito commodo: na ma estreita
1 Rosario, armazem n. 29.
Inammagodofigado
da bexiga.
Ulcerasna bocea.
do ligado.
~ das articulagOes.
Veias torcidas ou no-
dadasnas pernas.
>assai.
. I qu'lquer parto.
Nova r,<;:s: rt malabar
Vende-se esta agua a melhoi (uetea p-
psrecido ira Ungir o cabello e suissas '.
preio na liv a' ia ui.ivers.il ra r, Colleg'o
D.90, da-sejunto ui in resso iratis "Mi-
nando a forma le ipplicar.
-- Vende-se em casa de 8. P. JonhsDm 4
C, ra .1-. Senzala Nova
sellins inglezes e silnOes, relogios ue ouro
. i do i.atenle iuglez, candielros e casti^aes
s-uuo ^ 1 b,-ouzeados, arreios para carro, lonas ingle-
vj zas, fio do vela, graxa -f\ 'retos.
rroporcOes; crivos e bocea de fornal a 9
registros ;e boairo, aguhOes, bronzes, ;a-|, M par''i meninas, agulheiros do marlim,
afusos e cavilhOes, ligas de seda do muitas qualidades e bonitas
e outras muitissimas cousas qne nao ho ps-
ete, etc.
NA MESMA FlNDiCA'O,
se sxecutam todas as encommendas c
snperioridade jn conbec con
' restezi e erra odidade s prego
AlgodSo monstro.
\'ondo-se algodSo monstro cora 8 :>nlnios
de largura, muito pioprio para toaballias e
42 "J segainteTI'enC*s *r8, avara : n ra do yuei-
mado n. 22, na loja da Boa l',


;u >7iaB i ,..< -1 ;i i ]
Sab-
Hmeida Gomes, Al ves & C tem p^ra ven-
der sabSo de boa qualidade, recebido do DE-
POSITO GERAL DO RIO DEjANEIRO.do qual
sao nesti ci lado um des agentes. O deposi -
to qui be noarmzzem ^Ifandegado, Ar?ujo,
no l>rgo Jo Forte do .Matios junto do trapi-
che doalgodSo, onde ',<>!e ser visto, e para
tratar, com OS annuiich.ntcs n ra da Cruz
n.27
LIVRAKIA ECONMICA
Defronte do arco de Santo Antonio.
.
:


cohertos a descobertos, pequeos a gran-
des, de ouro patente inglez, par ho
esenbora, le um dos m Inores abr cantes
e Liverpool, vin os pelo illimo pa
/. : em casa de Souf'.all MI.o 6j
roa o Torres n. 38.
Escravo peg.
Vende-so um escrave mulato, ptica fi-
gi.ra, e opimo boleeiro na ra de santo
Amaro (Hundo Novo} n, 6.
I
Vende-se potassa americana la mais
nova que lia no mercado, o por preco
commodo : na ra do Trapiche n. 13,
armazem de Bastos Irmaos.
T. Cuas de -obro.
Na fundiglo de I). W. Bowman, na ra .!o
Brum. passando ocbafariz, vendem-se ta-
chas decobre para retinaedes e eugeahjcas
de assuc3r.
A %0 VE;
Cheguem freguezes.
Brim branca lino trancado de linho a reis
15280 a vara, dito pardo trngado de linbo
800 reis a vara, dito ecores escuras, fa-
zenda muito forte a 600 reis a vara, dito era
cortes ele padroes muito bonitos a 99, gangn
araarella fraoceza muito fina a 320 res o
covado, bnmfinode linho de quadrinhos
pretos a 600 rs o cova o hamburgo lino a
93 a peca d- SO varas, lito muito lino 1 res
I tos peca, tambem de 211 varas, eaguio fi-
no dealgodo 39200a pega, ca rabiar, lisa
muito fina a 53 a ,egi, dita com umi fa n
delargu-a com 10 varas, a peca 1 ('..-, cam-
braia lina coni cnuviscos a 791 00 1 p"ga cor
8 t|2 varas, fil ue linho borJado a I9IOO a
vara, musulinas 'e quadros > c^P listras,
muito linas O > 10 Varas a pega a 4$, cintas i I.eile. Arlhuri C
HnceM.?Uoi ,0 s:'-8,'-rs- ; --iy^-:'-:-QO^o-:.
vado, musulinas I cores muilo Gnss a 320 NEGOCIO
res o covado ealem disto muitos fazendas Vende-se ou da-se sociedade na loja da
que a visto dos pregos nmguem deixara da ra de S Francisco n. 6 : procure no Lateo
do Queimtdo n. 22, na do Careo n. 9, primeiro andar.
lolliert.s pira cae sopa
As melhores que tem vindo ac mercado, e
SO com a vista se p/i 1 apreciar : na ra .No-
va, loja de ferragensdo Haia n 11
Vendem-se facis e gu.os de esbo de
sivel poder-se mencionar e tu lo se vente
por prego que os mes-nos freguezes terSo
do se a .mirar : na ra do Queimado na bem
condecida loja d- miudezas da boa lama
n .;t
i\al jada boa fe
Qucim-' o
I!i
elors-:w
ouro s.
Vende-se um lind-j sortimento de
iie-
ru
ti. il.
Vende-se muito barato
Panno lino pr. o a i, 3, 4, 00 eis, e mui-
to Uno 5,000 1- is o covado, dit-. zul a res
2,S00, e muito superior a 5,000 reis o .
do, casimira preta a 8y, e muito lina a 29500
o covdo, dita >ie cores escuras, com duas
larguras fa; rada prova d'agua muito pro ria
p ra calcas, ei il les e paletots a 3,5000 res
o covado, cortes de colletes de velludo de
a.In. smui lindos 7,000 res, ditos de
gurguriio preto seda muito superior a
.',50o reis, velbutina reta e de corea a 640
res o < vado, ricas colchas de damasco >
8,500 reis, saceos ou boleas para viagem a
6,000 r.'.s, pi 1 muito superior ele adrSo
u im.ii o ;, 2,800 reis o votado, grvalas
.a retas e de ci u tu b le duas
voltasdelo a -,', challes .le mermo finos
franj
Opeas raorluan?s viudas de Pars, pa-
t-ni Tireei ^s aos morios, moito prin-
1 nenie no cemiterio publico a 2 de bo-
vetnbro finados; tendo sobre as niesraas as
discripgOes s.eguintes : olTereci las a meu
n*i, a iniulia mi, a raeu filho, a -, inlu li-
lia, a meu esposo, a minha esposa, sauda-
des, ainuade, eic etc. : n s loj-is de Anto-
nio Augusto dos Santos Porto, ng praga d
L'niSo ns. 37, 39 e t,e no aterro da Boa-Vista
na da Leconite.
.-, .". .-. J-. .-. .. .-.. *.. ... -. .T-.
Vendem-se chales df casemira de
'-. cores matisadosmoito linos por ba- '"'
rato prego na loja da ?ua do Qnei-
mado u 10, de l.eite, Arthor '-.t:--^ '; -. '. "-. I
-.- .- -.
>a ra do Vicario armazem por baixo do
e.-criiorio vender mnio superior farinha de mandioca em
saceos grandes por mdico preeo.
Meias le lio d* escocia de cores
. muito li'i's pelo barato prego de 3,8
1 duzia por haver srande porc o
9 na loj. da ra do Queimado n 10, de ->>
Vende-se este ungento no estabelecimen-
to geral de Londres n. 2*4, e&lrand, e na
loja de todos os boticarios droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, Havana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs cada bocetinha,contm
uma instruegao em portuguez para explicar
o modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral he em casa doSr. Soum,
pharmaceutico, na ra da Cruz n.22, em
Peroambuco
Toda atten^ao
he pouca
IU chegado a nova loja da aguia de ouro
da ra do l.ivr*ment um grande sortimento
de franjas e seda, ISa e aluodSo, de to las as
cores para casaveques, bolOes de velludo,
seda, vidro, cornalina, algodao e metaes
dourados para casaveques e colletes de ho-
mem, muito fino, fitas lavradas e lisas de
se la, velludo, iSa e algodSo de tolas as co-
res, lu7as de pellica de cores para home.o e
senhor., dsela, esocia, retroz e algolao,
cjsemiras de todas as cores, laas para bordar
de todas as cores principaes a 65X00 a libra,
retroz de todas as cores 180 a oitava, agu-
lhas franc zis, cantofis eompridas, para la-
byrintho e para bordar, e curlss para alfaia-
te, allinetes de todos os tamanhos e grossu-
ras, linhas para bordar, enfeites de velludo
.ara ra liega de senhora, banhas de todas as
cores, extractos do utor Looera de lo las as
flores e de todas as qualidades, linhas de
00 jardas a 60 rs. o carritel do au'.or Ale-
X3ii lre, pomada franceza de to.l.s ns cores,
pentes de tartaruga para alar cabello, ditos
Je alisar de tartaruga, martim, ogo, borra-
cha, bfalo, massa, cbifre e baleia, clche-
las francezes de duas cireiras a 70 rs. o
carto, e caixa a 60 rs muito cheia, franjas
de cortinados, toalnas e curber'as. bicos de
seda, tdon 1. linbo. algodSo, do I byrintho e
de escomilha ingleza, ctmbrainha de esco-
cia, do Porto e da Ierra, sapatos francezes
..ara homem a I56OO o par, sapatos de lus-
tre a 5a00o o par, meias de seda, escocia,
linho e algo 15o, casemiras, batas de lodas
as qualidaJes, froco de velludo de todas as
finuras. O estabelecimeolo estar abertoat
9 oras da noite e d3o-se amostras de todos
os objeelos para escolher.
Vende-se roanleiga inglez. fina a 800
rs. a libra, espirito de vinho a 400 rs a gar-
rafa, e caada a 2c560 : no asteo do Terco
n 21.
Vende-se alcool de 36, 38 e 40 graos,
em grosso e a retalho de caadas, genebra
superior igual a de llollanda, embotijada,
gurdenle iericinoecognac.iguaes aos que
vem la Europa : na restilagao por Iraz da
igreia de Santa Rila.
; :5 '
bom couhecida loj* da bou f
Vende-se um cabriolet inglez de -
rodas, muito bem construido c em bom
estado, com eixos patente e forrado de
novo, o qual admitte pessoas e he pu-
chado sopor um cavallo, por ser muito ",,t"1 do principe de su;erior qualidade e
leve: os prctendentes podem ve-lo na Porprecoco modo; na ra Nova, loja de
cocheira ,i,. S.-. rin.-HIn linf..v ......... ferragens d Maia n. 41.
-- vendem se moin os de moer caf, de
ro as gandes, proprios para refinacao : na
com o mesmo senhor ou na ra da Ca-
deia do Recite 11. (j.
---> -> -~\
1 o "T&iiiie ar-!
.
ZU1
ta in
jfun
.
-
de r ni p fei
xova n. 41),-
ow. iVao;
!. s ie casemira pr
ilas 1 in, (' 1
11 :n variado sorti-
mento de joias de 01 ro de lei: no escrip-
torio de Isaac,Curio >\ C, ma da Cruz n.
!), primeiro andar.
aeompniouven.ladeassucar,algodo,| Vende-se superior queijo de manteigs
is o outras rias de peso; ob-a 'Seril 640 a librn, dito da coalba a 560,
moitorecon sso-squeM '" ''"'"" ;i boluehinha ingleza a
m c genei is assim como 340, touelnho de Lisboa 400 rs., manteig
ahos, or quaoto de ngleza flora 10130, Jila 19, arroz d india
muito graudo a loor:, a libra ; na taberna
1 r.1 dos Ma tyrios n. 36
-- v i.in m< t'que de 12 tneos por
1:2009 h 11: no pateo Pe !ro n. 6.
logios
Veiidom-so relogios do ouro, inglezes do
pstenle : no armazem de Augusto ('.. A-
breu, ra da Cadeia do Recito n. 36.
com franjas de lia a 5,ooo eis, ditos ae
logios de ouro para todos os procos con- nlrsiy muito lino com listras c franjas do
forme as qualidades c
um so relance de vit pdde saber-seo im-
pon le qualquer numero de arrobas e-
Ij: as do mi lh 1 usual levara muil
Esta obra ero um volme b^ra
der o, acba-se venda ni livraris men-
isco n -i, p. lo p 'eco ic
59000.
jfcspclhos gran-
des .
Venden -se ricos espelhos em ponto gran-
de proprios para fojas ou roesmosals, pelo
hamo reg de 5,. 10 ca'a u : na ra do
H'j! 1 1 de n i.i lezas da boa feraa
u. 33.
V'.dern-se chapos do 1 hili a-2550C : na
praga da ln lependencia ns. 36 e 38.
-- Vendem-se ricos chancos de todas as
ores para senhora : 110 aterro da loa-Vista
n 7, loja da boueci de cera.
7,000 res, ditos de ..':1o mnii I
lampada muito bonita a 9 000
ieis i:-- ri trancada molla i ....
bordados em moa onla a 9.OOO res,
dito i -.i i;o-s ; untas 11 000 s
ditos lo ito bordados ricamente a velludo a
12,000 reis, pentes e la taruga muito supe-
rior, r preii : cabello a 5f000, dil
dita vi ,; 1-, 1 impc atriz, de amito asta a
12,000 e a 16,000 res lencos brancos de
linhogpa a algib ira a .ooo a duzia. ditos
brancos 11 camb ala, tambem para 1 Igibei-
ra a 2,600 reis a luzia, ditos brancas mullo
grandes proprios a,a cabeca 00 reis ca-
da u'ii, ilos de lin 10 do cores ro| nos pa-
r os 1 bequistas a i .0 reis, ditos b'aocos
de cambraia de linno com luco largo de li
nboem volts a 25 mei s brancas finas para
senhon >0a uzia, litasinglezasmoi-
to n uzi 1, e. itras m it;.s
ls finas c 1 ue ra ;em inuita
eonia aos i de 1 (no sao
amantes ,1U rua ,j0
Queiin ia boa r.
Carro -ovo.
Vende-se um ice lente cairo inglez, no-
vo, p?ra 1 e 2 cavados : ius rua de Santo a..
maro (Mundo Novo] n.'.-.

tares,
Nesle t '. 1 anconi rr o pu
lineo um gi -11 te e va a lo so'timen- ;
. lo le rou is fetas, como sejam ca-
icas, sub 1": ici s, gon .1 s, i -
p ib tols .' panno Qno preto e
1 co es, sobrecasacas e paletots Efe '
ease le cores, di tus de ei ii .'.
seti nl.itca ,;. ,' 1 e con 9
r.i> o de con s,
, iuceza, IS, mis ;
es e brins de todas as qualidades, '''
:oll<*tes de velludo preto < e cores, .,
lesetim preloe branc, de gorgu- .'
reto. cores, ns e fus- .-'.
toes branco: ca.es, c a os de .
castor II e > elle,
ditos de s. : 1 prelos, s, r;i- i .':
-- far-
I m. m guar-ia nacional e '
pri '.. flinu lite es ara cria ios e
obra 1e encommen
' lo rm zem,

.....
., bu tu
s se ha .ie man Moca superioi
vin la 1 '' an no v or i)y ock, 1 11
; -s. 1 .. !' i M : no armsz. n
.I1 Kerrcira & Marlms, t.-tv sa da Madre
11 os n
'.'i. le le carga de 1,0 0
lijla s 1 pr. en ler, v
a fabrica d le ras de Anti m 1 Carneiro >.a
> 41II ti,1
Vende-se >> deposito da ru Direita n.
28, com todo- os fu : los, ou so 1 a raagSo
t'iila se no mesmo
NOVO SORTIMENTO
Calcado francez escothido nas melhores e mais
acreJiadas fabricas .le Pars e mais enconia tamu
em porgues como a retalho : na loja Jatahy & C.
na rua .Nova 11. 7 ,
rua .Nova, loja de fVrragens do Maia o. *l.
Vendem-Se salvas fe casquinha e pra-
tea tas, a l 11 .9 ,. i,es e avulsas, do me-
lhor gosl) vin las ao mercado : na rua No-
va, loja de ferragens do Maia n. l
Fugio no dia 17 de seterabro do corren -
te, 1 preta Quite, ia, crioula, de idade 38 an-
nos pouco raaisou menos, tem os Signtes
seguinles; alta magra, envergada, o brago
direilo alejado, tem falta de dous denles ra
frente, levou vestido de chita cor de vinho
com palmas brancus e panno fino da Costa :
quem appreh^nder leve-a a praga do
Cor -o Santo n. 17, que sera bem recompen-
sa io.
200S000 rs.
No dia 14 de agosto deste corrente anno
fusirara doengenno Sete Kanchos, fregue-
zia de N. S da Escada, comarca da cidade da
Victoria, os esrravos seguintes: Damin,
I crioulo, de 2* annos de idade. pouco miis
ou menos, cor fula, beigos grossos e meio
arrebitaoos, tem uma cicatriz na testa de
A4 E6* O CORTE 5 um caico de animal, pernas linas ealguma
8- _. cousa arqueadas para fura, esmalmado, es-
,',j Vendera-se co tes de caiga de case- ..
1 lelos baral is precos ici
;; ma ipor haver grande soreflo : na '-;"
.ja da rua do Ouimad 11 10, de ''
Leite, A Unir C.
. .:^:00.:--GO:X.
n i .; junt ;io arco de
: Antonio
Chegou um completo .-onimenlo de saias bor-
H.. 11-, assim rom., um rico soruwnto de fazendas
linas tend as FOguintS :
Sudas de quadros, cavados S00 rs. .
Chaly de listras de seda a t-fo rs.
Enfeites para cabegs, lano preto como de cor.
Gollinha para pese. .
L5a .lo se la de 2 largaras para vestido a S00 reis
a vara
\ eludilbo com lloros para venido a S00 reis o co- i ^..a,..ei *J.*? Ferr.!'".' 1'Lf?f! recom-
va.lo.
Ricos vestidos mourisca cini Irez babados.
Dito com listras de so la.
' cassa rom 10 varas, 29.
Cambraias de cor covados 200 reis.
I'oalhas .le labyrinlho.
Lengos de labyrinlho,
"ronho de laliwinilu).
Vestidos de soda rom Irez ordens de babados de
odas '' res,
Mantas pretas bordadas : la.
Dita .lu cor.
Floresde todas .- qualidades para vestidos e para
-

._? Luvas de fio !:. Escocia brancas in- ;.
a glezasom is fino que he possivel s
'." ven le : na ma do (.racimado n 10, '!'
'." de Leite, Arthor & 1 .
Vento um grande e gordo cavallo ie
Cabriolet: na tua llireita n. 84.
Vendem-se brides do mdelo leloo-
juca, muito pro rias para a cavallaria, pela
preco de 25 cala uma : na ma lureita n. 64.
padaudo, altura regular, e esta bogando
agora; JcinlUo, crioulo, de 28 annos de
idade, mais ou cienos, altura regular, cor
pret--, .ouca barba, beigos grossos. e faz
eerto gelto na bocea quan o falla, tem uma
cicatriz em uma das faces, pernas finas es-
malinado, fuma, toca lo' de viola. O pri'mei-
ro foi corno, a 10 ao Sr Jao Francisco Barbo-
sa ,ta silva Cu aru'.lilho do Sr. major Anto-
nio Comes da Si|va Cumaru", e o segn lo
diz que loi escravo da familia do sr. Js0
Nunes da faze la do Sitio.em l'ageu'de l'lo
res, e comprado na praga ue l'ernambuco
Consta bue ditos escravos estao em Hageu'
de Flores, por portadores que mandei, e de
lia viera01 : rogo se as auto'i ades poiiciies
ecapitaes de campo, de os pegar e levar ao
relerido eiig-rano a Iternardino Barbos? da
-ilv.1,011 n? praga de i'ernarabuco ao lllm
pensados cora a quautu de 2009000.
tinu'a a estar oceulto desde o dia 28
1 rente :i|no o escravo Mo-
11 ime Cesar, do 48 annos de
e, pouco mais ou menos, he boa cr-
reiro, razflo ; >r que esta oeculto, e tem os
signaos seguintes um pouco baixo.bastan-
I inte s> eco lo corpo, peinas e brsgos Bnos,
s peque.ras e um pouco mettidos ptra
dentro, tem uma serrilha no nariz (signl Je
sua terral cor i.-ia, odos pequeos e vin .-,
eostunia 11 embriagar-se, j foi enroiitrado
into MitSo cora o nome mudado p^ra
Bras Vicente ; foi escravo dos herdeiros do
fallecido Caeano Pereira Gongalves da Go-
nha ; protesta-se contra quem o liver oc-
eulto : quem delle der noticia certa ou le-
va lo a rua Augusta n 19, casa terrea junto
a um muro novo, ou a rua do Trapiche n.
8. receber a nuautiade ltt'9000.
PElN.: TVP. "C H. F DF. F\RIA. 1558.
"S


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