Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06578


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Full Text
AUNO XXXI\ R. 225.
SEXTA FEIRA DE OtTIBRO DE 1858.
Por 5 mo7.cs adiantados 4$000.
Por 3 mezes vencido! 5U0U.
Por armo adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
V
i

E.NCARREGADOS DA SI; ISCItll'CA'O DO NORTE.
farahiba, Sr. oa Modoluho Somas; Natal, 'anhor In-
tento Marquu da filia Ararat}-, %r. A. d* Lemcs Braga ,
Ca t, Sr. J. Intt deducir ; Maraohao, o ir. Jm Tsiicira
de Mal* ; Piuhy, Sr. Jos* Joaquim Avelliuo*; Para, o Sr.
/uitioo J. Ramos ; Amaionat, a JilHtng da CoaU.
PARTIDA DOSCORREIOS.
h ra lo .ti...
I
i. \ %
1 < .
... .ti, i:
Ir ... ..,.
TiM'.'iKci.iiir. uir. -i. i laabla.
-fem.
u teri
IV-I
AUDIENCIAS HOS TRIBTJNAES DA CAPITAL.
Tribunal do rommerrio : teeunda i quiatai.
Bclavo irrvsi feirai e aabhados.
ferenda : queras a tabbadoi at *0 horas.-
Juio do eonimereio : lee-uada aa 10 borre a quintal a* mel dta.
Pito deorphaus: segndate quintu aa 10 horas.
I Primairi vara do :ivel : segundas escitas te maio da.
! efund vara ds civel : quinar aabbador a* mtio dia.
COMMANU DAS ARMAS.
tel eeneral do comisando daa aranas do
Fernambneo aa eldade do Beclfo, etn 30 *e
etembro de 1868.
ORDEM DO DIA N. 1:11.
O marechat de campo conimanlanle daa armas in-
terino faz publico para conhecimenlo da goarincao
que a presidencia por portara datada de hniilem
exonerou do cargo de delegado de polica do termo
de Ourtruri o Sr. eapitao tentara Joi Francisco da Silva, e nomeou para o
tnetiuo careo o Sr. capilao do nono batalhlo da
inesraa arma Jos' Joaquim de Barro, que esta' nn-
racado mira eonimandar o dertacaineuto volaue da
comarca da Boa-Vida.
O mesmo mareelial de campo determina que no
da .1 de outubro pela m nih.l se paise tetilla da
morir aoi corpos do extrcito om tervic.0 nenia goar-
iiicao, ao da guarda naciooai aquartelado e a'scom-
panhias fixas pila ordtm seguinle : a'i G horas a'
cninpanlm de artfices, a', ti e mea ao oilavo bata-
Ihaode infsnturis. ,,'s ~ e 1|ao qoailo de arlilha-
ria a pe', a'a 7 e 3|4 ao teteetro batalhao da guarda
nacional aquartelado, a') S e 1,1 a.) nono, a's 11 ao
decima ambos de infamara e a's 9 o meia a'com-
panhia fita de cav.llar.t.
. V*n ido .ITiiin.M Sergio de Oliveira.
t.uiif.iriiH'.Horacio de Gasalo Cosido, atieres
ajoJonte de ordtns enearregado do delallie.
UTIBiOR.
Ja de terrenos de niarinha 2">0 bracas sobreo rio
salvas as servidoes publicas, lia de pasear; por que
le le de recursos, e ao do mais, tfe utilidade pu-
blica incnnleslavcl.
Igualmente o projecto no qual se estabeleee que
lodos os saldos havtdos nos estabelecimenios pbli-
cos oe caridade, ele, passaro para o banco, do
que nao sabiro mais; mas sem o seu juro, sob pre-
o conliecimenio do govetno.
Projecto prohihitido a mendicidade e commi-
nando penas severas aos infractores.
O projecto iniciado, lia mezes, sobre trras pu-
blicas, est sopiiado em poder da respectiva com-
a qml ainda nao deu o sen parecer, que,
sa diz, ser, para que se COuStituara devedores ao
estado, todos aquellos possuidores d"ellas, quem
llosas as tivesse distribuido, ou o valor recetado,
por clles, dos setuaes propietarios d'ellas, cuja
posse tica garantida.
Projecio dando um praso dentro doqual os em-
phileutas de trras publicas, devam pagar os s.mis
encargos, eslabelecendo mllase rescisao do con-
trato.
I-ti fura feito.por decreto do executivo.
Os Debates "jornal da manltaa, cessou de
existir no principio d'este me/., o se refundi no
EI'HEMEKIDES DO MEZ DE OUTUBKO.
! 0 l ua noa aa 11 liorai e 47 miuuloa da tarde.
I 14 Ouartt. crzcate aa 5 horaa e 23 minutos da larde.
I Vi *,u rbfij aot 35 tinulo da larde.
f 39 Uuar.o riDfcuinta as ti librase 14 minutos da manba.
l'ItEAMAIt DE 1KUE.
i Prinifra 30 minutos da manboa.
' 'iegruda ..o 04 naioulM da Urde.
~________ ---------------------- *.
DAS da semana.
27 Segunda. Si. Comm o Damio irs. mm.; S. Fidcnrio m.
'JH Terca. S. Wenceslao duque ntoage : S, Salomoo m
2!l Ouarta. S. Miguel arclianjo ; !. KraU-ino b.
30 Quinta. S. Jpronymo prest, card. e dout. mximo da igr.
1 Seita. S. Rpinigi b. ; Ss. Verissimoe Mxima irs.
1 Sabbado. Ss. Guarino, Primo e Secundaria mm.
3 Domingo. OSS. Rosario de i. Scubora ; S. Candido m.
ENCARKEADOS UA SDBSCRIPCA'O DO SUL.
Alagoai,o8r. Claudino Faleao Dial; Sabia, a (r. D. Duurad
Rlu de Janeiro, o Sr. Joao Peraire Merlina.
EM PERNA&fBECO.
0 Propiteiariode DIAitIO Manuel VUiielroa de tarta, na sui
Ilvraria, pate da IndepMideni'ia os. s 8.
problemtico.
Ao acervo das complieacOaa a qoe bei fello al-
loilo, que ,i!l tImii as circoin.l-U'U deate gnverna,
acrre.re o peeeimo estado liuanc.iro .So Estado. As
rend* diiniuueui i-iiii^iilcrjv.'l(!nii(e,/*3Tn lo que as
/ is crescem harrivelmtiile ; seilj anda ese
Miedo lano iniii .le. loravel, quinto nln he po^si-
vel fajcrem-e economas :cortara-le a grandci
verbas de depeza,inormenle no quo concerne ao
rano militar.
E, tiesto ramo, quinto
em
Varios dividendos
gestan......
Joros abonados .
Pandee pblicos Tj por
sentir......
a eafilnadas, qoanlo i er- vj,'" ,'m ffl*1? '
mmenlo, so absorvem. qu.n.Jo se ,. geralmenle, nvesas^erbat"" 'co-
sem para a Campanba, bavendo passado na cmara i movimenio hostil, o que por enguanto he tnur4
dos ilcputados cabio no senado.
Havcndo o Demcrata, n escriptorde muitos
irligos para a o Tribuna, pedido quo o fiscal do
Estado, persegu'tsse a imprensa opposicionista sob
fundamento retrobados, e alguns d'elles emminen-
lemente sophisticos ; o Nacional declarou que
eotenda que es ideas do Demcrata a nao devisa
ser eeolhides; por isso que, os oxcessos da iinprensa
se corrigiam, se castigavam, com a mesma impron-
sa, pelo despreso, pela animadversao publica.
A posiofio d esto governo so vai tornando
bstenle critica.
Exisieem desintelligencia com lodosos Estados
limilropbes o ribeirinhos : as sitas fronteiras, com
quanto acampando D'ellas 3 devisoes.niio esli bem
guardadas ; a guerra aduaneira que Ihe fa/. a Con-
federacao Argentina, reunido isso a igual sortocom
Montevideo com o Paraguay, provavolinenle se-
gundo as disposic.oes que o dictador Lope/, est to-
mando, croando consulado geral no Paran, e cn-
sul no llosar, revella o pensimenlo do nao man-
dar o ita luals of r.oui vapores comas cargas de
productos ele, etc.
So as eireumstancias politcese commereiees nao
sao favoraveisccm os governos d'esses estados, tam-
sem juros .
Por diversas verbai.
l:ti2J-TIT
139]
9 1:843884o
Ilaver.
Metal.
aegundii o. jomis publicara, le coiniiietiem eitor-
iOes exorbitantes.
1 >i un dol jornacs con.tsnteinenle se comprajn
fuzs, aspadei oatros pqjipimeiitos e deiepperat
cem raaidoavente a ponto J- nunc Inverem anna-
inento. piomplo, para o e<|ipamen:o .f tropas ou
da guirdd nacional O me-;m i se da? c^m M cava-
lliadas ; o qae ie ha trnalo, legaode Tetetl
umi peif.'ita Californii '.
IJ or.; un mo jpresout.i lo a'i camirai pilo
verno la' :
Para autos do anuo 1838 a .lO. J0:l$88sG57
Keeeili.........KtlOOajOOf)
Dficit. :.:
brar
Balando.
3703fi
7*829
278900
1 ,r; i- i*i'
429*340
117:0668173 A ultima deplora que se supprtria do Chit, peri Elo c-.minho mi breve locara' em Moran, em
5:790(654 <"<< 50 por cuto da que se suppnria, icndo-o por cajo c&io o movimeiro de paisdgiiros o cargai hado
------------------Buanos-Ayrei. moilo aiiiinrutar.
148:0218036 E no leado haven.lo sdo inlerpellado o ministro A maenneria arnb de levar a' effeito um ylo
das relafes exteriuris, aerea das (oreai Paraguayas pira mtiidigos. Ja' o Recoleta estilo trabatsndu os
Papal. estacionadas no Lorolo, quasi dentro do terrilorio de pedreiros, pondo a parte .tesse edificio adaptada an
Corrientes; o ministro recusou dars uplicaces ftm ; era-se que lera' de asjlar 200 mendigos, que
1:2'.l'>>ii20 cabaes, apenas enuuriando que havia queitoei pen- se calcula que sera' afnica quanlidido real. Os de-
6938864 denln com e.se Estado. mais 9S0 especuladorei.
E 92928500 de decifrar. otil penaaeneato, o hisp desla manda publicar pam-
>-7l-".ji ll ni .loa Indo isso, accresce que o ministro ingliz phleto. contra ella, recopilando quinto no lempo da
23:1358300 Chn.li protastoa contra os direitii delTeraociaei. itiqu lic.lo ie pablicava. 5.1o d'ilribolrfoi gratis !
N8o sei al que poni ha fundado esso protesto. O resoltado fui que s< exeitnu o desejo de perten-
96:4225809 Nio be interes.es nffendi tos no que cu-irrrno ao eer a essa instj|oir;ito, e s3o iunumeroi o neophitos
15:5818399 coinmercio brllltannleo.llavera quandn muito cea- que se iniciara dietriam^nle.
-- 10]
------------------eacHo de interes.ei que. por ventura algnmas casal
1:84588(3 148:0218 136 Inglesas pe lean reportar no gotaia qu >-ssiles ; u-
Na Coufederao.lo Argentloa, como que os e-piri- ds BajeJa lia, m ininlia humilde Opiatto.
tos si es(.1o preparando para movimeutoi noliticos O dicla lor. l.opez, como eu previ, mullos me-
is ou moo-1 reinlos. zes antes, o puhliquei, se est batanlo do rcenle
Por noticias cliejad.ii ds roaior parle das provin- tratado ba 2 mezas ratificado,
as, pelos icus (ornees, de ludo sa deprebende que a Da novo, aciiilemeate, est pondo embaracos a li-
oplBlIe existe em ebolicjlo. ?r Baragarlo.
A causa real, o fundo dalla, anda qae eisa eba Tornoa-se fiscal das nossai leii martimas : li-;al
liso -e manifeite por diversos molos, por difieren- ; dos deverea cooeolarae.
tes motivos : ha que ha duui poderosos candidatos a O ir. cnsul geral, orsta Sr. Jo.lo Carloi Pereira : Paquetes e navio; de guerra
praaideocla da Contad racjfl por lian que, o lempa I Plmo, leva orna lele daiSr. I.upez. Cabolagem.Entrados. .
i conttilucional do dineral l.'rqui/.a e-ta'a expirai. Ke-ta saber te eas i;',;:io eia" -!.i ^prnvarao si*I Sabidos
Ja' a mesms raacomr a havia estabelecido a eeeeU
de surilos-niudo*, que i mas expensas funecioua.
NSo tira ah : pretence mais so diante crear urna
penitenciarla, qie naicralmento hado ser levada a
esTeilo.
A estatutica dos navoi entrados no rasa de ju-
Iho nos da i
Navios eulrados.....
Paquetes e navioi de goearre.
navios sabidos.....
Nacional )i casando da vida periodstica, o Sr. i bem, parece que as esperancas bem lundadas e
Sarment, quo era o proprielario e redictor cliefe! como tal enunciadas pelos jomaos que sustentara a
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBDCO.
Bueno-Ayre, 27 de agosto de 18">8.
Ignoro se as minhns anteriores missivas sol ns.
4 e 5 (26 de junbo e 28 de julho) foram ou nao
insertas no vosso Diario ; nao obstante, com a
consciencia do roeu dever, volto ;i tarefa que
roe propu/., com vossa acquiescencia previa.
Principiare! por dar-vos um extracto rpido
dos tnbalhos legislativos das cmaras deste estado.
O projecto para a creaijao das suecursaes do
banco d'esla, etn varios departamentos da catnpa-
nha cahio na cmara dos sonadores. He natural,
que se resolva essa questao em assembla geral.
O assumplo Piran-Anchorena oceupou a im-
prensa d'esu, o as Minaras. A questao se debateu
fortemente di ambos os lados, e ella o inerecia por
que he perene de graves consequencias.
A familia do general Piran -susloniava pleitos
em a familia Anchorena.0 fallecido chelo d'es-
sa mais rica familia de luenos-Ayres, pr'tvava com
o dictador Rosas.
A justica da familia Piran ora tal que os tri-
bunaes inferior e superior nao podaram menos
que sentenciar a causa a favor do Piran, nao obs-
tante a compresso que euto existia.
Rosas para beniticiar o seu amigo, mandou que
assuas cmaras lormassem urna loi creando um
supremo tribunal, para conhecer de nullidades roa-
testas e injiisticas notorias. Inaugurado este tri-
bunal Anchorena Iho subraetto o processo, e deu a
sentenca seu favor.
fle evidenlissimo qua tal processo nao Iho podia
sor submeltidn, por isso que, segundo a constitui-
Anchorena se apoderou dos bens de Piran, o
d'eiles licou de posse em virlude d'essa nulla sen-
ten{a.
O genoral Piran, recorreu cmara dos repre-
sentantes, oqual annullou essa sonicncja. Passan-
do a cmara dos sonadores esla por um voto re-
pelltti a lei.
Vai convocar-se a assembla geral, na qual cal-
cula-se que o boni direito, quo a jusliga ba de tri-
uoiphar.
a mesma cmara de senadores, cabio o pro-
jecto sobre a croaijo dos graos militares de coronel
jnaior o brigadoiro.
O projecto iniciado na cmara dos senadores,
para a creaco do porte em os peridicos para a
campanha do estado, cabio na cmara dos repre-
sentantes;.
O projecto creando rendas para cslabelecimenlo
de escolas para os sexos masculino e limininn,
contiuua em discussao no senado, sendo mu na-
tural quo alli passe, e o mesmo sticceder na dos
reprezentanies com urna oulra emenda.
O projecto iniciado na cantara dos representan-
. les, em virlude de proposta do governo para a ven-
do ultimo, e indo substiiui-lo no primeiro o Sr.
Dr. J. C (iomez que o era dos Dbiles.
O referidlo Sr. Dr. Gmez ao despedir-so dos
asignantes dos o Debates, i declarou qut na reda-
cao do Nacional continuara seguir o pensa-
menlo do Sr. coronel D. Rariholomo Mitre,
quem substituir na redaeco dos Debates >> .
Conseqiienlemente os insultos quo os Debales
proJtgalisam ao Sr. conselheiro l'aranhos, foram
inspirados pelo ministro do governo, que actual-
mente he o Sr.-.Mitre !!
Interpretado, on saccaJo o corollario resultante
pela k Reforma Pacifica, o Sr. J. C. Gmez,
nao den explicado alguma e to pouco o ministro
do governo.
Este successo he altamente significativo, para o
estado das relaces do Brasil com este Estado, que
em lugar de se desvanecer por parle dos influentes
da actual poltica se exacerbam.se aggravam na pes-
aos de um diplmala da calhegoria do Sr. con.-o-
Iheiro l'aranhos.
0 Sr. Dr. l'lasa Montoiro, acaba de ser absol-
vido pela superior cantara de justica.
Havia sido condemnado 2 annos de degredo
para fora do Estado. Nao quiz appellar: mas o fez,
o fiscal do mesmo supremo tribunal, o qual com
duas instancias absolved o mesmo Dr.
Foi este, um triumpho transcendente para a
causa constitucional para a liberdade. O governo
ficou derrotado completamente porquo havia decidi-
lo, que, a casa do cidado, podia ser invadida pela
polica, anda mesmo sem onlem especial de um
juiz, contra o arti;;o 160 da conslituico, quo rege
este Estado
Foi anda um triumpho para a imprensa, por-
que a origetn da prisio do >r. Plasa, fora porque
como advogado havia anteo jury hido defender o
Sr. Hay do Mendonea, tedictor do Fray Su-
pino e n'olle fazondo ver os raaos antecedentes
do fiscal do Estado, ante adepto do dictador llosas,
situafao actual, em o tnez de junbo e julho, parece
que se turbaren) em Paris a Londres, nao *e fal-
lando mais dacerie/.a de viren) legacoes francezae
Dgleza acreditadas junto a esle governo, o que
equivala ao reconhecimento da separaco da Con-
federado.
Esta tinio pelo menos em quanto frente da
confederacao esliver oSr. general Urquiza.no
se ha do realisar se nao quando assumir a presi-
dencia della, um a outro personagem que niio te-
nba os odios, as antopatltias que aquello catidillto
tem.
E, a este respeito, o Sr. Dr. Joio Carlos Go-
mes redactor, ora, do Nacionalo, inlluenle no cir-
culo da poltica actual, nos diz. que em sua opi-
nio o tnico moio que ha para aplanar esla magna
questo he a eonvoescao d'uma convenco nacional
romposta de deputados da todas as provincias que
formule urna nova conslituico, para reger a con-
federacao com um novo presidente.
Magisterdixil!Esta opinio segundo a propria
tleclaraco do Sr. Dr. Gome?, entende-se que hs
a do Sr. coronel Mitre ministro do governo lias
repariices do interior o exterior, e tal voz, a soja
do proprio Sr. governador Alcina.
Urna nvaso de indios so dera ltimamente
junto ao Sallo. Roubarain como 14,000 cabe-
cas de gado, e 14 christaas.
Felizmente, o Sr. coronel Farias pr.de perse-
gui-los a lempo, e Ibes retomou parte do gado e as
christaas.
Esto successo causn bom effeito moral no espi-
rito publico, que se havia alarmado.com tanta mais
razo quanto observam quao grande he o sacrificio
do paiz, maniendo as fronteiras ires divisse, quo
absorten) a mor parte das rendas do estado, como
se observa pelos orc.imeiuos como se ve nos balan-
jos mensaes da theaouraria geral.
Ha mais. Tieina discordia onlre oschefes das
divisos, nrmente, nado sai, d'onde acaba de
No entretanto os j rnae< f.izem ver que o dficit
he elraord;ariinente exctente cuco oa del ve-
7is raslor Por amor a brevidade niio recopillo
algona dos trechos, c mismo por i;sj que carecer'
de intere-se para os TaMai anignantes.
Os estados da thesooraris geral no mor. de juulio
he o seguinle :
DEVB.
quera ler documentos comprovanles de que o ac- I ehegar o coronel Pan ero, desvanecer os effeilos
cusador publico, he que devia ser o aecusado ele
Deque ; resultando tumulto, occasionou a ordem
do piisodo Sr. Dr. Plasa Monleiro, que resisti
polica, na pessoa do chelo d'ella, e Iho descarro-
gou um tiro, que felizmente nao acertou ; al que,
esla Ihe exbio a ordem do juiz competente, qual
obedecen.
A ordem de das passados, relatando esse
successo, propoe quo se mande cunbar medalhas de
d intrigas para aqui feilas pelos outros cltefes. O
coronel Concva, he quem alli tem sabido angariar
completa influencia.
\ao fica ahi.pina-se, que a collocajo de
urna dessas divises no Sauce, aonde nao cobro
estratgicamente a fronteira, seta causa do que
d'um da pata outro 2,OOda indios mu bellico-
sos que estanciam mui de cerca, possam fazer tuna
correra, at Barracas suburbio desla r.idade,) e
bronze do tamaito de um palacio, commomorati- rco dos saladeros etc. etc. e do grande movimen-
Metal. MoeJa correal.
Eliilencia..... 111-12 964 097 2 ',
Rerebdoria gtral. 11 50 [4:666,365-3
taeebide de lien-
ge lionefcll. . 16.239-25
16:49917 5.630.462.5 ij'
-.
IIAVER.
Mel.il. Mae Ja corrente.
II. 11. Camarai. .)
Cra nio publico. .1 51.874
Departatnonjto do
governo .... 1 (ii'i.070-2
Relaces exterio-
res ....... '.( 85,866-7
1 .iei 11...... 1G.2I- 1.455,533-2
Querr...... 1.421,028-1
16,302 97 4.668.392-4
Bdlanco i favor . 196-20 982,070-1 )i
3 16,449 17 ,- 5.630,462-5
Entrada
Saluda
l^ses candidatos sao os Srs. D. D. Carril e Derqui. governo imperial, qua deve pf' o |. vice-pre'" consol que da' origen) a desintelligencia de tal
em escrcicio, em qua iJa le de presidente do lena- quilate, nao cumprin lo com o regolamento consular
do, o 2- ministro do governo. Ambos alies se esfor- com ai leis contenientes ao ohjeelo.
cara por captar proslitos Des provincias. Ueiramam Srria ignorancia do Sr. cnsul geral ? Setaria a
a intriga. Guerream-ie mutuamente. matricula fets na conforma hule das lele? Uicanl
O general L'rquiza, com ou em boa f detxa Patuan !
p'sar ludo i>tocom vistas qaic&, pnicas, (.luir- i Em relaejo para com lielire o Sr. dictador Lo-
ra que no meto do certamen travado entre o dous ; P". vai muito elem.
esndi 1-.los, se aprsente ootro inesperadamente, Cerrn ns porlos de Paraguay ao commercio desle corrcnJo
qoe srj.i esie que eollia a palma; e, quem sabe qoacs eilado,Da motivos, ja ve-loa expuz sin minlia an- I on(as.
18
2-^6 de guerra.
62
19
39
298
ovimenlo dos passsgefrN.
martima. ,......1077
.......815
Difrereoei.......262
O cotnmircio dsila pnc,a, aegoe n'nm estado
d languidez pouco lisonaeiro. A desconfianza in-
da existe inoculada poderosamente na prora. Por
1 falla de transacc.es os etnitsea superabuud.irii. con-
a circutnilaocm imprevista da bsixa das
ao ai u.is vistas. Pretender elle perpetuar-si no
poder Nao serla isso se alo urna litielosis imila-
ri1o de todos o pretidenlcs deetai repblica! desde o
Mxico al ao Paragaey.
Etn minha opini,1a no anuo 1859 se dar.lo inccei-
soi Iransceudeiilcs nsslas regioes do Prala.
olnterim, que se pasia luto isso o prtsidealo Ur-
qiilzi, no I1.iraus, d sucerssivos banqnetes, sent
que ltimamente den um cummemorando o dia de
S. Justo, Santo do seu nome, o de leo nascitnento.
Prom ive com todas as sua- forras a indliposicao
do governo do Paraguav, e da de Montevideo, con-
tener, islo he a nomearo feila por este governo
(alias excntrica e contra lodos os usos) de 3 eom-
mercisnlea pare conhecerem da nacionahdade Para-
guaya; que originoa o casamento do exequtur do
cnsul desle Estado, em Atuocion a troca de notas
posterioras em que o ministro do Paraguay da' como
mentiroso o deste E-t.i! > (Sr. Mitre} sobra'doeumen-
tos que este dme havia enviado ; e finalmente o
cerrsmenhi dos partos.
Si as retaques, com o Paraguay acabara de ser-
ratas, e os porlos fechados a navegado e commircio,
os da Banda Orient.l, seguem no misini est'.do,
Ira o desle estado, [asila os Indios fazerem inva- denle Janeiro ou feverciro, com a d'flircnr i qae an
OM: eilabelece os direilos riifferenciaei, ou faz a menos ha continuo transito e mesmo algara commer-
O eilado da Ihesourana no mez de jolha prximo
paisado.
DEVE.
Metal.
196-20.
Metal.
Cameras a credilo
publico.....
Departamento do
governo ....
Ilein de rela^Oes
eslrangeiras. ,
Mein da fajeada.
dem da guerra. .
IIAVER.
i
anjo em caia.
III-
32-
96>
1 0-20
9fi 20
Papel.
ll.ii'il,lij-:i|
Papel.
86,628
3.104,486'* 1|2
110,880-6
2.028,410-4
1.871,181-7
guerra aduaneira, que v.i sendo mui fatal a' esle ei-
lado pela diminuirlo dos capilaes e dos inleresses
que do livre :ommireio com as provincias da eoufa-
diraeao resullariam.
E, assini be, que te er, que em breve os cargai
de producios do l'ar.guay em vapores do estalo olla
Vftlo aqui mais ; e seto) he que para o Rosario es-a
repblica ja nomeou um cnsul e outro cum a ca-
Ihegoria de cnsul jaral pura Paran*.
Conjerlitra-se mesmo qae a viagem sbita do mi-
nitro ingle/., Sr. Chrislie, nao seria eslranba cur-
ios arraii|os a'carca .la mudanca de mercuo pira us
gneros de couta do dictador .ni vasos do estado.
A opinio geral acerca, si llavera' guerra ou nao,
co por intermedio de vapores sob batideiras ingle-
las.
O oMsnay.B o aPampero, o Constitucin an-
dana na carreira, aos quaea acaba de aggregar-se o
tieneral Brown sob hsiid'irai brasileiras.
No entretanto o coinmercio deita loflre bastante
com a nao livre commonieacAo commercial E
quando cesiara' eila sitoarAo anormal ?
Os movimentos revolucionarios h.ivi los em Minas
cesssrain com a derrota dos amotinados.
Pareca nAo ser exacta a informarlo de qae o ge-
neral I lores se proponha entrar de nio armad* re-
volocionan lo o dipartamenloi da Camuanha.
rellava-se da qoe o governo havia pedido prrmis-
promovida pelo geueral Crquiza, na questo da 'ao a' comminao permatients das eamar.s para Ira-
atuao desle Eslado como parte integrante da Confe-
deracao Argentina ; he que nao hevera'.
E'nao a llavera', por que carece.de u-.-ursas pe-
cou.arKS : pur que carece de forcas inaritimai qos
apoiem os movimentos dai fon;as de Ierra, e qoe tor-
nen] eleclivo o terco ou bloqueio eic.
E, dHo a llavero', ouirosim. por que a Inglaterra
e a Frange, em ordem a .nnullar a uflueucia brasi-
. loira, a cimentar o menos pr.r i do imperio impede
9.226.996 5 Ir- a gaetra, declarou, legunlo te diz da Europa, que
I.Sl.aiSti nao c.iusonliria _que o imperio le iiigoruse iie-a
------' "-----~~ ; questao, auxiliando ltquiza com forjas etc.
II.051,445-3S|4 | ti no anlrelanlo, a' mm ver essas declarar-oei, se.
---------------------------------------' sa exata, do gabinetes francez e irisle eo tanto
escrevi a siluac.lo hnanceira, nao daudo a oa-I mais ucrions quanto ai cmaras hra-ileira, a im-
lure/a d.ste genero de Ir.balhn. m.irgeiu para ser | prensa mesmo lie de opinio deci lida pela hliarda le.
mais eilensa, pasta a entrar n'oulro objecto. E es Contra o Banco e casa de Meada desla ha quei- ; Brasil nao aefeiira vanUgeni algotnas no dadu tri-
uin, lio de l'rqui/.a.
xas bem fundadas. Sua direeloria usa de preferen-
oias a' cirlas firmas, tanto mais injuilas, quaulo fio
preteridas oulras de superiores garantas, mas que
nao exhiben] faustos, nao manejan] negocios em val-
la escalla, que ao quasi sempre faiars.
Esse Biucu nao goza >e uo do cielito faclicio
qua Ihe da' o g .verno. Por al l ja ha muito leria
futo banca-role. Nao tem capilaei reaes seus ; co-
mo mui erulilamente ba meses a Reforma Pacifica
o deaion.lrou o'um modo iriuniphiiile, sendo que
Qoe iiilerette tem o Bra-il qoe o Estado de Bue-
uos-Ayresse incorpora ai 13 provincias da cunfeJe-
ra;ao 1
Keporlnra' disso o mais remoto beneficio politi-
co-couimercial-e-manlimo, iudubilavelineute que
lio.
Ainda nao fica nislo : se be asela urna estilstica
publicada na propria confederacau, e que tomei de
um dos uDianos, as forras menlimas da confedera-
os defensores, os que frisen ns sateretses, n"'o ou-i- j|e se coinie do srguiule :
I0LHETIM.
0 (,\R\KII.O :M".S\!)0.
pon
G. de La Landelle
i

vas d'esse aclo ; cm um dos lados da qual se ins-
crevam os nomes dos 4 juizes do supremo tribunal,
e de oulra o IJr. l'lasa Monleiro o a dala do dia
do jtilgamenio.
lie mu natural que essas meJ.ilhas sejam r;iinlia-
das, e lenham grande extraego mesmo por espisito
de novidade e mesmo de opposicao.
O projecto que o governo iniciou na cmara dos
senadores, impondo portes nos peridicos qus fos-
S
CAPITULO I.
Flourent e Trebochet, oa riva-
lidade ds em guarda-livros de o-
ihos de gazella e de um reptil
phsrmacii ola.
Qaem fr a Caadebec-ls-Eibeuf, < fallar ahi de
fabricis de panno., cim excepr.lo de Vicinard e ir-
m. s e da leus partidistas, ha de oavir citar pr to-
das as casas de liutraulot, Rougefort e companhia,
como a mais bem e.labeleei la, a mais honrad i, a
mais recommendavel, a mais solida, a mais... Que
venha a sombra da S'a. de Scvign tomar a peana
para continuar e acabar, se fr positvel Os elogios
nio se esgolaram.
Compre observar primeramente, que Gurandot
psi, ou, ii- i i!'nn melbor, qoe pai Guerandol linha
tanto de bonarhao qoanlo de honeilo ; a palivra
dada em materia de negocio, des le qae rscebia a ip-
provacao de aoa mullier, alia tanto como ouro em
barras ; mas tambero uunca a dea sem essa appro-
vseo.
Por onlra parle, Rougefjrt fitho, qoe era um Ira-
ptlho elisio de gs.los arlislicoet rtsidia era Paria o
nao ie ingera absolutamente no negocio, o que, a
fallar a virdadr, era ama das miiores felicidades do
eitabalecimento.
Finalmente, a Sra. Gurendol, qae oatr'ora se
chamou Tichuchel, verdadeira dona de casa, manu-
factareira modelo, oecupava-se de ludo. Via tul
sabia lado, examinava, fiscalisava ludo : fabricarn,
armazinagem, enfardamenlo, litros, facturas cor-
respondencias, vendai. eomprai, e ludo o mais. Se
ra capiz de dar lices de vigilancia ao g II i do tsr-
rsiro, e ds a regra de (res do finado Bareme.
Eila actividade a panela da Sra. Gurandot ser-
via de extraordinario estimulo ao joven Klorenl,
guarda-livros da casa, rapaz amsvel e laborioso, al-
guma coosa ingenuo, mu extremamente apaixonado
pela menina Justina Ijuraiidot, que poda ser de-
nommada a pirla de Caadebec.
Com a nariz perpendieularmenle rollocado sobre
interminaveis columnas ds algariimos, Florent sos-
pirava asiim :
2 e 4, 6... Ah '. Justina 1 e 9, 15doce, ben-
vola, sempre alegra, e 7, 22 bella, como Tirite e
dooi anjoi, vii 2 I Se ella podeise I.. 2 e 8, 10 ; e
2, 12 ; e (i, 18... qae idade I Mas a Sra. Gueraulol
quer fazer-lbe om casamento rico... Zro, he o qoe
eu le niio 1... e 6, 21.... Sim, tenho viola e qualro
annos, nove dos quaes se tem passado na casa de
Gurandot, Rougeforleeumpanhia...18... nao, 24. .
quero diier poii 24 e 2, 2(1... T-la visto lo pe-
quea nSo linha mais que oilo annos e meio, 211
alio 34 e meio. Mo 1... estou a perder a miaba coti-
la, comoee tivesse de lommar todos os momelos fe-
lizes qoe devo a Justina, ou todos os tormentos que
me caaia a BBbitjIe de sua mai... Ah elava aqu
26 e 3, 29... Ha ja doai anuos qoe se prohibi a
menina de conversar comraigo sob o pretexto de qae
me pertorba, e 7. 36... Islo he Irinla e sen veces in*
juslo I e van 3. Nao para mim ni i ha mais do que
uma Justina, qoe rene em ai as perfeirOes das tres
Grabas e das mire mil nove ceios a duas Irgetis de
Golonis... 11,902 fr. 00 c. Tiremos a provs 1
1'ep.ns le cada s i'iiini. diminuir,.!', mulliplica-
c,o ou divnao, Florent levanlava osolhosdous bel-
lissimoi othos negroi e hamidos, a de eouhecs-
dorl e os diriga obli qumenle para a jaoells do
lado esqoerdo na e que Ihe lieava fronleira, uu no tirraco, oa na pe-
quea parte envi.trac,ada do armazem.
Ah 1 a cortina da catnsra da patroa qoasi que se
n3o levanlava maii ; parece que n acces.o ao larra
0 fura interdicto e m n;i. e, quanto a peqaena pon-
te, ella nao passiva por alli mais de doas a tres ve-
as por anuo. Em pequeua, era alli que ia damar
a tallara na corda era all que a mandavuu
brincar quando chovia, e em CaadebeclF.l-
beuf, chova duzentos e sesssetite e qualro das em
cada anuo.
Us cento e um das restantes sao divididos, sem a
mnima igualdade, entre a nev, o gelo, a cerra(9o
a o bom lempo ; mas o escritorio de Florent Uin-
bem dava para o lardiro, que se fazia notar por uma
Bleira de repolhos de uma vegelacao allmenle pro-
inelledora.
Alguns poetas de carta visla acharam deilitoida
de encanto! e inappetecivet uma paixo circumscrip-
la nes estreilos limiles de montes de regi.lros de eB-
tabelidade, de activo e pasivn,de deve e ha de baver
por uma parte e pela oulra d' ama tileira de repo-
llios naec doi em Cudebee. Era-Ibes necessario as
(erras de Pamidemousie ou os valles de Tempe ; os
mu buclicos sentimeotaes prerisam de om acom-
pauhsmenlo romanesco, ou romntico. Para os lais,
nada de quadros iem eailllhas. Sem estes accesso-
rio nao se Ibes inflamma a frii imaginario.
Pobres poilai Ignoram acaio o valor doi coo-
trsilsi.
Ser amoroso como Aun hs e estar perpetuamente
a fazer lominas, arder em paisSo por Justina (iu-
randut e nao ver sen,1o horren los luhos de duramos
foroiganles ; nSs ouvir, na falla do murmurio de
peqaeooi regalos, senao a taraarela da machina de
cardar ou a algazarra dos lavadores de panno !. .
Pal i'in-ine de Floren!. Os poetas fazem verios quan-
do esto apaixonadoi ; gran le mrito, na verdade !
Florenl he Ibes mil vezei superior ; porque levava
o lempo a eicrever algarismos e nem mesmo o zro
Ihe arrefecia o coraeo.
Floren! tinba um avido fino e sempre em obser-
varlo leria reconhecido, entre mil, o pasio lgeiro
da palrfli, que alias puoha todo o cuidado em andar
maciamenle para melhor soi prender a sua gente.
Entre cem mil, Florenl destinguria o andar de Jus-
tina. O pai lu.....M i. i, que toinava tabaco e fun-
gava aouliaoamente como om folie, fazia-se annun-
ciar lao eilrepilosaraente, que o 1110511 nao leve nuu-
ca o prazer de Ihe prever a ebegada pelo andar.
Praier, dizemos ni ; porqoe o digno patro
quasi qae njo entreva no escriptorio, senao para le-
var aiguma noticia Sgradavel. Se, de lempo* a lem-
pos, se conceda meio dia de feriado ; ie dava-se al-
guma gralifiracao, na am augmento de ordenada era
tiuerandol quem linha a previlegio de o ir annua-
cinr em seu nome e dos consocios Roagefort e Com-
panhia. E cumpre confessar que a palroa o te
morlificava por causa desle previlegio.
Reservando para si a auloridade, a inipeecao, ai
med las severas, pouco se Ihe dava que exaltaisem
a hondada do mando, a quem alies ella propria cha-
mavacamero : Mas dizia mailas vezes com
legihmo orgulho, eo ahi islou para impedir que llie
losqiteiem a 1.1 sobre o tombo oEspressHo esla,
coja conveniencia era applaudla com infatigivel
comtancia pelovisinlio e primo Trebochel. pbarma-
ceulico retirado do commircio, o mu. as.iduo cora-
miuial da familia e oacabrion de Florenl.
Com efleiln, pruporc,ao qoe JaMini se Inrnava
mu i'iiiil e graciosa, t imb.m se tornavim mais
freqaenles as visitas de Treburhet. Lisoneeava a
donua da casa, cortejava a mor e dava isas do que-
rer ser lano romo o Sr. Iiuirii.lot. Se o nao en-
eanlrasiea no Casino dai bellai iciiras e das bellas
rlente Caudibic-les-Elbeuf achavam no infalli-
velinenle em can de Guerandol.
Os monlogos arttbmeticoi de loran, eipaeial-
lo commercial.
No meio de todas estas complicncoos a opposicao
na campanha, em grande parte dos departamentos,
se augmenta com grandes, e bous contingentes.
S. Nicols de los Arroyoshe o foco della, e ella
he alli tanto mais perniciosa, quanto existe quasi
na fronteira desle estaco, com a confederacao ; e
por cuja causa etn occasio dada pude fazer uma
diversao favoravel em prol do Urquiza, se se der
menle desde alguns mezes, eram mullo entresacha-
d01 no empraeaces muir o ex-pli*rinaceulico, as-
iiinlhado pur elle a uma serpele taluda de um vi-
dro de alcohol para envenaaar-lhe a existencia.
Mas, por uma justa reinbi;i, o S'. Trebochet
nao 1 lie lieava a dever nada ; pagava autipathia por
a ni patina.
A Ihe fallar com franqueza, minha prima, di-
zia elle a' Sra. Guerandol, echo que, aparar do seu
juizo e discripcao, commetleu a senliora ama gran-
11-11111 imprudencia, iutroduziudo, psrmilta-me a
expressao, o lobo no apriico...
Falle com mais cli reza, primo Treborhel.
Vou pr os punios sobre 01ii, mitiha pri-
ma, posto que os n,!o baja no nome de Floren!, que
he 13o cerlo ser o -lobo aism cumo he-cirlo que o
leoinaiilo he um carneiro, e que a senhoia he
uma verdadeira pomba..
A Sra. Guerandol, evidenleminte liiongeada, poii
Ihe nao fallavam prelem;es, iolerrompeu-o todava
dizendo :
Ora, cale-se, sent ir liinngeiio !
Sem ter sido uma belleza, nem misma bonita a
le fazer notar, he cerlo, todavia, que tivera uma
(pora de briloo no lempo de leu casamento ; tinha
anda ama preseuca agr idavel e eilava bem couair-
vidn.
Andara ni 1 qnem sappozesse, que a Sra. Gus-
raudot, oatr'ora Cyprianiia Trebochel, era uma el-
la, magra, macillenla e secca tnegra, de bracos
compridos e nervosos. 'Vi 1 : ella era um lano gor-
da, de estatura regular : de olbos vivos, denles al-
voi, covnhas oa barba as facee, nariz arreh lado,
labios rubicundos, e finalmente um engranado sor-
riso quandu bem Ihe patena. Com um marido im-
perliiieute leria provavelineule definhado ; mas
acuslumada a mandar semnre, a mais paitirular-
meule dais ds mors de Roageforl pai, o eierri-
co da auloridade, que a ohrigava a uma extrema
aetividade de corpo e de espirito, foi-lhe summa-
menle favoravel.
Timiam-na nos armarsos e ofticinat como a um
demonio. Operarios, criados, carregidore rsetia-
vam-lhe o inevitavel encontr ; e comludo Din-
gera a deleslava. Final minie, nada sa fazia na fa-
brioa a nao ser ella. Nunca le linha oovido fallar
da Sra. Cyprianoa, oque Ihe nao impeda de atlen-
der aos galanteios do pumo Trebuchel.
O lobo he Florenl, eoutinuou o ex-phtrun-
eeulico, e o apriico, 011 para dizer melhor, o cor-
dsiinho he tus lilha de Justina...
Como he Uso '.' perguntou e Sra. Grsrandol,
smperligando-ia toda.
.Nada de pegar foeo como o espirito de vnho,
miaba querida Cyprianua, replica Trehuchet ; ba
lobo e mais que lobo. O qoe Ihe digo tmente, be
que esia sua bondade para o Sr. Florenl he paga
com a inaii iiegra|ingretidao I...
Nao ha tal, iiilerrcmpeu prnmptamente a mai
de Jastiua. O Sr. Florenl conserve e escriplora os
livroeem ordem e com regularidade ; he ponlual,
assidun. discreto, obedienle...
Ta... la... ta... la...
Nunca erra, nao faz cara ao trabalho, e vle-
nos por tres caxeiros ordinarios...
Oh I oh !
Fajaoh '. ol '.muito embora. O Sr. Florent
toma a peito os Intercales ds casa... lie recon'ieci-
do aos favores qoe se ihe faz e aos estima...
Cerlaraenle, com espersnejat...
Primo, voce esla' me zingando !... O Sr. Flo-
renl he um moc.i honesto, escropulo.o e de cons-
ciencia ; pode-se depositar nelle a mais illimitaila
conli iniM I1II10 le p"ixe sabe nadar; o pai era
um homem honrado, e a mai, mullier eslimavel,
nunca possuio um cntimo mal adquirido.
Ora 1 he grande elogio esse de dizer qiie elsel
nao eram ladres !
Dota sita primo Os Srs. Vicinard, qoe voco
ram difender o eslabelerimenln, encolar uma dn-
ru-so solemne a respeito, como era do sea dever,
quer ii'uini ou oulra hvpolhese.
O eu balanceo do mez de julho be o seguiute :
llave.
M.l.l. Papel.
Capilal...... 1219897 11:2103059
Creditu publico e depo-
sito .... 6879913
Nova alfaDdega o dep-
sitos odloieea. . 22;U7!I 8:58:lol(13
ilos de me mus G por
3*433 1:7269210
Dilos de particulares
3,740 ebefes rjofticiaes !
3,400111 soldados !!!...
Respeilu a ostentarlo das for;as na grande re vis
la de maio, sobre se lerem exagtrado, eram guardas
DSCtoQSM que nio esli disposlos a saerificarem-ie ;
recordando-se ainda do auno de 18.V1, em qae se deu
o cerco desla cidade, sendo que em manos mezes
na recebiam sold algum, e mai poaco alimento e
nem ve-tuano.
A opinio de grande parte das provincias da con-
federarlo he contra m estabeltcimeiilo doi direttoi
defereuciaes.
As provincias de Coidovas, Tucuman e Memloz.is
e tobreludo S. I.uiz se queiiam alia mente dessa lei.
lar rom o Brasil acerca da questao pndenle desde
1828 quanto aoi Iratadoi definitivos de que olljv.i a
convengo feila aquelle enno.
O governo trocara notas com a legaba brasileira
acerca da utr.i.luro do coronel Brlguo da Stlvei-
ra, refugiado nu Rio tirando.
A legarlo e recusou acceder sob n motivo de que
sendo o seu chine poltico, na conformidado dos tra-
tados, nao havia ubrigacao de annuir a tal exigencia.
Em consequincia se eslava instaurando om pro-
eesio criminal ex-ollico, nt que irremediavel-
uienle ha de a.hir criminoso !
\eremus te o guveruo imperial rnmniellera' om
acto que sjnctillcana o ma.sacre de Quinlerose!!...
O estado de sandade desla cidade no mez de julho
foi melhor do que o iga.l mez da anuo de 1N.7.
A ana lolahdade foi em 1858.....221
a o o u S37.....-77
iflarenr;a para mtnoi..... :
O moviminlo do hospital o homsns foi no refe-
rido mez de julho
Existencia em 30 de junho 181.Dementes 107
Eulrados julho 1S. o 8
309 115
Curados 112. Morios 21. Dimentes corados 5.
Elistencia a .'II de julho :
Enfrrr.0 17(1. Dementei 110. Total 289.
O ferro carril de ueste eu no mez de iuIIio o mo-
vitneuto seguinte :
Passageires.....8,081
E desde 29 de agesto de 1857, em que se insugu-
rou o can.inho, al .11 de julho :
Passageiros.....97, Sil
E essa utoviioenio pruduzio :
Panageiros.....0 42,357
OS lile lias.....b 49,810
A criie da Earrpa ha iafluido bstanle pare qae
n.lo all tara d'alli as expediroes que as uecessidadei
do couiumo exigiam.
Accreice que as coDranr-as 63 suramameole difi-
cultosas.
Reipeilaveis casas que necessitavam" tacar o uo
eonseguiram por falta de toma toree, e se saciifica-
n.un memo a dar om cambio de 2 a 2 1|2 por 0|rj.
Estas dificuldades parali.am as iratisacces qoe
com o Branl se poderiam fazer.
O gneros desia provincia seguem nelle as se-
gaioles ctar;0es :
Ctrli.ica.Exuleociairegulares. ParalysacSo, po-
rein complila nai operacis. Eipera que bailara
anda daa colatoes de 2023 5 1 192115, a que se rea-
lizaran) alguinas partidas.
Assuear de Peraambuco. Ha abundancia d*sle
arlign, e nao tem demanda ; e eiperando-se notros
carregaraeatos dessa precedencia, os precos devem
ainda declinar mais. As altimas vendas lor.im paca
o branco 60 9 e mascavado 40.
Carne de charque.Seguem muita demanda. Ven-
derara-se nesle mez 36,000 quinlaes, dos quaes 27
mil a 6 palacas 8,500 quindes a 6 1|8 para c. taces.
A exiileucia he de 35.000 qniotaes para vender a
40.0'JO qointaes ja' promplos para embarcar para
diferentes portoi do Brasil e Habana, comprados
aos precos da 5 a 5 3|4 palacoes.
Esle genero promete alta e nao baixa.
Graia de potro.Deste srtigo ha abundancia, ana
cotacao 30 3 por arroba tem casco.
Sebo soceado. A exi-ieucia he diminuta. Ulti-
mas vendas .12 a por arroba.
C-raixa de vaces. Ultimas venias a 32 J por ar-
roba.
Cebo puro. Ultimas vendas de 60 a 65 S arroba.
Cambios.Sobre I.oodres 1 s. 9 p. por cento.
ParisSI 1|l a 81 1|2 por cento.
Rio de Janeirode 112 a 2 por cento.
Onjas de ouro a 349 1(2 am'.
l.'.tima hora.
N'ile momento vejo us jornses, romo aa previa
que Paraguay cerrn os seui porlos ao corcmercin
desle ciado, e vai ser o porto ntrenoslo o Rosirio
de S. F.
Este estado vai submergindo-se em grandis difli-
cui lades.
bem conhece, propozeram ao Florenl mais cem os-
eados de ordenado alero do que elle gauha sqai, e
Uje datam ainda em cima urnas bois luvas.
Bom I e que dizia eu 1
Vori eslava a fallar de negra ingratidao........
Nio sei que o Floren! nu. tenha Iralndo, recusando
aceitar um partido evidentemente mtis vaulajoso.
Quem sabe !... De tacto o que o ieu guarda-
livros qasr nao be om augmento de cem escudoi no
ordenado, mas sim a sua filba e toda a iua casa.
Ah 1... muito bem a vejo que u primo Tre-
buchel au roe conhece absolutamente.
Pois sim uo Ihe conllevo, e comludo a Sra.
come, bebe ; anda man, dorme Iranquillamenle I
Como se engaa eilou bem alerta.
Flu observo O joven Florenl, que voce com-
melleu a teraeridade da introdazir era iua caa na
idade ds quinze aunas, desde que entrn para ella
faz das suas a surdina !....
a .... Deiroiifie-ie sempre dos caixeiros muito mo-
cos, i) dizia um sabio.
Ene sabio era um imbcil ; os eaixeirns valhoi
s.lo teimosos como um burro, rolineiros como um
asno, '-lelos Oe inanias e doentes do eslomago.
A que proposito vem aqoi o estomago ? O co-
rarao rdeme dos caixeiros mucos he que be um ver-
dudeiro pirigo.
E eu, agora Iba digo, que 01 caixeiroi velbos
nao sabem mais comer prpssa ; lem raimhras, cris-
i'.ires. hemorrhoidas e o diabo a qoatro O Florenl
alinoc eom a penna na inAo e rapidameulu ; jauta
a mesa, mas leva apenas 20 minutos, e antes que te
chegue lobre-mesa j elle esla' no trabalho I... Os
caixeiros velhos ievam lempo infinito a fazer a di-
gesta !...
a Aori saera famas',! disic enlredenle 0 phar-
maceutico.
Esta' chasqueando f
Nao I
Qual nao Fois nao oavi o sea latinorio. Fal-
Inu-ine alli uma palavra que parece afumen. Aqui
em mulla casa ninguem anda esfaimailo ; i te tra-
balha lias horas marcadas ; e se he verdade que se
uo desperdiga nada, tambem he cerlo que lodos alo
pagoi puntualmente... Os proprioi Vicinard uo te-
riam cpazei de dizer o contrario I
Que cabrea de mullier!... he um verdadeira
vlelo esla prima Cvprianna esla sempre em erup-
{ao, leropre prestes .1 lanrir chammas. O meu latim
queria dizer ilmplesmente : o Oh tabia economialu
Ainda uma vez Ihe peco, que me talle em
francez; sera' isso menos.... menos divertido !
Nao da' pelo leme !... peosoo comsigo Trebu-
chel. o qual, perda a eslribeira, Inmava de novo
asalta, o nao procuiava transl(ia para vultnr ao
mesmo assumpto.
Quando a Justina linha nove ou dez anuos,
eoutinuou o Sr. Florent a trata-la por tu e davi-lbs
torros de a.iucar ; depois offencia-lhe livrinhns bo-
nitos, cheios de imagena ; agora, prima, offerece-lhe
o seu amor...
Uma declararlo, Trebuclut! Eita' bem cerlo
disso que esla' ahi dizer t
Cerlo.... nao.... nio e'iou cerlo !.... Mas vejo
muito bem a rlireccao em que o Sr. Florenl lauca os
ollios quando rhega a' jauella 1... Quanlo a mim, islo
se explica perfeilamenle ; porqoaulo Justina be en-
cantadora, parece-se muito com a prima Cyprianua,
he a segunda edieca.t di inesina obra.
A estas palavras juniou elude Trebuchel alguns
versculos tisoiigeirns.
Anda consoanles, frdala dsse a Sra. Gue-
randol, rindo-ae.
Versos, prima, verdsdeiro varsos improvisaa0i
expressaminle para a senliora.
Pois bem onde esla' a diflsrenca ? Os versos
rimara o mais das vezes em reala.
Sim, o m8is das vezei replicn o pliarmaceD-
lieo pondo a mo sobre o paito ; maa a ni
sem ra/o eila' em que o dos maligno, que inspira
a poeiia, perturba a intelligeucia em favor do seu-
timenlo....
Temos amphigur, Trebacbsl'.'
Eu c me entendu 1
Pois em compemacao sa qaaii que o nao com-
prehendo.
Poda-ss de uma via fazer dos mandados : re-
duzir a nada o pengoso Sr. Floreut e arranjar con-
venientemente la lilha, satisfazendu o desejos de
am prente abastado, retirado do commercio ; des-
lula lor pur diitraccao, homslo virtooio, e coja res
peilosa ternura pela mai rsnaacerd' para ana querida
progenie.
Voce ja' me fallou n'lsso, pruno Trebuchel.
Pois bem I torno a (allar-lbe, e feliar-llie-hei
ainda...
Justina he muito criane,a ; ao nao son surda,
nem rayope, graces a Des 1 Sa o Floreut se atre-
vesie mas elle he timido e discreto, eslou bem cer-
ta disto. Nao se ha de esquecer de que a nussa caa
Ihe servio de asylo depon da morle do pai ; tem-
nos iuterenado por elle, pela mai, e por mais de
ama vez meu marilo Ihe tem pre-tado iervic,ue.
Ah n.io sabia disso, murmurou I 'i-liuchet.
Vociino sabe que o meo rain airo faz coaeiejir
toda a felicidade em prestar servicos a lodo man-
do. A mai de Floren! linha uma demanda, 'lueran-
dot fez quanlo pode por Ihe ser ulil ; uo he uto
para admirar.' lie de lioulem que o pruno vem aqui?
O primo nao coi,.ice por acaio o exeelleule coradlo
do meu bom Goraodut ".' Cale-ie poii, primo ; co
meca) a suspeilar que voce he orna nu' lingua.
Eu porque admiro-a, porque a eslimo, por-
que a amo !... porque far;o reverter eisa admiractlo,
essa eslima, esse amor ehroniros sobre a pessoa que
ueste mundo mais se Ihe 1 '.inelba Oh pruna Cv-
prianna 1 Deiejaria que a prima foise filba de Jus-
tina em lugar de ser mi, e varia como eu ia ter logo
com a sua iiiin.ii.
Basta !
Sim I va' diiferindo ate qae Justina se epaixo<
ne de meu rival...
Mmlia lilha... Ah I por iiio respondo eo Jui-
lina dispor de seu rur.r.u tem n meu conienlinien-
to '.' O que voce suppe, primo, n.io lem a mais leve
sombra de bom senso. E dems, quero Ihe dizer
aqui em segredo... No, o caio bem pensado, nada
Ihe devo dizer !... t.uarde os meus projeclos para
mim ni. Boa tarde I
D lo islo, a Sra. tiucrandet dirigio-ie para a ca-
landra, deixando u pharmaesulico sob o peso de mor-
tifcame incerteza.
Projectoi I... projeclos qae ignoro dizia elle
a paasear a passos largos pela fileira de repolhos.
Ahi ha myiterio. Cyprinma teria laucado aa vistai
snhre ootro celibalano que nao eu, Panlaleao Tri-
hucbel ".' Tenho meus presenlimentos diiw... E,
todava, n3o foi o Florent que ella esrolheo, purque
nao pessae o valor de om sold, isio he evidente!...
Justina he mullo moca, pode ser I mas eu ja' o nao
sou maito ; confeisarei mesmo, neste lugar solitario
em qae nem uma cuuve me poderla ouvir, que nao
sou nada mu o !...
Ao fazer esta peooia coufissSo, Panlaleao Trebu-
clut suspirn.
A prima Cvprianna, continoou o pharmaceu-
licu, a' guisa de monologo, he, como lodas ai ino-
Iheree, um lecido de inconsequenciat ; por itso que
gnverna a' ventada a Tabnca de paniioi e o marida,
enlende qae tambera dispe do corelo da peqaena
Justina, como do dol : Error !... E para cumulo
de males, o maldito do Florent he gentil, .imavel,
rondeseendente, isloie acousar invaja aoi Vicinard !
E tnii mis olhoi... olbos de gazella, como diz um
poeta moderno. E lerdo as gazella. olhos tan bello. ?
Cerno be nina ssposie de qua Irapedee complelamen-
le exlranba em Caudebec, he iiopoisive! julga-loa
por mim mesma.
Osgsilos foram ; 9 50:133
O lucros i) j !I2:II7
Saldo a favor 9 11:944
.92,197
Fioalisa aqoi.
PARAGUAY.
sJssumpcao, 21 de agosto de 1858.
O decreto que estabeleee o uso de sellos para a po-
licia fiscal dos navios mercantes, sua navegado
as aguas da repblica.
O decreto que transcrevemos na parte offieial
fixa e competentemente determina a pralica que
d'ora em diante deve observar-se no transito dos
navios mercantes de todas as naces.
A innovacao dos sellos de que trata o decreto hu
unta medida, alm de prudente, necessaria, o de
reconhectda utilidade. Escusado he accrescentar
que nesta medida vemos ima simplifica^o muito
vantajosa em todas as operajes fiscaes da alfan-
dega.
A silua^ao em que hoje se acha a repblica com
as naces da Europa e da America reclamavam
uma iresolueaoe, como a que consta do mencio-
Ao memu uo tinba sido neceisario a Trebuchel
om olhar de lince para eomprehender qae a potlcSo
de genru devia ser escolenle na familia Guerandol.
lie por isso qae, a' proporeao qae mais prosperava o
negocio, mais sa esforcava elle por conquitar etsa
pono. He tambem por isio qae o joven Florenl
de albos de gazella comparava com mulla razao o
ev- iroguisla a um reptil sahido de 0111 vidro phar-
msceutico.
A turda rivalidade do guarda-livros a do pliar-
u.aceulico aposentado achava-ie neilas cirrumitan-
cias quando sobreveio uro n;emoreve| acoulecici-
ineiito uos fastos de Caudebec-les Elbeuf.
Foi cousa sobre qoe muilo te fallou, especialmen-
te no Casino dai bellas-lelras e d-.s bellas-artis, on-
de os Vicinard e seus parlidislae encoolravam-se,
como em terreno neutro, com os partidistas de Gu-
randot, Rougeforl e,Companhia.
Antes, porin, de (ollar dalles ioccsisds mamora-
veis, remonlemu-nos ao diluvio ; nao be diililuido
de inleresie o folhear algumai vszei as paginas da
lesiona da mis remota enligoidade.
A origem da caa Guerandol, Roagafort e Compa-
nhia perde-se na noile dos lempos.
A lradu;io oral de Caudebec refere simplesmente
que um Gurandot e um Rjugeforl, que eram ja'
prximos pareutss, assoriaram-sa com am cerlo nu-
mero oe amigos para fuadar all ama fabrica de
pumos d'Et-beuf. Desde essa antiqusima poca,
lendo-se verificado muilu calamentos e estrellado os
loros de parmleico, poda-ie com razSe dizer que
nao formavam senao orna s familia.
llavera' cuica de Irinla e seii annos que Sophia
tiuoraiidot, lia do actual pai Guerandol, casou-se
com Marceltino Itoagefoil, hbil fahricinle, o qual,
apezar da lemivel concurrencia de Vicinard e irm.io,
elevou a fabrica ao maii alto grao de esplendor, sof-
freu o terrivil golpe da perda da raulher e morreu
pouco lempo depois, deixando um lillio de nove a
dez anuo., o qual vive em am inarvel far Diente,
ao que se affirma cm Elbeuf, Caudebec e vni-
nbancas.
Meuandro Rougeforl he pois eo-proprielario na
qualidade de nico herleiro de Marceltino. Nos ca-
sos mais importantes julga-se necsisaro consulta-lo,
posto que uma vez por lodat tenha elle dado carta
branca aopnrai e padrinho, em qaem o bravo rapaz
deposita illimilnda cuufiauca.
Assim, quando se tralou de installar ama primei-
ra machina de vapor na manafartura, Cyprianua,
que se reservara a correspondencia, escreveo-lhe
orna extmsa earla, qae foi anignada pelo marido.
Se Huiln falla verdads, a resposta de Meuandro
pintara' o homem :
o Querida pruna e amiga, meo charo primo e pa-
drinho, sua carta, precioso autograplio, sera' cuida-
dosamente arrumada ua nica carteira que lenho o
cuidado de ter em ordem no meu domicilio;por
que essa carteira verde-maca, cr da Norman lia,
onde vi a luz do dia, conten os arrhivus de meai
stntimentoi, nos qoaes occopara Vmcs. e oceuparo
sempre o primeiro logar.
Cada vez qoe pens era Vmcs., o qoe sucesde
freqiieutimeute, se esluu alegre, apodera-se de meo
coracao ama doce melancola, e, palavra de Meuan-
dro 1 lenho-me sorprehenlido cora lagrimas nos
olhos ; e se estou triste, consolc-me pensando que
ainda me resta no mundo doui verdadeirus e leaei
amigut, peloi quaes uSo davdaria fazer-me partir
em qualro pedacos, se isso fuse absolutamente ne-
cessario. Quem diz muito nada diz ; accrescenlarei
pois com loda a sinceridade, qne muito mais estima-
ra eu da Bear inteiro e ccmplalo para sea lervico.
Minha filicida te pissada, meo bem-eslar pre-
sente, mintias esperanas futuras, todo he obra de
Vmcs. Vate, he para mim orna segunda mai, minha
hoa e gentil C\ prstina ; Vmr. eitragoa-me um
pouco, eu Ih'a ngr.-ideeo ; os rapzes mal-creades
--mr-ra s5n 01 peiorea.
Vine, primo, podia ter-me obrigado a trabatliar
na fabrica ; seria atacado de ictericia chronica, mas
nao Ihe resistira. Em logar de encerrsr-me eotre es
calandras e cardadeirai, Vmr, sbrio-me a ganda e
disie-me:\rai, cania voa ; quando quizeres vir
repoosar no ninho paterno, acha-lo-has sempre
quente e preparado. Mea eeractsr vagabundo a-
chou-se salisfeito ; viagei a Italia ; vi Roma e Flo-
renca, Nepotes e Yeneza ; paiso o invern, em Paris
o eslo em Fontainebleiu ; em breve eslou ara ale-
gre (enliliiao, que nao eitrago Igo mal o lempo eomo
se diz, pruvavelmaole, na fabrica de Vieinard o ir-
inos, nossot anttgoi inimigos.
1 Trabalho a'a horas que quero s segando os meui
gosloi ;trabalho : a esla palavra Vmti. se bao de
nr, nao he verdaie ?... oh I rlam-ie, nao se cona-
Iranjain !... Occupo-me a borrar qoadros, a garatu-
jar papel ; faco olhos, orelhas, arvores e gneos em
pintora ; alinho vertot por baixo de notas de m-
sica. Que bello trabalho !.. Digam la' qae no faca
nada.
* E. ATTENCVO I !... com tantos pontos de
a innr. ^io qu.intos sao precisos a um mtli-melodra-
ni.-ilurgo para locar o coracao e espirito do publico.
Quero dizer : rogo-Ibes que eicolhsm era Caadebec
ou alguna dons.ire, qoatro catxeiroi, on ainda mait
qae sejam capases de realisar a somma de trabalho
do socio mais diligente e activo, e tirem, para pagar-
llies cora toda a genarosidade, a quanlia necessaria
da minha qaola-parte de lacros.
Dito isto para dessneargo da minha consciencia
Ibes confeisarei aqai maito em segredo, qae esloa
liorrivelnieule apaixonado de uma joven parisiense,
que da' indicios do adiar ridicula a dimenso de meu
usriz.
o Mais feo (icaria eo se tivesse a lembraofa de n
mandar diminuir oa eplainar... Cruel Ernestina 1
daiespera-me islo Compadeca-se de miro, prima,
que nao me rio senao com os bicot da penna : ora
eis-mo ahi de novo morto da amores como estive o
anno passado pela loara Julia, qoe se casoo eom
um militar poique eu era burguez.Eu '. burgoez !
.... ii-u finrio, um poeta !... lie cerlo, coro efleito,
qae tambem sou fabricante de pannos in partibos,
aeja isto dilo sem olTenia do primo Coer.uidol.
a O amor de Ernestina tinha-me vindo consolar
daqoella taboca, maa a deshumana emende que he
um crime nio ter o nariz chato Ando em batea de
am tercero objecto qae... Mas, ah I sstou inseniivel
a lado a mais. Somante a ingrata enche-me os re-
condilorios da alma. lito me faz defiohar I.. Maa
nao se assustem. Na ollima Testa de Saiot-Clood ve-
rifique! pesando-me, que apenes perder .Vi.) graro-
mas (1 libra e 1 onge); tenho ainda moilo para ema-
grecer.
a Envi a' engrajada Justina orna bonec.i de eu-
goncos quasi lao grande eomo ella, um immenio
carneiro, qae bala a encantar, a uos brinquedos do
ollmo chic.
A' minha boa velha Msrianna remello doui li-
vros de erares, uma Nussa Senliora aa masa de
papelao, qua ie nao ha de quebrar tao fcilmente,
um rozario de contal de madeira tirada do jardim
das olivelras de Jerutalem, e diversas bagalellas em
nma caita ; ronlo qoe achara' todo de sen agrado.
Digam-lhe, qae o sea ptqasrracho Menaadro
uaiira se eiquice delta.
Quanlo a Vanea, sera' necesario repetir-Ibes,
que lem sempre em mira o mais reeonheeido a o
mais devolado dos parentei e amigos ?
a Meoandro Ruugefort.
E nem ama palavra sobre a maquina da vapor!
exclamou o pai Guirandol depois da leilura desla
respoita.
Ah ca' eit.' nm posl-icriplara, diise Cvprian-
na vollando a follia.
Vejamos *
(Confimmr-e-ria.)


DIARIO DEPERNAMBDCO SEXTA FEIRA 1 DE OUTUBRO DE 1858.
I'rente a casa ilc D. Cailus Silveira, e a outra
>|ue vs terminar n.s extremidades ta serri
de Azegu* en contacto inmediato com as
casi>s Kroitas, devendo ser por esta ultima que do-
ve continuar a linha, e que (desde este cx-
tremo, em que se cullocara um dos princi-
paes taroos, se tirara a liona redi deter-
minada pelo tratado at a desembocaduia do
arroyo S. I.uiz, no Hio Negro.
Oue, convt'iictonado e demarcado velos
dous commissarios o gyra da linia diviso-
ria naquella parte da fronteirs, pelo modo
que lica exposto, e que consta ds respectiva
acta sssignada em 6 de bril .le 1850, con-
tinnou o co misssrio oriental a demarcarlo
da luira at a sus determlnscjio no Uruguay
em principios d'l85~, sen lo entilo requisi-
lado pelo commisaario do Brasil pa a a oe-
sigusr3o dos pontos am que deveriam col-
lo2ar-se os marcos na linlia recia entre S
Luiz e Az.-gua, i'e conrornudaie, enm a >]>
marcacBoa pa tica la pelos commissarios dos
loua Esta los ; e esa operaefio foi incumbi-
da peloSr. commissario imperial a seos en-
gcuhiiros subalternos, Inven lo encarrega-
eaiga, e dar' promplo aviso a- Bmpregadol
i,i :i cal ni lis i intima, ou, na tilla dtatcs, qual-
quer ouira auloridade local, provando qoe sen pro-
eedimentu foi Indlspensavtl para a salvar, d i ni vis
ou ilo CiiirtULimenlo.
ati. 13. As autoridades fia:aes hscrvarlo pon-
i Imeole a- eslipolec.Oes da convenci ile !-2 .le fa-
veieiro ultimo, e o ajustado itoi protocolos da mes-
illa dala, de qoe am lempo n Ibes deu cooheei-
incnlo.
Art. 11. Commonqna-se a quem competir, e
publique-seno (Semanario da Avisoi.a A lamplo I ejoado pelo directorio qut aqu se l'.iriu u. M.-
16de i.^iisiD le 1858.C irlos Anloiiio Lope/.Ha-, dovido que ella lenha complela realisar,la sei.i noto
rUno Gonzalos. jaottlio ds as.emhlca proviuc '.
Bsle decreto he mais omn prova das v;.iiiacens| A tociedade acadmica, crino qae o anllgo
eolbida pila eonvencao de \-l de fevereiro des-e .Alheen,*Ml>tui4eporcapacidadesluteranasqoe
m i .i cmara, e agora presidida pelo Sr.
nado decreto, afim de tino liouvessem garantas
que pui.essera termo as discuss5es a que lom dado
lugar a ausencia de una lei secura e permanenla.
Hoje ja sabem todas as potencias que esi.io (-ni
boas retaques rom ogoterno da HepuMica do Pa-
raguay a marcha que lia de segur-se no futuro no
transito de lodo o navio morcanlo sia, ou passo para oulro ponto, do nosso porto.
O decreto a quo nos referimos est judiciosa-
mente concebido : combinaram-so prudeniemei.io
a conveniencia reciproca com a seguran;a c as ;a-
raniias, e o resultado inmediato ha de ser neces-
sariamente a eUirircao do contrabando em urna -
poca em que lano se procura burlar a vigilancia
dos delegados da adminitrarao da fazenda.
Ao substituir com os sellos o pessoal de vigilan -
cia antes gstente no rano de polica fiscal, ob-
servamos urna conveniencia effecliva que devenios
lar em coma para avaliar devidamente a ndole,
espirito e tendencias do decreto. Desde hoje llave-
ra mais seguranza o vantagena para lodos os na-
vios mercantes quo navegara diariamente pulas a-
guas da rio Paraguay.
Convm examinar dividamente a disposiraosu-
prema a que nos referimos, paia tomar em consi-
deracao a dilerenca que se csi.ibeleceu ntreos r,a- oxaetilo de-se trablhu, do qual deu aviso quer opportonklade para h-alilitr goverii''rio
vios que se desparham pela alfandega nacional ou
outra estrangeira. lito revela a previsao do nosso
governo em procurar una rclnc.no directa entre a
mutua conveniencia, a equidade, e a nossa segu-
ranza fiscal.
CumpTo todava observar quo uniraraenlo as
erabarcacoos que conduzem carga sobre acoheita
em embrulho, sao as que recebein guardas ou vi-
gilantes, porque neste caso lie evidente a mprali-
cabildade do sello por ser um genero especial e
informe de transporte.
Qual foi a ment do governo supremo da re-
pblica expedindo o decreto que mencionamos ?
Simplificar as operares fiscaes : evitar gravames a
nacao e ao commercio exterior : diminuir o nu-
vi.o ordenado ao niileritir arl. U para salvar t.....- .rom sreceniro nao sobem. lia grande falta princi- Alto, que anda esli em alicoree, a nao sai ss te-
tra ou e earga. podera a espillo levantar oscilo, a- p."n uiuiu <|p iri.u, a ponto da paiarem
hrir a esculilhss, o desearregat toda ou parle la alg masl brices.
Paiaram asobrss de nova theairo do lerenda
. ten *e i _:u :.,s parado*. Crea
qoa e perals/saflo hedevl la visgem que o no-
li naris acaba de dar a cortv, para ira/.ei operauoi
v mnnir-ae de recursos tic qnp oto tlipOe aqu. A
een le ha qoatro aonos, e s cassaram os ambaraeo* na
setoal admiutttracao II m slr-ornaa indiepoi
atler as qaantiaa que semslbaaiU obra
deiii ii'la. Entrelanlo hoje etla iJa fui ahr jala p r
todos, i- luinoo arau la aoillio depon que foi acoro-
anuo, e ds boa fe com que o aovrno do Parae.oay
procura por sua parle circular t".i rooveotn.
Km oulro numero Ir ascrovaremos o iit^v que
sobre o referido decreto puliuoo o Semanario.
O espirito inliiitanu los dem gusus qo* dominara
Boenoe-Ayreanflo perdeensejo de fanceionar.
N aS manario do dia 21, que temos a' vi la, te
lo .i aouninle .'
< Importante,Km certa caita de Boenoi-Ayrea
se tliz qui para o rompimenlo das relacl
i!c Boenoe-Ayrea eom o do Parapaa)
,-- i coveriut r.e. iiieims-.\\ ic c< ni o iio l'dt*uit&\ tta
do o cooBissario da Repblica aoengenhei- S,,- lr8BB0 e,(llctniu Kttrai i ',,
ro auxiliar l) Julio Reyes de rccticar a |ou o Brasil, qoe (arde ou cedo eproveitaiilo tioal-
roalgum da tim avistada uesanimacaoqoe existo
mis habitantes.
Nao posso deixar de fallar anda da greja ma-
triz, pois he a nica que existe, e en nao laho ou-
tra ondo va uuvir missa, o sen estado lie tal, que
nao se pode entrar sera que se v todo aromalisado,
e sio mesmo nao he bstanle, he necessario ter
sempre o nariz arroiliado com una boa rollia de
cortina, pois o cheiro dos morcegos loga 8 mala a
qualquer ehristo : oladrilbo est quasi lodo ar-
raneado e o solo apresenta immensas covas, que fa-
zem doer multo os pobres jotlhos dos penitentes, e
en Ihe digo, anda que nao soja padre, que hasta
:a hora de joelho, ; aem rolha para
estar urna me
- se ganhar o reino do ceo ; a proposito, quero Ihe
tai r.,m Cd. mono tlenlo, r.v.l.do pr.n ,, ,1- |.,||||:ir am |lisl0
oh po. osla da ramaia. Agora tem-.-c
opporluaoao govRrno em nota do '7 do mar-; Paraguay, qeando tenbini consegnido inimia-lo eom nosla senti
0 o anno paseado, quo tul publicada nos I govaruo de liuiDe>-A>tes. i.i.un sabe Boniato (etaniado aK-uin clamor e una polmica toiitinua.
peridicos desta capital oao estSo de aeeoido para facihur por este mel a e negeeianle, adversarios da portara, repreaeola-
Sendo esta ultima operacSo moramente Padjelo qaa. a* sabe, vem dos EslaJoe-fuido. pa- r., aov-rno^ provincial pertlodo revogac
secundaria r> ur.nriliiiiwli nri>r.lfiili> >1- "o Paraguay Ouaiido eie ca.o chraue, ver-se ha San.....eodo principslmenlo coa a qnadra apnemi-
^ J Prect"e"leUe-,sei;rqo;za eo Brasil .mpr.l.end.in ou nao novan i ca. Nao ha coaira prapoata da cmara ; juii Hca-
marcagilo dos commissarios o govM no con-!recli,I11,r0erOh,ri,overilu do Paraguay, que al raeniooSr. Tarrea nada fara'
.lili r>> un., ,.li,in_^n. i-,vr-.__. .t .--.- r i m-, I* .- bb
mente Bojory, feza saa tole......i.de na lardee ';""".,";'" ". que se passou era 1846 pou-
.....retaui opreaidenie da i do matsou menos; eis a historia: Tendo sido
o aa principaes p n n da e pitat. Minado um escravo, sen senhor mainlou matar
- c, '. ;' i i'uar f>sliyidade .a: ,n ndmduo, porem depols sabendo une o escra-
Sanhoi a da l'enha p-^r parlado cji i i-. Orn bri- i -, i '"-"llu 'I1"- "' ''
Ihanlemenl o conego Ildefonso. A outra 1 -l .vi- v0 "nlia mI assass,n,o i '-1 mnlher, man!
dada, para a qual coucorre o thnbeiro do >:ir Ul" lurV l'or ;,I|1K1 l|(' Sjito, e man,Ion
"" !"r:lc sinar -i mullier do escravo que se chamava Hara
_ l^;.,i' UlUuJ '*&$ .. Pimenta e um Glho dizem que eslao pronuncia.
A imprensa i.in oltimamenle debatido diaria- -, '
menir a qossuii do fe. b. i nio de por) aos domin- (los ?'l.lc""s- 2 cum0 mandantes o 2 como man*
gas. A assembla provincial approvoa urna posiuta dalarios : ccnto-lbe isto para ver que lorca lom um
veruo (oi eslabeleeido, que d'ora avante em todo o
linpeno o .i u c -i r teja quallfteado as paular sema-
nata ai mentabrinco sai la \ i lo,U piej, medio
a (>mar aera'o da. divorsaa qi.ihlaies de abocar
Ii.iiic... escloido o refinado ; e o do uia>c>vsdo, ei-
ciuiJa a rapadora ou assoaai tirulo.
fiolatet lethumanHade.II nilem fuima pro-
cura lo. por uiua pssaoa eoottderada, que mu ii.ua
uoi indivi uto de lime Genoioo l-'ilippe da Silva
Itaalliador n'uiu deatea carros da alfandega, atim
de referir-nos u que Invia (itlica lo para com n. o
respectivo p.lrao. "^a couluc{ao de unas ferragtns
o refen l Genuino fracturen uotavelnienle um dedo
da mo dlreita, de maneira rasar-se preciso promp-
lo curativo ; e neale presopposlo dingindo-s, ae
patrao de ni me 51 ia, ele I nge da prealsr-lbe esse
aervico de liumaniil ;de, que alein diaso Ihe pa im-
posto por ua po-ieilo para con o frri.lu i
sidera que ecaram pcrfoitamente garantidos aqu a a' ten.' contado por amigo unieo a de llue-
o acert e (xaetid3o da operar^fio" pelos co- Bos-Ayras. ( lempo o dir'.
nheeimentOS scii ntifiCOS dos respectivos au- O eonsnl france im ii comnionicarlo ao coverno
sillares de ambas as commisaoes, associadas da wpstbllea que., ru coveruo approvara os ajos-
pela confiaiir* dos seos governos ara una \,es |,or c;,,e 'bjadoe aobro as qoe.io.s peodenles
operacao de .|t. transcendencia pjir, s dous i tZ.TX. t JtTSJ^Z
lianza.
mero de empregados que podem era oulra parle: Uejcs.o
paiics vizinlu s e alliados, e iSo humoso
,ara os encarrcgtdos do pralica-la.
n Communique-so ao commissario da Re-
pblica para Si'u conhe-cimento osausf't;ao,
e publique-se. l'urera. Frederico Nery
ter cccupaces mais provniosas ; consolidar por
conseguirte o rgimen fiscal do nosso rio ; e esta-
belecer urna marcha uniforme o consecutiva para
evitar desagradaveis reclamac,oes da parle dos pavi-
lhns cstrangeiros, que se acliain em immediata
relami com o da Repblica do l'araguay.
O lempo justificar com os 30los as reciprocas
conveniencias que hoo de obter-se com esta me-
dida de seguranza.
(Semanario.)
IITSHiOB.
RIO DE JANEIRO.
15 de seteinhio de 1858
Temos folhas do ltlo Grande at 1 do cor-
renle. O pouco que Helias encontramos do
luteresse reduz-se ao seguinto:
a Urna narta de Sarro Largo, escripia a 25
do correnie a urna pessoa circumspecla
desta cidade, da a seguinte noticia.
a O coronel Oliveira assumio o eomman-
do de chefe Interino, e consta mandara boln gens que as nossas logas tem obiido alj
um par de machos nos ps do Nico Coronel. I boje sobre os indios
Passados tres dias, n'uma madrugado avan-l Poderatuco.n etleito ser muitas as vanta-
?on urna por^ao de bomens prisSo, ma- j gens apregoadas, mas o facto he que ellas
tarara um, feriram a outros, levando a Nico ainda nilo consrguiram p6r lermo a esse
t Eoferno O'iental, apezar da interrup^ao
das rela(;oes com o Esta.o de Buenos- yes,
permrtio que o vapor braslleiro Almirante
Brown se empregasse na naveg 580 entre os
dous portea, ConcessBo dentioaja tinba sido
ftita ros vapores Inglezes iiPamuro e lla-
nay, quo anteriormente se eni.regavam no
mesmo servio
As Doticiaa de lfcnos'-Ayres cixtcem de
inleresse. A SitusjrjSo continua amesma.e
ero he de esperar que melhore einquanto
all dominareui os espritus frenticos e des-
varados que acons. Iham e dirigcm o fe'over-
110 do paiz.
>o Nacional de 27 do passado le-se, a
r, si 0110 da cansada e liilurminave! quesl5o
os i.i'lios, o seguinte :
a O cacique Galfucura enviou 80 Azul o
capitfio Huenchiguioz, acompanhada de novo
indios, proponJo a paz ao gove.no, e a en-
trega jlas captivas qoe tem em seu poder.
Ignoramos ainda a resposta que Dio foi
da la ; mas he de supror que o governo ss- co
bera tirar todo o partilo possivel das *, nta- aus d.muos que cau>oo o Equador a', peaao.a dos
cidsdfios grima linos residente) naqoelle pail. A-
As datas de Valparaso em Montevideo alcanza-
rain a 21 de julho.
O Chile conlinuava em paz. O euiigreaso fnne-
Oionava ainda. ti;.lui--e apresauladu om prt.jeclo ile
loi imorisando o governo a comprar ao par, e
sol certas condicf.es, lodas as anjoea do camnho
de fen. entre Valparaso e Santiago, i-fuii de. .lar
a' va., re/1 um carcter verdaderamente nacio-
nal.
A crise commerciel diminua 6ensivrlmenle, re-
naiceudo a confianea e o credilo.
Foi apresenli da o governo urna prop -ti para o
ealabclcciiiiento de qialro vaporas de reboque pelo
estrello daMagalhles. Esta emprtza era incito po-
pstlar.
Tinlia sido Hornead) plenipotenciario paro o tra-
tado de limiten eom a Rolivia o Sr. Varan.
No dia l'J de jolln fallercu o general O. Francis-
co Antonio Pinto, disliuclo estadista, e patrila da
independencia.
0 g'verno mando 1 ao Per om ofiicial para
receber os U 000 pesos desuados a premiar o
eiercilo chileno pela eampanha do auno de 1836,
De Venezuela nao sSo lavoiavei! as noticias, l'.i-
rece que a reveluc.au tegenoradora eneoolra d.lli-
cublades em eanslttair a repblica.
A uKavlata do Pacifico dil a respelo da Nova-
Granada o segiiinle :
1 O Kcvaroo granadino qi.er declarar guerra ao
Equador, e ellerlivameitle o poder eieculivu apre-
senteu ao -falo cofias il> olas
Sabrnosla loa pane que o Dr. I. Rumio nao
aceita a remojio para o Franca.
Continua qui a falla de notas miu.las.
10 de Fclembr.i.
linba preparado miiifia corretpon lencia, que leve
de Bear a espera da primera mala, que he o do
"Jo-,pini, Ko dia 8 celebrariro-se os fealejos 1. .
largo do palacio, eom bullante illoiniiiacao. Em
mi illa tribuna foi rollocada tfflgiada S. M. 1.
Ao romper m cartioas, o coronel Floriaoo de Tole-
lerro, o so en nao lenho ra/.o de dizer .pie meia
hora de joellios na matri se ganha o co, ainda que
lenha in neceados mortaes.
Porem a causa disto ludo he o clrigo desta ci-
dade quo s cuida erase divertir, andando as ras
como um verdadeiro petil raailre, e eu direi como
11111 juii do fora ou ouvidor em correifao em
1,"00 e lautos, a causa do atraso desta villa o o
sen estado de lethargia he o senado, agora digo cu,
a causa da falla do asseio o Irmpeta no lemplo do
Dos vivo, e o atraso do po\o, sao os seits minis-
tros.
Para melliorse ajulzar o estalo do clerig nata
do .leu os viva, que lorsin fervorosamente corss- ciJad8 ui,rla Ian5ar-se os olbos para a raancaodos
pon lides por iodo o pa0 que apiuhsva o largo. 1 morios, he um campo em aberto onde anascenta-ce
',i:;r;"1^l"s,r!"lI,!".l'm .l:.r'".,c,r.,.c A-osl'- ,oda .lual'Jade de animal inclusivelmente o porco,
se existe alguraa cruz e-la uno pode ser respailada
polos vaquoiroa era pelos que transitara por la ;
este lugar sendo destinado para o descanco eterno
1 dos vvenles nciii ao menos tem urna cerca que o li-
nlio, sub.ndo a tribuna, reeilarara diseorso
[Curia particular..)
DE
' OB ESP0ND1 M.l.v DO DIARIO
PERNAMBUCO.
CEAHA'
(irnja (3 de setombro de 1858.
Meu charo.No Ihe mandei noticias minltas
e da ierra o mez passado porque nao veio o vair
e consta-roe que o Persnunga so ebegou a ca-
pital, por isso mn utgo despulpado nao s do meu
amigo como dos amaveis leilores.
vre de ser earainhoe se possa respailar o lugar on-
do os homens pagam a pena imposta ao primeiro
hornera.
Hasta 0 que tenho dito a rerpoito do clrigo des-
la cidado e faco votos para que nao seja mais levado
a isto.
No dia 1. desle, bouvesorteio de 48 cidados
Quanto tolTreu este seu cradinho o mez passado' a P"X0M ",* do Jur>' 'lue iam *>ser
de oulubro, e consia-mo que ;\islein ja 14 pro-
Coronel. O coronel Oliveira mandou botar
em ferros o sargento da guarda. Neste lugar
nao ha seguranza para ninguem,
O Sr, Jos Dias Crrela da Silva, capitao
da barca nacional Planeta,.. foi remettido
preso no vapor sAmelis para a capital, pelo
Sr. delegado, a requisito do Dr. chele de
polica, em consequcncla de precalori* ex-
flagello cruel que assola lluenos-fcyrcs ha
lautos annos.
O Sr. J0S0 Carlos Pereira Pinto, cnsul
geral do imperio na Confederado fcrgenlina
residente em Rueos Ay-es, chegou houtem
a esta corte a bordo do lmperatriz.
Sito tambero destituidas de Importancia as
! noticias da Confedrelo Argentina. Na c-
pela falla do vapor Igunrassii que na phrase
de certos qudam he carro de lama e qnanla asnetra
mais Ihe vem ao bestunto, pnrm eu no posso dal-
lar de estimar ao Iguarass, o nao s porque
elle me traz noticias da trra .pie para mim he um
balsamo consolador como tamhem gneros, por-
pas
copias de notas trocadas ^nlre os | sando a carne o farinha para o almoco e tantar. e
"! este seu criad.nho ainda que pobre nunca passou
no almocu
pedida pelo chefe de polcia da provincia do pjla| na,)a occorrera de novo.
Rio Grande do Norte.
O paquete lmperatriz linha seguido no
dia 2 para o Rio da Prata.
16
Entroa hontem dos porlos do ral o paque-
te "lmperatriz. As datas que traz de Monte-
video adantam apenas cinco dias s que re-
cebemos pelo "Camilla.
Durante esse curto periodo nada de novo
occorrera no Estado Oriental Alem de al-
gnnsmelhoramentos n.ateriaes, ques etra-
tava de realisar para benificio da hygieno
publica e aformoseamenlo da capital, tor-
nava-se notavel a actividade o descuvolvi-
mento dos trabalhosagricolas.
A plantaQSo ltimamente feta tem subido
a ponto que, se o lempo continuar lavorave!
promelte urna colhrita sbundatissima. S no
der-irtair enlo da capital calcula-se qun tem
sido se mea las cerca de .'0,0(0 fanegas de
trigo, plantando-sc o milbo na mesma pro-
porijao Como a tempe atura, desde que se
co.1.1 c,ou a lavrar a Ierra, tem sido benigna
e favoravel, he de esperar que os lavrado.es
vejam compensadas as suas penosas fadigas
por um anuo prodigo.
Silo com effeito notavnis as proporces que
esse ramo de riqueza tem tomado no Estado
Oriental de tres a quatio anuos a esta parte ;
o he fora de duvida que, quanto maores
forem as garantas do paz e do estabelldade
tanto mais probabillda les bavei deque os
trabalbos agrcolas progrid8m de dia emdia,
pondo em verdadeira repro.tcco a ferti-
dade do territorio e todos os dotes com que
a natureza o favoreceu.
Os jornaes Nacin e Repnblica desmen-
liraui catbegoricamenle o artigo do famlge-
rado Jo3o Carlos Comes, relativamente a re-
clamado que disse haver feito o governo de
Montevideo ao nosso eucarregado de ne-
gocios para extradic.3o do coronel Rugido
Silveira.
Na parte-Exterior- encontrraam os teito-
res essas respostas.
O ciiefe da estago naval Jo imperio no Rio
da Prata, e os commandantts das respecti-
vas embarcacOes, preparavam um grande
baile para solemnisar o annivt-rsano da nos-
sa Independencia no da 7 do correnie, a
bordo da corveta bous do Julbo u surta em
Montevideo.
Afim de tornar commodo e fcil o trans-
porte dos convidados de Ierra para bordo,
projectava-se fazer urna ponte ou pr-ncha,
sobre lanchas, que sera collocada desde o
caes atea corveta
A imprensa de Montivido dirigi ha tem-
pos graves accusacOes ao coronel de enge-
nbeiros Jos Mara Reyes, commissario da
repblica, para a detmrcacSc de limites
com o imperio, relativamente ao moJo
porque desempenhara essa commissSo.
O governo msndou q:;e o referido coro-
nel respondesse sobre taes aecusaces ; e,
depois de ouvl-lo, expedio a resolugo que
em seguida transcrevemos, pela qual he ple-
namente approvado o proco .lmenlo Jaquelle
funecionario oriental :
o Ministerio das rela?0es exteriores ^-Re-
soIuqSo.tm virtule das ex.licacoes dadas
ao governo pelo coronel de engenheiros D
Jos Mara Reyes, commissarjo da repblica
para a demarca^So dos seus limites com o
imperio do Brasil, e vistos os antecedentes
relativos a essa importantissima operado,
3ue existen) na secretaria desle ministerio,
os quaes resulta :
(i Que depois de haver sustentado o com-
missario do imperio a o' iniao deque o ra-
mal ou afluente mais meridional do rio Ja-
guarSo, que, segundo o tratado de limites,
tem a sua origem no vallo eserras de Aze-
gu, devia ser o banhado chumado dos Bur-
ros, do cujas yertentes devia ser tirada urna
linha recta at a desembocadura de S. Luiz,
no Rio Negro, alcancou-se, mediante algu-
mas conferencias com o commissario da re-
pblica, a satisfacSo de que S. Exc. o com-
missario do Brasil declinasse de suas passa-
das pretendes, adherindo as ileas que na-
quella poca iDe tinha manifestado o com-
missario da repblica acerca das vautagens
que resultariam de considerar-se como o
afluente que reuma as prncipaes condi^oes
do tratado o arroyo conhecido pelo nome
de Mina,y que nasce, propriamenle fallan-
do, uas serras do Azegu, que he com eflei-
to o afluente mais meridio.ial de JaguarHo ;
havendo por consequencia concordado am-
bos os Srs. commissarios em que a linha di-
visoria, continuando,segundo o traLdo.pela
margem direits do rio JaguarSo, seguisse as
aguas do arroyo ltimamente couhecido por
JaguarSo Chico, que entra no JaguarSo-
Grande pela mencinala margem direita,
acompanbando estas aguas at encontrar a
confluencia do arroyo da Mina pelo ramal
preferido como o mais forte, que passa pelo
estabelecimento de Leonardo Jos da Silva
e vai mais cima passar entro as casas de 1).
Bernab Bueno e Juan Barbosa, encon-
trando-so antes as vertentes deste ramal di-
vididas em duas, urna ao sul, quese tppro-
xlma do camlnho de ferro de Caxias em
capias pKsar.,111 ao senado, e um membro da maio-
ria, encarrega o de una das coinniisaoes de relac,ea
exteriores, depois de um curio lesoinu doa cargos
que da' por provados, apresenlto um pro. ecto de
lei em que se aolorisa o poder eiecotivo para eu-
cir do Equador o rompriiiienlo de suas obngacoes
para com a Nova-Gn nada.
V. screaceiilou-se a ialo, tanto pelo secreltrio de
relar/iea cileriores, como pelo Sr. Guyano, qoa o
Koreruo do V. p.a :..r dos reclamajes que ll.t sau di-
rigidas pelo governo granadino directamente, ou
por sea consol residente em Quito, a 11 un ao me-
os responde, oppon.lo um silencio des.lenhoso e
iiKUltanle a' quesillo ilai repareces devida.
a Coiilta esla asser^lo ha eomUlda una prova, e
ressos para serem submellidos a julgamento, sendo
3 de Crimea de morle c os outris deferiuientos e of-
fensas physcas.
O da 7 deste mez passou-se quasi desapercebi-
do ncsla cidade os seus habitantes ncidium festejo
passado esiou pas- f'l'1 flzcra"! "" llnra.def di 1M ;leve ""
1 pre estar gravado no coracuo de lodos os Brasileiros
por ser o dia do nossa independencia : somenie o
dignu juiz de direito deu um esplendido jamar, no
1'elo que respeita as diversas provincias,
eis oque colhenos dos nossosjornaes.
Tucuman continuava em perfclta paz, de-
dicando-se o seu governo* realis8Qo de di-
versos melhoram-nlns m terlaes.
O coronel Paz ceder urna jarte dos seus
vencimentos para ser empresa Ja em obras
de beneficencia.
O governo expedir um decreto determi-
nando a fuudac2o de urna bibllothcca pa-
blica.
Calamares gozava tambem do completa
paz
Tinhs*se resolvido vender nm terreno do
Estado para em.regar respectiva impor-
tancia na construcQo do um edificio jara
.lo governo.
A legislatura liavia concedido um privile-
gio do.lezannos ao sr. Lieba para a cuns-
triicco de pogos artesianos.
Bm Rioja foi saudade eom enthusiasmo a
sancgSo dos dtreilos dilTeieticiaes sobre a
excinrta^ai
Em Menloza linha o poder executivo pus-
sado a nova legislatura a sua menssgom.
O regimei lo de dragues, em cumpnnio'-.to
das ordeusdo govern.i nacional, regressou
fronteh.
Em 3. Jtilo f-'ii ordenada a reorganisagao
da guarda nacional.
A asseb.blca provincial votou notlia 21 do
passado uo.a lei de ituoostos territoriaes.
Em S. Luiz a a IministraQo do Sr. Darac
continua correspondendo a confianza dos oR-mirim, par verificar lacios que, a ser
seus ciimprovincianos. Tem-so dedicado de a*Jj.'5,!"J'!e,J'.W.*^**ePdonboeiT.
preferencia educacSo publica. Creou l-
timamente na capital um collegio, que, se-
gundo a 1.pinino geral, rene as precisas
condicoes para preencuer bem os lins a que
se destina.
As datas do l'araguay alcanram a 21 do
passado. Segundo o Semanario devia den-
tro em pouco dar-se principio construcc3o
v-irRrit,,1d^
Villa-Rea, soba direccao dedous engenhei- corrido, ofiualmei.ie pela poaica,, dos p.
ios ingieres.
sera seu saboroso pao de provenga, o
ver-se aqui reduzido ao comer da Ierra nada tem
goslado.
I'rasa aos cus! que nunca mais falla o a Igua-
rass nesie pono.
Nao Ihe leudo dado noticias da ehegada do ca-
pitao do porto Rodrigo .los Fcrreira a esta cida-
de o qii6 fajo agora, mesmo para Iho dar parto da
sua commlssao e cxecuijao
Tem sido irabalhosa a commissao por causa da
sua execujo, porque tendo vindo para fazer o ar-
rolamento das pequeas embarcaees que se empre-
gam na pesca e condueco de gneros, como a ma-
po-lo a andar dan o-llie lo r*.. parle .1.1 salario do
da, visto 11 as n8o o linhi completado! .\eie es-
la.lo d^ abandono be qoa l.e encontrado pela :
a .pieui tu,s raferimoB a'c.ioa, e .ne depois da le-
va-lo ab.i.ca do Sr. Franel j Podro des Neves,
po presloo-lha os eompelentes remedios r.-cniadus
palo Sr, cirnrstio Marques que Isa-Iba a operafflo
110a prootiroe como diasoaiof. Iteoislraino aqa e-i^
laclo para que o poblICO ;,s lie d racteres diversos iitie sp esi DlamoB a' sua api.
ado .-tm.
Concurso.lloulem leve fim ocnii.:ursoaberto
para aa ca- 1 -, d que ja' Iralamos. Com.
Campos, Genealvea da Silva, Rcdrigoes Lopes, To-
bas, Mareando*, Pereira Pinto, l'ainp'ooa. Parana-
.i^', Dantas, Aragl 1 e Hall ., Madoreira, Pedicira,
Rtrt.oaa, Sergio, Pacheco, Ctri.'io e Reifo Barras;
e os Srs. sena loies viseande de Jequiliiilninha, Can-
di.I laruea. leneira Penna, Das de Carvaiho. vs-
conde de Iiaboraby, mtrquex de Monte-Aleare,
Soata Ramos, marqusz de Casias, Silveira da Mol-
la, lonse.-a e Ara010 Ribeiro ; e para a d.polacao
qu* Um de recabar a >. H. a lmperatriz ec Sr .10-
pnladoa Loiz Carlea, Virbito, barSo de Poriu-Ale-
are e baia,. dr Mana', e n< Sis. seuadures marquez
do branles e visconds de Abaet.
A' 1 hoia da larde, auiiuuciando-se a cbtijnila de
SS. MM. II., sahein as d'polajoes a esperar a< aii-
u o Imperador lia -ala, he ah recelo 10 pelos Srs. pre-
..nuiio, sidenle e secrelaro, os quaes, uuiudo-as a' depo-
lacio. aeompanham ao me-mo anuusto senhor ale o
Ibiuiiii, do qnal Lona saseMo, e man a assentarem'-
e oa -jis. depoladoB e sena.'ores, e pronuncia a se-
gointe falla :
Aogusto e dignsaimos senhurea representantes
1 .. ao.liraiida lie a minba satisfaijf.o tinferli-
liesr-voa oe qoa, com o occorro divino, tolas as
provlu ;is bentli.ius da paz e da tranquil-
la
Subiistem no mesmo p de amizade a boa i si
lelligencia as relajn enlre o imperioe asootrus po-
lenclas.
I srnaneCo no firme einpenbo do promover o
SJLf!?. '"',' Ul ,,0 5,crc,1",il,' '':!; 'lOeS | tncula da marinlia ; os proprielarios de taes vasos
estenores do Equador com dalas de 1S e 3! r.t mar
qual relnou a ordem, a paz e 3 concordia, ao seu 1 J.-*.r- Vj'Ja'o B^ndeira Duart*. Dr. Anlomo J.> da
amigo o capitao do fragata e do porto desia pro-
vincia.
No dia 29 prximo passado, comecou a funecio-
nar o conselho municipal de recurso desta cidade e
hontem encerrou os seus Irabil ios na forma da lei,
e consta-me quo ped rara a diminaeao de tOO e
tantos volantes e no sei com cjrteza o numero dos
eliminados.
Hontem chegou o vapor slguaraasu'a e devia ter
recobido no porto as mesmas honras c causado-pra-
zer aus habitantes c passageiro, |.or ca' na cidade
que dista 7 leguas quaa.lo o agente fez sisnal de 'Bosjsto, Joaqun, Csrdozo Pasa, Antonia Jos-
_ nonti .1, S qo do anno anterior, I todo por j..Blilicat.s algemas
rerlama^Oes, e olleiccendose pera indagar de oulras,
e dar a correspondente saliifa(ao. o
Acerca da Bulivia eiprim:-se om correspondente
neitea termos
Sabe-se pelas altifflaj noticias receblas ila Paz
qoe na cidade esleve quaii a esialar ha poocos das
urna revolocao ; e que, tendo sido descoberlos os
planos dos rtvoladonariot, foi dissolsido o balelhru.
denominado ..('...rocoto...
'i O general Prez, um dos apoios militares com
que contaveio presidente Linares, ileiioo apasta da
guerra, e corre u boato de que sera' depurlauo com
outros cbefis. o
S. PALLO.
7 de soteinbro de iSft.
Apezar do epidemia, que ainda cusa alsamas la-
grimas, boove algui. ftstejcs em recordaco da dua
111. que Iho ecrevo. Os festejos ollicites" forsm so-
Ismiies ; ".rande parada do iu(lrj, nacional, e dos
torpe* Uso e permanenla, musirs percorremlo as
tu.is priocipaes, Te-Ueuiiio e lhaatro,em cujo re-
cinlo deram-se v.vasonlltsdsticiae poesas dos aca-
dmicos. A guarda 11 ifional, 19a bem montada oo
lempo do Sr. Josillo, se arbavj em e-lado poico li-
aongeiro debaixo das Intarioidanoa; |a nao lu m-
Ihuslasroo para ser ofBcial non commandanle como
oulr'ora. Eiitretanlo p Sr. Torres fez valer sen Oree-
lidio posseal para com o commandanle aupen .r 11-
lerino c. minenJador Bitleiicouri,
nao tem querido se sujeilar a isto, no principio, a
ponto dedizerem que antes querem queima las do
que pagar a diminuta quantia, como os marinhei-
ros su matricular a respeilo desles nao me admira
tanto por serem pessoas pobres, porm o que me
admirou, he um homem que tem nina posi^ao ofli-
cial ainda quo supplente so recusar a matricula de
seus escravos que sao remadores do suas canoas que
conduzem gneros; porm alm de ludo isto boje
ja se acha complela a commissao do capitao do por-
10, couseguindo-a por suas manciras urbanas e do-
lUade quo empregou, nos ilehara saudosos por
suas amaveis qiialidadesque lamo nos penhoraram.
No dia 27 ,l0 jnlhu chegou ao porto desta cida-
do o navio a Sobralenso arribado, leudo sahi.lo
do Para para esla bella provincia com escala ao
Acarae, depois de ter locado neste pono, e deixa-
doa carga que trouxera para elle soffreu um gran-
de temporal, perdendo os ferros e o mostr falsea-
do alm de oulras pequeas avarias que soffreu ; se
conserlam e ja la deve ter chegaJo.
Em consequencia deste desastre tova um niari-
nli.-iro do vapor Iguarass' que eslava desem-
barcado de sefirer 4 .lias decadoia por se ter arvo-
rado em pratico da barra largando a pescara que
lermo c. minen Jador Bitteiiconri, que roi-sesuio ..,., r ,, i .. .
apr.aenlar no largu de palacio uma[.rada como era f**' 'f""0. e """er o navio dentro da barra
possivel.
A qoestao do trilhanle tem tomado volto. Os
intsrsssados lequereram a ida do chefe de polica a
em ver-
vapor foi um rlgosijo complete, nao s pela novi-
dade como tambera muitos esposos esperavam os
seus amaveis consortes.
Os deputados da provincial vierara nelle e foram
recebidos com eiitbusiasmo j.or suas consortes e
amigos.
A laiinha est a 1G patacas o al.pieire, a carne
a 35200 a arrob3, fructos nao ha assm como ver-
duras.
Adeosat a primera vista.
O retirante.
*.
'MS-.Na CVULS
";
llaviam uartido di Assnmp^o no vapor
Sollo de Guaira D. Jos Rufos Camiros e
I). Eduardo Cairo, nomeados cnsules, o
primeiro para u Paran, e o segundo para o
Ros: rio.
O governo promulgou o decreto quo om
seguida transcrevemos,substituindo os guar-
das a bordo pelo emprego de sellos as es-
cotilhas e lugares de cargas dos navios que
so oceuparem 11a uavegagao o commercio
dus ros.
O presidente da Repblica, consideran-
do a couvcui- ocia que por ora ollereco o
uso de sillos em subslilui;o dos guardas
empregados na polica liscal dos navios mer-
cantes que navegara as aguas da Repblica,
decreta :
At I. Todo navio mercante, de qual-
quer nacSo, que, com carga on coi lastro en-
tre ras aguas di Republic com destino aos
portos do Paraguay ou de outra oacSo qual-
quer, depois da visita quo Ihe fr passada
pelas autoridades fiscaes da frontera por
or lu entrar, reetbera os sellos fiscaes da
R. publica cm suas escotilhas ou lugares de
carga.
.. Art. 2. Todo navio despachado pelas al-
fandegas dB Repblica n3o poderi sahi.- do
porto sem receber antes a visita liscal do lu-
gar, que fechara e sellar os depsitos de
carga.
Arl. 3. Se algum navio se apresenlar eom as et-
ealllhaa fchalas, e selladas por quslqoer alfandega
eelraugeira, a polica fiscal da froniaira da repblica
se limitara' a sella-la tambem por saa parte.
Ait. 4. Os navios qoe arribrem ao 1'aragaav
recaherao a visita da polica lluvial de JlumayU', e
o sello de que falla o arl. 1.-
a Art. 5. Nao llavera' mais demora que a neres-
saria para esibir a carta de sanidade, lomar prsUee
se o pedir, e rouhecer-se a oacionalidade, procedeu-
cia e deslino do navio.
o A't. 6. Os navios qoe desesrem da provincia
brasilslra de Malo Grosso recebtrao a visita e sello
do arl. !. 110 lorie do Olympo.
tado da repblica guardarao seos sellos al que a
visita fiscal da alfariJvga de sen oe-linn 119 retire.
" Arl. K. Os sellos poslos por urna alfandega ns-
cioiuil nao se.ao levantados tenao pela ultima estardo
fiscal da rapolilica a quo 09 navios devam apreseu-
tar se.
a Arl. 9. Os navios despachados por orna alfan-
dega estrangeira, que nave >.-ireni de passauem pelas
euas da repoblira para a provincia brasileira de
Malo Grosso, ou dos porlos desea provincia para ou-
lro da mesma 1111530, 00 de lerceira, conservar,lo os
sellos fiscaes que liverem recebido, al que a ultima
oanlo fiscal da repblica os retire a'sua sabida do
territorio naron,!.
Arl. II). Os navios qoe levarem carga sobre a
cubera em embrntho receber.lo guardas, que *er3o
lojadoa poto capillo ou paira,., e mi........ pelo pro-
pno rancho do mesmo capillo ou patrio,
a Arl. II. Km caso de avaria, o capiao do navio
pode.a' abrir aa escolilhss e desrarrecar lodoou par-
le do carresameulo, deven,lo dirigirla previamente
Os individuos a quem se ainbue a usurparan da
podra iltfendem-se tleclarando que o caipira que
diz achara a pedra he maniaco, e tambem inslam
pela venlilatao da questao.
Os inleressadi'S publicaram um ..Hielo em que se
narra a historia rom lodas as minuciosidades ; mas
a prova que se diz huver reiervaraui para o poder
compeleute.
Esla historia lie das mais cariosas que Uin existi-
do no Brasil, e lalvez no mundo, ja pelo valor M n-
tem oc-
,-Sluidotas.
Ketumiiei o case secundo vejo do folheto.
Lm caipira indo luar agua de um corrego, deu
com una pedra qoe Ihe lasciuou a visla, goartleu-a
por moito lempo resolvendo-se atina: .1 ir vende la
a' cidade mais provnna, Mogi-mrim, onde rtsid
um homem rico chamado Joanico.
Foi ler com elle, sendo eolio e-biilhadu da pa-
dre. Recoireo ao deleKdo, que foi ter com Joanico,
resultando firar u Cipira sem pedra, manda I., reti-
rar como alienado.
O caipira comees a poblkar o fado, associa ao
bullanle pessuas de poaijlo da capital e do interior.
E-aa astoriacilo cornaca a Irehalhtr.
Hecuirido algnm lempo, tia a apparlriio na Eu-
ropa de om lo han e monstruoso ; quer a easueia-
jao que aeja o tou, argumentando com orna serie
de eomciJciicias, sendo a principal a ida de um ami-
go de um indiciados a Portugal duas vazes, sofj.en-
do urna busca nes.a corte, que nada aproveitou. Os
indiciados soslenUm que asta historia nao passa de
urna fbula que tem alimentado nos a, ciados om
sonho de futura grandaza. Espera-se noticias minu-
ciosas pelo protimo paquele, pois a asseciacao tem
agentes naEuu pa.
Nao se pode ler npiniao fila sobre n qoestao ; 00-
vlndo-se ambas as pirles, fiea-se em completa duvi-
da. Entretanto ha coincidencias que fa.cn. des-
confiar.
Foi moito vislvel o eclipsa .uinunci ido para
boje ; puiieiani.i nao ficamos em Irevas, eomo al-
guus annuuciavam. Ao nieio da a loz do sol eslava
radiante.
A noticia dada no seu Jornal sobre a remo-
5,1o dj Sr. Iones causou-nos pezar. A adunni-ira-
53o actual solveu Om problema intrincado em S.
Paulo : agradar as Cuas parcialidades publica*. S.
Etc. o.1o ee deila no mulle lulo do descanso, nao
tem piincipios polticos como administrada. ; na
fiscalisajao dos dinli.uos publico e no aasumplo don
melhoramentoa maleriact da capital, tem sido nota-
vel a aua adminislr..,;, As estradas lera lldo no-
lavel iiicreineiilo, p. 1. as remaras a umeipaes e os
inspectores ds .1111,11,hos. sj u ,, iloianuo com o pre-
sidente, Ihe (em dado autillo sincero.
Parece, pois, que a admini-lrarao publica nesla
provincia peulena muilo eom a retirada de S. Etc.
Nao lenho por fim li> nsear a presidencia ; lano le
assm que e impronta dos dous partidos da-lhe apela.
Isto nao he indillerenle.
S. Etc. pretenda dar um pstelo pelo inietor da
provincia, o qua seria urna vaiilaaein para a boa di-
ree(lo dos caiiiinlins ; infelizmente certas rirrnms-
laiiciat eti-eui ha muit.) lampo sua picsenc n> ca-
pital, laes como a epidemia, os transportes* que se
fizoram esle anuo para Malo Grosso, e agora para
Itapura.
O lazareto de bitiauenlos. creado pelo gover-
no, anda esl,,' abetlo ; tim produzido buns resulta-
dos, ''alleteu pouca genio 110 mez de Sgotlo, e gu-
ra poucos aturados I' elitlem. Enirclantu l.a mui-
lu iiil.riiio que ule v.ii para la". Pelo que e vai ob-
servando, paieee que aiu ia este anuo a cid, de nlsj
ficara' a salvo da molestia, sendo uolavel que at os
vacrinados sijain atacados.
Comcfarain tambem a lal am.'ina csiigreiiosa e a
cequelute : a primeiia vai lomando um carcter epi-
dmico, leo. l.'il.i aljuinis vn lima-. t)s mlicos
leem recorrido ao espediente e que m .1 a gargau-
la do enfermo eom podra infernal.
I'inba-se f..rmdo urna a*-oriatao, no lempo do
Sr. Straiva, para os fatlojet de 7 de setemhm. o emi
boa quantia se recllicra. Fot agora ail.ni-.i I: : 1 ,
incorporar a' subsiripc/io eom quo se fazem os
he verdade que foi feliz cm sua empresa ; porem
se nao fosse leriamos de lamentar mais a perla de
um navio ; esla priso deve-lbes servir muilo para
ello respeitar as autoridades, tanto mais que eslava
no porto o digno capitao, e sem mais nein mais
sala, e nao faz caso de seu superior para Ihe
participar o occorrido.
No dia I do agosto houve audiencia geral em
correico, ne'.la compareceram todos os chamados,
era um verdadeiro dia de juizo, no qual cada um
apresenlava seus aclos para serem julgados.
No dia seguinte foi o digno juiz de direito lir.
Antonio Pinto da Silva Valle em corregi a ca.leia
desla cida.le,e all encontrou um individuo preso ha
poucos dias por crime de furto pelo subdelegado do
districto de Santo Antonio; como esle crime he
particular e s.i cabe o procedimento ex-officio quan-
do he preso em Sagrante delicio, o digno juiz
mandou por em liberdadeo pobre cuidado, e dizem
os entendidos na materia que a lei assiin deter-
mina ; porm o que me parece, he, que estecri-
ma deve ser considerado publico para ver ge de
urna vez se acaba com tamos furtos, pois no sortao
onde quasi todos sao creadores, ao menos tem sua
vaqilinba, sondo ella furlada. nao leudo meios pa-
i ra proceder contra tal individuo, eis se multipli-
cando o numero dos furlos c dos criminosos sem
poder a justica lomar conhecimenlo do faci ; e
eu meu caro, lico fazendo votos para quo no me
furiem minhas galinhas que lenho pois sou pobre,
e nao posso perseguir o ladrao, e lenho de ficar
privado dos ovos com que me vou alimentando o
nao posso dizer: Eu Alarilia nao sou algum va-
queiro.n
Paco votos ao Todo Poderoso, para que passo na
cmara dos representanles o projecto de lei que
eleva a ealbegoris de crime publico o furto du gado
vaceum e cavallar, ainda que eu fique fora do in-
dulto da lei, pois s posso criar gallinhas.
INo mesmo da om que foi o juiz de direito a
cadeia, ordenou que sa slogassa mais um quarto
para servir de priso para as mulheres, pois he
urna immoralidade existir mulheres o homens pre-
sos cm commnm o conla-nia t|ue neste sentido
offleiaraao Exm. presidente da provincia.
No dia 1? na audiencia quo dava o juiz do di-
reito em correifao, fui publicado um despacho no
1E3DXC B3I&!
.tlaques a propridaie. lleferem-nos qiieem
um desafea ultimes das, por obra das olio horas da
nolli, fura aecoiiuictlid.t no a|i reo dos Afoliados o
professor dessa povoaolo, que vi. lia a e-la cida-
de, por dous Jiudivi luos que tllle se acercaran!
com a inaior sem cetenionia, f. acarain-lbe cento e
lauto" mil ion que eomtigo lr:/.i.i, ponlo-se ambas
ao Iresco depois desse furlu eeeaudatoto, aa paseo que
a victima permaneca em completa eslupefacci. po-
rania tamtnha au.laeia. Ja ha .lias mu malalinbo do
capillo Firmir.u lora netsa mema loctldada atca-
lo p r un sucios, que, na falte .lo coosa nielh r, .r-
reb ilarain-lbe urna bandeja tle roiipa, qoe o ine-ui
trazia k cabeca. Taes fados nao devem passar dota-
perceb.dos, a polica deve lomar coiiherimeuto dal-
les, para tratar de dar as couvonientes providencias,
porque em verdade depie muitissimo contra ella 11
prat.c.i continuada deatet aclos criminosos no centro
11 cidade e a horas las.
linda pagaos.Consta-nos que alo para bandas
do Pina asiste om sogtilo ds m vida, de una mo-
ral estragadijinia, que tem d Arenles Blboa de Ire-
ze anuos para baito ; os quaes acbam-se na lobu-
lada ainda por baplisar. Vllend'iidu aos principios
de moralidade que adopta e prali-.a esse individuo
embrutecido pelos vicios, nao he muilo de admirar
que d em oaneclaoalo om acto semeltmite, quai.do
muitos outros quo acbam-se em posijlo diversa, nao
aoram de fat-lo lambem. C mu quer que soja po-
rm, em beneficio daquelles m setos etlmico-, faca-
n alguma cousa que os resgale la servidao do demo-
nio, em que ora etisicm ; por que dus pas s ha a
esperar a conliiiuarao do estado actual era refereu-
tll a elles.
ni parln monstruoso. No sitio de Jacob
Lopes, que lca urna leuoa anclado do Grato no
Ciar,1, patio em principios do mez que hontem fin-
dou, secundo urna falla dalla. una cabra lal mons-
iiuo-i 1 .de que causou espanlo a bolos qut viram-na:
o feto parlicipava da r,.ci humana e da cal-rom '.
Pessoas que examinrram ese produrlo h lorme e
lio.rendo, informara I. r elle fcicfies haiilanas da re-
gido dua pellos p..ra cima, nolando-se ler pellos,
pescnc.0. rosto a checa tle homem, ao paasj que as
orelhas erara de cabra, e nina dellas rom cabellos
do nieio para a pona. Os br.;os eram de creatura
humane, mas em tusar de nia., havia cascos da ca-
bra. Iloe pellos alo a cintura era cabra, o'.hi as
citas perfauamenle mnlher, e dos cotas para bailo
Inda a esduclura era daquella animal, e no fim
da espiuha dorsal, na aepararilo das ua.legaa, havia
ama pequea etcreacencia sem cabello-. Esse phe-
uomeno horrendo qoe Pica dccriplo, foi dado a
luz m .M.t ja' ; mas esteva por muitas horas etposto
a's vistas dos curiosoa, que allluirain para observar
assa aberracaodas lea iialuraes. O jornal qut publica
Bate faci, apezar de referir se a leslemuiihiis ocu-
lares, diz que nao obstante -c nao atreve a garan-
li-lo.
Ilemardice. Em Um eslabelecmtDlo doala
cidade, que eiilondeu nao dever liar mais ees fre-
guazes. le-sa 1 tegoinle inscriptao em letras garra-
faas, cullocaila em lugar hem talienla : .. Nesla casa
rasgoa-M o assenlo dos que deviam, quem devia
na.i., mais deve. o
Aialiltia.Ah para parlas da praia do Pin
ha uns ptssoa, que eultndeu lazer lislla um 1. -
mi ; e assm tem eOotaivamaote um 1 tal quaniida-
de ds eseh. iros que faz patatar. Ma- cuidaran lodos
que elle cerca-se de Sel, como guardas i soa pes-
...a e k Beus haveres? Knc.n petfeito. Sun, elle
crotorlo das su'dieneias'do juiz de paz pouco mais rca-.B de.ies animaet para ler o damoinbo prazer
. ,_ 1, de ve-Ios arcommetler o murlar a uns, e levar de
00 menos nesses termos, visto em correieao. lie roj0,n m ., oulra dMW, inJ,vil,110, que por ,,
injundico que subam conclusos os protocolos das transitam para a Boa-Viagam, sem neuhuma Inten-
audiencias como so praticou etc. licou com isto ,"io de nial contra aquello criador decaes, lia pre-
muno admirado esto seu criado quan.lo Ihe conta- V''" "".'" q'" fT cn'"^wUt. rte .."
_ _,__ I deve proceder por tal in.meira, ci
por
taso* viandanles, seja-o por cautela, porque ninguem
incuria, e 110 meu fraco entender, he ,r" paciencia secura no bobo ou na mo, para
is-cmu, Ei.l.riorm.ul. foram nov.es inscriptos, tdiantemenlo moral a Inlelleetoal do pov, bMr
0110 os sprcaenlad 1leteleosque eaTectivsmaeto con- como de dar lodo o desenvolvimenlu sos elementos
eurreram ; mas iste ultimo numero solfreu anda de riqueza q..e pos lo Aogoslos e dgnitslsso. senhores representanles
da 111 cao.Agrade{o-s os meios com qoe habili-
taste, meu goveruu para salistazer ti etlgencia> do
servico publico.
Confio em que. recolhendo-vos acs vossos laies,
continuareis a cementar a concoidia enlre lodosos
Bratileiros.
o Esla' encerrada a sessao.
.. I). Peleo II. Imperador tonslitorional e defen-
sor perpetuo do Br.sil.
Terminando eate acto, teiitsm-ac SS. MSI. 11.
com o mesmo ceremonial da recepto, e immedia-
lam.nte os Srt. de; utados e senadores.
II governo decreto a a rerturc.au dos dirslns de tl-
gaus gneros de iirporta(ilii do consumo das elaesss
menos abi.t^ilas. Nt alfandega da clrle essa reduc-
idlo ja se cha m etecu^ao ; o que lem merecido
joslos elogios ao governo.
Foram nomeados por decretos de 13 do passado
JoSo Raimando de Souzn para amanuense da alfan-
d.ca du llaraohlo, e Emili. Ayres Palbsta, prali-
caiiio da Ihesoursria do Amttonai, para araanuensa
l)einin-|da secretaria .1.1 mesma ibcourara.'
a O Sr. Jos Antonio de Calazes Rodrigues, diera
de secQioda secretaria de .alado da guerra, foi Bo-
rneado contador geral da goerra.
Foram poblic.det sa tegointes decretos pelos mi-
nisterios ds iatUes, fazenda e maruha -.
O de n. 9T."i lalorlaaa 10 a aposenladoria concedi-
da ao juiz de direito Antonio de Araojo Parrsira
Jacobina com melhora, em considerac.au ao lempo
em qoa o_ agracia -o nao pode et.rcer >eu cargo : O
de 11. 2 JO alteran lo o modo de qualificar o assocar
e de marcare seo prsco medio naa pautas semana.s:
e10 den. 9,, appiovaodo a tabella dos vencimentos
dos magistrados empregados do conseibo supremo
mil lar e de ja.t-ca.
J1 foi sanecionada e publicada a rssolu9.l1 da as-
sembl.a mandando vigorar 110 anuo fnaneeiro de
1859 a (O a lei do orrameulo o. 9dG.
Fallava-ea que fora" o Sr. ro'nselheiro Ferraz con-
vida !o para ttotar a presidencia do Rio rande do
Sulpurtiulra commissao ainia maia importante.
Foi jubilado por contar mais je 25 anuos e hav-
lo Solicitado, o Dr. Jos Bsnto da Rosa, profes-ur de
paihologia da faculladede medicina la crt.
II Sr. consellieiro Paranlins tulroo em etsrcicio
do membro do conselho naval.
A eaohonelra AraguarjDdevesahlr em breve para
o Amazonas.
loi iiouieado ceJef. da polica ds Goyai o Sr. Dr.
Jos Kootiguea Jatdim.
O Imperador enlrado a 15 do pastado dos porlos
do Rio da Prata da-no aquella repblica em Iran-
quillidale.
No da :tl .le agosto houve om forte temporal do
sal em Montevideo, que levou o goleta nllaveloek
costa, salv.ndu-se purera qoaii lodo u carroga-
inanto.
O governo a reassumir a direccao das rendas da
tlfaoclogs.
No dia 7 honve a bordo da crvela 2 da julhoo
um grande baile dado pelo Sr. I.imego e comman-
danle dos vasos d. guerra branleires all surtos.
Fora presentado para hispo de Cordova o chantre
r. Arel'ano, e da dinrese litoral o padre Segara.
Foi approvalo pelas cmaras o contr.to celebrado
com o liaran de Mao para o ealabelecimenlo do
Banco .1. desceios, emtalo e depsitos.
No Paraguay a r.speelivo presidenta linha publi-
caduo tegiinem.qus se ha de ohaervar no transito dos
navios mercoBlea tle lodas as naettos.
No .1 Imperan 1/- ehega'ra a Buenos-Avres o nosso
consol geral naquella localidad* ; o qal he una
aculado all por lo), a popul-c/io.
PRACA23 de aelembrode 1858.
Cotarfies o/ficiaet da junta dos eorretores.
Lambo..Londres (i 3f* a 27 "18 a9i) ds
Descoulos.12 Om.
Jos l.azary, oresdenle.
l'...ros A .ir.ihe une r, p.lo secreltrio.
De S. Paulo pouco temos a uoliciar. Essa provin-
cia, permanece eio trp.nquilliiade.
As betigas, pezar de l.itr.ni ainda algons etlra-
go, com lu lo ja alo ame ironlavuin tanto a popnla-
ea', tujo espitilo o.a achatase mais calmo.
Al ca..henearas .Apa. e Atiba bahvo no dia 9 li-
nbain psrlids tle Saulos para o Rio d P.ala-
() eclipse fai all vi-iv.l sobremnd.i, tem qus po-
rm l-asem era brevas, eomo alguein auunciava.
Al obrai do novo Ihealro schem-te paralysid'ai
sendo islo dsvido a viagttn do respectivo emprezario
a corle.
utre ef.cjao em uin dos concarten-
les, qae rctiroo-st do eooeorio. Durante ..s irsba-
liios parlarain-se con a dsvida dignidade e rosiciea-
cia .11 00SI5J 1 que oeeopavarB, os raapeclivos etam-
im lores loba direcflo do Eim. Sr. Porlella, di-
rectur gtral da inslrue{lo pobilea. Couila-noa que
uin 1 roce.leu e ,,' -, ilac.iu Immediatsmtole, porque
a esta boje fundamentada as provas do proprlo
csudldato.
O vapor brasileiro Cruzeiro do Solo, vindo di
Itio de Jaueiru e portoe intermedios, liento a seu
borde os paisageiroa : O Ktiu. sr. eenselheiro Jote
liento .... Cnnha e Pigneiilo, tres lillms e dooa es-
cravos, Jo.u Joe Inocencio l'oggi sua senhora e
dous cscrav..s, llr. Ca'lan:. \. Pereira ds Brilla >ua
senli.iia Iret Blhoa e urna criada, L Silveria C. de
Albuqoerque O um criado, llr. Jetommo VilUla de
Castro lavares e 0111 criado, Francisco JoSo Carnei-
ro .la Canta e um escravo, I),. los .Moreira Bran-
I Castello Br.nco e um estrave, Ueaego Joaquim
Piulo de C mp s p uin escravo, leneuie c.touel
.loo Joaquina i'. Lopes c um esetavo, l>r. Sel. -i..
do Btego Btrroa de l.a, et 'a e um escr
gos Ferraira Mam, l n el F. da Silva Novacs, sai
s-iibora t um e-rravo, Aulomo di Almeida Gsmes,
Fr. lenlo do M. Me armello e um escravo, i).
Anua Amelia Franco de Brillo tres BUiatIras cria-
dos e um escravo, Felippi llallr,. Castro, Manuel
C. de C'liveia l'as.is e 0111 e-cavo, Joseph de Jly-
poilto, los l'ereira da Suva, Jo.ti Francisco Loo-
renes, Francisco l'ereira Viauoa, Anlomo de Aze-
vedo, Joiu Cbral, Anl nio da Costa, Antonio l).-
mingot, Jos Pereira, 1 cadeie Igniiciu dos Santos
Nogueura. Ovidio Jos Barbosa Gardiser, C.ilos L.
Jos C.uilbeime Matheus L.. Jos Francitco Piulo,
r Casoll, Anlomo it. da s., Csn ti lo Francisca .,
Jos tul..nio da Silva Jnior Dominaos Alvos Hes-
pjnli.,1, Amero Jacome de Araojo, Francisco lava-
res da Cotta, Joiquim da Silva Torras, 1). .\uns
Joaquina Tell.s e I tsersvo, D. Antonia Joaquina
da Silva, 1 menino el escravo, Sdvsdor I, Vede-
gal, s:.a scnlnni e 1 escrava, Jos V. de Aedo e
- Bul ladus do t-iercilo.
Segoem pata o norte :
Smador Angelo Csrlot Muniz, ttes escravos, Dr.
Viclorieo Reg l'os am. B rrelo, sua senhura e d.n.s
escravo-, Dr. Tilo Francisco da Silva e um escravo,
Silva Maia um e-crav.i, alfares Antonio N. Pinlo,
e nm ,-ri 1 lo, padre Joaquina Pereira de Alencar,
: ade Jos Candido da C l'e-soa, Aletandte P. ae
Bulo Aniotira, Ricardo Alves de Carvaiho, Manuel
V. de Almeida, AaoMlaho Bubosa, itlong. (ieovan-
ni, Vicent-ia llana da Coi ce^ao e quatro Sillos,
Vugutlo M. Plobeiro, um toldado do etercito, qua-
tro et-sold.dos, urna ei-prajt de inariiiha um
eicrav a entregar.
O vapor nacional iiPeriinnnsa.D chega lo hon-
tem de Macai.i patios intermedios, Iroute a aeu
botdo os patsegeiros se^oinles :
Jacinllio M. da Silva, Ftancisca Nones de Souza,
Hanoel Pontos, Francitco Illanco, J laquira Camozo
quiin da Silva Figoeiredo, Joaquim Jo. V. C. R.-
blmba, .1 tJoaqolm Faria, Jlo Man-el de Berros,
Jola F. C. D. Perdalo, Joan l'ereira C Go.maraes,
Antonio Jos BUlaaeouii, Alesandra Ferrera Ca-
lara, am Gibe menor eumo^ravo, Jos Joaquim
Gomes de Abren e icos eerravos, Bernarduiu Frae
ci-co Basto-, sua mullier e urna aicrava.
UataUmim publico. \n da 3 do crrente
mataram-se () reas para consumo desta cid.ide, a
laber :
Um 1 sociadade maln It, notra 10. Bernardino
Amando Aog."lo de Arauje 6, Jos Francisco de
,-.au7a l/m.1 ,\ Folio e Jo3u Jo- de Alhuquerque
ssda am, Msaoel da Sent lavares :i, Jos l.oco
Lina, M noel J. aquiui Duarie e Souza, Jos Mau-
ricio dos Sanios. Jlo Nepoo uceno Augusto d A-
raujo, Luis de Qoeiroz Barros e Chrislovlo de Sau-
liago I.essa 2 cada um. Jnaqaim Jscinlho, Belarmi-
00 Alves d'Arouch... J9o Clirveoilomo d. AH.u-
querque, Usllool Jo-e 0a KetUmiCSa e Manuel
'.'aula de Atboqoerqoa 1 cada um.
Hospital.;.. caridai (30 de s.iembro.)
Eti-ti'in :!(i homem e ili mulheres, nariunan ; 1
homem, eslriingeiro ; e 1 hnineni escravo ; total S :
sendo vi-ila la- a- ei.fetin.nias, pelo cirurgiao I'inlo,
as 6 huras 1 30 mnalos da mandas, pelo |)r
Dorntlles, as S menos f minutos da manhli e pelo
llr. Firmo as (I horas menos dez minutas do larde
de li.iiili'iii.
Morlatidade do di* 30:
taoteiilina, pards, 11 dias ; Iroso do sangoe.
Jos da li ili. liisie/., br.uco, casado, 7S aunos;
gangrss ..
Amelia, branca, S .lias; eonvoliSes.
Fmigiiii, pardo, 1 nipzas ; convoises.
A lolplui, brsnco, 2 mezes ; cuiivul-Oes.
.//. amanhiitt.
nos empregados da eslacao liscal mais prolima, ou, fealejos de-le anuo.
na falla deile, a qualquer oulra eulondada I cal ; O eoatiaereio lem s. (Trido alaoma cooia ulli-
e submeller-se as medilna que .1. empregados fiscaes mmenle com a falla de ConduccBes de Santos para
ou a aul-1
alguma
I Art
lter-se.ssmeai.iiis que os einpregadnt fiscaes mmenla com a falla de Conduccoes ,1o Sanios para
iloridada inlgarem necesiarias para prevenir a espiltl. O goveruo lem emprega.lo a que etille ni
.mportacau clandeiiina. eondoctao dos objsclos para lUpora; alsm disto,
t, 1-.. sea avaria nao aer logar jo privio a-1 romo rigoroao invern dominante, as hopas que
,. proceder por tal maneira, cuja desonvenieii-
lam, anida que nao enlenJa da materia, mandar cja n, pa|mi,r, quando 0,10 sejj por def.rencia
subir conclusos protocolse dar sentencia eseripta
nelle be urna incuria, e 110 meu fraco entender, ...
.inaior dos observada, quo ,en.,o visto contar *^yE&SSrtt2Si
porem isto nao he nada a VIStI do que me cunta- agora a ser etlr.hidas por um novo plano, qu. re-
ram a proposito, quo tambera no juizo de paz foi dos nao s de vinle quinze ceios de res o cpi-
eondemnada s primeirs testemunha as cosas, ':' e esda prrle, como igoalmenlt o numero do bi-
..n.n..n -_*.-.- Hieles premia lu-, que por elle reslroieein-se a "i-
parqueo rao nao linha rom .pie pagar, por isso, |oe.nioVe ^.ola. Be lambem diminoid. a totali-
nao deve causar grande admiraran o tjue o juiz de ; dade dos bilbetat, que de qualro mil pasiam a ser
direito encontrou no prutocolo. .tres mil.
No dia 31 ,|o prximo passado fechou-so a au-1 ~ Cmiaaiado .!;,,:. .1 ., oetequalurimperial para p.der eterrer as finir-
dienea geral em correieao lando deeorrido os 39 (josa? viee-cen,ul daqa-lln naCo asis provineis,
diasque o decreto n. 8-'l de "2 de oulubro do 1851, o Sr. Jorge Neilnii, -ul. nio ingles aqu rasidenU.
determina ueste dia fci a mesma cousa quo na CondecoracBes.~Os Srs merque de Olinda,
abertura ; con. a differenes quo o digno juiz de di- !'"""* S2S2" ".' "'" '"""1 ?%'t1 !?.?"
u rrlr;l foram agraciados pelo imperador da turnla
reno iteu muilos provimentos, a respailo dos pobres ,., 0,igBi, ,a ordemMedjiJ.Tambem foi
orphos, polica etc. impondo a mulla de 508000 condecorado eom a medalh da tercena dtaae deesa
ordem n Sr. Francisco \ -vier da C. ala Alelar de
Aodrada, seerelaiio da legaca do llranl em l.on-
.Ir---.
Mr. Emerat.Ea ptrtontgem do h rrivel
.llama reprsenla.I., em Djeddah pelo fanatismo dos
CIIROMCUll)ICI\RI\.
TEIBNAL JJO COMMEtCIO.
SESSAO' CONTENCIOSA KM 30 DB SETEHBRO
nt; 1838.
Presidencia do Exm. Sr.desembargador
Souza.
(Stcretario. Dr. Aprigio (uimaraes.)
As 10 e maia huas da manbaa, cunstilnido o tr-
bun.l, tallandoe Sr. irpuia.lo Rege, f,.i aberla a
se--o, proceden.lo-se ao scguinle
Julgamento.
Embargante, Manuel Jo-e tionc.alvei Itrnga ;
Embargados, Jos Francisco lleleni e outros.
Foram desprszados os embargos.
Pauagent.
Appellante, Jos llygin ,ie Miranda ;
Appellados, Anlomo Itrasiliano de Oliveira a
ootros.
DeSr. de-embargador (..erra ao Sr. de-emliarga-
dor Vil-ares.
ppellanl, Antonio Burgas da Silva Lobo ;
Appallsdv, Jos Ignacio Dourado.
liuol passagem.
Vesignaeao de dia.
Appetl.nie, J..a.i \a\ier Camorra da Cuaba,
Appella.lo, Marcelino Jos Lopes.
Iie-ignou-se oprimen, dia AUL
Nada maia houve a tratar.
SESSAO" ADMINISTRATIVA no ME<*MO TRI-
III MI., EM 30 lili SETBUBRO DE 1S.-|8.
Presidencia do K.nn. Sr. detembargador
Souza.
A's 10 horas da manbaa, achando-se presentes
os Senhores ;depuladt.s Bi.-lo, Lames, e su;.pen-
le Binase e Silva, o Sr. presidente declarou aberta
a sesio.
Foram lidas o approvadns as acias das duas ul-
timas.
DESPACHA RAM-SE
l'm reqiienmeulo de [luirle llames ds Silva e
Francisco Jeaqnim da Costa Kislho Jut. or, informa-
do peto Si. SeeefflbaiROdOf liscal, pe,lu. lo o registro
do s.a con!, iio de sortedsde.'Regrilrs-ie.
Oulro de Soalbsll Mellors S ('.on.piielm, pedinde
o registro da sua procuracilo a Jos Antonio Piulo
Sern.lio Registre se.
Oulro de Pedro Marciano, ped! -. registro da
procorectfe que deu sJela Bsplitta Fragoso e 00-
tr, '.Itecisire se.
Oulro de Ferrera S Cruz, pedmd.i por rtrtid.l >
o da, mez e anno em que foi registrado o sen con-
trato social.Cerliflqoe-se.
Oulro de Tinoco, n-.rr.is ,\- Companhia, informado
pelo Sr. detembargador liscal, pedindo o registro do
seu dulralo socisl.Rgiilr-sa.
Ouiro de Francisco Custodio de Simpaio, lambem
informado pela Sr. desembargador Qtcal, pedindo o
remsiro do ten contracto de socieaade. Regis-
lre-se.
Oulro de Antonio Jos Viveirna, commercianle na
provincia daaAlegoaa, informado pelo Sr. desem-
birgador fiscal, pedindo iiiatricolai--e. Halrisa-
le-se.
E mo bavsndo mais nada a tratar, foi encerrada
a sessao.
O diocesano anda nao linha vultado a capital, da
sua digrsisl.i ao centro da provincia.
O commercio soffrla alsoma cousa por falta do f-
cil irnnsporle de Sanloa para a capital. O governo
lem dedo alsumas providencias a rsspeilo.
Frs ceuc.dida a demissao pedida pelo chefe de
polica Dr. Anl.uno Roberto de Almeida ; que he
substituido pelo Dr. (,,iv.no l'eiiolo.
A provincia de Minas al a ullima dala nao mar-
cava em sua chronica ataia a peimanenca do snee-
go e salubridade pohlica, sendo aquello apenas per-
lorbadu por um conflicto occorrido em S. Joaud'EI-
Rei enlre o povo e soldados que con.luiiam preso
um individuo aecuaado de ler ferido 00 oeeaaionado
um rmenlo leve i.'um soldado.
Em sesuda houve sa devidas providencias.
O hispo dioreano perca.na alenmas localiladei
da provineia. ond. (sm des.nvolvido sos misslo e-
Vengelies, jt' predicando, ja' dislribuindo o chrsms
por suas n\elh s
>.1o foi sensivsl em Ouro Prelo o eclipse annon
dedo como larval em loda a Amerea-Sol : o da,
qoe etleve nublado e chavos.., cooservou-se sempre
igual quinto a alsridade.
!to mais a provincia camiuhava sem tropeos
quanto a adminislracao publica, qae vai sen ca-
mnho dignamente.
Do Rio t.raiid. do Sul as noticias sao baldas de
inleresse.
A provincia gozava de traoqullidade, e a laade
publica era boa.
Tnha all ehega.lo om patacho hollandez com
colonos procedentes de Antuerpia, e com destioo a
Porto Alegre.
O Sr. Jos Dias Correa da Silva, capillo da barr,
..Planeta.., aoba-se preso, em consequencia da pre
calora do chefe de polica do Rio Grande du Nort#~
Canliaaava ua provincia da Bahia a funrciona -."
respectivo corpo l.gislalivo, qu lia pouco foi iras-
tallado, sem que por ora all tsuham-se dado facloi
nolaveii.
Consla qoe o Bsnco da Bahia lenciona solcilsr-
llia que autorise as reparli^Ses provinciaes, para qae
sejam os seui bilhetts all recebidos.
No dia -Jl leve logar a eleirao dos membros da di-
rectora la oA'auci{ao Coiuiuetcial.
O Dr. J,.-u Rodrigue* Nunes foi nomeado com-
missario va.-cina 1 r do n'oin -jpio de Cselil.
Ilnovs um principio de incendio, qae foi eilinclo
a lempo, no deposito de Piassaba do Sr. Domingos
llenriqoes de Azevsdo, no Pilar.
Tem sido ollimamsnle capturado! diffareiiles cri-
minlos de morle.
O temporal do di^7 Tez grandes estragos na costa
do Mar t.rande da liba de Iiapariea, onde foi no dia
11 Uredo das vaga.. ahre qu. boiava desea, sado
11 om madeiro, o rapazinho que acompanhara o ca-
pll.l.l do l'.il.-.ill.n
:\
e>
1
para as obras de N. S, da Conceicao do Alto
Tundo eu dito na minha primera que s.i exista
um lemplo, e agora falle que as mullas serla em
beneficio de N. 8. da fonceicao do Alto lio neces-
sario que me explique a respeilo.
$tt?U! :. ^(TftSS 0.
I', lo eCroseire do Solo, enlrado hontem dos por-
toi do sul, (amos .latas que rliegaui aa do Rio a iM do
p -- do, as de S. Paalo a 1S, as de Mina- a Iti, as
,10 It.,. tirando do Sul a 7, ai da Baha a 21, as ti.
Ssraipe a 20, e ss de Alagcas a 11.
Como Irdoi us leiinits s-btni foram encerradas as
esmeras 1... .lia \2 do passado, e hoje que recebemos
jornaes qus tratera a falla du Ibrouo, aqu dauo-la
a justa eoriotidade do publico :
SENADO.
SESSAO IMPERIAL DO ENCBRRAMENTO DA
ASSEMB KA GERAL, EM IJ DE SETEHBRO
DE 1S.1.
Presidencia di Sr. \l. I. t'aratcantide l.acrrda.
A meio dii, reunidos os Srs. dtpatades e sena-
ib re-, lio n.ineados para a depalSCile que lem de
Mu-sulmanos, foi uomea.lo pelo imperador dos I- ran rsoetier S. M. o Imperador os >r-. depulc lo- Anlo
"oJe Machada. Piulo de Campos, S
monsenbor Felicissirao, Brrelo
j.r. 1- M cetas cavalleim da Lesilo de Honra, como urna ilai .nio Jote Machado. Pinto de Campos, Sampaio \ au-
ExisteroaprojMiosdetemploM Mi nillsenh(,r FelWssImo, B.rreto di Ar,,',
a. do Rosario o oulro a N. S. da Lonceico do nualificarSo du assucar.Vor decreto do go-1 Francisco da Asis Athayut, Silva Pinto, Marlinhu
No da 15 nilalloa-ie c bespiUl militar da pro-
vincia, ere 11., por l.i de 18,"* e decreta de 1S37
OEim.Sr Ptts Brrelo, presdeme oon.^.l,,,
slnds naj linha lomado as rodeas da adminislracao
a ultima dala. v""
As eoadltoei hygisniess da provincia eram satis-
factorias.
Cambios.
Cambios. Sobre Londres fio e 90 d. de v. % lii
d.eG1,d. '
Parh ,. ;ito a 380 o fr.
Lisboa 110 pr.m.
Melaes.D.d.les haepenboei 305 a 305J4H).
Ditos da patria .'105.
Pecas de ttpSOO velhas 1(i#jOO.
Ditas de I DsltOO.
Soberanos HatlO.
1'alacOos br.sileiros ijIOO.
Ditos lu -(.animes 29100.
Ditos ineticauoB '2s.
Frelts. Canal a ordem s para o continente 30 s.
Ilamliure... 30 s.
I.iverp'ol 1j a.
Na provincia do Sirgips Ireinnu grande tmpora
e cahiraia copiosas chovas desde 7 .1.. psssado, dao-
1I0 1-11 lugar a ebrias ctlranrdiiiarias.
Deulr da cid-de de I.-traugeiras, qoe fica a roir-
gem do Cnlingalba, nveeavu-se em canoa.
Na Balancia rahirim dffereules casas, e a ponte
obro o rio l'i-.ol.y ficoo arruinada, apezar de ana
forll! C.in-t.-uceo.
Realsou-se no circolo de PreprU a tlelcSu para
diputados provinciaes.
Passoo-ve provMo para cr.aoa de om remilerio
pul ico na fteguezis doa LaaeOS.
A-i noticies da provincia de AlaROSS sio baldas ds
inliMesie, no eulrelsnlo a tranqollidads era htalte-
ravsh


DIARIO DR !>FRNAMRCO SEXTA FPIRA 1 DE OCURRO DE 185!.
@0rm**>!ti>cncia.
'
*" Sis. re'!clorp.Luido par casualiila '
rain .le luultin 30 4a proiima pausado, dcpaiei rom
mu rorre.pbiiil.'ncia atue.uarf.-i pelo flho iln ni-11 il
gubJfltiliiK' da ftagaaiil .I Afogarto, Jun (nrgo-
iijn l'aei Darrel), na qtml parece querer fajer cier
ao respeitivtl publico er eu uin Ingrato para rom o
seo pamiihn, quindo allega um cavullo que enipres-
lanrfo-ine, malei.
Derlaro para que o publico nlo fique na dmiia
da lal neaofio. que pague! ao Sr. Jott' (i.irji.ioio a
qaanlia de :r>0; r*. pelo dilo cavado que o iiipsiiih
(orgODio ja' me liavia in.ni ii'u dcieni : para que
fique ciiiliecento o publico a ine l'miiiia de tal autori Ja.ie publica, publiCJ 0 sc-
guinle reeibo :
a Fie i ira meo poder a quanlia de \09 r., que
\ S. me niandou em paga do iumi cvala M
que me o navi.i mudado hilar pan mm elle (icar-
ia par compra..1 ><;' tiiira-iuo Pjea l'jirelo).
Afog*<10, 1 (te oolnb o de IS'.s.
Franeitea Carnero Mch.nio llios. Jnior.
Santoral retallara.Faltara n um deier de cra-
li.iaj, se deilsfta rn olvido o meu rpcoiiliecimenlo,
pela inmeir.i ob*t-(|uin.-a pi ripie fio cmpre tratado e
mlnha lamilla na cidada de Carpara'qnando all
llenando ; neela circumlaneina, e pela pretaa
r ni i|s da l.i -ali velnil.in im-iili-; tern que p-
dense deipedir-ma da nanita pesioa respeilaveis,
que tempre me honraran com -ua e-lima e amiaade,
prevalee.0 me de sua conce luad.i Collia para tribu-
tar, pela maueira luiis solemne, esse meu reconbe-
ciineiilo; e peiir deirulpa ueui falla, filba de cir-
cumlanca= pirlicularae.
Aproveitmdo o enseio especialmente me dirijo ao
IIlB.Sr. Dr.Jail de diriilo Manuel ('..irreia Lima,
promotor l.uit de Albuquerque Marlins l'ereira, ad-
vogado Einisdio J.mce de Cuido Albuquerque, le-
mnle-coronel JoSo Vieira de Mello e Sil.a, eapilol
Antonio \ iclor de Mello c Sil, l'iaueifco l.eile
de Atevedo. Manoel Leile da A A vedo, (I rgorn
1-ranciico rorrea Vaicancelloi, subdelegado Claudi-
co Jos de Uiivaira, supplenle do ine'ino Mantel
l'ianriteo do Espirito Sanio, aosquies ollere-. ins-
ta praja o mm pequeo pieilnne em prol de ti ou
de qii.lquer deis* lugar que amo de corain.
Itfrife :*l de seteinbro da 1838. O altere do cor-
pn de polica. Jos Antonio da Alliopuorque.
Minio e porto iolarmadioi 30 hura o vapor na-
cional Periinnngeo, comuiandanle o seguirlo le-
nenie Joaqunn Altes Morena,
o ol.ibe- Rio de Janeiro e parto* inUrniedi.u 0 das e li
bf.ias, vapor braiileiro Croiairo do Sal, eoni-
niaiidanlo o capujo do m.ir e guerra (.iervozio
Mancebo,
ce
co
3
~ -

3. ^ w -
- -. & O! C l O. C_ tu lloras.
* 5 J w 3 Anotphera.
o o (= a B Dircccao. f**
= r = s? __ i i li. K !i csstaE-ipi ~;i^-ir. daili".
Centgrado -i s
IC. 1- 1- i- I-'. o i a ^ li i; ;; Rtaamiir.
Fahrenheil
-- = <- = Hygrometro.
n Barmetro*

w
R
53 v-

PANHIA
ln:
:ii{
0 wpor niciona] Persinonga, romman-
danle o segundo tsente Moreira, neguir
para os portos lo noi no clin \ de outobro.
Recebe carga at o dia 2 as 6 horas la tarde
vm-iii acom anha la los despachse c ;i >*
Sg cimentos,deixaudo do embarcar aqull i que
-' o nSo vier.
Por,





PRA-vA DO RECIFE, TO DE SETEMBRO DE
1858:
A'S 9 HORAS DA TARDE.
Cotai;0es oiliciae.
Dasconlo de lelraslo 0|0 ao annn.
fred. Robilliaid, presidente.
P Rorges, secretarlo.
AI.KAM1KUA.
Kaudlmenlo do da I a 'J. .
dem do -ie 30. ,
I34:2I2J078
I8:8i6#922
503:0iJtiMMI
Descarregam hoja l.- Je otubro.
Itarca inglezaLancaitrefaiendas.
alera francezPaul llaberlfaiendas.
Brigae bamborgueiTlmreragarraloei vatios.
Barca porlaguetatlralidodiversrs gneros,
B'icn nacionalElvira dlvereoe gneros.
RENDIMEMO lA ALPANDEGA DE PER-
NAMB CO DO .ME/. DE SE I EM URO.
Importacao.
Direitoa do consumo. ...'...
Ditos del por rento de reexportado
para oaporksealrangeiros. ...*..
Expediente de "> por cinto dos gneros
eslrangeiros navegados por cabola-
gem.................
Dilo de \\1 por c. dos gneros do paiz.
Dilo do I l|_' por o. dos gneros livres.
Armazenagem das mercadorias.....
Dita da plvora............
Premio de Ipi 0||) dos assi^nadoa .
Interior.
Mallas calculadas nos despachos. .
Dilas diversa-..............
Sillo fixodo papel...........
Patales W despachantes.......
Ditaa sm ajadaalaa dos iiespachantes. .
Emolumentos de cerlidues.......
490:3999354
.>i(ii)
6969964
6739861
2t750
5KM99743
2719675
5:38la.'ll
o lllm. Sr. inspector iia thesouraria
provincial em cumprimentoda resolneSoda
junta da Imada, manda fazer jubileo que
a arrematacSo da obra da bomba aobre o ri-
eho Ricupeha, foi transferida pair. o da It
do outubro prximo vimlnuro.
E para constar m> niatidou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario
Secretaria da tbesonraria provincial de
Pernarrbuco 25 de setembro de 1858.O se-
cretario, a. i". d'AnnunciaeSo.
<) lllm. Sr. Inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento <* ordetn do
Exm. Sr. presidente da provincia, inania fa-
zer publico, que no dia 21 de outubro pr-
ximo vindotiro, fersnte a junla da fazemla
da mesma thesouraria, se lia de arrematar,
a quem por menos izer a obra dos coneertoa
da ponte sobre o Rio Anio, avallada cm res
11:5009000.
A arremEtacilo ser feita na forma da lei
provincial n. :3 de 15 de maio do I85, o
sob s clausulas especiaes abaii i copia las.

(.'
i
n t
0 patacho portaguez PromptidSo II, do
primeira marcha, forrado e encavilhado de
1 -, segu pan o Porto at o fim do Br-
rente : para carga e passageiros, para o que
tem excellentes com modos, traa-.- ci m
Elias Jos dos Sanios indrade & (,., na ra
da Madre de Dos n. 32, ou com o capilSo na
pra^a.
ira
ra-
lle,
a car?a ja contratada, e>
com a que mais se contratar para es 3 por-
tos le o da 20 do correte : consigcata-
ios Almeida (ornes, Alvesa C, ;.a !ua la
Cruz n. 2".
ARAC.ATY.
Segu o hiato Duvidoso, j tcm parte da
carga a bordo, o para o'esto e passageiros.
ear,
O veleiro
closa, cbj
s.-ni ilerr.ora com
n nao v. Pj
e acreditado brlgue escuna crt
to Jo3o Jos ,do Sooza, secu
-- Qoem livor um carnero d anso
montara de um menino, raa vende ,
rad Irigir-se ao Coi o unto, casa do.-.
n Rooker & G.
Paulo iliala, ro iai l.ran-
J. pairas n.15, na metmacasi lem asna t
lenlriiirc.
Na ra do Mon lego n. 139 jun
tSodaolarii do Alexandre, si pr risa de
ama, especialmenteescrav pen coztnhar,
i i com i erl itjSo o m is si r-
vi^odeumi casa de pequea familia, psga-
o, c isseguri -i bom ttei -
ment.
' r. Ignacio Firmo
& be em sua casa > tA
Z norlo da estrada da Pa
Ua laleoa, eni e a
pequea do Chi ra-



CUHPANIIIA PORTU ., !ELR-
.,': 'Os .-
c.


i m ; i
5 L
S
8
m
2
8
i
ItmSu, luaa.MaiIre (t9l


trata-se cu:- Martina
le D.'os n '-!
Pai.: n nu .: me ir o.
i" veleiro e bem conhecido patacho nacio-
nal Beberibe.de primeira marcha, preg do
e forrado de cobre,prtende seguir com moi-
la brevidade, tem a seu bordo urna parlo de
sea carregumento, e para o resto que Ihe
la-se com o sen consignatario An-
uo sea es-
falta
Ionio Luiz de (iliveira Azevedo
criptorio, ra da Cruz n 1.
Para riio d. ,|;
nciif.
:. la 0 D I-
Iboi trata ment, o maior... lo e cui- ^
medico. (I local em que esl
ediiieada .. i ai desl n da
miste,r as i gras bygienicas, sobre
as quaes esta construida, os co
dos de qne dispfie, o axei ,
e regularidade que alii se e
tram, s3o condiefies pon lerosas i ara
urna breve cura e ci
belecimento. as pessoas quequrze
rem utiliaar-se do seu pr sti o po- *?
em dirigir-so a ra do Hurtas, so
lira.lo de om andar numero IS, das (A
iii horas ila m- nhSa as 3 ;, ,.. .
i diante a
cimento.
Aluga-se o sobra o de di us andares p
sotao, na ra do Caes do Apollo, nu
5 acah .da d commodos para gri nde f milia, estando pin
lado do nr.vo e estucado a rnodei
fra cm ambos os andares, ca
I para aguas, ele, etc. : u filiar na ra lai
Ido Rosario n. 36, botica lo Sr Barthol
Precisa-se iie um rspazinho portug
delta le anuos le ida de, para estrib ir.:
no ateo do Carmo n. 1'
NA Kl A l'A til.OUA (.-. -
ODr.Lo a a, sctci
ii" 11
IB) 1 -
1 pa-
1 tk mas enfi 1 ladea"
orno para tazer qualqi rac lo. Os docntes 1 lados
pela liomcopathia ou pela ollo-
ilhia, couforme pan c 1 mais
? conveniente para :i bre\
ira. A Iverte tju r ci be gra-
luil imei te umaott outra p

que precise azer algum opera-

cao, e que por suas cum.
ias nao possara satisfazer as des-
ezasde trata ment o nao nucir
ujeitar-se a ir para os bospitaes,
O precodo tratamento dos isei'a-
voregulara' de '.'; a ~; diarios
conforme 1 gravidade i!.-i 1 1
tia o terapo de curativo.
D-se dnheiro .1 juros rszoaveis: na
ra un Cruz n. 15,


-

Ao manhecerde sabbi lo corrtnte
tera lug : o -. !: de S.
', a qual
co rer as |3 ruis rrio ga 1-
em,
PEMO,
''-'' ;'-i collegas dilectantes
'
1 iliu
I 1
Os
:
'.' qu
-
camei 1 ;
mi-
ha
1 que Un
mala ii licioso
ttendldo
l i-, titos diletantes
imm m ferro
, skhiuu p,,,j ,fua ,.., (,,||Zn, j.-(i ;.rma7om.
!
COIPilH

\s pessoas quo se pro. ozere ti a c.-ta ar- ve|elro rigun tumnM Laura preten 'e .-.-. .
ssessoes MB muila l-revidade. lem parte de .'"-- ..--.
o dia, competentemente habilila-
allixar o pre-
199910
549I88
2I9I2O
4IHI.>0(I0
629500
1^- 60
xtrao ruinara.
Dilo de mercadorias abandonadas pelos
direitos ...... .......
503:0299000
8f899
lis. 503:03798911
Nos se/jubile* talares.
Dinheiro .... 228:5899961
Assigoados 274:4479938
Depsitos.
Em balanro no uloino de
aCoslo.........
Entrados no correlo me/.
S.ilodos.........
5:1088801
5699300
s.-fin^ioi
6619438
Etisteules...........
Mm uguinlei tutores.
Dinheiro..... 3979112
Letras...... 1:6399554
Coiilriiniirao de CO.rida.de.
Kendimenlo acate uiez.........
Alfandega de Pernambuco, :io de
1858.
O escrivo,
Fawlino ./"..- th.s Sanios.
HOVIMENTU da ALKaNuA.
Volunies enlrados mm fawn ;.t ....
e a com generoi ....
:i:U:'a;-(.i,i.
3309819
etemtiro de
Tolal
Veame ihidoi eon larenda
f aom geoeroi
27S
:i:>
C23
160
ido
.".90
Tolal
CONSULADO ('.ERAL
llendimanle de dia 1 a -."J. 41:2199473
dem do dia :I0,...... 2I9803
rematacSo comparecam na sala das scsses
da mesma junta no dia cima declara.., >"u 'gamento prompto,
pelo
das.
K para constar se mandou
sent e publicar pt lo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 27 de setembro de 1858. -O se-
cretario,
A. F. da Annunriago.
Clausulas especiaes para a arremataco.
1. Os concertos da ponte sobre o rio Anjo
serlo feitos de conformidade com o orc,a- |
ment auprovado pela directora em conse- !
Iho, esubmeltido a approvacao do Kxm. Sr. I
presidente, na imporlancia do 11 500; is.
2. O arrematante comeara os trahalhos
no przo de um mez, derendo conclui-los
no de dez ; ambos contados como determi-
na o regulamento das obras publicas.
3. O pagamento sera em contori idale do
quo dispe o art. 39 da lei provincial n. 286.
4. Para ludo o mais que nao csliver espe-
cificado as presentes clausulas, so observa-
r o regulamento das obras publicas.Con-
forme.--- O secretario,
A. P. da Annunciac3o.
parte...
para o resto
que Ihe falta, trala-se com o sen consigna-
tario'Antonio luiz de Olivoira Azevedo, no
seu escriptoiioi ra da Cruz n. 1.
Par; a Baha.
O veleiro e bem conhecido palhabote na-
cional Hous Amigos, pretende s\;uir com
muita brevidade, tem prompto parle do seu
car egamenio, e pata o resto que Ihe falta,
tratase com o seu consignatario Antonio
Luiz de Ollveira Azevedo. no seu escripto-
no, ra da Cruz n. 1.
5C:. O



lili!
DE
iunaco

/.
f-
Atl
Kissei, relojoeiro frsncez, ven
. relogios de miro e prata, concerta
- relogios, joias e msicas, ja aq
tr1 conhecido ha muilos annos,habita no
{ V uateo do los.- ilal n. 17.
Aclia-so oceulta desde o dia 1.
A companbia de Uuminac3o a j

-
gaz desta cidade avisa us pi
que precisarem illuminar osseus
estabelcimentose casas particu-
lares |>or ru-io do gaz de \
Jar os seus nomes em casa i e
Rostron Hooker ot c., pura do
>o Sent n. i8, notando-se



Rio de Ja-
neiro.
Abarca Cecilia, capitilo Caspar Leitede
Fsrias, seguccotn brevidade, e tecebe carga:
a tratar com Caetanu Cyriaco da C. M.,
la Jo do Corpo Sanfo II. 25.
que aquell squeprime'tro sealis-
atiril deslc corren!.-' anuo a ;rcla Cosma, !5 ,,,., ,', ,
escrava do abaixo assignado. de nacSocnl\Z Ute.m ,ewo serv,dos em I':'^
oula, estatura baisa e cheia do corpo, beii;'.s ro lugar.
grossos e bem fallante, tem um de mo de urna mo cortado, e orna belide em j Prer3a.se de uma mn psra ;,ar ;'
mina crian?a : na ra dos Pesca lOI a n 24.
Precisa-se de um caixeiro que entend
11:4399276
DIVERSAS PKOVIHCIAS.
Keudimenlo do dia la 29. .
dem do da 30. ..... .
3:8439772
I2f450
2:3869222
Pela sub lelogacia da rreguczh de s n
lo Antonio do llecire, foi apprehn ii :a uma
pulseira que (Ora ach'da em mo de um
preta qiie a quera vender or haiso preco,
e por isso se desconfa ser tartaja nu Bclia-
da : a quem se liver desencaminhalo no
perdido objecto igual, comprela ueste jui-
zo, quedando os signaos e provando o seu
dominio, Ihe s'jra enlregue.~Villaca, subde-
legado.
TRIBUNAL DO COVMKRCO.
Por esta ste elaria se faz publico que n 9
ta data foi inscripto no livro da matricula
'os ootv erciantes, o ir. Antonio Alvos Bar-
bosa cidadSo braaile o, de 5-2 annos de i Ja-
do, domiciliadj nesta cM di-com armtzcm
de ssuci.r
Secretaria do tribunal do CDmmercio de
Pernambucj :0 de setembro dn 1858.
t)r. Aprigio Cuima Ses,
Ollicial a aior.
5-.
SANTA ISABEL
COMPAMIIV LYRlfiA ITVVNA
DF.
G. MARINANGELI.
SABBAD 9 DE ODTUBKO.
i 5a RECITA DA ASIGNATURA
l'KI.A PHIMEIRA VEZ reprewalar-te-ha a ope-
ra hulla em lies aclos, de DOMZETTI :
RENDIMENrO DA MESv DO CONSULADO DE
PER.NAMBL'CO EM TODO ( .ME/. DE SE-
IDMBKODE 1858.
Consulado de 7 por cento. ::s:IIl-i,io
Ancnragcm........
Himios de 15 por cento
d.n vinliarearoes e-lran-
ueiras que paatain a na-
cionaea.......
Uireaos de 5 por eento na
compra e venda das em-
liir arfif.-......
E\pvilivule das capalazias.
>>'ll.>liioe proporcional. .
l-'eilu. dos tilulos dos cai-
Eiiioluuiciiios de earlidta*.
1:7029200
99000
I TU-. VI
6659320
72WJj<'.
159600
69040
38:1129610
-----------------S-.3269666
Dieersas provincia.
Dizimo do alsoddo e oulros
seeros do Rio l.rande do
Norte....... 2515U8G
lii/.imo de dilTeienles gne-
ros da Paraliiha. 2229150
Dilo do alcodo. assucar a
rouros da dita..... 9219886
Dito do assucar das Alagas 987cSU0
41:4399276
2:38(i522-2
43:8259498
Depsitos.
Em balango no ultimo de
goilo......10:7269503
Entrados no correnle mez. 1:485911
Dcposilos saiiidos.....
Ditos existentes......
(>< principies papei sern meuladm pelos Su.
Conjasea Sachero, soprano e tenor ; Maii, barilono:
e'l'oriicelli, baito-hoilo.
Ein um dos iutervallos liaver.i' em
DANS*DO
Paso a caraettr hespanhol pidas Sras. I'erraris e
Rornacnnli.
O* bilhelea enlardo a'venda no dia do espe'laenlo
no eterlpterto do ll.ealro, das 9 liorai da manliaa 11,1
oanle.
Printlplara' as oilo horas.
PAP.A O PORTO.
O patacho portaguez PromptidSo II. de
primeira marcha, loriado o encavilhado de
cobre, sabe impreter v. I nenie no da 10 do
correnle, para carga e passageiros para o
.|ue lem excellentes commodos): trata-se
o rn EliasJos los Santas Audrado & C, na
ru^ da Madre do Dos n. 32
LIJLO
DE
M OBI LIAS
TEICA FEIRV a DO C li-
li ENTE
AS 10 HORAS DA MANHA.
Na ra doCollegio annazem nume ro 15.
<-wacoc/?o c/e Ooe/'a
far leilSo em o seu anligo armazsm de um
esplendidosortimento do obrss de marci-
ueiria do todas as quali-lsdes. inclusivo rao-
bilias completas do mogno, Jacaranda o ama-
rello, ditas avulsas para gabinete, salado
janter o quartos de dormir; assim como de
uma iiilimdade do oulros tuuitos artigos de
differentes quali lades, quo se acharan pa-
leles ao exame dos Srs. pretenaentes no
sobre lito armazem, no !ia do luilo, e que
serSo sem reserva vendidos.
Leilo
Rronder a raniis & C. f>r3o leilo por
intervenclo do agente Olive.ua, e mr cenia
e risco de quem pertencer de 18 peqas de f-
lele do cores, da snterior qualidade e raras
vezes'lmportado ueste inercedo sexta-'ei-
ra |- de outubro, aslOhoresda mant3a, lio
seu annazem ra do Trapiche Novo
um dos olhos, pos seceos e feios, r.cam bita-
dos : quem soubc lar noticias della ou a
pegar, e a levar a seu senhor abaixo sssig-
iiado, receber 5 Antonio Rroxado Soares Cuimares
-- Campos^ Lima, loja na ra do Crespo
n. 12, acaham doreceber pelo ultimo navio
chegado de Frang, um variado sortimento
dq fazendas finos, e de gostos inleiramenle
novas, como sejam : sedas de quadrinh.s
80 de lindos gosios a 800 rs. o covado, cortes
; de vestidos de seda de haba tos com 25 co?a-
osa_20s, ditos de pbantasia com babados,
um lindo sortimento Je flores para cabeca e
Para enfeite de vestidos, toucados pretos o
de fazendas, para urna loja era
na os 1 de itncha Lima iV Guima-
bastante
Goianna
rfies.
- Alu-ra-se om bom sido muito perto s
praga, com boa cr.sa de vivenda, casa aara
feitor e para pretos, com bens arvoredos,
baixa para capim, e camhoa para des -mbar-
: qoem pretender, f?He a Jas lliginode
Miranda.
MEDICINA.
Js O Dr. JoSu Han rio Bezerra rl
; M mezes tem (xa lo su-, residencia M
ci ia-lee 1 rocurodo
1 n. 62 segn lo andar
rxos para senbora, chapeos d pnlha oj
seda para senhora, vestidos de fil bordado
a matiz para bailes, e brsncos >ara nojvas, i
e outr.s maltas fazendas quo estarSo paten-' ?* ?" '1'; f" esiiu,[ia C0! t<-'r" '' V11 ,0 com ,,recer nM !
Os acc lessa
Za s3o coovi .a-
dos compareeerem
IIOJE ao meio dii n-
'iac.3o
c.immercir,! desta prai;a para procederem a
i' rov c,.i> losestatutose incorp
companbia.
QEftGONTA Qfi Nao' i
Qualqu i pesi k abrir collegio sem
pr viamente ohter lie ti logov rno Eo
licenc, i a lalquer c s-
ni rimoiramente ao conselho
directo B o conselho director p.oder ia-
; ta s m qu
resenie os attesu los do eoodacta ci-
vil e mor I, folhas corr las, etc. etc. t 1
l1 is de tu.lo isto, um
linio do 5a mais ana.- do m ;;isterio
;io: ri o conseibo considera-Io habilita :s-
simo para ensinar, se exhiba as
i le .' Islo he, por m> io de esa
me E mesmo lepois de exnibidas as piovas
de capacidade peder! qualqui i abrir
o coilegio sem que ltimamente sejam exa-
minados os com ,.o los da c sa em que vai
cnar um estabelecimento desta ordooi ? Us
ponda quem souber.
O observador.
Perdeu-se honlem 30 do co-rente desde
acasa 'osSrs Siqu"ira& Pereira, atoo cam-
bio do Sr. AntonioEmigdio l.iheiro a quan
119 de 3809, sen 10 era notas do sovo Banco,
uma de loo, uma de 200o, eqaatro de 209 1
a iiessoa que achou qnerendo entregar po le
1iri;ir-se ao carabio do Sr. cima dito, q ie
so recompensar com IOO9 rs.
Fmncis^o J01 iui;-. Ramos e Silva, t.'
itario O s UniSo Pe oambuca-
na, autorisado pe 1 m -sma, na sessSo do .lia
10 lo correnle, faz scient ao respeitavel a-
blco, im p >s Srs socios
festividade
DE
KOSSV SEMIORV DO OSARIO
NA
UTHIZ-D6 GOPO SANTO
an lade 'e N. s. do
na ma( Iz de S. Fr. Pelro
toda
ftsma excelsa
no 3 do prximo mez de nutu-
1 1 o ora ior do Evan-
-. lim Ferrcira dos
-tieura I. 11 lamas o reveren-
lio n el l' ts lampfSo; sen-
'o i uma d is mais su-
ido lo Rvm. padre
'' ; lo se devido profesaos,
':' se- 1 msica marci I do cor-
es, ro o seu respectivo
Pedro Baiptista, o qual execu-
mo lamente variaveis pecas, proxima-
se tadas po respeitavel publico;
or brilbantismo deste acto reli-
, i'oga-se todos os respeilaveis mora-
dores crcumvisiiiiios de se servirem illumi-
nar a frente de suas residencias, assim como
lamb n -1 1 ag para ste mesmo fim a as-
sisti ocia de seusirmSos.
OaVaixo assicna o rega aos seBhores
lugarm lampifies na ru nireiti n 57,
P'odia1 nbro de 57e 58, que hs-
le trazer os lanvi'.'s n seu alnguel, do
Contrario terSo ver seu nome por extenso
neste Oiarlo.-lzidoro dos Aojos da P.
^ardeip^cao as
seoboras.
* '' ''I: 'iaio Paul lluherl,
ulUmi 1 je Franca, u 1 sortimento
de nc s basquinas do veliulo o dsela pre-
1 muito bem entalladas, e ditas de fustSo.
ara iiaptisados
Re loieora latos para bapUaa-
dos chaDosinbosetoacas para ditos: em
b J, Falque, roa -o Crespo n. 4
Sai s de balao
rou um novo sortimento das melhores
qualidadese por prego commolo : na ra
do Crespo n *, casa :e I. Falque.
em
.-- .....t,--~ -
,-,'. \maro, que
Y Luiz da VeiR
12^119617
3:7519972
8:45996(5
Mesa do consulado de Pernambuco, 30 de aeiein-
de 1K">8. O ..--riv'i.i, Jjcuine Gerardo M.ria
Lumachi de Mello.
UKPACIIO E SXPOKIACAO PELA MESA
DO CONslILAD.) DESTA CIUAOE NO DIA
30 DE AGOSTO HE 1858.
Purlo Patacho porlofiiez al'romptiitiio II, Jo.i-
quim Pialo Lupa, 4,700 i-lufre de boi.
RECEBUUORU DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PEKNAMIIIXO.
Rtudimeoio do .la 1 a 2'.). 21:1509049
Uero do dia 30....... 1:1739460
22:323.'i09
Baile naeioDa!
m squ.
Sahhado 2 de outubro, havera grande bai-
lo masque mi salo do caes de A'iollo. Tcr
principio o baile as 9 horas e lindara as 2 da
madrugada.
Alvcrte-se que todas as pes?oas que se a-
p-esenlarem eiivnltasemdomiiis.pagarSn o
respectivo hilhete de entrada, seja qual tot
o sexo a que pertencam. O administrador
tem feto n continua a azer exforcos pela
continuaQflo na boa ordem que contante-
mente tem nina'o neste estali.deciment.
Os bilhetes para homem 2, e tara senhora
gratis.



tes tos compra ores.
.''',-'.".-'',"*.--' ....---
v... A luga-se a grande casa em S ntu
f.n do fallecido Mano* I
. sa : a tratar na ra d
i-3 Brijrn n. l8,primeiro nnlar.
--O Sr. Jos Maximiarto Alves Gavalcanti
l"'i'ia a bonlade do vir V111 mandar |
50s, que o al-.iixo assigna lo Ihe 1 lia ntou de
'.oos mezes le s u ordenado, que ve .ce co-
mo piticMite da thesouraria de faj
Recife l de setembro de 1858.Jos Estevas
Viunna.
Precisa-se de urna ama portogueza
ra o servico interno de urna casa de familia
pe lo desta praca : uo paleo do Carino
n. 14
- Pede-so ao Sr. suMelegado da fregue-
zia de S. Ai.toiuo, quo tenha a bondad
uian Jar mudar .ara as Campias do Piauhy
um curral de vaccas com o seu competente
pai do lote, que foi transportado da ra do
Fogo para um sbralo da rus di Ro la, aOm
de que riuo seja. vista a propaac,ao de-ses
animaes,
Na escaja da ra do collegio 11.23 lla-
vera to los os das at as 9 horas da manbSi i
leite de vacca sem agua a :t20 a garrafa.
Pede-seaoSr inspector Torres,que he|
Uto compadecido das escravas, quintos ni
castgalas por suas senhoras, quo tambem
so compa]-Qa de uma mo^a, que no sea
qugrteir3o he de vez e^ quando surrada pelo
seu amante.
--- i\lug;-se um preto para servido levo :
quem o pretender dirija-se a prac.a da Inde-
1 en 'rucia, leja n. 3
Precisa-se de urna ama que sirva para
tomar cuitas de du.is meninas e fazer i 1 do
.. s irvico domestico de casa, dan lo-se-lhe o
sustento e vestir, e o or.lena'.o que su con-
vencionar: a tral-ir ua ra do Ouemiado n.
I'i, piimeiro an lar.
- Precisa-se de uma ama para todo o ser-
vido de uih casa do ramilla : ua rui das Crn-
zes n. 26. primeiio an lar.
Convida-se aos Srs. socios d
socitcao Commercial Agrcola a com- '.[
:* parecerem no dia de outubro ao '-.
meto da na sala da mesma Associa-
Cilopara ne];ocio len lenlo a mesma. '"-
i-Vista, n mesmo resta-se a qual-
to'e. --ora do dia o
a noite, e d consult s gratis
res.
-
COltPANHU
'ST. I
O l,.-i
IOC 1 s,
ar ura novo soi time
e ra do Crespo n.
Roupa feita.
Acaba de chegar um novo sortimento
leJ Falque ruado Crespo n. 4.
\vtso a traim-
lhadorcs
CONSULADO PROVINCIAL.
Renlimeulo do dia I a 29.
dem do dia 30.....
31:5329146
1:531*521
33:0639667
l*fc CHt

Navio entrado no dia 30.
Rio Crande do Norte 17 das, nato portogu7.
oChegou a TeaapM, da 111 toaeladu, capao An-
tiiiin Leinv da Enearnteio, equipagcn. II, car-
ga vinho : a Carvallio ei Iruiilos. I'crltnce a Fi-
guaira.
Rio re Janeiro 14 das, brisu he.r>nhol Agoila
ii'Orpo, re li'.' tonalaiai, caplirio J.s M eqoi-
pageni 11, en latir; .1 or.itm. I'trlence a Rar-
celona, veio recebar ordem a taguio para C.liir-
iMlon pelo portot do norte.
ps-m %ms
m
lii- s BllU: O
Direito publico brasileiro,
lueiitaj
, prego .,-
95000; apontamentos sobro O pro- Jfc
cessociiminal 2 edigSo. prego 89; "i
ipontaa entos sobre as formalidad.
do proeesso civel 2a edigSo. preiji
-. Estas obras encontram-so na
39 rna do Cebo emPrentodo n 22. ',.
7
Cea
.
o empreiteiro da estiada de ferro do Reci-
fe a s. Francisco desoja em pregar trab Iha-
dores as obras que se eslo fa>endo entre
a villa do Cabo o Esca a
As vantagens offereci as neste servigo sSo
8S quo se seguem :
l. Oslrabalhadores polea trabalhar to-
dos os diasembo a hj^ chuva
2* OordenaJo ser 4 patacas 12
dia.
3 V. pago de 15 em 15 dias.
4,* llareta casas de mora ;ias jantas ao lu-
gar do servigo para os trabalhadores e a
custa do empreileirn.
D-se urna gratificacSo consideravel a
qualquer pessoa que traga 50 boinens para
trabalhar na estrada e de mais da-se-lbe o
emprego de administrar os trahalhos desta
genio uagando-se-lbe bom ordenado
Precisa se alagar urna canoa que csr-
reguo 300 feixes de capim, para conduzir to-
dos os dias essa qu ululado de Capim !o
porto oa [Iba, em Apipucos, para o porto da
ra Nova: a pessoa que quizer fazeresse
aluguel com canoeiro ou sem elle, enlcnla-
se na typogrephia deste Diario, quo thi se
Ihe dir a quem deve procurar.
Quem quizer, sem receio do ser enga-
n.do, comprar um cavado de cabriole!, gor-
do, e bom a lo los os respeitos, procure a
tenda .le b: rbeiro na ra das Trincbgiras
junto ao cartorio do escrivao Raptista, das
10 horas da manhaa ate as -l da larde.
P.oubarain os bilhetes ns. 28-23 o 2*08
da primeira parte da segunda lotoria
Gyn nasio, e por isso pede se ao Sr. tbesou-
reiro das li.'.ei ias que o no pague serillo ao
abrixo assignalo.
Jscintho Jos Guedes de Laeerda,
..-
Sala da AssociacSu 28
de 1858.Joaqui n
:.,' jacobina, secretario
V.;.. -. .- :.;'%.;
te setembro
usto FerroIra

CAPITAL
C1XC MILHO'ES DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
inders, Brottie s ,'. C. I m i honra .te
. r -
tai ios de casi s,e-a q is co .vi- -
Ke antorisados pela diti
iros sobre 1
1 Ira, c I.....los le ti I
sobre os objectos n 1 1
(icios, querconsisi
is do qualquei-
lidade
He chegdo 1 loja do Leeonte, aterro da
Roa-Vista u. 7, o excellonte leile virginal de
rosa branca para refrescara pello, tirar pan-
nos, sardas e espinhas igualmente o afama-
do oleo habo>o para li npar B fazr ci
os cabellos; assim como p imperial do li-
rio da Florenc para bertoejas e as
a lie, conserva a frescura o o avnlludado
da pri ivera d ,-i : .
Existe uma caria na ra da Guia n. <,
para o Sr. ca ItS 1 Francisco Antonio de -
val. in. ,
Ai mi de < .
A cas:i dos expos'.os precisa de amis Je
leite, aquem paga 159000 101 mez eco m-
.la ; no aterro da Bua-Vista, casa do Sr.
lose i'.res Ferreira,
-- Precisa -e de om caixeiro de idade de
16 a 20annos, ra trabalhar em uma 'abn-
ca de velas: quem pretender, B .iua
Direita, loja le rerragens n. 66.
I'LITLS l)F. T4RT&RGA.
Jos Joaquim da l'.unha GOtmarS
>]. loja de i .tara e'.ro na i' : I s ..
)p Ti incli iras 11 S.co.il a ir- ite |
---..
-- Precisa-se
urna senhora e
uma ama 1 ara estar com
f / r o servijo in 1 nn ; 1,
roa Ja ('.loria n. 7:)
Precisa-se de um c < iro para padara, g
prefer niose quem tenha pratica do mesmo | Q
negocio, e que a II neo a sua boa conducta;
na rut da Senzala Velha n. 94.
los pas 1 milias.
tTm professo' que te o stanto pratica
ueensino por casas particul se erece
para leccionir primniras lettras,
ca pnrtugueza, anth netica toda 1
praticamenie, d "una chri ISa .-... : -a,
nocOesde geogr 1 historia, geom tria
ei -linea, a t 1 lu ir 1 esc iver u li. no 7. ;
babilil 1 tan i> 1 t ndl latos *h c Ii iras ,
primelr s Ictl > m 1
lempo possivel, e .1 nos a noite 1 o sua
cas> le qu Iqucr um dos ramos de ensino
ja mi ncion li ,, o odiante levi 1 :
qne |uizer, an iui 01 este ju ns I pan
se procui: r
~- Precisa- si itra ai dan
do-se prefere na ra ro-
sea n. 11. si gun ai
-- Precisa-sn de orna ama forra onc
va que seiba cm l on mar, 1
o mais servigo de portas adentro: dirija-sc
a rus la',' do Rosario, loja de miu I ." 9 11.
40, que s,! dir quem precisa.
.le verde, continua a ler sempre born j^
sortimento !e nenies de differe
' stos, t nlo francezes cuno feiios no

Precisa-se alugar
> \ RA DA GLORIA CASA !>(> FUNOAO*.
CONSULTORIO HOMEOPATHICO
DO
nr v lobo seseoso
Medico parteno e ojuu'aiior.
O lr. Lobo Hoscoso, na consultas iodos os
dias e ratica qualqu
assim co o,accode com toda
as pes "!.; em
para o sorvigo de partos, praticando \so-
Segue no lia 8 do crrente o hiato Novo
Anglica, por ler a carga quasi completa, e
para o rstanlo da mesan, trata-se com P-
rente Vianna it ('.., na la da Cadcia do l'.e-
cife 11. 57.
prela para todo o servigo de uma casa : na
ra do \morim n. 36.
--- Precisa se de um enfermero para um
onsenho distanto lesla praca 6 leguas.: na
ra da Cadeia do Recite n. 36, primeiro an-
dar.
um preto o uns eracfieg anaaet in instrnm
mi-sni'j esl-I-i Ic'-ioi o|.>. i-'ixas
r p, de tBrtaruf em c que
do ven o .....
irt, fazc inc irlos com pro. p-
ti 18o rogos com o os : principal- '"y
5 mente, sendo as obras compradas no G&
H seu estabelecimento.
g
~ A pessoa que .1 >u uma pee.
par : r 1 uma lavadeira do Taboca
ma, 11 no Cae! 11 ujn roupa
e:n asa on le foi 1 el. m ... a la-
vadcii 1 guardar, e nSotendo .1
buse i'' hi quatri izes, faca o favor de
rec 1 na ra \ Iha 11. 8t, quo dando os
celos, ella Ihe sera entregue.
O" c
Ft'n^iscii o le fe-
Exisl'indo vagos os ,. le
metro e enfermeira do hospital Todos os
Santos da mesma ordem, em non..' da
mesa regedora convido 1 todas as pessoas
habilitadas para bem di lempenharem
ditos lugares e que estejam no caso art. 1">S dos estatutos, a dirigirem-se
meiodeseus requerimentos a sobredi la
o Sr.
que foram iluminad
ns Srs. Luiz Gonzaga de ttiterbo, Antonio
Joaqoim Pe Ira Ma-
cario, \raaro Jos Gomes e Jos Francisco le
jo Lima, e-.-.ss por iere.ni faltas que es-
tSo de accordo co^n tit. 3.- art. 19 dos.
tutos
O Sr. Uanoel ios de Mmeiia .1 :
1 a boa laie ^e 1 pparecer ni
15;i-v'ista n. 18,afim de r. c-'lier a s en-
cornaren las v:'i ias do Porto pela barca S .11-
la Cr
-- i )r. 1 Xavier Pereira de Hrito
;os e as pessoas em 1
r, qne che. ] 1 de sua vu-
.' \'. ihia en -se resi- in lo era ::
I n- 22,
ira lo a 1 -ior* do di ; o d
consultas aos i 9 horas do li ,
gratis.
Eliza Lecoml roodisi cheganio ni-
: lentda p
c ipital oa te lora
res, encarregaa-lo-se i". aprompUr
, esmero e gosto todo o
lisser respeito a sua profissSo, como c a-
-ara s- iiho- -s, vesti tos, etc.. etc., lu-
do do ultimo gosl '; .' idendo sor proco-a-
da na bm conhor.i la luja da boneca, aterro
loa-Vista n 7
Nao se tendo elTeelua to no dia 28 de
setembro a prags das dividas activas do ti-
nado Jos Alves Xavier, ella lera lugar no
da I.- d outobro, depois da audiencia do
Jllm S'. Or juiz ma ici/al dt primeira va-
. irivfio o Sr. Ka| I
A mesa regado 1 .- irmaodade acad-
mica de N. S. do Bom Conselho, he convi-
lada iehi Bxm. conselheiro irmSo juiz a
ir no dia do correte mez de ou-
>, pelas l Iioi-ps da mannBa, na igreja
do convento iS Francisco, para asslstir a
sua fests.O Ir.w. 8 itario,
I),-. I.ooieng 1 Trigo de Looreiro.
Aluga-se sob oda roa Di-
reita n.31, pro ria 1 1 qual m de
estabeleci lento.: a tratar na ruado Livra-
mento n- --G
lloga-se aos sonbores passageiros que
.- io 01 tuguez i-r
II ,;ara o Poro, tenbam a bondad
vir ra lisar SU 3 ist is ; assim coma OS
seniores c res do man larem seu co-
nlKcrneuio, em virtud'' do mesmo patach 1
sahir no da 10 .i.i crrante impreterivel-
D
~ Terca-feii lo do-
l m li que de nome ul .
15 ;" is i la le, 1 ouc 1 mais a 1 menos,
corpo v in c mis
11 le 1 1 e cales i s 1
rti uto, a a
lito m 1 Qzer, 1 -
van u o a m:i estreita i Rosario n. 3 ',
gi n !> 11. lar, se re .. ansa o.
Te 1 orado por varias veze
1 casa de morada, o Sr. Ricardo Mar-
ti i,s ro e tendo-se achado a casa fecha-
1 .1 gm 1 senhor le vir ra da
'1 nto Antonio n laiiiiis 11 Oiii la.
Domingo, 3 de outubro, o n 1 nibus Janto
ItntSo partir para Oltn-ta as 6 horas da
nbSa, 00 mesmo da ,t '\r> s3l2horas
I l p ra o rosmo l vitando de
. baja numero sufciente de passa-
geiros.
I 111 .).
'i boje o quarlo numero deste
. ico; ossenhores assignantes quenSo
cebido os i dirijam suas
.. 1, nu ra do Pilar n.
82, s ih I 1
.0 nSo ossa cons guir
ca homi pal it |ue tantas reze&t 10
dido diOIcu auo parec 1
r-v is
Ven.!e-se um BilhSo em bom estaro,
por pregorazoavel : na roa da Gloria n.se.
mesa ou aonosso trmao ministro
Manoel Ferreira Antunes Villaca.
- Precisa-s on capti-
va para o servigo de rna, ecasadeui a se-
nhora : na rui la Sen apa Velha, ni i> li
ro andar do sobrado n 79, bern
10 Sr Zacaras.
Precia -se de um cozinheiro que
forro, ia: a ti lar na
ra da Cadeia do Rccife, loja da miulezas
n 17
Precisa-so le oro mestre ailemSo:
quem quizer 01 i do
11 ra a provino 1 das se a tra-
Amoi im A Costa,na roa
do Queima h at o da > de outob-o
James Glark c bi igne n
Jane Clltk, nao se P6S| oes i.ilisa pelas 'ivi-
dascontrabidas pelatri olagio do mesmo.
Completo sortimento do ronpa feita de
squslidadese pregos, tanto para ho-
mensoomo pnra meninos : na ra do Cres-
po n *, casa do J. F=lque.
Veadem-se chapeos do Cbili a 23500 : na
praga da Iniepandencia ns. 36 e 38
Xa rua do Livra-
raetito 11. 2
Na leja das cinco portas que f'.z quina pa-
ra o becco do Padre, ven iem-s9 as fazendas
a lestsa chita escura com
6 1|2varasa : 0o, .Has de cambraia de sil-
pico finas a *o, ieas de chitas a 43, ditas
9, c tal is de merino liso in 1 1 43700,
li.-ns 76.0, cassas pretas,
varase 300 is c es de easomiras finas
com om peqoeao dsMto a jsiSM, lengos de
a 800 rs., it 1 fe c asa o cores
1 120, c ales 1 t i >s p-ra escravas a
i00 is brim .e Hnho a 160 o covado, alpa-
ca de s; s lo velludo a 100, pegis ile bretanha
le rolo a IfSOo, filio *5r d.i s%ceo vara a 16U
rs., c eoYa lo a 160 rs.,
isol le seda finos a 65800, ditos
Buinho s 19808. c titas escoras a 120 o
tas Qnaa 1 160 o covado. e mais
lazen las que se :i3o por barato prego
EA DO. CRESPO 5.10
Na loj i .! faz in ias Jos GoncalvesMal-
organdysa 90d e 13 a vara
sedintM de qm Iros a 610 o covado, lavas d
c murc para h ra a seoboras a 2g o par
ida a 506 rs. a vsra, chales le me-
neo b ir 1 :os a retroz o a velludo, cada um
o a o o iriao. a a-, i-vio ,. |n-s, mimos das
gragas, f lo, tOalhasda linbo adamascadas pa-
ra mesa a 6 e7#cale uma, ditas para roslj
a6elta duzia, enfeites. chapeos o ara se-
nhora, lengos le lindo ^ara ra, e out'ra's
- izendas qne se vendern oor prego
. nodo Neste istabelecimento tamben.
le urna c.ixa le aerdadeira xarao.
na Gbiae, com jigo de xa '.tez. ga-
mi5o edama, com ligaras do marlim verda-
eiro, por I0O3
FZENDAS DO ULTIMO
GOSTO
Na loj da ra oCresoo n. 10 de Jos
Concalves Ualv ira. v.-otem-se ricos cortes
le vestido de hantasia de gosto moderno,
basquina do fuatSo r.ara senhora, vesitas dn
grosdenaples pretas e de cores enfeitadas,
neos cortes de vestido ite cambraia branca
c.i o 3 haba !.is bord dos, chapeos (\i palha
Dt para senhora, vestuarios ele fustao
jara crhngss, chapeos de castor branco e
orcto para homem, ditos te sol de seda, ca-
ii m.ili n cortes de vestidos de seda do
i pretos bor.afosa velludo. Neste es-
isimentencontra-sesempre um com-
.1 to k ti memo Je fa/.'nas de gosto, que
ir proco ciruoiodo.
- Veolo-sgo molequo de 15 conos do
por preco razoavel : na ra da Glo-
ria n. SS
Vende-se ^zeite de ca'rapato a 1* pa-
lac s caada, ca reta lho: na ra das
Trii c iras n. .'il
e-s; rr.uit em conta a arraagao da
loja .-. p o do Terco n. 9, ecoavella tras-
Bbave da dita loja.
Tachas (I Na fun g.'o de 0. W. Bowman, na ra do
Brum. ..'-.-anlo o chafariz, vendem-se ta-
co s de cobre para reiin.goes eenge.hocas
.e assucar.
LIVRARIA ECONMICA
Defroate >io arco de Santo Antonio.
Manual
BE
COISTJS
Na ra Vova a. 20, ha um grande sorti-
meati d i raz c P em um
quarto no ro 1 na exposigSo ac
' ris, e 1 le-se .por 1 11 to commo-
. as qu litados para
... 1 e 1
principe, a i" ou'.ras uitas qualidaddes;
; i enl id '. temos e
avulso, li .- ie ch .1 1 e i 1 tan lo chai 1
ap ,-.- or
ditos vulso; s
pe de tu a e caslig 1
iucip ; tioteit 1

a compra ou venda de assucar, algodo,
courosc outras mercadorias de peso; obra
muito recommen-javel a todas as pessoas qne
o g ciam co esses gneros assim como
11 ores de engentaos, por qunto de
. relance Je vi>ta pule saber-seo im-
!e qualquep numero Je ambas e li-
bras que 1 meilu lo usual levara muito
lempo Esta obra em u volunte bem enca-
dernado, a enitj na livrari* nen-
-. o u 2, pela preco de
51000.
-- Ricos os ie tolas as cores par
1^ ista 11. 7, loja
a b iu ;a d c ra.
PESCO G0MM0D0.
Na ra larga do Rozbrio, esqujna do
ido Perxe-frito, no* do '''" e
' .' I i-.. mu. i,....
., cen ,01 pre-
nuitosortid mai* em conta do que em ouiracyuai-
miudezas, do Vianna ij!n'i- parte.


DIARIO DE PERNAMBUCO SEXTA FEIRA 1 DE OUTUBRO DE 1858
Lotera
DA
PRO VI A'
No escriptorio do abaixo assignado na ra
doCollogio n. 21, vendem-se Bilhetes garan-
tidos do imposto goral ern qnantia de loo
para cima a dioheiro pelo seguidla -reg
Rilhete 53500 recebe 5:000a
Tambera se comprara bilhetes de lotera
recolhida a thesouraria provincial com o
disconto de 20 por mito.
P. J. Lavtne.
Loi
:ena
A
Provincia.
O Sr. thesoureiro das loteras manda fa-
zer publico, que em consequencia dos gra-
ves prejuizos que tem soffrido cora a extrac-
g3o das loteras Pelo plano de 18 do psssado
obteve do Exm. Sr. presidente da provincia
permissilo para as ditas loteras screm d'ora
era diante extrahidas pelo que abaixo vti
transcripto, e nesta conformidade se acbam
expostos a venda todos os das no pavimento
terreo da casa da ra da Aurora n. 2G das 9
horas da manhSa as 8 da noite os bilbetes Ja
primeira parte da segunda lotera do Cym-
nasio Pernambuco, cujas rodas deverSo an-
dar impr.-terivelmento no da 9 de outubro
prximo vindouro.
Thesouraria das loteras 29 de setembro
de 1858.--0 escrivo, J. M. da Cruz.
] PLANO.
3000 bilhetes a 5 15:000,^)00
20 oo para beneficio, sello e
commissao 3.oooaooo 12:0005000
1 premio do 5:000
1 dito de 1:0003
1 dito de 4003
2 ditos de 2ooa 'i 00
* ditos de 1003 400*
6 ditos de 50j 300
10 ditos de 20a 200a 150*
15 ditos de 105
830 ditos de oa 4:150
870 premiados 12:00o-
2130 brancos
3000 bilhetes.
Thesouraria das loteras 15 de marco de
1858.o thesoureiro, Francisco Antonio de
Olivesra.
Loteri
a
DA
provincia.
Os abaixo assignados ton exposto a ven-
da osseus bilhetes da primeira parto da se-
gunda lotera doCymnasio Pcnambuco ga-
rantidos dos 8 por cento do imposto geral
que pagara logo que saia a lista geral. Os
mesmos ven (erara os premios abaixo meo-
cionados da terceira parte da 20a lotera do
theatro de S. Isabel.
Numero.3726 200,
2I03 1003
1325 50a
2030 50*
2212 503
1226 505
3935 50-
2l02 20
2113 203
224 203
2506 20/
Veira & Itothechild.
-- D-sea quantia de 4:000f000 a ju'o ra-
zoavel, e sob as necessarias garantas : quem
precisar, queira indicar as garantas que
offerece, o o lugar de sua residencia, tudo
em carta (echada, que ter a bondade de
deixar na loja n. 6 e 8 da praga da lndpen -
dencia sob otillo A. M. I>.
A pessoa que annuncio'i a tempos pa-
ra comparecer na sua morada a pessoa que
recebe fazendas em casa do Sr. Panasco, loja
de sirgueiro.rua Nova,para tingr, achava-se
gravemente doente.e nao foi sabedor do tal
aonuncio, o que soube agora de prximo;
por isso queira mandar por um bilhele, cora
seu nome, numero da casa e ra, em casa
do Sr. Panasco, ra .\ova, para ser procu-
rado.
S$ Arkwright Tuckniss & C. mu- 2?
C$3 darain o seu armazern delazendas M
da ruada Cruz n. 18para a mes- @
@ marua n. 01. i\
ATTENCA!'
O abaixo assignado, a conforraidade dos
annunclos publicados oeste Diario. no cor-
rente anno ns. 149, 155 e 156, Taz sciente a
todas as pessoas que
ver
fpparelho* de
distila ao conti-
nua.
Na fabrica e fundigao d ra do lirtim n.
28, ba para vender apparelhos de distilagao
continuada, mais moderna e melhor G*Zi-
truegao, que se garant dar do 3 \ pps'di>
agurdente em 21 bor; ,',e traba Ibo ; assim
como alambique;, eritreu etentes simples e
composto-- para esqueuUr garapas da co-
"trt u de madeira, o grande suriiinentode
cobre em arrobas o I mges, que tudo se
vende por prego commado. a uiesma fun-
digao se fahric-m quaeiquer obras de cobre,
tronze e ferro fundido, assim como balido,
soja qual for seu moil 'lio, com perfeigHo,
promptid.lo, e commodo prego.
-- Vendem-se superiores queijos do reino
a2se 15800, ditos do sertSo a 560 a libra,
manteiga franceza a 6i) a libra, dita ingle-
za a 800 rs mcarra"oe aletri a 480 e 400
rs. a libra, doc* de arnc a 480 o caix.lo,
massas linas de todas as quididades a 320 a
libra, e arroz a 100 rs., o outras militas coli-
sas baratas, sendo dinheiro vista: no
deposito do largo da Itibera do S. Jos
n. 15.
Velas de carnau-
ba, de 6, 7, 9t: 15
pop libra.
Vendem-ss em caixas de 37 a 50 libras ca-
da urna : no deposito do largo da Assembla
n. 9.
Luvas de pellica
de I o ti vi n
Ha constantemente nesta loja um com le-
lo sortimento destas acreditadas luvas, omi-
to frescas e novas, brancas e de cores, pelo,
prego fixo de 23 o par, garante-se ao* fre-
guezes a bOB qualidade : no aterro da lina-'
Vista, ultima loja de idiu e/.as n. 82, quasi
confronte a matriz-
Stxb o do necife
Amarello, eustaniio e
pr< to
Continua-se a vender em porges o a re-
taltio: no deposito do ;argo da Assembla
n. 9.
Veade-se urna prcti de meia idade, e
muito robusta : na ra co Collegio n. 9, no
segundo andar.
Vende-se urna negra de nacSo Costa,
quitan teira e lava de stbo : no aterro da
Boa-Vista n. 17, a tratar :om Frederico Cha-
ves.
Vao se admirem
cab.ir.
CSSl'LTOIU nOJlEDPATlCO
DO
DR. P. A. LOBO MOSCOSO.
Xn ru\ da Gloria casa do fundan.
Onde so acham sernpr os raais acreditados medicamentos tanto em tintura,
como em globulos; o reparados com o maior escrpulo e por pregos bastante coramodo.
Procos fixos.
grandes.

JW
Botica de tubos
Dita de 24
Hita de 36 .
Dita de 48 "
Dita de 60 .
Tubos avulsos a.....
Ir bcoh de tinturaria:de meia onca.
Manual de medicina homcopallica do
Dr. Jahr com o diccionario dos termos
de medicina.
Medicina domestica do Dr. Henry.
Tratamento do cholera morbus.
Kepertorio do luv Mello Moraes
10/000
1530O9
90 ODO
25-000
30-000
l"000
2 000
30*000
idaooo
JfOOO
69000


PEORAS PRECIOSAS ,,
. f

Adcregosde brilhau-
tes.diaraantes e pero- 8
las, pulceiras. alline-
tes, brincos e rosetas,
botOes e Miis de dif-
ferentes gostos e de
.versas podras de va-
lor.
UHA L DUA&1L., OUROEPllATA
cobertos e doscobertos, pequeos e gran-
des, de ouro patente inglez, para horanbi
esenhora, ile um dos melbores fabricantes
inglez : em casa de SouUMll Mellor & C
ra o Torres n. 38.
Escravo pega.
Vende-se um escravo mulato, ptima fi-
pura, o ptimo boleeiro na ra de Santo
Amaro [Mundo Novo) n. 6.
Escravos.
Vendpra-se 3 molequee 1 negrinha, boni-
tas figuras, chegados do Cear no vapor Pa-
ran : os pretendemos podera dirigir-se ao
escriptorio de Braga i Antunes, ra da Ma-
de Uverpooi" v'imos triTWM^Mta dre de. l)?0S 3' qUe 8hi 8Cbar3 COm
quem tratar.
ot< ssa da Russla e cal
de Lisb
No bem conhecio e acretado deposito
da ra da Cadeia do Recite n. 12, ha para
vender potassa da liussi e na do Rio de Ja-
neiro, nova e de superior qualdade, assim
'como tambera cal virgem em pedra, tuiio
por pregos m'-ito raioaveis.
TAGHASPABA ENGENHO
Da fundicSo de ferro ando o chata
:.:
K

Corrpram, vendem,
ou trocam prata, ou-
ro, brilhantes, dia-
mantes e perolas, e
mitras quai's iiierjuias
^ de valor, a dinheiros
^ ou por obras.
Loja de ourives
RLADOrABlGVN. 7.
eeebem por
todos os vapores
da Europa
i Iir sdo
as
is mu-
adereeoa complet:- ,.
ouro,meios ditos,pul- .
eeiras, alfinetes, brin-
cos e rosetas.cordoes, ?
transelins, medalhas,
correles e enfetes *,'
para relogio c outros
rnuitos objectos de
ouro.
.
derno ffosto taii-
1 to -!e Franc;, CO
; .' ile Lisiioa, s
g quaes veutjeui pjr r ^-^%&&
comniodo como
Apparelhos comple-
tos de prata para ch.'J
bandejas, sslv-is, cas- -**>
tigaes, culheres de su
;>a e de cha, e muitos vi?
outros objectos de jj/[
pr> la
en j, .-rv "^'Tv "- --.-
'-,-V- -.-"' ...'-.'.'.....> '..?'.-".-
: : VEsTIDOS DE SEDA COM BABADOS. .;-
- lia ptra vender os niais ricos
mais modernos vestidos de seda de
'y cores com bailados, que tem vin!.
este mercado : na loja da ra 1
Q leimaao u. 10, do Leite, Artbur
\ C.
\.. run ta Cadeia n. 28 taberna de I).
S. Campos, vendem-se em pequeas e gran-
des porgues biches hamburguesas das me-
ntores que vem ao mercado, o tambera s*
alugam
eio
sde
ouro ejoias.
Vende-se um lindo sortimento dejre-
logios de ouro pura todos os prrros con-
formo as (iiialidades e um variado sorti-
mento de joias de ouro de le : no escrip-
torio de Isaac, Curio & C, ra da Cruz n.
VJ, primeiroandar.
cosUiiiiaiii.
' l
ne para
que
Sapatos de marroqu n para senhora de
todas as cores e tam'libes, obra rerteita a
720 rs o par, ditos de couro de lustre ns
31, 32, 33, 34 a 640 rs ta nbem para senhora
de ps pequeos, ditos de couro preto a 560
rs,, taniancos de couro para liomem, senho-
ra e meninos a loo rs. : no aterro 'la Boa-
Vista loja de miudezs n 82, quasi confron-
te a matriz.
n
o
o
o
loja de
bonito
O a r>.s",
SAIAS DE BALAO'
Na ra do Crespo n. i _,
Campos Si Lima, ti ni um
sortimento de laias de bal
dinheiro a vista. ('
@ .:':.;:.
Vendem-se gigos cora batatas com mais
de rrroba, em perfeito estado, Dor prego
commodo, desembarcados hontem : no ar-
mazern do Annes defroi.le da alfan lega.
x-
/.

HE IARATISSIMO
TEII. Ji KA:} YODE. QEIHi.
f. roa d) QoM'mado n 2, e-quina do
becco do Pei\e Frito, continua o Preguiga a vender tolo o genero de fazen-
pelo prego mais mdico possivel, entro ellas tem : pngas
da
de
/{icos pentes
:


9
de tartaruga
Os mais modernos que existam
chita es-
cura de hom panno e bonitos padrOes a 4,800 ; ilili s de cambraia lisa branca
com pequeo toque de mofo a 2,000 ; ditas do brtanha de rolo com 10 varas
a 2.000 ; atoalharlo muito larg > e com ricos lavores a 1,280 a vara ; corles
de 13a com listrs de seda, fazsnda inteiramente nova de elegantes padres
largura pelo baratissimo prego de 5,500 ; Italianas, especie de cambraia,
Dinteda de cores fixas o lindissimos gostos a 480 rs. a vara ; etc braias
frencezas linas de padrfies Dovos e bonitos a 500 rs. a vara : cassas pintadas
D iudiotaas, cores !i\..s e pannos finos a 320 rs. a yra ; I uvas de lo da esco-
ria, brancas e do cores a 400 rs. o par ; camhraias napolitanas, de quadros
e cores alegres e seguas a 360 rs a vara ou 220 o cova lo ; riscados francezes
dos melhores gnslos, <:e Ostras e quadros miudinhos pelo baratissimo prego
de 180 rs. o covado de todas estas fazendas se darSo amostras sob pe-
nhores.
na iua do i5i um, pass:
i'iz. continua a ha ve
um completosorti-
mentode tachas delerrolundidoe liati-
Fio inglez.
Vende-se fio inglez, o mais forte e mais
bem torcido do que o da Baha, em caixas e
de 200 libras cada urna : na loja de fazendas
da ra do Crespo n. 5, esquina que volta
para a ra do Collegio.
Na Boa-Vis, ra da Mangueira, casa
n. 11, ba para vender um grande sortimento
de toallus gran'es de labyrintho, ditas do
rosto, 0 oiihas paros para cadeiras, ditos
para barba, lencos bordados, ditos de laby-
rintho, grades para os mesmos, bicoa di' di-
versas largaras e rendas, tndo modernos
de boai gosto, pregos commodos; na mes-
mi c sa deseja-se comprar urna casa em
qualquer roa,que n3o exceda da qunta do
1:50()5')o:).- a pessoa que i tiver pode ir
qualquer hora do da, que achar com quem
tratar.
-- Vende-se no pateo do Carmo, taberna
n 1, urna cscrava moga e bonita figura, com
todas as habilidades.
Vende-se um moleqtie de bonita figu-
ra, dado 19 fimos, he bom canoeiro e tem
do.de 3 a 8 palmos de bica, as quaesse principio de cozinbeiro : a tratar na ra do
echamavenda porprcrocommodoecom !eve. casa da viuva Bastos.
promptido,embarcam-se ou earregam-
se em carro sena despezas aocomprador
(jj Lonas, brins e hrinzoes-
Cobree metal para forro com
... pregos.
{% Olcodelinhaca.
; Barrilha.
fik Vinhos linos de Moselle c Joan-
isberg espumoso, e de Borden\
;:} em quartolas.
m C. J. ASTLEY & C.

0

de tartaruga.
: ...,-. .-.--'...
^i
ioa
DAS
no mercado e da ultima ma !a de I'. -
ris, vendem-se por prego que as se- ,.^
nboras vento o gosto da obra
prego, n3o dei*ro de comprar : i o _:
aterro da Boa-Vista ulma loja de
aaindezaso 82, quasi confronto a ,
matriz.
-- No deposito do ra do Trapiche, aroia-
zem n. 9. tem para vender ootassa da Rus-
sla superior, dita do Rio o Janeiro saaerior,
cal virgem de Lisboa, e panno de algodo
da Baha, tudo por menos do que em outra
qualquer parlo.
Nova agua de malabar
Vendc-se esta agua a aiellior que tec ap-
parecido tara tingir o cabello e suissas de
preto : na livraria universal ra io Colleg:o
n. 20, d-sejunto um impresso gratis ont'i
nando a forma de pplicar.
Vende-se em casa de S P. Jonhston ci
C, ra da Senzala Nov n. 48, o seguinte :
sellins inglezes e silhoes.
Qw tro portas
RD DO QD!lD0 I. 37,
lando o becco
oii< :
Neste bera conhecido e acreditado estabe-
lecimento enco.-t'ar o publico uoi com le-
lo sortimento de fazendas francezas e ingle
zas, bem como sejam : ricos cortes e vesti-
dos de sede pretos cora 3 baados n 80 e 90
.iios de seda branca rom listrasassetioadas
a 20?, ditos de barepo a 75, sabidas de baile
a '53, enfetes para esbega de senhora a 95
e io#, manguitos .'e cambrah bordados .->
2/300 e 43500, camisinbas ; cambn :< com
gollinhas e manguitos a S9000, ditos muito
su eriores a 1/3H, golliir as bordados a 19,
l>600 e 4350O cada urna, tiras bordadas *
800, 900 e 1?OOo a vara, trazo de seda a 780
e 800 rs. o covado, sedas de quadrinhos miu-
linbos, fazenda muito superior, a 13500 o
covtdo, folar de seda a 600 rs. o covado, 13a
eseda lavrada, gosto ioteiraffiente novo, a
IjOOO o covado, musselinas escuras a 400 rs.
0 covado, casemiras, miu tinltas proprias pa-
ra caiga, col lele e paletot a 13500 o cova lo,
fustao miudinhoa 400 rs. o covado, chitas
francezas a 260. 280, 300 e 320 o covado, or-
gsn lys de cor a 900 rs. a vara, ditos supe-
riores a 13200, flanela branca a 480 o cova-
pari
relogios de ouro
se dignaram subsern- | ue patento inglez, candielros e castigaos
para a publcagSo da obra Begras de bronzeados, arreios paia carro, lonas ingle- do" dita
Escnpturagao Mercantil por partidas dobra-, zas, lio de vela, sraxa para arrotos cr'angas a 900 rs. o covado, chales e seda a
das,-que hoje d principio ao reccbimento| -" \ende-se cola da Rabia de boa quali-lu 0 ^j, bengalas uas a ditas a 2 e 3.
e roga-lbes o obsequio de ; dade, ebegada recentemente, por menos pre- paletots do fust3o de cor a 53, ditos de brien
respectivo importe ; co do que em outra qualquer parle : na ra
da subscripgSo,
ma ndar satisfazer
elogios
Vendem-se relogios do ouro, inglezes de
patale bo irmazem de Angusio C. deA-
breu, ra da Cadeia du llecife 11. 36.
Calcado franeez
muito barato.
Na ltja de calgadn da praga da Indepen-
dencia n. 4, vende mtsino a troco de sedulas
veliiss o seguinte :
iiirz'fjuinis gaspiados para senhora
Sapa toes d|e luslrecom elstico para
lio. et i
Sapatos de lustro de urna e duas so-
las para dito
2s00
15920
2;.".O0
IclOO
5500
55500
13400
70
13100
13920
lUOO
900
1C00U
v (ir o
/400
9*500
Sarats de trangn para hornero
vmes' e lustre para menino
Sa 'tos d couro de lustre para
senbori 43000
^ll dapotito do largo da Asfemb'a n. 9, con-
tlno'a a \nj.lir-e em poreo e a rttalho, por pre-
^(19 cotiuiinqoi, os spqonlv. 2neri'H : cera da car-
n.iuln. velfi de dita di li, 9 e 13 por libra, sebo
rafloado, si|la'i> pelle de rubra, satio da fabrica do
Recite, fio de algoso da Babia.
Jom pequeo totjue de
averia.
Pegas de maiiapol3o a 33000, ditas de algo-
d3o largo com 20 varas a 35200 e 33500, di-
tas dedillo sicupira a 3; e 3;200 : veude-se
na ra do Crespo, loja da esquina que volta
para a ra da Cadeia.
F

*o
>'
anco*
na casa de sua residencia, ra do Sebo, casa
sem numero, defronte da de n 24 ; Passeio
Publico, loja n. 11, dos Srs. Ferreira & Cruz,
onde recebero o competente recibo, fir-
mado pelo abaixo assignado: ou darem
ordem em suas casas para ser gatisfeito dito
importe a vista do mencionado recibo. An-
da continua a subscrever-se para a referida
obra nos lugares cima mencionados, a 52
cada exemplar, broebura, e para os que nSo
subscroverem seu prego ser* 103 rs. A. referi-
da obra nSo so contm as regras, e exemplo,
para se escripturar os livros na conforrai-
dade exigida pelo nosso coa", comraercial
mas tambera os usseestylos das pragas do
imperio approvados pelos respectivos tribu-
naes do coraraercio, segundo o presenpto
pelo art. 26 do regulamento n. 738 de 25 de
novembro de 1850 ; a collegSo chronologica
dos assentos do tribunal do commercio da
capital do imperio, de accordo com os
tribunaes do commercio das pragas da Ba-
ha, Pernambuco e.MaranhSo, como prescre-
veoart. 13 do citado regulamento ; e o re-
gulamento approvado pelo governo imperial,
para a praga do commercio da cidade de Por-
lo-Alegre. A referida obra acha-se approva-
da por pessoas competentes como consta da
mesma, e se ve nos refeiidos aDiarios. Re-
cife 28 de setembro de 1858.Jos Antonio
Gomes Jnior.
Precisa-se do nma mulher maior de
?0 annos de idade, de honesta conducta, e
que tenha aexcellente qualidade de saber
administrar urna casa de um hornera vinvo,
tratar de meninos qne esl3o na escola : quem
assim estiver habilitado, dando fiador a sua
boa conducta, entenda-so com Caetano Pinto
de Veras, (sendo a sua s pessoa) no sobrado
da ra de S. Francisco n. 8, como quem vai
para a ra Bella, das 6 as 8 horas da manhSa
e das 4 as 6 tarde.
&om$t 0.
!.
iTTENQAO'
Compra-se um carrinbo de ts- @
ta para crianca, quem tiver er|ui- @
zer vender annuncie por esta lo-
Iba. .;
da Cruz do Recife n. 13, primeiro andar.
lelogios.
Vende-se em casa de 5runders Brothers
& C, praga do Corpo Santo, relogios do afa-
mado fabricante Roskell. por pregos commo-
dos e tambera trance lins e cadeias pan os
mesmos de excellenle goslu.
Vendera-so barat) 2,000 couros soni-
dos ; para ver-se. no Forte do Mallos, tra-
piche da corapanhia dos vapores costeiros,
es tratar, na ra da Cuia n. 5, primeiro
andar.
Feijao mu t-
nlr? e miltio
Vende-se no Forte do Mattos, armazom do
Campello, jonto ao t'apictn do algodSo.
Sab
-- Vende-se urna taberna na ra Direita
dos Afogados n. 40, e bem afreguezada :
quem a pretender, dirija-se a mesma.
Vende-se urna linda mulatinha de 6
annos : na ra enreita do Rosario n. 25.
Alroeida Comes, Alves& C tem para ven-
der sabSo de boa qualidade, recebido do DE-
POSITO GERAL DO RIO DE jANEIRO.do qual
s3o nesta cidade um dos agentes. O deposi-
to aqu he no armzzom alfandegado, Araujo,
no largo do Forte do Mattos junto do trapi-
che do algod3o, ondo p:e ser visto, o para
tratar, com os anni.ncianles n ra da Cruz
n.27.
Escravo.
Vende-se um bom preto escravo, de 22
annos; na ra daSolcdade n.70.
Aos ciiariiteirts
Vendem-se caixas vasias de charutos, por
todo o prego ; no pa-eo do Carmo n. 9.
Vendem-se c.ixOes que faram de pegas
de chitas, por barato prego ; no pateo do
Carmo n. 9
Aos asHucareiros.
Vende-se urna balanga grande de madei-
ra, com brago de ferro, muito bem feila e
nova, por barato prego ; no pateo do Carmo
n. 9.
-- Vendem-se uns caisSes rom repsrli-
mentos e lampos, propnos para taberna,
pintado, em bom estao; no pateo do Car-
mo n. 9.
Potass*
Vende-se potassa americana da mais
nova qi'c lia no mercado, e ])or preco
commodo : na ra d;> rrapiche n. 15,
armozem de Bastos limaos.
branco de linho a 65, ditos de abac preta
83, ditos Je panno fino preto a 20,22, 2 e
253., ditos de casemira de cores a 18 3 253,
ditos de gorgur3o de seda a 253. caigas de
casemiras francezas a 93, colletes de gorgu-
rSo de seda a 73, chapeos francezes a 7 e|83,
ditos muilo superiores o melhor que te-m
vindo ao mercado a 93, ditos de feltro finos
a 55500 e 63, ditos pelle de lebre a 63500,
ditos do Chile sem ser en'ormados 1 103, di-
tos enformados a 123, cortes de cesemira do
cores a 63 e 65500, ditos 11 u i to superiores a
93500, damasco .de 13a de duas larguras pro-
pno para colxas a 23500 o covado, saceos
de tapete proprios para viagem a 5 e 63, vel-
ludo preto muito superior a 6 e 83 o covado,
camisas francezas peitos de linho a 43500
cada urna, dilas de algodSo a 23, 23500 e 33,
ditas de cores peitos de fustao a 23500, cha-
peos amazonas para montara de senhora a
123, chapeos de sol de seda para'hornera a
655'JO e 113, ditos para s?nnora a 5 e 63, cor-
tes de colletes de velludo a8e109, ditos
muito superiores a 123, casemiras de cores
a 23200 o covado, ditas entestadas a 23000,
3/5U0e43o covado, tapete avelucado o co-
vado 33500, tapates a 8 e 113, bombazina de
cores propria para capinlias de senhora e
roupinha de changas a 15500 o covado, gros-
denaple preto a I56O, 13800, 23 o 23600 o
eov do, ditos decores a 13600, seda branca
lavrad1 a 23500 o covado, ditas pretas lavra-
das a 2300 e 23600 o cavado, casemira preta
do 15600 at 33500 o covado, pao tino preto
de 33500 at 113 o covado, cerouias de linho
a 2c500, chales de merino lisos pretos a 4,
ditos de merino bordados a velludo a 8e
123, ditos bordados em duas pontas a 103,
ditos de ehaly bordados a 93, corles de cassa
de cores lisas a 23, cambraia lisa grossa para
forro a 23460 a pega, guardanapos a 39 a du-
zia, melas cruas para hornera a 23200 a du-
zia, e mnitas outras fazendas que nSo he
possivel :qui se mencionar, pelas muitas
qualiilaes quo tem nesto estabeleciraento,
eent3o com a vista dos freguezes so mos-
trara-
Gassas nopolita*
as.
He com este titulo que acabam de chegar
as mlhores cassas, e cora os mais bonitos
desenhos que se lera visto, fazenda inteira-
mente nova : na luja de l.zeniBS da ra do
Crespo n. 5, esquina que volta para a ra do
Collegio.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
Vende-se superior potassa em barris pe-
queos de 4 a 5rrrobas, tor prego multo
commodo : no ra de Apollo ni 11
Venderse teijSo branco novo, em saceos
grandes!: no Forte do Mattos, armazern do
Sr. Ignacio Avilla
01 TOQUE DE AVARIA
A .", 4, e 5#0OO cada p-ca
de 28 cova os!!
Vendem-se na ra do Queimado, loja n.
17, ao p da botica, riscadmhos de chita fi-
nos de cores lisas, pelo barato prego de 35,
4 e 53000 cada pega.
QUeijo suisso.
Vende-se queijo suisso, superior qualida-
de ; era casa de Farias & Martins, no aterro
da Boa-Vista n. 2 Assim como vinho Madei-
ra Secci, dito champagne, dito do Porto de
todas as! qualidades, cha superior a 25400 a
libra, queijos fhmengos superiores a 23, ga-
rantiiidose a qualidade, tudo mais barato
do que em outra qualquer parte.
Vende-se muito superior queijo do
sert3o al 720 a libra, dito de coalha a 560,
dito do reino a 23, bolacbinha ingleza muito
nova a 360. macarrSo novo a 400 rs cha
bysson miudinho a 29560, dito graudo a
2/400, doce de goiaba a I5-28O, linguicas do
reino muito novas a 720 a libra : n* ruados
M.rtyrius n. 36, taberna.
Jendem-so 10 casares de canarios do
imperio, era suas geiolas ou viveiros ; sendo
todos juntos se d mais em conta, e casares
de rolas que chamara de llambuigo : no so-
brado da ra de S. Francisco n. 8, como
quem vai para a ra Bella.
Agencia
da fundcao Low-Viow,
ru da Senlnza Nova a
n, 42.
Negtoostabelecimentocontlna'aahaver
um completo sortimento do moendase
raeias moendas paraengenbo, machinasde
apore tsixasle ferro batido coado de
lodosostamanhospara dito.
Farioka de
ir. i! ota superior.
Vene-se farinha de man linea superior,
abordo do brigoe nacional tala, tanto en-
sicada romo por medida, e era porgos a
contonto dos compradores ; advertindo-se
o : ,-,i se a o menor do mercado : tra-
- \ mi no Forte do Mattos, arma-
zfm i.ieiio, prximo ao trapiche do
algo,!;,..
ReceDjdas em direitnra d<
pars.
Ricos cortes de vestidos de seda do
cor e brancos t
Cortes de cambraia de seda borda-
dos ao lado 5
Crosdenapies ^reto e:corpado, co-
vado 15600 a
Dito de cores e branco, covado
Seda bronca laviada para vestido
de noiva, covado 1500 a
Belleza da China, fazenda toda de
seda, covado
Setim preto maco para vestidos,
covado 25700
Velludo preto o rasihor possivel,
covado
Meio velludo preto 9 de.cores, co-
vado
Veibuliua preta o de cores, covado
Folar de Paris de seda com listas
mtisedas, covado
Ricas sedas de cores de novos pa-
drees, covado
Diana de seda lavrada Kui linda,
covado
Stimas \p quadros o listras, co-
vado
Popelinas do seda o ISx, padroes
novos, covado
Barege de seda, padroes miudinhos,
covado
Corgurio do seda com flores, covado
Panno proto e de cores, prova de li-
>i)3o, covado 3/8
Cas.-mira preta sr-;i:.,covado 15700 .1
Musselina de cor e branca, covado
Chitas francesas de cor claras o es-
curas, corado 2K0 a
Cambratas orgaadys,novos padroes,
va-a a
jCassas francezas finaS; padroes no-
vos, vara a
itas ditas, vara a
rtas fio Blond, | retas e brancas
anguitos e golinbas bordadas
ras e entrea:eios bor.lados
Pulceiras da vcllu :o, froco e fita
Longos de cambraia, linos, cora la-
byrintho
Chslos de merino com franja de 15a
i Ditos titos de seda
; Ditos ditos bordados a seda
I Ditos ditos bordados 1 velludo
Ditos de seda de peso
Cortes de casemira de cor finos
Colletes de dita e de seda bordados
Chapeos pretos francezes modernos
Gravatas de seda compridas com|
annel
Paletots do alpaca preta e de cor,
forrados
Gndolas de alpaca preta e de cor
Paletots de brim pardo e brtanha
Ditos de fust3o, ganga e outras fa-
zendas
Passando o becco da Congregag3o, do ado
diroito era seguimento par* o Livramento a
quarta loja do tres portas com rtulos bran-
cos n. 40.
entt
Soares, com loja de ta-tarugueiro na ru
'-- rinebeiras n. 1, avisa a seus freguezes
e B>> publico, que receben pela ulti .0 navio
da Franga um rico sortimento do pentes de
larturaga o mais moderno que tem vin lo a
este rv-eicado, que os fregueses avista da fa
zenda e do prego u3o oeixarSo de comprar.
Vende-se em casa rse
roca cK: astro na ra
da "adfeia do Recife i. 4
Arcos de ferro-
'obre para forro de navios e pregos.
Vinho do Porto superior.
Vur.e em llagas
Linlia branca e de cores.
i'olvoia e chumbo de munlgo.
Pipas e barris vasios.
Podras de moinho e prtalas.
Cobre em dinheiro.
Vende-se efectivamente dinheiro do co-
bro a 6 0|0 : na ra do Pilar n 111.
Vende-se superior linha de algodSo
brancas e de cores, em novello, para costu-
ra : em casi de.Soutuall, Mellor fe C, ra
do Torres n. 38:
Carro novo
Vende-se um excellenle carro inglez, no-
vo, para 1 e 2 cav?|los : na ra de Santo ..-
maro (Mundo ."Novo) n. 6.
-- Vende-se a casa terrea da ra dos Cua-
rarapes n. 14, recentemente acabada, com
um bom quint! murado, cacirr,ba, algumas
arvoresde fr icio, e com bsstantes commo-
dos para familia ; a tratar na mesma ra
u 20.
Vende-se a quinta edig3o do dicciona-
rio de Moraes, com muito pouco uso : quem
o pretenJer, dirija-so ao largo de. S. Pe-Jro
n. 4, que so lira quem vende.


J
a
610
850
73500
3S-20C
320
360
500
320
8
3
.-
8
ISOftO
43800
6 "000
615 '()
El i'*sa.^eKabe.-schraottau Comp?.nbia,
rut Ja Cadeia n. 37, veudeni-seolegan'c
pianos do afamado fabricante Traumar-n
le llarr.burjio
Clu^gucm ao ba-
rato.
O Pregu
qilvl ,; .
Na ra do O'-'eimado, n. 2, esquina do
becco do Peixe Prieto, lera o Preguig para
vender por prego baratissimo, ura vanado e
com lelo sortimento de fazendas de aluodSo
18a e linho, a saber: chitas de bonitos pa-
drOea e bous pannos, cores escuras e claras
a 140 res o covado ; itilas de uutros gOStOS
a 160, 180 e 200 res o covado : Citas fran-
cezas largas, padrdes novos e superiores
pannos a 20, 260 e 2S0 rois o covado : cam-
braias adamtscadas para cortinados de cama
com 20 varss esda pegn, pelo baratissimo
prego de ttSOOO gravatas p otas e de cores
io mola e sem ella di 800 a 1520o cada
uin ; lengos de soda de ptima qualidade
a 19000 cada un ; grosdenaple mimo encor-
pado. do tolas as cores a 158"0 o covado,
cortes ue casimira el slica b< uitos padroes
a 53000, 55500 e C>000 : cortes de meia ca-
semira fazenJn de vista e duragSo pelo m-
dico prego de 2?0OO ; cortes de brim tranga-
Ii'qOO do de puro lnlio de 15700 a 25400; corles
3 ''
6.-000
ile eollete de gorgurao, padrOes novos e
muito bonitos a 33000; pegas liza co 8 varas a 4s400. 5600 e teSOO *
pega ; ditas tapadas com 10 varas a 4.;5|lo,
5/500 e6;500a pega ; cortes de targelin,
fazenda de muito bom gos'.o para vestidos
desenhor*, com 12 covados, pelo barato
prego de 35000 ; cortes de organ lis, fazenda
inuito larga e bonita a ^3600 ; alpaca cora 6
palmos de largura, muito fina propria para
simarros e capas ae padre a 80o res o cova-
do ; lanzlnbas de quadros gostus inteira-
monte novos preprios para vestidos de se-
nhora e meninos a 500 re:s o covado ; lan-
zinhas de flores, fazenda mu linda e econo-
i mica para vestidos de senhora a 360 res o
covado ; chales de 13a finos com barras m.i-
tisados a 15500; ditos de merino e de chaly
' de diversas cores e qualidades; lengos de
cassa, brancos e pintados a 120reis; ditos
No antigo deposito da ru-i do Vigario n. I raais finos a 160 rris ; ditos de cambraia de
7-^000
75000
55000
45000
9500
Lou?a da /.ihi
27, vende-se louga da liahia de diflereritrs
tamanhos equaluaJes, assim como algui-
dares de goraos dos raaiores quo ha no mr-
calo, e mais barato do que em outra parte,
saceos vasios. Hacas do vimes para os senho
res tanoeiros a 180 rs. cada urna, e velas de
carnauba de difterentes bitolas, em peque-
as e grandes porges, por prego coramodo.
i-
;
S3o ebega los ricos chales de tou- m
quin de cores bo-da los em urna e
':>
i 1------------------------------------ -" '"> >-" "= D .>
^ duas pontas que so vendem por com- ^
'.'.' modo prego : na ra do Queimado n.
.'- 10, loja de l.eite, Artbur ev C.
{Jasa baratu.
Vende-so uina excellenle propriedade de
casa na ra da Matriz da villa de Iguarassu',
cora muitos conimolos, graudo quintal,tei-
ta de pedra e cal: na ra da Cadeia do lici-
te botica n. 61.
Cavados.
Vendera-se 7 quartaos muito novos : na
ra Augusta, casa defronte da do n. 17.
Farinha em saceos.
Na taboma grande da Soledade vendem-
se saceos cora farinha muito superior, tam-
bem se vende urna balanga com pesos de 8
libras a 1|4, o 3 ciixoes para depsitos do
assucar, caf, e amostras, por prego com-
modo.
Fil
9H0.
NA FTJXDICAO DE FEBEO DO ENGE-
nheiho'david W. BOWMAN, rfA
HUA DO BBUM, PASSANDO O CHA-
FAHIZ.
ha sem pro um grande sortimento dos se-
guintes objectos de mecanismos proprios
pra engenhog, a saber : moendas e meias
moendas da mais moderna construcgSo ; ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
Jualidade e do todos os tamanhos; rodas
entadas para agua oc :nimaes, de todas as
rroporges ; crivos e bocea de fornalha e
registres de boero, aguilhOes, bronzes, pa-
pafusos e cavilhOcs, a>oinhos de mandioca,
etc etc
NA MESMA FUNDIDO,
se executam toaas as encommendas coa a
superioridade ja conhecida com a devida
presteza e com odidade em preco.
linho a 500 rls ; tapetes para saU a 33800;
chita franceza larga de ramagem para cobr
ta a 240 reis o cova lo ; madapolSo de todas
as qualidades ; algo ISozinhos, cassas, bre-
tanhas, bros trancados, brancos e do cores,
pannos finos pretos e de cores ; mussulina
branca e de cor a 320 reis o covado ; e ou-
tras muitas fazendas. lo las por baratissimo
prego, e de todas se dar'o amostras sob pe-
nhores.
CHAPEOS 1 FETROPOLES
Na loja da ra do Queimado n. 37, re-
eeben-se ulti'menle Oe Frang um com-
pleto e variado s irtimento de chapeos a pe-
tropoles para senhora, os quaes se vendem
conformo a escolha, e por prego muito com-
modo.
Aviso.
No arc-a7em de Adamson llowie & C, rus
do Trapiche n. 49, vendem-se sellins para
homrm e senhora, arreios prvtiados para
cabriolet, chicotes para carro, coleiras para
cavello. etc.
Vende-se um moleque de idade 12 an-
nos, muito linio, ptimo para pagem : na
roa n'roita n. 3.
Tasso Irmaos.
Tm para vender em stus armaztns da praga da
Pont* Nova as euuintu i,nimus de trigo ehtgadus
oltimmenle de Trieste
irona i.-- .
rimeira qnalidade.
-i & C.
Tambcm leinlo'.comprjdii o< ultimo* camcamen
lo de Kichmond tem as le^umlfs marcas daquella
procedencia
Gallego. | Otiiuee.
Huxall. j Coluiitbia.
Ounlop. | Cabocla.
Crenshow. | Roseneath.
De Gtnovn tem boro sortlmeoto das marcas ja
conheeida *"* (c'r^i,|o) assim como diversas mar
cas M de Philadelpliia, Nova (Irleam, Oliio Balti-
more tanto etlras rumo supeifinas ; aoi piceos mais
commodo do meriado.
Fogio aos 20 do corrente mez o escra-
vo Dellino, de 30 annos de 'ade, com os se-
guintes signaos : estatura balxa, cor cabra,
sem barba, com urna grande cicatriz entre
o-ledo grande do p, cabellos grana'es, o
foi vesti lo com camisa de algorJozftbo
azul, caiga velba de c-semir escura e cha-
peo de couro : quera o c pturar, dirJa-se
ao pao e Tranquilino Ctbral Tavares de Vas-
concellos, morador era Olinda. que ser re-
compensado.
'00,1? OOO.
Fugio no di.i 23 de agosto prximo passa-
do, do engooho Serraya, o escravo do abai-
xo assignado, cora os signses seguintes :
Manoel, cabra bem escoro, estatura regular,
corpo hastant) reforgado, tera falta de den-
tes na fronte, epresenta mais de 40 annos,
muitissiroo barbado, ja com alguus cabellos
tirhncos na barba, e costuma .ieixa-la toda,
tem no rescuerdo os dous ltimos dedos
le menos porque foram cortados, estesignal
be muito visivel qcer passar por forro
quando foge, j foi oceulto duas vezes por
pessoas bey conhecidas, e eu o compre! na
ca ou de Sanio Ant3o, onde elle esteve 10
mezes ; suspeita-se que elle fra para Cari-
ris Velos ou Cariris novos: quem o trou-
xer ao dito erjgenho, ser gratificado rom
2005000.Manoel Filippe de Souza Lc3o.
500^000.
Fugio no di 2 de jMiiho do Dresente an-
no, do engenho Serrara, o escravo do abai-
xo assignado, cora os signaes seguintes ;
Manoel, mulato, claro e aga, que pode pas-
sar por branco, cabellos pretos e estirados,
teio de cara, reprsenla 20 annos de idade,
liaixo, corpo reforgaJo, pernas arossas e
arqueadas, sem barba nenhuma, lem mais
geito p*ra o servigo com a m3o esque-aa do
quecora a dinita, an.la sempre rcuito sujo
pelos peitos, bracos e pernas; suspelta-se
que rugir para os serlOos de Cariris, Pajeu'
e Inhamiins, ote etc., donie ello voio, ou
que estej por Katareth e Pao d'AIno. pas-
sando por Torro : quem o trouxer ao dito
engenho, receber S^O^.Oodegratificrgao.
Manuel Filippe do Souza Leao.
-- Fugio no dia 17 !e seiembro do corren-
te, piola Qoilerla, crioula, de idade 38 an-
uos pouco miisou menos, lem s signaes
seguintes ; alia megra. envergada, o brago
direito alojado, tem "alta de dous denles na
frente, levoL vestido do chita cor de vinho
com palmas brancas e r anno Gao da Costa :
quem a apprehouder levo-a a praga do
Cor-o Sanio a. 17, que sera bem recompen-
sado.
100,000 de gratificacaa
A quem pegar elevar em S. Joiio do
Galio donde iugio no dia lo do corrente
ou no Recife na hbrtca de vinagre das
Cinco Pontas.O moleque crioulo de nome
Felisberto, idade de 15 amos, secco do
corpo, bem ladino, foi comprado por
Fumino Cavalcanti de Albuquerque a
Esequiel de Barros Correa morador na
Lagoa Grande da nrovincia da Paraluba
do Norte, levou chapeo oleado de verde,
camisa branca com gola eprnhos deazu-
lao, calca de azuiao, camisa de baeta en-
carnada aberta na Irente ; suspeita-se ter
sido dcsenoaminhndo por algum traba-
jador da estrada de Ierro, pede-sepor-
tanto a tolas as autoridades o prendam
onde for encontrado, promettendo-se
pagar todos as despezas que occasionar
ulein da giatiicaeao promettida.
j(9 A 14 de agosto do corrente a
^ nio fngitam os seguintes es- ^
cravos: Da mio, crioulo, de 25
anuos de idade pouco mais ou menos, al-
tura regular, cor fula, beieos grossos e
meros ambilados, tem urna cicatriz na
testa proveniente de um couce de ani-
mal, pernas linas e algumacousa arqueia-
das para lora, esmalmado e espadaudo ;
Jacintho, crioulo, de 28 annos de idade
pouco rr.ah ou menos, altura regular, cor
pela, beieos grossos e faz certo geito na
bocea (piando talla, tem urna cicatriz em
urna das faces, toca viola, pernas finas e
bebe fume, o primeiro oi comprado ao
Sr. Joao Francisco Barbosa da Silva Cu-
mai lillio do Sr. major Antonio Gomes
da Silva Cumaru, eo segundo diz que foi
da familia do Sr. Joo Novaes, de Paged
de F lores da fazenda do Citio e compra-
do na praca de Pernambuco : quem os
aprehender conduza-os ao engenho Sete
Ranchos freguezia deN. S. da Escada ou
em Pernambuco ao Illm. Sr. Manoel Al-
ves Ferreira, que sera' generosamente
recompensado. Ambos os esciavos sao
esmalmados e de corpo regular.
Desappareceu na noite de 21 de abr
do corrente anno o escravo de nome Floren-
tino, com os signaos seguintes : estatura al-
ta, cor mulata, sem barba, espaduas largas
ps grandes, rosto coraprido, olhos casta-
nbos, cabellos pegados, falla grossa, muito
regrista, tem falta de 3 dentes na frente, em
un dos lados do qneixo tem urna fistola,
levou chapeo de couro o carr-isa de riscadi-
nho : quem o pegar leve-o a fundicSo da Au-
rora em Santo Amaro, que ser genaros-
mente recompensado.
tO^OO.
Continu'a a estar oceulto desde o dia 28
de margo do corrente anno o escravo Mo-
zambique, de nome Cesar, de 48 annos de
idade, pouco mais ou menos, he bom car-
reiro, razaoporque esta oceulto, eternos
signaes seguintes : um pouco baixo, bastan-
tante secco do corpo, pernas e bragos Gnos,
ps peque.ios e um pouco mettidos para
dentro, tem urna semina uo nariz (sigoal de
sua Ierra) cor preta, nlhos pequeos e vivos,
costuma a embriagar-se, j foi encontrado
em Santo AntSo com o nome mudado para
Rraz Vicente ; foi escravo dos herdeiros do
fallecido Caetano Pereira Congalves da Cu-
nta ; protesta-se contra quem o tiver oc-
eulto : quera delle der noticia certa ou le-
va-lo a ra Augusta n. 19, casa terrea junto
a um rt'uro novo, ou a na do Trapiche n.
8. receber a quantia de lOOjOOO.
PF.RN,: TYP. DE M. F. DE PARIA.-HS*b


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