Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06577


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Full Text

ANNO XXVIII N. 173
Por 3 mezes adiantados As000.
Por 3 mezes vencidos 4<500.
DIARIO
SEXTA FEIR.4 51 DE JIMIO DE 18.17
Por anno adiantado 15o'000.
Porte franco para o subscriptor.
ENCAHMEGADOS DA SUBSCUFC DO NORTE.
Panhiba, o Br. Joto Rodolpho Goma ; Natal, o 8r. Joaquim
iPiTeiri Jnior ; Arieatv, oSr.A. de Umo* Braga ; tei-
r', o Sr. ). Jote de Olireira ; Maranheo, o r. Joaquim Mar-
qnee RodriruM ; Pliuhy o Sr. Jote Joaquim AnUM ; Pa-
ra, o Sr. Joitino Ramo ; Araaionaa, o Sr. NMJM da
Cotia.
PARTIDA DOS CORRBIOS.
Olimlt : todos os das, a- 0 e meta lioras do lia.
lguaias-u'. Golilla c l'arakiba: na. segunde* e testas-reirs.
S. Aniso, Bexerro*. lloliilj, Caroaru', Allintio e Geranliun* : na terca-feir.!.
S. Lourcni;.), l*ao d'Albo, Nn/arctli. Limoeiro, Brojo, i*e(|oeira, liigiueua,
Florea, Vilhi-tk'lla, lloa-Yiau, Ouricur, e En1, nasquartas-rvita).
Cebo, Ipojnca.Serinbaem, Rio Formlo, Una, Barreiroa, Agaa-Prcta, Pi-
mcnleirat. e Matal : quintas-fciras.
(Tedos os correioa parlem ai 10 horas da manhia.
AUDIENCIAS DOS TRIBUN AKS DA CAPITAL.
Tribunal do coramercio : legunda a quintal.
Relacao : tercti (eiru e labbadoi.
Fazenda : quarUi aabbadoi aa 10 borai.
Juito do eommereio : tegundii ai 10 horai i quintil ao meio dii.
Juio de orphaoa : teguodii e quiotai ai 10 boraa.
Primeira Tara do civel : tegundat e aeitai ao meio da.
Segunda Tara do clvel ; uartai a labbadoi ao meio da.
EPHEMI RIDES DO MEZ DE JliLHO.
7 La chela ai 4 hora: 21 minutos da manhaa.
14 Quarto minguante a 110 horai e 67 minutos di mannaa,
21 Lu non ai S borai e 63 minutos da manhia.
38 Quarto crcente ai I horas e 66 minuto da Urde.
P I KA MAR DB HOJE.
Primein II II horas e (2 minutos da manhaa.
Segunda ai 12 horai e 6 minuloi da Urde.
PASTE OPPICiAL
130
COMMANDO DAS ARMAS.
tataarte! %eaeral de> commuado 4aa l
Pcrnambaco na nidada do Recite, i
i albo da 1857.
OROEM 1)0 DA >. 12.
O mirechil de campo eommandante da armas,
na visita que fex hontem ao quarlo batalhdo de ar-
tilhuia a segundo di suarda nacional detticida, en-
i-.uiilruu o< quaileit em boa ordem a aceiadoi, linda
que o daquelle seja um edificio improprio e primili-
va-neute deatinado i leposilo do parque de ruina-
ra, notando tu mbem qoe asrajet de almoro que
iarn aer distribuidas aa prnjis arara de boa qualidade
a luflicieotes.
Ai fiirlalena do Brum a Buraco que o manchal
lambem vniloo, achavaro-se limpat, com a sua arti-
llara a pallamenla em boa ordem e arranjo, t e*
reprao do quartel do delineamento da primeira, no
qnal jinda nao te linha (Vilo a Canina qur devia ler
losar ai 6 horas da mantilla.
Por esta occasao recommenda o manchal de cam-
po aos aenliore commandantei de.corpot, a maii
reilrlcla observancia do plano de uniforme do der-
rito, Dio comenlindo qoe teut subordinados mera
de tobreciticat desatacadas collirinhos excedendo
a grvala.
(Atsignado)Francisco Sergio de OUteira.
Conforme.Horacio de (usnuio Coelko, alfere
mdanla de ordena eneirregado do detalbe.
EXTERIOR.
A MONARCHIA RESTAURADA NA AMERICA.
Eilavam no prelo aa nonas recentes reflexes so-
bre a constiluijao d* Repblica americana quando
appareeernro na UjiiHo cnnoiderajoes -astignadit
por H. Lamen lie, sobre a Karolocao ua America e
no Mxico em particular.
O honrado velera, da imprenta monarehica goza
d'uraa autoridad! muilo legitima, para que deiie-
idob paliar aem conlradize-los, certot fados por elle
nvanjidos a ai cooclasoei qua delli! se deri-
van).
M. l.aoreulie commetle um priineiro erro mate-
rial, quando, para demonstrar a eilentao larri val da
l'niao americana, diz qoe ella linje eonta trila e
nove Estados, em vez de treze que contava em
1789.
i Esta confederarlo nao se corape presentemente
senao de Innla a tre Estados, a s o Texas e a Cali-
fornia lie que forain conquistas ou mnexijesde ter-
ritorios etlraogeirot.
A forja de expans.lo da rafa anslo-saxonia, sua
viriliilade e loa tendencia para a domnarao nao
formam menos um contraste sensivel com a fraqueza
e decriicenrii da nja latina. He rsle cora effeilo o
fritante espectculo do Novo.Mundo. D'am -,.!.. sao
a ordem, riqueza no interior, o poder no interior,
o progresso sob todas" ai formas, D'natro lado ao a
anarchia, a pobreza interior e exterior, a decadencia
ob todas ai um facea.
Enlrelanlo estas nacionalidades qne seguem um
marcha IA > inversa teni. em apparencia, o inesino
iiiovel, o da liberdide. Cobrem-si com o mesmo M-
lindarla, a Repblica.
unde procede a Iribue a inferiori lade da raca lalina seu fracciona-
neoto em pequeas repblicas, o que lem quebrado
ua onidade a feilodesapparecer como rgimen mo-
narchico que destruio, o rexpeilo da auloridadn.
I'orem a nnidade e o principio munarchioo desappa-
recerain igualmente da confedi-racao d'America do
Norte, a o respeilu da auloridade nao aa enfiaque-
ceu alii. O Keverno exerce-se sem exercilo e sem
polica na Repblica ae Washington, e tem-te alii
urna reverencia quaii supersticiosa pelo ofllcial de
jii-to, i armada d'uina frgil varinha.
A razao imaginada pelo redactor da nUno nao
explica, pois, senao imperfeilamenle os contrastes
dos resallados produzidos por duas silaares ide-
ticas.
Admillimos com elle que a unidade lie urna ne-
cassidade e de alguma sorte um inelinelo para as
ra$as latinas. Ellas lem o espirito de pateroMede a
de lociabilidada era man alio grao do que as raras
anglo-saxonicai. O individualismo lie a le deltas ;
o nacios I iamo, seasiim o podrmoi diier, ha a le
daquellas. I'orem a fdrc* de cohesao nao (am a rno-
narchla por indispamavel coronario, lia a Rep-
blica que acabou e completou. em l-'rrnra, a obra
de onidade comedida por l.uiz \l e Uiclie
lien.
Ilavia ain la urna Brilaiiha, orna Boreonlia, urna
i'outaiiuie, urna Picarda, ele, tob l.uiz XVI ;
nao liavi.i man senao urna Franca sob a cou-
vencao.
O oso doi Republicanos d'America Central foi,
como iliitemoi ltimamente, ler imita lo inuito ser-
vilmente a- UoiAe americana, que Ibes lnha escan-
carado carreira da independencia a de llie ler lo-
mado aeu rgimen federativo.
Bem para n.m ra^a fiia, habituada beber suat
inspiracOes no isolamenlo, ,i dirigrr-sr, prolegei-se
o ti mesma, o governo federativo devia ser fatal n
pnpularO'S exaltadas, qoe anda nao te trm aeoslu-
niado com a soberana,, e que am achar-se sem di-
reec,ao. A' impulsao do poder central succederam
os abalos provtociaes, depois o anlagonismo e i mar-
cha.
A infloencia preponderante do clero e do exer-
cilo fueram o reslo. Em sua dominarlo jaz a ver-
dadeira causa da ruina das Repblicas hispamco-
a.ii-ricaas e da degenere.cencis das rafas latinas,
Iass.m lo allernativamenle da abidlaacn pawiva
pregada pelo pitre r e v 11 i fiscilida pelo tolda lo.
O respail da auloridade fji anfraqqeeida pela inlit-
cipilna dos que sAo os seus m Bitlrot. (Joein quer
que ja vtajou un Mxico sabe qie o ralholirlamo sin
se lem deshonrado pelas praticat mais tppersticiosa-
c pelo desregramenlo do elero. A relignlo de (abralo
couvcrleo-te ah em felIchlsiDO mercenario, e aa
vestes do padre arraslam-sa no lodacal immundo
d'uin raitcahiii.il'.> publico e cheiu de' de desfara-
meiilo.
Km aqu as rhigasque he preciso curar.! He so-
breest eancro que se deve applicr o ferro, por-
que elle ha qoe roa no oidcAo a igrtjt e a civili-
laella.
He preciso desarm ir esla aoldadesca, verma roe-
dor do Ihetouro publico, que faz revolufea para
s distrahir e pe-se ao sold de (odoi os niiln-
ciosot.
He preciso retlilutr ai respeilo das leis i di mo-
ral chrislAa eile clero, que apoilerou-sa dos mais
vastos dominios de Estado, que cobrio o paiz da
communidades inactivas, fez da preguica Orna vo-
cablo santa e da inendicidade urna especie da im-
FOLHETIM,
0 HIllKS MOMAMUS.
POR EDMUNDO ABOUT.
VIII
O baile da Mirle.
'uinU-leira l.'i de maio, seis horas da tarde,
Joliu Harris com om rico uniforme recondazio-me
ca c"liram-me com alesna, mai sem deixarem ile dar
Uun. suspirot dirigidos ao Re das inonlanhai.
Pela iiiinhi parle abr-;ei a lodos com prazer. Eslava
e-mente, a nao via por tila a parle senao amigos.
M->i. pea eslavam corado-, meu cabellos cortados,
aa estomago satisf-io. Diimlri asteverou-me que
milre-s Sim ins, a tiln e o inale tinhim sido con-
vidados para o baile da rrla, e que a lavadeira la-
vara ara vellido ao hotel dos Esliaugeiros. Eo go-
' i antecipadamenle da lorpraza e da alegra de
Miry Aun. Chrislolulo ol crecen-me um copo de
vinho de Sanloriss. Naan bebida ndoravel juUuei
beber a lib-rd.de, a riquezi e a felicidade. Sobi a
aseada de miuha cmara, mas antes de enlrar fui b I-
ler a porta de Mr. Meriut,y. Kllerecebeu-me noiueio
da ama confu>a i de livros e de papaiv.
Meu charo senlior, disse-me, aqu eslouoppri-
mi lo de Irabalho Achei cima 4a al lea de Castia
nina inscripri i antlall que privou-uie do prazi-r de
combaterem sen favor, e que la dool daialormciila-
n* a cabera Acaba da ceriilicar-m: de que he ab-
loliilamente in lila. Piingucm a vi i antes de mim,
lerci a honra di desroberli : pretendo dar-llie o
meo nome, A p ira he um pequouo monomeulo de
calcara de 33 centi ve tros de allura e > de largura,
etlava collocada por acaso beira da estrada. Os
caracteres i;io da boa poca e gravados enm perfei-
i;an. E's-aqui a Inveripcio tal qual cnpici-a no meu
livrinho da memoria
-1. T. X. X. |. I.
M. I). C. C.C. I.. I.
Se ra con'eguir cxplica-la, minlia f.irluna estar
fila. Serei membro da Academia das inscripcoe- e
lituir.io nacional. Ha pelo cabicolo qoe perece o
Mxico. He pota disto lobretudo que he preciso sal-
Vl-lo.
O trabalho e i edacacao sao o nnicos meios qoe
podem regenerar estas populadles rebaixadas pela
ocioiidade. embrolecid.it pela ignorancia.
Devem ellas estes vicios ao governo republicano '.'
Nao, porque estes meamos vicios se encontrara na
Europa, enraizados na seio das proprias naques que
vivem sob o rgimen dos ivenus monanhicos. A
ri\ilii.ic.ui est lambem estaciouada a a ordem tAo
mal segura as Dual Sicilias, na India e na tiespa-
nha como na America Central. Ah a auloridade
quasi que nao repousa em fundamentos mais Bli-
dos, o que prova luz da evidencia que a aulori-
dade nao consiste somenle as pslavras. Mas se ei-
les povos da raesma origem dilTerem de forma go-
veroamental, riles se unen) pela forma reli-
giosa.
Um fado digno de meditarlo que as narOes do
Novo-Mundo e do Moodo A ntigo, em qoe nao lem
podido prosperar as Repblicas, nem o rgimen
constitucional, sao todas uanaes calbolicas. Ha pois
alguma incompalihilidade enlra o calholicismo e a
liberdade ? O exemplu d'oma parle u'Araerica do
Norte que j.i citamos, e o da Blgica, peimillem fe-
lizmente encontrar algumas exceptes esla regra e
distinguir entre o principio e o abuso.
Porem lal be a confutan fatal que aprsenla his-
toria e philosophia M. Laorentie, quando faz re-
montar todos os males d'America catholica a desap-
paric.ii da realeza a nao v outro remelio para es-
tes males senao o restabelecimenlo da casa dot Uour-
bons.
Elle faz entrever, he verdade, aos Mexicanos um
principe desla cata vindo com leis llberaes. I'orem a
Europa sabe qual he a tiberalidade dos principios
em que bao sido educados o lilhoi de D.Carlos, he
loacura apresenlar como urna laboa de salvarlo, ao
Mxico republicano, um euxerto do abiolntsmo
qoe nao pode euraizar-se na monarehica Hespanha.
Ha lambem om Boorbon em aples, e desle lado o
pirigo nao he menor. Os homens polticos qoe jal-
gam poder levar a America Central curvar-ie de
novo ao jugo que ja urna vez eimigalhou, salvo que
seja obrigada repodia-lo a costo dos meimot e-
forjoi, iiludem se grosseiramente. O governo mo-
narchico nao seria d'ora em dianle mais estavel. do
qual lem sido ale boje o governo republicano no
meio de popolaces, das quaes ae pode dizer o que
dizia o Tcito dos Humanos da decadencia : Que
nao salnam inaii snpporlar nem a liberdade, nem
a servidao. o. Ha alm disto a par dellas um poder
qua opporia seu Tolo decisivo ao reilabelecimento de
qualqner realeza sobre suas fronleiras. Esle poder
he a democracia de Washington, cuja mAo estende-
se'iobre melade do Novo-Mando, como tobre um
patrimenio inlerdirlo a toda e qalquer restauraran
europea. E {i lem, por assim dizer, um interesse e
por conseguinle um direito superior aos de lodos os
eolros governos eslrangoiros.
M. I.aureulie ronsnlora como orna desgrana que c
Novo-Mundo seja condemnado a serainericaiiita-
do.' He i-l-i com etleitu para sentir, em relacao
s nacionalidades, e durante dez aonos, lemnt con-
sagrado pessoalmente noiso hnraillea esfor^os por
rombaler esla absorpca.i noCorreio dos Estados-
ruidos, de que li/emos um auxiliar das raca! la-
linas r calbolicas mntra as raras aiiglo-saxouias e
proleslanles. I'orem nossas sympalhiai nao dtvem
alierar nossojuizo. Os senlimenlos nao podem suhi-
liluir os fados. Pois Lem, e qoe M. I.aurrnlie cha-
ma o yankeismQ, he precisamente a qualidade
que falla ai raras latinas. He sem duvida a ainln-
53o, he o inslincto doganho. mas he lambem i ener-
ga, o Irabalho, a pei-overan^a, a in*lrucrao, he a
ordem concillada cun a liberdade, a razio com a
f, e finalmente, o progretso e o bem-e.il r levado-
por loda a parle con victoriosos da conquista. No
dia em qoe ua Ameneaiioi do Norte tiverem esten-
dido esses vicios sobre o Mxico, bavei lalve/. urna
narao de monos para a diplomacia, 'oas havera' mais
um imperio para a eiviltWsjSQ, para a indo.Ira a
para o coramerrio. L'm poito e um mercado novos
serao aberlos a' Europa, que la ira' enrouliar re-
cursos imuiens s e ceuluplos das que boje eiiitem.
O equilibrio poltico solTrer rom islo, porcm nao
perder a bumanidade, e a Iranra, lobretudo su
podera ganhar.
iPreist.)
O hureiu da eilalislica geral de Krancja, aca-
ba de publicar um de aeus mais importantes docu-
mentos: queremos fallir des receuseameolos oflicies
sobre o ilumnenlo da populacao. A legnnla paite
do Tomo III dasegundi icrie, contera o que reipei-
ta este movimenlu era 1851,-1852 a 1853. M. A.
I.egoyl fez preceder ot quadros eilaliaticos que com-
pnein a maior parle do volme de om i introducrao
circumsianciada destinada a grupar a i explicar so
principad fados.
Esla introduceio enntrm observaces clieiasyie in-
teresse, principalminle tobre o movimento qoe se-
guio a populac.au franrezaern 1853. Ellas Ha de lal
oalureza, que laneam urna ryand.. clareza sobra os
fados desle genero, fados muilo insullicienleinanle
explorados al uosto lempo, e rerlamam a reflexao,
at pr que os tactos sobre que ellai versam, conser-
vara alguma cousa de inysleriou a mullos rcspeilos.
Ninguein ignora que urna populara.) augmenta de
dona mudos : I.1 pelo excedente dos nascimenlos so-
bre a* morios; 2." pelo excedente da inigrarao sobre
a emigrarlo. Os meios de ettabelecer o segundo mo-
do de augmento leudo quasi de apparecido completa-
mente em Franca, he ao p'imeiro qoe se relerem os
re-nll idos pelo governo, bm como as observa^Oes de
M. I.egoyl. A proporrao sje accrescimo da populacao
pelo excdeme dot iiasciinenlosein 1853, he limadas
mais iracas que ha muilo lempo, se lem etlabelecido.
O numero dos nascimenlos fu ueste anno de 275,537,
nmnro inferior em 27,111 ao do anno precedente,
se liem que a cifra dos casamenlos nao lenha si lo
superior, em 1853, tenia am 751 -rnenle. Deraais
elle diOera muilo poucu do termo midi estabelecido
ha mais de ciiicoenta anuos, circumsiancia nolavel
que nao se produz nesle grao em paiz llgum. Qnaulo
vida m lia, nola-se er mais tonga nos carapna do
que as cidades, e nat cidides mais tongas do que no
deparlamenlo do Sena.
Emsiimnia, ella raerbeu em um Ierro de secuto
um arcre-cimo muilo nolavel. e aproiiniarmtit o
numero dos nascimenlos popularlo no anuo de
I8J11, observa M. Legoyl, que nao encontraremos
emo nula e Jims anuos para a do rae. da vi la
media em l'ranra, em qianlo que eleva -te Irinla e
nove anuos uo anuo da 1853.
He um aereteimo de tele anuos em um ler^o de
teculo S-m.'lli me rrioltado lem por si M um va-
lor imraenso e pode dispinsar lodo e qualqner com-
raenlirio.
l,'in fado nolavel e obiervado, desde rauilo lempo,
he a superioridnde numrica dos rapazes sobre as mo-
ras nos nascirneiitos. Esla soptrioridade lem-sa man-
lido, ha Irinla a aeis anuos, quaii lempre na propor-
rao de om dcimo-sexto.
A preponderancia masculina he extrema nos bi-
tos dot reeem-naicidos. Nao be menor nos meninos
morios em pequea idade. Ella he mus loria nat ci-
dades do que nos campos, a mait as cidadet do que
no deparlamenlo do Sena.
Nos nascimenlos naturaes, a dilTermri entre
quauti lade numrica dos duus texoi he srnsivetmen-
le menor qoe nos iiarimenlos lagilimai. Em vez de
1Ti Mi. he de 20(25. A cxplicacao desles dilerentes
fados anda esla para ser descoberla, e con fe--,unos
qoe ai diversas explicaees que lem tentado os es-
lalitlicos, nos salisfazem rauilo mediocremente.
Alem doi fados que mais podem esclaiecer o esta-
do dos cotlomrs, he a retardo dos uiacimentus nalu-
raes para os nascimenlos legtimos. Conta-se geral-
menle em Franja t nascimento natural por 13 nasci-
menlos legtimos.
Em 1853, a relacao foi um pauco mait forte que o
medio observado, ha 50 aonos Por motivos muilo
.iru- le h/.'r. .i. reeom-n.i-cid i-- morios sao mais
numerosos mu nascimenlos legtimos ; islo he prin-
cipalmente sensivel nas cidades.
Eis-aqui um fado sobre-que misamos desaliar lo-
dos os etlalisliuot da Ierra para que balbuciera a me-
nor el plica c.ao plaosivel.
Ot nascimentot sao mait nomeroso de noite que
de din, a islo mais particularmente nos campos. Pro-
cure B sciencia nao tmente estalislica, porem zoolo-J
gica,|fazer-nos comprehender um pouco como e por
que o mximum dos narcimentos lem lugar, tanto
nas popularOet urbanas como ruraes, de nina a duas
horas da manhaa, e o mnimum de onza horas
meio dia; pjr qoe as horas que l.io menos nascimen-
los sao. por ordem decrescente, de meio dia raeia
noite a' urna hora da madrugada.
Dest'arle, por urna coincidencia singular, he para
as horas de meio dia e de meio noole, que se contara
menos nascimenlos. He de urna a seis horas da na-
nli i i qoe ha mais naacimenlos.
A E'lalitlica de Franja contera, sobre o can-
menina aponlainenlot curioso, resumido! e comen-
tados por M. I.igoyl. Citaremos alguns.
De aunu para anuo, o numero dos cssimentos he
om dos factot que apresentam menos osciltajOes. Ha
meos, por exemplo, do qne para os bitos, se bem
que o priineiro fado parece pertenece esaencialmeute
ao livr: .rbitrio que desgraciadamente nao lem senao
mediocre aleada sobre o segundo.
Do numero dos calamentos entre rapazei e viuvas,
vinvos e jovens, viuvos a viuvas, reinita qoe o hu-
mera casa-te muilo mais frequenleraonle que a mu-
tilar ; a proporrao he quasi pelo duplo. Entretanto
observa-se qoe a tendencia dos hnraens para sa casa-
rem he mais fraca nos campos do que nat cidadet,
e mait nas cidadet que no deparlamenlo do Sena. A
mesma observada lem lugar quanto a's miilheres,
mal cora d Qerencas bem as/signaladas ; no deparla-
menlos do Sena, caia-se urna mulher de 10, era
quaulo que nos campos nao sa casa seu3o uraa de
13 r 111 ...
A e-lalistica, cujo misler he ser curiosa, proenrou
lambem indagar em que mezes ha mais casamenlos e
em que mezes ha menos. Saibamos pois qoe o mxi-
mum dos casamenlos cabe em fevereiro, e que o m-
nimo cahe em marco, poca da qaaresma. Lina lige-
ra diminuirlo no numero dos casamentes faz-st
igualmente uolar na e-lacao das colheilat. Esles fac-
tot tao, dopuis mais caraclerisados nos campos qne
nas cidades e sobretudo qae no departamento do
Sena.
Chamamos a altenrao sobre um fado muilo grave:
l in-trucr.lo dos esposos s foi provada em 82 depar-
limenlo, e em 25o.ii(i3 casamento! mi era 5l3,32lj
cnij nietos. Desle numero, 1711 \~> maridos poderam
issienir cora o *?u uoraeoaeti do cataraenla ;........
M.lll declararam nao saber amanar, 116.133 mu-
Iheres issignaram, 130,540 nao o p 'dorara fazer. Ile-
so lado de que deixamos tirar as couclusOes sobre o
estado do amina primario e inbre as I uzea ^e om po-
vo qoe se diz o mais esclarecido do universo : Ojia-
si o lerco dos homens e mais de metale das mintie-
res que se casaram em 1853 nao sabiam nem ler nem
esrrever
Entre os 25fi,fi(i3 casamintos, 1,192 lenham sido
precedidos da aclos respcilosos, 10 Jinham sido ob-
jeclo de upposirio'., 38 tinli-m lido lugar enire lobri-
nhos a lias, 107 anlre lias e tnbrinhas, 621) entre co-
nhados a candadas, 2,309 enlre primos irmaos.
Passamos a' morlalidade. Enregislraram se, em
1853 831,177 morles, cifra inferior em 1 ,iI9 ao do
anno precedente. Ao menos o numero das martes
nSo aprsenla era uosso paiz, a mesma constancia
qoe os nascimentos e aoas variares de um anno para
outro, lio muilo raais seusiveis'
A popularan masculina leude a' augmenlar-se mais
rapi lmente, tese liver aliene5 ao sexo dos morios,
que a populacao faininina, e ponda a' banda todas
atlas eiiii-i ler.iroe-, dever-se-hia encontrar na popa-
larao era Franja um excedente normal em proveito
do s-xo masculino, 50 esle remitido n.lo fosse inces-
tanlemcnteraente previnido pelaa guerras pelas emi-
grajoes, elr., qne o aldngem mais especialmente.
Anida lacios singulares. Ot raezes de jouba eju-
Iho, qae segando i Hl-lalitlica de l;ranrai> apresen-
larn mais roncepjau, sao lambem os que lera me-
nos morles ; por outro lado, o me/, de marro, queof-
ferece o mais pequeo numero de conceproes, he pe-
la remirarte o m ns fecun 11 em norial. Oulra obser-
vado li que os mezes mximos iao os raesrnot para
ns nutrimentos como para as martes. Asiiin marro
que not campos. Os campos apresentam aolreta lio publcanos, na mesma occasao em que annnnciam apresenlaram dez candidatos, rujo maior numero
inaior morlalidade no primeiro anno da vida, e
se explica am parte pelo maior numero de fil ios pellarem para o povo '.'
das cidades que para ubi sao enviados para le
criados.
O minimum da morlalidade se produz, nas tres Ipo-
pulacdes, enlre dez e quime aunos
O primeiro mximum, ftxado enlre vinte, vio e e
cinco annos, he naturalmente miia pronunciado nas
cidades que nos campos ; e em Pars mait que era
nenhuraa oulra parle. I)eve-se acrescenlar qr.
periodo seguinle [da vinle e cinco a Irinla anuos d
lugar na capital a urna morttlidade excepcional; ella
1 ue qoe seus homens de noraeada estao resolvidot a ap- perlencia a fracc-ao moderada da opiniao repblica-
pode explicar-te pelo raaior numero de adallos desla I N'o notso parlamento Om Pili, ou um Peel, on um
i lade que figurara habilualmente em sua popal
fluctaante.
mait salientes ; M. Legoyl indica anda um boin no-
roero de outros ; reenviamos ai pessoag a quei 1 el-
le* interessaiem aEstalislica da Francae o e rel-
enle pedac.o que I lie serve de inlroducrao.
(Journal de Dchats.'i
DAS DA SEMANA.
27 Segunda. S. Pantaleio Medico.
28 Terca. S. Innocrncio p. : i, Nazarioe Cetro Mm.
29 Ouarta S Marta v, ; s. Beatriz e Flora Mm.
3U Quinta. S. Donatila : s. Rufino m.
31 Sexta, S. Ignacio de Luyla fundador dos jesutas
1 Sbado. S. F Esperanza e Caridade-
2 Domingo, 9. N. Senhora dos Anjos.
ENCARREGADOS DA 8BSCR1CAO NO SU.
Alagoai, oSr. C.laudino Falcao Diat: Babia, o Sr. D. Dual
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Mirtini.
EM PERNAMBUCO..
O proprietirio do DIARIO Minoel Figueiroa de Fina na iui
livriria, prici da Independencia n. 6 e 8.
n '-mas manifetlajoes
piiagent a lula sa or-
poii ver-se-hia se era conveniente modificar o jura-
mento dos calholicos. Mai esle nao sa reputara ta-
tisfeitos, e volatam contra o bil. Felizmente pin o
ministerio, alguns loriet esclarecidos, emro oolrot
Mr. Pakington, se Ihe reoniram, a o bil passou por
mili grande malaria. Resta saber se a cmara dos
lordt conseuiira' final em admiltir una medida que
Com effeilo, o que fanam esses hnraens no corpo | esperados com viva anciedade. A volarao durou duas reclama a npiniao publica.
legislativo? Nao selheshavia de consentir qne ti- diai, domingo 21 e seeunda-feira 22 dejunlio. Nal Esta cmara se arba ne>b
na. Nos departeni'iilns
Meio qaeixosos, meio aatisfeiloi aceilam com pha- liveram lugar, e em todas
risaica humildade a resistencia dat candidaturas da i ganitoo com muilo arior.
parle de homens como Uuizol. Tliiert, De Broglie, Os etplrilot relleclidos conceberam alguma In-
llerryer e oulros do mesmo vallo. | quielajao, e os resultados da operaran aleitoral erara
zessem o mal, a elles lem o espirito por demais e'e- noite desle ollimo
a o I vado, por deroais dedicado |n propria ambiran para esrrutinioi de 'ari-
condeiceuderem com
bem.
a humilde obra da fazerera o
rio Palmerslon adqoire, por meio de manejos parlamen-
tares, supremo poder e influencia directa sobre as
Tensos citado alguns dos fados que nos parecem I opinies de seus compatriotas, porem he t para que
Todo o poltico sen-ato deve rego forja e ns recorsos da nova cuu-l imr.lo (ra ce/a
vio pastar por urna boa prov nat prximas ele ;oes.
\\^ alguna lempa 111 uiili-l,tinos a eiperanja di qae
os argumentos de bIroiis adversarios do governo pre-
valecessem de lal lorie que podestem resolver ns 1
(iluintesa despirem-se de sua condescendencia
placeuria, anda mesmo que, aflm de se che
asse resultado, hoavetse ama oppusirao regulan nen-
ie organisala. Se at eleij^et livessem pastado
haver ama demonstrar 1 da parte daquelles quje por
principio fazera oppotijao ao aclual rgimen] ler-
se-hia podida dizer com razao qoe linha havidolcoac-
r.lo na manisfetlajao da opiniao publica. O reaulla
do do appello ao paiz leria sido ridicularisaduJcomo
urna mera e vaa forinalidade, ou detprezado con.o um
vol obtidipela ameara.
Na ariuali bule nao se podem formar ettat qaeixas.
Em varias parles da Franja os represenlan|ei dos
inleresses dynaslicos ou da Iheoria poltica de|te no-
me, lem annonciado sua inienjao de apresenlarera-
te nas eleij6es. Sejam quaes forera ns esp ranjas
que elles lenham de successo (e tllai por es se lado
nao podem ser inoilo lorie, merecera f ptr causa
de seu patriotismo. Elles lem mauifetlado 1 reso-
tujfto am que esia.i de remover de seas comf alrmtas
el e potsa aproveila-las em favor da bem publico.
t'mTbiers, um Gaizol, um De Broglie, um Berrxer,
lodoi alias homens respeilavais, usariam desse poder
impulajao de ndilTereuliimo poltico. Al-mitin-
do. como elles sinceramente admiltem, que lenham
mu pouc.-is probabilidades de successo eor toda e
qalquer localidade, altes apezar disto firn am tua
dignidade sabida desie esla lo apalbico, e reassu-
min to teo direitos de cidadao.
O republicano pode considerar o seo vol ci mo um
protesto redevivo em favor da democracia : os par- I
lidislasj das facjes rivaes da casa de lloarboii portera
allegar qae acodera ao pleito para Uvarom-a da la-
cha de negligentes. S?j qual for o motivo qi e apre-
tenlem, pouco se nos d, urna vez que a Franji on-
llnue a presenciar o etpectaculo de urna sahjilar ac-
jao da opinio publica, e refulacao pratica da aecu-
sajao qoe se Ihe faz de que ella geme dehaixjo de um
intolerante despotismo.
Com lu lo, lie curioso nhservar-.se 03 arrjnraenlos
de que Dtim ni habis a Ivogados das diveisls facroes
00 lecjes d 1 opinio, convidando teni comparlida-
rios a eorrerein as urnas. Os repnnlicaiirJi eviden-
temente procuram representar a in-suia tiji'ta farja
doslcinpus passados. He fcil, am todosloi paizet,
orgauisar o partida liberal e eslablecer a harmo-
na am taal lileir.w, quando esla na oppi tijio. A
diflicold.ide (em cunsi-lido sempre era eomervar Ca-
sa harmona qua..do apartido esli 110 pod r.
Em l'ranra a ascenjo d'-lle no poder lem Pin-
pre lido o tignal ala t da detoniAo, como de
seu desmmbramelo, porque lem tr pre suc-
cedido que os mais vilenlos nenlralid m ps nafa
esclarecidos, e sempre se entrenara 1 excetsos
de que resulla urna reaeda n.icionalj Os libe-
raes de diderenles cores em Franja lera feto o
solemne juramente de reunirem-s, pondo de parte
soas disseojes, aliin de formularein ura roleslo em
favor do principia democrtico, romo rornprcheiuli-
do nas leis geraes 1789.
Elles nao querem disputar para lerem a gloria de
derrotar o governo, mas tim para mostrJrem apenas
que nao ahandonuram suas opiuiOes. Ijnfrlizraeule
elles dessa maneira nao podem obslar aolbora exilo ;
elles nao podera livrar-se do Iriompho do govenio,
formulem esse acto eleitoral da maneirj que quize-
rem, porque o goverou que aclualmelile diiige a
Franja, alm dos direitos especiaes que idquerio
por haver fundadu um sysleraa poltico adoptado ai
necetaldades do paiz e s ideas do seco
mesmo ura protesto vivo contra a causa
aiqui advogida. Os principios repd
dem ser moito bont, da mesma sorle
Iheoria da governo que subsisti na
n'oulros paizes com a designaban de sy
nal, porcm a queslio esla' naqnelles
pr era execueao. A -cada nova cri
negociot polticos em Fraura) 5,00 oulros lano ins-
Irumentoa de anarchia. bitas nu podem hrilhar
senao pondo embarajos, e em Fianja os obstculos
marcha da governo consislem na reaejao e det-
Iruijao.
rodarla, respailamos a incirita.de e dignidade
cora que os cheles das faeces paralysada ou ani-
quiladas se porl.un para com o poder que os reiu-
zio ,1 inacr.lo e obscuridade. A sua attilude nesla
occasao lio um tesiemonho silencioso qoonto bon-
dade do sytlema, que, estamos convencidos, elles
desprezam, por isso que nao o podem fazer de ou-
lra sorle.
Elles gozam de solidas benraos, c podem |dar
desafogo a murmurajes Ihe.ilraes ; pelo menos et-
llo convencidos qae as ameajas ja nao corabinam
cora a opinio publica. O mal euleudido lenlimen-
lo de honra qne faz com que os parlamentares fran-
cezes nao abandonem o leu estandarte, posto que
roto e pisado pela najo, nao os inhibe de fazerem
nina exposijlo de involuntaria tinceridide. A cons-
ciencla Ibes dizque o machioitmo do governo, ni
constituido actual, Iraballia para o bem publico ;
e elles ao menos usam da prudencia poder-lbe-
hiamos chantar patriotii.no-.' de ab-terem-se de
pcriurbarem o seu movimento. l.ouvadot sejam por
isso Se ja nao podem abalar em auas bases a so-
ciedad! fiancezi com 01 teut discursos incendiarios
oa sua applicajao facciosa dot poderes parlamenta-
res que ellet lem copiado de balde, e do qual t se
podem sarvir em caricatura, gozara ao menoa das
v iiil.....is reaes de um tysleina social tranquillo e
de nm governo que faz respailar as leise eslabelece
a verdadeira igualdade de lodos 01 Francezei peran-
le ellas, em direitos pelo inenns. se nao simpre em
I osir.o individual. Lerahrando-not das persegui-
res qae solTreram mesmo anda no lempo da ulti-
ma repblica, a sua presenja boje eni Franja e o
consenso negativo que prestar,110 grande appello que
se deve fazer a opiniao publica brevemeule, sao po-
derosas provas da excellenria do aclual rgimen.
{Morning Chroniclc.
CORRESPONDENCIA.'DO DIARIO UE
iPEIlXAMIiUCO.
PARS.
25 de joule..
dia, (ivemoi conheciinento dos
Em dez collegios eleiloiaes,
cinco nomearam os candidalot do governo, dout
noniearam depulados rcnuhlicanos e os tres oulros
devem recoraecar as soas operaj&es, porque ne-
nlium dot candidato! oblivera a maiurla do sof-
fragiot. Era e-le um resultado mui favoravel para o
governo : os doos depulados nomeadot, MM. Carnol
a (ioudchan, linliam sido ministros no templa da re-
pul,ira : um dos que nao linliam contegunlo fazer-
se nomear, mat que oblivera maior numero de volot
como sempre o lem feilo, para o adianlamento ex-i do que o seu concurrente, na lerceira cireomscrp-
cluiivo de um pailido na de um sxstema. Suas mes- I rao eleitoral. o ceneral Cavaiguac, linha sido preei-
mas virtudes e talentos (tal be a infeliz ailuajao dos' denle da Repblica em iss, nomeado pela atsem-
bla nacional, e oblivera om milbo e quinhentos
mil velos na oeedWlo da eleijao do presidente defi-
nilivo. Era rauilo para recejar que seu nome n'.o
patte por urna nova prova, qne segundo ot termos
da le, deve ser frita domingo, 5 de julbo pr-
ximo.
Eslavamos muilo distuaddos acerca dat eleiret
parisienses, quando o lelegrapho nos Irooxe o re-
sallado daa eleijOes dos ileparlamenlos. La as cou-
sas mudaram muilu de face. Entre mait de 250
eleijoes conhecidas,~duastmenle foram contra-
rias ao governo, e de mais hivia, no amigo corpo
legislativo, cetlo numero de depulados qae se mot-
ir,ir,un hoslis as in-liluicet imperiaet a que todos,
em numera de 7, foram repellldot pelos eltilores e
substituidos por pariidariot do governo. Sobre o
complexo das opcrajei. teis collegios tmenla nao
deram resultados nefinilivot, porque nenlium dot
candidatos reunir a mnioria dot volantet, e etlet
collegios devern, como ot Ires collegios de Parii,
rtunir-sa le nevo a cinco de julbo.
Em tumma esla grande experiencia da renovajao
da novo corpo legislativo, se realitou de urna manei-
ra que d Franja um titulo de Iranquillida.le do-
rante seis annos, etaliafaz completamente aquellet
que deleilam e lemem aa re,volajOes. Eis-noi segu-
ros de que durante teit ainuos a asiemblea que vola
ai leis, sobre a proposijau do governo, no ser iya-
temalicameote hostil a'i medidas que Ihe forem sub-
meltidit, e que nada no interior embargara' a aejao
do chefe de etddo.
Raciocino aqu como Francez e tob o nico as-
pecto do inleresse da Franja. Sei perleilam^nle que-
se 01 jornaet ingleiet Ihe ebegarem a't mos, ah ene
ronlrara', especlalmenle no ''imea, oulra- relajes ,
oulras opinies, a'eerca das nossas ultimas eleijes.
sle momento entrejue
laboriosas ditcuses acerca de nm bil que lende a
reformar o processo anual not negocios de divorcio.
Embora a legislarao iuglezi lenha claramente aulo-
risado o divoirio, o procesan lie de tal torle compli-
cado e contencioso, qae e>la maneira de rompimen-
In do casamento s he permiitido a pe,oas 11,111 ri-
ca--. S.1o precisas Ire instancias successivat e Ir ar-
restos diflerenles para ronteguir-se o divorcio, qua
t pode ter concedido ao marido. O novo bil prepa-
rado pelos in.iisilluslres jurisconsultos da Inglater-
ra, simplifica o processo _e receiihere os direitos da
mulher. l'ma t instancia e um mico arresta bai-
lado para o julgamenlo do divorcio. O alindero faz
viva opposijao a elle bil, qae Hat parece devr itr
arolhido pela maiora.
Ja Ihe fallei na agilac.lo qoe se manifeslnu ni Bl-
gica por cauta de um projerto de lei relilivo s di-
divas e legados feilos as corporajSes religiosa!: ver-
dadeirassublevarSes appareceram era .,1 :um.i< eida-
dei. e para acalmar seroelbanle effervecencia, o go-
verno suspender e adiara at cmaras. Islo nao pis-
sava de um expediente temporario, pois que, legan-
do a conaliluijao blgica, 1 suspensao 11.11 pode do-
rar mais de ora mez. Mat el-rei Leopoldo quiz dei-
xir as paixSes o lempo necettario para le acalmar em,
e por ora decreto recente, pronunciuu o eocern-
raenlo da sessao.
O boalo de urna prxima vigem no rnnlinenta
europeo do imperador e da imperalriz da Rnati. he
hoje considerado como oflcial. O par imperial deve
dirigir-te aos estado! do duque de Darmslari.irmao da
imperalriz, depois ira' lomar aguas em Wildbaden.
O grao duque Conilantion que devia es dir por al-
gara lempo em Hanovre. receben ordem para voltir
a San Prlertboorg, e he elle qae loman' at redeaa
do governo durante a ausencia do sen augusto iimio.
O tratado concluido enlre .1 Saina a Prossia,
sb 01 auspicios do mugre-so de Pant, por causa da
canlo de Neufchalel, foi ratificado por rilas do
potencias. Os emigrados do caniao lornim 1 enlrar
em mullido para o ten paiz, a esle incidenle qaa
granemenle amesjoo a paz da Europa te ach hoja
terminado.
Ja' devera' ler sabido era conscqaencia das tuit
relajes frequenles com Lisboa, que el-rei da Por-
tugal icaudari notificar as eainaras pelo chefe do
seu ministerio, que leucionava cavar-te. A notifica-
do ofllcial nao uomea a princeza que t. Pedro V
atrolheo, mas parece cerlo que he a tegundi lilbi
do duque Maximiliano de Reviera.
Mat aeredile-me, o TUMI nao esla' bem informado, Todas as carias de Madrid annunciim a gravidez
nao be impaicial : rencores seculares, preconceilos, ja
paixoes invejoias, faliiiicam o jnizo deila (din. Os
liulezes nao sao sinceros qaaudo lamentara os rigo-
res do rgimen imperial que tupprimio at nos-as li-
berdades polilicas Era primeiro lugar, a aecu-aro
he extraordinarHinenle exagerada, por que nehuina
randdalura regularmente introdozida foi embarga-
da ; mas vamos a fondo das coosat. Sobe por que
razao a Franja que linha si lo al 1818 mui ciosa de
j liberdade, te musir boje, tao devotadfl ao rtgimen
imperial que rtfrea o exercicio dasliberdades pfiliii-
, 1- -t.--,," ,. "UttlKil ilUD Itlltd 1) CIllLlllUMIIII-lUail^ 1(11111-
A Franca acabj de atraves-ar, neslcs nllunos das, I cas reconhecen que a liberdade dge-
II I 1I.I1 r loi' il ri'. -. 1 c ti .1 r 1 :1 .. 1 .4 -1 1 i, 1 I a 11 >- 1 -1 i 1 "
11, he por ti
da demorra-
blicanot pe-
que aquella
Allemaiiba e
tierna pater-
|ue 01 devem
', tica raais
demonstrado a etlabelecido qae u os principios e os
homens sao cousas muilo diflerenles o ue assiifl co-
mo era Inglaterra principios viciosos pulem ser uli-
lisadot per homens bons, atsiin lamben em Franja
h unens fracot, perversos, ou erra lame le enlhusias-
las po lem fazer do* mait saos princip ai
para a humani lade.
O enverno fundado por N'apuleilo I
um fl.igello
seguido com
modificajet eitenciaes por Napoleo III se us a-
presenla como o muco antidoto para e
abril, fevereiro, e metmo maio veem ao mesmo lera- mco. |>0rlanlo he impossivel para us
po o maior numero ds uascira*clos e de bitos. Esta
concordancia dot mezes mximos lem evidentemen-
te por cauta a mortalidad! excepcional que recabe
no inven : |, sobre os recem-uiscidos 2.' sobre os
anriaos.
Nao he menos nolavel que teja precisamenle na
estajao dorante a qual a popularan faz perdas mais
con-ideraveis que lem lugar o maior nuemro do nas-
cimenlos.
Em conlradirrao ao qae etlabelecemot a' respeilo
lot nascimenlos, as morlet tao mait numerosa! de
da que de noite. .Nas cidades, he depois de meio
lia que mait se morre, em qoanlo que nos campos he
de in- ub.'i.i. O nascimento tem lugar nas cidades en-
tre qaalru e cinco horas da tarde, e nm campos, de
01I0 a nove horas da manhaa ; o minimum acba-se
para meio dia a meia i.oite ; coto para os nateimen-
tos, qalquer que teja a popolajao que se considere.
Sa etludarmos a influencia da agglomerajo sobre
at morles pela idade, eslaheleceremua que 1 durar,'
da existencia, que se raede pela vida media ou pela
vida provavel, he m-lhor not campos qae nas cida-
des, e sobretudo que no deparlamenlo do Sena. Em
todas ai idadei da vida, salvo nas idades avanjadaa
em qae as condijct da morlalidade sao as raesraat
por toda parle, he nesle deparlamenlo que apparece
a morlalidade com mais intensidade. De 2 a 5 ao-
nos, o perigo annual de raorrer, he duas vezes maior
(Vid. Diario a. 170.)
bellas ledras de Poni-Andemer Mas a larefa he
tonga e difticil. A aniigoidade guarda teas tegredos
com muilo cuidado. Receio ler encontrado um mo-
uumeiilo relativa aos rnysteriot de Eleutit. Nesse
cato deveiia adiar duas inlerprelajdes, urna vulgar
ou demolica, oulra sagrada 00 hieralica. He preciso
qaa o senhor de-rae tua opiniao.
Mmlia opiniao, reipondi-lhe, he de ura ign-
rame. Penro que V. S. descobrio um marco doi que
veem-se beira da e.ira la, e que essa incripcao,
que lem-l'.e dado lano trabalho, pedera sera ue
iiliuin inconveniente Iraduzir-se a : a Sladio
22, 1851. Boa noile, meu charo lenbor Merinay,
vnii escrever a meu pai, e lomar rainha bella casaca
encarnada.
A caria que escrevi a meas pas foi urna ode, um
b> iniiii, um canto de felicidad. A alegria de meu
coracao corra tobre o papel por enlre os dous bicot
de minha penna. Convidei a familia para o meu ca-
samento sein e-querer-me da boa lia Kotemhalei.
Roguei a ilion pai qae veudeste quanto antes -oa
h '-. lan i, anda que fosse por baito prejo. Exig
que I rioi- e Joan Nicolao deixassera o serviro mili-
tar ; pedi aos oulros meus dous irmaos que muda:-
sera de ollicio. Tomava ludo sobre mim ; encarre-
.gava-ine do futuro de lodos os nossos. Sera perder
ura s momento frrliei a carta, enviei-a logo ao
Preo a borlo de um vapor do Llov austraco
que parlia nessa sexta-feira at seis horas da ma-
l haa.
Desie mido, dizii eu comiso, elles sozarao
de minha felicidad! qnati ao mesmo lempo que eo.
A's nove lloras menos am quarlo, hoia militar,
cntrei no palacio rom John Harria. Nem Lobsler,
nem Mr. Merinay, nem (jiaaama (nibain lido ror,-
vid.idos. Meu chapea de Ires bieos linha om lelloxo
rru-va lo, mas ,i claridad das bugias nao percebia-
te esse pequ-no defeo. Minha e-pada era tele uu
oilo renlimelros mais curia do que devia ser ; mas
que importava '! a corasen) n.lo mede-ae pelo rnm-
prirneuio da espada, e eu linhi sem vaiaale o di-
reito de pastar pnr hero. A casaca vermelha era
juila ; as cavas moletlavam-me ns bracos, <. aiior.
na das mangar licava muilo cima dos .imii.i.
mu* a bordado brilhava como meu pai |iroph-
laars.
A lala iln blile adornada com cerlo soslo e espln-
didamente illuminada dividia-ae em doos campos.
I Dt um lado eslavira at poltronas reservadas as rau-
-la raesrau uiiidot, renunciaren) ao de.te
le de derrolarcm o governo ; cujo tri
sis!" necetsariamenle ua derrota dellesJ
Se adedennos por oatro lado aot a guinenlot I
presentados pelos ainig is rtni legilimisli I ou dos nr-
leaiiislaa, eucontrainus a inesraa incoiisi lencia. El-
les admitiera qae a perspectiva eleili ral au pro-
melle a reconslrucrao de urna cmara l bcral, ja nao
existe, dizem elles. a mesma inll iciici 1 que exi-lia
deanlet, em favor duque te chama principio! li-
beraet.
i O governo convoca o povo para e eger depula-
dos, e ellet bao de ser eleilo
Anda metmo que fotte eleita urna cmara libe-
ral, ella era pouco lempo cantara o pliz. I io co-
nhecida be a frieza do povo para com o velio par-
tido liberal, e tao grande sua adbetlo ao imperador
que uraa disputa tena teria iem esieranji. Qua
maior prova pode ura hoinem raiaa- | exigir, em
favor da eflicacia do aclual rgimen '.' Ja ha nove
annos e lano que lev lugar a revoluto, nove an
nos de quati comanle pruspen.lade He nolavel
qae ara povo lio inconstante como o francez nesse
longo espajo nao lenha condecido que vive debaixo
do despotismo, ou pelo menos sob a dlrecrao de um
mo governo Porque, ie o livessean condecido,
porque desesperaran) tomplela-neute de ura resul-
tado favoravel, lauto os constilucionaei como 01 re-
s mal en le-
iberaet. ain-
ineramen-
irnpho cun-
Iheresa traz do throno do re e da raioha ; do outro
lado eslavam as eadeiras desuadas ao sexo fro.
Abraeei vidamente com um lance de vista o espa-
jo occupido pelas mulbere-. Mary Ann linda ihi
nao ettava.
A's nova lioras vi entrar o ni e a rainha precedi-
dos da grao-meslra, dos ajadanles de campo, dat
dama! de honor e dos ollicses de ordenanja, entre
quaes mostraram-me o Sr. Jorge Mirrommslis. O
re eslava masnilicamenle vestido mada dot Palli-
cares, e a rainha com um Irage admiravel. cuja ele-
gancia n.lo podia vir seno de Pars. O luto dot
vesloarios e o brilbo dos trages nacionaes n3o me
deslumhraran) a ponto de fazerem-me esquecer de
Mary Ann. Eu tinhi os olhos ltoi sobre a porta, e
esperara.
Ot rnembros do corpo diplomtico e os principad
convidados pozeram-se em trenla ao redor do rei e
da rainha, ot qoaes Ibes diilriboiram palavrat ama-
veis durante obra de meia hora. Eu *slava na alti-*
ma ordem com John Harria. L'm ollcial enllocado
dianle de una recuou por lal maneira que maguou-
me u pe. e arraneou-rae um grito. Vollou a cabeja,
reconheci n capitn Fereles, recenlemenle condeco-
ra lo cora a medalha da ordem do Salvador. Elle
de-colpou-se, e pedio-me noticias roinhas. Nao pude
deixar de responder que minha saude nao Ihe inle-
rensavaj Harris que sabia minha historia do princi-
pio ao tim diste pulidamente ao rapi!.1 :
Nao he ao Sr. fereles qaa lenho a honra de
fallar 1
I Sim, senhor.
lenho muilo prazer de encanlra-lo. Ten a
li n lade de arnmptnhar-ma um instante ao la-
bio de jogo ? Anda acha-te deserta, c l citare-
mos tul.
A's suas ordena, senhor.
II capilao Perirles mais pillido qu om soldado
qoe tahe do hospital seguio-not wrriodo. Chrsan
1 do ao alao, poz se dianle de John Harris, e disse-
Ihe :
Aqui estou, lenbor, a espera de sen bel-
prazer.
Era resposla Harris arrancou-lbe a medalha com a
fila nova, a melleo a no Inlso dizen.lo :
Eis-ahi, senhor, ludo o que eu linha 1 di-
ler-lhe.
Senhor "gritou o capil-lo dando rlm pasio 3-
Itras.
urna dat pocas mais pergosas da sua existencia po
tilica, e aahio-se desta dillicil previjao cora um tri-
umpbo completo. Nos diat I e 22 de jolho, eleijei
geraes liveram lugar, e todo o corpo legislativo foi
renovado pelo sndragio universal directo.
Talvez na-i t'js sem inleresse pira ns seui leitores
resumir aqu, em ponca palavra as notUl inslitui-
ret imperiaet e a silu ir.in que ellas nos bao creado.
1. iinprehenderao melbor, por ineio desla! breves
explicares, o irameutn nteres- que apres*nlavim
ai elejoes que se icebam de concluir.com lana fe-
licidade,
i .lo i ii I o se proceden) eleijes la no Rrasil reina
ahi viva aglacao, rs p.nidos se desenliara vigorosa-
mente, ha lulas la imprensa, algumas rixts a con-
flicto" sobre a prari publica, aradla como ua Insta-
Ierra, mas em surama seja qual fr a conclasao da
pele]a, lodos la' vivem sem inquielajao sobre o fu-
turo, pois qOe lod ji os partidos se abrigan) igualmen-
te a sombra da consliluirAo, e quasi que nao ha can-
didato 1 depulaj.lo que uo prufeise allaraente o cul-
to di 111 manlin e a dedicarao ao aagattu impera-
dor.
Enlre nos, a couta lie inleiramente n contrario :
o imperador e at insliluijies tmpeiaes lera in>mi
gos enrarn jados, que esiao 1 rompi- a fazer lu lo
para derriba-Ios. Esles inirnieo< tao de duas espe-
cies : os partidario, da raolaichia bourbonniane, de
um lado, e ns partidario! da repblica do outro.
Ot i" 1 luciros se dividera em dous campos, os legi-
limislas que se lig-ra ao rain > m.iis velho dos |{>ur-
boni e 01 orlcani.Us qoe sa liam ao ramo mais mo-
jo. Quanlo aos republicanos, dividem-se 111 una
infinidade de especiet, desde republicanos burgoezet,
mui pequea minora q ,e quisera para a Franca al-
guma cousa anloga as in-lilnires, ate os Terroris-
tas que pretenderan) levantar o'i ca iafal e al o ciuiiiiiiiii.i- que aspirara a aspoliajo dos
ricos e 1 pardlha dos bens.
Todos esles adversarios do imperio sao apenas li-
gados entre si pelo lenlimenlo do o lio commuin qoe
ronsagram ao rgimen aclual, a a arana eleitoral
Ibes deixava o campo llvre. Nao lomos em Fran-
ca, atsimcomo no Brasil, ara duplice grao de elei-
J3). Ot cidadaoi nomeam ilirerlamenla teus de-
pulados ao corpo legislativo, e lodos ot franc-zet da
idad de >[ annos. que nao io. achara inipossibilila-
dos por inc.ipicidaderivil, sao rleiloret, O alga-
risrao lolal dos eleilores para loda a Franca excede
a nove milhet t raein. Veja quanto incgnito en-
rrrava umi eleijao feila pur m-lbaules turbas.
Etles nove miibet e meio de eleiloiet se dividem
em 267 rollesiot, cumposlot, termo medio, de 35
mil eleilores c ca
Atura, lal he a operaj.lo q le se devera realitar
no mesmo dia, a meima hora tobre lodot os pontos
da Franja. Esle resollado dns velos devia aunan,
ciar ao mando te a najo fronceza linha'a mesma
dedicajao e a raesma conanji no governo do seu
imperador.
O governo quiz qae a prova lo-se decisiva, a, nei-
la circumsiancia solemne, conceden a imprenta op-
posicionisla ama liberdade raz evel: todas as candi-
daturas se poderara presentar, salvo o cumpnmcn-
to de algomas formalidades facis de preencher.
Orgonisarara-se commit-^s da opposijao para re-
comrnendar lal oa tal candidato, n os partidos hoslis
poderam obrar nos limites da lei, para fazer raallo-
grar os candidatos do goveruo.
Assim, em Pars, onde te deviam nomear dez de-
potadot, os jornaes parlamentares ou republicanos
Nao faja romor, meu charo. Se preza eila joia
mande recebe-la do Sr. John Harris, eommandante
da al'anrj por dous amigos seos.
Nao sei com qoe direito V. S. lima-rae nina
cruz, cujo valor he de quinze francos, e qoe serei u-
brigado i substituir a rainha cuita.
N'3o seja por isso, tenhor ; eit aq i um sobera-
no com a efligie da rainha da Ingl; (erra: quinze
francos pela cruz, dez pela fita. Se redaste alguma
cousa, au Ihe rogara que bebetse 1 minha saude.
Senhor, disse o ollcial meliehd 1 a moeda no
bolsa, somenle resta-me igradeerr.
Saodou-nos sera acrescenlar urna palavra, mas
seas 1 lo.- n.lo promedian) couta boa.
Meu charo Hermann, dsse-mel arrit, vos o-
brar com prodencia deixaudo esle p. iz quanto an-
tes cora sua noiva. Aquelle toldado larece-me nm
bandido completo. Qaanlo a mira arei oilo diat
para que elle lenha lempo de dar-me o Iroco de mi-
nha moeda, e depois seguirei a ordem que me enva
aot mre- do Japio.
>ioi.1 muilo. Un- respond, que 11 a vivacidad! o
lenha levado l 1 longo, l-'.u nao quen 1 sabir da (re-
cia sera ora uo dous exeinplares da al huyan,1 varia-
biliso. Tiuha um incompleto sem as raicea, o dei-
xei-o na monlanlia com a minha cuiva de lala.
D o dezeiihn de sol planta a i.ojlister ou ijia-
enmo. Elles farao Urna roroaria era sua inlenrao. 1
Mas, pur ticos! pouha logo sua felici lade era liga- ;
r,111ra !
Entretanto inhiba felicidad norhigava ao baile, |
e eu can-ava os olhos era observar o semblante de '
todas as damas que dintavim. A' meia nol perd i
a etperanra. Satll do talao. e colloqu ei-me nielan-I
clicamente dunte de uina mesa oe wlirst, naqual j
qoatro josadnres habis faxiam corre as carias com
admiravel destreza. Comerava a aplpliear a alen-
j3o a esse joao, rpiando urna risada a geulinz fez-me
sallar o corajao. Mary Ann eslava al i airas de mim.
Eu 11S0 a via, a nao ousava vollar-m : para ella, mas
sentia-a presente e a alegria aperlava-me a gargan-
ta a ponto de solfocar-mr. Nunca 1 le foi possivel
saber o que caosava ana hilaridad! Talvez fotn
algom vetluario ridiculo, assim como| enconirain.se
em todos os paizes nos bailes oflici
idea de que linh.-i uro espelho dian
vanle ni nlhos e vi-a sem sir visto
lio raais bella e mais radiante do quje no dia em que
es. Veio-me a
de mim. Le-
enlre a mai e o

ma anparictra pela primeira vez. I
ra collar de lies
ordem de perolas ondeava-lhe brandamenle 10 re-
dor do pescojo, e seeuia o contorno de mas espaduas
divinas. Seus lindos olhos scinlillavam a claridade
das bugiat, teut, denles riaro com urna craja inex-
primive!, a luz brincara como rtoula obre teut ca-
bellos. Seu traga era como o de todas as mojas ;
nAo trazia carao mislrest Simns ama ave do paraiso
sobre a cabeja, poim nao deixava de eilar mais
bella ; sua taia era levanlada p r algunt ramalhetet
de llores naturaes ; linha lambem llore- no collele e
nos cabellos, e que flire", senhor Cunlei raorrer de
alegria reconhecendo tobre ella a oBoryaua varilbi-
lit.n Tildo cahia-me do reo ao mesura" lempo. Ha
por ventara couta mais deliciosa do que herhoritar-
mot not cabellos dsquella qae amamos ? Eu era o
mais dilosa re todos ot homens e de lodos ot nalura-
ti-las O excesso da felicidade fez-me ullrapastar
todos os limites da decencia. Vollei-me repentina-
mente para ella, e srilei estendendo-lhe as raaos :
Mary Ann sou eu !
Ah tenhor, ella recuou como astuslada em vez
de rahir em meus brarot. Mitlresa Simons levantou
lano a cabera qae pareecu-mu que -ua ave do pa-
raiso voava para o ledo. O irm.lo lomou-me pela
radn, condutiu-me a parle, examinoo-inc como um
animal curioso, a ditsc-me :
V. S. ja fui apretenlado aquellas senhoras .'
Ouo me importa is raen charo lio Sou Herintnii Srhullz '. -eu corapa-
nheiro de capliveiro seu salvador! Ah! vi Pellas
comas depois que ellat se retir ir.un. til de cuular-
Ihe ludo era nona casa.
)>s, ijr', responden elle. Mis o ro-lume ingle/.,
exige absolulameiile, que quabiuer pesso.) teja apre-
senlaiio as senlioras aulet de c mlar-lhes biiterill.
Porera visto que ellas rae conbeee, meu oa-
celleule Sr. Sharper Janlamns juntos mais de dez
vezes Preslei-lhes um servijo de lOO.UOO I roncos !
V. S. tiem o tabe em casa do H-i das montanhas !
Yes, Parem nao sabe qae expuz-me a mil morles
pela minha querida Mary Aun .'
Muilo bem. mas nao foi anda apresinlado.
Eralim, lenhor, ella ha de ter minha esposa ; a
rniii nSa promelleu i Nao onvio dizer qae eu luvii
de casar com ella t
Nao, inles de ser apretenlado.
Pois apresinlc-me V. S. me-rno.
ncrava depressi em Iteenrj .e que 1 licenca trazia
sempre as revolujes. Ora, a Franja ja nao quer re-
viiluroes, que le-la-bia arruinado, se a mo enrgica
do Imperador nJo at livesia comprimido. Esta li-
berdade illiuidada da imprgnia e da tribuna, que he
boa, que ltr> excelleule nos paizes como o Brasil, co-
mo na Inglaterra, onde qua-i que su ha parlidot de-
volados a'con.|iluij,1o, 'loria homicida em Franca,
onde ot parlidot sao lo ios mait ou menos conspira-
dores e lodo, aspirara ao desmoronaineulo o que e-
xitle.
Ue isla l,lo verdade que 01 iiotsot legilimitUl e
mor parle doi nossos Orioanislas preferirn) absler-e
de volar a concorrer com os seus volot para a uomea.
cao dot eandtdltos republlcaunt. O imperio Ibes
he sobre maneira Mtipnlhieo para que elles o a-
poiera com us seus sulfragios ; raas na 1 quizeram ro-
adjuvar oelemeulo drslruidor das lociedadcs, o es-
pirito revolucionario. As soai paiiet da homens de
partido nao preval>ceram sobre os ieos inleresset de
boot cidalaos e de proprietarios. semelhante proce-
dimenio os honra.
Anda urna palavra sobre esta queitao tao |grave,
nao t para a Franja, mas para o mondo inleirn,
pois que a inllueucia da Franja he grande em Indas
ai paragant, tanto em bem cuino em mal. O loATra-
gio univertal, tal como te pralica entre na, lie ura
intlrumenlo lano maia peiigoso, quanto nenlium
oibo humano Ihe pode medir o alcance. O imperador
N ipn'i'-r 1 III conteguiu 1 imina-in. e depnia d todas
at experiencias feilat, pode-se aflirmar que era quan-
to elle reinar, o sullragio umversil funecionara' per-
flilimenl*. Nas grandei cidades, nos ceiros mauu-
factureirs. onde ut opc-rariot ic achara agglomerados
a demagogia podera' fazer numerosos proselxlos, m..s
ot operarios doi carapot perraanecerao liis a' ban-
deira imperial, e as suas turbas compacta! darao ao
governo do imperador uraa imraensd maiona. Nas
eleijes que acabara de ter lugar, sao cora efl-ilo os
adianlada da rainha Isabel II. Este fado deve ter
nuil pr-oviii, menle notificado s cmaras.
O imperador dot Francezet N'apoleao III, deixou
boje Pars; dirige-se s agaat de Plorabires, qoe
ja' lomou o anuo pastado, e que tem orna inllueucia
ulular sobre sua laude. Dahi ira' ao acampamento
qoe acaba de ser eilahalerido em Chalan, ni Cliim-
pagne, onde devem haver grandes manobra, da
Iropat.
Nomeou-te ama enmmissao pira preparar 01 meios
de execujo da lei que crea nm lervijo da paquete.
trantatlaulicos, lio qual una I nfi. -era' de-Imada
ao Mra-il: pen-a-se que ot trahalhot de-la roiuraia-
sao terao terminado! nns lio- do mez prximo, rna.
teja qual for a rompanhia da que se faja asrolha,
nao parece possivel que o trrica esteja organitadu
antes da ineiado do anno prximo, p os que o mati-
nal n iv.! pin e-las grandes empiezas anida nao et-
li' proraplo.
Ura astrnomo alleino nos Invia aununciado o
lim do mundo- para 13 de junhi. O roiuela de Car-
los \ dvia, ueste di.i, nos apparerer a rc.lur-r o
noiso globo a rinzas. He cscutadn dizer-lhe que o
dia Ltdejunho se pa-sou muilo bem ; mat lioova-
ram alguna miteraveis que se prenerupartra de lal
torle com esla ettupi 'a prophecia que enloqurceram.
IITEsIOrt
KI 1)E JANEIRO.
SECADO.
8BS8A.0 EM 6 DE JL'LHO DE 18.57.
'residencia do Sr. Cacalcanli de iMcerda.
A' hora do coitume, feila a chamada, aclundo-ta
reunido numero legal, abre-te a se.-a.
I.ida a acia da aiilrrpr, he approvada.
O Sr. i. lecretaiio da conla do trguiile
EXPEDIENTE.
L'm ollicio, parlicipandu ao tenido que houleiri
pelas 9 horas dn manhaa fallecer o Sr. teidor pala
Babia, Castiano Spendiaa de Mello a Mallos.lia
-nrieadi a deputajao que lem de attitlir ao sea fu-
neral.
OSr. J. A. de Miranda, pediudo a palavra pin
oflererer um requerimenlo, diz que vai ocrupar-ta
cora as 110--0- rel.icoes cora a r pul! en do Paraguav
e com o esla 1o deigra jado das no--ai frunlairn ni
votos dot camponezes que fizerain prevalecer |ior lo- provincia de MMIolirosso.
da a parte ot eaa lualos do governo. Mas
acontecer' a raesma cousa ? No dia em aue
videncia chamar a ei N'apoleao III p-ider-te-ha con-
tar cora a conlinoarao dos bons senliraenlos do povo
dos campos, e nao te podera' recetar que a propria
populir-ao rural te d-ix arraslar pelas paixoes dos
operarios das cidades e inaugure a lula laini-ntavel
daquelles, que nao po'sucm 1 oulra 01 que potsuem ?
Sao probleuiasterriveis cuja solucao s parteiice ao
purvir, e potsa esle porvir .-11 -11 r -e bstanle de to-
para que ni elemeuiut de distulujao que etislem uat
nostas velhas sociedades, lenham lempo para desap-
parecer.
Ao passo que nos oceupamot em l'ranra com at
nostas eleijei, o gabinete inglez, apoiado pela sua
maioria, se esforra para fazer passar o bil de eman-
cipajS-i dut Judeus que, ha qualro ou cinc annos,
-empre votado pila cmara dot commons, he sempre
repellido pe cmara dos lordt. Detta vez a lu 1
fui rendida, era contequencia de urna opposijao que
se nao produzira nas te'Ses precedentes e que ema-
na dos depulad.s calholicos. Por occasao da reforma
exigida no juramento dosjudeos, os catholicot pe-
dirain que o juramento que se eiige delles tambera
fuste reformado. Este juramento que Ibes nao veda
asientos no parlamento, oRendo-lbes com ludo a
consciencia por algumat formulas anliquarias que
respiran) a intolerancia habilual do anglican-smo.
Lord Palmerslon reipondeo que nao convinha com-
plicar as diflicoldadet, que por agora te tralava de
daraoi Itraelilas accesso no parlamento, e que de-
cnipre 1 Abrindoo relalnrio do ministro de eslringeirot no
pro-i crrenle anno, moslra cora a leilura da algona Ira-
Yes, yes ; mu he preciso primeiramenle qoe a1-
gnem m'o aprsente.
Espere !
Corri eomo um dou lo alraves do baile, encontrei-
me com cinco oa seit grapoi de valladares ; i espi-
da embarajou-se-me nit pernas, escorreguei, e cahi
escandalosamente. F'oi John Uarrii quem levan-
loo-me.
Que procura '.' pergor,lou-mi elle.
Ellas estao aqui, ja as vi, vou casar cora Mary
Ann ; mas he preciso primeiramenli que eu Ibes
ieia apresentado. He a moda ingiera. Ajuot-me !
Onde eiiao ellas? Nao vio urna mulher alia com
urna ave do paraizo a cabeja ?
Sim, ella sabio ago:a Jo baile com urna moca
mui linda.
Sabio d) baile mas, amigo, he 1 mi de Mary
Ann !
Tranquillise-se, tornaremos 1 irha-la. Eu farei
que vossseja apretenlado pelo mini-tro da America.
Pois bem, vou mosltar-lhe meu lio Edward
Sharper. Deixei-n aqui. Para onde fugio elle ? Nao
pode estar multo longe !
O to F^dward havia desaparecido. J.eve o pobre
Harris al a praja do palano dianle do lintel dos es-
Iraiigeirot. O aposento de raislrest Siraous etlava il-
luminado. No lira de alguns minulos apagaram-n
as luzes. 'iodos eslavam deilades.
I-aramos o mesmo, diste llarris. 11 lomno o
Iranquillisara '. Ainanba de uraa para duas horas
arranjarei se ut negociot.
I'a*tei urna noitl peuir do que at peiores n u es da
meu capliveiro. Harris dnimni coraigo, isla he, nao
durmi. Onviamua ai carruigeni do baile que des-
ciara a ra de Mermes cora seus carregamenlos de
uniforme! e d lain. As cinco huras., fadiga fe-
chou-me 01 olhos. Ires hora depois Dimilri entrou
oa minha cmara dizendo :
lirondo noticia !
O qoe '.
Saas Ingletll rmb ,rr.ram agora.
Para mul .'
Para Trieste.
Deigrajado I lena carleta di-so "
Foi eu que as conduii ao navio.
Meu pobre amigo, disse Harria aperlanJo-me
i- mi.-, o reconhecimenlo ti impne, mas o amor
nao si nrdena.
Ah exclamen Dimilri.
chas que nao en possivel levar adenle a ojense dn
nossos mait Icgilimot inleresses, quer acerca di na-
vegar", qur a respeilo dos nossos limites.
Citando at palavrat do Sr. visconda do I rogusv,
quando ministro em 1853, declara que concorda mu
elle na idi de que at nossas ditliruldade com o Pa-
raguay t se cortaran) por meio dat armat ; e acret-
cenla que nao s en!,, como hoje e hoje essennil-
uienle, existe o verdadeiro Matll elii.
A repblica, logo qae te firmen o Iralado ,le ti
de abril de 1850, Iraloa deoccopar o forte do Olvra-
po, j por ella abandonado, Ue construir o forte do
Serr Oriental, de levar a tele o numero de teut
forlins tobre a marsem esquerda do rio Api, o pat-
io que o imperio Irazia abanduuadas ludas as suii
fronleirat, cnnlenlaodo-ia de ler Irezenlot homens
no forle de Coirabra para guarnecer todo o llaito-
Paraguay, o que era ama verdadeira miseria.
Moslra que ao passo que a repblica mandub
com lodo o vigor o leu ol postidelit actual. o impe-
rio nada fazia, e apenas te tilisftzii com 11 peque-
as partidas que de vez em quando te detlaravam do
pequeo destacamento do Miran la, .1(1111 di policla-
reui aquellet sitios li o Apa. Enlrelanlo a obrigt-
jao do imperio era mioler com todo o vigor, e do
urna maneira clara, enrgico e decidida, o tea a ol
po-sidetis actual,, occupaddo o I'.io de At.urar, e le-
vantando algom foitim 10 menoi ni mirgein diieila
do Api.
Havia echo no coracao dette rapaz.
Dahi em diante, senhor, tenlio vivido como ot
inimaet coraenrto, bebendo, e respirando. Enviei
raintias collecjes para Haraborgo sem umi tu llor
de Itoryana variabais. Meirs amigot condozirim-
me ao barco francez no dia segointe ao do baile.
Acharam prudente fazer a viagem durante a noite
receindo encontrar ni toldados do Sr. Pencos. Che-
gamoi tera incommodo 10 Pirco, mat a vinle e cinco
hrajat dt praia meia duzia de upingardit invnivel
ettrondaram bera perto di nossos oovidos. Era a
despedida do lindo capillo e de tea bello pan.
Percorri as monlanhai de Malla, de Sicilia, o di
Italia e mea herbario enriquecen-se mait do qoe eo.
Meu pai, que livera o juizO de conservar tua hospe-
dara, participou-me que minhat reme-as eram la
apreciadas. Achare talvez um lugar quando chegar,
mas lenho agora como urna lei nao conlir rom mais
nada.
Ilarrisetla' de viagem pira o Japao. No lim de
ara au dout anuos espero ler nodcias -na-, ti nc-
queuu Lnbster eacreveu-me a Boma : exercila-a
ainda no tiro de pistola, tjiacomo ronliooa a sellar
Carlas de da e quemar iveles de noile. Mr. Meri-
nay aclion para a tua pedia outra inlripritajau mul-
lo raais engeuhnt) do que a minha. Sua obra sobre
Deinostliescs ha de ter tmpesta qalquer dil. O Kei
das montanhas fez pazet rom a auloridade. I. 1.
rontlruindn tuna grande ra*s M cslr.-nla do Penle-
lico rom um apotenlo para vinle e rinro Pallicare.
dedicados. Por ora alusin um pal cete na cidade
rauderna a beira do rio. decebe molla! vititai, o
Iribllha rom arlividade para cliegar ao ministerio da
jiislira ; mis lera' preciso algum lempo Pholioi lie
. quera dirige tua casa. Dimilri ahi val as vetei ceir
e suspirar v. cozinba.
N'oonvi raais fallar de mittrisi ssinrnt, nem de
M. Sharper, nem de Maiy Ann. Se cnnlinoar ee.
silencio, brevemeule 11.10 cuidirei maii nelles. Al-
gumat xezet ainda sonlio que ctlou diante d-lla,
que neu semblante reflecle-te era seus odos. Radio
acord, (boro amalgmenle, e mordo rom furor o
Iravissiiro. Creii, senhnr, qaa nao he a mulher que
lamento ; he a riquexa e a posirao qne etcaparim-
me. Foi bni nao entregar meu coracao, a tosieses
diis rendo grtjat a minha frieza natural. yuo dig-
no re latlima seria eo igori se por decrara hoove-
se ficado enamorado'.
FIM.




2
DIARIO DE PERNAMBUCO SEXTA FEIRA 11 DE JLHO DE 1857
Em aua opiniAo, o governo nao deve ler mido de
qoe o Paraguay o ruste desalojar do Po de Aitu-
ear, como acontecer era 1850, poit qne ai circums-
lanciii d enlAo eram oulras. A nAo seiem etsat
circumiliDCias, jo enlAo leiiam sido todas aa dillirnl-
- dade cariadas pelas armas. Hoje o atrio Indiibila-
veln.. _'.e, e desde que o Brasil manifestar actos de
possemais direclo-.pois qoe a aggreuAo deSoarez tei
etrla, e certa a lisio que lera de levar.
0 orailor declaro que lente a ralis profunda dr
em revelar o facto de que nossas fronltiraa te aeha-
vam abandonabas, oio te havendo levantado depois
do tratado nem um .6 fortlm ao menos, nem mesmo
Ua pouco augmentado o destacamento de Coimbra.
So o batalhao de arlilharii cota 3(K e (antis prajas
nflo chegava nqoer, p.ri ai mais urgentes neeesslda-
aes na polica, quanlo mals para acgredir su repellir
um insulto do Paraguay. O forte de Coimbra sopor
ti necessitav Se um destacamento de 1(10 homent, o
lamben) de igoil oumero, nAo podando leda a iro-
vincia dispensar em lempos calmos e ordinarios o u li-
mero de 2,000 prajas pelo menos.
Hecciihece ler verdade que se tem mandado bas-
tante armamento e municAo pera Mido-lirosto, eomo
consta dos documentos qus tem dianle de si ; mas
quera empregara este armamento Ouero manejara,
estas espingardas ? Qaem se servir deisi artilha-
ria ? Trezenlos hmeos pdenlo salisfaier defeza
do paiz, a represtAo de um insulto V Esies trezenlos
hoineni, que al pouco se conservaram no for( de
Coimbra, 1A0 credore de seus sidos ha mais de dous
nonos, e etsa he igualmente a sorte de Inda a tropa
naqaella provincia. Vivem rolos e mal pagos.
Pelo qfte loca ao armamento desla orte enviado,
se te exceptuar o que fot conduziJo pelo capilAo Val-
le e por Kernaudes de Mello, grande parte do res-
tante anda anda em vlagem pelos sonres do Paran,
(irande parte do fardamento la se ach estragado e
podre em um rancho no Anhoac, donde he roubado
i volito le por quem quer.
lie triste semelhaote estado de abandono O go-
verno nio deve dormir sobre semelhanle siloajAo,
para a qual chama o orador toda a sua allehjio e
patriotismo, pols nao he possivel conservar lana In
diflerenja i face de om adversario qoe nao nos poa-
pa, e que lano tem ahusado da paciencia do impe-
rto. O paiz uso deve mais soflrer laraaoho eictr-
neo.
1 .onclua dizendo que considera fazer um impor-
tante servijo ao paiz, chamando a discussAo do tena-
do para um objeclo de lanta gravidade, qoe espera e
provoca semelhante ditcassAo, desejando mesmo que
Ihe moslrem que est em erro : que nao accusa a
ministro nem a ministerio de qualidade alguma ; que
apenas Iraca o qua tro resumido da triste silaaja,
reclamando sobre ella as devidas providencias.
l.-se e he apoiado um requerimenlo do oobre se-
nador pedindo iitformajf.es ao governo sobre o esta-
do das retardes do Brasil com o L'roguay.
I'jdiud i o Sr. visconde de Uruguay a palavra so-
bre o requerimenlo, declara o Sr. presidente qoe es-
te fica adiado para a sessao de amaohaa.
O Sr. Kerrsz pede a urgencia para se tratar boje
meimo desla discotsAo.
O Sr. Presidente diz que nao pode admitlir a ur-
gencia para que hoje meimo se discuta esta materia,
porque a Isio se oppe o regiment.
O Sr. Ferrat appella da decisao do Sr. presidente
para o senado.
O Sr. Souza Franco (minislro da fazenda) acredita
corlar qualquer discussao sobre este aisomplo, de-
clarando que as iufurmajdes qoe o nobre senador
pede do sea reqaenraento uno podein aiada ser da-
das, e que a retirada do nosso miuilro plenipoten-
ciario da AssumpjAo foi devida a ordens qoe rece-
ben do governo imperial para Ir a Corrientes tratar
Oe negocios urgentes.
Nastes termos pensa que o nobre senador obrara
prudentemente, retirando o seu requerimeotn.
O Sr. D. Manuel, pede ao nobre sanador pela Ba-
ha ote retire o seo apello para o senado da decisAo
do Sr. presidente, puis aue as poucas palavras que
acabna de dizer o nobre ministro da fazenda acaba-
ran! com a neeessidade qoe havia de dizer immfdia-
tamente alguma coosa para attenuar a imprsssAo
cantada pelos disearsos do nobre ttnador por Mallo-
Orosso. ,
_ O Sr. Visconde de Jeqoilinhonha entend que o
Sr. presidente nAo deve aceitar o appello para o se-
ntido, pois que nao he este o meio de interpretar o
regiment. Se algoma dnvida ha sobre a intelli-
gencia do regiment, essa duvida deve ser esclarcci-
da visla de urna Indicarlo e parecer de commissAo,
nunca com urna decisao repentina.
O Sr. Ferraz detiile da appellscao, e oflere-
eera urna indicajAo que va a. commisso respec-
tiva.
O Sr. Presidente observa que passoo a hora para
o oirerecimeuto de indicaces, e que o nobre sena-
dor clever reiervar-se Dar amanliAa.
ORDEM 1)0 DA.
Entra em primeira discussAo a proposijAo da c-
mara dos Srs. deputados dispensando as leis de amor-
tizarlo para qoe possara posiuir bens de raiz a or-
dem lerceira do Carmo oulras.
Depois de algomas observacoei dos Sr. Vianna e
Dantos, lica adiada a discussAo, sendo approvado om
reqotrimento do Sr. D.intas para que vA o projeclo A
commisso de fazenda.
Paisa em primeira e segunda discussao a proposi-
rao da mesma cmara concedendoduasloteras afre-
goezi,i,da Laga de Rodrigo de Freitas.
Entra em primeira discussao a proposito da mes-
ma- cmara approvando o decreto declarando que
na aposenta loria concedida ao desenibargador Pedro
Madeira de Abren BrandAo se deve comprehender o
vencimentoque linda como juiz conservador dos pri-
vilegiados do commercio.
Depois de orar o Sr. Dantas he approvada em pri-
meira discossAo, e logo em seguida he (ambem ap-
provada para passar A lerceira.
Entra ero primeira discussao a propos >Ao da mes-
ma cmara mandando convirler em apoices da di-
vida publica os bens da capella de llamb.
Sr. Dantas manda mesa o srguinle requeri-
menlo :
Keqoeiro que o projeclo v A commisso de li-
gislajAo para dar o seo parecer com urgencia.
He apoiado.
U Sr. Visconde de Jeqoilinhonha pede ao nobre
senador que reserve o seu requerimenlo para quan-
do o projeclo esliver em segunda discot-Ao.
Kecoohece-se nao haver casa, e Tica a discussAo
adiada.
Levanta-ie a sessao a orna hora da larde.
(LIMARA DOS SRS. DEPITADOS.
SESSAO DE 6 DE JIXUO.
Teiidencia do Sr. visconde de Baependy.
A' hora do coilume, feita a chama la, e achao-
do-se reunido numero legal, abre-re a seisA...
. I.ida a acta da antecedente, he approvada.
O Sr. Vrimeiro Secretario da conta do seguinte
exoedienle :
Tres cilicios do miniterio do imperio, envian-
do diversas actas eleitoreet..V coramissAo da po-
deres.
lira requerimenlo da cmara municipal da villa
de Uruguayana, pedindo ama providencia para que
os processos por crimes de furto de gado possam ser
instaura los in lepen ledamente de queixa.A'com-
mis Dito de Jos da Mulla de Azevedo Corroa, pe-
dindo ser admillido a fazer eiames em alguma aca-
demia do imperio para poder seguir a carreira da
magistratura. A' coramissAo de instracc,io pu-
blica.
Arhando-se sobre a mesa o diploma do Sr. Jos
Felicsimo do Mascimento, depujado pelo qnarlo
districlo de Minai-Uerats, he remedido cotumissao
de poderes.
Sao approvadas ssm debate os pareceres :
Da eommistAo de constiluic.Ao e poderes, mandan-
do pasiar carta de naturalizan de cidadAo braiilei-
10 ao padre Jo.lo Baplisla Mor e oulros ;
Da mesma commisso, mandando archivar acias
eleitoraes de diversos districlot do MaraohAo, Minas-
ti'iraes, Goyaz, Baha, Amazonas, (.caro, S. Paolo e
Pernambuco.
Da mesma commisso, devolvendo ao governo
a copia da aeta de vsreadures e joites de paz da p*-
rochia de S. Raimundo Nonato, provincia do I'i-
aohy.
O Sr. SiUeira l.-dio (pela ordeno, obtem nrgeocia
para ler o seguinte requerimenlo, qoe be approvado
sera debate :
" Keqoeiro que si pera ao ministerio da josUrja
copia autheotlca de lodo o processo, que por Iras-
lado se deve adiar na respectiva tecrelaria, relativo
a declararon de avulso que por decreto de 6 de do-
zembro de 1855 foi fulminada pelo mesmo minis-
terio contra o bichare! Jos Anlonio de Oliveira e
Silva, enlAo juiz de dir.lo da comarca do Algrele,
provincia do Kio Grande do Sol; e copia mais de
toda a coi rea pon dencia qoe por ventora haia alm
do procisso e sobre o mesmo fado.
Sala datsesioes, ti de julho de 18.i7.-S. K.
Silveira l.obo. o
O Sr Sergio de Macedo pede que, enlramlo-se na
ordem dodia, discuta-sa em primeiro lugar a ques-
l.lo de preferencia entre os projertos que conredem
favores i eilrada de ferro de D. Pedro II.A cma-
ra cooionle no pedido.
OKDEM DO DA.
Primeira parte.
Entra era diicussAo a preferencia entre <.s pro-
jeclo! aolorisando empreslimos para as estradas de
ferro.
A cmara opla pelo projeclo das commissoes dt
.i.in la e commercio, que he o segomle :
A assemblca geral iesislaliva fsol ve :
" Arl. (. o governo Tica sutoriado a proporcio-
narcompanhta da^slrada de ferro de I). Pedro II
M meios de levantar por om amprealimo rontrahid
iientro ou fora do imperio um Ierro do capital fina-
do para sua empreza e que goza da garanlia de ju-
ros, rlebauo d.s clausulas seguinles :
S I. O governo p,dei prestar simplesrr.ente a
sua gamona aos juros e ainirlisacAo do empie-timo
qoe a rompanhia coniraliir. ou lomar a si todas as
Arl. 2. Fica lamhem o governo autorisado a
conceder U favores da presenta lei s companluas
nacionaes ou eslrangeiras que emprelienderam, oo
vierem a emprehenner, a ronlora;Ao
das estradas de t'.-r < de Pernambuco. Italiia e S.
Paulo, com tanto que estoja o em cuntice* seme-
Ihanles da estrada de D. Pedro II, lito lie, que se
tenliam constituido e leuliam levantado e em re
gadu etleclii ai......le as obras da estrada pelo menoj
20 por ceulo do capital a que he dada a garanda de
Joros.
Arl. 3. Fleim rtvogadts lodti as dlapotlcOai em
contrario.
o Paco da cmara dos deputados, :ll) de junho
de 1857.Seigio Teixoira de Macedo.Bario de
Mana .L. A. de Ssmplio Vianna.Auaoslo Fre-
derico da uliveirtFraueisco de Salles Torres llo-
niem.
Poilo este projeclo em iliicossAo, prdem a palavra
os Srs. F. Orlaviano, Danlat e Sergio.
O Sr. r. Octaviano reconheca que aassumpto nao
comporta controversia da tublile>aT*raas diicussAo
franca c substancial. lie por isso que, entendendo
dever entrar no debata por Iha parecer qua o pro-
jeclo das rommieiSes desvirloa essenclalmenia o
projeclo inicial das deputac,6es do Rio, S. Paulo e
Muas, receia todava commeller urna mliscric,ao,
islo he, receia que seus esrropulot nio lejam fun>
dados quando observa no projeclo dat commissoes
a assignalora de dous importantes deputados do
Kio.
A idi-a do erapreslimo nAo he uns novidade. Em
regra, as emprrzas de vias frreas nAo alcanzara, u
seu capital s por emissio de aeces ; pedem tam-
bera ao emprestimo parla driles. As emprezas ingle-
zas pedem om terco, as francezas dous quintos, e a
Rusiia, ainda ltimamente, no seo projeclo da rede
de estradas de ferro para cobrir aquella imperio,
adrailtio qoe mela le do capilal fosse levantado por
emprestimo-.
O orador observa qoe a Russia linda acallado de
passar por urna grande calastrophe, e nao leve medo
de entrar em um projeclo lio gigantesco ; e que,
alm disso, detemlo receiar-st da Inglaterra e Fran-
ca, nAo leve susto de acedar os capilaes ingler.es e
francezes, b dadistas repellir.im a idea de capilaes e compa-
nhias eslrangeiras para a estrada de ferro de Pedro
O orador observa lamhem que os empreslimos rao
um maio nalurjl de se chamaren) para as emprezas
cortos fap lars que preferem juros mdicos porcm
seguros, ios beneficios grandes porcm arriscados.
Nio da duvida, entietanlo, qoe as vias frreas po-
dem garantir liem c-ses ompreslimos, porqoe a ex-
periencia tem demonstrado que mesmo as crises
commerciaas e polticas o Irafego das vias frreas
080 ceoe, e por consegoinle nAo cessam tambera o
seos lucros. E Islo de lano aun, que em IMs na
l'ranca se notou esse pdenomeno, e o Sr. Ku-enio
Forcade diz que em Pari nem mesmo as obrigar,es
do eredilo movel podem competir com as das vias
frreas.
O orador examina o pensamenlo do projeclo ini-
cial.
_ Emdidos dous tercos do capilal em ac^oes e pe-
dido um largo ao emprestimo, recebeudo este um jii
ro mdico, lie claro qoe o exces.o de renda da em-
preza vai reforjar os beneficios dos accionistas.
Se da de um lado para ai obrigar,des seguranza e
fixidade, ha do outro para as acc,es um lacro
roaior.
Suppondo-se, por exemplo, o juro do emprestimo
5 por cenlo com 1 por ceolo para a amorlisacao, co-
mo o emprestimo he de om Ierro, basta que a es-
trada total renda 2 por canl para que o traprtili-
mo esleja plenamente garantido.
Seria preciso admil(ir-se um plano imbcil de es-
trada que nem 2 por cenlo dise. Ah ana a segu-
ranza das obrigacOos.
Pagos, porcm, eses 6 por cenlo do emprestimo,
sendo u juro de 7 pur cenlo para a estrada, fica ain-
da 1 por cenlo para os a'ccionilas.
Ha, porlanto, una vanlagera para estes na adop-
c,3o do emprestimo.
Esle foi o peosamento dos signatario', que quize-
ram habilitar a empreza do Kio de Janeiro para no
futuro com mais facilidada emidir suas aeces.
As commissoes, porm, nao cuten tem asura. Ten-
an) constantemente chamar para o thesouro o gozo
deste benificio. DAo lempre a entender que ha um
onus para o Ihesooro aoxiliar as estradas de ferro ;
lulam .iberiamente contra n espirito e ledra da le
de 96 de iunlio de 1852.
As commissSes marcham deste principio, e he,
que a compandis nAo pode por si s conlrahir o cid-
pretimo ; logo, a garanlia do Iheiouro he um grande
favor que deve ser compensado.
Mas acaso as razOss desse facto proveen) de cul-
pa na compandia ? O orador examina especialmente
esle poni, e observa que em urn documento de lan-
o alcance, como o parecer das commissoes, docu-
mento que da de ser Iradnzido em Inglaterra por
conla de um individuo que all se ada desacreditan-
do a compaodia, de reparavel que uenhuma expres-
sio de acorocoamento e louvor se lenda dado ao pro-
bo, iulelligenle e dedicado cidadAo que tem estado
A testa daqaella con pandia, quer pelos votos dos ac-
cionistas, quir pela esculla acertsda do governo ; e
que lamhem nenduma eipressao de louvor se leuda
dado a essa directora sensata e benemrita que tem
acompaohado o seu presidente com iedal probiJadc
e zelo.
(Nesle poni da varias raclamacoes. Os Srs. Ser-
gio, Salles e oolros merabros dat commissiVs protes-
tan) que nao douve niiencoo de desconhecer esses
fados ; mas que nao linhara necessidade de os men-
cionar.)
O orador, continuando, dizque Mies faz judos :
qoe nio soppOe aquella omissao intencional, mai
qoe na Europa havia de se interpretar maligna-
mente qoe diiculindo-se um emprestimo para urna
estrada de ferro nada se dissess de sua directo-
ra.
As commissoes reconhecem, pois, qoe a direcro
(em sido ptima ; nao dizem qoe as obras txecola-
das o tenham sido erradamente ; e declarara que a
necessidade do emprestimo na Europa e da garaplia
do governo para esse empreslimo, heporque na
praja do Rio faltara capilaes, a nAo de possivel nos
mercados da Europa levantar capilaes com o cr-
dito so'de orna compandia dirigida aqui por Brasi-
leros.
De quem de, pois, a culpa '.' He loda do governo,
que quiz realisar a empreza no paiz e com direccio
de Brasileirot. A colpa nao ha da companhia. Co-
mo, poi'. quando se reconhecem essas culpas no es-
tado, em vez de se emendar a mAo. em vez de se
fazerem favores, qaer-se qoe o governo os exija *
Como se pretende deixar ao enverno a oprjio de
om empreslimo por saa eoola, privando-se a c.-mpa-
ndia das vanlagens que Ihe Iraria esa operario ef-
fectuada com a garanta do governo '.' E no caso
contrario, como se exigem allivios dos encargos ac-
loaes ?
As ilepiilares quera ni que ss resolvesse o proble-
ma pela ronversAo da om terco das aceces em obri-
gacOes garaatidaa pelo estado.
Esta he a idea capital de projeda dos 35 depila-
dos.
As commissoes annexam a alternativa de conlrahir
o governo por si mesmo o empreslimo, o que annulla
as vanlagens especiaes dos accionistas.
O projeclo das commissoes he mais fiscal, segu-
ramente ; porm o dos 35 dsputados he mais ani-
mador para as eraprctas <)o paiz.
As commisssOes qnercm que o estado lire lucro
da operario, e dAo os segoinles motivos: 1., que
o estido presta nm avor, e por consegoinle deve
pedir paga ; 2.", que o empreslimo nAo salie da alj-
beire dos accionistas.
O orador nota qoe o primtiro argumento he de
orna lgica singolar.
(J estado reconhece que an lou mal, e que por sua
culpa os favores concedidos i empreza precisara de
complemento : e tira como conseqoencia que deve
restringir aquellrs favores !
O segando argumento, se fosse exacto, sera con-
traproducente.
Seo dinheiro do empreslimo nAo sahe immedia-
tamente da algideira dos accionistas, nao salte lam-
ban) da do governo ; logo, o governo tambero na
deve aoferir lucros. Mas o fado he que os accionis-
tas vecn a pagar o emprestimo ; a principio cornos
7 por cenlo qoe o governo Hits garando, e depois
com a sua propria reDda, quando, vencida a coidi-
Ideira, a estrada transpuzer a erra.
Que as commissoes recommendassem que se nao
aggravem os onus do Idesouro, bem ; masqae se al-
liviem, de de um extremo de fiscalisacAo que pude
ser -1 .mino-o.
Dizem as commissoes, explicaodo o desejado alli-
vio dos encargos do Idesouro, qoe, amertisado o em-
prelimo de oro terco do capital, deve este abater-se
no total para os cll'eitos dos srts. 23, 36 (base 13."; e
38 do contrato.
Pelo l. entra o govorno na parlilha doi dividen-
dos logo que etcedam a 8 por ceulo.
Pelo 2. pude exigir comhoia de meio prego
que os beneficios subam a 10 por cenlo.
logo
O ultimo 3S) nAo tolera dividendos superiores a
2 por cento eiigindo, quando os haja, revisAo da
pnrcenlagens
capilal ohtido por emprestimo, seria compensas magnificas com que premia aquelles que
dous tarros ; e assim poderla o governo com ella vivem tm pe feita darmona.
I
tarifa.
Nao contemplar no calclo deslas
um tere i Jo
re.lo/i -la- a uoat tarcos ; e assim ponera o tfover
entrar na pardilla dos dividendos, apenas passem de
5 por ceulo. ,0 Sr. Sergio contesta em um aparte) ;
poderia eligir passegens a meio praco logo que exce-
dan) a 6 2|1 pcreeiiu, e Dio tolerar dividendos su-
periores a S por cenlo.
Asiin prelen-lem as commiisoes preparar a rnm-
pauhia do Rio de Janeiro para
yuando S. Exr. era cen-urado pelos presos que e
julgavara elevados do contrato Pnce, dice mudo
sensatamente, entre oulros (ionios de sua defeza, que
o Brasil nada perda om qne Mr. Price lrasse ren-
des lucros, par que assim as uossas emprrzas seriam
concorrnlas e procuradas. Se se eoncede que um es-
Irangeiro lucre por liem do foluro, por que razilo se
lia ile querer pear urna compandia hraileir. que
tem procurado rumprir os seus contratos '.'
O orador termina dizendo que ouvio no correr do
seu disrurso que liga na membros dat commiasnes
iam mandar urna emenda no sentido do suas Ideas;
asiim aproveila o ensejo para Ibes fazer de novo a
jaelica de acreditar que nao liveram as commisioei
inleii(et de prejudicar a comj-anlna.
A dtscuis.to fica addiada pela hora.
Segunda parle.
Continua a diicussAo dos ardgos additivoi ao pro-
jeclo que fixa a Torca de ierra.
O Sr. Gomes de So un peda pira retirar as sun
emendai.
A eamara consenle.
O Sr. I.uiz Carlos pede o encerramenlo da dis-
cussao.
A cmara coelsente.
Postos a voto!, sao rejeitados lodos ot addilivns, e
de approvado o projeclo para passar a lerceira dis-
eussAo.
USr. I.uii Carlos pede dispensa do intersticio pa-
ra pi ojelo podar ser dado para urdem do da se-
gunde.
A cmara approva a dispensa pedida.
O Sr. Presidente declara asgolada a segooda parle
da ordem do dia, e jsor isso passa-sa primeira.
Continua a dislussAo do projeclo qoe coucede fa-
vores a estrada de ferro de D. Pedro II.
(Acham-se presentes os Srs. presideole do coose-
Ibo, ministros da marinha e gaerra.)
O Sr. Dantas DAo se oppe ao projeclo, porque
achando-se elle em primeira discussao, reoonhace sua
lilil lado. I'azendo largas considerosles sobre o futu-
ro da estradas de ferro do paiz, o orador declara que
o projedu, eslabelecendo urna regra geral para o
empreslimos, em nada favorece a ilim.ao actual da
estrada da Baha.
O projeclo exige que as emprezas leuliam empre-
uailu etr-rlii .ment lias obras das estradas 20 % do
capital garantido, para que possam pretender ao di-
redo dos empreslimos. Ora, evidentemente o projec-
lo exclue na acluslidade a estrada da Balda do refe-
rido favor.
(Cruzaro-se varoi apartes antre os Srs. Madorei-
ra, Cunda, Dantas e Sergio.)
lom.iui a palavra os Srs. miuislro da marinha o
presidente do conseldo.
Ambos pedera qaa a discussAo se adi para depois,
e que se deixe passar o projeclo em primiira. Ambos
declarara que o governo loma a pedo a estrada da
Babia, e que a procura realisar quanto antes.
Dcfendem o ministerio passado e a deputarao da
Babia da legislatura (inda. O ministro foi solicito em
desvanecer as difliculdades que sobrevieram, e a de-
pul-icao nAo Irouxe tribuna as qucstOes relativas,
por que enleudendii-se cora o minlslerio, achava qoe
as emprezas que estAo a constituir-se soQrem mailo
com as diacussoes das cmaras.
O Sr. Ministro da Marinha pensa que o projeclo
em discussAo, na parle relativa Radia e S. Paulo,
he equitativo, firmando nma regra geral para ludas
as emprezas.
Cedem da palavra. para se volar, os Srs. Jerni-
mo Jos Teixeira e Sergio de Macedo.
O projeclo lie adoplado em 1.a discussao. Hoje le-
ra lugar a 2.a, a pedido do Sr. Teixeira, que requer
dispensa de intersticio.
('. niliiim a 3.a discussAo adiada do projeclo que
cunee le loteras A nova empreza lyrica com as emen-
das apoiadas.
I.eem-sa o apoiAo-se mais vinle e qualro arligot
adddivos, coocedendn loteras a diversos eslabeleci-
mentos. (ir. rain os Srs. Viriato, BrandAo e Pacheco.
A discussAo fica adiada pela hora.
O Sr. Presidente d;i para ordem dodia :
l. parle.
DiscussAo do parecer da coramissAo de poderes so-
bre a eleii'-n do leiceiro districlo da provincia de S.
Paulo.
3.* discussao do projeclo n. 15 deste anuo, qoe
concede loteras nova empreza lyrica.
3.a dila do projeclo n. 3 do mesmo auno, que dis-
pensa as leis da amorlisacao era favor do collegio das
nrphaas da cidade da Baha.
3." dita do projeclo a, 92 de 1850 sobre permuta-
ran de terreno da camera municipal de Porlo-A-
legre.
2 dila do projeclo h. 52 de 183(5, que prohibe
coservar iberios uos dins santificados os eslabeleci-
mento rommerciaes, oKeinas e fabricas.
2. dila slo projeclo n. 37 deste anno, que conce-
de emprestimo s empresas das estradas de ferro.
2.' parle.
3.- discussao do projeclo que Fu a forja de Ierra.
Levanta-se a sessAu s 3 horas.
INTERPRETACVO' DE LEI.
a As comraissOes reunidos de negocios ecclesiasli-
eos e eonsliluico, a rujoexame foi subinettida una
indicacAo do Sr. sleputodo Villela lavares, que tem
por lim averiguar se o poder espiritual deve ou nAo
inlervir lias creac/ies, diviies, e suppresses de fre-
guezias, passam a ciiiidir cun franqueza oseo pa-
recer.
o Em materia tAo grave, qoe demanda o imii se-
rio cuidado em sua averiguac,o, as oommisses jol-
gam conveniente fazer urna breve exposicdlo dos
principios que no seu concedo regulam a qneslAo,
afim de qoe fiqoe definitivamente delucidado um
poni al hoje controvertido, sem embargo de ser de
primeira intuifAo a competencia do poder espiritual
em negocios que, por sua nalureza, cslAo dentro de
sua o isdicc.io, e que nAo tornara ueceisaria urna
lei e-penal que a definale, se o espirito da invasao
soobesse raciocinar, a conler-se nos justos limites da
r.zAo e do direito. E d'adi, esses coufl dos reitera-
dos qoe quebrara os vinculos da ellianca, que per-
turbara a boa inlelligencia, que, no interesse do Es-
tado, ounca devariam ler desapparerido slo remanso
tranquillo dos dous grandes poderes que regem a so-
ciedade, sob a immediata impace,Ao d'Aquelle qua
tem em mas mAos os deslios dos imperios.
a Em lempo nendum lalvez, oliservam as commis-
soes, a impiedade, disfamada sob as cores de nina
falsa philosopdia. conspirou mais assidoamenle que
doje para humilhar i benfica inlluencia da igreja
calholica ero presenta dos poderes visiveis, anda
mesmo naquelles paizes onde he ella reconhecida al-
iada intima e iiccessara !
i mais poderosos e argentes qoe eonvidassem a ambos
os poderes a estrellar cada vez mais en(re si os lacoi
de perfeila concordia, como no estado actual do
mundo, em que (odas as sociedades sa agilam n'um
esforco supremo de reconslrucdio ; em que os miis
oh.i. s elementos de aotoridade sAo chamados a du-
ra provienes pelos novos Iciros, que no en e-voa-
sjar desequilibrado rejeilam como poior o qua existe,
para se abracaren) cora o phanlasma seductor de om
o optimismo irreatisavel e extravagante I E no
enlabio, o mundo nAo deixa de ser abala iu com es-
tas tentativas arrojadas, evidentemente superiores is
forjas da homanidade !
a A receberem de Dos o poder que exercero, os
principes tempnraes c os pastores Ja igreja contra-
di rain a grave obiigarAo de defender cada um den-
Iro da esphera qae Ihe fura (rajada, a verdade e a
juslija, de execular a saa divina volitada, de man-
ter a ordem que estabelecera, e de corresponder por
lal modo aos benficos designios da Providencia, no
tocante a felicidade dos povos confiados a sua vigi-
lancia a solicitude.
Assim, ainda que as funeces dos dous poderes
sajara diversas, ainda qae as mas jurisdirc/oes sa re-
liram a obyectos mu dill'erentes, lodlvia islo nAo
quer dizer que riles sejam contrarios om ao outro
mas simiente qae a saa aceito se no coofunda,
que si xerca na mais plena liberdada e indepen-
deuci"
si A grande lei que presidio organiacAo dos seres
individuaes presidio igualmente a' orgauisajio do
carpo social.
Ni vida humana o corpo lera ua independen
cia, assim corso a almi tem a sua liberdade, con-
ciencia a sua soberana ; mai o hornera em seu com
plexo tem o seu principio de existencia n'uma fonle
nica, que he Daos.
O corpo social foi creado especialmente para
velar na conservarlo dos membros que o rompem ;
mas, cima das sociedades humanas, paira cheio
de mageslade e poder o Enle Supremo, sera cojo
aceno nAo poderiam ellas existir.
O estado, pois, que nao comprimen desse esla
idea primordial no cdigo de suas nsliloicdes, con-
sagrarla um aidesmo pialico, qoasl tjo fatal como
a negajao da divindade !
ii Estes principios de inconleslavel evidencia se a-
eham gravados na organisajao social de lodos os po-
vos desde os lempos mais remotos ; e a sua infrac-
jao foi qussi lempre assignalada por mauifeslajOei
visiveis da indignajAo celeste.
Na anliga allianja, diz Georgei Philips, D.eos
moslroo sempre por una serie de eircnmslancias, e
por om grande numero de exemplos figurativos,
qoaes os castigos severos com que alie pune os Es-
tas que repudiara as rehenes di grejs.e qaaes as re-
Ainda de a Biblia qua nos diz que quando o Se-
nlior encarregou i /.orobihel dogovemo civil e a
Josedcli da adminislracAo daa coasas sagradas, Ihes
recomineiiilou mui expresamente que nAo ullrapas-
asseni a ordila de sua jurisilicc.lo, e que conservas-
sem entre si a mais per leda piz e isimuiiii. Con-
cilium pacis eril inler Idos.
A mesma lei do Evangeldo, que entina aos pas-
tores da igreja a aiihmelter-se aos chefes supremos
dos Eslados, ordena tambera a estes qoe protejan)
as densAes da mesma igreja, que icpeiltm os seas
dogmas, os seus caones e a soa disciplina.
t.niii terai, dizia o papa S. 1-eAo ao imperador
u do seu mesmo nome, considera! qaa Dos drposi-
i Ion o sceplro em vossas mAos, nao s para gover-
nardes o mundo, coico principalmente para am-
pararde a igreja contra as tempestades do erro,
S Gregorio papa, S. Izidoro S. Celestino, eo
>. concilio seral aam da mesma I
pera lores Theodosio e Valenlini
nguagem. Os im-
. ...alio, em mas cartas
ao concilio Ephesno, e os aotoris mais acreditados
que lera tratado da distincjAo
dous poderes, collocam esta verd
grandes mximas fuudamentaet
manas.
a O principe que permuto atle)lar contra a aulo-
ridada ue Deus repraienlado em
dos m.uores polticos do scalo,
de ensillar a leos subditos a desp
soberaos.
o O principio das grandes desi
vierara a Carlos I de Inglaterra
sael, a deslruicjo da soberana da Igreja. Era ne-
cesiarin para edegar ao throuo < eslruir o aliar qua
Ihe servia dt antemural,
' Ha om fado que nao poda ser deslroido, por-
que asseola em basas inconcussas qoaet o tesiemu-
nho da historia e da experlenc a. Entre loda ai
monarcdias do mundo nao ha una s onde os prin-
cipe! reinem eom mais seguran ;e,J como naquellas
onde os mtsmoe principes tem ci nservado os pasto-
res da igreja no gozo de saos direilos apostlico
em quanto que o grito de rebe liAo e de anaretna
independencia dos
de na Homero das
das sociedades hu-
sua igreja, diz um
F\pe-e ao perico
ezar a auloridtda
enlarat qae sobre-
segundo llos-
de, por va de regra, a triste c
prezo da religiAo e do escarneo
nsequiucia slo des-
e seus ministros.
o Enganam-se facilmenle lodos os governos quan-
do, para dilatar as raas do sei poder, se persua-
den) qua o seu inleresse deve set o Idtrmoraetro re-
gulador de saa conducta, como se a joslija nao fosse
a suprema lei dos imperios, com, se a eminencia em
que Dos os collocou os pudesse sublralur res|ion-
sabilidade peranle elle, como sea iniqudade, que
deshonra os deraais doniens, nao deshonrasse lam-
hem os res ou chefes supremos das naces.
s< A allianja, porlanto, dos dous poderes orna lo-
dos os aspectos da vida liomana, diz ura grave es-
cnplor contemporneo. Sua boa intelligencia fa-
c voroce a propagarlo e firmeza da fe, qoebra a lur-
o renle das deresias, faz germinar a virlude am lo-
s doa os corajes, protege e conserva a justica, fere
o de impotencia a perversidade, maniera a paz nui
i< Estados, faz desapparecer as oppreasoai, qua.i
i sempre nascidas da ferocidade dos coslumas, qae
o s os iufluxoi da religiAo sao capazas de adocar ;
por isso que, quando o Ihrono e o aliar vivem em
o paz, o mondo he bem governado, a igreja flores-
ce, e se loroa fecunda em fruclus diguot de hen-
il jAos. )>
si Sim, o poder temporal apoia a religiao casti-
gando os criminosos, e maniendo a ordem social ;
a religia sustenta o Estado, modificando a aspereza
dos insidelos, imprimindo no corsc-o dos cdadAos o
respeilo e a obediencia para com as autoridades le-
gitimas, e leprimindo tiestas pelo senlimento de fra-
ternidad! e de brandara lodas as tendencias para a
violencia e Iwannia. Esles deveres e obrigajOes de-
rivan) daquella le primitiva que Dos impuzera oa
infancia da sociedade, lei que nos manda obedecer
aoi deposilarios do poder conilluido. Se, pois, se
nAo respaila esla lei quando nos ordena a obediencia
para com o pastores da Igreja no foro espiritual, tAo
pooco sera ella reipeilada em i!elac,Ao aos goveruos
da Ierra ; porquinto o carcter da hernia he, se-
gando o expressio do Espirito Sinlo, desprezar a
sojeijio por mais legitima e natural, e blasphemar
da mageslade. E a ra/Ao ha porque o espidi de
soberba independencia aborrece por inslioclo a toda
" aoloridade.
ir Esse mesmo espirito que lia ousado interrogar
o eco sobre a razAo de seos altos mvilerio!, he o
mesmo que lem interrogado os principes sobre a ra-
zAo da seus ltalos e direilps A obediencia de seus
subditos.
Insulla-se porlanto a piedade dos prncipes
chrishos quando se Ihes representara o pastores da
igreja como homens desobedientes e pretenciosos.
Insulla-se ainda a piedade dos principes quando se
Ibes representa o poder que a me.un igreja exerce
no mundo como um poder rival, usurpador, e digno
de ser avsssalladn. Solapam-se I os I andamentos dos
llironot, perverle-se a intelligencia do povo, quando
e pretende fizer crer que os abusos, que por ven-
tura possam commeder alguus desse* oiesmus pas-
tores, autorisam qualquer violencia contra os direi-
los da igreja. -
Se os hispo, como subdloli qne s3o, aeham-se
na rigoroso dever de amar e res|)eilar os soberanos,
esle, eomo fildos da icieja, devem lambem conser-
var aos seus primeiros ministros o privilegio am-
nico de inlervir, como poder imlependenle, na ges-
i.io dos negocios que pendem de soa aleada.
a Mes diz-se a lodos os momentos: a Nao sendo o
i reino da igreja nesle mondo, nenliaus inlercsies
ni den,es lera ella sobre a Ierra. Esle argu-
mento lem u grave inconveniente de assenlar em
urna base falsa, qual a inlerpreiajAo errnea que a
ignorancia presumida costuras emprestar s palavrss
regnom mcom Don esl ex hoc mundo ; u porquan-
to o Salvador, ao exprimir-ie assim, quiz somante
rslahelecer dous grandes piiocipivs : I-, que elle o.lo
viera ao mundo destruir o poderet constituidos;
2\ qoe a sua igreja Iriumpharia sempre de lodos os
pangos, porqoe ella nio he obra dos homens, nAo
tem a sua origem no poder frgil a caduco da du-
manidade, mai iim as aliaras do co, donde Iht
vem lodo o poder e loda a forja de expansibilidade.
S. Pedro DamiAo torna bam clara aila ver lo le
quaudo diz : <> Na igreja, reico da Daos sobre a
trra, i> te v como se opera perfeitamente a uniao
i< dos dous poderes na qaalidada1 myslica de Jesui
' Chrislo. Esla aniso deve re tAo intima lAo
a completa, qae pareja qoe o dous poderes se a-
(c chamencadeados por vnculos iisolnveis ; do mo-
er do que se encontr sempre a realeza no sacerdo-
co, a o sacerdocio na realeza, i
Tal he o lypo figurativo da tjiniAo que o devt
ligar, sera que por momeotot reine entre riles a e-
ruularAo, a invejt, a discordia, a i
o contrario serii falsear os design
assomindo as regalas do sacerd
sparoa-os ao mesmo lempo, ao
s espirito e de nm s corajAo.
nenoe a calumnia;
os de Chrislo, qua
icio a do imperio,
mando-os de uro
Chriitus nnivil iu
se regnum el sacerdotiom ; lullens da cequalitale
iam, dixit : i.lm
um el anima una
repetido como a-
irase : A igreja
na igreja. Esle
it perigosos. A
-se-ha dizer com
num.ro de indi-
clero ; que esle
gstivas ; que he
culto ; que este
ado prov as suas
iao constituira a
A biblia, o grande livro da Providencia, o ma-
nual augusto do genrro liuraano, nos aprsenla, em
mals de urna pagina, dorumenlos aullienlicos desla
verdade. Diz-nos, por exemplo, que Sal, poique
seadianlou, depois da derrua dos Amalecilas, em
ollerecer o sacrificio que deveria ser ullerecido por
edimento das formalidades legues, qua contlitnem
urna especia de culto exterior das Iris, na fltrate do
cdaneeller de Agoesseau. As formalidades, cuno
aqui as lomamos, consisten) n audiencia inlis-
pensavel do poder espiritual era todas as occasies
que se tratar da divisAo ecclesaslira. Seria abtnr-
do pensar que a disposijio de ura paragrapdo, cujo
nico fim fui designar as novas adribuijes que fi-
cavam pertencendo as asemblss prov
desse nullificar om artigo da conslil
lelligencia contraria seril o falseimenlo de todos o
preceilos e regras da hermenutica, e em lal caso
as leis nAo passariam da antinomias confusas, sem
oulra significajio que a volitada a o capricho da
qoam as rienda.
o Nao ha paiz civilisidn sem orna orelgiao do
Estado, oa remuden la otlicialinenle, ou abr.ijada segunda ordem.
pelo movimenlo espontaneo dot cdadAos. Em lo-'
dos e-ses paizet a legislajAo qua diz espeiio ao
callo he a expratsio fiel das relajSes que ligam os
inlereaies religiosos a civil.
a Todos o grandes pensadores, todos os Imment
que se ocenpam tm esludar a ndole a Itndencias
das aisociajOes humanas, reconhecem qoe as leis
civis, para sertra respailadas, devem emanar de urna
lei mais poderoia, da urna lei divina ; e dasgraja-
doi os povos qaa nAo reconhecem oulra penalidtde
que aquella que he imposlt pelas leis a sua viola-
jAo '
Hospital de Caridide J'i de julho !l
2792.
3893.
Al amanha'i.
.1. fules, (o nos termos da lei de 24 de nulubro da I83i. por
' contrato eelehrad em 'J de selembro da 1K23, que
delerminava os juros da lei de entao, a foi lalvez por
c-i.i r.r/.io qoe se nAo junlon a eseiiptora desie con-
trato para inelhor prevalecer aquella conla do Kvd.
alm de que secobroo joros de joros ; porque leudo
o_RvJ. vigario.eseos aideressores, recebido por conla
conta ao lempo
HEPAHTIQAO DA POLICA
Occurrenrias do dia 28 de julho.
Foi preso : pela subdelegada da freguezia de S. '"' "'" ,c desenutnu estes naqoel
vlnciaes, pu- ; Antonio, l.outenjo Francisco de Paula, para cor- i ua d,la lo recebimenlo.como te pralira no commer-
uirao. A m- rcccAo. rio, e sira por ultimo, e para mellipr Idet digo Srs.
39
Foram presos : pala delegada do primeira dis-
triclo deste termo, Jos Gomes da S Iva, Vicenta
Gomes da Silva, Jlo Francisco dot Santot, Do-
mingos Frinciaco, Francisco Arrlonio, Joan Fran-
cisco da Silva, e o prelo escravo Eustaquio, at a
redactores, que detses autos nfto consta ajtje a pendu-
ra foise acensada em audiencia ; a qae efioel nAo
havendo lancadore era ptaja a atiat casas, o R>d.
vigario reqoerao nova avallarlo, que ainda astim
nAo sendo arrematada, fot eniao adjudicada cora o
aballmenlo da lei ao eteqoente, sAo eslas raci-
mas casas que o Kvd. vlgarlo vendeu, e dt qoe
Pela subdelegada da fregoezia de S. Antonio, aelma ftllei.
JoAo .Nepomnrcno, para avtriguajSe paliciaef por Queiram, Srs. re dadores, pnr agora ler bondide
enme de turio. dp publicar a presente, qae depolt Iha conlarai de
Pela inhdelogicll di fregoezia da Bol-Vlilt, I ua" "ova especie de jutlicajao qua me dizem estar
o ptrdo JoAo, etrnvo lo Dr. Francisco Goran Vel- | Por. u""do n Rvd, vigario.
loso de Albuquerque Lint, por ferimenlot leves fei-1 a contlanlc ledor.
(os no portoguez Gregorio Jos Garcit.
1." Secjao.Secretaria da polica dt Pernambuco
29 de julho de 1857.
Subdelegicia da fregaezia da Boa-Vista 29 de ju-
Hn. de 1857.Illm. Sr. ^)l.endo a Pagina Avol- !
Ora, te a tancjAo de loda a Itgislajao so te en- ss "nprassa no diario de Pernambuco de al do|
contra am uro priucipio religioso, o culto deve ft- torrente^ [.ella deparei com um Irecho que^diz
- .------ -------------- i.....- .. uucir(,|i|u ir
emlllir depois em ic- Samuel, rara speramente reprehendido por elle, e
CSes.o ull.ino tarjo do capitl era ora paz onde as I,les le logo o declaren reprobo na presenja do Se-
meldores Drmai pigam 9 e 10 por cenlo de juro nhor ^
O orador diz que ern tu Iu parecer s encunlrou o o lie bem evidente que o designo d Samuel era
zelo, louvavel einbnr-s, dos interesses liscae, mas! separar silemuemenle os direilos do pontfice dos
sera o menor presenilmente da nosia grandeza, sem | d retos do rei ; era proclamar que o santuario per -
a menor e. ncos.ao ao nosso futuro ;e .lo d tanto i mee ao padre, a espada ao rei ; e que a mais o lio-
mal nalayl quan-lo na comn.issa figuravam ho- M e a mais impa das usurpajfies he lomar a reile-
mens dedicados a essa4grandeza e amig.i desse fu- za o logar do acerllocio.
{I".\. i "< l""a.at '"vi lemeridade Ce locar na arca
Dorador sent tanto mais islo, quando da um mal santa, em seu transporte solemne de Carialdiarim
operajues, negociando o empreslimo, emillindo tpo-l "" I'""- Ia naseen.lo das dasses menos illuslradas, para Jerusalem he ferido de morle repenliua 1.1
lices, e obrlgaudo-se direclameiile ao pagamenlo do "" lomando deseiivolmenlo anda as altas legies. 1 fora a indignajao que causara no Senhor lr'alut
rem-sa como qu. era suspeda os Brasileirus qae em-; que esl inlignalione Dominut contra Ozaiii, et t.er-
predendem obras importantes. cuss.t eum aupar, temeritale : qui mortuus esl ibi
Ha um temor de que os nacionaes, particulares ou juxislarcsin Dei.o
compauhias, sa engranlccam e lucrem mudo, embo-
invidam, et de imparilale calumi
major esl in vobis, Gal licut minar. Per hoc docens
nuilam inler eos habeudam de d gnale, majoiila-
leque discordiam, quoium coran
in Domino, o
a Nesles ullimos lempos si tem
dagio usual no paiz a seguinle |
estt no Estado, e nao o Estado
jugo de palavras conten os erros m
igreja est no Estado Quera
islo qae existe ao Estado um cer!<
dos qoe coostituem o corpo d
clero lem pensiles, honras, prera
elle eucarregado do exercicio d(
culto he remullendo, e que o Es
necessidades Ainda assim, isso
igreja, a qual, como poder religioso, lira sua exis-
tencia da sua propria oniversalida
O Brasil constiloe lano ora
Franja, a Italia, a llespanda, elic.;" niae ninguem
dir que ha lanas igcejas quauloa sAo os paizes ea-
th dicos. A igreja do Brasil, separada do resto da
catholicidade, se lomara scismalica ou hertica ;
ora, se a igreja brasileira bt urna parle da igreja
universal, he impoisvel dizer qoe ella a est no Es-
tado a, a menos que se nao quizse lomar aqui a
igreja no sentido material, o que seria jinda maior
absurdo do qoe a proposijao que vamos corobatendo.
Este erro fui destruido por 'tertuliano, Orignei iS.
Irlno, que anda uo cornejo da igfeja diziam ja ler
ella mais extensa a universal que o imperio ro-
mana.
.< O Estado nao est na greja ; L entendmonos
ainda. O Estado nio esta na igrejal, se sa considera
islo debaixo do ponto de vista de nAo haver um po-
der geral chamado oigreja, de que o Estado pude-st
depender quanto Roa seut imeresses polticos e lem-
pornes. Mis, acedando o culto catholieo, o Etlado
aceitou oipso facto o seu dogma sobre a universa-
lidade da igreja ; colloroo-se, romo representante
da masa de seus subditos cathoticos, no gremio des-
sa supremaca espiritual a universal. O Brasil, por-
lanto, esta na Igreja, do mesmo modo qne todas as
najes calhoiiras ; e desconhecer ele principio, se-
ria renunciar aos loros de unida Je. qae he am dos
I riiinp.ii" fundamentos de saa religio.
_ Assim, m lugar de diter-se : A Igreja eslA no
Estado, e o Estado nAo esta na igreja diga-se: a A
igreja nio esl mais no Estado do que o Estado na
igreja; ou antes: A igreja brasileira esla no Es-
lado quanto toa seas inleresse temporaes ; o Estado
esln na igreja universal quanto ios interesses espi-
riluaes dos individuos.
Este duplo principio he o resumo das regras so-
bre a independencia dos dous poderes. He ou deve
ser a base de loda i legislijao civil e eedesiaslica.
Procuremos applicar agora i especialidade que
nos cccupi as verdades que temos al aqui enuncia-
do. Consultemos o pado fundamental da narAo, re-
lativamente a' maiieira por que elle quiz que se
combinassem e se rouciliassem o elemento religioso
e o elemento lemporal.
adop-
lou e reconheceu explcitamente a religiio calholica
apostlica romana como religiAo do Eslado. E'te re-
Antonio Pinheiro de Meodcnje.
Goianni 27 de j0||,o da 1857.
Illrn. Sr. JoAo di Sdvi I.oareiro.Mea compadre,
-migo e Sr., pelo vapor iilguarastuii Iht mando am
cuodar e vivificar esta principio ; porque o culto qoe ara roenoi aeteis mezes tem havido nt Capuu- caixAosindo com qunjos de coalda e Ires da manln-
ga, queira perdoar a iiieapacidade da oDferla. Ja' li-
nda nma porjao de cera para Vmc e como rrreb
a tui carta, a largad ao Vianna pelo meimo p'ejo
da 9$ parque a linha comprado.
O i.ilrn do Josc Vicente li hoje me nao pagon a
cera que me roubon, pon assim posto dizer. lia saa
conla vejo o quanto Ihe resto, e como eala anca Ihe
bel da mandar cera, sera' Vmc. pago.
Eu gozo tiude e a mesma Ihe desejo e a Illas.
Sri. raiaha comadre e filhoi, e acedera lud recom-
mendajOes nossas.
Pertislo nos puros velos com que aou e lempre
serei da Vmc. compadre amigo a nimio obrigado
ha o modo di eslabelecer as relacGes enlri Dos e o "a. q"1 lisaiiinalos.t como quer qae islo nio
hornea). Convcm pois que o poder legislativo po- *iil aclo, apresso me a declarar a V. S. que na
nha as suas lais tob a prottcjA da di inda le. i Ctpunga tmenle houve no dia -J5 de dezembro do
si A Franja, em nma poca nao mudo arredada ani panado o issassinalo do pardo Jo3o Climaco
de nos, eihi'bio, em contraponjo a estes priucipios, ^a 9ruf "' aconlecimenlo leve lugar a urna hora
o Iritle espectculo do aidesmo e da impiedade !
A revolujAo franceza de 1789. deslroido pela base
a anliga urganiajflo dos cultos, o sea primeiro acto
abolir ludos os direilos a prerogaliva do poder
fo
da larde, e devido somante a imprudencia do modo
com a seolinella existente na beira do rio, que o
prohiba se banhaise n, morreado no conflicto qoe
elle o dous oulroi Iravaram com a senlinella, que-
rendo tomar-llie a bayoneta com que se achava ar-
mado.
ecclesiastico. A 2t de agosto de 1790 foi proclama
da a celebre constlluijAo civil do clero, triste a fal- ,
sa concepjAo, que reuna todas as eiagerajei do E o ootro astassnalo foi o do vice-consul ioglez
os principios human Gollan na noile de 8 do correle Da estrada
Jansenismo, e era a applicajao viva dot principios :----------...- ..,. wv v .. vnu,g Ha nsus rei o i
de independencia popular, de que enlAu te faziam d0 anguinho ua primeira entrada para a Caponga, ] lervo.Jernimo Cabra! Pereira da Macedo.
e nao dentro da mesma. Ve porlanto V. S. que den-
tro de sete mezes houveram dous aiiassinalo 4 nio
qualro como diz a Pagina Avolsa, sendo para ad-
mirar que a freguezia da Bia-VisU. tao eitaoia.lAo
poucos crimes se cnm.aettain alientos os pequeos
recursos de que dispe a polica para a prevenjAo
dos crimes.
Oeos guarde i V. S. Illm. Sr. Dr. Polvcarpo
Lopes de l.eAo, chefe de policii di provincia.O
subdelegado Rulioo Jos Cunea de Almetda.
os primeirns ansaios.
o Crearam-se logo tantas dioceses quantos eram
os departamentos Metrpoli! erigirara-se 10 !
.Vio en possivel que esse fosse o estado prr-
mancula de um paiz como a Franja, onda o estan-
darte chrislAo lera fluctuado sempre vidoriose !
Veio pois o governo consular, e com elle a
restaurajgo mais ou menos completa da religiAo ca-
lholica.
o Logo no anno seguinte abriram-se negociajes
com a corle de Roma ; urna convenc!.>. sob o li-
me de coocordala, fui celebrada e ratificada a 96
de agoslo de 1801, no mesmo mez, e qoasi no mes-
mo dia em qua, II anuos aotes, se havia banido os
direiloi do Allissimo !
A 29 de Miembro daquelle anno de 1801, um .
breva apostlico exptdilo ao cardeal legado Ihe da- "' *m corapaohia de soa senhora.
va plenoi poderes para nullificar a creacAo das dio- |
ceses que linha litio lugar nos das da revulojAo, e i
da instituir oatras que porventura reclamassem as
necessidades espiriluaes da Franja..
a A 3 de dezembro do citado anuo orna segunda
bull do papa regulou a rircumsrripjAo das dioce-
ies novamenle creadas. Todas eslas medidas, par-
tidas da curia romana, iam de perfeilo accordo com
o arl. 2- da concordata, que dizia : a Sera' feita pela
Sania S, da combinajAo com o governo da repu- "ara
blica, urna nova circumscnpjan de dioe'etet.t-
O art. 9. da mesma concordata dispunha o se-
grale -
* Os bispos farAo urna nova circomscripjAo das
parochias de suas diocese, que sen' offerecida i
sanejao do governo.
Essa concrdala, obra do genio e do poder, foi
ama reslaurajAo religiosa tao completa quanto as
circujnslancias o podiam desejar. Era necessaria
urna prodigioia elevajAo de iuldligencia para sub-
jugar por lal modo o ispirilo de irreligiao que ain-
da dominava.
Os dous poderes comprelienderaro nesse roomin-
lo solemne ot seus verdadeirus interetses, e as im-
periosas exigencias da sociedade franceza !
ii He de saber que esse documento, que tanto
lisongeava o orgulho da NapoleAo, restituir mol-
las das prerogaliva que at liberdades da igrtja gal-
lnula recusavam a S apostlica.
" IIe de taber, anda qot muilos anuos depois,
ja no governo da reslaurajAo, a Franja celehroo
oulra concordata cora o puntillee romano, eque no
sea art. 2- e lei de 4 de julho de 1821 eram confir-
mados os raesmos principios em reanlo a' iulerfe-
reurja do poder espiritual.
o He de saber, finalmente, que a nova, ordem de
cousas que Irouxe a muoarchia de julho, am 1830,
esposoo completamente a Iheoria diqella inlerfe-
reijcia, Iheoria que al o presente he execulada na-
quelle paiz.
As commissoes poderiam ainda adduzir muilos
nutros argumentos liradot das praticas seguidas na
Baviera, na Allemauha, na Ilalia, na ilespauha e
cm Portugal ale mesmo as calamitosa! pocas do
pontificado do roarqaez de 1', mlnl ; mas receiam
fatigar a paciencia desla augusta cmara, tanto mait
quanlo as commissoes asIAo ntima menta convenci-
das de que o parlamento brasileiro, fiel aos seus ju-
ramentos e a solida piedade que sempre caracteri-
sou esle paiz, nAo desdara' em adoptar o seguinte
projeclo :
A assembla geral legislativa decreta :
Arligo uuico. A creajAo, divisAo a supprenao
de freguezias nAo podem ter lugar sem o mutuo ac-
cordo dos poderes temporal e espiritual. Picando as-
sim interpretada a dispoSIjao do S--. do arl. 10 do
aclo addiciooal.
o Sala das coraraitsOes, 2 de julho de 1857.J.
Piolo da Campos.A. Pinto de Mtndonja ller-
mogenes Casimiro de Araujo Bruuswlck.Antonio
(andido da Croz Machado (voto pelo projeclo).
Jernimo Jos Teixeira Jonior (vuto pilo projec-
lo).!
PERMAMBaCO
PAGINA AVULSA.
NAo pudemot deixar da censurar o escndalo,
que se deu no Ihealro particolar do Capibaribe, oc-
casionado pela imprudencia de quem se julgou com
direilo de convidar orna senhora, que passa por pu-
blica. Achava-se nina moja de permeio entre as
familias qoe ettavam as gateras, a qual sendo re-
nhf-ci 11 por incapaz de se a juntar com as demais que
all se achavam foi advenida p-lo presidente da
astociajAo para qae se retirasse, advertencia essa que
foi feita com muda reserva, mas a tal entendendo,
que tanto direilo linha de all estar eomo as oulras,
txacerbou-se a ponto de ser expedida por bulro
modo. Nao censrenlos, o chefe da associajAo por
ler comprido com o seu dever, vislo que sendo o
ihealro do Capibaribe nma associajAo particular onde
os carines tAo dados por convites,e nAo polo m e$ti-
pendil, e conseguiDtemente ningaem se pode jolgar
direilo de all estar sem ser da ordem de pessoas,com
que tao por sua hooestidade e posijAo convidadas.
Censuremos sim ao improdente que arrollando a
o| ini.io publica nAo duvidou levar a urna reonao es-
colhida urna roulher, que a voz publica indigifa co-
mo deshonetla, a que foi indobilavelmenle envergu-
nhar a< fmulas, que tinham de estar com ella em
contado. Se he am prejaizo social, nao temos n
culpa : os natos costantes assim o exigem, e lam-
bem n,l i culpamos a essa senhora, porque convidada
como oulra qualquer senhora honesta, tcnlio-se ver
assim menosprezadi. Sirva esse escndalo de exem-
plo, para que nao se baratee com tanta facilidade
os conviles para aa sociedades particulares. Nem
muda resIricjAo, nem muita plenilode... o meio
termo quando nAo possa-te bem extremar.
Consta-nos, que para a roa do C dovello ha
um prelo liberto, ou forro de nasciroento que se lem
tornado o cabelleira da roa pelai sntt atsuadas e
desavenjas ; consta-nos al qoe um punhal he a tua
arma favorita.
Consta-nos qne fura prohibiste dantar-se no
Ihealro o Canean ; be om passo mais proprio para
os paizes glaciies...
Consla-nos, qae ot malulos, que lornam rancho
no arinazein do til, na ra da ConceijAo nAo te por-
tara mudo bem nos aposentes qoe lomam ; nAo s
pela algazarra que fazem, senAo (ambem porque sao
sem reremonienlot de mais, principalmente em
certas ocraiies de apertos ; pelo que, pedimos ao
eucarregado da casa, que os advirla, para que nao
coulinuem ser tao livre no que pralicam.
Dizim, que In um moco qoe de ceda fabrica
etcorrega peltt ruis, de mandil, qoe nessa escor-
rego ningaem Ihe escapa pelas rotulas ;a todos prin-
cipalmsnle do sexo femenino elle atrepella com di-
tos, cora loques, a cora insolencias. Que maldito et-
corrego !
Consta-noa, que o arremalinte dos chafarizes,
lem acabado com o monopolio, que anligamente ha-
via na caixa d'agua, de surte, que hoje ja' o pobre
pode beber agu frli sem grande sacrificio.
Continua o gabinete ptico a ler lodas as noiles
grande enchenle As vistas, que alie ollerece sAo em
verdade dignas de serein apreciadas.
A repentina recadirta do ador Pinto, fez com
1
i 2. Em qualquer dos casos estipular com a
compendia as cuodijes com que este lavor llie de
coucedilo, tanda em vista o allivio dui encargos do
Idesouro geral a provincial.
S 3. O juru a amorlizajo aunuaes nao poderAo | go acreditar q
xceder a 7 por cenlo do capital em ur ;.| i I ,. nem a rfo. i.,i,.
auiorli/ ic.o ier eatabelacida
presumo deixe de litar extracto antes da acabad
lo em que a compai
uro.
ia facam engrandecer a lucrar o imperio. Faz-se la
si O rei Ozias. porque penetra no lemplo i!o Se-
nhor junio ao aliar do perfumes e disputa a-s sa-
- ,...,.i,..t., h<" os inleresiet do fisco sao d Versos rerdotes o uso do Ihurihulo, de igualmente ferido
axeeuer a 7 por cenlo do capd.l emprestado, nem a do, iulere.se. des.es grandes amj.r.hendedores, co- do lepra na faca em presenj, do. metm.".aeert,i
oe inooo qua u em-1 mo te o crescimenlo de nosti renda nAo Irnba de ; pelo, qaaes he expedido dt rasa de Dos : Stxlirri
o.niles da acabado o s?guir o crescinicido rtss emprezas. Ne-Ja materia o I que oda esl lepra in fronte eius curara .arerdmi
lempo cu, que a empino!, goza da garanda de) orador diz que temen, seu favor nina valiosa au-lCu-, in domo Domioi sup.r It.rc"%'?,
(oridade, i do sr. Sergio fexeird dMacedo. ob quim ejedui fueral ile domo Domiov
conhecimenlo nAo foi puri a simplesmenle a decla-
rajAode nm facto material, encerr
alto ; encerr urna verdade cons
pode ser lojihismada sem que se
mente o espirito de cohetAo ntima
as parles de un Indo : por co
mmenlo em que as nossas instit
laes ahriram o seio a' religiAo
ella a formar ama parle principal
sociedade civil, o Estado contrahi
nivel de maule-la em toda a sua i
qaer que fossem as modilicajSes
fress a eonsliluico, urna vez qoe
espressamcnle derrogado.
E se S I" do arl. 10 do arlo ajddicional incum-
bi as ataemblll legislativa de U ler a divisan d-
uin valor modo
dativa, qu- nAo
testrua romplela-
qae existe entre
guinle, desda o
iji'ici fun I men-
holica, e passou
in lispeDsavd da
i o dever inderli-
degndadr, (juaes-
Iteriore. que of-
> iit. nAo fosse
DESPACIIARAM SE PELA POLICA.
Da 29 de julho.
ll'K" Marcelino, obtevt pessiporle para o
Rio di Janeiro em companhia de seu senhor.
A escrava Delphina, obteve passaporle para a Ba-
iii sen'
30
O escravo JcAo, obteve pissiporle para o Rio de
Janeiro, havendo pago o imposto provincial.
O prelo liberto Audr Feruando, obleve passa-
porle para Macei.
os que Icram o discurso do de-
putado Sa' e Albuquerque.
Em resposla as invectivas qoe me dirigi es'c de-
putado, phaiil.i.i indo crimes por mim cmmetliJos,
e opporei siraplesmenle o resultado do processo qae
me mandara forjar pelo juiz de direilo tMalheu Ca-
sado de Araujo Lima Aman-I.
Aquello seulmr que neohoma ceremonia lem em
desfigurar uns lactosa improvisar oulros, tem o que
nAo teria dtfeza ponivd, atienda pira o respeits-
vel accordAo qae aqui copiamos, e veja te carias ad-
mirajoes e apoiados lem por si s algum raereci-
ineiito ; repira romo foi apreciada a aa jurispru-
dencia, a do Sr. Casado, pelo illuttradft e compelen-
te tribunal da relajo.
Eiio accordAo :
AccordAo em relajSo, ele., qoe feilo o codera e
rotatorio do ettylo, reforman) a senlenja de pronun-
cia a 11.... pela qual se julgou o recrrante incurso
as penas dos arls. 151 e 129 (3 do cdigo penal,
por quanlo vislos os autos, desle se encentra qae
nAo havia motivo para erimioalidade, e conseqoen-
(eimnte base para o processo de re.pou.abiliilade,
que .e in-laiirou contra o mesmo recrreme, ama
vez que elle pelo seu odelo de fl.... nao deixou de
cumprir a ordem pela qual a presidencia Ihe pedio
infirmajAo sobre o proceso qua ella se refere,
dando-lhe entreunto as que ettavam a sea alcance,
ao mesmo passo que se nAo pode considerar demora
bstanle para auloiisar criminalidade do recorrenle,
a que sa ola dos autos acerca de um procesto de
mneda falsa, que exigem diligencias diversas, e mi
nudosas, porlanto, julgai.do procedente o recurso e
improcedente o precedimenlo oflicial, revogam a
senlenja de pronuncia de (1....., mandara que te d
ao reo baixa oa culpa e pague a rauuicipalidade is
cu Ke.-ire28deju.hode 1857.
Azevedo. Guerra. Figueira do Mello.San-
tiago.
Para quem ler esle arcinlAo, apenas acrescenlarei
que aos relos de uoloriedade aosquaes ascapa a pro-
va material, e que foram referidus pelo presidente
le Alagoas na cmara temporaria, ningaem he abri-
gado a contestar de oulra maneira, qoe uAo a de qoe
nos servimos, islo he, afllrmando que S. Exc. "he
mudo frtil de imagiuajAo, e, poii, nao admira qae
nclla se figurassem coasas de que ningaem leve no-
ticia.
Em lempo opporluno, e depois de ler a respusla
que meu mudo digno irmAa lver dado a esse presi-
dente, eu maudarei para o jornal mais lido no im-
perio um detmenlido satisfactorio is gentilezas do
Sr. Sa' e Albuquerque em sui defeza, se por ventu-
ra bouver escapado algoma eouia ai meu irmAo, qoe
nao pode ter cabal e minucioso conliacmenlo dos
fados da provincia da Alagoas.
Ricire, 30 de jolito de 1857.
C.rlos Augusto da Silveiri l.obo.
A SOCIEDADE THEATRAI. RECREATIVA. OU
A SUA COMMISSO' DIRECTORA.
Consla-nos qaa um dos membros da tuciedade
tliealral recreativa, cujas mentalidades nunca eali-
veram em divida, daixara de aisislir a reprcsenla-
jao que Uvera logar na noile de 26 do correnle
julho, por nAo se Ihe ler dado os bilhetes que nesia
qualidade Ihe coinpaliam, fado esle de om carc-
ter irregular e poucoaltenciuso que nos fui explica-
do por nm calculo de interesen pecuniaria qae, ao
nosso ver, revela senlimentos bem pouco lisongeiros.
Alera disto, he ura facto verdadeiro qoe possoas
do mo feminino foram nessa nodeexpulsascora in-
qqtlificavel aspereza do Ihealro em que se dera es-
ta represeutacAo. Admillido mesmo que essa ex-
pulsAo livesse por l'un lamento valioill razos, an-
da nesta hypothesa he s n-ivel a conveniencia re-
tallante de ser lal |expuliAo ellecluada cora urba-
nidade. Mas desde que o publico be leslemunha de
qua pessoaa qae, seguramente se nAo adiara em me-
Ihore condijei all teem lido entrada e bom aco-
lliin.odo, he precuo grande favor para nAo duvidar
de que lal repulsa livcste por hite eisas raioet.
NAo crea essa sociedade, nem os dignos mem-
bros da comrais'Ao diredora, que Ibes temos ogeri-
sa, crean) anles que nutrimos a seu respeilo os
melhores leniimenlos. E pois que desejamos que
seus actos nAo postara ser censurados com joilija,
sentimos sinceramente que laes irregularidades au-
turiseiu a ver natas o seu etlado permanente.
O imparcial.
&ottebponbtncl.
Srs. redactores.Saibim, e o respaila el poblico,
que fui hoje citado por um mandado a maueiradnt
du Santo Ofllcio, sem ser acompanhado da pelicAo
de queixa,lalvez para nao tirar copia della como per-
mute a lei, para na audiencia de 29 do correnle res
pender peranle o Sr. juiz Dr. Caeiano Estellili C-
valcanti l'e-oa, pela correspondencia que publiquei
no numero 1.1, do seu Diario He 17 de junho prxi-
mo passado, contra o Rvd. vigirio desla freguezia
Domingos .Vivares Vieira, o qae mailo me silufaz
perem qual nao tena sido a minha admrenlo, e dnt
homens sensatos dista cidade, por ierren: que o Sr.
r. Eslellda meo bem disidido inimigo capital, e
qoe sendo inlernsado nessa reiponsabilidade, por
ser aquelle juiz de quem fallei naqaelU correspon-
deacia, que nAo vio nos contal da fabrica da matriz
carrrgados aquelles barra de viuho para as mtat,
sendo taludo por lodos que etsa deipeza he feda pe-
los dinheiros, qoe o Rvd. vigario, recebe animal-
mente do cofre publico para gnizaroeulo, e que con-
senle nessas vendas-te casas perlencentes a matriz,
ou um dos saus santos, nAo resta dovida qua deveria
conjuntamente com o Rvd. vigario ser autor ria mi-
nha responsabihdade.poreni nunca juiz Islo be que
oa entenrtedores da le, dizem, que ella nAo pode
ser ; a visla da mui ler muanle di>pi sioao do ai ligo
(il do cdigo do proceiso criminal, porem oolros
dizem, que elle nAo se deve dar de sutpedo, por nAo
quebrar o precedo da querer sabir dsqui tem jurar
suspeirAo em urna su caosa. pelo qae a valer islo, a
Morro Ib de julho da 1857.
Illm. Sr. secretario___Diz Manoel Conidio Are-
ripe Bezena de Menezes, que a bem do mu direi-
lo precisa que V. S., revendo os Irnos das actat
detla eamara, Ihe passe por cerlldo, te ot jaliai de
paz da prcenle legislatura, nio t detla fregaezia
como da Alhandra, ac|)am-te ou nAo em eiercicio,
e ta preslaram o juramento do envo:
Pelo que pede a V. S., Sr. secretario da eamara
municipal, digne-ie certificar o requerido.loma
procurador, Binto Jos da Veiga.
Certifico que os juizee de paz que teem de servir
na prestle legislatura, tanto os da freguezia di vil-
la da Alhandra, cuno detla fregaezia da I aqu ira,
DAo lomaran) pone dot logarai de juiz.es de paz
ditos.
PovoijAo di Ttquara, 9 de mirjo de 1857__Em
f de verdide.O secretario da cmara raonicipal
da villa da Alhandra, Francitco Tivtre tinadas da
Oliveira ilai.gerona.
Illm. e Kxiii. Sr. Preiidentr. Manoel Cornelio
Araripa,Bezern de Meoaiee. minador na cidade do
Recite de Peroambneo. ora nesla cidade. vem rei-
peilotamenle ante V. Etc. reclaimr e pedir provi-
dencial enrgicas e proraptat, par, que, no muni-
cipio da villa da Alhandra de-la proviucia, se ret-
peite e te cumpram u leis do paiz, a lim de que
parle, litigante! nao lollrara delongat, atropellos e
aperreiosi he o caso. O lupplicante, Exm. Sr.,
lem de acriuuar civilmente i EsletAo Civalcauli da
Alboquerqae, proprietario do engenho Tab, fre-
guena da Taquara, no municipio da villa da Alhan-
dra do (ermo desla cidade, afird de Ihe pagar a quin-
til da qoalro conloa e quinhentos mil teja 1:500,
importancia principal de sua letra, vencida em 2 de
mar jo de 1854, e mais o jaros correspondentes a et-
lipultdos na mesmi letra; mas uAo Ihe lem sido
possivel promover o termos conciliatoiioi eom
aquelle seu devedor, porque a cmara municipal da
villa referida, silenciosa e esquedda Joi divert que
at leit Iha impem.aiude al hoje nAu juramenmu.e
deu pone aos julzes de paz, que teem de itivir no
quadrieoDio crrenle, not dislrictos dtt frcguezitf
de teu municipio, como exuberinlemente pros-a o
documento junio, por coja talla o meimo lupplicau-
le sullrenjo essas delongat e alropetlot, que is roet-
mis leis nAo permitiera ; porm. lalvez Indo isso
parta do sapplicado devedor, que em dito municipio
Iam influencia, e nao Ihe he occalla a iolenjAo do
supplicanle: em lies circumilancias vem implorar
a V. Exc. para que se digne deliberar a respeilo ai
providencias que em sua sabedoria entender juilas
e conteulanets, afim dt que os juizei de paz da-
quelle municipio preslem juramento e entrem oa
poste dot seus respectivo, cargos, nao t para que a
lei lenha saa devida exteajao, mas lambem para
qae as partes litjgantis nao sullram prejuizo, pur
descuido, senAo proposito da cmara municipal re-
ferida, composta de pessoas da familia do devedor,
que por sua omissAo lem incorrido ua molla pros-
cripta, pela le.E R. MePeregrino Antonio da
Oliveira. procurador.
Paral,iba 26 de marjo de 1837.
Ja se expedio ordem a cmara municipal respec-
tiva para .'azer juramentar aoajaizaide paz ltima-
mente eleitos.
Palacio do governo da Parahibi 31 da mirco de
1857.Cosli Pinto.
S".
tVsTOfertttltrffa
PRACA DO RECIKE30E. JULHO AS
3 HORAS OA TARDE.
Colajoet offjciaea.
Descont de ledras10 0|0 ao anno.
P. Borgei, prndente interino.
L. Dubourcq Jnior, secretarlo interino.
. CAMBIOS.
Sobre l.ondret, 28 d. a 60 d.
a Paria, 346 rt. por fr.
a Lisboa, 92 por % de premio,
a Rio de Janeiro, 2 por 0|o da descont.
Acjio do banco 50 por canto de dividendo per coa-
la do vendedor.
a a companhia de Beberibe 60)000 por acjilo
a a companhia Pernambucana ae par.
a a Utilidade Publica, 30 por cento de premio,
a a I ndemnisadora'. 61 i Je:.,.
a a da estrada de ferro 20 por 0|ii de prem o
Diseonlo de ledras, de 10 a 10 por cenlo.
AcjSet do Banco, 40 a l de premio.
Ouro.Unjas hespanhulas. 281) a 289500
Uoedat de 69100 velhu .... 169000
a 6B4O0 novas .... 16*000
a a 49000.......9*000
Pnla.Patacoei braiileiros......200
Peoi culumuariis......29O0t)
mexicanot...... l;H60
^ nAo aquelle artigo (emosla travada, porque o Sr. L)r.
que detatse de haver honlem etpeclaculo, sendo EslsHila he jolz favoravel ao Rvd. vigario em oulras
adiado para logo que esse ador st ade restabelt-
cido.
O vapor nacional Pertinunga, sabido para
Maceloe porlos intermedios, conduzin a seu bordos
teguinlet passaseiros :
Dellino de Azevedo Vilarooco, Joaquim R. de '
Brilo Un I iinaque, Manoel Joe re .Miranda Cosa, :
Augusto Cesar da Cunha, Maximiano P. Cacalcanti
va e um escravo, Jos FerreiraOrl-io, padre Viren-1
le Perreiri Lima, Jote Laja BelIrSoa am esoravo,'
Frentico J s de HlglInHei l!alot, Jos llygino
Xavier da Ponceca, Manoel Thomtz e sua senhora.
Jo- Pereira de Goes, Augu io da Costa Pires, Ma-
o i-1 l.i.iiiu n; Cardoas, Jos A. A. da I'onceca c om
escravo, Joaquim Cardoso A)re, JateTalieln Oso-
rio, Leoncio lliheiro Campos, Manoel de llaslot
Mello e um criado, Jos de Carvalho Raposo, S-bai-
liAo Arco e l'lecha.Migoel Soare Palmeirim, Virgi-
causas quanlo mais nesta, poique foi mesmo peranle
elle qoe v Kvd. vigario obleve cobrar do escrivAo
Jos Joaquim l.'ile. urna divida por urna das tuai
c ii as-em algum outro titulo de devida, sendo aquel-
le l.eite detasisaJo e por cuja razAu nAo exorna o tu
otcio. a esleve em juizo, a correndo a caut are-
v.lia fal a final condemnado a pagar legundo a con-
la do Rvd., principal e juros oa razAo de (i por cen-
AI.FA.NDEA.
Rendimento do da 1 a 29. .
dem do dia 30......
160:5619274
27: 219575
487:9829819
*. Podemos allirmir que nAo hoove mi intenjAo
nem da nossa parte, nem da de quera nos Iransmd-
liu essa noiicia contra a polica, e lego que loube-
mus que houve engao, reclamamos para em lempo
opporluno o deifazermot. Eis o que se nos roandou
dizer : *
i..... oslamos na convirc.lo deque o franrez Fran-
COil tora definitivamente' asaissinaito. Uuaulo i
Capunga tambemliouve nls.idaj.lo, lano mais quan-
lo a piimrira noticia fui lalvez de 5 morios, e de
Descarrcgam hoja 31 de julho.
Barca inglezaOberoumercad unas,
liare i fr incrziPodo Ricoidem.
Barca inglezaGenevieveeirvAo
Patacho porlugaeza Coincidencia cadenas e
loura.
Brigue inglezEliza Brownliilhos de Ierro.
IMPORTACAO\
\ apor inglez (Calcuta' precedente dus porlos da
Eurojia, consignado a agencia, manifesluo o te-
guinte :
1(1 barricas cria-doce, 10 ditas cominhot, 50 te-
cas feijAo ; a Jote MArcelino da Rosa.
40caixas batatas-, a Jo Antonio Das da Cunha.
50 moHios ceblas ; a Novaes C.
7 barricas cera era grume; Fortunato Cardoto
ualmtreVe*.
4dilai erva dice ; a Antonio Alberto de Souza
Agolar.
6 ditas dila; a l-'errera& Aiaujo.
16 eilxat e 12 fardus lecidoi da 1.1a, de algodAo,
de Iraho e algodAo, de dito de laa, relalhoi, etc., 3
embrulhos amoalrat; a' Schafbeillin i C.
7 Caxa. comesliveis, 3 Jilas imeixas, I dita sal-
cliicdas ; a J. Praeger it C.
13 caixas carnes e cmne-tiveis ; a i,e i;e Turnerr.
I dila nm carro ; a G. F. Collier.
1 dila um regulador para machina de vapor, 1 di-
tl hvros e pspea ; a W. M. Ptnitlon.
1 vnluma camisas; a Lemas Jonior & Leal Res.
I c.ixa lecidos de seda, 1 dita carias; a Joseph
Siporili.
1 dita tnsies, I dita obras da relojoeiro; a Rolhe,
Uidoalac & C.
5 ditas e 1 volume tecidos de teda, de algodAo e
seda, filas de seda, franja de relroz, ele, 1 Tardo ta-
cos de laa, 2 embrulhos amostras ; a J. Keller & C.
1 volume espatos; a Monleiro & topes.
i(| presuntos, 1 caita joia, 6 ditas coures euver
niados, 1 dila ferragens, 1 dlia leeidos de seda, 1
emhruihu amostras; a Tim Monsen & Vnassa.
6 caixas queijoi ; a Manoel Joaquim R. e Silva.
30 ditas iluos ; a Tasso & IrmAo.
1 dila machn de cozer e liabas, I dita amostras
a Fddel Finio \C. *
15 ditas queijos, 1 dila leeidos de seda ; a II.
Brunn & C.
ditas enredes, 1/embroha amostras; a Rabo
Sclimettan & C.
2 ditas sanguesogst ; a Domingos Alves Malheui.
1 dila lecidoi de algodao a F. F. Tnnm.
ditas sangue tugas ; a F. D. Tewzeheeril.
2 lilas tend s de seda ; Chrisliani Brothers.
i e algodAo
vil, jadiciaria a eedesiaslica, nAu
entrar na mente do legislador o preterir u preeo-


poleria jamis
lio Peiiolo de Araujo, Francisco Tlmmaz de Olivei- duxia e meia de reridos, noticia que nem lodos Ira-
ra, JoscSahoia, B. deS. C. de Albuquerque, Fora- la,n le verificar... >>
co Braz Biando, Salvador Baroiii, (iui-eppe Panza, Kit o que nosrumpre di/er, corlo o Sr. tobdele-
daiseppe .Sisnnrim.Guisepe Panra.Baldoino da Crnz gado da Baa-ViU Je que Icinot conviccao nAo ler
Ribeiro, Anselmo Amando de Epiplianin, Antonio s. S. o dom da eblqoidade e omnisciencia, e une
Joaquim de Mello, Dr. Jarinlho Paz de Meudonja e por sua vunlade nem um pensamenlo te leria Je
um criado, Jojo Ftrreira dot Sanios, Jos Lzaro da criminalidade no didriclo Je suajuritdirjAo policial.
Costa, liuiitfdcto Nunet di Silva. | u redaclor di Pagina.
Ijciixa ioias ; a H. A. Bollger A.
00 ddas qoeijos, I dila lilas de seda
Isaac Curio A; C
1 jrmbrulhu amotlras ; a Barroca f Castro
i' St" ,*cj.10' e ed'- ut lovit a amostra!;
a J. heder A; C.
201 caixas qneijoi ; a ordem.
1 (jila papis impretsns; a Loiz Anlonio d Si-
que la.
Brigoe nacional .Rom Jeeu.,. vindo do Rio (".ran-
da do Sul, consignado a Eduardo Ferraira Billar,
maniresiou o seguinte :
6,sS69 arrobat charque, 21 couro-, 1 barris ladillas,
a ordem.
Vajpor inglez lmar, precedente dos por-
los di Europa, manifestou o seguidle :
3 cmas jotas ; a J p. Adour i\ C.
Id la ditas, 1 dita amostras; a F. Souva-
ge & fc.


MUTILADO
.






DIARIO DE PERNAMBUCO SEXTA FE
3 ditas joias, 1 dita relogios ; a RabeScha-. Pernambuco '29 de julho le 1857.O oflicial
mella A C.
1 dita relogios ; a Scliapbeitlin & C
1 volurae ditos, 2 embrulhos amostras ; a
II. Gibson.
1 caixa relogios, I embrulbo amostras ; a
Southall Mellors a C.
1 embrulho lettras impressas, 1 dito li-
vros a Saudere Brothers <5 C.
1 caixa roupa ; a F L Guimaraes.
1 embrulho la/ondas, 2 caixas amostras ;
a L A. Siqueira.
1 embrulbo livros; a Schramm Whatelly
& C.
1 caixa amostras; a E. Wilson.
t embrulho relogios, 1 caixa amostras ; a
Bastos & Lomos
3 ditos amostras ; a Fox Brothers.
1 ombrulbo papis, 3 ditos amostras : a
N. O. Bieber & C.
1 embrulho jornaes; a 1). Caixa Filial.
1 dito di los ; a May.
1 dito ditos ; a A- M. C Soares.
2 caixas amostras; a Adamson Howic & C.
1 dita e 1 embrulho ditas j a Letellier & C.
I caixa livros ; a W. M Peneston.
1 dita amostras; Siqueira & Pereira.
1 dita amostras ; a 1. C Ayres
i dita ditas ; a Demesse Leclere.
* dita ditas; a Rocha & Guimaraes.
6 ditas ditas; a Mannuel Ain.
I dita ditas; a Ricardo Coelho.
I dita ditas; Burle & Souza.
1 dita ditas; a Feidel Pinto.
2 emb'ulhos ditas ; a Timm M. & Vinassa.
t dito dinheiro ; a J. de C. Wanderley.
* ditas dito ; a F. S. Rabello & Filhus
1 embrulho amostras ; a G J. Aslloy & G.
1 di'o ditas ; a James Ryder & C.
1 dito ditas ; a Patn Narh \ C
1 dito ditas ; a Roslron Rooker <5 C,
1 dilo ditas ; a Barroca & Castro.
1 dito ditas ; a Isaac Curio & C.
I dito ditas ; a Augusto Cesar de Abreu.
I caixa ditas ; a II. Brunn & C.
1 dita ditas; a Arkwrighlt i C.
CONSULADO GERAL.
Bendiroento do da 1 a 29. 103:6469558
dem do da 30....... aVSBUWM
105:88590*9
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendioieulo do dia I a -29. 9:22-2910!)
dem do dia 30....... 393/197
9:6I5J696
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
30 DE JULHO DE t857.
LisboaBrigue portoguez Confiante, Thomaz d*
Aqnino Fonseca & Fillio, 18 cooroa salgados, III
aaccos .usurar branco e mascavado.
Buenos-AyreaBrieue heapanliol aMooarcha, Bal-
lar & O'iveira, 350 barricas astuctr branco e maa-
cavado.
Cont terapia ArgantinaBrigue hespsnhol Cori-
iii: Amoriio Irml .-, 10 pipas espirito.
MontevideoBarca hespaahoU Juliana Kalkman,
N. O. Bieber & C, 300 saceos assucar braueo.
Rio da PratiPatacho porlagoez S. Jos, lsai-c.
Cario & '-., 9t harnea, a.sucar inascavado.
LisboaPoluca nacional Zelosa II, Isaac, Curio
& C. 200 aaccos a.surir branco.
RECEBbDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia I a 29. 35:6519876
dem do dia 30. -..... 1:948/685
37:6031561
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendiroenlo do dia 1 a 29.
dem do dia 30.
91:3158384
2:139178
93:45l98l2
tomtuiQ 00 pm
Navios entrados oo dia 20.
Londres51 diat, patacho inslz Orly Son, de
152 lonelddas, capilao J. N. Winaon, equipagera
8, carga plvora e far.eii.las ; a Rothe Un miar.
Perlence a Togonoul.
Acaracu'27 dias, palhabole nacional Sobralen-
se, de 97 toneladas, meslre Francisco Jos da
Silva Ralis, tqaipagem 8. carga sola, cooras e
imis gneros ; a Caelano Gyriaco da Cotia Mo-
reir. Parteoce a Pernambuco.
Lishoi30 dias, palaclio portugoez Maria Ignei,
de 151 Tineladas, capillo Antonio JiM da Rocha,
equipasen! 10, carga vinho e ceblas ; a Severia-
no Rabelli & Filln. Perlence a Lisboa. Passa-
geiros, Jos Joquim de Jrsns, Manoel Malheos
Capsleiro, Jos Vicenta SodiDhn, Antonio da Sou-
za Mgaos.
II i ii10 das, patacho nacional aAmatonao, de
III toneledas, capiiao Manoel G. de Araujo,
equipasen! 9, carga varios gneros ; a Anlouio
L. de Oliveira Aievedo. Perlence a Baha.
Assu'20 das, patacho nacional Santa Cruz, de
101 tuneladaa, capilo Cimillo Lellis da Fonseca,
equipagfm 6, carga sal ; a Caetauo Cyriaco'da
Coala Moreira. Perlence a Pernambuco.
Do cruuiroVapor nacional d guerra uBeberibeo,
commandante ocapitso de fragata Jus Mana Ro-
drigues.
Navios sabidos no mesmo dia.
S. Miguel por MsceioSumaca nacional Diana,
capila~o Mauoel da Silva Marques, em ladro.
Liverpool por MaceiBarca ingleza Prospero,
capullo Thomaz T.verner, carga algodao e assucar
BahaSumaca hespanhola Maihilde, com a mes-
na carga que (rouie. Suspenden do lameiro.
Pentdo e portes intermediosVapor nacional Per*
sinonga, commandante o 2.' (lenla Joaqun-, A.
Moreira, carga varios gneros.
fet - A cmara municipal do Recife manda
publicar, afini de que seja observada, a pos-
tura addicional abaixo transcripta, que se
acha approvada temporariamente pelo Exm.
Sr. vice-presidente da provincia.
Paco da cmara municipal do Recife em
sessSo de 29 de julho de 1857. l.uiz Fran-
cisco de Barros llego, pro-presidente. Ma-
noel Ferreira Accioli, secretario
Postura aldicional.
Artigo nico. \ disposicao da postura ad-
dicional do 8 de outubro do a i- lilicagao de predios com 22 palmos
de. fronte e oiloes sngalos, (lea extonsiva ao
lugar de Santo Amaro das Salinas.
Pago da cmara municipal do Recife em
SessSo de 22 de julho de 1857Manoel Joa-
quim do Reg e Albuquerque, p-estJcnte.--
Jos Maria Freir Gameiro, Antonio Valen-
tim da Silva Birroca, Simplicio Jos de Mel-
lo, Amonio Jos de O.iveira.
Approvo provisoriamente Palacio do go-
vorno de Pernambuco 27 de ulho de 1857.
Portells. Conforme, Antonio Leite de Pi-
nlio.
Pela inspeccao da alfandega se con-
trata com quem por menos fzer, o coi'f erto
da escuna Lyndoia : queii o qui/or contra-
tar cntenda-se com o commanilanle da mes-
ma escuna sobre a natureza do concert, e
aprsente a sua proposta em carta fechada
< o dia 8 do agosto prximo vindourn.
AHandega de Pernambuco 30 de julho de
1857.O inspector,
Rento Jos Fernandos Barros.
CONSLHO ADMINISTRATIVO.
O consclho administrativo lem e comprar
o seguate :
Para provimento dos armazens do
almoxarifado.
Sola, meios 200 lio de vea, arrobas 6 ;
papel almaco, resmas 10 ; tinta preta, garra-
fas 10; secante, arroha 1 ; hollanda de for-
ro, covados 40.
. 8.- balalbSo de infantaria.
Cal Jeiras de ferro para 100 pravas 4, di-
tas de dito para 50 pravas 3 ; jogo de balan-
zas com os competentes pesos at urna arro-
ba 1 ; livro de 150 folhas com a denomina-
?5o de auxiliar ao livro mestre ge ral das
pracas effeclivas, riscado de accordo com a-
anelle mesmo livro, isto he, para as pracas
de pret i.
Laboratorio.
Plvora fina de ca$a, libras 32S 1|2.
Quem quizer vender aprsente as s.uas pro-
postas em carta fechada, na secretaria do
conselho as 10 horas do dia 1 de agosto.
Sala dassesses do conselho administrati-
vo para fornocimento do arsenal de guerra,
29 de julho de 1857. Jos Antonio Pinto,
presidente interino Bernardo Pereira do
Carmo Jnior, vogal e secretario.
. --- Olllm. Sr. inspector da thesouraria
de fazetula desta provincia manda declarar,
para conheciipento de quem convier, que os
leos, conforme foi annunciado, que ti-
nbatnde ser recebidos no dia 25 do correle
niez, perante a junta da mesma thesouraria,
para preferencia noaforameolo do terreno
do aarinha air.da alagado, sito nos fundos
de outros em frente da ra Imperial, se h*o
de receber em aessao da junta de 5 de agos-
to prximo vindouro, visto como naquclle
primeiro dia nao pode ter lugar a respec-
tiva praga.
Secretaria da thesouraria de I a/.cu ia de
maior, Emilio Xavier Sobrcira do Mello
O lilm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da resolucSp
da junta da fazenda, manda fazer publico,
que no da 6 de agosto prximo vindouro,
vai novamenle a prar;a para ser arrematado
a quem por menos lizor a obra do 15." lanco
da estrada do sul, avahada em 15 6208 reis:
E para constar se mandou affixar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial de
Pernambuco 27 de julho de 1857. O secre-
tario, Antonio Ferreira da AnnunciacSo.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
Oconselho administrativo lem de comprar
0 seguinte :
Para o presidio Je Fernando.
Farinha de mandioca, alqueires 400 ; fa-
rinha de trigo, da marca SSs, barricas 6 ;
as8ucar branco, arrobas 16 ; arroz, arrobas
10; aletria, caixas 2 ; vinho branco bom,
medidas novas 20 ; dito tinto bom, medidas
novas 20; agurdente branca, medidas no-
vas 40 ; verde-maca, latas de 28 libras 2 ;
enchadas 200 ; reparos Onofre de calibre 1-2
8 ; cabo de linho de 5 pollegidas, pegas 2 ;
picaretas 24; freches de 40 palmos 8; cjimi-
eiras de 40 ditos ; tergas de 40 ditos 8 ;
luidas de 32 ditos 8 ; madeiras para porta-
das, do comprimenlode 30 palmos 4 ; paos
deenxams para barrotes 24 ; caibros, du-
ziasl6; ripas, ditas 24; taboas de louro,
dunas 8.
Botica do mesmo presidio.
Alvaide lino.arroba 1|2; ammoniaco libras
4; alcohol, garrafas 16 ; alecrim, libras 4 ;
alcagus, libras8 ; agua-rosa ia. garrafas 12;
agua de louro cerejo, garrafas 12 ; aniz es-
trellado,libras -2; acidosulpliurico,libras 4;
aseeniato deammoniaco,libra 1; accido ntri-
co, libras 4 ; accido prussico medicinal,libras
4; bejoim, libras 4; borrachas do gomma
elstica, grandes 24; ditas pequeas 24;
belladona em rama, libras 4 ; calomelanos,
oncas 4 ; crmor de trtaro, libras 8 ; casca
de meseritlo, libras 4 ; cerveja preta, gar-
rafas 12 ; caixas vasias para pilulas, duzias
8; cicuta em rama, libras 4 ; cera amarel-
la, arroba 1[2; dita branca em rama, arro-
ba 1|2; clectuario de sene composto, libras
8 ; essencia de therebenlina,lrbras2; exlrac-
tro de manesia, oncas 3 ; extracto de bella-
dona, ongas 4 ; extracto de meimeiiiiro, on-
cas 4; extracto de valeriana, ongas 4 ; er-
va doce, libras 4; ether pliospliorico, libra
1 ; flos de lioho,arroba I ; bydro-ferreo cya-
nato de quinino, ongas 2 ; bydro cliloralo de
morfina, oncas 2 ; herva terrestre, libras 2 ;
ipecacuanba preta, libras 2 ; dita branca,
liras 4; iodureto de chumbo, ongas 4 ; Le-
roy purgativo do 3.- grao, garrafas 24 ; los-
na, lib'as 4 ; moscas de Miln, libra 1 ; mal-
vas, arroba 1 ; oleo de ligado de bacalhao,
libras 4; oxydo de zinco, libra 1 ; pastilhas
de ipecacuanba, caixas 12 ; pontas de viu-
do calcinadas, libras 4 ; potassa caustica, li-
bra I ; pommada mercurial, arroba 1(2 ; pa-
pel de embrulbo, resmas 2 ; robe de laffec-
teur, garrafas 12 ; robe de sabugueiro, gar-
rafas 12 ; raiz de sinoglosa, libras 2 ; raizes
aperientes, libras 8; reziuado batata, libras
I ; rezina de angico, libras 4 ; rezina de ja-
toba,libra 1 ; sal-ammoniaco voltil,libra 1 ;
strichinino, ongas 2 ; sulphate do magnesia,
libras 16 ; salva, libras 2 ; serpentaria, li-
bra 1 ; sal de chumbo, libras 2; lliercbenlt
ua fiua de Veneza, libras 6 ; vinho branco,
garrafas 12; xarope de tamarindos, garra-
fas 12; degilales em rama, libra 1 ; escar-
radeiras de metal 50; camisas de Hallul-
la 20.
2.- batalbao de infantaria.
Algod0ozinbo para camisas, varas 1,000;
panno preto para polainas, covados 100;
dolanla para forro, covados 50; botos
blancos grandes de osso, duzias 267 ; ditos
ditos^ pequeos de osso, ditas 13; ditos
preto, de osso, ditas 334
9.- batalhSo de infantaria. -
Cravatas 35 ; compendios de arilhmctica
por Collago, exemplarcs 6 ; hollanda para
forro, covados 50
Hospital regimeutal.
i.(Michas de cobre 2 ; esquife coberto 1.
olica do mesmo hospital.
Seringas de metal de capacidaJe de 4 on-
gas para injecgOes 6.
4.' balalbo do ai tildara.
Casemira carmezim para vistas, covados
7 ; hollanda para forro, covados 25.
10.' batalhSo de infantaria.
Panno mesclado, cor de caf, covados 81 ;
dilo dilo azul, ditos 54 ; hollanda para forro
covados 24; casemira encarnada, covados
16 ; cartas de A, B, C, exexplares 20; lila
de retroz preto, varas 42 ; laboadas, exem-
plares20; exeinplares da grammalica por-
tugueza, por Monte 6 ; compendios de ai ii li-
metica por Collaso 6 ; paulas 6; traslados
20 ; pciinas de gaugo 400.
Companbia de arlilices
Hollanda paia forro, covados 16.
Ollk-mas de 3.a classe.
Blackverniz, barril 1.
4. classe
Ca Jinhos do norte n. 10,10.
5." classe.
Linhas brancas efuas, libras 10 ; ditas pre-
tas cruas, libras 10,
Laboratorio pyrotechnico.
Rezina de cajueiro, anoba 1.
Quem quizer vender, aprsenle as suas
proposlas era carta fechada na secretaria do
conselho, as 10 horas do dia 1.* du agosto
prximo vindouro.
Sala das sessCcs do conselho administra-
Hontem nSoteve lugar 0| espectculo
innuncido, pola recalada do actor Pin-
to, (cando transferido para quando so
annunciar.
I VI150
DE
nalarins Thomaz de Aquino
na ra do Vigario n 19, piinieiro andar.
Para Lisboa, sabe con a maior brevi
dadepossivel a barca port iguea GratidSo
quem na mesma quizer i
passtgern, para o que tom
dos, trate com os consignad
Aqnino Fonseca a Filbo, ni ra do Vigario
n. 19, primeiro andar, ou cuino capitiio Bor-
ges Pestaa, na praga do c
RA 51 DE JULHO DE 1857.
Fonseca & Filho,
irregar, ou ir de
iceiadoa commo-
anos I boma/, de
nnmercio.
Companliia
Peruambuicana.
Ultiinu pradal.
Iloje, 31 do corrent'-, as 11 horas da ma-
nli.ia, lie a ultima praga da casa terrea n. 35,
sita na ra da Conceigao do bairro da Boa-
Vista : os pretondentes comparegam na in-
dicada hora.
Att(Mi<;l>
No dia 4 de agosto tem de ser arrematado
por venda, pelo jui^o da primeira vara, um
sitio com casa de vjivomla d-3 podra o cal,
O abaixo assignado faz sciente ao pu-
blico, que lem a venda no seu armazem n.
II, travessa do arsenal de guerra, mol em
barris de diversos lamanhos, por prego mui-
lo commodo.
Joo Ilaptisla dos Santos Lobo.
Ilesappareceram do sitio do Coelho, to
dia 20 do correle, dous bois mansos de
cangalba, os quaes lem as venias fura Jas com
urna coi rea aellas, e eslao feridos as cos-
tas de tomadura de cangalha, um maior e o
outro pequcuo, e nafeg i do um quarto, es-
cora diversas arvoNs de Iructo, sito r.o prin- lilo descamados, levaram coidas nos ch'il'res,
ripio da cslnfda do Arraial, o qual faz quina
para a travessa de SiiiifAiiiia, por execugao
de Francisca de l'ao.l i da l'aixao, e outro
conlra os herdeiros Ue Jos Germano da Cos-
ta Martins.
O vapor clgoarassa's arba-ra carca para os par-
tos do norte, para onda salnra' ai seis horas da larde
do dia 4 de aiioslo. A carga lera' rtcebida al as | 5$
5 doras da larde do dial. O vapor fondsara' na
barra de Mossor a destmbar ar a carga e pa-,i-
ceiros.
pular ele soc-1
^ i i | u uaixo assignauo, esenvao aciuai, peoo
'*,Ol'l' ^S 91*9 IIlS'V encarecidamente as pessoas que Uverem em
^Ul ^^ "IU*U"8 I sell poder patentes de irnulos e irmaas desta
*l\ -- ...... t ._.__ _.-.. I"'^ ;.n.n.sn^in *..._ r_i,_____^__ _. ^.. .. -u-
ambos cor de laranja clara ; foram vistos
para as parles do Maiiguintio em um sitio :
a pessoa que os pegar e levar ao abaixo as-
signado, sera generosamente recompensada.
Luiz Antonio Anncs Jacome.
Irmandade do Smitissiino
Sacramento do Santo Antonio do
Recife.
O abaixo assignado, cscrv3o actual,
Atttw
tivo para fornecimenlo do arsenal de guerra
25 de julho de 1857.Jos Antonio Pinto,
presidente interino. Bernardo Pereira do
Carmo Jnior, vogal e secretario-
O abaixo assignado, langador da mesa
ou consulado provincial, faz sciente aos pro-
pietarios dos predios urbanos da freguezia
da Bua-Vlsla e inais interessados, que deu
principio a fazer o lancamento da decima
imposto de 4 0|i> de diversos eslabclecimeu-
los, no crreme mez, o qual tem de servir
para sua arrecadagao no crrente anno li-
nanceiro de 1857 a 1858.
Joo Pedro de Jess da Matti.
tirando a variado espectculo de magnetismo ain-
mal com a somnarnhola Lucrecia I lysses e recrea-
ces da mgica apparente, ainda nao visla nesta ci-
dade em lieneni-io do magnttisador J. Clysses pri-
meiro magnetisador e prrsligiador ueste "imprrio,
socio cnrre-poii lnii> da sociedate Magnetopatha
Parisiense, e discipnlo do barao lia Pole, primeiro
mannelisador em Pars.
Jaccme L'lys.s lem a honra, pola primeira vez,
de participar an illuslrado publico desta eidade que
no dia 6 de agosto apresenlara' os seos trabalbos de
somnambulismo e recreaces apparentes que sem-
pre mcreceram os mais vivos applausos nao so na ca-
rdal do imperio, como ni c Llysses previne ao publico que nao da* mais do que
um espectculo por ter de relirar-ae muilo breve
o espectculo consta do seguinle :
PRIMEII1A PARTE.
Becreaces de mgica apparente.
1. O menino mallosrado.
2. Os lencos prdigos.
3. i o < | i <-1111.-111 militar.
4. A gallinhana Crimea.
5. A Sra. sorprendida.
6. O transporte iuvisivel.
7. A moeda viva.
8. A a unipcao.
9. O ovo obediente.
10 O cozinheiro.Jranctz.
11 O grande deposito de Almagester.
12 O mcio de passar contrabandos, e outros mui-
losquc muilo salisfar.lo os espectadores por meio de
variedades bem combinadas
SECUNDA PARTE.
Magaelismo Animal com a somnmbula Lucrecia
Clysses que se ptesta a ser inagnelisada perante o
espectadores, a qual depois de adormecer e cliegar
ao eilado de somnambulismo ven iar-lhe-liSo os
olhos com tres lencos, afim de evitar qnalquer des-
coiili.iin;a sobre u uso da vista ; a somnmbula nesle
estado adeviulia perfeilamentc peta influencia do
mgnetiiador ludo qoe Ihe for apresanlaKo pelos es-
pectadores, depois da somnmbula ler adevii-hado
demonstrado os phenomenos que se passnm durante
o samnambutismn, o magnelisador localisai-lbe-ha a
ralalepsia nos bracos a um U pomo que pode apre-
ciar-se a perfeila paralysia.
Nesle espectculo os espectadores nao td colbem
urna Idea clara do magnelmno animal, como po-
dem lamhem (car habilitados a magnelisar para
diverlimenlo, como venTicarem a influencia que os
corpos eiercem em distancia ons sobre os outros e a
realidade da eiisteneia da alma em lodo syslema
nervoso, e a possibilidade de ver a Iravez de'corpos
sem auxilio dos olhos.
He esle o espectculo que o beneficiado lem a
honr/ de ofierecer au hosrnlaloiro e illuslrado publi-
co desta ci ade, a quem recorre pela primeira vez,
cerlo le que hade aaolht-lo benignamente como he
de -o carcter ; espera pois ohler de seus magnni-
mos roden aquella prolecrj.lo que nunca tem re-
cusado qoelles que, longe de sua patria, lem oc-
casiao de solicitar seus lieusfcins nesle paiz, onde
o fraco acha sempre apoio, onde a desgraca encon-
Ira sempre liuilivo. O lien-Ociado protesta reconha-
cimento e gralidAo a todas as pessoas qua honraren)
com sua presenta este espectculo, para cojo brilhan-
ii-mm neuhuin eaforea poupar.
O hillietes podem ser piocorados na roa da t'.a-
deia do Recife n. 15, luja Bourgard.
Gabinete ptico
ATERRO IMBOA-V.STAIM.
O director deste salo, participa a seus
Ilustres favorecedores, que ten lo-.-c de re-
tirar desta provincia,offerece-lhes esta sema-
na urna agradavel exposigao de vistas no-
vas.
GUERRA DO OMF.NTE.
1.a Os Gees retratos dos defensores da
guerra europea.
2 A esquadra anglo-franccza dando fun-
do em frente de Bassigua.
3." A Hola anglo parlindo de Pitead, leva
S. M. a nimli Victoria,
4.a Balalha general d'airaa.
5." Batalha de Inkerman.
6. O grande bombardeamento do Sebas-
topol, por mar e trra.
7.a O grande assalto, general de Sebas-
topol
8 a Retirada dos Russos para o norte e
incendio do Sebastopol, e da esquadra rus-
si ana .
9.* NapoleSo III. passaudo revista as tra-
pas.
10.' Vista de Pernambuco.
II.* Visla do Porto era Portugal.
12 Visla do Madrid, capital de llespanha.
13.^ Igreja de Sania Varia tutninada.
14.a Idclberg Allemanha.
15.a A r.idade de New-Yoorkc.
16,' Interior del palacio de bollas-artes
em Paris.
17." Vista de San-Francisco da California.
18.' Napole3o I, ora frente da calhedal
de Milflo.
O saiao estar aberlo das 7 at as 11 da
noile. Entrada a 10 rs., e os meninos de 8
anuos a 500 res.
eu armazem na
lilo de um gran-
i obras de mar-
O agenlo Borja, em
ra do Collegio n. 15,far le
de e completo sortimeuto d
cineiria novas o usadas, oHjectos de ouro c
prata, relogios de algibeira j de paredo, ob-
jectos de porcellana e de crj stal para sala,
candieiros inglezes do novus modelos, di-
versas quinquilbarias e ou ros muilosob-
jeclos, que so com a vista pi dem ser ajuiza-
das: sabbado 1 de agosto, as 11 horas da
mandria.
Ricardo KadnfF, far lejillo ipara liqui-
.lac.Mi', por intervengSo do agente Borja, da
sua taberna sita na ra tas Cinco Ponas n.
52, consislindo na armagSoL gneros espe-
cial iasetc existentes na mesma : sexta-fei-
31 d-o correte, as 11 horas di manh9a.
nransferencia.
-
O leilflo de C. J. Astlcy v
C, aununciado
para segunda-
-I O escrivSo Francisco do Barros Correia
traosferio seu eartoriu da ra do AragSo pa-
ra a ra do Sebo, casa n. 17, onde deveser
procurado.
AO PATEO DE S- PfiBRO
N. 6.
Charutos dos melhores fabricantes deS.
Flix, em caixinhas de 100, 50 e 25, vindos
pc>j ultimo navio da liahia, nacionaes ere-
ga ia de Thom Pinto, Emilios e lanceiros
de Castanho & FjJ.ho, progressistas do Bocha
Diss & C, circulares de Moncorvo, suspiros,
serva e cobigosos; he pechincba, freguezes,
a elles, a elles!
ESPERMACETE A 800 RS. A
LIBRA.
Superior espermacele a 800 rs. a libra, ea
reta|hoal40 : no pateo de S. Pedro, depo-
sitme massas Anas.
--- Ouem na porta da platea, ao acabar-se
donlem J8 o especticujo no Santa Isabel,
levou trocado um guarda sol de seda verde
escuro, tunba a bondade de desfazer a troca
, na rila do Padre Floriano n. 58, ou na mesa
lugiir a ssao eitraurdina- gg irmandade, que falleceram na poca de cbo- do consulado geral, das 9 horas do dia as 3
o hia 20 de julho lindo, pf lera, ou em outra qualquer, sem que desseni I da tarde.
-| sciencia a irmandade, hajam de leva-las ou! Wecisa-se de um cozinheiro ou cozi-
^ manda-las com declarag3o do da, mez e an- i nheirk, para urna casa de familia : a tratar
no do fallecimento, alim de com reguianda- na ruk de Apollo n. 24, armazem.
SS de poder-se organisar a paula, para serem
ria ditos irmaos em lempo suffragados ; podem
1 dirigir-se a ra da Penda, primeiro andar n.
21. Consistorio da irmandade, 28 de julho
Antonio de Brilo, es-
Nao tendo tido I
ra marcada para
sSo novamenle convidados na Srs. socios a
comparecern Imje, pelas 7 horas da noile,
na sala das sestiles da A'socisso.
Secretaria da AssociacAo Popular de Soc-
corros Mutuos, 31 de julho de 1857.A.
Carvalho.
. .,.--......-v..-...--...-v.^-..,--. _
O agente Je letles Gregorio Antu-.Ue"1857-*_ |,-ncsco
nes Je Oliveira Jeclarn aos Srs. aJminis-' criv3o.
tiadoies Jos liospitaes PeJro II, Portu-j Na ra larga do Rosario, loja n. 24, se
guez e Inglez Jesta irovincia, que Jese-' dira 1uem Ja 60^ a J"ro*. cm hypotheca
">eneiciar .ses .'stahrlecimertos Je eln be"s de XiVL' ou ,irmas a eonlenl-0-
a.------. de |eUe furril ou cap.
para hoje 31, Tica transando
l'eira 3 de tgosto.
- ( agente Borja, de ord
l)r. juiz especial docomraer
ment do depositario e proc
niassa fallida de fi. Candida
Lima, viuva de Delliuo CoJigalves Pereira
Lima, fara leilo de 400 caix is de sabilo a-
marello, pe teucente a dita a assa : segunda
feira 3 do correle, as II hoas da manliSa,
ra do Exm. Sr.
:io, a requeri-
irador fiscal da
Maria da Silva
no armazem doSr. Joaquira i
defrouto da escadiuda da alf ndega.
;.>i 3b9i
o Paula Lopes,
&*&.
PROVIN
O Sr. tliesoureno Jas loteria; manda
fazer publico, i|tie se acnan a venJa, no
pavimento terreo Ja casa Jal ra Ja Au-
rora n. 20, Jas 9 horas Ja manbaa a's 8
Ja noite, bilnetes, meios i <|iiartos, Ja
segunda parle da primeira lotera conce-
dida aocidaJSo Antonio Jo: |uim Je Mel-
lo, cujas rodas unJain no di i I Je agosto.
PRECISA-SE Je umi ama Je leite
forra ou captiva, para an amentar urna
enanca, paga-se bem : no
pital n. 20, (sobrado.)
Na noile de quarla para
lateo do 1 Ios-
quinta feira.
dcsappareceram do Tundo da SKrraria de Jos
Iguacio Avilla, cinco praticti s ile amarello
suppoe-si terom sido furta, os por estar o
cabo que eslavam amarrados cariado a faca :
roga-se por tanto a qualquer essoa a qu.^in
seja offecidos, do apprebende los e mandar
dar parte na mesma serrari i, na ra da
Praia de Santa Rita n 37, q te ser recom
pensado de seu trabalho
Na praga da Independe! cia n. 4, pre-
cisa-se de urna pessoa livre ot escrava, para
criada do um mogo solteiro.
Per1eu-so na noitde 2> do corrcnle,
urna pulseira de ouro, Jisa, :om as lettras
M. A. A., da ra Velha a ra L ireita : roga-
se* quem achou, leva-la a na Velha, casa
de tres po- tas n. 56 que sor g alilicado.
--- No dia 24 de maio do orrente anno,
fugio do ahaixo assignado, n orador na ci-
daieda Victoria, o escravo Pidro, Angola,
idade 45 a 47 airaos com os sisrnaes seguin-
tes : baixo e cheio do corpo, (hos agaropa-
dos, pomas e ps bastantes i ni liados, tendo
um dos ps embrulhado con pannos por
causa do duas ou tres feridas i e gomma que
tem no dito p, tem de vez criquaudouma
losse, e quanlo fugio Irtvou vi sti lo camisa e
ceroula coraprida de algolao'.inbo branco,
e levou chapeo de couro na cabrga ; lavo
noticia que foi encontrado na ponte do Ite-
cife, e podo ser que de la tpnia ido para as
partes de Coianna, aoudn foi <
zia que linda seuhoras veltias
oscravo o abaixo assignado
noel Itodrigues Pereira, mor
nbo Ubaca, no dia 10 do janei
quem o pegar, pode o trazerl
jando be
cariJaJe, e nao tenJo actualmente recur-
sos Je assiin o poder fazer, por isso oll'e-
rece e se obriga a dar, do I de agosto do
corren te em diante, em favor de cada um
dos dilos bospitaes, T> por cento do liqui-
do producto das suas commisses de todos
os leiloesque o comuiercio desta piara e
o publico em geral os mandar fazer por
sua intervencao ; e allirma que no lira de
cada mez. entregara' promptamenle a
piola parle que competir a caja um
los dilos bospitaes, do |ue passarao reci-
bos os respectivos tlicsoureiros, para a to-
do tempo constar. Espera .merecer a
proteccao docouimercioe do publico em
geral, alim de l>eui poder aesempenhar
esta olferta. Recife 30 de julho Je 185".
Joscpli ShelrnerJine tem a honra Je
informar ao respeitavel publiix), que ten-
Jo-se estabelecido na ruu da Aurora, San-
to Amaro, entre as duas pontos perto da
fuadicBo, acha-se prompto a se encarregar
Je todas as obras Je sua prolissao, ipier
seja liubalbos emchun.bo, vidraceiro,ar-
mador de cncanamentos de gaz e agua
pata dentro de edilicios eiu todas as su^
variedades, inclinado banbeiro's, bombas,
latrinasd'agua etc., o mesmo tendo tido
bastante experiencia na Europa, espera
que, com attenc&o aos seus fregueses,
moderaeo em seus pre;os, merecer do
respeitavel publico Jesta ciJaJe toda a pro-
teccao, para o pie pode ser procurado no
lugar cima indicado.
Precisa-se de urna pessoa de boa con-
duta para arca de tima casa de familia, e
pie entenda de costura e mais ananjos,
sem ser de cozniha : quem esliver tiestas
circninstancias dirija-sea ra Nova n. 50,
)ue achara* com quem tratar, assegnian-
No dia ." de agosto prOMino luturo,
a's 10 horas da manhaa, na casa dos e\-
postos, az-se pagamento a's respectivas
amas. Casa Jos expostos, >0 de julho de
- O regente Geraldo Concia
I87.
Lima.
TIIE.VTR
DE
Santa Isabel
ftt>v$0d

. i.'.-
COMPANHIA FRANCf/.A.
K/eactn(/a-/eci>a J e/e aved/c.
Segunda representacio dos artista* fian-
ce/.es Jo theatro imperial Jo Rio
Je Janeiro.
HtOUBE IIICI'UESKMATIOX DE
l.\BBEL\\IIET-.:illIERS
Vaudeville mililairo du ilim.ro du Palaia-Royal,
par Mr-. Dinaiioir el Arabio.
ligua celte piee Mr. L. Pascal remplira troisr-
l la ditlrenls caracteres : Le Fila, le Pire el le
Grand Pcre. .
PRRS05NAGKS.
Elenore Conaeril.....tl aru )
Valerdin Sargenl. is n. Mr. Pascal.
I.e pre (jarcoue. .08 aru )
Gte-Cuir employ aut Aballoirs. Mr. Marlial.
Catarina Jeune Uuvriere.....M.r Paulino.
Madame Portugal Cibarelire. Mr. Pascal.
1.a icne se passe a Paris.)
MAMZELLE ROSE
OU I.E
RETOUR DE PARS.
Comedie vaudeville mla ile eliauls, do llicalrc
d?s Varii'-l.
UISTKIBL'TIO.NS DE LA PIECE.
MatharlnCalUvaiMM.....Mr. Pascal.
Rose Femine de Cliambre. M.' Panline.
I.obille Servante...... Pastal.
(La scne se pa,se en N.trmandle.)
Premicre represrnlalion de
PAS DE FME S\RS FEU.
Comedie-Proverlie, mla de ehinb en un acle,
par Mr. B>vard.
DISTRIBCTION.
Timolon, Commis chet un Ban-
qu'r..........M. Marital.
BatanasSa ferome. .... u. pauline.
Mtame lise jeune Porlire. Pascal.
(Lascene e pas'e a Pari*.)
OKIIRE l>L SPECTaCLE.
1." Mam'ulle R ,^o.
2. Pas de b'urae.
3. Brclan.
Os billieles de camarotes ,icham-se desde ja e
venda em o li t -1 inglet em ni.lo da Mr. Pascal, a
no da do espectculo no escriplurio do theatro.
Ciiu-', na i 8 horas.
Pata a Babia.
Segu em pouco dias o veleiro c bem co-
nbecido hiate nacional Castro, le primeira
marcha, Torrado e pregado de cobre, ja tem
a bordo dous tercos de seu carregamento,
para o resto, trala-se com seu consignatario
Domingos AUes Malheus, na ra do Apollo
n. 23.
Para o Aracaly seguo em po'icos .lias
o bem i'oiilnH'i in luate Gapibaribe : para o
resto da carga e passageiros, trata-sc ua ra
lo Vigario n. 5.
Para o Aracttty.
Segu neslus lias o hiato t:&hala;ao,para o
resto da carga e passageiros, trata-se com
Caelano Cyriaco da Cosa M na ra da C-
lela do Recife n. 2.
ilha de Fernando.
At o dia 12 Je agosto prximo tem de se-
guir para a Ilha de Fernando le Noronha o
brigue Bom Jess, para o pie ja tem compe-
tente permissao do Cxm. Sr. vice-presiden-
le da provincia : portanto os carregadores
deverao dirjgir-se a ra do Vigario n. 5,-a
tratar com o consignatario Eduardo Ferreira
Bailar, com as rela;0es dos objectos que
tem ile embarcar, as juaes de em ser auto-
risadas por portara do Exm. Sr vice-presi-
denle da provincia.
MARAM1AO" E PARA*.
Segu com brevidadeo bem conhecido
brigue nacional Firma, tem paite da
carga prompta ; para o resto que Ihe alta
trala-se com os consignatarios Novaes &
C, rita do Trapiche n. T>>.
A barcaca Dos le Salve acha-se car-
ga para a l'araliiba : quem nella qpizer car-
regar, deixo por escripto na ra do Codorniz
n. 5.
PAIt\0 ASSU*.
Segu com a carga, que he pouca.o briqne
nacional Elvira : quem nelle quizer carre-
jar, entenda-se coiu os consignatarios Jos
Juaquim Dias Fernatules & Filhos, ra da
Cadia do Recil>.
O brigue nacional Elvira, precisa de
marinheiros nacionaes, para a sua viagem
ao Assu' : a tralar com o capito a bordo.
Para o Porto, a barca porlugueza N.
icravo, e di-
moas ; este
oiuprou a Ma-
dor no enge-
i desto anno i
ao abaixo as-
signado, que recompensar beiln t:idado da
LVictoria 39 da julho de 1857. Jos Thomaz
Gongalves do Horario
Vende-se urna preta criolula, de 2* ali-
os de idade, que coziulia, lav, engomma c
cose alguma cousa ; no Forte do Mallo, ra
do Codorniz n. 7.
Urna senliora capaz, oll'erd-ce-so para ser
ama de casa do pouca familia a qual mora
na ultima casa da ra da Palm;, ao virar pa-
ra o becco da Itamella.
Na nova loiaile fzendits
b
l|rt ti
de Jos .Moreira Lopes, nos qu tro cantos da
ra do Queimado n. 18 v, esqi loa que v>>lta
para o Rosario, vendem se si periores cor-
les de cambraia organ.lys com 9 a 10 varas
a 5?000, riscado francez" milite lino a 180 o
eovado, cassas do cores a 16<> > eovado, col-
letcs feilos, do fustSo, Tinosa :!S, e um com-
pleti sorlimon i de palitos de diversas qua-
lida'les, e outras muilas lazenuas por pregos
commoJos
Vendem-se 3 cscravas,
engommadeira e cose bom, re
sendo 1 boa
ina assucar, e
ni ra Direita
com una cria de 8 mezes
n. 3.
Compra-se urna escrava
Paz n. 38. Pica por detraz da
ros'.
ttencao.
O almoxarife do hospital mi
com quem quena encarregar-
>la roupa do mesmo hospital,
pdenlo procurar ou na secret
Ubelecimonto, las 8 horas ds
da larde, ou destas por dianle
ta lo Kosarlo n 32, primeiro ndr.
Apenca'!
Na olaria do FunJiio, na ru
Roa-Vista, ha para vendar a d
muilo boa tena, lijlo de \^d^
batida, c tapameiilo, tildo ben
fcilumanlc Irabalhado.
na ra da
ra das Flo-
itar contrata
se da lavagem
para o que o
ira deste es-
nanhaa as 3
na ra estrei-
i da Clnria da
nhoiro visla
lli, alvenana
cozido e per-
Caii W\ Wi L
S. da Boaviagem, segu impretcrivelmente
a 19 de agosto prximo; para um resto de jo podago do meio bilh,,l
carga e passageiros, trata-se com os cousig-lrua da Soledado n. 42.
Veii'le-sc cal iio^-r de Lisboa
tintamente na ra de Apo
n. 20.
J. Cribier retira-se para i-'ranqa
Rodrigo Jacomo Martin-, 'ernira, ten lo
comprado ue sociedade com danoel Fran-
cisco Gon?alves o meio bilhetf n 375 da se-
unda p-.rte da primeira loteria a favor lo
cidailao Antonio Juaquim de Mello, o divi-
dindo-o em dous pelados, per leu o que lho
tocou, sendo do la lo lo talao, e tendo o nu-
mero escripto no verso : o Sr yiesoureiro
Idas loteras lera a bondade, :aso saia pre-
miado, le n5o pagar senSo ai s sapra men-
cionados, que rogam a quem q uer que achou
dito de o levar a
r
Loteria
provincia
(orre a aanliilii, s 8 e
iicii horas em ponto.
fti No consaltorio lnirocopallca ' sanuva, na dai Cruzes n. 28, ha sempre .S
um randa aortimenlu iloa mais acrrdila- -
dos meiliramenlos liomeupalhicoi, e ludo
qoanlo lie necesario as petsoas que sc^uem
e>le sysleina.
VeiKlem-se vilros com rolha de vidro, de
meia oo;a ale f>, multo em conla.
ssociaco
s
Comnierciu I Beneficente.
Por ordem da direc<-ao, he convocada
a assemblea geral dos Srs. socios ell'ecti-
vos para o dia ."> de agosto ao meio-Jia,
alim deproceder-se ao lisposto no art. 8
Jos respectivos estatutos. Sala' da Asso-
eiarfio Commercial Benelicente de Per-
nambuco, 29 de julho de IS7.A. de A.
Rodrigues Isaac, secretario dadireccSo.
caixa
(H)ii hoo-i de PeriiAiii-
buco.
A directo convida aos Srs. socios, para
do dia I a I do me/, de agosto, reali-
saiem as suas entradas subscriptas, alim
de comcrarein as operaefies ; tanto os so-
cios ja' inscriptos como os que pretende-
rem ser athnittido, se Jirijam ao Sr.
Joao Baptista Fragoso, thesourciro da so-
ciedade, em cuja casa profboriamente te-
rao lugar os recebimentos e entrega das
cautelas.
U abaixo assignado declara as pessoas
que Ibes silo leve loras de quanlias prove-
nientes de etleitos que compiaram em sua
laherna, sita no Monteiro, no anno de 1852
at 1856, hajam de vir satislazer seus dbi-
tos no prazo de 30 dias, a conlar la dala la
publicarlo deste, pois do contrario poder
ler por cerlo ver seu noma por extenso nes-
ta rolha.Nicolao Machado Freir.
No engcuho S. Francisco, districto das
Alagoas, de quo lie proprictario o Sr. Ma-
noel Xavier Carneiro de Albuquenpje, exis-
te um esclavo de nomo Lean 1ro, que diz
portcncer ao Sr. Manuel iiezerra Cavalcanti,
do engenbo Souza, termo de Coianna : ro-
ga-se portanto ao mesmo senhor, ou a quem
Prtcisa-se de urna ama
liva : ua ra do Caldeirciro u. 88.
Precisa-se do urna ama para casa de
pouca familia : na ra Velba ou ra da do-
ria n. 11.
Precisa-se de um caixelro bem hbil
para taberna : na ra do Itaugel n. 1.
Precisa-se de jni caixelro : no largo
do Pilar, taberna n 17.
Precisa-so do urna ama forra ou capti-
va, para todo o servico de urna casa de fa-
milia : na ra Nova, sobrado n. 23, segundo
andar.
LOTERA
DA
provincia.
O abaixo assignado vende a dinheiro a vis-
ta sendo da quantia de 1009 reis para cima,
os seus felizes b Hieles, meios, e quartos,
pelos presos abaixo mencionados, na ra
da Cadeia do Recife n. 45, esquina da Madre
de Dos :
Rilbetes 5?400 recebe 5:0003)
Meios 2;700 2:5009
Quartos l.j350 I MI
Por Salustiano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Sanios Porto.
Costuraras de
patente.
Precisa-se lo boas costureiras, que sejam
desembarazadas no costurar; na ra No-
va, loja n. 52.
O Sr. lillio da F.uropa, ou mesmo to-
da o qualquer pessoa que sa adiar as cir-
cumstaucias de ir traballiar em um engenho
distante desta praca menos de legoas, di-
nja-se a ra Nova n. 14, segundo andar,
que se dir as vantagens do negocio.
GABUfETE PORTGEZ
Nao se temo hontem .26 reunido numero
stilliciente dos senhores membros do actual
conselho deliberativo para dar.posseo con-
selho eleito em assemblea geral de 19 do
correle, so de novo convidados, tanto os
membros do actual conselho como os se-
nhores que foram eleitos para o conselho
que tem do fnnecionar at juntao do prxi-
mo futuro anuo, a reunirom-se na sala das
suas sesscs, sexta-fetra, 31 do corrcnle,
pelas 6 horas da tarile. Ilecife 2% de julho
do 1857.O I. secretario,
ItcarJo de Freilas Kibeiro.
- O Sr. Alfonso' Jos de Oliveira queira
annunciar a sua morada, ou dirigir-so ao
escriptorio de J. B. da Fonseca Juni)r, ra
do Vigario n. 23, que se Ihe desoja fallar a
negocio quo Ihe Interesas.
Frederico Frenvmt vai a F.uropa.
D. Clara Lappard rctira-se para Fu-
ropa.
Attenco

Offerece-se um cozinheiro eslrangciro pa-
ra dar jantares em casas particulares, epara
alguma ctsa que preciso dos seus servidos
effectivos : no boceo do Abreo n. 4, uo Ite-
cifo.
- Precisa-so do 1 ou 2 europeos para
fcitor le engenho, paga-sc bem : no largo
da Assemblea n, 6
Precisa-se de um menino de idade de
<2 a 16 annos, nacional ou eslrangciro, e
que tenlia pratica de taberna : ua padana
da ra la Seozala Nova n. 30.
No da 19 do corrento desappareceu da
casa ele sua senhora, Ignez du Froilas Barbo-
sa da Silvetra, a preta escrava de nomo Rita,
de na;5o Costa, altura regular, com todos os
lentos da frente, algflns pequeos tainos no
rosto, que chegam at bocea, bem fallan-
te, alegre de semblante e andar ligeiro ; le-
vou vestido do chita rtHa, panno da Costa
azul c camisa aborta de ronda, tem sido vis-
ta nesta eidade, e consta lor andado pelo
Manguinlio, Campo tirando e Cajuoiro : ro-
ga-se aos capililcs de campo ou a qoalquor
pessoa quo a pegar, de a levar a ra Augusta
n. 16, ou a ra Direita. botica do Sr. Peixc,
que bem se gratificar,
O ir. em medicina .1 -' Sergio l-crreira
de volta da sua via^'-m ao Itio de Janeiro,
l
chegila ul-
lo, armazem
% sica na pra;a da Boa-Visla sobrado n. 19,
'-'_ ao culiar para a ra do AragSo, onde podo
9 Sl'r puteara a qualquer hora do dia ou
ffi 'I i noite: os pobre. s.1o tratado, gralaita-
,' mente, quer no seu escriptorio, quer em
:-j sua casa.
Extincto
Peroamb
85i:co Os Srs. accionistas do extincto Banco
de Pernambuco sao convidados a recebe-
rem, do dia Til do crreme em dianle,'o
dividendo feto pelo Banco do Brasil, re-
lativo ao semestre lindo em "( de junho
ultimo, na razode l/TOHH rs. por
ac-ao rcalisada, c bem assim o Je 6.SI0
tambem por ac;ao realisada, feito pelo
extincto Banco, no lim de sua liquidarlo ;
para o pe se acha nutorisado o thcsoti-
-~lPergunu-se ao Sr. Joao Miguel Tei-
xeirajLima, testamenteiro do finado Anto-
nio Jo|s Teixeira Lima, quaes foram os mo-
tivos e Vmc. nao levar a arrematarlo o os-
cravo l'oguiteiro,perteiicento ao mesmo in-
veiuario : aqu licamos a esperar aleo acto
da arrematacao.
1). Joaquiua (lomes de Siqueira, viuva
de Gabriel Lamairo, vendD no Diario de hon
lem um annuncio cm que se avisa ao publi-
co niSo poder ella vender um terreno na So-
ledade, declara que nenhum terreno posuc,
e nada houve por morte de seu msrido ; as-
sim como nada deve, salvo alguma divida
phantastica que algum litigioso Ibe queira
armar.
Jos Januario do Carvalho Paes de An-
drade vai a Europa, levando em sua compa-
nhia seu irmao Joaquim de Carvalho Paes de
Andrade, que vai tratr de sua saudo, e dei-
xam nesta eidade como procurador o Sr.
Manoel Joaquim Carneiro Leal.
a-se a premio sobre hypotheca de al-
guma propriedade a quantia de 1:000a: a
tratar na ra est'eita do Itosario n. 31.
O abaixo assignado, tendo perdido urna
Mira do valor de 1:0001, da qual Ihe era de-
vedor o Or. Joaqui n Francisco de Mello Ca-
valcanti, pala venda que ao mesmo fizera,
da parle de torras, que possuia rio engenho
Apu, em Pao d'Alho, passada dila lettra
7 de fevereiro de corrente anno, e vencida
no ultimo de maio do mesmo anno, e haven-
do ja recebido do mesmo l>r. Joaquim Fran-
cisco, a importancia da mencionda lettra,
assim o faz ver ao publico, declarando licar
para sempre de nenhum effeilo a dita lettra
om poder de qualquer pessoa, que por ven-
tura venha a apparecer com ella, visto ja ter
sido embolsado do seu respectivo valor, fa-
zendo ver ao mesmo tempo, que al a pre-
sente data nenhum outro negocio li/.era com
o mesmo Or. Joaquim Francisco, pelo qual
ello se constiluisso seu 25 de julho de 1857. Plinto Augusto Caval-
canti de Albuquerque.
Isabel Hippolyta de Araujo Bastos, o
Fortunato Cariozo de Gouveia por seu pro-
curador, vendo publicado o edital para a ai -
rematado, pelo juizo do commercio, do so-
brado da ra da cruz n. 59, na execucSo quo
move Jos Pereira do Goes, contra os herdei-
ros de Fraucisco Gonc.alves Bastos, fazem
scioote a o respeitavel publico, de que nao
poder ser arrematado in totum o refe-
rido sobrado, pois que metade he dominio e
possedos annuncianles, que se aguardam o
estilo alerta para em tempo opportuno fazo-
rom valer o seu direito-
ROB LAFFECTEUK.
O nico autorisado por Ucisao do conselho real,
decreto imperiai.
s mdicos dos hospilaes recommendam o
arrobo de LaQecteur, como sendo o nico
autorisado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Eslo medicamento do um |
gosto agradavel e fcil a tomar em secreto,
esta em uso na marinha real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco tem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as af.
fccQoes da pelle, impingens, as consequon-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade critica o da acrimonia he-
reditaria dos homores; convem aos catar-
rhos, a bexiga, as contraccOes e a fraqueza
dos orgos, procedida do abuso das injec-
?0cs ou do sondas. Como anli-sypbiliticos
ojarrobe cura em -pouco tempo os ftuxos re-
centes ou rebeldes, qje volvem incessantas
em consequencia do emprego da copahibe,
dalcubeba ou das injec;i5esquorepresentem
o virus sem neutral isa-lo. U arrobe LarTec-
teur he especialmente recoramndado con-
tra as iloen<;as inveteradas ou rebeldes ao
mercurio e ao iodoreto de potassio.--Lisboa.
Vende-se na botica de Barral e de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, praga do I). Pe-
dro n. 88, onde acaba de chegar urna gran-
de porcao de garrafas grandes e pequeas
vindas dilectamente de Pars, de casa do dito
Boyveau-Lalfecter I2,rua hichelieu Paris.
Os formularios do-se gratis cm msb do a-
gento Silva, na praca de 0. Pedro n. 82. ~
Porto, Joaquim Araujo ; Baha, Lima* & Ir-
maos ; Pernambuco, Soum ; liio de Janeiro,
Bocha & Filhos; e Moreira, loja de drogas ;
Villa Nova, Joao Peroira de Magates Leite ,
Rio Grande, Francisco de Paula Couto &
C. STARR & C
respetosamente annunciam, que no sou ex.
tenso estabelccimealo, em Santo Amaro,
conlinu'a a fabricar com a maior perfeicSo
e promplidilo, toda qualiade de macbinis-
mo para o uso le agricultura, navegando e
manufactura, e que para maior commodo de
seus numerosos freguezes o do publico em
geral, tem aberlo em ura dos grandes arma-
zens lo Sr. Mosquita, na ra do Brum, utraz
doarscual de marinha, um
DEPOSITO E MACHINAS,
conslruidas no dito seu eslabelecimcnto.
Alli acharad os compradores um completo
sortimento de moendas do canoa, com lodos
os melboramentos (alguns delles noves e
originaes a que a experiencia de muitos an-
nos lem mostrado a necessidade. Machinas
de vapor de baixa e alta presso tachas de
lodo lamauho, tanto balidascomo fumlidas,
carros do milo e dilos paracouduzir formas
do assucar, machinas para moer mandioca
prensas para dito, fomos do ferro batido
para farinha, arados de ferro da mais appro-
vada construccilo, fundos para alambiques,
crivos e portas para Tomainas, o urna inlini-
dado de obras de ferro, que ser enfadonho
enumerar. No mesmo deposito existe urna
pessoa inlelligeutc o habilitada para receber
descnbos, o inslrucges que forem for-lbe
Decidas.
ttfoendas su pe orea.
Na fundigSo de C. Starr & Companhi i, em
Santo Amaro, acham-se para tender moen-
das de canna todas de ferro, de um modello e
construco5o muitotsupriores.
c-
diroito tiver sobre dito escravo, dirija-se ao reno du cai\ litiat.Joao Ignacio de
escriptorio de Manoel Concalves da Silva,
para, no caso d-5 querer vende-lo, tratar-se
do ajuste ; nolanJo-so. porem, que o Sr
Carneiro de Albuquerque nao se responsa-
bilisa pela fuga.
l'recisa-se le urna parda, ou crioula
de meia iJado, para fazer companbia a tres
mogas, o igualmente prestar-se ao servico da
casi ; a tratar na ra do Queiniado n. 13 ,
ou aununcie.
Medeiros Kogo, secretario.
Alugam-se carrocas para conduzir
quaesquer objectos c rraleriaes, por pcr;o
muilo commodo : a tratT no armazem de

-.'tifif
fcV',
*C\-
NAFUNDICAO UE FF.RHO DO ENGE-
NHEIKO'AVM) W.BOWMAN, i^A
BA DO BRUM, PASSANDO O llA-
FABIZ,
lia sempre um grande soriimenlo dosseKuintcsob
jacios de mecliauismosproprios paraen^enlio as-se,
ber : moendas c meias moendas, da mais moderna
construr-rAo ; laisasde trro tundido e batido, de
superior qnalidade e de todos os lamanhos ; rodas
dentadas pa i a a -1 a ou auimaes, de ladaa as propor-
madeims do Miguel, confronto o tc.heiro dos ^^S^S^S
canoe.rusda ra Nova. nhuidS mandioca, cite.
Fornec.mento para obras. Nv MESMA FUNUICA'O. .
Fornece-se ara lijlo e carrocas para ; 5e ^^ |odaj ^ ellcommen(lasvc,)nl .
coniiuccoes doma letras de quaosquer obras, jri(1aJe J;1 Mnnecida Mm,deyW plesiez* com-
| por justoe razoavel preco : a tratar no ar- modidade em preso.
--- O abaixo assignado, socio de industria i mazem de madeiras do Miguel, confronte o
porto dos canoeiros da ra Nova.
A mesa rege lora da irmandade do Se-
nhor Bom Jess das Chagas convida a todos
os seus irmaos, para quo se ligneni compa-
recer no consistorio da mesma irmandade
Domingo, 2 de agosto, para, em mesa geral,
se tratar do negocio a bem da mesma con-
fraria.
Francisco liadich embarca para o Rio
do Janeiro o seu escravo pardo de nomo
Joo.
o fabrican'o de 8ab3o da fabrica do Itecife,
despeiio-se la mesma sociedade e da fa-
brica, assim como seu fllho Francisco Jos
de Alencar, tendo dissolvido amigavelmeiile
a soeioJade quo tinha, o passou a residir na
ra las Cruzes, do bairro dj Santo Antonio
n. 13. Recife 29 de julho do 1857. Jos
Francisco de Almeida Alcanlasino.
Precisa-se do urna ama, que saiba co-
zinhar e fazer todo o mais servico le casa :
ua ra do Caldeireiro, taberna 00.
Retinarla de
tego.Si Biirroto, uo ||oii-
teiro.
No deposito desta refinaria, narua da Ca
deia do Itecife n. 30, ba sempro assucar re-
tinado de superior qualidade, tanlo cm p
como em torrOes e em pSes, por preco mais
commodo de que em outra qualquer parte.



ILEGVL
-


DIARIO DE PEKNAMBUCO SEXTA FEIBA r,| DE JULIIO DE 1857
C0ISLT0R10 HiiIiSOPilHKO
DO
Onde seacham serapre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
em glbulos,preparadoscom o maior escrpulo e por precos bastante commodos :
CKEgoS FIXOS.
Botica de tubos grandes. 10/000
bita de 24 ... 155000
Dita de 36 ... '209000
Dita de 48 ... 259000
Dita de 60 ... 309000
Tubos avulsos a....... 19000
Frascos de tinturrademeia onca. 29000
Manual de medicina homeopathica do Dr. Jabr com o dic-
cionario dos termos de medicina :........ 209000
Medicina domestica do Dr. Henry.......( m 10/000
Tratamento do cholera morbus.......... 2/000
Repertorio do D Mello Moraes......... 6*000
* PEDRAS PRECIOSAS- j
m
' Aderemos de brilbfntn, Ji
<*i diamantes e perolaa, pal- jj
i seiras, allineles, brincos *
J rozelas, boles t aunen g?
- de dinereales goslos e de S
Vi diveros pedral de valor. *,
I $
<* Oompram, vender on j|j
1 Iroeam prala, ooro, bri- |J
* lhante,diamaDles e pero. &
las, e oalras qoaesquer j
* joiasde valor, a diiiheiro p
* uu por obras.
IOHEItl 1 OTARTE.
LtJJk DI eilRI.II
Ra do Cabuga' n. 7.
Recebera por to-
dos os vap. resda Eu-
ropa asobrasdo mais I pr'upra,?h"' bandejas,
1 & salvas, casticaes, colheres $
moderno *osto, tan- % de8pa, a cha,m*\- *
O ln nnlrns nhiprlna Ha *
OURO E MATA.
* Aderecoa completos da *
j>j oaro, meios dos, polsei- :
!S ra, >lfinele, brincos *
p rozetat, conloes, Irancel- jj
W lins, medalhas, correnles #
<* e enhiles para relogio, e jfc
>J< ootroa mallos objeclos de %
W. oaro.
Aparelhos completos de j?
los oulros objeclos de
prala.
flITIIIIITinmUITI'TlUllllllllllHI &*
gimiiiiiimiHiii'iimiii.....i .inHI to de Franca como
de Lisboa, as quaes vendem por
pre$o commodo como costumam.
*
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entro a ponte grande e a do
Chora-menino, o ahi tcm preparado urna
casa de saude com todos os commodos para
o tratamento de escravos, cujos senhores
residam lora da pra(, ou 'que nSo os pos-
miii curar em suas proprias casas : quero
para isto quizer-se utilisar de seus servicos
mdicos, que ser3o desempenbadus com o
maior zelo, dinja-se ao pateo do Carmo n.
0, prio Ciro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Preco2/000 diariosexceptu-
ando conferencias, sanguesugas opers-
ces.

|Rio-Formoso.
O Dr. Jo0o Honorio Bezrrra de llene- Jg
sjp es, medico pela FieulJail* da Babia, lem ?,;
g& filado sua residencia na cidade do Kio-For- *
? inoso, e de novo eflerere leus serviros a lo- ~?
w das as pessoas qoe o honraren) coro sua con- vi3
B.DC..
Precisa-se decaixeiios, na ra daCa-
deia do Recife n. 50, primeiro andar,
prestando urna lianca de 200S000, ven-
cendo o ordenado de 200,S" a OOS, c|ue
lie para vender bilhetes da loteria da
provincia.
SEGURO CONTRA FOSO.
Companhia Alliance.
Esiabelecida cm Londres, em margo da 1824.
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, te a honra da in-
loraaar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
a quena mais convier que eslo plenamente *u-
torisados pela dita companhia para effectuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e paira, cobertos da
tlh e igualmente sobre os objeclos que contiverem
os mesaos edificios quer consista em mobilia ou
ai Zarandas de qualquer qualidade.
a Joau da Silva llamos, medico pela un-
',:] \p|*i>laile de Ccimbra, mudou sua residen- %
y cia da ra do Cabuga para a ra Nova n. Vr
C^ 69, sezuqdo andar, sobrado do Sr. Dr. Nel- Q
JE lo, e abi contina a receber, das K s 10 g&
'Sf lloras da mauhaa, das 3 rs da larde, as J*J
fj$ peisoas que o queiram consultar. V..'
JOI1N CATIS,
corretor geral
- E AGENTE DE LEILO'ES COMMEKCIAES,
n. 20, ru do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
prarja do Corpo Santo
RECIFE.
I DEHTISTi FRANCEZ.
~* Paulo Gaignoas deoliala, ra Nova n. 41
Cy. na mesnia casa teta agua e pe denlrice.
Tasso Ir mos.
Avisam aos seus freguezes, que as ultimas
larinhas de trigo llichinond ebegadas ao mer-
cado, s3o vendidas em seus arinazens, pelos
seguintes presos :
Galega 26000 por barrica.
llax-ill j,')00 dem.
O Dance 2ij000 idem.
Golumbia 23s0U0 idem.
Alem deslas lem farinhas nuvas de Tries-
te das marcas SSSF. Fontana e primeira
qualidade ; assim como completo sortimen-
lo das melhores marcas de l'hilailclphia, No-
va Urleans e llaltimore.
c
(B
He chegado a Ioja de l.econle, aterro
da Boa-Vista n. 70, excellente leite virginal
de rosas brancas, para refrescar a polio, tirar
pannos, sardas, e espinhas, igualmente o a-
famado oleo babosa para limpar e fazer
crescer os cabellos : assim como p impe-
rial de lyrio de Florenga para brotoejas e
asperidades da pelle, conserva a frescura e
o avelludadoda primavera da vida.
A@ publico.
O abaixo assignado laz selente ao respei-
tavel publico e aos seus freguezes, que aca-
ba de montar dous importantes estabeleci-
mentos de fazendas, na ra do Crespo ns.
10 e 14, onde encontrarSo um vanado e lin-
do sortimento de fazendas de todas as qua-
lidades, as quaes vende por prego muito
commodo; sendo gerente do estabeleci-
monto ii. 1 U o Sr. Marcelino (Jernimo de
Azevedo. I. G. Malveira.
Attencao
Na grande fabrica de ta-
mancos da ra Dreita,
esquina do becco de S.
pedro n. 16.
Ha effectivamente um grande sortimento
de tamancos para todos os tamaitos, quer
a realho, quer em grandes porcOes muito em
conla ; e fazem-sc tambem de encommenda
a moda do Porto, para horaens e senhoraB.
Na ra da Coucordia n. 26, deseja-se
fallar aoSr. Paulino da Silva Mindello. afim
dclle promover a cobranza de um val de
urna pnssoa que s o mesmo Sr. Mindello
com sua influencia poder cobrar, cujo val
j esteve em poder de urna pessoa para co-
brar, mas por muito condescendente nada
conseguio ; todo negocio se faz com o Sr.
Mindello, com tanto que elle n5o perca na-
da com o tal velhaco.
ESTRADA DE FERRO:
do Recife S. Francisco
LIMITADO.
viiiiim ciiqijiaba.
Os direrlores da Companhia da Estrada de Ferro
do Recife a San-Francico, limitado, leem feilo a
quinia chamada de dins libras esterlinas, oo ris
175777 sobre cada acr;ao na dila companhia, a qal
deve ser paga al o dia 24 de agosto do frrenle an-
no de 18o7 : no Rio de Janeiro, em casa dos Srs.
Mau.'i Mac. Grtgor & C. : na Babia, em casa dos
Srs. S. S. Davenpffrt & C, e em Parnambuco, no
escriplorio da Companhia.
O accionisla qoe nao realisar o pagamento den-
tro do lempo indicado, podera perder lodo direito as
acces sobre as quaes o dito pagamento nao se tiver
efleclaado, e em todo caso lera de pagar juros na
razSo de cinco portelo ao atino, e de nao receber
juros ou dividendo da companhia pelo tempo qoe
decorrer entre o dia indicado para o pagamento e a
sua realisacjlo.
Nenhum auto de Iransferencia pode ser registrado
antes do pagamento da chamada.
Por ordem dos directores. James Templtton
ly'ooi, superintendente.
V,
Os abafxo asslgnados, com Ioja de ourives
na ra do Cabuga n. II, confronte ao pateo
da matriz e ra Nova, fazem publico, que
estSo recebendo continuadamente as mais
novas obras de ouro, tanto para senhora
como para lioinens e meninos : os precos
continuam razoaveis, e passam-se contas
com responsabiliilade, especificando a qua-
lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, Meando
assim sujeitos os mesmos por qualquer du-
vida.-Seraphim & Irmuo.
- Aluga-se um sitio na estrada de San-
l'Anna, junto ao sitio do Sr. Me. Calinont &
C, com os seguintes commodos : 3 salas,
10 quartos. cozinha fr, cocheira para 3
carros, estribarla para 8 cavallos, senzala
para 16 escravos, e oulras mu:tas liemfeilo-
rias para o desfructar o inquilino : quem
o pretender, dirija-se a ra Velha n. 54, a
entender-se com Manoel do Nascimento S.
Bastos.
Fornece-se tres ou mais caadas de
puro lene para algum hotel, ou pessoa que
o queira tomar, mandando-se levar em casa,
a tratar na ra da Cadeia do Recife, Ioja n.
50, defronte da ra da Madre de Dos. E em
quanto se nSo fizer o engajamento se vende-
r a retalho na ra do Livramento, junto a
Ioja de louca.
Continua-se a dar dinheiro a juros
mdicos, sob penhores : na ra da Praia n.
43, segundo andar.
- JoidfioJos Fragoso, sua mulher D.
Dionizio Maria Fragoso e 5 lilhos menores,
Wjasogra I). Maria Jo Carmo Nunes, Maria
o Carmo e um criado de nome Francisco,
retiram-se para fra do imperio.
PreciSd-se
alugar um copeiro bom para urna casa de
um eslraugeiro rom pouca familia: quem
2uizer, dirija-se a casa de Roslron Rooker &
., praga do Corpo Santo n. 48.
i'nblicaco Iliteraria*
COBOliRAPIILt
Cnronograptiia. nobiliaria, ge-
nealocjlcA e poltica
Di)
IMPERIO DQ BRASIL
COM VARIAS TRANSCRIPCOES
DA
Vende-se um casal de escravos
tratar na ra de Apollo n. 24, armazem.
Vende-se urna crioula de 20 anuos, de
urna linda ligura, engnmmadcira ecozinliei-
ra, para fra da provincia, ou para algum
eDgenbo longo dcsta praqa : na ra Direila
n 6G.
Qneijos do sellan.
Na ra do Queimado, Ioja de ferragensJ n.
14, ba para vender por preQO commrdo
muito frescaes queijos do sertSo, entre el les
alguns de vinte e tantas libras, c muito 1 oa
carne, bom feijo e milbo, assim como pe se
secco, tudo chegado do norte pelo va ior
Iguarassu".
Carne do serta o.
Na ra do Queimado, Ioja de ferragens n.
14, ha para vender por pre?o commodo mui-
to boa carne do sertao e frescaes queij >s,
entre elles alguns de vinte e tantas libns,
bom feij5o e milho, assim como peixe si c-
co, tudo chegado do norte, pelo vador Igi.a-
rassu'.
Vende-se um quarto possante, pro-
prio para carga : na ra Nova n. 61.
Vende-se arca quer por carrosas qt er
por canoas, posta as obras, por preqo m i-
lo e muito commodo, que he possivel na i c-
tualidade a tratar no armazem de madei-
ras do Miguel, confronte o porto dos cano i-
ros da ra Nova.
Vende-se a heranra com posse as t( r-
ras de Apipucos, por traz da caixa d'ag a,
com grande casa de vivenda e outra jor
acabar, contendo um grande sitio, rico po-
mar de larangeiras, cafezeiros eoutras m li-
tas fructeiras, bastantes Ierras de plantado,
tem urna porgao de moradores que pagf m
renda : quem pretender, dirija-se a ra treita do Rosario, armazem de Jos Moreira
da Silva, que todo o negocio se far.
AttencLo
Vende-se muito bom fumo em folha,* le
primeira sorte : no aterro da Boa-Vista
ii. 72
Vende-se urna cama anda nova, com
muito pouco uso, deslas franeczas, mu psr
de mangas de vi.lro, alguns romances, u
estrado novo, um pequeo armario, um pi-
pagaio novo, duascaraunas, urna dasqua:s
anda solta e he muito bonita.
Perfumaras.
Na Ioja de Jos Antonio Moreira Dias &
na ra Nova n. 35, vendem- se as mais ricks
perfumaras, que lem vindo a este mercad).
Vendem se saceos com um alquei'e
de farinha ; no armazem defronte da alfan-
dega, por barato prego.
ga', Ioja de m
Xa ra do Cubu
dezas
|Casa de Saude
DO DR.
1 PEDRO AMONIO CESVR,
$$ Na cidade de Goianna, becco do
$$ Pavao n. 14.
O
&
KZSW^.^qaVm.'-
Tem para vender um completo sorlimanto de bal a-
dos de panno de linho, tanto sberlo como bordad i e
de lodas a- larguras, principiando por doos dedo i e
acabando em dous palmos, os quaes se vendem mais
barato do que em outra qualquer parte por se q
rer remetler o dinheiro ao fabricante.
A 2^000.
Vendem-se cortes, de chitas francezas es-
curas, com 4 palmos de larguia, pelo baia-
tissimo prego de 2:000 o corte: na Ioja de
portas da ra do QueimaJo n. 10.
8.
2g
1-
lo
Id
Vendem-se veas de carnauba de 6,
10 e 13 em libra, pelo diminuto prego de i
a arroba, e se achara sempre prompta qui
quer encommenda que so precise, sen
sortidas, a vista faz fe a quem precisa
ra Direita n. 95.
Capachos
O ir.

o o
"H.S-
(A
O
a
c
o
3
O Dr. l'edro Anlonio Ceaar recebe pas-
soas doeolei para Iralar em sua casa ja'
mencionada, prometiendo desempenhar es
fanecoes medicas corr. mailo telo e activida-
dade.
I'rero diario.
Pessoaa hvres. 3SO0
eicravas. 29U0U
H-se at a quanlia de 50|000 a pre-
mio sob penhores de ouro ou prala : na ra
da Petaba n. 25, primeiro andar.
Ama de leite
Precisa-se de urna ama de leite : na
ra do Collegio n. 8, scjjundo andar.
abaixo assignado, possuido do
maior empenho de se descubrir os auto-
es e cmplices do horroroso assassinato
perpetrado na pessoa do seu mu presa-
do amigo Thomaz Gollan, vice-consul de
S. M. Britannica nesta cidade, oll'erece
dous contos de res a quem lhe prestar
qualquer etdarecimento exacto tobi-e es-
se facto, ou uiesiuo o conhecimento de
alguma circumstaiicia.ou accessorio delle,
de modo que se possa averiguar a verda-
de, assim como atsegura, sol) sua palavra
de honra, o mais inviolavel segredo, a"
picm fizar qualquer dessas revelaces,
pois he bem possivel chgar-fe ao fin
ilesejado, sem declarar-se donde ellas
>rocederam.
Constihitlo Brtannico 11 de julho de
1S.">7.II- Atiguslus Cooner, cnsul.
j ,. i;------------- vuiniuauus pin
'abl l(*a (le IlrlCaO e teitlUOS da encorporagao desta companh
, ,_ 30 do crreme, pelas 10 horas
de aliodao.
Cororapliia brasileira, do padre Slancel
Caaal.Historia da America
cha Pilla.(Jirimica da com,
cellos.llisluria do Hrasil, d viscode de Cay-
ru.Ca-lriolo Lusitano, por Fr. Rapliael de Je-
aus.Menoras do Ido de Jaueiro, por monse-
ulior Pi/urroAnnaes do Hio de Janeiro, de
Silva Lisboa.Auuaes do Maranbao, de Berrc-
do.Anines do Kio Grande, do visconde de S.
Leopoldo.Memoria da capitana de S. Vicente,
por Fr. Gaspar da Madre de Ueos.Eras do Pa-
ra, por Bayena.Memunai histricas da Babia e
corographu Paraense, por 1. Accioli.Chrono-
logia, do general Abreu e Lima.Historia do
JJraail, de Varnbagen.E de oulros mpresso e
manuscriplos :
CONTENDO
A descripcao geograpluea.e uoces histricas e po-
lilicas, desde o descobrimcn|o do Brasil ale agora
(1857), e lambem o lempo em que foram povoadas
as iuai diil'ereniea cidadra, villas e lagares;
Seus gobernadores, a origem das diversas fami-
lias branleiras e seos appellidos, eilrahida de auti-
gos manuscriplos genealgicos qoe em tras difle-
renles se pujeram obler ;
A hiiloria dos ministerios, sua poltica e cores
coro queappareccram.
A historia das cmaras temporaria e Vitalia desde
a consliluiiite de 17 de abril de 1823 al 1857 ;
E tambem una eiposicao da historia da indepen-
dencia, escripia ecomprovada por testemuubas o-
culares que aiudam rcslam, e dos oolros movimen-
los polticos, alim deque se lenlia um conhecirnenlu
eiaclo nao s da geotraplna do paii como da sua
historia civil e poltica.
Pelo lr. A. J. de Mullo Moraes, nalur.il da cjda-
de ilas Alago**, autor de mullas obras Murara* e
scienlihcas.
Subscreve-se nesta ciJade do Kecife, na livraria
da prara da Independencia ns. fi e 8.
- Ofleiece-se um mogo brasileiro para
caixeirodrt qualquer estabelecimento, a ex-
cepgao de taberna, ainda mesmo para adju-
tono de um outro caixeiro para cscripta, por
ter muito boa leltra, o qual ainda esta arru-
mado : na ra I\ova n. 45
Vendem-se ptimos epachos para rortis,
A\res_do|jnellase sofas: na ruada Cadeia do Recite,
!S.
,1'ortugueza, de Ro- esquina da Madre de Dos, Ioja de miudez
HOZ D INDI BOM E
BARATO
na ra do Amorim, i maz m
Vende-se
n. 43.
lions charutos
Avisa-se aos senhores fumistas que ha el
gado no deposite da ra de S. Francisco
6, urna grande porgo de charutos de tocas
as qualidades, e por muito barato preg
quem os vir nao deizar de comprar.
AtMto rs.
a
li)
)TH.
Boas velas estearina^ a 640 rs. o masso
ASSOCIVJVO DE fOLONISm
EM
rernambiico, Parahiba
6 velas, tomandt grande porgSo se vend( ra
por 600 rs., que sabe a vela a 100 rs : he
extraordinariamente barato na ra de S.
Francisco n. 6.
Vende-se urna machina de cobre p ra
destilar agurdente e fazer espiritos at 40
graos, em perfeito estado, com todos os p :r-
tences, pelo sistema de Derosne, a dinhe ro
ou a troco de espirito ou de agurdenle,
pelo prego do mercado na occasio que
receber : para ajustar, na ra da Senz
Velha ii. 110, c para examinar, na ra Ni
n. 33.
--- Vende-se urna machina composta de 3
cylindros, a qual bem pode servir para es-
premer caj' e talvez mesmo para o sorvigo
de padaria ; assim como urna muito ferte
e bem feita prensa para espremer qualq
objecto, do qual se necessita de extrah
parte liquida, e 260 formas para velas ..
carnauba do 8 em libra, tudo por commodo
prego: na ra Direita n. 36, se dir quem
t'agOrts,
Os senhores que subscreveram acgos.des-
I ta companhia sao convidados para a reunido
' ia, no dia
da manhaa
o
94
Na ra do Fagundes, Ioja u. -27, la-
vB-seeengomma-$ecora perleirao, epre-
|" i'omiiiodo.
N.i
para
fimdicao da Aurora precisa-te
de serventet forros ou cscravoi,
serviro debaixo de'coberta.
Precin-se deum cozinheiro : no lar-
go Uo Hospicio junto ao quart.d, casa .lo de-
sembargador Mentes da cunha. Paga-se
bem agradando oservico.
-Precisa-sealagar urna |)0;i sala para
eseriptonodeadvogacia, em'uma dacruas
prximas a do Collegio : quem a tiver
annuncie, ou indique a sua inorada nesta
typographia.
PBECISA-SE de urna ama de
a tratar na ra dai Cruzet n. II,
do andar.
Novaes t\ C, ra do Trapiche n.
"ii, BCam sobre as pracas de Lisboa e
Porto, ao cambio que se convencional-.
leite :
serrun-
Os abano assignadoa, teodo obtido da Koropa, as
necessarias informaroes, planos e orcamenlos para
a fabrica de liar e lecer algudan, convidara aos Srs.
socios a vir vO-los, oo escriplorio do Sr. .Manuel Al-
ves Guerra, na ra do Trapiche n. 4.
Igualmente convidam as pessoas qae sobscreve-
rarn para esta empreza, a rcalisarem a lerceira pras-
latao do o por cenlo, o que venlicarilo de hojo ale
18 de agoslo prommo, no mesmo escriplorio.
As pessoas_quo ainda quuerem fa/.er parle desla
empreza. seru ailinillidas, pagando o valor das en-
tradas relisadas na occasiilo de subscreverem no li-
vro das Itaignalorat, que sflo de 100? a .>:000(It r<.
Itecife, l(i de julho de IK7.
.1'nurim, Pariat, Guerra g C.
Fabrica de (ia^ao e tecids
dealiodio.
Os socios gerentes dcsta companhia, pre-
cisam comprar cal, lijlo, telha, ara, ma-
deiras Je lei em pranchOes c em travs, e
ensarnes, eaibros e ripas ; para este lim
convidam as pessoas que negocian) uestes
genero*, a dirigir as suas proposlas por car-
la faenada, at 15 de agosto prximo futu-
ro, no escriplorio da suciedade, rita do I ra-
piohe n. 14, onde serlo abertas em sesso
or.iinaria dos ditos gerentes. Kecife 16 do
de julho de 1857.Amorim, Parias, Guerra
& G..
Precisa-se de um feilor que cnlcnda de
plantagao, e que si-ja liom para um sitio pe-
queo e per tu da culada : a tratar na ra da
Madre de Dos n. .
car de eommissio : os Srs. de engenhos que ..
V quuerem utilisar se do seu presumo, din- 0
W J"-*6 au largo da Assemblea n. (h
Vendem-se duas casas terreas na ra
da Alegra, urna Ble outra n. 32 : os pre-
tendentes podem procurar no largo do Pe
lourinho, armazem ns. 3 o 5.
Xa lujado Maia frniiio,
compra-se prala de 500 rs. a 1?, a 2 0i0, e
dataces brasileiros]c hnspanhoes a 1 0(0.
Na Ioja de chapeos, rua
d Crespo, de Maia
Irmao,
vendem-se chapeos de casemira e feltro de
cores, pelo diminuto prego de &>000, cha-
peos do Chily de todas as qualidades, tanto
para homem como para senhora, oleado de
cores de todas as iaiguras para mesas e pia-
nos, de excelieutes desenhos.
Vende-se urna casa terrea na fregue7ia
da Boa-Vista, em boa rua, contendo os com-
modos seguintes : 4 quartos, cozinha fra,
quintal grande, com 1 quarto no quintal
para escravos : quem pretender, dirija-se a
rua do Rosario da Boa-Vista, casa n. 28.
Vende-se no escriptorio de Brender
a liraudis .\ C., rua do Trapicho n. 16.
Collada Babia, qualidade superior.
Genebra de Hollanda em rasqueiras,
qualidade especial e superfina.
Oleo patente, o mellior combustivcl pa-
ra lampees de sala.
Vendem-se coqueiros pequeos para
se plantar : na rua das Trincheiras n. 29.
Primeira neressidade.
Na taberna grande ao lado da igreja da So-
ledade, vende-se manteiga ingleza a 640 e
720 a libra, flor a 800, 960 e I9O, frnceza
a 640, 680 e 720, queijos a 1c800 e 25, dito
de prato bom a 640 e 720 a libra, cha fino
perola a 39 e 39200, hvsson a 29500, 20200,
2/6 19600. farinha do' Maranho a 160, de
ararota a 200 rs., bolachiuha ingleza a 320,
e grande a 160, sag1 a 320, cevadinha a 240,
espermacete bom a 720, vinho bom engarra-
fado a >$, io500 e 1/000, sem ser engarrafa-
do de Lisboa a 640, 560 e 500 rs., vinagre
bom a 280 assucar prata lina 220, e velas
refinadas a 480, cordas de linho para amar-
rar animaes a 500 rs. a libra, poitas grandes
a 480, latas com 2 libras de marmelada a
13120, e muitos mais gneros de bom goslo,
por prego commodo.
SECRETARIAS.
As melhores que al hoje tem apparecido
a este mercado : vendem-se no escriptorio
do agente Olivcira, rua da Gadeia do Kecife
n 62, primeiro andar.
Ao barate,ro da rua da
Cadeia do Jfecifd.
Na Ioja n. 50 da rua da Cadeia do Kecife,
defronte da rua da Madre de Ueos, encontia-
rflo os freguezes um bom sortimento do fa-
zendas, que em porgao e a retalho se ven-
dem por prego barato, e mencionaremos chi-
tas boas de cores fisas o covado a 150, 160,
180 e 200 rs., e em pega a 5o200, 59600, 63,
6^400 c 69800. chitas francezas de bonitos
gustos a 260, 280, 300 e 320, cassas de cores,
largas, fazenda que nilo desbota a 200 rs. o
covado, cortes de cassa chita de cores, rxos
e pretos a 1;600, 13800 e 29, cassas francezas
de cores a 480 e 600 rs. a vara, mussulinaii
com florzinhas e cores fisas a 320 o covado,
ditas muilo Finas com flores malisadas a
440, cortes de cambraia de cores muito lina,
com II, 12 e 13 varas, tendo fazenda com
ramagem de frente para folhos, pelo dimi-
nuto prego de 63 o corle, pepulina de cores
com listras achamalotailas, fazenda nova pa-
ra vestidos a 960 o covado, e mepulina ou
laazinha com a margem niatisa ia a 13000 o
covado, cassa para babado a 200 rs a vara e
13600 a pega, esguio de puro linho fino de
1/400 a 19800 a vara, e em pega de 14 a 18,
chali de cores com quadrnhos c cambraia
de seda a 800 rs o covado, panno azul de boa
qualidade a 19800 e 23I0O o covado, e fino
preto e azul a 39200, 336OO, la), 49500, 5J500
e 63OOO, e (ii alinete outras mullas fazendas
que, a dinheiro, se vendem baralissimas, e
dao-se amostras com peuhor.
de
Faz-so lodo o negocio com a nidlior tar muito dnatra*a esteservico
Ioja de fazendas do l'assnio Publico n 9, com
fazendas ou sem ellas.
Precisa-se comprar 2 toneis grandes
em bom estado: quem tiver annuncie
(.ompram-so escravos mogos que sir-
vam para oservigo de campo : na rua Direi-
ta 11. 3.
Compram-se moedas de ouro de 5 e lo
mil reis com p emio ; na rua da Cadeia do
Kecife, loia 11. 50, defronte da rua a Madre
de Dos
Compra-se o Panorotna, obra comple-
ta, e que esteja cm bum estado : no largo .la
Assemblea n. 6.
Compra-se um mulatinho de 12 a 13
anuos, que nao seja vicioso, e lenha boa fi-
gura, paga-se bem : na rua de Aguas-Ver-
des n. 46 1
Compra-se efTeclivamente na rua das
Flores n. 37, primeiro | miar, apolices da di-
vida publica e provincial, acgOesda* compa-
nhias, e da-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas quanlias, sobre penhores.
Compra-se umorutorio com tres faces
de vidro, que seja quasi novo, paga-se bem.
Compra-i>e calcado para senhora : na
rua da Senzah Velba, csa n. 124, terceiro
andar; e tambem se precisa de sapateiros
para laze-los a feilio. Vende-se muito superior carne do serUfo
-----------------'si------'-----------------------------"* 'eS'l'r"a do lugar (Serid) a 360 rs. a libra :
Sir'5*'&J0* n:l taoerM lla nl'' Jos Marlyrios n. 36.
----------------------------------------------------------------! Vende-se na rua da Aladre de Dos
--- Vende-se urna mulata de 20 a unos, In- '-> armazem de Xovaes & C.. barra
muito boa ei gommadeira >3 perleramente de ierro, ou cubos liydraulicos ; para de-
cozilibeira, arranja bem nina casa por ja es- posit3S de fezes
vende
Lobo o. C. vendem cal preta a ftO
rs. o alqueire, equivalente a urna bar
de bacalbao, em canoas de (0 a .".00
queires: quem precisar procure no
to das Canoas da rua Nova no seyi
anda do ultimo sobrado, assim o
vendem 1 retalho em pequeas ponjoes
em seu armazem, na rua da concordia a
700 rs. o alqueire.
//gurdente.
Vendem-se seis pipas com superior
agurdente decanna, lodas ou cada nina
de per si : para ver no trapiche do Pelou-
1111I10, e a ti al ir do ajuste na rua da Ca-
deia do Kecife, Ioja 11. 22.
lia um completo sortimento de su-
periores cortes de cassaorgandyi de mui-
to bom fjosto, com babadas, de 14 varas
caila corte, pelo baratissimo preco de 5#
o corte, na Ioja do sobrado amarello nos
quatio cantos da rua do Oticimado, n.
2!l, dejse Moreira Lopes.
?aceos cun fnijftn nula-
linho e amarello.
Chegada o primeiro aPiraliniaga c o #r|umlo cota'n : veude se
n. 15.
Iravcs-a da Mndrc le leo-,
dirija-se a Ioja de funileiro : na rua larga
do Kosario n. 22.
Precisa-se de um feitor que enlenda
de plantagao para um sitio em Sant'Anna :
quem esliver no caso, dirii a-se a rua Velha
U. 54.
, tamben) la-
va bem tanto de varrela como de sabflo, e
nao se duvidar dar para sa experimentar,
pagaudo-se os dias de servigo : a pessoa que
ou jquizer, dirija-se a rua do Seve, sobrado em
a preco commodo.
Carne do Ceara*.
Vende-se carne secca superior por pc-
eo commodo : 110 armazem de Luiz Au-
nes, defronte da alfandega.
Pe'ij e li'tilli 1.
Vende-se superior feijao, c milbo cm
volume : a lellar com Pedro Antonio de Si- i saceos grandes: no armazem de Luiz
qaeira, no trapiche do Cunha. | Aunes, defronte da alfandega.
que morou o cnsul portugus, que achara
com quem tratar.
- Vende-se a obra completa do Panorj-i
ma, 13 voluntes eeadernados, a 59OOO cada
i\a lja das seis
porag em frente do Li-
vramento
330O0.
Cortes de casemira com pequeo defeito a
tres mil reis, a qualidade he superior, etem
sortimento para escolher, palitos de panno
fino preto e de cores, com defeito, a lOoOOO.
Cortes de laa para vesti-
dos.
Vendem-se cortes de 13a de 'lindos pa-
droes, com 15 covados cada corte, pelo di-
minuto prego de quinze patacas ; a elles,
antes que se acabem : na rua do Queimado
n. 22, na Ioja da boa f.
.\'a rua da Moeda n. 2, defronte do tra-
piche do Cunha, ha para vender pipas novas
e usadas, meias pipas, barris novos e usados,
arcos de pao para pipas, vimes, arcos de fer-
ro em fexes, ferramentas para tanoeiros,
cal cm pedia de Lisboa, tudo por precos
commodos ; assim como barris com azeite
de carrapato.
lo ?*regui$a
QUE ESTA VENDENO BA-
RAT1SS1M0
Na Ioja do Preguiga, na rua do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, conti-
nua a vonder-se muitase diversas fazendas,
por pregos barati.ssimos, entie ellas cam-
braias francezas, padrees novos e cores fi-
xas, pelo baratissimo prego de 480 rs. a va-
ra, ditas de cordo muito finas a 5011 rs. a
vara, cassas francezas muito finas e de pa-
drees os mais modernos que ha no mercado
a 640 a vara, chitas francezas de lindissimos
padroes a 280 c 300 rs. o covado, mussulina
branca a mais fina que he possivel a 440 o
covado, dils decora 310, cortes de casemi-
ra de cor de lindissimos padrees e superior
qualidade a 6/cada um, cortes deiirim de
puro linho de lindos padroes a 29400 cada
um, ditos de ditos a ib, ditos de algodo a
1>360, ditos de culim de lindos padroes e
muilo encorpados a 1c600 cada um, lencos
de cambrria para maoa 120, ditos mais finos
a 220, pegas de bretanha de rolo de 10 varas
a 2? cada urna, chitas escuras do diversos
padroes e cores lixas a 140,160, 180 e 200 rs.
o covado, e a pega a 05, 6, 6500 e 7o500 ca-
da urna, cobertores proprios para escravos a
700 ra. cada um, grvalas de seda do lindos
padroee a I?, ditas pretas de setim a 1280,
ditas de cortes em outro goslo a 700 rs. cada
una, luvas de seda de todas as qualidades
para homens c senhoras longos de seda d9
bous gostos, gangas mescladasde lindos pa-
droes a 600 rs. o covado, corles de castores
de bonitos padroes a 15 cada um, cambraias
lisas linas a 4-500, com 10 varas, ditas ditas
muilo linas a 6#, e outras multas fazendas
que se deixa:n de mencionar, e se venderSo
por baratsimos pregos ; e se da rao amos-
tras com penhor ; assim como meias case-
miras prias para caigas e palitos a 600 reis o cova-
do, riscados francezes de lindissimos padroos
3 20 icis o covado.
UG BAKATOIDUE AMURA
Xosquatro cantos da rua do Queima-
do, Ioja n. SO, vendem-se negus de madapo-
ISo com loque deavaria, pelo diminuto pre-
go de !, 19200, 19600, l;80o e 2-800 ; a el-
les, queestSono resto
Vendem-se Trelos e tijolos de marmo-
re, cm casa le Basto \ Lamos, rua do Tra-
piche n. 17, vendem-so trelos novos de Lis-
boa, e lijlos do mnrmore de 12 pollegadas
quadrados, por prego commodo
Grande pe-
chiueha
CARTiO F&TEHTE 1NGLEZ
para fogao de cozinha, c vende-se em casa
de Poirier, no aterro da Boa-Vista n. 55.
Cobre em moeda.
Vende-se constantemente na praga da In-
dependencia n. 4, a um e meio por cento.
Vinho do Porto
superior chamico.
Vende-se nicamente em casa de Barroca '
Castro, na rua da Cadeia do I'.eci fe n. 4.
era de carnauba e sebo
cuado.
Vende-se no armazem de L) R. And & C,
rua da Cruz n. 15, assim como velas de car-
nauba do Aracaty do superior! qualidade, e
fio de algodSo da Babia, tudo por commodo
prego.
Cal virgen* e potassa.
Cal de Lisboa ebegada nestes dias, e po-
tassa superior : na rua do Trapiche ns. 9 e
11, armazem.
n .elogios.
Os melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por pregos razoaveis, no
escriptorio do agente Oiiveira, rua da Ca-
deia do Recife n. 62. primeiro andar.
, CAAS DE FERRO
txcellentes camas de ferro para solteiros :
vendem-se no escriptorio do agente Oiivei-
ra, rua da Cadeia do Recie n. 62, primeiro
andar.
Agencia
da fundir o Low-Moc r,
rua da Vnzala t ova
n. 42.
Ne8tc estabelecimento coutinu'a a haver
um completo sortimento de moendase meias
moeudas para engenho, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e coado de todos os
lmannos para dito.
Vende-se superior linhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Southall Mellor & C.a, rua do
Torres n. 38.
Relogios
cobertos e descobertos, pequeas e grandes,
de ouro patente nglez, para bomem e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, fiados pelo ultimo paquete n-
glez : em casa de Southall Mellor &C.a, na
do Torres n. 38.
CHAPEOS A TAMBERLIK
Do atronado fabrican ;
Pinnei.u de Pars.
Acabam de chegar pelo ultimo paquete,
os su pa mencionados chapeos deste afa-
mado fabricante, e vende-$e na Ioja 4 poitas, da rua da Cadeia do Kccifo r .
i8, de Narciso Mana Ca neiio.
Venda de
pianos.
Vendem-sc muitos lindos e excellentes
pianos, cliegados ltimamente de llam-
burgo, e com lindos retratos 110 frontes-
pcio : na rua da Cruz n. 55, casa de J.
Keller & C.
*>
3
Sellins e relegios.
SELLINS e RELOGIOS de palele
ingle* : a venda no armaztm da
Roalron Rooker & Companhia, es-
quina do largo do Corpo Santo no-
mero 48.
Deposito -
de rap princeza da fabri-
ca de E. Gasee, no Rio
de Janeiro.
Vende-se a preco commodo rape fino,
grossoe meio grosso, da acreditada fabrica
r Velas de esper-
macete.
Vendem-se caizas com 25 libras de ve-
las de t em libra, a' preco commodo, em
casa de Isaac Curio & C., rua da Cruz
n. 49.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundicao de Ierro de D. W. Bowman
na ma do Brum, passando o chafa-
rz, continua a ha ver um completo sor-
timento de tachas de ferr fundido e bati-
do, de o a 8 palmos de bica, as quaes se
Chama venda por preco commodo e com
promptido, embarcam-se ou
carregama
praca
uinu
e em carro sem despezas ao comprador..
En casa da Saunders Brothar* C.
do Corpo San ion. 11, ha para vendara >'
Farro nglez.
Pxe da Silera.
Aleatrao de carvao,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodolizopara laceas.
lito a 11 trancado igual ao da Bata
E utn coapleto sortimento da fisandas propno*
para asta mercada j ludo por preco eommodo.
i
XAROF1
DO
OSQE
Foi tranaferido o deposito desle larope para a bo
tica de Jos da CruiSanloa, na rua Nova u 53'
garrafaa 5500, c meiat3000, sendo falso' todo
aquelle que n.ur or tendido neste deposito,pao
quesefaz opresenleaviso. ->
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
Para curado ptilysicaem todorosseusdiflereD
leagroa, que rmotivada pur constipares, tosse
aslbma.pleariz.escarros dasaogue, ilrde cos-
tados e peilo, pslpilarAo no corarSo.coquelucli*
liroucliite, dorna garRanla, e (oda* ai molestia
dosorgopulniouares.
{#)(*% fm^i^ajjj
Em casadeRabeSchmettau:&Companhias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
Pianos do afamado fabricante Trauraann do
Hamburgo.
Viethodo facilimo.
Na liTaria da*pra<;a da Independencia n.
6 e 8, "ende-se o methodo facilimo- para
aprender ler, novamente impresso a aug-
mentado, por mil reis.
A-a dos de ferro.
Na futnlit;3o de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acbam-se Dar vender arados
de ferro de um modello e construccio muito
superiores.
relogios de pa-
tente
ingleses de ouro, de sabonetc c de vidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Kecife, armazem n. 16.
Tachas de ferro.
Na fundicao da Aurora em Santo Amaro-
e lambem no deposito na rua do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de mari-
nlia, ha sempre um grande sortimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como cs-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas c fundas ; e em ambos os lu-
gares existen) guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. Os preco
s5oo s m>is commodos.
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, assim como potassa da Russia verda-
dera : na praca do Corpo Santo n. II.
Vndese na rua da Concordia n. 26,
um casal de araras, dous papagaios e duas
cabras paridas, de boa raga.
.Wnssuiinas brancas e de
cores.
Vende-se mussulina branca muilo fina a
*M) rs. o covado, dita de cores de excellentes
padroes a 320 o covado: na Ioja da boa f,
na rua do Queimado n. 22.
Algodo monstro.
Vende-se algodSo monstro com 8 palmos
de largura, muito proprio para toalhas c
lences, pelo baratissimo preco de 600 rs. a
vara : na Ioja da boa f, na rua do Queima-
do n. 22.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se cera do carnauba de muito boa
qualidade, recentemente chegada : na rua
da Cadeia, Ioja n. 50, defronte da rua da Ma-
dre de Dos.
Luvas de Jouvin.
Constantemente acharSo na Ioja do I.e-
conte, aterro da Boa-Vista n. 7, as verdadei-
rs luvas de Jouvin. le todas as cores,
igualmente ricos poulcs de tartaruga da ul-
tima moda.
a^encle-se
na rua do Trapiche n. rH, escriptorio le
Novaesfi C-, superior vinho do Porto, em
50#000 de gra-
liieneao.
Desappareceu no dia 12 de junlio pr-
ximo passado, um esersvo de nome An-
tonio, de idade de 5i anuos, pouco mais
ou menos, com os signaes seguintes:
pernas tortas e um osso crescido no hom-
bro direito: quem o aprehender leve-o
a rua do Trapiche, no hotel Cafe Fran-
cs, que recebera' a gratilicacao cima.
- l'ugio do engenho Coeihas, termo de
Serinhaem, no da 22 do prximo paseado
mezde junbo o escravo de nome Jos, com
os signaes seguintes: idade, pouco maisou
menos, 30 annos, baixo, grosso, cor bem
preta, tem urna cicatriz na test, he de An-
gola, mas parece crioulo por ter vindo muilo
pequeo, por cima da sobrancelha, prove-
niente de um taiho; levou camisas e cerou-
lae de algodSo branco e de listras,* tambem
urna camisa de bata encarnada com colla-
nnho amarello ; este escravo foi ha pouco
comprado ao Sr. Mathias Guedes, que lti-
mamente foi administrador do engenho Tra-
piche do Cabo, em cuio engenho foi visto
alguns dias depois de fgido o referido es-
cravo : quem o prender pode leva-lo ao en-
genho indicado, ou nesta praca em casa do
Sr. Manoel Alves' Ferreira no Forte do Mat-
tos, que ser* satisfactoriamente recompen-
sado.
Fugio no dia 16 do crrante o escravo
mulato, le nome Claudino, idade 14 anuos,
com os signaes seguintes: corpo franzino,
ps um pouco apalhetados, levoo calca e
camisa, anda um pouco espantado com rae-
do de que o peguem, tem sido visto nesta
cidade por diversas pessoas : quem o appre-
liender, leve-o a rua do Crespo, Ioja n. 6,
que ser gratificado.
Attencao!
o
Fngio no- dia 26 do correte da rua da
Cruz do Recife n. 42, segundo andar, um
moleque de nome Cantillo, representando
ter 21 a 22 annos, e aceas principia nascer
a barba, estatura baixa, grosso do corpo o
tem um p ochado, sendo signal bem co-
nhecido uns fruncheos no pescoco; levoo ca-
misa branca suja e calca preta Trina quem
o pegar leve-o a mesnia casa cima, ou no
escriplorio por traz do Corpo Santo n. 66,
quesera generosamente recompensado.
Desde o dia 23, do correte desappare-
ceu do Kestaurant Francez o escravo de no-
me Matheos, o qual escravo representa ter
40 annos de idade, pouco mais ou menos,
cara feia e a barriga um pouco grande :
quem o levar no dito Kestaurant, rua do Tra-
piche n. 20, ser bem recompensado.
- Desappareceu da casa do abaixo assig-
nado, na rua de Apollo n. 2 A, na uoite de
25 do corren te, o seu escravo de nome Ma-
noel, cabra, appellidado por Coca, idade 22
annos, bonita figura, sem barba, he gago, o
qual escravo o annuneiante coroprou em fe-
vereiro deste anno a D. Maria Jos do Nasci-
mento e seus filhos, da fregnezia da Varzea,
para onde suppe-se que tenha seguido, ou
para Estrada Nova, onde consta, mora o pa-
drinbo ; levou am de mais alguma roupa,
calca de casemira preta : roga-se as autori-
dades policiaes a apprebeosSo, erecommen-
da se aos capitSes de campo, a quem se gra-
tificar, levando a seu senhor na rua de
Apollo, ou no seu escriptorio rua do Vigario
n 23.Jos Baptistt da Fonseca Jnior.
Fugio no da 25 do corrente um mula-
to de nome I'irru no, idade 25 a 30 annos, es-
tatura regular, cheio do corpo, tem falta de
denles na frente, lem alguma b-rba, foi es-
cravo em Olinda, onde sejulga elle estar,
levou vestido calca, camisa e jaqueta, anda
calcado, ccoslunia embriagar-se, foi com-
prado no mesmo da que fugio a Sra. I) Au-
na Accioli Lins \Vanderley, cojo escravo tra-
balliou de bulcciio na cocheira do Sr A
dolpho, e entende alguma cousa dealfaiate ;
quem o f cgar, leve-u em cas do Sr Manoel
Alves Ferreira, rua da Moeda n. 3, segundo
andar, ao seu senhor Pedro Ignacio Wander-
ley, ou no engenho Roncador, comarca de
Barreiros. que se gratificar generosamente.
Desappareceu no dia 2i do corrente,
1

4
caixas de urna c duas du.ia* de garrafas: fi2*g3SMJS*Zl *+?
a preco commodo.
AVISO
aos ferreiros.
A 2,000 is. o corte.
Vendem-se cortes de orgadys matisados,
pelo baratissimo preco de 2:00o o corte : na
Ioja de 4 portas da rua do Queimado n. 10.
Tem para vender,
orador:
vontade do com-
CARVAO DE PEDRA
por preco com-
de primeira qualidade,
modo.
tes : alto, reforcado do corpo, e cor um pou-
co lula, oes um pouco apalhetados, e tendo
em um dos mesmos urna cicatriz no luear
do regeito. levou vestido calca e camisa azul
c mais difireme roupa cm urna trxa ; este
escravo foi comprado em 29 de maio prxi-
mo passado, ao Sr. Jos de Barros Pimentel,
senhor do engenho Conselho, comarca do
Rio Formoso : pede-se portanto a todas as
autoridades policiaes e capitSes decampo,
que o facam capturar, que se pagarSo todas
as despezas e gralilicagao, e o entreguen! a
seu senhor, Antonio Jacintho Borges, na rua
da Concordia n. 23.
PEltN TVP. DB M. F. DK FAKIA, 1857
"
i
j
y

:

I
r

aj





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