Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06575


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Full Text
s



km xwiii x. ni
Por 3 mezes adiantados -Vi'OOO.
Por 3 mezes vencidos 4$500.
QIARTA FEIIU 29 DE JILHO DE i8:7
Por anuo adiantado 1 gOOO.
Porte franco para o subscriptor.
KNC ARF.EG A DOS DA 8UB8CBIPCA DO NORTE.
Pinhibi, o 8r. Joo Rodolpho Gomei; NiUl, o -j(. Joaquina
iFereln Jnior ; Ariealy, o 8r. A. de Unw Braga Cea-
re\ o Sr. J. Jote de Oliveira ; Maraahao, o 8r. Joequim Mar-
qnet Rodrigue! ; Piauhv o 8r. Jos Joequim Avelioo ; Pe-
re, o 8r. JiutDO J. Remot ; Amazonai, o Br. Jeronvmo de
Cotia.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olin.lr: leetooestes,ee9evwleeofaedoe'ie.
Igura*-u', Goiaaaee PatraMee: m .-Himila. i tetiaa-fairae,
S. Antto, lien-rr.i., lloniu, Cenara', Aliinhu i Gferaaaeaa: na lerea-fetra.
S. Leseasen.Peo a/.\lho, natareib, atueh*, Braja, reasaelia, lagaaea,
Flores, Villa-lli-lla, lli.a-Yl-ta, Ouricutv e Ele*, as quartas-IV-itii.
Cabo, Ipojoca, Serinhem, Rio Pramo, Cria, llarr.-irua, Agua-Preta, Pi-
menleiraa e Natal : quinus-n-ira*.
IVao- 00 correius |.artcm aa t horaa da man).5a.
AUDIENCIAS DOS TRIBU.VAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : legundas a quimas.
Relacao : torras fciras e labiados.
Fazenda : quartaa e ubbadoa ii 10 horai.
Juizo do commercio : segunda ai 10 boros e quintal ao meio dia.
Juizo de orphaos : segundas e quintal ai 10 horai.
Primeira tara do eivel i segunda! cintas o meio die.
Segunde rere do clvel ; uertei e nbbedoi ao meio dia.
EPHEMERIDES DO HEZ DE JULHO.
7 La cheia ai 4 horai e 21 minutoi da manbaa.
14 Quarlo minguante ai 10 horai e 67 minutoi da mantisa.
21 La nova ai 3 horai e 53 minutos da manbaa.
28 Quarlo crcenle ai 6 horai e 65 minuto da Urde.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira ai 10 horai e 6 minutoi da manbaa.
Segunda ai 10 borai e 30 minutoi da larde.
PART QrriCAL
das da se.mana.
27 Segunda. S. Panlaleao Medico.
28 Terca. S. Innoccncio p. ; s. Na/ario e Cel;o Mm.
29 Ouarla S Marta v, ; i. Beatriz e Flora Mm.
31 Quinta. S. Donalila ; I. Rufino m.
31 Sezta. S. Ignacio de boyla fundador dos jesuil.ii
1 Sbado. S. F Esperan?a~e Caridade.
2 Domingo. 9- V Senbura dos Alijos.
ENCARREGADOS DA 8BSCRICAO NO Sil.
Alagoai, e Sr. Claudino Falc.io Dial; Babia, o Sr. D. Buit
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martiqj.
EM PERNAMBCO.
O proprietario do DIARIO Manoel Figueiroa de Ferie ne le
vraria, praca da Independencia n. 6 e 8.
COMMAN DO DAS ARMAS.
tafearte I reaeral do commando das iraii de
Pernambaco as ciderle da Hecife, eaa 23 de
jaiba da 1867.
OKI)KM PODAN. 11.
O mareclial de campo commandaute das armas pu-
btice, pira o lina conveniente., que nos dias 23 e 21
do crrante engajararo-se para nrvir rois seis an-
co Doe itrmos do regulamenlo de 14 de deiembro
de ltv>J. piecedendo inapecc.au da laude o cabos es-
quadra da 8- companhia do 4' balalhSo de arlilha-
ria e p Amaro Joaquiro da Encarnado, e do corpo
de Amazonas addido a 7" eompanhia do 1' bata-
lli.ln de infaotaria para servir nesle, Joa"o Baplisla
de Moora.qoe perceberlo, alm doi v encmenlos que
por le Ihe eompetirem o premio de 4<>0$ pagoe na
forma dr lei de arl. 3 do decreto n. 1401 de tO de
junlio de 1854, a Dudo os eogajamenlot urna dala
da trra de 22:500 bracas quadradas, perdetao no
caso de diserto nao i ai vanlageni do premio como
ai mais a que tiverem direilo, serau considerados
como recratas desconlando-se-lhcs no lempo do en-
gajemenlo o de priado em virlurie da senlenca, a-
verbando-te este deiconto e a perda das vantegens
nos respectivos ttulos como lie por lei determinado.
Assignado.t'raneisco Sergio de Oliveira.
Conforme.Horacio de (jusmao Coellio, alfares,
ajadante de ordens encarroado do delalbe.
EDITAL.
Franeiieo Srgio de Oliveira, oflicial das imperiaes
oroenado Cruzeiro e Roa, cavalleiro de Avz,ma-
rechal de campa,corainandanle das armas interino
da provincia de Pernambuco etc. etc.
Face sabernos senhores lenle Claudio Marques
de Souza alferes Joi Mara Gareez, ambos do
oitavo balalho de infantaria, e a lodos aquelles, que
poderem e qutxerem fazer chegar ao lea eonheci-
inenlu, que nSo lendo elleg comparecido no dia 21 de
julho do correle, sendo chamados para o seivico,
foram declarados ausentes em ordem do dia deita
(uarnicao eob n. 9 de 2J de julho do correte anoo
e to chamados peto presente edilal, para que se a-
preeeotem dentro do prezu de um mez, a contar da
dale (lale, aob pena de proceder se e respeito de
anas faltas de cumprimenlo, nos termos da lei de 26
de malo de 1835.
E para que ao referido litas conite,fiz lavrar o pre-
sente edital que essiguei e liz sellar cjtn o linele dai
armai imperial, e que sera' publicado as gazeles
desla cidade.
Hecife 25 de julho de 1857.
Assignado.Francisco Sergio de Oliveira.
EITERIOlT
racionaras do gabinete perteneem as duas cmaras.
Talvez que a cmara alta podetae reclamar a maior
parte denla honra ; gracas a riiflerenca de fortuna e
de posicAo, os senhores sao mais independeutes que
os depulados, e provaram-no na ultima scssAo. Beoj
sabemos qae este liberalismo nao he do melhor qui-
late.
Mas qae importa si sa i os mesmos os elTsilos '.' He
sobreludo em vista de conservar pelo maior eipaco
de lempo possivel, suas immensidades de imposloi,
que os senhores, pregam ao governo a getto econ-
mica dos dinheiros pblicos. Mas ele-san muilo
naturalmente pouco disposlos a coneeder-lhe novos
recursos, quanlo elles sao reclamados no inleresse do
rgimen bureaneratico. A arislocracia prussiana fe-
rida palo eipirilo mvella 'or e igualitario ila Oureau-
cracia, volou a esle rigitneo urna autipalhia muilo
mais intima que a que ella inspira as outras elasses
illuslradas da Prussia ; nao he diz a pouco.
O rendimenlo dos novos imposlos ou dos imposloi
angmentados desia com efleito servir em primeiro
lugar para fazer accrescer o salario dos pequeos em-
pregado.
Sua potico desgranada e digna de piedade nilo foi
ainda pnr ninguem contestado ; todava ai cmaras
o pinaram que o remedio para esta mal resida em
outra parte. KealriiiKindo as allribuiroei mltiplas
e muilo extensas de burean cracia e simplificando
seo complicado mecanismo,lal he a opiniao cor-
rete na Prussia,ch-gar a redozr eonsideravelmen-
le o effeclivo de>te ezercilo civil e e remunerar bem
os empregados realmente uecessarios, dimiuuiudo o
encargo do budgel em vez de augmenla-lo.
As doas cmaras recusaram-se de muilo moda a
reeonliecer a opporlunidade da prolonsac.ao do ser-
A sesso parlamentar que acaba de eer encerrada
na Prussia nao he deatiluida ele inleresse. As duas
cmaras ohliveram um resultado que al eni.io ha-
viain debalde ambicionado." conseguiram dominara
opiniao publica nacional, a alguinas de mas discui-
iftee nem poderem ler seguidas.no e\lerior, com orna
alinelo que nem seropre os estrangeiros concedem
ao< irabalhos das assemblas legislativas da Alleaia-
nha.
Este Iriumpho, as cmaras prussianas- devem ao
espirito liberal de que por vezes ellas se lem mostra-
do animadas dorante esle anno, e a ama certa inde-
pendencia quf|lem sustentado em face do governo.
Conliveram setn dovida essm novas tendencias em
limites asas estreitos ; mas desde muilo que temos
aprendido a nao ser exigentes a semelhenle res-
pello.
Compra ser modesto as preleiudrg, sobreludo
quan lo se trata de duas cmaras, das qaa-s ama,
eleve sua etislencia a iniciativa e aos favores reaes, e
oulra eouta em seu siio quasi lanos prefeilns e oa-
Iros empregados como depola.tos livres.
Animado por suas victorias n-s precedentes sn-
soeg, o enverno apresenlart-se deslj vez ainda com
mullos projerlos de lei concebidos em um espirito
piuco liberal e progresista.
Pedia novas aulorisa;6cs para continuar a rever
em om sentido restrictivo, a constiluicao outorgada
e lao reviala em 31 de Janeiro de 1850, e pera aug-
mentar os eocargos dos que rnnliibuem e os recur-
sos do (hesouro pela creaco de novos imposlos ou
ptja elevacao dos jaeiiilenle'. Ja expozemos e bem
loogamente, na tua apresenlarao, a nalurez.i e o al-
cance dessea projretos de lei vlde a I'rcse de i"
21 de favereiro ;) quasi lodos foram rajeilados, ou
poderam ser liradoa.
l)ou proieclos preodiam-se directamente a enns-
liUin;,in. I'orein, o governo com o fim de restringir
qaaolo fseie poisivel a durac.lo da sessao parlainen-
lel, quii remetler a sua abertura do funde novem
bro para o l'nn de Janeiro ; lie com grande difficul-
dade que elle ubleve a lalilude de abrir as cmaras
entre oa 30 de novembro e a 15 de Janeiro. Pelo
oolro projeclo de le, a demore do riKor entre as duas
deliberac,oes sobre qualquer proposirto de modnca
na consiiluit.Ao devia ser reduzda de 27 a 7 dias ;
este projeclo do governo auceumbio por orna grande
matoria.
Doi tres priocipaes projeclos fnanceirog do gover-
no, um s, que respeila do augmento do preejo do sal,
he que blete a eanccAo da segunda cmara, elle foi
rejeilado pela camera, alta e retralo depois pelo
governo. O imposto dos navios fui rejeltado pelas
duas cmaras j as reformas proposln uo Imposto in-
dustrial nao foram mais bem sucre li las. Ainda em
-ua ultima seiso, um instante antes do eneerrameii
to, a cmara dos senhores repellio o primeiro artigo
da nova lei poupar se he nina derrota mais pronunciada.
A derrota foi completa em oulros projeclos do lei.
Nai cMaremos seoSo a lei sobre o divorcio, que os
protestantes acharam mailo doricai, os calholicos
muito mandara, e que como os projerlos finantreiros
dogoveru, leumo na mesme opposi(ao partidos alias
mu lo divididos. Esta boa e momentnea inlerpre-
lar;ao ni ii!'li!sliiii-e lainbem as discosees moito a-
nimadas que provocou a propnsir;ao de M. Malhia
relativa ao arbitrario rgimen da imprensa. Smen-
te algum ii vozes fallavam a propnsicao, Malhis pa-
ra ella olitivesie a sanelo parlamentar ; porem a
proposicJo de M. Wagner, que a suli.tiluio e que
foi adoptada qoa'i por nnanimidade, he por si mes-
illa ain voto de remara muito pronunciado contra as
severidades e o arbitrario a que o governo central, e
na anda as adminilrtcdes pruvinciaes acabru-
nli.m a imprensa qaolidiana.
A honra e o ment desla resistencia as tendencias
FQLHSTia.
OKElDASMO^iTANHAS.
POR El)MIS DO ABOl'T.
Vil
lohn llarrii.
( C'iiilinuacao. )
O raio caliin lo no meio de nos (eria pruduzido om
efleito menoe miglro do que e entrada desses hu-
mens que dislribuiam balas aos punhados. e qae
parecais Irater as m.los cheias da morir. Meas (res
commensaes, ebrios de rainor, de movimenlo e de
victoria nao viram a Hadgi Slavros nem a mim ; vi-
ram tmenle llamen para malar, e Dos sabe se
lan^aram-te promplamente obra. Nossos pobres
defensores espanta los e altonitot caln rain sem leram
lempo de defender-te. Eu me'ini qoe quera lal-
ver-lhes a vi la gntava debalde no mea canto ; mi-
nlia voz era eoberla pelo eairondo ,1a f.olvora, e
pelas exclamacea dos vencedores. Himi'ri agachbdo
entre lladgl Slavros e mim reuma em van toa voz
mutila. Harria, l.obsler, e Giacomo aliravem, cor-
riam, feriam ; contando os golpes cada um em la
lingaa.
Om | dizia Lobsler.
Tull re-po Ha II irr'.
Tr '. qaatlro '. lnr/ue .' grilava ('.aromo. O
qainlti loi Tambouri-. sua cibeca rtbentoa como
ama noz fresca debaixo de urna pedra. O cerebro i
lallou aos arredores, e o corpo cabio na Tonta como :
omt Iroiita de roupa qae a lavatleira laoja a heira
amigos eram bellos em sea Irabalho
cieu de monarchie. Suas relacei com oreisauas
relacoes regulares e simples que exislem em todas
as oolras partes entre a narau e a dynattia ; d3o
lemot necessdade de demorar-nos neile ponto.
Vem depois o docado de Schleenig, de 167 mi-
litas quadradas e com ama populacho, melade d-
namarqneza, melade allema de 395,800 almas.
Ahi Frederico Vil, nao reina como re, mas como
duque l.lo tmenle. O Schleswig aehava-se alm
disto, ha minios seclos, ligado intimamente ao
Holslein ; muilas iosliluirOes (a chancellarla, a ges-
l.io fnanceira, ele.) eram communs aos doos paizes
que nao linham de commum com a Dinamarca se-
nao a pessoa do rei-doque. F.mfin o poder do prin-
cipe, absololo na Dinamarca, ao menos al 1831,
eempre se achoo restricto no Schletwig-liolsleiu
pelos privilegios dos ducados.
Entretanto para as relacoes exttrnas a aaloridade
do rei-doque he Uo soberana no ducado de Schlee-
wig como no reiuo da Dinamarca. tiSo he assim
quanlo aos ducados de Holslein e de l^nenborgo,
esta lercrira parte constitutiva do Estado dinarma-
qaez. Etes doos ducados, de urna exlensao de 174
milhas quadradas, com urna pop.ilacao toda alle-
ma, d 573,000 almas, fazem parle da confederacao
germnica ; a auluridade do tei-duqoe echa-se ah,
pois em cerlos casos, limitada pela auluridade da
Oieta de Francfort. Se, por exemplo, a guerra do
oriente se houvesse prolongado, ler-se-hia lalvez
visto Frederico VII eombater com suas tropas di-
namarqoezas e schleswigenses pela Russia, emquan-
lo seu contingente hosleio aueubourguense leria
manchado, 10b as bandeiras da confederarlo ger-
mainica, com os exercilos aitglo-francezes.
Os dissentimentos, os conflictos qoer entre o so-
viro effeclivo dos sol lados que o governo quera ele- j berann e teus Eslados, quer entre os diversos Esla-
var de dous a tres annos ; o parlamento penaou que dos submettidos ao mesmo sceptro sao quasi que
a exlensao e os encargos da organsacao militar ja '"
ullrapassavam os limitei do que be necessario e ra-
toevel para um Estado cerno he a Prussia.
Minilo a esles votos significativos, se acreiceola a
rejeicao parcial ou completa el -s mudanzas proposlas
na cntutitoicao, o espirito geral da ultima lessao nao
he dilliril de apanhar. Al aqu e nao mais lal
foi a ordem limida porem elara, que o governo le-
vando mu longe suas tendencias relrogadas, burean
cracia e militares, forcou o parlamento a dirgir-lhe.
Esle parlamento Iluda sido todava al muilo dcil
e tinha-se dislinguido antes por sua emularan racio-
nara do que por urna oppusicao liberal.
Senlimos que as cmaras uo linham mandilo so-
bre lodos os pontos as ideas liberaes e saus. Esle pe-
zar applica-*e especialmente ao voto que prohibe na
Prutsia a circularan das olas de bancos aslrangeiros
uto he, esmanadas doi hincos allemSes nao prassia-
nos..
Keconhecemos o inconvenientes que arrastra para
a circularan Iileudara, esta matea desregradas ds
olas entumas por novos bancos, que, principalmen-
te ha dezoilo mezes, pullolam nos pequeos estados
vtsinhos da Prussia. Porem a inlerdiccao .jue o a-
eab i de supprimir, nao nos parece nem legitima tm
direilu nem econoinicamante salotar e efflraz.
Deinais a mais as reclamacis do commercio, esle
pailido que he o mais interrado e o mais competente
na queaiao, e dot Eslados Allemaes, dos qoaee Bilin-
ge a inlerdiccao prussiana, ja fueran) comprehen-
der ao governo e as cmaras, na Prussia, a inoppor-
lanidade desla prohibiclo de nma nova especie. Al
proprias palavras s reina mensagem do eucerramen-
to o provam.
Si as cmaras foram bem succedidas em cortar al-
gumas medidas reacionariase aleUus novos cargos de
qoe eslava ameacado o paiz, nao nusamos esperar
por isto, qae o aviso dado ao governo pela represen-
lacao nacional protnza immedialamente todos os sous
efieitos. As lendenrias do governo nao mudaram
vizivelmenlo, porque os mesmos homens conlinua-
ram a ficar ao poder. .Nao he inrsler qurixar-ii.o-
nos moito disto ; mis de nme razio torna boje quasi
impossivel, anida a accessao do poder do partido li-
beral : e, por pouco liel que ella sja a seus anlece-
denles, um iivitislerio ManteulTel val ainda mais que
um gabinete Gerlach-Siahl, fundainenlalmente rac-
cionarin.
Porm se a consciencia desla situarao inapira ao
governo a lenacidade desdenhosa que tao esloica-
menle Ihe faz snpport.T as derrotas parlamenta.es e
os conselhos pblicos, todava ella alo poder recu-
*ar-se a aproveilar as experieuciat qoe acaba de fe-
zer. Elle dever pelo meos ler um pouco de mo-
derarlo e de prudencia ems eus esforcis de reslau-
rarao ; lie ja algnma cousa depois da Itcenca e pre-
eipil(io com que elle proceda oestes ltimos an-
nos.
A quesiao dos ducados allemaes dinamaiquezes
continua a preoecupar vivamente a imprenta alle-
ma e a diplomacia enmeca a occupar-ie delle. He
nolorio qoe os gabiueles de Vienna e de Berln in-
lervieram em Copenhague em favor dos durados ;
lento sido frustrada! saas lenlatlvas, elle* qnerem
boje levar o conflicto peranle a Diela de Francfort,
apoiando-se sobre qoa os daca tos de Holslein e de
Ltuenb >arg fazem parte da confederacao.
O gabinete dinamarquez contestara, segundo diz,
a competencia desle tribunal puramente germnico,
e o direilo de inlervencao da Auslra e da Prussia.
Em urna nota dirigida a esle respailo as cortes de
faris, de Londres e de S. Pelenhargo, assegura-se
que a Dinamarca pede, ou que a dissidencia entre
ella e os ducados seja considerada como urna ques-
lo iularior, em que neuliuma potencia allemaa le-
ria o direilo de inlervir, oa qoe se veja uella una
qtiesiao internacional, e que seja como tal regola-
da em urna conferencia europea.
Appareiilemeule o conflicto entre a Dinamarca e
os ducados he de dala rcenle : seu poni de parli-
lido ostensivo acha-se no manifcslo real de 23 de
Janeiro de I8V2, que foi a base das coiisliluc,3es ge-
raes e pruvinciaes ; depois nutorgadaa. Todava no
fundo, o germen he amigo, provm da disaemilhan-
ca de iio-iivo e de direilus que Slille entre os di.
versoselemrnlos constitutivos do Estado sobmeltido
ao sceplro de Frederico VII.
Este Estado que esurpto os paizes desligados e
apenas habitados ;.i lrlandia, a Groenlandia, e ai
Hlias de Feroe : 2.010 militas quadradaa geographi-
eas, com 77,000 habtenles nao abraca lenao urna
exien-ao de 1,1137 milhas quadradas "geograplncas,
povoada de ,485,000 almas, eom|.e-ie, com elTeilo
de tres parles eesencialmeiile dislinrlas umat das
oulra,., qoer para as relacoet muluas, quer para as
relaroa- com o soberano.
A Dinamarca, propriamcnle Jila de 692 milhat
quadradas e de urna populacho loda dinamarqueza
de um milhao e meio de habitantes, forma o nu-
inevilaveis em urna monarchia assim organisada
esla organsacao engendra fatalmente ambiees,
ciumes, de urna parle, temores,desconfianzas, o de-
sejo de immunidade de outra parle. Quanlo mais a
possessao do. ducadoi, principalmente do Schleswig
Holslein I importara a Dinamarca, por motivos
polticos, estralegicos e financeirot, tanto mais o go-
verno de Copenhagoe devia desejar lomar esla pos-
sessao tao completa a lao segura quanlo fosae pos-
sivel. Esle detejo lornon-se mais miento quaudo
a perda da Noruega impunhd quasi a Dinamarca a
necessdade de sa reforc,ir por qualquer modo. Pro-
carava-se em Copenhague, desde o cornejo deste se-
clo, pruduzir urna modanca que lornasse mais es-
treilas ai relacAes entre o reino e o durados, ten-
da sea encorporar a Dinamarca oe paizes que Ihe
sao limplrsmeule annexados.
A inlroduccao, a propagarlo do elemento dina-
marquez no eusinn, as instituic/ies polticas, as
relares jornaleirat deSclilesxvie. Holslein devia so-
bretodo preparar esla obra de lraosformac3o. Den-
tro em pouco reeonheceu-se qae era muito dilficil
i ii Holslein, por causa da nacionalidade puramente
allemaa desle ducado e de toas relaefles igaaes com
a confederacao germnica. Resigno se, pois, a
visar menos alio para chegar mais segoramente :
formou-se o partido eider-dinamarquez : devia pela
separadlo dos doos docados, chegar a recuar al o
Eider os limtles da Dinamarca propriamenle dila ;
o Schleswig seria encorporado pura e timplesmenle
ao reino oinamarquez, o Holslein e o Laneuborgo
cjnservariam sua anliga posi;ao.
O preladoi e ot cavalleiro! do Schleswig-Hols-
lein proleslaram em vao contra estas tendencias de
separarlo e de annexaro ; a propria Diela de
Francforl, a que elles te dirigiram em 1822, recaou
inlerpor-se.
A revolucao frenceza de 1830 Ibes veio em auxi-
lio. Ella animoo os ducados a reclamarem urna
ronsliluicao moderna qne Ibes permiltisse desen-
volver seus ai.lis privilcios e seos direitos que
os ajadasse a consolidar mellior sua uniao e sua in-
dependencia.
O manifest real de 28 de mato ds 1 S11 promet-
leu aos ducados, assim como ao reino da Dinamarca,
insllaces reprfsentslivas, .que Ibes concedeu com
efl'ito a palenle real del", de ui-o de 1831. As
atlrbuirei deslas assemblas de E,lados foram, lie
verdade muito limitadas ; eolretanlo as iliscusses
quasi parlamentares e o niovimculo poltico que
ellas provocaran!, nao podiasenao desenvolver mt-
Ihor e fazer sahir de um motlo mais fcil a diver-
gencia dai duas correnlct diamelralmente opposlas
que reinavam no reino, de urna parle nos ducados
de outra parte.
A morle de Frederico VI 3 de dez.embro de 1839)
veio complicar a siluac,ao. A aaode vacilante de seo
soccessor ; cincotnta anuos nao deixava prever nm
longo reinado A coroa deveria a-sim voltar em bre-
ve para seu filho anio. para Frederico VII, que nao
poda conlar cora herdeiros directos.
Segando es antigs consliluieOei, a rorna real da
Dinamarca perlence nesle caso ans descendente fe-
ntininoe. Porem etles nao podem succeder em
S'lileswig-Holalein ; a coroa ducal passa, na exlinc-
C'o do ramo masculino reinante ao ramo maii moco
( momento nao pareca, pois, remolo, o momenlil
(alai em qoe a morle de Frederico VII lornaria com-
pleta e perpetua a aeparaco entre a Dinamarca e o
Scheleswig-Holslein : serie o principe Frederico de
Hesse, lilliu da irmaa de Chrisliano VIII, da prn-
ceza Carlota, que tubera ao Ihrono real da Dina-
marca ; a coroa docal do Schleswig-llolslein vollarie
ao futurario para o doque de Aoguslembnurg. o
ebefe do segando ramo masculino da dinasta de
Odemboorg.
A previsao desle eventoalidade nao nao poda de-
xar de imprimir omt nove energa ans volos de ni-
rinnalulade e de independencie do Sclilesxvig-Hols-
lein ; porem devia ainda mais seguramente egui-
Ihoar o partido dinamarquez a apressar a lran m .rao suspirada ; esle parlido devia procurar exe-
rular a encorporacao aberla nu mascarada dos dout
ducados uu ao menos de Sclileswig, anles que a
separarlo das duas coroas a lorna>se completamente
impossivel.
Tambem o pulido dinamarquez applaudio com
rara unanimidade a proposito feila em 1844 na as-
sembl* dos Etladot em Koeskild, e qae rezava :
que a unnjade da Dinamarca e dos Ires ducados foi
declarada lei fundamental, e a conteslacao desle
prioripio prohibida como crime de alia lrair,3o. O
re Chrisliano vni, que prefereria transigir e espe-
rar, eedeu de molo propro a ircpelosidade desla
correte paeionel.
l'ma carta palenle de 8 de julho de 18,6 procla-
moii o Schleswig iosepar.volmenle ligado a Dina-
marca ; o mesmo se da, acresecntou ella, com a par-
te anligamente possuida do Holslein, e espera-se
estender tambem esta regra alem dos ducados. L'ma
segunda carta patente (de 18 de selemhro', menot
caiegoriea nat formal,augmentou a confusa.) sera di-
minuir a agila^ao.
Nesles enlremenles morreu o rei Chrisliano VIII
,20 de Janeiro de 1818.) Seu filho e succeisor, Fre-
derico VI, na prorlamsco que publicou no mesmo
dia, declaran admenle pelos principios que linham
guiado a poltica do finado re. Ao mesmo lempo
foram publicadas as bates de urna conslituicao uni-
taria que devia ser elaborada pelos liomens experi-
mentados eleilos em todas as parles da mouar*
cha.
Aberla a 17 de fevereiro, a assembla linhi come-
fado soas deliberarles moiloagitadat, quan 11 a no-
lioia as espiritos, exaltar todas as exigencias e precipitar
o destecho.
Em Copenhague o partido eider-dinamarquez
apoderou-se do goierno com a intencao altamente
proniinciada, le realisar, sem desamparar, a tepa-
rar;ao dos ducados a a encorporacao do Schlesxvic
ao remo dinamarquez ; em Kendsbourg inslituio-se
para os ducados um governo provisorio, e coja fren-
te achava-se o principe Frederico ir mito do duque
Aaslemboorg.
A lina armada que se segoio entre a Dinamarca
e o Schlesxvig he suflicenlemenle conhecida ; nao
lomos que traca-la aqui. Succumbirnm os ducados.
Nem de oulra sorte po leria ser, desde que a Prussia,
que obrava em nome da Allemanha. (iulia conclui-
do com a Dinamarca a o paz simples s de 2 de ju-
lho de IS.'iO, em coixequencia da qual foram reti-
radas as iropas allemaai a os ducados abandonados
a sua sorle.
No mez de Janeiro de 1851 o governo filho da re-
volura i de 18(8 abdicno ; fui lir.enceadu o exercilo
nacional, e a adminitiacSo Schleswig remedida
provisoriamente ao coroinissariado internacional,
Esle provisorio cessou em Janeiro de 1852, a Di-
namarca entrn na plena potse dos ducados. Tuto
se achava esaim restabelecido sobre o anligo p, de
anles de 1818. Kesia-nos recordar as medidas que
a volla das antigs difllculdades inspirou ao goveroo
dinamarquez, e a dizer a natureza do conflicto que
engendraran) as uovas medidn do gabinete de Co-
penhague.
./. E. Ilorn.
(I'resse.)
d'agua. M us
Onde esli, Hermn grilou lljrris com to-
da a soa forra.
Aqui respoodi-llie.
Eos Ires destruidoresacudiram minha voi.
fcmbora eslivesse mu fraco o rei das monlanhas,
epoiou orna mao sobra o meu hombro, encoslou-se
ao rorhedo, encarou lixamenle eses homens que li-
nham morlo (ant. gente para chegar a elle, e disse-
llies com voz firme :
ou Hadgi Slavros.
V. S. sabe se meas amigoi agusrdavam desde moi-
to lempo a occasiao de castigar o velho Palhcare.
Ilavitm promellido a ti mesmos sua morle cuino
urna fesla. Tinham de vingar as rapariguinha-, de
Mislra, mil oulras viclimas, a mim e a si proprias.
E lodevia nao me foi preciso reler-lhet o braco,
llana lal reslo de grandeza netse here arruinado
que eua colera cabio por si mesma, a cedeu o lugar
a admiraran. Todos Iret eram mocos, e tiessa
idade mi., ueiit dclii mais suas armas diante de um
Inimigo desarmado.
Conlci-llies em poucas palavras como u Rei me
defender conlra lodo o seu bndo, aptzar de estar a
morle, o no mesmo dia em que eu o linha envene-
nado. Eipliquei-lhes a balalha que linham inler-
ronipHo, as Iriucheiras que arabavam de sallar, e
essa guerr. extraordinaria em que haviam intervin-
do para matarem oossos defomoret.
lauto peior para ellet diese John Harria.
Traziamog como ajusli;a orna venda aos olhos. Se
os pahfes t v.ram um bom movimenlo antes de mor-
rer ; nao me opponlio a que isso 1 los teja levado em
conle l uo co.
Quanlo ao soccorro de que V. S. nos privoo,
disse l.obsler, nao se alllija. Com doos recoliers as
na is e oulros dous nos bolsos valemos cada um va-
le e qtialro linmeii'. Ja matamos esles : o oulros
podem vollar. Nao lie verdade, Giacomo ".'
Pela miulia parle, respondeu o Halles, eu der-
(1) O l.nnenbtirgo leudo 19 milhas quadradas e
oO.OOO halptaiiles. conla pouco ; cedido em ISIfJ a
Dinamarra, pela I'rusia, acabava de tocar, esle pe-
queno ducado forma, para assim dizer um fragmen-
to do I lu. ein, ao qual foi a ficou aunexado desde
1816,
espantase. Malavam rom prazei, e deletevVm-*e | r'bf' "' exercilo de loaros : e-tou dupo-lo : ve-
rom la jnica. O vento e a carreira Ihes linham j'ne re luzido a sellar carlat leudo riles pulso !
levado o eh-po ; teus c: bellos flucliiavem para
al-az, o eeaa olhot hrilhavam lao ferozmente que ere
diflicil disllngor, ,. mof|e p,rl, dfl Mu, 0|ll0J
os de suas mans. Pareca que a De-lroicJo ic encar-
nara nelles. Qaando nao vlcaai ao redor de si ou-
lros inimigot senao Iret ou qoalro feridos qoe arras-
lavam te gemeodo, eniao respiraram. Harria foi o
primeiro que lembroo- um coidado, n.lo labia te no numero dot outiot
t amliein quebrara a cabera de Hadgi ,i|. vr -.
(Vid. Diario a. 1(i8.)
Enlrelanlii o inimigo lomando a si do eepanlo re-
coir.ecara o sitio. T'SS ou qaatro salteadores tinham
lancitio a vl-ta por cima ilas Iriucheiras, e observado
a m irlainla Ir. Collzida nao saln que pensasse desses
tres il iu-11 s q(le haviam cabido cegamenle sobre
seua amigos e inimigot ; porem conjecluroo que o
ferro ou o veneno o lis rara do Kei des monlanhas.
Ordenes que se demolusein prudenlemenle nossas
obras de defeza. Estavamot fora de vista abrigados
por mu rochedo a dez pasaos da escada. O rumor
ilos materiaes qui caliiam adverlo meus amigos que
cirregassem novaminle a> armas, llidgi Slavros
deixou-os aze-lo e diste depois a John Harria :
Onde esl Phnilni t
A bordo de men navio.
0 seshor nao fez-lhe oenhum mal ?
I'iir venlura (omei lirOet las para nlormenlar
as mocas q
Temlrazao ; sou nm velho miserevel ; per-
doe-me. Proroella-me perdoar-lhe lambem !
Queboderei fazer-lhe t Agora que achei Her-
mn, hei de entrega-la quando o senhor qaizer.
Seml rsgale ?
Dorro velho !
O senhor vai ver se sou burro velho.
Elle passou o braco eiqoerdo ao redor do pescoco
de Dimttri, siten leu a mao trmula para o cabo do
sabr, lirou penivelmenle a lamina da bamba, e di-
rigio-se para a escada, onde os revoltosos de Cul-
Uid avenloravam-se heiilando. Efles reroaram sua
vista romo >a a Ierro se livesse aberlo para dar pas-
sagem ao juiz dos iofernos. Eram qoinze ou vinle,
lodos armados ; nenhum nusoo defender-te, nem
desculpar-se, nem fogir. Tremiam dianle da face
lerrivel rio Kei resoscitado. Hadgi Slavros foi direc-
tamente a Collzida, o qual occullava-se mais paludo
a mais fri do que os outrot, lancoo o braco para
alraz por um esforz impossivel de calrular-se, e de
um m golpe cortn esse ca beca ignobil. Hepoit co-
mecou a tremer, deixou cahir o sabr junto do cada-
ver, e nao qoiz mais apanha-lo.
CamiDhemos, disse elle, levo a bainha vasia.
A lamina non serve mais para nada, nem eu t.io
pouco : ja acabei.
Seus nimos tompanheiros chegaram-se a elle pa-
ra Ihe periirera perdao. Algan; tupplicaram-lhe qae
os ii.li ahanrionaige : n.lo sabiam que fizessem sem
elle. O Rei nao honrou-os com orna sti palavra de
resposla. I'edio-nos que o conduz'ssemos a Caslia
para lomar cavallos, e a Salamina para buscar
Paotiai.
O salteadores nos deiiaram parlir sem resisten-
cia. Depois de alguns pasaos, nvm amigoi perceb-
ram que eu arraslava-me dllicilmenle ; Giacomo
snst.nloa-me ; Harria per^untoa-me se eu eslava
feritlo. t) Kei lancou-me om olhar supplicanle : coi-
lado Coulei aos meus amigos que tentara orna
evi-'n perigosa, e que meus ps tinham ficado mal-
Iralados. Deseemos lentamente as veredas da rnnii-
lanba. Os gritos dos feridos ea voz dos bandidos
que deliberivam no metmo lugar, perseguiram-nos
al me'O quarlo de legua. A' propnrro que nos apro-
nnnviiii s da aldeia, serenava-se o lempo, e o ca-
minho entugava debaixo de nossos ps. O primeiro I
riio de tol pareceu-me mu bello. Hadgi Stavroi da-1
___IMTSRIQ
RIO DE JANEIRO.
SEMO.
SESSAO EM 4 DE JL'LHO DE 1857.
Presidencia do Sr. Caealcanti de Lacerta.
A' hora do cotluroe, feila a chamada, achando-se
reunido numero legal, abrc-ie a sestau.
Lula a acia da anterior, he approvada.
ORDEM DO DIA.
Nao ha expediente.
Entra em 3.a disrussio, e approvada com com a
emenda do Sr. Silveira da Mola
Apresentarode reqaerimento! e de um pa-
rerer.
O Sr. Ilran 1a i lindo oblido urgencia para ler pre-
ferencia na apresenlac,o de um requerimeuto, moti-
va c manda a mesa o seguinte requerimenlo, que he
approvadn sem debate:
" Requeiro, que se nomeie urna commiso espe-
cial de cinco membros para investigar at causas da '
exorbitante e progressiva careslia dos gneros ali-
menticios, e prnpor as medidas que Ihe parecem mais
convenientes fiara melhnrar os sollmenlos da po-
pularlo.Francisco C. Brandao.
He tambem approvado sem dbale o seguinte re-
querimenlo :
Requeiro, qoe se pec.im ao governo as acias de
ele lores da fteguezia de Ouricury, em Pernainbu-
co, alim de que Vio commisiao respectiva pira
dar sobre a mesma cleic.io o seu parecer. I'". C.
liranda.."
O Sr. Pae.s Brrelo, pela ordem' declara achar-se
sobre n mea o parecer da commtssaa especial no-
meada para examinar a denuncia feila conlra o ex-
ministro da jasltas ; e pede urgencii para que o
mesmo parecer seja ldo
Tendo a cmara concedido a urgencia, procede-
se, no meio de profundo silencio e attenc3o. t Icitu-
ra do parecer, que he assignado pelos Sr<. Jernimo
Jos Teixeira Jnior, Jo3o Lustosa da Csaha Para-
nagua e l.uiz K trluiii M ni./. Fuisa, e que conrlue
que a denuncia ^presentada pelo Sr. diputado Joa-
quim Gomes de Souza conlra o ex-uiinislro da justi-
ca, o_Sr. conselheiro Jos Tiloma! Nabuco de Arao-
|0, n,o devs ser altendida pela cmara doi Srs. de-
putadot.
O Sr. Presidente, na couformida le da lei respec-
tiva, designa o dia 8 para a l.< discussao do pare-
cer.
Os Srs. Gomes de Sioza, Coelho de Castro e Vi
ralo, pedem e oblem urgencia para serem lili- os
seguinles reqoerimenlos, que sao appovados sem di-
bale :
Requeiro, que se pet;i ao governo imperial in-
lonn ires minuciosas sobre a colonia il S. Leopoldo
o.especialmenle sobre as sotnmas qm se lem dispen-
dido com a mesma eolsnia ; as pocas ni que esles
soccorros foram dispenddos e o> rendiinenlus que el-
la lem dado.Joaqmm Gomes de Souza.
" Requeiro, que sj per;a ao governo imperial in-
formsc,ei sobre o qoe lem ltimamente havido no
municipio da corle sobre a venda de carne fresca
em certas e determinadas casa?. Se estas casas go-
zam ds algum privilegio particular, de faci, ou de
direilo, te he licito a lo to o ci ladao no estado actual
exercer a mesma induilria e que genero de imposto
pesa aobre ellas.Joequim Gomes de Sonza.
Requeramos a Btmsafao de urna commasSo es-
pecial, qu.| seiam remellidos os projeclos de re-
forma apreseittados aos arligos do cdigo cotnmerrial,
e bem assim o relatorio do presidente do Irtbunal do
commercio do Rio de Janeiro, a collecjflo de assen-
tos, e arestos de que fez mencao o relatorio do mi-
nisterio da justica, alim de que a dita eommissao,
pelo esludo de todos esles d idos, inicie com brevi-
derie as reformas
commercio.
^ Sala, etc.20 de jonho de 1857.J. Machado
Coolho dt Catiro.Barao de Mana'.J. de Almei-
da Pereira Filho.P. Jos Siaret de Souza.a
a Requeiro, que va' a' ccmmisi3u de poderes o
requerimenlo feilo a e que o inslro* revelando o numero dos qualificados
volantes da parorhia de S. J*fO da Parahiba, 4.
dislriclo eleiloral, par que aquella eommissao re-
He por isso que, visto a crise alimenlaria actual pensa as leis de amorlistcao em favor do collegio
se lembra da fundacao de tima caixa de soccorros, a das orphaas da cidade da llahia ;
qual, se nao ha de servir, para acabar com esla eri-j 3.a Dita do projeclo n. 92 de 18V6. sobre a por-
te, ao menos, na sua otiiniflo, a pode actualmente mulaolo do terreno da cmara municipal de Porto-
apresenlada na 2."
diicu-san, a proposi^ao da cmara dos ilepulados au- I considerando o seu parecer sobre as sJsleSss daqoel-
(orisando o governo a depositar no Banco do Brasil e "
suas caitas filiaes as ominas disponiveis do lliesouro
e das thesourarias da fizenda provinciaes.
He rejeila-ta em 2.J discussao, depois de orarem
conlra os srs. Dantas, Ferraz e marquez de (Minia,
a proposico sobre dispensa de idade do eslu laute
da Facoldade do Rectfe Fretetico Auguslo de Oli-
veira.
He lamben) rejeilaria em 2.a discussao, depois de
orar conlra o Sr.'marquez de Olin.la, a proposito
auloriaanlo a malricult no |.s anno da Faculd-.de
de me linna da Babia ao e>lu lanle Ignacio tVreira
de Almeida.
Entra em l.n discussao, e lie approvada para passar
2.a, a propositan do s?nado aulOiisando o governo
a matricular no 4.- anno da Faculdade de Direilo do
Rerife ao estudanle J. Francisco Viauna.
Esgolida a malcra da otdetn do dia, levaola-se a
sessao s 11 horas e Ires qu arlos.
CORRIGENDA.
No tirado do discurso do Sr, ministro da la/en -
da, publicado no Correio Mercantil de honlem, es-
cappu urna inexaclidao. S. Exe. is3odisse que os lai-
dos existentes no Ihesouro represenlavam nicamen-
te sal'lus de recursos; o que S. Exc. declaruu foi que
esses saldos comlavam, pela maior parle, de recur-
so', mas que nelles enlravain lambem excelsos de
receita lobre despeza.
CAVARA DOS SRS. DIPUTADOS,
SESSAO DE 4 DE JILHO.
Presidencia do Sr. fconde de Bacpendy.
A' hora do cosime, feila a chamada, e achan-
do-se reunido numero legal, ahre-se a sessao.
Lida a acia antecedente, he appruvada sem de-
bale.
EXPEDIENTE. .
Um requerimenlo das autoridades e dos principan
bal,uanles da villa de S. Borja, em Missoes, ua pro-
vincia do Rio Grande do Sul, pedindu : I. a con-
cesso, para ser applicado a conhnuacau das obras
da nova matriz da villa de S. Borja, o producto dos
predios nacionaes ellos na praca da mesma villa, e
que foram arrematados por cuota da naci nesles
ulliinus annos ; 2.", a conresso de duas lolerias a
beneficio do corpo da matriz de S. Bnrja. He re-
medido eommissao de fazenda.
O Sr. Sergio, (pela ordem; considerando de maior
urgencia o projeclo que Irala de favores concedidos
as emprezas fie silradas de ferro, pede que seja o
dito projeclo dado para ordem do dia, apezar de nao
se acbar ainda impresso o parecer das commistes a
respailo.
0 Sr. Presidente declara ler-lhe sido participado,
que a impressAo do parecer Meara hoje prompia, e
que ia dale para ordein do da ; convindo entretan-
to, que na occasiao p'opria o Sr. depuladu proponha
a orgencia, porqaanlo, sendo tambem urgente o pa-
recer que (rata da verificaron de po lere de um
membro da casa, ser necessario que a cmara re-
solv.
va pouca atienran ao mundo exterior : refleclia em
silencio, lie algama cousa romper com um habito
de rincoenla annos.
A's priineiras casas de Caslia enconlramoi o frade
que levava um enxame de ahelhas em om sacco.
Elle cumprimentou-nos e desculpoo-ie de nao ler
vindo ver-nos desda a vespera. Os lirot Ihe linham
feilo medo. O Rei saadou-o com a m3o, e patsou
Tanta.
Oa cavailoe de meus amigos os esperavam com seo
guia junio da fonle. Pergantei porque traziam qua-
Iro cavallos. Dissersm-me que Mr. Meriosv razia
parle da expedicao, mas que se apeara para contem-
plar ama pedra cariosa, s n,1o reapparecera.
Giacomo Fondi collocou-me sobre a sela, o Rei
ajadado por Dimdri monloo penivelmenle. Hariis
e o sobrinlin sallaram sobre seos cavallos ; o Millez,
Dimilri e o gula nos precedern] a p.
No caminho cheguel-me a Harria, e elle coutuu-
me como eahira em seu poder a iilba do Rei.
Imagine, diste-me.que eu chegava do cruzeiro
mui satisfeilo e ufano de ler laucado ao fondo meia
duiia de pitaUs. Ancoro no Piren domiugo t teii ho-
ras,salto em Ierre, como desde oilo dias vivia l-
mente cora o meu estad om.or,rieseja va con versar com
os amigos. Tomo um carro de aluguel, e diego a casa
de Chrislodulo no meio de ama conslernarao geral:
eu nao leria jamis acreditado que podesse haver
lano enfado era casa de um pasleleiro Todos esla-
vam reunidos para rear, Chrislodulo, Maroula, Di-
milri, Giacomo, William, Mr. Merinay, e a rapari-
ga dos domingos mais ataviada que nunca. YVilliam
conlou-me o que Ihe acontecer. He intil dizer-lhe
te
m
me
loda em procara de quinze mil francos ; porem aeus
psis Ihe abriram um crdito mni limita lo : em unta
palavra, nao achou a somma. Dirigio-te desesperado
a Mr. Merinay, mas esle diz que lodo o seo dinheiro
est emprestado a amigos ntimos, longe daqu, mui
longe, mais longe do que o fim do mondo.
Ora disse eu a I.obster, he em moeda de
chumbo que devemos pagar to velho faccinoroso. De
que le serve ser mais dexlro que Nemrod, para ferir
tmente a pnsao de Scrates > ilonvem orgamsar
Unta carada de Pallicares! Recutei ha algum lempo
fazer ama viagem i frica central, e agora eslou
arrependido. D muilo mais prazer alirar subre una
caja que se defende. Faze provislo de plvora e de
balas, e amanhaa bem cedo miraremos ein cam-
panha.
Williairi cagle o tozol, Giacomo da um grande
allenuar. Nesle seuddu apreseula um arligo addi-
livo ao projeclo que se discole e manda-o a mesa.
Sao lilas e apoiados os segointes :
Artigos additivos.
Sao igualmente rondeddat 50 loteras de cem
conlos de res cada urna, que corrsrao de preferen-
cia a quaesquer oulras, fiesndo o governo encarre-
gado de applicar o seu beneficio liquido fundacao
de urna caita de soccorro para as clanes necessila-
das, era quanlo durar a actual careslia dos geueros
alimenticios.Brandao.n
ii Ficam igualmente concedidas duas lolerias as
mesmas condicoea para o hospital da Misericordia da
cidade de Goianna.Braud.lo.
ti Ficim igualmente concedidas qaatro leleri&ss
annuaes empreza da opera lyrica nacional, a
quaes corrern de Ires em tres annos. Rolngue*
dos Sanios, a
" Ficam concedidas qualro lolerias com as mei-
mas condices para a casa de caridade do Cear.
Araujo I.ima.n
Ficam concedidas tres lolerias as mesmas con-
tlicaes em favor 'as malrizi* de Villa Nova, Paca-
loba e Porlo da Folha, em S^rgipe, urna para cada
freguezia.Baplisla Monleiro. n
Ficam concedidas duas lolerias as mesmas cun-
dieses em favor das abras da mal iz da villa do Pil-
lar na provincia da l'araltb..A. J. Ilenrique.
n Ficam igiialmenle concedidas duas lolerias nat
mesmas coniice'. sendo urna a beneficio da matril
da freguezia de Cabo-Ver.le, em Minas (i-raes, e
oulra a beneficio da ig'oia matriz da villa de Pastos,
na mesma provincia. Brelas.
Ficam concedidas duas loteras as mesmai
condic.oes das do projeclo a favor do collegio de ius-
Irurcao secundaria da villa de Ubi na provincia de
Minas. All i\ le.
l Fica c ni :e li la mais urna lotera a beneficio da
malriz da cidade de Baepeudy que sem' exlrahida
na corte.Paiva.
Fica igualmente concedida urna lotera as mes>
mat con lien* cojo pr>doci,o sera' emprsgado na
conslraccao de urna igreja ou eapella ua p n-oacao
denominada Poulinha da Villa de Porlo Seguro,
comarca da provincia da Baha.V. Pederneira.
a Ficam igualmente concedidas duas lolerias pa-
ra a fniirmiii da igreja malriz da cidade de Pooto-
Alegre (Minas-Geraes) que atl sendo conttruitla
expensas dot particulares.Dr. Ferraz da I.oz. n
Ficam conce tidat doas lolerias a' cada orna das
freguezias da Villa de Pamba, de Prados e de Sania
Rila, no termo de Birbacena. Cerqoeira Leile.
o Mas duas loteras em beneficio de conclasao das
obras da nova malriz da cidade de Macei. e qualro
em beneficio do hospilal de caridade da mesma ci-
dade S. F. de Arauju Jorge. Roberto Calheiros
de Mello. A. C. de Sa' e Alboquerque. S. C.
de Sa' Benevidei.
a rica igualmente concedida ama lotera a'san-
mais conveniente ao cdigo do 'a "sa da Misericordia da cidade da Victoria, capi-
| lal da provincia do Espirito Santo, a qual dever
ser exlrahitla nesta corle. A. I'ereira Piulo.
Fica a discusslo adiada pela hora.
Segunda parlo.
Forjas de Ierra.
Conlinua a diicossa, dos arta, adlitivos ao projec-
lo que lixa as furgas de trra.
O Sr. Coelho tnini-lro de guerra") prononcia-se
conlra alguns arligos addilivos.
Quanlo ao regularaenlu do aju1ante-geuer.il, re-
conhece que precisa de mo lilicaroei em elguns pin-
tos; nas d-rl ra que o governo se considera ja au-
lorisado, pclioropria I-i, para fszer ai reformas
que furem julgtdas neressarias. Paranlo, er que,
ue-le caso, c.s(1u o m ilivo pelo qual foi apiesanla-
I.) o arligo ataigaada pelo Sr. Rodrigues dos Sanios
e uulros Srs. debutados. D'dara que o governo de-
soja salisf tzer, de todo o modo, s vitlat da cmara ;
qoe ja lem iniciado Irabalho! a respeilo do regula-
memo da rapartictlo do aju lanle general, e compro-
melle-sa a reve-lo.
M.ianlo ao artigo que te refere H promoens, jul-
ga-u incoiivenieiile. R-conhoce que a cmara lem
o direilo de examinar os actos do poder execulivo ;
mas o que nao convem he ncumhir-ie detse pro-
cesso o propno governo.
Moslra lambem que he inexacto o tere n silo pro-
movidos dous aslrangeiros, como disse o Sr. depu-
lado Baplisla Monleiro.
O Sr. Rodrigues dos Sanios, a' viste do que aca-
ba da dizer o Sr. ministro, pede para relirar, pela
sua parte, o sea arligo ad lilivo. E lie Disto arora-
panhado pelos oulros signatarios do me- nn arligo.
O Sr Mar hubo de Cimpos pede lambem para re-
tirar o sea artigo.
Consultada a cmara, coosente na retirada de am-
bos ot artigos. j,^
OSr. Paraohos 'pira responder) ; depois de algu-
mas rrflexoea preliminares, em rolar io ao Sr. de-
polado por S. Paulo que fallou na ulima ses aus doos senhores deputados pelo Para e por Minas
que fallaran) ha dous das, entra na apreciadlo dot
argumentos apreseulados por aqoelte Sr. depuledo
por S. Paulo conlra o regulamenlo do aju lanle ge-
neral, combate-oi, < conlronla.eniGm esle mesmo
regulamenlo eom o arligo do eomraaodaule das ar-
mas, para mostrar que o ajudante general nao he,
nm pode ler a enlid tde que le anlulnou auelle Sr.
depulado.
tmlim cila um trecho de Duvergier de Hauranne
para provar quanlo he necessaria a csnlialisardlo
principalmente em relac.i. ao exercilo.
Cjnclue dizendo que, com quanlo o regulamenlo
posas ser melborario pela experiencia e luzei do Sr.
iiiini-lro da guerra, nao contera os defeitut capitaes
que algios Srs. deputados se etnpenharam por mos-
trar. Olanlo ao que podi.i naver de razoavel uas
observarea do Sr. depulado por S. Paulo, o Sr.
ministro da guerra o ouvio, e a cmara confiara, co-
mo o orador confia no criterio do mesmo Sr. minis-
tro, cujas boas inlencOet esiao fora de duvida.
A discussao ficou adiada pela hora.
A ordem do dia para legutida-feira he a ifguinle :
I.-1 Parle : discas-.lo de preferencia entre o pro-
jeclos t, e 37 deste anno sobre a quanlia de empres-
limo pan a construcco di estrada de ferro de D.
Pedro II, entrando immedialamente sm primeira
discussao aquello que for preferida ;
Di-cusiao do parecer da eommissao de poderes so-
bre a eleicao do terceiru dislriclo Ha provincia de
S. Paulo.
3. Discussao do projeclo n. 15 desle anno, qoe
concede lolerias a' nova empreza lyrica ;
3.a Dila do projeclo n. 3. do mesmo auno que dis-
te dislriclo, declare qoemseja o verdadeiro depulado
do 4. dislriclo da Parahiba.Virialo.o
ORDEM DO DIA.
Primeira par!-.
Cotceselo de lo/crio* ti ora empreza lyrica.
OSr. Uran lo : Cunera por fazer algumas oh
servares conlra permissao de lolsrias, pelo felo
da sus limnnrali lade e pelos seus elleilos pernicio-
sos.
Isto diz consideran lo as I ilerias em geral. A
seu ver s um fim benefleo, ulil, salotar ou de gran-
de necessiilide, pule alzuma vez jastllicar ou descul-
par um pouco u emprego des-e meiu.
Particularisando, e referindo se as lolerias de'qoe
se Irala, er que nao se pode demonstrar que a
roncesaao Icllia para o (healro lyrico leja de tal na-
lureza que, em virlude riella, se quebranlem o prin-
cipios da sciencia e se coulinue nesle syslema rlsjo-
go Un pernicioso.
Faz lucirlo do numero enorme de lolerias que fo-
ram o anno passado concedidas pela cmara. Entre
eisas concessoes algumas nolavem-se com fins muilo
uleis.
In :> para o senado, muilas dellas eahiram, ien1o
lodavia approvada a do Ihealro lyrico, islo he, nma
conceseflo, nao de um i ou duas, mas de cem lolerias!
Devendo-se mais notar que, ein quanlo ja se lera es-
trellido urna grande parle deslas, lem ficado a' mar-
gen) oulras, lambem concedidas, enlre as qoaei ella
doas para reparos oa inilriz do Engeuho Velho, al-
gumas para oulras malrizes e obras de caridade E
einda agora se vem pedir mais 12 lolerias para a ma-
nutenan da nova empreza lyrica, islo he, de urna
empreza eslrangeira De s't.rle que algumas con-
ce-soes que pud)am ser fundadas em mnlivos mais
mometilosos, nao bao de sor allendldas : enlrelanlo
que, para se pagar prerot labuloso e cantoras, e
me*rao canlores, muilas vezes ji gastos dizendo-se
de primeira ordem que gaiiham por mez ordenados
que nem por anuo recebe um alto funecionario do
paiz, se concedem loteras a's raaos cheias, pelo mo-
livo especioso de nue nm Ihealro lyrico he urna ne-
cessdade para urna capital illuslra'da, como se uo
houve-se oulros eslabelecimeutos muito mais ueces-
sarios, e mais dignos de nma grande capital.
Dar' o seu voto a' concesiu de loteras para obras
tle templos, casas de misericordia, hospicios tle men-
digos, para qualquer empreza nacional,p ir exemplo,
para o emprezano do Ihealro de S Pedro que lem
lutado rom numen-a. dillculdadet ; mas a e-iratu-i-
ros, ouo minias vezes vem aqu fazer forluna, e vol-
tam depoi. para seu paiz, fallando al conlra o Bra-
sil, nao lem a coragem do dar o seu vol; e er cum-
prir om dever de Bra.ileiro.
Suppond; que o projeclo ha de pastar, qoe o mal
teguillo a sua apreciaco | ha de ser approvado, co-
mo pensa, quero que ao menoiacnmpanhe a esse mal
algnm hein ; que, ao pa conloa de res para e-sas cantoras, ae olhe lambem
para o nosso povo ; que, ie se concede loleriai para
que os felizes da sociedade v,1o paitar algumas horas
enlrelidas, concdase lambem algamas para o, qae
molla, vezee nao lem o estricto necessario para la
existencia.
murro ubre a mesa ; vosi conhece os murros de
Giacomo, jura acomoanhar-not com lauto qoe se Ihe
d ama espingarda de um cano. Porem o mais fu-
rioso de lodos era Mr. Merinay : quera Ungir as
maos no saiiaue dot culpa ios. Seus servirjos foram
aceilos, mat offereci comprar-llie toda a caca que
malasse. Elle eleva sua vozinha da manera mais
cmica, e dizia mostrando saus punhot de moca, que
Hadgi Slavros leria de haver-se rom elle.
Pela minha parte ria-me muilo, lanto mais por-
que um hornero esl sempre alegre na vetpera de
urna balalha. Lobsler ficou mu conlenle de mostrar
aot salteadores ni progresso que linha feilo. Giaco-
mo nao rabia em si de alegra ; Mr. Merinav linha
raiot ao redor da cabera. Nao era mais om homem,
era um logo de aditicio.
A' exeepcao de nos, loriui os convidados estavam
Distes. A molher do paiteleirn persignava-se a cada
momento, Dimitri erguia os olhoi ao co, o lenle
da phalange nos aconsediava que refleclissemos bera
anles de rmoi alacar o Rei das moulanhas. Masa
moca de nariz chalo, aquella que vosi baplisou de
Cnnolima incariabiUs, eslava mergolhada em urna
dur iiileiraueme jocosa. Dava profundes suspiros,
cninia tmenle em apparencia, e eu lena podido fa-
zer entrar no mea ollio esquerdo toda a cea que ella
melleu na bocea.
He urna boa moca, Harris.
1,1o boa quanlo vose quizer ; mas achoque
essa la indulgencia ultrtpasia o limites. Quanlo a
mim, nolica pude perdoar-lhe as saias que mellem-
se obstinadamente debaixo rfos pi de minha cadei-
nlou-me o que II.. acontecer, lie ...un dizer-lh. ra, 0 cheir0 ,,e p,lcllollll qu0 e ,, e jon|0 j
dei bellos gr.los ; eslava furioio contra m,m rae,- s, e oa olh,res |nauidu9 ,? ,aD ,0' ^JZ^l
o de nao ler-rn, ach.do prsenle. O pequ.no aflir-! sa. Parece que nao pode observar "urna garrafa seT.ao
.-meque fez quanlo pode. Percorreo a edade, com olhos requebrados. Mas se voss gosla de
requebrados. Mas se voss gosla dessas
maneiras, nao lenho n.da a dizer. Ella retiroit-se
t nove horas para o colleojo, dei-lho boa viagem.
Enlao cometo a refieclir teriamenle : urna vez
nao he coslume. Cuido que me seria postivel recu-
perar o amigo per lidu sem acriicar outros dous oa
ires, e digo joven Pallicare :
Seu pti ama-a I
Mais do que a propria vida.
Ja recusou-llie alguma cousa ''.
Nada do qoe preciso.
E so a -cultora Ihe escrevesse que precita do
Sr. Hermn Schullz, elle o enviara pela volla do
correio ?
Nao.
Tem certeza disso '.'
Absolutamente.
Luan senhora, su resta fazer nma cousa. Com
salleador, salteador e mcio. I.evo-a para burdo da
Fancy, e conservo-a em refeo al a volla de Her-
mn.
Isso mesmo ia eu propor-lhe, disse ella. Desie
modo meu pa Ihe restituir leu amigo.
Interrump a e-las palavras a njrrae.lo de John
Harris, a disse-lhe:
Oh! nao admira a pobre mora que amu-o a
ponto de cnlregar-se a voss sem receio ?
Ella quera salvar o pai. e bem sabia que de-
clarada a guerra, elle nao nos escapara. Promelli
trata-la cora todas as allences que om homem de-
licado deve a urna mulher. Ella choruu at o Preo;
consolei-a como pode. Murmurava enlre us denles :
o Eslou perdida Demonslrei-lhc por A mait
B que lornaria a achar-se. Podi-lhe qoe descette da
carrnagem e embarquei-a com a criada na minha
chalupa, a mesma que agora hot espera. Escrevi ao
velho saltead ir urna cada categrica, e reenviei a
criada com urna pequea mensagem para Dimitri.
Desde esse lempo, a bella consternada goza abso-
lutamente de minlia cambra. D.- ordein de Irala la
Alegra ;
2. Dila do projeclo n. 52 de 1856, que prohibo
conservar abenas nos das santificados o eslibele-
cimenlns commerciaes, ofticiuai e fabricas.
2.a Parle : continuarlo da discussao dos arligus
addilivos ao projeclo que fita es forras de (erra.
Levanta-so a sessao as 3 huras da tarde.
PEBMAMBgCO.
PAGINA AVULSA,
1SOIC IffiSaiVa
Continuargo da noticia da obra da Senta In-
fancia. Vtde u Mari" anlece denle n. 170.) Etles
estabelecimentu, primeiro asylo para a oraran, a
laboriosa nrcuparan dos meoinus i esgalados, nao se-
ra t ao mesmo lempo um centro de reuniao onde che-
guern e d'onde parlara os missionanus europeos, on-
de, segundo as circumslancias, Ihes idlerec.nn uin
descanso necessario, um abrigo contra a persegoi-
c3o, a contolacao de exercer seu ministerio ao lado
de seus discpulos, a facilidade de aprender o idio-
ma, de se fazerem familiares, aos cosanles do paiz?
Constando a China de dezoito grandes proviuciae, da
urna pupularao regulada era pedo de vinle milhes
de habitantes, differenlet em lingual e hbitos, que
inconvenientes llavera' em que cada ama dellas,
ni mde alguna mancebos para se disporem a ser ta-
cerdolei e csthechiilas.e que nes grandes e pequeo!
rollegioi, aos grandes e pequeos seminarios por es-
le meiu te reuuam quasi todos os dialectos e usos do
imperio'?
Para conhecer o objecto e a importancia desla
obra, deye bastar o que fica dilo : nao ha mais que
vc-la 13o limplei e lerna, lao formoia e fcil m ii
mesma, Uo segura em seus priraeiros resoltados, a
de tao ricas esperanzas, para fazer nos leiner o dif-
feri-la, nSo menos que o limita-la. Porm..... qua
dizemoi d.freri-la ?
llavera' quem poste resolver-se s isso sem urna
especie de crueldade ? Como differir respeelive-
menie aqaellet, sobre quem um unanlo de vida de-
cide sai salvarlo oa soa coodeinnacao eterna T Dif-
ferir quando todos ni dias morrera .miliares de me-
ninos, e morrem tem baplismo Por oulra paite a
necessdade de nao pdr-lhe limites ee conhece fcil-
mente, assim como lambem o de crear-lhe uro fuodo
especial e distinelo, qae nao se confunda com oulro.
de maueira alguma, nao tmenle para que o dinhei-
ro, inicio de sacrificio, v directamente a seu desti-
no, sen.lo tambem porqoe qualqoer obra pie, qoo se
mancumunitte com a nona, poria aos reperlidoree
no maior embarazo para a diilribuicao dos fundos
pecuniario!, oa para melhor dizer, ot constituira
ii urna especie de neceitidade, de eonverler (udo em
favor ria obra do'reigate. Porque como poderiim
elles recusar alguns reaes de man para a vida, exi-
gudo-os a salvaran de om menino, que u3o se veri-
ficara de oulra roaneira "
Como por limites a' mesma misericordia de Dos '.'
llavera' quem, por um algarismo (qt-alquer qoe le-
ja) Ibe diga nao pastars daqui '{ nao, pan a obra
do resgale nada de raas leoo ai que eslo signela-
d is pelo liindo parliculir e dislinctO que formara' a
caridade cbriiiaa. Verificado islu, sera' quando to-
los podermos tranquillisar-oos, porm com resigoa-
co, ludavia ao ver que, por muilo lempo, e lalvez
smpie, os recursos seras inferiores as suas neceisi-
dades.
Ellas sao immensas ; mas com ludo devemos dcs-
cmiar e confiar, porque dispondo esta obra a ,er
instrumento simples e dcil da Providencia, nao se
impedir' nem e limitara' toa nrcilo ; poderemos
espirar mullo da divina misericordia, e prumeller-
itio-iins ludo das industrias, da labeduria e do amor
do que quer a ealvaclo dos homens, e lao -igual.ida-
nieule a da infancia ; eniao llenaremos obrar ao
que sabe iuspirar era lempo opporluno, sacrificioi
generosos, e lirar de um mal grande um bem anda
maior.
Resla-uos agora rtizer alguma cous sobre o meio
adoplado, para reunir os soccorros indspeusaveis pa-
ra o bom exilo da obra. Prefrria-se a lodos os da
aiiociacao, porque parece o mais naturalmente indi-
cado pelas circunstancial, o maii conforme a' Pro-
videncia, e o que nos attrahira' mais heneos do
Deot iprova diito a obra admiravel da propagara >
da f<), malo tambem o mait anlogo ti IraliccOeeda
primitiva igreja, quando a oracao e a emula se fa-
ziam era commum a por um mudo regular de sema-
na era semana, como o ndice o aposlolo.
Deu-se preferencia a loda outra asiociicSe a da
infancia, porque esla uenhuma oulra tem al agora
que te baja etlabelecido de um modo geral, e qoo
se pona dizer proporriooado a si.a idade e as soai
lo-cas. Uavendo recebido lauto da rehgiao a to-
raic a calbolica, pareceu-oos juslo que ella lambem
concorra com alguma oracao e rimla a' procurar
infancia infiel a felicidade de conhecer o Dos do
Calvario e da Eucharitlia. Tambem se preferio es-
to nume a qualquer outro pelo temo aSeclo qua nos
impunha em favor dos meninos, porqae sabemos
que a oracao he grata ao Senhor, e que elle ama
ealeeacrilicio da primeira idade da vida ; sabemos
que se nao delxa vencer em ginerosilade, e qae se
a plemlu le de luis riquezas como qoe pede presti-
do a infancia, he para dar-lhe direilo a recomponas
magnifica!. Alm de que, por osle meio cremoi
ditpo-la ao mesmo lempo para a grande e importan-
te obre da primeira communhao e fortalecer soa per-
severante.
Na verdade, tanloi meninos adoptados e regene-
rados no berro do chritlianismo, e recolhidos no teio
de Maria pelo asylo qae enconlrarao nos sancloarios
consagrados a' soa dovocao ; untas miiiat celebra-
da! e 13o piedotai orares, ao passo qae alirahir.lo
noval graca sobre a obra, obrigarao de dia em dia
os re.g liado, a pagar a seus bemfeilores a divida do
seu reconhecimeuto.
I'ersuadirao-nus prestar aos pais e mais de familia
um dos serviros man caros, procuraodo-lhes com el-
la ubra um meio fcil e aoave de excitar relativa-
mente a seus filhos ni aclos de urna sabedoria vei 1a-
deiramenle Ilustrada. Por ella, em primeiro logar,
lerao a felicidade de fazer-lhe conhecer a estancia
mesma da religiao, eicilando em seo espirito um
pentamento vivo e penetrante de amor a Jesut Chris-
lo, o adoravel Salvador da iufancia. Ero segundo
lugar, nao he om rasgo de sabedoria o abrir nm cam-
po brlhante a estas maginacSe pueris, po-las em
movimenlo a' vista de quadroi temos, e enche-las
Drz minutos depois iipetlo a m3o de nossos amigo*, : como filha de um rei. Espera! al segunda feira a
marcamos ponto de reuniao para o dia seguinle, saio,
acord o cocheiro, e adevinhe a quem acho na car-
ruagem ? Crinoiina iitrariabilis com a criada do
pasleleiro.
Ella pe om dedo sobre a bocea, enlro sem dizer
nada, e partimos, ti Senhor Harria, diz-ine ella em
ingle/, jure-me renunciar aos seus projeclos conlra
o Re da! inonlaiihas. it
Ponho-me a nr, ella a chorar. Jura-rae qoe serei
i noile a re-poila da pal mas falln-me a paci-ncia,
e vollei a minha primeira idea. T.miei na pistola!,
(iz liajnal aos no-sos amigos, e voss sabe o reslo.
.\gora por sua vez dove ler um volumo intelro a
contar-me.
Esloo a' sua disposr.io, respond eu ; mas he
preci-o que eu tltga primeramente urna palavra ao
oovdo de Hadgi Slavro*.
Chegoei-me ao-Kai das monlanhas, e disse-lhe em
mi.Mo ; respondo que eu lie que malo os oulros ; voz baixa : Nao te por que contei-he que Plioliui
ella uppd-se s que alguem maie Hadgi Slavrot ; ama a Joba Barra. Sem uvida u medo liuha-me
quero saber por que; emlim, esgolada sua eloquen- perlarbado o juizo. Acabo de eorwersar com elle, o
ca, exclama como no quinto acto de om drama : i joro pela cabeca de mea pai que ella Ihe he 13o u-
.' ile meu pai a < diffennle, como se elle nanea Ihe livesse fallado, a
O velho agradeceo-ms com a mao, e (si conlar a
John minhai avenlurai com Mary Aon.
Bravo eiclamou elle. Eu achava o romance
incompleto por falta de algum amor. Eii-ahi mailo,
o qae de cerlo nao he mao.
Deirulpe-me, lornei Ihe. Nao lia amor em
ludo islo: urna boa amizade de um lado, a algum
recoohecimento do oolro. Mee caldo qae na he
precito man do que isso para nm casamento bem
proporcionado.
Cate, mea amigo, e lome-me para lestemunha
de soa felicidade. Quando tornar a ve-la '.' Eu da-
ra muilo pira assiilir i entrevisla.
Eu qoizera fazer-lhe ama sorpreza, e encon-
Ira-la como por acaso.
Boa idea Depoii de amanhaa, n> baile da
corta! Voss esla' convidado, o en lambem. Acer-
ino espera sobre iua meia em ceta de Chrislodulo.
Por ora, meo cmara Ja, he precito ficar a bordo do
mea navio para refazer-te um pouco. Seo cabel-
loi es(3o mal traalos, e seus ps feridos temos
lempo de remediar lado.
Eram teis horas da larde quindo entramos na cha-
lupa da Fancy. O Itei das montanttas foi condozido
al o convs : nao poda mais suslentar-se. Pholini
lancou-se em seos bracos chorando. Era mullo ver
que todut aquelles que amava linham sobrevivido a'
balalha. porem ella achou o pai vinle annos mais
vHbo. Talvez soffresse lambem pela iodifferenca da
Harris. Esle enlregoo-a ao Rei com om desembara-
o,ii lodo americano, dizendo-lhe :
E-laraoi quilei. O senhor en(regou-me o meu
amigo, retliloo-lhe sua filha. At boaa roolas fazem
bom amigos. Agora, angosto velho, debaixo de que
clima abencoado do co ira' procurar quera o enfor-
que ? O lenhor nao he homem de relirar-se dos ne-
gocies !
Perdoe-ine, respondeu elle eom certa altivez ;
ja' de-, o li-me do talleamenlo, e para tempre. Qua
faria oas montanhai 1 Todos os meut homens eslao
o. mus, feridot ou dispertoi. -Poderia recrolar ou-
lros ; mai estas roSos que fiteram corvar tantas ca-
beCM reeasam servir-me. lomera os rao^os o mea
lugar ; mas detafio-ot a igualar minha fortuna e rni-
nha fama. Qae farei desle reto de velhice qoe o
senhor deixou-me .' Ainda u3o sei, mas fique cerlo
de que meas ltimos dias serao bem empregadoi.
Tenho de casar minha filha, e de dictar nimbas me-
morial. Talvez ainda, sa os abalos dula semana nao
me fatigaran] demasiadamente o cerebro, coniagrarei
ao servico do Estado meus talentos o tninha expe-
riencia.
(ConiHuar-ir-Aa.>


v



.




DIARIO DE PERNAMBCO QUARTA FEIRA 9 DE JUI.IIO DE 1857
de verdadeirci lentimenlos c deiijoi de candarle
Nao he ama ternura Ilustrada o Inida-la, n'uma
ordero nova de gozos puro e delicio" ? Nlo he la-
lodorii em beber o corejao desles meninos em lico-
res ceiTrr, cuja fragrancia se taro' sentir por moilo
lempo '.*
Nao he sabedoria e ternura ao mesmo lempo, o
eiercilar-se em uteis e piadosos patronatos mu pro-
prios para inspirar desapego as luxo e amor a re-
compensa das pequeas economas, que pioporcio-
r.ir.M a oulros ineninoi pobres di I n de participar
de obra, dando per elle a temla de um sold por
semana, ou a qoola nimia I Anim o n.enino rico a-
judara' em srgredu an que esliver imposibilitado de
contribuir mala r.ue com a oratlo ; por cojo meio
se augmentara' diante de Utos o mrito da earidade
fraterna, e tomara' incremento pinico a pooeo o do-
brado thesoar da nrar.lo e esmola que pedimos para
Duasa obra,
Sempra envimos diur e leralroenle he libido
que nlo he ptrmiltidot molturas penetnrom alm
das grades para a eipella-mr de qualqutr Igreja,
mas hoja ludo esl mudado e nada admira, porque
cor o modernismo c o hom tom Dada lia de exlrnor-
dinario, ludo tein desapparecido, al roetrao eesa
prohibiclo. Qoanln a ni nlo pedemos afaslarmo-
uos deise principias jue se acham estabehcjdos a
per Isso nao podemut igualmente deiiar decensurar
os abusos que se commellem quotid anameme, co-
mo succedeo na noile da testa do Na Senhora do
Frontispicio do convento do Carroo. em que um sem
numero de senhoras penetrando ilem das grades, se
foraro collocar na capella-mor. Esse fado que foi
por nos e mu i la gente observado, ryela, aeoao urna
taita complata de respailo a creda a nossa relig ao,
ao menos um eitado de immoralidsde que.sem vida deve acabar. A noisa religiao nao dislingoe
clasica, qualidade, nem condices; ella tem feilo
extensivo para lodos os seua preceilo?, que devem
ser guardados e letlriclameute observados ; por lan-
o fcra Intil eise m.io habito de cada um querer o
roelhnr lugar ainda mesmo aqoelle que nao lhe he
concedido.
Consta-nos que na noile do dia 26 do crranle
pelas II liur,is Uvera lugar na ra Direila urn alar-
ma produiido por algomai pesaoasque correndo gri-
taran)pega o ladran.Nao Bebemos ao eerlo o que
a ieo dera lugar, apen.is nos informaran) ligera-
mente ter sido um gatuno que experimentara una
porta se eslava bem fechad, cu que prscurava ti-
rar o molde da fcirhadura.
lomos ao eipectactlo no sabbado emjj Santa
Isabel: era a Grata dlleos o trabalho tcenico da
da DOite. Se bem que nao fajamos umaieienha
cireomilanciada de lodo o espectculo, diremos com
ludo algoma coosa. OSr. Germano, como sempre,
traballiou ao nosio ver admiravelmenle; o leu ta-
lento revelava-ie em qualqucr scena que este velho
enmraendador, que mal poda comportar sobre os
hombros a carga dos annos, pretenda csrregar um
nedin menino, traveso alravancado de aljava, arco
e aellas rdeme-. O Sr. Germano se copiaste o carc-
ter decertos velhoacoi adamados e rabugentos, nun-
ca deiempenhariu tao satisfactoriamente o papel que
lhe costn lanos e (ao repelidos applaosos. A Sia.
M.inoslla he aquella'mesma artista de m.ecimen'.os.
A soa reapp.irirR.) no paleo foi victorl-da com orna
enehente de palmas e phreoelicoi bravos ; a alegria
ralou em loda a tala, e n3o hoove quem, pelo que
obiervamos, nao festejaste coro bem visitis signad,
a presenta da loiereisante artista, que larabem den
de si copia, comprehendendo o seu papel, a nao
mais desejar. A Sr. Manoella nao he urna dessas ar-
tistas, que em nao fallando melamorphosea-te em
asta la.... nao; ella acompanha com gestos bem sig-
nificativos o que lente seu corceo quaudo toma par-
le em qualqucr dialogo, Sr. Andr. o Si. An-
dr enlerrou com todas as formalidades o eso pa-
pel. Heseolpamo-lo porque o publico lambem o dea-
culpou nao pateando-o. Chonchn foi o papel, que
coobe a Sra. Isabel: procuren) ontra, que melhor des-
ampenhem papis desia ordem, e com fcilidsde nao
encontrarlo, lie ama actriz que capricha em dea-
empenhar bem o papel que lhe he distribuido. O
Sr. Coimbra foi o pai de Mara. Executno, como
era de esperar muilo bem. A marqueza foi o titulo
que conferirn) a Sra. Soledade; fot ama marque;
loOrlvel. Finalmente, o espectculo desagradoa ; houve ama endiente btllhaott, e con-
lina haver.
Consta-nos que a sociedade Iheatral do Capi-
biride dera no domingo um espectculo, qoe eatave,
pelo qoe nos informaran), eicelleute e concorrido.
Pedimos at pelo amor de Dos a pessoa en-
emigada desse aleijado que se arrasla pelas calca-
das de aterro d.i Boa Vista, nao coosUila cite pobre
idiota tirar esmolat, e se islo nao for pnsaivel obstar,
ao menos deem-lhe ama calca, que nao esleja de
maneira a andar esse pobre descomposlo adianto das
familias, que nao estao la muilo disposlts a observa-
ren! indecencias Nao ha qae duvidir, ou a pessoa
encarregada desse idiota nao 16 a nossa Pagina, ou
enl.io he dormenle.
Consta-nos que tim cerlo liomem do malo que
pela primeira viz veio a esla capital alenlou por ar-
tes do inimigo ir ao thealro, e consegoiiitemente
dingio-se ao bilheleiro uestes termos :
Ola, sinh home dos hiles, me venda 6m bic
le la de cima para en ir espa a represeulacjio dos
commigos !
Pergonlarim-Uu, porque nao quera elle um bi-
lhele de platea... Keipondea :
Soa eleitd daoolra elei;ao via, que ja' pasin,
e por rato de que me dixeram que eu nao devia ir
Pr* palata porque lambem mea compadre Ma-
n Colino veio urna vea ua opra c foi para a palata,
us milcos entonis empuiaram elle, e lhe puxa-
ram pelo o ulifotme, de formas que o compadre
mar pode ganliar man a portarla, e navegar por
aquella lirada de roa qae Tica para a banda do qoar-
Ic do balaiao da sordadesca, e entonas eu nao qaero
meu sinh lenio um bite de camarinha com o sen
numbro, porque entonis a geuls esta'de tea toce-
gado, e entonis fica junio do candiairao que tem
aquella luzernaria.
E como sabe o Sr. qoe tem candieiro o Iheetro?
Xiote I... poit en turto dia nio vim por qui,
mi! IldO pude v os lime da representarlo, porque
me dixeram que en havera de compra' arn bile de
pofero por dii mal reii, e eu c;i o cabra a.dixe:
cabra la ti engallado !... eu i ao sou o compadre
Mano Cosmo!... tu la com boma maxo e fui me
esqueirando com o individuo...
Pois bem, mea charo Sr., lhe disse o Cunha,
aqu lem V. me. om bilbele de camarote de lerceira
ordem. e deiie-me pelo amor de eoa!
Pola vossemeces cam entanlinho qae eu va-
me... *
Nada disto tdmirou, o que porm caosou pasmo a
lodos foi que virara em urna cata do peito esquerdo
na caaaea do hornera urna fitiaha escarale, e um bo-
iielinho pendurado, e depois o pobre galgar fra do
thealro um bello cavallo, e voar acompanhado por
um pacem deaceiada libr.1
T iHaUe n* ,'s"and-'e'ra eipectaculo no Sania
Isabel, dalo pola companhia fraaceaa. Sendo a at-
ea loeiedede, a qae fax parle o bello sexo, anda
pouco versada na cuitara dos idiomas europeos, o
nono Ihealro foi consegainlemeate poaco freqaen-
ledo por senhora., indo comtodi algumaa familias,
que quizeram pastar algumai horas em recreativa
d.stracsao. Mr. Paschal he um actor cmico de pri-
milla ordem, foi applaudido, e bem asiim madama
Paschal, qoe apezar de nao ser joven, reveslio-ae de
ademanesde ama Parisiense de sen 1 i. Honve mul-
la gtote qae rase por imitara.,.
4 companhia francesa dar' sea segunda ri-
pretenticao egonda-feira .1 de agosto, e o progaro-
nn sera publicado depois.
Hospital de earidade 26 de julho 03 doenlei.
da 27, 92.
Ale amanilla.
caixeiro do mesmo Cordeiro, parta lu, rr elle Cor-, Fellsb-rto Ignacio de Oliveira
deiro, instruido que nao nispeilava de pessoa alan- Fon.eca, Medeiios &C
roa, vilo nao ter tnimgos. Oulro alan, o que me I Peidel, Pinto ,v C
raz rormar juizo contra o dito escravo, he o de ser Ferrelra & Ar.ujo
e.se amancebado Com urna prela, com a qaal con- F. de F Saboia
la-me serum lano perdulario e ver o alrazo em i Francisco Acciol> Couva Lilis
que ya. a dita yenda. He o q,|0 lenho a honra I Cuilhernie da Silfi Gnlmirlet
de informar a \ S. que em leu esclarecido criler
OjtMXi M. i.-inria de Souza
lhe dari a forja conveniente, nao me lendo'sido
possivil deicobrir coota verdadeira a lal respelo.
Daos guarde a V. S, por muilo. anuos. Aflclos
2.) de julho de 1857lllm. Sr. Rufino Josc Cor-
lea de Almejda. digno tabdelecado da Boa-Vista.
O inspiclor respeclito, ] lUipondendoa ponerla de V. S. na qual me or-
dena iurormo do occorrldo na noile da 20 a 21 do
crreme na taberna de Jo.o da Coila Brandlo Cor-
Vm 'm n" """'"bo, sou a dizer qoe na ma-
nliaa do dia 21 pelas seis horas rui a ena laherna h
chamado do dito Brandao Corteiru, para tealemu-
nhar os preparalivoa do incendio a dila laherna, vi
ama taboca que llnh sido Inlrodozlda por baito da
porta, lendoperlo di seia a oilo palmos de comuri-
do a forma de bica, por onde linba sido botado
agua-ra; haveudo mais entdfre, trapos etc. Porem
nao leve efTeito a dila tenl-liva. Envidado lenho
lodot os meios, segundo a ordtin de V. S. para saber
qoem foi o autor de tal lantnliva, porem, aperar de
mallas pesqoizai.nao me lem sido poKlvel ronseaulr
o lim ordenado por V. 8. Eit poia o qoe consclen-
elosamente posio responder a V. S.
Oeos guarde a V. S. Caponga 2B de julho de
1857.lllm. Sr. Rufino Jos Corr i de Almeida,
digno subdelegado da Boa-Vista.O impeclor,Can-
dido Eustaquio Cesar de Mello.
DESPACUARAM SE PEI.A POLICA.
Dia 21 de julho.
O e-cr.'vo Franciico, obleve pa>saporle para a
provincia das Alagnasem companliia de scu senhor.
28
O escravoi Justino, Mara e rsula, obliveram
paiaaporte para o lermo do Kio Formoro em com-
panhia de aeii senhor.
O a 11 p id a j Frederico Carlos Chrisliann Scbroeder,
lagilimeu-se para obter patsaporle para Montevi-
deo com sua familia.
0rrei5j?ott>encla.
Sri, retadores. ( Se ot libellos famosos.qoe vm
publicadoi no n. 5, de ecn bem conceilaado Diario
de 7 nu 8 de Janeiro detle anno, e no Ctrense dot
fins de dezemliro do auno passado.tiveisem de gyrar
tmenle ne la freguezla do Apodi, eu mesmo nesla
comarca ou provincia do Rio Grande do Norte, o
silencio ou a reserva, que me aconselham a pruden-
cia e brandan ce meu estado, aeriam o manto maii
impenclravel, em que me abrigara dat eivada te-
lai, qoe, em desalio de tice immunda, se me arre-
messa, porque felizmente tua leilura, para quem me
conhece, sabe dos i.egucios daqui. e compreliemle a
malignidede e menlo dos bem conhecidoi libelhst.s,
que o tugendravarn, cada vez (calivaudo ininha gra
ti iao ) me graogeara' mais a benevolencia e eslima
com que se dignam lionrar-me meot carissimos pa-
tricios e parochianoi, qoe te revoll.m sera duvida,
de iudigaa^ao por zombar-ie assim com tantas ca-
lumnias de snacircuraspecflo e amor a verdade, po-
rem como lem elles do ser lidot por quem ignora
o maligno fim dos que os dictaran), em reapeilo ao
publico sensato, declaro que (gracia a DeosJ para me
joslificar pirante o mesmo, e peranle meu viituoso
prelado, e deafazer tao rostanles calumnias ,pro-
hibindo-me a modestia a propria apologa ) apraaen-
tarei 01 milis honrosos documenlos, nao smente de
todas as autori tades civs e eccleaiaslicat, toperiores
e inferiores deala e dat freguezias viziuhat, eoino dos
parodiiaooa em geral de um e outro credo poltico,
com excepc.io somenle de urna imperceptivel fraci,8o
a i^" '"u('',,08 0I pnmeiroa inimigos de uina
vida de H% annos de paz, que no mais laborioso tra-
fico de intrigar tem podido grangear-me duas mas
tnnjoeiias de algum lempo para ca', por aasim con-
vir a tena calcuiut combinado!, embora eu quasi lo-
doa os ciias 01 chame a' conciliario. Porem conbe-
cendo perfeilamenle o maligno alcance de urna lal
Isaac, Cuiio e C.
J. S Mini e C.
Jos da .silva l.njo
Joo da Silva Kegadas
Jos Antonio de Carvalho
Jo Gomni l.eal
Jo3o da C. Bravo & C.
Joo Jos de Carviilho Moraei
Commendador Joao Piulo de Lemut
Joaquim Jo.o de Miranda
Joo de Silva Morelra
Jos Perrira de Araujo
Lemoi Jnior e l.eal Heia
l.aiz AukuiIo Fernandet Vliira
Meuron ^ C.
! Manoel Ferreira da Silva Tarroio
1 M. J. Dantas
M. J. Correa
M. Bunrque de Macado Lima
M. Custodio Pelioto Soares
M. Joaquim Seve & Filhoa
M. Alves Guerra
Malveira
Odaviano de Soma. Franca
Sch.ifheltein & C.
amuel P. Jubnalon Timm Mousen (^ Vinatsa
L'm annimo
I ni dito
L ni dito
Vidal & Bailoi
Antonio Francisco Lisboa
A. Bolelho Pinto de Meiquila Jnior
A. tiomes Miranda Leal
A. Goncalves Ferreira Caico
A. Lopes Rodrigues
A. Jos Coimbra e liuimarari
A. Gomes ila Cunha e Silva
A. Muniz Machado
A. u'Almeida Gomes
A. Jos do Siqueira
A. Maria de Aiauju
Amonto & I-'iiho
Augusto Muniz Machado
Adriano Castro ^
Bernardo Joi da Costa Vlenla
Bnlo, Oueiroz i C.
Carneiro & Ramos
Caetano Villaje
Caelano da Costa Moreira
Claodino llenicio Machado
Caelano Cyriaeo da Coila Moreira
Campos e Lima
Carlos Joao de Souza Correa
Carvalho & IrmSo
David Ferreira Bailar
Ur. Antonio Buarque de Guimn
Domingos Kibeiro da C. Oliveira
Dr. Sebasliao Barros de Lacerda
E. Biduulac
Francisco Antonio Correa Cardoso
F. Oiiiniim, Rodrigues Esleves
F. de tala e llrilo
F. Custodio de Sampaio
V. Antonio Perera da Silva
F. Antonio de Mello
Y. Jos Germano
Feliciano Jua Gomes
Isidoro Bcnlo d'Uliviira
Jovino Bjndeira
Jos Duaile dat A'eve
Jos Pexoto da Fonieca
Joilo Perera Moulinho
J. lavares Curdeiro
J. da Cunha Magalhes
J. Perera de Araujo
Jos Francisco de Sa' Leila-
Joso Perera da Cunha
J. Joaquim Lopes d'Almeida
J. velloso Stares
J. Gonjalves lories
provocado uai vesperas de um concurso de fregu- J. Jernimo Moiileiro
na em que lenho de com o aUjuic.no de Dos, me J. A'
a presentar com meos 20 annos de servir;, qnasi lo-
dos nesta freguezi.1, donde iou natural, e a maior
parle de parodio della ; empraza eile e qaaesquer
oalroi dtsalius provocantes de diacnsio odiosa, que
com a tran-neua emboscada do tnouymo, me dirijam
meus deiileaei e invejosot amigos d'oulrora, a quem
Moreira Lopra
J. Anloiiio de Brilo Bastos
Joaquim Ferreira da Coila
J. de Souza LeJo
Juilino Perera de Farios
l.uiz.ktiloino Vieira c\ C.
Lourenjo Luiz das Neves
l.uiz Jo.-o da Costa Amorm
Marcelino Joi Goncalves da Fonle
Manoel Naicimenlo d'Araajo & C.
M. Luiz Goncalves Jnior
.M. Joaquiu Kamos e Silva
M. Teixeira Baslu
nanea olfendi, o padre Joaqun) Manoel de Oliveira
Costa, vigario deposlo da freguezla do Pereiro, de
que nao soo colpado ; e o lenle coronel Elias An-
tonio Csvalcanti de Alboqoerque, uoicos de quem
nie quriio, porque alem de aerem elle mnente
quem aqu pode engendrar o bem conhteido jaryo,...
em qoe sao concebidos laea artigos, de algum lempo | M. dos Sanios 1>,,i9
paraca, sem causa couhecida, a nao ser o que o M. Anl-.nio Panoi Oliveir.
obo tapeleva ao cordeiro, e por mais que eu me '
leona cdoreado por concilar-me com elles.me ag(ri-
dero, mdupondo pessoas contra nim, como disie ci-
ma, he o que disseram a meo respdto liverem a
animosidade de lirmar com seas proprios nomes. e
nao eom a malvola capa do anonvmo, ou com no-
mes das insignificancias de que se crcam, quasi nal-
pbabetos, e que todo o liomem loneslo e sisado de-
ve deiprezar : promello-lhei moilo solemnemente,
que aperar da dor que soHocara' meu magoado co-
rajao, pila repugnancia ainda de locar com mjo ir-
ritada esse, embora profanado saoclaario da amiza-
de, com ludo, na Irauquillidade de minha conscian-
cia, e com ,neus inconcusaos documentos, lomarei
minha defeza, arremesiando para longe de mim, a
conrundirem-se em seu proprio foco, esses salflcos
da negra e infecciona 'a baba da calumnia, que de
emboscada me aliraram ; e eolflo expundo minucio-
samente, com) indirectamente se eervem de- mim
com lana dealealdade esaes homens invejosoa e aro
biciosos para chegnrem a seos fins ; a propria dig-
nidade de meo carcter e da joslia me imporao o
dever sagrado do exercicio do, artigos de nossaa leis ;
que puera ot calumniadores e injuriadores Mas,
dizei-me, horaent obiecados pela maledicencia, e
que nao hesitis peranle as considerares mais sa-
gradas, quando leudes de salitfazer vossas paiies.
que prazer maligno eozees em tal lata? Folgareis
ao menos de vingar em mim, seguir a inlencao de
(Tender vossas villas, honras, lerea oo de algum '.'
relizmenle anda a maligniJade vos nao luggeno lal
impulatao Nao vos toeou anda a punecao do re-
morso, chamando-vos a alinelo, a que, o menos
um da no leilo das torturas morlaes, sereia conju-
rados por elle a' relradacao de lanos aleives, que,
como pennas ao vento, que nao se podem mais re-
colher, soltaes a credulidade dos incautos .' Ah nao
deiteis para tao terrvel e tenebroso momento Dum
lucem habites, credile in lucem, etl filii lucit utii.
Para o qae do mesmo modo qae vos lenho dito no
pulpito, e em particular lanas vezes, vos repilo ago-
ra pela imprensa, ofl'erecendo-vos ainda como disc-
pulo e ministro do evangelho, este j regeiUdo ramo
de oliveira.
Deponhamos nossos resenlimenlos... esquecamos
nowaa nITantaa... nunca vos ofTendi, porem perdoo-
vos tolas as detrac(0e>, coocilirmo-nos (Juta om-
ms gui erateilur fratri jiio reus trH indicio '. diz
o Divino Salvador.
Tenham a bondade, Srs. redaetorca, de dar publi-
cnlade a' estas toscas hullas, de om de seus mais -
Ugoi aisignanles
vn Padre Florencio (Jomes de Olireira.
Villa de Apody na piovincia du Riu Grande do
Norte 28 de marco de 1856.
^uMfeacaeg pmtHK
HEPABT1CAO DA POLICA
Occurrenciaidot dita 2fi e 26 do julho.
loram preos : pela subdelegada da fregoezia
do Kecife, Jos Mara Mello, > requiiic,Io do rea-
pectivo consol, Albino Ferreiri Ramos', para re-
ciula, os pretoa escrnvoi I.oiz e Joaquim, elle a re-
querimeolo do respectivo senhor e aquella para cor-
rec{So. r
Pela subdelegada da freguezia de S. Joi,
Joo da Silva Cmara, sem participado do motivo.
Pela tnbdelegada da fregoezia da Boa-Viila,
Olagerio Francisco da Conhs, para awenguae.oes
poheiaet,e Joitina Mara da Conseiclo, por ebria
insultante.
I.* Serc.-iU.Secretaria da polica de Pernambaco
28 de jolho de 1857.
Subdelegada da fregoezia da Boa-Vista 27 de in-
lli> de1857.lllm. Sr.Comprlndo o qae V. S.
me ordenoa em offlcio de 25 do eorrenle, obre o
fado que den tugara correspondencia de Joi da
Coila Brandlo Cordeiro no Liberal Pernambucanoo
da 1%, yon como me enropre informar a V. S. do
uccorndo. No dia 21 do eorrento fui informado
pelo inspector de qaarleiiSo dos Affliclos, e interi-
no do Manguind, que o dito Cordeiro o havia avi-
ado qae prtlenderam na nolte de 20 a .iraanhec-r
a ai, lancar foso em soa taberna do Manguinho, e
elle dirigindo-te ao legar "vio, que nada havia acon-
tecido, e qae apenas havia urna taboca com materias
inflammaveis dehalxo de ama des porlas.quemostra-
va haver sido dedada de fra para dentro, mas que
i.enhum esliago havia feilo na porta nem dentro da
taberna, ka nessi occasiao diste ao inspector, que
a vista do que elle me havia informado nada linba
a fazer, e qne diaiesse ao dito Cordeiro que vislo
s>ao er este aconlccimento doi crmat que a nuto-
ridade deva lomareonheeimeulo ei-oflicio por nao
ser crime publico, pois o cdigo criminal nenhumn
e que te elle jalrava haver SifTrido algum darono,
requeresse vi-toria, aflm de garantir o seo direilo
contra quem folie o delnqueme ; mas nada fez.con-
lenlando-se com o insoltar-me em soa enrreapon-
dencia. Coro Indo ordenei ao mesmo inspeclor, ai-
sirri como o da Capenga, qoe fizesem lodo o possi
vel para ver se descobriam o autor de um lal alten-
lado, nada pod.ram deicobrir ; or lenei-lhes por
l'-Vi-.*0* m,mo*> I"" ti* informassem por
T\. S. rMp,",as ^' me oer>m rexcllo-as
lieos coarde a V
Lor
~*rvf~> nnnno Josc Corra de Ameida.
m.ii. "" "" ^^ S-l,ae '"forme e sob-
rneiia orneo jaito acerca do orro na no Mangoinho, de Jos da Cotia Brandao Cor-
dtiro, tou a dizer qoe pelos combostlveU qoe so
achar.im o examinaram bem demonslrava que a
pessoa qoe lenlao este mal espetara um pro.npto
rean lado ; o qae felizmente nflo leve efTeito, nem
resiiltoa o menor prejuiz so dito Cordeiro, e sub-
mtllendo a \. S. o .meu fraco jaizo allribao W
vfjMH aclo de malrad'za pralicado pelo eicrav e
Sithscriprao promovida pela Associariio'
Commercial Agrcola a favor das pvs-
soasque soflretam corh a cxplosao do
dia 2i de jtmlio prximo passado na
ra das Cinco Pon tas.
N. O. Bieber & C.
eorge Furness
Aranaga & Bryan
Basto i Le mus
J. P. Adour & C.
James Ryder ti C.
Johnston Paler C.
James l rahlree & .
Lasserret & Tisset Frere
Saunder Brothers $ C.
Sehraram Whatelv & C.
Antonio Marqoesde Ainorim
Adamson Ucwie iV C.
Amorm & Irmo
1509000
15OJOO0
1009000
100*000
KMI-'IINI
loosoo
UKIWXKI
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ItllIJalXK)
1009000
l(N)sOUt)
jll^HMI
.. TiOaOOtl
i-oininendador Manoi I Gonojves da Silva 5<);XHM)
Dr. Joaquim Jo.- de Mirauda 50-3000
L. II. J. Fox
llenn F. rster & C.
Heniy Gibsan
J. E. Boberl
Joto Antonio Bailo
io> do Santos Novel
Luiz Amonio de Sequcira
Luiz Antonio Vieira
Malheut Auilin ^ -#
Manoel da Sil a Sanios
Paln Nath A C.
Roslron Rooker C-
Rabe Schinellan e C.
Saulhall Mcllurs ft C.
Taaio Irm.liK
la incendio, Ba|lo'r '{ Oliveira
Ctaadio Dubeax
Deot guarde a V S.-Illm. Sr. Dr. Pclvcaroo
Lope, de l.eao, chafe de pol.ei, da provine?, -O
aublelegado, Ruflno Josc Cont% d aP"!',," '
Purlo
F. Sauvace C.
.Manuel Josc Ja Conlii
II. Brunn 4 C.
Antonio Alves Barbosa
Antonio Valenlini da Silva Barroca
A. Perera da Cimba
A. Anlui.es Lobo
A. Jos de Ca-tro
A. Ilenrique Kodrigoes
A. I.ope Perera de Mello
Batios cV C.
Brandar a llrandi ^ C.
Burle, Soaza e C.
Correa e Irmaos
Domingos Aiilunes Villana
D. Jos da Coila Gumaiaes.
E. II. YVhjal
Francisco Javier de Oliveira
509000
505000
50WKK)
505000
.505000
.'1O-5OOO
505000
505000
5O5O00
5O5OOO
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.508000
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.5*18000
509000
5O9OOO
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:mxsioo
30-5000
259000
atistioo
-115000
209000
2O9OOO
205000
208000
205000
205000
208000
20-801X1
arjfooo
209000
205000
208000
205OOO
[ ) Acha-te ha -11 u 1 los das em nosso poder a cor-
r^e-poiulencia suprj, e por Ol) equivoco u.io oi po-
Us UR.
M. Antonio Goncalves
M. Francuco da'Silva Carrico
J: V",e'J a" -Souza Barbos.
Migoel JoieAives
M.'ii lrunl.is
Miguel J ose Barbos. Guimaraes
Moreira Duarte
Novaes&C.
Paula d Sanios
Padre Jos Leile Pilla Orliguair.
Bocha. Lima & UoimiUei"
liomaz lernandes da Cunha
I- deAltiietda Auluuet
Iaborda
l.m annimo
L'm dilo
l"m dilo
Vil i Leal
Vlrgino Itaiboia da Silva
Xislo Vieira Coelho
Joi Rodrigues Sordos
Amonio Bapiitia R,b,i,0 de Feria
A. Joaquim de Campo,
A. Luiz de Oliveira Azevedo
A. rrancuro M.rlins
A. Botelho Pmlo de Mesquila
A. Ramos
a''^J'^.e*(1 Mir"",a tiairoaraes
A. Jos Perera de Miranda
A. Perera da Silva A c
Amnrim Aj Peres
A. M. C. Soares
Ad,'"'o Xier Perera de Brilo
Augusto Duarte de Moara
Adolpho
Alexandrino Correa de Barros
Bernardino Dupral
B. Maia da Silva
II. da Silva Lopes
Barrilier
lluessard
Christovo Ferreira Campo,
Caelano a.gap,t de Soua
Chrisliano A; Irmao
Chaprunl & Bertrand
Domingos Joaquira Vmnk
t. Ferreira Mai.
D. Teixeira Botos
D. Jos Ferreira Guimare,
Diogo Josc Leile
Dummonl
Domingos Jo- Ferreira
bduardo Ferreira Bailar
V. Guedes de Araujo
V. Ilibeiro Pinto Guimaraei.
, j.0"1 A8sio I err.ira
I. Cesarlo de Mello
I. do Prado
f.Jtteur ,0,,eC',lrQu,n'"
Jus Pedro do Reg
J. Cavalcanli r.im
J. de Almeida Flix
J Mari. Thomaz da Silva
J. Burle
J|" ESS^* "'8 Medeiros
J. Joaquim da Silva
J. Monleiro de siqueira
J. rernandea Ferreira
J. Amonio de Mag|i,ae, Ba,t
I. Ilaplista do. Sanio. Lobo
J. Rodrigo,, rtf Araujo I-orlo
J. Jernimo da Silva
J. Francisco Lima
J. de Azevedo Andrade
J. Nogueira de Souza
J. Ilenriques da Silva
J. Moreira da Silva.
J. faoncalv,, Villa Verde.
J.leueir. I.eiic
I. Joaquim G. Baslos.
J. Rodrigues Coelho.
J. Mana da C. Carvalho.
J. Joaquim Alves.
1 ,Ferreir de Souza.
J.J. (.oncalve, de Abren.
ta-'1*; de c"'valho.
J. de Pmho Borges
J.Jos Rodrigues Mendes.
{ nerdino llotelho.
J. Marlnu de Barros.
J. II. Campoa,
J. Ferreira Ramos.
J. Je Siqueira Ferrao.
JUjP'"Kodrigu,s de Souza.
J. da Conha Beia.
Joaquim Patricio da Coala Valile
J. lrannico de Paula ---------'
J.Malaqiiia. Pacheco',
J. Luu Vieira.
J. Juvencio da Silva
J. Antunei da Silva
J- Vi. ira Coelho.
Joaquim Ferreira dos Sanio.
J. de Oliveira Maia
Jarinlho Joi de Mello
l.aiz Jos de Sa'Araujo
L. de Oliveira Lima
L. de Franca Mello Jai,or
L. Horgei Cerqueira
l.ivio de Souza e Silva
l.ourencn Ribeiro da Cunha Oliveira
LoorenfO Pugg ""vira
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Manoel Pereira Lamego
M. Joaquim Ferreira di Silva Braga
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105000
105000
105000
105000
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59000
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54000
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59OOO
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5.9OOO
59000
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5000
59000
59OOO
54000
59000
59OOO
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590OO
59000
59000
.54000
59000
55OOO
59000
54000
55000
59 100
5)000
5gO00
59000
59000
59OOO
59000
59OOO
59000
5B000
59OM
59000
59000
."..-a* KI
'-" 59OOO
5g(IOO
."'-mil
54OOO
.'15OOO
59000
59000
59OO0
51000
59000
55OOO
59000
59OOO
59000
59000
r>9000
58000
58000
5-5000
9000
"-5000
55OOO
.55000
59000
"5000
58000
.'15OOO
55OOO
5.5OOO
5s 5.5OOO
"-8000
J5000
55OO0
5.5OOO
39000
59OOO
55000
59000
5-5O00
>90u0
59OOO
"-5O00
91100
Vooo
55000
59000
58000
55000
M. P. de Figueiredo Tondella
M. Thomaz de Alboquerque Maranhao
M. Jos da Sa' Araujo
M. Ignacio de Oliveira Lobo
M. Alves Ferriira
M. I. de A. Marauhao
M. Jos Carnairo
M. lanacio de Oliveira Marlins
M. Ribiiro Baslos
M. Jo- Leile.
M. Antonio de Jesus
M. Jos de Siquein Pilanga
Miguel Jos Rodrigaea da Cosa
Malhiai Lopes da Cosa Maia
Narciso Mara Cirniiro
Oliveira Aj Marquet
Palmeira ,\ Deliran
Ponclano Florencio da Silva
Porto Carreiro
Silverio Joaquim Martina dos Sanio
Severlano Baudeira de Mello
Sebasliao Jos da Silva
L'm a 11. iijmii
Vinva Moreira, Filho 4 C.
Dezeaele anonvmos a 59
Joao Joi Mrndes da Silva
Dona anonymos a 49
Antonio Ferreira Monteiro
A. Jo< da Silva Guimaraes
Joaquim Jos G. uarle
Um anonymo
Antonio l.opea Braga
A. Ferreira da Silva
A. I'areira de Oliveira Hamos.
A. Gomes de Carvalho.
A. Pinto de Azevedo.
A. Magalhaeida Silva.
A. da Coila Almeide.
A. B.
Alcntara.
Adelo Antonio Ferreira
Albino & Irmao
Alvaro Augusto di Almeida
Benlo de Freitas Guimaraes
B. JosAnlunes Pereira
Braga.
Candido Alberto Sodr da Molla
Francisco Antonio Marlins Miranda
Ferreira Gomea di C.
Feliciano Bernardo da Silva Braga
Francisco Coelho Brandao
Ignacio lenlo de Loyola
Jos Fortnalo dos Sanios Porlu
.1. Maria Pestaa
J. Barbosa de Mello
J. Luiz de Azevedo Maia
J. Antonio da Coila S
J. Brandao da Rucha
J. Fernandet Lima
J. Dias da Cosa
Joao da Silva Leile
J. A. Araujo
J. Falque
J. Pinto Reges de Souza
Jos Luiz Pereira Jnior
J. 1 o,ronco de Meuezes
Joaqoim de Almeida Pinto
J. Alves Barbota
I). Anna Accioli Los Wandtrley
Ludgero Antonio de Alboqoerque Mello
Leodoro Fernandes da Crnt
Jeaqoim Theodoroda Silva
Manoil dos Res Quaresraa
M. Francisco Pnnies
M. ito Hego Soares
M. Joi Gonr;al>es
Mamada Theard
Marcolino Ludgero da Fonceca Candido
Mmguel dot Santos Coimbra
Saooe
Vidorlno Joi de Sonza
20 anonymos a 29
Ctrloi Accioli
Antonio do Coulo Vieir
A. Rodrigues Pinto
A. Joi Villar
Benedicto Brono
Custodio Ferreira Monleiro
D. Edalina
Francisco do Reg Ponlet
Ignacio Ferreira da Coila
Joaquim Leal Pereira
Joao Antonio Gon(.lvea
J. Bernardo da C. Pinto
Jo' Pinto
J. Joaquim Goncalves da
J. Ribeiro Guimaraes
J. Joaquim Ramos
Migoel Teixeira da Costa
Mascarenhai
Manoel Joi da Silva Briga
M. Marlins Lopes
M. Luiz da Co.la
M. Aulonio Alcntara
Lnmachi
Pedro Gomes
Rolier
Sandra
W.ller
Silvano Josc da Sania Atina
20 annimos a 1s
i ditos
590OO
59O0O
39OOO
59OOO
ijooo
55000
59000
59000
.19000
59000
59000
59000
59000
59000
.55000
59000
51000
9000. casa e comida por preeo razoavel.aconselhandn.ovli- lindo-se-lbe porem um cunto de reis a cada
*O0O rim.lo-oi promovendo 00 farilitandoo sen promp-1 Arl. 38. A directo podara' enviar animalmente a
ti 10 emprego no paz, por lodus os meioi que eslive- Europa um de -eu, memlo o para tratar dos neeo-
remao seo alcance | cos la companhia m.rcando-lhe par. ..le fim urna
5 9. Fazer adiamntenlo de despezas que solicita- gratificarlo razoavel que ;iu serl pa(,, stn, ue0ui8.
rem os proprieiarios ou colono, aquelles para a 111- de approvada pela assemblea geral I
trtidoccjo de colonos, e a estes pelo seu eslabeleci- | Arl. 3.1. A directo po,te demandar e 1er deroan- '
ment. : dada assim como passar [irocurarcs
10. Fazer quaeiquer outras operaees qne eon- j misler ; nao pode porem resolver
e qoe nao se a-
vierem ao bom exllo da ineliluicao
faslem deseas fins.
; 11. Eulender-se com a sociedade Auxiliadora
da Indilna Nacional, acerca de ludo quanlo pona
nteressar aos fina de orna e nutra assorii-rao.
12. Coadjavar u governo como intermediarla ou
emprezarin na exeru^ao de aUum objectoi indica-
dos una arle. ,2 e 18 da le n. 601 de 18 de setembro
de 1850.
S 13. Crear finalminte ageneiat as provincias
da Parahibe o Alagoas, e entender-se com a associa-
"1-1 um 1.A0 Central de la lonisacan, e onlrai queja exiilam
59000 ou poaiam ealabeleeer--
55OOO
59OOO
59OOO
09OOO
I9OOO
para litis idenlicoa.
que forem de
deflnilivamenle
1 vand de trras ou predios, a conversao de fundoi
sanan com appiovi(3o da atsemblea girul
CAPULLO VIII.
Da ceranus'io da exame.
Arl. 34. A commi.-a 1 de exame ser eomposta de
3 membroi eleltoi em assembla geral em conformi-
dadedoail. deilei eatalulet.
Arl. 35. Compele-lhe :
; 1 Vigiar ia a diric(ao cumpre 00 nao fielmente
as diiposicoas doi etlalutoi.
; 2 Informar-te sobre 1 capacidad, a ztlo dot a-
ginlea e empregadot da tempiiihia.
aA ;.y/r'r,cr icnpiuracio da companhia quan^
om. Permilta sempre o co, o co piedoto,
" Ooe viva en sempre unido, t sempre amante
D'entre os povoi, ao povo mais mimoso.
Pernambuco 18 de julho de 1857.
Germano Francisco de Oliveira.
Aceite pois, o Sr. Girmano eslai mal tratadas li-
ndas, como om tributo sincero de mpila amizade e
respeilo qne lhe consagra om sea
Admirador e patrio.
Silva
89OOO
3501"
34000
39000
35OOO
29OOO
29000
29OOO
25000
29000
39000
29000
29000
24000
29000
29000
25OOO
29000
25000
24000
2NKI
28000
29OOO
MIOO
25000
29000
25000
29000
39OOO
89000
29000
29OOO
24000
29000
29OOO
29000
29000
29OOO
.'5000
24OOO
24000
23000
26000
29000
29000
29000
25000
24000
29000
2?O00
J9000
29000
29OOO
24000
29000
IO9OOO
14000
19O00
19O0O
19000
190O0
1*000
19000
19000
IfOOO
I50
I5OOO
I9OOO
14 15000
15000
I9OOO
I5OOO
I5OOO
19000
I9O0O
19000
I5OOO
I9OOO
igooo
19000
14000
18000
9610
209000
14560
Arte 7. A rolon-acao se fara' por lamillas ou in-
dividualmente cum eipecialldade de
JJl imporla;ao de colonos se observar o mu- .. fpmm
disposlo pelos regulimentot administrativos e poli- dia 20 de Janeiro de cada a
" S 5. Apresenlar no dia 25 do sobredilo mez o seu
trullas 011 in- : do o julgar runveuirnle em presenja doi directores,
aancoltores. s \. Conferir e verificar o balanco geral da com-
ra o qn for panhia, que lhe ser apietenlada pela direccao al c
divos e poli- da ao de Janeiro de cada anno.
, 8 Apresenlar no dia 25 do sobredilo mez o seu
A at'ociacAo podera eslender a colonisaao a parecer sobre as comas e mais objecloi nesle artigo
naeiquer outras provincial do norte ; nao inlerfe-' determinado. J '
Appellicoei civalt julgidii pila tribunal da relacao
deila provincia (etciivo Baudeira, cujoijjlga-
menloi nao lem lldo exeeocao por falla de agenta
nesia cidade, ou que estao paradas por ralla de
preparo.
n.uPP*!!"Dl#' Ao*n'o Gonjalves da Rocha e ap-
pioado Zeferina da Cunha Bulos, do julto munici-
nnl rt. .4 -.-..- ..... -, 00 juiau ruuuicl-
pai d,, Ag.a Prela, cemarca do Bio Formoto : jnl-
nov:mb',a:dre11fl!,pe,UuU p0r -
"le,1 Ignacio Bandeira de Loyolla, appel-
m'.l A'DoinciOe. dojulzo muoici-
lalaia, prov.nna da. Alagoas, julgada a fa-
"e1856.
Appellanle,
lado, Joao I
pal de tala,., I ull Aieo, :,
dri856*pp por,cMrdde *>**
do
^,ipellanle, Joao Martin, Torres Brafi, ippelu.
t,.'. A 1A ''," r,D!' d0 J""0 mnnicip.ldo
Brejo d A.a, lolgado ,6b embaigo, a favor do ap-
pelladn por accordao da 28 de oalabro de 1856.
rindo com os direilos de ootros coneessionarios.
Arl. 8. O fundo tocial sera' nicamente applica-
do aos fina da insliluic3o. As quanti.s que nao li-
verem applicac.au imraediala, ier8o ampregadas em ..
quae.quer doi bancos existentes nesla pra<;a. preientar aos podere. du ciado Arl. 9. A companhia nao dar' pnneipiu a ioaa da companhia* procrala fleeluar um contrato cun
operaciei, sena depois que esllverem subtrnplos o governo de S. M. Imperial,ligando os lermoi da-' i'" r.1",nc!,c; J0'ePa Brilo, do jolto de orpjiaet
quelle que o governo cele.-ea con.....ociado ce,,- rL d'^"laia< om' o Brejo d'Ari, pa-
"do por falla de pagamento de sella.
CAPITF LO XIX.
Diaposi^des geraes.
Arl. 5(i. InslaMada a aisociario a directora n
fornome.da pela a.semblea geral do, .eeionhi.." ^Si^.^i a senlenji.ppellad. por accordao
Bs.5:2105000
DISTBIBUICAO.
I'cdro lavares Calaoho
A Thereza de Jesus Araeuio Barbosa,
de Joao Arsenio Barbosa
de Oliveira Calanho
de Joaqoim Jos de
viuva
A Joao Joi do Monle
A Antonia do Corarlo de Jesns Forno, viu-
va de Joaquim Antonio do Forno
A Antonia Franciica
a Mello,
Mello
A Malhilde Candida deAlbuqorque
A Manuel Antonio de AraUje II,al
A Antonio Elias de Moraes
)"mia?os Jos Kuf'gaes de Azevedo
A al,-.na aevenna Los
A Anlonio de Oliveira Lopes
A Francisco Bezilin de Jeios da Molla
A Bernardino de Sena do Sacramiulo
A Regina Ephigenia da Silva
A Jos de Mallos e Silva
A Jos de Azevedo Pereira
Publicarlo gralii
9008000
8009000
60(15000
5009000
4005000
4009000
3001000
250*000
2408000
20119000
1509000
IOO9IIOO
IOO9OOO
1009000
IOO5OOO
iOO900O
8
B. 5:2409000
..... A eommis.o,
Francisco Xivier da Oliveira.
Anlonio lienriqoe Bodrigoet-
Antonio Gomes de Miranda Leal.
ESTATUTOS
DA
ASSOCIAgO DE COLONISACO,
PEnXiMBtCO,PARAHBAEAL\GOAS.
.. CAPITULO I.
ArinS ES ,e10,rins- pililedoracio.
namhurr.' odr-"-'' na cidade do Recife de Per-
dadlo d. fl?-W "nomioad. A.soc.a-
ciacao de Colom.acao em Pernambuco. parahiba e
Alagoa,-.compotta deaccioni..., naciones ees-
Irangeiros.
Arl. 2. Ella assodacao lera
por fim
cao de emigrante, morigerado;. SASKt
trioso, que e.pon.anea ou subiidiadamenUquiiam
V,r,_,,/{,^0V",CM, "P" ""ncionada.. qu"ran'
a. u. .V,!p"*, i* comPnhia sera' de 500:0005
,U .n. Y,,,a "a"" '2'50 "*' ae >WN rs. e.
do, eiJ, '" ,01"'' Por delibera;.- o
dos accionistas em assembla geral.
nt'i'J' A e<""P*ahi ZV. |,roro,,l, """'n.pordelib.raiaodosac-
ctoBislas, com approvajao do gov.rno
CAPITULO II.
Da adm.oislracao da companhia e ,oas opences.
dlr.ri Con,p*nn". "' dmiflistrada por 'urna
n., T.P." de cmc0 *o>>>". leiloi an-
niiaimente, d entre o, que potiuirera 50 on mais ac-
tulos. cenrurm,dade com o a.ligo.... desle la-
raVtei*' A'0Der,"'s "ompanhia sao as ae-
riA'' f'0"?0'6' !,i"Mar a emigrasSo, convidan-
do, eugajipdo, transportando e tratando de aslabe-
aTJ".'?- oenc"gndose da encoramend.
dos qoe liverem de vir por cania do governo, com-
panl.ias ou p.rlicolares, mediante conlralos.
^,..', corrMPODaenda com negociantes nos
paizes eslrangeiros, e com as compendies e socieda-
des de emigrado a coloni,atao ah eilibelecid.s, e
enlender-se com ot proprlalario, oegocianles, ou
quaesquer habitante, do imperio, acerca das ohjectos
indicados no paragrapho antecedente.
3. Ter a bem dos Inleresses da eolonlsa< 3o a-
geulesnot diOerenles paites, donde eooveiiha'alt.a-
h.r a emigraSao, e bem assim em qualqoer poni do
imperio, dando a una e ootros as InsIroccSes conie-
uiei.ie,, tegundo a nalureza dai respectivas commis-
S 4. Solicitar do governo imperial as neccssaiias
providencia, para que laes agente, sejam eoadiuva-
10. peloi empregado, diplomalicet e consolare! bn-
wlT' ", '"!" *a'orirtad do paiz, a bem do bom
esempcuho de sene mandilo,.
maia da melade de toat accfiei, a realitada a primei-
r prenajao.
CAPITULO III.
Dai actes e dos accionista,.
Arl. 10. Ai acr/iei sern rraliiaveis em presla-
Soes de 10 por cenlo, conforme as suaa nreesiidades,
para o que sera na accionistas avisados pela direc-
cao as lolhas mais publicas rirsla cidade e dai capi-
(aes das deas provincias limilrophss, com a antece-
dencia, de 30 diaa.
Arl. 11. a primeira preslac.ao he obrigaloria. O
accionista que nao miliar no termo prefixo, pode-
ra' sir couslrangido a pagar judiealmenle.
Arl. 12. o accionista que nao for pontual as saai
entrada., perder' em beneficio da .i-.-ociac.io as
quanlias que ja liver pago alem do direilo a'accsn
ubscripta, salvo te jostilirar impedimento Irgilimo
dentro de seis mezes, em cajo c.i-o pagara' o joro da
lei pelo lempo da demora.
Arl. 13. As actes eonslarao de registros da asso-
ciatao, e depois de rcalisada a primeira prestacao
podem ser transferidas emeonformidade do arl. 297
do cdigo commercial.
Arl. 14. O accionista lem o direilo de volar e 1er
volado em assembla geral, conlando-se um voto por
cada cinco aeches, al a quantiriade de dez votos, e
dahi para cima se contara' om voto por cada dez
actes.
Arl. 15. O accionista ausente da sociedade smen-
le podera' volar por procuratao, sendo esla oolor-
gada a ootro accionista, mas n.nhum accionista po-
dara' representar mais de dous consliluintes.
Arl. 16. O cesiionario de ictes para ser reco-
iihrri lo accionista e poder volar em as-embla geral
necmila qoe toas actes estejam compelenlemenle
averbadas nos livroi da companhia cum a preceden-
cia de dous mezes, salvo e caso de transferencia por
lier.uioa ou legado.
Arl. 17. O accionista em qualquer lempo ou em
qaalqurr caso nao sera' respousavel por qoanlia ex-
cedente ao valor de suaa actes em cunormidade do
disposlo no ail. i'.ik do cdigo commercial.
CAPITULO IV.
Dos meios auxiliadores da essociatao.
Arl. 18. Em inxilio de toas nperac,6es, hivera' a
associatao os leguiolet inleresses :
: 1. O pre(o das passageos dos colonos ou emi-
grante!, transportados em navios seos ou por ella
frelados, inclusive ascomedoriss, Irstamenlu a bordo
e frates das cargas, neirumenlos e bagageas, con-
forme a lolagao correspondente a cada individuo
maior de dous anuos.
8 2. O prodado dos arrendamenlot, aforamentos
ou vendas de terrenos que distribuir em conformlda-
de do 5 6' do arl. 6.
$ 3. Urna eoramiiiao por deposito, agencia e offe-
recimento de Irabalbos e soeeorros, pagos por cada
individuo emigrante espontaneo que procurar a sus
priiierrAu e inlirineiiii, alrm dss que p.reeber pelos
engajameoloi de colonos, que fizer por coula do go-
verno, de coropauhias 00 particulares.
4. Um inleresse mdico que nao exceda ao joro
da lei sobre as quantias que adianlnr aos colonos,
medanle garanlias convenientes, al que seja por
ealesemhoUada ou por quem oe engajar.
> 5. Um inleresse igual pelos adianlamentos que
fizer aos proprieiarios a fizendeiroi engajadores, pa-
ra despezas de viagem, inclusive as de embaique, e
outras feilaa com colonos al chegarem a seos desli-
nos ou serem entregues a quera os huuver encom-
men dado.
S 6. Qaaesquer inleresses e vanlagens provenien-
tes de soas operaees, e que se conformar com ot fins
da insiiiuicao
Ail. 19. Os procos das passagens, dos freles, das
cargas e mais objecloi indicados uo 1. du artigo
antecedente, e os de alojamtnlcs e traiamenlo em
depsitos e nas hospedarlas da associai-ao ou por ella
protegidas ronslaiao de tabellas razoaveis. O pre-
mio das coinmis-urs que perceber nao exceder' de
seis por cento sobre o importe das despezas feilaa, e
o das qoanliai qoe fornecer por adiantamtulu, nao
sera' maior do que o juro da lei.
Arl. 20. Alm dos lucros cima mencionados ha-
vera' a associatao es auxilios que lhe provierem.
S la Das subvenees do governo em beneficio da
emigrac.au e deienvolvimenlo da colonisacao do
paiz.
2. De qaaesquer favores e iientes de direltoi
qoe lhe forem oulorgadoi pelos podare do estado.
> 3. Da concessao de Ierras devolulai oo oolras
perleoeenlet ao dominio publico, qae vier a obler do
governo para algum dot lint da lei do 18 de setem-
bro de 1850, 00 qoe for compeleulimeille decretada
a bem da colonisacao.
CAPITULO V.
Do fondo de reierva e doi dividendos.
Arl. 21. Do lucro liquido qoe se encontrar no fim
de eada.anno se dividir 5 por 0|0 para fundo de re-
serva, e o restante ser dividido por todos os accio-
nistas na railo de euas actes.
Arl. 22. Aquella qoola podera' ser augmentada
por deliberarlo da assembla geral, e da metma
sorle podera' ser supprimida qoando a reserva linha
chegado a prefazer orna aomma correspondente 1 me-
lade do capital da associatao.
CAPITULO VI.
D atsemblea geral.
Arl. 23. A associatao sera representada pela reu-
nido dos eccinnistas em assembla geral echando-se
presentes 00 ascrjplorio da companhia om numero
de accionlas que represntelo pelo menos a l|i do
rapilal da companhia, lendo lidu previamente con-
vocada pelo director oo pelo presidente da assem-
bla geral, por annooeios repelidos nas folhas publi-
cas desta cidade, com aolecedeucia pelo menos de 8
das. Nao se adunde presante esta l|i parte fici-ra' a
reunan adiada para ootro dia que sera logo marca
do do primeiro da leguinle semina.
Arl. 24. No dia 25 de Janeiro de cada auno se
reunir a assembla geral dos accionistas para o fim
de lomar coolas a dirertio, ouvir seu relalorio e pa-
recer da commissao de exame e cintas, eleger a no-
va directa, commisslo de came e I lupplenles,
presidente, vice-presidenle, primeiro e segando
secretario, e deliberar sobre lodos os negodoi da
companhia, conforme julgar roaii conveniente aos
inlrretse da mesina em conformid.de destes esta-
tutos.
Arl. 25. A assembla geral da campanhia somen-
le aera convocada eilraordinariamenle pela directao
qunndo eita jolgar neceuario ou pela presidencia da
asaembla geral a reqoerimenio da commissao de e-
xame oo de om numero de aecioniatat que repre-
sente pelo menos 1|8 parlt do capital da compa-
nhia.
Arl. 2(i. Nai reonits extraordinarias nao se po-
dera' tomar deliberatao alguma leno tobre o objec-
to para qoe foi expressamenle convocada, ficand a-
diaias para outras teguiolei quaetqaer reqaerimen-
tos oa proposites que por ventura teoham sido apre-
senlados.
CAPITULO VII.
Da directao.
Arl. 27. Cumpre a direccao :
5 I. Exernlar fielmente lodas ai diipotirei desle
estatuto e providenciar para que da meim sorle se-
jam aquellas que especialmente sa acham nc.rre-
gados aos oulros funcionarios.
5 2. Kealisar ai operaces da companhia descrlpla
no arl. desle eslaludos.
S 3 Proceder a chamada das preslacoes das actes,
segundo ai necesiidides da cumpauhia.
j i. Auliirisar as despezas necea.arias pan o de-
vino cumplimento dos e.ialulos, ordene e cootrato
da companhia.
Appellaiile, o jutz monicipal ede orphioida eida-
de de Goianna. appellados, Coelho e Almeida e oq-
re," 'ro';,Cfnnrmad; senlena appellada por accordio
re- de 11 de novembro de 185
"com Apr^lUnle. Franeitaeo da Silva Caslro. appellada,
"", D. i-.-ancisca Jo-epha de Brilo, do juizo de ornlile
tnl de coluiiisatao, admillnlai aquellas modilirates
qoe julgar raiejaveis 1 aun o que nao entrar em 0-
perajes.
Arl. 37. Estes ttlatilo, somonle icrao reformados
depois de I auno de operaees, pela volaru de ac-
conislaa qoe repreaeolem 2,3 do capital d'a compa-
nhia com 1 necessaria approvafao do goeerno.
Kecife de Pernambuco 30 de julho de 1857.
AOS PROPRIEIARIOS DA FREGUEZIA DA
ESCADA.
A gratidao he om dever irrecuiavel a todo o ho-
rnera de honra, e eu deiiaria ja de enmpri-lo, se nao
sie.se por meio da impreusa agradecer a esses gene-
rosos amigoi o apoiosincero, franco, que me ollera-
ceram para garantir o meo direilo, qoe o Sr. Esle-
vao Cavalcanli de Albuquerqoe procura sopplanlar,
confiado indubilavelmente na violencia dos recunos
qu contra mim pode 1 pi or.
Do intimo d'alnia agradeto a esses prestrnosos,dis-
linctoi vares a cu amia que me preslam ; tanlo'maii
qnanlo foi ella a expretsao espontanea de seas ele-
vados sen I miento, 1 mea favor ; seto que de minha
parle houveise precedido solicitado algoma. O
1 Iltm. Sr. Jos Pereira de Arujo, esse carcter gra-
va, a sizudo, amigo zeloto e moilo honrado, e dis-
tinclo cavalleiro. acompauhado de seos illualre. ami-
gos, fac Imenle acreditaram. qoe en era ineapat de
um aclo de perfidia que detlnslrasse a minha vida j
bem recouheeida, e vieram peranle o rispellivel po-
blico Pernambucauo proleslir em nome da minha
honra olTendida por um acto de escamen decae rico
impostor e avarenlo, com a maca > por ediloi, como
se eu fora um fugitivo, um malfeilor | Ene rico
avarenlo nio si lembrou, que pin eu platicar a ae-
1;.lo que elle me emprstito, era misler que me revi,-
vetlii.e do raraeler delle.
Anda iigr.deco-vo<, briosos amigos, eise apoio da
amizade, que me franque.ates. Tenho sebeja cora-
sen) para repellir os iniuilot do Sr. K-lavao Caval-
canli. Acompanhado, e aeolhido por amigo, impor-
tantes, a virtuosos, nao preciso perderme, para mot-
ilar a esse inimigo d'.ima bem pequeo, qae eu fui
ferido por elle em son cilatao d'um modo tralcoeiio
e enrame, En [re lano o Sr. Estevao Cavalcanli, deve
contar comigo ; quero na occasiao mili opporlona a
roinpensarau da injuria, que asiacoa-me ; qaero o
iriiHiipho di minha juslicH i.iueio qoe este avirenlo
cooventa-se de que, independenle por carcter a
eioo da minha honra, poderei ter errot do hornero,
porem nanea igiiobeis actes de ingratos e atarelos,
ou as indignidades da srdida ambirao.
Manoel Cornelio Araripe Hetaira de Menezes.
Recle 27 de jolho de 1857.
O dia 18 de julho do preienle anno de 1K57, he
maia um dos das ms-Enalados nos annae< da nossa
provincia,por ier o riia em qoe o notso bello thealro,
bem scmelliante a' frondosa e colosi.l palmeira ,
acbava-ie cercada de espesso bosque de embrenhi-
dos arbustos de que felizmente le deiempeceo com a
presenra podaron do .elisia omnipotente.
A peuoaa auiencie deaie artista soberano, o deslp-
panrimento desse astro refulgente e binigno, fea
por seis annos occullar nas densas Irevas do desgnslo
e da apithia, a gigantesca e primorosa perspectiva
de um dos mais bellos e significativos monumentos
do noiso progresso dviliaacau, que he sem eonira-
diccao o thealro de Santa Isabel.
Com efTeito, nesse dia memoravel, o cavalleiro
por esculla da munificencia imperial, o arlitla por
excelliocia, escollado de gloria immorredra, sabio
garboso o palco secnico do nosso Ihealro fazendo a in-
leressaiile pane de D. Cesar e liaran no drama de
forya cmica desse mesmo nome, dando dest'arle
fim aos nossos mais ardenles e fervorosos anhelos, e
matando, por assim dizer as mais pnganles Ma-
lades.
Esperado com sofregoidao por om concorso espan-
toso da esperi.,lore. qoe se lorn.iva tanto mais t-
llenle quanto nelle brilhava um crescido numero de
rata apenas se apresenlou o dislinclo artista o Sr.
Germano Francisco de Oliveira, receben desle pu-
blico sempre apreciador do mrito, a mais completa
ovsrao, e o lestemonho o mais sincero de amizade a
man acrisolada qne lhe consagran, ot briosos Per-
naroboenos, e os Ilustres habitantes deala abencoa-
da Ierra.
Os escriplores, os homens de aporado goslo, e
bein assim, as pesaoas mais celebres da nossa pro-
vincia por seo saber e posicao, nao leixarAo di eon-
correr nesse dia para applaodirem ao artista, qae,
vencendo Uabalhus a cualosos sacrificios, vito depr
nas raaos dos seas compatriotas, e nas de todos os
seas admiradores e amigos aicoroai de gloria, qoe,
para honra do Brasil, lhe olTerlaram os homens scien.
tificos dos paizes cilrangeiros; mirecendo especial
mencao 01 de Portugal, deiie paiz de gloriosas re-
cordaees, e aoreo berto de sublimes genios.
No correr da represenl.tao, coja exicucSo foi am-
plamenle satisfactoria, e em meio da eflusao mais
viva de alegria e de applausos segaidos de flores a-
turan qoe com lopcrabuodincia forera laoceda so-
bre os eapectadoris, aos harmoniotos tons de nma
bella banda de mus-a- militar ; e por (al forma,
qae bem parecan* estrellas qoe se de.prendiera dos
esos para se enera varen) no ledo do thealro, onde
em circo luminoso, gyrava o sol fulgurante laucando
de si lurbilhes de lozes.
Faltava mais essa prova, mais esse leslemonho ao-
(hentico, mais essa devolada dedicac.ao do corar-.lo
lerno do sexo amavel, para dar man realce.para tor-
nar ma.s completo o victorioso triumpho qoe nesse
dia obleve u eximio artista o Sr. Germano Francis-
co de Oliveira.
Sim, seria incompleto o seu triumpho le ni as no-
tabilidades scienlificas o lanrrassem. se por vento-
ra o ente sempra benigno, e qoe segando Laeordai-
re, representa a coretao da bomsnidsde, o ente qoe
recebeu de Deo o dom de amar, o nao vidoriasie,
tomando ama parte acliva, a real inleresse nesse seo
Iriumpho ; porque a melhor preferencia esla' sempre
em favor do enle encantador, como ainda acrescenla
e aflirma mesmo Lacordaire, quando diz .- qoe, se
lhe fora necessario bplar entre o leslemonho rio phi-
losepho e o (estrmnnho d. mulher por maior qae
seja a revelarlo do genio, elle daria sempre a prefe-
rencia e revelatao do corelo ; e que se lhe fura
tambero preciso erigir altares a algum objedo huma-
no, anles qoizera adorar o p do corceo do qae o
p do genio. Mas, nesse dia o genio e o corceo
em doce ampleto cororaam o artista, com o segamle
soneto, feliz prodado do mimoso slro de ama Sra.
Pernambucana :
SONETO
Ao muilo nobre cavalleiro da R- sa Germano Fran-
cisco de Olivein.
I.i-lo que agora entre nos o (emos
Cheio de looros e de glorias ctelo ;
Ei-to qoe altivo, pressnroso veio,
Garboso e nobra eulre nos o vemos.
Gratos hymnos d'antor, eia, entoemos
Em doce implexo, 1111 gostoso enleio.
Ao oobre artilla de primores ebeio,
Ao nobre artista que enlre ns o temos.
Ao Deot do pilco, poderoso, ingenie,
Perfeilo artista, eximio, soberano
Da scena bnllio e da braiilia genle.
Ao nosso amigo, prrslimoso ofaoo,
Da nossa scena o astro refulgente,
Ao nobre cavalleiro, hroe Geimano.
Por urna Pernambucana.
N.lo nos querundo encarregar de apresenlar nma
S > Womear os empregados necessaiioi para o ser-1 rigorosa analvie sobre a etecaeao do drama ; mas
vico da companhia, marcar-Ibes o ordenado qae de- somcnl de traannos da feliz e" applandida chairada
vem perceber, com approvar.io di aseemhia geral. 1 do Sr Oermano a' Pernambaco, e da soa presenca
jj it. Crear e rnanlr-r em da ama escriptuiarn re- arlislica no thealro de Santa Isabel, nesle retplan-
decenle Himno de sois doria,lindaremos estas pola-
cas hullas tranterevendo aqui o soneto qoe no fim
Appellanle, o joiz monlcipal e de orpliaos da ci-
dade da Vielorii, appellados, Braz Jos de Mello e
mus herdeiros da finada Rila Maria da Coneelclo.
l irado por nao se haver pago o preparo.
PROTESTO.
Os hmxo ssignadot, vendo que o Sr. co-
ronel Estevao Cavulcanli de Albuquerquess
julga com forcea suiTicientes para supplanlar
odiretto ejuatica do Sr. Manoel Cornelio
Araripe Rezerra de Menezes, buscando tai-
vez meios menos honestos, em vez de discu-
r*.gi m*".to .a0 ,eu Pretendido dlrejto,
como teern vislo de publicacOes no Diario iie
lernambuco e no Liberal Pernambucano,
veem declarar peranle o publico, que elles
estSo resolvidos a garantir por todos os mei-
os a seu alcaoce o bom direilo do Sr. Manoel
Cornelio Araripe Bezerra de Menezes, que he
incapaz deausenlar-se para n.lo responder ao
Sr. coronel Estev5o Cavalcanli de Albuquer-
qoe, como este flgurou em requeriinento
feto para citieao ediUl.
Os abaixo asignados, amigos do dito Sr.
Manoel Cornelio Araripe Bezerra de Mene-
zes, declaran ao Sr. coronal EstevSo Caval-
canti de Albiiquerquo, que elles se conside-
ran, com os meios e com a forca precisa para
Tazerem com que o pleito entre S. S. e o dito
Sr. Bezerra de Menezes.se ja decidido cofor-
ma a josluja, e n5o por meios violento e
por oaientacio de prepotencia.
Recife 2* de julho de 1857.
Os proprieiarios da Escada,
Jos Pereira de Araujo.
Jos Rufino Barboza da Silva.
Antonio Alvos da Silva.
Joao Pereira de Araujo Cardozo.
Jos Pereira de Araujo Jnior.
Manoel Barboza da Silva.
Virginio Barboza da Silva.
Sebasliao Paes de Souza.
guiar de Indis as operatei da companhia.
5 /. Orginisar no fim de cada anno o balante ge-
il da companhia, com as eomp.lenletdemoiiilracoes
do drama e lindo sido chimado
cena o
no lim
mesmo
e submells-lo ao exime das reipecllva commissao | *r- Germano recilou em agradecimenlo 10 publico
assim como torios os livroi e papis da cempaohie. I e Dor 'er a dita ; ..lo estas a. suat proprist expres-
S 8- Apresenlar este balanco depois de compelen- **') de achsr-se de presente entre uot tonelo
lmenle examinado a assembla geral dos crionis- i "' 1ue ^tm revela o amor e dedicaclo qoe'elle tri-
tss em 23 de Janeiro de cada anno, ou no segu ule uu"> Pernambacanos, que respeiimamenle car-
Procurar merla"r.";"."ii a. rtl? f '"* for """c*d'>. acompanhado de nm re- ; \ln* a suave jugo da roa 1 rendida gralido, agra-
leauxilio do mesmo gover-! lalor.o circomslanciado de lodas as operairs da dem cirdeal e fralernalmenle a lodas cada
companhia, seu eitarto actual, lembraado asd. libera- '"n1 dss pestoai de mrito e de genio dos paizes es-
toes qui se devem lomir pira a prosperidadi da Irangeiros os honrosos favores com que brindinm o
mTVSSSSS",t.. b1! """*" P-"r,,s na pessoa do Sr. Germn.
9. Distribuir o balanco, demonslraco, parecer [ francisco de Oliveira.
e relalorio. depois de approvados, por lodos os ac-
J1"' C.0?C"/?r ? mi?'aC*o para o Brasil, e comba- co
sa lolfrer ""COl0! qU* ioa,'tmente Pa-
6. Comprar on aforar Ierras devolutas oo ou-
Ira. perlincentti ao dominiu publico e particular,
para colomsa-la, distribuindo aos eolcn.ts por me.o
de arrendamenlos, aforamentos 00 veodas, e mesmo
a qualquer oulra pessoa, com a cundido de era pra-
zo determinado povoa-lai com genle livre na razao
de orna ramilla, ao menos por cada tole de 2.JO mil
beatas qoadradas. Proceder da mesmn sorteares-
- ------ '*-" mu nifiiiii aoi 1
pello da. Ierra, qn, adquerir por eoncessa.i.
S 7. Eslabelccer navegatSo para o trans:
colono
-,-_ para o transporte dos
uporlos oeparlida, aleo desembarque
clehmlivo nos logares de seus destinos, comprando,
encommen.lando e fritando, no lodo on em parle,
embarracoes qQe melhor pos.am preencher etle fim.
5 8. Ter em logar apropriado para o desembar-
que dos colonos, acommodisoei precisas, onde se-
jam recetados a soa chegada, e tratados convenlen-
lememe em quinto nao achiren) destino,daudo-lhis
Noto de rendida gratidao qoe ao illoslrado publico
pernambneano lincernmente tributa Germano
rrancisco de Oliveira, no seguinle
cionislas da companhia.
Art. 8. A directao logo que tomar conla do seu
cargo escolhert deulre si 1 presidente, 1 secrelario.l
Ihcsoureiro e 1 supplmle para a regularilade dos
aus trabalhoi.
Arl. 29. No impedimento de algum director servi-
r o supplenle segando a ordem da volaco.
.\rl. 30. llavera' ordinariamente 1 sesaao da di-
rectao em cada semina, no dia qne ella designar, e
extraordinariamente qoando o presidente julgar ur-
le a soa convocedlo. A direct-'o pode funecionar a-
ehando-se prsenle 3 diradores: mas nada ie resol- "ob" Povo d* heres. de hroes famosos,
ver., qae u;i.) seja com a approvacjlo de 3 roembros [ povo mais leal e hospitileiio.
SO.N'ETO.
Eii-me oolra vez na scena prasenleiro
O loaros recebendo primorosos,
Uo povo o mais feliz, qoe aos desditosos
Em -eu peito recolbe asnas faguiiro.
Eis-mo
R ro de :
enlre o povo heroico brasileo,
1 arcBe, de eilos gloriosos,
&&MSm4%ifa
.a_ ~, CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d. a 60 d.
t Paria, 346 rt. por fr.
a Litboa, 92 por % de premio.
Kio de Janeiro, 2 por 0|n da descomo.
Actao do banco 50 por cenlo de dividendo per eoo-
la do vendedor.
companhia de Beberibe 60|000 por actao
a companhia Pernambucana ao par.
tilidade Publica, 30 pur cento da premio,
e Indenxoisadora. 61 Idea.
e di estrada de ferro 20 por Oin da premio
Disconto de leltras, de 10 a 10 por nlo.
Accaes do Banco, 40 a 45 da premio.
Ooro.Onces hespanbolat. .
Moedas de 6J00 velhas .
6>tt)0 nuva- .
t 49OOO. ....
Prata.Palacoes brasileiros. .
I'esos columnari-s. .
a mejicanos.....
28a285O0
. 16X100
. 169000
9*000
. 3ivl)00
SJJOOO
19860
AI.FANDKGA.
nendimento do d'a 1 a 27. .
dem do dia 28. .
400:5649458
8:9919848
4O9:55630
Arl. 31. Os directores perceberao pelo sin 1
Iho orna commissao de 3 por 010 sobre o lacro li-
quido que apparecer no lim de cada anno, garao-
Ouania gloria me cabe neilc Instante,
Neste instante p'ra mim mais venloroso,
Por achir-me enlre o povo o maii comante
Descarrecam boje 29 d julho.
Barca 1 ogleaGenevievemercadorias.
Barca inglezaOberonidean
Barea francezaP0H9 Klcodem.
Bngue ingletiiunllelcarvao e Irilhos.
Escuna ingiera Johau & tliacarva.
Brigue br.iileiroFirmapipas vaaiu
IMPOHTAtAO.
Barca ingleza Oheroo, viada de Liverpool, corvtig-
uada a ordem, man 81 can,, e 13 fardot fazen na de algodso, 6 ditos
ditai de laa, 2 dilet fio de sapoleiro, 9 eilxa, eolle-
lei e meias de algodao; a Fox Brollurs.'
10 ciixit fizend de algodao ; a Siundert Bro-
Ihers.
33 -dilas e 12 fardos dilat de ditos, 2 caixti e 3 far-
dos dita de lia a algodao, 1 caita tipiles e pannos
de laa ; a Bieber & C.
107 caitas a 32 lardos fixenda da algodao, 2 ditos
bielas, 4 ditos paonos ; a H. Gibsun.
1 eaia fazenda de algodlo e seda ; a Tiara M. A
> iqissa.
fardo a 18 calas fazenda da algodao. 5 ditas
dita de hoho, 2 fu dos dila do lia ; a Jermetoa Pa-
lor & C.
2 caixis tapetes de Ua, pira sof : M. i. Csr-
ueiro.
19 dila, e 8 fardo, fazenda de algodlo, 5 dilo, di-
la de faoho, 2 dilet e 6 caitas dila de lia e algodao ;
a Adamioo liowie c\ C
5 canas e 13 fardo, fazenda de algodao, 1 dito
mantn para lellirn ; a Kotlrnm Rooker eV C.
38 camal fatinda de algodlo, 2 firdot din de laa
a ilgoiiao ; a J. Cabtree \ C.
I cana fazenda de laa ; a J. C. Ayrea.
1 fardo fazenda de algodie, 3 din 1 caita dita
de linho, 124 barricas eerveja ; 1 C. J. Asile.
o C.
1 eaia seda e laa e dita e algidao ; 1 A C. da
Abren.
1 eaia fazenda de algodao, 1 dila dila de lia. I
dita meu, de algodao, 1 fardo tpeles ; a l.aiz An-
lonio de Siqueira.
4 caiui fazenda de linho, 11 dilas e 5 fardos dita
de algodao, 3 dilo. dila de la. ; a Palhoo N.sh.
1 calxa azenda de linho, 2 dilas dila de algodao e
luardanepo. de linho, 4 dita, chales de'algodao rom
franja de Mi, 3 dilas chapeo, de sol de ilgodao, 90
barrieaa familia : a J. KellerA- C.
119 canas e 227 fardo, fazenda de algodao, 14 di-
lo, e cuas dita, da la,, 1 dita e 2 fardo, din da
dila e algodlo. 1 dita dita de ligedlo e seda, 15 cai-
tas chapeos de sel, 8 dita lento, de algedl., 100
caita crveja ; a J. Ryder ,J| C.
11 fardos o 24 caitas fazenda de algodao, 1 dila
lencos de seda, M barril maoleiga, 100folhas de fer-
ro, b barra de ferro chalo, 889 ditai e 401 fenii
da dito redondo ; a Braga 4. C.
I fardo fazenda de Ua. 7 diloia 28 caixai fazenda
TerVke A C d'" "*' ''S0"1" Arkwilghl
i.1*'?"a-. f\"Dda de ,,8dao-1 "' l'nha da al-
godao, 1 dila bico, peale, cartee, etc., t dila co-
bedons, 1 fardo camixai ; a Baba Scbraittiu
, LnllVuu la".' !.aHo e f"enda ''da
a .snutlirili Mellors & C.
a 3 "'"''""da de algodao e II., 3 ditas e 3 far-
do, ditas de algodao ; a Isaac Cario & C.
i canes cordao de algedli braneo ; a Feidel Pin-
10 O C.
II barrica, ferragena, 1 dila machad., 2 dita
preso, 1 d.U cutilaria ; a E H. Wyall.
.1 rardos lonas, 20 tonelada, carva*, 41 lacha, da
f.rro. 300 barras de ferro, 2 barricas ferrigens, 2
feixes de ico, D. W. Bownu.n.
1 raixai ritogios, 42 ditaa liabas, 18 rvlindroi com
golhetai e eorrenle-, 12 carretal, 6 ciixai e 4 ro-
delet; a S. P. J.delo & C.
4 barricas ferrageni, 5 canas lio, 2 fardel fazen-
da de linho : a J. Ilalliday.
2 calas que jos, I dita
Neves.
SO birris miul.ig ; a F. de P. F. de Sibeii.
4 Clin queijoi, I dita biteoilo, 1 dila ro.Harda,
bail pregos, 1 dilo conniv ; a M. J. G. da
vate.
biicoito; a J. da C.
25 barr, manleiga ; a Barroca & Cttlro.
10 ditos enchada, 2dilot f.rngeu, 2Iaaolliiw ras
di r.rro ; a Brander a Brandis.
SO birria mmleiga ; a J. B. da Foaeeca Jn-
nior.
jO dilot dila ; a fia*tos ^ Lerooa.
a t. "a.* Sozi.1 d" ** Pr,,' m "*-' I
4 barril nla ; 1 Moreira & Iragoxo.
I cala obrat de prato ; a L, H. Wij||au,.
1 dita 4 taecoa ametlra. ; a diversa*
\.por nacional Igaatas., procedenle doi
inorle, consignado a agencia, maaifestoo
419 cauros salgados, 32 barrica, h. SK
milho. 6 dilo. eljao, h ZJET caU..*
do norte, cintignado
ginnle :
onrna ialn.au o. i___ ...
ICCOI
Gom..!"" "^ M'8,d ADatod Alm?
^53 eaiai velas de earnaoaa ; 1 Jele Fr.nei.eo Pe-
15 coaros salgados
Silva.
5,400 loros de mangue, 00 saceos farioba de raan-
d'uca 1 a Maciel Jnior.
a Manoel Goncelves da

*




MUTILADO

-


s
DIARIO DK PERNAMBUCO O ARTA fEIRA 20 DE JULHO DE 1857.
16 ucees qomua, 18 barricas cebo, 1 caiiote
queijoi ; a Antonio Alborto de Soma Agoiar.
) mir i< courinhoa, 5 aaccoa feijao, 1 embrullio
buso ; Joaquim Vieiro de ljrros.
I mallo qaeijo e corno ; a Hanibai de Almei-
da F.
21 borrical cebo, 1 dita cera da abelha, ti saeeos
raiinha ; a Novan & C.
1 calilo qoeijo e carne ; a Sergio Porelro da
Molla.
5 saceos gomroa, t caiiole quoljo ; a Joaqun) Lo-
pes Ferrtire.
caita queijos ; a Jooo Pinto de Mrndongo.
2 barricas o I sacco gomina ; a Molla & Ir-
BWi
I uceo mlho, 3 barajaos peiso ; a Francisco Gon-
:alves Seii.
1 erobrollio o t calite encomemld ; a Jos Erod-
io dos .; Hilo.
-1*1 mtlhoi eou inlios ; a Vicente Ssveriano Hil-
arle.
2 saceos fsljao, 2 eaiiolinhoi queijos e velas, I
barrilioho otos ; a I). I.oita A. A. de Barros.
I 7 couros sainado". 10 masos coiirinhos, 131 ditos
o 1 eaiioliniho carnes, 8 barricas cebo, 1 dita grata,
2 ciiies e I parole queijos, 7 saceos fijao, gar
jaos faelo ; a F. P. de F. Saboia.
1 earoa Trncela asada ; a Joaqoim Antonio de
Oliveire.
2 cerresitea vellias de fsrro ; a Joso Bsplisla de
Sonsa.
1 laie sellio, 1 raisotinlio oos, 14 ntieirna de
ponas de boi ; a Raimando Heuriqaes do Ara-
ujo.
1 acco fei]Ao, 1 barriltinho ovos, 03 saceos faijo,
2 ditos gomma. 2 ditos buxo, 4 ditos milho, 9 gare-
jaos palto, 4 ditos carne, 1 barrica cebo; a Joao Ro-
drigues Machado.
2 cales e barrica ignoro ; Antonio Barros Pe-
queo.
I caitio quoijo ; ao Dr. Jos C. S. Lima.
34 mollios cuurinhos, 9 saecus cera, 2 barricas ce-
bo ; a Jos Antonio da Cunha & Irmo.
1 caii.lo qaeijo o carne ; a JoAo Car Cardoio
Ayres.
32 couros salgado*, 82 raolhos eoorinhos, 6 pipas,
5 barra o 14 cariafei vatios, 1 sacco chapeos, I
calilo qeeijo ; a Joaqoim Rodrigues Fernandrs.
2 saceos gomma ; a Antonio I.opas R. de Mello
& C. ^
2 niolhos esteiraa, 3 garajaoa peite ; a Mathias da
Costa.
1 calilo queijos ; a Antonio Marques de A-
morim.
56 saceos feijao e milho, 2U raassoa carne, 16 cijos
masaos peiie, 3 calinas queijos; a Jos Rodrigusa
Ferreira. .
I estallo easlanlio ; a Joao Piolo de l.emos J-
nior.
4 aaeeoa cara de carnaoba ; a Salgado Si I*"
mito.
1 pacole carne secca ; a Chri 68 coaros slgalos, 2 eeijes queijos, 2 bahns
roopa ; Francisco liomai (le Mallo Jnior.
14 molhos courinhos, 1 caitio qoeijo ; a Joo da
Silva Looreiro.
1 ra ilo qoeijot ; o F. T. da Silva Nevei.
1 bahu, 2 rodas velhas de Ierro ; a Joaquim da S.
Castro.
33 molhos eoorinhos ; a l.uii Borget de Ctr-
queira.
13 garsjaos e 1 barriUioho psiie, 2 taceos foijlo ;
A Bernardo Januario.
I arroba e 126 camuas velas, 1 cuntiste a;o, 1438
eouros, -234 mullios csau'inhos, 900 ditos p ilha, 30
saceos gomma, 1 dito pannas, 4 ditos caf, 9 ditos
fejlo, 2 barricas peite, 18 molhos esleirs, 2 barri-
cas, 9 canoles o 5 arrobas queijos, 1 caitio tpalos,
1 barrica 3 arrobss carne ; a ordem.
Brigae nacional Firma, vindo do Rio de Ja-
neiro, consignado a Novaes & C, manifestoo o se-
guinle :
3 caiidea chapeos ; aos contignatariqs.
1 dito dito ; a C & Irml".
1 riilodiloiM.F.M.Maia.
MI caitas vinho ; Souvage (t C.
Vi pipas vaiias, 200 barra breu, 14 ditos polassa,
12 caitas papel, 1 dita folhetos, 30 ditas vela, 200
ditas sabio, 130 saceos caf, 6 pares de peroba, 30
rollos fumo, 200 barris, 1 caitio chapeos ; a
orderr..
CONSULADO GERAL.
Bendimenlo do da 1 a 27. 98:7363031
dem do dia 28....... 2.-420J639
tinco, tambem velho por 7OJO00 ; e 600 palmo c-
bicos de peilra de Fernando, por 30*100, importando
em 1043800.
Os licitantes poden) comparecer a hora indi-
cada.
Mesa do consulado de Pernamhuco 28 dojulho de
1837.O administrador. Jlo Xavier Carneiro da
Cunha.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da resolucao
da junta da fazenda, manda fazer publico,
que no dia 6 d agosto prximo vindouro,
vai novatnento a praga para ser arrematado
quem por menos llzer a obra do 15.' lanceo
da estrada do sul, avahada em 15.620a reis:
E para constar se mandou allixar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 27 de julho de 1857. O secre-
tario, Antonio Ferreira da AnnunciacSo.
- O conselho de revista da guarda nacio-
nal deste municipio, convida ao Sr. alferes
Liiz Jos da Silva GuimarSes da dita guarda
ncional, para comparecer na sala das sessoes
da cmara municipal, no dia 30 docorrente,
as 11 horas do dia, alitn de ser inspeccionado
por junta medica. O secretario, Firmino
Jos de Oliveira.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conseibo administrativo tem de comprar
o seguate :
Para o presidio de Fernando.
Farinha de mandioca, alqueircs 400 ; fa-
rinh de trigo, da marca 88S, barricas 6 ;
aasucar branco, arrobas 16 ; arroz, arrobas
10 ; aletria, caixaa 2 ; vinho branco bom,
medidas novas 20; dito tinto bom, medidas
novas 20; agurdente branca, medidas no-
vas 40 ; verde-maca, latas de 28 libras 2 ;
anchadas 200 ; reparos Onofre de calibre 12
8 ; cabo de linho de 5 pollegada, pecas 2 ;
picaretas 24; freches de 40 palmos 8; cumi-
eiras de 40 ditos 4 ; tercas de 40 ditos 8;
linhas de 32 ditos 8 ; madeiras para porta-
das, do comprimenlo de 30 palmos 4 ; paos
de ensarnes para barrotes 2* ; caibros, du-
zias16; ripas, ditas 2*; tahuas do louro,
duzias 8.
Botica do mesmo presidio.
Alvaide lino,arroba 1[2; ammoniaco libras
4; alcohol, garrafas 16 ; alecrim, libras ;
alcacus, libras8; agua-rosaua, garrafas 12;
agua de louro cerejo, garrafas 12; aniz es-
trellado.libras 2; acidosulphurico.libras*;
asceniato deammoniaco,libra 1; accido ntri-
co,libras* ; accido prussico medicinal,libras
*; bejoim, libras*; borrachas de gomma
elstica, grandes 2* ; ditas pequeas 24 ;
belladona era rama, libras ; calomelanos,
oncas *; crmor de trtaro, libras 8 ; casca I
de meseriSo, libras*; cerveja prete, gar-
rafas 12 ; caixas vasias para pilulas, du/ias
8; cicuta em rama, libras 4; cera amarel-
la, arroba 1|2; dita branca em rama, arro-
ba 1|2 ; electuario de sene composto, libras
8 ; essencia de tliurebeiitioa,libras2; extrae-
tro de manesia, oncas 3 ; extracto de bella-
dona, oncas ; extracto de meimendro, on-
Qas ; extracto de valeriana, on;as ; er-
va doce, libras*; ether phosphorico, libra
Sendo a parle de l.uiz de Camoes desempenhada
pelo artista Germano, a de Mendoiir.ii pelo artista
Pinto e as derrus partes pelos artistas da coiniia-
nlna.
Finalisar o espectculo 6 muilo desojado vaude-
POR CAIS4 DE II ALGVIISMO.
He este o diverlimento que a sociedade dramtica
oflercce aosseus protectores.
Os Lideles acham-se a veoda oo escriplorio do
Iheatro.
Principiar as 8 horas.
COMPANHIA FRANCEZA.
Asegnnda representacao tera' lugar se-
gn da-fe i ra 3 de agosto. Sexta-leira sera'
publicado o programma.
As pessoas que qui/.erem bilhetes de
camarotes e cadeiras, deverao dirigir-fe
ao hotel ingle/, a Callar com Mr. Pascal.
Gabinete ptico
ATERRO DA BOMISTAIU.
O director deste salSo, participa a seus
Ilustres favorecedores, que tendo-se de re-
tirar desta provincia,oflerece-lhes esta sema-
na urna agradavel exposicSo do vistas no-
vas.
GUERRA DO ORIENTE.
1. Os fiees retratos dos defensores da
guerra europea.
2 A esiuadra anglo-franceza dando fun-
do em frente de Bassigua.
3." A Ilota anglo partindo de Pitead, leva
S. M. a rainha Victoria.
*. Balalha general d'arma.
5 Batalha de Inkerman.
6. O grande bombardeamento de Sebas-
topol, por mar o trra.
.7." O grande assalto, general de Sebas-
topol
8 a Retirada dos Russos para o norte e
incendio de Sebastopol, e da esquadra rus-
siana.
9." NapoleHo III. passaudo revista as tra-
pas.
10." Vista de Pernambuco.
II.* Vista do Porto em Portugal.
12 Vista de Madrid, capital de Hespanha.
13 Igieja de Santa Mara luminada.
1*.' lielberg Allemanha.
15. A nidade de New-V'oorkc.
16/ Interior del palacio de bollas-arles
em Paris.
17. Vista de San-Francisco da California.
18.a NapoleSo I, em frente da cathedal
de Milao. |
O saiao estar aberlo das 7 at as 11 da
noite. Entrada a 18 rs., e os meninos de 8
anuos a 500 reis.
0 vapor tlgaaratiVa arha-se a carga para os por-
tos do norte, para onde satura' as sois horas da larde
do dia \ de agosto, A carga sera' recebi.la at as
5 horas da larde do din 1. O vapor tundeara' na
birra de Mossor a desembarcar a carga e passa-
geiros.
A barcaca Dos te Salve acha-se car-
ga para a Parahiba : quem nella qeizer car-
regar, deixe por escripto na ra do Codorniz
n. 5.
tetM.
O agente Borja, em seu armazem na
ra do Collegio n. I5,far leilo de um grau-
de e completo sortimento de obras de mar-
cineiria novas o usadas, objectos do ouro e
prata, relogios de algibeira e de parede, ob-
jectos de porcellana e de crystal para sala,
candieiros inglezes de novos modelos, di-
versas quinq.uilbarias e outros muitos ob-
jectos, que so com a vista podem ser ajuizn-
das : quinta-feira 30 do correle, as 11 ho-
ras da manhaa.
Domingos Alve Matlieus lara* lei-
lao, por intervenrao do agente Pestaa,
e por conta e risco de quem pertencer,
de 8 caixas do muito superior couro de
lustre e de um rico e elegante piano :
quaiia-eira 29 do corente, ein sen es-
criptorio, ru de Apollo n. 23, a's 10
horas da manliaa em ponto.
Ricardo Kadnff, fara leilo (para liqui-
dado), por intervencao do agente Borja, da
sua taberna, sita na ra das Cinco Ponas n.
52, consistindo na armar;3o, gneros espe-
ciaras etc .existentes na mesma : sexta-fei-
31 do corrente, as lt horas da manhaa.
--- O agente Pestaa fr leilao por conta
de quem pertencer, de 100 caixas com mas-
sas, as melhores que ha no mercado, a ithir
da alfandega, chegadas pelo ultimo vapor,
em lotes a vontade dos compradores : quin-
ta-feira 30 do correte, asIO horas da ma-
nhaa, na porta do armazem do Sr. Annes,
defrotilfi da alfandega.
Capachos
Vendem-se ptimos cipachos para portas,
janellas e sofs : na ra da Cadeia do Rerife,
lS2TXR41Sgtt+& i esquM.adaAladre.le Meosjojade miudezas.
Per fumarias.
Na loja de Jo.- Antonio Moreira Ds & C,
na ra Nova n. 35, vendem- se as mais rices
pecuniarias, que tem vindo a este mercado.
Vista n. 42.
Precisa-se da urna ama do leite forra cu cap-
tita : na ra do Caldeirtiro n. 88.
LOTERA
GABIHETE PORTGEZ
N8o se tendo hontem 26; reunido numero
sutliciente dos senhores membros do actual
conselho deliberativo para dar posse bo con-
selho eleito om assembla geral de 19 do
corrente, sao de novo convidados, tanto os
membros do actual conselho como os se-
nhores que foram eleitos para o conselho
que tem de funecionar ate junho do proxi-
DA
provincia.
Oahaixo assignado vende adinheiro a vis-! mo fuluro a,">. reun er-se na sa'la das
AtteneoJ.
Kogio no dia 26 do corrente da ra da
Cruz do llecife n. 42, segundo andar, um
moleque de nome Camillo, representando
ter 21 a 22 anuos, e aceas principia nascer
a barba, estatura baixa, grosso do corpo e
tem om p inchado, sendo signal bem co-
nhecido uns fruocheos no pesclo; levou ca-
misa branca suja e c.i Ira preta v-llia : quem
o pegar leve-o a mesma casa cima, ou no
escriplorio por traz do Corpo Santo n. 66,
que ser generosamente recompensado.
- Precisa-se de um caixeiru de idade de
12al6annos, com pratica de taberna-, na
i ra estreila do Rosario n. 16, taberna da es-
Itrella.
- Precisa-se de urna ama de leite e una
ta sendo da quantia de 1005 reis para cima,
os seus felizcs l> Hieles, meios, e quartos,
pelos precos abaixo mencionados, na ra
da Cadeia do llecife n. *5, esquina da aladre
de Dos :
Bilhetes 55400 recebe 5:0005
Meios 25700 2:5005
Quarlos Ij350 1:2505
suas sesses, sexta-feira, 31 do corrente,
pelas 6 horas da tarde. Itecife 28 de julho
de 1857.O 1. secretario,
Iticardo de Kreitas Ribeiro.
O abaixo assignado roga ao Sr. Amo-
rim Costa de vir ao seu estabeleciraento de
relojoeiro. no aterro da Boa-vista n 16, pa-
ra desmanchar o engao do relogio que o
mesmo Sr. Amorin levou na persuaso que
i secca. para casa de 2 pessoas, com lilho ou
j seta elle, paga-se bem: na ra de Santa
i Isabel n. 9.
Precisa-se de um liomem de idade,
brasileiroou portuguez, para compras e tra-
tar de um quintal : no aterro da Boi-Vistt
n, 20, segundo andar.
Jos Florencio Goncalves retira-se pa-
ra Portugal, com aua mulber.
Precisa-se de um homem para feitor
Por Salustiano de Aquino Ferreira, mesmo *"J* ^ou na persu.sSo que H ? i T W.LiZ
Jos Fortunato dos Santos Porto! I fosse seu' quando o dito relogio he de ou-1 de um sitio perto da prar^a, que trabalhe
-I^ei0 H) |>tfK0
101:156-3693
DIVERSAS PROVINCIAS.
Bendimenlo do da 1 a 27. .
dem do dia 28.......
8:6385786
27/956
8:6665742
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
28 DE JULHO DE 1857.
MontevideoBarca lieapsnhola ajuhinn Kalkman.
N. O. Bieber & t;., 310 borricas e 65 barriqoi-
ohas assucsr branco.
PortoBarca porlugueta N. S. da Boa Viagem,
Thoruai de Aquino Fonseca i Fillio, 100 saceos
assacar braneo ; Manoel do Nascimenlo Arauj,
150 barricas assucar branco.
LiverpoolBarca maleza Prospero, Sootliall Mel-
lors Si ('.., 120 saceas alaoriao.
ConfeleracSo ArgentinaBrigue hespanhol "Cori-
nao, Amorim Irmloi, 20 pipss cachaba, 20 ditas
espirito.
LisboaBrigoe porloguez aConstante, 1 liorna/, da
Aqoioo Fonseca Ov Filho, 50 saceas algodlo.
EXPORTACAO'.
Buenes-Ayres com escala pt-r Montevideo, polaca
hespanhola uPrompla, de 260 toneladaa, condoli
o aegoinla : 50 cauros seceos, 16 pipas agurden-
le, 20 barra de 5.' espirito. 1,080 barricas, 210
nielas ditas e 25 saceos com 9,654 arrobas e 16 libras
da assucar.
Rio da Prata, polaca hespanliola Avelina, de
201 toneladaa, conduzio o aeguinte : 60 pipas e
4 meiM ditas agurdenle, 1,300 barrieaa assucar.
KECEBfcDORtA DE RENDAS INTERNAS U-E-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1 a 27. 33:779*210
dem do dia 28....... 595/268
^V^d V:'-- :;;- \j$.
34:374#'i78
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 1 a 27.
dem do dia 28.
84:390yJ08
2:5895831
86:9805739
Navios entrados no dia 28,
Illia da Madeira42 diaa, corveta austraca Caro-
lina, de 810 toneladas, eommandanle Ignacio
Koen, equipagem 191.
Baicelona 48 dias, sumaca heipanhola aMalildo,
de 110 toneladaa, capillo Jos Sala Marislaoy,
equipsgem II, carga vinho, a Araoaga BryAn.
Prrtenre a Harcelona.
Bio de Janeiro por Macei30 dias, do ultimo porlo
I, patacho nacional sAgonia, do 177 toneladas,
eapiUo Nicolao Mara Passalaqoa* equipagem 12,
carga lastro de podras, n Antonio l.uiz de Oliveira
Atevedo. Perlones a Bahia.
Navio sabido no mesmo dia.
Liverpool por Macei Barca ingleza < Bichmood,
capilao I. Adamson, carga lastro de areia.
@H:r,.
O Dr. Anselmo Francisco Peretti, coramen-
dador da imperial ordem da Rosa, c juiz
de direito especial -o commerco, nesta
cidade do Re,cife e providea de Pernam-
buco, por S. M. o Imperador, que Dos
guarde etc.
Faijo saber pelo presante edilal, em como
no dia 20 de agosto prximo vindouro.se
ha de arrematar por venda a quem mais der,
em praca publica deste juizo, porta da sa-
la das audiencias, um sobrado de dous an-
dares, sito na ra da Cruz desta cidade, de
n. 59, avallado por 6:000/rs., penhorado aos
nerdeirosde Francisco Conexivos Bastos, por
exccuco de Jos Perei-a de Goes; e na fal-
ta de langadores correr a arrematarlo com
o abate da 5" parte de sua avaliacao, que
vem a ser por 4.800/ rs para que se torne
crTecliva a dita arrematarlo, ou adjudicado
na conformidade de lei.
E para que cliegue noticia aos licitantes,
mandei passar edilaes, que serio afxados
nos lugares do costume, e publicado pela
imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife 27
de julho do 1857.
Eu Francisco Ignacio de Torres Ban.lcira'
cscrivao o liz oserever.
Anselmo Francisco Peretti.
&ctl**a*c.?3
De ordem uoconselho de administra-
cao naval, faco publico, que em seasao de 3
no mez de agosto prximo, se contratari a
compra de calcas de algodao azul, camisa de
dito, fardas de panno azul, calcas de dito, e
de mais roupas, tudo consliluindo o farda-
mento das pravas embarcadas nos navios da
armada, vista de proposlas que apresen-
tem-se, declarando o menor preco decaa
um losobjectos, entregues ellas no dito dia
al as 11 horas da manhfla.
Sala do conseibo de administraco naval,
em 28 de julho de 1857. O secretario, Ale-
xandre Rodiigues dos Ar.jos.
Pela edministracilo do consolado desla eidade
se faz poblico, que a.isla do que acaba de ordenar
a ihrsourarla de fazenda em -JA do corrente, pela
3.' vez se hSo de arrematar eml.ilio i portaba mesa
no da 31 do mez presente, a I hora da larde, os ae-
guinte. mtense, que s* llraram do armasom e
ponte do trapiche do algodao, a saber : 12 (atoas va-
inas di (rro por 45800; 130 dilaa 16 pedacos de
nos de lnho,arroba 1 ; hydro-ferreo eya-
nato de quinino, oncas 2 ; bydro chloralo de
merlina, ongas 2 ; herva terrestre, libras 2 ;
ipecacuanha preta, libras 2 ; dita branca,
liras 4; iodureto de chumbo, ongas ; Le-
roy purgativo do 3.- grao, garrafas 2* ; los-
na, libras ; moscas de MiUo, libra I ; mal-
vas, arroba 1 ; oleo de ligado de bacainao,
libras*; oxyJo de zinco, libra 1 ; pastilhas
de ipecacuanha, caixas 12 ; ponas de va-
do calcinadas, libras ; polassa caustica, li-
bra I ; pommada mercurial, arroba 1|2 ; pa-
pel de embrulho, resmas 2 ; robe de laffcc-
teur, garrafas 12 ; robe de sabuguero, gar-
rafas 12; raz de sinoglosa, libras 2 ; raizes
aperientes, libras 8; rezina de batata, libras
I ; rezina de angico, libras ; rezina de ja-
toba,libra 1 ; sal-amraoniaco voltil,libra 1 ;
strichinino, on^as 2; sulphale do magnesia,
libraste; salva, libras 2; serpentaria, li-
bra 1 ; sal de chumbo, libras 2,- Iherebeuli-
na lina de Veneza, libras 6; vinho branco,
garrafas 12; xarope de tamarindos, garra-
fas 12; degilales em rama, libra I ; escar-
radeiras de metal 50; camisas de llanel-
la 20.
2.- hatalho do infanUria.
AIgodaozinho para camisas, varas 1,000;
panno preto para polainas, covados loo
bollan la para forro, covados 50 ; botes
brancos grandes de osso, duzias 267 ; ditos
ditos pequeos de osso, ditas 134; ditos
pretos, de osso, ditas 33*
9.a batalhao de infatuara.
i.rayalas 35 ; compendios de arilhmetica
porCollaco, exemplaresb; hollanda para
forro, covados 50
Hospital regimcntal.
Conchas de cobre 2 ; esquife coberto 1.
Botica do mesmo hospital.
Seringas do metal de capacidadc de on-
as para njecgdes 6.
*.' batalhao de arlilharia.
Casemira carmezim para vistas, covados
7 ; hollinda para forro, covados 25.
10.- batalhao de infamara.
Panno mesclado, cor de caf, covados 81 ;
dito dito azul, ditos 5*; hollanda para forro
covados 2*; casemira encarnada, covados
16; cartas de A, B, C, exemplares 20 ; lila
de retroz preto, varas 42 ; Uboadas, exem-
plares 20; exemplares da grammatica por-
tugueza, por Monte 6 ; compendios de arilh-
metica por Collaso 6 ; pautas 6 ; traslados
20 ; peonas de gauco 400.
Companhia de artfices.
Hollanda paia Torro, covados 16.
Ollicinas de 3.a classe.
Blackverniz, barril 1.
*.' classe.
Cadinhos do norte n. 10,10.
5." classe.
Linhas brancas cruas, libras 10 ; ditas pre-
tas cruas, libras 10,
Laboratorio pyrotechnco-
Rezina de cajueiro, arroba 1.
Quem quizer vender, aprsente as suas
propostas em carta fechada na secretaria do
conselho, as 10 boras do dia I.* de agosto
prximo vindouro.
Sala das sessOes do conselho administra-
tivo para fornecimento do arsenal de guerra
25 de julho de 1857.Jos Antonio Pinto,
presidente Interino. Bernardo l'crcira do
('.armo Jnior, vogal e secretario.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo, em cumpri-
mento do art. 22, do regulamento de 1* do
dezembro de 1852, faz publico que foram a-
ceilas as propostas de Miranda & Vascmicel-
los, Jos Rodrigues da Silva Bocha, Manoel
Antonio da Silva Barros, JoSo Carlos Au-
gusto da Silva eJoaquitn Lopes de Miranda,
para fomecerem :
O 1. 8 livros de 50 folhas riscadas c im-
pressas, para registro geral das companhias
do 9." batalhao de infantaria, sendo as, 10
primeiras folhas para assentos das ollicinas,
e as 40 restantes para as pracas de pret, com
asdimensOas reguladas pelo decreto de 6 de
dezembro de 1831, a 355 rs.
O 2. 64 libras de fio de algodSo a 700 rs.
0 3.' 980 caadas de azeile de carranato
800 rs.
0 4 47 caadas de azeite de coco a 2f50o
reis.
U 5. 10 duzias de taboas; de assorlho de
pinho de 3|4 de pollegada de|grossura, 8 di-
tas de largura e 14 ps de comprimento a
145 rs, 5 ditas de ditas de I pollegada de di-
ta, 11 ditas de largura e 17 ps de compri-
mento a 25/1 rs., 5 ditas de ditas com as mes-
mas dimensOes, e 18 ps de comprimento a
265000 reis.
E avisa aos supraditos vendedores, que
deverao recolher os respectivos objeclos, ao
arsenal de guerra no dia 29 do corrente mez.
Sala das sessoes do conselho administrati-
vo para fornecimento do arsenal de guerra,
27 de julho de 1857Bernardo Poreira do
Carmo Jnior, vogal e secretario.
Para o Itio de Janeiro vai seguir com
brevidade o brigue nacional Almirante, ca-
pit5o Joaquim Pinto do Oliveira e Silva : pi-
ra carga, escravos a frete e passageiros, tra-
ta-se cora o consignatario Jos Joaquim Dias
Feruandes & Filhos.
Para a cidade do Porto, com escalla
por Lisboa, a nova e muito veleira barca
porlugueza Mara Feliz, capitSo Zeferino
Veulura dos Santos, a qual he esperada nes-
te porto at o fim da presente semana, pro-
cedente do Rio de Janeiro, donde conduz
mais de. meia carga, e ter apenas 6 a 8 dias
de demora neste porto : quem na mesma
quizer carregar, ou ir de passagem, para o
que tem excedentes commodos,dirija-se com
antecedencia ao seu consignatario Luiz Jos
de S Araujo, ra do Brum n. 22.
PARA O RIO DE JANEIRO.
Segu com loda a brevidade o patacho na-
cional Maria Rosa, recebe ainda a pouca car-
ga que lhe falla, e alguns escravos a frete :
a fallar com Manoel Ignacio de Oliveira, pra-
Qa do commercio n. 6, ou a bo do com o ca-
pilao Antonio Jos de Oliveira.
Para n Baha.
Segu em pouco dias o veleiro c bem co-
nhecido hiale nacional Castro, do primeira
marcha, forrado e pregado de cobre, ja tem
a bordo dous lercos de seu carregamento,
para o resto, trala-se com seu consignatario
D i mingos Aires Maiheus, na ra do Apollo
n. 23.
Para o Aracaty segu em poucos das
o bem coiihccido hiatu Capibarlba : para o
resto da carga e passageiros, trata-se na ra
Fugio no dia 25 do corrente utn mula-jtra Pessoa, e como o supolicanle quer entre-
to de nome Firmino, dado 25 a 30 annus, es- 6*r relogio ao seu verdadeiro dono, roga
latura regular, cheio do corpo, tem falta de ps&ecial favor de virlrazer o dito relogio
denles na frente, tem alguma barba, foi es-,e levar seu.Walter.
cravo em Olinda, onde sejulga elle estar, O Sr. AlTonso Jos de Oliveira queira
levou vestido caiga, camisa e jaqueta, anda '. "nnunciar a sua morada, ou dirigirse ao
calcado, e costuma ombriagar-se, foi com- *>scriptono de J. B. da Fonseca Jnior, ra
prado no mesmo dia que fugio a Sra. D An- d0 'g*""io n. 23, que se lhe desoja fallar a
na Accioli Lina Wanderley, cujo escravo tra- "egocio que lhe interessa.
balhou de lioleeiio na cocheira do Sr A- fredenco Ftemont vai a Europa,
dolpho, e entende alguma cousa de alfaiate ; 1)- Clara Lappard relira-se para Fu-
quemo pegar, leve-o em casi do Sr Manoel roPa-
Alves Ferreira, ra da Moeda n. 3, segundo
andar, ao seu senlior Pedro Ignacio Wander-
ley, ou no engenho Boncador, comarca de
Bar>ciros, que se gratilicar generosamente.
Vende-se urna machina de cobre para
destilar agurdente e fazer espritos at 40
graos, em perfeito estado, com todos os per-
tences, pelo sistema de Derosne, adinheiro
ou a troco de espirito ou de agurdenle,
pelo preco do mercado na occasiao que se
reoeber : para ajustar, na ra da Senzala
Velha n. lio, e para examinar, na ra Nova
n. 33.
PROVINCIA.
O Sr. tliesoureiro das loteras manda
fazer publico, que se achain a venda, no
pavimento terreo da casa da ra da Au-
rora n. 2G, das 9 horas da manhaa as 8
da noite, bilhetes, meios e quartos, da
segunda parte da primeira lotera conce-
dida aocidadSo Antonio Joaquim de Mel-
lo, cujas rodas andam no dia 1 de agoslo
prximo futuro.
Xa
de miu-
d" Vigarion. >
Para o Aracaty.
Segu nestis das o hiale Exhalacao.para o
resto da carga e passageiros, trala-se com
Caelano Cyriaco da Cosa M na ra da Ca-
deia do Reci fe n. 2.
Comiianliia
Pernambucana.
O vapor PEBSI.NLNGA, comraaolanle Morel,
ra, acha-se a carga para Tamaodare, Barra Grande
gaT-JJE:.
lem para vender um completo sortimanlo de baba-
dos de panno de linho, lano aborto como bordado e
de lodas a* larguras, principiando por iloos dedos e
acabando em dous palmo, os quses se vendem mais
barato do gun em oulra qualquer parle por se que-
rer remelier o dinheiro ao fabricante.
Agurdente,
Vendetn-se seis pipas com superior
agurdente decanna, todas ou cada urna
de perS : para ver no trapiche do Pelou-
rinlio, e a tratar do ajuste ne. ra da Ca-
deia do Kecife, lojan. 22.
Lobo C. vendem cal preta a (GO
rs. o alqueire, equivalente a urna barrica
de bacalhao, em canoas de (iO n 000 al-
qtieires: ipiem precisar procure no por-
to das Canoas da ra Nova no segundo
andar do ultimo sobrado, assim como
vendem a retalho em pequeas porcoes
ern seu armazem, na ra da concordia a
700 rs. o alqueire.
Desappareceram do sitio do Coelho, oo
dia 20 do corrente, dous bois mansos de
cangalha, os quaes tem as ventas fura Jas co n
urna correia nellas, c estSo feridos as cos-
tas de tomadura de cangalha, um maior e o
mitro pequeo, e nafego de um quarlo, os-
lan descamados, levaram cordas nos cintres,
ambos cor de laranja clara ; foram vistos
para as partes do Manguind em um sitio :
a pessoa que os pegar e levar ao abaixo as-
signado, ser generosamente recompensada.
Luiz Antonio Annes Jacome.
Vendem se saceos com um alqueire
de farinha ; no armazem defronie da alfan-
dega, por barato preco.
De ordem do lllm. Sr. direc'.or, sSo
convidados lodos os socios comparecerem
quarla-feira 29 do cerronte, pelas 7 horas da
noile, na sala das sessOes da sociedade, para
Vende-so umsellim de meio uso: na
ra do Livramento n 16
--- Vendo-se urna machina composla de 3
cylindros, a qual bem pode servir para es-
de padaria ; assim como urna muito forte
e bem feita prensa para espremer qualquer
obiecto, do qual se necessita de extrahira
parte liquida, e 260 formas para velas de
carnauba de 8 em libra, tudo por coramodo
preco: na ra Direita n. 36, se dir quem
vende
O abaixo assignado, Ianrjador da mesa
ou consulado provincial, faz sciente aos pro-
pietarios dos predios urbanos da freguezia
da Boa-Vista e mais interessados, que deu
principio a fazer o lancamento da decima
imposto de 4 0|0 de diversos estabelecimeu-
tos, no corrente mez, o qual tem de servir
para sua arrecadagao no corrente anao li-
nanceiro de 1857 a 1858.
Joao Pedro de Jess da Matta.
Precisa-se de urna ama para casa de
pouca familia : na ra Velha ou ra da Glo-
ria n. 11.
Bous charutos
Avisa-se aos senhores fumistas que ha che-
gado no deposite da ra de S. Francisco n.
6, uma grande porcao de charutos de todas
as quali lades, e por muito barato prero :
quem os vir nao deixar de comprar.
ad640 rs.
a libra.
Boas volas estearinas a 610 rs. o masso de
6 velas, tomandr grande porreo se vondera
por 60 rs., que sabe a vela a 100 rs he
extraordinariamente barato : na ra de S.
Francisco n. 6.
Precisa-se do um caixelro bem hbil
para taberna ua ra do Itaugel n. 1.
O Dr. em medicina Jos Sergio Ferrei-
ra, de volta de sua viagem ao Rio de Janei-
ro, tem aberto o seu escriplorio m-dico-ci-
rurgico na praca da Boa-Vista, sobrado n.
19, ao entrar para a ra do Arago, e onde
pode ser procurado a qualquer hora do di
ou da noile. Os pobres serao tratados gra-
tuitamente, quer no seu escriptorio quor em
sua casa.
--- Precisa-se de um caixeiro : no largo
do Pilar, taberna n 17.
Precisa-so de uma ama Torra ou capti-
va, para toio o servigo do uma casa de fa-
milia : na ra Nova, sobrado n. 23, segundo
andar.
Aluga-se uma escrava moca para o ser-
vico nlerno de uma casa de pouca familia :
a tratar na ra do Collegio, soorado n. 23.
primeiro andar.
para
argo
is na ra
Macei e Penedo, para onda sahira a 29 do corrente, 8 ', :' sfl,s-i extraordinaria
l-a6 horas da tarde: a carga sera' recebida al
a's "> da tarde do dia 28.
Real cotnpanhis-
quet'-s higlezefl a
VM,
pa-
o.
Aleo dia 31
afamado vapor
deshj mez espera-so da Europa, o
ou algom nutro desla companhia, o qual, depois d
demora do cnlume, seguir para o Bio de Janeiro,
tocando na Bahia : para passagens, etc., Irla-se
com os agentes Adamson Ilowie & C, roa do Tra-
picha Novo n. 3f.
Illi.iile Fernando
At o dia 12 de agosto prximo lem de se-
guir para a llha ele Fernando de Noronha o
brigue Bom Jess, para o queja tem compe-
tente permisso do Exm, Sr. vice-presilen-
te da provincia : portanto os carregadores
dever3o dirigirse a ra do Vigario n. 5, a
tratar com o consignatario Eduardo Ferreira
Bailar, com ns relaces dos objectos que
tem de embarcar, as quaes devem ser auto-
risadas por portara do Exm. Sr vico-presi-
dente da provincia.
companhia
brasileira de paqn tea a
vapor.
Secreiari da AssociacSo Popular de Soc-
corros Mutuos, 27 de julho de 1857.
Joo Jos Feruandes de Carvalho, faz
ver ao respeitavel commerco, que vendeu
sua taberna, sita na ra da Senzala Nova n
39 : quem com ella liverconlas, aprcser.la-
r nesles 8 dias, para screm pagas : na ra
da Senzala n. 40.
Aviso
no respeitavel pulibco
He chegado a esta fraga o Sr. Jos Vicente
LeSo,juiz de paz, e ca;>it3o de gnarda na-
cional da villa de Maco Ninguem faca ne-
gocio com elle, que he um cavalleiro de in-
dustria, qiiH ven le o que n3o lhe pertence,
como so prova de uma caria datada de 16 do
correte mez, ao eommandanle superior Je-
rnimo Cabral Poreira de Macedo. Recife
28 de julho de 1857.
Jo3o da Silva I.oureiro.
Desappareceu no dia 24 do corrente,
um preto de nacao, com os signaes seguin-
tes : alto, reforgado do corpo, e cor um pou-
co fula, ps utn pouco apalhetados, e tendo
em um dos mestnos uma cicatriz no lugar
do regeilo, levou vestido caiga e camisa azul
c mais differento roopa em uma trxa ; este
escravo foi comprado em 29 de maio prxi-
mo passado, ao Sr. Jos de Barros Pimenlel,
TilElTiiO
DE
Santa Isabel
SOCIEDADE DBAM.VTICA EMPREZVBIA.
Jt/a-fpa Jo (/e ///o.
Debut doaitista
FELICIANO DA SILVA PINTO.
Depuisque a oreliestra tiver desemp-nhado uma
de suas melhores ouverturas, subir scena ncsle
Iheatro o minio applaudido drama em 5 actos
Luiz de Camoes
O vapor IMPEBADOB, commandaote o primei-
autoridades policiaes e capii3es de campo,
que o l'agam capturar, que so pagarao todas
as drspozas e graiilicagSo, e o enlreguem a
seu similor, Antonio Jacinlho Borges, na ra
da Concordia n. 23.
ttenc&o.
Continua os ptimos banhos d'agua doce,
c de clin ]ue, das 6 horas da manhaa, as 9 da
noile, e para diverlimento da rapaziadn, ha
o jogo da hola todos os ias, no recreio do
bairro de S. Jos, ra do Forte n. 3.
[riuandude do Santissimo
Sacra ment do bairro
do Santo Antonio do
Recife.
O abaixo assignado, escrivao actual, pede
ro tneiiie Torreao, espera-se dos porlos do ooiie i encarecidamente as pessoas quo tiverem em
[ em 31 do corrente, e depois da demora do costme, | seu poder patentes de irmSos e irmSas dcsta
seguir para na de Macai, Bahia a Bio de Janeiro : jrman la.le, que falleceram na poca <10 cho-
agencia, roa do Tr.pichen. 10. | lera, ou em outra qualquer, sem que dessem
-- Para o Aracaly, o hiate Novo Anglica,, scioncia a rmanJade, hajam de leva-las ou
sahe no da 31 do corrente, por ter sua carga manj,.|,s com (ieolaragao do da, mez e an-
prompta : para passageiros trala-se com Pa- no do fa|iecimenlo, alim do com reguiarida-
rente Vianna, na ra da Cadeia do Recife Ue poJer-se organisar a pauta, para serem
n- 57, ditos iraiSos em lempo suffragados ; podem
dirigir-so a ra da Penhs, primeiro andr n.
21. Consistorio da irmanda le, 28 de julho
de 1857. Francisco Antonio de Brito, es-
crivao.
--- Na ra larga do Rosario, loja n. 24, se
Attenco
OITerece-se um cozinheiro nstrangeiro pa-
ra dar juntare* em casas particulares, e para
alguma casa que precise dos seus servigos
efieclivos : no becco do Abreo n. 4, no Re-
cito.
Compra-sc o Panoroma, obra comple-
ta, e que esteja em bom estado : no largo da
Assembla n. 6.
Precisa-se de I ou 2 europeos
feitor de engenho, paga-se bem : no
da Assemhka n. 6
Precisa-se de um menino de i lade de
'2 a 16 annos, nacional ou eslrangciro, e
premercaju e talvez mesmo para o sorvigo i que tenha pratica de taberna : na nadara
-'da ra da Senzala Novan. 30 '
Fornece-se tres ou mais cana tas de
puro leite para algum hotel, ou pessoa que
o queira tomar, man Jando-se levar em casa,
a tratar na ra da Cadeia do Recife, loja n
50. defronte da ra da Madre de Dos. E em
quanto se nao fizer o engajamento se vonde-
ra a retalho na ra do Livrameiito, junto a
loja Oe louca.
Compram-se moedas de ouro de 5 e 10
mil reis com premio : na ra da Cadeia do
Recito, loja n. 50, defronie da ra da Madre
de Dos
- Continua-se a dar dinheiro a juros
mdicos, sob penhores : na ra da Praia n.
43, segundo andar.
- Jot ijio Jos Fragoso, sua mulher D.
Dionizio Maria Fragoso e 5 filhos menores,
sua sogra I) Maria do Carmo Nunes, Maria
do Carmo e um criado de nome Francisco,
reliram se para fura do imperio.
I*reei8j-e
alugr um copeiro hom para uma casa de
umeslrangeiro com pouca familia: quem
quizer, dinja-se a cas de Roslron Rooker &
C., praga do Corpo Santo n. 48
A 2^000.
Vendem-so c'tes de chitas francezas es-
curas, co n 4 palmos de largura, pelo bara-
lissimo prego de 2JOO0 o corte : na loja de
4 portas da ra Jo OueiinaJo n. 10.
Vendem-so duas casas terrea
da Alegra, urna n 1 e outra n. 32 : os pre-
lendentes podem procurar no largo do Pe-
lourinho, armazem ns. 3 e 5.
Na ra das Aguas-Verdes n. 46. ven le-
se uma famosa escrava de 25 annos, perita
engoaimadbira, cozinha e coso muito bem,
lem excellonte conducta, com uma mui lin-
da lilha mulatinha de 6 annos, o um escravo
de idade 30 annos para todo o servigo.
Vendem-so velas do carnauba do 6, 8.
10 e 13 em libra, pelo diminuto prego de "28
a arroba, e se achara sempre prompta qual-
quer encommenda que se precise, sen lo
sorlidas, a vista faz f a quem precisa : na
ra Direita n 95.
PublicactLo litter.irin.
C0R0UBAPHI.V
GIi.-oiiorruphii. nobiliaria, ge-
nealgica c politica
DO
IMPERIO 00 BRASIL
COM VARIAS RANSCRIPCOES
DA
Corographia hrasileira, do padre Mancel A>res do
Casal.Historia da America Portugusza.'de Ro-
cha Pilla.Uironira da compadhia, de Vascoo-
cellos.Historia do Brasil, do visconde de Cay-
ru.Ci-ti mo Lusitano, por Fr. Raphael de Je-
sos.Memorias do Rio de Janeiro, por monse-
nhor Pizarro.Annaes do Rio de Janeiro, de
Silva Liboa.Anuaesdo Maranhilo, .le Berre-
do.Alunes do Km (irn 1, do vi.ron I de S.
LeopoldoMemoria da capitana de S. Vicente,
por Fr. Caspar da Uadre de Dos.Eras do Pa-
ra, por II xi'in.Memorial histricas da Baha e
corugraplna Paraense, por 1. Accioli.Chrono-
logia, do Z'neral Abreu e Lima.llisloria do
Braail, de V.irnhagcii.E de outros impressos e
manuscriplos :
CONTENDO
A descripro geographiea.e nocQes histricas e po-
litieas, desde o descobrimento do Brasil al agora
(1857 e lambem o lampo em quo foram povoalas
as uas dilferentes cidadf, villas e logares ;
Seos goveraadores.e a origem das divrrsss fami-
lias hraiileiras e seus eppellidos, eslrahida de auti-
co< manuscriplos genealgicos que em eras dilfe-
rentes se pu lerara obler ;
A historia dos ministerios, sua politici e cues
com queapparereram.
A historia das cmaras temporaria e vilalia desde
a constituate de 17 de abril de 1821 al 180/ ;
E lambem urna eiposicflo da hislona do indepen-
dencia, escripia e comprovaila por leslemuuhas o-
culares que aindam reslam, e dos outros movimen-
los polticos, afim deque se tenha um conbeciioenlo
rs i.-io ni t da geograplila do paiz como da sua
historia civil e polilla*.
Pelo Dr. A. J. de Mello Moraes, natural da fida-
da das Alaguas, autor de mullas obras Iliterarias e
scientiliras.
O padre loflo Cyrillo de Lima pude ser
procurado no hospital militar.
Offercce-se um mogo bra.-ileiro para
caixeiro de qualquer estabelecimnto, a ex-
cepgSo de taberna, ainda mesmo para a ij :-
torio de um outro caixeiro cara escripta, por
ter muito boa lettra, o qual ainda esta arru-
mado : na ra Nova n. 45
Precisa-se de uma ama e de um cria-
do, forros ou escravos : na Boa-Vista, ra
do Hospicio n. 28.
O abaixo assignado declara as pessoas
que lhes silo devedoras de quantias prove-
nientes de elTeitos que compraram em sua
taberna, sita no Moutniro, no anno de 1852
at 1856, bajam do vir salisfazer seus dbi-
tos no prazo do 30 dias, a contar da dala da
publicagao dcsle, pois do contrario poder
ter por cerlo ver seu nome por extenso nes-
ta folha.Nicolao Machado Freir.
O solicitador vitalicio Jo3o Paulo Xa-
vier de Salles acha-se residindo na ra das
Aguas-Verdi?s n. 70, pr'nneiro andar.
Desde o dia 23 do corrento desappare-
ceu do l'.cslaurant Francezo escravo de no-
me Matheos, o qual escravo representa ter
40 annos de idade, pouco mais ou menos,
cara feis e a barriga um pouco grande :
Sr.
pro-
Ao publico.
Quem tiver nego-ios a tratar com o
Antonio Joaquim Fereira de Souza,
prietario nesta ci lade, dirija-se aqui a seu
bastante procurador Bernardino Francisco
de Azevedo Campos, ou a elle pioprio na fre-
guezia de Fornello, lugar de Villa Verde, n.
260, no julgado de Villa do Conde, provin-
cia do Minti do reino de Portugal, o ti Je ora
se acha.
O abaixo assignado, morador na villa
de Porto de PeJras ha 38 anuos, vvendo de
seu negocio, e como fez ponto, consi.leran-
do-se saldo e desembaragado, faz, publicar,
que sendo haja algum senlior, tanto nesta
praga como em outro qualquer lugar que se
considere sor seu credor, no prazo de 30
dias, a contar da data deste, se apre-ente
com seus documentos lgaos Villa de Por-
to de Podras 20 de julho de 1857.
Antonio de Souza Cunha
AVISO.
lie i'xpressamente prohibido fumar-se den-
tro do theatro.
- Desappareceu da casa do abaixo assig-
nado, na ra de Apollo n 2 A, na noite de
25 do corrente, o seu escravo de o une Ma-
noel, cabr, appellilado por Coca, idade 22
annos, bonita figura, sem barba, he gago, o
qual escravo o annunciante comprou em fe-
vereiro deste anno a D. Maria Jos do Nasci-
menlo eseus lilhos, da freguezia da Varzea,
senlior do engenho Conselho, comarca do I Para onJo suppe-so que tenha seguido, ou
Rio Formoso : pede-se portanto a todas as Para Estrada Nova, onde consta, mora o pa-
drinho; levou alm de mais alguma roupa,
caiga de casemira preta : roga-se as autori
lades policiaes a apprehensSo, erecommen-
entenda de planta de capim : na loja de fa-
zendas no Passeio Publico n. 7.
ASS0O.tC.iD M rOLOMSACAO
Pernimbiico, Parahiba e
Alagoas.
0> senhores que subscreveram ecgdes des-
ta companhia sao convidados para a reuniSo
da encorporagSo desta companhia, no dia
30 do corrente, pelas 10 horas da manhaa
em ponto, na salada|associag3o commercial.
- O procurador da cmara municipal
desta cidade, precisa fallar a Sra. D. Fran-
cisca Amelia Moreira, a negocio publico,
que interossa a mesma senhora, e como nao
sabe o lugar de sua residencia, faz o pre-
sente annuncio para que a mesma senhora,
se digne ir ou maular acamara, em qual-
quer dia til, ou annuncia a sun morada
para ser procurada.
Jorge Vctor Ferreira Lopes.
Precisa-se de uma parda, ou crioula
de meia idade, para fazer companhia a tres
mogas, e igualmente prestar-se ao servigo da
casa ; a tratar na ra do Queimado n. 43,
ou annuncie.
: Jos Felii Pereira de Bureos recebe aaso- g
\',\ car de commisso : os Srs. de engenhos que i.
'< qnizerem ulilisar-ae do seo pre.limo, diri- w
^ jam-se ao largo da Assembla n. 12. Q
Para evitar du-
' vidas.
Os bilhetes lubricados
pelo abaixo assignado uiio
esto su jeitos ao disconto
dos 8 por cento ; porem
os vendidos na thesoura-
ria das loteras sofrem o
menciona lo disconto, con-
forme se declara hoje no
novo plano, approvado pa-
ra a segunda parte da pri-
meira lotera *dos traba-
Ilios biographicos. Reci-
te U8 de julho de 1857.
P. J. Layme.
Ha um completo sortimento de su-
periores cortes decassaorgandys de mui-
to bom jjosto, com babada*, de 14 varas
cada corte, pelo baratissimo preijo de 5j
o corte, na loja do sobrado amarello nos
quatro cantos da ra do Queimado, n.
29, de Jos Moreira Lopes.
ATENCA.O.
Perdeu-se na noite de 25 do corrate,
da ra do Torres at theatro de Santa
Isabel, (tendo-se seguido da dita ra pela
da Linguetu, travessa dos Porto, omvdi-^
reitura ao cae de Apollo, Ponte Nova e
Largo de Palacio), uma pulse!ra de ca-
bellos encastoada : (juera a acliou, (jueia
ter a bondade de leva-la a ra do Trapi-
MAR.VMIAO" E PARA'.
Segu com brevidade o bem conhecido
brigue nacional '.Firma'), tem parte da
carga prompta ; para o resto que llie alta
trtate com os consignatarios Novaes & i uira quen;7 6:'ob'a jTrosVrom hy)wtbeca
C, ra do Irapiclie n. o. lem bens de raz, ou firmas a contento.
Ja se aos capilaes de campo, a quem se gra-
tificar, levando a seu senlior n ra de
Apollo, ou no seu escriptorio ra do Vigario
n 23.Jos Baptista da Fonseca Jnior.
- Compra-se um mulatinho de 12 a 13
annos, qu;i nao soja vicioso, e tenha boa li-
gura, paga-sc bem : na ra de Aguas-Ver-
des n. 46
Compra-se uma goometria de Eucli-
des : nesta typographia.
Costureiras de
patente.
Precisa-so de boas costureiras, que sejam
desemharacadas no costurar ; na ra .No-
va, loja n. 52.
O Sr. lilho da Kuropa, ou mesmo to
da e qualquer pessoa que sa achar uas cir-
cumsiancun de ir trahalhir em um engenho
distante desta praca menos de 4 legois, di-
rija-se a ra Nova n. 14. seguirlo an
que se dir as vanlagcns do negocio.
che n. 34.
- -Urna familia que relira-se para fra do
imperio precisa de urna mulher que tenha
leite para ajudar a tnamentar uma enanca
de 3 mezes at Lisboa : a eutender-se na ra
Nova n. 21, segundo andar. D-se preferen-
cia a lilha de l.
ROB LAFFECTEUR.
O nico autoriado por deeiao do coitfeUuJ real,
decreto imperial.
Os mdicos dos hospilaes recommendam o
arrobe de LafTecteur, como sendo o nico
autorisado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Este.medicamento de um
gosto agradavel e fcil a tomar em secreto,
esta em uso na marinha real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco lem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as af.
fec^ocs da pelle, impingens, as consequen-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmores; convm aos catar-
rhos, a bc&iga, as contraccOcs e a fraqueza
dos orgSos, procedida do abuso das injec-
Qdes ou de sondas. Como anti-syphiliticos
o|arrobe cura em pouco lempo os Huios re-
centes ou rebeldes, que volvem incessantas
em consequencia do emprego da copahibe,
da cubeba ou das injeci;0es que representem
ovirussem neulralisa-lo. O arrobo LafTec-
teur he especialmente recommendado con-
jra as doengas inveteradas ou rebeldes ao
mercurio eao iodoreto de potassio,Lisboa.
--Vende-se na botica de Barral e de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, pra^a de 1). Pe-
dro n. 88, onde acaba de chegar uma gran-
de porcao de garrafas grandes e pequeas
vindas dilectamente de Pars, de casa do dito
Boyveau-Lalfecteur 12,rua itiebelieu Pars.
Os formularios dao-se gralis em casado a-
gente Silva, na praga de O. Pedro n. 82.
Porto, Joaquim Araujo ; Bahia, Lima & li-
maos ; Pernambuco, Soum ; Bio de Janeiro,
Rocha & Filhos ; e Moreira, loja de drogas ;
Villa Nova, JoOo Pereira de Magales Leite ,
Rio Crande, Francisco de Paula Cont &
C. STARR & C
respetosamente annunciam, que no seu ex.
tenso eslabclccimeato, em Santo Amaro,
coutinu'a a fabricar cora a maior perfeir9o
e promplidao, toda qualidade de machinis-
mo para o uso de agricultura, navegado e
manufactura, e que para maior commodo de
seus numerosos freguezes e do- publico era
geral, tem aberto em um dos grandes arma-
zens do Sr. Mesquita, na ra do Brum, atraz
do arsenal de marinha, um
liEPOSITO E MNCIIINAS,
conslrtiidas no dito seu eslabelecimento.
All acharo os compradores um completo
sortimento de moendas de canna, com lodos
os melhoramentos algunj del les novos e
origiuaes a que a experiencia de muitos an-
nos tem mostrado a necessidade. Machinas
de vapor de baixa c alta presso lachas de
todo tamanho, tanto batidascomo fundidas,
carros de mSo e ditos paraconduzir formas
de assucar, machinas para moer mandioca
quem o levar no dito Restauran!, ra do Tra-1 prensas pa-r, dito, fornos de ferro batido
, piche n. 2), sera bem recompensado. psra farinl.a, arados de fer.o da maisappro-
- .No engenho S. irancisco, distncto das va,la construccSo, fundos para alambiques,
e quo he proprielano o Sr. Ma- crjVOs e portas para tomainas, e uma infini-
noel Xavier Carneiro do lbuquerque, exis-
andar, teum escravo donme Leanlro, que diz
! pertencer ao Sr. Manoel hezerra Cavalcanti,
do engenho Souza, termo de Coianna : ro-
! ga-se portanto ao mpsmo senlior, ou a quem
! direito tiver sobre dilo escravo, dirija-se ao
escriptorio do Manoel Goncalves da Silva,
na ra do Amorim, armazem para, no caso de querer veade-lo, tratar-se
ARROZ DA INDIA ROM E
RARATO
Vende-se
n. 43.
Comprase urna escrava: na ra da Carneiro do lbuquerque nSo se'responsa-
Paz n. 38, por traz da ra das i lores. I bilisa pela fuga.
do ajusto; notando-se. porem, que o Sr.
dade de obras de ferro, quo sera enfadonho
enumerar. No mesmo deposito existe uma
pessoa intclligcnlc c habilitada para receber
desenhos, e instruc^des que forem for-lhe
Decidas.
Moendas superiores.
Na fundicHo de C. Starr A Companhia, em
f-Sf uto Amaro, acham-se par vender moen-
Mus de raima lodas de ferro, de um modello e
i construccao muitcAsuseores.
-

ILEGIVEL
.






DIARIO DE PERNAMBUCO CUARTA FKIUA 29 DE JLHO DE 1857
^
C01SULT0R10 HllIIOPATHICO
1)0
Onde seacham sempre os mais acreditados medicamentos, lano em tinturas como
om glbulos, e proparados com o maior escrpulo e por pregos baslaote commodos :
HREgoS FIXOS.
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita de -i 159000
Dita de 36 ... 209000
Dita de 48 c ... 259000
Dita de 60 ... 309000
Tubos avulsos a....... 19000
Frascos de tinturrademeia onca. 29000
Manual de medicina homeopathica de Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina......... 209000
Medicina domestica do Dr. Henry.......,"." 10/000
Tratamcnto do cholera uiorbus.........[ 2/000
Repertorio do Dr, Mello Moraes..... # \ /ooO
V PEORAS PilECltJSAS- jg
S
! Aderemos de brilliantrf, o,
diamantes e uerolai, pal- l*
$i leiras, aluneles, brincos ?
jjj a rozetas, boics c anueis gj
^ de dilTerenlrs gostos e de V
* diversas pcdras de valor, f-
Compram, venden) od j5
* Irocam prala, ouro, bri- W
* Ihantes.diamaules e pero- ^
'< Ij-, e oulraa qaasquer 8
5 joias de valor, a -diulieiro $
*. ou por obras. ^
M&EIRi L IDARTE.
LfiJA DI OLRIVKI
Ra do Cabnga' n. 7.
Recebem por to-
dos os vap rcsda Eu-
ropa asobr isdo mais
moderno osto, tan-
to de Franca como
* OURO E PRATA.
'^j Aderezo completos de jjj
& ouro, meios dilos, pulsei- W.
M res, alfinele, brincoa j*:
jjj roielaa, cordes, Irancel- #
9S lin, medalhas, correles S
jjj e enfelles para relogio, e *
$ ouiros mullos objecloa de
i ouro.
ai Aparelhos compleloi de
* prala pata eh, bandejas, j
^ salvas, catlic.aes, colherea .;
?i de sopa e de cha, e inri- <
j*j los oulros objeclos de i?
E prala.
B32SaBBna%sgSHB
de Lisboa, as quaes vendem por
pre$o commodo como eostumain.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-T
OO, que mudou sua residencia para o seu si |
lio na Passagem da Magdalena, que Mea ao
norte da estrada cutre a ponte grande e a do
Chora-menino, e abi tcm preparado urna
casa de saude com todos os commodos para
o tratamcnto de escravos, cojos scnhorcs
rcsidam fra da praga, ou 'que nao os pos-
sam curar em suas proprias casas : quem
para islo quizer-se utilisar de seus servicos
mdicos, que seraodesempenbados com o
maior /.co, dinja-se ao pateo do Carmo n.
9, prirr.eiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Prego2>000diarios-exceptu-
ando conferencias, sanguesugas opere-
ges.
IRio-Formoso.l
O Dr. JoSo Honorio Bezerra de Mene- &
fyfi ses, medico pela Faculdade da Babia, lem *),.-
rfft filado sua residencia na cidade do Rio-For- t;,\
5? dioso, e deuovo efferece leus servlcos a lo- J
>? das ai pestoas que o honraren! com sua con- '<;'
Precisa-se^de caixeii os, na ra da Ga-
dcia do Uecile. n. 50, primeiro andar,
prestando uma lianca de 200a'000, ven-
ceado o ordenado de 200.S a tiOO.S*, que
he para vender billietes da loteria da
provincia.
SEGURO CONTRA FOSO.
Compaohia Alliance.
Estsbelecida cm Londres, em margo da 1824.
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., tcm a konra da in-
fornar aos Srs. negociantes, pro prieta rios de casas,
a quem mais convier que esto plenamente u-
torisados pela dila companliia para effrciuar segu-
ros sobre edificios de ti jlo e pedra, co herios d*
lllu e igual menta so+re os objeclos que contiverem
os mesBos edificios qner consista em mobili ou
( (azer.das de qualquer qualiade.
m<
'^CCH
JoAo da Silva Hanoi, medico pela uni- fy
2[ versidade de Corrobra, mudoo sua residen- *
'y ca da ra do Cabuga para a ra Nova n. W
f'k 69, segundo andar, sobrado do Sr. Dr. Nel- t
Jrt lo, e ah conlina a receber, da> 8 as 10 5
'? huras da manliaa, e dos 'J s 5 da larde, as '&
?$ peuoas que o queiram consultar. '.,
JOHN GATIS,
corrtor geral
E AGENTE DE LEILO'ES COMMERC1AES,
n. 20, ra do'Torres,
l'KIMEIRO ANDAR,
praga do Corpo Santo
RECIFE.
f-DBIIBIi rUlCEE. 1
Paulo tiaignoui. dentista, ra Nova n. 41 : ^
V) na mesilla casa lem agua e pos ilenlrihre i-y
Tasso Irio os.
Avisam aos seus freguezes, que as ultimas
larinhas de trigo llichmond cbegadas ao mer-
cado, sSo vendidas em seus armazens, pelos
seguintes pregos :
(alega 263000 por barrica.
llaxall 259500 idem.
O nance 240000 idciu.
Colombia 23-l)u() dem.
Mein destas lem farinlias novas de Tries-
te das marcas SSSF. Fontana e primeira
qualidude ; assim como completo sortimen-
lo das melhorcs marcas de Philadelphia, No-
va Orlcanse Uallimore.
He chegado a loja de Leconte, aterro
da Boa-Vista n. 70, excellcnte leite virginal
de rosas brancas, para refrescar a pelle, tirar
pannos, sardas, e espinhas, igualmente o a-
famado oleo babosa para limpar e fazer
crescer os cabellos : assim como p impe-
rial de lyrio de Florenga para brotoejas e
asperidadesda pelle, conserva a frescura e
o avclludado da primavera da vida.
4 publico.
O aliaixo assignado laz selente ao respei-
tavel publico e aos seus freguezes, que aca-
ba de montar dous importantes estabeleci-
mentos de fazendas, na ra do Crespo ns.
10 e li, onile encontraro um variado e lin-
do sortimento de fazendas de todas as qua-
lidades, as quaes vende por preg muito
commodo; sendo gerente do estabeleci-
mento 11. 10 o Sr. Marcelino [Jernimo de
Azevedo. J. G. Malveira.
Atteaco
S
Na grande fabrica de ta-
mancos da ra Dreita,
esquina do becco de S.
pedio 11. 16.
Ha efTectivamente um grande sortimento
de tamancos para todos os tamanhos, quer
a retalho, quer em grandes porcOe* muito em
conla ; e fazem-so tambem de encommenda
a moda do Porto, para homens e senhoras.
Na ra da Concordia n. 26, deseja-se
fallar aoSr. Paulino da Silva Mindello. afim
dolle promover a cobr.nga de um val de
uma pessoa que s o mesmo Sr. Mindello
com sua influencia poder* cobrar, cujo val
j esteve em poder do uma pessoa para co-
brar, mas por muito condescendente nada
conseguio ; todo negocio se faz com o Sr.
Mindello, com tanto que elle nao perca na-
da com o tal velnaco.
Desappareceu no da 19 do corrente a
mulata Tbereza, cor escura, com todos os
denles, cabellos cortados, tendo a mSo es-
querda bastante indiada, levou vestido cor
de rosa, chales de quadros azues j desbola-
do, e calcada de tamancos : a pessoa que a
encontrar pde-a levar a ra do Sebo 11. J7,
que ser rcompensada.
Fugio no dia 16 do corrente o escravo
mulato, de nome Claudino, idade 1* annos,
comossignaes seguintes : corpo franzino,
ps um pouco apalhetados, levou caiga e
camisa, anda um poco espantado com me-
llo de que o peguem, tem sido visto nesta
cidade por diversas pessnas : quem o appre-
hender, leve-o a ra do Crespo, loja o. 6,
que sera gratificado.
w
o
Fabrica de fiac&o e tecidos
de a!<0(lao.
Os abaiio assignados, tendo obliuo da Eoropa, as
necessarias informares, planos e ornamentos para
a fabrica de fiar e lecer algoilSo, convidan) aos Sn.
socios a vir i5-los, no escriplorio do Sr. Maooel Al-
ve- Guerra, na ra do Trapiche n. 1.
igualmente convidam as peisoas que sobscreve-
ram para ela empreza, a realisarem a lerceira pres-
tado de SO por cenlo, o que verilicarSo de hojo ale
1S de agosto proiimo, no mesmo escriplorio.
As pesiroas <|ue anda quizerem fazer parto desla
empreza, sero adrnilliJjis, pagando o valor das en-
tradas relisadas na occi-i.io de subscreverem no li-
vro das assignaluras, que sao de IO0 a 5:0000? ri.
Recite, 16 de julho de 1857.
Amorim, Fariat, Guerra Si C
Fabrica de iiacao e tecidos
de algodo.
Os socios gerentes dcsta comparihla, pre-
cisan! comprar cal, lijlo, telha, ara, ma>
deiras de Ici em pranchOes e em travs, e
enxams, caibros e ripas ; para este lim
convidam as pessoas que negociam nestes
gneros, a dirigir as suas propostas por car-
ta fechada, at 15 de agosto prximo futu-
ro, nocscrlptorio da sociedade, ra do Tra-
picho n. 14, onde seri abertas em sessSo
ordinaria dos ditos gerentes. Itecife 16 de
de julho de 1857.Amorim, Farias, Guerra
& C..
Arrenda-se um silio no lugar da Tor-
re com boa casa de vivenda : quem o pre-
tender, dirija-so a ra do Sol casa n. 11.
Loteria
DA
Provincia.
O abaixo assignado vendeu os seguintes
premios :
2 qartos Numero 707 5:000?
1 meio 2457 5003
1 quarto > 2198 100/
1 bilhele 1709 508
1 meio 1447 50?
O mesmo tem exposto venda os seu fe-
lizes bilhetcs, meios e quartos da segunda
parte da primeira loteria dos trabalhos bio-
graphicos, os quaes nio estilo sojeitos ao
descont dos oilo por cento da lei.
Por Saluslianode Aquino Ferreira.
Jos Fortunato dos Santos Porto.
-- Compra-s1? uma morada de casa as
povoagocs, ou do lieberibc, Afogados, Pogo
da Panella, ou na cidade de Olimla em ra
principal : a tratar na ra do Queimado n.
43, ou nnnuncie.
Compra-se efTectivamente na ra das
Flores n. 37, primeiro mi..r, apolices da di-
vida publica e provincial, aegoesdas compa-
nhias, e da-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas auaulias, sobre nenhores.
ESTRADA DE FERRO:
LIMITADO.
^.iiiilht c liilui aba.
Os directores da Cnmpanhia da Estrada de Ferro
do Itecife a S*n-Fr;mrisce, limitado, leem feilo a
i|nniu i-haun-.dd de duas libras eslerlinss, ou rcis
17-,77 sobre cada aecSo na dila companhia, a qual
deve ser paga al o dia 2 de agoslo do corrente an-
nn de 1857 : no Rio de Janeiro, em casa dos Srs.
Mau Mac. Gregor & C. ; na Rahia, em casa dos
Srs. g. s. avenporl & C, e em Parnainbuco, 110
escriplorio da Cumpanhia.
O accioui5la qoe nSu realisar o pagamento den-
tro do lempo iiidicido, poden perder lodo direilo as
arcues obre as quaes o dilo pagameulo nao se tiver
ellectuado, e em todo caso lera de pagar juros na
razflo de cinco por cenlo no anuo, e de "nao receber
juros ou dividendo da rnmpanhia pelo lempo que
decorrer enlre o dia indicado para o pagamento c a
sua realisa;ao.
Nenbum auto de transferencia pode ser registrado
antes do pagamento da chamada.
Por ordem dos directores. James Tcmpleton
h'ooi, superintendente.
iCasa de Saude'
1
o
n.
C9
O
O rr.

DO DR. :-:
PEDRO ANTOMO CESAR, |
Na cidade de (oianna, becco do O
Pavaon. I i. f.'
O l>r. Pedro Antonio Cesar recebe pes- ^


H-o
2 =
?*.
C
a
S
o
en
Na roa do Fagondes, loja u. 27, la-
ve-seeengomma-ecom perfeicao, epre-
Na ("iiiulic.io da Autora ptecisu-se
de servantea forra ou escravo*, para
iervir;o debaixo de cobei ta.
Precisa -se da om ^oziobeiro: no lar-
go do Hospicio junio ao quartel, casa do de-
seml.arga.lor Mentes da Cuni.a. Paga-se
tiem -o-ra lando o servico.
Precisa-sealugar uma boa sala para
> mii ptorio de advocada, era uma das ras
prximas a do Collegio : .,Uem a tiver
oiinuncie, .011 indnpiea sua morada nesta
typographia.
PRLCISA-SE de uma ama de leite:
a tratar n 1 ra dai Cruzes n. II, segun-
do andar.
_ \ovaes & C, rita do Trapiclie 11.
."ii, acara sobro a* pracas de Lisboa e
Porto, lo cambio (pie se convencional-.
soas doenle para tratar em sua casa ja
W mencionada, prometiendo desempenhar as
y funcres medicas com muilo telo e aclivida
%_3 dado.
-. Prseo diario.
;': Pessoas livre?. 35500 w
' estravas. ijOOO ;
^&@:^:;:-- -:3 &m%
rrancisco ilanoel de Oliveira Lima,
proprietario do ongenhoConceisSo Nova, na
provincia das Alagoas, passou a assignar-se
po- Francisco Manuel Manntio Falco do dia
7 de julho corrente em dianle.
(Jll'crecc-se uma portugueza de boa
conducta, pan casa de um humeni soltetro,
ou para fazer compauhia a urna senhora e
coser : quem della precisar, dirija-se a boa-
Vista, ra da Conceicao 11. 2.
Perdeu-so no da 27 do corrente, das
8 horas da manhau ale meio dia, uma cane-
la de ouro com pedra atnarella em cima,
tendo penna e tapia: quem a achou e qui-
zer restituir, sera gratilicado com a quanlia
de 10/OUO : na ra do Trapiche n. 36
- O abaixo assignado, professor publico
do segundo grao da licguezta da Boa-Vista
desla cidale, avisa a quem este possa inte-
! ressar, que a aula se acha aberta na ra da
Matriz da l!oa-Vista, casa n. 11 Simplicio
da Cruz Ribeiro.
Precisa-se de um bom amassaJor : na
ra da Seuzala Velha n. 84.
Um mogo poriuguez, que se acha em-
preado n'uina das melhores casas de mo-
Ihados, por motivos justos deseja sabir para
ser empregado em utna outra qualquer, para
o qual lem as habilitagOe.s necessanas, por
isso, quem do seu prestimo se quizer utili-
sar, deixar carta fechada nesta typographia
com as iniciis C. t).
Pa-se at a quantia de 50*000 a pre-
mio sob peni,ores do ouro ou prala : na ra
da Peuha n. 25, primeiro andar.
Desappareceu no dia 24 do corrente,
de um sitio da Soledadc, um cao de cor prc-
ta, raca de Terra Nova : quem delle tiver
noticia ouacha-lo, queira levara ra do Vi-
gario n 3, que sera recompensado com a
graii lica gao de 2UCU00.
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite : na
ra do Collefjio n. S, segundo anda.
O abaixo assignado, possuido do
inaior empenno de se descubriros auto-
es e cmplices do horroroso assassiuato
perpetrado na pessoa do seu mu preza-
do amigo Tlioin../. (lollan, viee-eonsul de
8. M. Bntannica nesta cidade, olfei-eo
! prestar
- sobre es-
te laclo, ou mesmo o conhecimento de
alguma circiimstaucia.ou accessorio delle,
de modo pie se possa averiguar a verda-
de, assim como ssegura, sob sua paiavra
de honra, o mais niviolavel segredo, a'
quem izer qualquer deasas revelacoes,
pois lie bem poMvel ebegar-ae ao lim
desejado, sem dcclarar-se donde ellas
procede ram.
Consulado BriUnnico II de julho de
1857.H''Augustos Coo|)er, cnsul.
Os abaixo assignados, com loja de ourives
na ra do Cabuga n. II, confronte ao pateo
da matriz e ra Nova, fazem publico, que
estao recebendo continuadamente as mais
novas obras de ouro, tanto para senhora
como para homens e meninos : os pregos
continuam razoaveis, e passam-se comas
com responsabilidade, especificando a qua-
hdade do ouro de 14 ou 18 quilates, licando
assim sujeitosos mesmos por qualquer du-
vida.-SeraDhim & Irmo.
Aluga-sc um sitio na estrada de San-
l Ann, junto ao sitio do Sr. Me. Caluionl &
C, com os seguintes commodos : 3 salas,
10 quartos, cozinha fra, cocheira para 3
carros, estribarla para 8 cavallos, senzala
para 16 escravos, c oulras musas bomfeito-
nas para o desfructar o inquilino : quem
0 pretender, dirija-se a ra Velha n. 54, a
entender-se cum Manoel do Nascimenlo S.
Bastos.
Precisa-se de um feilor que enlenda de
plantagao, equoseja bom para um sitio oe-
queno e porto da cidade : a tratar na ra da
Madre do Dos n. 2.
Por despacho do Cxra. Sr. Dr. juiz do
commercto sao chamados os credoies da
massa Isllida de Antonio Augusto do Carva-
II10 Marinho, para, no dia 30 ao meio dia,
comparecerem na sala das audiencias, alim
de seren tomadas as cotilas aos administra-
dores da niesma massa.
Prccis -se comprar 2 toneis grandes
em t>un eslado: quem tiver annuncte ou
irija-se a loja de funileiro : na ra larga
do Itosario n 22.
1 ,Fl,z"se ,ot, o negocio com a mclhor
toja de fazendas do Passeio Publico ti 9, com
fazendas ou sem ellas.
Furlaram um diccionario de consoan-
tcscoCaslnoto Lusitano; sea dono, na ma
da Cadei, dclronle dos mnibus, recom-
pensa a restiloicao.
No pateo do Carmo, esquina da roa de
norias n. 2,conlinua-se a comprar peridi-
cos para embrulho a 4^000 a arroba, cobre
velhoa280a libra, latao e bron/o a 240,
garrafas vasias a 8-, o cento, e80 rs. uma
sendo linipas.
dous contos de res a quem llie prestar
qualquer esclarecimento exacto
m _
em ''|i(i.u;ao.
De accordo com o ollieio |ue me diri-
gi a diroccao do e\tincto Banco de Per-
nambuco, convido aos Sis. accionistas do
mesmo Raneo, a comparecerem na caixa
blial desta provincia, no da l do cor-
rente, as II horas da manhaa, alim de
Ihe serem presentes as coatas da sua li-
quuiacao, e ap|rovar-se o respectivo di-
videndo. Recit li de julho de 18.Y7.
O secretario da assemblea geral, Antonio
Valen I un da Si ha Barroca.
--- A cscrava Peliei iade foi comprada ao
-sr. Miguel Jos do Almeida Pernambuco.
rom condicOes, e acha-se fgida desde o dia
19 do correte : a pessoa que a tiver em seu
poder, pode manda-la entregar na ra l)i-
reita n. 66, que promette-se nio castigar a
dita escrav, mas sepassar do pra/.o das
conJigOes, .se proceder conlra essa pessoa
com o rigor da lei.
Precisa-se de um feitor que entenda
de plantagao para um sitio em SanfAnna :
quem eslivcr no caso, dirij a-se a ra Velha
11. 5.
haceos com feij&o mua-
lin lio c ama re lo.
Chegado o primeiro do Itin de Janeiro no vapor
Piralminca e o segundo de I.i-boa no vapor ((Cal-
cula : vende-se na Iravesra da Madre de Dos,
u. lo.
Attencao
o
Vende-se muito superior carne do sertfo
legitima do lugar (Serid) a 360 rs. a libra :
na taberna da ra dos Martyrios n. 36.
Vende-se um escravo mulato, pega, e
do ptima figura a tratar na ra da Cadoia
do Itecife loja n. 53, se dir quem vende.
- Vende-se uma boa parelha de caval-
los de carro, mansos e j ensinados : para
vor e tratar, na cocheira de Uchoa, na ra
da Cuia.
Vende-se uma taberna muito afre-
guezada para a Ierra, de baixo dos arcos da
ribeira da Boa-Vista ; faz-se todo o negocio
por se querer liquidar contas : a tratar na
ra Mea!, noManguinho n. 51.
No aterro da Boa-Vista n. 80, vendem-
se chnurigas de Lisboa ltimamente clu ga-
das a 500 rs. a libra, eslrelinha o pevide pa-
ra sopa a 320, castauhas piladas de Lisboa a
80 rs. a libra, queijos do pralo a 40o rs. a li-
bra inleiros, superior azeile doce de Lisboa
a 600 rs., viuho superior da Figueira a 600
rs. a garrafa.
Vende-se na ra la Madre de Dos
11. 12, armazem de Novaes d Ierro, ou cubos hydraulicos ; para de-
psitos de ezes, a preco commodo.
Carne do Ceara*.
Vende-se carne secca superior por pc-
eo commodo : no armazem de Luiz Au-
nes, del'ronteda alfandega.
'ija v, niilli'.
\ende-se superior feijao, e millio em
saceos grandes: no armazem de Luiz
Aunes, defronte da alfandega.
Vendem-se dous lileiros de amarello, muilo
bonitos e grame<, para loja de mindezas : na roa
das Cruzes u. 28, segundo andar.
Xx leja (le Maia Irmao,
compra-sc prata de 300 rs. a 1?, a 2 0|0, e
patacOes brasileirose hespanhoesa 1 0p0.
Vende-se um prelo de nagao, mogo,
robusto c de boas qualidades : procure-se
na ra do (osario da Boa-Vista n. 18.
Vende-se uma mulata de bonita figura
c prendada : na ra das Trincheiras n. 29.
--Vendem-se escravos,sendo 1 bom padei-
ro,bom carreiro, bom trabalhador de fouce,
enxada elinchado,o de todo o servigo de en-
genho.etc, outro bom lavrador demadeiras,
e muito bom trabalhador de todo o ssrvigo
de engenho, uma negra de muito bonita fi-
gura e todos elles muito sadios e muito mo-
gos : na ra eslreita do l'.osario n. 10, pri-
meiro andar. Na mesma casa precisa-se de
um caixeiro de 8 a 16 annos, que seja brasi-
leo ou eslrangeiro, para uma casa de ne-
gocio.
VENDE-SE
uus embonamentos para uma canoa de 800
lijlos, com os falcos e fateja, e slgunias
madeiras para a mesma quem pretender,
dirija-se aos Afogados, casa 11. 11, ao peda
relinacSo.
Na loja di; chapeos, uta
(1 ; Crespo, de Mu i a
Irmao,
vendem-se chapeos de casemira e feltro de
cores, pelo diminuto prego de. 3?000, cha-
peos do Chily de lodas as qualidades, tanto
para homein cooio para seuhora, oleado de
cores de lodas as laiguras para mesas e pia-
nos, de excelleutes desenhos.
Vende-se no escriptorio de Hrender
a Hrands& C, ra do Trapiche n. 16.
Collada Baliia, <|ualidade superior.
(enebra de Hollanda em Irasipieiras,
((ualidade especale stiperina.
Oleo patente, o mellior combustivel pa-
ra tampedes de sala.
Vende-se uma casa terrea na l'reguevia
da Boa-Vista, cm boa ra, conten lo os com-
modos seguintes : quartos, cozinha fra,
quintal grande, com 1 quarto no quintal
para escravos : quem pretender, dirija-se a
ra do Rosario da Boa-Vista, casa n. 28.
Vendem-se 2 escravas de idade 30 an-
nos, proprias para todo o servigo : na ru
Direita n. 3.
Primeira necessidade.
Na taberna grande ao lado da igreja da So-
ledade, vende-se manteiga ingleza a 640 e
720 a Mira, flor a 800, 960 e 15120, franceza
a 640, 680 e 720, queijos a 15800 e 2-5, dito
de prato bom a 640 o 720 a libra, cha lioo
perolaa 35 e 35200, hysson a 25500, 20200,
2-e 15600. farinha do Marauhao 160, de
araruta a 200 rs., bolacliiuha ingleza a 320,
e grande a 160, sag' a 320, cevadinha a 240,
espermacete bom a 720, vinho bom engarra-
fado a if, 15500 e 1/000, sem ser engirrar*-
do de Lisboa a 640, 560 e 500 rs., vinagre
bom a 280 assucar prata. fina 220, o velas
refinadas a 480, cordas de linho para amar-
1 rar ani-naes a 500 rs. a libra, poitas grandes
a 480, latas com 2 libras de marmclada a
1*190, e mudos mais gneros de bom gosto,
por prego commodo.
AVISO.
Vende-se uma arma cao nova toda envi-
dragada, propria para qualquer cstabeleci-
mento, do raiz de amarello, gosto moderno,
e feta por um dos melhores marcineiros
noaierro da Boa-Vista n. t6. Quanto ao
proco he muito razoavcl.
Vende-se um bom violao de inogno,
com chave, c a sua competente caixa, sendo
tudo de bom gosto : quem o pretender com-
prar, dirija-se a ra da Cloria, casa n. 10.
l\a loja no-
va ao pe doaic ile Santo
Antonio,
vendem-se pegas de mad'polio com peque-
no toque de avarla a 25500, dito limpo a 3/,
manguitos para senhora, fazenda superior,
gol i n has de todas as qualilales, corles de
carnbraia de barra a 25 o corte, a outras fa-
zendas linas, todas do bom gosto.
Lamartine.
Nouvelles Confi.lcnres, Nouvclle voyage
ou Hrient, Toussaint Lotiverture, Cincviove,
Crcxielle, Lajeunesse, Regina, L'eafence.
Mery.
Les aulla d'orient, les nuila anglaises,
les nuitsopagnules. les nuits lomaines, An-
dr Cheuier.
(jiistavo S'Iance.
Porlrails des artistes, Estudes sur l'ecolc
Irancaise.
Kstas obras esl3o a venda na nova livraria
da 1 ua do Collegio n. 21.
f&
Compra-se una cscrava do meia i Iade
lorie esadia ; na ra do Uueimado, loja d
miudezas n. 43. annuncip.
Comprani-se escravos mogos quesir-
vam para o servigo de campo na ra Direi-
ta n. 3.
Je
a loja
das seis portas
Em fenle do Liviamento
Cassas francezas com algum defeitoa seis
vintens ocovado, nscado rancez a quatro
vintens o ovado, chales brancos de c.ssa a
sello cada um.
Vendem-se coqueiros pequeos para
se plantar : na ra das Trincheiras n. 29.
Na ra d*s A^nas- Verdes
11 16,
vendem-se 4 escravas, sendo uma escolenle
mucamba com todas as habilidades. 2 boni-
tos moleques de 10 a 18 anuos, 1 bonita cri-
oulinha de 11 annos, 1 negro propno para
engenho.
SECRETARIAS.
As melhores que at hoje tem apparecido
a este mercado : vendem-se no escriptorio
do agento Oliveira, ra da ('.adela do itecife
n 62, primeiro andar.
Vende-se uma boa morada de casa ter-
rea, rom um grande solo, quintal, ua ra
da Alegria : os pretendenles podem procu-
rar no largo do l'clounnho, armazem ns.
3e5.
Vendem-se na ra da Concordia n. 26,
2bois mansos do carroca, muito gordos.
Vende-se um sitio na Cruz de Almas,
com uma grande casa envidragad, chaos
proprios, com 5 quartos, solo, cozinha f-
ra ; no sitio tem baixa para capim, 2 cacim-
bas, tanque, estribarla e cocheira : quem
pretender, dirija-se a ra Velha n. 67, qne
se dir quem vende.
Ao har le i 10 da ir ua da
Cadeia do /eeife.
Na loja n. 50 da ra da Cadeia do Becife,
defronte da ra da Madre de Dos, encontia-
rao os freguezes um bom sortimento do fa-
zendas, que em porgan e a retalho se ven-
dem por prego barato, e mencionaremos chi-
tas boas de cores lixas o covado a 150,160,
10 c 200 rs., e em peg% a 55200, 5j600, 65,
6540O o 65800. chitas Irancczas de bonitos
Roslos a 260, 280, 3C0 e 320, cassas de cores,
largas, fazenda que nao desbota a 200 rs. o
covado, cortes de cassa chita de cores, roxos
e pretos a ic6U0, 15800 e 25, cassas francezas
de cores a 480 o 600 rs. a vara, mussuliua
com florzinhas e cores lixas a 320 o covado,
ditas muito finas com flores matisadas a
440, cortes de carnbraia de cores muito lina,
com 11, 12 e 13 varas, tendo fazenda cot
ramagem de frente para folhos, pelo dimi-
nuto prego de 60 o corle, pepulina de cores
com Mstras achamalotadas, fazenda nova pa-
ra vestidos a 060 o covado, e mepulina ou
laazmha com a margen matisala a 15000 o
covado, cassa para habadn a 200 rs a vara e
12600 a pegt, esguiSo de puro linho fino de
1/400 a ISOO a vara, e cm pega de 14 a 18*,
chali da cores enm quadrinhos c carnbraia
de seda a 800 r< o covado, panno azul de boa
qualidBde a 15800 e 29400 o covado, e fino
preto e azul s 39*00, 3-5600, 4-5, 45500, 5J500
e 65000, e finalmente outras muitas fazendas
que, a dinheiro, se vendem baratissimas, e
do-se amostras com penhor.
Ma lja das seis
portas em frente do Li-
vramento
35000.
Cortes de casemira com pequeo defeito a
tres mil rea, a qualidade he superior, e tcm
sui lmenlo para escolher, palitos de panno
fino preto e de cores, com defeito, a IOjOOO.
Vende-se um toucador de Jacaranda,
um armario envidragado, uma veneziana no-
va, um estrado o uma secretaria em bom
uso, ludo por seu dono se retirar para fra :
na ra Formosa, j julo ao lampeSo do moto,
quera casa, se dir quem vende os ditos
objeclos ; e assim como quem compra um
oratorio cim tres faces de vidro, sendo de
Jacaranda e estando quasi novo.
Cortes de la para vesti-
dos.
Vendem-se cortes de 13a do lindos pa-
drees, com 15 corados cada corte, pelo di-
minuto prego de quinze patacas ; a elles,
antes que se acabem : na ra do Queimado
n. 22, na loja da boa fe.
Na ra da Moeda n. 2, defrontc do tra-
piche do Cunha, ha para vetiderpipas novas
e usadas, mcias pipas, barris novos e usados,
arcos de pao para pipas, vitncs, arcos de fer-
ro em fexes, ferramentas para tanoeiros,
cal em pedra de Lisboa, tudo por pregos
commodos ; assim como barris com azeite
de carrapato.
\o PreguEQa
QUE ESTA VENDENO BA-
RAT1SSH0
Na loja do Preguiga, na ra do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frilo n. 2, conti-
nu'a a vondcr-si militase diversas fazendas,
por pregos baratissimos, enlre ellas cam-
braias francezas, padrOes novos e cores fi-
zas, pelo baralissimo prego de 480 rs. a va-
ra, ditas de cordiio muilo finas a 500 rs. a
vara, cassas francezas muilo finas e de pa-
drOes os mais modernos quo ha no mercado
a 640 a vara, chilas francezas de lindissimos
padroes a 280 e 300 rs. o covado, mussulma
branca a mais fina que he possivel a 440 o
covado, dita de cor a 340, cortes de casemi-
ra de r.or de lindissimos padrOes e superior
qualidade a 6/cada um, corles de lirim de
puro linho de lindos padroes a 25400 cada
um, dilos de ditos a 25, ditos de algodao a
15360, ditos do cutim de lindos padroes e
muilo cuco'pados a 1;600 cada um, lengos
de cambr.ia para maoa 120, ditos mais finos
a 220 pegas de brolanha de rolo de 10 varas
a 25 cada uma, chilas escuras de diversos
padroes e cores tixas a 140,161, 180 e 200 rs.
o covado, e a pega a 55, 69, 6*500 e 7551)0 ca-
da uma,. cobertores proprios para escravos a
700 rs. cada um, grvalas de seda de lindos
1'iidrOes a 15, ditas prelas de selim a 1(280,
ditas de cortes em outro gosto a 700 rs. cada
urna, luvas de soda de todas as qualidades
para homens e senhoras, lengos de seda de
bons goslos. gangas mescladas de lindos pa-
droes a 600 rs. o covado, cortes de castores
de bonitos padroes a 15 esda um, cambraias
lisas finas a 4-5500, cora 10 varas, ditas ditas
muito finas a 6#, e outras muitas fazendas
que so deixam do mencionar, e se venderSo
por baralissimos pregos ; c se darao amos-
tras com penhor ; assim como mcias case-
miras -'c quadrinhos miados, muito pro-
prias para raigas e palitos a 600 reis o cova-
do, 1 iscados francezes de lindissimos padroes
a 210 leis o covado.
HE BARATO IIIIE ABURA
Nos quatro cantos da ra do Queima-
do, loja n. 20, vendem-se pecas de madapo-
ISo com loque deavaria, re o diminuto pre-
go de 5, 15200, 15*600, 15800 e 58OO ; a el-
les, que estao no resto.
No largo do Cirmo, esquina da ra de
Moras n. 2, continua-se a vender manteiga
ingleza de400a 1*120, franceza a 720, sag'
a 320. cevadinha a 240, assucar branco de
csrogo a 180, e em arroba 55200, gomma a
a 100 rs farinha de trigo a 120, araruta a
200 rs., vinho duque do Porto a 15200, e de
oulros autores a 15, azeite doce de Lisboa a
5611 a garrafa.
Vendem-se fardos e lijlos de marmo-
re, cm casa de Basto & I.emos, ra do Tra-
piche n 17, vendem-se fardos novos de Lis-
boa, e lijlos de marmore de 12 pollegadas
quadradas, por prego commodo.
-----Vende-so urna preta de nagao, de bo-
nita figura, propria para lodo o servigo : na
ra da Florentina, cas.i etivi :ragada defronte
da porta da cocheira.
Grande pe-
chineha :
A 2,000 is. o corte.
Vendem-se cortes de organdys matisados,
pelo baratissi.no prego de 2;000 o corte : na i
loja de 4 portas da ra do Queimado n. 10.
iva loja da roa do Cres-
po n- 10,
vendem-se sabidas de bailes ou de tbealros,
assim como ricos chapeos para cabega d
senhora, por prego commodo, vindos lti-
mamente de Franca.
?- era de carnauba e sebo
cundo.
Vende-se no armazem de I) B. And & C,
ra da Cruz n. 15, assim como velas de car-
nauba do Aracaty do superior! qualidade, e
ho de algodao da Baha, tudo por commodo
prego.
Cal virg-em e potassa .
Cal de Lisboa chegada nestes dias, e po-
tassa superior : na ra do Trapiche ns. 9 e
H, arnnazem.
nelogios.
Os melhorcs relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por pregos razoaveis, nu
escriptorio do agento Oliveira, ra da Ca-
deia do Becife u. 62. primeiro andar.
, CAAS DE FERRO
Lxcellentes camas de ferro para sotteiros :
vendem-se no escriptorio do agente Olivei-
ra, ra da Cadeia do Recite n. 62, primeiro
andar. r
Agencia
da fundico Low-Moor,
ra da Senzala f'ova
11. 42.
Neste cstabelecimento continu'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e laixas de ferro batido e coado de lodosos
tamanhos para dito.
Vende-se superior linhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa deSouthall Mellor < C.a, ra do
Torres n. 38.
Fardo chegado no ultimo navio de
Hamburgo: vende-se no armazem do Annes,
no trapiche da alfandega.
Vende-se a verdadeira graxa ingle-
za n. 97, dos afamados iabricantesDay
i\ Martin, em barricas de 15 duzias de
potes : em casa de James Crabtree d C,
ra da Cruz n. 42. *
CARVAO PATATE INGLEZ
para fogao de cozinha, e vende-se em casa
de Poirier, no aterro da Boa-Vista n. 55.
Cobre m moeda.
Vende-se constantemente na praca da In-
depenuencia n. *, a um e meio por cento.
Vinho do Porto
superior chamico.
Vende-se nicamente em casa de Barroca
# Castro, na ra da Cadeia do Reci fe n. 4.
ellins e releinoa,
SELLINS RELOGIOS di pMMta
toga : a venda no arm.i.m da
Hoatron Hooker & Compinhii, *f-
qmna do largo do Corpo Sanio no-
niro 48.
Deposito
R
eio&nos
cobcrlos e descohertos, pequeos e grandes,
de ouro patente inglez, para bomem e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Southall Mellor & C.% ra
do Torres n. 38.
CHAPEOS A TAMBERLIR
Di afai^ado fabricam
Pinneau de Parta.
Acabam de cliegar pelo ultimo paquete,
os supra mencionados chapeos deste afa-
mado fabricante, e vende-se na loja de
4 portas, da ra da Cadeia do Metilo 1 .
48, de Narciso Mana Carneiro.
Venda de
pianos.
Vendem-se inultos lindos e excellentes
pianos, ebegados ltimamente de Ham-
burgo, e com lindos retratos no frontes*
picio : na ra da Cruz n. 55, casa de J.
Reller & C.
Pianos,
Em casadeRabe$chmettau'&Companhias
ra da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
Hamburgo.
tfethoclo facilimo.
Na li-'raria da praga da Independencia n.
6 e 8, "ende-se o melhodo facilimo- para
aprender a ler, novamcnle impresso e aug-
mentado, por mil reis.
Arados de ferro.
Na fuudigao de C. Slarr & Cumpanhia, em
Santo Amaro, acham-se Dar vender arados
de ferro de um modello e conslrucgSo muito
superiores.
relogios de pa-
tente
inglezes de ouro, de sabonete e de vidro:
vendem-se a prec,o razoavel, em cana de
Augusto Cesar de Abreu, na ra da Ca-
deia do Recife, armazem n. 16.
Tachas de ferro.
Na fundigSo da Aurora em Santo Amaro-
e tambem no deposito na ra do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de mari-
nha, ha sempre um grande sortimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas c fundas ; e em ambos os lu-
gares exislem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. Os prego
s3oo s mais commodos.
de rap princeza da fabri-
ca de E. Gasse, no Rio
de ^Janeiro.
Vendc-se a prego commodo rap lino,
grosso e meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
ra da Cruz n. 9. '
Velas de esper-
macete.
Vendem-se caixas com 25 libras de ve-
las de 6 em libra, a' preco commodo. em
casa de Isaac Curio & C, ra da Cruz
n. 49.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundirao de Ierro de D. \V. Bowman
na 111a do Bium, passando o chala-
nz, continua a haver um completo sor-
timento de tachas de ferro fundido e bati-
do, de o a 8 palmos de bica, as quaes se
chama venda por preco commodo e com
promptido, embarcam-se ou carregam-
e cm carro sem despezas ao comprador.
Moiohos de vento
combomba derepuiopara regarhor aiaba
ia decapim: na fondicoda D. W. Bowman
"a ma do Iti-iim ns. 6 8et0.
Em casa da Saundars Brotbars C. praea
do Corpo Santn, li, ha para vendara h uidu
farro inglez.
Pixe da Suecia.
Alcatrao da earvao,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodolizopara sacos.
ilo tr trancado igual ao da Bakia
B umcoapleto sortimento dt fazendas propno
para 1(1 mercado tudo por prego commodo
XAROPE
DO
BOSQUE
Foi transferido odepotiho deste larope para a bo
tica de Jos da CruiSanloa, naraa JS'ova 11. 53
garrafas 5500, meia3000, sendo falso lodo
aquelle que naoor rendido nesle deposito,pi o
quesefaz opresenltaviso.
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
Para curade plityticaem todotosseuidlfleren
esgros, que rmoliva'ila porconslipacfiefl, toase
asllima.pleni i; .escarns daiangue, drde cos-
lados e peilo, palpitar.1 o no corarlo,coqueluche
bronchile, ddr na gaanla, e lodaiasmolastia
dosorao pulmonares.
3S500
Vendc-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, assim como potassa da Russia verda-
deira : na praga do Corpo Santo o. 11.
COM PEjtTO TOQUE DE AVVRIA
A DI.MICIKO
Pegas de madapolao lino, ditas de algo-
dozinho liso muito encorpado, ditas de di-
to trangado e largo : vende-se na ra do
Crespo, loja da esquina que volta para a ra
da Cadeia.
Vende-se na ra da Concordia n. 26,
um casal do araras, dous papagaios e duas
cabras paridas, de boa raga.
MAltMKLADA DE LISBOA.
No deposito das bichas, ra eslreita do
Rosario n. II, recebeu-se muito nova mar-
nielada, e muito alva.
Miissiilinas brancas e de
cores.
Vende-se mussulina branca muito lina a
4*0 rs. o covado, dita de cores de escellentes
padroes a 30 otovado: na loja da boa f,
na ra do (jueimado n. 22.
Algodao mojistro.
Vctide-se algodSo monstro com 8 palmos
de largura, muito propno para toalbas e
lenges, pelo baralissimo prego de 600 rs. a
vara : na loja da boa f, na ra do Queima-
do u. 22.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se cera de carnauba de muito boa
qualidade, recentemente chegada : na ra
da Cadeia, loja n. 50, defronte da ra da Ma-
dre de Dos.
Luvas de Jouvin.
Constantemente aclmrao na loja do Le-
conte, aterro da Boa-Vista n. 7, as verdadei-
ras luvas de Jouvin, de todas as cores
igualmente ricos pentcs de tartaruga da ul-
tima moda.
^ende-se
na ra do Trapiche n. 3i, escriptorio de
Novaesv C, superior vinho do Porto, em
caixas de uma e duas duzias de garrafal:
a preco commodo.
AVISO
aos ferreiros.
Tem para vender, a volitado do com-
Diador :
CARVAO DE PEDRA
de primeira qualidade, por preco com-
modo.
50#000 de gra-
lifi cacao.
Desappareceu no dia 12 de junho pr-
ximo panado, um escravo de nome An-
tonio, de idade de 5 i annos, pouco mais
ou menos, com os signaes sefjuintes:
nemas tortas e um osso crescido no hom-
bro direito: quem o aprehender leve-o
a ra do Trapiche, no hotel Cafe Fran-
cs, que recebera' a gratilicacao cima.
Fugio do engenho Coelhas. termo de
Serinhaem, no dia 22 do prximo passado
mez de junho o escravo de nome Jos, com
os signaes seguintes : idade, pouco mais ou
menos, 30 annos, baixo, grosso, cor bem
preta, tem uma cicatriz na testa, he do An-
gola, mas parece crioulo por ter vindo muito
pequeo, por cima da sobrancelha, prove-
niente de um talho ; levou camisas e cerou-
las de algodSo branco e de listras, e tambem
uma camisa de bata encarnada com colla-
rinho amarello ; este escravo foi ha pouco
comprado ao Sr. Malinas C.uedes, que lti-
mamente foi administrador do engenho Tra-
picho do CaBo, em cuio engenho foi visto
alguns das depois de fgido o referido es-
cravo : quem o prender pode leva-lo ao en-
genho indicado, ou nesta praga em casa do
Sr. Manoel Alves Ferreira no Forte do Mal-
los, que ser* satisfactoriamente recompen-
sado. '.
-- No dia 2 de margo do corrente anno,
fugio do engenho Conceicao de Muribnca,
um escravo do abaixo assignado, de nome
Luiz, crioulo, com 40 annos de idade, pouco
mais ou menos, de estatura baixa. propor-
conildente grosso, cor preta, rosto redon-
do, sem barba, nariz nSo chato, olhoa regu-
lares, bons dentes, mSos. pernas e ps gros-
sos, tendo os calcanharcs junto aos tornoze-
los um fiouco inchados, um tanto cambeta
quando onda melle alguma cousa os joelhos
para dentro, esperto e bem fallante, levando
roupa dealgodflozinho de nscado e chapeo
preto de seda. Desconfia-se que este escravo
fra seducido por Joo Cabral de Medeiros,
natural do sertSo do Mochlo, braceo, com
30 annos de idade, pouco mais ou menos,
de boa estatura, espigado do corpo, grossu-
ra regulaf-, rosto cooipi ido e descarnado,
com pouca barba, nariz afilado, um pouco
sallado nomeio e arrebitado na ponta, olhoa
pequenos.ldcnies limados, cabellos pretos o
corridos, mSos, pernas e ps grossos, lando
um p e utna perna inchados, om pouco ga-
go e porta os olhos quando Talla. Este ho-
mem tinhajChegado ha pouco a esta provin-
cia, vindo lia Parahiba, para onde do dito
serillo do Mochlo frtra remet i .lo preso para
sentar pragli na tropa de linha, o quedeixou
de ellecluarLse por lersido julgado incapaz
para o servico, do que traz um documento
mandado pSssar pelo presidente daquella
provincia el por elle assignado. Achava-se
empregado ao encaixamento do referido en-
genho Conctigao, quando desappareceu o
dilo escravoJ sahindo elle tambem occulta-
mente sem qbe para isso houvesse motivo de
qualquer qualidade: quem apprehender o
dito escravo kera gratificado com 200900o, e
com 1003 a quem der noticia certa do lugar
onde elle se Icha.
Jos Roberto de Moraes e Silva.
Fugio do dia 18 do corrente mez, um
negro de nome Antonio, crioulo, cor fula,
representa idr 35 annos de idade, estatura
regular, tem talla de dentes na fente, bar-
ba crescida, Um grande calo na m3o direita
euma coroa np alto da cabega, levou vesti-
do caiga e. camisa branca, e chapeo de pa-
Iha : quem o fregar, ;ieve-o a ra da Praia
de Santa Rita u 3, ou ao cartorio n. 19, da
ra das Trincheiras, a entregar a Manoel
Joaquini Baptiata, que recompensar.
PEKN TYP. 116 M. F. DE FARIA, 1857

1
ILEGIVEL

_ \
\ -
V


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