Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06574


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Full Text

'
\NNO XXXIII N. 170
r
Por 5 mezes adiantados 4J000.
Por 5 mezes vencidos 4,$500.
TEE{A IEIKV 28 DE JLIIIO DE I8S7
Por anuo adiantado 1 jOOO."
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO
EMCA.HHEGADOS DA 8CBSCR1PCA DO NORTE.
Parahiba, o Br. Joio Rodolpho Gomes ; Natal, o 8r. Joaquim
1 Pereira Jnior ; Araeatv, o Sr. A- de Uno* Braga Cea-
re', o Br. J. Jote de Oliveira ; Maranhio, o 8r. Joaquim Mar-
qnee Rodrigue ; Plauhv o Sr. Jote Joaquim Arelino ; Pa-
ra. Sr. Justino J. Ramos ; Amiionai, o Sr. Jeronjmo da
Costa.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olincii ; UhIos o* i.i*. NQ< rnnii hor.i- do din.
lguur49D', GolaBMfl l'arahiba: n -i'iuirl.i o imtM ToJIlli
S. Anlio, llcu'iTos, Bonito, Caruaru', Allinho .' lccanliun: n.i icrc-i-Oin.
S. L Flore*, VilU-BH.a, Boa-Visia, Ouricurv p Etu\ Majffn M.
Cabo, lpojuca, St*rinhSem, Kin Fornooo, L'na, llar rci tos, Ag PfU, Pi-
menieira e Natal: quinta*feirai.
i (Tedo* o corr*ios parlcm nt Vi hora* da inaniu.i.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAE3 DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas a quintas.
Reiacao : tercas feirai e sabbados.
Calenda i quartai e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : segundas as 10 horas a quintas ao rneio da.
Juizo de orphaos : segundas e quintas as 10 horas.
Primeira Tara do cvcl : segundas escitas ao rneio dia.
Segunda Tara do clvel : uartaj a sabbados ao rneio dia.
EPHEMERIDES DO MEZ.DE JULIIO.
7 La cheia-as 4 horas e24 minutos da manha.
14 Quarto minguante as 10 horas e 57 minutos da manha.
21 La nova as 3 horas e 53 minutos da manha.
28 Quarto cretcenle asfi horas e 85 minuto da Urde.
PREAMAR HE MOJE.
Primeira as 0 horas e 18 minutos da manha.
Segunda as 0 horas e 42 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
27 Segunda. S. Panlaleao Medico.
28 Teros. S. Innocencio p. ; s. Nazarioe Celen Mm.
29 Ouarla. S Marta v, ; s. Beatriz e Flora Mm.
30 Quinta. S. Donatila ; s. Rufino m.
31 Sexta, S. Ignacio de Loyola fundidor dos jesutas
1 Sbado. S. Ec Esperanca c Caridode.
2 Domingo. 9. N". Senhora dos Anjos.
ENCARIIEGADOS DA 8UBSCRICAO NO BUL
Alagoas, o Sr. Claudino Falcio Dias ; Babia, o Sr. D. Duar
Rio de Janeiro, o Sr. Joo Pereira Martina.
EM PERNAMBUCO.
O proprietario do DIARIO Manoel Figueiroa de Faria na sua
livraria, praca. da Independencia n. 6 e 8.
EXTERIOR.
LISBOA
3 de jullio.
O governo consulten a. Aaiociacllo Commsrcia'
acarea do meio mais eflicaz de obstar em Angola a
ralsiflcac^o da cera, faUifleaco que havia ja desa-
rredilado esle genera nos mercados estrangeiros, e
lanzado certa deseonfiancR sobre as pracas, que in-
nocentemente inlcrvinliam nesle ramo de commer-
cio. A assoeiacao nomeon ama rommisslo para
formular aro parecer, qoe, segando oovimos, sera'
m desles dias discutido.
Esle parecer, conforme nos consta, aitcntoo o
seguinles pontos : Sira' determinado :
1. Que se partam e examinem todas as gamellas
e paoilos de cera viudos a cidade de Angola, ou
rtmellido all pelo negociante serlanejo, ou trazi-
dos directamente pelos prelos.
2. Kicara' prohibida a exporlacao de cera tem ser
fundida.
3. Para proceder a fundiro da cera, e responsa-
vel por ella, crear-se ha om estabeleciroenlo, que
sera' arrematado ao particular, qoe por menos se
obrigar ao processo de fundir Ao.
Este procesa, indispensavel para verificar o ge-
nere, obrigara' e negociante a despeza de 5 ris por
arratcl, o que serve de base aos smuinles clcalos :
Arraojo de eslabelecimenlo e casto
de oteasilios para a fundioao. .
Ordenado a om carceiro.....
Dito a uin substituto......
I.enha, e sastanto de uperarios es-
cravos ...........
massolmana. Dotarla de uin espirito sempre indcil,
ella lm por vetes cansado apprehensOes ao governo
da India, sobreludo qaando a companhiatinha qoe
sustentar alguma guerra as frooleiras do seo impe-
rio.
Em 1825. emquanlo o exercilo inglez marchava
Loanda aprender bem a lingaa portngueza, a ler,
escrever e contar, e a doutrina chriata, ficandu o
mumo governador aatorisado a reunir os ditos
alumnos em edificio apropriado, noraeando-lhe
mestras, e a dispender as quantias neeessarias eom
o sustento dalles, vestuario a europea, e educaran ;
M A ** i A fl iii 1^ Jh f*l if Onrll ill.ijltslirik K m m 1 I
em Ava, Dchli eslave a ponto de se insurgir, nao es- | pira o que a junta de fazenda discutir' a verba da
parando, segundo todas as apparencias, seno um
revezda arma ingleza para atacarem os seas se-
uhnres.
Nao se deve, pois, estranharque osregimantos clis-
eorrespondenla despeza, para ser convenientemente
incluida no ornamento geral da receila e despeza da
provincia.
Outra portara do mesmo ministerio, datada de
persos em Mecrut hajam feilo do Dclhi o centro da \ 1t> de dezembio ultimo. re sua resistencia. .mareta! dos Estados-Unidos em Loanda,
Sem quena Inglaterra estas tristes noticias cau- re.luec.ilo de direitos em varios objeclos
2:0005000
(ooaooo
4003000
1:5005(100
Despeza......4:5009000
nnnalmente
Cera qoe'ae exporta
1,400,000 arralaia
l'undic.vi a 5 ris por arratel. .
Donde, lacro pro va vel no I" anno.
Dilo no segundo e seguinte. .
7:0005000
2:5009000
4:5005000
sem mais alarme do que convm, adoptam-s
medidas neeessarias a ja foram dadas as ordens para
o embarque de destacamentos conslderaveis que vao
refirmar na India os regiroenlos europeus.
E-la revolta, que ha de ficar por longo tempo na
lembranr, sera' sem dovida saffocada eom urna
promptidao enrgica, porm, nSo se pode deiiar de
pensar nos embarazos que ella houvera causado ao
governo inglez se livesie rebentado durante a guerra
do Oriente.
Houvera sido sin la mui importuna duranta a
guerra da lluvia, e ni deia de ler inconvenientes
no momento em que vai romper a' guerra da
China.
Acerca dos successosda India encontramos em um
jornal daquelle imperio os seguinles prumeno-
res:
oTodas as classes da indgenas imaginam que ven-
cem pala forra, l'.-ii confianza est tilo desenvol-
vida no eiercito qne pode ser perignsa. Km II r-
rarkpora fui preso um oflicial indio. Urna carta que
dirigir ao rajih de Rewah fui ioterceptada ; nella
inslava eom este ultimo para se revollar contra o
governo, promelteudo Iho o apoio das tropas de
Barrarkpore.
n O aKurkaruo annuncia qoe a pra?,a do 3S.- re-
giment sjue salvoa a vida do luiente Bsogh, foi
assassinada. Julita-se que o assassino he um dos
saos cantaradas do 31.*
sobre a
para all
interino do Terreiro Pnblieo, por portara de 2 de
abril.
O jais de direilo interino de Benguela, o bacha-
rel Farlo da Cosa, a cuja nomeafao se oppozeram
os jui7.es da reiacao, prestou juramento e tornou pos-
se do lugar em 31 de mirra ultimo.
gaslas, era preciso para isso disposic,ao muito termi-
nante e positiva.
Vola pelo projecto, entendido desla mancira.
O Sr. Visconde de Allinquerque declara que vo-
toa contra o projecto em primeira e segonda dis-
cusso, e esta reso'vido a continuar a proceder do
Cofres dos orpliilos.A coinmissSo do eiame das mesmo modo. Contava que o governo se opporia a
cootas do cofre dos orphos do Loanda, apresenlou
em 8 de abril o balance do cofre relativo :i respon-
sabilidade do ei-lhisnnreiro Jacintho Corr-a Bilan-
courl, mostrando que ficou aleanrailo em 4:1945933,
e nSo em 6 contos como se dira. 0 dmlieiro em co-
fre eram 42.I03>S27.
EXPEDIENTE.
L'm oflicio do ministerio dn imperio, transmiltin-
do copia do decreto, eom os documentos que aroin-
panliam, pelo qnal S. M. o imperador houve por
bem fazer mero'-a D. Joanna Ignacia Lucas, viuva
doalferes do qoarto regiment de cavallaria do eier-
cito I-'ranciaco Lucas de Oliveira, merlo em combale
esta medida ; enganoa-se; mas nem por isso mu- na provincia de S. Pedro, da pensad annual eqoi-
dar o orador de pensamenlo. I valenle ao sold que percebia o dilo eu marido.
Na sua opiniao raras devem ser ai subvences A' eoinmiso de penses e ordenados,
dadas a eslas emprezas, e snmenle qoando a par da Dous offlcios do ministsrio da guerra :
Este parecer pensado e escripto por um homem
intelligenle pratico, afastase n'um ponto fonda-
mental das ideas que temos acerca deste objecto ;
Litemos pois francamente as noas observacOes, que
Associac,ao Conimercial lomara' na consider.it;ao que
ellas mrrec.erem.
Temos a intima conviccao de que os meios res-
trictivos, e a inspeccJo oflicial directa, nao sao os
rocos mais segaros e efllcazes de afastar as fraudes
commereiaes ; confiamos sobretodo na impecrilo in-
dividuil dos iuteressados, e na poderosa interTenclo
dos scntinifutos de honra e lealdade mercantil, a
Jue em casos laesse deve sempre recorrer, coofian-
i) na sua salutar influencia.
Se negociantes condecidos, e acreditados do An-
gola, venficissem a cera que remetlesiem aos seos
correspondentes, se Ihe pozessem a sua marca como
indicio e garanta da sna lidelidade, alcan;ariam
em breve no mercado lo decidida soperioridade,
qile o sen genero stria por lodos preferido e re-
cuminenda lo.
A eiclusao de (oda a cera que appirccetse no
commercio seto um nome condecido, que por ella
se responsabilisasse, conilrangrria todos os nego-
ciantes ei portadores a considerarem a probidad a co-
mo um elemento e rondie.io valiosa no commercio,
e coodemnaria os falsificadores a retirarero-se de
urna coricotrencia, que nao pideriam sustentar.
Com efT-ilo, o negociante de Italia, que hoje re-
jeita desconfiado a cera de Angola, porque niogoem
Ihe garante a sua qiiahdada, e p-rque repelidas
fraudes Ihe moslram que as su.is compras sao arris-
cadas, preferirla logo o genero arre litado por um
nome conhrcidn, o a cera do espfculador arn no-
me, do falsificador ineorrigivel, ou nao achana com-
prador, oa leria um pre^o inoilu reduzido. E qaan-
do o Cummercio assim se e^! a I lo- e-se, quando en,
todos os mercados houvesse meios de acaulelar
contra as fraudes, preferindo o genero a.ilincaOo
por mimes acreditados, s>i cahiriam no engao os
imprudentes que dssem a esta importante circums-
lancia mui pouca eoo-i teraro.
Diz-se que a cera he ordinariamente falsificada
pelos prcl' s, e que estes, se nao acliassem na cidade
qoem Ihes comprasse as gamellas sem previa veri-
ficarn, iriam vtnde-las uos presidios ao negociante
serlanejo, que compra sem came, e sem eiame
vende.
Esta objccc., porm, nao nos parece eoncluden-
!e, porque > a cera nao verificada e nao garantida
foase no mercado sopplanlada pela cera de marca
condecida, he evidente que o negociante serlanejo
e veria forrado a sobmctler o seu genero a verili-
rar.io, e a verificar timbem elle a qoe o prelo lite
ntl-recesse. Aqui, como no caso >>o parecer a que
nos referimos, lorosr-se-hla a verificarn inevila-
vel : a dillrrenca etluva apenas em que a aeco es-
pontanea dos intfrp-.es individoaes fariam nesle
aystema, o que no entro se esperava das prescrip-
coes da Ii. Quando o serlanejo nao achasse quero
qoizesse o seu genero sera eiame, como ousaria
elle re cusar-ae a essa condicao fndame nial ?
Ora, o systema da intervencao forjada da Om es-
laheleelmenlo, erubora dirigido por particulares,
suscita, em no-so entender, graves objecc.es. Ero
primeiru lugar, quaes as garantas que se poderiam
offerecer aosq te all Icvanem seo genero, contra
i improbidade do director ? Porque proeetso ve-
rificar, se a cera pura, apresentada como resultado
de operacao, era realmente quanlo devia ser K
nole-se que o rnelhodo de arrematar o indicado eo-
mo essencial, paraescolder o director da fundicao,
dispensava por um lado lo las as cuudires de pro-
bidade individual, e fazia pelo outrn que os menos
brobos fossero sempre os que otl'erecessero a fazer o
servido por menos, visto que, emtanlo com os lu-
cros iludios podiaro dispensar mais os linio-. De-
pois : logo que a cera sabia do estabelecimanlo de
fundarlo, adi tica va etposta a lodos os artificios e
Iracas que o espirilo fraudulenta pode sug^erir ao
falsificador, emquanlo que, se o inleresse e a pro-
bidade individual Ide servissem de garantia, seriam
e-tes guardas vigilantes e incansaveis que secuiriam
o genero, eo daviam de acompandar desde o pro-
ductor at o consumidor.
Sem recorrer a meios coercitivos difticeia de esta-
belecer, mu facis de illudir. e que sempre levan-
tain resistencias e clamores, deixeinos a acro livre,
aos esforros espontneos dos inleresses commer-
eiaes, o regular esle ponto para o qaal as prescrip-
'.oes legaes sao sempre Tracas e deliciantes.
O cosame de appellar para o governo, e de exi-
gir a inlervencao oflicial em casos em qoe podemos
dispensa-la, he om dos mais poderosos obstculos
que par todos o< lados se oppem ao nosso progres-
so, e revela certa fraqueza c. faifa de iniciativa que
desejararoos ver com energia combaler.
8
As graves noticias, ha pouco chegadas da India e
d qae nos informaran! as gizelas inglezas de 27 do
passado, tem preoccopado a imprensa nao s da In
glaterra, mas tamdem da l-'ranra; eis o qoe a esle
respeilo ae la' no Jornal doa Debates.>i
Aa noticias Irazidas da India a Trieste pelo vapor
America, e transmitirlas a Londres palo Itlegra-
pho, sao da mais alia importancia, devendo causar
na Inglaterra as mais serias apprehensdes.
Se dermos crdito a essas noticias, a rebellio do
exercilo de Bengala pmpagoo-se al Mecrut, onde
se achavam aquartelados doot regimenlos de infan-
taria indgena, o ti.", o 20.a e o 3. regiment de
cavallaria ligeira.
Parece qoe os revoltosos de Meerut foram venci-
dos e dispersos ; consegoiraro, porm, refugiar-se
em Dcldi. capital dn anligo imperio mogol.
Em Dchli, os 38.. .*>!.< e 74.' de infanlaria india-
na reuniram-se aos fagilivos de Meerut.
A ni 11 f alada cidade cabio por esle modo em po-
der dos revoltosos solTreo lo a surte de urna cidade
t mida pof assalto.
Todo foi saqueado, todas as familias europeas fu
raqn massacradas, e a proclamarn de um rci que
dizem ser u fillio do ult ino imperador mogol, foi o
ti rn desla tragedia.
Verdade he, qne este de apenas o primeira acto,
porque os Inglezes esiau pouco disposlos a abdica-
rem o governo da India a favor dn rci de Dcldi.
He por este motivo que, segundo nos informaro, o
governo da India, ja envin tropas encarregadas de
sitiaren) aquella cidade.
Segundo parece, o governo'da India prop-se me-
nos a vencer do que a sulT car, com um arlio ler-
rivel, a insurreirnn.
O seo Om de aceitar a dispers
amotinados depois da sua derrota ; convero Ihe que
fiquem em D-lhi, quer encerra-los adi, e -siao sem
duvid i eminentes lerriveis represalias.
Nao smante as atrocidades commetlidisem Dcldi,
pudem aut i-i... mas a situaro do India parece
torna-las neeessarias.
O vapor Cagliari, que parlira de Genova para
Tunis, foi capturado por um bando de insurgentes,
os quaes alacaram a ilda de Punza, perlencenle ao
governo napolitano, e pozeram em lber tade os pre-
sos que alli se achavam.
Oj insurgentes, em seguida, desembarcaran! em
Capri. Algumas fragatas napolitanas, o vapor Ca-
gliari, e as tropas reaes perseguiram o banjo dos
insurgentes.
Os presos polticos que se evadiram da ilha de
Ponza eram perlu de 300. Tendo-se unido aos insur-
gentes do vapor Cagliari, atacaram a gendarmar-ia
napolitana na provincia de Palermo, porm loram
lodos em debandada, eahjndo muilos delles em
poder das (ropas reaes. O resto procurou na fuga a
sua salvarn.
Tem-se recebido milicias de oulros manejos revo-
lucionarios que Heviam rebenlar na Italia e que, se-
gando dizem. eram organisado por Mazzini. Fize-
ram-sa em (jcuova duzentos arrestos. A polica a-
poderoo-se de urna grande quanlidado de armas e
de muirles.
O Bombas, limes nos foruece ligaos purmeno-
res anda nao condecidos acerca dos graves successos
de que a India he o Iheatro. He em Meerut que re-
benlou a m-iirreico, e eis aqu as circunstancias
era que se manifestnu :
l'endo sido conduzido para o campo de manobras
uro destacamento do 3' regiment de cavallaria in-
diana, disirihiiiram-lhe os novos cartuchos lome
cidos pelo governo, a-segurando aos soldados que
eram mal fundadas lodas as suspeitas acerca da
romp' si.-ao ilaquelles cartued js, qoe nada liuliam de
impuro Km seguida, querendo experimentar a obe-
diencia do deslacaniento, den-so a ordem 1e rarre-
^ ir armas c fazer fago. De 90 soldados, apenas .">
obedecern!. Os 85 recalcitrantes f iram inmediata-
mente mandados sabir das fileiras, e um cuiiseldo
de guerra os cuiidemnon a cinco e dez annus de
priesa.
No dia 9 de maio, os con I-minios farain alge-
mi-lo.s na presenra das tropas reunidas, e deililarain
liara se dirigirn! pritlo.
Tur uroa singular improvidencia ou om de'prezo
exagerado pelo resenlimento dos Indios, nao se adop-
lou prnraiiro alguma exlraordinara para a segu-
raoea da prlsao e da cidade. Todava nao davia fal-
ta (la tropas, por is*o que se acbav.ni aquartelados
em Meerut dous regimenlos europeus, o ti- regimen-
t de cavallaria do exercilo da rainha e o i;n dos ca-
rabineros, e alguma artildaria. Na noile do sabba-
do e durante o domingo a tranquillidade o3o fui al-
terada, porm na noile que se seguio lodas as tropas
indianas de Meero sublevaran! se simultnea-
mente, e m is-acraram a rnaior parle dos seos olli-
ciaes. Cnadiuvada- pela p-pul .rao. ellas arroroba-
ram as portas da prisao e deram a liberdade a mil
prisioneiros alero dos seas camaradas. Seguioe a
isto o incendio, e o massacre dos europeus; as mu-
llir res e o ti I bos dos soldados inglezes foram ns pri-
roeiras victimas. No entretanto os dous regimenlos
europeus daviaro pegado em armas, e logo A segun-
da de-carga os rebeldes fugiram em debandada, a-
handunando Meerut aos Inglezes. Os rebeldes foram
perseguidos a algumas milhas de .Meerut, e os dra-
gues aculilaram um grande numero delles; ss a per-
seguirlo douvesse sido levada avante com energia,
aniquilando as forjas rebeldes, ler-se-diam evitado
os lameulaveis successos occorridos em Delhi. l"oi
na mandaa do dia II de maio, que esta cidade foi
invadida pelos fugitivos de Meerut, aos quaes logo
se reunirain os 3 regimenlos indianos que formavam
a gnarnicao de Deldi. A populaba sem demora lo-
mou o partido das tropas, repelindo-se ahi as sreuas
de Meerut. Tendo-se refugiado ao forle de l)-ltii, ns
europeos fnram bem depressa atcalos e massarra-
dof. tls mimes Ja mamr paite das victimas de Mee-
rut e de Delln ja tan conlieridos em llimbaimena
Inglaterra, e he eom luaior cnmmoro que se l
nesas tristes lisias, ero seguida au nome do oflicial
un do residente inglez, o da sua mulher e filhos. Ci-
la-se entre as victimas de Delhi um hroe, o lenle
Willoughtiy, o qual, vendo o armazem da plvora
ero risco de cahir as roaos dos revoltosos, ah Un-
eou logo sepultan io-sc voluntariamente sob as suai
roinas.
Em Agr espera-se um ataque por parte dos re-
liedles. A altilude de todas as tropas indianas da
provincia de Labore causava as mais serias appre-
hensOes, e como medida da precauro liaviam-se
encerrado no forle de Ranol-Pindea lodas as mo-
llieret dos colonos inglezea.
Segundo as noticias mais rcenles, o 81" regiment
europeu manliiiha aiuda em respeilo as tropas des-
contentes.
Por oulro lado, a provincia de Bombaim goza de
(anta tranquillidade e pa rece confiar lano na lide-
lidade das sius tropas indgenas que ella manda para
Bengala I idas as forjas europeas de que p ide dispor.
Contava-se reunir em menos de um mez em Ben-
gala dez a duza mil homaus de tropas viudas doa ou-
lros pontos da India, l'm curio numero de rajahs
laiifaram Ja desla opporlunidade afim de lazerem
valer aos cilios da companhia a sua fi lelidade, e le-
i'em jus o benevolencia desta. Alguns offereceram
tropas ou rnviaram cartas interceptadas ; um delles
mandn sem Jelenca degollar os deputados envia-
Jos pelos insurgentes, de Delhi para reclamaren! o
seu auxilio.
Eslaselvagem sublevaclo nao compromelle.a nos-
so ver, a -ituar.io dos" Inglezes na India ; deve-se
considerar como ama (errivel ljao, que ha de pres-
tar alguma autoridade s reiterada* queixas da im-
l'Mi.u inglcza acerca da pes-ima organisarslo do ex-
ercilo iudiano.
ANGOLA.
3 de Jaiba.
O drigue Triumplianle, capilo Chaves, anlra-
do neste porto em 17 do correle, eom 58 dias de
visitero de Loanda, Irouxe-nos noticias daquella ci-
dade al ESde abiil ultimo, e os llullelins tltli-
ciaes do (i averno (ieral de Angola al a mesrna da -
la. O paiz gozsva socego.
I iiiliam alli chegado, e haviam sido mandados
exeeular os decretos de 3 de novembro de 18.56,
aboliudo o servir forradn dos carregadorae, e aug-
mentando o imposto dos dizimos,
O governadur geral expedio tima circular aos go-
vernadores dos dulcidos, para fazer cessar o servido
transportados de Santa Helena, em navios america-
nos, e bem assiro acerca da permissAo de iram, em
franqua, os navios empregados na pasca de baleias,
tomar refrescos e oulros artiga* nos portos da refe-
rida provincia, approva as resolucOes lomadas pelo
governadur geral, desatiendo a primeira prelenro,
por infundada, em vista do art. 4- do tratado de
commercio e navegado entre Portugal e os Esfados-
ITnidos, de 8 de marco de 1811, eo ler annuidoa
segunda, estendendo a franqua aos navios de lo-
das as nares empregad es na pesca de baleiai.
Ootra purlaria do mesmo ministerio, datada de 5
de Janeiro ultimo, determina que o governador ceral
suhmelta a considerarn da junta geral do dislrictoos
seguinles qoesitos, para dar sobre ellesoseu parecer:
I. qti.is sao as reformas ou alterarnos que se de-
vero fazer na leM,iran. acerca da lulela e bens dos
orphaos ausentes e dementes ; 2.-, se convira crear
uin juizo privativo para jolgar as causas deste ramo
de servic.0 publico ; 3.\ qual o ordenado do respec-
tivo juiz, e se convira que seja pago do producto dos
bens dos orphaos ausentes e dementes ; 4.a, quaes as
eperaroes commereiaes ou fundos pblicos, era que
devain, com preferencia, ser empregados os mesmos
beus ; .., e ludo o mais que so Ihe offerecer sobre
esle objecto.
A forfa naval potlugoe/.a conlinuava a perseguir
activamente o nefando trafico da escravatura, casti-
gando os traficantes qae ainJa preleudem exportar
escravos da cosa occidental de frica.
No dia 15 de man; > ultimo chegou a escuna de
guerra Cabo Verde, e a lancha o Douro, ao sitio
da Caliera da Cobia, na lallilude sul de 6' 40 desem-
barcando o cnmmandanle da dita escuna, o segundo
lenle Soares de Andrea, cora 29 domens, foi a dis-
tancia de tres qoarlos de leguas da praia, para proce-
der oo registro de urna feiloria que alli havia, e a-
cdoo abandonada, ccnliecendu-se ter sido recente e
precipitada a retirada, tanto da gente como dos ob-
jeclos que nella davia ; nesla feturia acharam-se lo-
das u disposicoes propria* pata ser empregada no
trafico illicilo da eseravalura, lie- como a de ler om
grande barraco coro capacidade sullicieule para con-
ler 900 a 1,000 captivos, e preparado para dormito-
rio dos mismos, havendn fura desle barraca i mullas
nutra.; linha tambero uin grande lelheiro da palha,
que servira para a estada dos escravos durante odia,
ou as horas da comida; aebaiam-e algumascaldeiras
com capacidade sufleicnle para se cosiuhar para 300
pessoas ; ha. ia mais um barrado que muslrava ler
sido deposito de grande quanlidade de manliroenlns,
nao se enconlran lo em toda a feiloria indicio algum
de se emprrgar cm commercio licito. Em cnn-ciiueii-
cia o dito commandanle Andrea fez incendiar a des-
truir completamente a feiloria.
I'ouco depois appareceram alguns indgenas decla-
rando que a dila feiloria linda sido abandonada na
noile antecedente, apenas viram aproximar-se a as-
ciina Cabo Verde, e que na mesma feiloria havia
orna grande quantidade de escravos acorrentadus e
promplos para embarcar, os qnaes foram mandados
pelos feilores para diverso ponlns, declarando mais
que a dita feiloria foi seropro destinada ao trafico de
escravos, e que os objertns n gente retirada se linham
escondido no malo, na distancia de un lena, pouco
m-is ou menos, otT-recendo-sc os mesm .s para -ervi-
remde guia*, o que foi Caito pelo r.....mm Jante ; e
marchando na ilire<-rjau Indicada, encontru-i no refe-
r lo logar parle da gente da hirraca escondida cutre
o malo, a qual fogio precipitadamente aproxirria-
cJIii da noesi forra, deando alli grande quantidade
de nbjectos, (aes como mantimentus, muilos baldea
de pao e de latan, proprios para a comida dos cscra-
vo-, etc.
lie para sentir que se nao poderse eolbcr informa-
(es subte os mimes dos auenles que residiam na-
quella feiloria, e de quem eram ns douos, della.
O subredilo commandanle Andrea visiloo lamdem
a feiluria do Mangue (irsnde, e conlinuava o reeo-
uhecimenlo s mais feiturias na costa.
A industria ia dasenvolvendo-se na provincia. O
prnprietsjio Manoel Antonio Pires, de Pungo An-
dongo, mandoa para Loanda um pequeo raixole de
velas de cera branca, para se venderem a 600 ris a
libra ; de para desejar que elle continu a empregar
osen cuidado no melhoramenlo do processo de bran-
queamenlo da cera, assimeomo em qie o algodaodas
loreidas se empregueem perleilo estado de limpeza
e secara.
O proprielario Manoel Fragoso dos santos Cardo-
so, de Ambaca, mandou ao governador geral duas
amostras de agurdente, sendo urna e.lrahida da can-
im sarharna, e ootra de rnilho, por elle preparadas:
ambas tem boa edr e agrsd.ivel goslo, sendo a canna
de 20 gtos e a de milito de 13, no aremetro; a pri-
meira ni --ir i ter tido todas as boa* condic,es de boa
fabricara,', i a sua forrea nao he inferior a da mesma
qualidade do Brasil ; a seguuda poremhe excessiva-
mente fraca, podendo allribuir-se este defeilo a ler
vindo n'iima garrafa com rolha de vidro esmerilha-
da,qoe nao impedio bastantemente a evaporarn j0
alcool, ou por lersidj o resulladu de mos processos
na fbrica<-;lo.
O dilo proprielario nlem da planlar^So da canna de
assucar e do milho, tem uma plantaro de arroz, de
que ja eolhea 800 cazungeis (uns 9ti0 slqoeire- que
exporlon para Loanda, e esperava ler igual pnrr.o
da 'eaunda folhagem produc^ao esta que vera es
ponlaneamenle, e he ausceptiTcl de grandes vanla-
gen-. O que senta era a falla de Irabilhadores, mas
o governador geral mandou recommendar que pro-
nuva o eiuslc de Irabalhadores livres, forros de Am-
baca, mediante o pagamento usual, e as mai* coul-
cii-s de sustento, alojamenlo, vetluario, e as mais do
cosime.
E 8f,a D. Auna Joaquina dos Sanios e Silva cen-
liuu iva a fazer fabricar assucar no sea engcnbo de
5ml Auna, prximo a Loanda, ma* he para sentir
que nSo leona all om director hbil, por isso que o
assucar que di de inferior ao que ja deu.
Cdefes dos cnsellio*. Por pcrlaria* de 30 de
marr;o foram nomeado* chefes Ha barra do Dande, o
I." lenente de arlilharia Luiz Simplicio da l-nseca;
e de Cambambe, o esptao da companhia movel,
Joao Evangelista Pereira Leony ; e por portara de
20 de abril foi noinesdo ehefe do Icolo e Bengo, o
quarlel-meslre Joaqoim Dias dos Sanios.
Alfandega do Ambiiz. O governador geral, pu-
blieoo, em consequencia das ordena do governo de
"*. M., om ctilal no 1." de abril, declarando qoe no
dia 8 de onlohro desle anuo enmelar a percepcao
dos direitos ficaes na alf-n lesa do Ambriz, na con-
formidade do decreto de 8 de outodro de 185(1, fican-
du entendido que as merca lorias importadas em na-
vios eslraugeiroa, que se acharen! as feilorias da-
quella localidade, no referido da, nao sero segeitas
a pasamento de direitos.
O 3.' escrivao do juizo de direilo de Loanda.-Aca-
ban a questao dos juizes da reiacao de Luanda eom o
governador geral por cansa da niunearn de mais uro
escrivao para o juizo de direilo.
O juiz ordinario, servindo de jnlz da direilo A. B.
Severo de Mendoiif*, parlicipou ao governador seral
ler observado que, em coueqneneia dos jnizes lerem
declarado que votariam pela nollidade dos processos
que sobissem a retacan, ero que (igurisse semelhante
escrivao, linha paralvsado o movimenlo dos pleitos
commereiaes, porquanln os individuos que os linharo
querido prupor, teniendo que elle, pela illegilimida-
de do escrivao, fnisem depois annulladus, nao quer-
an! arias perder tempo e dinhelro.
O dilo juiz do direilo interino delarou lambem
que repulava Ilegal a sobredlla minear.! rio :).- es-
crivao, principalmente em vitla do artigo 4 do de-
creto de 1 'i de agosto de 18Vi. O governador zeral,
ero cousequeneia de lana opposicao dos maeiitrado*
jndiciaes, suspenden do exercieio de escrivjj por
portara de 2 de abril ultimo, o individuo qoe havia
nomeado.
Na resposta ane den ao juiz de direilo nstenla e
moslra a conveniencia daquella medida, enja oreen-
grande transcendencia da obra, se recondecer qoe
ella nao pode absolutamente ser levada a effeilo sem
A eommissao prosegoe na liquidarn das dividas o auxilio do estado. Esle principio geral devia so-
provenieutesde arreroalaces rendas, de predios ele. i breludo meiecer a allencao de iim minislerio cn-
assim como na conferencia do livro de canias corren-1 carregado da alia missao que esl incumbida ao ac-
tos, com os diversos casos, cuja inexactidno ja se tem lual gabinete, poi* que eslas subvenrOes sao outras
manifestado. i lanas hateras assestadas contra c crdito publico e I mente defer la. A'
O procorader geral da cora, curador geral dos or- j contra o Banco do Brasil. Para demonstrar esta guerra,
pdaos, linda pedido vista dn inventario do casal do proposicao observa que as apolicis da divida publica j 2. Transmillindo a representacao de oilo capel-
fallecido Franci-co de Paula e Oliveira que ficou de- | nunca dao mais de ti por ceulo, enlrctanto que es- les da rep.u iro erclestaslica pedindn : primeiro
I. Transmillindo o reqocrimenle do cirorgiao-
mor Salvador Machado de Oliveira, pedindo ser con-
siderado como addido ao corpo desande do exercilo,
para ser empregado na provincia de S. Paulo, pn-
dc reside, e dizendo que semelhanle prelencao otlo
parece altendivel, nem no caso de ser favoravel-
commisao de roarinha e
vendo 150 cotilos de res provir,ciaes a Antonio Joa
qum de Oliveira e oulros negociantes da praca de
Lisboa e requeren noroeacao do novo conselho de
familia pela suspeila de parcialidade a favor do lxa
tare teslamenleiro Jos de Souza da Cruz, que pu-
blicamente se altribue ao* membros que o compu-
nliain, como creatinas e dependentes do mesmo ma-
gistrado requereu igualmente que o juiz dc-se dia de
reunan, pura a rttnocJla do dilo tutor, pela sua ma que de um grande mal.
gerencia ( de que o mesmo inventario da' testemu- i l'assa a examinar o direilo com
tas emprertis que leem garantas nunca dao meos que se Ide fai-a exltnsiva a coiidecoraco da ordem
de 7 por cenlo. | de S. lenlo de Aviz eom as mesinas rondicOes que
Ora, desde que o mnimo aqui de maior do que competen! ao* olllraes do exercilo ; segundo, que
o mximo all, lie claro que quem tem de empregar
seu* capitaes nao licsila na esculla. Acresce qne
esla medida, ao psso que bala assim o eredilo |pu-
blicn, offerece novos incentivos s pretetices e Irans-
accOes que ja sao tao communs no uosio sysleroa, o
que as a.'.sem-
nho ) e que juulameiile fosse intinndo para prestar | blas provinci.ies tecm dado garanliaa de juros, nc-
conlas da sua adminislraco. que nao tem prestado no gando-lhes tal direit
decurso de anuos ; e finalmente para qoe, quanlo
nao pagasse dentro de nove dias, e uf.o lenha bens
para se Ihe fazer pendora, se proceda a prisao, con-
forme a le. Ao mesmo lempo o dilo magistrado pre-
virvjo o governador seral de que Ihe constava que o
sobredidilo tutor Souza da Croz pretende retirar-se
brevemente da provincia.
A Caresta das subssleneias linda diminuido. Os
seguinles eram os procos de cada Cazunguel ( I l|5
alqueire no dia 18 de abril.
dos earregad'ires, recomroendando-lhes que fafam (e^necessidade elle juiz havia lambem reconheeido,
entrar no espritu nido dos indgenas a conviccao. e espera que o governo de S. M. approve ; declara
los regimenlos de que a ocie lade precisa do trahaldo de lodos os ler ordenado qoe os cheles das diversas localidades,
seus membros, conforme as 'acuidades de cada om, que nellas aervem de juizes ordinarios, presten! aam-
e que esia pr.-ri- i lem conslituido uro direilo de pre n divido juramento, ne-ta qualiila le a respeilo
exiir tal Irabalbo, e uro dever de o prestar; que da incompalbilibade para os mesmos carsos dos ofl-
serao pagos, mas que se nao po lem adroillir retri- eiaes estrangeiros, ao serviro da provincia, sobre o
buires excessiva",recommenda emfiia que pro- que ja pedio resolur.o ao caverno de S. M., parece-
ce .un ao aliada dos mellioramentos que exigem os lli meldor que e espere esta, em MMidanfRo dos
eamiohoi paraserem apropriados a passagem de car-i neonvenienles que Iraz para o mvicn a exelosao
| ds'e" nflicaes, e de fado de tolerancia nos ditos car-
eos, que a respeilo delles sempre lam havido na pro-
vincia : e acrescenla que se pensar qrte sto peder
Oulros disturbi n tiveram lugar em rcrozepore, e
posto queja' foram solfeados, s.10 um novo Odete I toa, elr.
do estado geral do pn. Na llullelins encontramos ama portara do
A iiialla-!.'. la cidade a Delbi, que foi e que Tai de ministerio di marintia e ultramar, datada de 19 de
novo ser o lliealro das m*is sanguinolentas seeoas, novembro ullirao, ordenando ao governador geral de
encerra, segando os ultimo* receuseameulosactrcade Angola qae emprecue os meios que julgar mais pro-
IfiO.OOO dabilanle*. prios, pira que os filhos dos reglos, sobas, e oulro*
A grande roaiorii da populacjo he indiana ou 'potentados mais nolavei*, v.lo como alomos para
e fazendo
. ver que a pralica
abusiva das Msambla) provincias nele assumplo,
que compromelle o crdito publico, s he tolerada
porque faz conla que assim ellas aherrem de seus
deveres, entrclanlo que se Ibes contesta oulros direi-
tos quo inconteslavelinenle ellas leem, o que poe
ludo em confuso.
Vota contra esta e contra Indas as subvenees, al
que o estado do crdito publico seja tal que neslas
conce9s0e* ii3o hajs n menor perige.
O Sr. I). Manuel nao pote do.iv.ar de admirar-se
di opposicao que se manilesloii tao somenle na ter-
cera discusso desle projecto, tanto mais quando
comidera que os nobres senadores deixaram passar
saranlias que iniporlam em milhares de corito* de
ris, e hesitara agora ero dar um auxilio qoe lio
O brigueciHanmbal, capiao M. Baplisla, chegou Pde cuitar ao (hesouro mais de 00 cotilos por
a Loanda, com 1 dias de visgem de Lisboa em (i de anno.
abril. O brigue Portador, o capitn A. II. de A- O orador, pel contrario, volna contra todas a*
guiar, chesou lambem a I. ion la no dia 13 do mesmo garanlias dadas s estradas de ferro, enlendendo qae
mez, com 115 das de viagem de Lisboa por Bengue- para isso nao est o paiz preparado ; mas nao tem
la. A barca Voadora, capiao A. E. Soares, linha | a menor duvida em apprnvar esle projeclo, porque
Gneros. 1.a qual. 2.a qual. 3." qual.
Farinda de man-
dioca. -. 19500 19300 -sin
Keijan 19100 5IKK1 96OO
M1II10 91100 9500 400
sahido para Lisboa, para onde licavam lambem a
sabir o palhabole Malos [.a, capiao L. !'. de Malos,
o brigoa Minerva, e a b.ircara Asceucao.
ANGOLA.
Pelo palhahol* Mallo* I, capiao L. V. de Mal-
lo*, entrado tiesto porto em 30 de jondo ultimo,
com 58 dias de viagem, recebemos Bollelins offieiaes
do governo geral da provincia -le Angola, al 25 de
abril antecedente. O paiz co/.ava socego.
No aBullet ra do ministerio da iniriiiba e ultramar, datada de
7 de friere.10 ultimo, remellen 11 copia do parecer
do procurador geral da corda, datado de 5 de selcm-
bro de IS.t, com tres documentos, acerca do jul-
gamento que no supremo trihonal de juslira Uvera,
por accordao de 28 de agosto do dilo anno, o pro-
cesso de querella, que no juizo -te direilo da comar-
ca de Luanda prestara o delegado da mesma comar-
ca, Antonio Tavare da Silva Caslello Branco, p-
ranle o juiz de direilo A. 1-. dos Santos Crespo,
contra o governadur geral de Angola, pelo ficto rri-
miuoso de ingresao nocturno com vivienda, na casa
do referido jui/., ordenandose na inesm.-i portara,
qoe o sobro lito governador geral, em coiiformidade
do parecer dn conselho iillrainarino, iado em C1111-
sulia d* 27 de Janeiro desle anuo, exp-ca as
convenientes ordens para se intentar a competente
acrao contra o mencionado delegado, para se Ihe fa-
zer eflerliva a mulla era qu<. ineorrera pelas nulli-
daJescom que Jeixou correr o lluiliJo proce--o.
As noliciis do distrieto-le Talla Magongo, (Cts-
sange) eram satisfactorias.
f)< prenles e paludarios do ex-Jaga Bumha, que
habilavam no sillo Cugnga, leem reiterado seus p--
ddos para fabricaren! cbalas (casa* de palha) e fa-
zerem culturas no dtloslio, protutando obelieu-
cia.
Os correios taem sido bern tratados pelos refe i-
dos prenles e partidarios do ex-Jaga, e ato os leem
mandado acompanhar al Talla-Muitoigo.
as esliadasdas trra* de Cassange, conservava-
se luda a segurauca aos viandante.
Os negocio* de marliin e cr dos serlOts da l.un-
da, Pende, Quiaco, e oulros continuara a affluir
aquella ilislriclo.
Durante o mez da fevereiro cdoveu qaasi sneces-
sivamenle, o que nao linda acontecido nos ltimos
airaos.
A barca portugnrza Voadora, capiao A. C.
Soares, vinda de Goa, saln de Loauda ero 22 de
abril, e chegoa lambem I Lisboa uu dia 30 de junho
ultimo.
{Jornn\ do Commercio de Lisboa.
RIO DE JANEIRO.
SENADO.
SBSSAO EM 3 DE JULIIO DE 1857.
Presidencia do Sr. Cavalcanti de Mcerda.
A' dora do costme, feila a chamada, acliaudo-se
reunido numero legal, abre-ie a tessSe.
Lila a acta da anterior, he npprovada.
Nao ha expeliente.
O r. Presidente declara que por motivo* justo*
fica transferido para o dia lli do correle o julca-
mento do processo do ex-depulado Manuel Joaquim
Piulo Pacca, que islava mascado para o dia (i.
OKDKM dO DIA.
Entra em terceira dcu-sao a proposirao aulori-
sando o governo para conceder companhia l'ni.o
e Industria uma garantia de mais 2 pur cenlo de ju-
ros sobre os capilaes empregados por ella, cessando
o privilegio exclusivo, etc.
O Sr. Silveira da Mola cuten I que o senado 11 "o
deve approvar em lerceira dnciissao esle projeclo,
sem a seo respeilo ouvir previamente o governo.
Tralando-se de dar uma garanta de juro, he sem
nao be com loo pequea quanlia annual qoe se com-
promelle o Ihesouro, entretanto que grandes devem
ser as vantagens da conclu'o de uma estrada que
pode rivalisar com as melhores da Kuropa, e que he
a unir va de communicarao para a exporlacao da
provincia de Minas.
A nao rmiiinuaro desla estrada seria uma rala*
mi I ule ; e nota que ha grande dilTerenra entre vo-
tar contra qualquer auxilio a uma estrada ainda nao
principiada, ou negar apoio a uma obra importan-
lissiroa, e deixar assim perder-se os avullados capi-
ties ja empregados nella.
Esta mais que cunveoci lo que esla lei cifra-se
mus provavelmeiile era urna caranda moral ; mas
aiuda que pur ahzam lempo live-so o Ihesouro de
coucorrer com 00:000-5 cada a.iuu para ama es-
trada importante, minias vantagens dahi se collie-
riam.
A respeilo da re laceo do projecto, nenduma do-
vida lera o orador em approvar qualquer emenda
que a torne mais clara, evitando qne se possa en-
tender que .1 Karanlia cuinpredende t iiulu-m os ca-
pilaes ja despendido*.
O Sr. Sonxa fame* nao e.lranlia a opposirao que
se tero maoifaslado a e-te projeclo, e que sem duvi-
1! 1 1 levcm da zelo dos 11 ibre* saoadore pelo boro
emprego da renda publica. Ma peusa que se au
lem dado a medida a sua ver.ladura iulelligeucia.
nem se lem devidamenlr apreciado o alcance que Ihe
he proprio.
Nada mais natural 1)0 que quando nina empreza
como a da estrada de ferro de I). Pedro II, que l-m
a garantia de um mnimo de juro de 7 por canto,
nHo pude cmitlir o resto de snas aeejue*, nem fazer
mais chamadas das ja emillidas, em muito peiores
rircumslaurias se aclie oulra empreza que nao lem
idenlica garanlia. Esla simples nbservacSo deve
bastar para que o nobre senador por Goyaz n,lo in-
sista em suas ideas a reipeito da desistencia que fiz
a companhia do exclusivo ero Iroca do auxilio pe-
dido.
Ora, de que ccnsla esle auxilio '.' Da garanlia de
2 por cenlo sobre um capital de 3,0011 conlos quando
muito.
Porlanlo, desde que a emprezg der 2 por cenlo,
nada distar ao governo geral, porque a lei provin-
cial de Mina*, que auxiliou a companhia, declara que
os 5 por rento garantidos por aquella provincia -o
addicionaes aos 2 por cento, que por ventura hou-
vesse o governo ger.il de conceder. Assim, se a em-
preza der mais de 2 e menns de 7 por cenlo, o peso
da subvenidlo recabir sobre o cofre provincial, e
smenle sobre o cofre geial se der manos de 2 por
cenlo hv pudiese inadmissivel. Ja se v que o auxilio
pedido lie o menor que nesles casos se lera solicitado
da assembla geral.
Observa que a assembla grai ainda o anno passa-
do den garanlia a linha desla e'lrada que vai de Pe-
Iropolis 110 rio l'arahyba ; linha esla que mais tarde
leve de ser annullada pela abertura da estrada de
ferro de D. Pedro II. Ora, seria Hirante e inex-
plicavel contra ice 1 ter dado a garanlia em tae* cir-
cumslancias, e nega-la acora em condlroes moilo
mais favoraveis so resto da linha que deve uflerecer
grandes vantagens e ficar subsisti lo anda quando
concluida s estrada de ferro. Por ultimo letnbra que
razues poiiticas acoiiselham que nao se negu a pro-
vincia de Minas om favor 15o insignificante para o
Ihesouro, e iao importante para ella, entretanto que
a outras provincias sa lem dado garantas que de-
vem de cuslar ao E-lado militares de conlos de
reis.
O Sr. .Mrquez de Olinda ,pre* lente do cunseldo;
pandera que o nolire senador por Pernumbuco labo-
rou em equivoco quando cousiderou provincial a es-
Irada de que se Iral* : ella he geral, como se prova
mesmo com o conlralo feilo com a companhia empre-
zaria.
Sendo a estrada gral e mui bem construida ; e
nao se podendu dovidar que as boas eslradas bao de
facilitar o augmento de uossa agricultura,' ainda que
n3o avulte por ora a emisraco eslrangeira, pondo
dunda preciso que o nobre mini-lro da fazenda in- I em conlribuic,o bracos qae boje conservam-e inac-
forme sa a concessao dessa garanlia he compativel livos por nao poderem quasi tirar vanlasem de seu
1 11...1..11.. ..*__1-____2._ _
ser um novo fundamento para annullaco de proces-
so, de*de logo far -ub-lituir o nico chefe que ha
naquelle caso. O escrivao da questao, Daniel Jos
com o estado do Ihesouro publico.
Enlra em duvida sobre a verdhdeira inlelligencia
do projeclo ; isto be, se a garanlia de 2 por cenlo he
dada ao para o capital que daqui em dianle fur em-
pregado, ou se se esleude lambem a Indo o capital
ja gasto. Pensa que este ponto importante deve ser
esclarecido.
Nao se persuade que eonvenlia realmente com-
panhia ceder de om privilegio de 50 annos, era tro-
ca de uma garanda de 2 por cenlo ; e er que vo-
lando contra o projeclo comprehende melhor ns
inleresses da companhia. Nao dar, puis, o seu as-
sentimento ao projeclo, a menos que n nobre minis-
tro da fazenda d inlormaces laes que o lacam mu-
llir de proposito.
O Sr. Souza franco (ministro da taren I. observa
que ,1 estrada feila pela enmpanhia l niao e Indus-
tria he da miior importancia industrial e de grande
alcance politico e linauceiro ; basta ler em vistas
qae a nica via de communicarao que serve para a
exporlacao dos producto* da provincia deMioas-
lieracs. Accresee que as vias de cuminunicarao sao
boje a no--.1 grande questao, porque della* nimio
depende a culoin-aro. He, pois, inconleslavel a uc-
cessidade, urgencia e vanlaseus desta e-trada.
A garanlia que se pede de de 2 por cento sobre
om capital que n3o exceder de 3,000 contos. Ha
boas razes para crcr que dentro ."de pouco lem-
po esla garanlia se loniar uominal ; mas quando
assim nao aconlera, nunca o sacrificio do Ihesou-
ro exceder de l>0 conlos por anuo. He esle lodo
o auxilio que se pede para uma obra da lal mag-
nitud.
Pergunta-se se estar o (desnuco em circnmilan-
cia* de prestar esle soccorro. O orador ja leve ocea-
siao de dizer que a* sobras etislenle* no Ihesouro
sao apenas saldos de recursos ; nao pode, puis, er
lachado de depositar nimia eonBan;i na permanen-
cia dessas sobras. Mas enteride que nao be 1 no caso
de ler o Ihesouro excessivos sal los da receila sobre
a despeza que deve proteger emprezas desla ordem ;
pelo contrario, que, anida mesm > rindo o caso de
deficiencia de renda*, esle* auxilios devem ser da-
dos como meio de augmentar a renda publica. Cita
o exemplu recente da llespanba e da llussia, esta-
do que, em circumslaneias menos favoravei* do que
as nostas, nao heilaram em lomar imporlanlissimos
e pesados onuscom o fim de dar grande desenvclvi-
rnenlo as suai vias de coinmnnicacao.
Quanlo inlelligencia do projeclo, declara que Ihe
parece fira de duvida que o governo se deve julcar
aolorisado para dar a garanta pedida rl qaan-
lias empregada da dala da lei em dianle ; se e*sa
Henri-iae* da Silveira, foi Domiado administrador' garanlia devesse slender-se a lodas asquaDliaaja
Irabalbo, enlende o mador que nao se deve deixar
de dar o auxilio pedido, que em rigor se pode consi-
derar insignificante.
Onanlo poca em que deve comerar a garanta
que se Irala de dar, n3o pode nem um roomanto en-
trar em duvida que he da data aa le em diante, e
nunca para os capilaes anteriormente despend-
do.
O Sr. Men le* dos Sanios pondera que a provincia
de Minas tieraes esl em circumslaneias muito pe-
culiarea. Todas as mais leem meios de communica-
co martima ; mesmo a de Mallo Grosso serve-st
da navej icio do Paragua) ; a de Goyaz tem impor-
tantes ros navegaveis ; s a de Minas aclia-se redu-
zida nicamente a esta estrada para a sua expoila-
rao.
Tendo-se mostrado que sem esle auxilio nao po-
den' concluir-so a estrada, acredita o orador qoe na
pode estar as vi*tas do senado privar a provincia de
Minas di 11 inca via de communicarao que tem para
dar sabida aos seus producto*, e deixar perder-se os
importantes capilaes ja alli empreuadoa.
Espera pois do senado um aclo de justir 1, qual a
apnrovacao do projeclo que se discute.
Encerrada a discusso he approvada a proposicao
para subir a sancro.
Enlra em lerceira discusso e sem debate he ap-
provada, a proposirao da cmara dos deputados Pi-
tando as forras navaes para o anno iinaoceiro de 1858
a 1850.
Tero lugar a segunda discusso da proposicao so-
bre a dispensa de idaile do eilodanle Krederico Au-
gusto de Oliveira na facoldade do Recife.
Depoi* de orarem os Sr*. visconde 'de Jequilindo*
nha e Jobim. fica a disc-issSo adiada pela hora.
A ordem do dia de amanhaa he o resto das mate-
rias dada*, a lerceira discusso da proposicao da c-
mara dos -eputadns aulorisando o governo a depo-
sitar, no Banco da Brasil e suas caixas liliaes as som-
mai ilispouiveis do Ihesouro e das lliesuurariaj de
I 1 l,u provineiaes, e a primeira discusso da pro-
posicao do senado, aulorisando o governo a mandar
matricular mi quarlo auno da faculdade de direilo do
Recife ao estudante .lose Francisco Vianna.
I. -unta -o a sessao as 2 lloras e um quarto.
CMARA DOS SRS. DEPtTADOSa
SESSAO DE 3 DE JI'LHO.
Presidencia do Sr. nlKOride de Barptniy.
A' hora do cosluroc, feila a chamada, e acliao-
du-se reunido numero lecal, ahre-ie a sessao.
I.ida a acta antecedente, lie approvada sem de-
bale.
se Mies conceda direilo mesma* graduarles que
leem os ofliciaes do corpo de saule do exercilo, dan-
do-sa-lhes tambera um chefe para guia-los, liscalsa-
los, e pugnar [or seus direitos. acompanhada da in-
forroacao do ajudadle-general.A' mesma eom-
missao.
IJualro requerimeiilos
O primeiro, de los Hara de Menezes Corre! de
Castro, capiao reformado do lerceiro hatalhao de
cacalores de primeira linha, pedindo nielli -lamen-
to le sold.A' mesma eommissao.
11 secundo, de Erancisco Vicente Nobrega, pedio-
do om aclo legislativo que considere ellectivo o la-
gar de escrivao do delegado da cidade do Itio Gran-
de do Sul, para o qual tora nomeado interinamente.
A' cuinniisso pe artiga criminil.
O terceiro, dos empregados na faculdade de me-
dicina da corle, pedindo augmento deordenado.A'
eommissao de penses e ordenados.
Oquarlo, de Jiuo Placido de Gouva, clrigoin
sacris, residente no cralo da Boa Espcranc, na
villa dn Itiii lonilo, subdito porluguet, eiiuto ser
iiaturali,ado c; la lo brasileiro.A' eororbissao de
constituirn.
He lido e approvado sem dbale o seguinle pare-
cer da eommissao de nslrucrao publica ;
a A eommissao de in-lrurru publica he de pare-
cer que euro o fixm. a.inislro do impaiio e o direc-
tor da faculdade de medicina desla corle subre a pre-
lencao du alumi-. da mesma faculdade l'irmuio Jos
de Souza Luna, remeltendo-se eo governo para in-
formar a sua peliro.
Sala das sesses, era 3 de julho de 1857.Barao
de Camaragibe.Villela Tavares.
Sao lidos,'apoiados e mandado* imprimir para en-
trar em na ordem dos Irahalhus os seguinles
Pareceres.
Das coromis-oe* reunidas de negocios ecclesiali-
co* c de co.i-iiluir ; cuucluindu cora o seguinle
projeoto:
A assembla geral legislativa resolve :
a Artigo tnico. A ereaejlo, divisan e supptesso
de fregue/.ias nao pudem ler lugar spui o mulun ac-
cordo dos poderes lemporal e espiritual, tirando as-
sim interpretada a disposicao do S do art. 10 do acto
adicional.
a Sala das commisses, 2 de jando de 1857.J.
Pinto de Campos.A. Pinto de Mendouca.Her-
mogenes Casimiro de Araujo Bruusvviek.Antonio
Candi lo da Cruz Machadu (voto pelo projerlo.)
Jernimo Jos Teriatra Jnior, (vol pelo pro-
jeclo.)
Da commiss.o de penses e ordenados, concloindo
com os aegiiintea projeclos:
a A as-embica geral legi-laliva resolve :
o Arl. I. FtCa approvada a pens-o de l:,,,)tl-T con-
cedidfl por decreto de 20 Je junho -io correle anno,
D. Auna Eufrazia selbei.o Jote Werneck Hmeiro de Agdllar, imnislro
do supremo tribunal de lOslica, em reinunnaro dos
b uis servir.-. p..r este i'ie-la-lo* na carretra da ma-
gistratura pelo espaco de 40 anuos.
o Arl. 2. l,evo|!aiii-te, ele.
<( Sala das eommisc'* da cmara dos deputa-
dos, ;t de julho do 1857,L. A. Pereira Franco.
J. de Barros I'imenlel.Francisco de Surra Car-
neiro.
A assembla geral legislativa resolve :
o Arl. 1. Pica approvadu o decreto de 15 de Ja-
neiro de 1857, que aposentou o conego l'sliciauo
Josc Leal no lujar de secretario da provincia de
Goyaz com o ordenado annual de 1:5009. visto seo
estado valetudinario e contar mais da 25 annos de
serviro.
Arl. 2. Kevogam se, ele.
_ Sala, etc., 3 de julho de 1857.L. A. Pereira
Franco.Francisco de herra Caroeiro.J. d Bar-
ros Pimeolel..
Aprescnlacao de projecto* e indicaee*.
0 Sr. Franco de Almeida fundamenta em poucas
palavraa e manda mesa o seguinle projerlo, que
sendo jolgado objecto de deliberarn, vai a imprimir
para entrar na uniera do* trabalhos :
a A assembla geral legislativa resolve :
Arl. 1. A provincia do Para dar mais dous
deputados e mais um senador.
a Art. 2. O governo determinara uma nova di-
visa-! para os cinco circuios de que se coro pora a
provincia.
Arl. 3. Cada circulo dar seis membros
-embira provincial.
Arl. I. Ficam revogadas, ele.
3 de julho de 1857.O depulado, Franco de
Almera.
Sao lambem julgulos objecto de deliberacao e
maullados imprimir para eulrarem na or lem dus
Irahalhus os seguiules
Projeclo'.
1 A assembla geral legislativa resolve :
Arl. tnico, i) no verti he autor isaJo a conceder
ao desembargado! da reiacao de Pernarahuco, Jero-
nymo Mar.in au 1 Figoeira de Mello um auno de li-
renra rom todos os seu* vencimeiitos para (ralar de
sua saude, onde Ihe couvier ; revogadas at disposi-
edes ero contrario.
Sala, etc., 3 de julho de 1857.A. J. Monleiro
de Barros.A. C. da Cruz Machado.Augusto F.
de Oliveira.Domingos Jos Nogueira Jaguaribe.
M. I 'iiiin le- Vieira.F. de Araujo Lima.Anto-
nio Jos Machado,S. Goncalves da Silva.J. J.
Pacheco.F. C. lli andan.Cunda Figueiredo.J
A. Correa,J. Marcondes.Piolo de Campos.B.
I'imenlel.Viri-lo Bandeira Duarle.F. L. Anta,
nes de Campos.Basto* de Oliveira.Cosa i'inlo-
Jos Joaquim T. V. Belfor I.P. de A. Cutqueira
Leile.Dia* Vieira. A. Pereira.Pinto.Sala-
ttiiel.Aldayde iiomingoes Silva.A. E. de Sal-
les.Barao de S. liento.
o A assembla geral legislativa resolve :
o Arl. nico. O governo fica aulorisado conce-
der ao padre Jos Dias de Oliveira I alca 1, vigario
da freguezia de S. Miguel, Lapa e Pias, na provin-
cia do Maranhao, om anno de lieenca com lodos os
seu vencimenlos, para tratar de sua saude na Eu-
ropa ou onde Ihe convier, revogadas as disposiees
em conlrario.
Paco, etc., 3 de julho de 1M57.Vieira llel-
ford.
a A assembla geral legislativa resolve :
o Art. I. O primeiro dislricto eleitoral da pro-
vincia do Para lera mais umxollegio, o qual eom-
predender as parochias da cidade da Viga, Colla-
re*, S. Caelano, Curuca, Cintra e Sallinas, e se refl-
uir na matriz da dita n la e.
' Arl. 2. O terceiro districto eleitoral da mesma
provincia lera mai* 2 collegios.
' u Ser um composlo da* parochias da cidade de
Obidoa, de Faro e Jurily, e se reunir' na matriz da
referida cidade.
Oulro compreliender as parochias da villa de
Melgaco, de Breves, e de Portel, e se reunir na
matriz daquella villa.
Art. 3. I- iram revogadas, etc.
a Paco, ele, cm 3 de julho de 1857.Fausto A.
de Agoiar.Francisco de Araojo Lima.Arag.loe
Mello.Souza Carneiro.J. A. Correa Jos Joa-
quim T. V. Belford.M. Fernandes Vieira.
ORDEM DO DIA.
Primeira parle.
/-.'leico da mesa.
Presidente. (Em 85 cdulas.
O Sr. Visconde de Baependy.......77
Para primeiru secretario. Etn !10 cdulas.,
O Sr. Paes Brrelo. ......... 81
Para segundo sorretaiio. ,Km 73 codal I.
O Sr. Marcondes...........(11
Para terceiro secretario. Em lili cdulas.
O Sr. Pereira Piulo..........52
Para quarto secretario. Em 66 Cdula-.
O Sr. Salathiel...........50
Para vice-presidenle. Em 95 cdulas..
O Sr. Dia* Vieira..........79
Supplente dos secrelarin*.
1." O Sr. Silvino Cavalcanti.......3
2.- O Sr. Salle...........4
Segunda parle.
forra de Ierra.
Continua a discusso da iixacao das forras de
ierra.
Sao apoiados os seguinles
Arligos additivos.
1. O hospilal militar da guarnirlo da corte
cuilinua a reger-se pelo regolamento que bailn
com o decreto de n. 397 de 25 de novembro de
1811.
2* Revoga-se o regulamenlo que baixoo com o
decreto n. 1,900 de 7 de marco de 1857 na parle
em que altera o precitado regularnento de 1841.
Baplisla Monleiro.
O Sr. l'erreira de Aguiar enlra em algumas con-
siderarles relativamente amatoria dos mligos ad-
dilivos ; oppde-se a elle, e defende a crearan da
reparlirao do ajudante-general, respondendo prin-
cipalmente ao discurso do Sr. Baplisla Monteiro.
O sr. Rodrigues dos Sanios cu meca por observar,
em reiacao ao discurso pronunciado anteriormente
pelo Sr. I',ir,iiili..s. que esse clamor a que se referi
esle Sr ex-minislro, declarando nao allodir a mem-
bro algum da cmara, mas a rumores exteriores,
nao foi un clamor particular de uin ou nolro indi-
viduo ; mas um prenunciamenlo geral, sendo con-
demnada essa insliluiro por quasi todos os orgaos
da imprensa, em lodo* o* pontos do Brasil ; sendo
que na corle os arligos editoriaes das folha* que re-
presentara aqui a imprensa foram em opposicao, e,
quanlo aos arligos communicados que enlraram na
.li-ru'-o daquella inslitnico foram em msior nu-
mero os que a corobaterai do que os que a defen-
deram.
A intencao dos signatarios do artigo addilivo que
tem principalmente prodozido o debate, nao foi fa-
zer uma censura ponaenie adminislraco paisa-
da ; e, se o fosse, declara o orador com a franqueza
e liberdade de depulado, que nao recuaria ante a
censura, *e a jolgasse uecessaria.
A respeilo da adminislraco passada lem um con-
ceito tal que exclue o designio de fazer-lhe urna
oflena, e de Ira/.e-la cmara para fustiga-la ; e
de mais, se essa fosse a sua intencao, ou se motivos
para isso tivcse, a sua lealdade u levara a faze-lo,
quando aquello gabinete linha as redeas do gover-
no, e nao agora. Aqueje minislerio, pelo contrario,
na opiniao do orador, fez serv icos tao eminentes ao
paiz na ordem poltica, qae o orador he levado a
cerrar os odos sobre fallas qae elle commettea.
Tem para c -m aquello minislerio as mais benvolas
recoidaroe--, porque elle fez lodo o sacrificio poeslvel
para dar ao paiz 0111 parlamento livre, o acabou com
o ostracismo politico, que repugtiava conscicncia
doa Itrasileiroi.
Cumposto de domens eminentes r ral cando .-, m,is
diflicil das polticas de um governo representativo,
t nli 1 o mini-i 1 ;o transado .mais do que qualquer
onlro, j a nao diz a possibilidade, mas o direilo de
errar uma oo oulra vez.
He a ra/o porquer pensa que o regolamento de
que trata, do ajudai.tr general, nao sadin com a per-
feijao desejada ; tendo silo publicada n'om lempo
de lllcdes para o gabinete, nao era possivel qoe
concorressem a calma, o repouso de espirilo neets-
sario para a perfecto que devia ler uto Irabalbo se-
melhanle.
_E como esle, havera uniros actos da adminislra-
co passada qae sejam suscepliveis de reparo. En-
lao aquellas qae pensam que a s; lora 1 dada a esla
ou oulras qucsles, nao foi a conveniente, 1180 po-
deni flirt ir-se ao des'jo c ao dever de etnitlir sua
opiniao.
Ja teve occasiao de manifestar seus senlimentos a
respeilo do ministerio actual ; mas nem um dos
membro* desle ministerio quer por terlo que o ora-
dor abdique o direilo de fazer reparos sobre a admi-
nislraco.
A'li nn-se o orador e o ministerio em perfeita
uoio de vistas qnanlo a poltica ; mis as queslde
administrativa nao comprometiera a poltica. De-
inais, estando.se em uma poca em que nao da lulas
nem paixOes, poca que est por de mais definida e
da qual tuna das primeira vanlageni he liberdade
para todo*, enlende que nao ha necessidade de oroil-
tir suas rcflexe.
Descerni ao exame 'la insliluirflo de que se tra-
ta, nota que o Sr. ex mini-lro dos eslrangeiros, que-
rendo -i-I,-u le-la, procurou torna-la moilo innocen-
te, muito simples, uma pequea administrara eco-
nmica. O orador v, pelo contrario, uensa mslitui-
r>>, ilgtimu cousa de mais volta, e be ubrigado a
.1'uioiisirar que o enneeilo do nobre ex-minis-
Iro nao lem apoio no regulamenlo pelo qual ella se
rege.
O orador entrar na demonstraran de que a insti-
luCu do ajodanle-zeneral nao do meramente adroi>
mslrativa, econmica ou disciplinar. Para is*o re-
corren apreciaran do recudimento de 31 de jaueiro
de 1857, pee*, a seo ver, u singular ero JH -/:,
que lalvez essa mesma singularidad seja a causa
da suspeila e difrteuldade* qae lem gerado.
l'aa-ando o orador a analysar os differenles artigos
do regulamenlo e a mostrar'os defeilos, a faltas que
adi se nolam, entre oulros, falla das varia* e ml-
tipla* altribuicoes .qoe ficam a cargo do ajudante-
general, pensando que islo pro luz uma ctntrilisa-
<;ao demasiada e porlanlo inconvanienle.
Por ultimo, depois de coAsideracOes sobre uotros
Irecdos, lepara na expressao de que usa o regula-
menlo, isto de, que o ajudanle-geueral de a primei-
ra autoridade do exereilo e o inmediato xecutor
das ordens do ministro da guerra, expressao que
aeda, nao 16 conlradiloria, mas inconveniente. Por-
que nlo, conslilucionalmeule, a primeira autoridad
do exercilo lie o poder execulivo, isto lie, o impera-
dor c os ministros.
A alguus apartes que Ide dirigem fazendo-lde ver
que o governo pode demilliro ajudante-general, res-
ponde qoe nehoma duvida lem disio com o ajudan-
le-geoeral actual, mas que pode vir um oulro e dar-
se caso em que o governo, se quizer demilli-lo, se
ache rom as maos aladas.
Finalmente he de opiniao que o regulamenlo in-
fringi a legislaran do paiz, farendo nella innova-
C3e*.
Para prova-lo cila alguns fados, quaes o modo
adnpiado para a deelaraco de cadete ;o ter-se cas-
*ado o direilo que linham 01 pre cias de darero licenea al tres mezes aos empregado
militares, e ter-se-lhes prodibido o cmpregaren
ofliciaes era cerlas commissSei.
Assim ere justificada a necessidade de se eppr,
nao a instituicolmesmi, ma ao regulamenlo; e ere
que, depois dos argumentos que expendeu para
noslrar que a instituirn tal qual foi manira e
desenvolvida, nao he o que disse o Sr. ex-minislro
dos eslrangeiros, ser julgado lincero e de boa fe
quando pugna pela sua modificacHo. "
Dir ainda que o seu fim, presentando o artigo
addilivo que merecen o apoio de muilos do* seos
collegas, era principalmente aproveitar a discusiao,
proporcionando um pronunciamenlo da cmara pa-
ra illii'lraro do governo, afim de que, se *le qui-
zesse tentar alguma modiliraco que achasse inte-
resses particulares em opposicao, podesse apoiar-se
na opiniao da cmara pare vencer qoaesquer resis-
tencias.
Como esse fim esl conseguido, pois qoe aioda 01
qoe defenderam o regulamenlo, comecaram por di-
zer qoe linham defeilo*, oio lera duvida pela sua
parte de retirar o artigo, se elle pode aer tomado
como 1 leo-1 aos ex-minislro*, e se o governo aclual
julga que esla habilitado para fazer lado e que o
artigo o pode dequaliuer modo estorvar ou mesmo
desagradar ; porquaolo o orador nem deseja offen-
der os primeiro, aos quaes de gralo, nem embara-
Cr o governo, ao qual apoia.
Fica a discos.,10 adiada pela hora.
Levanta se d se-sao s 3 hora da larde*
MATO-GROSSO.
Covaba, 18 de maio.
IV-
vantagtns naturaesde Mato-Grosso.Rara faeilida-
de de adiar na provincia o bem eslar domestico.
S ii(u lar prodigalidade da nalureza com todos os
ramos de industria.A vera Ierra da proroissao.
Modo de vivar, ou existencia possivel para as clas-
ses pobres.Incentivos para o capitalistas e toda
a classe de horoens emprehendedores.Colossal
cnqaeiro di California.Resenta das produrrnev
mais importantes.Eslrando pheiiomeno que se
di no reverdecimento da laranja sazonada.Fim
que visa o autor deslas cartas.Sus esperancas
de bem servir a provincia na limitada esphera de
sua inlelligencia e halnliiaces,Heme* de una
inleressantissima memoria.Coufianca que depo-
sita na Ilustrada redaccao do Correio Mercantil,
e importancia que liga a adoprao benvola que el-
la faz de seus pobres escripto.Direitos adquiri-
dos pela folha a grali 15o do Muto-Groasenses.
Conveniencia de alilisar ta provincia o tlenlo o
luslraco de *eus lilhc*.A nomeaco do capiao
Nunesda Cunda.Serviro lantlatio.Noticia di-
versa*.
Nao da talvez em todo o tlubo terrestre om anioo
I cuto, cojas condices possara rivalisar vanlajosa-
cienle com as privilegiadas coi.dirOes de Malo-Gros-
a.Tao rara he a belleza do sua silu;a..i topogra-
pdica, lamanha a feracidade de seu solo inexplorado,
e lo singular a beniguidade do seu clima.
Dir-e-hia que a providencia, cujas Itis harmni-
cas e benefiess tendero sempre a prevenir o desequi-
I lirio, quiz anlemu dotar estas localidad com be-
rieficios naloraes, qoe mais larde dsvcnim assamir o
Uaracter de compensares.



MUTILADO



.

I


Aqu ludo qanln he obra do homem lie pequeni- d
no e imperfeto, o Dio corresponde de modo alum siuva uesue que Mo der a
aoe.adodae.v.lu.^odaeiioca^donroresioma. ball.o, visto que a fique,;. narla mai. he' do que'o
lerial e moral de oulras cidades ou cap.Ues sut-ime- produelo do irabalho aco.mubi.lo po-lo em reserva
ricanas. An comecar pila ranlrla rpsr.nl.,. >,. ..... ..-!_
DIARIO DK PERNAMBCO irR^A FE1RA 28 DE JUiin DI 1857
... Ao 'mec.ar esla rpida reienha, por uin norfinso
Alar^coiupensarJo udo quanlo he obra da na- capricho de minba imaginaran, consisnei um nbeno
rea he uello, he grandioso, he edificanle e rev- meno curioso noticiado pela imprin.a francs ; ter-
OOI". mina-l,i-h,, lamhpm mtlicrartrin nn. ......- ___..
ture/a
lador.
Mal de no< se atsiin D.lo Tora.
Embora privado pela riiulurna desaliento dos
Ai .irim. iiiin l n l.'i.i iiinniuli 1.1 .l!lil> J^ t^__^ _i _
----------......r" r-- --.....- ntn. i-.niio a iiiimiid varienaae lie Inicios u lemns em
lovornosqoesehflcjiuccedldono dilatado lapso de abundancia e de eiqulillo aoiiB, |ora nr ,nir,
man da 30 anoo, doi principies lamentos de elvi- linha a laranj.,, qUe he melhor do que em < uamer
hsavAo e nquaia, doi melos manos dispansaveis para outro poni Com esle delicioso (nielo da1-se o phenomeno cu-
n progresso moral c material dos po'voi tullo
Coy.banos.aau, hospeda na.iooae. ou Mire.,*- rio.i..imo a ^Sm i^ ^iJSSTSZ
ros euconlram (acilmenle e por toril a parle os re- cido.
cursos necesarios para o seu bero eslar domei-
lico.
Par. o propio como para o hornero .bailad.. circSent So'*? 2LffStK*
ira o asnela para o manuf.clor. par. o .impla. or, e.ljo cobert,, de trlia.ZL" .-- ."". V..
--.- |>.v..-u>ii\r vumiu para o rrrrrnerrr lugsifluu,
para o agrcola a para o manufactor, para o simple,
mii.eiro como para o grande especulador, a nalure-
za he aqu de urna proJlgalidade qgasi fabulosa, he
sempre a por loda a parle m5i e nuuca madrasta.
Com algum. inlellige^cia e boa| vonlada para o
Irabalho, lodo aquello que empresa eapilaes e ep-
plica os meios ellica.es para turna-los productivos
pode contar coro seguridade, seja qoal ur o genero
de industria que adopte, qoe os lucros I..V) de exce-
der sempre a sua axp.elac.ao, por maia audaz qoe el-
la seja.
Seni temor de ser aecusado de parcial oo de qoe
meu joiio teja dido por sospeito, eu possodizer, va-
lo que o creio, que Malo-Grosso lie a verdadeira
Ierra da prornis.ao. Por sua desasada (erlilid ide a por
sua copiosisslma prodcelo de variados (rucios, ella
preencha ptrfeilameu|e aa condicrjii da que Dos
prometiera a Mojes.
Qualquer deisas enles menos favorecido? ila (orla
na, desde que se tinla desairado com n profissao de
esioolar pelas ras ou de porta em porta, aeha ou
aules encoutra em Mato-Grosio, com o simples re-
curso ao seu Irabalho pes.oal a livre de condiees, o
necessario e at o soperfluo para si e tarobem para
sua lamilla se por ventura a lem.
Aleas in..n-,iia./.esd.i capital, na margen) de um
ribeiro, de qoalqoer correso ou reg.to, e ao abrigo
vivificador de aljum bosque ameno qoe o illrahe e
o regala coro (rucios deliciosos, orna dessas nalorer.a.
errantes que se alislam voluntaria ou indolentemen-
te na rlasse dos proletarios pode obter sein esforz
lodo quanto Ihe he necessario, senao para seu rega-
lo na e-| hrr.i de suas ambicies liraitsdi'simas, a o
menos para sua alrointac.ao e hem estar.
Lscolhido por eile, a capricho, o ponto que mai.
iiie apriz para aslabelecer definilivamenle seo el-
dorado, com qualro forquilha., alguna rolo, de sipo e
piucos molhts de palha, que o bosque Ihe (oriiece
em abundancia, em poucas horas lem elle emitido
'una habitado commoda a em perfeila harmona
com suaa necessidides, a talvez tarobem seos dese-
jos.
Em seguida, a plaulaeSo fcil e produciiv, aiem
rt inri-, ..... -, v V V"""1"""' "" louavia eu creio que nm correndome pm
rifadas iZtc^uVT '1de.P >>"*" *">- C-y.M nao carece d. grande I.I.M. Woe%r-
'iradas, lornece-lhe ludo quanlo lio necessario para dico nara l-nnrlur ,i...,_____ '... "
r *> .jh ciin \ v iivuvoa in iii ii
'Iradas, lornece-lhe ludo quanlo lio necessario
sua alimentario.
Lenhador ou pescador, em horas vagas, com oro
mol ou um machado, por menos diligente qu seja
lUITl :l lilln.il nn~ _^_ (. ...
lem aduuiridn nm \- 'K<" 4 "I-, miura ue illu.lra5ao do espirito o conhecimeiilo ca-
r o Dir c, lr Z "" m" d" qUe "'fT bal ,,as ""^"des capilae. da localidade, e da for-
nopara gastar em uina semana com o supeifluo da 5a e recursoa naluraes do paiz.
vid.
Ajunte-so a
lo om clima ameno e saudavel, nm
sol sempre brilhanle, urna la ,e.np,e puris.ima.um STXZSSSJPS' .M1-41"-0 ""'-
eco sam nveos, urna almosphera sem mia.maa, um Zl Pr![ ".,h.!mar """"."'"l". P>\ra
----------" "" *r ii.'i -i -j" ui|llj>|illO|UIII
eco sem nuvens, urna almosphera sem mia.maa, um
ir ligairo e seceo, e mais urna independencia absolu-
ta, sem limite., e ter-se-ba orna idea da xi.lencia
qoe podem viver e quo vivem esses limens que s
vivein para si, que cslerilisac.lo a vida a suas (a-
riliiiiiac r*i,,t .-i- .._ i i
uvidosa e lalvez nesaliva, c na riqoeta nunca po-
iliya desde que senilo der a lraDS(ormacao do Ira-
mina-la-hei lambem noticiando por minha c
urna singularidade de no.sa vegetacHo.
Knlre a infinita variedade de dutosq
Uuranle os mezea da junrn, julho e oroiIo as la-
rangeirj, co|o Irooco lem em Reral dez palmos de
sor, eiiao coberlas de (roclos pcrfeilamenle sazona-
os que n.1o foram colhidos at esta poca, e pude-
rao escapar a leiilacDo das aves e resistir a impul-ao
os venios do ultimo niez, camecam entao a inur-
char, e dnninoem sensivelmenle em volun.c, em
lielleza e em frescura, desreerecimenlos eniquesSo
acompanhados pelo rbuslo, que principia a dsnir
seu mamo esverdeado.
Nio he, porem, de Imga doracao esla poca, pois
nodecorsodeselembro, ouluhro a liovembro a la-
rangeira lorna-se om verdadeiro mimo da nalureza.
Ao paiso que o arbusto se vele de fulliaa verde-
janles que se enlrelajao com aromali-as e alvissima-
llores.os froclos amarell. qoe haviam emmurcliecido
com a aejao do sol comecam soa Iranaformacao e
preparam-se para nova vida. De (rucios erodios pas-
sam a froclos lemporSer.
rriraeiramente incham e reaisomem o volme de
Troci sazonados.vao pTdrad e cor amarella al seu fiuale completo reverderi-
menlo, que lem lugar na Motilo em que as flores,
cahindo, d,1o lugar ao apparenmenlo dos (rucio*.
Dula modo temos aqu Inrangenas qoe oslenlam
sirrullaneamenle arumalicas llores, deliciosos fruc-
lo) sazunadus e oulros em cmbrvlt), alguns taro io
o oulros lemporaes. O que he, "porem, mais impor-
lanle he que nenhum duelo se perde, p-rque o ar-
bu.lo sabe e pode goarda-lo de um nome para oulro.
A despeilo da falta da colorido da piulara que vos
hei feto da desusa a f-racidade e rara belleza de
vegelacno que couberam em parlilha a Malo tirosso,
como uina comperisatau piemalura, (acilmenle se
comprehende que meo objeclo se reduz a vulaarisar
o couliecimcnto das favoraveis rondi(>s de.la pro-
vmci, a mais remota e mnis occidental de lodo o
Brasil, O beneficio que para ella pode resullar des-
sa vulgariacao he de simples iatahjio
ral he a basa de minhas esperabas de bem servir
a provincia, a despeno do nenhum alcance de mi-
nha inteligencia e da deficiencia da meos conheci-
mentos e habilitares.
Todava cu creio qoe nm corre*pondcme em
diC/lo para concorrer positivamente para a prospeii-
dade da provincia, para seu progressu material. !las-
la-lhe reunir n um bom sruso claro e a orna ligeira
linlura de Ilustrarlo do espirito o conhecimenlo ca-
It'll J i.- n>HH. I i 11____1_ ,-_,-. .
Nesle terreno oo nesla modesta esphera, eo lenho
esperanza de poder prestar a Mato-lirosto servidos
lar nienle,embalado pelo movioso canuco das oves,
palo suave ciclar das folhas e pelo melanclico mur-
murio das agoas
que estas carias despertarlo, quamlo menos, o deseju
* de conhecer pralicamenle at que ponto che^a a pro-
digad fede da nalureza para rom aqueUes qoe pe-
dem a Ierra nao so o necessario, mss al o superlluo
Malo-(,ro.so, quasi qoe apenas conhecido pela tra-
culd.de. moraes no se o do. bosques, em um-1olce JK2"E?*Si ** .ape!"'S co"hec"lu Pelrt ""
far oienle.-embalado pelo mimoso canuco das aves, !2_!_."". *d "bandom. e isolamento, con-
eii.r a cama'pela anlenha, abrir porla da ca- Zl l',?IV.VkV!!'10' S esPir,,lo! ? ttafllo
ua, sonlar-se no limiar-para esperar assim o al- q ," 2L real"li"Je- um realidadc beliaslma.
-----------------------I ............ M 11 II 11 _
aua, senlar-se no limiarpara esperar assim o al-
voreeer do dia, alitn de gozar do bello espectculo da
madrugada e respirar a aragem deliciosa qoe o calor
fifis I ir inai* ue i in-. .4 ^ ^ a______. i *___i___ _
----- -"' PiHftrui tirnimvi tIUC U do. pr.meiro. ralos do sol prodoz aligerando ou ra- '" !-P0e^S P. de?" "?'0e' e'cri
refazendooar conden.ado doraule a no.te ; fazer f.i? '.' Pv^.."Snto-nior_ eto real curpa de es
refazendo o ar conden.ado doraule a noite ; fazer
um passeio matulino', a oceupar as horas do dia en-
tre a pesca e a caja, entre a alimenlac,ao e o recreio,
entre a eonlemplacaoe orepouso, entre a colheila
do ooro e a colheila dos fructo, he a existencia qoe
Mato-Grosso fcil la a lodo aquello que reduz suas
aspirares a e.le eslreito circolo.
Nao ha, ppis, a duvidar que minha provincia he a
verdadeira le.ra da promiasao.
Considerada sob oolro ponto de vista, a feracidade
deslas regiOes privilegiadas pode vir a ser fonte abun-
dosa de nueiiles riquezas, se se applicarem, como
compremos meios para nUliM-la.
A emigraban de bomeos a de capitaes de qoalqoer
pomo do globo encontra aqui incentivos de lodo o
genero.
Vencida a distancia, problema que esta' qoaii re-
volvido com a navegaclo, os capilalisl?s avanloroioi
enlir-se-hilo tentador, urna vez qoe conhe^am ai
condices cicepcionaes de Malo-Grosso, a e.pecular
para esla longilnde, e, como he de presumir, o mo-
vimemo que hao de tacse.prculae.uci necessanamen-
le produzr no mercado cuyabano despertara' o espi-
rito de associac,io, aqui iuteiramente uullo na acloa-
lidade.
Produzldo esse primeiro resultado, o resto he fcil.
A intelligencia e o Irabalho do urna parle, e a.
vanlajosissimas ron>l>s do solo por oulra, farao
desapparecer a inarc,3o forjada, qne he um longo
ilagello, e recompansjirao largamente os emprehen-
deilores, promovendo ao mesmo lempo o progresso
do paiz e bem geral.
fumio o parle as minas, pois ninguem ignora
qu. aqui abond.m as de ferro, cobre, ouro, e por
que a mineracHo de qualquerclasse n,1o he a minha
industria predilecta, visto que viso o engrandteimen-
lo, a prosperidade, a riqueza e a civilisac.io de minha
provincia, mencionarei, perpassando alguna dos pro-
ducios della que desafiam de preferencia a cobija dos
espirites comprehendedores, e sua alleroaliva ou si-
multanea etpiorar.-u em grande escala.
A canoa vegeta aqui com om vigor e belleza que
A' : "- Plantado um cannavial, sua durarao, sein
qne altere o producto, chega a vinlt anoo., e cada
pao ou canoa lem, em geral, mais de quinze palmes
de eilciisBo sobre urna grossura media de duas a tres
."(llegadas da dimetro.E o asiucar que della se
fabrica he de superior qualidade.
Nao sel porque capricho de miuha memoria, sem-
pre que considero por alguns Hilantes a riqueza des-
la vegetacao, lembro-me da ter lido em um jornal
franre/, que aqai me chegou n. mao., La l'resse, uu
l.e Siorle, que um viajante curioso Iransporloo da
/(.al.fornia para Londres a cnica da um coqoeiro ,, .d,,l, '" am nomem di"
que coDtava tres mil anuos de eii.lenci.. e nn. r- .?.' e Pe,le"c ama das mais
que coDlava tres mil annos de existencia, e que, ar-
mada convenientemente em um dos silet do Mu.eu
oceupava urna circumferencia de 10C a 110 pes, per- .
millindo que no recinto conlido por ella, com un) .,. S5 san""rl0, <" he aqoi mal senao pessirna-
diamelro de \o a 5D palmos, se d.usasse nina qua- .. adm,n",cl0. P l"a dos facullalives ne-
drilhadeirn-tiin.ro ces.anos.
-----* ----- -^-------------.... ..ni.....i-n-i c r-i'irtiiiriaii, C0I1-
iderado como um mytho, como um edn enroberlo
ilem deste mondo ; a ao protesto fallar tanto nelle
que hei de levar a lodos os espirilos a convicc.lo de
mis lia ii..i-i r,i-l,'l, i. .... .......
----------v -" ^. j.-.iw, nciiniirid.
Limo um passo para e.se alvo que viso remelle-
vos nesla occanao urna inleres=esan(e emuiloexac-
'a descrlpcflo geographica deslas regioes, escripias
liheiros no fdrle da Nova Coimbra.
lenho a maior confimea de que abriris espaco
a publieacao desta curiosissima memoria, sempre
que vo-lo permita a menor allluencia de materia ao
vosso bufete de redacto.
Mas nao me Iludo com esas canlianca. Eu acre-
dito qua animis o mesmo desejo de promover a
prosperidade de Mallo-GroHo ; e como nenliuma
oulra melhor do que a vossa justamente acredita-
rla ruina pode influir nesse sentido, ligo a maior
importancia a publieacao do minhas caria" nti Cor-
rea Mrrcinlil.
Sa a imprema illuslrada e indepen ienle he um
elemento inoralisador e de progreso, como creio ;
se ella pode influir as vistas de um governo cons-
ciencioso, e Ijoda-lo, e lalvez guie lo em parte ,m
soa marcha administrativa, na ha n-gar que o
Lorreio Mercantil ., por mullos litlos, lem mais
do qoe as oulras (olnas direilo a ser .-.Hendida cal
soas observaces, em seus conseJIuis, em seus recia-
mos.
I'.nlie nos ao menos lem ella mais .ympallilas
merece mais respeilo, inipira maior cniifianra. ()
mleressa geral na lido sempre nella um prop'nsna-
dor mcaniavel e ameslrado, qoe mo se dcixou ven-
cer na lula.
E hoja, como se deve prcormr, esse respeilo, es-
a syrapalhia a cotifianra avullarflo ao impulso de
um .enl.menlo que vi despertar entre os Malo-
rosienses o (acto de se aciarem Irane.i .oaa co-
lumnas par se advogar a causa de M-lo-Grosso,
que he o mea nico fim, meo miior ainpenho, mi-
nha mais pronunciada ambicio.
Em conseqoemia, permilti que peca aln.a ao
govemo alguma cousa anle. de por o remato a esla
l'osso enganar-me. mas acredito que convem uli-
l.sar na propria Ierra natal u talento e a iiluslra-
?ao dos i.ih..s do imperio. Em suas provincias, sem
que por iso sejam eivadoa <:o ceg espirito de bair-
rismo, a dedicado he sempre mais pronunciada.
I or isso, entendo que o governo deve nomear
quanlo antes o capitao Francisco Nones da Canh
que daqui parlio ullimamente, levando minha ler!
ceira caria, para engenheiro da provincia e director
do irsen.l de guerra.
O Sr. Nunes da Cunlia he nm moco lalenloso
il oslrado que lem o corso completo da eicola mi-
litar, be lalvez ja um angenheiro desses que, na
phrase do brigadeiro Bellegarde, sabem e podem em
cricumstancias criticas -a furar com a ierra e er-
sar com a yarroma.
Alm dislo h. om homem dislinclo por soa e^u-
cAo, e perleuce a urna das maia impoi Untes fami-
lias desla provincia.
Tan! como a esla nomeac.ao cu ligo importancia
no servico sanitario que he aqu mal senao uessima-
munl. ...I...... i i ... i ____... '.
drilha de 25 30 pares.
O algodao e o arroz, qoe a provincia produz em
qualquer ponto abundantemente, em monos lugares
della nascem erpuutaneos.Sao perfeilsmanle sil-
vestres.
O cafe cresce e produz, senao mais do que em qual-
quer outro pomo do Brasil, pelo menos igualmente.
() fumo, quer seja plantado as praias ou em ter-
reno firme, emhora brota espontaneo era logares nao
cultivados, he sempre abunduulc e de excelleule qua-
lidade.
A erva-matte, cujo consumo a vulla todos os di.s
entre os povos da America do Sul, he, sem contra-
dicho, a melhor que produz o Brasil, e t pode ler
rival na que exporta o Paraguaj.
Me cousa averiguadaque a despeilo do avullado
preeo porque as provincias do Paran, e Ido-Grande
vendem esta artigoem consequencia do augmenlo
progressivo das encommenda, em lodos os marcados
lem preferencia a herva paraguaya.
Com igual origem, na. me.ma'a condi;Oei e por
ventura em maior abundancia, produz Malo-Grosso
este impor'antlssimo objeclo, que desparta os ciumes
da dyscola repblica vtzinha pela competencia fu-
tura qua Ihe podemos fazor em lodo. o. ulereados
americanos.
Entra diversos prodoclos do mesmo e oulros gene-
roa temos a ipecacuanha, a gomma.o cacao, o brea,
a estopa, o oleo da copahyha, a salsa parrilha, ele.
Em nos, is exlen.isstmas e inexploradas malas ha,
mais do que em parle algoma, magnificas madeiraa
de con-truccau e paos de lodo genero para quae.quer
cas.es de obras.
Fino marmore de todas as tores podeier fcilmen-
te extrahido em grande qoaotidade, e do mesmo mo-
do o sal, o salitre e a cal.
Sen. enfadonho para os vossos leitores, e lalvez
meiios conveniente para vos, que tamaito espaco
me abrs bentvolameuie em vossas columnas, urna
enumeracao mais demorada.Nam a lodos iotoressa
O .l-iUlliplii.
Todava importa que faca mencao de am dos mais
podcrososranio de iudustria que porla ser explorada
na provincia.
Minado, pois, de parle a perfeila qualidade e ra-
ra abundancia era que ella produz loJos o gneros
l,m.....c'0* de pnniaira necessidade, fllar-vos-
hei unicanieiile da criacio do gado.
Permitli. porem, que antes vos olnerve que em
lodos os ramos a colheila he redo/ida, porque o.
agricultores limiUin-se a pedir i lena aponas quan-
lo hasta para as propriaa necessidades e |>ara o pe-
queo consumo local.
Ilival do Itio Grande do Sul pelos seus magnifico,
campos da criado, esta provincia pode, lalvez me-
l'ior do que aquella, na aclualidade, alimentar van-
idosamente gado em abondancia para consumo, para
exportarlo a para u cslabelccimentu a alimenlacao
de charqueadas sem que sso prejudique a cultura,
c lavour.., a miucrarila ou qualquer oulra industria.
Como acreditis fcilmente, a rri,i.;."i.> de gado nao
prepondera aqui por falla de incentivos.Seu con-
sume, he pouco e seu preco mudo bailo. Mas, nao
"luanle, a provincia conla um avulla li< imo nuine-
rn de canecas de gado.
. Eu nao lenho dados para ealcolar a porfo de mil
.unilaes do carne salgada que o imperio compra ao
slr.iugciro, mas creio poder .-illirmar que Malo-
l.rosso, Itio-Grande do Sul o Piauhv ronlaem nu-
mero sullu-n-nle rio animue. e elementos de sohra
para foruccerem loda a carne, v.rda ou salgada, .ra-
ta oo sebo, que consume a popola>-ao de loda* as
provincias po imperio.
I udo me indu/. a crer que urna ras primeiras in-
i'islriBS que devenios esperar sera a lundacao de sa-
ladalroa, que he um dos mais lucrativo, ramos de
.iego.li., ao qual lano e presta Malo-Grosso como
o Itio-Oraiido do Sul o Piauhv.
Para esla, porem, corno para lodas a. oulras, a
principal base, a mai.aegara garanta de resaludo,
he a liilr..ducc.ao de b.i-c.,.,,. remoeflo de capitae..
&em isso a pretearidida da provincia era sempre
Em minha anlerior correspondencia, por um ol-
vido involunlario, na a menciouci esla necessidade.
bmendo, porem, hoje a mao, pedindo a governo
em nomo dos ineus comprovinciano, que .illenda a
esla juslissima red .m cu.
Como consequencia tortada do plano que me im-
puzpara eslas primeiras cartas, a parle noticiosa, del-
tas (leve er muilo resumida.
Eis-aqui as poucas que julgo de algum inleresse :
A provincia conlioua em perfeila paz, e por ora,
nada faz crer na possibilidade de que veiha ella
a ser alterada.
O vapor de goorra Paraguassu'o acha-se ja as
nossas a.u.-is do Baixo Paraguay, e o seu comman-
danle n-sla cidade ; .lo lalvez a despeilo do proel-
denle I.opez Se eu nao julgara o governo imperial
mais habilitado do que eu paro a cabal apreciarlo
de nn.... ralacOes com a repblica vizinha, acon'se-
maraine que lumasse quanlo anles enrgicas medi-
das preventivas, vislo que, lalvez, n.lo esl longe o
da em quo Mato-Grosso lera' de aiiumir um carc-
ter menos pacifico.
Ja ninguem davjda que Covab podo e deve vir
a ser urna cidade marilima. Ss me nao falla a me
mona, onza navios chegaram ja al o porto re Co-
nloaba viii |,a grandes depsitos de mercadorias e
algn, nao pequeos nesla.
Cometaram no dia ;t de maio os Irabalhos da ai
semblca le^islaliva provincial, quo foi iberia pelo
mu digno vice-presidenle em exercicio.
He presdeme da asscmblea nm dos nosso. mais
considerados palricios, o digno Sr. J. Baplisla de
Uliveira. Por ora parece eujeila a um penoso ma-
rasmo Devese no enlanlo esperar que esle estado
anmalo cesse em breve.
(Corrio Utreantil do Ido de Janeiro )
WATIFICACAO'.
No felroipeeta d. honlem. ao fallarmos na de-
mora que honve em se pagar os ordenados dos em-
nregados da alfandega, vencidos no mea de junho
hzemos algumas reflcx.s que embora fundadas am
infrmac,)e, cuja veracirlade nao allirmavamo
com ludo he rio nosso dever ralilica-las, rhto boje nos achamos perfeilameule informados.
Com effeilo, a Ihesouraiia propoi algurriai duvi-
rlas eerca do negocio, mas eslas duvi la. sao duvi-
da. exigidas p.la le, eonstiluem as s.lomnida le-
dos processos ilesla ordem, e n,lo .la filhas de lelu-
laucias caprichosas, nem de falla de re.pello ou me-
noscabo as ordena da presidencia, pois sabemos com
toda a certeza que reina amis perleila harmona en-
tre a presidencia e o chefe da Ihesouraria. Attin
que esla repartido receben ordem para pagar aos
empregadosda alfandrga, somanle consoinioo 'eir.no
exigido pela nalureza du proce.su. oque se verifica
palea dalas das legaluhM pei;as ofliciaes. lambem
nos compre declarar que us emprecidos de qne se
rala, (oram pagos no da 24, as-iu, que a aulornlade
compleme requeren o pagamento, o se preenchc-
ram as formalidades exigidas pela lei.
Qoanto a' ralaia(9o ciu que lambem filiamos, nao
-o refere a reparliSao cm gcr.rl, mai a d..ut> ou Ires
impregadea,
Ers-aqui as prjei rdliciaes:
lllm. c Exm. Sr. leudo sido insullicirole o erar-
dita concedido para a poicenlagcm dos empregad n
desla alfandega no anno liuanceiro prximo lu lo
em consequencia de ler a renda rrecadadd excedi-
do .i que fui oreada e servio de base a Csnsgnac9o
lo dilo crdito ; nao forera por essa razan pagos*os
mesnios empregados da porceutacein que vencern
no mez dejuirho. E como e-la despera he urna
daquellas que os Exm. .-intecessurcs de V. lic. lem
eonilaotemenle em caioa idenlicos ruin lado ill-fa-
zersb sua responsabilidad., vou rosr a V. Eir
digne-M de latorln la, afim de que os empregados
nao ruinera privados doj seus veocimentos, emqmn-
n.lo chega aulori.aeao rio thesouro. de qnem a Ihe-
souraria de (alenda ja' icllicilou augmento do refe-
rido rredilo.
o Deoigoardaa V. Eir. Alfandega rlePernam-
huco 16 de julho de 1837. lllm. e Exm. Sr. Ilr.
Joaquiin Pires Machado Purlella. vico presidente da
provin ia. O iuspeclor, liento Jos Comandes
llanos.
ir X sereno. Palacio 17 de julho de 1XY7,
lllm. .sr. Em vista das razOes aprasenladas pelo
inspector da alfaudeg.i desla capital no oflk-io junto
por copia, lenho resoivido aulonsar a V. S. a man-
dar pagar, sob minha responsabilidade, a poretnta-
gem que vene.ram os emprega los da mesma alfan-
dega no mez de junho ultimo, e ue deixou de ser
saliefeita por nsufliciencia dncredno concedido para
esse fim no auno linanreiro prximo passsdo. t) que
communico a V. S. para seu conhecimenlo e devi-
da exerocSo. A' Ihesooraria de f.zenda.
o lllm.e Exm. Sr. Tenho a honrade levar a
preienca d. V. Ble. o parecer por copia junto do
procurador fiscal desla Ihesooraria. com o qual con-
cordo, acerca ds ordem de V. Exc, dalaria de hon-
lem, em que manda pagar, >b sua respon.abilidadc,
a porccnlagem dos empregados da alfandega venri-
da no me/, de junho ultimo ; c nao me sendo possi-
vtl em vista dalle cumprir a ordem de V. Exc, ro-
*o Ihe qoe se digne de o lomar na consideraran que
merecer, e delerminar-mc aquillo qoe em su. si.be-
duria enlender mais conveniente ao ervico publio.
- Doea guarde a V. Exc. Thesonraria "da (azenda
de PernAmhuco, 18 de julho de 18">7. lllm.e
Exm. Sr. Vr. Joaqun) Pires Machado Porlella. vi-
o-presidente da provincia.',) iuspeclor, Joao Bap
lisia de Castro e Silva.
Nao convenho no pagamento ordenado, por-
qnanto, alcm de nao eslar esla despeza cemprehen-
dida em neuhumdos casos do decreto de 7 de maio
de IcS, acrese que alo ha urgencia, vislo como
o. empregados d'alfanJega eslao pagos dos seus res-
pectivos ordenados, e por eoaaegaiolo podem sem
inconveniente esperar pelo augmento de crdito pe-
dido ao Ihisouro para a purceulagem.
n Reeife 18 de julho de 1857. Mello.
a Confirme. Emilio Xavi.r Sobreira de Mello.
n 3."seccao. Palacio 21 de jolbo de I8.">7.
lllm. Sr. liespondenilo ao olllcio qoe V. S. me di-
rigi em 18 do correnle nib n. 436, lenho a dizer
que, nao ohsl.inle as razOes apresenladas pelo procu-
rador fiscal rlesia Ihesouraria no parecer que por
copia acompanhou ao cilado oflicio, deve ser paga
srib minha rosponsabilidade, conforme delerminei
em 17 deste mz. a porcentagem vencida pelos em-
pregados da alfandega desla provincia emiuuho
prximo findo.A' Ihesouraria de (azenda.
A paula da all'andega que se aclra em exercicio,
veio abrir novos caminhos para que os especulado-
res acoberlaudo-se com ella, lizesscm da noile para
odia elevar lodos os gneros ao preco em que se
acham, sem que para sso lenham m'olivoi, porque
arredilando-se anles de sua executao, que devendo
ella fazer subir os direilos das mercadoiia. impor-
tadas, necessario seria que Igualmente foaaem aog-
menlados os pretos dos gneros, maa esse ensaa
desappareceu lugo que leve logar a loaeieencao, e
entao ro reconhecido que eises direilos bem longe
dt serem elevados, foroni anles em mor parle redu-
duzidos, consirvando-se alguns dos queja exisliam.
Nao obslanle|porem urna tal modifieorao, nao dei-
xamos de.er victimas da expeculatao "desses desal-
mados que de Imio te aprovtilam para aggravarem
a nossa sorle. Claramente se ve que, com reforma
da pauta,o governo brasileiro leve eomeuie em vsla
Urnar mais suave a surta da popularlo ; porem a
innis absurda interpretarlo nu antes a mal. requin-
tada ambicio re rom que ahinando-se desse bene-
ficio, se procure engaar ao povo exlorquinodelle
o que ganha a lauto costo.
Cousta-nos que em um dos dias da semana
paseada Uvera lugar no Manguinho um fado que
revela a mais requintada maldade, e que leiia re-
sultado amis (unosia consequencia ia a mo da pro-
videncia nao o obstasse, foi o reguinle : Em urna
aquellas nuiles ntruduziram por baixo da porla
da venda do Sr. Joao da Cosa Brandan Curdeiro,
tima taboca cheia de enx- (re e agua ra e Inrgaram-
llia ogo como inluilo sem duvida de que propagan-
lo-se a chamma lirasse redolida a cinzas aquella
yenda, e que tal To la essa occuirencia consta que
Uvera logar a noile setr. nue della houvo-se .ciencia
senao pela manilla, ao encuutrar-.e urna parle da
porla o aquella venda queimada. Do que escapou o
Sr. cordeiro I E nao se podera dizer com razo que
vivemos anida entre selvagens? Soria moilo ronve-
llienle que ess0 (.rio de quo lmenle buulrm live-
mo. nelieA para Ihe dar publicidade, nao seja desco-
miendo da polica, para que Ihe dando u dovida
cni.ideracao pro:urc avengoa-lu afim de ser desco-
berlooaulordesemelhanle perversidade, azendo
pezar sobredi, as ptnai da lei.
Conlinuecl da noticia da obra da Sania In-
lancia vnl. o l)t,r\<. anleccJenle n 169.1 Estes (ac-
tos sin ronhrma !. s pelas recentes relar-es de nonos
misionarios o padre Jo-, procurador geral de nm
paganda em Maca... eserevla a seu irmfe em dita
de I de noveinbro de 18I :
Alem do paganismo que reina nesles paizes, ha
0 eoslume diablico de que lenho (aliado em oulras
carias ; lelo he, que um China pobre nln podendo
criar seus ulnot, os aro^a. da-lhe. oulro genero de
mor, ou atira com files rila, ilfi\,-iudo-os expos-
los a .erem devorados pelos ces, nem islo he cousa
de um, dnusou dez. sao centenares e milhares qoe
percrcm desle modo sem que o governo china ponha
obstculo algum n lio Lorroroso cosime. Todos os
nosios missionarios seoecupa-.n am rerolher eslas in-
relizti erealorae; a mirn mesmo m'as Irazemeom
rrequencia por seis, por Ires (ranciw, e al por cou-
sa nenhuma, dizendoroe que se as nao aceito, que
loes dirloa muele. Sa nao se tralasso de dar senao
seis francos, e anda mais. seria cousa fcil salva-las
da mntle, por.m onde guarda-las".' quem Ibes dar
de mamar 7 quem as criar! '.... Sem embargo de que
ena urna crueldade de as rejeilar.
^j""!!"' pa'1re y<,ul>. laiariila superior da mis-
sao de Pekn, enlra na. segriintes parliculaiidado.
relativaaa estas pobres enaee ,|,. um e oulro sexo:
Se files, diz em csrla de 19 de ouluhro de 1837,
lem alguma enfermidade qoe se julga incaravel,
por urna lupersticlo os pail na., querem v-los
morrer em casa, e os abandonan! as toas, depois de
os lereni bem maseirados para que se nao posiam
conhecer; ese .ao mu rormosos, acrescenla, por
indirrerenra ou superslicao lambem os abandonum
aos inlieis. Eu recommendo eslas innocentes erian-
cas as orafGei de nossas boas irmasde caridade : seu
lerno [op .moroso; corarlo nao podei menos de
inleressarse ntslo ; pois slosuas obras prediledas.
bllequizera reeulher um grande numero delles,
porem o qua o delem alo os gastos. Falla de al-
guns recnlhidosja as ra, que varios chrisl.los
piadosos Ihe preeeulnm pira que os baplise a que
continua a adoptar ; porque, acrescenla, depois
de os haver leiio lillios de Ueos, ala po.lerei nun-
ca resolver-me a desampara-los, deixando-os mor-
rer as las, expostos a serem comidos doseles,
sin I espero muilo que vira um da em que a pro-
videncia compadec la desle. meninos e menina.,
mes deparara um coraclo lerno e paternal na pes.oa
de algum oulro Vicente de Paulo ; assim como ella
se lia inleressado pelos exposlos ra Europa, (ara'
lambem resplandecer um da a miserirodia para
com os da China. Esle he o meu mais rdante de-
SI JO. "
O padre Relord nos annaes da propagarlo da .
explicase assim :
O nranlecidio he mui (requeme na China ;
mullas vezes as mermas mais deenaluradas a(ogam
com as mos o Inicio de suas propriaa eulranhas. O
oso de alnu ton ,r es meninos n.s ras ha prevale-
c lo a lal poni, que medidas adupla las p.lo po-
verno para conler os aboso, uao lem prodozido ne-
nhum effelto. '
O parir Baldas, misionario la/arista confirma
esta inste verdad, quasi nos mesmos termos.
linai carta recenlissima de oulro missionario data-
da de Ko-Kio aos i de mai.. de 18;i, prova que o
mal nao faz senao empeiorar :
a Nao ignoraes. diz elle, qual he na China a au-
lori lado dos pas de familias sobie seus lilln ; es-
lende-u ale ao direilo de vi-la a murle ; i ao lem
imiles. Os pala podem vender seus lilhos se lhc
da na vcniade. Ordinariainetile os fumadores de
opio chegain a lato ; quando ja ri.li, lem qoe vender,
vendem suas mulheres e seus lilhns. O preru de
um menino de 8 a 'J annos he de li II francos
-.'tiD a 3>-JlKll e algumas vezes menos, lalvez
dariam lambem alguna de graca. Ira vez ventilo
o mo.ino lira escrovo pira sempre, assim como to-
da a sua descendencia, a nao ser que seu dono Ihe
llic de earM de alforria. Eis aqui o que he o paga-
nismo Os missionarios procuram tirar um bem
deste mollino uso, recommendando com efileacia
aos ehrisllos I compra de meninos paglea [.ara in.-
Irui-lus e b.plsa-los. Ccrlo numero de menino) ar-
rojados da casa paterna por pas desnaturados a
veudos a vil prefi como alimonas, enlr.m por
este m-io no .eio da areja, que como eaiiuhesa mil
ineii da a um mesmo lempo verdadeira vida, li-
berdada e (eticid.de I... a
I me nova paulo, como se v, veio impellir os
l.lrluai para vender ou inmolar seus fillios. Ami-
gamente a erenrn na melernpssrose, erro que aem
duvida anda subsiste em vanas provincias, injuza
\ os paea a desr,i/er-se pela morlc dos lilhos que nlo
podan, criar :
n Imaginaran), diz o padre llirri, fazer um ser-
vifo a esses desgracados, vi-lo que llies proporciona-
rain, sogunlo elles, o meio de tomar a oasca em
melbor forjuna. .. A esle pretal lo de piedada he
que o .lilo missinnario a-trihue ,i carnicera de me-
nino! qua, dril., nln afilia as esconilida nenio A
vi-l.i de lodos. Padre Iticci Voyage en Chine, p.g.
1 PoJeri.m.os angmenlar muilo mais icstemiinlnK;
sao numerosos e lodos enfermes sobre a honoin'a
immor.lidado de quo he victima a China. Cremos
sem embargo ser ulil coiwignar.parlicolarmenle n;s-
te logar, as daelaracSe de nm homem que orcuua
alto luiar na setenen, fui mimbro do instillo, e
a cojo nome a horrenda calaslrophe do caminho de
Ierro em maio do I8J acabou de augmentar lio
triste inleresse :
Na China, romo em oulro lempo em Roma, diz
orapiiailjaonon-d'l'rrielle, un pil |,0,|o ven,|r
sen lili... epmo eurivo ou seja por capricho on por
pobre; usa aera rreqnnria de.le direilo. Especial-
mente es llhai rao um nl.jeclo de trafico. A hu-
inai.rdi.de, o amor paternal, a caridade, alo virla-
des desejuhecid s aos Gima*, que nao se oceupam
se nao de s, mesmos. A esle eslupiJo egosmo deve
seguramente allriboir-se a enorme quantidnde .lo
infaiilecidiosde que cada anno he leslemunha aquel-
lo pail, O governo em vez de pirieguir com rigor
esle ajrui delicio, o tolera e quasi o auloria.
a l ma das orcupaofies da polica em Pekim, he
do rec Iber (orlas as manillas as erlaneai que foram
aneadas a ra durante a noile. Amonloam as Mo-
llinas em carros rom laipiaa e levam de milln vi-
vos unirlo, a um nmnturu situado fr.ra do povo.
Alguns aelorw tem feilo subir a 80 mil o numero
Jim mfanlecidios comraellidos cada am,.., nnlns o
hlo redondo a 10 mil. Os que habilam pcilu dos
nos abandonan, as enancas a correnle, e depois de
(er-lhes alado ao pescoto una cabata quo os az an-
dar com a caleta fr.ra d'agoa.
Nlo ho raro ver dacluar as'im eadaveres de
meninos, a os barcos que passam razem rlelles o
me-mo caso que fariam de um rao morlo. a Vovage
piltoresque autour du Monde, paga. 3:t*J a 31(1, pri-
meiro lom., adelo de Pars em i),
A visla de to dolorosaa relacoe, quem nao senle
commoverem-se-lhes as enlran'has
Commove-se a nalureza, res.ente-se, e nlo pode
menos experimenlar a maior compaixio para com
esle. desgratadns enles.
Ninguem hatera qoe os nlo ame, qoe se nlo af-
Htja, ao ver que os nlo pode socenrrer: consulla
comiigo meimo, a busca os miios de os arrebalar
mnrle.
Esle he justamente o nosso pensarcento : sim,
queremos arrancar de suas garras o maior numero
poasivel de recem-nascidos, filhos de pais dolalras;
eis aqui nona ohri, e supposlo que se vendem para
dar paslo avareza e di.sordem das paixe>, trate-
mos de resgatar quanlos podermos a beoeficio dn re-
ligiao, para Heos, para gloria de sea lanlissimo
Done.
Per esle meio nos propomos a asegurar aos qne
morrem na infancia urna felicidade eterna, e lazar
Jo quanlus sobrevivan) oulros lantus instrumentos
de salvacao para seus irmaos.
Nlo ha que receiar pela grandeza da empreza :
n..u se olhecomo cousa mui dillicll a sua rxerutlo.
Convenhamos primeiramente que o dinheiro he s-
casso, e o alimento de om homem casia doos a Iras
soldua um viutem pouco m.is ou menos) por dia,
nos paize. idolatras mais populosos da Asia, como a
China, Siam, Cochinchina e Tong-Kine. Para sal-
var um sem numero de meninos moribundos, que
poderiam baplisar-ie com moila (acilidi.te ; para
razer adoptar e criar oulroi muilos slos por tamilias
cbri.tlne, a nica cousa que falla he o diuheiro, e
rnuilas vezes pequea quanlia hasta. Porque, se-
gundo o calculo dos missionarios, cada assocrado po-
dera rom sin qoola tenue salvar urna alma cada en-
no. Persnadamo-nns lambem que lanloi iuteres.es
encontrados, lano ruido e eslrago d'artnas. drilando
aballo as portas da China, e abriudo lanas brechas
na grande muralha que linha solado a separado do
ralo dos demais povos o dito imperio, parece nao o
ter permIHido a Providencia senlo pira eslabelecer
por ultimo sobre a. ruinas de lanos cultos rnpers-
ticioios e idolatras, no meio de lanas crueldades e
infamias, o reino da religilo verdadeira, pura e cheia
de mansidlo ; .le urna regilo que se (ara imme-
iiiaiamenle reconhecr por algum grande beneficio
de urna obra grande, desinteressada e carllahva.
Dgame, emfim, que devernos apresar-nos, valen-
do-noi de lio alies designios da divina misericordia,
a hrar proveilo dos Iralados de paz que nos razem
po-sivel a compra re aigum terreno no solo Auglo-
thma, c nos facilitara o levantar edificios all e
mandar irmaos, missionarios e religiosos que, diri-
gindo esle eslabeleomentoa, sejam os pais e mais
deslas enancas resgalada. All serlo rorma las pa-
ra a virlode, e se Ibes dar urna inslraccao solida :
all muilos desde a infancia j serao preparados pa-
ra o apostolado. I.ogo que o lempo e m recursus
dacsridadeliverem (orlilicado um pouco a nossa
otira, (aremos penetrar no interior da China cente-
naria de medres e meslra de escola, mdicos e par.
leiras, por cujas piedosas industrias serlo baplisados
mimares de filhos de infieis em perigo de vida.
Para apressar e (acililar a conversao de 310 a O
milhoesde habitantes da China, quem ha qoe nao
vea o .inmenso e ulil Irabalho desla mullida,, de
sacerdotes indgenas, cujo idioma, aspecto, hbitos
e modo da viver, fariam de.apparecer o dobrado
nusiaculo deeslranheirns econhecidos por chrislloa-'
Suas larefas evanglicas se fario facis pelos conheci-
menlos relativos aceras scienciase o conjunclo de
urna educatlu eur-pa far que esles novos missio-
nanoi, depois de ler-s. salvado a si mesmos, se
consuman, salvadores de seus irmo. Continua-
remos.
No da -2-2 rio crrente tez-se leilao, no ar-
mazem do Sr. Marcelino, dos objiejos de uso per-
lenrenles ao fallecido Moroni, rpido de fragala.
Aisiallrem elle um grande numero de senho-
re ollic-ies da armad., que nao deixaram objec-
lo algum sabir p.,r preco diminolo, arremalando
elles quasi lodo. Em verdade. esses senhores por-
laram-se como deviam, dando assim urna prova do
amor que volavam a esse bravo, sen amigo, seu
cumpanhciro em armas.
Temos reparado que deus individuos, sempre
que ha lcilf.es ou armazem do Sr. Marrulino, se re-
nen) ou se eneangam para divrrlirem com gracolai
pieanlea a qnem all val! A malla gente lem islo
-il" especie. Nlo diremos quem sao elles, perqu
lambem por ora. nao nos lemhramos, esperando
tosca senhores, c pedindo mesmo, que se poilem de
oulro modo, caso queiram*
hirtfH."?1! ",? e;,-,-fcira "m nelo do Sr. desem-
bargador R-bello, de neme Bernardo, de anno e
me.,, da idade, e d. mesma enrermidide de que ha
das mnrrera 'eu lio o pequeo Alcidc., a lerrivel
angina, lie misler grande cuidado, moilo ac.io
as casas, e sr.brelodo evitar o contado.
Por decreto de 3 de junho oi nomeado Ienle
subslilulo da Faeuldade d Direilo desta provincia,
Oor.Dr. Manoel do Nairimenlo Porlella, havendo
lomado posse do lugar no dia 2">, e entrado em exer-
cicio na cadeira de Uireiti Commercial, oo dia 27,
por impedimento do que a regia.
'leve lugar anle-hnntem '2fi do correnle a
ICMla da assemblea geral da Associatao Typs>
grapliica Pernambucana, afim de proc'eder-se
eleitao do eonsellio director qoe lem de reger os Ira-
balhos respeclivos no novo anno social.
He a segunde eleicSo que nessa associatlo se ha
procedido depois da sua existencia, e (oigamos da
consignar que rcinoo em lodo o proces.o grande or-
dem c harmona enlra osdilTerenles pleiteantes, que,
honra Ibes seja feila, desenvolvern! lodos o. recur-
sos racionaos para qoe fosse observada aquella pres-
criptao dos eslalolo'.
Fechamos esla concisa noticia com a publicado
do resallado que deram asomas.
Presidente.
Augusto Cesar Rodrigues da Silva.
Vice-presidente.
Carlos Eduardo Mulilerl.
1. secretario.
Amonio Augusto Ferreira Lima.
2." secretario.
Juvencio Aureliano da Cunha Cesar.
Thesoureiro.
Hermenegildo Netlo da Azeredo Coulinhu.
Procurador,
francisco de Paula Marinhu Falclo.
....... i Vog.ei.
Jos Mennes Salgado Guimarlea.
Jlo Hermenegildo Xavier de Salles.
Miguel Felirio da Silva Jnior.
S.lvcrio Jlo Nepomueeno Ba-los.
Joao Franciscu ,la Silva Mendonra.
I...arene,, do Barios Marlnbo. *
Foi elcilo presdeme honorario para a Melgo mag-
na do anniv.rsario da Aasocilclo 11 deagoslo, o lllm
Mr. vr. Joaquim de Aquino Fouseca.
.-fe amaiihaa.
forrea p>n>cncta&.
COMARCA DE GOIANNA.
Ilambc SI de julho.
hegunda-eira ,20 lando o subdelegado de Podras
de lego da parle da Parabiba, o major Amaro pren-
dido a Joso Mana, por sua. diablicas quaiidades
a mesmo a requisirlo du el., fe .1- polica ; porem
Jos Mana temando em virlude dos fado, por elle
Planeados, poz-se em fuga armado de um punhal
que esc.po.i as vistas da polica, por Iraze-lo no
cano da bol., sendo seguido pela pulida, e o povo :
e.s que se aproxima delle om inspector de quarlei-
rao armado de um ccele ; prem Jo Maiia, qua
isto l. de dar tacadas birriondas nlo Ihe cusa, tilt-
il tuna puuhalada ao infeliz iuspeclor, que locciun-
be depon de um qusrlo de hora, dei.mdo a familia
na ytuvez, e orphandadc porm o ass.ssino sup-
punha-se livrc pelo lerror qUe parecia ler incoti-
do nos que os mais.seguiam ; enaanou-se, seguem-
no ale a llaixinh apedrejando, at que um pombo
sera aza da-lhe um beijo sobra olbo, e rahe o as-
sa.sine cuino fulminado pelo raio ; a al esla dala
em que Ihes esrrevemos anda se ach na prllgd de.-
la povoatao, o que nao nos parece bom por talla de
seguranca.
Temos lido revista geral do balalhlo de goirda
nacional, a disse-noi o compadre, e amigo" velho
l-arirtade, que o ci.muiandaule interino fallou muilo;
porem que nem elle nem os mais guardas entende-
rn! nada ; s,. se era porque durante lodo o lempo
em que esteva na frente du balalhlo nlo lirou u
charuto da bocea.
Ora que se nesse i-so n'um olTicial recrula, Iran-
f'al, poror em S. S. um olliciiil Iflo velho, que por
su. ciencia, Intelligencia, ntica, pralica, valor o
corasen, deposiloa em os benignos pos de 8. S c
commaudo do balalhlo, o lenla coronel, e aMiai
esperamos tmS.S. que Dio nos d desgoslos. afim
; do que os caraaradas d'irmas nao eslejam mangando
| de SS. s. ; o errar he ros homen<, e o peiseverar he
I do. brutos, de.ve-se S. S. de charul.r na (rente de
um corpo .le respeilo como be a guarda nacional, e
de querer fallar om publico e manar el guardas
rom exercic.os intempestivo., que sera' um com-
I mandante que abe onde lera a sua mo direila ; po-
, rem que uao brilha por causa dess.s ,lestias que
l em em quereV f.zer urna ralla a' (rente du balalhao,
; he uina moleslta. cure-se, cure-sc, senao....
lelicilamos ao nosso amigo o Sr. l)r. Fililo pelo
| direilo, que S. ti. lem uma das cadeiras da repre-
sentaran nacional.
A.l.us, meu amigo, conlinue a mimosear-me com
o sci respe.lavel Mario, afim de sabir da apalhia
om que lauto, lempos te vio o seo velho amige.
W.
sr. rtiatlorfs. 0 ub*nl Pernambueo*o,
nevado como sde ser, ez-me no dia 22 do corren-
, e amerc- de um artigo de Tundo, em qoe alropel-
. lando a verdade do fado que cilou, so leve tm visla
chamar sobre niini a rdiosidade poblica. Convenci-
do que essa gazela ipiixoolda por -syslemn, e men-
lirosa por calculo, a' ninguem pode deteonceiloar,
linha tranquillo en. minha consciencia, resolvido en-
Iregl-la an mes.no desprno cm que lenho os seus
rabiscadores. Nlo inim, purem aronleceii depois
que no seu Diario de 2).vi que aPag,na Avulsa,
que de passagem sej, dilo lambem pecca as vezes
por mal informada, aepresiou a dar visos de ver a-
de a mentira do i.iheral.
B he por Ule que boje venho rectificar o fado de
que me (azem carga, produz udo... documentos que
abaixr. vlo.somenle por rielferencia ao pobleo, nao
porque me peze no espirito qualquer apreciara., que
da inim (ata o Liberal.
li* o caso :
A 17 do rorrenle indo um sujeito cobrar 2>00(l
que II,e devia um irmao de Joaquim Manoel do'Car-
valho, esla enlendendo que lijoladas era bom nvio
de saldar o debito de seu irmlo, (ez um (rrimenln
n uma das mos rio pobre credor que p.'.i-se a bom
correr, u'om acompauhamento de aisobius que Ihe
diva o dilo Carv.-.lho.
A algazarra que entlo se dora, me e/., na qualida-
de re inspector de quarleirao, apparecer no logar e
yndicar du fado, pelo qui tila de ser mallralado
pelo protegido do Liberal, ao qoal fiz prender.
Ainda bem n.lo linha u preso ehegado a casa de
deteuslo, ja' o Sr. subdelegado Banks, que diz n Li-
beral ser meu migo, e aPagina Avulsaque o
desrespeilei ; man lava ordem de soltura ao d.lo Car-
valho, que elTecllvamenla (o. sollo anles de chrgar
a subdelegad, o recibo de recoll.ido prlzlo o que
hz com moita presteza !
I'o que lica d.lo bem se v qoe nem prendi Car-
valhu pormolivorie desalfeita,., comoarredilou a
Pagina,nem o sollou o Sr. Bmks por ser meu es-
pecial amigo, como quir o Liberal.
Nunca Carvalho Tul inimigo meo, e nem ainda ho-
je o sera', porque poaco s. me da' de sua iuimi-
zade.
Qoanto a historia de desobediencia havida de mi-
nha parle para com o Sr. Bauks, nao he exacla.
Convencido de que nao devia servir com uma au-
loridade queme parecia concorrer para a quehra do
presumi a Torra moral, que como o seu agente, me
devera manler, pedi-lhe apenas minha demis.a.i re
inspector de qoarteirdo, e nada mais : nao me quei-
xei e oem arg o Sr. subdelegado.
i .i,, -inlo ao (aclo do espaocainemo acontecido na
pessoa do mesmo Carvalho, e qoe o Liberal lem o
desplante de altrihuir-me, na,, importa na la mais
do qoe uma dassai moilis calumnias que lem elle
por coslume lan^sr aosieus inimrgos, em rujo mime-
ru devu eslar, por haver commeltido o grande crirne
de concorrer para que o redactor chele, esse eslima-
val corvo agooreiro, que ni appareceo na lida pol-
tica depois da revulnrlo. pairando sobre os cadve-
res de lanos intelizes ; nlo cslivesse hoje na cmara
dos Sr deputados, em sa(i*(ar,ao ao imbicioso orgu-
Iho que o fascina....
Sabem lodos que o Carvalho foi espancado por
om seu inimigo anligo, de nome liorna >, a apenas
conslou-me esse delicio, eu con i a dar da garra ao
seu aulur, o que nao eonsegoi por ja se ler elle eva-
dido ; a somenle o Liberal para nao perder os ha-
hilos da menlira, o ignora !
Poii ah vo dous documeulos, um do Sr. Manual
-erreira Accioli, que como subdelegado de S. Jos,
ja uma vez leve occasiao de prender esse Carvalho,
por quem lauto esla' o Liberal sa desvellando, e ou-
lro do Sr. Jos Verissimo dos Anjoe, qoe expondo os
fados con. exaclido e imparcial.dada d. seo carc-
ter, nlo pode ser suspetlo ao Liberal Pernambuca-
no, na qualidade de seu correligioosrio e.-l'.,., a |... e
de orna dedicacao milhares de vezes posta em
provas.
Veremos agora o qoe dir' o Liberal, se se atreve
a acreditar ma s em Carvalho do que no Sr. Verissi-
mo ; assim como se nao se dar' por convencido de
que o seu prolegido sendo homem assuadeiro, e hri-
goeoto, nao pode hojedeixir de lar familiar,-,,lo
com a cadeia, onde por mais de uma vez lem dudo
com os os.os.
*Pagina Avulsa,creio que acreditara' que nao
ha da parle do Sr. Binks intaixglo de denuncia con-
tra mim, uao ni por nao haver molivos para lal, co-
mo porqae o Sr subdelegado embora desarmonisado
comigo, lem ludada bardante diguidade para olo
abusar assim de sua autoridade.
Convensa-se, porem, o publico que o Liberal ca-
luinnii.iidr.-me como o (ez, s qoer exercer contra
mim um aclo de vinganca, sendo dissn prova a cir-
cumslanra .le, fallan o ain ia as passadas eleirei
que fc- para o riel,,,.;., redaclor, apenas um soiil.o
doorado, que nao chegou a realidade Irazer a halha
o liorna de meu digno irmao, .Manoel Joaquim Fer-
reira Esteves, que emcous.i alguma figuroa na ques-
130Carvalho !
He uma intriga polilira e de familia, que n,lo Ihe
ligo a menor importancia.
Creio, que son bem conhecido, para qoe se me ne-
gu um caracler (raneo e leal, que na,i areila uma
actao cobarde e traicocira ; e isso basta para que nlo
d mais palba lo Liberal.
Queiram, porlanlo, Sn. redaclores dar publicida-
de a eslas toscas linhas, com o quo muilu obrigarlo
ao seu leilor.
Jo' Simplicio de Sd' Esleves.
Recire 2") de julho do 18_)7.
lllm. Sr. Jos Virissimo dos Alijos. Como
me seja preciso, afim de apparecer a verdade em lo-
ria a sua plenilude, a.lquirir documeulos que com-
provem a resposla que lenho a dar ao Liberal, asen
do V b. pessoa habilitada, por eslar ao (aclo de lodos
" Pormenores, em rizlo de ser villora de loaqalm
Miiioel de Carvalho, declare.: I qual o motivo por
que ro preso Carvalho, pelo subdelegado Accioli; 2.
qual a razao porque foi cercada a casa do mesmo pelo
capillo do 8o balalhl),RicardoJos da Silva ; 3. se
o mesmo Carvalho, e seus irmaos, deram ou nao em
Marcelino do Rosario, se prometieran, dar em Julo
Sllovo, emAmhrozio Gomes, depois de haver o mes-
mo Joaquim, laucado mao deuma Taca para o mes-
mo Ambrozio, e se por esla occas'l) fi>ram requizi-
lar rorta [ao 8. balalhlo ; 'i. finalmente qual o
mol yo, qoe deu logar a prulo do mesmo Joaquim
Manol de Carvalho no dia 17 Jo correle, e a razao
de dar-se o conflicto entre o mesmo Joaquim e
Francisco Komao do Barros.
. a"?08'8 ne,,a me,ma caria, e a permissao de
osar della como me convier muilo obrigari ao de V.
^. venerador e criado.: Jos Simplicio de S
tsleves.
Sua caa 22 de julho de 1837.
lllm. Sr. Jos Simplicio de Si E leves.Em res-
posta a sua cari, dalada de hoje, rrspondo : ao 1.
arljgo, que o motivo da pris.lo teita pelo Sr. subdele-
gado Accioli, em Joaquim Manoel da Carvalho, loi
por ler o mesmo brigado com os irmao, e seu irmao
t.lemenle inalou pela pri-lo do mesmo em razio das
insolencias pmticadas por elle ; passando ao segundo
respondo, que o molivo de ler sido cercada a casa do
mesmo, foi ler apparecido om grande lumullo, e
grilos acompanh.dos de palavras obscenas entre elle
e seus irmlos; passando ao 3.o respondo, que he exac-
to, que o mesmo Joaquim Manoel ri Carvalho, pe-
gan, e que seus irmlo. Antonia e Lodgero, deram
urnas ho(el assim pralicarem (o por ler o mesmo Marcelino d.lo
que a mai delles linha sido parecer delle Marceli-
no ; emqoaiito porem prometieren, dar em Jnn ga-
layo e em Ambrozio Gomes, be publico e notorio, e
emquanlo ler o mesmo Joiquim laricio mao de uma
raca para o tal Ambrozio, lambem he publico ; em-
quanlo porem a requisicao de toral nlo o digo por
ignorar ; finalmente passando ao '/. respondo, que
n molivo de ler sido preso o mesmo Joaquim no dia
I. do correnle, foi por ler dado com om lijlo em
um sogeite que veio cobrar de seu irmlo JoJo Co-
rnelo, a que esla pris.ao foi mesmo ordenada pelo
respectivo subdelegado e a razio de dar-re o conll.c-
10 enlre Joaquim Manoel de Carvalho e Francisco
Roma.. de Barres, ro por ler aquelle proferido con-
tra este palavras qoe a decencia taz calar, acrescen-
clii mars qne entre elles loma orna anliga Intriga por
ler sirio o mesmo Roma, eipaiica.it. pnr elles, e seu
pumo Agoslii.ho, quando inspector deile quarleirao.
He o quanlo lenho a responder, e peder usar des-
la minha resposla como Ihe convier. Son de V. S."
servo alenlo e venerador. Jo< Virissimo do.
Alijos.
Eslava reconheci la e sellada.)
Ubi. Sr. subelegado de polica. Jos Simplicio
de isa Estevas, precisa que V. 8.a atieste ao p rte.le
o monvo qu. dea lugar a ptisio de Joaquim Manoel
de Carvalho, na noile do dia 11 de marf o do corre-
le anno, elTecluada por V. S. e a maneira porque
portan-se o mesmo Carvalho no aclo da priso : por
tanto, pede a V. S. lllm. S subdelegado da rr.gue-
'.'." .Josc- "esle como requerido tem.E R.
MeJos Simplicio de S Estoves.
A prislo de Joaquim Manuel de Carvalho por mim
relia, as horas da noile, pouco mais ou menos, de
11 de marro desle anno, quando ino achava no exer-
cicio da sabdelegacia desla freguezia, foi por deso-
bediencia.
Apresonlaram-se-ma Ires irmaos do referido Car-
valho, rrquerendo-roe Tosse uu i.iandasse conler i-
quelle, que nlo sos havia inallralado Com palavras
ro.r.o ale dilarerado as veslei de um delles eu as
v. rolas,, em consequencia de nlo conscnlirem que
dito seu mano estivesse com uma mulher, sua brre-
nla, cm caia delles, para onda o havia conduzido na-
nuell.i noile. Iromed,*linienle d.rigi me a ra do
Ferie, onde moram, e ahi chegando. fui inlro-tuzido
na casa .le sua residencia, que eslava abarla, c arbei
a joaquim Manoel de Carvalho. furioso, brariando
contra seos manos : Iratei d'aquiela-lo, aconsell.an-
rtn-oque, para evitar a onlinuato da quesllu en-
lre elles comecada, seria pru lento que lizesse sabir
do casa aquella mulher ; a nada quiz annuir. e ca-
ris vez voc.ferava mais, ponto de dcrcpiilar a au-
b.ndade que Ihe acon-elhava om meio prudeiilc ;
anda adnioelei-o que cumprisse o que llie orde-
nava, roi de balde, porque respondeu que o nao ra-
zia, qoe havia de Bear em casa com elle e su. ama-
sia. Bollo, ..nivenlo que dtiaode-OI entregues ..
I ntimos, o crima dar-se-hia infallivelmciile, pois
que us nimos e.lav,-,m diipoeloa, mandei-o recolher
a casi de dalcnrio com a soa barrela, que n quiz
aconipanbar, e que lano o ajudou a mallralar ; e
assim a desorden! cessou, c Joaquim Mano.l de Car-
valho passou uma noile em paz na casa queja d'an-
les eonhecia.
,,?!M|M,f d* S- Jo, do R"ir X de julho de
18.1/.Manuel Ferreira Accioli, subdelegado sup-
plente. '
Eslava reconheeido e sellado.,
( quero repelliroi insultos do Sr. Joao, direi.que es-e
insolente hypocrill menlio em lodos os pontos do seo
aran/el ; purquanlo o que l.ouve priineiratnenle re
a profanara., po. elle pratirada brulalmenle d'irrc
verenciar .. Sanlieirao Sacramento mandando calar,'
mudar pannos, fazeraodaimeaele.nl capella mor
dn milriz, foi que elle ioiltulindo-se procurador ge-
ral da irmandade (que he iuitromeoto de >eu. eapri-
ches, c espceulatoes, salvas ai honrosa, excepcf.es
lem resistida groiseira c caprichosamente contra a
autoridade e direilo do moilo digno parodio da fre-
tuezia, o qual ha mostrado demasiada picienc a : o
Sr. Jlo desde que rhegoa nesla larra, que (rata' ris
engatar o publico ; i principio ( qoe velhacu I di-
zia-se que andava quairu palmos cima da larra i "3 >' ~ mm uo o pui.egaua.s, pee!
porem hoje, depoii que u alferas Mideln n de-mas- plcaretas 24 ; frcrliaes de 40 palmos 8 cumi-
carou vive......i hone.iidiria me priva de o leda- eiras de 40 ditos 4; tercas de 40 d'itys 8
rar ; mis no a Jornal rio Commercio n. 113, ja o ; linhas de 32 ditos 8 : madeirasi n.r. o,i, '
seu rieploravel eslado foi denunciado ao publico, e das, .lo cornnriment.i da \n i,.tm \ P
; sua f.rnlli. pass. por esse dl.sabor ,oo lo eid.dlo ; de ^SXSi^J^S' VT
pela, lels rio Imperio eome o Sr. Joao ; nunca ful zill 16 rr.,5! t;. 2. 2.*.; C4,bros' d"-
I ciptivo.a se sou p.rdo i.lo olo ha defeilo ; ao menos ":.. I T>i,ts< d,Us 2* t'
vivo decente, e honestamente, pelo que lenho prazer
ue nada ter solfrdo em minha reputaran- oulro lano
porem nao pode dizer o Sr. Jlo que apresenta-se
como um posseiso lalaarie, e inslenle, quan.l se
me da as mazelas *-
gum rlia serlo deicob
CtlNSEI.no ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo lem de comprar
inlo o que l.ouve primeiramente foi o Setlnte
r,ral.na* I.......~ J'------ _f _
i'ara o presidio Jo remando.
Farinha de mandioca, alqueires 400 ; fa-
rinha de trigo, da marea SS->, barricas 6
asaltear brar.es, arrobas 16 ; arroz, arrobas
11'; alelria, caixas 2 ; vinlto branco bom,
melidas novas 20; dito tinto bom, medidas
novas 20; agurdente branca, mednlas no-
vas 40 ,- vor.lo-maca, latas de US libr.s 2 :
enchadas 200 ; reparos Onolre de calibre i
; cabo do linlio de 5 pollegidas, percas 2 ;
r. ----------! .-.itii.i .^
Lidade de Caraaru 19 de julho de 1857,
duzias. ""....... Ub0,s dc lour'
Bolica do mesmo presidio.
Alyi.de Itno.arroba 1,2; ammoniaco libras
inris, e insoienie, quanrio se i > 8IC0I10I. garralas t6 ; alecrim libras 4 '
de que vive coberio, e qoe al- alcacus, libras 8 ; agua-rosaja cirr.fas 12
com que procor.v. SXZSiU* h""Udai,t I '" rfde ihur 7+i^rr.fas'li ; aniz es'-
Rogo, aos senhores rel.cmr'e, apublicarlo de.la. I ",J8d,0.'l,5r,S 2 '' aC'd "lphurico,l bras 41
llehM ,m de a propria, v.sio que'se rii/naram no" '?*??'* d.amnioniaco.l.bra t; accido nilri-
blicar os insullos e insolencias do Sr. j90 Izidro ce,libras 4 ; accido prussico medicinal,libras
Jos joaquim d. Sania Anua, |*i oejoim. libras*; borrachas dc gomma
elstica, grandes 24 j ditas pequeas 24
belladona em rama, libras 4 ; cilomelanos!
oucas 4; crmor de trtaro, libras 8 casca
de meseriao, libras 4 y cerveja preta, gar-
rafas12; caixas vastas para pilulas, ditzias
8; cicuta em rama, libras 4 ; cera amarel-
la, arroba Ii2; dita branca em rama, arro-
ba lia; electuaiio de sene composto. libras
; essencia de tlierebentina.libras2; extrae-
tro do manesta, onrjas 3 ; extracto de bella-
dona, onr;as 4 ; extracto de meimendro, oo^
cas*; extracto de valeriana, ticas*; er-
ya doce, libras 4; ether piiosphorico, libra
los de Imbo.arroba 1 ; hydro-ferreo cya-
Srt. redactoresy0 Diario do I. do correnle vera
Impreeio um aranzel com assignalura de Jlo Izi-
dro Conculves da Cruz ; nessa publicac.lo sao insul-
tadas algumas pes.oas de elevado caracler a dislin-
ejM, que sem duvida desprezam esse hornera reves-
iilu de bypocrii.i ; mas eo, que pequeo como ou,
_______sl^/--'1>JV
c CAMBIOS.
sobre Londres, 28 d. a 60 d.
i Paria, 3411 rs. por fr.
Lisboa, 92 por % de premio.
Acrao do banco 50 por cenlo de dividendo por con-
la do vendedor.
companhia de Rebcribe 609000 por accio
a companhia Pernambucana ao par.
litilidade Poblica, 30 por cenlo da premio.
o Indemnisadora.6lide-..
da estrada de Trro 20 por Oin da premio
Dtsconlo de lellras, de lo a 10 por cenlo.
Actoes do Banco, 40 a 45 de premio.
Ouro.Oucas hespanholas. -28 a BUSUt
Moeda. de 63100 velhas .... ISfOOO
6i00 novas .... KiaOOO
45OOO.......ujdoo
Prala.PalacOes brasileiros......ojqqo
Pesos cnlumnatus. ... jikri
meiicanos......
Caixa Filial do Banco do
Brasil
EM27 DE JULHO DE 1857.
Directores da semana os senhores : -Jos
Pereira da Cunha e Jos Jo3o de Amoriin.
A cajxa desconta lettras a 10 por cenlo ao
anno, e toma dinheiro a premio de confor-
midade com os seus estatutos.
ALFANDKt.A.
nendimenlo do dia 1 a 25. .
dem do dia 27. .
:l66:68u520f
33:8789238
100:564*458
Oescarreizam hoja 28 dc julho.
Barca inglczaGenevievemercadorias.
Birca inglezaOberonidero.
Brigue ingleztiaonllelcarvlo e trilhos.
Brigue brasileiroFirmabreo.
Barca porlugnezaGralirilulagedo.
CONSULADO GERAL.
Benrlimenlo do da 1 a 25. ,
dem do dia 27. ..... .
l'.'):2.)6a:W2
98:7363034
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rcndimento do da 1 a 25. .
dem do dia 27.......
8:2889203
350/583
8:6385786
DESPACHOS l)E EXPORTAgAl) PELA "meVa
DO CONSULADO DESIA CUJA DE NO DIA
27 DE JULHO HE 187.
Monlevi.lo Barca hespanhola njuhann Kslkman,
N. O. Bieher ci! C, 601 barricas e 200 baniqui-
uh?s assucar branco.
LisboaBrigue porluguez tiCoostante, Thomaz da
Aquino Fouseca r\ l'tlho, 70 saceos assucar bran-
co e mascavado.
PonoBarca porlugueza aN. S. da Boa Viagem,
rhomai de Aquino l-'onseca r\ J'ilho, 100 saceos
assucar branco, I.) barril mel.
LiverpoolBarra ingleza .rProspere, Schramm &
.., 137 saeeti algodl...
lluenos-A>resPolaca hespanholi r.Prompla.), Bai-
lar \ tinveira, 111 barricas, 20 barriquiuhas e 2.">
sarc assucar brimco.
CoofederaeiJo ArgentinaBrigoe hespanhol "Coti-
lla, Amorim Irmioi, 350 barricas assucar branco
e mascavado.
LisboaPolaca nacional ../.losa II, Isaac, Corio
RECEBhUORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
HAES DE PERNAMBCO.
Rendimcnlo do dia I a 25. 31:447*416
dem do dia 27....., 2.331/794
33:7795210
CONSULADO PROVINCIAL?
Rendimenlododia t a 25. 81*l7p575
dem do da 27....... 2:573t333
8i:390908
M0t>imtnt0 jg potto.
Navio rnna.i.i no dia 26.
Swar.sea4i dias. escuna ingle?, oJohn Elizi.i. de
141 tonelidas, capillo John Pallo!, carga carvlo ;
a Seoll, YVil.orr & C. Perleuce a Jersey.
Navios saltid,,s no mesmo dia.
ParaEscuna nacional Sultana.capillo Jos Anlo
nio de Ateverlo, carga asiucar. Passigeiro Riv-
mun lo Jo.da SHia Sanie*.
dem com escala por MaranhloBrigue nacional
.Claran, capillo F. Joic dos Sanios, carga assucsr
e mais gneros.
ConslanliuoplsE'cuna hollandezi Ida capillo
I. II. de Boer, csrg assucar.
Ar.calyIliate nacional trCorreio do Norlen, meslre
Joao Aniones da S.lveirr, carga fazendas a mais
gneros. Passageiros (..i-eiiiur. da Fonles Ferrar.
e doos lilhos menores.
Rio da JaneiroBrigue nacional Maria Trecio-
sso.capillo Francisco Alves Meidas, carg issucar,
laiinha de Irigo e mais gneros.
LiverpoolBrigue hamburguez Nincy u com a
mesma carga que Iraue. Supendeu do la-
meirao.
Navios entrados no dia 27.
I alnmutb1,1 dias.brigue infflez Eliza Boiven, de
271 toneladas, capillo Joba Wyall, eqiripagem 9,
ca.ga Irilhos para o catn.nho da ferro, a James
Ctabtlree. Perleuce a Madoc.
Manellia51 dias, harca franreza Maria, de
21 passageiros, colono-
.nm.
ODr. Joilo Dioiz Ribeiro da Cunha, juiz mu-
nicipal supplenlo da segunda vara, nesla
cidade do Recite, e seu tormo, por S. II.
o I que Dos guarde etc.
Reo saber pelo presente edita!, cm como
no dia 8 de agosto prximo vindouro, se ha
de arrematar por venda a quem mais der,
em pracs pubica deste juizo, a portada sala
das audiencias, 200 caibros, 150 paos, 180
travs, 130 taboas, maiores e menores, e
14 milheiros de tenas, ludo usado, que fo-
ram do sobrado que se demola no lugar do
undo, ra da Gloria da Bja-Vista, aondese
acham, cojos materiaes foram avahados por
300; rs e penhorados a l.uiz Pires Ferreira
e Domingos Pires Ferreira, por execucao da
cmara municipal desla cidade.
F. pera que cliegue noticia aos licuantes
man-Jei pasaar edilacs que senlo ilh'xados
nos lugares do costume o publicados pela
imprensa.
Dado e passado nesla cidade do Recite, aos
27 de julho de 1857.
Eu Francisco Ignacio de Athavde, escrivo
o subscrevi,
Jo.To Dimz Ribeiro da Cunha.
nal
to de quimn, onras 2 ; hydro chlorato de
tnorlma, ongas 2 ; herva terrestre, libras 2 ;
ipecacuanha preta, libras 2 ; dita brauca,
liras 4; todureto de chumbo, oncas 4 Le-
roy purgativo do 3.- grao, garrafas 24 : los-
na, libras 4 ; moscas de Milo, libra 1 mal-
vas, arroba I ; oleo de gado de bacalhao,
r libras 4; oxido de zinco, libra 1 ; pastilhas
1j>60 de ipecacuanha, caixas 12; pontas de via-
tlo calcinadas, libras 4, potassa caustica, li-
bra i ; pommada mercurial, arroba 1|2 ; pa-
pel de embrulho, resmas 2 ; robe de laHnc-
teur, garrafas 12; robe de sabugueiro, gar-
rafas 12; raz de sinoglosa, libras 2 ; raizes
aperientes, libras8; reziuade balita, libras
1 i ["'na de aigico, libras 4; rezina de ja-
toha,libra 1 ; sal-ammoniaco voltil,libra 1 ;
slnchinino, oncas 2 ; sulphaie de magnesia,
libras 16; salva, libras 2; serpentaria, li-
bra i ; sal de chumbo, libras 2; therebenli-
na lina de Veneza, libras 6; vinho branco,
garrafas 12; xarope de tamarindos, garr-
is 12; dogitales em rama, libra 1 ; escar-
radeiras dc metal 50; camisas de Amel-
la 20.
2.' batalho de infantaria.
Algodflozinbo para camisas, varas 1,000;
panno preto para polainas, covados 100;
hollanda para forro, covados 50; boles
mocos grandes de osso, duzias 267; ditos
ditos pequeos de osso, ditas 134: ditos
pretos, de osso, ditas 334.
9.' batalho de infantaria.
bravatas 35 ; compendios de arithmetlca
3.i79ji>l2 por Coitofo, oxomplares6; hollanda para
forro, covados 50.
Hospital regimental.
Conchas de cobre 2; esquife coberto 1.
Botica do mesmo hospital.
Seringas de metal de capacidadc de 4 on-
cas para injecQos 6.
4.- batalhao de artilharia.
Casemira carmezim para vistas, covados
i ; nollanda para forro, covados 25.
10.- batalhao de intentara.
Panno mesclado, cor de caf, covados 81 ;
lilo dito azul, ditos 54 ; hollanda para forro
covados 24; casemira encarnada, covados
16 ; cartas de a, B, C, exomplares 20; fila
de retroz preto, viras 42 ; taboadas, ejem-
plares 20; exemplares da gramuhitica por-
tugueza, por Monte 6; compendios de arith-
metica por Collaso 6 ; paulas 6 ; traslados
o ; peonas de gauco 400.
Lompanbia de artfices
Hollanda paia forro, covados 16.
Ollicinas de 3.a classe.
Blackverniz, barril 1.
4.' classe.
Calinhotdo norte n. 10, 10.
V classe.
Linhas brancas cruas, libras 10 : ditas pre-
tas cruas, libras 10.
Laboratorio pyrolecbnico.
Itezina de cajueiro. arroba 1.
Qui-iti quizer vender, aprsenle as suas
propostas em carta fechada na secretaria do
conselho, as 10 horas do dia 1.- do agosto
prximo vindouro.
Sala das sessfJes do conselho administra-
tivo para fornecimenlo do arsenal de guerra
25 dejulbode 1857. JosAptonio Pinto,
presidente interino. Bernardo Pereira do
(.armo Jnior, vogal e secretario.
CONSELnO AMlMSTBATIVO.
O conselho administrativo, em cumpri-
mcnlodo art. 22, do regulamento de 1* de
dezembro do 1852, faz publico que foram a-
cettas as proposlas de Miranda los, Jos Rodrigues da Silva lloclla, Manoel
Antonio da Silva Barros, Jo5o Carlos Au-
gusto da Silva e Joaquim Lopes de Miranda,
para fornecerem :
O i." 8 livros de 50 folhas riscadas e im-
pressas, para registro geral das companhias
lo 9.- batalhao de infantaria, sondo as 10
primeiras folhas para aisentos das ollicinas.
e as 40 restantes para as pravas de pret, com
as dimenses reguladas pelo decreto de 6 de
dezembro de 1831, a 35 ra.
O 2. 64 libras de fio de algodSo a 700 rs.
O 3.* 980 caadas do azeite de carranato
a 2-1080 rs.
O 4. 47 caadas de azeite de coco a 2500
reis.
U 5." 10 duzias de laboas de assolho de
pinito de 3|4 de pollegada de grossura, 8 di-
tas de largura e 14 ps de comprimento a
145 rs, 5 ditas dc ditas de 1 pullegida de di-
la, 11 das de largura el7 ts de compri-
mento a 25/ rs., 5 ditas do ditas com as mes-
mas dimeiuOes, e 18 pes de comprimento a
26c00o reis.
E.avisa aos^ supraditos vendedores, que
------- -* usan f >B>wn ..i,,,,, i .1 .11 '1 I -1 UC !_ 1
loneladas capillo Vidal, equpagem 12, carga las- D.w. U3 sup.auios ven
>sr. Perlenca a TSirbone, conduz devero recolher os respectivos objectos ao
arsenal de guer.a no dia 29 do correnle mez.
Sala dassesses do conseibo administrati-
vo para fornecimenlo do arsenal do guerra,
27 do julho de 1857Bernardo Pereira do
Canoa Jnior, vogal e secretaiio.
TIIEATIIO
DE
Santa Isabel
SOCIEUADE DRAMTICA EMPUEZAKIA.
Terra-ej ra 28 de julho.
Subir aceui o drima em 5 acloi ornado de
msica
V Graca de Dos
fbufamc$t.
loman) parle nesle o.peclaculo os Srs. Ceimlno e
I). Manoella.
Asfes.o.. que encommendaram bilbele. de ra-
marotes e cadeins queiram vir por ellas leguiula-
leira ale ao meio rlia.
Principiar as 8'lions.
Gabinete ptico
( lllm- Sr. inspector da tho^iiurarin
provincial, em cumprimento da rosnlnn ,,, l'1"'voaon, que ten,lo-so de re-
fa/.en.la, m^da fa r n,te. ^^K!?M*??*" esta "--
ATERR0DAII0HISTA1V.4.
O director deste salao, participa a seus
lustres favorecedores, que tomlo-sn de re-
la junta .la fa/.enia7mMd"rfa7er,^,hli^!. I !,""ar ',e'U ProIv'ncii.oiTen-ce-lhe esta sema-
que'nodl. 6 de agosto pKximo vindoro' !., um" "''vel wportjlo de vistas no-
7i!wJttJ^A'^,M ^A "O ORIENTE.
lano, Antonio I-orretra da Annunciar;5o. a Balalha cennr! a'.,m,
-- conselho dn revista da guara naci- 5 n.t, S! ilii 8rma-
parecer na sala dassesses da cmara mu- 7 n n-ra,. ./.i. a u
nicipal, no di. 30 do crrente, as II horas do tuno! 6 U' geneMl de ,eb"s-
dia, alitn de ser inspeccionado por junla me- i!ii-.n.u J|c..r O secretario, Firmino PJo de Ol- fgJtt&S&tti^
MUTILADO
ILEGIVEL

.


s
DIARIO DE PERNAMBUCO TERf \ TETRA 2ft DE Jl'F.HO DE 1857.
9.i Napoleaollf. passaudq revista as tra- <|iiarta-eira 2!) do corrcntc. em sen es-
criptorio, me de Apollo n. 2~>, a*s 10
horas da iuanli."a em ponto.
Leililo hojv: de arroz
pilado.
O agente Pestaa (ara* leilo por conta
do piem pertencer, de W barricas cono
airo/, pilado hoje 28 docorrenteao mcio
dia: na porta do armazem do Sr. Aunes,
defronte da alfhndcga.
pas.
10. Vista de Pernambuco.
11." Vista do Porto em Portugal.
12 Vista do Madrid, capital de Hcspanha.
13 Igrojs de Santa Mara Intimada.
II." Idelberg Allemaiiha.
15.' X cidade do New-Yoorkc.
16,' Interior del palacio de bellas-artes
em ParisT
17.' Vista de San-Francisco da California.
18." Napoloao I, em frente da cathodal
de Milito.
O saiao estar aberto das 7 at as ti da
noile. Entrada a 1? rs., e os meninos de 8
atinos a 500 res.
nv*o*
s&.
--- Para o Rio de Janeiro vai seguir com
brevidade o brigue nacional Almirante, ca-
pil3o Joaquim Pinto de liveira e Silva : pa-
ra carga, escravos a frete e passageiros, tra-
tarse cora o consignatario Jos Joaquim Dias
Fernandes & Filhos.
Para a cidado do Porto, com escalla
por Lisboa, a nova e muito veleira barca
portuguesa Maria Feliz, capitSo Zeferino
Ventura dos Santos, a qual he esperada nes-
le porto ate o fim da presente semana, pro-
cedente do Itio de Janeiro, donde conuz
mais de moia carga, e lera apenas 6 a 8 dias
de demora neste porto : quem na mesma
<]uizer carregar, ou ir de passagem, para o
que tem excellentes commodos.dirija-se com
antecedencia ao seu consignatario Luiz Jos
de S Araujo, ra do Brum n. 22.
!';iia a iialla.
O veleiro o bem conhecido palhabote
Dous Amigos, pretende seguir com muita
brevidade ; tm prompto melado de seu car-
regamento : para o resto Irata-se com o seu
consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, ra da Cruz n. 1.
Mar o liio de .Janeiio.
O bem condecido patacho nacional Valen-
t?, pretende seguir para o Rio de Janeiro
com muila brevidade ; tem prompto dous
torcos de seu cirregamento : para o resto
trata-se com o su consignatario Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo. ra da Cruz n. 1.
PAPA O RIO DE JANEIHO.
Segu com toda a brevidade o patacho na.
cionsl Maria Rosa, recebo ainda a pouca car-
ga que Ibe falta, e alguns escravos a frete :
a fallar com Manoel Ignacio de Oliveira, pra-
ca do commercio n. 6, ou a bordo com o ca-
p tflo Aotonio Jos de Oliveira.
I* Segu em pouco dias o veleiro e bem co-
nhecido hiale nacional Castro, de primeira
marcha, Torrado e pregado de cobre, ja tem
a bordo dous lerdos de seu carregamento,
para o resto, trsta-se com seu consignatario
Domingos Aires Matheus, na ra do Apollo
n. 23.
Para o Aracaty segu em poneos dias
o bem conhecido hiate Capibaribe : para o
resto da carga e passageiros, trata-se na na
do Vigario n. 5.
Para o Aracaty.
Segu nestes dias o hiale Exhalac.no,para o
resto da carga e passageiros, trata-se com
Caetano Cyriaco da Costa M na ra da Ca-
deia do Recife n. 2.
oiu|anhiii
Pernambucana.
Atteneao!
Fugio no dia 26 do corrento 'a ra da
Cruz do l'iccife n. 42, segundo andar, um
molequo de nomo Canillo, representando
no desembarque da carga do mesmo vapor; ter 91 s22annos, o a nenas principia nascer
AVISO
.ur^cl Irmaos avisam a seus freguezes,
que palo Iguarassu' roceberam bous couri-
nbos curtidos de cubra, queestavam a vista
*i>*54>* & i>ett**?0.
PROVINCIA.
O Sr. tliesouretro das loterias manda
fazer publico, que se acliam a venda, no
pavimento terreo da casa da ra da Au-
rora n. 26, das 9 horas da manhaa as 8
da noite, brinetes, meios e quaitos, da
segunda parle da primeira lotera conce-
dida aocidadao Antonio Joaquim de Mel-
lo, cujas rodas andain no dia I de afjoslo
pi-o\imo futuro.
Bem assim, o mesmo Sr. tliesotuciro
cima manda transcrever o plano para a
presente loteria, que abaixo vai publi-
cado.
S*lano.
trata-se com es raesmns, na ra da Cadeia
do riccife, primeiro andar n it.
- O procurador da cmara municipal
desla cidade, precisa fallar a Sra. D. Fran-
cisca_ Amelia Moreira, a negocio publico,
que interessa a mesma senhora, e como nao
sabe o lugar do sua residencia, faz o pr-
senle annuncio para que a mesma senhora,
se digne ir ou maular acamara, em qual-
quer da til, ou annuncia a sun morada
para ser procurada.
Jorge Vctor Ferrera Lopes.
- Precisa-se de urna parda, ou crioula
do meia idade, para fazer companhia a tres
mogas, o igualmente prestar-se ao servico da
casa ; Iratar na ra do Quoiniado n. 43,
cu annnncic.
" Compra-se urna escrava de meia idade,
f"rto esadia ; na ra do yueiroado, toja de
miudeza* n. 43. annuncio.
- Compra-si urna morada de casa as
povoaces, ou do Iteberibe, Afogados, Poqo
da panella, ou na cidade de Olinda em ra
principa) : a tratar na ra do Queimado n.
43, ou arn inicie.
gNo consultorio!
i
i
o
a barba, estatura haixa, grosso do corpo o
tem um p incitado, sendo signal bem co-
nhecido uns fruncheos no pesclo; lovou ca-
misa branca soja o caiga prela v i 11 a : quem
o pegar leve-o a mesma casa cima, ou no
escriptorio por traz do Corpo Sanio n. 66,
que sera generosamente recompensado,
Pede-se ao Illm. Sr. thosoureiro das
loterias da provincia, que por sua bonJadc
haja de mandar dar mais algumas vollas na
roda dos nmeros dos bilhetes para os pre-
mios nfio sahirem lao juntos como tem
acontecido. lim padecenlc.
O abaixo assiguado, morador na villa
de Porto le Pedras lia 38 snnos, vi vendo de
seu negocio, e como fez ponto, consderan-
do-se saldo o desembarazado, faz publicar,
que sendo haja algu-.i senhor, tanto nesta
praca como em outro qualquer lugar, que se
considere ser seu credor, no prazo de 30
Os abafxo aaslgnados, com loja do ourives
na ra do Cabugg n. II, confronte ao pateo
da matriz e ra .Nova, fazem publico, que
estilo rerebendo continuadamente as mais
novas obras de curo, tanto para senhora
como para hornens o meninos : os presos
continuara razoaveis, e passani-se cootas
com responsabillade, especificando a qua-
lidado do ouro de 14 ou 18 quilates, (cando
assim sujetos os mesmos por qualquer du-
vida. f-eraohim & IrmiTo.
-Aluga-sc um sitio na estrada de San-
l'Anna, junto ao sitio do Sr. Me. C.almont ft
('.., com os seguintes commodos : 3 salas,
10 quartos, cozinha fra, cocheira para 3
carros, estribara para 8 cavallos, sen/ala
para ll> escravos, e outras mullas hemfeilo-
rias para o deslr-otar "o inquiltno : quem
o prelonder, dirija-se a rua Velha n. 54, a
entender-so com Manoel do Nascimento S.
Bastos.
Precisa-se do um feilor que entenda de
plantacfo, e quo seja bom para um sitio pe
los para verandas e gradaras, do gosto mo-
dernissimo na fundirn da Aurora om San-
to Amaro.e no deposito da mesma, na ra do
Brum.
Lotera
DA
ovmcia.
dM, acontar da data deste, se aprsente ^""'"V/iir.'.V. V ^, V '
com seus documentos legaes. Villa do Por-! ,q"e" 5/2" c'Jado : a lratar na rua a
to de Pedras 20 de julho de 1857. ,u ,,!?- v.
Amonio de Sonza Cunha. "" R .? p?^ ui"lz' *luc se acha em"
O padre Joao Cyrillo de Lima pode ser
pregado n'uma das melhores casas de mo-
procur lo no hospital militar. | "'al0*' PrmoljVOS j,,slos,deseJa,sahir Par8
P--OfTerecc-se um mogo brasileiro para rempregadoem urna oulra qualquer, para
3600 bilteles a J.sOOO. .
12 por cento para o conces-
siouario......
3 e um (piarlo para a tlc-
souraria provincial. .
8 por cento do imposto j;e-
ral.......
por cento commissao ao
tltesoureiro.....
Sello........
I premio. .
I dito.....
1 dito.....
2 ditos de 2000000.
i ditos de lOOgOOO.
( ditos de 500000.
15 ditos de
20 ditos de
18:000000
2:1 liO.vOOO
io.sooo
I:0.s000
000/jOOO
530.X0OO
5:IOOsOOO
800 ditos de
20000.
10.SOOO.
5.S00O.
"trOOOsOOO
1:500JJ000
SOOfOOO
4O0.S00O
400.S00O
300,s000
300000
2O0.SOO0
4:r>00.s000
h Do i)r. Casanova,
Rua das Cruzes n. *.8,
'?i ha einpra um grauJe sorlimenlo dos mais
-.i acri-fii a-lus medicaiDeiilos liooieopalhiro!,
'''; e ludo <]u iniu he necesario at
K SKUCDl el -\ -IIMll.l.
Q
m
f
peuoas que f
Vendera-e vi.lrus com rolha de vdro, de "*
8 mala oo(;a at o, mudo em conu. \-;i
Vendm-se dous filciron de amarello, muilo
bonitos e grande, para loja de miii ie/.-i* : na rua
das Crines n. 2S, segundo andar.
& Jos Flix Pcreira de Bursos recebe asan- ''.
^ rar de rommisio : os Srs. de eneenhof qua X
9 qnierem ulilisar se do S'ii pre-timo, diri- r^
^ jam-se ao largo da Assembla n. 12.
I2:000.v000
010
21.00
c
cmiados.
ancos.
GOO
Os dous primeos premios eslao suje-
tos ao discouto de 8 por cento.
TIesouraria das loteras, 20 de julho de
I8;7.O tltesoureiro, Francisco Anto-
nio de Oliveira.Approvo.Palacio de
Pernambuco -i de julho de 18-Y7.Por-
tilla. Conforme.Antonio Leite Pinito.
t
O apor l'i;ilSI.M \i, V. commandanle Morel,
ra, acha-se a carga para Tamandarc, Barra Grande-
Macei e Peoedo, para .onde sahira a 2D do cerrante,
a's 6 horas da tarde : a targ sera' recebida al
h's 5 da tarde do dia 28.
conipanhia
qiietes irglezen a
de pa-
va por.
Al o dia 31 deste mez
alamado vapor
espera-se. di Europa, o
Traspa IkIis-iih roorle de minlia querida e inlereoan-
I (ilhinha, ferido no intimo d'lma no mais
profundo e mysterioio dos sentiinentos, o seii-
limentu de pai, vendo por ete meio agradecer
cordealmenle a todos os moradores da roa da
Siudade.com e-perialidade ao Illm. Sr. Pedro
Alrxandrino e l.acerda t sua Eima. senlira,
e as ICxin -. tras. I). Maria do Carmo, U.
Olimpia e -m mai, e l>. Mara Jacobina e sua
piba, us focrorrose coniolaoe que preila'ram,
ja duranle a doenca, j depoll ila mulle le
ininli.i querida lilli.1, o a parte interesante
que lomaram, as atllicOes porque patsaram
minhas estimadas irn-.aa e sobrinlia, em cuja
casa lave lagar lao sentidissima morle. Asra-
dejo igualniPiile a todo aquellei senhores qts
a dignaran) arompanhar o enterro ao camile-
ro publico deila cidade.
______________Cautiano 4lherfn Pimenla.
ou algom oulro drsta companhia, o qual, depois di
demora do cosame, seguir para o Rio de Janeiro,
tocando ni Baln : para panagent, etc., trata-se
com oa agenles Adimton Howie & C, rua do Tra-
piche Noto n. 34.
<[pa de Fernando.
Ale o dia 12 de agosto prximo tem de se-
guir para a liba de Fernando de Noronha o
brigue Bom Jess, para o que j tem compe-
tente permisso do Exm. Sr. vico-presiden-
te da provincia : portanto os carrgadores
dcverSo dirigir-so a rua do Vigario n. 5, a
tratar com o consignatario Eduardo Ferreira
Baltar, com as relacOes dos objectos que
tem de e-nbarcar, as qua -s devetn ser aulo
risadas por portara do Exm. Sr vice-presi-
dente da provincia.
companhia
Ina.sileira vapor.
Jii a r.'ii-M-.i e Silva, igrailece aafdMl-
mente a lodos os seos amigos, o especial favor
de se dignaren) a acompanliar al n ultima es-
tancia os reslot mortaes de sua moi prezada ir-
mia. Paulina Joaquina da Conceicjlo Fonaera,
fallecida a -M de julho do correle, e ao mes-
mo lempo pede desculpa a lodos que n,1o re-
eeberam participaeso, em eoosequeDcia da
inopinada circumttancia.
Kenfe '26 de julho da 1857.
Para evitar du-
vklas.
Os bilhetes rubricados
pelo abaixo asstgnaiio nao
estao .sujeitos ao discontu
dos 3 por cento ; porin
os vendidos na tliesoura-
ria das loteras sofretH o
menciona odtscotito, con-
'orine se declara lioje no
novo plano, approvado pa-
ra a segund % parte a pri-
meira loteria dos traba-
lllos biojiraphcos. f'e i-
b USdejuliEodt I87.
i-. i>. La vine.
lia um completo sorlimenlo de si i
periorescortes decassaorgandys de mui-
to born josto, com bab&dos, de I varas
cada corte, pelo baratissimo preco de ~>
o corte, na loja do sobrado amarello nos
qttalro cantos da rua do Queimado, n.
2'J, dejse Moreira Lopes.
caixcirodi qualquer estabelccimnto, a ex-
cop(So de taberna, anda mesmo para adju-
torio de um outro caixeiro lara escripta, por
ter muilo boa lettra, o qual ainda esta arru-
mado : na rua Nova n. 43
Precisa-se de un bom a ni as.ador; na
rua da Senzala Velha n. 81.
Precisa-se de urna ama o de um cria-
do, forros ou escravos : na lioa-Vista, rua
do Hospicio n. 28.
2O3OOO rs. de grat[flcac,3o.
Desappareceu no dia V do corrcntc, de
um sitio da soledade, um c3o de cor preta,
de raa do Terra Nova : quem delle liver no-
ticia ou acha-lo, queira levar a rua do
Vigario n. 3, que receber a gratificagao
cima.
(i abaixo assiguado declara as pes-soas
1 tic llies sSo ilove loras de quantias prove-
nientes de clleilos que compraran) em sua
taberna, sita 110 Mouloiro, 110 anuo de 1832
at 1856, haja.n de vr salisfazer seus dbi-
tos no prazo de 30 das, a contar da dala da
publtcscSo deste, pois do contrario poder
ter porcerto ver seu nomo por extenso nes-
ta folha.Nicolao Machado Freir.
VenJe-se urna taberna muito afre-
guezada para a trra, de baixo dos arcos da
ribeira da lioa-Vista ; faz-se todo o negocio
por se querer liquidar cotilas : a Iratar na
rua Real, no Manguind n. 51.
No aterro da Boa-Vista n. 80, vondem-
se chouri;as de Lisboa ltimamente rh"ga
das a 500 rs. a libra, estreliuha e pevido pa-
ra sopa a 320, castaiilius piladas de Lisboa a
80 rs a libra, queijos de prato a 400 rs. a li-
bra inte ros, supeiior azeite doce de Lisboa
aHOOrs., vinho superior da Figueira a 600
rs. a garrafa.
Aencao
O abaixo assignado veudeu os seguintes
premios :
2 quartos Numero 707 5:000^
1 meio 2457 500a
1 quarto 2198 100/
t bilhete 1709 508
1 meio 1447 50
O mesmo tem exposto venda os seu fc-
lizes bilhetes, meios a quartos da segunda
parto da primeira latera dos trabalhos bio-
grapliicos, os quaes n&O estilo sujeilos ao
descont dos olio por cento Por Saluslanode Aquino Ferreira.
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Grande sorti-
mentJ de fa/endas de to-
o qual tem as InvbilitgeOes necessarias, por
isso, quem do seu prcslimo se quizer utili-
sar, deixar carta fechada nesta typographia
com as iniciaes C. I.
O abaixo assignado, professor publico
do segundo grio da fieguezia da Boa-Vista
desla cida le, avisa a quem este possa inle-
ressar, que a aula seaclia aberla na rua da
Matiz da lioa-Vista, casa n. 11.Simplicio
da Cruz Bibeiro.
BFCORDACAO'.
Aoscrptura da casa terrean..., sita na
rua da Boa-Vista da cidado de UaceiO, (.--la
a ".opia prompla. segunda denunciac.3o.
.ln ni liaplisla de Sa.
Por despacho do Exm. Sr. I)r. juiz do
commercio sao chamados os credores di
massa fallida de Antonio Augusto de Carva-
Iho Marinho, para, no dia 30 ao meio dia,
comparecerem na sala das audiencias, a lim
de seren tomadas as cotilas aos administra-
dores da mesma massa.
I'recis-se comprar 2 toneis grandes
eraltim estado: quem tiver annuncie ou
dirija-so a loja de funilciro : na rua larga
do liosa rio o. 22.
Precisa-se de um homem de idade,
brasileiro ou portuguez, para compras e tra-
tar do um quintal : no aterro da Boa-Vista
ti. 20, segundo andar.
Furtaram um diccionario de consoan-
tes e o Castrioto Lusitano ; seu dono, na ra
da Cadeia, defronle dos mnibus, recom-
pensa a retiloicSo.
Fabrica de iaco e tecidos
de algodao.
ESTRADA DE FERRO:
'/o Recife 8. francisco
LIMITADO.

itttta cmna^a.
'< directores da Companhia da Entrada de Ferro
do Kccife a Sin-Franci-co, limitado, leem feito a
quinla rhamaila de duas libras eslerlioae, ou ris
17-777 sobre cada etrao na dita companhia, a qual
ileve ser pana at o dia 21 de agosto do correnle an-
uo de 1837 ." no Rio de Janfiro, em casa dos Srs.
Mau Mac. (iregor & (".. : na Baha, em casa dos
Srs. S. S. Iiavenpotl & C., e em Ptrnainbuco, no
e'criptnrio da Campanilla.
O accionista que nao realisar o pasamento den-
tro do lempo indicado, podera perder lodo direilo as
arges sobre as quaes o dito pagamento nao se tiver
elTecluado, e em lodo caso lerii de pagar juros na
razAo de cinco por cento ao auno, e de no receher
juros ou d)Vdendo da companhia pelo tempo que
decorrer entre o dia indicado para o pagamento e a
sua realisarau.
Nenhum aulo de transferencia pode ser registrado
anls do pagamento da chamada.
Por ordem dos directores. James Templeton
Ir'OOtJ, superintendente.
KE.MED10 IMCOMPAU.WEL.
das as qualidades.
tjrosdenape pretodei seda laviada, eovado.
Dito dito liso muito largo, covaifb. .
Dito de cures liso muilo superior .
Selim prelo mac.io, eovado......
Panuo fino preto e de corea, pira todos os precoa.
Pupelina de seda de cores mlisadas, eo-
vado.............
Cbsl? de cores, com quadros de seda, eo-
vado ............
1.3a de quadros pequeos e grandes, eo-
vado ............
1.9 e seda de novos padrGes, eovado. .
Mauritana de seda com cinco palmos de
Itircura, eovado.........l,t0O
Ursulina de seda com qoadros, ramagans e
listiaa matisadas, eovado......
Sedas de quadros bonitos padroes, corado.
Duqneza de seda com ramagem, eovado. .
Mussultna branca e de cores, eovado. .
Chitas francezas finas........
Frondolina de seda para vestidos. .
Casses francezas finas de bonitos padroes,
25200
Sfaoo
25 33000
19000
J850
8600
9800
IsOOO
5950
750
320
280
900
ISO
O vapor IMPERADOR, commaodaote o primei-
ra tinenta Torrezfto, espera se dos porlns do norte
em 31 do crrante, o depois da demora do costume,
seguir para us dt slacti, Bahia a Rio de Janeiro :
agencia, rua do Trapiche n. 40.
Para o Aracaty, o hiate Novo Anglica,
sahe no dia 31 do correnle, por ter sua carga
prompla : para passageiros trata-se com P-
rente Vianna, na rua da Cadeia do Jlecifn
n. 57.
Jos Florencio Gongalves retira-se pa-
ra Portugal, com sua mulher
Precisa-se de um homem para faitor
de um sitio perto da praQa. que ttabalhe e
entenda de planta de capim : na loja de fa-
zendas no Passeio Publico n. 7.
No engenho S. Francisco, districto das
Alagoas, de que he proprietario o Sr. Ma-
noel Xavier Carneiro de Albuquerque, exis-
to um escravo de nome Leandro, que diz
pertencer ao Sr. Manoel Bezerra Cavalcanti,
do engenho Souza, termo de Coianna : ro-
ga-se portanto ao mesmo senhor, ou a quem
direito tiver subre dito escravo, dirija-se ao
escriptorio do Manoel Connives da Silva,
para, no caso de querer vcnde-lo, tratar-se
do ajuste ; notarido-se, porem, que o Sr
Carneiro de Albuquerque n5o seresponsa-
bilisa pela fuga.
O Sr. Ad Ipho Roberto Koop tem carta
de Coianna, na livraria ns. 6 c 8 da prac.a da
Independencia.
VNDESE
uus embonamentos pnra urna canoa do 800
lijlos, com os falcos e fateja, e algumas
madeiras para a mesma quem pretender,
dirija-so aos Afogados, casa n. II, ao p da
relinacHo.
Na o'in de
ft*i*-i*.
roa
Maia
O agente Borja em seu armazem, na
rua do Collegio n. 15, far leilao de 5 escra-
vos perlencenles a urna pessoa que so retira
para fra do imperio, constando de 2 bonitos
pretos sadios, proprios para todo Jo servigo.
o de 3 pretas, 2 excellentes cozinheiras e
eugommadeiras, e 1 ptima quitandeira, os
quaes serao vendidos pelo maior prego of-
torcerlo, pois quo nflo ha limites: terc,a-1
foira, 28 do corrente, as 11 horas da manhaa. |
I.EILAO' DE COA' DA INDIA.
O agente Peslaua fa- leilo por conta de
quem pertencer, de 20 caixas com excellen-
le cha da India, 3 caixas com cha preto, para
fechar factura : terc.a-f.-ir, 28 do corrente,
as 10 horas da manlta, na porta do ar.'i a-
zem do Sr. Annes, del'ronlo da allandega.
O agente Borja, em seu armazem na
rua do Collegio n. 15,far leilio de um gran-
de e completo sorlimenlo de obras do mar-
cineiria novas e usadas, objectos de ouro e
prata, relogios de algibera e Uo parede, ob-
jectos de porcellana e de crystal para sala,
candieiros inttlex.es de novos modelos, di-
versas quinquilbarias e outros muitos ob-
jectos, que s6 com a vista podem ser ajuiza-
das: quinta-feira 30 do correnle, as II ho-
ras da manhSa.
Dominrros Alves Matheus ara' lei-
lao, por inteivencao do agente Pestaa,
e por conta e risco de quem pertencer.
de 8 caixas de muito superior couro de
lustre e de um rico e elegante piano:
ioja di*, chapeas,
di) Crespo, de
Irmfto,
vendem-se chapeos de casemira efoltro de
coies, polo diminuto preco de 3SO0O, cha-
peos do Chily de todas as qualidades, tanto
para Imm tn como para senhora, oleado de
cores de todas as larguras para mesas e pia-
nos, do excellentes desenhos.
Xa loja de >Iaia Irmfto,
compra-se prata de 500 rs. a 15, a 2 0)0, e
palaces brasileiros e hespanhoes a t 0|0.
Vende-se um preto de nat;o, mogo,
robusto e de boas qualidades : procure-so
na rua do Rosario da Boa-Vista n. 18.
Vende-se urna mulata de bonita figura
e prendada : na rua das Trincheiras n. 29.
Vcndem-seescravos.sendo 1 bom padei-
ro.hom carreiro, bom trabaIhador de foncc,
enxada emueh8do,o de lodo o ser.-ico de ett-
genho.etc, outro bom lavrador de.madcras,
e nmto bom trahallia lor do todo o s rviCO
de engenho, urna negra de muilo bonita fi-
gura e lodos elles muito sadios o muito mo-
cos : na rua estreita do Rosario n. 10, pri-
meiro andar. Na mesma cssa precisa-se de
um caixeiro do 8 a 16 annos, que seja brasi-
leiro ou cstrangeiro, para urna casa de ne-
gocio,
Assoauvi) m i olonisvcaO
Poro mibnco, Parahiba i
A'a<;o ts.
O senhores quo subscreveram acr,0es des-
la companhia s3o convidados para a reuniao
da encorpDtagSo desla companhia, no dia
30 do corrente, pelas id horas da manltaa
em ponto, em casa de Borrsca & Castro, rua
da Cadeia do Recife n. 4, segundo andar.
Compram-se escravos mogos que sir-
van) para o servido do campo : na rua Direi-
ta n. 3.
ATl'ENQAO.
Pcrden-se na noite de 2") do corrente,
da rua do Torres ale o theatro de Santa
Isabel, (tendo-se seguido da dita rua pela
daLingueta, travesa dos Porto*, em d-
rtittira ao caes de Apollo, Ponte Nova e
Largo de Pillado), urna pulseira de ca-
bellos encastrada : (|uera a acltou, queira
ter a bondade de leva-la a tua do Trapi-
che d. r %-.
Vende-se na rua da .Madre de Dos
n. 12,.armazem de-Novaes C. barris
de ferro, ou cubos hidrulicos ; para de-
psitos de fezes, a preco comrnodo.
O abai\o assignado participa ao
tespeitavel publico de Pernambuco, que
tem estabelecido urna loja de TINTAS de
todas as (|tralidades, seccas e preparadas,
piuceis, oleo de linlnca, verniz.etc. etc.,
e I.tmbom oll'erece-se para pintar casas
ou qualquer outra obra, tndo por preco
cominodo: no aterro da Boa Vista n.38.
Kodolplt Loreutzo.
Carne do Ce ta'.
Vende-se carne secca superior por pre-
co comrnodo : no armazem de Lui/. An-
nes. delVonlc da allandega.
tf* ija e luilh'i.
Vende-se superior leijfio, e milito em
saceos grandes: no armazem de Luiz
Aunes, defronte da allandega.
Publicaban litteraria,
COROGRVtMIIV
C!iroitourruplil:) uwbiltnt'ln, ge-
ncalogien v poltica
no
IMPERIO 00 BRASIL
COM VARIAS TRANSCRIPCOE8
DA
Cornsrapliia braalUIri, do padre Mancel A\rcs do
CMl.Historia da America Porliiau'ra. de llo-
clla Pitia.Chronifi na eompadhia, de Vsjeoo-
eidlos.llisliiri do Brasil, do visconda de Cay-
ro.Cabriolo Lusitano, por l-'r. Rapliarl de Jo-
las.Memorias do Ki> de Jantiro, por nionse-
uhor Piarrn. Altnaai do Illa de Janeiro, de
Silva Lisboa.Anuaoado Miranliito, de Berre-
iln.Aon-.es do Rio (rinde, do viseond de S.
LeopoldoMemoria da capitana de S. Vicente,
por Fr. Uaipac da Madre de Dos.Eras di Pa-
ra, por llix-in.Memorial histricas da Bahia e
eorograpilll Paraense, por I. Aecioli.Chrnnn-
l"Sa, do general Ahreu e Lima Historia do
Brsiil, de Varnhagen.E de outros impressos e
mauuscriplos :
CONTEND)
A descripc,3o geosraphiea.a no^Sea histricas e po-
lticas, de*de o descobrimenlo do lt-.-i! al auora
(1857', e tambein o lempo om qua forain povoadM
as soas dilTerentes nd.nl.-s. villas e lasares;
Setii i- verinlores, t a orisem das diversas fami-
lias hraileiras e seos appellidos, eslrahida de auli-
os man-ascriptos genealgicos que em eras difl'e-
rentcs so pulcram obler ;
A historia dos ministerios, sua poltica e roies
com que appareccram.
* historia das cmaras temporaria e Vitalia desde
a romlituinle de 17 de al-I de \X1'\ at 18">7 ;
E lambem Ulna Gip)Sc;ta da hi.loria da iodepen-
denria, escripia e comprovada por tcslenunitias o-
colares que aindam restan), e dos outros muvimen-
los polilicns. aRm deque s tenha um cooheciinento
eiaelo nao da goocrapliia do pair. como da sua
historia civil e polica.
Pelo l)r. A. J. de Mello Moraes, natural da elds-
do das Alagoas, autor de mullas obras hllcrwitie
scienliliras.
Em resposla ao annuncio que sabio no jornal de
II de>le merliniilo-nie a dlztr qua tMO annuncio nao
lie de miul a molh-r, e sim de sen desnalorddo pai
Ant nio de Siqueira Cavalcanti, que assim pretende
prevenir o juramento imparcial que em pooco lem-
po lera' esla luu -i causa. Acou*clho-o entretanto
quo sera' melhor esperarmos e resicnarmo-nos c ni
a sabia recta decido do esreuio tribunal da re-
lacao metropolitana do que por em pralica roincjos
odiosos, ja' lito sedi^os e envelhecidos que nala
a li mi iin, so dao apenas nma iita ma' c bem tris te
Vendo-se muito superior carne do serlfio
legtima do logar (Seri 16) a 360 rs. a libra
na taberna da rua dos Martyrios n. 36.
- Vende-so um escravo mulato, per;, e
de ptima figura : a tratar na rua da Cadeia
do Hecifo, loja n. 53, se dir quem vende.
Vende-se urna boa parelha do caval-
los de carro, mansos e j ensinados : para
vor e tratar, na cocheira de Uclua, na rua
da Cuia.
- A Sra. Joaquina Comes de Siqueira,
viuva do franco/, snarcineiro Gabriel l.amai-
re.nSo pode vender um terreno na Solelade
que deixmi seu marido por estar snjeito a
dividas, o porque j se promnve oxecucSo,
e por isso protestase cottlra quem o com-
prar.
<) solicitador vitalicio Joo Paulo Xa-
vier deSalles acba-se lesidindo na rua das
\guas-Vcrdes n. 70, printeiro andar.
Desde o dia 23 do correnlo desapparn-
cen do lestatirant Franco/, o escravo de no-
mo Mutleos, o qual escravo representa ter
V) annos de idade, pouco mais ou menos,
cara feia e a barriga um pouco grande :
quem o levar no dito Iteslsarant, tua do Tra-
piche n. 20, ser bem recompensado.
Precisa-se de-un cat&airo de idade de
12 a 16 anuos, com pratica do taberna: ni
tua estieita do Rosario n. 16, taberna da es-
trella.
Perdeu-se no dia 27 do corrente, das
8 horas da manhtla at meio dia, urna cane-
la .'o ouro com pedra ainarclla em cima,
tendo penna e lapis: quem a achou o qui-
zer restituir, ser gratificado com a quanlia
de 10/000 : na rua do Trapiche n. 36.
CAFE' A1UGAO'.
Aos freguezes.
I.evanteai-se bous freguezes,
De inaiili."ia vfio passc.tr ;
F. depois de terem fome
Ao Aragdo alinoQ'.r
O bello caf com leite,
Q'ahi se sabe arranjar.
So o bom caf d8o quizeretn.
Tem cha do melhor que ha ,
Turradinhas de pSo love
;i freguez encontrar,
K ludo o que ha n'oulras paites,
E cousas que s tem ca.
Se acaso nilo quizerem
O cha lambem al-Toyar,
Encontraro chocolate,
Do mcliKir p'ra variar i
(l Pantaleao o que quer
lie ao freguez agradar.
logo que derem 10 lloras
Do novo venham por c
Venhain provar os. refrescos
D'orchala c. maracuj,
1)9 caj'o de grosello
gtto a lodos contentar.
A pos isto sem demora



Oj abaiao assignados, tendo obtido da Europa, as
ne.-esssnas IbforiaeSu, planos e orcsmenlos para
a fabrica de liar e tecer algo 'Ao, convidam eos Srs.
socios a vir v-los, no escriptorio do Sr. Manoel Al-
ves Guerra, ta rua do Trapiche n. t.
Igualmente convidam as peisoas qae sobscreve-
ram para esuempre/a, a realisarem a terceira pres-
tado de 20 por cento, o que verificaro de liojo at
18 de asnsio prximo, no mesmo escriptorio.
As pessoas que anda quizerem fazer parte desla
empre/.a, serio admiltidas, pagando o valor das en-
Iradli relisadas no occasiao de subscreverem no li-
vro das assisnaluras, quo silo de 101)3 a j:0000s rs.
Recife, 16 de julho de 18.')".
.imorim, /'arias, Guerra Fabrica le Qa$ao e tecidus
. li?odo.
Os socios gerentes dcsta companhia, pre-
cisam comprar cal, lijlo, telha, arca, ma-
deiras delei em prancbocs eem travs, e
enxams, caibros e ripas ; para este tn
convidam as pessoas que negociara uestes
gonetos, a dirigir as suas proposlas por car-
la fechada, at 13 do agosto prximo futu-
ro, no escriptorio la seciodade, rua do Tra-
piche n. 14, onde serSo abollas em sesso
ordinaria dos ditos gerentes. Recife 16 de
do julho de 1857.Amorim, Parias, Guerra
&C.V
AO PUBLICO.
Como mou marido o Sr. Antonio Carlos'
Pereira de Burgos Ponce de Len n,1o cessa
de inculcar nos jomaos e em conversas par-
ticulares, que eu vivo cosgida em casa de
meus prezado-i pais, sendo esta coaccao o
verdadeiro motivo da ac^ao do divorcio que
Ihe propuz, e que anda pende em juizo,
jiilguei cunvcnienlc dar pubcidade a res-
posta abaixo transcripta do Itvm. Sr. Dr. vi-
gario geral deste bispado, que, ton-lo occa-
si3o de estar ein casa da meus pas, pode
presenciar q modo como sou traa da por el-
les, alm de desengaar alguom, a quem as
invectivas do Sr. Burgos possa ter illudi lo.
Theroza Adelaideile Siqueira Cavalcanti.
Illm. e Rvm. Sr. Dr. vigario geral Antonio
da Cunha e Figueredo. Saude e todas as
prosperidades appeteroa V. S.
Gomo V. S. em dias do mez de Janeiro do
corrente anuo, esteve em casa de ineu pai
neste engenho Marlapagibe, em companhia
de seu mano o Exm. Sr. Dr. conselbeiro Jos
Bento da Cunha e Figueirodo.e dos lllms.Srs.
couego Joaquim Pinlo de Gampos, e major
Joflo Vak-ntim Vilella, c nessa occaiiin con-
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as nacCes
podem testemunhar as virtudes deste reme-
dio incomparavel, e provar em caso necesse-
rio, que, pelo uso que delle lizeram, tem seu
corpo e membros inteiramente sos, depois
de haver empregado intilmente outros tra-
lamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dossas curas maravilhosas pela leitura
dos peridicos que lh'as reiatam todos os
das lia muitos annos ; o a maior parle deis
las siio lo sorprendentes que admiramos
mdicos mais celebres. Quantss pessoas re-
cobraran! rom esle soberano remedio o uso
de seus bracos c peinas, depois de ter per-
manecido longo tempo nos hospitaes, onde
deviam soffrer a amputacftu Dolas ha mul-
tas, que havendo dcixado esses asylos de pa-
dec ment,, para se nao submelterera a essa
operacao dolorosa, fu rain curadas completa-
mente, medanle o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas, na cfusilo
de seu reconhecimento, declararam estes re-
sultados benficos diante do lord correge-
dor, c outros magistrados, afini do mais au-
tenlicarem sua allirmativa.
.Ningaem desesperaria do estado de sua
saude setivesse bstanle conlanca para en-
saiar este remedio constantemente, segiun-
do algum tempo o tralatncnto que necessi-
tasse a naturozado mal, cujo resultado seria
provar inconteslavelnicnte : Que ludo cura,
O ungento lie ulil, ma'particularmente
nos seguintes casos.
Areenlina de cores escoras, com salpicos de
seda, proprio para palitos......
Italiana de seda preta com lustre, para pa-
litos.............
Coi les de vestido de seda para senhora, o
tnaia superior que ha no mercado. .
Lovas de seda de (odas ae qualidades, para
hornens, senhoras meninos.....
Lentos de eambraia bordados, muito finos.
Ditos de dito de linho lisos para mSo. .
Corles de casemira prela e de corea. .
Curtes de clleles degurgurSo deaeda, de
varios padroes, matizado......
Corles de laa matizada para vestidos, de
novos padroes, com 15 covados cada
um.............
Chapos de massa francezes formas nova.
Pablos de alpaca prela, finos......
Ditos de alpaca e gangas de cores. .
Gndolas de alpaca prela e de cures. .
Chales de merino bordado a velludo gran-
des.............
Ditos de dilo bordados a soda.....
Ditos de dilo com lislra de seda. .
Ditos dt dito lisos.........
Ditos de dito com franjas de laa .
Ditos de lAa adamascados de corea. .
Ganga fraucaza auperior da curas, ovado.
Romeirasde retroz mullo superiores, pa-
ra senhora..........-
Em freiiit do becco da Congregarlo, pastando
oja de ferrasen*, a segunda de Calendas o. 40.
800
18000

I
15280
3400
*000
38000
SOOO
79300
ieooo
Sssoo
58000
188000
StOOO
I550O
SjSOO
O5500
3*000
600
0960(1
Alporcas.
Cambras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de ca beca.
das cosas.
dos membros.
Enfcrmidades da cu-
lis em geral.
Enfermedades doanus
ErupcOes escorbticas
Fstulas no abdomen.
Frialdado ou falta de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Gengi vas escaldadas.
Inchar;es.
11) tl.i ni mac io do ligado
da hexica.
Inflammago da ma-
triz.
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosqui-
tos.
PulmOes.
Queimadelas.
Sarna.
Supurarlos ptridas.
finha, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
(las articulaces.
Veias torcidas ou no
dadas tas pernas.
Vndese este ungento noestabelecimen-
to geral de Londres n. 244, uStrand, e na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas encarregadtis de sua venda em
toda a America do Sul, llavaua e Hespanha.
Vende-se a 80o rs. cada bocctinha.coirlui
versou comigo perante os outros senhores, J!"'^3*"%.^E2!*1!ZZV*B?U
..____ ,..:...". ________i. ___' o modo de lazer uso deste ungento.
Dcverio tomar licor
'os nao quero que o refresco
Lbes transmitaalgiuna dor,
He misler toda a caulela
Neste lempo do calor.
Logo que leuliam jauta.lo,
P eparem-se p'ra sahir,
E de caf urna chicara;
Ao Aragilo vito fruir
Mais um calix de genebra
A pos elle mandet vir.
Saceos con fViijo iinilu-
tiiiho e a tita re 110.
(abosado o primeiro do Rio do Janeiro no vapor
(iPiratiniii2a e o segundo de Lisboa DO vapor Cal-
cula'n : vende-se na (raves-u da Madre de Dos,
n. 15.
LOTERA da
provincia.
5" pnrte (U Ia lotera d s
orp'ii s.
nbaixonssij^na t ven
den uosneusf lizs billin
tes, ns scgMii tes hures :
1 :.')()fl.sV quartos.
OD.S- meios.
iio.s bilhete intero.
fOS' meios.
."itl.S'i (|iiartos.
ffarautia ic paga no
escriptorio de
i*. J. Layiiie.
1(7")
1750
1191
5081
A
de quem os empregara.Anlonio Carlos Pereira de i
llorgos Punca de Len, liahi -I de julho de|l8i". Kaz-SB lodo O negocio com a melhor
- -Urna familia que relira-se para fra do loja de fazendas do Passeio Publico u 9, com
imperio precisa de urna mulher que tenha fazendas ou sem ellas,
leite para ajudar a mamcnlar urna crianca Precisa-se de urna ama dcleileeuma
de 3 me/es at Lisboa : a eutender-se na rua secca. para casa de 2 pessoas, com filho ou
Novan 21, secundo andar. D-se preferen- sem elle, paga-se bem: na rua de Santa
ra a llha dla. 1 Isabel n. 9.
acerca do divorcio, que pendo no juizo com-
pleme ealrc ,-nm e mcu marido o Sr. Anto-
nio Carlos Pereira do liurgos Ponce de Len ;
quizera merecer de V. S. o favor de declarar
ao pdesla o que ovivio de mim,ou pelo me-
nos, em que s nii.io me pronuiiciei, cetca
do dito divorcio.
1: ,bem assim, se observou alguroa circuros-
lancia, da qual poleas? colligir, que ou nilo
rozo de plena liberdade tn casa de meus
pais, permiltindo V. S. que faca de sua res-
posta o uso, que me me convier.
Este favor peoborari a gralido de quem
confessa ser c V. S., altela, veneradora e
obrigada, lliereza Adelaidc de Siqueira Ca-
valcanti.
Mariapagibe 20 de jnlho do 1857.
Illm. eiLxtna. Sra. D. Thereza Adelaide
do Siqueira Cavalcanti.Em resposta ao
que cima lica dito, cumpre-me dizer a V.
EXC., que quando e-i dias do mez de Janei-
ro eu me diriga a freguezia da Cscada, pas-
sei pelo referido engenho Maitapagipe do
Sr. seu pui, em cuja casa estivo, e onde ten-
do a honra de conversar com V. Lxc. peran-
te sua familia, meu irmiio e o Sr. lente-
coronel Joo Valontim Vilella, acerca do seu
divorcio, tenho lembranca de ter ouvido a
V. Exc. dizer que leve umitas razoes para
propor aquella acglo contra seu marido, e
que estose linha tornillo mo, c 13o zeloso
paia com V. Exc, quo so envergonbava di-
ze-lo ; referindo eu o quo ouvi, devo cm a
bODO da verdade dizer que all nenhum acto
presenciei, do qual podesse soppr que V.
Exc. em casa de seus pais eslava coagida, ou
sem plena liberdade.
Son com o maior respeilo, de V. Exc. ser-
vo ltenlo,
Padre Antonio da Cunha e Figueiredo
--- Arrenda-se um sitio no lugar da Tor-
re com boa casa do vi venda -. qu.im o pre-
tender, dirija-se a iua do Sol casa n. 11.
BILHETES DE VISITA.
Cravam-se e imprimem-se com pcrfec3o
bilhetes de visita, latirs do commercio e to-
dos os objectos da arle caligraphica, re-
gistros, vinhotas c quaesquor desenhos ;
abromase firmas, sineles, lauto a talbo doce
como cm relevo, ornamentos com objectos
de ouro o prata; fazem-se riscos lindse
qriginaes para bordados de labyrintho ad-
milte-se a recusa de quaesquer desles objec-
tos, no caso de niio ficareni a contento das
pessoas que os encommendaiem: quem pre-
tender, dirija-se a qualquer desles lugares :
no bairro do Recife, rua da Madre de Dos
n. 32, primeiro andar ; em Santo Antonio,
nalivraiia classlca do pateo do Collegio n,
2; as Lino Ponas, sobrado da esquina
confronto a matriz nova.
arandas
O deposito geral he em casa do Sr. Soum,
pharmaceulico, na rua da Cruz n. 22, em
Pernambuco.
S. Sl'IEIilEL & C, baiiquei ros enes
^ociantes, estahelccidos lia muitos anno-
era Londres, teem a satisfaeco de par-
ticipar a seus correspondentes c uo publi-
co, que acabara de fundar casas liliaes
nos principies por tos e distritos ir.anu-
factureirosde Franca, Alemanlia. Blgi-
ca e Hoilanda, conservando alm disso
suas proprias catas anteriormente cstabe-
lecidas as cidades mais importantes, e
portos mais commerciaosdaGr-Bretanlia,
e estao em posiro de ofl'erccer grandes
vantajens as pessoas que possam necesitar,
assim cm Londres como em outro qual-
quer poni da Europa, de urna casa para
compra ou venda de artigos, bem como
para os negocios de transaccio de crdito
e banco de qualquer genero.
As pessoas quenaolorcmconliecidasdos
aiiniinciatcsdeveaoacompenliaisuasor-
dens cora os fundos necessarios para sua
exeucco ; ficando entendidas que os nn-
ntinciantes uto tci-m difliculdade em idi-
anlar 7"i 0|0 sobre os gneros recebidos
antes de sua venda.
Otpreoos corrente* e mais nfortnacoes
commerciaes, que orein pedidas, serao
enviadas gratuitamente, salvo o porte do
correio, podendo dirigir-se aos aonunci-
a ntcs.
NA FUNDigAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W.BOWMAN, NA
RUA DO BRUM, PASSANDO O OA-
FARIZ,
ha aempre um grande sor i me ni o dos seso i ules oh
jacios de inei-hanisiiiosproprios paraenteolio s-sr.
ber : moendase meias moeodaa, da mais moderna
eonslruer.'io ; laiaade ferro fundido a batido, de
superior qoalidade e de lodosos tamanilos ; rodas
dentadas para agua ou auimaes, de todas as propor-
efies; crivose bocas de foraslha e registros de bo-
eiro, aguilhSes. bronzes.parafusos e cavilli6es,moi-
nhos de mandioca, ele. etc.
NA MESMA FUNDICA'O.
se eiecalam todas as encommendas com a soperio-
ridade ja con herid a com a devida presteza e cotu-
rno lula,le em preco.
KOB LAFFECTEliR.
O nico autorisado por decitOo do conselho real,
decreto imperial.
Os mdicos dos hospitaes recommendam o
arrobe de Lafleclcur, como sendo o nico
autorisado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
gosto agradavel e fcil a tomar em secreto,
est em uso na marinha real desde mais de
60 annos ; cura radicalmente em pouco tem-
po com pouca despeza, som mercurio, as al.
fecQes da pelle, impingens, as consequon-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos humores; convm aos catar-
i los, a bexiga, as contraccOes e a fraqueza
dos orgos, procedida do abuso das injec-
cjjes ou de sondas. Como anti-syphiliticos
ojarrobe cura em pouco tempo os Ilusos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessanlas
em consecuencia do emprego da copfTfltiC?"
da'.cubeba ou das injeccOes que representem
o virus sem neutralisa-lo. O arrobe ll^affec-
teur he especialmente recommendado con-
i.i as docucas inveteradas ou rebeldes lao
mercurio e ao iodoreto de potassio.Lisboa.
Vende-se na botica de Barral e de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, praca de D. Pe-
dro n. 88, onde acaba de ebegar urna gran-
de porcio de garrafas grandes e pequeas
vindas dilectamente de Paris, decasadodito
Boyveau-Lafecteur 12,rua itiebelieu Paris.
Os formularios d3o-se gratis em casa do a-
gente Silva, na prac.n de D. Pedro n. 82. ~
Porto, Joaquim Araujo ; Bahia, Lima & Ir-
maos ; Pernambuco, Soum ; liio de Janeiro,
Rocha & Filhos; e Moreira, loja de drogas ;
Villa Nova, Joo Pereira de .Magates Leite ,
Rio Crande, Francisco de Paula Couto &
C. STARR & C*
respeilosamente annunciam, que no seu ex.
tenso estabelccimcnto, em Santo Amaro,
conlinu'a a fabricar com a maior perfeicao
e promptidao, toda qualidade de machinis-
mo para o uso de agricultura, navegacSo e
manufactura, e que para maior comrnodo de
seus numerosos freguezes e do publico em
geral, tem aberlo em um dos grandes arma-
zens do Sr. Mosquita, na rua do Brum, ntraz
do arsenal de marinha, um
DEPOSITO DE MACHINAS,
construidas no dito sen eslabelecimento.
All acharSo os compradores um completo
soitmenlo de moendas de canna, com todos
os melhoramentos ^alguna delles novos e
Qriginaes) a que a experiencia de muitos an-
nos tem mostrado a necessidade. Machinas
de vapor de haixa e alta pressSo lachas de
lodo tamaito, tanto batidascomo fundidas,
carros de mSo e ditos paracooduzir formas
de assucar, machinas para moer mandioca
prensas para dilo, fornos de ferro batido
para farinha, arados de ferro da maisappro-
vda construccSo, fundos para alambiques,
crivQs e portas para fornalhas, e urna infini-
dadede obras de ferro, que ser enfadonho
enumerar. No mesmo deposito existe urna
pessoa intelligcnloe habilitada para receber
desenhos, e mstruccOes que forem for-lhe
nocidas.
graiK s.
i*
Reflnaria de
liego & Barrlo, 1,0 Mou*
teiro
No deposito desWi refinaria, na rua da ("a
deia do Recife n. 30, ha sempro assucar re-
finado de superior qualidade, tanto em p
como cm torroes e em p3es, por preqo mais
coaimodo de que era oulra qualquer parto.
Sellins
patente inglez;
Sao chegados e achain-so a venda os verdideiro*
e hem ronliendus sellins inalezes patente : na roa
do Trapiche .Novo n. 12, armazem de fazendas de
Adamson Howie & C.
ssenhoras que niont-i i
a cavallo.
Na rua Nova n. 18, Inja de M. A. Caj' & C,
ha ricos casavequee de cores, e pretos,
para montara ; assim como ura grande sor-
limenlo das mais bem acabadas obras do al-
faiate, tanto superior, como mais inferior,
chapos, ditos de sol, lencos de seda, ditos
do dita para giavata, ditos de cores, luvas,
suspensorios, meias para homem, senhoras e
meninas; camisas, ditas de meias, fazendas
para qualquer obra que sija encommenda-
da : a pessoa que vier a esta loja, achara um
fato completo, e ser um s preco para lo-
dos, a dinheiro.
Compra-se effectivamente bronze, la-
tfio e cobre velho : no deposito da fundido
da Aurora, na rua do Brum, logo na entra-
da ii. 28, e na mosma fundie,3o, cm Santo
Amaro.
: .j
,
LOGIOS
Rua da Cadeia do Recife n. 18
Ha um sorttmenlo de RELOCIOS de todas
as qualidades, tanto de OCHO como de PRA-
TA, ditos FOLIADOS o DOURADOS, assim cor
mu para senhora, todos garantidos e po-
p cijos commodos.
Moendas superiores.
Na fundijao de C. Starr i\ Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender moen-
das de canna todas de ferro, de um modello e
conslruccao muito*su>eriores.

.
ILEGIVEL

...-.


'
C0ISDLT0R10 HMSOPATHICO
DIAKIO DE PERNAMBUCO TERCY FKIRA 28 DE JLLHO DE 1857
** S
<>ideseachamseropre os mais acreditados medicamentos, tamo etn tintures com.
om glbulos, e proparados com o maior escrpulo e por precos bastante commodos
PREgoS FIXS.
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita de 24 ... 15000
Dita de 36 ... 205000
Dita de 48 Dita de 60 > ... 30*000
t Tubos avulsos a ..... 19000
Frascos do tinturrademeia onga. SMAO
Manual de medicina homeopathica de Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina.....
Medicina domestica do Dr. Henry '
Trata ment do cholera morbus ....
Repertorio do I)-. Mello Moraes .
| PUDRAS PRECIOSAS-
i Aderecos de bfilhanlti, *
": diamantes e perolas, pul- V
seiras, alnneles, briuros *
a rozelae, bolees e aunen $
de diflereolts goslos e ile -
diversas pedral de valor, w
209000
10/000
2/000
61000
MKEIRA k MARTE.
WJA DI 8IIR1VRI
Ra do Cabuga' n. 7.
S^CTHfflHWTIIIIIIIIil lilil LJtJ JB
M OURO E PRATA- t
Hecebena por to
I dososvap.TfsdaEu
Ihantes.diamnles apero- S rnna ot.l,n .,.! Aparelbos completo, de
las e olras qnaesquer i "Pa aSOUPaSdO liaiS | P"". para cha, bandejas,
ioiasde valor, a dii.liairo $ ~A-----------_____* S 8?lva"' cailicaes, colhercs ..,
Compram, venden oo
3 Adcrero! completos di S
?i ouro, meios dilos, pulsei- j*
j*j ras, alfinele, brincos e g
rocelas, cordes, Irancel- jjj
g lins, medalhas, corregles 9
j* t enfeiles para relogio, e !*
3 oniros niulio- objeetos de
; ooro.
Aparelbos completos de
J ioiasde valor, a diidieiro inniL-irn .. .<..*_. i
* iiioaeriio osto, tan- iS de9opae de**
9 ou por obras.
* S *,. .1 l? S l0 oolro objeclos de
9%s3BgssHsa^%%j 10 Q rranea como pr8la-
de Lisboa, as quaes vendem por
prego commodo como costumam.
Q
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que fica ao
norte da estrada entro a ponte grande e a do
Chora-menino, e ah tcm preparado urna
casa de saude cora todos os commodos para
o tralamento de oscravos, cujos senhores
residam fra da praca, ou "que n5o os pos-
sam curar em suas proprias casas : quem
para isto quizer-se utilisar de seus servicos
mdicos, que serSo desempenhados com o
maior zelo, dirija-se ao pateo do Carmo n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Prego2/000 diariosexceptu-
ando conferencias, sanguesugas a opera-
SRio-Forinoso.
O Dr. Joao Honorio Bezerra de Mtue- $$
JS? cas, medico pela Faculdade da Baha, lem (Q
ir.jj tiado sua residencia na ciclado do Rio-For- .'-.
W moso, e de novo eflorece seus servidos a lo- ^
W das ai pessoas que o honraren! com sua con- ??
63 """i. <%
Precisa-se de caixeii os, na ra da Ca-
deia do Recife n. 50, primeiro andar,
prestando urna fianca de 200 cendo o ordenado de 200,^' a (>00#, que
lie para vender bilhetes da lotcria da
provincia.
SEGURO CONTRA FOSO.
Companhia Alliance.
Esubelacida cm Londres, am marco de 1824.
Capital cinco milhes da libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tea a konra de in-
foraar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
e a quem mais convier que esto plenamente au-
torisados pela dila companhia para etfectuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, coberios de
tlha e igualmente sobre os objeclos quecontiverem
os mesaos edificios quer consista em mobilia ou
ea fazandas de qualquer qualidade.
Jo9o la Silva Kamos, medico pela jni
f Joao la Silva Kamos, medico pela un- e
S versidade de Coimbra, mudou sua residen- S
*?& cia da ra do Cabuga para a roa Nova n. s'r
;.-5 69, segoodo andar, sobrado do Sr. Dr. Nel- i
lo, e alii contina a receher, das 8 s 10 &
fc horas da inanhaa, daa 3 i 5 da larde, as '';'
peisoas que o queiram consultar.
:0
JfJHN GATK5,
corretor geral
E AGENTE DE LE1LOES COMMERCIAES,
n. 20, ra do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
prac.a do Corpo Santo
RECIFE.
0
DEHTIST1 FRINCEZ. I
'aulo daiiiioui dentista, ra Nova n. 41 : ^
na'meima caa lem agua e pos denlrifice.
Tasso Irmlos.
Avisara aos seus freguezes, que as ultimas
l.irinhas de trigo Richmond chegadas ao mer-
cado, sao vendidas em seus armazens, pelos
seguintes precos :
Galega 269000 por bavica.
llaxail 25g500 dem.
O Dance 24^000 idem.
Columbia 239O0O idem.
Alera destas lera farinhas novas de Tries-
te das marcas SSSF. Fontana c primeira
qualidade ; assim como completo sortimen-
to das melhores marcas de l'hiladelpbia, No-
va orioanse Balliuiore.
Lotera
lu
provincia.
O abaixo assignado ven-
de biJhetesgarantidos, pe-
los precos al)aixo notados,
sendo da quautia de cem
mil ris para cima, a di-
nbeiro vista, eru seu es-
criptorio, na na da Ca-
dea do Hecife n. SO, pri-
meiro andar.
Rillietes. 5'r00
Mcios. 2700
Quartos. l|350
P. 'f. L'yme.
--- He chegado a loja de Leconte, aterro
da Boa-Vista n. 70, excellenle leite virginal
de rosas brancas, para refrescar a pellc, tirar
pannos, sardas e espinhas, igualmente o a-
famado oleo babosa para limpar e fazer
crescor os cabellos: assim como p i m pe-
nal de lyrio do Florenca para brotoejas e
asperidades da pelle, conserva a frescura e
o avelludado da primavera da vida.
AO publico.
O abaixo assignado faz scientc ao respei-
tavel publico e aos seus freguezes, que ca-
na de montar dous importantes estnbeleci-
mentos do azendas, na ra do Crospo ns.
10 e 14, onde encontrsrSo um vanado e lin-
do sortimento de azendas de todas as qua-
hdades, as quacs vende por preco muito
commo lo ; sendo gerente do eslabcleci-
mento n. 1 0 o Sr. Marcelino (Jernimo da
Azevedo. |, (;. Malveira.
Atteoco
a
Na grande fabrica de ta-
ma neos da ra Dreita,
esquina do becco de S.
Pedro n. j6.
Ha efTectivamente um grande sortimento
do tamancos para todos os tamanhos, quer
a retalho, quer era grandes porcoes rauito em
conta ; e fazom-se tambem de encommenda
a moda do I-orto, para homens e senhoras.
--- Na ra da Concordia n. 26, deseia-so
fallar ao Sr. Paulino da Silva Mindello. afim
delle promover a cobranca de um val de
urna pessoa que s o mesmo Sr. Mindello
com sua influencia poder cobrar, cujo val
ja esteve em poder de urna pessoa para co-
brar, mas por rauito condescendente nada
conseguio ; todo negocio se Taz com o Sr.
Mindello, com tatito que elle nao perca na-
da com o tal velhaco.
Desappareceu no dia 19 do correte a
mulata Thereza, cor oscura, com todos os
denles, cabellos corlados, tendo a ino es-
querda bastante indiada, levou vestido cor
do rosa, chales de quadros azues ja desbola-
do, e cacada de tamancos : a pessoa que a
encontrar pode-a levar a ra do Sebo n. 17,
quesera rcompensada.
Fugio no dia 16 do corrente o escravo
mulato, de nome ClnuJino, ida Je 1* annos,
com os signaes seguintes: corpo franzino,
ps um pouco apalhelados, levou calca e
Em urna das melhores localidades da
ra do Hospicio ha urna casa n. 18 R, feita
com teda o gosto e esmero, e em cuja cons-
trucciTo entraram as melhores madeiras do
paiz o as oielhorcs ferragetis ; a mo d'obra
foi executada pelos melhores ofliciacs na-
cionacs e allomes, sendo uira das cas.is
mais confortaveis, porque seu dono a edifi-
cara para nella residir, e com efloito ainda
ahi residi por algum tempo. mas como se
resolvesse a roudar-se e no lhe convenha
tn-la alugada, tencin vende-la. Tem boa
cocheirae estribara, um bonito jardimeom
canteiros de pedra e cal, vares de ferro pa-
ra plantas trepadeiras, entrada de frente e
posterior, isto h, pela ra do Hospicio e
pela do Destino, as frentes sao calcadas de
pedra de Lisboa, as entradas de marmore e
os tectos de estuque, escadas de volta, entre
o jardim e a casa ha um calgado de pedra de
Fernando, o jardim he separado do pateo
por urna elegante grade de ferro, tem urna
grande cacimba com bomba de repucho com
encanamento e um.deposito na parte supe-
rior da cozin'na aonde se conserva agua para
consumo da casa, a qual he levada pelo mes-
mo encanamento diversos lugares do edi-
ficio, tem um quarto com banheirode mar-
more e azulejo, com vlvulas para despejo
das aguas em um canno de 250 palmos de
comprido que conduz nao s essas como to-
das- as mais do servco o da^chuva ( marc,
os banhos podem ser quents ou frios, para
o que lia no banheiro duas torneiras, de que
urna communica cora um deposito d'agua
quenle assente sobre a chapa do fogao da
cozinha. Tem outras muitas commodida- "
des quo podem ser examinadas pelos pre-
tendemos, dirigndo-se para esse fim ao Sr.
Jo""
mente a um senhor do engenho que nesta
cidade queirb fazer a sua residencia. Quem
a pretender (comprar, dirija-se a ra da Ma-
dre de Dos i. 26 ao seu proprietario, que he
(Vicente Ferreira de Costa.
RECOMMENDAQAO'.
Hontem asi5 horas da tarde, indo meus fi-
mos praia de S. Francisco, em Olinda, on-
de estou coii mintia familia, levaram em
sua companhia um mulntinho de 8 annos
de idade, de iorae Manoel, experto e muito
inteligente, eo voltaram dahi para casa, que
he nosQuatrc Cantos, e do palco do Cirmo
desappareceu, sendo indubitavel que fra
forlado, porq iccria de casa, nunca fugio, e
foi sempro mu ito bem procedido: recom-
mendo-o a todas as autoridades policiaes e
aos meus ami|;os desta provincia, eda i'ara-
hiba, Alagoas e Rio de Janeiro, onde be "de
mullo conhoc do, certos que estou resolvi-
do a proceder contra qualquer, em cujo po-
der o encontrar. He para lastimar que con-
tinu nest provincia o roubo de escravos,
e que talvez s^ja sustentado pelos trafican-
tes quo das provincias do norte carregam
para o sul, chdgando a ponto de reduzir
escruvidQo pessoas livres.
Antonio B da Fonseca.
p-se at a quantia de 500000 a pre-
mio sob penhoresdo ouro ou prala : na ra
da I'enha n. 25, primeiro andar.
Frecisa-sie de 2 8massadores : na pa-
dana do Forte '
meiisaes.
Frecsa-J
hora :
n. 6.
Desappar
Aescrava Felici lado foi comprada ao
Sr. Miguel Jos do Almci-la l'ernamliuco,
com condices, o acha-se fgida desde o dia
19 do correle : a pessoa que a liver cm seu
poder, (.('Je manda-la entregar na na Di-
mita n. G6, que promette-se nilo castigar a
dita escrava, mas se passar do pra/.o das
conJiQOes, se proceder contra essa pessoa
com o rigor da lei.
Precisa-se de um feitor que enlenda
de.plantaQao para um sitio em Sanl'Anna :
quem estiver no caso, dirij a-se a ra Velha
n. 5*.
te*mp&&*
Na lja das seis
portas em frente do Li
vramento
3?000.
Cortes de casemira com pequeo defeito a
tres mil reis, a quadado he superior, e tem
sortimento para escolhcr, palitos de panno
fino preto e de cores, com defeito, a IO.jOO '
no tr.
za n.
Compra-se eflec
Flores n. 37, primeiro
vida publica e provinci,.,.
nhias.oda-sedinheiroajuros, cm grandes f*1""0,!50 tres aces do vulr
e pequeas auantias. sobre penhores garanda e estando quas. novo.
'.era de carnauba e sebo
cnado.
Vende-se no armazem de D R. And & C,
ra da cruz n. 15, assim como velas de oer- 7,
nauba do Aracaty do super.orj qualidade, e & y
fio re algodSo da Rabia, tudo por coromodo
preco. r
Cal virgeme potassa.
uno preio e ue cores, com aeieiio, a IO.jOOO. Csl Je Li?boa ebegada nestes das, e po-
Vende-se um toucador de Jacaranda, i 'assa 9uPerior : na ra do Trapiche ns. 9 e
um armario envidracado, urna veno/.iana no-i armazem.
va, um estrado o urna secretaria em bom _
Relogios.
Farelo chegado no ultimo navio de
Hamhurgo: vende-se no armazem do Annos,
f .'iiii'i'i w (illlcl ihi'im 111 viii IIIIMI
uso, tudo por seu dono se retirar para fra :
na ra Formosa, junio ao larapeflo do ineio,
Hivamenle na ruadas ";^''ormosa, junio ao larapeao ,10 ine.o. M.lWUIUn.
1 nular anolice* da di 1uaru casa, se .lira quem vendo os ditos: t7
pin^^ accesdaTcomDa-:0biectos; e assim como quem compra um .()s melhores relogios de ouro, patente
o iiros emcrandes'orstorioo,mtre8 laces de vi(lro> sendo de 8Iez- vendem-sc por precos razoaveis,
o a juros, cm granaos lll(..lrall,.;. SI|IIII|. lla. escriptono ilo stronio ?>iJu...... a.',
Vende-se no esenptorio de lircnder
a Brandiad C, ra do Trapiche n. IG.
Collada Baha, qualidade superior.
Oenehra de Hollanda em frasqueiras,
pialidade especial e superfina.
Oleo patente, o inclhor combustivel pa-
ra lampees de sala.
Vende-se urna preta de nacSO com
muitas habilidades : na ra da Guia
9.
Vende-se urna casa terrea na rrogue7a
..-..",, > njiuuu-so poi a caso uui ou 01. da Boa-Visla, em boa ra, contendo os com-
iao Valentim Vilella, que Ibes facultar a modos eguintes : 4 quartos, cozinha fra,
lirada. Pode convir a todos e especial- quintal grande, com 1 quarto no quintal
1 sanhnr .i,, nmh. ...... .,..^1.. para p>rr,i vns : quem pretender, dirija-se a
ra do Rosario da Boa-Vista, casa n 28.
Vendem-so 2 escravas de idade 30 an-
nos, proprias para todo o servico : na ra
Direila n. 3
Vende-se urna mulata de bonita figu-
ra : no pateo do Carmo n. 6.
Primeira necessidade.
Na taberna grande ao lado da igreja da So-
IcJadc, vende-se manteiga ingleza a 640 e
720 a Mira, flor a 800, 960 e 19140, franceza
a 640, 680 e 720, queijos a 1-3800 e 2<5, dito
de prato bom a 640 e 720 a libra, cha fino
perola a 35 e 33200, hysson a 23500, 202 JO,
2-e 15600. farinha do MaranbSo a 160, de
araruta a 200 rs., bolachiiii>n ingleza a 320,
e grande a 160, sagu' a 320, cevadinha a 240,
espermacetc botn a 720, vinho bom engarra-
fado a 2^, 13500 e '
ilo do Lisboa a 640, .
bom a 280 e 220, assucar prala fioa e velas
refinadas a 480, cordas de lindo para amar-
rar aninaes a 500 rs. a libra, postas grandes
a 480, latas com 2 libras de marmelada a
1-3120, e muitos mais gneros de bom gosto,
por pre(o commodo.
do Matos. Paga-se 25-3000
de um amassador quo seja
na padtria do pateo da Santa Cruz
r'eceu no dia 24 do corrente,
de um sitio da (Soledadc, um cio de cor pre-
ta, raca de Terra Nova : quem delle tivir
noticia ou achaj-lo, queira levara ra do Vi-
gario n 3, qud ser recompensado com a
gratificado de 203000.
OSr. filh|o da Europa, que quizer ir
para o mato trabalhar no servico do campo,
vancendo um ordenado que se convencio-
nar, dirija-so a ra da Cruz do Recife n, 64,
primeiro andar.
Aenco.

Os senhores negociantes quo tiverem di-
vidas, da praca de senhores de engenhos do
sul, fazendeiros e de outras quaesquer pes-
soas, e quizercm negociar as ditas dividas,
dirijam-e a ra estreila do Rosario n. 10,
primeiro andar, que aeharSo com quem ne-
gocia-las.
Ama de leite
Precisa-se de urna ama de leite: na
ra do Collegio n. H, segundo andar.
Ama (ie leite
Precisa-se do urna ama de leite que
queira tomar canta de um recemnascido
aqui na praca e| em dezembro leva-lo ao
tula e passagem de ida e volt a. Dirija-se
a piara da Independencia, livraria n. (i e
8 que se dir' quem pretende.
camisa,
Cruzos n. 10, primeiro andar.
O abaixo as ignado pede ao Sr. Jo3o
Cancio Gomes da Silva, que haja de decla-
rar que aeco en ;aminhaao mesmo abaixo
assignado desde 1 55. porque juizo, qual o
seu pedido, e em que se funda. Recife 24
de julho de 1857.
Manoel Poly :arpo Moreira de Azcvodo.
--- Deseja-se (i llar com o Sr. padre Joao
cyrillo de Lima, capellSo do dcimo bala-
hao : na ra da I raia n. 26, a negocio que
lhe diz respeito.
O abaixo assignado, possuido do
maior empenlio i e se descobrros auto-
res e cmplices do horroroso assassinato
perpetrado na p soa do seu mu preza-
do amigo Tliomai (iollan, vice-consul de
S. AI. Britannical nesta cidade, oll'erece
dous eontos de liis a quem lhe prestar
qualquer esclareclmento exacto sobre es-
se Pacto, ou mesiio o conhecimento de
AVISO.
It.n.l, i.,..f..x Ji i t------ esie mercado : vendem-se no escriDtono
KioUl Jantuo, pandse u.na boa espor- do agente Olivcira, ra da Cadeia do Recife
lula e ll.ISSawni lie uln > vr\ll ntla u n ti' nrimoirn -.r, i.,.
- iw., e. .i,' -------- uuvuiies miuuences, .^ouvciie voyage
servico Uucrnn ,^g,a.LUm Topsr!0 rient. Toussaint Louverture, Gineviove,
no de casa: na travessa das Graz.elle, I. jeunesse, Regina, Lentece.
.n^ ...;---------,.-" "V "-"<, uu uiowu o coniiecimento ae
do de que o peguera, tem sido visto nesta | aT'"^ "*VUUWM*rao-Vu ^-sono uei.e,
s: quemoappre- modo que se pota averiguar a verda-
cidade por diversas pessoas : quem o a
hender, leve o a ra do Crespo, loja n. 6.
que ser gratificado.
<>" SCasa de Saude;
..,*
2,
Na ra do Fagundes, loja n. 27, la-
vc-seeengomma-secom perfeico4 epre-
co commodo.
Na randlcao de 1). w. Howman, cm F-
ra dePortas, precisa-so do olllciaes marci-
n o i ros.
Na fuudicao da Aurora precisa-se
de serventes torres ou escravos, para
.servico debaixo de.coberta.
Precisa-se de um cozinheiro : no lar-
g > lo Hospicio junto ao quarlol, casa do de-
sombargador Alen les a Cunlia. Paga-se
bem agradando o servico.
-Precisa-sealugar urna boa w!a para
esenptorio de advogacia, em urna das mas
prximas a do Collegio : qum a tiver
annuncie, ou indique a s:.:i morada nesta
t) pograpliia.
PBECISA-SE de urna ama de leite:
a tratar na ra da* Cnues 11, segun-
do andar.

eos para einbiuiho
velio a 280 a libra,
garrafas vasias a
sendo linipas.
Os cncarregados
DO Dl.
PEDRO ANTOiMO CESAR.
Na cidade de (ioianna, becco do I
PavSo n. I -. ^;
\f)& O Dr. Po.Iro Anlunio Cesar recabe pas- ^
-.j oas doanle para Iratar em sua csa ja' ',
;.' mencionaila, prumelleoilo ileiempenliar as ''
y funcres medical com moito aelo e aclivida- '.
;'"! dade.
P'ero diario, j".
Pes-oas livre. 3*3300
"* eicravas. 23OOO v.v
francisco Manoel de liveira Lima,
proprietario do cngeuho Conceicao Nova, na
provincia das Alagoas, passou 11 assignar-se
po- rranciscn Manoel Marinlio Falco do dia
7 de julho corrente em diante.
- No dia 20 do corrente, perdru oeapi-
lao do 1.,-iguc Dacooal Uaria Preciosa,Fran- ;'a,lti,r*
cisco Alves Meida, qualro matriculas con-ll" an"'s '"mparcca
corrientes ao mesmo navio, sendo urna do Pri,,|eir'> andar,
dito CapitSo, outra do contra-meslie Antonio
bomes, e duas linilmcnlc dos mocos Auto
dn Hesqota e Jos dos Santos : quem as li-
vei aclia lo, quereado entregar, dirija-se a
ra do Apollo n. 5, qu ser ratificado pelo
dilo capilao.
Prccsa-se alugar um preto, que seja
possai'te, paga-so bini : na ra do Rangel
n. 13.
OITerece-se una portugueza de boa
conducta, par ca ou para fazer companhia a urna senhora e
coser : quem della precisar, dirija-se a boa-
Vista, ra da Conceicfio n. 2.
AUeuc&O.
inviolavel segredo, a
uer dessas revelacoes,
ivel cliegar-sc ao im
de, assim como assbgura, sob sua palavra
de honra, o mais
quem izer quah
pois lie bem posk
ilescjadii, sem
procederam.
Consulado I t nnico 11 de julho de
us Cooper, cnsul.
rmo, esquina da rua de
cU
arar-se donde ellas
1837.II- Augus
No pateo do C ..
norias n. 2, continuo-so a comprar periodi-
1 4;000 a arroba, cobre
atao e bronze a 2t0,
5 o cento, c80 is. urna,
Frontispicio do
Marino.
cada 11111.
que ainda nfio Aera
ar, o facam, alim d
cliaicm-se as conlas
la f.sta.
da fcsia do frontispicio
do Garmo pedem ci icarecidaraenlo aos Srs.
\ntonio Gordeiro da Gunha, Simplicio Ro-
drigues (.impeli, llerroeiiegil io Jo do Al-
cntara e Manoel do Souza Luna, que quau-
110 paleo do Carmo n.
. para entregaran] a rela-
C80 dos devotos q'. c cmicorrcram para a
mesina festividade, 1 spccilicandoo nome de
Igualmente pedem aos devotos
in e que promellrrnm
fe se poder concluir e fe-
da recita c despeza des-
Grtes de laa para vesii-
dos.
Vendem-se cortes de 13a de lindos pa-
droes, com 15 covados cada corte, pelo di-
minuto preco de quinze patacas ; a clles,
antes que so acabem : na rua do Queiraado
n. 22, na loja da boa f.
Na rua da Moeda a. 2, defronle do tra-
piche do Gunha, ha para vender pipas novas
e usadas, nicias pipas, barris novos e usados,
arcos de pao para pipas, vimes, arcos de fer-
ro em fexes, ferramentas para tanoeiros,
cal em pedra de L:sboa, tudo por precos
commodos ; assim como barris com azeite
de carrapato.
- Vende-se urna negra de meia idade
para engenho, por ser costumada : quem
pretender, dirija-se10 largo da Assemblca
n. 12, segundo andar.
% o Preguispa
QUE ESTA VENDENDO BA-
RATSIMO
Na loja do Preguica, na rua do Queiraado,
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, conli-
nu'a a vender-si muitas e diversas fazendas,
por precos baratissimos, entre ellas cam-
braias francezas, padrOes novos e cores li-
sas, pelo baralissimo preco de 480 rs. a va-
ra, ditas de cordao muito finas a 500 rs. a
vara, cassas francezas muito finas e de pa-
difies os mais modernos que ha no mercado
a 640 a vara, chitas francezas de lindissimos
1/000, sem ser engarrara- padres a 280 e 300 rs. o covado, mussulina
,560 e o00 ts., vinagre branca a mais fina que he possivel a 440 o
covado, dita de cor a 34o, cortes de casemi-
ra de cor de lindissimos padres e superior
qualidade a 6/cada um, cortes de brim de
puro linhodc lindos padrees a 2S40O cada
um, ditos de ditos a 2?, dilos de algodao a
1?360, ditos de culim de lindos padrees e
muito encorpados a 1S600 cada um, lencos
de cambrsiapara mo a 120, ditos mais finos
a 220. pecas de bretanha de rolo de 10 varas
a 2c cada urna, chitas escuras de diversos
padres e cores lixas a 140,160,180 e 200 rs.
o covado, e a pega a 55, 63, 6500 e "3500 ca-
da urna, cobertores proprios para escravos a
700 rs. cada um, grvalas de seda de lidos
padrOes a 13, ditas pretas de setim a 1*280,
ditas de cortes em outro gosto a 700 rs. cada
urna, luvas de seda de todas as qualidades
para homens e senhoras, lencos de soda de
bons gostos, gangas mescladas de lindos pa-
drees a 600 rs. o covado, corles de castores
de bonitos padres a lo cada um, cambraias
lisas finas a 43500, com 10 varas, ditas ditas
muito linas a 6#, e outras muilas fazendas
que se deisara de mencionar, e se venderSo
por baratissimos precos ; e se darfo amos-
tras com penhor ; assim como mcias caso-
miras de quadrinhos ir.iudos, tnuito pro-
prias para calcas e palitos a 600 reis o cova-
do, riscados Irancezcsdc lindissimos padres
a 210 reis o covado.
Na nova loja de fazendas,
do Jos Moreira Lopes, nos quatro cantos da
rua do Queimado 11. 18 A, esquina que volta
para o liosario, vendem-se superiores cha-
peos brancos de castor a 03000, cortes de
casemira preta bordada a 6sO00, ditas de co-
res muilo linas a fi#e 73500, cassas de cores
a 160 o covado, riscalo francez muilo fino a
180, chita franceza fina a 240, e um comple-
to sortimento de palitos do diversas quali-
dades, o outras muilas fazendas por precos
commodos.
rv| Grande sortimento 5 ronpa feita. S
i U JYova n. 49. <
i? Na loja da rua Nova n. M, que foi do fal- @
i? 'ee'do Joao Guncalves Evangelista e Imje de {':.
; Jos I.uii l'ereira Jnior, ruconlrarao os 5i"
'y bons freguezes um graada tortiroenlo de '"
SjP ronpaa filss como sejam : caacas, gondo- @
.3 'as, sobrecasbeas e palili'u de -panno fino -i
g prelo e de cores, palitos de casemira de $
"Ti? coras, dilos de seda cor de pallia, dilos de
.!. merino setim, ditos de alpaca preta e de ,!,
cores, dilos de bnm de imiio, ganga e me- fe?
^ lim, calsas de casemira prela e de cores tA
&. lillas de lirim trauco, de cores e de oulras 2>*
r muilas qualidades, colleles de fustao branco W
- A chamalole, cachemira e velludo, chapeos, gtt
^ camisas, grvalas, luvas, patino fino pralo, J?
'*? cor de rap, azul e verde escuro, casemiras ';
-VJ modernisimas, cortes de colleles de selim %
<. prelo bordado e de oulras qualidades, e rt- ^
gr cebe luda e qualquer obra de encommenda, 9
y? cnlregando no da ronvciicionado. '
Vende-se urna armacao nova loda envi-
dracada, propria para qualquer estabeleci-
mento, do raiz de amarello, gosto moderno,
e feita por um dos melhores marcineiros :
no aterro da Boa-Vista n. 16. Quanto ao
preco ho muito razoavel.
Vende-se um bom vio!5o le mogno,
com chave, e a sua compotente caixa, sendo
tudo de hom goslo : quem o pretender com-
prar, dirija-se a rua da Gloria, casa n. 10.
Vendem-se coqueiros pequeos para
se plantar : na rua d*s Trinchciras n. 20.
Na rua das Aguas-Verdes
n 16,
vendem-sc escravas, sendo una excellenle
mucamba com todas as habilidades. 2 boni-
tos moloques do 16 a 18 annos, 1 bonita cri-
oulinha dell annos, 1 negro prouno para
engenho.
a loja no-
va ;o p do arco de SuntO
Antonio,
vendem-so pecas de madapolao com peque-
no toque do avaria a 23500, dilo limpo a 3/,
manguitos para senhora, fazenda superior,
golinhas de todas as qualidades, corles de
cambraia de barra a 23 o corle, e outras fa-
zendas linas, todas de bom gosto.
SECRETARIAS.
As melhores que at boje tcm apparecido
a este mercado : vendem-se no escriptorio
n 62, primeiro andar.
Lamartine.
iXouvclles Confidences, Nouvclle voyage
<50
ole
.-'ni
(|tll<:iC.o
De accordo com o ollicio que me diri-
Terca-feira 28 do correle, as 11 horas da i.'1" a direcjao do ertincto Banco do Per-
manhaa, he a ultima praca, da casa n. 35, nambuoo, convido aos Sis. accionistas do
sita na rua da Gonceic/*-
Vista, com os co:nmo
S8o do bairro da Roa. mesmo Banco, a coinparecerm na caixa
tos; llom-quiital, ^o 'X^fVc^m 5?.1.** P.TOC '. d': d" -
e\cel!entc sotSo, avahada.em 1:9008 rs : os
pretendentes comparegam no indicado da
e hora, na sala das audiencias.
Novaos & C, rua do Trapiche i
>, sacain sbreos pracas de Lisboa
Porto, ao cambio que se convencional-.
rente, a'sil horas da manhaa, alim d
lhe seren presentes as contas da sua li-
rmidacflo, o approvar-se o respectivo di-
videndo. Uecie 22 de julho de I S.">7.
O secretario l;a assenble'a geral, Antonio
Valentim da Silva Barroca.
Mery.
Les nuils dorient, les nuits anglaiscs,
les nuits espagnoles, les nuits romaines, An-
dr Chenier.
Gustavo 5'lance.
Portraits des artistes, Estudes sur l'ecolc
Trancaise.
Estas obras estao a vouda na nova livraria
da ruado Collegio n. 21.
Ao baraieiro da rua da
Cadeia do Itfecifrt.
.Na loja n. 50 da rua da Cadeia do Hecife
delronle da rua da Madre de lieos, encontra-
rao os rreguezes um bom sortimento do fa-
zendas, que em porcao o a retalho se ven-
dem por preco barato, e mencionaremos chi-
tas boas de cores lixas o covado a 150, 160
loo e 200 rs e era peca a 5-3200, 55600. 6-!
69400 ciitso). chii.s francezas de bonitos
goslos a 260, 280, 300 e 320, cassas do cores,
largas, fazenda que nao desbola a 2n0 rs. o
covado, cortes de cassa chita de cores, roxos
c prelus a 1;600, 1?800 e 23, cassas francezas
o cores a 480 e 600 rs. a vura, mussuna^
com florzuilias c coros lixas a 320 o covado,
ditas rauito linas com flores malisadas a
4*0, cortes de cambraia de coros moilo lina
com 11, 12 o 13 varas, tendo fazenda com
raraagem do frente para folhos, pelo dimi-
nuto preco de 63 o corle, pepulina do cores
com listrasachamaloladas, fazenda nova pa-
i vestidos a 960 o covado, c mepulina ou
laazinna com a margosa malala a nooo o
covado, cassa para buhado a 200 rs a vara e
?600 a peca, csguiao de puro linho fino de
1#400 a I98OO a vara, e em pega de 14 a 18*;
cluli de cores cora quadrinhos o cambraia
de seda a 800 rs o covado, panno azul de boa
qualidade a 13800 e 29U,0 o covado, e lino
preio eazul a 3M00, 3?600, 49, 4-500. 5j500
e 6>00U, e (inclnente outias muitas fazendas
que, a dinhciro, so vendem baratissimas, c
dao-sc amostras com penhor.
Vende-se um sitio na Cruz, do Almas,
Ciitn urna grande casa envidracad*, chaos
prop ios, com 5 quarlos, sol.1o, cozinha lo-
ra ; no sitio tcm baixa para capim, 2 cacim-
bas, tanque, estribarla e cocheira > quem
Pretender, dirija-so a rua Velnan. 67, que
se dm quem vende.
MUA ATTE.NC.Viy.
A lllj-ooO
Capas c palitos de horracln>, que, se esliio
vendendo na loja de 4 po las da rua do uei
niado 11. lll.
Vende-se tima carrosa de conduzir fa-
zendas, com cavallo c nrrcios, tudo novo c
bom : na rua !o Queimado 11. 32, loja de
forra gens
in
esenptorio do agente Oliveira, rua da Ca-
deia do Hecife u. 62. primeiro andar.
, CAAS DE FERRO
Excellentes camas de ferro para solteiros :
r r,?." HS.0r"0.escriPlorio Jo agente Olivei-
andsr! BCCfe n> C2' Primeiro
Agencia
da f1.nd.9ao Low-Moor,
rua da Sensata i^ova
n. 42.
imp ",tabele<;imcnto continu'a ahaver
um completo sortimento de moendas e roeias
moendasp engenno> machinas de.por
?.m,Xah erro balid0 e coado de lodosos
tamanhos para dito.
Vende-se superior liuhas de algodSo
nrancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, era casa de Southall Mellor A G... rua do
Torres n. 38.
B
AX
P%
cobertos e descobertos, pequeos e grandes,
de ouro patente inglez, para bomem e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : era casa de Southall Mellor & C.\ rua
do Torres n. 38.
CHAPEOS A TAMBERLIK
Do al Hitado abri:uii< .
Pnneau de Caris.
potesj
ua
. 1
piche da alfandega.
Vende-se a verdadeira graxa ingle-
07, dos afamados fabricantesDay
rtin, em barricas de 15 duzias de
: em casa de James Crabtree & C, .
a Cruz n. 42. ^
CARVIO PAfERTE INGLEZ
parajfogao de cozinha, e vende-se em casa
de Poirier, no aterro da Boa-Vista n. 55.
I Cobre em moeda.
V dependencia n. 4, a um e meio por cento.
Vinho do Porto
superior chamico.
ende-se nicamente em casa de Barroca
.astro, na rus da Cadeia do Reci fe n. 4.
Sel lins e releg-ios.
SELLINS e BELOGIOS de p.l.ot,
inglez : a venda no arnazta da
Ho.tron Rooker & Comp.nhi,, -
quina do largo do Corpo Sautd nq-
maro 48.
Deposito
le rapprinceza da fabri-
ca de li.Gasse, no Rio
de Janeiro.
,rf.nde"se pre?0 commodo rap lino.
teOC.Kme,0,grO,S0' d acreditada fabic.'
:rd8Gbrru?jrvapors-saiT'dor-n*
Velas de esper-
macete.
Vendem-se caixas com 25 libras de ve-
U de 6 em libra, a preco commodo, em
casa de Isaac Cuno & C, rua da Cruz
TACHAS PARA ENGENHO
Da fund.cao de ferro de W. Bowman
na rua do Btum, passando o chala-
nz, continua a haver um completo sor-
timento de tachas de ferro fundido e bati-
do, de o a 8 palmos de bica. as quaes se
i portas, da roa da Cadeia do Uecilo
48, de Narciso Mara Carneiro.
Venda de
pianos.
Vendem-se muitos lindos e excellenles
pianos, chegados ltimamente de llam-
nuigo, e com lindos retratos no frontes-
picio : na rua da Cruz n. 55, casa de J.
Keller & C.
Pii
Era casadenabeSchmettau&Companhias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
panoi do afamado fabricante Traumann de
Hamburgo.
>3 ti iodo fcil i mo.
Na li"raria da praca da Independencia n.
6 e 8, -'ende-se o methodo facilimo-para
aprendnra ler, novamente impresso e aug-
mentado, por mil reis.
Arados de ferro.
Na fundicSo de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se Dar vender arados
de ferro do um modcllo e construcgSo muito
superiores.
relogios de pa-
tente
uiglc7.es de ouro, de sabonete e de vidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Recife, armazem n. 16.
Na loja
das seis portas
ARROZ DA INDIA BOM E
BARATO
Vende-sc na rua do Amorim, armazem
KE BAR4T0 ttUE AUlIttA
Nos qualro cautos da rua do-Queima-
do, loja n. ao, vendem-se pecas de madapo-
ln com toque de avaria, velo diminuto pre-
co de t, 1-200, 1-000, 1580 e 2^800 ; a el-
los, que eslao no resto.
No largo do Carino, esquina da rua de
Hurtas n. -2, contiuua-se a vender manteiga
ingleza de40t)a I0120, franceza a 720, sag'
a 321). cevadinha a 2V0, assucar blanco de
oroco a 180, e em arroba 5>200, goraina a
a 100 rs farinha de trigo a 120, araruta a
80(1 rs., Vinhd duque do Corlo a 10200, e de
ootios autores a II, azeite doce de Lisboa a
liii a garrafa.
Veade-se urna escrava de nae,o, a qual
cozinha o diario de ui;ia casa o engorama
alguma COOSa na rua da Aurora n. 36.
Vendem-se farelos e lijlos de marmo-
re, cm casa de Basto & Lomos, rua do Tra-
piche n 17, vendem-se farelus novos de Lis-
boa, e lijlos de marmore de (2 pollegadas
quadrad.s, por preco commodo.
Vende-so nina pela de naciio, de bo-
nita ligura, propria para lodo o servico : na
rua da Florentina,casa enviJiacada defronle
da porta da cocheira.
Grande pe-
ciiineha
A 2,000 rs. o irte.
Vendem-se cortes d^ organdya mateados,
pido baratissimu preQO de 2:'lno o corte : na
loja de 4 portas da rua do Uueimado n. 10.
rva lo/r da rea do Uriev-
po n. 10,
vendem-se sahidas de bailes ou do theatros,
assim como ricos chapeos para cabeca de
senhora, por preco (commodo, vindos lti-
mamente de tranca.
Taclias de ferro.
Na fundicSo da Aurora em Santo Amaro-
e tambera no deposito na rua do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de mari-
nha, ha sempre um grande sortimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas o fundas ; e cm ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. Os preco
saoo s mais commodos.
A3$SOO
Vende-sc cal de Lisboa ltimamente che-
gada, ssim como potassa da Kussia verda-
deira : na praca do Corpo Santo n. II.
COM KOmo TOQUE DE AVARIA
A Di.MIEIKO
Pocas de madapolSo lino, ditas de algo-
dSozmho liso muito encorpado, ditas de ci-
to trancado e largo : vende-se na ras do
Crespo, loja da esquina que volta para a rua
da cadeia.
Vndese na rua da Concordia n. 26,
um casal de araras, dous papagaios e duas
cabras paridas, .le boa raca
M.\MELADA DE LISBOA. '
No deposito das bichas, rua estreita do
Rosarios, ft, recebeu-se muito nova mar-
melada, e muito alva.
Mtissniln>8 brancas e de
cores.
Vendo-so mussulina branca muito lina a
440 rs. o covado, dita de cores de excellentes
padres a 320 o covado : na loja da boa f,
na rua do Queimado n. 22.
Algodao monstro.
Vcnde-se algodao monstro com 8 palmos
de largura, muito proprio para toalbas c
lences, pelo baratissimo preco de 60o rs. a
vara : na loja da boa f, na rua do Queima-
do n. 22.
(.ERA DE CARNAUBA.
Vcnde-se cera de carnauba de rauito boa
qualidade. recrotemeiito chegada : na rua
da Cadeia, loja n. 50, defronte da rua da Ma-
dre de Heos.
/^ii\as de Jonvin.
Constantemente aeharSo na loja do Le-
conte, aterro da Boa-Vista n. 7, as verdadei-
rs luvas de Jouvin, de todas as cores,
igualmente ricos pontos de tartaruga da ul-
tima mola.
combombas derepnxopara regarhor anh
a de capim: na f andido de D. W BoCmS
n a roa do Brum n.. 6 8le IO. Bowrnao
-EacasadaSaoadarsBrothera C. Driej
do Corpo Sanioa. ti,ha para .Bd.r o .. E
Farro raglez.
Pixe da Suecia.
Alcatro de carvao,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodolizopara saccas.
iloentrancado igual ao da Bakia
K um coapleto sortimento da fzandas proprio
para ata mercado tudo por prejo commodo.
XAROPE
DO
BOSQUE
Poi trarj.ferido o deposito de.le taropt para bo
lica dejse da CruiSanlos, narua Novan. 53
garrafa, 5500, meias3000, sendo falso lodo
aquelle qne naofor vendido neile deposilo,po
qaesefaz opreieoleaviso.
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
Para curade phlysicaem todofossensdifleren
esgros, quermolivada por conslipacaes, losse
aslhma,pleuriz.escarros desaogae, ddrdecos-
tadose peito, palpilacono eorarAo,coquelache
bronehile, dorna garganta, e ldas aimoleslia
nosorgao^pL-lmoiiares.
rg ;!>jfci i- .:i. ;
Em fenle do Livrameuto
Cassas francezas com algum defeito a seis
vintens o covado, riscado francez a qualrc
vintens o ovado, chales brancos de c ssa a
sello cada um.
Vende-se urna boa morada do casa ter-
rea, con) om grande sotSo, quintal, narua
: *itrctendenles podem procu- confronte so liosario em Santo Antonio
Coufcitaria
50 A
^ende-se
na rua do Trapiche n. 34, escriptorio de .,
AovaesA C, superior vinho do Porto, em dito escravo ser gratilicadocom 200800o, e
caixas de tima e duas duzias de rarraas i com 100j a (luom noticia certa do lugar
a' pie. o commodo. onde elle se acha-
30^000 de gra-
tiQea^ao.
Desappareceu no dia 12 de junlio pr-
ximo passado, um esersvo de nome An-
tonio, de idade de 5i annos, pouco mais
ou menos, com os signaes seguintes:
pernas tortas e um osso crescido no hom-
bro direito: ouem o aprehender leve-o
a rua do Trapiche, no hotel Caf Fran-
cez, que recebera' a gratilicacao cima.
Fugio do engenho Coelhas,* termo de
Serinhaem, no dia 22 do prximo passado
mezde junho o escravo de nome Jos, com
os signaes seguintes : idade, pouco maisou
menos, 30 annos, baixo, grosso, cor bem
preta, tem urna cicatriz na testa, he de An-
gola, mas parece crioulo por ter vindo muito
pequeo, por cima da sobrancelhar, prove-
niente de um talho ; levou camisas e cerou-
las de algodilo branco e de listras, e tambem
urna camisa de bata encarnada com colla-
nnho amarello ; este escravo foi ha pouco
comprado ao Sr. Malinas Guedes, que lti-
mamente foi administrador do engenho Tra-
piche do Cabo, era cuio engenho foi visto
alguna das dspois de fgido o referido es-
cravo : quem o prender pode leva-lo ao en-
genho indicado, ou nesta praca em casa do
Sr. Manoel Alves Ferreira no Forte do Nat-
os, que ser satisfactoriamente recomoen-
sado. r
- No dia 2 de marco do corrente anno,
fugio do engenho Conceicao de Muribeca,
um escravo do aba*ixo assignado, do nome
Luiz, crioulo, com 40 annos de idade, pouco
mais ou menos, de estatura baixa, propor-
cionaljnenle grosso, cor preta, rosto redon-
do, sem barba, nariz nSo chato, olhos reg-
lales, bous deutes, raaos, pernas e ps gros-
sos, tendo os cilcanhans junto aos tornoze-
los um pouco inchados, um tanto cambeta,
quando anda meltealguma cousa os joelhos
para dentro, esperto e bem fallante, levando
roupa de algodflozinho de riscado e chapeo
preto de seda. l)esconfia-se que este escravo
fra seduzido por Joio Cabral de Medeiros,
natural do sertao do Mochlo, branco, com
30 annos do idade, pouco mais ou menos,
de boa estatura, espigado do corpo, grossu-
ra regular, rosto comprido e descarnado,
cora pouca barba, nariz afilado, um pouco
sallado no mcio e arrebittdo na pouta, Altos
pequeos, denles limados, cabellos pretos o
corridos, m5os, pernas e ps grossos, tendo
um p e urna perna incbados, um pouco ga-
go e aporta os olhos quando falla. Este ho-
mem linha chegado ba pouco a esta provin-
cia, vindo da Parahiba, para onde do dito
serian do Mochlo fra remet i lo preso para
sentar praca na tropa de linha, o que deixou
de effectuar-se por ter sido julgado incapaz
para o servico, do que traz um documento
mandado passar pelo presidente daquella
provincia e por elle assignado. Achava-se
emprrgado no encaixamento do referido en-
genho Conceicao, quando desappareceu o
dilo escravo, sahindo elle tambem occulU-
mente sem que para isso houvesse motivo de
qualquer qualidade: quem apprebeuder o
i' preco commodo
AVISO
aos ferreiros.
rar no largo do Pcloiirinho, armazem ns.
3 c 5.
Vendem-se na rua da Concoruia n. 26,
2bois mansos de carraca, rauito gordos.
ncsle cslabclccinienlo lecebeu-se pao-de-l
francez de differenles tamanhos, coberto de
assucar, e a primeira vez vindo a este mer-
cado, c vende-se por preco commoda.
Jos Roberto de Moraes e Silva.
F'jgio do dia 18 do corrente mez, um
negro de nome Antonio, crioulo, edr fula
representa ler 35 annos de idade, estatura
regular, lem falta de denles na frente, bar-
ba cre-cida, um grande calo na mSo direita
r i j j I e urna coroa no alto da cabeca. ------------
I-err. para vender, a ventado do cora-1 do calca e camisa branca, e chaoo de na
orador: Iba : quem o pegar, :ieve-o a rua da Praia
CARVAO DE PEDRA aS.*!^ "SSttAVS
i i- i i Joaqun Haptisia, que recompensar,
de priineiia (iimlidade, por preco com-| H
m0d' I PKM TVP. DB M. F. DE FAMA, 1857





'
ILEGIVEL


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