Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06573


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Full Text
A
AMO XXXIII N. 169
Por 5 mezes adiantados 4,S'000.
Por 3 mezes vencidos 4j500.
SEGUNDA FEIR\ 27 DE Jl'LHO DE I8:>7
Por anno adiantado l.'>,s*000.
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO
ENCARREGADOS DA SUB8CRIPCA DO NORTE.
Parshibt, o 8r. Joao Rodolpho Gomes | Natal, o Sr. Joaquim
i Pereira Jnior ; Araeaty, o 8r. A. de Lemot Braga ; Cea-
ra', o 8r. J. Jote de Oliveira ; Maranho. o 8r. Joaquini Mar-
ama Rodrigue ; Piauhv o Sr. Jos Joaqun) Avelino ; Pa-
r, o 8r. Juiiino J. Kamoi ; Amazonas, o 8r. Jeronjmo da
Coiu.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinds : todos os dias, as i) o mida horas Igunraaau*, leoiaatt) a l'arahiba: nas secunda* o si-vins-ri-ins..
S. AnUn.Beaetroa, lionio. Cmara*, dilabo a (eraahaaa: aa larfa-feira.
S. l.ouren,.-!, Pan .l'Alhn, Naiarelh, Limii-iro, Itrejo, l''-..|iuii.i. Ingaaeira,
Flores, Villa-IU-lla, lloa-Visla. Omiciirv Km.', nas.|ar(as-l,ini.
Cabo, Ipojnca, Serinhem, Rio Formuso, L'na, llai reros, A^ua-Prpta, Pi-
mrnteiras e Natal : qninUs-friras.
tTedoa im correios parlera, aa 10 horas da manhaa.
AUDIENGIAS DOS TRIBCNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintal.
Relacao : tercas feirai e tabbados.
Faienda : quartas e aabbadoa as 10 horas.
Juizo do eomtnercio : segunda as 10 horas e quintas ao moio da.
Juizo de orphos :segundas e quintases 10 horas.
Primeira vara do circl : segundea e senas lo meio da.
Segunda rara do clvel : uartas tabbadot ao meio dia.
EPHEMERIDES DO MEZ DE JIXIIO.
7 La cheia as 4 horas e24 minutos da manhaa.
14 Quarto roinguanle as 10 horas e 57 minutos da manhaa.
21 La nova as 3 lloras e 53 minutos da manhaa.
28 Quarto creacente as 6 horas e 55 minuto da Urde.
PREAMAR DB HOJE.
Primeira as 8 horas e 30 minutos da manhaa.
Segunda as 8 horas e 34 minutos de Urde.
DAS DA SEMANA.
27 Segunda. S. Pama lean Medico.
28 Terca. S. Innocencio p. ; s. Nazario e Coleo Mm.
''.i Oh n S Marta v, ; s. Beatriz e Flora Mm.
3J ".iiiiui.i. S. Donatila s. Rulino m.
31 Sexta, S. Ignacio de Luyla Tundidor dos jesutas
1 Sbado. S. T Esperanza e Caridade.
2 Domingo. 9. N. Senbora dos Anjos.
ENCARREGADOS DA SBSCRICA NO SUL
Alagoas, o Sr. Claudico Falco Din; Baha, o Sr. D. Duar
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Perora Martins.
EM PERNAMBUCO
- O proprieUrio do DIARIO Manoel Figueiroa de Faria na sua
vraria, praca da Independencia n. 6 e 8.
EXTERIOR.
I,e-se na Presten o tegoinle :
Correspondencias de Washington eipera da ma-
ana seguinle as rniOee que impedirn, a Ioglatero
ra de aestilar as modi(icac,es propnslas pelo sead-
dos Esladoi-liodns ao tratado negociado, era Lon-
dres, entre lord Claretidun e Mr. Dallas, e que nao
paseata de ama modificar,;! du tratado Claylon-Bul-
wer, relativo n America Central.
A Inglaterra Aiera, na segunda deslai convences,
doaa concessoes importantes ao san desejo de viver
ta boa intelligencia -om os Eslados-Ualdoi. Prl-
raeiramenle ella renunciara ao protectorado que
eiercia sobre os Indios Mosquitos, deixando a estes
Indios, cojo numero oao excede a cinco mil, om
direito de soberana e de legislaran absolola sobre
um vaato territorio que nao cobre menos de 150 mi-
litas das costas do Atlntico, e oonfirmandoait con-
eessOtt de trras que poderiam ser feilaa por elles.
O senada dos Eslados-Uoilos eliminou eompltta-
meole esta ultima clausula, porque elle sabe, par
experiencia, com que facilidaile os Indios se dei-
xain despojar pelas lenlacoss ulTevecidas cobica ou
ignorancia dalles, e quiz que elles ficassem tojeiloi
jurnlicro do gorerno do Estado de Nicaragua, de
que o seu territorio fazia originariamente parle.
Ora, o Nicaragua este presenlemenle sob o dominio
do general Walker, que parece, he verdade, mu
abalado, mas que, conaolidando-se, teria feilo desta
conqu'Sta uoaa annexacjlo Ja Repblica dos Estados-
Unidos. A Inglatenra nao vio com praztr nem esta
perspectiva nem a exelusao absoluta da sua influen-
cia sobre ama popularlo que ha sido sujeua ate
boje.
Alera disto linha consentido em renonciar as suns
prelenenes sobre as ilhas da Baha, cedendo a sobe-
rana ao Estado de Hon turas; mas na negociado
relativa a este negocio, ella estipulara que a escra-
vidflo nunca poderia ser resUhelecida iiassas ilhas.
O senado dos Estados-luidos riscou esta clau-ula,
como urna usurpac.au sobre o direito qoe lem qual-
quer nacilo independenle de regular a-seo modo os
sena negocios internos. Se apraz. ao Estado de Hon-
duras abdicar todo ou parte deste direilo n'uma
convenci particular cora a Ioglalc-ra, esta conven-
ci subsistir entre elles, mas os Kslalos-Unidus
nao padern lomar parle nislo sein que sejam incon-
tequenles cora a doatrina da independencia domes-
tica, que lie a tuse da sua confederado, e sem que
condemnero oflicialrtmnie urna insliluicdo sanccio-
n.ida pelas suas leis em melada do seu peiz. Os In-
glezes nao se ufflddenam menos do que n<, acres-
cenlam elles, se. negociando mn tratado com o M-
xico, inserissimos nelle urna clausula estipulando
qnc a monarchia, a aristocracia, ou oulra qualquer
instilaicjo particular a Inglaterra nunca podesse
ser ahi eslabelecida, e lord Palmerslon recusarla
certamente astoeiar-se a esta prolnbiro.
Assim, os Americanos nao vem lias objecrc.es do
governo inglez se nao um pretexto para conservar,
em essencia, sobre os Mosquitos e as ilhas da Babia
o prole-dorado qee elle andiea em apparencla.
Veem lambeHB oslo urna mudanza operada as ideas
pacificas de lord Palruerslon pelo resudado das elei-
^Oes, que firmaran] sua poltica abalada, e pelo ca-
racler nacional que revestio a ex[iedir;ao preparada
contra i China.
A perspectiva da abertura dos portns e ros do im-
perio ehnez revelou ao olho saaz de lord Palmers-
lon a nova importancia que o accrescirao do com-
mercio he chamado a dar a (odas ra vias. de Iransilo
Vavez dos isihmos da America Central, que sepa-
ran! o Atlntico do l'acilico, a Europa da Asia. A
na) ratificado do tratado do Clarendon-Dtilas se-
na urna reai-r.lo desle novo aspeclo da pofltiea inter-
na e externa da Inglaterra.
A mprensa americana empenha asora o gabinete
de Wathioglon a responder a i-i > por ama recusa
absolola de tomar parte em oulra qualqoer negocia-
ndo. Segundo ella, todos os tratados silo mas no-
civos do que ulcis ; creara mais c nilliclos do que e-
vilam, pon qoe quasi todas as disputas e guerras --i.
nascidas da interpretarlo contra ticlora dos tratados.
Assim, conviJaio a Mr. Baclianan a nfo dar allen-
to ero ao tratado Chajloii Bulwer, nem as propos-
las (eiia- imprudentemente por M<. Msrcy is po-
leocias assigoalarias do tratado d* Pars, quaulo ;i
supprassao dos corsarios em lempo de guerra. A-
cham. que os Eslalos-L'nidos coniroelleriam orna
falta, consentinJo nesta soppresslo, anda quando
as outras nacOes declarassein uiviolavel a proprie 'a-
de particular no mar assim como em trra. A.le-
gara qoe o povo qoe (em urna grande marina com-
merciul e uro*, traca mariuha militar setia anida vi-
clima dos governns eollocados n'aiiia situado inver-
sa, era quinto estes conservarem o direito de blo-
quear sius porlos. Os Estados-Unidos devein, pois,
exigir da Inglaterra e da F-ran^a a dupla abolirn do
direito de bluqueio e de direilo de aprehender a pro-
priedade particular, ou a reentrar, como lord l'.il-
mersloo, Do terreno du tala quo.
He esia a resolucio que adop ara' verosimelhan-
lemeote Mr. Buchaoan, que recusou encelar novas
ii'tto'iaciies com lord Napier, inaniflaudo-llie a in-
ttn ;;lo de den ir o negocio no pe em que se acha al
a abertura da prxima tessao do s -n ido.
Em ultims aoalyse, as relares do gabinete de
V,"ashington rom o ministro iugle conlinuavara a
ser cordiaes em apparencia, e, segando a Union, qoe
lem um carater si-nii-n11ii-i.il, os governos da Ingla-
terra e de Franja notificaran! ao de .Nova-Granada,
que nao podisin approvar a posic3o lomada por elle
para com os Eslados-Uodos. l.ord Claren-Ion es-
cre eu a lord Napier para ioforina-lo acerca do cun -
parlamento do gabinete de S. M. Biilannica nesta
Se i Inglaterra resistir a' U'oiao americana sobre deixaram de comparecer os Sr. marquezes de Olin- no valor de 30:000000
om ponto, ella cede-lhe sobia ontro ; mas ha no in- j da e de Caxia*. viscond* de 1 labor.di\ bardes de
luito de moderar e prender, lano qoanlo fur possi- Muriliba l'.nddr. Estiveram portanlo presentes
vel, a soa ambicio, mosliando servir smente sua quarenla e um.
nclicu l,r',|l'1 lina
IITBR1BR
RIO DE JANEIRO.
16 de jolho.
Continuoo honlem no senado a discussao do art.
2. da proposla do governo filando as forjas de Ierra
para o futuro anno fiuanceiro.
Oraram os Srs. Ferraz, bario de Muriliba, mi-
i,i-irn da goerra e I). Manoel, e licou a discussAo a-
diada por nao liaver casa.
O Sr. Das Vieir.i apreseoloa honlem na cmara
dos deputados um reqoerirannto, que soslenlnu, pe-
din ln ao governo informocces sobre o motivo por
qne al agora nS i lera sido approvados os estatutos
da companhia nltimamnte organisada nesta corle
para emprehender a navegarao a vapor na costa do
Ceara al o Maranliaa, e desle ponto ao Para. A-
lem do Sr. Das Vieira tomaran) parte na discussjo
s. A' c.Miiini-.o de fa- sadn, que elle reconhece ter feilo quanlo llie era fundir-se desla vez, e por mais de orna necasao elle
possivel a bem rio Estado. sentir allo calor de Indoslao. Todava elle conla
Occupando-se com os negocios relativos ao minii-; cora o valor moi-l do presidente de cooaelho, e do
co da Penitencia da cidade de Paranagu, em Para- terio da guerra, sostena os seus artigos additivos, e certo he somente ella que q lia de valer. Ueve-se
n, pedindo isual dispensa para poder possuir bens falla largamente a respeilo da repartic3odo ajndante I esperar qoe o senado v de pela medida qoal a quer
zenits.
4.- Oa contraria da ordom lerceira de S. Francis-
A' direila dos Srs. presidente c secrelarios collo-
cou-se um estrado, com mesa e cadeira de limen-,
occopada pelo conselheiro procurador da coroa, o
Sr. deserabargador Franc seo Gomes de Campos, a
quera pela le incumba a aecusaoao ; Jefionte de
SS. Exs.,e perlo da entrada do salan, urna mesa com lugar de continuo ou guarda das galeri
duas eadaira, oceupadas pelos advogados do acco- | A' mesa,
sado, os Srs. desembargador tan/. Forlunato de Bri- Tres pareceres da comraisso de conslituicao, os
lo e Or. Gustavo Pacca ; esquerda urna mesa e ca- | quaes concloem cora a aprentagao de Ires projeetos,
deira para o escrivao do processo, que, na forma da aulorisandu o governo a maular passar carta de na-
lei, lie o nflicial-maor da secretaria do senado, o Sr. i laralisacio ao subdito pirluguez, o bacharel em di-
reilo pela UnlTersidade de Coimbra, lleurique Cor-
de raz no valor de .iOUiUG-;, c concenao para po-
der vender aquelles bens que ruinosos dependem
de proroplos reparos.A' mesma commisso.
5.' De Jos Florencio da Silva Pereira, pedinilo n
di cmara.
general das armas.
Fica a discussao adiada pela hora.
A ordem do dia da sessao seguinle he :
Primeira parle.
I.eilura de projeclos e indieaees na hora compo-
tcnle.
l-'.ler in da mesa.
o governo em attenrao ao velho marquez de Olinda,
que ainda tem bstanle prestigio, e conla numero-
sos amigos, para poder compor urna maioria que o
acorapauhe em momento critico.
1(i
O Jornal do Commercioo de hoje diz qoe hon-
lem tallara-se na cmara que o conselheiro Para-
conego Geraldo Ueile Bastos ; mas achando-se poa-
co dspois incommodado, foi substituida (s para a
leilura dos autos} pelo otlicial da mesma secretaria,
o Sr. Candido Jos do Araujo Vianna.
Atrs do lugar do Sr. procurador da coroa eslava
urna mesa e cadeira para o oflkial da arla.
O porleiro e o< continuos du salao, veslidos de
prelo e com capas, oceupavam os seus lugares.
As tribunas pablicas e reservadas achavani-se
cheias de espectadores, c no salan grande numero
Discussao do parecer da commlss3o de poderes nhos, nomeado presidente de S. Paulo, leria oulro
sobre a cleirao do 3" dislriclo da provincia de S.! destino. Ilouvo quem se lembrasse que esse novo
osSr. Paranagu e minislro da faze.id., depois do btl*!l..dc,",,a,,0, cou"!rvavam-se fur da archi-
que reliroo o autor o sea requerimenlo.
Approvou a cmara em segonda discussao, depois
de algumas considerajoes do Sr. Godaoo de Souza,
o proje^lo viudo do senado autorisando o governo
para depositar no Banco do Brasil e -na- caivas 8-
liaes as sommas disponiveis que liver no thesouro e
(hesoorarias da trenla das provincias, contratando
a abertura de conlas correnles com joros.
Foi rejeilado o requerimenlo do Sr. Marlinho
Campos, pedindo que a discuao do projecto rela-
tivo ao empreslimo de 400:001)3 companhia Pona
de Areia licasse adiada at virem informaees do go-
verno sobre o estado da companhia antes do incen-
dio, e foi approvado o projeclo com a emenda do
Sr. Alcntara Machado, qoe rednz o empreslimo a
300:0003. Tomaran) parte no debate os Srs. Gomes
de Souza, bario de Mio', e Marlinho Campos.
Enlrou em discossao o additivo da Sr. Virialo, pa-
ra que se conceda iaual empreslimo a'companhia
de iiinlic.ii do Ma anhi i ; orou o mesmo Sr. Viria-
lo o nao se voli.u por nao haver casa, Picando en-
cerrada a discossao do arl.
Dizia-se hunl-in, na cmara dos deputados, que
oSr. Jos Maria da Silva Paranhos, qoe eslava no-
meado presidente da provincia de S. Paulo, seguira
para oolro deslino.
Tera' hoje lugir no senado, converlido em tribu-
nal de juslica, o julgamenle do reo ei-depulado o
brigadeiro Manoel Joaqoim Pinto Pacca.
17
Comecoo honlem no senado, convertido em tribu-
nal de juslica, o julzsmenlo do reo ex-deputado, o
Sr. brigadeiro Manoel Joaqun) Pintu Pacca, impli-
cado no processo Villa Nova do Minho.
Comparecerain il Srs. senadores, faltando para
qoe estivessemprsenles lodos que se acham na cor-
le, osSr>. marquezes de Olinda e deCaxias, viscon-
de de Kaborahy, e harSes de Mariliba e de Pin-
tar.
O procarador da carta, o Sr. conselheiro Francis-
co Gomes de Campos, a quera a lei incumbe da ac-
cn-ae.io necupava o seu lagar em cadeira mil ira la
soli'e aro estrado, a' direila da mesa da presidencia.
Era frente desta, logo a' enlrada do salan ; lo,na-
ram assenlo os 8r. desembugador I.mz Fortuna-
to de B'ilo e Or. Gustavo Julio Pinlo Pacca, defen-
sores do reo, o qual nao compireceu por incommo-
dado.
Ao escrivao do processo que he, segundo a lei, o
oftlcial maior da eecralario do senado, o f neraldo l.-it' Bastos, f0i designado um lugar es-
querda da mesa.
A galena e as duas Iribunes particulares eslavim
cheias de especia lores, nolando-se pur lora da er-
chibancada do salo grande numero de memliros da
cmara temporaria.
A's 10 e .'|i da manilla ahrio o ir. presidente a
sestil, e cninmunicou-se ao tribunal ter oreo par-
ticipado qoe nao poda comparecer por doente, e
que, prevaleeeinlo-se do favor da lei, se defenda
par seus advogados.
.". Exc. leu depois o arl. 22 da lei de 15 de oulu-
bro de 1827, e na havendo recusadnos por parle da
aecusacao ou da defeza, nem allaga^ao de impedi-
mento de alguns dos Srs. senadores presentes para
ser juiz na causa, passou-se a leilora das principies
pe^as do processo, que fui feila pelo Sr. oflirial-
maior da secretaria do senado, e por oulro onicial
da mesma secretaria, o Sr. Araujo Vianna, nomea-
do para cosdjuva-to.
Finda a leilara declarou o Sr. presidente abarlo
o debate ; dea n palavra ao Sr. procatador da cora
para sustentar o lihetlo, e em seguida aos Srs. For-
tnalo de Brilo, Gostavo Pacca, para desenvolve-
ren! a defera do reo. O Sr. conselheiro procara-
dor da coroa, replicando, derlaroa que ollerecia por
ronlrariedade o mereciinenlo dos autos.
A's horas e 10 minutos da tarde, concluido* es-
tes actos, declaroa o Sr. presidente que, na confor-
midade da lei, devia o tribunal proseguir os sem
Irabaliios era alije secreta, a qual lera' hoje lagar
a' hora marcada para as sesses ordinaria- do se-
nado.
Nao Ilouvo honlem sessao na cmara temporaria
por falla de numero.
Paulo.
3* Discussao do projeclo n. 1"i desle anno, qoe
concede tres loteras a' nova empresa rica.
> I;,- *~ _:__... _. j_ _1-_____ ._..-
re'a Moreira ; ao subdito hespanhol Jos Benilo No-
nes, e ao subdito francez Bernardo Urbano de Bide-
gorry.Os projctos ao julgados objeclo de delibe-
rae.i.i, e vo a imprimir para enlrarem na ordem
dos frabalhos.
Subsidio dos depulados.
O Sr. Pacs Brrelo : 'pela ordem! pede que a c-
mara decida sobre a maneira porque elle, I.- secre-
tario, deve proceder na organisacao da folha de sub- Conservar aberlos nos dias
deslino era a presidencia de Pernambuco. Esloo,
porra informado que nao ha isso : pode ser que tal
anda venha a acontecer, mas por ora he cousa de
3.' Hila do projeclo n. 3 do mesmo anno que dis- j que anda se nao traan. O que se lem pretendido
pensa as leis de amorlisacao em Tavor do collegio das j e fallado cora as reservas de eslylo, he ir aquella ex-
urphaas da cidade da Babia. minislro para o Ko da Prala, que parece ser hoje
3." Hila do projeclo n. !I2 de IKjG, sobre permu- o mais importante campo do batalha para a diplo-
laeio de terreno da carama municipal de Porlo- macia brasileira. Assegura-se que elle se lem re-
Alegre, i cusado a isso.
2.1 Oila do projeclo n. 52 d* 1856, quo prohibe Hoje coiiverleu-se o senado em tribunal de jusli-
A's 3 horas acabou a leilura do processo. A aecu-
sacao loman apenas om quarto de hora. Em segui-
da oceupoo o Sr. desembargador Luiz Forlunato a
aliento do tribunal duranle Ires qaartos de hora.
O discarsu do dislinclo ndvogadn he um modelo da
eloqoencia e precisao ; faz honra ao toro braileiro.
O Sr. procarador da coroa Dio replicn, e o Sr. I)r.
Piulo Pacca, pagando nm tributo de gralidao filial,
profiri apenas algumss palavras repassadas de sen-
limenlo.
Moje, depois da sessao secreta, f.ira o Sr. presi-
denlc do senado o relalorio do feilo, e em seguida se
pronunciara a senlenca.
lie a segunda vez que o senado se converle em
tribunal de juslici. A primeira foi para julgar o ex-
ministro da guerra Jos Clemente Pereira.
Teve esse julgamenlo lugar em !> dejunho de 1832,
lomando parle nelle 3f juizes, por haver-se retiradu
incommodado, anles de proferir-se a senlenca. o Sr.
Ferreira de A guiar. S um senador den-se de sus-
peilo : foi o Sr. marqorz de Barbacana.
Din 3(! juizes do Sr. Jos Clemente s eslao vivos
os Srs. Vergaeiro e Alencer. que, como presidente
da cmara dos depolados, assignara o decreto de ae-
cusacao. Existen) porem lodos os qu.itro membros
da enmmis-ao necnaadnra nomeada por aquella c-
mara ; os Srs. Kebour;as, Erneslo Franca, Muir
Brrelo e Cavalcanli de I.acerda, aclual presidente
do senado.
Ojulgatnenlo concluio-se em urna s ses-ao. A
sessao secreta durou Ires quarlos de hora, e a absol-
vi{3o foi prolerila unanimemenle.
Converlea-se honlem o senado em tribunal de
jnstica para julgamenlo do ex-depulado Manoel Joa-
quesiao, e u conleudu deste despacho tora commu- quim Piulo l'-ri a.
meado a Mr. Bachanan. De lodos os Srs. senadores que eslao na rrle s
FOLHETIH.
ORIGINAL CO OIAUIO O PERNAMBUCO-
26 DE JII.IIO DE 1857.
O ANNIVERSARIO DES. VICENTE DE PAULO,
CELEBKADO PELA PR1MEIKAVE/. NACA-
PELLA 00 HOSPITAL DE CARIDADE NO
DIA 19 DO COKKE.NTE.
Uro dos mais bellos ttulos do gloria- que esla poca
I-; ii.l a poileri-lade he sem conliadiecAo a soa acli-
vi Lid. p ira as boas obras.
A so-iedado actual he arraslala pela oacessidade
da arco. Nunca, em poca alguma, se vio Una
aclividade, lautas emprezas diversas, tantos projeclos
ni iis grandiosos e desejos mais ule,-.
Esta juslica devenios a e-ie seclo que accasam de
om imluilrialismo exagerado, o qual apptica ao mes-
rao lempo :is obras cardosas a mesma aclividade que
consagra a oulra qualquer coosa.
E dahi resalta que vemos erigirem-se era lodos os
lugares monumentos esplendidos para a pobreza e
para aseufeimulades de qualquer naloreza que sejam ;
que he para as pessoas que se eollueam a frente
desle movimeulo o mais ineonlrglavel ltalo ao reco-
nheciraento publico, assim como o seollmenlo mais
ioedavel de satisfizo pessoal.
l-'oi-n.is dado, domingo patudo, ao festejar-te o
ainiivers.irio de S. Vicente de Paulo na modesta ca-
pella do hospital, o remonlar-nos A verdadeira causa
iiele movimenlo candoso eettudar a vida do verda-
deiro apostlo da caridade nos lempos modernos.
A vida e as obras de S. Vicente de Paolo sao, com
efleilo, a verdadeira eiplicacao de Indas as conquistas
e da lodos os progresso que a sociedade moderna
Um realisado sobre ai idades antciiures.
Iv-l i grande Bgara domina ns lempos modernos,
pois que apzvr dos seus desvarios silo saclos chris-
l.ios, e a sua civilisacao nao ha mais que a applica-
ra<> dat verdades e das virtudes rhrisiaes.
Dahi mnilo coocordam nislo, e aqoelles que re-
cusara confessa-lo, se eoudemiiain aa papel de plaga-
nos de ma f.
O que nos distingue do Oltoraano e do Grego, do
Chine/, do S-lvagem, o qoe ha de verdadeira civili-
saCjfo em-not'iis i leas e nos nossns cosiuraes, deve-
in i-l i ao chrisil '.ni'iiio ;ao< tantas em geral qoe for-
maram os eealei ; a S. Vicente de Paulo em parti-
cular, que tra^ouas leis do espirito clirisi.'io nos lem-
po mo'eruos.
Com cl-ilu. etla grande sanio he o l'gi-lador da so-
ciedade rhrisla i ueste periodo do lempo.
A sua vida e assuas obras t.lo a realisac,ao desla
phrase de David : tlcne i'iiii de virtult in nrlu'em ; as virlu les e prospe-
ridades de um povo dependem do beneficio de um
legislador aliem. lo por Deot.
S. Vicente appireceo era urna poca de renova-
SSo social quo dia Irazer apoa ti a necessilade de
nova orgamsaca i as obras enlosas e clirisiaes, e
na, foi tero uini dispasica especial da Providencia
que esle grande Sioto appireceu no liroiar dos lem-
pos moderos, qoe se acotovelou coro lleurique IV,
CMARA DOS SRS. DENTADOS.
SF.SSO DE 2 DE Jl'LHO.
I'resiieniia do Sr. cscohc/ de Baependy.
A' hora do cosame, feila a chamada, e achao-
do-se reunido numero legal, abre-se a sessao.
Lida a acta antecedenle, he approvada sera de-
bale.
EXPEDIENTE.
Qualro ollicios do ministerio do imperio :
I.' Enviando copia das acias da eleieii de eleilo-
res da villa de CurveH,i as freguezias de Tratsiraa e
I -iboloirii-iiraiide, do 2.-, S." e 6.- districlos de Mi-
nas, acompanbadas do niii -i.i do vii-e-presdenle da
mesma provincia.k' eommiisfla de poderes.
2.' Enviando at actas da eleicao de elellores de
Can olio e do Poro da Pinella, em Pernambuco,
e -uii .inhalas de dous ollicios do presidente desla
provincia.A' mesma.
3.* Enviand i o alucio do vice-presidenlc de Mi-
nas, com a represeularao dos mesarios da ordem 3."
d Naa*| Senh na do Monte do Cirmo da cidade da
Ourol'reto, pednidu duas loteras para aa obras de
que Iratain na reproseulaeio.A' commietfo da fa-
/."n la.
i.1 Enviando, com ollicio ilo presidente do Para,
o requeriinriilu da cmara municipal da cidade de
Obiiles, pe un I i que a comarca de Sanlarcra seja
elevada a categora de provincia.A' commissao de
slalitlica.
Um ollicio do ministerio di ju'l ca (ransmillindo.
ile ordem de S. M. o Imperador, ura requerimenlo
dirigido ao governo imperial, e oulro a atsemblea
geral, nos quaes o cabid > da calhedral do Maranhao,
pede augmento das suas congruas, acumpanhados da
niroriiiac.io do hispo diocesano, e do ollicio do pre-
sidenlu da provincia.A's commisses de pensOes e
ordenados e de negocios ecclesiatlicos.
Ura ofllcio do secretario do senada, enviando a
propositan do mesmo senado, que altera a disposicao
do i; I do arl. 63 d lei de 31 de selembro de 1841.
e a emenda feita pelo mesmo senado propos^ao
la cmara dos depolados sobre o pagamento do or-
denado de Mnoel Antonio Bastos Kacleclifl, carc-
reiroda villa do Pilar, na provincia da l'arahiba.
A' ira inmir para entrar na ordem dos traba-
Ihos.
Cinco reqoerimenlos:
1. i)a cmara municipal di cidade de PaialyJ
pedindo a abertura de una estrada no seo munici-
pio.A' commissao de obras polticas.
2.- i)a mesa da Sania Casa da Misericordia da ci-
dade do Porlo-Al'gre, pedindo que, na lei do orea-
menlo, se volem 2:2!l"l.>!30 que a fazenda publi-
ca de"e-lhe. A' primeira comraisso de orna-
mento.
3.* Da unan.Jado do S-inlissirao Sacramento da
uialriz da cida-le do Jaguaro, pedindo dispensa das
leis il; aiiHirli-ar.ii para possuir bens de raiz
sidio aos Srs. depulados que lomaro assculo inuito
depois de aberta a assembla. Por isso manda a
mesa a sesuiule proposla, que, sendo apoiada, er.ira
em discussao :
iPrononhii qae sejao pagos de seus veneimenlns
os depulados que se acham com assenlo desde n ia
de sua apresentarao na casa, a contar do dia 3 de
maio.Paes Brrelo.
Fazem alguraas observaces a respeilo os Sr. Ro-
drigoes dos Sinlos, Barros Pimenlel e Paes Brrelo.
E, seu lo depois suhmettida i votacao, he a propos-
ta approvada.
ORDEM DO DIA.
Primeira par-.
Entra em I.-1 discussao o projeclo n. 25 deste an-
no que transiere a narochia do Amparo, do munici-
pio da cidade de Braganji para o 8.- dislriclo elei-
loral, e a do Soccorro, d mesmo municipio para o
3.' dislriclo da provincia de S. Paulo.
Foi apoiado o seguinle.
Requerimenlo.
Requeiro que o projeclo seja remedido a com-
missao de c-iaitsiira para considera-lo, licando adia-
da a discossao.N'ebias.o
lu lambem apoiada a seguinle
Emenda do requerimenlo.
a Que tem prejuizo da 1.a discussao ouca-te o
governo sobre o projeclo e especialmente sobre a
contigaidade du territorio da parochia do Soccorro
com qualquer oulra du 8." dislriclo.Rodrigues dos
Santos.i>
Oram os Srs. N'hias, Rodrigues dos Sinlos, Vas-
concelos (ministro da juslica} e Barbosa da Ca-
nha.
Submeltidus vol menlo e a emenda, Meando aquelle prejudicado na
parleconcerncnte ao adiaineuto da discussao.
Posto tamben) a votos o projeclo, passa a 2.a dis-
cussao.
Segunda parte.
Forra de Ierra.
Continua a discussao dos arlgns addilivos ao pro-
jecto que Bu as torcas Tde Ierra para o auno de
185859.
Foram apoiados os ecuintes :
Arl. I. O ministro da guerra fara' acompauhar
lodos os annos o seu relalorio dos segainles dados es-
lalislicos :
o S Uelares nominaos de lodos woflleiaea do
exercilo organsa las por armas e corpas e pela or-
dem da anlignidade nos puslos era que atllverem na
oecasiao, cora indicaeao das pocas em que foram
promovidos em poslos anleriores a do fundamenlo
de cada urna das promncOes que liverain.se por di-
reilo de aiiliuoidade, te por luen-riinenlo.
a S 2.- RelacSet nomlnaea organieadat pelo mes-
mo syslema de Iodos os olliciaes liabililadns a aerem
promovidos por merecimenlo, cora indicaran das
fados qus consliluem legalraenle nier.cimento de
cada um.
o S 3." Relaccs noniinaes organisadas pelo mes-
mo syslema, de lodos os olliciaes que liveram sido
promov los por merecimehtn, com indicncao das
promores qoe cada ara liver oblido por esle'funda-
raenln, eindicic.lo dos servicos legalmenle menta-
ras qoe cada um livor prestado posteriormente
sua ultima promoeio devida ao raereciinento.
ii S '<.' Relacoes nominaos nrganisadas pelo mes
mo s> alema de todos os ollicias qne se acharem di-
p-iniveis, com indicac.o dos fon i .meniu. da disp-i-
nibilidade, desdo quaudo, e com indicaeao das com-
missoes em que se acharcra e-lranhas ;'is snas armai
e carpos, desde quando e por que motivo.
S >.' RelatOes nominaes organisndas pelo mes-
mo svsiema de lodos os olliciaes que forem mellides
em processo crim, civel ou militar, com indicaeao
lo motivo e ordem que dMerminaram a inslauracao
do processo e indicaeao do resallado.
Art 2.' Cada urna das rel.icrs de que Ira'a o
artigo precedente ser publicada pola imprensa no
expediento du ministerio da guerra, proporc3o
que rada urna osliver organisada.
" Arl. :!. O direilo do reclamaban conlra as pre-
tericOes conf-rido aos ofTiciaes do exercilo pelo arl.
31 do reculamenlo de 31 de marco de I8.il, s pres-
creve depois do preterido ler sido promovido, e os
preleridos nao s podem reclamar peranie o gover-
no, como determina o citado regnlamenlo, mas po-
dem lambem levar as -aa. reclamamos ao corpo le-
gislativo iNreelamonle.Baplisla Monleiro.
OSr. Baplista Monleiro, olil-ndo a palavra, co-
meta por mostrar que emillindo suas opinies, nao
lem em visla fazer censura alguma ao governo pas-
saulilicados os eslabcle-
ciinenlos curamerri -es. nllicinas e fabricas.
Segunda parle.
Conliiiuacio da discussao dos artigas addilivos ao
projeclo que fixa a torca de Ierra.
I.sv.iula-se a sessao depois das 3 horas da larde,.
rtichelieu e l.uiz XIV, e a igreja de Roma M obri-
gada a iuvejar i igreja de Franca esle llor;"lo de sua
coia.
Os mais bellos seclos da igreja sao sempre aquel-
les em que ella se rollocoii i frente da sociedade, ou
para dirigir-lhe ai forjas e activa-las, e dellas fazer
sabir lodos os progressos moraese inlellccloaes, pre-
parando a eslrada para os inleresses maleriaes. oa
para embargar qualquer desvio da verdadeira lei do
progresso, ou para reconduz-la esla eslrada ;
quando ella te liana descarreado.
Qoao bellas paginas au pode ella (ranscrever nes-
ta duplice regra de proceder, deade as calacnmbas
onde fazia aeducaciio da aociedade atoas resistencias
da idade medra, em que ella a impeda de tornar-se
barbara, applicandu sempre com elRcacia novos re-
medios s novas necessidades.
Coir elleilo. a igreja nos otTeraca esle doplce as-
tamplode admirae.io : urna immolabilidade inabala-
vel naa doulrinat, e urna fecuudidade sempre pro-
grrssiva nas boas obras.
Immatavel como Deas, ella cresce lambem como
o seu divino fundador em seclos e virlodes.
Cada virluda lem seu dia de manifestaban. Esla
manifestaran lem seu logar na histeria, e sempre
corresponde a ama necessidade contempornea.
I m da he a f que arvora o seu eslaudarle em
proseara da heresia a mlideh lado,que ameaeem a so-
ciedade com um novo paganismo.
Oolro da he a esperanza qoe lauca a saa ancora
no rochedo de Pedro, porque a nao que coodaz a vi-
da chnatfta, ameaja rahir enlre maca que nao S3be-
riam guverna-la.
Cada nm deslrt dias he um periodo de sculos, e
cada ama deslat virtudes he om sanio, e a distancia
que lepara estas pocas he o progresto.
A f he a primeira que apparece : he S. Athana-
sio, seu legislador e porla-bandeira.
Do obscuro reduelo em que a encerra a persegui-
rlo de Juliano, elle esclarece muilo mais o mundo
do que o aoligo.pharol da sua cidade episcopal.
Depois clieL'a o momento da esperance. A socie-
dade secular qner Iludir a sociedade religiosa, e des-
truir a vida da igreja. Qatjf corromper os cauaes qae
conduzem a seva do principio s extremidades, da
cabera ans raembros ; qoer o casamento do sacerdo-
te e a cullac.ao da ordenando.
Gregorio Vil lorna-se a esperanca de Indos quan-
do elle proprio s pode ler esperanca em Dcns.
Esles dous homens enchem lodos esles seclos.
Foram a aiicaniae.to dealas duas virtudes : era Jess
Chrislo em minialura ; e'se clevam muilo, pois que
nos apparece do alto do precipicio que nos moslra-
vam, e que Ihes serve de pedestal ; a nos de>lum-
bram, cora o esplendor de Jess Christo de que s8o
reveslidos.
O etplendor do tervico prestado te Ibes redeclc
nas figuras e nos reenva os teus raios, e n amor pela
igreja qae nos d-u (otea salvadores se augmeula em
I idus os gra is de gralidao qne Ihes conven).
li'tos redoinplores s3o os membros da igreja, sao
os mensageirus para nos advirlirem dos perigos, teus
miuislros que nos eslendem os bracos para nos abra-
caren!, para nns arr.iurarem ao preci|>io; e a igreja
realisa desla maneira o sea ministerio de in.ii dos
fiis.
Toma pela mo por a cor.cao para Ihes conservar a virlude e a vida.
Este fanal esi sempre aceso pura guiar lodo a-
quelle que quoira andar.
Coro ella sempre de guarda e sempre a frenle, os
seculos caminhavam com toda a teguranca parlo
progresso, a se julgavam felizes em segui-la, porque
qaalquer necessidade nova enroulravu o tea reme-
dio sempre promplo ; e a historia parece lomar su-
perfinas eslas palavras do Salvador aos apostlos : es-
larei cun vosco al a consomac.ao dos terulot. A
historia do passado not responde pelo porvir. Appa-
recem novas necessidades, e Jesus Chrislo sempre
permanecer com a.sua groja, te encarnara na ra-
ndado,' assim como o fez para a esperanca e a
f.
Cbesa ura dia etnque um simples operario, deso-
liriudo os car -i Uros desojo a possibilidade de se instruir.
Esle desejo tal elevado i mais alia potencia pelo
principio emanado de um frade aposlala.de que ca-
da om era o juiz da sua rcligio, e que o exame par-
ticular era a eslrada rommum a lodos para a sal-
varan.
O ur:iilho dat intelligencia, he o egosmo do
espirito, que gerou em breve o egosmo do cora-
cao.
Responsabilisoii-se a Dos pelo mal, e o hornera
se dispentou do bem qoe nelle era mais possivel, se-
~'iin lo a- novas doulrinat.
Este pmgresso nas douli inas perversas recebeu a
saa formula composla no Jansenismo.
Assim, o homem eslava amoscado nas suas duas
facilidad- prncipaes, o espirito e o corarao. Assim,
o remedio devia al.rae ir om e oulro, devia ser a
luz e caridade, eu anles caridade snrasnle, pois qoe
asa viriu le abraca o illhrio das necrssiladet moraes
e physicas do homem.
A igreja j nao cahir dianle detla nova mis..tu.
assim como uo cahio em presem.a do arianismo e
da barbera. A soa estrella anda guiara os po-
tos.
O sustentculo dos tspiritos a dos eoracSes, o di-
que que a igreja levantar diante da onda sempre
cre'ceulu do egosmo, sci a caridade.
Esla virlude tomata um corpo e nina alma, e se
chamar Vicente de Paulo. As gerscoes virao rece-
ber as suas ordena e irau execula-las sobre (oda a
superficie do globo com todas as heneaos e prosperi-
dades.
Eslas novas necessidades assim como ns sein re-
medios ; iv uererain nos iiliim ia instantes da idade
media, ou anles conlribuiram para desf.char o gol-
pe mortal nesla era celebre, cujo principio de orga-
ni-acan devoraos mencionar aqu pna fazer cora-
prehenler cabalmente -o prnciiio que a sacce-
deu.
Esla oainisar.lo se resume em um s vocabulo :
a feudalidade.
A eoci-adade civil assim cerno a sociedade poltica
he Tendal.
A igteja, possuindo o a Iquirindo Ierras (orna-se
igualmente feudal. Torio he senhnr ou proleilllo.
A inslrurrao e a caridade parlicipam desla organi-
sacao.
CotB elleilo, quaes eram as ins!lucrs de ins-
Iruredo a de beneficencia naipeHa opaca '.'
A insliuccao lnha certns ceiros na Furnpa onde
fatia b'ilhar a ciencia cora o mais bello esplendor :
Pars, Roma, Toloia, lla-d-M, Bolohha, Coimbra,
oram tancluarios onde se recolhiam os esludanles da
Eumpa ealholica ; e nao se po leria lamentar a sua
existencia, se ao dovessemut pedir a eslas univerti-
da les grandes dnulores.
Urna i incida.le numerosa se a cr urania va nos ban-
cos das tuat escolas, e basla cilar S. I huma/, S.
Boa-Venlura e Bacon para nos coovencermos da
No dia 2 nao houve aaaaa no senado.
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
RIOlidejulho.
Pelo A % mi i que boje sabio, nao llie pode escrc-
ver. Aproveilo, porm o Uydaspeta para dar-lhe
algamas noticias desla Ierra, onde os jumaos exer-
cera o misler de grandes e diarios uovelleiros, que
basla lo-los, para andar em dia cora o que por aqu
vai. Entretanto sempre alguma cousa fica para os
correspondentes jornalislicos, r-ei bisbilholeira, que
se julga com direilo de em lu lo meller o bedelho.
As.un, entrando logo era materia, dir-lhe-hei
que o utisso parlaraeoto aelualmenle nenhara inte-
resse olTerece era suas discusses. Na cmara alia
discijle-se a Ih.ieai r.at f.-rei. de Ierra nalural e
ilavemente, a despiilo de ama ou oulra negaba do
Montezuma ao respeclivo minislro, o qoal, comu
soldado experimentado que he, nao se da' por adia-
do e vai indo sen caminlro, sem locar na quesiao da
coociliacao material e pessoal,para que aquelle sena-
dor icnlou chama lo.
Na cmara dos depulados lambem n3o lem oc-
eorrido nada de raaior interesse. A imporlaule dis-
cussao, que deve ler lisiar acerca da aecusacao do
ex-minislro N.ibuco, conlinoa a estar adiada, por
causa da molestia desle, que fura atacado de febres.
Mas como ja te acha quasi ti in. he nalural qne
breve lenliamos o destecho dessa questao, que ago-
ra para inim se torna mais cariosa, por me dizerem
que o mesmo Nabuco rejela a ci nclu-ao de parecer
da commissao, e que vai declarar a cmara que re-
conhece nao caber nas ullnhiiimf-- do poder exoco-
tivo o aclo que pralicara, aposentando desembar-
gadores ; mas que a viali das razes que teve (e que
naluralmeule, serao expustas) pede ura nbill de in-
deinnidadev.
Ora, a realisar-se isso, he preciso ronfessar que
a commissao fica em muilo ma' poslcao, lento mais
suppondo-se que era ne&ncio tao grave ella ler-se-
Ina entendido cora o ex-rninisiro. He verdade qoe
se diz que esle em principio linha ideas que te pa-
rociain com as da inesrna commissao. Seja como
for. o que he exaclo quo o Nabuco aceita a con-
clusao do paiecer ou nao, a delib*rac;lj da cmara
ser-llie-hii sempre favoravel ', e quanli a mim o
Gomes de Soou, nue alias quoi cel-hrisT-se mul-
la depressa, nao fe/, mais com a sua lenihranca, do
qu-1 aggravar a sorlc dos poli es desenibargadores.
Melliorsena para allea que si nflo abnsse agora urna
do mesmo Do senado trumphe a sua prelencao, o
que nao be certo, diivido quo na Cmara dos depu-
la los ecuiitee i o iiiesui-'.
Una nutra queiiao muilo im,:orlanle que breve-
mente lambem sera' tratada ora ambas as cmaras
he a da ernis.ao hanearia. Na dos depulados ja fo-
ram I id.i- os projeclos que llie dizein respoil", islo
he, um assgnado pelos depulados Salles Torres Ilo-
mem, Sergio de Macedo e Aoguslo de Oliveira, e
oulro assgnado pelo luirn de Maua'. Ambos con-
tera iguaes disposic,6es, e s difieren) no que tuca a
eini--M. O priineirn diz no arl. II :
Nenlium Banco, sob forma commandilaria, ou
anonyraa, pudera' eraitlir lelras ou valores paga-
veis ao'porladur e a prazo maior de 30 dias, sem
aulorisa;an do eorpo legislativo, emquanlo por lei
nao forera reguladas as condicSes e o modo com
que o governo Calculara' o poder de emi--.i.i as di-
las sociedades cmnmaudilas.e
He nesle panto que difere o barda de Maua', que
quer dispensar a aulurisacao do enrpo legislativo,
licndo o governn com essi eltribuicao. O govsmo
aroila esla medirla, e rejela a primeira, e nem pode
dallar de ser assim, porque, segundo me informara
existen! nesse temido opiniries escripias da marquez
de i iiiu la, erniltidas desde muilo como conselheiro
de estado.
Tal parece ser o valor qoe o minislerin liga a
esse negocio, que al se dosconlia que o ministrada
fa/.enda tara' delle questao de gabinete na cmara
dos desputados, em que julgu que paisara' sem
grandes estorbos aps extensa e luminosa dis.-us- .
que inlerestara' aos espirlos. No senado, porm,
espora-se que nao crrenlo asaMusas l.i i fcilmente.
O Souza Franco ha de haver-se com ot collrgat de
hemispherio du norte : os gelos da Siberia bao de
ca para o lolgatuenlo do ex-depuladu Pacca.
Depois da leilura do processo leve lugar a aecu-
sacao pelo procurador da coroa, ao que se seguio
a hbil e bnlhanle deteza re advogadu do reo o Dr.
Luiz Fortunato. Permiltindo a lei que regula os
procetsos a julgamenlosdos deputados,que o qoe for
accusido possa fazer-se representar no tribunal por
procurador, deiiuu o Pacca de comparecer, e man-
dou um lil.'iu.
Hoje ainda nao leve lugar a vulacari do senado, o
qoe sera'feilo ama nina. Acredita-se que o Pacca
-eia ab-ulvido.
Arnanhaa gozarao os araalores de rantica, nesta
grande capital, da novidade de espectculo lyrico
nacional.que urna empreza lenlou levar a elTeiio no
lliealro du Gyranasio. Houlera a noiie leve lugar
o ensaio geial, a que assislio grande numero de
pessoas, juizes competentes na materia, especial-
mente a familia gazetislat, que ex aotorilale pro-
pria te arvora am arbitro desptico em todo quan-
lo diz respeilo a materias Ihealraes, a com am ukase
jornalislico, decide dos destinos de qualquer que
tem a sorle de pisar o palco, e para elevar ou aba-
lar om pobre diabu basla um arligu de gazela, um
folhelim.
Um dos jornaes desta manhaa assim noticia esse-j
entaio :
o Teve lugar honlem no Ihoatro do Gymnasio o
ensara geral da opera cmica a estrea de orna ar-
tista, cum que se deve abrir a opera h rica na-
cional.
a Nao queremos aniecipir juizus : s diremos qae
a numerosas pe>soas que eilavam presentes ap-
phi'i iir.im com enlhuslasmo os executaotes.
ri Eslava fora da previso de lodos 13o hons retalla
dos uiiin i primeira prova, sobre ludo da parle de
senhoras que nunca pitaran o palco.
Agora quasi nos parece corlo o futuro di opera
lyrica nacional, se exiaencias exageradas e ma' Ton-
tada nao Iba vierein entorpecer marcha.
Assim seja.
Iras te preparara para isso. Ha um grande medo pa-
la cidade, e entre ns pessoas nolaveit ; e lodava a
peste nao lem feilo mais do que dous casos falaes.
N'o tei que medidas tem lomado o governo ; mais
he de toppor, que nao teoha cruzado os bracos.
Logo que appartcia o mal, um dos membros da
astemblea, apresenlou um projeclo, auluritando a
presidencia para engajar um medico para o tervico
da pobreza, medanle drna gratificarlo razoavel. lu-
furmara-me qae esse projeclo cabio bonlero por urna
grande maioria, sob o fundamenlo de qoe as detpe-
zat com este negocio, e uniros semelhanles deviam
correr pelos cofres geraes. Etla he tambera a miaba
opiniao.
Adeus.
PERMAMBUCO
HECIFE 25 DE JL'LHO DE* 1857.
AS 6 HORAS DATARDE.
RETROSPECTO SEMVML
Pela adminitlratao do correio desla cidade not

perfeicao dos esludos e dos serviros que presta-
ra m.
Mas isla perfeicao nos mMhodos, o numero anda
mesmo grande dos alumnos nao poderiam remediar
os nnmerusos inconvenientes desla cenlraiisaeao da
scencia.
Era pur assim dizer o monopolio de .ilguma* ci-
dadas para ou I rom un lodos qnanlos atpiravum a
leilras, ciencias e arles ; mas esle monopolio res-
Irineia o numero de ama maneira moi deplo-
ra vel.
Era preciso que o hnmein e etpalriasse para es-
tildar, o eslas viagens. em eon*oquencia das despezas
qoe acarrelavam, inda monopolisava a scencia en-
lre as mSos das pessoas abastadas.
Confessindo qoe esla syslema do educacao forne
ceu homens eminente1, nao nos podemos eximir de
observar que era pouco proprio para desenvolver as
educarlo e a in-lru-,i-.iu. e nao poda convir aos
lempos modernos qae se inanifeslavam com um de-
sejo immensn de saber.
Tvemos d- fazer a mesma observarn a respeilo
da btneliceneia ; mas longe de mis o pensamenlo de
acensar a idade media de ter esqueridn o pobra, o
enfermo ou o volhc. Todos esles males liuham en-
contrado na sociedade feudal urna m.ii para os alli-
viar, e urna prova desla verdade s;lo os asylos, os con-
venios, os hospilaes, os hospicios.
Mas ainda aqtii devemos observar que esles es-
labelecimentos p.rlicipavam da organisacao so-
cial.
O convenio hosplaleiro, os hospicios e os outrns
lugares de beneficencia eram ams parle da quilac.au
das obrigafes do fidalgo.
Monopolisando em suas nulos a turca, a Ierra e a
riqueza, te emancipava dat suas obrtgacSes de se-
uhor, fundando alguns desles asvlos uleis oa lodos ao
memo lempo, quando o sen lugar na gerarcha so-
cial llie fazia dislo ara dever e Iba dava a postibili-
dade.
A instidiieai de beneficencia era um acto de pro-
leccau. era o laco enlre o ca'lello e a cabana, e o
frade hosplaleiro era o minislro do lidalgn.
No complemento de seo dever de beneficencia,
esle lidalgn poda ser um harSo, am abliade, um
hispo, una i-iiiiniuti i. ou o pr-'prio re ; as qoali-
la les dos li talgos erara dificrcnles, a oruanisaedo, a
me-ma.
O discpulo e o pobre ueslo estado pediam ao fi-
dalgo a salisfdcao das suas necessidades e o fidalgo
sah-l zia-as polo nter medio das universidades e das
instiluices cari losas que elle havia laudado e qae
suslenlava.
ludo deriva do fi talgo, porque elle he o anico qae
dirige a sociedade.
Sem examinar nem julgar as causas qae destrui-
rn esle estado de cousas, devemos dizr que Man-
rique IV, Richelieu e Luiz XIV llie destecharan! o
ultimo golpe.
O seculos assim como os dias se soguera, o nao ce
assemelham.
A mprensa e o livre exarae linham modifica-
do profundamente at i leas e os desejrs da socie-
dade.
A idade media se resuma na aclividade liierar-
chica. Todo o movimenlo vinha do alio. A emanci-
parlo dat eommunas fui urna i rtmeira viularau des-
le principio. A sciencis se emancipoa e depois os
ubras de beneficencia.
O que caracterisa a sociedade moderna he ;i acli-
dade iudividual. Cada um quer alargar a soa es-
phera e procurar participar do Io1o quanlo llie he
proprio, tu n loca de perlo ou de longe.
A igreja al ahi rerebis as nffrci.das dos grandes
para entinar e soccorrer ; d'ora era vanle cada um
querer se nao eusinar e soccorrer por si proprio,
ao menos conservar a dirrecao dos beneficios.
He o principio individual nas boas obras, assim
como ja se acha na vi la poltica.
He para a igreja urna nova occasio de manifestar
a sua fecuudidade. A sua solicilude de mi adverta
quedevia velar sobre esla lransfurmacao,paraguaa-,
terna-la chrisiaa, e mgmeular, se f sse possivel, a
opracao das boas obras, e oeommeicio da caridade.
Era preciso irapreuuar profundamente a sociedade
desla virlude, que se lornava i -na mais uecessaria
quaulo mata se dividi asrciedade, e qne o Interesse
individual prevalecesse tnbre o-interesse (olleclivo.
He urna das glorias da igreja o ler enmprehendido
esla siluac'-u, o foi um grande beneficio de Heos o
enviar-nos a cada un orgamsador para Iraear a cada
ura seu caminho e faier convergir todas esUs torcas
para o maior bem espiritual e temporal do indivi-
duo, para o repouso da sociedade, para a edrficacao
da igreja e para a gloria de Dos.
A igreja t possue um ineo uniforme de soccorro
para as miserias inlellecluaes, moraes e plnsicas.
Nao condemna at Iransforruaees dot povot e das
sociedades que sao a ebra de Dos.
Procura o bem e a salvacao das almat, e o faz por
lodos os raeios legtimos que eslao ao sea alcance.
A novidade nao poderla ser om motivo de eiclusao
se elle< sao juslos e realisaveis.
A realeza linha nivelado o castalio a aliara da ca-
bana. I'udo caininh.ua a passos largos para a igoal-
dade. A casa hospilaleira eollcada enlre o caslello
e acabaa te lornava intil :Nenlium soccorro ja
nao desoa do alto para aliraent.i-la ; e a salisfacao
do pobre ja nao leve necesrida de solar at o seu an-
li-u asylio.
Por oulro lado, lulos podiarn salisfazer nos seas
picpi ios paizes os seus desejos scienlilicos.
As universidades longinquas ja nao recebiam as
geracoes do esludanles, e o luxo da scencia lirava
rnenle como monopolio enlre as mao dot duolores.
F.ni luda a parle havia instruccan.
A igreja nao poda ibandon r a dirercau das ne-
cessidades do corpo e do espirito ; a verdade e a ca-
ridade tao a vida da igreja.
Fui a iin--.in de S. Vicente do Paulo collocar-se a
frrnie desle movimenlo, que compela a sociedade
dirigir, tornar chritiao o delle lirar a gloria de Dos.
O que elle fez para islo a historia no-lo diz cora
admirarlo.
Tornou a in-lrucco popular, accestivcl a todos.
As universidades foram isenlas de mnnnpolio em
proveito du grande numero. (Is eslabelerimentot de
carilla le ja nflo linham isienlaculu-, os lidalgos que
os dolavara, linham desappareci lo.
Esiabolereu o principio de associacao para as boa;
ubras. lodos sao chamados a caridade : uns concor-
rain com o superfino, oulros cort) as suas economas,
oulrus com as suas saprlicas, oulrot cora ot teas bra-
coa, e dala nasci-r i to-las eslas instituicries, qae
sao de tau grande peso na apreciarlo da economia
cari-losa do mundo.
Devemos a S. Vicente duas ins(ituic,Oes prncipaes:
a sua congregarlo de padres para evaugelisar os
cam..- s, os pobres, os paizes c-lrangoiros e infieis, c
educar o clero: e depois a congregado de rmaas de
caridade.
Urna e oulra deslas .saai obras temo mesmo cunti
de creado ; lem o mesmo espirilo, o mesmo alvo ; o
CEARA".
Fortaleza H de jalho.
O ollimot diat da admiuislracjio do Sr. Joaqiitm
.Menies da Cruz Guimares \io correndo amargura-
dos ; ningaem se encarrezou ain le de rlefende-ls,
era raesrao o Sol, que e principio spplaudio-a em
sonetos, e em diverso; arligos de fundu. Cuoio se rau
a-ii as cousas de repeule l
0 Cearente, veterano nas lides da imprmsa, aelu-
almenle redigidu pur ura moco hbil, poz-se agora
na brocha conlra aquella a Iminislracao, e lom-na
unido desapiadadamente, cora' razio, segundo a
opiniao de uns, e sein ella, segando o parecer de
oulrus.
i) homens diveigem sempre em qnasi Indas as
cousas Antea de pass,r a nutro a*sumpto, devu di
zer-lhe que n;lu rcgislru us lacios acuna sean para
que o, loilnros teuham exaclo cuiiheaimenlo dat coa-
sas de nussa Ierra.
OSr. I)r. Silveira, pregoo-iios bem boa per;a, dei-
xandu de vir no vpjr luiperalriz. Todos o espe-
ravamos com aucie lade. O Sr. Mendos linha manda-
do collucar na praia urna carroagem a sua dispusiere;
urna guarda de honra, acompanliada da banda de
msica de polica, lo lo o mutilo ollicial, e varios ci-
dad.los noiavris achav.un> a bnrdit do mar para re-
cebe-lo, quando do dito vapor vaio a noticia, de que
8. Exc. partira dahi nopiimeiro paquete, que para
aqui m ......
A decepcao foi cruel, por que lodo ette povo de
que llie .'falle, vido de novidade, rumo) qualquer
oulro, vnitou a seus lares com agua na bucea, e in-
i|Uol.li;.iu)nn etpirito.
A atsemblea pouco lem feilo al luje, p-r que
maior parle dos dignistimos lera feilo cuntanle sy-
nalepha.
I'.irece-me que I'romos esle anno ama sessao de
Ires mezes, o que nao he de eslranhar, por que de
la parti eise cxeraplo, que alias nao he dos mais
aceilaveit.
Um dot presos, que eslao na cadeia desta cidade,
e que veio dessa provincia, Irooxe para ests a epide-
mia da bexiga. Toda a cadeia eti infectada, achan-
do-se cabidos para mais de 30 presos.
O mal n o se propagou anda prla cidale ; mas
dizem os medicas, que i-lo pode socceder sem grao-
de .mu -ulil.nl". alenlo o grande frico de iiileoi.n,
que existe na cadeia.
O ch'fe de polica lem tomado acortadas providen-
cias para qoe o mal se nao derrame pela populacao,
e os seos estorbos al hoje lem sido coroadet de feliz
resultado.
Muilat familias leera emigrado para o malo, e ou-
pobre. o ignorante, o homem desherdado da tcien-
cia c das riquezas.
A iii-in eo dos Saminarius para o clero ha a obra
de S. Vicente. Algumat tentativas que linham tido
feilat anles delle, a tacana e in-ulli.-ioncii das uni-
versdade u3o Turara esquecidus.
O padre he o preceptor natural du povo O povo
nao pode ser sabio, mas ha slgunias nomos que elle
pode e deve saber, lano por teu inlere.se como por
inleresset d i sociedade ; e he o padre que por seo
amor, por seu telo, paciencia e convirti da elevada
utiliJade diste miuislerio cnstuar au povo as ver-
dades elementares.
He elle qoe formara' as geracOet era virlude desla
phrase do Salvador : ide, ensiuai a todos os povos.
O povo sera o padre aida estara no grao de aba-
limeuto moral e inlelleclual em qae viva na tocie-
dade pae.la.
Algnnt ph losophot novot leriam podido appare-
cer, oulros santos poderiam manifestar-te, mas a
mullida o t leria herdado ignorancia da mullidao.
Apenas o quinhao de corriipc.au te loria augmeu-
la lu. porque nislo a sociedade pagaa progredia.
resleraunha da ignorancia dar turbas, S. Vicenta
quiz applicar um remedio a esta mal, e su o poda
tazar, dando as turbas, especialmente nos campos,
maltrae dnulos e sanios.Sao estas as qualidadea dot
preceptores do poro.
A tei'ncia sera a virlude he orgulho, a degenera
em sentualismo. A virludo sera a tciericia he impos-
sivel, a se chama superslii;3o.
Dahi, a creacao de urna sociedade, teudo por alvo
a in-truce.iu do puvo, e a firmaco de meslres para
o povo.
O mal era universal, era mister que o clero tone
universal. Dahi a creacao dat mtines, e a dos se-
minarios para dar preceploret ao povo.
O levita firmado nesle aty-to da tciencia e da pie-
dade ahi beber' as virtudes uecessaria a soa ella
mistao e tera' S. Vicente por guia e por modelo no
exercicio desle sublime emprego.
A historia nos rooslra S Vicente no mais alio grao
da gerarcha tocial para ahi sanecionar rom a tua
aiilnri lade o que elle ja sauccionou pelus seus ei-
amplos e Iriumphos, e venios receber as heneaos do
pai commura desliis pelas obras que elle submellcu
tua alia approvarao.
O apostlo da caridade nao te devia deiiar exceder
por niuguem na creacao de insliluiees de-I-- genero.
Foram grandes e nomrusas : a Franca e o mundo
anda dolas se achara caberlos. Todos os gneros de
pobreza e de enfermidade liveram seus p,lacios.
A crian; i abandonada pelos pas leve ura immcn-
so edificio que be anda o orgulho da capital.
O Holel-Dieu e o hospital da caridade se viram
povoados por mullos mlhares de enfermos, qoando
S. Vicente ahi c-slabelece-j urdom e regolandade. As
molestias inveterada! tambera liveram seu a-ilo, e
esle homem que ulo postula nada, construa para
ellas o hospital da Sslpelriere, on le 15.000 doenles
encontraran) cui lados que nao pcnliam couseguir por
si proprios.
Creou lambem us hospilaes dos incuraveis para ho-
mens e mulheres, para conler ilNH) pe-soa, e anda
quanlas mitras croaees desle genero n3o etislem era
Pars e em lodo o reslo da Frasca.
V. com tudu esle hornera qoe linha empregado 1 >
a I ti millics de libras em nulrir vanas provincial du-
rante 10 anu-; esle homem que levanlava laulote lao
colustaet edificios; esle homem qae retgatava lanos
escravos do jugo mussolroeno, qoe dava o po de cada
dia a um povo iuleiro, esle homem nao jolgava ga-
fui reraeliido ura edtal, que transcrevemos no
Diario de Jl do crrenle, arompanhando o avuo do
Exra. Sr. rainitlro do impeiio, de 2 do correnle,
prolubindo fura da administrarlo du correiu publico
o recebimenlo de calxae oa malas para carias, que
lenham de ser enviadas para qualquer ponto do im-
perio ; e como pareee-not qoe esla medida lalvez
livesse lugar era consequencia de termos etlabeleci-
do correios para alguns lagares noasa cusa, com-
pre que expliquemos o faci, esperando qae a me-
dida seja reformada.
Ha muilo que at communicaeos da capital para
o centro desta provincia, assim como para as pro-
vincias da Paralnba, Cear, e Ro Grande do Norte,
eram feilas de lal modo, que eHeclivaroente rece-
hi.imus qaeixas de grande numero de nossos atsig-
nanles : por exempto, de Iguarassu', para, onde la-
nos correios daat vezos por semana, apenat urna
vez eram recebidas as nnssat remessas; em Goianna
o mesmo se dava ; do Pombal, Brejo d*Areia, Ba-
naneiras, e oolros logares do centro da Parahiba,
diziam ot assiguaoles qae t recebiam ot jornaes 40
e 60 dias depois, e o mesmo aconteca em oulros
muilot lagares, alem da talla de fulhas, nao corret-
pondendo o numero de jornaes com ot sellos do
masso.
Palenleamoa ao publico estas fallas, e tivemoa a
salisfaeu de receber a esle respeilo onuimunicaoo
do Sr. Thomsz Jote Piulo de Cerqueira, digno ad-
ministrador geral dos correios ; e em verdade ze-
loso como lie ette funcciunario publico traiou de
dar algamas providencias, mas o respective cum-
prmenlo ou foi ephemero, oa n3o passou dat capi-
laes das provincias, vitlo qae o mal lem continuado
na inie-ma asala.
Alem dislo, accretcetqoe os correios estabelecidos
pera cerlos lugares tao intollicionles, lano porque
esle lugares demandara mais rpida cmmiinicaiao,
como porque os etlafetas nao podem couduzir as ma-
las, e a administrara) nao lem bstanles caminhei-
ros para dispor de dous oa Ires, aliin de ai coo-
duzirem, como acontece eom o da Parahiba, qoe
lendo de conduzlr as malas de Iguarassu' e Goiauna.
raras vezes as pode comporlar ero consequencia do
eicessivo D'umerd de carias e jornaes; e muitas ve-
zes lem acontecido que os nossos ssignantet rece-
ben) parle dos jornaes por um correio, e a oulra
parle por oulro.
A' vista, de semelhanles tallas resolveu o proprie-
lario desle Diario molhorar as communiracoes, e
com elleilo tem conseguido enabelerer enrreiot par-
licnlares, que bao pro tundo ptimos retuttadoi, me-
recen.lo lano crdito esles correius, one as propriat
niln ia!,-- por ellet euviam os teus cilicios, como
podem alie.lar o Exm. pre-idonle, o general com-
inandanle dat armas, o chete de polica, cojos olli-
eiot apenas chegadot a asa cidade, sao immediata-
mente entregues.
O digno administrador geral dot correios, pedindo
a execocan da medida usada .na corle, sem duvida
osla' persuadido que ot correios rlcsla provincia se
acham no mesmo p ; assim he juslo que elle seiba
o que por aqu se pasta, e as oilliculdadiis que Mie-
lan, sendo urna dellas a falta de agentes, em conte-
qoeocia do" pequeo interesse qne liram, vislo que n
inleresse fica no correio da capital, alm de qae ten-
do ot jornaes hoje de 15 diarios, nao ha qoem que-
ra ser raminheiro por aemelhanle jornal, ama vea
que o pJe ganhar sem thir do logar da saa resi-
dencia. Estamos convencidos do zrln qae carecie-
nte o Sr. adminitlrador geral Cerqueira, noisq; ar
disto muilat prova, e esperamos qae ha da tot: a^
providencia que a razio acamelha.
Contla-nos qoe ot empregadut da alfanrlcga ainda
se acham por pagar de seut venrimentot do mez de
inulto, em contequencia de te ler esgolado a quola
respectiva, e por haver a Ihesonraria opposto uhjec-
^ao a's ordens reileradat do Eim. Sr. viea-preti--
denle, autorisando semelhanle pagamente.
Informam-not qae ella estriba a toa recata em
nao estar o negocio de que te trata em nenhuma
das In pedieses eslabelecidas na lei ou decreto de
retarme dat thssonrariat, especificando ct casos em
que, amontado o pagamento pela presidencia sob
saa retpontabilidade, nao he licito recalcitrar.
Hlflo tabemot, por nio ler extmioado a lei ou de-
creto em questao, te lal recosa essenta com etTeito
sobre fundamenlo legal, bem e realmente dedozido
da lei ; p irem o qoe admira he o escrpulo da Ihe-
sonraria na presente oecasiao, vislo que em divertas
miras circumtainciat ella te nao lem reculado ao
cumprimenlo de ordem idnticas.
Se procedes tua recusa, s- a tua hesitaran he bem
cabida em visla dat disposices da lei, admira que
in agora enlendesse deaer fazer prevalecer esla opt-
nhar o pao qoe comia.e aquelle que Rchelea e l.uiz
XIV contullavam, pedia perdao a um pobre por
cauta de ama palavra pouco caridosa, e te aecusou
muitai vezes do que chamava o etcandalo da saa
vida.
Porem a msit admiravel- das saas obrat de carida-
de, a qae da' e conserva a vida a todas as nutras ha a
congregarlo dasirmaas de caridade.
Cas servs dos pobres i.lo no espirito de S. Vicen-
te o intermediario entre o pobre e o rico. Pedem a
esle toccoirot qoe se multiplicara em suas rogos pan
o allivio dis miserias du prirneiro.
A Europa e o mando inieiro at tem vitlo oecopadas
na toa sublime larefa ; mes o logar nao beproprio
para louva-lat. As palavra! mais verdadeira oOen-
deriam a tua modestia, e a sociedade nflu poderla re-
cempeotn-lat. At toat obras s recebera nesle mun-
do o eonlantamenlo da conscieucia e a esperanca de
serera vistas por Dos.
Mat S. Vicente amara lano o homem qae reeeia-
va monopelitar at boas obras, he eile um dos teas
mais bellos caracleret e um dos maiores servicias que
elle leuha prestado a' sociedade.
Huerta por o rico era contacto com o pobre, fazer-
Ihe provar a felicidade e o mrito dat boat acones,
poit qae sabia que nao havia nada tao satisfactorio
curan a pralica da candada ; e esle pensamenlo deu
naseiinenio a doat obrat que ambas reivindicara S.
Vicente para fundador.
A primeira deslas obras he a contraria das damai
de caridade, damas que ao passo que permanecen) no
gremio de toas familias, se oceupam com os pobres
e com os enfermos, visitan to-os nos momtnlot da
descamo de que ellet palero, dispor, loccorrendo-os
com dlnheiro, vesltndo os com os seas vestidos, con-
tagrando-lhrt as suas joiat, ot teot objeclot de loso,
as detpeaat de prazeres inoleit, admimttrando-lhes
lodos ot soccorros que aras mulher chrisiaa sabe
achar no sen eraran a no das suas corapanlieiras ;
nislo S. Vicente te moilrou o interprete inletli-
geute dot tenlimenlos da mulher.
Cumprehendeu loda a vantagem qae poda tirar
da sensibilidade e dedicaran da mulher chriilaa; e foi
cum o rancurso dellat e com at tuat esmolas que ella
pode erigir lanos edificios, nulrir lanas provincias,
resgalar ttuloi escravos e enviar missionirios a lan-
os infelizes.
A segunda deslat obrat, ai contraria! de S. Vi-
cente de Paulo sao para os Imineiis o que a primei-
ra he para as molheret. He de honlem, cja cobre o
mundo.
Eslas duas ohrai ja existen) na Babia em virlude
dos cuidadot de S. Exc. o Sr. arcebi-po, esla bello
II irao da coroa da igreja bratileira : ja prestaran)
importantes tervicos na poca do cholera, e sao desti-
nadas a preslar aiuda madures.
lal be o snmraario de urna parle das ebrios deste
padre mililanle, que devia encher os lempos moder-
no* com a influencia humana do teu espirito.
Era destinado a achar as lelt da caridade para es-
clarecer os espirlos e aqoecr os coract, mat devia
fazer a'maneira do re dos atlrot, que allumia a
aquece, arratlando lado a pus si na tua marcha, mas
que nanea escreveo ai leis de gravitaran e de calor
que impOe a ludo.
S. Vrenle de Paulo he legislador a' maneira do
tea divino meslre. O seu comporlsmenlo, ot teus ex-
emp'.oi as tuat ubras, tao o seu cdigo de ciridade.
[Abdalah-el-Kralif.)
..
.

MUTILADO








mo, ao pajuil quo se submellcu anta as delibera-
Cues dus Sr,. Tona, Paran', Joe Benlo e Sergio, os
qu.es lodo aotorisaram igual pagamento.
l'.in proce.lmenlo i.i. contrario an iu Itteur de
proceder anterior em todos oj caeos ideulico, des-
-*4nunos una especie de desaliento para 'eoma
acluai'paimeira auloridade da provincia, iucompali-
vel com a gravidade que deve presidir is delibera-
res de um^lla reparlic,ao de Luanda, certo e.pi-
rilo de resistencia a- desurden, superiores, que cuV
pre reprimir como prejudicial a r.ipeilo devido a
escala hier.rchic do poder administrativo
fcm materia de servir,, nio dimitimos nem lol.-
2ZI'. ",:,,,e, d8 Prichos, de parri.lid.de, de
de respeito ; do contrario .aedara-.e os mimo, .'.p-
o, ?, !.!,..? *"' qU" reUv' refrear ""."
cu oarb.lrianaom.nospeiigoso, que um.desas.i-
,.,, -_,;_ ------------' l,v"t,"ui <" unid lio
.ad reualioea as orden, lopenorc podo girar.
* Ja qoe tratamos de as.un.plo que se nfcr.
iiiesourana, aproveil.remo. a occasiao p.r. duer
JM as coosas alii nao vio b.m, se eiaclai e v.rde-
aairrs sao as informacft. que no. lem sido ministra-
nos. Asseguram-nos que pouco se traballia ; qu*
einpregados lia que aiiignara o ponto .alien), e nu-
l'os que raai. lempo se conservara nos corredores do
que em stus lagares. Temos igualmente ourido
qu.nas contra a Taita de urbsni Jade com que a. par.
lM 8-frequenlemenle tralado. A rendada as
doliberardes, a resljjcte obaervaneia da lei nio et-
elnem as boas maneiras. asiim como a rodera do
uto, o dM.brimentu du. pelavras nao podem lomar
justo o que he injusto, nem razoavel o qoe he deiar-
razoado.
Pernambuco continua em tua marcha|de proiperi-
aade. Ao paseo que augmenta em seu coinmercio,
qu. importantes melhoramemos malerlaes deslinam
e-ta provincia a ser um do. ponlos roais importanles
H America meridional, desenvolve o espirito de
erapreza, e seos filhos, porfiando tm patrimonio com
os dignos Fluminense', os acomp.nham em qual-
quer novo melherameoto, qne os podere. do .lado
facollam ao Brasil em aeras,
Asslm, as eoneessoes hitas pelo governo para a or-
Kamiacao de empreza, que Iratassem de colonisar
convenientemente o paiz, de.pertaram a alteneao de
a gumas pes.oa. que se oryam para que a nossa
piovincia soja quanlo antes supprida pelos bracas
ivre. que |ao necesario, ,e tornara ... progre^
rn agricullura, principalmente na poca em que o>
T ,' "Pe,f,S?d" >'> lrnsporle vao lomando uteis
ciis jS afa*,a,la, dM e,n,rt comraer-
Ja livemos occasiao de ler os estatutos da empre-
za pra sle fim projectada msta cidade, e idea
vnrdad.ira das respectivas cundiros, e vaolagen, in-
mea qoe em breva a empreza s.ra' posta em ctecu-
'.ao, nao so porque j. lem pasudo um. somma im-
portante das tu.s aere, como oorque o. dignos re-
presentantes da provincia de Pernamboco hilo de
ernpregar os seu. esforc.0. para que o gov.rno geral
ci nceda a necessara approvac,ao aos ealalLtoa.
km geral os uossos eslabelecimenlos de earidade
continuara a progredir de om. m.neira li.oogeira.
.1 regularidad, com que marcha o colleglo do. or-
pnaus he digna de especial menc,ao, e para esle bello
resultado muito h coucorrido a. reiteiradas visitas
aos directores, os quaes nao se poupam a animar os
o, pitaos admuesta-lo. para bem cumprirera os teus
dovere...
A companhia dramtica que actualmente Iribalha
no hanta lsabsl, d.u esta .emana ura espectculo a
gradavel, no qual enlrou o Sr. Germano, chegado
recentemenle do norle do imperio, lendo viudo ha
poucosnt.ze. da Europa. O Sr. Germano .ncou-
irosj os seus .migo, amigos anda liis, o. quaes o a-
oiher.m sobre a scen. com nina recepc.au enlhu-
snulica. A perja he raaitu couhecid do pul) ico. O
W..Germano mottroa que a tua viagem nao foi per-
O'da para a sua arle. A declamarlo he mui u.lu-
"I. a pronuncia b.sl.ole corred, as siloacoes dr-
malica. nermaes, o nada de gritos descompasados e
alroadores.
Alm do passalempo que boje proporciona a com-
panhia dramtica, brevemente vamos ler outro ge-
nero de represenla^ow no mesmo Santa Isabel : que-
remos f.ii.r oa companhia dramatic fr.nceza, que
embora nao esl.ja completa, com ludo lem a. perso-
naren que sao necesarias pira desempenhar a. p.-
<.as que pretende levar a' scen.. Aind. nao pode-
mos dar urna apreciarlo circomslanciada aceica do
raenio dosarlislas, mas o. auspicios sol, que chegam
M corle e da capit.d d. Babia, onde oliimamenle e.-
liyeram. sao penhores que nos dev.m garantir o mo-
fli delles.
Segundo o programma que lemos debaiiodos o-
10.,, o pnmeiro espectculo constar de (res pecas :
primeira he a Corda Sensivel. pec.a em que fi-
guram duas^grisoles ou modistas e dous mancebos,
iioe achara o meio dse fazer amar dallas, dando-
ihe. bilhele. de bailes. E-ta peca he Iluminad eom
mu Mudas copl-s e com urna mus-ca viva e fcil :
n uma palavra lie a reprodurcao eiacl. da vida dos
esnidanles, e das agrisetes de I'aiis; tambera se
dansa o Canean.
A teannda se d.oomin. o Campo do. Bourgoe-
he om pequeo drama em que as mailleras
casadas .. revollam por ver que as mulheres da vida
reprovarta usem dos mais bellos Irajos e pussuam das
jnais bellas cquipagem. A mulher que se qoei.a de
lodas estas causa, lem justamente seu marido ques*
en relem com lorelles. A mulher descobre ludoislo,
e me raz urna guerra de morte ; lodo islo he mui
jnleressanle.
A lerceira peca se denomina nm Senhor e uma
urna.o |,m hom.m se aloja n'um qaarlo e e'la-
lagem, queja linlia sido alagado por uma malhrr :
fie sorle que om dos doas locatarios nao quer ced.r
liisr ao outro. Dahi resulta uma mull IBo de sita-
crescido nuwero de meninos e meninas criadas para
o criine.e desolados debuto das arvores, qu rom
suas sombras cobriuin ose-panlosos nivsteri.is de Sa-
lomo : de meninos e meninas que o pala eoudo-
ll.rn psra ser.ra iminulados, o que os acaiirinvam,
anda drbaiio do culello que ia a s.icriiica-los, para
que nao chorassein. hiles provocara aos povos s-
denlos de sangue dos ctlrittloi e aos magislra os li-
dospormais inleiros, ie se atreveram a negar, nao
so ler lirado a vida a seas lilhos, sen.lo a lelos felo
padecer, rlcndo sua crueldade o genero de morle,
un. .rogados, a oulros victimas da fume e du fro,
a mullos victimas do. caes.
Jal era depoit de lano, seculos i sorle da infan-
cia na. soeiedade. pagaas, quando na.ccu em He-
le m o adiiii.avel filho de lieos e de liarla-1 m.niuo
e urna mansidlo e benignilade maravilhosa. Sua
huniaoidide parece haver eonsagr.do j a primeira
ida.le de.ua vid. a fazer amavel a infancia me.ma,
e a banha-la eom o duct refleto d. gloria que Me
he proprla. Por imo h. de .er-lhe mu gralo que
uma i.ipv i vos d. duulrina e et.mplo., pnuh.m
ue mantleslo nossa vonl.de decidida a reinlegra-la
era seus e.quecidos e depre.adus direitos, e acres-
cenlar-llie anda novos privilegios ; o que nao du-
vidainosque em breve se -verificara, bjeclo mui
grato, .iizemtM, p,ira jefuii pi]o t(fK(lg utferellcj4
e paternal amor que mamullara n iufancia, al pro-
pondo-a por modelo de salvarlo.
E na verdad., quem de nos se nao lembra das
encantadora, senlenjas, eom que o Evangelista nos
representa ao Medemplor, ja bem-dizendo aos pe-
qurmnos fazendo-lhe. c.r.cias, j chamndo-os a
icoin palavra. cheia. de amor, d.zendo:deit.i
vir a mim essas crian;*. nao as afasieii, ja nro-
tegendo so innocencia com aquellas lerriveis e
emeidorti eipreasOn contra o que se ireva a es-
candalisar um delles. Mais Ihe valeria que lora
precipilado no mar com ama rao de ni"oho ao pes-
cocii. ()ra, afim de conciliar re.peilo a infancia,
acreditando a honra inetplicavel de que ella mesma
nei objeclo, affirm. que os meninos leem aojos depu-
IMM para sua guarda, que veem sempre a face do
l adre Elern que esl nos reos. r. apresenlsi,-
uo-o por modelo a lodas as idades da vida, adverts
que o reino celesiial corresponde aos que se Ihe as-
seroeiham. Lina vez us prop. a imnacao de seus
discpulos, declarando-Ibes que nao se f.zendo co-
mo criancinl.....ao enlrarao no reino dos ceos.
Uutra, fii.lmente, servindo-se deslas p.lavras ||o
ternas, pa.ernae. e allr.clivai. para excitar a que
os ..nem o .irvam, esseguram que qi.ando se faz por
0 ultimo d.stes pequroinus qoe sao ,eus rmlof,
r.z pelo mesmo J.su>.
Por meio de.las doutrinas e ejemplos conhereu. o
mundo inl-iro toda a gni lade da infancia, o nao
uJJ 'c,,;,l,eleci;rra e asseguraram seus impresciip-
1 veis direilos, senao que se unuuciou lia geracSo
iio .salvador pelo baplismo uma especie de cullo pr
tirular, e um feliz conjunto de cuidados essiduos.
respe.losos (ern ... que a religio consagra a lod
ella razendo-se calliolica, preparando com um af-
M< p,'"c",ar ir".aa da earidade, o irmto da
escola chnsiaa, o calechisla, o sacerdote, o pontifica
' "'".i! -".'!m."aVe ""''' "e coinmunidades re-
vim para
i grata,
modelos
DIARIO DE PERNAMBUCO SEGUNDA FEIRA 27 DK JULHO DE 1857
^
&z%vsn A- 'vr'f-,: ~tt^&tts sxr.
lo W, lia'n I) r I \l'iler' lunes t "r,re"'" *? "*?' i",",>se avulUm P'l""tlrt. liohU 01
or .. iiiiam u.or, Muller, Jamos Banies, Caro- plul.isop urnos .rligos do Sr Caslilho
I... Harnes. John Barnes, Marv ..ames, Caroleu, Pub.!cou-s. a c,Ma do noiso bene'merilo consol
em Porto Alegre, commn
llames J- Macha lo, J. Francisco, F. Carvalhn, I).
1. de la Rosa, I. 11. Su.lo, L. I. S Doval, I. Orgr,
B. Vello.
Mi amatihaa.
----------.....-inv -,< i "iiiiiiuui'.
ngiosase insliluices santas, que Ihe dav
sempr. miro, lauto, pais e mai, secuudo
i meslres e mostrs hab.is
pessoa. acabara por se
'ies taoi cmicas. As doa.
enlenderem e se casara.
Alera do inleressc dramalico quo deve resallar
oestes espectculos, da-seo inleresse da culturad.
isogoi nanceza, hoje nniversalmeule eslimada por
loila a gente. '
l>n-se esta semana um racto sobre maneira es-
caiMaloso. Ima mulher perdida, moradora no bair-
ro oo Recife nao lendo filhos e por oulro lado qne-
rendo dar etereicio ao senlimenlo da malernid.de,
^que a mwurea Ih o lomar infecondo.creouom Oua-
:,'m"n "'""""' e '"nura com que uma mg. ama
um filho. Entrelanlo, morre-llie o quali n'um des
le. da., a lal mulher Irala de enlerra-lo c< in toda
a pompa que Ihe pcrmiltiam as suas po.se. Para
, "f1""1* a lodo. o. habitu* do seo bouoir.
a ', f rLmo,a lh,s con>"nnnca a morle do seo qaeri-
do biclunho, diz.ndo-lhe.: am.va esle quali nomo
e lora meu filho, nao qa.ro que o. .cus restos c-
nem como os restos de um simples e vil animal
lenciono fazer-lh. um cnlerro pomposo, e quero
que lodo, os meus amigos o acompanhem al a Cru.
do I*alr3o. a
Eotao, mandn a casa de nm armador ver um cai-
hL ?nj'nl"! e Dr""le"- Vesle o quali, .ecuo-
aurn arl.m ; a noila os lies convidados, r.on.m
porta da cas. do morlo, fazendo nm delles as fnne-
urna das c.lca guisa de roquete. Depois sahe o
preslilo fonebre em busca da Cruz do Palrao. Km
cammho apparece om agente d. p lues o paito, dizendo qoe se relirassem, visto que se-
meinanleaclo era um escarneo e profanarlo aos rilos
.agrados.
A megera se oppe. Trava-se orna Iota, e o resul-
tado foi s.r presa a mai adoptiva do quali e algotis
dosious amigos, c ficar o animal insepullo como o
mis vil da sua especie.
I'alleeeram durante a semana i2nessoas sendo ; 7
liomen.,11 mulheres e 1(i prvulos livres, > homens.
e 6 mulheres escravos.
PAGIW VULSA.
Prometlemos qoe logo qoe nos chegas.e *s maos
e oulros lano
de perfeijao.
ar'r""'" a.1 Enwnlram-se aind. regie inleiras
onde o evangelho da par e do amor nao ha triumphs-
on. rseuas como era outro lempo em Roma e Alhe-
nas, se ola o maiordespiea da infancia : all seob-
.crva a venda, a etpo.iS3o a o infanlicidie. A Cliiu
signaladamenle ae desliugue de um nv.do singular
por loa insolencia e barbsridade. N-quella vaslo
Pi, onde a crueldsde do ciado selvagem se isgre-
qual (se he que islo nao esl expressso era sua ms-
mL,e,.)i"C"8lUm-.Ld'i P'' o di.cilo de vida e
mora .bre seos filho. rec.muaseido.;e os pobres que
in.fi" T'f ""que"e '""P"'. so aproveilam de-
masiado desle e.pauloso direito para desembaraca-
rcm-se das lucommodidddes de uma familia du-
i i I i j ,
..2Vj 9obre c,, rr? nif \ mad0 da 0bra inl'>ada : o Invesliga-
cue. philosoph.cas acerca dos Chinas. All, diz, uas
2222!*. ,fa/,n aa crianca5 "'<""' !>" 'oa
quenle. fazendo-se pagar por Uso, ou enl.lo deilam-
a, '','f ,0m D?a cai"^ ve.lre vasia e alada
pe as cosa, da modo que and.m ao de cima d'.gua
fem estremecer nalorer.a liumaua. paren all
tra ,,,;,?! um?dj /i-Ios e nao se faz^aso. Ou-
nn ,o i",.de"dsf"erem P"-Is M.
e P. Si"" ,od"<">h., especialmen-
l. em Pekim uus carros com aras nos qu!,es ca.re-
gara en., mfelizes cnanca c.posla. daranle a noi-
dl'i;,. 1 m Uma ,,ni"' floenao cobren, logo
vTnh, aV e,l,er,nc <"> 1<" M.homelano.
?,' '"'"" "'m.. dell.s. Por.m anles de re-
U Vr, H S dl,"9"" Paos Iranspor.ar i
J0a;"f,daeo,rqMi>eUque os caes, eximia mais
IZZIZ! ",re"am *rus daei'1"rt,! da Cl.
c.iarie de Pek.m era Ires anno.se ro.ilara.n 17112 des-
m ?af- ad' qUe C-,"' "ido. o monturo,
dos ni ."'e"u dos que roram masados d.baivo
lido'af.^ """",'." d0 ". dos qu. haviam
i.d, a ogado, ao salnr Jo, venlre. .le suas mais, nem
?.3 ar"m "''"'no., nem do, que pe-
receram em .u.os onde nao havia quem conlasse.
i h .a' r "P'ic- nestes termos: Mullos
mi,.ria"f,"leS.PUbre,,le Canli,- *"" ""' o ^
m ser.a abainlonam seos filhos r.cemuascidos ; os
? A,eufd,nar"' o vicliraa. da vorac.dade dos
V U.'.in,Pn "' "i" fim d' f"ear" U,n "O
wmel.i.^r,i"nala,lsdes'e menino, par- faze-lo
fu a, ",am" meninas par enlreg.-las
deyassidao; qae sdo o. ramos mai, lucral.vos do
"!"* d,zer a vaf"s Chin,, que n'oolro
de .o. I\Z.Lm,!>ma^11' ric0'' af"sr muila5
if.nr!. reeen,na.cida., que Ihe. pareca dei-
menos ns? "m C*,Uma geral em ,ud" Cbina, ao
rr iZTncr/rv"^^?'"scri,im,n,e h-
Conlinu.remos.
.7J^ qaZ q,e na D0' alitruesie o pedido
que luerao, a Hlu-tr.s.ima cmara para e.l.belecer
.Tacharen,:r'iaCerM d0' a"U8ufis dn "'">' P" ""o
arconforme os nossos desejo,, e o m.io de prc-
o folbelo da obr da Saula iof.ncia, Ihe daramos
pm.licidade, para que chegasse ao alcance de lodos
o acto de barbarid.de com qu* erara tratados por
seus pas os menino, chineses, e cumprimo a nossa
promessa trancrevendo-a.
Nol.ei.s acerca d. obra da Sania Iufancia, oo asso-
ciarjao dos meninos e meninas clirisl.las para o
esgate dos filhos dos infiei. da China.
Obra a Santa iufaneia.
Arrebalar das garras da moile ura sem numero
d orianja., nascida. de pais inlieis, que o capricho
e a miseria horrirel e desnalorada barbarldade fa.
niorrer a milharea, arrojadas ao rio e o mar, e tam-
bera comida, d. caes e d. cochinos; eis-aqui o p.n-
saraenlo qu. occapa hamuilosaooos o blspo d. Nan-
cy. Deseja elle primeiro que ludo abrir a. pollas
doceo, por meio do sanio baplismo, ao m.ior nu-
niero pM.nel desla, infeliz., crealura deiherda-
das. desde o naseimenlo, do ifr.clo palerno, e ao
mesmo lempo preparar, de um modo seguro e
poderoso a regenerarlo das najes idolatra.; dan-
do a cada orna elucido chrisli aos m.i.in e
ineniii.s regatado, da morle. fazondo d II.s
com o lempo inslromenlos de salvara., eterna a de
verdadeira .llus|rac.ao : a .aber, meslres e me.tras
de escola, medico., parl.iras, calhechiuas, pr.sbyte-
r..s o al ir.isuoi.ario. indigenas. Esla idea no lea-
der do huno de iNaney, he fecunda e digoa de ser
apresenlada a consdeiac,,1u calholica. A colhela de-
Te ser grande como ludo o indica. Os geHeioso
misionarios hao coll.ido ja1 suas primicia ; mas os
resollados que produ/.ira' esla obra deven, ser im-
rnensos e promplos, se bem ponderada e ajudada da
Mft de Daos se associarem os meninos e meninas
da Europa, e das America, p.ra soecorrer por seus
rceio, a seus Inoloi da Asia e frica com suas inno-
i enl.'s orar;>.'.-i e uma pequea esmola.
I'ar vei.lnia rinnea se ha assaz m .lila 11 que en-
|f oa l.ens lo rhri.lMi.israo, relativos tanto ao indi-
viduo como a. sociedades; um dos mais importan-
es foi proteger fraqueza da infancia e reintgra-
la- era seus direitos. O, pvs pagaos a l.i.ain geral-
.nenie ultrjalo nos coditos de suss lei., porquo
nial, ou menos injustos e buharos, a' eiaepcilu cha
f.gipcios e Germanos, lo los cncediam ao-pais o
e.cessivo direito de v.ds o de morle sobre seus li-
lhos recemnascidos, deitando a seu arbitrio capri-
choso o mimola-los, vende lo, ou arroja-loj aos ea-
ininhos publico, cliegando as vezes por leraor de
que um .enluneulo natural, mais foile que o pre-
lenlilo bem publico, decidme opa. a educar .eus
lilhos de'aei, e mal formados: al mandar que o, po-
zessem aos pea de um magistrado, encarregado de
ia.lar a sangue fri se l.aviain de v.verou de inorrer.
Que eslas disposises iirilaules e estes infaii
dios orara cousa ordinaria e le coslu
vos amigos, he pruva iuconleslav
pr.meirus apoloiislas, os Justinos
te.nism dar em rosto ao paganismo com as lachsi
mais vergoiihos, de inr.imia a esle repello, ale Ta-
zsr-llus um publico des lio. oElles fallam de urt) j
em noe l-A qe all"ador '"e d um Carlgo
2H2"a C'are ""n* d0 dono da cocheira. o nu-
Sd"!m' ""oraem que o alega, oeven.o
a dilT!l 'ere,U "'V na,lu" a>,'S'do. pelo dono
r,.i- C0'U""' e '"hricades pel. polica. Aos i-
J05UUU rs., c o.lo da deprisOes.
-Sempre ouvimosdizer que bagre, era um dos ol-
limos peites dos que se venda por ser o mais ordi-
E&2S qUe tm' ,,0Je '' "" lem ame -
ana d di ,nfi^C ,enJ? P.el P^ do de '"elbor
nualidade, enfim ja pose a bagre a HO rs. e peuaa-
rau que era elle multo grande por certo n.loP
Jl!*! que a po.nlt d0 KMrinho se ada
no de prorund... e amelando a lubraers.lo dos que
por ella Iraos.iao : sera bem conveniente que se la,,"
asse para olla visi.. piadosas. .Um de nao appar.cer
o mal quando menos o operen]
Janeim ZTUt* "II>d,,P"'. vindo do Rio de
Janeiro e Baha, irooto a seu bordo o passageiro
Custodio Jos Leile de SjIIbi. pwwsjeaio
Ovaporinglez Hydaspe, <..,, para An-
UefroP,'a' hrVT,d ',et" Prtvind' M 'esuines passa-
geiros Ur. B.mjam.n F. da Rocha Meira, com-
mendador Jos A. de Mendonca e 7 |1||,. j0
rorsler e i filhos. Francisco Du Bazon. '
Ovaporinglez Calcolao, seguio para o Rio
de Jane.ro e porto, intermedios, lev.ndode.la pro-
vincia os seguintes pas,aieiros : Caelano d. S, va
tSt 'C (,om.'8,e ">ro. Looreneo A
Sania Barbar, Mr. L.lomon e sua senhor...
irnT.i).,',pC"n:,',nal suaroos.i vindo do norle
(route a seu bordo para esla provincia
os segn.les
lomo Rufino Aranha, Jow AnConio' Pereira Vini-
gre. Fr.nciseoSo.re. da Silva Retumba e uma es-
crava, Julia Albina. Mari. Joaquina de Sao7i.it
dua. manmaa e nma e.crava. Luia Leopoldina Ne
pomoceno e dua cri.das, Ma.ia Figue.ra de Sa-
5.W M-,G- -. CnJM '". s'bo a.
Anna l-.rm.ua [. deS.boia. Auna A. de SI I ei-
aoe uma criada, l)r. Antonio Firma F. de Sa-
boia e uma escr.va, Jos Sabuia t doui
Francisco P. Freir e u
(..',ln;",lu>s ||
escravos,
escravo, padre Florencio
anJa e ora criado, Francisco Pedro
da Si aiNol.sco e uro estravo, Jo3o Francisco R.
yuinlella, Joao FranciscoCa.neiro Monteiro, Jo.lo
Frauciico Pereira, llaooel do Na.cimenlo Pacheco,
I. Ju.qu.m da Silva. Candido Jos Gonealves Mal-
ve,-. (. lerreira Chave, o um o.cra.o," Melquia-
Jol.,Tr,;',ranCM C",,n ''""ira Ch.ves.
t.' ".C ,.'."I M"5"el Jl" do. A nio., Jo.lo
Uelfino G. .lo Amaral e um filho menor
quira da Mlva. Manoel Gome, de Souz. lJ3m
rauciseo da tw,, Joo Malinas dos Santo. M-
.iasde.souzaM-cl,ado,Joa-oJos do fscmento
^W" I ires de Albuquerque e ara es.ravo. Antonio P. de
Albuqnerque Jnior, J,.s Vicente l..ao. Jsc Jua.
UUMii Das Femande. Junio,-, Joaqun, It. lerreira
Jejo Germano. Adrlao B. B. Guerra, S. Jo.,- K,l
Mo, Manuel X.v.cr du, Sanios, Ladislao llorlcn-
io Labial Jun.or, .loso Nones Carneir... Manoel
La,lo. Barala, Manoel Forrera Nanea, Jase Lata-
ai V""UV f1'1 Mu,,alin,'c- Slo.liaoo Morae.O.
M.rinho, Anlouio \ cenle de MagalhAe. 1 h ,,
I ran-isco Antonio Gone.lve. Mede.ros. Forln.lo
da silva >eves, Amonio Francisco R. Ju.....r s,a.
muel do Espirilo Sanio, Manoel Ferrei.a Oids.'l'uiz
de Franci Azevedo.Joaquim Ezaquiel Barbosa. \u-
loiiio do Rosario Palilha, Pedro J. da Silva Cv-
priano Auloni. Rodn-ues. Antonio A. Lima,' "a-
l.sl Mari da Conceieo, Manoel Francisco | de
Arrudi. Galdino A. Pragano, Walion Wrodenbnr-
rey. J da Oda, Marianno Cabral, Jos Carva-
ic- | Iho. Jacinlho de Souze, Jn^ da Pon!.. Au.ulinl.o
Hume enlre o po- de Sooia Marhsdo, Joo Farlunalo, loU UoMalvM
el ver que nossos do Reg, Jacinll.a tl.dein... Jos Antonio F. Cou-
'K"-!l;,t1X,,jM,"ta^*^' Al""i0 !bbell de
O vapor inglez ..Calcula,, viudo do norle Irou-
te a seu bordo para e-ta provincia o leguiul.s pas-
Temosa vista jnrnae, porlugoezes, de qne foi por-
la.lor o Calcla' ,. cujas dais chegam a 10 do cr-
ranle.
De Liilida e lle.panba nada diremo.,visto a minu-
eiosidade Cas Carlas dos nossos correspondente, que
em outra (arle vao Iranscriplai.
As ulluia. dalas de Paris alcanram a 27 do pal-
iado. r
Lma prctima reunlo da conferencia diplomti-
ca devia ler lugar nesla c.'.rle, para e livamenle quaes sa os limite, da fronleira rosio-
lurco da il.-s.aral.ie. As eleises foram e.lraordiua-
riamenl. dispula-las. Ja" era sabido o seu resultado
em i, departamentos. Mr. de Momlalemberl e
general Livugnac foram completamente derrotados.
Acerca da nota visita de S. M. o I. dos Francezes I
rainha de Inglaterra, dii o Nord .-
.< Trala-se seriamente dnma nova visita do impe-
rador e d imp.ralriz a rainha de Inglaterra, haven-
doesia visita ndo um dos principaes objeclos da r-
cenle missilo de Mr. Fould. Repilo-lb. que no nosso
mundo ol;i:ial coniinua a fallarse da. probabilida-
des doma mlrevislr, entre o imperador Napoleio III,
eoimper.dor Alet.ndre II. Apezar dos Lalos
que lem corrido dentro e fora do paiz, o nosso pri-
meiro da eledoral pasiou-.e na roaior iranquillida-
coiicorrera.it poucos eleiloreaa volar. T.lvez que o
mao tempe seja a causa, poique de dez em dez mi-
uutos cama Ura chuveiro ; ha tarabem oulro motivo,
o qual he ler o partido demcrata dado orden aos
ieua lerlarios para nao irem volar al segunda-
fera. a B
Em Inglaterra hava sido adoptado por uma
maiuria du 811 voto, o bil modificando o juramento
nos ladeo, O alm.ran.-ado declarou oflicilmnl.
na cantar dos comrauus quo o ministerio .c.l.ava-ec
na inlencau de aogir.entar os cruzeiro, inglezes as
protimidadesdeCuba.
Lord Uamillon e MM. Disraeli e Roeback inter-
pellaram o ministerio por mo l.r alcanzado indem
msacao pela, perd.s solTridas pelos subditos inglezes
ein Greytov.,.. Lord Palmer.lon, respondeodosus-
lenlou que a nsl.Ierra e a Franca nao linham di-
reilo etinir ii.deium.arr.-s.
8. Sanlioade continua felizmente sua viajera, vi-
sitando diversos pontos do seu territorio, sendo em
lodos ellas rerebido com enlhusia.mo.
A monsagein do c.usellio federal propie a recom-
nteiida o Halado de .Neofchalel. Mr. Esclier presi-
denle doeouselho naciouai pronuuci-se no mesroo
sentido.
Da Algeri, em dala de 27 do pastado, sabia-se
que slgumas tribus inJigcnai anda conlinuam cons
iroiiido enlrincheirameulos para deter as marchas
das^columnas francezai.
No da 2( a divisao Mac-Mahon apoderou-se da
aidea de lah.rineu, defendida por numerosos Ka-
uu.ia,, qoe oppezeram uma resistencia desesperada.
AS divisoes Remulle Jusuf subiram as inonla-
nna dos Bnii-ieni ; o inimieo sorprendido quist
nenhums rcs.slencia oppoz.
U Monitor Belga a da' conla de uma oxposicAo
dos miBI.Ira da coroa, acompanh.daile um decre-
lo enerrran-ln as ses-es das camar.is.e adiando a le,
le beneficencia.
..niran.lo ,in illuslre escrip-
lor o brinde que pelo Po,tugete resid.nles na pro-
vincia do Rio Grande do Sul Ihe vai ser foito de
lima peona d'oiro, cravejada de diamantes, em les-
lemunho de afTeclo, por ler feilo valer peranle o
thronq do Rrasil as suas suppliras pelo infeliz Silva
que havia sido condemn.do a I > aunos de Irabalhos
loriados.
OperdSoqueS. M. o Imperador do Brasil se
digiiau conceder-lhe foi um acto em que a clemen-
cia e a juslica correm parelhas, e a celebre Espis-
lola, .. a S. M. I. a senhora D. lliereza, lem de fi-
gurar na historia da lilteratura porlugoeza, como
uma daquell. petasqnenao sao para se esquecerem
nunca. Nao Ih'a mando, porque qo.si toda, as fo-
Ihas do imperio a lem r.produzido. A Civili.i;a_-
e varios oolros jornae. da qoi lem Irjnscriplo dos
de Pernarabaco o que nell.s se l sobre o irabalhos
...........li l|l16 l|J
Divida deferida.....: 2KJs :1|(
AcfOea do banco de Portugal. 515/M79.
Ollas do banco do Porlo 215$--2509,
Nulas do banco de Lisboa. i-7S", l-7'.l,.
N. B.As acees do banco de Porlngal sao com o
dividendo do primeiro temeslre de iil pago.
/..
IIEUPAMIA.
.. Femos noticias al 5 do crranlo,
.. No rongresso conlinuava a di.cussAo da lei r.la-
iva imprensa, e que o. orgia, desla inilllniclo no
-V^C^
mia i ,i' ei" Pr""r Pnn.da do lin-, Descarretam hoj. 27 de iulho
a"*,e,ii l .'f",'03 f""'1"^0' e a" lndo Barca porlognez.-Gr.tidao-l.gJ". "
'irlo co,,i nr. V rr ',' """ U e. Barca .nglezi-Genevieve-mercadoras.
h Senhor ,1 'I" I"?."'0 n* for d,Bl1" 1 Barca "rcM-Porh Rico-idem.
!"I?' .um '""a" ,r"b'!nu d 17 annn. de IMPRTAtAO.
Iliate nacional Capibaribe, vindo do Ara-
lila, que teni.o i,do nata adraiislrac,o,"i,"['ua'-
daudu o hospital da caridad, de.ta cidade, a irman-
dade, a igreja maUla com os hospicios doi'mendigoi
irrnao.. desde a primera pedr. al o e.lado aclual
sidrenio um proporcional dalnm.nio em meus in-
ieresses, nao podia d.itar de ser cou.ider.do crio,.
no tribunal do calumniador, que chegando neala
partido liberal considerara aii.ninados os privle- |eidade ha uns treson qualro mezes.m.i, i ,
ff,, da livt, pmics'Vii An nana'.fnfi.,. t ____._ .. n4n ...~.______ .. : .t_ ____:__ 7.. u '-jn-
gios da livr. em.s-ao do pensnmenta. A proposla
he emanada do gov.rno. O Sr. Sania Cruz impug-
no., aquello projecto de lei, e eipoi as doulrinas do
partido progres,si.i sobre oassumplo.
leudo sabido da sua Irihuua reservada aos redac-
tores, quando fallsva o ministro do reino, o presi-
dente mandn fechsr aqaella Irihiin. Continuara
| rumores acerca d'um moviinento sedicioso na Anda-
luza.
Em consequencia das.alliraa. nolicias ebegadas
caly, consignado a Luiz Borges de Cerquci-
ra, manifestou o seguinte :
155 alqueiren sal; ordnm.
CONSULADO GERAL.^.
pedaggicos do incaneavei e prestante eidadao, o Sr! I
Francisco de Freila.lGamboa para a dillu>ao d.i.l.,,..
doulrinas escolares. O.Melhodo Porluguez vai ser
Iransplanlado na Alia Porlogueza, pelos depolado,
da India, qu. aqai o aprendern com o seu autor
em.eurso especial. Di/.em-me qne dous inlelligenles
msncebos d aqu v.lo fundar, a convite d respectiva
aisemhla provincial, um bom coll.gio na provincia
de S. Paulo. JJ pessoal do magisterio qoe elles t.m
rnnlralado, oflerece garantas'
Os futuros directores d.sse estabeleciraenlo de
educaran lem consultado o Sr. Caslilho sobre syile-
mas de ensino, proc.io, did.clico, prates pedag-
gicas, rgimen nlerno, ele. ele. He uma boa acqui-
irao para aquella provincia. Um dos professore
lie lente do lyceu nacional de Lisboa, e consla-me
que vai p.dir ao governo a eiuprego para ir servir na America. A patria he
orna so ; eada|vez se v,1o ettiugoindomais estas dis-
uncroes frivolas de nacionalidades, e quando algoem
a levantaste, ounra seria entre doos paites tao in-
timamente ligados como Porlug.l e Brasil.
Emquaulo a polilca, qae Ihe drei ? A concrdala
com a Saota S, lem sido a lela onde lem vin lo
por lodo este mez hardar-se os maliies da discus-
ao qner pela tribuna, quer pela impren.a. Depois
de muiias sessoei secretas, consl alnal que p.sssra
na cmara dos depulados, por 55 volos contra 3.
Osdepulados lizeram-lhe qualro impoilanlesalle-
ratoes.
O governo nao fez queslao ministerial d sua ap-
provar,ao, coajio de primeiro se suppunha. Parece
quo a cuncordala nao ir a cmara dos purs, sem
que o pronuncio aposloli.o lenha af.provado as alie-
rar.es feilas na casa de Alia ; mas duvida-se
legado de S. sanli.lade ai approve.
ce pode entergar a muiha earreira de 17 .
lendo a audacia de injuriar a mesma irmaud.de
chamando-lhe malulos engaados, ora querendo eu
liz elle) virer sempre a cuta da irmandade, que
me conserva por lie, eipresiOe, a enlende que e.la
irmandade he Da pocilio de homens idiotas a luir-
les, que directa ou indirectam.nte concorda com o
vicio ,1. administradlo e parece qoe quia anlorlsar
su. ralomni. com o publicado cima dito.
Nolai, senhores, que apenas (eolio em lembrao-
1 qoe houvesseescipto eontra mira o bacharel
l.nrislovao Xavier Lopes, enpponho qne em multo
vano^'T.?. l t S Pnr"-" "" '3 '""'' "' "* K U. '"P".'! "'ava sendo elle proc.ss.do por
vapores -Colon o llabes. Oiminuiam as esper.ncas crim. de fa|sificaSio quando aqoi eslava o raeu !Z
N a Pf,C,ne0' "J0i' de dire" *" Lea, era cujo prcs.o li-
0 No da 20 asiiguou a rainha o decreto que no- Rure como perito desemnaladnr n n.fr 11.. "."."-
Bendimeulo do dia 1 a 24.
dem do dia 25.
H4:055287
I.20ljsl05
95AHJsp92
a llavana sobre a queslao hespaiihola rom o Meti-
stanle eidadao, o Sr. co, o general Concha fez sahir para'Vera-Cruz par-
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do dia 1 a 24.
dem do dia 25.
que o
Opiato para a ralificacao e Iroca dai ratificaron
ne % m.z.s; l,nl, 1 pirado no dia 21 do mez passa-
uo, mas o pronuncio do papa.Jo c.rdeal Di Plelro,
documento, prorogando-se o prazo p.ra rallfi
Gaela
O ministro da Blgica em Constanlinopla recebeu
euspassaiK-rlos do divn, em consequencia da st
ler ingerido de um modo hostil na quemo dol prin-
cipados sendo transferido pouco depois na mesma
quali.l.ide, jonlo a coi te de Alhena..
., cC'.',r,e \ "ari,,a eraharrarain a 21 do passado
A loria pedio a lord Redcliff etplicac.ies acerca
r,m'"v.TCa) "e ',l'r"n- Cireatalaota repelliram
cora vebemenc a um ataque as margena do Cliaba-
riia, os Kusso perderam 1,000 homens; n general
ldkoi.oirr.il assassinado pelos nrliueiros, que iegra-
ram evadir-se.
O jornaes inglezes confirmam o carcter grave que
vai lomando a Insurreicao militar era lensela. Os
MJKReolH apssar,i-se de Delhi, a.sassinando os
dalle "lueaudo e qaeimando o bancu e a ci-
Uma lenlaliva de assassinalo havia lido lugar em
papales, a esse respeilo diz o jornal inglez o Et-
Cerca de 560 sol lados receberam a sua baita em
a.V.5'1;1!1"10,0 cu"u,ue. deviam receber quinz.
naml 'if'" doque ",es e,a devido; esla
qoanlia Ih.l foi negada pelo seu superior ; irritados,
esperaran! o rei, o qual rodearan, dingindo Ihe a.
'I1 "fi".*- "' ordennu-lh. queie retirassem,
foram ." """""e^-lbes o que p.diam, pre
auecrr i 1" PT prCSU' ,,or m' fw "*
quecorreu eaj auxilia da pulica, a qual nao putera
encolar as or.lens que Ihe naviera sido dad... em
consequencia de a lerem alacado s pedr.das. Esle,
IMU* p-oyam jue etisle um profundo descontenta-
memo, e i,e eR1 sU disso que se rle diier que a
t_ranquillid.de publica est a borda de om precipi-
As eleieoei no Mtico foram adiadas ; o princi-
pa carMdalo era Com.nonforl. O .Veir-lorA lie-
hn .ve I?.'!," Ser C"CI (>ue Bv'r" '"81"
ouvesse_r.no proposla alguma ao americano acerca
oa America central, como lord Cl.reudon aununciou
no parlanenlo.
gunfi"-1* Jor'"1 d Comm Ue Liboai) o e-
despacho ffilij? d6 '"' de jOD" "Ub,ica 0 "8in,e
Vr'e? uv'ri"'d<,r eral ao general Cissey, em
luu-e|-'y ba, ( de junho de 1857.
V """-Mabmoud lizeram a sua submissSo.
ue f,ck-on Medour a Souk-el-Arba o caminho
est completamente livre.
Vao comera,-,e Cs Irabalhos do forle Napo-
O eilado sanitario das tropas be exellanle.
ir Le se no mesmo jornal :
O Al nolicias da Kabilia sao ove. lenle combale de
-1 de mam continua a dar ptimos re*ulldo<. A 10b-
uussao do, Bani-Kalen, qu. foi disso a consequen-
cia .mmeiiiala, he 1 mais cmplela que se possa de-
sejar : eslra 1. alrav.z do seu lerrilori.., grande for-
,', r0^!' "a"" K.!2fl.-i Souk.el-Arba. cm
cares das qualro
comm.ssfies da cmara dos depolados, a que o uro-
jecto Je tratado tinha sido .obmellido, lodas raeuos
urna Ihe foram adversas.
O jornal O Porluguez lem-nos publicado lodo,
bem como esla copiando um pamphleto do nosso in-
signe escr.plor Alex.udre H.rculauu que aqui ,e
pul. .cou a 19 do panado, sobre esla queslao, ?ora o
Ululo de .. A Reacrao ullr.monlaua era Portugal ou
a concordata de 21 de fevereiro. b
O patritico autor deste opsculo n.1o hcila em
ch.m.r a concordata, lal co-no ella foi .preseutada
pelo governoproclamaco da victoria do ullramon-
tanismo em Portugal.As proporcf.es que o Sr. \
llerculano da naquelle escripto ao partido ultra-
montano sao om pi.uro exageradas lalvez pelo cx-
cesso de telo e amor da palria qae Ih* inspirou
aquella desafogo. Comlodo forzoso he confessar qne
nao he fac.;ao murta ; vive e manifestase. Agora
publica esle partido anachronico uinjorntl inlitula-
do o o Rcm Publico que vera substituir o s Do-
mingo. 11 Masas inslitairdes e as crenca. de om po-
vo dito &r. llerculano, e repetem lodos os verda-
deros liberar-; nao sao lorrente. que a seu bel pra-
ier desvie du seu leilo qualquer tentativa de reac-
Tem apparecido vario, alvitres para occorrer as
necesidades do padreado porluguet no Oliente, en-
tre elle,, o proposto pelo Rev. hispo de Macao e o
estabelecimento de seminarios de padres para as
missoes da Asia, e (lr,na-se que o ministro do ul-
tramar, o Sr. visconde de Sa' Iralav.i a este reipeito
con, o padre Eiiennes. geral da congregacao doi I..
zan.las de Paris. que aqu esle.e em junho,
Espera-se que venliam padres francezes insinuar
a n va fundado em Portugal. Aquelle veneravel sa-
cerdote vera aqui reorganisar o estabelecim.nlo das
.rmaa. de candada em Lisboa, a in.lanci.s de varias
pcsoa, .Ilustre, desla corte, e entre as principae.
s. A. It, a Sra infanta D. Isabel Mara, em cujo pa-
lacio esleve hospedado o Rev. ecrlesiaslico.
ral,',?,'.!1'''1 fa,n',rf,lla .de Lisboa permitl.o canoni-
eameota A, irmlai do S. Francisco de Paula, que
eti.iam era Lisboa, ficare.o del,,ito da immediata
obediencia do ...perior geral da ordem. O superior
enviara de Pars qualro irmaas para o hospital de
>- Jos, duas para a sociedade Consoladora dos Af-
lelos, alcm das que j .slavam destinadas para o
lorio. Acompanhou aqui como novica uma irmaa
portugueza que vai a Paris prasenciar os exercicos
da piedosa corporacao, a filha mai. oova dos Se.
condes da S.lvsn, D. Helena de Mello Manoel da
i-amara, jovtn formosissima e de esmerada edu-
cac-io.
Paraasostenlarao do novo motillo lem muilas
pessoai da nossa arislocracia promovido nma avul-
lada aubacripcao que j passa do dez conlos de
res.
mea o doque Rivas, rmbaixador am Pari,"D. Xa-
vi. r talara parti para a l,-ga,;jo da Russia.
No congresso foi j concluido o parecer so-
bre o tratado da limilacao entre a Heep.nha e a
Franca.
o A declarado oflieial di gravidez da rainha, foi
celebrada pelos corlezaos e corpo diplomtico es-
trangeire cora as demonstrarles do eslylo.
Prac.a de Madrid em 5 de junho.
' Iloove n. bolsa doi fundos pblicos tendencia,
para lubinin ; os consolidados publiearam-se a .'19
por cenlo e a divida difietida a 25 e 90. o
Pelos vapores ll>jia*pcs, entrado do sul, e lijaa-
ram, entrado do norle, recebemos jornaes do Rio
ale l, da Baha al 21, da Pranla* al 2 e do
Leara al H do crreme.
Alm do que dizem os nosso, correspondentes do
K10 o Cear, oque em outra parle acharao 01 lei-
ture., aja a qoe da mais ha :
Por aviso do ministerio da jusli;., de 8 do cr-
reme, foi determinado que a gratificarlo do exerci-
co marcado pelo decreto de 27 de marr. d 1852
jos olh i.e de prim.ir linha, empregadoi na guar-
da nacional, como cheles de e.tadu maior, majores a
ajudantei di corpoi, deve continuar a ser calculada
pelo mximo da tabella de 28 de marca) de 1825.
Os ultimo, jornaes recebidot na corle, de Mina,
cnegav.ro a 9. A 27 de marro, peruoiUndo na vil-
la de Oliveira. Jos do, Rei, Prata, e .guindo de
madrugad viagem pela estrada real, foi ccom.net-
ii'lo por .Isuns quilombolis, orna legu. de distan-
cia, que o aponhalaram. O cam.rala que o acom-
panhava, vendo-se mpossibilil.do de o def.nder,
regr.ssou a villa a d.r parle as auloridade, qoe,
bu.cando o lugar do delicio, achou era uma valla o
cadver do infeliz Pral.. O. assaoinos chando-s.
e emboscada, assallaram o subdelegado e a g.nle
que o acoinpauhava, travando-.e um combate de
que resultou a morle de um delles. O quilombo,
que aposisso foi abandonado, const.va de rinco ran-
chos d. capim, lano cada um cinco a seii laeim-
noa : miutos objeclos, laes como vveres, roupas,
etc., ah foram encontradas. Ja a havia consegui-
do captura dealgunsdesles faccinoras.
Data-.de San-Paulo al 9, nada dizem de novo,
uepoi. do ultimo vapor.
Ujiafl* ''avii-se desenvolvido a betiga com
uieiisidade, na cadeia, felizmele nao passou pn-
pularau. F
No Rio-Grande do Norle e Par.hiba, ludo coma
placida csaudavelmenle.
perito desempalador, o que Iba eausoo
Unta iinpres..-,,. de recelo, que o fez sahir daqai a
po bem apres.ado olho a dame e olho a tri: e es-
h1 de.raomonado foi respirar perlo a barr. ; enlao
d. la como .,nda .nombrado publicon uraavngao-
ra bem cuuh.cida de.liiu,da d. fund.m.nlo ; e pro
va qae sendo por mira lula as ris.das, mai. me mo-
veu a compaixao e roorroenle quando .oube e.lar
elle pr.so, do que delermiuar-me a reapondtr-lhe I
pon saliendo o publico estar elle sendo proc.ssadi
como ralsificador, ner.buma impressao que me po-
desse nodoar causara 00 animo do publico ju.iice.ro
esl calumnia. Foi esla a rarao porqoe inleiramen-
l de.prezei sua calumnia, mas agora eu o convido
eu insto com csse Sr. Dr. para provar e sostenlar
quanlo de mira escreveu sob pena de ser eonliecido
como calumniador.
A irmandade de Nosta Senhora dai Dores deila
cidade, he c lem sido sempre composla de pessoas
ai mais grada, de.I. lugar, e apezar de maitos te-
re"1 fallecido, todava so de raesarios etislem inda
ib : ve-se na sua lista os nomes do Rvd. vigario tun-
dador Amonio Jorge Gueira de saudosa memoria,
lente-coronel e delegado Joao Vieira de Mello e
silva, bem conhecido por saas qu.lidade. reSpeila-
veis, major Silvestre Antonio de Oliveira e Mello,
mmnnUa$0.
ponloa forlificadoi intermediario
que o ligam
va le do Sebaoo, conl,,baiSao de guerra de800,000
francos, aclarara todo,, e cada dachera fo,_
nece dous refens
par. garanlia dopagam.ulo. ex-
Irlboa importante,. Todo leva a acreditar que a ex-
pedicao de 18o, |,a do produzr resullad, JuradQU.
ros e de grande alcance.
-"-.%"t*d0 !emos n" "omleur Argelino, o cor-
?or d"n rV.lnh",0',a Kbilia liomauapoaloa
.*!?m;"e-rP'"0' dasegui.,1. mamita : a
I." dsviaao .1.1 morios. 177 reridos ; a 2. divi-ao ;l
Z'a ''n uri'1r ;a.:l-' d,v,", :l """" ^re-
ridos. O a Monileur Argelino avalla aproximada-
mente a perda
ridoi.
aproximada
do inimigo em 100 morios e 800 h-
S.id Pacha, viee-re, do Egypio, cl.egou a Smvrna.
i.m r8 U,"a afia,a a *'"" A ua '"<> o
ueTla ? d.T.V.fr 8".,A" qi" ,P"U1" encontrar
u nroi.rd maS """"*0 qUe S' A' """"ciara ao
MW&S!"'!,aid PiCh*vol,ou fari Ale-
t'rc.'!e.Clr,!d.i.NeW'V,,rk *> do patwdo. Lauis
.10 i ,-! '? <"">')l" i o peneral Waller capi-
M.a V aJO ? ""'" f,,i "Peu-e Pea, tropa,
Miadas que rnmbaliam conlra aquelle general.
e I i..o'a Uava"adil Jorn"' do Coinmercio,.
.. l.mo, noliciai de llavana de 17 de maio. Jol-
rin'i?.;'q"e,U l"'m'"a co"e' qu* ha de chegar
ha. iTdn,"le.v,r- "* de emprel.ender as
hoslilidadei contra o Mxico
.nc!*T"e.q''-* iH* aS0Sl "* luB,r "iau-
ficouTra.i.!>rad,rde '""'I-e "nido Fulleras
mlo o maior du mundo.
,'', 2j23 ri,,l,a Ooda com o seu nmeros
mli '"ull!"es embiocadas. Asulm sahiram de
logiatarra e aastm viajan-..
O* Moniieur 1 conlrro a lei prorogando o ban-
co de Franca por m.i, ;lo aunos, e um decreto en-
cerrando o senado.
Os j..ri,aes da opposirao Iransrrevem a lista dos
seu. candidatos, o o dos governo, ministeriaes.
Lisboa 9 deljulho de 1857.
(..mmumquei-lhe na minha ullima.
aquella data se sabia sobrV
No d>a Ki.anmver.arioda eleicao do Somrno Pon-
ihce, para a cadeira d* S. Pedro, o cardeal de Pie-
tro deu um janl.r diplomtico, a qae esliveram pre-
sentes o. membros do ministerio, os do corpo di-
plomtico esiraogeiro a varias outras pessoas oualifi-
cadas. '
O minislro dejS. M. Brilannica n.sla corle, Mr.
Iloward, paite pora Inglaterra no paquete de 9.
O ministro brasileiro, o Sr. con-elheiro Maciel
II v d' deU Um banl'uela cm niaqoio de Mr.
Alm de varioi convidado! pertencenles diplo-
macia, assisliram o conde de l.avradio e visconde de
Almeida.
loma a rallar-se em nova rerompo.ir.io ministe-
rial, comlodo repulo esles rumores mai. aos bons
desejos aclual gabinete.
Dizia-se hornero que o Sr. jolio Gomes lomara a
er eriara.do p.ra a parle do reino, nao acredito,
-arece jogo da imprensa a nada m.ls.
i,VUl,'a inf,lilnienle a necrologa desle mea. S.
A. Iteal a Sra. infama D. Anna de Jess M.ria,
que se .chava em Roma.succombio em iunbo a orna
pengo.a inf.rmidade de que padec. A corte toma
viadoPr m"'8' U,D c,rfeado e '-
A 10 de malo fallecen em Pars o barao Hvde de
neovlll, amigo emhanador de Franca am Lisboa,
qoe linhaolilulodaconde da llempo.ia. O barao
'.un er* """"tro francez nesla corte em
!_!, e bem conhecido he pelos relevantes servicos
que pieslou a el-rei l. Joao VI uaquella deaalrada
poca. Ialleceu,le8l annosdeidade. Acamara
dos pares deu n urna de suas sesse. conveniente
demon.lrarao de lenlimeulo ao receber oflicialra.n-
le esla noticia.
Amarqoeza de Pombsl, senhora de 71 aonos, e
hdalg de mulla, virtudes e piedade, falleceu nos ol-
mos da, do mez p?ado. A llloslra finada era fi-
lia dos condes de Ro Maior e irmaa do manchal
duque de S.ldanha.
No "aval Acore) acaba de fiuir-se a baruneza da
Arela Larga, mai de um do. depulados por aquello
disinti o Nr. Garci. da Ros?. As suas i.preciaveis
qaalida.te. fairra I.mentar a sua morte.
S.-pulluu-sa ame. de boulern o barao de Ro Tin-
to, que logo depois da restaorajao de 18:11 fundara o
penodieo o Ancfonof, folha da opposlcao progr.s.is-
la, que suhsliluia a ,,guia e ,e%0 llaquel|e lemro
muila influincia poltica. O barao doiioo a sua for-
tuna a uma senhora con. quem s recebeu, dous da.
antes de morrer.
Crelo que Iba mencionei o fa I lee i raen lo do Sr.
Andre Joaqunn Ram.ilho, Itera onheciao pelas sua
puri anas ver-e, de algumas nuvellta de Waller
Scoll t pessoa de muilo oulro mritos. Andava
coucluindo um diccionario da lingoa porltJKOea,
Irabalho de somma consciencia e probidade lilli-
raria.
Ficar. outra vez o dia i de abril sendo feste.ado
como aniuversario nalalicio de rainha porlugoe...
De ho,e ha poucos das, sabe el-rei com seu pai o
Sr. U. leruando, e seu irm.lo o Sr. infante I). I...iz
par,, o 1 orto, afim de presidirem a aballara da. duas
MpM-toia. indu.lrl.l o agrcola, qoe vio ler luga. I
aquella oidado nos .lias 12, 13, H,
e I
.- -. .... fvo uins |^, i,t 1 I'. 4i\
d"'.e..."." 9 a"v,,n" l'resia a maior eoadjovasao
a tai duas (estas da no-sa industria fabri errara,
r...parlando a ... custa machmas, gen.,,,,, STlVo'
Ojeo O, o obra, d'.M, nun par.ichc,'quoira,
Bill.,..miar expor. O benfico impulso dado pelo
gabioel. Saldanl,,, F.....e, .0 aos.o desenvolv "neni
'"I" V", f""ll"."an'1 ser devidam.nl, fomen-
tado por el, adinini.Irare.
Em quanlo aos progreso, jnlell cluaes.hoo gover- o
a ar o.do p-la opposirao, pelo molm, '
Algn, peridicos viran carta, de Madrid em que
se diz que devia parlir brevemente para Lisboa um
tommi-.iona.lt, do conde de Reus, gro.so capitalista
he.panhol, para obler do nosso governo concei.ao
para aquelle i.minbo de ferro.
Nanoile de S. Pedro preseuciou Lisboa alerrada
m vis-
prediu na ra
reja da CoOCeifao
ir um dos mais vorazai incendios que aqui se le
' lo, ficando reduzi lo a cintas um bello prediu
junio a
Nova, do Almeida,
nova.
A mariul.agem russa de dous v.sos de guerra raos-
covijasquese acliavam ao Tejo, pre.lnsi relevantes
serviro, pela sua coragen. e dinodo. Um dos ma-
nnl.eiros russos, e um primeiro palrao de urna bom-
ua ue untos fieaiam grave.uenle ferdos. O ino-
labamenl. de uma cim.lba, na exieu-ao de
u mullos dos opeiarios poilu-
TIIEATRO DE S. ISABEL.
Antes de relirar-se para a corl. o insigne arlisla
o Sr. Joao Caetano orgauisou a sociedade dramtica,
composla dos actores desla provincia e dos que, o
acompanhantlo do Rio, qoizera.. ficar aqu, e fazer
parle dclla daudo-llie instrocrOes animando-a e
prometiendo preslar-ih. lodo o apoio e cuuselho, e
designando pra dirigi-la os Sra, Sania Rosa, Coim-
bra e Julio, sendo esla eicolha approvada pela so-
ciedade, qoe para iso proceder a uma eleijao. A
sociedade antevio todas as duliculda'es com qu le-
na de lular, reconheceu|a ua fraqueza, e inl.ira
fallu de prestigio, e qae o insigne artista, seu bam-
reitor, teodo admirado e enramado na scena o pu-
blico desla cidade, o fizara perder, por algum lempo
o goslo de f'equeular o thealro.
lodavia, a sociedade nao desanimou, fez das fra-
quez.s forras, e contando com a beneficencia per-
nambucai.a, t,1o proverbial como o seu valor, i.pre-
sentou-se em scena, esmerndo-e a sua direccn, na
escolba dos vaudevilles e fa,c.as, e no dasempeubo
dellai. Tanlos esforco., e sacrificios nao podiam
deuar de ser reconhecidos pelo governo da provin-
cia, o qual imp.xido certas obrisacoes a sociedade,
concedeu-llie urna diminuta subvenrao mensal.a cu-
ja proleccao ella foi grata, salisfazendo reslricl.men-
le tae. ol.rigarSese ainda mais.esrnplurando aaclti
a Sri.Soleda1e,e coadjuvando a Mr. Scapini.sob re-
ciprocas convenienci.s mais favoraveis a esse digno
cantor. Nao foi smenle na sena,que a sociedade
dramtica proeurou merecer, des.jou acre.lilar-ie
em suas Iransaccoes ; e por iso todas as suas despe-
tas sao pagas em dia, o nada dev.ndo al boje, lem
nm pequeuo capital em cofre, destinado para valer
aos seus socios tos lance, oicissarios, e para adqui-
rir, e admillir em seu seio 01 bons actores, que por
v.nlura chegarem 1 esla cidade, e quizerem perl.it-
cr a sociedade ; e nunca lera' ippl.cado para guer-
rear qoalquer erapreza.
A illa do qae lemos referido, qae he pura ver-
dad., pod.r-se-hs dt/er com juslici, que esla aban-
donado o thealro, onde Irabalha uma sociedade as-
sim organisada, dirigida, animada pelo gov.rno.'ap-
plaudid. e assislida pelo publico > pensamos, "que
nao Mas cb.gou felizmenle a" esta cidade o bem
acreditado e dasejadoactor o Sr. Germano, e passa-
dos alguns das apruenta-ie na scen., onda juslica
os seus crditos de graode actor he justamtme
viclonado ; o que nao leria soccedido.se o Iheatro
eslivesse abandonado, pois que ueste caso cariamos
lodos us privados de apreciar o Sr. Germano, al
que elle podessa organisar uma companhia indispen-
savelmente fora da provincia, o qoe nao Ihe seris
fcil sem primeiram.nle lomar a empreza do Ihea-
tro, e nesia demora dimnuir-se hia o anlhusiasmo
do, sena admiradores, o sonreriara os Inleresse, do
sr. Germano; este, males evilou a aocie mtica, provando a hondada de algons dos seo, ac-
tor.., o por ronsegoiole o nao abandono do nosso
thealro. Que o Sr. Germano voto d.r mallo incre-
mento a sociedade dramtica, o confessamo, ; as-
sim como, que ella o r.conhecera', e saber' ser g;-
nerosameme grata'; m desej.raos, qoe >e faca de-
vida e imparcial jusliga, dando se a sea dono."
O menla da seena.
(Sotze&pon'ocncla.
Senhoret redactores : T.ndo lido uo Joraal do
Coinmercio o. 113 uma seria de calumnias e iujuras
conlra m.m, aislguada por Joaqum de Sa' Machado
Cavalcanli o Albuquerque, rererindo-se a corres-
pondencia inserida no Diario de Pernambuco do I-
de julho desle anno, cm qae comniuuiquei a histo-
ria da Irasladacao do SS. Sicramentoda malriz des-
la cidade para a c.pella da Conceirao ; como esse
malvolo tentador nao ni quiz nodoar a minha re-
nulac.lo, e da irmandade da Nuss. Senhora das Do-
res desla cidade, de quem sou o procurador e admi-
nistrador, com ao 1IImire orgao da juslica o Sr. llr.
Luiz de Albuquerque Marlius Poreira ; com quanlo
seja eise calumniador bem conhecido pela seiie de
fados de ua vida, oque baslaria para re.posla, que
m'a n3o mer.ee ; com ludo nao s.-ndo a minha 111-
lencao dirigirme a elle, .enao par. o fazer compa-
recer no u ibuii <1 onde lera' de ser ronigido ; he-
me neeetsaiio arompauhar em sua correspondencia
pai a mostrar ao Ilustre publico, a respeitavel socie-
dade, que sou incapaz de pralicar os vicios e faclot
qoe esse calumniador me empresta.
.No enredo de sua correspondencia se v (er Hle
attirraado, que sou administrador intruso, e que pro-
fanei o templo de I)os ; talvez alliibuindo a laeo o
motivo da Irasladacao ; mas n,1o se alreveo a dizer
era que igreja e nem como foi feilo eise inventado
erime ; porqoe os labios meulirosos nao articulara
sen.lo com reccio.
Senhores. o que csse (enlidor chama profanado,
foi um serviro de arroar.to em fizenda., concordado
anlea com o parocho. feilo pelo proprio administra-
dor e oulro ir,1,a.s; cujo serviro durou das seis os
ras do da al a tarde ; e isto por zelo ao SS. Sacra-
mento, e por cumpriinento do nosso dever, substi-
luiudo a velha, ral. indecente armacn por outra
nova ; o que s. lem feilo ja' por oulras veze., sendo
esse faci 13o verdadeiro que n.lo necessila de prova
Vino anda e.lar por Kslemunha uaquella m.tnt'
etposlo a villa de D.01 e do mundo : e creio que
mesmo a enliga serpente inventora da mentira, se
euver-ouhana da me imputar aiM calumnia : he
verdad, que o parodio degenerando das qi.alidades
sincera, que devia ler, eiqu.cendu se ou querendo
osquecer-se, que havia contigo concordado ne-ia
obra, alreveu-se a communicar ao Sr. Rvd. vigario
visitador Pedro Marinhn FaleSo, em sentido lodo
conlrario a' verdad., a ponto de diz,r qua a igrrja
eslava dieta de andaimes de pedieiros ; o que faz
suppor por pouco lempo aqu.lle vauerando Sr. vi-
sitador, que eu eslava faxenlo na capella-ror uma
obra de pedreiro ; c mesmo assini nem allecousi-
dei ou aquelle supposlo
2!/ de p!r Joao e" "e I.yra, emfim 'na l
aesi corporacSo se achara empregados publie
advug.dos, ofliciaes honradoi e disllnctos, abundan-
tes proprielarioi, todos horaen. d. primeira escolln,
uicapaze. de conseolir em busos e vicios destu ad-
raiin,(rcao : ve se nos seui livroi de ,eceiia e des-
beza ai canias constanlemenle lomadas al novem-
br., do anno panado ; tem sido vistos em corre.rao ;
e tinalmenla para sello d. verdade e honra d'.st,,
corporarao ; de vi.ila o Rvd. Sr. vigario visilou-a e
i.ncou na livro dos provimenlos parochiaes um elo-
gio perfeilo a essa irmandade, seu mouuroenlo de
giona ad perpetuara rei memoriam.
Como poischega a locar com tanta ousadia esse
calumniador em tao honrosa corporacao '.' Mullo po-
de a gnoraucia e alo-aleza ,z elle que qoena eu
viver sempr. as rendas da irmandade, e que iulguei
razer delta, o meu patrimonio ; outra vez repilo :
aqu bem me poda eu explicar de oulra forma com
este calumniador, de.eorlinando-lhe sua bem ciuhe-
cida vida ; mas o meu fim nao he Ir.tar de fados ou
vidas privadas, como elle fez, porque a miulia edu
cacao es a cima de mesqoiuhas vingaoca ; direi-
vo, lenhores, do que vivo.
Sou profesior jubilado, e percebo ordenado ; vivo
de cdilteacnei nesta cidade. empregando constante-
mente minha. fo,c,>, carro, earreiro, carapina.olaro
o uma viva adm,nistrcao, qua com quanlo nao te-
nha podido f.ter uma consideravel fortuna, baslanl
rae lera chegado para passar cum uma pequea fa-
milia : por isso da o rifao anligo, julga o ladrao
que lodos lem o sea corceo.
Ouiz esse calumniador de lodo cobrir-me de lama,
dtz.ndo que vivo amsncebado, leve a andana al
de levantar a cortiua do meu leilo : lamento que ,e-
I perralllido as lypographiai iniarirem fados, que
nao interessam i sociedade e n.m mesmo parl-
cul.res, tendo 10 por lim o Iranstorno delle ; mas
aind aqu o acompanhe, porque Ihe faro ama cor-
reecao.
Esle calumniador he raeu vizinho, e e fallas, a
verdade ames dina, que vivo no recinto de minha
lamina, h-atandodos meos devere. : a minha con-
sone da o noile nunca deixou de contar com a mi-
nha companhia, c quando assim nao fosse era ella a
nica que em direito Ihe perlencia. aecnsar-me oo
queuar-se dess. crlme ; portento relire-se dos meu,
pes iheio de confo.o, a euvergonhe-se ene calum-
1,..lor ia 1 er.troniellido.
Ete calumniador .citando pouco ainda a par, da
mentira, llirma que o illu-ire orgao da ju.lica o
ir. I.uiz de Albuquerqoe Martin, Pereira tem cont-
inuado contigo as dcsharmonla.com o parocho a Xa
vier Lapes : he mais oulra calumnia, pela qual esl
sendo chamado a responstbilidade na delegada desle
Ierran, onde espero a jusliga iuteira, como costuma
lajer esle digno empiegado.
Compete me declarar que esse Sr. Dr. por v.zes
m particular conversa, me lem mauifeilado seus
set.limenlos a resp.ilo dessas discordias, a tanto as-
nm conhece o parocho t seu amigo, que anda hoie
o frequ.nla e Ibe t.m a inesm. amixad. ; nao obst.i,-
le ver publicada esta calumuia, poii a lealdade e si-
su tez detse h lirado empregado be ass.is reconhecida
nesia comarea, onde vive 110 mimoso regaro da o-
ciedade. "
Disse o calumniador emfim que a narrarao de,a
correspondencia ha recbeada de fal.idades ; quizera
eu qu. nao livesse motivo de a escrever ; ma. infe-
litmenta be tao verdadeira que e ealando j.' pro-
vando em diversos procesos crime. contra oa qoe
inventara o acto de resistencia, quaii todas as lesle-
miii.iiaa .ao de vista ; de ultimo provarei etube-
ranleinenle a queixa qae dir.gi ao lllm. e Rvm. Sr.
vigario geral desle bi.pado, se altendendo a diilan-
cia d.,,a cidade a capital, ledignar franquear os
meios de prova. hei porm que o Rvd. vigario meu
competidor munio-.e de grande mano de pipis,
dad'ei------ -'-''"P0de' q'"''",; m, nil ,a ,r-
qu
espe
qu
parles.
Cidade de Csroar.i 21 de julho de 1857.
______ J0A0 Izdro Gomes da Croz.
Assucar----------
*&nUicac> apci>\t)i>.
Accordam em relar;3o etc. Que precidido
o sorteio legal, e feilo o relatorio do'eslylo
aggraradofoloaggravantepelo iuiz, aquo
em seu despacho de II. 15, de que se aggra-
vara, vistos os autores ; por quanlo estando
[trovado pelos documentos de lis. 36, 39 a
46, o casamento doaggravante com sua pri-
ma Joaquina Ilibeiro Pootes, de quem se diz
ser tutor o aggravado, casamento que fora
celebrado com o consentimenlo de seu fal-
locido pai e sogro, 0 conforme o sagrado
concilio Tri.ientino, como so mostra dos do-
cumentos de fls. 34 e 35, tornou-se a melher
do aggravante por esse facto maior e fora
da jurisdiceflo do jaizo aquo, que 11S0 deve-
ria fazer o inventario que ordonou em seu
despacho de ft. 2, e tanto mais quanlo o ag-
gravante ja havia dalo principio ao inven-
tario de seu fallecido sogro Joaquim Ribei-
ro Pontos, pelo jaizo do civel desta cidado,
como se mostra pelo documento II. 43, sem
que possa aproveilar ao juizo de orphos
desta cidade a revalidado do casamento do
aggravnte, em consequencia d parentesco
com sua mulher, por se terem casado sem
atspensa ; porque esta ja havia sido conce-
dida porS. Exc Rvma. como se mostra pelo
documento de fl 42.
Por tanto provenlo cm sou ggravo, man-
dain.que o juizo aquu reformando o seu des-
pacho se declare incompetente na forma
ponderada, pagas as cusas pelo aggravado.
Recfo 21 de julho de 1857__Azevedo. -
Tellcs -Figueira de Helio Gomes Ribeiro.
74771650
410/j.Vl
"nilnt^?,^ EXPORTACAO PELAMESA
SKHW^-^tlAI,E N "ia
Lisboa-Brigu. porlugaer Con.Unte, Bailar A
Ohvelra. SOiacco. gomm, Antonio Jo.,"" de
Soou Ribeiro, *. eoujoa iMdo., 8 .occoVgora-
m ; Ihontai de Aquino For.seca A Filho "SR
sacc... a.sfjcir brinco : Bapt,.ta Jnior, 10 ac'co,
a.sucar mascavado Manoel Jo.qum Ferr tra
->0 saceos assocar mascavado Thom.x de Ani.i'
no l'onseca & Filho, 240 couroi. H
LisboaBarca porlugoeza .ratid*oi>, Thoma? d
Aqoino Foi.seca & Filho, 23 hatrls mel.
ConreJeracao Arginlina--Brigue hespanhol Cori-
na, Amorim Ir mao-, iO pipas cachara
EXPORTACAO".
Cooitantinopla, escuus hollandea oda, da i)i
lon.iarta., condaxio o .eguioto : 291 saceos com
I4,j70 arroba de adcar.
Aracaty, hiato nacional .Crralo do Norias, de 17
lonel.d.s, condazio o Mguiule : 160 volurr.ei di-
v.r.os m.rcadoria, 251 dilos diversos genero.
.- ai ,BAt!> 1>K PERNAMBUCO.
Rend.menlo do da 1 2i. |lfclMlin
Idam do di. 25. ..... ; "gg^Jj
* 3l:7/f"|6
CO^SULAUO PROVINCIAL?"
Rendnnenlo do da 1 a 24. tumammi
^maoai.23......* .' 8,'-^|
___________ 81:8179575
PRAgA DO RECIFE. 25 DE JULHO HF
1857, AS 3 HORAS DA TaRUE.
fetiita semanal.
Cambio,------------s,coo-.e a 28 d. por i;, ,,0 qua|
lacharam-se hoja ai ultimas tran-
sac51.es.
Algoddo-------------o. prados foram os mesrao da se-
mana antecedente, isto he, "jtioo
por arroba do fino, e 7JMO0 do re-
colar, tenio entrado 1006 saccas.
hntraram 7,b4l saceos; e ai ven-
w'.r,-R-va,n: "gunda ,orled
35 a afta por arroba, lerceira
boa 43800 a 490u | qarla de
4S600ai8700,eqoinla..ei|.de
'S'*a0?t An"r,ca d 3S9(K)
Bacall, ,n r- S; ^"^ "" 3700 '")
Bacalhao----------|,.eB-1 um carr.game,,lo eom o
qual odepo.Ho eonia 2.500 bar-
,'fVcWOIilni,*D0 a ""ar-ie
,.____ de 19 a 208 Por barrica.
Carne sacca---------Nao houv. eolrada, e os precos
conerv.r.m-.e, ficando em ser
... cercad. 10.000arrobai.
Parlona do Irigo- A. vendas nfloa>r.m gr.ude., po-
tem a couliuo.iao de bo. noli-
cia. do sol, lem dudo logar me-
Ihor prejo, e segairam para all
dous carreg.raentos chegados noa-
la semana: vendeu-se a 17a nur
bordea de Billimore ; laa a de
22T~J?W-,,>*\t"m *mde
Philadelphia, 22. 265 a de Riel,.
mond, e d. 25 a 27 a de Triea-
le : hendo em .er 3,000 barricas
da primeir., 2,200 da segunda ;
, '' "' ; 4.800 da quar-
la e ..,400 da ultima, total 17,100
barricas,
Rabaleram-se letras da 9 1|2 a II
por ceuto ao auno,
tocaramnoporlo: 2 navios com farinba de Iriso
1 com ateite, 4 vapores e I d. Guaqoil. g '
.,,r*.?V 'o'01" *""*<>* 1 faiendia europeas I
com bacalhAo 8 de c.botagem e 1 em laslro '.
sahiram : 2 em la.lro, I com pan. do carrega*
memo de c.botagem, e 6 com gneros do paiz pa-
ra poi loa eslrangeiro*. H '
Fie.ram no porlo 46 embireacei, a saber I .-
u,.ricn..2l brasil.ra, 1 f.anceza, hamborgac-
;pr:&,! ho,u,,d"a-9 -. E-
PALTA
dos preco crtenles do assucar, algodao, mais
teluro, e prouccdei mrionae. ole se Z.
cham na\ mesa do consulado de Pernambim,
na termina de 27 de julho a I agosto dTmy
Aisucar brinco.......
mascavado......
refinado .......
Algodiio eral pluma de I. aor'la-
J a 2.a
I 3. a
em caro.;,,.........
Aguas ardenlesalcool, ou espirilo
d'aguartlente. .
< e cachara.......
1 e canoa .'.....
dislilada o do reino. .
Descont----------
o

Genebra
caada
48600
359.10
WrbO
78600
7?200
63SOO
1a9-.1l
nona......,
a m iilohiin o de coeo.
peiie......
Public
presidente de.ta associaCao he S. A. R. o Sr.
para mi..me D. Luiz 1-iltpp..
was; aw! txszzisss * Revista de Inslru-.'.o
Piulo gal e Brasil, novojorua
S s. Antonia Policiano de C...
rorra,, publica, por modo que ,.elle seja repr...n-i n,,. d """'
tsrio mais o 'muro que a un.vertidade e o conse-
Iho superior. A idea de iraosf-rir para a capital uta 11
o .come-1 PraCa da Lisboa
nscriprOs de 3 0|0.....4
las prince-
0 vapor sardo Ge-
em 8.
747 l|2
I'itAtA DO KECIFE25 DE JIMIO AS
3 HORAS DA TARDE.
Cotare oOiclaes.
Cambio sobre Londres28 60 d|v.
IV Borges, prndenle interino.
L. Dobourcq Jnior, secretarlo interino.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d. a 60 d.
. Paria, 3<> rs. por fr.
Lisboa, 92 por % de premio.
Rio de Janeiro, 2 por 0|0 da deaconlo.
Acrao do banco -.0 por c.nlo de dividendo por to-
la do vendedor. r
empanbia de Bcberibe 6U80O0 por aedo
c.mpanbia 1'err.ambucana n ..,
cana ao par.
l.lil.dade Publica, 30 porceulod." prom
Indemnisadora. 61 ule
da Irada -!o ferro -20 por O10 da prem o
lo do loltrai, de 10 a 10 por cenlo"
sou adininiti.dor inlcrino e qu. tenbo dado cora a
csh.5ap.1r paos e por p.Iras, desesperado porque
o amaldiroado do poeo Xavier Lopes e o parodio se
oppozeram .1 qu esi n.lo vivesse tempre a cust. da
irmandade, ensaando 00. matulos iudos, rilando
uma corr.spond.ncia pel. imprensa era 1855. II.
islo (do falso e lilo calumnioso como a tal proposico : dem do dia 25.
bou administrador legal, porque fui legalmente i
nomiado pela mesa da irmandade uo dia 6 de di- I
Dlscon
Ac5oes do Banco, 40 a 45 de'premio!
Ouro.Oncaa heipanholai. .
Moeda de 68100 velhaa .
69400 nova- .
48000.....
Prata.Halacoei brasileiros. .
Pesos columnarios. .
. meticanot. ,
288.
ALFANDEUA.
Hendimenl., do da I a 21. .
380500
108000
168 98000
28000
28000
leseo
347:2209501
19:1658702
366;086s200 |
Licor ,
D ,
Arroz pilada!.
em casca
Azeite de ma
a
a a de
Aves arars
papajgaios
Periquilos.
Bolachas .
Bisadlos .
Cacau .
Cachimbos.
Caf bom .
b em grd restolho
b cum casra
a moido
Carne secca
Cera de carda
b em vela. .
Charutos bous
ordinarios '. .
retalia e primor .
Cucos seceos]........
Couros de bol salgados ....
seceos ou espitados.
o verdea.........
i> de
o a
11
Doce da cali
gob
> scceo
a jalea .
Espaiiadores grandes.
.d.
a

caada
botija
caada
garrafa
arroba
8900
8600
esoo
8850
8800
8240
8800
8241
2JSIHI
auba em pao.
m
pequenos....
Esleirs de pieperi......,
Lslr.pa nacional........
eslr.iiigeira. mao d'obra
Farinba de aramia.......
n b ikillin.......
" Mandioca.....,
Peijao ... I.........
rumoem rom bom.....
b ordinario .......
em folha bom......
w ordinario ....
b restolho .
Gengibre..........
Gomma.........~ *
Ipecacuauha.......
Lenha de achas grandes ." .*.'.
pequeas .
o loros .....
Pranchaes de amarello de 2 cosladoa um
a b louro......... .
Costado de amarello de 35 a 40 p. de
. e 2 a : de I..... ,,
p de dilo usuaea.......
Cosladinho de dito........ B
Soalhc de dilo. .......... a
Fono de dilo...........
Costado de louro......... ,
Cosladinho de dilo......\ ,
Soallio de dito........ ,
Forro de dilo........ "
b cedro........ ,
T..ros de lalajuha.........
\aras de pereira.......
b acuilhadas.......'.
quiris..........
Em obras rodas de sicupira para c,
b eiios b a
Mol.............
Milbo............'.'.*
Petara de amolar ...".' .' ." .'
b filtrar........
O b rebolos........'
Piassava era mothot........
Pontos de boi......
alqaeire 9TJO0
cauada 18B00
18440
18600
108000
38O0O
18 58120
98000
58-VHI
48000
58-500
48000
4-8500
lijara
58000
108000
128000
18700
9800
28500
29560
8335
9340
8220
158000
8380
8380
400
8320
8800
8640
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38500
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B
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28000
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18000
98000
78000
48000
88000
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50000
-800
38000
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1800
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8200
Sabao .....
Salsa parrilba .
Sebo em rama .
Sola 011 vaqueta
Tapioca.....
I nhas de boi ,
Vinagre ....
uma
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cenlo
alqueire 31900
fm
son
8800
8200
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198000
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3*800
38200
f.MIO
308000
*
meio
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cenlo
pipa
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.
.
MUTILADO
' .

',;




/t
DIARIO DE PERNAMBUCO SKfiUXDA FEIRA 27 DE JULITO DE 1857.
3&0*tg*ftt$0 ^0 )>0KS0.
Navio intrads no da 25
tiranja e portoIntermedio)13 das, Tipor nacio-
nal Iguarissu'ii, commandaute Antonio da Sil-
veira Macicl Jonior,
Rio de Janeiro e BahaH lu, vapor inglez arJy-
daipen, eommandanle Bown, earga cafe ; a lleli-
ry j>riler & C.
Anloef pia24 dl, vapor inglez aCalcola, com-
inandanle Blackraore, carga fazendas; a IUnrv
Foraler C.
Guayaquil103 diat, brigoe hamburguez aNaoryo,
de 217 lunelada, capitn I. P. I'rahra, equipa-
geni 11, carga varioi generoi. Veto refreicar. Se-
got para Liverpool.
Navios sabidos no mesmo dia.
ColingoibaUiale nacional Sergipaae, roealra
Henriqae Jote Vieira da Silva, carga lariuha de
Iri(i a Uilro.
AniaerpiaVapor Inglez Hydaipei>, commandan-
le Bown.
Kio de Janeiro e porto intermediosVapor inglez
Clcala, comroandante Blattmore.
Montevideo Brigue inglez aoickslep, eapilao
Thonuz Guilbert, earga auocar.
M.Vl'l'A demunttrattro a'agua qu* leve o banco da
barra denle porto na emana ltimamente
/inda.
l
18
JO
2\
2J
a
2 i
Nomlnacio
dos diat.
Domingo ,
2." Teira.,
3." fera.
t. Tetra. .
5. feira.
6. reir. ,
Sabludn ,
Preamar. Baia mar.
14 1|2 pcsingl.
15 s
16
161|2
t6
1S1|2
1-i v
10 pea inglezei
10
9I|2
91|2
10 a
I01|2
101|2
Observado.
Nos dKTereoles ancoradouros do poilo oacilloo o
baiza-mar de 14 e 20 a 15 e 21 pe iogleze, e o
preamar da 22 e 29 a 24 e 31. Em 25 da jullio de
1857.Jos rousdno Porto.
--- Pela inspeegao da alfandega se faz pu-
blico, que no ia 28 do correte, depois de
meio dia, se h?o de arremater porta da
mesma repartirlo, sendo a arrematagSo li-
vre de direitos ao arremaiante, 25 balainhos
Je vimes no valor de 89100, abandonados
<>s direitos por JoSo da Silva Boavista Al-
andega de Pernambuco 25 de julho de 1857.
O inspector,
Bento Jos Fernn des Barros.
--- Pela fnspecgdo da alfandega se faz pu-
blico, que no da 28 do crrante, depois do
mein dia, se hao de arrematar no estado em
que forem echadas, a porta da mesma re-
partirlo, sendo a arrematarlo livre de di-
reitos ao arrematante, 130 duzias de garra-
f sdecervej no valor de 1755500, abando-
nadas aos direitos por J. Praeg^r & C. Al-
fandega de Pernambuco as de julho de 1857.
O inspector,
* Bento Jos Fernandes Barros.
THE A MI)
DK
Santa Isabel
SEfiUNDAFEIBA 27 DE JLLUO.
Primeira reprusentarao dos artistas fran-
ceses do theatro imperial do Rio
de Janeiro.
IV CORDE SENSIBLE.
ou
LACLFE DO CCEEUR.
VaLdeville en un acto, meto de ehanls el da
dauses par Mrs. Clairville el Lamber! Thiboasl.
PKKSONNAES.
Erne! Califourchoo.....Mr. Pcil.
Ciprien lameran...... Marlial.
Zwine..........Madame Pauline
M,m........... Pascal.
(La acea le paste a Paria.)
UN MONSIEUR ET UNE DAME
D1STKIBLTIONS DE
Julat Biiinardin. .
Jalie Simnel, Jeuue Veuve. .
Une Aobargiste......
(I." irrae se passe dan une
l-A PIECE.
Mr. Pascal.
Madama Pauline.
- Pascal.
Aubetge.t
Para o liio de .Janeiro.
O bem condecido patacho nacional Valen-
te, pretende seguir para o Rio de Janeiro
com muila brevidade; tera promplo dous
tercos de sou cirregamento : para o resto
trata-se com o seu consignatario Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo. ra da Cruz n. 1.
PARA O ItlU DE JANEIRO.
Segu com toda a brevidade o patacho na-
cional Mara Rosa, recebo anda a pouca car-
ga que Ihe falta, e jjlguns escravos a frete :
a fallar com Manoel Ignacio de Oliveira, pra-
ca do comniercio n. G, ou a bo'do com o ca-
pito Antonio Jos de Oliveira.
Para a Baha.
Segu em pouco dias o veleiro e bem co-
nhecido hiate nacional Castro, de primeira
marcha, forrado e pregado de cobre, ja tem
a bordo dous tercos de seu oarregamento,
para o resto, trala-se com seu consignatario
Domingos Alves Malheus, na ra do Apollo
n. 23.
Para o Aracaty segu em poucos dias
o bem conhecido hiate Capibariba : para o
resto da carga e passageiros, trata-se na ra
do Vigario n. 5.
Para o Aracaty.
Segu nestes dias o hiate Exhalado,para o
resto da carga e passageiros, trata-se com
Caetano Cyriaco da Costa M na ra da Ca-
deia do Recife n. 2
(omiiaiiliia
Pernambucana.
O vapor PERSINUNA, commandanla Morel,
ra, cha- a carga para Tamandar, Barra Grande-
Macelo e Penedo, para onde salara a 29 do correnl,
a's 6 horas da larde : a earga sera' recebida al
ra .1 da tarde do dia 28.
Real companhia
quetes inglezes a
(le pa-
va por.
At o dia 31 deite
afamado vapor
mez epera-so da Europa, o
o algem oulro desta rompanbia, o qual, depois da
demora do co.tume, seguir para o Kio de Janeiro,
locando na Bahia : pam passagens, ele, Irala-se
com o agentes Adarmon llowie & C, ru,i do Tra-
piclie Novo n. 34.
,%t&M.
LE CAMP DES BOURGEOISES
RYOLTE DES ItlIES IIOMTES.
Joue par Mr. Pascal, Marlial, Madamas Pauli-
ne el Pascal.
ORDRE Dli SPCTaCLE.
1." Le Camp de Bourgeoisei.
2." Un Monsieur.
."I." La C >rde Sensible.
O bithele de camarotes acliam-so desde ja a
venda em o hotel inglez em mo de Mr. Pascal, e
do dia do espectculo do eicrlptorio do theatro.
(/nutrir s 8 horas.
Principiar ai 8 horas.
+***
SOCIEDADE DRAMTICA EMPREZAR1A.
Teira-feira 28 de julho.
Subir a scena o drama em 5 actos ornado de
msica
A Graca de Dos
G
ermano e
Tomara parle nesle espectculo os Sr
D. Manoella.
As pesaoas que encommendaram bilheles de ca-
marotes eadeiras queiram vir por ellas segonda-
reira al ao meio dia.
Gabinete ptico
ATERRO D4B0HISTAIM.
O director deste saldo, participa a seus
illustres favorecedores, que lendo-se de re-
tirar desta provincia,oHerece-lhes esta sema-
na urna agradavel exposIcSo do vistas no-
vas.
GUERRA DO ORIENTE.
1.a Os liees retratos dos defensores da
guerra europoa.
2.' Aesquadra anglo-franccza dando fun-
do em frente de Uassigna.
3. A flota aoglo partindo de Pitead, leva
S. M. a rainha Victoria.
4.' Batalha general d'arma.
5> Batalha de Inkerman.
6. O grande bombardeamento de Sebas-
topol, por mar e trra.
7'1 O grande assalto, general de Sebas-
topol
a a Retirada dos Russos para o norte e
incendio do Sebastopol, e da esquadra rus-
ta na.
9." Napoleflo III. passando revista as tra-
pas.
10. Vista de Pernambuco.
11.' Vista do Porto em Portugal.
12." Vista de Madrid, capital de Hespanha.
13." Igreja de Santa Varia luajinada.
H." IJelberg Allemanha.
15/ A cidade de New-Yoorkc.
16,' Interior del palacio de bellas-arles
om Paris.
17." Vista de San-Francisco da California
18 Napolefio I, em frente da cathedal
de Milo.
O sal3o estar aberto das 7 at as 11 da
noite. Entrada a 19 rs., e os meninos de 8
anuos a 500 reis.
Leila'o de mo-
bilia
O agente Pestaa far leil3o por conta de
una ramilla, queso relira para a Europa, no
vapor inglez, urna encllente mobilia, con-
sistindo em eadeiras de Gongalo Alves eide
Jacaranda, ditas de bramse de balanco, me-
sa reilonda, consolos com podras, um lindo
toucador com pedra, um lindo toillete com
servico de porcellana, guarda vestidos,
guarda louca, candelabro, lanternas, figu-
ra de porcellaua para cima de mesa, sola,
marquezasde amarello, mesa de jantar, ap-
parelho de porcellana para cha, dito azul
para mesa, carro para menino, vidros para
servico qjue seria impossivel enumera-los, e que se
cham patentes ao exame dos pretendentes :
egunda-feira 27 do correte, as 10 horas
da inanhita, na ra do Apollo n. 1 A., do Sr.
Delino dos Anjos Teixeira.
O agente Borja em seu armazem, na
ra do Collegio n. 15, far leilSo de 5 escra-
vos pertencenles a urna pessoa que se retira
para fra do imperio, constando de 2 bonitos
pretos ssdios, proprios para todo o serv-ico.
ede 3 pretas, 2 excellentes cozinheiras e
eugommadeiras, e 1 ptima quilandeira, os
quaessero vendidos pelo msior prec,o of-
ferecido, pois que n2o ha limites : terra-
feira, 28 do corrente, as 11 horas da manhSa.
LEILAO" DE CHA' DA INDIA.
O agente Pestaua far lellSo por conta de
quem pertencer, de 20 caixas com encllen-
te cha da India, 3 caixas com cha prelo, para
fechar factura : terca-frira, 28 do corrente,
as 10 horas da manhaa, na porta do arma-
zem do Sr. Aunes, defronte da alfandega.
O agente Borja, em seu armazem na
ra do Collegio n. 15,far* leilHo de uro gran-
de e completo sortimento de obras de mar-
cineiria novas e usadas, objectos de ouro e
prata, relogios de algitieira e de pareda, ob-
jectos de porcellana e de crystal para sala,
candieiros inglezes de novos modelos, di-
versas quinquilharias e outeos muitos ob-
jectos, que s com a vista podem ser ajuiza-
das : quinta-feira 30 do corrente, as 11 ho-
ras da nianha.
Domingos Alves Matlieus lara' lei-
lao, por inteivencao do ayente Pestaa,
e por conta e risco de cjueir. pertencer,
de8cai\asdo muito superior couro de
lustre e de um rico e elegante piano:
qiiarta-eira 2! do corrente, em sen es-
criptorio, ru de Apollo n. 23, as 10
lloras da maiiliQa em ponto.
1 premio.
1 dito. .
1 dito. .
2 ditos de 2OOR00O.
i ditos de IOO.S'000.
( ditos de 50s000.
!."> ditos de 20.S-000.
20 ditos de 10*000.
80 ditos de 5*000.
010 premiados.
21.00 blancos
5:000*000
1 500*000
")0(),s000
400*000
i00*000
."00*000
3000000
200*000
V:500*000
12:000*000
5000
Tliesouraria das loteras, 20 de jullio de
1857.O tliesoiireiro, Francisco Anto-
nio de OliveiraApprovo.Palacio de
Pernambuco 24de julliode 1857.Por-
tella. Conforme.Antonio Leite Pinlio.
LOTERA da
provincia.
5" parte da Ia lotera di.s
orphins.
Oabaixoassignaiio ven-
deu nos Heusfrlizes bilhe
tes,
723
1675
1750
1191
5081
as se^uixtes surtes
W'-$* W.-^K*.-.-;&,
JORNAL PARA RIR.
Acaba de chegar do Lisboa o primeiro nu-
mero deste jornal cmico, proplietico e sa-
tyiico, ornado de caricaturas ; veudem-sc
a 160 reis, na.livraria n. 6 c 8, da praca da
Independencia.
P#ra o Rio do Janeiro vai seguir com
brevidade o brigue nacin*! Almirante, ca-
piUo Joaquim Pinto de Oliveira e Silva : pa-
ra carga, escravos a frete e passageiros, tra-
t-so com o consignatario Jos Joaquim Dias
Fernandes & Filhos.
Para a cidade do Porto, com escalla
por Lisboa, a nova o muito vcleira barca
portugueza Mara Feliz, capitao Zeferino
Ventura dos Santos, a qual he esperada nes-
tc porto at o fim da presente semana, pro-
cedente do Rio de Janeiro, donde conduz
mais de raeia carga, e ter apenas 6 a 8 dias
de demora nesle porto : quem na mesma
quizer carregar, ou ir de passagem, para o
que tem excellentes commodos,dirija-se com
antecedencia ao seu consignatario Luiz Jos
de S Araujo, ra do Brum n. 22.
'ar., a Bulla.
O veleiro e bem conhecido palhabote
Dous Amigos, pretende seguir com muita
brevidade ; tem prompto meUde de seu car-
regamento : para o resto trata-se com o seu
consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, ra da Cruz n. 1.
PROVINCIA.
O Sr. thesoureiro das loteras manda
fazer publico, epie se acliam a venda, no
pavimento terreo da casa da ra da Au-
rora n. 20, das 9 horas da manluia a's 8
da noite, blleles, meios e quartos, da
segunda parte da primeira lotera conce-
dida aocidado Antonio Joaquim de Mel-
lo, cujas rodas andam 110 dia I de agosto
prximo futuro.
Bem assim, o mesmo Sr. thesoureiro
acuna manda transcrever O plano para a
presente lotera, que abai\o vai publi-
cado.
Plano
3600 bilheles a 3*000. .
12 parenlo para o conces-
sionai-io......
3 e um <|uarto para a tl'e-
souraria provincial. .
8 por cento do imposto ;c-
ral.......
5 por cento commissao ao
thesoureiro.....
Sello........
18:000^000
2:100x000
60*000
1:U0n000
900x000
350*000
Os ahalxo assignados, com loja do ourives
na ra do Cabuga n. II, confronte ao pateo
da matriz e rua Nova, lazem publico, que
cstiio recebendo continuadamente as mais
novas obras de ouro, tanto para senhora
como para hornens e meninos : os precos
continuan razoaveis, e passam-se conlas
com responsabilidade, especificando a qua-
Iidade do ouro de 1* ou 18 quilates, Picando
assim sujeitosos mesmos por qualquer du-
vida.-.serapliim & IrmSo.
~ A cscrava Felici Jado foi comprada ao
Sr. Miguel Jos do Almeila Pernambuco,
com condicoes, c acha-se fgida desde o dia
19 do corrente : a pessoa que a ti ver emseu
poder, pode manda-la entregar na rua l)i-
reita n 66, que pronette-si mo castigar a
dita escrava, mas se passar do prazo das
condicoes, se proceder contra essa pessoa
com o rigor da lei.
Precisa-se de um
do
ESTRADA DE FERRO:
llecif'e S. Francisco
* LIMITADO.
Quinta ('imuiiibrt.
()< directores da Cnropauliia da Estrada da Ferro
do Itecife a San-Fraocisco, limitado, teem feito a
quinla chamada de duas libras esterlinas, on ris
179777 sobre cada arrio na dila compaDhia, a qual
deve ser paga at o da 2i de agoilo do corrente au-
no de 1857 : no Kio de Janeiro, em caa do Srs.
Mau Mac. liregor C. ; na Bahia, em casa dos
Srs. S. S. Oavenporl & C, e em Piruambuco, no
e-mpioriii da Companhia.
(*i accionista que nao realisar o pagamento den-
tro do lempo indicado, podera perder todo direito a
ac(0es sobre a> quaes o dito pagamento nao se liver
eflectuado, e em lodo caso lera de pigar juro
urna loja"de"caTcado nVVaa Untado Rosario "za de ?"? p?r cJDla B0 "Sf ,e na recel,er
n 20 m.o de. ii, "...," V* .^"u "U3drl< juros ou dividendo da compaa pelo lempo que
mo S ?ho aJI SUa C0"ducU' ou M- dacorrer entre o dia indicado para o pagamento e a
mo se me dar inleresse : quem se achar aua realisacao.
tiestas circumstancias, dirija-se a mesma Nenhum aulo de Iransfarencia pode ser registrado
loja junto a padaria. antes do pagamento da chamada.
Precisa-se de um feitor que entenda! '>or ordem do directora. James Templeion
de plantacao para um sitio em Sanl'Anna :
quem esliver no caso, dirija-se a rua Vclha
n. 54.
h'ood, superinlendenle.
Via Frrea
Recife ao Rio S-in-
Pranciseo.
Vs peisoas que qoizerem ver a locomotivas e car-
do
5:100*000
1:500*\ quartos.
200S2 meios.
200* bilbete inteiro.
100$'2 meios.
50*i- quartos.
A g-iirantifi lie |>Hg;a no
escriptori) de
P. >t- Layme.
PROTtSTO. -
Os abaixo assignados, vendo que o Sr. co-
ronel EstevSo Cavalcanti de Albuquerque se
julga com furias sullicientes para supplantar
o direito e justica do Sr. Vlanoel Cornelio
Araripo Bezerra de Menezes, buscando tai-
vez meios menos honestos, em vez do discu-
tir regularmente o seu pretendido direito,
como teem visto de pubcaces no Diario do
Pernambuco, e no Liberal Pernambucano,
veem declarar perante o publico, que elles
estJo resolv los a garantir por todos os mei-
os a seu alcance o bom direito do Sr. Manoel
Cornelio Aran pe Bezerra de Menezes, que he
incapaz de ausentar-se para nSo responder
so Sr. coronel Estevflo Cavalcnti de Albu-
querque, como esto figurou em um requeri-
mento feito para citaQ3o edilal.
Os abaixo assignados, amigos do dito Sr.
Manoel Cornelio Araripo llezerra de Mene-
zes, declaram ao Sr. coronel Estevo Caval-
canti de Albuqiiflrque, que elles se conside-
ran! com osmios ecoma forca precisa para
lazerem com que o pleito entre S. S. e o dito
Sr Bezerra de Menezes seja decidido confor-
me a justica, e nao por meios violentos e por
ostentacao de prepotencia.
Recife 2* de julho de 1857.
Os propietarios da Kscada,
Jos Pereira de Araujo.
Jo.v Rufino Barboza da Silva.
Antonio Alves da silva.
Jo5o Pereira de Araujo Cardozo.
Jos Pereira de Araujo Jnior.
Manoel Barboza da Silva.
Virginio Barboza da Silva.
Sebastian Paes de Souza,
Um raocn portuguez, que se acha om-
pregado n'uma das melhores casas de mo-
Ihados, por motivos justos deseja sahir para
ser i'tnpregado em urna oulra qualquer, para
o qual tem as habilitacOes necessanas, por
isso, quem do seu prestimo se quizer utili-
sar, deixar carta fechada tiesta tvpographia
cum as jniciaes c. i).
O abaixo assignado, professor publico
do segundo grao da freguezia da Koa-Vista
Jcsla cida le, avisa a quem este possa iute-
ressar, que a aula se acha berta na rua da
Matriz da Boa-Vista, casa n. II.Simplicio
da Cruz Ribeiro.
Precisa-se de urna ama de leite e urna
secca. para casa de 2 pessoas, com lilho ou
sem ello, paga so bem: na rua de Santa
Isabel n. 9.
RECORRACAO'.
Aescriptura da casa terrean..,, sila na
rua da Boa-Vista da cidado de Maceio, est
a "opia prompla. segunda dcnuuciacao.
JoSo Baptista de Sa.
Vendo-si um boa vioiao de magno,
com chave, e a sua compete ite caixe, sendo
ludo de bom gosto : quem o pretender com-
prar, dirija-se a rua da Cloria, casa n. 10.
Vendem-se coqueiros pequeos para
se plantar : na rua das Trinclieiras n. 29.
Farelo chegado no ultimo navio de
llamburgo: vende-se no armazem do Anuos,
no trapicho da alfandega.
N.i rua d<*8 Aguas-Verdes
n 16,
vendem-se 4 escravas, sendo urna excollent.e
mucamba com todas as habilidades. 2 boni-
tos moleques de 16a 1 Sanaos, 1 bonita cri-
oulinha dell anuos, 1 negro proprio para
engenho.
Vende-se urna bonita mulata de 20 e
tantos annos de idade, com um lilho de 2
para 3 anuos, tambom pardo, cozinha, cn-
gomma, cose chao e lava de salan ; he alta,
corp.ilenta, sadia, e serve para todo servico;
o motivo por que se vende se dir : na rua
larga do Rosario n. 41, de manlia at as 9
horas, e do meio dia at as da tarde.
- Na rua da Mangueira n. 20, vende-se
um cortico de ahelha urucu'.
Faz-se todo o negocio com a melhor
loja de fazendas do Passeio Publico o 9, com
fazendas ou sem ellas.
AVISO.
Vende-se urna armacSo nova toda envi-
dragada, propria para qualquer estabeleci-
mento, de raiz de amarello, gosto moderno,
< foita por um dos melhores mareineiros :
no aterro da Boa-Vista n. 16. Quanlo ao
preco he muito razoavel.
Vendem-se 2 escravas de idade 30 an-
nos, proprias para todo o servico : na rua
lunilla n. 3
- Vende-se urna mulata de boiita figu-
ra : no pateo do Carino n. 6.
Primeira necessidado.
Na taberna gran Je ao lado da igreja da So-
l lade, vende-se manteiga iugleza a 640 e
720 a I bra, flor a 800, 960 e 15120, franceza
a 640, 680 e 720, queijos a 19800 e 23, dito
de prato bom a 640 e 720 a libra, cha lino
perola a 39 e 3S200, hysson a 29500, 2#2>0,
2/e 19600. faritiha do Maranhao a 160, de
araruta a 200 rs., bolachiuiia ingleza a 320,
e grande a 160, sag' a 320, cevadinha a 240,
espermacete bom a 720, vinho bom engarra-
fado a i), 19300 e 1/000, sem ser engarrafa-
do de Lisboa a 640, 560 e 500 rs., vinagre
bom a 280 e 220, assucar prata lina c velas
refinadas a 480, cordas de linho para amar-
rar animaes a 500 rs. a libra, postas grandes
a 480, latas com 2 libras de marmelada a
1gl20, o muitos mais gneros de bom gosto,
por prego commodo.
--- Por despacho do Exm. Sr. l)r. juiz do
commercio silo chaa:ados os credores da
massa fallida de Antonio Augusto de Carva-
Iho Marinho, para, no dia 30 ao mi dia,
comparecerem na sala das audiencias, afim
de serem tomadas as contas aos administra-
dores da mesma massa.
Preciss-se comprar 2 toneis grandes
em bom estado: quem tiver annuncie ou
dirija-se a loja de funileiro : na rua larga
do Rosario n. 22.
Precisa-se de um homem de idade,
brasileito ou portuguez, para compras e Ira-
lar de um quinlal : no aterro da Boi-Vista
u. 20, segundo andar.
Furtaram um diccionario de consoan-
tes e o Castrioto Lusitano; seu dono, na rua
da Cadeia, defronlo dos mnibus, recom-
pensa a rcsliluic.io.
Aluga-sc um sitio na estrada do San-
l'Anna, junto ao sitio do Sr. Me. Calmont &
C, com os seguintes commodos : 3 salas, I
10 quartos, cozinha fra, cocholra para 3 \
carros, estribara para 8 cavallos, senzala ,
para 16 escravos, e outras multas bemfeito- ruagem em Cabanga, acliarao ordens franca para
ras para o desfrutar o inquilino : quem I admissao de um numero limitado, lodos os dias,
o pretender, dirija-se a ru Velha n. 54, a meuo "5 domingos, das 2 s t horas da larde:
entendor-se com Manoel do Nascimento S. no McrM^' d cumpauhla, rua do Crespo n. 2.
Bastos.
Precisa-sj de um feitor que cnlenda de
plantaco, eque seja bom para um sitio pe-
queo e perto da cidade : a tratar na rua da
Madre de Dos n. 2.
Vende-se urna casa terrea na freguezia
Ja Boa-Vista, em boa rua, contendo os com-
modos seguintes : 4 quartos, cozinha fra,
quintal grande, com 1 quarto no quintal
para escravos : quem pretender, dirija-se a
rua do Hosario da Boa-Vista, casa ti. 28.
Baueo de
Lotera
DA
Provincia.
O abaixo assignado vendeu os seguintes
premios :
2 quartos Numero 707 5:0009
1 meio 2457 5009
1 quarto a 2198 100/
1 bilheto 1709 509
1 meio 1447 509
O mesmo tem exposto venda os seu fe-
lizes bilhetes, meios e quartos da segunda
parte da primeira lotera dos trabalhos bio-
graplncos, os quaes mo est3o sujeitos ao
descont dos oilo por cento Ja lei.
Por Saluslianode Aquino Ferreira.
Jos Fortuuato dos Santos Porto.
Arrenda-se um silio no lugar da Tor-
re com boa casa de vivenda : quom o pre-
tender, dirija-se a rua do Sol casa n. II.
No aterro da Boa-Vista n. 20, apromp-
lam-se comidas para fora, com muita lim-
peza, a saber : almoco de solido, cha, cali-;
jantar de 6 a 7 pratos, e a sobre-mesa, e a
noite cha, por 309 rs., para urna pessoa,
mandando-so levar a casa de quem se con-
tratar.
U-se dinheiro a premio em peque-nas
quantias, sobre ponhores de ouro e prata .
ne largo da Assembla n. 12, segundo and ar
AO PUBLICO.
Como mcu marido o Sr. Antonio Carlos
Pereira de Burgos Ponce de Len n3o cessa
de inculcar nos jornaes o em conversas par-
ticulares, que eu vivo coagi la em casa de
meus prezados pas, sendo esta coaccao o
verdadeiro motivo da accao de divorcio que
Iho propuz, e quo anda pende em juizo,
julguei conveniente dar publicidade a res-
posta abaixo transcripta do Rvm. Sr. Or. vi-
gano geral deste bispado, que, tent occa-
siao de estar em casa de meus pais, pode
presenciar o modo como sou tratada por el-
les, alim de desengaar alguem, a quem as
invectivas do Sr. Burgos possa ter Iludido
hereza Adelaidede Siqueira Cavalcanli.
III m. c Rvm. Sr. Dr. vigario geral Antonio
da Cunha e Figueredo. Saude e todas as
prosperidades appeteco a V. S
Como V. S. em dias Jo mez de Janeiro do
corrente anno, esteve em casa do meu pai
neste engenho Martapagibe, em companhia
de seu mano o Exm. Sr. Dr. conselheiro Jos
ocnto da Cunha e Figueirodo.e dos llIms.Srs.
conego Joaquim Pinto de Campos, o major
Jo3o Valentim Vilella, e nessa occasiao con-
versou comigo perante o.s oulros senhores,
acerca do divorcio, que pende no juizo com-
petente entre mim e meu marido o Sr. Anto-
nio Carlos Pereira do Burgos Ponce de Len :
quizera merecer de V. S. o favor de deciarar
ao p desta o que o jvo de mim.ou pelo me-
nos, em que s/ntido me pronunciei, acerca
do dito divorcio.
E bem assim, se observou alguroa circums-
tan.cn, da qual podesse colligir, queeu mo
gozo de plena liberdade em casa do meus
pas, permittindo V. S. que faca de sua res-
posta o uso, queme meconvier.
Este favor pouhorar a gratidito de quem
conressa ser o V. S., atienta, veneradora o
obrigada.Jhcreza Adelaide de Siqueira Ca-
valcanti
Martapagibe 20 de jnlho de 1837.
Illma. eExma. Sra. D. Thereza Adelaide
de Siqueira Cavalcanti. Em resposla ao
que cima lica dito, cumpre-mo dizer a V.
Esc., que quando em dias do mez de Janei-
ro eu me diriga a freguezia da Escada, pas-
sei pelo referido engenho Martapagipe do
Sr. seu p*, em cuja casa estivo, e onde ten-
do a honra de conversar com V. Exc. peran-
te sua familia, meu irmao e o Sr tenente-
coronel JoDo Valentim Vilella, acerca do seu
divorcio, tenlio lembranca de ter ouvido a
V. Exc. dizer que leve umitas razoes para
propor aquella acc3o contra seu marido, e
que esto se tinlia turnado mo, e t3o zeloso
paiacom V. Exc, que se envergonbava d-
ze-lo ; referindo ou o quo ouvi, devo em a-
bono da ventado dizer que all nenhum acto
presencie!, do qual podesse siippr que V.
Exc. em casa de seus pais eslava co.-gida, ou
sem plena liberdade.
Sou com o maiorrespeito, de V. Exc. ser-
vo ltenlo,
Padre Antonio da Cunha e Figueiredo.
--- Tendo o abaixo assignado lido no Dia-
rio de Pernambuco de ante-liontem 22 do
corrente, que no dia 25, depois da audien-
cia do Illm. Sr. juiz municipal da segunda
vara, se proceder* a arrematadlo dos bens de julho d 1857
em iiquitlacau.
De accordo com o oflicio que me diri-
fjio a diiecro do extincto Banco de Per-
nambuco, convido aos Srs. accionistas do
mesmo Banco, a comparecerem na cai.va
tilia] desta provincia, no dia -29 do cor-
rente, a's 1 1 horas da manlia, alim de
llie serem presentes as contas da sua li-
quidariio, e approvar-se o respectivo di-
videndo. Recite 22 de julho de 1857.
O secretario da assembla geral, Antonio
Valentim da Silva Barroca.
Novaes & C, rua do Trapiche n.
>-, sacam sobre as pracas de Lisboa e
Porto, ao cambio que se convencional-.
- A casa da rua do Hospicio n. 18 B, que
oSr. Vicente Ferreira da Costa declarou pelo
Diario de 23 do corrente, querer vender, he
obngada a foro, que tem pago semprc, e
tambera a laudeu/io, ao conselheiro Coelho,
o que se declara paramis esclarecimenlo,
e ordem do mesmo conselheiro.
AtteucSU).
Terga-feira 28 do corrente, as 11 horas da
manbaa, he a ultima praga, da casa n. 35,
sita na rua da Concec/io do bairro da Boa.
Vista, com os commodos seguintes : 2 quar-
tos, bom quintal, cozinha fora, e com um
cxcellenle sotao, avahada em 1:9009 rs. : os
pretendentes comparei;am no indicado da
cjhora, na sala das audiencias.
- Precisa-se de 2 amassadores : na pa-
daria do Forte dn Malos. Paga-se 259000
tbensaes.
Matriz do oairro de Santo Antonio do
Recife.
Tendo de dar principio as obras da pintura
tecto, quadros e douramento, sao pelo pre-
sente convidados os senhores mestres de di-
tas obras, a comparecerem na mesma igre-
ja, afim de ajustar com aquello que melho-
res vanUgens otterecer, tauto em obra como
em prego, recebendo-se suas propostas em
carta fechada.
Consistorio da irmanlade 23 de julho de
1857. Francisco Antonio de Brito, escrivSo
Frontispicio do
Carino.
Os cncarregados da fosla do frontispicio
do Carino pedem encarecidamente aos Srs.
Antonio Cordeiro da Cunha, Simplicio Ro-
drigues Campello, Hermenegildo Jos do Al-
cntara e Manoel de Souza Luna, que quan-
to antes comparefam no pateo do Carmo 11.
9, primeiro andar, para eniregarem a rela-
53o dos devotos que concorreram para a
mesma festividade, especificando o nome de
cada un. Igualmente pedem aos devotos
que ainda nao deram e que prometterara
dar, o fagam, afim de se poder concluir e fe-
charem-se as contas da recita e despeza des-
la IVsla.
Fabiica de i^cao.e tecdos
de algodfto.
ir

l'.o.ii.i/. Pereira de Mallos Eitima, agradece
a todas as pessoas de sua amieade, que liveram
a l,iiii,l.t.i.. de aconpanliar ao seu uliiino jaiigo
us rosto mcrlaei de sen prea.lo irmo Amo-
nio Thoinaz Pereira de Mallos Eslirna, falleci-
do na iii.ii.lii.i de domingo 19 do corrente, e
pede dawolpa aos seus amigos que nao recebe-
ram participadlo por circumilancia inopina-
da', assim como declara que as missa do sti-
mo dia pela repouso cierno de sua alma, te
ho de celebrar hoje, sabbado 25 do prsenle,
pelas 7 e mal horas da in.nili.ia, as rojas da
malri* da Uoa-Vista, Sania Cruz, San-Con;a-
lo, Rosario, Soledade e no convenio de han-
rrancisco.
... precisa-s- de um amassador que seja
bom : na padaria do pateo da Santa Cruz
n. 6.
-- Desappareceu no dia 2* do corrente,
de um sitio da Soledade, um cao de cor pre-
ta, raca de Terra Nova: quem d?\\e tiver
noticia ou acha-lo, queira le'vara rua do Vi-
gario n 3, que sera recompensado com a
gratificacao de 209000.
O Sr. filho da Europa, que qui/er ir
para o mato trabalhar nu servico do campo,
vancendo um ordenado que se convencio-
nar, dirija-se a rua da Cruz do Recife n, 64,
primeiro andar.
Attencao.
Os senhores negociantes que tiverem di-
vidas, da praca de senho'cs de engenhos do
sul, fazendeiros e do outras quaesquer pes-
soas, o quizerem negociar as ditas dividas,
dirijam-.-e a rua eslreila do Rosario n. 10,
primeiro andar, quo echarSo com quem ne-
gocia-las.
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite
rua do Collegio 11. 8, segundo andar
Ama de leite
Precisa-se do urna ama de leite
11a
ama ue leite que
queira tomar conta de um recemnascido
aqu na praca e em de/.embro leva-lo ao
Kio de Janeiro, dando se urna boa espor-
tula e passagem de ida evolt. 0rija-s
a praca da Independencia, bvraria 11. (i e
8 que se dir' quem pretende.
- Precisa-se alugar um escravo para o
servigo interno -de casa : na travessa das
Crasos 11. 10, primeiro andar
O abaixo assignado pedo ao Sr. Juo
Cancio Gomes da Silva, que haja de decla-
rar que arguo encamadla ao mesmo abaixo
assignado desde 1855, porque juizo, qual o
seu pedido, eem que se funda. Recife 24
pertencenles a testamentada do fina Jo An-
tonio Jos Teixeira Lima.declara para evitar
queslOes que a casa na rua de Joao Fernandes
Vieira n. 31,acha-se edificada om terreno fo-
reiro a irmandade de <\. S. da Sololade.e est
devendo de foros 15Vj080 at 31 de aezembro
pror.imo lindo,e 10 palmos de terreno de-
fronte.que se achan entre a dita propriedade,
eo sitio do Sr. Jos Aino do Souza HaitalbSes
Manoel Polycarpo Moreira c"e Azove lo.
Deseja-se lallar com o Sr. padre Joao
Cyrillo de Lima, capelUo do dcimo bata-
H1S0 : na rua da Praia 11. 26, a negocio que
llie diz respeito.
O abaixo assiguado, possuido do
maiitr cmpenlio de se deseobiir os auto-
es e cmplices do horroroso assassinato
349S330 de alugueis de casas, pertoncentes a
N. S. da Paz, que recebeu o
Teixeira, e nao fez entrega, o que tu lo faz
sciente o anuunciaulc na qualidade do es
e'rivSo da mesma irmandade. Recife 23 de
julho do 1857.
Jo; Antunes Cuimaies.
No dia 19 do corrente
|uem llie prestar
dito finado 'I111'''!"01' esclarecimenlo exacto sobre es-
se Tacto, ou mesmo o conlieciment de
"ialguma circumstancia.ou accessorio delle,
de modo que se jjossa averiguar a verda-
de, assim como assegura, sol) sua palavra
de honra, o mais inviolavtl segredo, a'
<|ualquer dessas revelacoes,
se ao lini
os denles da rrenle, alguna pequeos taitiu 1 'va\'v' *rB aecla'-sc donde ellas
no rosto, que chegam ate bocea, bem fal- l"'oc(ideram.
lante. alegre de semblante, e andar ligeiro ;! Consulado Brilaniiico II de julho de
levou vestido de chita rdxa, panno da Costa 18">7.II- Augustus Cooper, cnsul,
azul, e camisa aberta de renda, tem sido po pateo do Cormo, esquina da rua de
vista tiesta cidade, e consta quo andou pelo lorias n. 2, conlinua-se a comprar periodi-
Manguinbo roga-se a sua apprehensao s eos para embrulho a 4;000 a arroba, cobre
auton tales policiaes e capitaes decampo, velho a 280 a libra, laiao e bronze a 240,
sta, casa n. 16, ou a .garrafas vasias a 8; o cento, e 80 rs. urna,
desappareceu da
casa de sua senhora, Ignez de Freitas Uarbo- quem izer .
sa da Sil veira ,a preta escrava de nome Hita, p ois he bem possivel cherar-s
do nag3o Costa, altura regular, com todos |P,fin a \\ ''' 1
os denles da frente. aliruiwnnncuih^ i "eseJad0- "em declurar-se doi
rua Direila, botica do Sr Peixe.
I sendo limpas.
(>s abaiio assignado, lendo oblido da Earopa, as
necessaria inrormagoe, plano e orgamentos para
a fabrica de fiar e lecer alemn, convidam aos Sn.
ocios a vir v-los, oo escriplorio do Sr. Manoel Al-
ve Goerra, na rua do Trapiche n. 4.
Igualmente convidam a pet.,nas qoe sobscrave-
ram para esta emprera, a realisarem a lerceira pre-
lajao de 20 por cenlo, o que verificaro de bojo al
18 de agosto proiimo, no mesmo escriptorio.
A pessoas que linda qoiierem fazer parle desla
erapreza. serao admillidas, pagando o valor das en-
tradas relisadas na occasiilo de subscreyerem no li-
vlo da assignaluras. que ao de 1005 a 5:00005 l.
Kecife, 16 de julho de 1857.
Amorim, Farias, Guerra & C.
Precisa-se de urna pessoa aptae que
ja tenha servido no exercito, e que queira
ficar por oulro por espago de 4 annos, paga-
se bem : a quem convier, dirija-se a rua da
Senzala Nova n. 30.
Fabrica de (.ivao e tecMos
de h Igfodao.
Os socios gerentes desta companhia, pre-
cisam comprar cal, lijlo, lelha, ara, ma-
deiras de lei em pranchOes e em travs, e
enxams, caibros e ripas ; para este lim
convidam as pessoas que negociam nestes
genero*, a dirigir as suas propostas por car-
ta fechada, ate 15 de agosto prximo futu-
ro, 110 escriptorio da seciedade, rua do Tra-
piche n. 14, onde serio abarlas em sess3o
ordinaria dos ditos gerentes. Recife 16 de
de julho de 1857.Amorim, Farias, Guerra
& C.
Offerece-se urna portugueza de boa
conducta, para casa de um homem solteiro,
ou para fazer companhia a urna senhora e
coser : quem della precisar, dirija-se a Boa-
Vista, rua da Conceigo n. 2.
No dia 20 do corrente, perdeu o capi-
llo do brigue nacional Mana Preciosa, Fran-
cisco Alves Meida, quatro matriculas con-
cernentes ao mesmo navio, sendo urna do
dito capilSo, outra do contra-mestre Antonio
Gomes, e duas linalmenle dos mogos Anto-
de Mesquita e Jos dos Santos : quem as ti-
ver achado, querendo entiegar, dirija-se a
rua do Apollo n. 5, quo ser gratificado pelo
dito eapilao.
Precisa-se alugar um preto, quo seja
possante, paga-se bem : na rua do Rangel
n. 13.
Em urna das melhores localidades da
rua do Hospicio ba urna casa n. 18 t, feita
com toda o gosto c esmero, e em cuja cous-
trucgSo entraram as melhores madeiras do
paiz e as melhores ferragens ; a mo d'obra
loi executada pelos melhores ofliciaes na-
cionalk e allemaes, sendo urna das casas
mais confortavois, porque seu dono a edifi-
cara para uella residir, c com effeito ainda
ahi residi por algum tempo. mas como se
resolvesse a tnudar-se e nSo llie convenha
te-la alunada, tencin vende-la. Tem boa
cocheira e estribara, um bonito jardim com
canteiros de pedra e cal, vares de ferro pa-
ra plantas trepaJeiras, entrada de frente e
posterior, isto he, pela rua do Hospicio e
pelado Destino, as fenles sao calgadas de
pedra de Lisboa, as entradas de marmore e
os lelos de estuque, escadas de volta, entre
o jardim o a casa ha um calgado de pedra de
Fernando, o jardim he separado do pateo
por urna elegante grade de ferro, tem urna
grande cacimba com bomba de repucho com
encanameuto e um deposito na parte supe-
rior da cozinha aonde se conserva agua para
consumo da casa, a qual he levada pelo mes-
mo encanameuto diversos lugares do edi-
ficio, tem um quarto com banheirode mar-
more e azulejo, com vlvulas para despejo
das aguas em um canto de 250 palmos de
comprido quo conduz nao s essas como to-
das as mais do servido o da chuva mar,
os bao los podem ser quentes ou fros, para
o que lia no banlieiro duas torneiras, de que
urna communica com um deposito d'agna
queme assente sobre a chapa do fogao da
cozinha. Tem outras muitas commodida-
des que podem ser examinadas pelos pre-
tendentes, diiigiiido-sc para esse lim ao Sr.
Joao Valentn! Vilella, que Ibes facultar a
enirada. PJeconvir a todos e especial-
mente a um senbor de engenho que nesta
cidade queira fazer a sua residencia. Ouem
a pretender comprar, dirija-se a rua da Ma-
dre de Dos n. 26 ao seu proprietario, que he
Vicente Ferreira da Costa. .
litXUM.MKiNOACiO'.
Honiem as 5 horas da tarde, indo meus D-
Ihos praia de S. Francisco, em Olinda, on-
de eslou com miulia familia, levaram em
sua companhia um mlaliuho de 8 annos
le idade, de nome Manoel, experto e muito
inleligente, e o vollaram dahi para casa, que
he nos Quatro Cantos, e do pateo do Carmo
desappareceu, sendo indubitavel que fra
fuado, porque cria de casa, nunca fugio, e
foi sempre muito bem procedido: recom-
mendo-o a lodts as autoridades policiaes o
aos meus amigos desta provincia, eda i'ara-
hiba, Alagoas e Itio de Janeiro, onde be de
muito coutiecido, certos que estou resolvi-
Jo a procoder contra qualquer, emcujo po-
der o eiicontiar. lie para lastimar que con-
tinu nesta provincia o roubo de escravos,
e que talvez seja sustentado pelos trafican-
tes que das provincias do norte carregam
para o sul, chegando a ponto de reduzr a
cscravido pessoas livres.
Autouio t da Fonseca.
GABINETE PORTUGUEZ DE
LE1TURA
Os s:nhores membros do actual conselho
deliberativo do mesmo Gabinete, e os seuho-
resqueforam eleitos membros do conselho
que tem de succeder quelle, s3o convida-
dos a se reunieiu segunda-feira, 27 do cor-
rente, pelas 6 horas da larde, na sala das
sesses do mesmo conselho deliberativo.
Societaria do conselho deliberativo do Gabi-
nete Porluguez ,le Leilura em Pernambuco
23 de julho e 18570 1- secretario,
Ricardo de Freitas Ribeiro.
Na rua Augusta, taberna por baixo do
sobrado que foi de Jos Mara n. I, ha para
vender carne legitima do serl3o do Aracaty,
a mais gorda possivel, em porgan a 320 e"a
retalho a 360 a libra.
- .No dia 7 de niaio deste anno, fugio o
escravo Manoel com os sgnaes seguintes :
he oflicial de sapateiro. trabalha de oculos
com aros de latflo, bem baibado, e ja com
cabellos brancos, cor fula, gosta muito de
cantar.assoviar e conversar em poltica, mas-
ca fumo, como lamlicm toma tabaco e ai-
gumas vezes embriaga-so, costuma andar
muito sujo ; suppoe-se andar irabalbando
no camiuho dos Alegados e Coelho?, onde ja
loi visto, e ltimamente na rua da Gloria, na
casa que ja servio de quartel : quem o pe-
gar, leve-o a rua da Cadeia do Recife, em
casa de Antonio Joaquim de Souza Ititieiro,
quesera bem gratificado.
I.ourengo Augusto da Silva Santa Bar-
bara retira-so para a Baha ; se alguem se
julgar seu crodor, queira apparecer na pra-
ga da independenci 1 n. 4, para ser salisfeito. 1
OITerecem-se dous mog is para caixei- 1
ro de qualquer eslabelccimento, excepto ta-
berna, dando fianga de sua conducta : quem
precisar de seu prestimo annuncie por este
jornal.
P-se al a quantia de 501000 a pre-1'
, mo sob penhores de ouro ou prata : na rua
da l'eulia n. 25, primeiro andar.
Lotera -
DA
provincia.
O abaixo aasigoadu ven-
de bilhetes garantidos, pe-
los presos abaixo nordos,
sendo da quantia de cera
mil ris para cima, a di-
nheiro vista, em seu es-
criptorio, na rua da Ca-
deia do llecife n. SO, pri-
meiro andar.
Bilhetes. 5-jiOO
Meios. 2#700
Quartos. IjfoO
P. J, L-iijmr.
a "" He,.che&*do a loja de Leconte, alerro
da Boa-Vista n. 70, excellente leite virginal
de rosas brancas, para refrescar a pelle, tirar
pannos, sardas, e espinhas, igualmente o a-
famado oleo babosa para limpar e fazer
crescer os cabellos: assim como p impe-
rial de lyno da Florenga para brotoejas e
aspendades da pelle, conserva a frescura e
o avelludado da primavera da vida.
A publico.
O abaixo assignado faz selente ao respei-
tavel publico e aos seus freguezes, que aca-
ba de montar dous importantes esiabeleci-
mentos de fazendas, na rua do Crespo ns.
10 e14, onde encontrarSo um vanado e lin-
do sortimento de fazendas de todas as cua-
lidades, as quaes vende por prego muito
commolo; sendo gerente do estabeleci-
mento ti. 1 0 o 8r. Marcelino JJeronimo fle
Azevedo. 1. G. Malvelra.
Atteocao
5
Na grande fabriea de ta-
maneos da rua Dlreta,
esquina do becco de H.
redro n. 16
Ha effectivaroente um grande sortimento
de tamancos para todos os tamauhos, quer
a retalho, quer em grandes porgOes muito em
conta ; e fazom-se tambera de encommenda
a moda do Porto, para homens e sennoras.
Na rua da Concordia n. 26, deseja-se
fallar aoSr. Paulino da Silva Mindello. afim
delle promover a cobranza de um val de
urna pessoa que s o mesmo Sr. Mindello
com sua influencia poder cobrar, cujo val
ja esteve era poder de urna pessoa para co-
brar, mas por muito condescendente nada
conseguio ; todo negocio se faz com o Sr.
Mindello, com tanto que elle nSo perca na-
da com o tal velhaco.
- Desappareceu no dia 19 do corrente a
mulata Thereza, cor escura, com todos os
dentes, cabellos orlados, lendo a raSo es-
querda basUnle inchada, Jevou vestiao cor
de rosa, chales de quadros azues j desbota-
do, e calgada de tamancos : a pessoa que a
encontrar pde-a levar a rua do Sebo n. 17,
que ser rcompensada.
Fugio no dia 16 do corrente o escravo
mulato, de nome Claudino, idade 14 annos,
com os sgnaes seguintes : corpo franzino,
pe* um pouco apalhetados, levou caiga e
camisa, anda um pouco espantado com mo-
do de que o peguera, tem sido visto nesta
cidade por diversas pessoas : quem o appre-
hender, levo-o a rua do Crespo, loja n. 6,
que ser gratitieado.
ICasa de Saude
DO DR. j
t PEDIO ANTONIO (MR,
$5 Na cidade de Goianna, becco do $
3 Pavao n. 1*. 'S
O Dr. Pedro Antonio Ceaar recibe pe- @
A loa doenle para tratar em toa caaaja' -a
^ mencionada, proroelteodo deiemp.nMF'll W
$jp fonegoe medical eom mallo telo e divida- 9
dadt.
*Prero diario.
Pesaoi llvrai. ,tt500 v
"i- eteravis. 29000 I
M$8** MMaftM
Francisco Manuel de Oliveira Lima,
proprietario do engenho ConceicSo Nova, na
provincia das Alagoas, passou a assignar-se
po- Francisco Manoel Marinho Falcao do dia
7 de julho corrente em diante.
Vende-se 110 escriptorio de Brender
a llrandis& C, rua do Trapiche n. 16.
Collada Bahia, qualidade superior.
Genebra de Hollanda em lrasqueiras,
qualidade especial e superfina.
Oleo patente, o melhor combustivel pa-
ra lampeoes de sala.
Vende-se urna preta de naeao com
tnuitas habilidades: 11a rua d Guia
n. 9.
IHO.
PAM Jlift-
NA FUND1CAO DE FERRO DO ENGE-
NHE1RO DAVID W.BOWMAN, WA
RUA DO BRUM, PASSANDO O .IJA-
FARIZ,
lia empreum grande lormantodosieRoinleol
jectosdemeclianimosproprioparaeDi,enhoas-i,
Der : moendaie mala mnenda, da mai moderna
conslrocjao ; taixaide ferro fundido e balido, da
superior qualidade e de lodoioi tamanhoa; roda
neniadas para agua ou auimaei, de loda ai propor-
jae ; crivoie lioca de tomaina e regidro de bo-
iro, aguilhoei, bronzes.parafmos e cavillifli.rooi-
"hus de mandioca, etc. tic.
NA MESMA FUNDICA'O.
e eieeutam todas as encommenda eom a luperio-
rirtade ja condecida com a deridt prestis ecom-
modidade em preto.
8ellins
patente inglez.
S.lo ebegadoa e acham-ie a vinda 01 verdedeirot
e bem eonhecidus sellin inglezes ptenle :-oa rea
do Trapiche-Novo n. 42, armazem de fazendas de
AdaintoQ llowie i C.
ssenlioras que inontuiit
a cava I lo.
Na rua Nova n. 18, loja de M. A. Caj' & C,
ha ricos casavequee de cores, e pretos,
para montara ; assim como um grande sor-
timento das mais bem acabadas obras de al-
fa iate, tanto superior, como mais inferior,
chapos, ditos deso, lengos de seda, ditos
do dita para gravata, dilos de cores, luvas,
suspensorios, meias para homem, senhoras o
meninas; camisas, ditas de meias, fazendas
nara qualquer obra que seja cncommenda-
da : a pessoa que vier a esta loja, achara um
ato completo, e ser um s prego para 10
dos, a dinheiro.
compra-se efTectivamente bronze, la-
ISo e cobre velho : no deposito da rundigo
da Aurora, na rua do Brum, logo na entra-
da n. 28, e na mesma fundigDo, em Santo
A maro.
Reinaria de
iego & Barreta, no Mon-
teiro.
No deposito desta reinaria, na'.rua da Ca
deia do Kecife n. 30, ba sempre assucar re-
tinado de superior qualidade, tanto ampo
como em torrOes e em pSes, por prego mais
commodo de que em outra qualquer parle.

ILEGIVEL

[





DIARIO DE PERNAMBUCO SEGUNDA FEIRA 27 DE JULHO DE 1857
C0HSDLT0R10 HUMSOPTHICO
00
m
Onde se acham sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
om glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por precos bastante commodos
i'Rcgos FIXOS.
Botica de tubos grandes. .
Dita de 24
Dita de 36 .
Dita de 48 o s .
Dita de 60 .
. Tubos avulsos a......
Frascos de tinturrademeia onca.
Manual de medicina horoeopatbica de Dr. Jahr com "dic-
cionario dos termos de medicina
Medicina domestica do Dr. Henry
Tratamento do cholera morbus .
Repertorio do Dr. Mello Moraes
10/000
153000
2(U>000
259000
309000
19000
29000
209000
lOlOOO
2/000
6*000
*?.?:.< feaaBgawBwawi
;s l'KUli \S PRECIOSAS-
i
Arierecos de brilhinle, >
diamante e perolat, pol- *
cir.is allineles, brincos **
e rzalas, lioles < auneH L
de diflerentes aostos r di
diversas podras do valor. *,
Compran), vender on B
Irocam prala. ooro, bri- S
llianles.diamaDlese pero-
* la, e oulras qaaesqner .<
joiatde valor, a dihlieiro *
*"
IOREI&i MIARTE.
WJ IIIURITM
Ra do Cabuga' n. 7.
Recebem por to-
dos os va p. iv sda Eu-
ropa asohnsdo mais
gj OURO E PRATA.

.'. Aderemos completo da j$
. 2| ra, allineles, brincoi e j*:
p roalas, cordoes, trancel- j
lins, medalhas, correles &
*> e enhiles para relogio, e f*
$ onirot mullos objeclos de j
ouro.
jjj Aparelbos completos de J
-* prala para rlu, bandejas, j
j salvas, casli(aes, colheres $j
I iu4poro"r.:* e,ro 1 Moderno gosto, tan- | (doe,80o^ecl
Iros objeclos de
*.....".............>to de FraSa como |,ffi................................wm
de Lisboa, as quaes vendem por
preco eommodo como costumam.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a pontu grande e a do
Chora-menino, e abi tem preparado urna
rasa de saude com todos os commodos para
o tratamento de escravos, cujos senbores
nsiclam lora da praca, ou 'que nilo os pos-
sam curar em suas proprias casas : quem
para isto quizer-se utilisar de seus servicos
mdicos, que ser3o desempenhados com o
maior zelo, dinja-se ao paleo do Carmo n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Preco2/000 diarios -exceptu-
ando conferencias, sanguesugas opera-
ces.
IKio-Formoso.
O Dr. Joao Honorio Bezerra de Mtne-
qp m, medico pela Facilidad da Baha, tem
A filado sui residencia na cidade do Rio-For-
r noso, e de novo elTerece seus servicos a lo-
Vj> 4as a pessoas que o hoorarem com sua con-
tft faoc,a.
m
Precisa-se de caixeii os, na ra da Ca-
dcia do Recife n. 50, primeiro andar,
prestando uma llanca de 200S000, ven-
> rinio o ordenado de 200$ a 600$, que
lie para vender bilhetes da lotera da
provincia.
SEGURO CONTRA FOSO.
Companhia Alliance.
Esubelecida cm Londres, em marco da 1824.
Capital cinco milhes da libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., leca i konra da in-
formar aos Srs. negociantes, proprielarios de casas,
a quem mais convier que estao plenamente au-
torizados pela dita companhia para effectuar segu-
ros sobre eddacios de tijolo a pedra, coberios da
tlha e igualmenia sobra os cbjectos que conliverem
os masaos edificios quer consista em mobilia ou
en fazendas de qualquer qualiJade.
i'l Joao da Silva Hamos, medico pela un- g
* versidade de Coimbra, mudoo sua residen- F.
.'*? cia da roa do Cabog para a roa Nova n. *>
fijft 69, secoudo andar, sobrado do Sr. Dr. Net-
a lo, e alii contina a receber, das S s lo c
'f* hura da manhaa, e das 3 is 5 da larde, as Jjj
i,2 peisoas que o queiram consultar. >.,;
JOHN CAT1S,
corretor geral
E GEME DE LE I LOES COMMERUAES,
n. 20, ra do Torres,
I'HIMEIKO ANDAR,
praca do Corpo Santo
RECIFE.
g-MHTiSTA FR1NCEZ. |
Paulo l.dignuoi dentista, ra Nova n. 41 : ''
i casa lem agua e pos denlrilice. @
Tassp I raos.
Avisam aos seus freguezes, que as ultimas
laimhas de trigo r.ichinond ebegadss ao mer-
ca.lo, sSo vendidas em seus armazeus, pelos
seguintes precos :
Calega 269000 por barrica.
Ilaxall 25?50 dem.
O Dance 243000 idem.
Columbia 23s000 idem.
Alera destas tem farinhas novas de Tries-
te ds marcas SSSF. Fontana c primeira
qiMlidadc ; assim como completo sortimen-
lo das melhores marcas de l'biladelphla, No-
va Orlcans e Ballimore.
e
M&Mt*$.
- Compra-se elTectivamenle na ra das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, accoesdas compa-
nhias, e d-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas quantias, sobre peuhores.
Vendc-se uma duzia de eadeiras do
amarello, com pouco uso : na ra da Guia
n. 38, segundo andar.
JLa martine.
Nouvelles Confiiences, Nouvelle voyage
eu Orient, Toussaint Louverture, Ginevieve,
Crazielle, La jounesse, Regina, L'enfeoce.
Mery.
Les nuits dorient, les nuits anglaises,
les nuits espagnoles, les nuits romaines, An-
dr Chenier.
Gustavo Planee.
Portraits des artistes, Estudes sur l'ecole
frsncaise.
Estas obras eslSoavenda na nova livraria
da ra do Co>gio n. 2t.
Vende-se uma mulata moca com as
habilidades precisas para casa do' familia :
na ra da Praia de 49.
i\a loja no-
va ao pe do arcj de Santo
Antonio,
vendem-se pecas de madapolfo com peque-
no toque de avaria a 29500, dito iirapo a 3/,
manguitos para senhora, fazenda superior,
golmhas de todas as qualidades, cfles de
cambraia de barra a 29 o corte, e oulras fa-
zendas linas, todas do bom goslo.
SECRETARIAS.
As melhores que al hoje tem apparecido
a.este mercado : vendem-se no escriptorio
do agente Olivcira, ra da Cadeia do Itecife
n. 62, primeiro andar.
Vende-se a verdadeira graxa ingle-
7.;\ n. 97, dos afamados abiicantesDay
& Msrtin, em barricas de 1"> duzias de
potes: emeasa de James Crabtree & C,
iiia da Cruz n. 42.
CARViO PArEflTE INGLEZ
para fogao de cozinha, e vende-se em casa
de Poirier, no aterro da Boa-Vista n. 55.
doble em moeria.
Vende-se constantemente na praca da In-
dependencia n. 4, a um e meio por cento.
Vinlio do Porto
superior chamico.
Vende-se nicamente em casa de Barroca
Castro, na ra da Cadeia do Reci fe n. i.
Sellis e releffios.
SELLINS e RELOCIOS de patente
ingle : a venda no armazem de
Roslron Rooker^x Companhia, es-
quina do largo do Corpo Sanio nu-
mero 48.
Deposito
de rapprinceza da
d<
Na nova loja de azend-is,
de Jos Moreira Lopes, nos quatro cantos da
ra doQueimado n. 18 \, esquina que volta
para o llosario. veudom-sc superiores cha-
peos brancos de castor a !l;000, cortes de
casemira preta boriada a (nOOO, ditas de co-
res muito finas a 6/ e "JjOO, cassas de cores
160 o covado, risca lo francez muito fino a
180. chita franceza lina a 240, e um comple-
to sortimento de palitos de diversas quali-
dades, e outras muilas fazendas por precos
commodos.
m
&?,
&-S;G@0@@
H Grande sortimentotie
.i roupa feita.
5 Rita Nova n. 49.
$53 Na loja da rna Nova n. 49, que loi do ful-
t lecido Joflo (lonrtlves E\angelisla e lioje de
tS> ,'os* ^ait Pereira Jnior, encontrar.lo os
P bous Iregoezes um grande sortimenlo de
@ roupas f.ilas como sejam : casacas, gondo-
gg las, sobrecaskeas e palilus de panno fino
JS prelo e de cores, palilos de casemira de
".;,* cores, dilos de seda cor Je palha, dilos de
.!. merino satim, ditos de alpaca preta e de
'."' cores, dilos de hrim de hubo, ganga e me- -
g$ lim, calcas de casemira prela e de cores &
.^ ditas de brim tranco, de cores e de oulras
^3* muilas qualidades, eollele* de fuslao branco
%p e de cores, ditos de gurgurao, setim, seda,
efe cliamnlole, cachemira e velludo, chai eos, ft
X camisas, grvalas, luvas, pauuo lino prelo, J^
... cr de rape, azul e verde escoro, rasemiras fe?
;J modernissimas, cortes de rolletes de selim ffi
^tx prelo bordado e de oulras qualidades, e re- '''
w cebe loda e qualquer obra de encommenda, ^
'' entregando uo da conveiuionado. : ':
ARROZ DA INDIA ROM E
BARATO
na ra do Amorim, armazem
fabri-
3
a o
3.S"
m
-' :
i
o
03
.N i ra do Faguodes, loja n. 27, la-
i ii;;')!iima-sc(Oiii prfeioo, cpre-
1,1 ''>iii modo.
Ha lutiiiieao . W. Bowinan, cm F-
ia ii,-1,.i tas, precisa-sfl de oiliciacs marci-
ucli -.
ca de li. Gasse, no
de elaneiro.
Vende-so a preco eommodo rap fino,
grosso e meto grosto, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador : na
ra da Cruz.n. *9.
Velas de esper-
macete.
Vendem-se ca xas com 23 libras de ve-
las de G cm libra, a' preco eommodo, em
casa de Isaac Curio & C, ra da Cruz
n. 49.
TACHAS PARA EXGENHO
Da fumii.Mo de ierro deD. \V. Bowman
na na do Biurn, passando o cliala-
nz, continua a Imver um completo sor-
timento de taclias de ferro fundido e bali-
do, de 3 a 8 palmos de bica, as quaes se
ecliama venda por precocommodoe com
promptidao, embarcam-se on carregam-
fe em carro sem despera! ao comprador.
Moinhos de vento
c om bombas derepniopara regarhor aseba
x i. decapim : na fundi^aode D. W. Bowmat
na roa do Brum ns. 6 8e10.
- Encasa de Saunders Brothers C. prac
dj Corpo Sanion. ti,apara tandero s uiau
Farro inglcz.
Pixeda Suecia.
Alcalro de carvao,
Eonasde linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodolizopara sacc^5.
Kto enlrancado iKual io da Baha
E uviconpleto sortin.enlo de fazendas proprio
far .sie merciao ludo por (.rejo eommodo.
"1
Na flllldirfu
para
ao da Aurora precua-se
d i mrentea Torres ou escravos
trrico debaixo decoberta.
--- Prncisa-se deum cozinheiro : no lar-
g do Ilospiero junto ao quart-l, casa do de- ,
Minbargador Menles da uui,a. Paga-se
bem a;;radan^o o s rvico.
Vende-so
HE BiRATOSQUE AMIfti
Nos q na tro cantos da ra do Queima-
do, loja n. 20, vendem-se pecas de madapo-
13o com toque doavaria, lcIo diminuto pre-
go de -.3, ls00, 1,-600, 15800 e 2>800 ; a el-
los, que est3o no resto.
No largo rio Carmo, esquina da ra de
Hurlas u. 2, continua-sc a vender manteiga
ingleza de 400 a 15120, franceza a 720, sag'
a 320. cevadinba a 240, assucar branco de
enroco a 180, e em arroba 55200, gomma a
a 100 rs farinha de trigo a 120, araruta a
200 rs., vinbo duque do Porto a 1^200, e de
outros autores a 15, azeite doce de Lisboa a
360 a garrafa.
Vende-se uma escrava de nag3o, aqual
cozinha o diario de uma casa e engomla
algumacousa na ra da Auroran. 36.
Vendem-se farclus e tijolos de marmo-
re, em casa de Basto & Lemos, ra do Tra-
piche n. 17, vendem-se fardos novos do Lis-
boa, e tijolos de marmore de 12 pollegadas
quadradas, por preco eommodo,
------Vende-se uma preta de nag3o, de bo-
nita figura, propria para todo o servico : na
ra da Florentina, casa envi Jracada defronte
da porta da cocheira. *
Vendem-se velas de carnauba puras de
6, 8,10 e 13 em lilira.pelo baralissimo preco
de 125 a arroba, tambera vende-se uma por-
c3o de saceos vasios da mesma cera: na
ra Direila, casa n. 59.
Grande pe-
chincha
A 2,000 r. o corte.
Vendem-se cor tes do organdys matizados,
pelo baratissimo prego de 2o0o o corle : na
loja de 4 portas a ra do Queimado n. 10.
Vendem-se 4 moleques pegas de idade
dei;iannos, o i cabra bom allaiate e bom
bolieiio : na ra do Livramento n 4.
A dinheiro vista !!
Na loja de fazendas da ra Direila n. 65,
vende-se uma grande diversidade de fazen-
das linas e grossas, proprias do mercado,
sendo chitas, cassas, algodoes, longos, du-
raque preto, as quaes vendem-se por menos
do custo, para o que mostra-se a entrada ;
sendo isto para liquidar-se.
iva io/a da ra do Cres-
po n. IO,
vendem-se sabidas de bailes ou do tbeatros,
assim como ricos chapeos para cabega de
senhora, por prego eommodo, viudos lti-
mamente de Krauga.
Ao baraieiro da ra da
. Cadeia do iecife.
Na loja n. 50 da ra da Cadeia do Recife,
defronte da ra da Madre de Dos, encontra-
rlo os freguezes um bom sortimento do fa-
zendas, que em porgSo e a retalbo se ven-
dem por prego barato, o mencionaremos chi-
tas boas de cores lisas o covado a 150,160,
K> e 200 rs e em pega a 55200, 556OO, 65,
;40c 65800, chitas Irancezas de bonitos
gostos a 260, 280, 300 e 320, cassas de cores,
largas, fazenda que nao desbota a 200 rs. o
covado, cortes de. cassa chita de cores rosos
e pretos a l.;600, I58OO e 2, cassas fra'ncezas
do cores a 480 e 600 rs. a vara, mussulinas
com florzinhas e cores lisas a 320 o covado,
ditas muito linas com llores matisadas a
440, cortes de canibraia de cores muito lina
com II, 12 e 13 varas, lendo fazenda com
ramagem de trente pura folhos, polo dimi-
nuto prego de 65 o corte, pepulina de cores
com listras achamaloladas, fazenda nova pa-
ra vestidos a 960 o covado, e mepulina ou
laazmba com a margem matisala a I5OOO o
covado, cassa para babadu a 200 rs a vara e
15600 a pega, esguiao do puro linho lino de
I^VOO a \sW0 a vara, e em pepa do 14 a 18
chal de cores com quadrinhos e cambrai
de seda a 8o rs o covado, panno azul de boa
qualidadea15800e 251U0 o covado, c fino
prelo e azul a 3-200, 3-600, 4-, s-3qo, jOO
e 65000, e iiiialuieiile outras muilas fazendas
que, a dinheiro, sa vendem baratsimas, c
au-so amostras com penhor.
Vende-se um sitio na Cruz de Almas,
cun uma grande casa envidragad, chSos
propnos, com 5 quarlos, solao, cozinha fo-
no sitio leal b.isa para capim, 2cacim-
tauque, estribara c cocheira : quem
n. 67, que
\a lja das seis
portas em fronte
vrAmento
35000.
Cortes de casemira com pequeo deleito a
tres mil reis, a qualidade he superior, e tem
sortimenlo para escolher, palitos de panno
lino preto e de cores, com defeito, a IOjOOO.
Vcndo-se um toucador de Jacaranda,
um armario envidragado, uma veneziana 110-
va, um estrado o uma secretaria em bom
uso, ludo por seu dono se retirar para fra :
na ra Formosa, junto ao lampeSo do meio,
quaria casa, se dir quem vende os ditos
objeclos ; e assim como quem compra um
oratorio com tres faces da vidro, sendo de
Jacaranda e estando quasi novo.
Cortes de la para vesti-
dos.
Vendem-se cortes de 13a de lindos pa-
drees, com 15 covados cada corte, pelo di-
minuto prego de quinze patacas ; a clles,
antes que se acabem : na ra do Queimado
n. 22, na loja da boa f.
Na ra da Moeda n. 2, defronlc do tra-
piche do Cunha, ha para vender pipas novas
e usadas, meias pipas, barris novos e usados,
arcos de pao para pipas, vimes, arcos de fer-
ro em feses, ferramentas para tanoeiros,
cal em pedra de Lisboa, ludo por pregos
commodos ; assim como barris com azeite
de carrapalo.
Vende-se urna negra de mea idade
para engenho, por sur costumada : quem
pretender, dirija-seao largo da Assembla
n. 12, segundo andar.
A o Pregui^a
QDE ESTA YENDENDO BA-
RATISSIMO
Vende-se na ra da Concordia n. 26,
I um casal de araras, dous papagaios e duas
cahras paridas, do la*! MAKMKLMIA DK LISBOA.
MJl 1 No deposito das bichas, ra estreita do
; llosario n. II, recebeu-se muito nova mar-
j melada, e muito alva.
Mussuiinas brancas e de
era de carnauba e sebo
ctiado.
Vende-se no armazem de D R. And & C,
ra da Cruz n. 15, assim como velas de car-
nauba do Aracaty do superior! qualidade, e
fio de algodSo da Baha, ludo por eommodo
prego.
cores.
Vende-se mussulina branca muito lina a
440 rs. o covado, dita de cores de e&cellcntes
padroes a 320 o covado : na loja da boa f,
na ra do Queimado n. 22.
Algodo monstro.
Vende-se algodSo monstro com 8 palmos
de largura, muito proprio para toalhas e
lenges, pelo baratissimo prego de 60o rs. a
vara : na loja da boa f, na ra do Queima-
do n. 22.
CERA hl. CARNAUBA.
Vende-se cera de caroauba de muito boa
qualidade, recentemente chegada : na ra
da Cadeia, loja n. 50, defronte da ra da Ma-
dre de Dos.
jLuvas. de Jouviu.
Constantemente achar3o na loja do Le-
conte, alerro da Boa-Vista n. 7, as verdadei-
ra luvas de Jouvin, de todas as cores,
igualmente ricos penlcs de tartaruga da ul-
tima moda.
Cal virfem e potassa .
Cal de Lisboa chegada nestes dias, e po-
tassa superior : na rua"do Trapiche ns. 9 e
11, armazem.
itelogios.
Qt9$*4 ftefftt*&
50SOOO de gra-
tificado.
Desappareceu no dia 12 de junlT pr-
ximo passado, um escravo de nome An-
tonio, de idade de 54 anuos, pouco mais
ou menos, com os signaes seguintes:
pernat tortas e um osso crescido no hom-
bro direito: quem o aprebender leve-o
a ra do Trapiche, no hotel Caf Fran-
Os melhores relogios de ouro, patente in |cez 1ue receliera' a graticacao cima.
ez, vendem-se por pregos razoaveis, no Fugio do engenho Coelhas,' termo de
fende-sc
na ra do Trapiche n. ~>i, escriptorio de
Novaesix C, superior vinho do Porto, em
caixas de uma e duas duzias de garrafas:
a' preco eommodo.
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, assim como potassa da Russia verda-
deira : na praga do Corpo Sar.to n. 11.
COM PEQIEM TOLE DE AVARIA
A IM1EIKO
Pegas de madapol3o lino, ditas de algo-
daoziuho liso muito encorpado, ditas de lo liaogado e largo : vende-se na ra do
Crespo, loja da esquina que volta para a ra
da Cadeia.
relogios de pa-
tente
Na loja do Preguica, na rua do Queimado,
esquina do becco do Peise Frito n. 2, conli-
nu'a a vender-s* muilas e diversas fazendas,
por pregos baralissimos, entre ellas cam-
braias irancezas, padroes. novos e cores fi-
sas, pelo baralissimo prego de 480 rs. a va-
ra, ditas de cord3o muito finas a 500 rs. a
vara, cassas francezas muito linas e de pa-i
droes os mais modernos que ha no mercado
a 640 a vara, chitas Irancezas de lindissimos)
padrOes fl 280 e 300 rs. o covado, mussulina j
branca a mais fina que he possivel a 440 o
covado, dita de cor a 340, corles de casemi-
ra de cor de lindissimos padrOes e superior inglezcs de ouro, de sahonele e de vidro :
qualidade a 6/cada um, corles de brim de vciidem-sp mwn i.nu,l ^ ~<. 1.
puro linho de lindos padroes a 25400 cada A ~ P'eco .l0.,vel, em casa de
um, ditos de ditos a 25, dilos de algodSo a ^""^0 Wr de Ahreu, na rua da Ca-
15360, ditos de cutim de lindos padrOes e dea do Kecife, armazem n. l.
muito encorpados a I56OO cada um, lengos! TI J ir
de cambrai para moa 120, ditos mais linos l JlOliaS (le ierro.
a 220, pegas de bretanha de rolo de 10 varas Na fundicSo da Aurora em Santo Amaro-
a 25 cada uma, chilas escuras de diversos e tamhem o deposito na rua do Brum loco
padroes e cores lisas a 140,160,180 e 200 rs.' na entrada, e defronte do arsenal de mari-
0 covado, e a pega a 55, 65, 6*500 o 75500 ca- nha, ha sempre um grande sortimento de
da uma, cobertores propnos para escravos a tachas, tanto de fabrica nacional como es-
-00 rs. cada um, grvalas de seda de lindos trangeira, batidas, fundidas, grandes pe-
padroes a 1, ditas pretas de setim a l#280,: quenas, rasas c fundas ; e em ambos os lu-
dilas de cortes em outro gosto a 700 rs. cada gares esislem guindastes para carregar ca-
uma, luvas de seda de todas as qualidades! ooas ou carros, livres de despeza. Os prego
para homens e senhoras, lengos de seda de sJoo s mais commodos.
bons gostos, gangas mescladas de lindos pa- / ...
dres a 600 rs. o covado, cortes de castores* lUetllOUO laClIllliO.
de bonitos padroes a Iscada um, cambraias, Na li-raria da praga da Independencia n.
lisas finas a 45500, com 10 varas, dita* ditas, 6 e 8, "ende-se o methodo facilimo- para
muito finas a 6/, e outras muilas fazendas > aprender a ler, novamente impresso e aug-
que se deisarn de mencionar, e se venderSo mentado, por mil reis.
por baratissimos pregos ; e se darao amos- 1 n
tras com penhor ; assim como meias case-j A'atlOS P. ieiTK
miras de quadrinhos miados, muito pro-1 Na fundigSo de C. Starr& Companhia, em
prias para caigas e palitos a 600 reis o cova-, Santo Amaro, acham-se Dar vender arados
do, riscados francezes de lindissimos padrOes ( de ferro do um modello e construegao muito
a ajfl leis o covado. supr-riores
escriptorio do agento Oliveira, rua da Ca-
deia do Recife n. 62. primeiro andar.
CAAS de ferro
F.seellentes camas de ferro para solteiros :
vendem-se no escriptorio do agente Olivei-
ra, rua da Cadeia do Recie n. 62, primeiro
andar. r
Agencia
da fundicao Low-Moor,
rua da Senzala Fova
11. 42.
Neste cstabelecimento continu'a a haver
um completo sortimento de moendasemeias
moendaspara engenho, machinas de vapor
e taisas de ferro batido e coado de lodosos
lmannos para dilo.
Vende-se superior linhas de algod3o
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Southall Mellor u Ca, rua do
Torres n. 38.
B
eioinos
cobertos e descobertos, pequeos e grandes
de ouro patente inglez, para bomem e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : cm casa de Southall Mellor & C- rua
do Torres n. 38.
CHAPEOS A TAMBERLIF
Do alunado fabrica ti, .
Pinneau de Pars.
Acaham de chegar pelo ultimo paqui-tp,
os supra mencionados chapeos deste ala
mado fabricante, e vende-se na loja >J<
4 poitas, da rua da Cadeia do Kecilo 1
48, de Narciso Mana Cainciro.
Venda de
pianos.
Vendem-se muitos lindos e excedentes
pianos, ehegados ltimamente de Ham-
btugo, e com lindos retratos no fronte*
picio : na rua da Cruz. n. 55, casa de J.
Keller & C.
Pianos,
Em casadeP.abcSchnii'ttau &Companhias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
Hxmburio.
Serinhaem, no dia 22 do prosimo passado
mez de junbo o escravo de nome Jos, com
os signaos seguintes 1 idade, pouco mais ou
menos. 30 annos, baixo, grosso, cor bem
preta, tem uma cicatriz na testa, be de An-
gola, roas parece crioolo por ter vindo muito
pequeo, por cima da sobrancelha, prove-
niente de um taino ; levou camisas e comil-
las de algodSo branco e de listras, e tamhem
urna camisa de bata encarnada com colla-
rinho amarello ; este escravo foi ha pouco
comprado ao Sr. Malinas Guedes, que lti-
mamente foi administrador do engenho Tra-
piche do Cabo, em cuio engenho foi visto
alguns das depois de fgido o referido es-
cravo : quem o prender pode Icva-lo ao en-
genho indicado, ou nesta praga em casa do
Sr. Manoel Alves Ferreira no Forte do Mat-
tos, que ser satisfactoriamente recompen-
sado.
No dia 2 de margo do corrente anno,
fugio do engenho Conceic3o de Muribeca,
um escravo do abaiso assignado, de nome
Luiz, crioulo, com 40 annos de idade, pouco
mais ou menos, de estatura baisa, propor-
conalmente grosso, cor prela, rosto redon-
do, sem barba, nariz nSo chalo, olhoa regu-
lares, bons dentes, mSos, pernase ps gros-
sos, te.ndo os calcanbares junto aos tornoze-
los um pouco inchados, um tanto cambeta
quando anda melle alguma cousa os ioelhos
para dentro, esperto e bem fallante, levando
roupa de algodSozinho de riscado e chapeo
preto de seda. Dcsconfia-se que este escravo
fra seduzdo por Jo3o Cabral de Medeiros,
natural do sert3o do Mochlo, branco, com
30 annos de idade, pouco mais ou monds,
de boa estatura, espigado do corpo, grossu-
ra regular, rosto comprido e descarnado,
com pouca barba, nariz afilado, um pouco
sallado no meio e arredilado na ponta, olhos
pequeos, dentes limados, cabellos pretos e
corridos, mSos, pernas e ps grossos, tendo
um pe e uma perna inchados, um pouco ga-
go e aperta os olhos quando falla. Esle ho-
mem tinha chegado ha pouco a esta provin-
cia, vindo da Parahiba, para onde do dito
sertao do Mochlo fOra remettido preso para
seriar praga na tropa de linba, oquedeisou
de eifectuar-se por ter sido julgado incapaz
para o servico, do que traz uto documento
mandado passar pelo presidente daquella
provincia e por elle assignado. Achava-se
empregado no encaisamento do referido en-
gento ConceigSo, quando desappareceu o
dito escravo, sabmdo elle tambem occulta-
mente sem que para isso houvesse motivo de
qualquer qualidade : quem apprehender o
dito escravo ser gratificado com 200o0o, e
com 1005 a quem der noticia certa do lugar
onde elle se acha. D
Jos Roberto de Moraes e Silva.
Fugio do dia 18 do corrento mez, um
negro de nome Antonio, crioulo, cor fula,
representa ler 35 annos de idade, estatura
regular, tem falta de dentes na frente, bar-
ba crescida, um grande calo na mflo direita
e uma coroa no alto da cabega. -levou vesti-
do caiga e camisa branca, e chapeo de pa-
lha : quem o pegar, ;ieve-o a rua da Praia
de Santa Rila n. 3, ou ao cartorio 11. 1, da
rua das Trincbeiras, a entregar a Manoel
Joaquim Baptis'a, que recompensar.
Dos premios da terceira parte da primeira lotera a beneficio doColleffio dos OrohAos
_____________________________extraliida a 25 de J ulho-de 1857. '
US. l'KEMS. NS. PREMS.
XAROP
Foi transferid o o deposito 4st narope pra a bo
tica de Jos da Cru S unos, na rua Novan. 53'
(jarritas 55500, e nicia3eOOO, sendo falso todo
aquel le que Dafor vendido neste depositlo
quesefaz opreser Uaviso.
Prt-cisa-sealugar urna Iwa sala para
escriptorioaeadvogacia, em uma das ras
ilumnele, ou ndiqoea sua morada nesta ORTAMIj PARA 0 Pl RLICO.
I\-pogr.iphia. Pra carada phlvicaeni loos9eusJilleren
oatrrtSA cir i i i -. ie,*rk05, qucunotivada porconstiparoos, lossc
-rl.l-.olSA-sL de uma Dina de l'--> ---
ra
bas,
pretender, dirija-so a iua Velo
se dir aucm vende.
Mili A ATTENCAO'.
A10;000
Capas e palitos de borracha, que se csISo
vendendo na loja de 4 po las da rua do Quei
mado n. 10.
Coiifcitaria
59 A
confronte ao I'.osario em Santo Antonio'
neste esUbejecimeato recebeu-so pfio-de-l
francez de diilerenles tamanho, coberto de
assucar, e a primeira vez vindo a este mer-
cado, e vende-sc por prego eommodo.
-Vende-se sal do Assu' a bordo do bri-
gue tlvira : a tratara bordo do nismo, ou
na Ircvcssa da Madre de lieos, armazem n.7.
Vendc-se uma carroga de coaduzir fa-
zendas, com cavallo e rrreios, ludo novo e
bom : na rua do (ucimade. n. 3-, loja de
lerragens.
I.
Je lima nina de leile : aatlmia.pleuriz.escarrusdesanime, ddrdeeot-
a tratar na roa ila Cruzes ti. II, serruii-'!a,1"sf.Pe'1";"'i'iiariiouu corara,coqueluche
fruncile, dur na aaranla, e todas asmoleslia
I dosorgao.'pulmonires.
do andar.
a loja
das seis portas
Em frente nVLivrnmetilo
Cassas francezas com algum defeito a seis
vinlens o covado, riscado francez aquatro
vileos o c ivado, chales trancos de cssa
sello cada un.
Vende-se uma boa morada de casa ter-
rea, com um grande solao, quintal, na rua
da Alegra : os preteiidenles podem procu-
rar no largo do IVI o u i i ti lio, armazem ns.
3 e5.
Vendem-se na rua da Concoruia n. 2G,
2 bos mansos de c;rroga, muito gordos.
IS
17
23
36
28
30
31
34
39
42
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18
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5
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