Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06572


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Full Text
\
4NN0 XXXIII N. IISK
Por 5 mezes adiantados AgOOO-
Por 5 mezes vencidos -V.s'OO.
SABBVDO >: .111,110 DE 1857
Por anno adiaiitao ljOOO.
Porte franco para o subscriptor.
*

l-
i
I
i
FNCA BREGADOS DA SUB8CRIPCA DO NORTB.
Parahiba, o 8r. Joo Rodolpho Gomes ; Natal, o Sr. Joaquim
l'Pereira jnior ; Aracaty, o 8r. A. de Lemoa Braga ; Cea-
ra', o Sr. I. Jos de Olireira ; Maraoso, o Sr. Joaquim Mar-
qnei Rodrigues; l'i.iuhy o Sr. Jote1 Joaquim Avelino ; Pa-
ra, o Br. Juaiiuo J. Ramos ; Amazonas, o 8r. Jeronymo da
Coila.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Oiritn : tolloso* rHaa,as9a aaMahacu do lia.
kpinruaa', Goaanae Puaadfca: >u .,-;,ui.Ias e srstas-reiraa.
S. AulSo, Ueatiros, llorla, CaruanT, Mino .-iaiiliun : n.i tan -.,-f,
S. lamn-n;.,. I',<
Flores,
Cabo
"ii'ni'ii" e .Natal: nuiilas-ruirdd.
(Todos os corrios parlen lu llores Ha manli,a.
moa. Po .l'Alho, Maaamk, Lfaneira, Rrejo, PnqMira, laguOra,
l, Villa-Billa, Itoa-ViaU, Ouriutrv \\\ auquarus-reiru.
o,loojuca.Sriniiipm, Kio Foranao, l'na, Baireiroa, Afaa-PreU, Pi-
Al'lil l-.NC.I AS DOS TRIBL'N AKS DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas quintal.
Relacao : Urcas feirase labbados.
Fazenda : quartai e aabbadoi ai 10 horai.
Juizo do commercio : icgunda ai 10 horsi e quintal ao meio dia.
Juizo de orph.ios : segundea e quintal ai 10 horas.
Primeira rara do civel : aegundaa eaeitaiao meio dia.
Segunda vara do civel I uarlai ubbadoi ao meio dia.
EPHEMP.RIDES DO HEZ DI. JI I.lio.
7 La chela ai 4 horas e 24 minutos da manhaa.
14 Quarto minguante ai 10 horai e ST minutos da m.inli.ia
21 La nova ai 8 horas e 53 minutos da manhaa.
28 Quarto crcente as A horas e 55 minuto da Urde.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as fi horai e 54 minutol da manhaa.
Segunda as 7 horai e 18 minutol da tarde.
DAS da semana.
20 Segunda S. JcronymoEmiliano :s. Eliai proph.
21 Terra. S. Praiedes v. ; s. Daniel proph.
22 (Juana. S. Mana Magdalena.
23 Quinta. S. Appolinano b. m. ; s. Liborio b.
24 Sexla. S. Chrislina v. ; s. Erancisco Solano.
25 Sbado. S. Thiago ap.
21 Uomin go. Santa Anua Mai da .M.'.i de Dos,
EM.ARREGADOS DA 8CBSCRICAO NO 8CL
Alagoai, oSr. (laudino Falcao Dial; Baha, o Sr. D. Duar
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Fereira Martini.
EM PERNAMBUCO.
O proprieUrio do DIARIO Manoel Figueiroa de Feria di iui
liyraria, praca da Independencia n. 6 e 8.
PAUTK 01FICIAL
UOVEHKO DA PHOVINCI.
E

i MinoAo Kim. vice-presidenle das Alagoas,
communicando-lhe ter-se expedido ordens para que
seja pago pelo eofu da Ihesouraria de fazenda da-
M o i importancia do fre do chimo e gigos com
artigas de fardamento que furam embarcados no
vapor Persinnnga com deslino ao 8- batalhAo.
DitoAo marechal commandante das armas io-
lerino. dizendo que Tica inleir.ido de ae liaver ber-
lo assentamento de praj i como addido ao. 10* bala-
IhAo, o remita Manoel Rodrigues de I.ima, vislo
afea ler elle apresenlado isenjAo legal.
linoAo commandaiile da estajao naval, para
que mande examinar o estado de mude do rectula
de marmita Jos Joaquim de Sania Anua, enviando
0 resallado do termo de inspeejao.
OlioA Ihesouraria de fazenoa. para que conti-
nu a mandar pagar al ulterior deliberado dogo-
verno imperial, a gralificajAo que compele a Ame-
neo Jos Wanderley Litis, por achar-se encarrega-
do do expediente do lazareto do Pin, e do servido
de ajuJanle da provedoria de gaude do porto.
DitoA roe-ma, aulorisando-a, sob responsabili-
tlade da presitleacia, n pagamento na forma do r os-
turne das despezas a fazei-se roma estajao naval
al que eliegue a oril-m do Ihcsauro, vislo que nAo
conven) a paralysaco desse pasamento.
OiloA mesma, enviando copia do aviso circular
da guerra de 2 dejulho allimo, deleraiinando qoe
a consignacAo de 203 arbitrada pe provisAo de 20
de junho de IHY! para concerlo e aubstiluijAo dus
inlrumenlos das bandas de msica dus corpoi tle in-
I ni-ria e arlilharia, seja elevada a qoanlia de 309
mensaes, coolinuando a subsistir as disposijoei da
filada provisto em ludo mais que diz raspeilo as
mesmas bandas de musir.
DitoA Ihesoararia de fazenda, nleirando-a de
que nesta dala fura empossado no ejercicio de com-
mandante das armas desla proviucia, o marechal
tle campo Franrisco Sergio de Oliveira.
OiloA mesma, para mandar pagar o sold e eta-
pe que venceram os guardas uacionaet de Flores,
que vieram escollando presos de justija para esta
capital.Commiinicou se au chefe de polica.
DitoA mesma, dizendo que vislo adiar esgola-
du o credilo abarlo para asdesp za coma guarda
nacional desla provincia, perlniceiiles ao ejercicio
de IKilia 1837, deipenda S. S. por mi verba, sub
respunsabilidade da presidencia, al a omina de
l:.ViO-\ emquanto se orra a quantia que anda se
lem de expender, relativa ao dilo eiercicio.
OiloAo juit municipal da primeira vara, inlei-
rando-o de que S. M. o Imperador, por decreto de
17 de junbo lindo, perdoara aos soldados do corpo
paliases1 desla provincia os rrimes de primeira e se-
cunda iliterrao simples.
OiloAo preiideule do ron para que promova a compra dos objeclns indicados
as tres relaces juntas, dus quaes precisa o arsenal
de guerra.Commumcou-se a este e a tlieiouraria
de fazenda.
DiloAo director interino Has obras publicas.
Acenso recehido o ollicio que Vmc. me dirigi
em 0 i,o correle sob n. -Jlt>, participando que
o enc;enheiro encarrilado da estrada da Victoria
suspender os trabadlos da cicavac/o, por ae liaver
dalli eilrahido dous cadveres, e presumr-*e que
a continuaren) os mesmo* Irahallioa ter-se-lia de
locar em uulras sepultaras.
Em resposta tenho a declarar, que o serviro da
estrada deve lolalitienle parar ontle comcrareiii as
sepulturas, po que ellas leriiiiii.irein. Mas no aspare que as altran-
aer, h fara' em algum dot lados, u pequeo des-
vio que d lugar ao tramito publico, al quu lenlia
ti acorrido lempo saflicieiite para se proceder, eon-
conforma as prcscrrinfi. s bygienieaa, a eshumacu
e Irasladacan dos ossos, observan lo-se por e-sa oc-
casi.lo as formalidades que iiirrja lem eslabelecido
para tal caso.Itomelleu-se copia dete ao vicario
e subdelegado ila Virlmia.
DiloAo inspector de marinha, rommnnieanilj-
llie ler solicitado do ministerio da rnarinha a c\pe-
dirAo de ordens para serem isenloa de direilo a ma-
rlnna e baleles que Sinc. eucoinmendou aos ne-
gociantes Samuel Power Julinslon & C.
DiloAo agente da companliia pernambucana,
iitleirando-o de que a lltesuuraria de fazenda lem
ordem para pagar, estando legal, a cunta que Smc.
euviou com ollicio de t du correnle.
PortaraNomeando para delegados Iliterarios,
em villa da proposla du director geral iuterino da
II > -1 r u ._ t > publica aos cidada.-.s segoinle :
Igoarasao' Ilamaraca'.
Or. Adelino Antumo de Luna Freir.
Rsrreiros.
Dr. Jojo Franrisco da Silva Krrga.
TraconhArm.
Jo-c Francisco Lopes Lima.
Ingazeira.
francisco Miguel de Siqueira.Communioou se
ao mesmo director.
DiloAo agenle da coinpanbia dos vapores, pira
dar paHHgeni para corle, por c-nla do governo no
vapor Paran' a Augusto Cesar Lisboa tie sVgniar.
C.oinmuiiicou-tc a c-laclo naval.
l-u.il acerca iloi irnperiacs rnarmlteiros, q rcm-lhe apresenlados por parle do coinman laule
da eslacao naval.Communicou-se a este.
l
OflhoAo director geral in'.erino da inslrcicco
publica, aiilorisando a fazer a despezt neessaria
i oin a ataquhteda dos objeclos derl.irados na relarAo
jimia, o- | taes sao precisos a aola de primetras le
lias de llatxa Verde."
DiloAo arsen I de inirinlia, aecusandn o rece-
Ini nlo do mippa nominal dos menores eiislenles
naquelle arsenal no trimestre de abril a juuliu ul-
liinos.
HiloAo ni,'.ni.i, recommcnddtido que apenas
soja possivel, jnan le fazer os lauques de agala
ti .i i precisos ao Irrigue Capib ,nbe.Cornmu-
inrou-se a K(l>}10 uaval.
Dibao director da colonia de Pimenteiras,
para mand.tr proceder ao consumo dos roedicatn'n-
Ism e utensilios da boina daquella colonia, que -
acliam em mao salado.C-imniunicou-se a Ihesou-
raria de fazenda.
OiloAo director das obras publicas, eoneedendo
autorisacao para mandar fazer por administraran os
reparos de qoe precisare vinle bombas da estrada da
\ "toril, os quaes segondo o orra melo anneiu oo
ofli-in de Smc. de 1 do correnle, importan) em
--:.i:rJ, que neverao sabir da verba do arl. 14 da
le do orcanienlo vigente.
Oilofilies.turara provincial, dizenlo em res-
posla a.i si-ii olli'io roiisullaiido sobre o desuno que
conven darse an saldo de bJ7~:iii, que re-Ion dos
1 un los destinados a conslrucoo da ponte nova do
Recite, que cssa quantia deve ser applicada aos con.
eerlos que se lem de faier na ponte velha, afim de
no ficar prejadicado o transito publico.
HiloA cmara municipal de Garanhuns, acen-
sando recebida a copia das actas dos trabalhos do
collegio eleilor.il daquelle dislriclo.
PortaraAn agenle da rompanbia dos vapores,
para dar passagem para a corle a Salvador llenri-
ques de Albuquerque.
li
OflicioAn Kra. vicc-presidenle do Espirito
Santo, dizendo que Pica scienle de liaver S. E\c.
lomado posse da administrafAo daquella provincia,
e assegurando-lliR o cumprimenlo de snas obriga-
coes, quer relativas ao servico'publico, quer ao par-
ticular de S. Eic.
DilcAo Esm. marccltal commandante das ar-
mas, dcelarando-lbe que o aluguel do edificio da
Soledade para servir de qnarlel do 9' balalliAu foi
justo com a Ihesouraria de fazenda pela quantia de
."sUtlS annttaes, sendo o respectivo contrato approva-
da por esle coverno em 28 do cilado mez.
DitoAo chefe de polica, dizendo-lbe que se
manden pagar pela (hefouraria provincial a conla
das deapezas com o sustento dos presos pubras da
cadeia de Cabrnbii.
DitoAo commandante superior do Itecife, re-
cuinniendando ejr.edirAo de suas ordens, para
que tima guarda de honra tirada de um dos corpos
da guarda nacional v acompanhar a procis'So de
[Stissa Senhora do ('.armo, na larde de amanliaa.
OiloAo comniaiiilaiile superior de Olmda, in-
leirando-o de ler mandatlo pagar os sidos dos cor-
netas do '.! lialalliAo, na conformidade do aviso da
justiea de 7 de noveinbru de 18. c a contar do |
de outuhro do anno passado.
DiloAo direclor geral da jnstruccAo poblica, de-
clarando ler prorogalo al o dia 1(1 do correnle o
prazo marcado para a inscripejo dos concurrentes a
cadeira de grego do Gyiiinasio provincial.
DiloA* Ihesouraria de fazenda, reeommendando
qne mande pagar sob responsabilidade da presiden-
cia a parle excedida do ero Jilo aberlo para as des-
pezas da provedoria de saude uo eserc ci lindo, em
consequeucia do augmento que esle guverno man-
dou fazer nos jumaos do palrAo e remadores do res-
pectivo esraler.
DiloA' mesma, enviando copia do aviso da ma-
rinha nao sii mandando circular o contralo de en-
gajamerilo do marhinisla do arsenal de marinha
Charas Main Coaoul. mas lambem communicando
ler sido a legagAo imperial em Londres aulorisada a
indemuisar o cnsul geral do Brasil das despezas
paquello engajamenlo.Communicuu-se ao arsenal
de marinha.
ltuAo Sr. Migael Bryan de Ijvermore, vice-
cnsul de Despatilla e I',ria, dizendo tirar inleira-
do da ii, meara i feila na pessoa de Juan Ansiada, li
Iho, para na sui aiLsencia, dorante a viagein que vai
fazer a Europa, eucarregar-se dua vice-consulados
daquellas nacoes, c approvaudo semelltanle nomea-
eAo devettdo o nomeado apresenlar o beneplcito
dentro do prazo tic Irea mezes.Conimunicoii-se a
qumii compela.
DiloAo direclor do arsenal de guerra, aulori-
sando a entrega a Maris Eugenia Alves Cavalranli
deieu filho JnAu Demetrio Forreira de Albuquerque,
aprendiz daquelle arsenal.
DiloAo msmo, rocommendando que todas es
vezes que nao poder salisfazer os pj l los que lile
forem cuna los para qualquer fnruecmenlo, os re-
mella directamente ao couselhn administrativo,
quem se ordena que os salisfaca.Ofliciou-se a
es)
DiloAo uz municipal de liaranhuns, dizendo
ficar scienle de ler Smc. entrado no dia 8 do cor-
renle no exeiririo do -en cargo, para o qnal birarre-
t'onduzido por decreto de 2t de marro ultimo.Fi-
zerare-se as psrticipar;On das eiljHo.
DtloAo director da colonia ilc Pimenteiras, au-
I irisando o a eliminar a Joaquim F.varisio dos San-
ios, que se reuni au _! baUlhlo de [ufanlari i que
rtlence, da Damero do colonos daquelle eatabelt-
ciinenlo.-
DiloAo inesmn, dizendn-lh; ler remellidu ao
inapeclor di llusouraria de fazenda para proceder
de conformidade com o dfsposln oo aviso de 22 do
malo iillimn, n ollicio cm que Smc. pede o adianto
ment de 2:(XK) para pagamento das despezas da
col na sob sua tlirecrAo.
OiloA' cmara do Reoife, communicando-lhe
ler ordenado ao director das obras poblicas que
mande or^ar as despezas a fazer-se com as varan las
da ferro do caes do Collegio de que (rala o cilado
ofltfio.
D toA' cmara de nimia, anloriaando o des-
pendi de 219(375 rs. eicedenle da consignarlo des-
tinada para pagamento de cuslaa de proressus cri-
minaes, da qual apenas, segundo dtelara essa ca-
reara, reala a qnanlia de tlsStb rs insufliciente
para as de-pezas a fazer-se com semelhanle ubjeclo,
enmprindo porern que nAo fiqoem prejudicadas as
oulras verbas de despeza, de modo desfavoravel aos
inleresses do municipio.
DiloAojuiz de paz da freguezia de SerinbAem.
AccnsHiidu recehido o ollicio que Vmc. me dirigi
em dala de 1(> de junho o'limo, declarando o mol -
vo por que nAo pii.le elTectuar no dia 14 daquelle
mez a in-lallara da jurtla qii'lifiradora, lenho a
drriarar-lbe que designo o da (i de selembro para
(er lugar a referida inslallacio, oevendo fazer-se a
respectiva convncacAo com a Antecedencia de um
mez, determinada no arl. i- da lei regulamenlar de
4!) de agosto de ISti,Uem-lleu-se copia dele a
respectiva camera municipal.
_ PortaraConcedlido ao i-rorrnl. r publico de
Garanhuns, bacbarel Jos da Cosa Honrado, 0 (lias
de lirenc com vericimenbs para vir a rsla cidade
tralar de seusjtegocios.Fizerein-sc as rommuni-
caees do eslylo.
DilaAo agenta des vapores brasileircM, pnra dar
passagem para a nirle, por conla do governo a An-
tonio da Silveira Rilanrourl, que leve baixa do eser-
cilo.Coininumcou-se ao commandante das ar-
mas.
pravas o favor de lodos os vencimentos, como fez as Eites dados, porm, sAo despidos da lo Jos os ca- Indias occidenlaes, e. seus babilaiiles. o de Indios
lirem a's pravas alsenles, qne se apresentam.
Assignado.Francisco Sergio de Oliveira.
Conforme.Horacio de Gu>mAo Cocido, ajodan-
le de ordens cncarregado do delalhe.
EXTsaiaa.
AMERICA.
.S'rrri verdade que o.< mitigo* conhereram a America
anlcs de ChristoiSo Cotomlio ?
(Coutiiiuar.o.)
Nos annns seguinles, Leif, oulro (illio de Torli-
walJ, fez novas descoberlas os cosas da America, e
cnroiilrando mluraes que navegavam em pirogas
fabricadas de couro ; urna mnltidAo de selvagens cor-
ren ao seu enronlro, e armadas de Hechas Iravaram
cmbale.
A iiroel .mlia, que os babilanles da hlan.lia con-
liuiiai.ini a povoar, mandou reforcos Vinlandi.i ou
Terra Nova, e para a coala dos Esqulanos e do La-
brador. Em 1121, diz Mr. Charles de llarry, um
bispo chamado Erico, passou da Groelandia pera
Vinlandia, alim de converter aquclles de seus com-
patriotas que j.izi.im anda no paganismo.
Desla poca em dianle, as clironicas islandezas
deisam de fornecer dados eslalislicos sobse as colo-
nias que continuaran! a pro-per. r at o anuo de
lilil. Desde enlAo, ellas foram, pouco e pouco,
sendoabandnnadas ; atlribue-se a causa tlesle aban-a
dono ,is guerras qoe rebenlaram enlre a Dinamarca
" a Suena. A c louia oriental foi destruida pelo
Esqumios Skralingues, e as do sol, por urna revo-
ltijo physica que ae.cumulou os gelos enlre o sexa-
gsimo grao e o circulo polar, inlerrompendo assim
toda a nave^acao. O capilAo Graab, da marinha di-
ni marqueta, encontrn uestes lugares igrejas e
monumentos em ruinas, dignos de bastante al-
inelo.
Mu i lo' qtierem que o Noroeste da America! Iiou-
vesse sido descoberlo em o auno 1390, pelos irmAos
Nicolo e Amonio /un, navegantes venezanos. Im-
pelidos por ama tempestado para a Freslandia, por-
l da Grorlandia, furam recebidns e acollados por
otn indgena chamado Zicltni, que acompanhou um
dells a urna expedirlo que fez com Ireze embarca-
res. O Veneziano descubri ama lena a qual dea
o nome de Finlandia, enlre a F'rieslandia e a Norwe-
ga. e sele Hitas ijue a cercavam.
Em o anuo seguinle, passou Groelandia. Seu
irmAo navsgou para oulros lugares e rbegou Es-
tolilandia que, segtindo algn., deve ser a Tarta No-
va ou Labrador. He necessano deitar passar em
silencio mailos seculos e appro\imar-mo-nos iii'imo
.lignina cousa dauossa era paraque encontremos DO-
TO* documentos que lenliare l'g.-r iu com a historia
do novo mundo.
des se apresenlavam em Hespanha para provar sua e dos numerosas documentos quo aprsenlamos, que
existencia Assim como Vasco da Gama conserva- os amigos ctmheceram o novo inun lo e po liam mes- pirar na almospnera eroliriaga'nie'd^
ra sempre a gloria de ler sido o pnmeiro que do- mo ler lulo rtlacOM core elle ; mas, em lodo ocaso, de liber.lade philosophi.a.
?.r.s l, ^lrf ^era;'C. qn* Barlholomeu ; a reeordaAo dessa, relaces desappareceu com o a M. Lakanal consagrouse hem cedo a' ins-
lltas, seo compatriota, linda descober o em I28, as- lempo e com o desenv.ilvirnenlo poltico des horuens. Iruco, sem se dedicar ao sacerdocio. Era calinisla
snn lambem l.ulomrio jamis perder esla gloria. Airela mais resulla que se alguna modernos c al-
(.liegamos ao decim i quinto seculo. Enconlra-se ; gnus conlcmporanoos de C ilomho abordaran! o no-
em, Mr. Oilo, a historia de um navegante Marliulio vo mundo, nenlium fez a sua descolarla. O proprio
llehaio, que possuia grandes c tnliecimantos cm geo- Colomho nao baseava um continente; quera lomen-
graphia e aslronomia. Olilerelo um navio de Isa- le adiar tima passagem para se fazer transportar em
bel, tilha do re de Portugal e regente de Flandres,, mais breve lempo s Indias,
descobrio em o auno seguinle, a ilha do Faval, urna Qualquer q
das dea Acores. Ique aerviram
guezia do meio dia que levava urna existencia mais volurao. Elle correa ao jardim botnico, reuni
livre que a do norte. L'm de sens tos, empenhado Daubeolon, Thouin, Desfontaine<. receben delles
as ordens, foi n meado no cornejo da revoluto,' preciosas comrannicaces, e na misma noite escre-
bispo consliiucional le Palmer-. \ln deo-se r. eslu-; veu ama memoria que leu no dia seguinle, 10 de
dos bullanle--. Tomou =c nesla curporarAo de espi- junho, a' Conven. A convencAo adoptando no mei-
rito da liberdade religosa, como em breve devia res-
er
pb
on
- ..ca. ..
hbil na idade de quinze annos, quando os que o li-
nliam educado admirare no a ve-lo educar a oolros
e o faz seu collega. De quinto regente, modesto co-
1 meco da seu en-ino, fez-se por degraos quarto re-
gente em Moissae, lerceiro cm Gimonl. segundo em
mo dia o vasto plano qna Ihe sobmctlera M. I.akanal,
conservou o jardim botnico aagnrenlando-o, e o
Iraosformou em museo de historia natural. Esta
museo, deposito das riquezas variadas do globo, es-
cola das diversas scieneias relativas a' organisajAo
da materia e as leis dos seres, reunir em um s la-
gar lodosos conhecimenlos da nalnreza, como depois
o instlalo concern em um sn corpo todas as forrea
do espirito humano sao novo fundador, como cog-
uominava o justo reconliecimento dos professores.
nasceu em Nuremberg,
Esleve em Portugal des
tinberg, no i conbecidos, se echavam ere coinplecto c-quecimento. moa < lomar assenlo na convencAo nacional
de I71 al K"P!imo-lo anda, se os sabios ile enl.lo lvesscm n Tinlia elle eolAo trinla auno?. Partid
|Carlelmand.ry, c professor de relhorica em Peri- aquella a quem salvara o sea asylo, e cujo ensioo
ue tenln sido a ingratidao daquellei gueux e em lt .urges. Firulmenle, depois de se dou- ampliara, M. Lakanal fez delle um esrabelecimen-
... se das descoberlas de Colombo para lorarem arles na l.niversidade de Antuerpia eusi lo. qu* era sem modelo e que nAo leve rival. Do
I -m mos la a atem ,f, nm u <"'M'tl"U Pm ''va-li' de seos direilo. nada inais se lem fe.lo qoe nava phtlosophta em Moulins, qu.Qdo a eleicao de mod'eslo espaSo que h.bilav na roa des Fosaos Saint
n deum oulro mar, para o | demon.lrar ,V P^'endade.que_ se r^cs paizes^eram s_eus coi.cida.IAo, do depa.lamenlo do Ar.ege o cha- Marcel. onde repousava a'vista das plantas, e qoasi
na paz dos campos, das fadigas de sua coramissAo e
das tempestades da convenci, ella visitava muitas
vezes seus amigos do museo, e ia esquecer era suas
doces e sabias conversacOes as lerriveis aceas e as
ferozes ignorancia! do lempo.
a M. I.akanal nAo defendea smenle os monu-
mentos das arles e os santuarios da seiencia, con-
correu para dar mail um instrumento r.o estado,para
obrar rpidamente, a' civlisacAo para o-praiar ~e,
fazendo adoptar urna descoberla que, se elle nao lo-
ra, houvera sido mal saccedida, e qoe da Franja,
passou a lodos os oulros paizes. Um homem inven-
tor, M. Chappe, aperfeijoando a arte dos sigaaes, li-
nda chegado a' cousliluir urna verJadeira liogaa-
oesle. Marlin Beham
anno de 1130.
' *^0. I conhecido os fados historeos qoe
Encontrando ChrislovAo Colombo, fe-lo persistir | d*nu ha enllocado sn'iLs nosus vala*, Colombo nAo
a de tentar chegar s ludias orienlaes por | teria enrnnlrailo lautas dillieuldades em convencer
occidente. Herrera appoia esta asserr^Ao j a seus adversarios da exislenca do novo mondo. A
inveja paraegoio bstanle esle navegante, porm oa
na
meio do
assim :
V si fuesse tierra antes, se vendra a descubrir
por el mismo occidente, porque vendr a estar mas
cerca de las dichas islas ; y esla opinioiie la confir-
me Marlin Behain o Martn de Biemia, poflngez,
gloria nada deixoo a desrjar ; pus qne salde fez a
devida ju-lija.
Na verda'e, se Colombo nAo livesseesludado na
escala de .Marro Paulo, nao liavia sido 13o profun-
su amigo natural de la isla del Fayal, gran cosreo-| dameme instruido ras scieneias malbenulicas ; se
"'?, emlim o genio e o estodo nAo o lionvessem prepara-
Sabe-se que Marliuho Dchain, qoe se tornou ce^ do para as circumslancias, elle leria seguido os erros
lebre por seus conhecimenlos geugraphico, foi esco^ de seus conleniporaneos, c o mundo que elle .lesco-
Ihido por JoAo II para fazer parle da expedir vi das
costas da frica que erare commandadas por Jac-
ques Cano. Esli viagein duroa 2(i mezes, e os na-
vegantes chegaram ao cabo das Tormentas.
Eslas primeiras descoberlas provocaran! em lodos os
espinlos urna sede de viagens e ernpre/as martimas.
Km I i'.iJ. quando Colombo vollava sua proa para o
oesle. Mamullo Behain desenbuu urna caria geogra-
phic.i na qual neohuma descoberla foi deixada de
mencionar. Ella apresenlou urna esphera sem dar
om sti indicio do ron ti nenie americano ; en lela i-
que tima ilha das Anlilhas, para o occidenle.se aeha-
va marcada vagamente no meio do Allaulico que se
supponha esleuder-se al a Ierra que Marco Paulo
fez conhecer.
A descripcAo de Pigafella e as asserjoes de Herre-
ra nAo perreillem duvilar-se que Mar lindo Behain
seguio o impulso dos conhecimenlos da poca. Elle,
pois, pode descrever em suas carias as descoberlas
posteriores e coreniunica-las a aquelles que marcha-
bro ou tez reapparecer, como ilizem, ain la boje se-
ria ilesconbecido.
A mflo do Omnipolenle, porm abrio-lhe sem du-
vida o caminho e tuiou-o em suas descoberlas com
o auxilio das quaes se compriram as grandes revolu-
joesconimerciaes. e anda mais ajndaram o desen-
rnlvimenlo marilimo.
Dr. Ameie Maure.
(fei-ue etpanhole. porlugaaise, ele.)
ACADEMIA FRANCEZ*.
A Academia das Scieneias tnorats e polilicas cele-
brou sabbado ullimo sua sessao poblica. M. Ilaren-
ger, presidenta, |PU 0 relalorio dos concursos aber-
los pela Academia sobre varios assumploi d piulo
sopbta, de moral e de economa polilica. Enlre os
escriplores que a Academia corooo, oovimos com
prazer proclamar o nome de noso collaborador, M.
Prevosl-Paradol.
Em conlimisjAo desla peja, esculada com vivo in-
=M .=Sft^"=S -V > '* I *rr ? ^-.ES' ^Z T, VX
Quasi em o fim do dcimo quarto seculo, alguna
ptalas hespanlioes faziam excur-ties as ilhas Afor- ,
lunadas ; rotibavam daquellas cosas os indgenas I {"do aa cosas da frica, com o inleiito de cltegir ,is
nolaveis por sua alia estatura, e desappareciara pou- | "das pelo lado de esle. Applicuu-se especialmcn-
deslas seja menos valiosa parauta o mondo.
Algamai palavras, porm, se faz necessario que
digamos, Acerca tle Colombo, para que se possa eva-
I ar o que se sabia, naqnella poca, oo novo mundo.
CdrislovAo Colomba, Gdovcz de nascimenlo, re-
cebeu urna bella edocajAo. A extrema pobrezs de
sua familia decidio-n a seguir a vida d mariuliciro.
Elle vi/.ilou o Mediterrneo, o prilo arlico esobre
FOLHETIM.
0REID\SM0i\T\MI\S.
POR EDMUNDO ABOUT.
Vil
John Ifarrii.
( ConlinoacSo.)
Peguei da miio do Rei ; eslava fra. Suas feiee5
i--lavare decoinposlas ; seu revio lomara una r'r i|e
Ierra. Vendo-o assim perd mi- iiimenle as forras.
c sent-rne mallo. NAo nlia mais nada a esperar:
por ventora nA i lnvia ms condemuado a mim mes-
mi matando au tnico homem que liuha inleressc em
dvar-me .' Ahaixei a cabeea, r fiquei inerte junio
do vellio lvido e fri.
Ja M-iiisiakis alguna oulros rsfendiam as mAos
paia me lomaren!, e farerem-in participar das do-
res de sua aginia, llidgi SUvroa nAo linha mais
faira oara defender-m<. Da qumdo em quando un
soluco formnlavt-l agiliva-lha o corpo assim como
nm golpe de macbado do lenheiro b.la um carvi-
Hm lt cem aunas. Os salteadores li-iham se per-I davas lulo para li, tanto tii'd'e"
su adido de qu-ella expirava. e que o vellt i inven-
rVrl caha emlim vencid-i p-l i m re. Todos os la-
ros qoe o ligavam ao seu rbefe, lar-s de inlerc.-se,
<1e lenior, r|- aaperaOCa o de reronhecimenlo que-
braram-se cuino t*a de aranba. Os Gregns Ao a
ii irlo amia rebelde do reuni. Sua vaulade volu-
vel e imiooderada curva-sc as ve/-e, mas coreo u-
ini inda preslrs a levanlar-se n vanT-nte.
m caso de neresailade a,ioiar-se ao mai
seguir modestamente o m ia hbil ; poretn nunca
per tnam ao senhor que os protege ou oa enriquece.
Ia Irieilat seculos e mais esse povo be composlo de
unidades rgoi-las a invejosas que a necessidade reu-
cn tlepots corn seus pnsioneiros qne vendiam como
ccrav.is. Em laOJ, JoAo de lltihencourt, resolveu
ir as ilhas l,mg nquas fazer lenlalivas ; alguna ebro-
nistas, porm, dizem que, au contrario, elle all fui
com a iuleiicau de converter os pagaos a lo cliris-
lAa. Esla viagem, lAo simples para aquelles qu* a
emprebendem boje, linhi naquelia epicaum ca-
rcter mysieriosu e importante. As narrajOes dos
le ao esludo dos lrahalhos.de Marco Paulo, quando
enconlrou cm Madreira o navegaule fraucez Ailon-o
Snchez ; que arabava de escapar, corn Ircs ou qua-
Iro mamideiros, a' tima horrivel lempeslade que o
linha laucado para o oesle, ere ni costas das Ierras
desconhecid8s. i
Desdo entilo, a opnijn do Colombo se firniou ; em
I7i elle formou o projecto de sua gloriosa deacoher-
viajanlts faziam suppor ure povo de gigantes e cm la e procorou um governo que se quizes-e prcslar a
un [al esladu de nudez, rpie se assereelliava algum
em -_'
COMMAM)0 DAS ARMAS.
Qnanel (eneral do commando das a
Fernambnco na cidade do Reclfe
jsslhode 1857.
ORDEM DO DIA N. 10.
O mareehal iie rampa eomoundrnla das arreas
determina que quando aurceda serem remedidos aos
torpea proce-sos de juslificcAo de tiobreza para c-
lleles ou soldados particulares, definitivamente ap-
provadoa pelo Eim. ajudanle general, sem que esle-
jam anida declralos ere ordem do dia ao excreto,
o balaldao que receher laes processos os publique
em na ordem do dia.
O mesmo marechal responde dovida proposla
pelo Sr. commandanle do 1(1 balalhAo de infan-
larii sobre os vencimentos que compelere aos solda-
dos senles, e s.lo caplorados, que nAo conceden o
odecrelo n. 1 i 1 > de J| de Janeiro de 185:. a estas
ie. qoe a nclinacAo divide, e qoe nrnlioma forra
humana ptile fundir em um lodr.
II nlgi Slavros aprendeu .i sua cusa qoe ninguem
commanda impunemente sessenla Gregns. Sua au-
tordade nao sobreviven tire miiiuln a' sua forca mis
ral, e ao su vigor pbisiro. Sem fallar dos d'oente
que nos mus.'ravam o punhn arcuaando-nos de seus
sotTrimenloa. os homens validos reuniam-se diaute
de seu re legitimo an redor de om r.-imp.u.ez brutal
chamado Golltlda. Era o mais parlador e o mais
atrevido do bando, homem impudente, .m talento,
e sem coragem, dsquelles que oceoltam-se dorante
a accAo, c que Irazem a bandeira depois da victo-
ria ; porm em laes cirrnmstancias a fortuna favore-
ce us atrevidos e os palradorei. Collzida ufano de
rus polmes lanjava injurias sobre o eorpo tle
lladgi Slavros assim como um coveiro lauca Ierra
sobre o caixAo de um defunlo.
Kiiiliin cabale, dizia elle, general invencivel,
re poderoao, ni nial invnlneravel '. N'Ao linhas ron-
hado tua gloria, c core ruto confiamos ere li One
gaiihaiiHn em |,ia companha ? |>e que nos Tens
servido ? |u noa.leni dado cincoenla c qoalro mi-
seraveia franc,,, lodos os mezes, paga de incrceiia-
nos lu nos leus aliinonlada cure pAo trigueiro c
queijo belorento qe proprios cies nAo leram
querido, enlrelanlo que enriquecas e enviavas na-
vios carregalos a t,|s c, banqoeiros eilrangeiros.
i mlii a mon.In,-. Deixando de parla ludo que ha
de phanlasia e ireaginacAo, diala-aa que ne-l's pai-
/es se enconlravare lodas as mararilbaa do Edn;
baviam bosques ion -lerosi.s que oecoltavam n% pa-
reos de ouro to jardim das Heaperi lai ; arvores
que capalhavain per fornea ao redor de i ; iiiyriadas
le pasearos de plumas variega las tle lodas as cores
do arco-iris; ogro, prate, pedrea preciosas ere abun-
dancia e eapalhada por leda a par-.
Apa a fiindarao do prmieiro ealabalecilDento as
ilhas Canarias, Billirricuurl vollou pata a Europa.
As guerras civis que dilaceravam nessa poca a
Franja, Itrando-lhc loda a esperanza de obler coo-
perajo de seu x panha ; Henriquelll qneenlAo reinan, eoneedea-
Ihe o litlo de govemador das ilhas Canarias
rom o direilo de fabricar moeda ; alcm disso, per-
inittio-lhe tirar um quinquenio de l"das as mercado-
ras que viessemdeslas ilhas para Hespanha, e pre-
seoteoti-o corn -211,0110 maraveds. Bilhencourl em-
prebendea urna nova viagem, vullando depois a
Hespanha aonde foi recebido com muila allenjao
por Meniqiie III. Em 1405. o papa Innocencio
Vllacnlbeu-ii com dislincjAo digna de nola.e expri-
mio-sc por esla furaea : ti Beconhejo-voscomp um
de reeus piedileclos filhos. Joigo que desejais fun-
dar um bispadn as Canarias ; he dma iu.pir.ijiu
que faz honra a vossos snlimenlos cfirialla. Es-
colhei un bispo ; qualquer que s.ja vo-lu cun-
eado, n
Alberto de las Casas, que acornpanhra Bilhen-
courl em sua viagein II....., foi nomeado bispo de
Indas as Canarias. A corle de Bilhencourl lurnoo-
'C eolAo mais brilhanle do que a do proprio desa-
fortunado rei de Franca, Carlos Vil ; porm pouco
lempo goz ii dessa fclici lude ; a morle sorprendeu-o
ere W'Vi. Seu successor e seu suhrinho, Maoiol ou
Malbeos, nao era digno do oceupar lal cargo ; olvi-
dando as gloriosas Iradicroes de seu prenle, cedeo
soas illi.is i coma do rei de Portugal.
Admilliiidi na historia como aulhenlicas as des-
cripjes de alguns historiadores,serta antes ao capi-
lAo Causin, de Dieppe, no que ChrislovAo Co-
lombo, que caberia gloria da descoberla do novo
mundo.
Viva, ncla poca, em Dieppe, um celebre by-
drographo, o professor Descalier. Foi medanle suas
lictes, dizem os hlslorladores dessa cidade, que o
capilAo Couainse allrcveu a apartar-so das costas c
arrernessar se ao alio mar. Eis o que. conlam de
sua viagem ;
Em HS7, Coosin, acompanhado por Pinjon,
mariiideiro romo elle, fez-se de vela para as cosas
occidenlaes da frica, aonde os l'rancazes possuiam
um pequeo furle desde 1354. Passou muilo al m
para o oesle, e la', impelli-io pelas correnl'S para
un paiz deaconheci io, enconlrou a embocadura de
um grande ro, o Amazonas. Einlirn, procurando
ganhar de novo as cusas da Afrira, descobrio a pon-
a tlesle paiz e chainon a Pona das Agulha--. Os
Parluguezes depois rnudararn Ihe o nome em o de
Cabo ta Boa Eapcranca. Aps sua viagem al Con-
ga eAdrea, Cou.in vollou a Dieppe em 1489,
Os chronislas de Dieppe arcrescenlam que elle se
queixa de Pincon, pois que fui quem indicoii a'Co-
lombo o caminho do novo mundo. Esle Pincon,
dizem, he o mesmo Alanzo Pincon, companlieir do
iininoi lal Geuovez.
seu resgale. Que pretendes fazer desse dinheirn ?
lias de leva lo pira o oolro inundo '.' Estas mu do-
enle, meu pobre lladgi Slavros. Milord nAo le
; onp ni, \ ,- morrer igualmenle, e be bem (eiln !
Meus amigos, somos seiihores de nos meamos. NSo
obe eceremos mais a ninguem, farcinos o que nos
aprouver, comeremos o que ita de melhor, bebere-
mos lodo o viudo de Egine, qurimaremos florestas
para assar rebanhos inleiros, pilharemos o taiio,
lomaremis Alhenas, e nos acampaiemos nos jardns
du palacio Basla qoe me deixeis guiar-vos ; co-
nhejo os bous logares. Comeremos lanjamlo o re-
ino no riacho com o sea querido amigo ; depois vos
dtrei o que deveis fazer !
A eloquencia de Collzida esleve hem presles a
ruslar-ims a vida, pois o audilorio applaudio. O
velbus compvubeiros de lladgi Slavros, dez no do-
ze Pallicares dedicados que trriain podido ajuda-lo,
tnili in parlicipatlo do guizado, e totciain se com
clicas. Mas neuhure orador popular eleva-se
ao poder sem excitar a inveja. Ouan.to parecen de-
monslrado que Collzida seria o chefe do bando,
taubouris e alguns oulros ambiciosos vnllarain-se
0 pozeratn-se de atea parte. CapilAo por eapilio
preferiam aquelle que sabia ettia-los a esse parlador
atrevido, cuja nullidadc Ibes repugnava. Alem
dislo. prnsen mi que o Itei nAo viveria mais mtiilo
.. j lempo, e lomara sea sorcessor enlre os liis que li
One nos lem rendido unssas victorias e Indo o nosso I cassem ao redor delle. Nao era cou-a indillerenle ;
-angoe derramado na monlaiibas Nada"! Guar- \ por quanto os socios da rompanhia approvarlam an-
spojos rumn o rescate les a escolba de M,id;i Slivros do que unaeleicAo
revolucionaria. Oilo ou dez rotee elevaram-ae m
nos.-o favor ; nos-o porque eslavareus unidos. Eu
agarrava-me ao II i das monlanhai, e ella me-mo
linda nm brajo passado em lorno de meu pesrej'.
1 ainbouris e ns seus conibiiiaram-se ere qualro pa-
dos pnsioneiros! He variado qm nos deix
bamnelas: he esse o nico proveilo de qu jamis
quizesU part:ipar. lia dous >n..... que ,,, com
ligo, lanb. rerebi'o qualorze feri I s e lu nAo leus
arquee urna cicatriz para moslrar-nns Se ao menos
tivesses sibila
boas ocrasi ,i
concorrer com as despezas da eipedijAo.
Seu primeiro pao foi dirigir-sc a Genova ,V fazer
o oHerecimenlo, mas nbieva una repulsa ; nao mi-
nos feliz anda foi core o r de Poriugal. Os sabios,
encarregados de cxaniinar sen projeclo, appellida-
rain-u de lonco e visionario ; tle balde prelen leu
demoriairur t|ue, sen lo a Ierra redonda, ilevem etis-
lir antpodas, e que o ocano inevitavelmcnle deve
ler duas margena opposlas.
Os sainos, como acontece quasi sempre, incite
ram-o.a'rldcolo. Porque ratAo iio diziamenllo,
assim como pon depois o d scrare, que nada llu-
via drscoi.hcrid i '!
Colomb nAo dcsarorocaou. Depois de ler envia-
do seu irmAo para Inglaterra e para a Franca, Irans-
portou-se a' Hespanha em UH. Femando Cilbo-
lico recebeu-o com bnndade e fez examinar seu pro
jeclo por urna comreissAo de sabios. Ainda urna
nova decepjao, oo anles, urna borla, pois qoe o sa-
bios oliiciaes sAo os meamos em lodas as parles. Suas
Hie-
de I.akanal. I.imilar-nos-hemos a dizer que M.
Miguel obteve tima de suas mais esplendidas victo-
rias acadmicas.
Senlimoi acerbo pezar por louvar 15o brevemcnle
um discurso, que bouvemos a felcidade de applau-
dir com o numeroso auditorio que screonionu Ink-
liltilo. Porem o discurso de M. Mignel, que pare-
ceu lAo breve, he no cnlanlo bislante grande para
que nos vissemos reduzidos a corlar-lhe urna parle,
ou a imprimir a noticia que Ihe haviamos destina-
do. Na Alternativa nAo vacillamos. e renunciamos ao
prazer de lonv ir o bello discurso de M. Mignel para
deixar ao publico o de o ler completo.
II. Kigaull.
Senhores,As seiencks, a escrevia M. de La-
place, depois dos laincnlaveis das do 179:1 e 17HS,
ir saberAo Iransmillir poslertdade os nomes dos qoe
j na crise, porque ellas acabam de pasear, lularam
| iiiinlerrompidamenle ronlra a barbaria, e o nome de
| Lakanal aera ure dos mais distlnrioa.
F2-le lesleniuuho pieslado, ha mullos annos, a M.
Lakanal por um Interprete b in feliz dassceu-
cias reeonhtteida ; e.l i rcroinreeiidacao dirigida cm
sin honra a poileridade por mu homem de genio, a
quem ella concede o crdito immortal deaat pro-
pria gloria, lemoa boje que exprim las em nome da
Academia ere que Al, da Lakanal entrn no anuo
de 1975, e orno acrescenlar (mi nome do Instituto ,
de que foi o primeiro organisador c de que por mor-
le, ficou-en lo o deo. Venhu antea pagar tardia-
nienle nm i divida quo pronunciar ure elogio.
n A vi la da M. Lakanal he niuilo curia para a
historie, e nA i se conlaria na seiencia se elle nAo
Imuvesse exorrido subre ella nina acjo til, se bem
que Indirecta. M. lakanal apenas appareceu por
nm momento rra serna poltica, em meio da mais
lerrivel convulsao social. N'Ao fez descoberlas, nem
deixou livros, mas presin servijos au espirito hu-
mano. Sendo o ullimo dos membros da Academia
Oriaa furarn consideradas rbireeras e utopia- de que lomaran) asiento na convencAo, Al. Lakanal, no
um lonco. Comejava a fallir n necessaria coragem ceir desla assembla, cujas id'as eram 19o immo-
a Colombo, quando a raiulia Isabel, dolada de alma deradas como as paixOes, e rnjos dccrelos furam lAo
inlelligeiile e furle, aconselbada pelo cardeal D. Pe- formidaveis como os seus artos, pertenceu ao nu-
dro de Mendouja, veio em seo auxilio e oflereceu-
Iha sem diamanlrs para salisfazer as despezas da ex-
pedjAo. Esle sacrificiu foi dispensavel. Luiz re
Santan ..; complcloa os fundos, cuja oitava parle foi
offerecnla pelo arcehispo de Toledo.
Resolvida lodas estas difiicnldades, Colombo fez
ure tratado com u rei de Hespanha. Na clausula
principal, elle foi considerado v;ce-rei das Ierras que
deeeobrlaoe, e proprietario de om dcimo de seus
prjduclos. Tres navios Ihe foram dados para a ex-
pedicao: Sania Mara, a Piula e a .Vina. Colombo
einb.u cuii-se com os rmios Pinzn, ere II de agosio,
em o porlo de Muzer ou Alorguer.
Checa s Canarias e loma a' partir de Gomera em
b de selembro ; o fim de seus sollrimenlos anda
eslava longo ; sin eqinpagem se rebela, e os mari-
nheiros alerrorisados querem vollsr a* Hespanha ;
Colombo resiste corn energa ; mas a rebelliAo crea-
re, e ameajaa de morle apprecem enlre ella. Co-
lombo, cerlo de que sua viagein linha um lim, con-
curda cm que se. finio Ires dia, nao descohrissem
Ierra, obrigava-se a vollar. Emfim a .\/;ia encon-
tr, carregada p-la. ondas om galbo de arvore ro-
bera de ulhas e de frurlos ; a dovida desapparece,
a Ierra esla' prxima. Em II de nulobro de 1i!i_\ ai
10 horas da noile. os grilos de Ierra '. fazem se ou-
vir a' bordo do i"in/a. e a alegra a mais viva soc-
ce.ie ao temor e ao desespero. A America eslava
descoberla !
No dia seguinle, a vegelarAo a mais embriagante
se aprsenla aos olhos dos Hespanlioes. As rhalopas
sao laucadas ao mar ; aproa-se, e numerosas salvas
dearhlharia saudam o novo mundo. Colombo be o
primeiro que salla a Ierra e loma posse da America
cm nome do rei de Hespanha.
Ela ilha era iimi das Lucayas, a Guanabanidos
indgena. C lombo deu-lhe o nome de San Salva-
dor. Algumas palavras mal cumpredendidas lize-
ram-u suppor aeher-re perlo to reino de Calhay,
le.rriplo por .Marco Paulo ; elle dcscobre a ilha de
Cuba, em (i de dezembrn, ilrsembarca as margen!
do llalli, que apellidou Hespanhnla.
A analoga qae exisle enlre Cpango e C.ibo, leva-
ram-o a crer qoe se aeha na India ; e foi por esla
razao qoe por muilo lempo chamou-se a' America
mero desles inciperienles e aodaciosos, que euthu
siasrr.ados pela liberdade e condemnadus a mais
agitada das servidoes, eierceram com excelso lodos
os poderes e soir.-eram com fr.iqurz.i todas as oppres-
s?s, rondemnaram o descendenle de Iriula o um
eis. desafiaran) lodos os roenarchai do coulinente,
crearan) doze aieicitoa, lizcram generaes. orleni-
raui e obiiver.im a victoria, levaran a Franca ao
tiberio e aos Aipes, aspiraran) fazer livres lodos os
povos e fralernsar lodos os htmens, foi desses ho-
mens que finalmeiile romperam com o passado do
mun'o, de que rejeiliram as Ira lijOes, quehrarain
as forma--, rejeilararn as crenjas c repelliiam al o
mudo de contar o lempo, como para assignar urna
nova era liumanidadr.
Al. Lakanal enneorreo para esta obra com vigoro-
sas medidas, que fizeram mi exlerior a revolurilo
viclorlosa, lambem ceden i elgttmas das mais Tu-
nalas paixfies. Porem au mesmo lempo represen-
to, na converija nm papel que me permute nesle
dii louvalo li Academia ; elle ahi f-/.-se o enrgi-
co defensor dos inonumcnlos expostos as vandalis-
mo de orea ignorante briilalidade, o vigilante pro-
tector dos sabios despreaados prla ingralidAo popu-
lar, o salvador intrpida e o feliz promotor de nos-
M principaes csiabeieriinenios elanOflooa, c, depois
de l-r ciincorrido mais que nenbtim oulro para res-
taurar os esludos abandonados e para acre lil.tr as
ledras, corooo sua obra conlribuindu para a grande
fundajSo do Instituto.
Eis-aqui, leoneras, os lltoloi que em 1793 edama-
r?m Al. Lakanal, por um jualo reconliccitiienlo e cm
consequeucia de urea livre eleicAo. a rlaaaa das sci-
eneias moraes e polilras, e que em 1837 furneceram
principalmente a materia d seu elogio, Depo's que
elle depoz parle de saa soberana, cahlo duraule
meio-seculo em urea volunlaria obscurilade. Du-
rante o imperio, de que nada elle quiz receher, tor-
nou-se o que linha sido, prof-ssor. A' reslaurajAo
dus II ,iil> ni-, sob a autordade dos quaes nAo he
conven viver, foi dar-se a" agricollura nos Eslados-
l nidos ; e, depois da revolurAo dejulho, vollou a'
salvar a saa patria, a' oceupar novamenle seu assen-
lo no instituto e morrer em paz no mio de vs.
Jos Lakanal nasceo a 1 i de julho de (7(2, em
Svres, nos P>reneos, sua familia perlencia a bur-
I,
....ilhava as
i-! ideas do lempo. Elle julgava que a Franja, nAo ohs-
(aiitemente a sua exl-naa e as suas tradijes, capaz
de se govennr coma librtale rea i absoluta na
iguablade mais nuva, e votoa o estabelecinirnlo da
igualdaile. Klle coiisidcrava a autordade monarchi-
ca como urna inconsequeujia aos olhos da razio e
como um alternado para com o povo, e por esta ra-
zAo volou a saa abolirAo. O desgranado Luiz XVI
pareceu-lbc Culpado, porque fura re.e Irabidor para
com a revolurAo por ler repruvado algumas de suas
emprezas ou por l-la sardamente ameajado, bem
que 15o (Vacamente a houvesse combalido, e lat ra-
ines o rapelliram a volar a sua murle. Vol para
sempre deplorase!, que se descarregou simultnea-
mente cerno um golpe fatal a veidadeira liberdade
com a m niarrb i. e a jusiira com o monareba ; voto
ingrato para corn esla grande raja dos conquistadn-
os nacionaes edas organmjOes populares da Franca,
que depois de Ihe ler dado a unidade territorial' a
mais forte, a legislajAo civil mais aperfeir.oads, Ihe
reconheciam os direilos polilicus mais extensos; voto
croel e inhbil, que pelo assassinio real, devia levar
a oulros os assassiuius e entregar a ISo sanguinolenta
rev lujan as mi s da anarchia e do despolismo.
AI. Lakanal quizera enlrelanle fazer a repblica
regular e a democracia esclarecida. Entrando para
a convenjAo elle fez parte da commissao da inslroc-
jAo poblica ; a que o reclamaram seos (ribaldos ao
leiiores e prudente modestia de seos desejos.
Draanle Ircs annos consecolivos, a assembla o
nnmeou lodos os mezes membro deila coinmissAo, e,
com a mesma persevranja, esta comrnissao o elegeo
para seu presidente. AI. Lakaosl leve ahi illaslres col-
legas, laes como Sieves, Chnier, Daunoo, Gregorio,
Boiesy de Anglas, David; mas nenhum desles desen-
vulveu lana arlivilade, nem gan'iou lano crdito,
nem foi lAoulil como elle. M. Lakaaal pdda inspirar
a' commi-'sAo Ideas as mais generosas, qoe depois senvolveu, com urna coragem sempre firme e algu-
mas vezes feliz, na tribuna da convenci, onde mui-
las vezes se decretavam a morle doi vencido! a de-
vaslacao do passado.
E'le ignuranle e systemalico furor dos novos
barbaros, a que e le nAu lemru dar u nomo de van-
dalismo. exercilava-se conlra nsmonumeiitos daiar-
tes, os eslabelec menlos da seiencia, as recordado
da historia, e pretenda apagar, com os Irajia das
grandezas mouarrhicas e du ctencis chnslAaa, a
memoria das coasas passadas. M. Lakanal alacou o
intrpidamente, e Iralou reprim lo. No cornejo do
anno de 1711:) il-uunciou-o ere nome docomil
da inslrarja) public. Todos os diaa, diz elle, es-
migalhsm-se ou mutilare -e primores de obra sem
preco ; as a le- chorare perlas irrep iraveis. He lam-
po que- i conv-ncAo lenha esles funestos excessos.
K fez deerelar a dejnnha de 17113, a pona de dona
mu H nos ferios conlia quem quer quo degradasse os
i lmenlos d',ule depeudeiiles das proprledades
naciouaaa. Elle deerela dlminnlo as devaslacxs in-
limidando os devasladores.
Os iiiiniigos tio passado que o perseguan) cm saae
obras. nAo o davian respcil ir naelaa insliluijes. As
aeaJemiai ainua li.avam salvas. Elas pequeas e
(lorloaaa repblicas liham silo fundadas para o
serviro ou ornamento da espirla Ilumino, em hon-
ra ou cm vanlagem la civil lacia, e em seu seio b ,-
inens .-uperiores, eleg.-ndo-se om ans uniros, e vi-
v-udo-sc sh a mesma I-i, lindare dado o primeiro
etemplti da lili.ra i. duraule a mmarchia, e da
iguablade no meio daa dislincjOes hereditarias. A
realeza Me linha achadu sua oin-liluieau moito re-
publicana, a repblica achou sua exulencia muilo
aiislucralica. Sua perda foi resolvida.
o Entretanto Mr. Lakanal e-perou que a ulilidade
da academia das scieneias ubleria crajaem sea favor,
e julgou ler empenhado a convenjAo em manle-la,
fazendo conservar por um rolo o Iralameulo de seus
memores. Mas nao pode islo impedir a ruina de
um corpu entao sem par em gloria como em utili-
lade, onde ainpa senlavam se lanos homans de ge-
nio, e a' sua frenle Lagrange, o mais abalisadu
dos grandes geomelras modernos ; I.aplace, o regu-
lador definitivo dos co<; Livoisier, ti fundador fe-
cundo da cbrnica ; llauv. engenhosu legislador da
mineraloga. E em que momento se cerraran) as
portas deste grande laboratorio da seiencia ? Quan-
do a propria seiencia, vo(ando-se salvajAo da pa-
tria, inventa*! a arle de preparar o jo que fallava
a nossos exercilos; achava o bronze Decenario para
dir-lbes canbes; lirava em cinco das, das Ierras
graniladas, a polv-ara que as devia carregar. Ilesl'ar-
le supprimia-se a academia das scieneias depois da
academia frnnceza, por urna igual mgralnla i para
com o espirilo que preparara o triampho da liberda-
de, e para coa a ciencia que prucurava os meios
de dcfende-la.
i Se Air. Lakanal nao ebegasse a' proleger a exii
lenria das sabias eoinpanhias que ronlribuio para res-
suscilar debaile de oulra forma c em urn lempo me-
llior, elle leve a saliafajAi a o merilo de conservar
ure estabeleciinenio nAo menos olil que celebre e
uualmente arr.eacido. O jardim botnico : Jar-
dn des /'limes consagrado por huir XIII a' ms-
Irucjao dos csludintes de medicina, e qne por muilu
lempo eslivera lb a lupermlendeiicia do primeiro
medico da corle, Uvera oulr'ora a honra e linha ues-
le momenlo a semrazao de se ler chimado o Jardim
do lin. Esl- jardim, que fura Ilustra lo pelas lir5es
de T.amelorl e de Jussieu ; que lluirjn linha ad-
ministrado quarenta e nove annos, onda se elevara o
mignltace inonureenlo ao estado di natureza e a
g! ni rja l-'ranra, onde ainda professavam (res collo-
bora.lores desle. grande homem: Daobenlon, que
ah comer.ira um jncoinparavel gabinete da historia
natural, e laujou os rastel rdmlamenlos da anatu-
mia comparada dos auimaes; Thooin, que ahi reu-
nir as plaas de quaai (odas as portas do globo;
Lsurenl-Antoine de Jussieu, que distribuir estas
billas familias vegelaes, segundo as regras rio metho-
do natural ; esle jardim da seiencia, que fazia a ad-
mirarAo da Europa, ia ser transformado pela cma-
ra de Part em om campo dos pomos da Ierre. M.
Likanal o soube e quiz poupar esla deshonra a' re-
r.olores vinle homens que nao sabiam alirar. Os
nossos nAo eram mudo mais habis, porm melhor
. imiii in l.i los e mais prudenles quebraram amas
cinco cabera, anles de anoitecer. Os combalenies co-
nheciam-se lod..s pelos nomes, e inlerpellavam-se
de longe a maneira dos hroes de Homero, l'm len-
guiar-una Se (ivo-ses e-rolliido as I lavras, e improvisaram um plano de defeza. Tre
emque ha pouco ri-co e muilo pro- h inns aproveilaram o luniullo para rurrerem rom
e. S.bem veilo! Porem nos fizesle ser losados pela iropa de Dimilri ao arsenal do bando, fazere.n provisAo d
s lorie, ou buba ; fosle o algo de nossos camaradat, melles- armas i
lVid. IWario.n. H>/.)
le-n s
acabar
... e de cartuchos, e Irajarem pelo caminho nm
ns gneis do loba! Azora eslas aucios por |,180 raslilho de plvora. A'ollaram directamente,
e reiirer-le I Desejas ver-nos lodos eslerra- I e misluraram- do. ]onlo de \ is.lio e nos entregas a e.se mablido comecavam a guerrear se ; as injurias voavam de
,."1 '"'.'"C0.11 felijo sabr nossos mais bravos um a oulro grupu. Nossos eampeOesquae.lav.im
soldad... Mas nao esperes escapar i nossa vingan- i junio da cmara de MaryAnn goardavain a escada,
I Se. porque qae res que elle te vA : ja pagoa I fa.iam-nos ma irinchei'ra com o sea corpo, e lan-
ravam o inimign para o rabinrle do Hei. No meio
do alarido onvio-se ora liro de pillla. Urna fila de
fogo correu pela poeira, e depois sallaran) os rocha-
do! com espantoso eslrondti.
Collzida e seus partidarios sorprendidos pelo es-
tampido eorrem de tropel ao arsenal. Tambooris
nAo pede om minuto : rarrega lladjt Slavros, des- ,ava converter o oulro fazendn-lhe ponlaria, o on-
ce a escada em duas pernadas, deixa-o em tugarse- '"> respondi com urna bala e um raciocinio. O
gnro, volla a mim, conduz-me, c lanja-me eos pe cmbale nAo era mal do que urna discuasAo arma-
do Kei. Nossos amigos enlrincbeiraram-se na cmara, i'a, na qnal de quanlo em qoando a plvora dizia
corlam as arvorea, nbslruem a escada, e organisam s"a opinile.
a defeza anles que Collzida lenha voltado do passeio Pela minba parle deitado ere um canto ao abrigo
e turnado a si da sorpreza. das balas lenlava desfazar minba obra fatal, e curar
EnlAo enntamonos. Nosso exercilo compunha-se P',rc |*e' n*s monlanha. Elle padeca ccuelmen-
do Hei, de seus dous criados, de Tambooris rom oi- I,e a"rixava-se de ardcnla sede, e do viva dor ao
losalleadores, de Dimilri e de mim. Ao lodo eram pl"Saslrio. Suas mAns e seus pes fros con(rahiam-se
qualorze homens, Irea dos qu es eslavam inrapazes
de combater. O cafedg se envenenara com o amo. e
comejava a sentir os primeiros ataques do mal. Po-
rm lindare i. duas espingardas para cada pes cariuchos em abundancia, enlrelanlo que os iuimi-
gos ni* possuiam armas a munijea senAo as que
Iraziam. Ellcs linham a vanlagem do numero e do
Ierren.>. IVao sabamos justamente quanlos homens
validos acliavam-ie enlre elles, mas deviamos espe-
rar vinle e cinco a imita assaltanlea. NHi lenho
mais necessidade de deacrevcr-lhe o logar sliado,
pois V. S. o condece desde muno lempo. Todava
creio que seu aspeclo mudara muilo depois do dia
em que aln almocei pela primeira vez sob a vigi-
lancia do Corfuense enlre inislress Sinions e Marx
Ann. Nossa. bellas arvores e-lavare de raizas ao ar,
e o rouxinol acbava-se ausente. O que Ihe importa
saber he que eramus defendidos direita e cquer-
da pelos rochedos inaccesiveis ainda mesmo ao in-
migo. Elle nos alacava de alio pelo gabinete do Itei
e nos vigiava pelo riacho. De nm lado seu fogo ca-
ba sobre ns ; do oulro nosso caba sobre -ua.
seuiiiiell.is, mas n lal distancia quo era lempo per-
dido.
Se Collzida e seu. compsnheiros livessem a me-
nor norSo de guerra, eslavamos perdidos. Deviam
arrancar as Irincheirns, entrar o forja, acosr-no.
conlra um roebedo, oo linearnos no riacho. Maso
imbcil lendo mais de doo. bomeu. ronlra um lem-

com vi-lencia. O pulso era rar, a respirara arque-
janle. Seu eslnmago pareca lular com om'algoz In-
terior sem conseguir rxpelll-lu. Todava seu espi-
rilo nao perder nada de sua viveza e de sua pre-
senja ; ssuolhar vivo e pendrante procurava no ho-
rsonle o porto de Salumioa e a prisAo tlucluanle de
Pholini.
Meu charo filho, carc-me disse ello aperlan-
do-me convulsivarecnte a mAo. Vo's he doulor,
deve corar me. Nao ar.caso-o do que me fez ; es-
lava em seo direilo ; linha ra/Ao de malar-me. pois
joro-lhe que so nao fura seu amigo Harris, vosic sao
me leria escapado Nao ha nada para extinguir o
fogo que me abraza '.' Nao prezo muito a vida ;
lenho vivido baslanlemenle ; mas se eu morrer, el-
los mataran, e minha p dir Pholini ser degolada.
Ouanlo solfro !
Apalpe-rac as mAos; pareee-me que nAo sao r.s
m'mbas ; porm cuida que aquelle Americano lenha
o coracAo do execular suas ameaQas? Que me disse
voss ha pnucu'! Pholini ama-o Desgranada I Eu
a linha educajo para ser mulher de ure rei. Anles
qntreria vt-ta marta do que... NAo, eslT.o que el-
la lenlia amor a esse mojo. Esse senlirr.enlo Ihefar.i
lalvez ler piedade. Oue be vosso para elle um ami-
go, e mais nada. Nem mesmo he seu compatriota.
Qualquer pessoa lem tanln. amigos qu-nlo quer;
mas nAo se acham doasmolheres ctfmo Pholini. Pe-
!a ininlia parle eslrangalaria lodos os raeus amigos
broa-ie de paopar a plvora, e d collocar como ali- I ii achase nisso inlerese, porm nanea malaria ama
muiher queme livesse amor. Se ao menos elle iou-
besse quanto ella be rica O Americanos aa ho-
mens positivos, ao menos passam por taes. Mas a
pobre innocente nao ronheee sua fortuna. Eu de-
via le-la advertido. Como faze-la agora saber que
lera qualro railhes de dol ? Somas prisionairos de
otACollzida! Cure-me por lodos o. deosas do Olvm-
po, adre de que eu esmague aquelle replil !
Nao aoo medico, e sel de toxleologia o pouco qoe
aprunde-senos tratados elemeulares ; todava lem-
brei-me de qae o envenenamtnlo pelo arsnico he
curado por um ineihu loque assemelha se ao do dua-
lur Sangrado. Alagoei o esophago do doente para
livrar-lhe o estomago do fardo que o alormenlava.
Aleus dedos sriviram-lhe de vomitorio, e poaco de-
pois live razao de esperar que o veneno seria em
grande parte expellido. Os phenomenos da reac-
jAo appareeeram logo ; a pelle lurnou-se qaealc, o
pulso accelerou sua marcha, as faces corar,un-.e, e
os olhos encheram-se de linhas vermelhas. Pergun-
lei-lhe se um de seus homens sabaria sngralo.
Elle atoo o proprio brajo c abri tranquilamente
urna vea ao rumor dos liros e no meio das balas
perdidas que passavam perlo da niu. Derramou
obra de urna libra de sangue, e pergunlou-me com
voz branda o qoe reilava fazer. Eo diise-lhe que
bebesse muitas vezes at que as nllimas partculas
du arsnico fossem levadas pela, torrente da bebida.
Justamente ainda eslava na cmara n odre de vinho
qoe caosara a morle de Vasillo. Esse vinho mistu-
rado com agua seivio para restituir a vida ao Kei.
Elle obedeceu-mo como ure menino. Creio mc.mo
que a primeira vez que aprcseulei-lhe o copo, sua
mageslade velha e oenle peguu me da man para
beija-la.
As dez horas da n .le acliava-se melhor, mas o
seo rafedgi Iluda uinrrido. O miseravcl nlo polera
desfazer-se do veneno nem aquecer-se. Foi I un; i lo
no riacho. Todos os no.sos defensores pareciam
achar-se em hore estado, sem urna ferida, mas es-
raimados como lubos em dezembru. Quanto a mim
eslava em jejum desde vinle e qualro horas, e meu
estomago grilava rom fume. O inimigo para alTron-
lar-nos passou a notle a beber e comer sobre nossas
caberas. Laojavam-Dos osius de cameiro a odre va-
gero.
Com o auxilio de urna machina engeohoia, ella
Iransmillia de distancia em distancia, por movi-
meiitos executados avista de lodo mando tem ser por
ninguem comprehendido, signaes qoe linham a pre-
cisao d um al'pdabelo e qoe adquiriam quasi que
a celeridade alliugida do pensamentn. Esla rin-
guagem commuoicada alravs dos ares, ao mesmo
lempo visivel e secreta, que poda em algumas horai
(razer das fronleiras ao ceulro do eslado o conhaci-
mento dos factos, e transmitlir do centro s fronlei-
ras as deliberajOei do governo, erao lelegra-
pho. M. Chappe o (inda ofTerecido A assembla
legislativa, qoe o havia desprez.ido, e a ConvincAo,
que lem o repellir, nao ae dava pressa em admilli-
lo. Entre os commissarios qae esta ultima assem-
bla havia eleilo para verificar a descoberla, uns a
julgavam chimeriea, oolros a encaravam como inu-
lil oa a regeilavam por muilo dispendioia. S M.
I. kanal suslentou loda a sua importancia e desejou
vivamente a sua adopjao. < Se nao estivesseis la
' Ine escreveu Al. happe, eu desesperara com-
plelamenie do bom exilo. Vos venceris todoi us
I obsteeolos que oppe ocornmit das (iiiancas,
a lAo poaco favoravel as scieneias e s letra. Es-
o pero muito em vos, e s em vos espero. Tinha
raifa M. happe de contar com M. Lakanal, que
nao auxiliou, corp menos habilidade qae obslna-
jAo Iriumphar da incredulidulidade por axperien-
cias decisivas, a' vencer a recusa de dinheiro sb ra-
lOea de ulilidade publica. Depois de ler ouvido een
badil parecer, a convenjAo persuadida e aatlsfeila,
aceiloo a j dejulho da 1793 esta bella descoberla,
o encarregou M. happe, nomeado engenheiro de
dirigir a sua realisajAo. Trinla e seis dus depois, a
conveujAo envi com enlhusiasmo a leitora de um
despacho, que notician.lo a entrado de nossui (ropas
na mesma mauliAa, m praja recobrada de Conde,
"i ing nava palriolicamenle a primeira liuha lele-
graphici palo annuncio de urna victoria.
a Apaixnnado pela grande causa de rivilisajan,
AI. I. il. mal qn-z fazer consagrar em loda saa exlen-
sAo o respeilo da propriedada, qoe be o sen princi-
pal fundaioenlo e assegurar o direilo que desenvolve
os seus progressos. Assim, pois, propoz o decreto
le I!) dejulho de 1793, que garando aut aulores do-
mle sua vida, familia dos autores dez annns de-
pois de sua morte, a disposicSo exclusiva e suas
obra. Pur eila declafaca> dos direilos do genio,
como on- id linete os chama elle mesmo, a propric-
II le .1 lodas as prodacjes iniellecluaes, foi reco-
nbecida em seu principio, c al admillida em saa
transmissAo pela repblica, neale poni mais con-
servadora do que o hoovera si lo a inoiiarchia.
o M. Lakanal qaereria igualmente dar revola -
{Ao um sysleraa da ensioo publico, e assim dizia
elle
A rcpub'ica fran-eza nao pode manler-se e
prosperar seno pela InsIroejAo. A liberdade lera
as lates nanea foi senao urna desenfreiada baccha-
nal. i- Elle propoz diversos planos em neme do
roinmileda inslrucjAo poblica ; o seu jensauanlo
foi adoptado a a execoeAu adiada. Nesle irTgicc^^
momenlo, todas a, jdGaa como lodos o eiforjos ia
dirigiam exleriormeote contra a Europa, qoa era
inisler vencer por nao ser ella invadida e interior-
mente vollaram-ie para Iotas ene irniradas, seguidas
le allernativas oppresses. Tambem nesla conven-
jAo, que era an mesmo lempa o grande conselho de
guerra do paiz ea arena sanguinolenta das fraejdes,
causn esloperactarAo, nAo que M. I.iksiial loisa
por vezei mal succedido, ma. de que tantas vezei
houveise sabido viclorioso. Nao se experimenta o
mais lose senlimentsi de sorpreza, quando, relendo
no tiAlonilenr as lerriveis paginas ainda animadas
las paixOes das pocas, ahi e deparara com discor-
sos desle amigo da scieneia, desle defensor do eipi-
rilo. que falla com enlliusiasmo das eternas necessi-
dades da hamsuidade, e que quer com o auxilio das
i.b-is, tornar digno de po.suir a liberdade, om povo
qoe fora preparado por ideas para adqoiri-la.
Enlrelanlo foi misler ceder ao tempo.|0 corn-
mit da inairocjAo publica nao linha mala nada
qos conservar, e nada poda ainda reslabtlecer.
I'a-a servir seu paize sua cansa M. Lakanal aceitn
urna misiAo nos deparlamentos de sudoeste. Foi
enviado aos departamentos Ilimitados no Ldl, e Lot
e Garond, a Girondes a Dordonha. Antes d partir
para ama I eslas espn liosas missfies era que lautos
domens se manchsvam de singue ; em qoe os. (reos
exal(aado-se pelo temor, como os fanalicrfe prla
palxAo, nao eram sempre os menos crois, onde
exercilava-ie livreminle e nm piedade ama deleita-
vel dictadora, M. Lakanal receben do principal
chefe da Monlanha, sobre a coodala qae deveria ae-
Jotr nesta parte, ha pouco lAo agitada da Franja,
om comelho vilenlo dado em nma linguagem groi-
seira. (1). Mas ella leve a coragem e a felicidade
le nAo segoi-lo.
(I) liaulon Ihe disse, no momenlo de sai partida,
esle palavra vulgar e terrivel: Tapedu; '.
Elle souba ser ulil e ter homaoo. Eslabeleeen *
em Bugcrac ama manufactura de armas era que sa
fabncaram viole mil espingardu; reuni, perlo da
mesma cidade. um deposito de qualro mil cavallos
e da auloridade extraordinaria deque era invertido
servio-se elle de uir. modo slgumai veaes dtelalorial
mas nunca injoilo ; em ama lingaagem milas ve-
zes eslranha, ma com honrados aenlimentoi. Dan-
do coala de seas actos a convenci, elle a preocca-
pava com o meio bastante singular da qae se oovira
para repararos grandes caranltos degradados e lor-
sios. Os nossos respondiera com ajguus tiros. Ouvia-
mos distinclamenle os griloi de alegra e o grilos
de morte. Collzida eslava embriagado ; os feridos e
us doenles grilavam junios ; Mooilikas n3o grilou
por moito lempo. O (amollo conservoa-me acorda-
do toda a noile junio do velho Kei. Ah I aanhor,
como alo loogas as nuiles pira aquelle qoe nao lem
certeza do da seguinle !
AmanhSa de tarca feira foi sombra e chnvoia. O
ceo tollon-aa ao naicer do sol, e a chava cabio com
imparctali lade sobre os nossos amigos o Inimigos.
Porem se estavamos alerta para preservar nossos ar-
mas e nossos carluchos.o exercilo do general Collzida
nAo lomara as mesraas precaojei. O primeiro cm-
bale foi em nossa honra. O inimigo occollava-se mal
e alirava sem acert. A uccasio pareceu-aie lao
bella qoe lomei urna espingarda como os oulros. O
que aconlejeu hei de eicrever a V. S. daqai a alguns
anuos quando lor medico. Ja coufeisai-lhe rauii.ii
morios para quem nAo faz diseo sea flicio. lladgi
Slavros quiz seguir o mea eiemplo ; porem ai mAos
reruxavam servr-lhe ; elle eslava com as extremi-
dades indiada, e doridas, e annunciei-lhe com mi-
aba franqueza ordinaria que essa ineapacidade da
Irabalbu durara lalvez lodo o reslo de soa vida.
As nove horas o inimigo que pareca mu aliento
em responder-no., deu-nos repenlinsmeule ai cos-
as. Ouvi ama fuzilarla desenfreada que nao diriga-
se a us, e conclu qoe Collzida se deixara aorpre-
li.'ii ler pela retaguarda. Qual era o alliado deico-
ndeci do que noi servia lambem V Era prudente pur
ventora fazer ama juncao, e demolir nos-as Irinchei-
ras ? Eu nAo deiejava oulra cousa, mai o Rei cuida-
va na tropa de linha, e Tambouris morda os higo-
des. Todas ai noisai desconfianzas foram logo dini-
padas. I'ma voz que o3o me era deiconhecida gri-
lou : AU righl u Tres mancebos bem armados lan-
carain-se como ligre, sallaran) a Irincheira, e cahi-
ram no mii de nos. Harris e Lobster linham em
cada mao um revolver de seis liroi, Giacomo bran-
dia ama espingarda com a coronha ao ar como orna
masas ha assim qoe elle sabe servir-se das armas da
fogo.
(Confinuar-tv-na.;



MUTILADO



nados qua* impraticnrei. Escrevia elle, o rom-
mercio ile-f.illi-cta, os destacamentos mililare arrai-
lavam ie 11 costo ; ob defensoies da palria Irabalha-
*am as fadigas das viagens as forjas qu* destina-
ran, Ticlona. Erara hisnfllrienles as forma ro-
Aj|cirai, e tu diss. ao* lilhoi de Dordonha : l'ra-
emoi dj| grandei derruas revolociunaiiameme.
Leranlemo-nos em familia e improvisemos os nos-
so. caminlio. Ea marcliarei a vosia freole.... Hon-
raremos o tmbilho, consagraremos a igualdad..
Aqu n.i.i ha exoepcao ; a patria lervete de looi
os c.dadaot. .i En fui ouvi lo .creiceiil.va |.a-
Kanal, e enumarava o que om alguns das prodniira
ala corveta nacional.
a Pareca to dtllictl, quanto era irregular ordenar
a cnneijiacao de todas as contendas judtciarias. M.
Lakanal ousou lenta-lo com om pensamenlo sem
coolradiecao mailo p-cifien, ma sb ama Brma mul-
to extravagante. A' -2\ pluvioie do auno II, elle
publicou em liergerac um areato em seii artigoa, im
que preur.via aoa habitantes baalanle litigiosos
desle pau piir fim, ames de um mai, a' todaa aa con-
tesla^Oei, que por suas custas e por aoa durado, ar-
ruiaaieera 01 mais pobres dentro elles. Em nome
da palria lacrimosa, Ihaa dizia ella, era mime do
amor qoe teuho volado a meni irnaoi da Dordonha,
u os convido a lodos para terminar os procesaos
3ue os dividen), e isto antea do da -JO ventosee
roiimo, dia a qoe se dave celebrar neste departa-
mento i resta augo(a da Amiade. Mas sahio-
te bem oeste tao natural e imperiosa lenlaliva de
concordia eolre os inleressados em lula? Se o een-
limento de modo que enISo levava a' obediencia fax
ceisar por um momento iodos o procesios, o espi-
rito de cootenda, que he iohereote a' natureza hu-
mana, alo lardn em faze-los reuascar ; mas, forra
be coovir qoe maisionoceBtemenle nao era possivel
eiercer a dictadura revolocionaria.
' M. Lakanal ole cierceu orna l prisao. Enllo
elle legab.vadesl. procedimenlo, nao sem coragem,
al ao fim de seas das o memorava sempre com
riel e profunda snlisfa^ju. Com effeilo, se algumas
vaos M. Lakanal pranuoeiou palavrea exlraordioa-
rias, nunca commetleu om acto cruel. Teoilo elle
coDliecido em soa vieila om padre nilo juramentado
que pertencera a' congregado do oratorio, foi ahi
procura-lo em penca pira aalia-lo e leva-lo al as
frouleiras, em risco de soa propria vida.
t Elle foi o ojijeclo de urna denuncia dirigida por
1 erigueux aoCommilde hygieue publ ca elqueo
Commilde hygiene publica,ihe reenviou.drpois
de haver reconhecido a soa falaidade. M. Lakanal
viDgoo-se nobremenle de seu denoDciaule.
' Eu linha recebido, Ihe ascreveo elle, ordem ex-
pressa de le mandar prender, porque assignasle orna
pelillo calumniosa contra mim, mas qohiido Laka-
nal he juizem soa causa, leus inimigos tsUra cer-
los de sea Iriompho : elle nao sabe vii.gar eeno aa
injurias da palria. brigar-le-hei qumdo*pode'...
teue cinco filhos parante o inimigo: lie orna bella of-
f renda a' liberdade. Descarrego-le da tasca revolu-
cionaria.
I Moslrar-se clemente qoaodo se isla'oflendfdo,
aotoriaar-ae do poder que se tem para arrescenur
at um favor ao perdi, he sempre raro, o mais an-
da o era entao. Todava estes bellos se..lmenlos
nada perderiam em ler mais simples expresso. Pn-
rcm se a emph.itici exaltando do lempo que e echa
as melhores coasas, nao permitlio a M. Lakanal
ser bastante simples, nao o impedio ao menos de ser
mu o ganaroso :
Depoii da queda de Rohespierre e da destruidlo
do partido qoe fuera da revoluto a I; rannia de al-
guns e a sujeicao do todos. H. Lakanal veio occupar
de novo seu lugar na asssembla fela livre, e no
t.iiii.imlda inslrocrao publica dada de novo a zeas
trabalbos. Ao periodo da lula ia aucccder o periodo
da organismo, a a convenci, que lodo destruir,
todo linha qoe reedificar. Com 01 seus collegas de
commil.M. Lakanal preparoulafrestauracao inl.l-
lecloal da Franja.
" lima sociedade s>,temticamente dissolvida ia
ser theoricamenle reconstruida. Desprendida de suas
IradicOes por suas ideas, separada de seu eilado pas-
eada por orna revolucao de alguna das qoe obraran)
mais enrgicamente do qoe o poderiam faz.r as mo-
danras socceasivas da moitos sculos, Caziaro-se-llie
miiler inslituirea qoe, correspoudendu ao aee novo
estado, Ihe deisem novas formas, e se lornssse como
que os orgos de soa vida futura. Era-the lambem
uiisler : na ordem poltica, urna coosliluic.ao que
fundaise os poderes pblicos de conformidade com
os principios populares ; na ordem civil, cdigos qoe
eslabeleceuera pera lodos o direito privado o mais
justo e que hoovesee igualmente vigilancia para
com a seguran.;, eomraom ; na ordem inlellecloal,
e.l.belecimenlos de inslrurro publica, que por um
ensino variadoUzeasen) liomens esclarecidos e cida-
daos honrados. Eslas necessidades da Franja reno-
vade, a' que se tem prvido por moilas vezn e por
molos mui diversos, segundo a dtvereidade dus lem-
pos e dos poderes, teve-se a ambicao, e lambem a
esperanza de satisraze-las.
(,'ualro meinbros da con enro, qne lodos qualro
'orara membros desla academia, Danoo,Cambaren,
Alerhn, Lakanal, levaram a assembla, no espaco da
alguns mezes, a con.liluicao directora! do anno III,
um prujecl > completo de cdigo civil, o cdigo pe-
nal, e o cdigo de instrocjao criminal de bramaire
anuo IV, eraf'un as leis fundamemaes do ensiuo pu-
blico uas escutas primarias, escolas centraes e escolas
normaes.
Entre os problemas que a rerolurSo se linha posto
e duvia resolver, om dos mais dilliceii era a secula-
rii-a.Modu enino. Koubada a's antigs corporajOes
destruidas, a iutrucc,ao da infancia e da mocidade
lornava-se ama das fattcree do cslado, nao menn.
delicada que obrigaloria A'quem, em que cilm
sao, como, porquem se havia dar '.' Alo ahi linham
ido os projeclos ; enlao comecaram is Istia. Distri-
buir o entina a' lodo mundo em proporcio das ne-
cessidades de cada um ; apropria-lo a' diversidade
das idadas, e das vocacoes nos estabeleciraenlos de
urna ordem varia ; formar segando os melliores
mrlliodos os que deviam da-la, para que fosse mais
fcil o acceaso e mellior a ntilidade para os que o
deverem recsber ; reunir lalvea moitos estados que
se havia separado ; unir a ducajao dos senlinaenius
d' imlruejao das inlelligeoriaa ; no menino preparar
^TuTremero, e no homem um eidadao ; taet forera o
espirito, e o fim deala primeira organisagao.
A convenci volon sobre a proposijao de Al. La-
kanal, a' 18 de novembro de 179i, o estabelecimen-
lo de 21 mil escolas primarias, enllocadas oes ao-
tigosproabylerios, estas escolas offereciam om ensi-
no (Bailo ezclasivo palo carcter poltico de suas di-
recc/ns, muito completo pela mulliplicidade da seus
cujelos. All devia se aprender lera a esrrever na
Haciaragio doa direiloa e dos develes do homem e do
cidado; porlar-ae bem, senundo os principios da
moral republicana ; ncrescenlarao esludo da liogoa
iranciza, a esludo de calculo, o da marcenara, o
doa principaes phenomanos da natureza, e da geo-
graphia, eslodar o proeesso das artes e o mecanismo
dos ollicios ; onir finalmente a lodos os ezercieios
propri os para desenvolver o corpo loJas s pralicas
capazos de elevar a alma. Igaaes escolas tram mais
facis de imaginar qoe de eslabelecer, de prescrever
que de fazer dorar.
O ensino nao era distribuido com ama geuerosida-
oe monos prodiga as esculas csnlraes, eujo plano
joi igualmente submeltido convenr.in por M. La-
kanal,em nome dos commilsde inilruejao publi-
ca e das fiuanjas. Etas escolas, repartidas por gru-
pos de popularao de Irezenlaa mil alin.s, e funda-
das nns principaes cidadea cram consagradas a' estu-
dos antes superiores que secundaiios. Sem prepara-
jao sullicienle, e em um espaco de lempo mullo li-
mitado, tantas cousas se deviam ensinar, que ne-
uhuma se poda aprender siriamente.
As [niguas anligaa e aa malliemalicas ; a aielafia
natural e a grammalira geral ; a physea, a r.liimica
eiperimeolal e as bellaa lellras ; a historia philoso-
plnca dos povos e as lingoas vivas ; a logice e a h>-
giene ; e economa poltica e o desenho ; a Irgisla-
jSo, as artes e os oflicioa linham profesores as es-
colas, sem que houveisem certeza da formar disc-
pulos.
<> M. Lakanal, que fundn mais tarde, em Pars e
uos departamentos, dezenove deslas escolas, coroou o
aditicio eniao elevado ioslracclo da Franje, apre-
seolaudo o projecto deslas escolas normaes destinadas
a dar mealres a lodas as oulresescolas, lia por vezea
deaa grandes e mullas uutras bella. Ijuguagens na
memoria de M. Lakanal, qae, airases da soa etalla-
jao democrtica, dtixa translazir laropejos da ama
lorititolosa eiperieoeia. .< A eenvenjao nacional,
diz elle, na pode, nem deveria oceupar-ee ao mes-
ino lempo do cuidado de esclarecer a Franja, e do
cuidado de faze-la Iriumphur. Quando do meio de
lanas crses, de lanas experiencias moraes tao no-
vas, sahiara todos os das novas verdades, Como pen-
sar em eslatoir para a Inilr ucr.io priuespios iramota-
*".* '""neo a tilade mais madura, os pro-
pnos legilsdores Teilos discpulos dcsle lorbilhao
de acoolecimenlos qae a cada tosanle vrlumbravam
comeos pheuomrnoi.equa com to sascousas.muda-
vamlodas as ideas,os legisladures nao se poiliamdes-
vairar do ensino qoe recebiam para organis>r um
proprio para a infaaeia e para a mocidade. O lera
po que ae chamouo grande meslr do homem ;
o lempo, lio feeando em terriveis lijoea e mellior
esculadas,devia ser de alguraa serte o professor ni-
co e univaraal da repoblica... lloje a Eumpa ae sub-
melle ao poder da repoblica, c a repblica se sb-
melte ao poder da razio.
i' M. Lakanal prnpoe que se chame de todas as
parles i Pari os Irezenlos joveus que mais se houve-
rem di'tingeido por seu mrito, uara que depois
que ahi se iiulruissem a' expensas do oslado e sob a
direcefe dos melhores mestres, fu.-un fundar nos
deparlamenlos escolas normaes secundaras, a pro-
pagar lima inslroejao uuiforme d'um a outro extre-
mo da Franja.a Mesas escolas, aeresceula M. La-
kanal. na j te ensinarflo as sciencias, porem a arle de
emioe-las ; ao sabir deslas escola, ts discpulos
n,lo deverio ser somente lioioens instruidos, porem
hornera capazas de instruir... Pela primeira vez u
linmei) mais eminentes em lodos os gneros de
snenems, e de vocaree.oe ,'iomeos que tem sido al
hoja es profestores das najdea e dos seculos, os ho-
meni deceoio vau ser paranlo os nnmeiros mestres
Lis caclas se nao estes homen, que a' ellas sao cha-
mado, pelo esplendor na, coniesiado de seu renome
na Europa, v
* .^5S*f!ff!f f"1'10 "' con"?o. que receben
eappliudlo as escolas, os minores nnroes naa scien-
cias e n.-s leltraa. Lagrange e Laplaee para aa ma-
lliemadeas ; Monje, para a geometra descriptiva
If^rllillet, para a chimica ; lluy, para a phvslca
DIARIO I)B PBRNAMBUCO HABaDO i DK JUUJO DI 1lfi7
card, para a grainmalica geral ; Lh,irpe, para a In-
teratora ; laca furam os cuiiueules profeisoresqoe
occaparam s eadeiraa do magnilko ,-i ,i I.....,,-m ..
a' ruja grandeza noirain soa relebridade. Lakanal
e Sieyes inauguraran), em mime da conveujdo, este
ensino superior, que vieran) reetber ouvimrs esco-
llndos em lo Ja Franja, e que dental com profun-
den e cora esplendor alguns hnmeus de genio, c
minio- h< inens de talento.
o Passandn sobre esla instiluijao, cujo prinelnit
era excellenle e coja applcajao era desproporciona!,
como sobre a mor parla das mui vastas conceptes
rietsa pocha, o lempo cerceou-lhe o que ahi havia
de imperfeilo e unpiallcavel. L'm homem que na,,
se portera accosar de chimenco, e que a lantua res-
peilos.se oslentou eumo o organisador mais profundo
e mais pralico simullaneamenle apropriou-se a
pumeira idea, qne fecondou em um araavel aiUl.e-
ecimenlo. Creando a ooitersidade, Napoleao, nes-
le ponto Bel ao espirito da revolujfto, repmduzo
em IU08 o grande pensamenlo de que II. Lakanal
lora orgao em 1795, e insltluio essa escola nurm.il,
que se fez o primeira seminario leigo da Franja in
telleclual.qae se lornou a depositarla dos melhu.los
saos e dos estudos serio, que den a mocidade lanos
meslres habis, a's leltraa lanos ccriplores celebres,
e ao Instituto alguns de s?us mais illustres Miem-
bros.
Asiocado s mais bellas fundajoet dea epo-
eha, M. Lakanal foi lambem o verdadeiro creador
do lloredodas longitudes, encarregado no duplo
inleresse da sciencia e da navrgajao, de recolher a>
ob>ervajoes celestes e metereolugicas, de ap'rfeijoar
a (heoria das laboas astronmicas e dos mriliodos de
longitud, e de pnMiear oCouheeimenlo dos lem-
pos. E-leBureau, qne leve debaixo de sua di
reejao, o observatorio de Pars e ob soa vigilancia
lodos os observatorios dos deparlamenlos, leve como
seus primeiroi membros. com os dou maiores ge-
metras do lempo, os qualros celebres astrnomos,
LalanJe, Cassini, Mechain, Dtlamhre, e os dous sa-
bios navegantes, Borda e Bougainville. Nao se pu-
dia ser chamado a' ser mais olil, sendo mais il-
lostre.
Vigilante protector dos sabios e dos liomens de
lellras em seus momentos de angustia e de pens,
M. Lakanal conlnbnio enhlo nobremenle para
faze-los entrar na academia, estas patrias dreeu es-
pirito de onde tiles haran) sido como que exilados,
lia dous anuos. Elle parlicipou na maior fondarao
intelleclual du lempo e para a mais duravel, para a
fundaran do Instituto, que foi cieadn pela cnnvenjao
na vespera do dia em que a convenjao lerminou sua
tumultuosa existencia. A' tres membros de nos*a
compatihia incumb) a principal honra dcsle inrora-
paravel eslabelecimenlo, era que o espirito Humano,
representado ao raesrao lempo na unidade desua
nalureza e na variedade de eua cejo, rerebeu da
le e leve no Estado a missao de recollier lodas asdes-
eoberlas e de aperfeijoar um lempo as arles e as
sciencias. E'les tres membros sao : M. deTalley-
ranil, que o prnpoz desde a a M. Iiamou, que o fez decretar pela convenjilo, M.
Lakanal que o organisuu sob o rgimen) do Directo-
rio.
Deede 1793, M. Lakanal n3o cessara um instan-
te de Irabalhar para a formajio desla assembla re-
preseotaliva da sciencia, du pensamenlo, da imagina-
j3o e da palavra homana. He esle o leslemuiilioqiie
solemnemente 1 lie remleu Lalandi, no mesino dia da
naugorajao do Instilulo, como interprete dizia
I.,ilan.le, dureconhecimento dos sabios. M. La-
kanal leve mais a honra de eleger os nrimeiros qua-
renla e oilo membros, qne deviam eleger os oulro.
A fecundidade inlelleclual da Franja era anda 18o
grande que elle pode propor nomes acolbdos com
enlhusiasmoe admitlidos pelo mundo inleiro. A'
frenle de soa brillianle lista figoravam l.agrange,
Laplaee, Monge, Ilau), I'onrclioy, Dasrel, Jussieu,
Daulienlon, Laccpde, Adanson, l'iiouin, Parmonlier,
Sieyces, Bernardin de Saiut-I'-er,-, Daunou, (ara!,
Dalille, Lebrun, Hondn, Grliv, etc., aos qoaes se
jonlaram em breve Cuver, Berlliolle, Cabanis, Ch-
nier, Sicard, David, Lahapc, que por aeu turno ele-
geram a 11. Lakanal, encarregado com Seyc", de ser
o legislador regularaeolar dolnlilulo. M". I.ikanal
nao foi eleilo por seus livros, mas por seus arlos. He
verdade que seus actos linham sidu oo nolaveis ser-
vijos prestados ao espirito boinano, ou uleis pega-
mentos ii.in-f irmailu- em inaliluieOes.
conselho dos yuinhentos. M. Lnkaoal ah leve asen-
lo al 20 de mio de 1747. Depois de ler feito adop-
tar no siipra tita conselho a nova orgauisajio do Ins-
tlalo, conceder snimajes e reeompens aos atarea
de livroa elementares requeridos sob a convenci a
acabados ob o Directorio, restahelecer o anligo'Uli-
servalorio do Collegio das quatro'nares, e de insii-
luir orna cadeira de astronoma para l.alande. Mr.
Lakanal pensou que sua mi'tao e'tava terminada.
llinlia onica embijao, diz elle, foi sempie servir
ao meo paz, defendendo a causa das Itllras.u Seu
taz era victoriado da Eoropa.as lellras sahiam-se da
arbaria. e elle resolten abandonar a vida publica.
Assim reeusoo o mndalo legislativo que anda Ihe
foi decretado pelo depailamenlo de Seira e ise.
Keeleito, mao grado sua resistencia, recutou de novo
por eslas memoraveis palavras :
a (Juando os exercilos inimigos baliam s por-
tas da capital, aceilei as fanccAes perigusas de reprc-
senlanta do povo ; boje qae os Alpes e os Pireueos
se aplaiiMi sob a marcha triumplial dos exercilos
franerzes, rehro-me para a solidao com mcus litro?
e alguns amigo, nicos bens de que he vido o meo
corejao.
Porm dentro em poueo novo- perigns rerlama-
ram-no novas dedicajrtes. No desastrosa auno
de 1799, quando a Italia eslava evacuada e perdida,
londoos Inglezes desembarcavam na II illamla, os
Kussos penelravam na sui-.i. os Austracos, en-
caminham-se para Yar e para o llhenn, e qimn-
do o norso territorio eslava ameajadu por ledas a.
parles, Mr. Lakanal foi enviado pelo Directorio a
fronte-ira do norle, na qualidade de commissarin ge-
ral da repblica. Elle aceilou. Poiln s suas or-
dena os qualro novos departamentos da margen) es-
querda do Kheno que a victoria e os tratados haviam
reunido i Franja, fornm libertados dos depredadores
e defendidos contra os inimigos. M. Lakanal os com-
balea loreme ule e per-eguio com inexoravel inle-
gridade o que elle ehamava os ladrCea quo eram
fancrionarios indignos que induponham o paiz, ex-
haurndo-o,ambiciosos prevaricadores que expunham
o eiercilo, soslenlsndo-o mal. Elle desliloia um
porsenlenjas que os rohriam do gnomiuia, e lan-
cava as merca lorias avariadas de oolros oo Rhrno.
Lm dia mandoo espaldar tanlai pipas de viuho cor-
rupto no rio, que as soas aguas appareceram por um
inslanle avermelhadas em Mayence. Os habitante)
d esto cidade ameajada, cheios de conlianja em soa
actividad eem sua energa, repousaram uelle o cui-
dado de os defender, e solicilartm de Directorio que
M. Lakanal hooreise o direito de sssislir s sssses
do conselho de garra e poder de se oppor s suas de-
cises.
n Senlnella da resolojao neste posto avanjado
da Franja. M. Lakanal ah persisti emqnaiilo o
exige o inlere derrolou os Rossos em /.urich, que Brue reprllio os
Inglezes na llollanda, que o vencedor da Italia e o
conquistador do Egyplo, convertido era senhor do
tslado 18 bromaire, a-segurou de novo o Iri-
ompho da revolocao na exterior, tomando muito
incerla a durajaoda repblica no Interior, 11. Laka-
nal rctirno-se para sempre dos negocies Elle n3o
desronliecia os merilos do novo governo, mas tema
os seus designio. Provocado pela desorden) publica,
fondado pela forra, recommendado prla glorie, esle
governo que obrara com genio, que impunha com
aulondade. O mais incomparavel doi capiUes, aba-
la a inarehia, porm, no mesmo laura, malava a
liberdade ; organisava sabiamente a Franja, mas,
ao mesmo lempo a subjugava irretistivelinenle.
Se rcalisava cousas olis, aos olhos de Lakanal,
desiroia outras neceasnrias ; sacnlirava os principio
polticos da tcvolujio a seu resultados civis, e da
vontade penso-a de um grande hornero fazia a unir
reara de om grande paiz. Nao approvando turto, 11.
Lakanal nada quiz ser. O homem, que, ao lempo de
soa arressao ao consulado, Ihe linha enripio estas
palavras :
Oservijos importantes que haveis prestado vos
merecern) em lodos os lempos dneilos a elima d..s
liomens.o Teria confiado alias funejue M. Laka-
nal, porpourodispolo queeslivesse II. Lakanal para
aeeilo-las. Mss nesle abandono dos principios pelos
inleresse-, elle nao enlendeu ser, como moilos dos
que haviam pensado com lana exallarao e obrado
algamas vezescom menos reclidSo qoe eiles n-m >--
nador, nem conselheiro de est-ido, nem prefeilo, nem
conde. I iel soas antigs eonvier es, elle ez-.e ino-
desiaraeiile professor. Sera julgar abanar-.e Iraba-
lliando para viver, elle rnsimiu as hnguas antigs na
escola conlral da ra de Sanlo-Anlonio, e licou na
Luiversidadc al 1H09. Dahi aahio nesta poca, e al
1811 presidio, na qualidade de inspector geral das
,>esos e medidas, a appliearao do novo stslema m-
trico. Durante rslis longos anuos, elle preferio sua
pobreza e sua independencia inconsequenles gran
dezas, e, fallando dellas e dos qoe l'iiham exercido
com o mesmo desinleresie que elle o supremo poder
ob a repabltca. empregava as palavras que Quinlo-
Lurcio poe na bocea dos soldados de Alexm.ire
Omnium viclores, omnium inopri sumus ven-
cedores de lodos, carecemos de lado.
Assim pois, foi-se M. Lakanal para o meio de.le
povo menos ciclarecido.porem mais comprehendedur
qoe a naroes fatigadas do vtihe mundo ; que linha
sabido proclamar sua soberauia sem compromelte-la
pela l.cenra nem desmeuli-la por ama ralla uiai-
Jo ; que um grande c honrado homem no exerci-
co do poder, aimplrs na posso da gloria, e coja me-
moria cara e admirada viva era lodos os corajes
como soas previdenles lecommendajoes anda esrla-
reciam lodos os espirilos, linha salvado pelas armas
e ajodado a consliluir-se pelas leis ; que, ouindo a
larbieae do esieuder se ao raeiilo de governar-se
encorporava paize immensos em seos qualro* seni
rumpe-loa, poda juntar si Indo qaanlo Ihe vinha
do reslo do mundo stm se alterar com isto, r lorna-
va-se a mais giganle-la da repoblicas, a mais bem
ordenada das democracias, a colonia perpetuamente
eligan lei'ida e desmesuraJamenle livre da Eu-
ropa.
M. Lakanal cliegoo a New-Voik, quando osEs-
lados-L'nidos anda eslava governao por estes illus-
Ires discpulos da civlisajjlo europea, por estes ou-
sadet filhos da liberdade britannica, qoe linham Con-
tribuido para defnidt-loe e para conslitui-los.
Madson lerminava os oilo anuos de sua duplico
presidencia, e um dos valorosos soldados da guerra
da independencia, Honro*, detia subsltloi-lo nena
soprema magistratura a que Ihe era tao reservado ser
clesado duasvezrs, como o linha i do o virluoso Was-
hinslon e o popular Jtfferson. Ete ultimo arabava
dncemenie sua nobr* carreira em sua herdade de
Monliceila. M. Lakanal fui visila-los. Aehou nes-
le corre*peii4.nl. do Instillo de Franja as luzes do
i velho mundo, c uo ch.fe da democracia americaua
- mais allaa esperaacaa sobre os destinos da n tve.
.-.mqoanto viv.-u J.ilersou. M. Lakanal manleve
ronimerrio de carias com elle, assim romo llenrique
l.laye, que era o orador hahilinl da cmara doi re-
presentantes em Washioglon, e cuja vala planlajao
era vizinh.i (le sua mole-la morada no Keolacky.
rol no Kenlackjr, desmembrament* da Virginia,
10 (leste dos monlea d'AlleghaD), e para os confins
da lloreila eterna, que -,. estah'eleceu em prlmeiro
lugar al. Lakanal. Elle linha iido em um livro que
o viajante H. Mirhaux Imita publicado era IS bre este paiz :
a Eu considero a> margens do Oho, desde l'ill'-
borgli ale I., utsville, como devemlo ser daqoi a )
anuos a parle dos Eslados-Lnido mais povoada e
malscom.ercianle ; he esle lugato que eu prefe-
ra pura eslabelecer a mu,ha morada. Antes ,1c
detxar Pars, M. Lakanal linha querido inlerragar
0 cnsul americano M. Wardcn ; e M. Warden linha
osclaraado por mullas vezes:Bello paiz! bello p./!
Assim. confiado, elle alratessou os Alleahanv,
desceu o Ohivale Porl-Williams, caheja do rondado
de Gallalin, e sobre as margens da oBella-ltivire,
Como linham bapdsado os naturaea do paiz, compran
oro pequeo don inioem estado de cullur. Elle jul-
gav, segundo as animadoras previiea de M. Mi-
cbaox, e as enlhusiaslas exclamajoes de M. Warden,
cneanlrar alii larangeiras sem serem planladna, e se-
gundo aoa expressao,vestir-se com o clima Bem
que desconhando das descripres poticas de M. de
Chateaubriand, se elle nao esperava nafa, segundo
rima percaber pello daa margeos do Ohio os ursos
a balanrarem-se em berjos de junco s margens do
Mtssissipi, e mbriagartm-se de uvas. Qaal nao fui
sua sorpreza quando nesl ierra privilegiada nao
pode cridar enlo o milho, o raohamo. e cerlos ce
re.es, sem poder fazer prosperar orna s vide, viuda
da turopa ; quando sob esle clima 18o gahado, sof-
rreu invern* de sele mezes, e vio o Ihermomelro al-
tingir vinte e Ires graos de Reaumur abaixo de zero I
1 or mais desencanlo, o onco mercado grande, abar-
lo a venda dos prodoclos desua planlajao dislava de
soa habitajao Irezenlas leguas, era na opulenta ri-
oade da Nova-Orleans. Para Ir lar !, era preciso
descer o Oluo e o Mississipi, a Belle-Rivire e o Pe-
re-des-fcau. pprem a Belle-rlivire era limitada
em Louisville por urna cadea de rochados eognomi-
nados os Rpidos, que delinliaro em um ceno poni
a navegijao, devendo a volla ser penivel por leira,
a Iravez das Iribus selvageus dos Chicksswas e dus
idiiks-aw.
11. Lakanal viren lodavia por muilo lempo
ne-las regioes remlas, como plantador e como saMo,
com alguns litros velho, no meio dos grandes es-
pectculos de urna nalureza nov e dos rpidos des-
eiivolvimentos de um povo joven. Ahi elle perma-
nece!) ale 1822, poca em que o eslado da I.uiza-
ma HieconOoo a direejao da 1'nitersiilade, ea dei-
xou em plena prosperidade, quandodepois de muilos
anuos, estabelecen-se em urna Ierra que comproo
com o dmheiro da anliga, na vizinhenja da llobile,
nao longedn grande delta do Mississipi. .NoAlabama,
como no Krnlucky, elle rullivou as lellras e os
campos, observou os costumes e fez a Flora do paiz,
preferiudo muilo a sociedade americana.
ludo is-o reveloa em um pice a revolunlo de
jollio Seo corajSo Irepudiou le jubilo, a Franja
Ihe abra os brajos, mas soa alegra cresceu anda
man, qoan lo a academia reuasceule da sciencias
moraes e polticas, inslroida pelo sahio, II. Ceollrn
y le Saint Hilaire, coro quem M. Lakanal manlirera
relajoes de arnizade e commercio de lelras, de que
uro de seus mais amigos meir.bros anda vina nos
paizes do novo mim i0, chamou-o a tomar asseuto em
seu seto com jieycs e Herlin, Roederer e Daunou,
no lugar que vagara por morle deGaral llerebendo
cerli.iaode proeesso verbal desla segunda eleirao, 11.
i.akanal inscreveu nelleesles locanles versos" qne o
exilio podera ler iospirado dezoilo seculos antes
Ovidio naa margens do Ponlo-Euxno :
Nescu qua ualale sum dulce lina ruados
Dcil, al immemore non sicut esse ni.
ii Hin sei porque docura o solo natal sempre nos
altrahe e nos niin permita esquece-lo.
Esperando vollar para sua palria, 1L Lakanal
redigio urna curiosa Memoria, rlieia de observajfies
delicadas e de pcame origiualidi,des sobre o paiz,
que habitara, havia viole tinos. Ah elle n3o se
moslrav, he forja confessa-lo, muiln apaixouado
pela democracia americana ; de-crevia com um es-
pritu lalvez om pooco magoado esta cirilitaete que
achata ao mesmo lempo grosseira e degenerada, on-
de, a seu ver, a avidez da currupjao mesclava-se s
violencias da barbaria, e onde, em um movimenlo
sem reponso e nm um orgulho sem limites, o ho-
rnero cmprehemledor e audacioso calcava muilas
vetes aos pe as regraa, nao se driiava deler pelo,
revezes, e prefera oomar a nalureza rom que eslava
abrojos a aperfeijoar a sociedade Vendos Ame-
ricanos muilo dados a proereajAo dos inleresse. ma-
lenaes, que eniao linham paia elles lo emule a-
Iralivo, emu negligentes pelas cousas intellerluaes
qne para ehcsempre ronservavam o seu alio valor,
elle dala com espirito e em tora saicaslico, o qoe
hnje seria inoportuno e injusto : Na tanlei aper-
ceber que a nicas lellras que entre elles linha um
valor real com .?< Mires de cambiu. )>
Fui em ls:i7, que elle os deixon e sem pezar.
11 mu da chegar a nimba eaa, com o velho unifor-
me do Instituto tal como se usava ao lempo do di-
rectorio, um I, uero que anda linha a estatura bem
lormada, cabellos abundantes a negros, de semblante
grave, de olhar severo, bocea breve; as maneiras
decididas o polola, a lingiiagem espirituosa e sen-
tenciosa, um homem por lim, que pareca pertenrer
a oulro lempo.
Era 11. Lakanal.
Esle enrgico anciilo, carregado entao de 75 an-
uos, nao pareca ler sessenla.
l'm a inlalljgencia firme, hbitos temperados,
urna consliluirao robusta qae linha resistido aa as-
peras solidoe. do Kealuckya do AUbania, como as
eommores convulsivas da revnlnjAo, e que soober
entreler a aclividadena moderarau, Ihe linham ron-
servado a saude do corpo e o vigor da alma. Elle
dizia com lauta verdade como greja : Minha cer-
lidao de baplismo esl velha, mas eu nAo, e quando
teme da urna grande idade, respondo como Chon-
ena l.oiz \\ :Dao-m'a, mas nao a acallo.o E
to pouco a tomava, que se casou e tem um filho aos
setenta e sele annus, a que eelehrou o octugesimo
anaiversiriode seu nascimenlo, parlindo a p, a li
dejulhode 1812, da ra Real de Santo Antonio,
para ir a Monlmorency, como faziam por cosime,
seu meslre Joao Jaeques Rousseau e seo amigo Ber-
nardin de Sainl-Pierrc.
I Perdido por assim dizer entre gerajoes desco-
nhecida, o subi e rigido anciao diverliase sobre
ludo nos doos grandes estabelecmenlos, qne eoncor-
rera para formar, e onde encontrara os sriiiiinenlus
de um longo reronhecmenlo e de nina nalorel con-
Iralernidado. Desde sua rolla, linha sido confiada
urna chave do Jardn) das Plant.s, segando ama ex-
presas dehberajAo de lodos os profes.ores, com e.la
inscnpjo: O Museu d'htsloria natural, 11. I aka-
nal.
O Instillo o honiata como seu organisador
e sen deao. \ ossas aesses foram o ultima in-
lerataa de seu espirito. Elle nao fallav a nen-
liatna. Commxn.icava algumas vezes as reesrda-
J.ies de sua experiencia agitada e as ob.ervajOes que
nzeri dorante seu exilio ; porem ai.nuuciava corn-
municajors anda mais preciosas sobre a existencia
interior da convenjao e sobro o estado moral da V-
merica cora duasnl)ras que ha muilo lempo com-
posera, e que deagracadaroenle nao ie euroniraram
oepois de sua morle. Vos o locasteis profondamenle
quando no ollimo anno de sua vida, Ihe derrelasles
quasi por onammidade a presidencia da ocartemia
que su. idade adiaulada o impeda de aceilar. Ella l
poda ji, dizia, outirecalar-se. Todava seo epi-
rito anda era hrme, e sua voz tao forte qoe espera-
vamos consrvalo por muilo lempo.
u Porem, taliindo, no mez de dezembro de Ixii,
d orna de vossas sesses, o fri lomoo-o e gelou o
qoe Ihe restava de vida. Elle vio aproxim-ie
o seu termo sem perlurbarao e sem pazar. A sere-
nidade de sru espirito e a firmeza esluira de sna al-
ma rouservaram-se al o lim. Elle dizia a no.so
contemporneo M. Letete, qoe era sen medico e seu
amigo, x ossos cui lados lia me salvaran : eo sin-
lo que nao ha mais oleo na lampada. Algumas ho-
ras antes de expirar elle desejou ver o. noves amigos
os quera se linha ligado depois de ler perdido os
antigos.Jl. M. Isidoro tieollrov.Sainl-Ililaire.Blan-
qui, David d Angers.para diiigr-lhes o ultimo adeits.
tlevando seu pensamenlo, che'o de co'nfianja, para
O t.reador nos Seres, e laurando um olhar anda obs-
curecido para o mundo ftiluro, elle citava sublimes
palavras de Cicero e de Sanio Agoslnho, e dizia
com placidez :
Vou comparecer com as mos puras e sem re-
ceto, peranle essa providencia o que nao compre-
henJo mais que siulo. o Foi com estas altas espe-
raujas, e depois de ler pronunciado eslas bellas pa-
lavras, que M. Lakanal se extingui, a 17 de fe-
rereiro de 18l.i, na idade de oitenta e dous anno..
Os liomens sao os que os dispe a ser sua nalu-
reza e seu lempo ; feliz,, daqaellas que o lempo en-
grandece ou nao corrompe M. Lakanal nao era des-
hilado ao papel que Ihe assignou urna revolucao vio-
lenta, ^esla revoioja, de que elle partilhou mais
as Ideas que as paixes c mais as paixcs que osex-
cesso, elle consegroo-se prncipi.litsenle a defender
as doas grandes causas da independencia nacional e
la inlclligeiicia humana, que ameajavatn a Europa
colligada e a barbaria demaggica. Elle falloo al-
guinas vecs com exallajao, como para conseguir o
meto de obrar com dojura. 11. I.ikanal n,lo era
desprendo de sagacidede, era soa inllexibiliilade, e
o que elle tulla queri lo de honesto oo ferio de ge-
neroso, uao o rememorar, ,eni de.vantcinienlo nem
o iizia aosoulros sem alguma osteulajao. Elle iun-
lata muila beuevolencia mulla energa. Fiel at
ao ultimo da de soa vid esle duplica caracler,
elleconsertava lambem doslrabilho.de soa moci-
dade uro perfume da douta anliguidad/, qoe cilava
Con) espirite, graja, e a proposito.
Elle goslava de ser agradatel: era para lorpnhen-
der o.ivir sabir daquella bocea severa.palavras doces,
e li.ongeirase adiar om lao grande amor de agradar
com um semblante lio seno, e debaixo de om olhar
lao desconfiado.
A cxpresao carregada de seo semblante vinlia
dos lempos lerrirejs em que elle vivera, e provinha
de sua nalureza o quo elle dciiava vislumbar de a-
oiavelou de bom alravez de sua gravidade ou ru-
deza.
II. Lakanal linha crido na repuiilica, e anda
cria tulla ; nao se tem ua vida duas coiivicjbi for-
tes. Os espinas ardentea guaidam o seo primeiro
enlbusiasmo, e os coraces generosos su urna vez se
dao bem ; tambero as esperaoras derahidas de sua
mocita le licararo romo os sondos melanclicos de
seos velhos das. Elle marren sem (ornar a ver a re-
publica, e lalvez que se i .boutesse (ornado a ver, o
teria entido menos, aprendemlo mais urna vez
perigos que faz correr entre nal a liberdade.
Mignel. ii
(Journal des Dchal* .
1MTMR10E
Hl DE JANEIRO.
SEN4D0.
SBSSAO EM I DE JILIIODK 1857.
/'residencia do Sr. Euztbio de Qteiroz Coulinho
A/alo/:) Cmara.
A' hora do coslnuie, feila a chamada, achatido-se
reonido numero legal, abre-se a sess.
Lida a acia da anterior, he approvada.
O Mr. Primeiro Secretarv> da conla do seguinle
expediente :
l'm offirio remetiendo a resolujao dn cmara dos
depulados, qne approva a tabella dos ordenados, etc.
ORDEM DO DIA.
Contina a i discussao do projecto qoe aolorisa o
governo para dispensar a companhia de Navegijao
do Amazonas do ouus relativo colonisajo.ou aug-
mentar a sua subtenjAo, com o a Iditamenlo do Sr.
rmenla Bueno, aul-ri-an lo lambem a norajao do
conlrelo na parle eoncernenle uaiegajio.
O Sr. Vitconde de Jeqoilinhonha diz que lano o
projecto como o adailamenlo envolvem om vol de
confianja ao nobre ministro do imperio ; mas que
oeohuma duvida lem em approvar ambas as propo-
ijes, porque un seu entender esta queslAo he urna
'aquellas qus nao podem ser convenienlemeule re-
guladas senao pelo governo.
Pelo exame a que procedeu desle assuropto, re-
conheceu que a companhia acha-se nos maiores apn-
roa, nao lano por falla de experiencia, como pelas
diflicula-les inherentes as empreza. delta nalureza.
E observando que oao s as ceuveniencias da indus-
tria cummercio rerlamam qoe se preeneharu os
fins para que a companhia foi creada, como que om
pensamenlo de alia poltica exige que as cmara.
legislativas n3o peream de ri.la aqaelles fins ; ren-
do alera dissa que o nobre mimslro do imperio de-
rlarou que o governo linha todos os dados precisos
para proceder convenientemente novajao do con-
trato, nao hesita, comu j disse, em dar-lhe um vol
de confianja approvando as proposijes que se dis-
culem.
O Sr. Souza Franco (ministro da fazemla reco-
nhece que as lindas de navegajo a cargo da com-
panhia do Amazonas, e o numero de viagens que
ellas dao, sao superiores s necessidades da provincia:
e esta convencido que, supprimidas algumas luidas e
viagens, o contrato podera ser novado com proveilo
da companhia, sem prejuizu do servije publico, e
sem maior grvame para o the.soaro.
Em todo o caso, como o eslabelecimenlo da nave-
gajAo regular a vapor no Amazonas aogmenlou ex-
iraordinariamenle a renda publica da provincia do
Para, e como os inleresses da indoslria, alem de mo-
tivos polticos, exigen) qoe essa naveg-ijAo no reise,
pensa que a propesijo rom a emenda anotada po-
dem ser approva las, pirque habilitar o governo
para atlender de mnetra conveniente a um assump-
to de lana magnitode.
O Sr. Vsconde de Jequilinitonha chama a allen-
j3o do governo para a necessidade inieclioavel de
uao perder de vistas a colonisajAo das margenado
Amazonas ; e espera qne, eejnm quaes furem as al-
lerarSes que leuda de soffrer o cntralo, nunca lar
esquerido um ohjeelo de tamaita gravidade.
O Sr. Carneiro de Campos observa que se o sena-
do asi de acrordo com o pensamenlo que o nobre
senador araba de enunciar, a resolorAo como sea-
cha redigida nao satisfaz esse pensamenlo, porque
deixa ao governo a alternativa de exonerar a cmara
doonuada colonisijao, ou de augmentar a subven-
J.1o. Aeha mellior orna disposijAo positiva.
Na soa c pintan a companhia nAo pode ronlinoar
com as obrigajes que conlr.iliio a respeilo de colo-
nisajao, anda mesmo que se Ihe d maior sohven-
jAn. Mellior seria organisar ootra ciimpanhia que se
encarregasse de um servijo lao differenle. Mas, em
lodo o caso, couvem que o senado se pronuncie com
clareza, tanto mais que lora do paiz se pode julgar,
a passar o projecto como esla' redtgido, que se pre-
tende abandonar a colonisarao das margena do A-
mazonas.
O Sr. Pimenla Bueno esta' convencido que he
pensamenlo unnime do senado qoe se nao deve a-
dandonar a colnnisajio do Amazonas. O projecto
deixa ao governo a alternativa de exonerar a com-
panhia das obrigajes conceroenles a' colonisajAo,
ou de aumentar a stibvenjau ; mas he nconteslvel
que o governo nao se esqneeera' da necessidade lin-
I crio.u de atlender a ne.-es.idade de algoma me-
dida tendente a' colonisajAo das margens do Ama-
zonas, emhora ottlra que nao a companhia leja a en-
lutado encarregarta de-e importante servijo.
.Na opimao. do orador, a companhia de navegaran
he a menos apta para cuidar da colonisajao, e nao
ha no Brasil localtdaie alguma em que a colonisa-
jao agrcola seja mais difticil do que as margens do
Amazonas ; mas o governo, monido das infrmame-
que exislem sobre esta qoesiao, mellior a podera'de-
cidir.
Vola pois pelo prnjrclo e a.ldilamenln.
O Sr. D. Mauoel sostena que nao he possivel
donar de exonerar com ania das olirigares re-
lativa a colonisajao ; mas que islo nao quer dizer
que se deixe de cuidar em alguma colunisajao para
0 Amazonas, para o qoe esla' o governo aolorisarto
c tem meios a' soa disposijAo, pois que se he abri
um reedito de seis mil conloa de ris.
O Sr. Sooza Franco enfeude qae a companhia eda'
mais que qualquer outra eulidade na possedos meios
e habilitajes precisas para cuidar da colonisajAo do
Amazonas ; mas qoe o governo procurara' conciliar
os bem entendidos inleresses da companhia com os
do Estado.
O lim principal para que ped o a palatra foi pira
conleslar a proposijAo do nobre senador por S Pau-
lu robre as ms conrtijes das margena do Amazonas
para a colonisajAo. Nao s nessas margens ha terre-
nos enxutos em grande quautidade, mu proprios
para o eslabelecimenlo de colonias, como a loeali-
dad_e he da maior salubridade ; o qoe bem se co-
nheceu por occasiao da invasao do cholara-inorbus,
que fez naqoella provincia meuoies estragos do qoe
em qualqoer outra.
Quanto a' deaerjao dos colonos dos ncleos agr-
colas, eslabelecidos para se empregaram em ontros
servijos muitu mais rendosos, isso mesmo mostra
que a provincia offerece Tacis meios de subsisten-
cia, e que he mui propria para a colonisajao. Tudo
isto mostra qae n3o he exacta a proposijSo do nobre
senador de q ae ata be no Brasil paite alguma qae
ofereja maiores diflkuldades para a coloni qoe as margens do Amazonas.
O Sr. Cunralves Martin, explica como o primeiro
contrato foi frito com a companhia, e que as condl-
res e-labeleridas foram as proprias offerecidas pelo
emprezario, a' excepjao da suhvenjio, que de 200
conlos de ris se raduzo a 160, porque havia outro
emprezario que se propunha a aceilar o contrato por
essa qu.-n.ia. Se pois estas coadijes nao foram as
ma. convenientes a' compsnliia, nAo se pode dizer
que ellas Ihe fossem impoila. pelo govarno.
Quando se novon o contrato nao foi por causa dai
diliruliades da (olonisajao, mas porque se qoiz
acodar com o exclusivo da navegajo dado por 30
anius a" companhia, emhora nessa orraiiai se redu-
zisse o numero das colonias de 60 a 12.
O orador nao he dos que mais espera deisas colo-
nias, ni-m ere qoe a companhia seja a mais r-rnpria
para as eslabelecer ; mas nao dovida votar pela pro-
1 ii-irAo e addilivo.
O Sr. Candido Borges sostena que a companhia
do Amazonas he a mais habilitada para cuidar da
colonisajAo, 9 que esle onas Ihe foi impostu em
er inpensarao das vanlagens da navegajo a vapor.
I.ompredrme que a companhia queira" livrar-se de
um encargo lo pesado ; mas a que>IAn he se o po-
der legislativo deve deixar-lhe s ai flores da em-
preza e tirarllie lodos os espinhos. Enteudendo que
n.lo, vola pejo projecto ua convirjo de qoe o go-
verno nao isenljra' a companhia daa ebrigecoea rela-
tivas a' cnloiiisijAo, erabora modifique o contrato.
Conclue observando qoe a resolujao esta' redigida
de rasQeira que se o governo julgar acertado nen-
iar a companhia do ouus da roloui.'srao, nem assim
poder' diminuir a subvenido ; islo he, vira' a dar-
lltc ma. do que ella pede.
O Sr. Mrquez de Olinda (presidente do runsellio)
pondera que o addilivo re.olve lodaa as diflkulda-
des, poli que da' anlorisarau ao governo pura novar
0 olalo ; r que por occa'siau den novajao o go-
verno nilo tica com as mAos aladas ; antes de se di-
minuir os onus podera' tambero diminuir as vanla-
gens da companhia.
Qaanlo a' idea de nAo exonrrar-se a companhia
das obrigajes relativas a' col.ini-aj.io, nao sabe o
orador que necessidade possa haver de que fiquein
rorjosamenlc as du;s emprezas reunidas em urna s
companhia. O que se qu.r he que o governo nao se
descuide da colonisajSu dai margena do Amazonas ;
poueo importa porem que islo se incumba a esla ou
aquella enlidade.
O Sr. Pimenla Boeao enlende qua a queslAo nao
esl anda elucidada.
A companhia declara e previ qoe sem o angmeti-
to de sudv encao, ou sem que se ujininuam aa "lirihas
e viagens a que esla' obligada, nao pude manler a
empreza da navegajo.
O orador acredita que este ultimo expediente he
o mellior.
Em todo o caso he preciso nao deixar passar sem
refleilo a idea de que, sopprimido o onus da col-
iiisarAo, deve a subvenjAo ser forjasamente dimi-
nuida, porque a empreza ja fez ver que, indrpenle-
meute mesmo da coloni.ajAo, nAo pude manler a
navrgajgo cora a sabvenjao qne tem.
Ora, como a nobre commis-ao s eiaminoa n as-
umplo pelo lado da colonisajAo, e nAo lomoo em
c.nsidcrajao o que diz respeilo navegaran, lalvez
ro-se conveniente que volasse mesma rommis.ao
o projecto coro o ddilvu para de novo dar seu pa-
recer.
O Sr. Wandarley esl. lambem convenciJo que a
questao nao se aeda elucidada.
Observa que a companhia eslava moilo saliifela
com o primeiro ronlralo que Ihe dava o privilegio
de navegajo a vapir por :|0 anno, rom orna lub-
venjAo del60:00(l> coonusde eslibelecer 60 co-
lala*.
He verdade, qoe a novaclo do contrato liroa u
rompanliM o privilegio, mas redozio as colonias a
doze, e elevou a subvenrao a 303 cotilos de rs.
A visla disto, donde oasce o estado da companhia
do Amazona. .' leve ella perrtas que u.io pudeise .er
previstas '.' He o que nao consta.
O que parece he que a companhia he bailante
culpada por ler dado .dividiudoi ficticios, que iu-
daziran o publico em erro, entretanto que eslata
desfalcando o sen capital.
Nao he contrario i revisao do contrato, mas o que
ua pode tolerar he que se diga que o governo im-
poz companhia un cjnlrato lal que deu lugar a
sua ruina.
A companhia, nopodendo niais disiimnlar as suas
ms circumslancias, pedio ao governo alguma alte
rajao do contrato novado em Icol, a enviou lo la a
sua eicripturajio.
Um honrado e hbil empregado dn Ihe.ouro ex i-
minnu esta escripturajio e respectivos documentos,
e eoncloio qae, elevando-se a subvenjao de lili a
180 conlos de ris mais, podia a companhia conti-
nuar com o onus da rol.misaran, restahelecer o seu
capital, e dar ditidendos de 8 por cculo aus seus ac-
cionistas.
Se assim he, romo se diz agora que nem com
mais -JtHI eontos de ris por anno pode a companhia
romprir as condijoes relativa* a' colonisajao '.' He
roo.a inie o orador nao c-mpredende.
A' rala disto condece-se que a queslAo nao esla'
bem condecida e elaborada. Forlauto, otlerrre o se-
guinle requeri-nenlo ;
o Proponho o adiaraento do projeclo em discus-
sAo al qoe tejam remellidoi lodos o. papis eoncer-
nenle* a ete objecln, os quaes devero ser pedidos
com urgencia ao governo.
Posto o adiamenlo a volos, lie approvado.
Entrando em 3.a diacusso a proposijao relativa
a' pretenjao da compandia l'jii.lo liijuilna re-
conheee-se nao haver easa.
O Sr. Presidente declara que a ordem do dia he o
redo das materiasdadase a 3." dt.cus.aa da lixarao
de furjas de mar.
Levanla-se a sesigo s 2 horas de larde.
CiMAIU DOsTRSrDEI'UTADOSa
SESSO DE1 DE Jl I.IIO.
Presidencia do Sr. risconde de acpendy.
A hora do cosame, feita chamada, e acliau-
do-se reunido numero legal, abre-e a sissao.
'-'ra a acia antecedente, he approvada sem de-
bate.
EXPEIEMF.
Ires officios do senado communicando que aquel-
la cmara adoploa e v.i dirigir a sanejo imperial a.
segointes resolajes: l., cur.cedendo om anno de
hcenra ao lanenle-general Jos Joaquira Coelho ;
2., approvando a pensad concedida a consalheiro
Jo3o Maria Jaooliii.i ; :|.a, declarando sem vigor re-
lativamente sfilhas legitimas do fallecido ollicial-
maior Jo.c de Paiva M.galhaes Calvel a clao-ula de
cessar com a maioridade a parte respectiva da pen-
**> ; M, approvando o subsidio addirioital de
.I6:000>OIK) rs. annoaes concedido a Jos Rodrigues
Ferreira.F'ica a cmara inleirada.
I.-se e vai a imprimir, para entrar na ordem do
Iradallios, o projecto de lei de orjamcnio de 1838 a
18j, relativo aos ministerios do imperio, jostija e
estrangeiros.
Urgencia ...presentara i de reqoerimento.
O Sr. Franco de Almeida pede a palavra para ne-
gocio urgente, e obtendo-a, depois de consultada a
cmara, e ler esta approvado a urgencia, declara
que sendo .: poca de conciliajAo, eoncoidia e mo-
derajo, compre boje mortificar certas medidas que
anliga exagerajao dos partidos fez adoptar, e qoe
as rirrumslaocias de entao lalvez juslificavam.
l'ma desai medidas, a qaa convm hoja altan
der, lie a faculdade dada aa assemhlas prorinciaes
de julgarem, sopenderem e demillirem magistrados
'alvo os ilesemliarg.dores e membros de Inbonaei
superiores', convertendo-se para isso em tribunaes
judiciarios.
Esla faculdade he boje controvertida : ha quem
pense que nao he ella licita, outros, porm, enten-
dein. que o he.
Sobre um caso eoncernenle a este ponto, deseja o
orador qoe acamara em sua sabedoria se manifes-
t e resolva a questao.
Para chegar ao fado sobre que rersa o sea reqne-
rimenlo o orador drscreve os partidos do Para', a
differenra delle*, asu.i organisajao ; e expoe varia,
ocrurrencias all havulas, principalmente em po-
cas de elrijes.
l.niicluiiiio, manda a' mesa c saguinle requeri-
menlo qae he Iido e approvado sem debite :
Requeiro, que a commissao de poderes, exami-
nando todos os ducomenlos relativos aoa fados do
aune passado occorridos na assembla pmvincial rio
Para' arerca do procesen de responsabilidad!' inten-
tado contra o juiz municipal da r-pilal, o Dr. Jos
de Ar lujo Rozo Damn, d o seu parecer apreseutan-
do a medida mais conveniente para evitar a reprn-
ducrao de 13o desagradaveii e preiu&iciae* occorran-
cias.S. R.
18.YT.O deputado, F'ranco de Almeida.
Tendo passado a hora da discussao da Ia parle da
ordem do dia, entra-se na 2" parle.
Fixajao de forjas de Ierro.
Contina a discussao do a'rl. I do projeclo.
Acha-se presente o Sr ministro da goerra.
O Sr. mi veira Lobo, oblendo a palavra para res-
ponder ao discurso do Sr. Sa' e Alhnqaerque, pre-
sidente das Alagoas, insiste em mostrar que este pre-
sidente, asaim como o .le Pernamhuco, interveio as
eleije ; e menciona varios faci* nesle sentido.
Entra lambem na demonstrejao de abosos eommet-
tidos pelo primeiro de.les presidentes na adminis-
traran daquella provincia a aeu cargo.
Le varias carta tendentes a mostrar qae n jniz de
dircilo Matheus Casado de Araujo Lima la cnn-
mercio de escravos.
Conclue dizendo que o ministerio passado s fez
orna causa boa, isto tic, a reforma da lei eleiioral.a-
qual, todava, foi por elle mesmo tortorada ; qo-
nAo fiel mar os ex-minislro, e para mostrar que
lem razo, cita, entre outros, o facto de ler o Sr. ex
ministro da jaslija feito passar o regimeulo das cus-
tas, cuja revogajAo o orador proporu, e o de ter no-
meado para edefe da companhia do. homd -iros nm
oflicial qae, posto seja moilo digno, eotn lodo resida
em Niclheroy, etc.
O Sr. I.ni/, i: irlos requer o encerramtnto da dis-
cus.Aa.
Consultada a cmara, e approvado o reqoerimento,
he o artigo I do projeclo submeltido voterAo e ap-
provado.
Entrant logo em discussao e s3o approvado* sem
debate o. outros dous arligos do mesmo projeclo qaa
sao os seginte.:
" Arl. 2. Ai forjas filadas no artigo antecedente
serlo completadas por engajameulo voluntario ; e na
insoflicieneia desle meio, pelo recrulameulo, nos
termos das oisposjea vigentes.
a Os individuos que assentarem praja voluntaria-
mente scrvirAo por seis aunes e os que forero recro-
lados por nova anuos.
" Os volantarioi, alem da gralificajAo diaria igual
ao sold inleiro, ou ao meio sold de primeira pra-
ja, em qnanto forem prajas de prel, conforme tive-
ram oo ni o servido no exercilo o lempo marcado na
lei, perceberAo, como premio de engajamenlo, urna
gratilira j,io qoe nao exceda a quatrocentos mil rli ;
e quando eonrluirem seo lempo de servijo e forem
escu-as, torta urna dala de Ierra de vinte duai mil e
quinhenlas brajas quadradas.
A quanlia que exime o reeretado do servijo con-
tinua a ser a de a de seieulos mil ris.
O contingente necessario para completar as di-
tas forjas lera di-tribuido, em ctrrumatancias ordina-
rias, pelo municipio da corle e pelas provincia.
Arl. i. O goveruo tica autoiisado para destacar
ale qualro mil prajas da guarda nacional, em cir-
cunstancias extraordinarias.
Slo depois lidos, apoiados e poitos.ero discassAo os
seguinlis, .
RTICOS AUDITIVOS.
a O governo rever desde ja a labell.i dol venci-
mentos da reparlijao do ajudaule-general, para bar-
monisa-la com as uects.idades do servijo comtnum
razoavel remunerajilo do Irabalho dos empregado,
continuando por mais um anno a aulorisajilo para
alterar, no que fr misler, o respectivo regulameiilo.
Rodrigue, dos S nilo.Martmdo A. S. Canno..
-F. A. S. Campos.Burao de Porto Alegre.Ara-
ojo.Delfino de Alinenl i..loaquim Omei de Siu-
za.Cardoao.Santa CroeS. C. de S Benevi-
des.Dias Vieira. Torres Homem. A. Pereir*
Pinto.Franco de Almeida.Villela Tavares.Pal-
va.Fernandeada Cunta.M. Dantas.Lisboa Mi-
randa.Alcntara Machado.Tobas de Aguivr.
J. J. Pacheco.J. Marcondes.Tmcano Brrelo.
Ma.lureira.J. A. Chaves.B. II. Bulcao.Aragno.
e Mello.Barros Cimento!.Silveira Lobo. Bor-
ges Portea.Garilo Peixolo.Carqueira l.eile.Pai-
tlo de Azevedo.
o Piel deide ja sapprimida a repartija* do aju-
danle general do exercilo organisada pelo regulainen-
to n. 1881 de :il de Janeiro de 1857, por nao estar
compreJip.ndida ua autorisarao conferida pelo S 'J do
arl. j da lei n. 862 de 30 d julho de 18.VI. J. B.
Monlriro. o
I." Os presidentes de provincias po-lerao sus-
pender os r.-mm.unlano, de armas e assislenle* de
ajodanie general, as provincias que administraren),
sempre qoe enlendsrrm que o servijo publico o exi-
jan). Horneando inleiramenle quem os sub.Mu, em
quanlo o ministerio da guerri, soh informajao ,dus
ineimos presidentes, nao decidir o que conven) fazer.
" 8* O governo lica aulorisado, com a approvajao
posterior das cmaras, a organisar um conselho de
promojis dn exercilo, composto de oficia'S gene-
raes, reformados ou elfeclives. Joaquim Comes de
Souza. i>
o Toda s coirespondencia entre os coromandaulcs
as aimas e asitlenles de ajudante-geoeral das pru-
vincias, e o ajudante-general se l'ai corr o visto-
do presidentes lias resptdtYas provincias a o do se-
cretario de estado dos negocios da guerra da corle.
Joaquim Comes de Souza.
a O governo he autorisadu desde ja sobmtller a
promojao de -2 de dezembro de IK56 au exame de
urna commissao especial, compnsla de qualro ofll-
ciaes superiores, presidida por urn oflicial general
para investigar se liouveram prelerijei, e quesos
ofilciaes que as solTreram.
o A coi-mi.-sao examinara : I.', ie foi resprila-
do o dir.lo de anligoidade : :>.-, se foi guarda-
da a propon-Ai) numrica ntreos promov los por an-
iiguid.i lo e os promovidos por merecimenlo, ua for-
ma deSS -lo arl. 6. da lei n. .)8> de 6 deselembro
de 18)0 : e 3.-, se foi respeitado o direilo de piefe-
renjia aos accessos, garantido ao* olliciaesda d.cla.-
c do exernto pelo ortigo 33do regulamento n. 77
de 31 de roarjo de 48.">7.
Si a commissAo entender que liouveram preteri-
jes e o governo conformar-ae com ene parecer, o
preteridos sejam iinmediamenle promovidos, em con-
formidade do arl. 31 do citado regulainenlo de 31 de
marjo, e lejnrn lambem iodemnisados dos vencimen-
loi qunxaram de perceber deide a data da puplica-
jao da promojao com qaa Turan) preteridos.
No ca.o de discordancia entre a opimao do go-
rtroo e o paracer da commissAo ser ouvido u coose-
lliotsupremo dejoalija militar, depois do que o go-
verno lendrera como entender arerladn, e eubmet-
lei.i a u.i ilerisAu ao corpo legislalivo. Baplisla
llnnteiro. a
Addiamonlo a emenda do Sr. Rrortrigoe* dos
Sanios a oulros, para ser enllocado onde melhor
contier.
a Sopprimi.lo. osanisleole de ajodante general
do exercilo nal prerloctai que nao lenharr. commau-
danles de armas. Dr. Marlindo.
OSr. paranilM, nAo leudo podido, na diacusao
qaa acaba de ler lagar, responder a algumas acrusa-
joei felaa ao minilerio transado, apruveita o ense-
jo que Ihe proporcionara o arligos addihvos para fa-
ze-lo ; occupando-.i priurpalmenle do nhjerlo sobre
o qual mal remoras lem apparecido ao dito minis-
terio, islo he, a creajao da repartijAo da ajudanle-
gencral.
Est oonvencido de que rom es.a Imliluijaa salii-
fez o goveruo a urna neeeistdade do exercilo, e palia
a demonstrar que o governo uesse caio nAo exorhilnu
da aulorisajAo que Iha foi concedida, nem lave nur
fim favorecer a inleresses iodividoa*..
Da maneira per que se reliara organisadn o no.so
evercilo, enlende o orador que o minislru da guerra,
occopado com os negocios da admini.IrajAo, nAo po-
dia eiercer a liscalisarao uidi.peniavrl para que bou-
vase a umdade, discipliua e inalrucjAo que -e devem
exigir de ora exercilo ; para que emfim oa regolo-
menlos mil.t.rea foisem eslrieUmeiile ubrrados.
C-im o filo de obviara esle. incouvenianles, oble-
lemperando o baixo do munello que de nidio
om reg entre pernal. Era a respeilo de.se
qae conversara elle enlAo rom o id-genio.
He o mi anima que ai por esla redondexa, islo
lie libar para i i em p que ja. vi.... E nao
acedoo porque llnrges c J,3o Merque, rieran dar-
lhe a triste nova, cujo esullailo ja Ihe conlei.
O Tapora', como verme a.queroso, e enruradiro
licoa como um grao de farinh, como mesrrio nm la'-
pur.
Em lim,inrii charo,nao Ihe po.o bem cunlarjo quo"
honre, eu ria-roe depois a' morrer, pVqoe, romo
sabe, principian o Reguo a dar a lodos qoanto va a
palernida le da minha miiiira o que dau occaiiao ao
lantao em urna das suas escorrencias bradar poeti
cameule por esle termos :
o Sa en fora algom divinhao
Que poilea-e sabe o futuro
Me a va-a va Baile, e dif
Com lano qoe o Soieo, ea livesse seguro.
Man como uao poso advinha
M consol com a virlude de Deo
Vui leve o diabo o Ragino.
tessejudeodo Soleo!
Traleino* de coo.a. alegra. Esla comarca
n', ,"kbra qUi""0 pai ><">" "o.n bre .-
no. Os ladran, e .s.a.imno. pa,..,.m impgnen.ei.ie
I. par. o Coplo, a em quanlo n.quelle d."ric"
..oble- nafu 'or cread, urna.ubdelegaca, o crime tera all!
re o governo aolonsajSo para reformar o anligo el- r"""u l"nqoillo. Corupolufica diilante do Bteto a
lado de comas, e foi segundo essa autorisacAo qae I "8 uer,eD5e <>. muilo distante de Cafaaro' e
in.ltluio a repartijAo do judanle general da armas. !?a m?"Da rorma rto i-i^oeiro. O. taei mena Sri
Passa depois a demonstrar que o governo na exe- i ,n,Peclor." rtw lugar, serondo he voz publica
cajao dessa resolujao allendeu s exigencias publi- *ao "' Pr|meiros a daram guarida a enes ms-nslru.
cas, e que na he exacta a idea de ulgar-se najo- t"" nSo'nredivo,e oemllerantoirt.itemonhosii nu
ilanlegeneral soperior ao tninislro da guerra i in- um d0' Bre" fogiJ da caden da Cmara se cha
dependente da aejao deste ministro. Para islo l a '< co!,no h* nol"''. m '*' de un celebre ittspecloi
aprecia o ralorde vario, artigo* do regulainenlo res- I I'mbem ae ada em Crpol nm criminoso piJ
peclivo, comparando com o que havia anteriormente na.nc'do em crime grave, e nao ha qaem se anime
relativo aos comman lanas das armas. a ir ltra-lo do sen centro, razAo clara de elli
neral das armai percebia anle* de ter e.le cargo e oa
que agora (ero, e apella par.|os precdeentei honrosas
desle fuucrionario.
Quanlo ao accrescimo de despszai que (em havido
nounnislerioda guerra, nAo a conlesu ; mu atlri-
due-a principalmente a ootra. causal qne nAo a da
uisiituijAo do ajudaiile-geoeral, entre outras a ella
dos prejos do. gneros alimenticios, ele. ; e cita al-
gn, algirimei em que funda a sua upintao.
tmhm, nao diz que seja perfeila a uova instilui-
jao ; mas acha-a necessana : e, como os arligoi ad-
dilivo, e.n geral. (cadera antea a deslroi-la do qoe
melltora-la, no po le donar de volar contra elles.
A dtsco.iao lira adiada pela hora.
A ordem do dia da sesso seguinle ha a mesma,
lano na |,e como na d.a parle.
Levanta-se a sessAo a's 3 horaa da larde.
PAGINA AVUUA
Qua insuporlavel exhalajAo felida he esss que
coiKlaiitementeoffende o uossu olfato na ponte da
Boa-\ isla '.' Ser aca.o produzida pela rnaresia J
Por cerlo que nao ; e o que produzira eulao latid
exhalajao 7 Sao os continuados lubis que le despe-
jam na praia da Concordia, no cae. do Capibaribe,
e leso a qualquer hora do da, nao obstante as con-
tinuadas rerlamajes que temos leilu acerca desse
abuso e que de nada lera servido, porque para ludu
ha iiideferaiitisino, e inellioramento publico nada.
Consla-nos que vai em progresso a propaaajao
da obre da Sania Infancia ; ser maia um penhor
de gloria para esta provincia o concorrer para a
alvajAo e resgale dos menino, e mesmo pa-
ra i prosperidade de lAo santa obra, em favor da
qual invocaren, sempre os aux'lio* dos chrisISos,
para qae coalribuein com a diminuta quaalia d.
210 r-. anuuaei. Talvez nece.iario fosse que des-
semos alguraa notcia acerca da obra da Sania lu-
rancia, e disso nos occoparemos em oulra occasiAo L
ou quando chegar .. nos-a. roaos esse piquenu fo-
Iheto, donde se v o barbarismo dos (.luna, para
com seos proprius filhos.
-Como he que os genero, devem baratear se lAo 1,52^1. ."k-"/"'qUem "" co",oa mu*
grande he o numero dos alia.essadnre*. que anda tZVS"*-** "*%*'!*> rela, por
me.mo.nprcsenrados ag.|e, policiae,' .tercera anoMaiS rZ. lm "" ".". <"
esse mao habilo, como no, informa.n, e he por lo- uSSTlSSfSZ***** em uf?ocio P-
doa conhecido-.' se ollnrmos para as prajas ,ere
lu)* IMIa mu', i <-... ,l ......... .
mos uina mu i l:lu de negras cercarem aos almocr,! donoVa7aTa7omn.,?,l,0r *'"/*" ba,al
ve. para alacarem ludo quanlo trarein, e ao mesmo TlZ .!f 2S*fe ,0BPr'" um. .aber-
re para alacarem ludo quanlo iraietn.Yeo mVsro
empo rouba-lo. Se para os mercados igualmeu'.e (
tee.roo. que W.. i^vesT, finalm.uteTe'enc'a- ^n T^eZe^l VZ"
rarmoi com allencao pa tm estado rtB r..... r. .. ...f 'P!*em Tantao.
rarmos com allenjao para ve eslado de coosas, co-
ndeceremos que muilo mao resultado se nos prepa- a
ra. se na se curar de no. salvar. O clamor lie pe- o
ral, e pur lodos recondeci lo, mas o que importa se
asoslas reclamajoes nao sAo oovid.s SiOra por-
u-. qu, soffrev;;^,;,,.-- tsjbT. pnrre^Xte,*
mundo.
bo Z5^!?~IS^~"* f-B *, morre... p. fi f,.'
g'.ni se alouue sem que opas ager rec-ba un car- bem rt ,'"" h"?'i">- h 1" J.carara' I,
cdeiras logo que eslivesse terminada a viaeein e
aaalnaai.aeiamajali.oMw a rub. iradotela 'no- 'Z^r"" uma pequea, porem importante
ca porque qua-n.a. v.zes lem-s. dixado de pnnir n.Wr TS "" ~ T",ll'-~ f' W *-
um balea.ro. que co.nmelle era viagem nm deaTiao numiMe a1*S,V'""".' mais
par nao sabor-,. a que enrheir. perlenc. Ut""" Jgff? e ""uienl. dos netos Joi. de Vor. -
Ha, segn I. uos inoim.in, na ra Bell, uma
ata., que lem de dar a .i/iuhanja o brbaro es-
pectculo de puir ,ernpre alaue ,empcr om .
escra.o velho, que cabe aoi ped.joi com atrocissi-
mos tei ve, pa.sar o superlativo; da em atirar pe-
dra. sobre quem Ihe faz alguma eiabaaa reOeiSo
nr, n '"e. "* d,v* ,n,i* lMV,r "mpaitAo
para aqu.lla lenhor.la. Ora varaos, lalvez que ao
inspector a. p,dr., nao se .novara...
rr i r,if e,lreil do Ho.ario, Qoeimado, 1.a-
ran^eir.s e ISora apotaram le para rerem qual deb-
as lanja mais agoa pulridas sobre quem pa pois da. 8. Ouvimoi dizer, qae ja algn. Srs. lis-
caes e.liveram de cama, constipados por laea ba-
ndos, a ier exacto, o remedo he obvio.
Oovimoi dizer, qoe ha, Irabalhando na alfan
lega, nra preto ja bastante locado de mor plica ; ele
preio he liberto e emprega-ie em pregar caixei. A
er exacla a noticia quederam-nos.teria convenien-
ie, que se lomasse alguma medida para qoe esse in-
i.liz nao ..iive-se em contacto nAo l com os de-
maislrabalhadorei.comocamos de.parhanle em-
preg.doi ele., .(c, Bem diz u Sr. Borges, qu. te-
mos tramitado por entre a nossa populijao, para ci-
ma de.quindenios morphelicue 1-vall.a a verdade.
Ouvimos diz.r qu. vao ser prohibidos oa chi-
cles de eslalos do* boleriros, e sobsliloido. por ta-
bicas d. reg, vejamos agora o qua fazem para as ta-
bicas darera Iraques.
\a boj. no Santa Isabel Tazer-.e ver e outlr
a excellenle artista rra. Manoella Locci. Em
alaum lempo eila i.nhora encanlou o publico desla
capital, pelo bom de.empenho Uos seus trabalbos
scenica, mereeeu ser cercada e applaudida, como
nem uma outra ; he hem provavel que o sea mere-
cimenlo arlislico eslea intacto e que hnje a Sra. Ma-
lmeta reas.uroa aquella poder de altrahir. que oo-
r ora linham suas palavras, sen trnportes, seu
rabalhar, emfim no nosso palco. Deseja-oo-lhe uma
empesl.ded. luuvores, que rhovam floree e que os
IrovOes dos bravos atroero a atinosphera Ihealral.
Anles de homem ca.ou-se o Sr. capilao Jos
l.nines de Almeida. dreclor da colonia militar de
l imenleira., com a Exma. Sra. I). Alexandrina A-
deaide de Brtto, lilha do Sr. Franela Ribeiro de
Ifrtlo. O consorcio leve lugar no sitio do Cajueiro.
parante alguos amigos da familia da desposad. O
sacerdote que uni os conjuges foi o Rvm. vigario
geral; roram padrinhosos Sr. lenle coronel Ma-
uoel Joaquim do llego e Alduqucrque e sua Exraa
senhora. o Dr. Velloso e a Exilia, senl.ora do hriga
deiro ravilla. He um par digno de lodos os respei-
lo. polern ier feli/.es e Dos que our. os nosso
vutos.
Teve honlem logar na capella do Monleiro,
visilajao de rova e memenlo pelo stimo da do f.l
eciraenlo da Sra. D Maria Helena PeMOi de Mel
suas virtudes. A "ierra he seja leve.
Ale amanhal.
COMARCA DO BREJO.
M de julho de IH')7.
l'romplo !
Queru, antei de ludo, saber novas e maulado
im do qoe ver-me reduzido ao misero eslado
lanlao, que aqu para mis, cada vez e-la p0r
nao sei quan lo eslancarAo semelhanles lorreni
a nio de passagen
_. querer caplu,.,
L,,,!..?'8?" PraBe ,al 'Mil c.rido-
sooppoz-se, dizendo que elle nao podia ou nAo li-
nha a (nboij-es em ordem de reunir genle p.r. f -
Z.TT'' er"""u> 'lirmou o Regina o
, .T? '1-f-,,u:,rtf, ,nX* P"'a. noqu. levo.moi-
0 a malo lanlAn. p, ver qa. 0, ?rjminni0, em
Cornpolo conl.m com a proleejao policial !
Es.e laniao VMes di, co acerladae _
3" qoVnme:0",ade *' ^ """""" "" "
.JjJ* ,al d8 P M"'l B.nlo. (ana alh
subdelegado eu Ih. mo.trari. que e.n menos de urna
semana procurar-se-hia om l.drio,desertor e a*",.-
sinop.ra mente aomen... e nao se encontrara.
J** ""'","Sf- O'-'ehef.de poHcu Ba0
de.xe passar eil.i mtohas refletOei ; ellai sao ftlhai
dos moiis bons desejos.
Como he, que at boje nao temos om delegado .'
D'pois que aquella que. era mo.lou-ie para Agua-
i rea, licamoi acephalos a respeilo d. delegado se-
ra permillido por lei que o primeiro luppleule que
h^commandarle superior possa eiercer a delega-
o..nZ.em,Jan M"auM' Bnra'. Regino.Tanlao.o
nutro, calungai mais, qoe desde que Brejo h. Brejo
nunca viram disto 1... '
/?!.fr \mc- sab.er ''"""' Co"" "<> P ezinho diz que logo que c chegue a-D. Condlia-
jao... elle suppue que he alguma mora baniia. e
que lenlia hella) que ha de fugir as leguas da La-
r.ngetra porque elle a duvii. trepar em um dos
Z .a.rn,,in" m ,,nl0 oeih. saionada.
bolola.. O homem he de scalo.
Ja roe ia esqu.c.ndo... esta minha cabeja !... pois
plan le remecedor de presos, qa. tenha muilo ero
que m. occupar.
eawa.*n?.( V?," fit PP'nle fez nora.ar
escri.Ao da snhdelegaea a Chica P.s.os, conherido
f ihaxSaT .eqUe;'- q'",J I,i" P,l C08,wm
ro .l.minado de esenvao do ja.y. Diz o Regina que
o ro cham.rem-nomolequ.mas .ira por M-
ae senso : au sei disto ; quem diz he o club-re-
..'",'! *,""" ,",0r *>oe .'" nrae.jao f.i .m eempen-
j.lo le certa rula inetgolarel. que Iha d. por an-
no nada menos d. um mulalinho : nao iei... ngo sei
'testas cottin, o T.nISo rol quem me conloo mui
----------------------iviwm '".tu-^ cm ueac
ciaes, emhm de ludo v-., nesl. mundo !
um eauo.Cerlo jog.dorqoiz pagar o btalo ao
I lid (IH b*:wi erm alaat-. ._______
----------- ^H^.JVT .um)ji(tciti rin urna i-uji-r
ii, pelo qu saino aos pinoles prasutj rtizem por ahi que o dono oa interesado na
il:i lzhnlun>ni 1.. Ia__,-.
"'"*e ** n" eonlo, qoe o Regino
pregono por iodos os logare., que qoem dea 4 b.-
aroles ao chriamador loi o pad.inho ou leve bolla
K2LE!Jri",""'.n>"lher.olleira, embora nao
rondoeorado... qoe lingual deveria lervir de eom-
Ei-la
A gala mor,Ion
Jaujao de viv
Por nao ter-lhe querido da
1-eijnu de Iniuii.
O Borges diz a quem queira onrir, que o ,ublele-
f*r,lU,?e"lrd n5opoa f" P'o=..so,, eme-
nos que nao seja por arle, do Cafla.
Il rerdade qae o subdelegado .offre de snrdez,
nn o q0. ,, U ,..o. qa..do 0 Mcrivan *g"
Bltt vaga a cadeira de prmeiras lellras, e o Qain-
leiro, que agora esla o de.epero prepar.-se para
empmn.r a rapazead. do U,tif: P
J2FL "m, P"'"r'ul' da ca.a do Jos Pai, i-
mM ei, "d?,r.mre,Vm """ M,oU de P"S d*
Jalan. ." Reg,nU r"' .mc.;.?. mpre B""''de fr.de. milr.doi foi
di ?..i Ua fS"' **""* "n. da confl.uja
Da gaiola fogio
Paisarinhe querido,
Ados, pasiarinho,
Que ea lico lerido
Por uno esmurrar
/' Paz atrevido..
A carne verde est a 28 patacas, lariahl a 40, fei-
)ao, t. pouco qne apparece a 29580, rollho a i pa-
Aslavoorasperderam-ieemconsequenciadascho.
ras lerero sido lar.liai. Em junho ehoveu couilan-
temenle, e esle mez um ou oulra aguaeeiro, que ir.al
faz acalmar a podra daa estradas.
Adeos, saodadei a quem nao pergeniar pelo :
Sot*.
_____ (Carta particular.)
AO PUBLICO.
Como meu marido o Sr. Antonio Garlo*
l'ereira de Burgos Ponce de Len n3o cessa
cardte que unto os conjuges foi o Rvm. vigario ?.e lnculcar nos jon.acs e em conversas Dar-
ral ; roram padnnlios os Sr*. lente coronel M.- t""Ulares, que eu vivo COlcida COI Caga d(!
e e aoa Kxma. meus prezados pais, sendi esla coaccSo o
- verdadeiro niolivo da accSo de divorcio que
Ine propuz, e que ainda pende em iui/o.
InurilAI rniivonionln .... _.....:_r """'
- .. -i -...ua ).- lijo tlll IU1/II,
julguet conveniente dar publicidade res-
posta abaixo transcripta do Rvm. Sr. r. vi-
gano geral deste bispado, que, ten lo occa-
:......:--....., nm ijeiena rHva ue aiei- siao ue estar em casa de meus pais, pode
lo, cuja perda vera abrir urna profunda rhaga uoi presenciar O modo como SOU trailla ner r-l
corese. ,|. seUs lilho, p.renies e ITeijoados em les, afim de desenganar alguem a aiiarn as
grande numero, porque em .erdade as .ua. excel- invectivas do Sr. Burgos possa ter Cd
i- Thereza Adelaide de Siqueira Civalcanli
.- <0... nins uc sen ;. in niitiiiii, IIU, Dvm <_ i*. ,^_^, '"s-"11 V"
e bldalos furam igualmente o. recurso, da .rl-, i. r V,8,no 80r1 Antonio
e de que zombar. nina angina agud., para em dous -"na e rigueredo. Saude e todas as
diai Ihe corlar o lio de sua existencia. A su. falla prosperidades appeteco a V. S.
nao deixara de ser sentid, por lodos quanlo. a r0- tomo V. S. em dias do mez de Janeiro do
nheceram, ehedecnrquea ma alma repousando correte anno, esleve em casa de meu Dai
r;a.arr.':,,;-,s..v"'-'' p.'sssssx-^sssh
Bento da Cunta e Figueirodo.e dus IHms.Srs.
conego Joaquim Pinto de Campos, e maior
Joao Valenttm Vilella, e nessa occasiao con-
versou comigo perante os outros senhores,
uo. de "C?rCa d d.IVOrC- que pe,lde Juizo cora-
\ mr., como pa.sa, e p.i-s.m todoi com a nova pau- l,e,enle entre mim e meu marido o Sr. Antu-
la da alfandega, queja nos v.i pondo em apures n' Carlos Pereira do Burgos Ponce de Len
por esle Brejo abenjo.d'.' Desde a minha uliima.que quiera merecer de V. S. o favor de declarar
nao lenho gozado la muita saude, porem.......lle, ao pii desla o que ojvio de mim.ou oeln m.-
essi.d. qu.ver-me redozidu ao mi.eroeslad,, de nos. em oue sonlnlr. m nrL-'J:P"il'
,c. -- i ^-w v*..v uo iiiiiii,'!!. pon) mi'-
de nos, em que sentido me pronunciei, acerca
e do dito divorcio.
e. E bem assim. se observou alguma circums-
tancia, da qual podesse colligir, que eu n3o
frmn ala nlim i;i,._j_
Se eu Ihe diser a ruido harullio, confu.ao alga- Unc" d qnl podesse Colligir, que eu n3o
rra. alando e lumollu que cainoune,(. localidad. g0? ,,e P'ena '"berdade cm Casa de meus
l'obre im.siva, Vmr. >l..>e.!,i. ...r.i.r P,s< permittindo V S. niin faca rl ua a_
--_-.--------------------...u -uo iniisou nesl. localidad.
a m.nh. pobre rnt.sira. Vmr. .i.-,.|,u a perder....
fo, um dia de ju.zo. o 1.1 dies ira; aquella em que
" -eu o Diario rollB de mao em mao com a mi-
r-------- ...... wra>a.. rill *. J. UU UlCUM
pas, permittindo V S. que raga de sua res-
posta o uso, quo me me convier.
Esle favor p.,Morar a gratidSo de quem
ha carta e.iamnt. T "" ""V"* m'- *le Iavor Pe'-nor.r a gratidSo de quem
toTu,ffi!*.h,M .nro.hido cabij- conlessa ser do V. S.. alienta, venerador e
ha xo.e untando d.medo esta ... petoa rubricad, abrigada, Tbereza Adelaide de SiqueiraC
valcanli.
Marlapagibe 20 de jnlho de 1857.
Ill'ii'. c i:\nia. Sra. D. Thereza Adelaide
de Stqueira Cavalcanti. Em resposta ao
nnn 'in. mi luvi i) i (n kanaasiaai *
Soieo !
O lantao, o mi. amabilissimo Taniao, esle, coi-
l do\cramenlar1o como anla.bramio furioso, pi-
uoleao como om elephante, berrou oomo um javali,
corrou cuino um cabrito montez, e alinal da iao "queira Cavalcanti. Em resposta ao
coniai corriu li paran mais recndito dis ca- que cima lica di(o, cumpre-me dizer a V.
^11'."^ ""ogar-ie na. horribilisimas evaca Esc, que quando em dias do mez de ianei-
"pe,flli,n" "'''"l6:-., fl l0 ** : "u me d.rig.a freguezi. da EscaJa p...
ZeioToe C 3?^* SAST* tf 'Tj^" tr-nho -i.rUp.gipi do
O SimOe. pata de e.va|i.e-l.v. ealerulndo. d.- 5 e.u P*' om ruJ ".sa estire, e. onde ten-
baixo das piruas um famoso roursello qoando ou-' nonra de Conversar Com V. EXC. peran-
be, que linhamos tratado delle eni nossa primeira.le sua familia, meu iruijo c o Sr lenente-
missiva.e nao e-perou maia pelo fog", cravou nos coronel Joo V'alcntim Vilella, acerca do seu
v.sios do autm.i os fcriogenios acicales, e largou-se'xliTorcio, lenho lombranca de ter ouvido.
V
-
y

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'i


i
t

-. >

MUTILADO
ILEGIVEL




' >. bxe.
OURIO DE PSRNAMBliCO S T4D0 i:. JE JTiIO DE ISfi
J. fc.xc. dizer que leve militas razoes para
propor aquella accSo contra seu marido, o
que este se tinha tornado mo, e 13o zeloso
para com V. Exc., que se envergonbava di-
ze-lo ; ref.-rindo eu o quo ouvi, devo em a-
bono da verdade dizer que all nenhum acto
presenciei, do qual podesse suppr que V.
Exc. em casa de seus pas eslava coagida, ou
sem plena liberdade.
Sou rom o uiaior rospeito, de V. Exc. ser-
vo atiento,
Padre Ajitonio da Cunta e Figueiredo
Sartedafc*
ILUMINA!. \ O o Contliluciouel de 12 do correle diz o si-
guite :
ii L-s no uSalul Public, e Caulta da I,v.in,i>
de 12 do prsenle mez :
ii Uontem, : anles ile honlem, principian a pro-
dutir sITeito, o* rea Imperial, a illuuiinacaln '<:-
trica de Mrs. Lacassaguf e Thiers. Cumecoo tila
auiiliada por itoea tachos, lminos n, enllocados mis
das uppoilas eilreinida lis do principal Irooco des-
li ra, entre a praca da Comedia a Galera de Ho-
tel Dito, e a altura de em lerceiro andar.
i Dea esta mperiencia os mais satisfactorios re-
sollados alies ,in lo o melhoramenlua que te lem
feito nula novo syslaroa de apparelho A potaqcia
dtfs dos cones luminoso*, projecladoi,daa duas alam-
padas,he til que no ponto em qui oa rales secruiam,
pode a illumruacao lucter aioda contra o brillio dos
reveiberoi a gai, postn nos pontos correspondente)
da va publica.
o No lorania a firmen da loa, nada deia esta
que deiejar, secundo as nussas observarles, caja do
rm;,to foi as Tem asta illuimn n;ao s dous inconvenientes,
qoe >.lo : un seinlillar que fatiga a vista ; e a des-
igualdad na sna ditlriboicffo. E, de feito, nao he
cniloiu compreliender qoe ha s dous faelms qae de-
vain neeasiariarnenle, n'ama ron da s.tansio da de
que se trata, deiiar moitoi pontos na aon-lna.
o izeiD qo de tal t) pe-ieucia em Toulon. E, a verdade, nos parece,
que a luz elctrica, empregada na itlumlnacJo des
pharoes, deve pela sna forja e intensidad prestar
grandes servidos a' navegado.
i Diario do (atento de 1,1 boa.
mmnwti -.
_ CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d. a60d.
Paris, 3 rs. por fr.
e Lisboa, 92 por $ de premio.
Rio de Janeiro, 2 por 0|0 de deseooto.
Ai;,io do banco 30 por csnlo de dividendo por con-
la do vendedor.
companhia de BeDeribe (09000 por acc.ao
a o companhia Pernambucaua ao par.
e r Utihdade Publica, 3(1 por centn de premio.
Indemuisadora. 61 idei:.
a da estrada de ferro 20 por 0|n de prenvo
Oisconto de ledras, de 10 a 10 por cent j.
Acees do Banco, 40 a 45 de premio.
Duro.'Jucas heepanhulas. .
Moedas de 63100 velhas .
e t 69100 nuva- .
49000. .
Prata.Palacdei brasileiros. .
Pesos eoluEonariss. .
> mejicanos. .
ALFANDBlsA.
Rendimeul do da I a _.!, .
ldauj do dia 21......
289 a 289500
. 161000
. itiaooo
. 9SO00
. *>000
. 39000
19860
31919099397
28:0119207
217:2209504
Descarregam hoja 25 de julho.
Barca ingleiiPilol Fishmercadorias.
Brigue ingliizliauntlelcarvlo.
Barca inglezaUenevievefazendas e arroz.
IMPOBTACAO'.
Barca ingleza Pilul Kish, inda de Londres,
consigo j,la 1 Rostron Rooker <5i C, inaniletlou o
seguinte :
19 caitas chitas ; a Koslron Roker & C.
Ilb.rnca carreja ; a Adatnaan H, wie 4 C.
100 barria mantsiga ; a Taso & Irmao,
25 ditos ceryeja, (i ditos lilas, 3 eaias couros de
lustre ; a Francisco Alies de Pinho.
I caita farendas; a Barroca & Castro.
I harrioe lou$a ; a Fo Brothers.
100 barricas cerveja ; a E. II. Wvall.
I raixa livri'S ; a tieorge Forness.
40 barricas cerveja ; a W. Fea & C.
I caia espelho, I dita mercaduras! dila sellinse
pertences; a ordem.
2130 dormenles de ferro. 3,600 ditos de inadeira,
-' waggons, 36 moldoras, I calta ditas, 16 lravessa<,
10)82 chapas de ferro, 320 barras de dito, 20 Lines
barras de dito, 1 roda, 1 caita machina para cacim-
ba, 2 ditas motines; t dila pes de cabra. 1 dita ma-
chados e gxnchos, 1 dila echaduras, 1 dila obra-
dlas. 10 Mies pas da ferr, 10 barris presos, 32
canos de ferro 1 barrica e I gigo lonja ; a Rolhe
iV llidnloul ic.
Vapor nacienal Perainnnga, procedente dos
porloa de Mace),' e intermedios ; manifesloa o se-
gointe :
131(1 cooros salgados ; a N. O. Ilieber A C.
106 saceos assucar ; a Jos Cmijalves Malveirl.
160 saceos assucar ; a S. Jo- da Silva.
36 saceos assacur ; a J. V. Baptisla.
54 saceos assucar ; Manuel Alves Ferreirs.
1 i saceos assucar ; a Antonio C-oncalves Fer-
rera.
10 saceos assocar ; a Joo da Costa l.inu.
165 saceos assucar ; a Jos Joaqnim 1. ,\ C.
188 sacud assucar : a M, A, Aguiar.
80 saceos assucar ; a L. Luiz Naves.
2 saceos caf ; a Francisco Perreira An irade.
3 caixas pedra marmore, I dita quadros. IJ ca-
deiras I mesa, 2 estantes, 9 cadeiras para piano, :
aigerio de mogim ; a Eustaquio Comes.
CONSULADO (ERAL.
Benilimeulo do dia 1 a 23. 91:2259169
dem do dia 21....... 2:8309118
91:0559287
DIVERSAS PROVIHCTAS.
Reodiraioto do da I a 23. 7:5939705
dem do dia 21....... 283/945
7:877*650
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO ESTA CIDADE NO DIA
21 DE JULHO DE 1857.
PortoBarca portuguesa S. da Boa Viagem,
diversos carrega lores, 100 s.n.c,s atsocar Lranru,
322 emir, salgados.
LisboaBrigue porluguez nConstanlen,diversos car-
regadnres, 210 saecns assucar branco e mascava-
do, 312 couro.
MontevideoBarca hespanhola njohsnn kslkman,
N. O. Bieber & C, 350 barricas asaoear brauro.
LisboaPolaca nacional u'zVIosa lio, Isaac, Curio
& C, 1,000 cooens coiii casca.
ConstanlinoplaEscuna bollandeza lia, N. O.
Bieber i ('.,, 114 saceos asucar branco.
Rio da PrataPolaca hespaiihola Avelina, No-
vaos ,V C, 100 saceos assucxr branco.
Porto Barca portugueza ralidon, Themaz de
Aqoino F'ousera A; Filho, 42 barris niel.
Boenus-AyresPolaca hespanhola uPrompla", Bai-
lar \ Uliveira, 109 barricas assuear brauco.
EXPORTAfAO'.
Rio da Prata, brigue ingle/, Queckslepsu. de 256
toneladas, eonduzio o aeguinte : 1,440 barricas,
271 saceos e 20 meias barricas assucar.
RECEBKDOKIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimentu do dia I a 23. 29:193^452
dem do dia 24....... 1*4119/788
30:5139240
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendiiuento dodia t a 23. 79:548,->604
dem do dia 24....... 1:5213680
Correio g-cnil.
ItelacSo fas cartas seguras, cxislentos na ad-
ministracSo do correio, para os senliores
abaixo declarados
Antonio Jaquim de Magalhes Caelro J-
nior.
Antonio de S Pereira.
Belarmino Plnlo de Araujo.
Caetano de Castro.
Francisco das i.lia--- Bezerra Alvaros.
Francisco Ignacio dos Santos.
Justina Lilis Uacbado.
ioaquim Augusto de Siquoira Lima.
J. Elias de Monra.
Joanna J|aria da Concei^So.
JoSo Antonio Cardoso.
Jo<1o Antonio da Piedade.
Josepha Joaquina de Vasconcc|los.
Marcelino de Souza Lima (SO.
Martins Con^alves Guerra Jnior.
Manoel lldefonsj de Souza Lima.
Manoel Jos Itibeiro C.avalcanti Lima.
Manoel Tbomaz dos Santos.
SebastiSo Arruda de Miranda.
Theolonio Joaquim de Almeida Fortuna.
O eomellio de revista da guarda nacional deste
municipio convida sos senhores oilhiaes abaiio de-
cl radns para comparecer na casa da cmara muni-
cipal, no dia 27 do crrante, prlas II horas do da,
ahm de seren inspeccionados por junta medico, co-
mo laiubem lodos os guardas, que inlerpozeram re-
corso por este conselho.
Alogadoi.
Bernardo Damiao Franco Jnior.
Jos Lucio Une,
Antonio Concalves de Mnrses.
Segundo baialhao do Recite.
Jos Luiz de Azevcdo Mala.
Terceiro halalhan do Reeife.
Eugenio Marques de Amnrim.
Victorino Jo de Souza Travaeeo Jnior.
Joaquim d'Albuquerqoe Mello.
O secretario,
Firmino Jos de Olivcira.
Teodo esta repartido de vender, cin
basta publica, urna porglo de botadlas ar-
ruinadas, entregues pelos navios da armada,
manda o lllra. Sr. inspector fazer publico,
que isso etfectuar-se-ba no dia 25 do cor-
renlc mez, o da ultima prac.a, pelas 1t lio-
ras da iii'.nha, sendo as duas anteriores em
23 e 24, a mesma hora.
Secrttaria da inspeccSo do arsenal 3e ma-
rinba de Pernambuco, em 20 de julho do
1857.O secretario, Akxandrc Rodrigues
dos Aojos.
Fago saber, que pela polica do termo
de SeriiD3ea>, foi 1 reso um escravo crioulo,
de nome Lourenco, que depois declarou
chamar-se Leocadio, lera 25 a 30 anuos de
ida le, coii una pequea talha na orellia es-
11 ut r 1 1, e diz pertencer a Antonio Pereira
Lins de Vasconcellos, morador nodisiticto
de lina, o qual escravo procurando quom o
comprassn a pretexto de ter elle feito urna
morte, alinal declarou ser falso o seu dito
a quem pertencer dito escravo, dirija-so a
esta delegada na villa de Seritihiem, 17 do
1857.Francisco Antonio Carvalho, cpitSo
delegado.
t 111: mili
DE
Santa Isabel
SOCIEDADE DRAMTICA EMPRE/.vRIA.
C/advai/o sJ c/e /af/10.
Em riiii>ei|ueiica de se adiar bastante doeote o
artista Feliciano da Silva Piulo, nao pode (er lugar
o espectculo aiiuonciado para sabbado 25, e lica
sob-li(uido pela nianeira sesuinle
Reentrada da artista
MANOELLA LUCCI.
Kepresenlar-e-ha o drama cm 5 actos ornado de
msica
A Graca de leos
qoo completar n espectculo.
Os papis de Mana e d< cnmmenilador serao de-
sempenhadns pelos artistas Germano e .Mauoella, e
os de mais pelos principan arltsjas da cniupanlna.
A sociedade lem a honra de annuiiciar ao res-
peilavel publico, que estando j i lodos es cama.oles
e cadeiras vendidos para cta reala, e havendo
grande numero de pestoss que os nao pmleram ha-
ver, dar na lerra-feira 28 do corrente o mesmo
espectculo, slim de poder asim salisfazer a lodos.
Recebe dcsleja encommenJas de camarotes o ca-
deiras pera es'e dia.
Principiar as 8 horas.
ra carga, eseravos a lele n passageiros, tra-
ta-sc com o ^ollsigllatario Jos Joaquim liias
Fernandos & l'illios.
Para a cidada do Porto, com esculla
por Lisboa, a nova e muito veleira barca
portugueza Maria Feliz, capitao Zeforino
Ventura dos Santos, a qual lie esperada nes-
te porto at o fin da presente semana, pro-
cedente do Rio de Janoiro, donde condua
mais de raeia carga, e lera apenas 6 a 8 das
do demora nestu porto : quem na mesma
quizer carregar, ou ir do passagem, para o
que tem excellentcs cominolos,dirija-sccom
antecedencia ao seu consignatario Luiz Jos
de S Araujo, ra do lirum n. 22.
compaohia
di; navegacao a vapor
GFiu*i>pca c Vlutcri ana.
:XviU$ X>te*t*rt,
Baile popular
DE
MASCARAS E PIIWTASIA
NO
PALACETE DA RA DA PRAIA.
Domingo 26 de julho
A pedido de alguns amadores, haver bai-
le ueste dia ; achando-se em vigor o regu-
lamento approvado pela autorl la le compe-
tente. Os directores esperam quoseja lili-
mente observado, visto que seu lim he cvU
lar abusos, que interrompam a boa ordem,
que sempre tem reiuado nos baitei popula-
res : os cartoes estarSo a ven la no da do
divortimento, o qual deve principiar as 8
horas, e terminar es 2 da manhSa.
81:0733281
Navios entrados no dia 21.
Liverpool37 dias, barca ingleza Oberon, de 279
toneladas, capitao II Pearce, equipagem 15, car-
e* fazendas e mais gneros ; a James R> der A C.
Pertence a Liverpool.
Havre 50 dias, barca franceza Porto Rico, de
229 toneladas, capiao liras, equipagam 13, carga
faiendas e mais gneros ; a N. O. Bieber i\ C.
Perlenee ao Havre
Richmond35 dias, barca americana "Imperador,
de 378 (mirladas, rpita Wm. Ilnbbsre, equi-
fgtm 12, carga 3,100 barricas com farinha de
Irige ; a Hoslron Rioker A, C l^rlcuce a New-
Vork. Segoio para o Rio de Janeiro.
Aracalv pelo Assu'12 dias, e do oliui.o porto 10,
liisle nacional nCspibarihru. de 39 toneladas,
me carga sal ; a l.au R, de Siqoeira. Perlenee a
Pernambuco. Paasageira, Anzelica Maria de
Oliveira.
Rio de Janeiro20 dia, brigue nacional Firma,
do 172 tonelada-, capillo Mano. I de Frellas Vc-
tor, equipagem II, carga breo e plvora ; a No-
vaos A Perlenee ao Rio de Janeiro. Trooie a
seu bordo I esrrava a eolregar.
Navios sabidos no mesmo dia.
Benguella por Loanda Brigue porluguez ajoven
Amelia, capiao R. Antonio Branco, c*rga assu-
car e neis gneros. Passageiro, Igoaeio da Molla
Vieira.
Ierra NovaRrigoe inglez Kelple-, capiao Ri-
ehard Belly, em lastro.
No dia 25 deste mez espera-se de Antuerpia e
Soolhainpli'n, o vapor inglez CALCFITA, com-
maulante Blackmore, depois da demora do cos-
tn, seguir para Baha e Ro de Janeiro : para
passageiros, etc., trala-se com os agentes Henry
Forsler A C, ra do Trapiche n. 8.
Para tahia.
O veleiro e bem conhecido palhabole
Oous Amigos, pretendo seguir com muita
brevidade ; tem piompto melade de seu car-
rega ment : para o resto trata-so com o seu
consignatario Antonia Luiz de Oliveira Aze-
vedo, ra da Cruz n. 1.
Para o Uto de Janeiro.
O bem conhecido patacho nacional Valen-
t, pretendo seguir oara o llio de Janeiro
com muita brevidade; tem prompto dous
lerrjps de seu cerregamento : para o resto
trala-se com o sou consignatario Antonio
Luiz de Oliveira Azevcdo. ra da Cruz n. I.
PARA O RIO DE JvNLIIiO.
Segu com toda a brevidade o patacho na-
cional Maria Rosa, recebe ainda a pouca car-
ga que Ibe falta, e alguns eseravos a frete :
a rallar com Manoel Ignacio de Oliveira, pra-
i-.'i do comniercio n. ti, ou a bo-do com o ca-
pito Antonio Jos de Oliveira.
Pura h Bal'ii)i.
Segu em pouco dias o veleiro e bem co-
nhecido liiate nacional Castro, de primeira
march, loriado e pregado do cobre, ja tem
a bordo dous tercos de seu carregamenlo,
para o resto, trata-se com sen consignatario
D mtingos Alves Malheus, na ruado Apollo
n 23.
Para o Aracaty segu em poneos dias
o bem conhecido hiato Capibaribe : para o
resto da carga e passageiros, trata-se na ra
do Vigario n. 5.
Para o Aracaty.
Segu nestes dias o hiato ExhalaQao,para o
resto da carga e pissageiros, trata-se com
Caetano Cyriaco da Costa M na ra da Ca-
deia do Recite n. 2.
Coiuiianls
Pernambueana
Gabinete Optieo
ATERRO DA BOA-VISTA X.4.
O director deste salao, participa a seus
illuslres favorecedores, que teudo-se de re-
tirar desta provincia,offorece-lhos esta sema-
na urna agradavel esposicao de vistas no-
vas.
GUERRA UO ORIENTE.
1.a Os liees retratos dos defensores da
gucira europea.
2 A esquadraanglo-franceza dando fun-
do em frente de Bassigua.
3.' A Ilota anglo partindo de Pilcad, leva
S. M. a lanilla Victoria.
4. Batalba general d'arma.
5 Ratalha de Inkennan
6." O grande honibardeamento de Sebas-
topol, por mar e Ierra.
7 O grande assalto, general do Sebas-
topol
8 a Retirada dos Itussos para o norte e
Incendio lo Sebastopol, c da esquadra rus-
siaua.
9.a NapulcAolll. passando revista as tra-
pas.
10. Vista de Pernambuco.
II." Vista do Porto em Portugal.
12 Vista dcMadrll, capital de llespanlia.
13 Igieja de Santa Maria lu niinda.
14." Idelberg *llouianha.
15." A cidade de New-Yooikc.
Ib,' Interior del palacio de bellas-artes
cm Paris.
17." Vista de San-Francisco da California
18 Napole3o I, oin frente da cathedal
de MilSo.
O salflo estar aberlo das 7 at as 11 da
noite. Entrada a 15 rs., e os meninos do 8
annos a 500 res.
O vapor PERSiNUNGA, commandaiile Morel,
ra, aeha-te a carga para Tamandarc, Barra Crande-
Maceui e Penedo, para onde sahira a 29 do corrente,
ai (i horas da maiiUa : a carga sera' recebida ate
a s .") da larde do dia 28.
,%m*s.
-- O agente Birja, em S"u arranzetn na
ra do Collegio ti 15, fara leilao de una itn-
inensa qualiJade de objectos de difireme
qualidades : bera como obras de marcinei-
ria novas e usadis, 5 ptimos pianos de ar-
mario e de mesa, 2 ricas mesas de marmore.
urna grande caixa de miudezas modernas e
diversas, urna dita de superior couro de lus-
tre, reccntemenle ebegado a esta praca, va-
rios objectos de oorcellana c de cryslal para
enfeite do sala, (inissimos aparelhos do lou-
caedevtdro para servico de mesa, cande-
labros e lantemis de vidro, candieiros in-
glez de globo, de difieren tes modelos, e
urna inlinidade de outros muitos objectos
etc., que sa enlregaro sem recusa de qual-
quer prego maior offerecido : sabbado 25
do corrente, as 11 horas da manha.
LEILAO.
O agente Pettana ara' leilao, por coti-
la de quem pertencer, da sumara nacio-
nal DIANA, de 150 tonelladascom todos
os seus appaielhos, tal pial te acba, an-
corada delioutc do caes do Hamos, onde
os preteudentet a poderSo avamioarcom
aatecedeneia: o leilfio lera' lugat sah-
bado 23 do corrente, na porta du Asso-
ciacio Commercial, ao meio-dia em ponto.
Leila'o
^GOOC.ll.,10 Sl)fJO0VApiltCsl
[JcVItAinltUlMUsT.
Ol secretario avisa aos senhores socios ,
que domingo, 26 do corrente, as 10 horas da '<
raaiili3c, deve reunir-sc no primeiro audar
do sobrado n. 64 da ra das Aguas-Verdes,
a assembla geral, para proceder a eleicSo i
do conselho que tem de dirigir os negocios'
da mesma no anno social prximo viudouro. I
Hermenegildo Nctto de A. Continbo. |
Precisa-se de tima ama lecca para
casa de familia: na ra da Piaia n. (ifj.!
Acha-so justa e contratada a casa ter- [
rea na na Vclha n. 37 : quem se julgar com
diretto a mesma, annuneie por este Diario,
O prazo de 8 dias.
Ai renda-se um sitio no lugar da Tor- :
re com boa casa de vivenda ; quem o pre-
tender, dirija-se a ra do Sol casa n. 11.
--- O Sr. Antonio Ignacio KrandSo quei-
ra dirigir a ra do Queimado n. 7, alim de
concluir o negocio quo nao ignora.
Previne-se ao Sr. thesoareiroj las lo-
teras da provincia, para que nflo pague,
qualquer premio, que por acaso possa sahir;
nobilhcte inteiro n. 648, meio n. 2448, el
do quarto n. 1974, todos da terceira parte da
primeira lotera do collegio dos orpliSos,'
desencaminliados do poder de Mathias de
Azevedo Villarouco, a quem s nicamen-
te pertencem, os quaes foram comprados no
escriptorio do mesmo Sr. thesoureiro.
FreJerico Carios Chrisliano Sobroe-!
zer, subdito alleni3o, relira-se con sua la- i
inilia para fra do imperio.
Altigam-se dous negros para servico'
de casa na botica da ra do Cabuga n. II.
No aterro da Boa-Vista n. 20, apromp-'
tam-se comidas para lora, com muita lim-
peza, a saber : al moco de solido, cha, cal ;
jantar de a 7 pratos, e a sobre-mesa, e a
noite cha, por 30s is., para urna pessoa,
mandando-so levar a casa de quem ro con-
tratar.
No da 27 do corrente mez, ter lugar
a arreniatagiio dos movis do fallecido JoSo
Vieira Lima, na ra da Aurora, na casa em
que morou dito fallecido, visto ter sido
transferido pelo Sr. I)r jniz municipal da
segunda vara para este dia, as 10 horas da
manilla, e na mesma casa, e ah podcr.lo
comparecer os lanQadores, cujo esenpto, e
relacao dos bens se acha na m;1o do por-
teiro.
O-se dinheiro a premio cm pequeas
quanlias, sobro penhores de ouro e prata .
ne largo da Assembla n. 12, segundo andar
- Pede-se ao distinelo artista o Sr. Ger-
mano Francisco de Oliveira, caso tome a ini-
preza, de contratar o artista Antonio Teisei-
ra Lisboa, coHtratado no theatro da llahia,
sendo o mesmo um escolenle galn de
Vaudoville, e mesmo dramtico ; ja tive-
mos o pr>zer de apreciarmos
Tendo o abaixo assignado liilo no [lia
rio de Pernambuco de ante-hontern 22 do
corrente, que no dia 25, depois da audien-
cia do lllm. Sr. juiz municipal da segunda
vara, so proceder a arremataco dos bens
pertenccnies a testamentaria do tinado An-
tonio Jos Toixelra Lima.'.eclara para evitar
questoes que a casa na ra de Joao Fernandos
Vieira n 34,acba-se edificada em terreno fo-
reiro a irmandade de N. S. da Solclade.e est
devendo de foros 1543080 at 31 de dezembro
pror.imo lindo,e 10 palmos de terreno de-
Ironte.queseachamenlrea dila p.opriedade,
e o sino do Sr. Jos Anlfio de Souza Magalhaes
com os fundos relativos aos terrenos afora-
dos,nao pertencem a estesitio.c sima menina
irmandade; devendo mais declarar, que
cscs bensestao sugeilos aquaulia de .
2499330 do alugueis de casa*, pertencentes a
N. S. da Paz, que recebsu o dito tinado
Teixeira, e nao fez entrega, oque tuiofai
sciente o anuunciaulo na qualdade de cs-
crivao da mesma irmandade. Recite 23 de
julho de 1857.
Jos Antunes G'iimaraes.
No dia 7 do maio deste auno, fugio o
escravo Manuel com os signaes seguimos :
heollicial de sapteiro, trabalha de oculos
com aros de lato, bem barbado, e ja com
cabellos brancos, cor fula, gosta muito de
cantar.a.-soviare conversaren! poltica, mas-
ca fumo, como lambem toma tabaco e al-
gurnas vezes embriaga-sc, costuma andar
muito sujo : suppoe-se andar trabalhando
no caininlio dos Afogados e Coeltios, onde ja
loi visto, e ltimamente na ra da Gloria, ua
casa queja servio de quartel : quem o pe-
gar, leve-o a ra da Gadoia do Reeife, em
casa de Autonto Joaquim de Souza Riciru,
quo sera bem gratificado.
A'e 1117.10.
Terca-feira 28 do corrente, as 11 horas da ,
manhaa, ite a ultima pr.u;a, da casa n. 35, >
sita na ra da Concejero do bairro da Boa.
Vista, com os comino tos segtiintcs : 2quar-
los, lioiii iniintal, Cdlinha Cora, ecumum
cxcellcntc sotSo, avallada'em 1:900? rs :.os
pretendentes comparer;am no indicado da
o hora, na sala das audiencias.
Fugio no da 17 do crlente, urna ne-i
gra crioula, idado 40 anuos, pouco mais ou j
menos, do nome Lsurianna, a qual tem os
signaes segtiintcs : baixa, corpo regular,
com alguma Taita de denles na (rente, e urna
blido em um dos olhns ; quem a apprcn-
hender, leve-a a ra da Lamigeira n, 10,
que ser gralilicado.
Sabbado 23 do corrento, lir.da a anu-
encia do Sr. Dr, juiz da segunda vara muni-
cipal, vai pela ultima vez a praca urna por-i
i;3o de junco da India, e diversos movis
pertencentes a .Miguel Rodrigues Vieira, e
tudo consta do escripto em poder d por-
teiro do juizo.
Precisa-se de 2 amassadores : na pa-
daria do Forte du Malos. Paga-se 269000
mensaes.
No dia 19 do corrente desappareceu da
casa de sua senhora, Ignez de Freilas Barbo-
sa ila Silveira, a preta escrava de nome Rita,
do nai"n Gosta, altura regular, com todos
os denle* da frente, alguns pequeuos talhos
no rosto, que chegam at a bocea, bem fal-
lante, alegre de semblante, e andar ligeiro ;
levou vestido do chita roxa, panno da Gosta
azul, e camisa aborta do ronda, tem sido
vista nesta cidade, e consta que andou pelo
Manguinho : roga-se a sua apprehensao as
autoridades policiaes e capitSes de campo,
levando-a a ra Augusta, casa 11. 16, ou a
ra lliretta, botica do Sr Peixe.
Matriz do oairro de Sanio Antonio do
Reeife.
Tondo de dar principio as obras da pintura
tecto, quadros odouramenlo, silo pelo pre-
sente conviddos os senhores mestres de di-
tas obras, a coniparecerem na mesma tgre-
ja, alim de ajustar com aquello que memo-
res vantagens offerecer, tanto em obra como
em preco, recebendo-se suas proposlus em
carta fechada.
Consistorio da irmandade 23 de julho de
1857.- Francisco Antonio de Brito, cscrivau.
rhomai Pereira de Mallos E'lima. aaradece
a todas a- peaeoas de sna amizade, que liveram
a lunilla le de acompanhtr ao sen ultimo jazigo
u? "'"'".....r'aei de seu preta.ta Ireao Anlo-
nin llioinaz Pereira de Mallos E-luna, falleci-
do na manilla de domingo 10 do corrente, c
pede dajacnlpa aos seus amigos que ato recebe-
rain parlicipaeao por cirrumslancias inopina-
da-, assini cuino declara que as mi-sas do sttl
mo dja pela repous) eterno de sua alma, e
lulo de celebrar hnje, sabbalo 25 do prsenle,
polas 7 e incia horas da manilla. as iarojas ,1a
rnalrii da Boa-Vida, Sania Cruz, San-Gouca-
lii. Rosario, Soleda le e no convento de san-
Franctsco.
Attencao.
Os senhores negociantes quo tiverem di-
vidas, da praija de senhores do engenhos do
sul, Tazendeirns e do outras quaesquer pes-
soas, o quizerem negociar as ditas dividas,
dirijain-o a ra estreila do Rosario n. 10,
primeiro andar, que acharao com quem ne-
gocia-las.
Ama do leite.
Precisa-se de urna ama de leilt*
na
ra do Col lejo 11. H. segundo anda.
Ama
do urna
roo-
hilia
#M0i
t*1toti4&t9.
GORRKIO GER\L
Pola administrarlo do correio se faz pu-
blico, que o hiate nacional Correio do Norte,
recebe a mala para o Aracatv, hoje (25, do
correte, as 3 huas da Urde em ponto.
Linliii do norle do 11 muI,
p (jieos n vell-i eiiire
Havre e PerimitiMico,
tl5 I T. Bailiey & C.
Lspera-se nestes dias do Havre um dos
navios desta compantiia oclipper (Porto Ri-
co;, o qual sah i i,i com toda a breviJade, por
ter a maior parte do carregamenlo promplo,
e para o resto recebe-se a frete : a tratar
com os consignatarios N. O. Ilieber & C.,
na ra da Cruz n. 4.
Para o Rio de Janeiro vai seguir com
brevidade o brigue nacional Almirante, ca-
pitao Joaquim Pinto de Oliveira e Silva : p*>
0 agente Pestaa far leilao por conla do
una lamilla, que so retira para a Furop, no
vapor inglez, urna excollete tnobilt., con-
sislindo em cadeiras de Congelo Alves ejde
jacaran la, diti.s do bracos e de balaDCO, me-
sa redonda, consolos com podras, um lindo
toucador com podra, um lindo tollete com
servico do porcellana, guarda vestidos,
guarda louca, candelabro, lanternas, ligu-
ras de porcellana para cima de mesa, sofn
marquezas de amarello, m sa de janlar, ap-
paielho de pcrcellana para cha, dito azul
para masa, carro para menino, vidros para
servico de musa, o muitos outros objectos,
flue sena impossivel onumera-los, e que se
acham patentes ao exame dos pretendentes
soaunda-feira 27 do corrente, as 10 horas
da-lnanhaa, na ra do Apollo n. 1 A., do Sr.
Hollino dos Aijos Teixeira.
LfcTIAO'
que faz o ajenie Pestaa, por ordem do
IXm. Sr. &r. juiz do commercto, e por
conla o risco Je (|iiem pertencer, de 100
lceos com feijao ; no caes da alfandega,
no ui-.iia/.mn doSr, Paula Lopes, boje43
do corrente ao meio dia.
O ajenie Pettana fara'leilao pura
fechar contas de 10 barril com manteiga
ingleza, boje 25" do corrente, as 10 hora
da manhSa, no armazem doSr. Anees,
defronte da alfandega.
O agente 3orja em sen armazem, na
ra do Collegio n. 15, far IcilHo de 5 esera-
vos pertencentes a urna pessoa que se retira
para fura do imperio, constando de 2 bonitos
prelos tedioa, proprios para todo o servico,
ede 3 proles, -2 excellentcs cozinheiras a
engommadeiras, e 1 ptima quilandeira, os
quaes serao vendidos pelo m-.ioi prego of-
ferecMo, pois quj nao ba limites : terga-
feira, 28 do corrente, as II horas da raanbaa.
I.I-:iI.\0' DE CHA' Da INDIA.
O agento Pestaa fa^a leilao por conta de
quem pertencer, de 20 ciixas com encllen-
te cha da India, 3ciisas com cha prelo, para
fechar factura : terga-f, ira, 28 do corrente,
as 10 horas da mania, na porta do araia-
zera do Sr. Annes, defronle da alfandega.
ESTRADA DE FERRO:
do Reeife S. Francisco
LIMITADO.
.Cuiift cijTnuiN!.
O- directoral da Gompanliia da Estrada de I-erro
do Itecife a San-Francisco, limitado, leem feito a
qniiiu cliamada de dua9 libras esterlinas, ou ris
I73J777 sobre cada accao na dita companliia, a qoal
deve ser pasa at o da -J4 de ajoilo do crrenle au-
no de 18.7 : no Kio ile Janeiro, em rasa du> Sr*.
Mana .Mac. i .renor i\ C. ; na Haba, em casa dos
Srs. S. S. Ilavenpnrl ,*, C., e em Parnainliuro, no
esenploiin da Gom|ianliia.
O accionista qoe "jo realizar o pagamento den-
Iro lo lempo indieade, podera perder lodo direid s
arenes eolire as quaes o dito papatnealo nflo se liver
effeciuado, e em lodo caso lera de psear juros na
r i/ ,, de cinco pur eentu ao anuo, e de nao rocelier
juros ou dividendo da compantiia pelo lempo qoe
decorrer entre o dia indicado para o pagamento e a
sna realisacjlo.
Nenhnm auto de transferencia pode ser regislradu
an(s do pasamento da chamada.
Por ordem do* directores. Jumes Templeion
Ifooi, superinlenlentc.
Via Frrea
il Reeife ao llio Sin-
Priiii isco.
\^ peaanM que qni/cmn ver as loronrotivas e car-
roag'iie em Cabanga, acharan orden franeai para
admlssAo de um nuineru limitado, Id.ls os ilias,
menos nos domingo*, das 2 is (i horas da lar le :
no eecripiorie dj companhia, ra do Crespo n.
LOTERA da
provincia.
Corre hoje s 8 e mei i
Ilotas em ponto.
I*. eJ. La y me.
liie lie
tui iiij'ii(l;ti;o.
De acoordo com o ofiicio que inu diri-
gi a ilneirao do e\liiitlo Banco de Per-
nambuco, convido aos Srs. accionistas do
mesmo llanco, i coinparecerem na cai\a
liltal desta ptovnicia, no dia 29 do cor-
rente, as 11 horas da manliaa, alim de
I be terem presentes as contas da sua li-
quidacao, e approvar-se o respectivo di-
videndo. Recite -22 de julho de 18"i7.
O secretario da assembla geral, Antonio
Valentim da Silva Barroca..
Novaos & C, ra do Trapiche n.
34, sacan) sobre as pracas de Lisboa e
Porlo, ao cambio (|iie se conveiicionar.
\ casa da ra do Hospicio n. 18 l, que
oSr. Vicente Kerreira da Costa declarou pelo
Diario do 23 do corrente, querer vender, he
obrigada a foro, que tem pairo sempre, e
tambem a laudomio, ao conselheiro Coelho,
oque so declara paramis esclarec ment,
c ordem do mesmo conselheiro.
BSSllaiHBMBman ISH&m
Fugio no da 16 do correrte o escravo
mtilat-i, de nome Ulan lino, idade 14 annos,
com os signaes segundes corpo franzino,
pea um pouco npalhetados, levou caifa e
camisa, aula um pouco espantado com mo-
do do que o peguern, tem sido visto nesta
cidade por diversas pessoas : quom o appre-
hendor, lovo o a ra do Crespo, loja n. 6,
que sora gratificado.
Preeisa-s> de um amassador que seja
bom : na padaria do paleo da Santa Cruz
n. 6.
Desappareceu no da 24 do corrente,
do um sitio da Soledade, um cao de cor pre-
ta, raca de Terra .Nova : quem delle tiver
noticia ou acha-lo, queira levara ra do Vi-
gario n 3, que ser recompensado com a
gratilcac'io de 2.1900o.
- Precisa-so alugar um escravo para o
servico interno de casa na travessa das
Cruzes n. 10, primeiro andar.
ARROZ DA INDIA BOM
BARATO
Vendc-se na ra do Amorim, armazem
n 43.
jgf9 ::, :;-:>.:^-X::x:-Ov
Cariiiulu sortiiueuto ite
?. roupa feita. '
llua .yoca n. 49.
... .Na luja da ra Nova n. i!l, que foi do fal-
.;[J lecido J.ito li.uirilvcs Evangelista e hoje de -;';-
.-. Jos Luir. Perora Jnior, enconlrarAo os l
Vx? bous fr-auer.es um grande sortimenlo de '*
'.j rouoas lulas como sejam : caracas, sondo- 'S
Sft las, soliroiasicas e palitos de panno lino ;>
|? prelo e de corea, palllt de caseinira do *g
'.-' cores, .tilos de s-da cr de palha, ditos de -.-"
_jk nierinn lelia, dilos de alpaca pre(a e de .!,
", cores, ditos de lirun de linlin, ganga e me- "J-
O '''"' ca'*i ('e casemira prela e de cores ;';
,s ditas de hrun trinco, de cores e le outras
mnilai quali lades, cohetes de fulilo branco *"*^
y/f e de core<, ditas de enrgnran, etim, seila, C'c5
$% cliamalole, racliemira e velludo, chapof, .'-.
S c.misas, grvalas, Ideas, panno fino prata, ^
B ciir de rape, aiul e verde escaro, casemiras w
qp inodernis.-imas, corles de colleles de selim Sft
'.i prelo liird.do o de oulras qualidades, e re- ^
Jjj cebe toda e qualquer obra de encommeuda, ^*
V enlreuando no da rnuvencionado. ^
O abaixo assignado pede ao Sr Jofio
Cancio Comes da Silva, que haja do decla-
rar que accSo ein-minlia ao mesmo abaixo
asaignado de seu pedido, eem que se funda. Itecife 24
dj julho ile 1857
Manoel l'olycarpo Moreira de Asiere lo.
agoerreotypo.
A galera e ollicina de daguerreolvpo do
aterro da Roa-Vista n 1, turceiro andar, fe-
cha-?e infallivelmente no dia 27 do andante
mez : ns pessoas que desejarem honrar este
estabeleciment e liearem com um lio. e
perfeilo retrato, aproveilem os dias que
resta ni
Deaeja-se fallar comoSr. padre Joo
Cyrillo de Lima, eapellSo do dcimo bata-
Ihao : na roa da Praia n. 26, a negocio que
llie diz respeito
i\a loja uo-
vi -o pe do arcj J.e Santo
Antoni ,
vendem-se pegas de nadipolao com .peque-
no loque do ararla a 2-7500, dito limpo a 3/,
manguitos para senhora, fazenda suporior,
golinlias de tolas as qualidades, corles de
canibraia de haira a 2S o cilc, outras f,-
zendas finas, todas de bom goslo
Ni nova loja de f'zeii de Jos Moreira Lopes, nos quatro canlos da
ra do Qoeimado n. 18 \, esquina que volla
para o Kosario. ven lom-se superiores cha-
peos brancos de castor a 'JiOOO, cortes de
casemira preta borlada a 65000, ditas de co-
res muito fitas iWd 73500. eissas de cores
160 o covado, risca lo fraiicoz muito fino a
180, chita.frauceza lina a 240, e um complo-
losortimenlo de palitos de diversas quali-
dades, e outras militas fazendas por precos
commodos.
--- Ven lc-se um par do meias de borra-
cha : ua travessa das i.ruzcs, loja de calcado
n. 2 a.
Lamartine.
Nouvolles ConliJ*nces, Nouvelle voyage
eii tlrient, Toussaint, l.ouverture, (iineviove,
(iariiolle, L' jeunesse, Itegina d'enl'enco,
Merv.
Les nuits dorient, Tes nuits anglaises,
les nuits espagnoles, les nuits roinaines, An-
dr Chenier.
Gustavo 'lance.
Portraits des artistes, Cstudes sur l'ecole
francase.
F.stas obras e-tao a venia ua nova livraria
da ra do Collegio n 21.
Vende-se nina mulata mora com as
lialiilidades precisas para casa de familia :
na ra da Praia de 49.
OSr. f i l li rs da Kuropa, que qui/er ir
para o mato trabalhar no servico do eampo,
vancendo um ordenado que se convencio-
nal-, dirija-so a ra da Cruz do Itecifo n, 61,
primeiro andar.
de leite
recisa-se do ama ama de leite oue
queira tomar conta de um recernnascido
aqui na praca e em Je/.emliro leva-lo ao
llio de Janeiro, dando se urna boa espor-
tilla e passarjem deidaevolta. Dirija-se
a praca da Independencia, livraria n. t e
8 que se dir' <|ucin pretende.
greja da Madre
de leos
Aiiianl.aa haver a festa
da gloriosa 8auta Amia,
sendo o or-ulor, taut. do
dia eomb do Te-Deum o
Sr. pudre mei*tre preg'a-
dor da capella imperial
fr iloaquiii do Espirito
Frontispicio do
Marino.
Os encarregados da fosta do frontispicio
do Carmo pedom encarecidamente aos Srs.
Antonio Cordein da Cunha, Simplicii Ro-
drigues Cimpelln, Hermonegil lo Jos de Al-
cntara e Manoel de Souza Luna, que quan-
to antes comparecam no paleo do Carmo n.
9. primeiro andar, para eniregarem a rel-
celo dos devotos que concorreram para a
mesma IVslivi la,le, e-pecificando o nome de
cada um. Igual nente pe lem aos devoto*
que aiuta nao tieram o que prometleram
iar, o facam, alim de se poder concluir e fo-
charem-se as contas da recita c despeza des-
la fnsta.
Previne-se a dir.ictoria do thealro de
Sinti Izabel, que perdeu-se o biHiele do ca-
marote n. 14 le segunda ordem, para a re-
cita de 23 do corrente : portanto roga-se ao
bilheleiro do mesmo theatro, que nao d
ingresso a pessoa quo se apesentar com o
mencionado cartao, mas sim a pessoa a
qoem perlenee, o qual o bilheteiro j sabe
que m he.
Vndese urna duzia de cadeiras de
amarello, com pouco uso : na ra da Guia
n 38, segundo andar.
- IMsappareceu no dia 19 do corrente a
mulata Thereza, cor oscura, com todos os
denles, cabellos cortados, tendo a mSo es-
querda bastante indiada, levou vestido cor
de rosa, chales de quadros azues j desfruta-
do, e calcada de tamaneo: a passoa que a
encontrar pde-a levar a ra do Sebo n. 17,
quesera rcompensada.
X praca annunciada da parte do so-
brado n. 21 da rua de Hortas, ficou transfe-
rida para hoje 2>, depois de (inda a audien-
cia do l>r. juiz de residuos.
ENS4I0 PIULOSuPIUCO PERNMIBUCANO.
Oe ordem do Sr. presidente effectivo con-
vido aos senliores socios a reunirein-se ama-
nliia l'5 do coi rento, as horas do costme,
para urna sessao extraordinaria. Itecife 24
de julho do 1857. 01' secrelario,
Eduardo Luiz Crescencio Valletaro.
HEAILIO I.MCMPAKAVLL.
Grande sor ti-
luont de fazendas de to-
das as qualidades.
-
UNGENTO IIOLLOWAV.
dro- lennpe pretoiiei seda la/raila, covado.
Hilo dito liso muito largo, eovade.
Dilu de enres liso niuilu suparior
Setim prelo inacau, covado. .
Panno fino prelo e de cores, pala lodos es precos.
Popelina de seda de cores malisadas, co-
vado.......~......
Chai? de cores, com quadros de seda, co-
vado ............
L.U de quadros pequeos e grandes, co-
vado ............
L.T e seda de novos padrOea, covado. .
Mauritana de seda com cinco palmo de
largura, covado.........
Ursoluia de seda'com qoadroa, ramagens e
liatraa inalisadas, covado......
Seilas de quadros booitoa padres, covado.
Duqueza de seda com ramagem, cov.do. .
Mossulina branca e de eflres, eoeado. .
Chitas francezai linas. .......
("ron lutiiia de suda para vestidos. .
Cassas francesas finas de bonitos padres,
vara.............
Argentina de cores escuras, com salp.cos de
sada, proprio para palils......
Italiana de seda prela com lustre, para pa-
litos.............
Corles de veslilo de seda para senhora, o
mais superior que ha no mercado. .
Luvas de seda de todas as qualidades, para
liomens, senlioras e meninos.....
Lenca de cambraia bordados, muito lino?.
Hitos de dito de linho lisos para mSo. .
Cortes de casemira prela e de cores. .
Curies de colines de gorgoreo de seda, de
varios psdrOes, matizado......
Cortes de laa matizada para vestidos, de
novos padres, com 15 covadoi rada
um. i...........
Chapeos de inassa franeezes tormas novas.
Palitos de alpaca preta, fiuos......
litios de alpaca e gangas de cores. .
tiouitolasde alpaca prela e decores. .
Chales de merino bordado a vallado grau-
des.............
Ditos le dito bordados a seda.....
Dilos de dito com listra de seda. .
Dildl da dito lisos.........
Ditos de dito com franjas de la .
Ditos de Ua adamascados de cores. .
langa frauceza superior de core, eovado-
Horaeiras de rtlroz muito superiores, pa-
ra senhora..........
Em frenie do becco da ConcregacAo, passando
loja Se ferragens, a segunda de faMiida n. 40.
S. STIEBIEL & C, bauqueirosenes
.ociantes, eatabelecidos lia muitos auno-
em Londres, teem a satisfacr&o de psvr-
tieipava seus correspondentes e ao publi-
co, que acabam de lundar casa* liliaes
nos principues portos e distritos manu-
factureiros de Franca, Alemanlia, Blgi-
ca e Hollanda, conservando alm disso
suas proprias casas anteriormente estabe-
lecidas nas cidades mais importantes, o
portos mais commerciaesdaGr-Bretanlia,
e estao em postqao de offerecer grandes
vautajens as pessoas que possam necesitar,
assimem Londres como em ou tro qual-
quer ponto da Europa, de una casa para
compra ou venda de artigos, bem como
para os negocios de tranaaccao de crdito
e banco de qualquer genero.
As pessoas que nao lorem conliecidasdos
annunciantesdeveaoacompcnbarsuas'ji-
dens cora os fundos necessarios para sua
eveucrao ; licando entendidas que os an-
nunciantes nao teem difliculdade em adi-
antar 7."> 0|0 sobre os gneros recebidos
antas de sua venda.
Os precos corren tes e mais infoimacoes
commerciaes, (pie forem pedidas, serao
enviadas gratuitamente, salvo o porte do
correio, podendo dirigir-se aos annunci-
a n tes.
KOB I.ArFECTEUR.
2C20O
*20ll
20200
JaOOO
10000
$850
OOO
9800
18600
loooo
0950
750
320
280
900
420
800
19000

9
1B280
400
Isooo
3*000
.5000
7o500
4COUI
40500
55000
183000
90000
60500
58500
49500
39000
600
98600
-Milhaics de individuos de todas as naces unico autoriado por de,cimodo conselho real.
podemtestemunhar as virtudes deste reme- .. decreto imperia\.
dio incomp.iravel, e provar em caso necesse-
no, que, pelo uso que delle lizeram, tem seu
corpo e menibros inteiramente sDos, depoiu
de haver empregado intilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ha con tren
cer dessas curas maravilhosas pela leitura
dos peridicos que Ih'as relatam lodos os
das ha muitos annos; ea maior parle deis
las sao tilo sorprendentes que admiram os
mdicos mais celebres. Quanlas pessoas re-
cobraran, com este soberano remedio o uso
-le seus bracos c peinas, depois de ter per-
manecido longo tempo nos Itospitaes, onde
deviainsuHrcraampulacSo! uellas ha mui-
tas, que havendo deixado esses asylos de pa-
deeimenlo, para se nao suhmellerem a essa
operaco dolorosa, foram curadas completa-
mente, medanle o uso desse precioso re-
moJio. Algumas das taes pessoas, na elusao
de seu rccoiihecimento, declararan estes re-
sultados benelicos diante do lord correge-
dor, e outros magistrados, alim de mais au-
tenttearem sua allirmativa.
Ningttem desesperara do estado de sua
saulesetivcsse bstanle conlianga para en-
satar este remedio constantemente, segiun-
do algum lempo o tralamedto que necessi-
tasse a natureza do mal, cujo resultado seria
provar inconleslavelmente : Que tudo cura,
O ungento he uttt, mas particularmente
nos seguintei casos.
da ma-
Alporcas.
Cambras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras,
llores decabec;a.
das cosas.
dos meaibros.
KiHermidailes da cu-
lis em geral.
Kiifcrmidades duanus
KrupeOesescorbulicah
Cistulas no abdomen.
Frialdado ou falta do
calor nas extremi-
dades.
Frleiraa.
Cengvasescaldadas.
IncliarOes.
liillainniacao doligadd
da bejLisu.
Illil.lllltliacaO
iriz.
Lepra.
Males das pernas.
dos peilus.
de Ollins.
.Mordeduras de replis.
Picadura de mosqui-
tos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna.
Supuragoes ptridas.
Tinha, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulados.
Veas torcidas ou no
dadas nas pernas.
Vcude-se este ungento noestabelecimen
to geral de Londres n. 244, aStrand, e ns
i loja de lodos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
| lo Ja a America do Sul, tlavana e llespanha.
Vendo-sea 80ors. cada bocclinha.contem
urna initruccao em porluguez para explicar
o modo de lazar uso deste ungento.
O deposito geral be em cas do Sr. Soum,
pharmaceutico, na rua da Cruz n. 22, em
Pernambuco.
ItlI.llliTES DE VISITA.
j Cravam-se e imprlrr.em-se com pcrfeico
\ bilnetes de visita, lellras de comniercio e to-
ldos os objectos da arte caligraphica, le-
igistros, vinhetaa e quacsqunr desonhos ;
abrem-se urinas, sineles, tanto a talho doce
; como em relevo, ornamentos com objectos
! de ouro e prata; fazem-sc riscos lm ios c
(Originaos (.ara borlados de laliyriutho ad-
] mitte-se a reusa de quaesquer destes objec- I para montara ; assim como um grande sor-
tos, no caso de nao liearem a contento das tmenlo das mais bem acabadas obras de al-
pessoas que os encemmondarcm: quem pre- faiaic, tanto superior, como msis inferior,
tender, dirija-so a qualquoi desles lugares : chapos, dilos deso, lencos deaeJa, ditos
I no bairro do Reeife, rua d Madre de Dos [de dita para grvate, ditos de cores, luvas,
n. 32, primeiro au lar ; em Santo Antonio, i suspensorios, meias para Iiomem, senhoras e
ualivraiia classica do pateo do Collegio n, (meninas; camisas, ditas de meias, fazendas
; nas Cinco Ponas, sobrado da esquina para qualquer obra que seja encommenda-
Os mdicos dos hospilaes recommendam o
arrobe de LafTecteur, como seodd piiTJIIK
aulorisado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
goslo agradavel e fcil a lomar em secreto,
est em uso na marinha real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco tem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as af.
feccGes da pelle, impingens, as consquen-
cias daa sarnas, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmores; convm aos catai-
rhos, a bexiga, as -contracees e a fraque/i
dos orgflos, procedida do abuso das injec-
ces ou de sondas. Como anli-sypbililicns
ojarrobe cura em pouco lempo os lluxos re-
centes ou rebeldes, que volvem iocessantas
em consequencia do emprego da copahibe,
da cubeba ou das injecijes que ropresenlem
oyirussem neutralisa-lo. O arrobe Laffec-
teur ho especialmente 'recommendado con-
tra as docncas inveteradas ou rebeldes ao
mercurio eaoiodorelo de potassio.--Lisboa.
Vende-se na botica de Barral e de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, praca de D. Pe-
dro n. ,'iS, onde acaba de chegar una gran-
de porreo do garrafas grandes e pequdnas
vindas dilectamente de Pars, de casa do dito
Boyveau-Lafecleur 12,rua hichelieu Paris.
Os formularios dao-se gralis em casa do a-
gonte Silva, na praca de li. Pedro n. 82.
Porto, Ioaquim Araujo ; Bahia, Lima & Ir-
iii.los; Pernambuco, Soum ; Itio de Janeiro,
Rocha & Killios; e Moreira, loja de drogas ;
Villa Nova, Joo Pereira de Magales Leite ,
Rio Crande, Francisco de Paula Couto fi
C. STARR & C*
respeilosamente anminciam, que no seu ex.
tenso estabelecimenlo, em Santo Amaro,
continua a fabricar com a maior perfeieSo
c promplidao, toda qualidade de machinis-
Oo para o uso de agricultura, navegado e
manufactura, e que para maior commodo de
seus numerosos freguezes o do publico em
geral, tem aberlo em um dos grandes anna-
zens do Sr. Mosquita, na rua do llrum, alraz
do arsenal de marinha, um
DEPilSITO DE MACHINAS,
construidas no dito sen estabelecimenlo.
All acharfto os compradores um complet
sortimento de moendas de caima, com todos
os inelhoramenlos ai_-uns delles novos e
orignaes a que a experiencia de muitos an-
nos tem mostrado a necessidade. Machinas
de vapor de baixa e alta prssSo lachas de
lodo i a man lio, tanto batidascomo fundidas,
carros de mSo e.ditos parnconduzir formas
de assucar, machinas para moer mandioca
piensas para dito, fornos de ferro batido
para fariuha, arados.de ler.o da mais appro-
vada conslrucc,ao, fundos para alambiques,
crjvo-* e portas para l'ornalbas, e urna Influ
dado de obras de ferro, que ser enfadonho
enumerar. No mesmo deposito existe una
pessoa intclligcnte e habilitada para receber
desonhos, e inslrucccs que forem for-lhe
nocidas.
s s: nhoras t]iie ntoiitc.ni
H cavtilio.
Na rua Nova n. 18, luja de M. A. Csju' & C,
ha ricos casavequee de cores, e prelos,
confronte a matriz nova.
nraudas o gradtt*,
Um lindo e variado sortimenlo de model-
los para varandas o gradaras, do goslo mo-
dernissimo na fundicSo da Aurora em Sau-
to Amaro.e no deposit da mesma, na rua do
lirum.
da : a pessoa que vicr a esta loja, achara um
falo completo, e ser um so ^reco para to-
dos, a dinheiro.
-- Compra-so cffectivamente bronze, Ja-
lao e cobre velho : no deposito da fundicSo
da Aurora, na rua do llrum, logo na entra-
da n. 28, e ua mesma fuudicSo, em Danto
Amaro.
MUTILADO
ILEGIVEL


-


.
DIARIO DE PERNAMBUCO SABO O 23 DE JULUO DE 1857
C0ISLT0R10 HOISGPATHICO
OndO se acham sempre os mais, acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
om glbulos, e preparados cora o maior escrpulo e por presos bastante commodos :
PREgoS F1XOS.
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita de a* ... 153000
Dita de 36 > ... 209000
Dita de 48 > ... 259000
Dita de 60 ... 309000
* Tubos avulsos a ..... 19000
Frascos de tinturrademeia onca. 29000
Manual de medicina horaeopatbica de Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina......... 209000
Medicina domestica do Dr. Henry........J 10/000
Tratamento do cholera morbus ........... 2/000
Repertorio do D.-. Mello Moraes...... 6*000
1 PEORAS PRECIOSAS-1
2 1
i Aderecos de brilhanUs, ^
'? diamantea e perolas, pal- >
J oirs alfioeles, briucoa
ie B rozetaa, botdes e anneit
tde diflerenlea goslos e je
diversas podras de valor.
5 Compran). vendem 00
2J Irocam prala. ooro, bri-
llxantes,diamntese pero- g
* las, e mitras qoaesqoer g
IOREIRA 1 IM1TI
LIJA II MM.H
Ra do Cabuga' n. 7.
Receben, por to-
dos osvap, ivsda Eu-
ropa as obras do mais
ff OURO E PRATA.
O abaixo assignado, possuido do.
maior empenho de se descobrir os auto-
<|u;i
^ende-se
na rua do Trapiche n. ~>\, escriptorio de
r AUTIF TT DAHTTTrnr7 lil? "" Ven-de-so urna canoa de carreira, abr-
UilDlllLlL rUnlUuUul UL] la, propria para familia, fabricada toda no-
tes e cmplices do horroroso assassinatoI FTT1R *\ 1 va, de aniarello, ou aluga-se por mez na
p-rpetrado, pessoa do seu mu preza-' 0s senhores SSfAJl'df.cto.I conso.ho' ~J?SStt S CruzdeA.mas. Novaes&( Po r
do amigo Thonjaz Gollan, vice-conul de di diherativo do mesmo Gabinete, eos senho-' com urna grande casa envidracad.. chaos .**?t'"' taP^m vinho do I orto,
S. M. Britannica nesta cidade, oli'erece'res dous tontos de reis a UUCm Iho nrestarN06 tem desucceder aquello, sao convida- ra; no sitio tem Da xa para caim. 2 carim- "
uem
ne
y
c'IJl
fas:
dt
j Aderenn completas
*>' ooro, meios dilos, pulsei- i*
rea, alfineles, brincos e gj
gj roielas, cordbea, Iraueel- jj
S lina, medalhss, torrentes
*> e enfeiles para relogio, e jj
3J ouiros mallos ohjectos de j$
!*i oaro.
j^j Aparelhos completos de S
$ prata para cha, bandejas, .'..
salvas, cailicaes, colherea a
% r^oC:' d"hwro moderno gosto, tan- | a.^^.^.j^ 1
*WmmumS to de *ranSa como j.^".........,...,.,...rf|
de Lisboa, as quaes vendem por
pre^o commodo como costumaiu.
se facto
alguma circumstancia.ou accessorio delle,
de modo que se possa averiguar a verda-
de, assim como assegura, sob sua palavra
de honra, o mais mviolavel segredo, a'
quem lizer qualquer dessas revelac/>es,
pois he bem possivel chegar-se ao lim
desejado, sera declarar-se donde ellas
procederam.
Consulado Britannico II de julho de
I8.")7..II- Augustus Cooper, cnsul.
Fabrica de iacio e tecides
de algod&o.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Chora-menino, e abi tem preparado uma
casa de saude com todos os commodos para
o tratamento de escravos, cujos senhores
residam fra da praca, ou 'que nao os pos-
sam curar em suas proprias casas : quem
para isto quizer-se tilisar de seus servicos
mdicos, que serSo desempenbados com o
maior zelo, dirija-so ao paleo do Carmo n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Preco2/000 diariosexceptu-
ando conferencias, sanguesugas a o pera-
ces.
Iftio-Formoso.S
$& O Dr. JoSo Honorio Bezerra de Mane- f|
%g- es, medico pela I'acuidad da Rabia, lera @
gjgh Pitado sua residencia na cidade do Rio-For- .;.
Js nioso, e de novo eflerece seas servidos a lo- 5j
'-"' das as pessoas que o bonrarem com sua con- S?
@ "" ^
mm @ #^@@^
Precisa-se de caixeiros, na rua da Ca-
dea do Recife n. 50, primeiro andar,
prestando uma iianca de 2O0S00O, ven-
cendo o ordenado de 200.S a 600S, que
lie para vender bilhetes da loteria da
provincia.
SEGURO CONTRA FOfiO.
Companhia Alliauce.
Esiahelecida cm Londres, em marfo da 1324.
Capital cinco rnilhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tea a honra da in-
teresar aos Srs. negociantes, proprictarios de casas,
a a i|ue mais convier que estao plenamente au-
lorisados pela dita companhia para efectuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e podra, cobertos de
tilha e igualmente sobra os ohjectos queconiiverem
os msalos edificios quer consista em mobilia ou
m (azandas de qualquer qualidade.
Sh JoSo da Silva Hamos, medico pela uni- A
^ versidade de Coimbra, muiloa sua residen-
W cia da rua do ('.aboga para a roa Nova n. w
^S 6'J, sesoudo andar, sobrado do Sr. Dr. Ne(- ^
/i lo, c .ilii conlina a receber, das 8 s 10 ;'-.
':; hura da manhaa, e das 3 rs 5 da larde, as J*j
@ peisoas que o queiram consultar. S?
JOIIN GATIS,
corretor geral
E AGENTE DE LE I LOES COM ME RUA ES,
n. 20, rua do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praca do Corpo Santo
RECIFE.
DEHTiSTA FRiNGEZ.
lM4lo Ijaigiioox denlisla, rua Nova n. 41 :
na mesma casa lem agaa e pos denlrlfice.
Tasso Irm os.
Avisam aos seus freguezes, que as ultimas
lannlias de trigo Kichmond ebegadas ao mer-
eado, s3o vendidas em seus armazeus, pelos
seguintes precos :
Calega 269000 por barrica.
Ilaxall 25,v00 idem.
O Dance 24*000 idem.
Colombia 23j0i)0 idem.
Alein des las lem furinhss novas de Tries-
to ds marcas SSSIT. Fontana c prlmeira
quslidade ; assim como completo sortimen-
to das melliores marcas de l'hiladelplila, No-
va Orleanse Ballimore.
o
E *
32
-i o
e
r--o
as
A)
a
a
O
0-5
Lotera
DA
provincia.
O abiuxo assigfnado ven-
de bilhetes garantidos, pu-
los precos abaixo notados,
sendo da quantia de cem
mil ris para cima, a di-
nheiro vista, em sen es-
criptorio, na rna da Ca-
dea do ecife n. SO, pri-
meiro andar.
Bilhetes. 5|*00
Meios. 2.s"00
Quartos. ifiooO
P. J. Layme.
lie chegado a loja de Leconte, aterro
da Boa-Vista n. 70, excellente leite virginal
de rosas brancas, para refrescar a pelie, tirar
pannos, sardas, e espinhas, igualmente o a-
lamado oleo babosa para lmpar e fazer
crescer os cabellos : assim como p impe-
rial de lyrio de Floren; paia brotoejas e
aspendadesda pelle, conserva a frescura e
o avclludado da primavera da vida.
A publico.
O abaixo assignado faz sccnte ao respei-
tavel publico e aos seus freguezos, que aca-
ba do montar dous importantes estabeleci-
menlos do fazondas, na rua do Crespo ns.
10 el4, ondeencontrarSo um variado e lin-
do sortioiento de fazendas de todas as qua-
lidadcs, as quaes vende por pre;o muito
commoJo ; sendo gerente do estabeleci-
mento n. t 0 o Sr. Marcelino Jeronimo de
Azevedo. ). c. Malveira.
itenco
Na grande fabrica de ta-
ma neos da rua Dreita,
esquina da buceo de fc>.
pedro ii. i6.
Ha effectivamente um grande sortimento
de tamancos para todos os tamanhos, quer
a retalho, quer em grandes por;0es muilo em
conta ; e fazem-se lambem de encommenda
a moda do Porto, para homens e senhoras.
Msnoel Jos Leite declara aos deve lo-
res do fallecido Itaphacl Flix Jos Carcia,
que comprou todas as dividas que os mes-
mosdeviam quelle fallecido ; por conse-
guinte s ao annunciante ou pessoa por
ellelegalmente autorisada, poderSo pagar
seus dbitos, sob pena de pagarem segunda
vez O annunciante espera que os senhores
devedores, para qualquer transac;3o que
queiram ellectuar a tal respeito, se enten-
dara com elle, na sua loja da rua do Quei-
mado n. 10. Recife 16 de iulho de 18b7.
Constando ao abaixo assignado,.que
existo em inao de alguom algumas letiras
do devedores do fallecido Kaphael Flix Jos
Carcia, cujas dividas activas pertencem hoje
ao abaixo assignado por to-las comprado aos
administradores da massa daquelle falleci-
do ; pelo presente o abaixo assignado pro-
testa n3o s contra qualquer devedor que
pagar seu debito pessoa incompetente,
mas taoibem contra a pessoa que constituiu-
do-se credor, cobrar qualquer quantia per-
lenccnte ao annunciante sem sua aulorisa-
;ao. Recife 16 de julho de 1857.
Manoel Jos Lcile.
Alioco e jautar.
Por 255000 mensaes : no aterro da Boa-
Vista n. 20
-~ Na rua da Concordia n. 26, deseja-se
faaraoSr. Paulino da Silva Mindello, alim
delle promo>er a cobranca de um val de
urna pessoa que s o mesmo Sr. Mindello
com sua influencia poder cobrar, cujo val
ja esteve em poder de urna pessoa para co-
brar, mas por muilo condescendente nada
conseguio ; todo uegocio se faz com o Sr.
Mindello, com tanto quo elle n3o perca na-
da com o tal vclhaco.
Os abaixo assignados, lendo oblido da Europa, as
necessarias informa rites, planos e orramenlos para
a fabrica de liar e lecer algodao, covidam aos Srs.
socios a vir v-los, no eicriplorio do Sr. Manoel Al-
Vea Guerra, na rua do Trapiche n. .
Igualmenle convidam as pesoas que sobscreve-
ram pura en* ernprea, a rcalisarun a (crceira pras-
latao de 20 por cenlo, o que verificarao de hojo al
IKdeasoslo prximo, no mesmo escriplorio.
As pessoas que anda quizerem fazer parlo dela
empreza, serao admillidaa, pagando o valor das en-
tradas relisadas na occasian de subscreverem no li-
vro das assign.iluras, que alo de 1003 a 5:0000-, r-.
Recife, 1( de julho de 1857.
Amorim, Furias, Guerra \ C.
Prccisa-se de uma pessoa apta e que
ja tenha servido no exercito, e que queira
llcar por oulro por espa;o de 4 anuos, paga-
se bem : a quem convier, dirija-sea rua da
Senzala Nova n. 30.
Fabrica de fia^ao e tecidos
de; Igodo.
Os socios gerentes dcsta companhia, pre-
cisam comprar cal, lijlo, tclha, ara, ma-
deiras de lei em pranchOes e em travs, e
ensarnes, caibros e ripas ; para este lim
convidam as pessoas que negociam nesles
gneros, a dirigir as suas propostas por car-
ta fechada, al 15 de agosto prximo futu-
ro, no escriplorio da snciedade, rua do Tra-
picha n. 14, ondo seifio abertas em sessao
ordinaria dos ditos gerentes. Recife 16 de
de julho de l>57.Amorim, Farias, Guerra
& 'ABJETE portgez
DE
Secretaria do conselho deliberativo do Gabi-
nete Portuguez de Leitura cm Pernambuco
23 de julo de 1857 O 1.- secretario,
Bicardo de l'rritas lbeiro.
Na rua Augusta, taberna por baixo do
sobrado que foi de Jos Mara n. 1, ha para
vender carne legitima do sert3o do Aracaty,
a mais gorda possivel, em por;3o a 320 e"a
retalho a 360 a libra.
Boga-se a lodas as pessoas que tive-
rera contas com o fallecido Thomaz Gollan,
ex-vice cnsul do S. M Uritannica, de as
apresentar neste consulado at sabbado, 25
do corrente. Consulado Britannico 23 de
julho de 1857 --O cnsul,
Henry Augustus Cowpcr.
Lotera
DA
Provincia.
CORRE IIOIE AS 8 HOfUS.
O abaixo assignado anda tem um resto de
seus felizes bilhetes, lucios e quartos da
presente loteria. as lojas do costume, os
quaes nao estao sujeitos ao descont dos oi-
to por cenlo da lei.
Por Saluslianode Aquino Ferreira.
Jos Fortunato dos Santos Porto,
Lourenco Augusto da Silva Santa Bar-
bara rctira-s para a Babia ; se alguem se
julgar seu credor, queira apparcer na pra-
;a da indcrendcncia n. 4, para ser satisfeitu.
Uflerecem-se dous im>c is para caixei-
ro de qualquer estabelccinienlo, excepto ta-
berna, dando fan;a de sua conduela : quem
precisar de seu preslimo annuncie por esle
jornal.
H-se al a quantia de 50J0OO a pre-
mio sob penhorosde ouro ou prala : na rua
da Penha n. 25, primeiro andar.
No paleo do Carmo, esquina da rua de
llortas n. 2, conlinua-sc a comprar peridi-
cos para embruiho a 43000 a arroba, cobre
veloo a 280 a libra, lato c bronze a 240,
garrafas vasas a 85 o cento, e 80 rs. uma,
sendo limpas.
Joaquim da Costa Vieira faz ver a
uem inleressar possa, que vendeu a sua ta-
berna, sita na rua da Senzala Nova n. 22, ao
Sr. Jos Ferreira Alves, livre e desooibara-
cada de qualquer onus. Itecife 2-2 de julho
de 1857.
MUTA ATTENCVO'.
A lOcOOO.
Capas e palitos de borracha, que se estfo
vendendo na loja de 4 poitas da rua do Quei-
mado n. 10.
Confcitaria
59 A
preco commodo.
Vendse urna casa teirea na travessa
de Joao Francisco n. I "> : na rua de A-
pollo, armazem n. -215..
1%
Sao novamente convidados os senhores
accionistas do mesmo Gabinete, para se reu-
nirem domingo, 26 do correte, as 10 horas
da manhaa, na sala das suas sessoes. alim de
concluiros trabalhos adiados na sessao de
domingo passado. Recife 99 de julho de
1857.O !. secretario,
hicardo de Fretas ltibeiro.
Olllm. Sr. provedor da sociedade Or-
thodoxa manda convidar aos senhores so-
cios para assignarom os estatutos cm casa
de sua residencia, na rua da Concoidia n. 8,
hoje das 6 horas as 10 da manhaa, e das 1J
as 4 da tarde, e declara que nenhuma recla-
mado ser aceita depois disto, e nenhum
direito ter.lo a sociedade os que se esquiva-
ren!. Recife 23 de julho de 1857. O escri-
v3o, Manoel Joaquim Silveira.
Precisa-se de um caixeiro que tenha
pralica de taberna : no aterro da ISoa-Visla
o. 84, se dir quem precisa.
OfTerece-se uma portugueza de boa
conducta, par i casa de um homeni solteiro,
ou para fazer companhia a uma senhora e
coser : quem dola precisar, dirija-se a Hoa-
Vsla, rua da Conceico n. 2.
No da 20 do corrente, perdeu ocapi-
lao do brgue nacional Mara Preciosa, Fran-
cisco Alves Meida, qualro matriculas con-
cernenles ao mesmo navio, sendo uma do
dilo capilo, oulra do contra-meslre Antonio
Gomes, e duas finalmente dos muros Anlo-
de Mesquila e Jos dos Santos : quem s ti-
ver adiado, querendo entregar, dirija-se a
rua do Apollo n. 5, qus ser gratificado pelo
dilo capitSo.
Precisa-sc de um feitor que entenJa
de plantacao, para um sitio perto da cida-
de : na rua da Madre de Ocos n. 2.
Precisa-se alugar um prcto, que seja
possante, paga-se bem : na rua do Rangel
n. 13.
- Em uma das melliores localidades da
rua do Hospicio ha uma casa n. 18 B, feila
com toda o gosto e esmero, e em cuja cons-
truyo entra ram as melbores madeiras do
paiz e as melliores ferragens ; a m5o d'obra
loi executada pelos melliores ofliciaes na-
cionaes e allem3es, sendo uo>a das casas
mais conforlaveis, porque seu dono a edifi-
cara para nella residir, c com effeito anda
ahi residi por algum tempo. mas como se
resolvesse a roudar-se e nflo llie convenha
te-la alugada, tencin vende-la. Tem boa
cocheira e estribara, um bonito jardim com
canteiros de pedra e cal, vares de ferro pa-
ra plantas trepa leiras, entrada do. frente e
posterior, isto .he, pela rua do Hospicio e
pela do tiestino, as frentes sao cal;adas de
pedra de Lisboa, as entradas de marmore o
os tectos de estuque, oseadas de volts, entre
o .i--.riiini e a cisa lia um cal;ado de pedra de
Fernando, o jardim he separado do palco dem^ SescraTM cTioqYm"^ hnmt^'flff.'"
encanameulo c um deposito na parle supe- '
Compra-se efiectivamente na rua das
Flores n. 37, primeiro xndar, apolices da di-
vida publica e provincial, ac;oesdas compa-
nhias, e da-se dnheiro a juros, em grandes
e pequeas auantias, sobre penhores.
Veuda-se um cailnlu', ou porco do mallo,
muilo tusii ;<> : na rna do Agoaa Vtrdes n. 80.
HE BARATO HIB AIIMI
Nos q na tro cantos da rua do Queinia-
ilo, loja n. 20, vendem se pecas de madapo-
no com toque deavaria, pelo diminuto pie-
;.) de -.5, 15200, 15600, 158U0 e 2>800 ; a el-
les, que estao no resto.
No largo lo Carmo, esquina da rua de
llorlas n. 2, continua-so a vender manleiga
ingleza de 400 a 15120, franceza a 720, sag"
a 321). cevadinha a 240, assucar branco de
cirocoalsO, cem arroba 53200, gomma a
a 100 rs farinha de trigo a 120, ararula a
200 rs., vinho duque do Porto a 13200, e de
outios autores a 13, azeile doce de Lisboa a
560 a garrafa.
Vcnde-se uma escrava de na;ao, a qual
cozinha o diario do ur.ia casa e engomma
alguma cousa na rua da Aurora n. 36.
Vendem-se farelos e lijlos do marmo-
re, cm casa do Basto Lomos, rua do Tra-
piche n 17, vendem-se fardos jiovos de Lis-
boa, e lijlos de marmore de 12 pollegadas
quadrad s, por pre;o commodo,
Vende-se uma preta de nacSo, de bo-
nita figura, propria para todo o servico : na
rua da Florentina, casa envi lra;ada dufronte
da porta da cocheira.
Vendem-se velas de carnauba puras de
6, 8,10 e 13 em libra,pelo baralissimo preco
de 125 a arroba, lambem vepde-se uma por-
;3o de saceos vasios da mesma cera': na
rua Dlreita, casa n. 59.
Vende-se um sellim de meio uso : na
r uado Livramento n. 16.
Grande pe-
chine lia
A <2,000 is. o corte.
Vendem-se cortes do organdys matisados,
pelo baralissimo prego de 2o00 o corte : na
loja de 4 portas da rua do Queiaiado n. 10.
Vendem-se 4 mnleques pecas do i lado
de 13 anuo-, e 1 cabra bom alfaiate e bom
bolieiro : na rua do Livramento n 4.
Na rua estreita do Rosario n. 25, ven-
confrontc ao Rosaiio em Santo Antonio'
neste eslabeleciment recebeu-se pao-de-l
francez de differentes tamanhos, coberto de
assucar, e a primeira vez vindo a esto mer-
cado, e vende-se por prc;o commoda.
Vendem-se 3 negras e um negro : a
tratar na rua Nova n. 59.
--- Vende-se uma casa terrea cm a rua de
Luiz do Reg, cm Santo Amaro, com grande
quintal bem plantado de arvores do fruc-
lo : os pretendentes poderSo entender-se
com seu proprielario a qualquer hora do da
Vende-se urna preta de niela idade, sa-
dia c com habilidades : na rua estreita do
Rosario n. 1, taberna.
- Vende-se Dgora, de 22 annos, oerfeita engommadeira,
cuzinheira e cosluroira, e mais habili Jadcs
que^se dir ao comprador, com urna llha de
\k S mezes a tratar na Boa-Vista, rua dos
Coelhos, sobrado do um andar, com 7 jancl-
las de frente, pintado do cores.
Vende-se sal do Assu" a bordo do hri-
gue Elvira : a tratara bordo do mesmo, ou
na Irevessa da Madre de lieos, armazem n.7.
Vende-se una carro;a de conduzir 1-
zendas, com cavallo e arreios, ludo novo c
bom : na rua do Queimado n. 32, loja' de
Ierra gens.
]\a loja
das seis portas
Fm frente do LivraiiientO
Cassas francezas com algum defeitoa seis
viiilcns o covado, riscado francez a qualro
\ nlcns o covado, chales blancos de Cissa a
sello cada um.
Na lja das seis
portas em frente do Li-
vramento
39000.
Corles de casemira com peqoeno defeito a
tres mil reis, a quaidade he superior, e tem
sortimento para escolhor, palitos do panno
lino preto e de cores, com defeito, a tOaOOO.
Vende-se um toucador de Jacaranda,
um armario envidra;ado, urna veneziana no-
va, um estrado o uma secretaria em bom
uso, ludo por seu dono so retirar para fra :
na roa Fnrmosa, junio ao lainpcSo do meio,
qu'rta casa, se dir quem vende os dilos
objeclos ; e assim como q-jcm compra um
oratorio com Ires faces do vidro, sendo de
Jacaranda e estando quasi novo.
Cortes dos.
Vendem-se cortes do laa de lindos pa-
droes.com 15 covados cada corte, pelo di-
minuto prego do quinze patacas ; a elles,
antes que so acabem : na rua do Queimado
n. 22, na loja da boa f.
Vendem-se saceos com farinha muito
boa, e saceos de alqueire, por pre;o commo-
do : na rua da Madre.de Heos n. 2.
Na rua da Moeda n. 2, ilcfiotile do tra-
piche do Cimba, ha para vender pipas novas
e usadas, meias pipas, barra novos e usados,
arcos do pao para pipas, Times, arcos de fer-
ro em fexes, ferramontas para tanoeiros,
cal cm podra de Lisboa, tulo por precos
commodos ; assim como barris com azeite
de carrapato.
Vendc-se uma boa morada do casa ter-
rea, com um grande sot3o, quintal, na rua
da Alegra : os pretendentes podem procu-
rar no largo do Peloiirinho, armazem ns.
3e5.
Vende-se uma negra de meia idade
para engenho, por ser costumada : quem
pretender, dirija-se ao largo da Assembla
n. 12, segundo andar.
Vendem-se na rua da Concordia n. 26,
2 bos mansos de carroca, muito gordos.
Vcnde-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, assim como polassa da Hussia verda-
leira : na pra;a do Corpo Santo n. 11.
COH PEQUEO TOQUE DE AVARIA
A DIMieiltO
Pecas de madapol3o lino, ditas de algo-
dSozinho liso muito encorpado, ditas de di-
to trancado e largo : vende-se na rua do
Crespo, loja da esquina que volta para a rua
da Cadcia.
relogios de pa-
tente
inglezes de ouro, de sabonetc e de vidro :
vendem-se a precio razoavcl, cm casa de
Augusto Cesar de Abren, na rua da Ca-
deia do Recife, armazem n. 10.
Taclias de ferro.
Na rundicSo da Aurora em Santo Amaro-
e tamhem no deposito na rua do Brum, logo
na entrada, o defronle do arsenal do mari-
nha. ha sempro um grande sortimento de
tachas, tanto do fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas e Tundas ; e em ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
novs ou carros, livres de dospeza. Os pre;o
sSoo s mais commodos.
Methodo faeilimo.
Na librara da pra;a da Independencia n.
6 e 8, "ende-se o methodo faeilimo- para
aprender a Icr, novamente impresso e aug-
montado, por mil reis.
Aados de ferro
Na fundi;3o de C. Starr & Companhia, cm
Santo Amaro, acham-se oara vender arados
de reno do um modello e construc;3o muito
superiores.
e:;i de carnauba e sebo
cundo.
Vcnde-se no armazem de 1) R. And C,
ja da Cruz n. 15, assim como velas de car-
nauba do Aracaty do supcriori. quaidade, e
lio de algodSo da Bahia, tudo por commodo
pre;o.
Cal virgem e potassa.
Cal de Lisboa chegada nestes das, e po-
tassa superior : na rua do Trapiche ns. 9 e
II, armazem.
Relogios.
Os melliores relogios do ouro, patente in
glez, vendem-se por precos razoaveis, nn
rscriptoriodo agonto Oliveira, rua da Ca-
deia do liecife n. 62. primeiro andar.
CiMAS DE FERRO
i'.xcellenles camas de ferro para solteiros':
vendem-se no escriptorio do agente Olivei-
ra, rua da Cadoia do Reoife n. 2, primeiro
andar.
Ageneia
da fundic&o Low-vloor,
rua da Senzala
ii. 42.
Neste estabelccimcnto continu'a ahaver
um completo sortimento de nioeudas emeias
moonds para engenho, machinas de vapor
e taixas le forro batido e coado de lodosos
tamanhos para dilo.
Vende-se superior linhas de^algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa deSouthall Meilor S C.a, ruado
Torres n. 38.
iechaiisio tm m*
o.
NAFUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W.BOWMAN, AA
RUA DO BRUM, PASSANDO O IIA-
FARIZ,
lia aempre am grande oriimeolo dosee%nlfs ob
joclos drinechaniamoa proprios paraeogenho as-sir
bar : moendas e meias mnendas, da maia moderna'
ronsirurrui ; laias de ferro fundido e balido, da
superior qoalidade e de lodosos tanuahos ; rodas
dentadas para anua ou animars, de todas as propor-
es; crivose bocas de fornalha e reuislros de bo-
iro, aguillies, brouzes.parafusos e cavilhea.moi-
nooa de mandioca, ele. etc.
NA MESMA FUNDICAO.
se executam lodas as eucommendas eom a superio-
ridade ja conliecida com a devida presteza asaca.
modidade em preso.
TACHAS PARA ENGENO
Da fundicao de Ierro deD. \Y. Bowinan
na rua do Brum, passando o chala-
riz, continua a liaver um completo sor-
timento de tachas de Ierro fundido e bati-
do, de o a 8 palmos de bica, as quaes se
Khama venda por preco commodo e com
promptidao, embarcam-se ou carrepam-
fe cm carro sem despezas ao comprador.
Moinhos de vento
eom bombas derepnxopara regarhor aseba
i a decapim : na fundirn de o. W. BowmtD
n a roa do Brum ns. 6 8 e 10.
Encasa da Saunders Brothers C. praca
do Corpo Santn. 11,ka para vendar o se uiou
Ferro inglez.
Piza da Suecia.
Alcatro de carvo,
Eonasde linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodolizopara saceas.
Bito entrancado igual ao da Bahia
K um completo sorlimanio da fazendas propno
para este mercado ludo por preco commodo.
LO OOS
Rua da Cadcia do Recife n. 18-
Ha um sortimento de RELOCIOS de todas
as quuhdades, tanto de OUItO como de PRA-
TA, ditos FOLIADOS e DOURADOS. assim cor
mo para senhora, todos garautidos e po-
prec,os commodos.
AVISO
aos 1er re ros.
F. POIRIER. Aterro da Boa-Vista n. 55
Tem para vender, a vontade do com-
prador :
/ova
CARVA DE PEDRA
de primeira quaidade, por preco com-
modo.
Velas de esper-
to acete.
Vendem-se caixas com 25 libras de ve-
las de (i em libra, a' preco commodo. em
de Isaac Curio c\ C., rua da Cruz
n
O
Na rua do Fapundes, loja u. 7, la-
8-ee i n;;oiiiiii.i s( eom peifetrao, e pre-
ro commodo.
Na Inn.iiciio dn,|i. W. Ilowman, em F-
ra de Portas, jrcrisa-so do ollieiaes marci-
noi ros.
Na fundicao da Aurora precisa-se


,!
pa
o-
5W
ICasa de Saudei
DO DR. f
3 PEDRO AMONIO CESAR, S
.,': Na cidade de lioianna, beceo do ^
vi? l'a\rio n. 14. O
^ O Or. I'edro Antonio Ceiar recebe prs- @
,.j aoaa doenlea para Iratar em su i c*a a' dta
S. mencionada, proinellrndn de i funcres medicas com muilo lelo e aclivida- W
m
v.i dada.
;',$ l'rero diario.
Paweai livres. 35300 W>
W eacrafaf. 2|tJ00 :.,'.
:.
francisco Manoel de Oliveira Lima,
proprii-tario do engeuho Conceico Nova, na
provincia das Alagoas, passou a assignar-se
por francisco Manuel Mannho Falcu do dia
7 de julho corrente em diante.
Precisa-se de um caixeiro : na pada-
ia da rua Direila n. 24.
No dia 25 do corrente, depois da au-
diencia do Dr. juiz municipal da segn la
nra, se procedcia a a rematico dos bens
seguintes, pertenoentes a testamentaria do
finado Antonio Jos inx ira Lima :
escravos,
servico deba 1x0 do eobei la.
Precisa-se doum cozinherro: no lar-
go do Hospicio junio ao quart-l, casa do de-
serabargador Men les da Cuuha. Paga-se
bem agradando o servico.
Preojsa-scalugar uma boa tola para
escriptorio d advopacta, ein uma das mas
prximas a do Collejjio : juein a liver
o 1111 uncs*, ou i
t^pograpnia. l'm sitio na mesma rua, com a casa n.34,
PRECISA-SE de 11 na .una de leite: lecom diversas cazinas, tudo por :330j
a halar na rua da< l'nr/ n I I c.-.., l*rccisa-se de um caixeiro do 16 a 20
' L :lannoS' q"e le""a Pralica e laberna ou sem
uo.iiiaar. i ella: na rua da Trempe, taberna n. 1.
Uai sobrado na rua do Aragao n. 45, ava-
hado em 9U0/ reis, que renie 145.
",'ma casa terrea na rua Jo Itosario n 25,1les que Jas provincias
iluda em e0#, que lende 73. ,ar8 sul chegaiido a
ndiiiiie a sua morada rusta I qUe rende 10/.
U
ava
Uma casa terrea, na Soledode, rua de Joo
Fernandes Vieira 11. 32, avahada eni8007UUo
rior da cozinha aoude se conserva agua para
consumo da casa, a qual lie levada pelo mes-
mo encanameiito a diversos lugares do edi-
licio, tem om quarto com bsnheirode mar-
more e azulejo, com vlvulas para despejo
Os aguas em um catino de 230 palmos de
comprilo que couduz nao s essas como to-
das as mais do servico o da cliuva a marc,
os bandos podem ser quenles 011 frios, para
o que ha no banhelro duas torneiras, ue que
urna commuuica com un deposito d'agua
queme assenle sobre a chapa do fogao da
cozinha. Tem oulras mullas coniinodida-
ds que podem ser examinadas pems pio-
len denles, dirigi do -se par.i esso lim ao Sr.
Joao Valenliiii Vik-lla, que Ibes facultar a
entrada. 1'Je convir a todos e especial-
mente a um senor do engenho que nesta
cidade quena fazer a sua residencia. Quem
a pretender comprar, dirija-se a rua da Ma-
dre de Dos 0.86 ao seu proprietario, que he
Vicente Ferr ira da Costa.
D. Atina Joaquina de Mello Lins faz
sciente a quem inleressar possa, quo no ar-
rendamenlo do engenho lious Iranios, que
pelo juizo de orphaos deste termo esla em
pra;a, uo se co aprehendo uma baisa do
capim, que estando encravada em trras do
mesmo engenho, pe tenccnle todava a an-
nunciante, e como lal foi excluida do inven-
tario.
nECOM.MliNDAC.40.
Ilontem as 5 horas da tarde, indo mcus li-
lhos a praia de S. Francisco, em Olinoa, on-
do eslou com miaba familia, levaram cm
sua companhia um muUtinQo do S anuos
de idade, de nomo Manoel, uxierlo o muilo
inteligente, eo vollaram dabJ psra cisa, i|ue
lio nos Ojualro Cautos, do palco do Carino
desappareceu, sendo indubiiavcl que fra
furlado, porque cria de casa, nunca l'ugio, o
foi sempro muito bu.11 procciido : recom-
iiiendo-o a tod s as auloildades policiacs e
aos meus amigos desU provincia, e da i'ara-
Inba, Alagoas e Iiio de Janeiro, onde he de
muilo coiiiiecido certos que eslou resolvi-
00 a proceder contra qualquer, cu cujo po-
der o enco .t ar. lie para lastimar que con-
tinu nesta provincia o roubo de esclavos,
e que talvez aoja sustentado pelos trafican-
do norto carregam
ponto de roduzr a
escravidao pess r.s livres.
Antonio B da F'onscca.
- Precisa-se una ama para casa do duas
pessoas, para cozinhar o comprar: tu tua
de S. Jos 11, 49.
- .Na rua da Conceigao da Boa-Vista,
casa n. 58, alugam-so 2escravas para ser-
vido de casa, ou de rua.
A dnheiro i vistd !
Na loja de fazendas da rua Direila n. 65.
vende-se urna grande diversidade de fazen-
das linas o grossas, proprias do mercado,
sendo chitas, cassas, algoJoes, lencos, du-
raque pelo, as quses ven lem se por menos
do cusi, para o que moslra-so a entrada;
sendo isto para liquidarse.
Na io/'a po
na iio
11. 10,
L.I t 8-
cobertos e descohertos, pequeos e grandes,
de ouro patento inglez, para bomem e se-
nhora de um dos melliores fabricantes de
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Southall Meilor &('.", rua
do Torres n. 38. -
CHAPEOS A TAUEHLLK.
Do atraillado fabrican 0
Pirineau de Pars.
Acjliam de ebegar pelo ultimo paipicle,
os supra mencionados chapeos destr ala
mado fabricante, e vendc-se na loja Je
i poitas, da rua da Cadeia do Recitor
t8, de Narciso Mana Carnciro.
Venda de
pianos.
Wudem-se muitos lindos e excellenls
pianos, cln-jjados ltimamente de Ilam-
ven lem-so-saludas de bailes ou do thcatros,
assim como ricos chapeos para cabeca de
senhora, por preco commodo, vindos ulli-
uiamento de franca.
- Vendem-se coruciros pequeos para
se plantar : na rua das Trincheias n. 39.
Vendem se 33 animaos de roda o
mellior possivel, e entre elles 10 mulla;.
muito novas e bonitas: quem os proteo-
der dirija-se a" loja da rua do Crespo n.
1", que ahi se dir'quem os lem para
vender.
Ao barateiro da ru da
Cadeia do /iecff-t,
-Na loja n. 50 da rua da Cadeia do Recife,
delroule da rua da Aladre de lieos, enconlia-
r0o os Ireguezcs um bom sortimento do fa-
/eiid'S, quecm porco o a retalho se ven-
dem por proco barato, o mencionaremos chi-
tas Ikks de cores lisas o covado a 150 l(;o
In') o 200 rs c em peca a S9200, Sa600 ('.''
riui 0 69801. chil-s lrai.ee/as ,),. |,0ilo
goslos a aeO, 2^0, :i00 e 320, cassas ,|0 cores,
largas, fazenda que nao desbota a 260 rs.
covado, corles de cssa dula de cores rxos
o prelos a lcoo, 1-800 e 2-, cassas francezas
ue cores a 480 o uoo rs. a vara, mussulinas
eom lloizinlias o cores (xas a 320 o envido
dilas muilo linas com flores malisadas a',
4*0, cortes de cambraia do cores muito lina, I
Sf^Va*?'** teDd0 fazcnJa corB!
ramagem de frent-j jara Toldos, pelo dimi-
nuto preco de 6; o corle, populinado cores!
com l.stras acham dotadas, fazenda nova pa-
ra vestidos a 960 o covado, e mepullna ou
laazinba com a margen malina la a I70OO o
KfiV(IOa'ner1a'Ian'l-'l);,:l')a2,,0rs vara e| Hu..,..........,w .*., ru.
; Ooiia Ht'aviira, eom peca de Ual8#,
chal da cores com quadrinhos o cambraia
de seda a 800 rs o covado, panno azul de boa
quaidade a Is800e 23100 0 covado, e fino
preto e azul a Si00, 3^6110, 4?, 4^500, 5)5u0
tes-
picio : na rua da Cruz 11. 53, casa de J.
Keller ov C.
1)

OE ESTA YEDEIDO BA-
RATiSSIIfl
Na loja do Pregui?a, na rua do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, conti-
nu'a a vcnder-S! militase diversas fazendas,
por precos baralissimos, entre ellas cani-
braias francezas, psdroes novos e cores li-
xas, pelo baralissimo preco de 480 rs. a va-
ra, dilas de cordio muito linas a 500 rs. a
vara, cassas francezas muito linas e de pa-
drees os mais modernos que ha no mercado
a 640 a vara, chitas francezas de lindissimos
padrees a 280 c 300 rs. o covado, inussuhna
branca a mais (na que he possivel a 440 o
covado, iliu do cor a 340, cortea de casemi-
ra de cor de lindissimos padroea e superior
quaidade a 6/ cada um, cortes do briin de
puro linho de lindos padrOes a 2b40o c^da
,.n!fiol0r,,le'lJtosa,'i-' d!l0r 'le |8?'Lao a bur^Ve'com'liodos retrato no~froot
I>3b0, ditos de culim do lu ,os padrocs c
muilo cocoreados a ic600 cada um, lengos
de cambraia para mflo a 120, ditos mais Anos'
a 220 pecas do brelaoba de rolo de 10 varas
a 2- rada uma, chitas escuras de diversos
padroes e cores lixas a 140,160,180 e 200 rs.
o corado, o a peca a bs, 6?, 6IS0 o 7*500ca-
da urna, cobertores proprios para escravos a
700 rs rada um, grvalas de seda de lindos
padroes a 19, dilas p'retas de srlun a 1. 2S0,
dilas de cortes em outrogosto a 700rs. cada
uma, luvas de sedi de todas as qualidados
para homens e senhoras. lencos de seda de
bous goslos, gangas mescladasde lindos pa-
dioes a 600 rs. o covado, corles de castores
le bonitos padrOes a I? eada um, eatnbraias
lisas linas a 4-^500, com 10 varas, ditas ditas
mu lo linas a 6/, o oulras mudas fazendas
que se deisa'.n de mencionar, e se vendero
por bar'.tissimos presos ; c se dario amos-
tras com penhor ; assim como meias case-
miras ce quadriulios miudos, muito pro-
prias para calcas c palitos a 600 reis o coja-
do, riscados francezes de lindissimos pHdroes
a 210 reis o covado
Vndese na rua da Concordia n. 26,
um casal dg araras, dous papagaios e duas
cabras paridas, de boa raca
M\ltMF.L\DA DE L1SBOX.
No deposito das bichas, rua estreita do
Rosario n. 11, rcccbc_-se muilo nova mar-
melada, e cuito alva.
.vfiusKtiliiaN brancas e de
corev.
Vendc-se mussiilina branca muito fina a
4?0 rs. o covado, ilila de cores do exfolenles
padroes a 320 o covado : na loja da boa T,
na rua do guohuado u. 2.
Algodao Hioiistro,
Vcnle-sc algodSo monstro com 8 palmos
de largura, muito pro;rio para toalhas e
Icnces, pelo baralissimo pre?o d? 60o rs. a
vara : na loja da boa f, na rua do Queima-
do n. 22.
CEKA DE CARNAUBA.
Vendc-se cera de carnauba de muilo boa
quaidade, recentemente chegada : ni roa
Foi iraifsferido odeposito ciaslc iaropa para a bo
licadtjoa da Ci uz Sanios, narua Novan. 53"
garrafaa 550O, a meia3O00, sendo falso lodo
aquello que naoforvendido neste deposito,peio
quesefaz opresenlraviso.
IMPORTANTE TARA 0 PLBLICO.
Para curado phlysicaem loduiosseusdifleren
tes^roa, quer mol i va da por constipacOes, losse
a8t!ima,pleur7.escarros dcsancue, dArdecoa-
lados e pe lo, palpitara o no corara o, coqueluche
nroucliile, dfirna .imana, e lodas amolestia
dosor.-a o pulmonares.
&$ Nwtf; .vi .
R n asa de Itabo Schmettau &Companhias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
H-Jiuburao. ,
Vinho do Porto
superior
chamico.
Vende-so nicamente em casa de arroc
Castro, na rua da Cadeia do Reci fe n. 4.
I Sellins e releffios.
SELLINS e RELOGIOS de plenle
inglez : a venda no armazem de
Koslron Itooker cV Companhia, es-
quina do largo do Corpo Sanio no-
mero 48.
de r
Ca
de
dre de Dos.
jLuvas Conslantemente acharSo na loja do Le-
- cont, aterro da Boa-Vista n. 7, as verdadei-
ee.^OO o hiialinenle oulras multas fazendas'rus luvas de Jouvin. de tolas as cores
que, a dnheiro, so vendem baratissimas, e igualmente ricos penles de tartaruga da ul-
dao-se amostras com penhor. I tima moda. ^
oeposi
\u princeza da fabri-
de l. (as <>. no [{iu
aneiro.
Vcnde-se a prc?o commodo rap fino,
grosso o meio grosso, da arredilada fabrica
cima, rhegado pelo vapor S. Salvador ; na
roa da Cruz n. 49.
carvio Piran ihglez
para fogo de cozinha, e vende-se em casa
do Poitier, no aterro da Boa-Vista n. 55.
i,obre < id. in< e Vende-so constantemente na praca da In-
dependencia n. 4, a um e meio por cenlo.
SECRETARIAS.
As melhores que at boje tem apparecido
a rste mercado : vendem-se no escriplorio
do agente Oiveira, rua da Cadeia do itecife
n. 6, primeiro andar.
Vendc-se a verdadeira fra\a inple-
za n. 97, dos afamados fabricantesay
& Martin, em barricas de 1"> du/.ias de
polis : cm casa de James Crabtree & C,
rua da Cruz n. 42.
50#000 de gra-
tiieaeao.
Dcsappareceu no dia 12 de junlio pr-
ximo passado, um esersvo de nome An-
tonio, de idade de 5i anuos, pouco mais
ou menos, com os signaes seguintes:
ernas tortas e um osso crescido no hom-
bro direito: quem o aprehender leve-o
amado Trapiche, no hotel Caf Fran-
cez, que recebera' a gratificarlo cima.
Fugio do engenho Coelhas.'termo de
Serinhaem, no dia 22 do prximo passado
mez de jnnho o escravo do nome Jjs, com
os signaes seguintes : idade, pouco mais ou
menos, 30 annos, baixo, grosso, cor bem
preta, tem una cicatriz na testa, he de An-
gola, mas parece crioulo por ter vindo muito
pequeo, por cima da sobrancelha, prove-
niente de um taino ; levou camisas e cerou-
las de algodSo branco o de lstras, e lambem
urna camisa de bata encarnada com colla-
rinho aniarello ; esto escravo foi ha pouco
comprado ao Sr. Malinas Guedes, que lti-
mamente foi administrador do engenho Tra-
piche do Cabo, em cuio engenho foi visto
algunsdias depois de fgido o referido es-
cravo : quem o prender pole leva-lo ao en-
genho indicado, ou nesta praca em casa do
Sr. Manoel Alves Ferreira no Forte do Mal-
los, que ser* satisfactoriamente recompen-
sado.
-----Pi dia 2 de marco do corrente anno,
fugio do engenho Conceico de Muribeca,
um escravo do abaixo assignado.de nome
Luiz, crioulo, com 40 annos de idade, pouco
mais ou monos, do estatura baixa, propor-
cionalmenlo grosso, cor preta, rosto redon-
do, sem barba, nariz n3o chato, olhos regu-
lares, bous detes, maos, peinase ps gros-
sos, lendo os calcanhares junto aos lornoze-
los um pouco inchados, um tanto cambeta,
quando inda melle alguma cousa os joelbos
para dentro, esperto e bem fallante, levando
roupa de algodSozinho de riscado e chapeo
preto de seda. Desconlia-se que este escravo
fura seduzido por Joao Cabra I do Medciros
natural do sortSo do Mochlo, branco, com*
30 annos de idade, pouco mais o monos,
de boa es'atura, espigado do corpo, grossu-
ra regular, rosto comprido e descarnado,
com pouca barba, nariz afilado, um pouco
sallado no meio e arrebitado a pona, olhos
pequeos, denles limados, cabellos prelos e
corridos, mSos, pernas e ps grossos, tendo
um pe e uma perna inchados, um pouco ga-
go e aperta os olhos quando falla. Este ho-
mem linha chegado ha pouco a esta provin-
cia, viudo da Parahiba, para onde do dito
lerUo do Mochle; fra rcmelti lo preso para
sentar praca na tropa de linha, o que deixou
de cffocluar-se por ter sido julgado incapaz
para o servico, do que traz uro documento
mandado passar pelo presidente daquella
provincia c por elle assignado. Achava-so
empr< gado no encarmenlo do referido en-
genho Conceico, quando desappareceu o
dilo escravo, sabindo elle tambem oculta-
mente sem que para isso houvesse motivo de
qualquer qoalidade : quem apprehendcr o
dito escravo ser gratificado com 2005000, e
com teo a quem der noticia certa do lucar
onde elle se acha.
Jos Roberto de Moraes n Silva.
Fugio do dia 18 do corrente mez, um
negro de nome Antonio, crioulo, cor fula
reprsenla ter 35 annos do idade, estatura*
regular, tem falta de dentcs na frente, bar-
ba crescida, um grande calo na m3o direila
e uma corrta no alto da cabera. levou vesti-
do caiga e camisa branca, e chapeo de pa-
Iha : quem o pegar, ;ieve-o a rua da Praia
de Santa Rita n. 3, ou ao cartorio n. 19, da
rua das Trincbeiras, a entregar a Manoel
Joaquim Baplisla, que recompensar.
PERJM TYP. DE M. F. DE FAR1A, 1857 "
MUTILADO

ILEGIVEL
-


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