Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06570


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Full Text
rx
JVNNO XXXIII N. 1(6
Por 3 mezes adiantados 4-3000
Por 3 mezes vencidos *|600.
OUMA FEIRI 2."i DE JILOII DE I8.7
Por anuo adiantado 15$000.
Porie franco para o subscriptor.
EMCABBEGADOS DA 8UBSCB.IPCA DO NORTE.
Parthiba, o 8r. Joo Hodolpho Gomes ; Natal, o 9r. Juaquim
Pereira Jnior ; Ararat, o 8r. A. de Unios Braga; Cea-
ra'.o Sr. J. Jote de Oliveira ; Maranhio, o Sr. Joaquim Mar-
iirus Rodrigue ; l'iauhy o' Sr. Jos Joaquim Avelino ; Pi-
r, o Sr. Justino J. Ramos ; Amazonas, o Sr. Jeronjmo da
CosU.
PARTIDA DOS COBBEIOS.
Olim!* : todoaoaiHMiWgaiahoraaJttilla.
.guras, (Mnaac PiraMkt: ua iqnsklai inut-tm.
S. Vnl.io. Besamos, Iti.niu, Cmara'. Allinlio (enrakuUI na ices a-foira.
s. L.mr.-ii;.,, Man ii Albo, Naiareib, Ursweiiv, Brej
Flora, Villa Bella, llu-Vi,a, Oaricarre Eu', auaonai irjlm
Cabo, ljiojoca.NTitiliiieni, Hii> Ki
mcntriraa o Natal
.Tejos os correi
Posooaira, lega
taavllsiraj.
orruoso, IJiia, Bam-iru?, Agaa-Preta
rataus-fetN*
I parlcm as 10 horas da manlia.
Pi-
AUD1E.N :iAS DOS TRIBUNA ES DA CAPITAL.
Tribunal do com nercio : segundas e quintas.
Relac vo : tercas eirai e sabbados.
Fa reda :quartai e sabbados as 10 horas.
Juizo do commei ci : segundas as 10 horas e quintas ao meio dii.
Juizo de orphaos : segundas e quintas aa 10 horas.
Prirneira vara di eivel : segundaa eseitasao meio dia.
Segunda ara do clvel : uartas e sabbados ao meio dia.
tegoria de urna provincia que se denominara'pro-
vincia de Miuis-Nuvas,lendo por capilal a cidade
Ueste nome.
' Arl. 2.' A referida provincia dar' dous dipu-
tado* a assemblea geral legislativa, e sua assemblea
provincial se compora' de viule membros.
Arl. 3.' Fiera o governo autorisado a crear as re-
parltjes e i-v i"I'r os necassarios regulamenlos, e
fazer as despezas exigidas por esta creadlo ; revoca-
das as disraosiji.es em contrario.
ir Pajo da cmara dos depolados, ->2 de agosto de
1836.Or. Aulonio Oabricl de Paula Koneca.
tm que se deve laier uo livro mealre a declaraban I O Sr. l-'iu/.a. depois de algunas observajei, man-1
da molestia com que eiilrain para o hospital as pra- t pi a mesa o seguinte reqoemnanto, que he apoiado '
r.as de pret; declara, para ci nhecimeulo da guarn- : e entra em discuno.
i,lo, qaeell.r se aclia resolvida uo arl. 1.", das lis-j Kequeiro que se per.ln iuformajes ao governo I
Iroccftes que baitaram com o aviso circular do Mi- i geral, uuviito o governo provincial a Bahia e as ca-
uslerio da i metra, de 12 de seterobro de 185J, que | maras muuicipnes das comarcas de Purlo-Seguru
manda sejam laes asseutamentos feilos na casa de Caravella'.l-uza.
ubservajes. O Sr. Cesar oppe-se ao requerimcnlo.
Ueler mina o memo marechal, que em quaoio nao A discus-au lica adiada pela hora.
forem salisfeilas as requisijue* dos livros para nova
PARTE GFFICIAL
COMMANO DAS ARMAS.
Qnartcl fea ral do c o mojando du armas de
Pernambnco na cidade do Recite, ana. >[ de
albo da 1867.
OROEM Ii DIA N. 7.
U marechal de campo comrnaudsole das armas,
em soluc.Au a' duvida proposla pelo Sr. commandan-
le du uono h italha de infantera, acerca do lugar
EPHEMERIDES DO MEZ DE JULHO.
7 La cheia as 4 horas e 24 minutos da manhaa.
14 Quarto minguante as 10 horas e 57 minutos da manhaa.
21 La nova as 3 horas e 53 minutos da manhaa.
28 (Juarto crescente as 6 horas e 55 minuto da tarde.
l'Itl.A M A I DE HOJE.
Prirneira as 5 horas e 18 minutos da manhaa.
Segunda as 3 horas e 42 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
20 Segunda S. JcronymoEmiliano : s. Elias proph.
21 Tena. S. Pratedc's >. ; s. Daniel proth.
22 (Juana. S. Mana Magdalena.
23 Quinta. S. Appulnario b. m. : s. Liborio b.
21 Sexta. S. Chrislna v. : s. hi,inn-ro Solenu.
25 Sbado. S. Thiago ap.
20 Domin go. Saula Anua Mil da Alai de Dcos.
escripliirajlo dos corpos, coniinue asta a er feil
nos amigos livros, de accordo com os uovos mode-
los; ficandu revogada nesla parle a urdein do dia u.
502 de juuhu uiliiuo.
Asugnado.Francisco Sergio de Oliveir*.
(.'informe.Trajano Anlimio (jonjalve de Me-
deiros Oliveira, capillo ajudaole d'ordens.
__22__
ORDEM DO 1)1 A. N. 8.
O marechal do campo coinriiaiidanle das armas,
publica para couheciinenlo da guarnir-) o avisu do
mttiislerio da guerra abaixo Iranscnplo.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocias da
guerra em 8 de julho de 18">7. lllin. e Etm. Sr.
Hsvendu por lietri Sua. Mageslade o Imperador
couceder uid anuo de lieenja com lodos os venci-
Dieulos inherentes ao command das armas de provincia, em virlude do drpoilo no decreto o. 8%
de i do correule ao lenle general graduado Jos
Joaquini Coelho, para ir traa' de sua ladea aa Eu-
ropa, assim declaro a V. Eic. para soa intelligencia
e expedicao das convenientes ordena neste sentido.
Dos guarde a V. Etc. Jernimo Francisco
i -ili i. Sr. preside tile da proviucia de Pernam-
bnco.
Cumprase. Palacio do governo de Pemambu-
co, 20 de julho de I8>7. Porlclla. Conforme.
Antonio I.eile do Piulio.
Determina o inawmo marechal, em cumprimenlo
au aviso do minislerio da guerra do primeiro, com-
iiiiiincado pela repartidlo do ajudante geral a i de
julho, que o oilavn, nono e dcimo balalhSes de
mfaiilaria (enham prumptos a embarcar pra o Rio
(rande du Norle, no primeiro vapor que para all
partir as praeai seguidles : oilavo batalhao um pri-
meiro saigeuli, un segundo lila, dona cabos, 20
sollados a 1 cmela ; nono balallio, dous cabos,
20soldados a 1 corneta; dcimo balalhao, 1 fur-
riel, 2 cabos e 20 soldados ; a< quaas vao com pas-
sagem para a cumpanhia I n|u-l i provincia ; de-
vendo acompaoha los a* senlures alteras Ciriolsno
de Castro e Silva, e Julio Cesar di Fomeca, aquelle
do oilavo e eile do nono de iufaiilaria, que furam
transferidos para a referida campanilla em troca
com o senhore alfares Joo Anlouio da Silva e Ci-
ero Frauckrin de Aluncar Luna, o qual deve ser
considera lo palo nono b.italhao. esludando na esco-
la milil.ir.
Por esta oceasia declara o marechal de campo,
qua aos seohores commuiidanles de corpos, compele
engajar as pravas de pret qua livtrem complelado o
lempo de servs, a eirepcao dos cadetes e soldados
particulares dando depon parle a esle quarlel ge-
neral para ser pulilicadu em ordeul do dia, como de-
termina n arliso 17 do regnlainenlo de 1 de d<-
zemliro de I8>2.
Assignado. Francisco Sergio de Oliveira.
Conforme. Trajano Anionio (oogalves de Me-
deiros Oliveira, capitu ajU'taule de ordens.
O Sr. Paes Uarrelo, oblem urgencia para ler as
redan-oes oas emendas ao projeclo que fita a forja
naval, a a do projeclo que concede um anuo de li-
i-em.-a ao Dr. Elias Jos Pedrosa e oulros, as quaes
sao sem dbale approvada*.
Seguuda parle.
Enlia em segunda discosrio o arl. I.' e seos para-
graphos do segurte projeclo :
o A assemhleageral legislativa decreta:
Arl. |." A forjas de Ierra para o anuo linancei-
ro de 18.8 a 1859 conslaro:
S I." Dos ofliciaes dos corpos movis e de suar-
i BltJJIo,da reparliro eccleaiaslica e dos corpos de sau
de, de i-i.i iii-rn ii i de prirneira e de segunda classe,
de engerilieirns e de eslado-maior general.
a at.' De dezuseis mil precn de prel de I i n lia em
circurn.t-ociaa ordinarias, e de \inte e sais mil em
circiimstancias eilraordinarias.
3.- Da mil e quarenta prajas de pret em com-
panlnas de pedestres.
' ^ a," O quadro ros corpos arregimenlados lie
inallcravel em qualquer das cireumslancias : a alie
rasio que as forjas litadas huuverem de aoftrer em
re .cao a essas cireumslancias lera' logar por aog-
mento ou diminuijao das pradal de prel das compa-
uhias dos rnesmus corpo*.
Arl. 2.- As turcas ftadas no arligo antecedente
serijo completada* por engajamenlo volunlario ; e,
na insuHiciencia desie meio, pelo recrutaxenlo, nos
termos das disposijoes vigenlee.
a Os individuos que asseularem praja volunlaria-
meule servir.1o por seis anuos, e os que forem recru-
lados por oove annos.
Os volunlarios, alem da gralificacao diaria igual
ao sollo inieiro, ou ao meio sold de prirneira pra-
ja em quanlu forem prajas de prel, conforme Irve-
rem ou nAo servido uo eiercito o lempo marcado na
lei, percebero, como premio de engajamenlo, orna
gralificajo que nao exceda a qualroceutos mil reisl
e quaii'luconcluirem sen lempu de servijo e forem
eaeusos, lerilo nma dala de Ierra de viole duas mil e
quinheiilas brajas quadradas.
A (|uanlia que exime o recrulado do servico
conliuua a ser a de seis ceios uiil reis.
O eonligenie necessario para completar as dilas
forjas sera' distribuidu, ern circumslaucias ordina-
rias, pelu municipio da corle e pelas provincias.
Arl. 3.- O governo lica aulorisado para d-slacar Ioradeni
al* quairo mil prajas da guarda nacional em cic-i Entra"
cumsiancia extraordinarias.
de deliberajo ;
dos Irabalhos.
o urgente, manda
ar ;i--i'[ito nasla
eleiloral da Mi-
as Ferraz da Luz,
ou o fallecido couego Anlouio
oi com uigeucia a
vado sem dbale,
Jos Xavier Oar-
isco da Silva.
, como he de es-
camara fica lo-
KIO DE JANEIRO.
I V1IU!. DOS SUS. llH'lTV1MS.
SESSO DE 23 DE JIMIO.
'residencia do Sr. ti'Conde d\ Bacpendtj.
A' hora do coslume, feila a chamada, e aclian-
do-se reunido numero legal, abre-e a sessa.
Lidas aa acias antecedentes, he approvada.
0 Sr. Vrtmeiro Secretario d conla do seguidle
expediente :
Um olli'-iii do ministerio da guerra, eorr.mutiican-
do uflo existir na secretaria documento alsuui sobre
0 recrulamenlo procedido as frenueiias de Villa-
Nova e Pacaluba, proviucia da Sergipe.A quem
fez a requisijao.
Dito do Sr. depulado Dantas, commnnicando nilo
poder comparecer sesillo de boje por achar-se do-
enle.Fica a cmara inleirada.
1 "id requerimeiilo de JoSo Correa Moreira, pelin
d i ser oaturaiisado cidado brasileiro.A' cummis-
s.ri de podrree.
Dilodo tenenle do 1.- balalhAode infaotaria Frau-
ri co de Paula Pimenlel. pedindo que se llie cunte
lempo que servio uoc.rpo de polica da corle.A'
c imruiisSo de mariulia e guerra.
Dilo do Dr. Aulonio Jos de Sedl* Reg, oflicial
da secretaria da Faeol Jade de Medicida da corle, pe-
dindo -.Hmenlo de ordenado.A' comroissao de
pensiles e ordenados.
Dilo dos empregados do corren, da provincia de
S. Paulo, pedindo augmento de scui ordenados.A'
i'oimni-,1 i Je pensoes e ordenado*.
Dilo dos guards da alfandega da cidade de Para-
nasu, pedindo augmento de ordenados.A' cotu-
iiii--.li) de pensoes e ordenados.
Dilo da comrnisso promotora do novo instillo
dos .rir !ih-iiim I ', pedMirlu urna -uliveue:Ui annual
de 5:0t)0s000 para a iiiiuutein.'a i do iuslilulo.A'
cuinmisso de fazeuda.
Dilo de Fredericrr Rihlke, fibricanle de pianos
nesla corle, pedindo a eonceatSo de nina lotera em
liiif licio de seu eslabeltclmeuto.A' commissilu de
fazeuda.
Dilo de I). Emerenciana Rosa de llrum, pedindo
que lliesejam Iroadas 16 nulas que posaue do ex-
linclo Bmcu do Brasil uo valor de 1:112 >-.A" com-
miss.io de fazeu la.
He lido e approvado sem dehale o parecer da com-
mi's.io de fazeuda iiidefeiiud a preteujao de Lucas
1 i'inidz de Aquiuo.
L-se e vai a imprimir no jornal da casa o parecer
d i c .rnrnis.-.i i Je poderes *ohre a cl'ijo do segun-
do di.trelo da provincia do R B-Graatde do Norle, o
qual reconhece depulado por esse dislriclu au Sr.
Jos Thomaz Carcia de Almeida, e suppleute o Sr.
I.uiz Francisco da S'lva.
Aclian1o-se u.i sala immediali o Sr. bario de Ma-
roim, depulado pelo primeiro circulo da proviucia
de Sergipe. he iiitroduzido ruin as formalidadei do
eslylo. presta jurameutu e torna Itfeiiio.
O Sr. Presidente delara que leudo fallecido o Sr.
conego Aulonio Felippe de Araujo, ilopulado pela
provincia de Minas, nomea, segundos ealxlos da
casa, para a iteput'SAo que tem de Hiattir ao seu fu-
neral, boje pelas i horas da tarde, aus Srs. barao de
Porlo-Alegre, Pinto de Campos, Augusto Correa,
.\lha\ de e Bielas.
O Sr. Rodrigues dos Sanios, ubiendo urgencia,
fundamenta e manda mesa oscgumle projeclo, qu-
ite julgado objectu de del'beraca.) a rlispensado da
lmpres*a.
a A assemblea g'ral legislativa rtMolva :
Artigo nico A parochia to Amparo do muni-
cipio da cidade de Bragaiija, da provincia de S.
Paulo, far parle do oilavo diatriclo eleiloral, e a
pirochia du Succorro, do mesmo municipio, he trans-
(-n.f i para o novo dislriclo da mcsma provincia re-
yogadas as diiposijes eir. contrario.
o Pajo da cantara dos depulados, 22 de junho de
I8"i7.Rodligucs dos Sanios, m
OUDEM l>0 DIA.
Prirneira parle.
Enlra em priiatra diieasclo o seguidle projeclo :
< A asiembtel i-eral le^idaliva resolve :
ir Arl. t.- Fici approvado o derrelo de 27 re no-
vembrode 18!, declaran.lo que na aposeuladnna
concedida ai> cies-rnliargador d i eilincla t:asa da Sop-
plicn.ao, Pedro M iileir.i de Abreu Brandle, se deve
comprehenil'T o yancimenfu ,p,. |,n|,, Cuin0 ,u\r
conservador ro- privilegia odo commercio, i con-
tar da data di meanil ipusenladorla.
Arl. 2." KevogaiD-M ei dlsposicoes em conlra-
rio.
r Sala das commindes i ranura .los dfpali los,
IH de juihn de 1857.L. A. iVr.ira Franco.__
francisco da .-rira Cirneiro.Joi de llarroi Pimen-
lel. ..
O Sr. I.ulz C.H'Ins pe le que c-l projeclo lenha
unta eii diiru-.~i>.
A cmara Con-ente.
lie adoptada sem debate e remellado a cemmis'ao
de redacjilo.
Entra em primeiro discoss.io o legalnle projeclo :
o A eteemble gcr.il rlecrela :
a Arl. 1." Al comarc-ide Per(o-Srgaro eCara-
vellas, da provincia l.t Baha, e a do Jeqnilinlionlta,
na provincia do Miaai-Geraee, lean elevadis a ca- J. J. Teixeiru Jnior.
Esle projeclo foi julgado objecli
val a imprimir para entrar na ordi m
No houve mais expediente.
O Sr. presidente julgandu objec
ler a seguidle n doran :
ir lodico queseja chamado a lo
casa o suppleute pelo 11," dislricti
nas-eraes, o Sr. Dr. Antonio D
afim de preeucher a vaga que dei
putado pelu mesmo dislriclo, o Sr
Filippe de Araujo.Salalluel.iiI
commis-ao de conliluijo.
OH DEM DO DI.|
IVimeira parle.
V'erilicajao de pol iris.
Eulrou em di>cussao, e foi appr
o parecer, e porlanlo declarado pilo Riu (iraude do
Norle, segunou dislriclo :
Depulado o Sr. leueule-corouol
ca de Almeida.
Supplenle, o Sr. Dr. .uiz Fran
Presta jurameulo e toma asseul
l>lo, o Sr. Garca de Almeida.
O Sr. barao de Pollo Alegre, pella ordem, cora-
inunica que a depulajau nomeada lassislio ao fune-
ral do Sr. depulado conego .vuloni\ Filippe de A-
raujo.
O Sr. presidente declara q
leirada.
Prosegue a ordem do dia.
He sem dbale adoptado em ler)
foi remedido a cummUsao de redac
approva a tabella dos vencimentos
da secretaria do consellio lupremoj
Enlra em segunda dtscus>ao o
jeclo que aolonsa o governo a alie
coes pira matricula dos estudanlcs
imperio.
Sa lidos, apiado e enlram em ldiscusso com o
projeclo as seguiules emendas :
Em lugar dearligo nicodica-te-arl. Io,
SHppnmiiiilu-fe deste art. -.- palavrlisrevogadas as
disposires em contrario.Vilella Vivares.Barao
de Cainaragibr. ..
0 Onde dizlen aulorisado o governo,digo-se :
ficam auloriaadas H coigregajoss lai ficuldades,
lodo o mais como uo projeclo Di\. Marliuho.
Sergio Macedo.
1 ni pugna o projerlo o Sr. Tilo.
A discussao fica adiada pela hora.
Segunda parle.
Fo rjas de (erra.
Enlra em disenssao o arligo primeiro do projeclo
que lixa as forjas de Ierra.
Oram sobre a muleria os Srs. Viriato, e Gomes de
Souza.
A disenssao fica adiada pela hora.
O Sr. presidente marca a ordem do dia da essilo
seguiuie, c oncerra a sessao as 3 e 3|i da Urde.
ENCARREGADOS DA SCBSCRigAO NO SIL
Alagoas. o Sr. l'.laudino Falcao Dias ; Bahia, o Sr, D. Duir
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Perein Martins.
EM PERNAMBLCO.
O propietario do DIARIO Manoel Figueiroi de Firia ni tul
livraria, praca da Independencia u. 6 e 8.
quanto he. luloridade, de todos quanlos eoxtrsam euion lomar urna rewlnda iiileiramcnle vilenla,
odes c as le- -
grande ha
^ttr* ^w?~! sttr***. "z^isixttmssn \ ; V.T.- ^?;,L-Hzvo tom,d
um carac-
gs dirigidos cnnlra a
O Sr. Silveira l.obo : Cedesse do sea orde nado,
he o qua linha direilo a fazer...
prazer.
n (Juan lo enlrei no etercieio do emprego que oc-
cupo, soube logo que aquelle professor nao euipre-
gava lodo o esmero que devia no ensillo dos alom-
uos, a pois oov queixas conlra seus descuidos.
( Mais velhu na cadeira, e mais habilitado que u
segundo professor da segunda cadeira, qae n foi
creada em ISi8, devia elle gozar de boa repolaja
eir discnsto, e
ao o projeclo que
dos empregados
Mil llar.
rligo l" do pro-
i 11 r as reclama-
uas academias do
?''","'; ."" ""'"--.....mi mi imperioem re- um como o lado do goveruo, e fez-se a eleijj
lijan a eleijao do meu colfega e amigo o ex-presi- moderajao e ordem.
denle da provincia de Sergipe /, oppoalcdo, qoe, como disse anlecedenlemenle,
(I sr. silveira Lobo: \ ejamos o que isso conla mallo pequea terca na provincia das Alagoas,
'"Ye" ex nao podendo disputar com o parlido que se diz cni-
sr. sa e Altiuquerqiie : Nao Mo para o no-! ervador. a eleijao mnnieipal da freguezia de Mu-
bre depulado, lallo para a cmara, fallo para o paiz, ceiti, e nao lite convind perde-la, porque e-a perda
para o sabiuelepassado coro quem erv, para o go- sena lalvez urna derrua previa para a elcclo de
verno actual de quem sou delegado, para a coroa | depulados ; o que fez Procurou inul.lisa-la.'e por i e ler maior numero de discpulos ; ora o enfrario ~-
USr"Silveira Mlm F.. n e. e. ,,. ...i. V, ^"'"ndo de proposito dentro da orna o segundo prulessor linha tempra de 80 a 100 e lan-
sr. Silveira L*bo .Eu o censure como dele- da freguezia de Ipioca mil e tamas cdulas -lem das lo. alumnos cora frequencta lb.lual e elle nunca
gado do poder eteculivo, e com d.r.ilo para islo. : receb.d.s. Eu digo que a opposico o fez de pro- t.nha mal. de 40
O Sr. Sa e Albuquerque:Eu dirig Ires das de- ( poiilo d para ver se o nobre depulado me contesta ;
pois ce haver chegado a provincia das Alagoas a se- j lenlu documento para responder coule-lajio do
guinle carta cunlidencial ao Sr. ex-mintslro do im- ; nobre depulado, se a Dzeite.
Perl"; O presdeme da pruvineia eslava convencido de
lllin. e fciin. Sr. conselheiro.Macein, 31 de ; que essa violajao fura feila nao por um aclo de mo-
oolubru da IKjC.lalvez nao seja sem inleresse de-, ment, imprevisto, por um acloque lodos rejrovam,
clarar a V. Etc. que o meu collega o Dr. Salvador i emboia lilho da exallacSo ou loucora de um s indi-
Corre, de Sa' e Benevidee, presidente da provincia viduo, mas por urna 'resolujao fria e calculada de
ile Sergipe, procura fazer-* eleger depoladu pelu I urna fraejao de lime i- pooco prudentes e resigna-
circulo do enedo desta provincia. Elle, entregue dos. Era urna arma reprovada com que se pretenda
aos .eus nicos recurso, sem o meu auxilio, lalvez inulilisar um proces.u eleiloral nileiro, inulilisando
nao posa ser eietlo. Nao eaiaii no propoe.il de in- assim os direilot e esforc de u.na grande porco de
cidads-
Difcurto do Sr. S e Albuquerque proferido na
setsao de 30 de junho de 1857.
O Sr. Sa' e Albuquerque ; Sr. presidente, nao
eslava no propoiilo de lomar parle na prsenle
discussao ; porm, urna circumlancia imprevista
para iitiin. o discurso proferido i,a ultima sesaao pe
lo nobie depulmh) representante da provincia de
Minas-Geraes, obri,;ou-me a inscrever-me eulre os
entrando na presente discussao, Sr. presdeme,
Paco da catira dos depulados, 27 de maio de il "'h",S P""""' Plvrai sao dirigidas em agra-
e | decimenlo ao nobre depulado representadle do vi-
de Minas-lieraes, polo servijo que
J. M da Silva Paranhos.-I. Velloso Peder- B.si
1857.
neiras.Antonio Penlo de Azevedo.
'edem a palavra contra os Srs. Nehias, SflllM.
Silveira Lobo, Busque e Andr Bis
Itorges Forte
los.
Pedema palavra a Tavor oSrs. barao de Porlo
Alegre, Carro, Pacheco, llrnn Ido, Virralo, Para-
nlioi, Rodrigues dos Sautos, Pmlo Lima, llaplista
Monleiro e Jagriaribe.
lcbaro-se presentes os Srs. pro-i.lente do eonse-
Ino e ministro da guerra e da mariulia.J
Orou o Sr. Nebes.
A discussao lica adiada pela hora.
0 Sr. Presiilenli re' para urdein do dia :
1 nrneira parle.Discussao do parecer da com-
mietaa de poderes sobre a attelo do suon lo dislriclo
do Kio (.rande do .Norle, se eslver impresio.
I." discussau do projeclo n. 2 denle anuo, que ap-
prova a labella dos vencimeules dos inagislradns e
empregados do tribunal do cuuselho supremo mili-
tar e de juslija.
2." discussao do projeclo n. 12 desle anno, que
aulonsa ao governo a mandar matricular em qual-
quer da.s laculdades do imperioos alumnos que por
iiiolivo.jusluso naolenli.m feilo.
l. discossau do projeclo n,21 desle anno, que au-
lorlsa o goveruo a esleuder o beueficio da navegacao
a vapor para o norle ao porlo da Victoria, capi'lal
da provincia do Eapirlio Santo.
Conimuajao da discuti do requerimenlo deadii-
menlo do projeclo n. 90 de 1851. que cria urna pro-
vincia com denominajao Minas-Novas.
Segunda parle.Conliuuajao da segunda discus-
sao uo arl. I. e seus pa/agraplios do projeclo que lita
a lurja da Ierra.
Levanla-se i es3o as 2 l|2 horas.
SESSAO EM 25 DE JUNHO.
'residencia do Sr. uias. I eir.
As II horas o Sr vrce-presidsnlo declara aberli
" ** e he I"1 approvada a acia da anlerior.
U Sr. primeiro secretario d couta r!o seguinte ex-
pediente :
Offiofo.
I> ministro rio imperiu :
Commun landu que o governo eulende de inle-
resse pubhc encamgar da presidencia de S. Paulo
au cun.elhrrro Dr. Ju.e Mara da Silva Pirinhoe,
para o que impeira da cmara a compelenle licenca.
A cuinmissao de cuusliluijao.
Cunimuiiicandu que deram se as convenientes or-
dens para "ue f.sse paga a gralificaca de 200o, vu-
lada pela cunara aus seus dous ofiicaes eucarregados
das acias das sesses, e dacontabilidadedasecrelaria
Inleirad-i.
Trai.smillindo o aulographo da resolujao da 8s-
semdlca gem, approvando a pernio de I1> meosaes
a Fluriabella Mxima da Silva.A' ar.hivar-se
Do vice-pre-id.iile da provincia re Pernambuco i
triviainlo dous templares da colleja de leis pro-
mulgadas ela assemblea legislativa 'daquella pru-
v "Ca.A' commiss.ro de a,semblcas provinoiaes.
Enviando rlous exemplares do relaloriu que o
eoDKlheiro Seraiu T.ixeira de Macedu apresenluu i
assenililea pruviiirial.A' Archivarp.
Du Sr. depulado padre Piulo de Mendonrs, par-
Irci. amo incommoios de saude, desde o dia 22 do
correule, pelu que au pdi aiuda cumparecei as
ses-ea.Inleirada.
Do Sr. depoladu Dr. Araujo Jorge :
Participan lo Hambein iiicommodos,que o inhiben,
de comparecer hoje.Inleirada.
/V'/ricrimc/i/cije.
Dos guardas da alfandega da provincia de Pernam-
buco, pedindo augmento de ordenado.A' commis-
sao de pensiles e ordenados.
He D. Virginia da Silva Migalhao, viuva do cr-
relo da secretaria do imperio, pedindo urna pensao
m remuner.'ijao dusservijos presladoa por seu fal-
lecido .marido, que servio de correiu da secretoria
da rarnara A' me.mi commis- .
De Gonjaio da Silva Porlo. juiz de direilo do
orejo, em Maranhao, pedindo dous anuos de liceora
com seu ordenado, para ira Europa Iralar re su'a
saude.A commis>a de fazeuda.
Uo Cabi lo da S Melropolilana. pedindo decisSo
de um requerimenlo ha 2 annoi apreseulado a cma-
ra, pedindo augmento de congrua.A' mesma com-
miislo, e a de negocios ecclesiaslicos.
Da empreza dramticaGimnasio,pedindo urna
ubvenjil.A* commissa.) de la,en la.
De losa Joarjnim de Suza Jouior, subdito portu-
guez. resnleiils em Canlagallo, pedindo ser ualura-
lilarlo.A' commre-ao do con.liluie.ao.
DeCarloiBdairdoHolllerl, natural de Brunswick,
lypngrsphc. retidenle em Pernambuco, pedindo o
ine-nio..\' inesma coinmissao.
Do Firirino Jos de Souza l.iina, pedindo ser ad-
millulo a fazr arlos do loe 5- anuos, e malricular-
e no (. mdieo na Taculdade da corle.A' coinmis-
sao de inslrurjao publica.
. I'arecer.
Joao done ilvel\reir Lima, 'nli tilo poilugnez,
reside nesla corlednde |s',|, e i.ella -eacha e-;dl>e-
leeido, -en lo o ch.r,. ,i, ,rma commertlilPerelra
l.nna c\ C. lesej. naliiralisar-se cldldao hrili-
leiio, dispensando.c-lhe o lempo qne lem de cor-
rer depon da derlarajlle por ello feila na cmara
inuniripal aus 27 de mi.....lo crrenle anno.
.. A eommil-ao de consliloijao pensaqtie a sup-
plica e-la no caso de ser deferida favoravelmuile,
i> .1,1 o que nPreca a seguidle r<-suliies0 :
o A aisembli geral legialalivi resolve :
o Ait. unic. O governo fica lolorisido param.n-
dar pas.ar rarl i de iiaturalisacilo de cid idflo brili-
leireao eabdilo porlasuez Joo Gnnjaive Pereira
Lima, revuga lai as dHrtaic.Aei edi contrario.
: Pajada cmara di.s Srs. depulados. 22 de junho s.'"paes: Brrelo e da depnlac.i del Alaeoa. .
.J. Pacheco.A.C. da Cruz Machado, cmara agora ve' qae esse eslrangeiro continua a
elle leve a honda le de fazer ao aclual presidente
da provincia das Alagoas, liazenlo ao conliecimeii-
t da cmara e d paiz alguns fados imporlanles de
srra admiiiislracao.
O meu agradecimenlo seria complslo. caloroso, se
0 nobre deput.do, pomlu de pane us resenlimenlo
as circomstar.ciat. qae os acompanharam com lodo
u rigor da boa f e da joslija.
Infelizmenle, pirein, assnn nao acontecen, e eu,
por amor da verdade e dos meus deveres, vejo-me
ohrigado a protestar viva e enrgicamente con n a
maiieira infiel e ixrcial, pela qual os faclus oram
exposloe.
O Sr. Silveira l.cbo ; Nao basta protestar ; he
preciso mostrar que houve iuexaclidao.
O Sr. S e Albuquerque : He u que vou fa-
zer.
Sr. presidente, depositario e execulor da prirneira
autoridade adminislraliva na provincia das Alagoil
desde 1851, na me esqueci um s momeul de que
neis vivemos em nina monarcliia representativa,
islo he, em um paiz de publicidade, onde os acto
oflieiaei eslo sujeilos a exime, i discus.ao e cen-
ura, e as aoloridadesque us pralicam, accujao
9 respousal'ilidadr.
Nao me esqueci um sri inslinti d,n leis pe
quaes devia pautar lo los os meus direilos assim co-
rajajalcdos os meus teveres.
A-im procedendo sempre, achn me felizmente
habilitado para explicar i cmara e ai paiz, de urna
maneira, meu ver, honrosa para a auluridade que
exerci, au s us fados de que fez menean o nobre
depulado, como quaesquer uutres de nimba adrai-
uisirajao.
Sr. presidente, o oobre depuladu, levado sem du-
vida por um senlimenlo que muilo louvo, mani-
feslou il que ponto sobe u seu inleresse pela ur-
le de seu irmA, qoe eterce autoridade judiciaria na
provincia das Alagoas.
O Sr. Silveira Lobo : Nal foi islo s. foi o de-
ver de depulado.
O Sr. S e albuquerque : Mas ao mesmo lem-
po tralou de desvirluar os aclos do aclual presiden-
te da provincia das Alagoas, alini de atenuar o pro-
ee lmenlo pouco regular do seu irmSo.
O zelo do nubre depulado pela sorle dessa pessoa,
que de 13o perloide loca, arrasloa-o a urna lula em
que au pude deixar d ser infeliz, porque a lula
contra a verdade e os fados, lie sempie infeliz.
Se o nobre d'paladu defendesse sea irmao, pro-
curando smenle ju-lilicar seus excessos e abusus,
eslava n seu direilo ; mas u-ve empacho esque-
ceuse de qoe linha lainbem um grande devera
rumprir ; devera ames de Indo nao lurlurar a ver-
dade dos fados, pirque, senhures, na so he esle o
di ver do depulado, com a i-to tem direilo um seu
entiesa, om fuucciunario respeiladur das leis do paiz.
,rA pojados.)
Sr. presidente, preslei bstanle atlenjao ao discur-
so do nobre depulado na parle em que se referi ao
presidente das Vagn, e vi com desgosto qoe lo-
do o seu esforjo consisti em (presentar esse presi-
dente como mu autoridade- arbitraria e vio-
1 eula.
De doas classes foram os fados mencionados pilo
imbre depulado ; fados dr una ordem poltica e
fados de ordem inlerraineiile administrativa.
Ouairto ai s prii.ieini-, disse u nobre depulado, qoe
o aclual presidente das Alagoas linha idlerviddu na
eleieflo municipal e de depulado felas u anno pas-
udo.
O Sr. Silveira Lobo ; E piovei-o.
O Sr. S e Albuquerque: Procuroo provar a
inlerveiija dessa presidente na ileijao de depula-
do do j.o dislriclo eleiio-al das Alagoas, e na elei-
jao municipal de 7 de selemhro, du anno pai-
ladOa
IJuaiilo aos segnndus, o nobre depulado mencio-
nou rluus faclus. o da rem-cao dada pelu presiden-
te na pessoa de um prufessur de primeiras lellras, e
o da uspeii.ao de um juiz municipal qae he irmao
do nobre depulado.
Diseutiici um pur um ffldos os fados que mere-
cern] a aiiah-e e o escapello minicinso, mas injus-
to, do nobre depulado, e cutifio que hei de conven-
cer a cmara e ao paiz de que d3o abusei liem dos
meus deveres do neulralidade eleiloral, e nem das
leis cuja eieeojtlo me cumpria, e das quaes julgo
ler feilo o uso o mais discreto.
(Jiiaiilo inlervuijo di pretiiienle das Alagoas
em f.vur da eleif* do nobre e\-presideiile da pro-
vincia do Sergipe, o nobre depulado apresentou um
doromento.
au possn bem saber de que nnlurezi In esse do-
cnuienlo, mas posso dizer a' cmara que a pessoa
qoe se pre-tou a firnece-lu ao nobre depulado he
um eslrangeiro ingrato, um Porloguez odiado por
lodos, um hornero iuleiramenle desmoralisado um
hiiinein que nao merece coriliuija publica, um li-
me m emlhii que pela sua coiwlucla aliabiliaria, pelo
seu cumporlaiiiedtu desregrado, em um i poca arile-
lerior u governo imperial aulurisou presidente das
Alagoas...
0 sr. Silveira Lobo : Isla he que Ciiu\ern pre-
var ;ii aa.pode assiID fallar de nlngoem.
O Sr. Sa' c Ellniquerqac : ... n governo Impe-
rial aulorisou o presidente entao da provincia das
Aleeoas, n nosso di-titicl cullega o sr. conselliciru
J i lenlo da Cuuha e Figueiredn a deporla-lo.
Ese digno ei-peesidenle, levando lalvez ao ex-
Ceu-i a sua indulgencia, euiendeii que esse rigor po-
da ser dispensado, c a deporlajao nao leve lo-
gar.
Creio firmemente que a nvorali Inda publica na
provincia d-s Alagoas leu) perdido fum a presenra
dess" Porliigriez aguador e turbulento apoiados do
I auxiliar aqoclles que fo ininigos mos di ludo
lervir na eleijau, e ja Ihe ponderei que seria pruden-
te que elle nao se arriscasee na lula.
a V. Etc. romprehen.ler.r fcilmente que a elei-
jso du Dr. Benevides por esla provincia seria allri-
buida, e com razao, ao governo, e he juslameule o
que eo deseju que na acoiiteja.
O lempo dos escndalos presidencial! nai po-
cas das eleijoes ja paasuu Se o meu parecer nao a-
gradou ao meu collega, nloterei remedio senao ma-
n i fe-Mar francameiile a minha opimao acerca dessa
candidilura. Nao sei se desla forma desagrado ao
givernn, mas sou coherente com os meus principios
o com o roeu passado. N'nma provincia como esla,
annde mais leve volitado du governo faz se sentir
poderosamente, a candidatura de um delegado do
governo sob a sombrada admuiiitrajao nio pode
deixar de ser feliz. E ueste caso, posto em jugo o
meu nome sem o meu consentimenlo, nao devo lor-
os.
O Sr. Silveira Lobo da' om aparle.
O Sr. Sa' e Albuquerque:Viito que o nobre de-
pulado duvida de lulas as asseveraedes que nao
pnrlem de si propno ou de seus amigos, eu iuvocu
um jornal d.i opposj.1 em meu apuio ; ulTereco Ihe
om 'locamente) que na lite pode ser su tpico de um protesto assiguado pelo individuo que
se diz chafe da opposijao. e que se acha publicado
no n. i05 do Tempo. Nesse documento leein-ae as
seguintes palavras :
Em lal conjunclura a opposijo protaslou e fun-
damenlou o seu proleslo com todas aa provas que
o Procurei adiar a caua de'la differeura, e me
diziam lodos que era pouco zelo e iienhuma'dedica-
cAo, pois que Ihe sobrava a devida capacidade ; ve-
nliqoei por meio das inspecjes, e conveuci-me des-
la verdade.
Como nutria hoai di-po'iijo?s em favor dese
professor, sabendo-que eJTa hbil pude convenecr-roe
de qu cun simples advertencia e indicajes sobre o
roelliodo de seu mina havia elle de lomar o devi-
do inleresse pelo adianlamenlo de leus alumnos,
fi-lo por vezes e sempre que iuspecciova a aula,
mal sempre sem proveilo.
Em outro logar diz ainla u direclor :
ir Neuhum prufessur havia menusprezado assim as
minhas prescripjoes. Cvohecta que leria de fuluro
lula e degoslos, purqoe entao eslava elle ja no ha-
tillo de nSo querer cuidar de sua aula, e porque nu-
tras cireumslancias me indicavam que elle se julgava
muilo superior ao lugar que eterna, e que linha a
cadeira em conla de nma lic-cura para fazer di-
reilo a seus veneimenlos e nada mais.
Km oulra parte do eu ollicio acresccnla o direc-
lor da insirucjao publica o seguinte :
Foi nesse dia 22 por larde que recebi om olTiciu
desle, cujo conlexto era um completo de desalen-
mero superior, para os infractores das leis nao lo-
nir-me de (al modn iudilferedle que pareja auluri- I grarem os effeilos da fraude. ..
sar o abuso. Manifeslarei pois com franqueza a mi-1 He anda a propria opposijao quim d! qoe, feila
nha opinilo... a apurajao, os volados foram lmenle i individuos.
a lenho a honra de ser, etc., de V. Etc., colle- Para prova-lo eu lerei um trecho de um arligo de
ga, amigo dedicado e ohrigado.Antonio Coelho de fundo do Tempo n. 100 ; he o seguidle :
Sa'e Albuquerque. i S. Et. mandou contar 800 votos da eleijao da
A leitura desla caria lalvez enlloque apparenle- freguezia de Ipiocs, sem duvida porque 800 furam
minie ero poncao uro pouco desagradavel peranle a as lisUs que a mesa declarou ler-se recebido ; e por-
npiniao publica o nobre ex presidente da provincia I que apparecendo roubada a urna, e eiicuulrando-se
de Sergipe ; mas eu vou explicar os fados como el- 1,700 lisias mais alem do numero de 800, S. Ex. eu-
m. O nobie ex-presidenle de Sergipe nao (emleu que nao houve (roca ou sobsliluija das 800
e acha va enl.iT na* Alagoas, linha porcm all ami-
gos que se nleretsavam pela sua eleicilo ; essesami-
gos desconfiando de suas forjas, e procurando ga-
libar mais terreno em favor da candidatura du nu-
listas recebidas, e smenle inlroducjan de 1,700....
.... Como poder suppir-se que as80O listas nao
forun suhsliluidas, e rnenle houve iiitroducjao de
1.7tK) Purque apuradas as 2,500, us vulus
bre expresidenle de Serg pe, prevaleciam-se do no-1 recahiam smenle em indiv.duos, he razo contra-
me do presdeme das Alagoas. prodceme, o
Chegando a' provincia, e vendo que o nobre ex-1 Na falla de oulros docomenlos eu aceilo esla de-
presidenle de sergipe se achava no campo da eleijao claraeo. He pois a propria oppusirao quem diz que
em posica maj favnravel que os oulros candidatos, a volajao fui unnime. E sendo assim. a resuluj3o da
o que devia faaer 7 Sem duvida relrar da eleijau o presidencia nao pode deixar de ler legal e juila. O
nome do governo, fazer com que lodosos candida-! que imporlou o meu acto'.' Imporlou, de um lado,
los corre>sem |iarelhas no mesmo campo e com as punijo da fraude calculada e confessada. du nutro.
mesmas armas, lodo, com as suas furcas, nenhum prolecjao de direilos legal e mansam.ole exercidos.
apoiado pelo governo ; nesle sentido deelarei fot- Esta coiicluso he legilima e natural, purqoe ain-
inle a quanlos comigo couver-avam que lal i da mesmo quaudo houvesem levado a urna o 1,589
eleijao nao ca de governo.
(Joando entend que i opiniao pubca eslava sa-
tlsfeila com essa declarar! da presidencia, que a
mirilla re gada, que a moralidade da alminslrarao eslava pro-
tegida contra quaasquer calumnias, deixci, como
era meu dever, que os candidatos dispulassem eulre
si a eleijao Onde esla' puis aqui a uilervenju do
presidente das Alagoas em favor du aclual represen-
tante do quinto di'lriclu eleiloral daquella provin-
ria ". Espero pois que o nobre depulado mustrar-se-
ha razoavel confessando-se balido neste campo.
Nanjiam dezar Ihe lcara' disso. Pude queitur-se
das infurmajies lal-.:- qoe leve; lira de si essa res-
punsabilidade, alire-a sobre os amigos que o Iludi-
rn!. De minha parle deicupa-lo-bei.
Eis aqni explicad o meu eomportamenlo na elei-
jao desse dislriclo. Acredito que a cmara nao pora'
em duvida a mioha sincerldade. Apoiados.)
Mas, Sr. presidente, lie-nie dolurusu ueste mo-
mento fazer urna roufissao, he-me doloroso decla-
rar cmara dos Srs. deputa-dos que eu Uve mullos
desgostos por causa dessa eleijao do 5" dislriclo das
Alagoas. Eu era collega afjeijoado, amigo do nobre
depulado ex-presidenle de Sergipe, e e-e nobre de-
pulado, por causa de minha iiiflexibilidide poltica,
nos ltimos das da eleijau rompen comigo as mas
relajes O nobre depulado ah est : elle declare
se he assim ou nao ; elle qua diga se fui ou nao se-
vero de tmi! conjra um meu collrga, se me deve o
favor de sua eleica>....
O Sr. li-uevi les ;.Nao, senbor.
O Sr. S e Albuquerque : Ouan lo vi que as
discu-tOei que [iverain lugar nesla cmara por occa-
sio da approvajao de diplomas de dflerenles Srs.
depulados, nenhuraa voz se levanlava para fazer
umaaccusajo au pres.denle das Alagoas em relajan
s eleijoes daquella provincia ; quindo vi que us-
la cmara tomaran) assent o proprio irma du no-
bre depulado, supplenle pe 5- disimilo eleiloral
das Alagoas, e um uotr cid.idao que nao he suspeilo
em principios polilicus, o Sr. padre Miguel Correa
de Araujo, depulalo supplenle plu circulo de S.
Miguel ; quaudo vi que esle dous eidsiiaos, mais
ciiuhece lores dos meus edol do que u nobre depu-
lado, lendo lisenld nenia casa, leudo a palavra por
si, e lendo a occ-siio op|>orluiia, nao zeram a me-
nor censura, a menor aggresao au presidenle das
muilo feliz iiesta pirle dillicil di miulia adininis-
Iricio.
Nulri esla conviejao. Sr. prndente, e nulri-a com
forja, porquV ella linda por si, alem da opiniao pu- cidade.
blica desapaitonada e imp.rcial, a Iranquillidade de
minha con deveres. Dorou pouco purem esla salislajao de meu
espinlo, qtio eu lumava como recompensa d servi-
jos que bem puucas vezes *au recunliecido'. O lie-
bre depulado por Minas euleudeu que eu e-lava i|-
lodidu; enenrregou-se de lirar-me a llloslo, assevr-
rando qoe eu e que a provincia inteira, que peusa-
va como eu, ignoravamos os fados. De minha parte
averbu de snspeil} o uobre depuladu. A provincia
fara' sem duvida o mesmo. (Apoiados da depulajao
das Alagoas e de alguna orillos Srs. depuladoi.'i
Sr. presdeme, para que a Cmara te pussa con-
vencer de que o presidente das Alaguas au inlerveio
uas eleijes, nao procurou dirigir para uulro rumo
o espinlo publico eleiloral da provincia, eu farei
rnenle urna riflexo.
O grande molivo, senhores, que as pocas elei
loraes arrebata e desvia as autoridades da lenda de
seus deveres, he sem duvida a preferencia as elei-
joes para seos amigos polilicoi, Creio que ninguem
contestar i verdade desle principio. Ora vejamus
qaaei foram os resultados que em relela i poltica
apresenlaram as eleijes Daquella provincia.
S'iihores, a opposiea n. Alagoas lie inuilu pi-
qoena, quasi impcrceplivel ; apenas enlruu para a
collajao poltica eleilor-l cun 21 vulos. E o que Ihe
cnube na parlilha da eleijau'.' Dos lujares de sup
cidadaoa unirainenle qualificadus da freguezia de
lp uca, as suas cdulas em favor da oppoaijAo, o
Iriiimphn seria sempre dos leus adversarios em Ma-
celo.
^o lem pois razao o nobre depuladoquando diz
que o presidente das Aligo!*pratieoo um aclo ille-
gil para prnleger os individual do seu partido.
[Apoiados,] Fusiem ou nao apuradas as cdulas ;
prucedesse-se como se quizesss pruceder, o resulladu
seria sempre.o mesmo.
Mas, senhores, om grande inleresse, urna grande
ra/.ao actuou no meu espirito quamlo assim proced ;
foi o respoilo profundo que consagro coiisliluijao e
as leis do paiz. Enleodo que he um grande abuso
impedir |qae os direilos polticos do cididio sejam
etereidos quando Ibes nao sau retirados pelo poder
competente ; eu entendu que orna cmara munici-
pal eleila, nao leudo sido castados em lempo os seus
lireitos pelo poder compelenle, nao poda ser priva-
da no exercicio delles. Se eu po 'esse ser censurado
por algum fado, sera por ler cou-enlido que fosse
relardado por alnai din o exercicio desse direilo ;
mas isloviconleceu porque, como delegado do gover-
no imperial, aguardo curo muilo calamento quaes-
qti'r resolujes que elle lenha de lomar ; e o ne-
gocio de que se traa Invia sido sulimetlido ao co-
nhecimenln du governn pelu illuslradu vice-presi-
denle o Dr. Calheiros de Mello. Esperei pela deci-
sao ; mas quando vi que a demora se ia eslendeudo,
tomei-a sob minha'responsabilidade...
O jr. Silveira Lobo :llede lei.
O Sr. S e Albuquerque :Aceito a declarada,
e ir ei aliante.
A cmara ouvio, lalvez com multa sorpreza, ao
nilire depulado declarar que u presidente das Ala-
goas para vinteniar a eleicao linha mandado para a
freguezi de Ipioca o cliefe de polica, um offlcial,
e lidmelas...
O Sr. Silveira Lobo :Nao fallei em baionelas ;
m:i poda fallar em recrulamenlo.
O Sr. Sa e Albuquerque :Disse o nobre depula-
do que o presidente das Alagoas linha mandado o
Ctete de polica e om oflicial violentar a eleijao de
I piuca. Nao esperava qoe o nobre depulado, mesmo
baldo como eslava de argumentos contra a adminis-
trajao do presdeme das Alagoas, ulfereceesse a al-
legando de um fado que elle nao he capaz de sos-
rilar. Invoco o leslemuiiho du nobre depulado
.i ,- ------ -- ,-----------. .---- ..............vv>. v ,^-iriiiHiiu-i n uuuru uepuia.iu
Alagoas, coi.lesso que me persuad que Imha sido representante du lerreiro dislriclo de Serg.pc, enta
flllitfil Idll* im i narlo Hilli lat mu, I. > *!>.(. _. ___.. i .. ....
na provincia das Alagoas. Elle, qoe esleve algu-
s vezes em casa do chele de polica, que diga se
nessa occi'i.i para fora da
ese magistrado sahio
Baplisla Monleiro: Aflirmo que nao
O Sr.
sabio.
O Sr. Silveira l.obo Nao liz questao dislo.
0 Sr. Si e Albuquerque : Entretanto be a mais
grave aecusajao qoe me poda ler feila. Oh he
preciso qoe se na aventurero fadoi desla ordem so
pelo prazer de aveiilurt-los. Eu medcioiiarei a c-
mara um factu que na usencia de Indos os oolros
sera Instante para convence-la de que o presidente
das Alagoas na eleijao municipal de Macei eoube
cumprir seus deveres em imporlar-ie com as con-
veniencias dos partidos. Senhores, o subdelegado de
polica da freguezia de Ipioca, durante eleijao
municipal, era o chefe do parlido da opposijao, da
probidade e moral'dade do qual eu nao linha rooli-
vos para duvidar. Foi conservado ueste cargo. Dei-
xei-o anda uelle. Fallo do ex-leneole-curooel Jos
\ ieira de Arauju Peixolo.
Anda mais, exeicia a auloridade policial em
Macei um homem qne lambem nao era adverso
opposijao, o Sr. Januario Bezerra ; e eu nao o
relirei, porque linha-o em cunta de honesto e mo-
derado.
Esles fado, Sr. presdeme, revelam que o presi-
dente das Alagoas aceilava ns resultados polilicus
sem se importar coro os partidos ; o que eu desejava
e quera, como administrador da provincia, era que
-es resultados lu-s-m puros, escoimados de vicios,
gaja
hceu, iiidicara-me arligos do regulamenlu da ins-
truceao primaria para me servirem de goterno ; de-
clinava de si as minhas admoeslajdes e adver (encas ;
comparaya o meu curo o prucedinentu do vice-direc-
lur, elogi.irdo a esle, e fszendo sobreal'r a aulitlie-
se entre Dl ; e negava emlini qoe cu llie houvese
fallado algum dia na aula no esla iu sujo e indecente
la casa, c appcllava para u publicu, amcajandu-me
cum a sua impressa.
Passarei por alio, para nao laligar a allenjao da
cmara, muitus oulros loprros deste oflkio, em que
se mu.ira a Inda a luz o proce lmenlo irregular e
reprehen-.lvel do professor que u nubre depulado
lanlu elogia ; na posso, poicm, deixar de ler aiuda
as doas seguiules pas.agem :
Digon-se V. Etc. de alteuder que o professor
Anlouio Ignacio, dedignando-se dirlgir-se a mim
para participar o seu incommodo, como devia, ofll-
ciou autoridade superior, e considerou-se logo
aulorisado para fazer-se subsliluir poi quem qui-
zesse. sem minha aulorisajao, nem ordem da presi-
dencia .'
Filialmente, pejo a V. Etc.. ou a suspenso
desse professor. na forma dus arls. 20 e2l do regu-
lamenlo da mslrucja primaria, ou que seja remo-
vido pora qualquer das cidades da Alaeoae e Pena-
do, pela autoii-aeao di lei n 285 de .10 de abril desle
anuo, como parece conveniente para dar din etem-
plo a todos ns mais professorss de provincia, o que
serla em mallo hem a prnveilu da instrurrao pu-
blica, .orno esluu persuadidn, e cuju alcance V. Exc.
melbur roinnrehen le do que cu,
\ e pois a cmara que a remojao do professor da
prirneira cadeira de primeirasWliras de Macei era
exigua pelo director da inslrucjau e pelas conve-
m-ncias do servico pubico.
Mas islu ainla na,, he bastante para que esse aclo
po l.-.se ser pralicado legalmeiile peda autoridade ;
cumpre indagar se a aulnridada linha jurisdiejao
para o fazer, ie linlia lei ; he o que vou mostrar. A
le de 30 de iqril de 1855, que he a que regula i
materia em qucslu, auturisa m> arl. 5- o presidente
da provincia a remover os profeisores de primeias
ledras de urnas para ontras cadeiras para bem da
inslrucjau publica, ou viudo previamente o direclor
geral ; o o arl. 0- da mesma lei determina que a re-
mojao ser feila sem prejoizo du ordenado do pro-
fessor removido.
Sao estes us dous pontos cardiaes que regulan) .*
materia ; a le auturisa a remojao por conveniencia
de servijo publico ; le concede o ordenado ao
professor remov In, Que a conveniencia do serviju
publico exiga a remoja desse professor, creio que
a cmara nao duvnlar mais em visla da leitura qoe
arabei de fazer ; que o presdeme da provincia o
podi reroovar conhece-se pelas disp.sijQes di le.
Apoiados..
Mas vejamos anda se eu intervi) com minha au
lorid'de para a privajao do ordeuado des.se profes-
sor. Senhores, ao presidente nao compele lomar o
logar da parle ; a esla incumba requerer o seu di-
reilo e quem cumpelenle fisse. ~
He esla, a meu ver, a verdideira Iheuria em id-
minliiracao. ..Apoinlos.i
Sr. presdeme, foi anida aecusads a presidencia
que dara de boa voulade a minha vida para salvar
a de meus semelhanles ; nao me poopei ; quando
nao huavesie um homem para ser enfermeiro na
provincia, eu osera. Ao menos conceda-roe irlo
o nobre depulado ; nao quero pagados servijos que
pode felizmente prestar, mas nao ponha o nobre de-
pulado em duvida o meu eumportamento...
O Sr. Pinto de Campos:Fez o qoe humanamen-
te era possivel fazer. Apoiados.'
O Sr. Pedreira : O nobre depulado pie-tou
uessa ocraeiao os mais relevantes servijos e com u-
ma i!" de ,r,i em limites. Apoiados ',
O Sr. Caslello Braneo : A provincia inleira
reconhece _esies servijos. Apoindus dos Srs. depo-
lados das Alagoas.'
OSr, Pedreira : E o governo imperial os apre-
ciou em grao minio elevado.
OSr. Sa'e Albuquerque : Sr. presideule. o
nobre depuladu quiz lomar oprcsilenle das Ala-
goas o lioso a grande numero de amigos que elle
couta na opposijao ; quiz tunia-lo odio>o i um
graude numero de cidadaos recvmmendaveis por
seus talentos ; disse que esse presideule era mmi-
co de todo o tlenlo que apparecia na oproijao ;
que esta enconlrava nelle um perseguidor. Senho-
res, he urna injuslija.
Qnan1o Uve de mandar para esla corte um pro-
fessor de primeiras lettras para inslruir-se no me-
Ihodo l'.i-l Um. podia esculhe-lo de enlre os profes-
sores do parirlo do governo; porm maiidei um
professor do partido de opposico, homem de inlel-
ligencia. que me pareceu adaptadu para bem dei-
empeuhar a sua missau ; enleiidi que nesle casos o
merilo devin ser a condijao da escolha j esse pro-
fessor parecia-rae ter merilo, uoineei o, embora foi-
se do parlido da opposijao. Regoiijo-me de (er pra-
licado etse aclo, e praticarei tantos acloi semelhau-
les quanlas forem as occasu'ies que se me apresenla-
rem. Apoiados."
Nao sou inimigo nato da oppoiijao ; reconhejo
nella homens de muila importancia no paiz, que
minios servijos Ihe lem prestido, e que bao de
comnnar a presli-los.
Vou agora, Sr. premente, entrar om um poni
do meu discurso, que sem duvida he o mais emba-
rajado para miro, na porque nao possa justificar o
acloque praiiquei, mas porque excitara' lerr. duvi-
de rccriminajes da parte do nobre depulado ; vou
Iralar do irmao do nobre depulado, da sospensao
que lavrei contra o juiz mnnieipal de Macei bi-
cliarel Carloi Augusto da Silveira Lobo. Acho qoe
seria comporlamenlo nobre da parte do illu-lre de-
pulado nao interromper-me nesla occasiao ; trat-
is) seo irmao...
O Sr. Silveira Loba : Mais
leressar me muilo.
O Sr. Paes Brrelo ; Mas nao para inlerroni-
per.
O Sr. S e AlboqoerqOa : Eu goardarei lodas
as conveniencias. Peco pois que a hislorii long
desle fado na seja interrompida por apartes do no-
bre depulado. Agradecer-llie la ete favor se ro'o,
liz esse. '
O Sr. Silveira Lobo :Se proceder coro lealdide,
fajo-o,
OSr. Paes Brrelo : Pasj)f,e em devida i
dade de seu collega ?
O Sr. Silveira Lobo : Nao dis-e elle lembur
que eu nao lina i aprese.dado os aclos com leal-
dade?
O Sr. Paes Brrelo di oulro aparle.
O Sr. Silveia Lobo : Salvo >c he iior ser prest-
denle. ^
OSr. Presidente : Allent-Si '. /
OSr. Sa e Alhnqoerque : Senhore-, eu i le-
na discutir, esse meu aclo do ponto da uspen-.io por
mim asignada ; lalvez a cmara com islo licis-o sa-
tr-ferla, mas as palavras pruferidas pela nobre depu-
lado qoando tralou deste objerlo, obrigain-ine i
fazer o histrico um pouco mais longe.
O oobre depulado comejou dizendu que o presi-
deule das Alagoas, pan dar prolecju a um muedei-
ru talso, assim prucedeo; eu, indignado por essas et-
pressaes, disse coro forja daquella cadeira que eulo
aecupava que is-o nao era ciarlo ; iudignei-me e a
eamari me perdoara se roe exced lalvez nesta ucca-
sio ; nao eslou acustnmadu a nuvir cusas ctpressOes
geesseiras ; e o roeu humor irrilou-se vendtTque* en
urna aleivosia o procedimenlo do nobre depuladu.
Por es'a razao eslou cumprnmellidu a uanar de lon-
ge o fado.
Em 1852, sendo lublalegarto da cidade de Macein
Juso Gabriel Pereira Piulo, aprchendeu 17 nota- fil-
ias na. man., de Juaquim Berenguer de Mello Tempe-
ro. Apprehendendo eisas unas e leudo couviejao,
como linda a popula ja mi aira de Macei, de que esse
homem nao era culpado, porque lima herdido essas
cdulas de seu sogro, cnnleuluu se o subdelegido em
eicrever em cada cdula a palavra fal dou-se.
Cunfesso ;. cmara que esa auloridade procedeu
mal, esligmalizo o aclo; mas cum islu nao devo deslo-
car o fado, devo recoohecer que o subdelegado eom-
melteu nao o crime de passador de moeda fall, ma
de respomabilidade por falla de axaejao uo cura-
pi miento de seua deveres ; em vez de remetler A au-
toridade competente para in-taurar o respectivo pro-
pnblica, nem
urna razao para iu-
lea|-
de um oulro fado, de haver demillido es-e indivi- cesso, nao o fez ; mas oedi a opiniao v
do du logar de profes-or de msica do cullegio de mesmo os iniroigos desa autoridade nunca se preva-
educandos arliliccs de Jangua, demissa que elle lacerara desse fado para por em duvida a loa pro-
pleules, cujos reprisrntaules no principio da sessao "Je violencias, de perseguicOes.
oceupacam cadeiras nesla cmara Qual he a cato- Creio ler dilo tanto quanlu baila para convencer o
sequeucia natural desle fado, o que reveladle'.' earaara e ao paiz de qoe o presidente das Alagoas
Kevela que a provincia durante a poca eleiloral es- "So violenlou a eleijau muuicipal de Macein e Ipu-
leve em perfeila paz, aceiliu decoradlo a publica ea ; passarei prtenlo au oulro polilo da aecusajao.
da conciliajao e tolerancia ; o campo esteva franco Apoiados..
para lodos, as cores polticas linharn deaapparecido, ti primeiro fado de que se oceupoo o nobre d-
os parlidos repnosavam da ri/ao, o nico parlido puludo represeulaiile de 20. di.lriclo de Minas (je-
era o mererimenlo, todos os candidatos cuiicorreram i raes, de ordem propriameule adminislraliva, foi a
sem as prulecces ou as guerras dos podidos ; veu-
ceain os que foram mais activos, es mais diligentes,
os que tinh.im roerecimenln. e melhores relajees.
Apoiados. Na quero dizer cun illa que oulros dos
excluidos na eslives-em ern guau- ciicumstancia-.
Vio he Uto. He esla a surte das lulas eleiluraes, em-
bora pacificas, Apoladoi.
Cre, Sr. presidente, que etlas pouca rallvrai
que leriliu dirigdo h cmara s,io roau quetuflicirn-
remjalo do professor de prim-iras lellras Aulonio
Ignacio de Mesquila Neves conlra a lei, diz o nobre
deputalo, empregadu hnueilo, cumpridor deseos
deveres, di/, anda o nobre depoladu, removido por
orna persagoijan. por urna violencia inqaalrficavel,
ainda o diz o nobre depuladu
Vejamos se esse empregadu era la recommendi-
vel como asseverou 0 mabru depulado, e se u presi-
deule das Alagoas turba uu uau lei cui que se fun-
Us par convence-la, e au paiz, de qae o nobre de- j lou para pnticdi o aclo re que so (rala.
potado foi injuslu para com o acloal preaiJenle dai I Em 1855 era, e ainda be Itoie, direclor da ini-
Alagoas. (..(cioque eslas puncas palavroi sa'e iimu Irocjao publica dai Alagoas o Sr. Jod ( -arrea da
que sullicieule, p,ra cunvemeiem a cmara, au paiz
de que o presi lente das Alagoas soube manler o seu
lugar na lula eleiloral. Apoiadus.
O Sr. Silveira Lobo : Falle da eleijao da Mala-
Grande.
O Sr. S,i e Albuquerque : Passarei agora ,io ou-
lro poulo da aecusajao do nobre depulado.
Queren la anda convencer cmara de que o ac-
lual presdeme das Alagoas havia intervine: as e-
loicfies, invocou o nobie depulado as occorrenrias
queMiverim lugar por occasiao da eleijao municipal
de 7 de selemhro du anno pa-sado, e entao disse
lano inleresse mulrava o presidenta cm favorecer o
leu partido, em hosiiljsir o adversario, que nao re-1 stdenc a :
Silva Titira, qa* leve anelo aula cmara na le-
gislatura fin la.
Ora, o Sr. filara, que u nobre depulado nio pode
lachar de suspeilo por vilenlo, e que mullos dus
no-sni collegas condecen), representen mais de orna
vei a presidencia conlra o conduela irregular desse
professor ; pedio a sai remeci ou i sua suspenso.
A pres.deiicii dai A-igoai aeredilivi que lndi en
pomivel, por meio de urna inspeccAo acliva e severa,
ohler a curreejao dese prnfesor, e com essa espe-
ranca admu as providencial pedidas ; mas a sua e-
peranja fui illudida. Vrjamoa o que diz o director
nsrucra publica neste oflicio que dirigi A pre-
mio mereca na opiniao do nubre depalado. Senho-
res, qual he o motivo pelo qual mili loloridlde ad-
roinislrativa deve demiilir uro empregadu ? A in-
cuna, a negligencia, a lelatajau no exercicio de
seus deveres.
Vejamos se esse empregado cumpria bem seus de-
veres. Elle havia sido uomeado pelo digno vice-
presidente o Sr. Calheiro de Mello, e linha de or-
deuado 5005 rs. ; roas nio era meltiur professor no
collegio de educandos do que o era no ensillo da sua
cadeira de primeiras lellras ; em 30 das do mez de
marje deu 1 fallas. Aqui esla' o extracto do pon.:
dos empregados do collegiu nesse mez. (LeVum pa-
pel que musir.
Sr. presidente, no da em que remov esse pio-
fessor, entend que devia fazer um servijo ius-
Irurjao publica primaria collocandu em algumas
villas e cidades prufessures habiltalos para u en-ino ;
nesse mesmo da remov cinco professores.
Nenhum oulro se queixoo ; os oulros removidos
reconheceram a juslija uo aclo ; enlendeu-se qoe o
piesidenle lilil procedido bem, mas para o unhre
depuladu procedeu rn-l. porque rem veu l.imbein
um professor que era du pirtido da opposijao. Se-
ohores, he urna grave injuslija que se faz....
O Sr. Silveira l.obo : Porque ess era om h-
bil escriplor.
L'm Sr. Depulado : Por nr escriptor publicu
pode ser relaxad ?
O Sr. S e Aibiquerque : -* O nobre depulado
fez ao leu parlidu urna injuiliji que eu nao faje ;
nao acredito que os verdiideiros opposiciunislaa, il-
luslradot c razoaveis, queiram para o seu parlido
as exeepjoas na le, o privilegio da impouida-
de. (Apoiados.) Sou amigo de muilos liheraes,
sei admirar a illoilricao e prubi-lade delles, as auas
aspirajties razoaveis em privilegios desla ordem ; el-
les nao quererii o privilegio da impunidade ; qoe-
rem a lei conlra lodos, e a lei por lodos ; fui islu
o que eu fiz. (Apoiados.
Nem crea a caru-ia qoe o zelo que desenvolv
nessa ucea-uto era titilado, como disse o uobre de-
pulado, pelo interese do momento ; nao. sempre
live como orna parle importante d meu pmgramma
administrativo a (iscalisaco cuidadosa da instrueja
publica. Assim foi que em dezembru de 1855 ins-
peccionando o vice-direelor ra inslrucjau pollina.
pur ordem da vice presidencia, algumai cadeiras
centrae. de iiislrocjao primaria, e denunciando o
mao comporlamenlo a desidia, a incuria de 10 pro-
fessores, suspen lio-ns todos em urna nj podara, ero
um su dia. (Jiie iuleresse enlo adu.iva em meu
espirite .' Era ou nao o zelo pelo servijo publico .'
Sr. presideule, he preciso serse mais generoso cum
us humens que -crvein ao seu piii ; he piecso nao
-uppor-se em lodos -enlimenlos menosdignoa. i. A-
puiadoi. ) Nesse lempo na baviam Knlimeiiloi po-
iltieaM na provincia, o preiidenle n,l linha euia
cese uileres-e de quefalluu o nebre depulado, c lo-
dlvia o acto fui pralicado. potados.
Senhores, rralieando esse icio que mu pareca de
saveridade in ida, enicuii limbeiu id-poi- que
divia adoea-lo. Appareceu u clcdea ua provincia ;
. para pur em duvida a tua pro-
bidade.
Procedendo-se ;i eleijao municipal de selemhro,
cumpreheadeu a opposijao que a victoria nao seria
sua ; mas, leudu necessidade desse reducto pan a
eleijao de iiovembro, o que fez'.' prucurou inulihur
us homens do parlido idversu ; e como '.' processindo
o presidente da mesa eleiloral de urna das fregueziai.
O pa no era hediondo, e s proprio dus auligui lem-
po de violencias e crimes eleiluraes. Nao importa ;
aseiea proeedeo-se.
Presidia a eleijao, na qualidide de juizde paz da
freguezia de Macei, o subdelegado Jn.c i abrid Pe-
reira Piolo. A oppoiijao julgou a bem de leas iule-
resse fazer um pruteslo coulra a eleijao ; f-lo, a
Joaquim Berenguer de Mellu Tempera ligorivi eu-
lre as .-si iiaiorios do proteste.
Eniao o subdelegad Pereira Piulo, presidente da
meu, he de crer que por temer i .ade ou antes por
ignorancia, e nao por ustenlj,"iu de crime, como dis-
se o nobre depulado, levoo para a igreja as cdulas
falsas, e la, fallanda-se acerca de assumplu, moslruo-
as ios cidadaos prsenle-, dizendo que os iudividuoi
que haviara at>iguadu o protesto erara humens Uo
puuco conceiluadoi e ingialos como Berenguer, ern
cujo poder elle linha apprehendrdo .-iquillas cdulas
que pretenda remellei ao chefe de polica.
l.-iDitaodoau juiz municipal qua etse fado se liuha
dado, o qui fez'.' Piocurou inlervir nelle : como t
vlulentamenle. No dia seguinte man lou vir em con-
fnenle sua presenja o juiz de paz que presidia a
eleijao, e antas qoe essa ordem fo.se execulada, da-
vi-ie orna bolea na cisa desse cidadao, irrumbavam-
se gavetas, devaisavi-se i casa desiespcilava-se ludo.
O subdelegado, sabendo desies excessos, Godo o 1ra-
lialho do dia, correu pira sua casa, e enconlrou-a
cercada de soldados, e ero torno distes umi iromen-
-a popula,;.-, i irritada, qdasi a romper em desacalus
comra essa auloridade, 13o pouco prudente.
O vice-pj lente, scieole denlas occurcncils, or-
denou ao chefe de polica, io juiz de direilo e a oo-
Iras autoridades qoe fussem couter o povo, e por ter-
mo ao disturbio ; furooi bem lelizes, nnhoies, por
nao termos entao a lamentar alguma grande des-
graja.
O povo eslava irado contra o juit municipal, irmao
Jo nubre depulado, qoeria quebrir-lhe as vidrajis
di cata, enlregar-se a oulros etce'tot ; fui lelumeii-
e acalmedo pela presenja das oulras auloridades.
Esses etcessus, por esses molivns, e uestes dias de
eleijao popular, nao sao raros ( apoiados ', por roais
conlanle e viva que seja a noisa repruvajao.
C 'lineado o fado nene ponte, o que fez o juiz mu-
nicipal irmao do nobre deputad. '. I'roseguiu na ius-
Irurj.io do pjoresso, inqueno Icslemuiihas, e r|uando
junde pu Jos (iabriel Pereiri Piulo presidia a
I a lilicaj.iu que n.io havia sido fula em jaueiro, pur
-au-a d" i h lera, elle u m m 11 vil -ua presenja e
li'l-rmina que le rcolha ao oslado man de qoartil
Iu S. bal lingo de infaiilaria.
O jan de paz ds preso senao por um oflicial de patente igual a ua,
ior um capta.
ti juiz municipal eulende que esla relletau he uro
esses professores elav:iin por e-sa forma em peiorri' disicalo i mis auluriilade, deiermiua-lhe nuvaroenlc
condica r,ue os oulrus, uas familia- lambem sof- que se rerulha preso, acomp inhldo pelo esenvao do
frram : Icvanlei a su-pen-ai que devia ser realial la jvixo, e por lm declari-0 tamb'.-tn preso em llagran-
no lempa das ferias ; delctimiici que se Ibes de-sem le poi desubediencia.
o seai ordenador,.. O juiz de paz, vendo que n.lu lirava parlido nessa
O Sr. Silveia Lubo : Pralieou um aclo (Ilegal. | reiisleucia, que Ihe pereca legal, cedeo, e recolheo-
O Sr. s>i e Albuquerque : Emendo que em laes, se pre-o ordem du joiz municidil no eilado-maipr
casos deve a adminislraj.lo modificar o rigor que se do quarlel de linha. ( Oh oh !
toma desnecessano -. baiUvi a culera do co s por .N0 dia seguinte inlerpoz o recurso de li.heascor-
si para turnar lamenlavel a sorle desses homens ; \*t peranle o joiz de direilo, e sendo prvido usen
pifa que lauto rigor contra esses infelizei cidadaos ? 1 *ecur>u, fui posto em liberdade.



.


N/'
-prenden!
domo digno collega o Sr. Calheiros de Mello.
Chrgando i provin '
loi que me causaran)
procitio na supposicao desle mesroo juizo de iir o
lupplieante p.ttador de moeda falsa, sem duvida
j ttlhetre. de Mello. Ufa. Sr. Dr. J.T.B!3p1l -0~ o espillo
ausaram d.ll" M",'' i I'""" Pe O, que se actuado preso ha
ausaram desgoslo. hiquei locommudado -2> dus pur mandado desle mizo a iimeilu d nm
por ver que qoando se prncurnva a eonelllleao do.
espinlos, a cooeordia, anda te linha lenlo man
dessa arma faljl, que ,|rga os humes disvidua
os principio polticos. ( Apoiado. ;
O que liz entao 1 Procure! s> ndicar dos fados, afim
de coiivenctr-me da eriminalidadeou innoeeocis da
oloridade processada ; informei me de algorn cida-
dao dos oais circunspectos do logar, tero allender
a poltica, e lodos abonaram a probidade deste cida-
dao ; roandei chamar mesmo oiimjlo do nobre dipu-
tado, juiz municipal, e interroguei-o a esse respaile:
lie me disse: ciSr. presidente, tenho esle humero em
conla de inuiio honrado ; mes, em cumprimenlo de
meus diveres, dei principio intlauracao desee pro-
eeiio-, pelo qoal nao lenho ootro inlerease alem do da
jusilla : elle ,r;l po, concloido com celeridade, e o
subdelegado ser emao procestado pelacrlme de res-
ponsabilidade. u
Esperava u, senhorts, qoe assim aconlecesse;
mas iko aconleceo, a joslica do juii municipal fui
substituida pelo capricho. ( Apoiados. )
O Sr. Silveira l.obo: Era obrgac,3o do joiz mu-
nicipal fezer seguir es.e proces-o com luda, a rapidez
possivel.
O sr. Sa e Albuquerqoe : Sr. presidente, para
motlrar que eu apenas chegado provincia, lomei
todo o iuleresse que a primeira auloridade della de-
via lomar para que o cnme nao ficane impune, e os
direilos dos cidaoaoB nao fossem violados, tvodicaudu
dos fados, maodei dizer ao nobre ex-minialio da jus-
lica.em caria confidiiicial de Itde uovembro, islo lie,
seis das depois de ler chegado a' provincia, o segur-
le : Nao he eslraoho a V. Exc. a qoesUio de um
processo conira o subjelegadu nesla cidade Jos Ga-
' ,eira. ."'ni, movido pelo juiz municipal Sil
vena Loba. Tenho eslodido cuidadosamente esle ne-
gocio, e apenas cessar a immunidade eleiloral do sub-
delegado, mandarei lespuosabilisa-lo, porque Bla-
ncal duvida da probidad desse homem, cujo crime
he nao ler procedido oflicialmenle oa apprehenso
das cdulas em lempo opporluoo. Por ora esse ne-
gocio e-la parado, o
Mandava eu dizer ao govarno que ja lnha lomado
eunhecimenlo do fado, e que procurava que a le
tost rigurosamente observada.
Erjiao o nobra tx-mioislro da juslic* havia dirigi-
do a presidencia -de Alagis, em 19 de uevembro,
um aviso, do qoal dizia na paite final o seguinle :
Cumpre porem que V. Exc, informe com urgen-
ciai sobre o fado de inlrodurcSo de moeda falsa al-
tribuida ao Jsobredilo subdelegado,' qoe deve aer
logo dimittido, se cora tfl'eito lia coulra elle ius-
peila.
Como cumpri eu esle aviio do governo imperial l
A cmara o vai ver. Enlendi convenienle apenas re-
eutn o cilado avilo dirigir um oflicio ao juiz munici-
pal para qoe mo communica va eile processo. Esle meu oflicio lie de 2 da Janeiro,
e concebido uestes lermos :
la'-r1"''"^0 *ov,rno da Alagoas, 2 de Janeiro da
1B."7. Comrauoiqoe-me Vmc. com urgencia o es-
tado em que te acha o processo por esse juizo instau-
rado conira o >ub 'elegado desla cidade, Jos Ciabriel
l emra Piulo, pelo crime de niroducc.au de motda
talas, declarndome o dia em que foi preso o dito
subdelegado.
Cenvem que Vmc. accelre lano qoanlo fr
corupativel com a rigorosa observancia da le a con-
cluso dessa processo conira orna auloridade policial,
para ser demitlida, se cora lucilo foi criminosa.
Dios goarde a Vmc. Anlouio Coelho de Sa
Albuquerque.Sr. Ur. Carlos Augusto da Silveira
Lobo, juta municipal desla cidade da Macei.
O juiz muuicipal respondeu-me da seguiule raa-
neira em 3 de Janeiro :
Illm. e Exm. SrDe paste do oflicio de V. Ee.
dalado de honlem, do qual me ordena que informe
cun urgencia sobre o eslado em aue se acha o pro-
ecsso por esle juizo imlaorado conira o subelegado
desla cidade Jos Gabriel Pereir.i Pinto, palo crime
de inlroduccao de moeda f.lsa, cnm declaradlo do
da em qne foi pre a V. Exc. que agora metmo estou proceden lo a' in-
quir,.,-, da ultima leilemunhaque lera de depor nei-
sa pruccsso, depois do qua te seguirao os demais ter-
mos ; rumprmdome scrrscenlar a V. Eic. que o
referido subdelegado foi recnlhido ao eslado-maior
do quarlel militar no da 16 do roez dezembro prxi-
mo passado, em virtode do mandado expedido per
esle juizo, em data de 13 do referido mea.
Na segunda parle do oflicio dignou-se V. Exc.
recnmmendar-me o acceleramenlo possivel com ri-
gorosa obiervaucia da le na eonclosau do processo
conira urna auloridade policial que declara ser demit-
tida se com effilo for criminosa.
Cunpre-me declarar a V. Exc, qoe na qualida-
dedejuiz costomo empregar a postivel sollicilude
para que a liberdada dos cidadaoi nao soffra por ne-
gligencia, ou descuido de minha parle, e qoe se por
ventura o procetso do dito subdelegado nao lem Ido
em seo curso a rapidez que renommenda a segonda
parte do artigo 148 do cdigo do proceiso criminal,
deve-se isso allribuir a diilicoldades insopiraveis e
alheias a' vonlaJe do juiz como sabiamente previo o
direilo.
O Si. Silveira l.obo da' um npirle.
lia oulros aparlet, sus'urro'.
O Sr. Presidente :AllencAu '
!* Sr. Sa' e Albuquerque :A c.
querque :A c. mar digne-se
.. i'inla da honrar-me com a allenro com que roe
ar^niuo esse rclo nao existente, e calumnioso por lem ouvido
pessoa ou p-stoas desalleclasao mesmo suppliraiile.
legislajor Da segunda parte do citado artigo ; julgo
ler assim satisfetlo a' exigencia de V. Exc.
.o?-1**08 urda a V. Exc. Macei, 3 de Janeiro de
18j/-----Illm. e Exm. Sr. Ur. Antonio Coelho de
sa e Albuquerque. presidente da provincia. O
juiz muuicipal. Carlos Augusto da Silveira Lobo, a
Vi: se pois, que em 3 de Janeiro o juiz municipal
de Macelo enleodia anda que o presidente da pro-
vincia eslava no seo direilo, determinando que Iba
desss escarecimentos e ioforma^oes 'cerca de um
procesio por elle imlaorado. Mas vrjamos como eon-
linuoo a proceder esse joiz municipal.
a'' f"*''"le- e,n '2 de Janeiro, lando sido inqoe-
rida a ultima leslemunh oo din 2, como declaroo o
proprio juiz municipal uo seu oflicio, que ja li, a au-
loridade popular, a auloridade policial, o vereador
da cmara municipal, o capiao da guarda oaciooal
anida eslava preso no quarlel militar !
O Sr. Silveira Lobo :Esias qualiflcac.oei de nada
valem ; a le deve ier igual para lodos.
O Sr. Sa a Albuquerque : Eolio, Sr. presiden-
te, o [uiz de paz teutindo-se offeodido em seos direi-
tos, dirigi a'presidencia da provincia a seguinle
quaixa :
" Illm. e Exm. Sr.O capitao Jos Gabriel Pa-
nul I mo, preso a ordem do juiz municipal desle
termo, vem recorrer V. Exc. das injustas e op-
piesioes que sollre desde o dia 10 de dezembro-do
.inno ultimo flndo do mesmo juiz moniripal, o qual,
como seu mimigo ligadal por caosa das oceurreocias
Iiavidas uaaullimasaleicoes de cmara primarias
em que o supplicaule fuuccionoo como primeiro joiz
de paz que he, lem levado seu espirito de ving-nca
ao ponto deatropellar a lei, negando ao supplicau-
le era lodo a coucessao de seus direilos oolorgados
pele contliiuifAo e oais leis do paiz, como V. Exe.
se dignara ver dos documento- qoe o soppticanle
submelle a respeilavtl cou-idtracao de V. Exc. E
porqoe o supplicaule seja um p.i da familia de ca-
rcter couhecidoeulreseusconcidadaos, e seja cla-
moroso que um juiz municipal esleja impunemente,
.i face das aolondades sopenores, obrando como nm
verdugo do suuplicanl, roas.acrando-o cruelmente,
em parante V. Exc. requerer providencias para
que cesie para com o tupplicante esse escandaloso
abuso do poder que o referido )uiz, por motivos re-
provados, se acha axercendo conira o sopplicame, o
qua recorrendo ,i V. Exc. como primeira aulorida-
de da provincia nao tero em thta querer qua nm
oulro juiz pronuncie ou desprouuncie esse mons-
Iruosn procetso e imaginario crime, mas aira pedir a
V. fcxc. que ordene a esse juiz que elle metmo aca-
be pro ou coulra com esta cautelo de vinganra,
que soba de poni, a nao querer deferir ao suppi-
canle, ficaudo-ie com pellejo. Nestes lermos pede
a V. fcxc deferiineulo.E II. M.yuarlel em Ma-
reii., t de jaueiro de 1857.Jos Gabriel Pereira
Piulo, o
Senhores, ,-sa queixa nao veio isolada da pruvas,
veio acoinpanliada de Ires documentos que aqu es-
o qual requer V. S., como preso, Ihe maule inli-
mar a pronuucia oo detpronuuria que lem duvida
V S. deve ler proferido vista do lempo ou das de-
corridos.
Pede* V. S. defeiimento.E R. M.Qdarlel
em Macei, !l de Janeiro de 1817. lote Gabriel Pe-
reira Pinto.
u Despacho.Qoando for dada a tentenea de que
Irata o supplicante.segair os lermos presa, los pelo
decreto n. 707 de !) de oolubto de 1K.>0.Macei, !l
de Janeiro de 18.VT.Silveira l.obo.
O Sr. Silveira Lobod nm aparto que nao ou-
vimot.
O Sr. Sa e Albaquerqpe :Dos me livre de se-
melhanle direilo sobre mim ; nao desejo nem para
o nobra depulado neiu para os meus inimigos. (A-
poiadoa.)
(.tuando os fados eslavam ueste p, que poderia
eu fazer da rigorosa jusilla, sero damnifcar a coo-
ciliacaodosespinlot? Deveria mandar esse reque
rmenlo qua me dirigi o juiz. de paz ao juiz de di-
reilo para que etle proeestas>e o juiz municipal de-
[ os de ser sutpentu ; roas vendo que havia grande
desharmonia entre o juiz municipal e o juiz de di-
reilo, a que a infonna^ao desle seria tchala de par-
cial por aquelle, pruceti de outre modo. Mostrando
que como aulundade su,erior conhava na infonna-
(to das autoridades que me slo subordinadas,
prescind da inforiiiarao do juiz de direilo, e man-
dei ouvir ao juiz municipal no cilicio que vou
ler.
Pero loda a allencao de V. Exc. e da cmara,
poique es-e meu oflicio den lugar a lodas as queixas
do nobre depulado, he o moli>o pelo qual estou pe-
ranle a cmara explicando fados de minha admi-
nistrarlo.
O Sr. Silveira Lobo :Como diz '.'
O Sr. Sa e Albuquerque :Eis ah o que eu es-
crevi aos 12 do Janeiro :
a Palacio do governo das Alagoas, 12 de Janeiro
de 1857.
ir U tubdelegado deila cidade, Jos Gabriel Pe-
roira Piulo, queixa-se a etla presidencia conira o
procelmenlo qoe Vmc. ha tido com elle, relardao-
do sem nicessidade e por vexaran a pronuncia ou
despronuncia que Vmc. lem de proferir no processo
instaurado cuulra o dito sobdelegado por causa do
crime da iolroiiurcao de moeda falsa.
Devendo esta presidencia li-cali-ar os acloi de
seus subalternos, delermino-lhe que me informe em
que pe se acha o referido processo,mencionando
a dala em qoe foi submellido sua decisao de pro-
nuncia ou despronuncia. sa por ventura estlver nes-
c poni.
ii Ueos guarde a Vea.Antonio Coelho de Sa' e
Albuquerque.Sr. Dr. joiz municipal desle termo
de Macei.
A cmara faja o favor de reter em tua memoria
estas palavras, e diga se ur lias ha alguma cousa que
possa eoueiderar-se ollensua en illeo.il.
Vozes :O oflicio lia lodo legal. (Apoiadus.'
U Sr. Silveira Lobo :Mas a reiletarau das ins-
tancias era para ncommodar.
O Sr. S' e Albuquerqoe :Netle oflicio ha to
maule a gravidade que a auloridade superior deve
manler para cora a autoridades inferiores em lodos
ns seos actos : so nao a maulera aquella que nao he
fotl na lei....
he preciso ser forte
O Sr. Silveira Lobo :Sem duvida porque o
querimenlu eslava em lermos inconvenientes.
USr. Mae Albuqoerque : Eo vou ler esle ..
.jueriinenlo para a cmara ap.ecia-lo, e julgar do
despacho qoe o juiz dro.
O Sr. Paes Brrelo :Nao
para pralirar eMa fado.
O Sr. Sa' e Albuquerqoe : .... a enrgica no
rumprimento de seus deverrs. (Apoiadot.)
Que respnsla m deu o juiz muuicipal "!
OSr. Silveira Lobo :Depon das reiteradas ius-
lanciat de V. Exc.
O Sr. Sa' e Albuquerqoe : Ora, etla' o nobre de-
palaaa soajaau a fallar em infancias .' Seja mais
sincero. Som-nle dingi dous ofliciot, um em conse-
quencia de urna quena que me foi prsenle, e oulro
em cumplimento de ora avito do governo impe
rial. Mas, anda quando tal qnaixa uem tal avi-
so t vessem existido, eu praticaria-assim. Apoia-
dos
Vou ler a retposta do juiz municipal de Ma-
cei : v
a Illm. e Exm. Sr.Nao ha muilos dial que sa-
lisliz urna exigencia de V. Exc. seoielhdiile a' que
fai obj.clo du oflicio qua X. Exc. se dignou dirigir-
ala em data de honlem.
ic Nequella occasiao puz a' loda luz a facul lade
qne a le me concede de regular a marcha dos pro-
ceros movidos peraute mim, sejam elle* dveis ou
dimes, guardadas as conveniencias da joslica e do
foro ; e leudo tu aponlado a lei qve regola a'mate
ra que fez o objrcto do oflicio de V. Exc. nao se":
porque infelicidade minha au sediguuii V. Exc. de
examinar se eram fndalas na lei aa raiSes que of-
fereci a' considerarlo de V. Exc. ; porqoe se se li-
vesae dignado consideru-lat, cerlsmente que nao fa-
ria a injuslira de preslsr-se a fazer-me arauires
indebilas e sobremodo injustas, muilo principal-
mele quando, como as que envidie o oflicio de V.
Exc, honlem recebido, foram alm do direilu de
fltealisar os actos dos juizea municipaet, ou a quiet-
quer nutras auloridadea qoe (ac.am parte do poder
judiciaro, anda que sem todos os privilegios qoe
perlencem aos que fazem p.rle dessa poder, coja
ijiipect.le cabe a V. Exc. como adminulraor da
provinria, dentro das bausas na lei designadas.
Se por ventuia lenho incorridn em responsabi-
lidad por ocessifc) do procedimeolo tdo coDlra Jos
Gabriel Pereira Pinto, desejo qoe V. Exc. nao pre-
lira o cumprimenlu deseas deveres para poopar-me;
preliro mesmo que V. Exc. me faca responder, pe-
los meius legaes, mandando qoe o juiz de direilo me
reaponsabilise, quando haja queixa ou denuncia da-
da conira mim na forma preaeripla pela lei, ou
quando independentemente distes meios nem -a eu
ser re-ponsabili me a presidencia individualmente de procedimetilo
que nao lenho tido. e fundando arguires da ordem
das que eonlm o oflicio de V. Exc. em calumnia- e
injurias que, t a ociosi la le de um preso, ou a fal-
la de pundonor e completa aosencia de educarlo po-
de aconselhar-me sejam dirigidas pelo intermedio
da pretidtncia, que pur sua demasala bondada em
tal cnsenle.
Se V. Exc. se livesse dignado de rellertir sobre
o objeclo do efficio a que me retiro, lefia cuubecido
que lica quem do mi objeclo, a faculdndeque lem
a|presidencia de liscalisar meus ados de juiz, co-
uheceria qne o juiz somenlo ha o competente para
aquilatar soa aptidau quando lem de esludar um
procesto, rellertir sobra seo objeclo e examinar a
legislarlo a resucito, para proferir urna decito
amadorecida no e-ludo da lei e busca da verdade,
leria reconhecido que nfto he someute um fado dos
que eniendem com u aiheio direilo, que esta' corn-
mellido aojulgamenloda auloridade judciaria.e que
por eonsequen. ia o legislador Ble poda darao poder
htcalisador a faculda,ie de inteivir as c.nvenirn-
cia do modo de julgar, ou de regular a marcha
dos procesaos, pelo meio de qu se servio V. Exe., e
smenle a pedia substituir pela roaneira poique a
le o dispe, islo he, quaodo ha deleito salienle, po-
siliva quena oa denuncia, tazando resiwnsabilisar
aosjaizesque se descarream na lnha de conducta
que a le Ibes Iraca, merecendo islo urna justa pu-
nlfae. '
a He assim qoe enlendo a liscalisajao de meus
actos commellida a' a.im mstiaeau da provincia;
porlanlo io ignoro o direito qoe assisle a' antela
constanle do oflicio de V. Exc., como jul qualquer iiil'oni.e;,.. q.i. pon. ni ora eo detse a' pre-
sidencia, porque nem V. Exc. me pudena mandar
Jirar das inaos o proersso de Jos Gabriel, que esla-
va tubmellido ao meu juizo, uem podara marcar o
prazo em que eu devesse dar a pronuncia, valo co-
mo nao conheco lei alguma que a islu autorise a
pre-idencia. .
n Permita V. Exc. que, na qualidade de aulo-
ridade subalterna, declare a V. Exc, com o retpei-
lo qoe Ihe he devid, que au relacho a dignidade
do lugar que uceupo, nem roe presto como inslru
esta lri.lt quadra de lulo e de misaras di- ao jolgamanto do paiz. Apuiadot.
Se por lenluia
como pre-
lazein, lo
presa a rec.lhi'iu a caleta. o que-lizeia na l'regurzia, em a semana ulltma. \.
A notsa cmara municipal, desejando melhuiar o: ardiivu mmtmmm. <\.
transito das ras desla cidade, aca> de razar arre- Oulro do n.cal de S. Jo. no mes-no sentido,
matar o empedramenlo da ra Uireita, tesuudu.
Uulra peca importante he a portara da sutpen-
s9o. O nobra depulado di>se na ulliina sessao que
eu havia respont^bilisado teu irman nSo t por oe-
sobediencia. como porque exercera funrrties de
sen cargo estando de nojo. Se o nobre depulado li-
veate lulo a porlaria veris, que o fondamenlo da
suspensao foi a desobediencia, e o nao cumprimen-
lo de ordem legal.
O Sr. ilveira Lobo :I en!.o aqu cousa em con-
trario.
O Sr. Sa' e Albuquerqoe :Diz a porlaria.
i O presidente da provinria, usando da allribui-
c3.o que Ihe eonfere o arl. 5' S S da lei de 3 de ou-
lubru de 1831, suspende ao juz municipal deste
termo, o hachare! Carlos Augusto da Silveira Lobo,
do exercicio do seo empico, at que s* justifique
peranle o julzado de direilo da comarca, onde vai
ser respousabiliaado oa forma da le, por desobe-
diencia, e nao cumprimenlu de ordens legase. Fa-
cam-se as uecessaiias coinmunicaees.
Palacio do governo das Alagoas, >{ de fevreiro
da 1857.A. C. de Sa' e Albuquerque.o
O Sr. Silveira Lobo da' um aparte.
O Sr. S explico e-le faclu. ,\o da 13, em que o juiz mu-
nicipal me diriga um cilicio com lanos condimen-
tos de iusubord!ia(;ao e desobediencia, dirigm-me
um oulro em que me commumeava que havia rece-
bido naquella oceaiiio a, para elle muilo Infancia,
uulicia do fallecimento de sua prezada mai, pelu que
prevalecen lo-te do favor da lei, deixava o exercicio
do emprego por oilo dias, e recolhia-se no nojo. Eu.
eondoidu enl.io do golpe porque elle acabava de pas-
tar, porque infelizmente ja prove quanto do um
golpe desla ordem, eommuniquei a (hesooraria de
l'azenrta, para evitar qualquer duvida acerca do or-
denado e anliuui lade. que o irmao do nobre depu-
lado se aeh..ia aoojado por uilo dias pelu fallecimen-
to de su.i mai.
Mas o joiz de direito da cidade de Macei, o Dr.
Malheua Casado ue Araujo Lima Arnaud, que leve
neila casa asiento por mais de una legislatura, e
que he bem condecido por muilos dot nostos cotlegas
leudo na Gazela Olcial etla communicaeao, esa-
bendn ao mesmo lampo que o irmao do nobre depula
do continuara uo exercicio de tua auloridade, nao
obstante a communicacao a presidencia, dirigio-me
um olllcio dizeudo que o sorprender essa comrao-
nicau qoe lera dirigida a llitiooraria, purque o
juiz municipal conliuuava oes suas funcedes ; pe-
dia-me que o esclarecase. Entao o me espirito
achou-se erabarai;ado ; nao podia explicar o gran-
de motivo qne lena o juiz municipal para, uo mes-
mo da em que me participara o fallecimento de sua
mai, interrumpir o nojo e reentrar nu exercirio de
sua auloridade. Delermimi aojuz de direilo no
rnesmo oflicio em que Ihe commumquei a suspelnsilo
que indagaste etle tacto, n3u tanlo pelo tacto em si
rnesmo, mas como explicativo de algum oulro ex-
traordinario, que obrigava um filho a romper o luto
qoe o envolva pela murta de sua mai.
OSr. Silveira Lobo :Pode ler urna explicarlo
muilo honrosa.
O Sr. S' e Albuquerque :Vou ler o oflicio que
me dirigi o juiz municipal, e o que eu dirigi a
Ihesooraria da fazenda :
a Illm. e Exm. Sr.Participo a V. Exc. que a-
gora mesmo acabo de receber a para mim, infausta
noticia de qoe a minha prezada mai soecumbira efe
urna grave molestia, pelo que me lenho anojado, e
deixo da dar expediente, asando assim do favor da
le durante os dias do reculhimento que me he dado
ler pela perda irreparavel que acaba de solfrer.
,-,"" "0"" V- E,c- Macei, 13 da Janeiro de
ls"'"lm. e Exm. S>. Dr. Antonio Coelho de Sa
e Albuqoerque, presidente da provincia.O juiz mu-
nicipal. Carlos Angosto da Silveira Lobo, a
O oflicio do presidente da provincia ao inspecloi
da Ihesouraria da fazenda, he o seguinle :
illm. Sr.Cninmunico a V. S., para tua inlel-
ligencia, queojuiz muuicipal e de orph.ios deste
termo o bacliarel Carlos Augusto da Silveira Lobo,
se acha anojado pela morte de sua mai, como me
pariicipouem dala de honlem.
' Doi guarde a V. S.A. C. de Si e Albu-
querque.Sr. luspeclor da Ihesouraria de fazen-
da. ii
Parece, Sr. presidente, qoe se conleila ao presi-
dente tas Alagos o direito de suspender om juiz mu-
nicipal. '
O Sr. Silveira Lobo :Tinlia o direito, mas /al-
lou o motivo.
O Sr. sa e Albuquerque:O motivo foi este. Os
anigos 1-J8 e 151 do cdigo criminal dizcm assim :
i> Desobedecer ao empregado publico, em acto da
tuas lunceOes ; deixar de cumprir ou de fazer cum-
prir exactamente qualquer lei ou regulamenlo ; dei-
xar de cumprir ou fazer cumprir, logo que Ihe seje
possivel, urna ordem ou requisito legal de oolru
empregado ; a penas etc.
Eu era um empregado ; o irmao do nobre depu-
lado tamil.m o era, mas interior....
O Sr. Silveira Lobo :E nao deu as informi-
r oes ?
O Sr. Si a Alboquerque :Qual era o ponto da
qiicsiao de que se Iratava '.* Traiava-se de saber.
O Sr. Silveira Lobo :Hei de levar a loda as lu-
zes que he injustificavel o acto do nobre presi-
dente.
O Sr. Paes Brrelo:E elle esla demonstrado a
lodas as luzes que he justificado.
O Sr. Sa e Albuqoerque : que se tralava ? Tratava-se de saber se havia ou n3n
perseguirao da parte do joiz municipal conira o joiz
de paz que eslava sen lo procetsado. Qual era o
lliermomdro detla apreciarlo.
Eram oa das de pris.lo que sollria esse joiz de paz,
eram anda, e principalmente os dias que decorram
desde o hm do proceaso al a pronuncia. Delerm
nei ao juiz municipal que me esclarecesse a ette ns-
petlu. Ketpondeu-me elle que eu nao lnha esse di-
reito, que era isto curiosidade minha. Desobedecen
ou nao 1 Expedi oo nao una o'dem legal Para
mostrar que a ordem era legal aqu est a legislar-So.
U anelo da jurisdicr-ao dus presidenlis de profia-
cia he a lei de 3 de uulobro de 183S ; O artigo pri-
meiro detla lei diz : O presidente da provincia he
a primeira aulondade della. Todas que nella se a-
rhartm Ihe terao subordinados, seja qual lr a sua
ciaste no gradoarao. O artigo 5 S i" diz qoe ao
prndenle compele exigir dos empregado* s iafor-
marOes e parlicipajes que julgar conveoientes para
a boa execujao das leis. t> Ora, o que liz eu 1 Pedi
alguma cousa que nao fossa de ulilidade publica
Nao delerminei qoe o juiz municipal medsse infor-
mar-Oes que eu julgava necessarias para apreciar um
acto qoe pralicara conira um cidado Cumprioeile
essa ordem J N,lo...
O Sr. Silveira Lobo da om aptrle.
O Sr. S e Albuquerque :Ot annaes dos crme.-
muslram que pralicado o primen,> crime, o segundo
he consequencia fcil. Assim aconteceu cum o irmao
do nobre depulado ; elle linha pralirad> nina deso- :
bediencia para com o presidente da provincia ; pra- !
Iicou oulro acto semelhanle, abandonando a pro- i
vmcia sem licenca Conveniente, e ao lempo era que
eslava seudo respunsabilisado. E anda nao tu.io,
deis um oflicio que recebi no dia imruedialo ao da
sua partida, no qual declara que vem buscar um '
correctivo conira o presideote de provincia, poique
so atsim liuha garanta...
O Sr. Silveira Lobo ; Ue coosa bem peque-
nina '
O Sr. S e Albuquerque : Pos ha de pnuca
monta o procedimeolo de uina auloridade que a-
baodoua o seo pualu sem ler licenca para o fazer '!...
O Sr. Silveira Lobo : V se bem que havia ou-
tra raUo que Ihe dava esle direito ; se quer, eutra-
rei nesta discu-tan.
Lm Sr. Depula-tu ; Deve faze la, ser franco.
O Sr. Silveira Lobo :Que duvida Era mclhur
manda-lu enforcar.
O Sr. S4 e Albuquerque :Sr. presidente, o qoe
deva fazer sentir a cmara, he o teguinte : o irmau
pre franco e sincero, foi pala mim motivo do maior
praze, quando no da 20 dolcorreiite mez sobe que
V. Kie. tinha chegado aeslalcdade.
tu espondi a esla ea. e o jornal da opposieao
putJlicoii eniao o seguinle artigo de fundo :
fcsle precioso documento que offereremos ao a-
prer;o da provincia, sen3o do paiz, revela a pureza
da auloridnde que sabe manler a sua grave, justa e
deuda posteao. E pela he com lodos os senlimnilos
do maior respeilo que rendemos loda a oossa confi-
am.a ao Exm. Sr. S e Albuqoerque.
i A auloridade que assim pralica, tem direito a
qne por notsa parle cumpramos os nussos deveret ; e
nem era de e-perar oulro procedimenlodo Exm.
>r. Si e Albuquerque, que como delegado lid de S.
M. o Imperador, quer a realifar.au sincera e leal da
le das ultimas refirmas eleiloraea.
A ouposirao descause e confie em S. Exc. que r
?19r,e.a- 'll,e"' ",!i" 2anli.tos. Resta-not someu- I gum, lambem nada se perdera c.
ie peair aos nossos amigos que ob-ervem resnela- isto, como se diz, que lodo o intuito della he o de
menie os seus deveres ; u,1o precisamos da menor .I-: enthesourar capitaes, tollra embor.i quem sollrer.
teracao publica para oeposilarmbt na urna eleiloral 3o devemos e-perar que seme,liante vexac3o se fa-
ti> un.: M *. .- i 1 .. i .i _. *
Vozes : Moilo bem, muilo bem.
( O orador he cumprimenlado pur alguns Srs. da-
pulados.}
PERBAMBUCQ.
PAGINA 4VULSA
13DL'1BUA\E
Cousla-nos, que do 1. de agoslo em diante,
vai a cumpanhia ou assuciaeao de marchantes,estrear
a su3 emprez", e siguudo nos allirmam, com bem
pouca disposic.ao de melhor.ir-nos de condieao. A
ser exacta semelhanle noticia, nao podemos, desde'
ja deixar de nos pronunciar contra lal empreza,
porque nao nos resultando della melhuramento al-
em nao app-.re-.-er.
uo mesmo eslado.
mellidas no da 1!) do crreme pelos carros de
publico ns. 25, 29 e 270, no da do
n .T.. j ., publico ns. i,: e 2/0, e no da t) D.|0s de nu-
A.?. w?e car,aD,l 'UUI P' "bbado en- meros 11, 12 e 3i.-0ue fus.em o dliio, transmll-
diu-,e a, 20 por garrafa. __ : lldo, pur co.a M g", dj Boa-V.sta et'^1
i ui.i pur copia
A fera do gadu fot luppnda com 5l2bols,que fo- conveniente,
rain vend-tos, calculando-te a arroba da
5tJ0 e a 55000 r.
liscal da Boa-Viita para o lun
o notsos tolos ; na., ha da paite do governo o mais
leve intenta de inlervr na tleicao ; e o nosso ami-
go, o Dr. Jote Angelo, he o respontavtl por qualquer
desvio que da nosta parle possa apparecer.
i Cidadlos volantes desla freguezia, a quem espe-
cialmente nos dirigimos, se ha urna occasiao em que
davala manifestar todos os vossos senilmente* de or-
dem e liberdade ella he ehegada ; a u Exm. pres-
deme rto pcrlenre a parirlo algum, e garante a lo-
dos ; S. Exc. est collocado superior ao espirito de
partido ; e uetsa honrosa posi;3o aguarda vigilante
o cumprimenlo e retpeiio as leis do paiz. Concdr-
rei 4 eleirao. coucorrei em ordem, em uaz e tran-
quilhdade, lendo corifiaor,a na primeira auloridade
da provincia que garante o voto livre.
O Sr. Silveira Lobo : Tudo islo se pode dizer
por lctica ; na.'a prova.
O Sr. S a Albuquerque :Senhore-, um admi-
nistrador nao se p-rverteem om dia. Apoiados.:
Se o nobre depulado nao se conlenlatse smenle
com o elleilo eph.mero, sem duvida, que poderiam
lazer nesla casa as suas accosaces injustas contra o
presidente da provincia das Alagoas, se tivess em
Msla algum servin. ao paiz.o que diveria fazer-;Mos-
trar que asse pietidenie, que por Ire amius tem ad-
ministrado aquella provincia, a tem conduzido a om
estado retrogrado em civilisacao a mellio-anunloi de
todo o genero. Nao fez islo nem poda fazer ; por-
lanlo ptrmillirn qua Ihe diga que sen3op,nmovi o
progressjda provincia em lotos os saua ramos de
administrado, au menos nao o embaracei. Pouco
se me da do juizo que o nobre depulado possa fazer
a semelhanle respeilo.
O Sr. Silveira Lobo : guando eu fallar o Irata-
ret da mesraa maneira.
O Sr. S e Albuquerque : A raiio pelo quual
me lenho alongado nesla discutsao, he pela dee-
rencm e consideracau que devo n.to s a' cmara dot
senhores doputados e ao paiz, como lambem aos
conspicuos entallaos que formaram o gabinete tran-
sado, com o qual servi com inleira conflaoca.
O Sr. Pedreira : E ninguem foi mais
ea-a conlianra do que o nobre depulado.
O Sr. Sa e Albuquerqoe : l'iquei porm um
[iriuco detgnsloso, vendo que o n.bre depulado pu-
n,a em duvida o leal cumprimenlo dos meus deve-
res, a bel observancia das inspiraooes que recebi
leste gabinete. Sub, pois, k tribuna para explicar
O meo procediiuenlo.
Senhores, a cmara ouvio que o nobre depulado
procurou convencer ao actual gabinete, de qut o
presidente da provincia das Alagoas era um energ-
meno, urna anlhilese, como disse, cornos horneas da
poca. Sinhoret, he precito que o nobre depulado
>e conrenca de que,te esludar a minha vida publica,
achara tmenle urna verdade, e he a falla de ambi-
?".?.i.-S- da m,n.na Parle- (Apoiados.) Tenho des-
pea
tela
<:< ao puvo, e he de rrer que lodos etses ditos nao
patsem de meros boatos com que te pretende des-
coiiceituar a essa cumpanhia. leos assim o queira,
para que nao leuhamis de tolrer.
A industria camin,a a pastos gigantesco* em
nos'8 provincia, e a vista do fado que vamos narrar
llavera' qoem duvide de tua protperidade ".' Ei-ln.
Tendo chegado de urna viagem um menino filho de
- -- carne a
1- carani por vmder Y>.
Nos arrugues da cidade cunsumiram-se no ssbba-
do 5(i.
Al oulra vez.
O I clnense.
Carta particular.,
COM AUCA DO BONITO.
Caruaru' 13 de tull,..
XXI.
Principio a prsenle dominado por orna iinpreiso
as-as doloroM, isto he, vaga por al,i que tora bar-
ba'menle assaatinado o vice-rousul ingle/. Nao
contieno quem teja ette senhor ; mas nao pos-
so deixar de lastimar que livesse lim 13o desas-
Iroao.
Dos permita que seja ronhictda a caosa orig,'-
nana de semelhanle fado, para que nao pairen)
Siisprilat sobre innocentes, e nao siria do motivo a
exigencias rostnmadat.
Haja vunlade a energa, tudo se descobrir, e a
accao legal n3o deve ser entorpecida qualquer uue
seja a consideraran.
Uuas quinta--le,i as lia que o jui/. municipal dei-
xuu de dar audiencia, e segundo a Voz pequenina,
orna tenhura que mora na roa que nu he nova, e assim praticiu poique aehava-se o seo "amigo M-
Irazendoo rosto mullo e-caldado do sol que apantle- | diado, que foi cairegado de correspondencia! conira
digno
menio d, alguenL1 a J1!T C"' ""-"" d "ubre dePuUl10' ,'""> "licio V* *- ao pre-
m-rii. de alguem. anda memo dos mais superiores sidenle da provincia. dise aue sa lnlnt-aame ,rd
lS.n"m-iS." US 'nT Ti 22P h "I""6 S'U' d,'el,os compr^ieMdos. Ts.^.-
meiiilcve. qualquer in.encau alhei. a p.rlou a minha curiosidad. ;tra.ei de saber o qu.
havia, se havia peraeguigao, se havia slguin Irania
e negro conira o iimu do uobrt depulado. e ouvi di-
cainara so om lal reqnerimenlo
gal, prudente tem duvida, e uecestaria na occasiao
a o juiz municipal tem se importar com os seus deve-
este despacho :-Keqe,ra em lermos : ,N3o apoia- ,:c\^^^^^T^
tez a parle um novo requerimeuto, ou urna re-
plica i., termos
'"Illm. Sr.
respeilo diz o
idencia superior,dade legal, que nao cuinr
aqu urna cadeira. Els aqui o meu grande pecrado
para o nube depulado, que emende qoe pela sua
Ipoalcao o pr-sidenle deie estar abaixodojuz muni
%szassfgis. ssr- '-" r- ^K3s5[i,sr
!:2S5H-*3'.......--.......-- S=::="r-v-
lado em quo e achava o il., i.mi^ V a .,, lual. \ ejamo, porem le assim he. Nao me .,ost
o sunplica.ile reo er ,,e e "'. i i Albu,""r1M '' U-'diMid no prevalecer de melho, auloridade ,!,. que d
be m termos, o que espirito deslai e em fados por mera
einpenhado cargo* honrosos ; mas, senhores, mi
pei.i nada. ()s lagos de amzade que me prendera a
algums ..omeiis emineoles, o dever de cumprir o
dictames de miuha contciencia de cidadao, e a Tee-
cacao que devo a' coia, sao motivos-pora que Dito
possa recusar meas sirvios ao paiz. Apoiados.)
Aceitando os encargos, arrostro ludas as d lliculda-
es, nao lemo a responsabilidad!, e sujeilo-me a
iesgotlos, como esles qus o nobre depulado mt fez
solfrer.
Senhores, confessemos orna verdade, e he que ao
nosso paiz so pude desejar um lugar da administradlo
sera algn, conslrangimenlo, aquellas qut1 nunca oe
cuparam lies lugares (apoiadosl.laquelles qoe n8n se
recordare.o de qoe os dias de (raballioi, as no,le.
de vigilia, ;-s inquielacijis de espirito em servicos
do pan o pagos com as injaslicas dos horneas (a-
poiadot com a historia dos factos de urna maueira
toda difireme da realidade (apoiados), e senhores,
ilo oao he agradavel ao administrador publico.
.Apoiados.)
Porlanlo o nobre depulado acredite que se anda
es ou conservado na presidencia da provincia das
Alagoas nao he porque leuha amor algom a este eo-
cargo. Nao posto fazer outras reveladles a' casa, sa-
l.tfaco-me com eila. Exude o nobre depolado a
miaa vida, e vera' que eu tnlendo qua o meo de-
ver de homem publico he quera uoicammle deter-
mina que eu oceupe um lugar honroso para o qoal
nao me julgo com habililaci.es. (Nao apoiados.)
O Sr. Silveira Lobo : O caso he qoe v3o traba-
mando para se conservaren) aetset lugares, epezir
de seicm aiplohoiot,
Ouiam-se diflereoles apartes.;
OSr. Si' e Albuqoerque : Para horneas qne
nao tem um espirito ainta corrompido pelos fados
raaos do mundo, para os caracteres da cerla ordem,
sea lugares s3u verdadeirui iucommodos. '(A-
poiados.) v
Sr. presdeme, e linha tomado apoulamiulqs -
cerca damateria em disrussSo ; mas acho-meTara
pouco faligado, por isso me vejo na necessidade de
aitiarodesenvolvimealo de miadas ideas relativa-
mente a gravet atsamptoi que luram discutidos net-
tacasa para occasiao oppoiluna: reservar-me-hei
para la.
Mas, Sr. presidente, eu devo fazer aiuda algumas
rellexoes acerca de um objeclo que me impressio-
iiou. fiquei triste quando vi que o nobre depula-
do lazemio um lungo pse pelu imperio lodo, nao
ni ha adiado um presidente de provincia bom, nao
linna adiado um depuladu eleilu segundo a consti-
tu cao e as Iris, oao linha adiado um homem que
r.sie digno du menor elogio seu ; lodos merecimu o
ten estigma ; e enl3. o que fiz Procurei esludar o
que de verdade havia oeste procedimenlodo cubre
depulado ; islo he, qot causas acluaram oo seu ei-
pinlo para pensar a-sim.
O Sr. Silveira : As queixas do paif, os soffri-
meotos do puvo brastleiro ao qut acluam man oo
meu etpnilo.
O Sr. Sa' e Albuquerque : Examiiiei caracler
pur carcter, e vi que a gravidade, a illuilracao, o
patriotismo a probidade de mtus digaos collegas
presideiiles de provincias na agrad.vam ao nobre
depulado, c entao conclu que o verdadeiro modelo
de um bom administrador de provinoia, eslava no
nobre depulado ; entend que o espirito de modera
rlu e eroaciliaraoque deviamos I,mar por n-rma
era o nobra diputado. Mas, eu declaro que nao o
tomo por mod-lu.q.ie nao o sigo por nirma. 'Apoia
dos. Sr. presidente, o nobre depAlado nao se con-
leoluu so de injuriar os preaideiile de provin-
cias ..
O Sr. Silveira Lobo : lujuriar uao, censrel-
os, e eslava nu meu direilo.
O Sr. Sa' e Albuquerque : ... estendeu suas
observarles o mais alto, foi aos ex ministros do ga-
binete (ranaaclo, e declarou que umera esleliunala-
ro, oulro prevaricador, esls traidor, aquelle... nao
sei que oais...
O Sr. Silveira Lobo : Perde-m
nado.
O Sr. Sa' e Albuquerqui : Ainda enlendeu qur
este campo era eslreilo para una ceifa ia,. grande,
foi ao paiz lodo, ro ao presente e ao passado. e dis-
te : as cmaras palladas eram todas avassalladas ao
poder, e porlanlo nao p dram fazer strvieu algum
ao paiz ; a cmara prsenle lie lambem avasaallsda
au poder e nao runsegnira' fazer o bem dos povais.
Senhorct, pela minha parle repillo com indignarSo
etta injoatlfa do nobre diputado. Auoiadot.
t) Sr. Silveira I. hu : O paiz, para quem fallo,
nos tara' devida just.es.
t) Sr. Sa' e Alliu,merque : Entao eu cttava
com ri.mellido a fazer um estuilu na vida du nobre
IdepuUdo, assim como na doa meus illuslradus col-
l legas : ti lo, e achei urna dillereu
I Iteconhei i que ,i eleieao do nobra
elle
esta' nga-
ro, soa mai mandn comprar um c-rlucho de gom
ma para dinolver n'agua.e deilar no'ruilo de seu li-
llii, e com elleilo osou dessa ditsoluca, no decurso
de um da sem que prodnzisse melhora alguma, an-
tes mais calor soflria aquelle menino uo seu roste, r
quir o publico saber a caosa disso 1 Nos o s.lista-
remos dedarando-lhe que o conleudo maquille car-
tucho n3o era gomma, e sim cal, e que tal E nio
estar' astim augmentada a induttria era oossa Ier-
ra '.' Quem qoizer que duvide, porque quinto a nos,
1180 podemos fiiiii i -ir ; mas comu quer qoe deste
negocio se deva lomar cunhecmeulo, pedimoi a
qnim compalir que mi., o dei ve passar em desaper-
cibido, porque he por sua nalureza mu revullant*.
Cum impacieacii eslora' o leilor por saber qurm fui
o vendedor dessa gomma, o nos -ament para salis-
faze-lo diremes, que nos ron-1 + ter sido um laber-
neiro do palio dt Sania Cruz, mas que na o conhe-
cemos.
Comta-nos, que un inspector de qaarleir.io da
freguezia de S. Jos, depois de haver al'tircado com
um indivi luo seu desiiflVicosdo o premier,, ordem
do respectivo lubdeligado, a' euja presenca o condu-
zira, mai tendo averiguado o tacto, e recunhecendo
que aquella pris.lo tora toda caprichosa, inauduu sol-
lar o homem, cum o que insultan lu-se o metmo ins-
piclor, Uvera o arrojo da Ihe fallar ao respeilo divi-
do. Consta mais, que o mesmo Sr. tubdelegado pre-
lendeu denunciar delle, nao sabemos se com elTeilo
o lana, mas, he de crer, qua se nao por si ao me-
nos para moralidade do outros u3o o deixe de fazer,
porque do contrario teremos de vero carro odian-
te dos boit,
Quem Iracas oSo sabe, viver nao pode :
diz o adagio.An.tapelas ras da cidade, urna roul-
tnlao de ven ledores de bilheles de loteria, e 13o im-
pe, tinentos que faz raiva. Coma, que alguna del-
le vender hilh'tes sem garanta alguma portijOOO,
e que muda gente (em cabido mises engaos. Ser
couvenieule, que a pulicia lome conhecimenlo detse
nagucio.
Coosla-uos, que em um dessis dias apparecc-
ra na Boa Vista, urna porc,3o de cabras feridas a
pni,bal, ou faca ; o exercicio nao he mao, a bom se-
ra' que n3o passe dos bichos para geote.
Industria.Cerlo sujailo foi a uuia loj, e lo-
mou urna n3o pequea poreSo de fazrndas, deixando
como garanta deque voltaria para pagar om me-
nor, que dizia ser siu lilho : passaram-se algumas
horas, e nal, de apparecer o coiopradur, foi quaodo
por acato passou pela porta da toja om velho que
ficou sorprezo do ver seu ilho naquep,. loj : en-
Irou, e pergunlou o que s.guilicava estala delle
all, e eulao suube pelo menino que um sugeitu,
que pelos siguaes que Ihe dera u menino, o velhu
cuaheceu ser um laraplo sahidii ta das da detencau.
Ihe pedir para elle ficar por emquaatu all ele.
lia porim quem diga, que taolo o velho como o
comprador da fazenda, etlam de maos dadas com es-
se menino para roubarem. Ainda he a compaubia
dTiro,porem melhor csracterisada oo antes
lomando aa lices do poeta do llacanga, residente
na corle. Olho vivo com laes larapius que sao mais
parigosos, qua quanto salteador ha arrojado.
Constar nos existir la para as banda-dos. Afnga-
doi om Sr., que lem em muita estimarlo um carnei-
ro moxo : esle animal he o maii eogracado posti-
vel, e tem-se lomado celebre oa vizinhanca, nao s
porque he o djverlimenlo de seus senhores, como
porqoe raro he o menino qoe passa por I ente, que
elle o3o o estenda com formidavei< marradas, o qne
da no gutlo dos leus senhores, qoe da maos uaa jibar-
eas ctcanyalham->e desmanchnm-te em risadas,
l'ergoiitaremos na: esses senhores ler3o licenra pa-
ra latvia um bichiuho inunceute? O Sr. inspector que
responda. A respeilo de marradas, devemoi eilar
Tartos, e principalmente qoando ellas sao dadas para
fazer nr...
leudo o subdelegado de S. Jos feilo um oac-
peqoeuo snico aos moradores, vizinlioe de urna
o-iiiiu- dissolola, moradora na ra de II., pedimos
que faja extensivo esse favor ao vi/u,I, de urna ti.
que tica em frente da giiiiit; pnrqoaolo dizim, que
ho herona de lal ordem, que quando esla' nos seos
geraes, nao ha qoem posta conservai-se as varan-
daa sob pena de ouvir o que nonca d cciooario al-
gom das qu tantas da' !
Continua a grastar entre as crianras u mal ler-
rivil da garganta. Dizim os facultativos, que orna
dat medidas mais segura para em urna casa n3o
cshirem lodasquanlas enancas kouverem.he mudar-
se a familia.
O vapor inglez nAvou. saludo para a Europa,
le. i a seu bordo, os segn,les pastageiros :
Dr. l'.-lei.n C. de Alboquerque, Manoel Nuaes
da Silva, Jo3o A. tiuimaraes Lazar Moreira de
Souza, Exm. geneial Jo- Jo-iquim CoelPn, soa se-
nhora urna filha, Jo Kernandes l.ins, Joao Pialo
de Lemo* Jnior, sua senhora e qualro Albas, Latea
Mureira Piulo. Candida Francisca da Lappa e om li-
lho, Jame l."lian, William i'rerv.
0 prom itor, ah na capital.
Li com goslo e prazer a retposta da respoala da-
da no uLibrralo de 7 de crtenle pelo uutso muilo
honesto, virluoto e illostrado|on municipal
Clirislov3o Xavier Lopes, a cada que fez publi-
car no numero 15 desle jornal, o promotor u'a-
qn-.
Lm lal nsposla se diz qne o pai de miadas lidias
queri la* o3o suu eu ; mas admira que o dissesse o
Sr. X. Lopes, que deve taber quea paler c-t quem
juslre nuplnt demonstren!. Mas como au ha
de ser assim te o Sr. Xavier Lopes, o qua mais igno-
ra he jutlameule e que devia saber f
(joilei moilo dns sentiminlos de que se moslrou
pussuido o Sr. Xavier Lopes, que moslrou ainda
que he ignorante ; pois devia lambem saber que__
flimn cum allerius damno, sine ratiooe, debel lo-
cuplelior Beri. a
Mademo esl bou a qotlqoe chuse ; il corrige de loules lia pe-
ines paisious, qui agitenl lisgens oisifi el corrum-
pus ; aca* eugaiiuu-se, porque ao x. lopc nem
1 a mandare, nem processo e uem can eir o curngi-
rao dessas peqoeaas paixdes que se auiuham no pel-
lo de genteoisif* it corrum|ius.
O Sr. Xavier, de sectario dos principios seguidos
pelos exlerminaddres qua linham, como mxima o
seguale : nroues qai sicul nos non cogilsul ex-
lermiaeator. lidiemoso amaldicoado do povo__
como o dvnomiuou o Sr. Joao Izidoro t.oiiralve da
Cruz com muita verdade epassemos ao que" nos 10-
leretsa.
Coaslon-me que o preso fagido da cadeia dista ci-
dade Jo3o Jos do Naso ment acha-se de publico
em Carapatos, em casa do iotpect ,r .Manuel Baplis-
ta lorres ; contlou-me ainda que mora em dito lu-
gar Alejandre de tal criminoso e processado em Be-
bedouro. Sendo attim, qo boa qu uiu he a polica
do Sr. inspector M miel Baplisla e a de seu irmao
Jos Baplitla, tambera inspector? Sr. delegado do
Brejo, cuidado cum os inspectores de Carap>l<, qge
a ser exacto o qua se me disie, sao protectores de
criminoso*.
Dis grossa como a do lup, que o jury do Bonilo teta
coovorado para 8 de igo Dep.ns da uluni.i apenas snlrou para a cadeia
um indiMduo remedido pelo subdelegado d .VI-
tllllle.
O jiiz municipal iulroduzio uo foro o estilo pri-
Tendo o Sr. vereador Barata declarado que nao
podia por algum lempo cumparecer a cmara, em-
quanlu estucase aquarlelado o balalhao da guarda
nacional de que he cnmmandanle resolveu-se que si
convldassem os doa* prnaeiros soppleotes que lem
igual nomero de volea para em presenca delle* se
fazer o sortero, e lomar asiento aquelle, a favor de
quem decidir a surte.
Encarregnu se a coramina.) de edilicac.io de fallar
ao propneuiio da casa incendiada do ateiro da Boa-
> isla, sobre a detapropriacAu da oiesma.
Despacharam-se as pellcoes de Autunio reman-
des Vellozo, Alexandre Teixeira Souto, Antonio
Joso Pereira. Barao de Ombrrt, Bernardo Antonio
de Miranda, liippolyt* tieneroaa daC O'eicao, Joa-
qun Jos de Miranda, Juan Pinto deOueiinz, Jus-
tina Pereira da Andrade, Joao Lopes de t;.a|ro, Jo-
anna Maria de Deo, bacliarel Silvioe Cavalcanli
te Alboquerque, e levanlou-se a sesaao.
Eu Manoel Pendra Acciuli leerelarin, subscre-
vi.liego Albuquerque, presidente.llego.MUa
narrara. Mello.Jlmeida Pinto.
DESPACHARAM-SE PELA POLICA.
Da 1.1 de Jaiba.
O porloputz Manuel Nunc* da Silva, legilnuuu-ae
para obler passaporle para a Eurupa.
Ot escravu* Sivenoo e Benedicta, ubliviram pa>-
lapoite para o Kiode Janeiro em cumpanhia de
seu senhor.
Os escravos Bellarmioo, Manoel, Jote, Antonio,
Joao. Iraiicitco, Euzebio, Mara, Antonia e Joan-
na cum urna cria, obhveram passaporle para as
Alag.as em conipanhia de seu senhor.
Os escravus Kranciscu e Juaquina, obtiveram
passaporle para o termo de Birreirus em companhta
de seu senhor.
O esrravu Juvenal, obleve passaporle para T-
mandar ira compaulna de ten leudor.
15
O rancez I rancisco Dubarry, leciliinuu-te para
obler passaporle para Par*.
Ib
O psrlugoezjoao AfTouso uimaraes, ligitimou-
se para obler passaporle para a Eurupa.
17
Osetcravos Imbilina e Antonio obtiveram pas-
saporle para o Rio de Janeiro em eoinpanhia de
sua senhora.
ommunic$o.
O QUE TEM SUCCEDIO POKOIANNA.
Itidejulho.
Nao exlranhe Vmc. o lermos interrump lo o coro
regular de uosias missiva* noticia.as ; por que ja o
distemos, e rep limos, que v paiz de c he pequeo ;
a por lasa os acoiilecimeulus de inlerrtse para leito-
ret lio illuslradus, e dignos de n-.enc.'u, em um jornal
de I3u grande porte, como este, s3u bem rarus : e
por isso seguimos o parecer de dizer pouco cum va-
gar antes que dizer muilo com frequencia, mas sem
inleretse, e s para o lim de azoinar o publico com
coulus peera, e narrativas de miseria*, que devera
licar mesmo de envidia cun o p de unde sahiram, e
que so s-riem para mesquinliar o lugar onde acoute-
cem, e a penna, qoe as descreve.
Por lano s Ihe daremoi conla do que acontecer
de inleresse, e monta, e, quando nao, aguardaremos
ostiiccessot momeulaiievs.
Depois da ultima que Ihe enderecamoa aniei do
aouuuciado eaUcIyama de 13 de juntlo patsado, live-
mos de deplurar mais um assatsinalo pralicadu na
pe-soa de um pobre humera la paites do.P.l.
O canbal domesticado, que fez essa dorrivel faca-
nha, eiadio-te para Nazarelh, onde sendo capturado,
ne ', e I, ,'!,, "f"d", um ""?"" "- eonlessou i.r mandalario, e que, fura o m.udaule
mera ue poitanaa, nao to aos e-rnules do |Oizo, co- do crime.
nu. anda ao eacrixao do juiy, teudu uini para ^e
bem pouco' I) sali-lazer necetsi.tades du tervico pu-
idiroe mitras para documenlar as retposlas que ha
le dar dua denuncias e ama queixa que tem de
responder. Eu uo meu fraco pensar entendu que o
joiz municipal exorbita de sua* atiribuic.oes e coage
aos subalterno!, ixiaindo seevicos gratuitos e fur-
laado-te ao pagameolo do sello.
Na segoinle pretendo occopar-me com os prnci-
pioi reguladores do costo foro ; por i-ludeseiivolMrei
o seguinle axioma ou cousa qoe valha :
Qui mular ergenlo,
Carel argumeolo.
Au aovo correspondente do Brejo me dirijo, para
declarar-lhe qae monos boas servicos espero far a
oo*ia patria cemmum, pugnando pela moralidade
publica. O meu fraco apoio contara sempre a seo
dispor.
'.Carla particular.)
CMARA MUNICIPAL DOKECIFE.
SESSAO EXTRAORDINARIA DE 30 DE JL'NIIO
DE 1857.
Presidencia do Sr. llego e Albuquerque.
Preseolet Srt. Barroea, Vianua, Franca, Reg,
Barala, e Mello, fallando tem caosa participada ot
m.ns Matare, abno-se a sessao, e foi lida e appro-
vada a acta da daolecedeule.
Foi lido u seguinle
EXPEDIENTE.
Lm oflicio do Exm. vice-presideule da provincia,
participando, aGm deque o Uzease a cmara constar
aos juizes de paz mai* votados do 1- dislriclo das pe-
rocinas .leste municipio, que por aviso do ministerio
do imperio de 23 de mno ultimo, Ihe conslava que
linham sido approvadas pela cmara dos Srs. depu-
lados as rteicoes primarias para a UP legislatura das
paruchias que furmam o I-, 2\ 4' e7 ditlrictos elei-
loraei desla provincia.Que se oOiciasse ao juizo de
paz.
Outro do mesmo, respoudendo ao desla cantara de
:i do curente, em qoe pedia fo-se feilo o nivelamen-
l.i detla cidade, com a copia do que a respeilo desle
ubjerlo Ihe dirigi o direclur das obras publicas. A
InrurmacBo de director era que o nivelamento nao
poda ser feilo com a promplidao que a cmara pe-
dia, porque a variedade de Irabalhus a' cargo da-
quella repartieao e o seo diminu,, pessoal so davam
O retpeito o a imparcialidade sao doce colom- lugar a qoe se fosse elle exerutando por partes : r.
as bem necessarias a sustealacao de qualquer corpo I que te a cmara quera manda lo fazer, mandaste
centelleo, bxiil em ama das reparlires detta pi0- que o,seu engenheiio te eulendesse com aquella di-
noca um empiegado que abusand i da boa fdo seu
jnspeclor ;que e-tamos cerlos que ludo ignora e da
nimia bondade de seo contador, lem o arrojo de lo-
dos os das aatisnaro livro do ponto da repartieao as
oilo hura* e meia da maubaa, della sabir sem licen-
ca, e nella su apparecer at onze horas do dia Re-
sultando dahi plantar a desmoralisai;ao na reparlu-ao,
teu expediente. E podera este empregado censurar
dos sen* companheiros '.' Podera' denuiicia-liia .
Podera' fazer com que os seu* tobnlteruos trabalhem
rectora, que Iba ministrara as precisas intormacet
acerca das ponles de isgotn projeclada* parancal-
c,amen|o.Asim se resolveu, maudando-se otliciar
au Dr. engeoheiro cordeador
Oolro to mesmo Exm. vice-pre*idenlf, diien 'o
que convinha qoe lila cmara furnecesae ao lenle
Aoionin Euydio da Siiva.eugenheiro agrimensor das
Scienlt o delegado da comarca de'sa conlissao, por
cominunicacao do delegado de Nazanth, fez prender
ao mndame indultado. Form.ida,a colpa, mlu pro-
cedeu, e por isso foi solt o maudanle, licaudo em-
paredado o mandalario.
Fazendo nos algum reparo pila soltura do mau-
danle, allteula a conlittAo du mandalario, qoe era
-uili.-ienie para cou-liluir um indicio vehemente a
aulurisara pronuncia disse -nos pessoa b'em habilita-
da, que esse indicio mesmo falteou, por ter o man-
dante se conlradido em ouiro iotsrrogaturio peraute
o joiz procestanle, e por ler sido inicuamente desa-
preciado pelas leslemunhas do lummario.
Sendo a>sim|fui bim aecurdada a desprouocia. Ho
bem cuslota a prova de ura mndalo dessa ordem,
mas oin ia asiira nao deve a liberdade da qualquir
cidadao licar a merc da vooladi ducricioi.ana da
qualquer dilatar. Como o crime lem om grande lapso
de lempa para prescrever, be melhor aguardareu>-se
outras basts, do que fazer cusas em pura perda, e
causar talytt males irremistieeis a algum innocente.
Iii alroritsims diliclit non licel judict juia transgre-
d. He aphoritmo ,do Direilo R.
Nio podemos aqu deixar de fazer honrosa|mrns3o
do iidar comanle do Sr. delegado contra todos os cri-
minosos da comarca ; e lao afanoso be ttat seu Iidar,
que lem lido parle para que elle oaoirja 13o expedi-
to no julgamento do. felos civeis, comu ira antes de
ai-cumular a diligencia. .
Depuis leve lugar urna tentativa de morte bem
qualifieada de que fui autor um desertor que foi
capturado na occasiao, em que preprala un,a em-
bicada para realisar o aasasiinalo da victima ja gol-
peada morlalmenle.
Suspeilaa, oo avisos de que uui navio negreira
pretenda aburtar por ah algores, ohrgouao se-
nhor delegado a estar tora da cidade por cinco das
rom !. rea de linha e da guarda nacin il, em
observadlo desde a praia de Ciluaina al a barra de
Goianoa.
Nao ouvimoi pessoa de criterio a lal respeilo ; mas
ouviinos dizer por mis, que fot.un rebale falso, e
por outros que a embarcacao, que deu causa para
laes suspeilas, fez-te ao alto mar, e desappareceu.
Cerlo que a polica fez o qui Ihe cumpria, embora
nao se realitastem suas.prevists: por quanto muilas
vezes o negreiros espreil.im a vigilancia da pulicia
pan o bum exilo de suas einprezat, e be muilo con-
venienle, que elle- taibam, que ella nao dormita.
Tleos Vmc. arredile, e rooila gente da I, que as
atlas parles dissideutea c da Ierra esiau hainioni.a-
oas, oo pelo menos, em armisticio : nao, meu bum
senhor ; nao cala em simelhaote decep<;3u Antes
crea que au ha raimante, balsamo, ou refigeran-
le, que consiga brandar a inleusidade da fehre. em
qoe se abrasara Sabe o que aronlece agora '.' Estao
se arrermenlau lo, ou unindo n lile'ras larefeilas
pelu cumbatepassadu. para a nova campanha de nu-
verobro, qoe puslu nAo cnleuda cum iuleresse* Ido
provocar juizm temerarios contra oa seus diere., e marinhat. urna copia fiel das plautas da ra Impe- alto-, prumelle ser uau menos renb
anda mais, lezar a fazenda, a quem rouba pane dt rial e da freguezia d-s Afogados, ftltimamenle ap- Felizmente lomos sol
provadat.tjue se olliciane ao cugenheiro cordea-
dor para tirar a copia.
Outro da coirwmss3o de hvgiene. tratando do a-
-----.--.. ----------------- > ..,, i .-,,.,,,-.-,, uc |i i -irrur, iioiiiniu \iv n
de maneira que sopram o vacuo por di- deixado no I huso pralicado por algum pruprielaiios f.ndirua os
espediente da repartidlo Nao por cerlo ; mas infe- numet dellrs i e dipo-ilarera nai ras por muilo
lizmenta assim uao acontece Adiamos porlanlo lempo lixo e reslo dos ci ncerlos de suas catas, cau-
inoito acertado, qut se tomam medidas enrgicas, [andu com isto mal a' salubridad! publica, e empa-
aliui de quenae partea, que existe parcialidad! em diando at mas ; e locando lambem a commisslo na
urna corporacao onde su deve remar a tgualdade e o I ceta arruinada do angulada ra do Livrameulo e na
espirito oa le. i que fi incendiada no aterro da Boa-Viila, resol-
lloniem pelas nove horas da mandan embar- \ veu-se qoe se remelletsiin ao li.caes copias detle
con no ar-enal de marmha o Exm. Sr, lente ge-I oflicio, recommeudandu-lhea nao t a restricta ob-
nrral Jos Joaqom (.oelITo, cem destino a'Europa, tervaucia dn ail. .V, til. 7' das pnluras da :W de
mide vai tratar de sua taude. I ma guarda de bou- juiho de 181'J, como que providciicia-sem a respeilo
ra que se achina postada no lugar do embarque liz
os honras do etlyl ; grande numero de amigos -le
S. Exc. a oflirialidade dos diverts coi pos da uar
ni^lo, acompanharam-o al boido As fortalezas e
os navios de guerra turtos no porto diram as salvas
devides.
.li amonha.
COMARCA i)E SANTOANTAO.
Victoria, :1 de julho.
Divulgando-se pur esla cidade a noticia, que na
noilt do dia 13 se representara na praea da fera
urna danta de curda, u povo que bem como o de
oolrus tugare* oude h.i maior rivilisaco, he sempre
amigo de novidades, concurreu .o lugar, mas quan-
do eslava no melhor do goslo, appareceu o recrula-
men'.o sobra a rapa/cada, agarrandn-se mis e eca-
;a muuo grande. poln to-st oolrus, que mais ligeirot foram ; c assim
depuladu, Como ollinii u se o enfaduiihu divertiinento combatanle
do que tralava a commitido, de modo que desappa-
recetsem i-s enlullioi das ras, e que se retpondesse
a' cunimits3o.
Oulro du contador, para se tiraron, ilo cofre as
letra que se vencen) no 1- do mez seguinle, na im-
portancia de H.ljKV>.j.Qaa se tirassem.
Oulro do procurador. apreaeDlaadu un aflieio que
Ihe dirigi o e-rinan do |U|\ acumpanli do de urna
retaca,, ruf.-ic la pelu juiz presidei.letdo metmo tri-
bu,al, de hjectos que ainda le fazem preciaos aquel-
la casa, e dizendo que muilos delle* ja linha fur-
naridu, ft vista da urgencia com que I rain requisi-
l'aihi-.Oue lornecesse os que fall.vam.
Ootro .lo m- ni,., rom mullican.lo que leudo man-
dudo veterano reformado; e
que vivemos hoja onicamenle d nosaa* antigs glo-
rias, por isso naoernpenharruies aa armas. Ouerimot
sim, ub-ervai de orna ala'aia cun que denodo, e ga-
Ih.irdia se poilam no rumile os aovo Companheiros
de armas, e qae loores colimo. E dahi metmo bra-
daremos, cimaradas,n3o olviden os nomesde alguns
tjoi.inm-tat diiliuclos, e que se recommendam por
grandes nierilus ; e deulie esles he bem digno de vus
representar no congretto piovincial o Dr. Jos la-
vares da Cuuha e Mello. Sim : nos lambun abun-
damos na idiat, e nos juizos, que a aeu te.peilo fez
o Diamantino : e lamhem subscrevemo o leu acer-
tado pa.ecer ; que fui lao bem dabuiabo, que dis-
penta ludo e qualquer cemenlu. Is.u he, te lal pare-
cer he sincero, como opp.,mo<, e nao he smente
unja machina dt guerra, ou urna alavaiu-a poltica.
1 ara u I. de aguato e-la marrado pelo uutso mu
digno juiz de diieilu a primeira rorrecra,-. que vamos
ler na romaica de eonform.da'Je comustu novo re-
gulamenlo ; a se anuuuei* apparalota e rctpeilavd.
Seja bem viuda. A comarca precisa moilo detse cau-
lerio, a tanto lempo despreade: elle deve pri.u./ir
muilos hus, esoppomos que cicainsara chagas e
apoaihemas inulto dirimirs. A-smi seja.
Domingo l!l do rente, o digno fre Nurberto
prior do convento do Carino r da tena, ajuladu
por sevslaraaiavrit, e exVeliemesc .mpanheiro fre
llutr.. iiome-mo, eommuoicando que leudo man- Joilo e fre lleieulano. pr.lendem fe-l.iar com mui-
dauo demul.r a cata arruinada da etqoma do Livia- la pompa e bulbo a SS. padrueira da ca-a. E de fe.lu
Z rii d'"e" 1 de"lol"-iio' '"" "l-'"r "" "" "'U" "Ihus do Ca.melo tem envidado lu-
.. solicitador que era preciso exlralnr-se piimeir. do para qae a testa j, bem esplendida. Pela ve
cupi, d. seiitanca, e ser desla .,p.n,a oadv.^h. primnia oovir.mo. Jm^^SS^Jm*^
que
propna
Smenle.
O Sr. Sa' e Albuqueique
minios.
Posto ler os doco-
i'm celebra Coelho, pardo, tapileiro, tiran.lo-se
dos teui cuidados, runsiituio-te recrulador Corno se
du pela ra do lienipapo, onde quiz dar ora um
a cmara quera a desapropriacao nio cooviaha a I para ata digno filho. As'familias, queti.eram t veu-
companliia, lendo por isaa de ter a n etina Irila ju- I lora de rom,i,un,car B esta respeilavelseilbora ik-
dicialmenle.-Kit.dveu-te qne se levasse ao conhi- I mais podtm obliterar da limbraoca a finura, e nu-
rmenlo do hxm.vice-pretidenle da provincia lodo rieza de seu trato. Es-a respeiiavel malroaa, por
MUTILADO



DaRIO DE PKRNAMBICO 01 IM \ ftlllA 25 DE Jlf.HO DE 1857.
e f.n mallo recnmmeii lave I, dem lustran i..
? sua conversivo e afT.bili i. I.-, que leve rteide
jri;_i urna educarlo corlezaa mono accurada.
Soubemon que clieguu ao Recifo lem o raenor ac-
cidente e Oros Ihe d ,,, iar de rosas para apor-
tar a ltihia -.ii e salva, IV..loe nos o >eo ilisno l-
lllo se por e-i* modo laiem* n.ivament* sangrar
en coracSo pe pungente saudade.
Atora, Sr. Goiaoi-ta, amigo, advosalo ou parti-
dario do li.ilicano Concaiciln, ouvi duas palavras, a
lOspeiin do que diasesle* em seu pro. Pec nia para d-nvilar de que sois uin verdadeiro Goia
Mi mirador na cidale : antea crema* que sois al-
-uiTiru i iIhu qu lia pnuco tul>n>vei- algum deser-
to desconversavel, tomo essesjda Thcbaida. Oh !
tro, se tlvesiei* ni ci.t.ide de Goiauna, ala podieis
i ;'i '< H que o l)r. Firmino por vezta dice a esse boa
licarin, que aenilo se corrigisse da embriaguez Iba
fecliana a botica, que boje uo pama de urna pequea
armacAo. cora p-mcos vasos, ronlendo pela inr par-
te drogai intigmti-autos. Nao sabis que elle quasi
nao avia receila algoma? E que apena* aluna na-
tolo- Ihe c impram enxofre, salitre, sipo de chumbo
e umiuentot?
Oa, indagai dase aos mdicos da cidade e depois
diiei-no< se somos levianos. Queris aaher eom quem
loi a troca delrincal por sal amargo? Foi com um
homem morador em Pedias de Fogo de oome Ma-
noel de Jesu*. Pergonlai ao Sr. B-rindo, tah-lian,
o qoe acunleceu com um lillu menor do escrivav
l.eite.que la nena botica maitdou veragua rosada.
Foi i il essa agua rosada, que a crianza quasi ctga,
v'< por pesar no papel, que cutira a chicare e passar
a* maos nos ollios,
Fergunlai ao major Kaphael, Pinlitirq, Jo,lo tio-
mes e por lodo o neceo do Pavita se somos levianos.
Nao no* ni ir.mili mi i. da de-za que llie Iize*le* ;
porque a poca he de patronase-n acinlusa ; e sabe-
mos que mesmo na cidade do K'cife o* curandeiros
s illiii,Imnciis especuladores com a laude lem gran-
des prolec<;oe, quanlo mais ca' nesle inundinho tao
civa lo do vertiginoso espirito de partidos.
N.'to lemos tna' voutade a e*se bulicerio, qne esla
por essas cousas to desapreciado, qqe nao pode fa-
zer sombra as duas grandes acetadas e bem aorlidas
boli-as do- enliore* Leocadio e Crespo. Reronluce-
mos que lie bomem muito pacifico, o que sa nao li-
es*e tao gran le drfeito para um bulicaro, sena
uina eicelleute pesso.i; e estimaremos que elle se
corrija para seu bem, e de iodos que inscientes, ain
da lile fazeni nlguin t-eslo.
Se liuli nao for isso bstanle, Sr. Goiani'la, te-
mo minio ni lis para dtzr-r, pnrm bnm aera' licar-
inosequi. pelo interesse mesmo de voiso consliluin-
te. Aceilai o couselho que be de amigo velho e cal-
vo. Al mais ver, Sr. redactor.
O Calmante.
(lotte&ponbtnci.
Sen/ion* redactores.Ao ler o seu Diario n.
I',I Je 17 do andante. Tai sorprendido por ama es-
pecie de annuncio ou correspondencia, em que o Sr.
JusTmeira Bilo> se mostrava profundamente of-
fenlid-, a' preletto deque ou assumbrado por al-
gum duende, ou servindo de inslromento de gente
oiesqiiiiiha, eu tivera o pouco seuao de fazer a poli-
ca urna queixa injuriosa delle e do> Sis. Mesquita
6 Dulr.
Km resposta au Sr. Teizeira Bastos, cumpre-me
fazer notar a S. S. qoe he ineuos atarla sua a*ser;ao
em que assaura que me quetxei de S. S. e dua Srs.
Me interrogatorio, a que respond ante e subdelegado do
dislriclo do Recife, esta' lonite de constituir una
ueixa contra qualquer desles senbores.
Admira-me, porm, que o Sr Temeira Bailo-,que
se musir 13o zeloso de sua honra, n3o trepidarse
em baraiear a minba, aponlando-me ao publico, co-
mo instrumento de gente mesqumha, ou as-
sombrado por duendes en lo alias cello, que
durante lardos anuos de residencia ne*la cidade ain-
da nao me abaodouou i prudeucia e iliarririto em
m*us actos, a ponto de parecer assombrado ou
instrumento alheio.
memo por proerjrador.ao se deve entender do autor,
que com licenra do juiz pode aecu-ar por procurador,
nos lerino* do arl. 112 da dila lei, e {^m ao reo Da
be applicavTl, tanto "" audiencias, ou itfet, em
que n.io ihe loca 1er julgado, e em que liver oblido a
dispensa de que trata o arl. 311 S. I do regul nuenl",
dispensa, que Rao pode o jaii conceder para da ,lu
julgamenlo, em que a presenra do propiio ten he iu-
dipen*avel para o interrogatorio, e oulras diligen-
cias. ^3
Dos guarde a V. EicPalacio do Rio de Janei-
ro em 20 de oulobro de 1843.llouono llerinelo
Carneiro Le3o.Sr. prndenle da
l'ara'.
Aviio de 19 de Janeiro de I8V. publicado no a Jrr-
ii,11 dn Cummerrio da corte de 10 de fevereiro
do mesmo auno, e no iano de l'eui. iii.'iU'm v
de _-' desse mez e auuo.
3*. serebo.Ministerio dos neaocios da Justina.
Rio de Janeiro 19 de Janeiro de 18jt.
Illm. e Enm. Sr.Acento a recepcau do oflicio
Je V. Etc. de II do mez antecedente sob n. \:V>,
com o o nal rein-tl-H, nao j o do juiz monicipal des-
sa capital, pedindo ser csciaraci'io se avista da
reolu;ao da consalta mandada observar pelo av so de
15 de Janeiro de 1851, o crime de aroei'c.a* d(Mlflea>
do no arl. i07 do eod. crim.devia ser julgado deli-
nilivamenle pelo jorv, ou se cabia na alfada da<
autoridades puliciae*, mas tamiiem pur copia a tes-
pola que V. Exc. dera aqu<-lle juiz.
leudo lev.do ao conbecimento de;S. M. o Impe-
rador o tobredilos papis, recebi ordem do mesmo
augusto tenhor para declarar a V. Exc. que bem
decidlo a duvida proposla, quando fez senhr ao juiz
municipal que endo a pena do crime de amragat
^art. 207 do citado cdigo) de seis meze* de i n-,v>,
e molla correspondente a duas tenas palles do lem-
po, e eicedtndo ella a al;a la das auloiilades policas
que pelo art. 17 5 7 do cdigo do processo se limi-
ta a seis mezes de prisao, e mulla correspondenttr
melade dase lempo, SS/"s ao jury partencia o jul-
gamenlo dele crime.5S,eudo que Dio procede o ar-
Angeliea, de i:| loneladas, meslre Jo.o Joaquim ,
Alves da Silva, equipagam ii, carita 'a ; a Paren-
nim^JST9^ ",e,"a M""a de J"Ui !-' *!" ^ Presidente Alberun
RiorieJneiro-l7 iias, patacho poitoguez S. Jo-! eS(ll",.d.r:l,s,'.l,! Pri'"L'lra Hnl.
c, de JJii tonelada, capilflo Jos' FrauciKO li-
me* Jnior, pquipagtm 10, em lastro; a liaec,
Curio "\ C. Perience a Litboa.
Idom21 da-, biigoe hespaiihol oCorineu, de l'.ld
i,meladas, eapilo A.Tallada, equipagem II. em
lastro ; a Amorim Irmlot. Perlenre a Barcelona.
Navio* tbidos no me-iiio dia,
provincia do SoulbamplonVapor indez uAvoo, coumandantc
Richard Rivetl
Rio de Janeiro Barca americana uRoauoko, can a
mesma carga que lroo\e.
(NxervafSp,
O vap ir inslez nAvono, viudo do Rio de Janeiro,
Irniu. a seu bordo os seguiules passageirus, qne nao da'clhciiral' doMiino.'
lora ii mencionados por rircuin-Uncias. oa qoaes
tao : Alfredo de Alornay, Eluario de Marnay e I
criado 11 ionio Diitton, Paulino I yon, Pascal San-
Ierre, sua mulher e 1 lilho.
8 ti grande assallo da prara da torre Ma- qi>o seria impossivel emimcra-los, o ^ue se i
>'' scliam paientcs ao exattic dos pretendentes ;
em as ngunda-feira ^7 do corrente, as 10 horas
da raanhSa, na ra do Apollo U. 1 A do Sr.
Dellioo dos Aojos Teixeira.
ASSOIIMAO l)F. r'LOMS\IAI'
EM
10* Edilicto grogo na Grpja luminado.
11.' Vista do ttecife, aVistando-se a cida-
de de < linda, N, 8. da Madre de Dos, iyre-
ja Corpo Santo, alfandega etc
13 arditn das dores em Paris,
13 Curoafo de L>. Pedro V. rei de Por-
tugal.
14.
15."
Ifi.
17."
LEILAO.
Pormimbii
(*<, l-*ra
liibii

O lir. Anselmo Francisco Peretli, cotnmon-
dador da imperial ordem da liosa, juizdc
dir.lo especial do commercio, nesta cida-
de do Recite, e provincia de Pernambuco,
porS.il. o Imperador, que Dos guarde
etc.
Faco saber pelo presente edital, em como
no dia -23 de jullto prximo futuro, se lia de
arrematar por venda, a quem mais der, em
praca publica deste juizo, a porla da sala
das audiencias, duas lerqas parles do sobra-
do de dous andares n. 169, na
ra Imperia.,
avallado em sua totalida Je em 4:000f, cujas
uomeuio dedmido da cn-uiu da seroso du conseiho | duas lerdas partes se reduzem em 2:666^666
de estado de 17 de novembro de 1850, por qoaiilo a
dita coii uli.i consagra expretsamenle o principio de
que a alijada dos juizes s* tegula pelo citado ait. |-2
7 do cdigo do proces*o.
O que coromunico a V. Etc. para toa inlelligeu
cia. o para o fazer constar aojuiz monicipal dessa
capital.
l)eos guarda a V. Exc. Joi 1 h nn/ Nahuco de
Araujo.Sr. prrtideula da provincia de Santa Ca-
Iharina.
Por
Cjmo, porm, o Sr. Teixeira Bastos nao foi assaz
expliclo em sua pulilira^a >, incuinbe-me expiir ao
publico algum is particularidades que naturalmente
ignora.
lia maii de qutrenta anuo' que resido ne*ta cida-
de, pe tenceii lo, como o Sr. Teixeira Bistos, a clas-
se ciiiniierci.il, na qual ulano me de gozare-lima e
consi leratjle e t pouco temp vivia na inaior
tranquil idad,', visto como nao con I a va airadme.
Eulr'tanto app^riceu a quebra de Oliveira g Ir-
in'i s, na qual peidi quanlia superior a setenta con
lo ; e na qualidale de credor da matsa fallida foi
oliiin.inenie can,a l,i ,i I ei parte da a tminislra-
Sio, por ni'i-a-i.iii de relirarem te oulrot, qoe se a-
liavaui investido* deste encaig.
Antes de entrar no exerciciu das funci;es de ad-
ministrador, recebi urna carta anoimna, em queso
me dizia, que morrena infallivelmele, te aceitarse
a adminislrar;ao da referida casa. Mas eu nao a-soin-
brei me ; aocoulrario, prosegu no cumplimento dos
deveret que me impuiiba aquella enea>go.
todava desperlaram-me a curiosidade eertot in-
dividuos dcseonhecidi's, que enlflo come{*ram a an-
parecer em torno de meu litio em Santo Amaro, a
titulo de caladores, e posto que dspeito ne-la ap-
pari^ao inlempetliva. eu ain la me jolgatso com teda
a segundade, veio roohar-m'a om lirodestechado de
dentro dos maugoes uas cercanas de meu dito tilio,
qii" -* na i me liniM por alvo, bem o parecia, por
issi)que o chumbo, ferinlu urna arVore contigua a
mim, pastara-me zuinbindo sobrt a caberla.
Este faci n.'i me fez levantar I ,i ma ante a po-
licapo lia ser urna eveutualidade.Ma eiitendi
que a prudencia aconselhava-me o nao voltar :i
sitio, em quanlo alli andasseni laes caladores.
No dia 13 de juulio p. p., acbando-me em casa
aumente com minha senhora e dous esclavos, por
a que a mai* familia havia tbido, um vulto ves-
tido de prelo foi visto junio a porla de minba osea-
da por um escravom-nur, qae ficou aterrado en-
tretanto que o imiii vullo, favorecido pelas Ire-
vas da noite, escapou-se precipitadamente lem qoe
podene ser perseguido.
lia dias, um iadividuo, motilado a cavado, de
perneir-s e chapeo de couro, boscoo-me em casa
eoin muilo inlereste as 7 horas da manhfla, borat em
qoe costumo a sabir para meo eslabtlecimenlo, e
sendo informado por um meu eseravo, que eu tlnha
tbido havia peumos uioii.eiilos, aegoiu a (odu o ga
lope em dilecto a meu armar.em, e como uan en-
rnatrase-me m camuiho, nao mais procurou-me,
ce-Miido lodo o interetie que tinha em fallarme.
Eslas e militas oulras coincidencia* que por bre-
vidade deixarei de narrar, produziram em meu es-
pirito rece o>, que parece-me nada ler de cummum
com o assombro de duende, e poi* lomei a delibe-
rado de por-me ao abrigo da polica dn paiz, pe-
dindo particularmente algoraa provideucia salular
para minha seguanla.
^o intuito de providenciar sobre esla emergencia,
o mu digno subdelegado du Recife mandou-me cha-
mar e inlerrogou-me sobre oifactos, que constituan)
i olijecto de meus leceios e se eu tinha ininvzade.
Eolio tivo oceatiai de declarar, que nao contava mi
ini/ade alcuma alo a data em que entrara na adroi-
Dittracjao da initsa fallida de Oliveira & [rniao*. mas
que leudo entrado em diversas pleitos com individuos
qut te achavain comprometlilos com aquella casa,
e Inven lo deliberado demandar a oulros, estes eram
o* inimigos, que suppnnha ler, enlraudo nesle nu-
mero os senbores Jos Teixeira Batios e M esquita ulra.
Ei- o que eu dista, ou ao manos o que (iva inlan-
cAo de dizer, per itsoque era eite o peusamenlo qae
domnava-ine.
I"iz por ventura alguina injuria aos Sr*. Teixeira
Ha-tos e Mesquita i Dulra no que diste ? Nao, par
Certo.
Se o Sr. subdelega lo me boavesse pergunlado,
qoe conceilo mereciam-me aquellos senliores : eu
lli ceipoiideria.queos repnlava comm*rcianleshou-
raJjt, ci.lada i. moralisados e de reconliecida nrobi-
dade. '
Se perguntasse-me, se eu es tuppunha capazis de
man lar-m-u' as'assinar, ou masmo qoe livetsem
taes inieiicos eu (raucamente Ihe re-p.ni lcrn an-
da, qa nao. E nesle sentido nao besilei dar hon-
tem 21) explleatjBaa o Sr. C F. Perira Jutia, e
nin oulras dare a quem quer qne os exija.
Creio dest'arle liaver respuidido ao Sr. Teixeira
iti-i i-, a qu-iii |i. assegurar, que nao me arho
issombrado de lii-n le-, nein m instrumento de
gente meiquiuia, injuria que S. S.* leve a b'ndade
de irrogar-rae, e a quedeiiarei de dar resposla,
bem como a qualquer outra publicarao desse genero,
pois he meu propo cu*ai.
I>iguem-ae, senbores redaclore*. de dar puhlicida-
de a eslat poucat liuhas, que muito obrigai a seo
constante leitor,
Antonio .tice* Btrboza.
^uMcacoe a ))>eMiH>,
NECROLOGA.
occaaiao da mortc da Exma Sra, D.
Mar a Francisca Soares Braniso,
0HERECID0 AO S8.
Irnnclttco Pedro tniii-cs Itrtuiil ;o
Vjr .
Mais um astro, cuja luz vira, suavcl, apra-
sivel, espargia doce calrico em torno de si,
amortecido, apgalo .'
Mais urna destascreaturas cuja missfio foi
sempre o bem, a moral, a Justicia, ceifada
pela dura, fria e repeliente, foice da morle !
Mais um anjo de bonlade batendo as a/as
d'ou'o do seio do homem a remootar-se ao
throno de Dos !
Morreu a Exma Sra. D. Mara Francisca
Soares Brando '
Oh n3o. N8o morre quem sobre os dias
de vida praticou virtudes christaas : quem
tiinbrou em fazer da caridade, um padro
de gloria; da f, um escudo immenso, lu-
minoso, santo, contra as impurezas do se-
culo; da esperance, um fanal fulgurante
por onde se abria a escada de Jacob.
NSo morre, nao : quem soutio enxugar o
prauto ao pobre, ao desvalido nos seus tran-
ses de agonia, e desconforto e miseria !
N3o morre nunca MSI pranteada sem-
pre por nove cora$6es de ftllios, a quem a
educarlo aecurada, religiosa, s3a, abrio-lnes
na senda da vida urna estrada limpa, larga,
batida, por onde no futuro recordarao as ac-
?0es de sua progenitora !
Correi, sim, lagrimas de lilhos, que a
perda be immensa, irremediavel : dai largas
as saudades, o pobres a quem ella soccor-
reu nos transes ; desconsolai-vo, amigos,
que eslimaveis no intimo de vossas almas ;
pranteai a toJos porque mais um anjo ba-
tendo as azas 'ouro esvoaga pelo mundo
elhero
Hojecutnpre-nos, joelhados ante seu t-
mulo enyiar-lhe preces as brisas qnev3o
para o co, como um murmurio do saudades
extremosas a que p anjo de sua etlt- rea
mans3o corresponder com sorrisos e ben-
$3os.
Dos bom o misericordioso derramo sobre
os corajes de seus prezados lilhos, de seus
numerosos amigos, de seus ctinfessados gra-
tos, paz, esperanza e conforto pata sorfte-
rem e chorarem por lodos os annos de vida
a tao lamentosa perda da virtuosa, noa e
sauta I). Mara Francisca Soares Brando !
res, pcnlioradas ao exerulado Andr llenn-
que vvtimer, por eiecurjo de t. AnuaSo-
plna Flisabel Wolphopp.
E para que chegue noticia aos licuantes
mandei passar editaes que serilo anisados
nos lugares do costume e publicados pela
i ni prensa.
Dido o passado nesta cidade do Recife, aos
27 de junlio de 1957.
Eu Francisco lj;nacio de Torres Bandeira
escnvdO o liz esc rever.
Anselmo Francisco i'eretti.
&ri?k' -
O grande palacio de ctyslal em Pars, tadcquem pertcncer, da tiimaca naci-
a cidade de Valonea. a| DIANA, de 150 tonelladas com todos
alacn c tapada do Versall.es. |0!> seiIS apnaMlho,
Entrada da prarja na concordia Pars. i t. j
18.a NapoleSo I. botando oculo em frente corada^delronti-do caes do Ramo, oiule
os prctendentei a poderao exami
Este sal3o est aberlo das 7 ate 11, a en- antecedencia : o fe.l5o lera' lugai sexta-
Irada IV rs. felfa 25 do convente, na porta da Aa*o-
Alag-oas.
\cha-se abera a subscripgao de actjOes
parosla empreza, em casa de Barroca >\
(;a-Uo, na tua da Cadea do Kecife D. 4. at
agente Pestam (ara' leilo, por con- odia 30do corrente me?, quando se reuni-
REMEDIO IHCOMPARAVEL.

UNGENTO HOLLOWAY.
Uilbares de individuos de todas as nacOes
podeintcstcmunliar as virtudes deste reme-
Baile popular
DE
MASCABAS E I'IIAMASIA
NO
PALACETE DA RU V DA lRAA.
Domingo 26 de julo o
A pedido de alguns amadores, haver bai-
le nesle da ; acbando-se em vigor o regu-
lamento approvado pela autorllade compe".
tente. Os directores esporam que seja bel-
mente observado, visto que seu lim lie evi-
tar abusos, que interrompBm a boa ordem,
que setnpro tem reinado nos bailes popula-
ffn-Javtf &m*&e*-
diverltmenlo, o qual deve principiar as 8
lloras, e terminar as 2 da manhaa.
r)!af .. .OV:
$Mm$z*i<>.
CAMBIOS.
Sobre t.oiidret, 28 d. a 60 d.
c Paris, 34 rs. por fr.
t Litboa, 92 por % de premio.
a Kio de Janeiro, 2 por 0|n de descont.
AcrjSo do banco 50 por ctnlo de dividendo por con-
la do venderlor.
a t companhia de Beberibe tiOjOOO por acrao
companbia Peraambncana ao par.
e Ulilidade Publico, 30 pur eento da premio.
e Indemnisadora. til irle- .
c o da estrada da ferro 20 por 0|0 do premio
Disconlo de ledras, de 10 a 10 por cenlo.
Ac(6et do Banco, 40 a 4 de premio.
Duro.Huras hespanbulat.
Hoedat de 69100 velbat .
iicj'N) novas .
aooo. .
Prala.PalacOes bratileiros. .
Pesot r,i1.,unnari s. .
a mexicano.....
ALFANDEGA.
Rendimenlo do ,1a 1 a 21. .
dem do dia 22......
289 a 2H9j00
. 16*000
. 19000
. 99000
. 29000
. 2900U
19860
Tendo esta reparlicao de vender, em
hasta publica, urna porcao de bolachas ar-
ruinadas, entregues pelos navios da armada,
manda o III n. sr inspector fazer publico,
que isso effectuar-se-ha no dia 25 do cor-
rente mez, o da ultima praca, pelas 11 ho-
ras da mmba. sendo as duas anteriores etn
23, e 21, a mesma hora.
Secretaria da in:ipecc3o do arsenal de ma-
nnha de Pernambuco, em 20 dejulhode
1857 -O secretario, Alexandre Bodrigues
dos Aojos.
A administraQao geral dos estabelec-
menlos de caridade, manda fazer publico,
que no dia 23 do correnle, no lugar e horas
aprazadas, continua a prara das casas abaixo
declaradas :
Bairro do Becife.
Ba da Cruz n. 15 ; ra da Senzala .Nova
ns. 26 e 30.
Bairro de Santo Antonio.
Ra dos Pescadores n. 11; ra Direita n
5 ; ra do Queimado n. 3b ; ra da Boda ns.
1, 22 e 29 ; das i.rnz. s u a>.
Bairro da Boa-Vista.
Kua do Aragnon.8; ra da Alegra n
*6 ; ra Vellia ns. 42 e 73.
Administrarlo geral dos eslabelecimentos
de caridade,16 de julho de 1857. o eserivo,
Autouio Jos Gomes do Correio,
0 illm. Sr. inspector da thesouraria de
Tazenda manda fazer publico, para conhoci-
mento de quem conver, que no da 2i do
correnle as 3 horas da tarde, perante a jun-
ta da mesma thesouraria. receber-so-hao os
Uncos que quizerem o!erecer as pessoas
que desejarem obter a preferencia no afora-
ment de um terreno de marmitas anda
alagado, sito nos fundos de outros, em fren-
te a ra Imperial, tambem alagados, de que
s3o roreirosGeraldo Pereira Dutra, Basilio
Magno da Silva e Francisco Antonio das Cha-
gas : os pretendemos coinparegam no lugar
e hora mencionados.
Secretajia da thesouraria de fazenda de
Pernambuco 16 de julho de 1857.- -O ollicial
maior, Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Pela admiaistracSo da mesa do consu-
lado desla cidade se faz publico, que o..
virtude da segunda, ordem da thesouraria
de tazenda, tem de ser no dia 25 do corren-
le a urna hora da larde arromatado o esca-
ler velho do servico das arqu^aces, avalla-
do em 30j000, cujo primero leilao no dia
20 p.3o se elTectuou por falta de licitantes
Mesa do consulado de Pernambuco 22 de ju-
lho de 1857.-0 administrador,
Jo3o Xavier Carneiro da Cunha.
A adminislracSo geral dos eslabeleci-
mentos de caridade manda fazer publico que
n3o se podendo eflectuar amanha, 23 do
corrente, a arrematarlo das rendas das casas
annunciadas para aquello da, ser previa-
mente aununciado o da em que deve ter lu-
gar a mesma arrematarlo Administrarlo
geral dos estabr-lecimentos de caridade 22
de julbo de 1857.O escrivSo,
Antonio Jos Go i es do Correio
Faco saber, que pela polica do termo
Para o Rio de .Janeiro.
Vai seguir com inulta brevidade, por ter
parte de seu carregamento promplo, o bri-
gue nacional Mara Preciosa, capitao fran-
cisco Alves Meira ; para carga e passageiros
escravos afrete, para os quaes tem excel-
lentes cotnmodos : trata-se como seu con-
signatario Francisco de Paula Figueira de
Sahoia, em seu escriptorio ra do Apollo
n 5.
Para o Para segu oestes 2 dias a es-
cuna nacional .Sultana, em direilura ; s re-
cebe alguma carga mu la : trala-se no es-
criptorio, ra da Cruz n. 49.
Lhih.i do norte do Brasil,
paquetes vella euire
Havre e Pernambuco,
de I.T. Barbey &c.
rSo os s**nhores sulisi'ri[itores paralhesse-|
rem apresentados os res ec'ivos estatutos
Vendem-so 3 negras e um negro: a
i.il i|ual acli.i, ttn- tratar na ra \ova n. 59
Preciaa-se de um riixeiro de 16 a 20!djo incomparavel, c provar em caso necesSB-
ar com annos, que techa pratica de taberna ou sem : r'0> tlue' 1"-'' uso que delle lizetAoi, tem sen
ella: na ra da l'rempe, taberna n. 1, I corpo e tnetnbros inteiramente saos, depois
BECOMMENl>\C*.0' ; de liaver empregado intilmente oulros tra-
llontcm as 5 horas da tarde, indo meus li- tamenlos. Cada pessoa poder-se-ha conveu-
Ciacao Coiniiieicial, ao meiO-dia em ponto. Ihos a praia de S. Francisco, em Olnia, on- Cer dessas curas maravilhosas pela leitura
jdeestou com minia familia, levaram em dS peridicos que Ih'as re!atam lodosos
sua companhia um mulUinho de 8 annos das ha muilos annos ; e a maior parle deis
| de idade, de nome Manuel, experto e muito las s3 13o sorprendentes que admiramos
i inteligente, en voltaram dahi para casa, que i oiedicos mais celebres. Quantas pessoas re-
he nos Quatro Cantos, e do paleo do Carnio cobraram com esle soberauo remedio o uso
lesappareceu, sendo indubilavel que fra de seus bragos e peinas* depois de ter per-
furtado, porque cria de casa, nunca fugio, e manecido longo lempo nos Itospitaes, onde
foi sempre muito han procelido: recom- deviam soffrer a amputado! bellas ha mui-
nicndo-o a tod'S as autoridades policiaes e las que havendo dexado esses asvlos de pa-
aos meus amigos desta provincia, e da para-' ^cimento, para se nao submetterem a essa
hiba, Alagoas e Hio de Janeiro, onde he de operacao dolorosa, foram curadas completa-
muito coniiecdo certos que estou resolv- mente, mediante o uso desse precioso re-
do a proceder contra qualquqr, em cujo po- nadie. Algumas das taes pessoas, na efusao
deroencont-ar. lie pira I .stimar que con- Je se" riconhecimento, deelararam estes re-
titiue nesta provincia o roubo do escravos,, multados beuelicos diante do lord correge-
e que tal vez sejt sustentado pelos trafican- dor.e outros magistrados, alim de mais au-
tos que das provincias do norte carregam lonlcarem sua alliriualiva.
para o sil. etiegando a ponto de reduzir Nmgaem desesperara do estado de sua
escraridSo pessoas livres. saude se livesse bastante conlianca para en-
Attlonio B da Fonseca. i sa'ar esle remedio constantemente, segun-
Ven le-se unta casa terrea em a ra de do algum lempo o tratamento que necessi-
Luiz do llego, em Santo \tnaro, com gran,la tass quintal bem plantado de arvores do fruc- provar incontestavelinenle: Que ludo cura,
lo: os pretendentes podero entender-se| ">'9u"">o lie til, mar hirinularmeme
com seu propretano a qualquer hora do da "9 i'yuimet cato*.
Vende-se u -a preta de meia idade, sa- Alporcas. InflainiuacSo da uia-
dia e com habitldales : na ra estreila do i Caimbras.
osario n. i, taberna.
Vende-se urna escrava crioula, bjnila
figura, de 22 annos, uerfeila ong immadeira,
coiinheira e eostureira, e mais habiliades
que se dir ao comprador, com urna (ilht de
4 a 3 mezes a t'atar na Boa-Vista, tua dos.
Coelhos, sobrado de u n andar, com 7 janel- ; Bnermidades da cu-
las de frente, pintado de cores. lis em geral.
A praca para o arrendamento doenge-: Eufeimidades doanus
nho Dous Irmos, em terris de Api pucos, de Erupr0es escorbticas
conformi iade com o edital do juizo de or-, Fstulas :to abdomen,
pitaos desta cidade. que ten sido publicado Frialdado ou falta de
PROVINCIA.
O Sr. thesoureiro das loteras manda
287:18b?767
10;6/89309
297:83c70
hspera-se nestes das do Havre um dos
navios desta companhia oclipper (Porto Ri-
co), o qual sahir com toda a brevi lade, por
ter a maior parte do carregamento promplo,
e para o resto recebe-se a freto : a tratar
com os consignatarios N. O. Bleber o G.,
na ra da Cruz n. 4.
--- Para o Itio de Janeiro vai seguir com
brevidade o brigue nactontl Almirante, ca-
pitao Joaquim Pinto de Oliveira e Silva : pa-
ra carga, escravos a freto e passageiros, tra-
ta-se com o consignatario Jos Joaquim Dias
Fernn fes & Filhos.
Para a cidade do Porto, com escalla
por Lisboa, a nova e muito veleira barca
portugue/.a Mara Feliz, capilSo Zcferino
Ventura dos Santos, a qual he esperada ues-
te porto ato o fin da presente semana, pro-
cedente do Rio de Janeiro, donde conduz
mais ie meia carga, e ter apenas 6 a 8 dias
de demora nesle porto : quem na mesma
quizer carregar, ou ir do passagem, para o
que tem i'xccllentes commoJos.dinja-se com
antecedencia ao seu consignatario Luiz Jos
de Sa Araujo, ra do Brum n. 22
compaohia
de navegaco a vapor
&wwpta t &me?teait*.
Descarreuan hoja 23 de julho.
Barca ngtezaPilo! Fislicarveja.
Brigue iiiKleziiaunllelmercadorias.
Brigua nacional--Almiranteideo.
IMPORTACAO'.
Brigue inslez u Krlpie u viulode Terra Nova,
consieuado a Sauudtrs Brothers & C, manileslou u
sf|tuinle :
2,063 barricas baealhuo ; a ordem.
Hale nacional Nova Aueelica vinda do Kio
Grande do Norte, cuosi^nada e agencia iiiaoire'lou o
sefluinte :
213 aiqueiret *al ; a nrdein
CO.NSUI.AUO. GERAL.
Bcinliiiiento do ilia 1 a 21. 81:1003111
dem do dia 22....... 'i:6I7j76j
83:7175909
DIVERSAS PBOVINCIAS.
Kendmeiilo iu da 1 a 21, .
dem dii dia 22. ......
6:4019179
131/476
6:832*635
Ollici.1 de 20 da outuhro de 1843 exl'ahido da col-
l-cr.iii dat lea, e decielsa du imperio do Brasil,
iinpressa na Ivpographia imperial, e constitucio-
nal de !. Vill-neuve & C.Rio de Janeiro.
Illm. e Eini. Sr.S'inlo pre*enle a S. M. o lm-
peralor o cilicio de V, Etc. n. 12 de 16 ,le elemuru
prximo passa lo, assim como a eiposicAn fila pelo
juiz de riireilo da comarca de Camela, pala esclareci-
ineulo ,'a consulta qn- lizera >m dala de 3 oe abril
de*le anuo, a,'eica da verladeira inleliigencia dos
ails. 319 e S33 do rezu|amonto n. 180 de 31 de ja-
neiu do tono protime passado : liouve o *smo
ii.-j-lo tenliur por liem mandar declarar a V. Etc.,
pua qo* o faja cumiar ao r -renda juiz de direilu
que a chamada dos autores, reos e t'stemunhas as
-t--,'s du jim, ile que o ai l 331 do dito regula-'
ment, ha a mesma :tiS, au deven lo lazer llovida o di/er-.e nesle que '
ella -era' feita pelo escrivSo e iiaquelle que sea' fi-ila '
pelo porleiro. porque, alem de ser fai-il escapar na i
redaccao urna pequea inatarlidao devida a que lies ;
le caso se quiz Iranscrever ipsit verliis para raiir ca- ]
il-zi o arl. 2i'i do cdigo do processo criminal, do
pial se fez o art. .118 do regulamenlo, e onde vinha
a palana esenvao accresce anula que o escrivSo '
lem de inlervir na chamada, fornecendo o rol dot I
ra que se ditliuguissem n'aquellei dous artigo* duas Idern do dia 22.
chamadas, urna nal no pnmeiro dia de seasaoju-
dici.na, outra especial para u julgamenlo de cerla
causa determinada : puis que, a vista da nbrigarao
de residencia em lodos a* das de testan imposta aoa
reos pelo arl. la! $ I da lei n. f,\ tte :j ,|e deiembro
de 1811, v-se que em lodos elies se deve lepelir a
chamada geral. A disposijo purlauto da arl. 333
do citado regulamtnto, que dmiite o compartei-
DESPACHOS UE EX.ptllllAC.VO PELA ESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
22 DE JILIIO DE I8,">7.
CunstaulinoplaEscuna lull ni li-/a flda>, N. O.
Bieber & C, 900 saceos assucar lirancu ; Ain ,un
Iraatoa, 6">0 s.nccot assucar liranco.
Rio da PralaBriuue mglez (QoetlMlepa, I-aac.
Kurio i\ C, 180 barricas e 100 taceos assuca
liranco.
PortoBarca portnguera N. S. da Boa Viagemu,
C-.rvaho & Irmaoa, 62 asceta assucar branco.
Lisboa Barca pnrluguezi Cratidao, FrauciKO
Jos Cerillo Leal, 12 pranchr-es de arearrlln.
Liverpool Barca listeza Prospero, Soulhall
Melln A *',., 28 laceas Igodao.
Beuguela por LuandaBrigue portuguez Joven
Amelia,Aulouio Carlos Francisco da Silva, 2,800
anzues.
Rio da PralaPolaca liespanhola Avelinmi, Nuvaes
A; C, 360 hariioas assucar branco.
MontevideoBarca hespanlinla ujohaiin Kalkmao,
N. O. Bieber i\ t;., 16 pipas agoardente.
querda, e diz pertencer a Antonio Pereira
Lins de Vasconccllos morador nodistricto
le Una, o qual eseravo procurando queinio
comprasse a pretexto de ler elle i'eilo urna
morle, atinal declarou ser falso o seu dito :
a quem pertencer dito eseravo, dirija-se a
esla delegacia na villa de Serinhtiem, 17 de
1857-Fraucisco Antonio Carvalho, capitSo
delegado.
res : os carios estarao a ven la no da do i fazer publico, que se acham a venda, no
pavimento terreo ila casa da ra da An-
cora n (i, das 9 lioras da manhaa as S
da noite, bilhetes, meios c qtiartos, da
terceira parte da prime!ru lotera do Col-
Icjjio dos Orphao, cujas rodas andam no
dia 2."> de inllio.
Thesouraria das loteras, fK de julho de
18)7.Jos Januario Alves d Maia,
escrivao.
O juiz da innandaJe do Santissimo
Sacramento da reguezia de San-Jose do
Recife, roga a todos os seus clianssimos
irmaos, para true se clignein comparecer
no consistorio da igreja do Tetro, domingo 20 do corrente, pelas
11 lioras da manlum, afira de se proceder
a eleicSo da nova im-sa regedora.
Vendetn-ae 33 an'nnaea de roda o
melhor possivel, e entre elle 10 imillas
muito novase bonitas: quem os preten-
der dirija-se a' loja da ra do Crespo n.
17, pie alii se dir' quem os tem para
vender.
Precisa-se de urna ama seeca para
casa de familia : na ra da Praia n. (JG.
Acha-so justa e contratada a casa ter-
rea na ra Vclha n 37 : quem se julgar com
direito a mesma, annuncie por esle Diario,
no prazo de 8 dias.
Na ra da Couceicao da Boa-Vista,
casa n. ?8, alngam-se 2escravas para ser-
vico de casa, ou de ra.
--- Arrenda-se um sitio no lugar da Tor-
re com boa casa de vvenla : quem o pre-
tender, dirija-se a ra do Sol casa n. ti.
O Sr Antonio Ignacio Brantlo quet-
ra dirigir a ra do Queimado n 7, alim de
concluir o negocio que nao ignora.
A abaiso assigmda, viuva, e ilha do
Sr. Pedro lavares Catanho, tendo sido vc-
tima da calastrophe que leve lugar na ra
da Cinco Pontas, na noite de 2t de juuho do
corrente anuo, por occasiSo da explosffo dos
barris de plvora, summamenle grata aoS
benelcios, que l'ie foram prestados princi-
palmente pelos salidores da commissao en-
cairegada de agenciar e distribuir o pro-
ducto da subscrtpco, que se abri no dia
seguinle so da catastrophe, vem por si e
seus dous lildos menores agradecer cordial-
mente aos ditos senhores da referida com-
missao pelos soccoi ros pecuniarios, que os
mesmos Ihe ruiiislraram, em consequencia
de ter ficado a annunciante o seus lilhos re-
duzidos a miseria, e o pouco que possuiam
ficar envollo as ruinas das casas, aponlo
de 80 escaparen! com a roupa com que csla-
vam. a vista pois dos beneficios' recebidos
a abaixo assignada, naodeixata de pedir a
Dos, pelo bem estar do ditos senhoies, que
t3o promplamento Ihe prestaram os soccor-
ros, mostrando Jesta sor^e, que n3o o sr-
dido interesse, e sim caridade de quo sao
dota los, os moveu a um fitn 13o jnslo, cjnio
siucoirer os necessitaios, dislribuindo n5o
s o que era proprio, como agenciando de
oulras pessoas dotadas tambem do mesmo
senlimenlo de cari lade. Kecife 22 de julho
de 1857 Antonia Francisca de Oliveira Ca-
tanho Mello.
iar.i o Mossor.
Quem quizer rebeber carga em urna bar-
caga com o deslino do Mossor : procure
entender-sccom Gurgel Irmaos, no prime-
ro an lar n. M, da ra da C8deia do Recife.
Previne-se ao Sr. thesoareiro das lo-
teras da provincia, para que uno pague
qualquer premio, que por acaso possa sal ir
no bilhete inteiro n. 648, meio n. 2il, e
no quarto 11 197*, todos da terceira parle da
primeira lotera do collegio dos orbaos,
desencauiuhados do poder de Malinas do
Azevedo Vtllarouco, a quetn. s nicamen-
te pertencem, os quaes foram comprados no
escriptorio do mesmo Sr. thesoureiro.
No da 20 do correnle perdeu o capi-
tao do brigue nacional Mara Preciosa, Fran-
cisco Alves Mn la, 4 matrculas concernen-
les ao mesmo navio, sen lo urna do dito ca-
pitao, outra do contra-mesle Antonio Go-
mes, e duas finalm-nte dos inoraos Antonio
de Mesquita e Jos dos Santos : q lem as li-
vor adiado, querendo entregar, dirija-se a
ra de .pollo n 5, que sera gratificado pelo
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Uores de cabera.
das costas.
Jos uienibros.
ueste Diario, devor ler lugar no dia 24 do
corrente sexta-feira depois da audiencia do
m .'sino juizo.
GABIIETE PORTUGUEZ
DE
No dia 23 deste mez espera-se de Antuerpia e
Soalhainplon, o vapor inalez CALCLTT.V, ciun-
maiidante Blackmnre, depois da demora do coa-
. I
DE
Sauta Isabel
SOCIEDADE DRAMTICA EMPREZaRIA.
i/aJ&tao .ts
Em ronsequencia de se echar bstanle doenle o
ailisla Feliciano da Silva Pmlo, nao pod ler lunar
o especlaruio annunciado para abbado 25, e li.a
soli-liluilo pela manera scauiile
Reentrada da artista
MANOELLA LUCCI,
ltepreseiitar-e-lia o drama em 3 actos rnalo de
msica
\ Graea de Dos
que completara a especlaculu.
Os papen de Mana e de caromendador serao de-
aeinpeuliadr, polos artista* (ieimano e Manoella, a
o de maia pelo* principad artista* da coiiipanliia.
A sncieilale tem a honra de aiiiiunciar ao res-
poilavel pulilir.i, qae cstanio ja tolos ns cama.otes
e cadenas vendido* para e-la recita, e liaven lo
Rrailde numera de pessoa* que os nai podaram ha-
ver, rlara ni ler.;a-fcira 28 do corrente o mewnn
espectculo, lim le poder as.im satisfazer a lod".
It-cebailesieja enjJruinen]aS(|e CHMlaro|e4 e ca_
ileiras para esie aia.
Principala as S huras.
0 veleiro e bem conferido palhabote
ous Amigos, pretende seguir com muita
brevidade ; tem prompto melada re seu car-
regamento : para o re-to trata-sn com o seu
consignatario Antonio Luiz de Oliveira A/e-
velo, ra da Cruz" n. 1.
'a'rao Kio deJanero.
O bem conhecido patacho nacional Valen-
te, pretende seguir para o Bio de Janeiro
Smo novamente convidados os senbores
accionistas lo mesmo Gibinete, para se reu-
nirem domingo, 26 do corrente, as 10 horas
da manhaa, na sala das suas sesses, afim de
concluiros trahalhos adiados na sessao de
domingo passaio. Recife 22 de julho de
1857 O secretario,
Bicardo de l'reitas Itibeiro.
O Illm. Sr provedor la sociedade Oi-
thodosa mana convidar aos senbores so-
c >s para assignarom os estatutos etn casa
desoa residencia, na ra di Concot lia n. 8,
boje das 6 horas as 10 da tnanliaa. e das 12
as da larde, e declara que nenhuma recla-
macSo sra achila di.-os disto, e n-nlium
direito ter.lo socielalo os que se esquiva-
reni. Recife 23 de juicio de 1857. O escri-
vao, Manoel Joaquim Silvcira.
Pr^cisa-se -e um Caixeiro quo tenha
pratica de taberna : no aterro da Boa-Vista
n. 84, se dir quem precisa.
OITerece-se una portuguesa de boa
conducta, pan casa de um homem soltero,
ou para fazer companhia a urna senhora e
coser : quem delta precisar, dirija-se a Boa-
Vista, ra da Couceicao n. 2.
(uem a .non,-ui.i quorer comprar urna
carroca para boi, dirija-se a ra Nova n 14,
segundo andar.
Villa do ("abo.
Negocia-se por veu la urna cas bem co-
nhccdi. bastante grande, sendo muilo par-
to do depostto da eslra la de ferro, conten lo
em si tres div ionios, a saber, dita de ne-
gocio j estabelec la, dita pronria para urna
estalagem, dita de familia, alm de oufos
commodos, urna padaria e estribara edifica-
das etn chAo de foro perpetuo, quintal bas
Unte grande com diversas plantacoes de
fruetas e planta de capi-n, etc : na ra do
Livrimento da mesma villa se dir quem
vende.
de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Gengivasescaldadas.
IiichaciJes.
lnflainmacodoligado
da bexisza.
trtz.
Lepra.
Males das peruas.
-los pellos.
de olhos.
Mordeduras de roplts.
Picadura de mosqui-
tos.
Pu lines.
Queimadelas.
Sarna.
SupuracOes ptridas.
Tinha, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulac,es.
Veas torcidas ou no
dadas as peruas.
Ao barafeiro da ra
C xltiiH do
i
ecifa.
Luiz de Oliveira Azevedo. ra da Cruz n. 1.
Sk&&**.
cot imilla brevidade ; tem promplo dous
tercos de seu carregamento: para o resto ,ijt0 cauilio
Mcmn o seu coosgnaarlo Antonio! ... ,,e',(..S(! a0 dsl,nclo arlista-f 0 Sr
Germano Francisco de Oliveira, caso tome
a empreza, uc contratar o artista Antonio
reileira Lisboa, contratado no theatro da
Baha, sondo o mesmo um exceLente gaf-
latt de Vaudcville e mesmo dramtico : e
j tiremos o prazer de apreciarmos
Um seu airetroado.
Frelr-rico Canos Chrislaiio Sobroe-
zer, subdito allemSo retra-se com sua fa-
milia para lora do inipeiu.
--- Alttgam-se djus negros para servico
de casa na botica da ra do Cabug n. 11
Joaquim da Costa Vera faz ver a
-- 0 agente Borja, em S"u armazem na
ra do Collegio n. 15, far leilo de urna in-
mensa qualiJado de objectos de difieren tes
quahdades : bem como obras de marcinei-
ria novas e usadas, 5 ptimos pianos de ar-
mario e de mesa, 2 ricas mesas de marmore,
urna firaule caixa de miudezas modernas e
diversas, urna dita de superior couro de lus-
jWcJ
EXPORTACAO'.
Pliiladelpliia, patacho americano Bree/.*, de
2!)() loneladat, coniluzio o souuime : -- 3.800 tacen*
com 111,000 arrobas de assucar, 1,I0 couros s.il-
Radoa.
Bakia, palacho bollan del oWilIhermiua Mara,
con lozio o si-ii-iinle : parle da carita com que en- i
Irru nesie |,.i. O qirector deste salao, sempre grato a
Bio de Janeiro pela Baliia, palacho Auna, de i seus Ilustres favorecedores, offeri ee-lhes
181 toneaias cu,tu/io o seguinle : 1,200 banl |esta semana, urna boa c admravel exposi-
ca e lil.i itieaa a ila* lamilla de Iruu Cao de vistas novas.
RECEBhliOBI.V ni-; RENDAS INTERNAS GE-
abuicte Optieo
4TEBE0DABOA-VSTAS.4.
tre, recentementc chegado a esla praQn, va-i quem tilcressar possa. que veudeu a sua la-
ros objectos de porcellan*. o de cryslal rara berna, sita na ra da Senzala Nova n. 22, ao
enfoile de sala, (inissimos apareibos de lou-iSr. Jos Fcrreira Alves, lvre e d-so-nbara-
gaedevidro para servico do mesa, cande- j cada de qualquer onus. lecife 22 de julho
labros e lanternas de vdro, cauiieiros in- I le 1857.
glezes deglobo.de dilfercntes modelos, e I Aluga-se urna ama para casa do duas
uina infinida le de oulros muitos objectos ; pessoas, para cozinliar e comprar : na ra
ele, que ss en'.'egariio sem recusa de qual- de S. Jos n,49.
quer prego maior offerecido : sabbado 25
do corrente, as 11 horas da manhaa.
preposlo do agente Oliveira far lei-
lao, para fechar cotilas e d soecupar o es-
criptoro, de porcSo de mobilia d- Jacaranda
e de amarello, consislin.lo em sofas, cadei-1
ras, ditas de lialango, bancas de jogo, ditas
para l-iz, mesa de abas, dita para entornilla-
do, escrevaninhas c carteiras do viagem,
aparador, candteiros para mesa, louga, gar- !
rafas e ropos para vnho. porta-licor, I cai-
xa botica, liergo, ramas de ferro; leto l'ran-
cez, candelabros, quadros, e ootros muilos ,
arlgos ; e assim mais urna escrava com urna
cria de i rnezes que deseja ser ven Itda para '
t'iiliaino do campo: sesta-fetra, 21. do cor-'
rente, ns 10 horas da maullan, no seu escri-i
plnro, ma da Cadeia do Recife.
Na loja n. 50 da rui da Cadeia do Bocife,
defronte da ra ,1a Madre de Dos, encoutra-
rflo osl'reguezes un bom sortimenlo do ta-
zeodas, queem porgSo e a rotalho se ven-
dein por prec barato, e ni ucionaremos chi-
tas bo is de cores lisas o covado a 150,160,
InO e 200 rs e em pega a 552D0, 5600, 69,
6o4oOc6}803. chitis Irancezas do bonitos
gustos a 260, 2S0, 300 e 320, cassas de cores,
largas, fazenda que nao desbola a 2o0 rs. o
covado corles dncassa chita decores, rotos
e pretos a 19630, 1i800 c 2, casan francezas
de cores a 480 e 600 rs a vara, mussuUnas
com florzinhas e cores fixas a 320 o covado,
ditas muito linas com llores maltsadas a
440, cortes de cambraia da cores muilo lina,
com II, 12 e 13 varas, lindo fazenla con
ramagem de freiiti pan folhos, p^lo dimi-
nuto prego de 69 O crU, pepuliindj cores
com listras achara doladas, fazenla nova pa-
ra vest los a 960 o covilo, o mepolina ou
laazinha com a margan niili.sa ia a IjOOO o
covado, cassa para babada a 200 rs a vara e
1-600 a peg, esguiao de puro linlio lino de
1^400 a I-SIIO a vara, e em peca do 14 a 18?,
Chali de cores com qnadi indos o cambraia
de seda a 800 rs o covado, panno azul de boa
qualidade a 1-rWO e 23li0 o ovado, e fino
preio a azul a 3500, 3-600, 4-, 4c500, 5j530
o 6-03, e linal lente oulras multas fazeudas
que, a diuheiro, se vende n baralissiaias, e'
dflo-se amostras com penhor.
Jos da Cruz CagSo retra-se para fura
do imperio
la
11)0-
Vende-se um sitio na Gru de Almas,
OOOi urna grande casa envidragad, cha s
proprios, com 5 quarlos, SOlSo, cozmha f-
ra ; no sitio lem Da isa para c*pim. 2 cacim-
bas, tanque, estribara e cocheira : quem
pretender, dirija-se a ral Vel a n 67, qne
se dir quem ven le.
Vende-se urna casa t:nea por detraz
da ra do Sania Bita n. 32, qne fca defronte
do deposito de carvao de po ira : os oreleii-
dentes dirijm-se 8o trapiche do llamos,
que icharao cooi quem Iralar.
N i \oj& A i F l do Gn S-
oo n 10,
ven lem-se sabidas de bailes ou de theatros,
assim como ricos chapeos par-i cahega de
senhora, por prego commodo, vindos lti-
mamente de Pringa.
TllOOiai l'i'iiu i de Mallos Eituna, pe,,li ra,1
-Mrcui iiiieule pela pirte senlimenlal, que seu-
imigoa lomaiam pela perda iie eu Irioflo, falle-l
-ido ni ui.ini a.i aor esle modo o seu sincero roconhaelmealo.
israilect-inlo i, i .li.iliu.'i.i a lodos o* aenhare-
|n-.- e dlanararo acumpanhar seus resto* ni rl.i-
a ceinileiio publico desta ci la le; e as*eveia quel
a' mais deixara' -I* mili ir i-m seu peilo -i-nl -1
lientas ,le veriludeira Rralirlflo.
Recife 21 de julho 1857.
J
- acaae *j ivvillUtl,
vcude-se este ungento no eslabelectmen-
lo geral de Londres n. 244, uSlrand, e na
loia de todos os boticarios, droguistas e ou-
lras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, llavana e llespanha.
Vende-se a 80o rs. cada bocctinha.conlm
uma.instruegao em portuguez para explicar
o modo de lazer uso deste ungento.
O deposito geral he em casa doSr. Souin,
phartnaceutico, na ra da Cruz n. 22, em
Pernambuco.
Na ra da Cadeia do Itecife n. 54, prc-
cisa-sc de um (altor qae entetids nSo s-
menle de plantas como de jardim.
Perdeu-se ou furtaram urna cadea de
ouro para relogio, em forma engrasada, c
sendo composla de diversas pegas roltgas e
ticas, a mitag.lo de um canotilho, Sahtndo
deste canotilho um fio chato, que segura o
a narra a mes na cadeia, lenlo no principio
una argolla grande para segurar sinetos :
quem de dita cadeia ttver milicia, avise na
ra Jo Amoritn n. 50, segundo andar, que
ser gratificado.
o juiz de paz do segundo destrito da
freguezia da Boa-Vista, da audiencia as ter-
gas e scxlas-feiras, as 9 horas da manhaa,
na ra do Sebo n. 17.
Em urna das melhores localidades da
ra do Hospicio ha urna casan. 18 B, feita
com t.da o gosto e esmero, e em cuja cons-
truego entraram as melhores madeiras do
paiz e as melhores ferragens ; a mSo d'obra
loi execulada pelos melhores ofliciaes na-
cionaes e alletniies, sendo utra das casa
mnis confortaves, porque seu dono a edifi-
cara para nella residir, e com elTeito anda
ah residi por algum lempo, mas como se
resolvesse a roudar-se e niio Ihe conreuha
tenia alugada, tencin venle-la. Tom boa
cooheira e estribara, um bonito jardim com
canleiros de pedra e cal, vares de ferro pa-
ca Oanlas trepa leras, entrada de frente e
posterior, tsto he, pela ra do Hospicio c
pelado Destino, as freotes 3o calgadas de
pedrja de Lisboa, as entradas de marmore e
os tactos de estuque, escadas de volLj, enJje
o jaitdim e a cisa ha um calgado de pedra de
Fernando, o jardim he separado do pateo
por uina elegante grade de ferro, tem urna
granle cacimba com bomba de repucho com
encarmenlo e um deposito na parte supe-
rior ,1a cozjnha aonJe se conserva agua para
consttmo da casa, a qual he levada pelo mes-
mo eqcanamento diversos lugares do edi-
hcio, tem um quarto com baniieirode mar-
more e azulejo, com vlvulas para despejo
Js aduas em um catino de 250 palmos de
compiji lo quo conduz nao s essas como to-
das asmis do servigo o da chuva a man-,
os bandos podem s-r quelites ou fros, para
o que |n no hanbeiro duas lornetras, deque
urna cpmmumca com um deposito d'agua.
quenli assenle sobre a chipa do fogo da
i/.inlu. Teta oulras inuitas eommodida-
laa qde p,i I,-m ser examnalas pelos pre-
leu.loiites, dirigin lo-se para esse lim ao Sr.
Joan Vileutim Vilella, que Ihes facultar a
en'radi. Pode convr a todos e especial-
mente i um senoor de engenho que nesta
ci lade queira fazer a sua residencia, yuem
a prettnler comprar, dirija se a ra da Ma-
Ire de lieos n. 26 aoseu propietario, que he
Vicente Ferreira -la Costa.
I Auna Joaqnina de Mello Lins faz
sciente a quem interessar possa, que no ar-
ren lamento do engenho Dous Irmaos, que
pelo juizo de orphos deste tormo esl em
pragt, nao so co aprehende urna baixa de
capitn, que estando encravada em trras do
mesin< engenho, pertencenle todava a an-
nunciarite, e como tal foi excluida do inven-
tario
- Os administradores da l'allencia de Ita-
phael l'elix Jos Garca, avisara a lodos os
seiihorjs creJores, paia que no prazo de 8
dis, a contar de hoje, deveao aoreseutar
os seu> ttulos de divida no escriptorio dos
rs. Tliomaz de Aquino Fonseca & Filho, a-
lini de se poder proceJer na forma prescrip-
ta no arl. 859 Jo cod. commercial, certos de
que fnJo o prazo, nao se receb'erilo recia-
maoSoi algamas. Recife 23 do julho do 1857.
XA.ROPS
O
- Sexta lena 21 do c ir rente, liula a au-
diencia Jo Sr. br. juiz de orpbSos, ser ar- I
remala,lo por 20Ut rs., a renda aimua! do si-
tio no tugar do Sal^adintio, com rasa para
familia, e casi para escravos, com instantes
arvoredos de fructo, pasto para gado, trra
para plantagoes, ecacimba com boa agua de
beber, a rjquimenlo do Urcula Mana das i
Virgens, co no tutor* d- sja Giba Jesuina, e
he a ultima praga.
AMA.
Precisa-se de urna a tna : na ra do Que-
I^SoliaWot'rn, erjeu ocapi- niPOTAMF TAHA 0 PUBLICO.
tao do brigue nacional Maris Preciosa,Frsn- Para cuiade phlysieaeni todoiosseusdiiieren
' C:sco Alves Meida, quatro r.i-il-iculas con- >es , cernenles ao mesmo navio, sendo nina do salluna,planriz.eacarrodolangaa, dordecoa-
I Foi Iransferi lo odeposito lesle xarope para a bo
licadejdsc da Cruz Sanios, na ra Novan. .i.1
garralai poJOt, e meiaa3s000, sendo falso lodo
aquello que tiAo.'or vendido nealt deposito,polo
que se faz, o presenil aviso.
lito capitn, outra do contra-mestre Antonio
RAES DE PERNAUBCCO.
lien liinciilo-lo rtia I a 21. 28:2831988
dem du da 22....... 678309
biiia
- Ven lem-se c,',;Ur.ros pequeos para '':'""" ,! ',lu;1- ,,inalm'"le ,os mo(--os u,t0
se plantar na ra das friuchei as n. 89 le lSSita e Jse *? Sa?lM : 1u1em as ""
ver achaJo, querendo entregar, din a-so a
28:962*29.
CONSULADO PROVINCIAL.
<0I1
3
nana
*

mu >o wto
Navios entrados no dia 22
Rio Grande do or le5 dias, Dale nacional Novo
GUERRA DO ORIENTE.
I. Os retratos do Sullao, Omer-pach, Is-
rnaiel-pacha, principe Napolefio, duque de O agente Pestaa fara leilo por cotila de
Cambrig.bavd Ragln, general Saint ArnanJ, una familia, que so retira para a Europa, no
Csnrober etc., etc., traduzdo de algarreo- ( vapor inglez, urna excellenle tnobilta, c'on-
typo. isslindo em caderas de Gungalo Alves e de
2.' Constautinopla guartu-cida pela es- jacaran la, ditas de bracose de bataneo, me-1
^^^'W'J quadra anglo-franceza. sa redonda, consolos com peJras, um lindo i confronte so llosatio em Santo Antonio'
J..-30,, j.n o grande bombardamelo do porto touca lor com pedra, um lindo toillete com nesto cstabelectmenlo recebau-se pao-de-l
" imperial de Odessa. servigo de porccllana, guara vestidos, "
4.a O general Saint Arnand passanlo re- guarda louga, candelabro, lanternas, lgu-
visU as tropas turcas em Galipoli. ras de porccllana para cinta de mesa, sola,
3.' Tomada e assalto de Bomarsund,pelos ; marquezas de amarello, m-sa de jaular, p-
Francezes. pareiho de porcellana para cha, dito azul
6. A sanguinolenta bilslha do Alma. para mesa, carro para menino, vidros para I va', de ma.-etlo, oo aluga-se por mez
7. A sanguinolenta batallia Iuukerman. I servigo do mesa, e muilos outros objectos, I ra Direita, nos AfogaJoi n. 13.
7li:'J2;SliM
francs de ditTerentes lamanhosi coborio de
assucar, e a primeira vez vinJo a este mer-
cado, e vende se por prego cominla.
Vende-se urna canoa de carreia, abr-r-
ta, propria para familia, fabricada loda no-
na i
lados p paito, palpilagSono corar So, coqueluche
bronrliiie, dorna cirtianla, e todas asmoleslia
,i"s irgiai pulmouarea.
Reitaria de
eso& Barreto, no RI011"
teiro-
No deposito d-'sta refinaria, na ra da Ca
dea do Itecife n. 30, ha sempre assucar re-
finado de superior qualidade, tanto cm p
como em lorroes c em paes, por prego mais
commodo de que cm outra qualquer parle
>jtr:iieriore -
Na fundigo de C. Starr & Companhia, em
rio, pelo l)r. Jos A Pimenta Bueno; oslas anto Amaro, acham-se para vender moen-
obras estSo avena em a nova livraiia da das decanna todas de ferro, de um modello o
ra do Collegio n. 21. conslrucc3o muilo .sut-ehores.
ra do Apollo n. qu? ser gratificado elo
dito capilar).
Precisa-se de um feitor que cuten la
de plantacSo, para um sitio perlo ila cida-
de : na ra oa Via Ir de Dos n. 2.
Precsa-se a'ug.ir um preto, que seja
possante, paga-se bem : na ra do liangel
n. 13.
Aos senil tres acad 'inicias.
Elementos do processo c iminalpara uso
das facul ladea de direito do imperio pelo
Dr. J taquim s. Rama I lio, direito publico
brasileiro eanalyseda coiunuigo do impe-
MUTILADO


IAKIOE PERNAMBUCO QUINTA FEIKA 2. DE JL'LU DT"i57
COISDLTORiO HSlgOFiTHICO
DO
Onde seacham sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
em glbulos, e proparados cora o maior escrpulo e por prcgos baslaule comraodos :
r-liKCOS F1XOS.
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita de 2* ... 159000
Di a de 36 i> ... 200000
Dita de 48 > ... 25J00O
Dita de 60 ... 309000
Tubos avulsos a '..... 19000
Frascos de tinlurrademeia onga. 29000
Manual de medicina homeopalhica de Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina ;........ 209000
Medicina domestica do Dr. Henry......... 10/000
Tralamento do cholera morbus.......... 2/000
Repertorio do Dr. Mello Moraes......... 6'oo0
va** maesas* a
? m
'> l'l.lilias PRECIOSAS- i
^ Aderemos de brillianlcs, <
diaroanle e parolas, pul- i
jjj eir, alfuifles, brincos *
gg a roalas, boles faunen
'$ de diflercnlti soslos o <1e
* divereai pedral de valor. fj\
.* Compram, vendem oo
2 Irocam prala, oaro, bri- 1
* litantes,(Mananles e pero- gj
lai, e nutras quaesquer .<>
Jj joiaide valor, a dihheiro ^
3 vu por obras.
kskbbbssk awata
OURO E PRATA.
g Aderecos completos dt
. * ra, amueles, brincos
js, rozelas, cordes, Irancel-
m lina, medalhns, correnlcs
*j e enfeiles para relogio, e
^ oulros mallos objectos de
ifr! ouro.
!|j Aparelbos completos de
.; prala para cha, bandejas, ^;
v salvas, casligaes, colheres S
% de sopa e de cha, e me i-
g los oolroi objectos de J
'[ prata.
8>.Ask8.sS3B3B5 >:.*>:?" $865*
10&EUU i ID1RTE.
UJ* DI 9UR1VII
Ra do Cabuga' n. 7.
Receben? por to-
dos os va p T s da Eu-
ropa asolmisdo mais
moderno gosto, tan-
to de Franca como
de Lisboa, as quaes vendem por
preco commodo como costumam.
Lotera
DA
provincia.
U abaixo assi O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
lio na Passagem da Magdalena, que tica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Chora-menino, e abi tcm preparado urna
casa de saude com todos os commodos para
o tralamento de escravos, cujos senhores
residam fra da praga, ou 'que no os pos-
sara curar em suas proprias casas : quem
para isto qutzer-se utilisar de seus servigos
mdicos, que serao desempenhados com o
maior zelo, dinja-se ao pateo do Carmo n.
!, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Prego2/000 dia rtosexceptu-
ando conferencias, sangucsugas e opera-
res.
Rio-Formoso.
U Dr. Joao Honorio Bezerra de Mane-
tas, medico pela Faculdade da Baha, tem
filado sua residencia na cidade do Rio-For-
moso, e de novo eflerece seus ser\ iros a to-
das ai pessoas qoe o boorarem com sua con-
liau^a. i
Precisa-se de caixeiros, na ra da Ca-
dcia do Recife n. 50, primeiro andar,
prestando urna lianca de 200S000, ven-
cendo O ordenado de 200,$ a 600$, (|ue
lie para vender billietes da lotera da
provincia.
SEGURO CONTRA F0GO.
Companhia Alliance.
Estabelecida em Londres, em margo de 1824.
Capital cinco milhcs de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, lera a konra d in-
(ormar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
a quea mais convier que eslo plenamente u-
torisados pela dita companhia para efectuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos da
tllu e igual men sobre os objectos que contiverem
os mesaos edificios quer consista em mobilia ou
h fazen das de qualquer qualidade.
o
uffyv
Joao da Silva Hamos, medico pela un-
versidade de Coimbra, mudoo sua residen-
*-.-' ca da ra do Cabug para a ra Nova n.
f 89, seaundo andar, sobrado do Sr. Dr. Nel-
g. to, e atil contina a recaber, das 8 s 10
'f horas da nanliaa, e das 3 ia 5 da larde, as
i;'; pessoas que o queiram cousullar.
JOHN GAT1S,
corretor geral
B.AGENTE DE LEILOES COMMERC1AES,
n. 20, ra do Torres,
PKIMEIRO ANDAR,
jpraga do Corpo Santo
KECIFE.
I DENTISTA FRANCEZ. %
^j* Paulo Gaignoui dentista, ra Nova n. 41 : "&
JT uamesma casa tem agua e pus deulrifire. p
Tasso 11* ni os.
Avisan aos seus freguezes, que as ultimas
lamillas de trigo Kichmond cbegadas ao mer-
cado, sao vendidas em seus armazeiis, pelos
seguintes presos :
Galega 259000 por barrica.
Haxall 29000 idem.
O Dance 239000 idem.
Columbia 2-25OUO idem.
Alcm destas tem farinhas novas de Tries-
te das marcas SSSF. Fontana c primeira
qualidade ; assim como completo sorlimen-
to das melhores marcas de l'liiladelphla, No-
va Urleans e Baltimore.
&&^0^&Z:--:O:.X.y.[:OO;'y '>risa-se de um caixciro .lo 12 a 10
Ai O rnseiiheiro civil limo bs-lim lo, -0 anuos de idade ; no deposito de massas linas
do pateo de S. Pedro.
A eacravs Felicidade, fui comprada oo
.sr. Miguel Jos de almeida l'ernambuco,
com condi^oes, e acha-se fgida desdo .lia
19 do correte : a pessoa que a tiverem seu
poder.pode manda-la entregar na ra Direila
11. 66,que promcllc-su i\3o castigar a dita cs-
crava, mas se pasear do prazo das condiqoes,
-e proceder contra cssa pessoa com o rigor
da le.
. ; prope a fazer planea e urrainentos para
>? eiticaoes p.irticuUre, levantar pUDlns,fa-
/; ivx melluiramenlns e domarcai;s. b IiihI-
', mente ancarrega-ie de loilo Irabalho de ar-
JrJ clnieclura, geodesia* agrlmeiiaarfl e lopo-
'.'.? i .iplm : quem de sua proilisao sa lyupr
uii.i-.ir, pudrra prucura-ln no tobrado das
1
- mi da* r.ru/rs 11. :10, das '.I lloras ao nieio ; ia
-'.. c clp UiiO dia as II horas da larde, na ra '-'.
':- Velha, casa lerrea n. 78Antonia Felicia- W
lf no Kodrigues Selle. \ :
iardlm publico em per-
nambuco, ra da Sol-
ade n 70.
Neste muilo grande jardim aonde o pu-
blico vem passear e apreciar a grande varie-
dade de llores e l'ructas vindas de I-rama,
Portugal e llamburgo, he o nico jardim
que todos os annos recebe daquelles paizes
plantas de novas especies. Esta exposlo ao
publico desde as 5 horas da manhSa al as 6
da tarde, a-sua extensSo he de 800 palmos
de comprido e 400 de largura, por isso que
otlerece ao publico toda a commodiaade, e
poder escolher pes de llores e arvoresa seu
gosto, e nm tudo he o primeiro nesta cida-
- Vende-se urna negra de meia idaJe
(ara engenho, por ser costumada : quem
pretender, dirija-seao largo da Asseinblea
n. 12, segundo andar.
--- Vende-se urna vacca parida ha r.ouco
lempo: a tratar no sitio do Sr. lavares, na
Soledade, onde fui amigamente collegio de
meninas.
caima.
Vendem-se seis pipas com superior
agurdente de canna, todas 011 cada urna
guezes que he chegado ao seu deposito de : ,1' rJ,; \r
h,..._^ ^_ I de per $1: a tratar na ra da Caclea-Ve-

rende-se
/v
Attenco
O Bazar Pcrnamhucano avisa aos seus fre-
charutos da ra larga do osario n. 32, um
variado sortimcnlo de charutos linos c fumo
em folha, l'azendo lodo o negocio para nao
ser esquecidoem tenipo algum, trocando o
valor uo fumo por charutos por ser mais
couveuieule a varios freguezes, leudo junta-
mente urna porQaodc madeira de cedro em
taboas, proprias para fazer caixas de cha-
rutos.
Deseja-se saber onde mora a lllma.
Sra. I). Mana do Rosario Pinheiro, viuva do
fr. Pinheiro, a negocio de seu mteresse : na
ra do Livrainenlo n. 20, ou annuncie a sua
morada para ser procurado.
Precisa-se de trabalhadores livres para
e, egoza de maior crdito pelo bem que 0 servio da capatazia da allandega, para
serve a seus Ireguezes. Ha impossivel fazer preenener o numero de 70 trabalhadores
Na 111a do Fuguudes, loja 11. 27, lu-
v 8-*e c enrjamma-te com perlirjio, epre-
10 commodo.
de blietesg-nrantidos, pe-
los precos abaixo notados,
sendo da quantia de cem
mil ris para cima, a di-
nheiro vista, em seu es-
criptorio, na ra da Ca-
deia do iiecife n. SO, pri-
meiro andar.
Hillietes. 5.S400
Meios. 2.S700
Quartos. 10550
P. J. Ltiyme.
He chegado a loja de Leconte, aterro
da Boa-Vista n. 70, excellente leite virginal
do rosas brancas, para refrescar a pelle, tirar
pannos, sardas, e espinhas, igualmente o a-
famado oleo babosa para limpar e fazer
crescer os cabellos : assim como p impe-
rial de lyrio de Florenca para brotoejas e
aspendadesda pelle, conserva a frescura e
o avelludado da primavera da vida.
A publico.
O abaixo assignado faz selente ao respei-
tavel publico e aos seus freguezes, que aca-
ba de montar dous importantes estabeleci-
mentos de fazendas, na ra do Crespo ns.
10 e 14, onde enconlrarSo um variado e lin-
do sortimento de fazendas de todas as qua-
lidades, as quaes vende por preco muito
commoJo; sendo garente do estabeleci-
mento n. 1 0 o Sr. Marcelino (Jernimo de
Azevedo. j. c. Malveira.
Manoel Joaquim Seve & Filhos decla-
ram que o Sr. Jos Caetano Marlins Marques
deixou de ser seu caixeiro desde o dia 10 do
corren te.
Attenco
Na grande fabrica de ta-
mancos da ra Dreitu,
- esquina do becco de S.
pedro o. 16.
Ha elTectivamente um grande sortimeuto
de tamancos para todos os lamanhos, quer
a retalho, quer em grandes porees muilo em
conta ; e lazem-se tambem de encominenda
a moda do Porto, para homens e senhoras.
Manoel Jos Leite declara aos deve lo-
res do fallecido Raphael Flix Jos Carcia,
que comprou todas as dividas que os mes-
mos deviam quelle fallecido ; por conse-
gu nte s ao annuuciante ou a pes>oa por
elle legalmente aulorisada, poderao pagar
seus dbitos, s ib pena de pagarem segunda
vez O annunciante espera que os senhores
devedores, para qualquer transado que
queiram ellectuar a tal respeito, se enten-
dam com elle, na sua loja da ra do Quei-
mado 11. 10. Kccife 16 de ulho de I8i>7.
Uuem quizar possuir um novo e excel-
lente carro ainericauo com arreios ou sem
ellos, assim como um mulato mogo, excel-
lente bolieiro, pode dirigirse a cocheira da
ra da Cadeia n. 12, que tudo achara a con-
tento.
Constando ao abaixo assignado, que
existe em 111S0 de alguein algunas letiras
de Jevedores do fallecido Itaphael Flix Jos
Carcia, cujas dividas activas perlenceni h'ije
ao ab 1x0 assignado por te-las comprado aos
administradores da mass daquelle falleci-
do ; pelo presente o abaixo assignado pro-
testa nao s contra qualquer devedor que
liagar seu debito a pessoa incompetente,
mas tainbem contra a pessoa que constituin-
do-se ere lor, cobrar qualquer quantia per-
lenceiite ao annunciante sem sua aulonsi-
co. ltecile 16 de julho de 1857.
Manoel Jos Leite.
- Precisa-se alugar um primeiro andar,
n'uma das prmcipaes ras de Santo Antonio
como sejam, ra Uas Cruzes, do Collegio"
Quclinado, etc. etc. : a fallar no aterro da
Boa-Visla 11. II.
--Precisa-sealugar urna boa wla para
escriptoriodeadvogacia, eni ama das nas
prximas a do Collegio : cpiem a tiver
annuncie, ou indique a sua morada nesta
typographia.
PBECISA-SE de nina ama de leite :
a tratar na na das Cruzes 11. II, segun-
do andar.
.No pat'o da Ribeira de S. Jos, n. 7 e
9, lava-so, eengomma-se com a maior per-
feicfio e presteza, por menos que etn oulra
qualquer parte.
-- O abaixo assignado previne ao Sr. Joa-
quim EsperiJiSo da silva GuimarSes, que
nao pague a pessoa alguina urna ordem pas-
sada pelo Sr. Luiz llarbalho de Vasconcellos,
da quantia de 20/rs., a favor de Manoel
menc."io das muilas qualidades que tem de
rosas, dhaliase outras muitas flores Aprom-
ptam-se encominendas para o centro da pro-
vincia e as mais do sul e norte.
Na ra da Concordia n. 6, deseja-se
fallar ao Sr. Paulino da Silva Mindello, aliin
delle promover a cobranza de um val de
urna pessoa que s o mesmo Sr. Mindello
com sua influencia poder cobrar, cujo val
ja estevo em poder de urna pessoa para co-
brar, mas por muilo condescendenle nada
conseguio ; todo negocio se faz eom o Sr.
Mindello, cem tanto que elle nao perca na-
da com o tal velhaco.
- Precisa-sede urna pessoa queentenda
de plantado, para serfeilor de um sitio em
Sanl'Anna quem estiver no caso de ser,
dirija-se a ra Velha n. 54.
Precisa-se de 1:000-000 a juros sob hy-
potheca de urna casa terrea na ra do Hadre
Florianno, livre e desembarazada ; no paleo
do Carmo, sobrado n. 9, primeiro andar.
Furto.
.\n madrugada o dia quarta-feira 15 de
julho, furtaram do sitio da Aurora, no Ke-
medio, um cavado pouco mellado, clinas
pelas,e cauda pouco,descarnada e novo,que
o baixo assignado comprou ao Sr. Joao Es-
tev3o, morador em Beberibe ; quando se
desmoula abaixa a caheca,he liberal no an-
dar : recompensa-se bem a quem trouxer
uu der noticia verdica. Luiz de Salles Ca-
valcanti.
O abaixo assignado, possuido do
maior empeulio de se descubrir os auto-
res c cmplices do horroroso assassinato
perpetrado na pessoa do seu mu i preza-
do amigo Jbomaz Gollan, vice-consul de
S. M. Uritannica nesta cidade, oll'erece
dous contos de res a (|uem lhe prestar
qualquer esclarec ment exacto sobre es-
se facto, ou mesmo o conhecimento de
alguma circumstaucia.oii accessorio delle,
de modo que se possa averiguar a verda-
de, assim como assegura, sob sua palavra
de honra, o mais inviolavel segredo, a'
quem lizer (|ual(|uer dessas revelacoes,
4|>os lie bem possivel cliegar-sc ao'lim
desejado, sem declamse donde ellas
procederam.
Consulado Britannico 11 de julho de
I8.">7.II- Augustus Cooper, cnsul.
I'f rileule, da na da Koda al a Camlioa do
Carmo tima pulseira de uuro. bailante craude, com
oilp oilava, na noite de 19 do eojrenle : quem a
hcIiou leve a ra da Koda, sobrado 11. :l!t que ter
recompensado.
--- Francisco Jos de Campos, commer-
ciaulo cslabelccido com pidaria na ra Im-
perial, venlo publicado neste jornal n. 161,
na parle policial o seu nome, como preso
para correcto, apressa-se em declarar que
tal prisao no so eiilende com elle, e sim
rom pessoa de igual nomo ; e que para evi-
tar qualquer duvida, de hoje em diante se
assignara por Francisco Jos de Campos
Pamplona.
Manoel Dotniugues Chape.eiro retira-
se para fora do imperio.
SCasade Saude
% DO DR.
I pedro kmm CESAR,
$ Na cidade de lloianna, becco do
o
Pavio n. I i.
O
O l>r. Pedro Antonio Ceiar recabe pes- @
soa doenlet para Iralar em toa casa ja' .'_.
_ mencionada, promHIeDilo detemptohar as ^
~,%f funcres medicas com muilo zelo e activida- ??
dade.
;
Prero diario.
Pessoas livres. 3500
eicravas. 2BOU0 -/,;
AVISO,
As abaixo nssigtadus partieipainao res-
peitavel publico, e especialmente aos Sis.
seus lregue/.es, que venderam o seu jogo
du bola a pessoas particulares, e que com
o dia de hoje asna casa acaba de ser es-
tnbeleeimento publico, liedle 0 de ju-
lho de 1857.Margarida Walter.Viu-
va lirach/..
Precisa-se de urna ama para cozinhar :
na ra estreita do hosario 13.
No dia -25 do correle, depoi da au-
diencia do Dr. juiz municipal da segn la
vara, se proceder a arrematacao dos hens
seguintes, perten.entes a testamentaria do
finado Antonio Jos Teixi ira Lima :
L*m sobrado na rut do Arago n. 45, ava-
hado em 900/ reis, que rerle 143
lima casa lerrea na ra do Rosario 11 ->j,
avahada em 400/, que rende"?.
L'macasa lerrea, na Soledode, ra de Joio
Fernandes Vieira 11. 32, avahada em 800800o
que rende 10/.
Um sitio na mesma ra, com a casa n. 34,
ecom diversas cazinhas, tudo por;2:330o.
I'enleu se, no da lli do corrente, na i^rej lo
Cirmo, um livro com capa de couro, encademarilo
ordinario e con o titulo Collecgao obras pias, pelas quae-lein o* Sumos l'iiiililicei eon-
C'di'lo as sanias indulgencias :-qu.in o tiver adiado
e quiser re-liluir, ilirija-e ao larso do Terjo, so
brado de un andar ii. :ll, que sera recompensado.
l)a-se dinheiro a premio em pequeas quan-
UaatObre peulinres de uro e prata : na ra estrei-
ta du Kosario u. 23, segundo audar.
Fabrica de ta gao e tecidos
de algodao
Allandega 20 de julho de I857 O arrema-
lante, Jos Thomaz de Campos Quaresma.
Francisco Manoel de liveira Lima,
proprietario do cngcuho Conceigilo Nova, na
provincia das Alagoas, passou a assignar-se
por Francisco Manoel Mana Falco do dia 7
de julho correle em diante.
U abaixo assignado perdeu o bilhele
inteiro n. ,952 da lerceira parto ua primei-
ra lotera do collegio dos orphaos : pedo-so
a quem lor utterccido o bilhele nao faca trn-
sac^ao alguma tem que se emenda na praca
da Independencia n. 40, caso saia premiado.
Jos Vieira de Sousa Cuedes.
Eu abaixo assignado declaro ao res-
pcilavel publico que vendo bilhetes do Sr.
thesoureiro com a rubrica A. P. a todo pre-
go, nao sendo garantidos ale a quantia de
300;uU0 por semana ; cnlendo que por isso
ganlio aonde se aclia certa pessoa que tam-
bem compra a quantia^le 8 a 10:000? por se-
mana, logo ento emendo que nSodevega-
nhar menos de 2:00ua'0u0 por semana na illu-
diQode garantir as duas surtes, quando el-
las nao lhe sanean muilas vezes em sua casa,
e o dinheiro da garanta (ica-lhe no bolso.
Antonio Pinto Cerdoso Gama.
Precisa-so de urna pessoa apta e que
j tenha servido no exercilo, e que quena
licar por oulro por espado de 4 annos, paga-
se bem : a quem convier, dirija-se a ra da
Senzala Nova n. 30.
O Sr. que comprou urna pulceira por
.'1-000, achada do paleo do Carino- para a rus
da Cadeia, lenha a bondade de a levar na
dita ra, casa 11. 6, que ser gratificado, el
do contrario vera seu nome por extenso nes-
te Diario.
Manuel Jos Machado, com loja na ra
do Quemado, declara que o aiinuncio que
sabio no Diario de 20 do corrente, sobre o
furto de urna carta, se n3o entende com o
mesmo ; faz esta declarado por ter alguns
amigos me .dado os seus sentimentos uesse
prejuizo.
Antonio Marques Silva de Almeida re-
lira-se para fra do imperio.
ssenlioras que ni o lita Di
a cavallo.
Na ra .Nova n. 18, loja de M. A. Caj' & C,
ha ricos casavequee de cores, e pretos,
para montana ; assim como um grande sor-
IIment das mais bem acabadas obras de al-
faiate, tanto superior, como mais inferior,
edapos, ditos de sol, leudos de seda, ditos
do dita para grvala, dilos de cores, luvas,
suspensorios, mcias para homem, senhoras e
meninas; camisas, Ollas de meias, lazendas
para qualquer obra que seja encommenda-
da : a pessoa que vicr a esta loja, acliaia um
falo completo, e ser um s prego para lo
dos, a dinheiro.
Fabrica de fa^ao e teci.i s
de a Igodo.
Os socios gerentes dcsla companhia, pre-
cisan! comprar cal, lijlo, telha, arca, ma-
deiras de lei em pranches c em travs, e
enxamcs, caibros e ripas ; para este lim
convidan as pessoas que negociam nestes
gneros, a dirigir as suas proposlas por car-
ta fechada, al 15 de agosto prximo futu-
ro, no escrlptorio da sociedade, ra do Tra-
piche n. 14, onde serio abortas em sessSo
ordinaria dos dilus gerentes. Recife 16 de
de julho de 1857.Amorim, Farias, Guerra
& C.=.
Os amantes da boa pitada,que dosejarem
refrescar os uarizes, queiram dirigir-se a
ra do Vigario n. 33, pois ahi encontrarao
urna poreflo de latas de meia al duas libras
de excellente e genuino simonte da Cacho-
eira da Babia, que se vendem por preco
commodo.
P.ecisa-se de um caixeiro : na pada-
ria da ra Direita n. 24.
Precisa-se de um amassador para a pa-
daria de Malernus Lenz, em Santo Anuri-
nho.
Precisa-se de 2 amassadores i na ra
das Larangeiras n 28
Precisa-se de urna ama para casa de
piuca familia, s para fazer o servido e o
jantar : 110 aterro da Boa-Vista n. 20, se-
gundo andar.
Iba do ltecile, loja 11. '.o.
i\a loja
das seis portas
Em frente do Livramento
Cassas francezas com algum defeitoa seis
vintens ocovado, riscado francez a quatro
vintens o ovado, chales brancos de c;ssa a
sello cada um.
Na nova l de Jos Moreira Lopes, nos quatro cantos da
ra do Queimado n. 18 A, esquina que volta
para o Itosario, vende-sc riscado francez li-
no a 180 o covalo, cassas de cor a 160, chila
franceza lina a 240, l;las melpomerres pro-
prias para vestidos a 720 o covailo, cortes
de casemiras relas bordadas a 69000, e ou-
tras muilas fazendas por presos commodos.
Vende-se urna cabra boa de leite, com
urna cria : na ra das Cruzes n. 20.
. MUTA ATTENCO'.
AlOjOOO.
Capas e palitos de borracha, que se esta
na ra do Trapiche n. ~i't, escrlptorio de vendendona loja de 4 po.lasda ra doQuei-
Novaes& C, superior vinho do Porto, em niatl n- '
caixas de urna e duas duzias de garrafal:
a' preco commodo.
Vende-se urna casa le rea ua travesa
de Joao Francisco n. lo: na ra de A-
;ollo, armazemn. 215.
rKCEAiisio Pi an-
L\a lja das seis
portas em frente do L-
vraniento
38000.
Corles de casemira com pequeo defeilo a
tres mil reis, a qualidade he superior, etem
sortimento para escolher, palitos de panno
fino preto e de cores, com defeilo, a 10;000.
Vende-se um toucador de Jacaranda,
um armario envidrando, urna veneziana no-
va, um estrado e urna secretaria em bom
uso, tudo por seu dono se retirar para fia :
na ra Formosa, junto ao lampeao do meio,
quaria casa, se dir quem vende os ditos
objectos ; e assim como quem compra um
oratorio com tres faces do vidro, sendo de
Jacaranda c estando quasi novo.
Vende-s* a sumaca Diana, fundeada
cm frente dr> caes do Ramos, a dinheiro
vista, prazo, e mesmo por troca de gene
ros : a tratar na ra do Crespo n. 14.
Cortes de l-t pura vesti-
dos,
Vcndcm-se cortes de laa de lindos pa-
drees, com 15 covados cada corte, pelo di-
minuto pre^o de quinze patacas ; a elles,
antes que so acabem : na ra do Queimado
n. 22, na loja da boa f.
Vendem-so saceos com farinha muito
boa, e saceos de alquoire, por preco commo-
do : na ra da Madre de Deo.s-n. 2.
Na ra da Moeda n. 2, defronle do tra-
piche do Cunha, ha para vender pipas novas
e usadas, meias pipas, barris novos e usados,
arcos de pao para pipas, vimes, arcos de fer-
ro em fexcs, ferramenlas para tanoeiros,
cal empedrade Lisboa, tudo por precos
--- Va rundirlo de, I). H. howman, em F-.,,
ra de P0lUs, p.ecisa-se de OlUc.es marci-1 uTni.mt'ruTfi?""w?b"58S,8n"do'
juntamente previne ao Sr. Manoel Alvos
! Ferreira, que nro pague una oulra ordem
precisa-se pasaa la pelo Sr. Francisco Manoel de Karros
ila Europa, as
menlos para
para
neiros.
Na fundirn da Aurora
'I ivenles forros .011 escravos,
servico debauco beeolerta.
1 Sr. Jos Joaquim Douradoj vindo de
Macei, queira ter a bondade de declarar sua
residencia nesta provincia, que se lhe dese-
ji fallar.
Precisa-so de un cozinheiro: no lar-
go do Hospicio junto ao quartel, casa do de-
semhargador Men lea da Cuuha. |>a<
bem agradando o servico.
aga-se
W'anderley.da quantia do 100/rs ,sem desig-
nacSoda pessoa que tem d receber; pois
ditas orden foram lurtadascom una carloi-
ra em que couliuha duas notas e 10/ rs.,
o dous qurlus o um meio bilhele da ler-
ceira parlo da primeira lolcria do N. S. do
l'oc) da Pauolla, assignado i;o verso por o
abaixo assignado. Francisco das Chagas
Cavalcanti de Aihuqucrque.
-- O.juiz de paz do segn lo destriclo da
O abaiio .i-sanados, lendo obiido
aeresairiat inlurioa^dci, plaooi e ir
a falmcj (le lili c lecer tlRado, convidara 8'* Sr.
suciu- ,1 vir t-Ios, i"i i'rriptonu do Sr. Manoel Al-
ve' Guerra, na roa do Trapiche 11. i.
igualmanle ron\idain as pp-st ram para p.|.i emprej.i, a re*l* ir'm a terreira pit--
latii de Jtl por c pulo, o que vtrilicarao de hojo ale
18 de agoalo protimo, do rncimo escripiorio.
As penoaa que anda qaiierem (ai.ee parle deala
empreza,serio admillidaf, limando o valor das en-
Irada relisadaa na occaiiao de lobscreverem nn li-
\r" di- a.-i^iuiluras, que s.l de lOOr a 5:00003 1-.
ltecile, lli de julho de IN77.
Amorim, Furias, Guerra \ C.
Jos Marlins l'edras, retira-so pura a
Europa, tratar de sua saude, levando em
commodos ; assim como barris com azeite
de carrapato.
Vende-se urna boa morada de casa ter-
rea, com um grando solo, quintal, na ra
da Alegra : os pretendentes podem procu-
rar no largo do Pelouriuho, armazem ns.
3 e5.
-- Vende-se um negro peca, de 20 annos,
o de bonita figura : na ru*. do Queimado n.
3, primeiro andar.
Vendem-se i portas de amarello, qua-
si novas, e urna porcSo de pedra paracor-
dao. tudo por preqo commodo : na ra do
Queimado 11. 37.
A ,?200.
Vendem-se cortes de. cassa fina pintada,
com salpicos e palminhas miudas, e com 7
varas cada corto a 2?200 : na ra do Quei-
mado n. -21, na loja da boa f,
Vendem-se 4 roda paral carro, 3 boas
e 1 precisando de concert, e por mdico
preco : quem as quizer, dirija-se a ra da
Sul".lade, que segu para o Manguinho, no
sitio dos 4 leOes, a qualquer hora do dia,
qu. achara com quem tratar
Vendem-se na ra da Concordia n. 26,
2 bois rnansos de carrosa, muilo gordos.
o Preguica
QUE ESTA VERDEADO BA-
RAT1SSII0
Na loja do Preguica, na ra do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, conti-
nu'a a vender-ss militase diversas fazendas,
por presos baratissimos, entre ellas cam-
bra ias francezas, padres novos e cores fi-
xas, pelo baralissimo prego de 480 rs. a va-
ra, ditas de cordao muito finas a 500 rs. a
vara, cassas francezas muito finas e de pa-
dres os mais modernos que ha no mercado
a 640 a vara, chitas francezas de lindissimos
padres a 280 e 300 rs. o covado, mussulma
branca a mais fina que r.o possivel a 440 o
covado, dita de cor a 340, cortes de casemi-
ra de cor de lindissimos padres e superior
qualidade a 6/cada um, cortes deurim de
puro linho de lindos padres a 2640o eda
um, ditos de ditos a 2?, dilos de algodao a
i>360, ditos de entina de lindos padres e
muito encorpados a 1:600 cala um, leudos
de c.iintir. 1,1 para m3oa \-J>, ditos mais finos
a 230 pecas do brelanha de rolo de 10 varas
a 21 cada urna, chitas escuras de diversos
padres e cores lixas a 140,16<>, 180 e 200 rs.
0 covado, c a pega a ;, 69, 6500 e 73500 ca-
da urna, cobertores proprios para escravos a
700 rs. cada um, gravatas de seda de lindos
padres a 19, ditas pretas de setim a 1J280,
ditas do cortes em oulro gosto a 700 rs. cada
urna, luvas de seda de todas as qualidades
para homens e senhoras. lencos de seda de
bons gostos, gangas mescladas de lindos pa-
dres a 600 rs. o covado, cortes de castores
de bonitos padres a ta cada um, cambraias
lisas finas a 4*500, com 10 varas, ditas ditas!
muito linas a 6?, e outras muilas fazendas:
que se deixam de mencionar, e se vender3o
por baratissimos precos ; c se daro amos-
tras com penhor ; assim como meias case-1
miras 'c quadrinhos miados, muito pro-1
lirias para caigas c palitos a 600 reis o cova- I
do, riseadoa francezesde lindissimos padres
a 210 reis o covado.
Vndese na ra da Concordia n. 26,;
um casal de araras, dous papagaios e duas
catiras paridas, i!e boa raga
MAI'.MKI.uiA DE LISBOA.
No deposito das bichas, ra estreita do
llosarion.il, recebeu-se muito nova mar-
mcUda, e muilo a Iva. *
Mussttiinas brancas e de
cores.
Vende-se mussulina branca muito lina a
410 is. o covado, "lita de cores de excellente.s
padres a 320 ocovado : na loja da boa l,
na ra do Queimado 11. 22.
Algod 4 uioiistro.
Veude-se algodao mon-tro com 8 palmus I
1 de largura, muito proprio para toalhasci
Vemle-se um carnero mucho, grande, lenges, pelo baralissimo preeo de 600 rs. a
branca cm malhas pretas, muilo manso, vara : na loja da boa f, na la do Qucima-I
prop 1 1 para algu a menino n lar montado '
13^500
Vende-se cal de Lisboa ltimamente ebe-
gada, assim como potassa da Itussia verda-
dera : na praga do Corpo Santo n. 1!.
COM PEOIEM TOLE DE AVARIA
A OI.MIKIKO
Pegas de madapolSo lino, ditas de algo-
dozinho liso muito encorpado, ditas de di-
to trangado e largo : vende-se na ra do
Crespo, loja da esquina que volta para a ra
da Cadeia.
relogios de pa-
tente
iuglezes de ouro, de sabonete e de vidro :
vndem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Alireu, na ra da Ca-
deia do Recife, armazem n- 1(-
Tachas de ferro.
Na fundigSo da Aurora em Santo Amaro-
e tambem no deposito na ra do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de mari-
nha, ha sempre um grande sortimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas c fundas ; e em ambos os lu-
gares exislem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. Os prego
s.o.in s mais commodos.
Metliodo facilim.
Na li'raria da praga da Independencia n.
6e8, "ende-so o methodo facilim-para
aprender ler, novamente impresso e aug-
mentado, por mil reis.
Arados de ferro.
Na fundigSo de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-so Dar vender arados
de ferro do um modello e construcgSo muito
superiores.
era de carnauba e sebo
onado.
Vende-se no armazem de I) R. And 6t C,
ra da Cruz n. 15, assim como velas de car-
nauba do Aracaly do superior! qualidade, e
fio de algodao da Babia, tudo por commodo
prego.
Cal virgeui e potassa.
Cal de Lisboa ebegada nestes dias, e po-
tassa superior: na ra do Trapiche ns. 9 e
II, armazem.
Relogios.
Os melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por pregos razoaveis, no
escriptorio do agente Olivoira, ra da Ca-
deia do Recife u. 62. primeiro andar.
CAAS de ferro
Excellentes camas de ferro para solteiros :
vendem-se no escriptorio do agente Olivei-
ra, ra da Cadeia do Recife n. 62, primeiro
andar.
Agencia
da fundicao Low-Moor,
ba
man
NA FUNDICAO DE FERItO DQ ENGE-
NHEIKO DAVID W.BOWMAN, rVA
RA DO IJRUM, PASSANDO O olIA-
FARIZ,
'a tempre nmgrandeforiimeDlodoiieguinles ob
joclos ilrmecliauimosproprios paraea^enlio as-sa,
b(r : moemlase meias nioenda, da mais moderna'
eonsirucr.10 ; laixasde ferro fundido e balido, da
superior qualidade e de lodosos lmannos ; rodas
lll\,' ',ara a*ua ou auimaes, de (odas as propor-
Oes envose Locas de foroallia e regislros de bo-
X: al m aS-bro""9,par,ru*os e cavilhes.moi-
ohos de mandioca, etc. etc.
NA MESMA FUNDICAO.
se ejecutara todas as encommendas cora a superio-
ridade ja conliecida coro a devida piesleza ecom-
modidade em pre(o.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundirlo de Ierro de D. W. Bowmau
na ra do lin.ur,, passando 0 cliaia-
riz, continua a liaver um completo sor-
timento de taclias de ferro fundido e bati-
do, de 3 a 8 palmos de bica, as quaes se
ecliama venda por prero commodo e com
promptidao, embarcam-se ou carregam-
>e em carro sem despe7.as ao comprador.
Momhos de vento
toro1 bombas derepuiopara regarhor as*
ia aecapim : na (andi^ao de D. W. Bowrrj
na ra do Brum n. 6 8el0.
Encasa da Saunders Brothers C. prau
doCorpoSanion.tl.kapara vandaro h uiou
Farro inglez.
Pixeda Suecia.
Alcatro de carvo,
Eonas de linbo.
Esponjas.
Drogas.
Algodolizoptra saccas.
ilo entranjado igual ao d Babia
E umcoaapleto sortimento de fazendas proprio
para sta mercado tudo por prego commodo.
RELOGIOS
Ra da Cadeia do Recife n. 18
Ha um sortimento de RELOGIOS de todas
as qualidades, tanto de OL'IIO como de PRA-
VA, ditos FOLIADOS e DOURADOS. assim cor
mo para senhora, todos garantidos e po-
pregos commodos.
AVISO
aos ferreiros.
F. POIRIER. Aterro da Boa-Vista 11. 55
Tem para vender, a vonlade do com-
prador :
CARVA DE PEDRA
de primeira qualidade, por *preco com-
modo.
ra da
Senzala
11. 4<2.
ra
ova
Compia-se una taberm nos arrabal
des da cidade, sen lo .Monteiro, Casa-Forte,
Apipuco.v, Al'ogidos, ou no Barro, c que te-
lilla comino los para pequea familia : quem
tiver annuncie.
-----Compra-se urna carroga para boi, em
bom estado : quem tiver annuncie.
Compra-se ell'ectivanienle na ra das
flores n. 37, primeiro fndar, apolices da di-
vida publica e provincial, aegesdas compa-
nbias, e da-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas auantias, sobre penhores.
Compra-se, urna balanga grande, com
pesos de 2 arrobas e meia libra : na ra es-
treita do Rosario n. 13.
Compra-se urna casa terrea no bairro
de Santo Antonio ou lioa-Vista : a tratar no
escriptorio do labfllliSo Porto Carreiro, na
tua estreita do Rosario.
tttU9<&&.
Veuda-se um cailatu', cu porco do mallo,
muilo 111,111511 : na rua de Agoai Viriles n. 80.
Vende-se um sobrado de dous anda-
ras ua rua do Vigario, proprio para qualquer
esUbeleciniento : a tratar na rua da Cadeia
n. 3, primeiro andar.
Vende-se urna carroga de conduzlr fa-
zendas, com cavallo c rreios, ludo novo e
bom : na rua do Queimado n. 32, loja de
ferragens
Veude-se um alambique de cobre com
todos os seus pertences, proprio para desti-
lar espirito, c mesmo agurdenle : na rua
do Rangel n. 54.
'ouru de lustre
chas
e
lio
Vl'A-
Venle-ae couro de lustre do melbor e
maior que ha no oaereadn a 486(10 a pella, e
borroeha prata de algodao a -2t a vara, dil<
de lila, e seda piola e de cores ;!~ a vara,
lit' ilc sed 3-800, c mais porleiices p.-ra
sapa lei ro que se vendo por menos duque
111 outr* qualquer parle : no aterro da Boa-
Vista n 78, loja.
Neste ostabelecimcnto continu'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
mo unas para engenho, machinas de vapor
e taisas de ferro batido e coado de lodosos
lamanhos para dito.
Vende-se superior lionas de algodo
brancas, e do cores, em noveilo, para costu-
ra, em casa de Southall Mellor t C.a, rua do
Torres n. 38.
Relogios
cobertos e descobertos, pequeos e grandes,
de ouro palente inglez, para bomem e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Southall Mellor & ('., rua
do Torres n. 38.
CHAPEOS A TAMBERL1K
Do at imado fabrican e
Hiiiiieau de i aris.
Acabam de ehegar pelo ultimo paqtK'te,
os snpra mencionados chapeos destr ala
mado fabricante, e vende-se 11a loja de
l poi tas, da rua da Cadeia do Recito 1
i8, de Narciso Mana Carneiro.
Venda de
pianos.
Vendem-se mullos lindos e c\cellentes
pianos, clugados ltimamente de ll.itn-
buijjo, ecom lindos retratos 110 'rontes-
picio : na rua da Cruz. n. 53, casa de J.
Keller & C.
9
Velas de esper-
macete.
Vendem-se caixas com 25 libras de ve-
las de (i em libra, a' prero commodo- em
Isaac Curio & C, rua da Cruz
casa de
11. 49.
i7)9?r-it>033 :m$hm&
30#000 de gra-
fitieaeao.
En casa de ItaboScnmettau &Coinpanhias
rua da Cadeia ti. 37, veudem-se elegante,
pian.1, do afamado fabricante Traumann de
Ha mburjxo.
Visillo do Porto
superior cliamico.
Venile-sc nicamente em casa de Barroca
$ Castro, na rua da Cadeia do lleci fe n. 4.
Sellins e releg'ios.
SELLIKS e RELOGIOS de patente
inale* : a veiwla no annaztm de
Itoslron Itooker A Companhia, es-
quina mero 48.
por estar para i-so coslumado: a tratar e
vo-lo, no pateo da Santa Cruz, taberna n. 4.
--- Vende-se a casa n. 5 da rua dos Ta-
noeiros, no baino do Recife para informar,
podem procurar o Lima no Forte do Mallos.
Vendem-se argolas c aunis com dia-
mantes, por prego commodo : na rua de
do n. 22.
CEBA
Vende-se cera
ni:
de
CARNAUBA.
carnauba de muito boa
ueposilo
di- rp* princeza da fabri-
ca ele ti. Gasse, no [\io
de Janeiro.
Vende-sc a prego commodo rape fino,
grosso e meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz 11. 4'J.
CARVAQ PAElTE INGLEZ
para fogao de cozinha, e vende-se em casa
de Poirier, no aterro da Hoa-Visia 11. jj.
Cobre en moet).
Vende-se consUntemcnle na praga da ;in-
Desappareceu no dia 12 de junta pr-
ximo passado, nrn escravo de nome An-
tonio, de dade de 5 \ anuos, pouco mais
ou menos, com os signaes seguintes:
peinas tortas e Um osso crescido no hom-
bro direito : quem o aprehender leve-o
a rua do Trapiche, 110 hotel Cafe Fran-
cez, que recebera' a gratilicaco cima.
--- Fugio do engenho Coelbas/termo de
Serinnaem, no da 22 do prximo passado
mez de junho o escravo de nome Jos, com
os signaos seguintes : idade, pouco mais ou
menos, 30 annos, baixo, grosso, cor bem
preta, tem urna cicatriz na testa, he de An-
gola, mas parece crioulo por ter vindo muito
pequeo, por cima da sobrancelha, prove-
niente de um talho ; levou camisas e ccrou-
las de algodao branca e de listras, e tambem
urna camisa de bala encarnad com colla-
nnho amarello ; este esersvo foi ha pouco
comprado ao Sr. Malillas Guedes, que lti-
mamente foi administrador do engenho Tra-
piche do Cabo, em cuio engenho foi visto
alguns das dapois de fgido o referido es-
cravo : quem o prender pode leva-lo ao en-
genho indica lo, ou nesta praga em casi do
Sr. Manoel Alves Ferreira no Forte do Mat-
tos, que s?r salisfactorianiente recompen-
sado.
No dia 2 de margo do corrente anno,
rugi do engenho Conceico de Muribeca,
um escravo do abaixo assignado, de nome
Luiz, crioulo, com 40 annos de idade, pouco
mais ou menos, de estatura baixa, propor-
cioualmenle grossp, cor preta, rosto redon-
do, sem barba, nariz nSo chalo, olhos regu-
lares, bons denles, m3os, pernas e ps gros-
sos, tendo os calcanhar.s junto aos tornoze-
los um pouco ochados, um tanto cambeta,
quando anda melle alguma cousa os joehos
para dentro, esperto e bem fallante, levando
roupa de algodiozinho de riscado e chapeo
prcto de seda. Iiesconfia-so que esto escravo
lora seduzido por Joao Cabral de Medciros
natural do sertiio do Mochlo, branco, com
30annosdeidado, pouco mais ou monos
de boa esiatura, espigado do corpo, grossu-
ra regular, rosto comprido e descarnado,
com pouca barba, nariz afilado, um pouco
sallado no meio e arrebittdo na pona, ollMiS
pequeos, denles limados, cabellos pretos e
corridos, maos, pernas e ps grossos, tendo
um pe e urna perna nchados, um pouco ga-
go e aperta os olhos quando ralla. Lste ho-
mem tmlia chegado ha pouco a esta provin-
cia, vindo da l'arahiba, para onde do dito
sertiio do Mochlo fra remeltido preso para
sentar praga na tropa de linha, o que deixou
de effectuar-se por ter sido julgado incapaz
para o servigo, do que traz um documento
mandado passar pelo presidente daquella
provincia e por elle assignado. Acbava-se
emprogado no encaixamenlo do referido en-
genho Conceigao, quando desappareceu o
dilo escravo, sahindo elle tambem oculta-
mente sem que para isso houvesse motivo de
qualquer qualidade : quem apprehender o
dito escravo ser gratificado com 200OO, e
Com 100> a quem der noticia certa do lugar
onde elle se acha.
Jos Roberto de Moraes e Silva.
n'csappareceu um prelo de nome Tho-
me, com os signis seguintes: tem o rosto
com marcas de bexiga, baixo, tem um lobi-
uho em cima do olio direito, tados : quem o pegar, ou souber noticia, di-
rija-se a rua das Cruzes, taberna n. 20.
Atienc&o,
Continua a estar ausente a preta Hosalina
de nacao, idade 38 annos, alta, corpolenla
com lalta de denles na frente, tem no braco
jesquerdo a marea do duas letras P. R.
quem a pegar, leve-a a sua senhora Luisa
Kpipliania, na rua dos Martynos 11. 18, que
Na l'.ua do Collegio o Sr. Cypnano Lui/ ; finias e qui.Uas-f
da Par, no aterro da loa-V isla o Sr. Juiin ,|a nh3 na ? d s
Luz ferreira, na padaria do Sr. Beiriz, dirSi ,
ras
quem da quanlias de 500 at r.600v00o, u
2:00r;u00 com hypotheca em casas lernas
ou leltras de lirmss a conteni.
fregue/.ia da Boa-Vista, da audiencia ns se- | sua companhia dous filhos menores, Mara ,,orlils '-'-
-fciras, as y horas da ma-1 Martina Podras e Germano Marlins l'edras, el Vndese sal do Assu' a bordo do bri-
bo n. 17. una cria do 4 anuos, luir, du nome Olym gue Llvira : a tratar a burdo do mesmo, ou
pia. na trevessa da Madre lio lieos, armazem n.7.
"recisa-se de um peqoeno para cai -', Vendo-so um excellente cozinheiro, de! -Vende-se fardo .le Lisboa,
na rua da senzala Velha idade 22 annos, crioulo, ptima figura: ns ltimamente pelo brigue constante
1 ruado Hospicio n. 15. 'do Vigario 11. 19, primeiro andar.
Almogo < jantar.
Por 98*000 mensacs : no aterro da
Vista n. 20
boa-
xelro do taberna
n. 100.
sera recompensado.
Ildade, recentemente i-hcgfta : nt rua ,,ePcacnc'i, *, a um c meio por 'cenlo. Fugio do da 18 do corrente mez, um
da Cadeia, loja n. 50, defronte da rua da Ma- WPBtV A II146 ; negro de nome Antonio, crioulo, cor fula,
dredelieos. ofiullfi 1 AilIAu. representa ler 35 annos de idade, estatura
/ IIVTs fli> loiivil? As melhores que ate loje tem apparecido'rcis'11^^, lem falla de denles na frente, bar-
"' ^mivijs. :a eslemcicado : vendem-se no escriptorio "'- cre-cida, um grande calo na mo direila
Conslautemente acharad na loja do Le- do agente Oliveira, rua da Cadeia do llecife p urna cora no alio da cabera, levou vesti-
conte, aterro da Boa-Vista n. 7, as ver dade i- n. 6-, primeiro andar. '"
de Jouvin, de todas as cores, Vende-se a verdadejra graxa ingle- '
za 11. !)7, dos afamados fabricantesl)a\
A Martin, en barricas de l duzias de
potes: emeasa de Jumes Crabtrcc & C,
rua da Cruz n. 42,
luvas
igualmente ricos penles Je tartaruga da ul-
I tima moda.
le Lisboa, chegado i
na rua
do caiga e camisa branca, e chapeo de pa-
liia : quem o pegar, ;ieve-o a rua da l'raia
.le Santa hita n 3, ()U ao carlorio n. 19, da
rua das Tuncheiras, a entregar a Manoel
Joaquim Baptista, que recompensar.
I'EHK TYP. DB M. F. DE FAKIA, 1857

MUTILADO



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