Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06569


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Full Text

. *
ANNO XXXIII H. fIS
Por 3 mezes adiantados is'000.
Por o mezes vencidos 't,S'500.
DIARIO
KNCARBEGADOS DA SLBSCRIPCi DO NOBTE.
Parahiba, o Sr. Joao Rodolpho Gomes ; Natal, o Sr. Joaquim
rPereira Jnior ; Aracity. o Sr. A. ilt Umoi Braga; Cea-
rt'. o Sr. J. Joa de Olivara ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
qnei Rodrigues; Pi.uby o Sr. Jos* Joaquim Avelino ; Pa-
ra, o Sr. luitioo J. Ramoi ; Amazonas, o Sr. Jeronvmo da
Coiu.
PARTIDA DOS CORRKIOS.
todos "- lid, J
QIA1TA FEIBA 22 DE JILIIO DE mi
Por anuo adiantado r.'/OOO.
Porte franco para o subscriptor. *
AMBUCO
Olintlt : !**) oe dial, a. a r meia hars .lo di
gair.MiT, uunna c Parahiba: na* ..-Kun.lj, -rii.ii-foirjj.
s. Ai.,.ii,.,,-,r..Hoi.ii.., Canora, .in,i. e Gemhuiu: .... ima-fein.
b. i-.ar.-K.., Pao ,1Albo, Isaiate*., l.n.,.,-,,o. H.j, P,.....ra, laVTaadra:
Hu,-, \,ll.-l),-llJ,lto.-\u, orkr,,. K.u-, n*,. anas-i-i..,,.
t^I>i>,l|K.jau,Vi.nbu, Kio lurmuso, Uua, Bain-irus. Auna-Pela. P.-
mcnlririie .Natal : i|Uilila-riras.
'ledos ul ron.-lo- parlem ai 10 horas da rn.nl,.i...
AUDIENCIAS DOS TRIBCNAE8 DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas quinui.
Relleno : tercas teiras e silbados.
Fazenda : quartas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : segundas as 10 horas e quintas 10 meio da.
Juno de orphaos : segundas quintas as 10 horas.
Primeira rara do civel : segundas escitas ai. meio da.
Segunda rara do clrel : uirtaa e sabbados ao meio dia.
EPHEMERIDES DO MEZ IiK J I LII0.
7 La cheia as 4 horas 24 minutos da manhaa.
14 Quarlo rninguanle as 10 horas e B7 minutos da manhaa.
21 La nova as 3 horas e 33 minutos da manhaa.
28 yuario crcenla as horas e 85 minuto da larde.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 4 horas e 30 minutos da Urde,
segunda as 4 horas e 94 minutos di manhaa.
PASTE OFFICIAL
MIMSTERIO DAJUSTICt.
Decreto n. 1,941 de 4 dejulho de 1857.
Sepan o lerinu da Casa Branca do Mogy-merim na
provincia de S. Paulo, e crea nelle o lugar de
juiz muuicipulque accumular as l'uiicrnes de juiz
dos orphaos.
I le por bem decretar o seguinle :
Artigo nico. I ica (.parado o termo da Casa Brao-
ca do de Mogy-merim, na provincia de S. Paulo, e
creado oelle o logar de juiz municipal que aecumu-
ler as folleques de jaiz de orphaos ; revogadas as
dispusi(5es em contrario.
Francisco Diogo l'ereira de Vasconcellos do meo
conselho, mioistro e secretario de slado dos nego-
cios da juslica, assim o lanha eulendido e lar,, exe-
colar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 4 d* julbo de 1857,
trigsimo aexlo da indepsju 'enca e do imperio.
Coro a rubrica de S. M. o Imperador.Francisco
Diogo l'ereira de Vasconcellos.
MINISTERIO DA GUERRA.
Rio de Janeiro.Ministerio dos negocios da guer-
ra, em 29 de maio de 1857.
Illm. e Eiro. Sr,Accusando a receptan do seu
cilicio n. 39 da 18 de rever mu ultimo, que acompa-
nhou o projecto proposto pelo inspector da thesou-
raria dessa provincia, o qual por sua exltoiao, e se-
gundo o parecer da cuotadoria geral da guerra, que
aobre elle foi oavido, poderia servir antes para uin
regulamento geral de todas as obras militares do
imperio, do que para regulamento especial das obras
de urna localidad!, declaro a V. Kxc. que o gover-
no imperial jalg sulllciente, para regularizar o aye-
teuia de adrainialracao a fiscahsacjo daa obras mili-
tares e respectivas despezas da cidade de Obidos, as
instrocn.es desta data, qoe ora se remetiera para
sua inlelligencia e devida execorao.
Dos goarde a V. Exc.Jernimo Francisco Coe-
llin.Sr. presdeme da provincia do Para'.
Propondo o presidente da proviucia do Para', sob
representado do inspector da llieaooraria da dita
provincia, a uecessidade de regularizar o syilema de
administrado das obras militares, qoe se eslao
constroindo na eidada de Obidos, e da fiscalisarao
das respectivas despezas, e recouhecendo o goveruo
imperial a indicada oeeessidade, o me.iuo presiden-
te da provincia tara' para este lini observar as se-
guintea :
Instraccoesfpara a administrarlo das obras militar*
da cidade de Obidos.
1." Odireclor daa obras militares de Obidoa pro-
pora' a' presidencia da proviucia de Para' os mes-
Ires e aponladores qoe forem neceisario, com indi-
cacao dos respectivos vencimentos.
2.a Ajustara' os conlra-meslres, feilores e opera-
ros que forem precisos para as ufaras, leudo em
vista regular a despeza dos jornaes e ootros ven-
rmenlos, conforme a consignado marcada.
:l." llavera', para coadjusar o director, um aju-
daule esrolhido entre os rapitaes ou ofliciaes subal-
ternos, elTectivos, ou mesmo ruformados, que le-
nlia os precisos conliecimeulos, podando requisitar
do commando das armas, por intermedio da presi-
dencia, um ou doos inferiores para os Iraballios de
esrripta.
i.' Eiecolara' todas as ordeus da presidencia em
todo quanlo for relativo a dirocrao geral das obras,
e lera correspondencia direcla com a uieuna presi-
dencia.
5. Residir aa cidade de Obidos e junto ao la-
gar do forte em conslrurcao, visitando a miude
quaesquer oolras que hooverein no districto, tanto
para sua fiscelisacao, romo para dar todas a ordeus
e inslrucces necesarias a sua boa direceo eexa-
ctjcao.
I>." Apresenlera' plantas, porlis, e ercamenlo das
obras que se pretendereni fazer. o as mandara' exe-
rolar, quando competentemente aulorisa.lo.
". Responder' pela egiiraiica das obras e soa
perleita eieruran, propondo lado quanto for con
ttiiceule a sin couservaru, ecoiiuiiua, liscalisarao e
melliorameulo.
8." Inspeccionar a rondarla de todos os em pre-
gados, pan qe rompram proniplamenle, e com
vaclnlao, todas as ol.rigaroes iul.ereiiles aos seos
empregoa, adverlin lo-.c .mando furem omusos e
negligentes, e al suspetiteiido-os quando se torna-
rem dignos de maiur castigo, participando-o porem
I presidencia.
9.a Paasar resalva aos Iraballmdores.
II. Nao ajustar obra alguma de empreitada logo
que exceda a JitOs, sem positiva mensao do respec-
|Oi0ruame"10 *Vf"oy& d presidencia.
II. Para laucar todas as arrematarles em livro
proprio, Uvrando-se termo assiguado por elle di-
rector, meslres e parles coolralantes e itus fia-
dores.
\J. Assignar as Tollias e rubricara os documsnlos
qoe as comprovarem para, a.sim rireparadas, serem
remedidas presidencia.
13. Euviara i presidencia
militares, do armamento do forte, os trabalhos feitos
no auno anterior, e do mais qoe precisaren! as obras'
para soa coulinuac/to o completo annaiiitoto das for-
tiiteatjoat.
22. linalmeulc. organisari' as precisas ios(roc(ots
relativamente ao bom desempenho das obriaacc.es do
seo ajodanle, aponlador, meslre, etc., e bem assim
sobre ludo o que for relativo a couservs(ao e guarda
dos maleriaes, prestacao de contas do consumo dos
mesmos, e sobre os relatnos parciats. qoe incum-
ben) ao aju l.nile. avistados quaes dar' a presiden-
cia o relatorio mensal do eslado dos trabalhos e an-
damento das obras no mez antecedente, regolando
as mesmas iustruccAcs o methodu de escripturacao
e conlabilidadc qoe julgar mais conveniente a' boa
administrar., e fscalisarao, na iutellisencia tle qoe
taes ioslrucres smente sarao eieculadas depois de
approvadas pelo presidente da provincia.
Secretaria de eslado dos negocios da guerra, em
29 de maio de 1857.O cdlici.il maiur interino, Her-
nardo Joaquim de Malot..
Decreto n. 894 de 20 dejunho.de 1857.
Autonsa o governo a fazer reverter a arma de in-
fantaria o major graduado do corpo do eslado-
maior de seeouda classe Antonio Joaquim de M-
galbaes Castro.
Hei por bem sanecinoar, c mandar que se e*e-
cule a resoluro seguiuie da assemblea aeral lasisla-
tiva :
ArliEo uuico. tle o governo auto, i-a lo a fazer re-
verler arma de infamara o major graduado do
eorpo do estfldo-maior de segunda classe Antonio
Joaquim de Magall.ae* Csstro, derogadas para este
efleito as disposirOes em contrario.
Jernimo Francisco Coellio, do meu coi.selho, mi-
nislro e secretario de estado dos negocios da guerra,
o tenlia assim entendido e farja execular com os des-
pachos necessanos.
Palacio do Rio de Janeiro, em 20 de junho de
1857, Irigesimo seito da independencia e do impe-
rio.Com a rubrica de S. M. o Imperador.Jer-
nimo Francisco Coelho.
Decreto n. 89 de de julho de ia">7.
Aolorisa o governu para conceder um anuo dclicen-
f* ao lenente-general Jos Joaquim Coelho, com
lodos os encmenlos inherentes ao rommando das
armas, que actualmente eierce na proviucia de
Pernambuco.
Ilei por bem sanecionar, e mandar que se exa-
cote a resolocao seguinle da assemblea geral legisla-
tiva :
Art. 1. He autorisado o governo para conceder
om anuo de lieenja ao tenenle-general Jos Joaquim
Coelho, com todos os veocimeolos inherentes ao
comraBiido das armas, que actualmeule exerce na
provincia de Pernambuco.
Art. 2. Ficam derogadas par isso as disi.osices
em contrario.
Jernimo Francisco Coelho, do meo conselho, mi-
nistro e secretario .1? eslado dos uegocios da goeria,
0 lenha assim entendido e expera os despachos ne-
cessarios.
Palacio do Rio de Janeiro, em t dejulho .le 1857.
trigsimo seno da independencia e do imperio.
Com a rubrica de S. M. o Imperador.Jernimo
1 r.iucisco Coelho.
Ingenuamente quizeramos que nossa admioistra-
cao fosae isenta do* mesmos defeilos iudispensavais
humana fragilidade, dos qoaes supplicamos benigna
indulgencia, coufiando na inlencio que temos mani-
festado de exercer o ministerio apostlico com a cir-
cum-pfci.ao de que dev ler ornada iao oeri-osa
iiii-."ii>. v *
Ainda boje nao comprehendemos qual fosse o in-
centivo de uossa nomeacao ( no dia 18 de outubro de
1829 ) para o ollicio pastoral, em cojo eaercicio per-
manecemos m consequencia de nos ser recusada a
coadjutoria, e futura successto, que supplicamos,
consultando o bem desla igreja. Asseguramos toda-
va "ios nossos dincesauos, qu de nossa parte nao
hoove a menor ulluencia, que nos coltoca pecla^ao de obler a dignidad* episcopal para gozar
elevada superioridade, honra e aliundsncia de rdi-
tos, al acora convenientemente distribuidos, recor-
lando-nosda propria responsabilidade, tanto mais
DAS DA SEMANA.
20 Segunda S. JcronymoEmiliano : s. Elias proph.
21 Ierra,. S. Prxedes v. ; s. Daniel propb.
11 (liiaru. S. Mara Magdalena.
23 Quima. S. Appolinario b. m. ; s. Liborio b.
24 Sena. S. Clin.una v. ; s. Erancisco Solano.
23 Sbado. S. Thiago ap.
26 | lumni go. Santa Anua Mai da Mi de Dos.
E.NCARREGADOS DA SCBSCRICA NO SIL
Alagoas. o Sr. Claudino Falco Das : Baha, o Sr.
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martin*.
D- Duar
na actual poca, na qual grande parte dos homens
pretende viver alheios das leis reguladoras do bem
r da sociedade, que jamis pode
e .. : 7-------------------- .... ...... w.icv.u, iiiuto,aiius, a queiti lauamirote nos iliri^i-
a t eL?."anl: a: Jl! J.r,'.a"5. d0min""e <- -P^M.^?, rLor mais sincero Inur'e-:.
frorao de um beucficio, cuja magnilude a hierarchia
anglica admira.
Se a humana fragilidade nao permille a perfeil
reetidao do coraro nos mioistros designados para
implorar anlr* o vestbulo e o altar, a celestial cle-
mencia em favor daquellcs, que esperam receber o
fructo de vossas supphcas, nao vos aproximis das
sagradas ara, sem que vos parifiquis pelo salutfe-
ro sacramento da penitencia.
Durante o lempo de vossa existencia sobre a Ierra,
amai a justija, e odiai a iniquidad*, recordando-
vos que sois o sal da trra, e a luz do roundo, para
eom v.issa illustrarao, illuminardes os que eslejam
deudos na ignorancia, ou esquecimenio de sus Ue-
veres.
Sede frequentes na le tura dos livros, cujas sacras
paginas vos parsuadem quaes os sentimentos de que
deveis estar ornidos.
Dilectos diocesanos, a quera igoalmenle nos dirig-
EM PERNAMBUCO.
O proprieuho do DIARIO Maooel Figueiro d* lana na so
l.vrara, praca da Iodapeodeocia D. 6 e 8.
se pela sanlilica<;ao das vossaa almas : eslai allintos
ao ultimo termo de vossa temporal habitarlo, para
lulitular-se ( que este momento sempre prximo, posto qoe oc-
EXPEIHEME DO DIA 27 DE JUNHO.
Ao coHselho supremo militar, .andando consol-
tar sobre as duvidas abano declaradas que leem oc-
corrido acerca da iiilelligencia que se deve dar ta-
bella de vciiciiiiciiloi aniiexa ao decreto n. 1,877de
:il de Janeiro do corriute anno.
1.a Se compelindo, na f.rtna Ja lei, a elapeaos
oliciaesdo exerciio em efectivo servico, e eslahele-
cendo a citada lab-lia as coudires em que elles se
devem achar para pererher es-e voncimento, podara
tambera percebe-lo o. olliclaes supeiiores que,|...r es-
tarem em iisponihilidade, tenham sido ou torera
chamados pora servir de meir.bros de con,cilios de i '"''.rapesliva ali'olviro.
guerra, os reformados, os (ggregado*, e os de estado ^ "* "veren los parochos, pailoies da segunda or-
inaior.que, empregido no serviro da guarniro, fa- '}"'",' com qoem reg^mot esla diorese, e a quem par-
. t, .- ^ j--------- ...* -oh i ^uc avia Hiu.ni
h^ ne?^cbeUltTiT''|a;,e cah.olic,a' ,em "08 "'Pe- coito, nao vos compreheoda de.ap.rcebidos. Vos sa-
a 'b .a ordem e 1' J?' "ul,l'c",lS P"a, 'n'nlerem beis quae, os meios de prevenir a eterna iuf.licida-
ftt. e lemm'.r .i'ZZ'"'?,', ,ra,"lu.,ll"Ji",,' "I*- adraoeslados seperabundam-menle pelo Eva-.ge-
lual e temporal de seus subditos, motivo porque nos lira sobre os esforros, que deveis nraticar nara fina
propomoa, por meio desta cari-losa alloeur, a prali- "......
car um dos principaes deveres esseocialinente ane-
los ao episcopado, pela demonstradlo do zelo res-
pectivo salvaco das alia-, -que o solicito pastor
manilo.ta, qnando faz ver a causa da espantosa iin-
ino'lerar.ln nos exces Acreditamos que nSo ha um s ente racional, que
deixe de confesor, qoe a universal corrapeo, indi-
cativa da rulpavel indilTerenra para eom o chrislia-
nismo, lem sua origem na (a'lla da religiosa e civil
educarao dos frlhos, e domsticos, pela qual *ao res-
pon.aveis |.erante Deo, e a propria najao, os chefes
das familias, e na falla destes, os tutores (caradores,
que sobre elles exercem legal jurisdiefao, os reve-
rendos sacerdotes qoe adminislram o Sacramento da
penitencia, e os reverendos parochos.
Esta verdode indestroclivel, seja o poderoso incen-
liuo conlra toda e qualquer negligencia,, relativa
a este importante ohjecto, que a religiao, as leis
da sania igreja, e a prosperidade dos estados, recom-
raendam com a maior energa e grave preceilo.
Ternam sua responsabilidade no momelo em qoe
tam de ser jolgados, qoando menos eneraren!, os
que nao instruirem seos filhos, e domsticos nos pre-
eeitos da religiao calholica, e em toda a do trio
chrisISa, par que esles possam regular toa condocla,
reeordando-s* qoe a enorme desordem reiuanl* em
loto o universo, a guerra, a pe-le e a fome, sao fla-
gellos enviados, nao pela casualidade, mas pelo infi-
nito Poder, per crrigir a po.|ergc.a0 das leis, per-
petrada por falla de edocaro. cau.a motriz dos ve-
xames* ainijes, que a tributara.), directa ou indi-
rectamente occasiona aquelles, cuj pacifica cstabeli-
dade deve ser apreciada nao aniqulala, como d-
termunda o segundo preceilo igual ao primeiro da li
divina.
Reverendos sacerdotes que, adminislracs o Sacra-
mento da penitencia nqaellc-, que recorrer .i ete
saudavel antidoto, conveniente para purificar aa cons-
ciencias no tribunal em que hi urgente a deposirao
das eulpas para serem por vos sentenciadas, segando
jurisdiccao que vos lem sido confiada .- nao abu.eis
do* proprio. attnbutos de juiz para julgar, leudo em
vista as regias disciplinies da sania igreja ; de pai
par* candosamente exhortar os penitentes, persua-
dindo-lhes a solicita relraslacao dos crirnes accusa-
dos, e de medico para curar as enfermiilades esplri-
luaes, qu* iiiGcionam as almas, cuja sanlilicarao se
pode coosegiur pela frequencia de un Sscramnlo,
para este lira instituido.
Seaberrardes d-. >oso insiiiuto, receiai que vossa
omtala seja orig-m da obstinada imper.itencia da-
qoelle que, enlieaando-se a vossa direcrao, rectbem
lo o dia 10 de cada
mez um mappa do pesso.il, material e despeza, arom-
pau'iado de om relalono circumslanciado do anda-
mento das obras no decurso do mez antecedente, c
de todas as nuvidades occorridas.
H. Mandar fazer o pagamento nos lugares em
que estiverem as obras, ao qual assi-liio o ajudanle
e o apona 1or.
15. Dar orden* por escrplo para que se facam as
compras diminutas dos arligos que dapromplo forem
cessanas.
1(1. Fari ipromplar e escriplurar o numero de li-
vros em quadernos precisos para registro das ferias
rontas de objeclos comprados, dos oflicios dirigidos
pela .residencia, dos a ella enviados pela dirercSo,
para lara; menlo dos contratos, regislro dos ped-dos
e guias, elioaliiieiile para laocar chronologcamenle
e em resumo a despeza feita em cada urna obra, com
eparacao do eu.lo dos jormei e nialenaas em co-
lumnas diversas.
17. Far vender em hasta publica, preceden 'o au-
lonsacao da presidencia, os obierlos qu obrarem,
ou proc*drem da-alguns desmanchos de obras e que
n-) livaram applicavao s obras militares.
18. Miniar o sen ajud.nte reeel.er inensalmenle
da estarao CompelDiile a imporlancia da consignara,
marcada para as obras, cojos pagamentos aerAo feios
pelo modo indicado na 14." uislrurro. -
19. Podar racer coro antcipar;'ao' pedidos dos
principae maleriaes o arsenal far delles reme-.a-
regularmente nos casos urgentes, porem as compras
se farao uo lugar, dando-se loao di-so parle a' presi-
dencia. '
-i). Recebera' m ii-alm-nte do director do arsenal
de auerr* urna rel*ca > ou nota de lodos os maleriaes,
lerrameulas e outros objeclos fomecidos para as obras
no mez antecedente cora declararan de sua quaUda-
d e prero.
21. No mez de Janeiro dcada anuo enviara'a
presidencia um colatorio gerl do astado da* obras
FOLHSTIffl.
OMIDASMOmmiS.
POR EDMUNDO AB0UT.
VI
A etaio.
( Continuar... )
tlMalaram as eordas, envolverain-me os pos
zem dia a prara, nao obslanlo esto serviro nao per-
lencer a neiiliuma das rlasses de einpreg'os raonrio-
ua.ios na referida tabella '.'
2.-' Se, nao obstante a disposirao do art. i'l da lei
n. (02d 19 de setemhrnde 1850, >t vantag* con-
cedidas pela nova tabella de veucimenlps aos olliciaes
do ezercilo sao lambem eileotivas aos da guarda na-
cional em qualquer servido militar ?
Ao insperlor da Ihetooraria deS. Pedro do Sul,
declarando, em solurao as duvidas de que traa o seu
ollicio n. 25 de 17 de marro rindo, qoe, quanto a 1.a
e ullima duvidas, foi consultado o conselho supremo
mililar, e opportunamente lero soluco ; quaulo
2." relativa a vencimenlos dos olliciaes do corpo de
saode, que, visla do novo regalainento para o mes-
mo corpo, nao deve existir mus duvida alguma a se-
melhanle respeilo ; quaulo 8.a qoe os comman-
danles dos regimenlos de cavallaria e arlilharia a ea-
vallo he que lem j.i, a araiilicar.iod.-ei.-eri-
cio de I00J5. e os de bal-lh".o ou rorpos arregimenla-
dos daa armas, a quem os decretos n-. 782 de 19 de
abril de 1851, e n. 1,074 de 30 de novembro de 1852
nao deram a dfuon>inar,ao do regiment, a de 805
marrada na resperliva latidla ; quanto 4." que
qoando o commandanle da gnarnicao da cidade do
Rio Grande r..r ollicial general, lera os veucimenlos
de commandanle de brisada, mas sendo de palenle
inferior perceber os qoe Ihe compelirem como se
Tora commandanle de districto de primeira or.lem :
quanto a que, em aviso da 14 de abril ultimo, ile-
ram-se ja oiesclareciimnloanecessarios, pelo que de-
y cessar a gralificacao de CSJ que se abona a..s de-
pulados do ajudanle general e do qoartel-mestrc-
general. foriiecen.lo-lhes a thesouraria os livros pre-
cisos e pagando as depezas de expediente vista de
contas documentadas, romo se pralica na curte com a
reparlirao do ajudaiile-general ; quanto ti.- duvi-
da einllin, que por aviso de 27 de maio fin lo, se de-
elaroo qoaes as vanlagena que dave ler u lenle co-
rouel Manuel Lopes Teneira Jnior, compelindo ao
major Francisco da As quarlel-meslre general serve de major da prara, at
que se aeho marcadas na nbservaco 5." da tabella
annexa ao decirlo u. 1,880.
Ocularmente pertenr,e viuiar sobre o Irregular pro-
r-dimrnlo do< qu* por prereilu divino e Ilumino, sao
briaados a instruir seus lilhos e domsticos, na pra-
lica dos deveres orlhodoxos ; con.olidai, pela iuter-
vei.rao de vossa predica as mista* conventiiaes ( es-
Inrta ohrigaciio, que por nos vos lem sido rcc.inmen-
dada ) a doulrina ora exposla para que fique impres-
ea nos coracajes dos que vos tculam.
Nesle exercicio deveis primeiramenle confirmar
na le os vossos parochianoi, iusinuaudo-lhrs diligen-
temente a perfe.la crenra nos mvsterios e dogmas
firmes de al maneira, que se possam cnsliluir ina-
oaiaveit atbleta. em sua orihodoxia, e accerrimos
propugnadores da unnime calholicidade, que igra
ja universal prufessa.
Acaolelai pela benfica prevencao,' os nimos da-
quelles que duvidam, ou \ivm incertos
que devem manifesiar para com seu
exemplifirar sea* irm.in-.
na crenra,
procedimento
IUSPADO DE PEKNAMBLCO.
om Joao da I'urilicarao Marquel Perd-
galo, conefjo legranle de Santo Aj'osti-
nlio, por j;ra<;a de eos e da Santa Se
Apostlica, hispo de Petnambuco do
contellzo de S. M. I. etc. etc.
A lodos os iio-sos dioeesauos lauda, paz e benrao
em nome de Jess Cristo.
(Juanto mais prximos nos consideramos aoegresso
de nossa perigrinarao para a elernidade. Unto mais
lolicila deve ser uossa predileecAo a favor daqorlles,
obre os quae> exercemos espiritual jurisdicrSu desd*
agosto de 1820,
l-azei-lhes acreditar a donlrina evanglica, pela
qual sao -brisado, a crer, qo* as portas do horroro-
so, e sempileruo cahos, jamis prevalecerao contra
as pernicioas lentativas dos immundoi aggressores
contra ama religiao toda divina, ensinada por Jesos
Chnslo, e conhrmada por muitas mil viclimas, que
generosamente derramaram seu sangue pela defeza
de sua fe, convencidos de que jama.s deviam aban-
donar urna virlude, que sobreoaloralmente Ibes foi
imbuida em seus principios, aluda que fosse pos descer do reo um anjo que aniiuncia-se dooliiua
contraria aqoella, a f.vor da qual lieroieamenle ex-
ercerain arlos da mais sabliine cari la le, santificn-
doos carcere*. condecorando as cadt-ias que os liga-
vain, lupporlando oscadafalsos e as torturas, em que
exlialaram alma-, para immediatamnle receber-o
preimo elernj de sua constanie lidelidade.
Na.) be sem motivo que vos recommendamos este
oever, esperando seren desnecessarios maiores ex-
I rc;os em considerado aos pos senlimentos radica-
dos nos coraces dos vossos parochianos, nussos dio-
cesanos.
He sem dnvida espantosa e furibunda, a prelencao
i\rnn-iii ii- >..,.- .1__.__. .> I *
lis*r vosa peregrmaro era estado de poder esperar
a obleiii.Vi da perenne lien) aventurai.ra.
NAo sejaes insensveis ao cumprmenlo das obri-
gatoes, qu* a providencia vos Unpz, lando em vista
o prazer eterno, promeltidoaos que ingenuamente o
apreciam.
Exhortamos principalmenl* aquelles, a quem a
superabunda dos bens terrenos eousa ruionosa allu-
rinarao, persuadidos de qoe debes podem usar ssm
a orizenlo discricao, a por proprio arbitrio, que o
fcvangelho uiterdiz. quaudo determina a dislribui-
.lo dos bens superitaos segando coudiro de seus
pc-sui lores a favor dos indigentes.
Para vos couvencerde* desla verdade, oll'erecemos
a vosa illostradaTwnsideracao as parbolas, qoe Je-
ss Christo proferio, relativas ao rieo avarenlo, e a
impossibilidade de entrar o camelo pelo fundo da
agulha, significzliva esla eipresso da difllcoldad*,
que cerca os abastados em pos-esses, para consegai-
rem a fruir i dos bens iulerminaveis. que podem ser
adquirido* pela frugalidade uo oso dos transito-
rios.
Se os pracritos Evanglicos por nos ora indicados
forem devidatnente observados, nao mais existiro
mobilias de recoohecido loxo, a estatuas, ou paineis
indecentes,.expostos a desedificarlo dos que repro-
vam o incauto pror.edimento pralicado conlra as leis
da honeslidade,
Implorai, pela inlercesso da sempre Virgem Ha-
rta, a proleccao e graca Divina, para tributardes -
xacta submissao a quella lei, pela qual haveis de ser
julgados, supphcai-a porem com f viva, confiando
na promesaas de Jess Christo, a rogando que em
Vos ae verifiquen].
Palaeio da Soledade, 19 de julho de 1857.
Joto, hispo diocesano.
COMMANDO DAS ARMAS.
Qtartel *;ea.eral do commando das armaa de
Pernambuco na cidade do Recite
jnlho de 1867.
ORDEM DO DIA N. (i.
U marechal de campo commandanle das armas,
leudo visitado hoiilrin o quarlel do 10" batalliAo de
totalitaria, acbou-o no meiliur estado de boa ordem
e arranjo, devido ao zelo e activldade do Sr. teen-
la-coronel commandanle Joaquim Rodrigues Coelho
kellj.
Declara o mesmo marechal, para os lins conve-
nientes, que no dio 17 do correle, enaajou-se por
mais seis annus. nos termos do regolamentu de I i
de dezembro do 1852, leudo sido inspeccionado de
s*ude, o soldado da .!- conipanhia do II- batalb.io de
infanliri.i, Jos do rVasciniento, que perceber' alera
dos venoiiienlos que por le ib., competirem, o pre-
mio de 400$, pasos na forma do rf. .1 do decreto
. 1,401 da 10 de junlio de 1S51, e, lindo o
ment, ama dala de Ierras de 22,500 braca qoV
drartas. Perder', no caso de draerro, naos., as VIO-
lagens do premio, cora., as mais.a que liver tfieiio,
sera considerado como recrutado, descontar-se llie-
ha no lempo do en: -.ame..... de- priso em vrlude
de sentenca, averbaudo-se-lhe este descomo e a per-
da das vaniageus no respectivo Ululo, como be por
le determinado.
Assignado.Francisco Sergio de Oliveira.
Conforme.Traja no Antonio i.......ih de
deiro- Oliveira, capilo ajudanle d'ordens.
ara 20 de
ITEBIOR
RIO DE JANEIRO.
12 de julho,
Conlinuou hoolem no senado a segunda discusso
da proposicAo da outra cmara aulorisando o gover-
no a exonerar a eompanhia de navegarn e commer.
ci do Amazonas das obrigaroes conlrahidas relali-
vamanle colouisari., com o addilamento do Sr.
Pimenla Bueno.
Discutida a maleria pelos Srs. Wanderlav, prasi
denle do consdlho, e llaplisla de Oliveira, lo rejei-
lada a proposi{Ao e appruvada urna emen ta do Sr.
herraz aulorisando o governo a innovar o contrato
celebrado rom a eompanhia, do modo que julgar
mai conveniente, leudo o Sr. Pimonla Bueno reti-
rado o addilamento.
Passarao depois : em primeira discus.So, a propu-
sieao do seiudo aulorisando o goveruo a mandar
matricular no quarlo anno da faruldade de direi-
lo da cidade do Recile, ao esludante Jos Francisco
Vianna ; em primeira e segunda a pr..i>osic,a.> da c-
mara dos deputa los autorsando o governu a trocar
as olas do exmelo Banco do llraall e as cdulas do
Ihesouro perlenceutes ao conego Fidelis Jos de
Moraes.
Na hora compleme foi apresenlado pelo Sr. Mi-
randa, e a seo pedido remeliido s commis.'jes de
_ legislarlo e de commercio, um projecto creando
'- secuto emom urna colonia penal na provincia de Malo-Orosso,
eoirpressas de agua fria. e como
em
... eu linha urna -c> i"
.lerendo, deram-me a, beber um copo de vinho A
colera voltoo-me anles das forras. Nao sel s v' S
huml liante como om Cligo pl.y.ico. Nao po.so
s-.llrer que o soberano do mundo lorue-.e por um
ruinulo escravo de u, vil basia... Tcr nascVdo
aeculo desanove, manejar vapor e a eleclric.dade,
...ir melad, do. .enredos da aloreza. couhecer a
fundo ludo o que a sci.ncia tem nivelado par. a
comaiod.d.de e a seguranca .do ho.ne.n, saber cmno
nUru,Vr r- CT' ,re,ine"-" aa bexigas. e o
poder defender -e de urna l.e.g,|,da, verdade so
h. in.upponavel I Se ea livse lWo ,ld,do, e snn-
mellido as penas corporaes, leria ,o,|0 inevilavel-
menle meus chefes. "*vei
()undo vi-me as-cnlado sobre a Ierra lodosa leu-
do os pe. presu pela dor, e as m.o niorlaa, quando
vi ao redor de mira os homens que luiham-me es-
pancado, aquella que me mandara e aquelles ,.-,,.
Iinliam assisti lo a esse acto, a colera, a vergonha o
senlimenlo da dlgoidade nllrajada, da juslira viola-
da, da liilellig.ncia brulalisada, exc.laram '.ra meu
corpo dbil o odio, revolla e a vingaitu, E.qoeri-
me d Indo, de calclo, de inlercsse, d* prudencia
de futuro ; dei saluda a lulas as verdades que rae
uflocavam ; u.ua torrente de injuria, subio-me di-
Mctamentea b.cca, em quaulo a billa derramada
tra.bordava-me era e.cuma amarallada alo os olhos.
Cerlamenle nao sou orador, e meus estudus solita-
rios nAo me lem exercilado no manejo da palavra
masa indlgnacao que lem feilo poela, deo-me por
om quarlo de hora a eloquencia aelvagem dos prj-
-lone ios de Cantabria qoe prend.un a alma com in-
jurias e lancavam seo ultimo suspiro a face dos Ko-
manoa vencedorer. Tudo o qoe pode ultrajar om ho-
mem em seo orgulho, cm sua ternnra, e em seus
senlimentoi mais charo eu disse ao Re das monia-
uhas. Colloquei-o na classe dos animar immandos
e neguei-lhe al o nome de homem. Insoltei-oem
aua ini, em sua mulher, em sua fih, a rn (oda a
sua poslerldade. Eu qmzeru repelir textualmente a
V. S. ludo quanto lorcei-o a ouvir ; porem fallam-
me as palavras agora qo eslog de sangue Trio. En-
tao eu forrrava-as de todas as especie, que n.1u exis-
tan) no diccionario,mas qu* erara entendidas porque
o auditorio de salteadores uivavacomo ama m-tilba
de caes dehaixo do chicote dos picadores. Porem de-
b il le observava o semblante do velho Pallicare. nao
urprehendi nelle o menor si. nal d- emojao. Hadgl
de
paiz, que adopten e quer seguir ai que Jess Chris-
to ensinou, posto que combatidas em varias pocas
por famosos novilloas, ou desconhecidos embs-
tenos, sem que colhessein o desojado resultado.
Reverendos sacerdotes, que ollereceis quotidiana-
mntc o mcruenl sacrificio para attrahir sobre o
povo chiislAo a cclesle propiciaCo ; arn.ai-vos com
. dispo.(oes convenientes a celebrado da mais a-
gu.la ceremonia.
Hecord.i-vns da doulrina do apostlo, relativa a
digna recepro do aarraliasimo cofpode Jess Chris-
to, que por vrlude da eonsagrajao, benignamenle
se deposita em vossas sagradas mAns.
.onge de da qualquer movimenlo apressado, oo
palavras aceleradas, qu indiqoem irreverencia, ou
irreliglao no mesmo aclo em qoe vo* he concedido a
de qne minha cabera eslava a prova das balas, a o
senhor sabe qoe nao minio nunca. Tambem nao ou-
vio contar qoe Ibrahim mandon-me fozilar por sele
Kg>pcios; porem debalda'.' Creio que V. S. nao
tem a presumpcao de ser mais lorie do que -ale
Egypcios Mas para om homem do Norle o senhor
lem a mao ligeira. Se minha mai, da qaal acaba de
fallar no lavianamenle, nao me houvesse formado
com solidez, en estara agora morlo. Qualquer oulro
lena suecumbido sem dizer obrigado; quanlo a mim
cssa. cousas remocam-me, fazem-me lembrar de mea
bom lempo. .Na sua idade eu expunhaa vida qua-
ro vezas por dia, e nao deixava por isso de pas-ar
uem. Uli liao Ihe quero mal, e perdil olhe esse mo-
viinento de vivacidade. Mas como todo, os meus
va.sallos nao estao prova das balas, e V. S. pode-
ra commeller oolra imprudencia, havemos de dar-
Ihe as nulos o mesmo Iralaroeulo que aos ps. Nada
nos impedira de comerar ja; lodavia esperarei al
amanha no inleresse desua saude. Bem v que
ba'lo, he una arma delicada
para onde serao remeliido os sentenciado
governo achar em circuin.taucias idneas.
Ni eamara dos reputados nomeou bontem o Sr.
presidente para a enmmitsao especial que tem de re-
ver o cdigo do conimercio os Srs. Nabucn. Carro,
Ferreira de Agitar, Cotilla da Castro, e Paulino de
San/a ; e para coinnusso espacial que lem de in-
vestigar as cau.as da exorbitante e progresiva ca-
resta dos gneros alimenticios, Srs, Brando
Franco de Almeid, C*rquera Leite, Barbosa da
Cunda, e Dantas.
(Vid. Diario o. 102.)
com a insolencia immovel do desprezo. Soa allitude
exaipernu me loocamenle. Tive um instante de de-
lirio, lina nuvem vermelha como o tangoe passou-
me dianle dos olhos. I.evanlo-me repenlluaminle
sobre meus ps feridos, vejo urna pistola no cinto de
um salteador, arranco-a, armo-a, aponlo-a para o
Rei, disparo-a, a caio para atraz murmurando. Es-
lou vingado '.
Foi elle mesmo que levanlou-me. Conlamplei-o
cora pasmo 13o prnfundo como aa o livesse visto sa-
l r dos miemos. Elle nao pareca rommovido, e
sorna traiiquillanienle couio um immorlal. E entre-
unto, senhor, eu nao linha feilo mu ponlarla. A
Dala louira-llie na fronte um centinietro acuna da
obranaalha eaqoerda ; una marca en.anguentada
assim o provava Mas ou porqus arma rslivess
mal carregada, ou porque a plvora fos.e mi, ou por
que o golpe hornea; re-valado sobre o os.o do cr-
neo, o tiro de pistola apenas Ihe fuera una talla-
aura .
O monslro involneravel assenlou-me braudamen-
le no chao, incln..u-se para num, e pnxou-ine a
or.-lli i dizende-uie :
Porque tenia o que h impussivcl ,' Ja avisi-o
Slavros nao pe-tanejava mais do que ama estatua acaba de recouhecer que amhomera espaicdo val
de marmorr. Bespnudia a lodos o. meus ultroge. dous. A ceremonia da manhaa ha de orena lo (la
- prisiooelros nao sabem em que empr.goem o lempo I
l-oi a ociosidade que deu Ihe mos couselhos. Do-'
mais au se all ja : apenas chear seu resgale, eu
Ihecurarei asasfoladuras. Aiuda resla-me balsamo
de Latdigl Bv. Nu lim da dous das todo esta sra-
do, c o senhor poder*' valsar no baile do palacio
sem rijier as damas que apoiam-se ao braco de um
cavalleiro losado.
Nao son Grego, e as injurias olfendem-me tan gra-
vemente como os golpes. Moslrei o punho ao velho
selvngein, e grilei Ihe com lodas as miahai forca:
Nao, miseravel, mea resgaie nao sera' jamis
pago N.lo p*di dinheiro a nnyuem De mim s-
mente has de ter a cabera que de nada le servir'. .
Toma-a sem demora, se queres. Faras um serviro a' '0UDasle flenla mil francos 1 Sou responsavel !
Conliouoo a discusso do requerimento do Sr. Sil-
veira Lobo subre negocios de Mmas-tieraes. Depois
de orar o Sr. Athayde foi approvada somente a se-
gonda parle do mesmo requerimento, que pade io-
tambem. Eslou certo de que as Inglezaa paaarao.
Colillero inda as mu-eres bem qne viva retirado
desde mailo lempo. yu* se diria em Alhenas se ea
o matasse boje e o resgale chegasse amanhaa I Cor-
rera o boato de que failei a minha palavra, e meus
pnsioneiros futuros morreriam como coideiros sem
pedir om cntimo aos pareutes. Nao deitrnos a
perder o ollicio !
Ah cuida que as Inglezas te pagarao Sim,
ellas pag*ram-le como mereca- !
Obrigado, senhor.
Seo resgale hade rusiarte oiteola mil fran-
co, ouves / i ltenla mil francos Tora de la algi-
beira. B
Nao di recebeu as bastonadas obre a caben.
Digo o que ha verdade. I.emhra.-te do no-
me de las prisioueras '.'
Nao, mas leuho-o escriplo.
(tuero ajadar le a memoria. A viuva chaina-
ya-se mislress Simons, sucia da casa Barlev de
Londres.
Meu hanquriro '.'
Justamente.
Como sabes o nome de meu hanqoeiro '.'
Para que dictaste a la coirespondencia dianle
de mim ':
Mas que importa ? Nao po.lem furtar-me ; nao
sao regos ; rao luglezes ; os liibunaes... Hci d
pleitear !
E has de perder. Elle, lem um lecibo.
Jiislamenie. Mas porque fatalidad Ihe dei
ea rcibo .'
Porque lOMiiei le aconselhei.
. 7" M'5*'! : fo mal haplisado: srhismatico do
inferno Tu ne arruinasle lu me Irahiste
f.u ni arries obre om portara expedida pelo presi-
dente da provincia de Mina a am jaiz de paz nesla
ultima el.ico,. Foram rejeiladas toda asoutras par-
les do requerimento.
Entrn em lerceira discassao o segainte projecto
relativo s sociedades em cotnmandita, redigido se-
gando as emendas appruvadas no anno pasando em
segonda discissao :
Art; 1. O capital das sociedades m comman-
dita que nao for menor de 100:H0O5 na capital do
imperio, e de 50:0003 nai provincias, podar ser di-
vidido em acr.-s ; estas purera nao s*r3o lr*nsfri-
veis sem que esleja realisado melade de seu valor
nominal.
" Art. 2. Quando laes sociedades tiverem por tm
operaces bancarias. Dio po.lero instiluir-se sem
aulorisiirao do governo, e s pnderao dividir o seu
fundo capital em accOes depois de integralmente rea-
usado.
" Art. 3. A transferencia das acroes das socieda-
des de que traa esta lei sera nominativa por inicrip-
rao nos registros das mesmas seciedades, e na forma
estahelecida no art. 2117 do cdigo commercial. fi-
cando porm o cedenle, quanlo s accOea da que
trata o art. 1, responsavel pelas entradas que falta-
rern at soa integral raalisaro.
Arl. 4. S3o noli, a. vendas a termo das ac-
Ces de qaalquer eompanhia anonyma ou em.com-
mandila.
a Arl. 5. Fctm revogadas a. leisedi.posicOesem
contrario.
" Paro da cmara, 27 de junho de 1856.C. Car-
neiro de Campos.A. I. Ileuriques.F. Paula San-
ios, n
O Sr. Salathiel apresenloo um requerimento qae
ro npprovado, adiando por 48 horas a discussau do
projeclo para se dar lempo de imprimir us seguiiUs
substitutivos :
Projecto subslitutivo ao projeclo n. 40 de
18.>b.
o Art. |. As sociedades em rommaudit ficam
ujeilas a regras stguinles, em addilamento o qoe
dispe o cdigo commercial, arls. :II1 a 314.
'< S 1. CJuaudo o seu capital nao lor inferior a
10:00009 na corle, e a 50:0008 as proviucias, po-
der ser divi lido em acroes ; esla. porm nao pode-
rSo ser de valor menor de 100-3 no primeiro caso,
nem de 50? no segundo.
o S 2. O, Ululas oo accOes qoe representirem o
capital das sociedades m commandita serao nomi-
nativas emquanlo nao e.liver realisa lo integral-
mente o capital social ; depois disso he livre a laes
sociedades fazer representar o seu capital por ace.oe
ao portador.
o 5 3. As 8cc,es nao pdenlo ser (ransferidissem
que esleja elleclivamenle realisado melade do seu
valor nominal, salvo os casos de succes-ao, dotes, ou
everucao judicial.
S 4. Os socios gerentes, como responsavtis a
terceiros Ilimitadamente, por lodos os seus bens po-
dem recusar annuir a transferencia de acroes quau-
do enlenderem que o comprador nao ufi'erece asne-
cessariaa garantas para a Integral realisarao do ca-
pital sob.i npto. Coma approvafao dos" gerentes,
pelo tacto das Iraaifiraneiaa, cess.i a responsabiiida-
ue do cedenle pelas ulleriores prestai;6e.
ci 5 5. A traiislerencia das arres se opera por
simples registro nos respectivos escriplorios, e mesmo
quando realisada a compra de taes acroes por oulro
modo, valido em direilo, nao ser reconhecido como
socio coiiiman liiaiio o possuidoi de acroes sem ter
preeiichidn essa formalidide.
S <> Todas e quaesquer vantagens particulares
estipuladas nos estatuios ou contrito social, em fa-
vor de alguns dos socios nao lera efleito sem que
sejam expresamente approvadas por lodos os socios
orignanos.
S 7. As presla5c.es cu entradas que nao forem
reilas am dinheiro sii podaran ser admillidas de-
pois de avahados os objeclos pelo juizo commercial
do disinclo e co:n approvacah d 1 assemblea geral dos
accionistas.
5 8. Taes sociedades nao portento funecionar sem
que csteja nnmeado pela a-seml.lea geral dos accio-
.--,T.'.'! 1 ""''" um Cfill fiscal de Ires ou uia.s membros a
qoecn compete in.po-ci.nir e liscalis-.r osados da ge-
rencia, examinar a escnpluraco. invei.lario a ba-
lanros, couhecer e apraciar a realidad dos dividen-
dos, lendo em vista alegilimid.de de.lc, e final-
ra.nlc convocar a assemblea geral dos accionistas
quaudo lenha conhecimenlo de abasos qu* allcclem
os iuleresses da sociedade.
Os membros do conselho fiscal incorrerao msmo
na rerponssbihdade solidaria, qoando cora conheci-
menlo de caoa* consentirem em abasos graves.
S !). Nenhuma aociedade em roinmandita poder
runccionar sem Tazer registrar previamente 110 regis-
tro publico competente o sen contrato, e sem ler fei-
lo publicar nos joroaes de maiur eirculacio do lugar
do eslabelerimenlo, ou povoaro m.is prxima on-
de os houver, os nome dos socio* ri-p n-aveis llll-
initadamenle o ohjeclo da aociedade, a imporlancia
du rundo coinra.indilado e o modo da sua[reliarao.
S 10. Na poder lambem dar principio a s'uas
operacoes sem que esleja elfeclivamenle realisada
urna quarta parte do capital social.
o S II. lie milla e de nenlium effeito entre os so-
cios a sociedade em eommandila por arcOe que se
eslahelrcer ern transgresso dos preceilos desla lei ;
ma esla uollidade uao aprovailar aos socios contra
os directos de tere-iros.
a S 13. Alem da millidada da sociedade, licam os
gerentes sujeilos, na hvpolbe.e do paragrapho anle-
cedenle, mulla de I IO.-INJO9 qoe sera' imposta
pelojuizo commercial do dislri,lo, a requerimento
deqoalquer dos ocios, de lerceros prejudicados, ou
da promntons publica.
a Cl. Sao nudas as vendas a (ermo ou a prazo
de acries das eompanhia, tanto conimandilarias co-
mo annimas, luda a vez que os vendedores ni..
inostrem possuir as acroes que venderein, admitlin
do-se romo proia de dominio o titulo de deposito ou
.-.inri., em Bneos aolorisados.
n Arl. 2. i.i-.nndo sociedades commanditaria. por
arres tiverem por objecto operaedes bancarias, s
pode.ao iiislituir-se com previa autorisarao do go-
verno, em quanto urna le especial sobre Banco, nao
tur promulgada.
1 Ar.t 3. Ficam revogada a dlsposires emeon-
Irano.
,0-'_''a0 d cmara dos depulados, 10 de julho de
18.,. Barao de M ni r. .,
c< Projecto substitulivo 10 projeclo 40 de 1856.
a Arl. I. As soeiadades em eommandila ficam a-
j-ilas a s segulnles regras cm addilamento a", que es-
tabelaceo o cdigo ruinmercial nos arls. 311 a 314.
S 1. Quaudo o seu capital fur superior a 100:0009
na corte, c a o0:000; as provincias, poder' este ser
dividido em arenes, cujo valor noni-nal nao seja me-
nor de IOO9OOO no primeiro caso, e de 50900 no se-
gundo.
via pelo facto da transferencia, com lauto que o ce-
siooario seja approvado pelos socio gerentes.
3. As arene, aeria exaradaapor insenpeoes nos
registros das sociedad ; e a sua transferencia s* 0-
perara' por aclo laucado nos mesmo* regislros, e na 1
forma prescripla no arl. 297 do cdigo commercial.
S 4. Sao inadmissivais e 11 ulias aa transferencias
antes qae esleja elTeclivamenlc realisada melade do
fuodo social, salvos os casos de dol, soeeessao oo ei-
ecucao judicial.
S 5. Todas e qaaesqoer vanlagens particulares
estipulada nos eslaluto em favor da alguna do .0-
cos nao lerao elleito sem que sejam axpresssraenle
approvadas por lodos os socios originarios.
" 6. As prestarles
Me-
c 1. Sera instituido em taenociedades, anles
que comecem as suas operacoes, om conselho fiscal
composlo de Ires a cinco membros nometdos pela as-
semblea geminaos quaes compelira' inspeccionar os
aclos da gerencia, examinar a escripluracao e o esta-
do das canas, fiscalsar os inventarios e oppor-se a'
distnbu cao de dividendos ficlicios, podendo convo-
car a assemblea geral quando lenha ciencia de abo-
sos graves, ou quaudo jalguera necessario propor a
diss,,iui_o da sociedade.
8. Nenhuma sociedade em eommandila pole-
r runccionar sem inscrever prevameiile no regislro
pob ico competente o aeo contrato, sem ter'feilo
publictr nos jornaes de maior circulcao do lugar do
eslabelecimenlo us nome* dos socio responsaveis ib
limi admenle, o ohjeclo da sociedade, a importan-
ca do fondo coiumaudilado. e o modo de sua reali-
saca...
1 5 9. Nao poder' igualmente principiar as sus
operaroes anles que estejam subscriptas lodas as ao-
roes e realisada pelo menos a quarta parle do sao
valor, oque os gerentes farao constar poraclau-
llienlico. r
a 10. A autorisacau do governo he necessaria
para que se possam encorporar aoeiedades em eom-
mandila por accoes, que lenham por ohjeclo opera-
cnes bancarias, de deposito e da descont, 00 ope-
racoes conimerciaes, relaliv.se a gneros alimenti-
cios. As decs,.,., do governo recusando a aolorisa-
rao deverae ser motivadas, e dallas llavera' curso
para o conselho de eslada dentro de 60 diaa, conta-
dos da dala da nolificacao feila s parte intercala-
das. Se no prazo d Ires meza, deeorrldos da apre-
sentarlo dos estatutos nenhuma deciso hoover sido
dada, .rao as dilas sociedades como delioilivamenle
approvadas.
SU. Nenhom Banco, ob a forma commandi-
taria ou annima, poder emilttr letras 00 vales
pagaveis ai. purt.dur, e a prazo maior da 30 di.s,
jera aulonsarao do corpo legislativo, emqoamo por
1*1 nao forem reguladas a. condices e o modo com
que o governo facultar o poder de eraisio s dilas
sociedades e companhias.
a 5 12. S.io millas as vendas de acroes das com-
panhias, unto commanditas coreo annimas, (oda a
vez que os vendedores nao moslrem possuir as ac-
coes que trasp.s.ani. Admillir-.e-ha como prova do
domiuio o deposito de laes aeces em Bancos aolo-
risados
' S Wa He nallo e d nenlium effeito a respeiro
dos socios a sociedade em eommandila por aeces
qnj. se constituir com Iransgres'i dos preceilos des-
la le, mas esta nullldad* nao aproveilar aos socios
contra os direilos de leroeiro.
S 11. Alemda nullidadc da sociedade ficam os
aereutes sujeilos, na liypolhese do paragrapho pre-
ce lente, a malta de 0111 a dea conloa de res, qoe ser
iraposia pelo ju i. commercial do districto a reqoe-
nmenlo de qualquer dos socios de terceiros preiudi-
ra.ios ou de prorautoria pobliea.
" S 15. Os membros do conselho fiscal sao res-
ponsaveis solidariamenl* com os renles, quando
rom cunheciiiiento d causa deixarem commeller nos
invenanos nciaclides prejudiciaes locicdade ou
3 (retiro, ou quando consenlirem ua disliibuicao
de dividendos nao jo.tilica los.
,5_P"S d" c-"nara dos depulad.11 9 de agosto de
l. lorres llumem.Sergio Teixeira de Mace-
do.Augusto I-. di Oliveir. a
I'-niiou era segunda discussa-) o projeclo que obri-
ga a fecharem-se as portas das casa, commerciars e
as oflicinai nos domingo, e dia. aanlilieados. O Sr.
1 a es Brrelo requeren o ada ment al qoe fosem
ouvidas as commi.sSes de commercio ursocios ec-
cleslaslicos. Oraram o Sr. Pao* Brrelo, Brando e
Landido Mendes o nao se volou o requerimento por
nao haver casa.
Por continuar o incommodo do Sr. comelheiro
Naboco nao foi dado par* orpem do dia deseganda-
Ic-ira a parecer da commisso especial aobre a de-
nuncia f..la pelo Sr. dapulado o ne. de Sooza con-
tra o mesmo Sr. cooielhrirn.
O paquete inglez Princea enlrnn honlem dolido
da I rala, iraz dalas de Montevideo ale 5, e da Bue-
noa-Ayrea al 2 do corieule.
A noticias do E-iado Oritnlal elTerecem poaco
mteresse. () poder eieculivo linha lanecionado o
projeclo do Banco Mau approvado pelo poder legis-
lativo, m.io grado as roodificar6e. qne aorer na.
cmaras. A lei, como foi anccionada, he a se-
grale -
transacro do Banco, qne nease caso so podara coa-
tinoar mediante nova anloriaarjo legialaliva.
Art, 7. Os bilhete. qoe o Banco emiltir na air-
en larao repr*.enlaro quanlias qae formrin oat-aeda
ouro completas.
>< Art. 8. O Banco publicara inen lancele resumido do *eu estado, nomeanda o gover-
no desde a inslall.iro do Banco om commisaario p.
ra examioar o* resMtro* de emistoe, a verificar**
o Banco eumpre a ettipolace qae eeeila. *
l'osieriormenle approvoa a cmara do represan-
lana oolro projeclo qae concede ao Banca Mana',
ou a oulro qoalqaer, o privilegio da mitin- vala
porcento aobre o valor da .na emisao total em bi-
politicas nao arrefeciam. Na cmara Iratna-.e
declarar o general Rota reo de leta-patria, e de
consfiscar-lh todos o. sea* bens. Eii o proieclo que
e discuta :
Arl. |. Declara-* reo d* le-a patria Jota Ma-
noel Roa, pela tyrannia sangoinolenle qo* iercu
sobre o povo durante lodo o periodo de su* dicta-
dura, chegando mesmo a violar a. laia da nalore-
za ; por ter ido traidor em muilos cato, a' inde-
pendencia de ana patria, e por haver sacrificado a'
ua ambicao a liberdade e a gloria daqoella. rea*
fieando-.e com esla decliraro as diipui.,ie, vi-
gentes. *
a 2. Iteconhece-s* ler lodo o valor e ferea de le o
decrelo do poder execolivo de l(. da fevaraira da
1852, pelo qual le declarou de propriedade publi-
ca lodosos bem no territorio do eslado qae perito-
ceram ao lyrnno Joao Mano! Rosa.
o 3, Commoniquese. elc.n
A opioo do. reprennlaotas achava-** dividida
era l.io rave materia.
Un creem que devem ser confiscados s prasprie-
dades de Roi.s, mas que nao deve r declarado rao
de lesa-palria.
Oulro opioam pela contisraco da propriedada*,
recouhecendo o ao mr.mo lampo reo.
Oalro lioalmenle jalgam que nada se devia fa-
zer.
O poder exeeulivo oceupava-se com a ergaaiu-
co d* campanba, df*n*a da fronleira preea-
chimenlo da* vaga do eiarcilo.
Rejelado pelo poder legialaliva o projeclo da
eonscripcSo, decretara o governo a premio de quatr
ral pesos papel cerca de 3:109000 a cada indiridae
que se alisla**e naa tileira de linha.
A guarda nacional fora lambem reorganittda. O
cidadao que nella nao se aliftar sera' obrigad* a ser-
vir dou. anuo na forra de linha.
Se no Braail livesaamos igual disposicle, a* pr*
ciaariamos da orna lei de recrulameulo : lia vera sal-
dados da mal*.
Da Confederaran eiirnnlrainos ums noticia im-
porlante. O Nacional Argentino ... fulba olHcial.
declara que o governo do general I rquiza en na
lirme inlencio de sustentar a lei que iuipaz dirtiu
difTerenciaei as f*z*ndas de pro luna., de paita* si-
tuados fora do Rio da Prala qo* forera man ladea
para a Coofederacao em embarcacoe* procedente,
lano de Repblica Oriental como de Buen s-Avraa.
tala le prejudicou grandemente o comuierciri da*
dnas repblica.. Idu-nn-Aire. proiesl-.u, a Maa-
levideo entabolou iiegoeacea diplomticas para con-
sjgoir a revogaro da lei, e aoliciloo a mediarlo da
Braail, qUa || ri promellida.
Se na no engaamos, era e**a a minio a que ta
releria o Sr. conselh.iro Amaral, quando, aa de-p*
dir-se do governo paraguaio, Ib* communicaa que
0 iervico do eu saherauo u rh imsva ao Paran*.
Da A-uuuiprio ha dala, ale 25do mez pasaado. A
Ordem-, rolha de Bueno. Aires, linha revelado
em principio* de janho um seg-do do estado de Pe-
r.-iguai, o monopolio, por paite .lo presdanla Lnpaa,
de quasi loda* as industrias daquc-lle paiz. Oa Sa-
raanarios .1 de 20 e 24 do mez paitada occapani-ae
quasi excluiivamenle Con esta revelarlo, Uansc
vendo o> artigo qoe o agenl* con-ular do Paragaav
fez publicar em Buenos Aire., para raanonjer >'
Ordem... Da lavra propria ha pouco, ma. e>e pon-
en he digno de ser reprodutido. Ei-I* :
Para que nos occaparemos cea* aa ampi Lio
com um auarchisla o redactor da Ordem qae
trabalha para p.'.r o Estado de Buenos-Airo d leda
do Braail, conlra o Paragoav
Esla conlariedade he irrespoodivel.
13
Por decreto de 22 d* junho proxinaa |s*a-a lo fa-
ram Horneados juizes municipar* da arpiUu, do*
termo* de
l-orraiga, ua provincia de M.nas, e hachare! Ja-
1 ulano i.i.i de Miranda.
\ alenra, na provincia do Rio de Janeiro. 1
charol Joaquim Antonio da Oliveira e Silva.
Rio Claro, na me.uia provincia, o hacha 1 el lian
cisco Moreira d* Rocha.
I'orara removidas por pedirem os joua, muniu
paes e de orphaos:
Joao Ladislao Japia.-n de 1 igueiredo
do* termos de Camam e Bareello*
de Santa Anna, na provincia da Baha.
ba-
a Mallo,
para a da lena
que o
Arl. |. O barao de Maun he aotoriado a sla-
nelecer neila cidade, com a firma de Mau e C, um
naneo de emissao, deposilos e descoulos, podendo ad-
raillir, alem di su. responsabilidade Ilimitada e ca-
pital proprio, ocios e capitalistas com respouiabili
dale limitada somente as quamias que subscreve-
rem ; emillindu ttulos que repreientem este, capi-
lar pela maneira, forma e condicoea que Ihe conve-
nha, nesla praca ou r.ira della.
Arl. 2. O fundo do Banco ser provisoriamente
ua um milliao e duzenloi mil peso, podendo com-
ludo ser augmentado convenienlemenle, segundo o
exija o deseur-jivimenlo das IransaccOes do Banco
Sebatliao Carioso, do termo da Victoria para a
le CamaraO e Barcelloi.
Foram recoadozido* o* joize. munieipae* de or-
pliao* Joao Antonio d* Bocha, na termo da Hia
Orande, na provincia da S. Pedro.
Joaqoim Ferreira Bauder* no. termo, reunida*
da llarrae Cbiqua-Chiqoe, na Baha.
Teve merc Amonio Alaes Ca.aaa doofieio de U-
belliin, do pubbco judicial e nolis, do ler un. da
Pnrilicacao do* Campo*, na B.lua.
Por decretos 4* 3 do eorrenle me* :
Foi aceita a desistencia que fe* Manoel A urania
l'ereira da Cruz do ollicio da partidor do jaizo -
nicip.l a orphaos do termo da Baria .Mansa, da ura-
vincia do Bio de Janeiro.
1 eve merc Ignacio de Mora., Sarment, da ser-
venlia vitalicia do* oflicio* de egnnd* ewrlvo do
judicial, labelliao de nota* a
tttt^s^^tgSSJ&BS***?'
5 2. As ccoes serio nominaliva, e os subscrip-
tores responsaveis pelai preslaces at a integral rea-
lisarao do capital- Esta responsabilidade cessa toda-
a Arl. 3. O minimo do valor dos bilhetti qae o
Banco emllir era de urna onra de ouro.
a Durante a escaasez de troco, miudo., eem quan-
lo nao houver urna disposicao legislativa qoe o pro-
hiba, poder o Banco fraccionar suas emissdes, ale
UDl Olalo de pilarn.
Arl. 4. A emissao de bilhelrs miudos de qae
Jila o artigo cima ser de 10 0.0 sobre o capital do
Bauco. '
o Arl. 5. A emissao de blheles ou vales nao po-
nera exceder em lempo alguin ao triplo do fundo tf-
reclivo do Banco.
a Arl. (i. Os bilhele* do banco aerao pago a vil-
la sempre que .e apresrnlarem em numero corres-
ponden!, a urna onc de coro. A falla de ponloa-
11 da de ua realisarao de.se pagamento em qualquer
occasiao importar a suspendo a liquidacao das
tu me
ienla rail morles seriarn pooras. Qoe fiz eu ao trai-
dor qoe linha me lurtado qnarenta mil '.' Oh urna
brncadeira I Elle nao gntou duas horas. Uei de
char coosa rnelhor. Mas se honvessem doas casas
do mesmo nome ?
Cavandish quare, 31 !
Sim, he la' mesmo. Imbcil I porque nao me
advertas em vez de Irahir-me '.' Eu Ibas (eria
pedido o duplo. Ellas leriam pago : lem meios. Eu
nao lena dado recibo : u3o darei iniia... Nao! o3o I
he a nltima ve* !... Recebi cem rnil franco* da mi
Irea* Simn que phrase lol* Foi ea mesmo qae
dicle isso '.,.. Mas agora me lemhro nao assig-
nei .... Porm o raen sinel* val urna assignatura ;
elle lem vinle cartas minha.. Para que me pe-
diste es-e recibo ? Que esperavaa dessas duas mo-
lUeres '.' Quinze mil francos para o leu resgale... O
egosmo por luda a parle Devas ler-le aberlo a
mim : eu le lena reenviado de graja ; ler-le-hia
ale pago. Se s pobre como dizes, deves saber
quanto he bom o diuheiro. Imagina ao rae nos una
somina de menla mil francos'.' Sabes qae volume
isso faz era urna cmara ? quanlai peras de ouro ah
enlau E quanlo dinheiro pode se g'auhar no. ne-
gocios com otenla mil Trauco. .' lie urna fortuna,
desgranado roubasle-me urna fortuna. Despojas-
pCar?etf^V7a;t0CM\r.%Tr0'nU,,',''H^qU,d^,' P""3- P'ime'"' 9- <> *.
Eu linha achado enifim a corda sensiv.l : O ve-! correr.a"'m ale qoe caliiie de fadga.
|lio Pallicare eslava ferido no corar,. a aab-I Est com os ps muilo doeutei: cahiria ao se-
que minha conla nao era boa, nao esperava miseria -"""'" l>s*o. I'allem vosses oatros, Tarabouris,
cordia, e cointudo senta nma amarga alegra em 1 Monslakai, CollziJa, Milolis I
homem emjejum desde tres diai contempla um bom
jamar. Examinava de u-n em om lodos os rralos,
quero dizer, lodo o sopplicio : passava a lngua
pelo beicos deseccados, mas nao sabia por onde co-
meca, nem qoal escolhesse. Parada que o ax-
cesso da fome Ihe lirara o appelile. Balia com a
mao na cabera como para fazer sallar della nlgunia
cousa ; porem as ideas aahiam lao rapidaraiole que
nao era fcil apandar urna de pasiagem.
Fallera .' grltoo elle ao. seos vassalloi : acon-
selhcm-me. De quesririam vo*.<><, s* nao podem
lar-rae am con.elho '.' Esperarei que o Corroeos*
hoja vollado, ou qne Vaiillo eleve a voz do fondo
de su* sepultura '.' Brulos, procurem-me nm op-
pIlCIO de menla mil lian.;.. '
Vem-me orna idea, disse o joven chihoadgi ao
amo. I en um ollicial morto, oulro auaenle, e oalro
fendo. Promette-nos que aquelles qu* melhor le
vingarcm uccedero a Sophoclis. ao Corfaense, e a
Va'ilio.
Hadj Slavros orrio a ea inven.' 1 .. Afagou o
queuo do menino, e disse-Ihe :
Es ambicioso, meo pequeo Muilo bem A
ambicao he a mola da coragem. CoiisinU. 00 cmi-
mesmo mez .
Foi commolada em 50tfc par* o Instillo do* Sur-
dos-Mudo, a pena de 9 mere* de priUo e malta, *
qae foi roudemnado Jernimo Barreiro Haagal
por aentenc*. do jury da cidade da Viciara, da iieo-
rinea de Pernambuco, e do juia de direilo da re-
pecliva comarca.
Foi removido o jaiz municipal e orphao Antonio
Augusto da Fomeca do* lera**, reunido da S. J.o
do Rio Claro e Lime ta para o de Caaa Branca, na
provincia de S. Paulo, por o haver pedida.
1 -o Humeado Fraucisco Antonio de Barra* pata
(enenle-coronel commandanle do batalla* de in-
fanlaria n. 2i da goarda nacional da previncia de
Pernambuco.
Furam reformadoi.
O (enenle-coronel dn tinelo segn lo balalhlo
da guarda nacional do municipio de Barbacana da
bando propoz aisar-me a fogo lento. O ternbleeta
do Bel moitrnu alegra.
O frade aisi.lia a' conferencia, a deiiava lado*
fallarem sem dar sua opnilo. Todava leve piada-
de de mim em proporrao de sua sensibilidad*, e
loccorreu-m* conforme permillia *aa inlellieanc*.
Mondaka be muilo mao, dina elle. Poda *a
ilormeiitar muilo a milord uro qaeima-lo vivo.
Se voasi o alimentaasem com carne salgada em Ihe
permillirem beber, elle durara longo lempa. w|.
Ireri* muito, a o R*i satinara aa vinganra -era m
correr na de Deo. He um con.ellio nem daainla-
resjado que llics dou ; nlo me rendera nada ; ma
eu qmzera que lodoi ficasxam contentes, villa qae
o mosleiro ja receben o dizimo.
Bom velho, Inlerromoeu o eafdcf, leaho urna
Uta rnelhor do que a laa. I.oiideinno iralerd a mor-
rer de fome. Os ootros Ihe faraa lodo o mal qaa
Ibes aproover, nao quero impedir nada. Mas **!*-
re de senlinslla dianle de ua bocea, e lere cuida-
dado da que nao entre nella om* gula da age* nem
urna migalha de nao. A fadlg* Ib* aogrueolara' a
r.irn*, a* feridas Ihe ercilarao a ede, a o Iranalho
dos outros era' ara meo proveilo. yoe duela a e
cono II* urna idea moderna, urna idea da Euro- I" respeilo, aeiihor .' Dar-ma-has a aaccMain do V
aa; ella agrada-m*. Para recompenar-le quero !sll,'
1 e
ou-
Se ao menos os Barlc fossera banqaeir

mim o a ti lambem. l'oup.ir-me-has dua semanas
de torture, e o desgoslo de ver-te que he a peior de
Indas. Ecunomisarai meu| alimento de quinze dias 1.
.N'o deixes de o fazer, he o nico lucro que poder ",m cer, de qu* ella 5eJa ,ocl* da asa Barle
tirar de mim '
Elle sorrio, ergoeu ni hombros, e respondeu :
Ta 1 la la I ta : Es ah como sao os mocos !
extremoso! era ludo Se eu Ib* dise ouvidos leria
de errepeuder-me mies da oilo diai, e o 'aeuhor
er,,:=S^,s;:S^
chao
Assim como estou a raorrer amai.hita.
--Na morreras, manhaa. Anda nao sofTreile
sullicieiilemenle. Releva qu* luis dores eslejam em
propon; tu com os oilenla mil francos. Que eappli-
cio haremos de inventar .' Oiltuta mil francos! Oi-
---- ..... ..>a,KD a.cal.
perturbar essa mascara impaxivcl, c esie emblante Cltnda, i|uehrar-lbe-hia ovos qnen-
de pedra. (ioslava de observar as rugas de seu ros- !?''"" !0V,C0'- Ja xperunenlei is.o em uiiu mu-
de Megare, e uve muilo prazer.
admira ao
longe a grande vaga que u ha de Irauar. Dizia a
mira mesmu com orgulho : Morrerei lias lorlurai ;
mas sou o seuhor de meu eiilior, e o algor, de meu
algo/.
VII.
John llarris.
O Reicouteoiplava sua vinganca assim como um '
Iher
Eu, dase Tambonri-, deila-lo-hia no
com umtochedo.de .500 libias ao paila. Elle e-
t.udcna a luigua, e escairana sangue : isso be mui-
lo bello.
Eu, disse Milolis, laucar Ihe-liia vinagre as
ventas, e eraji Ib- 1.1 1 espiuhos debaixo das unli.,-.
Elle espinarla bellaineule, e 11.10 aaberia oude ruel-
lesse as raaos.
Mouilakas, que era uta du coziuheiroi do
Vio lodos pera o inlerno disse o Rei. Vi
raciocinaran! com mena facilidad*, a o lulaea*
Ibes livesse lurludo .lienta mil lranc0 Levera un
pura o campo, e devirlam-se rom elle. Porem des-
granado de quem o malatse por imprudencia fcs
se liomeiii .leve morrer as minha* ranee Meara qne
rae reemboUe em prazer ludo o que furiau-me e.n
dinheiro. lia de verter o sangue de -o .. veas de.
ota em gola, assim como um asa* devador qaa
; 1 de sold em suido !
\ S. 11."io pi.de crer qoanlc o homem mai. desgra-
?i Jo alerra-se ainda vida. Cerlaraenla eu eslava
ancioio por raorrer, a a maior felindade que poda
acoulccei-ine era acabar de urna ver.. ludan* al-
f.oma. Hadgl Slavros. Eslimei a prolungaro da meu np-
pl rio. I in m,-luirlo de esperance alaffeu-ma o tun-
do o coracao. Se urna alma rarilativ.i me hoovresa
.di -reci.'o qoebar-me a cabrea com ama bala, eu
Ifria rctlectido muilo autes de aceitar.
,f'on/mar-e-Ao.

MUTILADO



DiAKlO MI PKRNAMBUCOQUARTA FEIRA i DE JT.IIO DE 1857
provincia de Minas-Geraet, Francisco de Ami
Vieira,
O ni .i.>r ilo eilincln h I ilh.l i de nfanlatia da
guarda nacional do municipio dn Planeo, na pro-
duca ds*hirahiba, Bernardo Luiz Kerreira Cejar
Loureiro.
O capujo da primeira companhia do segundo bu-
talhao de infamara da gaarda nacional da capital
do Piaohy, Antonio Joiquim de Lima e Aimeidi,
no posto da major.
Por deoieln de ti do .lito mea (iva marre lanado
Conralves Valle da lerventia Vitalia doa olticiot de
labelngodo publico, judicial e nolis, e eicriva.i dos
orpboa, capellas e residuos da lermo di villa do
Principe da provincia do llio Grande do Hurle.
Por decreto da 8 do dilo mar. foram nomnados :
Coronel commandante superior do municipio de
Sarro, na provincia de Minas,o taoente-corouel Jote
Kibeiro de Faria.
Qosrlel-mealre do rommandn superior da guir-
da-nacinual da capital da dila provincia, o capitoo
Vicente Mschadu de Castro.
Teuente-coronal eommsndunle do balalhSo n. 71
da provincia da Babia, Antonio NoRueira dosSintns.
dem dem do bitalbfto n. 72 dilo dito, o capitilo
Antonio Jos de Sooza Babia.
Por deereloa de 10 do dito me/., foram nomearioi :
Chafa da polica di provincia da Km Grande do
Norte, o juiz dedireilo Delfino Augusto Csvaleanli
aa Albuquarque, ficanrio sem etTailo o decreto qua
n iioine.ira para a provincia do Amazona*.
Juiz municipal a de prphoi do termj da I.imei-
ra a S. Joao do Hio Claro, na provincia de S. Pau-
lo, o bacharel Candido Xavier de Alroeioa a Souza
uceado lem alieno o decreto qua o Horneara para
S. Sebatliao di Villa-Bella.
dem dos termos da Itapieur Sobza, di pro-
vincia di Baha, o bachirel Francisco Cieiano de
Altneida Galillo.
l"oi removido, por o havar perdido, o juiz muni-
cipal e orpbitos frentico Jos Metra, do lermo da
Mala-Grande, pan o di Alaliyi, na provincia das
Alagoas.
Por decreto.de II do dilo mez forim reformados
nos uusmos poalos :
s teiientecoronis da guarda nacional da pro-
vincia de Goyaz, Baruardino de Carvalho Pinlo e
\ cenle Ayresdi Silva.
Os maiujosriilot ditos O midi Antonio dos San-
io* Miguel Estoves de Brilo.
O senado approvou honlem sem dbale, ern pri-
toeira uiscussu i proposta do enverno litando as
Jorcan di Ierra pin o futuro mno fimnceiro.|A ma-
tara entrn logo am aegunda disrus-Sn, a ficou B-
diada por nao haver casa, depois de fallarem os
5rt. Slvejra Molla, ministro da guerra, visconde da
Jai|oiliobonha, Veigutm. e Ferraz.
O Sr. Canda Fignereido obleva honlam urgencia
ua camira dos depulados para apresanlar o siguile
raquarimento que fundameulou :
a Requeiro que se peca o govarno informarnos
acerca da soluto que o governo inglez dera ao ulti-
mo memorndum do nosso ministro em Londres,
ero relaco a qoeslao Serinbaero.Conha Figueire-
do. i
A discussao licon adiada por pedir a palavra o
Sr. Brandao.
Arioplou a cmara o projeclo que garante um era-
preslimo a estrada da ferro da D. Pedro II.
Approvou o requerimento que manda as commis-
vei da coinmercio. industria c arles, e de negocio*
ecrlesiaslicos, o projeclo que linha por fim obrigar
a facharem-se as cas.s commerciaes e ofllcinas aos
domingos e dias sanios.
I'oraru approvados em nroa ao discostSo, por assiro
o baverem requerido, os projeelos: primeiro aulori-
sando o governo a conceder ao desembargador da re-
lajo de Pernambnco Jeronymo M -rlini.nio Figuei-
ra de Mallo, om auno lieeca coro lodos os seos
encmenlos, para tratar de sua sande ; segundo, ip-
provando a aposentadora do cotiego Feliciano Jos
leal, no lugar de secretario da provincia de Goyaz ;
terceiro, approvando a aposenladori.i do desembar-
gador dajrelac.lo do Marauho Jos Mariano de Aze-
redo t.oulinliii.
Approvou em primtira discotsao o projeclo eon-
cedendo varias isences ao estabelecimenlo da en-
trada de ierro provincial entre a culada do Reeife e
Olinda, da qual he concusionario David William
Bowmaii.
Eutrou por lm am primeira ditcosio o projeclo
qua eleva a comarca de segunda enlrincia a comar-
ca do Bonito na provincia de Pernambaco. Fica
o dbale encerrado por nao haver casi para se vo-
tar.
Por decreto de II do crranla foram nomeidos;
Tliesoureiro do comalido da corle, o fiel Antonio
Marques Baptisla de l.eao.
Primeiros escnpiurarios da lliesouraria do Para,o*
segundo ditos Antonio Alvcs de Menezes.Jos Fnn-
eisco da Silva Nevar.
Segundos escriturarios os lerceiros ditos Manoel
Mina Uuarle, Januano Anlonio de Moraes, Rav-
ruondo da Silva Cunha, Joao Jos Anselmo lava-
res.
Tarceiros escriplurariot, os qnarlos dilos Anlonic
Goncalves de Barros, llennqoa Joao Cordeiro, Joao
da lieos Marcos.
Amannense da secretaria o quarlo escriptorario
Antonio de Oueiro/. I! -lonlta.
Foi damiilido, a seu pedido, o porteiro corlroarln
da thesouraria do Ceara" Anlonio Joaquim de Olt-
veiri, a nomeadopara o subilituir Joo Sanino piu-
sa de Lima.
Continua no senado a discassito do arl. 1\ di pro-
posta da fiacao de forra da Ierra, a esta' orando
o Sr. L>. Manoel.
ldanle Eugenio Anselmo, o lilho do excrivito do
jury, urna menina lillia da Jorge Scnmar e oulros, I
licaram miia mi menos qoeimidos oo mulllladiH : a
maior parte dos casos silo provenientes dos tiros de
roqueira, que lio incouleslavelmeule o man barbara,
cjniro e prejudicial brinque lo que se lem al agora
desroberio.
Parece que ja' era tompo de prescrever *emellian-
le diverlimentn, as*i*n como se prescreveu o Jogo
d'agaa pelo entro lo ; lano mais quantu a experien-
cia inoslra que o jogo d'agna nunca apreseulou em
lao grande nuraeio us casos funesto* de caria auno.
Redro ni aos ineus antece-soies nssla correspon-
dancia, que honra Ibes spi i frita, senipre registra-
ram e pmlligaram o uso do< fogoeles a o. seus re-
sultados perniciosos; nesla parle aloplo lodo o pro
graiami. Lmpouco de atforco da polica e da inu-
uicipalidade, auiiliado pelo apoto, que medidas oes-
te sentido cnenntram sempre da parle mais sSa e
illu.Irada da popularan, lorian natural a suave-
inania conseguido am pooeo tempn a cmplela ex-
linrejte desle barliarismo.
Ja' que fillci ,ia polica e municipalidade, devo
referir-lheque o l)r. Jos Tavares Bastos lem mos-
trado nimio, bons desajos de por a- coosis em ordem
(fallo da polica da capital); ha aisim qua os scae
tain-se flato em papos do aranha com aquella inte-
gro magistrado. Logo que as.umio a direcrao inte-
rina da polica, S. S. manriou vir a' aquellas funecionarios da nossa illvislri'iiina, e lez-
llies sentir as disposici.es em que se achava a respai-
lo di polica da capital e limpeza das na*, que
iqni para nos, he vergnnhosa.
Posteriormente eonsta-me que observando i con-
tiouacao do mal, commumeara a' cmara municipal
o que havia feilo, a pedir o seu concurso am ordem
a infundir mais ictividade e zelo nos fiscaes. Nuda
se lem alcanzado apezar disto, e, rin hora, n'ueii, i
m'tiri, davo dizar que os fiscaes ealSo materialinen-
la imppossibililados da satisfaiar ao desidertum;
temos apenas dous para todo o servido di cidade,
qoe cjinprrben.le tres freguezias nao pequeas, a
sobre bis), fallam-nos guardas arbinos, muniripae-
oo pedestres qoe os aunliem ; filiam fnalmente n
bracos que mmiv tu a limpeza da culada b as vis-
tas dos flscae*. os quaes uem aolomaclo lem para
la daspezas que este sitvqo eiiga quan.lo se resolva
f i/.'-lo por meiii dos prelns de galillo. He preciso
pin- corlar o mal pela raz, e einquanlo i-l se nao
lizersen' inulii poider papel a lempo cora ordens
para aqu e olimos para acola'.
He linda sol) as esradaveie impresses que re-
cebi li iii ni, a-sislindo a urna festa rollegial, q-.c
levo da penua para noliciar-lhe o conceilo que na
npini;i.i geral vai ganhando o Albeueo Paulislioo,
estabelecimenlo de imtruccao elementar, fundado e
dirigido pelo prestante cidadio o Sr. lolio Mananno
Galv.to de Oliveira|l.acerdi He ein um va-to, drcenle
a bem smtpfiada edicio que o Sr. Julio Galvilo es-
(abelereu o seu collegio ; aclivo a inlelligniie, lem
procurado por lodos os modos a seo alcance ollere-
cer aos para da familias do interior e mesmo de ou-
tras provincias, um meio conveniente e eflicaz de
preparar a mocidade para qualquer rarreira a que
se proponha.
A supeii indade do collegio do Sr. Julio Galvao
nflo consiste si na capacidade recominendavcl de
seus profesaores, nem uo syslema a disciplina que
cunsegoln imprimir no eslabelecimenlo ; consisle
especialmente na afl'eicao qua cunsegoio inspirar m-
tre 09 alomnns, nos cudalos palernaes cjiiii qua os
vela a na intelligencia com que sahe proporemnar-
Ihes dialraecnes com que os insiroe recreando.
Feilas estas observares pa-so a noliciar-lhe que
honlem, n'um thealrinho agradavelm'nle armado
em um dos saines do collegio. Ive lugar pela se-
gunda vez a representado da Ires comedias, que
foram desempeohadas pelo< alumnos com verdade-
ro talento a goslo, que moilo agradou ao numeroso
concurso de familias a ptssoas gradas da capital, or-
eando por urnas 400 pessoas, iiiitaudo-se entre estas
o Eira, vice-presidenle e outros funecionarios pu-
blicos.
f>lo me faret cargo de descrever minnciosamenle
o aaseio e boa ordem que rciniu duraole a noile,
poi- qua isso seria abusar da paciencia de seus. lei-
lores : devo porem referir qoe lodos se retiraram sa-
lisfeitos e convictos de que o collegio Alhrnn Pau-
listano he um eslabelecimenlo mullo importante e
vanlajosn camira das lellras, nao s p.ra a capital,
como para o interior e provincias vi/.inlias.
Passar de om collegio de insiraccao elemen-
tar para a Facoldada de Uireili n3o me pirare que
importe om sallo mortal ; ao conlrano julgo seguir
par e pasto o maslra Quinliliano, cumprinlo na me- j tal levou I i lloras
Ihof ordem qui m fr po qoisilo, que he a ilisposifAo ; consegoinlemenle no-
licio-lhaque ha dias foi distribuida urna relaco im-
pressa dos estadantes qoe se malricularsm nos di-
versos anuos lerlivos da faculdade, conteni as na-
turalidades o filiares.
Pelo quadro abano, que organisoi visla dessa
rela^ao, conheca-se o numero dos mairicolado* em
cada anno, a suas naluralidadas. Ale aqu era a pro-
vincia e corle do Rio da Janeiro a que contribua
com roainr numero de seus naturaes paia os bancos
da Facoldade : agora porem v-se que a provincia
da S. Piulo lomou a dianleira. Isla denota que a
popular ui vai crocendo, e com ella todos.
pelo \icio contrario, liavcndo sobrecarrogado a com-, leaons de um depulado novel que quer galibar ( que oblara dos depsitos do governn, pondo-seas-! Levanla-se I esSo la II \fi bons di
pinhll de novas encargo*, que a iuliabiMlam para
coulinuar na preilaeSo dos tervicoi a que a compro-
inrllera.
o O laclo averiguado pela coii.missan mediaiite
mi' cao ; nen, nie'mo velo mala que o paquete da infortnacoes ollciaes que nbtivrra da secretaria do
Boropa devii trazar. O qoaiame por aamalhanla imperio e direclamenla do presidenle da comnanhit
f illa lem recalii lo na adminimraciVi do correio das^a | de que desde a exeeucao do novo conlraln, a qual
corle, qu, na reilidade, parece ser a rasponsavel I comecara no 1 de Janeiro de 1855, nao lem esa com- j proenrar o mains de igualar
por -i'u i Uiuiio I lia. e que merece alenma e\prn- panhia, al o presenta, dividid., mu real de seus lu- I mas provincias a condicil i da
s. peihui no Rio Grande de juiho de 1837*
O iGuanabaria enlrou honlem, sabindn para Mon
levldo poucas horas dapoia. As errlai que trouxa
d.ihi foram am numero o 30, que lem cansada ad-
Nalunlidadrs.
Anuos lectivos. Total
Continuoo hoja na cmara dos depaladoi n dis-
cusiao do requerimento no Sr. Cunha e Figueiredo ;
orou oSr. Ilian lo, e o aulor retiran o seu requeri-
meulo.
loi approvado o parecer da commissito especial,
nomeidi para dar sua opioiSo sobre as causas da ca-
reslia dos'eneros alimenticios, padindo ao governo
lodos os estudos a inqnerilos a que se lem procedido
com eemelhunie fim.
Foi approvado em primeira discossao o projeclo
elevando a' comarca de segunda eotrancia a comarca
do Bonito, am Pernamhuco.
Na hora am que escrevemos. discale-se o prujecto
que eslende o beneficio da navegaran a vapor do nor-
tea capital du Espirito Sanio ; orou o Sr. Pereira
Piulo, e esta' na tribuna o Sr. Brandao.
lo 2 3 4o 5o
S. Paulo. . , 81 18 11 23 '22 105
ftio de Joneiro 1!1 21 18 18 1<> .,)
Minas Gerars. 17 10 n 18 11 t!
I i, -) t i;i
i'.i.i Grande do Sul. . 4 > i 1 ii
1 1 I i i 1 1 i n
Malo Grossu . 4
Govaz , 1 -> 1 1
Sergpe. . . 1 -> 1 1
Santa Calharini 1 i -'
Ceara' , 1 1
Alagaa. . o o
Peruamboco . i 1
Parahvba . 1 1
Piauh'y . i 1
Nascidos forado imperio ... 1 2 ... :
Sommas. . 76 58 58 6S 58 i\H
O paquete Guanabara, di linha da Sul, enlroo
esta manhaa. Trai dalas de Porto Alegre al 4, e
do Rio Grande al 8 do crranla. Nada de Impor-
lancia occorrera na provincia de S. Pedro do Sul.
As utira, da Montevideo forim anlecipadas pelo
paquete 'nglez Prince.u
13
Coalinuou honlem no senado a discosrao da iro-
posla do governo usando as torcas de Ierra. Ora-
raro sobre o arl. 1., depois do Sr. 1). Manoel, os Srs.
Miranda, Siuza a Mello a ministro da guerra, a so-
bre o >., os Srs. Silvera de Molla e ministro da
gnerra, tirando a discussao adiada pela hora.
O Sr, barao de Antonina iprasenlou na hora com-
pleme um orojeclo para a ailraccao da 10 (otarias,
cojo producto deve ser applicadu a' consIrorcSo de
um monumento no campo do Ypirangs, da piovin-
cia de S. Paule, qoe alteste a apoaa da independen-
cia do Brasil.
Ucpot do Sr. Brandao, que eslava na tribuna
qoando houlrm escrevemos o resumo para o Sup-
pleiueuto, o aiuda orarain os Sra, ministro di (alta-
da, Pedreira, a Silva Miranda, sobra o projeclo que
eslende o beneficio da navegaran do vapor do norte
' capital da provincia dn Espirito Sanio.
O projeclo foi approvado am lerceira discussao
com duas emendas, a primeira doSr. Pereira Pinto,
para qua se algum oulro empreiario realisar a nave-
gado d que Irata o arl. 1., obrigando-se a eslen-
d-la at o porto de Caravellas na provincia da Ba-
bia, a eslabelecer duas viagens roenaes da ida a
volla, possi o governo preferi-la pan o fim referido
no citado artigo, acrescentando-se, se assim se con-
vencionar, qualquer outra escala nos porlos da mea-
mi provincia do Espirito Sanio filero.' da c dado da
Victoria ) onde maior deanvolvimenlo ttnha lido
a agricultura, n commercio, a a colonleacao ; a se-
cunda do Sr. Silva Miranda e oulros, lomando ex-
tensiva i' provincia du Piaohy a diaposico dos ar-
tigo* antecedentes, devendo os paquete, locar uoma
das barras do rio Parmhyba que o guverno desig-
nar. Esta disposicao cessar tofo que esliver em ef-
laclividade a companhia da naveg.ic.lo a vapor que
se erganisar.
laitruu em segunda di-cus'.ln o projeclo que au-
torisa o governo a emprestar 4(M):()U090(IO a' compa-
nhia Pona da Arel. Foram apoiadas Irea.emsndas :
duas do Sr. Viriato, sendo a primeira para jue te
empresto limbam 100:0009 a companhia de navega-
|,u lluvial vapor da provincia do MaranhAo, am
favor do eilabeleciroento de fondicao, medanle hy
iiofhaca do mesmo estabelecimenlo e um jaro de t
' ; segunda, para qoe, se o projeclo patsar, e icras-
eente leoal quanlia, ,400:(KI0!j aob as meimat con-
dirOet, fabrica de algodao.Todos o. Sinloses-
labalecid na cidade da \ lenca, provincia da Ba-
bia. A lerceira emenda, do Sr. Alcntara Machado,
pede que no projeclo em vez de 400:0005 w diga rs.
:l0O:0O0.30O0.
OSr. Marlinbo Campos requeren que a discutan
ticasse adiada al virem informacoes do governo so-
bre o a-lado da compauhja antes do incendio, sobra
) itiinliim do prejuizo causado por asa, e deiuoiis-
IraeSa do asalo actual da cooipauhia.
Nao sa volon, por nao haver casa, eila reqneri-
ineiito, cuja discussao licou encerrada.
Nao be s< as eleicoas para vareador, eleilor
ou depulado que se olxerva a cabala em maior no
menor rucila. Era S. Paulo vai-ie inlrmluzimlo es-
trodozindo esle bello costme em ludo qu8iilo he
eleicao, e por isso obsarvou-se ha dias nma arlivida-
de fura docommum em eerlos individuos; averigua-
do o negocio, era porque eleicao dos mesarios da
irmundaije da sania casa da Misericordia leria lugar
a 28 do cnrrenle, e alguns individuos haviam re-
solvido desalojar os intigos mesarios que de lu moito
s3o sempre reeleilos, e pira esle fim organisaram
com ou sem conhecimento dos cindidatos umi lisia
assim compona :
Para provedor, l)r. Hippolylo Jos Soares de
Souza.
Para eserivlo, Jos Xavier de Azevedo Marqncs.
Para ihesoureiro, leuenle-coroiirl Chiodio Jos
Pereira.
E oulros para os diversos cargos da irmandade.
Comecada porem a cabala, reconbeceram que a
grande maioria da irmandade nao eslava disposla a
innovacots, e dos 128 irinflos que volaram fortm
reelcitores por 17 votos lodos os anligos funeciona-
rios, ron(ando- os srguinles :
Provedor, barao de lcuap.
Escriv.10, capilSo Jaime da Silva Tclles.
Thesoureiro, Thnmat Luiz Alves.
Tratando de eleiees e de caballa, devo dizer-
Ihe que os candidatos a' provincial comecain a por as
huta-, porque a 15 de oolobro devem na forma da
lei conrorriT os eleilores *a ornas. Aproaeilo a
occasiio para raclilicar om erro qoe ltimamente
cemmetteo o Cumio Paulislsoo noticiando es-
la eleicao marcada por acto da presidencia para o dia
2 de oulubro prximo, llouve sem duvida equivo-
co, ou lapso de penna do redactor ; a eleifga pro-
vincial be marcada por lei para o dia 15 do referido
mez, e nSo poda a presidencia altera-lo, como aci
que nao allcrou.
A eleicao do suppltnte pelo 8" dislrcto desle pro-
vincia, que foi auiiullada pela cmara temporaria,
tambem foi marcada para o dia 15 de agosto prxi-
mo. A este respeilo diz o Arauoyaba que o l)r.
Francisco da Cusa Carvalho, juiz de orpliAns desla
capital, parti as rinle para o Rio Claro, afim de
fazer-ae alegar supplente. Ignoro o fundamento
deite acert, c sei que o Dr. Costa Carvalho acha-se
na capital, apezar de me parecer milito natural que
elle, bem como qualquer citladao habilitado, prefan-
da as honras da eleicao, inclusive mesmo o Aratsoy
aba, que, segando dizem, lambem he candidato a
o1 re.enlamo especial dos inleresscs daquelle dis-
lrcto.
Em Il, segundo annOnca o l inte e cinco e
Marco vai am breve aslabelacer-se um collegio e-
clusivamente destinado A edoeaco do bello seio, que
como diz aquella fulha, acha-se qnasi exclusivamen-
te privado da inslrurcao nu interior da provincia. I)
nosso digno prelado, aoiilndo em seus louvaveis de-
sejos pelo phil.nlropico Rv. vigario Miguel Correa
Pacheco, vai pr por obra este seu auligo desejo, al
boje embancado pela deficiencia de meios peconia-
bratjlo se por ventora por del-ixo ou incuria dailon
de enviar a correspondencia da F^uropa.
Honlem foi posla em aajMOtjIa a nova tarifa na al-
fandega desla cidade, e compre-me fazer agora mi-
nbas relleifies sobre as tristes circunstancias da seos
einpregadus. Tendo o governo oonsciancia da defi-
ciencia da recolta pela grande reducan dos direiloa
as malarias primas a gneros alimenticios, pois que
pedio que fussem elevados alguns nnposlos, afim de
cobrir essa mesma deficiencia, como be que nao pro-
cura remediar a posicao dos empreuados, que sem
duvida sollrerao nos seus vencmenla-, que ja sao lao
aonhecidamente mesi|uinbos ".' Como qliar que baja
zelo e dedicaran ao trabalbo, se este e>l muilo alin
da recompensa 1
Como quer o governo qtia om guara da alfands-
ga possa viver com familia, percehendn mensalmen-
le a quantia de 259 am um lugar onde os gneros
a limen'irio- eslflo por um prec-> astraordnirio? NAo
fui o governo autorizado peto arl. 2M da lei n. 514 de
'28 de oulubro de 1848 a augmentar o ordenado dos
guardas da alfanriega e consulado ? o qua lem feitn
no longo espaco da 9 anuos, que ainda nao arhou
um momento para suavisar n sorle desss infeliz cias-
te, sem garandas e sem fnloro ? porm como ha de
sor se cada um cuida da si ; e para prova ah est a
lei n. fii7 de 7 de agosto de 1852, augmentando os
vencimenlos dos Srs. uministros de estado, presdan-
les das provincia*, ministro* do sopremn tribunal de
juslica e d-sembargadores das relacnes
Nos Estados- Unidos um suarda da alfandaga lem
:i,000 pesos por anno ; na Franca 10,0110 francos, e
na Inglaterra 300 libras em moeda sonante, e no Rio
Grande percebe :t00> em notas Vcja-sc mismo os
VeneimentOS do inspector a mais empresarios ; como
be que tendo o decreto n. K70 de '22 de novemhro da
I8i| elevaito a provincia i categora de primeira or-
dem e primeira classe, os empregados das alfaudei;as
aiuda r-1.i i perrebendo os vencimenlos cuino da ler-
ceira classe pela tabella que acnmpanhou o regla-
mento de 22 da junho de 1836? pela sua categora
nao sa elevaram os vencimenlos do presidenta, Ihe-
soorafil, etc., como pois admiltir tao manifesla des-
ieualdade que frre lao de parlo i direilos adqui-
ridos '!
Recorra o Sr. ministro da fazenda a os dados esla-
tislicos da alfandega daqui a da de Santos, qua he da
lerceira classe, ver comparativamente a completo
desigualdude dos venciineulns doa emnregidos ; os
daqui com o duplo do Irabalho, porque esle be re-
gulado pela importancia do rendimento, parcebem
menos lu por % que os da de Sanio*, com muilo me-
nos qu- fazer, a sendo all os gneros alimenticios
por preco< cuja difierenca ha asaki sansivel.
>ao precisa ir a" provincia de S. Paulo para mos-
trar esset grandes desconchavos. At|ui mesmo na pro-
vincia, como seja as collerlorias desla cidade, Pel-
las e mesa de rendas do Jaguaran, os seus Chetos per-
cebein melhores vencimenlos que o in-peclor da al-
fandega daqui, coja arrecadaco daqnellas nao exce-
dem a 40:0003 a desla excede a mais de 800:000? !
Agora calcule a responsabiliriade moral e real de ra-
da um, a dir' se niss i nao ha una imprevidenca ou
descuido administrativo com semelhanles .anoma-
la* !
Os miMIares scahsm de ler malhnramenlns, e por-
que pnr ser ministro da guerra um militar, que cn-
nliccia de parto as necessidades daqoellei, que per-
tencem a' me-ma classe. Se por ventura a cargo de
ministro da fazenda fo*se aiarcnto por quem fosse ou
lives li^ao de fazenda, sem duvida leria o rollado de me-
Ihorar nao os vcucimenloil, como mesmo o fuluro
desla classe, que enlre mis nafa goza.
O discurso do llr. MendonVa a respeilo da llana
foi lido com viva satisfacao. Veremos se a depula-
c.io daqui be ou nao unisona ero um assumpto da ton-
ta magntude, que aliona os iilteresses e o futuro da
provincia, ou sa desvairada, cpmo sempre lem an-
dado, nesses lurhilhes da poltica mesqiiinba e in-
dividual, se sacrifique as ronvhWes e vitara interes-
*cs s paies desenfreiadas que' ainda pos.am domi-
nar a alguma fracc.10 delta.
O vapor Calas na sua primeira viagem a' ripi-
e no teu regrasso as mesmas ho-
ras ; pnr conseguinte no vern, Vabiiido daqui as 5
horas da manida, s 7 da larde estar' Tundeando
em Porta-Alegre, fazendo assim a viagein de
a sol.
O mnvimanlo commercal tem se tornado nllima-
maule muilo animado, devido lo numero de 57 na-
vios entrados no mez lindo-. O mercado fornou-se
abundante de um dia para nutro, e os compradoras,
a' visla do deposito que existo dos ganaros, arrefece-
ram na expectativa de ilcancarem baixa mis gne-
ros ; pori'in os importadores rombin.iram-se e esta-
heleceram precos fixos, que s serao alterados qoan-
do por ventura as entradas forera progressivamenle
em augmento.
(1 macar, o seu deposito nao be menos de :10 a
10,000 arroba*, e be o genero que abon.la em maior
escala no mercado ; o seu preco para o bronco lem
regulado de t? a <5800, redondo de 59 a 5?*O0, e o
mascavado de ?l(H) a 4?"iO0 segundo as suas quali-
dadep.
O vinhn do Porto lave maior movimenlo nos des-
pachos da alfandega do que no consumo, devido ao
augmento de 20 rs. de direilos em calala, segundo a
nova tarifa.
A entrada da cachaca foi de (107 pipis, regulando o
seu preco de 220 a 2.',l) rs. Caf, a sua entrada foi
regular, porm ponen procurado por ser da quali-
darie inferior ; o preco lem regulado de i.5800 a
65000.
<)s arqueadores, a' visla da ciquadra que entrn,
lurnaram a nccnpar urna pnsirSo mais vaulajosa. O
.arque ja' esto'de S-? a 49200. llavia-se vendido a
.'!.">8IH) e a prazn de 2 mezes. Caso virgem no Rio
tiran le foi esle de se Harem os producios do gado ;
qoando o pagamento nao era idianlado, ao menos ara
a' villa.
Os couros lem subido a um preco fabuloso ; os
seceos tem regulado a .505 rs. e o* salgado* a 235 rs.,
a sao procurados ; a sua exportacao nestes ultimes
mezas lem sido muilo imprtame.
O Diario boje publicou o rendimento das repart-
cO'.'S fiscaes desla cidade e villa do Norte, e acban lo
de alguma importancia pelas suas sommas aqoi Irans-
creve :
Exercicio de I83(> a 1857.
' popolaridade sellando rivalidades entre a* pro- sun am rilarnos inmediatos cora os seus freauezes; nhaa.
rlncias, 'croo usado por s. Ei. ni toa obra Historia dos _____
Se exisliisa e'-c riume (lindado em causas reae, Banco- retacn muilo uleis, milito convenientes, .
em padccinienlos verdadeirns, o orador nao quera- qoe nein iqoella aslahalecimeuto nem oulro qual-,
ra exciti-io, mas acalma-lo, porque vendo o diffa- qnar deve perder jmala.
rento modo poique aram tratadas as provincias pt- O orador corrobora a snaoplniao rom o que s pas-
la Intliliiirao do Banco e mo pelo governo, devia ou ltimamente no Banco de Inglaterra, onde te
eondic/Sea das raes- augmenlnu o juro nos adiantamentos felos sobre os
re nes-e ponto. fundos pblicos, aperar de ollerererein maior garan-
psRiAaauco
em meio circulante metallico, lem sido ubrigada a I fazenda sobre o quo a tal respeilo pretende fazer
mine: ler em miro 8H0 ou 1,000 contos de seus ea-j quando secular a sua medida,
pitaes, que podia erapregar em favorecer a colonli- I -Nao hasla que S. Ex. diga que se d liherdade io
cao e em augmentar as diversas fnntes de sua pro- j ministerio, qua a contrato por elle celebrado ha de
iluccSo. O Rio de Janeiro, he aerdade, tambera com- tervanlaj)o. t) Sr. ministro he por sem duvida
pra uuro com a sua producan, mas nao o emprrga muilo digno da confianza do senado, mas ha assuinp-
como moeda, nao caplivi toda ea produrciVi para los que nao sa padem considerar por forma alguma
oblar asse meio circulante despendilo, porque lem de confianca, a nesla parte o orador seeue a doutn-
a
cros enlre o ncciouislas da empreza, pOl sem duvi-
da em evidencia a situadlo critica am que se acha
acliialmcnle aquella companhia.
A pruposcao que nos ltimos dias da lessftn pnsv-
sada remelteu ao senada a cmara temporaria, da
qual se oceupa agora a commissan, encaiiiinba.se a
remover too serios embarazos, |iara qua a compa-
pbia do Amazonas possa bem salisfazer os impor-
tanles fins da sua crearSo.
O prasi tanta da companhia. a quera ouvio a
eommisalo particularmente sobre o Ihaor des*a pro-
videncia, he de opiniao qoe o servico da navegaban
por si s nao podera' sostentai-se no p em qoe o
organisou o ultimo contrato, sem que a suhveiican
pecuniaria com que he actualmente auxiliada acom-
panhni, ua importancia de 4l2:Ol>09000. seja aug-
mentada com a aridicao da mais 20t):U009000. (Do-
cumento A.)
Pelo qae respeila a rolonis*c,ln, pen*a a com-
miiao, de accordo com o reter'ido presdanle da
companhia do Amazonas, que es-e objeelo deven'
ser alltndido pelo governo era om contrato espacial
Hilen menle desligado do qua houver de regular de
ora am dlanle o servido da naveglo, o que alias
tora previsto na prnpoic.5o da nulrn cmara ; qnan-
to ao servido di navegado, nao obslmle recotihe-
cer a eommi*sao a possibilidadc de aer|ella reorganisa-
do no p da maior economia, denlra da subvengo
pecuniaria com que he acloalmenle anxiliada a com-
panhia, hesito ella todava em prop. a adopcan dea-
ai expeditnte em que sobre a sua conveniencia seja
ouvida a opiniao competente do govsrno.
He pois a commissao de parecer qua o senado
adopte a proposicao da cmara dos Srs. deputados,
com as modilicaciV- qoe am sua sabedoria julgar ne- \ polhese. Se o mercado abundarse de eapllaei nao ha- lancil que Iba da', pelo nexo que v enlre elle e a
cessarias, sendo convidado para assittir a di-, u- o.
delta o ministro conipeleule.
Paco do senado 22 de juiho de 1857.llaptis-
(a deOliveira.C. Cameiro de Campos.Silva Fer-
raz.
.isa- iaai\?
dil llio 1.a batalbau da infanlaria di :mi
da i.i-1.mal non guarda para a procntlo de^o--
N
Mas como lu possivel que o nobre sanador nao lia do qua at letras dos parlicolare*.
concorde era que a condicao ha mais de-favoravel as; Ennumera depois as vanlactin concedidas pelo i
provincias que leem de servir-se de um meio circu- governo francs ao llaneu de Franc uo ampre-limo | aasinoraldo Carino, e na voMapira o-e i quarlel urna
lana metallico do que aquellas que o nao rmpre- concluido ha pouco com asse estabelecimenlo. uni i deseiifrijada mullidao de molrques, at Ceses preprt
gara '.' Todos saliera que o meio circul-nto metallico idas quaes ha nao ser o ine-mo Banco obrigado a pa- raeol ditas, da toriedada. pnueipiou a dar fuo..,.
ubriga a maiores despazas. A provincia da Babia, gar juros pala (olalidade dos deposilot que recebar ', mitos aiviva a lle.panha, morra a oliria. e d-
por ejemplo para strvir-sa da 800 on 1,000 cunto do tlieauuro, e inttrpella depois o Sr. ministro da i'*'.raaoeira. ,que algumas pessoas*. qoe eeeastr-
- r.i-i.io ouviram a gi llana inlernal, reliraram-sa
luslldoajpari nas ca-as, supp.in lo algum mon-
manlo gjneroso conlra ellet. O olli-ial que CtM*
mandavi a guarda, julgaudo prodenle mandar paral
a inoaioi para nao fiear depois embrulhido em alara
ma Lirrapalada. assim o fez, anaindl imn.e-
diillinele o* gritos furio.o* ds diletante' azevirha-
do*. Movamos mudo a piudenria de*e ..II'kI
t% vbk llinu toiiuioini- usbc-|>i, aa-a iuev| ,.,i|- -- a t .-^_. (< .. -, -i.,, .... ^.. y I I" *
facilidade do crdito. E por esto occasiao dir que na do nobre ministro quando era menibro da oppn- preterimos mar privado de OUvirmo, un,., belto
causa al cerlo ponto de que as provincias nao le- i sicao. E pois deve a tal respailo exigir algumas de- "usica aloovir vivas e morras, como te etlivastemn-
nhain os astahelerimentot de crdito necsarios. or- claran,... i h.bito.idb ora pan seivagen, onde quem Iba parar,
gauisados da forma que possam supprir os saus mer- Primeira qoeslao : o governo ha deexigr juro ou lKr,u *,,f e morra, aam qoe naja Paja quem Ib- re-
cado com nm meio circuanla menos despendioso n.lo ? Segnnda : esto juro sei de leda a quaulia dn i ponda o com a chbala ou rom a cartela,
do qoe a moeda matallica he o Banco do Brasil, oo deposito ou nao Terreira : porteo noure ministro Co >iln-noi que diverso* moradores da ra
o ten privilegio. Plu projeclo, lal qual se arha.julgar-e aulnrisado a linP*r" repietentar.nm I lllm. cmara monirip .1
(Esta proposicao suteila vivas reclamaces pnr declarar que su rtetber juro de urna quanlia e au P"r" 1oe P'ovidenciasie em ordem de na., .eren,
parte do Sr. vi.conde de llaborabv, e a troca de de toda f Piao pode. E nao licai saira o Banco am commell dos por molesliat proveniente, d.. miasn.a.
algumas expliraces enlre este nobre senador e o grandes embanco, nao perder grande sommas ?' axbala Oes ptrida, que rasplram do rb.rrc, q.
orador.) Nao tora lito com qoe o Banco nao receba man da- i lund' de '"oiiacSet deixou a rslndi de lar
O nobre scnidor palo Rio de Janeiro, continua o psitos de particulares E nSo sera' um grande mal ro ao lo'1 rta referida ra, a m-.ino pan lomar al
Sr. ministro da fazenda, ndmille em (liare o princi- P"ra o publico, para o commercio, quando be sabido ; """* '"idida i respailo de um cerrado de meder,
pi de que ai notos depositadas as caixas dn Ihaaou- que dos depositas resultam as reltcoes de conlas cor-' uppostojjooio ios porU*es .le san. qnmtoea, lin-lbe
ro sirvam de allivio circulacao, admille qoe pos- rentes, de ficilidade de crdito, que sao indi-pansa- l0(,i' senanliapelo miaar de toat rasa, a lando
sam servir de meio circuanle, mas nao na hypnlhc- veis aot negociantes .' yroente os meimos h,hilante, requerido pira que a
se de que se traa. O nobre ministro nao dave lavar a mal que elle
O orador entend, pelo conlrario, que se em al- orador encare o projeclo desla maneira. I a/.mln .-,
gom ra via necessiriade detles ; se o meio circulante fosse prosperidad* do paiz. Se falla a.siin, be porque en-
excessivo, nao havia neces*idarie do deprendimanlo leude qua o projeclo imparta orna verdadeira rafor-
de-le meio circuanle guardado as caixas dn thesou- roa daquelle estabelecimenlo, que ha de | r em jigo
ro. O estado he anormal em que".' Porque fallara todas as suas molas.
Illm. d solucao a essa represenlacao. alias jotla,
anula na. nbliveram o menor despacho de** rorpo-
racao. f-lvaz que tenha havidu asqueciment., pan
qnan i nio podamos crrrque a Illm. manicipalil.
de meno ipreza as repretcnlaceea oot aaas uiuuin-
pes, dev ndo velar .obro o seos intorewei ; a a
cmara i 3o fossa romposto de membr... ton bul..-,
diriamoi que a tal represenlacao rom reqoerimenlo.
ou porque sobram capilaes? He porque (aliara, diz Ligadas com o projeclo considera o orador mnilas I '"I" torvnio de calcos oo de papel da emhiulho
Fica sobre a mesa para ser tomado cm considera- o nobre senador ; logo e< minia que o Ihesonro possa qo-sles imporlanles que ainda nao (oram solvidas Cnnbam n muilo na circuinpecr.l.. do Sr. raiaa-
ao quando e tratar da proposicao resperliva. occorrer am parlo as necessiriade do mercado Ira- palo nobre mini.tro. nslis pa a nao crermns em lal, | olenrio o autora.
O sr. Presidenle declara que lem lugar a apresen- zendo-lhe o-e. ;{ au 1 mil cr.nlos. il 8. Ex. qoe o Banco do Brasil he o que malhor da ,neDC "l",a repre Alfandega do Itio Grande
du Noria ,
Colleclorii geral........
Mesa de rendas provinriaes do Itio-
Grande..........
Masa de rendas provinciaes do Norte .
966:6819771
791:8I97I8
1,738:5019*89
38:3319367
373:2319039
7:3489610
Pelo que se reronbecera' que o commercio da pro
vincia nao esta' uesst decadencia pelas mil labal da
faina apiegoada, porque sendo as alfandegas o bar-
metro pelo quil se deve regular o moviincnto rom-
inerci.il, sem duvida ninguem negara' qoe elle be
assaz Itsongeirn pelas ricas verbas de receitas que a-
preseiilan as repartieres arrecadadunt, Tolavia
concordo que elle seria mullo mait talnfaclorio se
por ventura o contrabando das froiileiras a a nossa
tarrivel barra nao eslorvsssem a sua maior prospe-
ridade.
Amandas s.lo e*peradot as vapores da Montevideo
a c.ipiial da provincia, e tara' muilo ccrlu nao poder
dar-lhe noticias de ambos os lugares devido ao fe-
chmenlo da mala e mesmo por nao qoeier o Gua
nalum espenlicar qualquer mocao de sabida que
se ollore, i.
'
Nem o ..(.axias... nem o Gnanahara apparece-
ram boje, p*li> que lenlio lempo de cominunicar-lbe
que, com quanto nao tivesse sido approvada na reu-
nio da assembla geral dos socios da praca do com-
mercio, na sessao- de 5 do passado, que as raoedas
nacionaes de ouro da 20e corresseni na praca com o
agio de III pe cenlo, islo he, no valor imaginario
de 2234KX) rs., todavia alguns negociantes tomaram a
i -olii.; iu, par meio de um convenio, de pagarem a
receherem as mesmas muelas pelo valor de 22.TOO0
rs., islo desde o da I" do cnrrenle.
Allegam os assignatarios que, atlendendo a' esca*-
sez das moedas, de qoe muilo se resenle lauto esto
praca como a de Pelotas, falla qua dillicolU, senac
prajudica, lorias as Iransac^es qoe devem ser elTec-
tuadas nessa especie, resolvern!, eir.quanlo assim
for conveniente, recebar taes moedas com a agio de
10 por cenlo afim de facilitar essas mesmas Iran-
sacces.
Nao quero ir adianto sobre om assomplo de tanto
gravidad ; pois parace-nie que, vigorando e*la me-
dida com loda a sua torca, ainda que illegal para
mim, os bilbeles do banco, e mesmo us du Ihesouro,
d-vern solfrer deprecia..ao.
la.ao de requeriraeulus, indicaccs, projeelos de
lei, ele.
O Sr. Ferraz loma a palavra para saber seja fo-
ram reraellidas mesa as informa .'-s por elle ora-
dor pedidas o anno passado sobre pagamentos de gra-
lilica.Oes ; e dando-lhe o Sr. primeiro secretoo
um.i rasposla negativa, faz algumas observarles em
que censara enrgicamente o gabinete Iransacln por
essa falla, que julga inloleravel em um paiz regido
pelo -v-hiiia repiesenlativu, em que ot ministros
tem o rigoroso dtver de prestar lodot ot esclareci-
inenlos qoe em malerias deservido publico Ibes fo-
ram exigidos pelas cmaras.
O Sr. Ministro da Fazenda diz que nao sabe os
motivos por que e*sas informarvors se nao preslaram,
mas que he de suppor que provenhgm de difllculda-
des da repirticao, e nao de nao (ar o ministerio (rall-
ado deixado de prestar (oda a considerarlo a una
reqisicao do senado. Procuran' informar-se do
negocio, e assevera ao nobre senador que sarao re-
mellidas lorias as informacoe, que sa poderem pres-
tar a lal respeilo.
O Sr. Vizconde de Jeqoelinhonha, apoiamlo as
eonaidera.oea feilas pelo Sr. Ferraz, Itmbra lam-
bem dous reqnerimcnlo* que fez ja nesla sessao, pe-
dindo informa.oes sobre a estrada de ferro da Ba-
bia, e a respeilo da navegado do rio Jeqoeiuiho-
nho.
O Sr. Presidenle do Conselho responda ao nobre
sanador qua ainda nao leve lempo de examinar lo-
dos os papis que dizam espcilo as malerias de qoe
trato o sea requerimento, mas qoe o lem em loda a
consideracao para com a maior hrevidade possivel
dar conscienciotamanta as informacet pedidas.
O Sr. Wanderley defende o gabinete de que fez
parle das arguic,es que Ihe dirigi o sr. Ferraz. A
demora de que o nobre senador se qutisa proveio
de dilTicnlilades que appirecenm, c nao de despra-
zo pala requi-i.lu do sanado, nem porque baja so-
bre a materia alguma coosa que nao possa ser pr-
senle io corpo legislativo.
ORDEM DO DIA.
Continua i segunda discussao, adiada na sessao
anlecedenlr, da propositan do senado aulorisando o
governo para depositar no Bauco do Brasil c suas
caixas fihaes as sommas disponiveis no Ihesouro e
Ihesonrarlai da fazenda das provincia,
lia apoiada a segoiule emenda :
Supprima-se a allima clausula do projecloe
relinda! livres.Silveira da Molla.
O Sr. Sooza Franco diz que quando honlam fal-
ln no lim da sessa.i nao podo lomar em considera-
Cao todas as ubjerc.oes qoe Se apresenlaram ao pro-
jeclo, V-se por isso obrigado a vollar a' Int.una.
A medida em discussaoo est no seu entender m-
plamenle sustentada por si mesma, palos seus dis-
rursrs e petos de alguns oulros oradores, ruja argu-
mentoejh) nao fui abalada pela conleslncao do nobre
senador pelo Rio de Janeiro, acompanbadn tnica-
mente no seo empenbo por am nobre senador pela
Babia.
Nao sabe como o projeclo posta soffrer lana np-
posicao por parle daquelle nobre senador, quando
ha elle muito menos exlentivo do que urna medida
lomada em Pernamhuco, e que foi posto em exeeu-
cao sem a menor oppcsicao da directora do Banco
do Brasil nem do honrado membro, ei.i.lo presidente
do mesmo Banco.
E*a medida, decretada no arl. 56 da lei do orca-
mei.to do anno passado, consisti na autorisacao da-
da ao governo para celebrar com a caixa filial do
Banco em Pernamhuco os ajustes necessarins para
ella receber em cotita correte, vencendo juros, os
dinheirnt da provincia, fazendo os pagamenioa qna
se r.ni i.'iiciou ...em mediante cheques ou ordens dos
Ihesoureiro*. podando o mesmo governo para exeeu-
cao desla medida expedir todas as orden- a regula-
mantos urces-ario*.
Em eoneaquencia desla medida ot dinheiros da
Ihasouraria provincial foram drpolados na caixa
filial do Bastea, donde teera sahido para ot necessa-
rios pagamentos um limitaran de prazn, empregan-
do-se para isso (segundo be informado urna especie
de manejo, pelo qual nina entrada he snjeit ao
prazo de (10 dias dos estatutos, sendo lodos os fun-
dos re-i.lbiilns posteriormente considerado como
fundos da movimenlo, que enlram esabem von-
larir.
Ora, exislindo esle fado, qae n3o sotTren a menor
objercao como disse, nao era possivel esperar que
por parle d/> Banco do Brasil na corle apparece*se
opposico a receber saldos considenveis, deque o
governo nao ha de precisar tao cario, a que bao de
completar nos seus cofres dez e mais vezes os tsten-
la dias marcados nos estatutos.
I'em dito al aqni que a directora do Banco se
oppe, mas rumpre-lbe fazer nma declarado, e be
que pnr ora nao te sabe se ella si oppe ou nao ; a
opposicao tem sido loda do nobre ex pieshlenle do
Banco. He da esper&r pelo coulrtrio que essa direc-
tora aceite o contrato como muilo conveniente, e
com a mesma prnmplidao com qoa o aceitoo a caixa
lili-1 de Pernamhuco, prestando esle servico poblico
no inleretse reciproco da mesma caixa a da thesou-
raria provincial.
O Sr. Visconde de llaborabv observa qne se a di-
re-loria da caixa filial aceitn a condicao das reti-
radas livres nao cumprio o seu deverr, mas violou
a lei.
O Sr. Ministro da Fazenda diz qne ja expozao
senadujcoiuo en enlendia ela disposicao dat retira-
das livres. I'assando tal disposicao a consequeueia
era, se o Banco a aceilasse, propor a modiliracao dos
Klalulns, a qual seria appiovada palo governo, fa-
zendn-se depois o contrato de ama maneira satis-
factoria para ambas as partes.
Vallando ao exama da |medida, rpete o orador
qoa a* duas ra/oe que a jtislilicao so tra/.er ella ao
mercado o uso de capilaes inactivos e maio circu-
anle de qna elle lem prrrisao e que se conserva fe-
chado as caixas do Ihesooro.
O nobre senador pelo Rio de Janeiro quiz a prin-
cipio sustentar que as notas de|que se (rala, n,1o Ira-
ziam'rapilae* ao mercado, mas be islo quesl.,o;muito
debatida em qua o orador mo entrara mais.
Porem ao mesmo lempo, pira corroborar a sua
epinicio, dissa o nnbre senador qae esta nulas nao
represrnlavam operares efledivas da praca, que fo-
ram enjillidas em consequeueia da compra de eam-
biaas e de lelras sobre ss provincias da Babia a dr
Peruamboco.
Mat como comprou o Banco do Brasil, pergenia o
Repelindo o nobre senador tonto veze que ad- garanta offerece para laes depsitos. Sendo assim,
milito a medida em Ihese, mas nao em bypolhese, o pergunta, comn pretende o nobre miolro aceitar
orador esta' aolorisado a perguntar-lhequal seria nma ampluiao de aolorissrao lal que a habilite I fa-
a hx polhese '.' Ooando o ihesouro mo tive.se fundos zer depusitus em todos os oulros Bancos t
disponiveis ? Eutao admilliria aquillo que nao se Sem que pretend descortinar o estado de qual-
podena realisar. quer eslabelecimenlo, o orador declara que, por sua
Seria a hv polhese qoando esses fondos nao fos- \ parto, e-la' intimamente convencido de que o nobre
represen aco sera lomada em couirteric,au.
Fe .citamos o nosso amigo e patricio |>r. (u'"-
(ino Ju-c de Miranda, juiz inaniripal da Alaaaa.
por ter t .canario sem a menor letao ao liru qua Iba
de-fecharam. Se foi elle causado em virtode da >-
leridadel qoe azaree o nosso amigo no comprime!.,
dos seos]deveres, nao urruii.ha, Iba pedimo-. I al
opiniao ha algara lempo que nao ha no paiz rapi- rio noe ;' autorisacao he am retocan aquellas Banco
toes, eque em razio disso e do. riscos do fundo dis- 1u* oflerecem as eca.sanas garanta*,
ponivel (em o Banco sido obzadu a elevar a laxa O Sr. visconde de Jrquilinlionha observa, que se-
do seos joros. No entretanto S. Exr. veio decli-1 ria necessario crear-se ora novo estabelecimento qu
rar honlam qne em menos de um auno lem aug- ollerecetse as mesmas garanta qu off-rece o Bjn-
menladn os elTeitos de carleira do Banco em mais de i c0 do liras.il, o que nao seria possivel, porque n.1o
0.000:0005. O que prova ito aenlo qoe o Banco poderiam ter doo Bancos assim org.nisado.
lam adiado essa somma para empregar ni no mer-1 E por esto occisiao n3o pode deixarde notar, que
cado do Rio de Janeiro am um prazo too limitado '? j,0a0 quanto S. Exc. expenden a e-le respeilo, fu
Mat anda ha caira concluan. Qoal he o fim P?"> livrar-se da emenda do nobre senaior por
dat Bancos, quando, enlendendo qua osen fiado I Goya,
disponivel s(a' em risco, elevan, a laxa dosjurus
Diminuiros datroiilos. Ileso diminiiiodo-os qoe
Jiminuem a existencia das suas nulas no n-Tcado,
eque poem a cubarlo aquella fondo. Ma nao se
pode crer qua o Banco do Brasil livessa em visto
asse fim, porque ao passo que o Banco declaravn
que o seu fundo ditpoiiive) eslava em ri-co, e que
por conseguate romprii elevar os juro, augmenia-
va os desconlos. Por um lado iingmeiitova osjoios.
para dimiuair o descont, pnr oiitro elevava os mea-
mos descont pondo em risco o seu fundo disponi-
vel.
Sendo as-im, observa o orador, compria qae o
Banco livease recorrido a oulro meio que nao o ca
elevacan da laxa dos juros para garantir o seu fundo
di'punivel ; era preciso ler comprehendido qoe nao
convinha aproveilar-se da siluacao da praca, da ne-
cessidade das Iransac^oes, para tirar um juro mais
alio do que convinha, ao passo que n,,o garanlia
aquello fundo, O Banco devia lar remoliendo qoe
a erise era simplesmanla monetaria, que porlauto
devia ser pis*ageira.
O orador faz anda oulras cons deracuis sobr esle
ponto, dasenvolve depois as suas oninies acerca das
emprezas que exigem grande snmma .le capilaes a
sobre as circom.tam ias do paiz am relajan a es*as
empreza, e reslr.ngindo-se depois a' materia dn
projeclo, declara qua, corno se lem entendido que
o governo poda obler do corpo legislativo maior som-
ma de confianza dando-se-lhe facoldada para fazer
os depsitos am qualquer Banco qne oflerer as na
ressaria* garantas, nao duvida aceitar a aiilo-acao
ueste sentido, [x'este caso, porm, a clausula das
leliradas livres he mu,!, porque iicnham Banco que
nao fossa o do Brasil quererla tujailar-se a ella.
Portento, passaurio a primeira emenda be qu ad-
mille a segunda da sopressaoda claosulacom ra-
liradas livres, porque o governn nao ha da ser
vir-te contra o Banco to Brasil dease niaio, que
podara le de Ihe retirar o dl'nheirn de nma ma
nelra inconveniente nbrigando-o a sacrificio. Se
a emenda ampliando faculdade n..o for proposla,
ha prnvavel que elle mesmo a mande, oo peca a al-
gum de seus amigos qoe a redije.
Condiiindo, o orador felicita.su de que nao ha no
pai/ senao nma opiniao a respeilo desle projeclo, de
que com excepcao de moi poucas peisoas nao ha
quem nao reconheca as sun vanlagens, a que elle
orador propoorio-u nSo faz mais do que nflererer
urna medida que ja linha sido adoptada e qae ja
fon aceito do ministerio pastado pelo proprio Ban-
co ; medida de too reconhecida vanlagem que o
sanado ja a approvou urna vez, pela qoasi unani-
roidade de seus volot.
OSr. Visconde de Jeqiiitiuhnnha diz qna desde
que o projeclo foi dado pan a oidem do da enlen-
deu que sena judicioto da parta do senado le-lo
enviado a' rnmir is-ao de fazenda pira encinar
bem o seu fim a fnzer-lhe at davidat emrDdas no
cao que o objeelo o merecesse, sali vez por esto forma o intuito do nnbre ministro da
fazenda.
Nao lam am visla com asas palavras fazer nmn
censura ao modo porque se proeiden na casa. Se
nao tora o nobre ministro o autor do projeclo, alie
leria decididamente sido enviado aquella commis-
sao. Mas julgoo-se que S. Exc. pusiuia (odas as
iutormares precisas, que senhor inleiramenle da
materia oITcreeia o projeclo o melhor elaborado e
concebido que era possivel, e talle eulendeu-se dis-
pensar etsa consulta.
Nao passou pela i.lea do senada qua o nobre minis-
tro concebesseesle projeclo sem consultor,-em nuvii
o nobre presidente do llano..,u mais habilitado para
tfSr iiifermici.es sobre elle, nao quanto a' Iheoria,
porque acerca della o nobre mini.lro lem mostrado
que asta' muilo cima de todos, mat pela pratica do
e-t luden memo. Entretanto e.te esivlo nunca in-
1.1 romp lo pelos diefas das reparlicVs supremas,
relalivnmeiile ao chefe de qualquer oulra repart-
cao do Estado, foi preterido pelo nobre inini-lro,
que pralicou com o Ilustre presidente do Usuro
/.quiln qae nem se pralica nm o chefe de urna
contadona do tliesouro, cuja refomia jamis se fez
sem que este chefe fossa consultorio.
|,| i,, dn pondera no modo por qae o nobre mi-
nistro se huuve neste negocio, na maneira por que
Iralou o nobre senador pelo Bio da Janeiro nesla e
na primeira discussao do projeclo, o orador nao iti
duvida da poltica da concordia, da moderacaoeda
tolerancia, como qne treme dalla, pois que s apos
tolos dessa propagaoda, ot sacerdotes desses grandes
principios, sSo o; primeirot que, intolerantes, as.im
us infringen!, recordando se Jas desavencas parla-
mentares da uniros lempo.
Qaizera, como j disse, requerer que o projeclo
fosse remedido a cummi-. i de fazenda, e a opiniao
que o Sr. ministro emillto sobre a emenda mais o
convenceu desla necessiriarie, mas nao se atreve a
prupo-lo ; e tendo necessidade de responder a algu-
mas proposicoes do nnbre ministro e de apreseular
mais algumas ohservaces sobre o projado, v-se na
uteessidade de abusar ainda por algum lempo da
paciencia dn senado.
(O Sr. presidente deixa por inenmmodado a ca-
dena, que he ocrupada pelo Sr. vica-presidenle.
Diste S. Ex. que ha tanta vanlagem na medida,
orador, estas cambiaes e essas lelras ? nao as poda que o Uanco nao recusara aeeila-ia, a menos que
O nobre ministro linha declarado huniem, qoe
areilava c-sa emenda : boje para pirier voliar alraz
l..nu.u o pretexta de considera-la ligada a onlra para
una aiitnri-aca mais ampia, aolori.aoan da que,
como fez ver, o nobre ministro nao pule ner-
vir-se.
Todo o paiz enlende, disse S. Exc, qae o Bsnc
deve estor sempre dirigido de maneira que pjsla sa-
lisfazer as necessidades do estado quando se derem
cirrumstancias orgenles.
Nao enlende esto proposicao. O pensamento do
sanado qoando volon a lei orgnica do Banco do
Brasil nao foi certamenle esse ; pelo conlrario, o
que se rollige de toda es*a lei he a idea de separar
tanto qnanto fosse possivel o Ihesouro daquelle e.l.i-
belecimento.
Segundo, porm, o nobre ministro, nao ha o com-
mercio, nao he a induslria que elle deve ler princi-
palmente em visla ; he preparar-ie para acoriir
tempre urgencias do estado !
L'm Banco de emitso, como o do Brasil, acreseen-
lou-se, nao he mais proprio para receber taes depsi-
tos ; mas se elle mesmo declarou que os aceilava dos
parlicolare, porque nao ha da aceita-I, s do Un-
*ouro ?
He didlril descortinar o pensamento do nobre mi-
ni.lro nesla proposicao.
Primeinmenle ha eonfusao as exprfeses de
S. Exc. quando julga que ot llancnt de omi-an nao
sao propnos para receherem deposilot do governo.
As ideas qne o orador lem de Banco de depo-
sito e da emisso, e qoe desenvolve extensamente,
conlrariam inleiramenle a opiniao de S. Exc.
No qua poiem nao v idenliriarie be entre o de-
pona* lo particulares e os depsitos avullariitsi-
uio* do ihi-ouri., para poder diier-se qua e o Bail-
en rar.'be un nao deve ter duvida ero aceitar os
.Illm.
Nao he o mesmo ler o Banco por conla de difi-
ranla individuos 2 ou U mil conlos, que nao entiam
le chofra, a qua e.t.lo sempre em jogo, oo aecu-
ttlar em suas caixas 4 ou 5 mil cunlus do Ihesou-
ro'.' .Nao se v que ha considerarlas que lornam
um deposito dillerente do oulro E obrigar porlan-
In o Banco pagar um juro pela lotalidade do depo-
silo du governo nao ser nm vexame ?
Em seguida contesta o orador dilleienles propo-
sices enunciadas pelo Sr. minislro di fazendi nen-
ia e na oulra cmara sobre a elevacao di (ixa dos
juros por parto do Banco do Brasil, o censequcu
cias dessa elevacao ; responda a oolros argumentos
produzidns era favor do projeclo, em algont dtit
qoaes enxerga proposites o liosas contra o Banco,
e mesmo ameacas que nao podem deixar da con-
servar em continuo sobresali aquelle esiabetori-
menlo ; e concloindo declara novamente qoa em
sua opiniao nSn poda o projeclo pastar sem que seja
emendado da forma tegoinle :
Primeiramenla rieve-se adoptar a emenda do no-
bre senador por Goyaz.
Em segundo logar cumpre eslabelecer qna o joro
era aquella qae se poder pagar, a oonca pela lele-
lidade du deposito, ou entoo determinar-sa axprea-
sainenle que esse deposito sei smenle feilo pelo que
respaila aos fundos dos orpbos, que he .. que ha de
vir a -ucee I. r.
O nobre minislro esl constantemente a fallar em
saldos extraordinario, que bao do ser permanen-
tes e em manda escala : ma o orador considera
ludo islo promessas hespauhnlas qoe nunca se resli-
sarao.
N.lo havenlo mais qoem peca a palavra. eneerra-
*e o dbale e pasia o projeclo com a emenda para a
3.'' discu.s.lo.
Marra-se a ordem do dia, e levanla-se a sessao
depois das 3 bons da larde.
SAN PAULO.
San Pauto 30 da junho de 1*37.
A roiuha toreta nolieiosa, pelo qoe respaila aos
H.unleeimenlos que liveram lug.r no mn de junlio,
deve linriar-sc boje ; a*sim o dizem as folliinhas de
l.aaiiiinerl, que apresentam os marhres San Mar-
ra I e Santo J.acla como os enearrecadis de fechar a
polla ao mez, cujo nnme ha umi hnmenagero
rieosa Juno.
Segundo as mesmas folhlnha* dn Sr. I.aemmerl
era ele o mez qne os ,-niigo*consajravJii eos joven!
porm os modernas d-rogaram isla eomairicSe
liuje ha forca recnnhicar que c*te raez e*ia* dedicado
ao fono e a' plvora..... Feto minha parte declaro
que perdemos moilo rom a substituirlo, como pas-
so a provar-lbe, retorindo que livemo* n.lo manos
de ciueo casos funestos, multantes do nso de >-
guale perigotos, como pisi.ilat, roqueiras, hoscipr,
bombas, ele.
i'e-snit muilo eoulnfi'i.i- na rjpital, romo o ot.
O Rv. Correa Pacheco obleve i.OOOSem sua subs-
cnpcaoqne ngeocim, para a qual conltibiiio com
400.-*, completando S. Exc. Rvra. o-ta -uli-rn .-a .
com a quanlio de 2:0005, ej expedio ordens par'a a
Eiropa, afim de viren coulratadas algumas irmaas
da S. Jos para servirem de mettra.. Etes c oulios
serviros reaas prestados a soriedade collocarao o*
seos autoies na posicao saliente de onde serao vistos
e acatados pela soeiedade agradecida, a pela nossa
psrle na.> desejamos ser dos ullinaos a prestar bo-
menacem o verdadeiro mrito.
O mesmo peridico, noticiando as eavalharias
que por ooen.iao de una festa houve lugar naqualla
ciriade, prodiga emellianto uso como siimmamente
dispendios., prejudicial a brbaro, lamenlaudu que u
desejo da dispender e de n.tentar luxo n9o seja em-
II e rlii'.-aram da capital os vapores uCaxias e
Coinmercio ; e lauto della como de oulros pontos
da provincia nada ha qua mencionar.
yCarta parti-'iilar.i
.Jornal lo Commercio do Rio.
STOi.
SESSAO CM -J( DE JUNHO DE WS7.
PrttMtutia do Sr. Manoel Ignacio Cacalcanli de
Lacerda.
A' hora do rotlume, taita a chamada, achamlo-se
reunido numero legal, abre-te a ses8u.
I.ida a acia ria anteriur, he approvaria.
I.-te o seguinte parecer
comprar senao com papel emitlido conforma a< re-
gras com que o Bauco pode emiltir, itto he, al ao
triplo do eu funriu disponivel sobre a base de effei-
lot de carleira. Se esas notas nao icpresenlasiem ca-
pilaes, u que se segoiria era que o liaoco linha
dado am tronco de cambiaes aos eominerciantes
qoe Ib'as levaram um papel sem valor algum, que
Imh i sido emilltdo fura dn con lie..,., que Ihe tao
impostas.
Mas o nobre senador acrescenlon qua estos notas
mo i'rinnn na circulaban, a que lauca-la* ah de
eslivessa provenido ronlra o governo.
Nao compreheude em que consiste esto grande
vanlagem.
Se o nobre ministro livesse em vi*li enviar para o
Banco lodo o meio circulante em ouro ou em papel
do governo que sa adiaste no Ihesouro, poder-se lila
compiehender semelhanto vanlagem, porque eram
eniao capilaes que se drposilavam no Binco, e que
rvilavaro que elle fossa ebrigado a mandar vir ouro
do cstraiigeiro, habililando-o por oulro lado a poder
trocar tuat notas pelas du guveroo. Se o Banco pode
Presidencia do Sr. Catalcanti de Ijacerda.
As 10 i horas da manhaa o Sr. presidente atoe
a sessao, estando prsenles 30 Sr. senadores.
I.ida a acto da anterior, he approvaria.
O Mr. Primeiro Secretario d conla do segunle
expediente :
L'm aviso do ministerio da fazenda, dando at in-
formaces que Ihe foram pedida*, em 12 do crren-
lo intz, sobra a propo-irao da cmara dos depulados
que isenta do pagamento do imposta de 8 por ren-
to as 1 deria- conce idas pela assembla provincial da
Babia i soeiedade dos Ariilices da mesma provincia
A' qoem fez a requitirao.
Um oftlcio rio 1. secretario da cmara dos de-
pula los, participando havar tido sanecionada i resu-
lurao da as*embla geral. approva.udo a pensao con-
cedida a 1). Florisbella Mxima da Silva. Fici o
senvdo miaado.
S5o lirias c ficam sobre a m*si as reilaccaas : da
propn*lcao do semdo st.hsliluindn o 5 I do arl. 83 da
lei de 3 de dezembro de 1811, e da emendi pro-
poirao da cmara dos depulados, aulorisando o gn
vernu a mandar pagar a Manual Antonio Beatos
KarteclifJ i ordenado de carcereiro da rida da villa
du Pilar.
S;.u corleados para a ricpulaco que deve receber
o Sr. minislro di marinha os Srs. barao di Boa-
Vina, Muoiz, e Goncalves Martin*.
OKDE.M DO DIA.
Conlinua a lerceira discussao, adiada em Ib de ie-
lembro do aunu pas*ato, da prop.i-ir.lo da carama
dos depulados approvando o subsidio addicional da
3(1:0009000 rs. concedido i Jos Rodrigues I-er-
ran a tiara a navegara,) a vapor entren porto do Hio
Consia-nos qua em nma dessa midrngada pa.
sadas fura om bolieiru com un carro ao tillo dn
Sr. cirurgjao Francisco Jas di Sdvi, no l'm.o da
Panella, ehama-lo com instancia pira ver a senh.-ia
do Sr. Dr.iAguir, qoe se achava gravemente do-
enle, ao qbe r.-.pon.leu ella qoe nao era |.tivel
salisfazer da prompto a aquello rtdaino. nie pato
innporlunidade da hura 3 da madrugada rom-
porque se achava lambem inrommodadu da cabe..
mas qoa na> poria llovida am ir s 5 horas, te na...
elle holeeirn quizaste ronvir, ao que uio dovidando
as-enlir, esperou pela hora indicada, a qoil rheg-da
que fosse o Sr. Silva, lomou o carro e mandn qoa
segoi.se par. o lugar do sea deslino, e com etTeito
leudo partido o mesmo boleeiro om pooeu mais adi-
anto parou o carro, e pedio consenllmenlo pan lu
mr em am sitio ama pestoa qoe o devia atonu-
nhar, e dirigindo-te i ui.i porlo nelle balen torle-
raneadas, porm hilas baldadas, porque ou nio fo-
ram oovidat, oo porque naqatlle tilia nio hrnve..
ningoam. Vendo, porlanlo, o me.mo Sr. Silva qua
i demora se proloogava, a que a enferma devia pa
rigar, nrdenon a immediali partida, sendo ja da.
pan a rasa do referido Sr. Dr. Agoiar, or.di eca-
ariamenla devia ter esparado cum impaciencia, e
leudo chegado nao lardou em tobir; ma, qual io
foi o seo pasmo vendo que a mesma seohori i qnern
e havia dado por gravemente dornla, e pan a qoal
fura chamado no mai* pcrfeilo estado de saude, e en>
viudo da sua pn.piia borra que nada soOiera e nem
Ido pouco a mandara chamar para patina alguma de
sua familia. Confundido assim o referido Sr. Silva
do que se passara, e tem podar allribuii a raasa de
semelhanto manejo, procuran relinr-se pira indi-
gar do boleeiro a mandado de quem alie o linha ido
buscar em seu sillo, e moilo maior foi entoo a soi
*orpreza nao encontrando ui.i- o carro qua e ron-
duzira a' aquella lugar, do qoal nao tendo i prin-
cipio a menor suspeiti, nao se deu ao trabalbo de
tomar o numero para com maii fnrilidade ser co-
nheetrio, e por n.itis esforens que fue*, pin des-
cubrir lano o carro como boleeiro, todo foi bilriado.
Todas esto rircomstanna* nos fa/cm arar qua lign-
ina ciliada sa Ihe preparava, a qoal pnr certa din
malingraria por ser l.lvez rita, o aua l'riam levado
rlleiin se porvenlura ella h.-uvesse. v'iirin as met-
| mas hora am que for chamado. Sirva, porlanlo,
i da exemplv, nio s 10 Sr. Silva, canta a lodos u
ni.iis pmfessores, o que acaba da Ihe nvceder, pan
que nso facililem a sua sahiria i noile, a menos qne
nSo sejam acompanhados por alguain, afim de evila-
rem qualquer ciliada ou Irahicae, ramo he de ap-
por, que aquella Ihe eshves*e preparada. Felicita-
mos o Sr. Silva por se haver salvado.
Consta-nos que o crioulo Lina Ufan pela ler-
cairi vez a sorle grande da lotom qne rorreo sabba-
do, nn nl|.tanta em orna deltas ler lirio o prejui/u
de SIKHlild r. com a par (illm. qne segundo diz a
voz publica, fura foicado a f.zer, pin nao pardei
lodo o premio que havia alrancaun em seu bilhelr, a
que algaem o qaiz chamar a -ua possa. Ctsot a
dio enlre li*, que ainda me-mo por mal incrdu-
los que rejamos, nao se poda deixar rrer que o,
delalhadoi pelas raaos da Divina Providencia, como
o prsenle : o que resla agora saber he, se spp're-
cerao novoi a- .canos ao bilhete qoa araba da **r
|irrmiado com 1:50o-, e se algurm appireeera', qae
com ameacas procure fazer outro dividendo ; he de
crer qoe o crioolo Lino aAo se deixa levar palo ma-
la da aerea, a nem se curve a amen;", porque deve
confiar que lera' a seo lado o favor da justira.
i ...11-1.1-111.* qoa o Sr. I iv-...,magnetizador, nio
Ihe sendo concedido o Ibealro de Sania Isabel, oh
leve o de Apollo, .onde vai dar algumas lepresenli-
Cias, semelhanles as qae da ni Baha e Rio de Ja
neijo, onde fui moilo apploodido.
O piquete nacional oPiralmingi.. sihldo pi-
ra oe porlos do norte, levoo i seo bordo os eegainte
pas*geiro :
Silvino (.uilherme de Birros, Joiquim Anli*
rio Olivein, Jos Mandes e I earravo, Jernimo
Francisco Carduzo, I. de l.trio da l'eirelo. Ciernan
lina Manrheraly e I lilho, Di. Josa C. di Osla H>-
beiro e I irniSo, Eogenio Amanen, da l'a.vao, Fran-
cisco Tol das Nev, Exm. Dr. Joio Silveira de
Sania, sua senhura, I lilba menor, sai sagre, 1 co-
ndado, t ateravot e I criado, pa ir Jlo Carre i da
Silva,... I. la i.. J,.3o Jos do* Sanio, Ignacio da Al-
hiquercu .Miraubao, Jernimo Pinto Ferreirt, J.
Elias da Itocha, Jos Arevedn Silva, o erimiotno J-
s- Pereira da Silva irompanhado por 2 pricat, Ma-
rio Bilbini da Conceica.i.
At amoNAaa
Diatto &g tyivnfim&U'''.
O vapor ioglcz uAvon foi portador de jornia do
Rio atv- 15 a di Babia at 18 do currante.
l'or decreto de 1 foi aolori.adaa eurorporacu, ap-
provado! os respectivos estatuios, da cmpaiiln pre-
dial Balnana, qae tem por fim edificar rs* curn-
moda d elegales para aaram alagada nar f*e*M
que liquem ao alcanre de todos.
O Banco do Brasil fez o dividendo, a' razlu de
105800 por arcan, curre.nonri.ule ao primeiro e-
meslra deste anuo ; n rural dividi _'7-5ihi ; e de
Maua' foi de l|.-.
O Sr. Jos Maria da Gama llrrquo foi natM 111
aonsul do Brasil para a Grecia.
O Sr. general Jala Jos da Cusa Pimental vem m
(armamento aiercer o caminando dat umi lana
provincia.
Foi condecorado romraendador da ordem de Cnta-
le, por decreto de i, o Sr, Anlonio Etov Cetiroim
Je Araujo, da cidade de L'beraba em Minas.
Agrariuu-ee com o ltalo de barao de Campo I .r
mo'u o Sr. coronel Joao Evioielisla de Carv.lhu di
iiic-ina ririide.
I.-se no Correio Mercantii :
Ha
aclu,imenle un n.,..n ,,or'o Jl vavo da
goerra ingleze, islo he, tres 'raalas a vapor, urna
de Janeiro a o da >anta Catbtrina com arala pelo crvela, dona brigues, doze canhneira, d..u avi.
porlos intermediarios. I nu despacln boals a vapor, e m lranpoile a vapor.
Desle navios tegua para China, *fd> o rommando de
capilao de fragata cOsborn, a fragali I urtoo*.
de IK pacas ; a* canhoneira Aleirin Ar., srSIa-
n.ll.) e oliven da torc da 80 ravallot ; (Feral Ban-
dada por discutida amateiia, he approvadi a pru-
po.icao para tubir a' MuCfRe imperial.
\.-lnn lue na anta cmara n Sr. minlro da ma-
rinha, he introdo/i le com as formalidades do eslvlo
a loma assento na mesa.
Entra em I. discussao a proposla do poler execa-
A commissao do emprezas privilegiadas c obras
^^tmU6t*\^^S'll!^,tP'mt0U' 1",1,h"'' "'"-cgada P'l -nado da examinara
T.nTJi "' ';'V a '"' P""'**0 "mar" ,l0' s"- depuladns leudo por
ce,,.. V S! 0^,z;'n"ii,r^,', rt '?nedada eco- objeelo entorilar o gova.no para exonerar a eompa-
nomica rios pobres, nma especie de cana econmica nhia de navagac.lo de Amazonas das obrigacoe. que
,ni..r,n,'.o in'aTr'i 1U" 1'^. le s.-c.erl ade .! e 1 he for,,,, impelas relali.ameula ColonMI{IO, ou
auxilio, mutuo dos arli.to. e macanicas transforma- P.a aogmanlar a .ubv.ne.lo pncuniara que Ihe fo
a espacie, po.ain mullo mais ampia, abran-; ra cenca liria pela innovacAo rio .en primitivo con-
trato, em observancia da urna disposi{Ao especial da
gando Inda as dille
Em vanlade a nace*sidadc de nma insiiluirao
desle licuar i faz-so muilo sentir enlre n>.
O De. Gama Carqueira, presdanle romeado
I para Goyaz, aqui chegoo ha 4 das de patisgem para
seu desuno, o consla-me qoe partir efjadiva-
mento.
O Dr. Hr.,tern nao pode partir no !. do prximo
mez, como Ihe annonciei : soa viagem foi i liada
para u dia 0.
{Carta particular.)
rao elTecliva, as maos do, particulares ou ,- caixas J- E"- ac,a'al.^,'e''^ '[ue ove1r(1'0 "a "n'" <>" i Esgolaria a milaria di ordem do di,, o Sr. presi-
do Ihesouro, exislcm na cirrniaclo ; o Banco nao Uanco, que linha rclsrues com elle, que nao havia ,h,nie da' para a da taguinle sessao
poda dar romo desculpa to-lse enjillido niio.ppo.i- ', ^'Pft-' 'Zu! Z'^' t'"1" "|,lic"ase *iUe Discussio das redaccOet que se' acharo sobre a
C,ln de que haviam de ser guardadas ; nao deve con- i 1"e 8e t",,M Wndn enlre a thesouraria de Per-
lar com i.so de sorle que. nao esteja preparado para | nainbuco e a caixa filial do Banco neaia provincia.
lerer da tol cavallo. : ..Janu*.,-Drak-... Wal.h-
(ol, nWodcork, Ctown*. e K-*lrel. de 40 ce-
vallot; os aviso aCnrmoranl e uSurpri.e. ,la tere-,
de IKI cavallo, a Iramporle ll-pei. da larca da
120 cavallo,
o (iada orna da* canhonairat monta Ira pera,
urna de c.libre de 80 libra, e duas da 21. O asi....
iiiunlim quatro pecis cada um, sendo duas de 80. a
duas de 3-;.o
At ultima dalas reeabidas na rnrle, du tul, al-
eeeeavam : de Malo Gratan a 18 da maio, da M..n-
Icvido a 5, de Bueno .\\re a 2. do Kio Granria a
s, de Corto Alenre e Sn Patato a 4, da Sanie i i-
lei de Ires de oulubro de 1853 vem aprescolar ao
senado o seu parecer sobra este assiimplo.
o A r. mmissao, examinando allenlamanl.-, 1 an- do que o Banco pag palo dinheiro qne Ihe be lva-
lo o eonlralo primitiva, em virtud dn qur.i *e nr- do pelo particul.ire* ; e o orador nao pode adiar
gani-.ir.i a companhia d qoe se Irata, na data de 30 ralla para que o Banco receba dos particulares quel-
ite goslo de 1851, como aqu-lle que n inbsUlniri quer tomn a 3 por cenlo menos do que (axa dos
am dala de 2 de oulubro de 1851, pode convencer- ; seus desconlot, a n,1o queira aceitar dinheiro quando
se qua, se o contrato primitivo peeen por e.acsso o governo Ih'o leva com a mesma condicao.
mu concessoas feitjs a' empreza, o segundo conlra- j va, labe o orador como foi o nobr senador pelo
lo qae vigor ictuilmenie nao se faz raeuos nolavel i Kio de Janeiro achar as eipreiseipatlilha do
grande interese ero ar*ilar aquellas depsitos, nao lonsanrio o govervo:
v quo esse grande nuerrsse pode por onir.rili.1i (.-> A ronca tor dispensa de idada ao estudanto
oulros inleresscs a que o Banco dave sem duvida al- Bdoardo Angusto de Olivein, para *e poder malri-
lendar muito, que sJo os do commercio. O Banco cular no 1. anno di Faculdade de Direilo da Cidade
tam tambara neretti lade absoluto de recabar depo- do Recito.
silos da prora, a desle deposilot colhe elle a dupla 2. A mandar matricular no I." amo da Faculria-
vintagem da ettahelecer contai correnles e nm mo-; de de medicina da ciriide da Babia ai esludanle Er-
viraenio de (nados muilo maior do que podt) conlir i neslo Moriiri de Aituet Ja,
quas e correras ilios que, iiil.-tamto at praximiriade da captol. Is-
zem rom que se onserve estacionar i e sem rullnra
urna grande parte farlilis-irai de lerieno : allirin.ni-
do que se uaria tota a morier-caa i.ecasaria, afle-
recendo. por intlmcr"* ,l mimslenn di jtxriiri,
um premio por cada Indio traiido *o a eelvn. Tra-
tando da forca publica, dea conla de ler r.commen-
dado providencias com o fim de lerem despemados
MUTILADO


DIARIO DE PERNAMBUCO UAJtTA FEIRA i DE JULHO DE 1857.
cD servir;.) ot guarda nacionaes que h dona annos
> y .iclHin em aera-tro, Quinto a adminialrar,a:o da
j^'l', palenlenu a' ii-a-mlil". o seUita pouco liaon-
geiru ilella, privada mmn esl 'de juiz< formados.
Ja' ae chava un Albuquerque o vapor de Ruerra
l'-l-CTUi'j'.
Em Montevideo ninda e rommercin ie resenta
do astada ile prostraro em qa o ileivuu a fabre,
alm do \ r 1.) iir > estado de bloquelo etn qu se
contra a prar peloi direilot differenciaes de Ur-
qot e das medidae da franquezas comrnerciaes
adoptadas pelo governo de Bunios Ayres. O e-
cional Argentino, tratanda das negociarles entre o
Brasil e, o Paraguay, dii qae deram uin resultado
negativa ; que o Sr. mimslrn plenipoleueiario em
vjo fe taforroa por obter eslipulacdes favoravels i
navegado Jarasileira no uParaguay. A' ehegada do
vapor Corsa e do barco aUli.see, causaran) em
Cyaba' grande aensarlo. O aasuear valia 12 a ar-
roba, o caf II.;, a fariolia !)} ; oa gneros que en-
daiio o I liste. ohliveram : h fariaha de Ir.go 70}
a bsrrica, as paseas 1? a libra, o aieile doce Uno a
3Sf a duna de garrafas, e o vinho 185 a diiaia. A
falla de bracos he eslraordlnaria, tendo 100,000
abejas de gado, ni se apandan) para u conaommo e
venda 12,000, vendendo-se a arroba de carne pir
'**'*' "' P"co mais de tre vinlens uia libra.
De Biienus Ayres nada ha digno de moncho.
Conlinoavein a chegar ao Rio Grande muilas em-
harcaees coio colonos, anda se asperam mala, em
sirlode de CMntralos feilos coni a companhia ham
bumo-brasileira.
Fallecer o coronal Manoel Coitinho da Silva,
prestiiiiuao e honrado cav.illeiro, dallando sua fami-
lia em dreme pobreza.
A barra continoava a eatar pessima : a barca Fir-
meza, proeedeute de Macei, encalhoo perdendo-
se lodo o seu campamento ; nticamente a Iripola-
ro se ple salvar.
Em l'orto-Alegre corria, que era nomeado presi-
dente para alli Sr. conselhei-o Zacheries ; essa
ii'i!i)ejr:ln era esperada com nnciedade.
Em S. Pealo, Santa Olhiriua e Espirito Sanio
nada havia occorridi. Hepois daa ollirnas datas.
Na llahia onse caudidatos ss dizia haver para o lu-
gar de senador pela moite do Sr. Speridigo. e a3o oa
Srs. : Dr. Alvaro Tiberio de Moncorro e L'ma ;
l)r. J Augoslo Chaves ; conseleiro Nabuco ; di-
lo diarias dilo I'aranhoa ; dito Janqueira ; dito
Cornelio Fraila ; dilo Pioheiro de Vasconcelos ;
r. I.uiz Barbalho Fiozs : Caaemiro de Seuna Ma-
lureira e desemhargador i-'erreira Soolo:
Le se no uJornal da Baha :
a Honlemastt horas chegoo a' este porto urna
lancha iIj brigue ingle* Himplan que ia de
ISewport para, a ilha de Asaeitfao con- um rarrega-
meuto de carvao de pedra por conta do governo in-
glez, que, depois de abrir agua, fot a' pique no da
7 do correnle em 24'0 longitade e 6 Utitude. A
tripulado apenas teve o lempo neosasarin para ae
p'iaar a' lancha e ao bote de navio, com alguns vi-
veres e instrumentos mol eos, que o eapilao leve o
cuidado de .neo eiquecer. Na lancha embarraran)
10 paisoas, iuclosive o eapilao, e no bele 3. Nave-
garan) a' vala una do* outroa al odialt, e dahi
por dianle sepiraram-ie, e nanea mais se viiam :
M qoe \ mli un oa lancha soppe o bote perdido.
k Qaando se achavam distantes deste porto 60 mi-
litas, encontraran) a barca nacional a Caslrp III e
pediram manlimenloi e agoada ; porem liveram em
repoata que a barca ia para o Uin de Janeiro, e se
lies quiesaem podiam ir nella. O capitao disae qoe
nao, pois que eslava tnuilo perto da Bahia, onde
com aunlio da vela e dna inalrumtnlos poderla che-
zar a' salvamento dentro em poneos das, mas que
precisava de bolacha e agua, e era o que pedia. I la
barca nada llie deram ; o naufragas liveram de ve-
la se^air sua viagem recosatwio-llies com que eviUa-
sein a fume e a sede '.
i Estranha deshumaudade Iiiqoalifiravel pro-
ceder de horneas qae se deve presumir civilisedus,
pois que Iripolavam m navio nacional de lal or-
lein !
- A-sim procederam lalvez ulim de obrigarem oa
naufragas a aceitar a ollera que Ibes faziain de le-
va-ios para o Kio de Janeiro, porque dissu poderiam
auferir alguma recompensa !
Que requintada miqoidade !
Com efl-ito, a o pobres naofragos comeesvam
a eucurar oa horrores da fume e da sede, quan'lo no
die 16 euconlraram perto desle porto a barca in-
glesa Hangar >, qoe Ibes forneceu o necessario.
< Nao nmmilliriMii > que hontem insaino joram
lodos empreados em una galera ingleza, que Imita
perdido quasi (oda sua tripolscao, victima da febre
amarella. u
O vapor Hydaapes devia parlir a 17, as 8 ho-
ras da iDsnhaa.
& . CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d. a 60 d.
Paris, 346 ra. por fr.
f Lisboa, 92 por % de premio.
Kio de Janeiro, 2 por 0|o de descont.
Aecjo do banco M por cauto de dividendo por con-
ta do vendedor.
o companhia de Beberihe 60000 por accao
companhia Perr.ainbucaua ao par.
t UtilidadePublica, 30 por cento da premio.
Indemtiisadoia. 61 ide ..
e ir d eatmda ferro -r20 por 0|0 de premio
f>rareflto de lellraa, de 10 a 10 por cento.
Acc.6e* do Banco, 40 a 45 de premio.
Curo.lluras hespenholaa. 28J a 283500
Moedaa de fisiOO velhas 163000
63400 nova.....16^000
WOO.......93000
Prata.PalacOes brasileiros......2j(X)0
Pesos coluninarius......2J0O0
meitcanos...... 1j860
ALFANIIEUA.
Peudimeulo do da I a 20. .
dem do da 21......
270:057!H
I7:I2SJ822
287:1863767
Uescarreuam hnj 22 de jullio.
Bjrca inglezaCenevievemerradorias,
Brigue inglestiaunlliedem.
Barca inglezaPj! Fishcerveja.
Bsigue inglrz Kelpibacalhao.
lliale nacionalDoua amisoacorreales de ferro.
IMPOHTACAO'.
Vapor nacional aPiralminga, viudo dos porlos do
ul, manifest* o srgainte :
22 aaccas ignora-se ; ordem.
2caixas iguora-se e 1 volume ; a Ferreira & A-
raujo.
a Virats.
a Mauoel Ayme.
a Jo- Joaqun) Borgea d Castro,
a A. P. de Oliveira Ramos,
a B. t. de Souza.
. a J. J. d'Amorirn.
2 volumes dito ; ao desemhargador Lego.
2 ditos dilo ; a Leandro L. Das.
I dilo dilo ; a Unj-io Franciacp dos Sanio?.
I dito dito ; a JoaV Koslrou & Companhia.
1 dito dilo ; a Francisco Antonio de Figueiredo.
I dilo dito ; a Manoel Ignacio Brido.
I d>lo dilo ; n Manoel Cnrreia ite L.
I dito dilo ; a Jo (iom;alve- Braga.
1 dito dito ; ao commantanle das arma*.
1 dilo dito ; ao capilAo do porlo.
I caiole dilo a Johnston Pater & Companhia.
I canio dilo ; a Jos Antonio de Memlon;a.
I jacas dilo ; ao romniendador M'llo.
CONSULADO OEKAL.
Bemliuienlo do da 1 a 20. 77:0773577
dem do da 21....... 1:0223,567
I ilila dilo :
I dita dito :
I dita dilo;
1 dita dito
ditas dilo :
1 pcele dilo
porttiles: sobro Londres regulnu mais a 27 3ii d.
faremlo-se lamhein a 27 7|H c 28 d.
Frelou-se urna ou mais embarcarles para o Canal
a 50 a., e una para os Balados Unidos a prero tiue
no transpiron.
Venderam-ae cerca de 8,000 saccaa de caf, ha-
vendo mais em Iralo.
RKVISDA DO MERCADO.
Do 1* a II ae jiitho.
Kio de Janeiro 1.1 de jullio de 1857.
As (ransaejoes lem sido al boje em Reral menos
que regulares quanto a gneros de imporlarao ; em
cafe liotive multa aoimacao, principalmente depoia
da chegada do paquete Avon.
A imporlajao de alguns gneros lem sido em e-
cis.an, e em conseqoencia do estado deaauim.ado do
mercado para o maior numero dos chamados da eali-
va bataram os precias do arroz ealrangeiro, azeite
te i'jrlugal, cervej; manlsiga, velas, vieagre e lu-
das as qaalidadiade Vtnhos, ele.
Em freles houve moilf aclividade; em cambio
sobre Londres fizeram-se [ransaccoes de monta : etn
alr.nli.iin- aa.sV, L__ aa._t___..
Dr. Silvio.Tarqtiino Villas-Boas.
Miguel ArVlunjo alo Figuciredo.
Caelann Gomes de S.
I.i'iipolilino de Lomos Hitarte.
Ir. Rozeti lo Aprigio Pureira GuimarSes,
Dr. antonio Ferteira llartins Itibciro.
Antonio Ferreira da Costa Braga.
Joilo Hibeiro Pessoa de lcenla Jnior.
Manoel Francisco de Carvalho I'acs de A-
il ra de.
f-uiz Pereira de Mello.
Manoel Pires Ferreira.
Antonio Pedro Cavalcanli de Albuquorque
Foram menos nssiluos, por motivos justi-
ficados, os senhores jura los effectivos :
Tenento-coronel Jo5o Ftancisco de Carva-
lho Paes dn Andrade.
JoSo Ignacio do llego.
silo foreirns tieral lo Pereira Dutra, Basilio
Magoo ta Silva o Francisco Antonio tas Cha-
gas : os preter.dentos comparecatn no lugar
e hora mencionados.
Secretaria da Uiesotiraria de fazenda de
Pernambui'o 16 de julhode I857.--U ofltcial
UiHior, Emilio Xavier Sobreira de Vello.
apolices nao houve movimenio, nem lo pouco hou-! Frncsco Casado da Fonseca
nanimitSn no mercadp daa aci;6ea. ForaaT) assiduos OS senhori
penles seguintes:
Indavia
Os desconlos no taiudarain de alaariamn
lem havido mais facilidade no mercado.
Importarlo.
Entraram do longo curso 10 embarcaos. :)5 das
qaaes com destino para esta porto e carrega las;
uina veio arribada e qaalro vierim em lastro.
Daa35embarcat0ea II Irouxeram varios teneroa,
bearvao, 3 farinlia, 1 farinha e brea, 2 farinba e
gneros, 2 fazendas e gneros, 2 sal, 2 vinho e g-
neros, 1 vinho, 1 vinho,sal e gneros, 1 carne, 1 ar-
roz, aasuear e gneros, I pinito, plvora e gneros,
i 1 gelo e gneros :
Movimento do mercado.
Ajo.Nao houve entradas. De Milao 150 entbe-
les de eiisteocia anliga venderam-se a 2I3 e 75 re-
talharam se a 233 por quarlola.
Aniaxensl.imilaram-se as vendas a 21 pecas
inferior a 210 rs. 122 de 205 a 27" ra., e lo pecas
superior a 280 is. por vara.
Arroz esliangeiro Entraram 5,117 saceos ; as
vendas limitaran) se a 60 a 123 e 545 a IOS por laeo*
de 136 libras ; 415 saceos eiporlaram-se para o Rio
Grande, lia avultada existencia e o mercado tica
muilo Trono.
Aeite de PortugalEnlraram 167 pipas de Lia-
boa ; o mercado eslava fromo em principio do inez
a com as entradas cima 111:111 desanimado lieou.
Vnderam-se 180 barria a 3005, cuio preco nao al-
canca talvez hoja.
BacalhaoNao houve entrarla-. Venden-se porm
a carga dn tjelioni!, 3,477 eaixas, entrada em 4 de
junliu de Chrisliansund, a preejo reservado, Suppoe-
se acerca de 133 por quintal.
Brina361 pecas dos de llamburgo e da Eacossia
alcanraram 163 por peca.
CabosEntraron) 406 pecas do Cairo, e de euja
qiialtdade vendeo-se urna partida de 377 pecas a......
22500. v
Carne de vacca salgada25 barril f.iram lomados
a M*.
CarvAoEnlraram 2,701 e meia toneladas, das
quaes 210 do miudo. Do graado 313 toneladas vie-
ran) para a companhia Heal de Paquetea, o restante
para depoailo e para o mercado.
As ventas limitaram-se a 308 toneladas do mimlc
da 223 a 213. O graudo eil tm boa posirio e os
precos sobiram.
CervejaEnlraram 1,306 barricas da ingleza, e
sollti'ii oulra baix nos precoa,
Venderam 50 barricas a 53200, 100 a 533110., 2"0
a "i-OO, 30 a 53600, 3 Cha12 canas do hysson superior, em caixtohss
de 13 libras, alcanraram 23100 por libra.
Chumbo de municAoEnlraram 25 barra de Lon-
dres ; as vendas limilam-se a B.J barris desla proce-
dencia a 223 por quintal. O genero continua fronxo
palas grandes eiistencias em todos as maos.
FareloEntraram 350 saceos, e as vendas orcim
por 1,532 saceos, doa quaes 1.232 saceos de 4s000 a
43150, 100 a 4330O e 200 a 4300 por sacco.
hartaba Entraram 18,023 bu ricas, das quaea
5,544 (allega, 3,650 Haiall, 505 Ballimore, 5 540
ores jutrdos sup-
lir, Manoel Ferreira da Silva.
Marcolino Concalves da Silva
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Francisco Antonio da llosa.
Dr. Egidio lli-nriques da Silva.
Joao Gregorio dos Santos.
Cosme das Trevas Teixeira.
JoSo Jos Lins.
Antonio Duarle de Oliveita llego.
Jos Luiz Pereira Jnior.
Luiz Antonio Connives Penna.
Joaquim Rodrigues de Almeida.
Dr. Deoioro Ulpiano Coelho Calanho.
Josel^utz de Azevedo Maia.
Dr. Jos Flix de Brito Macedo.
Manoel Francisco t'.oeltao.
Dr. Angelo Henriques da Silva.
Tibmcio Antones de Oltveira .
Fredertco Augusto de Lemos.
Christovao Santiago de Oliveira.
Francisco Acciolt de Gouveia Lins.
Foram menos assiduos por motivos justi-
ficados, os senhores jurados supplenles :
Manoel Carneiro de Souza l.acerda.
Josf GoiiQaUes de Albuquetque. -
Manoel Goncalves da Silva Queiroz.
Foram multados em 330/000 cada un dos
senhores jurados seguintes :
JoDo Bernardo de Stqueira.
Jos Pereira Cesar.
Joilo Carneiro da Cunha.
Francisco Ferreira de Mello.
Diogo Joaquim da Silva.
Antonio Joaquim dos Santos.
Mauricio do Sa Albuquerque.
Foram multados em 300*000 cada umdos
senhores jurados supplentes seguintes :
Matiuel Pinto dos Sautos
Jos Maria Freir Carneiro.
E para contar mandet passar o presente,
que sera puDlicalo pela imprensa.
Guiado do Recite Sdejulho de 1857.
Manoel correia Gomes de Almeida, escrivao
interino do jury o esTevi.
Francisco de Assis Oliveira Maciel.
THEATK
DE
iita Isabel
SOCIEDADE DRAMTICA EMPREZ.vRlA.
> !l I
r Baha.
bem condecido palhabnto
\SS0(;i\(VU DE rOLONISUAO
EM
Pernambuco, Paral.iba e
Achn-se aberta a SUbseripajSO de aeches
para esta empreza, em casa de lUrroca v
Castro, na ra da Cadeia do Recite n. 4, al
O bem condecido patacho nacional Valen- | o dia 30 do corrente me/, quando se reuni-
te, pretende seguir para o Itio de Janeiro \ rem os senhores subscriptores para Ibes se-
co m milita hrevidade ; tem prompto dous rem apreaentados os respectivos estatutos.
O veleiro c
Dous Amigos, pretende seguir com mutla
brevidade ; lem ptompto inetade de seu car-
regameiitr. para n resto trala-so com o sen
consignatario Antonio l.uiz de Oliveira Aze-
vedo-, ra da Cruz n. 1.
Kio
i*ara
o
(/e /Sr,
Debut doaitista
FELICIANO DA SILVA PINTO.
Depois que a orcbeslra liver deaempenltado urna
da suaa melhores ouverturaa, subir
terr>cs deajeu carregamento : para o resto
trala-sec'im o seu consignatario Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo, ra da l'.ruz n. 1.
u
m&
lltealro o minio applaodidn drama em 5 arlos
Luiz de Camoes
Sendo a parle de Lnii de Camoes desempenbada
-igante Borja, de ordem do lllm Sr.
Dr. juiz ile orphiios e ausentes, segundo o
seu despacho, oxarado no requeriment do
I \in. Sr. chefe dedivisfio, Francisco Manoel
_ Barrlo, testamenteiro, invenlariantc e en-
arena nestarador dos herdeiros ausentes do fallecido
capitSo d-j fragata Pedro Ignacio Moroni,
far leiUo dos ilirersos movis doisados pe-
I lo dilo fallecido, cmisistinJo em oltjeclos de
I ouro e prata, como sejam : relogios de al-
gibeira, patente ingiez e suisso, lmete e
pelo artista Germano, a de Me"lonca"neVo"a'r?s'u anne' com bn'hantc, medalhas, hbitos,
Pinto e as demais parles pelos mel,ores artistas da dragonas etc., instrumentos nuticos, map-
companiiia. j pas> vros diversos, utensis de uso, bem
^ii.diiaarao eapeciacnlo 6 muilo desejado vaade-jcomo: fardas, bonetes, chapeos armados,
espadas, ditieientes pecas de roupa, e ou-
iMrl CA\ SA I.F III ftil ii'KiA tfs muilos objectos ele que fora enfado-
li esieo Vv.,iim,o 1 V,>""'' nno mencionar : quarta-feira 22 do correu-
oileicre aoaaeus proieciorTa" """"',,,,tle ,l"""al"'a (te, as II boias em ponto, no armazem do a- iiiaiorqtiehano mercado a 43600 a peile, e
Oa billetes acham-sc a vend no cscriplorio do ee"le a"nuIlcla"t(,' sit" na rua uo < ollegio borrocha preta do algodSo a 23 a vara, dita
ifcaalro. n. 15. 1 de la e seda preta e de cores 33 avara,
Oagente. Borja, em sen rmazem na d"-a _de seda a 338OO, e mais pertences para
rua do Colleglo n. 15, fara leilDo de tima i in-
mensa qualidade de objectos de ditferentes
quaiidades ; bem como obras de marcinei-
ria novas e usadas, 5 ptimos pianos de ar-
| muri o de mesa, 2 ricas mesas de marmore,
urna grande caixa demiudezas modernas e
diversas, urna dita de superior couro de Ins-
Prinripiar as 8 horas.
Compra-so urna carroca para boi, ero
bom estdo : quem liver annuncie.
Na roa da Cadeia do llecife n. 54, pre-
cisa-se de um feitor qw. ^nten ia no s-
mente de plantas como de jardim.
Vende-se um carneiro mocho, grande,
braneo com malhas pretas, muito manso,
proprio para algu t. menino an lar montado
por estar para iaso costumado : a tratare!
vo-lo, no paleo da Santa Cruz, taberna n. 4.
-- Vende-se a casa n. 5 da rua dos Ta-
noeiros, no bairro do Recife : para informar,
podem procurar o Lima no Forte do Mallos.
Vende-se cUita franceza larga com um
pequeo toque de a varia a 160 rs. o covado j
na rua do Crespo, loja n. 12, de Campos v '
Lima.
Vendem-se argolas e anneis cora dia-
mants, por proco commodo : na rua de:
Moras n. 22.
Couro de lustre-
chas.
Vende-se couro do lustre do melhor e
c horra-
Gabinete ptico
ATERRO DA BOA-VISTA M.
'St^est^rSoref"1^ "", *\*ZSU~Z^~SZIZ
O director
seus
esta se
c3o do vistas novas.
GUERRA DO ORIENTE
1. Os retratos do Su.lfto, Omer-pach. \S-^Zel de C lobo de" di
matel-pacha, principe iNapoleao, duque de f.. f--8 ', d
C.mbng.Lord llaglan, general Santvrnand ", lnlll,ldadp dfl j"
Canroberetc, etc., r.duzido de algarro- ^IS! "int,re,r50
garreo
pela es-
to porto
tta
n **
Cor re i o -eral.
Relacio das cartas seguras vindas do
para os senhores abaixo declarados :
Augusto Duarle de Moura.
e --..., .,,...,.. iioanii) ovil Umiiliiui Oa aj /'IV I *
ew-Orleans, l.tioo O'Dance, 1,400 Philadalphia, Aure".ano Augusto Pereira de Camargo.
381 Haiitburgo.
Nao Iranspirou venda algama deada o primeiro, e
as exitlencias em primeira m.1o ficam sendo40,8!)(i.
Nao obstante esta etistencta importante, oa pre-
cos licam firmes, apetar de nominaea, e rolamos a
Callega.....269000
tall.....259500 a 2690OO
Crenshaw e Talliafero 228600 a 23oiM)
Pliiladelphia 19JO00 a l'.l->500
New-t>rleaiis |9S00 a 2O;000
llaliimora .... nominal.
I/erro3,3(iJbarrasdaSueeia vcnderm-sea prero
reservado: auppoe-se entre II; e 129 por qoinla'i.
lollia de lian IreaEntraram .500 eaitaa, e ven-
deram-se 400 de Coke e Charcoal a 2,5; ; .50 do Coke
a 21; diiilietro ; e 500 caixaa foram lomadas a rela-
mo ; o prec> anda hilo se abri.
(ruebraEntraran) da hiillan lez 600 frasqueiraa
loo Earrafues. a amburgo 175 Trasqueiras, 1,500
garrafes e 50 harneas de gigoa. Ela ultima partida
de Hat .burgo fui vendida para reexportarlo, como
lambein oalra de 1,500 earrafo-se 500 frasqaeiras a
preco reservado ; 40(1 garrames e InO frasquetras
venderaro-se a 49 por aquelles, 1^00 por ela.
Da hollaiidea, 100 gHiraf6eaobliveram 6>500, 100
fraaqiieiras a 3*500, 100 a 59OO, e 80'J a 5r>200,
Lonas202 pajas da escosiea estrella ubtiveram
2lo000.
AlanteigaEntraram 2 526 barria e 6 caisasda 0-
Rlea, 25 de Lisboa e 022 e uvio da franceza.
Oa presos anula descerara era couseqaenci.i deste
eire.-o de imporlarao.
As vendas liniii.iriii-se a 475 barria a .51X1 rs., e
200 4 180 rs. por libra. Da nova, pelos paquetes,
aiuda uao houve vendas, no quermlo os importa-
dores annuirao prejo haiiooflerecido pelos compra-
dores, a oa princiiiaes rellram seos Mes do mercado
Dila franceaVenderam-se 100 meios bariisa
480, e 50 barris a 50 meios a 110 rs. por libra.
Maesas800 eaitas realisaram 6JH00 cada urna.
Oleo de linhacEnlraram 37,058 libras, parle
por encommendi ; 5,000 libras venderam-se a 215
rs.. < vanas parcelas relalharam-se a 270 a 280 rs.
por libra.
PtmentaVendas limitadas a 50 saceos a 300 ra.
(a reta I ti o), 100 a 280 ra. por libra.
Queijo quaes 244 caixaa pelo paquete Avon ; deslas, 44
vieram por encommenda. Ainda nao se abri o preeo
e julgamol qua elle sera auperior ao itas ultima* Bo-
lac,es, porserem boje mais elevados os direilos so-
bre este genero.
SalEnlraram 15,100 alqueirca, e as vendas fo-
ram de 4,060 alqueires que vieram em 2 embarca-
res de Cene a 610 rs., 2.100 alqueirea da moma
procedencia a 620 rs. dinlieiro ; u>n cariecamcnto
de 13.000 alqueires de Cabo Verde a preco iearva-
do, corno lamben) 1,200 alqueires de Lisboa coma
mema condi^ao.
SalitreEntraram 250 harria, e venderam-se e.D
parcelas 210 barris a 8.3. Este artigo continua rroo-
xo no mercado.
Velas de comiiosicoEnlraram I.OS eaixas, e u
genero sollreu uina baixa. Aa primeiraa vendas das
.le hoaqoalida.le alcanraram 700 r., e venderam-ee
por iiliim 1 a (SO r<. por libra.-Em ludo 2,410 eai-
xas ; a saber : 700 a 700 rs., 250 a 600 rs., e 200
lufenor a 270 por libre.
VinagreEntraram 115 pipas ; este genero, pela
sua abundancia, segumdo a marchada una-i lodos
os mais da esliva, tem declinado em preco a nlo'hr
DIVERSAS PROVINCIAS.
Kendiiuenlo do da 1 a 20. ,
dem do dia 21.......
81:1009114
5:9149857
486/322
6:4019179
DESPACHOS DE EXPORIACAO PEa^TaBSA
UO CONSULADO DESTA (ilDAUK NO DIA
21 F, JULIIO DE 1857.
Moiilevi t.i Rarca hespanlu.la jolianu Kalkman,
N. Biebcr iV C., 320 barricas assorai braneo e
fitascavado,
Kio da PrataPolaca bespanbola Avelina, Novaes
iV Ca 400 barrila a--ui-.tr braneo e mascavado.
LisboaBrigue porlaguez Coaslanleo,diversos car-
regadores, 40 barris mel, 50 saecos aasuear kraaco
e mascavado.
Buenos-AyresPolaca beapauhola Prompla, Bai-
lar A. Oliveira, 400 barricas aasuear brauco.
CmstaHliniipla Escuna bollaudea i la., N. O.
Biabar (.., jiO aaccos aasuear masca.ado.
Benguela por LuandaBrigue portugoe Joven
Amelia, Manoel Alves liuerra, 50 meios desoa.
LiverpoolBarca inde/.i Prospero, James Crab-
tree Cv Ci 60 aaccas Igodo.
PorloBarca portuguea"N. S- da Boa Viagem,
Joto Joaquim Kernandes, 37 coaros salgados
EXPORTACAO'.
1* irahiba do .N irle, lancha naeioual Ciincrico
Flor das Virlades, de 26 loueladas, conduiio o se-
guinte :65 volumes gneros eslrangeiros, e 300
.noli do carne, 8 saceos c>(, 572 cstxas chaiutos,
8 sancos arroz, 2 rolos (unto, 10 caixinbas cha, Co
raixas saho.
Pasbo de Camaragib, hiate nacional (Sania I.ti-
na, de 21 loueladas, conduzio o eeeoinle 6 vo-
lumes gneros eatraogeiros, e 100 arrobas de carne.
Pliiladelphia, barca injiera Ann Scoll, de 310
lonelala-, conduzio o seguale : .- 300 saceos com
1.500 arrobas de aasuear, 6,000 euaros seceos sal-
Sloa.
RECEBr.UORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
lien limenlo do dia 1 a 20. 25:837322
dem do dia 21....... 2:446^066
28:283 1088
Antonio Alfonso de Aguiar vvjtaker.
Firmino dos Santos Vie.ira.
Francisco Camello Pessoa de Laccrda.
Francisco Vaz de Carvalho Sudr.
Joaquim da Costa Dourado.
It. Joaquim lo Esnirito Santo.
Joaquim Klias de Moura.
Joaquim Rodrigues de Souza.
Joo Antonio Car.loso.
Joio Bernardo do Magalhaes.
J. Furness.
Jos Francisco Vianna.
Marcos Joaquim da Costa.
Manoel Alves Guerra.
Manoel Joaquim Hamos e Silva.
Seraphjco Jos de Mello.
Tendo esta reparticiTo de vender, em
hasta publica, urna porreo de bolachas ar- i
ruinadas, entregues pelos navios da armada, |
manda o lllrn. Sr. inspector fazer publioo,
que isso effectuar-se-ha no dia 25 "do cor-
rete mez, o da ultima prar;a, pelas II ho-
ras da nvnha. sendo as duas anteriores etn
23 e 24, a mesina hora.
Secretaria da inspeccSo do arsenal de ma-
rinha de Pcrnambuco, em 20 de julhode
1857.O secretario, Alexandre Rodrigues
los Aojos.
A administrasen geral dos estabeleci-
mentos de caridade, manda lazer publico,
que no dia 23 do corrente, no lugar e horas
aprazadas, continua a praga das casas abaixo
declaradas :
Bairro do Recife.
Rua da Cruz n. 15; rua da Senzala [Vova
ns. 26 e 30.
Bairro de Santo Antonio.
Roa dos Pescadores n. 11; rua Direita n.
; rua do Queimado n 36 ; rua da Roda ns.
I, 22 e 29 ; das Cruzes n. ?.
Bairro da Boa-Vista.
Rua do Aragilon. 8 ; rua da Alegra n.
+6 ; rua Velha ns. *2 o 73.
AdministracSo geral dos estabelecimentos
de caridade.16 de julbo de 1857.O oscrivo,
Antonio Jos Gomes do Correio,
CONSELIIO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar
o seguinte :
Para provimento do almoxarifado do
arsenal de guerra.
ma
Ca
Can
typo.
2. Constantinonla guarnecida
quadra anglo-franceza.
3.a O grande bombardeamento
imperial de Odessa.
*.a O general Saint Arnand passando re-
Eu vista as tropas turcas em Galipoli.
5." Tomada e assalto de omarsund.pelos
Praneazes.
6." A sanguinolenta batalha do Alma.
7. A sanguinolenta batalha lnukerman.
8 t> grande assalto da praca da torre Ma-
la coff.
9 Viagem del presidente Alberun em as
esquadras de primeira linha.
10* Edificio grego na Greja luminado.
11." Vista do Hccife, avisUndo-se a cida-
de de Cunda, N. S. da Madre de Dos, igre-
ja Corpo Santo, alfandega etc.
12 a Jardim das llores em Paris.
13 Coroacao de Pedro V. rei de Por-
tugal-
1*.' O grande palacio de crystal em Paris.
15 A cidadede Valenca.
16." Palacio e tapada de Vcrsallies.
17. Entrada da praija da concordia Paris.
18.a NapoleSo I. botando oculo cm frenl9
da cathedral de Milao.
Esto sabio est aberta das 7 at ti, a en-
trada 15 rs.
sol
Baile popular
DE
MASCARAS E Pll..mSLl
NO
PALACETE DA RUA DA PRAIA.
Domingo 26 de julho.
A pedido de alguns amadores, ha ver bai-
le ueste dia ; achando-so em vigor o regu-
lamento approvado pela autorl la le compe-
tente, e os diiectores esperam quo aeja fiel-
mente observado, visto que seu fim he evi-
tar abusos, que interrompam a boa ordem,
que sompre tem reinado nos bail s popula-
res : os carloes estarSo a ven la no da do
divertimento, o qual deve principiar as 8
horas, e terminar as 2 da manhfia.
tima*
-..-
o i.
_. ,-----------------------jjaaas.saa.a L l ^.. r a .-. ( l r <, l-r- i ,1 .1 1 _,1 1J |t,)*>;:
i rave de construccio de 40 palmos 1 ; dita escravos afrete, para os quaes tpm
le dita de 32 palmos 1 ; enxams de quali- lentes commodos : trata-so como set
Para Lisboa, sahe impreterlvelmente
no dia de agosto prximo, o brigue por-
tugaez Constante : quem no mesmo quizer
carregar ou ir de passagem, para o que tem
o^ melhores commoios, trate com os con-
signatarios Thomaz de Aqutno Fonseca ^ Fi-
lho.ua rua do Vigatio n. 19, primeiro andar,
ou com o Sr. Silverio Manoel dos Reis, na
praca.
Par A o Bio de Janeiro.
Vai seguir com muita hrevidade, por ler
parte de seu carregamento prometo, o bri-
gue nacional Maria Preciosa, capitSo Fran-
cisco Alves Mcira ; para carga e passageiros
exce.1-
seu con-
dade 121; lahoas de assoalho de lotiro de 1i | signatario Francisco de Paula Figueira de
a 16 pollegadas de largura, duzias 20 ; ditas i Saboia, em seu escriptorio rua do Abollo
leptnho de 11 pollegadas de largura, du-ln 5.
zias 10 ; ditas de dito de 3|* de pollegada de '
grossttra. e 8 ditas do largura, duzias 10;
costadinhos do amarello de 16 pollegadas de
rgura 6 ; frechai de 35 palmos I ; azeite
coco, ca-
pavios,
,-^..... urinal iic jj paimos i ; .
lecarrapalo, caadas 980; dilo de cct
nadas *7 ; fio de algndao, arrobas 2 ; pi
aiiimaco, limilindo-ac as compras as ne'ceasiil.d'ea; i duzias 9 ; CarvOo de nedra mcU Y.s in'
acba-aeabalidu e aem aniir,ii;.ln. Alguma eousa se
lem feilo nodo Medilerraueo, porm a pracn mais
balsos.
Dito de LisboaEntraram 16 pinas do braneo a
i tu do tinto.
Venderaro-se 211 pipaa drsla e 1 pipas do braneo,
a saber : 20 pipas de 3159 a :120j, LO a 330)1, 20 a
:H5a,e 41 auperior a :150?. As 1 pipaa braneo rea-
lisaram 3I0| P' Pipa.
DiUi do PorloEnlraram 32 pipas t venderam se
45 pipas superior Sa 380a a 130?.
Dito de Cetle1G0 pipaa tinto e II brnoco, marca
uClariio, alranr.ran 2NU>.
Dilo de Porl-Vndres.69 pipas entradas em flns
do naez proiimo paasadu alcanraram 280 por pipa.
(Jornal do Cunmercio do Rio.)
^Di^tttO lO iOEO.
dia 21.
e do ultimo porto
commandaiile Bi-
Nario enn
Rio de Janeiro e Bahia6 fias,
12 horas, vapor ingiez Avon;
cbard Rivett.
Navios sabidos no mesmo dia.
BahiaPatacho nacional iiAnna, eapilao Domin-
gos II. Mafrs, carzs farinha da triuo. Paaaagei
ro, Lniz Jos de Almeida.
bras cada um a 20 ; rame de latio do n. 8,
arrobas 2; eslanho em verguinbas, arrobas
2; eaixas com vidros de 16 a 18 pollegadas
2 ; ditas com ditos de 11 a 12 ditos 2 ; vros
em braneo de 150 folhas de papel pautado 2 ;
dilo dito de 300 IblDas de dito 1 ; ditos dito
de 120 lolhas de dito 4 ; ditos dito de 50 fo-
lhas de dito 8.
Companhia de artfices.
Ltyros de 200 folhas 3 ; ditos de 150 ditos
2 dito de 100 ditas 1 ; dilo de 60 ditas 1 ;
dito de 20 ditas t.
Lis-
ia do norlc do Brasil,
|>.cjleles i vellii entre
Havre e PeniMiiibuco,
'-! I.T. liarliny & C.

bspura-se nesles dias
do Havre um dos
enfeite de sala, linissimos aparelhs de lou-
5a o do vidro para .servido de mesa, cande-
labros e lanternas de vidro, cjti lii.-iros in-
ilTerentes modelos, e
tros muitos objectos
sem recusa de qual-
quer preco maior ofierectdo : quinta feira
23 do corrente, s U horas da manhia.
- O preposto do agente Oliveira far le-
alo, para fechar cuntas od-soecupar o es-
criptorio, de porcao de mobilia da Jacaranda
e de amarello, consistindo em sofas, cadei-
ras, ditas de balango, bancas do jogo, ditas
para luz, mesa de abas, dita para engomma-
do, escrevaninhas e carleiras do viagem,
aparador, candieiros para mesa, louga, gar-
rafas e copos para vinho. porta-licor, I cai-
xa botica, berc.0, camas de ferro, leilo fran-
coz, candelabros, quadros, e outros muitos
artigos ; c assim mais urna escrava com urna
cria de 4 mezes que deseja ser vendida para
trabalho do campo : sexla-feira, 24 Jo cor-
rente. as 10 horas da manhia, no seu escri-
ptorio, i na da Cadeia do Recife.
04>0
>Ds$0*J,
PROVINCIA.
O Sr. tliesoiiicifo das loteras manda
fa/.er publico, <|ite se acliain a venda, no
pavimento terreo da casa da rua da Au-
rora n 2(i, Has 9 horas da manliaa a's 8
da noite, bilhetes, meios e uartos, da
terceira parte da primeira lotera do Col-
legio dos Orprios, cujas rodas andam no
dia 2.") de julho.
Thesournria das loteras, IS de julho- de
lST.Jos Januario Alves da Maia,
escrivao.
Jo da Cruz Ca^-o retira-se para fra
do imperio.
Tltomaz Pereira de .Mallos Eilima, penhoradi
llremamrnte pela parle senlimcnlal, que sen
aniisiia tomaram pln perda de aeu innfto, falle-
cido na enanilla ata 10 do corrente ; inanifrsl
er eale modo o aeu sincero reconhecirnentn,
igradecndo rordialmente a lodos os senhores
|ae se diiiiar.im acornpanh.ir seos restos mora*
ao cemileiio publico desla cidade; asaevera qoe
a' maia deiara' da nutrir em seu peilo senli-
ineulis de verdadira cralidtlo.
Recife 21 de julbo I857.
ter 10 ||4 pollegadas de largura, e 45 i\3 di-
tos do comprimento.
8.- batalliSo de infantaria de linha.
I.tvros de 200 Mhas 5 ; ditos de 150 ditas
14; dilo de 100 ditas 1 ; ditos de 50 ditas
* ; ditos de 20 ditas 8.
Cada pagina do tojos estes livros deve ter
10 1|2 pollegalas de largura, e 15 1|2 ditas
de^cotnprimento.
9- batalhao do infantaria de linha.
Livros de capa de couro com 50 folhas ca-
da um, riscadas e impressas para o registro
Para'.'SiXmXsl-Vapor naeiona, n^\SUZVS^T^!l'St
inga, ro nmandanle o !. lenle Antonio Car-
lis Koilriguea da Silva.
PhiladelpbiaPalarbo americano ullreezcn, r>p'lao
W. S. Cter Uridj, carca a-aurar.
BahiaPatacho llollandez iiWilhelmina Maria, ra-
piblo Sonmevild, carea parle da que Iroase.
PhiladelphiaBarca ingleaa Anua Scoll, eapilao
I. M. (regor, carga a.aucar e couros.
&.fci*t0.>
RIO 13 DE JIMIO DE 1857.
Colacoe o/fician U junta doi correlore$.
Cambios.Paris, 345 e 316, a 60 dias, hoje.
Ilamburgo, 318 a 60 ds., dem.
Antuerpia em Loadles, 27 7|8 90 ds.,
ashbado.
Dito em Pari., 343 90 ds dem.
Maraelha. 343, hoje.
Ilavre, 342, dem.
Ceorge Uudson, presdanle.
Joao Sev.riBo da Silva, secretario.
Al transacees ara cambios foram hoje muilu un.
O Dr. Francisco de Assis Oliveira Maciel, juiz
de direito interino da primeira vara ci-
minal da comarca desta cidade do Recife,
por s. M. o Imperador, que Dos guarde
etc.
Faco saber em virtude do art. 286 do cod.
do processo criminal, que tendo sido con-
vocada para 18 de junho prximo passado, a
3 sossSo judictara do jurv desle termo.ns-
taloti-se no da 20 do dito mez, e encerrou-
se no (lia 7 do corrente, lento sido julgados
nella II processos, conteni 13 reos, sendo
8 presos, o 5 afiancados. Foram assiduos os
senhores jurados effectivos seguintes:
Mi noel Cardoso Ayres
JoSo Antonio Pon-ira da Rocha.
Vicente Cardoso Ayres.
Dr. Podro Do'nidias Pessoa.
Antonio Vital de Oliveira.
Domingos da Silva CuimarSe>.
Antonio Manoel Pereira Vianna.
Manoel Jos de Siqueira Pitanga.
Devendo cada pagina de todos estes livros SlTmS wS^1? SfafE ^,t0 ?'"
co o qual sahna com toda a brevidade, por
ter a maior parte do carregamento prompto,
e para o resto recbe-se a frele : a tratai
om os consignatarios N O. Bteber & C ,
na rua da Cruz n. *.
-- Para o Itio de Janeiro vai seguir com
brevidade o brigue nacional Almirante, ea-
pilao Joaquim Pinto de Oliveira e Silva : pa-
ra carga, escravos a fete e passagei-os, tra-
ta se com o consignatario Jos Joaquim Dias
Fernn les & Filhos.
-----Para a cidade do Porto, rom escalla
por Lisboa, a nova e muito veleira barca
portuguoza Maria Feliz, capitao Zeferino
Ventura dos Santos, a qual he esperada ues-
te porto al o fim da presente semana, pro-
cedente do Ilio de Janeiro, donde ennduz
mais de meia carga, c ter apenas 6 a S alias
de dnmora ueste porto : quem na mesma
quizer carrejar, ou ir de passagem, para o
que tem excellentes comino los,.lirtja-se com
antecedencia ao seu consignatario Luiz Jos
de Sa Araujo, rua do Brum n. 22
companhia
fie navegacao i v;por
fgmppta ViiuT.'.'iinir,
ras folhas para assentos dos ofiiciaes.e as 40
restantes para as pracas de pret, tendo as di-
mensoes regulares pelo decreto de 6 de dez-
einbro de 1831, 8; livros decapa de couro,
de ZOO folhas 5 ; ditos de dilo de 150 ditas
14 ; dito de dito de 100 ditas 1 ; ditos de dito
de 50 ditas 4 : ditos de dito de 20 ditas 8.
10,- batalhao de infantaria de linha.
Livros de 200 folhas 5 ; ditos de 150 ditas
14,; dito de 100 ditas I ; ditos de 50 ditas
4 ; ditos de 20 ditas 8.
Devendo ler cada pagina, n3o s destes li-
vros, como dos do 10.- batalhao, as mesmas
dimenses cima disignadas.
Quem quizer vender, aprsente as sans
propostas em carta fechada na secretaria do
conselho, as 10 horas do dia 22 do correnta
mez.
Sala das sessOes do conselho administra-
tivo para fornecimento uo arsenal de guerra
15 de julbo de 1857. Jos Antonio Pinto,
presidente interino. Bernardo Peroira do
Carino Jnior, vogal e secretario.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria de
fazenda manda fazer publico, para conheci-
niento de quem convicr, que no dia 25 do
corrente as 3 horas da tarde, perante a jun-
ta da mesma thesouraria, receber-se-hao os
leos que quUcrem otferecer as pessoas
que desejarem obter a preferencia no afora-
ment alagado, sito nos fundos de outros, em fren-
te a rua Imperial, tambero alagados, de que
AVISO AO PUBLICO.
Da casa dos ahaito assignaloa iugtram os sezain-
les escravos : um llamengo ne idade 22 annos, pon-
en mais oa menos, rento do corpo, cara manchada
de pannos, tilo sem vergnnha qn em qualqoer par-
te procura ter entrada ; tem u pqaeno defeilo no
andar, de aorle que parece ler sido jarretado para
assim no fsjgir de c.iaa dos sena senhores, lauto qu
para orcultar cssa filia usa de hnigala, perece sof-
frer da visla, e por esae motivo naa de oculos blan-
cos, aros de euro, e anda ronsianit-menle valido com
om) cal^a branca mallo snja, ou preta moito velha,
iim pnletul de easemira branca, e nm chapeo iIp pl-
lo velho rpm ae soppe ler berdado de aeu aa An-
drr ; esa llamingo fui em algaiu lempo mohecido
PelManuelila; faz versos, e urna oceasiao
no llleatrode S. Isabel, rcferiiido-s ao insigne ar-
liata tiermano disae n Cermnno i/urda qlorii ao "i
mtchegtn. a He horrivelmeute Ma e sobre modo
lesfrortavtl, envnlven-se na revoluta" de 1818 nes-
ta ct lade e repimpou-a eom o sangue homano. O
oulro, cabra de 25 a 27 annos bem cheio do corpo,
cara espttilioaa, cnstiima faier rarelaa quandn falla,
mette-se a plnlnsoplio, ma< n,1o paaaa do um burro
irrrqado tic fradet, muilo mtnoral, vive couslao-
lementf noa qaarleis.lam servido ha V anuos na Ka-
culdade de Dna lo d-la cidade.sab"' ler e -ra rever,
osa de um lo visimrio, calca e casaca prelaa muilo
velhlnhas, a vetas muda oa'.apalns por um deaaea
bem rmili-ri I do Araraly. Ouem dr noliciaa des
sea esi.ravoa ter a sralificae,lo de 100:, e qoem os
amarrar, levando-ns aoaabaiio asslsnados serlo sra
lilicados com |Qf>;, Mallo f BlCSaaita desaes escra-
vos para cornparererem carrejados da labocaa e for-
qoilhaa un dia do celebre leilo ; poia, sem elles o
e.apeclacnlo nlo poder' ja mala agradar.
Piriri' A Buraei'i.
- Sexta feira 20 do corrente, linda a au-
diencia do Sr. Dr. juiz de orphiios, ser ar-
rematado por 2000 rs., a renda annual do si-
tio no logar do Salgad i nho, com casa para
familia, e cas* para escravos, com bastantes
arvoredos de fructo, pasto para gal), trra
para plantac/tes, e cacimba com boa agua de
beber, a r-querimento de Crcula Marta das
Virgens, como totora de s ia lilha Jesutna, e
he a ultima praca.
llojo22 do corrente tem tugara arre-
matarlo da parte do sobrado de dous anda
res, da rua de llortas n. *4, perteucente ao
finado Antonio Jos do Souza Teixeira, de-
pois de linda a audiencia do Dr juiz de re-
siduos, no lugar do c istume.
AMA.
Precisa-sc de urna ama : na rui do Quei-
mado n 28, segundo andar.
No da 20 to corrente, perdeu ocapi-
tilo do brigue nacional Marta Precios*, Fran-
cisco Alves Meida, qualro matriculas con-
cernentes ao mesmo navio, sendo urna do
dilo capitao, oulra do contra-mestre Antonio
Comes, e Juas finalmente dos mo^.os Auto
de Mesquila e Jos dos Santos : quem as li-
ver achado, querndo entregar, dtrija-se a
rua dn Apollo n. 5, qu-; ser gratificado pelo
dilo eapilao.
sapateiro que se vende por menos do que
em oulra qualquer parte : no aterro da Boa-
Vista n 78, loja.
Perdeu-se ou furtaram urna cadeia de
ouro para relogio, cm forma engrasada, e
sendo composta de diversas pegas roligas e
oucas, a imitac3o de um canotilho, sahindo
deste canolilho um fio chato, que segura e
amarra a mesma cadeia, ten lo no principio
urna argolla grande para segurar sinetes :
quem de dita cadeia tiver noticia, avise na
rua do Amorim n. 50, segundo andar, que
ser* gratificado.
Compra-se urna taberna, nos arrabal-
des ia cidade, sendo Monloiro, Casa-Forte,
Api puco*-, A fugados, ou no Barro, e que te-
nha commo ios para pequcoafamilia : quem
tiver annuncie.
---Fugiodoengenho Coelhas, termo de
Sermhacm, no lia 22 do proxim > passado
mez de junho o escravo de nomo Jos, com
os signaes seguintes : idade, poucu maisou
menos, 39 anuos, baixo grosso, cor bem
preta, tem uma cicatriz na test, he de An-
gola, mas parece erioulo por ter vindo muito
pequeo, por cima da sobrancelha, prove-
niente de um lalho ; levou camisas e cerou-
las de algotlilo brauco e de listras, e Umbem
urna camisa de bata encarnada com colla-
nnho amarello ; este escravo foi ha pouco
comprado ao Sr. Malinas Guedes, que lti-
mamente foi a Iministrador do engenho Tra-
piche do Cabo, em cuio engenho foi visio
alguns dias dspois de fgido o referido es-
cravo : quem o prenier pole leva-lo ao en-
genho indica lo, ou nesta praca em casado
Sr. Manoel Alves Ferreira no Forte do Mal-
los, que strk satisfactoriamente recompen-
sado.
Em uma das melhores localidades da
rua do Hospicio ha uma "casa n. 18 B, feita
com toda o gosto e esmero, e em cuja cons-
truyo entraram as melhores madeiras do
paiz e as melhores ferragens ; a mao d'obra
o exeeutada pelos melhor.-s ofliciaes na-
conacs e allemfles, sendo uma das casas
mais confortaveis, porque seu dono a odifi-
cra para nella residir, e com effeito ainda
ah residi por algum lempo, mas como se
resolvesse a .mudar-se e nil.i Ihe convenha
te-la alugada, tenciona vende-la. Tem boa
cocheira e e-tribaria, um bonito jardim com
canteiros de pedra e cal, vares de ferro pa-
ra plantas trepa leiras, entra ia de frente e
post rior, isto he, pela rua do Hospicio e
pela do Destino, as Trentes sao calcadas de
pedra de Lisboa, as entradas de marmore e
os tectos de estuque, escads de volts, entre
o jardim e a cisa ha um calcido de pedra de
Fernando, o jardim he spirado do pateo
por uma elegante grade de fe-ro, tem uma
gran le cacimba com bomba de repucho com
encanamento e um deposito na parte supe-
rior da eozinbl aondn se conserva agua para
consumo da casa, a qual he levada pelo mes-
mo encanamento diversos lugares do edi-
ficio, tem um quarto com binheirode mar-
mreo azulejo, com vlvulas para despejo
dss aguas em um canno de 250 palmos de
compri lo que conduz n5o s essas como to-
das as mais do servjco e da chuva a mar,
os banhos podem s-r quentes ou frios, para
o que ha no banheiro duas torneiras, de que
urna communica com um deposito d'agua
quenleassen' sobre a chapa do fogao da
cozinha. Tem oulras muitas eoinmodida-
Jes que podem ser examinadas pe>os pre-
tendemos, dirigindo-ae pan esse fim ao Sr.
Joao Valenlim Vilella, que Ihes facultar a
enirada. PJa convir a todos e especial-
mente a um senhor de engenho que nesla
cidade quetra fazer a sua residencia. Quem
a pretender comprar, dirija-se a rua da Ma-
dre de Dos n. 26 ao seu propietario, qufl he
Vicente Forreira da Costa.
Precisa-sede 2 amassadores i na rua
das Larangeiras n 28
D iuia Joaquina do Mello Lins faz
sciente a quem interessar possa, que no ar-
rendamento do engenho Dous IrmSos, qu
pelo juizo de orphiios deste termo est em
praca. nao se co nprehende urna haixa do
capim, que estando cncr.vada em Ierras do
mesmo engentio, pertencentn todava a an-
nunciante, e como tal foi excluida do inven-
tario
- Vende-se um sobrado de dous anda-
res na rua do Vigario, croprio para qualquer
eslabelecimento : a tratar na rua da Cadeia
n. 3, primeiro andar.
Vende-se uma carroca de conduzir fa-
zendas, com cavallo e arreios, tudo novo e
bom : na rua do Queimado n. 32, loja de
ferragens
- Vende-se um alambique de cobre com
todos os seus pertences, proprio para desti-
lar espirito, o mesmo agurdente : na rua
do Rangel u. 54.
Curgel IrmSos mandaram vir do Rio
de Janeiro por conta do tsr. Rento Jos ia
Fonseca, do Aracaty, o bilhete n 5072 da 13
lotera para coustruccSo do Hiealro lyrico
'la corte
Curgel IrmSos compraram por or lem
de Jos Mauricio de Lima, do Aracaty, o bi-
lhete inteiro n. I76t da terceira parte da
primeira lotera do collegio dos orbaos,
concelida por le provincial
P ecisa-se de um caixeiro : na pada-
ria da rua Direita n. 24
- Pracisa-se de um n-nassador para a pa-
daria de Maternus Lenz, cm Santo Atnari-
nho.
-- Na tarde do dia 17 do corrente, per-
deu-se do principio do Chora-Menin al a
ponte pequea, uma pulseira de outo ; quem
a tiver acaado, e quizer restitui-la, pode di-
rigir-se ao primeiro andar do sobrado da es-
quina do heceo da Penha, que sera gratifi-
cado.
Os amantes da boa pitada,que desejarem
refrescar os narizes, queiram dirigir-se a
rua do Vigario n. 33, pois abi encontrara
uina porcao do latas de rucia al duas libras
de excelicntec genuino si monte da Gaeho-
eira da Babia, que se vendem por proco
commodo.
Procisa-sc deum COzinbeiro: no lar-
go do Hospicio junto ao quarte], casa do de-
LOTERA J)A
provincia.
5" parte (\.\ "" lotera
iVt-ssi S'iili' r.i do Poro
da l'aiielhi.
O abaixo RS-si^iiado ten-
deu iiobetiaivlJSHq .Mili-
tes, as segtiiiites Horics :
1505 5:000fbilhete inteno.
1750 .">00)Jidem
638 200.Sidi-m.
5077 1009+ <|tla,,0,
538 50.2 meios
1021 .".Os i quarto.
!() .">0S2 meto.
A garanta he |a-a no
escriptorio /*. J. La y me.
Prectsa-se de um pequeo para eai<
xelro de taberna : na rua da nzala Velha
n. 100.
Fabrica de iacao e tecidon
de al roda o.
I O w -------------aaan-.~ j...u w UUVB ., 1 II -,( IfJ U \ ~
*recisa-sc deum ettor que cuten la sembargador Meles da Cunha. Paga-se
de plantaco, para um sitio perto da cida- '
de: na rua da Madre de Dos n. 2.
Vemie-se uma taberna*confronto a ca-
paila de S. Amaro, com poucos fundos, pro-
pria para principiante, tem grande fregue-
zia e commodos para Tamilia : quem pre-
tender, dirija-se a mesma.
P.'eeisa-sa alugar um prcto, que seja
possat.te, paga-se bem : na rua do Kaneel
a. 13.
Aos senhores acad imicos.
bem agradando o servico.
- Os administradores da fallencia de Ita-
pltael Flix Jos Garca, avisam a todos os
senhores credores, para que no prazo de 8
dias, n contar le hoje, deverSo a presentar
os seus ttulos de divida no cscriplorio dos
Srs. Thomaz de Aquino Fonseca A F Iho, a-
fim de se o i ler proceder na forma proscrip-
ta no art. 85'J do cod. commercial, certos ilo
que liu lo o prazo, nlo se roceberfio recia-
mscOes algum.?; Recife 20 de julho >'". '857.
Jos Martina Podras, retira-so para a
Elementos do processo criminal para uso Europa, tratar de sua saude, levando em
No dia 25 desla mtz eapera-ae de Antuerpia a ',laS l"acul,lades do direito do imperio pelo sua companhia dous lilhos menores, Maria
Sooikaiupiuti, o vapor ingltz CAI.Cl"~rA, com- Joaquim S. Katnalho, direito publio .Martins Pe Iras e Cermatio Marttns Cedras, e
man i.ittte Hiackmore, a dspaia da demora do co- brasileiro e analysc da eootuicSo do impn- urna cria do 4 annos, forra, de nome Ulyra-'
loma, sfEuira para Bahia e R o de Janeiro : para I r'a P*-*lo l)r. Jos A. Pimenta Bueno; estas pia
paassEeiros. etc., irata-ss com os agtiilts Uanrv i obras eslao a venia cm a nova linaria da I Antonio Marques Silva de Mmcida ro-
Forsur & C, ru do trapiche o. 8. | rua do Collegio n. 21. I tira-sc para tora do imperio.
Oa abano asaignadot, tendo obtido da Earepa, a*
necessarias ii.lortnarriea, plaauM e on .inealoa ara
a fabrica de liar e i.cer lamlao, caaiividam aoasra.
socios a vir a-lua, no earriptorio do Sr. MiaHl Al
ves duerra, na roa do trapiche n. I.
Un .lmenle convidan) as petabas qoe aabaerava-
ram para eata empreza, a roaltaara 111 a terceira psaas-
tacao de 20 p-ir cento, o que verificarlo de h.ijo at
18 de agosto proiimo, no mesmo racriplorto.
As pesaoaa qoe aioda qutierrm fater parle de*ta
empreza, serlo admiltidas, pagando n Tator daa ea-
Iradas relisadas na oceasiao de sub-rraj<.reD ne li-
vro iIjs asignaturas, que rio de 100; j:000Ua> rs.
Kecife, I a. de julho de 18.77.
Amorim, h'arii; C.utrra f.
Fabrica de liatjao e locifio*
lealoodo.
Os socios gerentes dosU companhia, pre-
cisam comprar cal, lijlo, telha, arta, ma-
deiras de lei em pranchOes e em travs, e
enxams, eaibros e ripas ; para este l'im
convidam as pessoas que negociam nesles
gneros, a dirigir as suas propostas por car-
ta fechada, at 15 de agosto prximo futu-
ro, no escriptorio da sociedade, rua do Tra-
piche n. 14, onde serao abenas em sesso
ordinaria dos ditos gerentes Recife it de
de julho de t857.-Amorim, Farias, Guerra
& c..
I'erdeo-se. no dia 1S do crranle, na igreja daa
Carmo, un livra con capa de raoro. encadernacSa
orlinario e com o ltalo CeUsMeSas da oracra a
obras piaa, pelas quaes tem oa Sumoa Ponlifirea osas-
Cedido asanlas indulgencias : qaam o tirer arhadn
e qoiser realiluir, dirija-se ao largo do Tetra, es-
tirado de um andar n. 31, que aera--------pniali
. l)a-ae dtnliairo a premio ain pequeas qean-
lias sobre penhores de ouro e prala : na rua elrei
ta do Koaario n. 23, segundo andar.
O abaixo assignado, pottuido do
maior empenho de se dcscolirir o auto-
res c cmplices do horroroso assastinato
perpetrado na pessoa do sen mui preza-
do amigo Thomaz Gollan, vice-ennsul de
S. M. Britannica nesta cidade, ollerecr
dous coritos de reis a <|ui-m Ihe prestar
qualquer esclarecimenlo exacto sohi-e es-
se facto, ou mesmo o conheciment dr
alfjuma circumslaiicia.ou accesaanio delle,
de modo que se possa averiguar a verda-
de, assim como assegura, oh ana |>alavra
de liorna, o mais inviolavel segrerJo, a'
quem lizer qualquer dessas revelaot.
pois he bem possivel chegar-se ao'lim
desejado, serc declarar-se donde ella
procederam.
Consulado Uritauiico II de julho dr
I8.>7.II- Atigustus Cooper, cnsul.
Penleu-se, da rua da Koda aM a Gamboa
Cirmo urna pulaeira de oora. botante sraade, caata
oitp oilava, na noile de 19 do ranale : qaieaaa a
aehoo leee a rua da Roda, sobrada n. :fir ama acra
recompensado.
--- Francisco Jos de Campos, commer-
cianle eslabelecido com padaria na roa Im-
perial, ven lo publicado nesie jornal n. 161.
na parle policial o sen nome, como preso
para correccSo, apressa sa em declarar que
tal prisao no se eulende com elle, e sim
com pessoa de igual nome ; e que para evi-
tar qualquer duvida, de hija em dianle s-
assignara por Francisco Jos le Casspos
Pamplona.
- Manoel Domingues Chape'.eiro retira-
se para fora do imperio.
>::::::;-::.:;::::::: :::
ICasa de SaudeS
| PEDRO \M0M0 CESAR. %
^ Na cidade de i'aoianna, b.ci-o do 0
VJ? I'aviio n. IV.
-^f O lar Pelr.i Antonio Ceear recabe pea- 9
"3 snas doenlea para tratar em ana raaa ja' A
'.'.,' mencionada, promellemlo deaempeohar as
ffi funeroes meJiraa com meito lelo e artivida- "SF
* dade. A
.-'; Prero diario.
Pessoaf livrea. 3*300
" esrraves. 29000 B
ie:--':'.^^tto# AVISO.
As abaixo assignadusparticipainao res-
|tetavcl publico, e especialmente ao Sr.
seus treguez.es, pie venderam o seu jogo
de bola a p-ssoas particulares, e que im
o dia de hoje a sita casa acaba de ser e-
tabfleeimeiito publico. Recife 20 de pi-
lilo de 18.")-.Margal ida Waller.Viu-
va aVachz.
Precisa-se de uma ama para enzinbar .
na rua estreita do Rosario 13.
No dia 25 do corrente, depois da au-
diencia do Dr. ju municipal da segn 'a
vara, se proceder a arrematadlo doa bens
seguintes, perten.-entes a testamentaria t
tinado Antonio Jos Veix-ira Lima :
L'-n sobrado na rus. do Aragao n. 5, avs -
hado em 900/ reis, que ren le 1*5.
Umi casa terrea na rua do Rosario u 2i,
svaliadi em *u0|, que rende 75. a
Urna caa terrea, na Soledodc, rua de Joan
Fernn Jes Vieira n. 32, avahada ein800*aWi
qoe rende lo/.
I'm sitio na mesma rua, rom a casa n. 31.
e com diversas cazinhas. tudo por,2::i lo-,
Precisa-se de um pequeo de 12a It
annos, que tenha alguma pratica de tabal -
na no pateo do Paraizo n. 30, taberna.
XAROPE
O
Foi transferido o deposito lale xaropa para a bn
lira dejse da Crui Sanios, narna .Novan. ,"i|'
garrafal 5S500, meias.lrOOO, sendo falso lodo
aquel lo quenAoforsendidonesle 1epui lo, pa o
quesefat opreteoltaviro.
rariiTAirri para opirlico.
Para curade pblvaieaeaa loilo.osaeusdilleren
es graos, qucrin olivada perennal i pacoes, tosa*-
tsthma.pleurir.escarrosdasangue, dordac>a-
ladnse neitn, palpitarSo no coracao,coquelorhe
bronchile, dorna garganta, e todas as molestia
doa nrgo* pulmonares.
ILEGIVEL






DIARIO DE 1'EKNAMliUCO Ol'AltTA FE1RA 22DE JTLUO DE 1857
C0ISLT0R10 HOMEOPiTHIGO
DO
?S
Ondoseacham sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
em glbulos, e preparados cora o maior escrpulo e por pregos bstanle commodos :
PRECOS FIXOS.
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita de 24 15s00O
Dita de 36 ... 208000
Dita de 48 a ... 25&000
Dita de 60 ... 3(>cooo
Tubos avulsos a....... 19000
Frascos de linturrademeia onca. 28000
Manual da medicina homeopathica de Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina :........
Medicina domestica do Dr. Henry.......'
Trata ment do cholera morbus......... \
Repertorio do Dr. Mello Moraes.....'
205006
10/000
2/000
6OO0
* m
* l'EDRAS PRECIOSAS-1
j Aderecos de brilliantes, 5
5 diamantes e peroles, pul- SK
i seiras, allinetes, brincos **
6 a rozelas, boles e aunis j
M de dinerentes iiu-(u> e de y?
j diversas pedras de valor. *

Compram, \endem ou *
p Irocam piala, ooro, bri- ij
9 Ihantes,diamaule.se per- &
Sj la, e mi Iros qaaesquer' :?,
lOREIRi k 0DARTE.
LJi l URIVBI
Ra do Cabuga n. 7.
OURO E PRATA.
j$ Aderemos completos da J-
* ooro, meio* dos, pulsei- i
* ra, elGoeles, brincos e *
rozelaa, cordes, (raucel- fc
$ lin-, medalhas, correnles m
*j e enlejes para relogio, e j*
^ oalroi mailoa objeclos de .-
ii ouro. (*.-
Apercibo- completos de ''
i pra(* para cha, bandejas,
9j salvas, casliracs, colheres fr
fc de sopa e de cha, o nn-i- S*
tos outroa objeclos de ?
3 prala.
iiecebem por to-
dosos varpuresd Eu-
ropa asobrasdo mais
| joi.de valor, a' dluheiro $ modemO iOStO. tail-
ou por obras. $ "^ jju^iu, i n n
^ss^ssseas^sajtsfi**:^ to de Franja como
de Lisboa, as quaes vendem por
pre*?o conjnodo como costuuiain.
Lotera
provincia.
O abaixo assigndo ven-
de bilhetesgarantidos, pe-
ios precos abaixo notados,
sendo da quantia de cera
mil ris para cima, a di-
nheiro vista, em sen es-
criptorio, na ra da Ca-
deia do Recife n. 50, pri-
meiro andar.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entro a ponte grande e a do
Chora-menino, e abi tem preparado urna
casa de saude com todos os commodos para
O tratamiento do escravos, cujos senhores
residam fra da praga, ou 'que nSo os pos-
sam curar em ,-nas proprias casas : quem
para isto quizer-se ulilisar de seus servicos
mdicos, que serSo desempcnhados com o
maior zelo, dinja-su ao pateo do Carino n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Prego2/000 diariosexceptu-
ando conferencias, sanguesugas o opera-
ges.
$& &&
SKio-Formoso.S
O Dr. JoSo Honorio Bezerra de Mtne- *|
Si zea, medico pela I acuidad da Baha, lem fjgj
litado sua residencia na cidade do Ric-I'or- ';,
F? muso, e de novo elferece seos serviros l lo- JK
'-,'- das as pessoas que o honraren) com sua cou- &
jg fiaos.. .%
Precisa-se de caixeiros, ra ra da Ca-
deia do Recife n. 50, primeiro andar,
prestando urna liatica de 20K00O, ven-
erado o ordenado de 200j a l00>', que
he para vender bilhetes da lotera da
provincia.
SEGURO CONTRA FOSO.
Compaiihia Alliance.
Esubelecida cm Londres, em marco di 1824.
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
Saunders Brolliers & C, ten a honra de in-
(oraar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
a a quem mais eonvier que eslao plenamente au-
lorisados pela dita companhia para effectuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos de
tellia e igualmente sobre os objectos quecontiverem
os mesaos edificios quer consista em mobilia ou
en fazendas de qualquar qualidade,
-:. Juan da Silva llamos, medico pela un- egi
ij* versidade de Coimbra, mudoa sua residen- >*
%? ca da ra do Cabgg para a roa Nova n. w
J| 6'J, seeundo andar, sobrado do Sr. Dr. KeN fia
J'. lo, e ah contina a receber, das H i 10 A
'; huras da manhaa, o das 3 rs 5 da tarde, as ;-;)
C3 pessoas que o queiram consultar. *.,-
JOHN GATIS,
corretor geral
E AUEM'E DE LEILO'ES COMMEKtlAES,
n. 20, ra do Torres.
I'III.MKIUn AN'DAK,
Jpiaca do Corpo Santo
RECIFE.
| DENTISTA FR1NCEZ.
^ Paulo Gaignou* dentista, roa Nova n. 41 :
f,j? na mesma casa tem agua e pa dentrilice.
Tasso Irmlos.
Avisara aos seus Ireguezes, que as ultimas
lamillas de trigo Richmond chegadas ao mer-
cado. s3o vendidas cm seus armazens, pelos
seguintes presos :
Galega 255000 por barrica.
Ilaxall 2io000 dem.
O Dance 23;000 idem.
Columbia 2it0t0 dem.
Alem destas tem farinhas novas de Tries-
te das marcas SSSK. Fontana e primeira
qualidade ; assim como completo sortimen-
lo das melhores marcas de l'hiladclpliia, No-
va orleanse Baltimoie.
r.
J v
to n
ct?
5L-P
a b*
cu oa
U V
.--'o
m
Bilhetes.
Me i os.
Quartos.
2$700
IsooO
&
^S O pnscnlieiro civil abulto astignedo, se
.T propoe a fd7Pr planos e orraineulos para ..,
\* edilicaes particulares, levantar pleol8S,fe- w
& zer melhurarneiitos e deiuarca^is, e liual- -
;'; mente nncarrega-se de lodo Irahalho de ar- 4-'..
'[;' chilectura, ueoile-ia, agrimensura e topo- y*'
'..: grephia : quem de su prolissio se qeizer &
,.'. ntllisir, podira procura-ln no aubrado das
'& ra das Ouzes n. 30, das i) horas ao meio ; fi
K c de meio dia as 3 horas da larde, na roa M>
' ;' Velha, casa terrea n. ".Antonio Felicia- w
^j no Itodr'gues Selle.
Jardn] publico em per-
nambuco, ra da dade n.70.
Neste muilo grande jarditn aonde o pu-
blico vem passear o apreciar a raude varie-
dade de llores e l'ruclas viuda;, de Franca,
Portugal e llamburgo, he o nico jardim
que todos os anuos recebe daquelles paizes
plantas de novas especies. Ks a exposlo ao
publico desde as 5 horas da manh3a al as 6
da tarde, a sua exlensSo be d<: 800 palmos
de comprido c 400 de largura, por isso que
offerece ao publico toda a commodiaade, e
poder escolher pes de llores e arvoresa seu
gosto, e nni ludo lie o primeiro nesta cida-
de, e goza de maior crdito pelo bem que
serve a seus Ireguezes. Ha impossivel fazer
mencSo das muitas qualidades que tem de
rosas, dhaliase outras muitas llores Aprom-
ptam-sc encomineudas para o centro da pro-
vincia e as mais do sul e norte.
REMEDIO IMCOMPAIAAVEL.
U IIIni. Sr. niajor llerculano sancho da Na na da Moeda n. 2, defron(e do tra-
Silva Pudra, nodo mandar receber nu curto- piche do t.unlia, ha para vender pipas novas
rio da na cstreita do IVosano, a sua copia,! <; usadas, mcias pipas, barris novos e usados,
t|ue se llie faz preciso a bem sen. | arcos pao para pipas, viinps, arcos de fer-
Precisa-se de ura caixeiro de 12 a 161 ro cm fetxes, fcrramenlas para tanoeiros,
anuos do idade ; no deposito de massas linas cal om podra de Lisboa, tulo por precos
do paleo de S. Podro. I commodos ; assim como barris com azeite
- A escrava Felicidade, l'oi comprada ao de carrapato.
Sr. Miguel los de Almeida Pernambuco, Vende-se urna boa morada do casa ter-
com condioes, e acha-se fgida desdo o dia
! 19 do crrenle : a pessoa que a tiver em seu
poder.pode mndala entreg-r na ra Direila
n. 6h,que promotte-se 3o castigar a dita es-
crava, mas se passardo prazo das condiqes,
se proceder contra essa pessoa com o rigor
da lei.
rea, com um grande soto, quintal, na ra
da Alegra : os pretendentes podem procu-
rar no largo do Pclourinho, armazem ns.
3 e5.
3
.;
:
O
P. ). L'ii/tnc
Ilechegado a loja de Leconte, aterro
da Boa-Vista n. 70, escellente leite virginal
de rosas brancas, para refrescar a pello, tirar
pannos, sardas, e espinhas, igualmente o a-
famado oleo babosa para limpar e fazer
crescer os cabellos : assim como p impe-
rial de lyrio de Florenca para brotoejas e
asperidades da pelle, conserva a frescura e
o avelludado da primavera da vida.
ao publico.
O abaixo assignado faz selente ao respei-
tavol publico e aos seus freguezes, que aca-
ba de montar dous importantes estabeleci-
mentos de fazendas, na ra do Crespo ns.
10 e 14, onde encootnrSo um variado e lin-
do sortimento de fazendas de todas as qua-
lidades, as quaes vende por preco muito
commodo ; sendo gerente do estabeleci-
mento u. 10 o Sr. Marcelino (Jernimo de
Azevedo. j. G. Malveira.
Manoel Joaquim Seve & Filhos decla-
rara que oSr. Jos Caetano Martina Marques
deixou de ser seu caixeiro desde o dia 10 do
correte.
AUenco I
6
Ma grande fabrica de ta-
ntlicos da ra Olreita,
esquina do becco de si.
Pedro ii. i6.
Ha eflecUvamente um grande sortimento
de lamancos para todos os taannos, quer
a relalho, quer em grandes porces muilo em
conta ; o lazom-se tambem de encommenda
a moda do Porto, para homens e senhoras.
Manoel Jos Leite declara aos devedo-
res do fallecido Raphaei Flix Jos Garca,
que comprou todas as dividas que os mes-
mos deviam quelle fallecido ; por conse-
guate s ao annuncianlc ou pessoa por
elle legalmente autorisada, poderQo pagar
seus dobilos, sob pena de pagarem segunda
vez Oannunciante espera que os senhores
devedores, para qualquer transaccao que
queiram ellecluar a tal respeilo, se enten-
dam com elle, na sua loja da ra do guoi-
mado n. 10. Kecife 10 de tullio de 1857.
Quem quizer possuir um novo e excel-
leute carro americauo com arreios ou sem
elles, assim como um mulato mogo, excel-
ente bolieiro, pode dirigir-so a cocheira da
ra da Cadea n. 12, que ludo achara a con-
tento.
Constando ao abaixo assignado, que
existe em mao de alguein algumas leliras
de devedores do fallecido Raphaei Flix Jos
Garcia, cujas dividas activas perlencem hojo
ao abaixo assignado por lo-las comprado aos
administradores da massa daquelle falleci-
do; pelo presento o abaixo assignado pro-
testa no s coutra qualquer devedor que
pagar seu debito a pessua incompetente,
mas tambem contra a pessoa que cOnstituin-
do-se creior, cobrar qualquer quantia per-
lencente ao annunciante sem sua autorisa-
(jio. Kecifo 16 de julho de 1857.
Manoel Jos Leite.
--- Precisa-se alugar um primeiro andar,
numa das principaes ras de Santo Antonio,
como sejam, ra das Cruzes, do Collegio
Quelmado, etc. etc. : a fallar no aterro da
Boa-Vista n. 11.
Precisa-sealagar urna boa sala para
escriptoriodeadvojfacia, em tuna das nas
prximas u do Collegio : quem a tiver
aniiuncie, ou indi(|ue a sua inorada nesta
typojra|>hia.
l'KECISA-SE de uina ama de leite :
a tratar na roa das Cruzes n. 11,
do andar.
:-A<^^r
UNGENTO HOLL WAV.
Militares de individuos de lodas as nac^es
podem tcslemunhar as virtudes dcsle reme-
dio incomparavel, e provar em caso iiecesss-
rio, que, pelo uso quedclle lzeram, tem seu
corpo e memhros inteiranicnte saos, depois
de haver empregado intilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dessas curas uiaravilhosas pela leitura
dos peridicos que lh'as relatam todos os
dias ha muitos anuos ; e a maior parle deis
las sao tao sorprendentes que admirara os
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobrarara com este soberano remedio o uso
de seus bracos e pe tas, depois de ter per-
manecido longo lempo nos hospitaes, onde
deviam soffrer a amputagaol Dolas ha mui-
tas, que havendo deixado esses asylos de pa-
decimento, para se nao submetterem a essa
operac,o dolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das tacs pessoas, na elusSo
de seu recoiihecimento, declararam estes re
sultados benficos diante do lord correge-
dor.e outros magistrados, alim de mais au-
tenticarem sua allirmativa.
Niogem desesperara do eslado de sua
saude se lvesse bastante conlian^a para en-
saiar este remedio constantemente, segiun-
do algum lempo o tratamento que necessi-
tasse a nalureza do mal, cujo resultado sera
provar incontestavelmente: Que ludo cura,
O ungento he til, maipurliculurmeiiie
nos seguintei cv.tot.
Attencao
O Bazar Pornambucano avisa aos seus fre-
guezes que he chegado ao seu deposito de
charutos da ra larga do Rosario n. 32, um
variado sortimento de charutos finos e fumo
em folha, i'azendo todo o negocio para nflo
ser esquecidoem lempo algum, trocando o
valor ao fumo por charutos por ser mais
conveniente varios freguezes, tendo junta-
mente urna porguode madera de cedro em
taboas, proprias para fazer caixas de cha-
rutos.
- Deseja-ee saber Onde mora a lllma.
Sra. I). Mana do Rosario Pinheiro, vi uva do
Dr. Pinheiro, a negocio de seu interesse : na
ra do Livramento n. SO, ou annuncie a sua
morada para ser procurado.
Precisa-so de trabalhadores livres para
o servigo da capatazia da alfandega, para
preenener o numero de 70 trabalhadores
Alfandega 20 de julho de 1857 O arrema-
tante, Jos Thomaz de Campos Quaresma.
Francisco Manoel de Oliveira Lima,
proprietario do cngeuho Conceigo Nova, na
provincia das Alagoas, passou a assiguar-se
por Francisco Manoel Mana Falcao do dia 7
de julho correte em diante.
- u abaixo assignado perdeu obilhele
inteiro n. 2,952 da lerceira parte ua primei-
ra lotera do collegio dos orphaos : pede-se
a quem for oterecido o bilhetc n3o faga tran-
saccao alguma sem que se emenda na praca
da Independencia ti. 40, caso saia premiado.
Jos Vieira de Sousa Guedes.
OJSr. Paulino da Silva Mindello venba
ou mande buscar 2 cartas que Ihe sao dirigi-
das ua ua do Crespo n. 9.
Eu abaixo assiguado declaro ao res-
peilavel publico que vendo bilhetes do Sr.
lliesourciro com a rubrica A. P. a todo pre-
go, no sendo garantidos ale a quantia de
30O3U00 por semana ; eulendo que por isso
gaubo aonde se acha certa pessoa que tam-
bem compra a quantia de 8 a 10:000 por se-
mana, logo entilo emendo que naodevega-
nhar menos de 2:0000000 por semana na illu-
digo de garantir as duas sortes, quando el-
--- Vende-se um negro pega, de 20 annos,
n de bonita figura : na ra do Queimado n.
3, primeiro andar.
Vendetn-se 4 portas deamarcllo, qua-
si novas, e ume porg5o de pedra pare cor-
dao. ludo por prego commodo : na ra do
Queimado n. 37.
Vende-se fumo de Garaohuns de urna
grossura nunca vista a 800 rs. a libra, e a
vara a 1/000, muito superior na qualidade :
no aterro da Boa-Vista, taberna n 70.
/rende-se
na ra do Trapiche n. .",',, escriptorio de
NovaesA C-, superior vinho do Porto, em
caixas <-!> urna e duas duzias de "aralas :
a' preco commodo.
Vende-se tima casa tenca na traressu
de Joo Francisco n. 15: na ra de A-
pollo, arma/.cm n. iB.
A3S500
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, assim como potassa da Russia verda-
deira : na praga do Corpo Santo n. 11.
COM PEQIEM TOQIE DE AVARK
A DI.MltlKO
MLITA ATTENCAO-.
AlOsOOO
Capas e palitos de borracha, que se estSo
vendendo na loja de 4 poi las da rus do Quei-
mado n. 10.
Vendem-se saceos com farinha muito
boa, e saceos de alqueire, por preco commo-
do : na ra da Madre de Dos n. 2.
IECHAIISHO ?A& OKI-
IHO.
NAFUNDICAO DE FERRO DO E.NGE-
NHEIRO DAVID W. BOVVMAN, ,iA
RA 1)0 BRUM, PASSA.NDO O JIA-
FARIZ,
ha aempre un grande loriimenlodoaaesoiiiletPb
jclos(l*niecliaai.nios|iroprioaPiraeni.fn|1Qis-.i.
ber : moendase meia< moeuda. da mai< moderna
coiislrucgao ; taixasd* ferro fundido e batido, de
superior qualidade e de lodo.ostaniaho!.; roda
Pegas do madapol3o lino, ditas de algo- dfnld Pr8 00, ''in>ae*,detodai., ropor-
. ditas de d- SL1 L2S2JS2*5225!L r^'".<" *?*
AVISO TIL
Alporcas. .
Caunbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de cabega.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cu-
lis era geral.
Enfermidades do anus
trupgOes escorbticas
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falla de
calor as extremi-
dades.
Fruras.
Gengivasescaldadas.
InchagOes.
lullammago doligado
da bexiua.
Vendem-se bragos de balanga para balcSo,
do bem acreditado autor Rom3o, propor-
cionados para estabelecimentos que usara
de peso, por preco commodo : na loja de
ferragens da ra da Cadeia do'Recife n. 44.
Thomaz Fernandesda Cunha.
A 2^200.
Vendem-so cortes do cassa fina pintada,
com salpicos e. palminhas miudas, e com 7
varas cada corte a 25200 : na ra do Quei-
mado n. 22, na loja da boa fe
Vendem-se 4 roda para 1 carro, 3 boas
e 1 precisando de concert, e por mdico
prego : quem as quizer, dirija-se a ra da
Soleiade, que segu para o Maiiguiuho, no
sitio dos 4 leps, a qualquer hora do dia, i
que achara com quem tratar
Vendem-se na ra da Concoma n. 26,
2 bois mansos de carroga, muito gordos.
\o Preguica
QUE ESTA VENDENDO BA-
RATlSSifflQ
Na loja do Preguiga, ua roa do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, conti-
nu'a a vender-ss muitas e diversas fazendas,
por pregos baratissimos, entre ellas cam-
braias franreza*, padrOcs novos e cores fi-
xas, pelo baralissirao prego de 480 rs. a va-
ra, dilas de cordao muilo linas a 5011 rs. a
vara, cassas francezas muito finas e de pa-
dres os mais modernos quo ha no mercado
las nao Ihesahem muitas vezes em sua casa, a 6* a var. chitas francezas de lindissimos
e o diuheiro da garanta lica-lhe no bolso. padrOcs a 280 e 300 rs. o covado, mussulina
Inriammagao da uia-
tri:.
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de ollios.
Mordeduras de rcpls.
Picadura de mosqui-
tos.
Pulmes.
Queiinadelas.
Sarna.
SupuragOes^pulridas.
Tinha, cm qualquer
parle que soja.
Tremor de ervos.
Cceras na bocea.
do ligado.
das arliculages.
Veas torcidas ou no-
dadas as pernas.
Antonio Pinto Cerdoso Gama.
Precisa-se de urna pessoa apta e que
ja lenha servido no exercito, o que quena
licar por oulro por espago de 4 annos, paga-
se bem : a quem eonvier, dirija-se a ra da
Senzala rvova n. 30.
O Sr. que comprou urna pulceira por
3c000, achada do pateo do Carino para a ra
da Cadeia, lenha a bondade de a levar na
dita ra, casa n. 6, que ser gratificado, e
do contrario ver seu nome por extenso ues-
te Diario.
Manoel Jos Machado, com loja na ra
do Queimado, declara que o anuuncio que
saino no Diario de 20 do corrente, sobre o
furto de urna carta, se n3o enlcnde com o
mesaio ; faz osla declararlo por ler alguns
amigos me .dado os seus senliinentos esse
prejuizo.
Compra-se urna casa terrea grande, no
bairro de Santo Antonio ou S Jos: quem
tiver e quizer vender, dirija-se a ra de llor-
tas n. lu, ou annuncie por este Diario.
Compram-se Diarios para embrullto, a
3;840 a arroba : na ra larga do Rosario
n-15 e 17.
Compra-se effectivamenle na ra das
Flores u. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e proviucinl, aegoes das compa-
nbias, e da-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas auanlias, sobre penhores.
Compra-se urna balanga grande, com
pesos de 2 arrobas e meia libra : na ra es-
treita do Rosario n. 13.
- Compra-se urna casa terrea no bairro
de Santo Antonio ou Roa-Vista : a tratar no
Vendcse^ste unguentojno cstabelecimen-
lo geral de Londres n. 244, aSlrand, e na
loja de lodos os boticarios, droguistas eou-! escriptorio do tabelliSo Porto Carreiro, na
tras pessoas encarregadas de sua venda em I rua estreita do Rosario,
toda a America do Sul, Havana e Hespanha.
o
05
pai
Vende-se a 800 rs. cada bocetinha.contem
uma.instrucgilo em portuguez para explicar
o modo de fazer usodeste. ungento.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra da Cruz n.22, em
Pernambuco.
Na ra da Concordia n. 26, deseja-se
fallar ao Sr. Paulino da Silva Mindello, alim
delle promover a cobranca iie um val de
urna pessoa que s o mesrao Sr. Mindello
com sua influencia poder cobrar, cujo val
ja esteve em poder de una pessoa para co-
brar, mas por muito condescendenle nada
conseguio ; todo negocio se faz com o Sr.
Mindello, com tanto que elle nao perca na-
da com o tal volhaco.
Precisa-sede una pessoa que entenda
de plantaco, para ser feitor de um sitio cm
Sanl'Anna : quem estiver no caso de ser,
dirija-se a ra Velha n. 54.
Precisa-se de l:000j000 a juros sob hy-
potheca de urna casa terrea na ra do Padre
Flori.nno, livre e desembaragada ; no paleo
do Carmo, sobra lo n. 9, primeiro andar.
Joaquim Jos da Cosa I ajozes faz ver
ao Sr. administrador das diversas rendas
geraes, que a sua loja da ra do Queimado
n. 63, ou'ora perlenccnte a Joao Chrisosto-
uio de Lima Jnior, nao vende mais perfu-
marias desJe o 1. de julho de 1857, nico
objecto por que lora colletada diu loja. Re
cie 18 de juliio de 1857.
Avisa.se a quem interessar possa,
que a praga aiinunciada pelo jtiizo dos fallos
la fazenda nacional para odia 15 do corren-
te, foi transferida para o da quarla-feira, 22
do mesmo, pelo que podem comparecer cm
dilo d'a, no lugar e hora do costume Reci-
fe 18 de julho de 1857 O solicitador do
jnzo, Joaquim llicodoro Alvcs.
Lotera
DA.
Provincia.
m9*
segun-
No pairo da Ribeira de S. Jos, n. 7 e
9, lava-se, e engoma.a-=e com a maior per-
reicSo e presteza, por menos que em outra
qualquer parle.
O abaixo assignado previne ao Sr. Joa-
quim EsperiJiOo da Silva Guinaraes, que
ii.io pague a pessoa alguma urna ordem pas-
sada pelo Sr. l.uiz itarbalho de Vasconcellos,
da quantia de 200^rs., a favor de Manoel
liaplista.e com perlence ao abaixo assignado,
juntamente previne ao Sr. Manoel Alves
Ferreir, que nao pague urna outra ordem
passada pelo Sr. Kiaucisco Manoel de barros
Wandeiluy.da quantia de 100/rs ,sem desig-
DagSo da pessoa que tem do receber; pois
ditas ordens foram finalas cum uina carlei-
ra cm que continba duas olas le 10^ rs
edousqurtos o um meio bilhele da ler-
ceira paite da primeira lotera de N. S. do
Pog'i da Panella, assignado no verso por o
abaixo assiguado. Francisco das Chagas
Cavalcanli de Aibuqucique.
Itaguerreotypo.
Tendo de fechar-se nesles dias a ollicina
juerreolypo, do aterro Roa-
io nr. neiriz, uiraoj vista n terceiro andar, as
quem da quanlias de 500 al 1:6009000, ouUeiarem honrar este sUbelecimento. e li-
2:0009000 com hypotheca cm casas terreas i car com um liel e perleito retrato, aprovei-
ou leltras de firmas a contento. I lem os poucos dias quu restam.

1:500?
200-5
ion,
50/
509
Na ra do Fa^andes, loja n. 27, la-
ve-seeengomma-secom perleicao, epre-
i,ii eommodo.
^a hindicSo de D. \V. Bowman, em Po-
ra de Portas, precisa-so de ulliciacs inarci-
uciros.
Na ruadicao .i Aurora precisa-se
de serventes fonos ou escravos
servico debaixo de colieita.
- O Sr. Jos Joaquim Doura.lo, vindo de
Maceio, queira ter a bondade de declarar sua
residencia nesta provincia, que se llie deso-
ja fallar.
Jos Candido de narros declara a quem
eonvier, quo oSr. AntonioSigrqstra de i;a'-
ros deixou desta data em diante de ser seu
caixeiro. Recife lh de julho de 1857.
Na Ra do Collegio o Sr. Cvpriano Luiz
da Paz, no aterro da Roa-Vista Sr. JuSo da, e galera de da
Luz Ferreira, na padaria do Sr. Heirz, dirBusj Vista n 4, terceiro andar, as pessoas que de-
O abaixo assignado vendeu os seguinles
premios :
1 quarto Numero 284
1 meio 128
1 dilo 1443
1 quarlo > 2111
1 dito > 830
O mesmo tem exposto venda os seu fc-
lizes bilhetes, meios e quartos da lerceira
parte da primeira lotera do Collegio dos Or-
phSos, os quaes nao estSo sujeitos ao des-
cont dos olio por cenlo la lei.
Por Salusliano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Finio.
.Na madrugada no da quarla-feira 15 de
julho, fuilaranido sitio da Aurora, no Re-
medio, um cavallo pouco mellado, dinas
pretas.c cauda pouco,descarnada e novo.quoi
0 baixo assignado comprou ao Sr. Joao Es-
levSo, morador em Reberlio ; quanio so
desmonta abaixa a cabega,lio lib.'rl no an-
dar : iccompeiisa-se bem a quem trouxer
ou der noticia verdica. Luiz de Salles Ca-
valcanli.
-- OJjuiz de paz do segando deslricto da
freguezu da Roa-Vista, da audiencia n.s se-
gundas e quinlas-feiras, as '.i horas da nia-
nliia, na ra do Sebo u. 17.
djuizdepa7 do segundo destrilo do t
fieguezia da Boa-Vista, da audiencia as lr-1
gas o sextas-feras, as 9 horas da raanhSa,
na ra do Sebo n. 17.
Almogo e j'iilar por 25;0OO mensaes : '
no aterro da Roa-Vista n 20.
Precisa-se de utn criado ; na ra Di-|
reita n, 36, segundo andar.
Yeude-ee um cailatu', ou porco do mallo,
moilo manco : na ra de Agoas Verdes n. 80.
Vende-se sal do Assu' a bordo do bri-
gue Elvira : a tratara bordo do mesmo, ou
ua trevessa da Madre de lieos, armazem n.7.
Vende-se um excellenle cozinheiro, de
dade 22 annos, crioulo, oplima figura: na
ra do Hospicio n. 15.
Na ra Direila n. 6, ha feijao mulat-
nho e preto muito novo a 720 a cuia.
Vende-se una negra de meia idade
para engenlio, por ser cos:.umada : quem
pretender, dirija-se ao largo da Assembla
n. 12, segundo andar.
Na lja das seis
portas en frente frumento
3:000.
Corles de casemira cun pequeno defeilo a
tres mil reis, a qualidade he superior, etera
sortimento para escolher, palitos de panno
lino preto e de cores, com defeilo, a lOjOOO
- Vende so un loucador de Jacaranda,
um armario cnvidiacado, urna veneziana no-
va, um estrado o urna secretaria em bom
uso, ludo por seu dono se retirar pa'a fra :
na ra Forniosa, junio ao latnpeao do meio,
quina casa, se dir quem vende os ditos
objectos ; e assim como quem compra um
oratorio c-.m tres faces de vidro, sendo de
Jacaranda e estando qua.i novo.
Vende-s a. sumaca Diana, tundeada
em frente do caes do Ramos, a dinheiro a
vista, a prazo, e mesmo por troca de gene
ros : a tratar na ra do Crespo n 14.
Vende-se urna negra propria para to-
do o servico, rom especialidade para o cam-
po ; na ra dos Marlyrios n. 22.
NA RA DAS AGUAS-VERDES N. 46.
Vendc-se urna elegante mucamba de 20
anuos de idade, perleila engotnmadeira c
Icostureira, vcsle bem urna senhora, tres es-
cravos para todo o servigo, 2 inoleques de
15 a 18 aiiiins de idade, urna linda moleca
de il annos, doasescravas de meia idade, e
linios inoleques do 0 a 10 anuos.
>endc-se uina vacca parida ha pouco
lempo : a tralar no sitio do Sr. lavares, na
Soledadc, onde foi amigamente collegio de
meninas.
caima.
Vendem-se seis pipas com superior
agurdenle de caima, todas ou cada uina
de per SI! a tratar na ra da Cadeia-Ve-
Iha >lo Kecife, loja n. 93.
a loja
(las seis porlas
Bm frente do Livramento
Cassas francezas com algum defeilo a seis
vinleiis o covado, riscado francez a quatro
vintcns o c vado, chales brancos de cissa a
sello cada um.
Ni noy \ \\ ile azi nd
j i ue lazi nd is,
I de Jos Moreira Lopes, nos quatro cantos da
| ra do Queimado n. 18 A, esquina que volta
para o Rosario, vende-se riscado francez li-
no a 180 o cova lo, cassas de c-ira 160, chita
frsnceza lina a 240, Ifias melpomenes pro-
prias para vestidos a 720 o covado, cortes
de easemiras relas buriladas a 63000, e ou-
tras muitas fazendas por pregos commodos.
Vende-se urna cabra boa de leite, com
urna cria : ua ra das Cruzes n. 20.
branca a mais lina que he possivel a 440 o
covado, dita de cor a 340, cortes de casemi-
ra de cor de lindissimos padres e superior
qualidade a 6/cada um, cortes de brim de
puro linho de lindos padroes a 29400 cada
um, ditos de ditos a 2s, dilos de algodao a
1>360, ditos de culim de lindos padroes e
muito eucorpados a 19600 cada um, iengos
de cambmia para mo a 120, ditos mais finos
a 220. pegas de brelanha de rolo de 10 varas
a 29 cada urna, chitas escuras de diversos
padroes e cores lixas a 140,160,180 e 200 rs.
o covado, e a pega a 5?, 69, 64/500 e 79500 ca-
da urna, cobertores proprios para escravos a
700 rs. cada um, grvalas de seda de lindos
padres a 19, ditas pretas de setira a 1*280,
ditas de cortes em oulro goslo a 700 rs. cada
una, luvas de seda de lodas as qualidades
para homens e senhoras, longos de seda de
bons goslos. gangas mescladas de lindos pa-
dres a 600 rs. o covado, cortes de castores
de bonitos padres a 19 cada um, cambraias
lisas linas a 49500, com 10 varas, ditas dilas
muilo linas a 6#, o outras muitas fazeudas
que se deixara de mencionar, e se venderSo
por baratissimos pregos ; e se daro amos-
tras com penhor ; assim como meias case-
miras ce quadrinhos miudos, muito pro-
prias para caigas e palitos a 600 rcis o cova-
do, riscados francjzes de lindissimos padres
a 240 reis o covado.
Vende-se na ra da Concordia n. 26,
um casal de araras, dous papagaios e duas
cabras paridas, de boa raga
Bom e barato
Vendem-se caixas com 7 libras do soda
ingleza, muilo nova e lina, por 33000 a ca-
xa, e em libra a 500 rs ditas pequeas de
diversas qualidades, com 3 libras por 19600,
e a relalho a 640 a libra : na rna Direila,
deposito n. 75.
Vendem-se saceos com farinha da tr-
ra nova e bem torrada : no caes da alfande-
ga, armazem do Mello.
--- Vende-se urna excellenle escrava cri-
oula, de 28 annos, cozinha, ensaboa, faz to-
lo servigo de casa e sabe vender na ra : na
ra da Concordia, segunda casa depois do
armazem do Sr. Pedro Teixeira GuimarSes.
Vende-se um engenho em Serinhaem,
com boas obras e terreno para levantar ou-
lro, com safra e animaes : quem o quizer
comprar, dirija-se a ra do Queimado ti. 34.
Vendem-se velas de carnauba pura, de
6, 8,10 e 13 cm libra, pelo baralissimo prego
de 123000em arroba, tambem vende-se una
porgao de saceos vasios da mesma cera : na
ra Direila, casa n. 59.
- Vende-so urna mobilia de jacaraud,
tendo as mesas lampo de pedra marmore
branco : a tratar na ra da UniSo, quarta
casa do lado esquerdo, ao enlrar pela ra
Formosa.
MARMELADA DE LISIIOA.
No deposito das bichas, ra eslreila do
Rosario n. 11, receneu-sc muilo nova mar-
uielada, e muito alva.
iVlussniina.s brancas e de
cores.
Vende-se mussulina branca muito fina a
4*0 rs. o covado, dita de cores de excedentes
padres a 320 o Covado : na loja da boa f,
na ra do Queimado u. 22.
Algod'j uionstro.
Vende-se algodao montro com 8 palmos
de largura, muito proprio para loalhas c
lenges, pelo bamlissiiuo prego de 600 rs. a
vara : na loja da boa f, ua ra do Queima-
do u. 22.
(ERA DE CARNAUBA.
Vende-se cera de carnauba do muilo boa
qualidade, recentementc chegada : na roa
da Cadeia, loja n. 50, defronte da ra da Ma-
dre de lieos.
jLnvas de Jouvin.
Constantemente, achanto na loja do Le-
conte, alerro da Roa-Vista n. 7, as verdadei-
ras luvas de Jouvin, de lodas as cores,
igualmente ricos pentes de tartaruga da ul-
tima moda.
-- Vende-se fardo de Lisboa, chegado
ltimamente pelo liri.'iie cnn-laiite : na ra
doVigarion. 19, primeiro andar.
f JNa ra do O
yi inarella
Anlonio b\
dSozmbo liso muito cncorpado
to trancado e largo vende-se na ra do
Crespo, loja da esquina que volta para a ra
da Cadeia.
relogios de pa-
tente
ingleses de ouro, de sabonete c de vidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Aireu, na ra da Ca-
deia do Recife, armazem n- 1C.
Taclias de ferro.
Na fundicSo da Aurora em Sanio Amaro-
e tambem no doposito na ra do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de mari-
nha, ha sempre um grande sortimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas e fundas ; e cm ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. Os prego
sano s mais commodos.
Met iodo fac) i mo.
Na li-raria da praga da Independencia n.
6 e 8, ende-se o methodo facilimo- para
aprendora ler, novamente impresso e aug-
mentado, por mil res.
Arados de ferro.
Na fiindic9o de C. Slarr & Companhia, em
Sanio Amaro, acbam-so oara vender arados
de ferro de um modello e conslrucgSo muilo
superiores.
era de carnauba e sebo
cuado.
Vende-se no armazem do I) R. And & C,
ra da Ciuz n. 15, assim como velas de car-
nauba do Aracaty de superior! qualidade, e
lio de algodSo da Rahia, tudo por commodo
prego.
Cal virgeui potassa.
Cal de Lisboa chegada nestes dias, e po-
tassa superior : na ra do Trapiche ns. 0 e
11, armazom.
itelogios.
Os melhores relogios de ouro, palele in
gloz, vendem-se por pregos razoaveis, nu
escriptorio do gente Oliveira, ra da Ca-
doia do Recife n. 62, primeiro andar.
CAMAS DE FERRO
Excellentes camas de ferro para solteiros :
vendem-se no escriptorio do agente Olivei-
ra, ra da Cadeia do Recife n. i2, primeiro
andar.
Agencia
da fundicao Low-Moer,
ra da .Senzala ova
n. 42.
Neste estabelecimento conlinu'a a haver
um completo sortimento de moendas emeias
moendas para engenho, machinas de vapor
e taixas de ierro batido e coado de lodosos
tamauhos para dilo.
Vende-se superior linhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Southall Mellor i; C.a, ra do
Torres n. 38.
eiro, aguilhoet, broDzei,pariflo, e cavill,oe,ruoi-
DOo> de mandioca, ele. ele.
NA .MESMA FLNDIQAO.
se exeeulam todas a> eocoinmeodat eooi superio-
ridad j eonhecida com a devida presten tconi-
modidadeem preco.
Cortes de
l* para
dos.
vesii-
Vendem-se cortes de 13a de. lindos pa-
droes. com 15 covados cada corte, pelo di-
minuto prego de quinze patacas ; a elles
antes que se acabem : na ra do Queimado
n. 22, na loja da boa T.
TACHAS PAHA ENGENHO
Da fundicao de Ierro de \V. Bowman
na ra do Bmm, passando o coasa-
riz, continua a haver um completo sor-
tiinento de taclias de ierro fundido e bali-
do, de o a 8 palmos de hica, as quaes te
echama venda por preco commodo e com
promptido, embarcam-se ou arrepam-
se em carro sem despeas) ao eomp adoi.
Momhos de venfo
rom bombas derepuiopara regarhor ataba
ia eeapim: na fundigode D. W. Bowman
na roa do Brnm ns. 6 8e 10. ">wmiD
Em casa de Saunders Brothen C. prau
do Corpo Santn. 11,ka para ieed.ro x uju
Ferro inglcz.
Pixeda Suena.
Jdcairo de carvo,
Gonasde linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodolizopara sacra..
iioeutraocado igual ao da Baai*
K um completo sortimento de fzeoriaspiopno
para este mercado tudo por prego eommodo.
RELOGIOS
Ra da Cadeia do Recife n. 18
Ha um sortimento de RF.LOCIOS de toda
as qualidades, tanto de OURO como de PRA-
VA, ditos FOLIADOS e 1)01 HADOS, ssim cor
mo para senhora, todos garantidos e po-
pregos commodos.
AVISO
aos fer reros.
F.POIRIER.Aterro da Boa-Vista n. 55
Tem paia vender, a vontade do com-
prador :
CARVAO DE PEDRA
por prec;o com-
Relogi

t spo, io-
n. 4, di-
Vcreira,
OS
coberlos e descobertos, pequeos e grandes,
de ouro patente inglez, para bomem e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : era casa de Southall Mellor C., ra
do Torres n. 38.
CHAPEOS A TAIBERUK
Do al tu.i h fabrican e
P i linean de I" arfe.
Acabam de chegar pelo ultimo patjucte,
os supra mencionados chapeos deste i(a
mado fabricante, e vende-se. na loja >Je
-Vpoitas, da ra da Cadeia do Recito r .
V8, de Narciso Mana Cancito.
Venda de
pianos.
Vendcm-se muitos lindos e excellentes
pianos, clii'jjados ltimamente de ll.un-
buigo, c com lindos retratos no frontes-
da Cruz ii. 55, casa de J.
picio
Kellei
na ra
&c.
Vende-se
roupa eiu viada de Paris, pan
Sf) acabar, como sejam :
fle CasacMde putee lino pretu e ile
w core, tu.I,i tonada de seda e da ul-
'.J luna moda de Pari, a
Wj CiMcat do uij- pr.la d sti^,
t- Im ti j.-cic.:- (1. pinino lino pre
lo, a
Sobreeastu do sarji prela de
seda, d
Ditm do dita de cmes, *
l'dlihii de |. I.I..I Tinu preto, cun
; J cola de velludo, a
X Hilos de panno lino prelo, a
W Oilos de cores meicladas com go-
;J la de vello lo, a
,-* Tellices de le
'-' re, a
Palili de alpaca prela
satjada, a
Dit-M de alpaca prela c
mallo lina, a
Ceiouias de linlio do
bramante, a
CemUaa muilo lints de Silechi, .i
Cleles de setim, garguiSo e de
*5 uulras qualidades, a
gg Capole, de panno de limitle, rom
ff maimas a capuz, lodos.oirados de
".;." cachemira, a
o
::,
o
o
U preta e de cu-
cla
gol
lino

58000 .-;,.,
jsoo'i ;::
20:000
189000
209000 tt
En casa doUabcSchinetlau &('.ompanhias
ra da Cadeia n. 37, veudpm-se elegante,
piano* do afamado fabricante Traumann de
llaiiiliurao.
Vinlio do Porto
superior eliamico.
. Vende-se nicamente em casa de Barroca
S Castro, na rus da Cadeia do Reci fe n. *.
Sellins e relegios.
SEI.LINS e RELOGIOS depaleDle
inglez : a venia no armazem de
Kostron Kooker & Companliia, es-
quina do largo do Corpo Santo Da-
mero 48.
de primeira qualidade,
modo.
Velas do esper-
macete.
Vendem-se caixas com 25 libras de ve-
las de 6 cm libra, a' preco commodo em
casa de Isaac Curio v C, ra da Cruz
n. 49.
f**-;?n>$*ri)0fc
Deposito
do raj'princezB da fabri-
ca de Gasse, no |\o
de Janeiro.
Vende-so a preco commodo rape fino,
253000 ;'. l;rosso e meio grosso, da acreditada fabrica
V.: cima, chegado pelo vapor S. Salvador : na
Iii-iiihi W ra da Cru n. *9.
CARVAO PATESTS INGLEZ
para fogao de cozinha, o vende-se em casa
V..31 de l'oi'ior, no aterro da Boa-Vista n. 55.
Cobre eui nioeda.
Vende-se constsntemente na pra^a da In-
dependencia n. K, a um e meio por cento.
SECRETARIAS.
As molliorcs que ate hoje tem apparecido
a este mercado : vendem-se no escriptorio
do agente Oliveira, ra da Cadeia do llecife
n. 6, primeiro andar.
- Vende-se a verdadeira graxa ingle-
za n.!l", dos afamados lubricantel)a\
em
1(>>000
10)000
128000
28800
JXIW
O
m
89000 @
30^000 de gra-
tficaeao.
esappareceu no dia i 2 de junlio pr-
ximo passado, um esclavo de nome An-
tonio, de idade de 5i anuos, pouco mais
ou menos, com os signaes scguintes:
pernas tortas e uin osso crescido no hom-
bro direito: quem o aprehender k ve-o
a ra do Trapiche, no hotel Cafe Fran-
cez, que recebera' a gratilicacao cima.
ISodia 2 de marco do corrente anno,
fugio do engenho ConceicSo de Muribeca,
um escravo do abaixo assignado, le nome
Luiz, crioulo, com 40 annos de idade, pouco
mais ou menos, de estatura bsixa, propor-
cionalraente grosso, cor pela, rosto redoo-
do, sem barba, nariz nSo chato, olhos regu-
lares, bons deotes, m3os, pernas e ps gros-
sos, tendo os calcanhares junto aos tornoze-
los um pouco nchados, um tanto cambeta,
quando inda melle alguma cousa os joelhos
para dentro, esperto e bem fallante, levando
roupa de algodSozinho de riscado e chapeo
preto de seda. Desconlia-se que este escravo
fra seduzido por Joo Cabral de Medciros,
natural do sertSo do Mochlo, branco, com
30 annos de idade, pouco mais ou monos,
de boa estatura, espigado do corpo, grossu-
ra regular, rosto comprido e descarnado,
com pouca bu lia, nariz alilado, ura pouco.
sellado no meio e arrebitado na ponta, ollms
pequeos, denles limados, cabellos pelos e
corridos, mSos, pernas e pos grossos, tendo
um p e urna perna luchados, um pouco ga-
go e aperta os olhos quando Talla. Esl ho-
mem tinha chegado ha pouco a esta provin-
cia, vindo da Parahiba, para onde do gilo
serlDo do Mochlo fra icmctii lo preso para
sentar praca na tropa de bnha, o que deixou
de elceluar-se por ter sido julgado incapaz,
para o servico, do que traz ui/i documento
mandado passar pelo presidente daquella
provincia e por elle assignado. Achava-se
empregado no eucaixament do referido en-
genho ConceicSo, quando desappareccu o
dito escravo, sahindo elle tambem occulla-
mente sem que para isso liouvesse motivo de
qualquer qualidade : quem apprebender o
dilo escravo sera gratilicado com 200800o, o
com 1008 a quem der noticia certa do luitar
onde elle se aclis.
Jos Koberto de Moraes e Silva.
---"Destppareceu uro preto de nome Tra-
me, coa> os signaes seguintes : lera o rosto
com marcas de bexiga, baixo, tem um lobi-
uho em cima do olho direito, < s ps apalhe-
tados : quem o pegar, ou souber noticia,-di-
rija-se a ra das Cruzes, taberna n. 20.
Attencfto,
Continua a estar ausente a prcta Rosalina
de uacSo, idade 38 annos, alta, corpolenla,
com falta de denles na frente, tem no braco
esquerdo a marca de duas le1 iras P. H.
quem a pegar, leve-a a sua senhora D. Luiza
Epiphania, na ra dos Marlyrios n. 18, que
ser recompensado.
Fugio do da 18 do corrente mez, um
negro de nome Antonio, crioulo, cor Tula,
representa ter 35 annos de idade, estatura
regular, lem falta de denles na rcnlc, bar-
ba cre-cida, um grande calo na mao direila
e urna cora no alto da calicca, levou vesti-
do cal^a e camisa branca, e chapeo de pa-
llia : quem o pegar, ;ieve-o a ra da Praia
de Sania Rita n i, ou ao carlorio n 19, da
ra das Trincheiras, a entregar a Manoel
ioaquim Raplisia, que recompensar.
Continua a estar fgido o escravo, de
nome Ventura, natural do Maranti3o, de 45
50 annos de idade, rosto escaveirado, tem
as pernas alguma cousa arqueadas, he bas-
tante tallador, ja deu urna fgida, acouUn-
do-se na mata de Beberibe : quem o pegar
pode levar a seu senhor Manoel da Silva San-
:l"-s000 Q$
& Martin, em barricas de IB du.ia.de coWS^toe! **** ^'"^
potes : em casa de James Lrablree o. C, |
da Cruz n. 42.
PERA. TYP. DE M. F. DE FAHIA, 187
*


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