Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06567


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Full Text
i.


JHKNQ XXXIII li .
Por 3 mezes adiantados V$000-
Por 3 mezes vencidos i.S'500.
--------m-m
SEi.l.\D\ FEIR4 U DE .ILLHO DE .8.7
**^
ro anuo adiantado 15J000.
Porte franco para o sultsa-iptor.
ENCABREGADOS DA 8UBSCH1PCA DO NORTE.
Pirthiba, o 8r. Joio Kodolpho Gome ; Natal, o Sr. Joaquim
iPereira Juoior ; Arieity, o 8r. A. de Umo Braga ; Cea-
r', o Sr. J. Jote de Oliveiri ; Mirinhao, o Sr. Joaquim Mor
qrm Rodrignet; Pliuby o Sr. Jos* JoaquimAvelino
rt, o 8r. Justino J. Ramos i Amaionas,
Coila.
P-
8r. Jeronymo da
PARTIDA DOS CORREIOS.
Oliii.la : Uniososdas, asile tn.ua horas dodi.i.
IguarassiT, Goianna i- Parahilia : iu. -..^.mi.i..- e -\i.,s-leii.,a.
s. Aatio,Miitui| bonito, Caara', Aliiulio a Gerantntiu : na lorca-felii.
S. Lovwoih Pie d'.vllio, Naxaieili, Li.......iro, Brej, i'c*|ueira, lna;.ucir.i,
lloras, \illa-llclla, lloa-Vista, Ouricury > KnT, iia*,|u.irla-l rain.Hiiullo.flrriofcii. Ilio Forneo, Usa, Borraros, Agua-Proin, l'i-
menleirasc Natal: quinlas-leira*.
,1'edoa oa corruioa parlen, as 10 liaras Ja maulia.
AUDIENCIAS DOS 1RIBU.NAKS DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relico : tercas feirai o sabbados.
Fizenda : quartas e sabb.idus is 10 horas.
Juizo do commercio : segundas as 10 horas e quintas ao meio dia.
Juizo de orphos segundas e quintas as 10 horas.
Primeira vara do civel : segundas esestasao meio dia.
Segunda ara do cvcl : uartas e sabbados ao meio dia.
Kl-li L.iIKIil l)KS DO MEZ DE J 1 1.110.
7 La cheia as i horas e 2 I minutos da manhaa.
1 i Guari minguante as 10 horas e 87 minutos da manliaa.
21 La nova as 3 horas e 53 minutos da manliaa.
28 Quarlo crescente as 6 horas e 55 minuto da larde.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 8 horas e 30 minutos da larde.
Segunda as 8 horas e Si minutos da manhaa.
DAS DA SEMANA.
20 Segunda S. JeronymoEmilinno :s. Elias proph.
21 Terca. S. Prxedes v. ; s. Dauiel proph.
22 (Juaria. S. Mara Magdalena.
23 Quinta. S. Appolinano b. tn. ; s. Liborio b.
21 Sexta. S. Christina v. I I. Francisco Solaou.
2; Sbado. S. Thiagolap.
2ti liinin go. Sania Auna Mi da Moi de Ueus,
'" i de ser de mmeira alguma execlada pela corpora-, de que com esta opiriro nAo se vAo perturbar as
No da 20 do COl'rente termina O pra-j sao a qoem 8e n4o offerecer os depsitos, sem que i Iransaccet commerciaes
mal
reseute,
que
ZO para O papamentO da subscripcao do j ella viole eipressamente a sua lei ruudamen
_ II 4 ,.^i..l ,l..ii.. III lKIO a ra7n pireie-llie indecoroso qoe c governo i aprese
presente riuaitel deste U1AIU, a azao p como que pro^ca ,,,, um3 vio|,sSo
de 4g000, depots delle SO se recebera a eile oevi, r 0 maj, iniereisado em reprimir.
S500. secundo esta'estipulado : OS se- Da primeira vez que Iillouprocurou lambem de-
' o i i j monvttar que o proieclo do noble miuislro nao linha
nhoredciue se acham ein debito de quar-l"
teis vencidos, queiram manda-Ios pagar
a 45300 como sao obligados.

PARTE 0F7IC1AL
COMUANDO DAS ARMAS.
taartel geaeral de commando du armas de
Pernambuco na cldade do Recita, esa 18 de
jaita de 18*7.
ORDEM DO DIA N. 3.
O marechal de campo coramaodaole das armas
determina, em observancia ao art. i7e 8 do arl. 48
do regalamento do corpo de -1 11- do ciercilo, que
( letsoes ordinaria- da jaula militar de saude desla
provincia, Unham lugar as quarta-feiras ou no
primeiro dia ulil que se llie seguir, aquella for
santificado.
O mesmo mareehal resolve, pira recaanla le do
servir 1 que a guarda de palacio lique consideraba
guarda principal, recebendo o santo do sentior ofli-
eial superior do dia.
Attignado.Francisco Sergio de Oliveira.
Conforme.Trajanu Aulunio nnr-alve de Me-
eiros Uliveira, capilao ajotante d'ordeus.
I1TBRIQR.
RIO DE JANEIRO.
SESSAO EM 93 DE JCMIO DE 1857.
I'rtticncia do Sr. Manoct Ignacio Cacalcanli de
/Atcerda.
A' hora do costume, feila a rliamida, acliando-se
reunido numero legal, abre-ae a sessj.
I 1 1h a acia Da anterior, he approvada.
O .Sr. Primeiro Secretario k conla do seguinle
cxoediente :
t'm ollicio do I." secretario da cmara dos deputa-
dos, acompanliaudo as emendas teilas, a approvadas
pela inesma cmara, .1 propoita do poder executivo,
lixando a forra naval para o anuo lin.mceiro de 1858
a tsvj.
Oulro do mesma 1.- secrelirio, acompauliando a
proposi^oes da mssina cmara: 1.", concdanlo
Din anuo de ticen;' ao Dr. Elias Jcu Pedro4a, ten-
ia da Faculdade da Medicin 1 da Baha ; ao Dr. lu/.
deCarvalho Paes de Andrade. guarda-mr da al-
fandega de Pernamboco, e Manoel Jos do Ani-
ral Cunta, e M.ir.m'i.iii, paia trslarem de sua saude na Europa ;
e '2.', aulonsando a poaoir bens de raz as irmau la-
des da urdeui lerceiraTIe S. Francisco da cidade do
Kecife, s das Santas Casas da Misericordia das ci-
dade* da Fortaleza e de Coriliba, e ao hospital de
candada da villa de S. Gabriel, na provincia de S.
Pedro, as dua* primeiras al o valnr pe HK1:0[H>S
rs. cada urna, e as oulras at o de 50:0003 ts. ca-
da mu a.
Vio a imprimir 00 jornal que publica os traballios
do senado.
OKDKM DO DIA.
Entra em .a discus5o a propasl(o do senado,
auloriaudo o governo para dppo.itar no Itanro do
Brasil e suas caixas liliaes, as soinmas di'ponivcis 111
lliesouro e lliesourari.is da fizeula da provin-
cias.
O Sr. Sveira da Moita diz, que julga vanlajnta
a idea do projeelo, ii3o s porque l.iruara prolucli-
vos os sald >s di-que se trata, como parque val faci-
litar s caixas liliaes do Idnco do tirosil na* pro-
vincias mais alguiH meios para oreorrera s neces*i-
dades do commercio e da industria, meios que em
algumas silo eilremamenle limitados.
Entende, p rom, que se deve eliminar a clausnla
dis reliradas livre, nao sn iior sgr coniraria aos es-
tatutos do Banco da aenhoma convniencia para
este, como porque importa urna.restricta 1 de-neces-
saria ao goveruo.
Cumpre-lhe, entreunto, declarar, que julgando
boa a i lea do projeelo, n.io llie liga a iinporlancia
que se Me tem querido dar.
Urna lei que tem por base a existencia de saldos
de renda para seren dados a juro pelo governo co-
mo inprezahii, nii pii le em sua opmiao ser ad-
mitlida como regular no 9yslema repre-enlalivo.
Sobr* aquillo a que se p chiriiar sommas dis-
poniveis, e que se reduz a pouca euu-a, ple sem
iuconvenienle lomarse a medida indicada, e entilo
a imporlanc'a do projeelo lica muilu limitada ; mas
a respeilo dossaldoi dtienda nao he aasim.
Quaudo o paiz exige a satisfazlo de lanas oecessi
dales, qoando tantas obras publicaa se 11.1.1 faxam
por falla de meios, qoando lie preciso provocar o
apparecimento de bracos coja falta constilue uina
ve'dadeira erise no paiz, q a de (1 iv.iz qoe jazem em u-u perfeito estado de mi-
seria, fstlar-se na existencia de saldos e em da-tos a
juros he realmanU extraordinario !
Infelizmente, parem, esta circumstaucia ha eplie-
mer.i e transitoria, e a medida por couieguinle sera'
s para aclualidade, e pormoi limilado prazo ; e
eulo, como disse, n.ln duvida apoia-la com a emen-
da que apouloo.
Julgando ligada com a materia a quesillo da re-
forma liypothecana, aproveita-se n orador da oppor-
lunidade para inlerpellar oSr. minielro sobre o pen-
sameulo do governo a respeito do projeelo que se
acba tobmellido ao exame da comini'sao de legis-
lacao.
Posto que esta commisso lenlia ja' a.lianlado mul-
lo os seus ir.h 1II11- sobre'a materia, tem lulado e
continua a luiar com dillicul Ja 1e, nina das quaes
he star anda a eicuras a re-peito daquilln que o
governo deieja qaa se l'ae.i
OSr. Vscondede llaborahy comer recapilolan-
do as primeiras objerees qoe apresenlno n 1 pumei-
ra ili--u--,i.i do projeelo, e em vi-la das quaes en-
tenda que 1111 po lia elle merecer o assentiraenlo do
senado.
Subsislindo anda essai obj{OM, vislo como n,lo
foraiu ellas desfeilas pelo nobra ministro da fazen-
da, conliuua a ser de opinilo qoe o projeelo nao pu-
de pastar lal qnal se acha r.dgito.
Parecedlie inlecornso qne o corpo legilalivo fa^a
nm 1 lei ni qual se impe uina cond (Ao que nao p-
0 alcance qne ella Ihe quiz dar.
As r.izes fundamenlaes em que S. Exc. o baseou
foram : 1.a, que oprojsclo ia restituir a' circulado
urna tomma de capital que eslava amallado uos co-
fre-do Ihesuuro : 2.a, que ia augmentar o mal cir-
calaule que era iiisuflicienla.
Ora, elle orador provou, ao que Ihe parece, que
o projeelo nao ia restituir a' circularlo urna som-
nia de capilses que nella nao eslivesse, e que os
billieles do Banco repolludos ao Ihesouro nSo ersm
capilaes lirados da circulado. E nesle ponto fui
acompanhado por lodos os oradores ; o onico que
confundi assim o capital com o inslrumeuto que o
faz gyrar, foi o nobre ministro da fazenda.
Un nobre (entdor por S. Paalo, concordando
com o orador em que os lurteles relidns no lliesoa-
ro nio erm pitaes retirados, enlendeu todav a
que a circurn-tancia deses bilttelas all se conser-
varen! prendia a mubilidade do capital.
O orador nao compreheudeu bem o alcance da
prop -ip.in, mas como lalvez ola se exprimisse bem,
quaudo falln a e--e respeilo, figura urna hypothese
em que loma mais el ro o seu penaamenlo, e pela
qual chega novameole a' cunelos.ij que entao
lirn.
A nica objec^aoque aquelle nobre senador po-
derla offerecer, Ira lu/ir-se-hia em falla de meio cir-
cuanle neste caso ; mas leudo o orador ja' mostra-
do qoe e-sa falla nao se diva porque uii 1 nppare-
cia nenhum dos caracteres qoe forzosamente h3o de
appirecer quando em um mercado ha falla de meio
circuanle, gegne-seque os biiheles que exislem no
Ihesouro nao fazem falla a' circuladlo. E podein
nao fazer falla por diflerenles motivos : ou porque
a .ro turrn dituiiuiu, ou porque esies biiheles fo-
ram substituidos purontros, ele.
E respondendo por e-laoccso a tim nobre se-
nador pela llilna. que pirguntou como he que se fa-
zia e--a -iil.-iiluii.i.'. o orador figura lamnem algu-
mas opera^es cominerciaes e casos em que o Ban-
co faz emisse*, pelos quaes mo-tra que se da' a
substiluirAo de maneira que as soinmas recollii-
rias ao Ihesouio iieuhuma falla vem fazer a circu-
laeta.
Pergonloo-se, porm, se o Ihesouro poda emitlir
biiheles qu< nao represenlasem producios reaes uo
paiz.
O orador nao duvida responder afflrmalivamente.
O Binen he obrigado a fazer remes-as para a Ingla-
terra, afim de inipnrUr ouro ; compra, por extm-
plo, na prora du Kio de Janeiro 1,000:0009 em cam-
biaos ; esseai 1.000:000o representam acaso pro-
duclus que exislem no mercado ? Nao. Represen-
tan! producios que foram mandados para fora do
paiz e que ho de vollar convencidos para entra-
ren] 110 mercado. He oulro meio do subsliluir-ie
o dinlieiro que esta' retido nos cofres do Ihe-
souro.
ltimamente, a prava mais convincente que se
pode offerecer de que os biiheles do Banco retirados
no ihesouro nao importam sommas retiradas la cir-
cularlo, e que por conseguinta 11-u Ihe podem fazer
falla, lie a declararlo de que a inaior soinma desses
bdlietes provean de saques do lliasouro a favor do
Banco do Brasil, do modo seguiut : *nb;a a llisou-
raria da Balita, em abril, 800:0 ; em malo,
100:000 ; e al -20 de junho, 100:00*;, soiniin
1,300:000?: sobre a llicaouraiia de Pernamliuco, em
abril, 600:000; em man, l.lOOKWOt} e ale 20 de
a a ii
ORIGINAL 00 DIARIO DE FERNAMBUCO-
011:10, 100:0009, somma l,8 tal de .'!.tlK):(}0 l^'que passar.un da caixa de emisiao
do il 1 neo para oa cofre- do lhe-oun> sem auuca le-
rem felo as fuucr.'S de meio ciiculante.
Mas, uem u-ia explicacao era neeeaaarla para se
m- slrar qoe lio f >/.i.un essas soinmas a menor falla
circular;ilo ; bastava pan isso que n.lo lne--e p-
parecido um si dos caracteres que iiidicaiu a deli-
p en.0.1 de meio circuanle em um paiz :
O orador disse em oulra ocoasiao que nao conce-
ba essa delieiancia spin dimimneo do prero do to-
dos os productos. Um nobre senador rellerlio que
pola haver delicieucia e um ou oulio producto aug-
iii'iitar de preco. sem duvida ; mas qoando se diz
que a diminuidlo dos presos he uina consecuencia
da deli-iencia do meio circulante, falla-te de lodos
05 precos em geral, embora esta regra seja conln-
riada em um ou oulro fado especial proveniente da
relaen entre a deficiencia de um pro lucio e a sua
procura. No Kio de Janeiro porem uo lie s ealo
ou aquelle producto que tem eucareei lo, -ao lodos ;
e he sabida qoe quando se da a deficiencia, os gne-
ros alimenticios sao os primeiros que senlem os seus
effeilns, ou que senlem mais intensamente.
I'er^uiituu -- a r-./.o por que faria conla ao mi-
co receher depsitos das m3os de particulares e uao
Ihe conviria recebe-los do ihesouro.
Na primeira vez que fallou foi bem explicilo a es-
le respeilo, como que anlecipadamenle respoudeu a
esta nlijere 1 do noli e ministro da fazenda.
uiHiido se diz que urna piafa lem neeessidade,
por exemplo, de 10,000:000-3 para fazerem as func-
res de instrumento de circularlo, segue-se por
ventora que a lodos os 1 n-t ules, a lodas as lloras,
todos os li i-, he indisiiensavel que existam na cir-
el.ie.ui estes lo,1 n ion::- '' Nao, por ceno. O que
se quer dlier h que em um prazo curio e delermi-
11.1J11 o leruin mdio indispensavel para as I'ausac-
fes he de I0,00:000j lia sempre urna cerla por-
Mas disse-se que qualqoer oulro Banco receberia |
com prazer esses depsitos. O orador lambem o er,
adoplarid mesmo a emenda do nobre senador por S.
Paulo, e o nobre ministro a qnizesse aceitar. Se S.
Etc. julga que pode carregar com areaponsabilidade
de os mandar para qualquer dos Bancos que exislem,
dar-lhe-hia o sed vol, porque antes queria que
elles fossein confiados a esse eslabtlecimento do que
ao Banca do Brasil. Dar razao.
Se o Hinco hypolhecario, que nao he de emissAo,
recebesse os :l,000:00i)5 de Ihesouro, procurarla re-
duzir a laxa dos juros para poder por essa sorama
em circolac3o, nao leria por isso a menor respou-
sbilidade. Os bilhetei assim emillidoi atlluiriam ao
Banco do Brasil, que uo leria remedio seoo Iroca-
los em ouro, que seria remetlido para oolros mer-
cados ; tamlieiu nao tiuli 1 respoosabilidade, cumpria
antes um dever.
Mas se o proprio Banco do Brasil recebesse aquel-
la somma, a lancasse de chofre na circulac,ao, e ti-
zesse portanlo depreciar o meio circuanle, e se os
3,000:0005 conesem aos seus cofres para serem tru-
cados em ouro, essa Banco seria uecessariamente
obrigado .1 diminuir seus desconlos, com prejuizo
da prac.a, e este mal havia de srr-lhe lanzado em
culpa, porque para se livrar do prejuizo de con-
servar os 3,000:0003 em seus cofres havia i'eito
urna operarao que a conscieucia do seu dever Ihe
inlubia.
Por um lado o B quencia de um fado qoe Ihe era eslraoho ; no ou-
lro caso o mal seria provocado pelo llanco, e 10 elle
carregaria com a sua responsabilidade.
lie o ni du n porque desejana que nao fosse este
Banco o que se toruasse depoiilario das sommas de
que falla o projeelo.
Mas disse o nobra senador por S. Panto, a quem
ja se referi, que o Banco n'io leria razao de quei-
xar-se, que o governo ficar livre de uiua despeza
semeslial de 11X1:0003, e pra;a alliviada da pres-
sao que sobre ella axerce a alia dos desconlos.
M como he que S. Exc. entende que lancada
na eiiculac/)o a soinma existente no Ihesouro con-
correiia para a diminuidlo da laxa dos descont".'
A laxa dos descoulo resulla da re njo enlre n offar-
la e a demanda dos capilaes ; os 3 ou i 000:0003
de que se traa mo sao capital {no qoe S. Exc. con-
vemj, sao meio cireolanle : como he peta aue dess.i
emisso ipode resollar o allivio daqaelli tata'.' lie
materialmente impossivel.
Pode he verdade multar esse allivio ephemero
momentneamente. O Bauco que recebes-e esses
3,000:000$ poda immedialamerie fazer b,ixar a
laxa dos desconlos de H ou 0 a II ou 7 ; mas o que
uccedeiia '.' Todo o mundo que precisasso de di-
nhal.ro ecediria iinmedialamenie, esgolar-se-lua es-
sa somma, e esse mesmo Baneo quando se visse
obrigado a realisar seus pagamentos ao governo le-
ria de elevar novamenle a laxa lalvez a mais do
que eslava. E n.io he um grave inrouveiiienle esla
vaciilaciio couslante e permautule da laxa dos des-
conlos '.'
Maso Ihesouro lipiria alliviado dos 100:030-3 que
paga scmeslralinenlo. Era hoin que livesse esse al-
livio, mas nao indo tancar o encarco sobre oulro que
lulo (em nliru 11.i1 de susleula-lo, fazen lo mal ao
Commercio. O governo nao deve olhar para a baga-
lella de 100:0(Kl3 quando para economisa-los pode
causar gravissimo mal s IransactOes commurciaes do
paiz.
O orador nunca disse que em circumslancias re-
gulares nao sena a medida convenanle. Pelo con-
trallo, ilAu vera iucouveuieule alguin, antes grande
vaiitagem era que os dinheiros que fossera entrando
p ira o Ihesouro e que eativessero repretenlands ins-
mao de oulras opera;fies para evitar as reines-as de
ouro epara as provincias do norte.
O orador le um trecho do discurso do Sr. ministro
a este respeilo, e diz :
Nao justiOcarei o Banco do Brasil por nao ler crea-
do as suas caixas fliaes mais cedo; 11.10 era eu gover-
no, uem era u Banco do Brasil, na phrase do Dobre
ministro da fazenda. Nao 'o juslilicarei anda, por
que S. Exc. ja m absotveu desie peecado, e eir. ver-
da la a hsolvicAo do graude sacerdote da nova reli-
giao que lem sido abracada com lano enlhusiasmo
pelos novos Israelitas he para mim de gran le conso-
lado, nao lenho ao menos receto de ser condemnadu
inquisicao.
O honrado membro contesta em seguida a proposi-
to de que por meio dos saques labre as caitas liliaes
se pudes-se evitar a remessa de metaes pa,j as pro-
vincias do uurie, e eslranha que S. Exc. viesse dizer
EM PERNAMBUO.
O propietario do 111 ARIO Manoel Figueiroa de Faria na se*
livraria, praca da Independencia n. 6 e 8.
seus cofres 3, i, ou 5,000:0003, tirando assim da Banco entende qne laes depsitos su podem preju-, isto como urna conlissSo de adhesao ao que se tem
ENCA BREGA DOS DA SUBSCRICAO KO MM,
Alagoas, oSr. Claudino 'alcao Dial: Baha, o 8r. D.
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pertira Marlins.
Duar
ciniil.ie.'in ; nao casala isso alterncHo no eslado do
meio circolanle do paiz '.' De cerln ; e he fora de
toda n conveniencia eepor o meio circuanle do paiz
a alterares rpidas, ora leudo o tnesouro as suas
nr.is 4 ou 5,000:0003, ora arrojaudo-os de repente
no mercado.
Se se entende qoe o Banco pode supprir pela ua
eiiM-10 o que se acha feto as caixas do Ihesouro,
quando estas soinmas vollarem a crculacao achar-
e-ha meio circuanle do mais,e achaudo-ie de mais
le.a lugar a sua depreciado, e como consequencia
inmediata a soa conversan em ouro, e em lal caso lecimenlos, organisadosde forma \ prestaren) as ne-
aluin de oulrua resullados mos, os biiheles alloi-
ro em grande copia ao Banco para os trocar, e po-
de dar-se urna crise e graves embaracos para o mes-
mo campo.
Estas considerarles davem no seu entender enea-
era pleno parlamento que o Banco do Brasil, remel- | roinhar o senado a approvar o piojeclo.e nao
dira-lo, se enlende que n.lo pola modificar os seus sotlenladn.
estatuios no sentido de que se traa, porque receu O Sr. Visconde de Ilaborabv diz que e-sa baixi,
por qualquer eventualda le nao estar preparado como declaroo, ha de ser momentnea,
para fazer ao governo o- adiamntenlos de que pee- > O Sr. Ministro da Faieod* rponde que eolio a
cisa, segue-se que esse Bauco n.l 1 he o nico que consequencia lie que 01 3,000:0003 nio baslam par
nao pode por si i salisfazer a lodas as necessida les i sali-fazer as uecessidades da rircola(Ao.
do publico e do proprio governo ; e couclosao he i Nao querendo cansar mais a allcnrao do senado,
que o mesmo Banco he que esta reconlieeeudo a ne- o orador declara qoe cneme por boje, guar laudo
cessidade da crearAo de nutro- estabtlecimentos da ; para oulra nccaiao o mais qoe te Ihe offerecer em
tiie-in 1 nalureza. resposta ao nobre seuador com cojo ditcorso se tete
l'arlindo desla b> polheap, exislindo esses eslabe- : oceupsdo.
A diseustao fica adiada pela hora,
cessarias garantas, o orador nao duvidaria aceitar I Marca-ie a ordem do da e tevanla-se a seitao.
urna Biiloriiarn, que est como que implcita uo >. _
projeelo, para que os depsitos posamser feilos em ,'iuiDl lliu cut niiiliui...
nulros Bancos. Por soa parle ha de ejnpregar lodos IjilalUl UUN >K>. Iltl L HDVSa
o esforcos para s os fazer 110 Baneo do Brasil, mas UISCUKSO SK. I)K. VILLtLA TA-
ua ullima extremidade, quendo o bem publico o ti-
leodo para as provincias o ouro e goardando para a como medida para a aclualidade, mas como medida ; eir, ha de recorrer aos oulios se o poder legislativo
pra;a do Kio de Janeiro as seas olas, fez a parlilha
do h,ln.
permanente. Se eslesdepesitos nao se polerem rea- pan tal o Hulurisar.
lisar nos Bancos, o meio circulante do paiz ochar- E nao admille a opiniiUo nobre senador pelo Kio
O nobre ministro, exprimndo-se desle modo, col- se-ha constantemente an)eac,ado de allerac,aei incon- de Janeiro eque isto, que he.um favor para os
locou-se na posialo de um depulado novel que sn venientes, e de um eslrdo anormal. No Caso contra- oulros Bancoi, o ndo seria para o du Brasil, lie ver-
quer gauhar popularidade, dando se-ltie pouco de rio o Banco lia de fazer as tuas emissoes em rea- dsde que om Banco qoo goza de uina euus-o Iripla
tuscilar o ciume das provincias do imperio contra a I r;Ao ao auxilio de que o commercio carecer, sem re- ndo precisa paizar juros de capilaes que llie lcv*m.
capital. Nao be proprio do lugar em que S. Exc. se ceio de qoe urna uperacAo do governo venha de re- nao precisa repartir com o portadoras desses capi-
acha collocado procurar excitar estas rivalidades mes-: peni einli.irae.i-lo ou contrariado,
quiuliai que lauto mal p a proposicao 11A0 he exacta. O norte nao pule, por- adunde a medida como permanente,
que recebe ouro comprado pelo Kio de Janeiro, O Sr. lUrneiro de Campos, conminando, declara
por que oblem urna moeda que pode quaudo quizer I que faz eslas ebervu{5ea desejandn que o nobre se-
converler em producto, em vez de liras de papel nador e oulros disculam a materia. E-clarecer o
paiz sobre seus verdaderos intere-ses nao pode dei-
xar de ser muio conveniente. Ha bote uo paiz pro-
que n.'io represeulain senAo urna prumessa de paga-
raenlo de capital.
Dtsse-se anida que o llanto poda ter evitado a ex-
portado do ouro por va de cambiaes, lomadas aqu
e vendidas em Pernamboco e na Babia. S. Exc. nao
exprimi bem o seu peusainenlo, mas fallando a este
respeilo na oulra cmara aluda deixou a posicAo de
ministro para arvorar-te em aecusador da directora
do Banco, sem ter a prudencia de examinar os lacios
de que fallava.
O nobre ministro esqueceu-se de que o Banco, a-
presenlaudo-se tiesta praja como tomador de letras,
faz necetsariametite biiaaf o cambio; a que apresen-
Undo-se como vendedor em Pernambuco e na Babia,
laes os juros que lira fcilmente de lal emisso. Mas
o nobre seuador deve notar que essa emisso Iripla
rio he normal ; foi-lbe concedida em aUeafln a
circunstancias da praca ; desde que ellas desappa-
recerein, o Banco deve sei Irazido s condic,0es nor-
maos, que s..i a emisso dupla, que Ihe marcara os
estellos.
O uobre senador pelo Rio de Janeiro collocou o
pensao muito pronunciada para o inelhoratnenlo das | orador, lalvez involuntariamente, em urna pi-ieio
iii-iiiuie-s li 1ne.111.1-, el o lo- querein loda a li- da qual se seguira que nao pude, nein como sena-
berdade a respeilo de sua creacao, oulros enlendem I dor, uem como ministro da cora, fazer observaroes
que sua miilliplidade be perigosa. He pois necessa- dat quaes se conclua que um cslabelecimeiilo lem
rio que o paiz veja bem o que Ihe convm, porqoe commelldo alguna erros.
os exiremos neslo queslao sao Jainnosus. O pensa-
menlu de que a prisao e inercia dos biiheles do llan-
co as caixas do Ihesouro nAo tem inlluencia na
sorte dos cabedaes do paiz e no seu meio circuan-
le, se for accilo, he lamboin prejudicial.
Cincluindo, o orad r diz que o Bmco, para pre-
encher seu fim, precisa lambem da medida ; que
pracafl de pouca imporlancia em relaco ao Ido de | o mem circuanle do paiz 11A0 ha de ser loo perturba-
Janeiro, faz por Torrea altear o cambio ; e que essa
baixa aqui e alia all despertara infalvelmenle os es-
peculadores. As reiuossasleriam de continuar.
Esla operario ja fui tentada por mais de uina vez
pelo Banco do Brasil, e era lodas os especuladores
iiiiiiili>.ariii os effeiios da medida.
E he por nao ler a direccAo do Banco feito esta
operadlo, que u nobre ministro julga salvadora, c
do, passando o projeelo, como havendoo depsitos;
qoe as provincias que nAo leem caixas liliaes, sobre-
ludo, podem mais fcilmente ser suppridas de meio
circulante uecesuino para as suas trausacees, se o
pri jeclo passar, nao sendo cnlAo necessario conver-
ter em ouro, como actualmente suceede, us cabe-
daes do paiz, para enia-lo para essas provincias,
pois que, entre nulros meius, o papel do governo,
Nunca se persuadi de que s> pudesse lomar co-
mo offens ou aggressAo ao Banco o que di-se 111 c-
mara dos depalidos tobre a sua direccao. A preva-
lecer a opino do uobre senador, nunca um minis-
tro da eora poda iniciar medida alguroa de refor-
ma de Danos nem de oulias quaesquer reparlices,
porque para isso seria preciso mostrar os vicios da
sua ---i.io, E o que admira he que essa gzressAo
nAo 1 >--' sentida na occasiio, qoe ficaste como que
pairando nos ares, que uina nica ubservacao se nao
lizesse ao seu discurso ouiidn no meio do mais re-
ligioso silencio, em alinelo a importancia da mate-
ria, sem reclamacAo alguma por parle de um direc-
tor do Banco e.iuio presente. NAo provar itio que
na e deu a menor offtnsa '.'
Olfen-a poderia dar-se por parlo do nobre sena-
que, na upiuiAo dn orador, lie eiiiiiieiileiii-nle pre- ', sendo dispensado na circularlo desla praca, pode, dor quando, nolaodo-lha erros, faltas gravissimas,
irumenloa de circulacAo fo"em reinellid-s para o
Banco, para nella eulrsrem uovaiiiente qoan.tb as
necateidades do cuinmrrcio o exigis*eiu. Mas nAo se
trola disto, e sim de um coso excepcional ; d urna
soinma de biiheles que exislem no Ihesouro ha mul-
lo lempo, que au fazem falta ao meio circulante, e
di1 emillidos de chofre nao podein senAo lorna-lo |
superobundaiile e irazer os lucuiivenientcs qoe des-
sa mal devem provir.
Verdade he que um nobre senador disse que ain-
do que estes 3,t)0!):0O0> nao fos-em necessarios para
as Irdii-icee- da braca do Kio de Janeiro, eram
em quiniia li 1 insignificanle que nao poderiam
perlurbar o meio circuanle, mormente era uina
occasiAo em que tiulia havido conslruc;ao de cr-
dito.
O orador depois de contestar a primeira parle des-
la proposito com as razes que ja deu na primeira
d icuicussAo, teudo a principal que esles 3,000:0009
de meio circulante equivaleriain a 30,000 de tnovi-
in-Milo c0111me1c1.1l, nega lambem que se lenha cou-
irabido o ere.:i(u, baseanda a sua uagaliva not -e-
gointes dados.
A c.irl-iia do Bauco do Brasil, islo he, a somma
deflHaloS commerciaes qoe sAo ducontadot no Ban-
eo do Brasil, era em 30 de junho de 18511 de .........
-.i.'looi-M-r ; em 30 de abril do correle auno, de
38.4(38:4521 en 31 de main, de 38,796:313.3, e em
^0 de junlio, de 30,335:51)33. NuetpaQO por lano de
menos de um auno lem a carleira do Banco subi de
29 a 39,000:000-3 !
Se pude-se declinar nomes per.ni e u seuado, acres-
cenia, e declarar qual he a responsabilidade de al-
guna no Banco do Brasil, daria a razAo por que lan-
as Censuras se lem feilOiiesseBaucj.se algumas
ceusums merece he por ler dado demasiada expansAo
ao credilo em vez de se cunler nos limites que devia.
Sao principalmente 4 ou 5 os que se queixam, por
judicial, qoe elle enlendeu que eslava aulorisado a como lie necessaiio, ser lodo destinado para essas
fazer gravissimas accusacGes no piimeiro estabeleci- : provincias.
metilo de credilo do Brasil Esle poccedimenlo do O Sr. Souza Franco ministro da fazenda diz qoe
nobre miuislro, sem ser chamado a fallar sobre a ; acbaodo-se ahora IAo' adianlada nao poder rea-
materia, 6era ler procurado informar-se devidatnon-! ponder a lodis as quesies que se apresenlaram, o
le, he inqualilicavel. NAo era indecoroso ao nobre 1 que far em oulra sessao, caso n.lo se vote, ou na
ieie.11. ,1 discussao.
Nao pode salisfazer ao nobre senador [ or lioyaz
na sua inierpell.ic.ij sobre a reforma livpothec.ina.
U projeelo pas-ou ua oulra cmara, est em una
e iiiiiiiis-ki du sena lo ; nao he parece propria a oc-
casiAo para o governo dizer mais du queja disse,
i-io lie, que nAo adoplava todo o projeelo lal qual
eslava, mas que julgava a. reforma necessaria, e al
urgente.
O mesmonubre senador, adoptando o projeelo em
di-cos-Ao, euleude que se deve siippriimr a clausula
das reliradas livres; oulros querein que os depoiilM
de que se trata possam ser extensivos oulros Ban-
cos e caixas liliaes.
Qiaudoelle orador, na qualulade de senador, a-
pre-eutou o projeelo, uo se suppoz com direilo o
pedir ao senado a auloriMClQ ampia que a diseu--
-;lo lem mo-lrado que se Ihe quer car, pelo contrario
ilesconliou de si, nao suppoz lana ConAaUca por pu-
to do senado.
Pareceu-ibe, e linda hoja llie parece de lano van-
tagein, a medida, que o Banco do Brasil nao poda
deixar dt ac-lla-la milito voluulariainente, cune ir-
d, indo cora o governo em um emirato favoiavel a
ministro consultar sobre o Banco do Bra-il um teu
collega que era presidente do mesmo Bauco, e se
acb.isse qoe elle Dio podia fornecer-lhe esclareci-
menlos, n.io fallar.am tulras pessoas a quem o uobre
ministro recorresse, nAo para inslruir-se sobre ques-
les finauciuras, nem sobre principios de economa
poltica, mas sobre fados de que S. Exc. uj podia
oslar inteirado.
Qoando S. Etc. re-pon I u ao piimeiro discurso
delle orador, observa anida este, lorceu o sentido de
alguuis dos suas opinies.
O orador nao disse que o Bauco do Brasil uao sa-
bia o que havia de fazer dos capilaes que fossem en-
tregues fez apaa* algumas cousider'ces para mos-
trar o inconveniente que havia 110 empreo desses
saldos avoltudissimos que o Banco fosse obrigado a
receher.
# A p'oji>-e."io do orador a esle respeilo nao podia
admirar Aquelle* que eaUndem que um Baneo de
eraissAo nAo pude fazer emprislinios senAo ao com-
prador de producios rcaes que H obfigl a restituir o
loe lomou era um prazo curto.
A 111a propoiiclo podia ser e-lranha aquelles que
pensara como o bomem 00 ipovo menos illuslrad
ale disse que um homem do povo un pensara as-
sim. Entrelanlo o orador nAo se deu por uffendido.
Senle sim que o uobre sena lor u;.i IAo pouco cou-
ceito da capacidade do muii-lro di fazenda ne-las
materias, que entenda que elle nao sabe o qu sabe-
rla qualquer humera do povo ; n.l aceita a senl-n-
ca, recorre della, 111,11 nao llie nega o direilo de a
dar.
O Sr. Visconde de lia > >rah\ declara que pro-
lesla coulra a iolerpret.ie j que se deu s suas pa-
lavros.
O Sr. Ministro da I a/en la, conlinuando, in-i-le
11a opinilo que emiltie, e que foi su-tenlada pelo
nobre senador por S. Paulo, quauto nalureza dos
biiheles do Banco, s operado-es de que a sua emis-
so deve provir, ele, observan 10 que da doulrina
sustentada boje pelo Sr. visconde de [laborahv pode
concluir-S! que urna parle dess.i enussao arle repr-
senla ttulos de valor real, seguin.lu-se entao que o
Banco emitlio notas que nao devia emillir, e qoe
eutao au pede ve-las sabir do Ihesouro novameole
para a circula,;.i j, porqu- \ em contrariar os forras
do -eu fundo di-pouivel.
iloerer loaleolir que es-a eminfio foi pira pagar
eanibiaei, que laes nulas 11.10 MliveraHD no in'-reado,
que nAo rejiesenlara tran-ae^Ao aluuuis, seria con-
fessar que fram enlregii-s' sera iienbuin valoraos
que fjrueceratn essas canil o.es ou ao Ihesouro.
E anda ha mu erro 111 upinio do nobre leador,
e he separar elle as notas qoe eslAo elfeclivaiiieule
neslas materias, qoe meio circuanle e capital lo i ambos, a menos que eslivesse prevenido, que suppo- i ,la circularlo das que se icham em pj lar dos ban-
inesim cousa ; mas nao aos que teem esludado a or- zessa no governo o desejo de hOsliliU-lo. E como
ganisagao que devem ler semelhantes eslabelecimen- 1 anida est persuadido de que o Banco do Brasil be
los, e as cautelas que se devem lomar para que nAo aquelle que methores cju.lic,es de seguranza pode
sejam uina fonle de desgraca em lugar de ungem de j ullerecer para os depsitos, enlendeu lambem que
(Ao de meio circuanle que perde momentneamente | 'l1|e eiileiiJrin 'que o Banco deve ser fetloria de al-
gons individuos.
O orador d em seguida ao Sr. ministro da fazenda
algumas explicaeOes em que nao pule eulrar na pri-
meira discussao.
O uobre ministro enlende que os inconvenientes
uraves da siloac.oo pioveui primeiro de ter e poica
lo Kio de Janeiro sido a importadora de metaes para
o serviro de lodo o imperio. Mas qual ser o meio
de evitar esla imporlacAo! Fazer cora que o papel do
Bauco correle como moeda por lo Jo o imperio ? lie
este o que ja se lem proclamado por varias vezes co-
mo proprio para felicitar o paiz. Sa o nobre minis-
tro entende que he este, discotir-se lia em opc-i-ia >
propria. Ao orador nao occorre nenhum para evitar
esse inconveniente.
Mas nao he a prac,a do Kio da Janeiro qoe lem
importado quasi todo o ouro que corre, be o Ban-
co do Brasil que lem feilo sua cusa para aug-
mentar a massa do meio circulante por todo o
imperio. He urna consequencia da existencia do Ban-
co qualquer que loise a soa ou un- uo, urna vez
que nAo foe reduzdo a fabr ca de cunliar papel.
Oolro inconveniente he nao ler o Banco lauca lo
esse caracler para recolher-se aos cofres dos capita-
listas ou dos b inqo.-iro- ; mas ella he procurada
uo dia inmediato aquelle em qoe isso suceede,
ou d.ilii a poucos das, para coolinoar em suas fuuc-
tfles.
Assim, os depsitos que os Bancos recebein, que
fazem part-i do meio circuanle, e que perdem rau-
m?iitaneamenlo esen nalureza, sao procurados 110
di.i iinme lilo aquelle em que eulraram, ou poo.-os
dios depois, para continiiarrm no seu gvro. Mas
qoando esses estabelecimentos recebein grandes som-
mas, que n:l faziam es funeces de meio circuanle,
de din- urna, nu hAo de constrva-lai nos teus co-
fres, pagando juros sem lirarem vanlagem algoma,
oo lanea-lai iramedialainenle na circulac.io, e por
consequencia iiAo perlurba-la, depreciar o meio cir-
cuanle, e fszer sentir lodas as cousequsncias qoe
resullam desle fado.
I.ogo nAo ha paridade entre ura e oolro caso.
O Banco lo llr.i.il recebe depsitos dos particu-
lares, por quo est crio de que elles formsin parle
do ni-1 1 circuanle, e h:lo de ser procurados dahi a
di.is para vollarem circulac.30 ; esla portanlo cerlo
19 DB JULIIO DE 1857.
OS PRIMEIROS HABITADORES DO BRASIL.
O Brasil que depois da alguns .muios (em ie.ili-a lo |
progressos n.lavci*, o possue lodos os recursos ua- 1
luraes :cj esplend lo, Immeatldade de terrilorio,
e ferlilidade de selo,esta' desuado a representar
um maguilico papel no grande concerlo das naces
civilisadas.
Mas o que era elle ha pouco mais de tresseculos,
antas do seu descubrimtulo p^r Pedro Alves U.ibriU!
Oui;imos 1 historia.
Grande numero de nsees oa tribus Selvagens oc-
cupavam o inmenso territorio coinprehandido enlre
n Prala e o Amazonas ; algumas d-slas foram des-
truidas succes-vaiiiMitc depjis da descoberla desll
parle do novo mun lo : ims oulra-, reliraramse para
o interior dos numen-.1. serles.
D'enlre esla eram as mais numerosas, assim como
as mais farozes, as naces dos Topye, Tupnainbas e
Av mures ou Avmbuies, que oceupavam o paiz com-
preliMidido enlre n Rio Pardo e o Rio Grande.
A l 1 los os lll 1 ei.le- povos e (ribos deslas noco.'s
indgenas deu-s- o titulo de boioeudo, em cons
quencia do coslume veralmcule ndoptsdo enlre elles
de Turaren) o lalaio inferior e as orelhas, introdozindo
nos bracos ornas pedrinb is verdea, que se eucon-
Irain no serian, e cujo (auiaiilio \ao augmeulaudo ao
ponto de chegarem a inlro luzir as aberturas rodel-
las de pao de ln :- e tres pollega.las de diamelro.
E deslas pedras e rolellas que >e chaniam balo-
ques derivou-se, lalvez por corrupclo, a palavra fio-
tocado.
Esle selvagens lem o peilo e is e [es.- no cJinprido, os olhos encovados, o nariz chalo,
os os.s das lace prominentes, os ps pequeos e is
per as mu delg las.
Esli allima cireunslancia procede do coslume de
enlearem eslreiltmeole as peruas as crianras, asiim
que nascem, e esta defeilo da constituidlo phvsica
he replalo urna e-pecie de belleza.
Em geral o lypo das feces offerece 1 mais sensi-
vel analoga com o da raja mongol. A car he um
amarello torrado, mai< oo menos avermelhado, segun-
do as dillereules casias.
t) hoiiii'us pellain com cuidado as pestaas e so-
hrancelhas, e rapam parle da cahee.i, deixaudo ape-
llas uina porca de cabello do feiliide solideo no
mais alto della.
Pinlam o corpo com ama lints vermclha que ex-
Irahem de certas raizes, formando sobre ella diver-
sat ligaras de oulras cre ; o que Ibes Ja' um aspec-
to feroz e asqueroso.
as guerras e feslas grudam com gomma nu mel
coraren de pennas verdes, encarnadas e amarellas, na
lesla. bracos e pernas.
Esle copares sao lecidos com muita arte, e com
lies enfeilain lambem as snas armas. Os cheles dif-
lihuuem-se por um grande collar de conchas.
Mais prximos dos brutos qoe dos h unen-. nAo co-
nliecem nem adoram d.vindade alguma, e parecen)
non ler a menor idea da vida futura.
NAo ha palavra alguma na linsa.i ilcile- que ex-
prima o norae de Dos, nem idci alguma d um enle
soper-or e creador do universo.
Os -'411 tes de ,1.linii..en.1 e respeilo que mostrara ao
sol, a' la ao trovAo, nao tem carcter algam de
culto. sAo produzidos unicemenle pela ndrniraeAo ou
pelo suslo, e u.io se elevara cima dos objeclos vi-
sivets.
Oeaenhee, as sombras, os pezadelos eo dilro ge-
ram todava ?uper-li(6es, de que os sius pagrs ou
udeviiihos tabem lirat parlido. oslabelecendo a sua
influencia 111 explicado que driles fazem a seu gei-
lo, e era qoe lio cegamenle aciedilados.
Elteaielvageni lem moitii mulheres, que lomim
e deixam Com a inenna feeilidade : a nica eondiflo
do casamenta he ler o liomein apandado 011 moilo
algon) iiiimign ; a da inullier he ler os primeiros sig-
ii.ies do eslado nupcial.
As raparigas, anlea de casarem, eotregam-ei sem
pejo aos honiens livres; o propros pas as ullereeem
ao primeiro que appaiece ; mas loao que se liaaiu ao
esta lo de caslas, sao fiis aos mandos, e o adulteiio
he mu duramente castigado.
A molheres tornara se escravas, seguem 01 mari-
dos na guerra, e carregam as provisoes e lodo o ne-
cessario.
Ai habitar/,?* de-tes sclvagen; mais oo menos jan-
las, variam a forma ordinaria e na grandeza : cons-
beneficios para o commercio e iu luslria.
Oulras observares leria o orador de fazer sobre o
que disse o Sr. miuisslroquando Ihe respondeu, mas
seulinlo-sa can-alo, concloe o sen discurso, iesrr-
vando-se para qaando iiovamenle lomar a p,lavra.
OSr. ('. irii-no de Cimpot nao pudendo deixarde
tomar em consideraran a conirariedade qoe o prece-
dente orador acaba de fazer a huir de offerecer a
algumas de suas opinioes erailldas na primeira dis
cussAo, julga conveniente explicar os faudameulos
dessas opiniOes.
Disse eni que' as soinmas retidas no Ihesouro
nAo deitavam a meio circulante no eslado normal, e
iiulijn iiitluenria sobre a mobilidade dos capi-
laes do paiz. leo que anda sostena, emb r.i o
nobre visconde que o precedeu sustente u con-
trario.
Sendo 01 banc s destinados a autiliar a industria
do paiz, pondo ao seu alcance valores com que aju-
de a seus empeubos, mis nao pdenlo elles prestar
esse auxilio alera de e-rlo quaulura, he claro qoe se
uina paite consideravel da sua emissAu ficar aferro-
Ihada uas caixas do lliesouro nocional, esse auxilio
que se esperava do bauco nAo polei realiiar-se.
esse conlialo podia ser logo feilo de forma a admil-
lir as retiradas livres. Qualquer oulro Banco que
n.i e-leja sob a in-poce.io do governo, nem que nAo
leona cora elle a intima alliarea que deve let. o do
Brasil, poda recriar que o governo, nial disposlo,
sem cniliane.i nelle, retirara os deposiloi de um dia
para oulro o Banco do Brasil uuuca o poderia te-
mer.
Estes depotitos em IAo larga escala sAo feilos de
urna vez, em seguida I1A0 de limilar-se semanal-
menle a algumas dezenns de conlos de res, de modo
que paseados os CO da- o deposito de 4.000:0003 ha
de ler ama relira primida esla clausula. O risco continuara enlAo o
mesmo, pa-sados oulros (io das haveria nova ret ra-
da livre, e nssim o receto qn se pode dar nao tirar
eviladocom a suppres-Ao. O fado porm he que lal
pedido nAo se ha de verificar uem pode verificar-se
por inlriro de urna t vez.
Observando-se-lhe qoe entao a clausula he ina-
ni, o orador diz que uAo ; que ella suppOe urna con-
li M.r.i qve poda ser aceila ; e lano a julga iiioffen-
siva que admille a sua tuppressa.
Semprelque se der urna uecessidade grave de di-
l'odat as iransacces, todo o moviinauto de cab- nlieiro, he ao Banco que o governo deve ir procu-
daes que he dependente da emprego daquella rar capilaet ; eo paiz uileiro enlende que o Banco
parle da emisso lem necessariumeole de paraly-
sar-se.
Alcm dalo os Bancos fazem as saas emissoet des-
conlaudo ledras que as negociantes ou oulios pro-
ductores Ibes levam.
M 1- e-I,.- ledras devem ser pagas dahi a 4 mezes,
e como? l'.los mesiims biltioles emillidos.' Se esles
biiheles .esiao presos as caitas do Ihesouro, he ne-
cessario laucar mAo du metal precioso, eeniao, alean
do mal aponlado, aecresre o de obrigar-se o paiz
diminuir a raassa dos cabedaes empregados na in-
dustria para cuuverle-los em ouro. Isso quaulo aos
cabedaes.
Q iinli. ao meio circulante, he sabido que lodo o
paiz lem neeessidade de um quantum desse meio,
segundo o volume da sua pruduccao, do seu com-
mercio e da rapidez de suas irausaceoe*.
O Banco, pela sua emi-sAo, vem supprir e neees-
sidade do emprego da ir.oeda metlica, mas essa
einis-Ao ne senlido lambem nao pode ser Ilimi-
tada. Siippunha-se que o Banco fez a emisso con-
veniente, mas oe u Ihesouro nacional guarda em
lam ordinariamente de casas, ou cabanas distribui-
das em aldeas.
As tribus 111.11- a.lantadas ua polica constroem e
levantara marui enniposlos de barrotes, cujos inler-
vallos sao cheios de Ierra.
A principal oecup.icAo das mulheres he fiar algo-
dAo para fazer redes e c irdu. T mbem fazem vaios
de barro, que servein para Jifferentes oos, princ-
palmenle para deposito de liquidos ou solidos.
A mandioca he o sustento diario desles selvagens ;
ajunlain oulras. raizes que pisam, e reduzen. a' far-
ulia para comporem bebidas ou aliineot.-, com mais
00 menos consistencia. A cae,, e a pesca sapprem-
llies o resto das precses.
Em geral abslem-se de beber quando enraero, e de
comer quando bebem.
Menos sujeilos s enfermidades e molestias, que M
nspis effeminadas adqoirem pelo raimo e pelo loxo,
prescrevem aos doentes dieta abs iluta, e algans sim-
plices dos bo-ques 00 moiil.tnli 1-.
Se o doenle se (orna iucoravel, qoebram lbe a ca-
beca ; que lera como mxima, qoe melhor he mnr-
rer de repente, do qudoffrer multo lempo para de-
pois vir morrer.
Cclebram os fuemos com choros o Irisles l.iinen-
tj^'es, que coiileiu ordinariamente o elogio do
mono.
Se be pai de familia enterrara com elle ns saas ar-
mas, sua- pennas e seus collares ; e he ele o nico
signal pelo qual se poderia suspeiUr que a idus da
outra vids I lies nio be absololamenle eslranha.
Enterrara os nuirtos de p ; levantara algumas ve-
zes sobre a sepultura, como signat de distinccAo ho-
norfica, pedras cuberas de certa penla, que se con-
serva por moito lempo leeen, e nao se aproximan)
desles monuuinlos fuoerae*, em sellar grilos e der-
ramar lagrimas.
NAo (em res nem prncipe--; a onca superiordade
que reconheeem, l3o os seus ancao*, ou velhos di-
rectores, encarregados, prncipalni-ntej quando se
preparam para a guerra, de excitar por seus discur-
sos a mocidale a lomar as armas (.I1.un.1ra aos seus
conselhos Corbeta : cousa nenhuma imprtanle se
decide senAo por votos unnimes.
O homicidio be o nnieo crinie qna caslsam : 01
p-iis do m-lidor o enlregam anj do morlo, e esle a-
foyam o culpado, e o rnlerram.
A reconciliacAo prompla e sincera enlre as duas
familias segu ordinariamente esla arte de satisfa-
Ao ou de represalia ; mai diffcrenlcs das naroes ci-
vlisadas da Europa, enlre as quaes os odios das fa-
milias sAo algumas vezes hereditarios.
Sem oulras leis mais que os seos usos, seguindo
qaasi sempre o inslinclo da nalureza, os Bolocudos
P i-sueui algumas vezes virtudes sociaes e domes-
ticas.
Exercitam e respeitam a hospilalida le ; viveni
Iranquillameiite enlre si, nAo se desamparam as
molestias, e lo fiis 1 seas alliados.
Mosliam em geral inclinar,Ao a' indolencia e
ociosidade, qoe caraclerisa todos o? selvagens ; e nes-
le sentido o seu modo de vida no lempo de paz, pa-
rec manifestar ioclinaces doceit socegadas.
A indolencia he lal que dormem moilas vezes va-
le e qoalro horas segu las : mas passando de um ex-
tremo a oulro, amara com paixAo a dan;a e lodos us
etercicios vilenlos.
He com especialdn'e nos combates que se man-
fetla a sua adiva e horrvel frrocidade, lie quando a
crueldade no seu mai ir auge se transforma em qua-
lldade de virtude guerreira.
Excilain e conservara e-la dsposii;Ao nos coslumes
diarios, ou nos banquetes, onde, cuidadosos a des-
viar oulra quilquer idea, se entreten) com fervor dos
projectos contra os inimigee ', prin,cipalmeiile do pra-
zer que se prometiera de os engordar para os matar e
comer depois.
He mu raro haver enlre elles oulros molivos para
a guerra, a nao serein os da vinguira, por isso nao
seria fcil determinar a causa das primeiras ag-
gressOes.
A arma principal dol Bolocudos be urna massa,
que cli.ini mu tarap, feila do pao mais duro, mu pe-
sada, rumba 0,1 exlreraidade, e os dous lados com
dous gumes.
O eoiiipnmento he de seis ps, e um de lar^o na
exlreraidade. a grossura uiu 1 pollegada.
Tem arcos feilos igualmente de pao durissimo, a
que chamara vlxiparibu.
Al cordas sao de algodAo liado, e as flechas de can-
' na selvagem. rmalas de fortes espiarlos 00 denles
de peixe. Servem se dllas com siugular certeza,
, nanea errara ura paisaro voando.
Urna e-pecie de corneta, a que chati,,-un inubia, e
! flautas feitas ordinariamente do olio das pernas de
! suas victimai, sAo os leus instrumentos de mu-
sica.
Apenas o igual de marchar he dad) pelos ,in-
ri.los, lodo- o- gnerreirns, em nuiitrn de cinco ou
I seis mil, se pem em marcha, eteitando-se por
(leve eslar sempre dirigido de forma que essa grave
uecessidade pussa ser talisfella pur eile, e que nao
se dara a hypolliete du governo pedir sera neeessi-
dade, nem du Bmco achar-se em silu.icao de nAo
poder salisfazer a exigencia que fosse fuuladaem
veruadeira urgencia do lliesuoro. E pois, como
dizia, nao poiea nunca dar-se o fado que si re-
cis.
Eul una queslAo desla nalureza o primeiro patio
a lar-se era a aulorisaeAo para o contrato. Dada a
aulorsac,Ao, se o Banco ei.ieu le-se. que poda rece-
her os depo-ilot com retiradas livret, apressar-se-lua
a i ropor urna ir.n liiicac 1 nos seus eslaluios ueste
sentido, e a pruporia cun lauta mais vonlade qoan*
lo ja tinha vi-lo que o governo era fevoravel pro-
po-la, leudo-a como que approvado previamente.
Ja disse urna vez, e acredita que um Bauco de e-
u.i-so como o do Brasil nAo he 1 mais proprio para
reerber depsitos; mal linde elle mesmo declara lo
que esl na posicllo de ot receher, que os aceila de
qualquer, e alo o> procura, parecia-lhe que com
mais razAo os devia receher do Ihesouro. Mas, te o
meio das mais enrgicas eiprenoei de viuganca e
odio.
I :leni palmas, 1IA0 grandes pancadas nas espa-
dos, e prnmellem nao paupar a vida.
Se em ai 'ora expe l'coes se imbarcam, as canoas
feilas da cascas de arvoies lites alo perniilteio des-
viarrm-se muilo das cosas.
Chegados ao paiz que querem devastar, occutlam-
se com cuidado, porque raras vezes alacam a peilo
1 descobeilo ; esperam a uoile para pcuelrar al as
I hab'laees, que sorprenlem e cercara para Ihe dei-
' lar fogo, e aproveitando-te da primeira confusAo,
commellem lo la a casia de crueldades. O seu fim
principal he fazer pri-ioneiro-, sem os qu.es nAo fi
caria sali-f-ita a sua vioginea.
Sendo obligados a combiler em campo raso, jun-
tam-se, formara urna especie de balalhao, marchain
de pi es-a e com certeza, suspenden) algumat vezes
a c rrera para e-cutarein discurse mu lol.imraj-
dos, que durara horat.
O ardoi decombAler se converte entilo em furor
desme.urado : os dous partidos accommeltem-te,
aleando grilos redobrados e urros etpanlosos.
Tocara as cornetas, slndein os bracos, amea-
,a;ii se, insudara se reciprocamente, roostraudo os
ossos dos prisioneiros que lera comido.
Chegados a duzeulos ou Irczeatos pastos ans dos
oulros, ulacam logo a grandes gnlpis de fletas. As
pennas com que estAo cobertns, ai que eslAo presas
uas flechas despedidas das lileir.it, e-p.illiam aos raios
do sol tal esplendor pela variedade das cores, que
seiia dillicil fazer idea de IAo espantoso especia-
culo.
Os guerreiros feridas das ll.'cbas arrancara-nat da
carne, e as quebrara e mordem cheids de rftva, e
einquanlo Mies restara torgas eeollnoan a comba-
ter s?m recuar, c sem vollar costas um momento.
Ni forja da acedo servem-ss das roassas ; cora ellas
dan golpes lerrivei*, qua-i sempre morlaes.
Decidida a sorle do combate, ui vencedores amar,
rain us pri-ioneiros, raos'.raiudbes os denles, e agi-
tara as inassas para que nao duvidem di lurte qoe
oa espera ; millem-ooa nu cenlro, e caii.lnhaiido
I cun a presa, cnlrain Iriumphaiiles uas mu ai-
I dejas.
Tralam-os ao principio com ama bondad! appa-
romo, limilando o cap'.iveiro s cautelas uuicamen-
I le necesarias para nao fugirem: do-lhesal mu-
lheres, e (lem o maior cui lado era engarda-los
bem. Quando os vcem no grao de gordura quede-
I sejam, marcam o dia da mirle.
queiros ou lias dillereules algibeiraa, quando loda
se polein dizer na circolacao, quaudo a respeilo dr
lodas 11.1 1 pode u Bmco etceder as regra- marcadas
para suas emissOes. Se as que etislem no laesou'O
forsm emillidas em consequencia de um lilulo qual-
quer, podem vir circulaoAo, o Ihesouro pide as
laucar nella sera risco par n Banco. Si Ote repre-
sentara valor a!gom, segue-se a couclu'Ao ja lirada
pelo orador.
Pelo que respeila apretentajAo da lei que o no-
bre senador julou ura acto indecoroso para o go-
verno, o orador"j mostrou qoe o governo nao que-
ria a violacAo dos estatutos, e Iorabeui j foi atpli
cala salisfacloriamenle a quetlAo da sub-lituic,Ao
dos biiheles.
Nao comprehende a o uni 1 do nobre leador de
que os biiheles existentes 00 Ihesouro nunca estive-
rom na cirrnlur.io. Era qualquer hvpothese que se
fuiure, o lliesouro nAj eulend-u vender os valores
que lem nas provincias, resudado de imposlos rere-
bidos por Ululo- do llanca sem valor alguna. Trocou
moeda com valor que liaba na lhe-ourari.i da Baha
e na do Pernambuco por oulros valores que o Bauco
Ihe aprsenlo!] aqu. Se o Banco deu ttulos que re-
presentara valores existentes, nAo lenha recri d
que llie vollem ; mai se lera esse receio, milita a
opiniaoja' enunciada.
He exacto que existe una parte de meio circuan-
le que esla' sempre dormenle ; mas era por isso
o-si-ie ao Banco o direilo de dizer, a quera o lem na
algibaira, que o deixe dormenle em lal uu lal mo-
mento, porque o 11A0 pode recebrr, porque o mer-
cado nAo precisa delle.
Fez lambem o nobre senador urna dislincco que
o orador uo comprehende. Disse que em Ihe-e a
medida he magnifica, 111: s que nao deve ser temada
agora, porqoe a ailaacdli he anormal O qoe quer
1.lo dizer '.' Que ha falla de capila s '.' A rrsIuicAo
delles 00 mercado a tornara' normal. Sera' porque
ha olas do Banco emillidas alm das rao: -.-i la les
do mercado? A respo-la he simples, o Hinco leria
si lo culpado den eiuiss.lo ; se dahi oas.ee a siloacAo
anormal, foi o Banco que a creou.
A silu ic.io be era sea pensar muilo normal, o bem
de boje lia de ser o daqui em dautr, ou maior. Da
retliluicAo de fundos circulantes ao mercado na im-
portancia de 100:0003, re-ullaria um bm romo
100:0005 ; mus re.oltara' um como 3,000:0003 se se
reilituirem 3,000:OOu; agora.
Enlregoet estas sommas a qualquer Banco, disse
o nobre senador, a laxa do juro baixaria. Aceila
Al mulheres preparara v-silhat de barro, fazem
licor p .ra a fasta, e eiitrancam a inussuruna, ou
grande corda da llgodio qui deve ligar a vic-
tima.
Os coi le- principles, cum o corpo coberto de gom-
ma, e ornado de pequeas pennas (Impostas cora ar-
le segn lo as cores, adornam tambera com mas-
sos de peuuas a lyrcara-pemme, ou maca do sacri-
ficio.
Todos os Indios da aldaii, convidados para a ce-
remonia, passain dous das inteiros a d.mcar e a be-
ber com o captivo, que parece 11A0 f..zer oulru pa-
pel seuAo o de coavldido ; e ainda que cerlo da
sorle que o aguardi, affeita dislioguir-se pela al-
gria.
As mulheres selvagens Irazem a muissriraifa, lao-
.,iu.-lli,i aos pea, e a raa s velha de entre ellas co-
mer o canticu da hu u, ao passo qaa os homent
deilam o nu ao pescoco do prisioneiro, e o amar-
ra m.
O cntico allude a esles lacos: o Somos nos (can-
tan as mulheres que (eraos o passaro pelo pescoco ;
se toases papagaio que roubasse iijssoscarados, lenas
fgido, u Imii i muilos selvagens pegando nas pon-
las da n"--ur iu 1 ligara o captivo pelo meio do
corpo, e nesle eslado o levam a passear en) Irium-
pho.
Esle, a quera se deitanm as raaos livres, n.io d
o meuor sigual de abatimenlo uu de susto pelo
ioiniranoiilharu.il allivez para lodos que chruaiii lo
lugar da soapassagem.falla-lnet, Iraz-lhcs inemo-
11.1 as suas expediees contra elles, di/endu a um
qu malera o pai, a oulro que contera o lilho.
Nesle lempo recommendam-llie qoe levante os
olhos para o sol, porque nao deve mais ve lo ; a-
cenie-se lene peranle elle o fogo, sobre o qual seus
iiiemiiros em portee devem ser esleudulos.
Quaudo a lua he chegldl, una inulhcr cantando
e daticaudo, ira/, a tyrcara pemmi, .a roda da qual
se caulou e d0{oa detde o uascer do dia.
O execulor ip arece eulAo com qualorze ou quin-
te de seus amibos ornados d gommai de penan
para a ceremonia.
Aquelle que tem a massa a offerece a'principal
pertonagem da fcsla ; mas o chefe du Irib depjis
de pegar nella, a pitia mudas vezes enlre as per-
nas com gran les gestos, e a da' ao execulor, que
adianlando-se cora seus amigos, de-Jara ao captivo
que antes de o rutaar, se lbe da' o poder de se
Tingar.
O captivo se enfurece, apiana pedras e as alira
V.Uli:S PRONUNCIADO NA CMARA
DOS DEPUTAUOSNA SESSAO DE \i
JUNHO DO CORRENTt.
O Sr. V niela lavares : Sr. pre.i lente, ped a
palavra para aprtseninr cmara urna indicedle,
e he ella para que a uobre cuinraissau de constitua-
nlo poderes, reuuida com a de negocias ecele.ia-
(icos, examinando e interpretando a dispesi^Ao do
> 1. 3i t. lOdo acto addicional, ua parle relativa ao
poder quo confere s issemblasUgisUlitit pronu-
ciacs para legislar sobre a divuo rccleeutlica dis
respeclivat provincias, iulerpouba com urgencia o
seu parecer eobre o seguinle pomo, ee o poder tem-
poral, a' vista dessa duposico, pode rreai, dividir
e supprliuir freguezias sera iutrrveucAo e iccordo
do prelado diocesano V. Exc. me perroitlira qae
ollertca algumas cootidorarojes para jaililicar na
111 n'i a 111 1,.-..oo...
Desde que se promulgou o acto addicional teto
enlrado eru iluvid.i se aa a-seinhla- legitlal.vam pro-
vinciaes podein ou n> crear, dividir e lapprianir
freguezias sem aquella inlrven<,lo. Alsamn -
semblat pmv incides lera entendido pela offlrmaliva,
e -emelli.Miie ioielligeiicia lera dado lagar a lilas
mudo graves entre aa lucernas asaemblcat ees pre-
lados diocesanos.
De prximo consta-rae que 111 proviucil de Mi-
nas a asserabla provincial lem tuppruuido aUumas
frtgoezias sera audiencia previa do respectivo pre-
lado ; e em Pernambuco a asserabla provincial a-
caba de crear freizuezias e dividir nudas ja dividi-
das, sera (ambem ouvir o respectivo hispo.
Aqaelle* que euteodem que a< aisembl pre-
viuciaes podein legislar sobre divirio ecclmatiica
dds rcspecdvas proviueias, prescindi lo di opiniao
e accordo dos preladjs diocesanos, eslabeleeim priu-
cipios. cujas couiequrncias lera ura grande alcance
apoiadntj ; porque, Sr. pre-i lente, te pela dispo-
sieao do acto addicional, conceb la Como se ach,
as a-seinblas provinciaes po lera crear l.eguena,
sem audiencia do hispo respeclivo, podem lamban
divid-las -era e-s.i nu lienci.i, e uualii.cnie em el-
la tuppruni-las. Islo be o qoe loKicnnenle se de-
dil/, de semelhaiile opIniAo.
V. Etc. porem sabe a que absardos nos conduz
essa doulrina. A cre.ic.lo de una parochia uo uu-
porla -rnenle a creaclo de recursos ou vaolaueni
leinporaes : ni. Iraz comsigo tmenle, pur eteua-
plo, a cr.acn de um juiz de plz, de ura oo mili
subdelegados de policio, oa de oetras autoridades
civil ; mas impoila p .ra os fiis, comprrheiididoe
em um cerlo territorio dado, onde exude eerto aa-
ulero de fagos, o provimeuto de um sacerdote pro-
prio, quo lica encarregado de plegar o tv.ugelhe,
administrar os sacraroeiilm, e proporcionar 1 esses
fiis o pslo espiritual. Vpo .. I a.] Olio qae nin-
eoera mais h.ni.Mido do que o pielado dioecsauo
[iara avahar laes .....1----la les, islo be, para aabir
qual he a porcao de lecrilerle que e-la' no ciae de
carecer ,u pre.enea de-se -a :erd j;e chamado paio-
clio. Apoiados.)
Urna vea : Folgo raudo de ouvir e-la doelriaa
ao nubre depulado.
O Sr. \ Miela lavares : Sa con-ultarmos 1 his-
toria do iiosso paiz com referencia 1 esle Mueiplo,
veremos qoe nunca aoelleciuou varare rnii a creacl
de paro.-lu.H sem 1 nilerieiieo e areordo do poder
ecclesiaslicj apoiados, islo quer aules quer de-
pois da nossa ndependeuca. A bislona refera, por
exemplo, que por ucc.-i.l,- do lerreineisi de l.i-boa
era 1753 II freguezias loaran deslucidas., perderam
os seus limites indurajs e a ran.hi 1). M ,111, que-
len.io que estas freguezias fussem coaveuieuleratn-
le divididas, incumbi esse ti aliadlo 10 cardeil D.
Fernn lo, em quera recuolieceo jurisdrcflu para
uso, e divididas por este carde.I, foram approvidas
pelo poJer civil em 1780. Depiii da no-sa isMepea-
dencii o poder temporal aenipre lera marchado o
accordo cora o espnilaal subre ( asiumplu lo
grave, e foi s depois do icio aldiciootl qneappa-
recerara duvidas.
Aqnelles que enlre tras combalem esla doulrina,
fim 1 U11--L- tambera na podara do I. de oelabro de
1832, em qae se diz que 1 creacao de Iregueiiai,
ao menos no qoe loca aos leas i-il-it i> tempera*,
nao perlencs aos bispos diocesanos. Mis lenho qae
leuibr.ir a caa que, alem desli por tarta ter inte-
rior ao acto a 1d1ei11u.il, que be de 1831, nio pode
ter considerada como regra, como Iu que retolva
urna malaria IAo imprtame.
Deraais, vejo que o ivito -e nAo mi er-giuo.' de
7 de fevereiro de lSli. e eulro ainda man expli-
cilo de (i demarco de 1818, recmmeud ui mullo
posilivameule ios presidenlet das provincias que
nao s neoioicui leis das as-embicas prwvinciaoi re-
lativas ..' ni'i.M, divi-Ao soppre-s,io de fregee-
tiat, sem audiencia dos prelados diocesano...
Ora, para que haveraos de consentir que cita ma-
teria esleja depeudenle de ..vi-o- do governo, qeaa-
do podemos |egi-lar de ura modo definitivo e expli-
car o aclo addicional [epolattae tszeulo coro que
baja nesle essumplo eolre o poder temporil e eccle-
siaslico perfeilo accordo '.'
Assim pedi a pilavn pira mandar a' meta 1 se-
gunde indllaC.il.
L-te a segrate indicac,Ao.
" Indico que a commistAo di coii-1iUih,.i 1 e po-
deres, reunida com de negocio erclo-ia-ncu-, et-
iiiiu.iudii e interpretan lo o $ I. arl. 10 di le dat
iifonnas consliiucionaes, u.i parle qaa confere i
assembreas legislalivit provaciiei o direilo de le-
gitlar aobre a divisAo ecclesiaslica da respeetivi
provincia, d o sea parecer, cora urgeacia, saine e
segoiule piulo :
Si o poder temporal, em visla da citada ditpe-
-ic.i 1 di le das reformas couslilociooies, pode creer,
dividir e sopprimir parochia-, sem aodieacii c iu-
terveo(lo do prelado diocesano.S. K. Villela
lavare-.
1 a' respectiva commissAo.
contra ludo quaulo o cerca ; mas deprewa avmci
cora 1 maca na in.ii, ornado dai mais bellas pennit,
aquelle que o de>e -aerificar : um estnnho dialogo
se suscita entre ambos.
O execulor, como vingilor de icos cotnpinhi iree
perjunl 1 ao captivo se he verdade qoe elle 11.alara
0 comer mudos dos principa de sel Iribo ; eale
se gloria da prompla con-so, que acorapanha con
amea;as : lio-ine liberdide, Ihe diz, e eu leroin-
rei a li e 101 leat. pois bem, responde o oalrit,
mu te impediremos. Voo raalir-te, porque la a
leu povo I1A0 comido muiloi irmos meus, e tu Imje
mesmo sers comido.
O captivo responde : oesla he 1 sorle da vida ; m
meus amigos sao modos, elles mi tincarn..
Leviula-se eolAo masti, e o canibal selvigem es-
maga de um a golpe a c. Ice 1 da vidimi.
As mulberes te lineara sobre o cadver, desdida-
ram-00 com pedral aliidis, e untara os lilho. com o
singue : as mais idosas limpim as cnlrinbit, qoe
sAo iminedialameule assadis e comidas, assim como
a-dillereules partea da carne.
Durante esle ibominavel banqaele, os velhot ex-
hortan! os mmcebos a ptocunr mais oecatioet -
melhaiiles por suas facanhas guerreins.
NAo se sabe era loda esla hornvel fr-li, qual se
deve admirar mais, se 1 engenhoa birbiridade doi
aUozes, se o valor exaltado das victimas.
Esles selvagens, apezar do horroroso illridivn que
o- arr.i. ,1 a -ii-leiilar-se de cirne li ti 11 na, su ci-
mera os prisioneiros, sempre segundo o Manga
nial cima descriplo. I o Javn uo comcui o mertt-
110 eanpo de bilalha.
O uso 1.1:111110111 he iiiiootoar ins alJeii a. riW
eaa dos prisioneiros que comeram, e roeilnr es
eslriDR nos cora uiuollto esles moiiumtulos du tai
proezas e da tul vingiuc,a.
Ilecoliem com o mesmo coi.lado os os-os mai
uros.os i.i- cotvi e dos bi.ieus pora tazerem flaeii-.
e sobro Iu lo os denles, que Bastan a' iniuiiri de
colitis, o 1 endurara ao pescoco.
Em geral, os B ducados medein a sua gloria pelo
numero dos pi isi uieiros que lizerim. e tem semino
cuidado de perpetuare 11 a memoria do du em que
abane Mora alenma victoria, por inciniet de dille-
rentes feudos que farem nos bracos, nu cotas, nos
pedos e mais parlis do corpo.
Eis o caracler e os coslumes do povo, que primi-
tivamente habiloa a Ierra do Brasil, qoe parece des-
tinada a ser ama das grandes nac,5e* do mundo.
1 ,iibilah-el-Kralif.)


-
.
*



. PEH1AMBBO0-
UECIFE 19 DE JULHO DE 1857.
AS 6 HORAS DA TARDE.
iftTBOSPEOTO SEMANH
Al uotieias do norle do alisfaclorias ; do sul uao
lecebeinoi malas, e o interior di proviucia coja ,\e
aocego. O invern parees lar cenado, nas 11 plan-
tai'es vdo prosperando.
Lniboraasleanno elle fosse bulante moderado,
cointudo. consl.-nos que .Igumi tiradas, inclusive
a de Sanio Anlao se cham em muilo mo estado :
a dotichauga.que Ovemos oceasiao de obaervar en-
un dos rtia. d semana lem va.ios logares qoe te
el.arn quasi inlrai.silavels, desde o lugar denomina-
do a Casa-grande ale adianto do ciigenho Cordeiro.
as circumslancias em que se acha esla ntciiHlo
uecamml.o, parece que a contei vacilo nao he luffl-
cienle para reitilui-la ao ssu estado primitivo, pre-
cisa \erdadeiramente de reparo, ou porque a con-
ervac.ao 80 principio fosse descuidada, ou porque
estes tugare* nacetsilem de empedrameolo. O eerlo
lie que iie em lempo nao e lomaren! medidas con-
venientes, o nosso svtierna de viabilidade, que era
presentado como o ruaii perfeilaem lodo o imperio,
lonar-ie-ha un, do peiores. E anlao quaodo se
acordar do somno da indiflarenca, serfo.coso gastar
ni lerjo ou mttade do que ae gaatou primitiva-
mente para cnliocar-se as estradas no estado em que
antes se ochavara. .
Aa lices da experiencia e is prudente) relleies
do Sr. Waulhier, quando engeoheiro em chefe da
reparlicao das obras potdica desla provincia, em di-
versoa relatnos, qoe sobmelteo ao governo mos-
Iran que I cooservacao das estradas por arremata-
dlo he ama borla, e sobre ludo no nono paiz, onde
em geral se considera o estado como urna mli cu
un pai ricos, que nao tem herdeiros, e que lodos se
podem locoplelar com sua riqueza. Em todo o caso
o viltma por admioislrac.Ao he mu preferivel. Seja
como ror, esperaran! que te tomem provideocias em
quanlo he lempo, am de que o arrependimeolo nao
leja mais amargo.
O vapor sardo foi destituido de novidades impor-
tantes. A primilla eleic.fs para os depulados que
lera decompor o novo corpo legislativo em Franca,
foi a eventualidade de maior eonsidiracao, qoe 1103
annunciou o Comte da Civour. O aisucar anda
conserva os mesmo* precos innunciados pelo ultimo
paquete de Soulh.mpton. INa esphera commercial
soubenios que o banco de Inglaterra reduno o des-
cont, que era de6 i meio a 6 por cenlo. Enlrelanto
em Franja, esta noticia naohavia caosado alterarlo
Jia bolsa. Eipirava se que o conselho director uo
banco de I- ranea e reunira para lomar alguma me-
dirla de accordo cora a que lomara o banco de In-
glaterra.
l'assando a oulra ordem de ideas, nao nos pode-
mos eximir de chamar a atiendo dos leilores, eipe-
cialmente doa plantadores de canna, sobre o seguid-
le artigo que estrah.mos do Mercantiln d.
DIARIO DE PERNAMBUCO SEGUNDA FEIKA 20 DE JULHO DE 1857.
i^SH^v* tesas sa jaux
ie?nl.nH,.. I lqU,e, ,ra'" U"rl'8/ pa'a <* ".'*. "m alguma pr.caucao, na fllinaT
^2Sd^^l,5!^5lSto-^2S" ^imm.dala dos **u. coo-generes. do So,eh
vei coodic.au para o desenvolvimenlo da induslr a coramina n d ___- ^nr ...!.i ^""o
Mceb.rin.n_oipf.,iBcw.eaB. novo p.nho, u^poderiares Tum BLE '"'"""'
p. a pro,Pend.d. e riquer. do, senhore. de .u- ,a, este inconveniente M. expira
geilllU. ^,.ll a-____________ .
Eia aqui o artiga :
O SORGUO SACCIIARIFEKO OU UOLCL'S
3ACCHARATUS.
pelos cubados de Mr. Mooligni. cnsul francix em -
Sh:iuipin TI;,. ..i.:____= _.. ...
Shangau (China;, e ltimamente cultivada na Arge-
lia, seria, pensamos, de um alcance immenso para
aoa lavoura ; por que esta planta preciosa oerece as
eguintei vaolagens :
1.* l'rodut uma canna assucarada de 18 a22 pal-
mos de altura com tres a qnatro polltgadas de di-
metro, coolendo 19 X de assucar, e precisando, para
percorrer todfis as phases de sua vegetacao, cerca de
qoalro metes.
2.- Ao lempo de sua maluridade colhe-se de sua
eipiga un, giju lemelhsnte ao arroi, que pode van-
tajosamenl, ser empreado para alimeulacao do lio-
inem e dos animaes ; sua farinha fermenta e d bom
pao ; tamhem se estrobe agurdenle desle eraos.
3.a A sua produecio he lao extraordinaria, qoe
um ,?r' lle C,B" de Pfduiir 7 a 8 caimas, dando 7
a 8,000 graos.
*. A casca que envolve o grao e o opisperma des-
to produtem urna materia colranle roa, que pode
ser empregada pelos lintureiros em subslilaicao da
rubia liclorum.
>. As Tolhas desta canna, raesmo seccas, sao ex-
relleutei forrageus que os eiiimaes comem com vi-
da*.
. Finalmeule as espigas, depojadas dos seus graos
sao proprias pura conlecciooar-se vassouras finas e
escovas para falo, semelhant ai que hoie compramas
aoi JNorle-Americauos.
O que acabamos de escrever nao he inveucao nossa
lie o resultado de experiencias feilas por homeus
eoropelenles e de reputacao lirmada ; e ha por iiso
que convidamos os nuisos fazendeiros a fazeiem al-
guma experiencias sobre tao maravilho so vegetal ;
slo posto, pass.imos a extratar aquellas noticias que
leruus sobre o Sorpho, e que raai nos podem inle-
ressar.
No Gnie Industrial a de marjo de 185(i vem
cxlraclado um relaloiio de Mr. Ilelet, pharmactuli-
eu da inariulia frauee/a, onde se 16 :
" Analvsede canua do Sorplio : esta caima cou-
lem
Agoa
Saes
Assucar.......
I.inho'o.......
Albmina......
Materia gorgudorow .
I'lein_ci'rusf.....
11 O 0,337 de saei cuutem :
Selicia
t .(lloro. ,
Accido tuIphrico ,
Dito phosphoricu
Dito carbnico .
fotassa.....
Cal......
Magnesia. ,
:.:,
70
0,537
29,463
100
0,062
0,473
0.537
No segoiiila anuo as canoas clieain apena* a
uma aliara de lm. M a 2 metro*, ellas aprttvatan
un mo aspecto, e sao finas umparalitamenle com
as rio I.1' anuo, e gerjluienle pouco inais groasaa que
o dedo iiiiuimo. .No 3." uno |irovavelinenle ellas
Mrao linda mals miseravei : couriuo porlanlo que
nao ha milidade em consolvar a misma planlaeaa
por muilus anuos.
o Vento que una das srandes vanlasens da cul-
tura do Sorglio he que pode uliliar-e ame uolavel
parte doa trus dtspojos para a alimenlacao dos ai.i-
inais domestico, e assim emiiribuir paderosaMMla
pira a prodoejao do estrume, e compensar larga-
mente us estragos que elle he suscepllvel de cousir
ao solo.
|> As camus, que linham lida privadas do su
'spigat ou pendDes, furam conservadas em Ierra alo
fevereiro : extradi uaiapa em diversas pocas, e
oiilive os sagiiinies resultadus :
I. Em flus de selcmhm. por orrasiSu da co-
Iheita dos graos, oblive Ii7 de garapa com urna
densldade de 8 .;
o 2," Em 28 de novembrn rbtive 32 | de aarapa
marcando uma densidade de 9 'j.
3. Em 31 de Janeiro oblive 31 "a de garapa
marcando *>,,.
4." Kiiialmenle em 16 de fevereiro oblive 19 OO
de garapa marcando 8.'
V-ie pois qoe de setembro al uovembro as
cinna nada perderam do principio saccharino ; por
qoanto, te a quantidadede garapa tmha diminuido,
sua denudado liuha augmentado.
Do liiu de uovembro at fevereiro a perda em
assucar rao foi lAosensivil qui se po este modo de conservar a caun pndendo-se assim
ronlniujt a fabricado do assucar por lodo esse
lempo.
OSr.'Uardy continua no seu iel.it..... a expr
suas eiperiencias 6obre a alcoholisurao do Sorullo, e
conclde .-
n Esta serie de experiencias parecem cunclu len-
tos e demunstram que a garapa doSorgho lacchari-
fero Iraz ciiinti^o o seu principio ferminlescivel. e
que nao precisa juolar-lhe nada para ohttr a frr-
menlacao alcohlica, tubmelteodo-a com ludo a urna
temperatura convenanle.
< O grao do Sorullo he tarabem sosreplivel de dar
orna quanlirlade ntate! de alcohol, que pode ser a-
valiadd. sem exagerajao, 21 3|4 0|0 do seu pelo.
Mr. ardj depuis de eulrar lambem em delalhe
sobre urna malaria cerosa, (cera vegetal) que nlra-
iiio das caimas doSorgho, mas que julgamos por
ora da pouca impnilancia para ns, coniinua :
O Sorghu saccharifero precisa, para pre.-nclier
todas as pha.es de sua vegetado, de 27 a 60 graos
de calor. O meado de maio he o lempo mili favo-
ravel para semea-lo e obler uma bella vegelacflo :
meado nesia poca a planta amadurrce em meados
de setembro, levando em prrcoirer os dous extremos
de sua carreira 122 dias.
a Pirece que uo ul da Franca lemein qoe, pelo
Intu .id ...1 i -, -O-------- ___a._Bi_
lilao pode ra resultar um ahastardamenlii ; mas
le inconveniente nao existir, se tiverem a
aulela de conservaren!-o sem mistura. A muili
plicacao em grande peloi lteles ou rebenles he
qoasi impralicavel ; tsle methodo leria lambem u
iicoovenianle de lomar a descendencia mais delica-
ta o menos productiva. Comludo liz execolar urna
)
3-
*'
6-
Lm pe danta canna, em termo medio, foruece :
(.arma sem folhas nem graos 25>J gramroas.
I'olliaa verdes 70.
Graoi 60.
Um hadare pode fornecer 120,000 ps de cannat.
'< Os graos do soraho pudem .mee. i duat mali-
nas colranles, as qoaes podem snbslituir na tintu-
rara a raiva tiuclona em lo las as ion applicasOe-.
Eiu resumo, o Sorgho iicclianfero he uma das
plantas mais nolaveit digna de ser estudada.... he,
em ama palavra, omi das mais preciosas conquistas
sobre u remo vegetal.
Air. Vilmorin fez publicar na o Revue Horlicole
de 1 de fevereiro algumas noticias sobre a planta de
qoe tratamos.
Mol ( diz Mr. Vilmorin ) smeamos esta planta em
orna chcara perlo de Parts, e os resultados foram
extremamente notaveis, Cada gi,lo meado com 00
cenlimelros de distancia deu om p cora 7 e 8 can-
;8,<'u' "ram de i, 50, a 2 50 ; e lodos tiotum
de 7 a 8,000 graos e raesmo mtis! !
i Dizem, mas tem razao, o Sorgho cansa prorapta-
roenie o solo : o Dr. Caucul, um dos principan agri-
cultor* do lugar, allimia que ella causa menos que
a cenoura de eolio verde.
As noticias p iran de maior alcance, e para as
qnaes chamo a allencao dos uossot fazendeiros, sao
as extrahida da relator io de Mr. llar.ly, director do
vlveiro igricola central da Argelia, onde expe o re-
saltado dat experiencias feitas em 1833. No mencio-
nado relalorio hi-te :
A maior parle da< cannas ((rata do Sorgho ) ele-
vanm-ie de 4 a 5 metros, um grande numero delUs
linham de 10 i ll centmetros na base.
Ai irmenles foram plautadis em 18 de maio em
distancia de O", 80. ( carca de \ palmos) e a mala-
ridade eshva somplata em meados de setembro co-
Kieiiilo-se 2,500 kilogrammas de graospor hectar.
o I) grao foi o prodocto priocipal da cultora, vis-
to tallar no eslabelecimenlo appaielhoi com que po-
desse Iralir iiiduilnalmenle a billa prodoccao dai
cannas, e dallas lirar lodo partido. Comlodo liz as
experiencias necesitar ias, para determinar o reudi-
iiiento que se eve esperar desla plaa.
A-plantas linham geralnieota re 3 a 7 cannas,
o que faz uma medida de 5. Kstas depois de priva-
das de suas folhas e da parle superior, que con le ni
pouca materia sacchirina, ficaram de um compr-
melo medio de 2m. 50 >nz. pslmo e mcio)
quaes danam em resollado 83,250 kilogrammas de
canoas por heclare.
No anno anterior (endo plantado em distancias
da 8m. io (9 palmos as plantas conslrangeram-te
reciprocamenli, e o rendimenlo foi de 40 a J5 mil
kilogrammas por declare.
As caimas socadas em um pilo c esnremidas
darao tu ;, de garapa.
A garapa oblida em fins de setembro linha uma
denudada de 8, 34 do aremetro de llaum, e dara
aproximadamente 13 de assocar.
< Supponilo este assucar lodo crvslalisavel o hec-
lare deve prodozir 7,251 k. de at'socar, ou tirar se
desle toial uma parle para o assucar Incrystalisavel,
i' livea salisfi;ao de ver que dous raazts depnis
de cortadas as espigas com seus giflos, as cannas,que
nloloram arrancadas ,ielos venios, uada linlum
perdido do seu principio saccharino.
l'ode-se assagurar que nao so esle principio se
deseuvolve alo a madureza dos graos, como que elle
M C4.lierva perleilamenle uashssle.s por 1Uilo Icru
po depon da colheita d, g,tM demonstrado Bea na
Vrgelia polo-se utilizar B, grao, do Sorgho lem prc-
iu.zo do principio sacrha.inu eonlldoni baste.
.. Mr. S.cart de Martelt.a de,cobr o anuo paisa-
da que o grao do !>orgl.o contera no seo c, i.ne.iu i
.na DHUria colranle vermelha. d4 ,|Ua| ,,! lo.
las as nuanca iloencaruado ao r.'no. Mr. Chevreuil
domonslrou a propriedate oolavel, que tem estarna
leria para lingir a da.
i OSorfiho sacchanfero ha por assim diierraos
uma planta vivaz ; porqua individuos de dous anuos
ruiii'Cim tancar uovot rebenloei pela 3." ver, e se
dispfiem para preeneher sua vegetara uo lerceiru
aono.
O producios, pois, qoe o ciSorgho nos pode (or-
oecer, sao :
1 Assucar.
Alcohol.
L'm grao fariuaceo.
Forrigem.
Uma materia colorante.
Cera vegetal.
l'en-.Hii... qUe o que acabamos de extractar ser
mais que sullicienle para inicilar os nossot lavrado-
rea lenlarem dlguma9 axprrimcias obre um plan-
ta que le Ihes aprsenla com tao bellas recomuieo-
dacoes.
De: propotito chamamos a alteurao para as noti-
cia, da* bellas experiencias feilas por .Mr. Ilardx na
Argelia, cojo clima mais se apprnxima do nosso".
Pelas experiencia, feitas por Mr. Vilmorin. perto
de taris, o Sorghun saccliarilero cresceu de I m.,
JO a 2 m., 50, e lias f-ila por Mr. llardy un Arge-
lia a mesma planta elevou-.e de i a 5 melrot.
Segundo os clculos de Mr. Hctel uma heelarea
devia prodozir 30 mil kil. em basteas, e pelas ex-
periencias de Mr. Hardy, a mesma rea deve pro-
o.,,l"r..'In canna,i propnas para o fabrico do iiucar
B3(aiov kll.; nota-te pois que o uSoreho saecbari-
lero compraz-se ero um clima quenle, o que he f-
cil de comprehender-se, attendeudn a sua origem, e
que deve percurrer todas as plales de sua ve. atacan
em pouco lempo ; penamo mais qua o clin.a'de
Lampos melhor ihe convira' pois que a ttmpcratara
ca ii.lo suilrc imidanca. 13o bruscos como na Arge-
lia, onde pastara de 12,5 graos no invern para 10
no verao ; nem temos a mesma escassez de cliuvas
como all, que a medida dos das chuvoios no anuo
he de 10.
Admillimn* os dados das experiencias com qui nn
eraos enlralilo : qual seria o producto provavel, que
al"!1"??". "m ladrado com cem bmcas por la-
do O hect.. segundo Mfc Hardy, prodoz 83.250
MI. em cannas proprias para moagem : ora hecl. he
Igual a 2,fM8 bracas quadradas ; loio feriamos para
?iu- SSua! M,n braa8 00 "'000 quadradas
iiJt>,4j kii. de caimas para moer, a quaes dando 67
., de garapa, contando 13 % de astuear, o producto
do assucar em tal rea seria de 35,4' 3 kil. que equi-
yaiem a ,llo arrobas do nosso paso : itlo pnrm, se
lodo o astuear contido na garapa for cry.lallisavel e
exiranido. nendimenlo lao axlraordinano parece fa-
nu o,o, mxime se Ihe addieionamoa os valores do.
oulros prodncl'i* oblidos conjunclamenle, nao sendo
para daiprezar aos grao, principalmente quando o
uso desse r.rioaceo aslivar inlrodozido nos habilot
uV.,P- *fl'.'; porqae '"""'l'J o dados Je Mr.
neiet (t.aoo k. por luet.) ai mesmas cam bracas em
qoadro devera produilr 2.307 irrobas d* graos do
nosso peso, o que far.' 1,183 M alqueires.
Ardendo em desejos de introdoztr etla planta en-
re nos, pedimos ao nosso exeallenle amigo M. Pro-
tn, qoe eutao se ochava no Ido de Jan.iro, nos en-
commeudatse etsas sementas por va de Marselha ; o
nosto aramo ao dmorou-se em .alisrazer o aoaVo
pedido, e tivemoi a felicidade de receber essa planta
com a sua volla. Das smenles qua recebemos temos
muilo prazer em ofTerecer gratis quelles Srs. fa/.en-
deiros que quizeiem lentur alguma experiencia.
fcntre nos um terreno fresco e frtil, aquelle em
que o milho vara bem, peinamos seria o melhor para
aplanlafto do Sorgho saccharifero, devemlo o
pe Bear coro i palmos de distancia um dos luiros, e
plantado era luira, em agosto ou setembro ; anos
mais ter-se os mesinos cuidados que se lera coro o
milho.
Faileceram durante a semana 11 pessoas :
II homeus, mulheias 11 parvolot, lifrcs
mem, i raulheres e 2 prvulos, eicravos.
,em detrimenlo da boa ordem que deve reinaren
I uma ridade eumo a nos Ha na frei;ueia do Itecife uma ordem, scgun-
j do onvimoa dizer, pelo qual o Sr. subdelegado orde-
I na, que lodas as tabernas que vrndtiu agurdente
, eilejam fechadas as 6 ||2 horas da larde nada mais
ijuslo, porem alguns inspeclnres t comprero arM
I ordem para com o mail fracos, em quanto que
I cellos tarugos conicrvam tuas tabernas abarlas al
, ii i. larde -, be isto o que nos Informan e a ler ver-
I dade bom ser que ic d providenrits para que
. lei soja mual para todos, l'or causa dessat excep-
cies esta Irancafia lo, seeiindo nos consta, uro pobre
hoiiicm, que por exceder de ordem apenas aigous
niiuiilot foi a tua casa na ra da Sanala varejada.
do qoe resullou a pritao do liomer. e un processo
quellie pretpegariara. Pedimos ao Sr. subdelegado
do Itccife cinquera reconhecemot probidade e pru-
dencia mitigue a soile rieste homem. que, segundo
dii-se por ahi, provocado pelo tal inspeclor foi qoe
exredeu-seum pooco. lie galante Esses seuhores
(filo lodos) quando eulacham se enlendem que es-
13o autorisadot para intullareiii e maltrataron a lo-
dos, que Ibes caliera debaixo do anuo do uatcimenlo,
ao pssso que as casas de labolagem esiao sendo ,
iberias as proprias barbas. He por causa dessas j
imprudencias que muda vez se originam tristes con-
lliclos, que entao strvenj de base para processo.... e !
com que facilidade se procesta boje Ilaja vista a
borrivel epidemiaprncesso-choleaque lem in-
vadido a comarca do Rio Forraoso. -\ada mais fcil
do que um iuiinigo raeiquinho dar com oulro na
, casa grande ; espalda o boato, este loma corpo, for-
; gica-e logo urna denoucia anuuyma, e como Ires
i de ouvir be sullicienle, zaz, homem na cadeia ;
1 agora gasle, amufine-se, soflra preiuizot, e esleja a
marre dos saos inunigot, que pilhando-o de gaiolla
ganham o mundo, peitam e aliciara lettemunhaa,
empenbam-se, mentem, corrompem, fazem o diabo,
com tanto que vejam saciados o* seus desejos. Ora
se nao houver um juiz que esteja cima dessesudiot
nao eilara perdido estes sobre quero cahim as iras
de uma autoridade que s serve de ni.truniento as
intrigas locaes".' Se como se v tanto se lem abosado
jdessa arma, que a lei imuistra aos seus eucarraga-
dos para a punirlo dos crimes, de que servir lia,
que proveilo lirar a s-.ciedade quando le quizer
punir o crime, se s para o criminoso n3o sa laura
man dalla'!
11.ir,ii,lm i,..o Sr. juiz de direilo a o promo-
tor acham se em lluiqui, para onde parliram para
o jury a curreicao ; o delegado lambem os seguio
em diligencia para pritoes dos criminoso!.
Coniia-nns que se espera muilo breve al uru
irmaas de caridade para o coliegio de l'apacaca, *
a corresponder esse pi eilabelecimenlo a expec-
tativa de lodos e aoa bons desejos do seu apostlico
Tundador, o Rvm. Sr. prtfeilo da Peiiba.ficar sen-
do iiiroiitesltveiinente um dos niellioresrecolhiinen
lo de educandos, qua podar ler a provincia.
Hospital de caridade 10 demoli87 doenles.
17 -86.
Ale amanhaa.
BEPABTICAO DA POLICA
Occurrenciaa do dia 17 de julho.
Foram presos : pela subdelegaba da fregoezia
do Kecife, o pardo cravo Kegmaldo, lam partici-
puau do motivo.
Hela subdelesacia da fregoezia de S. Jos,
Joaquim Soaresde Corvalho, por desobediencia.
Hela subdelegada da freguezia da lioa-Yitta, o
preto escravo liento, para avenguscOei policiaes.
h. pela tubdelegacia da freguezia dos Afogados.
Alaria das Candelas, por briga.
sendo,
: I lio-
ommunfcaDo.
P&GIKA AVULSA
..';.r,tnil.'l!eo".u'nero M roas deHa cidade quotidianamenle, uns t-molau
do o pao p rqoe decr.pitus de forras e inulil.sades
uao o podem ganhar por meio do Irabalho, oulros
porem qua s*m nada sollrerem se dedican, a este
naliilo com tanto qoe nao te sujoitera a (lua'ouer
genero de Irabalho. Mullos de.sa ordem connecem.
nos e sobra quera a polica davia velar, porque he
delles que minias veres grandes malas nos sobre-
vem. i ara aquellas a quem por cerlo loda a com-
miseracjlo n3o he bastante, muilo conveniente serla
a iiittilunao de om asylo de mendigos, aonde no-
dessem ser garantido dos rigores da torle. metmo
rossera apphcados a elgaa rvico, compstivel com
soas for5at, islo he, lodos quintos a isto se nn-
dessem prestar, e do qual alguma utilidad* se po-
des colher em beneficio me.mo d'aquelles que por
mulilisadoi devem ser eicloidoi des-e servico J-i
ouvimos fallar qoe com alineo alguem Irabalha' na-
ra que um eslanelecimento dossa ordem seis iusli-
lu.do na nossa provincii,.e qoe n<,t o reconhac.mo.
de sunima necessidaHe. liom sera que e se reahsem, porque he desla sorte qoe a nossa civi-
sacao se ir desenvolvendo cada vez mais, e com el-
la o, nonos aosluiues. Bem eonhecemos que sobre
oscor.es pblicos ja pesara ii3o pequeas despeza
cora os demaisesl.belecimenlos ; mas leeue-te disso
que nao posta concorrer para om outru de nio me-
i or imponanc. e ulilidade ? IVeilrinjam-e certas
despeas de meuos uecassidades, qua te anlainatan
toda, a, didicu. l.d.s. rard..' s^.rao por crlc o,
erab.r.coscom que se devera iuct.r e!n prme pi
po.qu. ha .nuil gente a quem esse a lo inspirar i
horror, o que oto admira porqua aluda ha he,ri pou-
co lempu o metra t horrotsinspirava o nn,pi,, rte
car.-.ade; roas o que vemos hoje ? que lodos o hos-
cam sem repugnancia, porque contara que he uelle
aonde podem encontrar remedio aos seus male,
aonde linalmenle ene nilram toda a caridade
Ajonlam-sa em duas casas de vendagem na
inverna das ->- + -,- uu, peloiao de vadis. nrlhei"
palmeiite nos domingo*, qua por lili nlnguem pasta
que nao llie pecara asmlas com um d.scnro, que
sorprende, ese por ventura nao *e Ihes d.i, lemse
de ouvir um chuveiru de nomes injuriosos que faz
ampiar. (II, i^lo he mullo! pois net.a rus nao lem
se quer un nupeclor. II* muilo, lie dar-te a/ata li-
berliuagam, he eoaieolir-M ua liberllnagem he
quererse muilo de proposito que se roobe asean-
caras e qu.i.nlo u abafa de pol.c.a ou [o subdelegado
svndicain guiara anulo auchoshe a'Ponina une
quer desacreditar a polica l-S-jam mail Tiailanlai
non queirain soineiila |.u-se a salvo da guarda na-
eiuiial, se qui/erem qua n.io aponamos d-e fac-
los que loooi veem. que lodos sabera, e iiui >o al-
ies he que lu loi,n,ra.
Os carros a vapor principUraiii ai suas expe-
riencias sobre os Irilbua ; lem sido uma uovidde
para quera nunca vio uro carro correr lauto. Cans-
a us que lem si.lo ellas sal.factoras.
i uii.i.i -n s que ha um breco para a roa das Cea-
/et, qoe ;,,;,;. parece perleucer a (iuine do que ao
Recite ; Ijunta-s* nellepara mais ,la du/eulut ne-
gros cuuslanicrnenle ; isto porem nada tena sen.iu
asmbassera, brigas.ejn, bebessem, berrassem, ludo
No Diario de Pernambuco de 16 do crreme vem
transcripto um arligu do Grito Sacional, sob a epi-
graphe Votajla da respotla a falla do Ihrono u
no qoal se leem os seguinlea trechos :
o Depois dot poucoa discorsos com qoe alguns se-
uhores regressislas calculadamente prelinderarn mo-
lestar o sabinele, alguns oulros forra pronunciados
com lana (orea em favor da razao e da juslija,
que estamos cerlos, o reranrso tera' dilacerado os
que ainna em delirio, julgavam a poca azada para
que o paiz vullasse ao dominio dessa olygarchia
in/rene, que por lauto lempo dominando, levou-o ao
estado em que se acha, e queso por meio da polti-
ca proclamada pelo gabinete de 6 de setembro de
180.1, e que ha de ser lealisada pelo aclual gabine-
te, se apresenlara' no ramiulio do progresso, fizan-
do a fehciJade dos seus lilhos........
o Embora lentein os conservadores suslenlar-ee n
seo posto. As derrotas seMo seiiuidas daquella, que
leve a emenda IKlgnadl pelos Srs. Teixeira Jnior,
Sergio de Macado e llaibnsa, que apezar de lodos os
esrorc.09 cabio por grand* maioria.
o A volacao do da 15 he nraa licao para aquellas
que, emperrados, ainla esperara pelas ceblas do
bityplo. o
como quer que faraCa, qua para destruir o
ffeito que produzio na Minara dos Srs. dapuladot,
e fOra delta, u bnlhanle discurso do couselheiro
Sergio leueira de Uacedo. se propala, que a relt-
elo da emenda offerecida por aquelle seiihor e o Sr.
leueira Jnior a redaccao de um periodo da res-
potla a Talla do tlirono, importa uma derrola, pois
que cabio e.sa emenda icr grande maioria, apezar
de lodos os esiorros de lem auiores, tomamos a de-
liberat;ao di contestar srinelbaules proposites :
He manos exacto qoe es conservadore s moslrai-
sem hostis ao actual gabinete, e qua calculadamente
ero seus discursos o prucurassem molestar ni dis-
curseo, ilasla recorrer aci jornaes onde se publicam
as discusses da cmara para se licar convencido da
Inaxaelldlu do Grito Sarionai.
lambem n.lo he verdade que a emenda do con-
salheiro Macedo e Teixeira Jnior livette sidu re-
teitada por grande maioria, apezar dos eiforc,ui de
seuiaulores. esejaremcs que o autor daquella ar-
tigo declarasse quaes foram os MforOH empregadot
pelos autores da emenda, e im que cousislio essa to
appojaodida derrota.
Pelo qu* coma das dcuuoes havidas na cma-
ra ve-se, que, consignanlo-ie na retposla a falla do
hrouo, uma proposico, que se podia prealir ma-
lignas interpretarles, o rontelheiro Saraio Teixeira
de Macedo o o Sr. Teixeira Jnior offereceram orna
emenda, no sentido de moldurar a re.1acc.ao daquel-
la proposico ; mas que, conveucidos de que ella
se achiy* explicada por oulra proposico comida no
principio da retposla, concordaran! em retirar a
emenda, e qua se nao roalisoa, por se ler encerrado
a discutaao, e por cujo en.-erramento votaram aquel-
les senhore*.
Abaixo trancrevemos uma parte do discurso do
conselbeiro Macedo, onde vero b*m explicado esse
iuci lente, e qu* deslroe completamente as asser-
c\ *Ul0r uo rli,"> I06 "sPondamoi.
U epilhelo di resrestisla emparrado que io-
directaminte se lani;a ao conselbeiro Macedo, nao
merece sena resposta : s iuvejosos inimigos o con-
nderain com tal.-
O efTeilo ;r*pelimoai que produzio na cmara, e
ora dclla, o discurso do conselbeiro Macedo, lem
levado seus inimigos polticos de l e de ca a lorlu-
rarem seus pensamenlot, a apresentarem-no ule
como regresssU, muilo erabnra ja o livesem deno-
minado de.. Progrettisla illutlrado e retlecildoi)
como o denuminou o Liberal Pernamburano ; e que
lese-perado hoje por nao poder cooleslar as verda-
des polilic.* contidas no seu diteurso, publica ar-
tiguitos da ordem do que puhlicou no dia 17, arliuo
siui o menor raeieciraento poltico, e ao qual se n.lo
porte, a nem te deve dar respotla sera.
Com a publicarlo deslas linhas muilo obrigarao
ao seu constante leilor
O reritas.
CMARA DOS SlS. DEPUTADOS.
Sessao do da 19 de junho dei1857.
Ditcurio do cometheiro Sergio Tttxtira de Ma-
cedo.
. vlneia do llio de Janeiro, o Sr. Tliselri Jnior, jul-
I gnu coiivaiiienleapretentar nina emenda par. lirar
,atea ultima idea de duvida a tal respeilo, e pidi-
me que o coaJjuvaise.
Como acbei ju.la a idea, itsignei fui acorapa-
ndado com o nobre depolado presideule da provin-
cia do Rio de Janeiro.
Itailavam as noiiai assignaluras para lirarem a
essa emenda loda a idea de boshlidade, ou a mni-
ma imeiicao da apresontar sUuma cousa que fosse
iiesagradavel ao ministerio. Sei que u Sr. presiden-
te do conselho a-sim o euleiideu.
Enlrolanlo o Sr. Teixeira Juniur, lemendo qui
a diacutsao te aneerrastem sabbado, vio-se obrigado
a ofUr.ccr a emenda aules de ler conferenciado com
> nobre relator da rommisao do voto de grabas.
A discussao nao foi encerrada no sabbado, mas
loi logo ua segunda feira, autes que se livassa dis-
cutido publcenteme essa idea, de maueira que foi
explicada somenle em cooversacoes particulares.
IMuguem enlendeu, ao menos aqui na casa, qua
na redaccao da illustre commisto liana o projeclo
de onender u govaruo pastado, assim como na emen-
da nao havia a idea de trazer emboracos a dteus-
ul" consideravam a emenda intil, a na ver-
dada o era, urna vez que se nao livesse em visla
aquella potsivel interpretaran.
O nobre relator |da commisto assim pensav,
e na vardada nao s o sen discurso proteiido nes-
ia casa moslra evidentemente que aquella inler-
pretacao o8o poda ser a soa, m.is repello isto mis-
mo nai conversas que se luscilarara a espeito da
emenda.
O Sr. Madureira i Declirei francaroenle que
a commitsao nao leve ara vista envolver orna censura
ao patsado.
O Sr. S. de Macedo : E com esle pansamento
volouonobre depuiado, e com elle alguns oulros
honrados membros.
O Sr. Paranagua', e oolros senhores perlencen-
lesa opmtoes polticas deffereulet, declararara que o
vol de grojas nao linha a interpritacao que ora Dia-
rio desla corte Ihe qu.z dar, e porlaulo, a emenda
nao rol o que alguna luppnzeram.
O Sr. Barrot Pimenttl :Mas divia ser relinda
logo que os membros da commiiso declariraro o leu
peutaineoto.
^V5""" e Macedo Ti' a para o fim mitiha
niantao,quando >e requereu inesperadamente o au-
cerramenlo da discuttau.
OSr. Jlarrot Pimente\ : Devia ler relrado
logo ; i.io lie, que era proprio de um verdadeiro ca-
valleiro.
O Sr. S. de Macedo : Quando o nobre relator
da commissao eslava conversando jobre o modo de
se retirar a emenda, mediante a promessa de lirar
na redaccao toda a postibilldade da nterprelacSo
maligna, foi, como diste, encerrada a discuti de
repente.
O Sr, Madureira ; He verdade. V. Eic. dis-
e que por si a retirara, mal queiia enleuder-ie com
cerraroento "" "" 'emp re1ue,eu-">
h.?J// ?1 d' 'VacJd0:- O que deiejo be esla-
beecerquea emenda nao foi .presentada ,,e, com
animo do.ni ao minulerio, uem com deseio de nro
telar a ditcuss3o ou de crear-lhe embatocus, e qu* a
votacao contra a mesroa emenda nao tero a siguifica-
cao que i commitsao qoiz cora effeilo dizer que a
oolilica de conciliaCao uao linha sido pralicada pelo
ministerio Irausaclo coro tino e firmeza ; anle< pelo
comrario, a lllu.lre commissao declaren qoa na* a
sido facunda ero resultado,. O priro.ire periodo
explicava o segundo por este modo.
^B,r:^(","'era:~1' *P"qei que no vol
de grasa nao havia censura ao paseado.
J2!Zf,*e*.?tle*o: ~ Cr,l q^ obre esle
pomo lem-se d.lo bastante para trauquill.ar os espi-
WubUcacao aptbfao.
A discussao do voto da grasas, em que natural-
mente (em mait lugar o exaite de lodas ai quettes
polticas, julgou-se conveeienle encerrar, nao s pa-
ra nao lomar muilo lempo aos minislros da cora,
ms, te para que te ultimaste no lom de placidez e
con'l d* C0IIC0rdla e COD:''ia(ao era que linha lido
llevo mesmo dizer qoe^o ministerio manieslou a
alguns de seus amiges o desejo de se por lermo
aquelle debata ; a foi esta a razao porque eu volci
pelo requenroento de encerrameiilo que aqui si
apretentou.
Este requerimenlo, porem, leve efiilo sobre orna
circunislai.c.a accetsoria, sobre a qual pe5o licenr.
para dizer doas palavra*.
Ai commitsao de retposla a falla do Ihrono, disse
no s 2 do seu projeclo :
i A concordia, s.nhor, qoe reina no etprilot, e
que altala a uni3o de lodjs os Bratileirot, he a obra
fecunda da poltica moderada e conciliadora do co-
veruo de V. M. I.
Netlat plavras eslava conlida a aprecia(Jo da p.-
Iitica do miinalerio qoe acabou, e a coramistao do
voto da gritas nos propunha a fazer a S. M. I. a
declararao solemne de qu; tmha produzido os seus
rcsulladot.
Segue-te, porem, a esta proposico uma oulra tt>
sim concebida ;
a Etsa poltica generosa qoe a cmara dos depu-
tadoi ronda sera reali-ada com tino e firmeza... de-
ptedo'pa'iz e,Ca"nenle P"a l",S'e'"> felici-
Ettli palavras osai rea isada rom lino e firmeza.,
paraceram a alaunt uma pl.ra.e que podara s.r iu-
larprelada como uma denegado .ie qua a poltica
do mmi.terio pas.ado liveste sido condolido como ti-
ln e firmeza, ese Imovetse realis.ido. II piimeiro
periodo de.troe ela iutrerprelacao.
Butrelinto, pareceu que estas" palaM-as eoallnham
I uma pn.pusis.o iioesivlo daquella que ..s Frau-
ce/es rm loas cmara* deoominam roulenr mo-
. failla, urna dessas pioposi(et, a que a maligiii-
dade pndrria dar um mili io que nlo eerrespon-
| detse nem as iiitaucea da illo-lre coiiiinissao, nem
ao. sentimenlos do cmara, l'or isso alguns mem-
bros desla casa enleo lerara qua leria cunviuieul.
I declerar melhur o pensao anlu.
A razan porque esse periodo sa preslava a essa in-
lerpretacao. he que linda havido minlaiifa parcial
no gabinete quando p-rden o seu prime.ro didlnclo
amaito lamentado chafe. Apoiados).
Ala.iiis escriplores linham pretendido que a polti-
ica de eoiiciliacao do minileno linha-sa resentido
I des** ralla, e qu* algoma modlicar?o linha havido
| no -;. .-lema pi or amado de concordia.
| Portanlu o ni tu uobta amigu depuladn pela pro-
lllm. Sr. capiao delegado.Filippe Nones preci-
sa por certidao o Iheor da queixa que peraute V. S.
lera Feliciano de Araujo Ciros, conln o lenle
(.oncalo Frincisco Xavier Cavalcanli Ccboa, ludo
rerAum ad verbum : uestes termos peda a V. S. as-
sim O delira. F.. K. M.
a"-T-tl'!aia ,le P01'1"* d Serinhaem, 7 de
inlho da 18j<.Carvalho.
Jo3o Alfonso Reaueira, (abelliao vil.licio do judicial
e notas, esenvao do crime civel. ausentes, capel-
las residuos do lermo de Serinhaem, por S. M.
Imperial e constitucional o Sr. 1). Pedro II que
Dos guarde, etc.
Certifico ser o Iheor da pelicao de queixa de que
irata a prsenle, da forma e maneira segoime :
lllm. Sr. capilo delegadoFeliciano de .iranio
Urna, pardo, e presentemente morador netta villa,
animado pela maneira poique hoje se administra a
|iitli(a ueste termo, depois que a Providencia depa-
rou. que para aqui viesse V. S., fazendo desappare-
eer etse predominio, que por muilo lempo aqu rei-
nou, de cerlos manoes, qoe era menoscabo as leit.
e at fracas aulondades, mandaram turrar, matar, e
aspancar a bomens livre, vendo, pois, assim restitu-
da a juslica ueste lermo, vera raui respetosamente
queixar.se do eapitao (jonsalo Francisco Xavier Ca-
valcanli Lclma. branco, catado, morador no enge-
nho Piabas desle lermo, afim de qoe V. S. prec-
danlo con. aquella juslija qoa lano o lera distingo.-
ao, e qoe espera a faca ao queixoso, prosiga nos ter-
mos do queixa contra o seo flemor.
Consist o motivo di sua queixa no que passa a ex-
.Morir o queixoso no engenho Huranhaem desle
ierran, onde viva di seu Irabalho hooeslo, quando
a malvadeza c predominio do querellado descobrio
um meio de inhabilitar o qoeixoso de Irabalhar an-
da hoje, estando o queixoso em sua casa ero liu- do
mez de dezeml.ro de 1855, no predilo engenho
Buranli3*m, um pralo do querellado Ihe foi chamar
por ordem de seu .eiihor (o querellado) recomineii-
daudo que nao vollaste tem elle, porqoe linha nm
negocio de imporlaocia ; mas, ulo podendo o qoei-
xoso ir nessa rila (da domingo), disse qua ira na se-
zunda-relra, e com effeilo nesse dia, quando so dii-
punha o queixoso a ir aeodir ao chamado do querel-
lado, foi quinto de novo chegou um portador de ne-
me lite, do mesmo querellado.o chamando porque
0 negocio era da imponencia : aviila, pois, de lauto
ampeiino, aproveilando o qoeixoso i compinhii do
dito portador se poz a camioho, e chegando a casa
do querellado se dirigi para elle, pedindo o deicul-
paste de nao ter ido a mais lempo, a r/sputla que le-
ve toi ladiao, te nao dare conla dos cavallos qoe
a aqu dasappareceram, cem vidas que tu liveres eo
as dei de lirar e foi o agarrando, qoe podendo
etcapar, deiando na mao do querellado um peda(o
ia camisa, correu pelo cercado do mesmo engenho,
quando ooyio gritar ao querellado-Elias, mala eise
diabo. Fcln, mala esse ladrao-, e com effeilo le-
vando varias caceladas pela cabesa e etpinhaso, en-
iregou-te, pedindo qoe nao o mataste, e nasse esta-
do quati sem poder mover-se palos estragos que sof-
iieo. ro amarrado e medido na cadeia desla villa,
cujo lempo, para seu curativo exceden da qnatro
mezes, brando com ludo o queixoso inhabilitado al
boje de Irabalhar.
E porque o querellado, com lemelhanle fado lem
incurrido, alem da oulras, as penas do arl. -203 do
cdigo crimiual, combinado com o arl. i.- do mes-
mo cdigo (te nSo art. 192 combinado com o arl. 31
. tI!?m.0', com circumatancias aggravanles do
'. 1'>?S 4.-, 8.-, j.-. 10.- e17.-: devendo, po-
rem a* tetlamunhat ser inquiridas nao a' respeilo
da existencia do fado criminlo, por se ler dado dat-
caminho ao corpo de delicio, como a repello de
quem o delnqueme mi forma do arl. 47 da lei de 3
de dezcml.ro de 1811. e avalia o queixotn o damno
rautado em 3:0050IX) r.... cujas lesteroui.has offrreee
a margem ; por tanto V. S. qoaira aceitar a pre-
'ente quena, que jurada e aatuada mande passar
mandado, designando o dia para deporem, o qui pe-
de a V. S. ihe defira.E. R. M.
V illa de Serinhaem, 28 de junho da 1857.A ro-
Ro de Feliciano de Araujo l.iroa,Nicaeio Antonio
rtur.es.
Primeira leslemunha.Manoal Jos, crioulo, mo-
rador as Pedreiras.
Secunda dita.Flix, pardo, morador na villa da
BMMi, onde tem taberna, casido com fllha de
Joao 1.1,pe-.
Terceira dito.Jernimo Pereira Doln.
Ruarla dita.\ iclonno de tal, mestre de assucar,
morador uo engenho Rosarlo.
Qoinla dila.-Anlonio Tola, morador uo engenho
1 lil>3S.
"enho1" Selinia dita.Honorio Fiel das N'eves
Oilava dita.Jos Joaquim Correia.
Nona lila.Jo3o Lopes.
E inda mais se eonbnha era predila p*ticao de
queixa, pedida por cerlidao, a qual vai bem ** liel-
n.ente aqu extrahida du proprio original quise i-
Ctia junta aoi raipeclivui autos, a1 qual me iiporlo,
a vil na verdade sem cousa que duvida fa(a, por
mim escripia eassignada, conferida e concerlada na
formado e.lv lo. nesla villa da Serinhaem. termo e
comarca do Rio l-ormoso, provincia de Pernambuco,
aos 1.1 das do mez de julho do anno do Nascimento
de (\osso Sanhor Jess Chrisio de 1857, Iriesimo
texto da independencia e do imperio do Brasil.Em
re de verdade.Escrivao asslenei,
JuSo Aflonso Riguiira.
Auto dr. pergunta feita a Elias SebastUo
das Dores :
Aos lo dias do mez de julho de 1857 do
armo do Nascirrento de Nosso Senitor Jess
Christo, nesta villa de Serinliem, em as ca-
sas da residencia do delegado de polica, o
c-r-piiao de primeira liulia Francisco Antonio
caivalho, unde eu escrivo de paz, e da
suDilelegacia, fui vindo em falta do actual.
e ah presento Elias Seliaslii.o das Dores!
I elo capnar, delegado foram leilas ao mes-
| un. as seguimos pergunlas :
! Perguntado onde fiaba, e o qoo preten-
| ItcsponJcuqueviuha de Tamandari! Ira-
ollar"S eSU Villa' c trnava a
I', se sabia porque elle foi preso,
ll que nao sabia.
; P. como leudo elle vindo a esta villa Ira-
ternannos aovigario, sendo declarado na
primeira pergunta se dirigi ao engenho
,1'tosart.'
It. que ia aonde esta Jos Coringa.
P. se para ir ao engenho Rosario seria
preciso dar elle urna volta pelos suburbis de
Silo lloqne e pela margem o '.io denomi-
nado Cavco, ili.'ixan K. o caminho geral pe-
la ra desta villa, e descida de S. Francisco.
R. que por ter de ir a Mangueira onde t-
nlia conltecidos.
P. de onde he natural.
R. que da provincia da Parahlba.
P. a quanlo tempo veio para este tormo.
11. que a 12 anuos [mura mais ou menos
P. onde foi residir logo que chegou.
II. que foi residir no engenho Piabas des-
le termo, na propriedade de Gonzalo Fru-
cisco Xavier Cavalcanli Ucoa, com quem
residi por muito temoo, tendo interrup-
luc,iio por pouco tempo, mas que voltando
paralmesma casa, lacunlinuou a residir atr
I o anno passado.
P. quem foi o mandante e executor de
uma surra que naquelle engenho Piabas se
deu no pardo livre Feliciano de Araujo Lima.
R que se fui lando uns cavallos do men-
cinalo C.onijalo. o qual suspeilando que o
citado Feliciano de Araujo Lima, seria o au-
tor desle furto, por isso mando-a por este
Irespondenle chamar ao indicado Feliciano
em sua casa no engenho liaranhem, e isto
ja pela terceira vez, e com effeito, acompa-
nhando o indicado Feliciano at o engenho
Piabas.onde elle respondente dando contade
sua missiao, entregara o mesmo Filiciano ao
ja referido Gongaio, o qual furioso Ihe im-
pu/era, que quera conla dos cavallos, e
como o mencionado Filiciano Ihe disse que
nSo sabia de cavallos, vira elle respondeute
se botar a Feliciano, que agarrsndou-o, este
podesse escapar delle Gonzalo dexando-lhe
a camisa as mSos, em cuja occasiSo rece-
bera elle respondente a voz furiosa de Gon-
Qalo, dizendo-lbe, da neste cabra, mata este
ladrSo, porem que elle respondente n3o fez
movimemo algum, e que por isso elle grita-
ra ao feitor Flix e o empregado Victorino
com as mesmas vozes, d neste cabra, mata
este ladro, os qyaes sahindo re cictes es-
bandalbaram o miseravel de bordoadas, das
quaes presenciou elle respondente tres for-
tes brechas na cabeca, e alguma bordoadas
sobre as cadeiras, que poz o miseravel do
rasto, de cujas bordoadas ainda hoje padece,
segundo a voz geral, e que desle attentido
brbaro, depois vio elle respondente, o man-
dante Gongalo curando-lbe as feridas, e dar-
Ihe uma muda de roupa para desappirecer
o sangue, e feilo isto, o mesmo mandante,
amarrou ao paciente, eorecnetteu por elle
respondente, o Flix Teitor, Jos Mara, e seu
filho Tota, e que chegando a esta villa, o
delegauo tomou conla, de cujo resultado nSo
sabe mais.
Declarou mais, que se elle respondente
foi chamar o paciente em sua casa para ir
ao chamado do aggressor.era por n3o saber
para que fim era, alias n3o o faria por nSo
querer partilhar um crime de semelhant
maneira.
E como nada mais foi perguntado nem
respondido, assigoa o seu rogo. Pacifico
Jacome de Araujo, em presenta das teste
munhas, Jos do Espirito Santo Silva, e Ma-
noel Maitins de Albuquerque, e depois de
Ihe ser lilo e adiar conforme, o qual vai
tamhem assignado pelo eapitao delegado,
do que ludo dou fe,
Eu Jernimo Tbomaz Pereira Dutra, es-
crivao da subdelegacia, no impedimento de
actual escrivSo.Francisco Antonio Carva-
lho.Pacifico Jacome de Araujo Jos do
Espirito Santo e Silva------Manoel Martins de
Albuquerque.
Srensmi**
PRACA DO RECIPE 18 DE JULHO AS
3 HORAS DA TARDE.
Cotares ofllciaei.
Cambio sobre Londres28 150 d|*. e 90 d|V.
Frele para o Mediterrneo10| e 5 OtO (em lellau
Cambio sobre l.itboa'.12 0|0 60 djv.
P. Rorgas, prndente interino.
I Doboorcq Juoior, secretarlo interino.
CAM ROS.
Sobre Londres, 28 d. a 00 d.
Pars, 3ti rs. por fr.
e Liihoa, 92 por % de premio,
o Rio de Janeiro, 2 por (lio de deseonlo.
Aecao do banco 50 por cenlo de dividendo por con-
la du vendedor.
companhia de Reberibe 60JOO0 por accSo
o i companhia Pernambucaua ao par.
Ulilidade Publica, 30 por cenlo de premio,
a c Indemnisadora. 61 Idea.
e d* estrada de ferro 20 por Om de prem-o
iseonlo de leltrai, de 10 a 10 per cenlo.
AccOes do Banco, 40 a 45 de premio.
Ouro.1 Incas hespanholas. 288 289500
Moeda de 68400 velhas .... 165000
68400 nova.....168000
48000.......98000
Prata.Palacoei braiileiros......28000
Peoi columnarios......28000
mejicanos......, 18860
ALFANDEGA.
Rendimenlo do dia 1 a 17. .
dem do dia 18.....
332:0628'J2
2:79829l
252:8128215
Descarreaim hoje 20 de julho.
Barca inglezaIpwiehmerca dorias.
Barca InglezaRichimoodo resto.
Hialej nacionalDouiamigoifumo e charutos.
IMPORTACAO.
Brigue nacional Almiranl* vio< neiro, comignido a Joi Joaquim Dias Feruandea,
manifealo o seguinle :
1 caiza rap; a J. J. B. de Castro.
1 dita li .lam; ; a J. J. C. de Moun.
120 pipas e 75 voluntes barricis e pipis vnias e
abatidas, 50 frtisqoeiras genebra, 2 barricas garrafas
vazias, 66 caiiOes mercaderas, 6 voluntes chapeo*,
41 ditos diversos objeclos. 4 caiies cha, S dilos pel-
les, 7 volnm** cera, 28 barrica* potassa, 215 rolos
fumo, 275 saceos caf ; a ordem.
Iliale nacional Sergipauo vindo de Colinguiba,
consignado a Bastos & Lemos, manifeslou o se-
guinle :
431 sacco* assucar bronco, 271 dilos dilo masca-
vado ; a Jote Teixeira Bastos.
Vopir Sardo nComte da Cavooru procedente de
Genova, raauilestou o seguinle :
2 cias vinho e garrafal, 1 dila chapeo de palha;
a Francisco Baclich.
1 caia perfumarlas ; a Feidel Pinto C.
3 dilai chapeos de palha, 10 can* loo meias
dilat mans, 2 ditai e 3 fardoi papal ; a Antonio
de Almeida Come*.
100 caiai massas, 2 ditas fazendas ; a E. Burle dr
Ccmpanhia.
30 ballai papel ; a G. Saporili.
15 dilas e 4 canas papel, 8 calxas e 3 fardos in-
lentos, droges, tmeme* e folhai ; a B. F. d* Souza.
50 eaixia massas ; a Lemos Jnior & Leal Res.
4 ii las mana' ; a Bastos & Lemot.
3 caiaa fazendai. 3 dilas contas, t embrullio a-
motra|; Timm M. & Vinassa.
10 fardo* cominhot, 10 dilos erva-doce ; a Fre-
ri. o 11 ; l.asterre.
1 cana sed ; a J. Killer & C
CONSULADO CERAL.
Bendimenlo do dia 1 a 17. G!l:315g28
Id.m do du 18....... 3.0IOJ881
71:5268112
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimeulo do da 1 a 17. .
dem do dia 18. .
1:9821389
313/332
5:2958711
"fSf^&SS E KWWXAIO PELa'mesa
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
18 DE JULHO DE 1857.
U"eJ7?area rr"cei Comte Itogero, Lassirre e.
C., 81. couros e 24 saccas rrlgodao.
LisboaBriguo portuguez aCooslanlen, Thomaz de
Aquiuo Fouseca i I .||,0, 485 saceos a.-uc.r
branco e raascavido.
DalawiraBirca ingleza oAntia Scoll, Roslron
Rooker & C, 1,000 couros
Beiguela por LoandaBrigue portuguez Joven
Amelia, Manoel Alves Guerra, 20 pipas agur-
dente.
I.iierpoolVapor innlez Celt, Sauoders Brolhen
O I... 132 saccas algoJao.
PhiladeldhiaPatacho americano Bnezeii, Mi-
Ihfus Auslln A C., 132 cooros.
PortoBarc portugueza N. S. da Boa Viagemo,
Joto Antonio da Cunha o/ Irraaot, 200 cooros.
LisboaPolaca uacionol o/.tlosa- II, Isaac, Curio
& C, 1,000 couios.
RECERr.DOHIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia I a 17. I'J:5'.8o30
Mem do dia 18....... 2:394/758
21:863^062
CONSULADO PROVINCIAL.
Reiidiiueulo dodia 1 a 17. 66:07!i-l!i:i
dem do di i 18....... 3:257'.6i
Algodao-------- Foi u.eno* procurado, regulando
as vendas a 78600 por arroba do
etcolhidn a 7;>iO0 do regular ; en-
traran! 685 siccai.
Aisucar------------o vapor saido oComle Cavor^
liou\o-nos noticias manos f.tvo-
raveit deale genero na Inglaterra,
por isto os compradores se relrahi-
ran, e o mercado manifeslou me-
nos lirmaza, mas nao consta que
te fUessem venias i pracos mais
bailes do que o* da semana ante-
cedente. Entraran. 8,174 saceos
* o depoiHo he peque.m.
(..ni i .it-------------Vendaram-se de 33 I 310 ra, por
libra dos uceo* silgados.
Bacalhao---------Cunlinoou a ntalhar-ii de 198
208 por barrica, e ficaram em lar
1,800 quindes, por nao ler havi-
do entrada.
Urde secra-------Vendan-ka de 68 i 68100 por ir-
robi do lili Grinde do sul, e
59100 o-sjOO do Rio da Prala ,
licando era ser 6,000 arrobas da
. primera e 12.000 da segunda.
tarrada de trigo- Nio houverora entradas, e etn-
barcaram-se algumas partidas de
qjalidada superior para os por tos
dnSol,po.r Issoaesistente monta a
19,4(10 borricas, sendo 3200 de
Hallimore, 3000 de New-Orleans,
2800 de Philidelphia, .5000 de Ri-
chmoud e 5400 di Trieste : re-
(alhou-se ie 16o a 178 ra, a pri-
meira, 198 208 icgunda e ler-
eein, 228 a 25 a qoart, e 25; a
278 a ultima.
Detcoulo----------- O dinheiro continua procurado,
diicoiiiaudo-se del a 11 por cin-
to ao anno.
rntei ---------Eflecluaram-se para Liverpool
de 1(2 d. a 7|lti por libra do al-
aodao e cirregando ni Para-
hiba ; negociou-ie em pra^a pu-
blica o fretamento da |aseuna l.ol-
landeza Ida a 10 para o Mediter-
rneo.
locaran) uo porlo 2 vapore! e uma bilieira com
azeile.
Enlnraro : I navio com gneros e fazendas pro-
cedentes da Europa, 2 para completar u carrega-
roento. 3 am lastro, 5 de cabotigam.
jiinra.il : 6 com gneros do paiz para porloses-
trangetroi. 2 un lastro. 1 para completar o carrega-
meiiio no Parahiba, e 7 de cabotaaera.
Ficaram no porlo 4'J embarcatOes, a saber : 2 a-
mencanas, 22 brasileiras, 1 franceza, 1 hamborgue-
za, 6 hetpinhela*, 2 hollandezat, 9 ingleai, 5 por-
luguezas, o I sueca.
PALTA
don precof eorrentei do attucar, algodao, mai
genero e produccoei naeionaes que te despa-
chara na meta do consulado ie Pernambuco
na temana de 20 o 25 de julho de 1857.
Assucar brinco.......(j 48600
mascavado.......... 38900
retinado........ 55760
Algodao em pluma de l. sorte 7.J700
o 2.* o 75300
I 3. .1 6J900
em caroco......... jyj-jj
Aguas ardenlesalcool, ou espirito
d'aguardente. caada 8900
de cachara....... S60
de canna....... 8800
u dislilada e du reino. 8850
Genebra |.............caada 8800
. ...............botija 8240
Licor...............caada 8SO0
..............d. garrafa 8240
Arroz pilado............. arroba 3J800
em casca...........alqueire aVfOOO
Azeile de mamona........caada 18600
b meudobim e di coco. b 181*0
b de peiie........ I96OO
Aves araras .........gnu 108000
o papagaios.........um 38000
Periquitos.............. ijooo
Bolachas.............. Biscotlos.............. 951100
Cacau............... 58500
Cachimbo*.......,.....milheiro 48000
Cafe bom..............arroba 58-500
em grao reslolho......o 18000
com casca........... |f00
, mu|do............. 95600
Carne secca............ JDO
Cera de carnauba em pao..... IO3OOO
b em velas........... 123OOO
Charutos bous........... cenlo 18700
o ordinarios........ 5K00
b regala e primor .... b 2s50O
Cocoi seceos............cenlo 23-.60
Couros de boi salgados....... J335
b seceos 00 espitados.....b n-O
b verdes............ B 220
ue onja.......... Um IS8000
b b cabra corlidos..... 8380
o b carueiro......... 8.380
Doce de calda........... jjoo
b n goiaba.......... e:(o
" sccco............ b 8800
jalea............. s,iu
tispanadores grandes........um 2800
o pequeos.......n IgoOO
fcsleiras de preperi. .......Uma 8200
Eslopa nacional.......... y, i^xi
b eslrangeira, roao d'obra a I9OOO
Farinha de ararula........ (M ;i^KX)
b b milho......... 1, :l880
b mandioca........Alqueire 28200
"'ja...............alqueire 8*000
I- uni em tolo bom........p 8J00
o ordinario.......... 5j00
b era luida bom........ 1'i.Ki
a ordinario....... iOsoo
resiolho........ 73000
tiengibre............. jOO
i-omma..............aiq. 2,500
Ipecacuanlia............ ^ 32sO(XI
Lcnha de acha* grande*......cenlo 38000
b b pequeas..... u I5OO
J loros...... i. 118000
Prauchues de autarello de 2 costados um 248000
a louro......... 188000
Costado de amareliode35a40p. de
c. e 2 S 3 de I..... b 3O8O0O
de dito iisuaei....... 148000
Cosladinho de dilo........ a 98000
Soalho de dilo........... 78000
Forro de dito........... 43000
Costado de louro......... 88IXW
Co-tadii.hu de dito........ u 68000
Soalho de dito........... 5iKK)
Forro de dilo........... u 2*500
o cedro.......... llaOOO
Toros de lilajuba.........quinl.il I32HO
Varas de pereira.........duia 1ti00
b b aun i I hadas........ 18920
quiris.......... 1S0
fcm obras rodas de sicupira para c. par 968000
o b eixos so s 188000
JJe'.................caada 8200
y11110 ...............alqueire 3j200
Pedra de amolar.........uma 8640
b b filtrar.......... 68000
b rcbolos......... u 8800
Piassava em molhoi......... om 8200
Ponas de boi ........... ceuto 48200
Sab-lo............... 11 8120
Salsa parrilba...........@ 198000
Sebo em rama...........iaJ 68000
Sola ou vaqueta..........meio 38800
.Pioca.............. 3jJ2tJ0
I nhas de boi...........cenlo -300
Vinagre .............. pipa aOjOU
W.
Mkmtnto 0 potto.
^avio entrado no dia '18-
Arica!) 25 dlaa, hiale nacional eCorreio do Nor-
le, de 37 toneladas, meatre Joao Aolui.es da Sil-
veira, equipagem 1, cirga couros salgadoi mais
gneros ; a Caelano Cyriaco da Costi Moreira.
Perlence a Pernambuco. Paisigero, Malinas
Leopoldino de Oliveira.
Navios sabidos no mesmo da.
Genova Patacho sardo uEveliui, capujo Luiz
Bozaoo, carga assucir.
dem Barca sarda oPalo.., capilo E. Bozzano,
carga assucar.
MAPPA demontlraliro d'agaa i/ue leoe o banco da
barra desle porlo na temana ltimamente
/inda.
!\l![llill,ir~0
dos das.
Domingo .
2." fera. .
3.a fiira. .
I.* feira. .
5.a feira. .
6.a feira. .
Sablwdo .
Preamar.
15 pes inglezes
M B
II B
li
1i
14 B
ltl|2
Baia-mar.
10 l|2 pea iug,
12
12
12
12 ,,
12
101,2
Observar,Ao.
Noidillerenlet anrondouroi do porlo 01cill.u1 o
baia-mar da li e 15 a 15 l|2 21 1(2 pe intla-
zet, e o preamar de 22 e 29 1 23 e 30. Em 18 de
jubo de 1857 Joso Fausbuo Porto.
sabo na ra Imperial desta cidade cewaro* os
seus pagamentos fui dezembro de 18">i, e con vaca-
ra seu* tredoroa, os qoaes nornaaram urna comiaia-
sao para administrar dita fabrica ; *llatideudo qe
em commissao, e o administrador que ltimamente
foi nomeado Me lem conseguido, ja darinle 1 vidi
aja' deptis do f.illecimenlo rto referi lo Dalphino.me-
Ihorar a -iiu ..;."i da cata admimttrada, attandendo
qoa a cestada di pigamenlo*. que Uvera loaar am
1854, inda hoja se verifica; declaro a IJ. (.andida
Mari* da Silva Lima, pronrieliria da fabrica era
qoetlao e viava do indicado Delpliino, em eilido da
duebra, e tua 1 poca legal da eiiileocia detla a
cuntir do da 6 di junho proiimo panado. Noraeio
curadora! fitraei da fallencia o* credore* Rwtrou
Rookar & C. os quie* preataraa eeni demora o jora-
rr.nlo do etltlle, a oulro aira noraeio depositario*
merinos os cridares Samuel Puwer Juhutlon A
r<."q"!! ""'I"" 'i" a" depMio. M.ndo que
e pouhin. s.llos nos bim. litro. pipeis da f.l-
.da: par* 0 qu, se enviara' ao jaiz da paz compe-
ir? 8. US'."cdr "'-t^"- E"P' oPd,.po.^,.
arl 8l-doco.luoel2!ldor*uUmantoi,.738qanlo
a publicara, desla. e cunvoca^io dos credore pira a
nomiacao de depositario, ou dapoeilarioi aflaclivo.
lediraoiitubteqoeutet piov.dencin, qu, o* cita-
dos1 cdigo a regolam.nlo pre.crevem. Rac.r,. 15 de
lulho de I87. Auaelmo Fraocitco Peretti. K oais
ie nao coutinhi em dila sentenca. pr cousur ou,
o* depositario* Hlennos uomaado* .Samuel Povtei
Johnslon A Compmhi. nao *, .cbam o, pretrita
neila cidade nomeei a Philip F- Nodlam para oceu-
pir dilo cirio. K para cumprimanto da mcnii
senlenga convoco a lodos o* rradores preaeote. da
referida fallida para eomparecerem na ala dM au-
ditorios as 10 hora* da manhai do da 23 do crren-
le alnu de proceder-se a uomearao de depo.iiar.u
00 depotilinot, que bao de teceber e adminMni
proviaoriamente a casa fall la.
E para que chegue ao conheraraento di lodo* mau-
deipatsar adilaai queterao publicado, pel imprenta
e ilutados no< lugares daaianados no arl tfjj do ro-
gula.n.nlo n. 7: de 25 da novambro da 1850. e uo
ari. 012 do coigo commercial.
Dado a patsado nesti cidade do Recite de Pajrniru-
buco, ao 18 d.a. do m*z de julho de 185.7.Eu 5a>
nm.auo Francisco Duarte, eicrivXo o .ubterevi
Anselmu Francisco l'erelti.
O I)r. Nuno Ayque de Avellos Anaes de Brilo
Inglez, juiz municipal supplentoem excr-
c.cio do termo desta cidade de Olinda.por
S-MI e C. qu Dos guarde etc
Faz saber que pelo juiz de direito intertuo
da primeira vara rrimioal dest* comarca de
Pernambuco. JoseQuintino de Castro Le5o
Ihe fot communicado hiver designado o da'
28 do crreme mez de julho do correte an-
no, pelas 10 horas da manhua, para abrir a
primeira sessao peridica do jury que Ua-
balhira em das consecutivas, e que no caso
do art 327 do reg n. 120, l.avcndo procedi-
do ao soneto dos 48 jurados que tem de
servir na mesma sessio. em conformidade
dos arls. 326, 327 e 328 do reg. n. 120 de 3
de Janeiro de 1842, oram sorteados e desu-
ados os ctdadSos seguimos :
Freguezia de S. Pedro.
Joo Francisco da Lapa.
Major Miguel Jos Teixeira.
Manoel Jos Mendos.
Dr. Manoel Antonio dos Passos e Silva
CapitSo Francisco Luir Vii Des.
Solicitador Manoel Pereira BrandSo.
Alteres Joso Joaquim Lopes de Almeida
Antonio Ignacio de Amndola.
Tenente Jos Eustaquio Maciel Monteiro
CapitSo Antonio Joaquim de Almeida Cun-
des.
Jos Roberto do Espirito Santo.
Dr Nuno Ayque de Avellos Anncs do Brilo
lnglez.
lente Christovo Pereira Pinto.
Miguel Carlos de F'aria.
Cipttao Antonio Manoel Coelbo.
Jo5o Joaquim Rabello.
Cosme l.amio Correia.
Jo3o Antonio de Carvalho Siqueira Jnior
Jos Mana de Carvalho.
Manoel Zacharias da Silva Braga.
Jos Rento da costa.
r. Jos Cardoso de Uueiroz Konseca.
Freguezia do Curato da S
CapitSo JoSo Goncalves Rodrigues Franca.
Professor Jos lrineo da Silva Santos
Jos Figueira Curado.
Dr- Manoel Joaquim Carneiro da Cutilia.
Jos Germano de Lyra.
Tenente Filippe Manoel de Christo Leal
lente Joaquim Correia Lima Waoderlev.
Miguel Archanjo Ptraentel.
Professor Alexandre Jos Dornellas.
Alferes Manoel Pinto da Silva.
Francisco Esleves de brea.
Freguezia de Maranguapc.
Major Cosme Joaquim da Foaseca Calvo.
Luiz Belmiro Pereira.
Major Fraucisco do Paula Paes Brrelo.
Jos .Martins Lopes.
Commandante superior Joaquim Cavalcanli
de Albuquerque.
Joo Marques Bacalbo.
Manoel Gomes Pereira.
Dr. Joo Carlos Augusto Cavalcanli Valle/.
de l.uivara. -
Francisco Xavier Carneiro da Cunha
Tenente Antonio Pinto da Molla.
Luiz Gomes Ferreira.
Major Carlos Martins de Almeida.
Manoel de Jess da Silva.
Antonio de Souza Rolim.
Manoel Ignacio Pereira Jnior.
Otro sira faz mais saber que na referida
sess3o haode ser julgados os reos que so
acham ausentes o pronunciados em crimes
que admitiem (nca. a saber Domingos
comes, Joao de Mello, Jo3o Luiz do Nasct-
nenlo,,e reos em um s processo, Manoel
Machado, sua mulher Francisca, Candida
suacuuhada Joao ds Ul primo) e Antonia
prima) eFoltt Jos do Rosirio Arantes. A
lodos os quaes e a cada um de par si, bom
como a todos os interessados ea geral, se
convida para eomparecerem na casa que ser-
via de academia desta cidade deoiinla, o
hoje da cmara municipal em a sala da ses-
sao do jury, Unto no refortdo dia e hora,
como nos mais dias seguimos em quinto
durar a sess3o, sob as penas da lei se Talla-
ren!.
E para que chegue a noticia de todo
manduu nao so passar o presente edtul, que
sera lido e allixado nos lugares mais pbli-
cos, e publicado pela imprensa, cono re-
melter iguaes aos subdelegados do lermo.
para publica-los, e mandaren! fazer as nott-
(icacoes necessarias aos jurados, aos culpa-
dos e as testemunhas que se acharem nos
seus dtstrictos. Cidade de Olinda IB de ju-
lho de 1857.Eu Miguel Joaquim Barbosa
Fonseca de Carvalho, escrivSo do jury mle-
rino o subscrevi. Dr. Nuno Ayque de Avel-
los Aunes de Brilo lnglez.
ftt*bnr (9:337515*
PRACA 1)0 RECIPE, 18 DE JULHO DE
1857, AS 3 HORAS DA TARDE.
Ilectsta semanal.
Cambios----------Negociados para o vopcraAvone
fcm-ia elTectuado a 28 d. por la
a wHtfa.
O Dr. Anselmo Francisco Pcrctli, cmmen-
dador da imperial ordem da Rosa, juiz de
direilo especial do commercio, nesU cida-
de do Recife, e provincia de Pernambuco,
porS. M. o Imperador, que Dos guarde
etc.
Faco laber ana que o presante elil.il virein, qu*
a fequeiimcnlu do Hoslron Roo'ker i C. acha-N
iberia a lallencia de D. Candida Maria da Silva I...
ma, viuva de Delt.bino Goncalves Pereira Lima prla
*e.lien.. 11 do tbeorsejuiule: A tienden do, e dos docu-
menlus de fls. i a flt. 7 se mostra que Delphiuo Gon-
jalvtl Pereira Lima eilibelerido com fabrica de
-- Pe* administiagao da mesa do consu-
lado desta cidade se declara, em virtude da
autonsacao da thesouraria de fazenda, que
no da 20 do crrente, a t hora da Urde, se
ha de arrematar em hasta publica, a porta
da mesuoa reparlicao, um escaler velho.que
servia para as arquearles no mosqueiro, e
avahado em 39;>u00. leudo 31 palmos de
comprt ment, 7 i 12 de bocea e 3 de pon al.
e Torrado de cobre : os iiciUnles podem
comparecer a hora indicada. Mesa do con
suladode Pernambuco 17 de julho de 1857.
O administrador, JoSo Xavier Carneiro da
Cunha.
-- A administrajao geral dosesUbeleci-
mentos de caridade, manda Tazar publico,
que no da 23 do correte, no lugar e hora
aprazadas, continua j praca das casas abaixo
declaradas :
Bairro do Recife.
Ra da Cruz n. 15 ; ra da Senzala Nova
ns. 26 e 30.
Hainu de Santo Antonio.
Ra dos Pescadores n. II; ra Direiu n
5; ra do fjueiniado 11. 36 ; ros da Roda ns
1, 22 e 2; das Cruzes 11. 4.
Bairro da Boa-VisU.
Ruado Aragaon. 8; ra da Alegra 11
46 ; ra Velha ns. 42 e 73.
Administrarlo geral dos esUbelecimcnlo
de caridade,i6 de julho de 1857.- -O cscriv.lt?,
Antonio Jos Comes do Correio,
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo lem deiomiuar
o seguinle ;
Para provimento do almoxartfido do
arsenal de guerra.
Travo de con.strucc.3o de 40 palmos 1 dita
de dita de 32 palmos 1 ; cnx*ms de quali-
dado 12 ; laboas de assoalho de louro de 14
a 16 pollegadas de largura, dunas 20 dita
de pinito dell pollegadas de largura, .lu-
zias 10; ditas re dito do 3.4 de pollegada de
grossura. eSdtUs de largura, duz.s 10:
costadinhosde araarello de 16 nollegadis de
largura 6 ; frechal de 35 palmos 1 ; azeile
de carrapalo, caadas 980; dito to coco, ca-
adas 47 ; fio de algodao, arrobas 2 ; pavios,
duzas 9 ; csrvao de pedra, toneladas 10 ;
;*"




.


DIARIO DE PERNAMBUCO SEGUNDA fEIRA 20 DE JULIIO DE 1857
leudes de latao, com o peso de 11 a 12 li-
bras cada um a 20; rame de latao de n. 8,
arrobas a ; estanto em verguinhas, arrobas
2; caixas com vi.iros de 16 a 18 pollegadas
2 ; ditas com ditos de 11 a 12 ditos 2 ; livros
em branco de 150 folhas de papel pautado 2;
dito dito de 300 folhas de dito 1 ; ditos dito
de 120 folhas de dito 4; ditos dito de 50 fo-
lhas de dito 8.
Companhia de artilices.'
Livros de 200 folhas 3 ; ditos de 150 ditos
2 ; dito de 100 ditas 1 ; dito de 60 ditas t ;
dito de 20 ditas 1.
Devendo cada pagina de lodos ostes livros
ler 10 iyi pollegadas de largura, e 15 1|2 di-
tos do comprimento.
8.* bitalhSo de infantarla de linha.
livros de 200 folhas 5 ; ditos de 150 ditas
I* ; dito de 100 ditas 1 ; ditos de 50 ditas
*; ditos de 20 ditas 8.
Cada pagina de lodos estes livros de ve ter
10 1(2 pollegadas de largura, e 15 1|2 ditas
do comprimento.
9.- balalhSo de infantana delinha. '
Livros de capa de couro com 50 folhas ca-
da um, riscadas e improssas para o registro
geral das companhias, sendo as 10 primei-
ras folhas para assentos dos odiciaes, as *0
restantes para as pracas de pret, tendo as di-
mensoes regulares pelo decreto de 6 de dez-
embro de 1831, 8; livros de capa de couro,
de 200 folhas 5 ; ditos de dito de 150 ditas
U; dito de dito de 100 ditas 1 ; ditos de dito
de 50 ditas 4 : ditos de dito de 20 ditas 8.
10,* batalhSo de infantaria de linha.
Livros de 200 folhas 5 ; ditos de 150 ditas
14 ; dito de 100 ditas 1 ; ditos de 50 ditas
4 ; ditos de 20 ditas 8.
Devendo ler cada pagina, nflo s destes li-
vros, como dos do 10.- batalhao, as mesmas
dimensOes cima disignadas.
Quem quizer vender, aprsente as sans
propostas em carta fechada na secretariado
conselho, as 10 horas do dia 22 do correnta
inoz.
Sala das sessOes do conselho administra-
tivo para fornecimealo do arsenal de guerra
15 de julhode 1857. Jos Antonio Pinto,
presidente interino. Bernardo Pereira do
rarmo Jnior, vogal e secretario.
O Ulm. Sr. inspector da thesouraria de
fazenda manda fazer publico, para conheci-
inento de quem convier, que no dia 25 do
corrente as 3 horas da tarde, parante a jun-
la da mesma thesouraria, receber-se-ho os
Uncos que qulzerem offerecer as pessoas
que desejarem obter a preferencia no afora-
mento de um terreno de marinhas anda
alagado, sito nos fundos de outros, em fren-
te a ra Imperial, tambem alagados, de que
alo foreiros Ceraldo Pereira Dutra, Basilio
Magno da Silva e Francisco Antonio das Cha-
gas ; os pretendemos comparecaui no lugar
e hora mencionados.
Secretaria da thesouraria de fzenda de
Peruamboco 16 de julho de 1857.O odicial
maior, Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Comiiiiiilim
Pernambucaaa.
Os Sis. accionistas da Companhia Per-
tiambucana, que ubsjreveram novas ae-
r.oes, e que ainda nao entrarara com a se-
cunda prestacao de 50 por cento, pedida
ate lins de junlio provimo pastado, sao
convidados a verilicar o referido paga-
mento ate o dia 20 do corrente mez de
julho, no escriptorio de Antonio Marques
de Atnorim, ra da Cruz n. 45.
Pela procuradura fiscal da thesoura-
ria provincial avisa-seaos devedores de de-
cimas dos annos tinanceiros de 1833 a 34
al 1851 a 52, que a relacilo do baiiro da
Boa-Vista se ada em juizo, e aos mesmas
da-se o prazo de 30 dias, contados de hoje
para pagarem espontneamente seus dbi-
tos com guias desta procuradoria, lindo o
qual s o poderSo fazer com guias do res-
pectivo cirtorio, e tiesta conformidade su-
jeitos as despezas das mesmas. Os interes-
sados dirijam se ao escriptorio da ra do
Crespo n. 6, das y 1 [2 da manhfla as 3 da tar-
de. Kecife 20 de julho de 1857. O solici-
tador, Jofio Firmino Crrela de Araujo. '
Gabinete ptico
ATERRO DA BOA-VISTA M.
O director desle saliio, sempre grato a
seus Ilustres favorecedores, oflertce-lhes
esta semana, urna boa e admiravel exposi-
co de vistas novas.
GUERKA DO ORIENTE.
1." Os retratos do Sultao, Omer-pach, ls-
inaiel-pach, principe NapoleSo, duque de
Cambrig,Lord Haglan, general Saint Arnand,
e para o resto recebe-se a
com os consignatarios N
na ra da Cruz n. 4.
frete : a
O. Bieber
tratar
ti C,
Fabrica de liaeao e tecidos
Real companhia de pa-
quetes inglezeK a vapor.
Al o dia 21 deete rnez espera-se lo -ul o vapor
A V (i.N.^fnmiiundanlc rllvett, o qual, depois da de-
mora do coslume, ieuira para Suulliamplon -. ti-
rando nos porlos de San-Vicenle, TenerilF, M-dei-
ra Lisboa : para passagem, le. lrala-e com os
neenles Adamsou Howie & C, roa do Trapiche-
Novo o. 42.
Para a cidade do Porto, com escalla
por Lisboa, a nova e mu i tu veleira barca
portuguesa Mara Feliz, capitao Zeferiiio
Ventura dos Santos, a qual he esperada nes-
te porto at o Om da presente semana, pro-
cedente do Rio de Janeiro, donde conduz
mais de meia carga, e lera apenas 6 a 8 dias
de demora nesle porto : quem na mesma
quizer carregar, ou ir de passagem, para o
que tem excellentes comino ios,di ij-se com
antecedencia ao seu consignatario Luiz Jos
de S Araujo, ra do Brum n. 22.
companhia
de navegacao a vapor
(y i tropea c ^mcricaua.
de algod&o.
No dia 25 deste m.z espera-se do Antuerpia e
Sooltiamploii, o vapor inglez CAl.Cl'TTA, com-
mandaula IJIackmore, depois da demora do cos-
lume, seguir para Baha e Ro de Janeiro : para
passageiros, etc., trata-a com os agentes Henry
Forster & C, ra do Trapiche n. 8.
lis abaixo assignados, lando oblido da Europa, as
necessarias iiiFormarSet. plano* e orcamenlos para
a fabrica de Bar e lecer algodao, ennvidam aos Srs.
ocios a vir c-los, oo escriptorio do Sr. Manoel Al-
ves Guerrs, na roa do Trapiche n. 1.
Igualmente convidam as petsoas que sobscreve-
ram para esta empreza, a realisarein a lerceira pre<-
laco de 20 por cento, o que verificarlo de hojo ate
18 de agosto prolimo, no mesmo escriptorio.
As pessoas que aindasquizerem fazer parle desla
emprezs. serao admiltidas, pagando o valor das en-
tradas relisadas na occasiao de subscreverem no l-
vro das asslgnaturas, que silo de 1005 a 6:0000-5 ri.
Kecife, 16 de julho de l&">7.
loria*, Furias, Guerra C.
Fabrica de acao e tecid s
de algodao.
Os socios gerentes desta companhia, pre-
nsan) comprar cal, lijlo, telha, arca, na-
deiras de lei em pranches e em travs, e
ensarnes, caibros e ripa- ; para este lim
convidam as pessoas que negociam nestes
gneros, a dirigir as suas propostas por car-
ta fechada, at 15 de agosto prximo futu-
ro, no escriptorio da sociedade, ra do Tra-
piche n. 14, onde serio aberlas em sessSo
ordinaria dos ditos gerentes. Recife 16 de
de julho de 1857.Antonio Farias Cuerra
& C..
Na tarde do dia 17 do corrente, per-
deu-se do principio do Chora-Menino, at a
ponte pequea, urna pulse ira de ouro ; quem
a tiveracnado, e quizer restitui-la, pode di-
rigir-se ao primeiro andar do sobrado da es-
quina do becco da Penha, que ser gratifi-
cado.
Desemcaminhou se dous quarlos de n
2005, da 33.' lotera da correcto da corte,
os quaes sendo que saiam premiados, a vis-
ta da respectiva lista, que deve chegar pelo
prximo vapor ilo sul, previnc-se a todas as
pessoas a quem forem ofXerecidas.que niiofa-
cam transaco alguma,porque sabe-se quem
os achou, e como os nao tenha entregue,
desde ja protesta-se de prevencHo.
Avisa-se a quem interessar possa
&m.4
3ue a prs?a annunciada pelo juizo dos feitos i de que se Ihe promelle o maior segredo,
a fazenda nacional para o dia 15 do corren-
tio.
2. Conslantinopla guarnecida pela es-
quadra anglo-franceza.
3.a O grande bombardeamento do porto
imperial de Odessa.
4 a O general Saint Arnand passando re-
vista as tropas turcas envGalipoli.
5.' Tomada e assalto de Boniarsund,pelos
Francezes.
6,' a sanguinolenta balalha do Alma.
< A sanguinolenta balalha inukerman.
8. (i grande assalto da praca da torre Ma-
lacoff.
9* Viagem del presidente Alberuu em as
osi|uadras de primeira linha.
lo Edificio grego na Greja luminado.
11." Vista do Kecife, avistando-se a cida-
de de Olmda, N. S. da Madre de Dos, igre-
ja Corpo Santo, alfandaga etc
12. Jardim das llores em Pars.
13 Coroac,3o de D. Pedro V. rei de Por-
tugal.
14.a O grande palacio de cryslal em Pars.
15.^ A cidade de Valenca.
16." Palacio e tapada de Versalhcs.
17." Entrada da praca da concordia Pars.
18.a Napole3o I. botando oculo em frente
da calhedral de liilo.
Este salSo sta aberto das 7 at II, a en-
trada i- rs.
Lelo de uceas con i'ei-
jao mii l.i t i tillo do Ma-
r ni i Lo.
O agente Pestaa far leilSo porconla de
quem pertencer, de 36 saccas com l'eijao mu -
lalinho do Maranho : segunda fera 20 do
corrente. as II horas da manh3a, noarma-
emdosr. Cususa, na esquina do caes da
alfandega.
Leilo.
Que faz o agente Pestaa, por conta de
quem pertencer, para fechar contas, de 20
barris com manteiga ingleza, 6 quarlolas
com excellente vinagre, e mais 10 pipas, e
parte em barris com dito, 30 caixas com
massas, 18 ditas com xarope de Croseill ;
segunda feira 20 do corrente, pelas 10 horas
da manhaa, na porta do ariiiazem do Sr.
Annes, defrnnte da alfandega.
O agente florja, de ordem do Ulm. Sr.
Dr. juiz de orphos c ausente*, segundo o
seu despacho, exarado no requerimento do
Exm. Sr. chefe dediviso, Francisco Manoel
Barrozo, testam^nteiro, inventariante e cu-
rador dos herdeiros ausentes do fallecido
capitn de fragata Pedro Ignacio Moroni,
far leiao dos di/ersos movis deixados pe-
lo dito fallecido, consisltndo em olijectos de
ouro e prata, como sejm : relogios de al-
gibeira, patente ingiez e suisso, allinete e
annel com brilhautc, medalnas, hbitos,
dragonas ote, instrumentos nuticos, map-
pas, livros diversos, utensis de uso, bem
como : fardas, bonete, chapeos armados,
espadas, diHeientes pegas de roupa, e ou-
tros muitos objectos etc., que fora enfado-
nho mencionar : quarta-feira 22 do correu-
te, as 11 horas em pouto, no armazem do a-
gente annunciante, silo na ra do < ollegio
II. 15.
O agente Borja, em s-u armazem na
ra do Colleglo n. 15, Tara leilo de uina im-
mensa qualidade de objectos de diferentes
qualidades : bem como obras de maicine-
ria novas e usadas, 5 ptimos pianos di ar-
mario e de mesa, 2 ricas mesas de marmorc,
urna grande caixa de miudezas modernas e
diversas, una dita de superior couro de lus-
tre, recentemonte chegado a esta praga, va-
rios objectos de porcellam e de cryslal para
enfeite de sala, (nissimos aparclhos de lou-
gaedevidro para servico de mesa, cande-
labros e lanternas de vidro, candieiros in-
glezes deglobo.de diflerentcs roo lelos, e
urna infinidado de outros muitos objectos
etc., que se entregarSo sem recusa de qual-
quer prego maior ott'erecido : quinta feira
23 do corrente, as 11 horas da mauh3a.
9ft>4i> &w&$*<
Precsa-se alagar dous jifetos capti-
vos ou liomens livies.pata trabalbar nes-
ta typograpliia : tpiem qui/.er dirija-sea'
livraria ns. (i e 8, da piara da Indepen-
dencia.
te, foi transferida para o dia quarta-feira, 221
do mesmo, pelo que podem comparecer em
dito da, no lugar e hora do costme Keci-
fe 18 de julho de 1857. O solicitador do
juizo, Joaquim Thcodoro Alves.
O Sr. Jos Joaquim Dourado, vindo de
Macoi, queira ter a bondade de declarar sita
residencia nesta provincia, que se lhe deso-
ja fallar.
Vende-se um engenho em Serinhaem,
com boas obras e terreno para levantar nu-
tro, com safra e animaes: quem o quizer
comprar, dirija-se a ra do Queimado n. 34.
Vendem-se velas de carnauba pura, de
6, 8,10 e 13 em libra, pelo baratissimo prego
de 125000era arroba, tambem vende-se urna
piirr.ui de saceos vasios da mesma cera : na
ra Direita, casa n. 59.
Vende-se urna mobilia de Jacaranda,
tendo as mesas lampo de pedra marmore
branco : a tratar na ra da Uui.1 >, quarta
casa do lado esquerdo, ao entrar pela ra
Formosa.
Roga-se ao Sr. Francisco das Chagas
de Albuquorque o favor de diiigir-se a ra
da Cruz n. 9, lerceiro indar, a negocio de
seu interesse.
Jos Candido de arros declara a quera
convier, que o Sr. Antonio Sigrostre de Bar-
ros deixou desta data em diante de ser seu
caixeiro. Recife 18 de julho de 1857.
Joaquim Jos da Costa Fajozes faz ver
ao Sr. administrador das diversas rendas
geraes, que a sua loja da ra do Queimado
n. 63, oulr'ora pertencentea JoSo Chrisosto-
nio de Lima Jnior, niio vende tniis perfu-
maras desic o 1. de julho de 1857, nico
objecto por que fora collclada dita loja. Re
cife 18 de i ul.io de 1857.
Compram-se Diarios para embrulho, a
3-siO a arroba : na ra largado Rosario
n. 15 c 17.
Quem precisar do urna ama do leile :
dirija-so a praia do Caldeireiro n. 15.
Komi e uai-ato
Vendem-se caixas com 7 libras do soda
ingleza, muilo nova e fina, por 35000 a cai-
xa, e em libra a 500 rs ditas pequenisdo
diversas qualidades, com 3 libras por I56OO,
e a retalho a 640 a libra : da na Direita,
deposito n. 75.
Vendem-se saceos com farinha da Ier-
ra nova e bem torrada : no caes da alfande-
ga, armazem do Mello.
AVISO DTIL
Vendem-se bracos de balanga para hlelo,
do bem acreditado autor Kom3o, propor-
cionados para estabelecimentos que usam
de ppso, por preco commoJo: na loja de
ferragens da ra da Cadeia do Recife 11. 44.
I liorna/. Fernandesda Cimba.
Vende-se urna excallente escrava cri-
oula, de 28 annos, cozinha, ensaboa, faz to-
lo servico de casa e sabo vender na ra : na
ra da Concordia, segunda casa depois do
armazem do Sr. Pedro Teixeira Cuimr3es
Vende-se urna bonita escrava crioula,
com idade de 32 annos, sadia e sem defeito
alguin, saliendo perfeitamentc engo limare
cozinhar : na ra da Assumpcio n. 14.
No esciiptorio de Gurgel Irmios, pri-
meiro an lar n. 11, ra da Cadeia do Recite,
vondem-se bous courinhos curtidos e eslei-
rs de p-.llia de carnauba.
MUITA ATTJENC-tO'.
A 105000.
Capas e palils de borracha, que se esto
veudendo na loja de 4 po las da ra do Quei
mado 11. 10.
Dagtierreotypo.
Tendo de fechar-se nestes dias a oilicina
e galera de daguerreolypo, do aterro Boa-
Vista n. 4, terceiro andar, as pessoas que de-
sejarem'honrar este estabelecimenlo. e li-
car com um liel e perfeilo relralo, aprovei-
tem os poucos dias que roslam.
Na ra da Cadeia do Itecifo n. 54, |pre
cisa-se de una pessoa muto habilitada pa-
ra fazer tima escripia.
Na ra da Concordia n. 26. deSeja-se
fallar ao Sr. Paulino da Silva Mindello, aflu
dcllo promover a cobranza de um val de
una pessoa que s o mesmo Sr. Mindello
com sua iniluencia poderi cobrar, cujo val
ja esteve em poder de una pessoa para co-
brar, mas por muilo condescendcule nada
conseguio ; todo negocio se faz com o Sr.
Mindello, Com tanto que ello n3o perca na-
da com o tal velhaco.
Precisa-sede urna pessoa que cuten la
de plantagao, para ser feitor de um sitio em
Saul'Anua : quem esliver no caso de ser,
dirija-se a ra Velha n. 54.
Precisa-se de um par de meiascom-
pridas de berrocha, novas, ou mesmo com
pouco uso, e serve tambem uina s : quem
tiver anoucie, ou dirija-se a ra de Apollo
n. 12. *
Manoel de Azevedo Pontos faz sciente
pessoas que tenham lido contas com o lioa-
iloseu lio e sogro Joaquim Ribeiro Ponles,
de as apresenlar paia poderem entrar no in-
ventaro,
Pede-se a pessoa que achou, ou sub-
trahio da algibeira da caiga do abaixo as-
signado, hojo de dia, na igreja de N. s.
do Carino, uina u*.rleira de couro cor de vio-
leta, ou lxa, conten Jo uina nota do banco
de 505 rs., duas seguas de 10/ rs. cada uina,
urna dita de 55, duas de 1 c rs. cada uina ja
dilaceradas, um pslac3o brasileiro novo de
2/ rs-, e dous ditt s velhos, uina moeda de
duas palacas em prata, 1; rs. em prata. una
conta de venda uo assucar, dada pelo Sr.
Manoel Alves Ferr ira, no valor de 600/rs ,
duas lettras ja pagas, sendo urna ao Sr. An-
tonio Jos Teixeira Bastos 110 valor da-
quella quantia, e outra no valor do 805,
ao Sr. Jos Moroira Lopes, com os compe-
tentes recibos, e una pequea nota de en-
commendas, liaja de ler a bondade, ou alias
a caridade de restituir ao abaixo assignado,
na casa do dito sr. Manoel Alves Ferreira, no
Forte do Mato, ao menos melado dessa
quantia, e aquellos documentos ,- na certeza
e
multse lhe agradecer. Recife 16 de ju-
lho de 1857.
Manoel Jos Machado.
Jardn]
Em prafi publica do jallo dos feilos da fa- 1 22 palmos, e ."1 pollcaadas de largura, e 48 dito s* i
zenda a hao Ue arrematar em ultima iraca os boni
(.......' :
lina cusa terrea na ra do Molocolomb n. 56,
cun L6 pnluios da largura e 19 da rundo, 2 salas, I
quartii, c/mli 1 dentro, quintal em aberto, com
p.irla e jauella de frente *m pessimo e'lsdo m
cilios foreros avahada em 209000, da Rosa Maria
Jc-ii- do N .- -1 ni.".I 1.
l'ma cata trrrea na povoaca < dos Afosados na roa
dos Passos, sendo de laipa n. 3, de polla e jautlla
com 10 palmos de frenle e 30 de fundo, corlaba
dentro, quintal em aberto, chilo fareiro, avaluda em
ii.-ooo, de Manoel Jos Riheno.
l'ma casa leirea na ra de S Miguel 11. ."Hl, rom
15 palmos de larfura e .">0 ditos de comprimento,
2salas, 1 qaario, eoiiah*dentro, quinlal em aberto
em clnlos l-.ii ciro-, em mao e-ljdo, avahado em 20>,
de Paulino llercolaiiu de Fi&ueiredo.
Urna pequea casa lerrea na freguezia de S. Jo- I
las, cozi-
beilo, com 2 porlas de
de Mi- 11! l.ouienro l.o-
poliesudas de compiimeul I, 2 qoai I
nha dentro, quintal em
frenle avahada em t>l,
pes.
10 per;as de chitas inclezaa avahadas em 5!) cada
uina ."Hir, de Adolpho Cario per Miranda i C.
Os pielendeiiles coinpareram as 10 horas da ina-
; uliAa do da 21 do formule mez de julho ua sala
I das audiencias.
O abaixo assignado, possuido do
! maior ompenlio de s descolirir os atlto-
. es e cmplices do horroroso assassinato
perpetrado na pessoa do sen mii presa-
do amigo Tlioma/. (olan, vice-consul de
S. M. Britannica nesta cidade, ollirece
dous contos de iris a quem lhe preitar
meamos pre9os daijuriles
que sao garantidos.L'm
dos i Iludidos.
- Precisa-se alugar um primeiro andar,
u'uma das principaes ras de Sanio Antoniu,
como sejam, ra das Cruzes, do Collegio.
Queimado, etc. etc. : a fallar no aterro da
Boa-Vista 11. 11.
OSr. I.uiz F.piphanio Mauricio Wan-
derley. do engenho Frescondim. tenha a
bondade de mandar concluir o negocio que
leve principio em novembro do 185, uo ar-
mazem de mobilia do Pililo, na ra Nova.
se oa ra Imperial n. 208, a qual lem as freutes de qualquer esclarec menta exacto sobre es-
lijolose oilois de taipa, jendo 28 palmos de frente jse f,ctO, 011 mesmo O COnliecillieuto de
alguma circumstancia.ou accessoi'io delle,
de modo que se pona averiguar a verda-
de, assim como assegura, sob sua palavra
de lioura, o mais inviolavel segredo, a'
i|uem Gzer qualquer dettas revelacoet.
e 15 de fundo, cozinha fora, e quinlal em aberlo,
avahada em 2509000, de Manoel Alves dos Sanio
Julio.
l'ma pequea casa lerrea de pedra e cal na fre-
guezia de S. .I"-'- na ra Imperial n. 106, com 18
palmos de frenle i.I de fundo, achaudo-se em cal-
ido, quintal em aberlo, chao foreiro, avahada em
1003000, de Joquina Berloleza das Dores. h,. |.,.m' nnssivol < lu-mr-se mlim
Lma casa t-rrea nos Alegados na ra de S. Mi- P0IS. ''e t,u possncl cllcgar-SC ao m,
guel n. 46, leudo 15 palmos de frente c 55 de fun- ilesejado, sem det laiar-se donde ellas]
do, cozinha dentro, quinlal em aberlo e cacimba, proccdcrau.
avahada em 160000, de Mara Rosa de Jetus.
lima casa lerrea de pedra e cal na la du Molo-
colombn nos Afosados" n. 60, com 20 palmos de
frenle e 40 da fundo, 2 salas, 2 quartos, avahada
em 1853000, de Manoel Connives Sireima pelos
er|.li.-ios de Joo Copes deSooza.
l'ma casa lerrea de taipa na ra do Guiabo n. 6
dos Afogados, com porta o janella, tendo 18 palmos
de largura e 1 i ditos e 5 pollegadas de coroprimeuto,
com 2 sals, 1 quailo, cozinha donlro, quintal em ; typof'rapllia.
aberto, chito foreiro, avahada em 50-9000, dejse- __/f>R|.vi
pha l'hereza.
A armadlo da loja de sapateiro da roa Direila n.
1 mi, a qua'i lew caiilhos com vidrns por 1OS00O, de
J.1.V1 Gomes Pereira.
I na casa lerrea na ra Imperial 11. 208, a qual
lem 12 1|2 palmos de frenle e 47 de fundo, cozinha
fora. quintal em aberlo, em mao eilado, .vallada
em 6O9OUO, de Mauuel Alves dos Santos Julio.
lina casa terrea de laipa na ra dos Pocos o. 10
de pona e janella, com 1:1 palmos de frenle o 20 de
coiiipruneiiio, 1 .il,i-. 1 quarlo, quinlal em abeita,
chao foreiro, em mao estado, avallada em 2 Hosa Maria da Concei$lo.
Urna casa terrea arruinada na ra do Molocolom-
Ini n. .!>, de pedra ecal, com 2li palmos de liento e
60 do fundo, 2 quarlos, coruiha dentro, quintal em
Consulado Britannico 11 de jullio de
18.57.H" Augustos Cooper, cnsul.
Precisa-se alugar urna boa sala para
escriptorio deadvogacia, em urna das ras
prximas a do Collegio : quem a tiver
anniincie, 011 indique a sua morada nesta
PRLXISA-SE de urna ama de leile:
a tratar na na da Ciu/.es n. 11, segun-
do andar.
No din 16 do corrente, desappareceu
um moleque de nome Jos, de 14 anuos de
idade, com os signaes seguintes : cor tai,
bocea gran le, nariz afilado, tem una cica-
triz de fogo em um lado do bra?o at a bar-
riga, levou calrjn do casemra velha azul,e
camisa de algodSo/.inho branco, chapeo de
pa 1 lia ordinario e novo : roga-se a qualquer
pessoa que o encontr, quo leve-o em Fora
; de Perlas n. 91, casa da esquina, quesera
1 bem 'oc.impensado.
aberlo e sem coberla, avahada etu IOO9OOO, de Joao | i\o paleo da Kibeira de S Jos, n 7 e
da Crur. ^9, lava-sc, eengomma-se com a maior per-
tina casa lerrea na ra Imperial 11. 200, lendo
IS palmos de frente e i5 de fundo, enzinha dentro,
qotalalem aberlo, avahada em 2003OOO, da viuva
Cu/, ii i. Copes.
I ni 1 casa terrea de laipa na ra do Qoiabo n. 26,
com porta e janella, dous quarlos, duas salas, con-
fei?ao e presteza, por menos que em outra
qualquer parle.
- O abaixo assignado previne ao Sr. Joa-
quim EspeiidiSo da Silva GuiiiarSes, que
nao pague a pessoa alguma urna ordem pas-
uha fora, peqoeuu quintal.'com 21 palmos e 7 polle- soda pelo Sr. Luiz Itarbalho de Vasconcellos,
nadas de largura, e 70 de luudo avahada ero da quantia de 200/ rs a favor de Manoel
$
UA
Para Lisboa, sahe impreterivelmente
no dia 4 de agosto prximo, o brigue por-
tuguez Constante : quem no mesmo quizer
carregar ou ir de passagem, para o que tem
os melhores com modos, trate com os con-
signatarios Thoma/. de Aquino Konseca & l'-
llio.ua ra do Vigario n. 19, primeiro andar,
ou com o Sr. Silverio Manoel dos Iteis, na
prar,a.
Para a Baiii.
Segu em poucos dias o veleiro biale Cas-
tro, forrado e pregado de cobre, por ter ja
parte da carga prompla, para o resto, trata-
se coin seu consignatario Domingos /Oves
Matheos, na ra do Apollo n. 23.
Par* o Rio de Janeiro.
Vai seguir com umita brevidade, por ter
parte de seu carregamento prompto, o bri-
gue nacional Maria Preciosa, capitao Fran-
cisco Alves Meira ; para carga e passageiros
cscravos a frete, paja os quaes tem cxcel-
lenles commodos : irata-se como seu con-
signatario Francisco de Paula Figueira de
Sahoia, em seu escriptorio ra do Apollo
11. 5
L paquetes n vella entre
lia vre e Pernambnco,
de I.T. Barbey & C.
PROVINCIA.
O Sr. tliesotireuo das loteras manda
fazer publico, que se acliain a venda, no
pavimento terreo da casa da ra da Au-
rora n. 2, das 9 horas da manlnia a's 8
da noite, bilhetes, meios e quartos, da
terceira parte da primeira lotera do Col-
legio dos Orpliaos, cujas rodas andam no
dia 27 de iullio.
Thesouraria das loterias, 18 de julho de
187.Jos Januario Alves da Mala,
escrivao.
LOTERA da
provincia.
5a parte da Ia lotera de
/Vossa Heiihi ra do V
da Panel la.
Furto,
publico ein per*
naiubuoo, ra da Sol*
Jade 11 70.
Neste muilo grande jardim aonde o pu-
blico vem passear e apreciar a grande varie-
dade de flores e fruclas vndas de l'ranga,
Portugal e llamburgo, he o nico jardim
que todos os annos recebe daquelles paizes
plantas de novas especies. Esla exposto ao
publico desde as 5 horas da inanhaa at as 6
da tarde, a sua extensSo he de 800 palmos
de comprido e 400 de largura, por isso que
oterece ao publico toda a commodiade, e
podera escolher pos de flores e arvores a seu
gosto, e Mn ludo he o primeiro nesta cida-
de, e goza de maior crdito pelo bem que
serve a seus freguezes. He imposs'ivel fazer
aiaDcSo das minias qualidades que tem de
rosas, dhaliaseoutrasmuitas flores. Aprom-
ptam-se cncominendas para o centro da pro-
vincia e as mais do sul e norte.
Henrique Jos Vieira da Silva, manda
a 1 uro Lia seu Bino menor, brasileiro, Jos
Henrique Vieira da Silva.
-~ Ain la continu'a estar fgido o preto
los, de nac/io, e consla que est trabalhan-
uo na estrada de ferro; pede-se encareci-
damente a quem o pegar leve-o em casa do
Sr. coronel l.ameniia, que ser recompen-
sado.
^ O LMiiceuheiru civil abano anigDido, se ; V.
.,x prope a (mer plan.- e ort^droeulos para ''".
w* eiiiticar04 particulares levantar pUuUs.fa- yy
*gp rer niolliuraiucnlns e demarcar;6es, e final- *''*
mente aucarrega-se de lodo IraballM de ar- x-x
ehi(telara, uen ic-i.t, ariinfii^ura e topo- ^y
graulua : quem de sua prolissilu s qai/er
unli'.ir, podar procura-lo no sobradu das *
'*& ra das Cruzes n. ItO, da* ) horas ao meio ; ?
^ e de meio da as ;t horas da tarde, na roa ?*
2 VeMia, casa lerrea n. 78. Antonio l;elicia- *&
9 oo Kodr gues Sette. ^
^^^^?^^-@ Bm^Bm^
Precisa-se de um amas-ador para a pa-
daria de Malernus Leuz, em Santo Ama-
rinho.
- Francisco Antonio de Mello faz sciente
ao publico, que roudou o seu nome pira
Francisco Autonio do llego Mello, por haver
outra pessoa com igual nome, e para evitar
duviJas.
P;ecisa-se de 1:0009000 a juros sob hy-
potbeca de urna casa terrea na ra do Padre
Flor uno, livre e desembarazada ; no paleo
do Carino, sobrado o. 9, primeiro andar.
) mWtiiA il PALCO
Jornal critico e judicioso, dever sabir im-
preterivelinenle sabba 10, 25 do corrente. A
empreza desle pequeo, mas gracioso jor-
nal, attendendo a parcialidaie que oceupam
os jornaes de maior escala sobre materias
the.alracs, envida lodos os esforrjos para
apresentar em campo o Sentinella, que
mancha do u. 9 do regiment 10, appiicara
com justeza as pilotas da sua botica aos en-
fermos que se actiaroiii no estado de as rece-
berem. Os seus collaboradores, que seado
christaos, nada lem de hypocrita* ou frades,
plantai .10 com viva f um dos pr^ceitos mi-
sericordiosos da igreja.... castigar os que
erran. O Sentinella sera original como ju-
dicioso, e seguir urna doulrina muilo aTas-
tadi de tojos esses jornaletes theatraes, pu-
blicados nesla cidade ha anuos passados,
que s triziam por divisa,enfastiar o lei
lor.Distribuir-se-ha tambem pelas provin-
cias, po leu lo ser procurados no Itio de Ja-
neiro, no thcalro S. Pedro; em Maranhflo,
noS. Luiz ; na Hahia, S. Joao, e no Para, no
Providencia.u Sentinella.
Precisa-se de um homem capaz e de-
sembaraQdo, que he para seencarregar d^
um pequeno negocio, na loja de fazendas n.
7 : nu Passeio Publico se dir quem prec.sa.
M&RMELADA OK L1S0OA.
No deposito das bichas, ra estrella do
Rosario o. I i, recebcu-se muito nova mar-
melada, e muilo alva.
Na ra I n re la n. 6, ha n bem conho-
cido vinho do Porlo, feitorta, engarrafado
em garrafas de cont, pelo diminulo preco
de i -niio a garrafa, assim como vinho das
melhores marcas de Lisboa a (10 a garrafa,
Aoamanhccer do da 9 de julho furtaram
do sitio da Ponte de Uchoa, confronte ao do
Sr. Kcuto da Costa, um cavallo com os sig
nes seguintes : tuqo, dinas, cauda e curvas
rodadas, de tamaito regular, carregador
baixo e meio, mas tudo mal f ito por ser de
alugucl e esi um pouco descarnado ; quem
adiar o dilo cavallo, leve-o a praca do Cor-
po santo n.11, onde ser grlificado.
Precisa-so de nm caixeiro que enlen-
da de taberna, do 13a 16 anuos, que de lia-
dor a sua conduela : a tratar na ra Direila
n. 26.
Pede-se ao Sr. P. D. II, F. que tenha a
bondade de ir a ra Nova u 12. que se lhe
deseja fallar a negocio quo o sonhor nao jg-, nao engarrfalo ; nSo he necessano lecer
ora, do contrario lera de ver o seu nome ologtos a estas aprasiveis; PID8^nV!ue
por extenso ueste Diario.
Lotera
DA
n
00
Espera-se nestes das do Havre um dos
navios desta companhia oclpper (Porto Ri-
co), o qual sahira com toda a brevidade, por
ter a maior parle do carregamento promplo,
i) abaixo assignado ven-
deu nos Keuaf lizes bilhn
tes, as seni; tos s-rtes :
1"i0."> r):000.sbilhete inteiro.
1730 50fdem.
(i.->8 -2()0dem. .
5077 I00S-V quartos.
538 io.s > meios.
1(121 50fJJ quartos.
926 ")0S2 meios.
A garanta
escriptorio de
l\ .1.
be paga no
L
Provincia.
1:5005
3009
100,
50/
50?
Conlinua-se a dar
mdicos sob penhores ;
43, segundo andar.
Precisa-se de um pequeo para cai-
xeiro de taberna : na ra da Senzala Veltra
n. 100.
O abaixo assignado vendeu os seguintes
premios :
1 quarto Numero 284
1 meio 128
1 dilo 1443
1 quarlo 2111
1 dito 830
0 mesmo tem exposto venda os sen fe
lizes bilhetes, meios e quartos da tercira
parle da primeira lotera do Collegio dos r-
pl3os, os quaes no estilo sujeitos ao des-
cont dos oito por cento >la lei.
Por Salustianode equino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Vendem-se saceos com farinha muito
hoa, e saceos de alqucire, por pre?o commo-
do : na ra da Madre de Dos n. 2.
Comira-se urna casa terrea grande, no
bairro de Santo Antonio ou S Jos : quem
*yiU tiver e quizer vender, dirija-se a ra de Hor-
dinhiro a juros Us n- l6' ou annuncie por este Diario,
na ra da Praia n. Deseja-so saber onle mora a lllma.
Sra. D. Maria do Rosario Pioheiro, viuva do
Dr. Pinhciro, a negocio de seu interesse : na
ra do Livramento n. 20, ou annuncie a sua
morada para ser procurado.
suas qualidades sao de maix sullicienles :
paios a 360 rs chouricas a 560 a libra, mar-
melaJa em latas je 2 libras a 1s800, massa
de tomate, velas de espertnacete a (i2u a li-
bra, massas linas para sopas, amen loas de
meia casca, nozes, passas, ligos, arroz da
India superior a 100 rs. a libra, charutos li-
nos l'hom Piulo, louro e castanho, lilhos
alinal dos melhores fabricantes da Rabia, li-
cor francez mirto lino de pecego, e oulras
muitas frudas pelo diminuto preco de IjjOU
a gnala, bolachinhas inglezas multo novas
a aoo rs. a liba, talnlias das Alagoas das
maiores que tem viudo ao mercado a aOO
rs. cala urna, cha da India muito fino a
2.-.560 a libra; todos estes gneros cima
mencionados sao de primeira qualidade, e
vin los polos ltimos navios da Luropa
Os menles da boa pitada,que desejarem
.refrescar os naiizes, queiram dirigir-se a
ra do Vigario n. 33, pois ahi encoutrar;"io |
! uina porefo de lalas de meia al duas libras
de excellente e genuino simonle da Cacho-
eira da Rabia, que se vendem por preco
commodo.
Precisa-se de um cozinheiro : no lar-
go do Hospicio junio ao quarlel, casa do de-
semliargador Mendes da Cuma. Paga-se
bem agradando o servico.
Per.leu se, no da 1l do corrtntt, Di reja do
Carroo, mu livro com capa de. couro, encaderna^o
orlinariii c com o litlo Collerc.Au de orac,0. e
obrai pia, pelas quaeilem o Smnoi Ponliricei con-
cedido ass e quiser restituir, dirija.a ao larao do Terco, so-
brado de um andar 11. 31, que sera recompensado.
Da-e dinlieiro a premio ein pequeas quan-
liassobie penliotes do ouro e praia : na ra estrel-
la do Rosario u, 23, segundo audar.
2005000, de Joaquim Antonio Vieira por I.uiz Pla-
cido.
L'ma crande casa lerrea na fregue/ia de S. Ir. Pe-
dro Goe{aiVH, ni ra do Apollo n. 31, a qual lem
47 piluios de I re ii i a, e Mi de landos, uclia-se em
aini.in avaliada por 10:0005000, de Jos GoDcal-
ve forres.
Urna casa lerrea na ireguezia de S. Jos, na ra
de S. Hila n. 28, a qual lem 15 palmos de freule, e
35 de fundo, ciulnli.i dentro, quinlal murado, ava-
hada em viii.mi i, d Mara l.uua da Franca.
L'ma cata terrea na ra das Calcadas do bairro de
S.Jos n.4, de pe Ira e cal, com porta e jiuella,
a qual Km 20 palmos de frente e 00 ditos da com-
prunenlo, coainha fora, quinlal murado, cacimba,
avaliada em 1:0003000, de .Manuel Gonjalves Ro-
dtiiiues I r.ni.j..
Fina casa terrea na fresae/ia dos Afogados na ra
do Molocidombo n. 50, t.m 17 palmos de trente, c
40 de fundo, coziuha denlro, quintal em aberlo, ten-
do o lado do oii.iu do sul calndu, avahado tin 80-3
rs., rte llosa Mana de Jtsus do llasciniento.
Urna casa lerrea de pedra e cal, na ra de S. Mi-
goel, nos Afi'gado, n. 50, com 1U palmo, de freule,
e 35 de comprinienlo, coin porla e auella, avalia-
da em 40.3OOO, de Paulino llercolano de Figuc-
redo.
Lina casa lerrea de pedra e cal, tita na roa de S.
Concito 11. 1t, cim 2 porlas e 1 janella de fenle,
com 23 palmos de largura e 63 de fundo, cozinha
dentro, quintal murado, cacimba s. chao foreiro,
avahada em 1:2003000 r. de Jus Comes Tavares.
L'ma casa lerrea de pedra e cal, sita na ra dr
S. Miguel na povoacAo do. Afanados 11. 02, coin 2'
porlas de frente, leudo 19 palmus da laruura 50
ditos de comprimento, cozinha fora, quinial murado,
cacimba s, cuja casa se acha em mo estado, ava-
hada em 25050UO, de Antonio Xavier da Silva.
L'm sobrado de 2 andares e solao na ra da Guia
n. 42, com 3.1 palmos de largara e 127 de compr-
manlo, cozinha dentro, quinlal pequeno, murado,
avahado em 7:000^000 de rs., de Silvestre Antonio
Lages.
Lina casa terrea na fresuezia de S. Jo Imperial n. 20'J c 111 19 palmo', de freule e 50 de
f^iiilo, coziuha fora, quinlal em iberio, cacimba
propria, avaliada em lOOjOOO, dosherdeiros de Eu-
sebiu Lopes.
L'ma ca-a terrea na freguezia de S. Jo ra Im-
perial d. 219, a qual tem 30 palmos de frente, e 40
de fui, avallada em 30O3OO, de lzidoro Marques
de Colonba,
Lina casa terrea de pedra a Cal cil> na ra do>
Poe,us n. 21, ein chaos foreiros, com urna porta ja-
uella, duas sala, um quatto, cozinha dentro, quin-
lal em abi'i in, com 21 palmos de largara e 44 de
comprimenlo, avahada em lou.-iimi, da Miguel Lou-
renco Lopes.
L'ma caa lerrea de pedra e cal sita na povoar,.lo
do. Afogados na ra Direila a. 0, cuja lem de lar-
gura 19 palmos e 71 de comprmanlos, coziuha fura,
quinlal murado, cacimba s, leudo a dita ca
porlas de frente, a qual se acha om mo estado, ava-
liada em 30O3OOO, dos herdeiros de Antonio Xavier
da Silva.
L'ma casa lerrea de p.dra e cal mtia-asua na ra
de S. Miguel n. 85, leudo 8 palmos de largura e 20
de comprimento, tendo simiente 1 porta de frenle,
avaliada em lo-, du- herdeiros da Joaquim Caetauo
da Lu.
L'm silio de Ierras 110 lagar do Arraial com casa de
vivenda, lendo urna porla, doa. janellas de treute, 5
ditas nos oilO'g, com 2 palmos de largura e 1117 de
fundos, duas salas, um gabinete, qualro quartos, co
zinlia fora, arvoredos de fructos, em mo estado, ava-
hado em 2:0003000 rs., de Manoel Ferreira Cha-
val.
L'ma casa terrea na roa Imperial n. 219, 2 porlas,
2 talas, cozinha deuti, I quailo, quintal ein aber-
to, com 15 palmos Ue largura e 38 e 2 pollegadas d<
comprimenlo, avaliada em OO3OOO, de Izidro Mar-
ques Coloulia.
Lina casado de sobrado de 2 andares e otilo na
freguezia de S. Jusc na ruados MarUrius 11. 1, a
qual tem no sold, quintal grande, com cacimba pro-
pria, porlo para a ra do Caldeiro, perteaceule ao
mesmo sobrado o becco qoe tem do lado do norte que
se acha tapado, avahada em 8:0003, dos lierdeuus
de Pedro Uuaciu da Cunha.
Lina casa lerrea de laipa nos Afogados, na ra dos
l'or.i 11. s. leudo 22 palmos de freule e 100 de fun-
il..s, cozinha dentro, quintal em abeito, avaliada em
505'JOO. de .1 1 nm 1 Mara dos Prazere.
L'ma casa terrea de laipa na ra do (Juiaho nos
Afogados, n. 2. com porla e janella, leudo 18 palmo9
de l'-iii.i o 3S diUs c 5 pollegadas de fuudos, 2 sa-
las, 1 ju 11 i, cozinha deutro, quinlal em aberto,
chao foreiro, rn mao estado, avahado ero OO3OOO,
de Jodquim Jos de Mello.
Lina cea lerrea na roa do Bom Coso uos Afogi-
1 1* 11. 21, de porla e jmila, com 18 palmos de lar-
gura, e 30 de comjiriiiienlo, leudo a frenle retaguar-
da ie pedra e cal, e oitOc de laipa, quinlal ein aber-
lo e em imo estado, avaliada mi) 30900% de Pedro
Dias de A'sis.
15 polet grande, de louc.a por "i-'Hin.
102 ditos pequeos de looc. avahada em 209000.
21 vidros grandes com lampas por i/000
209 ditos pequeos por 59000.
63 gnrrafas brancas por 734KK).
33 ditos pcqueius por 33000.
I cai.a pequea de folln coin 19 vidro por 5.3OOO.
:lli vi Iros maiores por I-Mo.
30 fratcos prelos por I3OI1O.
Total "il-iin, de B'iilo Luiz d. Carvalho.
L'ma casa terrea de laipa na ra dus Por 1 n. I. |
de porla e janella com 15 palmo de largura e 7
pollrgada., e 5 dito* do conipria.eulo, 2 .alas, 1
quarto, cczinha dentro, quintal em aberlo, chito fo-
reiro, em mao estado avahada em W/, de Joao An-
tonio da Silva.
Lma cata lerrc em mao estado, de taipa na rus
do Qaiaba nos Algalos 11. 4. coin porla o janella.
tendo 18 pilino. de frente, 31 ditos e 5 polea*.las de
comprimento ; 2 alas, I quarto, cozinha dentro, e
quinlil em aberlo, chao foreiro avaliada em 509 i
do. herdeirus oe Maria do Espirito Sanio.
L'ma casa torrea na ra do Qoiabo nos Alegados
BaplisU.ecoin perlence ao abaixo assignado,
juntamente previne ao Sf. Manoel Alves
Ferreira, que nao paguo uina outra ordem
passada pelo Sr. Francisco Manoel de Barros
Wanderley.aVa quantia de lOu/rs ,sem desig-
narlo da pessoa que tem de rcciber; pois
ditas ordena fora ra furtadas coin urna cartei-
ra em que continua duas notas Je 10/rs.,
e dous quartos e um meio bilhete da ter-
ceira paite da primeira loleria de N. S. do
Poc > da Panella, assignado no verso por o
abaixo assignado. Francisco das Chagas
Cavalcanti de Albuquorque.
Precisa-se de um santuario de jaca-
randa', de tres Taces, com porta de vidro'
com iuiagctis 011 sen ellas : quem tiver, di-
rija-se a ra da Cadeia Velha n. 35.
Pede-se aos Srs Drs. juizes munici-
paes da primeira e segunda varas deste ler-
1110, que mandem fazer urna pauta das epo-
chas das conresses, e vencimentos da* pro-
visOesdosolliciaes dejuslirja, afim. deque
as pessoas que teem demandas 110 foro so,
ceguem o seu espirito assas sobresaltado, o
acabe o grande ruTior publico que existe-
de que muitos .lies ja excederam o lempo
de taes provis(es.--0 diligente.
iNo dia 2 de marc,o do corrente anno,
fugio do engenho Guncec,3o de Muribeca,
um escravo do abaixo assignado, de nome
Luiz, crioulo, com 40 annos de i lade, pouco
mais ou menos, de estatura luixa. propor-
cionalmeulo grosso, cor preta, rosto redon-
do, sem barba, nariz 11,'io chalo, olhos regu-
lares, hons (lentes, nulos, pernaso ps gros
sos, t lulo os calcanhares junio aos tornoze-
los um pouco incitados, um tanto cambeta,
quando anda melle alguma cousa os joelbos
para dentro, esperto e bem fallanle, levando
roupa de algodaozinho de riscado e chapeo
preto de seda. Desconfa-se que este escravo
fora seduzido por Joio Cabral de Medeiros,
natural do serillo do Mochot, branco, com
30 annos de idade, pouco mais ou menos,
de hoa eslalura, espigado do corpo, grose-
ra regular, rosto comprido e descarnado,
cora pouca barba, nariz afilado, um pouco
sallado no meio e arrebitado na pona, olhos
pequeos, denles limados, cabellos prelos e
corridos, mfns, pernas e ps grosso, lendo
um p e urna perna incita los, um pouco ga-
go e aporta os olbos quando Talla. Este ho-
mem tinha chegalo ha pouco a esta provin-
cia, vindo da Paiahiba, para onde do dito
serto do Mochlo fora remettil preso para
sentar pracji na tropa de linha, o que deixou
leeffectuar-se por ter sido julgado incapaz
para o servico, do que traz uta documento
mandado passar pelo presidente daquella
provincia e por elle assignado. Achava-se
empregado no encaixamento do referido en-
genho Conceic3o, quando desappareceu o
dito escravo, sahiodo elle tambem occulta-
nicnte sem que para isso bouvesse aiottvo de
qualquer qualidade: quem apprebeiider o
dita escravo ser gratiticadocum 200300o, c
com 1003 a quem der noticia certa do lugar
onde elle se acha.
Jos lloberto de Moraes e -silva.
Manoel Josa} Leile declara aos devedo-'
res do fallecido Raphacl Flix Jos Czrcia,
que comprou toJ.'S as >ivi las que os mes-
mos deviam aquello, fallecido; por conso
guinle s ao annunciante ou a peasoa por
elle legalmente aulorisada, poder pagar
seus dbitos, s ib pena de pagarem segunda
vez O annunciaiito espera que os senhores
devedores, para qualquer Iraiisacco que
queiram effectuar a tal respeito, se enten-
dam com elle, na sua loja da ru < do Quei-
mado n 10. Kecife 16 de ulho de I8.i7.
Gregorio Anliines de Oliveira tem a
honra de participa: ao digno corpo do com-
mercio desta praca, e ao publico em geral,
que se acha nomeado agente de leilOes ina-
trculado desta prar;a, em virtude da caria de
patente que lhe foi concedida pelo meretis-
simo tribunal do commercio em data de 13
do corrente me/, e assim so cha em tudo
promplo para fazer leiloes pblicos em qual-
quer lugar paia onde o chamarem, que e-
jaui as casas e arinazeiis cumnerciaes,
quer particulares, assim como tambem os
leilOes que se fizerem pulo juizo especial do
commeicio ; prometiendo empregar todos
os esfor^os necassarios para o regular de-
sempenhu da diia agencia ; e assiiu espera
merecer a protecQ.lo do comm'-rcio oesta
pra^a e do publico em geral, sempre que se
dignaren) occupa-lo: quem quizer fallar
com o annunciante?, o podeia procurar Jas
9 horas da nianha as 3 da lardo dos dias
uteis, na ra da Cadeia do llccife, primeiro
andar 11. 50, defioule da ra da Madre de
Dos.
-- Queni quizer possur um novo e excel-
lente carro americano com aireios ou sem
elles, assim como um mulato mogo, excel-
lente l'olieiro, pode dirigirse a cociieira da
ra da Cadeia 11.12, que ludo achura a con-
tento.
Constando ao abaixo assignado, que
existe em uiso de alguein algums lelirus
Grande sorti-
nieiit.) de fa/endas de to-
dtis as quNlades.
lirosdenape pretode) seda liviada, eovado. 2?2il
Dito dilo lisu mullo largo, cavado. 2^200
Dito de cores liso muilo superior 23200
Selim preto inacao, eovado......MMB
Panno Tino preto e de cores, pata todos o. prejo-
Pupelina de seda de cores malisadaa, eo-
vado.............
Chaif de cores, com quadioe de (da, eo-
vado ............
I..11 de quadros pequeos a grandes, eo-
vado ............
I.a.i ceda de iiovos padrn, eovado. .
Mauritana de leda com cinco palmos de
largura, covadu.........
Lrsuliua de seda com qaadros, rainagciit e
listras matisadas, eovado......
Sedas de quadros bonito. p.Jres, covaJo.
Duqueza de seda com ramagem. cov.dn. .
Mussulina branca t de cures, cavado. .
Chitas francezas fins........
Frondohna de seda para .calidos. .
Cansas francezas lina, de bonito, padree,
vara.............
Argntiua de cores escuras, com salpico de
seda, proprio para palito.......
italiana Uo seda preta com lustro, para pa-
ut..............
Corles de vestido de seda para senhora, o
mais superior que ha no mercado. .
Lavas de seda de luda a. qualiaadet, para
liomens, senhora meninos.....
Leo(oi de cambraia bordados, muilo Oom.
Ditos de dito de linho lisos para mo. .
Corle de casemra preta e do coro. > .
Corles decolletes deguigurao de seda, de
vano padres, matiudo......
Cortes da laa mamada para vestidas, de
novo, padroe., com 15 cavado, cada
um. .... ........
Chapeos de massa franreze. formas nova.
Pahl. de alpaca preta, lino-. ... .
Dilo. de alpaca e ganga, de core. .
(inudolai de alpaca preta e de n'.rc. .
Chales de merm bordado a velludo grau-
des.............
Dilos de dilo bordados a seda.....
Uiloa de dilo coro h.lra de sed. .
Ditos de dito com birra matiados. .
Ditos de dilo lisos.........
Dilos de dito-com franjas de la .
Hilos de ^aa adamascado, de core. .
Canga frauceza superior de c*s, eovado.
Komeirasdc relroz muilo superior**, pa-
ra senhora..........
Era frente do becco da Congregado, paseando
loja de ferragens, a segunda de ./end ., n. 40.
Ijono
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13000
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183000
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13500
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jfiOll
11. 2 de laipa, com paria janella lenlo 18 pal- du JeVidorcs do fallecido Raphaol Flix Jos
"i* 'J*r>Sy? H t'0, ^ 'EOS* Gl,rci8. c"Js >*< activas pertencem hoje
inenlo, finarlos, s^las, ci/inii-i uenlro, omkiUI J .1 J
em abarlo, cio foreiro, em nao estado, avallada a abl,so asignado por lo-las contrajo aos
ain 70-1, de Jo. Hondea. i adinini-lradores da massa daquelle fallen-
Lina casa lerrea ua ra dos Pojo. n. 3, de tulpa do ; pelo pres-lltC o abaixo assignado pro-
com 19 palmos de largura, e :I2 dilos de compri- testa n3o s contra qualquer duvedor que
ment, rom pona ejaurlla, 2 salas, I qoarlo, cozi-ipagar seu debito pess^ia incoi/ipelcnle,
nha deulro, i|uiulal ein aberlo, chao foreiro, em m.io
atado avallada em 50/, de Antonio Luiz de Freilas.
3 edites de pinito por SgOOO.
1(1 medidas de flamlres por 1:000.
I barril vasio por 320.
5 pesos de ferro p"r I3OOO.
5 medidas de madeira por I-sino.
I braco de balanza com caita e crrete de latao por
33OOO.
mas tanibem contra a pessoa que constitua- 1
do-se cretor, cobrar qualquer quantia per- ]
Icnceiite ao annunciante sem sua autonsa-
cSo, Recife 16 de julho de 185".
Manoel Jos Leile.
XAROPE
DO
BOSQUE

MLlllilES DE VISITA.
Cravam-se e imprimem-se com perieicyo
blnetes de visita, lettras de commercio e to-
dos os objectos da arle caligraphica, re-
gistros, vinhetas c quaesquer detenhos ;
abrem-se firmas, sineles, tanto a talho doce
como em relevo, ornamentos com objectos
de ouro c praia; fazem-se riscos lindse
originaos para bordados de labyrintho ad-
milte-se a recusa de quaesquer destes objec-
tos, no caso de no iicarem a contento das
pessoas que os encommendarem: quem pre-
tender, dirija-se a qualquer destes lugares :
no bairro do Recife, ra da Madre de Dios
n. 32, primeiro andar ; em Santo Antonio,
na livraria classica do pateo do Collegio n,
2 ; as Cinco Ponas, sobrado da esquina
i onlronle a matriz nova.
C. STARR & C.'
respeilosamente annunciam, que no seu ex.
tenso estabelecimenlo, era Santo Amaro,
conlinu'a a fabricar com a maior pejen.-o
e promplido, loda qualidade de machinis-
mo para o uso de agricultura, navegacao e
manufactura, e que para maior commodo de
seus numerosos freguezes e do publico em
geral, tem aberlo em um dos grandes arma-
zeus do Sr. Mesquita, na ra do Urum, alraz
do arsenal de marmita, um
DEPOSITO DB MACHINAS,
construidas no dilo seu estabelecimenlo.
All acharSo os compradores um completo
sortimento de modulas de cantia, com todos
os melhoramculos alguns dalles hotos e
originaes a que a experiencia de muitos an-
nos tem mostrado a uecessidade. Machinas
de vapor de haixa o alta pressao lachas de
lodo tamaito, tanto batidascomo fundidas,
carros de mao e dilos paraconduzir formas
de assucar, machinas para moer mandioca
prensas para dito, tornos de ferro b-tido
para farinha, arados de ferro da mais appro-
vada construyo, fundos para alambiques,
criroa e portas para fornalhas, c urna inlini-
da lo de obras de ferro, quo ser cnladonlio
enumerar. Mo mesmo deposito existe una
pessoa inlelligenlc e habilitada para recebrr
dcscnhos, e insirucc.es que forem for-lhe
necidas.
S. STIElilEL A C, Daiiqucirosencs
fjOCtantes, cslalielecidos lia muitos aimo-
cin Londres, teem a satis(ac<-o tic |ar-
lui|ur a si'iis imi ri'S|iuiuli'iil:'s e ao pulili-
co, i|in: acnliam u [lindar casas liliaes
nos principaes porlos c distritos nianu-
factureiros de Tranca, Alcmanlia, Ik-lgi-
ci c Hollanda, conservando alcm di sao
suas proprias casas anteriormente' cstabe-
lecidas as cidades mais imporlanto, c
portosmais commci-ciaesdalira-lli-ctar.lia,
o cslio em posirao de ofleieccr grandes
vantajens as peaaonqoepOMaai nexesitai,
assim em Londres como etn outi-o qual-
qutjr poni da Europa, de nina casa para
compra ou venda de artigo, ucm oitm
para os negocios de Ir.uiiacrao de crerflle
e banco de qualquer genci-o.
As pessoas (pjcnaolorcincouliecjdasdus
annunciantes Uevet i acora prnliarstias ot -
dens corn os fundos necessarios para aaa
eseuccao ; liaindo entendidas epic os an-
nunciantes nao teem dilliculdade cm adi-
antar 7." 0|0 sobre os tenem recebido
antes de sua venda.
Os pn-eos corientes e mais inlortn.u "es
coininerciaes, <|ue ioiem pedidas, aerao
enviadas gratuitamente, salvo o |>orie do
correo, podendodirigir-se aos aiinun i-
antes.
-Avisarse
1 peqoena caixao para sal por >500.
II pedamos de laboas de pinho por 23000.
Im balcAo em 2 pedacos par s500.
Total 199330, de Jos Pereira da Silva.
Uina casa lerrea de pedra e cal na ru. dos PoOS
i. 22 com porla e janella, lendo de largara 22 pal-
mo, e 5 polleuadas, 18 ditos e 0 pollegadas, de com-
primenlo, leodo mais doas ala, 2 quarto, cozi-
nha dentro, quinlal em aberlo, chao foreiro em
muilo mao etlado, avaliada em di?'
Lma casa icrrta sita na meima ro n. 21, lendo
vendedores tle bilhetes ta
locera da provincia, com
a initis refinada in f ii-
I luden ao publico, venden-
do bilhetes, unise (piar-
los por garantir,
Foi lranferido odeposito desle tarop para a feo
(Me rtl"'llUS l'ca de Josc da Crui Sanios, narua .Novan. 53*
I O garrafa. 5s50ll. o meia.3;o(l(i. sendo fali ld
aquelle que n.lofor vendido ne.le deposito, palo
quesefar. opresCDleavi.o.
IMPRTAME PARA OPIBLKO.
I'tra curade phtvsiraem lod< osseudifleroD
lesgrios, qiiermolivada poreonslipacoe, lo-
aslhma,pleor7.escarros dosaocue, ilrde Crt."
adose peilo, pal pila cao no corar So. coqueluche
,,., I jaironchile, dorna (rtanla, o luda, aole.ti
pt/lUn| dosorgospulmouares.


'

"






DIAKIDE PERNAMBUCO SEGUNDA FEIRA 20 DE JULHO DE 1857
C0ISDLT0R10 SDIlOPiTHlCa
Onde seacham serapre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
am glbulos, e preparados cora o maior escrpulo e por precos bastante commodos :
HIEgoS F1XOS.
Botica de tubos grandes. .
Dita de 2 i) .
Dita de 36 .
Dita de 48 < >
Dita de 60 .
Tubos avulsos a .
Frascos de tinturrademeia onga.
Manual de medicina horneopathica de Dr. Jabr com o dic-
cionario dos termos de medicina ... .
Medicina domestica do Dr. Henry.....
Tratamento do cholera morbus .....'
Repertorio do Dr. Mello Moraes .
10/000
150000
200000
250000
300000
10000
20000
205000
o/ooo
2/000
6*000
1 FERAS PRECIOSAS-
4- Aderemos de brilhanlss,
- diamantes e parolas, pul- S*
'; seir.is, allineles, brincos >*
i rzalas, bolees e auuei* a
de differentss costos e de &
* diversas pedral de valor.
5 Compram, vendem oa
2 troeam prata, ouro, bri- K
. llianles.iiamaule* e pero- ^
las, e, oulras qoaesquer
I0RE11U l BDiRTE.
Rua do Cabuga' n. 7.
ecebeii por to-
dos os vap.ivs da Eu-
ropa asobrusdo mais
^apo,r:b'":a'd",h,iro moderno-osto, tan-
ll3s^*aa83a**sssaB to de Fraila como
de Lisboa, as quaes vendem por
preco commodo como eostumani.
OURO E PRATA.
jj Aderemos completos da *
& ouro, meios ditos, pulsei-
* ras, allinelo-, briucos e g*
* rozelas, cordOes, Irincel-
& lina, medalhas, correntes :
* e enhiles para rtlosio, e ^
J oalroa muilos objeclos de
i# ooro.
!qJ Aparclhos riimplclo de '
& prila para cha, bandejas,
, salvas, castices, collieres ,.
& de sopa e de cha, mui-
J loa outroa objeclos
-> prata.
de |
~ O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, qne mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Chora-menino, e ahi tem preparado urna
casa de saude com todos os commodos para
o tratamento de escravos, cujos senhores
residam lora da praca, ou 'que nao os pos-
sam curar em suas proprias casas : quem
para isto quizer-se utilisar de seus servicos
mdicos, que serSo desempenhados com o
maior zelo, dirija-se ao pateo do Carmo n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Preco2/000 diariosexceptu-
ando conferencias, sanguesugas o opera-
cea.
IRio-Formoso.S
O Dr. Joao Honorio Bezerra de Mene- *g?
$p zea, medico pala Faculdadt da Baha, tem @
tSk filado tua residencia na eidade do Rio-For- j
t9 moso, e de novo etferece seus servicos a lo- "S*
das ai pessoaa qoe o honraren) com sua con- 8P
fiauSi. A
Precisa-se de caixeiros, na ra da Ca-
deia do Recife n. 50, primeiro andar,
prestando urna llanca de 200$000, ven-
cendo o ordenado de 200.S a CiOO.S, que
lie para vender bilhetes da loteria da
provincia.
SEGURO CONTRA FOSO.
Companhia Alliance.
Esubalecida em Londres, em marco da 1824.
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tem a honra* da in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios da casas,
a quem mais convier qua estao plenamente au-
torisados pela dita companhia para effecluar segu-
ros sobre edificios de ti jlo e pedra, cobertos da
talha e igualmenu sobre os objeclos quecontiverem
os mesaos edificios quer consista em mobilia ou
am fazendas da qualquer qualidade.
@@@ @-@@@
Joao da Silva Hamos, medico pela uni- JA
Z varsidade de Coimbra, mudou sua residen- ^,
*?? cia da ra do ('.aboga para a roa Nova n. '.-'
^ 69, segoudo andar, sobrado do Sr. I)r. Nel- -_';
(j. to, e ahi contina a rereber, das 8 g 10 .
J* horas da manliaa, e das 3 ;s 5 da tarde, as w
_5 pessoas que o queiram consultar. '...'
JOHN CAT1S,
corretor geral
E AGENTE DE LEII.OES COMMERUAES,
n. 20, ra do Torres,
PR1MEIKO ANDAR,
Jpraca do Corpo Santo
RECIFE.
03
DENTISTA FRANGEZ. |
Paulo Gaignooi dentista, ra Nova n. 41 : *
na mesma casa lem agua e pos dentrifice. 5$
!@^ & &
Tasso Ir mos.
Avisara aos seus freguezes, que as ultimas
larinhas de trigo Richmond chegadas ao mer-
cado, s3o vendidas em seus armazens, pelos
segu ntes precos :
Galega 239000 por barrica,
llaxall 24o*>00 idem.
O Dance 230000 idem.
Columbia 228000 idem.
Aleen dcstas tem larinhas novas de Trios-
te Jas marcas SSSF. Fontana e primeira
qualidade assim como completo sortimen-
lo das melhores marcas de l'hiladelphla, No-
va Orleans e Baltimore.
a
o
II
ce
Lotera
DA
provincia.
O abaixo assignado ven-
de biihetesgarantidos, pe-
los precos abaixo notados,
sendo da quantia de cem
mil ris para cima, a di-
nlieiro vista, em seu es-
criptorio, na ra da Ca-
dea do Recife n. SO, pri-
meiro andar.
Bilhetes. 5.^400
Meios. 2,s,700
Quartos. Is330
P. J. Loyme.
He chegado a loja de'Leconte, aterro
da Boa-Vista n. 70, excellente leite virginal
de rosas brancas, para refrescar a pelle, tirar
pannos, sardas, e espinhas, gualmeme oa-
famado oleo babosa para limpar e fazer
crescer os cabellos : assim como p impe-
rial de lyrio de Florenc.a para brotoejas e
asperidadesda pelle, conserva a frescura e
o avelludado da primavera da vida.
LOTERA
DA
provincia.
O abaixo assignado participa ao respeita.
vel publico, que vende os seus felizes bilhe-
tes, meios, equartos, pelos preqos abaixo
mencionados, sendo da quantia de 100o reis
para cima, a dinheiro a vista ; na ra da Ca-
dea do Recife n. 45, esquina da Madre de
Dos :
Bilhetes 5-100 recebe 5:0003
Meios 23700 2:5003
Quartos 15350 .. 1:250,3
Por Salustiano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
ao publico.
O abaixo assignado faz sciente ao respei-
tavcl publico e aos seus freguezes, que aca-
ba de montar dous importantes estabeleci-
menlos de fazendas, na ra do Crespo ns.
10 el4, ondeencontrarSo um variado e lin-
do sortimento de fazendas de todas as qua-
lidades, as quaes vende por preco muito
comino lo ; sendo gerente do estabcleci-
meuto u. i 0 o Sr. Marcelino fJeronimo de
Azevedo. |. G. Malveira.
Manoel Joaquim Seve & Filhos decla-
ram que o Sr. Jos Caetano Marlins Marques
deixou de ser seu caixeiro desde odia 10 do
crrante.
;> && ooo;;kK:o
Jardim I

Vende-se um mulatinlio ile III a lil
anuos de idade, bonita liura, sadio, e
muito pioprio para pagem, por saber
betn montar a cavallo: mi ra do Cres-
po ii. primeiro andar.
.Feude-se
na ra do Trapiche n. o i, escriptorio de
Novaos i C, superior vinlio do Porto, em
caixas de urna e duas duzias de garrafal:
a' prero commodo.
Vende-se urna casa tei rea na traves-
su de Joao Fi-aiicisco n. 1 il: na rua
Apollo, armazem n. 2t.
^ Na rua do Crespo, io-
@ ja amarella n. 4, de
Antonio F. Pereira,
Vende-se
^ roupa leita vindt de Paris, para
-;';- acabar, como sejam :
...--.. Casacas de panno fino prelo e de
2 cores, toda fonada de seda e da ul-
5$ lima moda de Paris, a
1^ Casacas de sarja pr.ta de seda, a
.!. Sobrecasacas da panno liuo pre-
Q lo, a
J Sobrecasacas de sarja preta de
;j seda, a
9 Hitas da dila de cores, a
1$ Paht'ii de panno fino prelo, com
>j rU de velludo, a
& Ditus de pdnnu Tino preto, a
-'^ Ditos de cores mescladas com go-
,}; la de velludo, a
x Pellicos de seda prela e de co-
,? "" a
:.j Palitos de alpaca prela cora gola
$g sarjada, a
a Ditos de alpaca prela com gola,
J^ muito lina, a
--J Ceroulas de liubo do mais liuo
-V'- bramante, a
C .Mii-d. muito finas de Silecia, a
Coletea de selim, gorguiao e de
.j oolras qaalldadei, a
j% Cnpoles de panno de limisle, com
'Jf man^d- e cpu, lodos futrados de
cachemira, a
O
i&>
manas: na loja de Josi' Antonio Moreira brancas, e de cores, em noveo, para costu-
DiascvC, na rua Nova n. 35. Na mesma jra, em casa deSouthall Mellor i C.a, ruado
loja se bolam ouvidos em espulgadas por Torres n. 38.
menos do nue em outra qualauor parte.
--- No i na/.ni da rua da Moeda n. 23, de
Jos Antonio Moreira Dias&C, vende-se sa-
litre refinado do superior qnalidado.
- Vende-se farelo de Lisboa, chegado
ltimamente pelo hrigue constante : na rua
do Vigario n. 19, primeiro andar.
&
:i0oooo @
250000^
253000 (S,
23-3000 *Sf
2(15000 i
1830OO 2?
20301K) $-;:
16-OOO
103000 ^jj
12C-000
23800 fi
25S00 Je
oOOO
&
8* ^
-1 o -
o> o
2.0

c
o
1/.
B
58
Si
o
c
B
a
-
a
o
OP

gesto, que
No anli|(o e bem conliectdo jardim, sito S?
no correr da igr.ja de .Nosia Senhora da So- i.''"-
ledad, caa 11. 7, vende-se um grande sor- T
liinento de ps das mais lindas c formlas >'r
roseiras, qoe ha na provincia,e mullas e di- S&
versas qoalidadts, ludas em vfgclac.ao, e S
, oulras muitas llores de aparado gi". nup *P
%S s com 1 vista se poder apreciar.
o deposito das bif lias,
rua estreita do Rosario n. 11, ha muito bous
queijos do Serid, ditos londrinos, ditos do
romo muito frescos, ditos suissos tambem
muito frescos, doce de goiaba muito fino,
latas de blscoitos linos de todas as qualida-
des, presuntos para fiambre,ditos do Laoiego
para panella, paios e linguicas, charutos de
todas as qualidades, passas, figos, ameixas,
latas com peras, pecegos, ginja, damascos,
assiincomo a boa pilada do verdadeiro si-
monle da Cachooira, para os velhos do boni
gosto que a sabem apreciar, ludo
Grande pechin-
eba.
Ricos cortes de laa com l covados.
Vendem-ie corles de laa para vestidos, os mais
modernos, por serem com lislras apelilladas, imilan-
do a chamalote, a isslmo prejo de 5.3OOO cada um corle ; na roa do
Qu.imado n. 19, loja de Sautos Coelho.
TACHAS PARA ENGENHO .
Da fundicdO de Ierro de D. W. Uwman
na rua do Uimn, jpassando o cliah-
riz, continua a havor um completo sor-
timento de tachas de Ierro fundido e bati-
do, de 5 a 8 palmos de bica, as quaes se
echama venda por preco commodo e com
promptido, emJiarcam-se ou corregam-
fe em carro sem despezas ao comprador.
Vendem-se na rua da Concoruia n. 26,
2 bois mansos de carrosa, muito gordos.
ROUPA FElTA.
Vendem-se palitos e sobrecasacos de pan-
no lino com gola de velludo e forrados de
seda de 25 a 30cOO0, casacas pretas a 30s000,
palitos de alpaca a 7 e 80OOO, de brim a 3 e
43OOO, colletes de velludo a 12f000, de case-
mira bordados a 10/000, de setim, gorgurao
e seda de 5 a b3000, calcas de panno lino a
IOS, de casemira de cores a 103, decasemi-
ra preta stima 123, de brim de lintio bran-
ca ede cores a 5 e6;000, chapeos de todas
as qualidades para honicns e ineiiinos, gr-
valas, luvas, c oulros muilos objeclos que
se vendem por precos commodos : na rua
Nova, loja 11. 4.
Vendem-se 4 roda para 1 carro, 3 boas
e 1 precisando de concert, e por mdico
preco: queo as quizer, dirija-se a rua da
Sulodade, que segu para o Mauguitiho, no
itiodos4 leOes, a qualquer hora do din*
que achara com quem tratar.
--- Vende-se urna escrava de bonita figu-
ra, idade de 18 anuos, cozinba, engomma e
cose com perfeic^o : quem a pretender, di-
rija-be a rua larga do llosario n. 48.
7spinhus e flores,
drama orginal de Camillo Caslcllo Brauco :
vende-se na livraria de J. B. do Mello, rua da
Cruz n. 52.
A 2^200.
Vendem-se cortes de cassa fina pintada,
com sal picos e palminhas miudas, e com 7
varas cada corte a 20200 na rua do uei-
mado n. 22, na loja da boa f.
Cortes de laa para vesti-
dos.
Vendem-se curtes da laa de lindos pa-
drees, com 15 covados cada corte, pelo di-
minuto preco de quinze patacas ; a elles,
antes que se acabem : na rua do Queimado
n. 22, na loja da boa f.
flgodoes da jBa-
Itia verdadeiro.
Antonio Loii de Oliveira Aztvedn vende no seu
escripiorio, na rua da Crut n. 1, o verdadeiro alK<>-
.1.10 da Rabia.
Camas de ferro
para sotteiros ec'sados.
Ven le Antonio l.oi de Oliveira Atevado, no lea
escripiorio da rua da Ouz n. I.
Ao Preguica
QUE ESTA YENDENDO 8A-
RAT1SSM0
Na loja do Pregui^a, na roa do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, conti-
nu'a a vender-se muilase diversas fazendas,
por preQos baratissiraos, entre ellas cam-
braias francezas, pidios novos e cores fi-
xas, pelo baralissimo prego de 480 rs. a va-
ra, ditas de cordao muito finas a 500 rs. a
vara, cassas francezas muito finas e de pa-
drees os mais modernos que ha no mercado
a 640 a vara, chitas francezas de lindissimos
padrOs a 280 e 300 rs. o covado, mussulina
branca a mais fina que he possivel a 440 o
covado, dita de cor a 340, cortes de casemi-
ra de cor de lindissimos padrees e superior
qualidade a 6/cada um, cortes de brim de
puro linho de lindos padrees a 2; 100 cda
um, ditos de ditos a 2-3, ditos de algodo a
1-3360, pililos de cutim de lindos padres e
muito encorpados a 10600 cada um, lonco
de cambraia para mSo a 120, ditos mais Unos
a 220, pegas do brelanha de rolo de 10 varas
a 23 cada urna, chitas escuras de diversos
padrOes e cores tixas a 140,160,180 e 200 rs.
o covado, e a pec,a a 53, 63, 6*500 e 7o500 ca-
da urna, cobertores proprjos para escravos a
700 rs. cada um, grvalas de seda de lindos
padros a 13, ditas pretas de setim a i.-.!v>,
ditas de corles em outro goslo a 700 rs. cada
nina, luvas de suda de todas as qualidades
para homens e senhoras, len;os de seda de
bons goslos, gangas mescladas de lindos pa-
drees a 600 rs. o covado, cortes de castores
de bonitos padres a 1? cada um, cambraias
lisas finas a 43500, com 10 varas, ditas ditas
muito linas a t?, e oulras muitas fazendas
que se deixa :n de mencionar, e se venderlo
por baratissimos precos; e se darSo amos-
tras com penhor.
Mussulinas brancas e de
c >res.
Vende-so mussulina branca muito fina a
4i0 rs. o covado, dita de cores de c&ccilentes
padres a 320 o covado: na loja da boa f,
na rua do Queimado ti. 22.
Algodo monstro.
Vende-se a!god3o monstro com 8 palmos
de largura, muito proprio para toalhas e
Ienc.es, pelo baralissimo prego de 600 rs. a
vara: na loja daboa f, na rua do Queima-
do n. 22.
CERA DEBCAHNAUBA.
Vende-se cera de carnauba de muito boa
qualidade, recentemente ebegada : na rua
da Cadeia, loja n. 50, defronte da rua da Ma-
dre de Dos.
.Luvas de Jouvin.
Constantemente acharo na loja do Le-
conte, aterro da Boa-Vista n. 7, as verdadei-
ras luvas de Jouvin, de todas as cores,
igualmente ricos penlcs de tartaruga da ul-
tima moda.
Cobertores
P1
Reiogios
cobcrios e descobertos, pequeos e grandes,
de ouro patente ingles, para bomem e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez : e casa de Soulhall Mellor C., rua
op Torres n. 38.
CHAPEOS A TAMBERLIK
Do afamado fabrican
'inueaii de i a lis.
Acabamdecliejjar pelo ultimo paipiclf,
os xupa mencionados chapeos destr afa-
mado fabricante, e vende-se na loa i portas, da rua da Cadeia do Recito i
i8, de Narciso Mana Carneiro.
Venda de
pianos.
Veudein-se inultos lindos o e\cellentes
pianos, chegudos iiltimamenle de llam-
bui go, e com lindos retratos no rontes-
picio : a rua da Cruz n. 55, casa de J.
Keller i C.
& Martin, em barricas de 15 duzias de
potes: emeasa de Jame* Crabtree i C,
Vende-se cal de Lisboa ltimamente ebe-
gada, ass
deira : n
moendaspara engenbo, machinas de vaaor
e tai xas de ferro batido e coado de lodosos
tamaubos para dito.
Moinhosdo vento
com bombas derepuxopara retar hor asaba
ia decapim : oa (undiraodt D. W. Bcwmaa
udrua dnHroiu ls.6 8el0.
Era casa da Saundari Broihan C. prica
COM PEl'EXO TOLE DE AVVRIV {&*
A DIMItIRO Alcatro de carvio,
Pegas de madapolSo fino, ditas de algo- Eonas de liflho.
tlozinho liso muito encorpado, ditas de di-.esponjas,
lo trancado e largo : vende-se na rua do Drogas.
Pi

c*
Crespo, loja da esquina quevolta para a rua Algodsolizopara saccas
la Cad^ia- i o antrancado igual 10 da
relogios de pa-
tente
iuglezes de ouro, de sabonete e de vidro :
vendem-se a preco i azoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Kecife, armazem n. 1C.
\i loja n. 13 da rua do Crespo ha para
vender urna porgao de cobeilores escuros a
640 rs ditos de algodao brancus a 800 rs.
- Vende-se superior linhas de algodao
Kn casa deHabeScbmetlau.&Companhias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
Ham burgo.
Vinko do Porto
superior chamico.
Vende-se nicamente era casa de Barroca
^ Castro, na rua da Cadeia do Kecife n. 4.
^ellins e relegios
SELLINS e KELOGIOS de palete
inulez : a venda nu nrmaz.m de
Rostron Kooker \ Companhia, w-
iluii'.i do largo do Corpo Sanio nu-
mero 48.
Deposito
de rapprinceza da fabri-
ca de IL. 6asie, no Rio
de .aneiro.
Vende-se a pre^o commodo rap lino,
grosso e meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz n. 49.
CARVAO PiTEITE IHGLEZ
para fogao do cozinha, e vende-se em casa
de Poirier, no aterro da Boa-Vista n. 55.
Cobre em moeda.
Vende-te constantemente na pra<;a da In-
dependencia n. 4, a um e meio por ceoto.
SECRETARIAS.
As melhores que te hoje lem apparecido
a'esle mercado : vendem-se no escrintorio
do agenle Oliveira, rua da Cadeia do Kecife
n. 6-2, primeiro andar.
Vende-se a verdadeira graxa ingle-!
za n. !)7, dos llamados fabricantesI)a\ i
Tat-has de ferro.
Na fundicSo da Aurora em Santo Amaro-
e tambem no deposito na rua do Hi um, logo
na entrada, e defronte do arsenal de mari-
nha, ba sempre um grande sortimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, Latidas, fundidas, grandes, pe-
queas, rasas c fundas ; e em ambos os lu-
gares exislem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. Os preco
sSoo s mais commodos.
Metliodo facilimo.
Na livraria da praca da Independencia n.
6e8, veude-so o methodo facilimo-para
aprender ler, novamente impresso e aug-
mentado, por mil reis.
Arados Je ferro.
Na fundicSo de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acbam-se Dar vender arados
do ferro de um modello e construcc3o muito
superiores.
Cera de carnauba e sebo
cuado.
Vende-se no armazem de 1) K. And & C,
rua da Cruz n. 15, sssim como velas de car-
nauba do Aracaty do superior| qualidade, e
fio de algodSo da Baha, tudo por commodo
preco.
Cal virgen) e potassa,
Cal de Lisboa chegada nestes dias, e po-
tassa superior: na rua do Trapiche ns. 9e
II, armazem.
uelogios.
Os melhores relogios do ouro, patente in
glez, vendem-se por precos razoaveis, no
escripiorio do agente Oliveira, rua da Ca-
deia do ecife u. 62, primeiro andar.
CAAS DE FERRO
Encllenles camas de ferro para solteiros :
vendem-se no escriptorio do gente Olivei-
ra, rua da Cadeia do Recife n. 62, primeiro
andar.
Agencia
da fundido Low-.Hoor,
rua da Senzala i' ova
o. 4<2.
Neste estabelecimento continu'a a haver
um completo sortimento de mormias e meias
latea
pelo soriimenio da fiandasproprio
para sis mercado ludo por preco/eomnodo.
RELOGIOS
Rua da Cadeia do Recife n. 18
Ha um sortimento de RELOCIOS de todas
as qualidades, tanto de OLKO como de PRA-
TA, ditos FOLIADOS e DOURADOS. assim cor
mo para senhora, todos garantidos e po-
pre^os commodos.
AVISO
aos fferreros.
F. POIK1EK. Aterro da Boa-Vista u. 55
Tena para vender, a vontade do com-
Drador:
CARYAO DE PEDRA
de primeira (pialidade, por preco cora-
modo.
Velas de esper-
raacete.
Vendem-se caixas com 25 libras de fe-
las de G em libra, a' preco commodo.. em
casa de Isaac Curio & C, rua da Ciu/.
n. i9.
Vendem-se coqueiros pequeos, pro-
prios para se plantar : na rua das Trinchei-
ras n. 29.
lOOsOOO de GRATIFICACAO
a <|uem pegar o esclavo crioulo de no-
me Lourens^o, de idade 25 annos, com-
prado a Diogo Soares Carneiro de Albu-
querque, morador no engenlio Karou-,
comarca de Pa'o d'Albo, o escravo tem o
signacs seguintes: cor preta, rosto coni-
prido, pouca barba, tem urna cicatriz,
na testa proveniente de urna cacetada que
levou em Pa'o d'Allio, tem urna das pei-
nas mais lina (|ue a outra, e na meiuu
peina tem outra cicatriz proveniente de
urna gomina que teve ; levou calca de ca-
semira ciuzeiita, calca e camisa de algodao
azul escuro : a pessoa que o pegar dirija-
se a rua ireita n. 3.
Continua a estar fgido o escravo, de
nome Ventura, natural do MaranhSo, de 46
a S annos de idade, rosto escaveirado, tem
as pernas alguma cousa arqueadas, he bas-
tante tallador, j deu urna fgida, acouun-
do-se na mata de Beberibe : quem o pegar
pode levar a seu senhor Manoel da Silva Sau-
tos, na rua da Cadeia do Kecife. que dar a
competente gratilicacSo.
Dos premios da tercena parte da primeira loteria a beneficio de N. S. da Saude do Poco da Panella
______________________________extra h id a a 18 de .Julhode 1857.
eos

O Dr. Fi
iaasco de PaulaBaptista,
tem abei lo escriptorio para advogar, no
vende por menos do que om outra quaiauer
parle.
AGENCIA.
Claudino do Reg Lima, despachante pe-
la reparticSo da polica, tira passaporta pura
dentro e lora do imperio, folln corrida, <
todo c qualquer negocio tendeues as repar-
ticOes publicas, com todo o cuidido e pres-
teza ua rua da Praia, primeiro andar n. 43
Atteoco
Na gra.de fabrica de ta-
ma neos oa roa Di re i ti,
esquina do boceo de S.
Pedro ii. !6\
lia cirectivament". um grande sortimento
os tainanlios, quer
O mais completo e variado sortimento de
chapeos de feltro de lo Jas hs qualidades,
para homens e meninos, de 35000 a 7-5UU0,
bem como variado sortimento de chapeos
do Cluli, de mandila, de Italia, de castor de
seda para homens, senhoras e a enin.js, ven-
s demlo do tudo por monos do que em outra
isto se qualquer parte no anl
S. PREMS.|
y
r
a
5
j.
53
59,
:
5 I
5?j I
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59
5-
55
55
5ja
5S
55
53
5s
de tainancos para lodos
a rea
o estabelecimento
de J. de O. Maia. na praca da Independencia
ns. -24, 26, 28 e 30
(]hapeos para
senhoras.
No anligo estabelecimento de chapeos,
do Joaquim de oliveira Uaia, na praca da
Independencia, lujas ns*. 21, 26, 28 e 30, |la
para vender por preco assas commodo, avis-
ta da boa qualidade, chapeos desedaepa-
llia para senhora, com riquissimos enleiles,
e superiores litas, c o mais moderno que'
lem viudo ao mercado.
Borzegn iutj.
Xoalcr oda Boa-Vista, loja a n. 14, de-
fronto du bjnt.-ca, venJdip-se borzeguins
com salto, e u couro de lustre mais sobijo
Jos qoeesUo mais em uso. tamo para se-
primeiro andar da asa do rua das Trn- r-rni. 3""em8rndespori;0M muito emJnhora como para meninas, por ,,reCo com-
I, .,, i o i c0"'a e rien-ae Umbem de uncommenda modo, a dinliciro a visla c iroc(l ,i,. s.,1h
< Iilii iin.ll, por cuna to cal I no do es- a moda do Porto, para homens e senhoras. las velhas. dL !""llj"
ci-ivao Baptista, anUgameotedo fallecido
Reg; calii, das! horasdodiacm diantc,
esta prouipto a ourira todo,ea receljcr
os causas detodos quequizerem [u-ocurar
as seus serviros de advocado.
Na rua do Fagndes, loja u. 27, la-
ve-seeengomma-secom perfeicao, epre-
Na fundlcSe de W. Bowman, em F- e Pe(lue"as luantias, sobre penhores.
ra de Poitas, precisa-se do olciaes marci-l Compram-se dous Caniohos para sc-
neiros. rom puxados a bois ou cavullos, que este-
Xa i'uiidirao da Aurora mU.-.Jj*a embomesUdO: a tratar na praca do
-ll*$.
Compra-.-e iima carroga para bol, que
eslija em bom uso: na rua Uireita n.84
Coinpra-sc'clVeciivamenle na ruadas
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di- i
vida publica e provine
___irora
de serventes forros ou esc
servico debaixo decoberta.
Na rua do Vigario n 2T, primeiro an:
dar, precisa-se do urna ama
cimento de sne couJucla.
bxcelieules capase palitos de borracha.
'.oiitlcni-.se capas e palitos de borracln,
i-liega los ltimamente, e que so estao ven-
deudo por metade do proco que outro qual-
quer possa vender na loja uc i portas a
; rua do Queimado n. 10.
Vndese na rua da Concordia n. 2G,
ial.accoesdascom.ia-^".1 cal tararas dous papagaios e duas
cabras pandas, oe boa raca.
SALITKE KEFINADO.
No escripiorio de Josc Antonio Moreira
llia.s C na rua das Lurangoiras n. 18,
vende-se salitre de superior qualidade, por
menos do que em outra qualquer paite, e
chumbo do muiiigao de lodns as grossuras.
Ven iem-so muito boas espingardas de
- Compra-se urna casa terrea no bairro' dous cantos, fero do todas as grossuras,
de Santo Antonio ou Boa-Vista : a tralar no tanto quaJrado como i'udoii lo, salitre rcli-
P ls'<-se- (jQrp0 Santo, armazem de cabos, de Manoel
i-avos, para Ignacio de Oliveira Braga.
dando conbe-ll escripiorio do labelliao Porto Carreiro, na nado de superior qualidade, en (completo
i rua estreita do Bosario. I sortimento de ferragens, nnudezas e perfu-
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