Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06565


This item is only available as the following downloads:


Full Text
\\\() XXXIII N 461
Por 5 mezes adiantados 4,S'000
Por 3 mezes vencidos 4S500.
SEXTA FFJRV 17 DE JILIIO DE 18S7
Por anuo adiantado 15,000.
Porte franco para o subscriptor.
KNCARHEGADOS DA 8UBSCRIPCAO DO NORTE.
Parihiba, o Sr. Joo Rodolpho Gomes ; Natal, o Sr. Joaquina
V Pereira Jnior ; Araralv. o Sr. A. de Lemos Braga ; Cei-
r'. o 9r. J. Jos de Oliveira ; Maranlio, o Sr. Joaquim Mar-
qne Rodrigues; Plantar o Sr. Jos* Joaquim Avelioo ; Pa-
ra, o Sr. Justino J. Hamos i Amazonas, o Sr. Jeronymo da
GotU.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olin.li? : todos o* alas, is O Ma liora* .lo dia.
i'm;.i--h. Galaaaae Parahiiia: na* asaaadas c feslaa-feiras.
s \ ifio,Hesenoa,BooHa, Canura*, Altinl..... Upraalniu: na ierra-Irire.
S. I.nurenri, l'uo d'.VIIii,, .\t/,,r,.(t<, l.ini-H>iro. 111-, -j... Peaqaeira, lagaicira,
Flores, Villa-lt.'IU, Boa-Vena, Otiri-ur. e Ese, 1.....laartaa-feiraj.
Cali,lpojBca,8faMeaa, lliu Fonaoao, aa, Bazreiroa, Asaa-Prele, t*i-
awaiefrase Natal: avfataa-fetnma.
Tedoaoacorrelos eanem a* 10 huras da anUaia.
AUDIENCIAS DOS TRIDUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relaeo : tercas Tetras e sabbados.
Fazenda : quartas e sabbados as 10 horas.
Juno do commercio : segundas as 10 horas e quintas ao moio dia.
Juizo do orphos : segundas e quintas as 10 horas.
Primeira vara do civcl : segundas escitas ao meio dia.
Segunda tara do clvel ; uarlas e sabbados ao meio dia.
EPUEMER1DES DO MEZ DE JILIIO.
7 La cheia as 4 horas a 2-1 minutos da manha.
I i Ojiarlo minguante as 10 horas e 57 minutos da manha
21 La nova as 3 horas e 53 minutos da manha.
28 yuarto crescenle as 6 horas e 85 minuto da tarde.
PREAMAR DEHOJE.
Primeira O e 30 minutos da tarde.
Segunda n.e 54 minutos da manha.
DAS DA SEMANA.
13 Segunda. S. Anarleto p. m. Ss. Jocl e Esdras nronheue.
II Tete*. S. Boavcntura b. r.ird o dout.
15 Ouarta. S. Camilo de Lclins, fundador.
16 0'int.i. N. Senhora do Carmo.
17 Sexta. S. Marinha v. >. Aleiio.
18 Sbado. S. Rufino b. e s. Fredcrico.
19 Domingo 7. O Alijo Custodio do Imperio.
ENCARUEGADOS DA SBSCRICAO NO SIL
Alagoai, oSr. Claudino Falcao Dias : Bahia, o Sr. D. Duir
Rio de Janeiro, o Sr. Joo Pereira Martins.
BH PERNAMBL'CO.
O proprietario do DIARIO Manoel Figueiroa de Faril na siu
livraria, prac da Independencia n. 6 e 8.
No dia 20 do corren le termina o pra-
/.o par{ o pagamento da subscripeo do
presente quartel deste DlAklO, a razao
de s.sOOO, depois delle s se recebera' a
i.SOO, segundo esta' estipulado : os <;-
nlioresque se acliam em debito de quar-
tcix vencidos, queiram manda-Ios pagar
a Ig.'iOO como sao olnigados.
PASTE QFFICiAL
OOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do la 7 do juico.
Bines Jacnme de Araujo, que tendo-se evadido da-
qnelle presidio, fura preso no Rio Grande do Norle,
edalli remedido no vapor S. Salvador.
HitoAo inspector da thesouraria de fazenda, 41-
zendo qoe nao (endo chgado a aulorisacao do aug-
mento de crdito pedido ao ministerio da fazenda
para a rubrica colleclorias o aotorisa sol res-
ponsabilidade da presidencia a ir despendendo por
easa rubrica o que for indispensavel, afim de se po-
der levar em conU e escriptarar precisamente a por
centacem dos colleclnres que estilo vtulo recolher o ao Sr. dssembargador fiscal,
produclo-arrecadado em mas colleclorias no semestre j Oulro de Joaquim Montcirp da Croz, porluguez,
e trimestre vencidos no ultimo de junlio prximo de 3 anuos de idade, cominercianle de fazendas em
lin :lo. i grosso e a retalho, coni tslabeleciineulo na roa do
OiloAo mesmo, antorisando sob responsabilida- i Queimado n. >">, pedindo malricular-se.Foi i un
de do governo, o adianlamento ao administrador do visla ao Sr. desembargador fiscal.
Oolro de N. O. Bieber & Companhia, pedindo. sacilo maislivre e mais fcil. Reservando-seo privi-
registrar a procurarlo que ajunlaram. Regis-1 legio de legislar sem elle, as assembleas deliberadles
ire-se. Ihedeixaram o de administrar sem ellas. Os minis-
Oulro de Luiz Amavel Dobonrcq Janinr, prepos- Iros nao leudo acc,ao legal sobre as cmaras, oslas
to dojcurreler F. KobilliarJ, apresentando o conde- I nao devem, reciprocamente, ter nenhuma sobre os
cimento de haver pago o impoito deste, relativo ao
ultimo anno finaoceiro.Registre-se.
Huiro de Jo Rayroundo de Carvalho, por seo
- procurador Caetano Cyriaco da Costa Moreira, pe-
- dindo registrar a su.i laucha nTubaro.11 aj i visla
OfiicioAo Eim. general commandanle das ar-
mas, rogando-llie se sirva de fazer constar ao espi-
tao Rieardo Jos da Silva, que na secretaria do go-
veroo e\iste para llie ser entregue, logo que prestar
o devido juramento, o sen diploma de cavalleiro da
ordem de S. Rento de Aviz.
DitoAo cliefe de polica, dizendo que se man-
dn pagar as despezas rom o aloguel da casa que
serve de quartel do destacamento da Pedrs de Fogo
e com o fornecimenlo de luz para o meimo quartel
nos mezes da Janeiro a jnnho desle anno.
DiloA' estarlo natal, enviando copia do aviso
da marinha de 25 dejunlio ultimo, determinando
que lodos os recrnlas destnalos ao servico da arma-
da sejam remedidos para a corle.Tnmbem remet-
teu-se ao rapiao do porto.
DitoAo commandanle superior do Recife, re-
rommendando a expedirn de suas orden*, para que
seja dispensado do servico o guarda do segundo be-
lalhlo Francisco Joaquim Leiie, que est empregado
Da estrada de ferro.Communicou se ao Sr. Penis-
tan, enzenlieiro da moma estrada.
DitoA' thesouraria de fazend i, communicando-
llie que pelo ministerio da guerra fra declarado que
os delegado* do cirurqijo-mor do esercito nao leem
direilo a cavalgaduras, mas somente a forragens
quando se moverem de ons para uniros pontos da
provincia e durante o lempo da viagem. Deu-se
sciencia disso a thesouraria de fazenda.
DitoA' mesma, enviando por copia o aviso da
guerra de 23 de juoho ultimo, acompanhado da ta-
bella a que se elle refere, da distribuirlo do crdito
aherlo a essa thesouraria para ai despezas daquella
repanicao no prsenle exerricio.
DitoA' mesma, commonicando-lhe qne com o
aviso da fazenda de !' do passatlo foram enviados os
decretos, pelos qnaes foram Horneados Firmino Jos
de Oliveira para primeiro cscriplurario, Claudino
Beoicio Machado para segundo escripturario, e Ti-
burcio Valeriano dos Sanios para amanuense, lodos
da alfandega desla provincia.
DiloA' mesma. communicandn Ihe ler sido no-
meado o Dr. Manoel do Naseimento Machado l'nr-
lella para o logar de lente substituto da Faculdnde
de Direito desla eidade, segondo conslnu de narlici-
p.ir.io da secretaria de estado dos negocios do.impe-
rio.Communicon-se ao director da Faculdade e ao
nomeado.
DitoA'mesma, cnmmunir.indo a nomescao de
Jos Chriipiniano Rodrigues Cotillo para agente do
correio da Boa-Vista, vago pela dcmissflo de Manoel
da Silva Franco.Communicoq-se ao administrador
do correio.
l.ircuUr.A todos os juizes de direiloTransmit-
i por copia a Vmc., para que Ihe d a devida pu-
hlicidade nessa comarca, o aviso da repaitirio ,1a
guerra de ."1 de junho ultimo, do qoal eonsl.-i que S.
M. o Imperador, por decreto de 23 de maio deslc
anno, liouve por bem perdoar o crime de primeira e
segunda desqrroes que liverem commellido as praras
de prel perteucenles aos corpos do exeicilo c da
guarda eJoiMl em destacamento, urna vez que os
reos ae apresenlrin dentro do prazo de 3 mezes, con
lados da putilii-ar.io do mesmo derreto em cada co-
marca, iiielujiiiilo-fe os que cslivcrem eulenriadns e
poi sentenciar. Remelteuso lam*ein copia deslc
viso ao Exio. general commamlanlc das armas.
Aviso a que se relere a circular cima.
Circular.Itio de Janeiro. Ministerio dos nego-
cios da guerra, em .1 de junho de IXYT.
Illm. F:m. Sr.S. M. o Imperndor, aprar.pn-
do se dar mais urna prova da soa imperial cominise-
rajao s pracas de prel do exercilo e da guarda na-
cional em destacamento, que liveram a mfelicidsde
de desertar, apartndose de suas bnndeiras, liouve
por bem, por decreto de23 d- maio ultimo, perdoar-
Ihes o crime de primeira e segunda deserfao, apre-
sentar.do-se os reos dentro do prazo de tres mezes,
contados da dala da publicarlo do mesmo decreto
em cada urna comarca das provinci.s, ineluindo-se
ne-le indulto as que estiverem sentenciadas oo para
enlenciar : oque eommuniro a V. Esc. para sua
inlelligencia e exeeuc,ao, e para que o fec,a constar
em lodos os pontos ita provincia, sob sua adminis-
IrarSe.
Dos guarde a V. Exc.Jernimo Francisco Coe-
Iho.Sr. presidente da provincia de Pernambuco.
Comprase.Palacio do governo de Pernambuco.
7 de julho de I8j7.Porlella.
DiloAo arsenal de guerra, enviando copia do
aviso da guerra de 95 de junho ultimo, as primeiras
vias dos eonhecimenlos da plvora e mais arligos que
pelo arsenal de guerra da corle se remetteram no
hrianr nacional Firma, com destino a' esla pro-
vincia e a oulrasdo norte, afirn de que Smc. nao s
os faca desembarcar logo que chegue o referido bri-
gue, mas lamliem contrate a con-IrucrSo daquelles
que lom de ser enviados para o Rio Grande do Nor-
te e Ceara'.
DiloAo director interino das obras publica', au-
lorisando-o a comprar o cobre em folha, preciso pa-
ra sohstiliir o farro de chumbo dos ngulos da co-
pula da sala central da inspeccao geral da casa de
detenc,ao.
DiloA irm.indatle de Nossa Senhora do Ampa-
ro de Uoianna, declaraudo-llie que S. M. a Impera-
Iriz s dignara aceitar o cargo de juiza perpelaa da-
quella irmandade.
DiloAo commandanle de polica, IrarHmillindn
para o conveniente destino, os processos eriminaes
a' que respondern pelo crime de primeira deser-
co simples os soldados daquella coi po Evaristo Ro-
drigues da Silva e .Manoel Francisco Suassooa, e de-
clarando que se acbm cllescompreliendidos no per.
d.lo concedido pelo decreto de 17 de julho ollimo.
PorlariaEsoneranilo, sob proposta do chefe de
polica, a Cielano Jos Mendes do cargo de quarto
supplenl* do subdelegado de Santo Anlnio desla cl-
dade.Communicou-se ao chefe depulicia.
DitaAo agente dos vapores lirasileiros, para dar
passagem para o M iranlnlo, por coula do governo,
ao desertor Manuel Francisco da Sacramento, que
Ihe sera' enviado pelo general eommandaute das ar-
mas.Commiinicouse a esle.
DitaAo mesmo, para dar transporte para o Ma-
ranhaa, por eonla do eoverno, a era marinbeiro que
Ihe sera" remedido pelo ciiefe da estacao naval, com
(leslino ao vapor Thetis.
Expediente do secretario da provincia.
OllicioA thesouraria de fazenda, eimando-lhe
12 orden*, sendo II ao thesouro nacional sob nme-
ros tn."> a 115, e t ao ministerio da guerra de 15 de
junho ultimo, e brm assim tres oflirios da directora
da deipeza publica, o primeiro acompanhado de co-
pia da circular numero 81, e osootros dous commu-
nicando os saques das ledras numero 25 26 na im-
pnrlanci.i de res 5Wfc004>9 a favor da directora do
banco do li'n'il.
!)
inicioAo Exin. ministro do Brasil em Londres,
acensando recebido o ofiicio em que S. Exc rnmmo-
niea que o consol geral do Brasil em Brutellas, re-
rebera dessa legai-ao a quanlia do t iO para paga-
mento da pa*sasm do engenheiro m idi'ni 11 con-
tratado para esla provincia.
Dito-AoEim.vice presidenledo Cear,declarando
ler dado deslino ao ofii-io em qu S. Etc. cnminn-
uii-oi. ao hacharcl Manuel de Souza i. ir.-i.i a sua no
meec.ao para u lugar de secretario da polica dessa
provincia.
DiloAo Etm. vice- presidente d->s Alagoas, en-
viando-lhe copiada termo com que.I nao Francisco
Recis conlraloii vender para as obras do mesmo ar-
senal as madeiras de que traa o i flicin desle gover-
no de 12 de maio ultimo.'
DitaAo Exm. vice-prasidente da Pirah
clarando qoe o artigos d armamento e eiiuipamen-
lo mandados fornecer ao meio balalhao daquella pro-
vincia, j foram enlrcgucs ao agente Josc Joaquim ,
de Lima.
DitoAo Exm. general eommaudaules das armas,
inleirando-o de ter espedidos orden ao director do
arsenal de guerra, para enviar par a ItahTn, no raso
rte nao serem remedidos para a* Alalinas no vapor
cPersinunga.ii o arligos do Taimiento que sea-
promplaram no me-mo ar-enal co-n d-slino ao 2" ba-
talhao de knfantaria, praiican lo o roesnao acerca dos
de inlis arligiiqnc faUcrem paaa o compiti di-qoe
se mandarain manufacturar par o referido lialalh:V>.
Fez-'e o ofli-i" de que e (ral i.
DiloAo mesmo, roinmur.ica:idii llieler se ollicia-
do ao agenl dos Taporas hrasleiros para por o dia-
posi^ao de S. Exc. para ser opportnu.miente enviado
par o prest lio de Fernando, o sentenciado llenno-
correio de 1:0005000 para ir occorrendo s despezas
a seu cargo no correte exercicio.Commuoicnu-se
a eila.
DitoAo mesmo, aulorisanlo-o sob responsabi-
li.1.) lo 1 presidencia i entrega de 77?760, que em
ofiicio de 2 do correte man loo esle governo fazer
ao alfere Miguel Augusto Barbalho Picaneo, para
aluguer das cavalgaduras para condcelo do farda-
menln das praras destacadas na Boa-Vi vez que declarara S. S. nao haver credilo d'onde
possa sabir semelhanle despeza.
DiloAo mesmo, aulorisando sob respansabilda-
de deste governo, al que venha para essa fim or-
dem do Ihesouro nacional, as despezas a cargo do
ministerio da fazenda que n.lo podem ser demora-
das, como sejam as do expediente das repartirles e
as do pagamentos de deposito* de qualquer engem.
DitoAo mesmo, antorisando-o a mandar pagar
an capataz da alfandega, sob respon presidencia, a porcentagemna importancia de reis
2:79t!/8li, qoe venecu o referido capataz no mezde
julho ollimo.
DiloAo direclor geral da inslrucro publica,
communicando-lhe ler visla do parecer do! encerrou a seisSo."
conseibo direclor concedido ao professer da Bna-Vis-
la, lieminiano Joaquim de Miranda, a gralifirac.ao
marcada na segunda parle do art. 28 da le provin-
cial n. 3B9.
Dilo Ao arsenal de marinha para mandar
apromplar orna roda para substituir a que serve de
dar movimenlo ao eixo do hlice do vapor Beberi-
bc, quando est fundeado.Commuuicou-se a esla-
r:m naval.
DiloAo presidenta do consellio administrativo
para compraros ubjeclos mencionados as duas re-
laroes juntas, dos quaes precisa o arsenal de guerra.
Cotninonicou-se a este.
DiloAo juz de diieilo do Brejo, dizendo nao su
que dos qualro recrutas que Smc. remellen, man-
dara por em liberdade o de non.e Joan F^vangelisla
por ser visivelmenKf aleijado de um pe. como lam-
liem reeommendando lodo o escrpulo para que
nao sejam recrolados individuos que se acharem em
igoaes rircum-l inri a-, e inleirando-o ao mesmo
lempo de ler-se mandado psgar a Simplicio Jos de
Mello, a quanlia de 255920 rs. por Smc. abonada
aos mencionados recrutas.
DitoAo joiz municipal da piimeira vara, in-
leiraudo-o de que ocommandaule de Fernando de-
clarara ler deixado de enviar para aqu nt brigue de
guerra "Cearense o lentenciados quo ja finalisa-
ram ai pena* que lioham sido condemnados, e
bem assim os que Ihe foram requisilados por difTe-
rentes autoridades, em razao de ler o mesmo brigue
de seguir d all para o cruzeiro.
DiloAo coirmand.inle de Fernando para enviar
na primeira orcasiao copia da guia com que foi pa-
ra aquelle presidio em 1843 o reo llermogenei Ja-
come de Araujo llezerra, que sendo criminoso de
morle na villa do Callo da Rocha da provincia da
Paraliiba, se evadir d'afll com ootros em novem-
bro de 1893, devendn vir una nnla de ludo quinto
conslar dea respectivos assenlameulo*.
PorlariaAo agente dos vaporea brasileiros para
dar Iraniporle para n corle, por conla do governo
ao menor lid armio Fcrreira e ao recruli llernar-
dino, os quaes sern enviados para bordo do inesrno
vapor pelo capitn do porto. Communicou-se a
este.
Foi presente o mappa do trapiche Ramos. Arehi-
ve-se.
Nada mais havendo a tratar, o Sr. presidente le-
vanlou a susao.
Sesso judiciaria EM 16 DE JULHO DE 1857
'residencia to Exm. Sr. desembargattor
Souza.
Estiveram prsenles todos os membros do tri-
bal) a I.
Julgamenlo. '
Appellanle, Jos Amonio Lopes ;
Appellado, Joaquim da Silva Lopes.
Foram desprezados os embargos.
Apptllanle, 1). Mari urna llorotlia Joaquina';
Appellado, Manoel Pereira Magalhaes.
F'oi coulirmada a sentenca appellada.
Passagem.
Dr Sr. desembargador Villares ao Sr. desembar-
gador Gttiraaa a appellacao em sao : .
Appellanles, Rolhe & Bidoulac ;
Appellados, (,as*erre A Tissel-frres.
E inai* nada havendo a tratar, o Sr. presidente
O secretario,
Dr. Aprigio Giiimares.
E1TERIQII.
DO PRESIDENTE DOS ESTADOS-UNIDOS.
Cre-se muilo gcralmenle que o primeiio magis-
Irado-da L'niAo americana lem prerogativas mu li-
mitadas e que ello prende, ante- em um nome, que
de facto aos destinos de seu paz. lie um erro 13o
cr.-mde como esla oulra opiniao, nao menos propa-
gada, que a patria de Washington he urna democra- I cer es,e "ludo e esla cominunhao
ca, ne aenliilo moderno desla palavra. a descoofian;,! americana fez da presidencia e do
A l'niao he urna repblica, mas que assemelha-se con muilo menos a'* doas repblicas francezas de 179:1 Ppnl* levadija e nao communicam se n.lo como au-
e de IStK que a' monarchia ingleza. *il'o de mensageiros.
ministros '. Sao os homens do presidente, que ai ah-
sorvem nelle, e as cobre rom sua responsabilidade,
em vez de ser coberlo pela sua.
Ora, loda responsahili lade deve apoiar-se sobre o
livre arbitrio, sob pena de ser orna mentira, urna
iniquidade. Eis como o que parece urna anomala,
ao primeiro aspecto, no governo americano lorna-sc
urna cuosa normal, quando se esloda o seu espirito e
mecanismo.
Esla divisan sx slemalica das rodas polticas lem li-
do diversas vamagens. Ella lem preservado a ad-
mini-lrarao americana das crises miuislcriaes, eslas
enfermidacles frequenles e mnilas vezes facticias dos
governos qne aspiram a' ser ao mesmo lempo uni-
tarios e representativos. Ella liroa (oda raz.lode
exislencia as coalicoes parlamenUres e aos escnda-
los das guerras au.r pi.rtepeuiltcs. A desgrana dos
governos constilucionaes, he que, contrario a' moral
ordinaria, berda-se dos que se asassiua. O minis-
tros americanos occopam-se m is de eos negocio*,
lendo menos de occopar-se de seui discursos. As
capacidades administrativas nao sao forcosamente
capacidades oratorias e vice-versa. Nao se exigin-
do que um hoinem de estado seja proprio para lu-
do, esla'-se menos cxposio ao que para nada seja
proprio.
Emliro, os ministros lendo menos necessidade do
concurso dos representantes do povo, tem menos n-
teresse em tentar a virtude legislativa ; se a corrup-
co, esla cbaga social, he de lodos os mundos, e so-
bretudo dos mondos polilicos, exerce-se em distan-
cia respeilosa no congresso de Washinglon. Em
vez de estar em scena, o tentador fica nos basti-
dores.
O di alio com islo lalvez que nada perca, masa
moral ganda alguma cousa.
Todava, a par destas vanlagens, o syslema ame-
ricano lem seus inconvenientes. Elle "remediou a'
um abuso por um|excesso. Isolando completamente
os poderes executivo e legislativo, elle enfraque-
ceu-os a' ambos, e querendo impedir suas InvasSea,
alterna sua harmona. Dahi urna ausencia frequen-
(e de direcrao e oe unidade.
lie no seio da representar,.1) popular que os go-
vernanles podem conhecer as necessidades do. go-
vernados, e iniciar-se em seu espirito. Ahi fita1 o
pulso do corpo social, ahi he que devem ser esluda-
das as pulsaces de seu enracao. Em vez de favore-
de senlimeulos.
Abolimos a parle hereditaria do syslema britan-
nicn, dizia em 18M, um publicista americano que
represen!,ni depois o Estado de Nova-York no Con-
O presidente dos Eilados-L'nidos be urna especie
de dos.
Termo collocado, lodos os qualro annos. na Ca-
gresso, mas he urna grande quest.lo sabsr se o chefe i si-Branca, para velar sobre os dominios do par-
de nosso polcr execotivo, que chamamos presiden- i <'d flu* Para ah o levou. Fiel a' ordem que rece-
le, e qoe um lnglez chamara re, nflo lem mais de I c*0' e"* suslenla-se, com a arma no braco, na gua-
om monarcha Irresponsavel que a lainha Vic- ''** conslilucional, at que una nova eleirao venha
loria.
COMMAiNDO DAS ARMAS.
Qaanel ijeseral do commando dai armas de
Pernambuco na cldade do Recife, em 15 de
julho de 1867.
ORDEM 1)0 DIA N. 2.
O marechal do campo commandanle das armas,
de accordo com o que Ihe commomcou o Sr. inspec-
tor da ihe-..orara de fazenda em ofiicio de 1:1 do
trrenle mez, faz. publico u guarni^ao, para sciencia
e governo dos Srs. commandanles de corpos, i;
que os vencimentos dos ofiiciaes e prel< das pracas
do* destacamenlus das comarcas de Sanio Anto,
Naiarelh, e IVio d'Allio devem ser pagos pelas col-
leclorias dessas comarcas, medanle recibos passado*
pelos commandinles dos destacamentos, datados do
da immedialn ao do vencimenlo ; 2-, qoe o* venci-
mentoi dos ofiiciaes nicamente, que por ventura so
enem destacados na comarca* de liolann. Rio
hermoso. Bonilo, Garanhuns, Brejo e municipio de
Iguarassu deven; ser pagos pelas colleclorias des*as
comarcas c municipio pela mesma forma cima ;
I- linalmenle. que os vencimenlos dos ofiiciat* e
praras de prel destacadas em diversos pontos da
provincia que por qualquer circumslanria nao pos-
sam ser pagos pelas colleclorias, em cujo caso se
achao as pravas de prel do municipio e comarcal re-
feridas em ultimo logar e as de Flores e Boa-Visla,
cnntinuarao lies vencimentos ser abonado* adian-
ladamente pelos mezes, porque anleriormeule elles
se fa/iam, iuciaindo-se esses idiamenlns 01 folha
dos ofiiciaes e nos prels genes do msz em que elles
se realisam.
Acontecendo mudas veze* n3.i serem o* destaca-
mento .ompostos de pracas de um s corpo, os
commandantei desses dcslacamcnlos para o recebi-
menlo dos vencimenlos pvssarao aos eolleelorcs
lanos recibos quanlas as pracas dos diversos cor-
pos.
Por esla occasiio previne tioda o commandanle
das arma* aos Srs. commsnlanle* de corpos que al
ullenor deliberarlo devem o* vencimenlos das pra-
ras em Ir,(menlo no hospital militar ser lirados
nos respectivos prels como sa pralirava qoando o
mesmo hospital lin'ia a denominaran deRegi-
menlal.
i AsgnidoFranciscnSergio de Oliveira.
I."informeinloiiio Clemente dos Sanio; capi-
lao ajudanle de urdens enrarregado do delalhe.
IG
ORDEM DO DIA N. :t.
II marechal de campo commandanle das armas,
para conhocimento da guarnicSo, d publleidade ao
awso da guerra abaixo transcripto, que por copia
Ihe foi rom di ti. com ofiicio da presidencia da pro-
vincia lidiado i(e II do corrinle.
AVISO.
Circular.ttio de Janeiro.Ministerio dos uego-
cios da guerra em 22 de jonbo de 1857.
Illm. e Exm. Sr.lllvendo por bem S. M. o Im-
perador por sua immediata e imperial resolurjo de
2o do correle, lomada sobre consolda do coselbo
Com effeilo he mui rerlo que urna rcvoluro na
opiniao publica nao he 1,1o promplamenle sentida
no aoverno dos FMados-L'nidos como no da tarta-
Bretanha, lem na responsabilidade dos ministros
inslezes, sobre a scena do parlamento, um laro en
Ir o povn e o monarcha, que estamos muilo "longe
de ler sabido eslabelecer como o povo inglez. Temos
largamente melhorado no governo brilaunico sob a
relelo dobon march, mas o que, neste paz
imagina viver em urna democracia, c profundamci-
le igno.-anle de sua estructura, de sua erganisac.ao,
le seus balanros e contrapesos, de suas reslncres e
de seu carcter federativo.
Emquanto nao demonstramos a verdade deslasas--
sercooi por urna aualyse complela da eorisMuicto
social e polilica d. repiiblicn americana, vejamos
ajoal he a parte de inOienria e de indupendencsa
dada a sen primeiro magistrado.
O presidente dos Baladoa-Unidos he mmman-
daule em chele do exercilo o da marinha Dacionaea,
assim como di* milicias dos Estados particulares,
quando ellas 3o chamadas ao servico da confede-
raedo.
Elle poileria, se o qoizesse, exerrer esle comman-
do em lempo de guerra, e nao Ihe lie interdicto,
como aos soberanos inglezes, sabir do lerrilorio na-
cional.
Como os monarchas, elle lem o direilo de graja
para olfcnsascommellidas contra os Eslados-L'nidos,
excepto no caso de accusac.lo pela cmara dos repre-
sentantes.
Elle pode, mas segundo o parece, e com o as-
senlimenlo do senado, fizer trata'ns, nomear os
embaixa lorea, os ministros, os cnsules, os juizes do
supremo tribunal, "ej lodos os funcionarios federaes
a cuja nomo ic.a a li nao proveo. Elle pode con-
ferir proviioriamenlc lodos os lugares que cahiram
em vacancia na ausencia do congresso. Pode, nos
casos extraordinarios, convocar as dua* cmaras ou
urna das duas, e lixar o lempo de seu adiamenlo,
quando essa* nao se conciliam neile ponto. Recebe
os ministros eslrangeiros. Deve velar na fiel execu-
(Ra das le*, o remeller sius commis<0:s i lodos os
ofiiciaes dos Eslados-L'nidos.
Emfim, para coroar esla lisia de prerogativas, se
as leis em in.-iiu da inicialiva das cmaras, rssas sSo
ubmellUasa'sua aanccAo. Elle lem. direilo de-
velo, reenviando obilcom suas nhjecces, nos
dez da*, a' cmara que primeiro a discuti, e o la-
terdirto suhsisle, se obilnilo lie de novo volado
pelas duas cmaras, por maioria dos dous tercos, oo
por escrutinio publico.
To poderoso a' esle respeilo, como eerlos reis, o
presidente da Dallo americana lem sobre elles a
vanlegem da nao ser sobmellido, na rscolba de eus
conselheiro, a's fiucluacGes e a' verilicacao perma-
nente da* maiorias legislativas. A nomcacao de seus
ministros deve ser sanecionada, como a dos oulros
rniircioriarios pelo senado. Mas esla sinccjto he ge-
ralmente um negocio de pura forma.
A maior l.liin l he deixada ao chefe do poder
execudvo, e M. Tvler, recolhcndoem marceo de 181:1,
a succeisao prematura do general llarrisson, ple
cercar-se de homens lomados completamente laca
dos dou* partidos polticos, enlre os que oscillava a
maioria legislativa sem que outra viugan;a contra
elle lomasacm que cobri-lo de epigrammss contra es-
le pre.i lenie accideolal e sea gabinete neutro.
O senado mostrou-se menos ni liltercnle a' respei-
lo de M. Polk, que, na composi;3o de seu gabinete,
cnsanou lamliem i expecladva doi da democracia.
desipoulamento foi tao vivo que o senado resolveu
sacrificar nma vctima de menos a' irritbalo parh-
mentir, e esla viciima expiatoria foi M. G. Baaren,
o celebre historiador da Una, cujs coulirmaco foi
provisoriamente adiada.
O pretexto dado a' esla opposicao, qne M. Ilsncrofl
cnronlrou em seu proprio parlido, fo que elle era
homem de ledras, que pareca ridiculo encarrecar
um esciiplor da direcrao da marinha. Se elle fosse
mercador de familia ou de IgoJ.lo, lalvez que os
senadores nada nchassem a fazer. A verdade he que
elles qurriam vingar-se em M. Bincroft da ingrali-
dao de que M. Polk se loroa'ra culpado para com M.
relevar o faccionario e renovar a senlia.
Desla clauslracao dos don* poderes, igualmente
separados c protegidos um contra o oulro por suas
prerogativas, rciulla, pois, em realidade, que as rea-
lezas constilucionaes de Inglaterra, da Blgica, do
l'iemonle, etc.,tem una correlato mais indina com
a democracia, ou sua represeularn, que a presiden-
cia iimerinii., e que, por conseguate, a upinio
popular exerce urna influencia mais rpida tiestas
monarchias de que na repblica do Washington, A
pnrlilha da{ iniciativa e a reapooubilidade dos mi-
nistros, postas em qnolidian.i communicaco com os
parlameulns, eslabeleccm enlre estes e os governos
relacOes obriRalorias e um taco pcnnauenle (|ue nao
exsiem nos Biladea-Unldos.
A raliena presidencial he um throno isolado.
Enlrel.mlo lia casos em que a constituirn ameri-
cana antabeleccu, de direil i e de fado, soprema-
cia do pudor Itgislalivo sobre o executivo, cin irla-
de desle principio, que no listado como no honiein,
o pcnsainenlo precede a aceta c a cabera domina u
brar;o.
F. Gaillardel.
/.i/ I'rttse.)
r,lo ; 2-, o valor da letra ; :!, o valor dos buhles
da Banco, que na opiniao do nobre ministro da fa-
zenda, s.lo capital.
Ora, be possivel que urna venda a crdito tripli-
que n valer do genero assim vendido '.' Nao. Isto
he um absurdo ; logo, o principio de que se deduz
he absurdo.
Eis duas demonstradles da mesma nalureza, de
que se liram consequencias inleiramenle oppnslas.
Anahsara' pois a demnnslrarjvo do nobre minislro,
e datura' a oulros que analysem a demonslrerao do
orador.
Na demonstrarlo do nobre ministro lia nma gran-
de illusao, que esla' na base da sua argumentarlo ;
e ha confusao. Com efieilo S. Exc. confunde pro-
ducios com numerario, e numerario com papel.
Esle be o vicio nrincipal do seu raciocinio.
O nobre ministro suppe que um producto nao
pode passar de urna mo para oulra sem que o se-
gundo dexe de dar an primeiro o equivalente, e
qne s os valores servem para fazer passar produc-
tos de omi* para nutras mlu-. Neslas ideas se ba-
eou para concluir que bilhele de Banco he ca-
pilil.
Ora, sopponha o nobre ministro qua o orador ia
a rasa de om logisla, aparlava urna porcao de fazen-
das, e diza ao negociante : r mande por isto em
mnha casa e era tal prazo pagarei, e que o logis-
la linlia lana confianca, que, sem reeeber o impor-
te desias fazendas, as enviava ao orador. Neste caso
I.a-lava a palavra para a Iransaccan. Ora, o bilhe-
le do Banco nao be mais do qoe a p ilavra escripia ;
' n.lo representa a iransarrao, adesla n lransacc.no.
Islo prova que os produelo podem passar de mSo
| em mSo, independenlemenle du um equivalente;
| segue-se que nao exi '. gurnu por parle do Banco.
Anda se prova por oulra msneira que o Banco
nao commelle eslellionalo,'quando recebe premio
pelos seus bilhetes. Porque molivo o portador de
urna letra vai Irora-la por hilheles rio Banco '.' be
porque a letra nao Ihe pode prestar os mesnios ser-
vicos que os biibetes do Banco. [S3o admira pois
que u Banco receba premio dos seus bilhele*, pois
que estamos habituados a pagar os servidos que re-
cebemos. E se o Banca fez serviros reaes a nlgucm
quando II.e da' os seus hilheles, nao se pode susten-
tar que pralica um eslellionalo recebando por elles
o premio convencionado.
Pcrguntou o nobre ministr.i para que se guarda-
ran) com anlo cuidado os hilheles do Banco, se nao
eram capital, se n.lo linham valor? Alada aqoi
S. Exc. confunde valor e importancia. A differenra
he grande.
Para confirmar a* opinioe* que lem eroidido, o
orador passa a ler dous trechos de ccriplos de um
aulor ,o Sr. Oocqueliii) que nao pode ser susptito
de qoerer restringir o crdito ; e prosegue no
exame do.* argumentos do Ilustre aulor do pro-
jeclo.
Nolou S. Exc que o Banco se negasse a reeeber
os capitaes que n governo llie quera s-ouli ir em de-
posito, l len lo assim ao governo om favor em troco
de moitos oulros qoe o governo Ihe lem feilo. O
orador n.lo sabe se o Banco se nesa ou nao a reee-
ber os saldes em qijesllo ; ma s isso fosse exacto,
de cerlo que o Banco nao se esctivasa de reeeber ca-
pitaes, recusava reeeber em deposito os seus bi-
lhele* ; islo he, proinessas do capilaes, capilaes
nunca.
Mas a maneira por rme S. Exc. se exprimi ainda
suscila oulri observaran. Se nessa ltansarc,no ha fa-
vor por parle do Banco, logo ha sacrificio em reee-
ber laes deposito*. E a idea de favor faria acreditar
que S. Exc. n.lo est bem cerlo se Hilheles do Banco
lo capilaes. (I que he verdade hs que favor suppe
acrilicio, sunpoe prejuizo ; ainda mais suppde con-
cern queslOs s pronrias da egnnda discoss.to, em
que sao admissiveis emendas.
Nao comprebende, pois, a abbatina financeira
que se lem eslab-leei.lo, como qua quereudo-sa
chamar a campo o nobre ministro da fazenda lobre
todas as gnves quesloes qoe leero mais ou menos
rolarlo com o assnmpto de que te traa. Parece
islo indicar um 'desejo /.rlenlo de Iravir se lulo
com o governo, representado pelo Sr. ministro de!
fizeuda ; que o nobre senador pelo Rio de Janeiro, i
que encelou e dbale, eslava ancioso de medir'
suas forras com S. Exc. ; mas o orador julga que i
era mais razoavel aguardar a occasio propria, que j
para isso se olfereeia qoando viesstm ds cmara dos i
deputados dous importante! projectos que all fu-I
ram oflerecidns. *
Em sua opiniao o projeclo lraduz.-sa desla ma- !
neira : O governo est pagando juros de deposi-1
tos deque o ei lado se nao serve. Nesles termos diz
10 Banco : Vos que estis tomando dinheiro a
premio por menos :i por cenlo do que dais, vede se i
queris reeeber lamhem a premio os saldos que le- !
nfio diiponiveis. Eis-aqui ludo.
Nem se diga que se quer forc,ar o Banco a iceilar
esses depsitos, porque o projaclo autorisa o go-
verno para contratar com o Banco, e nao ha contra-
to por imposi^.lo
Nao tem crande confianca na existencia de sobras
avulladas. Mas se se derem, acredita que Mrfe cm-
pregadas em realisar i promessa da corea na falla
da abertura da se*sao deste anno ; islo be, em ex-
tinguir o imposto de 2 por cenlo sonre a exportacao,
ou em melhorar a sorle da lavoura.
Assim, nao havendo esperanca de grandes saldos ;
e conhecendo-se a applicaeao que devem ler, se vie-
rem a existir, er firmemente que n.lo se deve re-
celar que o* saldos do Ihesouro, mandados para o
Banco, possam ir produzir na prarja essa inundara"
de capilaes que se ligorou.
Vola pni* pelo projeclo.
O Sr. \ iscondo de Jequitinhonha lamenta que
um incommodo do que fora accommellido na sessao
antecedente, depois queacabou de fallar o livesie
impedido de ouvir os_ discorsos dos Srs. Ferraz e
mioislro da fazenda,*e isso tanto mais quanlo os re-
sumos publicados n.lo foram completos. Entretan-
to o extracto do discurso daqoelle primeiro senhor
sempre Ihe deixa ver que S. Exc. aecusou o ora lor
de haver cabido em uina conlradiccao. Anles po-
rem de se explicar a lal respeilo, locara' em um t-
pico desse me6iuo discurso que ae refere a alguns
principios qoe imporlam garantas dos senadores do
imperio.
E*se tpico he o segu nle :
a l.oncluin 'o, observa que o nobre senador pela
Babia snstentou que qualquer senador lem o direilo
de discutir livreuienie sobre lodas as quesloes sujei-
las ao exame do senado ; e censmou ao nobre mi-
nislro da fazenoa por allodir ao legar de presidente
do Banco do Brasil, que necupa o nobre senador
pelo Rio de Janeiro, que he por esse titulo um em-
pregado do governo.
O orador he a esle respeilo da escola do proprio
nobre senador plo Rio de Janeiro ; enlende que
qoando um senador for empregado do governo e
qaizer oppor-se e embaracar qualquer medida qoe
o governo julga indispensavel a sua marcha, deve
fazer antes o que o nobre senador pelo Rio de Ja-
neiro Taz quan o deu a soa demisio de presidente
do Rio de Janeiro. Esla he a marcha seguida em
lodos os gnvernos representativos ; e o nobre sena-
dor pela Bihia, d>sconhccendo-a, fallnu em pnliliea
de paz e ohtiIi ira.i Mas, quaesquer que sejam as
ideas de conciliagao que militen), nenhum eoverno
que preze a propria dignidaile deixara' de sujeilar-
se aquella marcha.
Julga o orador que seinellianle objecto deve ser
Iradiecio entre os intereses do llanca eos do Ihe- bem elucida lo, para qne snihini 01 senadores que
souro. Entretanto qoe os inleresse* do Ihesouro e do forera ou na empregadot pobliros romo h que o
I1TSRI0H.
RIO DE JANEIRO.
upremo militar, determinar que a consonarlo de ......--------------r.._- ,---------.........
20? arbitrada pelo provi'flo de 2:1 de junho de 185:1 '-a"iuin. despedindo esle r mnenle homem de esla-
para curativo e substituirlo dos inslrumenlos das | do furlaudo-lhe aisim a honra de levar z' sea fim
as negociatOe* relativas a' annexacao do Texas, que
elle havia celebrar soba presidencia de M. Tvler.
Enlrelante, o senado renunciou bem depressa a' esla
obslinarao, a a uomea^ao de M. Bancrofl foi confir-
mada.
Era urna poca posterior, dous ministros do gene-
ral t-ylor, acrusados de ler abusado de sua posirao
ollicial em proveilo de dividas a' que n.lo eram ex-
(rauba.vram elcvar-se contra elles denuncias formi-
daveis no consresso. Mas a velha lealdidedo gcneril
I ay lor, recusan lo cegamenla erer nesla iccusac..lo,
leon bel aos que se tmham apoderado de sua confi-
anca, e es conservou em seo coselbo, ma'o gradeas
reclamarnos directas do parlamento. Elle pagou com
sua vida esla dedicarlo a' suas amizades; mas nao o
pagou com seu direilo. O abuso foi sentido, mis res-
peitado.
tsle direito quasi absoluto que exercem o pre-
sidente da Cniaj na escolh de sens ministros, deri-
uicao
bandas de msica dos corpos de infantera c de ar-
tilharia, sja elevada a quanlia de 3M mensaes,
conlinuanlo a subsistir as disposir.ei da citada pro-
vitao em ludo o mais que diz respeilo as mesmas
bindas de musics ; as*im n communico 1 V Exc.
para sua inlelligencia, e pan qua o faca conslar
lliesouraiij de fazenda desla provincia.
Dos goarde a V. Exc.Jernimo Francisco Coe-
Iho.Sr. presidente da provincia de Pernambuco.
Compra-se. Palacio do. governo de Pernambuco
13 de julho de 1857.Porlella.
i "infirme.\i,ini,i., Leile de Pinlio.
O rnareehal de campo, adendeiido ac que repre-
sentara o Sr. coronel commandanle do presidio da
Iba de Fernando de Noronha em ofiicio de 10 de
maio ullinin, recommcndi aos Sr. ommandanle
de corp,, fortaleza*, que quando houvercm de re-
meller sentenciados para aquelle presidio, proce-
dan! com loda clareza no passarem suns guias, de-
clarando sempre desde quando se achavam preso*.
8 gover- lAssignadn)Francitro Sergio de Oliuira.
.. .r"1e~'",(""0 Clemente dos Sanlus, capi-
!ha!.'!?~ Ilto aJ1"la", ,le ""den* eneariigado do detall.e.
TRIBUMAX. DO COMMEHCIO.
; SESS.lO All.MINISTnATIVA ESI 16 DE JLXIIO DE 1857
'residencia do Bxm. Sr..c.embargador
Souza.
As II hora, da mantia, aelianda-aa prsenles
as Srs. depulalos Beso. Baslo, Lemos c inppleate
Ramoso Silva, oSr. presidente abri a *essao e
sendo lida a acta da ultima, foi approvada.
Nao honre expodienle.
DESPACHOS.
t m reqoerimenle d Jo- tienralres de Aihuquer-
que, procurador de (uillicrme Jos da lirac, p.-
dinda o registre da escrlptora de antoriai(So qne es-
te dora a sua niulher para comnierciar. Regis-
tre-se.
SESSAO EM 19 DE JUNHO l)E 1857.
Presidencia do Sr. Manoel Ignacio Cttcalcanti de
/.arerda.
A' hora do costme, feila a chamada, achando-se
reunid" numero legal, abre-se a sessao.
Lila a acia da anterior, he approvada.
0 Sr. Vrimeiro Secretario d conli do seguinte
expediente :
1 m ollicio do ministerio do imperio, communi-
camlo ao senado que S. M. o Impirador lem de re-
eeber, ah, ido 2i) do correle, a I hora da larde,
a depularao do senado que tem de apresentar ao
mesmo augusto senhor a resposla a' falla do Ihrono.
Pica o senado Inleirado.
Oolro da cmara dos deputados, mandan lo a
proposito approvan lo o emirato celebrado em 17
de abril de 1855 com o Dr. Hermann Rlumenau
para fundaran de urna colonia no Itajaby, provincia
de Santa Calharina, e aulorisando ao governo a al-
terar a nona cundir < ao mesmo conlralo, de accor-
do com o respectivo doulor.
Oulro da mesma cmara, mandando a prnpossi-
.11 autorissndo o governo a trocar as olas do ex-
melo Banco do Brasil e as cdulas do thesouro per-
teucenles ao coneso Fidelis Jos de Moracs, arce-
diago da S le S. Paulo.
Oulro da mesma cmara, mandando a proposic,ao
em que manda convcrler os bens da capella dn
Itamb em spolicesds divida publica em pnveilo
dos hospitaes de Pedro II da eidade do Recife, e
da Misericordia da eidade da Parahiba.
L'm projeclo apresentando ao poder legislativo
pelo Dr. Jos Luiz da Cos, e Candido Jote da Vic-
toria, obrieando-se a levantar no bairro de S.Chris-
lovilo om hospital no lugar mais conveniente, a que
for da epprovarao do governo.Foi remedido a
(iniiii-j i de s .me.
ORDEM DO DA.
Continua a primeia discussan da prnpn'irao do
senado aulorisando o governo para depositar no
Banco do Brasil esuas caixas filiaei os saldos dispo-
niveis exilenles no Ihesouro e Ihesourarias das pro-
vincias.
O Sr. presidente diz que o Sr. visconde de Ita
boraby havia na ultima aaaaao pedido a palavia ;
mas que Ih'a nao pode conceder porque o nobre mi-
nistro ja fallou as vezes que podia fallar nesla dis-
russ.ln.
OSr. Visconde de Uahora> que nao se po le dispensar do responder ao nobre
ministro da fazenda, mas que o tora1 na segunda
discusslo, visto que Ihe nao he mais licito fallar na
primeira.
O Sr. Manoel Felizardo observa que, a axcepco
de um orador, lodos os oulros nao sa oppuzeram
a que o projeclo passas*e a segunda di*cu**ao, poslo
qoe enlre estes se desse alguma dillerenca do opi-
nioe*.
O nobre senador, aulor da proposirao, julga qoe
ella satisfaz todas as necessidades tal quol esla' re-
dtgids. Palo contrario, os oulros nob es senadores
eutendem qoe o projeclo necessili ser emendado,
porque se passar como esla' pode causar grandes
males. O orador pensa, como esles nobres senado-
res, que o projeclo, sollrendo allerares em sua re-
dacro, pode ser vanujeso, e por isso ha de volar
para que pas*e a segunda discu**o, na qual se re-
serva para negar-lhe o seu voto se mo for conve-
nientemente emendado.
O nobre ministro, para sustentar o projeclo lal
qual, irouxe a discusslo a Iheoria do credilo, a na
i lureza dos bilheles do Banco ; dis'e que os bilheles
'do Banco eram capilaes ; que se admira va qoe liou-
vesie quem recusasse capilaes havendo lantn em
Banco nesla qneiMa esle lito liga loa, que nao se
poda eoneelwr que un Icnba prejaiu sera que o
oulro lamliem os lenhi.
.Mas aoppondo qne hara favor, rom que direilo
lia o Ihesouro dizer ao I! meo : servi-me deslcs de-
posilni emquinlo elles me foram utei- : baje que
me s3o onerosos, lomai os onus, os encargo Vos
quo nenhuiii proveilo lira.les anleriormenlo de taca
depsitos, earregai agora eom n- sacrliieloi*.
Dis-c-se que se o governo fosse eebanjador nao
baveriam saldos, e a imporlancia que existe nos co-
fres do thesouro estara em cnculaclo.
Este argumento na i prosegue. A emisso do
Banco he de Imita mil conlos ; mi* pela delenco
de Ires mil e laolos conlos do bilhele* do Banco no
ihesouro, a circularlo achou-se reduzida a vinlc e
sele mil conlos, o que naoslra que esles vnte e sele
mil cintos cV;iin para a circularlo da prara do
Rio de Janeiro.
Se esses Ires mil e tintos conlos de reis nit esli-
vessem no Ihesouro. o que se segu he que o Banco
ni i leria ido alendas necessidade* do mercado, nao
leria clavado a sua emissao al Iriula mil conlos,
pararla em vinle e sele rail.
Nao se p le, pnrlaulo, dizer, que sa esses Ires mil
e tantos conlos de reis nao eslivcsem retidos no
governo arlual enlonde os seus privilegios de dis-
cos o. E-pera mesmo que algo o dos Srs. minis-
tros, lom indo em eoeiideracls suas palavras, d
explicacoea a respeilo. S- mo as derem, em lodas
as occasiOe* procurara' o orador aventar c-la ques-
18o. F.ni primeiro lugar, nao deve o Sr. Ferraz
confundir o emprego de presidente do Binen com
oulro qualquer em prego publico de nomeac.ln do
governo, ou de mera conlianca. lia duas deliera-
rAes, ama dcada ramo ilo poder legislativo, que
declarain na i ser publico aquelle cargo ; a primeira
he o acto da cmara dos diputados, em que deu
ptrmissAij a um membro seu, que eolio o exercia,
para accomulsr lies funrrtjes com as fuaeroes legis-
lativas ; a segunda he um acto igual do senado a
respeilo do Sr. Ilsborahx. Ss o Sr. Ferraz se qui-
zer lemhrar da di-coss.lo enulo havida, vera' que
ella alnin i.ui nesla idea : a nao ser assim, a aecu-
inularao nao lena sido permillida, pois contraria o
precedo conslilucional.
Depois, deve convir o Sr. Ferraz em que as
funrees de presidente da Banco do Brasil n,lo ha
arbitrio algnin da parle do funcrionario que as ex-
erce : a lei Irarou expressaraenle a hnln de leus
deveres. Rellicia ainda o mesmo senhor que o con-
trario do que suslenla o orador Importa a conli-ao
Ihemuro, eslariam na circuladlo ; e que por isso es-1 de que o Banco e-l sob o dominio da acrlo gover-
a da nr^aiii-jr.io especial da repoblica dos Estados-1 que os empregar. Acresccnlou que se os bilheles
Luidos. Os poderes executivo e legislativo nlo sao "
ahi l.lo somente disliuc'.os, sao qoasi inleiramenle cs-
(ranhos un ao oulro.
O presidenicn e|g toma pule alcumana confecrlo
'" le, execola-a, eis Indo. Elle nao lem diredo "de
presenta e di-cu-ao ollieial no roiisrcso. Na m-n-
s.igem que Ihe dnige, na abertura de cada sestao,
elle recnmmenda as medida* qne julga nccessan- c
opportuna* ( nece-.^arx and expedienl)( masa' ito
lumia se sua inicialiva. O pre-idenle nao tem u di-
reilo de apreseniar dlraclaroente neubum projclo
d lei ; nlo podrria Jcrca'. nlo podarla suggiir, e
approvarou desaprovar. seus minislros, como elle,
nio lem accesso no congresso ; nem mesmo elles ahi
-' i represenlaiJos por commistarioa; mas lem ahi seu
P-ili lo, sua clienlel". e c que se faz. na.loglaferra,
peloi ebefei do emprego, faz-se na America. | er
doubltlief.
S, em cons?qaenria dela demarcirlo profunda,
a espbera do pres lenle americano he mais restriela
que a do monarcha conslilucional, he em competi-
do Banco n.lo leem valor, e o Bmeo recebe premio
pelo eniprcslimo de seu* bilheles, commelle um es-
telionato ; mas que como esla conclusla he um ab-
surdo, seguia-se que o principio de que se deduzio
era absurdo, e que por!.nlo os bilheles do Banco
leem valor, -lo capilaes.
O orador vai ver se a este argumento por abfOT-
do pode epper nutro arrunenlo da me-ma tiiliie-
za que demonstre o contrario.
L'm fezrnlciro pretenda vender cafa um nego-
came. E-le nao lem disponivel meio circuanlo,
nem pro uclos que sali-fac un ao f.nenileiro, aceita
urna lelra a deas mezes. O fazeudciro leva ao Ban-
co esle titulo de credilo e Irora-a por bilheti i i
lian.... Dando o Raneo o> seus billiele.em troco
desse Ululo, eseriplura a letra descontada cama va-
lor, e com ella salda depi is a iua emissao.
Se, roiini enl-ii te o nolire minislro, o bilhele do
Banco lem valor, he capital. seguir-se-!*ia que urna
pulida de caf vendida a crdito produca Ires va-
lores : i; o ralor do produelo que licou em circua-
la nao sera' augmentada mandandose os saldos pa-
ra o Banco.
Perguulou o nobre senador por S. Paulo, se qual-
quer oulro Binen se recusarla a reeeber em deposito
esses saldos do Ihesouro ; e reconhecen lo que nao,
disse ; logo, he porque dahi haviam de resullar-
Ihe lucro*.
E so qu ilquer oulro Banco tirara vanlagens de
reeeber semelhanle* depsitos, porque razao s o
Binco do Brasil leria com i-so prejuizo '.'
Mas o nobre senador esqueceu que esses oulros
Bancos, recebendo em deposito ai notas do Banco do
Brasil ,irocediam iinmediatam-nle a operarles, lan-
ravam-as na cireolacdo ; e se e'la eslivesxe saturada
da emissao do Banco Brasil, o resudado ora que es-
sas olas, de novo postas em circularan, hiviam de
relluir ao Banco alo que n eqoilinrio se reslabele-
cesse ; e nisln qoe.- perda era o Banco do Brasil ;
mas os oulro* nada linham com isso, o seu lucro je
euava seauro.
feria mais que dizer, mas receia abusar da pa-
ciencia do senado.
Vola que o projeclo passe a segunda discussae,
olim de poder ser einenlado como convro, sem o
que Ihe negar afinal seu vol.
O Sr. Pirnenta Bueno, observando qne a quasi (o-
lotalidade do senado vola que o projeclo passe a
-'-mi l i discunao, .-iliin de que nrlla possa ser emen-
dado, nao quera lomar agora parle no dbale, por-
que lambem lem a mesma opiniao.
Jando, porm, de pronunciir-se, nao entrar em
| varias qoeetoea que se trm aventado, e que n3o sao
semlo adjacentes auton-acao que se pede, oceupar-
se-ha sii com esle.
Do que se Irala he de dar melhor emprego aos
saldos existentes no Ihesouro.
Ora, seria injusto que o governo quiz**ss coigir
o Banco a acedar a importancia desses saldos como
deposito a premio, se islo nao fizesse coula aquel
le estabeleoVnento ; e de fado ha hypolbeses em que
dahi podia i estillar prejuizo* ao Raneo.
O ora lor passa a expor como esles prejuizoi po-
dan) verificar-se, enlende que por islo he que a
opinin do senado se tem manifestado no sentido de
currigir se oprojecto na segunda di-rus-.i >.
Por oulro lado nao se pode desconhecer que o
projeclo he til ao thesouro, aos conlribuinla e
prara do Rio de Janeiro.
Ao thesouro, porque o allivia de 2i'i conlos de
ris por anuo qua paga, de premio de depsitos de
que nao se aprovrila.
Ao contributule, porque o dispensar de concor-
rer com mais esses 210 contos de reis para as ne-
cessidades do Ihesouro.
A' prara, porque, se ha deficiencia do meio circu-
lante, esles Ires oo qualro mil conlos poslos em cir-
cularlo bao de produzir um grande allivio E aindt
se bou ve-so superabundancia de meio cirrulanle, o
augmento da circuladlo rom esses Ires ou qualro
mil conlos ern notas do Banco nlo havia logo de dar
em resudado relluiem ao Iroco ; o mais que po-
dia dar-se en ilgurai pequea exrilarao indus-
trial.
Comprehendido assim o projeclo, dir que a emen-
da que deve prevalecer na segunda disciissSo he au-
lorisando o Enverno, para depositar em quaesquer
Bancos que offerecam garanta os saldos disponiveis
do Ihesouro.
O orador enlra na demonstrarlo das razoes que
podan) concorrer para que desla emenda resullasse
diminuir rfc lucros ao Banco do Brasil, sem que
todava islo devesse impedir de Inmar-.-a essa medi-
da, porque o Banco do Brasil n,lo lem o direilo .1v
pretender que o governo, para livra-ls de urna di-
miiio rao de lucros, deixa de lomar una medida
qu- alhvi.i o estada de ..arrificios de que nlo tira a
menor ranlagim.
Conelue fazenlo sentir que esle laclo moslra a
inconveniencia de um banco com monopolio, c que
-c na hoaiessem no Rie de Janeiro oulros banco-,
o governo acliar-sc-bia agora a marr da Ran-
ea do Brasil, de qnem havia Desta queilSo de rece-
, bcr a lei.
Vol i pelo projecla im primeira diseassao.
O Sr. I). Manuel, estrinhl que, nio se ronle-l n-
do a utilidade do pri.jerlo, qua he sobre o que deve
I versar a primera, discusio, lenii i-:c esta demorado
nativa, o qoe vai de encontr as suas proprias ron-
vic^es, pois qoe o Sr. Ferraz ler.i sustentado que o
Banco na he um eslabelecimenlo publico. Alea
diilo, ja nao vigorara boje os principios da* con*li-
luiroes amigas ; e est adraidido que o senador que
for empregido pule discordar das opinioes do go-
verno : qualquer qne saja a inlelligencia que sevl
as palavra* du Sr. ministro da fazanda, que (rooxe-
ram o Rebate a esle pauto, e que provocaran) aquil-
I" que depois se passou, ellas nlo podem ser Ira-
dozidas, como o fez o Sr. Ferraz. Finalmente em
nada do que -disse o Sr. visconde de Iliborabx se
pude envergar que esse senhor quizesse embararar
ou o?por-se as mienroes do governo ; e por isso
nlo acha o orador razoavel a comporacao do proce-
dimento que elle leve quando presidente da provin-
cia do Rio de Janeiro e o procedimenlo que leve
na qnesllo aclual. Como presidente do 11 inro do
Braiil, ni) lilil a o Sr. Ilaborahy que ser orgao do
pensameolo do governo, ao paso que lal ohrigaclo
Ihe compela quando presidente da provincia do
Rio de Janeiro. O proprio Sr. Ferraz, terminando
o seu discurso, declarou que o nosso syslema era o
syslema da discossao ; e o qoe he o systema da dis-
rus.in sem a invtolabilidade, sem a responsabilidade
das opiiies ? Ojala, por exemplo, que liver assen-
lo no senada sera' obricado a acompanhar sempre
as opiniss do governo '. Nao, e enlrelanto elle be
empregado publico ; mas a lei defina seus deveres
e garanlio-lhe a independencia.
lia porlanlo urna dislioccao a fazer enlre a naln-
reza do> funeconarios pblicos mesmo de Hornearlo
do governo.
Fetas cas consideraces, o orado' passa enblo
a' qucsiao principal, e ob-erva que dous discorsos
se tem prnduzido na casa censurando o modo por
que lem corrido a discusslo. Em um se disse que
nl> se davia tratar sno da utilidade do projeclo
.pralica esla que alias nlo he indicada pelo regi-
ment da casa ) ; no oulro foi-se mais longe, e pro-
curou se tornar irrisoria a discussao at entao havi-
da. Nao pode o orador saber como se ha de mohe-
cerla ulilidale do projeclo em discuss.ln sem ie ex-
aminar os fuml menlos em que elle te basea, nem
como se po*sa examinar laes fundamentos sem se
de-cer aos principio scieotificos a que elles se refe-
ren), e sobre que se apoiam.
O projeclo que se discute lenle a reformar o es-
labelecimenlo do Banco do Brasil ; e esla reforma
pode fazer-se acaso por um projeclo assim concebi-
do, por urna medida isolada ? Se o Sr. ministro da
fazenda julga conveniente tal reforma, o que o ora-
dor quer be que elle nao a faja pjr ama medida
desla nalorezs ,* aprsenle o seu syslema por io-
leiro! lambem nao deseja que seja adoptado o
principio ltimamente exposlo no raio de qae as so-
bras do Ihesouro possam ser rccolhidas a esle ou a-
quelle Banco, pois que o julga muilo prejudicial,
temeudo tambera que, no caso de se.a 'optar um
meio termo enlre a illirailarao do crdito e o privi-
legio, nao se cre com e^se meio lermo um privile-
gio para algum eslabelecimenlo.
Afinal o orador passa a explicar a contradicrao
em que o jolgoo achar o Sr. Ferraz.
Kis-aqui o trecho em queseo :
ii O nobre orador paisa a fazer algumai r-hserva-
res sobre o discurso Irnje proferido pelo nobre se-
nador pela Bahia, e diz que, como S. Exc. cilou
Wilson, pedi llie-lia que a respeilo de circuladlo
nao deixe de seguir es-e doulo escriplor. O nobre
senador confundi capital circuanle com meio cir- |
colante ; daqui esuttou qae nao se pode hem cora- '
psalieiider u discurso. Segundo Wilson, a parle
do meio circuanle que propiiamente cons lea cir-
eul '.ou (currencx) veni a ser a parle que be mero
instrumento de ptrmular.io. c que por isso nao sar-
ro para a reprodcele anutrapniu que be ie-ii-
Itnada prodin lo, elle eonsi lea propriamcnle ca-
inlal.
i lie lambem WiLson quem considera que a par-
le do meio circuanle que tica por albura lempo in-
activa nos cofres do* I)incoa he capital, e como lal
nao pode ilr.x r de ser considerada.
Estas opioiSe do propiio autor rtalo pelo
nobre senador pela Babia esla i em oppoicao cora
a* ideas sostentada por S. Exr.>
Wilion, como to Jos ,oi eseriptorc da materia, li-
ga urna grande imporlancia aos eslabelecimenlos
baucarios pelo principia de que elles alliviam o es-
lado do prejuizo qne resulta do emprego de espe-
cies metlica*, que, entrando como elemento de
circulara", perdem a qualidaile productiva qua poa-
suem como msreadoria : os (itulos promissorios que
esses e*tahclecimentns emidem d3o lugar arelirn-
rada dessas especies da circularlo, e Ihet faiem re-
ganhar a sua qualidade productiva, que he enlao
aproveilada pela induilria nacional. Nao ha pas a
confusao entra meio cirrulanle e capitalwcuianla
que Ihe adribaio o Sr. Ferraz. Ao conlrirrlo, so ha
alguma conlradiccao, deve ella ser allribnida a este
senhor na invocarlo qae fez da aoloridade de Wil-
son, o qual (Vaciara expressamenle qoe se refere i
circularlo meltalica, ao passo que o Sr. senador fal-
lou de circularlo sem fazer esla importante dislic-
c.lo.
O Sr. Ferraz, com ptrraissao do orador, d urna
breve explcelo, dizendo que os principios qoe se
applicam a cu colarlo metallica de bank-nolct, ef-
fecticatntnte concerticeis em otiro t vontaie do
portador.
O Sr. Jequelinhonha continua depois insislindo
em negar que livessa cabido em conlradiccao. Faz;
ainda algumas consideraces sobre o projeclo, a
conelue declarando qoe o julga morlo e enterrado ;
morlo pelo sea proprio autor, que o nao defendeu
convenientemente, e enterrado pelo Sr. Ferraz,
que confesin que ella deve sir entendido na se-
gunda diicussao.
OSr .'presidente marca para ordem do dia o res-
to da materia dada.
Levanta-iea sessSo as 1|2 horas da larde.
---------
CMARA DOS SRS. DEPITADAS,
SESsAO' EM 19 DE JUNHO DE 18.7.
Presidencia do Sr. risconde de faependy.
A hora do costme, feila a chamada, e achan-
do-se reuuido numero legal, abre-se a sessao.
I.lda a acia da antecedente, he approvada.
Comparecen) depois de aberta a sisao osSrs.: Pe-
reira Franco, Serra Carneiro, Rodrigues dos Sanios,
Araujo Jorge, Fernandes da Cunha, Anlunes de
Campos, Costa Moreira, Calheiros, Sania Cruz, Ati-
guslo de Oliveira, Toscano Brrelo, Flavio Clemenli-
no. Dallo, Cartao, Danlas, Ferreira de Agoiar, Ara-
aao e Mello, Pederneira, Sampaio Vianna, bario de
I orlo Alegre, Tobas de Aguiar, Henrique*. Fran-
cisco Oclaviano, Jagnarbe, Nabuco, Conha Figuei-
redo, Paranhos, Auguslo Correa, bario de S. Benlo,
Coelho de Castro, Vil-lato, Paulino, Araujo Lima,
Dioeo Vclho, llnm i.ii, Gomes de Souza, Fernandes
Vieira e Lima e Silva.
Falla por incommodado o Sr. Francisco de Cam-
pos.
0 Sr. Primeiro Secretario d conla do segainle ex-
pediente :
L'm ollicio do ministerio do imperio, communi-
cando que S. M. I. dunar-se-ha reeeber no paco da
eidade, sabbado 20 do corrale, k I hora da larde a
depulacao encarregada pela cmara de apreseniar a
resposla a falla du Ihrono____Fica a camira in-
telrada.
Dilo do ministerio da guerra, participando qua
para informar devidamenle sobre a representarao de
Chnslovao Starr e C qae pedem isenc.lo do r'ecru-
tamento para os empregados do sea eslabilecimenlo
na provincia de Pernambuco, mandou-se ouvir ao
presdeme des-a provincia. Fica a cmara ia-
leiradn.
I.ma represeiilarao da cmara municipal da eidade
de Minas Novas, pedindo a adoprlo da um seu pro-
jeclo creando urna nova provincia no centro da da
.Minas Gcraes. A' coramtso de eslalisea.
1 m requerimenlo do JoBo CaeUno dos Santos,
cmprezario do Ihcalro de S. Pedro de Alcntara, pe-
dindo a rorogac.io por (i anuos do que Ihe foi con-
cedido pelo decreto de 21) de goslo de 1853. e que
lem de lindar a 15 de selerabro de 1850. A' com-
miss.lo de fazeud.
ApreientacJo de projectos e indicarles.
Sao jugados objeclosded-liberac.lo e vao a impri-
mir mi jornal da cesa para enlrare'm na ordem dos
Irabalhos os seuuintes :
A ass.mblea geral legislativa resolve :
Art. nico. O dcimo dislrirlo rleiior.il da pro-
vincia de Minas licraes, que lem por rabega a eida-
de de I'berabs, llca dividido em mai* um secundo
collegio, compreheudendo esle as freguezia do Ara-
c ia, l)esmboque e S. Francisco das Chagei de t;am-
pe Gran te, o qual se reunir na matriz di villa do
Aracha licando para esle elfeilo rovogndas as dispo-
sitAes em contrario.
o_Paco da cmara dos deputados, 18 de junho da
1817. llermoginea Casimiro de Araujo Bluu-
nxick. a
A essemhlea geral legislalivi resolve :
Arl. 1. Fica o governo aulorisado a estn ler o
beneficio di nagirao a vapor pira o norle ao porto
da Victoria, capilnl da provincia do Espirito Santo,
onde dever.lo os paquetes da companhia locar na
ida e na volla de suas viagens.
Arl. 2. Para ser levado a elfeilo o disposto no
artigo antecedente, lica igualmente u governo aulo-
risado a fazer as necessanas alleraces no contrato
celebrado com a respectiva companhia, indemnisan-
do-a convenientemente pela nova cndilo da escala
doi vapores no pnrlo da Vicloria.
a Art. 3. Fieam revogadas ele.
ii Paco da cmara, 10de junho ds 1857. Anto-
nio Pereira Pinto. F. A. da Silva Campos. P.
de A. Cerqneira Leile. M. Danlas. Das Viei-
ra. J. Marcondes. L Carlos. J. B. Madu-
reira. J. J. Pacheco. A. C. da Cruz Machado.
Fernandes da Cunha. J. J. Landnlpho Rocha
Medrado. Salvador Corroa de Su e Beuevides.
Almeida Pereira Filho. Cmdido Mendes de Al-
meida. Silvino Cavalcanli de Albaqaerque.
lluros Pimeulel. Silalhiel. Villela Tavares.
Oliveira Bello. Gaviao Peixolo. Jacii.lho da
Mendsinri------Carrto. Rodrigues dos Sanios.
Anlunes de Campos. F. C. Brandflo. Bezerra
Cavalcanli.Silveira Lobo. Borges Forles.
Araeao a Mello. Barao de Porto Alegre. Anto-
nio Peixoto de Azevedn. Alcntara Machado.
A. J. Cesjr------Silles Torres Homem. Pinto Li-
ma. Toscano Uairelo. Joaquim Gomes de Sou-
za. Marlinho Campos. Tobas de Aguiar. n
A assemblea geral legislativa resolve :
Artiga nico. He come lida a Associaco de Ca-
ridade desla corte o beneficiada qualro loteras, que
serao exlrabidas segundo o plano adaptado para as
que sao destnalas aos eitabelecimentos de esrt-
dade.
Paro da cmara, 17 de junho da 1857. F. X.
Paes Brrelo, n
A assemblea geral legislatsva resolve :
a Arl. I. Fica approvadoo decreto de 2(1 de abril
de 1893, que elevou a um conlo de ris o ordenado
de 7203, com que fura aposentado o juz de direilo
Luiz Paulino da Cosa Lobo, comprehendida naquel-
la quanlia a pensiln de Kl;, concedida por decreto
de l:l de maio de I8il, ern cooformidada da resolo-
cao n. 802 de Ifi de selembro de 1851, que ippro-
vri a respectiva aposentad >ria.
o Arl. 2. Revogam-se, ele.
u Sala da* commisses da cmara dos deputados,
18 de jimba de 1857. L. A. Pereira Franeo.
Iraucitcode Serra Carneiro. Jos de Rarros Pi-
menlcl. ii
ORDEM DO DIA.
1.a parle.
Entra em I .a discussao o seguiole projeclo n. 9 do
correnle anno : \
a A assemblea geral legislativa "isolve :
Arl. onico. O 8. districlo eleiloral di prAvin-
cia de Minas Geraet, lera' um collegio eleiloral que
fonccionara' na igreja matriz da villa de S. llora io, e
sera' formado ibis eleilores da mesma villa e dos da
ireguetia da barrado Rio das Velhai, Picando revo-
gadas as disposi(A(s em conlrario.
l'af;o da cmara dos deputados, em 5 de junho
de 1857. Dr. I.uiz Cirios da Fonseca. lia
approvado em l. diseus*ao e passa a 2..
O Sr. Luiz Carlos peda dispensa da intersticio,
para que a segunda discussao lenha lugar immedia-
tamente.
A cmara cnsenle.
He ap na la a seguinte emenda .
Depois das palavras Barra do Rio dss Vellias
arrescenle-se : e Morrinhn de Paracal.
Par;o da cmara, 10 de junho de 1857. I.uiz
Carlos, a
Sao lambem apoiados e enlram em discass.lo i -
seguale* rcqucnmenlos :
Requeiro qoe o projeclo e a respectiva emenda
vao a' commisso de eslalislira para dar o seu pare-
cer. Alranlara Machado, u
"\ (iss-ar o adiamenlo, que se emenda em relarai
,i' eincr.d i o nlo ao projeclo. Luiz. Carlos.
Temen) parte na qnaatao do adiamenlo o Srs. Al-
endara Machado c.Mailiuho Campos; a favor ; eo
>r. Luiz. Carlos, Cuntra.
Enceirado o dbale be approvad.i o rcquenmenlo
d"i Srs. Alranlara Machado, e rrgeilado o do Sr.
I.uiz Callos.
Fica adiada a discussao do projeclo.
Entra em l. discuis.lu a seguiulc projeclo n.li do
correnle anno.
A assemblea geral legislativa resolve :
Arl. nico. llavera' mais um collegio no dis-






.-
ILEGIVEL
. -.
. -
s
I


DIARIO DB PF.RNAMDUCO SEXTA fEIRA 17 DE JULHO DE 1857.
Irictfl eleitonl da provincia Piauhv eumposio
dos oleilore .1;* frcgeozia da villa de Jeramenha, o
qual se reunir* no lepar que pelo governo f-r de-
signado.
Revogam-se as disposiees em conlrario.
Paro da cantara dos depuladn, 5 Je |unlio de
1S.>7. Joo Lolni di Cunha Paranagus'.
O Sr. I*n ..nagua' depois dealguir.as cnnsideraoes
ein sustentadlo do sen projeclo, manda a' mesa o" se-
guinte requerimenlu :
Keqaeiro que seja ouvido o governo sobre esle
projeclo aer prejuizo da 1." ii.ru-o. Parana-
glla .
He approvado.
Approvado cm dflale em primeira discussan pai-
sa o projeclo" >.>.
-" parle.
Continua a discu'san adiada doarl. I d.i proposla
do governo lianri a forca naval para o un- lnaii-
eeirode 1558 a 1859.
" Sr. Sergio de Macado oceupa a tribuna e pro-
nuncia o discurso quedemos inste Diario de 1 i do
frrenle.
U Sr. A lean I,ira Machado, depois de sustentar o
sem principios liberaes, e a necussidade de algnmas
reformas indispeoiavtis ao bem do paiz, entre os
qttaes apona a di Isi eioiini.il de II de dexembro,
demonstrando a excedencia da eleijao directa, res-
ponde a varios tpicos do discurso do Sr. Albayde e
eontesla as argulootf. feila a adraiuinraoao do Sr.
Iireulano Ferreira I'euna, na provincia de Minas
dente.
Vozei: Volos '. oos !
Cedendo Tirios Srs. depotados a palavra para se
votar, fca a diicnssao encerrada por nao liaver rasa.
O Sr. Presdante encorra >etao e marca para a
ordem do dia da segointe, depois da apresenlacao e
discussdo de requenmentos, na hora compelen!, o
segointe :
rriinein parle.
Os seguales projectos :
N. 1(i de 1857. Foi presente i commisso de
iostniccjo poblica o requerimenlu do Dr. Elias Jos
redrosa^enle da Faculdade de Medicina da Uahia,
em qoWllega e prova com allestadj do dirtrlur
interino daqueila fcil la.le e de algn de seus
niemliros, que o supplicaule pader.endo de cataratas
e oulras muletlias graves, oteeaIa d estar na Eu-
ropa, para onde j parti com licencia do governo
imperial, afm oe cor.ir-sc ; par o que pede ao
rorpo legislativo uro anuo de liceoca cuiji lodos os
seus vencimentos.
A cnmmisso, confiando como deve nos docu-
mentos presentados pelo siipplieaale, e creado que
se .) deve negar' a um anligo servidor do estado,
era occasiao 13o opporluna e para fun iao joslo, o
favor que pede, lia de parecer qae se llie couceda a
lieenca nos termos reqoeridos, pelo que aprsenla a
seguinte resolucao :
A assembla geral legislativa resolve :
Arl. 1,'nico. O governo tica aulorisado a conce-
der ao r. Elias Jos Padrea, lente da FacolJade
de Medicina da Bhia, um anuo de lieenca com lo-
rie os seos vcncim<-nlos para continuar na Europa
a tratar de sua saudo ; revogadas as disposh-es em
contrario.
" Par,o da cmara dos depulados, em 10 dejando
'*"*"" lavares.Pedreira. r>
a 9, '\ dn 1857.A mesa administrativa do eolle-
gio dos orphaos do Sanlissimo Corarlo de Jess da
cidade da Baha, onde presentemente sao alimenta-
dos e edocados quarenla orphaos, pede dispeu'.i das
Jis de amo; [i-ar,.> para possuir bens de rail no va-
lor de cenlo e cincoenta cunlos de ris, incluido o
legado do fallecido Joan l.ourenro Seixas ao dito
collegio, em predios urbanos, que forain avahados
ero 103:0005.
A commisso de finen la, considerando a ulili-
dade que presta esto pi cslabelecimenlo. be de pa-
recer que se adopte o seguinte projeclo de reo-
lurin ;
A assembla geral legislativa resolve :
Arl. i.' Ficam dispensadas as leis de amorti-
saro para que a mesa administrativa do collegio
dos orphaos do Satititsimo Cora(3o de Jess, da ci-
dade da Babia, possu adquirir al 150 coolos de reis
em bens de rail, coro a ron.lioo de converlc-los
em apolices da divida publica, no praio qae o go-
verno marcar, e nos termos do arl. U da lei n. 369
de 18 de selembro de 1813.
Arl. 2." Kevogam-se a leis em contrario.
Sala das rommissiies, 30 de mlio de 1857.
I.. A. de Sampaio Yianna. F. de Salles Torres
lloinem.Bario de Man.
N. 15 de 1857. A assembla geral legislativa
resolve :
Arl. I niert. Fica concedid) por espac.) de Ires an-
uo, contado do mez de mato do correle auno de
18 >7, sociedade Nova Empreza Lyriea deita
rinle, o beneficio liquido de doze loteras por anno,
par* sustentaba das representaee que constaren!
do sen rniitr.it. com o governo imperial. Estas lote-
ras serio oxlrahlda mensalineuic, segundo o plano
das concedidas a oulros cslaLeleciinnitos.
k Ficam /erogadas as disposir.oes em oonlrario.
a l'.iCO da cmara dos deputa tos, -A de roaio de
1857.Joaquim Jos Pacheco. Pereira Pinto.
J. S. Carr.1v.Bar.lo de S. Bento.Conha Mallos.
J. II. de Almeida.J. J. I.amlulfo. I.. Culos.
Silva Miranda.Augusto F. de Olireira. S e
Albuquerque.Salvador Corlea de S e Denevides.
Jod Pedro Das Vieirn.A. J. Monleiro de Bar-
ros.D. T. Azevndo Paiva.Madureira. Tobas
l.eile.J. O. Nebias.M. Fernandes Vieira.Pin-
to l.ima.Costa Pinto. Cardoso de Ssnla Cruz.
Cruz Machado. Anliines de Oimpos. J. J. Tai-'
xeira Jnior.F. de Asiis Alhavde.F. C. Araujo
BresqueJ. Villela de vaslro lavare.V. do Re-
go Toicano Brrelo.A. C. Bizarra Cavalcanli.
J. Marcondes.Virialo.I), de Souza l.ao.Se-
basliilo (ionralv.'s da Silva.fc". Araujo l.ima.P.
A. Machado. Andr Bastos. F. Dofningues da
Silva. Barbota da Cunha. Barros Pimeiilel.
l.ima Silva Sobrinlio.F. X. Paes Brrelo. A.
M. de Aragao Mello. Flavjo Clemenlino da Silva
l-reire.B. A. de Aragao Bulc3o. >
N. 17 de 1857. A astembla geral legis-
lativa resolve :
" ^.rl. nico. Fica o governo aulorisado para
mandar passar caria de iialuralisarflo eos Portugue-
ses Jos Pedro de C'irvllio e Manuel Francisco te
Miranda, moradores na Granja, provincia do Cear.
Kevogad.is as disposiroes em contrario.
Sala das seises, 12 de junho d 1857.S. Gon-
calves da Silva.
N. 52de I85f..A assembla geral legislati-
va decreta :
Arr. f.> He prohibido conservar iberios nos
domingos e dias santificados quaesquer eslabeleci-
nirnlos commerciaes, ofllcinas e fabricas ; escep-
luam se :
S !' Aqoelles onde se venderem gneros ali-
menticios de piimeira necessidade.
" S 2.- As boticas, cocheiras e depsitos de cai-
ros, eobjectos fu liebres.
e Art. >. ()4 nfraclares pagarao a molla de
viole cinco a cincoenta mil ris, que lhes seA im-
poeti pelos meios eslabelecides as leis em vigor, e o
dohro na reincidencia.
Art. 8." Ficam revogadas as disposieoesem con-
traro.
a Pajo da cmara dos depulados, 11 dejulhode
18.">ti.Francisco'C. Bratdio.
a N. ;>2de I85(i. A cmara municipal da ci-
dade de Poito Alegre, capital da provincia do Rio
Grande do Sul, pede a permuta de um lemno de
sin propriedade, no qual se ettao levantando alicor-
ees para um arraazein, por parte do arinal de ina-
rlnht ilaquella cidade, por um prnprio nacional si-
tuado na varza d.i mesma capital, e que a ella fora
arrendad. pela respectiva Ihesouraria da fazend.i,
para maladooro poltico.
Para isso allega que, fazendo embargar nltima-
meiKe a referida obre, fra ohri^ad.i a ceder a esi-
gencia que a presidencia d.s provincia futrado men-
oiuiiado terreno para uso daqaelle eslalisleciinenlo,
mediante a seguranra de serem demolides os ditos
alicerces, quando se nao reaHear A permuta men-
cionada, ou de ser iudemnisada a cmara do valor
do referido terreno ; e que ao pa-so que aquello ar-
senal ii-ufrii<- a-im um terreno da ramars, sem que
por isso perceba e-la proveilo ou lucro algum, pa
ella i referida Ihesouraria o, arrendamenlo do ter-
reno nacional coi que lem o sobredilo matadouro.
A commisso de fazenda, em pres?nra dos do-
cumentos rom que a dita cmara muuicipal instrue
e prova a sua pretejica:> ; considerando que no ter-
rand em quesiao existen) eslabelecimenlos de mari-
nhas de que esta repartido nao pode prescindir,
ccnio ero aviso de 8 de oulobro do auno prosimo
plisado fura derlararln por aquellc mint-teiio ao da
iazenda ; considerando a inforiiiacao por este pres-
tada em aviso de 25 de julho ultimo, a esta augusta
Melara, de que as conveniencia! do serviQO e o va-
lur das i.bras construidas no terreno mencionado de-
guardar ; e como me consta que muilo breve vai
entrar em discoMlo a rwpoala falla da tlirono, e
cu nao quero concorrer para que sej i lulerroinpldo
esse Irahalho pediudo urna urgencia nessa occasiao,
invoco por isso a benevolencia dos meus Dobrea col
legas, para que tus concedam alguna minuto
de podar ipresenUr um requi-riruento.
Koso pots a V. Etc., Sr. presideule, que ,is con-
sulte sobre a orgencia que pero para aprescnldr e
justificar e-so requerimenlu.
O Sr. Presidente :Por qnanln Itinpo .'
O Sr. BrandJo ;Por rnea hura.
Consultada a cmara, decido pela aflirmaliva.
O Sr. Brandas :Meus aenhores, esta eseripto na
nossa lei fundainenlal iuc ntreos impnranles de-
veres confiados assembla j;eral da naco, um del-
les he|velar na iiarda liel da ConsliloIcSu e das leis,
e eropregarloda a sua licitada para que a liherda le
individual seja respeitada erDantiJa.
Ein visla pois disso nao pos-o deiar de levantar
a miiiha voz no scio de sua allencHo sobre os escandalosos atlentados qoe,
segundo a revelacSc das folhas diarias, tem sido
i rali.'...!... nesta corle contra a liberdadi; individual
vico publica que o governo -nn procede.
O Sr. Braii lio :Declaro ao nobre depolado que
'dinilto conveniencia do serviru pulilico contra
Francisco C, Cooper, con una espingarda de dous
canos, depois de di-parar um, foi descansar a arma,
e oeste teto djtparoo-j feriado m.ln diralla, sendo
que alguna carosos de chumbo Ih'a alravessaram.
o",' Ti' ">'l"'la'1" :He l",r M"tnieneit do ser-, trelo desle termo, Loorenco Jottiaitno Pereira dos prohibido o Sr. Ir. jaii de orphaos dolo lermo, pe-,
Sanios, para averiguaeJiei pohciaea. ranltoRvin. couego vgarla do Recife, o qual re-1
Pela subdelegada da freguezia de S. Antonio, corren !o e nedindo providencial i rite jaito, como
Francisco Jos de Campos, (ara eorreecfio. CODsla do refer... oflicio a 11., se ollici.iu ao ine-in.i
lea suli lelc acia da fregaezia de S. Jos, I Sr. joiz de orplnlos, pediudo rom ludn o respcito
o pelo oscr.ivo Manotl, sem pailicipar.lo. i houve-ss de declarar as Causal em que se fumlava,
Pela sabdelegacil da freguezia da Boa-Vista, o! para que inlerviu lo em i..i asaumplo lodo da com-
cabra .Manoel, esrravo do l)r. Filippe Mena i. -II I.. pelencia do poder espiritual, vie-sc embaracar a ra-
da I-ouseca,a rcqueriinente desle. valuaran mencionada, e sendo II cooeas referidas
I'.tu atiiauliHa de I do enrenle Citando a cacar \ pelo dito juiz, ao que se v no oflicio a II. 19, oram
ellas devidamente avalladas, e em vista dos nulos,
em visla do dpo*lu no cune. Irid. citado e nutras
dispoiroes de direito, iio as considero v.ilio-as, pri-
mo porque haveudo os joslificantes celebrado matri-
monio conforme consta do litro do respectivo paro-
dio declarado em sua informadlo a II. 22, nao poda
aqoelle matrimonio ser considerado nuil para o leilo de ser dusolvido perpetuamente, e a contrllen-
le Ollar para o esladn de lolleiri, menor, ou meamo
de dese.npedida para conlrahir novo matrimonio,
-eiin nos casos de direilo e depois qu; dila nu h la-
de fisse discutida ejulgada por tres s. .ilenjas uni-
formes transitadas na chancellarla do superior Irib
nal ecclesiaslico, segundo esta' expressaineute de-
terminado na bulla do santo pa re Benedicto XIV,
que principia Vti mheratione, dada em Roma no 3-
das novas de novembro de 17i1 en- o leguudo auno
le seu pnuiilir uio ; saguudo porque antes de laes
I juigamenlos nao pode o tutor, curador ou joiz de or-
a lei a primeira conveniencia q;ie recnnlieco lio ie'-
iili:u, peila-la e execula-la ; enlendo ser este o devci de
um governo que quer maiilcr as insttuicOa*, o qual,
alein rio ni i-, lem ohriaco de dar liemplo de mu
ralidade.
O Sr. Silvetra l.-'dia '.Ha do espiilodc alilluda-
geiu que elle d.1 xeniplo.
L'm Sr. epiilido :Nao f i ordenado qde se Bar-
cn, foi gralifiracao.
O >r. Hramlao :Ordenado ou cralilieacao, pou-
co Importa o nomo ; o que quero que a cunara sai-
ba he que com os tres delegados da corle se despen-
de annualmeiile, sem a sua lulorisacao,......
13:2003000 I
Seuhores, quanlo nTio temos nos retrogradado !
Ve-se da eolloc^Ao de leis que no primeiro reinado
o governo, creando um pequeo empregopaia a cai-
ta da am nti/arao, se me nao engao, julgou-se sem
aiilorilade para marcar-lhe ordenado oo gralilica-
cJJo, declarando no respectivo decreto qoe quem o
^ommuitcaDo.
referida casa e a vanjara, sem embargo das recia
inecOes naquelle cidaoao, cuja lamilla passara pelo!
niainres so*tas, em visla de seinellianle acto da mal
inqnalificave! violencia ; que nn sali-lclo com is-
A CI1RONICA TUEATRAL.
tira, na verdade, a nossa multo querida Ierra, vai-
se lomando uina inaravillia Vamos ter caminhos
de ferro, illuniinji;.l,i a caz, eilaleiro patente ; temos
mnibus, Carros, cariinhos, sorvt.(e por machina, e
temos sobre ludo a chronica Ihealral. Uh he nina
espirituosa, ga-
e asvlo invi'davel do cidadao. \ j -1.- ) -. | etercesse nao leria vencimentos emquanlo o poder rhronica que nao he para gracs
Setihore, somos os rcpre-enlanles do puvo, e pois I legislttiv os nao marcasse .' E boje !..... lanle ele. te. etc.
devemos esforcadamente defender as su.s gamnltas, | O Sr. Pae Brrelo :X3i he ordenado, lie gra-
devemos procurar-lhe a Iranquillidade ,'i sombra da [lificaso, lirada dos fundos secrelos.
prdarcao das leis ; ludo que nao for lato denamai OSr. Silveira Lbo .He porque nesse lempo ha-
n incerteza nos e-pirilos, e viciar os elementos de i va menos corrupcao.
ordem ; por consegainte com re que nao deiie-I O Sr. Itrandao : Diz muilo bem. lled'ahiqae
inos passar sem o devido eiame os facloi de qoe vou provm a elevacto progressiva de cerl3s verbas do or-
lra'a.r- cainenlo, p, entre oulras, a da polica...
Uizem os jornaes a que me refiro, qu-; 1 hora e Urna voz : ile porque o servido publico aagmen-
II minulos depois de meia noile do domingo 31 de ta tambera.
maio o subdelegado do segundo dislriclo Ja fregu- I O Sr. Branda i :Q-ial lem ido o augmento do
ra de S. Chrisiovco, acumpauhado por urna forja servirjo publico em lei.n; ;o a polica ?
de permanentes e pedestres, se dirigir la da A mesma voz :Qoer que sejamos estacionarios?
Praia deisa mesma freguezia e fora i cata de omei- Oulra voz :D'aqui por diaule iiiaguem quereru
diidao espeilavel, que ero oulro lempo ja teve as- ser delegado sem gralificacao.
senlo nesta cantara, o Sr. coronel Joo Coelho Bs- OSr. lirainhlo :E esta no seu direilo aquelle
,0*- '. ? essa mema hora fizera arrombar a porla da que exigir pagamento por seus servidos, porque nao
ha / :o para que os da rrte sejaro i.i > largaiueule
retribuidos, e os oulroi nao.
O Sr. Vilella lavares :< nobre et-miulstro da
jii-lu/i, que lem assenlo na casa, tem rigorosa obri-
sns pes, era de un graudioo inetprimivel. Corria-i E. GMIanell, lodos foram sapaleiros.
mos ao naroette. As cidadea e aldei.s iinli.ni a Esta lista he realmente incitadora paia os lipinciis
diineii*a> de brinquedos de crianra, e a l.oire, onde da tripera.
reflectiam os raios do sol, pareca-nos um fio de ou- E qtum sabe qoanlos eslarao boje seulados nella,
ro serpejando dir una (apecena de rnr verde. a cuntas com o lirap o com o cerol, uue anida
Ao sul avi.larnos os ullunos fortes do Auverguc e bao de vir a ser liomens celebres do seculo das lu-
do Limonain. Sua ippareneia era cxaciamenie i
dos relevos mooluoioa da. carias de Baoer-Keller.
O valles, de onde se levantavam espseos vapores,
asseinelhavarn-sea lagos de um branco opaco e acin-
zeutado.
lemosovenlo eonlra, diz Gavarni. lie a oc-
casiao, ou eulao nunca, de etpcrimeular a lunilla
hlice. Vamos, senborcs, conliuuuu elle, ponhe a
prdi obre Argel, onde o Sr. ruarechal nos espera
com impaciencia !
Mudando logo o lemc, fez manobrar o braco da
alavanco que punlia em n ivinicnto o propul- r.
O immenso vehculo licou eslatSonario durante
* /
Ja iidi resenliamot da falla de um cbronisla, bo-
je grabas ao progresso, temos quem se occupe'com
os dramas e comedias, vaudevilles e Iracedias que se
representara no nosso I i,cairo, c faz-nos este servico I phos considerar' a contrllenle menor,';' ao menos
cora urna imparcialidade de peso. para valer o seu impedimento perante o joizo eccle-
i..m-a ine-iiio l'.i-Io ler-se a dirimir, e o mais he,! elstico, visto como nao pode ella ser esbulhada do
que o chronisla parece ter embirrado com alguus direilo que goza pela roaior idade que adquiri pelo
to o sillo subdelegado, nessa mesma nolle te eucami- | gaclo de explicar esla medida.
nliara casa de oulro proprietano do mencionado
diilrleto, o Sr. I.uiz Francisco da Silva, e igualmen-
te a varejar.i. .
Urna yai :J me nao admira que pelos nulos
se praliquem c-can.talos dessa uiturezs.
O Sr. Bruudao :Eis o ..Jornala de 3 de junho,
que publicou a noticia desse alternado, il.)
Lina voz:Se islo succede ao coronel Cie-
lito ftaslos, quanlo mais aus que esliverem abano
delle.
OSr. Brandao :Enlrelanlo, aanhores, nao pen-
sis qoo essa subdelegado limitou a islo os seus desa-
tino, se he verdade o que dizera a- folhas dia-
rias. Ddermioou tambsm que lodo o individuo
que deulro do seu dislriclo Iran-ii --e depois das
10 horas da noile fosse preso o levado sua pre-
senta.
L'ma voz :(Jae suliao !
OSr. Brandao :Em virludc desea ordem diver-
sas pessoas (eem ido presas, e enlre ellas individuos
que go/aiu de certa imporlancia na soetedade, co-
mo sejam algnns tmpregados pblicos, que depois
de irem sua presenta foiaro recollndos priso e
sollos do dia seguinte sem se lhes dar satisfago al-
guroa.
O Sr. Villela lavares :Infelizmente ha muilos
subdelegados como este. (Apelados.)
Lima voz :Ja uo admira o qoe fa/ein la pelos
scrles.
O Sr. Branda.):Fados desta ordem, meus se-
uhores, praticados na capital do imperii.., em presen-
ta do governo supremo e fonccionando as cmaras
legiilativas, revelamde maneira a nao dcixar a me-
nor llovida p profomlo vicio da uossa organisarao
policial, e a necessidade qoe temos de adoptar me-
didas que previuam laesalteulados perpetrados pela
anioiidi.de contra os ridadaos.
L'ma voz :Esse subdelegado entene assim, mas
ti.lo a aiilornlade em geral.
OSr. Brandao :Estou fallando agora da policis;
ero oulra occas'Ao Iratarei do procedimenlo do de-
mais agentes da autoridade dorante o ministerio
panado.
lima voz :Nao sao todos ; he bom nao fazer dis-
so regra geral.
O sr. Brandao :Nao ha regra sem etrepcao ;
ha nimios emprrgados de polica qoe filo llooiens
de bem, mas o nobre deputado nao poiler contestar
que ha oulrus que nao passam de verdaderos esbir-
ros, eqoe faz-ra timbre de pralicar toda a casia de
violencias, lodo o genero de prevaiieacnes he des-
tes que i u fallo.
l'ma voz :O que diz da aoloridaJe he excep-
tan.
O Sr. Villela lavares :Nesle assumplo a excep-
tSo forma a regra.
O Sr. Brandao :.Viuda boje li ri'uro dos jornaes
da in.jnliaa um fado que bem prova a verdade do
qoe acat.o de dizer.
O Inspector de am dos quarteirestto dislriclo de
Gloria para pasiar um alleslado a una pobre senh.i-
ra, que o pedia (alvez para recorrer a caridad pu-
blica, exiiiio5j, c nao o passou sera que essa quau-
tia Ihe fosse paga. Oh ol '., E he na rurle du im-
perio que islo acontece !
Voiei:Con effeito !
O Sr. Paraiiagua : Eslara' isso bem averi-
guado *
O Sr. Brandao :Scnhore, se o poder legislativo
nao tomar na devida cousiatracao essrs abnaot pra-
licadas contra a liberdade civil, e ioviolabilnlade do
asylo domeslico ; se nao procurar dentro dos linii-
les de sua aleada impiimir mnrali lade na adiuini-
Iraoao policial, onde iremos nos parar '.'
A primeira eonditao d bem-eslar social cousisle
na seguranza da pessea, e no icspeito a' casa c fa-
milia do cidadao. Desde o momento, i ois, era que
a polica ataca ama e outra a aeii arbilno, prendiu-
do a piimeira e invadiodo a segunda, fora dos ra-
sos previstos pela lei, a sociedade se divide ero dous
campos, de oppressores e opp: imidos. e de enUlo por
liante, perdida a culi inca que fe depositava lias
insliluicoes, nenhiira inltretla se lomara' por ella,
e pelo conlrario surgir' o desejo de II aniquilar.
Para que n3o chegjunos a semelhanle estado, cum-
pre, fenliores, que nao noi conservemos indilleieu-
ics ao que se pa*sa, que pugnemos pela fiel etecu-
tao da eenililahjH e das lei. (Apoiado.)
Oulro escndalo, se n3o peior, ao menos de gra-
vi lade idntica ao qce acabo de menciouar, foi
igualmente revelado pelos orgaos da publicidaile, e
he o seguinle :
Aclu-se preso na fortaleza de Sania Cruz, des-
de o I.- de abril de 1855, sem colpa formada, c nem
ao menos se Ihe Icr presentado a respectiva nota
consllucional, um cidadao brasil- iro de nomo Uel-
lino Teiiein de Jeens. o qual, lendo requerido ao
chefe de polica eanSr. ex-ministro da jusilla, nao
foi allendido por esses aiuhores, e al boje all re
conserva sem saber a raz,lo de prieto, e nem se Ihe
mandar instaurar o coinpeteiilo processo, se beque
algum crime commetleu.
O que quer isto dizer, Sr. presidente, senao que
nesle paiz a. lei he o ludibrio do. que gover-
nam ? .'
Se na n'ule do imperio, onde funecionam os gran-
des poderos pblicos, te dito fados deail ordem, o
que uo aconlecei por esses lugares remolos, onde
fallara os meis de os fazer chegar to conhecimento
do publico/ Apoiados.
E dcvcreiiin. Qear silenciosos, quando vemos as-
sim alacada a llnerdade individual, escarnecida a
cons'iliiic. o e rolerado o arbilrio e prepotencia da
autoridade 1 Cerlo que nao.
He pois, senhoree, para verificar esses fados, f
chamar sobre elles a vessa alloncao, que lomei a re-
solusao de apresenlar um requeiimenlo, pediudo so-
bre a te, .tena iuf .ruiaroe ao governo.
Antes, pori-i.i de remoller a mesa era o dilo reque-
rimrulo nao deiural de locar n'oma especie que
julgo taoib'in dever subraeller ao vosso conheciiiieu-
lo. A lei de :t de dezeinbro de 18tl, e o rrgiilamen-
to respectivo consideraran! os cargos do delegados e
subdelegados de palicia como eropiegos meramente
honorofcos, se.fi ordenado nem gratihearao. Nao
exaininarei por ora se he ou nao razoavel o que se
ada estab'lecido ; o que purera direi, he que nem
aquella lei, nem qualquer outra, dea veiieimeutos
aos delegados e subdelegados.
Enlretanto, o que aronlec, senhores ? lo los os
deleaados e subdelegados do imperio lervem gTllui-
lamenle, menos os tres delegados do municipio neu-
tro O 1 vence ..tiOO^XX), e o 2" e .i" 1:800-IH)0
cada um!...
O Sr. Silveira Lbo :Ue um escndalo !
O Sr. Brandao :.... de modo que id esses 3 em-
prega los rerebem 13:2U0i0O0! Ora, da-se patronato
mais escandaloso f !
OSr. Paes Brrelo:Ja a explicu nesta c-
mara.
O Sr. Brandao :Dea urna dessas etplicaces e-
laslieas que seivem para ludo, e se aquelles que en-
lendein que a autoridade he impeccavel se sali-lizc-
rain com ella, cu que pens pelo conlrario, nao Ihe
de impnrtaucis aUuma, por que vi que ella so re-
velava abuso de poder.
O Sr. Paes Brrelo :lodos os dias he a autori-
dade accosada aqu.
O Sr. Brandao :E o que dizem laquelles que a
defendero. Ella fez o qoe dcvta, o lervijo publico
exiga ; sao as palavras do costme...
O Sr. Silveira l.nbo .-Sustentando abuso--, ex-
(ii lula.id.i da le com. nesle caso.
O Sr. Ilian la> :.Mas, senhores, niio pude deixar
de locar nesta materia, porqoe seropre entend que
o governo nao era competente para distrahir quan-
tia alguma dos cofres pblicos sem ser devidameute
aiilnrisa lo...
O Sr. Silveiu |. o governo moralisado.
O Sr. B-andao :A cmara sabe que duranle a
legislatura piando combat at a uilima hora esses
esbanjaroeiilos dos dinheiros uacioiiaes que se davam
na administrarlo anterior ; que censurei com toda
a forra da minha conviccao esses credilns extraor-
dinarios e sopplementares qoe annualinenle aqni se
apresenlavam 4 e tiois conhecei que nAo he novo o
comporlamento que egora tenho .apoiados,! ; calil-
lo-1 euiao, combato boje, e combalerei no futuro, se
desgracadamenle houver necessidade de o fazer ; fi-
que porm eulendido qua ludo quanlo tenho dito re-
fere-ie ao ministerio anterior, porque a respeito do
actual su tenho razes para runfiar que elle leprimi-
r os abusos, e fara imprimir na adinimstracio do
Esl.ido o respeilo a lei e a maralidade. Apoiadon.
lieservarei o mais para quanlo vierem as infoima-
rocs que pero-.
artistas ; a um, afaga bem meiecidamenle, porem
com oolmshe por demais severo.
O cbronisla tero lomado o Sr. Ramos, como vul-
garmente se diz, a cunta ; este senhor nao sera' um
actor de primeira ordem, mesmo, como mui bem
diz o illusire escriplor iloRetroipecto,os adoras
do merecimento elevado eutre mis sao nimio poucos,
todava o Sr. Rsmos, nao he o quo o chronisla, quer
que seja.e em boa f, nao se Ihe pode tachar.de nio
acior ; temos o visto em diversol papis, que por sero
duvida lem agradado : se quizesse esludar bem, as
partes de que se encarrega, seria bem scITrivel ador;
entendemos pois, que essas observarles furlee e enr-
gicas do chronisla, longe de estimular osaitislas,
laclo do matrimonio provado como sempre provar
emqaanlo nao transitar as Ires lenleufasde nullida-
de. pela cerlidao do parocho, sen.1o porsenteu;a de
jiiizo competente ; e assim he claro que por maneira
alguma poda o relerido tutor ou jai de orphaos
embaracar a revalidadlo voluntaria e livremenle re-
querida pelos justificantes contrllenles : i.em mes-
mo por direilo civil ou patito se podera'susienlar
lal preleucao. porque quando este direilo prohibe
qae os parochos assislam a celebrarlo dos matrimo-
nio, dos menores sem consentimeolo etpreso de
seus pais, curadores, luiores 011 sem alvara' de sup-
primento desle dado pelo juiz competente, as leis
respeclivas nao auipliam asa disposirao aos caso
.1^ r.....1.4..:.. .1.----------1.:______- <
'loando ellas devam ou potara ler lugar era visla dr.
direilo cannico, nao pule mais intervir o po ler
temporal por ser esle negocie lodo de lurisJiccao es-
piritual, quanlo as solemnidades de direitocivil.se
presume lerera s do salisfeilas no primeiro matrimo-
nio, e nao se exigem as levalidacoes que por direi-
lo devem ser ftilas com a maior csalela, orcullameii-
te, a as vetea at sem a pleua scien.-ia dos contr-
llenles, conforme ensinam os llieologos.
Pelo que, e pelo mais que doi aolos consta e dis-
n posicoes de direilo, julgo provado e dediizido na pe-
- lie.ao de fl. 2, e ordeno se pass mandada pira que o
acabrnnba-os, e poriem dar lugar a sernas desagra- da revahdaro dos matrimonios dos mesmos menores^
Ir. 1 e isto cerlamenle porqoe nos aillos das revalilacoes
vi.. 111 -.. um, iijiim ijiip icm gemiilo dehaito "
do ecalpello do chronisla, a Sra. I). Francisca tara-
bem tero sido vicua ; para com esta actriz tem ha-
vido bastante injuslira du parle do Sr. da chro-
nica.
O chronisla, em urna de suas passadas rvislas,
Hisse qoe a Sra. D. Francisca era sempre a mesma
com seus sorrisos e olhares. De cerlo, ha homens
bem excntricos, ha mesmo genios de rara etquesi-
lice.
Nao sei qual a razao de aliligir-se o chronisla rom
os olhares e sorrisos la artista, 8* n nao nos cau
sa repugnancia iienhuma o seu riso e olhar, pelo Rvm. conego vigario do" Recife revalid raahiino"
contrario, a acharaos bem fetceira, quando se ri, I nio de Manoel de Azevedo Ponles com Joaquina
ou fixa algum objerlo, e nao ficariamos molestados,: Kibeiro Ponte!, nao obslaule o embaraco npposlo
se para nos ella se risse ou olhas muilo Sr. chronisla, a lodo que quer se meller a "
escrever para o publico he conservar em seus esenp-
los orna carta uignidade, em ordem, a que se uao
pense que he levado pelo despeilo.
riempre consideramos certos desabafos ridiculos.
A Sra. I). FranciscaTJmde ainda eer muilo boa ac-
Iriz : lem urna figura elegante, he bella; a pronun-
cia nao he ma', sii Ihe falla eeludo, e as boasaclri-
zes: alem de se nao fazerem em dous dias,s chegam
a ser a for{a de muilo esiudo, lempo e pralica.
N3o concluiremos o uosso rabisco, sem allirmar-
mos ao chronisla, que nao somos a islo levado, se-
nao pelo desejo que lemos da extiuccjlo de cerlos
pedacinlioj, que nada significando, dao quasi sem-
pre em resultado intrigas e odiosidades.
O N. 10.
cai>.
Pk&mk I.VULSA
Consia-nos que no arougue da Boa Visle exislem
lona marrlianles lio deshumanos e inleresseiros, que
nao obstante se iprovtitariffi da qoadra em que nos
adiamos,para deil'arle se locopl'larem,ainda maisse
tproveilam dos dias de menos abaslecimeuln de car-
ue nos acalugues para elevarem a do seu lalho a ii.
e 18 patacas, e muilas vezes do menor prejo porque
veiidiim a maior : e que tal o modo de vida Ora,
meus -onli .1 o-, ja' nao he batlaole as privaees, ou
antes os velantes pelos quaes ten.les folio pa-sar o
pove rom a vossa impelidlo ? E queris ainda ator-
menta-lo por este modo ? O que ha felo da vossa
couscifiicia OITuscar-fe-hil com o som do ouro ?
lie pravavel que lint, porqoe es-e melal que tem po-
der paro fundir a todos os metaos, nw.-ariamente
deve limbem fazer desipparecer a' essa vossa cons-
ciencic ja' lo embolada, Coiitinuae assim a prali-
car, qip severas coritas se vos aguerrir, poiquen! as
pude lomar, ereduzir-vos de improviso dessa opu-
lencia nlquirida a cusa de lagrimas dos vossos se-
inelhanles, ao eslado de mendiridade. Exemploi
de.sa orden em notaoi das se lem visto, eulao nao
sera' diflicil que oolro tanto aconlera ao homem
avarrnlo, ao .marrhanle nlercsseiro. Ni'n o vere-
mos, nlo dovidaremoi, apezar de tanlo havertnos
-olliido, de oslen ler ai nossa- maos era favor deaiea
11 ttroat qoe em oulra poca .i falloo beber-nos o
stngue. Nao procuramos indagar osj vossos nomes
para que elles nao nos cautasse horror, mi he de
crer que sejais liein conheridos por aquelles que vos
espreitam, e por lodos qunnlo sabem do9 vossos ma-
nejos.
Sera' permitlirjo a um sargcnlo commandante
de do- .carnelo eslar no seu quarlel em mangas de
camia. e de fofas como quem passa a fesla, ou an-
tes esla' em Caa de seu sogro, como nos consta suc-
cede ein um destacamento que se acha bem perto da
ci.lade '.' O regulameiito militar nao be 1,1o expres-
0 ne-sa parle '.' e porque razao he elle Uto escanda-
losamente infringido f He de suppor que o respec-
tivo commandante do corpo a que perlence esse des-
tacamento ignore es-es abusos, pelo que julgamos
fazer-l'.e 0111 serviro demonstrando os fados qoe no
constara, sem que com ludo seja inisler indicar qual
o deslnrainenlo, e de que corpo, porque bem se pe-
der' comprehender qual elle seja.
Consla-nos qae o Sr. lenle Cunegundes fora
nomea lo para cominandar o destacamento da cida-
de da Victoria : he de esperar que esse brioso mili-
tar preencha salisfacloriamenle os encargos de sua
commisso, visto como em oulras de maior impor-
tancia elle as lem desempenhado. I-elidamos por
lauto ao Sr. Cunegundes, por essa provade confian-
ja, qu acaba de Ihe dr o seu cominnndante, e com
a qual por cerlo n3o deitou de Ihe fazer a merecida
jnttlfi.
Apezar do rigor de alguns Srs. commandanles
de corpos da guarda nacional, e de sua raoralidade,
cerlos guardas sao era verdade homens incorregiveis,
e que por seus actos .procurara desacreditar t.lo im-
porlanle corporar.'ni. J ha dous mezes conlou-no,
que orna prara deceno balalhao malou com unta
cabecda a um preto da casa 1)0 finado portognei
(vorberto, cuja auloprit so proceder a reqaiflcflo Ja
polici:, declarando, conforme ee nos disse, que a
morte reiullara da pancada : em igual poca enns-
lou, qu.; uinoflicial do rorpo de polica deixou de
eff.clnar a |iris,iu e um oulro guarda, que espanca-
va nm paisano, em conseqoencia da inelralhada.que
oulros coiiipuiheirns de.se guarda Ihe oslavam arre-
messando, do qoe mesmo assim Ihe re-ultou varios
ferinnmlos : ha dia d^as pravas que eslavam de
guarda ,10 Ihesooro foi publico, que in-ullaiain a um
solicitador de causas, qoe por all patsava Irnnqollll-
menlc- : lambein nao ha muil.s dias que deu se o
fado, que referimos em urna das uossas Pagi-
naso, a lula havida enlre o guarda e o inspector. Ora
-e iptuar de lautas precauroes dos olllciaes, se ape-
zar dn iiustertdadc de alguns rnmmaiidanlrs, ha no
era olTicio de 18 de oulitbro de 1855 i he do pjrc-
eer que a itrvico publico lucra cora a pirmiita pre-
Icndida, e nrste sent 10 dOerece o seguiule projeclo
le resolucao.
A IHtmbll geral decreta :
1 Arl. I.- Fica o governo lelerttado para pei-
-inutar o lerreno da cmara iiniuicipat da cidade de
Pollo Aleare, provincia do Rio Grande do Sul, em
" qual txJitara obras e eslabelerimenloi. de miriuhl,
polo proprio uacioiial ai rendado .1 im-iii.i cmara,
no qlal esla'silua lo o matidouro publico.
Ail. 2.- O governo fara'ciic.rpi.rar o primeiro
das ditos terrenos nos propriol nacionals, a que tica
1'crlencciido ; e por o segundo a' dispusicao da rc-
lerida ranina municipal.
Sn. redalore.Ilonlem segonda-feira 13 de jo-
lln crreme s qualro horas da larde, como por ini-
laare escapoo de ser asas.nado o.nosso amigo o Sr.
Antonio Domingues de Souza, moco casado e eslabe-
lecido nesta cidade, inoffensivo, piudenle e estima-
do de lodos os que o conhecem pelo seo bom com-
porlamenlo. O aggressor lendo-o Ires horai antes
cruel e injustamente espaneado ao Sr. Souza em sua
Iota, onde eslava conversando com o seu prente e
amigo o Sr. Manoel Vieira Bernardes, que lo^o a
pos o Sr. Souza foi tambera espaneado pelo mesmo
individuo e estes senhores aoffreiido semelhanle ala-
que sii limitavam-se o por fora da porla o tal assas-
ino, mandaiido-o embora. Mas elle despeilado ju-
rou no Sr. Souza que antes de auoitecer vinha-o as-
sas'inar.
Com effeito, ,1 supradila hora achando-se o Sr. Sou-
za na porla de sua loja, entra Jos Ignacio, que o
Sr. Souza felizmente presente j bem perto de si e
ainda duvidando do damnado intento do asassino,
eneara-o ura pouco, e vento que elle avanjava para
si com ama tremenda faca em pondo, resilllo 1
cumprr o que havia dilo, foge e corre a casa do Sr.
Ir. delegado, conta-lhe o acontecido, pediudo pro-
videncias, quo logo foram dadas, prendeudo-o im-
medialanienle. *
Este1 hornero, senhores redactores, sib ti pretexto
la embriaguez,lem insultado com ismeiores injuria
e desacatos, e' innmera pessoas e mullas dellas dig-
nas por sua posicao; cliega a tanlo o seu atrevimen-
to que ate invada o sanctuario da familia, alem de
outrai vezes, allimamente o fezsabbado 11 do cr-
tenle na casa doSr. Ilr. Pedro Czar, que nao dian
do-se adi na occasiao, soa Etm. Sra. foi raallrala-
da e d'-ie-peiiada por elle, a poni de chamar por
occorro, e-lando por esla causa preso vinte e qualro
lloras ou menos. E pela tolerancia demasala usada
cora lal homem, cojos desaforos se descolpnm sem-
pre cora o eslava bebado, nao aoube o que fez,
lem elle chegado a esles extremos, sempre fazendo
das suas e contando com a ebsolvicao.
Agora pergeniamos : espancar nm homem pacifi-
co em sua casa, sem o menor motivo,......aei-ln com
a morle. procuraodo gente para esle lim, e'ns Talla,
ir a casa de ora icrralheiro comprar urna faca de
pona e com elladirigir-sa a casa do pacienle.execu-
lar o se projeclo ser Helio da emluiaguez ou fer
nm alternado posto em eccao ? qual aconleccu como
nosso imieo Suiza que a no'ser a felicidade de esca-
par ao malfeilor, eriemos boje a|lamenlar orna vir-
tuoso senhora viuva com duas tenras crianrinhas
entregues a miseria e a orphandade.
Assim pois. esperamos a bem da moral e socego
publico que o Sr. Ur. delegado com a juslc,a e ener-
ga que o caraclersam, faca senlir a esse perturba-
dor, que diz que bebe para poder insultar a quem
be parece, que a lei lamhem he lei para punir os
rielicl-ii e mtaefOM qnecommellem os cacbaceiros,
e mal de ms se assim nao fora, porque entaomio be-
vena mais ordem na sociedade.

Goianna II de jujho.
impedir ,i accilo da igreja 110 exercirio de suas fonc-
toes e jurisdierao espiritual.
O terivao cleilo faca remessa do autos para o
Rvd. eteriveo da cmara episcopal pvssar o manda-
do, e appensando esleaaclo ao de joslilcacaodo uu-
benle, sejaro archivados na forma do esivl. Hecife
15 dejuldo de 1857. Aolouio da Cunha e Fisoei-
redo.
:3arie)a3ci5.
Srs. redactores.
lodos os seus correspondentes lem a relatar os
casos mais nolaveis de mi Ierra ; maseii, tendo-me
coniprometlido de dar-lhe alguma noticia desla po-
bre comarca, nao me tenho atrevido a dizer cousa
alguma, pois ha aqu lanos santos e innocentes que
se me for preciso trovar em juizo algumas asser-
res verdicas, tomo que elles far.lo escropulo de
jurer verdade, porem com o que vou noticiar-Ibes
seja mu patente a bem da saude publica daqui e
de oulro lugares ; u3o xito.
I ma scienria medica e nrurgica que causa espan-
to, curando humeopathiraiiiente e alopalliicemenle
appareceaqui. lie um lal Sales, vai oceupando-se
no nnsler de pharniaceutico, e ora fazendo appli-
cec,.1o dos nietos Iherapeuttros. Para poJrr-se ijuiar
se o caso he ou nao miraruloio, veja-se mui sim-
plesmenle a biographia do lal Sanios. Elle be ora
pobre ilbo esliangeiro, que mal sabe solelrar o
poiluguei. Ja no lempo da febre amarella exista
nesta villa snn dar idea dn seu tlenlo a nao ser
algum braco que ajunlava quando quebrado, ou al-
gn dente que arrancava.
L'm born m tal que agora aprcenta-se melamor-
. ...c,a
Felizmente a maioria dos guardas nuionaes de c-
rorio com os seus soperiores, porlam-se de maneira
a dizir-ae que a guarda nacior.al be urna instituirlo
cujo lira be garantir os direitos de cada individuo,
e a ind-pendencia nacional.
Se certas roas ja' e.iao convert las em brdela,
entao 01 inspectores dellas nao passar.lo de oulras
lauta Vidorisii, porque quem permille 011 releva
o que pralica ama mulher na ra de Aguas Verdes,
sem .1 menor reepeilo, sem a menor comideracao as
familias sudas e ao publico, he rom ella connivente
sem duvida alguma.
Acham-se impremM, e dlstribnlihs pelos seus
socioi os estatutos da sociedade Philarmonica. Pir
gralifiracors desla ordem, despenda a seu bel prazer "'? 'nda nao esla' determinado quando sera' o seu
....... >y>K.....w uc ni^uiis roiiimamianics, na nos n ,n<(ia,i., ..,... ___ ',,, "---------- .
corpo gu-rds, que ,.,, b, de pr ,,!, ^JJ "'" m.r. mon.cipsl.
rer desacreditar o nome da guarda nacional, eMe facan. !, r i 1 e S"8S '"Mu">i
nao lariara elles se bouvesse da parte dos seu. .V E"* S!*SlZlE!** ""**""f*"'
neriore- bondade criminosa, ou antes elaxacao ? P"' SeU a58,"a,"e- nr .
os dinheiros pblicos, talvez para acommodar e
ou aquelle individuo,...
Lina voz: Nao apoiado.
OSr. Silveira laibo :lie exacto.
O Sr. pae; Brrelo :He a nece-sidade do servi-
c.i (ii.blico.
O Sr. Biando :Se he necessidaJe do serviro
publico, pOrqoe, era vez de se usar de ura ubilrle,
nao te recorre ao poder legislativo, que lie 11 nico
a quem rmpete tivar a deepeaai do EaUdet
OSr. Paes Barrrllo :lio necessidnrie do serviro
publico.
O Sr. Brand.lo :Logo, calca-se a lei aos ps.....
O Sr. Paei Brrelo .Nao se viola a le.
, porque
Arl. 3.- Ficam sem effeito as leis e disrisiros | essas graliljcaces ao tiradas du huidos secre-
rontrario. I lo
l'a.o da cmara, 22 do agosto ile 1 i"i(i. A. J.
primeiro aara '.
No domingo 10 do correnta celebra-se no
hospital de candado ;, fesla do patnairlia San \ 1-
tenle de Paulo, os devotos que destejaren! assislir,
podelo comparecer das de horas a c as seis da lar-
de no mesmo hospital.
O vapor nacional Persinungao, sabido para
Maceio e poitos intermedio, conduzin otiegaintti
Samuel lian,kok, Ilr. padre Pedro
O I.imoeirense.
Limoeiro 11 de julho de 18.7.
*p)icacao aptbibo.
\ islo este autos de juslificac.lo dada pelos con-
trllenles Manoel de A/.-vedo Ponles e Joaquina Hi-
beiro Ponles, para o lira de revalidar o sen matri-
monio celebrado em .'lo de junho do rm rente anuo,
delira ron-la e esta' provado pelos depoinieotoi de
fl. 8 a fl. 12 pelos interrogatorios de II. i e ti, pelo
depoimenlo a fl. 13 do Rvd. asislenle o vigario da
fregaeiia da laquara, e pela Mormuran e docu-
mento apuntados pelo Rvm. conego vigario de San
Fr. Pedro Goncalves do Ri-cife, que o casamento do
referidos justificantes foi fcilo e conaummado com
lorias as solemnidades presrriplas pelo direilo civil e
cannico, fallando apenas a di-pensa rio parentesco
qoeotligav era segundo grao de sanguiiiid-rie,
mas qae dilo parentesco era ignorado pe
es T
Altos juizos !..
ANEDOCTAS RABES.
I m habitante de Couslantiua endoudeceu, 011 fin-
gi 1-1 r doudo, e era essi um meio exrcllenle de
eonsegir o respeilo e o dinheiro dos bees. Na sua ex-
travagancia, vetdadeira ou -mulada, elle inculca v a-
le nada menos que por l)ro 'I' ..luj-.'dr n-...
*. .1110 ela especie da rioudeflVajRiuuJa e causa as
vezes grandes desurden, o bej chamou-o sua pre-
senra e dMe-lhe em lom amearador :
Ha dias trooxeram me aqoi ora hoinein qoe se
dizia prophel enviado de Dos : melii-o na pristo
alguns tagondu; depois, qual dcil curad, pez-se e, romo in.i,(ia em ser pliriipheta/maiidei-lhe aor-
a seguir a direr^So, qua cun mao firme, Iht irapri- tar a cabeca.
Iizesle bem, re-non leu o inarabul, era um im-
poslor.
- foi que'.' oliscrvou o bey, enl.ia nao era elle
uro enviado de lieos '
Como e luvia de ser, se tu Ihe noconferi 11
dom da prophecia ?..,
O bey dealou 1 nr, e mandou por em hberdadeo
doudo.
sua pre-
mia eu amo.
Nao havja iitai duvida passivel. Ciminhavamos
contra u venlo sera dilliculdade alguma. e com urna
veln lade rrescenle.
Viva Gavarni! Viva a Frinei] Exclamamoi
niis pur |re vezes no cumulo do eulhusiasmo.
Ao ui'.io-dia tinhamos passado o valle da l.oire,
e pairavamos sobre a andas Cevenas. O fro lor-
nou-se intenso ; o thermoinelro marcava 18 grts Ootro marahul vanglnriava-se, n,i> de ser Dea,
ebuto de zero, temperatura a fazer brotar ursos roas Moiss, filho de Amram.
brancos, dizia .Murger. Inilruldo disto, o bey fe-lo conduzir
Eiperimeulavamos lodos um sentimenlo de con- senca.
densa<;ao 110 peilo e om peso na cabera. No dei- | Quem s ? Ihe perganloo.
lavamos, porm, saugue pelo nariz, nem sentamos i Moiss, o hiiloriador de Dos.
esses eymplomai daiesperanles observados por G 1 v I Euiao, eisa vara que lens na mao, he prevavel-
l.ussac e M. Binl. me 11 Ir a que transformale era serpeule "!
Doas hua.Gavarni sgnala no horisonle urna He verdade.
facha s;inlilanle como nm eipelho de a;'. He o 1 Pon, nesse caso, renova o milagre.
">" Com todo o gesto ; mas he preciso unicamen-
O lempo coutinua helio ; o fri nao augmenta, te qae tu facas o pereonsgem de Pharao.e digas
mas lamben au diminuc. Etlainos embrulhadoa 1 como elle : n'Eusauo v ..o Dos, o Altiisim'i.ii
em nusoj capoles, ncoslados uns aos oulros, e | O Pacha trecaou diaule da hl.isphe.nid, t man-
aquec?mo-nos com -Igmi- copos de rbum. Abale-; don o doudo en.bora.

GAVARNI EMBALAO.
Descoberla da directo das machinas aerostticas.
F.MTtka eurr/ca '. n
Archimides.
Ah lano peior no posso conler-me, o rnlhu-
siasmo me arrebola ; quero sero primeiro n noticiar
ao mundo a mais sublime das novas descoherlas, a
descuberla da navegaco lerea !
.iim, esta resolv lo o raaravilhoso problemaE
por quem *pelo vosso illusire desenhisla, pelo pro-
pno Gavarni.
Gavarni acaba de alravessar, por duas \ne', em
balao, a tranca e o Mediterrneo. Foi 1 Argel, e
d'ahi regressnn. em nma inadiina aeronutica de
ana invencao, qaal d a directo que qaer, abso-
lutamente segundo sua vnnlade.
Os mil o quindenios kilmetros (375 leguas I] que
nos sep ir nu da Ierra da frica foram peicorrido
com urna incrivel rapidez, em dezenove horas e seis
minuto na ida, e em dezeset hora e vinle e tres
minlos na volla.
Escrevo sob urna especio de impressao febril.
Parece-roe isso imineusamenle prodigioso, a inim,
qae 11/1.1 parle da viageoo aerea ; sao de lal modo
maravillosos os resullado, que na realidade adi-
me em um eslado vertiginoso. Meus olho turvani-
se, rodopiam-se-me os milas ; parece-ine qoe sobe
ao co a cas em que eslou.
Ooco porem gritar o publicoora pelas Iso
he urna lograran He urna mvslilirar.iu Os mais
letrados I un; ir-nn--Inain em face o celebre bcmisli-
chio du Burgravus :
1.....Ora deixe-me em paz
Nao, senhor, devegar com sso ; nao se (rala de
puls, de halea que se rlevam altura de um
homem, es mai can-ci. nim-ns dot quae, ao mais.
vBo esbarrar contra as descarnadas tbM dosinoinli,-
de venlo de Monlmarlre, ou radem perclusos e pi-
ral) licoi sobre os liomliros. dos ruslicos de McuJoii,
espavorido.
Os lempos lia perfeilos, e a liumani la le enlra em
urna nova phase, que a imigiiia<;ao a mais audaz le-
ria dilliculdade da prever.
Curva a cabera, como o faz boje o nosso redactor
chefe Ha oilo mezes, dizia elle com gracejante in-
credulidade :
Gavarni julga-se um algebrista de primeira or-
dem, o oceupa-se da e uoite ero aprufunlar ai
sciencias niathemalicas. O resullado de seus elu-
dos, assegure elle, he a descoberla, au da podra
philosophal, mas do modo de chegar a dar dir rio
ao baUo aerosttico. He magnifico oovi-lo demos-
Irar por meio de nX 6 essa famosa Iheotia.
Com o giz na mao cobre de equsr^oes orna la-
boa negra de dous metros quadrado. Parece eslar
a gente empresenta de ura examinador da c polylechnica. Ha seis annos qae elle procura o
dous roilhdes necessanm para a conlruci;ao de sua
manhina. Permita Dos que os ade De errto a
gloria de Euclide e de Pasqoal nfto prejuJicar a
fu. o
Sibeis pouco er propheli. Sr. de M'recourl O,
hiograpbos tulliros inscreverao no Panlheon do tu,
taro o nome de Gavarni ao lado dos nomrs sublimes
do grandes inventores.
Tratemos porem de lomar inlelligivel esla nar-
racao.
Grajaj a Om feliz ooncurio de circumslanciass
ple Gavarni construir o que cu-lou-llie, digamo-lo de 1. ..gm, u3o dous
nilhOes, mas trezenloa n il francos, Homem de
aenso, nao quiz enlreter o piiui-cu com suas es-
perancas antes que te lornasiem e dades.
Todo os preparativos foram emolios do mais pro-
fundo rav -ierio, e uiiicainente confiados aos em la-
dos de qoalro pesio, que deviam acompaiihar o
artilla era sua expedidlo, hiam ellas :
l. O Sr. conde de Pleovier, cuja nobre inciativa
havia lornei 1 lo a mor parle dos fondos necessarios
e qoe havia poslo a dispusicao de Gavarni eeu pa-
lacete e parque de Ferneres, nos confn da Solo-
n ha.
2. O Sr. Eduardo Migeon, doutor em sciencias
pln-icas e malhematicas.
3'. OSr. Julio Falconer, aeronauta escossez, que
Gavarni rouhecera no Uiglanjs, e qne viera expre-
samenlc de Glascow.
4/ Finalmente, esle voso criado, a quem e havia
ein.arregado da larefa de lomar a nulas. Dcvia eu
escrever essa vsgem.
L'ma palavra sobre a propria machina.
Comiste ella em dou bal. conjuncln de firma
espberira, de um lecido coberlo de um Iriplice ver
nu de gomma elstica, e contendo cada ura cera
melros cbicos de gaz hydrogenio puro.
O med ai,1.mn populoso be nina hlice modifi-
cada, qae vai al a barquinlu, igudmeute cura um
l.'in roovel em barbalana, para orienlar-re em todas
a< .lllerri.es.
Gavarni fazelevar-se a machina aeroslalia sera
drseuibaracar-sc do latlro.mco brbaro,que em pou-
co lempo esgotava os recurso do balao o melhor
Construido, e que tornava-se um obstculo invenci-
vel ns viagens long.s. A perla do hvdrogeneo be
iistenlaneamente reparada, giar;a a um proraMM
clumico, precioso irgredo du Sr. Migeon, e .. um
pequeo apparelho de commonicaco imaginado por
Gavarni. A deacida opera-sa cumo anles. deixamos
escapar o raz por urna vlvula.
Segundo vedes, a invencao lie de orna simptlciJa-
de rara, como ludo que he verdadeiro, como Indo
que be sublime.
Tmha-e litado o dia da partida a 15 de Janeiro,
qualquer que fase o estado da almosphera.
Depoi de uro almoco. ao q-jal a emocao neo nlo
deixou fazer as honras, eiirheram-se o balies e to-
mo nos de fumar por medida de prudencia.
Duas horas e meia.Depois de passar Nimes, que
da altura em que estamos assemelha-se a urna gran-
de potoacao, visla a aosencia de torre, arhamo-no
sohreo Delta da Cimarra. Deixamos Manelha a'
esquerda, Cette e Monlpellier a' direila. A costa
apparece direrlaroente abaito de nos.
Gavarni decide-se a soltar gaz suflicenle para
descer .1 una regiio menos elevada, aura de ser
visto pelos numerosos navios que soleara em lodos os
sentidos as on tas azue do Mediterrneo. A maior
parle nao larda com eUciIo a avistar-nos, o a mais
viva ,\ ili.-r.i se manir-.1.1 a bordo desse navios.
Aequipagein Iral.i de nu chamar a' falla, maso
0111 mo rtieg 1 ai n. Por meio do lhelecopio le-
mos dislinclatiienle o unmetle Flilcjclon na popa
de ura vapor do eslado.
Acdamo-nos anicamente 2,500 melros de ele-
vacao. A temperatura ahrandou-se prodigiosa-
mente. Deiappareceu todo o incommodo. Erapre-
gamos o resto do dia a conversar acerca da graude
colisas que se preparara.
Eslava na dea de que o bsles nao podiara snl.ir
enao a nina certa altura, visto como, dizia ou, alora
de nossa carnada atmo Ira do que o vacuo.
Engao Etclarnou Gavarni. O vacuo he o na-
da ; paranlo o vacuo nao existe no universo crea-
do. Ade eu nm meio de levar coraigo un.a provi-
8a nffleientt de ar reipiravel, e fare ama viagein
a la. Ah! podis rir a vossa vonlade; sou do
parecer de Fouieuelle, e pens que os mundos sao
habitados.
Todos esses grandes corpos celeste, no svstema
da cn-acaa, devem ler um fim oulro que de ullerc-
cer-nos urna minen>a |ierspecliva. Cada um oelle,
uao he licito duvidar, postae tambera sua carnada
atmosphencd. Prtanlo, urna vez conquistado o
pnmeiro planeta, renov a niinha provisAo de ar,
dirijo-me a um oulro mundo, vou alm das estrella,
lanco-ine no infinito....subo ale eu! !
Gavarni eslava sublime, seos olhoi scinlilavam,
sua testa parecia-rae cinta do ama aureola. Jolga-
v ver o Promelheo dos antigs dias preparando-se
par api "ler ir se do fogo sagrado.
He precho todava qoe o oraalho de su.i deicoher-
lac.vi o impilla as hlaspheinias. Lsqne liuc venies
el non procedes amplios." : viras ate aqu e na
ras mais longe, disse o hvro -auto ; e essas palavra
sao dirigida ,1 audacia do homem, lano quanlo is
ondas do mar. Antes de chegar al Deo, Gavar-
ni, como Promelheo, eoconlraria o mo.
O ol descia ao dorisonle.
Sen globo averinclhado, eemdhaule garganta
em braza de urna furnalha, angulema deb-ixo doi
vapores da noile. As ondas do Mediterrneo loma-
vam uina cor de purpura, e assemdhivam-se a uina
gigantesca llga de langa*.
Ouandoosol recolheu-se, relre-cou a briza, e li-
vemo que snflrer mao da huinidade.
Etlirame-Bos enllo sobre a banquetas, embru-
Ihtodo-nei em nossa* cobertores ; e cnlregaino-iios
ao somno, os Srs. de Pleuvier, Migeon o eu. A
paitao pela idencil impe lio de dormir ao intrpido
falconer. Quanlo a Gavarni, velava ao lem-, co-
mo ooli'or 1 Chinlovao Colorobo.
Sella fera Iti de Janeiro, de 5 horas da niinh.a.
Varaos, senhore, de p. grilou Garrani com voz
11111 o:pilante l-l.nio- a visla de Argel, vamos
les '.r.
Eflerlivamenle, seis minutos depois, tocavamos a
tena, a um kilmetro da ri lade. Vatio! e aplla-
los, uo-sos hies nao sollieram a menor av.iria,
gi.cis a benvola coopsraja-i de nn-sos compatrio-
ta-, sobre.alia.los cora a incrivel nolici?, e que se ll-
nhain apr.s.ado em vlrem a nono eooonlro.
Il-ci holln a hospitalidade a mais alTecluoa.
O'teram-no levar era (riampdo ; n porem agra-
decemos essa ovaran para lomarinos um pouco de
repouso, ten lo lodavia cuidado de entregar ao cui-
dado de nina companhia de zuavos noos baies,
qui linbam necessidade de rr protegidos contra as
eulativas curiosas dos indgenas.
S. Etc. o marechal Rancln aperlou cora enlhu-
asino a mSo a Gavaini.
NSo no demoramos senao tiinta dorai no solo
africano. Sabbado ao meio da uosso balao aerosla-
l.co subia aos ares sobre o cae de Alger, 110 meio
dos applausos de om concurso immniso de gente.
Nosso regressorn*ectuou-se iem o tnenor incdeule,
porem cora utn sasivel augineulo de velnddade.
Dr-se-hia qae nonos bilil fircjavam o solo
Miel,
No domingo de manda, t don 23 mnalos
desciamos no mesmo lugar de nocsa partida, aobre a
relva do parque do Sr. de Pleuvier.
Agora,perdoe-me Gavarni minha indiacricao !
Ante su descoberla sublime, compreheuderei
que toda as oulras noticias da cidade, da provincia
e rio llieatro, se Iculiam tornado indiferente para
nos. He boje anicamente que se pode dizer : ulm-
posivel nao he fraucez.
Ilenri 'age.
' (Jornal do Commcrcio do Rio.)
DADOS ESTATiSUCOSv
Segoudo os pe ndices americanos o valor total da
riqueza real e peasoal dos Estados l.'nidos da Ameri-
ca augmenlou era 1850' mais tres milhoes de libra
esterlina.
A p'-pula...io tambero augmenlou considravcl-
menie.
Os Estados mai ricos ao os da Nova Vork, l'.'ii-
-il vama, Virginia, Georgia, M.issacliu-et 'hsnluthv,
o Ohio, a Cirolini do Sul e de Tenesses.
A pnpularao do reino da Blgica ascendeu no lim
da 1830 11 |,8| 1,066 alir.a, vindo a corresponder por
cali ll'J habitantes, 0111 militar, islo he, que pro-
poicionalmente lera o etercito mais numeroso.
Na I-lauca calcla-.-., cada oldado por 1311 habi-
tante.
Em Porlogal por I '.'.*.
Na Allemanha por 118.
Na Sardeuha por 165.
Na Inglaterra por 220.
En aples por 217.
Na Hespanha por 278.
E ua I ..rana por 318 almas.
Munich conla boje nina populara de 132,112 al-
mas.
O numen do fallecidos na rapllal da Baviera as-
cendeu o anuo pusajdo t 1,028 e o do nascimeiito
a 3/.I5I.
O numero das crianras nasddas em Londres du-
ranle o anno de 18.51, ascende a 80,833, e o dos fal-
lecidos a 50,780, de mjueira que resulta um aug-
meitloda popularlo respectiva de 30.1)47 alma.
O aislus do orramelo da Pruil sohcm a ra/.o
de 28 francos por habitantes.
l-.in i ran a a ii franros e 55 cntimos.
E na Inglaterra a 50 francos.
Na Hespanha ascendeu pr. vimaineule a 20 francos
e 31 cntimos.
(.Vacilo.
HOMENS CELEBRES, t.ME FORAM SAPA-
LEIROS.
Da 11 .-se dos .ap .i.in... injusta, utas ceralraente
li la em menos coala, do que as dos oulros ollicio,
COUSAS QUE NAO PODEM SER MLTTO
BOAS.
0 amor comprado.
As visita do senhorios.
As palio is de ho'pedeg.
As mleiires do robardes.
Os caes qae nao ladram.
A a.nea,. s ri- um ladrAo.
A corrida de louros.
As madrastas mojas.
Os o uno-I.veis baratos.
A innpa fiada aos alfaiales.
Os elTeilos das demandas.
As palavras da mulberet.
As rceeila dos mdicos.
A droga dos bolirarios.
COUSAS QUE NAO PODEM SER MUILO
MA'S.
Urna menina de 15 anuos bem educada.
1 ni cavallo dado.
A comida frugil.
O conselhos de um velho.
O levantar cedo.
O passeiar de c irruagem.
0 assislir a saraos.
O mudar da traje Iodos u dial.
O ser eropregado.
Trazer cahelleira no invern.
Catar com mulher rica e lorinosa.
Dizer sempre a virdidc e ler o pao nono de cada
dia.
COUSAS DIFFICEIS DE ACHAH.
Ura amigo verdadeiro.
1 ni nescio sem prelenroes.
Urna utulher sem ricfeilos.
Um bomem sem paitOes.
Uro bom livro.
Ira Ihesooro escondido.
Lio mu.la no ,'uu.io do mar.
Um homem feliz.
O sepulcro de Ado e Eva.
E um gazedlheiro que nao minia.
COSAS IMPOSS1 VEIS
locar no co com a mao.
Saber quando f.11 fall.
Encontrar um velho tolerante.
Uina mulher calada.
I ni a boa sogra.
I .11 poela judicioso.
E ama janula sem merinaqnr.
CASAMENTO NA INDIA.
Urna da cousa mai curiosas da religile e legis-
lado Indiana, i os prereilos porque dive guiarse
o verdadeiro crenle na esculla de e-posa.
Ovcamo-loi :
. o Elle deve evitar, ainda qoe sejam malta ricas
em cabras, vacca, carneiro, bens t cereaes, as dez
familias seguales :
o A familia onde sa detpreiam os sacramento, a
que nao produz lilaos machos, qoe nao estuda a
Eicriptura Sagrada, aquella cujos individuos teem
o corpo coberlo de longos pellos, a que ullre he-
rnorrho .a, pntyiiea, dvspepeda, epilepsia, lepia e
elephancia.
o Nao deve esposar orna rapariga de cabello a-
vi-rni-lh idos, 00 que lenlia uro inembro de mais, do-
ente, muilo ou pouco pello la, ou mfupportavel pela
carrdice, ou que taaitl o olho vcrmelhos :
Oo que 1 uh 1 o nome de urna coiatellaro, de
urna arvore, de um rio, do um povo barburu, deuma
monlanha, de um passaro, de urna serpent, de um
c-crav 1, ou de um objeclo repuguaole.
Deve escolher uina mulher bem feila, eujo no-
me. seja agr lavel, que lenha o anda'r gracio-o de
um c.vsne ou de urna elephanle novo ; qte linha
corpo reve-li lo de una ligeirt penugem ; qoe lenha
o cabellos finos, o .lentes pequeo e os membros
de uina rloruia encantadora.
D'eite calamento niscerao filho replandeein-
les pelo brilho da -ciencia ditina, estimados dos ho-
mens virtuosos ; dotado de om exterior agradavel e
coro a qualidade de bondoso, opulento, illuilres,
gozando tudoi osprazeres, tactos eeh cumprrem us
seu deveres e vvenlo cem aituiii o
CURIOSA CONTA DE UM PINTOR DK
IGREJA.
Enlre os papel du archivo da Igreja de lia-
ville, eJtieoulra-se urna cariosa e ao qae prete cons-
cicuciota conla Ja um pintor de rnalo, chimado
Jacqaes llar boa no anno de 18I0 e de como se
segoe :'
Lib. Sold.
Por emendar e envernisar os dez mamla-
menlos
De retoejar Pondo Plalos, t por urna no-
va fita no seu boiiel
Por pr um rabo novo ao gallo de S. Pau-
lo, digo Je S. Pedro, e reloar-ihi a
crista
Por amarrar o bom ladrao na saa cruz o
lir iho am dedo novo
Por por tiro olho esquerdo 10 anjo Gabriel
e doorar-lh'o
Por lavar a srvenle do grande Mcerdolt
Caipli! e pi>r-lho carmesim as faces
De retocar o eo. e pr-lhe mus dua at-
Irellas e dourir o sol 1 llmpir a lu
Por avivar a chammas do purgatorio e
retocar (alguma alma
Por avivM 9 fugo do inferno e pr nm ra-
bo novla Lucifer, e coinpr-lhe a gaira
esquerda, e retucar a almas dos con-
dern nados
Por fazer ama bordadora no mani de He-
rod, e pr-lhe dous denle, e eempr-
Ilie a capelleira
De arremet.I ir o calcOe d'Amos c pr-lhe
don lulOts ni veslia '
Por por unas polainas novas a luhias o fi-
lho, viajando eom o anjo Gabriel, e urna
rnrreia nova no seu sacco de viagem
Por limpar a* orelhas a burra de Baleara
e |..ir-the novas ferradura
Por pr un brincos a Sarah
Por pr urna nova pedr na fonda de Da-
vid, e acrescenlar a cabeca do gigante
tioliase pr-lhe maiorts permt
Por pr denle ua queiadi do burro de
Sanso I
Por embrear 1 arca de Noe
De i' 1 .mondar a camisa do filho prorii._n
e lavar os porem e pdr-lhes a agua na
pa
Por pr iity.i aza na bilhi da Samarilatiii
tu,
licnriqire.C. (;. de Campo-.
Setuinla parle.
\ ..lie 1,1 ,\a ari. | j, pr0piisla do governo sobro a
bv.ca.i de lojrcas nayae, c riscu-so dos artigo* 10-
.....tes.
Levanla-te i hhM i'i a bura, c 3, j, |.r,|C.
OSr. Brandao:Pois he essa applictflo dos fon-
do iiclas? Nao-alna rio lal.
Un Sr. I)-pulado :O q_ie nulo he o evager.iUi
das gratificar... ~
O Sr. Paos Brrelo:Nao echo rooilo.
O Sr. Silveira Lobo :F eu o que noto he a lllo-
gll'dadt da graltlirari. .
O Sr. Pae Brrelo :Saliera dos rundo-, sccrc-
I >-.
O Sr, Brandrin :He pelo Irislo papel que lem
inanlo o go-
IIIsCURStl |)0 Sil. DEPITADO FRANCISCO
'..'.'MT- |;|:l\",|,\'".l''tl,M NCIAON ISES- relio o pirtinenlo em ipprovtr Indo
V- 1 '. v"" {> >\" [em"' chegado ao r
U _>r. Brandao :Niio quero ibasardi paciencia echamos; BUis acertado loria ce
da cunara. le prntieasta lemclhanlat aelot;
lenli.i de Chimar a sltinrai sobre llgomai viola- assim e ni. procuran h juslilica-
S.......CH" "tlpiei que uliimamenle. io tem dado nts- namoi u nosso mndalo.
I, crie de diverso, artigo, da c.,nslitu5o do Esla- i Sr. S.lveira lbo :Merece a mais _.vi-ra cru-
do, que lodos Do temo, o devrr de fazer respeiwr ejsura por uina dllipidltai desla ordem.
re-pecli-
vo parodio, pelo padie assislente e pelo mesmo ; coberloies, e provMies de borra, que con-isliam em
eanlrahciiles, quando celehraram leu malrimonia, frailaos assados, era Ir magnficos pretunlm d-
a-sm como pela loslemunhas c pessoa prsenles! M\enta, e era urna 111U1 conforlavel collen-.i de
,1,.,. ... :, J 1.ue "oo o deniiuciarain no aclo do casamento, e qoe garrafas de vinho de llordeaut e le Champagne. Po-
i.la Pe.eira Lobo, lranc.sco .omente riil, i.....eriimenlo veio ao onhecim-iilo de zemos tambero ah nosso- lotUumeMoi
t-dos, quando foi aherto o lestaraeiii.i do falleeidn
.lo. iluim Riheiro Ponles, o qual sendo lo do contr-
llente, em dilo testamento recondeceu a contrllenle
Joiqona Rtbero Ponles por sua filda natural, cr-
cunisloncia esla que o leslador nrcullou al a sua
nioiie, e que inente depuis desla e pela abertura
do leslamento fot publicada ; pelo que solicilarain e
ohliverim os ronliahentes justihcantes ile S. Exc.
Rvma. oSr. hisp. iliuccsano dsipensa rio tritio pa-
niile-co, ein vi.la da qual licou segundo a etpresgo
de direilo, sanado to los os dtfeilos que podian etn-
li .r car ou oh.lar revali.iarao 'desle inalrimoiiio. o
qual estando eipressamente compr.hendido na ul-
tima livpolhese 0aidlpoii(nea do agrado cune. Irid.
st-s. 24 dereform. Matrim. cap. 5 outra riisposi-
Jdiqunn Domingue ro
Somma 70
[llii e OtUem.
A INGLATERRA PROSPERA.
O m mnenlo do carlistas a dos operarios em Lan-
dre lem levadd a acreditar qoe a miieria na Ingla-
lerra as>umio naiores proporees nesles Hunos ou-
limos, e aiiriboe-se ela calamidide a' libtrdade di
commerdo Jiee Iraie). Esla snppo-ic. o, eomludo,
Hito e.ta' em harmonia com o algansmo das expor-
lai;0es de 1856,! qoe sobio a' enorme quantia de
115:800:000 ri>52l"..m:()0l5fJ00 jataraenle do-
bro do seo valor era 1810 e o qoadrnplo com 1 l;is .1.1
ao anno de 1810. Oa, seria difliil de contprrltrn-
roamos nossos lugares, as 10 horas ein ponto, na | talvez pur causa da inferiuridade do seus Irabalhos der coo_,o he qae os productos do Iraballtn, pelo me-
barquinda do junco guarnecida de banquetas, onde I lecni sabido, nao obslaule isso, um bom numero de n'" laadroplicado, nao bastaran! para sustentar
eslavamus mu commodamenle ItttnUdoi.
Piiremosno fundo ria barquinha ntttH capole,


3 12
3 06
2 12
1 10
0 18
4 12
7 li
0 10
10
t
06
00

1 90
1 OH
i 05
1 05 /.
b 05
3 00
1 05 '

UlIZ de Sillas, francisco Santiago Hamos, I I. lia
I criada e 1 una eecrava, Candido Jos da Silva Li-
beral, liento Jas Lenvenhi Luis, JosThomai Mon
l-ti >, Lait Ignacio de Oliveira, Joaquim Fernando*
I.i S Iva Campos, Joaa Marlms de Almeida, Ju-tino
Marjiua de \lnieida. Feliimno de Carvalho Rapoao,
Jacililbo Joaquim Benevi les Raplo e 1 cii.d.
Loiz Antonio Doorido e sua lenhora, Jnao Casimi-
ro da Silva Macha lo, Frtodico de I!. Buarque rie
Lima c 2 e^-ravos, Pedro de Alendara Buarque.
Joaquim Cardozo Riheiro Campos, Belchior Mon les
.'A -milpean, Manuel SeverinoMarque. Jos Ra-
ni.lu Rodrigue! Al ves, Jote Pacheco Lavares. Joo
J.i-.i de Miran II, Jos Joaquim Dvurido, sua se-
nhor e2 eseriVO!, Severino lu-uni-nj torre-, Mi-
guel Archanjo dll '.'.haga
salicr
apnirello. regenerado de tivrirogeueo, um lelero-
pio, uro baromelro, um therinoinetm.um elerirome-
Iro, urna bussoli, uina bolina, uina prevbftt de
corda e doze sarros de lastro.
Gavarni tinha alera dis-o rm magnifico relogio de
teguorios de Breeuel.
I.aign lorio Gritn elle com voz tunante para
o criado du Sr. de la l'l.-.ivier, que com grande di-
lliculdade reliiiham o balan.
Imni.-riialamtule foino levarlos cora a veloridadi*
de urna bal i de irltlharia.
Machiitalmcnle (garrei-me ao braco de mea vizi-
iih, o Sr. Falconer. Novaio em lemtlbantl aven-
tura, rxperimentava um cah-frio de iuexpriintvel
de grande
i.iiieu- giaule : mencionaremos enlre oulros os se-; am* l'opuladtp qae desde 1810, su lem augmeula-
guiutrs, deiv..n to a oaireir. u Irahalho de cumple- do 5|8.
lar o aialog.i dos illu-lres membros da irmandade
de S. Cbrispim.
I.iuiieo, o creador da selencia .la 1. dnica, fot a -
pron til de sapateiro, na Suecia.
Jos l'rciidelf, qoe ha pouco anno morreu ero
Ue 1810 a I"-'ei. a | pillarlo da Inglaterra e rio
paiz de Galles augmenlou mn milho qualrocenla e
quarenla mil cenlo e nove alma, e o valor da etpor-
t.n. dolirou.
Ha, porm, um fado quo demonstra condoliente

S i.iri Jo- Frnnrisco Nevcs.
- ^ ~ P*-'" lUTfliI t -I.I III II i ;. > li.lfj "Mili i a II 'il I
-i i, :', u'e'cm,;:,? -"' a"'a"',na- e w v """-- 'sjssszszz
|,Bfu"'l",- n:rWTrr.7"vx"; tto,m dire.lu natural e divino sao i.l,.olu,e,s quando
BEFABTigAO DA POLICA
Occurrencia do .lia 15 de julho.
oram penos : pela delegada do primeiro
dis-
- .....,...-, angustia e de grande terror. Meus compandeiro,
- ne uueitu ranomcu devia ler sida revalidado iu-1 com etcepcao do aeronaola, rujo langue-frio o nao
i ."!,"....':'.:.'.'.". ..".'','.se ",!''" da rehgi.io, para aban tunou por uro s minuto, achavam-se UVop u-
co aguerndus quanlo eu a ettai sctHicoes fiilninau-
tes.
Lm qoarto di hora passnu-se no mais profundo
silencio, rera que Gavarni lenlasse mover a h-
lice.
lindamos ja edegado a qualro mil melros de al-
iara. O aspecto da (erra, que se deseurolava a nos
ronlralndos em is solemnidades de direilo e de boa
fc, eone. Irid : ao contrario, e do ollicio a II. 18 se
v que dila revalidado uao leve logar por dive-la
Londres, mnicgua por sapaleiro : eatudou e veio de- mente que a iroJCslo dos operarios o Irabalhaderil
poil a ser am sabio mui dtstiiicto. n3o he 1,'m ma' coiuo a pinlant.
David Pirca, celebre profesior de Ideologa na No I. dt Janeiro de 18.50, o nnmrrn dos individes
Allemanln, foi lambein aprendiz de sapaleiro. ele lorias as classes, indurado as crianfas qae rece-
Ham Sach, um. do poela mais moderno c blain soccorros na 02} caos de Ir-bvlho e parochias
mais celebres, era lilln de um sapaleiro e fm apa- : de Inglaterra e de Galles era t rie 870 055, e no I.
*''" Janeiro de 1857 era so de 8i:l:i;l, isla de, davia
li'ueiliclo Bal loinn, ura dos humen mi sabios menos ;l:li,22.5 individuo socrorridos No1.de ja-
do serulo XVI, fui MfHjrteiro, bem como seo pal. nelro de 18)0, u numero dos adulto validos dos dous
I ./. um liai.-do sobre o calcado dos tntlg ', e as sua setos fri u vagabundo* ; que recebiaia soccorro
investigare rtmonlam al Ada e Kva, provan- erad 152.174, c no 1. di Janeiro de 1857, baituu
to que desde logo te comee.m a uar decalcado; a nO:|2Qhaveiidu porlanlo uina diiiiiiiuica.i de
ma o qae liav-.a, cram menos coutu, do que da l:'.:0il.
Jioje. 50:36.1 petsoas das soccorridas
Unieron, u autor di critica e de oulras odias. eram da dasso das clavar.
li Ifoid, fundador e editor du Lundon Ouale-
rlv Brevievv escriplor eleganlc du prsenle ecu-
lo : o mais volumosu pr.|ai;o ile qnartzo atriferu de-
Bloiinifreld, autor de muitas obra e-liraaJa. coberlo ale buje, rsti' agora em Londres. Pesa -ino
Wiiik-lman, alno anliquarlo allemao. i 500 arralen. Na superficie nao ic Ihe ir nimio
J.riin Rranell. locrelarie da sociedade dos anli- uoro, ma joUa-se que no cenlro deve haver bas-
ijuanus de Londres. lanle. Foi encontrada na Nova Galle do Sol. Al-
Fox, (anda lor da seila dos qasker. gamai psoa avaliam esle rico qairlxt em 20 000
Bogerio, Shermao, homem de eilado americano, ilibra ;00 conlos de rei.;
no mez paitado
PFIHIA PRECIOSA.

"N
ILEGIVEL
*


J)IAi(l) Dt FEKNAMKUL.U M.MA i '. i ii.\ n i>r, jii.no un .>.,.

*


\ '
(acto,
UMA ftOVA LUCRECIA.
U Jornal da Coraega oonli o segoiole
qo* parece de ama oolra poca :
Um cerlo Francisco Leandro,pi so da villa do /.icato, andava perdido de amores por
ama rapariga chamada Mara Julia Maneota, do
meimo lunar ; esla, pelo contrario, anlhipalisava
formalmente com Leandro.
O pala de Leandro e de Mari.i Julia julgaram por
um lermo a estes amorea impossivei casando o
Leandru com onlra mulher, e Mara Julia cora um
cu prenla do mesmo appeliido do lliaucon. Maa
a vpliemcnle paiio de Leandro nem por isso te apa-
gnu : eipolsou de caa a mollier com quem catara,
apegar de ja' NBver della nm fillio, e contiuou a
requettar o seo primeiro amor.
No da 21 de fevereiro aoube que Mara Julia es-
lava mi em ciaa, e concelieu o projeclo de aalisfazer
osiem lubricoa dasejos, i-pazar de ella ae acher pe-
jada de mo roetes. A'i II lloras da noite, e quando
lo lo< ja eslavam recolhidos, conseguio por mrio de
urna faca, abrir a janella doapo lia ; no entretanto esla quo o prevendr, segua at-
lenciosamenle lodos os aeus movimenlus, leudo em
urna das maoa urna lu?. e na oolra-urna pialla. No
enlrelando Leandro ja' linda mata de meio eorpo
denlro de casi; Mito ella brada-lhe : Vae-I, ou
roalo-te.Nao, responden: Leandro, lie misler que
sejaa ininba. o Mara Julia, eim haiilar dispara a
pistola ; o leimoso amante cabe com o peilo atraves-
ado par urna bala ; porem como aindase movesie,
ella julgou que poderia sobreviver ao ferimenlo e
por isso armou-se de um machado, e descarregoa no
rorp do malaventurado qualorze golpes.
Depois dislo. Mana Julia hradou por sorcorro.
Acodem os vizlnhos, e ella diz-lhes : Vilo chamar
a polieia, que malei un homem. Com elleilo vem
a polica e <> enro abri a p ra do qoarlo, e en-
Iregou-se a' pri*Sn.
Jornal do Commercio i* Lisboa.)
quim .la-e da Silveira, carga fizendas Pasmsei-
ros. Manuel Antonio Alves Itiheiro, Mauoel Mar-
que,
demHiale nacional Deberibefi, meslre I/.idoro
Brrelo de Mello, carga fazendas e mata gneros.

m*t*&
Olllm.Sr. inspector da thesouraria de lemjos que quizerem orfe
izenda tiesta provincia, manda fazer publi- $&


CAMBIOS.
Sobre Landre, 28 d. a 60 d.
* Paria, :lti r. por fr.
l.iaboa, 92 por % de premio.
Hio de Janeiro, 2 por 0(0 de descont.
Acc.au do banco 50 por cenlo de dividendo por cou-
t.i do vendedor.
companbia de Beberibe 608000 por accao
o campanilla Pernamhucaua ao par.
Utilidade Publica, 30 por cenlo de premio.
t lndeinuisadora. ty| deis,
e da estrada da ferro 20 por 0|0 de premio
Discoolo de ledras, de 10 a 10 por cenlo.
A -(.oes do Banco, id a de premio,
uro.Oncas hespanholaa. 28 a 288300
Moedaa de 69100 velhas .... 169000
t 6>J00 nova .... IGaOOO
49000.......99000
l'rata.i'aiacei brasileiros...... 20O0
l'esoa ColumDari s.....29000
meiicaoo....., i IcNtiti
ALI'ANDEliA.
Hendiineulo do d'a 1 a 15. .
dem do dii 16,.....
181:3:115120
19:OI9ai89
Descarrcgam boje 17 dejulho.
Barca ingieraKichiniondtaclias de ferro.
Barca i ngleziI pwlchmereadorias.
Escuna hollandezaWillierminemereadorias.
Hule uacioualousamigotrilhus de ferro.
IMPORTACAO'.
llrigue inglez liaunltvl, viudide Liverpool, on
signado a James Ryder & C, manifesloa se o se-
guiute :
186 fardos e I30caix*a fazendas de algodAo, 3 di-
las dita de dito la-,, 3 ditas dita de teda, I dita
dita de dita ealgoda, 6 dita* dita de aluilao e li-
lil'. 12 firJ.rs fazeiida de laa, 5 fardos cobertores,
e 10 calla chapeos de sol ; aos consignatarios.
5 fardos pannos e fazenus ; a II. Uibson.
I dito e 51 caitas fazendas de algodao ;*a Adam-
on Howie >\ C.
Illj caitas 1 illia da llindre; a llarroca A Castro.
3 fardos 6 caitas fazenda de algodao, 5 ditas di-
ta de liuho, 2 ditas terragons; a Rabe Schmelan
sSt c.
8 caitas I-cid.n de linho, 6 firdo fazenda de al-
go iao ; a Paln Nash & C.
1 Mili tapetes de 15a ; a I. Keller f\ C.
100 molo pos, 300rogareiros, .">2 harneas ferra-
gi-ns, i fardos fazenda de algodao ; a Isacc Corio
& C.
12 caitas fazenda de algodao. i lardos dita de li-
ndo ; a Saunders, Brotheia & C
7 cdixisdrogas ; a J. Souin & i'..
I_ dita e 1 barrica dilsa ; a Moreira & Fragoso.
78 caitas 21 fardos fazendas de algndao, I cai-
ta dita de seda, 1 dita dila de laa, 20 ditas chapeos
de -si de algodao ; a SooIIkII Mellor & C.
2 barricas cutilaria ; a S. P. Johnslou & C.
I fardo esleirs ; a t. W. Buwrran.
8 caitas e fardui fazetidat oe Imho, i ditas dila
de .ikaiiaa ; a Johnston Paler & C.
5 lonelailat, 1."> qunitaes de cuijn : a S'ofl Wil-
son & C.
86 gigos, 1 caita e 1 barrica l;'iic,a, 12 caitas ca-
limbos, 30 barricas cerveja ; a ordem.
I caita machiaismo, 268 barras de ferio ; para a I
estrada do rio de S. Francisco.
1 eaeca einbiulhoi amostras : a diversos.
Palhabute nacional l'aus Amigos, viudo da Babia,
continuado a J. R. V. I)., niaiiife-tou o segumle :
100 latas tinta branca e prala, 62 barra ilcatran.
13 carrafoes vemiz de dilo, 7 dilos agua-raz,3 amar
rados pus de l'-rro, 1 fardo e 1 raitao flele, 1 dito
raspas de ferro e verrumas, 1 barrica rodas de fer-
ro, 3 ditas ditas e manilba, 12 amarras de ferro, 19
duzas yasliaores de pao, 57 lilas e raeia arcos de
pao ; a Aotouio Luiz de Oliveira Azevedo.
22 ciitas raursuliuas ; a James Ryder \ ('..
1 .calilo fazendas ; a Burle i\ Snuza.
1 dilo charutos ; a Ignacio de Brilo Taborda.
2 ditos ditos : a Jos Joaquim Comes de Abren.
2 ca sus ea taco, 3 ditas casemira eiu pec.ui e cor-
les, I dila panno de ISa, 3 ditas bezerrna envarni-
sados, 1 dita sedas, 1 dila vest lo, I dita fazendas,
3 ditas e 90 volumes feriagena, 20 guias e 30 melos
rltampanhe, 17 caitas objeclos de alabastro, 25 di-
las cera em velas, II saccas caf, 16 caito! charu-
tos, 100 garrafas de barro, 1,400 quarlindas ; a
ordem.
CONSULADO GERAL.
H n lmenlo do da 1 a 15. 55:72?7(>3
dem do dia 16....... s.,i.i.-in
f.
co, quealom dos arremlamentos dos piedtus
que v3o a praga no dia 15 do corrento tnez,
declarados noeditsl de 2 do mesaio mez,
I 'ni de ir tambem no mestno da a praca o
arrendamenlo de um tclheiro silo etn Fora
de Portas, contiguo ao amigo quartel dos
engajados, que servio de deposito da galiota
Secrularia da thesouraria de Tazenda de
Pernambuco, em 7 do juHio de 1857.No
impedimento do ollicial-maior, Luiz Fran-
cisco S. Paio o Silva.
O l)r. SebuliSo do Reg Barros de Lacerda,
juiz deorplios e ausentes, da cidade do
Recite e seu termo, porS. M. o Imperador
que Dos guarde etc.
Paco saber aos quo o presente edital vi-
rcm, que a es-ollicio deste juizo, tem de ser
arrematado de renda em tres pracaa succes-
sivas, o engento Dous lrtn3os, sito em tr-
ras de Apipucos, inoculo e corrale, com
casa de vivenda, sendo grande parte do ter-
reno do inesmo occupido por plantario do
capini ; e do qual s3o com-senhores os me-
nores lilhos do finado icnente-coronel An-
tonio Luiz Cal Jas, por lempo de tres annos,
sondo a base para a arrematarlo a quinliade
?:800o rs., comer;ando o arren Jmenlo do
dia em quo l'or o niesmo aiToctuado, a lindar
em 1860, comprebenrida no orrendamenlo
a safra actual ; obrigado o rendeiro ou ar-
rematante a entregar o engenlio, lindo o
tctnpo do arrendamento com una safra igual
a que recebe, segundo a avaiiaij3o que a
niesma for dada, ea prestar nanea idnea.
Este se passou em virtude da mintia por-
tara, que lica em poder do oscrtvao que
subscreveu.
Itecife II de julho de 1857. F,u Joo Fa-
cundo da Silva Guimaraes, escriv3o o subs-
crevi.
Scbastiio do Reg Barros de Lacerda.
O Dr. Anselmo Francisco Peretti, commen-
dadur da imperial ordem da Rosa e juiz de
direito especial do cimmercio desU ci la-
de do llecife, capital da provincia de Per-
nambuco, o seu ter.no por S. II. I. e C. o
Sr I). PeJro II, que Dos guarde ele etc.
Ke.o saber aos que a prosete caria de e-
ditos virem, c delle liverem noticia, em
como Antonio Ferreira Lima me dirigi por
oscripta a petiQ.lo do theor scguinle :
lllm. e Exm Sr. Dr. juiz do commercio,
Antonio Ferreira Lima, pelo sou bastante
procurador so diz credor de Jos Mendos
Carneiro Leflo, da quantia de 7005 rs., de
urna lettra venc 1a em 10 de maio de 1852,
quer protestar para ituerromper a prescrip-
r;3o como determina o art. 453 S 3. do cod.
commercial, pelo que requer a V. Esc. se
digne mandar que distribua, o escrivao to-
me por termo a seu protesto, para ser inti-
mado por caita do editos, visto o supplcan-
te ignorar morada do supplieado
Assim pede a V Esc. se digne delirir.
E R. M.O solicitador, Fredenco Cbaves
E mais se ti.lo conlinha em dila pelic3o
quo sendo-me apresentads, profer o meu
despacho do theor seguiute :
D^ como requer. Hectfe 9 de maio do
1857.A. F. Peretl.
i: mais se nao conlinha no meu despacho
aqu copiado, em virtude do quit foi a pe-
trjo distribuida ao escriviio deste juizo
Duarte, que lavroii o termo de protesto do
llu-or seguinl:
Termo de protesto. Aos 9 de maio do
15 de juldo de 1857. Jos Antonio Pinto,
presidente interino. Bernardo Peroira do
Carino Juuiurr'viigal e secretario.
o lllm. Sr. inspector da thesouraria de
fazenda manda fazer imblico, para couheci-
iiionio de quem convier, que no dia 25 do
corrente as 3 horas da tarde, peante a jun-
ta da niesma thesouraria, receber-se-ho os
otferecer as pessoas
'ereucia no afora -
nenio de um terreno de mannhas atada
alagado, sito nos fundos de outros, em fren-
te a ra Imperial, tambem alagados, de que
sao foreros (eral Jo Peroira Dutra, Basilio
Mag o da Silva e Francisco Antonio das Cha-
gas : os preter.deutos comparcc,am no lugar
e hora mencionados
Secretaria da thesouraria de fazenda de
Pernambuco 16 de julho do 1857.--0 olficial
rraior, Emilio Xavier Sohreira de Mello.
THIBUIUL DO COMMF.IlCIO.
Por esta secretaria faz-se publico, que
tiesta data foi inscripto no livro co j>pclenle
o Sr. Gregorio Antuncs de Oliveira, na qua-
lidade de agento de leilocs desta praga
Secretaria do tribunal do commercio da
provincia de Perrmmbuco 16 de julho de
1857.O ollicial maior, r. Aprigio Jusli-
niano da Silva Guimar.les
CORREIO <;ehal
Pola administrarjSo do correio so faz pu-
blico, que o hiate nacional Camoes, recebe
a mala para a provincia da Parahiba, boje 17
do corrento, as 3 horas da larde em poni.
Existe nesta delegada um cavao c
um bahu' de folha de (landres, que foi p-
prehendi lo Antonio Carlos Pessoa : quera
l'or seu legitimo dono, compareca nesta
mesma delegacia com o competente docu-
mento, que llie sei entregue. Delegada do
segundo iistricto do tvrmo do Recite 13 de
julho de 1857 O delegado.
Jo3o Francisco Xavier Paes Brrelo.
de nave^acito a Vapor
(fltt'OpCP t Viiiiri-i'-aiiti,
PROVINCIA.
) Sr. lln'soiireiro das loteras manda
lii/.or publico, que se tcliain r vemi, no
pavimento terreo (la casa da ra da Au-
rora ii. '2'i, das '.' horas da manliaa a's 8
No dia id dasle mez espera-se do tul o vapor in-
Kle7. IIVDASPES. e depois da denmra do costumo i ,
.cauira para Antuerpia, locando no. porlos da Lis- *> "Ollc, IHllU'l.'s, lucios e (piarlos, da
boa e Soulhamplon : para passasoiros, etc., Irala-se tn'Ceir.t parte da priineita lotera de N.
com os ajenies lleiuv Forsler, ra do Trapicbe
n. S.
Pai;> a Bnliia.
daSattdedo Poco da PanellBaj cujas rodas
hiid.nn no dia 18 dejullio.
O mesmo Sr. Ibesnireiro manda declarar, qne
tendo de reformar o presente plano por oulro, em
Indo isual a quarla parle do Kio, pede as pamas
LOTERA a
provincia.
Corre amanhfta, s 8 e
iiicii horas em ponto.
/*. Lnyiue.
^KKl.sOOil do (iKATIFICACrV'O
a rpicn pc;;ar o escr.ivo criouto de no-1
me r.oiui'iiro, de idade 2") anuos, roin-
pradoa Diojjo Soares Carneiro deAllm-,
queraue, morador no enjjenlio Hamos, !
comarca de Pa'o d'Allio, o cscravo tem os
Segu em poucos dias o veleiro hiale Cas-
lT0:IZ'lJL SaSf?. AC"h'e' ffrftor>|fa teem encommendado bllh.la. par. quando esli-
parte da carga prompta, para o reslo, trata- ^sj, ,m ewucUl ,ej pio,lie,i,'n. 3, que i.n-
se com seu consignatario Domingos Alves|poem 80 por canto sobra os bilhele* do iKio, quei-
ram v r declarar que por^.io de bdbete* querem,
para que elle, avista Sl'C
jnacs serjijintes:
preta, rosto cotn-
Matheos, na ra do Apollo n. 23.
Para o Rio de Janeiro*
Va i seguir com milita brevidade, por ter
parte de sou carregamenlo protnplo, o bri-
gue nacional Maria Preciosa, cepit3o Fran-
cisco Alves Meira ; para carga c passageiros
cscravos afrete, para os quaes tem escel-
lentes conitnodos : trats-se como seu con- ,
signatario Francisco de Paula I'igueira ue_P''i'n<'ni lotera do collegio de orphSos,
Saboia, emseu escriptorio ra do Abollo fquando a lotera que esla esposta venda
n 5, he a terceira parle di primeira de N, S. da
I nh- ilnnnriAdn I4f .*l de do Poco da Panell, e com* presente
LjIIII 1 (l() IIOI IC ganisnr o dilo plano, o qual cirlameiile idl'erere
mais inleresse aos jocadores.
Thesouraria das loteras, 11 de jullio de
18")7.Jos Januario Alves da Maia,
escrivao,
Por engao meu foi levado o annuncia
supra, declarando ser a terceira parle do
joihii
Pernambucana,
Os hrs. accionistas da Companliia Per-
nambucana, que subsoreveram novas ac-
edes, e que ainda nao entraramcom a se-
gunda prestacSo de ")() por cunto, jtodida
ate ins de jutilio prximo panado, s.io
convidados a verificar o referido paga-
mento ate o dia 20 do corrente mez de
jullio, no escriptorio de Antonio Marques
de Amoriin, rita da Cruz n. 44).
Pela procuradoria fiscal da thesoura-
ria provincial avisa-se aos develores de d-
cimas dos annos linaneciros de 1833 a 31
ale 1851 a 52, que a rela^ao do baiiro da
Boa-vista seacha em juizo, e aos mesnvvs
da-se o urazo de 30 dias, contados de boje
para pagarein espontneamente seus dbi-
tos com guias desta procuradoria, lindo o
qual s o podero fazer com guias do res-
pectivo cartorio, e nsta contormtdado su-
jeitos as despezas das tnesmas. Os inters-
sados diri.j iin s,i ao escriptorio da ra do
Crespo n (i, dds 9 11_! da manhaa as 3 da lar-
de. Iteeifo 20 de julho de 1857. O solici-
tador, Jolo Firmi no Correia de Araujo.
paquetes a vea entre
H}vre e Periiniubtieo,
de I T. Barbey &C.
. -
Espera-se uestes dias do Havre um ilos
navios desta companhia oclipper (Porto Ri-
co), o qual sahira com toda a brevifa-de, por
ter a maior parte do carregamenlo protnplo,
o para o resto rec-be-se a froto : a tratar
com os consignatarios N O. Bieber iV C ,
na ra da Cruz n. i.
cao Psta salva qualquer duvnla qi
po.les.se haver.o escrivao das loterias,
J. Januario Alves da Maia.
Bichas prido, pouca barba, tem urna cicatriz
na testa proveniente de nina eacetada que
levou em Pa'o d'Allio, tem urna das per-
itas mais lina que a otltia, e na niesma
peina tem Outra cicatriz proveniente de
urna omina rpie leve : levou calca de ca-
semira cinzenta, calca e camisa de algodao
azut escuro : a pessoa que o pegar dirja-
se a ra Direita n. .>.
Kesidindo nesta
provincia ha cerca
Grande sorti-
menta de fazendas de to-
das as qualidades.
Uroadenape prelodei aeda laviaila, eovado. 2s2(X)
Pito dito liso mullo largo, cosido. 2?200
Dito de corea liso muito superior 2J2II0
Setiin prelo macao, eovado...... 1^o:ki
Panno (no prelo e de cores, para todoa oa precos.
Pupelina de seda de corea rnatiaadas, eo-
vado............. IjOO
Chalf de cores, com quadios de seda, eo-
vado ............ n&V)
l.aa de quadroa pequeos e grande, eo-
vado............
SfiK)
0800
de O annos, e aqui educado nos maisn- [fn e.V4a de BO*0' pa'"es, eovado. .
i Mauritana de aeda com cinco palmos de
largura, eovado.........I56OO
THEATRO
DE
aiita Isabel
Achande-aeneala cidade o arlsta Germino l"r;iii-
a sua raenirada ueste
qm-.
.1 compaiiiia de pa-
'S
lM^lZ.S
a
'
1857, nesta ci 'ade Jo Recife de Pernambuco I simo de Oliveira, vai fazer
em meu escriptorio veio o solicitador Fre tiie.iiro no dm
ilcrico Chaves, procura }or tle Antonio Ter-1 '/'/'/' / a / //' / a.
reir Lima, e perante mim e as tes etnunhas -7*ww ** efe/ufAo ce r3r,
ahaiso assignadas, disse que prolestava pe- Subir a scena o drama em S actos
lo conleudo na petigao retro, quo fica la- msica
ornado
le
(i3:7o05'J0
DIVERSAS PROVINCIAS.
Itendinienlo do dia I a 15. .
dem do dia Il>.......
.::,H-7i
337^237
3:8C737ll
zendo parle do presente termo. E de como
assim o disse pcolestou, o assignou com as
ditas testemtiiihss o prsenlo. Eu Maximi-
no Francisco Duarte, escrivSo o escrevi. -
Kicdortco Chaves Joao Jos. Menies da Sil-
va.Joao Morena de Jess.
E mais se nao contiuha em dito lermo de
protesto aqu copiado, e o supplic.uile pro-
duzio as suas tesicniunhas que joslificaram
a ausencia do suaplieado e n lugar nao sa-
bido : e subindo os autos a miulia conclu-
sflo, profer nelles a minha sentenca do
theor seguinlo :
Avista da inquiri^ao de lis. (i a 8, julgo
provada a ausencia do justifica Jo em lugar
nao sabido, e mani que para a intimacAo
requerida na finiico de II. ii, s>i passe cana
de editos com o pra?.o, de 30 dias, e cusas.
Kecife s de julti 1 de, 1857\nselmo fran-
cisco Per lli.
E mais se n5o continha em dita sen lenca
aqui iran-cripla, em virtude da qual o es-
ci ivjii que esla subscreveu mandou passar
a prsenle carta de edilos com o prazo de 30
das, pela qual, c seu tbeor se chama e inti-
ma o hei por bem latinado ao supplicado
devedor ausenlecima declralo, de tolo o
conteudo em sua pelic,3o e termo de pro-
testo cima transcripto, pela qual tola e
qualquer pessoa, prenles e amigos do dilo
supplicado, podera fazer scionle do qua a-
cima ca exposlo, e o porteiro do juizo li-
jara a presente nos lugares do cosime, e
sera publica i 1 pela imprensa.
Dado c pissado nesta cidade do Itecife de
Pernambuco, aos 10 dias do mez dejulho
de 1857. Eu Maiimiano Francisco Duarte,
escrivao o subscrevi.
Anselmo Francisco Peretli.
0.
BE IJSIN.
DESPACHOS DK EXPORTA CAO PEI.A MESA
1)0 CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
1G DE JULHO DE 1857.
HavreBarca francesa Omite Hoger, Lasserre e*
O, 460 sarcia algodao.
PortoBarca porlugueza N. S. da Boa Vingem,
diversos carreeadorec, 35 cascos niel, 3 barricas
assarar tirancn, 1 sarco caf.
Rengela por Luandallrigue porluguet Joven
Amelia, Mauoel Alves Guerra, 10 saccoa e 00 la-
las assncar lirauco, 50 barris agurdenle, e 100
saceos lamilla.
DalavareBarca ingleza Ajina Scoll, Roalron
Bunker & C, 150 saceos majoef mascavado, ,590
couriis.
LivrrpoolVapor inglez aCell, Soulhall Mellors &
C, 18 saccas algodAo.
Pliiladelpliia Palacho americano Brecze, Ma-
- llieo" Auslin & O, 650 saceos assucar fcranco e
mascavudo.
Rio da PrataBrlgue inglez uQuechslep, Isaac,
liiin 1 o, C, 400 barricas e 100 saceos assucar
bronco.
I.i-lnaBricue porlosiiez aCooslante, Tliomaz de
Aqnino Fouseca oi F1II10, 200 saceos a-sucer
nascavado.
Li-boa Barca porloi Novaes & C 300 accos aasucar branco.
EXPORTACAO".
Havre peto Para, brigue francez Alma, de 285
lomudas, ronduzio o segusnle : 800 saceos com
i,000 arrobas de assucar.
Aracaiy, hiaie nacional aBeberibr, condazio o
seguiule :185 volamei gneros eilran&eiros, 310
dHea ditos naconaes.
I lem, caler nacioual oTubanloi), de 23 lonelada,
conduzio o --mu. -.loo barricas forinlia de trigo,
20 cacoa e l|2 inanleiga, :| vnlumes drogi9, 3 otos
vidros, 15 barril vinho, ;, barricas e 10 frasquinlios
genebra de Hollanda, 5 ditas cerveja preta, 2 ca-
na-iras albos, I cana esprenmete, 8 gigos louja, 2
botijas oleo, 1 safra para ferreiro, 6 barricas assucar
relinado, 32 la.'' cha'.
RECEBr.DORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rcndlmonto do dia I a 15. 17:631$627
dem do dia 16. ..... 1;146>452
18:781 fin)
Xjf--

CONSELI10 ADMINISTRATIVO.
CONSULADO PROVINCIAL.
II 11 1 iiii'ii 1,1 do dia I a 15.
1-ietn do da ,16.
57:0139338
1:3173123
(il:230jl5l
Navio entrado no dia 16
Newieland82 da*, galera nmeiiriia America,
de 418 toneladas, capila 1 W. Luce, eqmpagem
18, carga 2,150 barris com ajeile de peiie ; a or-
dem. Veio re frese r c segu para New-IIedford.
Perlcnce a Ntw-liedford.
Navios sabidos no iiie-mn dia.
Liverpool por Macei Brigue inglez Amiznn,
(pillo James StuL em lastro.
BostonKsruiia potluguaza Rainba dos Azores,
capilSo Antonio Jo de Medciros, carga asorar.
Mscein e porlos inlerme losVapor nacional Per-
sinunaan, eoromaiidanle o 2 teuenie Joaquim
Aive Moreira, carga varios general.
Oconselho administrativo tem de comprar
o seguinle :
Para provimenlo do almosaiifado do
arsenal de guerra.
Travc de conslruccjio de 40 p^Lnis 1 ; dila
de dita de 32 palmos I ; enlames de quaii-
dade 12 ; laboas de assoallio de louro de 1 1
a 16 pollegadas do largura, duzias 20 ; ditas
le mili 1 de II pollegadas de largura, du-
zias 10 ; ditas de dilo d'i 3|4 de pollegada de
grossura, e 8 ditas de largura, duuas 10;
cosladiuhos de amarello de IC pjllegaj is de
largura 6 ; (recital de 35 pal.nos 1 ; azeile
decarrapalo, caadas 880; dito do coco, ca-
adas 47 ; lio de algodao, arrobas 2 ; pavios,
duzas 9; cirvflo de peira, toneladas 10;
.i-lices de latilo, com o peso de II a 12 li-
bras cada um a 20 ; reme de lal5o de 11 8,
arrobas 2; estaiiuo em verguinhas, arrobas
2; csixas com vidros do 16 a 18 pollegadas
2 ditas com ditos de 11 a 12 ditos 2 ; livros
em branco do 150 folhas de papel pautado 2 ;
dito dito do 300 folhas de dito 1 ; ditos dito
de 120 folhas de dito ; dilos dito de 50 fo-
lhas de dilo 8.
Companhia de artfices
Livros de 200 folhas 3 ; dios de 150 ditos
2 ; d;-to de lOi) diUs 1 ; dilo de 60 ditas I ;
dito de 20 litas I
Devendo cada pagina de lodos osles livros
ter 101|2 pollegadas de largura, e 15 1|2 di-
los de comprtmento
8 b'talhaj de infantaria de liona.
LivroS de 200 folhas 5 ; dilos de 150 ditas
14; dito de 100 ditas 1 ; dilos de 50 dila
4; ditos de 20 ditas 8.
Cada pagina do lodos estes livros deve ter
10 1|2 pollegadas- de largura, e 15 t|2 ditas
de comprimento.
9.- batalhao de infantaria dalinha.
Livros de capa de c airo com 50 folhas ra
da um, riscadas e impr. ssas para o registro
geral das companhias, sendo as 10 primet-
ras folhas para asscnlos dos olliciaes, e as 40
restantes para as uracos de pret, tendo as di-
mensoes regulares pelo decreto do 6 Je dez-
embrode lasi, 8; livros do capa de couro,
de 200 lolhas 5 ; ditos de dito do 150 ditas
14; dilo do dito de 100 (lilas 1 ; dilos de dito
de 50 ditas 4 : ditos de dito do 20 ditas 8.
10,- batalhao de infantaria de liona.
Livros de 200 lolbas 5 ; ditos de 150 ditas
IV; dilo de 100 ditas I ; ditos do 50 ditas
4 ; ditos de 20 ditas 8.
Devendo ter cada pagina, nilo s destes li-
vros, como dos do 10 tmlalhilo, as mesmas
ditnensOes cima diaignadas
Qu-'tn quizer vender, aprsente as sens
O papel de D. Cesar s-r ferio pelo artilla Gar-
mano, e os de mais pelos piiucipaes artistas da
companhia.
Muito desejava a ociedade dramalica easprexarla
e o meono srliiU liermano apresen! 11 ao reapeila-
vcl pablieo um drama novo, porem fallando o lem-
po necis-oiio para os competentes en-aioa, .n pie-
len tenlo a nic-ina sociedade sa'bf.zera inciedade
ros n o mor esos amigos do aihsla Germano, lan^a
inao do presente drama jalgattds a-snu agradar a
lo.'"-.
rinaliaar o espectculo com a comedia
UMA PARA TRES.
Oi bilheles aelidiii-se a venda 110 escriptorio do
Ihealro.
Principiar as S hura*.
(abinete ptico
ATERRO DA BOA-VISTAN. 4.
Grandiosa he admiravel expoSifSo de vis-
tas das principaes capitaes, porlos de mar,
e ottlros pontos mais nolaveis de todo o uni-
verso.
Neate saino verdaderamente recreativo, a-
ciiam-se representadas com a maior natura-
lidade e peifeiogo os edificios, monumenlos,
rios viilcoes, e ludo quanto pode chamar a
ltenr;3o de um viajante, tornando-so mais
inieressante nm partienlar pela Bel repre-
sentieao iIhs tremendas batalhas,grandes es-
quadras, a prestos militares e lodos 08sue-
cessos meaioraveis, e mais recentes da gi-
gantesca guerra do Oriente, dosquaeso es-
pectador podera (orinar urna idea qi.asi Uto
exacta como se por si mesmo asvsse.
O director tem toda esperanca de que o
publico desta capital, apreciador como lie
de lodo o mrito artstico, o favorecer com
o mesmo acoliiimeulo que meroceu elfe no
Kio de Janeiro, e outrafcidades do imperto.
Vistas que scrao patate a das al odia
19 do corrente.
GUERRA DO ORIENTE,
l. As principaes personagens di guerra
do Oriento:
S. U. Nicolao imperador do todas Hussias.
S. II. Aduimeiji, inipea lor da Turqua.
S. M. iNapole.lo II, imperador dos Fran-
ceses.
^. H. a rainha Victoria em conselho de
conferencias, acompanhada de seus estados
mejores,
2 Ataque do forte de San-T-icolao, a-
onde a esquadra russiana licou coiupleta-
mcnle deirotada.
3." O greudc desastre de Signope, aonde
a esquadra lurca, licou denotada.
4. Embarque dos franceses em Toln para
a guerra do Oriente.
5. Desembarque das tropas francezas, a
inglezas em Gaiipoli.
B.' El Bergantn turco, chegando coma
noticia das esquadras aliadas, em frente de
Gonslanlipopla.
7 As es (uadras aliadas, alv liando o sig-
nal de guerra a llussia.
8." As esquadras anglo-francozas, passan-
do 110 mar .vegro.
9.' O grande hombardcamcnlo de Edessa,
os ingtezes botando logeles a eoiiirevYe.
10" Bombaideamenlo de Sebastopol.
II.* O Kio de Janeiro tomado da tib das
Cobras.
12 > Vista da cidade da Ilahia.
1.'' Vista geral de Parts, avistando-Se 3S
leguas.
14.a Vista de Lisboa.
15.a (i grande palacio da rainha de Des-
patilla, representando ser lun.inado com 500
lu/.es
16." O interior do palacio de Luiz Fllippn,
em Pars.
17 A grande torre de Babel, una das
priniciras marevilhas do mundo.
18 a Mapoleflo I. bulando orulo; e o phisi-
co chino jogando os seus btHieles em frente
da catrodal de Milo, tocando msica.
Todas as semanas llaverao vistas novas.
Knlr.ida 1-000 res.
Al o dia 21 deste mez espera-se do sul n vapor
AVON, commandanle Itivell, o qual, depoii da de-
mora do collona, euir para Soolhampton : lo-
cando nos porlos de San-Vtente, Tenerill, Msdei-
ra Lisboa : para passaaen-, etc., Irala-e com os
asentes Adamson llowie & C, ra do Trapiche-
Novo 11. 12.
Para a cidade do Pnrto, com escalla
por Lisboa, a nova e muito veleira barca
poitiiguezn Maria Feliz, c.ipito Zefnrino
Ventura dos Santos, n qual he esperada nes-
le porto a!. o fim da presente semana, pro-
cedente do Dio de J.uiei o, donde conduz
niais le meia carga, e lera apenas 6a 8 dias
de demora ueste porto : quem na mesma
quizer carregar, 011 r de passagem, para o
que tem encllenles comino tos,dirija*8e com
antecedencia ao sen consignatario Luiz Jos
de Sa Araujo, ra do Brum n. 22.
rara o iiio de neiro.
O veleiro e bem ennhecido palscho nacio-
nal Valente prebende seguir com muita hio-
vidade, lera prompto melado de seu carre-
gamenlo ; para o reslo e cscravos a (rete,
para os quaes tem excedentes commodos,
trata -so com o seu consignataiio Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo, ra da Cruz n, 1.
a> '-f1
PtkWljf
O agente lorja fara' leiiiio, etn sen
arma/.em, na ra do Collegio 11. !.">, de
uma cruanttdade immensa de objectos
de diltereiites qualidades, que (ota im-
|iossivel niencionat- : se\la-l'eira 18 corrente, a's 1 I lloras da inanliaa.
Leilo de la boa-
do, ele.
Alvin Oaksmeth, sobre carga lo bri-
gue americano Fanny \Y. Oaksmilh, arri-
bado neite porto cora age abei ta na sua
viagemde Daen para Bueuos-Ayres, Ta-
ra Icilao, por inlervcnro do corretor
John (lilis, na presenta Estailos-lnilos, e por conta e risco de
quem pertenec" de uma porcaoda carga
do dito l)ii;ue, tanto quanto se a neces-
sario paia suas despezas de concert ues-
te porto, c iiisisiinilo o leudo em cerca de
liO mil peMiiperficiaes de taboado e pran-
cliocs iIl1 pinho de diversos tamnbos.
lista niaileira be de urna qualidade muito I va tas iva
fot lee superior, propria para aasoalhar e
outros intentos, e bem vale a atten<;"io dos
Srs. propietarios; esta'arrumada noar-
mazemdoSr. Joaquim Lopes de Alenla,
junio a' praia, na rita da Cadeia de Santo
Antonio, onde sera' vendida : na sexta-
feini 17 do corrente, ao meio-diaempon-
to, e pode ser examinada pelos compra-
dores, com antecedencia.
Leilio de lmannos.
O agente Pestaa (ira leilSo de 3 caixas
com Uinane.os, s .unes sor.lo vendid s pelo
maior prcco quo for odereci lo : sabhado 18
do corrente es 11 horas da inanhaa, em seu
armas ni, na ru da Ca lea do Itecite n. 55.
Leilflo a tiro do martelo.
O ag-nle Pestaa fara leilflo, para fechar
conlas, do varias obras de msreineiria novas
c usa las, romo sofas, cadeiras, consolos,
mesas re tondas de quatro pos, relogios, vi-
dios, porccll 11a, cryslaes e mullos outros
objectos, q e sera enl'adonho enuinera-los,
e que ludo se acha patente ao esame dos
compradores : sabhado 18 do corr-'nte as 11
horas di manbfla, em seu armazem, na ra
da C.idci-i do Recife n. 55
Premon & Lssno farSo leilSo por in-
tervenr-So do agente Pest-na, dos objeclos
de s--.ii armazem e alguns movis de sua ca-
sa : sexla-feirs, 17 do corrente, as 11 horas
da manll&a, em seu armizem na ra da Cruz
11. 27.
- (1 .gente lorja, em presenca do lllm.
Sr. viee-consul do lla'eburgo, tara leilflo po
go.
I.slao oxposlas ven la aos rontos e a re-
talho, na luja de barlicro n. i, conl'ronte ao
Rosarlo de Sardo Antonio.
Na ra da Concordia n. 26. desaja-so
fallar ao Sr. Paulino da Silva Miu le.llo, alim
dello promover a CobraiiQa de um val de
urna pessoa que s o mesmo Sr. Mindello
com sua indueucia podera cobrar, cujo val
ja estove e 111 poder de urna pessoa pa'a co-
brar, mas por milito condescendente nada
consega i o ; todo negocio se faz com o Sr.
Mindello, com tanto qup. elle nao perca na-
da com o tal velhaco.
Precisa-se do uma pessoa quo enlcn la
de plantacSo, para ser feilor de un sitio em
.Sanl'Anna : iiuem estiver no caso de ser,
dirija-se a rja Velria n. 51.
~ Na ra da Cruz n. 40, primero andar,
deSejase fallar com o Sr. Jos Machado Ma-
Iheiros Braga; e no caso om que uflo exista
na cidade, se pede o favor a quem delle sou-
ber, de dar noticias suas. Ha igualmente
para vender o Panorama completo, novo e
cncaderuado etn 13 volumes, bem como 96
moe I s de ouro de 4 oilavas.
Atttilirvi j
Fugio um cascabulho antes de honlem,
15 do corrento : quem o adiar leve ao Cam-
po Verde, que scr*recompensado.
- Precisa-se do um par de meias com-
pri las de berrocha, novas, ou mesmo com
pouco uo, e serve tambem uma s : quem
liver annueie, ou dirija-se a ra de Apollo
n. 12.
Mauoel de Azevedo Pontos 'az sciente
pessois quo te'ih im tido conlas com o lina-
dosen tio e sogro Josquim Ribeiro Montes,
de as a presentar paia poderos enlrar no 111-
ventarij,
Precisa-se alugar um primeiio andar,
n'uma das principaes ras de Santo uttonio,
como sejam, ra das Cruzes, do Collegio,
Quelmado, etc. etc. : a fallar no aterro da
Boa-Vista n II.
Veoiem-se na ra da Concordia n. 2G,
2bois mansos de carrova, muito gordos.
- Pede-si- a pessoa que achoq, ou sub-
liahio da slgihcira signado, hoje do dia, na igreja de N. "i.
do Carino, uma c-rteira de couro cor de vio-
leta, ou roxa, contendo urna nota do banco
de 509 rs duas sedlas de 10/ rs. cada uiua
uma dita de 59, duns do l^ rs. cada una ji
dilaceradas, um p lacflo brasileiro novo de
2( rs., e dous dtii s velhos, urna moeda de
duas patacas em prata, U rs em prata. ama
conta de venda uc ssucar, dada pelo Sr.
Manoel Alves Ferreira, no valor de eoo^ rs ,
duas lettras ja pagas, sendo uma ao Sr. An-
tonio Jos rexeira Lisios 110 valor da-
quella qiinntia, e oul a no valor do 805,
ao Sr. Jos Moreira Lopes, com os compe-
tentes recibos, e um* pequea notndceu-
comr.ien las, baja de Icr a bondade, ou alias
a ca id ule. d 1 restituir ao tlMixo assignadu,
na casa ilo dito Sr. Manool Alves Kerreira, no
Forte do Malo, ao menos melado dessa
quantia, e aquelles documentos ; na certeza
de que se Ido promotle o maior segrodo, e
muilo se Ihe agradecer. Recife 16 do ju-
lho de 1857.
Manoel Jos Machado.
A abaixo asignada declara, que nin-
guem contrate com Francisco llorge-i, a pe-
quena parle que ella tem na. casa da rua da
s. Cruz n 82, por achar-se penh.irada.
Maria da ConcercS Soar>s.
ROPA FETA.
Vendem-so palitos o sohrecasacos de pan-
no lino com gola le velludo e l'orr-dosde
seda de 25 a 30c000, casacas (iretas a 30?00O,
calilos do alpaca a 7 n 8?00, de briol a 8 e
4>000, cohetes de velludo a 12*1100, de caso-
aiira borlados a l.OOl), de setini, gorgU'fl.i
e seda de 5 a 8*000, calcas de panno lino a
10o, de casoinia de cures a 105, do casemi-
ra preta setim a (SS, de brim d : linhi bran-
ca o do cores a 5 oti~ 'O, chapeos de todas
as qualidades ara lininens meninos, gra-
s, e outros inultos objectos que
jocosos principios de moral e reilgiao,
procurei sempre proceder de forma a
merecer estima publica e
daqueiles com rpiera nha
que em consciencia me pareca ter conse-
fruido, entretanto acaba de me sorprender
o arrojo de nm iiotnera a quem Iriliulei
sempre respeito, c a quem ate poucos dias
considerava, senaocomoamigo, ao menos
como afeicoado: este lioioem lie o Sr. An-
tonio Alves Barbosa, que nao sei assom-
bradoporalgumduende, ou servindode
instrumento de gente mesquinha, teve o
pouco sonso de I1/.1 r nina (tuei\a injuriosa
de mim edos Srs. Mesquita& Uutt-a, hon-
rados negociantes desta praca, ao muito
digno Sr. subdelegado d i reguezia de
San-I-'rei Pedro Gonealves, no dia 13 do
corrente. A reprovacao com que foi re-
cebido este facto, praticado pelo Sr. Bar-
Irosa, entrea claSSeaque muito me honro
de pertencer, e pelo resp 'ilavel pulilico,
me enebe de immensa satisfaco, e deve
ter mostrado ao Sr. Barbosa, a que see\-
p'ie o homem que ;e aventura a nao esco-
Ilier os meio? para conseguir os (ios. No
entanlo a minha honra ollcndida e n pro-
funda fjratidao que devo a' nobre. classe
a que pertenro e aopublico em geral, por
essa espontanea rc-provaeo, nao consen-
tem e\igem que eu justifique esseconceito que
me desvaneco de merecer. Uisso vou
curar, e em tempo espero rue a lei do
paiz mostrara' ao Sr. Barbosa, que se nao
oliendo impunemente a rep itarao alheia,
menos por espirito de vinganc, do que
por imperiosa exigencia de inhiba honra.
Jos Teixeira Bastos.
Recie, 16 de julho de 18.Y7.
iVecisa-sealugar urna lioa sala pura
escriptorio deadvogacia, cu} nina das ras
prximas a do Collegio : quem a liver
nimiineie, ou indique a sua morada nesta
typographia.
TACHAS PARA EXGENIIO
Da fundicaode ferro de lio\vman 61 Me
Callara, na rua doBium, pastando O cha-
lan/, continua a haver um completo sor-
timent de tachas de ferro fundido c bati-
do, de3 a 8 palmos de hica, as quaes se
chama venda por prccocommodoc com
promptidao, embarcam-se ou crregam-
le em carro tem despezas ao comprador.
Vende-se um mulatinho de 10 a {>
anuos de idade, bonita figura, sadio, e
minio proprio para pagem, por saber
bem montar a cavallo : na rua do Cres-
po 11. iT>, primeiro andar.
Avs:i.sc. que alguns
vendedores de brlhetes da
loterii dri proTiicia, oom
1 milis refinada m 'i il
lude.11 no publico, vnden-
lo billietes, meios e (tiai*-
tos por grtrantir, peln
mesnios precos uaflii dlea
(|Ui sao i>aianlido*.ijiu
dos Iludidos
19000
.-it.v.
780
:\m
280
90(1
iJft
800
icono

l|MM
5CI0
llOtK
.1*000
.-ooo
Taya
''OUO
9500
:ooo
Ittaooe
lOOtl
eti
(01)11
;*5ot)
fsao
i'-aooo
600
MM
;*4 O eiifienlieiro civil ahitiio as-lanudo, se A
-'. propoe a fa/rr planc e nrcariieiilt^ para *;'
W p-lilv-'d^oM parli.'uUres, levantar plantas,f.i- '--*
^ 7.t*r mi)llior*ineiilo) e deiiiiirra^r<, e final- i!^
' >, iiien: incirrp3ij se de lodo Irabalho de ar- ^i*,
[;' rliilrlur^, ieolesia, asniuMeniTa e Upo- *y
v?v urapIHa : qurm de sua prulissiio (iizt
', militar, pdtrd procora-lo no sobrado das
* : im lis Lroxei n. ;I0, xia* M boras ao meto ;
:.J
se vendem por presos cominmlos : na rua
Nova, loji 11. \
- Ven lem-sr- i roda para 1 carro, S bnas
e 1 precisando de concert, c por mo,lico
l'ri'co : qii; Sulilade, que segu para o Mmguintio, no I
sitio dos 4 lefias, a qualquer hora do dia,
que achara com quem tratar
--- Vende-se tuna fsersva de bonita ligu-
ra, ida ie lio 18 ennos, cizinha, engomma e
cose com perl>iei"o : quem a pretouder, di-
rija-se a rua larga do tiosario n. 4S
?i pinhos e H 1 re**,
drama orginal de Cimillo (.asidlo Branco :
vende-se na livraria de J. It. da Mello, rua da
Cruz n. 59
ardiin publico em per-
natnbueo, rua da Sol
dade n 70.
Nesle muito grande jarJim aon lo o pu-
blico voni passear e aureciar a grmde varie-
ilade de llores o fructaa vindas 'le l'raircs,
Portugal e llamburg, he o uniCT jar.Iim
que todos os annos recabe daqueiles puiz.'.s
piarlas de novas especies. Ksl exp islo ao
publico ile da tarde, a sua extensao he de 80U palmos
de coiiipridn e 400 de largura, por isso que
olFerece ao publico toda a comrodidade, e
(todera escolher ps de flore e arvoresa seu
gosto, e m ludo he o primeiro nesta cida-
ie, e goza (' maior crdito pelo bem que

garlda : saldiado 18 lo correle, as 1-2 no
ras fin po.ito, e,n seu arinazcm, na rua do
('ollegio n 13.

Para Lisboa, sube imprelcrivrlau'iite
no dia 4 de agosto prximo, o brigue por-
tuguez C.onslaiile : quem no mosnio quizer
- carregir ou ir de passag.m, para o que te-n .
propostas em carta fechada na secretaria do os melhores commolos, trale com os con-l rua do l.ivramonlo n -Jtt, ou annunrijasua
conselho, as 10 horas do dia 22 do correnla I signatarios Tliomaz de Aqumo l'onseca & Ki-1 mor i Ja para ser procura lo.
mez. Ilio.oa rua do Vigaiio n. I!, primeiro andar, Na rua da Cadeia do Kecifo n. 54, pre
Sala das sessOes do conselho administra- ou com o Sr. Stlveno Manoel dos Iteis, na i cisa-se de urna pessoa muito habilitada pa-
;!. -- ------n !' 'mi i-------------------
AraciiyHiale nacional luveucival, meilre Joa-1 tvo para fornccimento do arseual de guerra | pra^s.
serve a seos freguezea II) impossivil fazer
conls e naco de quem pertencer, de2* cal- menclodas muilas qualidades-que tem de
xas de cadenas violas rec ntem.-.ntc do i rosus.dhaliase outras muitas flon-s. Aprom-
Uaoburgo, pelo navio dlnamarquez Uar- ptam-ae encomraendas para o centro Ja pro-
vioci> e as mus dos,.l e norte,
Na li a do Collegio o Sr. Cypriano Luiz
la Pal, no aterro da Boa-Vista o Sr. Jlo da
Luz Ferreira, na pailnria do Sr. Beiriz, dlru
quem da quanlias de 50 nl 1:6009000, ou
2:0()C?0<>0 com hypolhcca em casas terreas
ou letinis de Armas a contento,
--- Pede-se aos Srs I) s. juizes manici-
paes Ja primeira e segunda varas deste tor-
mo, que tnaiiderr, fazer uma pauta das epo-
clias das eoncessoes, e vencimentos das pro-
vlsous dos ollioiaes de Justina, alim dfl qus
as ressoas que tee o demandas no foro 80-
c^gueni o ssu espirito assas sobicsallado, c
acune o granJe rumor publico que existe,
de que moitos del les ja escederam o tempo
de taes provisfies.--0 diligente.
Precisa-se de uma oscrava ou Ii-
vre, que saiha lavar c engnmmar bem : a
quem convier, dirija-se ao hotel inglez, rua
da Lingocta ou Trapiche.
Precita-se alugar dous |>reto capti-
vos ou komens livros, para traba I liar nes-
ta tvpograpliia: quem quizer dirija-se a'
livraria na. (i e 8, da piara da indepen-
dencia.
Deseja-se saber on le mora a lllma.
Sra. I). Maria do P.osario Pi iheiro, viuva do
Pr. Pinhciro, a negocio deseo inleresse : na
VellM. pmi lrra n. 7S. Anloiini I eli.1,1
-,,? nn K'idr gOM S-ll.
:.: *::: /*99 O-O QG&9
Grande peehin-
clia
Ricos cortes de laa com loco\ados.
Veiiilem-ce corle d laa par< veslido,, o mais
moilrrum, por se'em com listra* aselniail;i-, imilaii
,lo a cii iiitil ,!, atiiD cumi 1 pinlinlia, pelo har-
lislmo ppco do OIH) omli um aorta.' na ro do
n,n una !, n. 1U, loja do Sinlu* Cielho.
Minoel Jos Le te declara aos deve lo-
res do fallec lo Itiphael Flix Jos (Jarcia,
que ciinproii lo I s as dividas que os mes-
mos deriam quelle fallec Jo ; por conso-
guintc so ao annuuciantc ou a pes>oi por
elle Icgalmente autorisada, poderSo pagar
seus dbitos, s ib p ma de pagarem segunda
vez Oannuociaote espera que os senhores
devedores, para qualquer IransacQSo que
1 r-uhn i de seda com quadros, ramagens e
lirnl ir tt*m mal'da, eovado......
I l"-""" ISaJaa de quadroa bonito padrOei, cvde.
de tratar, O Uuqueza de seda com ramagein, eovado. .
Musulma I i-.tn 1 e de rres, curado. .
Chilas Iranceza finas........
Prondolina de seda para vestido. .
Cassas francezas tinas de bonitos padret,
vara.............
Argentina de core escuras, com salpico de
seda, pruprin para palito......
Italiana de seda preta com lustre, para pa-
litos.............
Corles de vestido de ida para senliora, o
mais superior que lia no mercado. .
Luvas de leda de todas as qualiJales, para
hoiuena, seulioras e meninos.....
Lencos de cambraia bordados, muito linos.
Ditos de dito de linlio lisos para mAo. .
Corles de casemira preta e de core. .
Corlas decoileles de guigurjo de seda, de
varios padroes, matizado. .....
Corle de l.la matizada para vestido, de
novo padroes, com 15 eovado cada
um.............
Chapeos de massa frauceze formas nova.
Palitos de alpaca prela, fios......
Oiloa de alpaca e ganga do cores. .
(un -lula de alpa-.-i preta e decore. .
Chales de merino bordado a velludo gran-
des.............
Ditos de dilo bordados a eda.....
Dito de dilo com hslra de teda. .
Dilo da ano com barra maliitdo. .
Dilos da dito lisos.........
Dilos de dilo com franjas da laa .
Dilos de laa adamascado de core. .
Canga franceza superior de cArta, eovado.
Romeirasde retroz muilo superior*, pa-
ra senhora..........
Em frente do boceo da Cougreacao, passando
loja de ferr-igan, a segunda da fazenda n. 41.
Quem quizer possuir um novo e escol-
ente carro americano com arreios ou sem
elles, assim como um mulato moco, escel-
lenle boliciro, pJe dirigir so a cocheira da
rua da Cadeia 11. 12, quo ludo achara a con-
tento.
No dia 18 dejulho corrente, se h3o do
arrematar em praca publica do Sr. Dr. juiz
municipal da segunda vara, provedor dos
residuos, varios movis pertencentes ao ex-
polio uo finado Jo3o Vieira Lima, a requpri-
mento do lesU nenlciro. lie a uilinri |ra<;.i.
Comjra-se urna carraca para bu, quo
esteja em bom uso : na rua uireiti 11. 84
0 Sr. Manoel Koiriguee das Naves te-
nha a bonJade doapparccer na imViv-,
armazem de mobilia do Pinto, a negocio sea.
OSr. Luiz Cpiplunio Msurieio Win-
lerley, do engenbo Frescondim. tetilla a
bondade de mandar concluir o Begocioque
leve princijiocm novembro de 1831, no ar-
mazem d mobilia ilo Pinto, na rua Nova.
IIOB I.AFFECTECK.
O nico autorizado por deciiodo conselho rel,
decreto imperial.
Os mdicos dos hospilaes recoinnicndam o
arrobe do Laftccteur, como sendo o nico
aulorisado pelo governo e pcia real socieda-
de do medicina. Este medicamento de um
gosto agradavel e fcil a tomar eiii secreto,
osta em uso na maimha real dnsle mais do
(0 anuos ; cura radicalmente em pnuco lem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as af.
focees da pelle, impingens, as calisequen-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmores; convem aos catar-
i los, a hexign, as contraeqoes e a fraqueza
dos orgos, procedida do abuso rfaa injoc-
roes ou de sondas.. Como anli-syphiliiicos
ojarrobe cura em pouco lempo os Ilusos re-
centes ou rebeldes, que vulvem incessanlas
em consequencia do emprego da copahiho,
dajcubeba ou das injecr,Oes que represeuleui
o viruasem neutralisa-lo. O arrobe |Laffiu--
teur be especialmente recommendado con-
ira as douur;as inveteradas ou rebeldes ao
mercurio eao iodorelo de potasaio.Lisboa.
Vende-se na botica de Itarral e de Antonio
Feliciano Alves de Azovedo, prar;a do I). Pe-
dro n. 83, onde acaba de rhegar uma gran-
de i'oivfio de garrafas grandes e pequenas
viudas dilectamente de Paos, de casa do dito
Boyveau-Latfecteur 12,rua iuchelieu a Paos.
Os formularios dao-se gralis em casado a-
gente Silva, na praca de l>. Pedro |n. 8:.
Porlo, Joaquim Araujo ; Rabia, Lima o. Ir-
in.los ; Pernambuco, Soum ; Iiio de Janeiro,
Rocha & Kilhos; e Moreira, loja de drogas ;
Villa Nova, Joan Peroira de Magalcs Letle ,
Kio Crando, Francisco de Paula Couto <*
BILHBTH DE VISITA,
(iravam-see imprimem-se com paffoaaJIo
bilnetcs de visita, lettras de commercio e lo-
dos os objectos da arle caligraphca, re-
gistros, vinhclas c quaesquer desenios ;
abram-se Urinas, sineles, lano a tallio doce
como em relevo, ornamento com objectos
Je ouro c prala; fazem-se riscos linJose
oiigiiiaes para bordados de labyrinlho ad-
miue-se a r.-cusa de quaesquer destes objec-
tos, no caso de nSo licareui a contento das
pessoas que os encommendarem: quem pre-
lender, dirija-se a qualquer destes lujares :
uo batrro do Recife, rua da Madre do Dco>
o. 32, primeiro andar ; em Sanio Antonio,
na livraria classica do paleo do Collegio n,
2 ; as Cinco Ponas, sobrado da esquina
conl'ronte a matriz nova.
y
na -.
a- '"*
C. STARR & C."
respeitosamente annunciam,
tenso estabelccimento, em
que no seu ex.
Santo Amaro,
qui:irameirectuara tal respeito, se enten- conlinu'a a fabricar com a maior per frica
dam cor. elle, na ua I > j da rua do yuci-
mado n 10. nocife 16 de iulho de I8.i7.
Conslandu ao abaixo assignado, que
existe etn mo do alguem algumas leliras
de levadores do filleci lo Itaphsel Flix Jos
'iircia, cujas dividas activas pertoncein hoje
ao abaixo assignado por le -las com ira lo aos
administradores da massa daquelle falleci-
do; pelo pres-mle o abaixo as testa nSo s contra qualquer devedor que
!>agar s>u debito pass la incompetente,
mas la whem conloa a pessoa que conslituia-
do-se ere lor, cobrar qual |uer quantia per-
leoeente ao annuuciante sem sua auiorisi-
(,-no. llecife 16 dejulho de 1837.
M moel Jo; Leite.
Gregorio atunes de Oliveira tem a
honra*U participa ao digno corpo do com-
moicioilesia pra^a, e ao publico em geral,
que se acha nomua lo agento de leiloes ma-
tr.cuUdo desa praeja, em vutu leda caria de farinha, arados de fer.o d. mai^.ppro-
palentequo lh- Iji concedida pelo meratis- vadll C0nslnrO run.tos para alaabiqiies,
sim tribunal uo commercio em dala de 13 (.:|VJ4 c |)rU>? piira fornalhas, c urna inlini-
ra fazer uma escripia.
do corrente tno/, c assim se acha em tud
prompto par-i fazor leudes pblicos em qual-
quer lugar pa'a on le o chamaretn, que s.;-
jim as casis e rmaseos comtierciaes,
quer particulares, assim como tambem os
leiloes quo se fizerem p to juizo especial do
commercio; prometiendo empregar lo los
os estorbos necesarios p.ira o regular de-
sempeulioda dita agencia ; c assim espera
mcieeer a prolec;ao do commercio osla
prac e do publico em geral, sempre que se
dignaiem occupa-lo : quem quizer tallar
com o annuncianle, o podera procurar das
9 horas da n-anba as .1 da tarde dos dias
uteis, na ruada Cadeia do llecife, primeiro
andar u. 50, defr-nlc da rua da Madre de
Dos. .
e promplidao, toda qualidade de machinis-
mo para o uso de agricultura, navegado e
manufactura, e que para maior commodo de
seus numerosos freguezes e do publico cu
geral, tem aberto em um dos grandes arma-
zens do Sr. Mosquita, na rua do Brum, atraz
do arsenal do maiiulia, um
DEPOSITO UE MACHINAS,
construidas no dito seu cslabcleciiuenlo.
|Alli acharao os compradores um completo
sor'imenlo de moeudas de canoa, COOl Indos
os melhoramcnlos alguns del lea notos
originaea a que a experiencia de muilo* an-
uos tem mostrado a necessidade. IJarbinas
de vapor do ha i xa c alta pressSo taclias de
todo (amando, tanto batid.iscomu lumliil..-,
carros de nao e ditos paracouduzir lormas
; do assucar, machinas para moer mxixlinc*
prensas para dito, fornos do ferr-i batida
da ledo obras de ferro, que sera cufadonio
enumerar. No mesmo deposito exjste uma
pessoa iiiielligentce habilitada pana recebar
desoilios, e instruc^oes que turen) for-lhe
Decidas.
I Sellins
patente inglez.
Sio dictado e arham-se I venda o vrdadeir*
a liem runheridus ellins insle/es patente : na ra.i
do Trapiche-Novo n. 12, armarem de furenda-, de
, a i on-ou Oowia i C.


.
MUTILADO

.

ILEGIVEL





ui.ahiu u rcitiNAMULtU Sb.MA filKA 17 DE JLLHOLE1857
C0IS0LT0R10 HIEOPTHICO
DO
Onde seacham sempre os mais acreditados medicamentos, tanlo em tinturas como
em glbulos, e preparados cora o maor escrpulo e por pregos bastante commodos :
PREQOS F1XOS.
Botica de tubos grandes. ,
Dita de 24
Dita de 36
Dita de 48
Dita de 60
c
o
Tubos avulsos a
Frascos de tinturrademeia onca.
JO/000
155000
209000
255000
305000
18000
25000
Manual de medicina homeopathica de Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina :........
Medicina domestica do Dr. Ilenry....... "
Tratamento do cholera morbus.....:.,'.'.
Repertorio d Dr. Mello Moraes .
205000
10/000
2/000
6'000
gwaaiagiigiwBMiiiBHM'raBaB
*? PEORAS PRECIOSAS- fe
i Aderemos de brilhantes, J
* diamantes e perolat, pul- '*
jjj seiras, alfineles, brincos
* e rozelas, lioloes e auneII
de difTereales gostos e de 'M
*! diversas podras de valor. *
W
OD 9*
bri-
t.
orno E MATA
10&E1RA k 0DARTE.
LHi DI IURIV8I
Rna do Gabaga' n. 7.
ttecebem por to-
dos os va p res da Eu-
ropa as oh ras do inais
moderno gosto, tan-
%*&m**s*s*x** to de Fraila como mmm.........................mm
de Lisboa, as quaes vemleio por
pre$o commodo como costuniam.
* Compram, vender
& Irocam prala, ouro,
jj Ihanles,diamantes o pero
9j las, e oulras qaaesquer 8
V joiasde valor, a dinheiro &
ou por obras.
Aderecoi completos di $
o ooro, meios dilos, pulsei- *
,*> ra, alflneles, brincos e '%
j- roalas, cordes, Irancel-
m lins, roedalhas, correnles 1
j*J e enffi.es para relogio, e *
$ ouiroi mullos objeclos de *
;*; ouro. p;
f Aparelhos compleloi de i
in prata para cha, bandejas,
& salvas, caslic,acs, colheres B
& de sopa e de cha, e mu- S
los oulroi
prala.
objeclos de
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Chora-menino, e ah tcm preparado urna
casa de saude com todos os commodos para
o tratamento de escravos, cujos senhores
residam fra da praga, ou 'que no os pos-
sam curar em suas proprias casas : quem
para isto quizer-se utilisar de seus servicos
mdicos, que scrSo desempenbados com o
niaior zelo, dinja-se ao paleo do Carmo n.
9, primeiro andar, ou do referido sitio da
Magdalena. Prego2/000 diariosexceptu-
ando conferencias, sanguesugas a opra-
seos.
SRio-Formoso.
B O Dr. JoSo Honorio liezerra de Mine- **?
. >,',.' zas, medico pela Faculdade da Baha, (era @
h litado sua residencia na cidade do Kio-For- gjg
,-, moso, e de novo eflerece seus servidos a lo- 2?
*S? das a pessoas que o iionrarem com sua con- 8?
@ fiaoja. :;.
Precisa-se decaixeiros, na ra da Ca-
deia do Recife n. 50, primeiro andar,
prestando urna lianca de 200J000, ven-
ando o ordenado de 200$ a COOj, que
lie para vender billieles da lotera da
provincia.
SEGURO CONTRA FOSO.
Companhia Alliance.
Eslabelecida cm Londres, em margo de 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tcm a honra da in-
famar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
quen mais convicr que asto plenamente au-
torisados pela dita companhia para efectuar segu-
ros sobre edificios de tijolo e pedra, cobertos da
llha e igualmente sobre os objectos quecontiverem
os mesbos edificios quer consista em mobilia ou
fazendas de qualquer qualidade.
O

Joo da Silva llamos, medico pela uni-
versidade de Coimhra, mudou sua residen-
cia da ra do Cabog para a ra Nova n.
69, segando andar, sobrado do Sr. Dr. Nel- &
tn, e ah coulina a receher, das X as 10 3
horas da manhila, e das 3 s 5 da larde, as '
peisoas que o queiram consultar. ,
JOHN GATIS,
corretor geral
E AGENTE DE LEILO'ES COMslEUUAES,
n. 20, ra do Torres,
PK1MEIRO A.NDAK,
.praga do Corpo Santo
RECIFE.
DENTISTA FRARCEZ.
Paulo Uaignoai dentista, ra Nova n. 41
t&S oa mesma casa lem agua pos denlrilice
&
Tasso Ir toaos.
Avisan aos seus freguezes, que as ultimas
larinhas de trigo llichinond chegadas ao mer-
cado, sao vendidas cm seus armazens, pelos
seguitiles pregos :
Galega 255000 por barrica.
llaxall -000 idem.
O Dance 23000 idera.
Columbia jj-ooii idem.
Alum destas lem farinhas novas de Tries-
te das marcas SSSF. Fontana c priineira
qualidade ; assiin como completo sortimen-
to das melhores marcas do l'hiladelphla. No-
va OrleanseBalliinore.
a
o
O 1
g
H.O.
O V)

Lotera
DA
provincia.
O abaixo assg-nado ven-
de bilhetesgarantidos, pe-
los precos abaixo notados,
sendo da quantia de cem
mil ris para cima, a di-
nheiro vista, em sen es-
criptorio, na rna da Ca-
dea do Hecife n. SO, pri-
meiro andar.
Billietes. osiOO
Meios. 2s700
Quartos. .1|350
P. al. Layme.
He chegido a loja de Leconte, atorro
da Boa-Vista n. 70, cscellenle loite virginal
de rosas brancas, para refrescar a pello, tirar
pannos, sardas, e espinhas, igualmente o a-
faraado oleo babosa para limpar e Tazer
crescer os cabellos : assim como p impe-
rial de lyno de Florenga para brotoeias e
aspendadesda pello, conserva a frescura e
o avclludado da primavera da Tida.
Xa fundk-ao da Aurora precisa-sc
de serventes forros 011 escravos, para
trrica debaixo de coberta.
Faz-so todo negocio com a melhor lo-
ja do Passeio Publico n. 9, com fazenda ou
sem ella.
Precisa-se de urna ama para o servigo
interno do urna casa .Je pouca familia : na
praga do Corpo Santo o. 17.
LOTEai 4
DA
provincia.
O abaixo assignado participa ao respeita
yel publico, que vondeosseus felizes bhe-
les, meios, e quartos, pelos pregos abaixo
mencionados, sendo da quantia de 1009 reis
para cima, a dinheiro a vista; na ra da Ca-
aea do Recife n. 45, esquina da Madre de
Dos :
Bilhetes 55*00 recebe 5:000s
Meios 2:700 2:5003
Uuartos j>350 1:250o
Por Salustiano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Prccisa-se de um caixeiro para loja de
lazondas, eoulro para molhado: na ra da
Cruz n 35, primeiro andar.
Aluga-se o armazem da casa da ra
da guio n 6* na ra da Cruz n. 35, pri-
meiro andar.
A publico.
O abaixo assignado faz selente ao respei-
tavcl publico e aos seus freguezes, que aca-
ta de montar dous importantes estabeleci-
mentos de fazendas, na ra do Crespo ns.
10 e H, ondeencoulrarao um vanado e lin-
do soriimcnto de fazendas de todas as qua-
lidades, as quaes vende por prego muito
eommoJo; sendo gerente do estabeleci-
mento u. 1 0 o Sr. Marcelino (Jernimo de
Azcvedo. 1, g. Malveira.
Manoel Joaquim Seve & Filhos decla-
rara que o Sr. Jos Caotano Marlins Marques
deixou do ser scu caixeiro desde o dia 10 do
correle.
''- ..''. '7^ nf^i <>>'*" *n- -........ -..;-, \:w.;\s' Ainda no appareceuo ercravo, fgi-
do de- engelio Mariuna cm Goianna, no dia
22 de junho, ja annunciado era urna das fa-
llas Diarias dessa cidade, o Dispertndor
Coinmercial do Norte, e recomraundado a
polica: lio ile nagilo africana, viudo po-
rm no tompo em quo a exporlagio n3o era
prohibida', de nome I.uiz, com 30 anuos de
idade pouco maisou menos, bem preto, al-
tura media, corpo e rosto regular, um pou-
co curvo, maneira de olhar por baixo, falta
de duales na frente, cabellos bem carapi-
nhos, peritas e ps tambam regurar, uuia
marca de ferida ja antiga em uiucalcanhar
e sem barba, h>vou um chapeo de massa
vcrraolha ja usado, camisa e caiga de risca-
do, jaqueta pela, mais urna camisa e serou-
la de algodSozinhoou algodo, eoutra de
madapolao ; leve-se noticia de r sempre em
marcha para essa cidade do Itecife.e pergun-
tando por onde passava.por outro de appelli-
do Andorinha,que serve de curreio particular
do Goianna para o Kecife : de novo rocora-
menda-se-o a polica, e a quem o pegar e
levar ao dito engenho Mariuna em Goianna,
lera 50^ rs. de gratilicagio : tem-se certeza
de mardar para essa cidade e seus arrabal-
des al urna legua. Mariuna 1. dejulhode
1857. Simplicio Tavares de Mello.
As pessoas que tiverem empenhado
qualquer objecto na inao do fallecido Anto-
nio Teixeira Peixoto, queiram appatecer na
ra doQueimado n. 44
Aluga-se o primeiro andar do sobrado
da travessa de S. Pedro n. 2 : quem preten-
der, dirija-se a ra do Collegio n. 23, pri-
meiro andar. Para o ver, as chaves estilo na
loja do mesmo sobrado.
Corpus Juris.
Aos acadmicos que quizerem comprar :
vende-se esta imgorlanle obra por prego
muito commodo, na ra do Uueimado, loja
de miudezas de urna porta n. 43.
Os administradores da massa fallida de
Deane Youcl & C, avisam aos credores de
Manoel Joaquim de Milheirs, que apresen-
lera suas contas habilitadas por execugoes,
aura de se proceder os raleu uo liquido dos
bens penhorados ao dito Milheirs, isto no
prazo de quinzo das, na casa da ra do Tra-
piche n. 12, primeiro andar, escriptorio do
Sr. Uidaulac.
Mobecco.da Polo, sobrado n. 4, pri-
meiro andar, continua-se a comprar cam-
inos : assim como liteiros.
Prccisa-se de urna iima de casa de pou-
ca familia : na ra do Hospicio n. 34.
Associacao no-!
i '
I pular de soc-
:::-
.>
corros mutuos
i
Jardim
9
No anligo c bcra conliec'nlo InnUm, silo '-
5 De ordem do Illm. Sr. director, s3o con- c^
i vidados lodos os Srs. socios.a compareccrem
!v a roiiiiian de domingo 19 do do correnle, X
">' n.io s para cumprirein na qualidade de so- V/
j^ cios com as suas obrigacoe, senflo I niliein iij
2j por ter de se eleger o segundo secretario, e J>
2* a commissSo que lem de tratar da reforma
'.y dos estatuios. Tem sido bastante seusifel -'.t';
t I a direcrAo as comineadas faltas do compa- .'-.
recimento dos rs. socios as sesses ordina- 5
W ras.
Secretaria da Assocarao Popular de Soe- i
M corros Muaos, em H de jalho de 1857.O ^
'i* primeiro secrelario iulenno, A. Jos The- &;
moleo, &)
Pretisa-sc de dous bous caixeiros
<|uc deem liadoi a' sua condula, sendo
um pata csl.t piarae ouliopara urna boa
casa 110 malo, da-se bom ordenado:
quem quizer dirija-ce a ra da Praia n.
i'.l.
- Pelo prximo vapor inglez Avon, sa-
ca-se qualquer quantia, sobre as pracas do
Porto e Lisboi, a prazo ou avista: no es-
criptorio de Thomaz de Faria, ra do Tra-
piche n 40.
Prccisa-se de 2 amassadores e 1 caixei-
ro dn idade de 12 a 10 anuos: na ruada Sen-
zala rs'ova, padaria de Domingos Jos da i-u-
nha Lages.
Gelim Coelho de Serpa Brandao reti-
ra-se para Luropa.
Precisa-se de um pequeo de 14 a 16
anuos, que tenha pralica de taberna e que
d fiador a sua conduela : cm Fra de Por-
tas, taberna n. 90.
Precisa-se de um cozinheiro : no lar-
go do Hospicio junto ao quarlel, casa do de-
sembargador Mandes da cnha. Paga-se
bem agradando oservico.
Furto.
Hontera furtaram do abaixo assignado, no
seu escriptorio da ra da Cadeia do Recite
n. 11, primeiro andar, urna carteira conten-
do alguns papis, como alguns carios de
visita do mesmo abaixo assignado, e dous
recibos passados pelo finado Goulon, um da
quantia de 85a rs eoulro da quantia de
los rs o primeiro equivalente a 1.a, 2.a,
3.a, 4.a, e 5 a prestaco, e o segundo corres-
pondente a ultima prestagao, corresponden-
te a urna acgio da Companhia Pernambuca-
na, perlcncente ao Dr. Jos Liberato Barro-
zo. Offerece o abaixo ansignado urna gra-
tificagao a quem Ihe restituir os referidos
recibos, a respoito dos quaes ja est preve-
nida^ agencia da mesma companhia, ahm
de nao trocar ; e faz-sc essa publicagao para
que ninguem faga negocio com elles.
Bcmvindo Gurgel do Amaral.
Attencao
a
Na gra de fabriea de ta-
ma neos da rna Di re i tu,
esquina do boceo de S.
pedro 11. K).
Ha cireclivaracnto um grande soriimcnto
de Uraancos para todos os lmannos, quer
a retalho, quer era grandes perenes muito cm
conta ; o fazem-sc tambera de cncontmeiida
Irmandade de Santa Auna
da Madre de 'eos.
O actual escriv.lo da irmandade da glo-
riosa Santa Anua da Madre de Dos, convida
a todosos iiinaos,alim de cemparecerom no
consistorio da mesma, domingo 19 do cor-
renle, pelas 9 horas do dia, para se proce-
der acleigao da nova mesa, que lem de re-
igeresta irmandade noannodo 1857 a i858.
Joaquim Francisco da Silva Jnior.
I llonrique Gibson, aluga o seu silio da
Torro, com rapacidade de darcapim para 20
|Ou mais cavados, e porto para alguns ani-
maos, e com boa casa para morada : a tra-
lar na ra da Cadeia do Kecife n. 52.
- Perdeu-se na noite de 12 do correte,
I desde a ra da Aurora a ra Nova, um lenco
branco, conteado alguns pannos de breta-
nha fina ainda novos, para uso de crianga de
pcito, e mais um par de luvas pretas de re-
tro z : quem tiver achado e queira restituir,
dirija-se a ra Nova n. 50, segundo andar,
que ser gratificado.
- Aluga-se urna loja na ra do Torres,
bairro do Hecife, assim como um armazem
na ra da Praia : os pretendentes dirifam-se
ao irmSo ministro da ordem terceira de S.
Francisco, no largo do Carmo n. 16.
Precisase alugar urna casa terrea as
ras que ficam entre o Mundo Novo ou ra
da Cadeia : quem tiver dirija-se ao Sr. An-
tonio Gomes de Figueiredo, para tratar, por
baixo do sobrado que foi secretaria de po-
lica.
A pessoa que annunciou querer com-
prar urna casa, nao excedendo o prego de
1:2005000, dirija-se ao cartorio do tabelliao
Porto Carreiro, na ra eslreita do Kosario.
- Faz-se sciente ao publico que nin-
guem rebata a Joaquim Gongalves Bastos as
letlras de Jo;lo florentino Cavalcanli de Al-
buquerque, consenhor do engenho Jussaral,
por seren pertencentes aos herdeiros da
fallecida Maria Francisca dos Aojos Bastos,
e se achara inventariadas, e o dito J Gongal-
ves Bastos declarou j por este Diario have-
rein sido furtadas, e agora apparece reba-
tendo-as.
Manoel Ferreira da Silva Hamos e sua
mulher 1). Anna /urich Ramos vao a Euro-
pa, levando em sua companhia um pretinlio
menor, e deixam por seus procuradores nes-
la cidade os Srs. Miguel Jos Barbosa Guima-
res,Joaquim Heuriquesda Silva e Umbelino
Guedcs de Mello.
Um pedido.
Pedimos aos Srs. empresarios do tliea-
Iro de Santa-Isabel, o grande favor de
sabbado 18 do correte, lcvarema' secna
a comediaPor causa do um ilgaris-
"10, c noUrna para tres, visto
aquella nos ter agradado muito mais:
portanto, iado na boudade dos Srs. em-
presarios, contamos que este nosso pedido
nao tenha a sorte (pie outros muttos teein
ido, e se for attendido como esperamos,
desde ja' muito e muito agradecemos.
Tres Germanistas (pie nao alliam.
Precisa-se de urna ama para lodo o
servigo de urna casa de pouca familia: quem
pretender, dirija-se a fabrica de cigarros na
ra larga do Rosario 11. 21.
- Precsa-se de um criado forro ou cap-
tivo, que faga todo e qualquer servigo, para
sitio de um estrangeiro a quem coavier,
dirija-se a ra da Cruz n. 4, primeiro andar.
GABMETE PORTGEZ
Mussulinas brancas e de
cores. ~
Vende-se mussulina branca muito lina a
410 rs. o covado, dita de cores de excedentes
, padres a 320 o covado : na loja da boa f,
na ra do Quoiinado 11. 22.
Al^ndao monstro.
Vende-se algod.lo monstro com 8 palmos
i de largura, muito proprio para loalhas e
lenges, pelo baratissimo prego de 000 rs. a
vara : na loja da boa fe, na ra do Queinia-
do n. 22.
Vende-so um sitio na cncrusilhada que
vai para Bchcribe, com urna grande casa
envidradla, chaos proprios, conr 5 quartos,
[ sotao, cozinha fra, no sitio tem baixa para
capim, 2 cacimbas, tanque, estribara, co-
Icheira, ele : quem pretender, diria-se a
I ra Vclha, taberna n. 67, quo se dir quen
ven Je.
Vendc-se um molcque cria, de 5 para
6 anuos de idado : a tratar na ra da Gloria
n. 86.
Cortes de laa 'para vesli-
dos.
Vendcm-se cortes de lita de lindos pa-
dres, com 15 covados cada curte, pelo di-
minuto prego de quinze patacas ; a elles,
anles que so acabem : na ra do Queiniado
n. 22, na loja da boa fe.
Vende-so urna escravacrioula, de ida-
de 24 annos, sabendo engommar, cozinhar c
coser bem :. quem pretender, dirija-se a ra
da Cruz n. 43, segundo andar, que achara
com qqem tratar.
Vende-se um moleque do 9 annos, c
urna negrinha de 8 annos, muito lindas fi-
guras : a tratar na ra dos Coelhos na Boa-
Vista, sobrado de um andar, com 7 jancllas
de frente, pintado de novo.
^lgodoes da JBa-
liia vorddeiros.
Antonio Lail de Oliveira AieVerlo vende nn seo
escriptorio, na ra da Cruz n. I, o verdadeiro alao-
dao da Bahia.
Camas de ferro
para soieims ecasados.
Vende Antonio I.uiz de Oliveira Aicvido, no seu
escriptorio da ra da G'ui 11. t.
Vende-se
recias de la|de carneiro sem costura, pa-
ra liomens c senlioras: na ra do Quei-
mado n. 4!).
Luvas de Jouvin.
Constantemenlfi acharSo na loja do Le-
conte, aterro da Boa-Vista n. 7, as verdadei-
ras luvas do Jouvn, de todas as cores,
igualmente ricos pentcs de tartaruga da ul-
tima moda.
Cobertores
M ESCRAVOS.
Na loja n. 13 da ra do Crespo ha rara
vender urna porgao do cobettores escurosa
640 rs., dilos de algodiio brancos a 800 rs.
n
elogios
Ch
ancos
A directora do Gabinete Portuguez de
Leitura convida aos senhores accionistas a
comparecerem domingo, 19 do corre ule, pe-
las 10 horas da manhSa, no salao do mesmo
Cabinete, para, em assembla geral, apre-
ciar o exame de contas e oleger os novos
funecionarios do estabelecimento. Recife
ISdejulKo de 1857.O I.- secretario,
Duarle das Neves.
O abaixo assignado, posstiido do
maior empenho de se descobriros auto-
res e cmplices do horroroso assassinato
perpetrado na pessoa do seu mu i preza-
do amigo Thomaz Gollan, vice-consul de
S. M. Britannica nesta cidade, offerece
dous contos de reis a quom llie prestar
qualquer esclarecimento exacto sobre es-
se laclo, ou mesmo o conliecimcnlo de
alguma circumstancia.ou accessorio delle,
de modo que se possa averiguar a verda-
de, assim como assegura, sob sua palavra
de honra, o mais inviolavel segredo, a'
quem Qzer qualquer dessas rerelacSes,
pois he \fem possivel cliegar-se ao fnn
desejado, sem declarar-te donde ellas
procederam.
Consulado Britannico i I de julho de
18.)7.II- Atiguslus Cooper, cnsul.
,is senlioras que monto ni
a cavailo.
Na rita Nova n. 18, loja de M. A. Caj' & C,
ha ricos casavequee de cores, e pretos,
para montara ; assim como um grande sor-
limento das mais bem acabadas obras de al-
faiato, tanto superior, como mais inferior,
chapos, ditos de sol, lengos de seda, ditos
de dita para grvala, ditos de cores, luvas,
suspensorios, mcias para homcm, senhoras e
meninas; camisas, dilas de meas, fazendas
para qualquer obra que seja encommenda-
da : a pessoa que vier a esta loja, achara um
falo completo, e ser um s prego para to-
dos, a dinheiro.
>9mpf-
o
O Di. Francisco de Paula Baptista,
tem aberto escriptorio para advogar, do
primeiro andar da rasa 8a rna das Trin-
cheiras a. 19, por cima do cari rio do es-
crivSo Baptista, anligamente do fallecido
Reg; ealii, das!) horas do da cm cliante,
esta [>rompto a ouvir a lodos, e a recbel-
as causas detodos que quizerem procurar
us seus serviros de .dvogado.
Na ra do Fagundes, loja 11. 27, la-
va-sccengomma-seebm perieifao, epc-
eo commodo.
Afl(;iu;ao
Caixas de aletria, macarriio o talharim
com alguma falla, o em pcrfeiio estado, a
31900 rada una : 110 armazem do Aunes dc-
fronte da alfandegs.
J0S0 Alfonso GuimtrSes vai a Portu-
gal a bem de seus negocios.
Na fundiefio de I. \V. i'.owman, em F-
ra de Portas, precisa-se de olliciacs marci-
n Ciros*-
~ !,0ic'i"" a 'K,-|a de Nus'a Senlwra da So" tt nuila do Porto, para homens e -enhoras.
>y. leiiaile, ra-a n. 1, vende-so um grande sor- ,x
V? lmenlo de pes das mais lindas e formosas 5.V
O roseiras, qoc lia na |irovineia,e muilas e di- 'i
;? versas qualidade?, lodst em vegelar;3o, e ^'"
,'.; oulras muilas llores de apurado *!> que ^
\J ni com a vista se podera apreciar. %
ii deposito das bichas,
ra eatreta do losario 11. 11, ha muito bons
queijos do Scrid, ditos londrinos, dilos do
remo muito frescos, ditos suissos tambera
muito frescos, duce de goiaba muito lino,
latas de biscoitos linos de todas as qualida-
des, presuntos para liambre.dilos de Lamrgo
para panella, paios e lingigas, charutos do
todas as qualdades, passas, figos, ameixas,
latas com peras, pecegos, ginja, damascos,
assim como a boa pitada do verdadeiio si-
monte da v acho ira, para os velhos de bom
gosto quo. a sabem apreciar, ludo isto se
vende por menos do que em oulra quaiuuer
paile. '
Heinaria de
no Mn"
ejo *>
Bar reto,
teirp.
^o deposito desta refinaria, na ra da Ca
ESTRADA DE FERRO:
fio Red fe S. Francisco
LIMITADO.
O Sr. James Templeton Wood, thesourei-
ro e superinlendcnto da companhia da estra-
da de ferro, manda fazer publico para obviar
crabaragos e solver.duvidas, que n5o paga-
r conta alguma extrahida em rime da dita
companhia de objectos comprados por pes-
soas pertencentes a mesma ; devendo tees
contas serexirahidas cm nomo daquclles,
que ascontrahirom. ftecife 13 do julho de
1857.Joaquim Marinho Cavalcanli de Albu-
querque.
Acba-se fgida desde domingo 5 do
correle mez a escrava Florencia, parda, de
25 a 30 anuos de i lade, alia, rcforgaila do
corpo, cor nem raulo clara e nem cs-
_ cura, bragos cabelludos, sabio de casa com
deia do Recife n. 30, ha sempre assucar re- yesli linado de superior qualidade, tanlo cm p Cl'1 coni lislras azul, branco e encarnado :
como em torrOcs c em piles, por prego mais','.ue"1 a fV" leve-a a ra larga do llosa-
cominodo de AGENCIA. vista pelo Pogo, Poute de Genos, Capunga,
Claqd'ino do liego l.iraa, despachante pe-j|!*>-Vnio, Onda, o alguinas dentro aqu
la rcparligao da polica, tira passaporle para "a Wdado.
tjorapra-se efTectivamento bronze, la-
tiio eeobre velho : no deposito da fundigao
da Aurora, na ra do llrum, logo na entra-
da n. 28, e na mesma fundigao, cm Santo
Amaro.
Compra-se urna casa terrea que nao
soja muilo pequea, na Hoa-Visla ; e tim-
bera so da algum dinheiro com hypothcca na
niesma casa, licando o aluguel da casa pelo
juro da quantia quo se tomar a fallar no
silio por dclra/. da fun ligio, era Santo A-
inaro.
Coinpra-se rniii escrava de rucia dade, que
sailia ao meno cnsmliar bem e fazer o mtis serviro
de uina -asa, nlo se olliaudo a prego : Da roa da
llo.la n. j->.
Compra-se olToctvamenlo na ra das
Flores n. 37, primeiro ndar, a plices da di-
vida publica e provincial, aegoesdas compa-
nbias, o d-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas Quantias, sobre pcnliores."
0 mais completo e variado sortirentode
chapeos de fellro de todas as qualdades,
para liomens e meninos, de 3?000 a 7?00,
bem como variado sorlimento de chapeos
do Chili, de raanillia, de Italia, de raslor de
seda para homens, senhoras c meninos, ven-
dendo de tudo por menos do que em outra
qualquer parte no anligo estabelecimento
de J. de O. Maia. na praga da Independencia
ns. 24, 26, 28 e 30
(]hspeos para
senhoras.
iNo antgo estabelecimento de chapeos,
de Joaquim de Oliveira Maia, na praga da
Indoaendcncia, lojas ns. 2, 26, 28 e 30, ha
para vender por prego asss commodo, avis-
ta da boa qualidade, chapeos de seda o pa-
Ihapara senhora, com riquissimos enfeites,
o superiores litas, e o mais moderno que
tem vindo ao mercado.
orzegu ius-
No alerroda Boa-Vista, loja n. n. 14, de-
fronte da boneca, vendeui-se borzeguins
com salto, o o couro do lustre mais sobido
dos que estilo mais em uso, tanto para se-
nhora como para meninas, por prego cora-
modo, a dinheiro vista c a troco de sedu-
las velhas.
Excedentes capas e palitos de borracha.
Vcudem-se capas e palitos do borradla,
chegados ltimamente, e quo seeslaoven-
dendo por ractade do prego que oulro qual-
quer possa vender ; na loja c 4 porlas da
ra do Queimado n. 10.
Vende-se na ra da Concordia n. 26,
um casal de araras, dous papagaios e duas
cabras paridas, de boa raga.
SaJJTKE ItliFINADO.
No escriptorio de Jos Antonio Morcira
Das <\ <; na ra das Larangeiras n. 18,
vende-se salitre de superior qualidade, por
menosdo que em outra qualquer parte, e
chumbo de munigSo de todas as grossuras.
- Vendera-se muito boas espingardas de
dous cannos, ferro de todas as grossuras,
lauto quadrado como redoudo, salitre refi-
nado de superior qualidade, e um completo
sorlimento de ferragens, miudezas e perfu-
maras : na loja de Jos Antonio Moreira
Dlaa & ('.., na ra Nova o. 35. Na mesma
loja se bolam ouvidos em espngadas por
menos do nue cm outra qualquer parte.
Vendcm-se coqueiros pequeos, pro-
prios para se plantar : na ra das Irinchei-
ras n. 29
- Vende-se farclo de Lisboa, ebegado
ltimamente pelo hrigue constante : ua rus
doVigarion. 19, primeiro andar.
Na ra da Sloeda n. 2, delronlc do tra-
piche do i.iinlia, ha para vender pipas novas
e us'adas, mcias pipas, bar is novos e usados,
arcos do pao para pifias, viraes, arcos de fer-
ro era fexes, ferrameotas para tanoeiros,
cal cm pedra de Lisboa, tudo por pregos
commodos ; assim como barris cora azeile
de carrapato.
Na nova ioja da ra do Collegio n. 9,
vendem-se ricos chales de tonquim muito
linos a 25D00, ditos de allinim do ultimo
gosto a 14, dilos de merino com duas pal-
mas a 12?, ditos lisos a 6o, ditos de laa e seda
a 43, ditos do tarlatana a 13, corles de caigas
de nela casemira a 2>, dilos a 1#, ditos a
8003, grvalas de seda pretas e de cores a
I?, chapeos de sol de panno a 20500, capas
de panno a 7), chita Iranceza fina a 320,
mussulina a 320 o covado, c oulras rauitas
fazen las baratas.
cobertos e descobertos, pequeos o grandes,
de ouro patento inglez. para hornera e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : cm casa de Southall Mcllnr & C-, ra
op Torres n. 38.
Vende-se
no aiDiazeni de los Joa-
quim Das Fernandos &
Mhos, travesa da Ala-
dre de Dos
Vinho em caixas de urna o duas duzias
engarrafado cm 1834).
Dito cm barris de 5.-
Dito em barris de 8
Licor francoz em caixas de urna duzia, e
tudo por pregos razoaveis.
Vende-se superior linhas de algodao
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em cas de Southall Mellor & Ca, ra do
Torres n. 38.
CHAPEOS A TAMBERLI*
De afamado fabrican
Pinneau de Pars.
Acabara de chegar pelo ultimo paquete,
os supra mencionados chapeos destr afa-
mado fabricante, c vende-se na loja dr
i pollas, da ra da Cadeia do Recilo i .
8, de Narciso Mana Carneiro.
Venda de
pianos.
Vendem-sc muitns lindos c excellentcs
pianos, chegados ltimamente de Ham-
l)iu fjo, c com lindos retratos no frontes-
picio : na rita da Cruzn. 55, casa de J.
Keller & C.
Pianos.
Eli casa deP.aheSchmottaii i\ Companhias
ra da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
llambureo.
Vinho do Porto
.superior cha miro.
Vendc-se nicamente em casa de arrora
\ Castro, na rus da Cadeia do Kecife n. 4.
Sel lins e relegios.
SEI.I.LNS e RELOlilOS de patente
ingles : a venda no armazem de
lloslron llooker oV 4^om|iHiiliia, es-
quina do I,ir.ii do Curpo Saulo nu-
inero 48.
Deposito
de r&ppriaceza da fabri-
ca de \i. Gasse, no l\>
de Janeiro.
Veude-se a prego commodo rap fino,
grosso e moio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
ra da Cruz n. 49.
CARVA PATESTE INGLEZ
para fogo de cozinha, e vende-se em casa
de Poirier, no aterro da Boa-Visia n. 55.
Vende-se azeile de coco a 3/200 a ca-
ada, superiores queijos os mais novos do
mercado a 13440, cha hysson do Kio de Ja-
neiro de priineira qualidade a 1*600, caixi-
nhas de urna libra : na ra Di re la n. 8.
He muito ba-
rato.
Velas de espermaecte a 120 rs. cada urna,
e em caixas de 25 libras a" 163, e em lotes de
5 caixas a 153; deve-se preferir urna vela
de espermacete a de carnauba, visto que a
difTcrenga de 40 rs tendo-se boa luz e lim-
pe/a, he nada. No deposito da ra de S.
Francisco n 6, por ter grande quantidade
deste genero, he que vende por este prego
Cobre em nmeda.
Vende-se constantemente na praga da In-
dependencia n. 4, a um e mcio por cento.
Vende-se a verdadeira grasa ingle-
za n. 1)7, dos a (amados labricantesDay
e .Martin, em barricas de 15 duzias de
polos : em casa de James Crablree & C,
rna da Cruz n. 12.
SECRETARIAS.
As melhores que ato boje tcm apparecido
a este mercado : vendem-sc no escriptorio
do agente Oliveira, ra da Cadeia do Kecife
n. 6-', primeiro andar.
No armaiem da ra da Moeda n. 23, de
Jos Antonio Moreira Das A C, vende-se sa-
litre refinado do superior qnalldade.
Cal virgem e potassa.
Cal de Lisboa chegada uestes das, e po-
tassa superior: na ra do Trapiche ns 9 e
U, armazem.
Cal nova.
Vende-se na ra de Apollo, armazem do
assucar n. 20, chegada de Lisboa no Irrigue
Constante.
(.ERA DE|CAItNAUBA.
Vende-se cera de carnauba de mu (o boa
qualidade. recentemente chegada : na ra
da Cadeia, loja 0. 50, defronte da ra da Ma-
dre de heos.
I era de carnauba e sebo
enado.
Vende-se no armazem de R. And C,
ra da Cruz n. 15, assim como velas de car-
nauba do Aracaly do superior qualidade, e
fio de algodao da Bahia, ludo por commodo
prego.
* a randas e gradea,
lm lindo e variado sorlimento de model-
los para varandas e gradaras, de gosto mo-
dernissimo na i'undigiin da Aurora em San-
to Amaro,e no deposito da mesma, na roa do
Brum.
is elogios.
Os melhores relogios de ouro, patente in
gloz, vendem-sc por pregos razoaveis, nn
escriptorio do agente Oliveira, ra da Ca-
deia do Recife u. 62, primeiro andar.
. CAAS DE FERRO
Excellenles camas de ferro para solleiros
vendem-se no escriptorio do agente Olivei-
ra, ra da Cadeia do Recife n. 62, primeiro
andar.
:
ttV.
I
O
rj
reguica
A 2,? 200.
dentro e fra do imperio, fo'lha corrida, e
todo e qualquer negocio tendentes as repar-
tgoes publicas, com todo o cuidtdo c pres-
teza na ra da Praia, primeiro andar n. 43
(JtnSr. reverendo que lia mais de
dous annos mandn encarnar urna iraa-
|em n. 25, queira ir buscar uestes oilo das;
do contrario, se trocara pata pagamento.
OSr. francisco Antonio Freir tenha a
' bondade de apparecer na ra Nova, no ar-
I mazera de mobilia do Pinto.
Const-ndo quo a Sra. I). Igncz Maria
l'ragozo Camaro, viuva Jo fallecido \ico-
Coxo, morador na ra Imperial, tem vendi-
do algumas das propiedades que possuia na
mesma ra, quas ao p da ponte dos a fuga-
dos, lado dirrito, avsa-se que nimguem fa-
ga negocio com a de n 12, que scacha hv-
polhecada a Jo.ni Machado BrandDo
Quem se jnlgar eredor da taberna da
ra do Fogo n. SO, oulr'ort perlencen'o a
Domingos Jos Congalves da Silva, queira
apreseutar sua conta a Narciso Ferreira Vei-
ga. ou a Barros i\ Silva, para serem atten-
dilos.
Vendem-ae corles do cassa fina pintada,
com 881 picoa e palininhas miadas, e com 7
varas cada corle a 23200 : na ra do Quei-
mado n. 2*2, na loja da Loa fu.
Ni iiiia d s Ai'tias-Verdes
o. 46,
vende-se una Innita escrava de excellentc
conduela, insigne engomma teira e costurci-
ra, com nina linda lilia de idado de 5 annos,
3 moloques pojas de idade de 15 a 20 anuos,
2 escravas paia lodo o servigo por nao se-
rem viciosas de 21 a 24 anuos, 2 ditas boas
quitan leiras e lavadeiras, 1 mulatinha de 11
aunse 1 negrinha da mesma i Jado, todos
estes escravos se veudem por picgos razoa-
v.is.
Vende-se un baleSo novo ra tratar
no armazem da ra da Mocda n. 23.
Vende-se una negra pega, de idade de
22 annos, crioula, com todas us Habilidades,
c outra de 30 muios tarabem com todas as
habilidades, 2 moleques, sendo um de 18
pumos e o outro de 13, 1 raulatiiiho de 12
anuos propiio para pagem, 1 mulatinha de
i II annos, lindi figura, prouria para um da-
diva, 1 negrinha do ii annos, i negro perito
j cozinheiro" de todas as qualdades, ate de
', forno, e faz doce tambora de todas as qual-
dades ; 1 bom mulato de 25 airaos, muito
. hora alfaiate e bom bolieiro : na ra do Li-
I viaraenlo n. 4.
QUE ESTA YENDENOO BA-
RATlSSfflj
Na leja do Preguica, na ra do Queimado,
esquina do beceo do Pexe Frito n. 2, conti-
nu'a a vender-se muilas e diversas fazeudas,
por pregos baratissimos, entre ellas cam-
braias francezas, padrOes novos e cores li-
sas, pelo baralissimo prego de 480 rs. a va-
ra, ditas de cordao muito linas a 500 rs. a
vara, cassas francezas muito inas e de pa-
droes os mais modernos que ha no mercado
a GiO a vara, chitas francezas de lindissiraos
padrAes a 280 e 300 rs. o covado, mussulina
branca a mais lina que he possivel a 440 o
covado. dita de cor a 340, cortes de casemi-
ra de cor de lindissiraos padro s e superior
qualidade a 6/cada um, cortes de bnm de
puro lnho de lindos padrOes a 23i0o nda
um, ditos de ditos a 29, ditos iWs algodiio a
19360, idos du cutim de lindos padroes e
muito cucorpados a 1:600 cada um, lengos
de eambraia para mao a 1^0, dilos mais finos
a 220 |u:gas do bretanlu de rolo de 10 varas
a 23 cada una, chitas escuras de diversos
padroes e cores fixasa 140, 160, 180'e 200 rs.
o covado, c a pega a Ss, 0?, G9500 e 73501) ca-
da una, cobertores proprios para escravos a
700 rs. cada um, grvalas de seda de lindos
padroes a 1?, ditas prelas de setim a f|280,
dilas de cortes em oulro goslo a 700 rs. cada
nina, luvas do seda de todas as qualdades
para homous c senhoras, lencos de seda de
bons goslos, gangas mescladus de lindos pa-
droes a 600 rs. o covado, cortes de castores
de bonitos padroes a la cada um, cambraias
lisas finas a 4-3500, com 10 varas, ditas ditas
multo linas a 6/, e outras rauitas fazendas
que se deiatn de mencionar, e se vndenlo
por baralissiinos pregos ; c se darao amos-
tras com peuhor.
1ECHA1ISI0 PAIi m
1H0.
NAFUNDIQAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W.BOWMAN ,A
RA DO BRUM, PASSANDO O HA-
FARIZ.
ha empreum grande or imenlodosneeuinlt, ob
jectosdfinecliaaiainosproprios paraenkenho'a-V
ber : moendase metas moendan, da mais moderna
conslrocrao ; lanas de ferro fundido e balido do
superior qualidade e de lodosos lmannos ; rodas
dentadas para agua oo aninaes, de todas as nronor-
Ces;cnvose bocas defornalba e registrosi de bo-
01 ro, aguilhOcs, bromes.parafusos e cavilbftes.moi-
nhos de mandioca, etc. ele.
NA MESMA FUND1CAO.
se exeeulam todas as encommendas com a sunerio-
ndade ja condecida com a devida piestez.i ecom-
modidadeem proco.
Agencia
da fundiyo Lovv->lo>r,
rna da Senaala Wova
n. 42.
Neste estabelecimento conlinu'a a hav-r
uro completo sortimcnio de moendas cmeia
moendaspara engenho, machinas.de vapor
e taixas de ferro batido e coado de lodo-os
tamanhos para dito.
Momhosde vento
combombas derepuiopara regarhor asoba
xa ecapim : na fundi^iodo D. W. Bowmaa
na ra do Brum ns. t 8 10.
Em casa de Saunders Brothers C. nrtCj
do Corpo Santn, ll.fca para rondar a m uiaia
Ferro inglez.
Pixe da Suena.
Alcatro de carvao,
F.onas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodolizopara saccas.
Bito ontrancado igual ao da Bakia
E um completo sortimenio da (zandas proprio
para asa marcado tudo por prego commodo.
RELOGIOS
Ra da Cadeia do Hecife n. 18
Ha um sorlimento de KF.LOCIOS de todas
as qualdades, tanlo de OURO como de PRA-
TA, ditos FOLIADOS e 1)01 RADOS. assim co-
mo para senhora, todos garantidos e por
pregos commodos.
AVISO
aos ferraros.

Vcndc-sc cal de Lisboa ltimamente che-
gada, assim como potassa da Itussa verda-
deira : na praca do Corpo Santo n. 11.
COM PEIJIEM TOLE DE A VARIA
A DINHEIRO
Pegas do madapolSo lino, ditas do algo-
dozinho liso muito enenrpado, ditas de di-
to liangado e largo : vendc-se na ra do
Crespo, loja da esquina que volla para a ra
da (.adeia.
relogios de pa-
tente
inglezei lo ouro, de sabonetc c de viHio :
Vendem-se a prcc;o i-azoavcl, cm casa do
Augusto Cesar de Abreu, na ra da Ca-
deia do Recife, armazem n. 1G.
Taclias de ferro.
Na fundicSo da Aurora em Santo Amaro-
e tambera no deposito na ra do Brum, logo
na entrada, o defronte do arsenal de mar-
nha. ha sempre um grande sorlimento de
taclias, Unto do fabrica nacional como cs-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
queas, rasas c fundas ; e cm ambos os lu-
gares existera guindastes para carregar ca-
noas ou canos, livresde dospeza. Os prego
sa.oo s mais commodos.
Methodo facilimo.
.Na li"rara da praga da Independencia n
6 e 8, 'ende-se o methodo facilimo-para
aprender ler, novamente imprcsso e aug-
m'-nlado, por mil reis.
Arados de ferro
Na fundigao de ('.. Slarr <\ Companhia, em
Santo Amaro, achara-se para vender arados
de ferro do um modcllo e construegao muito
superiores.
F. POIRIER.Aterro da Boa-Vista n. U
Teir>. para vender, a vontade do com-
3 CARVAO DE PEDRA
de pnmeira qualidade, por prero com-
modo.
Moend.is snpeiiorea
Na fundigSo de C. starr cv Companhia, em
Santo Amaro, achara-se para vender moen-
das de canna todas de Trro, de um modello e
conslrucco muito succriores.
Vende-se urna taberna na Sofedade, ra
da Gsperanga, ao pe do agugue, bem sor-
tida. e muito bom lugar para retalho, ven-
de-se mais em conta por ser lomada por di-
vida ; a tratar na Soiedade, taberna ao lado
da igreja.
Velas de esper-
macete.
Vendem-se caixas com 23 libras de ve-
las de 6 em libra, a' prero commodo. cm
casa de Isaac Curio v C, rna da Crin
n. 19.
XAROPE
DO
BOSQUE
Foi transferid o o deposito desleMarea. para a b><
ticadeJose da CruiSantoa, naraa Novan. 53'
garrafas 5>500,e meias.'ljOOO, sendo falso todo
aquel le que riA iln r rendido neste deposito,poo
queaefaz opresenti a\iso.
IMPORTAKTE PARA OPIBLICO.
Para curado phlysieaem todoiossensdifleresi
tes graos, quer motivada por constipbaos, losso
asl)ima,pleuriz.escarros dcsangue, dirdeeo-
ladose peilo, pal >i la rSo no corar.i o. coque I ordo
tironcliile, dorna garganta, e todas as molestia
dosorgotpulmouarea.
^0t^t)00 f?f *a>#
Conlnn-a a estar fgido o cscravo, d-
nome Ventura, natural do MaranhSo, de 45
a 50 annos de idade, rosto escaveirado, lem
as pernas alguma cousa arqueadas, he bas-
tante tallador, ja deu urna fgida, aooui-n-
do-se na mala de Bchcribe : quem o pegar
pode levar a scu senhor Manoel da Silva San-
tos, na ra da Cadeia do Hecife, que daia a
competente gratificagao.
^T'<^ra>e*-<#*jr
10 .No dia I! do frrenle mu (ocio do holrl $
& da U.irra um eKr.vo de Angola i} de idade, baiso, pernas loriase um OOM rrr,- A
rido no liombro direilo. Aquti'i- que o pros-
;j. der t o levar ao dito hotel Mta' centroramtn- m
Z te i ccoin pensado. _
aast33-e-(!d38sata
lugio no dia 11 de julho, um csrravo
de nome Sebastio, cosluma a fugir para o
CachahgS, aonde ja lem sido pegado por vc-
zes, tcm os signaes scguinles : levou cami -
sa e caiga azul, anda com ferro no pescogo,
altura regular, pouca barba, he quebrado o
usa de funda, falto de denles nn pjrto su-
perior, e escrotos grandes ; roga-se as au-
toridades polie.iaes c capilies de campo, que
o pequem e levemo a la liirt-ta n. -'6, que
se recompensara bem.
PEKJV. TYP. DE M. F. K FARIA, 1857
.4



MUTILADO


.



Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EU404H3BF_29VTF1 INGEST_TIME 2013-04-24T19:41:28Z PACKAGE AA00011611_06565
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES