Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06563


This item is only available as the following downloads:


Full Text
'

UNO XXXIII N .S9
Por 3 mezes adiantados i/jOOO-
Por 3 mezes vencidos 4$500.
(HARTA FEIRA .:>' DE J11H0 DE .81,7
Por anuo udiuiitudo lsOOO.
Porte franco para o Subscriptor.
' i;.varrugados da subscripca do norte.
Paralaba, o Sr. Joao Rodolpho Gomes ; Natal* o Sr. Joaquim
(Pereira Jnior ; A racaiy. o Sr. A. de Lemos Braga; Cea-
ra't o Sr. J. Jote de Oliveira ; Maraokao, o Sr. Joaquim Mar-
que* Rodrigues; Plautay o Sr. Jos Joaquini Aveliuo ; Pa-
ra, o Sr. Justino J. Hamos ; Amazonas, o Sr. Jernimo da
Cosa.
PARTIDA DOS CORREJOS.
Ol0i.tr : lodo o rtias, aa 11 r meia lioi.i. il*> Jia.
Iguarassir, GosMflae Parahiba n. segnavSas a mas fallas
eatSo, Il.-i.'rro-, ltoniL>, llaru.nu', Alluilm e r.eranliun. : na lerra-feir.
s. I.ournu.o, Peo il'Alho, !\'az.ircUi, Linioeiro, llre|n, |y>si|nrii,i, latuscirai
l'lou->. Villa-Helia, Itoa-Visla, Ouricury .- E\u\ na.|u.irLi-h-i,ai.
Gabo, leojuia, S-rinlirm, Kio Forniuso, tna, llaireiru, Agua-l'rvta, l'i-
mcnleiras a >alal : i|uinla*-reiras.
.Tcdus correaos paru-m a* 10 hoias da manhaa.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relaeao : tercas feiras e sabbadus.
Fazenda : quartas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : segundas as 10 horas e quintas ao meio dia.
Juizo de orphaos segundas e quintas as 10 horas.
Primeira vara do eivel : segundaa e sextas ao meio dia.
Segunda rara do cirel : uanas e sabbados ao meio dia.
EPHEMER1DES DO MEZDE JULHO.
7 La cheia as 4 horas e 24 minutos da manhaa.
14 Quarto minguante as 10 horas e 57 minutos da manhaa.
21 La nova as 3 horas e 53 minutos da manhaa.
28 Quarto crescente as 6 horas e 55 minuto da Urde.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 10 horas e 54 minutos da manhaa.
Segunda as 11 horas e 1S minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
13 Segunda. S. Anarleto p. ni. Ss. Joel e Esdras prophetas.
14 Terca. S. Boaventura b. C*rd e doul.
15 Quarta. S. Camilo de Lelins, fundador.
16 Q jjnta. N. Seuhora do Carmo.
17 Sexta. S. Marinha v. ; s. Almo.
1S Sbado. S. Rufino b. e s. Frcdericn.
19 Domingo 7.0 Anjo Custodio do Imperio.
E.M.ARREGADDS DA SL'BSCRICAO NO SIL
Alagoas. o Sr. Glaudino Falcao Dias : Bahia, o Sr. D. Duar
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Percira Martina.
EM PERNAMBUCO.
O propietario do DIARIO Manoel Figueiroa de Faria na sua
M.rana, praca da Independencia n. 6 e 8.
PAUTE QFFIOIAL
OOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da :I0 de junho.
i inicioAo teoeole-general commandanle das ar-
mas, remetiendo em solacio ao ollicio a que veio
aniiexa a representadlo do coronel commandanle
iln H.> balalhao de infamara, sobre a neressidade
de haver nesla capital uin auditor de guerra priva-
tivo, copia do aviso do I.' do correnle, no qual o
Eim. Sr. ministro da guerra dtclara, que smeme
por aulorisaclo do corpo legislativo se podem crear
auditores privalivus, cabendo ellas so sos pontos
ein que se presume conliiiuadameule a permaneu*
ca de grande numero de forra de linha, e nos ca-
sos em que se da accumularao de forjas lemporaria-
menle.
DiloAo mesmo, enviando o requerimenlo do
lente Jos Ignacio de Medeiros Regn Monlciro,
afira de que se digne de mandar pasear a cerlidao
que elle requer, nlo havendn inconveniente.
HitoAo iusperlor da Iheiooraria de fazenda, n-
leirando-o de haver oflinado, em vista de sua in-
liinn n;.ii, ao lenle general commandanle das ar-
mas,para demorar o oflicial que veio da comarca da
Boa-Vista, reeeber os vencimenlos adiantados do
destacamento all existente pelo lempo qoe for ne-
cetssrio, para ajuslar-se as cotilas do 10.* balalhao
de infanlana a qoe perlenco o mesmo destacamen-
to, e recoiuinendaudo que fa?a pioceder a esie
ajusle com urgencia, alim de pader ter lagar o abo-
no dos referidos vencimenlos. Ofliciou-se nesle
entido ao supradilo general.
DiloAo mesmo, dizendo que, i vista do que
expoz o commandanle das armas acerca das des-
vantageiis que resultar ao servico, e os adianla-
mentos de vencimenlos para os ofliciaes e proras de
primeira linha destacados no centro da provincia fo-
rem l'eitos por lempo meuor do que e-la va em pra-
tica ale agora ; lera resolvido, que esaa pralica con-
11iiae provisoriamente, at que o governn imperial
resolva a esse rtapeito o que Ihe parecer mais
acertado.
DiloAojui/. municipal da primeira vara, di-
Z'iido que, para poder -ali-l >/.r a requisito do
Exm. presidente das Alagoas, faz-se preciso que
Smc procededeodo as occessarias informaces, mi-
nistre os esclarecimenlos que obleve, acerca do
soldado do .- balalhao de iufanlaria Jos S-rafm de
Santa Amia, que leudo sidojutgalo no foro com-
mum nesla provincia, por liaver deixado evadir-se
n preso de jo-lir i Germano Lopes Frazlo, no dia
2G de selembro do auno passadu, acba-se actual-
nienle respondeno a consrlho de guerra por esse
i-riiiie naqoella provincia.Igual ao l)r. chefe de
polica.
Dilo Aojaiz municipal do termo de Caruaru',
dizemlo, que cora o parecer que remelle por copia
I" conselheiro presidente da relarao, responde ao
ollicio em que Smc. cornuda, se os delegados leem
a (acaldade de licenciar os rarcereiros, e se no cao
allirmalivo os ofliciaes do juizo municipal podem
ser cnnslrangidos a substituir os mesrnoi carcerei-
ros no- seos impedimentos. Tambem se reinelleu
copia do parecer ao delegada de Ciruaru*.
Parecer a i/ue se re/ere u officio titpra.
I lira, e Exm. Sr. O delegado do Icrmo de Ca-
ruaru', designado um dos utliciaes de juslira do
juizo municipal para servir da carcerero da cadeia
no impedimento do efleclivo, quem liavia elle con-
sentido que vesse pessjalmcnlc leceber n seu orde-
nado nesla cidade, do qual lia mais de uin anuo
eslava privado, Dio cominrlteu crime alguni. nao su
porqo* taes oesi^narOcs Ihe lie pcrmillido fozer,
quaesquer que s<*jam as causas do impedimento, co-
mo laiiibtin porque a refeiida peiralaaln nao Ihe
era vedada explcitamente |iur Iri un regulo-nenlu
algum, sendo que com ella nada pedia sofTrer o ser-
l{0 publico visli" nHo ser lamanlia a alllueucia de
trabadlos niquille termo que n.lo podessem ser
promptameule desempenhados por um s oflicial
nos puncos das que durara n declarado iinpediiiien-
to,e quaudo mesmo preciso foste, lagaMBlar o nu-
mero dos olliciaes de juslira, nas atlribuircs do
queiioso eslava n nnmea-los.
Assini, pois, ni nliiiiii i proviilen-ia ha a dar-so a
semcllianle respeilo. a nao ser o recuiiiinendar-.se
por intermedio do juiz de direilo ao dilo juiz nioni-
cipal, a boa harmona e iolelligencia quedeve man-
ter com o mencionado delegado, fazendo-se nutro
lauto a este por intermedio dn l)r. chele de polica,
pois qne a udmnistrajao da justii-a assun o eiige :
lie o qae me cumpre dizer em reposta doullciode
V. Eic. de 29 de maio lindo, oobrindo os papis
qoe inclusos teverlem.
Deot guarle a V. Eic. H'cife 3 dejnnhode
I8">7- llltn. e Exe. Sr. Joaquim Bma Machado
Poittlla, vice-presidcnle da provincia de Ptrnarubu-
co.Amonio lanada da Azevedo.
Dilo Ao thesoureiro da loli-riai da provincia,
remidiendo um templar imprrso da le provincial
n \W de 22 do corrreule, para que, de conformi-
il ule rom ella, e leudo em vista o que se Ihe re-
commenloo em oftieio de I i de abril ullimo, orga-
uise urna nova tabella das loteras que deven cor-
rer ni'-la provincia.
Dilo Ao direclor dos Indios da aldea do Brejo
dos Padres.Por ioformaroes e quenas que lem
cliegado a minha preseoca consta que Vmc. mu
raas veres visila a ald.a eeaQada sua directo, e
dallando de prestar aos Inoius o soccorros de que
necessilam, nao ob>lanlc as iinlrucrOrs' que Ihe
leem dirigido a direcloria geral, enlrelcm com el-
Ics Iransacroe, i|uc alm de vexaiorias, lendem
enflaquecer a forra mural que Vmc. deve mau-
ler.
Cumpre-me, pois, recummendar-lhe, qiln Irazen-
do o ludios sob sua unmeiiata e conslaule vigilan-
cia, llies presle os possiveis soccorros, e que sem
faltar aos monis de correcto, quauno forom pie-
ii-o-, se abslenlia de qualqoer pr TCilimenlu que de
lugar a juslas rerlamares com quelira do rea,ieiln e
Mina que os icus subordnalo! lito devein guar-
dar.
Dilo. A' cmara do l.imueiro, dizemlo tirar in-
leiraJo, de liaver aquella cmara entrado no exer-
cico de sua- fiincroes no dia 21 de maio ullimo, e
aecusandu recebida a eopia da acia da ultima clei-
cao de vareadoras e juizes de paz.
PortaraAo agente dos vapores liiasilcirns, para
dar passagem de estado para a corle, quandu liou-
ver vaga, a Manoel Braz Odorico l'eslaua.
I- de julho.
OllicioAo Exm. commandanle das armas, di-
zendo que em vista do que expoz S. Exc. sobre a
desvantagem que resaltar ao servido osadianta-
metilos de vencimenlos para os ofliciaes e pravas de
primeira linha destacadas no centro da provincia
forera feitas por lempo menor do que eslava em
pratica al agora, lem resolvido que essa pralica con-
linue provisoriamente al que o governo imperial
resnlva o que Ihe parecer mais acedado.
DitoAu chefe de polica, inteirando-o de que s*
mandou pagar ao procurador do delegado de (joian-
n i a quntia de in.- qoe o mesmo delegado despen-
Se Vmc. estiver impedido por qoalquer motivo
justo, transmittira' este officio ao vereador a quera
competir, alim de serem effecliva e pomplamenle
cumpridas as determinadles deste f*overno.
Em todo o caso me dever ser Iransmiltida urna
informafao circumslanciada do que oceurrer a se-
melhanle respeilo.
O qoe ludo lenho por milito recommendado a
Vmc, debaixo da mais estrela responsabilnlade.
CominunicoQ-se ao juiz de paz do 2. dislriclo de
Agua Prela.
Portara Concedendu
Antonio Paulino da Silva
turne.
Dila Coucedendn doos mezes de licencia com
ordenado an adminislrador dn consulado provincial,
Amonio Carneirn Machado Idas.Cominuuicou-se
a Ihesouraria prnviucial.
deu com a factura de urna guarla para a cade qaelle termo.
DitoA' Ihesouraria provincial, para adiantar ao
Ihesoareiro pagador das obras publicas mais 2:IH)3
para a couliuuar;o das obras do lauro da ramii-
caeao da villa do ('.olio, que esl.lo sendo concluidas
por ailinini'lraeau.Coramanicou-se ao director das
obras publicas.
DitoA' ine-'n i, dizendo que fica sciente de se
liaver eflectuado com Joao Evangelista da Silva
Taboca o runir.no sobre o imposto de 23.T0O por ca-
h*;a de gado vaceum consumido na comarca do
Cabo.
DiloAo vigario do Ei.Accosando recebida
a represeolar,ao que Vmc. dirigi a este governo
acerca do fado aitribuido a Joao Pereira de Carva-
Iho, de tentar redzir a escravidao a parda viuva
llipp.il> la e seus flhos, amparando com o emprego
de meios vilenlos a diversas pessoas dessa fregue-
zia que conservam sob sua protecrjlo a referida
parda ; lenho a declarar-llie que ja me dirig as au-
toridades competentes para darem as providencias
que rouberem de sua parle, e ao mesmo lempo ie-
commendei ao juiz municipal e de orphaos do termo
de Ouricary, que, depois das necessanas averigua-
Qfle, proceda como for de lei, lomando ai conve-
nientes medidas em beneficio dos orphaos de que se
Irala.Ofticiou-se a respeilo ao juiz de direilo da
Bna-Visla, ao juiz municipal do Oaricury, subde-
legado do Ex, e deu-ae sciencia do fado ao chefe
de polica.
DiloAo engenheiro Pedro dt Alcntara dos Gui-
maraes Peixoto, designanjn-o para substituir o di-
rector interino das obras publicas Francisco Kaphael
de Mello liego, emquanlo esliver no gozo di licenca
que Ihe fui concedida para tratar da saade fra da
provincia.Communicou-se i Ihesouraria provin-
cial.
PortaraConceJendo dous mezes de licenca com
vencimenlos para curar de sua anude fra da pro-
vincia ao engenheiro Francisco Kiphael de Mello
Kego.Kizeram-se as precisas communicarOes.
__ 2__
Oflicio Ao Exm. hispo diocesano, para que se
sirva de declarar se approvou na parle religiosa os
compromissoa das unulidades de Nossa Scnliora do
Livramenlo da villa da Seriuhaem, e de ISosia Se-
nliora do Rosario do Rio Formoso.
Dilo Ao mesmo, communicando-lhe que o
iuspeclor do arsenal de marinha participon que no
penltimo dia do inez pastado foram baplisados to-
dos ai Africanos que anida o nao linham sido.
Dilo Ao general coinmamlanle das armas, di-
zendo que palo cadete Amonio Candido Nogueira
ser,lo presentados para recrutl do exercilo os pal
sanos Januario Antonio do ISasciocnlo e Jauuario
Luiz Jos.
Dilo Ao chefe de polica, inleirando-n de que
se maudou pagar as despezas com o sustento dos
presos pobres da cadeia do Cabo no mez de juuho
passado, c da de Caruaru' nos de marco a maio des-
t annu.
Dilo A' Ihesouraria de fazenda, dizendo qop,
visto nao Icr viudo di corte ale a^ora ordruscoii-
iguando credilo para pagaineulo das despezas a fa-
zer-ie por cania do minislenu da guerra no presen-
le exercicio, e nao cuiiviudo ao servico demorar par
mais dias os adiamntenlos da veiiciiiienlo aea o4l-
riaes e pracas deslacadas nas dilluretlles rinruira.
da provincia, li>i S S. de fazer laes adiaiilamen-
lus sob res|iiuuahil ddJc desla presidencia.
Dilo A' fnesma, para que entregue ao alferes
Micael Augaslo Knimiio Picaneo, aqaanlla de
778760 rs. para pagamento do alu^uel de duas ea-
nlgadarai para conducean dus ailigos de farda-
inenlui que vio srr enviados ao destacanieulo da
comarca da iioa-Visla. Commuuicou-se ao ge-
neral.
Dilo A" inc-iiia, enviando em duplcala a re-
liir.io das diarias abonadas a dous recrolas viudos de
Pao d'Alho, alim de que pague a sua impurtaucia
a Amonio Joaquim de Mello, como requesila o res-
pectivo juiz de direilo.Communicou-se ao juiz.
Dilo Ao arsenal de guerra, curomunicaudo-lhe
ler ter deferido o requerimenlo de Miguel Fran-
cisco dos Sanios padiudo que seja abalado na com-
panliia de aprendizes daqualie orsenal o menor Joao
l-rann.ro dos Sonsos.
Dilo Ao mesmo, recommendaudo que mande
eura,vular a remella para as Alaguai no vapor ul'er-
sinunga o arligos a fardaraenlo do 2. balalhao
de iufanlaria que exiilirem promplos naquelle ar-
senal.Communicou-se au gineral e ao gerente da
cuinpauhia dos vapores.
Dilo Ao meiiin, pera com urgencia apromplar,
afim de seren enviados ao corpo de polica do Rio
Grande do Norte, os ohjeclos mencionados no pe-
dido junio, enviando Sinc. a conla paro ser apre-
senlaia ao Evm. presidente daquclla provincia.
C'jmmunicou-ie a esle.
Dilo A' cmara do Bonito, approvaudo a arre-
m.ilar,io que fez Jos Antonio da Costa Bravner,
pela quanlia de G0?00o n., por um Irienni, do
imposlo do repeso dos arrugues da freguezia de
liererros.
Dilo A" cmara de Barrenos para que remet-
a copia da acia da apura^ao dos volos para juizes
de paz e verea lores do presente quadriennio.l-
guacs as cmaras de Tacaralu', Buique c Oaricury.
Dilo Ao presdeme da cunara inuuici, al de
Barreiros do quadriennio lindo. Coustamlo me
que a caiinra desse municipio nao se lem leuni.lu
pata dar pana aus vereadores e jiizes de paz lei-
los para o prsenle quadriennio ; cuuvem que Vine,
com o serrelano respectivo, na conformidad^ do a-
viso n. 144 de 31 de marro de 1849, coavoque sem
perda de lempo os vereadores do quadriennio fin-
do, e no impedimento deslca aos supplenlrs que
lia-lrm para haver ses-ao, alim de serem jurameu-
lados e empossados os novos veteadores e juizes do
paz.
a demiss.iu que pedio
do lugar de guarda da
cummuiiicacoes do cos-
conformidade da propoata do direclor geral inte-
rino.
DitaDeferlndo o requerimenlo do paisano Ma-
noel Joe de Moraes, em que pede para ser nova-
mente contratado para servir na corapanliia fu do
maragibe, e ama dellas pode ser applicada ao servi-
do do porto da capital dessa prnviocia, alienta a ne-
ctssidade de que bao del la all, segundo V. Exc, de-
clarou-me em o seu oflicio de 22 de junho ultimo.
Kesolvi pois aulorisar o inspector do mesmo arsenal,
Rio tirando do Norte, por mais f anuos, vislo ter ; a enviar a V. Exc, na primeira opporluuidade una
sido julgada apio em inspecc,o de saude, perceben- i das referidas boias, vala que pode ser ella emprega-
do em seu novo eogajarnento, alm dos vencimenlos I da nn porto dessa capital, sem inronveiiieule para o
que llie competem, o premio eslahelecido no regn-1 de Camaragibe, conforme commuuicou-me o predi-
laraenlo de 14 de dezembro de 18-32.Fizeram-se. lo iuspeclor no oflicio conslaule da copia junta,
as necassarias communica;es. O que lenho a honra de participar a V. Exc, em
4 re-posta ao seo citado oflicio.Ufliciou-se ueste sen-
UflicioAo Exm. vice-presidanle da l'araliiba, tido ao arsenal de marinha.
enviando para o lim conveniente a primeira va du DitoAo mesmo, enviando a relaclo dos arligos
RE DAS lOmNHAS
POR EDMUNDO ABOUT.
OllicioAo Exm. cnsul gerSl do Brasil em In-
glaterra, John l'ascso Greenfel, aecusando a recep-
cSo do terceiro exemplar do conlralo celebrado com
David Wilham Bowmann, para a coustrorrao de
urna estrada de ferro entre as cidades de Olinda e
lenle, e protestando ao mesmo cousul eslima e
consideradlo.
DiloAo inspector da lliesooraria de fazenda, re-
metiendo copia de um ollicio do teuenle-ceueral
commandanle das armas, nari que fique S. S. scl-
eule de que o mesmo lenle general, durante o
lempo em que eiliver na Europa, no gozo da li-
cenea que Ihe fora concedida, designa seus filhus,
Joaquim de Gusmao Coelho, Horacio de Gusmao
Coelho, e Demetrio de Gusmao Coelho para recebe-
rem na Ihesouraria de fa/.en la os seas venci-
menlos.
DiloAo mesmo, approvando a arrematadlo que,
de seu oflicio n. 403, cunta ter sido fela por Joi
Guuralves da Borciuncula, pela quanlia de 1513 rs.
de urna rasa terrea sita no Mnuleuo, adjudicada a
fazenda por execuclo aos herdeiros de Joaqnim Fer-
nandes Gama, o mandada por em prora purnrdemdo
tribunal do Ihesouro nacional u. 88 de 20' de maio
ullimo.
DiloAo juiz de direito presMente do tribunal do
jury, remetiendo copia de um oflicio do inspector da
ihesouraria de fazenda, para que Smr. delibere,
vista della, como se faz preciso a bem do servido pu-
blico.Communicou-se ao inspector da Iheiuurana
de fazenda.
DiloAo director geral interino da instrnccSo
publica, commonicando, para seu conhecimenlo,
que, visla de aua iulnrmaran de 30 de junlio ul-
limo, se deferio o requerimenlo do professor publi-
co de primeiras lettras da freguezia de Aguas-Bel-
las, Tiburlino de Miran Ja Maciel. mandandi-se-lhe
pagar us vencimenlus que Ihe cnmpelirem ale o ul-
limo de jando, e coinerando-se a contara licen-
ca que Ihe fora concedida do dia 12 do mesmo
mez.
DiloAo inspector da Ihesouraria provincial, de-
clarando, para seu conhecimenlo e evenir io que, de
confurmidade com a sua informarlo de 12 de junho
ultimo n. Iri, e pareceres do procurador fiscal, e da
quera sessao da conladuria da mesma Ihesouraria,
resulveu o guverno que as obras do primeiro lanco
da estrada de Pao d'Alho, de que lio arrematante
Manuel Tliomaz de Albiiquerque Marandao, sojam
recelndas nu esladu em que se acham, ficanilo dito
arremalanle ohrigado pela iinporlancia das que dei-
xuu de concluir e sem direilu ao augmento de pre-
co que Ihe devia ser pago pela excavacau, que diz
haver feilo, de algumas brabas cubicas de pe-
dras.
DitoAo direclor do arsenal de guerra, recom-
mendan lo que, depois de lavrado no livro comp-
leme o termo deque Irala o an. Ido regulamenlo
de 3 da Janeiro de I8i2, mande alislar na compa-
n'.ia de aprenhizes do me-mr aisen.il, osseleexpos-
los niencioiados na retaran, que val junla por co-
pia, os qmes llie sera apreseiil idus por parle da ad-
ininislrayai) dos e-lalielecimenlos de earidade, que
rr.piisiln tal medida.Cominunicou-so referida
adiniiistrarao.
DiloAu mesmo, declarando ler sido deferido a
requeriuieuio por Sinc inforiuado do soldado do
coinpanliia de artfices, Marculinu Soares Ferrelra,
recommendandu que mande recolher an cofre da-
quelle arsenal, a quanlia de 1695.193 rs., que o mes
mu pretende entregar para o cmplelo do que des-
pendeu a Ihesouraria da fazenda, com a sua estada
alli.Cointnuuicou-ie ao Exm. commandanle das
armas.
DiloAo inspector do arsenal de marinha, para
que mande fazer no lirigue de guerra iiCapiharibe
os reparos que requisita o commandanle da estarlo
naval, pelo oflicio que se remelle por cupia.
Coiouiuuicou-se ao commandanle da tslac,3o na-
val.
DitoAo mesmo, para que faja remetler para a
capital da provincia das Alagaal, orna boia que
pussa servir para balisar a barra daquelle porto,
conforme requisita o Exm. vice-preiideute daqueila
provincia.
DitoAo mesmo, commonicando ficar sciente das
* providencias por Sinc dadas para ser substituida
por mira a li ia que exista ao sol do baaBa do in-
glez e parlio a respectiva amarraran.
DiloA' administraran dos estabelecimenlos de
earidade, para que faca recolher a casa dos expostns
o menor Tertuliano, logo que for alli apresen-
lado.Commuuicou-se ao chefe de polica.
DiloAo cunseldo administrativo do patrimonio
dos orphaos, para que faca admitlir no respectivo
rol temo, logo que para alli seja remedida a ondina
Marcelina, de que Irala o ollicio do doutar chefe de
polica, que o conselho informou em junho pas-
sado.
DiloA' cmara municip d de Olinda.Em res-
posla ao da mesma csmaia de 18 do passado, aulo-
risando, vislo ler-se esgolade oom a obra do cemila-
rio publico daqueila cidade, a -manila consignada
para ai dspotas da rubrica sexta, arl. 3 da le pro-
vincial n..TJ") de i da junho de 1856, e consideiar-
se de necessidade a conlinuaclo daqueila obra no
prsenle excicicio municipal, a expedir suas ordens
para dila ruuliuuacao, com a cundirSo poreui de
que ess.is despezas u'io excedam das sobras que no
lim di mesmo exercicio possain haver era todos us
rtigoa de ua despeza.
PortarlaNomeando o hachare! Francisco Anto-
nio Pessoa de Barrea, para o lugar vago de delegado
do circulo Iliterario da fiegoe/ia de Santo Autao, na
couheciraeuto que assignou n agente Jos Joaquim
de Lima, por occaaiao de reeeber do almnxanfe do
arsenal de guerra os arligos de armamento e equipa-
menlo que se apromplarnm no mesmo arsenal com
destino ao meio balalhao d'aquella provincia.
DiloAo Evm. lente general commandanle dis
de fardamenlo, ajja foram embarcado* no vapor
uPersinunga, com destino ao seguodo balalhao em
guarnirn naquella provincia.
DiloAo Exm. general commandanle das armas,
a pr e-rulan lo-I lie como recrula para o exercilo o pai-
sano Jos Francisco Barbusa.Deu-se sciencia des-
armas, recomineu lando a expedic.no de snas ordens, [ te destino ao juiz de direilo de Sanio \nlao, que o
Nn meio da nossa despedida espallmn se en) Ionio
de neis um clieiio de albo sobreinaneira desagrada-
vel. Era a camarista .1 ..... genhnras que vinha re-
rommendar-se i sua generosidade. Essa crealura
fora mais mcummoda qae ulil, e havia dous das que
eslava dispensada de lodo o serviro.. Todavia mis-
Ires' Siiimns senlio nao poder dar Ihe nada, e pedi-
me que cuiii.-i'se an Itei como fura despojada de seu
dinheiro. Uartgi Slavros nao ino-troo sorprrza nein
indignacao. Ergoea simplesmcnle os hombros, e
disse entre us denles ;
Aquella Perieles !... m e.locarao... A ci-
dade... a curte... Eu devia ler esperado issu me-
mo... N
E acrcscpiitou em voz alia :
l'cra a esias senluuas que ni i se alllijam. Fui
u que Mies dn um i criada, cu he que devn paga-I a.
Hi'j.i-llie qu se precisan! de alguiii dinh"ini para
vullar ,i rida de, iniolia lila eala a sua dispoaieio.
Ven manda-las escollar al a falda di monta nha.pus-
lo quo mo corrain ueulium pongo. (|s sol lado, io
neuoi pira lemir da que Reralmenle h pean. Filas
ach.ir.io alrn -ro. ravallu, e uin gma na aldea de tlas-
ih : la lo estu previsto e pago. Penta que eon>intarn
em dai-ine a inau em ligiul de r-conciliar.io J
Mislress Simons fe/.-se milito ronda, m a filli i
aslendeu res ilulatiieule a nulo lo veifii) Pallic.ite, e
dis lie mnila honra que nos fa/. p -r.jue ueste m-
menlo nos he quo -ornas os sallearlefel e o senhur a
victima.
O ftei respondeu H.e da boa f :
Ohngado, sendera, V. Exc me liwngei i,
A linda mao da Mar> Aun estova queimada ron.o
um ped.ico de Hlim ir da ru.a que houvesse lirado
ii musir dorante Ires mezes de varo. Com ludo
creta que iiAo fiz-ms rogado para beija-|a. Tuqnai
depois com os beir >s a Mlaaotlen de mislress Si-
mona.
(Vid. iario n. 155.)
Tenha curagein, seuhor grilou-mc a velha
rcliraudu-se.
Mary .Vnn nao disse nada, mas lancou-me um
olhai capaz de eleclnsar um exercilo. Taej olhares
valem nma proclamarao.
(loando desappareceu o ullimu hoinem da es-
colla, lia Ui Slavios lomou-me de parte, e disse-
nie :
Enblo commellemus algum descuido '!
Ah aun, nao fomos sagaz.
Esse reagale nao foi pago. Se-lo-ha "f Creio
que silla. As luglezas parecem aslar em ptimas re-
lare- com V. S.
Nao lenha cuidado ; dentro de Ires dias esla-
rei l ni::- do Parnesio.
Oh! l-iulo melhor lenho grande pren-.ln de
dinheiro como V. S. sabe. Nossas perrtas de segun-
da- fera vo sobrecarregaro uusso orramento de des-
pez. Keleva cnuiptetar o pessoal e o material.
Na verdade o senhor lem razdo de queixar-se [
Acaba de encaixar cem mil francos de urna vez !
"lo ; nvenla : o fraile j recebeu o dizimo.
Deisa somma que Ihe parece enorme nao lerci viule
mil francos. Nossas despezas sao enosideraveis ; le-
mns grandes encargos. Que sena sj a assemblca dos
accionistas se decidiese a fundar uin hospital dos lu-
validos, cuino ja se fallou '.' Nao fallara mais do que
dar urna prn-.io a viuvas e aos orphaos du sallea-
ineuti, Como as febles e as balss roubam-nos nu-
la lioineus por anuo, veja a que isso nos conduziria.
Nosaai despezas seriam apenas cuberas; eu gasta-
ra du nicu, charo seuhor !
Jo Ihe aconleceu perder em algum negocio I
Uma su vez. Eu linha recehido cincueuta mil
fianros por coala da sociedade. L-ri de meus secre-
tarios^que euforquei depuis, fugiu para a Thessalia
um a eaixa. Ttoe de rompen-ar n dficit: suu res-
punsavel. Minli.i pule elevava-se a sele mil fran-
cos ; perd pola quarenta e Ires mil. Porem o pa-
life que me furlara paseo hem. I'uni o a muda da
l'eisia. Antea de anforea-lo mandei airaiirarlbe lo-
dos os denles de um ein um, e crava los no cranen a
guipes de mirtello... para exemplo. N.lo sou mao,
mas ii,1o eonslnlo que ningaem me i lleuda.
Algrei-me com a idea de que o l'jllicare que nao
era mao perdera oilenta mil francos do reecale de
mialrasa Simona, e recebarla esta noticia qnando
ineii erigen n meus denles nau eilarlam inai ao seu
alcance. Ellepatno o braco por baixo do meo, e
dis-e-nie famrtiarmenle :
Que pretenda fazer para nlreter-se al a sua
reinada Aquellas senhoras han de fazer-llie falla,
e a casa liarle parecer-lhe grande. Quer laucar a
vista sobre as gazeias.de Alhenas que o Irade
trono? IVla niiiiiii paite nunca as leo. Eia.aqni
a (azela ,l a Caricatura. I u.lu liso deve failai de dos. Pobres
subscriptores Se V. S. adiar algum fado curioso,
conle-m'o.
O Progresio redigido em francez e em grego e
destinado a lanjar cinza nos ollius da Europa consa-
grara uin Ion.o artigo a desmentir as ultimas noti-
cias do salleamenlo. /.oinhava espiriluoiamente dos
viajantes ingenuos que veein um ladrao era lodo o
camponez esfarrapado, uin bando armado em cada
nuvem de poeira, e que podem misericordia a pri-
meira moiiia que os prende pela manga da canaca.
Basa fulha verdica gabava a seguranra dos camiuhos,
eelebrava o dsiiileresse dus indgenas, exaltava a
calma e a solidao que ha certeza de achar-se em lodas
as inontaiihas do reino.
O PaUirare rediaido sob a inspiraran de alguns
amigos de lladgi Slavros conlinlia uma biographia
eloquenle de seu hroe. Conlava que essa Tbeseo
dus lempos modernos, o nico bomem do nnsso se-
clo que nunca foi vencido, tentara um forle reco-
ndecimeiilo na direcru das Ruedas Scironias. 1ra-
hido pela fraqueza de sena companlieirus elle se re-
tirara com ponas insignificanles. Mas cbeio desgos-
lo de ama profisso degenerada renunciava dahi em
dianle ao exercicio do salleamenlo, deixava n sulo
da Grecia, ia para a Europa, onde soa riqueza glo-
riosamente adquirida, Ihe permilliria viver como
principe.
o E agora, acresceutava o PaUirare, ide, vinde,
percorrei as planicies e as inonlaulias '. hauqueiros
e mercadure., Gregns, eslrangeirus, viajantes, nao
leudes mais nada que temer u Re das Monlanhas
quiz, como Cirios V., abdicar no maior esplen'dor de
soa o|oria e de seu poder.
I.ia-se na Gazeta .l'lmiuislralira :
k Domingo 3 du crrenle, aa 5 huras da larde a
eaixa militar, qii" era condolida para Argos rum
uma somma de 20.000 franco*, foi acatada pelo ban-
do de lladgi Slavrus, condecido pelo nome de llei
das Mnntanlias. Os salleadoresem iiuinerude Irezen-
lus ou qualrocenins lauraram-se solne a escolla rom
incrivel fornr. l'oreui as duas primeiras compauliias
do 2. halallnln de iufanlaria sol o roinmaudn do
bravo major Nirolaidis oppozeram urna resialencia
heroica. Osiclvigns aggresaore foram repallidoa 4
baionela deixamln o campo roberlo do morios. Di-
Sem que lladgi Slavros eslJur.ivemeute ferido. Nos-
sas perdas sao ins gnificanles.
o No me-mi ilia o as meMDM huras as (ropas de
S. M. gaiiiiavam oulra victoria a ilez leguas de dis-
tanri.i. Fui nu ruine du Parnesio a quatru esladlns
de Caalia que a 2.' cumpaiilna do I. balalhao de
poltcia derrolou o liando de iladei Slavros. Ahi
lamheui segundo a participaban dn b, loso capitn Pe-
rieles, o Re laa Menlaohai recebea ini Uro, Infe-
Htmanla e-se Iriumpha eoiloo caro. O* aliea tures
' abrigados pelo nicliedos e pelos arbustos malaram
'oufeiiraiu gravtniente a dez soldados. L'm joven
para qoe seja despen*ado do aquarlelamenlo o fur-
riel do 2.* bataldao de iufanlaria da guarda nacional
desle municipio Bernardo Falcaode Soaza, visto que
os seos serviros sao necessarios no arsenal de guerra.
Gommouicou-se ao respectivo director.
DiloAo edefe de polica, inleirando-o de liaver
Iransmillido a lliesouraria provincial, para ser paga
cuando nos termos legae, a conla, que S. S. reniel-
leu, das despezas feilas com o fornecimenlo de me-
dicamentos para os presos pobres da cadeia de Ooi-
anna.
DiloAo commandanle da eatacJJo naval, decla-
rando liaver concedido o prazo de 10 das para den-
tro dellc Joaquim Jernimo de Jess provar a lln-
elo legal que diz ler o crioulo Silvino Januario da
Silva para nao servir n marinda.
DiloAo nspeclor do arsenal de marinha, dizen-
do ficar inleirado de que no da 1 do correnle, co-
mecou o engendeiro Charles Mara Colsoul a dar l-
c&es de risco de maedines a dillerentes nprendizes
d'aquclle arsenal e ao contra meslre da olliciua de
calafate.
Dito.Ao inspector da lliesouraria provincial, ap-
provando a arrematarn, que fez Francisco Baleldo
de An ira le, da obra do empedramenlu do aterro dus
Afogados com o abate' de 2 por cento no valor do
respectivo orc.amenlo, e dando por fiadores a Joi
Antonio de Araujo e Joo Cardoso Avi-.
DitoAo director inleriuo da reparliclo das obras
publicas, enneadeudo a aulun-.ii.ao que pedio para
lavrar o termo de recebimentn definitivo da obra do
rebaixamenlo da ladeira do 26 lauco da estrada da
Victoria, cerlo que se expedio ordem a Ihesouraria
provincial, para que, vista do compleme certifi-
cado, pague ao arremtame d'aquella obra a impor-
tancia das preslacoes a que lem direito.
DiloAo mesmo, cnmmuoicando que expedio or-
dem a lliesouraria provincial para qoe em presenta
do compleme certificado pague ao arrematante da
obra do empedrameulo do 19.- lauro da eslrada da
Vicloria a importancia da segunda prestarn do seu
conlralo.
DiloAo regedor do Gymnaso provincial, dizen-
do que cura a copia, que remelle, do ollicio do en-
viado extraordinario c ministro plenipulenciario do
Brasil em Franca responde aus de Smr. de 17 de fe-
vereiro e 15 de abril desle auno, solicitando commu-
nleacJlo da despeza fela com a grammalica grega
que se maudou imprimir para o uso do mesmo Gim-
nasio.
DiloAo gerente da companhia peruambucana de
vapores cosleiros, recominendaiido a expedirn de
sua ordens para que sejain Iranaporlada para as
Alagoas no vapor l'ersinanga, nos lugares desu-
ados para passageiros do governo, duas pracaa de
prel do corpo de polica d'aquella provincia que se-
r3o mandadas para bordo do m"sino vapor por par-
le do chefe de polica.Gommnnieonaa a este.
DitoAo major Jlo Bapllsta da Silva Mancui-
nho, dizendo que pe a leitura do ollicio do cuusellio
de qualitcaru da guarda nacional da freguezia da
S de Olinda, Reoo inieir.nlo de se ler feilo a revi-
san das listas da mesma guarda nacional no crren-
le anuo.
DitoAo capilla Antonio Birbnsa da Silva Cuu-
tinlio, dizendo liear sciente de ler o consrlliu de qua-
lificacio da guarda nacional da freuuezia do Pao
d'Aldo ultima tu os Irabalhos da aua leguuJa reu-
nan no correnle auno.
DiloAo juiz de paz do primeiro dislriclo da
freguezia do Brejo, dizendo que, com o parecer, que
remelle por copia, do conselheiro presidente da re-
lacSo responde ao oflicio em que S. S. consalla se
pode le escrivo separado do da subdelegada setn
aiiinruarn do juiz de direito da comarca.
Parecer a que se refere o oflicio sopra. Illm. e
Exm. Sr.Nao pode o jaiz de paz do primeiro dil-
uido da freguezia do Brejo, ter esrrivao separado do
da aubdelegacia sem aulorjs.,ro do juiz de direilo
da comarca, que nao a denegara' uma vez que Ihe
seja pedida com justo fundamento, por quanlo nao
seudo a escrivania de paz emprego de mera confianza
nao deve aquelle juiz repellir o escrivo do sub lele"-
gado, e pedir a noineaco de oulro com preterirn
da dila aulorisacjlo ; de cuja repulsa nao concede a
le recurso. Se o escrivo, que perante o represen-
tante erve actualmente lem cominellidn, ou com-
meller erros e chines que merecao ser punidos, poje
ser procesiado nos termo de direilo, e agoardar-se
a pronuncia ; evilando-se aasim urna supeus3o pie-
via sem raz.lo que a justifique, lie o que lenho a
ponderar acerca desle objeclu em visla dos arligos
19 e 42 do regulamenlo numero 120 de 31 de Janei-
ro de 1812, tiran lo assim respondido o uflicio de V.
Exc. de 17 desle mez.
Dos guarde a V. Exc 19 da junho de 1857.
Illm. e K\m. Sr. vire-presidente da provincia de
Pernambuco Antonio Ignacio de Azevedo.
PodarlaAo agente da cumpanbia das barcas a
vapor, recominendandn que mande dar paeaagana
pata a corle por conla dn governo no vapor, que se
espera do norle. animenor Joo Fernaudes Vieira,
que sera' enviado para bordo do mesmo vapor por
parle do coimnandanle da attarao uaval.Commu-
nicou-se a esle.
DitaConcedendo a llenriqoe Augusto Mile, a
demissSo que pedio dn lugar de engenheiro da re-
partido das obras publicas.Fizetam-se as neces-
sarias cummunicaQes.
(
OflicioAo Exm. vice-presidenle das Alagas.
No arsenal de n.anuda desia provincia, existem dnaa
boias desuadas para o halisamanlo da barra de Ca-
remedeu.
DiloAo commandanle da estacan naval, para
desembarcar o recrula Manoel Theolonio da Silva,
que apreseutuo isenc,o legal.Commuuicou-se ao
arsenal de marinha e an chefe de polica.
DiluAo chefe de policia.Em visla do que V.
S., expz em sea ollicio numero 628 de i do crran-
le, recommandei ao commandanle superior da guar-
da nacional de Olinda e Iguarass, a expedicao das
.-.inveniente ordena, para que 0 destacamento de
guardas oacionacs na cidade de Olinla, v aquar-
telar-ee na casa da guarda da respectiva cad.i : o
que Iho declaro para seu rnnhecimenln.Ofliciou
a resuello ao supradilo commandaiite superior.
DiloAo mesmo, dizendo que se mandou pagar
pela lliesouraria provincial as despezas com o forne-
cimenlo de agua e luz para o destacamento da Ca-
banga, e smenle d'agua para a guarda da ribeira da
Boa-Visla, e bem assim a importancia do alugael de
seis mezes vencidos em juudo ullimo, da casa que
serve de quartel aquelle destacamento.Commum-
coa-se igualmente ler-se ordenado o pagamento das
despezas com o sllenlo e curativo dos presos pobres
da casa de deleocaono mez ultimo, e com o alugael
da casa que serve de quartel au deslacamoulu da
villa iiiili-.
DiloA Ihesouraria de fazenda, comraunicaudo-
lde que o juiz muuicipal e de orphaos de Barreiros,
dacdarel Joo Francisca da Silva Braga, participara
ler no dia 27 do passado, reassumindo o exercicio do
eu cargo.Comrauulcou- se lambem ao Exm., pre-
sidente da relcelo.
DiloAo direclor interino das nliras publicas, in-
teiraudo-o da liaver recommendado o pagamenin ao
arrematante da cunservaeo da eslrada de Pao d'Aldo
das stima e oitava prestaroes a qae elle tem direi-
lo.Comiuunicuu.se lambem ler-se ordenado o pa-
gamento da quarta prestarn ao arremalanle da
conservarlo da Victoria e da secunda preslac,o ao
arremalaute do cmpediamenlo do 20' lanro da mes-
ma eslrada.
DiloA lliesouraria provincial, approvando a ar-
romalac-ao fcila por llaridol-oneu Francisco de Sou-
za, dando por fiador a Manrique Juige, para o for
uecimento dus medicameulos para a enfermarla da
casa de detengan no correnle exeicicio.
DiloA mesma, para maudar adianl-r ao pagador
das obras publicas, a quanlia de I:900j000 para
r -nlinuarn das obras por administraran a cargo
u'aquella repartlru no crrenle exercicio.
DitoAo direclor geral interino da inslrucro pu-
blica, inteirando-o de ler deferido de couformidade
com o parecer ae S. S. o requerimenlo em que o
padre Juo do liego Muura, pede dispensa da prova
de capacidade para poder abrir em sua casa um cur-
so de esuidns preparaloiios.
DiloAo arsenal de marinha, approvando o con-
lralo celebrado com Manoel Anlunio de Jess, para
fornecer os tijoloa necewariosas obras do melhura-
iifiiIo do porlu, pela quanlia de 2:'.-tllM) cada mi-
Inriio.Conunanicoa-aa a lliesouraria de fazenda.
DiloAn cnminaiid.inle du roipo de polica, de-
clarando ler-se mandado paliar a cunta das despeza
feilas mis mezes de Janeiro a pind deste auno, cim
o lstenlo dos clcelas einprcgados na liiupeza du
quarlel daquelle culpo.
oflicial do grande esperones, o Sr. Spiro, discpulo
da escola de Fvelpi.ie- arbou no campo de balalha
uma mura Glorioso. A' vista de lao grandes des-
granas nSo he pequea consolaran pensar que lauto
ein uma romo em oulra parte prevalecen a le.
A Caricatura conlinha uma lylliograpdia mal de-
zeiihada, na qual reroulieci lollavia os relralm do
capillo Pendes e du Re das Monlandas. O atilda-
do e o p.idrinho estavain eslreilainenle abracados, e
mliaiv-i dessa imagem o artista escrevea a seguale
legeada :
Como C batan '.
Parece, disse eu comlgn, que mo eslou sii na con-
fidencia, e que o legrado de Perieles ha de asseine-
Idar-se brevemente an de Polichiuallo.
Tornei a fechar osjnrnaes, e ajuar lando a vnlla do
Rei raedilei sobre a posir-Ao em que mistreas Simons
me deixarn. Certamente era glorioso nao dever mi-
nha liberdade -m i a mim meimo, a era melhor sa-
bir da priiSo por um rasgo de coragem do qae por
am ardil de estallante. Fu poda de um da para
oulro passar ao estad-i de hroe de romance, e Inr-
nar-me um objecto de admirarlo para Indas as don-
zellas da Europa. Sem duvida Mary Aun me ado-
rarla, 'iii ni in lomasse a ver-me sao e salvo depois
de uma evaso to perigosa ; 1 .lava poda faltar-
me o p nessa formidavel descida, e se eu qaebrasse
um brar;n ou una perna, Mary Ann vena com bons
olbos um hroe czo ou 1 es i j i lo ? Alm disto devia
esperar ser guardado noite e dia. Meu plano por
maileoaenhoso que fosse nao poda executar.se se-
an depois da minie de meu gualda. Malar um
doinein nao he poora nuist, inesiun para uin duulnr.
N.'iu de nauta em palavra. sudreluoo para quem fal-
la a uma mulner ainada. Mas depois d.i retirada
da Mary Aun minha cabera Dio eslava mais pertur-
bada. Pareeia-me meos faeil adquirir una ar-
ma, c menos r.iinmudu servir-me della. Lina pu-
nnalnda he nina aperaclo de rirurgia que deve re-
pugnar a Indo o humera de bem. Que diz V. 8. a
eise respeilo '
Pela minha parle pensei que minha futura n ra
obrara Ufltei levianamenle rom seu genro em eape-
ranca. Nao 'de cuslava inuilo euviar-ine quiuze
mil franco de regate. embura os ineloiaxe depnis no
dol de Mary Aun. Quiuze mil francos seriara poo
e,i cousa para mim nn dia dn casameulo ; erara
mallo no estado em que eu me aedava, em vspe-
ros de dejolar um bomem, e de descer aljamas ren-
lenas de metro* por urna aseada em degraoe, Che-
I eue a amaldignar mialreas Simos lo eordialmenle
i como a mor parle do certeros amalilir-nam sua ;ijra
em lodoa o* peizea eiailiaadoa. Como linha maldi-
; cf,e de sobra dirii lambem algumas contra o meu
I axeellenle amigo Jobn Uarris, o qual abandonan,-
me a' nimba sorlr. Dizia a mim inesinu, que se el-
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel general do nominando daa armas de
Pernambuco na cidade do Recite, ene 13 de
julho de 1857.
ORDEM DO DIA N. 3.
Tendo nesla dala n Exm. Sr. marechal de campo
Francisco Sergio de Oliveira sido einpos.ado no cern-
mando das armas dasta provincia, medame o aviso
do ministerio da guerra de 12 de maio ullimu, assim
e faro constar as tropas desla guarnirlo, para os
fins convenientes, felicitando-as ao mesmo lempo
por ler sua testa lao dietinelo general.
Latz Jos Ferreira.
ORDEM DO DIA N. 1.
Achando-me empossado no commando inlcrino
das armai desla provincia, medanle o aviso de 12
de maio ullimo, publicado em ordem do dia do
exercilo, sob o numero 15, em coiisequencia de ter
o Exm. Sr. lenle general coinmaiidante das armas
Jos Joaquim Coelho, de seguir para a Europa, alim
de tratar de sua saude, assim u deilaro para scien-
cia da guarnirn, cuju servico continuara a ser falto
pela maneira que se acha eslabelecida, al que as
occurrcncias indiquen a neeeosidade de alguma al-
lerarilu.
O vacuo que deixa o amostrado e difundo gene-
ral, a quern venho substituir, he certamente bem
ditlicil de ser preeuchidu ; mas en se.uindo os sen
dctame., esforrar-me-hei por salisfazer os deveres
do empregu que me fui confiado.
lien ululo eu o emprego de rummamlaiite dai ar-
mas.u de lusperlur.do terceiro dislriclo de infantaua,
determino que provisuriamenle n S.-. capillo do ter-
ceiro bataldao de arlilhara a p.Trajano Amonio Gon-
calves de Medeirui e Oliveira,que serva de meo aju-
danle de ordens de pessoa.continu no mesmo empre-
go, e que o Sr. eapito do eslado-maiur de primeira
classe Antonio Clemente dos Sanios, secretario da
inspectora, passe a servir na qualidade de ajulanle
de ordens do enramando, continuando a ser empre-
gado no quarlel geueral o Sr. alferes do quinlo regi-
ment de cavallarii ligeira, Horacio de liu-in.iu
Coellin.
(Assignado)Francisco Sergio de Olieeira.
le eslivesse em meu lugar c eu no seu, nao o lena
deixado mais de oito dias sem dar-lde noticias mi-
nlias. Deiculpava suida l.ubsler qu- era mullo mo-
co, Giarorao que ra apenas uma Icrea inlelligenle,
e Mr. Mennay, rujo egosmo requintado eu conde-
ca. Perdoa-se fcilmente uma Iraicao aos egostas,
porque leme lomado o I,almo de nao contar com
elles. L'orem ilarris que expozera a vida para sal-
var ama negra vellia de Buston Por ventura cu nao
valia uma negra? Com juslira e sem precouceilo
aristocrtico, julgava que valia duas ou Ires pelo
menos.
lladgi Slavros veio mudar o curso de mindas ideas,
nflererendo-me um meio de evasAo mais simples e
menos perigoso.Baslava ler perna, e, gracas a Dos!
lie urna coosa de que nao soa desprovidu. O Rei
sorprendeu-me no momento em que eu bocejava co-
mo o mais humilde dos animaes.
Esta' enfadado ? disse-me elle. He a leitura.
Nao posso nuuca abrir am livro sem perigo para mi-
nhas queixadas. Vejo rom prazer que os doulotes
nilo resistem a isso melhor do qoe eu. Mas por-ioe
nao emprega melhor o lempo qae Ide resta ? V. S.
luida vjndo aqui eolder plantas da mnulanda, n.lo
parece que sua eaixa lenha-se enchido oestes oilo
din. (Juer que o env a passeio debaixo da vigi-
lancia de dous horneas ? Soa muilo bom principe
para recusar-lhe esse pqueno favor. Convem que
cada uin exerra o seu oflicio nesle mundo. Para V.
S. as planta, para mim o dinheiro. O senhor dir
aquella que o enviaram : a Iv aqu plantas colin-
das nu reino de lladgi Slavrus 7 S- achar alguma
que seja bella e curiosa, e da qual nunca se lenha
fallado em seu paiz, devera' dar-lde o meu uoine,
e cdaina-la rainda das monlandas.
Com elleilo disie romigo mesmo, se eu esli-
vesse a uma legua darpu entre dous salteadores nlo
seria muilo dillcil veuce-los em lueireza. 11 pe-
rigo duplicara mindas forra, i.iuem corre mais lie
aquella que lera mais iulrresse em correr. Porque
lie que a lebre he o mais ligeiro de todos os ani-
maes ? porque he o mais cunear-aJo.
Aceilei o uflereciiucnlo do Rei, e no mesmo mo-
mento elle cotlnrou dnis gualdas junio de minha
pessoa. N:lo Ihe fez lecommendares mionciosaa ;
dis-e-lhes siinplesiiienlc :
Milord val quinze mil francos ; o o deixa-
rnn perder, deverau pagl-lo ou sub-liluilo por
oulro.
Meus guardas nao a^semelhavam-se em nada a
invalido: nau tintiam feida.nem rooloslo,nem ava-
ria de nenburai sarle ; seus jarreiloc erain de aro, e
nem podase esperar que seu |u se acha-sem m-
cuiiimndado em eus calcados, pola iraziam sapat :
mui largas que deixavsni ver o calrauli-i. Pa.-au-
du-o em revista,ubservei nao sem pezar duas pi-to-
lai cumpridas cuiuo espingardas de minino, ludavta
EITERIO.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
PARS
19 de maio.
Os jornaes americanos nos Iroaxeram a nclica do
coufliclo armado que se acha prestes a arrebenlar
eutre os Eslados-tuidos e a repblica da Nova-Gra-
nada. O elleilo nao seguio de mui perto a causa ;
pois qoe ha mais do seis mezes que os roesmos jor-
naes nos narraran] a origem dessa contena que
lia/ naturalmente d- Ierro e da panella de barro. A 15 de abril de
1856, um comboy de Americanus que eruigravatn
para a California alravessava o islhmo no camindo
de ferro eslahelecido d'Aspinwall a Panuania. Urna
nclia occorrida entre uS Americanos e os liabilantes
do paiz lomou as propurres de um motim que leve
consequencas sangrenta. Dezolo pes-oas foram
moras, o* estabelerimentus dus Americanus foram
saqueados : finalmente os Americanos foram bali-
dos. He diflicil saber se se deve altribuir aos emi-
grantes ou aos indgenas ns verdadairos motivos nes-
la escaiamura que lord Palmerslon lalvez apreciou
segundo o seu justo valor, refenodo a verti que
Ihe da por causa primaria uma dispula a proposito
de uma melancia. Seja como for, o governo da
I niao agilou-e com esla aventura Irngca, e enviou
aos lugares um commissano, M. Corwiue, para pro-
ceder a u-o inquenlo. O resultado de.le inquento
altribuio lodos os erro a populacao e aulorilades lo-
i'.ies, e u ruiiinii.sai ni americano (crmiuou o relato-
rio qoe dirigi a seu governo pela proposir.,0 pura
e simples de confiscar o islhmo em pruveitu da
L-mao.
O gabinete de Washington julgou prudente nao
andar tao depressa ; encarregoo ao seu ministro em
Bogla, M. Bowlio, que pedise ao governo da No-
va-Granada una inderamsarao pelos excelsos 000
medidos contra os Americanos uo da 15 de abril.
Como esle pediJu foi repellido, elle expedio uin
plenipotenciario, M. Murse. a quem revesto de po-
deres extraordinarios com o lim do encelar iovas ne-
gociaces.
Che^ado nos ltimos dias de Janeiro a Bogot, o
novo negociador se poz em relaeao com M. Bowlin,
e a i de fevereiro, os dous plenipotenciario i ameri-
canos enlravaio em conferencia com os dona pleni-
potenciarios da Nova-Granada, SI. I.iuo di I Pombo,
nitui-tro dos negocies eslrangeirus da repblica, e
M. Florentino Gnnzalrs. Desde esta primeira enlre-
sisla.'apresenlavam quatro proposices deslinadaa a
lorner-ee a base de uin tratado que eslavam autori-
sados a concluir com a repblica. Pediam ao go-
verno da Nova Granada que recondece-se a inde-
pendencia das cidades d'Aspinwall e de Panam,
que formara os dous pontos extremos do isldmo e
e do camindo de Tetro enlre os doos ocanos ; de
tal orle que esla .la. cidades, constituidas em mu-
nicipalidades completamente livres, lendain a plena
jonadiccao sobre lodo o calumbo de ferro, n'uma
largura de 10 militas para a dircita e para a esquer-
da da eslrada. Alcm dissn, a icpublica de*ia ceder
aos Estados-Unidos as illiss da bahia de Panam,
assim como lodos os direitos e privilegios coneedi-
Ins a companhia du caininho de Ierro. A Nova-
Granada pagara ao goveruo da Cniio una somma
de luu.il'Hl dallara a ltalo de indemnisaco pelos
su-ressos de 15 de abril. Pela soa parle, o governo
da L'mao promedia pagar ao Estado da Nova-tira-
uada uma sonuna ein compensaran das ilhas e dos
privilegios que deviam ser cedidos aos Estados-
Unido.
Apenas formuladas, estas proposites f iram re-
pellidas calegoricameiile pelea plenipotenciarios da
Nova-Granada. Elles repreenlavaiii que, na esca-
r.imiira da 15 do abril, luios ea arma ule attaveai
do lado dos seus culcida Uin. Por um lado, insis-
liam sobre o- eotlnmea dcsnrdenados dos eniurau-
le- que nao sao emitido pnr escrpulo algum ; por
oulro lado, sobre o elado de excitacj-lo permanente
em que a popularo indgena he eulrelida pelos e.ctos
de violencia e de hrulalidade que us emigremos ea-
tao acoslumados a commeder na occasiao da passa-
gem delles. Nesse da de 15 de abril, um indge-
na insultado pelos emigrantes repeino 1- i-- o ata-
que ; elles alirain os seus revolvers, e o indgena
alirou a sna faca. Tal era, seguudo elles, a nrigem
do conflicto. Em apoio de-tas observarles, os ple-
uipoleuciarius da Nova-Granada invocaram o lesle-
muuho dos cnsules da Inglaterra, I- ranea, Equador
e Per, que Ibes eram favoraveis. Ao encelar as
proposices, o plenipoleuciarios neo-granadenses
as repelham como implicando a cesiao incouslilucio-
ual e deshonradora de uma parle do territorio da
repblica. Repelltam nao menos peremploriamen-
le o pedido de uma uideranisir-ao de 2 mildoes que
llies pareca de uma exagerarlo evidente.
Pela sua parte, os plenipoleuciarios americanos
lusleuiavam pura e siniplesmenle as suas primeiras
proposices. Insistan! sobre as desorden de 15 da
abril, recuiavam os leslemoiihos dos cnsules estran-
geiros, e faziain sobresalur a necessidade, deuious-
(rada por esle incidente, de exigir garantas positivas
liara a vida e propriedade doscidadaos americanos
que viajara alravez do islhmo. Sobre que MM. Gou-
zles e I.iuo del Pombo replicavaui,reenviando mais
enrgicamente du que nunca aus emigraules ameri-
canos a respoiisabilidade que procuravam fazer pe-
sar sobre a popularn do islhmo, Ao mesmo lempo
rerrimuiavam o gabinete de Washington que arcu-
eus pro-
jeetoi ambicioso um acoulecimanto infeliz sem du-
vida, mas puramente accidental. Todava se decla-
ravam promplos a negociar acerca dos meios deas-
segurar a liberdade do Iransitu alravez do islhmo, e
roncluiam, emiltindo a idea de uma convencao com-
mum cnlre a Nova-Granada, os Estados-Unidos, a
Franca ea Inglaterra. Maa o debate seazedavaa
medida que se ia pruloneando, e a 26* de fevereiro,
us plenipoleuciarios americanus enviaram aos de No-
va-Granada uma ola concebida uestes termos :
S temos uma cousa a dizer, be que a entrada do
i-tlimo el.i' boje possuida por nda.los americanos,
e que a mr parte dos passageiros e do lrallco|per-
leucem aos F.s(ados-Uuidos. Nao cabe em uossas
tustrarroes entrar i-m uejoriario alguma nova em
que a Franca, a Inglaterra, ou oulra qualquer na-
ro do mundo seja chamada a decidir, quaes podem
ser as garandas siiflieicules para as*egurar a vida e
a propriedade dos nossos cuncidadlos. Pela mema
ola, annonciavam o rompimenlo das iieguciares.
nao perd o animo. Por frequentdr a m companhia,
o zuido das balas se me lomara familiar. Tomei
minha eaixa a's costas, e parli.
Divirla-se gritou-me o Rei.
Adeo, senhor !
Nao,ale a volla !
I.evei meus rompanbeiros na direc^ao do Alhenas
para ganlisr terreno. Elles nao lizeram neuliuma
resistencia, e permilliram-me ir para onde quera.
Esses salteadores, muilo melhor educados qoe os
quatro toldados de Perieles, deixavam aos meus ino-
\ miento, tola a lalilude desejavel Herborisavam de
sua parle para o seu jantai. Ea pareca appbcar-
me com todo o codado a' minha trela : arrancava
a direila e a esqoerda grande porrn de relia, finga
escolher ame plantinha, e a depositava premisamen-
te no fundo da caxa leudo o cuidado de nao sobre-
carregar-me ; ja' baslava o peco que levava.
Tioha observado em uma corrida de cavallos qae
um admiravel jockey perder por irazer uma sobre-
carga de cinco ktlogramraas. Minha alinelo pare-
ca applicada a' Ierra, raa V. S. pode crr que ella
eslava bem longe oabi Quem acha-se em tal cir-
cumslancia tilo he mais botnico, he prisioneiro.
Pelisson no se leria divertido com as leas de ara-
nda, se livesse ao menos am prego pura serrar os va-
res de sua prisSo. Eurontrei lalvaz nene dia,
planta descoudecidas que leram feilo a fortuna de
um naturalista, mas fazia tanto caso dellas como de
um girasol araarello. Eslou cerlo de ler passado
junio de um admiravel pe de borjyana vanadilis ;
pesava meia libra com as raizas. Nao z-lhe a hon-
ra de conceder-lbc um olliar ; nAo va mais do que
duas cousas : Atlicuas nn liunsonte, e os salteadure
a meus lados. Espreilava os nido desie. patifes,
esperandn que uma lina dislracrao me livrana de
sua vigilancia, mas quer eslivessern ao alcance de
muida mao, quer a dez passos de muida p-.soa, quer
oceupados em eolder sua lalada nu em ver voarem
os abulres, linliam sempre um uldo sobre iiiiui.
Veio-ir.e a idea de dar-Ibes uma necuparo -eria.
Eslavamos em uma vereda a-saz recia que la evi-
dentemenle para Alhena. Avislui a' minha esquer-
da urna b-lla moula de gie-ta, que oacoidadoada
Providencia linham feilo crescer n cimo de um ru-
Chedo. Fing deaeja-ll como um theaoero. F^scalei
cinco ou seis veiOl o talud que a prolegia. Fiz lan-
o que um de meus guardas (rve piclade de mea
embararo, e ullereceu-se para servir-me de eicada.
Nao era Isso o que eu quera. Forcoaa foi-me acei-
tar seus serviros ; mas suliui lo as sua espaduas mal-
Iralei o lano Oom meu sHp;,|os ferrados que elle
gritn de dor e deiiou me cahir no rMo, S marada que inleresava-se ped bom exilo da empre-
za disse-llir : Especa roo subir ein logar de
milord, eu que nao leudo pregus nu sapaln : u Di-
lo e feilo ; tile esleuJe a tuau, agitira a p No dia segunde, os plenipotenciarios americanos
enderecavam a M. Lino del Pombo e ultima.um pe-
lo qual renovavam o pedido de urna in1emnia An
de 400,000 dollars. A este ultimtum M. del Pom-
bo responda immedialanienle por orna recosa for-
mal e por um pedido reconvencin! de 150,000 dol-
lars em nome do seo governo. Tal lie o resomo daa
negociarnos que arabaraiii defiulivamente no roro-
piraeuto das retorne diplomticas eolre os doo pai-
zes, e na expedirn naval qne os Eslados-I'nidos
anminciaram a inlenro de dirigir contra a Nova-
Granada.
Ao punto a que edegaram as comas, a qoeslAn lo-
ma oulra importancia e nutras proporrea que nao
as de uin conflicto particular ende as duas repbli-
cas americanas. Ja se nlo trata smente de saber
se o gabinete de Wasbinglon abusou da sua supe-
rioridade mui inconleslavel par.i pedir an governn
da Nova Grauada eoucesses qoe o *nliroento da
seu direilo e da soa diguidade Ide ordenava qae re-
pellase ; lo pouco nAo se traa saber ale qae pon-
to a Nova-Granada mereceu a censara de n3o ler
sabido m.iuler a ordem pn seu territorio e reprimir
os excessos ; a desculpa natural desle governo esta
na sua fraqueza e impotencia. A qoe-lAo nao lia
siimeule americana, de lambem, n'uma certa medi-
da, europea. Trala-e de saber como as grandes po-
tencias martimas da Europa encararam a expedirn
annunciada pelos Estados-Unidos conlra um poni
do globo, coja importancia be lAo bem recoiihenda
pelo commercio do muodn, como o islhmo do pa-
nam. Aquella de lodas as potencias que pareca
dever moslrar-se mais susceplivel msla cirrumslaii-
cia, a Inglaterra, ja declaren o seu |ieiisainenlo. Ao
projeclo do gabinete americano ella responden p >r
palavrasde sympatbia e animaran, em New-York a
em Londres. Lord Palmer.Ion prolestoo acerca da
soa conlianr.i absoluta no decuileicsse e lealdade do
governn americano. Resta saber se oulros gnverou
europeus parlilharau a cuuanra c optimismo da
governo ioglez.
(Journal det Defral.'
IITSRIOR.
RIO DE JANEIRO.
SHttM.
SESS.VO EM 17 DE JUMIO DE IK.7.
Prttidencia io Sr. Manoel Ignacio Cacalctntt dt
laceria.
A' hora do cosame, fela a chamada, aedando-se
reunido uuraero legal, abre-se a sessAe.
Lida a acia da anterior, he approvada.
y Sr. Primeiro Secretario da' conla do segunde
cvpe.iieule :
Um oflicio da cmara do< depnlados. participan-
do ao senado que a cmara ad .pino, alim de levar
a sanrrAo imperial, a resoluto approvando a pen-
sAo de I). Florishella Mxima da Silva.Fleo* o se-
nado inleirado.
Le-se e vai a imprimir o segninle :
O estudaute Jos Francisco Vianna, qae frrqaen-
la a i-'.iruldade de Direilo de Pernambuco. leu in
feilo acto do terceiro anno, e xindo paswr nesla
corle as ferias qoe se segoiram, leve a infeliridade
de aqui adoecer de modo que nAo pode regreasar
era (empo de achar anda aberlas a matriculas da-
quelle curso, pela qual raz.lo requeren freqoenU
como ouvinleas aulas do quarto anno, e remire a
assembla geral parsser autorisa e sl matricu-
lar nese autio, alim de poder ao depois tazar o arto
respectivo.
A commissAo de inslrucc.lo publica, achandn so-
licielilemente juslificada a cao
plicanle ile se cnslricular nn devido lempo, ailen-
dendn a que e lavnr que olicila lem sirtn mallas
veze concedido pela assembla geral legislativa, ha
de parecer que o senado adopte o scjuinte projeclo
de reoluro.
o A assembla geral legilliva resclve :
n Arl. I. O goverou lie auiorisadn a mandar ma-
tricular no quarlo anno da Farulda 1e de Direilo de
Peinanibuco o eslodanle Juc Francisco Vianna,
se mostrar que a faltas que liver dada, scndo-lhe
aiionada-, Ihe nAo f.ziain perder o uno.
o Arl. 2. Ficam revogadas as disposirei em con-
trario.
Paro do senido, 16 de janhn de 1K57.Silva
Ferrax.Baplista da Oliveira.Jos de Araujo Ri-
beiro. o
Le-se o contrato feilo com o emprezario do eDia-
rio do Rio de Jaueiroo para a publicarle don de-
balea do eoado, declarando o Sr. -pretadente que a
mesa celehroo esse contrato com o nico proijionenle
que se apresenlou.
II sorteada a depulac.in qae tem de apresenlar
a S. M. o Imperador a resposta a' falla do Ihrono
na aberlura da prsenle sesAo.
ORDEM Un DIA.
Entra em primeira diacusslo a propoair,ao do --
tildo au lomando o governo para depositar no Ban-
co do Brasil e anas aaixas liliae oa saldos existentes
nn thesooro e Ihesouraria provincia*.
O Sr. Visccnde de llabsraln dlerecera' alromas
nlijecre que poderAo ser de'sfeilas pelo nobre mi-
nistro da faienda, visto como sin relativas a redar-
cAo do projeclo ea alguma conlra iirr,ao qee o ora-
dor nota enlre essa redacclo a as razo** cora que o
i Ilustrado aulordo projeclo o jutilicoo.
A |iroposicAo aulorisa o goveruo a depo Banco os saldos existentes no ihesouro rom enc-
menlo de juros e reinada livre ; mas no di-rura
que pruleno quanlo offereceH o projeclo, dase
nohre minitro que o governo no seu conlralo com
o Banco leria o cuidado de marcar prazos qae n.iu
caasassem embararo ao servijo publico.
Ora se passar o projeclo tal qoal esla' redigido, o
governo nAo podera' aceitar qualquer prazo para a
restituirlo das qoantias depositadas, lera' de exigir
a : el irada livre, no dia ein qae o entender precio ;
e o Banco nAo podara' aceitara ron In io da retira-
da livre, porque us seus edalulo* nAo permitiera
aceitar depsitos com encmenlo de juros por me-
nor prazo do que fO dias.
O projeclo pois nlo sera' excquivel. salvo se se
entender que uma lei pode alterar os estatua* do
I!.neo. que nAo sAo senAo um canlrato bilateral en-
tre o governo e os accionistas daquelle estabelcei-
mento.
Pode-se nizer que o corpo legislativa app-ova a
medida, drizando dependenle a saa aceitarle dos
accionistas do Baueo. Em primeiro lugar nao sabe
bastea, agita-a, arranca-a, e da' om grito. En ror-
rie ja sem olhar para aira. Seu espanto d-u-rac
mais de dez segundos de adiamntenlo Mas elle*
nAo perderam lempo en aeeasar-aa mutuamente,
pola oovi Inga seus pasaos segoindo-me da longe.
Corr anda com mais rapidez : o camioho era bell i,
iaoal, feilo para mim. II -amo, om declivio r-
pido. Fu ia de braco unidos ao corpo sem sentir
ai pedras que rulavam a reos pe-, a sem ver ende
pisava. O esparo fugia debaixo de mim, recheito*
e moulas pareciam correr em entido inverso daa
dous lados da estrada ; eu e-lava ligeire, rpida ;
meu corpo nAo pesava nada : linha azas. Mas osee
romor de qoalro pos, faligava-me o* ouvidos. Re-
pentinamente elles param, nlo ourn raait nada.
Estara n cansados de persegnir-me Urna peque-
a nuvem de poeira eieva-se a dez paseo* dianle de
mim. Um pooeo mala longe apparece samlamenle
ama nodoa branca sobre um rchelo cioienlo. l>ou-
lros aslrondam aornesmo lempo. IM salteadores li-
iidam deacarregado as pistolas, ea tinlia s lindo o lo-
go do inimigo, e conliuaava a correr. A persegui-
rlo recomer. I luco duas vozea esbafnrida* qoe
grilam-me : Pa'ra pa'ra Nlo pa'ro. Perro o ea-
minho, e continuo a correr em saber para onde von.
Apresenla-se um foseo largo como um riacho, mas
eu ia mui rpidamente para medir as distancia.
Sallo : estou salvo. Ouebram-se-me os suspenso-
rios, estou perdido !
V. S. ri '.' Eu quizera velo correr sem upent-
rio segurando a calca rom as mos Cinco minu-
tos depois, senhor, os salteadure tmham-me alran-
i. i io. Ataram-me as m.i -. |iozeraui-me i- e
recoiidu/irani-me as bastonadas pala o rampo da
lladgi Slavrus.
O Re recebeo-me como um bancarolam, que
lbe huuvesse tunado quiuze mil Iraacsja. Ea fi-
nha uulra idea de V. S., die-me elle. Juigava c-
ndecer n humen : OH plivsiunoiuia engaueO-nie.
Jamis le-lo-bia suppoilo rupaz de tal accao, prin-
eipalmenle pela maneira porque tralava. Nieve
admire, se lomo de ora ein dianle medidas severa :
he V. S. que me forca a io. 1 icara' em sua ra-
inara ate nova ordem. e um de meas i-llicue* Ide ta-
ra' eompanhil deb.uxn de sua leu la. lato nAo lie
mais do que ama precanco. Em case ile remri-
drncia, dtvera'rnnlar enm um rasliju. Vasillo, he
a li que confio a goarda de-te senhor. >
Vasillo sandnu-ine com sua pulidez ordinaria.
Ah '. mieeravel di-e en rumian, fe |aj que
auras ns meninos no fago : lo.te tu qne tentaste se-
gurar Mar. Aun pela cintura, que qmzele apnnba-
lr-me no dia da AcenAo. P.ns bem, ante qun
baver-ma comtigo do qae rom outro.
;'onli/ittar-s-nfl .

.
--
ILEGIVEL

" -~ -:;..-.
.


se sera' derenle promulg^r-se uma le, e olferecer a
sua aceitarlo ao Banco. Depois lie precito nao es-
quecer que os accionla de Banco j,i rejiilaram a
idea de redazlr de (0 e 30 di o prazommiroo para
a retirada das quan lias depositadas eni conla cr-
reme coro vencimenlo de juros, sendo esta deculo
ornada coni o apoto do nobre senador qoe hcje he
mililitro dajazsnda. Ora se parecen ineonvenien-
le ao Banco o prazo de 30 das, com inuilo mais ra-
zao te deve auppor que ulo podera' aceitar a reti-
rada livre.
Adora entrara' ero alguma coniiderecOei para
poder avahar o alcance don rundaineiiioi do projec-
lo. Iresraze induzirsmo seu anlnr ,. nll..
man.u jjb j-ckinamijiiuu (JUARfA FEIRA 15 DE JULHO DE 185'/.

celo :
ziram o seu aulor n ollere-
1." Conveniencia de diminuir a respomabilidade
dos thesoureiro.
8." Yanlagem de minorar os tacrili.-ios que o Ihe-
sooro rat tomando a premio a relendo not eut co-
fres avuliada quinde iem emprego.
.1." inconveniencia de conservar retiradas da cir-
rutajlo grandes summas, sabretudo quaodo h.i de-
ticieucia de meio circuanle.
Qaanto ao primeiro fundamento S. Ese. roesmo
nao Iheden greude impudencia, se bem que sobre
o segundo, se apoiou alguma cousa, oi principal-
mente sobre o ultimo quebateou a sua argumenla-
tao ; por isio se occopara' o orador deste de prefe-
rencia.
Considerou S. Exc..que as qoanlias deposiladas
no Banco sao eapitaes retirados da circular,,. O
orador n.io pode acompaobar ao nobie ministro
ueste peniaraento.
Os saldos (Mtenles oos cofres do thesouro cons-
tan) ein grande parle, seu3o tm sua lolalidade, de
papel fiduciario.
Ora. o que he um bilhete do Banco 1 Uro ltalo
de dividade que representa om contrato de compra
e venda. Os bilheles do Bance, poi, nao tao capi-
tal, apenas represeulam o capital qoe esta' em cir-
cula jao ; podem estar guardados, sem que o capi-
tal deise de estar em circulado, ISao se podeodo
duvidar desli verdade, segue-se qne nao he rucia
a base qoe o nobre ministro tomou para justificar o
eu projeclo ; os saldos existentes no thesouro, quasi
que exclusivamente representados por bilheles do
Banco, nao consliluem um capital tirado da circo-
lajao.
Mas (atsecora S. Exc.) ha deficiencia de meio cir-
cuanle. Concordo cora o nobre ministro que a na-
caai fez progressos, poslu que nao sao rpidos como
>. BU, enleode, que as transarle tem augmenta-
do muilo,. o genero eucrecidu. Segue-se porm
daqui que ha Talla de meio circulante Nao diz
qoe nao naja, mas por taes principios de eerto que
nao. '
Nao se pode negar que se o paiz progride, lam-
nem o nosso meio circulante lem augmentado con-
siderayelmenle. Em 1853 estavam em circulado
i mil con tos de ouro cunhado na casa da moeda,
m'1. C0t0S de papel do Roverno, e 3 mil cont,
oe mneles 'ios Biucos. Uoje a nossa circulado
consta de J3 mil contos de ouro cuoludo no Brasil,
?* ""' coto d papel do governo, e 45 mil conlos
de bilheles dos Bancos. Temos porlanlo que em
quatro annoso nosso meio circulante suba de 67
mil a 122 mil conlos de ris. Deduzda dcsla om-
ina a moedaqoe forma o fundo ditpooivel dos Ban-
cos, no valor de 10 mil conlos de iims, temos que o
meio circuanle he actualmente de 112 mil conlos
de ris, islo he, que houve um augmento de 43 mil
conlos de ris.
Ora, suppondo que a velocidade da moeda he re-
presentada no Brasil pelo algarismo dez (e nao por
mil como na Inglaterra}, segue-se que o augmento
do nosso meio circuanle nestes quatro aonus repre-
senta oro augmento de nossas Iraniacj no mes-
mo periodo que chega a 450 mil conlos de res.
Islo basta para provar que nSo temes falla de
meio circlente, ou pelo menos que nao est prova-
do que se da essa falla. Mas nole-ie qoe Me asseve-
ra que o meio circuanle eslrja bem Distribuido pe-
los diferentes mercados do Brasil ; isto he oulra
queslao.
Em nutras razf.es ainda se fonriou o nobre minis-
tro para sustentar esle projeelo. Uma dellas foi ler a
caixa malrii do Banco do Brasil emillido 31 mil con-
los de seos bilheles, nlrelanlo que as suas caixas fi-
naes reunidas nSo lem uma emiasao rr.aiorde 14 mil
conloa, arreicentando S. Exc. que,|ainda reconheci-
00 qoe lodas as provincias juntas nao Um precisio se
nao de lanto meio circulante como o Rio de Janeiro,
mesroo asiim deviam as calas ter elevado a sua
emissao de 14 a 31 mil conlos para que essa igoalda-
de se desse.
Mas S. Eic. nao allendeu a que, alem da eraissSo
das filiaes, no valor de li mil coulos, exislem o,
provincias 44 mil coulos em papel do guverno e 33
mil conlos em ouro cunhado na casa da moeda : isto
he. mais de 'JO mil conlos.
Me verdade que S. Exc. suslenlou que uma boa
rana desse ouro e desse papel do governo est no
Kio de Janriro; mas o orador appella para os fados,
e perennta se nao he sabido qoe raro he ver boje no
Rio de Janeiro uma moeda de ouro, ou uma nula
do governo de mais de IOj.
Pode-se pois asseverar que desses 77 mil conlo.
de papel do governo e de ouro, apenas a dcima par-
te quando muitoesl do Rio de Janeiro ; o mais es-
ta as provincias com os 14 mil conlos de emissao
das caixas filian. Logo os fundamentos da argumen-
tado do nobre ministro carerem de mais alguma
considerajao por parte de S. Exc.
S. Exc. suslentaudo que estvvam no Rio de Janei-
ro os 31 mil conlos da emissao da caixa matriz do
Banco Brasil, lambem se equivocoo. Grande parte
dessa emissao circula as provincial de S. Paulo e
Minas-Ceraes, e mesmo na do Paran.
Compre ainda observar quo no Rio Grande do Sul
a emissao he peqoeua, e qoe o papel do governo que
all gyra he pouco. A circular.,,, daquella provincia
he quasi que exclusivamente de moeda eUraugeira.
A moeda que all circula sao as oucas, o que he um
mal para a provincia e para o estado; poqua se o Rio
Grande do Sul tivrsse adoptado o meio circuanle que se serve o reto do Brasil, o capital empregado
em oncee se contenera em capital prodoelive, nao
Meara fazendo t,s.funches do meio circuanle.
Se secoo8idi-rareru anda oulros factos, deva-se
nutrir anda mais a persuasao de qoe nao ha defici-
encia de meio circuanle, mrmenle nos mercado',
em que pode aproveitar a medida proposla, e que S.
Exc. quer supprir.
Se hooveise deficiencia de meio crcolante, isto
afltolaria o prejo de (odas as mercadorias, o gneros
nao leritm encarecido. Entretanto o proprio Sr. mi-
nistro queixa-se da careslia dos gneros.
Ora, como a deficiencia de meio circuanle fazia
diminuir os precos de lodas as mercadorias, e o con-
trario foi o que aconleceo, segue-se que os facloa sin
oppostos i opiniao do Sr. ministro.
Oulra consequencia da falla de meio circuanle he
a diminuirlo da imporlaco de productos. Ora, esta
nnportacao, longe de diminuir, lem augmeulado.
Logo os factos provam o coulrario do que tuscula o
nobre ministro.
Disse ainda S. Exc. que um dos motivos de defici-
encia de mrio circuame na Baha era ler all a cai-
xa filial do Banco do Brasil apenas uma emissao de
2 mil coulos, quando anteriormente exisliam na pro-
vincia eslabelecimenlos que coniervam maior emis-
sao. Aquella cana filial apenas subsliluiu o banco
commercial da Baha ; e como esse Banco nao liona
uma emissao maior de mil conlos, o a da raixa filial
sobe 2 mil cootos segue-se que longe do meio cir-
culante diminuir all, pela causa apontada por s.
Etc., pelo contrario augmentou. Se oulros eilabe-
lecimenlos exisuam anleriormenie, nao deiappare-
ram por causa da fuudacao da caixa filial, bao da
anida existir.
O mesmo fado se da em P> ruanmhucr.
Oulra inexaclidao e.eapou ao nobre ministro. A
caixa filial da Balita nao leve 3,600 conlos de fondo
dispor.vel, mas apenas 1,600 coulos. Nao se pode
confundir caixa com fundo diiponivci, que nao he
superior em caso algum ao capital do eslabeleci-
inento.
Do que lem dito julga poder concluir, que as
prajas que podem aproveilar.se das disposijes do
projeclo nao teem deficiencia de meio circulante.
Mas o nobre ministro, em om discurso proferido
na cmara dos depulados, suslenlou que havia essa
deficiencia, e que s poda ser supprida pel governo
oo pelos Bancos ; que s por estes dous meios se po-
da recular o meio circuanla e ehegar a ler o pre-
ciso. r
O orador nao lem nolicia de governo algum que
tornaste a si a tarea de regulara quanlidade de meio
circuanle que deveste existir em cada mercado. Sa-
be que alnuiis governos teem lancado mao de erais-
sao de papel moeda, mas, como meos de occorrrr as
soasde.pezas ; nunca com o fim de regular a quan-
lidade de moeda que deve existir na eirculajao. E
se o govtrno do Bra-il tlgoma vez emittio papel-mo-
ed, nao rol por que se Incumbisse de regular a cir-
cularlo, mas porque afeita de recursos o levara a
esse espediente desastroso.
Suslenlou tamben- S. Exc. que os Bancos loma-
vam sobre si essa emissao importante, que desempe-
nluvero importando ou exportando metae. O orador
nao lem noticia de bancos qoe assim procedam com
o iim qoe Ihes atlribue o nobre ministro. Se expor-
tan) metaes, como o de Inglaterra fez para os Esla-
dos-Lnidoi, nao leem oulras villas sena,, fazer um
ernpreslimu. Se importare, sao obrigados pela neces-
sidade de cumprir as suas obrigaees, conservando
am erlo p o seu deposito melallico.
Porlanlo, nem os envernes, nem os Bancos se fa-
zem cargo de preeocher a misilo que o imbre minis-
1ro Mies quii allnbuir.
Ileclarou o nobre ministro qua a provincia do Kio
de Janeiro nSo poda pagar com os seus proprios pro-
ducios a imporlaco que Ihe vem daa provincias do
norte. -Ningoem o ignora, i om etTello, nao he com
i> cat, com o assoc.ir do Itio de Jan-iro, que r 11
praca paga os proejado) que recebe da Baha e Per-
nanibuco ; he com dinlieiro. Mas por ventura qoer
isto dizer que o Kio de Janeiro nao paga essa lanpor-
lacla com os seus producios ? De cerlo que n.lo'mi-
de ser essa a inlenc,o de S. Ele. O ouro com que
Mar importadlo be paga be comprado em Inglatarra
cora os producios ,io Kio de Janeiro. A este laclo nao
se pode dar oulra interprelacjlo, a menoi que Dio le-
ja lgum idiota.
Suslenlou o nobre ministro que a exportacao dos
producios do Kio de Janeiro para oa p.iiMeHrin-
griros he superior a imporlaco de gneros desses
paites, a que por isso poda o Rio de Janeiro pagar
u provincias do norte com saques sobre as vacas rs-
Irangeuas. **
lie justamente o que se faz. Tmam-se cambiae
manda-s. vir ooro, ,. esse ouro serve para pagar A
provincias do norlo os productos que importara no
Rio de Janeiro.
forero' S. S. Etc. di/.-r que se poda fazer istrf
em maior escala .' Mas qual he a differeuca eulre a
exporla^ao do Kio de Janeiro para os paites estran-
geiross e a imporlaco Secundo os mappas anne-
xos ao ultimo relalono da izcin'.a. .ssa differenca lie
penas de mil cont'. A exportacao monta "a ."il
mil coules, e a importado nao excede de 57 m I
conlos.
Ora, enlendera' S. Exc. que a praca do Kio ite Ja-
neiro, com i mil conlos de excesso de'sua expocl.icSo
sobre o sua imporlaco, pude paai os producto! que
recebe daa provincias do uurle f S o Ihasonro pr>
cisa dessa quanlia com os seua movinieiilus .le fumios
daqui para u Europa. Porlanlo se fotsc esse o uiiiro
recurso da praca do Rio de Janeiro para pacar a's de
reroaniuuco, Baha, ele. mal eslava elle.
O que se se sigue he que a diOerenej da eiparla-
53o sobre a imporlaco he muilo maior do que 4 mil
contos da ris.
Tanto aMiui que, alem dos 4 mil conlos qoe o the-
souro passou pira s Europa, o Banco do Brasil lo-
rnou carublaei com que mandn vir 13 mil conloi
em ouro.
SSo por lano os proprios mappas do Ihesooro que
coulrariam a proposito do nobre ministro, a qual
he, de mais a mais, lambem contrariada pelo estado
do cambio sobre Londres.
Em oielhor occasio entrara' o orador no exame
de oulras propo eiilendeu dever limilar-se a mo-lrar : I., que a me-
dida proposla nao vai augmentar a circulacao com
meio circuanle qne que ja ufo esleja nella ; 2.",
que as pracas a que a medida aprovela, nao lis
deficieocia de meio circuanle. Temos necessidade da
capilaes. sim ; mas de meio circuanle nao.
Nao salie, pois, qual a vanlagem que resultara'
desle projeclo. Se o banco aceitaste em deposito os
3 mil e lanos contos da ris de saldo dispouivel que
eslao no Ihtsuuro, o de promplo us lancasse na cir-
culacSo, slo nSo servia senao para fazer sahir dos
coret do Banco 2 mil conlos em ouro. romo acon-
tece sempre que a emi-oo be superior a's necessida-
de do mercado.
Massuppondo-se que esses 3 mil conlos ficavam
na circulacao, iriain encarecer ainda mais os (ene-
ros, mal de que o mesmo nobre ministro se qiieixa.
Por oulro lado. s< se considera o Banco guardan-
do nos seus colrrs esses 3 mil contos, t-se que isto
Ihe seria prejudicial, leudo de pagar juros forlcs de
lal quanlia.
Se o nobre ministro emende qne os suidos dispo-
mveis do Ihesouru di vem ir para o Pancu do Brasil
em conla coireule simples, sem juro ou com um juro
mnimo, eutao a medida podgria nao ser prejudicial;
mas como est redimido o projeclo, nao podo ser a-
doptado.
Por ora para aqu.
O Sr. Souza Franco (ministro da fatetvdl) nao
podera acompaohar ao nobre senador em (oda a sua
argumrntdcao. por nao Ihe ler sido po-sivel lomar
para isto suflirirntes aponlamentos : dividir met-
ano a diicussau em duas parles, uma com referencia
aos argumentos relativos ao projeclo e oulra quanlo
aos [i.mos do discurso que o orador proferin na ou-
lra cmara, que nao lem immediaa rdacao com a
proposieao que se discute, oceupando-se agora da
primeir.i parte e deixando a outra para occasio mais
opporluna.
Enlendeu que o nobre senador, na posicao de pre-
sidente do Banco, nao deixaria de concordar em
ajudar o governo a aahr da dilliculdade em qoe se
acha, pagando juros por quininas que existeru im-
productivainenle not seus cufret, sdoptanoo-se para
eBse lim orna medida ventajosa ao Ihesooro eao Ban-
co. Mas o nobre senador nao locou na ner.etsidade
de alliviar o thesouro do onus de pagar juros de
quantias de que te nao terve.
Da opposicao do nonre seoador a esla medida de-
ve-se entretanto cuncluir qoe se o Banco do Brasil
nao fornece capilaes As industrias qoe os procralo.
Moho por falla delles, porque quando se quer dar
ao Banco capilaes que elle poda lomar productivos,
responde nao preciso, nao me resulla dahi van-
lagem alguma.
Pode-se lambem concluir qne existe essa opposi-
an, porque convem ao Banco do Brasil que o the-
souro retenha em seos cofres mais da 3 mil conlos
em notas do mesmo Baneo, afasiando da circularlo,
e avilando assim queaffluam ao troco e voltem a sua
caixa. Mas he e-se um favor que o governo nao pode
fazer ao Banco, alem de lanos oulros que ja Ihe lem
concedido.
Talvet se diga qoe ha oulros meios de lispor des-
ses dinheiros de que o Ihesooro paca juros; mas a
islo observar que nao convem, somenle pela exis-
tencia de algiins saldos eventoaea, e sera que se
possa anida saber sea renda publica cresceri a pon-
to de dispensar para sempre o empresliro dos di-
nheiros dos orphaos, ir desde jA dispensar, e dar ou-
lro destino a esses recursos de que o thesouro lem
dl'poslii al agora. O meio mais fcil pois de sabir
desla difhculdade l.e entregar ao Banco do Brasil as
quantias de que o Ihesooro nao carecer, em vez de
as conservar improductivamente nos cofres pblicos.
Mirar agora na questao de insufllciencia do meio
circulante exsleule no imperio.
Parece que o nobra senador suslentoo que MI
provincias ha meio circuanle sullinente, porque
ellas tem absorvido o papel do governo e o ouro cu-
nhado na casa da moeda. A ser Islo exacto, dar-se-
hia a parlilba do lulo ; o Rio de Jansi.o guardara
o papel realisavel cm ouro A vonlade do portador, e
deixaria as provincias o papel do governo, qoe nao
he realisavel em ouro pela simples apresenlaclo.
Guardara lambem para si as vnlagens do crdito,
e deixaria As provincias a circulacao do ouro, que
nao serve para augmentar a producto, quando des-
tinado a preencher as funcroei da moeda. Por lal
maneira grande seria a vanlagem do Kio de Janeiro.
Mas o fado mesmo de coritervar-se as provincias
o oro, e nao ser exportado, prova qoe-ha all falta
de meio circuanle, e ohriga o uobre senador a con-
cordar que, se nao em lodas as provincias, ao menos
iiesias em que isso acontece he evidente a iusulTicii-n-
cia do meio circulante.
O que se deve desejar no qoe assim como no lio
de Janeiro o ouro nao serve senao de base melallica
oara as emissOes do papel do Banco, o mesmo acon-
tece as proviucias.
Din.) o nobre senado.- qua nao condeci Estado
qna lomasse a si regatutoar o meio circuanle, e foi
procurar exemploa de governos, como o de Buenos-
A>res. que entendern, mal essa missao. Entretan-
to na nossa legislarlo, e bem modernamente, o ora-
dor ai ha reiposlii para o nobre senador. Diz a lei
de 11 d* seternbro de 1816 :
Arl. 1.- o 1- de Janeiro de 1817 em dianle,
ou antes se for possivel, iero recebidas as esla-
rues publicas as moedas de onro de vime e dous qui-
lale, na raz3o de qualro rnil reii por oilava, e as
de prata na razao que o governo determinar. Esla
apeaste ler.i lugar nos pagamentos entre particu-
lares.
(i Arl. 2.- O governo he anlorisado a a retirar da
eircalae,au a somina de papel-moeda que for neces-
saria para eleva-I > ao valor do artio antecdeme,
e uelle ronserva-lo ; e para eale lim podera' pagar
as operacoes do crtdilo que forem indispensaveil.
Aqoi esta' pois o governo do Brasil incumbido de
regular o meio circuanle. Como esle, poderla citar
oulros exemplos de Etladoi que teem lomado a si a
mesin missao.
Mas o nobre senador acrescenlou que nem aos
Huncos ella caba. Ora, se nao s,lo nem os governos,
uem os llauciis, aqoellei a quem incumbe, regular o
meio circuanle, quem sera' o regulador As forjas
individuaes ? Se assim fosse, nada valeriam aquellas
associacoes.
Quanlo a'obiervacSo deque o Rio de Janeiro se
na., paga com os proprios gneros de sua producto
os gneros importados oas provincias do norte, pa-
ga-os cem ooro que manda vir por meiodccamhiaes.
que loma, dir' o orador que dous inconvenientes
graves resoltan) (leste estado de cuusas : |- tornar a
prara do Rio de Janeiro o arbitro do cambio ; 2-
reter as provincias o ouro fazendo s vezes de moe-
da. Isto be que se devia procurar evitar.
Susteolou o nobre senador que o Kio de Janeiro
lem um excesso de exportacao sobre a importarlo
superior ao que consta dos u.appos do thesouro : u
conelusao pois be que esta praca podia pagar a'a do
norle de uma mineira maii conveuienle. Podia-se.
por exemplo, fazer esses pagamentos, pondo-se a'
disposic,ao das pracas de Pernambuco e da Babia, na
Europa c no Rio da Prala, os saldos que all livesse
a pra;a do Rio de Janeiro. Era um simples movi-
mento de fundos que preeucbia o fim desejado.
Entretanto a consequencia da pralica seguida he
qoe o fondo disponivcl do Banco do Brasil esta'
constantemente sen .lo rsgolado, e que para remediar
este mal o Banco adopiou nicamente o sWema de
importar ouro, abandonando lodos os ouiros meios
de conseguir o fim desejado. A demora, por exem-
plo, que houve no cslahelecimenlo das caixas filiaes,
poz o Banco na impossibilidade de livrar-se por ou-
lra maneira do eigolamenlo do sen fundo di-pomvel.
Uiss o nobre senador que o Banco nlo sabe o que
Taja dos 3 mil e lautos conlos que o governo quer
depositar na sua caixa ; importa islo o mesmo que
dizer que o Banco nao sabe o que fara' da quarequer
quanliasque os particulares, em notas .lo proprio
Banco, vao depositar nos seos cofres cm conlo cor-
rele, com vencimenlo de juros. Entretanto o pro-
prio Banco he que annuncia que recebe quantias ero
conla crreme, pagando por ellas 3 % menos do q
recebe pelas sommas qc e.npresla. Nao sabe q
differer.cn po.sa o Bauco faxer enlre os depsitos
vados pelos particulares e os mandados pelo il. -,.
roem icuaes eondifOet, a menos que isso nio sigu-
lique quo o Banco nao quer negocios com o llie-
Para que o nobre senador dissesseque o Banco do
Brasil nao sabia que fazer des 3 mil e lanos cuntes
de res que o thesouro conserva improductivamente
nos seus cofres, em notas iiu mesmo Baneo, era pre-
ciso que cnegasM a' conelusao de .pie esaai notas
nao (eern valor algum, nao sao capital.
Tudo islo In do levar a aprecinr-se a verdadstira
siluarao do Banco do Brasil ; (udo islo ha de mos-
trar que o Banco mo sabe que fazer das quanlia)
que o governo Ihe quer ronliir em conla crreme
porque nSo pode dar diuheiro seno com as cou.li-
COe que .. esla' .laudo.
Se o Banco do Brasil njo sabe que fazer de qu
lias Importantes, entretanto que deixa sem aai
lanas industria que delle carcem, aj.rzar de o
recerem lodas m seguraiveas, a consequencia neces-
saria h que nio se .leve oppor a' crrac.1 de novas
asociaenisque venham aproveilar eses e oulros ca-
pilaes que o Banco do Brasil alo sabe em que cm- I
pregar. i
Esla' fatigado, e vai parar, esperando ouvir a al-1
guns nobres inembroi da casa que sao compclenle!
na materia.
Conclalode observa que o mini.trn da ftzeoda
propoe uma medida que, leudo o apoio geral. Bao I
pode lodBTia obler o do Banco do Brasil; e que se
o thesouro paga juros, uao por capilaes que leem em
que
que
i lo-
rian-
XI lio
olle-
seos cofres, mas por papis que ueuliiim valor
lem. r'itende q..e deve promover-ie a accoiarlo do
mililitro que assim procede.
Vola ainda palo projecl '.
i) Sr. Vitcande de Ilaliorah} para explirai diz
que o no!,i,, nlini-lro nAo procurou combater o. ar-
gum.nio empregadaa pelo r,,(iur, mai omento
empreslar-lhes opiniOei qoe uo so as suas para
COOleila-lal. t (Inerva que im cosa .. orador conside-
ra-se somenle senador do imperio, nunca prnden-
le do Banco, nem be em minie do Banco que Ma,
mas para enunciar oa. opiniOes, suas eonviccOes
pessoaes, as qoaes nao renunciar, quaisquerque
sejam as coniideracOes que a e..e reipeiln possa |a-
iai-ie. A medid que se discute, se le.....teresse,
be publico, nao do Banco. E se o nobre ministro eii-
leu.le que o senador que he presidente do Banco
poe o menor embanco as id.s do governo, lem em
sois mam o raiio de fazer cessar esse embarace. Se
u nobre ministro enlende que esse senador preii-
denle do Banco pfte obstculo as trnnsaccoe do go-
verno com o Bauco, he do seu dever remover esse
obstculo.
I.imila-se poror a isto, reservan lo para depois a
resposla ao nobre inin tro, visto que o nobre sena-
dor o Sr. Carneir.i de Campos pedio a nalavra, e a
d.scus3u nao se encerrara |a.
O Sr. Cirneirc, ,le Campos eolrnde com o Sr. vis-
conde de llabor.hy que o papel dos Bancos por si
i.i ojo he verdaderamente um capital, mas nao con-
corda em que. guardado esse papel, ie .lena de
privar o paiz do nproveilamenlo das sorama repre-
aenladas por esse papel. Abraca pois a Iheorta de S.
Exc, mai applicando-a a hvpolheseudo Illa acha
razio.
O papel do Banco nao lia rabe.lal por si (diz o
nobre senador pelo Rio de Janeiro', e quando se
couserva em caixa, deixa em circulacao o capital
que reprsenla. Pcnsa o orador qoe esta opiniao
contraria o principios pelos quae< os Bancos slo e-
labalecidos. Prendendo u,,s cofres papel que repr-
senla capital, prende-ie eme capital, que nao pode
ser empregado em nenlran Iransaccao ; porque a
emissoo de papel rilo faz man do que lomar dispo-
nivel o mais posiivel a soruina do valores reaes exil-
enles no paiz.
(O nobre orador eulrou em mudas oulras comido-
rar;Oes, no sentido de apoiar o projeclo, mas fallou
com vuz lao baixa qoe nao ui foi possivel acompa-
nhar os seus raciocinios.)
OSr. Visconde de Ilabor.ihv pondera que nao
disse que o deposito dos saldos do thesouro, em cun-
ta crreme, com vencimenlo de juro pequeo, nao
roovira ao Banco do Brasil ; o que suslenlou foi,
que m o governo exigir um joro tal que seja supe-
rior i vanlagem que o Baico poder tirar da dispo-
cao desses saldos, isso nao podia convir ao mesmo
tuneo.
O Banco n,1o podera, sem grave prejoizo seu, lan-
zar na circulagao de chofre o sem qoe as n-ccssida-
des da praca o reelamem, ) imporlnncia desses sal-
dos ; e se liver de esparar que esias neceiiididea
v3o pouco a pnuco reclamando essas sommas, pa-
gand,. noentanlo por ellas um juro, por exemplo
da 6 por eeulo, lera lambem grande prrjmzo corn
bao.
I "ranlo, se o governo quizesse confiar o valor
desessaldos ao Bauco em cuita correnta simples, ou
com om juro mdico, niio duvida que islo possa
convir ao Banco. Redigido o projeclo uesle senlidu,
podena passar.
O nobre ministro rmpret'.ou ainla ao orador ou-
lras proposice que elle nao emillio N"3o disse que
o papel do Banco, existente em cofre do Ihesooro,
nio tinln valor algum. O que suslenlou foi que nao
era capital retirado de c reiilanlo ; e isto he uma
verdade que nio pode ser posta 'em duvida. A nao
ser isto exacto, seguir-se-hia que baslava .zer uma
IranieccAo qualquer para caar logo um novo valor
so por esse simples fado ; islo be, que ha-lava uma
iransaccao qualquer para duplicar-se logo esse
valor.
Suslenlou lambem qoe es 3 mil contos que etlAo
no cofre do lheouro em no as do Banco ja estaosobs-
liluidos como instrumento de circolaeao ; o qoe
lambem he uma verdade ioconleslavel.
I.tmila-se ao que acaba de dizer, pois qoe a hora
esla adianlada. Se se encerrar a primeira diecussao,
na segunda responder ao nobre ministro.
A disenso o fica adiada pela hora.
A ordem do dia ,1 manlaa lie a conlinuarao da
dicuss3o adiada e a terciir.i discosao do projeclo
concedendo um auno de lir.enca com lodos os venci-
meiilosao le.iente-general Jos Joaquim Coelbo.
Levanla-se a sessao < 2 horas e meia.
CMARA DOS SRS. DEPITADOS.
SESSAO' EM 17 DE JLMIO DE 1857.
Presidencia do .Kr. tUcondede Baepevdy.
A hora do coslume, feila a chamada, e achan-
do-se reunido numero legal, abre-.e a sessao.
Urja a acia da antecedente, he approvada.
<> *r. Vrimeiro Secretario d cunta do seguinle
expediente :
Um officio do minisleric da juslira. incluindo co-
pia doi decreto que apo-enlio o cousetheiro Jos An-
tonio Pnnenta Bueno, rom as honras de menibro do
supremo tribunal dejustica,_A' commisato de pen-
sos e ordenados. v
Dous dilos do ministerio do imperio, commnniran-
do estar o governo inlairado da approvarao dada pela
cmara dos depulados s sleiroes primaria! do se-
guudo districto de Sergipe e segundo de S. Paulo.-
I'ica a ramera inleirada.
Dito do mesmo ministerio, remetiendo os docu-
mentos relativos s oceunenciasque liveram lugar
na paroch.a do cidade de Soroeaba por occasio da
eleir.lo primariaA' commissao de poderes.
.lilo du mesmo ministerio, remetiendo copia das
actas da formra.n das metas e a apurarlo dos totea
para um depulado e sopplenle pelo circulo de San-
tarem da provincia do Para'.A' commisslo de po-
deres. r
Dilo do mesmo ministerio, dando informares so-
bre a represenlacAo dea eleilores da parochi de S.
I edro da AI lea, contra a portara de 23 de oulobro
do uno passadu.A' commissao de poderes.
Dilo do secretario da assembla provincial de
tioyat. remetiendo uma npreseiilaclo da respeelva
aasernhlea, em que pede stjsn. fixado drfinilivamen-
tooa liaatlai ,iessa provinciaA' commissao de po-
Dito dos Srs. depulados Belltarlo e Nabucn, com-
monicando nao poderem comparecer i sessoes por
doenra.rica a cmara nteirada.
l.rn requerrnenlo do actor 1-lorindo Joaqum da
Silva pedmdo orna lobvi-ncao mensal, ou a conces-
sao de duas loteras por auno para com o seu produc-
to manler a sua campanillaA'commissao de fa-
zendas.
Dito dosempregados do correio de Govaz, pedindo
o augmento de seus ordenados. a' commissao de
pensts c ordenados.
Dilo dos porleiros e continuo da cmara, no mes-
mo eenlido.A' mesa.
So Irlas e approva.las as redacres dos projeclos :
sobre os bem da capeMa de Ilamh. approvando o
contrato contra o l)r. Jleiman Blumeneau ; e auto-
ruando o governo a trocar as notas du Banco penali-
cen es ao ronego Fidelii Jos de Morar.
lie igualmente approv.do sem debaleo parecer
da mesa mandando dar srallficaslo anuuil de 200a
aos otl,c,aes da secretaria de Carvalho e Jos Mara Mafra.
ORDEM JJO DIA.
Primeira parle.
futra em lerceira discussao o projeclo n. 81 de
lOatJ. que dispensa as leis de amortisacao em favor
na .sama C^sa de Misericordia da cidade de Con-
S3o lidos, apoiad.is, e enlram conjonclamenle am
discossao os seguinles addilivoi:
" s'ca igiialnienle aulori'ada a ordem lerceira de
S. lranriscoda cidade do Kerile para possuir hei
do rait ale a quanlia de lOOrtlOU-.. S. R Pa
Brrelolerreira de Acuiar.
.< Fica igoalmente laloriaada a casa Je mserro
da da cidade da Korlaleza, capilsl da provincia
.Li!.?,?.','' P"ulr em hem de raz ale a quanl
de lOftOOft. dispensada, para esse lim as le.
amortisarno S. RMarhadoremandes Viei,
Araoj.1 LimaAndr BastosPinto de Mendo
cal.oncalve. da Silva|)mingues da Silva.
A assembla geral legislativa resolve :
Arl. I. O huspicio de candada da m||* de
Gabriel, na provincia de S. Pedro do Rio Grande
-!'...?1,nl0,lfadu a Possuir bem de raz no valor
i Arl. S. Ficam para es(e fim dispensadas as ,
de omorlifacao.Borges loriesJacinlbo de Me
doea. ^^
He adoptado o projeclo com lodos os artigo addi-
livos e enviado commisslo de redarlo.
Enlra em primeira discussao o seguinle projeclo :
A assembla geral legislativa resolve :
Artigo nico, pica aolorisado o governo a man-
dar admillr A malricula, em qualquer dai faculda-
dei do imperio, ouvidr as resperlivas c.njregacoes,
os esludanle que senlo houverem matriculado no
prazo marcad pelos estatutos, em consequencia de
impossilnlidade proveniente dos molivoi exlraordi-
ninos e iiidepindvnlra de sua vonlade, compaUnte-
mente provado. ; devendn ser-Ibes conladas como
ralla, todas as pregues anteriores malricula ; re-
vocadas as disposicf.es em conlrario.
. ''. ''-"_" rta "m-ira dos depulados em ."> dejnriho
r ."T r'1'' de Camanglbe^.Vella Tavarea.
t hr. lito emende que e>le projeclo he drsneces-
aaria e inconvenianle ; no nrimriro caso porque na
reforma o, e.latnios da. faculdades de direilo j
ubrnrllolo i approvarao da. rama.as. eilA regulan-
iada a maneira porque devem ser adm.ll.dos A ma-
trlcula os alumnos dessas faculdades; no segundo
porque null.bra ou altera e.s,s disposicoei rcgula-
menlare confennd.. ao governo u direilo de inlarvir
arbilrariamenle pr.i ou contra a sua execu.oo.
S. EXC. peo>a que pela simples apparir-So de um
ou dous requerrnenlo nao deve ser enf.aquecida a
le nova que os resolve pela ccislo de uma regala
confiada Al coi.gregaef.es dos lentes denai faculdades
na lellra de seu- estatutos vota pois contra o pro-
jeclo, nao q.ieren lo nena pudendo apoiar urna usur-
para., de direitos ja' leg.ilos, quecollocanaa cmara
na postean de na., poder censurar o goveiuo que em
oulros casos seguiste esse precedente por ella eslabe-
leci.l...
I) Sr. Virialo pronuncia se a favor do projeto por
jolrur qne facilita a inslroccao publica ; e para qne
se torne esla in.iis livre prometi mandar a' mesa
uma emenda em que se inslitoa a neulrali lado do
governo nessas queslfies de atlr.l.uirJo esperi.,1.
O Sr. Salalt.iel apia com ., seu antecessor, apre-
ciando a r.eces.idade de ser favorecida a matricula
los estillantes que por motivos imprevistos nao a
poderem requerer no prazo detenuiuado pelos regu-
lanuulos as l.iculddles.
A discusso fica adiada pela hora.
Acham-aa com a palavra o Srs. Vilella lavares e
Uclavlano.
Segunda parle.
Conliodaa discusso do projiclo sobre litadlo
de forrns navaes.
A-ha se prsenle o Sr. minjslro.la marinha.
O Sr. Rodrigues dos Sanlus ocrupa a tribuna.
.MoM.neiilodc alinelo, profundo silencio.
S. Exc. aomaca p..r desrrever a riloacSu em que
se a. ha na cmara ; semell.aute a um priaiooairo [,or
longo lempo encerrado em eslreito carcere tem per-
dido a faciliilade de exprimir o seu pensaineulo, e,
habituado trevas, lilubeja mais vendo-se cm face
da luz brilbanle que irradia o gropo de illustrae^ei
de que se compf.ern a carnar,. lenipuriria.
S. Exc. anda enconira urna oulra novidade na sua
opponca.., no lerieno cm que vai pisar como urn
anlign lidador, arredado da arena dos combales, vol-
la a ella, e paima ao aepeclo de suas Irausformacoes :
os pni.ii.es que oolr'ora guiavam, as diversas lipha-
dias a tica lem as e.ires desmaiadas, e esi.lo enrola-
dos como tjaJices do qoe fui ; as parcialidades ri-
v.ies eslo congracadas ; e o chele dos adversarios
contra quem plejou he u proprio qoe o altrahe pela
proclamadlo que faz dos principios que os dcsuuiaiu,
mererendo o apoio e a bomeuagem que frincamenle
declara preslar-lht.
S. Exc. orna emao levantar uma pona do veo que
cerca o passado ; e historia e analvsa a causa prin-
cipal da rnuciliarlo poltica que hoja felicita o paiz.
Essa causa, diz o orador, Li o cmaro proveniente
das lulas improficuas que oulr'ora s'e encruzaram ;
excitadas por ulereases eslranhos ao bem do paiz os
partidos litigantes, as faeces que obedeciam ao im-
pulso nico de suas paixAei, desvendando ai vi.las
da naci que ulo serviam, prepararam-lhe esse in-
differemismo em que cahiu.
l-.ntrei.inio eise estado de prostraclo e de maras-
mo foi o proprio motor da regulansacao das parcia-
lidades dintenles.
O partido luzia, veneido da.de a revolla de Per-
nambuco, assis.ia aos excesso. do gropo saquarema
que se dizia provocado pelo seu liberalismo exage-
rado.
Em 18.il, porm, esse mesmo partido acensado fez
"o parlamento urna declarado solemne, protestando
contra a prioridade que se Ihe atlribuia em laes des-
mandos, e assegurando ao paiz que nao os parlilhsva
nem refurcava com a sua approvacao.
t partido saquarema emao lornoo-se desnecessa-
rio ; proclamava-se o mantenedor da ordem, e sem
adversarios de-se principio sao, nao podia permane-
cer em armas ; como, porm, conlava em seo seio
um cerlo numero de honieus eminentes que oceupa-
vam alias pusir/ies, utlenlou aiuda uma vida ficticia
por algum lempo.
Emfira chegou a verdade, realisou-se u fat polti-
co ; os huruens desse grupo que conlrariavam lodas
a. ideas de reforme, os que se rtiziam esseucialmeu-
le conservadores, achaiam lao joilas, 1.1o sedodoras
asdoulnuasqueeiiiao pregavam os liberan que se
tornaran) reformadores. (Apelados e reclaroacott.i
OSr. Villela Tavarr :(Muilo bem. Apoi-do.i
-> Sr. Jaguaribe :Muslraram que s combttiam
ai raiormai quando erain impingidas a' forja.
OSr. Rodrigues dos Sanios (continuando) nln se
adn)ira de cscutar tautai reclamaces: a verdade
francamente pronunciada, sempre as produtiu.
Apreciando oitlo as oecessidades maii urgentes
da aclualidade, S. Exc. apona a de ser reformada a
legislarlo reaccionaria de 3 de dezembro da 1841,
sanccionada pela m.,' interpretarlo do acto ad licio-
n.il ; nsula da mesma maneira pelas reformas da
inslituir;lo lyrannica da (uarda nacional, transfor-
mada aclualmenle em uma machina do governo, e
do regolamenlo do banco do Brasil, que impeda a
concurrencia de ootros e.labelecimenlos da rradilo,
peando o deaenvolvimeulo deste, t tesando a prospe.
ridadfe du rommercio e das industrias.
INa adopcSu de medidas tendentes a esses benefi-
cios pblicos, S. Etc. comprehende c adopta a una-
nimidadr de opinioes ; nio a enleode, porm, em
materia de principios poltico., porque ues.e caso a
uuanimidade importara a sua escravisacao, anmala
como ha aole hberdade. Morreram os partidos exa-
gerados, exlinguiram-se as paiies injoilai, mas nao
podem deixar de existir os principios sao-, as ideas
ba.eadas na razao e no direilo que os dislioguem.
(Muilo apoiados.)
O Sr. Salalhiel :O nobre depulado ilcu-me uma
grande satisfaeao.
O Sr. Rodrigues dos Sanios (conlinnando) :E
lem o meo honrado collega razao da alegrar-se por-
que, seudo medico, pode ainda concorrer com algoos
remedios... (Risadas geraes e prolongadas.)
O nobre orador prosegoindo, congratula-se pela
razoes expendida, de ver adopladoa pelo acloal pre-
sdeme do conselho, es dous principios conslilucio-
naes que garanten) a independencia e a forra do par-
lamento, garanlindo a estabilidade das suas'institui-
rne lulelares. Para que estas mais se reforcem, pa-
ra que subsulam, ere que deve ser aproveilado o ce-
lado calmo em que se acha o paiz, reformando a le-
gislarlo vigente que nio assegura esse seo bem-eslar
de hoie.
S. Exc. enlende que o gal,hiele Iransnclo fez algn-
m cousa nesse inluilo (moilos apoiados), concor-
rendo para a independencia da cmara qne rec-
senla o paiz; pensa, porm, que asa independen-
cia sera mala forte, mais real quando vigorar o svs-
lema de alaiclo directa i^nedesde 1K.I se acha pro-
jeclado.
Actualmente, porm, apenas chama a allenrao da
cmara- sobre essa idea ; quando ella liver "por si
uma adhesao uuanime, nao trepidara' em apraienla-
la e snsleula-la co.ro urna reforma til (apoiados),
porem quaulo S. Exc. Iimila-se a lembra-la, espe-
rando que ella conseguir' om dia o mesmo resul-
tado que a lei de incompatibilidades que, batida em
181). foi emlim adoptada pelo parlamento.
lerrninandn, o orador declara-se convencido de
que sera., resolvidas na aclualidade essai quesloei
que se pode chamar neutral, e que inlerassam tao
profundamente a felicidade publiua ; er que a se-
guranza no prsenle e a f no futuro promoveao
om concurso geral de estorbos a bem da prosperida-
de nacional em cujo desar palpilu a fallada bracoi
laboriosos iudispensavei a' agricultura e a'indus-
tria.
8. Exc. demora-se nesle poni ; diz que nln ca-
recemos nicamente deformas eslrauhas, de bragos
importados ; que os contamos em largo numero no
seto da nossa popularlo oo enervados pelo ocio, ou
.mmoveis pela falla de estimulo ao seu Irabalho.
'Mullos apoiados.)
Toda essai necessi lades espera S. Exc. ver salis-
teia. pelo actual minilerio, que comidera inetpug-
navel estando firmado noi olidos prineipioi que e-
nuuciou no seu prugramma econmico e poltico ;
assim fortificado nev elle marchar desalfombrado,
porque nem tem o direilo de ler frico.
S. Exc. prometle-lhe de novo a sus adhesao fran-
ca e sincera, e pede a cmara que com a mesma
unanimidad* com que lera julgado a siluarao e a-
poio quando resolver a bem dos inleresses e da pros-
peridade do paiz. ;Muilos apoiados.)
(O orador he cumprimenlado por seus amigos.)
O Sr. Salalhiel depo.s de algumas considera<;Ges
contra a maneira porque se pretende eslabelecer a
coufusao dos principios polticos sob nome concilia-
cao. respoude ao cobre depulado pelo Para'.demom-
irando a necessidade de eslender-ia u beuelicio da
navegajao alrn dessa provincia que S. Exc. cumo
que procurou presentar como a mais ne:esilada, e
depormtio da marinha manlir-se a dignidade da
narao brasileira.
O Sr. Jaguaribe pronuncia-se a favor do projeclo,
e faz brevet reflexei sobre a conveniencia oeser
promovida a navegocao no Cear.' e melborados os
recursos do eu porto, e .ubre a Olilidade de uma
reforma no svslema actualmente seguido de recrula-
I"*.....P'ra marinha, lembrando a e*se respailo o
bom resultado que traria o cstabelerimento de com-
paiihia. de pesca, aonde, a exemplo da Inglaterra,
e adestrassem os homens de mar.
A discussao fica adiada.
O Sr. Presidente encerra a sessln, marcando para
a seguinle a mesma ordem do da na primeira c se-
gunda parle.
I.evaula-e a sessao s 2 c meia horis da (arde.
RIO GRANDE 1)0 .NORTE.
Secretaria da polica I- de jullio de 18.77.
lllm. Sr.O relaion com que V. .. me pissou
a suprema administrarlo policial de.la provincia foi
por mim lido com o inlercsse que naturalmente me
deviam inspirar importancia inlriuseca da peca, e"
a Importancia relativa que tem para mim intrira-
inenle hospede no expediente da repartirlo. Sem
limilar-me a agradecer-lhe ese coidado, que lano
eoneorra para orienlar-me na narclia e no desem-
penho de minha misilo policial, .levo consignar
aqu, em nome dos inleresses pblicos, uma protes-
tarlo, um voto de a preco de que V. S. heiuconles-
lavelmenle credor especialmente no qoe respeila a
perseguirlo do crime. Da minha comarca uuvia eu
o estrepito porque V. S. .le.loc..iidn--e da sede da
administrarlo e moliilisandn-se convenientemente,e
obrando sob o impulso e com o pujante apoio de
um presidente, como as de que precisan) as 20 pro-
vincias do imperio, ( fallo sem o proposito de ppli-
racSo desfavoravel a uenhum dos acluaes); V. S.
repito, obrando como fiel e fervoroso minitro da
lei penelrou impvido e resoluto osc.iilellui da im-
pODidade, e lez impurlaules culheilas pan a justira
publica. He uma Iradirlo prsada, que me deiil,
he verdade, mas com que forja ser carregur e a
re.peilo da qual procurarei haver-me por om modo
que n.lo desminla a brilhanle iniciativa de V. S.
que por corto bem mereceu da provincia e dos al-
tos po leres du estado.
l-olg.. .le a-sm rendar as bellas intencoes e efor-
(01 de \ S. um trbulo de devida hoinenagem,
comprazeii.lo-me de ainda nesle poni, associar-me
4i ma.ulestaroes do Exm. Sr. presdeme da provin-
cia acerca do grande mrito dos eus servicos n'uina
alias lao curia idminialraciJo de .lous mezes.
Dos guarde a V. Slllm. Sr. |)r. I.niz Lopes
(.a-u-llo llranro, ex-rhefe de polica inler.no da
provincia.o ehern de Hiela uterino, Uta Jjm
de Medriros.
enconira a vent.iiieira caridad. Nio so pode de-
cre\crozelo e iiileresse com que sao Matados lo-
d.s oa doenlat daqaella Uoipital; I* ruin lado a
mu digna admiunlracao procura prestar a todo, os
surcnos com que mitigar poasa ai leo s. Ifrimen-
loi, e por oulro essas di.luirlas e inoansaveis ir-
mias de rarul.ide, que nlu puupan.lo anda mrsino
a i.ielhor hora .I., seo repouso, sarrificam-no de
bom-grado ao esercieio du seu magisterio, e com pa-
l.vras de coi.M.la^ao, proruram des.eil r em seu
corarois o santos deveres da religin, que no. en-
silla a solTrer com resignarlo o uossos males, sem
que Ibes cause o menor enfado e Mies parece til dever ser dedicado aos sen.
semelhanles. Tanta virlude be por cerlo para la-
vejar, e oalo que ilo bous exemplos fo.sem enlre
nos propagado!. Tela madre sor... laperivra nos [n-
ram mostradas lodasai enlermiriai, e em cana qual
mus aceio e ordem iamos enconlrandn, e mais an-
da uma exprei.Sn solemne devissmoi as phvsiuno-
miai daquelle duentei, que bem expllcavam o con-
leulanieiilu que nulriam de la acharem confiado, a
lao bous cuidados. Pomos igoalu.enle levados pela
mesma inadre-soror superiora. capella daquelle
Ilo.pilal, e por ella nos foi apreseula.l.. <. ornaruen-
lus, allaia a mais accesiorios da mesma capella, que
a seu guslu furam escolhidos na Europa por aulori-
a^ao da respeelva administradlo, e com effeilo de-
j vemo. confesor que, nao ohslanle a libgelexa de
ludo, todava bem anlogos nos pareceu ao fim para
quese dtslinan, ede muilo valor pelo seu bom gus-
to, e nem lem i;, se faz mi.ter, porque a ncaridale
nao precita de ricos adornos para exprimir lodo o
esplendor de sua maguilu.le. Nao queremos por
rueio de noisa narracao, nem render servicoi a ad-
ii,iui.lrar.in de candade, e nem lao pouco as mas ir-
ma.s, ella he a pura verdade do que se passa em
nosia alma, somos contentes em a Ir,yermos mani-
festado, e nada mais desej.nremos do qoe a prosperi-
dade daquelle eslabslecimenlo, do qual sem duvida
muilo poderemus culher em beneficio da huraaoi-
daoe.
Somos informados de que, eulre a estrada de
Belm e a de Olinda, adiase qoasi privadu o tran-
sito em consequencia dos espiiheiros que forman)
cerca, lerem dobrado uns sobre os oulros, e mesmo
pela grande quanlidade de nulo que all se encon-
ira : a ser verdade, como devemos rrer, por noi ler
sido esla noticia transmillida por pessnas fidedignas,
conveuienle ser que o Sr. fiscal a quem competir,
raga remover semelhaule inconveniente, nao io por-
que a posturas municipae. assim o determinan),c -
mo mesmo porque o intaressa publico raclarna essa
providencia.
Consta-nos quo la para as Cinco-Ponas costuma
reun, -s,- um grupo de vadios, para dirigir pilheria-
a lodas as .euhoras que por elle p.i-am. sem allen-
derem nemao estado e nem a condiclo ue cada uma
dellas, o que revela nln s., ma educaba.., como
me.mo muila audacia. U bem poocoi diai nos
conslou que um des.es fado, se dar Com uma se-
nhora casada e em presenea de urna palrulha de
polica,que bem longe de demove-la a exercer o fin
para que all se achava, comparlilhou, e at mesmo
applaodioii aquella brutal gracejo, e do qual a re-
incidencia podar^resultar gravissimss consequen-
cia, e para que ue lenhamos de lamentar por laes
imprudencia, rogamoi ao Sr. subdelegado da fre-
cuezia de San-Jos, para que, lomando a s o cuida-
do de syiidica-l, procure remover esse grupo para
a casa de detengo.
Nao he hoje do grande tom o carro qoe transita
sem as competentes salvas produzidas pelas ponas
dos chicles, e sem razao nao se podera dizer que o
boleeiros nao se acham ariiantados no progreso da
rivilisacao Conlinuem, meos senhores, que usim
he bom andar, mas vejam que de sua arlilharia al-
gum balasio nao va tirar o olho a algum vi-janle, e
pelo que indo para a' deleneo all se arab esse
bom godo quo exi.le pelos eslalos. bomba, tiro., oo
o quer qne eja, prodozidos pelos seus chicotes.
Ha dous das houve nal obras da estrada de
ferro grande disturbio, resultando delie aahirem al-
guns vigas e Inglezes ferido. Consta-noi que pre-
tendern) espancar alguns vigas, e que na lula bou-
vera diversa, pessoas feridas.
No becro do Dique um individuo que nos di-
zem ter guarda nacional aqnarlelado, leodo morlo
um gallo que nao Ihe pertencia, foi a queixa do
prejudicado inlerpellado pelo insperlor respectivo, e
quando espe.ou.se qoe de.se uma respoila satisfac-
toria, sacou de um ponhal e inveslio o inspector, que
de pe firme eiperou desarmado; Iravou-se ruiao
uma luta renhida, porquanlo livrando com agilida-
de o primeiro golpe, pode o inspector aegorar corn
v>olencia o polso do seu furioso aggressor, a se. de-
pois de um esforco sopremo, quebrar a lamiua do
puuhal, cando senhor delta, se bem que mullo cor-
lado em orna mao. Poi lio porfiada e doradoura
essa lula (oda desigual, que deu tempu ao subdele-
gado reqmsilar forra da guarda da ribeira e da for-
taleza, etc. O Sr. lenenle^eoronel Barata immedia-
itmenie requiaitou o pre.o para o calsbouro do
qoarlel do seo balalhlo, que se acha aquarleladu,
visto que o guarda prrleuce ao mesmo corpo.
Presenciamos um acto de seivajaria, pralicado
por um brulacode boleeiro no aterro da Boa-Vlsla.
Cerlo morador daqoelle logar lnha um caozinho, o
qual na tarde de segunda-reira vagava pelo aterro,
lodos os carro que passavam por junio do animal
0 evilavam. aloque um alrado sobre elle, o ferio
mcrlalmentr. Esse inlelligente animalzinlio rrco-
nhrcendoi) que morria, arralrou-ie ate a porta da
casa onde babila o eu seuhor. e ah murreu. Fus-
ca o cachorro a licou o boleeiro !.....
No bairro do Recite, roa do Cura, ha uma ta-
berna, na qual lambem se vende comer rozdo, e
alu.de accordo com o dono da dilo taberna,he a hon-
ra e a vida privada das familiai honestas bastante
alacaalbada. Quem com maila. pedra bole, alguma
dellai Ihe,vam quebrar a eabeca. Enlre a polica
nesse conhecimenlo, e o corrija des-a vida Inda pre-
judicial a sociedad*, que aisim fara' um bem nlu s
ai. publico como aos seu vizinhos.
Ao amai.hecer do dia de honlrm foram lanra-
daa na roda dos rxpottos dua crianza, uma de
cerca de um anno e outra de dous, sem declara-
cao alguma qoe desse a conhecer eslarem baptisada.
A intlituirlo desle -eslabelecimenlo na.) foi feila
para recolber orphaos. e sim aquelles meninos re-
cemnascido que em oulras pocas eram laucados rm
porta de particulares ; porlanlo he de esperar que
quem souber a quem perleneem aquellas enancas,
queira communicar ao Sr. Ihisooreiro do eslabele-
cimenlo, para que lome a adminislraco alguma
providencia. s
O vapor .Paran, conduzio a sin bordo desla
provincia os leguintes passageiros Antonio l.uiz
de Barros paim. Abilio F.rnaodeiTrigo de Loure
ro, I). Luiza Fernandas da Silva Loureiro, uma fi-'
Iha, urna criada e 2 escravos, Julilo (Jorge Goncal-
vts, om Venino, uma ama e 2 a.cravoi, Gracili'ano
Oclavio da Crnt Marlins, comelheiro Tiburcio V
o Silvai lavara, sua senhora, 4 filhos, eirravo e
um eriado, 1-rancisca Mara Kiheiro. Jezuina Mar-
relina Ribeiro, M. da .Silva Guiroares, sua senhora
1 liluos e 11 escravos com paisaporle, I). Luiza lia-
rla do Patrocinio, Cetario Alves Monleiro, J. p.
Johnslmi e um filho menor, N. do Reg Macedo
Pedro Xavier Ferreira, Jos A. dos Sanloi Andrade!
Itozendo (.e.-ar de (oes um escravo, Jo Maiioel
lerreira. A. P, G. Rodrigues Franja. Jos I. Jor-
dlo, Nido, lenle Joi Joaqum Coelho Jnior.
sua senhora, urna lili,a menor e lima eicrava, D.
Mara A. de Araoio Freilas e 2ecravo, Julio Go-
mes Villar, JoSo Gomei Viveiro, Manoel Sune
lerreira llraga. Manoel Jos de Medeiro R. Mon-
leiro, v.gario Mauoel Vicente e um criado, Kuno do
llego Macedo.
Al amanhaa.
BEaPAXlTICAO DA FOI.XCIA
Occurrenca. do da 13 de julho.
loram f.reso : pela delegada do primeiro ds-
Inclo desle lermo. Antonio Rofino Ravmondo.Can-
dido da souza Mello e Franciico Anloio de Mello
porjogo. '"'
Pela subdelegara rla freguezia do Barita, Floren-
cio Jos Muarcsma Barbos, para averigiiares em
crime de furto, e Francisco de Paula Malloi, por ler
dado uma cacelada em um inspector de quarlrirlo.
I ola subdelegada da freguezia de S. Antonio,
Anlooio francisco, sem participado do motivo.
Pela -ui.iel.-in da freguezia de S. Jos
o guarda naciunal Luz de Franja IVeve, por deso-
bedecer e querer ferir coi. um punhal ao inspector
dequarleirlo Kaymundu Nonato da Bocha.
O subdelegado da fregoezia de S. Jos, refere em
ofliciode Ip.je que. humen) a dez e meia hora da
noile. no ra Imperial,houvera om conflicto do qual
ahira ferido um Greg Irabalhador da cilrada de
ferro.
ngradavel tarefa de aprrseular pilo dislrirlo de
Goianna, como candidato legitimo e imposto pelo
-eu merecimenla e relacOe, um dos jovtm e man
preclaros orn enlos deata comarrea.
I) Sr. |)r. Jos lavares da l.unlid e Mello he um
do. mancebos goia.....ias de mail laleolo e de mais
esplendidas asparanjai. O seu nome. que ignilica
o l.rilliu da moci.la.le e du rr.creciinento, recominen-
da-se naturalmente a to.'os os eleilores goiaiimsla.,
e cnin cspecialidaJe du grupo capiaueado pela -ur
Ilustre familia.
Essa familia, em lodos ni apuro em qoe a leem
colocado as circunstancial, lem lampee ppallade.
e nao lem appellado de balde, para oa aantimenloa
de adherencia e o governo apoio do diversos ra-
mos em qoe est dividida.- Aquella de que taz ,,ar.
le o .ir. |)r. Jos lavares ,a urn dos man distiiictOi
e de maiur valia. t> irmoi do Sr. Dr. lavare,
sacnllcaram lo la ai couveniencins e atlenjes pe-
anas, que ihe nio pdiam|er Iudill'ereules, e ludo
empenharam pira proteger com o leu cavalleiroiu
auxilio a rauta de la lamilia, a mm iinmiroia,
opolenta e inlluenle de Goionna. Depoi, variando
as circuinslancias, liveram a magnanunida le de re-
nunciar a parte a que linhaui direilo na lila de
eleilores, so para nio Iralurem a palavra empenha-
da du chele da familia. Conliando-se. quanlo do
futuro, no bro e na probidade politira dos seu p-
renles Cuuha Regos e Correas, liveram a lliantza ,os
aconlecimentu mostrarlo se foi imprudencia e inep-
cia; de dearmar-se, fieaudo sem um s eleilor, e in-
leiramenle i merr dos seus consanguneos.
Agora he occasilo de colher a itnpreterivel re-
compensa de lauta dedicarlo, de lanos aacrificiu-
e esl.inot cerlo que, assim como orna familia, em-
bora muilo illuslre e po.lero.a, nio pode excluir
todo reslo da comarca, assim lambem um ramu dei-
sa familia, por m.i. importante que teja, nao pode
excluir lodos os oulros de que Ihe vem a forja e o
soccorru as necasides diflicen.
De oulro modo nao poder iamos compreheuder a
posijlo dos prenles do Sr. Dr. Jos lavare. Qual
seria entlo a sua sorte, senlo a dos upara,o que
alimenta o orgulho do .ihrahmene puderosos ra-
jandoa constantemente as seus ps ?
Olhadoi com descunfianja po.utn dos gru-
pos de Goanna, por causa de sua anliga dedicarlo
a'causa do seus prenles, em sacrificios de sympa-
H.ihs e recoiiliecimento pessnaes ; elle- se venan)
igualmente repelados pelo egosmo descomedido, or-
gulhu desrnarcado, inveja deirommunal, exclusivis-
mo brbaro e impolilico desses prente., que si, le-
riam recorrido a' prolecclo do> Tavare para iuuti-
hsa-lo por uma vez, e para com lodoi. A bisarri
extremada da familia de Diamante teria causado a
sen suiodio. O seu e.pirilu cavallciresco lena si lo
urna triste crgueira. A sua adliesSo de familia, uma
asneira chapada. A suavrluosa renuncia ua parlilha
do eleilores, umaabdirajlo fatal. De auxiliares in-
dispensavris, de s .ld.nl.,. gloriosos no meio da Iota,
ellas pasaariam depoii do coulliclo, a contemplar de
bracos crusadot e tm humilde postura o bauquele
dos chefes, do qual nio partieipariana nem um. sim-
ples nngalha. Em (al caso, o grito lacrimlo da fa-
milia em parigo a nao pastara de lijo ignobil, de
-I.amanenlo prfido, choro de crocodilo para alralnr
ejprrder generoioi iucaun. Ese o remo do Sr. Dr.
Jos Tavare livesse aipirajf.es polticas, s ihe resta-
ra o recurso de abandonar os seus penales em de-
manda da comarca da Boa-Vista ou de outra Ierra
semelhanle, como a familia desvalidas da Europa
vao buscar acolhimeolo e meios de vida nal incultas
rtgiSes do Novo-Mun o.
Presumimo, porem, que assim nio acontecer'.
O Tavare lerlo na prxima eleijao, enir sua fa-
milia, um lugsr tiu distinclu comu o que Ihe com
pele pelo seus serviros, pela .ua importancia. Os
seus prenles Canha Regte Correas, sob pena lam-
bem de soicidar-sa, nao pod<>ni alira-los a' margem
como instrumentos quebrado o sem serventa.
Jutgamos pois que o Sr. Dr. Josc lavares, recom-
mendando-se pelas suas qual nades eximias a lodoi
os eleilores goianinslas, sera' volado pelo grupo ds
ua familia ; e que o oulro cleilore, nao devendo
teejar a exclosao de uma familia inleira, nao duv-
diro acolher um dos mais esptranjoso e man acei-
lave membro. deisa familia, como he u Sr. Dr. Jo-
Tavare da Cuuha e Mellu, diguo por lodos os ti-
tulo de representar essa comarca oa assembla legis-
lativa provincial.
_ '"i Diamantino.
Goianne 2 de julho de 1857.
membro, daquella familia, est. dieta ata que Bata
elle, e nem oulro qualquer dui seu pegara .1. pei-
na para re.ponder a le- mal ljenle, rujas banali-
dades, n virulencia v.ilava ao ifin. completo de--
I re/o, rerlo de que te estes individuo, drlrarlore.
assim hU-anom, nio he porque sua familia nrg icia
com gados, o que s>mprr f.z ; u.as sim po.qur -iI i
ratadoa .le ciamos e inveja por e adiar hoje a tetra
dos gados, que oulr'ora era em Pedra da Fogo, na
Guar-, p.opriedade de ma familia.
Bolrelanto uio-tranJo-se muilo agradecido, asMtat
romo toda a familia, ao Amigos qne volunlar,..
mente quit tomar a si u uaus !e conlrariar o que
miliciosainr-'ite ecreveu o in\i-|,.u a Padeceotr, a
ludavia pe.lia-lhe. .-ni nome dn lodo us seu. qne
tilo ronti.iuasie a re.pon.1ar a estes degrada.il,., u.
quaulo rebinados cm a capa do ann j mo.
Uu.inlo ..,, ul \\ res,,.,:, leu lo eu advi.l-,-
II,-que )! uns eo.nedi.lu quando Ocrrvrr para
o' ..D.ario, poli a decencia auge qua pasqun, saaaa-
Ihaiiir lique.n com eus aulo.es; aisiro como laru-
li-in tlie rlvirlo que procure tar mais feliz em san
comparar,.-. ; po,,, a que rr h. ,Jo m,.,rJlvel r,_
lupida.quanlu a pessoa que a pradutio. Mal saliva-
dores r desalma lo.. ,| qua (;,,, ,m ,
conlratadore., este que niipanliKn o prero a (.-
zeu.la do boiadeiro, como que muui lea coiii o que-
ro, mando e pono, tmente pelo simple, fado d
seren da crural -. a ulo fsziam com o maior do es -
nismo. pagando por piejo, in.u elevado o gd.
dos que Ihe poliarn fazer oppo.ijao, como talen-
deiros opulentos, au paso que empunham um preco
ridiculo ao fazendriro meno. al. -i. i... 11 ,,., aim
nbrava.era ou nao .alleadores ? Poslergavt, viliax i.
deava e violenlava ou nio a libard.de alhei miiera-
vel ?
Cerlamenle que sim ; e ja ouvisle* dizer que al-
gum Guanta os.mi lenha obrado pondo coarln d ,
vendedore ?
Prauliar, como om poreiso, o g.nho de om Gtri-
la !! Ja te vio miseria maior lili Oierrs ama ri-
mla, pede-a que te a darlo ; poi te era' itla um.
honroto, do que mentir para clamniarcs o
mais.
Diz, havit contrato no lempo do cholera ".' Na*
por cerlo ; e como o van uazeodo como en.tente
naqurlle lempo 1 lie preciso mudar de rumo, pava
a mentira, de que laujai mo para .it.t.alli.r a ra-
|,ularao alheia, pode er-lha funesla.
Advirto-lhe rn.us que ludo que por acato honver
de escrever, aim como oulro qualquer da .aual
calibre, quer coulra a tamil,., Gu.rita. quer eonlra
o autor desla, er' vulado a mais badinnda exerra-
jao e vil drsprezo.
Queiram. Srs. redactores, in.erir em seu concu-
lue.ii. o Diario e.las tullas que slo do voaso as.ie-
ninla *
minie,
O Aulliopopliaga.
(StummuituM.
mmAMaum
I ivemos occasio de ir hoiitern ao grande Hos-
pital de Candade, e marmullado, homo, de ver o
seno o boa or tem em que te arha aquella pi rs-
lobelecimento, nao obslaule os fraco. recoraos de
quem dispue para a sua conservaran, e coiivencidoi
igualmcnle licamos de que he all que com efleilo te
OSB. GIACOMO l/LISSES.
Acaba de chrgar enlre n o Sr. Giacomo Dlissea,
primeiro magnelisador no Bra 1, viudo da Babia
aonde lauta honra colheu juulsmeiite cum la ir-
Bis, a verdadeira somnmbula.
O primeiru dever de um puvo Ilustrado, ao apor-
tar a. suas praias um artista, quem quer s-ja, he
recebe-lo de brajos aberlos.e apreciar sem Irabalho,
dar-lhe os louro que merecer e retribui-ltier, na
so com frenelicui applamos como lambem com o
melal que ludo muda.
llenando sua Ierra natal o Sr. Giacomo Llissese
sua irmla, nio liveram mis em vista rio que fazer
,-onhecer esse sublime Irabalho que se intitula
Magnetismoern qua grande numero de pessoas
olo creem.
Iiavendo Irabnlhado na Babia, e ahi colindo ira-
mensos applauaos lo las as vezes que tubie n iceua,
elle aqai nos Irai, aulas da si, esses Irophn. dados
pelo povo Bdluano e nos implora tejamos benignos
corn elle.
Felizmente que tgora, achando-se n noso Iheatro
i bracos rom ana fracs companhia, vamos a ler,
nao repelicao de dramas velhos e vistos mais de ,!u-
zeulas veze, mas sim sienas de mgica e magne-
tismo que bastantes lloras no hlo de dar de verda-
deiro | .i.-,.iei-p.
S. Exc. o Sr. presidente, por eerto amigo como
he e protector dos bous artistas, ni > deitara de ron-
ceder algiinseipecliiculosao Sr. GlSComo I Iissds.
Esperamos que S. Exc. infallivelmenle permillir
a esse artista que d- tao longe veio visiiar-nos, nos
de horas d perenes gozos, concedendo-lhe os espec-
tculo! pedidos.
F. F.
Um candidato b eleirao provincial pelo
dutricto de Goianna.
Aproximando-se a eleijlo provincial, lomaroui a
Attia SO enlre n o dislinclo arlisla dramtico
Germano 1-ranciico de Otvaira. O vapor Paran,
entrado rm nutio purlo no du 12 do correi.tr, nu
trouxe esse genio da iceua, que nao sendo desen-
nhecido em Pernambuco, longe delle ha lanos ali-
os, nos havia cauado as mais amargas saudades, e
por cuja viuda lanto e lao anciosamenle suspirava o
publico desla cidade.
Picara' u Sr. Germano em Pernambuco, on segui-
r para algum das provincia do sul".' Vira levan-
tar o SanU Isabel do leito da agona, e reanima-la,
ou Pascara inseusivel, sem ao menos janear obre
esle lillio seu orna villa de coinpaixSo e ternura1?
Eis as perguntas que hemot feito e que anda n.n-
goem nos soube responder dilTniilvamente. Nume-
rosos amigos qoe ji lem visitada o illuslre cavalhei-
ro. ignorara anda qual a sua resolojao. N porm
estamos rente que esse hornera que fui o primeiro
dar movimenlo e vida ao nosso Iheatro ; que lio
amigo tem morir o ser dos Pernambucauo, no
nao ha dn (Tandonar nesta occasio cm que todo
oa pemainentos a elle sa dirigen!, em que todos os
corarnos palpitam p.la sua esiada aqui, a sa fazem
o jnnll puros e ..rdenles votos, par que o ditliuclo
e i.lu.irc Pernambucano, a cujjs cuidados e-iao bo-
je confiados os destinos lodos .le nossa provincia, e
coja mostrada e sabia admiruslrajao ha filo sentir
-es -.i,, lavis effeitos em lodo, os ramos do publico
ervijo, contrate com o sublime arlisla a futura em-
preta do Ihealro de Sania Isabel ; porquanlo s des-
le modo podera sabir o Sania Isabel desle estado de
marasmo, am que lem jando desde que o Sr. Ger-
mano delle se retirou.
Temos inleira conatira de que este nosios votos,
que sao os votos de lodo o puidico pernambucano.
a hao de realitar, e que o Sr. Germano .empre
amante, sempre grato a Pernambuco, que nunc.
deuou de fazer-lhe julij, ainda mesmo tendo a
res.ilucao de aqui n,1o ficar, coieiecendo a sincenda-
le .I,,, nu.,, desejos, mudara' de propoiilo e nos
dar a pieos saliifajlo de tk-ar, para ainda un
vez o apraciarmos, e juolarmos novas grinaldas a
eisas que elle, a cusa de tantas la ligas, e 13o duros
sacrificios, suube galibar na Europa.
, Ooem ha ahi que detconbej ou se haja eiqaeci-
do dos ervijos rrleviin.r prestado pelo Sr. I'.erma-
AAtt-iSlr dade Quem ha ahi que iguoro o amor que tile lio-
mem prstame consagra a ua arte, e u datejo que
nulre, de que ella na ua Ierra chegue ao ultimo
gr.o de perfeicau ".'
Sim, etie amor, elle desejo foram a ctosa primor-
dial, que levou este artista singular, que ja' M Ierra
do seu nascimenlo Dlq linna rival, era nico a dal-
lar oiia paiz, atravesar o ocano, e la n'uma dal
man illustrada capilaes da Europa, mostrare com
ingenuidade de um discpulo, de u.o principiante,
que alrnejava esludar e aperfei^oar-se em sua arle.
Apparece Germano em cena, e o publico de Lis-
boa que esperara oele um simples novijo, fica por
algn momeuloi tomado de sorpreza teconliecen-
do-o om arlisla de raro n.ereciine.ito ; a guiado p-!la
imparcialidade e juslija, cobre-u de applamos, en-
ch-o das mais brillantes ovaje. Os mais dislinc-
lo-, os raail sabios escnplures porluguezes ulo ce.-
sara de lecer-lhe ni mais sublimes e bem merecidos
elogios ; os primeros poetas de Lisboa, admiraudo o
talento singular do artista brasitero o caulam corno
um genio, e o homens de ledras daquella grande
cidade liie dedicara a sublimes pruduece do seu
laher.
Ele homem assim cercado de orna aureola de glo-
ria iiiofluscavel, nao se deixa possuir da sgais pequr-
ua cenlellia de orgulho ; he sempre o me.mo ho-
mem lenuleresiado; he sempre o mesmo artilla
lli,no, que oulra gloria nao prorura mais, do que
aquella que da o saber sem ocharlo e o merilo bem
caraclerisado.
Almejando rollar a sua patria, trazendo o fruto
de seu continuo lidar arlittico e lilteiario, deu o
abrojo c o sculo de de.pedida aos seus amigo e
hemleitores, e volla ao Brasil com o nobre empe-
nho de derramar por enlre seus compatriotas, e seus
irmaosa luzes que adquiri em Portugal, na Fran-
ja e na A Hernn I,a.
O Gran Para'ji fruio esle. bous resulladn, e ago-
ra que o temos entre ni, nao u deverr.os deixar sa-
bir sem que, elle que reslaorou aqui a sua arle se
digne aperleijoa-la.
Slo este os noiso da.ejo, ai nossas eiperanras,
e confiamos que lerlo satisfeilas.
ir. Y. K.
Becife II de julho de 1857.
&ovtefrp0nbcncta$.
Sr$. rcdactoret.i)axa<\o aqu lie. qoe se arham
revestidos da autoridade, louge de faz.rem della om
meio para salisfazer nileresies oo Tavonear capricho-
o procurara administrar julira e ale vio alem. pon-
do rm contribuirlo la influencia e ten sjnrilgio,
aflm de prevettir rixai a harinonisar animo diniden -
le., por eerto que loroarn-se dignoi det loovore,
ulo s d .que,les a quem mal directamente appro-
vela o benfico etercicio de tua autoridade, cuino
de todos quantos presam a justira e folgam de
ver a sociedade caminhar pelo ver ladeiro caminho
que a p.ida levar a um pro-pero futuro.
Norias circum-tanda., Srs. redactores, acha -e n
Sr. coronel llenriqoe Marque Lin. delegado de
polica da Esrada, e hoja enroman,!,ule soperiur da
guarda uacional do respectivo municipio.
Nio he levado por informarOe, a vetea inexacta,
ou exagerada, que assim me" pronuncio. Morador
ha anuos naqiiella fregueiia, ieuho por mim me.mo
observado os fados qua auloriiam o jaito qoe acabo
de emiltir.
He sabido qoe o lugar da Eseada nio era la do.
mais pacifico, em que de mais soreg a secaran.'
se goz.nva. Entreunto ha o Sr. coronel Henrique M.
Lin conseguido plantar o imperio da le e da joslira
empregandu para late, nao o exercicio de om poder
violeul.) e arbitrario, ma a applicajjo branda e
suave da lei, acompaubada de meios tua.ivo e ami-
gavei, que quasi nunca lem denuda de prodanr
bom resultado, alienta a graude influencia a preeli-
gi de que merecidamente goza. Ainda not recor-
damoi de um fado que po la vr aqoi comprovtr ut-
as palavra.. e he, que ha dous anuo Iiavendo pc-
queua disidencia entre o Srs. Manoel Rolember-
- .,- de M. lirios e Salvador do Santos M. Cav.l-
c.inli, a respailo de questoes sobre o sillo Sapucac
de cuna, diisidenria que poda ir avante e ler rebul-
tados desagra.lavei., o Sr. Ilcnriques oo pe-.,. mui-
lo nolavcl de -ua familia, contegaio htrmonia-lo.
de-orle que adissidenria acabooe dous homens que
podiam vir a ler lunn.go., secn lo no coatla, -
cham-se hoje em concurdt e al amigo.
ti Eseada sao hoje muilo raros o cnmei, metmo
des.as ligeiras infrarroes que cm (oda a parle se
cummellem, poucas se .lao. He itlo um fado qua
eil.'i ua cousciiiicia de quanlo .fio moradores na-
quelle logar, o que se nio contestara com vanlagem.
No--,.- louvores poi, no-sos azrtdecimenlos, como
moradore daquelle lugar, a lio benemrita autori-
dade e ao governo que a nomcou e a couserva.
O matulo da titeada.
effttfriicaco a pebibo.
Esmolas ubtida por S. Bic. Rvm. pira ai abra* da
nova malnt de S. Jote do Recite, desde dezembro
da 1855 a malo de 1857.
O lllm. Sn. :
I). Mana Lioania de Queiroz
l.uiz Marlin Pereira Monleiro
Antonio Alves da Silva
Jos Marli.i Pereira Monleirn
Um a,ion\ ni.i da Ponte d'ljchiis
I m dito de .5r,iilo Anl,',i
Manoel Alve. da Silva
Padre Jote de Jetos Maria Vatcoocello
D. Mana Lihania Monleiro
D. Joanna Maria de Ueot da Silva I errao
D. M.rianna Oorolhea Joaquina
D. Anna Delfina Paei Brrelo
Dr. Gabriel Soare Raposo Ja Cimera
Conego Manoel Jos Pero.nde
Joaqum Jote lerreira da Costa
Vigario Francrseo Vilal da Silva
Francisco Aecioli de Gouva l.fns
Joaqum Ribeiro Ponte
Bar3o de Cimbre
Manoel Thome de Jeiui
J "-i- Rufino Barbota da Silva
Antonio Alves da Silva (j metmn acim)
Jlo Pereira de Ar.iujo Cardoso
Alfere Manoel Jos ds Oliveira Mello
Coronel Jacinlho Paes dr Mendonja
Coronel Antonio Alves Vianua
Mnjor Manoel Buarque de Macedo Lima
Commeniador Jlo Pinlo de l.emos
Commendalor Jos Antonio Bt.to
Jos Anlonio de Araujo (alm do cemento
e can.H.)
I). Julia Anglica Pires Ferreira
Padre F,ancuco Justino Pereira de Brilo
Bernardo Antonia de Mirtodt
Jos Velloso Soaret
Jlo Jo de Miranda (Mscei)
Jos Jacome Tasso Jnior
Coinmendador Manoel Gonjalves da Silva
Comman lanle superior Juse Antonio da
Mendonja Macei)
iMtwm
1 :rMMIsMHt
MIINMIIMI
3MM
:MKtynm
M*KH*tu
JtKrttKHI
JWrKKKI
Mpaa
JtWrjtKK)
trgCHl)
Mttswm
-vo#m
JKIStIO
JOtiyxKi
-mrjgooo
JIK1-..I
lOfQOWI
Kgxjrawi
loowmu
liKiNimi
10090(M)
tOtts.HK)
tetiMo
ifttntj
11X15(10.1
ioo|no
iwpn
IfJfJ'lOO
KIO-KKI
lonm.)
IMMo
IIKI^rtMI
1(l(rj IWIMJII
1(J0l(H)
loaynxi
\ iganu Aiilunn, Rufino Severisno da Cunda lIJUjIMitl
D. Annuncisda Camilla Alves ds Silvs IWWIOII
Sn. redactores.Vindo-mess nilot seos.Diarioia
do m-z de junho, e ot desle al o dia (i, deparei rm
um delle (no de IOi rom uma rnrrrapondencia de
um tal ,iPadceme, na qual pretenda es,e miiero
mele.lar c ,m suas burlescas e faln proposijes a
inembrus de uma familia, diguas por eerto de enco-
mio, ein lodos os seus arlos, e anida mais pelo lado
por onde ousou o lal maldizeule ; taca-los, sem lem-7
brar-ic que no teotiuo em que ticreveo. estes a
quem morda de furto, s3o iiivulneraveis, vislo que
e lem salido manler como negocianle integro ,-
Cioaos, de conservar em teda sua pleuilude o c',n-
ce.lo. repulajlo e crdito de que RMnm c
lodos,rom tem quem relacocs conimerriae; po leudo An l,e *** de Araujo
mesmo jad .rcm-e de nlu baver homens que es ex- J-'l" Ev.ingeli.la da Cosa s(|\a
redam no cumpnmenlo poulual do leus tratos, ra- Domingo Anlunes VillaCl
racler cslr que o pe muilo acimi da anlaudverrio "
a que os expe o lal Padecenle.j,
Conliiiuando, porem, na leilura d'nutros .Diarios,,
ricoiure no de i.( uma re.posu da.|.. por um A-
migodo. Guarnas,, ao calumniador aPadaeente.
Com effeito, corn quaulo esse nio c.livcsse bern a
par do que ha por osa nos! lerrir hi, porque do
contrario refalara mais aihoberanlemenle as invec-
tivas d detractor, todava tua resporis lie llliifac-
iorIs.
Vitconde no Ic
Bario do Rio Formnso
Conego Antonio Pinlo de Mendonr
Manuel Jos Pereira Pacheco (Aracah)
lenente-coronel Manoel Joaqum dj Reg
Albuquerque
l'mi devola da freguetia da Boa Vista
Anlonio Pedro das Mevea
Dr. Vicente Pereira do Rtgo
Francisco Antonio Pereira da Silva
Amoriin Irma.
Crio Fredenco da Silva Pinto
Vigari,. Francisco Vital da Silva
Dr. monsenhor Antonio Jote Coelho
Senador Francisco de Paula Pessoa
Viuva Amorim A. Filho
Bernardiuo Jos Monleiro & Irn,ao
Dr. padre Antonio da Cunha e Figueirrlo
II. Mana Carolina Alve da Silva
D. Maris Aiinuncia.la Alves da Silvt
Vigarla Jeronvmo Joi Pichico de Albu-
querque Maranl.lo
Anlonio Soares de Macedo
I). Mara das Nevr V.eira Carneiro da Canhi .itloiiia
Jote Joaqum dt Oliveira
Eatevta Cavalcanli da Albuquerque
I). II -i.i: n i,i Ptult Freir
Dr. Ignacio Joe de Menduu. a I cliAa Vlt-
gatj
. Maris Joaquina Caralcioli de Albu-
querque
Dr. Silvino Cavalcanli da Alboquerque
Joao Ignacio de Medeiro Reg
Joaqum Manoel da Silva
Vigarla Jos Anidaos de Oliveirs Aracaly)
Bernardo Ferreira da Silva
Clpillo Manuel Pereira M ,nt.iro
C. Slarr A; C.
i.'iiz Antonio de Siqueira
Vigario Francisco Xavier dot Santo*
Commandanle superior Manoel .Monleiro
Maris
Jlo liaplisla dos Santos Lobo
tIMISIelKI
IOO3.KHI
I00900H
.viaiMMi
VrjOOl
:-ini ni
.MrOOiKI
VINKX)
."rltjtKSl
hnma
."ettNHIll
lOWHM
lSgltl
"rtlJtKKI
Ml-SXHt
Mineo
;xr- :mini
Jtl^KrO
.'NWI
I-'MI
...PlNIO
.'JINI.M1
.'.II-. Ski
tsMe
ramo
.".t^tssi
.'?orsi
.Vl-NNSI
ya*yun
soiim
fui-.mii
iRiacjo
Itl.iNSI
HiyHW
.No Diarios de I do correle,si acha ei.nrada uma
outia correspondencia de um tal '.V escripia de
lambe, rujo autor he ainda mais calommadsr
visto que baldo de noliria para garalojar seu pas-
quina, lanra-sr como rio l,\ drophobico, contra a-
qulla 1U--111 1 familia, e quer a lodo o Iran.e mor-
de-h;m.is felizmenle eu dnmnados lalid.11
de.prezadis, e rilo ruare i
guem.l
Ms.lr.ndoe. eri corresponJencta. aun, doAX^^^^^c
ilo
Pidre Antonio Jo. da C'o.la
I), ioanoa do Ro.ario Gumiarle Machad-
Ignacio de Albuquarqoe Maranblo
Lnuronjo Cavalcanli dr Alb-.qurrqne
Ararui Carlos dr C.rvalho i,,,.
Domingo Martin. Pereira Monleiro
D. Irancisra Kugeiua de M-ll 1
Jo.quim Meadas da Croe Go.marles
Luir., Ir Maraca Gome le,reir
I). Emeremioiu Mana da Soledade
D. Ignaa Mara das lleves
Josc Henrique de Morar
Joaqum Bernardo de Figur redo
Domingos Rodrigues de Audrade
Ionios I rnil.,.
P dre Jo Leitr Pila OrCgonra
Sel, ,.n i > Jo- d >ilva Barros
a rept.lai.no de nin- J ,1, dn Cunha Mag.lhaea
I Major l.uiz Jos Pereira S
nm.ra
',l"iH
Vli^HN)
:i-sii)
:. -jssi
: :< 1< n hi
ttuun
!inmi.i
:utj4Niii
:r :itxio
5J.S400U
algoo
_",^.:ii
Jli-niNI
jiinkiii
IOeOIMI
-JI.NI.III
dOSOOO
303000
.JOgOOO
-II^Khl
M9000
Ju-rooo
'
-
'
MUTILADO
. -


^ sr


DIARIO DE PERNAMBUCO (JUAHTA FK1MA l.i UE JLl.liu uc i.n
r
Jos Francisco Farreira Cali '208000
Jote Joaqun) Pereira ^1(IK)I)
Antonio Jos Dias *20-)t>00
Joaqoim J-..p de Mif-.ni l.i 20-000
Joiquim Ignacio Kilieiro SJoOOO
-lo.-i. Rapliala Fragozo -Jii--ni
Baroneza da Beberibe 909000
Tibnrcio Anlunes de Oliveira 20*000
Antonio Bernardo Vaz Carvtlho 20-siOO
Antonio Lopes Pereira de Mello Jl-'KM
Cspiian Manoel l.oil VirSss 20S0O0
H'nnque Fereira de Morsas l_>i), -i i i
Manoel Anlonio Gonralves UOlOOO
Siqnira .5 Pereira 20*JOOO
Dr. Jos Joaquim de Monea Sarment -jn-non
Autonio de Asevedo Villarouco -2u0(H)
Manuel Ar.tonio de lesua 2US0OU
t. M ti i \aviar Cordeiro da Brito 2U9UU
Maooel Joaqoim Ramos e Silva -JUHUM)
Antonio Luiz Goncalves Ferraira 2000
Majur Maooel do ISascimeuto da Coala Mon-
leiro 981000
IIn-uLino Cavalcanti de Sil a Albuquarqae 2 i-uuu
Tenenle-coronel Vicente de Paula Car-
valhu 2II--000
Dianir.in llidri,;nes de Mello Caalro 2OJOO0
Dr. Miguel Ferusndet Vieir 2090110
Joaquim Jos da Croz Saldanha 20SO00
T Menle-coronel Manuel (iareia da Medeiroe 163000
Joao Manoel Pinto Batios 113000
Loutenro Bererra Csvalcaali da All.oqaer-
que Maranhflo 1 -m i
Joao Leile Pita Ortigotira 1(13000
Joaquim Joa de Ainorirn lOjOUO
Antonio Ricardo do Reeo 11)9000
E luardo Ftederico Banks lii-'HHI
Luiz Joto da Costa Amarim 103000
Francisco da Costa Amaral ItQOOtl
I). Rosa Maria Monleiro da Paiva 109000
Narciso Jos da Costa |MO0O
Jlo da Coala Lima Jonior & C. HMi; n
(iariel Alfonso Rigutira 109000
Francisco das Chagas Perrera Duro 105000
D. Iaabel paria liuuiiar.lt'. l i- >
D. Candida Agoslinho de Barros IH-tHiii
Jos Candido de Barros ii-nmiii
Vicente Alves de Sooza Cacvolho I Osuno
Padre Thomaz Coelho Eslima 10JOOO
Major Anlonio Altares Mariz OsOOO
t. Momea F'erreira da SilTa 103000
D. Mana Candida F'erreira 1030UO
r. Thomaz Pompeo de Souza Brasil 103000
Jos Goncalvea da Cruz 109000
Padre Joao Francisco do Espirito Santo 103000
l.uiz Vieira da Costa Delgado Perdigio 85OOO
Jos da Silva Uliveira 58000
Irii icio de Amorim Lima SfOOO
Manoel Jos da Silva Braga 5S0OO
Jos Gonralves de Albaquerqoe ."-3OOO
Jo- Moreira da Silva 5:0110
Joaquim Luiz Vieira 59OO
Francisco Brandao Coelho 59000
Jas Alvea Lima 59000
llnarie Borget da Silva 03OOO
Joao Manoel Ribeiro do Conlo 59000
Joaquina Lui> dos Santos Villa verde 49000
Antonio da Silva Loyo _!-n 11
IS:t9M960
ALFANDEGA.
Rendimenlo i!o da 1 a 13. .
dem do dia 14. .... .
131:701 ;.">7-2
20:7203-232
153:490*901
Descarregam hoja 15 de jnlho.
Barca nglezaIticliuuonmerendonas.
Barca porlogueza Gratidodiversos gneros.
Brigue suecoDiodaMfarinlia, papel e sabA .
IMPORTADO.
Barca Iranceza Comte Rimein viuda do Havre,
consignada a Lasaste A Tu*' (reres, mauileslou o
seguinle:
60 volomes e 50 figos champagne, 15 caivas li-
cores, 60 ditas queijos. 0" ditas civeja, 'l barris
vinho, 1 dilo cemento. \t < ditos e 50 meios dilos ni tu -
leiga, 1 cana conserva, 1 dita mndello de uniluruo;
* La-serre & Tisset freres.
59 bairis e 50 meios ditos manteiga, 1 caita piano
I enil.rullio amostras ; N. O. Bieber i\ C.
100 barri e 100 meios ditos matunga, 2 caitat
oh|-rio. de chapellelro ; a Isaac, Curio & C.
50 gig.is cliaiiipagne ; a Paluii Nash I C.
25 barris e 5u meios Uilus manlei|;a, 20 caiat
veles ; a Basto & Lemos.
1 caixa modas : a Buessard Millochan.
12 ditas fazeudas de algodao, 2 ditat ditas de seda,
7 ditas pelles, esporas e objeclos de clmpellelro, 1
dita roupl. 1 dita grvalas, 2 ditas filas de seda, :i
volumes chapeos de sol, 18 ditos pello e chapeo.de1
filtro c su Ja, 4 embrulhoa amostras ; a Timm M. .V
\ 111,1-.,!.
4 calas fazeudas da algodao, 1 dita lencos, 3 ditas!
cassas de algodao, 5 ditas fazendas de algodao, seda,!
algodao, t linho, 1 fardo panno, 1 eaizte e I en-
brulhu amostras ; a Schafeilliu & C.
2 caixas porcelana, 2 ditas camisas e roopa ; a
Luiz Antonio de Siqueira.
50 barris a 50 meios ditos tnanteiga, 1 caista I
cilr-adu ; a Johnston Pater & C.
2 caizas objicua de chapelleiro, 1 dita cliapeos; ]
a Christiaunl Ocres.
1 caita inslrumanios ; a ordem.
8 caitas e 5 fardos fazeudas de IA bordadas, 2 cai-
IM ditas de algodao, 2 ditas fitas de seila, I dita e li
barrica ignora-ie, 2 etnbrullios amostras; a II.
Brunu.
40 barris e 40 meios ditos mauteiga, 8 caitas -
meitas, 1 barrica vitaba branca ;a J. B. da Fonsaca.
30 barris e 3o meios ditos manlei^a ; a Manuel:
Joaquim Kamos e Silva.
Babia4 dia, brizne Trancez Almas, de 285 lone-
lada-i, opMao l'etit, equipageni 14, em laslro ; a
TisMl l.as.erre I-rere i C. Peilence ao Bavre.
Babia0 tliaf, hiale nacioual vDoaa Ainin*, de
lili loneladaSt meatre Manoel Joar|uini de Olivei-
ra, eqiiipauem S, earga varios gneroi ; a Anto-
nio Luiz de Oliteira A/eve.lo. Perteuce a Babia
Navios sabidos no metmo dia.
Itio de Janeiro e porlos ioternedlotVapor nacio-
nal Paran', cumman.lanie F. F Borget,
BahaSumaca nacional Hortenria, eapilSo Joa-
quim de Souza Coulo, carga farinba de trigo
inais gneros.
Rosario, Sania P e MontevideoPolaca liespanho
la uJuven A, capilao Pablo Pa', carga as-
sucar.
$8t *>.'*,
(j lllm. Sr. inspector da thesuuraria de
fazenda dcsta provincia, manda fazer publi-
co, quealcm dos arretidamenlos dos predios
quo v3o a praca no da 15 do correute mez,
declarados no edital de 2 do ir. es mu mez,
tem de ir tambem no mesino da a praca o
arrendamiento de un telheiro sito em F'ora
de PorUs, contiguo ao anligo quarttd doa
engajados, que servio de deposito da galiola.
Secretaria da thesuuraria de l'azenda de
Peruambuco, em 7 da julho de 1857.No
impedimento do ollicial-aiaiur, Luiz Fran-
cisco S. Paio e Silva.
Domingos Alluaso Nery Fcrreira, commen-
dador da imperial ordem da Hosa,coronele
nommandanle do 1 batalliao de inl'antaria
e commandante superior interino da guar-
da nacional do Iteciie etc. etc.
KaQO saber, que na terceira dominga do
presente mez (19 do currentei, se reunir o
conselho de revista de guarda nacional des-
te municipio, como dotermina a segunJa
parto do art. 25 do decreto 11. 1130 de 12 do
margo de 1853, na sala das sesses da cma-
ra municipal desta cidade, as 10 horas da
tianh.a. na conlormidade do art. H das
iiisirucces n. 722 de 25 de outubro de 1850,
alim do lomar conhecunei'.lo dos recursos.
dueo do malas para dilTerentes pontos des-
ta provincia.
Oabaisii essignado, lancador da mesa
do consulado provincial, faz scienle aos
propietarios dos predios urbanos da fro-
guezia de 8. r. Pedro Gontjalves e mais in-
tern.ssailo.s, ijiih deu principio a fazer o lan-
ciametuda dcima e impostada i 0|0 do
diversos ettabelecimentoi no correute mez,
o qual tem de servir para sua arrecadacSu
no correlo anuo (inanceiru de 1857 a 1858
JoSo Pedro de Jess da Malla.
THEATRO
DE
Santa Isaliel
Achandn-te nesta ciclarle o artista Germano Fran-
cisco re Uliveira, vai fazer a sua reentrada ueste
Iheatro no da
Real cotiipauliia
c.if'-s i; :i a
de
vai
pa-
vapor
ila de-
Esmolti oblidas pelo Sr. Thomiz Hevnvood, a pe-
dido de S. Etc. Rvm.a
Os lllms. Sra. :
Nicolao Harlery
George l- orneas
James O.ihlree \ ('..
Roslroo Roker & C.
Juhiislon Pater oj C.
Aranana & Bryan
Tilomas Hevnvood
N. O. Bieber & C.
Michl. M. Rooker
Saundrrs Brothers d C.
P. Furby
I no Edwin Roberts
C. J. Astley cV C.
James Ryder & C.
Patn Nash & C.
Soulhall Meliors (S C.
U. B. Swift
Schramm Whaleley & C.
>nr. John Rottroa
II. Au-ualut Cooper
David William Bowmauu
S. P. Johnston Se C.
Henry Gibsun
Anonymo
Adamson4Iowie S C.
Joao de Pmho Borges
James Hallidav & C.
J. Tucker
E. U. Wyait
Eduardo P. Wilson Jnior
Dr. May
Tiinm Momsen & Vinassa
VV. Grainaer
J. O. C. Dnyle
Frederiik Robilliard
Um anooymo
perior da g
da nacional do municipio do ltecife todo
julho de 1857.
Domiugos Alfonso Neny Ferreira.
aStoUmS
\fw^
KMWMK)
1005000
5O9OOO
iwiooo
50)000
5119000
.itNMIO
.5091100
509000
'1O9OOO
5O9OOO
O.-MI'MI
40a)000
4O9OOO
309000
309000
29000
259000
259000
209000
209000
909000
2O9OOO
2O9OOO
2O9OOO
2O4OOO
2O9IKIO
2O9OOO
209000
209000
209(100
209000
109000
109000
IO9OOO
10^)00
1:2059000
Esmolas solicitadas por S. Et. Rvma., arrecadada
pelo Sr. Manoel Bezerra Cavalcanti de Alhoqutr-
que.
Os lllms. Srs.
Domingos Francisco do Souza Leao
Anlonio ile Suuta l.eao
BaiAo delpojuca
Jos Matuoino Pereira Vianna
Anlonio Pereira da Cmara Lima
Padre Feliz Jos Moreira da Cosa
Manoel Lucas de Araojn Puiheiro i C.
D. Coima Pereira de Morae*
D. Calhariua Pereira de Moraes
Manuel dos Prazeres Barros Correa
Jos de Barros Correa
L'ma esmola
Manoel da Vera Cruz Lins e Mello
Tbeolomo da Silva Vieira
Filippe deS. Santiago Lias
Jos Flix Pimenlel
Francieco Elias do Reo.n Dantas
Jooaquiro de Sooza l^eao
Pedro Vctor Baulelreau
Miguel Meudei da Silva
Manoel Ignacio de Albuqoerque Maranhlo
Joao de Azevedo Araujo Pinheiro
lldefuuso Manoel Goedaa dos Sanios
.50 ditos e50 meios ditos dita; a Tasso o; IrmSos. \ 44 volumes quiuquilliarias, chapeos de fetro.crys-1 quo Turem inlerpostas pela maneira deler-
lae-.coiiro-. porcelana, grvalas, lene 1-. marroquius minada DO art. 'i das ditas illtrudjoes.
dour0 v'c "S d" """""' carleiras *';>'' P-A-| Quartel do commando superior da guar-
I cuxa fitas da seda ; a Mine. Tbeard.
10 ditas fszend'is da aluodao, crystaes, roupa, cha-
peo., porcelana ele. : a Siqueira & Pereira.
8 volumes drogas ; a Moreira A Fragozoi.
1 caita livros ; a Ricardo da Freilas.
1 dila ditos e loedalhas ; a A. Berlrand.
2 ditas fatendas de algodSo e roupa ; J. Cardte
Ayres.
2o volumes chapeos e carlOes ; a L. I ccomte Fe-
ron i C.
8 caitas livros, caljado, ama (lauta atmicas:
a M. J. Alves.
48 caitas perfumara-, papel, panno, merecaria,
chapeos de sol de algodao, roupa, Irastes, pelles ele.
12 caitas queijus ; a Burle & Souza.
I carro sem rodas ; a V. de Lemos.
3 volumes garrafas vazias, rolhas, capsulas dro-
gas ; a B. Francisco de Suma.
84 caitas cryslaes, rhapeos, marroquius, calcado,
lierl'uin.ii 1,1, cuuroa, roupa, chapeos de sul de lgo-
dSo, mercearia, objeclos de borracha, vi Iroi, porce-
lana e pellea, 19 volumes fazenta .le klgodlrt, la r
linho ; 3 caitas chapeos de sol de algodao, i ditas
azendas de la e la e seda, 3 embrulhos amostras : a
r. Soovage 4 C.
50 barris e 50 meios ditos manleiga, 1 fardo Kirs-
ks ; a A. Souza Carvalho.
1 ca,a cbapeosdeteda ;a M. J Carneiro.
27 e i\a- papal, 07 ditas marceara, perfumaras,
couros, papel, trastes, Dnales, a brinquedus: a Fe-
de^ Pinto & C.
5 caitas pelles, calcados, 2 ditas couros e objeclos
de sapateiru ; a Damesse Leclerc.
3 volumes carles vatios, livros e drogas al. e
Almeida Pinto.
1 caita livros ; J. |>. Vianna.
20 barricas lvaiade, 4 dilas pris prelo, 2 barris
vinlio, 13 volumes drogas ; a J. Soom.
3 caitas fazenlas de liuhu e algodao, 7 ditas dila
de seda e algodao, 5 ditas dita de algodao, 3 ditas
dila de IA e algodlo, 3 ditas dilas de algodao, de
seda, e roupa, 1 dita dila de seta, I dila roupa ralla
12 ditas drogas, 2 ditas chiles, 2 di tas vestidos, 2 far-
dos etlrarlo re abayulliio, 50 meios barris manlei-
ga, 5 embrulhos amostras ; a J. Keller & C.
2 caitas velas ; a G. A. Boargeois.
5 dilas cryslaes, 3 ditas perfumaras, espelbos c
mercearia ; a A. Roberl.
4 canas instrumentos de muzica, 3 dilas papel,
cniieiroa, xidros etc. ; a T. Roberl.
Subir a scena
musir
COItltElO CS.RAL.
Pela administrarlo do correio se faz pu-
blico, que o hiale nacional Invencivel rece-
be a mala para o Aracaty, boje (15) do cor-
rele, as 4 horas da tarde.
O lllm. Sr. llr. juiz de direito c chele
de policia Polycarpo Lopes de Leao, manda
fazer publico para conliecimeuto dos senho-
res escrivHS do juizes do direito, juizes mu-
nicipaes, delegados e subdelegados da pro-
vincia, a disposigiii) do art. 5. do decreto n.
1748 de 16 de abril de 1856, que assim dis-
pe.
Art. 5. Usescrivfies doa referidos juizes
(de direito, municipaes, dle^ados c suble-
legados)f< sSo obrigados a remoller a secre-
taria da policia, sob a multa de 2O9 a 100/,
imposta pelo chele, a nota da pronuncia,
despronuncia, c ni lcmnn; i 1, ou absolvig3o
dos reos com a respectiva qualilicacao, e
cerateiisticos, declaraeSo docrime, artigo
da lei, em qui est incurso ; assim a nota
de estar sollo, afianzado, ou preso.
Se:retaria da polica de Pernambuc, 14
do julbode 1857 O secretario, Ituliuo Au-
gusto du Altneida.
Existe nesta delegada um cavalio e
um banu-ue folha de (landres, que foi s-p-
prchendi Jo a Antonio Carlos Pessoa : quem
for seu legitimo dono, compareca nesta
inestna delegacia com o competente docu-
mento, que llie ser entregue. Delegacia do
segundo districto do termo do ltecife 13 de
jullio de 1857 O deiegado.
Joao Francisco Xavier Paes Brrelo.
IOO9OOO
OO9OOO
.II-IIHI
509(NKI
509000
5O9OOO
509IKK)
5.19000
51)9000
259000
2">9000
205IHKI
Ji-Hi:|
20S000
29tMM)
209000
2119000
20JO00
209000
209000
209000
2O9OOO
169000
Jos Cavalcanti de Albuquerque Wanderley I69OOO
Maooel Francisco de .Mima Leao
l.oineneo de S* e Albuquerque
I69OOO
169OO
i'arpando Francisco de Aguiar Montarroyos 159000
JnsoMendes Carneiro da Cunha 129000
Virgino Carueiro Lelo ) tjlKK'
Padre Jo.lo Bento Alvares Ferreira
F'rancisco Xavier Mandes
Anlonio de Siqueira Cavalcanti
Manoel Nrtto Carneiro L'3o
Manorl de Souza Leao Jnior
Joao Xavier Carneiro de Albuquerque
Manorl de Sooza I.eAo
Antonio Fraucisco Paes de Mello Brrelo
l.ourenro de Sa' e Alhuquerqoe Jnior
Miguel Francisco de Souza Lelo
Anlonio de Paulo Souzi LeSu
Jos Autonio da Rocha
Antonio Bandeira Carneiro l.eao
Jos Carlos Teixeira
Joao Correa de Araujo
Joaquim Correa de Araujo
Jos F'arreua Gomes da Silva
CbrMovao Dionisio de Barros
Jos Joaquim da Cosa
Joao Paes Brrelo da Liesrda
Mano,I Ignacio de Jess
l-ranri.ro Cavalcanti da Souza Ledo
JoSo Evangelista da Silva Taboca
Joo Francisco de Amida Falcao
Antonio Soares de Freitss.
Pedro A tan-limo da Cosa
Anluiiio de Siqueira Cavalcabli Jnior
Silvestre D .111,1- Lima
Maimel Joaquim da Costa Figueira
Jos Thom
Francisco Paes Brrelo
Aiilumu da Cosa Nocueira
Autonio Luiz Gonralves 1- erre ir j
109000
1U9000
IO9OOO
109000
1(19000
IO9OOO
10J000
109000
109000
IOjOOO
10-90(X
IO9OO
IO9OOO
10-3000
109000
109000
1090011
105000
109000
109000
99000
69000
59OOO
59OOO
59000
5b 000
.59000
59000
5.9IIOO
-igOOO
4*100
23'KMi
29OOO
2 caitas quioquillianas, armajoea para chapeos df
sol ; a C. Sumier.
2 canas iii-trunientos de muzica, 1 dila medica-
menlu', 3 dilas rr\slaes e encerados ; a 11. Dumoui.
1 caita pho.phoros, I dila ohjerlosde sapaleiro, 2
volumes perfumaras, cavilhas de cobre e f-rro ; a
O. Uestibeaut.
fi caitas cutilena, espelhos, merceanU e lloras ar-
lilicaes ; a Lelellier C.
Vapor nacional .l'arana procedente dos pintos do
norte, mauesluu o seguinle ;
46 rollos salsa, 1 pacole iguors-se ; a Peneira &
Malheus.
21 ditos dila ; a Novaes& C.
1 canAo ignora-ae ; a Aranaga & Bryan.
2 cutas dilo ; a D. Joao Sue.lige.
I dila s I camile dito; a Joao Biptisia de Castro e
Silva.
1 sacco dito ; a Jos llaptiala da l'onseca Jnior.
loo dilos feijao ; a Antonio le Almuida Gomes.
1 dito ignorase ; a Joo Antonio de Alenrer.
1 canole dilo ; a Manoel Joaquim Ramos & Silva.
1 dilo dilo ; a Basto Lemos.
1 dito dilo ; n Feidel Pinto & C.
1 dilo dito ; a Joaquim Antonio de Oliveira.
1 dito dito ; a Xislo Vieira Coelho.
2 dilos dilo ; a Manoel Vieira da Cosa.
1 dilo dilo ; a Luiz Francisco Sampnio e Silva.
1 embrulho dilo ; R. Borget |Leal Castalio B.
2 caitOts dito ; a Miguel Jote Alves.
36 taco. dilo ; Francisco Alves de Pinho.
1 eaitola dilo ; a M. M. Rolim.
I pacole dito ; a Jos Antonio Pereira.
Barca inelez.i ulpswicha vinda de Liverpool, con-
signada a Roslron Rooktr 4 C, msnif guinle :
II fardse 8 caitas fazeudas de algodao, 2 dila
ditas de dilo e la, 16 dilas linhas, I dila ineias de
algodao, 50 caitas queijos, 2 saceos amostras; a Bar-
roca ij C.stro.
113 barricas cerveje, 5 dilas eslanho ; a C. J. As-
tley & C
21 fardos e 6 caitas fazend.is de algodao, 5 dilas
dilas de dilo, e chales de li ; a Ru-tr.ni Rooker & C.
10 caitas e 2 fardos fazeudas ta algodao ; a J.
Keller & C.
26 caitas e 4 fardos fazendas re aU;odao, 1 caita*
lencos de dilo, 4 ditas fazendas de la; a Fot Brotheis.
3 barricas ferragens ; a Brnuder a Brandis.
10 fardos fazeudas de aluoriao, 2 dilos ditas de di-
lo a la ; a Johoslon Pater 6 C.
9 caitas miudezas, 1 ambrulho ignora-se ; a J.
lislhday.
1 harnea ignora-se ; a J. Robera.
23 fardos fazendas de algodao, 6(1 gigos e 1 bar-
rica loor;., 201 barris plvora, 60 chapas, 90 barras,
302 len(ea, 28 feitea, 12 evlladros, M feitcs de ditu
I lapad.iura, 1 chapa de cora, 2714 Catinos, 16 tr-
pode,, 16 pilares, 2o chapas para bes-, 2711 paras de
gatos, 90 canos de mao, 90 roda- para ditoa, 30
Saceos ferrolhoa, parafozos, galo., 1 calta pas, ludo
de ferro ; ordem.
CONSULADO GERAL.
lien Imienlrt do da I a l:l. i: ,TT-7,HI
dem do dia 11....... 3:4249183
-) ,1
3".-'
relajo
Resumo.
1,1449000
12:1249960
1:2059000
1:1419000
14:4739960
Continaa
nbur mais
. Etc. Rvma anda na diligencia de
algomas esmollas dos ssns lisis e gene-
rosos diocesanos, para (eoadjovado pelo govtrno e
com o produelo de alguma lotera ) promover sem
lolerrupio o servijo das respectivas obras' "as
quaes lem ain 1 de ro:i-uiinr-.e avolladas soinma.
fim de. com a pn.sivsl brevidade, entrar m ater-
cicio este mageatoso templo. Palacio da Soledad
13 de julho da 1857. '
O administrador.
Padre Jos Anlonio dot Santos Leisa.
tvffft? >
CA5IBIOS.
Sobre Londres, 28 d. a 60 d.
a Paria, 316 rs. por fr.
Lisboa, 92 por % de premio.
Rio de Janeiro, 2 por 0|o de desenlo.
Ac.;au do banca 50 por ceolo de dividendo por coti-
la do vendedor.
companhia de Beberibe 6O9OOO por acc.lo
a < companhia Peroambucaua ao par.
e L'lilidade Publica, 30 purcenlo dt premio.
lndemnisadora. 61 Idei...
da estrada .le ferro 20 por 0)0 da premio
Dsconto de leltras, de 10 a 10 por cenlo.
Acoes do Banco, 40 a 45 de premio.
Ouro.Oncas bespanholas.
Muedas de 69HH) velhas
69400 novas
[ 4euuo. .
Prala.Palar.Ces brasileiros. .
Pesos columuarias. .
a meticanos. .
289i
289500
169000
169000
99tKI0
29000
29HJ0
15860
Oilipililill
Pernambui;ana
Os Srs. accionistas da Companhia l'er-
nambucana, ([ue stibsjtevcram novas ac-
coet, e que anda nao entraramcom a se-
cunda prestacBa/de ")!) por cenlo, pedida
at lias de junlio prximo patsado, sao
convidados a verificar o referido paga-
mento ate o dia '20 do crtente mez de
juliio, no escriptoiio de Antonio Marque*
de Atiioiim, ra da Cruz n. 45.
-- Pela inspeccSo da alfandega se faz pu-
blico, que no dia 15 do curenle sera cou-
tralado o forneciuiento de rages para a
oquipagem da escuna Lindoya, com quem
por menos o fizer ; as pessoasquo sequize-
rem propr a fazer dito l'oroecimento dus
mantimentos abaixo declarados, durante o
correte atino linanceiro, coinparecain na
inesnia ins,ioecao at o mencionado da,
munidas dassuas propostas em carta fecha-
da, declarando os precos de cada um de
s*us artigas. Agurdente, arroz, azeite de
oliveira, dilo inferior, dito de coco, assucar
b raneo, bacalhao, bolacha, caf, carne ver-
do, dila secca, fnrititia de mandioca^ feija,
lenha, pao, touciubo de Lisboa, vinagre, ve-
las stearitias, ditas esperinaccle.
i: para que chegue a noticia de todos, la-
vrou-se o ptesente, que ser publicado pela
imprema.
Alfandega de Pernambuco 2 de julho de
1857. o inspector,
Uento Jos Fernandes Bjrros.
A administrado geral dos estaiielcci-
mentos de caridade, manda fazer publico,
que no dia 16 do crreme, pelas 10 horas da
manhSa, continua a praQa das casas abaixo
declaradas, dcbaixo das mesmas clausulas
ja publicadas :
liairro do Recife,
Ra da i^adeia n. 23 ; ra da Moeda n. 31 ;
ra da tiruz n. 15 ; ra dos Burgos n. 11 e
13 ; ra da Senzala Nova ns. 26 e 30.
Rairro de Santo Antonio.
Ra da Cadeia ns. 6,8, e lo; ra do Quci-
tnado ns. 34 e 36 ra das l.ruzcs n. ; ra
de S. Francisco ns. 3 e 5 ; ra llircila ns. 5,
7, e 15 ; ra Nova n. 32 ; ra do Padre Flo-
nano n. 39 ra da Roda ns. 1, 3, 22 e 29 ;
ra oc Hortaa n. 30 ; ra de Santa Hita ns.
76 e 92 ; ra dos Pescadores n. 11 ; ra das
CaigaJ-sn. 30 ; ra do Collegio n. 18 ; tra-
vessa do Carcereiro n. II; beceo da (Jarva-
Iha n. 5.
Bairro da Boa-Vista.
Ruado \rgaon.8; ra da Alegra ns.
46 ; ra Velha ns. 42 e 73.
Administracuo geral dus estabelecimontos
de caridade, 9 li julbo de 1857.O escrivao,
Antonio Jos Gomes do Correio,
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da resolucao
da junta da fazenda, manda azer publico,
que a arreinatarjao a obrado rebaixamonto
da Udeira do eugenho Vclho, na estrada da
Victoria, foi transferida para o dia 16 do
correute.
E para constar se mandou allixar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 10 de jttnho de 1857.O secre-
tario, A. F. d'AnnuiiciacDo.
Pela procuradoria liscal da thesoura-
ria provincial avisa-seaos devedores de d-
cimas dos annos linanceiros de 1833 a 3t
at 1851 a 52, que a relsco dn bairro da
Boa-Vista se acha em juizo, o aos mesiv>s
da-se o ora/.o do 30 dias, contados de boje
para pagaren) espontneamente seus dbi-
tos com guias desta procuradoria, lindo o
qual s o poderao fazer com guias do res-
pectivo cartori.i, o nesta conlormidado su-
_..------i jeitos as despe/.as das mesmas. Os interes-
17:079ji828 sados dinjim s- ao escriptorio da ruado
rnK... .. ---------------! <:respo ti 6, das 9 l|9 da mantiaa as 3 da tar-
LAUO PROVINCIAL. de. Recife 20 de julho de 1857. Osoci-
,1- ".-.'/i.i11 tadni-. Joao Firmi no Correia de Araujo.
' O abaixo assignado, lancador da mesa
52239182 do consulado provincial, faz scienlo aos pro-
___________________________________ ; prietarios dos predios urbanos da fregt.ezia
-s-^**! ,.-^%,^. a-.. ZZ ~ de S. Antonio e mais interessados, que deu
t^Pt. ---------------------------------------------------------------imposto de 4 0|0 de diversos rstabelecimen-
Navios enlradus no da 14. tos, no correute mez, o qual lem de servir
Babiai dias, sumaca hupaoliol* (Violanle, de pina a sua arrecadagfio no correute anno li-
115 toneladas, eaptiso D. Gabriel Sola', equipa- nanceiro de 1857 a 1858. Francisco Car-
em 11, carrea 45 tmieladas de p'drat; a Arana- neiio Machado RiosJuniur.
Ka i\ Br\au. Porlence s Barcelona .
Babia. das br^ue liespanhU Avelina.., toneladas, capiao Joau llurts, equipagem II, em 68j;"" homens livres que sejaut robustos,
lastro ; a Nuvaes A; C Perteuce a Barceloni. I para sercm empiegados uo servifjo da cou-
ama em 5 actos ornado de
. CESAR UE BiSW.
O papel de I). Cesar ser feilo pelo urlisla Cer-
mano, e os de man pelos pnncipaet artistas da
companbia.
Muiln despjava a sociedade dramalict emprszaria
e o mesmo artista Hermano apresenlar ao respeita-
vel publico um drama novo, porem fallando o lem-
po Btemelo para os competentes ensaiot, e pre-
lenden.lu a mesmasucirdade saiisfszer a anciedade
dos numerosos mieos do arlisla Germano, lanr;a
mao do preienla drama jul^uiido aasim agradar a
todos.
Finalizar o espectculo com a comedia
UMA PARA TRES.
Os billictes acham-se a venda no escriptorio do
(healro.
Principiar as 8 lluras.
Gabinete ptico
ATERRO DA BOA-VISTA M.
HOJE 14 DE JULHO DB 1857.
Grandiosa he admiravel exposicSo de vis-
tas das principias eapitaes, portosdemar,
e oulros pnui.os mais nolaveis de todo o uni-
verso.
Nesto salo verdaderamente recreativo, a-
cham-se representadas cora a maior natura-
lida.ie e peifeigSo os edilicios, monumentos,
dos vulcOos, e tudo quanto pude chamar a
attencilo de um viajante, toroando-se mais
inleiessanle ein particnlar pela liel repre-
sentacQo das tremendas batalhas,grandes es-
quadias, a prestos militares e toaos os suc-
cessos memoraveis, e mais recentes da gi-
gantesca guerra do Oriente, dos quaes o es-
pectador pouera formar urna idea quasi tao
exacta como se por si uiesuio as visse.
O director lem toda esperanca de que o
publico desta capital, apreciador como he
de lodo o mrito arlistico, o favorecer com
o mesmo acolbinienlo que racreceu olle no
llio de Janeiro, e outras cidades do imperio
Vistas que serflo patente a das at odia
19 do crrente.
GL'tKRA D ORIENTE.
1.a As principaes personagens da guerra
do Urienle :
S. U. Nicolao imperador de todas llussias.
S. f.l. Adulmeiji, imperador da Turqua.
S. M. Mapoleao II, imperador dos Fran-
cezes.
s. M. a raiuha Victoria em rousclbo de
conferencias, acooipauhada de seus estados
tnaiores
a. Ataque do forte de San-Vicolao, a-
otide a osquadra rusaiaua licou completa-
mente derrotada.
3." O grotidc desastro de Signopc, aonde
a esquadra turca, licou derrotada.
4. Embarque dos Irancezes em l'olon para
a guerra do enla.
5.j Desembarque das tropas, francezas, e
ingituas em Galipoli.
6.a El Bergantn turco, chegando coma
noticia dasesquadras aliadas, em frente de
Gonslanlinopla.
7. as escuadras aliadas, alvorando o sig-
nal de guerra a liussia.
8." Asesquadras anglo-francezas, passan-
do no mar iVegio.
9. U gratirlu bombardeainento de Edessa,
os mgie/.es botando logeles a congrewe.
10 Kombardeamenlo ue Sebastopol.
11" O ltio do Janeiro tomado da lha das
Cobras
12 Vista da cidade da Babia.
13" Vista geral do i'aris, avistndo-se 25
leguas.
14." Vista de Lisboa.
15." O grande palacio da raiaha de llcs-
panha, representando ser luminado com 500
luzes.
16." O interior do palacio da l.uiz Filippe,
em Paria.
17." a grande turro de Babel, urna das
priineias utatavillias do mundo.
18.a iNapoleao I. botaudo oculi, e o phisi-
co elimo jogando os seus bilhe.les em frente
da calreddl de lilUo, locaudo msica.
Todas as semanas haverfio vistas novas.
Cutio ;,i 19000 reis.
Al.' o rlia 21 dol mez eapera-se .lo sol
AVON, commandanlrs Bivell, o qual, depo
mora do cnsluine^ pcuira para Soulbamplon : tn-
ramlo nos por'us de 8an-Vieenle, 'leoerilf, lladel-
ra e Lisboa : para paasaBen-. ele, Irala-se com os
atientes Adams m ll.nvie A C., ra do Trapiche-
Novo n. 12.
Para a cidade do Porto, com escalla
oor Lisboa, nova o muito vrleira barca
pnrtuguoza Maria Feliz, eapilSo Zeferino
Ventura dos Santos, a qual ha espera la ues-
te porto at 0 fi ni da presente semana, pro-
cedente do Rio de Janeiro, donde conduz
mais de meia can:a. e tere apenas 6 a 8 dias
de demora neste porto: quem na mesnia
quizar carregar, ou ir de passagem, para o
que tem excellentes commolos,dirija-se com
antecedencia ao seu consignatario Luiz Jos
de Sa Araujo, ra do lirum n. 22.
Pj
ara o Hi. de
aneiro.
O veleiro e bem conhecido pajcho nacio-
nal Valente pretende seguir com muitabre-
vidade, tem prouiplo metade de seu carre-
gauento; para o resto o escravos a frele,
para us quaes tem excellentes coinmodos
trata-si com o seu consignatario Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo, ra da Cruz n. 1.
t
^;?-$
Feidel Pinto & C, fat3o leiiao por
lutervuncflo do angele Pestaa, de um com-
pleto e variado sorlimento de miudezas,
P'rfumarias etc., tudo proprio do mercado :
quarta feira 15 do correte, as 10 horas da
manhSa, em seu armazem, na ra da Cruz.
LEILA'O
i'a/. o ijjenti: Pestaa, por ordem de
que
urna lamilla que seretirou para a Euro-
ga do vapor sanio, consistindo em urna
mobilia de Jacaranda', cadeiras.soLV, me-
sas c!e diversos i'oslos e redondas, ticos
quadros, cadeiras de balanco de Jacaran-
da', di tat americanas, ditas para sala de
jantai-,COmmodas, urna linda secretaria,
um ricoguarda-roupa, mesa elstica, ca-
ma iranceza, dita tic armarao para meni-
no, berros de Jacaranda', lavatorios tle ja-
caranda', ditos com espelho, apparelho de
porcellana para cha', dito para mesa,
diversos vidros, garrafas, copos, clices,
compoteiras, porta-licr, lanternas, can-
dieiro, trens decosinlia, e otitros oljec-
tos que se acham patentes aos comprado-
res: qiiinla-t'eira do crtente, as II
ve->ai* em axaeor9e a lei provincial n. :'J, que iin-
|iem SO por cenlo sobre os l.-llielca do Itio, quei-
ram vir dpr-larar qu.' porrilo de bilhelet qur-rem,
para que cile, avisla dai quaatiaa pedidas, po*a or-
uauitar n dito plano, o qual runenle ofl'trece
mais intarana ans josadorea.
Thesouraria das loteras, 11 de julho de
1837.Jos Januario Alves da Haia,
escrivao,
Por engano mou foi levado o annuncia
sopra, declarando ser a terceira parle lo
primeira lotera do collegio de nrphfios,
quando a lotera que esta exposta venda
he a terceira parle da primeira de N. S. da
Saude do Poco da l'ancilla, e com a presente
declaraba.) esta salva qualqnof duvida quo
podesse haver.O escrivao das loteras,
J. Januario Alves da Haia.
Pifblcacio iUteruria.
O Acadmico do Norte
No dia 20 do correute sahir i luz o pri-
meiro uonioro de um peridico scienlilico o
Iliterario sob i) tituloO Acadmico do Nor-
te. Subscreve-se a 25000 por trimestre
para esta provincia, e a 23500 para fra del-
la, sahindo DOS dias 10, 20 e 30 de cada mez,
e nesta typographia vende-so avulsoa240
reis.
Bichas de Ham-
burgo.
Estro expostas venda aos centos ea rc-
talho, na loja de barheiro n. 2, confronte ao
Rosario do anto Antonio.
Piecisa-se de um feitor que enlenda
de pUnlacSo e que seja bom para um sitio
pequeo e pertu da cidade : a tratar na ra
da Madre de Dos n. 2.
O abaixo assignado, possuido do
manir empeuho de se descolorir os auto-
tese cmplices do horroroso assassinato
perpetrado na pestba do sen mui preza-
do amigo Tiloma/, (olan, vice-consul de
S. M. Britaonica nesta cidade. offerece
dous coutos de reis a inicia ihe prestar
qualquer esclarec ment exacto sobre es-
se laclo, ou mesmo o conheciuienlo de
alguma circumstancia.ou accessorio delle,
de nio.in que se possa averiguar a verda-
de, assim como assegura, sob sua palavra
de honra, o mais mviolavel segredo, a'
quem fizer qualquer dessas revelacAes,
|iois he bem possivel ehegai-sc ao lira
desejado, sem declarar-se donde ellas
procederam.
Consulado Btitaiinico II de julho de
18-)7.II* Augustus Coo|cr, cnsul.
Furto.
Atteoco
nx>\$o T
18:001;973
DIVEBSAS PROVINCIAS.
Rendimeulo do da I a I.i. ,
Idein do dia 11. ..... .
:i:3(i.r.l.Tl
01^501
3:159434
ou naVfga^o ti y-por
if\tt0p t VlmiTiiiL
. 1
t**aV*-*r'

No dia ni desle mez espera-se do lol o vapor in-
t\ei IIVDASPES, e depois da demora do cusime
Mgui para Antuerpia, locando nos porlos da Lis-
e Soniliainplon : para passar*eiroa, ele. Irata-se
senles Henry Korslpr, ra do Trapicha
DESPACHOS l)E EXPRTALA) flil.A MESA
UO CONSL'LADO UESTA CIIJADE NO DIA
li DE JULHO OE 1857.
LiterpoolVapor inule oCell, C. J. Astley & C,
3,715 arrobas de vileles
LiverpoolBarca iole/.a uProspeieu, Suulball Mel-
lar i\ C. 8 saccas slgoda*.
LisboaUricue portUB Aquino Fonseca Filliu, DO sarcos assucar mas-
cavadu.
LisboaPolaca nacional n/.slosa, Isaac, Cuno L\
C, 15 pipas niel.
PorloBares porlujueta n.V. S. da Boa Viagem,
1 liorna/ de Aquino l-.m-.era \ Pllbo, 220 saceos
assucar brauco.
Pliiladelpbia Patacho americano uBrec/e, Jla-
iln- Aii-'.in \- i.., 1,250 taceos assucsr inasca-
Vmlo.
HavreBares franccia Comte Homero, Lassorre &
C t.000 couros verdes.
UECEIltDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendiinenlo do dia 1 a 13. 15:632*492
dem do dia li....... 1*447/336
Renilimcnlo do .lia 1
Uem du da I i.
bo
com
n. s.
Par? Lisboa, sahe itnprelcrivnlrncnte
no dia 4 de agosto prximo, o brigue por-
tugus Constante : quem no inesino (juizer
csrregar ou ir de passagem, para o que teii
os melhores com modos, trate com os con-
signatarios I liorna/, de Aquino Fonseca A. l-'i-
Ibo.ba ra do Vigario n. 19, primeirn andar,
ou com o Sr. Silveno Manoel dos P.cis, na
praca.
Para Bahia.
Segu em poneos dias o veleiro hiale Cus-
tro, forra.I., e pregado i', cobre, por ter ja
parte da carga promplu, para o resto, trata-
se coin sen consignatario Domingos Alves
Halheos, na ra do Apollo n. 23.
Par* o Rio de Janeiro.
Vai seguir rom muita brevidade, por ler
paite de seu enrrega ment proinptn, obli-
gue nacional Maria Preciosa, cspitSo Fran-
cisco Alves Meira ; para carga e passageiros
escravos afrete, para os quaes tem excel-
lentes commodos: trata-se como seu con-
signatario F'rancisco de Paula F'igueira .i_
Saboia, cm sen escriptorio ra do Abollo
n. 5.
Linhri do norte do Brasil,
p que es vella emre
Havre e Pt*riiamhtieo,
de I.T. larbey & C.
Doras da tnanliaa, na GapungaVell a,
junto o porto Lasserre, defronte da casa
emque mora o HUo. Sr. cnsul de Franca.
O agente Borja fsra leilSo quinta-feira,
16 do crreme, as 10 horas da nianhila, em
seu armazem, na ra do CoJIegio n. 15, de
diveisos escravos do ambos os sexos, entre
os quaes sobresaheni duas ptimas prelas
mocas, com bastantes habilidades e um bo-
nito moleque de 12 anuos do .lade, os quaes
serAo dilinilivam.'iilc vendidos naquello dia.
O aj-entc Korja lara' leilo, om seu
armazem, na ra do Collegio n. 15, de
uma quanbdade tmmensa de objeclos
de difieren tus (jualidadcs, (|tie fra im-
possivel mencionai' : sevta-feira 18 rio
conente, .i's 11 horas da manliaa.
O agente Ilorja, por aulorisac.no do
lllm. Sr. I)r juiz de orphios, a requisicao
de D. Diaria da (".onceieao Pereira, inveuta-
riante do casal de- sen fallec !o QlhooOr.
Antonio Francisco Pereira ile Carvalho, l'ar
difinitivBinente leiiao de diversos objeclos
pertencenles ao menor, filho do dito Dr. Pe-
reira de Carvalho. consisiindo em uma rica
bandeja de plata, varias salvas, casticans,
um riquissimo adereQo do diamantes, diver-
sos ditos do ouro, boloes de abertura com
brilhantes, voltas, puiceiras, tranceln*., e
outres muitas obrus, ele. ; assim como uma
porcao de livros de uireito e lilleratura :
quart.-feira, 15 do corrente. as II horas da
ni.,u.na. Nessi tnesma occasio taiiibetn
o referido agente fars Icilo, para liquida-
cao de cuntas de um negociante ingle/, quo
se retira para fra -la provincia, do uma
grande porco de objeclos de ouro, como
sejam ; relogios de algiboira, patente' in-
gle/, novos, correles de gosto moderno,
botes de punho e de abertura, aderecos
completos, pulceiras, allinetes, argas, e
oulros inultos objeclos que scom a vista se
podem apreciar, os quaes se acharao laten-
tes ao csame dos Srs pretendeules, no da
do leiiao cima mencionado.
A Sra. viuva Jane Collan, tendo de
retirar-e pura Inglaterra, lara leilSo, por
intervencao do preposto do agente Oliveira,
da mobilia da casa ue sua residencia, no
campo, consisti Jo em sof o cadeiras de ja-
caranda, consulos e banca rodonda da mes-
ma madeira, com lampos de pedra, cadei-
ras do balanco, dilas de bracos, banqui-
nhas, guarda-roupa, co-limla, camas de
Ierro, espingarda, candieiros de globo, lou-
ca de porcellana dourada para cha, dila pa-
ra sobremesa, trem de cozotu, ,-illiao novo,
sellim e oulros muitoa objeclos : quarta-'ei-
ra, 15 do correute, as 10 horas da manhaa,
na sua soptadila casa do residencia, no ca-
minho novo da Soledade para o Manguinho,
unto ao sitio do Sr. Daes.
Leiiao de tabea-
do, etc.
Alvin Oaksmei, lobre carga do bri-
gue americanoFann-y W. Oaksmillj, arri-
bado neste porto com agtiii abata na sua
viagem de Daen para lluenos-Avres, la-
ra' leiiao, por intervencao do corretor
Jolin Gatis, na presenca do Sr. cnsul dos
Estados-Unidos, e por conta e risco de
tjuem pertencer' de uma porco da carga
do dito brigue, tinto quanto se ja noces-
s.uio pai a suas despe/.as de concert nes-
te porto, consistindo o leiiao em cerca de
60 mil pssuperciaes de taboado e pran-
clioes de pinito de diversos tamanfaos.
fclsta madeira be de nina <|tialidadc minio
Na gra de fabrica de ta-
ntlicos t, ra Dlreita,
esquina do beceo de S.
PcUm ii. 16
lia eueclivainent.! um grando sortimeulo
de lamancos jiara todos os lanianlios, quer
a reallio, quor em grandes porces uiuilo em
con'a ; e lazum-sc tambem de encoiumenda
a moda do Porto, para homens e senhoras.
-STRAD^ DE FERRO:
do (cfe S. ''rancheo
LIMITADO.
O Sr. James Templeton Wood. thesourei-
ro e superintendente da companhia da estra
da de ferro, manda fazer publico para obviar
embaracos e solver duvidas, que no pasa-
ra conta alguma extrahida em nome da dita
companhia, de objectos comprados por pes-
soas pertencenles a mesma ; devendo taes
contas ser extahidas em nomo daquelles,
que as contrahirem. ftecire 13 de julho de
1857.--Joaquim Moreira Cavalcanti do Albu-
querque.
UmSr. reverendo iptc lia mais de
dousannos mandn encarnar uma ima-
gem lo .Menino Deo, na rua de Hortas
n. -2~t, qneSra ir buscar nestes oilo das ;
do contraro, se trocara'paca pagamento.
Quom antinnciou querer fallar cam os
herdoiros de Uento Antonio Domingues, di-
rija-se a rua do Sol, armazem de madeiras
do Sr. Torres.
v::-0:;^vO;:^::;;Ov:;--::::
Associacao po-
pular de soc-
corros mutuos
llontem furtaram do abaixo assignsdo, no
seu escriulorio da ruada Cadeia do Recite
n. 11, primei'o andar, uma carteira conten-
do alguns papis, como alguna cartoes .1.*
visita do mesmo abaixo assignado, e dous
recibos passados p-h liudo t.oulon, mu da
quanlia de 85o rs o oiitr da quantta du
1 r rs o primeirn equivalente a 1.a, 2.a,
3.a, 4.a, a S.a preslacao, o segn lo COfD i
pondentea ultima prestar;,,.!, r.ir.-c.spoiidcn-
le a uma aci;So da Companhia Peruambuca-
na, |iertencjnte ao Dr. Jos Libralo Barr-
lo. Offerece o abaixo assignado uma gra-
tificaQilo a quem Ihe restituir os referidos
recibos, a respailo dos quaes ja esta pieve-
nida a agencia da mesma companhia, alim
de n3o trocar : 8 fa/.-se ess piiblicac.ui para
que ningue-n faca negocio com elles
Remvindo Curgel do \maral.
Fugio no dia I* de julho, um es-ravo
de nome Sebastian, costuma a fugir para <
Cachang, aon-le ja lem sido pegado por ve-
7es, lem os signaes seguinfes : levou cami-
sa e cale azul, anda com ferro no pescoco,
altura regular, DOOOa barba, be quebrado e
usa de funda, falto de denles na parle su-
perior, e escrotos grandes ; roga-se as au-
tori.'ades policiaes e capites do campo, que
o pequem e levem-o a rua Direila n. 26, qun
se recompensar bem.
Os administradores da massa fallida de
Deane Youel C, avisam aos credores de
Manoel Joaquim de Milheirs, qun aprsen-
telo suas contas habilitadas por execuees,
alim da sn proceder os rateio do liqui Jo Jos
bens penhorados ao d lo Milheirs, islo no
prazo de quinze dias, na casa da rua do Tra-
picha n. 12, nrimeiro an lar, escriptorio do
Sr. ld.-iulac.
Mo beceo da Pot, sobrado n. 4, pri-
meiro andar, continua se a comprar caixi-
lhus: nssim como lileiros.
Compr-se um bicudo, duas p'atstivas
b um curijo, bous cantadores: na rua do
Cics^o n. 3, loja prxima ao arco.
Orden, terceira do Carino
O abaixo assignado, cm nome da mesa
convida a todos os seus charisataMt hraaflaa
a comparecerem no dia Ifi dn corrente, pelas
10 ti. ras da uianhSa e 3 da tarda, alim .Ir.
assistir a festa de >' S. do (".armo e prociss.lu
de tarde, c The-lisum ; assim como no d;a
20 as mesmas horas, para assistir a feU do
palriarclia Santo Elias U mesmo abaixo as-
signado pede aos irmos lerceiros inrareci-
damente o compareeiineoto dos irmaos, as
horas indictdas, para satisfaz-r o convite do
liria, padre provincial. O secretario,
Manoel Joaquim Muniz Baranda.
Precisa-se de uma ama de casa de pou-
ca familia : DS rua do Hospicio n. 34.
-----Precisa-se de um cozinheiro : no lar-
go do Hospicio junto ao quartel, casa do de-
sembargador Mendes da cunha. Paga-sc
bem agradando o servico.
Perdeu-se uma leltra da quanlia de
IOO5OO, aceita polo Sr. Paulino dos Santos
de Carvalho em 18 de junbo do corrente, a
favor de Jos Luiz da lioa-morte, < a pagar a
I a mezes precisos, a qual foi sellada em a
mesma data ; por isso o abaixo assignado
previne ao mesmo senhor que nao a pode
pagir a outrem, por quanto elle a n3o tras-
passou, c quem a adiar, qucir.-i levar a ni
da Mangueira n. 30. Recife 14 de julho de
1857.Jos Luiz da Itoa-morte.
Icm de ser arrematada urna parlona
quanlia de 8849880 rs do sobrado n. 24 de
dous andares, na rua de Hortas, avahado em
4:000?l00, pertaucento uo finado testa Im
Anlonio Jos de Souza Teixeira, pata paga-
mento dos lega los, as tres audiencias que
seseguirem dojuizo de residuos.
Joao Affonso Cuimarcs vai a Portu-
gal a bem do seus negocio*.
Na funiiciio de 1) W Itowman, em F"
ra de Portas, precia-se do olliciacs marci-
neiros.
Vendo-so uma escrava cioula.de ida-
de 24 annos, saliendo engommir, co/.inliar c
coser bem : quem preten 1er, dirija-sc rua
da Cruz n. 43, segundo andar, que achara
com quem talar
Dissolvemos o engao com o reveren-
do padre Diogo de Jess I"., que foi sobre a
troca de um cordo por um tianselim, cuja
troca era contra o mesmo sennor cima.
Serapbim IrmSo.
Aluga-SO o primeirn an lar do sobrarlo
da travessa de S. Pedro n. 2 : quem pretco-
der, dirija-sc a rua do Collegio 11 23, pri-
meirn andar. Para o ver, as cnaves astil na
loja do mesmo sobrado.
Corpa* .furia.
Aos acadmicos que quizerem comprar :
vende-sa esla imgortante obra por acota
muilo commodo, na rua do tjueimndo, luja
de miudezas de uma porta n. 4J. t
At te 11 cao
Caixas de alctria, macarrlo a lalbanm
com alguma falta, c em perfeiln estado, a
3-3000 cada urna : no armazam do Anucs, de-
IVoute da alfandega.
o
2 Ueor-tem do lllm Sr. director, s"o con- *4*i
"... vi.lnrloa lorias oa Srs. socins.a Cbinp.irererrm ",';
.',_ a rcuniilo .18 rlnmlnso 1!) .lo .1. correntp,
V..' nii ao para riimpnrrm na rpiali la.lc Ar to- .3
;..- (ios rom na suas nliri|*ar;oet, i,"% P'" ler ,r ** IciiT o tc-tumlo secretario, e n
* a co"im''"i'io qu lem ile tratar da reforma ffi'
Vi? 'I"- e-tatuloi. Tm si lo batanle tensitel ij3
.- '. a rtirecr*,lo at roiilinoa.las TalUs ro cornpa- -r*,
S, rer-inienlo dos are. snciot as setsOcs or.Iita- *i?
W ri. I
^J5 Sr-crelaria ra Aociacflo Popular il Soc- 'i
.k corros Molaos, em 11 di julho de IH-">7.O
S primeiro secrelario interino, A. Jos Tlie- ^*
J moteo. @
Vende-se
meias de la de carneiro sem costura, pa-
ra homens e senboras: na rua do Quei-
mado ii- 4!l.
Piecisa-se de dous bous caixetrot
que deem liadoi a' sua conduln, sendo
um para esla pracae outropara urna boa
casa DO malo, da'-se bom ordenado:
quem quizer dirja-se a rua da Praia n.
i.
Alogam-se .lona preLis o homens forro, qaem
os liver alrija-s* a loja de calcado a. 2 A uo beceo
do P.ixe Pulo.
Precian te de uma nina da mea darle para
casa de pnura ftruilia : na roa da Koda n. .32.
C..rn|.ra-se nina escrava de meia nta.le, que
I saiha ao menos cosiuliar i. -.:. c (azer o mala servir
lorie c superior, propria para assoajliar e d.anaeaa, n.lo se olbtodo a preSo : na rua da
outros intentos, v bem vale a itteneio dos i"-1 '<'
Sis. propretaros; esta'arrumada no ar-
mazem do Sr. .lo "| ni ni Lopes deAlmeirla,
junto a' praia, na rua da Cadeia deSanto
Antonio, onde sera' vendida : na sexta-
feira l7docorrente, ao mcio-diacm pon-
to, e pode Ser examinad i pelos compra-
dores, com antecedencia.
>f ;s -- (>#**
NCIA
c
Espera-se uestes dias do Havre um dos
navios dcsta companhia oclipper (Porto lu-
co,, o qual sablea com toda a breviJaJe, por
lar a maior parte do orregametito protuplo,
e para o resto recebe-se a frele : a tratai
com os consignatarios -N. O. Ilieber o C,
na rua da Cruz n. 4.
pura soltiir n e c sados.
Vende Antonio l.uiz re Oliveira Atcvtrlo, no seu
esrriploriu da rua da C'Ql B. I.
.No escriptorio de N. O Bieber na rua da Cruz n. i, ha uma carta vinda do
sul, para o Sr. Manoel Francisco Gonfalvas.
- Vfiid -se mii molequ'i di; 9 annos, c
uma negriuha de 8 annos, muito lindas fi-
guras : a tratar na rua dos Coelbos na Boi-
Vista, sobrado de um andar, com 7 janellos
dn frente, pintado de novo
Pelo prximo vapor ing!z Avon, sa-
ca-se qualquer quanlia, sobre as p-acs do
O Sr. tlifisoureiro das loteras manda Porto e Lisboa, a prazo ou a vista: noes-
fazer publico, que se acJiam a vends, no criptorio de Thomaz de Paria, rua do fra-
pavimento terreo da casa da rua da Au-! pie**" n **
rora n. ->i\, das 9 horas da manhaa a's 8
da noite, biliietes, meios e quartOS, da
terceira parle da primeira lotera do Col-
I legio das orphas, cujas rodas andanio
I dia 18 de julho.
t) metmo Sr. Ihtsoureiro manda derlarar, que
leinl.. de refonn-r o prsenla plano por nutro, em
I tudo igaal a qnarta parta do lio, pede as i c -
I que leeu) eucuuiiuuii.iaJ) billietts para quando etli-
(]hapeos para
senhoras.
No anligo estabeleciment de chapros,
de Joaquim de Oliveira Maia, na praca da
Indeoeudencia, bijas ns. -*1, *26, -28 e 3. ha
para vender por preco assas commodo, avis-
ta da boi quali.la le, chapeos de seda > pa-
Iha para senhora, com n.*iii>-imos enfeile,
e superiores fitas, o o mais moderno que
tem viudo ao mercado.
Chapeos
O mais completo e variado sort *enlode
chapeos de fellro de todas as qualidades,
para homens c meninos, do 3*?0rno a 730 bem como variado sorlimento de ctiapAn.s
do Chili, de manilha, dn Italia, de i-astor de
seda par homens, senhoras c meninos, ven-
dendo de tu Jo por menos do que cu ouira
Sualqucr parte no anligo csl.-ibeiri'iniciit'i
0 J. de O Maia. na praca da Iadepandra
US. *24, -26, *28 C 30
AGENCIA.
Claudino do Reg Lima, despachante pe-
la rc.i.ii 11( H.i da polica, lira pa.ssapurlr. para
dentro e lora do imperio, folha corr la.
todo e qualquer negocio tendentes as repar-
ticoes publicas, com lodo o cuidado. ata-
tela : na rua da Praia, primeiro andar n. 43.
1!()B I.AFKECTEI II.
O nico auloritado por drrn.io s contelhn real,
decreto imperia\.
Os mdicos dos bospilacs recommendam o
arrobe de Lauecteur, como sendo o tnico
aulorisado pelo governo c pela real socieda-
do de medicina. Este medicamento dr-um
gosto agradavel e fcil a tomar em scirrin,
esla em uso na mantilla real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco lem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as al.
feccOes da pello, impingeos, as conscqtifii-
cias das sanias, ulceras c os accidentes H
parto-, da idade critica c da acrimonia he-
reditaria dos humores; contera aos eatai
rbos, a bexiga, as conlraccocs c a fraque/i
dos orgaos, procedida do abuso das iiijr.
cocs ou de sondas. Como aiili-s\philili'0'
o|arroho cura um pouco lempo os Ilusos n-
ceutes ou rebeldes, que volvem incessanlas
era eonsequencia do amorago da copalubc,
da cubeha ou das iiijeci,ocs que represeniem
o viruasem neutralisa-lo. O arroba |laafm
teur he especialmente r......mraendadoCata-.
,ra as doencas intelaradaa ou rebeldes ao
mercurio o ao lodoreto de poiaaaio. Lialaaa.
Vende-se na botica da Barrad ede Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, prar-a de U. Pe-
dro n. 8S, onde acaba de chegal ama gran-
de pon-fin de garrafas grandes a pequeas
viudas rl i o-I a mente de Pars, de casa do dito
Boyveau-Lairecteiir 12,rua hicbelietl i Parla,
Os formularios dao-se gralis em casa do a-
gente Silva, na prai-a de U. Pedro n. hl
. i Porlo, Joaquim Ara.in. : Rabia, Luna a\ Ir-
P|ecisa-sedeaamassadoreselca.i- mV, .,.I.,,a(Jll1..-.,;s...m ; Kiode lanero,
rod ida-lodei 1-2 a 6 ann s: na roa da Sen- R<|chl & Kl,|)0 Mor,ira |0,a it dl...... .
zata Nova, palana de Domingos Jos .la Ca- ( viJU ^^ ^ f&^n je ^^ e|t(.
nnaLages. iRioCrandc, Kra.icisco de Paula Cotilo &
Celim Coelho do Souza Brandao reti-
ra-so para Europa. Compra-as atractivamente bronze, l-
Precisa-so de um pequeo de II a 16 tio e cobre vclho : no deposito da fundirla
annos, que lenha pratica do taberna e que I da Aurora, oa roa do Bram, ogo na entra-
do Oador a sus conduela : em Fra de Por-1 da n. 28, e na mesma funditjao, em santo
las, Li/.: na n. 90. | Amaro.
Rada n.
/iltgodoes da ^a-
ha Miil.tdt'iris.
Anlonio
escirpiorin
.l.io da Ualn.i.
l.uiz (le Oliveira Azeveln vende no teu
na rua di Cint u. I, o venlarleiro aljo-
Camas de ferro
MUTILADO


-
ILEGVEL
-
L_ _.. f


C0ISLT0R10 HOISOPITHICO
Ai
uiauiu ut. rcunAJUBLtU gt.VUlA t-KlKA lo DE JULIJ(JUE18>1

DO
*m SkSiseacha,n seuVreos ma,s credilados medicamonlos, Unto era tintuns como
era globdlos, e preparados cora o maior escrpulo e por precos bastante commodos "
PRECOS FIXOS.
Botica de tubos grandes. .
DiU de 24 1 .
Dita de 36 *
DiU de 48 a >
DiU de 60 i>
Tubos avulsos a......
Frascos de tinturrsdemeia onca.
Manual de medicina homeopathica de Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina ... .
Medicina domestica do Dr. Henry.....
TraUmento do cholera morbus .
Repertorio do Dr. Mello Moraes
10/000
159000
209000
25*000
309000
19000
29000
PBWXUSUOUm > <. w
5 I'EURAS PRECIOSAS. W
Aderemos de brilliantes, $
$5 diamantes e perotas, pul- &
$ reirs, alneles, biincos *
$ a rozelas, boles aunis jj
iJ de difTereolii gustos e de 4
j*j diTeraas pcdrai de valor.
'3S ~ S8
1* Compram, vendim ou g
'^ Iroeam prala. ooro, bri- &
... II.1. 1... J:______a__________ ffi
209000
10/000
2/000
61000
I0RE11U l 0UARTE.
UJt II IIIRIVEg
Ra do Cabuga' n. 7.
Receben, por to-
dos os vap; re sda En
jP"fiTmrintn?ttirfi- m OURO E I'KATA. %
W i
j Aderecos completos de $j
* ooro, meios diloa, pulsei- *'
j*j rae. alfioetes, brincos e *
$ rozelas, cordes, Irancel-
(f lint, medallias, cnrrenles
S enhiles para relogio, e <;
^ oniroii mullos objuelo de S
SJ ouro. j.
P Aparelhas complelus de "'
G
8 @ 0G3&@ Vendem-se as
J ard 111
lliantes.diaminles pero-S -fv^t, ....!. _J^ 1 Apiralhos completos
1 las. e oulras qoaesquer rP* dSOOrHSClO lliaiS i P" P'ha, bandejas.
$ ioiasdc valor a dii.licirn <** ....,! *; salvas, eaili{aes, colheres
I u por obra;: i moderno i-osto, tan- 1 -i "ha,. mvi. |
B *n A~ T? $ ,(" oulro, obJc'-o Je 1
****M^ to de Fraila como |,B.ii.ii......................,J
de Lisboa, as quaes vendem por
pre^o commodo como costumani.
i'recisa-se alugar*um sitio, Ca Ponte
de Ucha at Apipucos, na margen, do Bio
Capibaribe, perto da estrada : na ra Nova
u. 61.
Lotera
DA
provincia.
O abaixo assignado ven-
de biihetes garantidos, pe-
ios precos abaixo notados,
sendo da quantia de cem
mil ris para cima, a di-
nbeiro vista, em seu es-
criptorio, na ra da Ca-
deia do Uecife n. SO, pri-
meiro andar.
Biihetes. 5400
Meios. 2{700
Quartos. IgoO
P. J. Luyme.
--- He chegado a loja de Leconte, aterro
da Boa-Vista n. 70. excellente leitc virginal
derosas brancas, para refrescar a pelie, tirar
pannos, sardas eespinhas, igualmente o a-
fan.ado oleo babosa para limpar e fazer
cresccr os cabellos: assim como DO impe-
rial de yno de Florenca para brotoejas e
aspcridadesda pello,-conserva a frescura e
o avelludado da primavera da vida.
Na fundieao da Aurora precisa-se
de serventes forros ou escravos, para
servico debaixo decoI>erta.
T 'z~so l.odo ""gocio com a melhor lo-
ja do I asseio Publico n. 9, com fazenda ou
sem ella.
Superiores camas de ferro para soltei-
ro e casado, vende Antonio Luiz de Oiiveira
Azevedo, no seu escriptorio na ra da Cruz
n. 1.
AlgodSozinho da Bahia, overdadciro,
vende Antonio Luiz de Oiiveira Azevedo, no
scuescriptorio, ru da Cruzn. 1.
Precisa-se de urna ama para o servico
interno de urna casa de pouca familia: na
prac,a do Corpo Santo n. 17.
LOTERA
DA
provincia.
O abaixo assignado participa ao respeita-
vei publico, que vende os seus felizes bilbe-
tes, meios, e quartos, pelos precos abaixo
mencionados, sendo da quantia de 1009 res
para cima, a dinbeiro a vista ; na ra da Ca-
dea do Recie a. 45, esquina da Madre de
Ucos :
Biihetes 59400 recebe 5:000
Meios 29700 2:5005
Quartos 1350 o 1:2509
Por Salustiano do Aquino Ferreira,
Jos F'orluualo dos Santos Porto.
--- Protesla-se contra) quem tiver era seu
podar a cscrava mulata, ae nome Itosa, de
2o anuos, pouco mais ou menos, c>r alva-
centa, do boa estatura, tem duas cicatrizas
bem viziveis no queixo do lado esquerdo,
testa estrella, cabellos carapinhos e meio
avermelhados; a qual mulata desapparcecu
desta c-idade na noite de 2 do correnle mez
dejullio.
Prccisa-so de urna ama que no lenha
lillio, sabondo cozmhar, engommar, e fazer
o mais serrico do casa deum hornera casado
sera nlhos : no paleo do Paraizo, no segun-
do andar do sobrado que volla para a ra da
Boda.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
iiiora-niciimo, e ah tem preparado urna
casa de saude com todos os commodos para
o tralamcnto de escravos, cujos senhores
residam fra da praca, ou 'que uSo os pos-
sam curar em suas proprias casas : quem
para isto quizer-se utilisar de seus servicos
mdicos, que serao desempenhados com o
maior zelo, dinja-se ao pateo do Carmo n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Proco2^00 diariosexceptu-
ando conferencias, sanguesugas o opera-
?es.
Sftio-Formoso.l
g^ O Dr. JoSo Honorio Bezerra de Mene- 9
*a zes, medico pela Faculdade da Bahia, lera f
r-< filado sua residencia na cidade du Kio-For- -&:
,. moso, e de ooro efferece seus servijos a lo- 9
^ das ai pewoas que o bonrarem com sus con- fip
Precisa-se de caixeiros, Da ra da Ca-
deia do Recife n. 50, primeiro andar,
prestando urna lianca de 200000, ven-
cendo o ordenado de 200.$ a SOOf, que
lie para vender biihetes da lotera da
provincia.
SEGURO CONTRA FOSO.
Companhia Alliance.
siabelacida cm Londres, em marco da 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tem a fconra da in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
a quem mais convier que eslao plenamente au-
torisados pela dita companhia para effecluar segu-
ros sobre aditicios de ti jlo e pedra, cobertos da
tlha e igualmenu sobre os objeelos quecontiverem
os mesmos edificios quer consista em mobilit ou
fazandas de qualquer qualidade.
^ Joao da Silva Hamos, medico pela uni- gu,
*versidade de Coimbra, mudoo sua residen- 5^
cia da roa do Cabug para a ra Nova n. %
^ 69, secundo andar, sobrado do Sr. Dr. Net- g
^ lo, e all contina a receber, das H as 10
? horas da manhaa, e das 3 f ."> da larde, as
petsoas que o queiram consultar. r;
JOHN GATIS,
corretor geral
E AGENTE DE LE1I.OES COMMEKUAES,
n. 20, ra do Torres,
PKIMEIRO ANDAR,
,'prata do Corpo Santo
KECIFE.
DENTISTA PR1HCEZ. |
Paulo Uaignoui deolisla, ra Nova n. 11 ^v
naiesma casa lemagua e pos denliifice
m
Tasso Irm os.
Avisara aos seus freguezes, que s ultimas
tarinhas de trigo Richmond chegadas ao mer-
cado, s5o vendidas cm seus armazens. pelos
seguinUs precos :
Galega 259000 por barrica.
liaxall 245OOO idem.
O Dance 23*000 idem.
Colombia 229000 idem.
Alera destas lera farinhas novas de Tries-
te das marcas SSSF. Fontana c primeira
qualidade ; assim como completo sortimen-
to das melhores marcas de Phiiadelphia, No-
va Orleanse Ballimore.
c
o
o
J o.
o re
3S
5 8
.=>
?
a

O
@
No anligoe bem conheci.io jardn, silo
V no correr da r.| de Nafsa Senhura da So- @
-: ledade, caa n. 7, vende-se uro grande sor- ','.'
w limenlo de p das rnaii lindas e formosas ',:
r' roseiras. que lia 11,1 provincia.e inuilas e di- .\''
-a *"* qulidads, (odas em vegelacao, e ?Z
^ oulras mullas Oores de spurado cosi, que W
'... su com a vista se poder apreciar. fe
lotera da
provincia.
5a parte da Ia lotera do
1*090 da Panella.
O abaixo assignauo ven-
deu as seguitites sortea, da
lotcria cima :
524 500jj2 meios.
5G5 200$2 ditos.
5158 m 100$- quartos.
079 loO$ bl/iete.
2227 100$2 meios.
945 50$2 ditos.
*. J. JLayine.
Amia n3o appareceuo ercravo, fgi-
do do engeuho Mariuna em Goiaona, no lia
22 de junno, ja anuunciado em urna das o-
Ihas Dianas dessa cidade, o Dispertador
Gommercial do Norte, e recommendado a
polica : he de nacao africana, (viudo po-
rem no lempo em que a exporUco nao era
prohibida), de nome Luiz, com 30 anuos de
idade pouco maisou menos, bem preto, al-
tura media, corpo e rosto regular, um pou-
co curvo, mamila de olhar por baixo falta
do denles na frente, cabellos bem carapi-
nhos, pernas e pes tambara regurar, urna
marca do ferida ja antiga em um calcanhar
e sem barba, levou um chapeo de maesa
vcrmellia ja usado, camisa e caiga de risca-
do, jaquela prota, mais urna camisa e serou-
la Je ilaod'iii7iiih.. ~ ""r--"'" ""- "uno Amonio uns objectos que parecem
madapo fo lev se noticiaffft I0"1 de Yt ^ at' algum dlnl,e,ro e''' P"l e se"
0^t^li2t?^i^^ffe,np,8e^, aUla' uo'>"' nado por tres soldados
ttS2SXte1^iaSL tSSStl >"'^._, segundo coramunicou
SSriS!n!S!!ffS^^'aV^ 'pecuvo Sr. comraatidante : quera for
de Goiaunf p?a o Rec?fe ZTn pi,rt,cular seu duo compareca na mesma subdelegacia
levar ao dito engenho Mariuna era Goiauua
lera 50/ rs. de gratilicaQ3o : tem-se certeza
de mardar para essa cidade e seus arrabal-
il7-sZlTo Tava'^Tl^, d0 m de rUa CStrCU d ll0sario "o bous
--- Aleam^e, f "S qUe,J0,i d0 SerW>. dlt' 'ondriuos, ditos do
res da casa do iargo da Assembla n. 12:
quem quizerou preieojer, dirija-se ao pri-
meiro andar da mesma para traur.
Precisa-se de um criado : na ra do
Hospicio n. 9.
"""".oquauuaues, passas, ugos, ameixas,
as pessoas que tiverem empenhado latas coin peras, pecegos, ginja, damascos,
qualquer objecto n. m3o do fallecido Anto- ass"" como a boa pitada uo vurdadeiro si-
uio leixeira Peixoto, queiram apparecer na *
s
s
o
03
ra doOueimado u. 44
d 7 DesaPPareceu no dia 5 do corrente, de
Beberibe.umquaruo casUnho. calcado de
aous pes e urna raao. aberlo na frente, tem
asmaos um Unto tortas; a pessoa que o
aciiar, ou souber parte onde elle eslea, diri-
sada.
ran7rISavUa.,da,Concorda n-26- deseja-se
rallar ao8r. Paulino da Silva Miudello, alim
elle promover a cooranga de um val de
Uica pessoa que s o inesino Sr. Miudello
con sua influencia po lera cobrar, cujo val
ja estevo cm poder uc urna pessoa para co-
Drar, mas por muito condescendente nada
couseguio ; todo negocio se faz com o Sr.
Vindeliu com Unlo que olio uao perca nada
com o tal vcluaco.
PEDIDO.
Pede-so a quem acliou, desde a ra da
Conceicao ate ao porto das canoas, pelo caes
novo, ua pequeuo livro capiado do encar-
nado, o especial obsequio de o entregar na
ra da Apollo n. 1 a. quo sendo pessoa pre-
cisada se gratificara.
Lotera
DA
Provincia.
O abaixo assignado vendeu os seeuinles
premios
1 bilhete Numero 3303 1:500
1 quarto 1073 200o
1 dito e J077 1009
1 dito 30 1 \esr lem exP>slo venda os seu fe-
lizes biihetes, meios e quartos da terceira
parte da primeira lotera de N. S. da Saude
do Poco da Panella, os auaes n3o estSo su-
jeilos ao descomo dos oito por cont da lei.
Por Salustiano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto
Deram na ra da Santa Cruz n. 44,
urna trouxa de roupa com um rol dentro ; o
canoeiro que a deu a preta n3o sabe quem
ho o dono : quem se adiar com direito a
dita roupa, compareca na mesma casa, que
dando os signaes certos, Ihe sera entregue
SYSTEMA MEDICO DE 110LLOWAY
O l)r. Francisco de Paula Baptista,
tein aberto cscriptorio para advogar, no
primeiro andar da. casa da ra dai Triii-
clieiras n. 19, por cima do cari, .rio do cs-
ci-vao Baptitta, antigamcotedo tallecido
Reg; 0.1I11, las > horas do dia em (liante.
estu'proinpto a ourira lodos, e a receber
as c.msas de todos que quizerem procral-
os seus serviros de advogado.
--- Aluga-se o sitio a estrada doSan-
u Mina, junto do sitio du -r. .\|,-. Calmont
a C com os seguinUa comm Jos, acabado
h pouco lempo : 3 salas. 10 qu,rtos. coz.-
Dha fora, coeheira pira 3 carros, estribaria
para 8 cavallos. SOnz.la para \6 ^cr^os
quarto para felor, boa cacimba, planudo
osarjoredoa todos da novo, boas ho.uiices
cjardim: quera pretender, dirija-se ra
\'-lhan. ai, cas,, de Manuel du .\ascimeiilo
Silva asios.
Na ra 1I0 Faguodes, loja u. 27, la-
ra-^eeengomma-secom perfeicao, epre-
cocounuodo.
l'ILLLAS HOLLOWAY.
Lsteinestimavel especilico, composto in-
teiramculedclierva medicinats, nao con-
ten mercurio, ncmalguma outra substancia
delecleita. Benigno a mais tenra infancia.
e a cumpleicao mais delicada, he igualmen-
te prorapto e seguro para desarreigar o mal
na compleicao mais robusta ; he inleira-
mente iinpcente em suas operagoes eell'ei-
tos ; pois busca c reinove as doencas de
qualquer especie e rao, por mais antigs c
tenazes quo sejatn.
Entre 1n1ll1a.es de pessoas curadas cora
este remedio, muilas que ja eslavam as por-
tas da morte, preservando em seu uso con-
seguira.r. recobrar a saude e torcas, depois
de.liaver tentado intilmente todos os ou-
tros remedios.
As mais alllictas nao devem enlregar-se a
desesperacao; lacam um competente ensato
dosellicazesellelos desta asson.brosa medi-
cina, e prestes recuperarao o benecio da
clllCa
(Wo se perca tempo em tomar esto reme-
dio.para qualquer das seguintes enfermida-
ii's :
Accidentes epilpticos Fcbrcs intermlUentes
_
Frederieo
LElICkE, PROFEKSOR DE PIA,0.
Tem a honra le participar ao respcitavel
publico desta cidade, que se ada prorapto a
ensillar profundamente de piano e canto
com perreicfio. Acha-se estabelecido na ra
va n 27, no eslabeleciment de pianos
ao sr. Joao Pedro Vogeley, onde pode ser
procurado todos os das de manhSa ate as
10 horas.
A Sra. doSr. ThoiiiazGollend, subdita
Dritannica, retira-so para fra do imperio.
( abaixo assignado declara pelo pre-
sente ao respcitavel publico, que da data
ueste dcixou de vender bebidas espirituosas
de prodoegao brasilcira, cm sua taberna sita
Di ra de S. Miguel n. 74, isto por ralo p,>-
der lazer convenco alguma cora o arrema-
tante. Afogados 13 de julho de 1857.
Urbauo da Cruz e Mello.
Precisa-se de olliciaes de charuteiro :
na ra Imperial, taberna n. 41.
Precisa-se de dous amassadores : na
padaria do Forte do Maltos.
Traspassa-se o arraazem da ra da
t.ruz 11. 50, com armacao : a tratar com Se-
rapinm de .-.cna Jorge, na pra?a da Indepen-
dencia n. 4.
Precisa-se de um caixeiro para loja de
razendas, ooutro para molhado: na ra da
i.i 1. u :ij, primeiro andar
Aluga-se o arraazem da casa da ra
";' f.uia o (H na ra da Cruz 11. 35, pri-
m 110 andar.
publico.
O abaixo assignado faz sciente ao respei-
lavcl publico e aos seus fregoozes, que aca-
ba du minilar dous importantes estabeleci-
mentos de razendas, na rea do Crespo na.
f0el4,ondeencontr*rao um vanado e lin-
do soriinicnio de razendas de todas as qua-
lidades, as quaus vende por preco muito
coinmolo; sendo gerente do esUbeleci-
menton. 10 o Sr. Marcelino fJernimo de
*e?edo. 1. (;. Malveira.
Mmocl Joftquim Sevc & Filhosdeca- .,
trl?vC|UCi0Sr-Jos,: (;ilt;tH"') Marlins Marques 1 loja de todos os boticarios druauisUa ',
tZnZi* SUr SCU Ci""" d6Sde d,a l J0 J ". cocarrSars'deT."nTeffl
'toda a America do Sul,llavana e llespanha.
Al percas
Aiupolas.
Areias (mal de;.
Aslluna.
Clicas.
Convulsoes.
Dehilidado ou e\le-
nuacao
Debilidade ou falla de
loicas para qual-
quer cousa.
uesinteria.
Dorde garganta.
-- de barriga.
-- nos rin.
Dureza no venlre.
Knfcrmidades 110 ven-
tre
Eufermidades no Gga-
do.
Ditas venreas.
Enzaqueca.
Herysipela.
Febres biliosas.
Febrelo da especie.
Colla.
Hemorrhoidas.
i> dropisia.
Ictericia.
IndigeslOes.
InflaramacOes.
Irregularidades da
meiistruaciiu
I.0111Ingas de loda es-
pecie.
Mal do pedia.
Manchas 11,. culis.
bslruccSo do venlre.
i'htisica ou consump-
cao pulmonar.
Ilelencao do ouiina.
Ubeunialistno.
Syraptomas secunda-
rios.
'Tumoics.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal.)
boceliohas aSOOrs. Cada
nina dallas conten urna nstrucedo em por-
tuguez para explicar o modo de se usar des-
las plalas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
pharmaceulico, na ra da Cruz n. >>, em
Pernambuco.
S, Jos d'Agona
A mesa regedora da irmandade de San-
lose da Agouia, erecta no convento de i*.ossa
Senliora do Carmo, convida a seus irm&os
para comparecer no da 16 do corrente, pe-
las 10 horas, no seu consistorio, alici de as-
sistir a lesta de Nossa Senhora do ;arrao, e
a tarde para acompanhar a prociss3o, que
tem de percorrer algumas ras, para a qual
foraos couvidados pelo Kvd, provincial ; a
mesa espera, que seus irmaos comparecam
para mais brilhautismo do acto.Antonio
Joaquim de Almeida Cruz, secretario da ir-
mandade.
lira hornera de maior idade, muito so-
cegado, precisa de um commodo em una
casa particular, na qual lenha um quarto.
ou sala independeule, e que se encarreguein
00 lhe dar alinoeo e jamar : a quem isto
Ihe convier, dolxe caria noescriplorio desle
Diario, com as iniciaes A. C. L., ou annuu-
cie por este mesmo Diario para ser procu-
rado.
A pessoa que perdeu tres documentos
na praca da Independencia, acerca de na-
vios, queia dirigir-se a livraria ns. o c 8,
quo se ih'os entregara.
O general Jos Joaquim Coelbo, leudo
ne.si.es das de seguir pasa a l-.uropa, sent
prolundamente nSo poder despedir-se de to-
das as pessoas de suaamizade, em conse-
cuencia de Ih'o n5o permiltir o seu estado
de saude : uesta impossibilidade soccorre-
se do vehculo da impreusa para preencher
esse dever, e ao mesura lempo assegurar-
lnes a couiinuaco de sua estima. OHerecen-
do-lhes o seu preslirao onde se achar, se
dra por rauilo satisfeito se o oceuparem de
qualquer objeclo que lhos possa servir de
utiliaade
ijuem for dono de 2 paos de cedro que
existera no estaleiro do Sr. Jacinlho, juuto
ao trapiche do algodSo, querendo vende-tos,
lalle na ra do Codorniz u. 5.
Precisa-se de 2 trabalhadores para a-
uara : noalerroda Boa-Vistan. 41.
Acha-se na subdelegada da lreguezia
de Sant0 Antonio uns objectos que parecera
Vende-se urna carrosa muito maneira :
11a rus da Concordia n. 6
No aterro da loa-Vista n. 80, vendom-
se boas cbouricas de Lisboa, ulliniamcnte
llegadas, a 500 is. a libra, aletria, macar-
r3o, pevide e estrellinha, ludo para sopa a
320, quaijos de prato a 400 rs. a libra iutei-
ros, e em libras a 480,superior cha p'elo de
nia.-sinhos'de 1|2 libra, de 3 era libra e de
l|4 a 1?600 a libra, castanhas piladas de Lis-
boa a 80 rs a libra
."''-.'^'.** '*.-' '-..-.!. ".*> ,--r>.rrw .-n^n
WtV \J.:~.\.:\,:-..;:.:-.,:
m "*^' -v m m k

,12^500 a
pe^a
Maiapuln larga com um ppquenn (oque f&
de avaria, pelo barato preco de 29500 a pe- JT
rn : na raa do Queimado 11. 1>J, luja de &*
.S'snlus Coellio.
l*r \o \S* 'if\^ uSi
TOO@G@!S5
respectivo br. cominaiidante : quem for
iu dou^
>m as
trege.
No deposito das bichas,
muito frescos, doce de goiaba muito lino,
latas de blscoilos linos de todas as qualida-
des, presuntos para ambre.dilos de Lamego
para pauells, paios e lingoi^as, charutos de
todas as qualidades, passas, figos, araeixas
Relogios.
Os melhores relogios do ouro, patento in-
glez, vendem-se por precos razoiveis, n(
escriptono do agente Oiiveira, ra da Ca-
deia do itecife u. 62, primeiro andar.
CAAS DE FERRO
Escolenles camas de ferro para soltoiros :
vendem-se no escriplorio do agento Oiivei-
ra, ra da Cadeia do Recife n. 62, primeiro
andar.
Grande pechin-
cha.
Ricos coi tes de laa cora 15 covados.
Veiidem-se corles de lila para vestidos, 1 mais
rnodernosj por seren cui lislras asselinadss imitan-
do a cnamalole, IMim como de pinlinlia, pelo l.ara-
"-"'"" PCo de 5.-MHK cada um corte: na ruado
IJuennado n. 1!), loja le Sanios Coelho.
Kxcellentes capas e palitos de borracha.
^ c-ndom-se capas e palitos de borracha,
cliegados ltimamente, e que seestSoven-
dendo por meude do preco que outro qual-
quer possa vender : na loja de 4 portas da
ruadoQueimado n. 10.
Vende-se na ra da Concordia n. 26,
um casal de araras, dous papagaios e duas
cabras paridas, de boa raca.
Vende-se una pequena casa terrea na
cidade de Ulinda, ua ra do Cabral : miera
a pretender, dirija-se ao sobrado n. 5, na
ra de S. liento da mesma cidade, que acha-
ra com quem tratar.
SALITHE KEFINADO.
No escriplorio de Jos Antonio Moreira
Das & C, na ra das Larangeiras n. 18,
vende-se salitre de superior qualidade, por
menos do que em outra qualquer parte, e
chumbo de niunicSo de todas as grossuras.
--- No rmaz-111 da ra da Moeda n. 23, do
cobertos e descobertos, pequeos e grandes
de ouro patente inglez, para bomem e se-
nliora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ullirao paquete in-
glez : era casa de Southall Mellor & C' ra
op Torres n. 38. '
Vende-se
uo armazcm de Jos .Joa-
quim Das Fernaudes &
Filbos, travessa da Ma-
dre de Oeos*
Vinho era caixas de urna c duas duzias
engarrafado era 1834).
Dito em barrisde 5/
Dito em birris de 8.-
Licor francez em caixas de urna duzia, c
ludo por precos razoaveis.
Vende-se um cavallo quo anda baixo
e meio, de cor rodada, rauito novo, por ba-
rato preco : quem o quizer comprar, annun-
cie a sua morada, ou dirija-se a ra do Ouei-
mado n. 20.
Vende-se superior linhas de algodSo
"raneas, e de cores, em novello, para costu
Vende-se um escravo mogo, e de boa
conducta, que entende muilo de padeiro :
na ra de Hurtas n. 1.
ME-
monte da Lachoeira, para os velhos de bom
gosto que a sabem apreciar, tudo isto se
vende por menos do que em outra quaiquer
parte. M H
-- Perdeu-se urna flor de brilhantes, da
ra do Livramenlo at o Iheatro : quera a
_ adiar e quizer restituir, dirija-se a ra do
ja-soa ra \elhan. lt'j, que sera recompon- Llvrame"t0 *. que ser bem rccoinpensa-
K do. Assim como se pede aos senhores ouri-
vesaquein for offereci la para vender, para
desmanchar, fazercm o favor de paiticipar
na mesma ra do Livramenlo n. 4.
Atteac&Oi
A abaixo assignada roga a todos os deve-
dores do seu fallecido marido Jo3o Gongal-
ves Evangelista, que venham pagar os sous
dbitos ale q lim do corrente mez, e os que
assim nao o lizerem ser3o chamados a juizo.
Kecife 13 de julho de 1857.
Idalina Mara dos Santos.
O abaixo assignado temi comprado
aos administradores da massa fallida do
Imado Raphael Flix Jos Garca, todo o
activo da mesma massa, avisa aos devedo-
res daquelle inado, <|uc s paguem seus
debito) ao abaixo assignado, 011 a' pessoa
competentementeautorisada ; roga.pois,
o abaixo aos referidos devedores, que se
entendimcom oannunciante, na sua io-
ja da ra doQueimadon. 10. Uecife 13
de julho de 1857.Manoel Jos Leite.
Prccisa-sc de urna ama : na ra de
Santa Thereza n. 5.
Compra-se um escravo que seja fiel :
na antiga botica de Moreira & Fragoso, ra
do Cabuga n 11.
--- Compra-se urna ,casa ierres nos bair-
ros da boa-Vista, Santo Antonio ou S. Jos,
que n3o exceda do preco de 1:000/ ou 1:200a
rs. : quem tiver anuuucie para ser procu-
rado.
... Compra-se effoctivamenle na ruadas
Mores ri. 37, primeiro indar, apolices da di-
vida publica e provincial, accocs das compa-
ndias, e da-se dinbeiro a juros, em grandes
e pequeas quantias, sobre peuhores.
gftj r<3#
- Vende-se una rica mobilia de jaca-
randa com lampos de pedra : na ra do
Caldcirciro casa terrea n. 88.
"I" ^n^e"se ur anifos de idade, escolenle figura e ptimo
cozuihciro : na ra do Hospicio 11 15.
Lera de carnauba e sebo
c tiado.
Vende-se no?rmazem de D. I!. And c C,
ra da Cuz 11. 15, assim como velas de car-
nauba do Aracaty de supenor qualidade, e
:;- -----------'j uwaupciiui quaiiuauc, e '"t u pono, armazci
lio de algodHo da liahia, tudo por commodo Msucarn.30, chegada de Lisboa no br
Vciidein-,; estas pillas n0 estabeecimeo-
to geral de Londres n; 244. Strand,. e na
preco
Cal virgen 1 e potassa.
Cal de Lisboa chegada uestes dias, e po-
tassa superior : na ra do Trapiche ns. 9 o
H, aimazeiu.
Feija .
\oudeni-se saceos con. feijSo rccciitemcn-
te cuegado, por prego razoavel : no arraa-
zemdoSr.,'LuizAnnes, defrooto da alian-
Ao barat i
Nos qualro calilos da ra do Queimado n.
18 A, esquina que volta para o Rosario, ven-
dem-se superiores chapeos brancos de cs-
tor a 9C000 colleles de fustao loitos a 19800,
palitos de alpaca preta e de cores a 4-3, case-
miras prelas bordadas muito linas a 65, cas-
sas de cores a lo o covado, r.scado francez
lino a 200 rs., e outras mullas lazendas, por
precos commodos. '
F'v> e ali>tiao.
.Na ra do Collegio, loja: n. 13, vende-se
urna porcao do i.eihor liujque|se fabrica na
Babia, edalli chegado ltimamente.
Vendcni se na ra Direita n. 'J, velas
lecanutaba de 6,8,10 e 13 em libra, pelo
barato preco de 12-rOOO a arroba, c muilo
bem fabricadas ; visU faz te
_ *"" Veude-se ui sobrado ie un indar 11.
77, na ra Velha da Boa-VisU : a pessoa iiue
o quizer compra drija-xe ao pateo do (.ar-
mo, tai.on.a da esquina do beceo do Sira,;a-
ici, que ah acnara com quem tratar.
PSIO
Vei.dc-sc um pistan : ,11 ra Dircita n. 16,
loja ce tamancos.era bom estado e muilo era
con la*
13orzi g'uins.
No aterio da Boa-VisU, loja n. n. 14, de-
rronte da boneca, vendda,-se borzeguins!
com sallo, e o couro do lustre mais sobido
.los que eslao mais em uso, tanto para sp-
111101a como para meninas, por preco com-
modo, a dinbeiro a vista e a tioco de sedu-
las velhas.
os supra mencionados chapeo* deste afa-
mado fabricante, e vende-se na loja de
* potlas, da ra da Cadeia do Recito 1.
V8, de Narciso Mana Carneiro.
Venda de
pianos.
Vendem-se muitos lindos e excedentes
pianos, chegado* ltimamente de Ilam-
burgo, ecom lindos retratos no frontes-
picio : na ra da Cruz n. 55, casa de J.
Keller & C.
Pianos,
Em casadeRabeSchmeltaucvCompaiihias
--- -- ........u.uii.a,m ra da Cadeia 11. 37, veudem-so elegante
arer^Sr^r SZZ?~~ B=5i!L*-* *! ^>%
lilre relinado do superior qnalldade.
Vendera-se rauito boasespiugardas de
dous camos, Ierro de todas as grossuras,
tanlo quadrado como redondo, salitre reh-
ilado ue superior qualidade, e um completo
sortimento de ferrageus, iniudezas e perfu-
maras : na loja de Jos Antonio Moreira
Dias C, na ra Nova n. 35. Ma mesma
loja se bolam ouvidos em espingadas por
menos do aue em outra qualquer parle.
Cobertores
PAR esclavos.
Na loja 11. 13 da ra do Crespo ha para
vender urna porcHo do cohei tores escuros a
640 rs ditos de algodao brancos a 800 rs.
Milito em cjce< s.
Vendem-se saccas cora Superior milho, por
menos proco do qoe em outra qualquer par-
to : a tratar na loja n. 26 da ra da Cadeia
do Uecife, esquina do becco Largo.
- Vendem-se coqueiros pequeos, pro-
prios para se plantar : na ra das Trinchci-
ras 11. 29.
Veirlem-sc ps de sapolis chamados
sapotas, em caixoes proprios para embar-
q ue : na ra do Cotovello, olaria do Sr. Mar-
celino Jos Lopes. '
Milho.
Na ra da Cadeia do Recife 11.12, vendem-
se saceos cora milho de superior qualidade,
por pre^o razoavel.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se cera de carnauba do muilo boa
qualidade, recentemeute chegada : na ra
da Cadeia, loja 11. 50, defronte da ra da Ma-
dre de Dos.
Vende-se farelo de Lisboa, chegado
ltimamente pelo brigueconstante: na rus
do Vigario n. 19, primeiro andar.
randas >rad>-s.
Um lindo e variado sortimento de model-
los para varandas e gradaras, de gosto roo-
dernissimo' na fundi^Soda Aurora em San-
to Amaro.e no deposito da mesma, na rna do
Brum.
Na,rua da Moeda n. 2, defronlc do tra-
piche do 1 unha, ha para vender pipas novas
e usadas, meias pipas, barris novos e usados,
arcos de pao para pipas, vimes, arcos de fer-
ro em foixes, ferramenlas paia tanoeiros,
cal em pedra de Lisboa, tudo por precos
commodos ; assim como barris com azeite
do carrapato.
Na nova ioja da ra do Collegio n. 9,
vendem-se ricos chales de lonquim muito
tiuos a 259000, ditos de allinin do ultimo
gosloaU?, ditos de merino com duas pal-
mas a 139, ditos lisos a C?, ditos de laa e seda
a 45 ditos do tarlatana a to, cortes decalcas
d nioia casemira a 23, ditos a 1#, ditos a
8005, grvalas de seda prelas e de cores a
13, chapeos de sol de panno a 23500, capas
de panno a 71, chita Iranccza lina a 320,
inu.-siilina a 320 o covado, e oulras muilas
azendas baratas.
Cal nova.
Vende-se na ra de Apollo, armazom de
NAFUNDIQAO DE FERRO DO ENGK-
NHEIKO DAVID W.ROWMAN >A
RUA DO BRUM, PASSANDO O IIA-
FARIZ.
hasempreunmrandesoriimenlodosseBpiiif, K
jacios drinechaoismosproprios paraeD^eolio|a-v,
,':|rm"e",la" me.as rooendas. da mai, moderna'
sntr, r? .''i"*! """ "",'1,',0 b,"ldo' "
uperior qualidade e di lodososlama.,1,,,.,; rr^las
C 5r ."" ". a,Uro"s' de ,od" |To|H,r-
liro aStSI bKC" d,ro"" reK...ro,'delbo-
NA MESMA FNDICA'O
se iieeulam odas as encon.n.eudas con. a----------
Agencia
da Iiiikicao Low-Alor,
ra da Senzala Mova
11. 42.
Nestc eslabelecimcnto continu'a a havnr
um completo sortimento de moendas c nin,
"\oendas para engeuho. machinas de vapor
Uixas de ferro batido e coado de lodosos
Unannos para dito.
Moinhos de vento
com bombas deropmxopira reg.rhr %,b
xa 4e.ean,m : na lundicao di O. W. Bom,.
narna doBrum ns. 6 8el0.
Acabam de chegar pelo ultimo paquete, i7^"*!'U?m *nlhm Q PrS
Fer^ralez P"* "** Ul",,
Pile da Suecia.
Alcatro de carvao,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodolizopara saecas.
Bitointrantado igual 10 di Kihii
E um coaipleto sortimenio di fizindupioprto
pan csu mercido tudo por proco eommudo.
NA KUA DO CRESPO N. 13,
continua bavor um lindo sortimcnlo de pi-
lilos de panno Uno, palitos de casemiras cla-
ras com golas de velludo, cipas de borrarha
com mangas, sapatos de borracha pin ho-
rnera e senhora, saceos muilo lindos de ta-
petes para lacen, por preces bintissiiiio*.
ra, em casa de Southall Mellor & C, r'ido moenaas pa'rVJug'enho^mic'IIm^^^
CHAPEOS A TAIBEHIIif
Do af.tii.uuo fabrican
(
iiiieau de Caris.
Hambarso.
Vinho do Porto
.superior cbamleo.
Vende-so nicamente em casa de barroca
S Castro, na ra da Cadeia do Kecife u. 4.
Sel lins e relegios.
SELUNS e RELOGIOS de patele
ln^lel : a venda no armaztm de
Koslron Kooker C\ Compsnhia, es-
quina do larijo do Corpo Santo nu-
mero 48.
Deposito
de rapprinceza da fabri-
ca do E. Gasse, no Rio
de .Janeiro.
Vende-so a preco commodo rap fiuo,
grossoe 111010 grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
ra da Cruz 11. 49.
?god&ozinh >\n Bahia
parasaccoetoe assucar vendo-se om casa
de N. O. Bieber & Companhia, ra da Cruz
n. 4.
N. O. Bieber Cruz n. 4, venrlem :
I amas da Itussia.
Idem inglezas.
BrinzSo,
Brins da Itussia.
Vinho de Madeira.
AlgodSo para saceos de assucar
CARVAO PATERTE INGLEZ
para fogao de cozinha, e vende-se em casa
de I'oirier, eo aterro da Boa-Vista n. 55.
Vende-so azeite de coco a 3^200 a ca-
ada, superiores queijos os miis novos do
mercado a 19440, cha hysson do Rio de Ja-
neiro de priraeiri qualidade a 19600, caixi-
nhas de urna libra : na ra ireila n. 8.
Constante
/viivas de Joiivn.
ConsUntemenlfl acharo na loja do Le-
conte, aterro da Boa-Vista n. 7, as verdadei-
ras tovas do Jouvin, de todas as cores,
igualmente ricos pontea de tartaruga da ul-
tima moda.
O
o
reguica
QUE ESTA YENDENDO BA-
RAT1SS1I0
Na toja do l'reguiQa, na ra do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, conti-
nu'a a vender-so muilas e diversas lazendas,
por precos baratissimos, entre ellas cam-
bra ias francezas, pidres novos e cores fi-
xas, pelo baralissimo preco de 480 rs. a va-
ra, dilas ile cordao muilo linas a 500 rs. a
vara, cassas francezas muito inas e de pa-
dros os mais modernos que ha no mercado
a 640 a vara, chitas francezas de liudissimos
padrees a 280 e 300 rs. o covado, mussulma
branca a mais lina que he possivel a 440 o
covado, diu de cor a 340, cortes de casemi-
ra de <*>r de lindissimos padrOes e superior
qualidade a 6/cada um, corles de brun de
puro linho de luidos nadies a 23400 cada
um, ditos de ditos a 29, ditos de algodSos
I$360, ditos de culim de lindos padres c
minio oucoi ranos a 15600 cada um, lencos
d> cantor; la para m3oa 130, ditos mais linos
a -2-2U. pecas do breUobl de rolo Uo IO varas
.. .1^ n., 4.. CM.. He muito ba-
rato.
Velas de espermacete a 120 rs. cada urna,
e era caixss de 25 libras a 163, c em lotes de
5caixasal53; dove-se preferir urna vela
de espermacete a de carnauba, visto que a
diflerenca do 40 rs., tendo-se boa luz e lim-
pe/a, he nada. No deposito da rus de S.
Francisco n. 6, por ler grande quanlidade
desle genero, he que vende por este proco.
Cobre em moeda.
Vende-se consUntemente na praca da In-
dependencia 11. 4, a um e meio por cento.
Vende-se a verdadejra eraxa ingle-
Z8 n. !)7, dos aamados abricantesDay
61 Martin, cm barricas de 15 duzias de
poles : emeasa de James Crabtrec & C,
ra da Cruz n. 42.
SECRETARIAS.
As melhores que ate hoje tem apparecido
a este mercado : vendem-sc no escriplorio
do agente Oiiveira, ra da Cadeia do Uecife
n. 62, primeiro andar.
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
ga;!a, assim como potassa da Kussia verda-
dera : na praca do Corpo Santo n. 11.
COM PEOIEXO TOLE DE AVARIA
A DIMIEIUO
Pecas de raadapolSo lino, ditas de algo-
daozmho liso rauito eucorpado, dilas de di-
to naneado e largo : vende-se na ra do
Crespo, loja da esquina que volta para a ra
da cadeia.
relogios de pa-
RELOGIOS
Ra da Cadeia do Recife n. 18.
Ha um sortimento do RKLOCIOS de toda
as qualidades. Unto de OCHO como de Pua-
TA, ditos FOLIADOS e DOIRADOS, assim ro-
mo para seuhora, todos garantidos e por
precos commodos. '
AVISO
aos ferreiros.
F. POIRIEK.Aterro da Boa-Vista 11. 55
Tem para vender, a vontade do com-
prador :
, CARVAO DE PEDRA
de primeira <|ualidade, por preco com-
modo.
MoendaH superiores
Na fundicSo de C. Stsrr & Corapanbu, m
Santo Amaro, acham-se para veuder moen-
das de canna todas de ferro, de um modello e
cons-uccSo rauito superiores
Vende-se urna taberna ca Sulcdade, ra
da Ksperanca, ao pe do a^ougue, bem sor-
lida. o rauito bom lugar para retalho, ven-
de-se mai.v em conU por sor lomada por di-
vida ; a tratar na Soiedade, Ubcrna ao lado
da igreja.
Velas de esper-
macete.
Vendem-se caixas com 25 tifan de ve-
las de (i em libra, a' preco commodo. cm
casa de Isaac Curio i C, ra da Cruz
D. 49.
XAROPE
DO
BOSQUE
Foi Iriniferidoodepoiiiodtsle uropo pini b.
lica dejse d.Cru.Siolos, i.iroa NV, n. JJ*
garrafa, 0*500, meias.l000, sendo f.lsc L
aquelle que nSofor Tendido neste deposilo.rwo
qoesefaz opresent.-aviso.
IMPORTANTE PARA 0P11LIC0.
Pin curada phlysicaem lodnfosseusditlerru
lesgreos, querniotividi por conspicoei, lana
aslhma.pleariz.escarros desanpue, drJeros-
ladose peito, palpilarono coraran.eoquelorh.
broncliile, dorna :irsjia, e todas asnolaslia
dosorgin, pulmonares.
Vende-se urna pirelha de burros, a
maior, mais igual, e mais mansa de carro,
que ha nesla cidade : ni ra das Flores, co-
eheira n. 33.
"&*$*p*
'''. -i
AVISO.
M-Sfl 1003000 a quem pegar a mulita cs-
crava, de nome Kosa, com os sigmes seguin-
tes idade 25 a 'Sanos, cor al vrenla < de
boa esUlura, corpo retorcaiio, tem 2 cicalri-
zes bem visiveis no queixo do lado esquer-
do, cabellos carapinhos e avermclhatios, *
testa cslreiu ; togio ni noite de do cor-
rente. e quem a pegar, pode levar 11a ra .lo
Cabuga n. II, loja de Seraphira & Irmao.que
recebera a quantia cima.
ContinOia a estar fgido o escravo. de
nome Ventura, uatural do Maranhao, de 45
a 50 annos do idade, rosto escaveirado, tem
as pernas alguma cousa arqueadas, he bas-
tante lallador, ja deu urna togida. acoutsn-
do-se na maU de Beherihe : quem o pegar
pode levar a seu scuhor Manoel da Silv San-
tos, na ra da Cadeia do Uecife. que dar 1
competente gralifcac,5o.
5" V*^.^'- *<*<*
* a u crrenle roex fugio da liolel a
da Barra uu. escrito de Angula ae ,V4 anua*
9 de idade, bailo, pernas lorias e om osso ere. 1
fg cido i.u hombro uireiln. Aqoalle que o pren-
M der e o levar ao dito liulel sera" genero.amen- m
@ le recompensado. ,
Desapparcecu na noite de 2 do
corrente mez de julho, urna mulata de
nome Kosa, com os tignaes seeuinles:
alta, de boa estatura, corpo iflbrrado,
temdua* cicatrise* ben visivcl noquei-
\o do la meia desbotada, cabellos meio carani-
. nlios e cortados, idade 25 annos pnt-
ibcui 110 deposito na ra do Brum. logo "> 'n-'>s <'.i menos, con nina cicatriz
K*L2*?2*! J? "seal de mari-|.h- queimadura um pon... apanda n
inglezes de ouro, de sahonete e de vidro :
vendem-se a preco razoavel, cm casa de
Augusto Cesar de Abreu, na ra da Ca-
deia do Itecife, armazem n. lti.
adas de ierro.
Na tondicSo da Aurora cm Santo Anuro-
a Um'
na en
nlia. ha aenpre um grande sortsneito de
tacnas, Uno de fabrica nacional como es-
------, ,.^^.. -w ......o.... uo iuiu uu i a Sacada urna, chitos escuras de diversos trangeira, batidas, fundidas OT.i ZL
Dudres e curslis.asa 140. tan. 1k0 n ono r.- ninn n.. rj..... ^'""-s, pe
padroes e cor.s lisas a 140,16o, 180 e 200 rs.
0 covado, e a petja a >, 63, 61500 e 7*500ca-
da urna, cobertores proprios para escravos a
700 rs. cada um, grvalas de.seda de lindos
padrOes a 1?, ditas prctas de setim a ti-2W,
dilas de cortes em outio gusto a 700 rs cada
una, tovas de sed-" deludas as qualidades
para bomens c senhoras, lencos de seda de
bous gosios, gangas mescladasde lindos pa-
drOes a 600 rs. O covado, corles de castores
de bonitos padrOes a tocada um,cambraiig
lisa.s linas a 49500, com 10 varas, ditas duas
11.mo lina.- a tv, e oulras muilas lazendas
quo se del lira de mencionar, e se vendern
por baratissimos preces ; c se darao amos-
tras com peuhor.
quenas, rasas e tondas ; e em ambos Js lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, l.vresde dospeza. Os preco
saoo s mais commodos.
Metbodo fac limo.
Na li'iana da prac,a da Independencia n.
*> e 8, -eude-sc o metbodo facilimo- para
apreud.Ta ler, novamenle impresso e auc-
m rilado. or mil res. B
Arados Oraro direito : levou ari
orellias, um roupao de
dros encarnados, um
amareUa, um dito de
a, um dito de cinta
de laa azul,
um par de
ola. re uno 1 .is
1 im ailo de vestido le 1MH
assa Or de 10-
a/.ul, um chale
um dito de cass 1 bruteo,
tamancos de couro Illan-
co e sapatos de couro pido: pedo* ,
portante, a todas as autoridades pnli-
ciaes e capitaes de campo, que a la-
cam capturar, que se parala' toda e
qualquer despeu e grailcacao, e hi-
Na fundicao de C. Slarr Santo Amaro, acham-se nara vender ridos loja n. II, de Seraphim A I. mao. "
-------------.-------- .... .'.o'jci araoos i 10
do ierro do um modello e construccSo muito "
Mi-iiinii-iK I
superiores
l'KIU. m. DK ti. F. t FAK1A lS57i

t"
___
MUTILADO
- -.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EMGJR5ZZV_YVX6BN INGEST_TIME 2013-04-24T19:42:31Z PACKAGE AA00011611_06563
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES