Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06560


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Full Text
.
\
ANNO XXXIII N 150
Por 5 mczes adiantados 4#000.
Por 3 mezes vencidos 4<500.


H i)t .IllllU tl 15./
Por anuo adiantado 1 ."igOOO.
Porte (raneo para o subscriptor.
DIARIO
i:\CABREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Joao Rodolpho Gomes ; Natal, o Sr. Joaquim
iPereira Jnior ; Ararat;, o Sr. A. rio Limos Braga; Cia-
ra', o Sr. J. Jos de Olieira ; Msraoho, o Sr. Joaquim Mar-
qnea Rodrigues ; Piauhj o Sr: Joa Joaquim Avelino ; Pa-
ra, o Sr. Juilino J. Ramos ; Amuonu, o Sr. Jercnvmo da
Cosa.
PARTIDA DOS COR REOS.
Olinde : torios ns das, as De rafia horas do dia.
IguarussiT, (i'.niiini Parahiba: na. srguna* a .Blla fall. -
S. Antin. Heierrus, ltoniu. Ganara*, Altialio e Gvraiihun* : na frfa-fi-ira.
S. Louronco, Pao d'Altio, Naiarelh, Linlueiro, Brejo, 1',-|UO i -i. llfaUaia,
torea, Vitu-Rclla, Boa-Visu, Ourintrj Km', aaaqaaiiaa Miai.
Cabo, ipojoca, Srrinhaem, Rio Formse, Una, barreos, Agua-Prcla, r*
monlt'ita t* Natal: quintas-fairas.
Testos os correioa parlen) as 10 horas da manha.
AUDIENCIAS DOS TRIBDNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintal.
Relaco : tercas feiras e sabbados.
Fazeoda : quarUa a sabbados aa 10 horas.
Juizo do commercio : segundas as 10 horas e quintas ao meio dia.
Juizo de orphos : segundas e quintas ai 10 horas.
Primeira vara do civel : segundas escitas ao meio dia.
Segunda vara do civel : uartai e sabbados ao meio da.
EPHEMERIDES DO HEZ DE JULHO.
7 La cheia as 4 horas e 24 minutos da manhaa.
14 Quarto minguante as 10 horaa e 87 minutos da manhaa.
21 La nova aa 3 horas e 53 minutos da manha.
28 Quarto crcente as 6 horas e 85 minuto da tarde.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 7 horas e 42 minutos da manhaa.
Segunda as 8 horas e 6 minutos da Urde.
DAS DA SEMANA.
0 Segunda. S. Domingas v. m. ; S. Iras proph.
7 Terca. S. Pulcheria v. imperatriz.
8 Quarla. S. Antonio b. ; Ss. Procopio c Priscilla ruin.
9 Quinfa. Ss. Cjrilloe Bricio mm.
10 Sena. S. Silvano m. ; S. Bianor ni.
11 Sil.lii,lo. S. Sabino ni. ; S. Abundio m.
12 Domingo. 6. S. S. Joao Gualberl ab.
ENCARREC.ADOS DA SCBSCRICAO NO SLL
Alagoas. o Sr. Claudino Fileno Dias: Baha, o Sr. D. Duar
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereirt Hartins.
Eli PERNAMBUCO.
O proprietario do DIARIO Hanoel Ficueiroa de Faria na sua
lraria, praca da Independencia n. 8 e 8. ^
PAITE OFHCIAL
MINISTERIO DA FAZENDA.
BELATOBIO
Do ministerio da fazenda apresentado a
assemblea geral legislativa na primeira
sessao da decima legislatura.
(Conelui'io.)
Alfandega., mesas da consulados e do rendas, reee-
bedorias e colleclorias.
Por decreto de 28 de marc,o prximo pinado se
mandn por am execurA do 1* de julho do corrente
auno pin dianle a dovu tarifa para as aUandegas do
imperio.
As principaas alterares qoe nclla se adoptaram
relar.ii) de n- 12 de agosto de ISi coDsistem
na redurr.in de direilos de varios arligos e na impu-
sirao de taias lixss sobre as mereadorias que se po-
dalo prestar a este syslema, e que al agora paga-
v.im direilos ir ad valorem.
Pelo que loca ao priraeiro poni, emenden o go-
vcriio, que era de lioni cooselho nao raduzir os im-
poslos de consumo ..nao parcialmente, e medida
que a experiencia damooslrasse que laes redceles
nao prejadicavam as rendas do Estado, tornan-
do-as insuflicienles para acu lir aus empenhos do
I Ileso oro.
Asslm, com poueas excepcSes, reealiiram ellas so-
bre oa gneros alimenticios, sobre os instrumentos
otensis maia geralmente expresados nos trabalhos
da lavoora, e sobre oa objectos que se podem consi-
derar materia prima da industria .fabril, e qoe pelo
alvar de 28 de abril de 180!) e regulamenlo da 22
junlio de 1836' eatavam isentos de pagar direilos de
consumo, quando eram despachados para uso das fa-
bricas nacionaes com autorisar.lo do Ihrsooro, ao
qual eampria marcar a' qoanlidade annoal corres-
pondente cada urna das fabricas, qoe solicitavam,
e nbiinliam esse favor.
Este meio de proteger a indastria nacional apre-
santava, alem dos maii inconvenientes, o de favo-
recer a algons fabricantes eom prejaizo de un-
iros e especialmente dos donos das pequeas ofil-
cinas ; impotsibililando-os de sustentar a concur-
rencia eom os que obtinham a materia prima mais
barata do qne elle. Por isso, em ver de continuar
o mesino syslema, adoptou-se o principio de redozir
a 5 por cenlo oa direilos de laes artigos, calendndo-
se assim o beneficio desta medida ;i todos os fabrican-
tes, e mesmo lavoora qoe consom em grande es-
cala algons dos referidos arligos.
Quanto ao segando ponto, ninguem deiconhece
os inconvenientes resaltantes dos despachos a ad va-
lorem, e que o syslema de laxas fixas produzir o
benfico resollado de evitar mais eflieazmente a
fraude a desvioa dos direilos nacionaes, e inulto prin-
cipalmente o de tornar menos incerlaa as operaooes
do commercio, e de acabar com as qoesldes e deloo-
ga>. a qoe sao sojsitos esees despachos.
A renda arrecadada pelas eslarfles cima mencio-
nadas nos exerceios de 185351 h 15356, e no
excapcao, da qual nao resollara' por cerlo o Incon-
veniente do contrabando para ootros ponlos do im-
pero.
Para facilitar as relaces entre paizes eslrangei-
ros e a colonia D. Francisca, na provincia de Sania
Cstharina, fomentar o sea desenvolvimento, liuha
o governo creado orna mesa de reodas na cidade de
S. Francisco, a qual conferir apenas ; Utnbuires
para despachar os navios qoe pira all Iranaporlas-
sem colonos.
Mais larde porem reconhecea qae laes al tribu
c! es eram insofiicienles para salisfazer as ner.esn.-la-
des do commercio qoe se faz por esse lado do impe-
rio, porque a dita colonia pelo desenvolvimenlo qoe
tem '.ido de doos aonos a esta parle pode ja exportar
nao pequea qoanlidade de agurdenle, madeirai
de construcclo, crva male, etc. ; e assim, o mesmo
govarno, por decreto n. 1,922 de 11 do mez de abril
oltimo, habililou a dita masa nao s para o despacho
de importarlo dos productos nacionaes oa esiran-
geiros, que ja tenham pago os respectivos direilos
em ootra eslarno, mas anda para o de exportarlo
dos nociooats para dentro oa fra do imperio ; po-
dando igualmente admitlir a despacho os navios na-
cionaes oa eslrangairos, qae vierem earregados de
sal, charque e carvao de pedra, oo qae se aeharem
comprehendidosnas disposices do do arl. ni-
co do decreto n. 537 de 15 de maio de 1850.
A divisSo do municipio da corte em cinco scccOts
para o lancamenlo da decima urbana, fcila pelo de-
creto de 26 de abril de 1856, lornou iodispeoaavel
a creara de mais dous lancsdores alem dos cinco
qoe ja exisliam, e que nao eram bastantes para e-
! facloar esse lancamenlo em lempo marcado. Con-
| segointeroente o governo, pela faealdade do arl. 46
' le de 28 da ootubro de 1848, elevou a seta o nume-
ro desses fonecionarios, como consta do decreto de
21 de marro do correle anno.
He tambera npplicavel aos empreados daa Ires
recebadonas, qoe eiislem no imperio, o qoe digo
cima aceren da insofliciencia dos ordenados dos do
Ihesooro e thesourarias. Seria pois de justics qoe
alleodesseis sorte desses funecionarios, augmen-
do-lhes os vencimenlos acluaes, ou aolorisando o
goveruo para o fazer ua proporcao qae vos parecer
justa.
O qoadro n. 50 reprsenla a estalislica das casas
de commerrio, fabricas e mais eslabelecimenlos su-
jeitos ao pagamento dos impostos der.ominado de
lojas, com declarara da importancia do sea lanca-
menlo para o exereicio de 185657, e da naciona-
lidad*, de seus proprielarios.
A le de 15 de selembrn de 1855 autorisou o go-
verno dos 1" e 2* do arl. 15 para substituir o sys-
lema da cobranri do imposlo sobre a agurdenle de
consumo por oulro de mais fcil arrecadacao, e que
restrinja o arbitrio a qoe pode dar lugar o acloal.
Para salisfazer esse preceilo da lei, foi organisado
om projacto de regulamenlo, sobre o qual o coverno
jolgoa conveniente navir a ierran de fazenda do
conselho de eslado, de cujo exame pende anda.
O qoadro n. 51 demonstra a quanlidade do papel
qoe se selloo no anno civil de 1856, leudo com sello
proporcional como com o fu,o, a importancia do
qoe exista em cofre no ultimo de dezembro do dito
Comparando-se anda a mesma importarlo com
o termo medio doscioeo anuos decorridos de 1850
_5I 185155, achar-se-ha om augmento de
3.874.7l9, correspondente a 6,87 ojo. Quadro
n. 54.
Elle qoadro indica tambem a procedencia da im-
portacSo e os valores e qeolas com que conlnboio
eada m don paizes exportadores, a saber :
Procedencias da impor-
tarlo.
Kossia ......
Suecia e Noruega ,
Dinamarca ....
Cidades Hanseaticas.
Hollanda e possesses
Beleies. ,
lira i-llrnanlia e pos-
sessSas ....
Franca e posses6ei. ,
Portugal e possesses
Auslna.....,
Sardenha ....
Duas Sicilias. .
China .....
Eslados-Unidos .
Chile.....
Per.....
Itio da I'rata. .
Portos do imperio.
Portos reo especificados
Mi'spanl a e possesses
Pesca .....
rotor em rs.
pnmeiro semestre do corrente, bem como asna das- ann0_ ql er, de 1,231:5333820, sendo do primeiro
Ijfieado pelas provincias que a arrecadararr., cons- .,,098:6299:100 na sesoinle. especies :
lam dos quadros ns. 41, 42, 43 e 44. I r^^, de cambl0 98-,o6 no valor de 162:0029800
A a i-recadad pelas recebadorias.
mesas de rendas no eiereicio de 185c
.. collectoriaa e uila, da lerra u^./ ,
? no Pr|- Folhas de papel 344.919.
iila I mkan\ r.,r.__________._____
109:7239000
826:903351X1
, e do segundo 135,9019520 as que se sruuem .
pelos diverso, arligos qoe I, prodozraro. achs-se no. Conhecimenlos de carga 68.238 5.4598010
qoadros ns. i.j, 46, 4/ e 48, e a renda do inferior e' -
extraordinaria, qae foi cobrada pelas alfandegas e
consulados nos tres referidos exerceios e no primei-
ro semestre do crrenle, com designargo das provin-
cias, no quadro n. 49
O exame dos algarismos deales doenmemos de-
monstra^ qoe o crescimenlo da renda publica de
185455 em diante lem-se realizado tanto na im-
portadlo e exportadlo, como lias do interior. A da
primeira especie porem moilo tem avallado no cr-
reme exereicio as alfandagas da (orle, de Pernam-
buco e da Baha.
Como eonseqoencia natural, lem crescido lambem
o Irabalho deseas repartiedes, principalmente na
primeira e segunda, cojo pessoal lem-se tornado
"iisofli :lenie para salisfazer as exigencias do com-
mercio. Na da corle creou ja o governo mais quatro
leilorer ciuifereiiles, por decreto de 29 de novambro
do anno passado (para o qae eslava aotorisado pelo
arl. 46 da lei de 28 de oolabro de 1848), e convira
elevar lambem o numero dos da alfaodega de Per-
namboco.
Meia.folha. de papel 1,0349661. 130:44j480
O producto do imposlo do sello, tanto por verbas
como por meio do papel sellado, lem ido sempre
em augmento, como o demonstra o seguiute roappa
do sello arrecadado no municipio da corle, do exer-
eicio de 181950 ao de 185556.
< aa. o
l i
TC.
-'
5"
ce
S
CE /-
lli
1689
342:9613
95:6819
4,813:7643
108:3769
2,279:5139
49,822:4019
10,982:1309
5,861:5863
265:3139
695-3423
21:3719
86}
5,677:3219
211:0251
24:6069
4,491.-1369
604:5599
3,763:7119
1,138:8399
569g
QatOM da im-
portara
total.
91.233:8189
0,0iX15
0,375
0,104
5,276
0,H8
2,498
51,609
12.037
6,421
0,290
0,762
0.026
O.OOtX
6,222
0.261
0,026
4,922
0,662
4,125
1.248
0,0006
As provincias do imperio pela, qnaes se disse dis-
Iriboio a importancia, e a proporcao em qoe esta le-
ve lu;ar, avahada pela mesma forma, So aisegnin-
les:
PROVINCIAS.
Hio de Janeiro -
Baha.....
Pernambuco .
Maranho ....
Para......
S. Pedro ....
S. Paulo ....
Paran.....
Parahiba ....
Santa C.atliarina. .
Cear.....
Alagoa.....
nergipe.....
Espirito Sanio .
Rio Grande do Norte.
I'iaahy. ....
t-'alor da im-
portarao em
reif.
(Juota da im-
portarao to-
tal.
50,158:7199
13,(523:9109
11,052:0639
2.960:477a
2,920:8269
3,989:5019
482:629?
525:0569
110:6359
39:8569
960:463a
22:2569
15:043
883
256:3219
115:1499
91,233:8219
54,978
14,932
16,198
3,244
3.201
4,372
0,529
0.575
0,121
0,043
1,052
0,024
0,016
0,009
0,280
0,126
gam na navegado da bahis, como a moralha do la-
do do mar entre as duas bacas.
Pos difficaldades que oecorreram na execueso do
conlralo para o fornecimento do aterro, passou esle
servir a ser feilo por administrara ; resultando
dahi urna economa em favor da fazenda.
Com esla obra lem-se despendido desde o sed ro-
mero al 31 de marco do correnle anno, na inclui-
da a despeza que se lenha feilo em Londres nos me-
zes de fevereiro e maro, a quantia de.............
1,099:9719625, como se segoe :
Exerceios. Monicipios. Londres. Total.
1851 a 1852. 4,5143050 4,5149050
1852 a 1853. 11.5719552 4,9983936 16,8733188
1853 a 1854. 77,5833290 77,5219111 lJ5,10iM)1
1854 a 1855. 190,2859173 120,7809556 311,0659729
1853a 1856. 3>2,9379368 53,1719332 406,4119700
1856 a 1857. 185,440j84> 20,8619415 206,3022257
A exportara o para paizes eslrangeiros, no anno de
185556 foi de 91,131:3159 ( quadros ns. 55 e 56)
xredendo por lano 3,732:7009, oa 4,115 "., a'de
485155 que monla'ra a" somma de 90,698:6153. e
19,308, oo 25,702 ao lermo medio dos cinco aonos
de 185051 a 185455.
Aa mesma. cumparar.oes qoe fiz (ralando da im-
portaeflo, apresentam o segninle resoltado :
Exportacao em 1855 5G comparada com a de 1854- 55.
PROVINCIAS.
Rio de laneiro. .
Baha......
Pernamboco .
Maranho ....
Pira......
S. Pedro.....
S. Paulo.....
Paran.....
Parahiba.....
Sania Calharina .
Cear......
Alagoas.....
Sergipe .....
Espirito Santo. .
Rio Grande do Norte.
Piaohy.....
EXPORTACAO.
18551856.
19,176:1869
12,860:2339
11,501:167
2,133:935
3,567:059
1,186:6999
3.299:6819
1,660:1289
2,394:015
219:920
636:0229
1,577:300
608:8353
1819
243:745
62:521
94,431:3159
18511855.
51.171:341
11,782:8349
9,372:251
2,017:3283
3,851:847
4,045:292
3,667:0773
811:7223
1,610:51:1
266:583
561:8153
1,189:582?
f 421:7509
185:1069
37:944
90.698:615
DIFIEREN:. V.
Para mais.
Para menos.
1,077:418
2,141:916
116:607
411:107
818:7069
783:502
71:207
387:7188
187:085
184
58:639
21:5803
3.732:700
1,901:8559
287:7885
67:3939
16:263
/'. mais.
P. menos
9,14
22.7V
5,780
10,911
101,556
48J18
12,607
32,992
44,359
31,678
64,779
4,115
3,898
7,465
2,00!
17,380
Provincias d'onde oi feita a e\posirao, va-le_o ImpTidrm -j,663:io9cooii
lores e quotas que cada urna exprtou. '.'"fe898*000- 76,690 por c.mo,
tportou
PROVINCIAS.
I _' _
SS M s
o ic e>
% ^
I 8 S
8 I iS 5
s s s s
o o S
S 8 S
No sao porem estas as nicas medidas qoe recia
mi a acloal deficiente organisacjlo das alfandegas :
em geral ha grande desproporcao nos vencimenlos
dos seos empregados, e he defeilonaa a base que os
regula. Por is.o o governo dea comeco a am Iraba-
lho, qae brevemente fiera concluido, e que me pa-
rece satisfai.1 a. oeeesaidadea acloaee.
O deerelo n. 1,140 de 11 da abril de 1853, qoe
creou a mesa de rendas, existente na povoarAo de
Albuqoerque, da provincia de Ma4o-Grosso, deter-
miiiou qae a navegacfl.0 entre os portos das costas
brasileiras do Uruguay e do Paraguay, ainda mesmo
entre os habilitados da primeira, s poder ser fcila
eom bandeira brasilelra.
Considerando porem o governo qae o eslado de
noss marinha mereole nSo Ihe per minia por ora
emprehender a navegado do Paraguay na escala em
qoe ser preciso, se o commercio com a provincia de
Mato-Urosso temar o desenvolvimento que he de es-
perar pela facilldade das communiriices, fcando as-
sim o mesmo commercio inhibido por mdilo lempo
ainda de froir as consideraveis vanlagene que devem
provir da navegado desee rio e da do Paran ; e,
por oulra parte, que, a verificar-se esle Tacto, a re-
mla, mas importante provincia de Malo-Grosso
i ominoari, romo al aqu, esiranha ao movimento
geral do roinmercio e da cn-ilnara, pela deficien-
cia dos meios de transporte e de cominunirario, o
qae (ornara intil a franqueza do Iransilo fluvial :
resolveu, osando da aulonsario conferida pelo arl.
12 da lei de 28 de oulabro de 1818, espedir o de-
erelo n. 1,833 de 25 de oolobro do anno passado,
pelo qnal permltlio, emquanlo o poder legislativo
nSo lomar nutras providencias mais convenientes,
que o commercio de grande cabilagem posea ser
feilo por embarcares eilrangeiras entre os diversos
portos do imperio e o de Atboquerqocr, com as cau-
telas proscriptas no mesmo decreto.
Nao tenio a repblica do Paraguay aberlo ainda
a toda: as bandeiras estrangeiras a navegarao fluvial,
na parte do rio em que exerce soberania, entende-
rera alguna, que osopradilo decreto nao poderia
prodozr os benficos efleilos qoe o governo impe-
rial leve em vista, promulgando-o. Mas, alem de
que eonvinha lomar desde logo providencia, qoe
l'inliUssi'in o transporta de mereadorias para a pro-
vincia de Mato-tirosso, apenas o governo paraguayo
levanta, como he de esperar, os obstculos com qoe
se oppe livre navesai.-Ao do Paraguay, he cerlo
qoe a. disponerles do decreto do governo imperial
tem sido aproveilada. por navio, eslrangeiros, qoe,
transportando ao Rio da Piala gneros e producrao
nacional, oa eslrangeira ja despachadas em nos-as
alfandegas, os vio all baldear para as embarcares
que naeegam o Paran e Paraguay, alim de serem
traii'portados al Albuqoerque oo em embarcares
paraguayas, ou em brasileiras, que desram ao porlo
da A-sumpr.lo.
Uroa oulra providencia, qoe ser olil adoptar, e
de que o governo desejara fazer acompanhar o citado
decreto, mas qae ngo levou a etleilo por falta de
aulorsacio, e depender de|mais aecurtdo exame, he
rima tarifa especial para a mesa de rendas de Albo-
querqoe.
A distancia em que ella se ach, a extenso da
provincia (tiflicoMadpfl da nvecacAo, ahnnam esl-
g ?, ss
. % 5 % 2. i
W 5 m S S
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-
O
Rio de Janeiro .
Baha.....
Pernambuco .
Maranho. .
Par......
S.Pedro.....
S. Paulo ....
Paran.....
Parahiba ....
Santa Calharina. .
Ceare. -, ,
Alagoas.....
Sergipe.....
Espirito Sania. .
Rio Grande do Norte
Piaohv .....
I'ator da er
portacao em
res.
49,176:4869
12.860:282
11,504:16'
2,133:935
3,567:0595
1,186:699.-
3.299:684*
1,660:428
2,391:0105
219:920,
36:0223
1,577:300|
608:835)
1H13
213:715?
62:521.'
49,131:3159
Quota
da e:rp
total.
52,076
13,618
12,182
2,259
3,777
4,751
3,494
1.758
2.535
0,232
0,673
1,661
0,611
0,001
0,258
0,066
Paiz.es para onde oi leita a exportacao, va-
lores e quotas desta.
PAl/.F.S.
Valor da
portar-So
reis.
ex-
em
Quota da
exporta-
rao total.
Faltam ainda termos de compararSo soflicientes,
para poder-se avaliar com seguranr/a qual dos dons
syslemas sera' mais productivo, se o do sello por
verbas, oa do papel sellado ; mas os algariamo do
mesmo quadro abonam de preferencia o segundo.
Depois das ultimas medidas acerca do emprego
do papel sellado, de qoe dea conla n relalorio an-
terior, nenhoma oulra se tem tomado no sentido de
estender o seo uso pelas mais provincias do impe-
rio.
Alem de nao haver>ainda a quanlidade sofficieule
para ese fim, he inleneAo do coverno conlinuar o
ensaio na provincia do Rio de Janeiro, para depois
de mais longa experiencia reeonhecer se deve sub-
sistir o syslema do papel ellad lal qnal esla' e>la-
belecido, ou se couvem sujeila-lo a sgame modifi-
cado ; parecendo porem de dispendioso, sa se fuer extensivo a todas a. provin-
cias po imperio.
Por estas e oulra- razies nao foi ainda reformad
o respectivo regulamenlo, para que fura o governo
aotorisado pelo $ 2. do arl. 15 da lei de 15 de se-
lembrn de 1855; mas os membros do Irihonal do
Ihesooro esiao encarregados desse Irabalho, qoe ex-
ige esludo, meditarlo e lempo.
Importara, exportado c navegaco.
O commercio de importara e exportacao do im-
perio com os paizes eslrangeirosapresenlnu no an-
no de 185556 am aspecto hsongeiro, tanto em re-
lajSo ao de 185155, como comparado com o lermo
medio dos cinco anno auleriores, c moilo uiais
ainda com, o dos annos precedentes, conforme se v
do quadro n. 52.
A importancia dos valores ofliciaes da importarlo
eslrangeira directa despachada para o eonsomo'no
.obredilo anno de 185556, foi de 9I,233.82!000
(quadro n. 53).
Comparada com a de 81.829.741000. a que mon-
tn a de 1851.55, aprsenla urna ditl'erenra, para
mais, de 6 104.0803000 ou 7,51 o|o, segando cons-
ta da seguinte tabella, a qual explica lambem o ac-
cresciino ou diminuirn qoe leve a importarlo par-
cial de cada um dos paizes exportadores uos dous
referidos annos.
Suecia e .\orueua. .
Dinamarca ....
Blgica.....
Hollanda e posseisoes
Cidades hanseaticas.
tira-Brelanha e posses-
ses ......
Franca e possesses. .
I' p,uiha e possesses.
Porlosal e potsesees. .
Austria......
Ssrdenha .....
aples ......
Ilhas Jnicas .
Turqua......
Porlo. do Mediterrneo
n.to especificados .
Estados-I) nidos .
Chile.......
Per'.......
Rio da Prata .
Cosa d'frica. .
Consumo......
Porlos nSo especificados.
PROCEDENCIAS.
Russia..........
Suecia e Noruega
Dinamarca........
Cidades llanseacas. .
II II ma- o pos.essAes. .
Blgica..........
tiraa-Brttanha e possesses.
Franca e possesses. .
Porlogal e possesses. .
Austria.........
S.ir inilia........
Duas Sicilia.......
China ^.......
Estados Unidos.....
Chile...........
Per'..........
Itio da Prata......
Portos do Imperio. .
Porlos n1o especiliraao*.
despalilla e possr-
Pesca..........
Porlos d'A frica Bao esperifir.
IMPOKTai.AO',
I8,Vi-56
1689
343.M1l
95.681
4.813.764
108.367
2.279.543
49.822.1013
10.982.1:10
5.861.5863
965.3431
695.34911
2 3713
86
5.677.321
241.0259
21 (63
4.491.1369
604.559
3.763.7119
1.1:63.8399
569
91.233.sis;
1851-55
11.5803
379,519
'.l.'.s:i23
4.884.166;
117.5003
1671.505
45.450.8119
9.978.2743
6.468.7923)
260.555
755.1691
29.1993
6.991.7;:-
I.198.247J
7.4393
1.217.091
600.920
339.3833
1.230.9379
(901
309.9359
81.829.741:
DIFFEEINCAS.
Para mais.
2.819
608.0389
4.371.060
1.003.8569
788
S(-
17.1679
27.0153
3.639)
3.524.3289
199
6.101.080
Para menos.
14.1029
36.588
70.7023
JAI
;607.2(Mir
59.827"
5.1289
1.3144169
S87.222.-
92.0983
309.9359
P. mais.
3,068
36,376
9.618
10.060
1 8X
230,770
6.198
0.605
1.472.254
16.122
7,54
P. MeMos
96.790
9,639
1,447
7,765
9.386
7,922
17,383
18,799
78,637
7,181
3.217:6379(XJ
1,930:677 cOCO
1,570:2009000
412:3665000
4,983,3953000
29,015:8149000
6,091:88.59000
1,002:196.3000
4,761:2933000
1,312:4089000
912:3993000
57:9395000
72:3009000
318:8023000
416:1959000
30,430:9829000
1 ,(.57:2623000
.1209000
4,890:5253000
448:3569000
222:4705000
1,245:0108000
1813000
94,431:3159000
3,470
2,044
1,662
0,436
5,277
30,726
6,451
1,061
5.042
1,389
0,960
0,061
0,076
0,337
0,411
32,225
1.119
0,0004
5,178
0,474
0,235
1,318
0,0001
A importacao e exportarn de 185556 reunidas
elevam-se quantia e 185.665:1339000, ycedendo
portento as de 185455 10,136:7779009, oo 5,077
o lermo medio das cinco annos decorridoe de
185051 a 185455 15,180:5539000, ou 15,690 %,
conforme n sesuinle quadro :
9)
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O ja referido quadro n. 56 indica os valores de
cada om dos gneros sacionacs de que se compoz a
exporlaca.0 no anno di 185556, e nos cinco ante-
riores, e bem assim qnaes os arligos que sollreram
diminuo.
Os quadros ns. 57, 38 e 59 dio o resultado do
commercio de importadlo feilo com rarla de guia ;
do de reexportara c baldearan, e do dos genero,
nacionaes sojeilnsao elidiente de 1|2 por rento, no
anno de 185556, e igtalmente o da sna rompa-
racao eom o lermo medio dos cinco annos ante-
riores.
O de n. .>7 moslra qile o commercio da primeira
especie, avallado em 18,324:456, exceden 674:7939
oo 3.82 por cenlo, ao re 185155. e 2,1 ,SI ,!-,
oa 13,349 por cenlo, ao lermo medio do quinqueu-
nio anterior.
O de n. 58 denjonstra que a reexpoilacao e bal-
excedendo
somma pro-
dnzida no anno precedenler e 364:559vo0, oo
15,863 por cento, do termo medio do periodo qoin-
quennal.
O de n. 59 reprsenla a somma ;i qoe subi a
importara dos gneros nacionaes,sujeilos ao expe
dlente_ de ||2 por cenlo, a qoal, elevando-se
8,713,3165000, foi superior do anno anlerior em
1,158:9759000, ou 20,028 |-or cenln, e .rdo lermo
medio do quinquennio em 2,863:000, ou 39,110 por
cenlo.
O commercio entre o^ra-il e o Rio da Prata con-
tinua a apresenlar resullffd salisfaelorio.
Do qoadro n. 60 veris que a importarflo directa
no anuo de 185556 foi de 1,592:6919000", exceden-
do 248:31^5000, o 5.715 por cenlo. de 185455,
que imporlou ara 4,311:3799000, e 565:7879060, ou
14,0.)0 por cenlo, a do termo medio dos cinco pre-
cedentes annos.
A exportarlo monlon a 4.890.523'00, sendo por
i-so superior em 584,0419000, ou 13,561 por cento,
a de 185155, e em 1,611:1609000, ou 50,521 por
cenlo, ao lermo medio da que se realisou nos mes-
moa cinco annos. ,
A reexporlacao e baldeacao de 185556 imporla-
ram ero 1,272:15600O,eicedendo por lauto 845:258,-
" .-'09,!?a por ceDl0' de 185455, e 187:856,
ou 17,325 por cento, ao termo medio dos cinco lti-
mos nuco annos.
Pelo qae toca navegarao, ve-se do mippa n. 61
qoe em 185556 a importadlo foi feila por 416 na-
vios nacionaes e 214 eslrangeiros, lolaudo 78,758
toneladas, e a exportacao por 190 navios eslrangei-
ros e 193 nacionaes com a lolacao de 77,911 tone-
ladas.
Da rompararao dcsles algsrismos com os do map-
pa de 185155, resulla qae no subseqaenle exerei-
cio houve o augmento de 51 navios as entradas e
de 32 oas sabidas ; e a diminuicao de 2,740 tonela-
das as primeiras e o augmento de 1,219 as se-
gundas.
Se comprennos a lolalidade dos navios entrado.
e sabidos no sobredilo anno, com o termo medio do
qualriennio de 1851--55, o resallado ainda he fnvo-
ravel ao progresse dessa navegado.
A navegarao de grandelcabnlagem enlre ai provin-
eias do imperio no anno de 1855-56,e no. quatro an-
tecedentes, consta rio quadro n. 62, no qoal veris
que, dorante o primeiro, entmam nos difireme
porlo. 2,927 navios com 358,027 tonelada-,, sahiram
2,994 com 310,085 dil-s.
Comparando-a com a do anno de 185155, nota-
se ama diraiooicao de 437 uavios e 23,172 loneladas
as sabidas ; o qoe lambem se da em telar jo aos
algarismos do lermo medio dos qualro referidos an-
uos.
O movimento da navegaran de longo curso enlre
o imperio e ns paizes eslrangeiros no periodo de-
cerrido de 185156 foi, conlorme o mappa o. 63,
osegointe :
No anno de 185556eolraram nos porlos ahi de-
signados 450 navio brasileiros com 35,789 lonela-
das, e 2,308 dilos eslrangeiros com 798,466 lonela-
das ; e sahiram 238 navios brasileiros lolando 37,952
toneladas, e 2,230 dito, eslrangeirv. lolando 823,659
toneladas.
A comparacSo desse nno com n lermo medio dos
de 185155 moslra que no de 1855--56 houve um
excesio de 209 navios e 43,158 toneladas Das en-
tradas e de 23,672 tonelada, as sabidas; daodo-
ise porm neslas urna diminnirao de 48 navios.
Osgeneros de prodorran do Eslado Oriental, im-
portido. na alfandega do Rio Crande pelo Jaguarao
nos Ir. exerceios de 185356 vao designados no
mappa n. 64, o qual demonstra a nalureza e quan-
lidade dos productos importados e seus valores, o
numero da. embarcace. empregadas no seo trans-
porte, e bem asum que, lendo esle commercio aug-
mentado no anno de 185455, comparado cora o
antecedente, produzio meaos 2,4929013 oo de 1855
56.
O qoadro n. 65 zpresenla os prejos medios ofli-
ciaes dos principaes prodoetes nacionaes nos Ires
exereicio. de 18531856, e moslra os augmantos e
diminuirnos que liveram os producios que consli-
luem a exportacao do imperio.
E finalmente o qoadro n. 66 demonslra quaes fo-
ram oa principaes artigos de producrao e manufac-
tura nacional das pruvincias, despachados para pai-
zes eslrangeiros no qninqneonio de 18511856,
com declararlo das quanlidades exportadas e dos
valores e termos medios ofliciaes, sobre que foram
calculados os respeclivos direitos em cada provincia.
Fabricas.
O numero das fabricas nacionaes favorecidas com
isencao de direitos de materias primas, qoe em mar-
co do anno tintn era de 89, elevou-se a de 106 al
igoal lempo do correnle, por lerera-se eslabelecido
nesse periodo mais 17.
O quadro n. 67 e os dons segoinles ns. 68e69
qoe Ihe servem da desenvolvimento demonstrara em
qoe provincias do imperio foram estabelecidas essas
novas fabricas, e oolras' circurmlancias cujo conhe-
mciento pode inlcro-sar.
Obras.
As obras do novo caes da alfandega da corle con-
linuam com regularidade.
Et3o agora em andamento as do lado septentrio-
nal da pequea baca da praia do peixe, da estre-
raidade meridional da bacia grande da aifandeca, e
hem assim as da muralha do lado do marnlre urna
e oulra. ,
Desta ultima foi conc'ui la ha mezes nm lauco de
200 ps de exlcnsao, o qoal lem de servir proviso-
riamente para as descargas, alim tle poder-se demo-
lir a ponte aclual, e conlinuar a obra nova.
Deu-se ja comeco a conslrurrao da parle septen-
trional (ou da praia dos Mineiros' da bacia grande
da alfandega ; e o enzenheiro Nenie conla que no
meado do correnle anno poilera' minorar a da mu-
ralha exterior da dita bacia, empreando.se o apa-
relho de dique, innveis. e que tirara' cnnrnliria al
o fim deslo anuo nao so loda a parle septentrional
cima mencionada, que prestara' um commodo de-
sembarque as pequeuas emuarcares que se emprt-
822,3355275 277,6365350 1,099:9719625
Nao l.m sido por tira necessano lancar mao do
crdito esperiel volado pela lei n. 885 do anno pr-
ximo paseado para occorrer a estas despezas ; ellas
vao sendo pagas com os recursos ordinarios do Ihe-
souro.
As obras internas do edificio da alfandega da cor-
le, para qae se desliaou o crdito de 60,0009, lem
(ido igual andamento.
Do 1 de abril de 1856 al 31 de marro ultimo, li-
zeram-se no novo armazera de ferro, qoe se esla'
conslroindo, 52 pegues em qoe devem assenlar as
columnas qoe soslemam o edificio, e asseularam-se
sobre o cantara de que foram leveslido. oulras lan-
as columnas, ligadas entre si por chapas de ferro,
lano no senlido longitudinal como no transversal.
NTos referidos pegues empre&am-se78,364 ps cu-
bico, de grossa alvenaria, alin da cantara de que
he formada a sua parte superior, em que assenlem
as columnas.
Pelo que raspeita a oulras obras do antigo edifi-
cio, conclaio-se a do ai mazem n. 10, que no anno
passado licara em andaruenlu, e fizeram-se diversos
concert, importantes em oulros, varias conslruc-
Coes e obras indispensaveis ao servico da alfandega
como Irilhos, carros, ele, e alcana raparos de que
careca o trapiche da I Iba das Cubras.
As obras da alfandega da Baha, segando as infor-
niarcs iilliinamente recebidas, hAo de ter mais r-
pido andamento de ora em dianlc, porque com a
cliegada da pedra de cantara que se rrandou vir de
Portugal, cessou a causa principal que na acluali-
dade contribua para o seu retaidamenlo.
Eslando prompla grande parle das -obras de car-
pintero, conla o iospeclor da alfandega qoe no cor-
rer desle anno ficara'concluida loda a paile exte-
lerior do edificio, e nos termos de ser robera, sendo
provavel que no de 1858 ja ahi fonecioue a repar-
tirlo.
Para a constitnicaodesta importante nbra foi aber-
lo no corrente exereicio o crdito de 70:0009.
A despeza com ella fei.(a desde o seu comeco ale
o fim de fevereiro passado elevava-se acerca de
765.-0008, parecendo ao dito inspector que pouco
devera' exceder de 900:0009.
Torna-se de absoluta necessidade a consIruccAo de
amo ponte de ferro, em que alaquem a. emharca-
Coes para descarregar, nfun de poupar-se a grande
despeza quecuslam as descargas em saveiros, e evi-
lar-se a perda de lempo que este syslema occasioua.
Urna corapanhia propoe-ae a construir essa pon-
le, me, imite rer la laxa IlDeadl em sen beneficio so-
bre a lonelagero das erobarcaces. Nao julgo po-
rm admisiivel seinelbante propo'ira, antes emen-
do que essa obra deve ser feila a expensas do Es-
lado.
Na olan,'. i de Pernambuco foi necessario man-
dar construir om lelbeiro sobre pilares, augmentar
o trapiche, e fazer diversos reparos e melhoramenlos
de que carecia o edificio ; e para esse fim foram
aherloartmis crditos na importancia de 21:1795.
Proscgnem as obras da alfandega do Para' as
qnaea nao se poderain ainda concluir por exigir o
respectivo edificio consideraveis reparos e melbora-
inenlos.
Para a conlinuarao deltas foi a Ihesooraria aulo-
rissda a dispender a somma de 30:0011;?, em que nao
esla ainda incluida a despeza com una ponte que
he indispens.ivel couslroir-se, e a cujo oreameulo
mandei proceder. ,
Carecendo lambem de algons reparos a ponle da
alfandega de Porlo Alegre, aolorisei I despeza de
1:0689320, em que foram oreados.
Na alfandega de Sanios he de absoluta neeessida-
de a construcrSo de urna ponle de fero para o seo
servico.
O engenheiro C. Naele, a qoem encarreguel de
ir pessoelmenle examinar o lugar em que deve ser
assenlada, organisou a respecliva planta e orcamen-
lo, em visla dos quaes lem de ser aalorisada a exe-
cuc3o da obra, por empreilada, ou arrematara.
Alm dos crdito, aberlos para as diversas obras
qoe deixo referidas, e da quantia de 9,694-3960 que
as thesourarias de fazenda lem auli.rtsarao para dis-
pender com pequeos reparos nos prnprios nacionaes,
foi aolorisada a despea de 40,2319312 com obras
nos palacios das presidencias de Goyaz, Babia, Cea-
ra', Espirito Sanio e Para' ; de 20,000 com a^cons-
trueca de om palacio na nova capital da provin-
cia de Sergipe, passando o edificio em que ora re.i -
de o presidente, a ser occopado pela Ihesooraria de
fazenda ; e 3.1,76691 IB com a indemtiisarjio ao co-
lre provincial da Babia pelo qoej di.pendeu com as
obras feilaa na parle do palacio, em que funeciooa
a assemblea provincial, afim de dar as acommo-
daces de que ha muilo precisa a mesma Ihesoura-
ria, que traballia em oulra p,rla do dilu palacio.
Fazendas e oulros proprios nacionaes.
Nflo lendo havido Iteraran alguma no estado das
fazendas nacionaes, nada lenho qoe acrescentar ao
que vos foi communirado nos doos relalorio. ante-
riores, aos quaes me reporto ; limitando-me apenas
a aposentar o quadro n. 70 demonslralivo dos es-
cravosqoe possueo Eslado, com declararan dos es-
labelecimenlos em que rervem, e das diflerenras
que lem havido no seo mime,.
O quadro n. 71 iudicn os proprios nacionaes si-
tuados oa rorle e provincia do Rio de Janeiro, ar-
rendados, oo aforados a particulares, com declara-
ra da renda que actualmente produzem.
Renda municipal e provincial.
Por decreto n. 1,819 de 10 de dez.mbro de 1856
foi regulado o lancaraenlo e enbranca do imposto
obre sege., elevado ao triplo, afim de ler pela
lllma. cmara municipal da eorle o destino espe-
cial que Ihe deaignou a lei n. 881 do I-de outubro
do mesmo anno.
Em roniiiiuar.ni do Irabalho encelado no relalo-
rio anlerior, aprsenlo o qoadro n. 72 da renda
provincial e monicipal do imperio no auno de 1856,
apezar de muito imperfeilo ainda por motivosseme-
ihantea aos que, foram referidos no mesmo rela-
lorio.
As reodas provinciaes de Pernamboco e Govaz, e
a. municipaes deseas provincias e ds da Bahia", Ma-
ranho, Minaa Geraes, Malo Grosso e Espirito San-
io, foram ahi calculadas pelos orcamentos da des-
peza, e as rendas provinciaes do Rio Grande do
Nurle e Piauhy, e as monicipaes das masmas pro-
vincias e das do Rio de Janeiro, S. Pedro, c Ama-
zonas, pelas do anuo anlerior, por falla de orca-
meulos e batneos.
Esle Irabalho sera' sem dovida de vanlagera para
o tim a que se destina, se o thesouro obliver os ele-
mentos indispensaveis para organisa-lo de ama ma-
neira completa.
Crditos.
Pordecrelos de 12 e 26 de marco, de 26 de abril e
de 27 de riezembru de 1856,foram aberlos uo exerei-
cio de 185556 diversoscredilos sopplemcotare. na
importancia de 833,32l9tM2, afim de occorrer ao
peeamenlo de alguna serviros, para que foram in-
sullicieutes a. aommas votadas n.s rubricas da lei do
oreamenin, que vAu designadas no quadro n. 73, de
modo que a despeza autorisada elevou-se a.........
12.426:6299251.
Ve-se porem, pelo mesmo quadro, qne apezar des-
se ausmento ellerluado pelos sobredilos crditos,
as eommas voladas em oulras rubricas deiiaram so-
bra, qoe rannlam a 603,0329225 ; sendo porlanlo
o verdadeiro excesso de despeza efTecliva do minis-
(crio da fazenda sobre a decretada na lei do orea-
meulo smente de 230,2889837 no exereicio de 1855
56, e seria de 556,9009677, e se hoavesse real-
sado a parle da aun is,,r,i,i que deixoo de fazer-se.
Isual deficiencia deu-se ja em algumas rubricas
da le do orcamenlo vigente, como se ve do qoa-
dro n. 74, pelo qoe foi inaispenavcl abrir doos
rredilos supplemenlares na importancia de........
1,117:2009, Por decretos de 18 de novembro de 1856
e de 27 de atril do correnle anno.
Entretanto, he de esperar qoe tambem nesle ex-
ereicio a despeza cflertiva nao exceda a aalori-
sada.
Seria ta maior conveniencia, sou o primeiro a
reeonhecer, que todas as verbas de despeza fossem
loso contempladas nos nrearaentns cora as quantia.
indispenaaveis para o seo pagamento, alim ele dis-
pensarein-se os -crditos supplemenlires ; mas he
isso absolutamente impossivel a respelo de muitas.
Nesle cao ifla, enlre ootra. a dos nenaionislas
do Estado, aposentados e as relativas as reparlimes
de arrecadacao, cujos crditos, avallados quanto as
primeiras pelo eilado efleclivj do pwaoil, na occa-
siao em que se organisa o orcamenlo, e quanto as
segundas na proporcao da renda oreada, lornam-se
insofiicienles, se pnrvenlura augmenta o mesmo
pessoal, ou cresce a renda publica.
No projerto de lei do orcamenlo para o exereicio
de 185859, procurei evitar o mais posaivel i ne-
cessidade dos crditos supplemenlares, augmentan-
do alguma cousa as verbas de despeza da casa da
moeda, lypographia nacional, joros dos empresti-
mos do cofre dos orphaos e obras, comas qoaes lem-
se dispendido animalmente maior somma do qoe a
volada.
Consideraees sobre diflerenles imposlus.
Tendo a lei n. 814 do 1- de outubro do anne pre-
trito determinado, qoe 2 por cenlo addicionaes so-
bre a exportacao fossem cobrados desde o 1- de Ja-
neiro do crtenle anno, por urdem circolar de 10
de novembro do mesmo anno mandei execular eisa
disposirao legislativa, e do referido dia em dianle
lem sido cobrados 7 por cenlo na exportacao.
O governo trata de m.anisar a tabella da laxa
addirinn.il do imposto de lojas a qoe se refere a lei
do 1" de oolobro de 1856, uo arl. 12 S -I', e a snb-
meltera' ao vossoconliaciraento, como expressamen-
te determina a mesma lei.
He sabida a razao que levoo o governo a lem-
brar no relalorio do anno passado a crearan de no-
vas impusiriHs. A necessidade de preparar recor-
sos que supprissem a diminuir provavel na renda
de importacao, occasionada pela exerurao da nova
tarifa, aconselhava que nao se deixasse o lln.souro
exposlo as uonseqoencias de um deiiril.
Tendo porm felizmente melhorado as cireums-
tancia. do Paiz, e sendo de esperar que qualquer di-
minnirao de receila, qoe pos.a provir da e\r,-iic,in
da nova tarifa, sera compensada pelo progressiv aug-
mento qoe v8o leudo os diflerenles ramos da renda
publica, poderia o governo ser aulorisado para limi-
tar ainda mais o prazo da ribran,.., de 2 por cenlo
addicionaes na exportacSo, ou a applicar o seu pro-
ducto exclusivamente as vias de rommnuirar io das
diflerenles provincias, na proporcao da quola com
que cada urna concorresse no caso de que e aug-
mento da receila compense o desfalque previsto, de
modo que nao eja inferior a oreada.
Sao por cerlo fundadas as razas que aconselham
a creaco de um imposlo Oxo, que, unido ao pro-
porcional, laucado sobre as industries, corrija a desi-
gualdade que esle aprsenla : mas (alvez losse pre-
ferivel a medida decretada na lei do primi iio de
outubro do anno passado crear o imposlo de plenle,
segundo o syslema adoptado por diversas nacis que
o lem admitila, modificando-.e o dennmiuado de
lojas. qae ne.sa hypolhese seria moilo oneroso para
servir de base. () imposlo de patente preencheria o
fim que se leve em visla com a medida adoptada ; e
corrigiria as desigualdades da leagilarao vigente nes-
ta parle, ao passo que poda ser mais prodoctivo.
Pelo que respaila a laxa dos escravos, elevada ao
duplo com o fim de augmentar a renda, se forem a-
dopladasas medidas de qne Iralo em outro lugar,
poder-se-ha obler indirectamente maior producto
nao s desse imposlo, como do que assenla hobre a
iransini-s i dos meemos, sem augraenlar-se a laxa,
qual, como meio de renda, he sommamenle gravosa,
recahindo na maior parle sobre o servico demeslico,
qoe as circumslancias acluaes nao pode ser fcil-
mente subsliluido.
na parle em qae aulorisa as denuncia, por diminui-
r;lo de prero, alm de iucerte. em seus resultados, he
sobremodo tardo.
Accresce que he preciso algumai ve/es distinguir-
se, no prco da Irsosmissao de urna propriedade
composta de bens movis e immoveis. a parle relati-
va ao. bens sujeilos a siza, e oulras vezes impedir a
lesao procedente de declararles dolosas, que allii-
huem aos seraoveolos e movis nm preco maior do
que aquelle que realmente devem ler na lolalidade
do estipulado ou off.recido pela Iransmissflo.
D'ah vem a necessidade de fixar-se a base do im-
poslo em laes circumslancias contradictoriamente en-
lre o Ihesouro e o conlribuinle ; e as medidas qoe,
a meu ver, poderiam supprir as lacunaa da legisla-
rlo vigente sao a liquidadlo por arbitro., e a appli-
rar.io da dootrina do arl. 18 du regolamenlo de 11
de abril de 1812, aos casos em que o prero declarado
paraca diminu, e por isso lesivo da siza ; subsii-
luindo-se a molla de ciucoenta mil reis ahi impura
por oulra proporcional a importancia do imposto que
se prelendesse subslrahir.
A dizima de chancellara, eslabelecida na anliga
legislarlo como pena imposla a qoem fazla in;i de-
manda, e modificada posteriormente, qoanlo ao
quanlilativo da imposiclio. pelas lea de 31 de outu-
bro de 1835, e 22 de outubro de 1S36, olferece incon-
venientes graves na pralira.
Causa muitas vezes embararns e delongas n i mar-
cha do, processos ; d lunar a fraude, quando anles
de .enleiira linal, os litigantes accordam entre si em
Dio proseguirem n pleno, mediante quilarties xtra-
judiciaee, para se furtarem ao pagamento do impoi-
i : .-iii-mniia consideravelioenle a r*rf.pluiae.lo,
he de diflicil anecadara e Irqoidaolo, e por lim dif-
ficulla a turnada das cotilas dos exactores ene; frega-
dos de sua eebianca, porque lerna o respectivo pro-
cese dependente dos eximes e verifiraedes presenp-
los no decreto de 10 de junlio de 1815.
Basla considerar as mullas leis, regulam,>nlos e
ordene, qoe lem sido expedidas acerca desle impos-
to, para licar provadn o qae deixo dito ; devendo a-
crescenlar que o lermo medio lo seo produrto no.
dez anuos decorridos de 1816-47 a 1855-56 he ape-
nas de cerca de 52 eonloi !
He portento necessario que tomis alguma medida
que sem prejudicar a renda publica por este lado e-
vile o inconvenientes que ficara ponderados.
No relalorio de 1855 expenden meo illuslrado an-
tecessor as razes porque entenda, que a molla de 3
por cenlo, eslabelecida nos artigos 21 do reglamen-
to de 16 de abril de 1812 e 32 do de 15 de junho de
de 18ii contra os colleclados que n,1o aalisfizerem os
imposlos de Inja e da decima orbana dentro do prazo
da lei, era insuflicieufe e ineflicaz para eoagi-los ao
pagamento no lempo marcado ; e demonslroo a ne-
cessidade de ser o coverno aotorisado a decretar
mullas al o valor de 2008000 nos regolamenloa, que
expedisse para a arrecadacao de lodos o. imposlo. de
lancamenlo.
A experiencia lem continuado a provar a verdade
dessa propusiro ; e ao que foi ja expendido acres-
cetilarei somrnle que ha com etleilo annmalia em su-
jeilar a esla multa nicamente os colleclados que mo
pauarem no prazo da lei oa sobredilos imposlos, e nao
os devedores dos uniros de lancamenlo.
Nn verdade nao descubro ra/.o plaosivel qoe jus-
tifique 9-ciiielli.il)la- disposirao.
Se a mulla he occessaria nos dous ref-rido. caso.,
cerlo que o lie tambera pelo que loca a todos os im-
poslos de lanrameiito, e em algons delles lora at
mais applicavel.
I euho que a impoaicflo de orna molla, que cresra
al am mximo fixado nos regalamenlos, sobre lodos
os colleclados de imposlos laucados, que os nao pa-
garen no lempo marcado na lei, moilo contnboira
para loma-Ios mais pouluaes ; e que, se essa medi-
da fr acompanhada da rrearilo de agentes enrarro-
gados da cobranza no propno domicilio do conlri-
buinle, em lodos os lueares em que esle ay.loma r
praticavel, mullo maior somma >e arrecadara amiga-
velmenle e no lempo proprio.
Parecendo-me que esle syslema he preferivel ao
de recorrer-se logo ao meio execulivo, moilo mais
velatorio para os conlnbninlcs, cooviria qoe fosse,
pelo menos, aulorisado o seo eoiaio.
A dootrina do artigo 11 da lei de 15 de selembro
le 1855, longe de produzir o effeilo de contribuir
mai eflieazmente para o pagamento do imposto da
siza, como se leve em visla com a sua alnpra. apr-
senla o resultado contrario, proporcionando aoles am
meio seguro de illudi-lo.
O alvar de 9 de junho de 1809 imponha a pena de
nullidade a todas as compras e vendas de bens de
raiz de que se nao pagasse a siza devida, declarando
que as parles contratantes, oo .eus herdeiro*, pode-
riam em qualquer lempo de.fazer o contrato, e ad-
mitliu I alm disso a denuncia civil e urna nova pe-
na pecuniaria equivalente ao valor da couaa vendida
mas nao fazia depeudenle da escriplura poblica o
pagamento da siza, por nflo ser ella da essencia dos
rumalos de compra venda de bous de raiz, embo-
ta a lei as exigi.se como prova em joizo, em eertos
e determinados casos.
Declaran o porm a referida lei qne a escriplora
poblica he rondirao esseucial de laes contratos, ama
vez que exceda a duzentos mil reis o valor da cousa
vendida, he fura de du vida qoe, nao exislindo es-
criplura, nao ha conlralo de qoe se deva sisa, nem
fundamento para a denuncia civil, nos termo, do al-
var.
Pudendo tlar-se em larga escala o inconveniente
que deixo ponderado, ser necessario conservar-se a
doutrina cousiKiada no supradito tftigo.a qual mui-
lo pode contribuir para garantir o direilo de proprie-
dade, mas dever-se-ha declarar qae a sua disposicac
n3o livra da denuncia civil e da conseqoenle peua'do
alvar de junho de 1809, quando se realisarem ven-
das de bens de raiz por escriplos particulares, sem o
previo pagamento do sello, ej qual fr o prero do
conlralo.
Entretanto, como as penas do mencionado alvar
sao exorbitantes, c lalvez prnvenha a'ahi a diflicul-
dade do procesni da denonria, parecia-me lambem
conveniente allerqarlis, no caso de ser aceito o arbi-
trio lembrado ; e que seria suflicienle a de 21) por
cenlo do valor da coasa vendida, imposla sobre o
comprador a vendedor em partes isuaes, eril benefi-
cio do denunciante, havendo-o, ou da fazelida, no
caso contrario, alem do pagamento da siza ; e a de
2 por cento sobre o pserivao que lavrasse a escriplu-
ra anles de eflrcluado o mesmo pagamento.
As disposiees em vigor sobre a siza, embora com-
pletas, pelo que respeila a utn dos elementos iieees-
sarios para o seu pagamento, islo he a propoirSu em
que )leve ser cobrada, sao deficientes no que Inca a
fixae,lo da somma, a que essa proporro he apj-lira-
vel.
O prero lo arlo civil ou judicial he a base do im-
posto. II p ,-.,nient ilo legislador foi, sem dtivida,
que em reara geral a percepeao ascenlasse sobre o
verdaderlr \alor do objaelo tributado ; masa fraude I
dos conlribt inies mullas vejes oecullu esse valor, e-
o recurso do p ingrapho 9, do alvar de 9 de juulio, I
He lambem necessario lomar-sc alguma providen-
cia para a boa arrecadacao da rueia siza no munici-
pio da crle.
Esle imposlo esla'sojeilo actualmente a immensai
fraudes : as venda, coulinuam a fazer-s por escrip-
los particulares, muitas vezes em b'anco e sem dala,
que vao passando de m.lo em m3o al qoe algum dos
compradores osvai apresenlar na repartirlo compe-
tente para a veri,ara do imppsln.
A sonegacao da meia aiza, do sello proporcional, e
consequentemente da laxa de escravos, be ainda a-
nimada pelas disposicoes em visor, que permitiera
pagar-se o imposlo denlro de 30 dias, contado, da
acquisic3o.
Convem por lermo a esle abuso, e eslou qoe elle
cessar dro a alleracao los acloaes regalamenlos na
parle a qoe me refer ; tornando-se extensiva em lo-
do o imperio as compras e vendas de escravos a dis-
posirao do arl. 11 da lei de 15 de selembro de 1855,
e applicando-.e a meia siza, relativamente a,. mu-
nicipio da corle, ai disposic6es dos !$ 8 e 9 do alva-
r de 9 de jouba de 1809, com as m'odilicaroes acuna
aponladas.
NSo deixarei ,-iqai de tratar de nm assnroplo gra-
ve, pedindo-vos que lomis as medidas que o raso
exige, por serem de vossa exclusiva competencia.
As assembleas provinciaes conlinuam a legislar so-
bre a importaran e exporiara, bem como sobre di-
versos oulros objecloe, em que Ihe. he isso expresa-
mente vedado pela lei de 12 de agoslo de 1831, com
prejuizo nao s dos imposlus geraes, mas lambem dos
inleresses de loda a oniflo.
Desde qoe foi creado o conselho de estado, lem
sido coromeltido seccao de fazenda o exame de to-
das as lea provinciaes qoe versam .obro materia de
imposicoe, e trazidas ao conliecimeolo do poder le-
gislativo diversas consultas da mesma eccao, relati-
vas a todas aquellas am que as referidas assembleas
lem ne.ta parte exorbilado de soas aiinbuire<; e
na p.e-enle sessao scr-vos-hao apresentadas algumas
mais.
A circqlacao dos producios da industria nacional
lie gravada em algumas provincias com imposiroe.
quasi prohibitiva. ; em oulra. os proprios genero,
que ja pagaram direitos de importacao sao novemen-
te tributados, segundo a sua naloreza e qoalidade,
com o inluilo de proteger algumas fabricas eslabele-
cida. as ditas provincias.
O governo lem relio o qae cabe em .ua alcda,
prescrevendoios presdanles o procedimenlo que lhes
rempre ler uestes raso. ; mais is>o nao basla.
He pois urgente que lomis urna deris.lo a eme-
lliante respeito ; porqoe de oulra .orle nao s sera
perluibadu o nosso syslema de imponerles, como pre-
mi lira la profundamente a liqueza publica.
Objeclos diversos.
O governo lomou na considerarlo que merece o
objeclo da navesacao da l.agoa Merim ; e he sua m-
tencfi dar ao commercio ludas as facilidades, sem
prejuizo da fiicalisacaoque cumpre exercer, para ve-
dar o contrabando que par ahi pode fazer-se do es-
tado oriental para a provincia de S. Pedro. O ins-
pector da Ihesourana dessa provincia lem urden,
para ir peisoalmenle ao lugar, afim de examinar u
eslado da navegacio e as necesidades do commercio,
e propor as medidas que entender precisa, para con-
ciliar os inleresses pblicos eom os do eslado; e o go-
verno so aguarda esla. mformarocs para deliberar o
que for mais conveniente.
Foi ja execolada a lei de 16 de agoslo de 18". qoe
autonsoo o governo a pagar ao marqUez do Mara-
nho o sold qae se Ihe fisoa devendo do lempo eln
que servio de primeiro almirante, e a tornar elfec-
liyii a pensao que Iba fora concedida por decreto de
H de julho de 1824. pagando-se ao referido marquez
a .omina de 347:8089000.
O pagamento foi feilo com os recurso, ordinarios
do Ihesooro, nao lendo sido preeiso recorrer aulo-
risacao especial dada pela lei.
Terminarei, dando-vos conherimento deum fado
grave, occorrido ua administraco de razenda.
Achava-se o eslado, ha mai. de 60 annos, na posse
nao inlerrompida ntm dispulada do predio que ser-
ve de alfandega n. provincia do Maranho, lendo
sido sempre considerado como perlencenle ao domi-
nio publico, do qual fazia parle ; mas ero 1819 a
juma da liquidado dos fundos das exmelas compe-
ndias do rao Para e Maranho, residente em Lis-
boa, ordenou ao seu procarador na dila provincia
qoe o reivindioasse como propriedede ua : e com
eiTeilo, propoz-.e accao judicial fazenda, na qual
decanto esla em todas as instancia, sendn-lhe lam-
bem deuegada a revisla, qae por fim inlerpoz para o
supremo tribunal dejustica.
Mais feliz nao foi a mesma fazenda no. embargos
com que se oppoz no joizo dos feilo execucSo dos
accordao., promovida por parle da junta, r, m o lun-
lamento de nao dover ser despejada do predio sem
ptevio pagamento das berofeilonas nelle realisadas,
porque a relar.l do Maranho, para a qual appellou
a dila junla, reformoo a -enlenca do juiz dos feitos,
mandando qoe proseguisse a execoeflo.
No enlrelanlo, esl verificado de "una maneira in-
consleslavel, pela carta regia de 4 de outubro de
1/92, que do aclual edificio da alfandega perlencia
smenle s referidas companhias urna parle, ialo he,
urna caa que Ihe ervia de deposito, annexa pelos
fuodos primitiva alfandega do Maranho, a qoal
pela obredila caria regia se mandno eneorporar
elle, lendo sido feilo por conla da fazenda desde en-
13o lodos o. reparos e melhoramenlos de qoe ha
precisado a mesma casa convertida em alfandega.
O procarador da coroa pedio vista para embargar
oacordao. e nesse eslado fieava a quesiao, confor-
me as ultima, inform&ces transmiltidas a directora
geral do contencioso.
Jolgoei devernuvir a lal respeilo as serenes reu-
nidas de juslica e fazeoda do conselho de estado, as
quaes ja deram o seu parecer ; e o governo aguarda
a decs,, do ultimo recurso, para lomar a delibara-
CHo que mais con.cutnea for aoa inlaress da fazenda
sendo conveniente que desde ja o aolorisei. para ve-
rificar a desapropriicflo do predio, seno for posiivel
a compra pelo. meio. amigaveis.
Rio de Janeiro, 4 de maio de 1857.
,/otlo .i/anrieio n'anierleij.
COMMANDO DAS ARMAS.
Suartel general do eonanuade da arma ele
Pernambuco aa cidade do Recite, em 9 ele
julho do 1857.
ORDEM DO DIA N. 509.
O general commandanle das arma, faz cerlo, para
ns lins convenientes, qae a presidencia por cilicio
datado de hnnlem foi servida commuuicar que defe-
ria favnravelmente o requerimiento em que o Sr. te-
nenie do 8- ImIbIIi.Io de infatuara Jos Anselmo Va-
leijo pedia enlrar no gozo dos dous mezes de licenca
de favor que pelo governo imperial Ihe foram con-
cedidos por aviso do 1* de junho ultimo ; e deter-
mina que o Sr. leuenle Jos Joaquim Coelbo J-
nior fique desligado da companliia fixa de cavallana,
a' qoal se ai ba addido, visto ler de regressar na pri-
meira opporlunidadc para o corpo da guarnieao fiza
da provincia da Bahia, a que perleoce.
Jos Joaauim Coelho.
Addicional de n. 509.
No vapor hambargoez PcIropolisD, que est pres-
tes a ebesar do Rio de Janeiro, lenlio de seguir rom
licenca para a Europa afim de Iralar da nimba sau-
de, e de ennformidade com as orden, do governo de
S, M. o Imperador, communicadas em aviso do mi-
nisterio dos negocios da guerra de 12 de maio ulti-
mo, nini' musito em ordem do dia do exercilo sob o
n. 15, leve o commando das armas desta provincia
ser mi,tu..Miiente devolvido ao Eira. Sr. marechal
de campo Francisco Sergio de Otiveira. Nao eslando
S. Ex. prsenle, enlregoci, na forma da lei, o dilo
commando ao Sr. coronel commandanle do 8- bala-
lliflo de infantina l.uiz Jos Ferreira.
lendo rerebido do Srs. rommar.danles de corpo
e de fortalezas, e atesa lambem dos Srs. ebefes da
diversas asanles militires, a neressaria couperaciio
para que o servico fosse deempenhado ponlaal e
regularmenle, seria injusto se uesta occasia deixas-


MUTILADO
>


so de manifestar-Ibes o meu reconhecimenn, espe-
rando que duranlo a mioha ausencia, o sempre, se
haveran do momo mudo, desvelados no cumprimen-
lo de Das obrigacOes.
lidiando esla provinria, onde liz o mea tirocinio
milita-, c a que Itolo amor comaero; demando ailei-
cues que me silo charas, iuterrompeiido por algom
lempo li|8M rom amigos dedicados; aparlaiido-
m ,l,i. ii,,,ii. companheiros d'armas, aos qnae, lenlio
coi.seicncia de haver dado as mais sinceras demons-
trares de amuade, ley cmico as mais vivas recor-
daces e pungentes saudades. Aceitero paranlo as
nimias despedidas.
Jos Joaquim Coelho.
__JlfIltIM.
DIARIO DE PElNAlBUCO SADBADO li DE JUi.110 DE 1857
,
t'.OI\KESl'ONI>F.N<:iA UO DIARIO DE
...rtuvvwHUco.
PARS. o de juntio da 1857.
a Blgica paiuraro-se fados da alia gravidade,
a nnlarau dos espiritos anda lie grande. Foi por
occnsiaode urna le de reforma em materia de bene-
licencia, de nma lei tendente a dar ao poder execu-
tivo o dlreito de declarar peesoas civis as corpora-
res religiosas, e torua-las aptas a recol.icr os lega-
dos de pessoas caridosas. e tendente a dar aos parti-
culares o direilu do escolher a sua vontade adminis-
tradores particulares para os lieos que tiverein con-
jurado a fundares cm favor dos pobres. As dis-
cuss-*tb desta le ns cmara foram extremamente
tempestuosas, e liveram doloro.es cebos as turbas.
lie sempra esse eterno antagonismo do qae se pode
chamar os ultramontanos e os philosophos liberaes.
Por varias veze. o publico foi expulso das Iribuual,
e a qoeslito lornou-se orna quisto de gabinete. O
nuncio do papa foi gros.eirumeole insultado pelos
turbulentos, e foi necessario que o ministro Ibe fus-
se dar desculpas e Ihe desse na cmara urna repara-
ran solemne.
E depois o molim desenvolveo-se em Bruxillas
aos gritos de : abano os conventos A' forca os ha-
des e us escnplores catbulicos! Foi misler faier ap-
pcllo as tropas para dispersar os ajuolamenlos dos
facciosos, para impedir a renovec.au e a manifesta-
ra, e defender a honra e diguidade do parlamento.
A orden foi igualmente perturbada ero Antuerpia,
Lese, t.and e Mons, onde tiversm lugar sceoas mui
lamenlaveis aula a residencia episcopal e as casas
religiosas. l_'ma circular correu todo o paiz, pedin-
doael-rei a di.solnrao da cmara, a do gabinete, e
.retirada da lei. A 30 de maio el-rei decid.o em
conseibo dos ministros o adiaraento desle projeclo
de le, causa de todo o nial, e Mr. de Decker, mi-
nistro do interior leu ua tribuna o decreto, concebi-
do nesles termos: o senado a a cmara dos repre-
sentantes sao adiados. Levaolou-se a sessao imine-
dialamenle, a os membros se separaran) aos gritos
viva e|-rci! Este adiamento he considerado pelss
turbas como equivalente a' retirada do projeclo de
lei, e supino-s orna modifcacao ministerial. Do- vouara
mais, o cunselho commonal d'e Bruxellas lomon a sosinho
resoluto de apreseolar a el-rei ama mentacem pa-
ra pedir-lhe que exija dos seas ministros a retirada
do projeclo da lei, como a oniea medida que poisa
lazer lenascer o soetgo no paiz. Um grande nu-
mero de conselhos commuuaes responden a esle sig-
na!. Esla anammidade de manifestaces parece pois
rondemnar para sompre o projeclo de lei em ques-
13, e isto poderia sem dovida occasionar, n'um la-
turo prximo, algumas complicac.es miuisleriaes, e
! v li'ri i anKlrqkia m -t. _1 .- _b
t.! k,' '"'""" p.icacoes miuisienaes, e <"'ir oesi uilticuldade, enviando para America urna
\ulllr *b,ramr ,a lnaiur' direcsaodaMr. de eenlcna de velhacs qu se 'azia pasear por con-
uacur. dernnados Dnlilirn ,. mni.K,i. i_____,_, i....i_
Decker.
Carlas particulares de Stokolm troaxeram a no-
llriV '-'7U"" UB aiosoim troaxeram a no- a.guraa, aazias de ladroes. O governo se recu.ou de
d.1,"',!,' K" a 'u,cia em conse ,,"'*?**? """, e ">"><> gravemente Perada todo, os das as aguas de .'alarmo, e com-
e.ncrmo, qoe os medico, lie nrescraverim mu < lado Fernanda alausa i>....... r .________..._i,_
-----------------------------..,...,.. K wuuu dT*3IUCIIl0
eulcrmo, qoe os mdicos Ihe prescreveram qae se
absiivesse de qoalquer oceopajao governamenlal, a
que se retirasst para o campo. Fallam em paraly-
ia. O vice-rei de Noruega foi chamado para lomar
as redeas do governo.
Na Prussia a sessao legislativa acaba da lerminar-
e. Nos ootros estados allemass nada se passoo que
posjamos referir : o facto mais nolavel be a aggrega-
;3o socessiva qoe se renova entre os pequeos esta-
dos. Ainda ha pooco eram os ducados. Saxe Cubourg
o Saxe Ootlia qae se reuniam. Hoja he o ducado
de Anhall Bernborg qne se vai confundir coro An-
nall Dessan Kothoo. Arr.anhaa mu a Uesse Harn-
bcurg com a llesse Damslad. Sara' islo um cornejo
dessa raanifestacSo ailemaa sonhad desde longo
lempo *
A vida orgnica da monarebia anstriaea he a sua
falla de homugenidade : he. por isso que ella dive
recciar o futuro : a prova disto he a visgem do im-
perador e da imperatriz a' Hungra, e a residencia
do archiduque Fernando Maximiliano em Milo.
Francisco Jos e soa mulher na perderam o lem-
po nesla visita ; esta ultima que se acha n'um esta-
do inleressanle coiitava residir ahi at dar luz. Se
a enanca fosse um ilho, herdeiro directo do Ihro-
no, eoutava-se que o seu nascimenlo nao deixana de
produzr um grande elleito sobre o espirito dos Hn-
garos, que teriam visto um compatriota no futuro
imperador. Atsim sperava-se muito desle movi-
meulo, durante a viagem. Mas, como quer qae seja,
nma parle notavcl dos mapvars tratou de espreitar a
oecasiao para reclamar algumas liberdades constitu-
conaes para Hungra, e all'ectou oa occasiao dos
recepjoes oflieiaes uina simplicidada de trajos, urna
gravidado de allitndes m opposic.3o flagrante com
a louca sumpluosidade, com o enthosissmo febril
dos ultra-Austracos. O governo para nao deixar
circular certas expresss dos votos nacionaes, inter-
lerrepiou na imprensa quaesquer relsces je ,ja.
gem : nao huoveram mais qua relalorios ofciaes, e
apezar disso transpiruu que s saodadsa da naciona-
Iidade perdida se lornam vivas e manillas sb os
psssos dos illoslres hospedes, aos quaes be mui im-
pussivel dissimular toda a verdade. Algoroas re-
cordaciies da grande poca da guerra da indepen-
dencia chegaram a mamfeslar-se, especialmente
n urna represenlacSo dramtica.
Depois de muilss dilliculdades a petizo rhegou
ao imperadur : ella enomera as principaes quenas
da najao, nao se atreveram a reclamar as frouteiras
histricas e as antigs liberdades para ai communas
mas protestan contra a regidez da centralisar;ao,
canitr.i a mancira tyrannica de proceder dos empregn-
los do governo, e principalmente contra a invasao
ila Hungra ailemaa at as escolas populares e nos
triliunaes inferiores, l'edm a reuuiao a Hungra
do Vogrodal, Banal e Servia, que foram separados
incoijniucionalmente, a preponderancia certa da
liugiia nacional na administravao, ua justica e ins-
irucrao publica, nova distribuirDo dus dislriclos ju-
duiarios, caja organisar;ao deixa moito qae desejar
e mfirn, melhor e mais justa reparlitao dos impos
los. Assignada por sais cenlos lidalgos e persona
gous de todas as gerarchias esta peticao foi entre
gue pelo cardral Szilovszky, arebidoque da Eszter
com, primaz da igreja hngara ; numerosas assig
naturas vieram uuir-se a essas anteriormente dadas
e esla unanimidado espontanea prova sem duvid
que a nacionalidade magyar nao esla, como se pro
tenda, ou mora ou perdida no amalgama euslria-
co. A vista deslas manifestacSes publicas, Fran-
cisco Jos concedeu urna amnista iucomplets e pa~
cial e algumas pequeas reformas : dar
que rara.mais ampias concessOes > As eoncessoes
esagrtdavam ao conselho imperial em Vienna que
quer a unidadea todo transe e apezsr de ludo.
tomo se sabe, o conselho se compoe dos primeiroi
funecumarioj pblicos, especialmente dos ministros
aposentados e de lodos archiduques, membros da U
nnla imperia1
cooperar para sua unifie.icT.o: estilo decidido a af-
fronlar Iodos os pericos, a fazer tolos os sacrifici'%
para alcanzar o alvo supremo de lodos o Italianos.
Iodos os seus actos se insp*am nesla i-reoccupa^ao.
O ministro da guer.a Irala de organisar a reservo ou
a londwehr qua 'era elevada a um (ulal do i.lKHI
borneas. De sorle que em caso do nuerra, o i'i-
monle podera apreenlar em poocaishoraa 110,000
hoiiieni perfcilanieule inslniidos e equipado..
Em Itoina, as iilaoc.a'ea do solieran ponliUce ako
as melhores possiveis, mas lia svslemalicanieiile
contrariadas pelo consistorio, que-o isola o mais
possivel do contrato dss papalaoBaa com medo de
que nao volle as ideas de I81T, ao. prestigios dos
das de embriaguez e d'amor popular, e que mo
renuncie o seu guia conselheiro dominante, o car-
deal Anlonelli, homem que Ihe foi imposto pel.i
oligarchia dos cardases, como posuindo a conlianra
das potencias earopess, e como sendo aqaelle que
encarna melhor a potincada Santa Se Da* circuns-
tancias presentes, pois que o consistorio tem horror
a onidnde italiana e a qualquer inelboraraenlo no
governo pontificio.
Apezar dos esforcos dos cardeaes, a rerepcHo de
S. S. na Komania ha sulo mu salisf-.cloria, e em
todas as parageMM disseram qoe se l'io IX linha dei-
xado a sua capital, he porque fatigada de servir de
apoio a poltica fatal da Anslria, quera dar oui-
dos aos couselhos da Fran5a. Se o seutimento ns-
cmnal un luda a pennsula he poderoso, universal,
indoinavel, mo he em parle alxanu mais desenvol-
vido do que nos estados da igrejs. Se Pi IXlie papa
para o mundo, he soberano italiano na Italia. He
paro satisfazer a aste seotimeulo nacional, he para
curaprir e.les deveres de soberano que ello esta vi-
silaodo as suas provincias, leinbra-sa que no meio
dos burras de euthusiauno que saudaram o seo pon-
hlicado as aspira^des dos seus povop, as suas ne-
crssidides, as suas csperanr.i, penetraran) al olla,
lor urn momento o seu theor de proceder foi bem
eompreheiidido, e esta grande inlclligencia das tur-
bas se Iradozioem (odas as parles por ovaef.es : assim
os cardaaet se achavam no mais mcrivel e-lado de
inquietarlo : as pelitas sa mulliplicavam de toda
as parles, e quem sabe o que resultara de urna pres-
ao lao unnime 1 Pedinm-lhe o lim da uceupacao
austraca e a entrada ua famiiia dos esladus italia-
nos, apruximando-ie doPiemoiile, para o qua I to-
dos os seus olhos esiao evideiitemenl^ vollados, ou
Ihe expunbam as necessidades admiuislrativas, as
iieccs-idades commerciaes e induslriaos, as necessi-
dades econmicas, as necessidades jurdica! e as ne-
cessidadea moraes a inlellermaes, cmlnn imploravam
urna amnista : mas infeliimente as rccepcocs se
lornarain em breve officiaes. Os cardeaes que cer-
can) s. &. nao permitiera que o povo se aproxime
no papa, e seja ouvido por elle ; a luz na ap-
parecera, e correm os boatos mais Icrriveis. Dizem
que ,. i,. Anlonelli deixar Koma quando o papa
estiver instalado em llolonba, para onde ser Irans-
fenda a sede do governo imperial, e que Po IX ni
vollara para liorna quando esliver certo de ahi oslar
...lli IO
Em aples a sitoacao continua a ser deploravel.
! sempre o liorrivelsyslema da embruleciinenlo e
le depravaran geral que sob o manto sagrado c in-
lignamente manchado da religiao, vicia, devora
;.nigrena este infeliz estado.
Desde o cornejo desle tristes negocios, o ministro
nglez declarara qoe quera garantas smcaras e sa-
utajoes reaes : el-rei de aples se lisongera de
alnr desta diflieuldade, enviando para America urna
Pllloni An ..11... f
da diminuirno da prodarriio aercola 1 das
cumlires ein que a sol
Approvou-.e em prim.-ira dinamo, e sem deb.i-
il H,.a,, do Ir.lalbo livre ao le, o projeciu que esleiide o beneficio da nave-,,,:,,
ir^T ,l. I .1 ,;,.,|"-|M,,|ll,l^ i* e .,;,!,,,,. rl. ,,....... A.. ,',_. _
irabalho escravo ia colljcar os estabeleeimenlo*
creado., era preciso ocrupar-se cun a h.ra presente,
para avilar una cande penuria. He pois com una
alta prudencia que no sen contrato .rrniilno o "o-
verno di- aos eilalwlecimanloi exilenle) a sati-fa-
i.o que Ibes lie devida, e que sobre os (,000 eolitos
volados pehs cmaras, elle rousacra llhltl aos fa/.en-
deirus o aos pequeos agricollorM. Em virtude des-
ta medida todos os intersea sao respeitados : os fa-
zendeirus se acbam enllocados n'uma posica.i mais
avoravel. sem que baja diminuirSo alguma as van-
legeos olfarecida aos c donos, que vilo cr introdu-
zidos no imperio.
lie com mui grande impaciencia que se agnarda
as correspodensias que nos annunciam a allilade
dos mandatarios da najao que pela primeira vez re-
ceberain dus seus conci lados em mandato directo,
e unigoem duvida dos resultados favoraveis.
-----------w- ,*. r-c ..,.,,i |, -;,,! j,Ur LOI1
dernnados polticos e amnistiando sob o inesmo lituln
nlgumas dazias de ladrei. O governo se racusou de
- ..---------- -.. lo ,m u, inmuno, ti corn-
udo lernando ainda se obstina. O anuo passado elle
lomeou urna commissAo para examinar< qae havia
reormar era homens, insliluirOes e coosas, c esla
corninissao que lermiuou o seu Irabalho declara que
iodo esta da melhor maoeira possivel ; de mais a
polica napolitana tspalha com prufusao (res psm-
Plilelos ; am contra lord Palmerston, oulro para ex-
iliar a prospendade das fiuanras do reino, o ler-
ceiro contra a Franca, as potencias occideutaes e o
propno Piemunle.
Na Ileipanha haviam preoccupacOei .icrea da ses-
ijlo do leado, em qua a* dara para ordera do di a
di'cussao do voto de grabas : asta s. .-,. leve lugar
looemaio. No principio M. Nocedal leo om pro-
jeclo de le sobre a impreusa. Se esta lei for acco-
Ihida, o futuro da imprensa s.r mu. triste, e peri-
,osos obstculos serao levautados a eipressao do
pensamenlo geral ; oulro projeclo de le foi apre-
senlado que lende a regolar a instrucro publica ;
na marcado com una cor quaai democrtica ; esla-
betece o ensiuo obrisalorio para lodoi, e gratuito
para aqoelles que o nao poderem pagar ; depois a-
praseniaraai-io duas emendas ao voto de gracus. A
eslereipeitoODonnell e Narvaez se empenharam
u urna sene de personalidades vilenlas se consi-
derado para elles proprius, sem respeito para
com a represenlarao nacional: chefes de duas gran-
des Iraccoes poliUcas, se elevaran) aos forores mais
lamentaveis, sem atlender au mal produzriam. e fo-
ram fracos. Elles lem falta de sciencia publica da
artei governamenlal, de dignidade, de palnui'i-mo e
dadhesaoa rainha : eirlim podein gab?r-se de ter
teilo em pedacos todo o partido moderado. Esla lula
a qoe ama sessao nao foi sufliciente, poderia ter des-
techado um golpe no ministerio, pois que Narvaez
roubOD a si proprio o seo direito de auloridado, por-
que u onnell lera necessidale de muitos anuos
para rehabilitar-so na opinUo. Do senado a lula
passoii para o coogresso : ahi a discussao tornou-se
um pleuo pugilato parlamentar.
Julga-sequeNarvaezque acredita na durajao do
sen ministerio, ao menos por lodo o vero, tenciona
prorogar as corles nos fins de junbo ou us princi-
pios de jolho. Daqui al l os saos irabalhos se ap-
plicarao a Irs projeetcs importantes : o ornamento
para o exercicio de 188 e o plano de administrado
econmica, concebido pelo ministro das linaiics;
depois com o projeclo de reforma constitucional, de-
veudo tirar as cmaras a mais essennal das su,-f at-
Iribuicues. (Joaulo a lei sobre a imprensa, sera re-
enviada na prxima leislo. O fleilo que ella j
tem produzdo, eslava ebeio de ameajas.
Em Conslaninopla, a quesiao linanreira ainda se
acha sem solucao.e a pressao de Sir Slraford de Ked-
clitlc sobre o governo he incalculavel : a 10 de maio
urna reumau dos principaes banqueiroi ollomanos,
gregos, austracos, francezes e iuglezes, leve lu"ar
em casa d* Res.-liid Pacha' para ouvir as condices
com que a Porta pretende conceder a concessa de
um banco imperial.
Ei.) geral, ninguem (em confianca no bom exilo
desla empreza, pois que as mesmas razes que bao
' ''u caP"a''l Mlrangtiros da comb.nacao
i. >viikins,osabstem ainda boje. He provavel que de-
. pois do Ueiran, haja algoma modilicacao niinisle-
nil se Keschid Pacha' nao achar diuheiro ate
eiilAo.
A llassia n.lo poda assislir impassivel ao rcovi-
mento que ha uin quarto de secnlu muda a face do
mundo, n3o podia ficar adslricta a sua aleba quando
ludo marclia, nem immobilisar as suas forres qoan-
>U|,,oc,,ai- do todas as nutras nacoes, grandes e peq'uenas, se
dar-se-ha caso impoem sacrificios enormes para multiplicar as sua
- mobilisaiido-as. O isolamanlo em laes circuuis.an-
cias quasi que equivalria a om suicidio poltico,
industrial comincrcial ; e a Russia da' i si vas r-
pidas de locomocao. Sulca-se de caminhos de fer-
ro ; o vapor que se escapa em torbilboes di| locoino-
pao he o estandarte da civilisajao. Uualquer popu-
lajau que vir este negro penacho baloicar a cima da
mi.i r ,ei-j t,,!!'..,. a______*f__
gario a vapor enire
de Sania Calbarina
porlo do I'.io de Jaueiro o
e em 1 e 2" a proposla de fi-
KIO DE JANEIKO.
'21 de juilio.
t.onlinuando bonlern no senado a i discussilo da
pronosirao que autonsa u governo a depusilar no
Banco do Brasil e em suas caixas filiaos as quantias
dispomveis no thesouro e as thesuurarias de fazen-
d das provincias, foi apoiada urna emenda do Sr.
Silveira da Molla suppriinindo a clausula das retira-
das hvres. Oraram os Srs. min.strns da fazeuda e
visconde de Jequilinhonha, c encerrado o debate,
passou a proposijao com a emenda para a 3* dn-
cussao.
A cmara doi Sr. depolados approvou honlem
vanas redacrOes, e julgou ohjeclo de deliberaca va-
nos projeclus apresenlados.
O Sr. hanlo de Mau fun lamenton um projeclo
para o governu emprelar a companhia da Pona da
Arca a quantia de i(H):O0OS, mediante hypolh.ca do
estabelecnnerito, e de lodos os valores da companhia.
Approvou um parecer da commisso de poderes,
para que se .chame o supplenle para preenrhor a
vaga do depolado do U- dislriclo de Minas, depois
de lerem orado os Srs. Maduieira. Pacheco, Oruz
Machado, e Barros Pimeulel ; sendo remedido a
inesrna commisso, para dar parecer, urna emenda
do Sr. leixeira Jnior, para que se mande pruceder
u el.irao de novo supplenle para preeucber a vaga
do luppleiila que passa a ser diputado.
loi lula depois a denuncia contra o ex ministro
da justija, e eleita a commisso especial que devera
examina-la, esahiram eleitos o Srs. leixeira J-
nior, Parauagu e Fiusa.
Conlinuou depois a 2' discussao da (ixarao de Torra
de ierra, e licou adiada depois de oraren,"os Srs. Pa-
checo c Borges lories.
O senado approvou hoT.Tem sem debate em 3a dis- d." ,,'. C1^?.lP1'"'!,nCa- '.""f "" co""nan'la'"
uss-o a prnposirao da cmara dos denotados aonro- SST^jSS^f d *J'n-?naral das pro-
de vapor do mirla ao porto da Victoria, provincia do
Espirito Santo.
C niiinuou por fim a discussao do artigo |\ da pro-
posta do governo que fila a forra de Ierra para u au-
no de 1858 a 1859, oraran) oeSra. Sa'a Alboqoer-
que e miaiaJ.ro da guerra, e ficuu o dbale adiado,
(. .nliniioii honlem no leado ,i segunda diicusalo
da propongo da oulra cmara, aulonsaildc o gover-
no a exonerar a companhia de Navecarao e Coinm.--r-
cio do Amazonas das obrigares eoolrahda relailva-
menle a Col0BN((lo, com a emenda do Sr. Pimenla
lliieno. Oraram os Srs. visroude de Jeqiiitinlionba,
ministro da fazenda, Carneiro de Campus, Pnnenta
Bueno, D. Manuel, Conralves Marlinr, e Candido
Borges ; e a requenmenlo do Sr. Wanderlev, licou a
diseottao adiada al que o governo remeta todos os
papen relativos ao objecto que Ihe devem ser pedidos
cun urgencia.
A cmara approvou hontem orna urgencia para o
Sr. I-raneo de Almeida fundamentar um requeri-
mento, qne foi approvado, para que a conimis.ao de
eooMitalcAo e poderes, examinando lodos os docu-
mentos relativos ao processo de responsabilidade do
J'iiz municipal da cejsiial do Pai, o Dr. Jos de
Araojo lioso Danim, i} o seu parecer apresentando a
medida mais conveniente para evitar a reproduccao
de factos desagradaseis e prejuliciaes, como os occor-
ndus o anuo passado oa assembla provincial da mes-
ma provincia.
Depois de orar o Sr. Silveira l.nbo, approvou a c-
mara o art. I" da proposla do governo fixaudo a forra
de Ierra, bem como em seguida o arts. 2 e 3.
roram apoiados e entraran) em discussao os segua-
les artigas additivos :
it O goveruo rever desda j a tabella dos vinci-
rnenlos da repanirao do ajudantegeneral para bar-
nionjsa-la com as uecessidades do (rnica e com urna
razoavel remunerarao do Irabalho dos* empregados,
continuando por mais um anoo a autorisacao para
alterar no qae formister o respectivo regolamento__
ISodrigues do Santos.Marlinho.Francisco Cam-
pos. Bario de Porlo Alegre. Araujo Brusque.
Delhno de Almeida.(Jomes de Souza.Cardos__
Santa Cruz.Benevides.Das Vieira.Torres-Ho-
mem.roscauo Brrelo.Madureira.C-dazan.
Ilulcln.Aragrio e Mello.Barros l'imenlel__Sil-
veira l.bo.Borges Fortes.GaviAo Peixolo.Cer-
qoeira l.eiie.Peixolo de Azevedo.Pereira Pinto.
Franco de AlmeidaVilella lavares.Paiva__
Fernandas da Cunha Dantas.Silva Miranda__
Alcntara MachadoTobias de Agujar.Pacheco.
J. Marcoudes. n
Adiiitamanlo emeuda do Sr. Kodrigoes dos
Santos :
Supprimindo os assislenles do ajudante-general
do exordio nas provincias que nao leuliain coiuinao-
dantei das armas.Dr. alarlinho.
Toda a correspondencia entre os coramandanles
vando o subsidio addicional d, 31:000.5 annuaes nr!aenteV!" Ule'8?nera1, 88 M Com ,i,lu do'
concedido a Jos Rodrigues Ferreira i.ara a nave- P, respectivas provincias, e o do mins-
a..a. ...........- 3 r*" lro < gados do tnbuual do conseibo supremo mililar e de
juslira.
Approvou doos pareceres de commissOe, pedindo meulo^n"!^! deT^ln^'T^0'T^
iluriiiarOis. >iic-utli n. ton\ ae .si oc Janeiro de i8>7, por na cs-
-* ir f i !>< ,s-e I, ... i. i.. ___"___. _____ ,. ..-_
MN, I....S. ----------... -v j.,WMV l Foi julgado obiecto de deliberado n foi imnri a C0,mPrf,lel,.d"1a na aulnrisarSo conferida pelo !)
Ir. um tirojecti da commtao Je p,,^, .'X "(f V^,, .i \ ^ de M dC ^ ,lfl 'G.-Bap-
mir, um projeclo da commisso de p-nsoes a orde-
nados approvando a aposentadona concedida por
decreto de C) de abril do corrento anno ao desem-
bargador da relace do atarntala Jos Mariaoo Cor-
rea de Azevedo Couliuho.
Contina a discussao do requerimenlo do Sr.
Silveira Lobo sobre negocios de Miuas, que licou
adiada depois de orarem os Srs. Fraucisco Campos e
Silveira Lobo.
A discussao do projeclo sobre a matrcula dos es-
"e' '0I apiirovado, depois de orarem os Srs.
Hiela lavares e Slarliiihn Campos, com as emen-
das destes dous senhores. liulraram em discussao e
ncaram adiados os ailigos additivos oirorecidos por
alguna Srs. depulados.
Cootnuou depois a dscussflo sobre fixarao de for-
jas de ierra, e ficou adiada depois de orarem os Srs.
Urrao o Silveira Lobo.
-30
O vapor Piralininga., da linha do sol, entrado
hpiiieiii, Iraz dalas de Buenos-Ayres alo Iti, de Mon-
tevideo alo I!), do Rio-Grande at 22 e do Santa
dinamia ale -jr, do cirrenlc.
As noticias do Rio da Prata na'a offsrccem o menor
inleresse poltico.
As cmaras do Estado Oriental tinham sido pro-
adds. ecupavaro-se com a discussao das malariai
baucanas e dos mell orainenlos inateriaes da capital
reclamados pela junla de hygieiic
Em Montevideo havia anda alguns casos de febre
amarella.
Do Ua Grande nada temos a acrescenlar carta
que publicamos.
(rlm in h uia a" T" Vlr *",e neKro P'nacbo baloicar a cima da
Lorntudo. ha Iresairhidoqaesque eslariam dis- ua cabeca, sofTrera' ama Iransformarao rpida, pois
isios a adoptar as eoncessoes ; o archidudue. Joflo. que os wacuiis nao tranannriam .m'.,,in .' .,i....
puslos a adoptar as eoncessoes : o archiduque Joao, que os waguns nao Iransporlam smenle os vveres
11 aicniduque Jos, o arebidoque Estevao, e este su- i mercadorias, sao os vehcalos das ideas. Cada
l>re ludo, foi elle que em I87 e 1W8 le fez o eslacao de caminho ferro I ,,n. _i. m .
bre ludo. Foi elle que emTsVT e 1848 le fez u
intermediario entre o soberano e a uaco, a foi em
virludo do leu intermedio que Fernaudo consenlio
ceder aos votos formulados peli repiesentanles do
sao povo. Elle conseguir urna popolardade tan
consideravel, que por alguns momento! Iralaram de
colluca-lo a frente dos Hngaros contra o invasor
austraco. A sua retirada um pouco demasiado eu-
lnta, roubou-lhe muito desla popularidade, mas li-
cuu-lhe ainda bastante para ser considerado como
pengoso pelos ultra-unilarius. Aisim, acha-se de
al^uina sorle n'um exilio, que chamramos volun-
tario.
As duas pcquenai archiduqoezas, lilhas do impe-
rador, das quaes urna lem de proposito o nomo de
(.selle, non.e da mulher do grande rei de Hongria
UM, esiavain ualuralmeule de vigem A morle
da mais velba, a que te chima Sophia, suipeudeu as
feslas e as receptes, e os soberanos se acham ao
menos momentneamente em Vieuna.
Em MiMo o archiduque Fernanda Maximiliano,
governador geral do reino Lombardo vencziano, foi
mu framente acolhido em taes circumslancias e
por tantas vezos, qoe ha razao para deixar um onos
loo pouco lisongeiro. Em balde lem fcito viagem
improvisa las para ver as coasas por si proprio, em
balde visita os eslabelecimeolos pblicos, em balde
da bellos jamares, em balde tem billas esrrnagcns
cavallos inglcze-s em balde se cerca de lacaios ne-
gros, de dausarinos abalisados, de velhoi condes ila-
esla;a de caminho ferro he urna escola em que se
manifest o peusameulo humano, e a luz sabe do
conlacto dos homens, como a falsea do choque dos
senos. Alguiis espiritos jolearam ver rusto meacas
no roturo para os povos occideutaes : be om erro
Vilanezes nao fazem caso delles. Ainda nao eiic'on-
trou a sua cau Ja de cao como Alcibades para filar
os olli05des.es rrrufados, obstinados a u,lo ver nel-
le mais do qua um archiduque austraco, antes pos-
suido de boa vontade do que de poder de ser til.
No meinde todas eslas antipathias italianas, a Aus-
tria Manteada em balde os estados da igreja, e rom-
prebende a siluojao qae Ihe he feila pelo poder
sempre cresceule do Pieinonlc, ella reforja o seu
carrito da pennsula, Irala de araear todas as pra-
vas fortes : Veroua, Mautua, Peschiera e t)das ado
l.ombarln Vcueziauo. Ha pnucos das ~o archidu-
que deixou HillO por causa do seu casamento com
a prineaia Carlota, lilha de el-rei Leopoldo ua Bl-
gica.
Durante algiiin lempo espalliou-se em Turin o
boato da que o ministerio piemonlez qoiz dissolver
o parlamento ; nao foi eiaclo. Esle parlamento
coii'pot de eitraenloa pouco homogneos lio rtulo
sob o imperio do ininislerio de Cavour pela lei da
nacenidade. Ed mostrou mulis vezes velleida-
los de quebrar o freio moral que a superioridad!
de ires oa qualro csladi.las do conselho Ibe mpoe,
mas lem sempre rtcuado dianle das dilliculdades do
lia seguirile ; em surnrna elle lem baslanle patriotis-
mo para nao querer que se produ/.a o larco vacuo que
doixaria iufallivelmente a queda do ininislerio do
rolde de Cavour.
O Etado do Piemonte se pode definir da manei-
ra ~"i;uiiile : be nma agajomerarao composia de um
rei lioiieil'i, de um ministerio e deum parlamento
progretaiila e de um povo mui governavel. Rei, mi-
nisiro, parlamento ptogretiiila e povo se julgaui
obrigados por dever da coii-ciencia e empenfiados
---------- -------(-v ,...,.-, jt ,,i, ,|,ii, un-
tros tantos penbores de seguranza, lodo quanlo he
capaz de enraizar o progresso oa Russia, e ao da
em que triplicando e quadruplicando a ua nroduc-
$ao agrcola, ella liver para o seu excdeme sabidas
regulares no consumo do Occidente, urna Iransfor-
marao profunda se operara' n > espirito da narao. e
os sonbos de conquista,as solicitares da forra bruta,
as ambicies immoderada darao lugar a's ideas de
concordia, c a' uecessidade vivamente sentida da paz
que preside as lraosacc,es rummerriaes.
Assim, he com om vivo seutimento de salisfacao
qae se Ve a Russia entrar cada vez mais no movi-
mento civihsador. Secundo os termos da concessa
dos Irabalhos comcr.ulos no auno que seguir a asig-
natura do ukase imperial ( 5 da fevereiro de 1857 )
devem estar inleiramente terminados em um prazo
de dez annos, e a partir da expiraco do segundo
auno, a companhia gozara' durante 85 annos da ex-
ploraba dus caminhos de ferro.
O governo assegora a' companhia um minmum
de juro de > 0|0 durante toda a durado da conces-
sa, isonla-a de lodos os direilns de alfandega ou ou-
irtit! un iciiiitiu' ,1,1..... -__. i
a-------------- -(* i'ibitiriuig ou un v
para dar-lhe reboqoe. Seudo preferidu o de Mou
lavdo, dispunha-se o ir Wasp a traze-lo, proae
guindu anavegatao a'vela ; mas o capitao exig
que o vapor aceudesse as fornaihas e empregasse
machina afim de chegar mais piomplo, e foi atleu
dido
-------------- "............ .i--,,,, oiiiiug us *ip
vtos a Montevideo, e a' entrada do porlo deu fuud
a barca a salvamento.
No da 111 foi posla em observarlo sanitaria, pre-
cauc;ao muilo ao caso contra a febre amarella. No
da 17, admillida emlim, por especial favor, a li-
vre pralica, comecou a dascarragar e conliuuou com
permissao da alfandega esse Irabalho duranlc loda a
noite, mediante o auxilio das guamiroes relorradas
de Ircsescalercsda eslacao naval brasileira.
No da seguiute ao amanhecer, acbava-se sufficien-
lemeiile alliviada, e os mesmos escaleras a foram
abrigar oo interior da babia, onde se procedeu 's
vaslorlas.
Como quasi sempre acontece, nenhum dos dous
... ........ ,,, uuvos MciOMiaM ; ne om erro, navios quer ser iido por culpado. O capitao da bar-
us desliuos da raja slava a chamara inevilavelinenle cadiz, ejulga leu argumento victorioso, que Uan
para o enle o Meio-dia, o seu papel esta' na '* 'uzes jadas. He sabido que esse be o numero
. :.*!? _" ,' .rnmpre considerar como ou- '" d a noile, os vapores de guerra
, -------__------,w. u...c.- ..o minea, ii
1. Os prrsidentes de provincias pdenlo suspen-
deros commauJanle de armaa e assislentcs do aju
xacaode forSas d. ,uJr"com aVem.Td da nutra ZtoT^iTJ" T" "t'^0^-
cmara. uuue nanic-general nas provincias que admmistraiein.
_______ sempre que enlenderem que o servico publico o exi-
A cmara dos Srs. denotados approvou hontem o ,m|,T1 tte,iM","l, qein oa.ubal.toa em-
parecer da commi.sao de poderes recouheceiido de- 2,. "'"">" Ja guerra, sob informa5es dos
notado p,lo I- dismeto d.^VIiua, S con e.heiro ^^^^J?" T'^V ^ "V"n '""'
Irancisco Diogo Pereira de Vasconc.llos, reeleilo. l,^S. m *u{0'" Approvou a redacrao do projeclo que apurova a ,-Jf2 Cim".1"- "W" "in ccnselhode
tabellados vencime.os dos'mgistrado e'emp ,- El^eS" cpos.o de olllciaes-geoeraes
gado, do tribuual do conselho sunremo ,i.e i 1 ,^'^, "a f!Iec,",0S<""" de Souza.
Mea desdeja soppnmida a reparticao do ajo-
danle-general do exercito, organisada pelo regula-
Sini.lro. A barca brasilera Flor de Olveira,
em uagem de Montevideo para lluenos-Avres, a-
cliaudo se no da 15 do correle bjea da oo'ite com
o pharol do ponlao da Pona do Indio vista, nave-
gau lo com vento largo, cruzava sua derrota com a
da crvala a hlice ingleza dingia-se de Uueuos-Ayres para Montevideo, a vela,
cocbada boliua por EB.
De pertinacia, ignorancia ou descuido, resultou
mais um desastre martimo.
Abalroaram-se a barca e o vapor, pariendo a-
quella o mastro de r e parte da popa a BB., pouco
acuna do iume u'agua ; e moilo mais grave loria
sido a avaria se, ao dar-so o choque, talo fosse resva-
lauduja a barca, oreando pela proa do oulro.
Ha a lameular a morle do pratico e de mais um
pralicante da -Flor da Olveira, que desappaiece-
ram tem saberse como, e que nao puderam ser en-
contrados, apezar das solicitas pesquisas de um es-
()rmrersmll,0a,re0"VV,'SP-0 a pranciider quanlo ganhar.i o commercio c a ioduslria
auoaTeenriJnY V,lou"se deP0,s- i maio. recebeulo n Rio de Janeiro, urna hora depois d.
11 iZtV v l"!r"t"i'- a rParar roino ""'''do "'earem a Pernaraboco os vapores da Europa, no-
poia barca. Empregaram-ia oara rescuarda-lo la- Ocias das jrann .,.....-----...i... a___!:.'____
chumbo.
lista Monteiro. o
O governo he aotorisado desde j a submeder a
promoco de i de dezembro de 1856 ao exame de
urna commisso especial composla de qoatro ofliciaei
superiores e presidida por nm official general, para
investigarse hnoveram prelenries, e quaes os offi-
ciaes que as aoffreram.
A commisso examinar : primeiro, se foi res-
peila lo o dirailo de auligaidade ; segundo, sa foi
guardada a proporjo numrica enlre os promovidos
por anliguidade eos promovidos por merecimsnlo,
na forma do S 2 do arl. (i da lei n. 585 de (i de se-
lembro de 18o0 ; e terreiro, se foi respailado o direi-
lu de preferencia aos arccsso garantidos acs ofciaes
da segunda classe do exercito pelo art. 33 do regula-
ruenlo n. 772 de 31 de marr.a de 1851.
Se a commisso entender que houveram preleri-
ri.es, e o governo conrormar-se com esse parecer, os
preteridos sejam immedialamente promovidos em
conformidade do arl. .11 do citado regulamenlo de
II de marro ; e sejam tambera indemnisadoi dos
venriineiitos qne deixaram de perceber desde a data
da publ caru da promora em qoe foram preteridos.
No caso de discordia entre a opiniao do governo e o
parecer da commisso, ser ouvido o conselho supre-
mo de justica militar, denoisdo que o governo resol-
vera como entender acertad, e submeltera' a sua
densa ao corpo legislativo.Baplisla Monteiro.
A discussao ficou adiadajlepois de orar o Sr. Pa-
ranliot. w
l"oi a imprimir para entrar na ordein dos Irabalhos
a proposta do coverno orrando a despeza geral para
o anno de I&58 a 1859 na parte relativa aos ministe-
rios do imperio.fjustica e eslrsngeiios, convertida em
projeclo de lei pela seguuda commisso de orra-
ineuto.
TEI.ERAPHIA ELCTRICA.
As consideraroes geraes com qui demonstramos a
alta conveniencia poltica, econmica e moral das
uas de comrouncac,fio eleclrfcas lm t3o complelo ca-
bimento no caso especisl do Brasil, que nao hesita-
ramos em dispensar-nos do Irabalho de escrever esle
nova artigo, se por ventura nao devessemos expen-
der alguus argumentos que provam muito direcla e
particularmente a respeito do imperio americano a
uecessidade urgente da conslruccao de lelearapbos
elerlrieos em seu vasto litoral.
lis iiileresses do commercio exigem a lelegrapliia
eleclnca no Brasil, como em lodo o mondo, e mais
anda no Brasil do que em muitos paizes.
N3o he preciso rellectir longameiile para se com-
prehender quanlo ganhar o commercio c a ioduslria
ropphaiHn *> (', .1. I_____. >
,e are-S. v, K^IT' "pdr" ""nuo ">l""10 c,leBi,rem Pernamboco os vapores da Europa, no-
nas tL5'mPrf8iraiii-ie para resguarda-lo la- licias das grandes pracaa commerciaei do velbo mun-
lmml.0 S' pa' e praucliada de do. Muilas vezes colbenlo os nossos negociantes in-
ri r..... i...... a r caiculaveis vastaran, sendo prevenidos com seis das
au.l o^ln 1 i '1P?r '"o\mo0f d0 ca""ino ,le ""'"lenca das ord.ns c commuuicaces impor-
n.,1 d,f I,.JM prel'"dJ.* "", ollerec.ndo-se tantea que Ibes Irouxerem os paquetes europeos. A
para dar-lhe reboqoe. Sendo preferido o de Mon- nossa prafa receben,' eerlamanta canluplicadr!.ardor,
!- mira soa vida lomar-.e mais activa a mais bri-
io Ibanie, e augmentara' iufallivelmente a riqueza, mul-
li[ li:an lo-.e progressivamenle as ransacres.
t. quando mais larda orna linha telegrpliica unir
" o t.^r,. a, i f tur1Pa "" imperio americano, a todo o nosso dila-
h Ei ?,?m,'SS"" Mf" rl- lado doral, chegar' o Brasil instantneamente a
ideo, e a ...irada do .,rl do r..ndo noticia dos raai, nolaveis aconteciraento., repelindo-
se qaasi ao mesmo lempo em muitos e diversos pun-
ios, como nm grilo, que he de prornplo e succcsiiva-
mentc reprorinxiao pelos echos.
Sob o poni de vsla da nossa poltica interna, a
causa santa da ailo do imperio leria o mais valioso
dos seu defensores no correio elctrico ; o norte e o
al do Brasil e acbariam vantajosamenle ligados pe-
los laros generosos da pilha elctrica.
Entre mil bypotheses que poderiam ser aprsenla-
das, admitamos orna, e seja essa a menos agradavel
10 palriolsmo e lealdade dos Brasileiros : suppo-
iibamos que em uma de nonas provincias o genio da
discor iia, a ambicilo, o desespero, oa o desvaro, pre-
para nm nmviment aunado, que ameace a paz c a
s'gurai.ca publica ; a auloridade poucu diligente, ou
illodlda pelo zelo e pela cautela dos conjurados, des-
cobre a trama revolucionaria apenas alguns dial au-
tes daquelle que lenlia sido Puado para o rompimen-
.,, -. ....,.., .,,.,, ne VMn0i condes ila- "o. isania-a de lodos os direilns de alfandega ou ou-
anos de niscirreuio ; e cosmopolitas de coracao, os I" quae-quer sobre os materiaes e obieclus neces-
ilanezes nao fazem caso delles. Ainda na enrm,. sarios ao o.irneiro ..ii..i..----- a.' ... .
sano, ao primeiro estabeleeimenlo ; da-lhe eratui-
lamenle todos us terrenos vagos, e todas as facilida-
des para dar oo trafico a extensao possivel. Emlim
a pardr do vigsimo auno depois do acabainenlo Iota I
do teculn, elle lo-a' dlreito de resgalar a conces-
sa, pasando a companhia por tolo o lempo reslan-
*a"a"" a ""C'lo "e tal concessa uma an-
nuidade calculada sobre os producios da explorara
ao da da receprao pelo estado sem que esla anni-
dade possa em casu algom ser inferior ao interesse
gratuito.
Nao qutremos terminar estas liotaai nm dizar-lha
com que interesse em Franja se felicita o Bra-il pe-
la medida generosa c grandiosa que tile lomou rela-
Iivameute a' grande queslao da co!onisar,lo, que he
o unco ir.no ,:- lalvaco, depois da sui.pres-ao do
IraQco. IIuuvu visto uma vigorosa iniciativa. O
projeclo de tratado enlre o coverno c orna sociedade
central de colonis irfu., prujecto egundo o pial, em
Iroca Je nina fomma de seis mil conloa da ruis e de
numero-as vantagens concedidas pelo governo, e>ta
ociedade se eDcarresa de introduzir nu espacu de 5
anuos .5(1,000 colones, vero de um peu-anieiilo gene-
rosa ; mas as modificarnos feilai ao projeclo primi-
tivo parle de uma gende iulelgcucia do calado
actual dis contal.
O deiejo de generalisar os beneficios da rolnnisa-
rao europea, linha ao principio afaslado qualquer
preoecuparo |.ara es estalielecimcnlos ja' evi.lei.le-.
O pensaiuenln de combaler o alto prego dos gneros
do I noite, os vapores de guerra. O commandanle
lo Wasp a'sevcra que uavegava com elles, e be
inverosirail que uma corveta se dispensases de 1ra-
ze-los, inorinenle naquellas circomslaiicias.
Eslas duvidas lira.am peudenles pcranle a cajii-
lania do porto de Montevideo, e lera de ser resol-
vidas aliual pelo tribunal Jo consulado daquclla ca-
pital.
1 dejulho
O senado approvou honlem sem dbale em pr-
meira discussao a proposito da cmara dos denula-
dos aoini i- .u.io o governo a exonerar a companhia
de navecarao e commercio do Amazonas das obri-
gac,oes conirahida relativamente a colonisacao, com
o parecer da commisso de emprezas privilegiadas a
semelhante respeilo.
Entrando loso em segunda discussao a mesma pro-
posirau, foi apoiada uma emeuda do Sr. Pimenla
Bueno ampl ando a nuovaro do rontralo ao servi-
cio da navegaran. Oraram oa Srs. Ferrar, presdeme
do cunselho, visconde de Albuquerque, e D. Ma-
uuel, e licou a matena adiada por nao ba>er casa.
Apresenlou-se honlem na cmara dos depulados o
parecer da commisso de constituirn a poderes so-
bre a eleic.3 do lerceiro districtu da provincia de S.
Paulo, reconhecen.lo depuiado o momeiihur Igna-
cio .Marcoudes de Olveira Cabra!.
Foram approvados doos pareceres da commisso
de cmaras muir;u .... um ,0|)re furlo de Ba()u
a provincia do Rio Grande do Sul, e oulru pedin-
do informarOes obre a postara que diz respeito aus
serraiheirns e raldeireiros.
Jolgou-sa objecto de del.berac.3o um projeclo da
commii.ao de penaots e ordenados approvaud a a-
poMoUdaria do conselheiro Casiiano Eiplrldiao de
Mello alanos, ao lugar de ministro do supremo tri-
bunal de juslira.
Foi a imprimir o parecer das enmmi'ses de fa-
zenda .f commercio sobre un projectos que tendera a
facilitar o successu das empiezas de estradas por meio
de emprcstimo.
lambeta foi a imprimir am projeclo do Sr. Cer-
queira Leile, auloris.ndo o soverno a mandar
duasi pesaoai aos Estados Luidos e as Autillias para
csludarem all o processo de lavoura.
Appri.vo depoi
. -.-- ,----- ., .^ ....... .-na > ,., i, ,, ,, ne ii -
lo; fallam ao governo da provincia as Torcas pira
resistir, e o lempo para mandar um navio af capital
do imperio pedir auxilios ; mas a linha telegrapho-
eleclnca anda esla' intacta ; a poltica recorre a clec-
tncidade ; o correio nsianlaneo falla, o governo ge-
al escuta, es soccorros parlera de sbito, e com a soa
chegata imprevista aborla a conjurara, poupa-se o
angue brasileiro, a orden) continua inalleraval, u3o
ha vencedores nom vencidos, nao ha lula no campo
armado ; ha smeule paz, segurauca, umo, prospe-
ndade e gloria.
Deixemos porcm do parte eslas alias muito impor-
tantes consideraii.es de luteresse commercial, indus-
trial e governanieulal, que racomrnendam com cm-
penho a coiistrnc;ao dos lelearapbos elctricos, [vao
ha ahi argumento que nao se possa referir mais ou
menos a qualquer e a lodos os paizes.
Mas a respeito do Brail uma reflexao lem parti-
colar e inleiro cabimento pira demonstrar que a te-
le^raphia elctrica he uma inslitaicao indisp-nsavel-
menle reclamada por circunstancias espcciaei que
acluam sobre nos.
Na crise didicil em qae nos adiamos, lotando con.
a ralla de bracos, vendo .-i.-near ida de fatal ruina a
agnroltora, e portanto a riqueza do paiz, o nosso
uiiic recurso esta' na coionisac,ao eoropca.
lemos grandes obstculos a vencer para chamar
ao Brasil as trrenles de emigraran, ludo quanlo
facilite c suavise a vida dos colonos enlre nos deve
ser aproveilado c posto em pralica, na certeza de que
desse modo se presta o mais relevante servir. ao
paiz.
Urna das cadeas mais nobre e mais fortes que
prenden) 0 homem ao lolo Au pai.ia be rertanienle o
amor da familia ; be sempre rom diOIcnldade c com
s.icriirio e dor que nos separamos de no*sos pas de
prenles o amigos da infancia ; c se alguma
cousa pode minorar os lormenlos da ausencia, be a
certeza de communicacOes facis e promptas com a-
quellesde quem nos reparamos.
Qoe influencia, porlanto, nao lera' sobre a coloni-
..irio o eslabelecimeoto da Ihelegrapliia elctrica no
Brasil, pnnciualmenle quando nos aclurnini em com-
momcaclo iinn.ediala com a Europa por meio da
eleclncidade ''.
O joven emigrante desembarcando em algum de
nossea portea, e ames de partir em busca da riqueza
'ara o interior do paiz, vollara' seus olhos para o
, a cmara dous reqoeriraentoa ;
nm do Sr. Marlinho Campo., requeremlo vanos do-.
cumentoa d contrato e exa.nes da estrada de que he i m,i,.|n .m pa *"ara seu ol1"" Para
emprouria a companhia t a e lndusma, \ ou- \Tlu"t'"Z'l", al P.'!f. "man' ea""B0i- *
trodoSr. B.pliila Muuteirc relativo a cmaucipacao T'm.Zl \ """a1 u"a""'. "'i"la''
de Africanas. n.'is "** l"a?lc<,' 'lu crrelo elctrico a noticia da >ua
n i j ebega la em nma saudacao :,' Ierra que o recebe
e a riqueza do paiz ; a unido pacifica c benefic i -
seus habitantes, a tolerancia religiosa du estado, e a
fortuna e as bellas esperanras dos emigrsnl.
Na e di^a que anda be multo red para la
brilhantes eonquistai da irutuslriao da civiln
se na se livesse repelido ceri) ve/es a anda lie mul-
lo cedo sempre que enlre nos se fallava ni c-
Iradas de ferro, lia pert de vinle anuos que j o-sui-
rianii.s este porteoloso elemenlo de piosperidade que
apenas agora podemos paasah*.
Nilo se dica tambera que he mais prudente esperar
qae se e.tabelec; primeiro uma linha elctrica eulre
a Europa e o Brasil para rousiruirmos a nossa de
l'ei ii.imlium ao Rio Grande do Sul ; nao, precisa-
mos desla iudepeiideolemente da oulra, e lie por
certo a siguuda que ha dea|iressar a construccjle da
primeira.
E anda mesmo qoando a via da rommunieacao
elctrica da Europa ao Brasil fosse apenas um sonho
irrealisavel, o que ninguem por mais ousado que se-
ja se atrever' a dizer, convinha a moral, convinha a
civiliacao, convinha ao commercio, a' industria, A
colonisacao e ao publico em geral, que se mandas-
se execolar o lelegrapbo elctrico de Peruambaco ao
Kio i,rail ir do Sul.
E convinha mais que raudo esse correio instant-
neo a' politica interna ; porque cora elle ogoverno
da capital estenderia leus bracos, e conslantemenle
locara com mas nios pruvideuciaes o sul e o norte
do magestoso imperio da America Meridional.
A quesiao u.lo esla' esgolada ; mas sospendendo
por agora ao menos noasas ob'ervaces sobre ella,
vamos terminar tocando de passagem em om ponto
que diz respeito s condirOes de exerur.io do lelegra-
pbo elctrico que se procura iiietlloir.
Nenhuma empreza que lenha de realisar es.a bel-
la obra pode prescindir de om favor do governo im-
perial, favor que tem sido proporcionado a quasi to-
das as emprezas, eque lie indispen Os accionistas da empreza lelegrspho-eleclrei fi."i
de querer contar por certo com um auxilia pecunia-
rio, que fac,a desapparecer todos os receios de perda
e ruina da companhia.
Os empresarios pediro conseguinlemenle ao go-
verno imperial, ou uma consignadlo animal, oo urna
garanta de i uro-, moderados.
Quanlo a nos o favor nao pode ser negado, nem fa-
rcinos ao nosso goveruo a injuria de o acreditar ca-
paz de por em duvida a conveniencia do lelegrapbo
elctrico, e a iudispeosabilidade do favor pecunia-
rio.
Mis o que cumpriria, ou cumprc conceder'.' a
consiguacao annual, ou a garanta de juros ".'
Poodo do lado ss considerarles econmicas que de-
ven) fazer preferir a eonoesian da garanda de juros
a' da consignacjlo annual, observaremos que a Earan-
lia dejaros nao sa pJe considerar um incentivo pa-
ra a agiolaccrr.
A garanta de juros moderados animara' os peque-
os capitalistas a empregar lommas que sao sprovei-
ladas no servido do paiz ; a iobveuc,ao pJe dar lu-
gar simplesmeote a' especula(3o.
E convra nao esquecer que os emprezatius que
ora le apresentam ao govenu imperial para cons-
truir a linha lelugraplr -elctrica do norte ao sul do
Brasil, ao contrario das componhias de estradas de
ferro e de nutras companhias que temos, na pedem
qoe se turne eflccliva aquella garanta desde que co-
meearem as despeas da empreza, maastVmanle des-
da o momenlo em que u telegrapbu eleclrico eulrar
era exercicio.
Esla condirao nos parece muito favoravel ao go-
verno, c anda por ella preferiramos a garanta de
juros a' con*ignar.ao.
Temos dito o que o dever nos convidava a cxpr
ao publico sobre esla importante qoestao.
Terminaremos, pois, com duas breves palavras.
Se cnnlinuarmos a dormir sobre os nossos mais v-
leea inleresses, lenhamos a eerleza de que o Brasil
licar' marchando ua retaguarda da civllisacao, e a
poslerioade, chamando-nos a cenias, ha de maldizer
da cerarao actual.
E o nosso somno, que he o somno do governo de-
ve-se reputar mais do que um erru, deve-sc reputar
om rrime diante do patriulismo.
S. PEDRO DO SUL.
Rio Grande, 1 de junbo de 1857.
Aqu se acha o estado maior e menor da commis-
so de limites, que veio fazir os Seus qnarleis d iu-
VCr"jaf re,P'?liV0 pagardor.logo que deserobarcou
do vspir iltir-Orandense, foi por circuios ou ludias
curvas dar na alfandega aon le o seu Dos le salve
foram 0:0003 qua levou para recorrer as despezas
da mesraa commisso. Corre Como Cerfo qae lodo c
Irabalho, e sera duvida lamhein a despeza que e
tara feilu co-u a comraissau, li;a da ueuhuw elleito,
perqu o commissionado da Repblica Orienlal se
recusa assigoar os Irabalhos da demarc-c..lo Se
or verdade, o que se deve fazer Se eu fosse o go-
verno empretlaca dinheiro e mais dinheiro a Re-
pblica Oriental, e logo ein seguida maudava um
exercito {.ara sustentar ou garantir a paz no seio da
mesma repblica. I'ica la patria.
Na sexta-feira chegou de seu regressn de Jacuar.lo
o inspector da thesouraria de fazenda Joa Jo. qu.in
de Almeida Arnisaut, o qual cousla dera ao governo
excelleute mform,, a j acerca do qoanlo era velato-
rio e repugnante a prohibidlo da navegacao da la-
goa .Mor m, pois que os habilaiiles, todos o.' fazendei-
ros brasilairos,viviam em um completo asedio, con-
vindo por tanto por livre aquella navegacao. A pra-
ea do commercio, scienle disso, mandou uma coni-
inissao composla dos socios Miguel Tilo de Sa, Cr-
ios itaynsford e Francisco J oso na.Aunha, cunipri-
menla-lo ; e S. S. grato JT^Siia" aiieii'.ao, mpondao
que reconhecia quilo diminotns lem sido os servicos
que ha prestado ao commeicio ; porein que poda a
mesma commisso licar convencida da senceri lade
de suas tntenroes a bem do coinmercic licito da pro-
vincia, procurando sempre conciliar seas inleresses
com o da fazeuda nacional pelas mutas vaolagens
que ualii resultam.
A pracra do commercio reunio-se honlem em ai-
sembiea geral, para tratar do agio que se deve dar
a raoeda nacional de 203 de ouro ; uns querera que
seja de 10 Ohj fixo, por couseguinle telendo 24) ;
oulros nao querem agio algum alm daquelle que es-
liver correndo na prata, segundo a sua abundancia.
A queslao ficon adiada para u dia 5 do crreme.
'.Lian :,i por ventura a prac,a commercial resolver qae
a moeda de oaro de 20tf tenlia no mercada o valor
de 2J, podera' ler obrigalivo recebe-la no valor fic-
ticio estipulado pelo commercio '.' Semelhante de-
liberarlo nao ira do encontr ao decreto n. 487 da
28 de uovembro de 1846 qua eitabeleceu o valor de
\S por oilava a moeda de ouro 4e 22 quilates, a o
de u. 625 de 28 de jolhu de 1SI9 que marcou o pe-
so, quilatei e valor das referida! moedas de 20J ?
Veremos no dia 5 qual a deliberara lomada.
O paracho desta freguezia, Jos Mara Demasi de
Mallos, que exercia as nenies d vigario da vara,
foi derailtidn desle exercico.dizem pela falla do re-
raessa dos emolumentos que pertenciam a milra. Foi
nomeado para subslitui-lo o conego huunrario Tlio-
maz Aquino de la Casas, respeilavel anciao, que goza
de maita considerara e respeito nesla ci.lade.
Sobre a barra nada quero dizer para que lulo sup-
poulia ser ama mofina rainha ; roas se quer saber o
seu triste estado, lea os jurnaeidaqu'.que verdadei-
raraenle conhecera' quanto he lamenlavel ; e para
prova disso saliera' que nao ha noticia alguma dtsss
corle. seD8o a que trouxeo Piratioiiiga, por nao
ter entrado dalu navio, salvo alruns que eahiram an-
tes do vapor, entrando aqu com 20 c lanos das da
viagem.
Entretanto, a vista do Iriste abandono era que se
tem adiado, muito se deve ao disliuclo nflicial de
raarinlia qae all se acha a testa de sua praticagom, o
capilu-leiiente Pinlu, qoe lem desonvolvi.lo uma ac-
lividade cima de lodo elogio.
O lente Aleucar Araripe respondeo a conselho
de m\.-.iig.r.io pelo ferimente grave feilo ua pessoa
do capitao Pestaa, como Iheaunonciei ltimamen-
te, e agora se acha em novo censelho pela falsilicaco
de um pret interino que aprtseuluu a pagadura mi-
litar desta eidade, com assigualura falsa do incsinu
capilao Pestaa, a qoal dizem se acha moilo bem
imitada. Servia elle de quaricl-mestre do contin-
gente do3*, batalhau de qua he cumraandante o re-
ferido Pestaa e aucmenloa uma quaiilia paramis
da 4009. qrianlia que recebsu. Uvje lio a justar das
c nlis de lim do inez ultimo se venficou a falsidade.
Ouem ser o respomavel a fazenda nacional, o pa-
gador qae ealrrgou uma qoanlia segundo o ducu-
menlo com lodos os traeos de legal, ou o proprio ca-
pilao por confiar de seu culloga, quando era de sua
obngaijao, visto que sendo r. contingente um desta-
camento, ao seu commandinte compele formolai
pret e ir pessoalmenle receber a sua importancia .'
Sao questoes cuja responsabilidade rj,lo sei sobre
quera deve recibir.
Ar.les de hontem o delegado de polica apprehen-
deu urnas moedas de prala pequeas galvanisadas de
ooro, que pela forma e fcilo representara quartos c
oilavos de on;a no Valor la prara, aqoellas de 8o e
estas de '13. Consla que inesmo delegado proce-
der o respectivo aclo deeorpode delicio, e o remet-
iera aiauloridade competente.
lien lmenlo d'alfamlega iesla eidade
no mez de maio passaio .... (5:771-51:!
D Ho'le..........50;89l9763
-----------^.---------------------,._., nH|4.a .-,,,11,-1,
(o em crear ceiros de explorarlo, sera se importar
com os gritos de penuria dos lazendeiros. O presen
.,.lF,uu> r. u.. .'-:' = crep.aues cuinos srii, de penuria dos lazendeiros. O presen- (inecao publica, sera ur.iuio ,
por honra a delsu.cr a mdepeudeuc.a ttal.aaa e te ,ra .u.eiraraeule sacrificado ao futuro. K^^^^ff^T^^
estodaoles fosiem remetlidoi a' commisso de ios-
Une(ao publica, sem prejuio da tercena d6CUssao
corresponder-se com suas familia, e para desmentir
escalronles dos iunnigos do Brasil, pintando com
verdadeirai e vivas cures a ferlilidade, a salubridade
116:0695276
lia en.lectora geral...... .5:l7:-si,:t
Da mesa de rendas pruviuciaes. 31:5119037
lio dia 2 larde a|.paleccu barra o oluip la-
Iriz. e u.lo po le entrar por falla d'agoa. No da se-
guiute, nao pudendo ainia aolrar, baldeou para as
calraias os paagoiros as mas, seguimlu para
Montevideo, levando encomroeodas e alguma sonf-
mas de diul.eiro que dalli tinham viudo ; na. levan-
do ilaqui as malas do correio, nem f.assatjeiros ; es-
crevendo o comman faole uma carta ao ag-iue da
companhia, declaraudo qoe bavendo passado j as
-ii huras de sua eslada. segua viagem para o Rio da
i'rala. As 2 horas de que Irala commandanle se-
ra da chegada a barra, ou djpuis da sua ciilrana a
provincia'.' Csda un faz o qie quer.
O CommereiOD, segundo dizem. ia no dia 2 rebo-
car navios, debaixo .le granee neblina. Le\a\a j a
seu bordo cerca de -J'M) barricas coa) Manuel que ha-
via recebilo para Porto-Aligre. Encalhou ua falta
do canal, e apezar de haveidescarreaado para diales
o Henear e carvao, so boj, pude safar, e emanltf
segue para Porlo-Alegra esm a correspondencia que
Irouxe o Impcralrizu.
Koje reoniraro-se na prara d commercio 83 so-
cos para resolveren a qursiao monetaria ; a primei-
ra pei.rao'firmada por seta socio, pede a directora
da cana filial do banco necia eidade que sol cilo au-
loriMCao do banco par. Irc,r ,,, n,,,,, ,,
que all ferem aptesenl.d.i, propenda os meamos
..g.i-lanos receber do pnme.ro rte ,,ho ,,,
d.ante us muelas de ouro de 209 com o premio fixo
de 1 p r cento, emquanlo a directora do banco do
Brasil nao resolver a queslao.
A oolra peti(lo firmada por 22 socios Icio por fim
especial tratar da nactooaliseca do moeda na pro-
vincia. r
Posta ,. primeira era diecauao, failou-.e amito por
r-paro ,.e heras, e nada se di.se ; e depois de se a-
cnar a discussao uloemmarauuada, queja n.U se sa-
bia o que M pretenda ou quena, ora dos assignala-
n pedio para relira-lo, o que Ihe foi concedido.
tosa a 2' em dlseussa., foi deliberado que do I
de julhu de 1838 em dianle ludas as Iraiuac'escom-
merciaes serao feilas em moeda legal, llcando asofl-
c,aa e mais moedas eslrnngeirascoiu o tjaler da praca
segundo o cambio do dia.
0 de iiiilin.
oiilein eiilrnu de .Moiiievidfj o almperalrizn,
sem qoe Irouxessa noticia alguina que inareja as
bourel de mencionar, lem agora de esprrar pela
correspoudencia ollicial de Porlo-Alegre, cuja mala
eguio anie-hontem ne aCommercio.
A barra tem-ie conservado uestes Iris di,i algn-
ma cousa mais satisfactoria. Nenie prazo tem entrado
-2 navios da vela, existiudo Tora 13, que com os en-
trados prefazem o numero de 331... A importaran
lem sidoexcessivameule escassa, pois que ubservn-
do-.e pelos jornaes o rendiineuto propriainenle da
alfandega. severa que at lioutem pouco excede a
4:000$, emquanlo que a exportarlo lie de mais de
M:u009. lia tanta falla da gneros eslranaeiros qae
no mez passado o rcudimentu do consulado excedeu
ao da alfandega.
Aule-hunlem o major commandanle do esquadrao
da guarda nacional do Estrello, Jesoino da Silva
Ferreira, oiilagroiaraeute escapou do hacamaris.
Fa/.eudciro all, e gozando de mulla railildwiiM
ia ao l'harol para fallar com um comiendo. .No ca-
minho enroniruu com um certo Amero, que Ihe disso
que. o I1II10 do lente coronel Anbal Aniones Ma-
ciel desejava fallar-lhe ; respondeu Ferreira qoe ia
ao Pharol, e que na volla o procurara, porem o tal
Antero replicn que bavia de ler uaqoelle meimo
instante, e desfeclia sobre major uma pistola, que
felizmente negou logo.
Este, que tambera se achava armado, Ihe relriboio
com igual descarga, qua o deilou fra do cavallo,
ja um cadver. Entao do mato ,e Ihe apressotam
cinco cavalleiros que o peneguem, o como se acha-
va l.eiu moni,do, deu redeas e chegou ao Norte
sempre perseguido dus ciuco que o qoizeran aecura-
melter. All chegado, ia apresenlou ao delegad*,
narrando-lhi o faci, e ao inesmo lempo apresen-
tando uma queixa contra o lal lilho do leneule co-
ronel Anbal. Consla qoe islo he devido a desiolel-
ligencia de ambos por caasa da estancia do Bujuru',
prupno nacional, que se acha arrendada ao referido
teueule-corouel.
10 de junho.
O vapor eJaguaranso, con.(ruido de ferro, foi a
pique honlem pelas qualro horas da tarde, ao en-
trar na barra de Pelotas ; felizmente levava daqni
kj tres passageiros, que se salvaram.
Se Ihe disser que quasi lodos os vapores qoe na-
vegan) nesie lado da provincia nao sao mais do qoe
machinas de deslrucao, nada diroi de novo ; ludo, a
bem dizer, anda grudado e por flus de rame.
Chegou boje de Porlo-Alegre o n Contineutisla.
A vice-presidencia da provincia nn dia I do corren
te approvou a reforma da ni.lruerao publica, Horne-
ando director gtral della o Dr. Luiz da Silva Flores,
que ja Marcea este em prego.
EmTaquary.com a noticia de ter sdo reconheci-
do depulado pelo circulo do Rio-Pardo o Dr. Men-
donca, os seus amigos, para, solemnisarem eita nova,
derain um esplendido baile.
0 Camacuaa deve segdir para abarra no dia
12 do crrante, ja restablecido da soa quasi enfer-
midade.
18 pe junbo.
O Imperalriz recebandu no dia 12 pela manhaa
os passageiros, segoio para a barra ; porem ehegan-
do IA, as aguas bailaran e nao pide sahir ; 110 da
seguiute vendo, o commandaute qne a barra se acha-
va iinpraiic.ivel, regressou para o ancoraduuro do
norte, onde se acha fundeado espera de nova mon-
t3o para sabir; porem homens entendidos alurmam
que nao sahir tao cedo por continuar a reinar ven-
to do m ir, lira 11 o por consegainte imprilicavel a
barra.
O deleiso ou poaca alleoc.lo no cumprimentode
seus devores, lem estes dias augmentado as indispo-
siccs contra o parodio daqui.
No dia 10 ou II do crrante se achavam na igre-
ja dous cadveres de recem-nascidos para serem en-
commendados. A eeporlnla parorhial ja eslava paga;
porem, andando-se loda a larde procara do padre,
ninguem deu nol.cia delle, e os cadveres regressa-
ram para a casa paterna. No dia seguiute vollaram
para o Cem lerio, e na se dignando apparecer o pa-
dre, foram sepultados sem enconimeidsrjlo No oa
l.'l diz o redactor do ce Diario que, lendo ido pas-
seiar ao eemilarie, all encontrara o cadver de uma
rrianra de cor que havia 2 horas esperava pela en-
comen laca.
Ouando cm nma eidade como esta, o parodio pra-
lica actos de semelhanla quilate, o que na haver
por esses lugares da eampanha -'E na haver quem
olho com a devida attencao para isso 1
II nitein entrn a barra o Mrquez de Caxias ,
tundean i no norte, Irazendo 27 horas de viagem :
e, como curioso, fui a bordo v-lo ; na realidade be
nm ezsellente navio, e o nico defeito que parece-me
achar-ae nelle para a soa naveeacao daqui para a
capital he ser excesslvamante comprido, por qae,
senda n lodo de voltea e sia-xecaao, sem dnvida
na podera ollar o vapor com a rpidas precisa
em qoe riir.dhe, mxime quando fr lrv.1.1 pela
eloeidade de sua carreira- Veremos se a prAifes
deunenle ineus receios.
Anle-honlem ao amanhecer apparecen a'barra o
Piratioiogs e aan pode eulrar pela circumstan-
cia de te achar a barra impralicavel. Segua para
Montevideo, levando as malas, passageiros, enn.lu-
men las, etc. etc. !
O Imperador ainda se acha no norte sem es-
peranra de sabir.
20 de junho.
O /o ^rndense em om artigu de fundo, ha pon-
eos das publicado, a respailo do contrabando dai
fronleiras, diz : Se al agora o coutrabaudo le fa-
zia era grande escala, depois que se pnzer em ex-
ercicio a nova tarifa mouslro, ludo sera' invadido
por elle, porque leudo ella elevado os direilos das
fazendas de lei, como chitas, algodes, bros e ou-
Iras, e abaixado os das fazendas de luxo, seremos
victimas de uma total invasao, ele, etc. He pre-
ciso ler multa coragam para asseverar ao publico
seraelbanlcs proposices. que o bom senso repugna.
por nao admillir que o legislador commtla absur-
dos iao salanles.
Ou a redacto do Rio Graniente acha-se assas
decripla para ja' poder ..lliog.r forca do racioci-
nio, ou entao semelhante ao papagaiu qoes falla o
que ouvio ou o que se Ihe eusioou. So por ventora
a redaccao do l'io (rndente livesse passado pesas
olhos a nova larifa, seria capaz de desviar-se total
mente da verdade como fez ? as materias primas e
gneros de primeira necessidade, etc., acham-se re-
duzidos. e s os objeclos do luxo s3u os que estao
verdaderamente 'obrecarre,;ados.
Ein que he mon.lruosa a larifa ? sera' porque
nao podemos Iraze-la na algibeira .' pois nos, paiz
novo, qoe a bem dizer, ainda nos adiamos 00 berri,
que recebemos tecidos e manufacturas de todas as
nacoes do globo, quereremos collocar-nos a par da
Inglaterra, que s recebe as materias primas para
uas Mineas ? qaies as nossas manofacluras, para
nao haver na nova larifa uma grande nomenclatura
de varios tecidos de diversas malcras ? N.loduvi-
dsre que a nova tarifa leuha efeitos, porque sen-
do ella producto do bomim, a sua perfeicao nflo
pode chegar ao zenilh, por ser propriedade esta ex-
clusivamente da divindade ; porm deixem que a
pralica aponte esse def.itos, que sem duvida lerao
corranlos.
21.
O Piralininga enlrou boje.
Carla particn\ar.)
[Jornal do Commercio do Rio.)
RIO DE JANEIRO.
CA1AIA DOS SUS. DEP11TAD0S.
SESSAO' EM 15 DE JUNHO DE 1857.
I'residencia do .V. cheonde de Raependij.
A hora do coslurae, falta a chamada, e achan-
do-se reunido numero legal, abre-se a sessao.
Lida a acta da antecedente, be approvada.
0 Sr. Primeiro Secretario ,l,i conta do segainle
expedienic:
L'm c.flici do ministerio do imperio, rommani-
cando ficar o governo inteirad de ter a cmara dos
Srs. depulados approvado 8s eleices do 3. diilnc-
I da provincia do Rio C.rande do Sul.Fca a cama
ra inlrirada.
Dito do mesmo ministerio, remetiendo a consulta
da srrra do conseibo de estado, sobre a duvida pro-
posla pelo presidente de Minas-eraes ; se os
supplen.es ou sul..tumos dos empregados de que faz
uicnrao o arl. 1 !S -M do decreto n. 843 de 10 de
setembro de 18.5.5, ..lo r.-ini relien 11 ios ni disposira
dellc, quer se achem, quer nao em exercicio ao
lempo da clcir.lo. A' omini.- de constitui-
rlo.
Dito do mesmo ministerio, remetiendo as infor-
marles psdidfs sobre a [.relenclo dos einnrega-
dos do correio desla corle. A' quem fez a requi-
Sirao.
Dito dominislerio da fazenda,remetiendo as iofor-
maroes pedidas obre a pretenrao de AiilouioTci-
xeire Alves, solieilador aposenlado ia iheioura-
rie de Minas (i,raes. A' quem fez a reau-
sic.lo.
(Juatro representaroes de diversas cmaras muni-
eipaei, contra o projeclo u. SO de 1856, offerecido
pela commisso de estatifica, que crea urna pro-
vincia nas marccns do Kio de S. Francisco.A'
commi.a.i de csl.dsdca.
1 in requeriincolo de Francisco (ioulail llorta.
Pedindo ser naturalisado cidadao brasileiro.\'
cominisiao de poderes.
O *>>. Comes de Souza reclama contra a n.lo pu-
blicaba de leus apaes 00 jornal da ca OKDEH DO DIA.
Primeira parle.
Conliuua a daseouaeadiada do projeclo n. I des-
te anuo, sobre os bilis Jd capella do Ilainb e emen-
das apoadas.
O Si: l/enri','uc. depoi- de aljamas considera-
^oss sobre a ni-,U. i.1, declara votar ;ie!o j.rojerto
suli-tilutivo ol.-recro pelo Sr. N'aln.co cun e emen-
da apresentada par ella era lor.
O Sr. Vae> Harrelo requer o encerramenlo da
discssssao.
A camera consente no encerramenlo.
He sdoplado o substitutivo cura o art. 2 da emen-
da da commisso de fazenda, e enviado commis-ao
de redacrao.
Entra em primeira discnuao o seguinte pro-
A assembla geral legislativa resalve :
Art. 1. O governo lica aulorisado a garanl>>et empresl.mo al 12.0U0:0(Kb. celebrad dentro ou
h.ra do paiz pela companhia da estrada de ferro da
D. redro II, ero subslituicao a igual emissao em ac-
tes, cora ss seguinies clausulas :
al." A companhia celebrar*, qnanrJotTais con-
veniente Ibe parecer, o contrato para o empreilimn
e es con lices le.ao lie. qoe o juro e a Merttsa-
cao conveucionsdoi nao excedam a 7 por cenf) du
cspital.
2.' Cametira' a realiiar-se o emprestimo qoan^
do o exigirem es uecessidade. da empreza, e o no-*
verno regalar! a emissao, ouvindo a adroioislracae
da companhia.
mriV 'a f'irma.d8' brigacrie, da amorlisacao. e
d, eciori. c tg" 0,"!r'5a0' M,a rtgUttd pela
uirectoru, com epprovac.lo do governo.
trano. "" reV08dJas a disposires em con-
d. aVo7.;er""D. J"p Tei,eiraJu,r._|.ed.
de Alcntara Maehalo.-Luiz Pedreira do Coala
l-irraz.-Joso Joaqalm de Lima e Silva Sor.rinho.-
- I.u.z Antonio B.rbos,. Antonio Fillppe de
Ar.j. J. Machado Caelho rte Cas(ro. ()ii_e
mingoi riieodoro de Azevedo l'aiva. -- Joaauim
Octavio N.bia..-Franc.co Cyrtllo Kibeiro e Souza.
Agoslinho Joso Ferreira Bretss__A. da (osla
...lo S.lva.-Joao Dia. Ferraz da Luz.-Anlomo
I cixolo de Azevedo.Francisco Alvares da Silva
Campos. Fraocisco de Salles Torres Ho.ns...
Bernardo Beluario Soares de Spuz...Francisco "de
Assis Athayde.Pidro de Alcntara Cerqueira i ei
le.Jos Mara da Silva Paranhoi.Antonio j'oa-
qoim Cesar.Paulino Jos Soares de Souza.Fran-
cisco Octaviano.Amaro Carneiro Bezerra Caval-
cami._J. J. Pacheco.-U.rmogenes Casimiro de
Araujo Brunswick.B. A. Ciaviao Peixolo.Marli-
iho Alvares da Silva Cmpos.Antonio Jos Mon-
teiro de Barros.-Salalhiel de Andrade Braga.-
I.u.z (.arlos da Fonsera.-ll. Carra.Francsc de
1 aula da Mlveira Lobo.Antonio Candido da Cruz
Machado.Sergio Teixeira de Macedo.
Obr. Danlat ruiidaraenla e manda s mesa o se-
guinte requerimenlo :
" te(s,uei,r',> 1ue o projeclo seja remellido s com-
m.ssoes. do fazenda a obras publicas.
He apoiadn o entra em discussao.
loman parte na discussao os Sri. Augusto de
cnecor'' Tcileir4 Juoior' VarUto e Pa-
,IUl.7?ll0;ISCl"d0' '" annrovadoo reque.im.nto a
remettidoss respectivas commisses.
laja*?- m pr'meira d'scussao o seguiute pro-
A assembla geral resolve :
n1Ar'". '" llCa "PP",va'u Pno monial de
onze mil res, concedida por deerelo de I (i de agos-
o de lcs5t D. Flori.bella Maxiiu. da Sllv.^en,
remunerarao dos servir, prestados por seu marido,
o major reformado Antonio Mximo da Trindade
sem prcjuiz do meio sold que ja percebe.
" ^r- A agraciada percebe. esta pensao des-
de a .lata do decreto que ll.'a coSfero j.ficando re-
vogadas as d.sposices em contrario.
Paco do senado, em 3 de jouho de 1857.Ma-
nuel Igiucio Cavalranti de Lcenla, presidente.
Jos da Silva Mafra, |.e secrcl.rio.-Mi.ioel do.
Santos Martina Vallasqoes, 2. secretario.
O Sr. Pac. arrefo requer que esle projeclo te-
nn.i ama so discussao.
A cmara consente 110 njedido.
He sem debate adoptado o projecto e remellido a'
commisso da redaccao.
Entra em primeira discussao o seguinle pro-
Arl. ouico. Fica approvada a tabella dos venci-
menlos dos magistrados e empregados do tribunal
do conselho supremo militar e di juslija, e da res-
u 7 ??"?""' que ""Pauba o decreto n.
U82de 7 de fevereiro de 1857 ; nvogadas as dis-
ponerles em contrario.
Sala das commissOes, 25 de maio de 1857.D
\ Cavalcanli. L. A. da Cunha M..U05.-J. V.
P.'derneira.
lie approvado lem dbale em primeira discus-
O Sr. Cunha Mallos pede dispensa do inlersti-
licio e orgencia para entrar j em segunda dis-
cussao.
A cmara consente no pedido.
He igualmente approvado sem dbale em \ dis-
cos.-.lo.
Segn la parle.
Continua a discus-ao adiada do projeclo de res-
posta a falla do throiio e emendas oflerecidai.
Acha-se prsenle lodo o ininislerio.)
Oraram os Srs. Teixeira Jnior e Paraul.os.
O Sr. fiarao de S. Denlo requer o encerra-
menlo.
A cmara consente.
O projeclo he approvado com a emenda da com-
mis-ao, sendo rejeitada por 53 Volos contra 4.5 a
emenda dos Srs. Teixeira Jnior, Sergio e liar-
borsa.
0 S'. Presidente da' para ordem do dia :
Primeira parta.
, ""ca.'oa-c d*. Preferen,:i* nlre os prnjeclos ns.
IOS de 18)d e 80 de 1856 que crea ama nova pro-
vincia com a denominaran do IlioS. Francisco, en-
trando I >go em.di.cassao o qoe for preciso.
.1.* li.cussao do projeclo n. 81 do 18afi que dis-
pensa ,, |ei, de amorlisacao em favor da Sania Ca-
sa da Misericordia da eidade de Corilibe na provin-
cia do Paran '
2.i discoM30 do pn.je.io n. 12 do crranle an-
' i21! "a" ",'" ?""'"<> a mandar admlir em
qualquer das facaldades do imperio, ouvida ai con-
gregar.ie. respectiva,, os eldanles ,,,,. nao live-
rein cumparecido no prazo marcado pelos eslalu-
l. discussao do projeclo n. 0 do correnle anuo,
que crea nm qaarlo collegio no 8." dislriclo da pro-
vincia de Minas Geraes.
I.s discussao do projeclo n. 6 do mesmo anuo,
que crea mais um collegio no 3 o dislriclo da pro-
vincia do I'iauhv.
Segunda parle.
2.a discassao do projeclo do governo. qae fita a
torca naval para o anno hnanciirode 1858 a 18.V.1.
Levania-ie a sessao as 2 l.nrai e nm quaiio.
. ERRATA.
A seisao do senado publicada honlem he de 15 de
juuhu e nao 12, como sabio.
baha.
Odia 2 de julho.
J era lempo!...
Na ampnlhela fatal a hora do despotismo vinha do
expirar A aurora da luz, da civiiisacao e do pro-
gresso vinha rai.ndo por sobre no.su horisonte. As
trevas, a neblina expessa qua 10 eslendia sobre elle
foi-se pouco e pouco dissipando ante o fefl-io bri-
Ihanie do sol que assomava no Oriente. '
Ja era lempo...
Tres iiculos de despotismo colonial haviam pesa-
do sobre nos : eramos ainda como o frgil cnico
que cresce a margara dos uossos regalos wvslalius
eramos como o infame que balbuca uiuda," e cuios
mal seguros pes vacillam ao peso du corpo.
A metropole eslendeo-uos os rilhoes, deixamo-
iios prender a elles, porque ainda nao trabamos
forjas para quebra-los: brincamas com elles, por-
que uossa lulelligencia ainda nao sabia comprehen-
der o que valia semclhaule po-irio.
c.).,!>am?, "i* i"Jolenc'a. lupidez, sen. ainda
seulir no faudo do curasao o grande grilo da inde-
pendencia e da liberdade.
Mas o canijo frgil, que te balancava com o so-
pear da briza, lornou-se arvore gisantesca, que re-
sista ao embate do furacao ; mas o tenro infante,
de mal segaros pe-, lornoa-.e homem,-de coracao
vlente, de alma intrpida, de robusto corpo.
Dma grande revoluc.lo, immen.a. subl.me, mag-
nihca em seus resultados, fi e|Tilo bnlbante da
civ.lisajaeqaelhe rainn. Nao quize.no. mais, nos
os homens livres do Brasil qae recibamos a aura a
liberdade, corvar o dono ao genio do despoii.ino
naoquizemosmais, n.w os lhus da America, livre.
como o eeo que se espelba em suas aguas, com
sabia de suas palmeiras, corno o iodio de suas flo-
restal, come a flecha que retalha o espacn impellnla
de soas m3os ;11.I0 quizemos mais sotrer o jogo
estranho, e arvoramos no seio das ludias o penda
da lbenla le e da rc\uluca !
Portugal nao qniz assi.n fcilmente perder a pre/a
qae Ihe ruga das maoi ; era isso moilo natural ; foi
misler uma lata gloriosa, de onde .ahimos enloando
o le-Deom da libcrdade, da regencrajao.
Foi nma lacla gloriosa essa que Iravamos. Solda-
do, da patria, pugnando pelos lares, pela familia
petos penales, arrostamos e levamos de vencida as
lioslesque o despotismo colonial nos arrojava
veocemos as qne eslavam amestradas nas lides eu-
ropeas, aquellesquc nao ha mallo haviam feilo re-
cuar us soldados indmitos du grande colosso eu-
ropeo.
He que Dos combate pela causa da pulir, he
que o soldado que empanda a espada pela cau...
santa do paizu3o he um aulhomalnque mala, qne
extermina, mas um htroe que sempre vence.
liouveram victimas, be verdade. porque. almos-
phera so he lmpida depois da (rovoada : porque a
bollan;! dos mares vem sempre apoi o rugir da
lenipeslade.
Iluuverurn raarlvres !... mas qual a grande ver-
dade, qual a grande causa que os nao lem Iido O
sauguudoa u.arl\resdo.chri,lisnism foi asemcut
fecunda do. fructos admiraveis da religiao do ol-
"ptoa.
Houveram manyrts!... mas gloria a elle..... Sen
saugue derramado nos campos immorlaes.onde nos-
sa causa pleiteou-se, foi como que o baplismu de
nom regenerarao social.
II
A aurora do dia .le manh.la annur.cia um "ran-
dc fado, eominernora a entrada do exercito prli-
eador cm 182:.na leal e valorosa eidade de S
Salvadors a retirada da, cohortes portuguesa
1 ;.i.o do Brasil, lilho da Baha nao podemos dei-
xar de sentir em nosso coracao o alvoroto e o ju-
bilo. fc.sse da, vern.deiramenlc nacional, ni o
sai. lano, chelo de Alegra e de enlhusiasmo !
Sim delle e nelle vimos ma;s claro, mais desas-
inbrado o horisoiile de nosso fulero; be elle o pri-
meiro da de nossa independencia politica.
Pavo festejae esse grande dia ; povo nelle en-
siae o co uma orajso, em orna prece fervoro.*
derramai uma lagrima bem sentida por Jacome,


MUTILADO

. -



.
DIARIO DK PERNAMBDCO SARDA00 l DE JIMIO DE 1857.
por iqusira, por I,uno ualru lieroes de nos campias ; poyo urna lagrima a Libalut, o e-lr m-
Reiro benemrito, o.fieneral preslimoso e calumnia-
da, a qucm felizmente |a rendemos (arda mus fin-
cera e completa juiliri.
34 eteranoi da independencia ei o voso (lia de
. oria 1 collocai-vos Treme da mocidade, incuti-llie
no peilo o amor da alona e do disprezo da morlo
quando a patria existe o sangne de seus fillioi !...
Ah! oesse dia leinbiai-voi do valenies compa-
nlieiros de >ossa,s victorias que se o3o puderam onir
vostas Aleirns, lembrai-vos de tantos onlros, da
quem le olvida o sarvicas,de li-Iv.i i, o hroe da
Amoreiras que Tegela na esquecimento e na pobre-
za; de Rodrigues, n valenle campiao de llaparica,
que vite aioda all ceg, sem um ceilil, eimolaiiilo
coin o i ni r as faces o pao da caridade !
Patria nao he assim que ie recompensan! servi-
(U que se tos prestaran], aaiigue que por vj se der-
rarouu 1
[Jornal da Baha.)
PBR1AMBUC0
PGIIi AVULSfe
que nao houvera destruirn de nlulaculns ; poi9 a
porta elava perfeila, Cuufuiulio destralclo de obs-
tculos, cora remoran de obstculos, e terminnu pe-
pillito a absolvio.io, o que conseguio.
( ('arta 'articular. ) .
va-se inleir'nienle entnela a f.-bre amarellj que
all reinita.
No ilia IS do pascado tnmou poise da prs Inicia
do Espirito Sanio, o Sr. Olymplo Cdan. Por ana
nccasi.lo o Exm. vice-presidetila, o Sr. bario de
llapemerlm, preetna-lhe lelas as honras e ni'.ere-
REI.ACAO DOS BAPT1SADOS DESTA FREOCE- -"" oui espe liluel*. No da 36 manilesloa
ZIA DE S. AMONIO DO KtiCIFE, OESTE
ME/. DE JIMIO DK 1857.
No primeiro.Mathilde, crioula, nascida a
3 anuos o meio.
dem.tonando, crioulo,nascido a 2 anuos.
Aos 7.Joanna, parda, nascida aos 3 de
maio de 1851.
dem.Amalia, parda, nasci la jannos
dem.Jo3o, branco, nasci Jo a 22 dejulho
de ;".">
dem.Manoel, crioulo, escravo.nascido a 25
de dezembro do anuo prximo passado.
dem. -Jernimo, pardo, escravo, nasci Jo a
3 Je maio do correle anno.
dem.Autonio, branco, nascido a 19 an-
nos, Sanios leos,
dem.Pedro, crioulo, escravo, nascido a 6
do abril do crrente anno.
dem. -Catharina, crioula, oscrava, nascida
a 3 da maiu do corrento anuo.
IdeaCal iiii'., crioulo, nascido a 25 de
marco do correte anuo,
dem. Mara, branca, nascida ana 6 defeve-
reiro do anno prximo passado.
Aos 8.Anua, parda, nascida a 15 do feve-
rciro do corrente anuo.
Aos 11 Jo3o, branco, nascido a II de abril
do crrenle anno.
dem.Mara, parda, escrava, nascida a 5 de
abril do corrate anuo,
dem.Bita, branca, nascida aos 23 de ju-
nho do anno prximo passado.
Aos t3 Luiz, pardo, nascido a 4 mezes.
dem.Joao, branco, nascido no 1. de mar-
co do anno prximo passado
Aos 14.Mara, branca, nascida no 1.-de
fevereito do anno prximo passado.
dem.Jos, branco, sub-condtlione, nasci-
do a 30 de margo do anuo prximo pas
sado.
dem.Clauuina, crioula, nascida a 12 de
maio do corrento anno
demAbdecallas, branco, nascido a 20 do
SenSo tora pelo temor de' errar, diramos que ,^ril d, crranle atino,
incgnitos nao passam da completo qnadri- lueln-JUVCual, crioulo, CSCravo, nascido a
Nilo sem grande pezar tratamos anda do assai-
inato do infeliz Thomaz tiolan, vice-cunsul de S.
M. finanme-i, nproveilando-nos de algumas noti-
cias, qae nSo olislanle vagas" pela falla de funda-
mentos, todava julgamos no dever omitlir. Bsso
infeliz, segundo nos consta, fiira jantar coin o res-
pectivo coii-nl no da 8 do corrente, e no seu re-
Kreain pire sila casa, pelas9 ou 10 horas da imite,
leve o infortunio de ser victima do ponhal homi-
cida no lugar di Capunga, aoecamhindo aos golpes
de IS puiilialada-, 12 daa quaes recebera do pesco-
Co a regiao umhelial, e duas as coilas, que, segun-
do he voz publica, a oulrn alvo se destinara. N.lo
sabemos ao certo qoaes os motivos que deram lor/ar
a esse assassinatu, e por mais juicos qie a tal res-
peilo se baja formado, nao podemos concluir se com
effeilo para elle se decretara a sua marte ou se para
nutro : em qualquer dos casos nao se deve descnl-
par, porque demasiado barban lora a vendida, e
he por cirio para senlir que felos dessa nalureza
anda apparecam entre mis. Grandes team sido os
forros da polica para deicobrlr o atsassino, e he
de crer que ralis ou menos tarde ella o conse-
guir.!.
Consta-nos que na becco do Pombal vao ippa-
rerendn aleo* embobados dlsfar;adamenle vesti-
dos, registrando os bolsas dos que por all transi-
tan).
esses incgnitos nao passam dfe completos q
llieiros sobre quem a polica nao deve denar de
velar, para qae desassombrado fique aquelle lugar
de lemelhantes phantasmas.
-Nao ha festa, minsa ou ladainha em qualquer
igreja, que nao seja acompanhada de eslrondosos re-
|nqaes de sinos, e com os qoaes nos airoam os ouvi-
dos. E porque razio se contente em semelhanle
abuso ? l'orverrlura os hdalos dos sinos devem eslir
siijeilos aos capricho* de urna sucia 4e inolequei que
so renein na torre para nos atormentaren) Oh !
isso he hein (srrivel. As posturas municipaes, se
nao nos falla a limbranc, lem limitado um lempo
para estes repiques, mas coioo de tudo se zomb:i, lie
de crer que igualmeule zumbera das mesmas pus-
turas.
Na ra do A...., no bairro da Boa-Visla, casa
de 10 portas ('noves fura), ha urna moradora que
todas as nuiles, das 10 hons em diante, parleja de
dentro de casa e do quintal quinto liso ha para roa.
Faz Rosto ver como ella se poe na porta, depnls que
a vizinliauri se agaznllia, a jugar puntudos de os-
lo, palos velhos, cacos de pratos, matos do seu
quintal, etc., etc. Ora, pelo amor de Dos, he pre-
ciso que a lal phautasma acabe com isso, e nao esto-
ja cassoando com o fiscal dosse bairro ; para o que
lie precia i ter ebigode*.
Com temor de errar, delsamos de satisfazer o pe-
dido que se nos fez no Diario de hontem 9 do cor-
rate, para que declaremos o nomi desse deshuma-
no que s1? recosoa em acolher em sai casa a lllina.
Sra. D. Franklina, filia do fallecido Joao Arseni .
Barbosa, mis para que fique elle descoberto, dire-
mos que quem eslivar cora a sai consciencil tran-
qaillaalire n sua pedra.
Consta-nos que ha qoem pelo simples desejn
de i.izt mal, opprimir a pobreza, arremata em
hala publica qoanta caziulia ha do Eslabelecimen-
lo de C ind.ide, para elevar seus alugueis. e assim
ter mais orna fonte ine\otavel de fortooa. Ou o
pobre paga o duplo do que \i*a ,v.i. ou v-se un
olho da ra com os cacareos as costes. Mea
Dos! Que fome de diuloiro, que deshumanidade !
lia das foi elvala a I: i o ). -, a casa onde o aotigo
p'iai macen ara Jos Alejandre, na rna do Oaeimi-
do IhiIii botici ha 30 inuos, pnrqae ni dcsies
o vampiros, ama deiias almas rrea las para a ruina
dos seus semelhanles, tnlendeu que devia fazer
liso gian lo mal, llevando ao duplo o aluguel da ca-
sa, e abandonando o lance, de sorle que, pagando o
Sr. Jo Alejandre 8OO9OIM) ha milito- annos, ve-se
hnje por caprichos de u/n desalmado, na dura ne-
cessdade de pagar o duplo oa mader-W, o que por
cerlo Ihe causa n3o pequeo ilra/o.
O vapor liainhuritiiuc 'ipetropolisn, vindo do
Rio de Janeiro e Uihia, trouie a seu bordo para
Mta provincia, os segaintes pis>gciros : D. Mana
da Once: cao l'onseca, Antonio fiorges da Fonseca,
Bento Borges da Fonseca, I). Ii-liin Candida II.
da Fornica, I). Auna Hara Borse, D. Maria I.
tionealves e 2 menores, CaDdido Fernando de Cer-
vato*. Sogoio para Uambargn, levando desta pro-
vincia os sonliures : J0S0 da Silva Cuimbra, Adao
Denaiaa, Joao Maria Bezan, James Pew, Sra. tiur-
lil 1 com 5 meninos.
O vapor nacional Persinonga, entrado de
Mirc .' e portos inlerineilios, tn use a seu bordo os
seguales pissageros : Dr. (.. A S. Lobo, su se-
iilmra, I menor, 1 criada e 1 escravo, Florencia Ma-
ra, Pastora Maria, Silvino Seveiino e Silva, Fran-
cisco Mendury, JoAo Moreno, Antonio Gomes
Itibeiro. Joao Jos de Miranda, Joaqoim Rbeirosle
Brilo Balamarque, J0A0 Baptisla do Reg, 1 criada
e I criado, Antonio do Reg Pacheco, D. Anna Ma-
ra do Reg, D. Senhornlia Maria do Reg, I).
I ailad na Augusto do Reg. Dr. I.oorenco Be/erra
Cirneiro da Cunha, Dr. J0A0 l.ins Cavalcinti do
Albuquerqoe, Francisco Borges Bu^rque de lama,
Antonio Lonrenco da Silva, Sebastiao Arco e Fie!
e 1 criado, 11. A. Millel.
At amanhaa.
un mez.
dem.Maria, parda, nascida a 19 do maio
do corrente anuo, Sanios leos.
dem.Candido, branco, nascido a 11 de
agosto do auno prximo passado, Santos
leos,
dem.Honorio, crioufo.nsscido a 18 mezes.
IJeui.Mana, branca, nascida a 12 de Janei-
ro do corrente anno.
liem. Belartninu, preto, escravo, nascido
a 3 de agosto do auno prximo passado.
Aos 18.los, branco, nasci lo a 2 de maio
do corrente anno.
Aos 19.Possidouia, parda, nascida a 8 me-
zes.
Aos 20. Joaquina, crioula, nascida a 7 das.
Aos 21.Manoel, crioulq, escravo, nascido
a um mez.
dem.Kosalina, parda, niscida a 21 de
margo do corrente anno.
dem.Egydio, crioulo, escravo, nascido a
1 mez.
Aos 23Joanna, parda, nascida aos 18 de
dezembrode 1854.
dem.-Joao, branco, nascido a 18 de junlio
do anno prximo passado.
Aos 24.Luiza, branca, nascida a 5 do feve-
reiro do corrente anno.
dem. Frederico, branco, nascido a 18 Je
junho de 1853.
dem,Maria, branca, nascida a 3 de maio
do corrente anno.
dem. JftSo, brinco, nascido a 4 de mar-
go do corrente anno, Santos leos.
dem.lleraclio, pardo,sul>-cotiolitioQC,nas-
cido a 3 de junho do anuo prximo pas-
sado.
Idom.loiio, branco, nascido aos 20 de a-
bril do corrente anno.
Idom. Joo, branco, nasci lo a 1 anno.
dem.Autonio, pardo, escravo, nascido a
3 tnozes.
dem. Bemvinda, par*, nascida a 28 de
outubro de 1855, Santos Oieos
Aos 28.Francisco, branco, nascido a 2 de
abril do crreme anuo,
dem.Klysio, branco, nascido a 14 do cor-
rente.
demJoaquim, pardo, escravo, nascido a
1 mez.
lilem.Urqulina, parda, escrava, nascida a
3 muzcs.
Idom.Olympia, branca, nascida a 26 de
julbu do auno prximo passado.
dem.Caetano, branco, nasci lo a 1 anno.
dem.Methodio, pardo, escravo, nascido
a 9 de marco do crreme anno.
Aos 29 Jo5o, crioulo, nascido a 1 anno.
dem.Luiz, pardo, escravo, nascido a 20
de abril de 1854.
dem.Franceltna, parda, nascida a 15
mezes.
dem.Victoriano, branco, nascido a 6 de
marco do crrente anno.
demMaria, crioula, nascida a 1 auno.
dem -Manoel, branco, uasci o a 11 de a-
bril do corrente atino.
ao todo 58.
Freguezia de S. Antonio do Rccife, 30 de
junho de 1857.0 vigario, Venancio llcuri-
ques de Uozende.
se incendio a li irdo .lo vapor Viainin que o liavia
couduzido, oeeasionade pelo calor das ealdeiras ;
mas felizmente pude ser eslinclo logo pelos esoreos
do C' minan,laute e nfliciaes.
Em Santa Cilliarina lioha-se procedido a ekicao
para supprir a vana de dpputado a' assemhlea eeral
havda pela elevarAo a' mini-lrn do Sr. Jeronj ino
tranciseo Cocllio. S. Esc. foi leeleilo quasi un-
nimemente.
Na I! i;.ii fallecen no da I do crrenle, victima
da febre amarella o Itvin. padre inglez J0I111 VVil-
liamson.
LS-se no Jornal da Balita :
(i No da 1 do correle 6i 11 horas da noile se-
goirain os balalh3s patriticos para a Laniuha, I.1-
\ando o duus carros triuiuphaes. Erara menos nu-
merosos que no auno passado, paran na > nieuos as-
seiaJus, prinripalmenle os balalhOesios acadmi-
cos, dos caixeiros e a coinparhia dos allemaes.
(i 'oi nolavel a boa ordein que presidio sempre, e
a inuludAo que acompanliava os batalhes.
1 So da 2 depois das duas horas da larde fez-se a
entrada dos mesinus carros, pujadosum pelos cai-
jeiros nacionaes, e oulro pelo batalliao Iy-ei-la. e
acnmpanhados pela guarda nacin",I, que fez a gran
do parada.
Os carros foram depositadas no palanquc ergui-
do na .raiji do Terreim, e a tropa ah so poslou, des-
filando denois di Te-Deum em continencia aule a
aottusta elli^ie de S. M. I.
a Os navios de guerra naciouaes c os mercantes,
bemcoinoos e*traneiros, tolos emliandeiriram, e
aquelles deram as 3 salvas do estylo.
" A commissao dos festejos do da 2 de joliio
pira o futaro onno de 185Slie comoosla dos Srs.
.< Coronel Jos Vicente de Amorim Bezerra.
Tenenle coronel Manoel Joso da Magalliaes.
e Dr. Francisco Auloiiio Pereira Rocha.
Dr. Joo Luiz Soares Marlini.
Negociante Francisco Belens de Lima.
Dito Candido Pereira de Castro.
.1 Dr. Torqualo Ro Irigoes Dulra Rocha.
Dr. Jos de Goes Siqueira.
K Dr. Jos Manoel Fernandes Ramos.
i* Coronel Antonio Pedroso de Albuquerqut.
. J0A0 Goiialves Ferreira.
Dr. Abilio Cesar Borges.
- Uoulein de mauliAa sossobrou o hrigue hanove-
riano iSted, qae eslava no ancaradouro ila descar-
ga, segundo uos constaporque, estando a rc:cber
alcura lastro, e temlo-o ainta lodo de um lado, 11A0
pode resistir um pequeo tufao, que appsreCM
com um dos aguaceiros. Durante o da empregaram-
se Brandes esfori;os, e ao oscurecer ja' ostava levan-
tado, hilando smenle tirar a ?gua de deutru. o
Cliegiram, saludos desle parlo :
Ao de Rio a 30 do passado, a barca americana
Conrado, com !t das ; e a I do corrente a barca
frauceza Cartliagena. com II.
Ao da Baha, a I, a barca hollnndez* Sphyn\,n
com 3 das, e 2, o brigue ainericanoaChaloouogao,
coin 3.
Sahiram para este porto :
Do do Rio. a' 27. o patacho Agona, locado em
Macein ; a 28 o hrigue Almirante; e a 30os bri-
gues Firma, e hespaiihol Corina.
Do da Bahi a, 5, o palhaliute Dous Amigos.
Acliava-se a carga, 110 Rio, para osle porto o hri-
gue Sagitario.
O vapor llydaspes chegou a Baha no da I, e
sahio para o sol no da 3 ; o inglez Avou chegou
a 5, e sahio para os mesmos a .
Descorreffam lme 11 dejulho.
Brigua inglezQueclislep11 resto.
Barra iimle/aitichimoii Iobjeclos para a e-tilda
de ferro.
Bri^ue hambii.guezJoaana Kalkraaufariiiha de
Irigu.
Briitue pnrlu2ue7.Constantediversos Een?ros.
Barca trancenCrale Raer mercadori 1-.
Itriitue suecoDioiteiuferiuln de triado.
Brigoe americanollreezefariulia de liio c bo-
111 Innlia.
IMPORTACAO.
0 vapor brasiloiro Imyerailor, viudo dos
portos dosul, maoifestoii o aoguinte :
1 c lix-aii joias ; a Norat & Irmao.
7 caixote snora-so ; a Bastos c Lemos.
1 dito Jilo ; a A. J F. C.
1 dilo dito ; a Jos Joaquim Carvalho Mo-
ra es Jnior.
1 caix'io dito ; a F. I, f. Saboia.
2 ditos dilo ; a Carlos Saunier.
1 dito dito; a Joaquim de Uliveira Mua.
1 encapado dito; a Miranda c Vascon-
cellos.
1 dilo dito ; a Manoel Alvos C.uerra.
1 barrica dito ; ao brigadeiro L. Antonio
Favilla.
1 volume dito ; a I.niz Comes Ferreira.
3 ditos dito ; a Ferreira A; Araujo.
1 dito dito ; a Joio Rostion Jnior.
1 dilo dito; a S. Chardon.
1 dito dito ; a Rostron Rookor i C.
1 dito dilo a Samuel Jobnaton E.
I ata dito ; a Francisco Kadich.
1 dita dito ; a Augusto de Castro.
2 ditas dito ; a Nortes & C.
1 embrullio dito; a Jos Joaquim Gomes
Abreu.
Brigtte sitoco Diadom. viudo de Trieste,
consignado a Sauudors Brothers & C, ma-
uir:sioti o seguinte :
2:000 barricas farinh3 do trigo, 66 caixas
sab.lo,50 ditas e 1 embruiio papel; aos mes-
mos.
Patacho americano Rrecze, vindo do
l'bilddelphia, consignado a Matheus Auslin
& C, manifestou o seguinte :
2,140 barricas farinha de trigo, 300 barri-
quinhas bulachinhas, 149 caixas com 7,651
libras de cha, 35 caixas e 6 fardos faicudas
do algodo, 20 barricas graxa, 500 resmas
do papel de embrulho, 2830 saccas arroz, i
fogiio com seus perlences ; aos consignata-
rios.
8 caixas tumo, 2 ditas cha, 1 dita medi-
cina ; ao capitSo W. S. Oulcrhridge.
5 caixas cha ; a Thomaz S. Ilai Jing.
1 carruagem com seus portcnces ; a or-
dem.
1 embrulho do at;o, 1 caixa diversos ob-
joctos ; a llonry l'orsler C.
Vapor nacional S. Salvador, procedente
dos portos do norte, consignado a agencia,
manifcsl'ju o seguinte :
1 encapado igtiura-se ; a Francisco Alves
de Pinito.
1 embrulho dito ; a fos Joaquim do Lima.
1 caixote dito ; a Feidel Pinto & 0.
1 dilo dito ; a Guilliermc A. It. Selte.
a Alfredo Garca,
ao Exm. bispo de Pernam-
(0mmuuic(O0.
1 dito dito _
2 ditosdito;
buco.
1 dito dito ;
1 caixa dito :
COMARCA DO BONITO.
Cidade de Cirunru, \ de julho.
XX.
II je he o da do mniversario da independencia
dos astados do oorte-imincauos, segundo diz fol-
liuha impressa na lypographia desse jornal.
Ea pobre malulo catingueiro, que ipenas aprindi
os primen as rudimentos da liiuna materna, 11A0 pos-
so oceopar-me com semelhanle fado, qoe foi um
eran le mal para a senhora da boa manieiga, e dis
inglesas batatas ; por nutra aosgodemes.
Oualqaei que eja a poiir^lo do individuo, elle 11A0
pode deixar de applaudir um esfoi;o gtueroso e no-
hre, como o do povo, nosso rival.
Dniemos o qae he dos oalros, e passemos .10 que
he nosso.
Por ora nada vezei nada, cousa neohoroa de no-
ticias dos presos que se evadirn).
Disseram-me que o commaiidaulc das armas ofli-
ria'ra aq nosso juiz municipal dizendo-lhe. que elle
|ail mettCra a mito em tcir.i alheia ; isto he, proces-
sava incumpelenlcmeiiie aos soldados que lizerain
parte da guarda ; poique o enme era puramente
militar, e qae no foro militar devia ou liulia de ser
s> n lenlo, o qae me parece justo. Mas, admirn-iue
que ohotel da setenciaoesla Ierra dosurs
cahisse em semelhanle espicha, com qoanlo eu esle-
ja certo e convencido, por continuada observado,
que quanln mais se inculca o sugiilu, menos cousa
he.
A res|iosla que o cujo deu ou lem de dar
ao tribunal peante o qoal etc. ele. ela' obra
primorosa, sendo que com as bot'echas cheias de
vento, so diz, qoe quem consecoio urna vez o que
eu consegu, Cousegue nutr vez, porque os canjes
anda se uao esgolaram, e cu os posso tazer correr
anida mesmo lempo de secca. Eu nada mais quero
que esperar o resultado.... tudo poje ser.
Qoarto julgamenlo.
Fela chamada dos ros e tcslemuohi*, umpre-
sentese fez ouvir, saludo da bocea, de Helena Ma-
ra da ConcecAo, parda, solleira, com 20 aunos, vi-
ve da almofada, luisa, cheia do corpo, feiroes
asrailaveis, asjieclo risouho, 0A0 l nem escreve ;"ac
cusada por ler em novembro do auno passado, mu-
harto ao jaiz municipal CliristovAo Xavier Lopes,
sendo qoe previ-Tiente se muir de urna chive pi-
ri 1 ile>liuirfio do obstculo.
AccosarAo.
Disse-se que o crime eslava provado com o corpo
de dolido, com os depoimeutos das leslemunhas, ca-
da urna das quaes entre-ara um objeclo rochado ;
que hoiive violencia, ja' pelos vestigios e ji pelo cm-
preno da chave e etc. Deu-se prava para ni ag-
gravantes dos SS t o i do arl. 16, pedio-se a con-
itemuar ni no iiiaiimo do arl. 209, combinado com o
I. do arl. 15.
Defea.
Moslroa-se que nilo hoave lotiho, porque a violen-
cia se alo dra ; mostrou-sc que alo houve lirada de
cousa alheia contra a volita le de seu dono, puis 1
acr.ii.ada frira a casa daqaella juiz com coiisenlimen-
lo. H quanln ao ah ir rerlos objeclos pertencen-
Issa elle em poder da arcas 1 a, nada pruvava ; pois
esta suppunha que os havia recliido de qucm po-
da delles dispor e que a insignilicauria dos mesmos
era palpavel.eram unscovados de ctiila. Ohservnu-se
que houve prWleza na confrccAo do procesio, o que
fura attribuido a influencia do juiz municipal.
Replica.
O promotor provou com a reprodoccao i!e >r;u-
menlos a existencia do crime, provou ser a aecusada
a autora do roubo, e qoe para assim pensar nao en
preciso certeza da qualid.ide da violencia emprea-
da, e declaren que em nada influa o juiz munici-
pal na confeccAn do processo ; pnis a aiitnrida e pro-
eenaaf* he o ei subdelegado oesla cidade, o Sr. l-
enlo Manoel Alezandrino de Albuqucrque Pilla, de
tim* m fymwtm&vs
Telo vapor Pelropolis, chegado linntem do Kio
de Janeiro, recebemos orine do orle ale 2 e da
Baha ate 7 do corrente.
As ulliuiss dalas recehidas alcanraram, as de Iluc-
nos-Avros a' 16, as de Montevideo a 19 do passado,
e as do Kio Griude do Sul a 1 do cairente.
No da 15 passou na cmara dos representantes ds
Montevideo a resilocao prorogaudo as sessocs legis-
lativas. Na sessAo do mesmo oa foi naneciouado o
tratado de comiuercio e amizade con) a llelgica. A -
inda se diseaUi o projeclo relativo ao estabelecimen-
to do huco Mina.
Cabio 110 senado o projeclo de reforma da consli-
luicAo do estailo.
O governn permittio ao Dr. Portugal, medico da
esquadra brasileira naqncllas aguas, o e\errer sua
protisso na repobhca, em alteur;Ao aos servicos por
elle prestados a' ella durante a epidemia.
Depois de duas reunira da prarja do cemmercio
do Kio Grande do Sul, deliberan 1 nssembla iteral
da mesma, que do 1.a de jullia de 1S5S em dianle,
todas as transaccoes commerciaesserAn feitas ra mue-
rta legal, licando as oucas e mais moed'S eslrangei-
ras com o valor da praea.
A barra (iiiha-se conservado mellinr : no espiro
de tres das haviam entrado 22 navios, eiistindo a-
inda fiira 13. Fazin se sentir a falta de gneros es-
transeiros de primeira necessidade.
Foi a pique no da 9, ao entrar a barra de Prl.tas
o vapor Jaguarense.
Foi npprovado pelo vice-presidenle da provincia a
reforma da inslrurcao publica, sendo nomeado di-
rector Reral della o Dr. Luiz da Silva Floiei.
Tralava-se na cidade do Km Grande, de lobsiltair
os bracos escravns pelos livres no servsee domestico,
para o qae ja alsomas familias, haviam contratado
com o aconte da companhia hamliingo-hrasileira a
viuda de criados allemAes de ambos osiexoc. Ja
hivia chegado all 1 commissAo encarregada da de-
mareacao dos I nles do imperio com a rc|iublica
oriental.
Por decrelo de 26 dn passado, fai aposentado o
consellieiro Duarte da Ponte Kiheirn no carcter de
enviado extraordinario e ministro nlenipoteiirnrin,
cem o ordenado animal de 312000 rs. na 1 mu da
lei, poi ter mais de 30 anuos de ejercicio na carrei-
ri consolar e diplomtica.
Foi nomeado o Dr. Frederico Aiguslo Xavier de
Brilo, actual chefe de polica de Sergipe, segundo
vire-presidente da mesma.
O ctpilAo de Iragal' Jusc Antonio Correia, fai l-
craciadn com o habilo do cavallciro da ordera de S.
Bento de Aviz.
Um novo banco eeaba do sr fjndado pelo >r.
Antonio da Bocha Miranda, sol a rtenominacAo de
banco industrial e hvpothccarin. todas as acees
furain lomadas rpidamente.
I'ublieoii-sc o decreto n. 1,939 de 2:! do pn-sado,
reduzndo o imposto de palele d, s ltalos dos des-
pachantes a ton-? na provincia do Kio de Janeiro, a
501 as da Baha, Pernamliuco, MaranliAo, Para c
San-Pedro, e a 2", ms dem n- ; e permilliudn qae
al setembro preiitno se pnssam despachar os vo-
Inoiea de looc e vidms que contiverem dillercntes
qoalidadei de taes objeclos, pelo prefo da velba ta-
rifa.
Nodia 2 devia ler lugar, 11 1 Club Fluminense,
um jantar dado pelos senadores e deputados haba-
nos, em i'iiinnieiiinr 'r.'.a desse la.
Falkceti no dia 27 do passado o Sr. I.niz Antonio
Muniz dos Santos l.obo, sexto vice-pretidenle da
provincia do Kio de Janeiro.
Em S. Paulo nma nova folha literaria, o fri,
liilii lomado lugar na arena jornatislica. Escriplo
por diversos lenlc e esludantes da facoldarte de di-
reilo do S. Paulo, ella promelte ser um denodado
Ha um auno, poaco mais ou menos, que se insu-
lina no arsenal de maiinha desla provincia a com-
panhia de aprendizes menores, idea iniciada pelo ac
lual inspeclor desse arsenal, e levada a effeilo na
presidencia do Exm. onselheiro Sergio Teixeirn de
Macedo, ja' se lem visto o progresan que vai leudo
essa companhia, nqual coutendo em seu comeco vio-
le e Untos nrjiliia., ja' conta boje 59, que divididos
em classes pelas oflicinas, lendo um reuulamenta, a
que eslAo mijmIos, em|iregam-se com inuito"aprovoi-
lainento, a saber : Js em carpinleiros, 1(> cm cara-
pinas e polieiros e 2j em ferreiros. Aloro da aula
de primeiras Icllras, que frequentam, ha nina de
geomitrla pratiea pana os qae estn promptns n'a-
quella ; e he para nular-se que organisando-se a
coinpanlna com 22 Menores, viudos docolleaio dos
orphaos, e algODS de fon, leudo apenas rudiinenlos
de primeiras ledras, cm pouco lempo depois ja'es-
lavam lio adiant.ulos, que sete delles passaram a
frcquciilar a aula de geomelria, e presenlcmenle se
aenam qunir na de des^nlin e machinas, euh a di
reccAo do eunenheM mechanico Charles Marie C.A-
soul, engajada pelo goverao provincial para moular
no mesma arsenal, nina fundicAo rte machinas, com
a ohrigaeAo ile dar proroplM nos quatro anuos de
seu engajamenlo os discpulos que o governo Ihe
apreeentar, mediana nma gratificarlo por cada um;
e e lllin. Sr. inspector pira espalbat to prove losa,
quao necessaria escola, ahi-n de operarios do arsenal
e oulios que queira n, lem destinado para aqoelle
inisler os quatro menores ja' .lila-, Joaquim Vital
de Moura tira(a, Jos Cnst >din Fernn les do Nas-
cimenlo, Josc liomes de Freilas e Frsudieo da Pau-
la Neves Stixas, o> quaes ino volviminlo, ja' leudo eompielu conlieeimeuto de
aiillimetica e geometra, atino le ciirsamlo a refe-
rida escole, e se pteparam para o mesmo lim, os que
presenlemeiilc frequenbim a aula de geomelria, oue
il 1 Aulouiu Frauisco Moreira de Caivaltio, t,ui-
lliennino Manoel Jos Passos e Ramos, e Manoel Jo-
-c de Meudonca.
Onaulo aos ollicios mechsnicos a qae se apalicam,
ja' recebem cites lucros de seu Irabalhn, conl'urn.e 1
classe que pcrlencem ua referida ollieina ; ese 0
overno persistir em tu til instituidlo, lara' um
liem a provincia livraudo-a de va los e ociosos, e
aos proprios menores e soas familias, garautiiido-
llii-s um arrimo, e teremos desl'arlc um vtveiro de
futuros artistas, 01 quaes principiando cm lenrns an-
uos a npplicar se ao trabalho, fcilmente consecuem
urna vida morigerada, leudo um pro-pero futuro,
l,-1 rva-nu- do eiemplo o que so pralica na Europa ;
all sao os artistas bem considerados, e o nosso paiz
ja' deve reconhecer que devenios ter os nossos pa-
tricios as arles, convindo-nos dssapparecer e-sa
idea do limitado ciiculo das vantageus dos cursos ju-
rdicos, etc., 1 qae grande numera de jovens aliiem,
prejuizoesse que n M atraa, dando isso cansa a 11A0
serem os nossos fillios einpregados nos nllicius me-
chanicus: assim fallando ja' se dcia ver qao maito
lisongeira he 1 companhia dos aprendizes menores
do arsenal de marinlia, e os poderes do esladn teem
de olhar para essa lio til iusliluicdlo, a porGa dos
eslorens dos que ja' all se acham, e pedimos ao I-
liislrissinm senimr inspector, a quero tributamos o
maior reconherimenlo que contine a dar expansAo
a seo genio erepreheudedor e altas vistas para um
eorpo, que leu lo por cabera, S. S., nos assegur aes-
labilidade e feliz porvir.
a Jo5o Baptisla Castro eSilva.
; a Timtu M. & Vinnassa.
1 pacoto dito ; a Novaes & <;
2 formas ; a Antonio do -'muida Gomes.
1 caixote, i(uora-se.
CONSULADO GERAL.
Ilendimenlo do dia 1 a 9. 33:23GSiOO
Idemjdo dia 10....... 2:4521353
a:688c6J3
DIVERSAS PROVINCIAS.
Itendimento do da 1 a 9. .
dem do dia 10.......
2:7839211
11/158
2:79i(99
DESPACHOS DE EXPOKTACAO PELA ESA
DO CONSULADO DESIA CIDADE NO DIA
10 DE Jn.llt) DE 1857.
Benguela por LoandaBngue porluguez Joven
Amelia, Mauoel Alvos Guana, 30 pipas aguar-
dante.
Lisboa Barca porlugueza Paquete Saudade,
N uva es i\- C 4 barris tnel, 0 barri-,as ssucar
branco.
l.-i-l n.Escuna porlugueza Kainlia dos Acores,
Joiiiistou Paler i\ C, 206 accos assucar maica-
V.'l lo.
Santa F por MoatcvidoPolaca lie-panliola Jo-
ven Adela, An.ni un luna 1-, 175 liirricas assucar
lira.ico.
LiverpoolBarca ingleza (Prospero, Antonio Mu-
niz Machado, 914) saceos assucar mascavndo.
EXPOITAgAO'.
Pliiladelph.i pela Parahiba, hrigue iuglez Joshua
Maryu, de 359 toneladas, conduzm o seguinte :
900 saceos com 1,500 arrobas de assucar.
Kio da 1'ral.i, patacho diuainarquez Maria, de
218 toneladas, coodozio o seguinte : 50 pipas ca-
chaba, 17 saceos, 1,201 barricas e 100 metas ditas
asacar.
As-u', barca nacional Yayan, de 207 toneladas,
coiiduzio o seguinte : 31 Vulumes fazendas e un-
irs mercaduras, 29 ditos diversos gneros
lienova, patacho velina, de 326 toneladas,
comu/.io o segulute :3,000 saceos com 15,000 ar-
robas de assucar.
RECEBiiDOItlA DE RENDAS INTERNAS GE-
KAES DE PEKiNAMBUCO.
Rendiinci.to do dia 1 a 9. 8:8li#52
dem do da 10....... 1:699872
10:5119396
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimcnlo do dia 1 a 9. 41:7008796
dem do da 10....... 1:38298l
manidas das sitas proDostas ora cirta (echa-
da, declarando os presos de cada um de
seus arligos Agurdeme, arroz, azcite de
olivcira, dito inferior, dito de coco, assucar
bramo, bacalhao, bolacha, caf, carne ver-
de, dita secca, farinha de mandioca, feijo,
ienba, po, loucinho de Lisboa, vinagre, vo-
las slcarinas, ditas esnennaecte.
E para que chcgtic a noticia de todos, la-
vrou-se o presente, que ser publicado pola
i m prensa.
Alfandega de Pernamlmco 2 de julho de
1857. O inspector,
liento Jos Fernandes Barros.
A admintstrat}So geral dos estabeleci-
mentos de caridade, manda l'azcr publico,
que no dia Ifi do crrenle, pelas 10 horas da
manbJa, continua a praca das cesas abaixo
declaradas, dehaixo das mesmas clausulas
ja publicadas :
llairro do Rccife,
Ra da Cadeia n. 23 ; ra da Moeda n. 31 ;
rita da Cruz n. 15 ; ra dos Burgos ti. U e
13 ; ra da ttoDznla Nova ns. 26 e 30.
Bairro de Santo Antonio.
Ra da Cadeia ns. fi, 8. o 10; ra do Quei-
inado ns. 31 o 3i> ; ra o'as Cruzas 11. 4 ; ra
de S. Francisco ns. 3 c 5 ; ra Direita ns. 5,
7, e 15 ; ra Nova n. 32 ; ra do Padro Flo-
rtano n. 3!', ra da Boda ns. 1, 3, 22 e 29 ;
ra de Hurlas ti. 30 ; ra de Santa Hita ns.
76 o 92 ; ra dos Pescadores n. 11 ; ra das
C.ilea ns n. 30 ; ra do Collegio n. 18 ; tra-
vessa do Carccrciro n. 11 ; becco da Carva-
llia n. 5
Bairro da Boa-Vista.
Ba do Arago n. 8 ; ra da Alegra ns.
46 ; ruaVelha ns. 42 e 73.
Administragao geral dos estabelecimentos
do caridade, 9 do julho de 1857.O cscrivo,
Antonio Jusc Gomes do Correio,
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da resolugio
da junta di fazenda, manda fazer publico,
que a arrematarlo da obrado rebaixamcuto
da ladeira do eugenlio Velho, na estrada da
Victoria, foi transferida para o dia 16 do
corrente.
E para constar se mandou alsir o presen-
te o publicar pulo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
l'ci iiambm: 1 10 de jutilio de 1857.--O secre-
tario, A. F. d'Atin inciiiQ.i 1.
O couselho administrativo do patrimonio dos
orphAos, tem de levar a hasta publica cm a sala de
suas se-.-es no dia 11 do crrenle,as reudas dos sitios
o casas abaixo declaradas, que ticaram por arre-
malar em as praeas anteriores, cujis rendas lem de
deenrrer do I" do referido mez dejulho a 30 de ju-
11I111 do lsiS, segundo u que liispOein os iris. 28 e 29
do reuUineulo em vigor, a saber :
N. V. N. P.
lua dos Torres.
18 Dous andares 22l>3900
Ra do Amorim.
2S Casa terrea UO9IIO
Ra do Vigario.
22 Tres andares 169110
lina da Gaia.
25 Casa terrea 1328110
27 DiU dita 110-J220
Fora de l'urlas.
105 Casa terrea 1il->i60
92 103 Di 1 dila 1418.60
93 101 Dita dita MI3I6O
Sitios.
2 Estrada l'anameirim 30800o
3 lua l'-ozarinho 246*510
4 Dila Merueira 2008000
Os licilautes hajam de comparecer com os seus
fiadores em a sala das sesses do mesmo couselho as
II liar 1- da manba do mencionado da.
Secretaria do coiiselhn administrativo do patrimo-
nio dos orpliSis 10 de julho d 1857.O secretario.
Manoel Antonio Viegas.
Pela procura.loria fiscal da thesoura-
ria provincial avtsa-se aos devedores de de-
cimas dos nanos lihaneeiros de 1833 a 3i
ale 1851 a 52, que a rela<;ao do baitro da
Boa-Vista seacua em juizo, o aos mcsms
da-sc o urazo Je 30 dias, coutados de boje
para pagaren espontneamente seus dbi-
tos com guias desta procuradura, fimlo o
qual s o podero fazer com guias do res-
pectivo caitorio, o nesta cont'ormidado su-
jeitos as desbezas das mesmas. Os interes-
sados di rija tu se ao escriplorio da ra do
Crespo 11. 6, das 9 1|2 da manbaa as 3 da tar-
de. Kecife 20 de julho de 1857. O solici-
tador, Joto I'trmitio Cornil de Araujo.
O abaixoasslgnado, lancador ua mesa
do consulado provincial, faz scicnte ..os pro-
prietario..; dos predios urbanos da freguezia
dos Afogados o mais interessado:-, que deu
:ncipio a facer o lancamento da decima e
cisco Alvos Metra ; para carga e passageiros,
escraYos afrete, para ns quaes tem excel-
lentes commados : trata-se como seu con-
signatario Francisco de Paula Figucira de
saboia, cm seu escriptorio ra do Apollo
n. 5.
i-
araiiao
c iPar.
O veleiro litigue nacional CLARA, de
primeiru in;iiclia,sc;tu'iu:slcs dias: para
o resto e passageiros, para oque lein as-
seiados commodos, Irata-se coin o <:onsi;-
nalario Joao Piulo Kc;;is de Souza, no
atinazcm de Matlitis & l'inlo, na Iravessa
da Madre de Dos. 011 com o capitito
Fernando Jos dos Santos, na praea do
Comincrcio.
Pi.ra o Aracaty
a/
segu com brevidade o bem cotibecido c vc-
leiro hiato Invencivel ; pata carga ou pas-
sageiros, trata-so com Mat litis & Irmao. ra
da Madto de Dos n. s.
M|ianliia
brasileira fie paquetes a
vapor.
Bichas de Ilani-
burgo.
F.stio expostas venda aos ccatos e a rc-
talbo, na loja de barbeiro n. 2, confronte ao
Kns,111 1 de Sanio Amonio.
Vemle-se una taberna na Solcdade, rita
da Ksperaurta, ao pe do a^.ouguc, bem sor-
tida. o muito hom lugar para retalho, vett-
dc-se mais em conta por ser tomada por di-
vida ; a tratar na Soiedade, taberna ao lado
da igreja.
Aluga-so o armazem da casa da rita
da Guia n (il. na ra da Cruz n. 35, pri-
meiro andar.
Precisa-sede um preto para o servico,
menos do cozinha, n'um sitio ;lo um estran-
geiro solteiro ; agradando paga-s.< bem ;
nesta lypographia so dir quem precisa.
Precisa-so de um cria.o forro ou cap-
tivo, para sitio de um eslrangoiro quem
pretender dirija-se a ra da Cruz n. 4.
- O abaixo assignadcdcclara ao publico
cm geral, que nao est suspenda de ordons
romo estilo persuadidas nimias pessoassuas
amigas, que Ihe tem dado psames, por oc-
casio de um cesamento quo fez da lilha do
! fallecido Joaquim Kibciro Pontes ; por isso
I pede ao Sr. Dr. Provisor que com aua respos-
: ta diga se o abaixo assiguado est ou niio
suspendo de ordens.--- O padre vigario, Ma-
noel Vicente de Araujo.
Pedimos ao Sr. Dr. juiz do nrphos,
quo faca o favor do repetir o annuucio que
botou aos dias da semana passada, em pro-
cura dos orphos do fallecido Bento Antonio
omingues. hesejamos merecer de V. 8.
este favor, Sr. juiz.
. Aviso a rapa-
zeada.
39
TI
83
81
'.II
O vapor PARAN* commandnnte F. F. Itorges,
espera-se dos portos do nurte a 12 dn coirenle, de-
vendo sr^oir, depois da demora do costume, para
Macelo, ll 'liia e Rio de Janeiro : ageucn, ra do
l'japiclie n. HO.
Para o llio (ie smeiro.
O veleiro o bem conhecido patacho nacio-
nal Valente pretendo seguir com muita bre-
vidade, tem promplo tnetade de seu carre-
g.-.mento; para o resto e cscravos a fete,
para os quaes tem excellentes commodos,
trata-se com o seu consignatario Antonio
Luiz de Oliveira Azcvcdo, ra da Cruz n. 1.
Para a l.tfii 1.
A sumaca nacional Hortcncia, pretende
seguir pa:a a Babia al 10 do corrente : para
O resto da carga trata-se com o seu consig-
natario Antonio Luiz de Oliveira Azevedo,
ra da Cruz 11.1.
compaafua
de navegaciloa vapor
Haiiiburgo-Brasi lt;ira.
13:0S:l<>777
(ri* m 0 p
;. o.
Srs. redactores.l.i em seu aprecisvel Diario de
hnje, a resposta qoe se dipnoa dar, la' mesmo da I'i-
ransa, o correspondente spoaeaa patavras que
innocentemente avenlurei no Jornal do Commereio
do Rio de Jaoeiro, acerca rta inmianc.i propolta da
diret{Se da estrada de ferro ; o ',ue me dizem nao
ler sido admillido pelo Sr. engenheiro l.ane.
Coinqo.iiilo Iciiln a honra de conhecer perfeila-
menle o curre pande ule, que, cm termos alias razoa-
veis, manifestou-me seo dsaarado pelo que aveutn-
rei ; lo l.via emendo nao ino cumprir gisculic com
elle sabre lal materia, nao id parque nenham inle-
resse nisso me pode empenhar, como mesmo pela
considerarlo de que, qiian lo o amnr de pai una clie-
an a eotlocar n'uma opinlao systcmalica, o melhor
partido aos adversarief della he evitara discustflo,
deixando-se cala um car com sea pensar no nile-
resse de poupar o ,i/el.....- que sempre resolta da
resi tennia n,is ciulroversias.
Ani'la hnj eslou iui accordo, qae sera intencflo
de olTensa, s para salisfaer um dever de chro-
nisla, eiiniii ns eomepooideiieil contra a qual se re-
clama, e eis,Sr<. redactores,porque,e ate para no del-
\ n |iassar em juluado a retn 1 delta da p.nav 1 11//11-
sttrd'i, venho ihe rogar a publicarlo das lionas que
alii vilo, as quaes lambe 111 servem de ama prova ae
delferencia para com iquellc, qoe ain.la boje Ble
quer comprchender que a historia de modan;* da
directo da via frrea nao pode inspirar cuulianca
comparaliv.imi'nle com a oulra.
7 de jolho do 1857.
O correspondente dn Jornal do Commereio.
Navios entrados 110 dia 10.
Rio de Janeiro e Babia-ti dias, e do ultimo porto 2,
vapor hamburt;ue oPetropulis, coinruau.lanle
T. Paulsrii Seeuin para llumburso.
Macelo e portas intermedias 2 dias e 16 horas, e
do ultimo porto '.} 1|2 horas, vapor nacional iPer-
linollgaa. commandanle o 2.' lenle Joaquim
Alves Moreira. car^s assucar e couros.
Liverpool1>2 dias, hrirtuo inale ( uinlleln, de
2 loneladae, capitn (. Ditchhurn, equipaaem
10, carga fireodas e mais gneros ; a James R\-
der sN C. Pcrlence a Liverpool.
\avio sabido no mesmo dia,
PhilldelphiaBarca americana Laorartlia, capi-
tito John Wpban, carta assucar.
mi*m.
:.

quera se confessava amigo, intelligeule, activo e in- lidador do procrease das Icllras.
dependente, para comprir com os deveres de seu
cari;,., amis se Njeltaiia a iuilneucia de quem quer
qoe fosse.
Treplici.
I)isse-se que alo lendo hivido arrombaroenlo es-
ttrior e menos luteriur, qae uSo houvera roabo, e 1
Ja' era conhecido o resoltado de seis dislriclos
pata el'ira 1 de um senadnr por Minas, caj vota-
r.Vi, re'i'ii'la a que a demos, eslaiielecea seguinte
or.lem : Voseooecllol863 ; L. Barbosa 65) ; Firm-
uo 557 ; Teiieira 548 ; udoy 583 e Beimrio 167.
Em Parauagaa' cidide di n-esiu 1 provincia, achi-
I'RACA IH) RECIFEIODE JIMIO AS
3 HORAS DA TARDE.
Cotaccs ofliciaes.
Cambio sobre Londres2S 60 d|V.
I*. Borges, prndenle interino.
L. Dubourcq Jnior, secretario interino.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d. a UO d.
< Taris, .'lili rs. por fr.
< Lisboa, 92 por % de premio.
Rio de. Janeiro, 2 por 0||) de descont.
AcijAo do balice 511.por cento de dividendo por con-
ta do vendedor.
cr eompanbia de V, lieribe GOJOOO por aerflo
n o companhia Per lambocaoa ao par.
a a l'lilidadc Pablicii, 30 por ccnlodi premio,
i liidvmiiisadora. 1 ide.-.
a d> estrada e ferro 20 por 0|0 de premio
Disconto de Icllras, de 1(1 a 10 por cento.
AceOes do Banco, 10 a 15 de premio.
Ouro.On.;as hetpanholas. 289 2fl>i00
Moedas de tsiliO velhas .... I69OO
t (i->100 novas .... IO3OOO
< laooo....... jsooo
Prall.I'alaccs brasileiros...... 29000
Pesos coiumriari-s...... 29OOO
mejicano...... 1H860
AI.I ANDEt.A.
Rendimeiilo do dia 1 a 0. .
I.lem o dia 10......
104:931*508
:018>231
113:'J525739
O lllm. Sr. inspector da thesouraria de
fazend.i desta provincia, manda fazer publi-
co, que alem dos arreudamentos dos predios
que vilo a praca no da 15 do corrale mez,
dccIaraJos 110 edital de 2 do mesmo mez,
lem de ir tambetn no mesmo da a praca o
ar renda ment .le um tclheir silo cm Fora
deportas, contiguo ao amigo quartel dos
engajados, qoe servio de deposito da gal iota.
Secretaria da tliesuuraria de fazenda de
Pcrnambuco, em 7 do julho de 1857..No
impedimento d oflicial-maiur, Luiz Fran-
cisco 8. I'aio o Silva.

iv$*9**9i$i
CONSEI.IIO A.VI1MSIHA1IVO.
O conseibo admiaistrathro, em cumpri-
mento do art 22, do regulamcnto de IV de.
dezembro do 1852, faz publico que foram t-
ceitas as proposlas de Jos Francisco l.avra,
Manoel Francisco de Mello, Francisco Macicl
de Souza, Jos Hygino de Miranda, o Jos
ltolngiies da Bocha, para forneceretn :
O o 1,000 varas do brtin para calcas a
ItO reis.
02 652 pares de sapalos fci os na pro-
vincia a IS800 rs.,500 dilos de ditos feitos no
Cea 1 a 1 1-ijOO rs.
O 3." 700 pares de sapalos feilos na pro-
vincia a 1j800 rs.
0 4." 22 du/.ias de. tahuas de assoalho de
lonro, de 12 a 14poilegtdas de largura a 00o,
2 ditas do ditas detono a 36/rs., 6 costa-
dinlios de amarello 1 100 rs.
OS. 400 esleirs de pelba de carnauba a
303 rs. o ccnlo, 06 libras de lio de algodo
a 700 rs
E avisa aos supraditos vendedores, que
deverao tecolher os respectivos objeclos, ao
arsenal .!o guerra no dia 13 do correle mez.
Sala das sesses do conselho administrati-
vo para forncrimento do arsenal de guerra,
10 dejulho de 1857bernardo Pereira do
Carmo Jnior, vogal e secretario.
Pela inspecoSo da alfandega se faz pu-
blico, que no dia 15 do conentc sera con-
tratado o foriieciiiieiilo de rages para a
equipagem da escuna Lindoya, com quem
por menos 0 lizer ; as pessoasque se quize-
rem propr a fazer dito fornecimenlo dos
manli metilos abaixo declarados, durante o
correle auno financetro, comparcc,am na
mesma inspcci;3o al o meticioaado da,
imposto de 4 0|0 de diversos estabelecimeti-
los, no correle mez, o qual lem deservir
para a sua arrecadagio no crrenlo anuo li-
naneciro de 1857 a 1858. Francisco Car-
neiroMachado RiosJnior.
A administra$8o do correio precisa cn-
gajar 4 bomens livres que sejam robustos,
para serem empregados no servigo da con-
duQdu de malas para diturentes potitos des-
la provincia.
De ordem do lllm. Sr. inspeclor da
thesouraria de fazenda desla provincia se
faz publico, que nao lendo lido lugar 110 I.
do crreme mez, a arrematadlo dos arren-
damentos da casa de sobrado da ra do
Jardim u. 11, desta cidade e do armazem
do Forte do Matto, perlcuceutes a fazenda
nacional, por falla de licitantes, fica a mes-
ma arrematado transferida para 15 do mes-
mo mez; assim tambem que vSo a pra-
ij'-i iiCk.su da os arreudamenlus do um arma-
zem de lijlo c cal, coat qualro brabas c 2
palmos de lenle e 14 u meta brabas de fun-
do, st 10 110 bairro do Kecife, ede um silio
com casa odtlicada 110 lugar dos Cocllios do
bairro da Boa-Visla.
Secrelcrid da thesouraria do fazenda de
Pernatnbuco 2 de julno de 1857..No impe-
dimento do olliciai-maior, Luiz Francisco S.
I'aio eSilva.
--- O abaixo assiguado, lanzador da mesa
do consulado provincial, faz sciente aos
propietarios -ios predios urbanos da fro*
guezia deS. Fr. l'earo Gon^alves c mais in-
teresaados, (,ue deu principio a fazer o lan-
CJunenlo da decitnu e in.poslo do 4 0|0 de
diversos esta beleci menlus no oorreuto mez,
o qual lem de servir para sua arrecadaijao
do correte auno tinanceiro de 1857 a 1858
Joao Pedro de Jess da Malla.
EEATRO
DE
Santa Isabel
Hoje 11 de julito de 1857.
BENEFICIO DA ACTBIZ
-/'ancedev. c&awtna Lo;o que a orcbeslra liouver terminado urna das
suas mehores ouverluras, subir a icena pela pri-
meira ve/, neste Ibealro, a muilo iiilercs dia, drama em dous actos, pro-lucra 1 d > uisisne '-
criplnr porteRuei o Sr. A. Cesar de Lacerda, olor
dos Dous Mundos, eda Ultima Carla, que lem por
titulo
CVXISHO, SCE 1'TICISMO E CRE\(JV.
Poderianins dar uma breve noticia acerca dt> eu-
riMin i|c-;,i cumeilja, |(or(ii o 1101110 do m-u ;iulur ^e
(orna de lal forma reruniuipndiivfl que b(H iiipen?a
do f|Urvl']iier p|t)t'i suas |n> lurrne- ; dirfinus
pflBM que tvdl ella lie cheia de scenas inlercssan-
t'S, v. o -'*li deenvulvimeulu u mais sdlisdcloriu pus-
nivel.
O >r. Slef.ino Scapin, se presla craluilamenle
a benelciada cjulaiidu 1 aria tm custume da op-r ATTILA. .
Sesnir-se-ha pela primeira ven a reprwenlaejle
da comedia em I acto, do Sr. L. F. S. da Silva
C'.ldeira
U.a PA3A TBS.
Dura lim ao espectculo o vaudevillu em 1 arlo,
quo Uni, ipplausoa t-m merecida
POR CAUSA DE til AMSABISMO.
lie este o divertimento qae a beneficiada lem 1
honra de ollerecer ao lllastrado publico pernambo-
laim, de qucm e-pea merecer pela primeira \ez
lodo o icollumeoto e prolecrflo, c ao qual desde ja,
dedica sua gralidao.
Os bilbelea acliam-se a disposirjio do respeitavel
publico em casa da baaafieiada, pateo do l'arairo n.
^i. e no dia dn esiiortaculo no escriplorio do Ibealro.
Principiar as horas.



Pcir olio do Janeiro.
Vai seguir com milita brevidade, por ler
parte de seu carregamenlo promplo, o bri-
guc nacional Maria l'reciosa, capito Irau-
E'pera-se uestes dias do sol, o vapor harohurcuez
PETB.OFOI.IS, e depois da demora do coslnme.se-
Ruirn para llainburso, locando nos portes d-i Lisboa
e Saiilhamplnn : qualquer iuformacito, com os
arenles, na roa da Cruz u. 'i.
Companhia
eniuteihucana
m
m
9$
0 vapor PEBSIHONGA acha-se i carsa para os
pintos do sul, para onde sabii no dia 15 do cor-
rele : a cariga ser rerebida ala's 5 huras da tar-
de do dia 13.
LiiIm fio norte do Brasil,
paquetea s vetla enue
Havre e Pertittnibuco,
de i T Bar bey & C.
Rspera-sn nestes dias do Havre um dos
navios desta companhia oclipper (Porto Ri-
co), o qual salina Com toda a brevi lade, por
ter a maior parle do carregamenlo promplo,
e para o resto rec-be-so a frete : a tratat
com os consignatarios N. o. Ilieber & C,
ua ruada Cruz n. 4.
MI**-.**
I.cilo de tamancos.
O agento Pestaa fa^ leilfio por conta de
qucm pertencer, de 3 caixas com tamancos
le diversas qualidadea : sabbado 11 do cor-
rete, as 10 horas da inanha, em seu arma-
zem na ra da Ca lea do Itecife n. 55.
O agente Pe-tana far Icilo, em tut
armazem, de diversas mobilias de Jacaranda,
consislindo em cadoiras, sofs, mesas, con-
solos coin pedras, canJieir.is, candelabro,
apparellio de porcellana para cha,globos etc.
assim como vender um excellente escravo
muito bnm cozinlt-iro, bonita figuta, c ou-
tros mais diversos objeclos, queseacltam
a exime dos compradores : sabbado II do
corrente, as ll boras na nianlia, cm seu ar-
mazem na roa da Cadeia do Itectte n. 55.
O agente Pestaa, far leilo por con-
ta de qiiem pertencer, do 5 caixas de marca
(SP), e 15* a 158 com latas ds bolacha de
so la : sabbado 11 do corrente, as 11 horas da
mantilla, em seu armazem, 114 ra da Cadeia
do Uecite ;i- 55.
Leilao.
Por orlcm do lllm Sr. consol de Franca, c
em presonca do Sr. chanciller, o ageule 'es-
taa tara leilao,por contado qucm pcrlenc.ir.
boje 11 do corrente, as 10 boras da inaiiha.de
nina caixa com pecas do casaos pintadas
parle coin avaria, deseubarcadas do bordo
da barca frauceza Carlhagonc, no armazem
dos Srs. Scl'apheillin i\-C, na ra daCiuz.
Feidel Pinto o C farSo leilao por
intervenido do angelo Pestaa, de um com-
pleto e variado sortimento de miudezas,
perfumaras etc., tudo proprio do mercado :
quarta fe ira 15 do corrente, as 10 horas da
inanlia, cm seu armazem, na ra da Cruz.
Chcgaram as lojas de cnapeos da praca da
Independencia n. 12 e 1*, excellentes cha-
peos de marroquim, quo se vendem a 29OOO,
23500 c 38 para acabar logo.
- O secretario da sociedade das Artes
Mecnicas e Liboraes desta cidade, por or-
dem doSr. director, convida a todos os so-
cios para se acharem reunidos na sala do
suas sesses, no domingo, 12 do correle,
as 10 horas da manha, afim de se proceder
a posse da nova administrado.
Aluga-se uma casa terrea com grande
soto, com 3 salas, 5 quartos, boa cozinha,
cacimba boa c quintal pequcuo, na travessa
da ra da Concordia, quasi ao chogar na
casa da delenqilo a Iralar por delraz da
matriz de Santo Antonio, no primeiro an-
dar .ia casa n. 16.
Roga-se aos credores do casal do fal-
lecido Jo3o Goncalves Evangelista, que ain
da nSo apresentaram as suas contas, o quei-
ra ni fazer at o dia 14, do contrario nilo se-
rio attendidos.
I)eseja-se fallar com o Sr. capitfio Ma-
noel Flix de Araujo o S que voio do Ccar,
a negocio de sou inleresso : na ra da Cruz,
casa de Isaac, Curio & C.
Precisa-se comprar uma masseira para
padaria : na ra da Scnzala Velba ti. 9.
Precisa-so de dous amassadores : na
padaria do Korle do Mattos.
Bcmvindo Gurgel do Ameral declara
que comprou para Jos Mauricio de Lima, do
Aracaty, o bilhete iuieiro n, 1724 da segun-
da parte da oilava lotera da malriz da Boa
Vista, concedida por lei provincial.
3 Jardim I
^ No anligo e bem conhecido jardn), silo >?
^ no correr da igreja de Nossa Senhora da So- $$
gt, ledadi, casa n. 7, vende-se um grande sor-
sB liineuto de pes das mais lindas e formosas
B rosciras, que ha na provincia,e muilas e di-
y, versas qualidades, todas em vegcljijSo,
'Jf oulras muilas flores de apurado goslo, qae
'<& i com a vista se podera apreciar.
s./OOv&oo;.o:>ooo::;;'
Dcs-i upa rece 11 na noite de 8 do cor-
rente, um negro- de nome Frederico, de
nuro Congo, idade annos, pouco mais
ou menos, com os seguintes signaes:
(alta de dentes na frente, beiros demasia-
do grossos, cabera c orelhas *per[uenas,
Icvou camisa c calca de liscudo: ijiiein o
pegar leve-o a rita do Trapiche n. 7, no
hotel Francisco, cjue sera' generosamen-
te recompensado.
S. STlEIilEL A C, banquciiosenes
gocianles, estabelecidos ha muitos aiino-
em Londres, teem a satisfaccao de par-
ticipara seus correspondentes e uo publi-
co, que acabam de iundar casas liliacs
nos prineipacs portos c distritos manu-
factureiros de Franca, Alemanha, Blgi-
ca e Ilollanda, conservando alem disso
suas rrpprias casas anteriormente estabe-
lecidas: as cidades mais importantes, e
portos ibais commerciaes daGra-Bretanha,
e estao I em posiraode oiTereccr grandes
vanlajeins as pessoasque possam necesitar,
assim em Londres como em outro qual-
quer pbnto da Europa, de tuna casa para
comptii ou venda de artigos, bem como
para os negocios de transaeco de aedilo
e banco de qualquer genero.
As p^ssoas pieniio orem conhecidasdos
inntinciianteseve 5o acompenharsuas or-
dens cota os fundos necessarios para sua
e\cuccSo; licando entendidas que osan-
nunciantes nao teem dilculdade em adi-
antar 7."> 0|0 sobre os gneros recebidos
antes de sua venda.
Os procos corren tes e mais informaci-s
commerciaes, que orem pedidas, seiio
enviadas gratuitamente, salvo o porte On
correio, podendo dirigir-so aos unnunci-
antes.
UOB LAFFECTEl I!.
O nico autoritario por decisao do conselho real,
decreto imperia\.
Os mdicos dos bospilaes recommendam o
arrobe de Lalfecleur, como sendo o nico
aulorisado polo governo c pela real socieda-
de de medicina. Esto medicamento de um
gosto agradavel e fcil a tomar em secreto,
esla em uso na marinba real desde mais de
GO anuos ; cura radicalmente em pouco lem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as af.
feccoes da pollo, impingens, as consequeti-
cias das sarnas, ulceras 'c os accidentes dos
partos, da idade critica o da acrimonia he-
reditaria dos homares; convem aos catar-
rhos, a bexiga, as conlraccoes e a fraque/a
dos org3os, procedida do abuso das injec-
Ciio.s ou de Muidas. Como aiili-syphililn'ns
o arrobe cura em pouco lempo os lluxos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessantis
em conscqucncia do emprego da copahibe,
da cubeba ou das injecciies que rcpresenlem
o virus sem neutralisa-lo. O arrobe |Laffec-
teur he especialmente recoinmeiidadocon-
ir.i as doeocas inveteradas ou rebeldes ao
mercurio eao iodorcto de potassio.Lisboa.
Vende-se na botica de Barral c de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, praQa de I). Pe-
dro 11. S, onde acaba de chegar urna gran-
de poreao de garrafas grandes e pequen: i
viudas di-'eclamente de Paria, do casa do dilo
Uoyveau-I.all'eeleur 12,ra i.iehelicii a Pars.
Os formularios dao-se gratis cm casa do a-
gente silva, na praca de I). Pedro 11. 83.
Porto, Joaquim Araujo ; Babia, Lima <\ Ir-
niAos ; Pernamliuco, Soum ; Rio de Janeiro,
Rocha (V til los ; e .Moreira, toja de drogas ;
Villa Nova, Joao Pereira de llgales Le le ,
Rio Grande, Francisco de Paula Cuulo v
ssenhoras que mootuiii
a cavallo.
Na ra .Nova n. 18, loja de M. A. Caj' & C,
ha ricos casavequee de cores, e pretos,
para montara ; assim como um grande sor-
Atenco.
O abaixo assignado olTerece 1:0()(I,S",'
a qucm provadamente descobrir o atsas-
sino, mandante ou cmplice do altcntado
horroroso perpetrado, hontem a' noite,
na n'sso.t do sen infeliz amigo vice-con-
ml de Sua Hagcstade Britannica o Sr.
Thomaz (solan. O abaixo assignado pe-
de encarecidamente nos Sis. redactores lmenlo das mais bera acabadas obras de al-
de todos os jornaes desta provincia, que faiate. Unto superior, como mais inferior,
tenham a bondade de transa-ever este -hapos, ditos de sol, lencos de seda, dilos
de dita para giavata, dilos de cores, lufas,
suspensorios, meias para homcn, senhoras e
meninas; camisas, ditas de meias, lazendas
para qualquer obra que seja encoinnienda-
Precisa-se do um caixeiro paa loja de* da : a pessoa que vier a esla loja, acitara un
fazendas, eoutro para molliado : na ra da falo completo, osera um s ureco para tu-
Cruz u. 35, priaiciro andar. idos, a ditthoiro.
transcrever
annuucio, pelo que multo e muitoobriga-
ro ao seu servo,H. Angust
cnsul ile S. Al. Britannica.
Coopet
...
MUTILADO

ILEGIVEL
-


COHSDLTUO HDISOPiTIICO
DIARIO DE PER.VAMBUCO SABBADO 11 DE JULHO DE 1857
om i^hT m Se'Te 0S mais acreditados medicraenios, tanto era tintura como
em glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por precos' bastante colodos
PKEgoS FIXOS.
Botica de tubos grandes. .
Dita de 24 .
Dita de 36
Dita de 48 c
Dita de 60 .
Tubos avulsos a.....
frascos de tinturrademeia on$a.
Manual de medicina horaeopathica do Dr. Jhr com odic-
conario dos termos de medicina ...
Medicina domestica do Dr. Henry ....".
Tratamento do cholera morbus ...
Repertorio do Dr. Mello Moraes .
10/000
1W0O0
205000
250000
309OO0
19000
25000
20300*
10*000
2/000
6*000
* PEDRAS PRECIOSAS- *.
$ Aderemos de hrilhanles, *
'* diamantea e perola, pal- jjj
aeiras, aliveles, briucoa t
x 8 rozeras, botoes c anneis 5
'+> de dillerenlea goslos e de -
^ diveraaa pedraa de alor. E
? Compram, vendem oo S HnBni>van ^ .1 I?
trocan, prala. ooro. bri- 1 U > OS Va[) ;Tv S Ul Lll-
> lliantes,diamantes e pero- -. innk. ___I_
* las, e oolras qaaesquer | 1*>P* S OI)|;i.S iO llialS
joiaade valor, a dii.heiro *
- uu por obraa. J?
lUKElKi flAITL
WJ* O aURIVKg
Rua do Cabuga' n. 7.
Etecebero por to-
B9S88S JtaammiaBaa s esg
f OURO E PRATA. |
| Adereco* completo) de S
* oaro, meios dos, pulnei- 1
J ra, allinetea, brincoa e j*j
H rozetaa, cordbea, trancel- |
P lina, medalhaa, corruntes *
*- 6 enfeilea para relosio, e &
B oulroa muios objeclos de f"
W ouro.
$ Aparelboa completo, de |
j prala para cha, bandejas, g
aalvaa, caaticaes, cnlherea J
n de sopa e de cha, e m\-i- **?
S oulroa objeclos de |
SE prala. S
moderno gosto, tan-
***sis**:s*.**<>r<,*S to de JFYaiitja como
de Lisboa, as quaes vendem por
preeo conimodo como costumam.
mT^SE i ?? 7" ,1;!ra f?11?'" I assi6nad. alugam-se carros de primeira e, \g; 11. .'
ro e casado, vendo Antonio Luiz de Oliveira segunda orJem para defuntos e aojos, rica- -Ullll .
Azevedo, no seu escnptor.o na ra da Cruz mente ornados, com saus competentes cai- j -Na ra da f.a.leia do Recife n. 12, vendem-
,....,, ,. ixoes, por menos dos precos estipulados no |sc sacros com milho de superior qualidade,
Algo.lanzinlio da Baha, o verda.hiro.t regularaento do cemitorio ; tambera torne- por preco razoavel.
vende Amonio Luiz de Olivera Azevedo, no ce-se carros de passeio, armacoes, liabitos,
seu escriptorio, ra da Cruz n. 1. | cera, msica, etc. ; cncarrega-so de tixai \
- -----o----------------->.--, .....lu, ,| (il. ||i,(| au
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Chora-menino, e ahi tcm preparado urna
casa de saude com todos os commodos para
o tratamento de escravos, cujos seuhores
residam fra da praca, ou 'que nao os pos-
sam curar em suas proprias casas : quem
para isto quizer-se utilisar de seus servicos
mdicos, que serSo desempenhados com o
maior zelo, dinja-se ao pateo do Carmo n.
3, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Preco2/000 diariosexceptu-
ando conferencias, sanguesugas e opera-
res.
S
|Uo-Formoso.l
2 Dr- JoSo Honorio ezerra de Mane-
tV!P zea, medico pela {-'acuidad! da Baha, lem @
tft Otado aua residencia na cidade do Rio-For- t,
. moso, e de noo efferece -eus serviros a lo- 9
V das aa pesaoas que o honrarem com sua cou- ^
W r,ns- --.
Precisa-se de caixeiros, na rua da Ca-
deia do Recife n. 50, primeiro andar,
prestando urna flanea de 2O0j,000, ven-
cendo o ordenado d'e 200j a 00s, que
lie para vender bilhetes da lotera da
provincia.
SEGURO CONTRA FOSO.
Companhia Alliance.
Esubalecida cm Londres, em marco de 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., tem a konra da in-
forar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
a quem mais convier que estao plenamente au-
torisados pela dita companhia para eflecluar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos de
Ulha e igual men sobre os objeclos quecontiverem
os mesaos edificios quer consista em mobilia ou
m (azendas de qualquer qualidade.
(^ Joao da Silva Itamoa, medico pela uui- ;-
0versidade de Coimbra, mudou sua residen- 2?
ciada rua do Cabaga para a roa Nova n. %
g 69, segundo andar, sobrado do Sr. Dr. el- fg
>' lo, e aln cunlina a receber, das S as 111 '}'
^* horai da manhaa, e das :i .j da larde, as &
'Jff peaaoasqueo queiram conaullar.
JOHN CAT1S,
corretor ceral
E AGENTE DE LEILO'ES COMMERC1AES,
n. 20, rua do Torres.
PRIMEIRO ANDAR,
pra?a do Corpo Santo
RECIFE.
i &'*
'- V-'
O
>~&\i
DENTISTA FRAHCEZ.
Paulo Gaignous deDtiala, rua Nova n. 41
na aesma casa lem agua e pa denlrifice.
Tasso Irmos.
Avisam aos seus freguezes, que as ultimas
larinhas do trigo ltichmond chegadas ao mer-
cado, s3o vendidas era seus armazens, pelos
seguintes presos :
Galega 255000 por barrica.
Haxail 24000 idem.
O Da n ce 23^000 i d e m.
Columbia 225000 idem.
Alem dcstas tem farinhas novas de Tries-
le das marcas SSS1". FonUna c primeira
qualidade ; assim como completo sortimen-
lo das melhores marcas de l'liiladelphia, No-
va Orleanse Baltimore.
c
a
o
II

&3
s-S
a -,
Luz Icrreira, da padaria do Sr. Beiriz, dirao
quem da quanlias de 500 ate 1:0000 e 2:000/
rs. ou mais, com hypotheca em casas terreas
/ardiin publico em per-
iiainbuco, rua da Sol-
da de 11,70.
Neste grande jardim ha sempre todos os
annos muito grande variedade de llores, ro-
sas, dalias e outras muitas qualidades novas
em Pernamboco, viudas de Portugal, Franca
e Hamburgo, assim como tambem algumas
arvores de fructo, e novas, e outras do piz.
Apromptam-seencommendas para o esotro
da provincia, e as mais do sul e norte
Precisa-se de urna ama forra ou capti-
va, para urna casa de familia, composta de
duas pessoas : quem quizer e estiver nesUs
circumstancias, dinja-se a pra?a da Boa-Vis-
ta, sobrado n. 10, que achara com quem
tratar. n
Nao ha mais dor de
deiites
Especifico contra essas dores, cuja cura
cura he instantnea : na rua Nova n. 11, a
29OUO o frasquinbo
, ~~ ''recisa"se alugar um sitio, da Ponte
de Uchoa at Apipucos, na margen do Rio
Capibaribe, perto da estrada : na rua Nova
n. 61.
Lotera
provincia.
O abaixo assignado ven-
de bilhetes garantidos, pe-
los precos abaixo notados,
sendo da quantia de cen
mil ris para cima, a di-
nlieiro vista, em seu es-
criptorio, na rua da Ca-
dea do Recife n. SO, pri-
meiro andar.
Rilhetes. 5|400
Meios. 2700
Quartos. IjooO
P. .1. Lfjyme.
. "" "f chegado a loja de Leconto, aterro
da Boa-Vista n. 70, escellente leite virginal
de rosas brancas, para refrescar a pelle, tirar
pannos, sardas, e espinhas, igualmente o a
iamado oleo babosa para limpar e fazer
crescer os cabellos : assim como p impe-
nal de yno de Florenca para brotoejas e
aspendadesda pelle, conserva a frescura e
o aveiludado da primavera da vida.
Na fundico da Aurora precisa-se
de serventes forros 011 escravos, para
serviro debaixo de coberta.
Mudaiicade estabeleci-
mento.
O P. F. C. de Lcmos o Silva faz scienle aos
seus numerosos freguezes, que acaba de fa-
zer mudanca, tanto do seueslabelecimento
de livros, como da sua anliga e acreditada
"lliciiia de encaderna^o at agora situada
no pateo do Collegio, para um novo, mag-
nifico e espagoso armazem na rua da Cadeia
de Santo Antonio, defronte de S. Francisco,
onde tambem tem montado a su tvpogra-
phia, por isso espera que o procurein tanto
para compras, como para encadernacOes de
livros, c bem assim para qualquer impres-
so, por isso que Ihes pode assegurar serom
bem. e puntualmente servidos.
--- Precisa-se de ofiiciaes e costureiras :
na loja dealfaiate, na rua Nova n. 60, esqui-
na da ponte.
Precisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, que saiba cozinhar o engommar, para
duas pessoas : na rua do Collegio, botica
n. 10.
- Quem tiver um sobrado em Santo An-
tonio ou Boa-Vuta, que queira trocar por
um bom sitio com excellente casa, perto da
praga, c mais duas casas terreas grandes
com bons quintaes murados, defronte do
mesmo sitio, dirija-se a esta typographia,
que se dir quem faz este negocio.
o
rua
Botica
&
5?
o
o
. r---- __ _.. -.w.aw |iujji/iU| OllliaiUCJa 1IUDIIU9, i jtall A M' ''AlvAAijoA
u escnptorio, rua da Cruz n. 1. Ma, msica, etc. ; cncarrega-so de tix-at li- Vende-se cera de carnauba de muito boa
--- recisa-se deum homern que cntenda cencas e guias, e finalmente tudo o que for qualidade. recentemente chegada : na rua
- ja uini e piaoiayao, para fetor de um pe- inherente a um enterro, e tudo por mdicos prara, preferndo se precos.Jos Pinto de MagaihSes. l>eos.
Attencao.
A primeira fabrica de tamancos na rua
Hireita n. 29, junto a botica, conlinu'a a ter
um completo sortimenlo de tamancos para
horneas, sennoras, meninos e meninas, c a
vista dos freguezes faz-se todo o negocio, a
iinheiro vista.
m i>< nica 1
central homcopatcai
VJ EM PERNAMBl CO '
DO DR.
& SABINO OLLUAKIO L. P1NIIO. &
*^ Rua de Santo-Amaro (Mun- ^
do-Novo) n. -;
'Z& Nesle eslabeleciroenio eiistem os medica- 5*
i? 'i61"09 ">ais adequados aos climas do or- ti:
aha Prep*dos com a maior vigilancia pelo S?
*& proprielario. <8P
\i Eaislem medicamentos preparados nn Rio @
a de Janeiro, que se vendem pur prejoa bal-
2 I0S- mas nao se garante soa eflicacia. W
3? A eiperiencia lem demonstrado que oa i
medicamentoa aqu preparadoa produzem ^
%? melbor effeilo, ca as proviucias do norte, ij
' do que osiqoe os que vem de fra. 2g Os prejos s,lo fuos, sendo mais caros, por j
w serem melbores, os preparados em Pernam- z^i
\i? buco.. :_
^ THESOURO IIOMEOPAT1I1CO %
ou :::
Vmlc-Mccum
DO
HOMEUPATHA
PELO DR.
SABINO OLEGARIO L. PIMO.
tt Esla preciosa obra continua a vendcr-se ^
Z? na botica central, a 10-000 ain brochura e W
Vi? lljOOO encadernada. @
Na rua do Fagundes, loja 11. 27, la-
va-seeengomma-secom perleiro, e pre-
co commodo.
Em o dia 15 do corrente, em praca
presidida pelo Ulm. Sr. Dr. juiz dos feitos da
tazenda, depots de sua audiencia, se ha"o de
arrematar a quem mais der, os bens seguin-
tes, penhorados por execucoes da mesma fa-
zenda contra seus devedores. a saber : urna
casa terrea construida de cal e lijlo, na rua
de Joao Fernandes Vieira n 32, com 20 pal-
mos de frente e 70 de fon 10, cozinha fra,
quintal e cacimba por 5005000, dos herdei-
ros de Mara do Rosario ; um sobrado com
dous andares e sotao, em frente da praca da
Boa-Vista n. 30, reconstruido de novo, com
37 palmos de frente e 91 de fundo, cozinha
lora, quintal e cacimba por 1000o?, de D.
Mari*, de Pinho Borges ; urna casa terrea na
ru de S. liento, em Olinda, n. 20, com 30
palmos de frente c 76 de fundo, cozinha f-
ra, quintal murado na extensao de 100 pal-
mos por 600, da irmandade da misericordia
da mesma cidade le Olinda ; um terreno
que foi desannexado do quintal do quartel
do Hospicio, com 310 palmos de frente pola
nova rua do mesmo noaie para a Soledade e
210 de fundo em seguimento da rua do Pi-
res, com urna grande cacimba no centro por
2:480a, propriedade da fazenda nacional
um sitio no lugar do Poqo da Panelia, bem
fronteiro igreja matriz, o qual tem casa
de inorada feita deca e lijlo, com 46 pal-
mos de Trente e copiar cobe'rto em toda sua
extenso, 76 ditos de fundo, cozinha fra,
murado na frente, e com algumas arvoies
de Iructo por 2:000?, de Jos Rento da Cos-
ta ; 1 marqueza, 1 commoda, 4 cadeiras, 2
mesinhas, 1 dita do meio da sala, tudo de
madeira amarello, com bastante uso por 21*
rs-, inclusive 1 par de lauternas, da viuvado
francisco Joaquim Pedro da Costa : quem
pretender os objectos cima mencionados. nortaS hu fronvaa <1 IIJ
lucerehorado cosliimn I.I "*" lrt ttlil ireiUe QOlil*
o
na
Continua-sc a dar dinlieno a juros 1110-
dicos, sob peohores : na roa da i'raia sc-
gundo titular, 11. 43.
O Dr. Francisco d.c Paula Baptista,
t' 11 aberto escriptorio para advogar, no
primeiro andar da caca da rua d;ts Trin-
clieirasu. 19, por cima do cari riodo>es-
crv5o Baptista, antigamecte do fallecido
Reg; ealii, das9 horadodiaem diante,
esta prompto .-. ouvira todos,ea receber
ai causas de todos que quizerem procral-
os seus serviros ele advopado.
^
-o pateo de S,
PERRO N. .
Charutos dos melhorea fabricanies dos
te ix, em caixinbas de 100. 50 e 5, viudos
pelo ultimo navio da Baha ; naciosaes e
regala deThome Pinto, Emilios de CasU-
11I10 & rilho, progressisus do Rocha Das ... circuimos d.i Moncorvo, suspiros, serva e
cobisososj he pecbtnehs, freguezes, a elles
a elles '
de
queno sitio perto desta prara, prefer ndo se
portuguez : trata-sena rua Velha n. 56.
Precisa-se de urna ama para o servico
interno de urna casa de pouca familia: na
praca do Corpo Santo n. 17.
Precisa-se arrendar un engenho an-
da esse anuo, apesar de j ser tarde, com-
pra-se a safra do mesmo, dando-se algum
dinheiro vista, afianca-se a boa conserva-
c5o da propriodade, e se for com algutis es-
cravos melltor sera, ou mesmo faz-so algum
negocio para tirar alguma safra csse auno,
visto estar para isso habilitado com escra-
vos, boiada, carros e os mais pertences para
esse lini, ou mesmo com alguma estrada em
ultimo caso, por emprcitada ; se alguem
quizer fazer esse negocio, pode procurar em
casa dos Srs. Lemos Jnior, Leal Res, na
praca, ou no engenho Recreio, na freguezia
de Muribeca, a Jo3o de Carvalho Raposo,
para tratar.
Tendo-se desencaminhado do poder
dos abaixo assignados urna leltra da impor-
tancia de 318(000, sacada por elles e aceita
pelos Srs. Antonio Luiz dos Santos & Roiim,
por quem Toi paga no venclmento, declarara
os mesmos abaixo assignados, de nenhum
effeilo, e sera valor algum a referida letlra
onde e quando possa, por ventura apparecer.
Brender Biandis & C.
Precisa-se de urna pessoa de meia ida-
de. que queira fazer companhia a tres mocas
solteiras, e o servico da casa : quem preten-
der, entenda-se com o professor de Bcberi-
be ou annuncie.
Na rua da Cruz n. 3, ha urna carta pa-
ra a Exma. Sra. D. Adelaide de Cerqueira
Carvalho, viuva do fallecido Sr. Dr. Antonio
de Cetqueira Carvalho, do quem se ignora a
residencia, c se procura sber para se llie
entregar.
J padre Francisco Verissimo Ban-
deira, prolessor publico da cadeira de
primeiras letras da povoacao de Beberi-
ue, faz scicnte aos habitantes da mesma
ou a quem convier, que se aclta aljerla a
sua aula, eque continua no exercio de
seu magisterio.
Quem precisar de urna pessoa para o
lugar de primeiro caixeiro de loja de fazen-
das, pode dizer por meio deste, o lugar onde
deve ser procurado.
Um rapaz brasileiro, oflercce-se para
administrador de engenho, por ter muita
pratica, e nSo far ajuste algum sem nao ser
visto seu trabalho : quem precisar annuncie
por este Diario para ser procurado.
A mesa regedora da vi neravel irmandade
de Santa Rita de Cassia,
faz a festa de sua padroeira, no dia 12 do
corrente, com vesperas festa, eTc-Deum
SerSo oradores os Rvms. pregadores da ca-
pella imperial padre mestre Joao Capistra
no de Mendonca, e Fr. Joaquim do Espirito
santo, aquella do Evangelho, e este do Te-
peum. ao meiodia da vespera, benzer-se-
ha a nova imagem, e o Senhor Bom Jess
dos Prodigios O escrivao, Jeronymo Emi-
liano de Miranda Castro.
LOTERA
DA
provincia.
O abaixo assignado participa aorespeta.
vel publico, que vende os seus felizes bilhe-
tes, meios, e quartos, pelos precos abaixo
mencionados, sendo da quantia do 10o reis
para cima, a dinheiro a vista ; na rua da Ca-
deia do Recife n. 45, esquina da Madre de
lieos :
Bilhetes SstOO recebe 5:000a
Meios 2B700 2:500a
Quartos 1.3350 1:3509
Por Salustiano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
AMA.
Precisa-sc de una ama que saiba com-
prar e cozinhar : na rua das Triucheiras
n. l|.
- Protesta-se contra quem tiver em seu
poder a escrava mulata, ue nomc Rosa, de
2o annos, pouco mais ou menos, cor alva-
centa, de boa estatura, tem duas cicatrizs
bem viziveis no queixo do lado esquerdo,
testa estrella, cabellos carapinhos e meio
avermelhados; a qual mulata desappareceu
desta cidade na noite de 2 do corrente mez
dejulho.
AllCIICUO.
Algum senhor estrangeiro ou mesmo na-
cional, que precisar de um bom cozinhetro,
pode dingir-se aobecco do Abreo n. 1, no
Recife. '
F. Dubarry va i a Europa.
Na fabrica da rua do Brum n. 28, de
francisco Antonio Correia Cardesl, precisa-
se de olhciaes de serralheiro que sejam per-
leilos em suas obras.
Aluga-so o sitio na estrada de San-
ta Anna, junio do sitio do Sr. Me. Calmonl
& C com os seguintes commodos, acabado
ha pouco tempo : 3 salas, 10 quartos, cozi-
nha Tora, oocheira para 3 carros, estribara
para8cavallos, senzala para 16 escravos,
quarlo para eitor, boa cacimba, plantado
os arvoredos todos de novo, boas hottalices
e jardim : quem pretender, dirija-se a rua
Velha n.5t, casa de Manuel do Nascimenlo
Silva Bastos.
-O propietario da oflicina e galheria de
daguerreotypo do aterro da Boa-Vista n. 4,
terceiro andar, tendo de ira urna das pro-
vincias do norle, s lera a sua ollicina e ea-
llieria abertas al o dia 20 do corrente :~as
pessoas que desejaretn honrar o seu eslabe-
iecimento e licar com um liel e peifeilo re-
trato, aproveitem o cuito espaco do lempo
que resta daqui at 20 do andante mez.
Ka rua do Trapicho n. 17, escriplorio,
prccisa-se de um criado.
Quem precisar de urna ama para en-
gommar ou para cozinhar, dirija-se a rua da
Praia n. 28, que achara com quem tratar.
Os abaixo assignados, com loja de ourives
na rua do Cabuga a. 11, confronte ao pateo
da matriz e rua Nova, Tazem publico, que
estao recebendo continuadamente a mais
novas obras de ouro, tanto para senhora
como para hornens e meninos : os precos
continuara razoaveis, e passam-se contas
cora responsabilidadc, especificando a qua-
lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, (cando
assim sujcilosos mesmos por qualquer du-
vida.-seraimm & irm3o.
Faz-se lodo negocio com a melhor lo-
ja do Passeio Publico 11. 9, coa fazonda ou
sem ella.
Fox Brothers, derlaram pelo presente
annuncio, que o Sr. Francisco do Pajla Al-
ves da .silva, dcixou do str caixeiro de sua
casa comraercial desde o dia 4 do corrento
Ilecile 4 de julho de 1857.
Acha-so procedendo o inventario nos
bens do casal do fallecido major Manoel
Francisco Ramos : quem tiver o que reoue-
rcr, compr.ieca em lempo.
Precisa-so de um criado: na rua do
Hospicio n. 9.
Prccisa-se alugsr um primeiro andar
n urna das pnneipaes ras do S. Antonio,
cono sejam rua das Cruzes, do Collegio'
yupimado etc. etc. : a fallar no aterro d
Boa-Vista loja 11. 11.
--- Perdeu-se um alunte novo, rom "W ni
bullante : quem oacliou,entregue noal ro da Boa-Vista 11. ae, segundo andar, que
sera bem gratilicado.
Pianos.
Em casadeRabeSchmeltaul&Companhias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann do
llamburao.
Vinho do Porto
superior chamico.
o mais servico de casa de um hornera casado ,!:,. qualidade H> superior e tem Vende-so tnicamente em cas de Rarrnn.
semllhos: no pateo do Paraizo, no segn- flS2S l J1 P 'tS de,"n.no Cartro. na ruMTcdoU do Recife ni
do andar do sobrado que volt, para a rua da "Ssoo! Cm PeqUen defelt TAI XAS PAT
comparega no lugar e hora do cosiunio. Re-
cife a dejulho de 1857. o solicitador do
juizo, Joaquim Theodoro Alves.
~ Precisa-se de urna ama que no teuba
Olho, sabendo cozinhar, engommar, e fazer
Mvmvtm,
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, acedes das compa-
nbias, e d-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas quantias, sobre penhores.
Compra-se
tima li tetra com todos os arreaos : quem
tiver dirija-se a rua Direitan. 70, ou an-
nuncie.
Compra-se um escravo cm meia idade,
sem vicios nem achaques : na rua de Santa
Rita, sobrado n. 85, das 6 as 9 horas da m a
nbSa, e das 3 as 6 da tardo.
Compra-se ou arrenda-sc urna morada
de casa na povoacio de Beberibc : quom a
tiver annuncie, ou entenda-se com o res-
pectivo professor publico da instrucco ele-
mentar.
Compra-no uoia escrava de meia ida-
de, queseja orle e sadia : a tralar com o
professor publico de Heberibe.
L olera
DA
Provincia.
O abaixo assignado ainda tem um resto do
seus elizes bilhetes, meios e quartos da
presente lotera, as tojas do costume, os
quaes nao estao sojeitos ao descont dos oi-
to por cento da lei.
Por Salustiano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Prccisa-se de urna ama que esteja ao
fado do fervico interno de urna casa de
pouca familia : no aterro da Boa-Vista
11. 46.
- o juiz da irmanuado do s. Jos de
Riba-Mar, de conformidade com a resolucSo
tomada um sessau do dia 8, convida a lodos
os irmSos .ara enmparreorcoi dominen, IS
do corrente, a lo horas da manhaa, no
consistorio da mesma irmandade, aQm d-
se proceder a eleicao da nova mesa.
Offerece-se urna ama para casa da
pouca ramilla no atorro da r.oa-Vista, loja
n. 65. '
Frcdcrico
LEMkE, PROFESSOR DE IMAM
lem a honra i!e participar ao respeilavel
publico desta cidado, que se acha prompto a
ensillar profundamente de piano e canto
com parfeicSo. Acna-so estabelecido na rua
Nova n. '7, no cslabelecimcnto do pianos
do Sr. Joao Podro Vogeley, onde pode ser
procurado lodos os illas de manbSa at as
10 lloras.
Carros fuiiebre>.
No esUbelecimenlo de carros fnebres,
sito iiopatoo do Paraizo n. 10, do abaixo
- Vende-se urna rica mobilia de Jaca-
randa com tampos de pedra : na rua do
Caldeireiro casa terrea n. 88.
Na rua das Asuas-Verdes
11 /#6,
vendetn-se 3 escravas com habilidades, 1 bo-
nito molcque de 15 annos, 1 mulatinha mui
linda de II anuos, I negnnha de 11 annos,
I mulata com habilidades, I negra de meia
1 iade, perita quilandeira, 1 boa escrava da
(.osla, tudo por precos razoaveis.
Vende-se
no armasen, de .losa .o*-
quim Dius Fernandes &
s, travt s>a
la M
a-
eos *
Vinho em caixas de urna c duas duzias
engarrafado em 1834,
luto era barriada 5
Hilo cm barris de 8-
Licor francez em caixas do una duzia, e
tudo por precos razoaveis.
Vende-se urna escravacr ioula, moca
engommadeira cozinlieira, e ao comprador
se dir o motivo por que se vende : no pa-
teo deS. Pedro n. 30.
e meio, de cor rodada, muito novo, por ba
rato pceo : quem o quizer comprar, annun-
cie a sua morada, ou dirija-se a rua do Ouei-
raado n. 90,
- Vendem-se 4 escravos mocos, de bo-
nitas figuras, de idade 20aS3annos, urna
negnnha muito linda de 12 annos. com prin-
cipio de costura, um mu'atinho de 12 anuos
proprio para pagem, por ser muito bonito
um muleque de 10 annos muito lindo, e urna
mulatinha propria para davida.de 11 anuos
por ser muito linda figura, e urna negra de
25 annos, que cozinha muito bem, e ser
mimo boa para tima casa de familia : na roa
do Livramento n. 4 ; na mesma casa tambem
se recebe para vender de comissSo.
~ Vende-se una muala de idade, boa
cozinbeira : na rua Direita, sobrado de um
andar n. 131, dcl'ronle da lorre da igreja do
Terso.
dre de lieos.
Vende-se farelo de Lisboa, che
ltimamente pelo brigue constante : na
do Vigario n. 19, primeiro andar.
a rundas e grades,
Um lindo e variado sortimenlo de model-
los para varandas e gradaras, de gosto mo-
dernsimo aa fundicSo da Aurora em San-
to Amai 0,0 no deposito da mesma, na rua do
Brum.
IValoja nova ao
PE" 1)0 ARCO UE SANTO ANTONIO,
vendem-se pecas de madapoiao com peque-
no toque de avaria a 2>00 reis, riscados
monstros do dilicados padroes a 200 rs. o
covado, ricos fustOes de cor e brancos par
calcas e palitos, cambraias de delicados pa-
dres, fazenda muito lina a 480 a vara, chi-
tas francezas a 240, 280, 300 e 320 rs., e ou-
tras fazendas, to las de bom gosto, tudo por
menos do que era outra qualquer loja.
Na travessa da Madre de lieos d. 9, e
na rua do Trapiche n.17, vende-so o supe-
rior farelo, desembarcado boje ; e por me-
nos preco do que se vende om qualquer ou-
tra parte.
- Na rua da Moeda n. 2, defronte do tra-
piche do Cunha, ha para vender pipas novas
e usadas, meias pipas, barris novos e usados,
arcos de pao para pipas, vimes, arcos de fer-
ro em feixes, ferramentas para tanoeiros,
cal em pedra de Lisboa, tudo por precos
commodos ; assim como barris com azeite
de carrapato.
Na nova loja da rua do Collegio n. 9,
vendem-se ricos chales de tonquim muito
linos a 258000, ditos de alfinim do ultimo
gosto a 14, ditos de merino com duas pal-
mas a 125, ditos lisos a 62, ditos de 13a e seda
a 4, ditos de tarlatana a 18, cortes de calcas
d meia casemira a 2S, ditos a \, ditos a
8005. grvalas de seda pretas e de cores a
15, chapeos de sol de panno a 29500, capas
de panno a 7j, chita (ranceza fina a 320,
mussulina a 320 o covado, o outras muitas
fazendas baratas.
Na rua do Crespo, loja n. 10, vendem-
se cortes de chita cm r.talho, do bonitos
padroes e finas a 13S00, 2o o 2/200.
Cal nova
Vende-sp na rua de Apollo, armazem de
assucar 11. 20, chegada de Lisboa no brigue
Constante.
Vende-se urna parelha de burros, a
maior, mais igual, e mais mansa de carro,
que ha nesta cidade : na rua das Flores, co-
cneira n. 33.
Vendem-se as maiores partes da fazen-
da de criar gado, denominada Boa-Vista,
cuja fazenda n3o soffre fogo, e era igual-
mente do mal triste, propria para refazer,
por ser perto desta praca : quem preteoder,
airija-se a rua Direita n. 1*.
Vende-se a heranca com posse as tr-
ras de Apipucos, por datraz da caixa d'agua,
corn grande casa de vvenda, e outra para
acabar, contendo um grande sitio e rico po-
mar de larangeiras, carezeiros e oulras mui-
tas fructeiras, bastantes trras de planta-
jes, e tem urna porc3o de moradores que
pagara renda : quera pretender, dirija-se a
rua estrella do Bosario 11. 31, armazem de
Jos Moreira da .Silva, que todo o negocio
se fara.
uvas de Jouviri.
Conslantemento acharSo na loja do Le-
conte, aterro da Boa-Vista n. 7, as verdadei-
ras uvas de Jouvin, de todas as cores,
igualmente ricos penles de tartaruga da ul-
tima moda-
J\a lja das seis
Vende-se um molequinho, cria de 5
annos de idade : a tratar na rua da CKiria
n. 86.
NA RL'A DO CRESPO N. 13,
continua haver um lindo sortimenlo de pa-
litos de panno fino, palitos de casimiras cla-
ras com golas de velludo, capas de borracha
com mangas, sapatos de borracha para ho-
mern e senhora, saceos muito lindos de ta-
peto s para viagem, por precos*bartissiraos.
Pechincha !
Veude-se um crioulo de 16 snnos, muito
lindo esadio, proprio para pagem : no a-
terro da Boa-Vista n. 10.
Pechincha. I
I Cortes de l&a com
COVados.
15

I Vndem-se eortes da v*tdoa de Ma de i;
lindos padrdea, lindo de luir,, a.alinda. ^
emiodmhaa, eom 15fovidoa, ,i barata- W
auno preco de 58000, para acabar, laaim 9
, como lencinl.us o> eaaaa para mani e SL
meninot, a 80 r. cada um oa roa do W
QaalailJu n. 19, luja deSanloa CatlUa
em
vraitieuto
3j00o rs.
Cortos de casemira com pequeo defeito
tres mil rs., a qualidade hu superior e tem
43*500
. Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, assim como potassa da Kussia verda-
deira : na praca do Corpo Santo n 11
CM PIOlEMDT(IQlE|oDE AVARIA
Pecas de madapolSo fino, ditas de aI"o-
diiozmho liso muito encorpado, ditas de di-
to trancado e largo : vende-se na rua do
Crespo, loja da esquina que volta para a rua
da Cadeia.
relogios de pa-
tente
inglcz.es de ouro, de salwnetc e de vidro:
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Recife, armazem n. 1G.
Tachas de ierro.
Na fundicSo da Aurora em Santo Amaro-
e tambem no deposito na rua do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de man-
tilla, ha sempre um grande sortimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como es-
trangcira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas c fundas ; e cm arabos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas 011 carros, livres de despeza. Os preco
sSoo s mais commodos.
Metnodo facilimo.
Na li-raria da praca da Independencia n.
6 es, "ende-se o methodo facilimo-par
aprendora ler, novamente impresso e aug-
mentado, por mil reis.
CHAPEOS A TAMBERLIK
Do al Hitad.1 fabricanr>.
I'innean de Paria.
Acabara, de cliegar pelo ultimo paquete,
os sttpra mencionados chapeos deste o Ia-
mado fabricante, e vende-se na loja de
i poitas, da rua da Cadeia do Recilo 1 .
i8, de Narciso Mana Carneiro.
Vende-se superior lindas de algodSo
brancas, e de cores, om novello, para costu-
ra, em casa de Southll Mellor & C., rua do
Torres n. 38.
Arados de ferro.
Na fundic3o de C. Starr & Companhia, era
Santo Amaro, acbam-se Dar vender arados
de ferro de um modello e construccSo muito
superiores.
Vende-se queijo dof ertao
a 480 rs. a libra, manteiga ingleza a 640,
queijo do reino a 15D0, 1$600 e 1/900, fari-
nha do reino a 120, gomraa a 100 rs., lingui-
Ca do reino a 400 e 640, vinho do Porto en-
garrafado a 1000, dito de Lisboa a 560, ba-
uha de porco a 520 : as Cinco PonUs n. 21.
Venda de
pianos.
Vendem-se muitos lindos c excellentes
pianos, chegado. ltimamente de Ham- A VISO aOS Seilliores d* m
burgo, e com lindos retratos no fronte-
picio : na rua da Cruz. n.
Keller & C.
55, casa de J.
A o Preguica
QUE ESTA YEHDEHDO BA-
N RAT1SSIM0
Na loja do Preguiga, na rua do Qucimado,
Compra-se urna meia comprida de bor-
racha, nova : quem tiver annuncie.
Compra-se urna casa terrea nos bair-
ros da Boa-Vista, Santo Antonio ou S. Jos, "= 'j *" a-reguia;
que nao esceda do preco de 1:000/ ou 1:200a esquina do becco do Peixe Frito n. 2, conli-
rs. : quem tiver annuncie para ser procu- nua a vender-se muitase diversas fazendas,
ra- por precos baratissimos, entre ellas cam-
Compra-se cffectivamenle na rua das hraias francezas, padrOes novos e cores f-
1 n. 37. 01 imito. .. a xas, pelo baralissimo prego de 480 rs. a va-
ra, ditas de cordao muito finas a 500 rs. a
vara, cassas francezas muito finas o de pa-
drOes os mais modernos que ha no mercado
a 640 a vara, chitas francezas de lindissimos
padres a 280 e 300 rs. o covado, mussulina
branca a mais fina que he possivel a 440 o
covado, dita de cora 340, cortes de casemi-
ra de cor de lindissimos padrOes e superior
qualidade a 6/cada um, cortes de bnm de
puro linho de lindos padroes a 2400 cada
um, ditos de ditos a 23, ditos de algodao a
ls360, ditos de cutim de lindos padrOes e
muilo encorpados a |#800 cada um, lengos
de cambraia para maoa 120, dilos mais finos
a 220, pecas de bretanha de rolo de 10 varas
a 20 cada urna, chitas escuras de diversos
padroes e cores lixasa 140,160,180 e 200 rs.
o covado, e a pega a 5?, 65, 6500 e 75500 ca-
da urna, cobertores propnos para escravos a
700 rs. cada um, gravatas de seda de lindos
padroes a 15, ditas pretas de setira a U280,
ditas de cortes cm outro gosto a 700 rs. cada
una, luvas de seda de todas as qualidades
para hornens e senhoras, lencos de seda de
bons gostos, gangas mescladas de lindos pa-
drees a 600 rs o covado, cortes de castores
de bonitos padroes a 1o cada um. cambraias
isas linas a 40500, com 10 varas, ditas ditas
muito linas a 6/, e outras muitas fazendas
que se deixatn de mencionar, c se vender3o
por baratsimos precos ; c se daro amos-
tras com penhor.
CAMA0 PATERTE INGLEZ
para oguo do cozinha, e vende-se em casa
de Poirier, no aterro da Boa-Vista n. 55.
Vende-se azeite de coco a 3^200 a ca-
ada, superiores queijos os mais novos do
mercado a ls44o, cha hyssou do Rio de Ja-
neiro de primeira qualidade a I06OO, caixi-
nhas de nina libra : na rua Uireita n. 8.
He muito ba-
rato.
Velas de espermacete a 120 rs. cada urna,
e em caixas de 25 libras a 16a, e em lotes de
5 caixas a 159 deve-se preferir urna vel
de espermacete a de carnauba, visto que a
diOerenca de 40 rs tendo-se boa luz e iim-
pc/a, he nada. No deposito da rua de S.
Francisco n. 6, por ter grande quantidade
dcslc genero, he quo vendo por este prego.
Uobre em moeda.
Vende-se constantemente na praca da In-
dependencia n. 4, a um a meio por cento.
Vende-se n verdadeira graxa ingle-
PARA ENGENHO.
fnndipo de ferro da D. W. Bowmanau*
ruado Brum, passando o chafariz, continuaba
der um completo sortimenlo da laixas de ferro f un
vido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as anas
acaam-se a venda,por preco commodo eom
promptido: embarcam-soucarrsgaat-si mear
ro semdospeza ao comprador.
>ellins e relegios.
SELMNS e RELOGIOS de patente
ingle : a venda no arma/na de
ftoslron Rooker cv Companhia, e-
qoina do largo do Corpo Sanio nu-
mero 48.
Deposito
de rape princeza da fabri-
ca de E. Gasse, no Rio
de .Janeiro.
Vende-se a prego commodo rap fino,
grossoe meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz 11. 49.
?Igod&osiiihfi a Bahia
para saceos de assucar; vende-se em casa
de N. o. Bieber & Companhia, rua da Cruz
n. ,
_ ~~ ". O. Bieber & Companhia, rua da
Cruz n. 4, vendem :
Lonas da Russia.
dem inglezas.
Brinzao.
Brins da Russia.
Vinho de Madeira.
algodSo para saceos de assucar
Relogios.
Os melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por presos razosveis, mi
escriptorio do agente Oliveira, rua da Ca-
deia do Recife n. 62, primeiro andar.
, CAAS DE FERRO
F.xcellenios camas de ferro para soltciros :
vendem-se no escriptorio do agente Olivei-
ra rua da Cadeia do Recife n. M, primeiro
andar. r
mcmVrteTrU'.''faVilll0,q,lei,n,a baixo *-)7. dos afamados lab.icanteslVV
meiO. lie C ir roitaii;i. mmlik nMf. n^ .-.... ... -'
& Martin, em barricas* de 1"< duzias de
potes: em casa de James Grabtree & C,
rua da Cruz n. -.
SECRETARIAS.
As melhores que at hoje tem apparecitio
a este mercado : venJem-se no escriptorio
do agente Oliveira, rua da Cadeia do Recife
11. 62, primeiro andar.
Pechincha sem
igual
Na loja da estrella, rua do Qtieimado n.
vendem-se ricas 'azendas 'Je ISa e 13a e se
para vestido de senhora. pelos baralssim
precos de 500 e 800 rs. o covado.0
Agencia
da fundicao Low-.llo- r,
rua da.A!enstala Nava
11. 42.
Neste eslabelecimento conlinu'a a haver
um completo sortimenlo de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e laixas de forro batido e coado de lodosos
lamanhos para dito. '
Moinhos de vento
eom bomba, derepnxopara re^arlior aaeba
flccapim: na fandicaode t. W. Bowman
na rua .1.. Krum na. 6 8el0.
Ka casa de Saunders Brothen C. prae*
do Corpo Santo. I l,ka para vsndtr o u uinti
Parro ingle*,
fixe da Suenia.
Alcatro de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodolizoparasaccas.
itoantranSadoigu,|odBali|l
fc u m cos pleto sortimento da fazendas proprio
para su mercado i tudo por preco commodo.
Reio^ios
cobertos e .iescobertos, pequeos e grandes,
de ouro patente inglez, para bomcm ese-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez : era casa de Soulhall Mellor o. C., rua
do Torres 11. 38.
RELOGIOS
Rua da Cadeia do Recife n. 18.
Ha um sortimenlo de RELOCIOS de todas
as qual.dades- tanto de OURO como de PRA-
TA1, ditos rOLUIlOS e DOIJRADOS. assim co-
wliRStSi.lod08 g,r,nt,dos e *~
AVISO
aos ferreiros.
F. POIRIER._Ate.roda Boa-Vista n. 55
lew para vender, a vontade do com-
prador :
CARVA DE PEDRA
de primeira qualidade, por preco com-
modo.
Moendas superiores
Santo Amaro, acham-se para vender moen-
das de canna todas de ferro, de um modello e
construccSo muito superiores.
Sellins
patente inglez.
Sao chegadoa e achara-ae a venda o. verdadeire.
bem conhecido. Ilis igles pi(en7 "~
TSSSSR* t""tm de fiwod"d:
Velas de esper-
macete.
Vendem-se caixas com 25 libras de ve-
las de em libra, a' pre<;o commodo. cm
casa de Isaac Curio & C, rua da Cruz
n. i9.
genhoedonos de offi.
cias
Vende-se bolacha americana a too rs a
libra: no pateo do Terco n. 21. dito da Pe-
lECHiiisio mi m%
no.
NA FUNDigAO DE FERRO DO FNf.F
NHEIRO DAVID W. BOWMANf
RUA DO BRUM, PASSANDO O oHA-
FARIZ,
!2.r.maPre ""Igr,nde "or""""o doaaecBinle ob
oer : moendaae mena moeoda. da -" ---" '
eonslruccao ; iaiid. ferroUteteS&S
superior qualidade e de (odoao, lama'hoa r~l'.
dentadas para agua ou animaea aVa1 S 0i>"
Oe.;crivHo.e bocaa d.^ orna"'.SaSCfaS
..ro, apuilhoea, broai.par.rBVo,^e vlhi-
nbo. de mandioca, ele. Ir. Cd,,"n".nioi-
NA MESMA FUNDICAO
se eieealam toda, as encommenda. rom 1BD-B.
ndade ja conhec.da com devid. piZeii ST
modidade em preco.
XAROPE
DO
BOSQUE
Foi Iraaiferidoodepoilodeale iaropa aan h
tica dajose daCruaSanloa, nare.Tov. n Nv
garra a, 5*500, e mei..3000, a.nd. ?.|..ul
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
Para curada phlysieaem lodofoaaeuadifleren
ie>r.o, qoermotivada porconaliparSe., ioe
a8thma,pleorir.eacarrosd.anRoe, drdeeoa-
bronchite, dorna Rarganta, e lodaaaaaol.alia
dosorgiopulmouaref.
**'*0$fmt*Prt
t>o da 12 do correnle mai f.igio do hotel .
IB da Barra om eacrav* de Anaola de 54 annoa
9 di idade. Ma, parois torlaa e om oaao erra-
cido no hombro direilo. Aqatlle qot o pren-
df r e o levar ao dito hold aera' genaroaamen- m
@ te lecomptutado.
- Fugio da soledade, no dia 10 de iunho
lindo, a escrava Francisca, com os signaes
segrales altura regular, cheia do corpo,
lem urna cicatriz no rosto do lado direilo
proveniente de um Ulho, e no do esquerrt
umasborbulbas, testa canliada, reprsenla
ter 2* anuos de idade, consta que dita es-
crava anda servmdo de ama com o nomn
trocado, c diz ser forra foi vista no Hospi-
c.o : gratifica-se a quero a pegar e leva-lata
Soledade, casa n. 30.
i- Desappareceu na noite de 2 do
corrente mez de julho, urna mulata de
nome Rosa, com os lignaes seguintes:
alta, de boa estatura, corpo relorrado,
tem duas cicatriz** bem visivel no quei-
xo do lado esquerdo, cor alvacenla e
meia desbotada, cabellos meio carapi-
nhos e cortados, idade 25 annos pou-
co mais ou menos, com urna cicatriz
de queimadura um pouco apagada no
braro direilo ; levou argolas de ouro as
orellias, um roupao de riscado de qua-
dros encarnados, um vestido de casia
amarella, um dito de cansa cor de ro-
j<. um dito de cliila azul, um chala
de lia azul, um dito de cassa liranro,
um par de tamancos de rouro bnm-
co e sapatos de como pieto: pede-se,
portanto, a todas as autoridades poli-
ctaes e capitaes de campo, que a fa-
<;am capturar, que se pagaiu" toda v
<|ualquer despeza egratilicaco, e a en-
treguem nesta praca, na rua'do Cabujja'
loja n. 11, de Serapliim Irmo.
Attencao.
i
1005000 rs. de gratificscAo.
t.ontinu'a a estar fgido desde o da II de
Janeiro prximo passado o escravo Jos cri-
oulo, de 18 a 2 gular, com panno no rosto dos dous lados
eostornozellos bolados para f,-,r rnr caua'
lie bobas, tem as costas ret.illi.d.s de chi-
cle, lem um andar de quem anda eatTOpia-
do : quem o pegar leve-o a rua da t.tiia u
J, que receber a giatilicacao Scnna decla-
rada.
l'EBJi. TVP. DE M. t. t FAKIA 1B5.;


MUTILADO



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