Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06559


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Full Text
.
\NNO XXXIII V 1SS
-Por 5 iiKv.es adiantados .s'OOO.
Por 3 mezes vencidos 4,S'00.
SEXTA FEIRV 10 DE JILHO DE 1*31
Por anno adiantado 15JOOO.
Porte franco para o Kulxcriptor.
U
OIAR
KNCARKE(iA.I)US DA SUBSCBJPCA DO NORTE.
Parahtba, o 8r. Joio Rodolpho Gomes : Natal, o Sr. Joaquiai
irerejra Jnior ; Aracalj, o Sr. A. de Lemos Braga; Cea-
ra', o Sr. J. Jos de Oliveira ; Maranho, o. Sr. Joaquim Mar-
qne* Rodrigue* ; Plauhy o Sr. Jos Joaqun) Avelino ; Pa-
r, o Sr. Justino J. Ramoi ; Amazona, o Sr. Jeronjmo da
Cosa.
PARTIDA DOS CORREIOS.
OUikIc : ni.t.is os.tia., n-o.-nn-i.. ho.-.is ii.nh*.
lajunuM*. UoUnute Parahiba: aas eefeaada* a leauaa-faira*.
S. Aniso, Besarroa, ll.inii.i. Carura', Al laho Garaalmna: M le r.-i.-fi.
s. Loareafo. Pao d'Alao, Katareu), l.inmcira, Braja, Peaqaeira, lagattira,
Flor**, Villa-Bella, noa-Vma, Onioarj < Kia', aaaqaariaMainu.
Cabo, lacaya,Senaaaeai, Itio Fonmao, Uaa, Barrairoa, Agna-Preta, l'i-
mcnli'iras a INalal : .{uimais-l.'irss.
Tallos <" coerci, parti-ni as 10 horas ,la manh.'.a.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAF.S DA CAPITAL.
Tribunal do -ommercio : segundas e quintas.
lii l.n; ri: tercas feiras e sabbados.
Fazenda : quarlas e sabbados as 10 horas.
Juizo do con mercio : segundas as 10 horas e quimas ao mcio dia.
Juizode orphos : segundas e quintas as 10 horas.
Primeira van do civel : segundas e sextas ao mel dia.
Segunda vars do civel : uarlas e sabbados ao meio dia.
EPHEMERIDES DO HEZ DE JULUO.
7 La cheia as 4 horas e 2i minutos da manlia.
11 Quarto minguante as 10 horas e 57 minutos da manha.
21 La nova as 3 horas e 53 minutos da manha.
28 Quarto crescente as 6 horas e 55 minuto da tarde.
PRKAMAR.DE llu.lt:.
Primeira as 6 horas e 54 minutos da manha.
Segunda as 7 horas e li minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
f> Segunda. S. Domingas v. m. ; 8. Iras pronta.
7 Terga. S. Pulcheria v. imperatriz.
8 Ojiarla. S. Anioajo b. : Ss. Procopio c l'riscilla mm.
O Quinfa. Ss. Cyrilloe Bririo mm.
10 Sexta. S. Silvano m. ; S. Ilianor m.
11 Sabbado. S. Sabino ni. ; S. Abundio m.
12 Domingo. 8. S. S. Joao Gualbcrloab.
ENCARREGADOS DA Sl'BSCRICAO NO SI L
Alagoas. o Sr. Claudino Falcao Dias : Babia, o Sr. D. I Duar
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martina.
EM PEHNAMBUCO.
O proprietario do DIARIO Manoel Figueiroa de Faria na sua
lu rana, praca da Independencia n. 6 c 8. aa**-
PARTE OFPICtAL
v

MIMSTEKIO DA FAZENDA.
RELATOBIO
Do ministerio da fazenda apresentado a
assembled geral legislativa na primeira
m-.u da dcima legislatura.
Augustos e digniiiinioi rapresenlanlas da narao.
1 ando da cumpnr o dever de dar-vos eonU dos ne-
eocios qoo correm pela repartirn da fazenda, como*
jarei por deelarar-voi qae a reala publica continua
em eslado lisongeiro.
Com quanlo, depois do progresso que ella leve
desde o exercicio de 181950 al o de 185353,
eiperimenlaise um decresciment o no de 18)3 54,
apreaenlou lodavia um augmento no exercicio de
185455 (quadro u. I. e tem assim proseguido, co-
rno o demonstran) oa algarismos segundes, nos quaes
n Jo estilo comptehendidos oa depsitos :
Renda do exercicio de 1852-53 3(1,391:038f000
a i> 165354 34,516:455*1658
ii 1854-55 35.985:1783)82
i> ,185550 38,107:5925382
A da 1855Vi lie a conheri la al boje no thesou-
ro, fallando alguns mszes di tlicsoararia da fazenda
da Mato-Grosso, cajos bdlapros anda nao foram re-
cehidos.
t. lauu i do eiercieio crranle, acredito que nao
ser inferior 40.000:0009001).
O calculo do i rop nrV constanla do quadro n. 2
da para os 12 metes do ann e semestre addicional
a receiu de 14,673:1063190. excloidos os depo-ilos ;
e, qualqu'r que seja a diminuidla qae pos vir, eston que a mesnii recada nao descer da som-
m i de 4O,OO0:0>090O0, em que a avalio.
Dos Blgarismos que fcain cima mencionados,
c un lese que a roceila do exercicio de 18535i
foi inferior 5, 15 por cenlo i do anterior ; que a de
185455 excedeu-a 4, 25 por cenlo, e que a de
185556 foi tuperior 6, 73 por cento a' de 1854
55 : sendo de esperar que n d > eiercieio correnle
eiceda mals de 4, 14 por een:o de 185556.
V-se tamben) qoa a receila de 185556 exce-
deu em 2,776:0(X)yJ00 n termo me lio dos (res exer-
cicios anteriores de 185255 ; que a do correnle,
avahada em 4J,OO0:0O0aO0, exceder' 3,69(i:OO0S o
lermo medio doa lie anlecedenles de 185356 ; e
finalmente que nao ple ser menor da 38,131:0005
o (ermo me lio da receita dos exercicios de
185457.
A* visla desles elementos, orcei a receita para o
exercicio de 18581859 em 39,OTO:0OU9, qoanlia
equivalente ao dito termo medio ile 38,131:0)0?,
com o augmento de 869:0003, que he muilo infe-
rior ao rrescimenln annual que tem lid) a renla
publica de 183455 em dianle.
Esta uiesmi resultado sa obteria, lomsndo o ter-
mo medio da renda ja' cnnhi-cida de 18)556, e d
de 185657, estimada como Tica cima.
Oreando assim a recita, proenrei antes ficar a'
quein de minlias previsfies, do quo etagera-las.
A prudencia pede, que nos ornamentos se deixe
sempre alcama mrgem ao imprevisto ; e o accres-
ii m o eousideravel di ronda publica no correnle eier-
cieio n,1o he ainda um fado permanente, que nos le-
ve a allrni ir com seguranza, qqe lera' de reprodu-
zir-se nos aanos seguinles.
Aprsenlo os quadros ns. 3 e S demonslrativis da.
receila arrecalada nn imperio d) anuo de 183536
ale o de 185556. As olas e ompara^oes ahi fal-
las demonstran) a marcha que lem tido nesse perio-
do cada a ni dus ramos quecoinpoem a renda pabli-
Cl| leja comparando-a na relac.lo de um auno rom
o q'ie lito precede, seja cm periodos quuiquen-
naes.
Pelo que concerne a' dupeza, ser-vos-ha presente
no comeen desta >'*-rio o h il mr i d limliv i do e\er-
cicicio de 1851Vi, do qaal veris que, lendo Im-
portado lodos ni aeus recursos m somini de
40,715:4339758, e a despeza na de 38,740.319*788,
Imiive om saldo de 1,975:113|970.
Nao esla' anda ultimad,! i syuopie do de 1S51
56, por fallarein algn* elementos, de qoe se n i >
pode praacind'r ; mas esle trabilho ser-voi-ha apre-
senlado no correr da sessj i ; conhecenlo-se ja' pe-
los documentos que se acham no lliesouro, que esse
Qierciciu n.io deivara' delicil, antes se encerrara*
com nm saldo, o qual p'esnmoque nilo bailara' de
6iX):0000, ull'j obstante as despezas eilrordinarias
que run is obrigados a fazer com p>estacflo de soc-
corros pblicos, por oocasiflo da epidemia do cliole-
ra-morlnis, is quies e'.escm-e a' somnii de
2,-Jl 1:3l'2-Si 'i s no dito eiercieio.
Nao lie possivel predizer desde ja' quol sera' a
detpeza publica n correnle eiercieio, e o eslado
desle no sau eucerramonlo. A de que lia conlieci-
ni'iit i no Insouro, relativa ans m-zet desigoados no
quadro n. 2, monla a' 19,882:519.^706 ; mas, eiis-
. lindo ja' em Londres as sominas precisas, nao i pa-
ra lodas as desp-zas que lemos de fazer ahi at junlio
do correnle anno, Como para a mr parle das que
se lio de realisar al deiembro, e na caia da
ni irli..n;ai quaiili i superior a' necessaria para pa
Saremjulho os dividendos do presente semestre ;
estando pagas em dia lodas as iniis despezas do es-
lado ; Invento nos cofres di Ihesouro e de alguma
ilie-nuranas a\ Hilados saldos, como o demonstra a
tabella n. 5 ; e linalmenle. nao evislindo na circu-
l,n;. > bilhetes do tliesooro i be de esperar que este
eiercieio deiie nao pequeo saldo, se o eslado na*o
for obrigado a fazer dospezas extraordinarias al o
prolimo niez de juitho.
Aartespe/.a publica be Riada para o eiercieio de
185859 pela seguinle forma :
Ministerio do Imperio ....
.1 U-lu_.i ... .
K-liai.: i r o .
o Guerra ....
,M irinln ....
u o Fazenda ....
tof, e uniros, porque as despezas por elles aulorisi-
das podem ser Incluida! na le do ornamento, liaven-
do, como ha, base segura, para cslcular-se a quola
annoa que cumpre volar para cada nina d'ellas ;
sendo exceptuadas as que nao estao nestas circuns-
tancias, e aquellas para cujo pagamento foi o gover-
no autorisado i eflertuar operaees da eredilo, como
mais claramente se conliecera' da sobredila la-
bella.
A despeza pedid.) para o ministerio da fazenda no
eiercieio de 185859, comparada com a fixada na
lei do orjamenlo para o de 185758, exeede-a em
-458:50-29440 (tabella n. 7.)
as tabellas que aanmpanham o ornamento, vJo
explicadas as causas dn augmento ou diminuicao
queapresenlam as despezas dos dilferentes ministe-
rios.
Ahi veris que foram contempladas despezas no-
vas, decretadas por lei, c augmentadas oulras pira
as quaes era deficieule o eredilo volado. O poder
legislativo deve (er conliecimenlo completo da des
peza publica, c, decretan lo para ella os meio ,in-
dispensaveis, evitara' que o governo lance mJo do | letras passadas a companhia ce paquetes de vapor,
recui.sj de ere litos suppleinelitares, que da lujar i na imporlancia de 50:000-5 qie, na forma do seu
a suppor-se falta de ecnoinia, qoando uHo passam I contrato, nao vencem uro.
O nnmero de processos li( uidados no Ihesonro conlm infjrmarcs que d'anles nao seria possivel, com as de semeslres de anuos anleriores mais pro-, copias, qne esiao sendo examinadas na directora
denla a sua reforma al fim de 1856 elevava-sn a apresentar ; muitos Irabalbos sao fcilos em dia, no limos an de 185556. | de que me oceupo. Logo que o permitamos ira
4,741, correspondentes a dividas de 2,468:9135719. ', obstante o augmento qae lem tido ; a fiscnIisac.o he O eipediente mais difllcil e imporlinle do Ihe- balhos, que ora lem a seo cargo, passar.'i o dilo em-
Os quadros ns. 17 a 21 apr>senlam o estado da mais efllcaz e prompla ; e o thetouro e lliesouiarias! snuro consom o lempo do director geral do conten- pregado s secretarias da guerra e marinha, onde
da divida passiva de diversas octras especies. possaem boje um pessoal em geral habilitado e ins- i cioso. ; be de presumir que baja oocumcnlos que po-sam
V omma da moeda papel c reante, que era de Iruido.
16,681:317-9 no |- de m irr i ds 1854, como consta A eievacao dos presos de todos os gneros de pu-
do qualro n. 18 do relalorio desse anno, licou re- meira necessidade lem lomado insuflirientes os or-
dozida a 44,689:975? em 15 te abril do correnle, j.denados que foram marcados nos referidos decre-
por ler o Banco do Brasil resgatado dous mil con- ; tos ; e por isso, dn Ihesouro c de qoasi lodas ai Ibe-
melhoramentos maleriaes oompaliveis cota o acanba-
menlo do lugar em que elle funrciona.
No anno de 1855 1X54, alera de varias obras
que foram proraptifiradas para aso da propria repwr-
in;io do Banco do Brasil, das ollicinas do papel aelli-
los, e pelo descont de 10 a 3(1 ior cenlo, na impor-
lancia de 2:8309, que al o referido lempo fez a
caia da nmortisarAa as olas de 503 da segunda
eslampa, que se esto subsliluindo. Quadro n. 17.
sourarias lem subido i presenca do governo reque- da, com conhecimenlos es|ieciaes de direilo, sejam
rmenlos pelindo o augmento dos mesmos urde- cbamadis para auxiliar cellos Irabalhos, que de ou-
nados. Iro modo nao podem ser preenchidos salisfacloria-
Parece de justica nllende-los, posto que o gover- j mente. Oulra vauta^em resultara desla providen-
A tabella n. t8 demonstra as sommas dos hillielcs'no nao julgue que os lempos anormaes sejam os mais ca, qual a de habilitar pessoas para os cargos
do Ihesouro emdidos mensalmenle como antecipa- proprios para calcolarcm-se os vencimenlos dos em- I de procuradores fiscaes das Ihesouiarias de fa-
1821 c 70.500
1829 18,00!)
1839 1) 5,000
18S3 n 36,600
1852 12,000
0,019:9173000
3,589:432991
699.5208686
10,145:38it5,,(
.S59:2ll.y2(l
12,339:789-5000
87,643:4599810
Wtendo avallado a receita em
llavera' um saldo de. .
39,000:O0a3')OO
1,386:5409160
1857
Q.ie sera' mais elevado, se o exercicio de
58 deitar sobra.
Cumpre, porm, ler em vista, qne na proposta
da lei do ornamento nao va i contempladas as despe-
zas provenientes de alguns crditos especiaes que
i'onliiiuaii) a Hf pagas com 09 recursos ordinarios,
decretados as leis do orramenlo.
A tabella 11. 6 demonstra ns rditos especiaes em
vigor, as sommas que se lem dispendnlo com alguns
delles at fin de dezembro de 1856, a bem assim
quedes, por conta dos quaes nenliuma despeza se
elfectuou anda,
Algaaa desses crditos podem ser annollados : uns
porque nenbuioa vanlagein lia em continuaren) aber
de orna satisfar.10 das necessidades de servio
uliecidos pelo proprio poder legislativa.
Divida eiterna.
A divida eviena, que no ullimn de dezembro de
1855 rnontava a' libras esterlinas 5,015,900, ficou re-
duzida a' libras esterlinas 5,193,100 no ultimo de de-
zembro de 1856, por terem sido amorlisadas no dilo
anno libras esterlinas 112,800, correspondentes a rs.
1.200:3339333 de nossa moeda, ao cambio de 27.
Quadro n. 8.
A amorlisacao foi feila do modo seguinle :
Em apolicei do emprestiino de
n
O ))
n
o 1)
A tabella n. 9 uioslra a amorlisacao total feila ale
o referido lempo, as pocas em que ella se realisou,
e a samma real que Um cu-lado ; e a de n. 10 a
importancia dos Tundo* remedidos para Londres
desda o I. de abril de 1856 al 30 de abril do cor-
renle anno, em gneros e dinheiros, e os cam-
bios porque se realisaram as remanses.
Ah se v, q ie os dito* fun los montam a' somma
letal de ri. 5,975:3459751, a saber : em ledras libras
esterlinas680,2 1,7.3 ni valor de r. 5,922:6769831
e em pao brasil 8642 quintaos, 2 arrobas e 28 li-
bras na de rs. 52:668J920, remedidos pelas segu 11-
los eslatoes :
Tliesouro.........4,759:8719631
lliesouraria da Baha.....1,909:6589868
de Pernamboco 172:8I8ji532
do liu) Grande do
Nurle...... 32:9963720
Ellas remessas, cojo algarismo lalvez seja um
pouio maior, se as tliesourarias da Babia e de Per-
nainbuco as liverem continuada, na forma das ulti-
mas ordens quo Ibes cipedi, desliuam-se, como ja'
vos disse acial*, ao pagamento das despezas at ju-
nho do correnle anno, e a' mor parte das de oulu-
hro o dezembro segundes.
O alto i'ccc 1, que conservan) os fundos brasileiros
na prarade Londres, he a melhor prova do bem
merecido crdito finauceiro de que goza o Brasil na
Europa, resoltante da poiiluMidade com qua tem ,
satisl'eilo o nossns empenbos, ainda as pocas as
mais ilillicullosas. Segundo as ultimas noticias, o
fundos! de ucinto por cento eram colados de 102 a'
101, e os de qualro e meio da 97 a' 99.
nomino de 185,5 deiioa-se da marinar a quila
correspondente ao empreslimo de 1813, na impor-
tancia delibras eslerlinaa 36.600, oo 326:011*810
rs. a-i cambio de 27, por alo se acliarein a' venda
apolices d-sse emprtslimn, nao obstanle eslarein
coladas na praca abaiio do par.
Divida passiva interna.
A divida publica, representada por apolices de
juro de 6, 5 e i por cento em circulacil", inm.lava,
em_.ll de dezembro de I816, 1 somma den.
57,743:9f80O, conformo o qua Iro 11. II; senda r-.
55,795:600-- em apoliies de li por cenlo, I,s2.s:lil)0?
em ditas do 5 por cenlo, e 119,000-3 as de i poi
cenln.
Durante o dilo anno n?nhum augmento leve a di-
vida da primeira o da terceira especie ; mas da
segunda ncresceram 4:6009 (quidron. 12, prove-
nanles de 4,4009 de apolices dadas em pagamento
de divida inscripta, nos termos da lei de 15 de 110-
vembro de 1827, a tres ere lores do municipio da
corle e daa provincias da Baha e de S. Pedro, e de
20)3 que, n vhla de docomxnlos recebidos ltima-
mente da lliesourana do Maranha 1, se coiheceu
que eram contados de menos na divida da dila pro-
vincia, a qual monta i 36:0009 e nio e 35,8009,
com que eslava contemplada" nos quadrus aule-
riores.
O dito qnad-o n. II demonstra, que da divida pu-
blica fundida 18,916:8009 sao possuidos por snbJi-
los brasileiros, e 8,832:000-9 por estrangiiiros, o que
equivale a possuirem os primeirus 5,34 pirle da dita
divida, e os segn los oms parte someute.
A divida inscripla no grande livro, mis nAo con-
venida anda em apolices, imporlava no ultimo de
dezembro de 1855 em 193:351-5310, como se v pe-
lo respectivo quadro do relatorin anterior : lando
Mdo o augmento de 2:51)3110, e a diminuidla de
51:1899813, pelis razAes expostas na nota do qua-
dro n. 13, li-nu reduzida em 31 de d;zemliro de
1856 144:3799340, que nao foram anda converti-
dos em apolices, por n.lo (erem os respecliv.is credo-
res comparecido Pelo ullimn relalorio, a divida inscripla nos auii-
liarcs das provincias, e nio lanrada anda no gran le
cao de receila do de abiil de 1856 al 15 do mez pregados pblicos, t) soffrimenlo, sendo geral, lia
proiimn pretrito e a marcha gale. Nenhum existe em eiroall(3o, como ja vos o poder legislalivo, lanesndo suas vistas sobre a desi-
dissa no comero deste relalorio ; com eicep^Jo de -nal la.le que ha nos veiicimenlos das diversas clas-
lre, no valor de 6:61K)3, lalvez perdidos, vislo que ses dos servijores po Eslado, ae esfor^asse por fua-
seus donos nao os (em aprese dado, e de algumas los de accordo com a 11-ln a e eqoidade, e com os
meios que lem o mesmo Estado para salisfazer aos
seos diseos encargos.
Directora de conlabilidade.
De abril a dezembro fie 1850 tomaram se na pri-
meira conladoria 68 cotilas mensaes e 168 de di-
versos lempos ; verifcando-se alguns alcances na
(luiros Irabalhos reslam que, exigindo habilita- contribuir para o melboiamenlo deste ramo de ser- Ido e das apolices, e de particulares, aflarain-se
Enes especiaes, nao podem ficar a cargo la o somonte | v iro, que lano im|inrla a' fazenda nncional. 3,081 marcos, 6 nucas. 6 oilavas e 58 graos de ore,
do ajudanle do director, sobru quem pesa a direc- A falla.que senta a directora de rendas de um | no valor de 1,011:29,8897. A cunhagem de oglro
rao imniediata da rcparlicJo. | legulamtnlo interno, que, desenvolvendo conve- prala fui superior .1 dos .unos antecedente, e vri-
Assim, julga indispensavel, que pessoas habilita- nienlemente a doutrina dos arl. 46 a 18 do decreto cou-se deste modo
de 20 de novembro de 1850, designasse todas as al-
IribuirAes e deveres dos respectivos empregados, c
prescrevesse o modo pralico de serem desempenha-
dos, esta' sanada com a promulgarlo de um regula-
inento interno, que mandei eiccutar provisuria-
mente, alim de sollrcr em lempo opporluuu as alle-
raccs que a eiperiencia aconselliar.
'I'hesourarias de fazenda.
As Ihesourarias de fazenda das ddlerenles provin-
zenda.
Nao posso dciiar de chamar de novo a vessa al-
lencao para um assumpto de vital inleresse admi-
nislracaii da fazenda, do qual tralarain ja alguns dos cas cuinprt-m em geral seus deveres, e algumas v,lo
O quadro 11. 19 contera os empreslimos feilos ao
Ihesouro pelo cofre de orphloi desde u eiercieio de
183910 al o de 8555i, na imporlancia de
9,164:2829676: lem sido panos 3,747:1019154, e imporlancia de 22: V2-II0, como consla do quadro
dejiem-se anda 5,117:1813522 j n. 31, o qual mostra lambem as repartice 1 que
Parece-me conveniente que se revogue A segunda"- perleuccm as emitas tomadas, os Domes dos enipre-
parle do ari. 13 da lei 11. 779 de 6 de selembru de i gados 011 pessoa responsaveis, e o lempo a quo se
I8H, que mandou escriplurar sob o tituloOpera- referen).
cOei de crditoa receila prov miente dos ditos era- Foi ultimado pela segunda conladoria e ja e>l
preslimos, alim de que possa ella continuar como j nr. iinprensa o balando delinilivo do exeicicio de
depsitos, cuja n.dureza nao perdeu, embora seja ; 185155, que ser-vos-ba apresenlado brevemaute ;
sujeda a um juro, que se iiJu paga pelos dapo.sitos! e esta muito adiantado o trabadlo da synopse du de
de oulra especie ; circunstancia nica que molivou 185556, como j no principio refer,
a sobredila disposic,ao. Dos mais Irabalbos a cargo da segunda conlado-
A conta das bens de defuntns e ausentes no mu- na someule lem algum atrazo a escriplura;Jo cen-
tral, faltando alm disso pa-sar para os livros pro-
prios orna parte de escriplurar^ao auxiliar.
nicipio da corle, e i\as provine as que lem remedido
ao lliesouro a demonstrarlo, que se Ibes exigi pelas
iuslruceoes de 21 de jullio de lltii, acha-se no esla-
do que demonstra o quadro n. 20, cujos algarismos
dilTerem dosjdo quadro annexi ao ultimo relalorio,
porque esle conlinha smenle a conta dos diuhei-
ros de ausentes recebi los e pagos pelo Ihesouro.
Osaldoporem de 2,68l:197;Mi13, de que da con-
ta o mismo quadro n. 20, deve anda variar; por-
que ai tabellavemedidas das provincias da Baha,
Espirito Santo, l'arahilri. Pirana, Pisuhy, Sania
t/ilharina, S. Pedro e Sergipe, chegam s ale de-
zambra de 1855, e as das prov icias do Amazonas e
l'ernimbuco al I85i ; fallando ainda as das oulras
Ihesourarias.
Em virlude da dispos'rJn do art. 32 da le n. 628
de 17 de elenibro de 1851, deve eslar prescripta
gran le pirte desla divida ; em consequencia do que
mande comec,ar 110 Ihesouro a liquidarlo da que se
achar nesse caso, pira ser excluida dos q-iadros an-
nuaes.
Esl anda sujeilo ao exame da seceso de fazenda
do conselbo de estado, cuja opiniao ogovernojul-
gou conveniente ouvr, 011) projscto de regulantenlo,
tendente a reformar n de 9 de maio de 1S2 e de
27 dejunho de 1845, que regulara a arrecadacAo e
a Iminislracao dos bens de defunlos e ausentes, e
que a experiencia lem deiiionsirado conlerem algu-
mas diip i-icie-, quo nao Jci'iu continuar a reger
por nimiamente vealorias e al injustas. A impor-
tancia da materia justifica a demora que lem tido a
referid? seccao em dar o seu parecer, o qual anlre-
tanlo nio sa far esperar mudo.
Pelo quadro n. 21 veris que, nos cofres de de-
psitos pblicos da corle o das provincias, ciisle a
somma de 8t7:0:10?536, nas scgi inles especies :
Km pesas de ouro e prala e diamante. 25:8878475
Em papis de medito......371:9123823
Km dlnheira.........387:1679221
Nos c>fres filiaes.......49:0639917
Esla somma puren) nio pode ter considerada rifjo-
rosamenle exaii, pilos meamos motivos que refer,
quan lo Iralei da divida de alsenles, e conslain dos
ditos qoadros. Dos 3K7:107322I exislunles em di-
oli.'iro r.tramramoUislafepora a cixa e aiii empregados na amorliseio das apolices
299,000?, como o dcltrinina 11 ci ale 21 de uulu-
bro de 1832.
Alen) da divida flucluantc que deiio mencionada,
exisle anida a proveniei.le de diversos deposito, co-
mo salarios de Al. 1. ni livres, consumos das al-
fandegas a consulados, premios de bilhetes de lote-
ra, e alguns 11.a, cuja imporlancia depeude de
dqui laea.i.
As tabellas de ns. 22 a 25 coutem a demonstrarlo
do_que1 itcs|iendeu uos eiercicios de 185253 a
-.85556 cora pagamentos do dividas de exercicius
lindos por conla do crdito aberlo pelo g 4- do arl.
11 di lei n. 668 de 11 Je selenjjhro de 18)2, e a la-
bella 11. 26 a imporlancia do cftdito especial aberlo
na mesina lei para p pecie, nos casos ah designados.
llevo comludo declarar, que lodas as dividas de
eiercicios findoi, que esse crdito poda ser appli-
do, lem sidu pagas com os recursos ordinarios vola-
dos nas leis do orignenlo.
Divida acliva.
ranln o auno civil de 18V5 liquidaram-se
llvro, moldava no mesmo lempo a 259:5013080. Em
1856 augmenlou 13:3873860 ediminuto 42-7808551,
de soila que no 6111 desse anno l'uou reduzida a
221:1119389. Qunnro n. II.
Esta divida continua a ser liquidada no llie-
souro.
Da divida anterior a 1827, que a le .le 15 de no-
vembro desse anno recoiilicceu e raandoj pagar de-
pois de liquidada, lem mais o Ihesouro conliecimen-
lo de 111:0003 poueo mais ou menos de dividas me-
noi-f da 4008, que tetao de ser pagas a dinliciro,
se eiliverem no caso de ser reconhecidas.
No decorso do auno lindo liquidaran)-sel 58:0795779
correspondentes a 602 processos de dividas de eier-
cicios lio ios, eiaminados pela primeira vez, e a di-
versos oulro', coja liqui I c.1.1 liiih 1 parado por du-
vidas que occorreram, como se v dos quadros ns.
15 co, os quaes demonstram igualmente diversas
circunstancias relativas esle ramo de servijo, co-
mo sejam, enlre oulras, que no ultimo de dezembro
de 1850Ticaram por liquidar 678 processos, os mi-
nisterios a que pertence a divida liquidada e por
liquidar, a que reconhecida e mandad? pagar pelo
Ihesouro e Ihesourarias, a que nao pule continuar
em liquidai.-Bo por duvidas que occorreram, a que
deiiuii de ser reconhecida, e a que fui jolgada pres-
cripta, ou reduzida por erres de calclo.
OREIDASMOmmtS.
roR jsdmuSdo about.
V
Os soldado?.
( Oanllliuarao. ) .
lnterrompidii no meio de sua deliberarlo, adgi
SUvros fez as suas prisioneiras um acolhiinento'gl-
cial. Nem mesmo ollereceu um copo de agua a mis-
tress Simos, e como esta n.lo liaba ainda almohada
foi sensivel a essa I illa du polilez. Tomei a palavra
em nome das Inglezas, e ni ausencia do Corfuenseo
rei vio-so obnga lo a accedar-me prr niedianeiru.
Disse-lhe quo depois d > a.-- i-ir- da vespera, elle sa-
beria cun prazer a dalerininac.lo do uiistress Simuns;
que ella esolvera pagar sera demora seu resgale e o
ineu : qua o capital seria rccol'iidn 110 da s: uinte
na ao h'ii.-.i de Albinas ou a qualquer outro logar
que llie aproUTesae designar.
Mudo estimo, disse elle, que essas scnlioras
lelillaui renunciado a chamar oexerrdo erogo em s.eu
soccorro. Iliga-lhea qu* man.lare dar-Ibes pela se-
gunda vez tu lo o que lie preciso para escrever ; po-
rem qua ojo ebusem mais de mintia confan^a nao
me far-am vir mais os soldados aqii Se appirccer
alguma Iropa na monlantia, ro indai-lbes-hei log 1
corlar a cabera. .Iuro-o pela imagen) da Virgem de
Megaspileou, que loi l>ila pela propria mao de S.
Lucas.
*Mo lenli 1 re-eio. Empenho a palavra dessas
isnlioras e a ininlii. O 1 le qoer que seja entregue o
capital .'
No banco nacional Ja Grecia, lie o nico qoc
ainda nao qiiebrou.
Tem um bomem seguro para levar a card !
Os variados Irabalbos.eni que se oceupa a lerceira
conladoria, alm da liquidaran da divida acliva e
passiva, de queja dei conla, vo sendo eieculados
tegularmerde.
Ilireclnria da despeza.
Esla direcloria compe-se da sterelaria de esladu
dos negocios da fazenda e de urna secrjo de conla-
bilidade, que Ihe fui anuexada para escripturacAo
dos crditos.
Tem alm disso joiisdirran sobre a Ihcsouraria ge-
ral, pagaduras ecarlurio do Ihesouro, sobre a ulii-
cina das apolices exislenle no mesmo edificio, e sobre
a caixa da amorlisarap, casa da moeda c typugraphia
nacional.
tiestas tres ultimas repartirnos tralarei mais ad-
ame em arligos especiaes.
A secretaria, apezar de ler crescilo considera-
velmenlc o seu eipedicnte, e de nao ser numeroso o
seu pessoal, tem conseguido par em da os seus Ira-
balhos.
A seccao do conlabilidade vai desempenbando os
fins para que foi creada, e be boje regida Iiamedia-
tainenle, nao por um primeiro escripturario, como
eslalicleceu o decreto de 20 de novembro de 1850,
mas por um chele de seccao, creado por decreto de
31 de Janeiro deste annn.
O primeira escripturario qne servia de clicfe, na
c infirun l.nle do piimeiro dos ditos decrelos, (inha
o mesmo venciineido que os cliefes de seccao do
Ihesouro, sendo porm MKJ3 a tdulo de gralificato ;
e iirei.nl.1 que as suas allribuices e categora Ro
eram infer ores as desses cliefes.
Nenliuma razio pois juslificava a desigualdade no-
lada, o resaltava n incunvenienla, ou de fediar si a
carreira dos acressos ao euipregado que regrsse a dila
seccao, ou de confia-la a empregados que n.lo li-
vessem a necessaria experiencia para bem diri-
gi-la.
A eaerptoraclb e o expediente da Ihcsouraria ge-
ral andam em dia, o bem assim o das duas paga
dorias que be mui avullado, |.iincivilmente na se-
gonde.
No anuo do 1856 despenderam-se pela primeira
pigadorii 4,396:2989960 en) 10 mil pagamentos,
dos quaes cerca de 8 mil fura da repartieflo ; c pela
segunda 9,751:0003000 ata mais de 13*9 mil pagn-
inetiles, seulo cerca de 120 mil lambem tora
dalle.
Para se realisar pela segunda pagadoria tilo cres-
cido numero de pagamentos com a proniptidAo re-
querida, alguns distancia de mais de duas leguas,
lorn irain-se insuflicicnles os lies liis, que linha ; e
por isso foi creado mais um por decreto 11. 1,770 de
18 dejunho de 1856.
A reorgaii,s.ie.ii do car lorio u.i i se aclia de todo
concluida. A falla de esparo, que poder ser
augmenlado rom a sala em que Irabalha a ollicina
das apolices, he um dos priucipaes obstculos ao pro-
gresio dos melhorameotus que ahi se lem ence-
lado.
Os Irabalhos da oflicina das apolices no anno de
1856 f 1.r i,., regularmente desempenhados.
Directora do contencioso.
O assenlamenlo da divida acliva da corle e pro-
vncia do lliu de Janeiro, a corre'puudenc i nfliclal,
os prolocollos, o assenlamento dis empregados su-
lJ:ui31U.lde impoMos de lancamenlo arrecadados I bordinados directora, o o lanramento dosconlra-
pela rocebederia do municipio, colleclorias e mesas
de rendas da provincia do Kio da Janeiro, de que
eram devedores 10,093 colleclados.
A divida acliva liquidada desde a reforma do Ihe-
souro mua a 1,253:0323320, conforme os quadros
ns. 27 e 28, os quaui demonstram, alara de unirs
circum-taiicias, a natureza dus imposlos nAo pagos,
que 1.....1 un a divida liquidada, e os eiercicios
que esta perleoce.
Os quadros ns. 29 e 30, organisados de conformi-
dale com os assenlameulos da direcloria do conten-
cioso, apre'enlam a importancia total da inesma di-
vida 1 ni 31 de dezembro dus minos de 1855
e de 1856. moldando no fim de,lo a somma de
4.954:813^323, da qu-l repula-se rohravel a de
1,144:3478603, dooldoaa a de 35:1:6323391, e insolu-
vel a de 156:8639326.
Pela comparacAo de um e oulro anno, vc-se que
no de 1856 houve accressimo de 147,3119860, que
proceden] nao SO da nova liquidarAu que se lem
aujeilado esla divida, por isso que nao era exacla a
que iiienci.'nav un us quadros organisados antes da
reforma do Ihesuuro, como de le luvi lo inaior li-
quidara) do que eobranca no dilu anno.
Enirelanlu, cumpre uliservar qua a legislado vi-
gente nppde cobranza desla divida ambararos a
ilifficuldadea que se podeiiam remover, com a adop-
(to do prejecto de Itl offerecidu em 1851 para a re-
forma da de 29 de novembro de 1841, sendo conve-
nientemente modificado.
Thesouro e Ihesouraria de fazenda.
A conlabilidade publica muilo lera melhorado nas
suas dilferentes partes depola das reformas efieclua-
das pelos decrelos D. 736 de 20 de novembro de
1850 e 11. 870 de 22 de novembro de 1851 ; os do-
cumentos olliciaes que aunoalmente se publicara
lo>, fianras, e arrematantes, e ndices respeclivos, es
lie em dia.
No mesmo eslado acha-sc o assenlamenlo dae-pre-
calurias que sAo remedidas acs agentes fiscaes pelo
juizo dos feilos. e das que o sAo pelos procuradores
fiscaes aos mais agentes.
O assenlamento da divida exislenle nas provincias
vai sendo feilo era ordem, depois que as respectivas
Ihesourarias rom-car..ni a enviar as suas relances,
de conforniidade com o ysteina da numerara.! por
series, ltimamente establecido ; e Irala-se'de re-
gularisar a discordancia que se nula entra o assen-
lamenlo da direcloria e o que foi lefio nas Ihesoura-
rias, antes da adopr.lo daquelle svsleina.
O eilraclo dos testamentos incriptos na recebedo-
ria do municipio Uro sido com reularidada reinel-
lido ao procurador da fazenda na corte. Do qua-
dro n. 32 constara os que foram registrados at
1856.
Quanto as conlas leslamenlarias, em que a fa-
zenda lem tamticm o inleresse do resido, alguma
providencia se torna precisa no ssnlido de conferir,
nAo su aus procuradores fiscaes, tomo aos mais agen-
tes da fazenda, as facilidades injispensaveii para
urna intervencao eflicaz nos respeclivos precessos.
Os quadros ns. 33, 3i e |35 dcmonslralivos de .'.M-
renles trabadlos da compelenria da direcloria de que
(ralo, apresentam : o primeiro. o numero e eslado
das eiccures da fazenda pendentes nos Iribunaes
do imperio, e o segundo e lerceira, das causas nao
eieculivas em que ella be auloia ou le, ale fim do
anuo de 1856. Keleva porm notar que os sobredi-
los quadros nao podem ser considerados completa-
mente eiactos, por fallarem algumas relaci.es con-
cernenles ao referido anno, as quaes foram suppridas
(Vid. Diario o. 13./
Tenho o bom velbo. Ilei de mandar chama-lo.
Que h"ras sao I Nove horas da manha. O frade n.io
bebeu bastantemente para eslar embiiagalo.
Pois bem, seja elle o parlador. Qundo o ir-
mao de mislress Sraoiis bouver entregue a somma,
e lomado o seu recibo, u frade vira Irazer-uos a no-
ticia.
Que recibo ? Para que recibo? Mu costumu
la-I'. Quando esltverem em librrdade vir-se-ba que
ja me pagaram o que me era devido.
En cuilava que um bomem como a sonhor de-
va dataros negocios a mola da Europa. Em boa
admiolracilo....
Tralo os negocios a meo goslo, e sou mui ve-
lbo para mudar de methodo.
Como Iheaprouver. En pcdia-lhe isso no in-
leresse de rnistres Simons. Ella he tutora da lilha, e
devei dar-die conta da tnlalidade de seus bens.
Ora! fajo tanto caso de seus interesses como
ella dos ineus. Ain la quando pagasse pela lilha, que
mal haveria uisso '.'
Nunca lamenlei o que gaslo com Pbnlini. Eis aqui
papel, tinta acamas. Tenha bondide de vigiar a
redacto da carta. Sua cibera lamben) be respon-
savel.
I.evaiilei-ine mui triste, e segu as senbnras, as
quaes adevintiavaui ininlia confusa! sem penetrar-
Ihe a causa. Mas urna inspirarao repen.ina fez-me
follar.
Deciilidimenl-, disso eu ao rei, o lenhor obrou
bem recusando o recibo, e (0i loneura mnha pedi-lo:
a moridade he ioipradonle.
Que diz .'
I era raz.ni. lleve se esperar por ludo. Quem
sabe se nAo soffrera oulre derrota ain la mais terrivel
do que a prim ira '.' Coran nao ter.i empre suas per-
as de viulc annos, poder calur vivo nas raaos dos
soldados.
Eu !
O magistrados nAon temeAo mais, e farXo seu
prere-fo como o de um simples salteador. Em tal
circiimslanca um recib de cenln equinic mil fran-
cos seria urna prova mui forte. Nao d armas a jas
tica cnnlra si. Talvez mesmo que mislress Simons ou
seus herdeiros Ib* pozessem urna demanda para rei-
vindicar o que Ibes foi lomado. .Nao assigne nunca
recibos.
Ilei de tuignarl respondeu ellccotn voz atroa-
I ira ; e anlcs do 1. doque um Ilei de assignar
quanlos quizerem Ah os soldados imaginan) que
hao de vencer-me fcilmente, porque urna vez o
acaso e o numere Ihes dau vantagem .' t.ahiria
vivo em suas mAus, eu que leu li 1 os. braros prova
da 1 nliga. e a cabida prova das balas Ira assen-
tar-nia em um banco diante de nm juiz como om
campooez que fuitua couves V. S. ainda nao co-
nhaee Hedgl Slavros. Fora mais fcil arrancar o
Pamesio e colloci-lo sobre o cimo do Taygele, do
quo tirar-me de miulias montanhas para lancar-me
sobre o bancr. de um tribunal Eacreva-me em gre-
go o imme de mislress Simos. Bem. O seu agora.
N5u he necessario, e...
Escreva sempre. V. S. sabe o meu nome, e
estou cerlo de que nao ha de equccc-lo. Quero ler
o seu para lemb'.ir-ine.
Escrevi n meu nome como pe a lingua harmo-
nios de Plalao. Os lenles do rei approvarAm sua
firmeza sera prever que Ihe cuslaria cenln e quinze
mil franco'. Corr salisfeilo a tenda de mislress Si-
mos, conlei Ihe o perigo de que sau dinbeiro esca-
par, e ella dignon-se desnrrir, sahendo n que eu fi-
. /era para roulur os nossos ladres. Meia hura i'.epnis
subinelleu a ininha appruvarAo a carta seguinle :
Do l'arnesio no meio dos
o demonio* de-fe Sitiero--.
a Meu char 1 irino.
a Os soldados que enviaste era nosso soccorro nos
trabiram e 'urlarara indignamente. Itecommeudo-le
que os man le enforcar. Sera misler urna forca da
rcui pus de altura para seu capilla "creles. ||ei de
queiiar-me pfrlicularmente delta a lord Palmerslon,
c bei de comagrar-the um paragrapho tuleiro da
carta que pretendo escrever ao editor do Times
lugo qua esliverrnos livres. He inoti esperar nada
d.is autoridades locaes. Toilos os filhos do paiz ligam-
se contra DOI, e no dia seguinle an de nossa partida o
povo grego sa reunir em alguic canto para repartir
' nossus despojo. Felizmente lerSo pouca coosa. Sou-
be por um jven AlleniAo, que a principio lomava
por espia, e que be nm honrado ganlleman, que
essa II "i-i Slavrostiuhaseuscaplei em nossa casa.
nieus illuslrados antecessores, lado da necessidade
de eilremar-ae o ennteurioso administrativo do ju-
diciario ; e de adoplar-ee urna medula 110 senlido
de livar a compelencia do puder administrativo em
materia contencioso, para que ccsneni por urna vez
as 1111.....ti do poder judiciario, o qual continua a
julgar- se competente para cundemnar u Eslado a
ludeninisQues, rimiltir os seus devedores, conceder
sence? de imposlos, embargar rs servicos pblicos,
e para proferir oulrus julgamentos semediantes, com
inanifeslo prejuizoda adrainslracao.
Citerei apenas dous fados, para mostrar a neces-
sidade da medida de que me oceupo :
1. A relaces de Pernambuco, por um accordAo
seu, ahsolveu nAo ha raudo lempo nm devedor da
fazenda, sob pretexto do que as autoridades admi-
nistrativas nao tinbain procedido regularmente ; de
que nao se cxeculia o derrito de 5 de dezembro
de 1849 contra o sobredilo devedur, e por ser exa-
t^eradu 11 1.remenlo que servir dbase ii liquiJa-
rAo do deduce, na furma da legislaeaa fiscal ; cum-
pnndo untar que o devedur tinba reronhecido o seu
debito, e pedido ao lliesouro urna moratoria para
r aga-lo !
2. Procedia-se no joizo dos feilos da Babia 1 urna
liquidaban, para verilicar-se a somma a que eslava
obrigado o ex-superiuleiidenle da decio-a, o falleci-
do deiembargador Joaquim Jos da Silva, em viilu-
de dos acrordaos oblidos por sua viuva.
O procurador fiscal represculou ao juiz dos feilos
que, Iralandu-se das cenias de um recebedur de di-
nheiros pblicos, a liquidarlo devia ser feila, nao no
juizo, mas sim na Ihesouraria, que era a auloridade
compleme.
O juiz, ouvindo a parle, indeferio esla pelicilo, e
mandou que cunlinuassem uojuizo os termos da li-
quidaran.
O presidente da provincia, inleirado do fado, c
depois de julgar improcedentes as razes da aulori-
dade, que fura oovida nos turnios do arl. 21 do re-
gulaineulu de 25 de fevereiro du 1812, levaniou o
conflicto, na forma do arl. 21, oidenin 10 1 dila au-
loridade que cessassa' lodo o ullerior procedimenio
ale que eile proferiste a sua derisao ; e outro sim que
man.la-e citar as partes, p.ra deduzirem ante elle
0 seu direilo.
O juiz cumprio a ordem da presidencia ; a parle
porm appellou para a relarao do despacho que
mandara ciimprir a dila ordem : e porque o mes-
rao juiz Ihe negasse a appellrAo, aggravuo de pe-
liedlo, para que a relarao Ihe inandasae lomar o re-
corso.
Mara entretanto lindado o prazo marcado nos
arla. 25 e 26 do citado regulamento, e o presidente
linha reaolrdo piuvisoriamenle a questAo a favor da
autorida le ailiiiinistraliva.
A relicao, por seu turno, deu provimento ao ag-
gravo, em cumprimenlo do qual foi .1 appellaco ru-
ciln.la ein anillos os ed'eilos.
Nestas eircamstaneiai, u prorura.lnr fiscal jolgou
eonvenanle interpor amia um garata por parle da
1 '"inla, |. ira que foss- a appellaru recebida no ef-
feilu devolutivo smenle, deiiiunstr.nido : I-, que
com 1 init.rvenc.ao da auloridade administrativa ees-
eara a competencia jadiciaria ; 2S que a appallacAo
vinha peilurbar a arrAo legal da autuiidade a quera
compalia conhecer do conlliclo.
A reanlo porm negou piuvimenlo ao aggravo,
fundiindo-se cm que, sendu a questAo impoilaule,
devia chegar ao conliecimenlo dos Iribouaes supe-
uores; o que, nao rslaudo na exceptAo da legra
geral, cumpria que a appellacAo fusse recebida em
ambos os elleilus ; porque do contrario poda seguir-
se .l.in.no irreparavel i parle.
lie pois ni i-pens.ivrl quo urna lei descrimine po-
sitivamente as malerias que enlram na competencia
da jurisdiccAo administrativa. No estado actual da
nossa legislarao uAo baila o conlliclo : o segundo
fado cima pruva-u exuberantemente.
0 Projeclu apresenlado a' cmara dos Srs. depu-
ladusem 18 de juiho de 1851, e impre-so sob o nu-
mero 65, cinlni no arl. 2, como ja vos pouderou
nm de meus illustrados antecessores, ai regras que
podem ser adoptadas para drteruiiuar-se de. um mo-
do claree punitivo rbita da competencia das duas
autoridades, administrativa o ju linaria.
i., se as providencias desse projeclo forem con-
venidas en) lei, convm que autoriscis o governo
para marrar a forma do processo nas diflerenles ins-
tancias administrativas de urna maneira regular e
uniforme ; adoplatido-se do processu cummuin os
principius que, conlribuiuilu eflicazmente para Ka-
ranlir o direilo da defeta, nAo prejudlquem a relc-
ridada indispen nislrativo.
Direcloria das rendas.
Os differenles e importantes ramos do servijo pu-
blico confia los a direcrAo e fiscalisaro de-la direc-
loria lem sido bem ai tend lu-, e vo intlhnraudo.
O seu expeliente estara cm da, se, alom das me-
didas de < uju emprego vos deu noticia o meu ante-
cessor no ultimo relalorio, livesse sido possivel con-
cluir a orgausacao dos mappas eslatisticus de oave-
ga(Ao e commercio que ic achara em alrazo. So-
bre ser morosa a remessa dos mappas parciaes das
dilferentes provincias, esta directora resenle-se ain-
da da falla de pessoal sullicieule, e sobre lulo ha-
bilitado para serarlhante servir.
A urgauisarAo do inappa geral das mercadoria, es-
Iraugeiras importadas directamente obstou a 1111-
presso e distribuirn raappis perlenceutes .10 anuo finauceiro de 185354
Bear
veniente comerar a ser impres 1 erniiiiuu no archivo publico e secrelarias do im-
perio e justica o exame, a que ahi se mandou
procedeu para regulaiisaru assenlamenlo e tom-
bo dos proprios nacionaes, qua eslavain defeuo-
sos pela falla de lilulos de acqoiscdh) ou incorpora-
ran de alguns.
0 emprcgido incumbido'desse eiame pde encon-
Irar apenas na secretaria dn imperio e archivo pu-
blico algumas carias regias, decrelos e ordens, con-
cernentes ans referidus proprios, e dellas exlraluo
Na primeira especie
Na segunda
(i,9l9:69954l
1,071:0719300
,. 1 (.. .. ,,. ,.., ,^ .... Diiim ii.i.iiiiciiu us? ir*i.>.1,
|ue voi sera' apre-entada no decurso da presente
es>3o. A de 1854 55 est qoasi concluida, e tire-
Rogo-le que verifiques isso. e se for exacto, nada
nos impede ele pagar o resgate que alie aiige de nos.
Manda entregar no banco da lireria 115,"00 francos
('i,6O0 I. si.', lomanto um recibo irgular, sellado
com o sello ordinario desle Slavros. A somma ser
lanrada em sua conla, e tiraremos quites. Nossa
san le he boa, posto que a vida das montauhas nao
seja rommoda.
Na esperanza de que nao lardar a resliluir-nos
aos nossos hbitos, sou, meu chaiu innAo, tua amiga
sincera.
o Kebccca Simons. 1
Segunda -/eir 8 de maio de 1856.
I.evei eu mesmo ao rei o aulographo da velh.i. Elle
tomou-o com desconanca e examinou-o com um
olhar 13) penetrante que eu lemia nAo Ihe perce-
besse o sentida. Entretanto eslava bem cerlo de que
nn sabia urna palavra da inglez. .Mas esse bomem
inlun li i-.in' um terror supersticioso, e eu jolgava-u
capaz de fazer milagres.
Elle nAo parecen salisfeilo culo quando ebegoa
n cifra 4,600 I. st. Enla*o reconheceo que nAo Ira-
tava-se de soldados. \ carta foi depositada rom ou-
tros papis em um rvlmlrn de lala. Trouveram nos
o bom velho, o qual linha bebido justamente tanto
viiiho quanlu be preciso para desembarazar as por-
nas, 00 l\cidcn-lhe as cartas cora suas inslrurres.
Elle parti, e meu corarau acoinpaiihou-n al o ler-
mo de sua vagein. Horacio nAo segua cora um
olhar muis lerno a navio que comluzia Virgilio.
O Ro abr.induu.se muito quandn pade robsiderar
esse negocio como terminado, llrdenuu pera mis
um verdadeir) festn,maudou distribuir dobra la ta-
ejio de viuho a ua genle, f.ii ver os feridos, e ei-
Irehiff com as proprias inaos a bala de Sophoclis.
Deu-se ordem a lodos os saltea lores que nos tratas-
lem com as altencues devidas ho niss) dinheirn.
O almoco que tive sem leslemuuhas em rompa-
nhia das seuhoras fel um dos mais alegres de que
rae lemlii... To los os meus males eaiao acabados !
Seria livre depois de dous das da delicioso caplivei-
ro. Talvez me>mo ao sabir das mflos de lladgi Sla-
M01. um I ir.1 ,1 loras' '... Senlia-me poela-i aia-
neira de Gessner. Com tanto quanto a velha Si-
mons, e helii cerlamenle rom melhor appelile. Ke-
i galei-me com o viabo de Ejjiue, assim come cuirora.
com o lie > 11 l.irin. Beb saude de Uary Ann, da
mai, de mjus pais, da princeu YpsofT.* Alislres.
Simons quizouvr a historia dessa uobre eslrangeira
e nao rae fez rogado para conla-la. Os bonsexem-
pos nao san nunca demasiadamente condecidos. Ma-
ri Ann oaru adenlamenle a minlia nairarao, e
disse-me depiis que a princeza obrara bem, e que
urna mulher deve tomar sua felicidade onde a achas
Bellas palavns Os proverbios sAo a sabedoria das
naces, e as vezes sua ventura. Eu eslava laorado
no caminlio de ludas as prosperidades, e senlia-me
arraslado para nao sei que paraizo terrestre. Oh Ma-
ry Ann os niannheiros que uivegam sobre o Oca-
no jamis liveram por goias duas estrellas corau leus
odios I
Eu cstava assonlado dianle della. Apresenlando-
Ibe nma aza de frange, approiimei-me lauto que vi
minln imagem relleclir-se du6 vezes em minialura
entre suas negras pestaas. Arhei-ina bello, senhor,
pela primeira vez de m>nha vida. O quadro dava
tanto realce pintura! Urna idea eitravaganle
atiavessou me o espirito. Julguei sorprender neise
un lente nm decreto do destino. Pareceu-me que a
hed Mary Ann tinha no fundo do corarlo o relralo
que eu descubria-lhe nos olhus.
Bem sei que ludo isso nAo era amor, c nAo quero
arcusar-me in-m adurnar-ine com um senlimenlo
que jamis coubtei poiem era urna amizade solida
e sullicieule, segundo pens, para|o bomem que lem
de casar-se. Nenliuma emorAo turbuleola agitava-
iiiu as libras do ron>rao, mas eu u senta enterue-
rer-se assim rumo a cera de um favo abranda-se ao
caler do sol.
Debati da influencia desic calase rszoavel conlei
a Mary Ann e 3 in.li toda a ininha vida desde o pri-
meiro dia. P.nle-lhes a casa paterna, a vasla cozi-
nli.i em que comamos todos junios, as cassarolas de
cobre peuduradas i parede pela ordem do varoanh)
os presuntos e as salchichas que bavia no inlerior da
chamine, nossa existencia modesta, e mudas vezes
diflicil, a historia de cada um de meas Tunaos :
lienriqne ha de succeder a tren pai, Frederico
aprende o ofiicio de alfaiale, Franlz e J0A0 Nicolao
assentaram praca aos dezoito annos : om ha hnga-
deiro d cavallaria, o oulro ja. lem os gilei de
apresentando inelhoramentos nos seus Irabalhos e
lisralisarAo.
I m lu os fados demonstrado, durante seis annos,
que a disposirio do decreto de 20 de uovembro de
18.50, que nao permidio a existencia de praticaules
nas Ihesourarias de i.1 o 5.< classes da 2.a ordem,
longc de ser vantajosa, como se esperava, era mul-
las vezas um grave embarace para o governo, quan-
do linha de preeueher os lugares de primeira en-
tr mii.i dessas Ihesourarias; pois que uu nao encon-
Irava empregados de provincia cstranha que qui*
zessem ir servir n-lla-, uu, se alguns appareciam,
pouco lempo depois c^meravam a reclamar arJenlc-
raenta a sua rcmnc,Ao, o a mostrar-se desgo,lusos da
sua sorle, occasiunando assim nm movimenlo de
pessoal sempre nocivo ao servido publico ; baixoo o
decreto 11. 1,918 de i do mez prolimu lido, era vir-
tude do qual as primeiras das referidas ihesourarias
passam a ler paia o seu seniro 3 pralicinles e as
segundas 2. O augmento de aespeza sera' apenas
8.700) aiinuei, que (icara' compensado com a di-
minuirT) provavel das ojudas de cuilo dos empre-
gados removidus, e com a luppressao das gralilica-
ces a alguns collaboradorrs, que sempre era pred-
io ter cm algoraas dcssai Ihesourarias.
Apresenlo-vos o quadro 11. 36, cm que vai desig-
nada a somma dos alcances que tem sido reconheci-
dos no thesouro e Ihesourarias, desde a reorgausd-
rAo dessas repaitires, em resudado do trabadlo da
lomada de conlas.
Apezar dos niellioramenlss Irzzidos ;>' adminislra-
c-in de fazeuda pela reforma du Ihesuuro e Ihesou-
rarias de fazenda, a experiencia continua a mostrar
a necessidade de mais algumas alterares nos de-
crelos de 20 de novembro de 1850, o 22 de novem-
bro da 1851.
No relalorio de 1S55 disie o meo Ilustrado ante-
cessor, tratando do thesouro, que era indispensavel
dividir a directora da conlabilidade, creando-se
uir.a oulra encarregada excesivamente de tomar as
conlas, cora ora chele de calhegoria igual A dos de-
ntis directores aeraos, c modificando-se as dispo-
sn. .s legislativas em vigor, na parle em qoe cun-
ferem ao ihesouro a revisio nicamente das cuntas
das deipezas dos ministerios da guerra e marinha.
Comparto inlriramente esta opimAo, e antendo
que, aduplada a medida da divi-ao, e dando-se A
nova direcloria urna organi-.icao que sun|ilifique e
acrclere o prucesso da turnada das conlas, o qual he
anualmente assas moroso, muilo candara' o servido
publico. Esta medida porm deve ser acumpanha-
da de oulra que conlira a inesma direcloria uina ac-
tu mais directa sobre lodos ns craprega los suj-ilus
a prestar rodas, qualquer que s-ji o ministerio a
que perlenrAo.
A. disposicAo do arl. 36 da lei de 17 de selembro
de 1851, sendo convenieulemenle dtseuvolvida ero
oulro decreto, -era' suflicieiile.
lie igualmenta necessario alterar os citados de-
cretos de 20 de uovembm de 1859 e 22 de noveiu-
brode 1851, na parle cm que li varara as attribui-
rs do ti ibunal do Ihesuuro e das liiesouranas de
fazenda, no -cutida da delini-las de urna maneira
mais conseulauea cun os principios da sciencia, e de
corrigir algumas anomalas, que exislein em pontos
mudo importante'.
l'.'it.Mi.i.i lambem que deve supprimr-se a direc-
loria geral da despeza publica, paxando se suas ac-
luaes .illributces para as oulras du ihesouro.
A do contencioso, alm da necessi tale demons-
trada pela experiencia, de ler empregados enlen li
dosem direilo, como ja cima disie, pode ser dis-
pensada do encargo de organisnr o quadro annual
da divida acliva du imperio, e de fazer o seu asieu-
lamenlo, sem inconvevieiite, a antes com vanlagem
do servir : bastando que baja ah nicamente as
lelaeiies que Ihe Iransmittirem a directora de con
labdidade, na orle, e as Ihesourarias de fiznda,
ues pruvinciat, para que possa desempenlur Conve-
nientemente as suas atiribuic.es no que respua a
liscalisa(Ao da cuhrauca executiva da divida acliva
du eslado.
Para estas e unirs modifica;es de que carece o
decreto de 20 de uovembro de 1850, esta' o gover-
no autorisado, e opporlunameule ai raaliiara' ; pe-
lo que pareee conveniente ao bem do sel sien publi-
co que mii tomis por ora urna deliberac,u definiti-
va -obro a reform ja realisade.
Terminarei o que ma pareceo necessario tiizer-
vos subre esla parle da adminisIrarAo, redan ando
de novo a medid 1 solicitada nos relatnos arder ores,
de lornar-se extensiva aos escrivaes e labediAes,
que nao rcmederem ao thesouro e tdesoorarias u>
lazeuda, no lempo marcado, os documentos indis-
pansaveis a' lomad] da conlas, a dispoiir,ao do arl.
36 da lei de 17 de selembro de185l, ou aadopraode
qualquer uulra medida, que vus parecer mais cun-
veiiienle para pro uzir esse resudado.
A legislacau determina que as Jbntas dos ex-ado-
res sa nao reuniera tomadas sem o exame e confe-
rencia desses documeulus ; c a experiencia ten de-
monstrado a inellicacia da d sposicilo do arl. 16 da
lei de (i de selembru do 1854, porque as cousas con-
tinuara no mesmo eslado, cm que jaziam'd; ules,
como ae pode verificar pelo exame do quadro 11. 37.
Itesulla daqui exislirem no Ihesouro, turnadas al o
prsenle 3i2 cuntas de taes funecionanus, sem se
poder eipedir-lhe quitarlo, nem deseinbarara-loi a
a teas fiadores. I\3o be menor o inconveniente da
perda de ttmpo que esle eslado de cuusas occasiona
a eslacSo encarregada da toma la das cuntas ; e pois,
parece qua nao pode, iioin deve continuar por maii
lempo.
Caixa da admlnislrarjo.
Esla repartir) tem preeuchido os deveres qua
Me furara imposlos pela loi de sua cruacAo.
Do relalorio que, cm cumprimenlo da inesma lei,
vos ha de apresentar no coirrda presente sesiao, ve
res as opcrarOes por ella realisadas durante e auno
fuiiinceiro de 18-56 1857.
Casa da moeda.
Em virlude da aulorisacAo conferida 30 governo
pela lei de 28 de outul.ru de 188 para reformar a
casa de moeda, lem-se feito neste eslabelecimentu os
qoarlel-mestre. Contci-lhes maos esludos, meus
eiamcs, es pequeos Iriumpbos que oblivera oa
I invenida le, o bello futuro de profeisor a qoe po-
da aspirar com Ires mil francos de ordenado pelo
menos. Nao mi justamente que inleresse linha para
ellas minha Barrete, mas eu achava miso um pra-
zer eilremo, e euchia o meu copo de quando em
quando.
Mistress Simons nAo lornou-me ,1 fallar de nossos
projeclos de casameutos, e eslimei muito. Era me-
lhor nio dizer urna palavra a esse respeilo do que
fallar .1 la quoiido nos cunheciamos Mi pouco. O
dia passou-se para miin cumo urna hora, quero di-
zer corau urna hora de prazer. O seguinte pareceo
um lano longo a mislress Simos ; pela minha parle
quizera fazer parar o sol. Ensinava os prmeiros ele-
mentos de botnica a Mary Ann. Ah I senhor, bem
poucas pessoas sabem quanlos senliraenlos lernos e
delicados podem-se exprimir em urna lirio de bo-
tnica I
Emlim na quarlafeira de inanbAa o frade appare-
ceu 110 horisonle. Era bom bomem ; levanlra-se
de ma Irugala para liazer-nos a liberdade no bolso.
Enlregou ao Itei urna rarla do director do Banco, e
velha Simons um bdhele du irmAo.
Est livre, senbora, disse lia Li Slavros a mis-
lress Simons, e podo levar cam sigo a senhnra sua
lilha. Desej que nAo leva mu,: u ., Ien.hr,un. 1 de
no-ios roehedoa. Nos Ihe uflrecemns ludo qiianlo
linhamos ; se a cuna e a mesa nao foram dignas de
V. Etc., lie pir culpa das circuinslanciii. En (iva es-
ta uianhAj um movimenlo de vivacidade qY.e rogo-
llie digue-se de esquecer deve-se pardear alguma
cousa a um general vencido. Se me alravene a of-
ferecer um pequeno presente a seniora sua lidia,
rogar-lhe-hia qu aceilas3 um nnal enligo que se
poderi fater mais estrello para adaptar-se ao seo
dejo. ISAo foi roubado, comprei-o a um mercador
ile Nanplia. A senhor mostrar.i essa joie>na Ingla-
terra conlamlo sua visita corte do Kei das mon-
lenlia-.
Traduzi iielmenle eis pequeno di-corso, e nelli
eu rae-mo o ancl da Rei no dedo de Mary Ann.
E eu, pergiiniei ao bom Slavros, n,n levarei
uadi aira sua lembrau;a'.'
7.99O:770-il
como se acba na tabella n. 38, a qual demonstra tam-
bera a quanlidade, valores e especie das moeda* co-
nhedas, e a receita e despeza do eslabclecimenle,
que 1 -iran as seguinles :
Receila 127:995g0CI
Despeza Ul^tajMB
Uill renca 3:5S3g97
Na despeza esli romprebenlulos 8.KIO-8I0, dis-
pendiilos com a acqui-irdu de utensilios e machina.
No I." semestre do exercicio da 1857. 1857 co-
uharam-se, conforme a tabella n. 39 :
En. ouro 1,.502:6f!j7fi7
Em prala I44tf06)075
A receila foi de
E a despeza de
1,617:2709812
23.'7359M3
67:8559110
resudando om eicesso de ii:lgn-M,s
para o qaal roneorreram 5:7919132, empregados
lambem em machinas e utensilios.
Do quadro n. 10 se v que i> ourn e prala arme-
dalos desde o anno de Ii9 at o fim do de 1856
montam i somma de 32,l>59:37vlO0. sendo..........
27.li2!l:tW09000 em ouro e 5,030:3189100 em piala; a
saber :
Em moedis de ouro.
22.l2l::HlwiOn
He '209000
.1 Itl-SKHI
59OOO
l,73l:72i'- I73:II103 Em moedas de prala.
De 2^000 2,.58i:9989000
19000 l,l,95:787Nai
500 673:9759500
" 200 73:559?6O0
O ouro candado no relerido lempo, tegOudo e
mesmo quadro, provem :
De moedas eslrangcias 11,7l8:7.'>">""i0il
i) nacionaes do antigii cundo 131:9709000
n ouro em p e em barra 12,771:93JOOO
E a prala : J
De moedas nacooaes velhas recu-'
nlldas..........l,872:95l;>8O0
dilas slrangeiras e barras 3.1.57:0669300
A casa da moeda nrcessitz anda demudo* melho-
r.menlo, para apeifriruar seus Irabalhos, de alguna
dos quaes resultarla ale nAo pequea economa de
despeza ; e o governo os lerfa ja readsado, ae o per-
milti.se a eslreiteza do local era que se arha este et-
(ahelecimeolo.
Por essa causa nAo foram ainda rolloeades os appa-
relhos para a alin .10 do ouro por meio do .cenlo
sulphurico, nem se conslruio tambera o forno da
fundir as terral e os de rqcoser, que, com o auxilio
de cerlai machinas, dispensaran! a limagem de ouro
e da prala miada ; nem se lem podido aproveilar o
palladlo que se perda todo, e nem finalmente inlro-
Jiizilu outros inuitns inediuramenlos de interese* pa-
ra o eslado, e para o publico, mas qoe i sern rai-
lisaveis, quando tivenuos novo edificio com as pro-
purroes uerrssariai.
A este respeilo rumpre-me infonnar-voi da qte
fui ja organisado o competente plano, e orrada em
5iil:2'i'.)-;29i) a despeza que deva cuslar o novo edi
lino.
O governo porem enlen tendo que he preferivel fa-
zer n obra por cinpreitada ou por aireraalarao, e alo
julgando suflcientes os dados que linha para canlra-
l.i-la, subinelteu e plano e urcamento ao exime da
um engenlieiro hbil, que aiuesenlou ja o ru pare-
cer, sobre o qual jolgoo n aieaaaa rovemo convenien-
te ouvr ainda a rimuni-a 1 de cugenlieiros. para lo-
mar ama dchberacAu man secura.
Pelo lado du petteal, depende ain la a reforma da
casa da moeda da promulgarlo do respectivo reiula-
raenlo, no qual se fue o numero, deveres venc-
menlos de seus empregados, cuja sorle cumpre sae-
ili irar, vislo que percebem anida os mesmos hoim-
larios que Ibes furam ni ireados em 1831, e qae por
serem boje mai tenues, tem obrigado o governo a
augmenta-los animalmente eum araidicirues.
Anles de terminar tile capialo, devo chimar a
vossa adencAo para um assamplo, qua julgo >*r da
-umma importancia.
O decreto de 28 de juihn de 1819, qae regaln
nosso M,tema monetario fioa, a senhoriasem da
prala ou;a dtllerenra enlre o valor des cuuhos a odas
barras desla melal em 9 a 10 *,.
Descuhr ram-se depois a. minas da t.alifornia a
posleriormenle as da Australia, e a prodigiosa aban-
dancia de ouro que ellas tem produzido, devia alte-
rar, como lem efledivamenle aderado, a relarao ca-
tre os dous referidos melaes.
Esta .illerac.iu nao he por ora lam.11.ha. como fora
de recelar, nao ni por cauta do de-ein ImiuciiI i in-
dustrial, que o mesmo ooro .em provocado, come
por haver sido a prala expedid* da circularle era
franja e nos esladus-Uuidua. Ha porem provavel
que, desapparecendo os rffeilos desla ultima causa,
a depreciarlo do ouro cm idacAo a prala a torne
mais pronunciada ; e que por tanto a senhoriagrm
eslabelecids pelo decreto de 1819 ain seja sufiicien-
tc para reler na circularAo a moeda de Iroso.
Julgo pois necessario que saja o governo aotoria-
do a mandar cunhar nova meeda de prala com maior
senhenagem, que lalvez poisa ser de 15 a 20 '. eaa
rclac.Au aoi valores da 1819.
Observarei oolro sim qoe a nossa moeda de cobre
he de tal surte imperfeita, c coulern lAo grande des-
propor(.to entre o peso e o valor ni* d* 40 20 ris,
que rae parece indispensavel rccanha-la, oa) aoles
mandar fabricar nova moeda, e recolher a que aclu-
almenle circula.
Eslou quo esh oparajJo pouco dispeadota ser.i :
e pon julgo conveniente que o goverooseja lambem
autorisado nAo s para alterar o peso e faria do
cunti das moedas de lile 20 reis, mas ainda para fa-
ze-la fabricar forado imperio, se por esle modo ae
puder, orno parece, realisar a sub-tituicao com mais
economa e brevidade.
Typographia nacional.
A Ijpograpdia nacional satisfaz rom perfeirjo a*
exigencias das eslatOcs publica. Pcssoe h je II re-
los de ferro, sendo um mechanico, e grande sorti-
menlo delypoi e utensilios, muito aogmentido com
as compras feilas o anno panado.
No anno de 185556 foi a sua receila I52:337ail0
pela seguinle forma :
ImpressOes para as reparlicei pu-
W,CM............112:8119270
V. S. fica ainda comnosco. Seu rasg.de nAo
esla pago.
Vollei-me para a velha Simona, a qaal apreseo-
lou-ine a caria seguinle :
a duenda irmAa,
a Depois de feila a verificar.) dei as 1,000 I. tL
com recibo. NAo adianlei as oulras 600, porqae
recibo nao eslava cm seu nome, e teria sido impos-
svel recobra-lai. Sou, aguardan lo ana eslimavel
presenta,
a Todo seu
u LJw.ird Sharper.
Eu linha presado demasiadamente a lladgi Sla-
vros. Em boa adminislrarao ellejulg.ira daver en-
viar dous recibos !
Ene. muilo aflliclo disse-m* a velha an onv-
do. NAu ha motivo para fazer tal caranlonha !
Moslre qae he li uera de bro, e deixe esse sem -
blanle de maricas. O mais diflicil esta felo, pois os-
lamos salvas eu c minda filda sem nos cuitar nada.
Olanlo a V. S., n3o me da'cuidado ; poder' sem-
pre evadir-se. Seo primeiro plano que nAo valia
nada para duas rnulheren, (orua-se admiravel agora
que o ser.hor eita t, EnlAo que dia aguardaremos
sua visita '.'
Agraderi-lhe cordialmenle. Ella oflerecia-me Ua
bella orrairAo de manifestar minlias qaalulades pes-
oaes, e de entrar forca na estima de Marv Ann '
Sim, senbora, dlaaa Illa ca, coala coman. S.i-
llirei daqui como domen de brio. e tanto melhnr sr.
correr algum perigo. Muilo estima qoe meo res-
gale n.io estoja pago, e agradero ao senhor sea ir-
mAo o que fez por mira. V. Exe. vera se nm Al-
inale 11.i1 sabe livrar-se. Sim, bei de dar-lhe bre-
vemente noticias muidas !
I.ogo que sadir daqui, nAo deixe de apreitu-
tar-saem nossa casa.
Oh senbora !
E agora peca a esse Slavres que noi I m 1
escolla de cinco ou seis salteadores.
Para que. bom leo* ?
Para proteger-nos contra o sol Jados '.
[CtmifaaieT h-Im.)





.
IMla para particulares.....
'Midas Je obras ca tvpognphia. .
K a despcza. ..." .....
A saber:
Ordenado dos empregados. .
Espediente.........
l-'erias dos operarlos pagos por obra.
Papel......".....
Tvpon*e oulros ulancis.
MtfWOO
3:0WJ940
ll:l.VJ5:)
*:20OSO00
183*340
6&796V769
'.IiIMk-.kki
- S7:t Do que resultou urna autor detpeza de 11 tcVJJsSM
que proveni do cuslu do material comprado.
liste eaiabelecfmeiilo carece da reformas e metlio-
rauenl., principalmente no sentido de facilitar mais
o co:iliecimeDlo da nossa lgiilacao edos acto* da ad-
ininisirasao ; porera nimias deltas nao nodulo aiuda
t.er levadas a efleilo.
Alein ditso, o local em que Iraballta, he loleira-
mciiieinsuliieienle, a por lauto conviria mudar a re-
parlicao para um edilicio apiopriado e mala eipico-
10, que nao tem sido possivel obttr com lodn as con-
dicoes precisas.
Posto ''sPecialuieiile destinados a oblor reuda, com ludo ht
roa de duvida que a reuna devera ser superior a
despez, se au fossem es defitei inherentes ao ruo-
0o por que est organisada a ua iidniinislrac,,lo.
A creado de uin jornal ollicial lie urna necessidade
sentida por todos os governos, a creio quo a despeza
que dahi resultar sera cubera pela recolta, ou com-
pensada pelas vautageni, que trar uin orgao reco-
nhecido da administracao publica. Em un pait re-
gido p.. o syitema, a pablicidade he uma'.cou-
oiceo esencial existencia des administracies.
Bancos.
A assemblea geral dos acccionislas do Banco do
Brasil propoz, na reunan do auno passado, varias
emendas em alguna artiRos dos estatutos do mutilo
Banco ; c o govarno, ouvindo a seceso de (afeuda
do conselho de esladu, enleiidtndo que era couveui-
eute appravar as duas seguales : no arl. 27 S 5, qua
o Banco poderia emprestar sobre penli. res d accOes
de companhias com abatimenlo de 10 J ao menos do
valor reulliadu ; e no arl. 31, que a Hornearlo dos i
secretarios, tas r cu tunes da assemblea geral do Ban-
co, seria feta por acdamacAo sobre proposla do prm-
fleiile, nao por maioria relativa de votos.
A primeira deslas disposicrs habilita o Banco pa-
ra poder prestar mais valiosos recursos ti einprezas
induslrtaes, e a segunda apenas tem por fim acele-
rar o, irabalhoa preparatorios da assemblea geral dos
accionistas.
Bta execucao do arl. 2 da lei de : de julho de 1853
lein o Banco resgalado ja, e entregue caixa da a-
moriisaxso, n. forma do arl. 5U dos aeus estatutos, a
amarilla de 2,2fK):O3 em notas do governo ; a saber
mi conloa aro 10 de ontubro de 18J6, e os outros
tnitem 8 do mez prximo preteiito.
fo da 1,5 desse mea a enrisio do Banco e ras
canas (iliaea clvara-se 'a' somma de 42,02b:000a,
sendo:
Da caixa matriz 29,488:0005
?",,,M 12,538:000-
A aitrerenca enlre esta somma e a da moeda cor-
rele existente ueste dala ras differenles callar, islo
he, a quantia de 24,027:00X1, da' a medida da servi-
do que tem prestado o Banco, libertando do circu-
anle igual somma de capital productivo.
lie faci constante dos balando do Banco do Bra-
sil que de juoho de 1855 at fim da marco ultimo,
lem este ealabelecimeoto importado cerca de vinte
mil conloa de ouro, o que, nao oblante isso, e a opo-
racJo do troco das olas de 50} de que voa deu coti-
la o relalorio antcri. i, o fundo disponivel apeuas le-
ve de entlo para o augmento de 4,000 contos:
doude se ve qua tem havido e continua a haver urna
permanente exportado de moeda deste para os oulros
mercdoa do imperio, e talvtz para ahumas praca.s
eslrangeiras.
lie pois claro, i]uc as circunstancias do paiz nao
parniillem aiuda que o Banco eleve suaa operaces,
como esiabelecirr.enio de emissao, a' somma corres-
pondente ao capital queja tem realiado. "
Assim, aereas.lo de oulros estahelecimentos da
mesma nalureza quer oesla corte, quer nos lugares
onde o Banco lem canas filiaes, nenhuma vanlagem
darla ao publico, anda quando ellos se sujeitassem
a coiidir;0es impostas ao Banco do Brasil, e fossem
dirigidos com a circomipecclo, de que lem dado re-
pelidas provea a admioi.lrai.ao deste eslabeiecimeiito.
Cabe aqu comiunicar-vos que, lendo-.e empre-
lieudtdo organisar nesta corle varios eslabelecimenlos
da crdito, resolveu o governo adiar qualquer deli-
berado irbre este assomplo, porque, nae cireums-
lanciaa actuaes, seriam elles mais prejudiciaes do
que alis aos iolereises da industria.
yContinuar-se-ha. I
GOVERNO DA PHOVINCIA.
Expediente do la 22da Junho.
OflicioAo chefe.de polica, declarando em res-
posta a oulro de S. S. de 19 d0 crranle n. 588,
que se remelle a Ihesooraria provincial o formula-
rio de que trata o mesmo oflicio, alini de se por em
arrematarlo o fornecimento dos medicamentoa ne-
ressarios a enfermara da casa de deten.lo.
DiloAo inspector da Ihesouraria d fazenda,
Iransmtllindo para conhecimenlo p oflicio de 20 do
crrente do eommandante da estaco naval partici-
pando (er-se mandado considerar em meio arma-
mento a corveta Unilo.Bespondeu-se a eslacAu
naval. *
DitoAo mesmo, Irsnsmiltindo para o fim con-
yaniente algumas relecoee, que foram enviadaa pelo
inspector geral interino da caixa de aroorlsac,ao
com ollicio de 9 do correle, mencionaudo ons Ires
maros de notas de .505 (erceira estampa, primaira
serle papel rozo, com declarado dos numeroa e as-
iignalarioi que por equivaco deixaram de ser com-
prehendidos na ultima retaceo que foi enviada a
rnesroa Ihesooraria ; e qoalru impressos das olas de
100;, terceira eslampa, papel branco assigoadas al
aquella data.Kespondo-se ao mesmo director
geral.
DitoAo mesmo. Approvando provisoiiamenlo
a deliberacae qae lomou S. S., conforme o icu ofli-
cio de i:t do correle, de arbitrara qosntia de 390
rcis, para etape da tropa de prirneira linha no se-
gundo semestre do anuo correnle, e de 90 res para
fornecimenlo de po br.meo oa doentes no hospi-
tal, continuando a rac.o de forragem para a com-
panhia fixa de cavallaria no valor de 080 ris como
eslava.
DiloAo mesmo, communicando ler sido nppro-
vada pelo goveruo imperial, segundo consta de avi-
o de 10 do correnle, a dcliberacAo'da presidencia
aulonsaodo S. S. a dar L. J. Bruoel 2:0008 para
a cumpra de animaes e instrumentos necessarios ao
desempenho da corrinissAu de que fora o mesmo en-
carregado de collegir amostras de Ierras desla pro-
vincia.
DitoAo inspector do arsenal de marioba, de-
clarando em resposla ao seu ollicio de 20 do cor-
rele, que por despacho de 22 do correnle se aulo-
nsou o inspector da Ihesouraria da fazenda a man-
da indemoisar a repartido de marioha da qoaolia
de 5.j% ris, que se despender pela enferma, i,.
da mesma reparlicao com o tralaraeolo do ruari-
iiheiro Esequiel Maraares da guarucao da escuna
Lindoya.v
DiloAo inspector da Ihesouraria provincial, ap-
provando a arremataban, que seguudo commouicou
Sene, em oflicio de 12 do correle n. 141, fez Juao
Lvaugelisla da Silva Taboca dos impostos da co-
marca do Limoeiio pela quantia de 5::I37:>330, dan-
do por fiadores os barOes da Boa-Vista e Ipomea, e
Paulo Caelaoo de Albuquerque.
DiloAo mesmo, aulurisaudo a receber o offere-
cimeolo uo referido arremalaule para a aobredila
arrematadlo.
DitoAo mesmo, mandando pasar aa delegado
interino do circu IHltirarip de Iguarasso' vigario
lose Joaquim l.obo de Albertim, a qoaulia de
183320 despendida pelo mesmo com objeclos ne-
cessarios a aula de ins.lrucc.ao elementar do sexo fe-
minino daquella villa.Communicou-ie ao direc-
tor geral interino da instrucc,ao publica.
DiloAo lenle coronel de eusenheiros director
das obras militares, para que enlemlendo-se coro
msPec'orda Ihesooraria provincial mande fater com
toda a brevidade po6sivel os coiicerlos de que pre-
cisa a coberla da parte do edificio unde se acha col-
locada aquella reparlicao, e o Udrilho dos respec-
tivos corredores. Communicou se a Ihesouraria
provincial.
DiloAo dircelor das obras publicas, para que de
i -nfurmi Ja le com o que requisilou o lenla gene-
ral eommandante das armas, mande proceder a ex-
cavadlo da que uecessita a combo i do quartel de
cavallaria para servir ao fim a que se destina.
Owninuiiiroii-se a Ihesouraria de fazenda.
DiloA administrado doeslabelccimeuto de ca-
ridade, coucedeodo. a autnrisai;ao que pede nao s
para nomear um advogado que se encarregoe d
-.lusa de que trata o oflicio da mesma administra-
rlo do 18 do correnle, m-s lambem para fazer as
deapezas necesarias ao andamento da mesma
causa.
DitoAo joiz de direilo da segunda vara, com-
municando lic Mienta de haver 9me. nomeado o
hacharel Candido Autren da Mila e Albuqoerqoe,
promotor publico interino desla capital, visto lerem
ilado parle de doente o elTectivo a o bacharel (Joa-
quim de Souza Beis, que osobelitaMa.
DitoA cmara municipal do Becife, commu-
mcaudo para que f^a con,lar ao juiz de paz, mais
votado dos primeiros districtos das parochiat Com-
prebendidaa nesle municipio, que foram approva-
das pela cmara dos Srs. depuladoa'as eleitOes pri-
marias para a 10" legislaturn as parochias'qoe tur-
mam o I-, 2-, i- e districtos eleitoraes desla pro-
vincia.
DiloA cmara municipal de.Ooianna, quiolo ao
quinto districto.
DiloA de I.imoeiro,
trelo.
JJiAitiu jje FE1USAMBUC SEXTA FEIRA 10 DE JIILIIO DE 1857
d'sSI,'if qaar," U"".Ui elei,,"e, A" f""""', Dito-Ao administrador do correio, para r-je en-
?o:j%^a"a'V ",""""" lM0'Hr^fC0"1 in,"fdor o.rla?i;.Tm7?r1.h.,
dMDlm.^T.Jl!.^J!.^.PM,*,', loU0' '" o onveniaiila deatino ao, baloes que
los pr.meiru. dislr.clos ua parochiai oompreiieodi- teem de servir n lelegreplio da torre do collealo com
da. uo mun.c.pm, e considerar nnllos os elci.ores ; o fim de dar signaes da rilada dos vapore" no pe"!
desla cid .. e
/ )
cima referidos. >et
DitoA Cimillo ilenriques da Silveira Tavora
Indgena, communicando que o Exin. ministro do
imperio solicitara do da fazenda a expe.lirao da con-
veniente ordem. para que a Ihesouraria "(testa pro-
vincia paKuu a Smr. a gralilica(,ao de Irezentos mil
ris proposla pelo eommissauo vacciivailor dcsta
proviacia, em renomeracJIo de haver Smr. desem-
penliado a coinmis5o de qua fui encareaio pelo
juiz municipal e delegado do termo de (ioiaima.
23
Ollicio Ao Exm. evioaiandiinlo das armas, di-
zendo que tica iuteirado de lerem sido alistarlos co-
mo addidos uo 10- liaialliiin de Rfaiilaria os remi-
tas i.saaro Jos da Paz, Jos Severo da Kueha, An-
Iuiiio terrcira dos Santos, Antonio Jos de tranca e
ihom-z Cordeiro dos Sauloa, bem como recolhi lo an
8" balalhao a de uonie Bufii Jos l'erreira, que ve-
nlicou se ser dcseitor daqualle'balalhao e estar com
o nome trocado.
Dilo A mesmo, diiend. li-ar srienla da no-
meacao do majorSehaiuao Anlnnio do llego Bairos
para director do hospial militar da guiiniiro de.ia
provincia, e de Joaquim Gtlseno de .Mcsqiilta para u
imprego de almoxanfe.
Dilo Ao mesmo, iuleirando-o de ter o governo
mpuial iodeferido o requerimcnlo do aoldrdu Jos
Portatia.Coucedendo, em vista da informarno
do eommandante superior da guarda nacional do le-
nte, i miv.ei iie liceiifi o lenle do 2/ balalliao
Manoel Joaquim de Miranda Sooza, para ir as Ala-
goasenm n clausula porein de ser contada do dia cm
que ellecluat a soa partida para all.t'izerain-se as
tiecesiarias conimuuicacOrs.
TBIBUNAI. DO COBIMERCIO.
SESSAO iDMIMISTRATlVA EM 9 DE JULHO DE 1857
Presidencia Jo liam. Sr.Uetembargador
Souza.
As II horas da manhaa, achando-se presentes
oisrs. denutados llego. Basto, l.einos e suppleule
llamos e Silva, o Sr. presideute abri a sessao ; e
Muda hl. a acta da ultima, foi approvada.
Leu-se o seguinle
EXPEDIENTE.
Lm oflicio do secretarlo do Iribunal do commerrio
da capital do imperio, de -JS de mam do correnle
anuo, acensando o rccebimenlo do que lh foi envia-
do por eslu tribunal em 7 do referido mez.An-ln-
ve-se.
Uulro do mesmo, de 25 de jonho prximo pasa-
do, Irau-n illiudo a opiui,lo uesaliva daquelle Iribu-
Custodio dos Sanio, pediodo perdo do criuia de c a C0"suUa enderezada por e,leArchi-
de-iK.,1,1. ve-se, e acru>p-se a recepc.no.
eiro partuguez : e expedidas que sejarn as rrspecli-, inlerprelalivas ronfnndem-si'com ;tf interpretadas;
vas bu lasconfirmatorias, removerse-lulo succes-i- I e se o poder legislativo livee e.sa altribui-.i... -e-
vainenle do lerrilono do bnpado o igarlu ou viga- soi.-se quepoleria novara eooalilllicao. ale-
nosapostlicos, que nelle exislirem, alim do que o rala.
nomeado posea entrar no rgimen da "dio- I Em sua opini.lo pnis esta quesillo nlo pode ser
decidida por urna lei interprelali a. Mas bailara'
prelado
cese.
nM*A,2'R0.K*i!ul" J' ""'" fnm ", teU9 'l0",
iA. n i ,? '"" |,a" ,l"eVn'. Seja qoal for a deciso q0 sena lo lomar, quer
liiieVrili i P i P conlralan'ei e "s ra- como corpa poltico, qoer como-tribunal, essa deci-
IhcacSes Irocadas en. Lisboa dentro de i mezes, da alo na prevalecer'fora da casa, nao obrisara'a
nata da as.ignalora, un antes se for poaairel. nenhum oulro tribunal.
ra re do que os plenipotenciarios cima uomea- ] lie inconlestavel que sa o senado resolver como
nos asaignaraiujMn o.igmaes duplicados, porluguez e | tribunal, a sua deeis.lo nao sera' mais do que uin
arcslo.
ileliada, o msmo tratado, e llie pizeraui o seilo das
suas armas.
Fcilo cm Lisboa aos 21 dias do met de fevereiro
do auno do 1857.
|L. S.) CamilloCard. DiPielroP, R. A.
.1.. 8.) Bodrigo da Foiiseca Majalblat.
Esta' conforme Secretaria de E>lado dos Nego-
cios Eslraugeiros, :il de mareo de 1857.
Emilio Achules Mouleverde.
ANNEXO.A.
No arl. I, do Iralado, firmado em dala de boje
Ora, o que o acii2do pode assim faz^r c mo tribu-
nal, porque uSo podera' pralirar como enrpo poli-
tico'.' Porque nao lomara'como eorpo publico una
declsjia que s a elle abrigara' f
E lauto ialo lie assim, que se nao fosse nina dif-
ficuldade pialica que vai expor, diria que llie era
ind lie,ente que a ilecisao fusse lomada de una ou
outra maneira.
A diflicoldade he esta. Convertido o senado em
tribunal de Justina, parece que de-de luso deixa de
regular o rei:imeulo interno ; nao lu mais requeri-
peos anaixo Mslgnadoa, declarou-se que a uris lie- i menlos, nao lia man coiumisies. He. Como enUu
cao n.i niapo de M cao deve oniipreheuder a pro- duculir a quesMo de competencia !
vii.ciadeCauiao,hu;.1s.rong)csilhasadjacenles, O Sn. ierra: e D. Vaiwtl I
entre a quaes a principal, quanto a cbrislaudade, ee.
lia i a 1 I, > ,(n ll~>^>. .... .. T i I __
Outro di tribu
clarando-lhe qoe o inspector do aiaeual d inarinh ? "'A J""1'" pru.,"!0 P?,l,d'i "u *""""> sentido. I R,**?' *" ,,,e,n.,uri' Uils d(a r
Dilo Ao eommandante da eslagao naval, de-
irando-lhe que o inspector do aiseual de inarinh i
participara ler ja ordenado factura dos reparos '" Ulabem aCCU,ar a
precisos ao vapor licbenbe e brigue barca lia- "^'.^' A ,, .
maraca, o menos a pernada no vo do juanete do i uu.,ro1do,n"!8raoi rie 22 de junho prximo passa-
ullinio, fornecendo ao primeiro os objartos declara- 'l"01"' uma col"a dps usos e eslylus commer-
dos uo oflicio de S. S. de 28 de maio ulliuio cla,e* d"au,,l, prara, adoptados pelo mesmo Iribu-
. Dilo Ao chele de polica, para informar se sao """", ubllaae,"- rchivem^e,
anda precisne os servicos de 7 pracas ce suardas 17 UfcSI AU10'-
naciunaes que se achaiu deslacadas no Bivip U,D reilu"menlo do corretor I. E. Bohena, ap-
D.lo Ao mesmo, communicando ler mandado P,,9emal",B o conhecimento do pagamento do res-
desembircar com guia o racrula de maiinha Ma- vu '"'I'0" acnoal, para ser registrado.Ke-
"of Aul.....o do Sacramento, visto ler ello apresen- 8"Are.',e'.
lado isenra legal.Maudou se desembarrar. a J l,"snrl Anlunes de Oliseira, informa-
Dilo A' Ihesouraria de fazenda, recommendau-' t pel f"\ ,"''"bargador fiscal, pediudo patente
do a expedido de ordens para que a alfandesa con- 'S, e sinla no despacho livre de direito de dous mil vidro "'\\tl*Ta\,T'? a ., ..
quevieram do Liverpool para o bosritil de Pe-! ."!0"10 ln,c|o Bego Hedeiroa &
dro II. r l Allonso pedindo registrar o seu conlralu social.
Dito A' mesma, aulorisando-a a passar litlo lliV".,",a ao Sr- Itserobargader Bacal.
de aroramento aos berdeiros de Antonio da Silva &
Campanilla, do algalo de marinha devolulo no forle
do Malos, alraz da casa n. 7 do largo da assemblea.
Dilo Ao commaodanle superior de Garantios,
diaendo, em resposla ao ofiicio em que S. S. pede
u3o su aulorisagao para passar uma revista geral na
guarda nacioual sob seo cummando, mas lambem a
designacjlo das pocas em que devei ler lugar esse
exercicio quando for preciso ; que uara poder esle
governo salisfazer a semelhaule requisijaj, eonviin
que S S., na conformidade do art. 41 do decreto
n. l,j..l de C de abril da 18.51, informe sobre as
pocas convenientes para Les revistas e o lempo de
sua duraran.
Dilo Ao conselho administrativo, pan que pro-
mova a compra dos dous guindastes movis de que
traa o aviso da guerra de 10 do correnle.Commu-
rucou-se a Ihesooraria de fazenda.
Dilo Ao arsenal de marinha, di/-mo licar
o'7"? ""oid'toes com que Smc. contraten com
Kolt c\ itidoulac a compra de algumas machinas e
lerraruentas de que necessilam as offieinai daquelle
arsenal.Communlcou-se Ihesouraria de fazenda.
Dilo A Ihesouraria provincial, autoii-ando a a
mandar pagar ao alferes Joaquim Jos Ggnralves,
' o -aa,nlia d# 3857M) Pr *lle P"'1'0". mas'sim a
uejb,10, a que lem direilo pelo fornecimenlo de
mzes para o quarlel do destacamento da comarca do
Brejo durante os meaes de julho do anno passado al
niarr;o nllimo.
Dito A' mesma, para pagar ao reeedor do Gvm-
nasioa quantia de 4(69500, proveniente das pensoes
abonadaa aos alumnos gratuitos daquelle eslabsleci-
menlo, constantes da relacao jimia.
Dilo A6 arsenal de guerra, ao|nriaando-o a
siibsliluir o esenvao das oflicinas daquelle arsenal
Manoel Jos l'ereira Brayuer, qoe se ac:,a doente,
pelo serveute Iranrisco Jos dos Saolos Jnior, sem
qua se Ihe abone oulros vencimentos alm dos eme
percebe como srvenle.
anal do coinincrrio de Maranho, de ( eiereicio exclusivo da jurisdicrao ordinaria do hispo
limo passado, no mesmo seolido. I a^Maeao it"
recep^ao a arebi-
ii "!? T Ao 'nesino' Para qna terneea ao 2- bala-
lliao de infantina os arligos de rardamenlo mencio-
n-.dos na nota junta por copia.
Dito Ao patrimonio de orpliaos, convindo em
que aquella adoainislrayen faW a demarcacao qoe
propoe afim de descrimmar-se o sitio do i-orno da
tal, periencenta aquello patrimonio, dos terrenos
contiguos de que Sanea. Iralain, cumpiindu que, con-
cluida a demarcacao, v o mesmo sitio praca por
arrcndamenlo,declarando.se nos aunoncm, que para
dade ""' as proiwrcOee daquella proprle-
Dilo -A' eamrra de Olioda. declarand. que a le-
era concedida em favor das obras do ceoiilerio ro-
blieo daqualla cidade, cuja exlructao Su es. pedem
tenia lugar ate o fim do correle auno, crrela op-
portunamenle, segundo a ordem eslabel.cida na la-
Della que esle governo mandou organisar.
I o lana Exonerando u3o s os 1-, 2 e 3- sup-
plenles do delegado de Barreiros, mas lambem os 1-,
ar e J- suppleules do subdelegado di, mesma Tregue-
zia, e bem assim Humeando para os referidos cargos
aos cidadaos seguiutes :
Para supplenles do delegado.
I." Bacharel Felisbiuo de Mendonri e Vascon-
cel.es Diniz.
8." Alferes Antonio dos Santos Caria.
3.- apitao Joao Carlus de Meudoura e Vascon-
cellos.
Para supplenles do subdelegada.
1.* Antonio Augusto Maciel.
2." Antonio Secundo Accioli.
3.- Alfredo Alves da Silva Freir.
Communicou-se ao chefa de polica.
U'.,a T V,e,il"","ao bacharel Antonio Epaml-
nondas de Mello para clllciar por paite da fazenda
provincial no inventario a que se est proredendo
nos Leus dallados pela falecida I). Anmi Jacinlha
Ue Soma Bapozo, visto ler-se dado por suspeilo o
respectivo procurador fiscal, bacharel Cvp/iano Fe-
oelon (.uedes Alcoforado, e aehar-se era Bio Por-
moso o bacharel Adolpho de Barros C.valcanli, que
havia sidd nrrmeado para o eobstituir.
Dita Ao agento dos vaporea braslleiros, para
dar transporte para a corle, como passageiro de es-
lado, a Gracihano Octavio da Crnz Martina.
OllicioAa Exm. eommandante das armas, dicta-
do-lhe que visto haver falla de exemplares dos re-
aulamenlos de 7 de roarjo ollimo e 25 de novembro
'le 1814, poda S. Exc. mandar imprimir o numero
qoe julgar sutlicienle para a direc^au do hospital mi-
iloAo mesmo, aulorisamlo-o a nomear o ten-
te corouel sebastiao Lopes Guimaraes, para presidir
a commissao que lem de examinar oa objeclos do
material do exercilo cargo da rompaiihia lixa de
cavallaria.Ofliciou-sc ao aupradilo lente co-
ronel.
DitoAo eommandante da eslavo tafal. inlei-
rer.do-o de|ler concedido ao recrula Antonio Fe-
rcira, o prazo de 20 diaa para provar a sua iseneao
DitoA Ihesouraria de fazenda, lecommsndando-
lh que sob rasponsabilidade da presidencia, entre-
gue com urgencia ao cabo Leandro Jos de Souza a
quantia de 1003000 reis por cunta dos vencimentos
a que teem direilo as 22 praSas que escollaram re-
crulas do ler.no de ln Communicou-se ao chefe de polica.
D.loAo Sr C. L. P. Boeck.-llecebi a partici-
nado que em 21 do correnle me dirigi o Sr. C. L.
H. lloerk, e heando --cenle pelo titulo aunexu a ella,
do que S. M. o Imderador bouve por bem conceder
o sen imperial exeqoatur a o. mearlo conferida ao
mesmo Sr K.ecb, para exercar interinamente as
funccSee de eousnt da l'russia nesta provincia du-
ranle a aosencia ao Sr. I'raeger, teoho a declarar*-llie
em resposla que nesta data poz-ocumpra seno
mencionado titulo.
Aproveilo esta occasiao para apresentar ao Sr. C.
' 9 Prole,lo a' minlia eslima e con.ide-
rac.au.I'izeram-sa as communica^oea du eslvlo.
DiloAo juiz de direilo da Itia-Visla, d'izenlo-
lliei que#constan lo a esta governo a existencia em
Cabroboda varios pre-o. por eulrarein em jura-
mento, bapi Smc. de apre-sar a cunvocntao do re-
pectivo jury, e informe o motivo, porque lem doixa-
Foi presente o mappa do armazem alfandegado de
Joao \ iaira da Araujo.Arebive-se.
Nada mais haveudo a Datar, o Sr. presidente le-
vanloo a setiSo.
Sessao judiciaiua em 9 de juluo de 1857.
l'rtiidcncia do Bxm. Sr. desembargador
. Souza.
Esliveram presentes todos os membios do tri-
bunal.
Julgamenlo.
Appelljnte, Vicente l-erreira da Cosa.
Appellados, a viuva e berdeiiosde Jos Feman-
des Eiras e Kernaudes Silva & Companbi.
Beceberam-se os embargos.'
O Sr. presidente negoa provimento ao aegravo do
joizo especial em que ao :
Aggravanle, Beulo Jos da Cosa ;
Asgravado., a viuva e berdeiros de Agostinho
Ilenriques da Silva e oulros errdores de Francisco
Jos o a Costa.
E mais nada havendo a tratar, o Sr. presidente
encerrou a seisau.
O secretario,
Dr. .Iprigio GuimarSet.
OTBRQ.
CONCORDATA.
Entre I' irlugal e a Santa S.
Em nome da Sanlissima e individual l'rindade.
Sua sanlidade o summo Pontfice Pi IX e sua
magestade fidelissima el-rei D. Pedro V, lendo re-
solvido lazer um tratsdo, noqual se eslabeleram os
arligos de concordia para a cunliiiuat\ln do exercicio
dos direilos do padroado da corda porttigueza na In-
dia e China, nui termos comanles dos mismos arli-
gos ; noinearam para esle lira dous plenipotenciarios
a saber : por parle de sua sanlidade o emineutissimo
e reverendissimo seohor cardeal Gamillo D. l'iclro,
pronuncio apostlico era Portugal ; e por parle de
soa inajestade fidelissima o Exm. Sr. Bodrigo da
lonseca Magalhaes, par do reino, eonsellieiro de es-
ladu efleclivu, mioislro e secretario de estado hono-
rario e grao croa da ordem de Noaao Stnhor Jess
Chrislo : us qaaes, trocados os seus respectivos ple-
nos poderes, a acbaudo-os em boa e devida forma,
convier.im nos arligos seguiutes :
Art. |. Em virtude das respectivas Bullas apos-
tlicas, e na coufoimidade dos sagrados Caones,
continuara o exercicio da direilo do padroado da ro-
roa porluguea, quanto a ludia e China as calhe-
draes abaixo declaradas.
Arl. 2. Quanto a ludia.
Na igreja metropolitana e primacial de Ga ; na
'reja arcluepiscopal-ad honoremdo Crangenor, na
Igreja episcopal de Cocbim, na ittreja episcopal de
S I lime/, de Meliapor, e na igreja episcopal de Ma-
laca.
Arl. 3. Quanto a Chine :
Na igreja episcopal de Maro.
Arl. 4. Concorda-ieem qiie a provincia de Quam.
Si mo he.ira lucir da de futuro na junsdiegao episco-
pal de Maeo, e por couseqoeucia no padroado ; re-
servndole sua sanlidade ornar livreraenla nesla
provincia, em uliiUde aos fiis, as deteriuinaroes
que julgar convenientes e neceisarias.
Arl. .5. O Santo Padre reserva-te fazer o mesmo,
qnanlu a ilba de llong Kong, a qual, posto qua in-
cluida na provincia de Kuing-Tong (Canlao), licara
separada da jnrisdicjao ef iscopal de Maro, e fra
do padroado.
Art. 6. A jurisdiccao etn bispado de Maco, e o
padroado oa China, compiehendea assim de ora em
dianla o lerrilurio, qoe Ihe pertence, segando as res-
pectivas bullas, a saber: Macao, proviucia do Ku-
ang-long Cantao) a as 'lima adjacenles ; excenlua-
daa smeme a dita prov.ucia do Qoan.-Si e a iffia de
llong-koug.
Ait. 7. Em vista das considerarles de convenien-
cia religiosa, oirereoida por parle da Santa S, quan-
to a ereec.ao de um novo bispado em aleuma parle
do territorio actual do arcebispado de Goa, o gover-
no porlugoez, como padroeiro, contribuia quaujo
dalle dependa, para que esla erecto se resine op-
purtunamenle nos termos e as localidades, que de
accordocom a Santa S, se reputaren! maie conve-
uieules a boa adraiuistracao daquella igreja e a com-
modidade dos fiis.
Arl 8. Ficar separada da jurisdiccao do bispado
de Malaca a do padroado a ilha de Pulo Peoang, a
respeilo da qual lomara sua sanlidade as disposi-
5es, que Ihe parecerem opportonai.
Ar. 9. Mas a ilba de Singapura continuar a per-
leneer ao mesmo bispado da Malaca ; a podera na
mesma illia eslabehcer-se a residencia episcopal,
conseavando o prelado o titulo de hispo da Ma-
laca.
Arl. 10. Devendo o territorio de cada um dos bis-
pados sullraganeos da India cima mencionados, ler
tal extenso, que nelle se nao dillicullem o promplo
e pioficuo exercicio da jurisdiccao especial ; as altas
partes contratantes coavem em que, de necurdo, te
proceda a crcu;nscripc,ao dos mesmos bispados, que
parecer mais adequada.
Art. 11.0 Sanio Padre, lendo cm vista os deve-
res (litados pelo seu ministerio, e desejaudo que se
pouha quanto antes termo as desinlellicencias e per-
turbarles, que leem allligido e anda allligem at igre-
jas das Indias Orienlaes, com grave prejuizo dos in-
leresses da religlAo e da paz publica dos fiis das
mesmas igrejas, siloar;ao esla que sua sanlidade nao
poderia ver conliuuar sem acudir-lhe com o remedio
compeleule : e sua magestade fidelsima o Sr. D.
1 adro V, animado do mesmo desejo de ver prospe-
ras aquellas igrejas, e reslabelecido o suceso nal sois
respectivas christandades ; concordaran! em que se
proceda sem demora a feilura de um acto addicional
ou rr-gulamenlo, noqual se hxem os limites dus ditos
bispados do padroado, not termos do ailigo antec-
deme.
Ait. 12. -Xas bullas dos hispas, que furem a
sentados, dcvoia fazer-se nicncao dos limites, quede
comraum accordo se fixaiein.
Art. 13. Para esle ti n aerao iiomnadns doot com-
missarios, uin por cada uma das alias liarles contra-
anle*, os quaes animados de espirito de coociliarau.
1> t>in,l ------------------- l'ioTinua tj lilil,
t-sle prazo foi limitado o um anuo improiogavel, que
devera ter princi|iio do dia em que o iralado obtiver
a ratificado das 2 alias partea contratantes, e iludo
que aeja o anno, lera' inleira exeeucao o reerido arl.
0, prometiendo -e por parle do aba'ixo assignado lie-
sociador poilugoez, que se procurara' palo real pa-
droeiro augmentar o numero de habis e idoneo
missionarios, que alm dus existentes, se empregucm
na ccraservagao e na propagarlo da fe calholica ua-
quellas regidas.
E afim de qoe este especial accordo tenba a forja
do tratado, e seja considerado como parle integrante
delle nao so vai assignado pelos dous negociadores,
mas lambem sera' ratificado rotundamente com o
mesmo Iralado por ambas as alus parles contraan-
les.
Lisboa, 21 do fevereiro da 1857.
Gamillo Card. Di pielro P. N. A,
, Bodiigo da Fooseca Magalhaes.
Esla conforme.Secretaria de Estado dos Nego-
cios Eslraugeiros, em 31 de marco de 1857.
Emilio Achules Mooleverde. '
ANNEXO.B.
lendo-se dilo no artigo dcimo lerceiro do trata-
do, firmado no da de boje sobre o padroado da co-
roa porlogueza no Oriente, qua aoa commissaros,
incumbidos de propor as respectivas circumscripcoes
das dioceses da India, mencionadas no mesmo Ha-
lado, se dar conhecimentu dos lerrilurioi, em qut
as alias partea contraanles- convem qoe continu o
exercicio do referido padroado real por tugue ; os a-
bano aatJgnedoi, plenipotenciarios pontificio e por-
luguez declaram, para completa iulelligencia do
mesmo artigo, que as uilas alt.is partes contratantes
se tem acordado em que o lernUjiio do padroado
da cora de Portugal ua India seja u lerrituno da ln-
da ingleza, enlendendo-se por estas palavras as
ierras sujeilas imniediala 00 medialamenle ao gover-
no brilaiimeo : e que porlaulo devem os commissa-
nos Horneados para a circunscripto dai doces
er em vista por um lado, que as localidades per-
encara a India incleza na accep5ao lefenda : e
bem assim o eslabelccimenlo de missoei porlogoezas
e as fundaedes de religilo e de piedade por esforcos
e generosulade do governo de Portugal, e de ser.
subditos eclesisticos ou seculares, enibora algumas
desias fond^es nao rslej,m aclualmenle na ami-
nistracao de sacerdoles porluguezes : por oulro lado
a maiscommoda e piompla assislencia espiritual do
paslor ao seu rebanlio, segundo a exlensao e distan-
cia das missoes o numero das cbiislandades, e oolras
circomsianciasque devam atlender-se para melhor
se conseguir o mesmo fim.
Declaram mais os abados assignado*, que as altas
parles contraanles concordara em que ueste acto ba-
ja a mesma torca do iralado, e como tal obricuc a
ambas as dilas alias parles contraanles, que os abai-
xo assignados teem a honra de representar.
As mesmas altas parles extraanles o ratificaran!
conjuntamente com o Iralado.
Lisboa, 21 de fevereiro de 1857.
Gamillo Card. Di pielro P. N. A.
Bodiigo da Fonseca Magalhaes.'
Usa conforme.Secretaria de Estado dus Neco-
cos Eslraugeiros, 31 de marca da 1857.
Emilio Achules Monleverde.
I [l'orluguez.l'
.Peridico do$ Pobres no Porto.)
BIO DE JANEIRO.
de'dbeUo"'18 C0"",rca--,Bui'" a* Je mais judies
DiloAo director da colonia i!e I'imenl
Arl. 1.5. Em vista do que se acha convindo sobre
a materia do artigo 7, do presente Iralado, sua san-
s^. pra'cho. soJaaq!e',r-Ue ,f0rd" X"^^ C'-n(""Ct I
DitoA de Nazarelh, quaolo ao
di-lricto.
quanlo ao sexto dis-
quinlo o sexto
Escuda, quanto ao
DiloAs de Santo Autao e
stimo districto.
DitoA de Cabrubo, quanlo ao primeiro collcgio
do 13- ditlriclo.
DiloA do Pao d'Alho, qnanlo ao quarlu dis-
tricto.
DitoA de Taceralu', quanlo ao lerceiro colle-
gto do l.l- districto.
DiloAs de Bonito e de t'.arujru', quanlo ao d-
cimo ditlriclo.
DiloAl de Cabo c Serinllicm, quanlo ao oilavo
disincto.
fazera reclama-
a principal, quanlo a cbrislaudade, i"S"es.
he a ilba de llaman ; era vista porm do que se con-! O Sr. Visconde de I uguay imilla na opiniSo
cordou lias conferencias, e pelos motivos ponderado, que acaba de Imillir. mostrando que urna Vea con-
nellU por ambos os negociadores, julgou-se opporlu- vertido o senado era tribunal de jusli(a. mo pode-
".... "'."'"-P.-r: Um P.r,I. .dc ,en'P. determinado o ra' mais afaslar-se dos aclos que Ihe esta marca-
dos pela lei de 1.5 de oulubro de 1827, a qual n|u
recouheceu poisivel exceprao alguina, e multo me-
nos a de incompetencia do" tribunal, que, em lodu
o caso, a ser admissivel, deveria ser offerecida aniel
de conlrariar-se o libello.
Os arls. 31 e seguintis da citada lei eitabelerem
precisameiile oa tramites que o prucesso deve segor
no da aprazado para o julgamenlo ; comeando
pelas recusaroes dos joizes, leilura do pncessu, arlo
da aecusafau, inlerrogalorio de leslemuiilias, etc. E
se se seguirem rigorosamente es>es tramites, nao v
o orador occasiao alguma em que se possa tratar da
questao de competencia.
Dir-ie-ha que assa questao pode ser ventilada na
Mate secreta am qui se deve proferir a senlenra.
Mas acha inconveniente que, deixando-se o proce's-
so seguir al o ponto de dar-e a sentrnc/, s uessa
occasiao se trate da incompetencia, e se lenha de
resolver que o senado volte a sessao publica para
resulver essa questao.
Enlende que estes assmplos nao devem ser pro-
telados. Era t&Uadrplou o senado uin orejelo
de lei qua regulava o julgamenlo dos reos de quera
0 senado be juiz.
O arl. 10 desse projeclo resolva completamente a
quesldo de que se trata ; mas em 1835 o projeclo
volteo com emendas da cmara dos deputados. e ca-
bio, tendo-se desde autao paseado 22 anuos sem que
se lome providencia alguma.
Em 1813, deveudo ler lugar o julgamenlo del-
21111, memhros do corpo legislativo, e nao exlslindo
lei rcglamenlar a esse respeilo, decrelnu-se que se
applic.sse a taes julgamenlus a lei de 15 de oulubro
de 1827 ; de maneua que a lei fe'la para o juina
ment .-os mais graves crimes contra o estado fez-
se extensiva aojulgaineolo do mais leve delicio in-
dividual dos deputados. Agoia so estao reconhe-
cendo 01 inconvenientes de lal procediinento.
Em i-onclu-.ia o orador enlende, qne a deciso
do senadu be puramente de sua all ihuicSu, e nao
obrica ,1 i.enhum eutro tribunal, de qoalquer ma-
neira que seja lomado.
0 Sr. PimiHta Bueno pema que o miado nao
deve lomar esta deciae sem converter-sa em tribu-
nal de justica. Assim cuinprir o seo dever corno
tribunal, e nenhum inconveniente dahi resultara',
porque apenas eatabelecera' nmareeloque o mesmo
senado podera' depois corrigir era outra occasiao, se
Ihe parecer mais acertado.
lito n3o impede que o senado formule depois em
le principio geral qudete no futuro regular esles
assuniptoi. Diz a iliu.tra.la commissao que a legra
geral n3) pode ser eslabelecida pelo tribunal : sem
duvida qua n3o, ma tambera nao pode ser da-
da pelo senado por um simples parecer de com-
missao.
Concorda em que o poder legislativo au pode in-
terpretar aulhenlicainente a coiiililuic.au ; mas nenie
caso lem elle um meij excediente de proceder a essa
inlerprelacilo, qoe he fazer a lei regulamaolar subre
ojuigamenlo d.s deputados, etc.
1 .lu,11 lo ao caso cm questao, o senado deve resul-
ver sobre elle convertendo-se em Iribunal ; porque
romo tribunal au ha difliculdadc uem du.ida re-
lativa ao julgamenlu que elle uAo esteja habilitado
para resolver.
Pondera que nao selrala de regular somenle uma
aflrloulelo do senado, mas de direilos polticos de
alia importancia, sobre os quaes nao se pode resol-
ver senAo com o accordo da cmara dos dcpulados,
e subrnellendu-se a'sancrio.
Nao enxerga a dilliculdade apresenlada pelo 110-
bre senador nu caso do senado convener-se em tri-
bunal de jusiica, neis sabe donde deduz otiobre se-
nador que o julgadur antes de legoir nos tramites
marcados por lei para o julgamenlo de um processo
e-leja impedido de conbecer de sua competencia,
lodo o Iribunal antes de exereer a sua jurisdiccao
lem, nao s o direilo. mas o dever rigoroso de co-
nbecer se lie compeleule ou nao para o jolearaenlo ;
se u nao faz, commelle um crime. E se nAo lem re-
giment para tratar dessa excepto, ha de crea-lo
como lor de razo, ha de discut.. A lei do 1.5 de
oulubro de 1827 marca os Iramitei do julgamenla ;
mas a quesillo do competencia deve ser decidiia an-
tes de ciitrar-se nesses tramites.
Sustenta pois que o senado deve couverler-se em
tribunal para decidir esta qoesiao.
O Sr. lisconde d$ Vruguay pede a palavra ni-
camente para chamar a attenc.au do seu hoiirado
aimz.r que acaba de sentar-se sobre orna circums-
lanria; o vem a ser que a ncumpelancia de que se
traa he mulo especial, be mi generis. Fundase
em haver espirado a jurisdiccao du senado no caso
em questao eoulios semelhaolei. E essa juri'dic-
c,Ao lera ou nao expirado, secundo a inlelligenria
qne se der au artigo da consliluc,ao, o que forma a
qoesiao principal, Enlende que nao s.lo applica-
veis inleiramenle eeategras ordinarias que regem as
excepcoes de incompetencia. Os tribuuaes dao-sc
por incompetentes quando o su, logo que se Ibes
sujeita u cunhecimonlo da causa. Depois de apie-
senlado o libello e a conlrariedade, lca prorogada
a jurisdiccao no caso do ideompelencia, e nao ha
mais logar a discussao desla.
Beproduz algons argumentos para sustentar que
no estado em que se acha o proeessodo ex-depulado
lacea, convertido o senado em Iribunal de jusiica, e
seguindo-se os lermos do processo marcado na lei de
Ude oulubro de 1827, nao ha logar a Iralar-se di
questao da incompetencia. Sostena que nao haveru
amni uma lusa, uma excepc> de iucompelencia so-
bre que recaa a volacio. Diz que na volcao final
nao ha da elle orador volar nem pela condemnacao
nem pela abiolvic.au do to, mas qoe ta ha de decla-
rar incompeienle. Supponha-se que mais i ou 10
senadores parlilhem a sua opiuiao e se declaram in-
competente-. Suponha-se que os sencdores se divi-
den) ua votaeo sobre a coudemnacao 00 absolvalo.
1 ede mu facilmenle dar-se o caso de nao haver mai-
oria, e de nao ser poisivel resolver a questau prin-
cipal.
^ a* }'""",la Kucno sustenta qoe se o senado
lem de julgar-se inc mpclenle para cunhecer deste
processo desde qua o deput.do no foi rceleilo, n3o
he preciso que o reo olTerera essa excepc.30, he obri-
gar;ao do Iribunal declarar-se incompelenle por acto
sen. aa pedido de qualquer dos seus membrus.
O 8r. r'erra: aceila o principio de que o podei
legislativo nao pode proceder a interprelaces au-
llienlica da consliliiisao, e apenas a interprelatio
doutrinaes quandu fez lea rsgulameiilares. Mas se o
senado vai interpretar doutriualtnenle a ronslitui-
como tnbuual judicial > Sem dovida que como tri-
bunal. '
Diss o nobre relator da commissao qne nao leria
davida em concordar que fosse como liibunal se nao
occorrese a dilliculdade que aponlou, isla lie. se a
le de 18^7 nao desconheceise as exceptos de in-
competencia ; mu lambem os recula.nenlos das re-
lacesedo jury nao conten disposicoes sobre essa
exceptes, e nem por isso Ue- tribuars deix.nn dc
declarar-so incompetcntei quando enieudcn qoe o
devem fazer.
O orador sustenta que nesla malerao senado nao
Ulra como ramo do poder legislativo, mas como tri-
bunal ; equequaesquer dovidas que occorram no
julgamenlu ou aclos preliminares leeul de ser devi-
cididas por via de interpretado doutrinal, a qual s
compete ao executor da lei, e nao ao legislador.
l-.nlrel-iiln a questao he menos impostante do que
parece, he puramente de formula, e ja' o senado tem
mlervindo ueste processo sem que preceda a decla-
racae de que converteu-se em tribunal de juslir;a.
j Assim, podeconlmnar a resolver da mesma manelia
emqoanlo nao se entra positivamente 110 iolgeniento,
sem que por isso deixem as suas dechei de ler dadas
como Iribunal de juslija.
O Sr. BarSo de Moriliba acha pouco imprtenle
que o senado decido que lera de converler-e em tri-
bunalde justiCa, ou de resulver em commissAo geral.
.Vio he questao que aprnveite ao reo, mas de mera
formula. I.embra porm que o senado ja' lem deli-
berado sobre assumptov relativos a isle processo sem
se rouverler em Iribunal de jusiica.
Enlende com o nobre relator da commissAo quo a
dilliculdade qoe rcsulla da applicacAo da lei de 1827
a estes julgaincnlot u.lo pode ser superada seoSo dei-
xando o senado de cunverter-a em Iribunal. No caso
con,rano lera- de esperar que cingue a occasiao de
pronunciar-se a senleuc,a para declararse iucnipe-
lelile.
Mal de qualquer maneira que o senado decida a
questao, a inleiprelaru uAo he senAo doutrinal ;
apenas formara" um are-lo, que nao lea' forca fra
da casa.
O Sr. Perras nao comprehende como be qoe 110.
SESSAO DE 12 DE JIMIO DE 1857.
/ residencia do Sr. Manoel Ignacio Cacatcanti de
Lacerda.
se'so '""" da maul,a' Sr" l'rdenle abre a
Lida a acta da anterior, he approvada.
NAo havendo expediente, he lido e approvado um
parecer da commissAo de fazenda pedindo informa-
C5es ao governo sobre doas rcpresenlarOes da assem-
blea provincial do Bio Grande do Sol"
OBDEM DO DIA.
Entra em discussao o parecer da commissao de
eonaliluicoei, aparle relativa maneira po.que o
senado deve pronunciar-se quanto sua coupeteucia
no processo do ex-depulado M. J. Pinto Pacca ;
lito he se com o ramo do poder legislativo, se como
trilional de juslira.
O Sr. D. Manoel enlende que o senado n,"lo pode
tomar esla decisao sem converler-se em Iribunal de
justica.
A lei de 15 de oulubro da 1827, que rrgaloo o
jolgamenlo dos cnmei de responsablldade dos mi-
nistros e consclheirot, de eslado, fui mandada appl-
car pela resoluc.Ao de 11 de junho da 1813 aos a.os
em que um senador ou deputado lenha de responder
por 'mes mJividuaea parante o senado. Ora o arl.
-I daquella le, que rege a materia, diz o Pira jul-
gar esle crimes o seuado se converte era Iribunal dc
justic. Ora, de que se trata t Da conlinuacao do
processo em que he reo o ex-depulado M. J. Pinlo
I acca. o senado, pois, nAu lera que fazer senao o
qoe Taz qualquer juiz em casos lemelbanles. Tendo
de continuar a conbecer de um processo em que ja
inrvelo, nao pode proceder senau como joiz, regu-
audo-se pelas regras garaesde direilo a pela le ci-
ada, e a sua deeisao, seja illa qual for, apenas eslu-
belecera um are'to.
O mesmo Ilustrado relator da commissao forneceu
ora argumento valeule em spoio desla opinio. Diz
o parecer (J) Se a questao versarse smenle sobre
a applicacAo especial da qursIAo ao caso do reo M.
J. nulo Pacca, seria fora de duvida que o senado
nao poderia deliberar e decidir senAo depois de cou-
verlido em tribunal de juslie. Trala-s. porem de
ixar una regra geral, ele. n Mas quera pedio a" 110-
ure commissao que fixasse uma regra geral Pelo
requerinienlo approvado pelo senado a nobre com-
miaaao eilava adslricla ao caso especial isto he, de
saber-sise o ei-rfepotado Pacca devo ser lulgado
pelo senado ou por outro tribunal. Logo, o nobre
senador pelo Rio de Janeiro excedeu-se Halando da
queslAo nao em hypolhese, cuno se vencer, mas era
these, para poder chegar ao lim que ebegou.
Do que se trata porera he do caso especial. Se se
quizene urna interpretar..! aolhenlica da constiloi-
CAo, outra seria a marcha seguida.
Obseiva quo se o senado Iralasse agora desla ques-
tao como ramo do poder legislativo, o resultado era
decidir de um privilegio da cmara dos depolados
sera soa audiencia, o qoe seria inailmissivel. Enlre-
tanio, ronliecendo-ae da questao como tribunal di
Nao so deve perder de vi-la que trata-se de u
caso especial ; que ja o senado lomou conhecimenlo
do processo, chegaudo esle a ponto da ler-se olleie-
processo ao Iribuoal que delle dever lomar conheci-
menlo ; se decidir qae he competente, o Sr. presi-
denlc marca o da em que o processo deve conti-
De nenhuma maneira sao assim offendidiis ai
esouraria provincial, para por em hasle
publica as obras do 15 lauco da estrada do sol.
Gommuii.cou se as obras publicas.
DitoAo patiimouio dos orphAoi, ao(ori a conceder a Bodrigoei A. Lima, o arrenda
L ao passo que se for coucluii,-lo e approvando a
circumscripcao das dioceses sutlrasaneas da India, e
ellcciuando o provimciiln cannico dos especlivos
ispos, sera' surcessivaniente reconlieci lo pela Sania
O senado he chamado a ronhecer da uma das 1
imponadles allribuices que Ihe foram commelli-
dai pala constiluicilii da sua competencia quanto
ao lulgamenlo de um meinbru da cmara des depu-
adaa. C mu ha de rcsolvc-la'.' como Iribunal de
jusiica, ou como corpo poltico 1 Esla he que I
a queniiiu na aclualidade,
Sent que o Sr. pre.-i-, bre senador, pensando da mancha qua acaba de c\-
oeuie uo senado se,,aras.-c esta quesl.lu de farinu .1 pr, lembruu-se de lazer o rtoueiimenln nnV n
m..B7a diISolX'd. um" "Taa,-Se Tei.a- la.loapp.ovou, e deu fe*^jSSfifj% t
..s ruje (.uni se a uccisau de S. Exc. resluigira' 1 tem Ira ado desla questao nrocedcu romo Irlhnnsl
m^ffSVZSUSTS^A Z"^ SeUad0 -- !-era,ri-
O Sr. I). Manoel tuscula que a qoesl.lo nlo he
que o senado nAo p le lomar esla de:isAo senAu con-
vertendo-se cm Iribunal.
11 11.>hre orador aprsenla varios argumentos em
6usienta(.ao dc na opinilo, e conclue que, st am
quaes Jorem os Ineonvinienln da apphcacAn dj le
de IBZi a ettei caso, o sena lo nao pule lomar co-
nhectmenlo detla qoeiUo lanUo caico irlbonal.
saber du Sr. pre-idente se para que esla questao seja
ventilada, convertendo-se o senado em tribuna se
lera' de aguardar a ses-0.1 detigoada por S. txc. para
ojnlgamenlo, mise anles dinn. E depois, se, con-
venido u senado em tribu nal, li 1 de S, Exc. seguir
riaea a le de 15 de oulubro de 1827, ou se lera' de
seguir ai dlspoalcjOei do regiment interno da casa
enrquanlo se nao enliar positivamente uo julga-
menlo.
O Sr. Presidente responde qoe, se e entender que
0 senado deve lomar a decidlo como tribunal d.e jus-
iica, nan se julg.uu' 1 esde loga adslnclo aos trami-
te establecidos pela lei de 15 de nulubru de 1827
para o julgamenlo j pelo cnulrario. mmsdlalamtiite
decl raalo senado convenido em Iribunal de ju,ti-
ca, e poia" em disrussAu o parecer ; ldepoll de de-
ei lula a quesl.io da competencia, marcara' da pora o
julgatneiiln.
"* l'i'conde de Vruguau nAo ha de opinlao
que pur um parecer de rummissau se possa alterar a
Turma de processo estabelecida por lei; mas, tubnel-
lendo-se a deciso du S(. presidente, esla' diepotio a
retirar a conclusAo do p .recer na parle que preten-
de que o seuido delibere sera se cunverler em tri-
bunal.
O Sr. Barao de Muritiba explica que, quando of-
fereccu u requeriraenlo, o fez por estar convencido
qoe o senado nao podia converler-sa era Iribonal se-
nao para o proprio julgamenlo, e nao para qualquer
acln preparatorio ; mas, pois que se enlende o con-
Iraro, e se pensa que o senado em lodos os aclos que
dizeni respailo a este processo proceda e lera ja' pro-
cedido sempre como Iribonal de jostra, he indilTe-
renle ao orador que a derisSo seja tomada como Iri-
bunal un como corpo poltico, porque o quo deseja
be que esla questao seja resulvida indepe 11 lenleriien-
te do julgamenlo do ru.
Dada esla explicac.'io. peusa qui nada ha quo es-
Iranhar no seu procedimenlo.
Eucenada a discos onaniniidade, que te convertera' era Iribunal dc ius-
lCa.
O Sr. Presidente declara iraraedialamente o sena-
do convertido em tribunal de jusiica, a em discus-
sAo o parecer da rommis-ao de c.onsliluic.l".
O Sr. D. Manoel lembra a conveniencia da adiar-
se esla discussao para amanhaa, por estar acara
hora.
0 '''" Presidente levanta a sessao um quailn nulas
das duas horas, declarando que amanhaa lera' lugar
a discusilo do parecer.
CMARA DOS SIS. DENTADOS,
SESsAO' EM 13 DE JUNIIO DE 1857.
Presidencia de Sr. t.onde de Baependy.
A hora do coslume, feili a chamada, e aclian-
do-se reunido numero legal, abre-se a sessao.
Lid a acia da aulecedenle, he apprpvada.
O Sr. Primeiro Secretario d coula du segiiinle
expediente:
Tres oflicios do ministerio do imperio, communi-
cando ficar o governo iuteirado de ler etla augusta
cmara approvado as eler jes de deputados procedi-
das no 0 districlu dc San-Paulo, I" da provincia do
laubx.e das pessoas que--ompem a mesa Jesla
augusta cmara.Fiea a 1 amara inleira la.
Dilo du mesmo ministerio, enviando a represen-
largo que a cmara municipal de Cabo-Fro dirige
ao corpo legislativo, pedindo a adopcAo da medidas
que laciliiein o proces'o subre infraccoes de postu-
ras.A' commissao de cmaras niunicipaes.
Dilo do mesmo ministerio, remetiendo a rtpre-
seutaraa da cmara municipal da cidade do Sabara,
em que expa a necessidade de ser alterada a ac-
tual divisao da provincia em districtos eleitoraes, na
parte relativa ao primeiro, segundo, lerceiro, q larlu
e sexto.A' eominisiao de ronsliluicao e podares.
Dilo do mesrno ministerio, remetiendo as actas
perico/enlcs ao dcimo segundo districto da provin-
cia de Minas-Geraes.A' commissAo de poderei.
L'm reqoerimenlu da cmara municipal da villa
de Cavalcanli, pedindo a crearlo de uma provincia
ao norte da de Goxaz.A' commissao de eslalis-
lic.
Dilo do coronel reformado do exercilo Pedro Jos
la Co.la Pacheco, pedindo qne se autoiise o enver-
no para que 11 Ihe possa salisfazer o que deixuu de
receber deuma pen-ao. por te julgar a divida pres-
cripla.A' commissao de penses e ordenados.
Dilo da mesa administradora da vcnerivel ordem
tercoira de San-Francisco, da cidade do lenle pe-
dindo dispeu'n das leis de amoriisacao para poder
possoir bens da raz nu valor de 1U0:btXI-'.A' com-
missAo dc fazeuda.
Achando-se na sala i 1 medala o Sr. brigaJeiro
Baphael Thobias de Asolar, depulado pelo 5* ctrro-
loda provincia de S. Paulo, ha introduzdo cim as
formalidadea do esixlo, presta jurameulo e loma
analo.
Apresenlaciio e dhcufin de rcrjierimento*.
Contina a uiscusso adiada durequenmenlo ipre-
lanlado na sessao do 1 do correnle pela Sr. Silvel-
ra Lobo.
O Sr. Salalkiel oppOe-se ao requerimenlo, di-
fen leu >o ao* Se conego Manoel Julio de Miranda,
l'aula llamos e Dr. Aprigio, das aiguicei feilii pe-
1 Sr. Silyelin Lobo; falla coulra a presidencia do
Sr. leneira Pemia. por ser huslil ao lado cbosei-
vaa.ir ; que, pin Unto, n3o jolga possivel qoe elle
sopporlasse os delegados saquaremas, contra quera
petara as arauicO't do mesmo Sr. Silveira Lobo; e
conclue declarando que volava contra o lequeri-
ineulo, por isso que o senado he o competente para
dar cu negar licenca alin, de continuar o Sr; Fer-
reira Penua a presidir a provincia de Minas-Gerars;
o senado, couservando-se silencioso, d uma prov
de que cunsenle nessa ausencia, permiilida pela
consliluicJo, porque o que ella nao quer, he a ac-
cumulacau doa exercicios.
A discussao lica adiada pela hora.
OBDEM DO DIA.
Primeira parte.
Conlinoa a discussao adiada do projeclo n. 1, del-
ta anno, que traa dos btns perlenceules a capelli
do I lambe.
Orou o Sr. Men les de Almeida em opposirAoao
projeclo.
He lida e apoiada a seguinle emenda :
A -1 guma parte do artigo(cando perlencen-
, ele, aubitiloa-seficaudo perlencendo duas ter-
cas parles desse producto aoi eilabelecimentoi de
rand.de da provincia de Pernambiico e a outra
lerca parle aos da provincia da Paraliiba.A. J.
Ilenriques.Dlogo Velho.Toseauo Brrelo.
A discossao lica adiada pela hora.
Segunda parte.
Continua a discussao adiada do projeclo do res-
pusla a falla do Himno.
;Acha-se presente lodo o ministerio..!
O Sr. Ministro da Fazenda comeca por der uma
breve eiplcaro an Sr. Jeronymo Jcs Telxeira,
rclaliva a orna proposrao qoe esle Sr. Iheallibnio
em comequencla de erro Ivpcgraphico que so deu
no discursu a que S. S. se "referi. O orador disse
que nao bata aclualmenle no paiz partidos profun-
damente divergentes; o discorso traz a proposirAo
contraria. Tal cousa nao podia o orador preferir;
nao fui sn por occa'iao diquelle diirirso que ella
recouheceu qoe a situcrAo era faveravrl a una har-
mona geral; j.i antecedentemente o havia renonhe-
cido, quandu no senado apoiou a poltica de conci-
liacAo apresenlada pelo inarquez de Paran.
A 1-1.. limita o que julgl dever diser Si bre polti-
ca, lendo ja o Sr. presidente do conselho respondido
a todas as objeccAes que se levantaran! ao gabinete
10bre tal asiumplo.
Anles de eulrar no objecto principal de seu dis-
curso, explica anda ao Sr. Nebias o verdadero sen-
tido de um aparte, que rilo foi transcripto com toda
a li lehdsde. Nao quiz duer nesse aparlc que os
capilacs naciunaes fossem suflhienles, quanlo temos
no paiz lanos melhoramenlos que lenlar, lana
cousa a fazer ; o qoe quiz dizer foi qoe rs cipilaes
do paiz Ihe parrciam sufiicienles para as en prezas
al qui projerladas. Depois, passando a responder
an discurso do Sr. Torre llomem, lembra runo S.
Exc. qu a caresta das subsistencias de que ee ful-
lou he u lado fraci. nAo s do governo actual como
dos unxernos transarlo'. Convm examinar quaes
as causas desse mal. S3o estas diversas. Figura
cutre nutras a baila do valor do curo : o ouru abun-
da, e dessa abundancia resulta que he hoja nuiler
uma malar mmma desse melal para ubler a mesma
qu'iitidade de productos que em oulro lempo se
oliliiiba pors.imn-a menor. O governo, porm, uao
tem mijos eonlra semellipiile crcumstaucia. Ha
anda a (alia de pruduccAo. Contra islo o remedio
he favorecer a viuda de bracos : o governo cuida
Olgrnlemente dessa grande neress late, acompa-
nhando o gabinete que o preceden. Ua lambem a
falla de meios do cnmmunicar.lo. O governo cuida
disso igualmente, e lera todo o inleresie era promo-
ver o adianluraenlodas eraprezas que nese tenlido
eslAoem andamento ; aquclles que a ellas le op-
(.. m, nlo consultara os verdaderos intereises du
pait. [Apoiedof.)
Finalmente, ha aind) uma causa do mal aponla-
do, a alia do juro do dinheiro. O governo era pre-
gara lodos os meioi pira fazer cora que o jure bario
taiilu quanlo he possivel em um paiz onde hii muito
em que e-mpregar oa capitana, o que quer dizer que
esto bella mo pede exceder de cerl. s limites.
Era seguida pas.a o orador a examinar as ques-
loes aventadas relativamente ao desenvolvimenlu do
ciedilo, e indaga quaes os reclamos do paiz a lal
respeilo. O primeiro bo sem duvida aaea illa do
juro de que acabou de fallar, alta que, 1.....1 indo o.
lucros do. emprel.endei ur.s.he um mbaraco a' pro-
de. c.10. o segando be a curleza dos pra'zns, qua,
podeode lalisfazer a. n-cessidades da oulraa indus-
trias, era cojo uomoio fisura em primeira linha
indu-lna agrcola. A terceira be a falla de meio cir-
clente para 11 transaccovs not mercadee.
Examinando as causas que ac.ba de aponlar,
observa oorador que um dis motivos que concurre
para a -.lia drs cepilles be a relaclo entra a ollera
e a procura destes ; e pergunta se acaso entre nos
essa relcelo be normal. Per sua parle peina que
nao : ha sern duvida ti da a liberdade pelo que re-
pella al procura : mas pelo que respeita a dler!., }
>esla parle seguramente nao bata liberdade neces-
iria. A ollera esta' I mil.1d.1a cortos edetrrraina-
dei meios, a certos e determinados meios, a re los e
determinados e-labelecimculos. NAo se ii.fira porem
daqui que o orador pretenda uma liberdade comple-
ta : nAo ; ha lie grave risco n'uin excesso cerno em
oulro. NAu se deve querer ueoliau dos dous; be
lilii
ce
f
raja
lu
q
ver,la le porm qoe urna daa coosat qua mais not
prejudica he a falla da eoaaaaoa nu mageUoto fu-
turo do paiz e nos recorsos o^e que elle ditpoe para
coroa ai leolallvii que le fizem paio seu tatraade
cimento e progressu.
Tem se is.igualado lambem romo uma dataajpus.is
da alia do juizo a taita dc canilaeS no |*aiz.
Na entrara' aqu o oradur na queilao do banco Co
Brasil ; i,,. ctte i eslabelecimeulu que%o gasrino
pretende maular, c em cuja prosperidad aa nleie--
si. Mas periuirtara' em qut coiujijy eis* falla '.
lennjp.ii ventura boje ai causas que del m lugai .1
ollima crie porque peilimn ? ArabairiV *> tura de ulna guerra extrema que lenha al-, .-vil,,
lodos os recursos 1 Asenipreza. que te achara aclual-
menle em andameuto nao parecen! de modi llassf
ex cendal ; o eommercio limila-se as Inusjcm,.
doi anuos antecedentes ; a industria n3u ex (a ee-
pilaes qae postara fazer desequilibrio ; na agiiroltu-
lura me-muas exigeociaa to moderadi, : apioprn
commisslo do banco da Brasil ha quera dizque da
loSa para e' apenas te tam empregado em empieza,
coinniandn-ar.js Ki.000 cnt. 1 c caaanri de .--
cravoidu u.rl. tem-se despendido 8.0UO cunloe : as
rlese a luduslna manufaclareira que capilaes em-
pregam 7 NAo he, pan, a falla de capilae. que 1 ..te
occasioiiar a alia do juro. N.iu se iulira, aeweaa da
qui, comuja observou. que a orador prelala aeae-
, varar que os capitaes i -be juera p.ua ludu. As ver-
dadeirascausas des.a alta, guarda-as o orador rara
disruirr em oulra occasiao.
Pelo qu respeila a' curleza doi prazos, llalli .
qual juilamenle se clama, nueuvolve etserlaniur.
de cerlo, uma ceu.ura aos prazo du Bioco do
Brasil. *
Essaeslabtlermeulo, como commrrrlil, nlo pode
emprestar dinheiro sean aos prazus qua empresta.
1 O eommercio pdc cuntenlar-ie enea aam aaaaaai
mas as oulras industrias? A agriciilloca lobr, ludo '
. DaJii conclue o orador a necessidade de pajaran etial
belecigenlot que salisfacatn as uerettidides que a-
qoelleeoulroieslabrleeiaienlos exislentil na., pu-
dem salisfazer ; sem fallar 1 not bancos livpolhera-
Moa, lembra ao menos eslabelecimenlos que leeaVam
"'ibis nos punios no interior pan eslarera ao alcau-
de tuda, as uece-si.iadcs.
Nao se cmclua.ei,Leanlo daqui que o orador de-
ja uma liberdade ampia nesla malcra, eoao u
disse.lodos os exeessos sAu perigoso em laet astump-
tos. '
Btferindo-se afinal a falla de meio circuanle, ..
orador ralla ua rucumstaucia Ce nlo poder o Un da
Janeiro pagar sena o a ouro os eteravos ibC-jo do
uorle. Mas porque nu vallara e.ie oorn, orna tez
que, braii lauge de eitar cm atrasa a produjo rio
lito de Janeiro em rrlacio as provincial .lo arrie
ella prospera ? lie qua 01 melaes liram na. provin-
cial, porque nao bailam; aos merradoi, nao M dai
suaa capit.es como do inleiior. Qual sera" noli o
meio de avilar essrs inconveniente, para caraulir <
'indo dc reserva do Banco do Brasil ? A treacAo de
labelecimintoi que salisfacam as necessidades lu
|oelle nao pode salisfazer.
O orador termina ue.le pinto, jomando ler dilo
quanlo basla para mauifeslar seu pensamenlo a reo-
pello de taes maierias, in,i,lindo sempre em qne se
se enlende que te deve laucar niAu de meios nan
exlensoij o parigo dos excenos o levaia' a impadir
aquellea que nao derem tudas as garantas de bem
exilo e se_-iir.li....i. m
O Sr. I Mella Tacares, raembio de um partido
qoe esta ha muilu lempo fura do poder, e qae beie
abraca a situara,. Um ueceitidade dt fazer esta m*-
iiifeslacao, 1 un|ue d seu silencio sa pudaeii infer r
ou que elle renegara suas ideas, 00 que ha menos
zeloso uo cumprimenlo de seus devores polticos. Ka
hrindo-ie depois au gabinete passado, declara, t-tn
querer entrar na indagsc.lo das cau.as.le.ua reina
da, que ese gabinete, te nae fez lulo o beta possi-
vel 110 paiz, fez sem duvida alguma cuusa ; quanto
nao man, deve-te-lbe a poltica, que acloalmenta
dirige u paiz, e que chama lodos oa Braiileirt a cun-
curdia. Sa as>e governo aieda vivetst, he provavel
que lalvez Ihe nao dsse iuteiro apoiu ; mas l.n-
do-ia retirado em occasiao opporlana, a tua ultima
palavra deve ser rssa confiaido.
Tomando o conselho do (Ilustrado Sr. inarquez de
Olinda, nlo se arriscara" u orador a levantar u veo
do passado ; aceita a iiuaeAo lal qual be, e deve
daclarar qut o minislerio actual Ihe parece ora-111-
sado do modo o mais conveniente e detejavel.
Depois, passando a responder alsum considera-
Ces do Sr. Jernimo Jos Taixeir. sobre a impotsi-
inlidade da couciliacao dos pulidos, obseiva que, se
S. S. nao a i,unte a combinacio de pune pios, can-
deiuua os govinioe inixtoa, o sn qoer os givernot
simples. Cita enfilo os diversos casos em qne na In-
glaterra se lem dado ministerios de fosan, e acres-
canta que nal oossas circumtlaiiciai un governo ro-
mo o qatrein ccrlos espiritas iones podero viver
algum lempu de uma vida paatageira, pois que se-
na impel!.lo pela u in.lo geral, a os seu* effeilu.
seriam semelhanle ao do furaclo, que passando lu-
do de.troe. Se entre nos alguma coa-a se precisa des-
truir sao os abasos, he a oppoiicae, be o f.ilseameni,,
do sxsleraa representativo.
Occupaurio-e depois cun at conVersAet qae e Sr
Nebias inculcara ao-Sr. pre.idanlc do coneelho, com-
parando-o a S. Pedro, pede o orador que S. S. com-
plete a historia desse appo.tolo ; diga qua elle coti-
verleo a mullos conaervadoret da rel>giAo anli-chrn-
iaa, pelo que o encarceiarain ; que foi tentado pelo
.leraouio para negar seu divino me,Ir risadas aje-
rac- ; e que afinal fora salvo da pri-ao pnrura amo
t-sti aojo para o Sr. presidente do conirlbo ha de ser
a opiuiAo publica. Dcmais, para que. fallar era con-
verso yoem sio os cuuverlidos f Muera foi ana m
coiivertru ? H
Os convertidos sAo lodos : qoem a lodos eoaverfu
ro a experiencia, foi a liSao do paitado. iMuilo
bem, muito bem !
O orador estende-se anda em algomae ronaidira-
Coes relativas a eoloniacao, a mtiot de transporte e
oulras necessidade* do paiz. e termina depois de
piulcilar sua adhesao ao governo, pedind. qoVta lo-
me medidat cunta a cenlralisacilu poltica que peta
obre as provincial. v
i.h Sr AS"J""0' Ml",o diaentilo muilo eieo-
tada, nada dir a respeilo da aitaacJio, e se limil.r.
a dar as razdes porque ta reliro* o ministerio pasta in
para responder ao Sr. Salles Torrat-llomep,, qoa
disse ter-se elle relindo espavorido e precipilada-
mente. Explica eniao qc,e por oreasiio de marte a*
&r. marquez de Paran' ja u ministerio linha pedido
a sua demudo, etla porem Ihe foi negada per S
M e livera, em obediencia a sua vonlade, de en-
unciar 10b a presidencia do Sr. marquez de Cinet "
.endo que e-sa era lambem a raelhur rewlucao a iri-
se, pela dilliculdade que leria ministerio de re-
compor-se. I-rearam pois, e presidiram as cien ,.e.
tenas eslas, o Sr. marquez de Csxiae. allegan lo'mo-
livos poderosos de aaade, qaii retirar-te. mai nao
o pode lazer logo em couseqnencia dos Irahalhoi de
relatme qne o gabinete tioha era maoa,
Alm duso, poslo qoe e.lucera ja felosnii elei-
eooi, le nao reconhecie anda qoal a phvnoaeraia
da nova cmara,* entao aguardarain-se a aballara do
parlamento para que o discurso da coroa rotee pro-
gramla do novo gabinete. Eatet motivos sao tem do-
vida poderosos e demais, a pretendida aora.Ka era
que se Mina desippireceu desde que o novo gabi-
nete declerou que adoptiva a poltica da tea ante-
cessor.
Tendo corrido na occaiiAo em que o ministerio se
retiron, o boato de que um dos teas mambret deae-
java liear, e como se diste lambem que esse metnhin
era elle, o orador l o trecho de ua carta soa, di-
ngida nessa occasiao 10 presidente de eonsrlho,' em
que tal mlencAo he completamente ilcirneiih la. _
Depois deslas observacei.ainda termina defend!*
do algous aclos do ministerio pasudo. a declarano
que esleacceilava tola a discussao sobre s.a adrai-
uistracao.
A discnsslo fica adiada pela hora.
0 Sr. Prtsidenle da' para ordem do dia.
As materias anteriormente designadla, lano ni
primeira romo na segunda parle.
Levanla-sea sessio as 1 hurat e rnria.
-X



PERMAVBUCO
PAGINA AVULSA.
jlffiHIlItL'jLH
Assassin.to horroroso I -||e mei. dia e MM a.b-
inos eracasa do infeliz r.iom.z i;a,lail, Tlce_consul
de & M. Brilauuica, honlem achado merlo eatia-
dadaCapunga cora qoalorze facadas. E .e infeliz
....." "l0 ,,,,lr Sr- C-oper, censal, e ten.l,-,, re-
tira, o U nove e Mala hora, da nolte, fi eucnl, ...
as || e Ipj uo citado a que cima leferim.,.. Cba
mdoosr. inspector, t:,ndido Eu.tequie, praatp-
lamen e acud com torca, e nem am vestigio Nretn
ei.cor.lroo, que pode.se detcobrir .. assats.no. I u.
in.iivi.lu.., cid.dlo Porlugoez acha-.e pre-o a ...-
d.m do Sr. Dr. ebefe d. aoTieia. xcab. de iVaai .
o corpo de delicio, e inlerrotaloiio a e.se individuo
que acaba .le 1*1 pree*. A polica tem lomad.. ..
n.ais ajustadas prox.i.nciat a respeilo. Cantan**
na iMrcil do Sr. Ilr. cb-fe de ,|,c, e aclmdale
do subdelegado da Boa Vi-ta, par., que a ju.n.a pu-
blica seja complelaiuenle de>*gnravada. O 1 (.,,,...
porom, esla cimillo nal horriveis Ire.as de um le-
nebroio myslerlo. O Sr. Cooprr !o^.. qu. sxibe do
acontecido foi a esa do Sr. r. rhefe e in.Lcia,
que u icompanlian o culb.cou-se a' freal- daa in-
veaUgacOei peileiaee, e al hora que aqu not acha-
m.o, anida nlo se r. colheo a soa cas^. () infeliz a-
sassmado nao linha mimigos e era feralmente e-H-
mado !
Oh la' Sr. I..., passaro que su sabe a- no.le.
j (leixe-e de estar todo o lempo que ha, de-de o nat-
. cer al o fr do sol, e as vez.s alo as nove da noite
: nese novo terraco da ra, rujo nome exprime o do
! director espiritual de urna tregaacia, cm aaaa de*.
rroeUveis niomicx. i,, n.r. ..be que teus rrn.11-
i menl.s n.ij CAegam p; ra su.tentar a l.il.a din atrae,
para qoe, pois, esta' dc-iiui-nelii. lo esa? Mea
yayo, lome ui/.,. deporl alo Ihe acoi.leca .. n.e.roe
I que succedeu a cerlu seu carnaradial.a que n j-
reiloa com a sabida do berro em que -e arl.ava la
; para a ra que nAo be loria <.u. ai Ihe avisa sea
'amigo be; nao entre a remover pedrea, peina al
goma Ihe cahna' .1 cabeca. Senao .e cohibir, mea
I calunnuinlia alclroado, levara' nica boa d.-se de
pxe, .ilim de ver se fica n.ais arvacenla.
1'ramita pelas ro..s desla rulad, e conT e|*-
cialidade na treuuezia da Boa Vista, on.a en, uta
anda moca, mas que Ihe fallan, a. sua, la. ..IJa le-.,
emtim om louca. qoe por tsmola dev.n.. hl un:..
er sido recolbnla .... h...pil,l de ca.idade. tara ,1'al-
1 ser lemovida para o hospicio pedio II K-sa .nfe-
i l'z, se bem que nao seja do numero deltas furiosa
! com ludo he daquella. que u,( fiWndo a m.lhar d*
su-s faculdades, o ojutzo.., vaga por estas tua da
-
MUTILADO





DIARIO DE PERNAM11UCO SEXTA fEIRA 10 DE JULHO DE 1857.
e Dole, passtndi) pelas mais crueis nectisidadai.,
S-n pirlaitrj, mitu convenienio que Illm i. ml-
roinistriQio dos eshbileciraonlos de caridade, oo
esquecosse a M infeliz mullirr, e fuesse com rpse
ella fssse racsinida ao grande hospital, aoo le sem
C. ida encnulrar.i', senai remedia a seus males, ao
ineuoi linilivu as privares porque necessariamenle
deva i-Ur puntido.
Presencian um fiiclo que leve logar anl*-
hontem ?> r m da Sania Cruz, entre urna neera que
vende l'.'i1 i i itiiiiin.i. e um menino de II a 12
anuo* .|'ue bailante no revoltn. Esse menino ao
o .uutrar-se com aquella preta, que passa por louca,
sr.ido qoe para nts iiAo passa sinti por mullo atre-
vida, sem que Ihe houvets feito a menor ullmiia,
fui por ella aggjredido, e nao obslanta com toda pru-
dencia solTrer. oh seus insulto, e buscar relirar-ie,
jamis Ihe foi concedido por aquella preta, ou au-
las uquelledemouio ; vendo porlaulo aiailn frustra-
dos os seui .lesejos, e nada podando couaeguir pela
prudencia ebrandura, tomou o expediente do mi-
mosea-la com algumai juncadas, o que deu lugar a
ae (ravar urna lula reunida entre o aggraiaor e an-
gra li Jo, e com a qual la sendo este eucliovallmdo
e n.io r.i um soldado de polica, que depois de al-
gmuaa tabicadas que dera nessa prola por Igtsal-
menle o querer aggredir, a havir c indu ribal.da Boa Vista, sem que soobenemoi quil foi-
se depois o res.illa lo. Devemos dizer que aquella
prela ha escrava, e o menino com que rila disputa-
ra, forro, e nos pareceu branca), (salvo as apparen-
i'i.i- Aconselliamos por lauto os senliorea dessa
prela, que se com enfilo lie ella louaa, como duem,
que melhor ser recolhe-la a. liospiUI d> qua [Dan-
nar vender na ra os saos genere, visto cuino nem
lodos estarlo dispostoa, e nem lro prudencia para
lulerarem os insolloa de ama louca, e sendo o he,
on ii.i-i passa de atrevida, outao ueste caso curem-
ni tiesa* mal, para que oulro nao se eucarregue de
o faier.
Consta-uos que era rotulas tabernas das Cinco
Fontal, e em oulro* lugares aljaceules, e mesmo
mais longinquos, continua a se vender polveta, es-
queceudo assim a leona porque paisamo, e tufrin
gindo as posturas munirioaes. A reiucideucia deise
trafico he mais qoe soflicienle, para que a polica
n3o descanse em suas averiguac.oe*, e logo que al-
gum desses negociantes sejam pegados em flagrante
delifo, aavera punidlo com elles para eieraplo dos
onlros, e seguranza de nossas vidas.
A proposito, porque razSo vai-se coii-enlin Jo
na conservarlo da> caiaa dos (agueteiros que exis-
lem as Iregaetias* Acaso a plvora em que all se
Iralnllia nSo sera' tilo perigosa como ouira qud-
quer ? E se o he qual ha a causa de nao se em es-
tas casas quanto autes removidas? Senhores inspec-
tores, atiendo, por um mmenlo aos nossos recla-
mos, e vede que somos am arados da um eminente
perico com o conservado dessas casas dentro da
cidade, lembiai-vos dos horrores da ra das Cinco
P>inla, cuja recordacfto os faz tremer e nos da' o
direilo da padir-vos as mais enrgicas providencia".
(. nlum im ajunlar-se no aterro da Uoa Visla,
dentro de urna porla de casa um rancho de meni-
na* que o leu principal e maii bello diverlimento
he apedrejarem a quem pa>sa ; ha duas nuiles pai-
tadas arremesaaram sobre as pernas de urna preta
Ido forte pedrada que julgou-se haver ella quebra-
do urna dellas, haveudo antes sotlVido igual peua um
li .ni-Tii que paisava-
No fim do met paisa la o li.cal de Santo Anto-
nio inolilisou 17 birrica de bacalhn podre, que
am eacipindo puxadn a carriulio de roJj.
Coualando ao mesmo hical quo um carapina
na ra de liarlas l-i/.ia fogos arlifuiaes Un tu pul-
x.ora foi la lar. e com effeito eucoulrou vestigios da
denuncia, sendo que ama porrao de plvora : polo
a bspo'icSii da polica depois de l-lo feito pagar a
multa.
Tem sido presos pelo mesmo fncil diversos
cortadores de carne, que par deseufadu vio fui lan-
do hum ollriveluieote nos pe puaito, pedimos ao I-mI da Boa Vista que lome sob
seo cudalo doui carniceirus escravos, un de mar-
chante a oulro de um guarda da alfaudeg*, que rou-
I irii estandalosamante.
O vapor aS. Salvadora conduzio desla provin-
cia para os porlos do sul os scgoinles passageiros :
padre Jos Jesuino de liulUn la Chacn e um W-
cravo, Koialina Maria da Boa-Morle, Thomaz An-
lonio Vieira, Uanvel Ferretra da Cosa, Jos Joa-
rjaini de Lima, Trajano Augusto Martina, Jos Sin
glosl, JoSo Evangelista da l'uvao, Antonio Ferreira
I or Joaquim Pereira Ksbello Draga, (iregorio
Jas Teiieira, Jos Narciso de Carvalliu e um es-
crava pericltenle a I. M. da Carvalho, lienriquela
de I. R. K. Braga, lenle Jos Anselmo Bulejo,
desertor Bolarmino F. da Funseca, dilo l'ilino de
Siuza Aoluues, Jos Manuel lapliata, Jos loaquiro
de Oiveira, H'guel Beuevidea Scabra de Mello e
um esravo. Antonio Maria Moreira de Carvalhq,
Mury Wals.
./'. amanhia.
lanlemenle merecen, lauto alli como aqni, a estima ,
e elugios de todos os bous cidados; fiorque sobran- 1
oeiro as considera;Oes pessoaei, para que a ju-in; i he |
vendada, saina coinlu lo temperar a severi lado de
|ai> recio e imparciai devida por lei, coro a urbani-
dad^ propria da um cavalleiro bem educado.
Evercendo no 1! nula o espinhoso cargo de dele-
gado de policio, nao s am lempos oriiuariua, como
em pocas auormaes, dasenvolvia aclividadee pru-
dencia, dignas de elogio, seuu de loveja ; os criini-
no-us, aiuda mesmo aquellas que preieudiain ter o
valimenlo de poderosos, arliavam uelle um julz in-
tlexivel; e Rom ludo o respeilavam, e se he possivel
ler boa vonlaiie para aquello que nos priva da li-
berdade quaudu a desmereeemos, essea iufelizes a
tinham para com o Sr. I)r. Delfinu, porque sabia fa-
zer uso doi oplimos senliincnlos de que he anima-
do, sem projui/.o de sua autoridade, Ja usiifa e de
suj I.r_ -i moral.
Uuraule a calamitosa crise epidmica do cholera
morbos, ninguem o vio jamis em rep uso. Tildo
quanto podia .le..euder, quor de sua autoridade,
qur de la pessoa, qur de seus haveres, foi bppor
luuamsnle dislrihuidu. Se era ridicula em solicitar
da capital os soccorros de que o lermo careis, nflo
o era menos em laze-los rliegar a lodis os pontos do
municipio.onde eram reclamados. U espirilo de ca-
ndado que desenvolva para com as infelizea vicli
EAL HOSPITAL PUKTUGUEZ UE BENE-
fc FICENCIA.
Relalorio
to segundo trimestre de 1837, aprescnlado a' otila
administrativa Ou lie il lloapilal Porlu^liez de Be-
neficencia, pelo seu presidente o I lina. Sr. Anto-
nio Francisco Lisboa em sess.lo ordinaria da pri-
meira Dominga do mez de julho.
Senhores mordomos du Ueal liospiUl Porluguez
de Beneficencia. Veiiho hoja pela tegnnda vez dar
cumplimento ao disposlo no s IJ. arl. ~2 dos asta-
tutos que regem es'ie eslabelccimenlo daudo-vos
coula do seu inoviineulo pessoal e linanceiro.
C mi dala de 2t de mato, foi recebido un ollicio
de Aulouio Alvos de Miran a Guimaraes, como pti-
Prala.I'alaces brasileiros......2S0U
Pesos columDari-s......S?000
uiexicanos...... i;m o
ALIAMlEliA.
Benilimenlo do dia 1 a .
dem do dia '.)......
83:4l8)r095
31:5169413
IOI:.i:iSnJ08
Descarregam boje III de julho.
Barca francezaComle Ko^ermercadurias.
Barc.i ingleuItichimon lmeicadorias.
Barca ingleuIpwicltplvora.
Bngoe iii-ic/. Amasuiiamarras de ferro.
Briue Inglesiluocbslepo resln.
Brigue haiiihurguc de
com a voisa delibcr.icao, olliciou-se a lllin. adini-
ni-irarj geral dos hospitaea do caridade, e ae Ihe en-
mas do cholera, Ihe graugeava allegues do povo, que' viou um*|procurat;ao li i-iaiiie.afiui da mesina admi-
com laes ciemplos venca sua propria repugnancia nislacdo envidar seu valio-o presumo, e conjiinia-
para a penosissima larefa dos enlerramenlos. i inenlc proceder a' cobranza da parle correspondente
Soa presenta e suas providencias nao te faziam ao nosso Beal Hospital, e hatendo sido aceila, co-
Irlge.
meiro lellameiiUiro do tinado negociante porlu^uez Brii'.ua portuguezConstantediversos gneros.
Jo.1o Vieira Luna, em que pailicipou ler o mesmo | Briuue americanoBretefamilia de lugo, bo-
laihiiiha e papel.
IMPORTA CAO.
Iliatc nacional vlnveucivelo viudo do AracaU,
mamfeiloii o seguidle :
866Maros salgados, 2,430 pellas de cabra, I bar-
rica Irea caixes sapatus, 81) caisas enm 117 arrobas
em seu solemne testamento, legado a esle Keal II --
pilal mata le da quantia que Ihe era devedor o lllm.
Sr. coronel tisapar de Menezei Vasconcellos do Dru-
moud, cuja nielado he de 90:1X105 rs. pouco mais ou
m*nof.
Em consequencia pois dele oflicio, e de accord
esperar em parle algumi ; firme no seu pesio de
lianra,|merecta nessa conjuuclura solemne que se Ihe
applicasse o
fractus illabatur orbi*.
Impacidam ferien! ruina !
O governo imperial sdube apreciar devidmenle
mo se vfi do oflicio com data de 3b do mei preteri
lo, ora prsenle, he islo urna pruva nao eqovoca
dos puios senlimeutos, que predominara nof beuifa-
zejoa coraccs das pessoas da referida adminislracao,
bem assim um leslemunho da frateruidade. que rei-
na neslas doas curporar^Oes.
Tambem farei mencAo do honroso name do Illm.
do-lhe logo a importante commissao de chefe de po
llcia do Alio Amazoua
Escreveudo eslas liabas ns ausencia do Sr. Dr.
Oelfino, coja niudeslia parns bem condecida, teii-
11nioi oil'eii ler, nb preleuJemos recainmendar.....-
so amigo previamente, aos habitantes da provincia
do Amazonas, porque u magistrado diatiuclo lem
uina recouinien l.nji i viva em si proprio ; mes para
que seja devidamenle apreciado e melhor conhecido
em seos hourosos antecedentes, pievenim s esta
breve e incompleta noticia do uosso amigo sob a im-
pres-o das saudades que elle nos deitoa.
X.
Kecife O de julho de 1867.
<$otve&pt>nbeicia.
na jonal, por falta de licitantes, kca riues-
ma arrematas;.lo transfer la para 15 du mes- ;
mu mez; assim Utnbem que vBo a pra-
ga Desse da os irreadamentos de um arma-
zem* de tijolu ecal. co.n qualro bragas o 2'
palmos de frente e I i e meia bragas de fun-
do, sito no bairro do lorife, o de um sitio
com casa edificada no lugar dos Coellios do
bairro da Boa-Vista.
Secretaria da tbesouraria de fazenda de
Pernambuco ?. de julho de 1857.No impe-
dimento do ollicial-maior, Luiz Franciscu S.
I'aio e Silva.
Olllm. Sr. inspector aa tbesouraria pro-
vincal, em cuaipriinento da ordem do ExiB.
Sr."presidente da provincia, de 25 do corre-
te, manda fazer publico, que no dia 33 julllu prximo viudouro, perante a junta da
fazenda da mesma tbesouraria, se ha de ar-
rematar a quoin por menos lizer a obra do
15.- lauco da estrada do sul, avahada em
15'62o#rs.
conipanhia
lie n.tvegacao a vpor
Hauabargo-Brasile ira.
A arrematarlo ser feila na forma da lei
-it libras de velas' de carnauba, 20 saceos cim I provincial n. 313 de 15 de maio de 1854, e
gommas ss ditos eom 359 arrobas de cera de cama- [Sob as COlldiges especiaes abatxo copia-
Se;iftor rcdaclorei.Em o numero 138 da Upo-
cha, jornal escriplo oa cidade da Parabiba, lemos
urna correspoudMicia com carcter de oflicio, do Sr.
Antonio Alvcs da Nobrega, aclual delegado da villa
de Palos, como dirigida ao Dr. chele de polica da-
quella p'-ivincia, juslificaiHo-ae de cerlos actos por
elle pralicados naquelle termo antes de oceupar o
lugar de delegado.
.Vis llenaramos paisar em silencio a joslificarao
do Sr. Anlooiu Alves, se elle em soa correspon leu- | 7'
cia oo antes oflicio, nao livesse em vistas manchar a
boa repulaciso de que goza oaquelle lermo o capitn
Migoel Salyro oe Santa, priraeir uiz municipal
supplenle, mas ple o Sr. Aulonio Alves ficar cerlo
que o ar peslifero que sabe de sua bocea venenosa,
nao ple infeccionar o ar que o Sr. Miguel Salyro
respira, porque esle honra o cidadjo lem por si o
antidoto-quo sana lodo mal que o seu veneno Ihe
posia causar.
Tornar-se-hia enradouho, senhores redactores, o
analysarmos lodos os punios da correspondencia do
Sr. Aulonio Alves, e por asta razio tonismo* por ba-
se alguns dos principaes sobre qua (aliaremos, para
que o publico fique scicntilicado qoem seja a pessoa
do delegado da villa de Palos.
Queiia-S9 o Sr. Autuuio Alvoi do Sr. Salyro, por
ler elle na qualidade de jirz municipal, ofliciado ao
Dr. ebefe de polica daquella provincia, levando ao
seu conhecimenlu os fados pralicados por elle Alves,
para que, em visla de tal procedimento, o Dr. ci efe
de policia, com autoridade compleme, lizesse ch -
gar ao conbeciinenlo da presidencia, para que mm.-
l.i--<' oceupar o lagar em qoe hoje eala' empregado o
Sr. Antonio Alve, por oulro honietn que melhor
soubesse deseurpenhar as func(es de delegado.
Diz mais o Sr. Alves que o Sr. Sslyro arreaenlou
ao llr. chefe de polica Tactos adulleradua, s com o
lim de saciar sua btSM, porque de ha inuilo uulrc
odio contra elle e toda sua familia, polluiudo, dit
elle, desla son o cararler de auloridade fnledigna.
Porcm a resposla que Hamos he, quo o f*r. Salyro s
leve em vislas |o".r'em descanso os iufelizes habitan-
tes do termo de Palos, que muito lem de sollrer, se
continuar por longo lempo o Sr. Antonio Alves no
lugar do delegado ; e prova-ie pelos fados pra'ica-
dus naquelle termo, no principio do anno protimo
passado.
O primeiro dos factos pralicados pelo Sr. Antonia
Alves, fot urna invasao feila pelo dito senhor e ou-
iras pessoas em rasa de Andrc da Cruz, que succe-
deo por esle modo.
Sendo subdelegado o Sr. Jos (jaldino Nobrega,
mano do referido delegado, appareceu em sua casa
Jo Garca de Arnojo, casado com urna fiOia de An-
dr da Cruz, queixandu-se que sua mollier o liona
deitado, e se linlia refugia tu em a casa paterna ; e
cimo o seu pai a nao quizesse entregar, implorava o
odereceu para eucarregar-se ( final, de prumover
judicialmeole a arqoisicjlo do legado, que u nusso
bemfeilor JoSo Vieira Lima, deiiou a esle Keal
Hospital, cujo docamenlo se acba sobre a mesa, e
que nos foi remedido pela Ilustre administrando ge-
ral dos liospilaes de caridade, em oflicio de 20 de iu-
nho prximo passado, que lambem se acba dianle
de vs, e como lestemuuha du alio apreso em qoe
devemos lomar esle rasgo de lamanba generosidade,
e do reconbeciineulo que Ihe tribuamos vos convido
a enuinera-lo no gremio dos nossos bemfeilures.
Por vossa deliberarlo em sessao de 2 de maio, so-
leinuisou-se na matriz do Cirpo Sanio, no dia 29 do
mesmo, por aero trigsimo do seo passamenlo, um
oflicio, e inissas por leero do nosso bemfeilor ; bem
como sa mandou fazer algous ornamentos do custu-
ine em seu jazigo.
Siu-iedade auiiliadora do hospital.
Em viriu le dos arls. SO e 42 dos estatutos, lem-
se conlinua.li na eiiH-al i das respeclivas apalices,
pelo que loram emilliOae durante o trimestre luido,
cinco aeces comprehendendo cinco senhores accio-
nista!. Foram irassadas cinco resalvas pela reiuis-
-to de i'u'iiribuices inensaes.
De coiiforrnlilade com o srl. 29 dos estalutos, expe-
diram-se Ires diplomas de socios bemfeilorcs aos
Ulmi. Srs. Gabriel Antonio, Manoel Goncalves da
Silva Jnior, e commeuJador Manoel de Veta Cruz.
uba, 22 .utas e 21 libras de carne socca : a ordem.
lliale nacional Castro viudo da Babia, consig-
nado a viuva Carvalho, Filos A; Rodrigues, niani-
foslou oseguinle :
21 sactv s coiiiiuhos ; a Tasso & Irmao.
1 caita joias de ouro ; a Itabe Schameltau ; C.
I fin ni rosarios de missanga ; a Val v.V Leal.
I dlo dilu de dila ; n Antonio Lopes Pereira de
A. tt C.
1 bafla papel de embrulho ; a Manoel Aulonio da
Silva Birros.
1 caiAo livros ; a Jos Gon(alv>s da Silva.
1 dilo relruz ; a Aulonio Lopes de Oliveira Aze-
vedo.
3 caliles oharuios; a Antonio Pereira Ramos So-
brinhos.
2 fardos fumo, 1 caisao Imagens; a D. Antonio de
Miranda.
1 (aislo i -liar nas ; a Joao de Siqueira FerrSo.
1 dito ditos ; a Corneliu Cicero Dantas Munlz.
3 caizoles dilos; a Manoel Joo Francisco Duarfe.
1 li.lw livros e roup8, :i ditos vellios ; a Anlouio
de Almera Gomes.
2 voluines joias de ouro, 2 dilos bichas, 100 saceos
arroz, 01 dilos caf, i dilo colla, 7 dilos fio de nl-
godao, ~> cascos a/.etle de pal, 100 dilos piassava, 80
lar.los lumo. lo ditos, | pacole, 1 amarrado, 1 pa-
cole, 2i c.n\ie* e 2,901 caiiiuhas charutos, I cal-
ile cortinas para cadeiras ; a ordem.
CONSULADO GERAL.
Bendimenlo do dia 1 a 8. 29:08fi;,."il
.Idemido dia 9....... 4; 149961b'
Epera-se nei-les das d sul, o vapor hamborguez
PETitlIPOLIS, e de.iois da demora do cusime,se-
guir |>ara llamliuruo, lucaudo mu porlos de Lisboa
e i nli ir.plan : qualquer mi irinjelo, com 05
agentes, ue ra da Cruz n. i.
,< &
33:2369100
DIVERSAS PROVINCIAS.
non-Inri, uto .io da 1 a 8. .
dem do da 9.......
2:6169293
166/918
2:7839241
A lnilninlri;ao do hospital.
O medico encarregado da direce-io do Keal Uos
pilal o Illm. Sr. Dr. Jos de Aline'ida Suares de Li-
ma Bailas, lem sido solicito em seos irabalhos, os
empregados lem servido regularmente.
Novo hospital.
A commiisao eiicarregaila do melhoraroento do
predio que o hospital possue a' margem do Capiba-
rbe paralysou sens Irabalhos, pela difliruldade, que
encoulrou na nova cordeacSo.
Movimenlo da caita.
Eiistla no I. de abril em letras e di-
"heiro.......... 18:0705700
Recebeu-se nesle Irime-ti e .... 3:87lol'i0
ecapilaca...
Bm vales de accionistas para receber .
amallo do subdelegado para fazer rom que Ib a en- E|n recibos tle minsjilidades atjunlullll
Ire/rasse. Foi o Sr. Antonio AlWe, inauo, e li/.eram '''*" de trimestre lindo......
Despezas.
Imporlaucia das despezas
com o hospital......
dem de una moldura dou*
ra la e enfeilef......
dem com nnnoncios e subs-
cripjecdo Diario ....
dem dos empregados, de
abril a junho.......
dem aluguel da casa em que
eil u hospital, al abril
30............
dem de capachos para a
casa...........
dem conla sle bichas. .
dem de .fllcio.mi'sa, e or-
namento na calacumba .
dem cunta de ferrus cirur-
gicos ...........
Mem de urna carleira.dito .
dem da lavadeira.....
Idern de despezas miudas .
2I:929150
5559960
ajOOO
29780
3689120
22?O0O
7868(1
.189120
5119240
2099837
1.90U0
379500
79080
2:i6J9317
DESPACHOS DE EXPOHTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
9 DE JCLIIO DE 1857.
PortoBarca piriuguea N. S. da Boa Viagemu,
Ihomaz de Aqnino Fonseca A; Filbo, 9 prauches
pa'u d'nleo, 180 saceos atlocar blanco.
BostonE-cona porlugueza ultainba dos Azores,
Jobnslou Paier cV C, 891 saceos assucar masca-
vado.
Lisboa Barca porlugueza iPaqoele Saudade,
Novaes ; C 300 saceos assncar branco e masca-
vado, 400 cooros salgados
GeiiovaPatacho sardo Evelina- -Basto & Lemos,
379 saceos assucar branca.
LiverpoolItsrca iogleza Prospero, Aulonio lia-
na Machado, (.00 saccoi assucar mascavado.
Benguella por I...amiaBrigue portugus Joven
Amelia, Manuel Alves Guerra, 60 barriquiuhas
assucar branco. 30 pipas agurdente.
EXPOHTACAO".
Philadelphin, barca americana Luraelhao, de
311 i meladas, conduzio o seguale : 1,600 saceos
enrr. 28,000 arrobas de assucar.
RECKBr.DORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimeiilo do da 1 a 8. 8:07:tel86
dem do dia 9....... 7119318
das.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
matago comparegam na sala das sfcssOes
da mesma junta, no dia cima declarado,
pelo meio da, competentemente habilita-
das.
E para constar se mandou alliiar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 26 de junho de 1857. O secre-
tario. Antonio Ferreira da Annuticiago.
Clausulas especiaes para a arremalag3o
1.a As obras do 15.- Utico da estrada do
sul, rar-se-tio de couformidade com o oiga-
menlo e perlis, approvados pela directora
em conselho, e aprascnlados a approvagiio
do Lxm. Sr. presidente da provincia, na im-
portancia de 15:620-; rs.
2" O arrematante dar principio as o-
bras no prazo de um mez, e devera conclui-
r no de tres mezes, ambos contados na con-
formidado do art. 31, da lei n. 286, dando
transito ao publico, em toda a extensao do
lango no lim de 6 mezes.
3.a O pagamento da importancia da arre-
rn.itac.ao, realisar-se-ha em qualro prcslagOes
iguaes, cuja ultima sera paga na occasi.u
da entrega definitiva, e as uutras correspon-
dero a cada tergo das obras.
4. O prazo da}rcspoiisabilidade ser de
um anno, durante o qual o arrematante se-
ra tilinga !o a manter a estrada em perfeito
estado de conservago, reparando as ruinas
todas as vezes que exigir o engenheiro da
estrada.
5.a Para ludo o que nSo se acba especi-
ficado as presente clausulas, nem no orga-
mento, seguir-se-ha o que dispOc a respeilo
a lei provincial n. 286. i.ouforme. O se-
cretario, a. F. da Annunciago.
Leilf. de lamaucos.
O agente Pestaa fara lei!3o por conta de
quem peitencer, de 3 caixas com tamancos
de diversas quahdades : sabbado II do cor-
rente, as 10 horas da inanliaa, em seu arma-
zeni na ra da Cadea do Recife n. 55.
0 agente Pestaa far leilo, em seu
armazem, de diversas mobilias do Jacaranda,
consislindo em cadeiras, sofas, mesas, con-
sulos com pedras, candieir.is, candelabro,
apparelbo de porcellaua para cha,globos etc.
assim como vender um excelleute escravo
mitu 11 o 111 cozinliero, bonita figura, c ou-
tros mais diversos objectos, que se aeham
a exaine dos compradores : sabbado II do
correnle, as U horas aa manha, em seu ar-
mazem na ra da Cadeia do Recife n. 55.
CON-.L\DODE FRANCA.
Por ordem do Illm. Sr. cnsul, e om pre-
senga do Sr. chancllelo agente Pestaa far
leilo, sabbado II do coi rente, na loja dos
Srs. SclaplieilliiiiV C, ao meio dia,de diver-
sas chitas francezaa, avanadas ou nao afa-
nadas, nhegadas ltimamente pela barca
franceza Carlhagone,
Leilo de manteiga.
O agente Pestaa fara leilo, por conla de
quem pertcncer, de 20 barris com manteiga
ingleza, hoje 10 do crrente, as II horas Ja
maiiha, na porla do armazem doSr. Au-
nes, defroutu da alfaudega.
Leilo de massas.
O agente Pestaa far leilo, por conla de
quem pertencer, de 40 caixas cun massas,
para fechar coulas, boje 10 do correte, as
10 horas da matiha, na porta do armazem
do Sr. Aunes, defronte da alfandega.
Etislenle.
Em lellr a
vencer. 19:2873108
Em dinheiro. 489ff725 19:776^833
1UEA1K0
DE
Santa Isabel
S:Xli>-,25
CONSULADO PROVINCIAL.
R -n.hanlo do dia I a 8.
Ideiu do iiia 3
37:789^173
3:911^623
!:7000796
mmt0 i 0 pm
-\
Urna lagrima de dr e saudade sobre
0 tmulo do caro amigo Vicente
I Alves de Souza Carvalho.
E>s mais orna vida, vida preciosa, qoe, qual o fo-
lln se esvae, e d'enlre mis desapparece, ceifada pela
mo i da moiie, dessa inimiga ineioravcl, que a uin-
goem perdsia, e paree* reijoiij ir-se com as lacrimas e
| gemidos qoe, em soa marcha devastadora, val ovante
espargindo lobre a lrlile misera homanidade !
Eis mais urna familia honesta e virtuosa, que an-
da hontein Iroia os sorrisos da fortuna, e ja hoje,
. submeria em amargo pranto, e lendo a morle no cu-
raca i. Irsja o crep do d, du mais petado lulo '.
1 alai desingano! CrueiedecepcOes desla vida Irn-
. siloria 1
Ah 1........................
Vicente Alves de Souta Carvalho, cegocianle ra-
li ie.ilado desla pra;a, n.io existe mais enlre nos ; j
im_' .o o sangrrnto Ir.boto oatureza..., i penelruo
o umbral da Elernidade !
Arcanos insondaveis.myslerlos incompreh'nsiveis 1
A vida, cojo fim precee, rapassados de dr e sau-
. dade, vimos hoje carpir ; o amigo, de quem chora-
mos agora a irrenaraiel perda, nfl> fui smenle um
pai carinhoso, um esposo dedicado, um amigo fiel e
r -o protector desvelado de sua familia : era tambem o
vigoroso arrimo dos infehzs, o constante respeilador
do mrito, arvore frondosa, coja sombra achou sem-
pre seguru abrigo a virtude desvalida a honra em
atribularlo.
feudo nascido na cidade do Porto de ama familia
considerada e laboriosa, panoa-se minie cedo para
osla provincia, onde eslaheleeendo sua residencia,
despasou urna senhora disliucla, de familia hra-iled-
ra, de quem levo duas filhas, que foram seinpre o
( caro objeclo de seus peosamenlos.
A' urna comprehensao fac.lreuna elle um joiio
etila.lo, maiieiras olliciosas, e um trato ameno e gra-
c oso ; e iua conversa^.lo, chistosa e variada, linha
um cerlo cunho de elegancia e criterio, que quasi
qoe atlrahiae deleitava aq ipiles que o escolavam.
I altiva a france/. com facildade, entendia o in-
glez, linha o espirilo cullivat'o, e era bastante versa-
do as materias de sua profhsao.
Ah No sea leilo de rtoite, e j com um pe na
sepullurn, sen espirilo refleclia aioda a para luz de
sua niMlnmcia, e o misero afTagava, cheio de eren-
c-s. lisoii;eiras esperanzas de um futuro feliz e de am
melhor viver.
S.inli i engaador'.
Sea cor.ii.Ao ja se estorcia as agonas de am pr-
ximo fim, suas eutrauhas se debatiam contra as en-
cas da morle !
Era a sua despedida, foi o sen ultimo adeos ao
' mundo! .
Sunliudo apriimar-se o lermo fatal de sua. cs.il-
lenria, pedio que um ministro Jo Senhor o ouvisie
de conli.sao ; mas o lacerdole de Christo po le apenai
ungido 1
O lempo urgia : o iclo.io do desuno a locar ma
hora eureroa e .Ierra lena, e o Livro do Sello Eterno
e-la v i aberlo na falla que Uto pe Inicia !
Suas pilavras eram iiuiilelligiveis, esaaalmaco-
, morava a desprenJer-se do seu involucro (erreno, e
j se dispunha a baler as atas, e deiiar para sempre
aqoelle carpo, em que a morle caminhava panos
agiganta los, e la enlrar as ragides da elerna noile,
para remonlar-se as alturas do co, e receber all a
l'i-l i rrcoinpeiisa de s.n- virtudes.
No correr da fatal enfermirlade, que linha de roo-
bar.ihe i vida, apenar dos cuidados de soa familia e
aforeos da scicncia, .loixoll o sitio de sua residenrit,
e prururuu casa de seu conc-anhado e amigo, o com-
ineo < dor Manoel I, .ncalve da Silva, onde se con-
.. servou al ai duas horas da mantilla do dia i du cor-
rale, em que enlrtgnu a alma ao sea Creador, con-
tando apenas quareuta atinas e alguns mezes de
idade I
Nosso fim, pois, escrevendo estas Irisl-s o poicas
linliis, fui cumplir um preceilo do cor.ic.ao amigo,
pagar orna divida de familia, e evitar que a memo-
ria daquella que lanto nos uhrigoii com sua amlzatle,
dormase com elle -o oinno da morle, ficasse ater-
rada it'.l) a fra I me de um Inmuto.
Se enlrelanlo nao constituimos no'so intento, res-
l i-nos ao menas a triste cnnsolacriode qoe havemos
em parle desempenhado o nns'o dever para com o
caro amago, sobre cuja lousa vimos hoje verter urna
lagrima sentida de amarga e imm uredra saudade :
a Ierra Ihe seja leve.
Recife 6 de julho de 1K17.
com que a moca lornasse para a casa de Jos Darcia,
sen marido e alaoz, pois que a mallralava..... Pela
segunda vez voliou ella muja para a casa de seu pai,
Uo maltratada, que esle dupt-se a' nio eulrega-la
mais a um homeni de 13o raaos coslumes, mas o Sr.
Antonio Alves, chamando a quesillo a si, reunio-se
com meia duzia dos que os cercam, e foi a casa de
Andr da Cruz, para que reslluise etia mor,* a seu
marido, purcni como ella nao qm/cs-e sabir", o Sr.
Alves deiloo urna das poilas ab'aixo e a forliori a le-
vou.....
Em predio e lerreno
Em cana, Ultras e dinheiro
Lucros e perdas.
80 recibos no valor do .
10 val..........
21:9429150
H209300
59790OO
1:7029000
(i:.iHO.>130
19:5205833
29:2209763
21.19000
238*100
11* este, leuhores redactores, um dos factos que
orna a pissoa do deltgado d Palos : ouc,i o segun-
do e vera' que sendo elle 13o mojo, tem nesle curio
espaco de lempo praticado aclos, que talve sejam
bastantes para perpetuar sua memoria.
No principio do anno prximo passado, assistia em
Palos Anlonio Theodoro, paralylico, linha urna filha
moja honesta, que Irabalhava no oflicio de oorives
rom seu pai, d'onde gauhavam o pAo de qoe se nu-
Iriam, e assim passava urna vida simples, sem que
Tosiera do grande incommodo aos habitantes daquel-
la lugar, mas coma o genio do mal nao deita aquel-
les que o procoram, fez enm que o Sr. Antonio AU
v es n.io i., tes-e ouvir de bom humor a repulacSo
que gozava a filha de Anloni 1 Theodoro, e logo Ira-
loa de empre|;ar ns ineos de que moilas vezes lem
usado, para plantar a prostituirlo em casa daquelle
miseravel paralylico, porem sendo esle avisado, co-
mo seno podesse livrar por oulro modo, Iralou de
qaeixar-so do Sr. Antonio Alves, para ver se assim
o afogenlavs : he nesla occasio que por sua porla
passam lalvez que de caso pensido.....) Francisco
llerculano de Medeiros e Joflo Alves da Nebrega j-
nior, esle irmAn e aquelle cunli.n-ii do Sr. Alves, e
comoapreciam em pouco a verdade. nao poderam
ouvir o que dizia Anlonio Theodoro do seu prenle,
anemesiaram-se corno l.es furiosos contra aquelle
inlelz paralylico para o Iragir ; mas como esle esli-
vesse ao alcance dos ferros de que usa em seu ollicio,
lancou m;lo de om tascador, e defcnd(ndo-se ferio
levemente a Francisco llerculano que logo o dei-
vou : porem coda o Sr. Antonio Alves presenciaste
ca sceua, com parle de aeus salelliles.correrim ar-
mados de cceles, aliraram com o miseravel na roa,
e acabaran! enm a vida daquelle infeliz, senflt. ap-
parecessem pessoas (que logo ap..riUrem s que o ar-
raucaram das gairai daqoellai furias, resultando o
pequeo ponlap, que diz o Sr. Aulonio Alves ler
dado em Aulonio Theodoro ficar esle com om braco
quebrado, lodo cheiu de eonlnsOes, c proslradn sein
eulidos !..... A filha do Sr. Antonio Theodoro (ah !
Sr. Anlonio Alve inuilo tinharaos qoe dizer a esle
respeilo, mai.....mal.....eonvm calar),
vendo seu pai, nica pessoa que Ihe servia de am-
paro, naquelle eslado, ficou mculecapla, donde Ihe
resollla a morle ; porm sem allender rio que izia,
deiiou arder sua roupa o surcomhio Seudo o Sr.
Anlonio Alves a caasa, iniilo dos soflrimentos do
misero paralylico, como da mor* da pobre infeliz
uiot; 1 !
4819000
Real Hospital Porlaguez de Beneficencia em Per
nambuc. 5 de jalho de 1857.Antonio Francisco
Lisboa, provedor do Real Hospital, a presidenle da
juma administrativa.
Movimenlo pessoal.
Doentes eii'lentes al 6 de abril de 57. 8
Entraran, al a mesma dala...... 28
Navios intrads no dia 9
PIsmoulh.Madeira o S. Vicente31 dias.e doullimo
porlo |:j, vapor dg reboque uaciuiial Perseve-
ranijas, capilAo o proprielarin JoA.o Tarraud Tho-
maz, equipa, em 13. Segu para o Rio de Janeiro
depoii qoe receber carvao.
Liverpool51 dias, barca ingleza nlpswichn de 4.1.)
toneladas, capiiao A. Laoglois, equipasem 12,
carga canos para a fabrica de gaz, e mais gneros:
a Reelron Roeker A C. Perlence a Jersey,
.vavios sabidos no mesmo dia.
Rio de JaneiroBrigoe hrasileiru < llamaj.. capiljc
Mano-I Jos Veira, cirga assucar.
Rio do JaneiroVapor nacional S. Salvador com-
mandaiile o priiUjeiro-lenenle A. M. de Poules
Ribeiro.
Sabbado 11 de julho da 1857.
BENEFICIO DA ACTRIZ
%Sriatcca cOavcMct c/a Logo qoe a orcheslm lioDver terminado urna das
suas indinares ooverluras, subir a cena pela pri-
mera vez nesle lliealro, a insiilo inleresaanle come-
dia, drama em duua arlos, produc^a.i do Insigne c-
criplur porluauez o Sr. A. Cesar do Lacerda, aulor
dos Dous Mundos, e da Ulliina Carta, que lem por
titulo
cvlMsho, scepticismo e cre\;\.
Podaramos dar una breve milicia acerca do en-
redo desla comedia, porcm o lime do seu aulor le
torna de tal furnia recommenavel que i.o> dispensa
do qualquer elogio s suas prodceles ; diremos
apenas que loda ella he chela de scenas inlercsssn-
tes, e o seu dj-envolv iiueiilo o mais salisfacluriu pos-
ivcl.
O 8r. Slefano Scapini, se presta araluilamenle
a beneficiada cantando a aria em coslume da opna
'45^v'0
&0*%to>*.
Atteuco.

O a)>ai\o asslgnado oilerecc 1:000$,
n quem provadamedte descobrir o assas-
$mo, iD.iii.i.iuii' ou cmplice do attentado
horroroso perpetrado, hontem a' noiter
na pessoa do sen infeliz arnifjo vice-con-
snl di- Sua Magestade Ibitannica o Sr.
Tliomaz Gollan. O al>ai\o assignado pe-
de enaueoidamente aos Sn, redactores
de todos os juriiaes delta provincia, que
tenliam a boiuladj de lianscievcr este
annuncio, pelo que milito e uiuito'obrifja-
rao no sen servo,11. Augusto Gooper,
cnsul de S. M. llrittinnica.
Salnram carados e mdhorados .
Fallcceram..........
Es-islem em iralamenlo al 30 de junho
Dias, Porlo, 20 annos bar-
&$ii&$.
AO CHEFE DE POLICA DO AMA/OS AS.
No vapor Imperador, qua seguio honlem para
os porlos no norle do imperio, f.i de pasiagem o
chefe de polica nninea.lo para a provincia do alio
Amazonas, o Sr. Dr. Delfino Angusln Oivaleanli de
Albuquerque, digno filho desla provincia de Peruana
boco.
l-a/en 1 i o seu tirocinio para a magistratura como
juiz municipal e de nrpha'os a' dos lermo- reunidos
de Potnbal, Palos e Catle, ja' dos de.Campia Gran-
da a Areia na Paralnba du norle, e ja' do Hondo em
Pernambuco, servindo naqaelle< por qualro annos,
e nesle por mais de 5, o Sr. Dr. Dellino leve sempre
ama linha da conducta Uo bem regalada, que cons-
Admira-ia o Sr. Antonio Alves de ser o Sr. Saly-
ro tilo amante da juslta, e diz que, para ser Ido rec-
io, devia em a morle de sen pai ler feilo as iudaga-
ees precisas para descobrir o assasino.
Nos parece que nda foi como refere o Sr. Alves,
porque loen que se den o homicidio, o Sr. Salyro
mandou chamar o Sr. Severino Jas de Figueiredo,
qoe applicando-se (egundo elle diz com todas as
lorcis, nVi p)e descobrir o assassinu.
Parece-nos que o Sr. Alves culpa lambem em Dio
e ler captura I. s-e malvado, ai aul"ridartea da-
quelle lempo ; mas o senhor que Ido de longe ve o
argaeiru que esla' nos ulhos dos onlros, para qoe ndo
at a Irave que oceupa ns sens '! O senhur e seos p-
renles se queriam hoje apresenlar-se como justicei-
ros, deviam Ur-se esforzado pira prender aquelle
malvado ; pois ndo decorrea muilo lempo que aqnrl-
las auluridades, que o senhor I rala dedesleixadas
nao fosseni demilli las, e ossenhoies empossados.
Finalmente dito Sr. Alve. que seria melhor que
o Sr. Salyro se purfieasse primeiro, para enlda po-
der usar d .s suas armas favorias a maledicencia
e a malevolencia.
Avista listo,cuntpre-nos advertir que esle epilhelo
cabe muito bem ao Sr. Alves, pois esles vocaliulos e
lodos aquelles, que sendo synoniros vao atigmen-
lando, i*io he, liando forfa a sua signilicaedo, per-
lencem p..r heranra ao dito senhor, e se ndo lembra
que herlou ndo s a mal'dicenna e a malevolencia,
como lodos os seus ynonimos, reluca um pouco nos
seus anlepassados, e vera' se n que dizemos he ver-
dade ii nao... clamo, pnr deceucin.....
Avisamos o Sr. Antonio Alves qoe sempre nos a-
chara promptnf para provar o que dissemos. e lal-
vez ainda mus para fizednos couhecerao publico os
leus aclos e os de soa familia leona algumas e*cep-
ces para o qoe lemos a provas que nos sdo bai-
lantes.
He, ieohorM redactores, para qoe apparec,a a ver-
dade que liles'robamos queiram man lar transcrever
eslas linlias em seu eonceiluado jornal, que moilo
obrigara' aos apreciadores da verdade.
Recife, 9 de julho de 1857.
A. e L.
f=!----------------
36
26
1
6
36
Carados melliorados porluguezes.
271Manoel Anloaio de Castro Jnior. Porlo, 21
annos, marilimo.
275Manoel Jos de Sania Anna, Braga, 26 an-
nos, padeiro.
276Jos Anlonio Machado Malheiros, Braga, 10
anuos.
277Jos Franciseo
faeiro.
278Anlonio Jos Podro das Lages, Porlo, 30 au-
nos, sollriro, caiieiro.
279Francisco Aoguslo do Amaral, Illia de S.
MUrwl, 31 anno, casado, fsilor.
280Ilenrique Pedro, Penix, 17 annos, solleiro,
marilimo.
281Jos unjalves II n nua, Pedo, 36 annos, ca-
sado, feilor.
282Manoel Martn (iouveia, Ilha de S. Miguel,
26 annos. solleiro, padeiro.
281Manoel Jos da Silva, Braga, 22 annos, sol-
leiro, padeiro.
285Anlonio Marques, Aveiro, 50 annos. casado,
padeiro.
286Anlonio Joaquim Rezendc, Porlo, 21 anuos,
solteiro, caiieiro.
287I.uiz Paulino Ferreira, Traz da Montes, 40
anuos.
2HSJos Maria Nascxenlo, Selubal, 28 annos,
sulleiro, martimo.
289Jos Ciislodo Braga, Braga, 30 anuos, sol-
leiro, c .11 X ir...
290Anlonio da Casia, Lisboa. 28 anuos, sollei-
ro mal 11: ma.
Francez.
291Julio Orscm, Franca 24 anno*, caiieiro.
Fallecido* porlugueze*.
292i'rancisco Gome*, Porlo, si annos solleiro,
coznheiro.
293Anlonio Serafn) dos Sanios, liba de S. Mi-
guel, 21 annos, solleiro, campia.
291Aotonio Jos-da Cosa, Porlo, 21 auno, sol-
leiro Cal viro.
Eiislem em Iralamenlo, Porluguezes.
295Manoel Marques de Lemos, Aveiro, 30 ali-
os, solleiro, calzeiro.
296Conslanlino Jos Maria Lisboa, Li>-boe, 22
annos, sulleiro, caiieiro.
297Manoel da Cunha Tost, liba Terceira, 35
annos, solleiro, feilor.
298Justino de Sama Almeida, Porto, 17 anuos,
solteiro, caiieiro.
299Jos Mallos da Silva, Ilha de S. Migoel, 18
anuos, p ileiro.
300Manoel Jos lioncalves Lindozo, Villa Bar-
ca, 17 annos, casado.
ATTILA.
Seguii-se-h.i pela primeira vez
da comedia em 1 aclo, doSr. L.
Caldeira
a reprrsculac.Vi
F. S. da Silva
>*.-

PRACA Df) RECIFE 9 DB JIMIO AS
3 HORAS DA TARDE.
Colarnes oliciaes.
Cambio sobre Londres28 d. 60 div.
Assucar mascavado35750 por arroba.
Descont de Icltras10 0(0 ao anno.
P. Ilorues, presidente interino.
L. Dubourcq Jnior, stcrelario inlerino.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d. a 60 d.
Paris, 316 rs. por fr.
i Lisboa, 92 por % de premio.
a Rio de Jaueiio, 2 por 0|0 de descont.
Acc.do do banc i 50 por ceulo do dividendo por con-
la do vendedor.
a a campanilla de Reberibe OOgOOO por acrao
o e compaiihia Permimbucana ao pa*.
a L'tilidade Publica, 30 purceulo de premio.
a rt Indeinuisadora. 61 idern.
o da estrada ferro 20 por 0|0 d prem o
lliscouto de leltra, de 10 a 10 por cenlo.
Acces du Raneo, 10 a 45 de premio.
Ouro.Onceas hespanholas. 28} a 288500
Moedas de ttolOO velhas .... I65OOO
< 68100 novas .... I65OOO
. 49OOO....., 9*000
O lllm. Sr. inspector da thesouraria de
fazenda desta provincia, manda fazer publi-
co, que alem dos arrendamentos dos predios
que v3o a praca no dia 15 do correnle mez,
declralos no edital de 2 do mesmo mez,
tem de ir tambem no mesmo da a praca o
arrendamento de um telheiro sito em Fora
de PorUs, contiguo ao antigo quartel dos
engajados, que servio de deposito da gallla.
Secretaria da thesouraria de fazenda de
Pornambueo, em 7 de julho de 1857No
impedimento do ollicial-maior, Luiz Fran-
cisco S. Paio e Silva.
CORREIO GEtUL.
Pola adminisIracSo do correio se faz pu-
blico, que o vapor brasileiro Perseverancia
recebe a mala para o l'.io de Janeiro, nico
porto para ondo se dirige, hoje ,10) do cor-
renle, as 3 horas da larde em ponto.
Pela procuradoria fiscal da thesoura-
ria provincial avisa-seaos devedores de d-
cimas d>s annos linanceiros de 1833 a 3t
al 1851 a 52, que a relacSo do baiiro da
Roa-Vista se aclia em juizo, e aos meamos
d-se o prazo de 30 dias, contados de hoje
para pagarem espontneamente seus dbi-
tos com guias desta procuradoria, lindo o
qual s o poderao fazer com guias do res-
pectivo cartorio, o nesta conformidade su-
jeitos as despezas das mesmas. Os iuteres-
aados dirijan se ao escriptorio da ruado
Crespo 11. 6, das 9 1|2 da manha as 3 da lar-
do. Recife 20 de julho de 1857. O solici-
tador, Jo.lo Firmino Correia'de Araujo.
O abaixo assignado, lancador da mesa
do consulado provincial, faz sciente aos pro-
pietarios dos predios urbanos da fregi.e/.ia
dos Alogados e mais interessados, que deu
principio a fazer o lan.amento da decima e
imposto de 4 |0 de diversos estabelecimen-
los, 110 correnle mez, o qual tom deservir
para a sua arrecadacao no correnlp anno li-
nanceiro de 1857 a 1858.Francisco Cal-
neiro Machado Rios Jnior.
A adminislracao do correio precisa en-
gajar 4 homeiis Itvres quo sejam robustos,
para serem crx-piegados no servico da con-
dueo do malas para dtlTerenles pontos des-
ta provincia.
lelo consulado de Portugal cm Per-
nambuco, se faz saber a lodos os penciouis-
las do esUdo, residenles nesta provincia,
queiram fazer constar no musmo consula-
do a sua existencia, para os eSeitos necessa-
rios.
Jos llenriques Ferreira, cnsul de Portugal
em Pernambuco, por S. M. Fidelsima.
Faco saber a todos os Porluguezes resi-
dentes nesta provincia, que ueste consulado
se passam cer loes de vida e de residencia ;
recoulicc.:m-se as assignaturs tas autorida-
des, e mais funccionai ios pblicos locaes, e
bem assiin tle subilitos porluguez-es, certili-
cam copias e traduci/ies de qualquer docu-
mento, extraem dos archivosquaesquer ins-
trumentos,redigeaaou legalisam procurac;es,
pprovam teslamenlos, fazem inventarios, o
linaluiente se pralicam todos aquelles aclos,
UMA PARA TRES.
Dar fim ao espectculo o vaodevlllo cm 1 aclo,
que tantos applausus lem merecido
POR CAUSA DE 11 ALfttKISMO.
He esle o diverlimenlo que a baneficiada lem a
honra d oflerecer ao Illustrodo publico pernambu-
cauo, ds> quem espera merecer pela primeira vez
lodo o acolliimenlo e prolecc,ao, e ao qoal desda ja,
dedica sua gratidHo.
Os bilheles acham-se a dispos'ljo do respeilavel
publico em casa da baneficiada, paleo do Paraiio n.
21, e no dia do espectculo oo escriptorio do lliealro.
Principala as 8 horas.
lt> ;
-- 4>0<
Prsa o Rio de Janeiro.
Vai seguir com mnita brevidade, por ter
parte de seu earregamenlo prompto, o bri-
gue nacional Maria Preciosa, capitflo Fran-
cisco Alves Meira ; para carga e passageiros,
escravos a frote, para os quaes tem excel-
entes commodoa : trata-se como sou con-
signatario Francisco de Paula Figueira de
Saboia, em sou escriptorio ra do Apollo
n. 5.
Maranho
e Para.
O veleiro lnijjiic nacional CLAItA, de
piimcia marrlia, segunestes dias: para
o resto e ivissaf-eiros, para o que lea as-
seiados coinmodos, trata-se com o consig-
natario Joio Pinto Refp's de Souza, no
armazem de Martina & Pinto, na travessa
da .Madre de Dos, ou com o capitiio
Fernando los tos Santos, ni pesca do
Commei'cio.
P
va o A rae tv
segu com brevidade o bem conhecido e ve-
leiro hiato Inveneivel ; para carga ou pas-
sageiros, trata-se com Marlins i\ Irm'io. ra
'la Madre de Dos n. 2.
Coaufianlila
!)ra.siieim
de
paquete
vapor.
O vapor PARAN' rornmandanle F. F. Itoreei,
espera-se des patios tlu norle a 12 do correnle, de-
vendo segoir, depols da demora ilo co>lu-ne, para
Macei, Baha e Itio de Janeiro : agencia, ra do
1'aapiche n. 10.
~**ia o Uo O veleiro e bem conhecido patacho nacio-
nal Valenle pretende seguir com muila bie-
vidade, tem prompto melude de seu carre-
PROVINCIA.
O Sr. tliesoureiro das loteras manda
fazer publico, (pie se acliain a venda, no
pavimento terreo la casa da ra da Au-
rora n. 2G, das 9 horas da rnanliaa a's 8
da noite, bilhetes, meios e quartos, da
segunda parle da oitava lotera oa Matrix
da Boa-Vista, cujas rodas andam no
dia 11 de julho.
O mwno Sr. ihesoureiro .manda declarar, que
tendu de reformar o prsenle plano por oolro, em
ludo i_a:l a quarla parle do Ido, pede as psssuas
que leem encommendado bilhele* para quando esli-
vesi* em eiecu^o a lei provincial n. 399, que im-
pem 80 por cenlo sobre os bilheles do Km, quei-
ram vir declarar que porrjAo de bilheles qurrem,
para que elle, avista das quantias pedidas, po ganllar o dilo plano, o qual ctrlamei.le oilsrece
mais inleresse aos joizadores.
Thesouraria das loteras, 4 de julho de
1857.Jos ,laiiii,ito Alves da Maia,
escrivo,
Na ra da Cruz n. 3, ha urna carta pa-
ra a Finia. Sra. D. Adelai le do Cert|ueira
Carvalho, viuva do fallecido Sr. Dr. Antonio
de Cerqueira Carvalho, d quem se ignora a
residencia, e se procura siber para sa Ihe
entregar.
LOTERA da
provincia.
(Jorre hinanhi, s ho-
ras em ponto.
/*. *1. Layme.
O padre Francisco Verissimo llan-
deira, prolessor publico da cadeira de
priineiras le ras da povoarao de Beberi-
be, fez SCente aos ha!/,taiites sla mesma
ou a cjuem convier, cpie se acha aberta a
sua aula, eque continua no'exeico de
seu magisterio.
|. Qu*m precisar de urna pessoa para o
logar de primeiro caixeiro de loja de fazen-
dit, po le dizer por meio dcste, o lugar onde
deve ser procurado.
- Veude-se um molequinho, cria de 5
aunas do idade : a tratar na ra da Clona
n. 86.
Vendein-se* escravos mocos, de bo-
nitas figuras, de idade 20 a 22 anuos, urna
negrinlu muilo linda de 12 aonos com prin-
cipio de costura, um inu'atinlio le 12 annos
proprio para pageni, pnr ser muilo bonito,
.un iiiulcqus; du )0 anuos muilo lindo, e urna
niulaliulia propria para davi por ser multo linda figura, e um negra do
25 annos, que cozinia muilo bem, c ser
muilo ba para urna can de familia : na ra
do l.ivramcnto n. 4 ; ua mesma casa lambem
>o recebe para vender de comisso.
- Um rapaz brasileiro, offerece se para
administrador de engenho, por ter milita
pratica, e mo far ajuste algum sem uo ser
visto seu trabalho : quem precisar anauncie
por esle Diario para ser procurado.
A mesa regedora da v nnravel trotanda le
de Santa Ritn de Cassia,
faz a fesla de sua padroeira, no dia 12 do
correnle, com vesp:;ias fasta, e Tc-Deum
SerSo oradores os Itvms. progadores da ca-
pella imporial padre mrstre Joao Capislra
node Meo ionr;a, e Fr. Joaquim do Espirito
LOTERA.
DA
provincia.
O abaixo assignado participa ioreapetta-
vil publico, t|uo vende os snus felices t> Ihe
les, meios, e quartos, pelos prestos abano
mencionados, sendo da quantia de 100? res
para cima, a diubeiro a vista ; ua ra da Ca-
deia do Kecife n. 45, esquin* da Madre de
Dos :
Bilhetes 5;40O terclie ..imm>.
Meios 2;700 t:SW|
Quartos 1J350 l:SSt
l'or Salustiano de Aquinn Ferrwia,
Jos Fortunato dos Sanios l'orto.
AMA.
Prccisa-se de urna ama que saiba com-
prar o coznhar : ua ra das Tnucheiras
n.ll.
I'rolQsla-se contra quemaNsAlreai seu
pod ;r a escrava mulata, tie mime llosa, de
25 aunos, oouco mais ou menos, cor alv.-
cenla, de boa estatura, tem duas dNMn
bom vi/i veis no queiso do lado esquerdo,
testa estreita, cabellos carapinhos e meio
avermelhados; a qual mulata desappareceu
desta cidade na noite de 2 do correnle me/
de julho.
Alugase um moleque esperto, pro-
prio para lo lo o servico : na ra Augusla,
sobrado amarello.
AtteucAu.
Algum senhor estrangeiro ou mesmo na-
cional, que precisar de um bom coznheiro,
p le dirigir-.-e ao becco do Abreo n. I, uo
Hecie.
F. Dubarry vai a Europa.
A arrematarlo dos betis movis, pc-
nhoradnsa Rita Maria da l'aix.lo, pi-*ov--,'-
cacSo de Jos Concalo do Espirito Santo,
que foi annunciada para o da 3, ficou trans-
ferida para boje '.10 as 9 horas da mauliia-
na ra do Arg3o n. 25, depois da audieu,
ciadoSr. juiz de paz do teresiro districlo
da Boa-Vista.
Na fabrica da ra do Brum n. 28, de
Francisco Anlonio Correia Cardeal, precisa-
se de oliciaes deserralheiro que sejam per-
fiilos em suas obras.
O abis i assignado, lanzador da mesa
do consulado provincial, faz scienle aos
propietarios dos predios urbanos da fn;-
guezia do S. Fr. I'eiro Gonr;alvos e mais mi-
terossados, que deu principio a fazer o lan-
csinnitoda decima e imposto de 4 OpO de
diversos esta bel ecimenlos no correnta mez,
o qual lem de servir para sua arrecadnea"
no correnle anno fioanceiro de 1857 a^858
Joo Pedro de Jess da Malla.
- Aluga-se o sitio na estrada de San-
ta Auna, junto do sitio do Sr. Me. Calmool
i C com os seguidles comraodos, acabado
ha pouco lempo : 3 salas, 10 quartos. coz-
nha fra, cocheira pira 3 carros, estribara
para 8cavallos, senzala para 16 escravos,
tinario para feilor, boa cac.mba, plantado
os arvoredns tolos do novo, boas Irortalices
ejardim : quem pretender, dirija-se a ru
Velba n. 54, casa de Manqui do Nascimento
Silva ftsios. *,
- O proprictario da ofllcina e galheria ile
daguerreolypo do aterro da Boa-VisU n. 4,
terceiro andar, lendo de ira urna das pro-
vincias do norte, s tera a soa ollicina e ga-
lheria abertas al o dia 20 do correnle : as
pessoas que desejarem honrar o seu eslabe-
ecimeuto e ficar com um liel e peifeilo re-
trato, aproveitem o cm lo espaco de lempo
que resta daqui at 20 do ailante mez.
- Vende-so urna-escrava crioula, moca,
engomma teira o cozinheira, e ao compradoi
se dir o motivo por que se vende : no pa-
teo de S. Pedro n. 30.
--- Vcnde-se um cavallo que aula baixo
o meio, ile cu rodada, multo novo, por ba-
rato tu eie a sua inorada, ou dirija-se a ra do uei-
mado o, 20.
NA RA O CRESPO N. 13,
continua haver um lindo sortimenlo de pa-
11 los de panno liuo, palitos do cas'miras cla-
ras com golas de vellud-j, oapas de borradla
com mangas, sapatos de borracha para ho-
mem e senhora, ssccos muilo lijdos de la
petes para viagem, por probos baratissiinos


quegirulmeule 89o da competencia dos la-' ga'nento ; para o resto e escravos a frete,
Lotera
DA
Provinci/I.
O abaixo assign*do anda lem um resto de
seus felizes bilhetes, n.eios e quartos da
presento lotera, as lojas do costume, os
quaes nao csto sujei tus ao descont dos oi-
to por cento da le.
Por Salustiano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Sanios Porto.
Prccisa-se do unta ama que eslej ao
faci do itvco inlerno do urna casa 'lo
pouca familia : uo aterro da Boa Vista
n. 46.
PEDIDO
Pode-se ao Sr. Coimbra a merr de levar
scena o inleressauto drama Arihur ou
depois do 16 annos que tanto nos lem
agradado. Esperamos ser Hendidos, e n3o
ter a sorte de alguns oulros ped los que
lem s-iliidn pelo Diario.
Os espectadores assiduos.
- O Juiz da irmanoade da S. load de
Riba-Mar. de conf irrr.idadecom a resol oca .
lomada em sessilo do dia 8, convida a todos
os i'inaos para coupareoerom domingo, 13
do correnle, as 10 horas da niaiili.'ia, no
consistorio da mesma irmaiidade, alim de
se proceder a eleifo da nova mesa.
Offerece-se urna ama para casa da
pouca familia : no aterro da Boa-Vista, loja
n. 65
Frcderico L
iniiM, PBOFESSOR DE IM\MK
Tem a honra de participar ao respcilavil
publico desta cidade, que se acha prompto a
eusiuar profundamente ds piane e cauto
com p rfcir.'io Acha-se estabaiecido na ra
Nova n. 27, no estabelecimc.lo do piar.s
.lo Sr. Joflo Pedro Vogoley, onde polcs.i
procurado lodos os dias de nanliaa ale a
10 horas.
C .n-u.v fin bre.
No eslabelccimenlo de carros hiaobn -.
silo no pateo do i'araizo n. to, do abano
asign%do, alugam-se carros ilo primeira e,
segunda oi'.l-'iii para i'efunlos c aojos, rica-
mente orntilos, com seus com lentes rai-
xocs, por m. nos dos progos cslipuladns no
regulamenlo do cemiterio ; ta nbom forne-
c'c-se carros de passeio, armaces, hbitos,
c-:ra, msica, etc ; cncarrega-so A tirar li
cencas o Kuias, c finalmente ludo O que f.ir
inherente a um enterro, e ludo por mdicos
piejos .--Jos Pinto de Magalhes.
- ''onslainlo-mc que Anlonio Carlos Pe-
reira de Burgos Ponce de l.eio, das nn'rs
de ir segunda vez para a Rabia cuidar da
reforma ila sellenca de oivoreio perpelu
que contra elle ohlcve, se g: liara ele que re-
cebe.a e Is-V'.va carlis de rtieu projnu pu-
.'iho -- queixando-D.n ilo coiislraugimi'iilo
bclliaes.
E para que cheguc a nolicia de todos,
se manda publicar este pela imprensa.
Consulado de Portugal em Pernambuco,
aos 7, de julho de 1857,Jos Ilenrique Fer-
reira, cnsul de S. M. F.
De ordem do lllm. Sr. inspector da
thesouraiia de fazenda desla provincia se
faz publico, que nao tendo ti lo lugar no 1.
do con cnio mez, a arrematado dos arren-
damentos da casa de sobrado da ra do
Jai ilmi n. 71, desla cidade o do armazem
do Forte do Mallo, pertcnceutes a fazenda, ra da Cruz 11. 1.
para os quaes tem excoP.entes coinmodos, 1
trata-se com o seu consignatario Antonio |
Luiz de Oliveira Azorado, ra da cruz n. 1.
- A baica Vaya sal ira para o Assu' no
dia 10 do correnle ; aiuda recebe carga e
passageiros: a tralarcom Barroca t!v Castro,
na ra da Cadeia do Recite n. 4.
P. ra a Bahi i.
A sumaca nacional Hortencia, prelen le
seguir para a Rahia al 10 do correnle : para
o resto da carga trata-se com o seu consig-
natario Anlonio Luiz de oliveira Azevcdo,
anto, aquelle do Evangelho, eestedoTc-'em-que me a cao em casa de meu psi, pe.
Dcum Ao meio dia da vespera, benzer-se-
ha a nova imagen, e o Senhor Bom Jess
ilos Prodigios 0 escrivfiii, Jeronymo Emi-
liano de Miranda Castro.
Vende-sc ua mulata tildado, boa ,
cozinheira : na ra Diieita, sonrado de um
andar n. 131, delronle da torre da igreja do nlia api rovacao, e que p:o'esta coovence-lo
Ter;o.
di.i lo-lii.- qi :... v, tirar delta ~ con-
vencida, como cstoii. Ja r.-. rri l i .la Je que tem
essd liomem e.u imitar Icltras, aaresao-aMa
declarar ao publico >|u.: he alisolutameiile
falso qualquer caria ou eSCliptO que se ispru-
senle, dirigido por toim a elle iepois de mi -
a
a vos
de faisilica or uo tribunal -iii que o.i-ar
aprescnlar um s.iuelhanl loco.'.:i;i o. Mal-
ta .-^'i e tle j.iltio de 1857.
Thereza Auclaide de Siqueira CavalcaaW.
Al! ny;io.
A piimeira labriei d lamaocos na ra
Curgel IrmSos, com escriptorio na ra da
Cadeia de Recife, pimeiro andar n 11, tem
para vender um famoso escravo.
- .Na ra .lo Trapiche a. 1T, cs.'riptorio,'. Direila n. 2', junio a botica, continua a trr
precisa-se de um criado. i um completo soitiment 1 de tamaurus para
-- Uuem precisar de un ama pira en- homens, scntioras, meninos c meninas, ei
gommar ou para cotinbar, dirija-se a ruad*'vista dos freguezes faz-se todo o negocio, a
Piaia n. 2S, que achara coui quem tratar. I inheiro a vista.



MUTILADO
ILEGIVEL


-





DIARIO DE PERNAMBUCO SEXTA FKIRA 10 DE JULHO DE 1857
I0ISLT0R10 HDIEOPATHICO
DO
r m om globulosa preparados cora o maior escrpulo e por precos bastante commodos :
Nao
un mais
doiv de
especifico contra
cura ho instantnea
2?000 o frasquinho.
essas dores, cuja cura
: na ruu Nova 11, a
pREgos FIXOS.
Botica de tubos grandes. .
Dita de 24 ,. .
Dita de 36 .
Dita d 48 < t .
Dita de 60 b d .
Tubos avulsos a......
Frascos do tinturrademcia onca.
Manual de medicina homeopathica de Dr. Jahr com odc-
cionario dos termos de medicina......... 20J000
Dr. llenry.......' '. '. oooo
10/000
155000
209000
25C000
3II000
19000
20000
Medicina domestica do
Tratamenlo do cholera morbus
Repertorio do [>.. Mello Moraes
2/000
6*000
PEORAS PRECIOSAS- '>.
__
Adereces de brillianles, *
< diamantea e perolas, pul-
J eiras, ai....ces, brincos <*
V a roietas, bules aunis J
i de diflerenle. go.los e de :
* diversas pcdras de valor.
LIJA Bl 8URIVE
Ra do Cabuga' n.
7.
g
Cumpram, vendem oa
Irocam prala, ooro, bri-
| Ihantes,diamantes e pero-
* las, e oulras qoaeaqucr
joias de valor, a dii.lieiro
( ou por obras.
iiecebem por to-
dos os va pivs da Eu-
ropa as braselo inais
moderno gosto, tan-
to de Franca como
*.?..!*? :;.?!.*:.?:**.?.< :
" OORO E PBAT.\. |
i Adcreros complclos d* *
^ ouro, meioa ditos, pulnei- o
* ras, amueles, brincos e S
$> r-i/elas. cordoes, Iraorel- 'i
'"' lins, medalhas, correnles <
>'
Bj e enfelles para relogio, a
gj oniros muilo* objeclos de
gj ouro. ,
! Aparelbos completos de ':
i* prala para cha, bandejas, ?
de sopa e de cha, nici- :
tos outros objectos de 8
prala. %
de Lisboa, as quaes vendem por
prego commodo como eostumain.
ttenco
R. C. Yates & Companhia: estabelecidos
no Rio de Janeiro, na ra do Hospicio n. *0,
vondoum annuncio publicado em urna das
pibas dePernambucO pelo Sr. Bartholomco
F. de Souza, prevenindo ao publico que o
verdadetro xarope do bosque so elle he
quein vendo,prevenimos ao mesmo publico,
que o nosso xarope he rcmellido do IIo de
Jrneiro pelos cima propietarios ao Sr.
Manoel Alves Guerra, e este senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz.Ssntos, na ra Nova n. 53, ni-
cos por nos sutorisados para venderem o
nosso verdadeiro, e oais prevenimos aos
sonhores consumidores, que ha perlo de 5
aunas os rotlos collados as garrafas s3o
assignados por Henry Prins, como procura-
dores dos cima propietarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que tica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
lora-menino, e ah tcm preparado urna
casa de saude com todos os commodos para
o tratamenlo de escravos, cujos senhoresi
residam fra da praca, ou "que ao os pos-
sara curar em suas proprias casas : quetn
para isto quizer-se ulilisar de seus servicos
mdicos, que serao desempenhadus cotn o
maior zelo, dinja-se ao pateo do Carmo n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Prego2/000diariosexceptu-
ando conferencias, sanguesugas e opera-
coes. .
Kio-Formoso.K

O Dr. Jo3o Honorio Bezerra de llene- W
es, medico pela l'aculdaile da Babia, la fe
finado sua residencia oa cidade do Kio-J"or- >'.
moso, e de novo eflerece teus servicos i to- ;gj
das as pessoas que o boorarem com sua con- tfi?
flanea. tte
I reersa-se de caixeii os, na ra da Ca-
deia do Recife n. 50, primeiro andar,
prestando urna Banca de -200$000, veu-
cendo o ordenado de 200/f a Os, que
be pata vender blhetes. da lotera da
provincia.
SEGURO CONTRA FOGO.
Compaobia Alliance.
Esubelecida cm Londres, em marco da 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Broihers & C., tcm a fconra da in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
quem mais convier que eslo plenamente ao-
lorisados pela dita, companhia para effecluar segu-
ros sobre edificios de tijolo e pedra, cobertos de
tlha e igualmente sobre os objectos que contiverem
os mesaos edificios quer consista em mobilia ou
fazendas de qualquer qualidade.
.,.
fj.% Joao Z vcrsidade de Coimbra, mudou sua residen- ^
..* na da ra do Cabugt ,.ara a ra Nova n &
tygl <>0, sepundo andar, sobrado do Sr. Dr. Nel- ?'\
P e *'" cul>l'"iia a receber, das 8 as 10 j
r horas da manliSa, e daa 3 s 5 da tarde, as
peisoas que o queiram contuliar.

JOHN CATIS,
corretor geral
E GEME DE I.EII.OES COMMEW.IAES.
n. 20, ra do Torres,
I'KIMEIRO ANDAB,
praca do Corpo Santo
RECIPE.
DENTISTA FR4RCEZ.
Paulo (idiKUoni dentista, ra Nova n. >i\
ra
asso ir ni os.
Avisam aos seus freguezes, qun as ultimas
larinhas de trigo lchmond chegadas ao mer-
cado, silo vendidas em seus armazens, pelos
seguintes preqos :
Galega 25SO00 por barrica.
Ilaxall 9.19000 dem.
O Dance 23&000 idem.
Columbia 22S000 idem.
Mem destas lera farinhas novas i!c Ti os-
lo das marcas SSSF. Fontana c primeira
qualidade ; assim como completo sor ti mea-
to das melhores marcas de Philadclpia. .No-
va Orlfanse Baltimore.
Na ra do Collegioo Sr. Cyprisno Luis
da Paz, no aterro da Boa-Vista o Sr. Jo.lo da
Luz l'crreira, na padaria do Sr. Beiriz, dirao
quem d quantias de 500 at 1:0005 e 2:000/
rs. ou mais, com hypotheca em casas torreas
ardim publico em per-
oambuco, ra da Sol-
da de n,70.
Neste grande jardim ha semprc todos os
annos muito grande variedade de llores, ro-
sas, dalias e outras muilas qualidades novas
em Pernamboco, vindas Ue Portugal, Kranca
e llamburgo, assim como tambem algumas
arvores de fructo, e novas, e outras do paiz.
Apromptam-se encommendas para o centro
da provincia, e as mais do sul e norto
Precisa-se de urna ama forra ou capti-
va, para urna casa de familia, composta de
duas pessoas : quem quizer e esliver nestas
circunstancias, dirija-sea prac,ada Boa-Vis-
ta, sobrado n. 10, que achara com quem
tratar.
O abaixoassignado tendo sido nomea-
do para o lugar de lanzador do consulado
provincial, e sendo encarregado da "ollecta
da freguezia de S. Fr. Pedro GotiQalvcs e da
Boa-Vista, faz saber que deu principio aos
seus trabalhos no da 3 do correnle mcz.
Recile 4 de julho de 1857.
Jo3o Pedro de Jess da Malta.
- Precisa-se alugar um sitio, da Ponte
de Lcha at Api pucos, na margom do Rio
Capibanbe, perlo da estrada : na ra .Nova
n. 61.
Lotera
provincia.
O abaixo assignado ven-
de blhetes garantidos, pe-
ios precosamixo notados,
sendo da quantia de cem
ail ris para cima, a di-
nheiro a vista, em seu es-
criptorio, na ra da, Ca-
deia do iiecife n. 50, pri-
meiro andar.
PRECISA-SE de um caixeiro que tcnlia
prntica de loja de ferragem : quem esliver
nestas circunstancias pJe apparecer uo a-
terro da Boa Vista n. 6.
O Dr- Francisco de Paula Baptista,
tem aoerto escriptorio para advogar, no
primeiro andar da casa da ra das Ti'm-
clieiras u. 19, ]>or cima docartorio do es-
crivSo Baptista, aotigamente do fallecido
Rejjo; o ahi, das9 horas do diaem diante,
esta' prompto a ouvir a todos, e a receber
as causas detodos quequizerem |irociuar
os seus servicos de advocado.
Da-se vinte mil res de aluguel, por
urna pela captiva, quesaiba coziohare
engomar: no largo d'Assemblea n. 12,
primeiro andar.
O abaixo assignado faz sciente ao pu-
blico, e nos senhores trapicheiros, que ven.
den a sua taberna sita no becco Largo n-
104, e avisa aos mesmos senhores trapichei-
ros que liverem contas com o abaixo assig-
nado, quando cstiverem vencidas, podem ir
receber na na da Cruz n. 29. Becife 7 de
julho de 1857.Manoel Jos Bernardino de
Paiva.
--- Prccisa-se de urna ama que tenha bom
leite, prometteudo-se bom tratamenlo : a
tratar na praca da Independencia n. 1, ou
na ra do Queimado n. H.
Procisa-sc de urna ama qu.o saiba co-
zinhar, para urna casa de pouca familia : na
ra das Trincheiras n. 8, loja de larlaru-
guoiro.
POR PREVENCAO'.
O abaixo asignado, capitflo do 8.- hata-
lho de infantaria, achando-se preso na for-
taleza do Brum para responder a conselho de
guerra, a pedido seu, faz publico que nada
devo a caixa do mesmo batalhao, por quan-
to tendo-se-lhe abonado na cidade de Ha
eci 150^000, estes licaram indemnisados
enm a ultima preslag.10 de 309000 que dos
seus vencimentos do findo mez de junho
saldou dita divida ; e como mandasse exigir
do quartel-meslrc o documento quo pass^ra
na oceasiSo que recebeu o abono, c este se
negara a isso, respondendo verbalmentc ao
portador que nao o mandava por existir em
poder do comniandante ou do maior, e no
0 do quarieL-uies'.re, onde di'.o documento
devia parar ; por isso assim o declara, mor-
mente porque estes dotis senhores sao hoje
seus encarnizados inimigos, o porlanlo a res-
peito do que se traa nenhuma conlianca
tem nelles. Manoel Luciano da Cmara
Guaran.
-7- Previne-se aos lllms. Srs brigadeiro
Jos Ferreira de Azevedo e capito Jos Mu-
nlz lavares e Luiz de Franca Leile, que es-
tejam attentos em tudo que Ihes pertencer,
por quanto estando todos ausentes, appare-
ceram nesl cidade do Recife assignaturas
suas de mui recento data, tiradas poroutra
pessoa quo se n5o differenca das verdadei-
ras. Quando for necessario isto provar, as-
sim o fara ; e ir declarando gentilezas de
alta monta.O Espectro do Rocha.
Wm. Trery e Dr. Bayless, empregados
da estrada de ferro, rctiram-se para Ingla-
terra.
"- Preciss-se de urna ama que nao tenha
lino, para casa de um lrjmcni cosadosem
lilhos, quo saiba cozinhar e engommar, c
razer o mais sorvico de casa : no cateo do
1 araizo, segundo andar do sobrado que vol-
ta para a ra da Roda.
--- Aluga-se um sitio na estrada do Man-
850. Na rus da Moeda n. 2, defroile do tra-
""ado qU m*t e grande., co- I pr|. do Cunha.a para vender pipas novas'
e usadas, meias pipas, barris novos o usados,!
arcos de pao para pipas, Times, arcos de fer-
IjCOO '" era fixes, ferramentas pan lanoeiros,
cal em podra de Lisboa, tu lo por precos
-nuil
M III
- I-Ollll
'.i;>ii
750
320
980
900
420
800
icrooo
de seda, de
Laa eseda de novos padross, covado. .
Mauritana de spda com ciuco palmos de
larcora, covado..........
I rsulina de seda com qoadros, ramagtns e
Iislra9 malisadas, covado......
Sedal de quadros boniloi padrofs, covado.
Buqiieza de seda com ramagem, covado. .
.Mussulina braoca e de cores, covado. .
Untas franceras finas........
Irondaluia de seda para vestidos. '. '.
Canta francezas linas e bonitos iiadres.
vara.............
Argentina de cores escuras, com salp eos d
seda, proprio para palitos......
Italiana de seda prela com lustre, para pa-
litos.............
Cortes de vestido de seda para se'nli'ora",
mais superior que ha no mercado. .
Lavaa de seda de todas as qualMades, para
lioruens, senhoras e monillos. .
LenC0S decambraia bordados, muito' lios!
mos de dito de limito lisos para mao.
<.rtes de casemira prela e de cires.
Curies de cuteles de guigurao
varios padrOes, matizado. .
Cortes de laa matizada para veslid'os,' do
novos padroes, com 15 covados cada
um.....
Chapeos de massa franceses formas'novas'.
aillos de alpaca prela, linoi......
Oiloa de alpaca o gangas de cores. '. '.
ondulade alpaea preta e decores. .
Chales de merino bordado a .velludo gran-
des........
Ditos de dito burdados a seda. ". ".
ilosdeditocom lislra de soda. .
pilos de dito com barra mntuado. '.
Ditos de dito lisos........
Ditos de dito com franjas de l':.i '. '. ', \
Ditos de laa adamascados de cres. .'
(.anga franceza superior de cr.j, covado!
Komeirasde relroz muito superiores, pa-
" ""liora.......... 0*600
ero ir...... do becco da Cougregecao, passando
toja de tercigens, a segunda de fazend.-.s n. 4o.
Acha-se procedendo o inventario nos
bens do casal do fallecido major Manoel
l rancisco Ramos : quem tiver
rer, comparesa em lempo.
commodos ; assim como barris com azeitc
d carrapato.
- Na nova loja da ra do Collegto n. 9,
vendem-sericos chales do tonqnim muilo
nnos a 259000, ditos de allinim do ultimo1
gosto a H?, diios de merino com duas pal-1
mas a 129, ditos lisos a 89, ditos de 18a e seda
9
l:280
9400
*S000
39000
A3$500
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, assim como potassa da Bussia verda-
dera : na praca do Corpo Santo n. 11
CIFEQIEMTOQIE DE AY.RK
A DIN 11 El KO
Pecas de madapolSo lino, ditas do al"o-
dozinho liso muilo encorpado, ditas deii-
_ to trancado o largo : vende-se na ra do
a 4> ditos de tarlatana a 15, cortes de caigas : Crespo, loja da e'.quina quo volta para a ra
dn mcia casomira a 2>, ditos a 1, ditos a'
18009, grvalas de seda prelas e de cores a
l, chapeos de sol de panno a 29500, capas
du panno a 7, chita Iranceza lina a 320,
mussulinaa 320 o covado, c oulras muitas
fazcnlas baratas.
59OOO
79500
49000
49OO
59000
I85OOO
9(KI0
69500
69600
09500
495OO
39000
000
o que roque-
Ao pateo de S
h PEDBO N. II.
charutos dos melhores fabricanies deS
L^h a pk avi da liallia "acionaes c
nhgn l\fu hmc Pinl0' Emilios de Casta-
nboA Filho, progress.stas de Bocha Das &
(...circulares do Moncorvo, suspiros, serva e
ae!!esr; Pecnineh. freguezes, a clles,
Reflnaria de
iego& Barreta, no Mn-
teiro.
No deposito dosta relinaria, na ra da Ce-
den doRccile n. 30, ha sempre assucar re-
tinado de superior qualidade, tanto em p
como em torres e em pues, por prr-co mais
commodo de que em outra qualquur parle.
Utenofio.
Licdes de navegac-iio, agrimensura c do-
maroacao de Ierras, e tambem de todos os
preparatorios de malhematicas puras indis-
pensaveis para a admissSo as academias do
imperio, dadas pelo unico prcl'essor, que bo-
je existe Resta cidade e com aDprovacHo do
governo da provincia, (i mesmo professor
ensina o idioma fiancez c a arithmetica mer-
cantil, tudo por rnlribuic5o razoavel, paga
adiautada. (is senhores capitcs de navios
podem, separadamente dar um pequeo
curso que os habitar na pratica dos grandes
clculos do astronoma nutica : a tratar na
ra do Trapiche [\ovo n. 30, canto oposto ao
do Banco, primeiro andar, das 10 al 3 ho-
ras da tarde.
*" Vende-seJ um molcquo de 8 annos de
idade, bonita ligura, e urna negrinha de 8
annos, muita bonita, e propria para se fazer
prsenle : a tratar na ra Nova 11. 4.
- Na ra do Crespo, loja n. 10, vendem-
se cortes de chita cm retalho, do bonitos
padroos c linas a 19SO0, 99 e 2/200.
Cal nova
Vende-se na ra de Apollo, armazem de
assucar n. 20, chegada de Lisboa no briguc
Constante.
Vcnde-sc tima parelha de burros, a
msior, mais igual, amis mansa de carro,
que ha nesta cidade 1 na na das Flores, co-
cbeira n. 33.
Na cocheira da ra do rano vende-se
urna calec muito em conla.
Vendem-se as maiores partes da fazen-
da de criar gado, denominada Boa-Vista,
cuja fazenda n3o sotfie logo, e nem Rual-
monte do mal Iriste, propria para rel'azer,
por ser perlo desta praca : quem pretender,
dirija-se a ra Dircita n. 14.
Vondc-sea heranca com posse as Ier-
ras de Apipucos, por datraz da caixa d'agua,
com grande casa de vivenda, e outra para
acabar, contendo um grande sitio e rico po-
mar de larangeiras, cafe-'.ciros o outras mui-
tas fructeiras, bastantes Ierras de planta-
Qmmd.
para ser procu-
Aurora precisa-se
011 escravos, para
Blhetes. 5(400
Meios. 2s700
Quarlos. I|350
P. '9. L ijme.
, """ "echegado a loja de Leconto, aterro
ua Boa-Vista 11. 70, excellento leite virginal
ae rosas brancas, para refrescar a pclle, tirar
pannos, sardas, e espinbas, igualmente o a
tamao oleo babosa para limpar o fazer
crescer os cabellos: assim como p impe-
rial de yno de Florenca para brotoejaa e
asperidadcsda pclle, conserva a frescura e
o aveiludado da primavera da vida.
Na fundicSo da
de serventes forros
trrico debajo de coberta.
Mudaiica do estabeleci-
niento.
O P. V. C. de Lomos o Silva faz sciento aos
seus numerosos freguezes, que acaba de fa-
zer mudanca, tanto do seu estabelecirento
de hvros, como da sua antua e acreditada
ollicma de encadernaeo at agora situada
no pateo do Collegio, para un novo, mag-
niuco cespacoso armazem na ra da Cadea
de Santo Antonio, defronte de S. Francisco,
onde tambem tem montado a sua tvpogra-
phia, por isso espera que o procuren) tanto
para compras, como para cncadernacGcs de
livros, ebem assim para qualquer impres-
sflo, pur isso que llies podo assegurar sercm
bem. c puntualmente servidos.
Precisa-se de olllciaas e coslureiras :
na loja de aljaiate, na ra Nova n. 60, esqui-
na da ponte.
Precisa-se de una ama forra ou cap-
tiva, que saiba cozinhar o engommar, para
duas pessoas : na ra do Collegio, botica
n. 10.
Quem tiver uti sobrado cm Santo An-
tonio'ou Roa-Vista, que queira trocar por
um bom sitio com excelleute casa, perto da
praca, c mais duas casas terreas grands
com bous quintaos murados, defroule do
mesmo sitio, dirija-se a esta typographia,
que so dir quem faz este negocio.
Os abaixo assignados, com loja de ourives
na ra do Cabuga 11. 11, confronte ao pateo
da matriz e ra Nova, fazem publico, que
csto rurebendo couliniiailamente as mais
novas obras de ouro, tanto para senhora
como para liomens e meninos : os precos
continiiain razoavei, e passam-se contas
com responsabilidad.', csiecilicando a qua-
lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, (cando
assim sujeitos os mesmos por qualquer du-
vida. -beraphim &. IrmSo.
l'az-se tolo negocio com a melhor lo
ja do l'asseio Publico 11. !>, co.i razenda ou
scn ella.
Kot Brotbers, declaram pelo presente
annuncio, qucoSr. t'raiuisco de Paul 1 Al-
ves da Silva, deixou de ser caixeiro de sua
rasa commercial desde o dia 4 do corralo.
Recife 4 du julho di' 1857.
guinho, colr.ote ao sitio da mai do Sr. Jos Z {Tln \ Tr
Candido de Rjrros: quem o pretender di- UeMdia.""1''^. r"a do C
nja-se aprs5. da Boa-Vista 5, primeiro e^SK^J g
Quem precisar de urna perita engom-
madeira do qualquer roup ; dirija se ao
pateo da Santa Cruz, taberna n. 2, na esqui-
na quo volta para o Rosario.
7 Oferece-SB um rapaz portuguez para
caixeiro de taberna, ou para qualquer esta-
belecimento: quem pretender, dirija-sea
ra da Cruz do Becife 11. 20.
Precisa-se do um criado : na ra do
Hospicio 11. 9.
Precisa-se alugar um primeiro andar
n'uma das principaes ras de S. Antonio,
couo soiam ra das Cruzes, Jo Collegio,
Queimado etc etc. : a fallar no aterro da
Boa-Vista loja n. 11
- Perdeu-se um allineto novo, com um
bnlhante : quem o achou, entregue no ator-
ro da Boa-Vista n. 26, segundo andar, quo
sera bem gratificado.
Superiores oamas de ferro para soltci-
ro e casado, vendo Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo, no seu escriptorio na ra da Cruz
n. 1.
--- Algoiiaozinhoda Babia, o verdadeiro,
vende Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, no
seu escriptorio, ru da Cruz n 1.
--- Precisa-se de um homem que enlcnda
de jardim e plantacao, para feitor de um pe-
queo sitio perto desta praQa, preferindo se
portuguez : Irata-se na ra Vclha n. 50.
Precisa-se de una ama para o servico
interno de nina casa de pouca familia: na
praca do Corpo Santn 17.
- Precisa-so arrendar um engenho in-
da esse auno, apesar de j ser tarde, com-
pra-se a safra do mesmo, dando-se algum
dmheiro vista, aliaiiQa-se a boa conserva-
cao da prop iedade, o se for com alguns es-
clavos melhor sera, ou mesmo faz-se algum
negocio para tirar alguma safra esse anuo,
visto estar para isso habilitado cotn escra-
vos, boiada, carros e os mais pertences para
esse lim, ou mesmo com alguma estrada em
ultimo caso, por empreitada ; se algue.-n
quizer fazer esse negocio, podo procurar em
casa dos Srs Lomos Jnior, Leal Rtis, na
praca, ou 110 engenho Becreio, na freguezia
de Uuribeea, a Joo de Carvalbo itaposo,
para tratar.
Tendo-sc desencaminhado do poder
dos abaixo assignados urna lettra da impor-
tancia de 318-110O, sacada por elles e aceita
pelos Srs. Antonio Luiz dos Santos & Rolini,
por quem loi paga no vencimenlo, declaram
os mesmos abaixo assignados, de nenhum
efJeito e sem valor algum a referida lettra.
onde e qiuudo possa, por ventura apparecer
(Brender B'sodis &C.
Os abaixo assignados admilliiain co-
mo socio om sua prensa de algolao, ao br
Pedro Bezjrra do Menezes, licanJo assim a
lirma i|ue gyrava de francisco Alvos & Car-
iciio, augmuntaia para Francisco Alves Car-
rciro di Bezerra.
Precisa-se de um pessoa de mcia ida-
de. que qjeira fazer companhia a (res mocas
solteras, e o servico da casa : quem proteo-
uer, culn la-se com o professor de Bcberi-
be ou ain inicie.
e I9OOO
na loja
.Il^ih,
o de interessc.
Deseja-so fallar com os Srs. Manoel Igna-
cio Peixoto, Francisco Joao Alves, Jos
Francisco da Silv
suas vezes : na
Precisa-so do nina ama- na ra do
Queima ;o 11. 28, segundo andar..
Compram-se
blhetes premiados de loteras que jaeste-
jam recolhidas thesouraria, com um abale
razoavel, alim do n3o terem os donos o tra-
balho do longo processo daquella reparti-
io : na ra .Nova n. 11.
Compra-so na ra da Polo n. 4, cai-
xilhos com vidros ou sem elles, assim como
hteiros que sejam propios para loja do cal-
cado.
--- Compra-s tima casa terrea nos bair-
ros da Boa-Vista, Santo Antonio ou S. Jos,
quo nao exceda do prego de 1:000# ou 1:2009
rs. : quem tiver annuncio
rado.
Compram-se moedas de 500
de prala a 2 0]0 e de 29000 a 1 0)0
Crespo.
obrado de um andar
. paga-se bem : quem
as liver entenda-so na li^a de livros da pra-
Qa da Independencia ns. 0 c 8, quo dir o
pretndeme.
... Compra-se effoctivamente.ina ra das
Mores n. 37, primeiro andar, apolicos da di-
vida publica e provincial, aceces das compa-
nhias, e d-se dinheiro a juros, cm grandes
e pequeas quantias, sobre penhores.
Compra-sc urna casa terrea que lenha
commodos : a fallar na ra da Praia n. 11,
armazem de carne secca.
Coinpra-se um papagtio bom, bonito e
lallador, n1o so olha a precio : na ra do
Queimado n. 35.
Compra-se urna cria al 4 mezes de
idade: na ra do Collegio 11. 18, segundo
audar.
Compra-se
nma liteua com todos os arreios: quem
tiver dirija-se a raa Dircita n. 7G, ouan-
niincie.
- Compra se una selecta frjincoza por
Roquete: na ra do Queimado n. 33 A.
Compra-se um escravo cm meia idade,
sem vicios nem achaques : na ra de Santa
R (a, sobrado n. 85, das 6 as 9 horas da m a
nhSa. e das 3 as 6 da tardo.
Compra-se ou arronda-se urna morada
de casa na povo-jQ'io de Beberibe : quem a
tiver annuncio, ou entenda-se com o res-
pectivo prol'etsor publico d instruccao ele-
mentar.
Compra-se urna escrava de mcia ida-
de, que seja forte e sadia : a tratar com o
prolcssor publico de Beberibe.
da Cadcia.
relogios de pa-
tente
ingleses de om o, de sabonete c de vidro :
vendem-se a prect) razoavel, cm cana de
Augusto Cesar de Abren, na ra da Ca-
dcia do Recite, armazem n. 10.
Taclias de Ierro.
Na fundicSo da Aurora cm Santo Amaro-
e tambem no deposito na ra do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de mari-
nha, ha sempre um grande sortimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como cs-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas c fundas ; e em ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. Os preco
saoo s mais commodos.
iVlethodo facilimo.
Na li-raria da praca da Independencia n.
6 e 8, -'ende-so o methodo facilimo-para
aprendora ler, novamenlo impresso e aug-
mentado, por mil rcis.
CHAPEOS A TAMBERLIF
Doafainadu fabrican j
Pineau de Pars.
Acabamdecliegarpelo ultimo paipiclc,
os sitpra mencionados chapeos destt ala
nado fabricante, e vende-se na loja d
i pottas, da ra da Cadcia do Recilo 1
i8, de Narciso Mana Carneiro.
Vende-se superior linhas de algodao
brancas, o de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Southall Mellor & C., ra do
Torres n. 38.
Arados de ferro.
Na fundicSo de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se oara vender arados
de ierro de um modcllo o conslruccSo muito
superiores.
Vende-se queijo do ertao
a480rs. a libra, manteiga ingleza a 640,
COes, e tem urna porco de moradores que queijo do reino a U500, 1s600 e 1/900, fari-
pagam renda : quem pretender, dirija-sea lina do reino a 120. gomma a 100 rs., lingui-
rua cstreila do Rosario 11. 31, armazem de ?a do reino a 400 e 640, vinho do Porto on-
da Silva, que lodo o negocio
&&&
- Vende-so una rica mobilia de Jaca-
randa com tampos da pedia na ra do
Caldeiretro casa terrea 11. 88.
aj.i.:r s ti grad s.
m lindo o variado sorlimenlo de model-
los para varandas e gradaras, de gosto mo-
deinissimo- na fundigaoda Aurora em au-
to Amaro,o no deposito da mesma, ua r ia do
Brum.
i\a loj nova ao
PE' O AUCO Ut: SAMO AMONIO,
vendem-se pecas do madspolao com peque-
o toque do avaria a 2/>00 reis, liscados
monsl os ue dilicados padroes a 200 rs. o
covado, ricos fustOos de cor o brancos pare
calcas o palitos, cambalas de delicados pa-
dioos, L>zcnda muilo fina a 480 a vara, chi-
tas rraneezas a 240, 280, 300 c 320 rs., e ou-
tras fazendas, lo as de bom gosto, ludo por
menos do que em outra qualjuer loja.
Na travessa da Madre de Heos D. 9, e
na na do Trapiche n. 17, vende-so o supe-
rior larelo, desembarcado hoje ; c por me-
nos prese do que se vende em qualquer ou-
tra pa te.
CERA DE CARNAL'.A.
Vendo-so ccia de carnauba do n^uito boa
qualidade, reccnlemeiile chegada : na ra
da Cadeia, loja n. 50, defronte da ra da Ala-
dro re lieos.
iil ..
Ns ra da Cadeia do Recife n. 12, vendem-
se saceos com milho de superior qualidade,
por preco rtzoavel.
f ?
Jos Moreira
se Mil.
-Lnvas de Jouvi.
Constantemente acharao na loja do Le-
conle, aterro da Boa-Visla n. 7, as verdadei-
ras luvas de Jouvin, de todas as cores,
igualmente ricos pentcs de tartaruga da ul-
tima moda.
l\a lja das seis
portas cui frente do Li-
v raniento
3j000 rs.
Corles do casemira com pequeo defeilo
a tres mil rs., a qualidade he superior e tem
sortimento para escolher, palitos de panno
lino prctos e de cores, com pequeo deleito
a10?000.
Vende se no largo do Carmo, esquina
da ra de llortas 11. 2, cevadiuha nova a 240
rs., sagu'a 320, cspcrmceto a G80, assucar
branco cm caroco bem alvo a !<), em arro-
ba a 59200, macarrSo taliiarim a 480, chou-
rlcas a 600 rs., manteiga ingleza do 400 at
IJM20 rs., iranceza a 720, vinho engarrafado,
tiuquo do Porto a fy200, de outros autores
a 15000, oleo de ricino um meias garrafas a
j00 rs gomma bem alva a 100 rs., em arro-
ba a 3ij000, peneirns de araaio mais.ein con-
ta do que em outra parte. No armazem de
Paula Lores tem ardiles para vender.
o
>l
reguifa
OE ESTA VENDENDO BA-
N RATlSSlMi
Na loja do Preguica, na ra do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito 11. 2, conti-
nu'a a vender-s* muitas e diversas fazendas,
por precos baratsimos, entre ellas cam-
balas francezas, padroes novos e cores fi-
xas, pelo baratissimo preco de 480 rs. a va-
ra, ditas de cordao muito linas a 500 rs. a
vara, cassas francezas muito linas e de pa-
drOes os mais modernos que ha no mercado
a 640 a vara, chitas francezas de lindissimos
padroes a 280 o 300 rs. o covado, mussulina
branca a mais lina que ho possivel a 440 o
covado, dits do cor a 3i0, corles de casemi-
ra de cor de lindissimos padroes e superior
qualidade a 6/cada um, cortes de brim de
puro linbo de lindos padroes a 2400 eda
um, ditos de ditos a 25, ditos de algodao a
1^360, ditos de culim de lindos padroes c
muito cncorpados a 1S60 cala um, lencos
de camama para mao a 120, Jilos mais linos
a 220, pecas de hretanha de rolo de 10 varas
a 25 cada urna, chitas escuras do diversos
padroes e cores lixasa I0, 16o, 180 c 200 rs.
o covado, o a peca a 55, 65, 6500 e 755U0 ca-
na una, cobertores proprios para escravos a
<0O rs. cada um, gravatas do seda de lidos
padroes a 15, ditas prelas de setim a 1280,
uitas de cortes em outi o gosto a 700 rs. cada
urna, luvas de soda de todas as qualidades
para honiens e senhoras, lencos de seda de
bons gostos, gangas mescladas de lindos pa-
droes a 600 rs o covado, cortes do castores
de bonlt >s padroes a IJJcids um, cambrains
isas Unas a 4-5500, com 10 raras, ditas ditas
muilo linas a 6,*, o outras muitas fazendas
que se deixam de mencionar, e se venderlo
por baratsimos precos; e se darao amos-
tras com penlior.
i ecliiiieha
Vcude-so
liinio
muito
no a-
sor-
VtffStSL tTIento de fazendas de to-
ConlinuH-so a dar dinheiro a juros m-
dicos, sob penhores : na ra da Praia, se-
gundo andar, n. 43.
Ama.
Piecisa-sc de urna ama
'104.
na ra Vclha 11.
das as qualidades.
(rosdenspt pnlodei teda laviada, covado.
Hilo dito I so mullo largo, covado.
Ilito de cc'ies liso muilo superior
Selim prelo iiiarao, co\ado.....
Panno lino prelo e de oret, pura lod.n os nreco>
Papelina de teda do cores malisadas, co-
2200
25200
2-:'illi
35OOO
vado.
Clialy de cores, com quadros de seda, co-
I5OUU
um crioulo de 16 anuos,
sadio, piopiio para agem
torro da Boa-Vista 11 10.
^*"5ivi.'"^-T'-'7'%7i<'v i- < -..-..... /.
::
iWhiucha.
n liS
PA'EITE IHGLEZ
para fogo de cozinha, e vende-se em casa
de Poiiier, no aterro da Boa-Vista n. 55.
Vende-se azeite do coco a 3#200 a ca-
ada, superiores queijos os. mais novos do
merca lo 1 lj440, cha hysson do Rio de Ja-
neiro le primeira qualidade a 156OO, caixi-
iinas du urna libra : na ra Direita n. 8.
fie muito ba-
rato.
Velas de esperncete a 120 rs. cada urna,
e cm calXIS le 25 libras a 169, e em lotes de
5 caixasa 155 ; deve-se preferir una vela
de espermacele a de carnauba visto que a
diffarenca de 40 rs tendo-so boa luz o lim-
peza, lie nada, ^o deposito da ra do S.
Francisco 11 C, por Ir grande quanliJaie
dcste genero, he qu: vende pur este preco.
uobre tus Hacia.
Vende-se constantemente ra pr?ca da In-
dependencia n. 4, a nm e meio por cento.
garrafado a la000, dito de Lisboa a 560, ba-
1 hadeporcoa520: as Cinco PonUs n. 21.
Venda
piaiios.
Vindcm-sc nitritos lindos e exccllenlcs
pianos, cliegados nllimamenlc de Ham-
Durgo, c com lindos retratos no frontis-
picio : na ra da Cruz n. 53, casa de J.
Kcller & C.
Pianos.
Em casadeRabcSchmettau';&Companhias
ra da Cadeia n. 37, vcudom-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann do
llambunro.
Vinho do Porto
.superior chamico.
Vende-se nicamente em casa de Barroca
Sj Castro, na ruadla Cadeia do R ecife 11 4
TAIXAS PAKA ENGENHO.
f a fundipo de ferro da D. W. Bowmana ai
rut do Brum, passando o cliafariz, contina ha
dar umcompleto sortimePlo d laixss de farro f un
vidoebaiidodea a 8 palmos de bocea, as iuai
acham-se a venda,por epreco commodo c com
promplidao: embarcam-s oucarrga-so smcar
ro semdcspeza ao comprador.
>ellins e relos.
SELLTNS e RELOCIOS de-p.lenlc
inglez : a venda no armazroi de
ostrn llooker Compinhn, es-
quina do largo du Corpo Sanio nu-
mero 48.
Deposito
de rapprinceza da lubri-
ca de ti. Gas-e, no [\<
de Janeiro.
Vcnde-se a pre?o commodo rap fino,
grossoe meto grosso, da acreditada fabrica
acuna, chegado pelo vapor S. Salvador : na
ra da Cruz n. 49.
AlgodaoEinho ja Baha
para saceos de assucar: vendo-se om casa
de N. u. Bieber Companhia, rus da Cruz
n. 4.
N. O. Bieber o Companhia, ru **
Cruz n. 4; vendem :
I.11 ..!_- da Bussia.
Idem nglozas.
BrinzSo.
Brins da Russia.
Vinho de Madeira.
algodao para saceos de assucar
itelogios.
Os melhores relogios de ouro, patente,
gloz, vendem-se por precos razoaveis,
escriptorio do agente Oliveira, ra da 1
dea do Recife 11. 62, primeiro andar.
r caas de ferro
I'.xcellentcs camas de ferro para soltemos
vendem-se no escriptorio do agente Olivei
ra, ra da Cadcia do Recife n 02, or
andar
RELOGIOS
Ra da Cadeia do Beci.'e n. 18
Ha um sortimento de RELOtJOS de to^Ss
as qualidades, tanto de OURO como de PBA-
TA, ditos FOLIADOS e DOLRADOS. assim co-
mo para senhora, todos garantido- e por
precos commodos. t
AVISO ^
aos ferreros.
F. PQUERAterro da Boa-Vista it. 55
Tein paia vender, a vontadu do <*i>m-
Drador:
CARVAD de pedra
de primara qualidade, por prero com-
modo.
Moendas su per i ora*
Na fundicSo de C. Starr fi Companhia, Km
Santo Amaro, acham-se par, vender asnea-
das de canua todas de ferro, de um moiello e
conslruccSo muito superiores.
Sellins
patente inglcz.
SAo clirgados e acliara-o a venda ou verdtdeiio.
nem conheridus sellins iiiRleze palrnle na ra>
do. Irspiche-Novo n. 42, irmazem de raienda da
Adamoo Hunie c C.
Velas de esper-
maeete.
Vendcm-se caixas com 25 libras de ve-
las de 6 cm libra, a- preco commodo cm
casa de ls!ac Curio A C, roa da Cruz
11. 49.
Aviso aos sen I lores
geiilioedoiioH de
CillHS
Veude-sc bolacha americana a 100 rs a
libra: no paleo do Terco n. 21. dito ua Pe-
ha n. 10. Tambem se vendem eerfaa de
traques a 280 rs. a carta.
1EGHA1ISK0 rAA U
110.
NAFUND1CAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN , RA DO BRUM; PASSANDO O oHA-
FARIZ,
/
?
de en-
ofli^
ba more om grande ioranenlo do.tesainie, b
losdemccliaunmospropriosparaenfcenlio.-
moendase meias moenda, da mai. moderna
ber
iro, agnilhSea, bron/es,parafu.os e cavil!loe,
nhos de mandioca, ele. etc. ".moi
NA MESMA FUNDIQA'O.
se execulam todas as encommendas com a mi cno-
ridade ja contienda com,a devida pretina eom-
modidade ciu preco. n,u
XAROPE
DO
BOSQUE
l'oilrantferidoodept>siti.desle iirnpna,., h
tica deJoso daCruiSanlOf, narua Nova n 5
garrafa. 5*600, meia.:if000, sendo fa|vt lodo
aquelle qoe nacfor vendido ne.le depo.il* sata
quesefaz o presenil aviso.
IMPORTANTE TARA OPIBLIf.O.
Pira curado phlysicaem todootseusdiferen
esgraos, quermotivada por coDslipices, io<*e
asiliniji. [Ienri/.e>cai m- dcsangue, drde eo-
ladose peito, palpitarAono corarAo.coqoelurho
broncliite, dorna garanla, e lo'da a.mole.lu
dosori{aopulmouaret.
*:t>P*?^t.

ni
no
Ca-
v o tes-de ln c
rov! dos.
Vende-se a verdadeira fjraxa
z.i n. !'", dos afamados fabricantesDav
>\ Martin, em barricas de l"> duzias de
polos: encasa de James Cra'btieu C,
ra da Gra n. \.
SECRETARIAS.
As rrclhores que al hoje tcm apparecido
;stemorcado: venlem-se no escrirtorio
da Cadeia do Recite
lll
O.t
meiro
Agencia
fnndjcao Low-.Vlo r,
na da Vnzala iova
11. 42.
Veste cstaljelccimcnto conlinu'a a haver
umcompleto sortimento de moendase meias
moeudaspara engenho, machinas de vapor
o Uixas de ferro batido e coado de lodosos
lmannos para dito.
Momhos do vento
com bombas de repuso para resarbor aseba
capim: na fundipo de U. W. Bow.nan
a este
do agente Oliveira, ra
W n. i^-1, primeiro andar.
1 ,1 r 1,.1 ,1,1 liriiin n-. i; 8 e 10.
Era casa de Saunders Brothers C.
ingle- <,CrPoSantoQ. ti,ha pur Tendero '
Ferro iuglez.
Pile da Suecia.
Alcatrao de carvo,
Eunas de liuho.
Esponjas.
Drogas.
Algodaolizopara saccas.
BitoenlranjadoigualaodaBahi.
i ue. coBpleto sortimento de
3t
prac
uinti
-; Vendem-se corles de vestidos de laa de t "-
' lindos padrei, anido de lilras a<*elii.adas ^
? e miudioba, eom Ijcovadot, pelo bar.lii- W
;,; nw preso de 5JW00, para acabar, assim '-
.-. como leucinl.M de eatsa p.ra meniis e ai;
5> meninos, a NO r. cada um : na ra do V
-...- i.lneiina.lo n. 19, loja de Santos C'oellio. '<
Pechincha sem
igual
N.i loja di estrella, ra do Oueimado n.
vendem-se ricas fazendas do ISa e laa e se
para vest lo de senhora, pelos haralissini
precos Uc 000 e 800 rs. o covado.o
Continua a estar rugido o es cravo cii
oulo do nome Lourenco, do idade U auno
pouco mais ou menos, comprado ao Sr. Mo-
go Soares Carneiro de Albuquerque, mora-
dor no engenho Bamos, comarca do Pao a'A
Iho, o escravo tem os signaes seguintes : cir
preta, altura regular, rosto comprido, so-co
o corpo, barba pouca, lem uma das pemes
mais finas do que a outra, nesta mr-sma
perna tem uma ciratm do lado de fora le-
vou vestido calca de casomira cinzenta acla-
ra, camisa de algodaozinho azul escuro, cha-
peo de palha, tudo islo ja v. Iho, traz no Des-
coco dous rosarios, um de contas brancas e
oulro prelas, ambos atacados com clcheles -
a pessoa que o pegar, dirija-sc a ra Difail
ti. 3, que receber* 50/rs., de gratificacSo.
ut --.osjani c>|iaacaa
9 iNo da 12 do trrenle roer (opio d.boleTS
9 de idade, bailo, perna. loria, e om osio ere.-
% culo no hombro diieiln. Aqotllc que o pren-
der e o levar ao dito holel ser' geneiofamen- m
} le lerompensado.
-- Fugio da Solodsde, no dia 10 de junbo
lindp. a escrava Francisca, com os sientes
seguintes : altura regular, chcia do coipo.
lem urna cicatriz no rosto do lado dircito
proveniente de um talho, c no do esquerd
urnas borbulhas. lesta cantiada, rcprcsi nl
ter 2t annos de idade, consta que dita es-
crava) anda servindo do ama com o nome
trocado, o diz ser forra. oi vista no llospi-
si;,Kr C,"M a 1uem Pcgsr e leva-la|a
soled ido, casa n 30. '
Desappacecea na noite de 2 L-hte mcz de julho, nma mulata de
llosa, com os lignaes seOMSos:
e boa estatura, corpo ivlbrc; do,
tas cicatri/.cs bem visivel iior"iuci-
laclo cs(|iicrdo, cor abaccnli c
dcslMjtada, cabellos meio caram-
jc cortados, idade 2."> annos
is ou menos, com unu
eimadura um poocoaaapagatJa no
diivito ; levou argalaa de ouro na
:, um roupo de riscado de
Reamados, nm vestido de
Ha, um dito de
dito de chita
dito *
nome
alta
lem d
xo le
mcia
nlms
co m
do (|
braco
ordli
dios
amai-f
la,
de la$
Mili
co e
le
|K>II-
cicatriz
i n
azul,
ar de
sapa tos
um
11 ua-
ia ssa
casa cor de ro.
azul, um chale-
de eassi branco,
lamamos de como Ima-
da como prcto: pade-ae,
la Ho, a todas as autoridades ih.I-
0 capitacs de campo, que a a-
apturar, que se pagara' toca e
uer despeza e.j'iatili.a, .,o, a cn-
n nesta praca, na ra do Cal.
II. de Seraphim A IrmaX,.
1 ugioa escrava negra Hila, rom os naes seguintes : cabecs RTsade. olhos pr,-
irancos, amaiellados, nariz chalo a
esquerds alejada cm forma torci l a
mais | equena que a .utfa. beicos groisns
oqui ixodccima lem falla de denle, n,",:
tem os dous de los gran los das mii.,.
spsra as almas das safios cosm ale-
.siyual de angiohea que levoa en ai-
ciaes
cain
quak
trepu
loj;
podre
caliidr]
jados,
dedos
qucix
l>u;:a
guia I impo, c tem as nodoas nos cantos do.s
pelas, entre o grande
para este mercado : tudo
fr.endas proprio
por preco eooimodo.
- c oiponlador.
grande e puchado para diantc : que,,
a pegar leve-a ao sen sonhor Custodio oui,.
ra larga do Itossrlo n. 2(, ,,o rocc-
gratilica?ao. '
ves, u;
hora a
AteneAi
B--w pui piciu CVUilUU'
IOOiOOO rs. de gralilicco.
Con||inua a estar fgido desde o da tt dn
| jancird prximo pagado o escravo Jo>c cri
ou o, do 18 a 30 anuos de idade, altura re-
; guiar, bom panno no rosto des
cobertos e descolarlos, pequeos egrajides,
de ouro patente inglez. para homem ese-
Jiliora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : cm casa de Southall Mellor A C*. ra
do Torres u. 38.
Jos rara"rV.r""'^
idebobis, tem as costas relalhad's de chi-
cle, |QDI um andar de quem anda estrop,,.
do quem o pegar leVe-0 rut 9, que recebera a gralilicacao cima decU-

PBBH.nP.INB STf. UBFaUU
lbo7;

MUTILADO




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