Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06558


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Full Text


A
ANNO XXXIII II 154
(RIMA FEIRA l DE .ILLIIO DE 18^7
><'
Por o mezes adiantados 4.*>'000-
Por mezes vencidos 4$500.
DIARIO
ENCARREGADOS DA 8UB8CBIPCA DO NORTE.
I'arahiba, o 8r. Joao Rodolpho Gomes ; Natal, o Sr. Joaquina
Poreira Jnior ; Araealv, o Sr. A. de Lemoj Braga ; Cu-
ra', o Sr. J. Jote de Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
ae Rodrigue : Plaubj o Sr. Jos Joaquim Avelmo ; Pa-
r, o Sr. Justino J. Ramo ; Amazona, o Sr. Jeronymo da
Cotia.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olin-i : todo ndas,aaOam,ihoras lo ai.,.
liri.ti.i.su oiauna o J'.u.'ilnti.i : n.i. -.v'uml.i- c SOTIa frlras
N. Aatao, Hewrro, Itonilj, Caraara', Altinho c iM-ranhuns : na irrca-frira.
S. I.i.ui.-i.; .. l'o il'Allin, Naiarelli, Limireiro, Ilrojo, l'<.'..|o, n.i, lugaicira,
Flores, Villa-Helia, Itoa-Vsia, Oaricorj Ex**, aaaojaarlaa Mrai.
Catas, loojnca, oi-rinhicm, Kid tormo..,, L'na, llaireiro, Agua-Prela, Pi-
mcnli'iras e .\alal: <|Uinu-lViras.
To.lus os corrcins ,..i.., ., M horas Ja manhSa.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal docommercio : segundas e quintas.
Relaco : tercas feiras e sabbados.
Fazenda : quartas e sabb:.dos as 10 horas.
Juizo do commcrcio : segundas as 10 horas e quintas ao meio dia.
Juizo do orphos i segundas e quintas as 10 horas.
Priraeira vara do civcl : segundas e senas ao meio dia.
Segunda vara do clvel : uartai sabbados ao meio dia.
EPHEMERIDES DO MEZ DE Jl"LHO.
7 La cheia as 4 horas e 24 minutos da manha.
14 '.loarlo minguanteas 10 horas e 57 minutos da manha.
21 La nova as 3 horas e 33 minutos da manha.
28 Quarto cresceote as 6 horas e 53 minuto da tarde.
PREAMAR DEHOJE.
Primeira as 6 horas e Gminutos da manha.
Segunda as 6 horas e 30 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
G Segunda
Segunda. S. Domingas v. m. ; S. Iras proph.
7 Ter^a. S. Pulcheha v. imperatrir.
8 (luana. S. Antonio b. ; Ss. Procopio c Prifcilla mm.
0 Quinfa. Ss. Cyrillo c Bricio mm.
10 Sexta. S. Silvano m. ; S. Dianor m.
11 Sabbado. S. Sabino m. ; S. Abundio m.
12 Domingo. C. S. S. Joo Gualbert ab.
EXCARREGADOS DA SLBSCRlCAd NO SIL
Alagoas, o Sr. Claudino Falcio Dias: Bahia, o Sr. D. Duar
Rio de Janeiro, o Sr. Joo Pereira Martios.
EM PERNAMBt O.
O propietario do DIARIO Manoel Figueiroa da. Faria na tya
livraria, prac,a da Independencia n. 6 e 8. saaa,"p
PARTE QFFIC.AL
A dimensoes do dique Bu-tal ella em 300 ps de e do canal eslavam no mesmo oivel ; e par os re-i objeclo de lana magnilude a opiniao de homens i ria, quando se desse a sccro transversal do canal,
mprimenlo, 92 de largara o 28 de profundidad, paros da qoilha hara no Tundo do corpo do dique, professionaes, incumbi, por aviso de 12 de Janeiro desda o ponto de iuucro dos dons ros al a sua em-
-ni. m >i I --.la. .. ..._ I ..-.-... .. -a ...I*;-...., I.. i t -,..- i ti I i i .i .-4 .. ., > .1.1. akaa ** i >__T J itt~ t iiIi>!p, aivll P M,il 1 l L J II I* 'I
MINISTERIO DA MARINHA.
RELATOHIO
l)o ministerio da marinlia apiesentado a
assemblea geral legislativa na primeira
tessaoda dcima legislatura.
{Concltt$3o.)
Dique da llha das Cobras.
Tenho a sahsfaclo de annonciar-vo que se acha
eaotralada a conrlusao do dique da llha das Cobras,
e que dentro do menor prazo possivel veris preen-
chiiti esta grande neeessidade da manaha nacio-
nal.
Em virluie da aiilorisara i que concr lestes no j
3 l. arl. 1 da le n. 855 de i Je oulubro de 1856,
foi esss cunlrato celebrado com o engenheiro nglez
Henry l.aw, e amgnado nesla corle em 25 de abril
ultimo.
A reputarlo de que goza n emprezario, as syro-
pathias que elle lem manifestado pelo nosso paz, e
a circunispeccao e boa f de que deu prova ero tuas
retacees coro o governo imperial, asseguram o per-
leilo desempenho das obiniares que conlrahio, alias
garantidas por urna fianza idnea.
A importancia deita obra, o os suecessivos exa-
met a quero lem sido sujeita, me indozem a dar-
vos aqu um preciso rceumo de sua historia ale ao
ponto em que felizmente se aeha.
A obra do dique da llha das Cobras dala do anno
de 1824, foi inlerrompida de 1835 a 1816, conti-
nuada e suspendida em 1851.
Em lodo este periodo consisti ella nicamente no
Iratialho material do eavoqueamenlo e mina para o
desmonte da rocha grantica que primitivamente se
elevava sobreoaeu actual plano da silio, e para a
abertura da cava feila abaixo deale plano que de-
Via cousliluir o dique.
A etvi j no fim daquelle periodo havia chegado
as proporcOes de dispensar a rnnlinoaran do arre
benlamento e extraer) da pedra do seu interior,
para nao exceder a dimensoes que geralmente se
da, e no plano proposto se liaran astignado ca-
pacidade da forma.
Nesle estado o progresso do; Irabalhos exigia que
se tralasse immedialamentc da parte propriamente
seieolifica, e a mais diflicil o importante da execu-
cao, a saber : o corte, lalhameitto e encliimento do
interior irregalar da cava,para ficar formando a su-
perficie propria interna do dique ; a abertura do
canal da metmu-largura e profundidade, segundo o
prolongamento do reu eixo 1 mailudinal al ao mar,
e eslabalecimentas das comportas na entrada do ca-
nal, com os competentes apparelhos da sua mano-
bra ; finalmente, o estabelecimcmo do motor, ma-
chinas e mais accessorios destinados ao esgolameuto
do dique e aes diversos outros mistere.
O goveruo nao sejulgava anda habilitado para
fnlrar de promplo nesla parle da obra, por Ihe fal-
larem infnnnaroes exactas, unto sobre a convenien-
cia da sua continuarlo, que inda nito eslava bem
astenlada, como sobre a ejcolha do melhor plano,
somma de meios necessarios para a sua reali-
saco.
Teva, pois, ante mesmo de mandar naquelle ul-
timo anuo sobrestar nos trabaltios, da ouvir pare-
cer dos profisiionaes, dar conhscimenlo do estado da
obra, e convidar por intermedio da legac/lo impe-
rial de Londres os emprezario) que se quize-sem
propor i sua conctusao.
Em consequencia detle convite alguns engenheiros
eitsangeiros vieram expresaamenla examinar e cs-
ludar na propria localidada e esltdo e todas as cir-
cumstancias que interc>sam a execuro de|projecto
m questao.alim de maia bem informados organisa-
rem apresenlarem seos planos, ou propostas, so
Iliet couviessn tomar a si a empre/a.
Existan) sobre ettes difTerentes objeclos os tralu-
llirs seguinles :
1. Urna proposta, datado de 7 de abril de 1851,
fella pelos .....;t -/..ino~ re ileas e onlros Irabalhos
de eogenharta Mrs. Holchina C. Brown, com-
nuiicala por intermedio de Mr. Ilorace Jone
-tosa logac.lo le Londres, pela qual os ditas empre-
sario aeinTereciam para levar a elleito a concluso
da obra no prazo de dous auno, e com as garautias
neceasarias, mediana a somma de libras esterlinas
49.800, paga ero 8 pre 2. Una parecer, datado em 2.1 de junlto de 1851'
do engenheiro J. B. Htimphreys, como relator da
eommissAo incumbida pelo governo de discutir a
conveniencia do projeclo em execn(ilo. Nesse pare-
cer o dilo engenheiro pronuncia-se pelo abandono
da obra encelada, fundando < em ser aclnhado
insiillicicnle o esparo em roda do dique para ac-
coiiiio larri i conveniente a pnnimid le da rosita quasi vertical,
que horda um dos lados do mesmo dique, cojo re-
lelo obre o interior deveria contrariar a acttvi-
dade e energa dos operarios, e (ornar por isso mais
dispendiosa e demorada a exeeuclo dos Iraba-
lhos.
Considerando por oolro lado a importancia eora-
merctai queja tinha, e ira cala tez mais isinmm-
do o pirte do Kio da Janeiro, n dahi a consequenle
neeessidade de ser cedido, em urna poca nao mu
remota, a' alfandeg e local que ora acaohadamenle
oceupa o arsenal de marintn, julgiva o mesmo en-
genheiro maisjudicioso que, lendo se em vista a fu-
tura mu Idnc.i do dito arsenal, e a- conveniencia de
fictrem reunido em urna localidede todos os es-
tsbelacimontos navaes, se tratas* desde ja' da es-
colha de urna situarlo propria, n.1o s para a eotis-
Irucflode um ou mais diques, conforme es neces-
sidades filiaras o engissem, porm tambem para o
eslabeleeimenln do mesmo arsenal nai candi;0a d-
sejaveis, quando para o futuro se Iratasse da sua
remocln.
3.o Um projeclo o resprelivo ornamento organiza-
dos pelo engenheiro G. Burnell, sobre dados e infor-
madnos que Ihe foram ministrados por agentes do
governo Imperial e r, Londres, servindo de base a
urna propusli aprsenla la por Mr. Hnrace Jones,
ludo em dala de 3 de fevereiro de 1853. OfTere-
ria-ss o proponenla a lomar a emprezi do actbi-
mento do dique no prazo de 2 annos, conformemen-
le aos ditos planos c orcamento, pagando-lhe o go-
verno em 10 prestardes a omma oreada, a saber :
1., a de libras esterlinas 165,000, no caso de se
adoptar o projeclo com a alterara o de dirneusSes
proposta pe engenheiro Burnell, de 310 ps de
compnmento, ilide larzarae 28 de profundidade,
em vez das de 300, 112 e 32 que haviam sido indi-
cadas, metiendo ja' em linln de conla lodo quaulo a
incerteza e insufliciencir dos dados que serviram pa-
ra a conferidla do orramenlo, podessem ler de desfa-
voravel u" emprea ; 2., a somma delibras ester
lina 122,700, laudo a obra aqatllai mesraas di-
meosoes, no caso, porm, de ser a rocha dequalida-
de propria a furnecer Inda a cantara precita ; 3,
e fiualminle. a de 85.000 libras esterlinas no caso
. de sar anda a qoalidade da rocha favoravel, e de se
persistir na adopgao. das dimensoes primitivas.
4 Um plano represautan lo a illu em (oda a sua
largura na parle que comprehende <> dique, conten-
do a indicacao das soml.is, e naiureza do fundo do
mar na immediagdrs, arompaiihado de diversos per-
fis longiiu linacs e Iransversie-, mostrando o estado
actual da cava, a eonliaurarno do fundo do mar so-
bre o seu prolongamenlo, e a da forma projeclada
para o dique pelo aulor dos planos.
l'.-lc Irabalho a que o governo maudoo proceder
especialmente com o lim de se terem os dados lo-
caes in lispensaveis para fjrmularse rom mais se-
guranfa qnalquer projeelo de obra, ficnu incompleto
quaoto a' parte da apresent-rao do projeclo, pela
falla de allomas parlicolaridad'r e do respectivo
orramenlo. t'ii ineumbido, execulado e apresenla-
do pelo engenheiro C. iNeale em dala de 28 de ta-
ita do 1853.
5. Urna eolleccSo de planos perciars de om pro-
jeclo para a conctusao do mesmo dique, acompanha-
do da descrip(o espeficada de todas as obras, e do
respectivo orcamento, elaborados pelo engenheiro J.
Seolt Tarker, e presentados na inesma dala cima
de 28 de julho tls 1853. l'lo seu ornamento era a
despaza total com o acahamento da obra do diqoe,
eieeolada conforme os s-us planos, estimada em
178,880 libras esterlinas 7s-tds.
15. Finalmente, urna eollecele de planos repre-
sentando alada Indos os elementos de oulro pro-
feca, acoinoanhado de tim relamrio e especifica^o
das obras, Irabalhos aprrsenlados em 7 de fevereiro
do correnle anm pelo rn^eiiheiro llnry Latv que
acaba de c nlr.lar, conforme os setis ditos planos, a
ronrlosaod? 13* importante obra.
No seu rotatorio o engenheiro l.'w discute c pro
nuneia-se pla conveniencia do arahsmenlo da obra,
No sen entender sao estas dimeuses sufilcienles pa-
ra darem a' forma a capacdade de receber as miio-
rea naos da esquadra brilaunica, e mesmo os maiores
vapores empregados no commercio transatln-
tico.
nanlo aa modo de eiecur.lo, comer fazendo re-
cuar a face quasi verlical da rocha que borda um
dos lados da rava orinal, sem tocar as edili:ars
superiores, afitn de dar mais largueza ao dique por
esse lado.
Em lodo o seo permetro, sobre urna orla de 15
ps de largura, o terreno de rocha sera' aplainado
horisonlalmente na altura de 6 ps cima do prea-
mar ordinario.
O interior da cava existente sera recortado, para
sobra a mesma rocha natural, modelar-se a forma
interna da superficie do dique, naqoelles logares
ondea excavarlo actual nao houver excedido os li-
mites dessa forma : nos onlros, porm, o v3o sera'
preenchido com eochimenlo de alvenaria d'arga-
massa hydraulica e revcslimcnlo de cantara,
j, O canal de rommuniear.io sera' abeito na rocha,
no prolongamenlo do grande eixo da cava al o mar
e a superficie das suas paredes modelada tambem
sobre a propria rocha natural.
A sprc.o transversal do tliio^canal tem a forma e
dim-n nos proprias para permittirem a entrada dos
maiores navios, tu fundo do mar as immediacas
da entrada sera' excavado e rebaixadn a' profundi-
dade que exige o calado de 28 pes do dique.
A entrada do canal, cortada transversal e vert-
ealmenle em hlenles na propria rocha, recbela'
marcos de madeira para serviremde encost a por-
ta, qoe he om caixao flueioanle de forma e dimen-
ses apropriadas, construido com caveruame de fer-
io balido e chapeamolo de ferro laminado.
Um motor, machina a vapor da forja de 40 ca-
vallos, sera' estabelecido em edificio proprio, e con-
venientemente disposto para Tazar funecionar um
jogo de bombas assenladas dentro de um pojo aber-
lo vertical*nenie na rocha, prximo ao dique, com-
inuuir urlo por um baeiio horjsonlal subterrneo
com n fundo do dique, afim deelT^cluar em 3 horas
e tres quarlos o esgoto completo.
Guindaste, cabrestantes, riphOes e postes se csla-
belecerao nos lugares proprios, para todas as opera-
efles da manobra da entrada e sabida dos navios,
abertura e lecliamenlo da porta-caixao, mediante o
Irabalho da mesma machina motor.
Toda esta obra, que vem minuciosamente deserjp-
la na mencionada especificacao, o dito engenheiro
se comprometi a realisar uo prazo de 30 mezas, o
mtia lardar, do modo a ficar nosle lermo o dique
prompto de ludo para enlrar em Irabalho.
O preco ajustado lie de 75,000 f. paga esla quan-
lia em 10 prestaefies iguaes, concedendu-se ao em-
prezario a isenr.io de direitos prra todo os male-
riaes, machinas e apparelhos que houver de empre-
ar na dita constrocr^ao, nao excedendo o valor desles
a 15,000 .
Anneos a esl relatoro encontrareis o termo do
contrato a que me retiro, e a exposirao que o prece-
deu, apresentada pelo emprezario.
Dique do Maranhao.
Em 17 de junlto de 1852 ordenou-se que o com-
mandanle da cslscao do Maranhao, urapilao de mar
e guerra Joaquim Manoel de Olivera l-'igiieire lo,
examinando o lugar mais apropriado para a conslruc-
eJjo de um dique na mesma provincia, formasse a
planta e o orcamenlo desla obra.
Em 10 de agosto do mesmo anno, dando conla
ila referida commissao, commuoicou aquelle of-
licial :
Que o lugar msis aproprido para a pro-
n jeclada obra era a praia entre as Mercrs e o Des-
e Ierro.
o: Que esla praia, na occasiao da haixa-mnr, fica
o loda descoberla, e no preannr das agu^s vivas or-
diaras eleva-se ji 18 ps inslezei ; qoe, liradas
primeira ramadas de areia, a Ires ps,
alravessada de picadrros, orna dala com 6 ps in- de 1854, o engenheiro civil C. Hcale de ir pessoal- I bocadura, a mesnia ex'lensao soperlicial que tem os
o 6 de profundi lade. Segundo o mente examinar as obras em andamento naquelle dilTerenles bracos reunidos.
porto, afim de dar a soa opiniao a respeilo da con-1 Nao se podeudo porem, desde ja, dar por pro-
veniencia do plano, e dos meios de execura.i ailop- ; vada experimentalmenle a ineflicacia do plano adop-
tados, propondo qoaesquer alleraces ou modifiea- lado, entendo que convir, conlinuando-se ua so
pouco mait ou menos, acha-se o fut lo databa-
tinga, que suceessivnmenle se vai tornando mais
o eonsistetile al a profundidade de Ifi p..
Que alem dlslo era naquelle lugar, que se li-
li nharo fibncado grandes navios, os vapores da
(i compaiilii.i, e recenlcinanle o vapor Golfinho
pan I i -e Ihe sobresano e ponlilhao.
O plano Irara lo polo Sr. Figneiredo liaba em vis-
ta proporcionar o dique para navios de grandes di-
mensoes.. Eis como osen aolov se exprimi a esl
respeitn : Nao mejimilei a dar ao dique proposto
dimensoes em relaco aos navios que temos ; o (z
desenhar ds modo a poder receber em si vapo-
res um pouco maiores que o Presiden!, e o Brilish
Queen. o
Foi pois o dique proposto com as seguintes di-
memoet :
palmos brasileiros.
Comprimenlo da forma at a porla 3S6
Dilo do corpo da forma. t :j-J7
Largura do corpo da forma...... |:|g
Dila do'canal............ HS
A obra assim trajada foi oreada em 86:0949181),
acrescenlando o mencionado capiaode mar e guer-
ra, que em sua opiniao, lalvez se podec gastar me-' ,"':o-
plano do coronel Oliveira, eerla supprimid a dala,
e em subititoic.ao se deveria rehaixar de 6 palmos o
fondo do corpo do dique para sobre elle assenlarem-
se picadeiros destina josa -u-ieui -.r a quilha do navio.
Esla un iiirar'io olTarecia a vantagem de loruir
commodos os reparos das parles do casco prxima
a quilha, os quaes cem a dala lalvez sejam difliceis e
mesmo impossiveis para os vasos de pequea altura
de quilha.
No plano primillwo, a orra'n transversal da for-
ma tinha a ligara trapezoidal, em vez de urna liga-
ra prximamente parallela secrao transversal do
casco do navio, e a urna distancia tal, que o ar e a
luz podesse r>alhar-se no inferior da forma, que a
coljocacao das escoras, e o Irabalho daa reparaces
podesse exscotar-se fcilmente. Alem disto os de-
gros do interior da forma eram defeituosos, por se-
rrn de um grande declive, e em um s lanco.
O plano do coronel Oliveira removia estes incon-
venientes pela dispusra.o qoe dava aos degraos, di-
vidindo-os em cinco grupos, separados por banque-
tas, com largura) e alturas calculadas de modo pro-
prio para tentar a confrguracao interior da forma
muilo aemelhanle do caco do navio.
Orcava o coronel Oliveira a ruilo de toda a obra,
incluindo as modificarOes por elle propostas, c Ira-
balhos ainda niu compreheudidos no 2." orramenlo
em r. 3<):000a.
Esta quanlia, em qoe he oreado o plano modifi-
do, na opiniao do seo autor nao deve parecer exces-
siva para urna forma como a de que se traa, atlen-
didas as tabellas dos precos de obras lemelhantes.
Jolgando o governu bem fundado o parecer do
lenenle-eoronel Oliveira, delerroinoo qoe fosse o seo
plano adoptado, e conforme lie se proseguiste nos
Irabalhos encelados.
Em agoslo de 1855, por occasiao da ir concertar
ao Maranhao o vapor Amazonas, sendo incumbi-
dos de sua direrrao o engenheiro Itobert Grundy, e
o primeiro constructor do arsenal de marinh da
corle, Napoleao Joao Baplista Level, foram estes
empregados tambem incumbidos de examinar oes-
lado do dique. Em 17 de novembro apresiularam o
sen relalono, no qual, reprovaudo algumas das al-
teracoes indicad is pelo lenle-coronel Oliveira, fo-
ram de parecer :
Qoe nao convinha a suppresan da dala, nem o
rebalxamento de (5 palmos no fundo do dique, como
propozeia o tenente-coronel, bastando rebaixar, dous
pes o fundo do dique na parle central, e elevar os
lados em linha curva al enronlrar os paredoes la-
leraes na altura do nivel da haixamar.
Que as escadas do plano primitivo eram mais mo-
dernas, e dariam urna commonicacao mais directa
do que as indicadas pelo tetiMile-eoroitel Oliveira.
Em 22 de Janeiro de 1856 deteiminou-se que foi-
seni adoptadas estas alterai.oes.
Tem-se gaslncom esla obra al ao fim de dezem-
bro ultimo 165:3008166.
No exercicio correnle foi consignad! a quantia de
60:0003, da qual se i i i lis gasto al fevereiro prxi-
mo passado 30:3809640.
Para o exercicio da 1857 a 1858 mircou-se
80:0003.
O eslado desla obrs lie o qoe eonsta da exposi(o
do capitao de mar c guerra J. M. de Oliveira l'iguei-
redo, annexa a este relalorio.
Juk'o conveniente qoe ella irja dirigida por um
engenheiro versado em conslrucres desse gene-
ro, e que se d maior impulso ana seos Irabalho!.
Na falta de urna direrrao permanente como a que
indico, lem o governo em vista sproveitar a pericia
do engenheiro llcnry Lew, emprezario do dique da
llha das Cobra, o qual se presla a ir brevemente
examinar a dila obra, e inn duvida nao recusar
repetir iguaes examee, quando o governo a isso o
convide. .
Mflhnramenloi de pnrtos.
I'orle de Pernainbuco.
A neeessidade do mrlhurainenlo do [orlo de l'cr-
namhocn he reciHihecida dcs.le 1819,
Em urna memoria, entao apresenlada aogoverna-
dor e eaplSo general Luiz do Kego Brrelo, apon-
tou o Sr. birao de Cacap.,t a, nao s os defeilos do
porto, coro a falla de defeza aos navios tundeados
no mosqueiro ou no lametrie; propondo, como
mroi de corrigir laes deleilos, o alteamento do re-
cife at a ilha do Noauojra, estabelecendo-se ao
longo delle urna batera : o fechamente do espato
compreheiidilii pelo recife. ilha do Nogacira e pan-
tanos, que licam entre a mesma ilha e a lena fir-
me, afim de que as aguas, formando urna s bacia
em lodo o raosq'ueiio, tenharo Mrapre a mesma ve-
tocidade, o que concorre ia para a remnr.ln oo des-
Iruiro de um banco qua enlra qoaii -200 prajas pe-
lo mosquc'irn.
Posteriormente a estes examos, que fnram os pri-
mciro, sesoiram-se outros feilos por dislinclos en-
genheiros, nacionaes e eslranceiros.
Todos alies na cu rlu-.n concnrdavam, mais ou
menos, com o parecer do general bario de Cscapa-
va, indicando como medida principal a remoran do
roes que porveniura enleudesse deverem soffrer, na
hypolhese de Ihe na parecerem aquelles spropria-
dos e su Hirientes pm. ob(er-se o fim desejado.
execucao, concentrar os meios qoe Ihe f nem desti-
nados para dar maior adividadc e impulso smenle
i obras capazas de apresenlarem resultados imme-
nos, porque o eu ornamento havia sido feito com
seguran;.
Em 7 de selembro de 1852, por occasiao de ir ao
Maranhao o vapor AlTonio, para ahi er concerta-
do, inrumhio-se ao engenheiro de machinas de va-
por Roberto Giundy, que foi a bordo do dilo navio
para dirizir o aeu fabrico, qu examinaste Incali-
da le e plano do diqoe, dando sobre lodo o seo pa-
recer. O referido eiijenheiro de machinas devia no
desempenho da secunda commis-ao entender-se com
o capitao-lente, hoja capiUo de fiagata, Tar-
raza*.
A nformacSo dos Srs. Torrezno e Grundy eonlir-
raou o parecer do commandaiitc da eslaca'o, menos
quanlo ao orcamenlo, que pareccu reduzido ao se-
gando daqoelles informantes.
Com estes dados resolveu o governo, em 7 de Ja-
neiro de 1853, que ae procedesse a cimstrucfao de
um dique no porto da provincia do Maranhao, con-
forme o plano apres,nu i pelo capilao de mar e
guerra Oliveira, e r.ini 'iiou para o comero da obra
a quanlia de 2:00113000.
Em 26 de Janeiro do mesmo anno o referido com-
mandante da eslacao commuoicou que, tendo con-
sultado a novos iVrilos sobre o orcamenlo do dique,
foram este de parecer que a obra demandarla maior
despeza, e a ralcularam em 2l2:37l?t!r0.
A grande ulilidade dosla obra, a d'-rus-.r> que si
moveu pela imprensa sobre a cscolha di loralnlade
e a dilTfrenca dos doas orramenlos luvaram o go-
verno a submellor a novo exame o projeclo em eie-
corao.
Em 3 de fevereiro de 1851 foi o fallecido tenente-
coronel de ensenhairos Joaquim de O iveira encar-
rezado desla commi -.n.
Em seu bem deduzido relalorio, que enconlrareis
anui-xo, pnnderou aquelle distinrlo olfieial :
Que a incal lade das Merces Tora com razao pre-
forida da praia de Itaqr, porque alem das vanla-
gens resultantes de sua promimidade ao litoral da
cida le. da solidez de seo fondo, formado de arga
oclirosa, e de esparo que olTerecera' sendo desmoro-
nada urna parle da htrreira a qoe chegam as mares
na p'amar, aprsenla tambem a condic.au, desco-
nhecida em lodos os oulros pontos do litoral do im-
perio, de urna denivelaco das mares de 25 palmos
brasileiros no interior da bahia.
Que a praia do Itaqui, reunindo moilas condiees
favoraveis, quaes sao a de um ancoradouro leeessi-
vel aos maiores navios, fundo cnntislenle e caberla
de areia fina e lodo, local espacoio e a inesma m>-
larl, das mates, tem a grande desvantagem de estar
deserta, e lonje da cidade 0 militas por mar e 3 por
Ierra, o que lonuria dillicil e sommameule dispen-
diosa a acquiico de operario.
Que esla localidalc ser excelleute para a cons-
ti urclo de nina forma, quando o Brasil liver de re-
parar vasos superiores a fragalas de primeira ordem,
e a vapores de 500 cavallos.
Emquanto o plano da obra, recooheceu o coronel
Ohveira, qoe M suas dimensoes nao eram proporcio-
nadas a capacidde que e Uvera em visla dar for-
ii para receber vapores de 160 a 500 cavallos, com
245 ps inglezei de comprimenlo na coberla ope-
rlor, e 64d largara entre as p irles exteriores das
caixas das rodas ; ronseguiitemeule propoz o inti-
mo eimenlieiro as sesuinies modilicacoes :
Comprimenlo interior do corpo da Torma
Palmos brasileiros.
fazendo senlir a neeessidade qoe dalla se lem, a mo- Wla do canal.
Vo nivel dos terrapleno.......
Comprimenlo do canal.......
Largara interior do corpo da forma, ao ni-
vel dos terraplenas........
382
139
dicidade do capital que reta a empregar-te, em re-
tcateos benefi'ios que reali.sara', a importancia dos
ervicos qoe promclle a' marinlta, qoer militar,
qaer mercante, nacional oo eilrangeira, acommodi-
dade e vaulaiieiis da ta siluacao, etc. |
Uepnii do iucaros meios de ail-iitiaitsem gran-
de augmento de despeza, o principal inconveniente
que se objecla contra a sua cinclusao, termina
emfim, por ama enumeraca > das prin.'ipae dispor-
cesdo seu projeclo, e considerares que justificam
soa adopca-a.

(". imprmenlo do corpo da lorma, no fundo.
Hila do canal...........
Largura do corpo, da forma, no fundo .
Dila ilo canal..........
Allura do cotpo da forma......
Dila do canal..........
Eslas modifiraees permilliriam forma admiltir
vapores das dimensoes cima indicadas, e mesmo
um pouco maiores, com rodas, carga completa, agua
as calieiras e caivao a bordo.
No plano primitivo, os futrios do corpo do diqoe
12S
lio
:il
132
56
100
2
36
Em selembro de 1810 envioo-se urna barca de
exravacao, que ronirnu a funecionar com nnlaveis
vanlagens; e assim se proseguio, encetando-se ora
urna, ora ontraobra, al que era I84X foi nomeada
urna commi-sAo composla do chefe de esquadra Ro-
drgo Theodoro de Freilas, capilao de fragata Eli-
siario Antonio dos Santos, e engenheiro Jos Ma-
mede Alies Ferreira, para que ex-min.i.-e o porlo,
e indicasse os mellioramentus que parecessra pre-
feriveis.
Em 1810 apresentou a refer la commissafi orna
memoria, na qaal,depois de escrever minuciosamen-
te o porto, e mostrar seus defeilos, indicou como
medida principis as segoinles :
1. A collocarao de hoias, tanto as duas extremi-
dades N. e S. do banco inglez, como as do banco
de pe Ira que separa as doas barras, a do poco e a
do picao, afim d ? lomar bem conhecida e dislincla
a posicao desles escullios, determinando ao mesmo
lempo a dos bancos e recifes de Olinda.
2. A cnnstrucca'o de urna moralha, desde o pha-
rol al uTarlaiuga. no extremo S. da barra do pi-
can, sobre a qi al, depoii de corlada verlicalmenle,
se ennstruisse vma lorrinha de largas dimensoes para
demarcar o extremo do recife.
3. O excavamenlo, broqueamento e arrebenla-
menlo das pedras que s>t>struem a barra do picao,
afim de augmentar-Ule a profundidade.
4. A ron-irucrn de um lauco de moralha em
'- niMin.ir.in da do arsenal de marinha, quasi pa-
rallelamenlii ao recite ale linha E. O. com o pha-
rol, p>ra formar um canal das inesmas diroensei
em todo o mj comprimenlo.
5. A tapagem da barreta, para impedir qoe por
all se escapasse no [efluxo a grande matsa d'agoas,
que, dirigida pelo canal teuderia om o aogiuenlo
de velocidade a aprofunda-lo mais.
6. A cnnstruccao de um dique qoe unisse o re-
cite ilha do Nogneira, afim de impedir, nao s o
enlupimeitlo do canal com as aicia, que as cnireiv
les do mar por ahi tnlroduzem importo, como lam-
b-m a perda da eran le mas.a o'aguas, que o reflu-
xo fiz sabir pelo mesmo lugai, e cuja velocidade
poderia igualmente er aproveilada em beneficio do
aprofundamenlo do canal.
7. A coiKlrurro de um diqoe, parlindo desde a
rampa do caes do Hamos, e segoiudo a direccaocur-
vo-parallela da correnle do braco do Capibaribe,
al ao ponto distante 120 bracas do recife.
8. A conslructo de urna muralha, desde a cx-
trem inde N. da brrela al ao pharol, ao nivel das
miis alias mares, e sobre ella a de om parapeilo
que obslasse a passagem das ondas, e abrigasse o
porlo. I.embrava tambem a commissao a cunstroc-
r.io de baleras rasantes sobre esla moralha, e a de
armazens para deposito de gneros e mercadorias,
que seivenam igualmente de abrigo ao porto contra
a violencia dos ventos.
9. A conslruccao de orna baria de llucluarao, com
jogo de comportas para carga, descarga, e concert
dos navios, indicando como local mais apropriado
para esla obra oque (ica cnlre o caes do riamos e o
forte das Cinco Puntas.
Estas obras foram, scuundo a sua importancia e
urgencia, classilicadas na ordem segmnle :
O dito engenbe ro no relalorio que dirigi ao go- dalos, e mais prompiameule decisivos,
verno dcixou ver, que pouro discordava do plano e
meios propostos peta commissao.
No que dizia respeilo as obras j realisadas, ou em
andamento, remolieren elle a vanlagem da colloca-
C3o das lonas para a demarcaran dos bancos, a ne-
eessidade dalapagemda barreta, ea ulilidade do
paredau de juucrao da ilha do Nogueira ao recife.
Convencido da eflicacia deila obra, para impedir a
entrada das areia no interior do porlo, recommen-
dava a sua concluao como de urgente neeessi-
dade.
Conformndose ainda com o plano da commissao
quanlo ao levantsmenlo geral do nivel natural do
recife, proponha, porm, pelo que (oca a eonslruc-
eo do respectivo parapeilo, urna modilicarao. Con-
sista esla na suppressan do mtsmo parapeilo as
primeiras 400 bracas, contadas desde a barra das
Jangadas ; dando como raiao que, n3o lendo a parle
do canal que Ihe fica fronleira largara* profundida-
de sufilcienles para fondearen! navios, nA> resulta-
ra da sua falla inconveniente algom, ao passo que
a conservari dessa abertura, auxiliando a entrada
das aguas na enrhente, e a sua sabida na vasan-
le pelo ancoradouro, facilitara o transporte das
areias.
linln tambem como de grande ulilidade a conti-
nuaran do caes em stgoimento do do arsenal de ma-
rinha ato a linha E. O. com o pharol ; e propunliB,
que as ultimas i.5 bracas ficasse elle ao nivel do
maior creseiioenlo das mares as aguas vivas.
Quanlo ao modo de execucao na obra da tapagem
da barreta, prefera o emprego das grandes pedras
ao de alvenaria. Na do levnnlamento dn recife, in-
dicava como mais econmico o oso do lijlo com ce
ment para a conslrocc3o do paredo, e para a Jo
parapeilo a cantara lavrada e cal hydraulica.
as demais obras em andamento acliou o mo-
do de execucao simples, eflicaz e adaptado locali-
dade.
Dscoidava, porm, o engenheiro Neate das ideas
da commissao no que loca as segoinles obras : cons-
Iruccao do paredao curvo, quo devia comecar no
< i- Jo llamo-, e a do dique com comportas para a
furmaco da bacia de llucluarao levantamenlo do
recife desde o pharol ale Tartaruga, e aprofunda-
menlo da baira do piejo.
Pelo que respeila ao aprofundamenlo da barra do
pican, enlendendo elle qne esta obra nao contribui-
r, uu que apenas poder.! cooperar mu lentamente
com a aerflo naloral la. correales, para o desappa-
recimenlo do banco de areia siloado entrada do
canal, julgava que seria mais sesuro e abreviado tra-
tar le da sua remocao por meio de excavares regu-
lares e nao inleirompidas.
Pareceiido-lhe indipensavol esta operacao, pare-
eia-lhe oulro sim mais conveniente adoptar-se de
preferencia o melhoramenln da chamadabarra
grandemuilo mais commoda, e com agoa sufli-
ciente para permillir a entrada das maiores cm-
barcaees, srlilo ler ella p r primeira causa da
sua impralicabilidade a existencia daquelle banco.
Modificando nesle sentido o projeclo da commis-
sao, nao s julgava escusada a obra do aprofunda-
meuto, como pelo contrario propunha qne o pare-
da projectado pela commissao sobre o recite, do
pharol a Tarlaruga, fo-se conlinnado alravs da dita
barra, de modo a fecha-la at i rxtremidade S. da
barra grande, sobre a qoal eiilo se el-vasse a torre
dedemarcnra pruposlii para a exlremiJade S. da
primeira barra.
Qiialiln aos meios e modo de execucao, in dicava
para a remocao du banco o emprego de urna machi-
na de excavaran, do/e aaveirpa, e um vapor pira o
servico de reboque dos prinluclos da eicavt{llo, que
poderiam ser I anca dos fura da barra. Para o lecha-
metilo da barra julgava bstanle u emprego da po-
dra sola at a allura do nivil das. rguas vivas, obre
a qual, depoisde consolidada, se elevasse urna mura-
lha excedendo de 2 pes o nivel das mais altas ma-
res ; e para a deslruirao dus pequeos rochedos,
que exislem ua inesma barra, propunha a expiosao
submarinha. ,
0 engenheiro Neate confiava lano na cllieacia
destes meios para impedir nina nova formarpso do
banco, qae no cas desuaadopcao linha mesmo por
dispensavel a obra da continuaran do raes em se-
guioaento do do arsenal de marinha, at que a ob-
servacao de novas tendencias para aquella forma-
Cao, o que alias nao receiava, viesse demonstrar a
sua neeessidade.
Quanlo ao paredo parlindo do caes do Ramos, e
obra connexa ua Babia de fiucluacao com compor-
tas, ronside-ava-a de pouca vanlagem, em conse-
quencia da pequea denivelaco das mar. Ponde-
rava, alem disso, que a sua execucao importara a
remncao da aifandeaa e armazens de um para oolro
hairro, ramoflu para a qual o poito na se achava
ainda preparado ; acrescenlando, que a despeza com
semrllianie obra iria muilo alem dodobro da que
fora oreada pela enmmusio.
Concluia declarando me no sen enlender nao ha-
via neeessidade de ser essa obra emprehendida pelo
governo, pareceodo-lhc anles cenvenieute, no caso
de a exigir a futura importancia e desenvoivimeulo
commercial diquelle porlo, eommelle la a compa-
nhias que della se quizcssem encarregar.
Ilecommendva entretanto a cootinuaca'o dos
Irahalbosem andamenlo, e aprrsenlava o orcamen-
lo da lolalldade das obras com as modificaroes por
elle propostas, na importancia d mil oiloceulos e
setenta e seis conloa e sei-etnlos mil reis.
Em 22 de outubrn prximo pas-ado o impacial
do arsenal do marinha da provincia de Pernambti-
eo, representando-sobre a difiiculdade da eommiiui-
eaclo com os navios a' carga ou a' descarga, cm
coiisequencia do sensivel augmento de correnlcza,
que o progresso dos Irabalhos do melhoramenlo do
porlo linha Irazido s agrias do ranal, lembrava a
opportonfdade de resolver-se sobre a conslruccao da
bacia de fiucluacao. Inclmava-se a que semelbanle
obra fosse dada a urna empieza, qae se encarregas-
s de leva-la a efieilo incontinente, mediante a
eoncessao dos terrenos devolotos necessarios para a
conslruccao dos armazens, e a do usofroclo por um
prazo determinado, julaando iiiflicieolc o de 35
annos.
Eslava persuadido de que haveria mesmo facili-
dade tm organisar urna tal emprrza com as sobredi-
las condices, independentemciile da eoncessao dos
terrenos.
A despeza total da obra, segundo dados muilo
prximos da exaclidao, subiria lummo de...........
1,771:1713000.
O rendimenlo da estada dos navios, armazena-
gem dos gneros e mercadorias, oreando por 127,9503
prximamente 24 por rento daquelle capital, dedu-
zidos 9 por cento pira o co outro tanto para sua amorlisacao, danara empre-
za um premio liquido de 6 por cento do seu capital,
na importancia de 106,2703260, sem allende' a a-
morii-arao, que gradualmente iria trillo lugar,o qoe
era a*s locralivo.
Tees foram as principaes medidas propostar.
Senlindo o governo a urgenle neeessidade de pro-
seguir neste melhoramenlo, para o que foi aulorisa-
do pelo arl. 16, ~ I- da le n. 810 de 15 de selembro
de 1855, que lite concedeu um crdito ilhn.ila.1o,
commelteu o pareceres exhibidos ao exame e apre-
ciarao do mjor do corpo de engenheiros l)r. Fran-
cisco Antonio Raposo, que se eha ao servico da
reparlic todas as intormarors, e lendo em alienr < as obras
mandadas execular, as que ja estn fetas, e as qoe
se aeham em conlinuaCoO, exprime-se nos seguin-
tes termos :
O defeilo capital do pirlo de IVrnambueo, con-
sistindo na difiiculdade que oppcie ao transito das
embareares o banco de ara sitoa'lo na entrada do
canal que medeia entre a barra e o interior do por-
to, d'enlre as diversas medidas adoptadas ou propo-
Como laes considero o sx'tema das Ires obras :
1.a O diqoe de defeza edcjoncc,ao da ilha do
Nocoeira ao recife, projectado com o fimdeconler
as aras que as correales conduzem para o interior
do porto.
2.-1 O levantamcnto geral do recife al ao nivel
das altas mares, para augmentar o volme, c dar
maior velocidade s aguas qoe na vasanle teein sa-
luda pelo canal da barra.
3.' A excavacao do banco, que as devora acom-
panhar al chegar-se a nma profundidade que per-
muta a entrada das maiores einbareacoes, e parar
para se dar camero ai oulros melhoramenlos,quan-
do se reconhecer pela cessacao desse Irabalho, du-
rante cerlos intervalos que a influencia daquellas
duas obras j tem si 'o bastantemente enrgica para
impedir a reformacao do banco, e porlanlo dispen-
sar a ronnuacao da excavacao.
o Incluindo na obras que acabo de mencionar a
elevaran geral do recife al ao nivel das alias mares,
ailmilto-a com a rr-lncr.io lembrada pelo Sr. Neate,
a suppressao do parapeilo nao as 400 bracas,
como elle linha proposlo, porem mesmo em loda a
extenso do recife.
o A observarao (endo mostrado qae as obras da
arle emprebendidas com o lim de darem celma e
Iratiquillidade aos porlos teem Irazido sempre com-
sigo o inconveniente da obslruc^ao, e que por isso
lie indispensavel enlrcler em reno estado de agila-
rao as aguas dos porlos sujeilos a alluvioes, a fim de
poderem ellas conservar em suspenao a materias
que as crranles devem levar para fora, e cuja de-
posicjlo 9e quer evilar no interior, julgo por isso
importante a suppressao daquelle parapeilo.
v Quanlo a conslruccao da bacia de fiucluacao,
discordando da opiniao do fallecido lenente-coronel
Joaquim Jos de Oliveira, quando entende qoe, a
ser necessaria, devia essa obra ser feila por conla do
Estado, nao vejo ao contrario inconveniente em ser
ella dada a eompaohias que a queiram emprehen-
der ; entendo mesmo que se pode tirar hom pulido
desse expediente, nao s porque considero a obra
em si favoravel ao melhoraineulo do porto, como
tambem pela razao de que deven lo ser a sua con-
cessionaria a msis iuteressada na boa conservarao
da barra, poderia impor-se-lhe a eon.1ic,ao de en-
lrcler por meio da excavacao o fundo que exige a
entrada das grandes embarcantes, em qoauto os ou-
lros Irabalhos do melhoramenlo nao livessem pro-
gredido ao ponto de dispensai.m essa operacao.
Acabava o soveino de receber este Irabalho do
engenheiro Raposo, quando Ihe foi apresentado pelos
enaenheiros civis iteniy Law e John Bloanl, encar-
regados da conlruccao de dous diques para navios
nos porlos da Babia e Pernamhueo, urna memoria,
publicada cm Londres em 1856, sobre o melliora-
mento do segundo desles porlos.
Fazendo previamente sentir as vanlagens da po-
sicao commercial daquelle poito e a necesulade da
adopcao de medidas para o seu melhoramenlo, co-
mecain por concordar com a opiniao da ja' mencio-
nada commissao, quanlo a' preferencia dada por ella
ao melhoramenlo da baria do Picao.
Reconlierendii porem que a operacao do escoa-
menlo e aprofundamenlo devera' ser longa, julgam
queconvira' anles addia-la, e Iralar-se desdeja' da
acqoisican de um pequeo vapor, que se empregue
no >n\iro ilo reboqoe dos navios, que puilerem en-
lrar pela barra gran le al au lugar do ancoradouro.
Cnucord.im tambem com a opiniao do engenheiro
civil Jos Mamede Alvos Ferreira, de ser devida a
conservacao da profundidade do Poc,o ao eslado de
agilacao cm que o enlretem as ondas que passam
por rima do recife.
Entrando depois no exame dos defeilos do canal
que cosiduz da barra ao ancoradniro, e, cingindo-
se aimla ao syitema de medida di mesma commis-
sao, recommendam orna madificacao na muralha
proposla para couler as reas da ilha do Nogueira, a
qual consiste simplesmenle em dar se Ihe, sem mo-
llar do poulj de partida, a direcrao perpendicular
ao recife cm vez da obliqua, conforme indicara a
commissao.
Esla modificacao, segundo os mesmos enaenhei-
ros, reduz o comprmanlo lolal da muralha de 550 a
270 bracas, e Iraz um uemenlo de superficie de
144,000 bracas qua Iradas com um volunta coires-
pndeule de 130,000 palmes cbicos d'agua a per-
correr o canal.
Propoem mais a excavacao de lodos os bancos de
ar i que existen) na grande baria da ilha do No-
gueira, os quaes devem ser abatidos at ao nivel da
haixamar.
Quanlo a' muralha cm conlinoaro do caes do ar-
senal de marinha, julaam-a Ua importante, que re-
commeiiilso a sua coiirlu Passaudn a tratar dos defeilos do ancoradouro,
concordam anda enrn a commissao relativamente a'
neeessidade de urna bacia de fiucluacao. Lembram
porem urna allerarao no plano, a qual acarreto um
syslema de obras connexas, e de roelhoramento para
o porto. Esse systcma consiste :
Na aberl ua da om canal sobre o aterro dos A-
fegados, ao sul das Cinco Ponas, afim de fazer o rio
Capibaribe dtsaguar direclamcnle por elle na gran
de bacia do pollo.
Sobre esle canal a conslroccao de urna ponte em
tres arcos com o comprimenlo lulal de 825 palmos.
Indireitamento c melhnrainenlo do curso do mes-
mo rio. do canal paee cima, afim de tornar prompta
a expedirlo das suas aguas.
Canalisacaodo Beberibe denle o islbmo de Olin-
da, entre os lories do B'um e Huraco al i ponle da
Boa-Vista, em linha re-la paralMa a' sua margem
direila, e d'ah al reunir-se ao Capibaribe no novo
canal em urna curva livre.
Aterro de I da a parte do artual canal interme-
diaria aos bairros do Recife e Santo Antonio, desde
a nova margem esquerda do Bebtribe, depois de
canalisado, al a ponte do Recife, dt modo a uni-
loii. -e por esse aterro aos dous bairros.
Finalmente, no restante do mesmo canal, desde a
ponle do llccife para baixo, a conslruccao da bacia
de fiucluacao com suas docas, e a dos diques com
soas dependencias.
Os mesmos engenheiros, depois de lembrarem
mais algumasoutras obras acerssorias, laes como or
mazen. boa loralidade para a eslacao terminal da
via frrea, etc., cnncluem iiiMiluiudo urna compara-
Cao entre o seu plano e o proposto pela commi.-ao
para mostrar as vanlagens que aquelle aprsenla,
nao ao quanlo ao augmento das principaes dimen-
soes e capacilade, como pelo que respeila ao cusi
da conslruccao, pois que o da commissao foi oreado
cm 1,803:0009, ao paco que o driles reduz-se a im-
poitancia_de 1,669:000?.
O referido engenheiro da reparlicao de marinha,
a qaem fui tambem coirmetlido o exame desla me-
moria, i ioiiuin-M-.se sobre ella da maneira se-
guinlc :
No parecer que ha pouco live a honra de sub-
mellcr a consideraco de V. Ex., indicando as pro-
videncias qne convinha adoplar-se no porlo de Pcr-
manboco afim de progredirem regularmente os Ira-
balhos do eu melhoramenlo, antes de entrar na
quistan e-per al, pronuneiei-me tambem pela r -
ualisaeao dos dous nos coi,, a sua desemboccadora
pelo lado dos Afogados, como o meio mais eflicaz
de promover o melbornmeiito desejado. Cingindo-
me, pi-eiii. segundo me fora prescripto, s medi-
rlas em conformidade com o plano adoptado, recora-
meudava a concenlracflo de meioc para se proseguir
somenle nis obras que apresentassem resollados
mais inmediatos e pr impamente decisivos. Como
tats indique! a que pareceodo-me salisfazer a esla
condirai, e sendo de urna ulilidade ineouteslavel,
nao podiam ficar prejudicadas ou desaproveiladas,
quando esludos c ohservacoes tllcriores moslrassim
a conveniencia de alguma modificacao, oo allerarao
uo plano adoptado.
Conforman lo-me ainda com rste pensar, nao
las para o seu melhoramenlo, as mais impoilanles ------------------- -.....- ----- .... ,......,
1. Balisamenlo dos bancos, elevaran do recite, ,ao a, ,,._ |eilao pnr objeclo remediar esse deleito, posso deixar de approv.tr a aller-cao que Uz objeclo
desde o pharoi ale a Tartaruga, conslruccao de lor- eoncorrem especialmente remocao do referido damemoriadosSrs.il. La e J. Blount.
rinha, e excavacao da barra.
2. Tapagem da barreta, conslruccao do dique de
defeza, e jumo .Vi Ja iba do Nogueira ao re-
cite.
3. Conslruccao do laen da muralha em segui-
mento do eacs'do arsenal de marinha, a do dique
prolongando-se com o caes do collegio. e a elcvarao
do recite.
. A conslruccao da bacia de llaelnacao.
'toda esla obra foi oreada peta commissao. depois
ila descriprao minuciosa de cada urna deltas, na
quantia de 1,996:322 Couformando-se o governo com o syslema de me-
didas cojo resumo acabe de expor, ordenou, ero vi-
so de 7 de mam de ISI9, qoe se procedesse a feilu-
ra das duas primeiras paidos ; e desde eniao comc-
ron a respectiva execucao.
Jolgando, porm, couvenienle oovir aioda lobre
banco.
Se ja eslivesse roconhecida a insnfiiciencia do
syslema de obras arloalmenle em execucao, e se
Iratasse aqni de examinar outro rapaz de promover
efiicaz.menle o melhoramenlo desejado. nao leria
duvida em prononciar-me conformemente as deas
do 2- plano do Sr. Waulhier, por aquillo que s ba-
easse na ranalisarao do dous rios de modo a faze-
los desembocar com lodas as suas aguas no porlo dos
Afogados, por onde actualmente um dos bracos do
seu leilo commum desagoa no mar ; porque estou
convencido que ns agentes principaes da formar i e
cpnservacao do banco e obslrurrao do porto ao os
bracos dos mesmos ros que desagoam no sea inte
Pelo proposlo aterro da acloal desemboceadura
dos dous nos e sua ranalisacao direcla at a nova-
mente projeclada no fierre dos Alegados*, fica as-
s;is obviado o inconveniente que se objeelava con-
tra o projeclo do Sr. Waulhier.
Iv-les dous meios, longe de augmentar a pro-
hahilidade de urna iuun -arito, como se poderia re-
cejar por aquelle projeclo, ao contrario, tornando
mais proropla o direcla a expedicao das aguas, do
qoe actualmente o he, em censequeneia das multi-
plicadas voltas que embaracam e alonzam o curso
da mais volumoia das duas crenlos, muilo deve-
rao aproveilar a' cidade, tornando-a menos expos-
la a calamidades, como a que ainda ha pouco lem-
rior. Nem me demoveria desle proposito a objecrao pu leve de soffrer com a grande cheia do Capiba-
da contingencia de urna iimiii bar i a que poderia (i-j ribe.
car expolia a cidade, porque nao desrobro a razao A bacia do lucloarao pelo novo plano, lendo
para augmcnlar-se a probabilidadu dein occurten-l capicidade para a.iJuni'Co de um numero de na-
vios muilo superior as necessidades do cnmmercio i
actual, com orna inelh r siluacao entre os doos bair- j
ros rr.ais importantes da cidade, rom os qoaes esta'
em relar io directa por duas das soas faces, e rile-'
recendo-se proporcao para urna regular edili-arao
no vasto i-|iaro intermediario, ganbo pelo aterro i
em frente a' letrera face, he sem dovida muilo
mais vantajosa do que a do plano adoptado, nao s
quanlo a' faeilidade e commodidades do comme r- [
ci interior e exterior, como pelo que respeila ao i
futuro desenvoivimeulo de qai elle he susceplivel.
Considerado econmicamente, ainda o plano!
em qoestao parece ler vanlagem sobre o da commis-
sao.
A serem os mesmos os precos das diversas uni-
dades da obra, en que se basearam os calclos da
uro e ootro orcamenlo, como se deve presumir
vista da comparaco qne os autores da memoria fa-
zem do cualo da sua hacia com o da commiisao, ha
em favor da primeira urna diflerenca relativa de
136.0003000.
As outras obras qae eoroptetam o syslema, con-
sislindo na canalisacao dos doos rios, aterro ilo es-
paco entre aponte do Recife,a margem esquerda
do Beberibe, e a abertura do pequeo canal ao O.
do bairro do Recife, caja despeza nao foi contem-
plada naquelle orcamenlo, a piuco mais far3o ele-
var aquella somma. F. se observar-se qoe a despa-
za com a obra do aterro deve ser ullicieolemnle
coberla com o valor que necessariamenle adqoiri-
ram os terrenos aterrados naquella excellenle loca-
lidade, pela sua posicao central, reconhecer-se-ha
que a despeza de que se trata reduz-se im, lesmen-
le a' de canalisacao sobre urna exlen- > total de
2.200 bracas, pouco mais ou menos, qoe pode ser
oreada em 500.0003 ao nsuito.
< Quanlo s obras do projeclo adoptado, qoe e
acham em andamenlo, ellas combinam-se perfeila-
menle com a allerarao proposla.
A da moralha em segoimenlo do caes do arse-
nal de marinha os engenheiros autores di memoria
reconheeem ser de grande importancia, e recom-
mendam a soa prompta conrlas3o.
A da tapagem da barreta, e elevaran do nivel
do recife a' altura das grandes maros, he tambem
de urna ulilidade ioconleilave!. Julgo, porem, que
nesla obra ronviria adoptar-se a modificacao lem-
brada pelo Sr. Neate, com que lambem me confor-
mei no meo parecer, a da suppressao do parapeilo
que, legando o plano da commissao, devera' ele-
var-se sobre a dila muialha.
, Quanlo ao dique da Ilha do Nogueira, o mei-
mos engenheiros propoem urna modificacao na sua
direccao.
A commissao havia-o projeclado obliqoamenle
ao recife, fszendo-o partir da exlremidade norte
da ilha do Noeueira ,'t barra das Janeadas ; elles,
porm, julgam que teria sido preferivel a direccao
perpendicular au inesiiio recife.
". ^' vanlagens desla disposicao paro cem, a' pri-
meira visla, ser a de maior e-paro para ancoradou-
ro, maior sluano para os bracos do Capibaribe qoe
por ahi desaguan1, e sobreludo economa com a re-
duec'io do comprimenlo do dique.
Isnoro em que estado de adiamanto vai esta o-
bra para ser admissivel a mndicacao proposla : co-
mo qaer que seja, porm. nao a considero cs-encial
pens antes que a direccao perpendicular, como se
pensa, deixando um grande recinto ao lado ra cor-
renle commum das aguas, que ahi se reumem, da-
r' lugar a' formarao de om remanso, e, por lano,
as ,-iauas desviadas, qoe para elle allluirem, iro de-
(londo 'occessivameitte as mateiias em suspen-a-i al
aterraren] to lo o espaco aimular, e redimir ni a f ir
ma qoe definitivamente Ihe assianou desde ja a
commissao com a sua dispos^lo obliqua.
Julgo procedente as razies produzidas pelos en-
senheiros Law e Ib un com as quaes esta' tambem
de a -r rito o engenheiro ltapozn ; e o governo impe-
rial opporldnainenle as lomara' na derda couside-
rarjlo, resolveu lo como mcllnr convier ao fim qu
se lem em vista.
Termiuarci ta parle do relalorio do mini-terio
do incu careo communicanilo-vos, que conlinuaram
as abras mandadas execular em > itiudr du plano da
commissao siiprameneioiada e que ja te aclum
feito os seauintes Irabalhos.
Esta' quasi concluida a muralha na Ilha de No-
gueira, lailn In-lb" apenas orna pequea po'rcao
ile tiraras para fecha-la com o recife pelo lado do
norte, com o que lalvez se evite a muralha projecla-
da do lado do sul, I) .! a Irabalho ja apparecem sen-
siveis resultados, como -o : maior largara no anco-
radouro, ea exliuccao de algumas cora.
Pode dfzer-e concluido o lanco do la lo do norte
de Uina muralha sobre o recife, elevando-o cima
das mais alia mares, e lambem prompto, cm mais de
melade, o oulro lanco do lado d > S., resultando des-
tas obras arhar-sc mais ou menos esauardadu o an-
coradouro de franqua das grande ondulacoes Da
proximidad- do preamar ; e p ire.lv sul > o esgoto das
agoas por rima do recife, que faVam com qoe el-
los perdessem o devido jogo no canal.
Esta promptas 400 bracas de moralha a O., eo-
merando no arsenal de m.rinbi, as quaes com a do
recife serven) para regularisar a correnle das aguas
do ancoradouro, o que e observa pela profundida-
de conhecida do canal, e o rompimento de duai co-
ras.
A excavacao do porlo no 4 ltimos annos, apr-
senla em resultado mais de 2,000 tonelada! de lastro,
que tem sido aproveitado para o navio e aterro*,
nao foi feila regularmente, pela insulliciencia do
meios de execucao, sendo que falla um rebocador, e
existen) apenas dous batelocs deliansporle.
Acha-se completo o balisamealo do porlo, aug-
menlando-se-lhe urna bois qoe se collocnu no cxlre-
ino mais om nial dos baixo de Olinl.
Delerminou-se por aviso de 26 de fevereiro olli-
mo ao pre lente da provincia, qae ronlralasse a
conslrncrao de urna baroa de excavacao, 12 hatelie*,
e um vapor de reboque. Foram e-a embarcac<>e<
orr idas em 150:7">i?600.
Em quanlo o enverno nao resolve definitivamente
sobre o meio mais apropriado para levar a effeilo
esla importante obra, marcou-se, para a rontinuacao
dos Irabalhos exislenle, no crrenle exercicio, a
qoanlia de 160:0t)3n00, por conla do crdito Ilimi-
tado concedido pela le ja citada de 16 de selembro
de 1855. At ao lim de Janeiro ultimo doha-se des-
pendido 56:2593990.
Rio Grande do Sol.
No relalorio do aono pass ido o mea illaslrado an-
tecessor menclonoa os melhoramenlos indicados co-
mo nereisariot na barra do Rio Grande do Sol, e o
governo com lodo o empenho procura alranrar uro
to importante beneficio para o commercio daquella
provincia.
Tendo de seeuir para ni 1 i o coronel Jardim, em
commissao do ministerio da guerra, foi por esle mi-
nislerio lambem eneanegado de examinar novamen-
le os ranaes da Porleirinha e Sarangonha, na Isga
dos Palo, afim de deridir-se qual daquelle dous ca-
laos sera' o preferivel.
Como sabis, o canal que se projecla lem por fim
melhorar a inveearao entre a cidade do Rio Grande
e a do Porlo Alegre, evilando-se a grande volla do
banco do Caogussi'i quenessa direccao obslreaa laafii
dds Patos.
A ii formaran annexa dada pelo referido engenhei-
ro, depois dos exames a qoe procedeo, mostr que o
melhor canal be o qae se projeela das Ara Gorda
ao longo da costa do E-treilo, enlrc a Ierra firme a
llha de Sarangonha, cujo melhoramenlo orea em 60
a 70 conloa de reis, poden.I ficar navegavel dentro
de 12 a 15 mezes.
Entende elle o referido canal nao s se pode fcil-
mente tornar navegavel, mas lambem demandar me-
nor despeza do qae o denominado da l'urlennilii,
ou a ile-nl'stn.ri au do banco do Cangossii.
Para este servico mandei contratar no estabeleci-
menlo de Joao cV Francisco Miera a conslroccao de
ama barca de excavacao com loda as suas penenes,
pela quanlia de 85 conlos de ris ; e sendo necessa-
n i para o mesmo misler seis baleles que recebam
o resultado da excavacao, e urna barca a vapor para
reboca-los, mandei contratar com o estabelecimenlo
da Ponta de Ara a conslruccao dos-ditos baleles,
pela quanliade 42,000?OOO, e Irala-se do ajuste rela-
tivo ao vapor de reboque.
Em oflirio de 3 de marco do correnle anno parli-
cipou o presidente da provincia baver encarrecado
ao sobredilo engenheiro de proceder aos preciso exa-
mes no logar das Torres, pouco ao sul do Rio Mam-
piluba, para ajuizar sobre a possibilidale de abrir-se
urna barraque franqoeaiso a entrada e hom aneara-
douro aos navios de cabulaarm, ou couslruir-se na
qoellas paragens um sur-nlonro ou porto que desse
abrigo contra os venios de travessia.
Esta odicial de volts desla commissao informa o
seguinle :
" O referflo le ir, qne jaz na lat. sul de 29" 12',
" epairelaila, e petos rcheles, cuja apparencia ilo
" lado ilo mar justifica o seu neme, roifio por existir
em frente, a pouco mais de orna milha de diitan-
cia, um recife oa ilha de pelra, rasa e alongada,
quasi paralelamente costa, propria para abr -
gar o navios dos venios de lete.
" l'o le-sa melhorar e tornar menos variavel a
barra do Rio Mimptluba, de sorle qoe elle d oa-
if^gaclo ale Lagoa do torno, a vapores, e mii-
mo barco de vela, qae nao demanden) mas dn
9 palmos d'agua, mudando se as ultima A oa 7
a inilhas do seu sinuoso leilo, e fazendo-o desem-
(i bocar entre a Torre do sul c a do meio, ou entre
0 esla e a do norte ; mais ainla assim navios na
1 o poderao demandar -cin correr grande risco, >e-
o nao em certa oecasi9e>, que ser precito esperar
era um porlo de eslacao ua de abriao pouco di-
tanle.
n to onlre cnlre a lorie do N. e o indicado recife. o
t qual lera de comprimenlo 150 braca, e pode s?r-
vir de bise ou de centro para um quebra-mar a-
mediante ao Plvmoalh, cujas alas conslnn la por
o enrocamento a pedras perdidas, na profundidade
(r de 60 a 70 palmos, abrigadero o navio do ven-
ii los de S. ale l.'E, c de L'E. at N. F... haevodu
o j abrigo contra os oulros venios pelo mesmo ra-
il nfo, e pela (erra tiitne. A dillicnldade, porem. e
o perigo de traballiar-se nao eslaudo o mor calmo, a
neeessidade de empregar-se '""""llfjUl. "**
o enrecamento desla especie pedra de grande ds-
ii mensoes. e finalmente a falla de operarios na la-
( gar das Torres, e de recursos de loda a especie,
i fariam necessariamenle com que esta gigantesca
n obra importasse em mais de fiW,Orttl7'.
n Qaanto mudanra de leilo do Mampiteb, a
a ronsiiucrOes aecessorias iu costa para mrlhora-
o ment da sua barra, urca a respectiva despeza era
70 HO cont de reis, pnndendo-se asn ava-
ii liar em 700 cootos de ris o mnimo da despeza
o com a tolalidade dai obras a fazer-se po mbredito
a lunar.
r I ndependente do p>rlo de abrigo, a navegacie da
a rio Mampiluba, qoe commoniea com a lagoa do
* Fornoe do Sombro, deve-ie considerar de erando
a importancia com rel.icAo totora canalisacao do
a sinaular syslema de lagoa que existe no campo
i de baixo da serrr, a poocas leguas de distancia da
ii litoral, desde a Lagaa, na provincia de Sania Ca-
ii da bacia de Porlo Alegre.
Em oolro porlos tem o governo atlendido qaanla
he poisivel ao melhoramenlo requintados como
mais urgenle.
Assim he que ja se acharo enllocadas ni berra da
Parahiba duas boias : foi balisado todo em reda o
banco qae separa o ancorapourn de franqaia dos da
Colinga e Cidade, no porlo de Paranaeo : e auiori-
soo-se por aviso de 29 de abul ultimo a depcza do
5,2148080, em que for.nn oreados os reparos da que
precisa a Atalaya da barra de Colingoiba, na pro-
vincia de Sergipe.
Conladoria.
O decreto e regolamenlo m- 1,739 de 2fi de marco
do onno prximo fiado, qae, em virlade da aoloria-
C.lo concedida ao governo pelo S i do arl. II da lei
n. 719 de 28 de selembro do 1853, reorganicen a
eonUdoria geral da marinha, romecou a ler execuco
no 1. de julho do mesmo anuo.
O curto intervallo decorrida desde aquella data nao
permute que se apreciem ain'a Indas as vanlagens
da orgaiusarao, a qual leve principalmente em vala
harmouisar os Irabalhos da r na loria com n -xstema
de centralisacao em pralica no lliesourn nacional,
daudo-se ao mesmo lempo mais Torca liscalisacae
das despeza'do ministerio d marinha.
Podc-se, porem, desde ja assegorar, qae a fiirali-
sacao melhoroo, e esse melhuramenlo lori.ar-se-ha
muilo mais nolavel logo que o novo syslema lenha
plena execucao, e seja a conladoria dotada rom o,
pessoal necessaiio para o desempenho das funcr.,
qae se Ihe aecumutaram.
Seaundo o novo ieul.iiiienlo, a esrriptiracio dar
material passou para a conladoria, afim de habilitar
o ministro a eonhecer de soa existencia, independen-
teniente do almoxarifsdo, antes de ordenar qualqoer-
compra. Assim se conseuiii'.t exilar o exceso* na ar-
oin-iran do mesmo material, ronnliau lo-se a con-,
xcniciicias do servico com a preci i economa oeste
mportanie ramo despeu.
He lawliem iliano de inencin n cxaine, que o novo
regulamento commetle a conladoria. daa demoastra-
roes da despeza, que corre pela Ihesouraria de la-
zenda das provincias e pelas lesgetlea.
A falla de conhecirnenln qae ha naquella repar-
tirnes de certas especialidades da manuba dava la-
ear a que se fiteuem nella abonos indevidos, rom*
ja se lem notado.
A confeccao dos invntanos do ledo n material
novel da reparlicao da marinlu, por empresad* da
conladoria, de contorn lade com os preceilos c-ia-
helecidos pelo aviso regalam*nlar de 2 de abril de
1856, deve igualmente repular-se oro melhoiamento
v.ihoio, pois que proporciona o ronhecimenlo da ex-
istencia e importancia desse^nalcrial, que al emao
erim ignoradas em grande prle. O maTerial inven-
tariado al 22 do mez finio sobe a 2,613:3449979,
sendo desla somma 870,55.19179 valor do existente no
almoxarif.iJo e outras eslarts. Esle trabitbn prose-
an ; segundo o pessoal de que Mr* elle e pode
dispor.
As moslra, que ant-rinrmente fariam por oatra
reparlicao, e ae limilavara aos corpo, e asi mu,
quando armavam ou desarmavam. pastaram peto
novo regolamenlo i ser allibuiro da conladoria, e-
leudcndo-se a todo o pessoal dosarsenaes e ootro es-
tabelecimenlo.
lie urna medida proveitos a' lisralisar.m, obre
tildo tendo sido secn la la pela obrgaeflo imposta a'
conladoria de fazer toda a matrcula des* peal.
fstao bastava decerlo o evame autlientico da lena*
a fulhas que Ibes to relativas, revestidas slat fnrma-
lidadeade assigoalaras e rubricas : era indispensavel
que a reparlicao livesse lambem dados para eonhe-
cer e verificar a sua existencia de accordo cosa *
chefes respectivos.
Gomo vos tem lido eommonicado no anteriores
relalorio, a tomada de coolas aos responsave d*
ministerio da marinha conlinus a merecer lodo o
cuidado c solicitada da conladoria, |iavenilo-e letto
a competente remesas della ao ihesnuro nacional pa-
ra all serem revista na forma da lei.
Na reforma da escriplurarao contabilidad* da
conla-lana, de qaemeoecupo, sobresalte oolro me-
llioramenlo, qaal he n da discriminarlo na dsxpeza
de lodos os desconlos fe-do '< difidentes prara* da
annad.i para o a-xlo de invlidos, Ir llmenlo ns
hO'pilaes de marinha, e f ir lamento-, figurando de-
pois os mesfno desceios como receita. llalli reaol-
loa verificar-te qu* no ultimo exercicio de IK.V5 a
1856 entrn para o Ihesooro nacional a quanlia de
38,0499115, perteneenle a'quelle* a artigo*. *>b*r :
Asylo 9.84*shoi
lioipilae 13,(trstfcH2.
Fardameulos 15,12.-7',
:t8Ht|'.'3H5

Crtiilo* e desperas.
Exercicio de 1855 a 1856.
Pelas razei exhibidas no relalorio do mea eelere*
sor licou demonstrado qae as despeza desle exerri-
cio excederiam a' qosntias volada : foram per eon-
segonle insufllrienles o crditos concedidos pele les
de 6 de selembro de 1851 decreto de 22 de abril
de 1856, tornando-se indispensavel espedir o decre-
to ii. 1,859 do 27 de dezembn do anno linde, qoe
abri novo crdito na importancia de 1,178:778? Este crdito dislribaio-se pelas verbasieegainle:
; 1. Secretaria de eslado 2fiO-"Sl '.
S 13. I-orr i naval 153:*| Ignim
S 20. Reformado 3:S3r2
S 21. Material I ii|i.:ti!_-<.i
S 21. ExcerciciM findoi l,93l?72s
1.17S77H3I11
A exposirao e tabella jolilic,i|iv.is do crdito em
qoestao vos scr.to apresenlada na lorma da lo pelo
minislerio da fazenda.
Posso porem dede ja assecarar-vns qoe em soa
mxima parle foi este aogtnenln devi lo i dspota
urgentes, que appireceram dorante o exercicio, e
que nao podiam sr prevista qaan lo e tnrsnulnn
orcamenlo da reparlicao'
Sube pois a somma de lodos os crditos ni referido
exercicio a ,'i,l.i .,.".>; 1
A despeza no mesmo exercicio,
conforme os dados que ehrgaram
ao conhecimento da reparlicao
competente, importa em. : .".
Sobra.
5,-119:6 Vi-,71
l:i.5:H!M>>1 Sem ilsivilla que e-la sobra eanlribairia par reda-
zir aquello deficil a 742:88)9853, nao ser a drsp*-
si.'i ) di trique vida aappliracao di importancia de
ninas para outras verba. F. mar* relu/ilo tic.ir a
ainla, se se ronsidense o material rxi-teole nswar-
inaieii, e une foi cmpralo drame o rsrrriri*.
Exercicio de 1856 I8".T.
Segando a lei n. 810 de 15 dasetetabra de 1855,
o dispo-iroos esperiaes eonlidas em ( utos actos re-
aislalivo, importam ns cicJilos ilele exercicio a*
total de l,f,07:">6-sst.
A despeza realisada, em vista dos dados de qae
tem conhecrmenlo a repartir.io ate hoie, he oreada
no total de 2,383:37769211.
Pode-sc j prever, que o de creta lo aia sera' eatti-
cienle em algoroas veibas ale ao lim da exrrcki,
pois qu diversos aagmenlos lireram lOasr em virla-
de de lei acreiceudo ,que', foi de misler ordenar, a





.


MAKlU va rKKNAMbUC (JUNTA fEIRA O DE JULIIO DE 1857.
f,SS0:3OQ|aM
bem do servido, multas oulras despiza, lio previstas
no oajamento, las como :
GonstrucjAo de "2 vapores de ferro, sendo um para
a servijo especial de S. M. o Imperador.
Besto do pagamento das prestares do vapor Pj-
raguas-ti, construido u Inglaterra, inclusive o res-
peclivo inachinimo.
Uoos jogos W oo caldeiras, que se lornaram pre-
cisos para os vapores da armada, e 111.1- duas machi-
nas da forja de 12 e 30 cavalloi para o servijo dos
arsrnaes da corle e Balda.
Compra a liarc nacional a lnr,peratri do Brasil
para servir de transporte.
Machinismo mandado vir da Inglaterra pira a cor-
vela a vapor u Niclheroy .. eni cooslruccAo no arse-
nal da corle. E varia oulras dcipezai reclamadas
pelos presidentes das provincias, que laiobem uao
loram previtlas.
Orjamento para o eierclcie de 1&j8leol).
Pedio->e nesle ornamento para
as despejas do ministerio da ma-
ntilla no referido exircicio, con-
forme as tabellas que vos devero
er apresenlados pelo ministerio
da fazenda........
Comparada esta somma com a
que foi coucedida para oesercicio
anterior pela lei n. 881 do de
oulubro de 1856...... i,S9.V46:t9273
Kesnlla ajjmercnra para roais da 2l>:i:eM699:ll
O exceno notado provm principalmente :
1. Ua promojAo dos ofliciaes da primeira clasje
da armada, feita pelo decreto de 2 de dezembro di
1856.
2. Dai reformas da conladoria a intendencia, ef-
fectuadaa era virlude da aulorisajAo concedida ao
goyerno pela lei de 28 da setembro da 1853.
3. D.i pessoal necessario para a casa de arrecadt-
c.'io do arseual de marinha da corle, mandada esti-
belecer pelo arl. 85 do decreto e regulamenlo de
16 de junho da 1856.
4. Da clevajiln dos jornaes, mandada abonar por
aviso e tabella de 12 de noveiubro do auno passailo,
aos operarios de algumas offlcina do dito arsenal.
5. Do maior gasto de corabuslival, e augmento de
preco nos viveras.
lulendcncias.
Assim como a conladoria da marinha, e da con-
forrnidade com a reorganisajao deila, foram as in-
tendencias reformadas pelo decreto e regolamanlo
n. 1,769 de 16 de jnnho proiimo passado, que junto
ao presente "elaterio.
nulas disposicei anda uo loram nleiramen-
te postas em eiecocao, ja por falla da alguns edifi-
cios pro ros, ja pela natoreza da algumas dellas,
qoe eiigem lempo e Irabalhos preiimioans para se-
ren ejecutadas.
Ordenoa-se a mudanji de alguns depsitos de
modo a lomar maii eipedilo o leu sarvijo, e mais
legura a sua fiscalisajao.
Fizertfrn-se varios* arranjos em algumas das casas
do almoiarifado, a preparam-ie ai oulras para que
foram transferidas as secjrs que se acbavaoi mal
enllocada".
A regularidade no provimento dos depsitos do
almoxarifado, e o meio de efl'ecloar a confpra do
sen material, sao objectoi digoos da maior adeudo,
e qoe nao rslao bem regulados.
O governo Um muilo em vista rsle ramo de fuca-
lisajAu da armada e brevemente adoptara' as medi-
das que recooheja seren as mais convenientes para
comprar somante o necessario, oppoiluuamenta e
com a maior economa possivel.
Consumindo-se as oflicinas dos arsenaes a maior
parle do material fornecido pelas secjet do almo-
xarifado, lie evidente que a refurmn daqaelles eili-
lielecimenlus lie connexa a desles, e que, porlanlo,
nao he poisivel que sem urna possa a ootra dar os
resoltados qoe a lei leve em vista, aulorisando a re-
forma da coutadoria e intendencias.
Com a reforma que he de misler nos arsen ei a
liem da fiscalisajao de suas anilladas despejas, vira
.1 do sistema de sua adminislracao e servidos, qne
nao pudem, sem grande prejuizo dos intereses do
F.slado, ser heje regulados como o eram ha \iute
res aonos.
O fornecimento de vveres e de niunicoca navaes
e de guerra aos navios da armada nacional, despeza
que importa em grossas somiras, sera' brevemente
regulado por um meio mais ulil ao servijo e mais
econmico.
Pelo decreto n. 1,921 da 11 de abril ultimo, se
mandou observar novas tabellas concerocnle a esses
fornecimenlos, sendo estas acompanhadas de pro-
videncias que tornaran) a sua eiecocao muilo mais
proveiloia.
A auliguidade das tabellas qoa eslnvam em vigor,
ai I acunas que nefas se nolam, e a natoreza transi-
toria dos objeclos que comprehendem, sujeiloa a in-
Ilueiicia do lempo, e por consequenela as novas ne-
cessidades que com rsle apparecem, reclamaran)
urgentemente a revisao ea reforma de semelhanle
, lervieo, em ordem a liarmonia-lo com o progresso
e com as exigencias da poca presente.
as tabellas primitivas mandadas eseeular pelo
decreto de 2 de junho de 1828, sobre nao se separa-
ren) os objeclos para o armameolo do navio dos de
sobresaltles propriamenle ditos, marrava-ie dura-
*"jAo a alguns, que a nao deviam ler fixa, como arti-
go de ferro, bronze e ootros, aos quaes -uniente
romern dar substituirn quando de Ido ioeap.xes
de servir. Dessa pralica resultava a entrega eons-
tanic de objecto, como inuteis, que alias realmente
o nao eram.
As lab. lias promulgadas posleriormente pelo de-
creto de 8 de Janeiro de 1838, posto que em parle
obviassem o inconveniente ubicado, todava, pelo
que respaila ao armamento, conservaran) ainda, sern
durajAo determinada, objeclos alias do immedialo
consumo.
0 decreto de 2 de junlio de 1843, que allerou
depois essas tabellas, lornoo, bem qoe com mais al-
Boin desenvolvimento, ao syslema das de 1828 ; ac-
erescendo que muilo dos objeclos de armamento
loram eopprimidos, do que resullou cahir-se no in-
conveniente ja apuntado acerca da durarlo dos ar-
ligos de ferro, brome r oolros.
1 maliner;!. a tabella additiva mandada exteular
pelo aviso de 2(1 de fsverefro de 1852, qoe regulou
provisoriamente o fornecimento dos vapores, nao
discriminando os nrligos peculiares a estes navios,
segundo a forji de suas machinas, e deixindo sub-
sistente para o aupprimento das municOes navaes o
que >c marcava pelas tabellas de 1843" para os na-
vios da vela, he Insofficienle para altingir a> verda-
deras exigencias de semelhaole lervijo.
Consideradas as ratees expolias, e no intuito de
remediar 01 defeilos indicados pela experiencia, Or-
ganisaram-se as novas tabellas a que cima me re-
dro.
qoe Ihe fossem prc-
que exisliam, e ai demala
sen les,
Continua esla commissfio em seos Irabalhos, lu-
tando rom as diflieoldades procedeules-da falla dor
documcnloscum qoe os reclamantes deviam instruir
uss reclamares : no enlrelanl de 286 qne Ihe fe-
ram pro-ente- ja leni jugado 96, as qoas subirn)
com recurso para o conselho de i -1.1 -.. onde letn
sido confirmada a maior paite das senlencas.
Das96 ri-rl amajei 22 perica.cen a -turra da in-
dependencia, e 71 a do Rio da Prali.
A' villa do relalorio aprtientado pela dila om-
missAo, f qoa vai annexo, podareis inelhor faier
idea do esta lo deste negocio.
O paragraphos 3- a 4- daqoella lei aulorisarant o
govcrou l mandar pagir a lord Cochrana os sidos
que se Ihe ilcuu elevando do lempo em que servio ao
imperio no posto de primeiio almirante, e a fazer
cflecliva tu mesmo lord a pensAo de meio sold ga-
rantida palo decreto da 27de jullu de 1824.
Por octasiAo da ordenar-s. esla pagsmento >u-
eiloo-a duvida sobre a especie de moeda em que
elle devem ser fellos. Cnnsullaramse a este res-
pailo atsecjoes reunidas de guerra e marinha, a de
fnzeii !a|do conselho de estado, e estas.em parecer de
12 de dezembro do anno prximo passado, declara-
ran) que, Oelermioaudo o sobredilo dacrelo de 27
julhode 1824 que fosia pago ao dito lord pur inlei-
ro o sold de sua patente emquanlo tslivesse ao
servijo, e meio sold como pensao, qaando diixas-
se o sen ico do imperio depois de terminada a guer-
ra, era fora de dovida que a especie de moeda nao
davia ser onira senSo a marcada no decrelo de 21 de
mirco de 1823, qoe oomeou o mencionado lord
primeiro almirante com o sold de 12,001) prejos,
calculados a 960 res cada um, pagos em moeda me*
(alie*.
S. M. o Imperador houve por bem conformar-se
com o parecer das supraditis secjes, em data
de 23 de dezembro ultimo, Sulicilou-se do ministe-
rio da fazenda que mandaise ajuslar as cotilas de
lord Coclirane, e efl'ecloar o respectivo pagamento.
Rio de Janeiro, 2 de maio de 1857.
Jote Mara da .Sika 'aranhos.
O corpo legislativo lie renovado esle mez, e o pa,-
se acha cr. pleno niovinienlo eleiioral. He esla a se-
gunda ve/ depois do reslabcleciinento do imperio,
que o
ido do
--------------- ~... .i .> I **"- |ue o paizne rhamailo a nomear os seui repre- res aquella, sobre a qual o discurso incolor da rai- a na;3o dos mineiros, dos carvneirn,
enlames. (I governo fez ouvir asm voz, recom- nba Victoria, 11a iberlura do parlamento, mais e-< dos iccele., dos Oandeiroi, dos li.un
mu..Int. ..a 9...>- -1... .1. .1.. 1.. .. ..____ .:__..1 1 ., 1 _-.:. _.__. ..
mac.ao da culpa esli continuando. Urna nova crise < pulcnlo que nao se sinta possoido dTi dese) de mi-
minislerial anda esla eminente. nislrar o seu contingente. O zelo fft univeVsal, im-
A quesiao cliineza he entre as que'loes eilerio- menso, generosamente temerario, i'tm limites. Beil
dos ferreiros,
....mens que chei-
meiidou os leus candidatos, o urna circular do mi- plicilamenle se explirou : ahi diz-s. qoe a logia- ram a ilcalrRa, dos protestantes incono-laslas, que
rustro co interior 01 enva M a lodos os punios do I Ierra se aprsenla no eslado de negoci.rao armada, na cidade de .Manrlitster, a ciclado que representa
territorio, t) patrocinio cfticil de ce. los candi dalos e qoe os mancUrins cliinezcs deverSo acceder as ra- inelhor a forra absorvnite da inluifria, e a direcrau
ollerereum penan, da a convicio aiileeipacla do ; zes ronc liatorias dictadas peh polica cliineza," se material impresa ao mondo moderno: eis. diz'e-
5"1.Se.' ..!."*."!.' nl"!0*-e """""''.'""'es deixarao nao quijerem ouvir o eslrondo do caulio ins;lez. 1 mos uos, esll naro que da ao liiuulo o esperlaculo
O dilema he eMabeleci.lo dest'arlc ; ainda mais esla i das ympalhias arlisticas a das conquistas eitcanla-
qtie-laa n.Va Meo., exclusivamenle ingleza, tomotl as doras : eis, n'uma palavra, a nsefloperdida as cer-
proporcei de nma queiiAo mais que europea, e de-! raroes e na fumaca com as suas machinas islreplto-
pois da campanha da Crimea, he a mas imporlanle eas, com as suas estatuas negras, como o Inferna e os
coinprelieinlida nos lempos inodernos. Ja nao se [ seui templos sem pintura, sem esculplura, sem n-
trala de examinar se ha nislo imprudencia ou levian-! sica, sem perfume, onde fallan) pregadures que fa-
dade, no rornporlamento adoplado na occasiao dos j riam fugir para as extremidadia da Ierra todas as
ultimes'successos pebs autoridades iuglezas ; e quan-1 musas espavoridas ; ei-la qoe quiz demonstrar a
lo a' Franca, em pnmeiro lua os tratados existentes sSo ou nao suliicienles para a podemuitas vena fazsr assenlar a arle na sua anle-
protecrao dos seus missioturios ou das suas negocia-' cmara, mas que ao menos 11A0 a deixa porta. Ao
coe ; lraia-se da lomar parlo as ulorias de abrir ao lado das soas trtzrulas machinas e dos seus trinta
commcrcin, a' civilisar.lo o a' religiSo, um imperio mil 1 lucios, Manchesler elevou s arles de todas as
que al o prsenle conseguio licar quasi isolado do idades e de lodosos paizes um palacio magnifico de
esto do mundo. 700 pes de comprimenlo, de 200 de Inrtturaa digno
Arl 1. l-icam cancedidsi ao hospital da Sania
Casa iia Misericordia d ci.tade de S. Joao de Kl-rei.
em Mina, para o eslabelecimenlo e conservadlo de
um recolliinienlo em que se eduquen) as suas espol-
ies doI.OTO rlranspouh qu pmtorsva fallar
com seu amor prelo e hypolhecado !! Faca idea que
decepc.au para os rollan,.los e cabellos do meo p?-
Ilt-mailre : n;lo he o nico qo. t>m snlo victima
tas qoalro loteras segundo o planudas que g>rcm de laes psiu<, e seria, pjrlanto.bom qu< o til n,iu
na crle, onde estas lambein serfio exlraliidas. I lentiur nAn eonlinoe, roesmo porque m vi/inhos n
Arl. 2. Fira igualmente concedida utna lotera ; gestan) da mesrna scena que aprsenla lodos os di-
COMMANDO DAS ARMAS.
Snanel general de com mando dos armas ele
Pemambaco na cidade do Recita, ea 8 de
juiho de 1867.
ORDEM DO DA N. 508.
O general commandante das armas da publicidade
para os fins conveniente! aos ovisos do ministerio
dos neaocios d guerra de 3 19 de junho ollimo,
abai'xo transcriptos, que Ihe foram por copia trans-
mittidoi com cilicio! da presidencia datados de
honlem.
O mesmo general faz cerlo que o Sr. capiao do
decimu balalhao de infantina, Claodino Agnado
Caslello-Brauco, leudo do da 4 do correnta linalisa-
do a leenra que gozava no interior da provincia pa-
ra cuidar do reslabelecimento de sua saude, reco-
ihendo-se a esla capital por nao ler no campo ad-
querido melliora, rtsignou por esle motivo a pro-
rogacao dessa licenga por mais Ires mezei, concedi-
da por despacho da peiideucia de 6 desle mez.
AVISO.
Circular.Rio de Janeiro. Ministerio dos neg-
caos da guerra em 3 de junho de 18-57.lllin. e
Exm. Sr.S. M. o Imperador aprazendo-ie dar
mais urna prova da sua imperial cummiseras > pracasde prel do exercito eda guarda nacional em
destacamento, que liveram a infelicidad* de deser-
tar aparlando-se de suas bandeirai, i.o.ive por bem
por dicrelo de 23 de maio ullimo, penloar-lhes o
crime de primeira e segunda deserca 1, apresenlan-
do-ie os ros dentro do prazo de 3 mezes contados
da dala da publicarlo do mctino decrelo em cada
urna comarca das provincias, incluin lo-ie nesle in-
dulto as que esliverem senlenciadas ou para senten-
ciar : o que communico a V. Eje. para tua iutelli-
gencia a exerurao, e para qoe o faja constar em to-
dos os pontos da provincia sobsua administraran.
Dos guarde a V. Esc.Jeroiiymo Francisco Coa-
lho.Sr. presidenie da provincia de Pemambaco.
Circular.Rio de Janeiro. Ministerio dos nego-
cios da guerra cm 19 de junho de 1857. lllm. e
Exm. Sr.Nao leudo os delegados do cirurgia mor
do eiercilo direilo a cavalgauuras, mas somenle a
forragens, quando se moverem de oris para outros
pontos das provincias, e dorante o lempo da via-
gem, iissini o commonico a V. Exc. para seu conhe-
cimenlo e devida i vecucao.
Dos guarde a V. Exc.Jeronymo Francisco Coe-
Iho.Sr. presideule da provincia de Pernainboco.
Jote Joai/u'im C'oelho.
EZTEHia,
Abrangem as de n. 1 e 2 lodos 01 objeclos precisos
qoer para o armamento dos uavics de vela e doi
movidos por vapor, quer para os tobresalentes dos
mesmos navios,
A classiiicarao respectiva he fallada aceordo com
a nova organisacao dada as repartitoei do almox.ri-
lado da marinha, lomando-ie como base, para o
-nppimenlo dosiobresaleoles qoe tem consomo, o
prozo de quatro mezes.
As de nmeros3 e4 marcamas quanlidadese qua-
lidadei de projectis, plvora, cartuchame, e outros
objeclos que se devem fornecer para o servco de
cada urna bocea de fogo das diversas clastes e ca-
libres.
Coma a de numero 5 do forntcimenlo de vivere
para as rarei diarias dos navios.
A de numero 6 da quanlidade di dietas qoe se
devem lupprir para os doentes exislenlri a burdo.
Na ofgaiiisacao desla tabella lete-se em vista o dis-
poslo no decreto de II de abril de 1834, pasndo-
se apenas o fornecimeolo para a primeira seccao do
almoxarifado, segundo a nova oadem eslabelecida
nesta repartiese.
A tabella n. 7 fu as lozei que devem lar 01 na-
vios, deixando ao arbilrio dos commandenle das
e-laeoes, de aceordo com o quartel general da ma-
rinha, a designarlo doi lugare em qoe pofssm ser
collocadas.
A de nomero 8 marca a quanlidade de velas que
diariamente se deve abonar a os ofliclaes.e as demais
pracas dos navios qoe a ellas Km direilo.
A de' numero 9 designa os madicamenloi e nlen-
slioi neceesarioi para o fornecimento doi navios,
aos quaei por sua lotac.ao compela lir cirorgiao a
bordo.
A de numero 10 eslabeleca ai ambulancias qoo
ie devem sapprir 11 embarcices que mo tem ci-
rurgies.
A de numero 11 marca o panno que deve forne-
cer-se aoi navios segundo as diversai classe a qoe
perlencem.
A do numero 12 o veslaario que deve distribuir-
se gratoilameiite aos prcos da marinha, qoe
liverem de rumprir -enlonca a bordo dos navios.
A ds numero 13 us objeclos que devem licar a
cargo doi meslres dos navios qoe patearen) mottra
de armamento, alcm daquelles que forero fixos nos
mesmos navios.
A de nomero 11 as pecas de machinismo, ferra-
iiienla c outros objeclos, alcm da machina coropli-
la, que devem licar a cargo dos primeiroi machi-
nlas dos vapores ; paisando-se porm para a car-
as des commissarios o combuslivel, e mais rtico*
lo consumo rilalivos a marhina, afim de facilitar a
.cali>arao por orcasi9o da tomada de cenias.
A de numero 15 o furrirrimenlo dos diversos ob-
jeclos navaes neces-.iiios aos navios desarmados, ma-
teria que-nfio eslava regulada pelas tabellas em
vigor.
A de numero 16 deiignn os objerlos qua devem
licar a carao dos meslres dos navios que deHarmi-
rera, alm dos fijos nosmesmos navios, harmoni-
santo-se a respectiva cla-sifiratao com a tabella 11.
13 relativa aos meslres doi navios qoe armarem.
E por ullimo a don. 17 indica os livros a niap-
pas de qoe se devem compor as bibliolheras espe-
riaCa dos navios, de arcordn eein o determinado no
ivi-ci de 23 de maio de 1834.
Para mellmr inltlligenci, e mais Tacil ciccurao
di referidas tabellas, alm dei|oalio modelm, que
a aroi paiiham, cada urna dellas lie seijuida dal ob-
tervat5eseczplter(oeaqea pareciram neceseaiias.
1'reias.
Como vos lie condecido, foi volada pelo 8 |- do
sil. 1- da lei n. s:li do 16 do aa"sto de 1855 d quan-
I1.1 de 824:0000 para ser dividida como iudeniuita-
..a.i das presas tollas iis gucrrai da independencia
o do l.io da l'rala.
F.m conseqoentia do 5 2 da meima lei de 1855
bailan o regubimcnto de v.9 de dezembro de 1855
preirrcveiido a forma a seaoir na parlilha da refe-
r la somma, e por aviso de 12 de Janeiro d0 auno
ultimo, fui Horneada a rommissao creada pelo arl. I
deite regiilatoenlo, para enmioar as reclam.u ';
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAMBVCO.
PARS.
6 el-jui.lu. de 18)7.
Para dar-lhe em doas linlias o l>. Ilelim desle rnetv,
primeiro que ludo diremos Ihe que a Franja entre
ae duas legislaturas, entre os Irabalhos desla que ex-
pira, e as aleieSw da que esla para eheg.ir, se occo-
poo cm consolidar a sua obra de cotonisaclo i> Al-
geria, c em aeolhcr os principes eilrangeiros. Keuf-
chatel tornou-so irrevogavelmenle soisso. Os prin-
cipados danuabianos procuram sempre constituir-se.
A quesiao da China est ainda no eslado de repara-
do. A Austria procura a sua unidade. A Italia so-
nha a sua. A Ilespanha fluclua deNarvaez a O'Don-
nell. Porlogal enronlrou a estrada do progresso real,
e a Itussia a esta procurando.
Agora entremos em mais promenores.
Em Paria, o corpo legislativo cojas ultimas seesie
esli terminadas, e cujo mndalo eipiroo, ao lina-
liiar os seus Irabdlios votou unanimemenle o cudigo
de justics mililar para oexercilode Ierra, e vanas
leis de grande importancia, que tem por objeclo : a
prorogajAo do privilegio do banco de Franja, a cciu-
ressfio de Ires Imias de correspondencia por |meio
de paqoeles a vapor enlre a Franji e a America e a
homologaban de convenjes passadas enlre o minis-
tro das obras publicas e as companhiai de caminho
de ferro.
O principal artigo da lei sobre a renovacio do pri-
vilegio do banco lie o artigo 7.- Determina quo o
banco podar, se as circumstancias o exi^irem, jun-
tar um direilo de commissao laxa dos seos descon-
tse dos seos avancos. lie i.1,1 verdadeiramenle a
suppressao do juro legal ; he um passo mimen-., da-
do na verdadeira estrada do crdito. Abolir o juro
legal nao ho decretar a usura, be d,ir s transac(6es
firuinceiras a liberdade que nao podem dispensar. O
dinheiro he nina mercadura, e a mais neressaria da
lodas ; dirige-se sempre, e ape/- dos obstculos, vo
precisamente para onde a necessidade he maior, mas
para onde a remunerarn he a mais ampia. O seu
preco nao pode ler oulra base de estimara.) mais do
qoe a necessidade de abastecimenlo, ou eniAo o be-
neficio qoe procora a soa iolerveni-Ao, e a respectiva
caresta ueru lernpre est na ratto inversa oa proi-
perdade de um paiz. Acontece moilas vezei pelo
contrario que o paiz que paga o dinheiro mais caro
he aquello ao mesmo lempo ao qual presta ma s ser-
vicos, da mesma sorte que o paiz mais prospero lie
em geral aqoelle qoe paga os maiore impostos. Esta
abolirn 00 joto legal tirria poil para o crdito fian-
cez os roais felizes efleiles, dara as Irausaccii a li-
berdade para se moverem, aegundo o lempo e as cir-
cumstancias.
O governo ainda se oceupa com o eslabelecimenlo
do um imp.slo sobre a renda.
Entretanto, o impo-to sobre 01 valores industriad
rlTerece urna diflicoldade. Gravar-se^hAo com o di-
reilo de niularo ai acc,Gei que tiAo mudaren) de
tnAos ?! Como se conciliar,'! a arrecaiiarAo do direilo
sobre as mularc'ics e os intaresses dos portadores que
conservam os seos valores em mAos exlranhes a lou-
gos prazos '.' O projeclo ser, como modo de eelabe-
lecimenlo e arredacAo e como qoalidade, apresenla-
do ao corpo legislativo nos termos seguintes : um di-
reilo porcada negociacio, de viole cenleiimos por
cem francos de capital negociado sobre os ttulos no-
minativos, e um direilo itniual de do/e centesimos
e mel sobre os valores ao portador. O projeclo ja
soflreu orna modificarlo, que consiste em dar aos
accionistas das socitdades cujos estatuios nao admit-
id (Huios nominativos, o direilo de fa/er operar de-
pois a conversAo de seos litlos ao portador ero lit-
los nominalivor.
A lei sobre os paquetes transatlnticos, um dos
grandei negocios do anno, contem particularidades
precisas acerca da maneira de eiploracAo : haverAo
Ires Imias principies, 1- do Havre a Nsw York com
urna parlcda de duas em duas semanas ; 2.- de Bur-
deaux un Rio de Janeiro, locando em l.iboa, Coree,
Pernamboro e Bahi, duas partidas por mez, linlia
auxiliar do Rio de Janeiro a Buenos-Avres pesian-
do por Montevideo ; !. de Nantes f Saint Nazairo
para a Martinica, p-randoem Aspinwal, locando em
8. Thomaz e na Guadalupe, dual partidas por mez
de ir ao escrutinio em contequencii da conclusao
certa das operarei eleiloraes.
A expedlgAO do exercito fraurez a' Kab)lia lie um
faci cousumado : 01 A..by|es que occiipam essas ie-
gies monlanhoeai, donde se livrivam outr'ora do
jugo rabe, eram um obstculo permanenle a resu-
laridade das rrUcoes da Franca com os Iribus ja ub-
metlidas ao seu protectorado. Posto qe se apruvei-
lassein dos seus mercados para ahi dislriiior com be-
neficio 01 producios da soa induitri?, que provavel-
roenle nao termo encontrado cintras saludas, julaa-
vam qoe se o exercito nAo linha cheiado al o alto
dai suas monlanlus.iie porique nao linha potido pe-
netrar ahi, e o alironlsvam. Semelliiile c-lado de
ooasai he que se devia fazer cessar, e tal era o alvo
da expedjsao que as -H,.iludes pohlieas dos ltimos
anuos e que a guerra do Oriente linha al enlau
adiado.
Asim, o goveruo se deeidio a acabar com eiles re-
bebles qua nonliaiii em risco o renooso e pro. per ida-
de da sua colonia algeriana. O marrchal Haudon
organisou o seus corpos de operarn. () elfeclivo do
exercito, (plantarla, eavallaria, artilhatia, engeuhei-
ros.enferroriros, tropas de adnriiislrnco, ele, forma
mais de trila cinco mil homeus. O exercilo foi or-
ganlsado n'om mui granda pe. O goveruador geral
quiz dar muilo esplendor a esla expedirlo cujo tii-
umpho lera consequencias mui importantes. Mostea
se vio na frica semelhanle concentra(Ao de tropai
n'om mesmo ponto ; cada arma tem un) geoeral a
sua frente, e o movimenlo leve logar a 17 de malo.
As qoalro divisfs que compele o corpo expediciooa-
rio esta.) sob as ordena de M. Mavillahou, Renault,
Y'suf e Moissial. O marerhal ftandon lem um esta-
do maior cumposlo de ofliciaes de lodas as armas.
O) kabyles parecan) re-olvidm a resistencia mais
desesperada, e se poda prevea, ao ver o ardor com
que prep.ravam a defeza, (rabalhando oole e dia
em fortificar as suas monlanhas ; linham feito im-
menias Irinrheiras de pedia diipoitas em degraos
que se elevsm ale o cume de cada monlanha ; os val-
les esUlo semeados de grandes aldeas, cujas casas tnu
cerradas forman) oolras lanas fortalezas, que se de-
viam lomar urnas apaidas oulras.
As aldeas sao esparadas e disposlas de forma que
cada um dellas cobre e protege dmiravelmenle a-
quella que a precede. () exercilo fiancez poda pre-
ver que a sua larefa seria ardua ; todava tinha ple-
na confianca e grande es, cianea, e os seus primeiros
esforcos foram taes que-produtiram grandes resulla-
dos ; desde 27 de maio os Binl-Kalsni fi:eram a sua
submssao rom ascoiidresseguintes: 700,1)00 Ir. em
dinheiro para pagar parle das despezas da guerra,
dous refeus dados por cada aldea, conslrucccs -obre
o territorio de forles e forlificacces. Os Beni-Dah-
clis fizeram igualmente a sua submis'Ai), assjm como
os lleni-Fraoiicens, Beni-Khelilis, Beni-Boucl.aib.
Conlinuain as operares.
O principe de Nassau deixou a curte da Franca,
que veio visitar. Maximiliano II, re de Ilaviera.
Napnlelo III e os seos nobres hospedes fizeram cm
Foulainebleau urna residencia de quiuzc das qoe foi
orna serie ininlerrompida de felai. A cara especial-
mente, esle prazer real, enchea lorigas horas.
A proposito de visita de principes escreveram de
S. Petersburgo no Frankfurter Zelung :o a viagein
do czar Alevandre II a Prussia, no meiado do verflo
ja nao enha cm duvida. O imperador NspoleSo en-
conlrara o czar em Berln, e os dous soberanos iio
juntos t Pars. EmTnn Napnleaa pagar a risita a
czar em S. Pelersborgo. Escrevein de Vienna du
oLorreio de Paria: lem-se fallado muilo na Allema-
iil.a do norle acerca da visita do imperador dos Fran-
cezes, por occaiiAo das grandes revistas qoe devom
ler lugar em B-rlin, no fim do verAo 00 comeco do
prximo oulono. Parece que se o imperador po;:er
iile projeclo em execocAo, far lambem a viagem de
Vienna. Elle foi convi lado por urna caria de Fran-
cisco Jos, e se espalda o boalo de que o convite'he
concebido e;n laes lermos, que nAo pofle ser recusa-
do. O czar teria sido convidado iaualmenie e [ or
ronsequencia urna entrevista solemne lera lugar at
setembro colre os tres imperadores.
ti principo Napoleau, que dentro em pouco deve
ir a S. Pelcrsburgo pagar a visita feita ullimamei.le
pelo grao d#uque Constantino a corle das Toilcri, s,
parti para Berln em reriprocidade da visita feita a
mesilla corle pelo principe Frederico Guilherme I .
Prussia. Fura ao mesmo lernoo encarregado de una
rnissao diplomtica relativa ao negocio de Neofche-
lel. e portador de una caria autoa;rapl)a do impe-
rador em que a urgencia de urna conrlusAo a es a
nilermiiidfcl conteuda era apresentada a el-rei r.a
forma mais inslaale. De Berln o principe volloo a
Franca, passandn pela corle de Drade, e dizem que
nao ellecluoD a sua volla seru ler Irazido da Allema-
nha algumas ideas malrimoniaes.
A queslAo Salsea Hit concluida. Pode-se dizo
qoe desde o primeiro da em que se espalhou a noti-
cia do miseravel conflicto de setembro passado, 11A0
occorreu a oinguem que esle incidente poderse occa-
siunar a re-laura..n da auloridade prossisuiia em
Neul'chatel. A Europa n,1o quer a guerra, e se a
permiliisse mo seria pelo prazer de ver reslabeleccr
As eslipolacSes do traalo de 1814 ja mo talan
le harmona con. o desenvolvimento que lem loma-
do as relac-ea da Europa. Ellas lem aberlo es cin-
co porlos de Canta, E.noni, Touchon,
das maravillo que abriga, e dos innuroeraveis visi-
l.mles qua acolhe.
Mal ludo islo, para a velha Inglaterra, desappa-
lluua-l'o e rereu esle dios, n'um instante, ante a grinde eo-
Shang-llai c as Vizinhan^as immcdialas, mas nada lemnidade brilaunica : as carreiras d'Epson, esta
sm* fesla em que a Inalalerr se d em espectculo a
matriz da villa da Uliveira, em Minas, para o con-
cert de seu froalespicio.
a Arl. 3. I icain revogadas as disposic;es em cou-
Irariu.
.1 Sala das tesses 12 ds junho de 1857. Sali-
(hiel.
O Sr. I'ilella Tarares depois da algumas conside-
ra*;es, manda mesa a segbale indicara.) :
Indico que a CumniissAo de cenatituicAo e pode-
res, reunida com .a de neuoriosicrleiiiilicos, exr.Tii-
nan.lo e iiilerprel.iiidn o S T arl. 10 da lei das refor-
mas conslilucionaei na parle que coufere s aisem-
bias legitlaiiva provinciaei o direilo da leaislar 10-
bre 1 divisas ecelesiaslica da respectiva provincia,
li o sen parecer com urgencia sobra o seguidle
ponto :
Se o poder temporal, em vista da citada ditpo-
sicAo da le das reformas ron-lituctouae, pode crear,
disidir e supprimir parochias sem audiencia e nter-
ven^Ao do prelado diocskiuo. S. R. Vlella la-
vares.
lie rcmetlida s rommissues de conslluielo e ne-
gocios ecclesiaslicos.
O Sr. Menda dci Cojfi pede que seja dado para
Era islo ja umi viclorn ganhada sobre a obsliua- piopria, iesla carreira universal e violenta da es- | ordem do dia o projeclo sobre a'creacjio'de urna pro
cAo clnnrza ; mai o alvo ja linha sido Iransposto ha- pecic ravallina, nesle furor peridico de apostas, 1 vinria as margeos do rio da S. Francisco.
va doze anno, e a po-irao feita aleo prsenle aos que na hora fia embriaga loda a maginacoes,
agentes acrediladoi junto ao imperio celeste, lorna nesta Iregoa inviolavel das preoceupacejes da poltica,
boje a inlervencflo delles ineflcaz. Distante do so- das agonas da miseria s da phleugma de todos os da
berano, e doi seui miDistros, nAo podeodo nem ai- nista alegra universal que faz viver de urna uuica
segurar-se das sua di-posces verda^eiras, neiu ser-' vldi os grandes e os pequeos, os ricoi e 01 pobres,
vir de interpretes a's dos seus proprias governos em os prudentes e os livianos, os devotos e os libertinos.
Tazer chegar al o Ihrono luz algurua Sobre as re- Nao entraremos noi promenore da tola enlre os
clamacea qne ellcs lem qoe defender, as suas quei- jotkeys ds divenai core e ai suii ageis cavalgado-
Jas mollas vezes sulTocadas, sempre desnaluradss, ras : basla notar que o resultado dos carreirai rea-
sao impotentes pera prevenir 00 acalmar conflictos lisou perfeilamenle a phrase do evanaelho : Os ulli-
luseparaveis das novas relacoi eslabeiecidas. Em- ; mos sern os primeiros. Urna jmenla, Blink Bonov,
un, depois de ler af.ntado por via do estaheleciinen- em que ninguem linha reparado ao principie, ga-
lo de relares directas, o grande ob om mais ampio deseuvolvimenlo das rela(0rs com- pedido da casa da M. de Bolhschild, como indigno
merciaes, que querem antes que tuda segoranc,a e de montar seo cavallo, o qoal fez mui Irisle figura
confianca. O grande alvo a altingir he a abertura debaiio do jockey preferido. G. Ai*.
trilladura da China, a livre admissAo dos negocian-
tes nos grandes centres do imperio.
Assim, lodas as potencias devem reunir os seus es-
rnreos aasla grande empreza ; e no dia em que el-
lei liverem Iriumphado, lerao por assim dizer re-
euado os limites do mondo, tornando 1 ramenle ac-
cessivel a lodos um imperio que he boje para o com-
mcrcio como se nao exislisse.
A I ron.;a enviou o barao (iros com urna roissao
anloga a que lord Elgin recebeu do seu governo.
0 dous plenipotenciarios se prestaran) om concurso
mutuo as neaociaces que Ihe sao confiadas : nao
lie mui cerlo qua um corpo expedicionario francez,
siga o navio de guerra que conduz o agente francez.
Mas todava se a Franca medir toda a sua atejo, se
empenhar-se somenle com ama prudencia ordenada
talvez pela distancia, pelo clima, o mais ainda, po-
rein erradaraenle, pela obscuridade do conflicto : eis
que lodas as potencias parecein urna a urna correr
inveiicivelmenle, atlrihidas para esses mares da CM-
IlTKRIOa
RIO DE JANEIRO.
SENIDO.
SESS.VO DE 12 DE JLNIIO DE 18.57.
Presidencia do Sr. Manoel Ignacio Cacalcanli de
Lactrda.
As 11 horas da manhaa o Sr. presidenie abre a
esto,
l.iJa a acta da anterior, he approvada.
EXPEDIENTE.
O Sr. Primeiro Secretario da conla do seguinle
expediente :
Lm aviso do ministerio da guerra, remetiendo um
dos aulogriphos sanecionados da resuluru da as-
. -i'inlilea geral, aulorisando o governe a fazer rever-
na, tiieairo lalve, no momento em que escrevemos 1 ter a" arma de infantaria o major do e-lado-maior da
lindas, de lulas alrozes eda sngrenlas repre- I segonda classe" Antonio Joaquim de Magalhles
urn ollicial sopuiur austraco, commandante Castro
salas
ds fragata Aotam e da crvela Carolina, destinadas
absolutamente a urna viagem scientiiica de circum-
navegajao, he portador de imlrucrei necessariss pa
ra fazer um (ral.do de commcrci entre a Austria.
e o celesta imperio.
Emlirn, o estados da uoiAo americana t.unbem se
preoecupam seriamente desle negocio ; prometie-
ran) o concurso de seus agentes, para a revisao dos
tratados existenles, e se obrigaram a dar ao commis-
sario americano, na Cbiua, ordem para eulendcr-se
com os enviados de Franja e de Inglaterra.
Esle aceordo dos gabinetes de Pars, de Londres,
e de 1\ aslmiglon vem pois dar a empreza urna gran-
de forja moral. Por ventado no por forja far-so
ha pois enlrar o mundo oriental no movinteulo da
nviliiacAo moderna. O inuudo ser vocabulo pre-
ciso o mercado oriental mo sena a palavra jos-
la ? Pouco importa ; em geral o resultado he o
mesmo.
Nao sera' curioso ver a queslAo das tahi las, como
a primeira enlre lodas as quesles de poltica e civi-
ItsaciJo '.'
As noticias do pruprio Ilustro das hostilidades an-
nunciam que o aspecto das coasas mo lem muda-
do, t.lnnezes e.lnglezes se concenlram cada um do
seu laclo, sobre a defensiva, preocrupaudo-se nica-
mente de conservar as suas posices respectivas. Os
Cliinezee pareciam ler certas tendencias para fazer
concessoes : o governador em urna proclamacao em
que se arroga o beneficio de urna pretendida victo-
ria sobre os brbaro, deixa entrever a possibilidade
de um ajuste, se quizerem chegar a composicAo. A
inliii.o qoe so deve tirar desla proclamarlo he
que elle esls menos que nonca convencido da de-
dicado das so.s tropas, e da confianca dos indgenas
em um Inumpho real.
A provincia de Cantao esta' quasi inleiramente
entregue a' fumo, A miseria e o desanimo livraro
por loda a parle;; he pois pouco provavel que em se-
melhanle situar,, as ainearas do gOverOO di li-i 11,1-
nem urna resistencia eneraica
Por oulro lado os embararos se mullinliram para
etn ."leutclidlel o governo prus nAa se experimenlasse para com a narAii suiua essa
respcilosa dmirsjao que o seu intrpido rompurla-
meiilo e a soa energa Ihe aranaeam, deve-se susten-
tar a sua pnltica, pronielleram Ib a indep-Dtencia
de Neufchalel, e he a independencia de Nerlfchalel
que ella quer e que lem direilo a olrler. Al inslroc-
jOei do gabinete de Berln foiam expedida a 26 de
maio o conde Wel-feld, embaixador em Pars. Con-
linbain a adhesau pura e simples da Prussia ao pro-
jeclo de sjusle propnslo pela conferencia e a soa re-
nuncia espontanea a qualquar indemmsaeu peco-
niaria. Em fim, a 26 de maio os plenipotenciarios
de Franja, Auslria, lualaterra, Prussia, Kossia e
Soissa, reunidos no ministerio dos negocios eslran-
geirns, assignaram o tratado que regula definitiva-
mente a diilerenr.1 pela renuncia de Frederico Gui-
lherme aos direilos soberanos qoe os tratados Ihe al-
Iriboiam sobre o principado, e por meio de eompro-
missos conlrahidns pela confederaca'o Soissa, que sao
capazes de responder a alia solicitado de el-rei Fre-
derico Goilherme para com os Neufcdalelezes. O
lexlo do tratado ser publcalo depois da troca das
ralilicajBes que deve ler logar no prazo de vinle um
dia. Antes desta Iraca de ratificares, o tratado ain-
da divo passar pelas dscosies do parlamento suis-
so. Nao se pensa que dsla vonlicajao tai.i obsta-
etilo algum novo.
Depois dos Irabalhos que pro turnan a soloro de
Neufclilel, depois da raliOeaeJIo do tratado pe'na, o
serie das conferennas parece exdaorida ao menos por
cerlo lempo ; em Londres assim com em Paris nin-
auem se mostra desejoso neste momeoro de reunir
plenipotenciarios para pedir a neguciajles extraordi-
narias o qne os recursos ordioarios e regulares da di-
plomacia podem dar.
lie razoavel pensar qoe o anno se acabara' sem no-
vas conferencias, salvo as que devem formar ai ulti-
mas paginas da historia do congresso de l'arii, e que
lerilo precisamente por objecto o ptincipados do Da-
nubio, cojo iuleresse lie urgenlr.
Com elleilo o principados Moldo-Valacos esl.lo
sempre na mais deploravel siluajAo. Violonciis sem
nomero sAo ejercidas pela auloridade provisoria cou-
m rompimenlo parece eminen-
te enlre elle o a Russia. Os Chinezes de Hi lem o
costme de tianspor a fronteira rosie, afim de en-
Iregar-sa a' procura do ouro, e ja varios conflictos li-
veram lugar entre elles e us ttosso*. que 01 repel-
liram.
Na ultima retirada, os Cdinezcs incendiaram om
grande armazem e varios navios perlenceiites a seos
t ivenarios. Ten lo sido a corte de Pckiu instrui-
da clesle negocio, censurou o residente por nao ler
pedidosalisfajao pelo domem mmio, e a auloridade
rosta pela perda dos seus eslabelecimenlos. Parece
qie o fildo do Sol liga grande importancia a estes
aeonlecimenlos.
Qoanto aolalo inglez dos negorj.s da Cliina, a
grandeza do conllpto que a Graa Brelanha procu-
rasse o corar i divolado, o braco vigoroso, a voota-
da firme iutelligenle que prolegerao 01 sem inle-
reeses. Esla escolha de urna importancia extrema
nAo teria sido feliz, se devemoi dar crdito a cerlas
coi rentes da opiniAu publica.
Ha um liomem que os seos compatriotas, inters
sado mais directamente do que niuguem no bom xi-
to da expedicao, designam juila ou injustamente,
como verdaderamente capaz de dirigi-la : esle lio-
mem he sir James Brooke.
I'ilho de um empregado distinelo da companhia
das Indias, depois de 34 anuos de urna aclividade
cavalleirosa, conquislop sobre o indgenas do lado
occidental di Horneo urna supremaca qut ha sido
ires vezei ulil sua patria, ao futuro do commercio
nesles mares remotos, e aos progressos da civilitac,Ao
no extremo Oriente. Tornou-se principe de Sa-
rawak, e a soa voulade, a sua voz cloquele, os seus
aclos mais persuasivos anda do que a sua eloquen-
cia, chamou orna immensa populacho meio sajvagem
a conquista dos maiores benelicios. (juiz e execulou
a suppressao da pirataria no arcbipelago indiano, a
explorado das riquezas mineraes de Borneo, a crea-
jilo le urna coinpauhia poderosa, capaz de dirigir
esla eiploracAo, a cessarAo de um potilu ireportanlc
sobra coila occidental da grande ilha, para del la
lazei uma eslacAo dos navios de guerra, um ponto de
Oulro do minislerio da juslir-a, remelleodo om dos
aulographos sanecionados da resolurau da assemblea
geral, mandando que osofliciaei de corpo municipal
permanente da corle percebam a mesma etapo que
os ofliciaes do eiercilo. De amhoi licou o senado
inleirado, e mandou-se commumear a' cmara dos
depulados.
L'm reqoermenlo de Jos Francisco Vitola, pe-
dindo facoldade para ser m elucidad i e fazer aclo do
4. anno do curio jurdico de 1)1 tuda, que tem fre-
cuentado como oovinte. A' commissao de inslrue-
co publica.
Sao lides e approvados o segolnles pareceres:
o I." O senado, approvando o requerimenlo de
um de seus membroi, reiulveo, em ses-Ao de 29 de
maio passado, que,fosse remeltido a commissao de
fazenda o projeclo de lei viudo da samara dos Sr.
depolados iseuloiido as lolerias concedidas pela s-
semhlea-provinciel da Baha i sociedade dos ailifires
do pagamento do imposto de 8 por cenlo lanrados
sobro lodas as lolerias no arligo 2 da lei de i I de
niitiil.ro de 1KI7, eliui de que a mesma commis-Ao
inlcrpoulia sen parecer cerca da materia delle, in-
formando se pode ser feilo sem inconveniente o fa-
vor reclamado pela dila sociedade, e atleiidido pela
cmara dos Srs. depolados.
lie o parece.;.la mesma comnviio qne seja !.
ouvi.lo o governo pela reparlifAo da fazenda.J.
F. Visos. .Mrquez de branles.
ce J.- Os Indios da al.ts di S. I.ourenco, em Ni-
theroy, no requeiimeuto dirigido ao senado na eessao
do anuo passado pedem que administrarm dos lecre-
oos que conslituem o seu patrimonio leja rommet-
liJa por lei a irmandade do glorioso maiivr S. Loa-
renco e de Nossi Senhore da Piedadc, erecla na
igreja do mesmo nomo, a qual.no empendo de bene-
ficiar aos peticionarios, lomou a si prover educa-
ran doi seus Pulios, o esplendor do culto divino, e
soccorrer os Indios desvalidos.
Fendamse os peticionarios para redamar esla
medida em qoo o seu patrimonio, o qual andan lo
Jicm administrado poderla produzir urna renda sufli-
cienle para sali-fazer a todos enes encargos, esla em
completo almidono, e nada produz ; de modo qoe
nAo 'i ii.cn podem ser alteodidas as necessidades que
lieajn referidas, como que viven, ss peticionarios na
maior miseria, e de esmolai os que nao poden) ga
nhar rom o seu Intuido os meios de lohsistencia.
Nn mesmo lenlido representa a irmandade ci-
ma mencionada ; mas nem um nem oulro requrri-
Arhando-se na sala inmediata o Sr. Dr. Gabriel
Jos Rndrigues dos Santas, he introduzido com as
formalidades do eilylo, prista juramento e loma as-
iento.
ORDEM DO DIA.
Primeira parle.
Continua a lerceira discussao do projeclo n. 1 da
1857 sobre os bens da eapella do 1 lambe.
lie lida, ap.nada, e enlra coujuuclamcnle em dis-
euisAo, a seguinie emenda :
Art. 1.a O producto dos bens da eapella do
llarnb, que lor realisado na forma das leu n. 586
de 6 de setembro de 1850, e u. 778 de 6 ds novem-
bro de 1851, sera' convertido em apolices da divida
publica, sendo applicadat doas parles aos eslabele-
cimenlos de caridade das provincias de Pernambuco
e Parahiba, repartidas por cada uma destas provin-
cia, na razAo do valor dos bens situados em seus
respectivos teminos, s a restante ao hosoicio de
Pedro II e ao instituto dos .Meninos Cgoi em par-
tes ieoae.
Arl. 2.' Toda a despeza ja realisada pela fa-
zenda publica com o inventario dos referidos beus
sera' indemnisada pelo prodocto da venda doi mes-
mos, e assim lambem a que liouver de venfiear-se
com a sua demarraran e alienarAo na fcirroa das ci-
tadas leis de 1850 e 1851, e com a liquidarn nos
lermos de presente projeclo.
Arl. 3.- O 2.- do projeclo n. 51.
. Arl. i.- 0 3.-
Arl. 5.- 0 4.-
"_l'dCp da cmara dos depulados, 12 dejuiiho de
1857.Sampaio Yiaoiia.Torrei-H- mem. >
lornaram parle na diecnssao os Srs. Dantas, Sam-
paio \ i.inii j e Nabuco, que otlereceo o seguinle
substitutivo ao projeclo, que he apoiado :
Arl. 1.* ti producto dus bens da eapella do
llarnb, na provincia de Pernambuco, instituida por
Andr Vidal de Negreiros, que for rcalisado oa for-
ma das leis n. 586 de 6 de setembro de 1850 e n. 778
de 6 de novembro de 1854, lera' convertido em apo-
lices da divila poblici ; perlencendo ao hospital de
caridade da cidade do Recite, ao hospital da Mise-
ricordia da cidade da Parahiba a parle desse produc-
to correspondente aos beus siluadoi nos territorios
das mesmas provincias.
i Art. 2.* licar revogadas as disposijei em
contrare.
a Paro da cmara dos depulados, 12 de junho de
1857.Nabuco de Araujo.Sa e Albuqaerque.
l na i Ir I. m ir-aib'.Piulo de Campos.Aguiar.
Augusto de Oliveira.Gonjalves da Silva.Paes
Brrelo.Bezerra Cavalcauti. F. Carlos Bran-
dAo. o
A di-cus'o fica adiada pela hora.
Segunda parte.
Continua a discu'so adiada do projeclo de res-
posta a' talla do Himno.
Acha-se prsenle lodo o minislerio.)
Oraram ot Srs. Salles Torres liomem a Alrneida
Partir,
A discussAo fica adiada pela dora.
O Sr. Presideule da' para ordem do dia :
Apresenlacio e discussAo de reqotrimenlos na do-
ra ccimpelenle ;
As materias anteriormente deiignaJas, lano na
primeira como na segunda parle.
Levaiita-se a sestao s 3 doras.
Os gatunos van nov.emente eierrendo o seo ifli
cm com prejuiio de alguem. Consta-nos qaa na
roa da Maiigueira ,uo Pojo da Raattile) Itit' ,oa-
bada uma casa na nsile du dia 28 do taez i, i.
qoe della levarsm ludo, menos a mobiT^Tpor de
nuil dillicoltoii condcelo. Esst cana, seje,.:
lambein nos coma, era habita da por Gandido de
Til,que lendo viudo pasiir alguns diascosn sus fa-
milia, em cass ds leu pai Manoel Thsudmo, mora-
dor oa ra do AragAo, aofoieitaram-se des-a cra-
luo para o redueirem ao eslad da penuria em
que se acha. Desse roobo tile s leve scienri* no
da 1 do corrente, por Ihe cnmmunicarein qu>
urna das jinsllaa ds la eas st achara derla desde
aqoelle da. t.onvm que a polica do logar procu-
re descobrir os criminosos, na > so p,,., ,,ue ,ani
ponidos, como me.nio para que sejam ir-iiloi lo-
seu dooo o bens que Ihe reiihanm.
Sr. fiscal da freguezia de San Jos, vede que
somos avisado por urna caria que pas ,,,, neMU
poder, qoe na ros dos MaiUris n.... n.nnuuj em
grande escala e muilo escndalo, o negocia de ga-
rapoes, desde pela mandas al as 9 horas da noile,
avista desse aviso qoe noi lizeram e vos transmitti-
mos, incombe-voi a miii restricla TaTiprla de ra-
minarles e-a infraejo das pmturas muolcipaes.
Ale que afuial lesolveram a demohrio du so-
brado da pracinha do l.ivramenlo, qua ha muilo
ameajava grande perigo. E quem faria acordar do
lelhargo em queseaehavam os pro-colores de ata
demolijao.' Seriam, porseolura, h< nonas conti-
nuadas reclamijdti! Pode ler qot de algim niu lo
concorreise ; roas o principal agente nao deiioo trio
duvida de ser a calaslrephe da roa das Cinro-Psu-
las, que, lenAo se houvera dado, uutru ido menor
leamos de lamentar com o desmoronamenlo u-
quella casa, de que felizmente podemos anda esca-
par. K poderemos outro lano dizer do iubrads em
ruinas do aterro da Bca-Vi,, f0r cerlo que mi,. -
e por que nao se avila es-e mal decolindo-.. lam-
bem .' -NAo cessaremos de clamar contra I sua coo-
sirvacAo, ale que om dia as nossas palavra- Haeajj
ws",ni'.l;""lS dC qUem fampre p,e,inir ''""
BAHA
27 de junho.
Programma dos festejos palriocoi do immurlal
dio duui de juiho.
No da 29 do corrente pelas 2 horas da larde reu-
nir- se-hAo na pr, ca djTerreiro as commieies eu-
carreaadas dos leslejos. e um dos respectivos carros
eeauir a l.apinba, onde organisaro o prestito do
hanlo, (orinando a dous de fondo os mascaras a ca-
vallo, seguidos pelos carros qoe se apreseularem
taiubrm rmn os mascitados, e os que condozirein
as coiiimis-fies e o inasearas e povo a pe, que le a-
presenltrem para sbrilliaotar esse patritico feslim,
e com urna b-n la de mu-ica militar ua frente, pre-
sidida pelos rula los nAo masearados, que na forma
do cosame, coucorrem neeie dia, partir' da Lapi-
uli i >s Ires bous em ponto, e legoindo pelas roas
da Soledadee Perdo^s, sa|iiudo no alio da igreja do
ll'iqneirau, e daln pela ra do 1'ac.o, Polas, Carmo,
menlo foi instruido com documentos que comprovem. lerreiro, rud Direiti do Collegio, dita da Muericor-
tre linh-s aoxiliare de S. Martin, a Carlliagenai
Porto-Rico, llavana, Vera-Cruz, Tampico, Aspiu-
wal e Ctyenoa.
Os navios que liverem o Havre por poni de par-
tido oo de MlljAo, deverAo fazer esrala no porto de
Cherbomg para ahi receber e depor ai correspon-
dencias e passageiros. A eompanhia depositar ou
em numerario ou em apoliers de 4 1|2 por cenlo ou
4 por cenlo ao par, ou em apolices de :| pur cenlo a
75 francos, orno raujAo de 2,000,001) de francos, que
sera reembolsada depois da recepjAo do material. A
romp.iilii se abriga a ler n'agua qoalro annos de-
pois dajl.iia da ronre- i -26 navios a vapor movid s
por 12,700 cavallo- nominaes. Tres annos depois des-
ta mesma dala, sera' eslabelecido um servijo b-
mensal sobre linha de New-York e sobre a linha
das Anuida-. A duraran da contrato sera'de vinte
anuos ronieciilivos a parlir ele Ires anuos depois da
Aoslria que governa de fado o sen conselho, a sua
commissao imperial, os seus funecionarim nomeam
para os empregoi podliros, demillem aquelleique ui
desagradim, e lomam todas as medidas que Ihei po-
dem eproveilar. A inercia da Porla em lodo esle
negocio le uma tacita npprovacAo c lima compliri-
dode real da sua paite. Cornudo, fura misler que
o conseltos das grandes potencias fos-em ouvidos, e
que o tratado de Paris recebesse a esle respeito a sua
execosao.
Foi nesle intuito que os representanles da Franca,
da Prustia, da Rusia, e da Sirdenlia, assignaram a
18 de maio uma nota cullecliva para o governo olio-
mano em Conslanlinopla. O conselho se reuni por
varias vezes a esle re-peito, mas al o prtseills nao
lem dado resposla alguma.
A questao dinamarqueza ainda n,1o esl resolvida.
Depois do longo inlcrim e om desespero de causa,
depois da ultima recosa de M. Ileinzelmam, o nu-
Dlsterlo ,e refnrmou com M. Hall, M. Unigaard, 51.
.Micdelfen e 51. Andrae. NAo era uma mudanca
nem de pessoas nem de ideas, c em pressnja da a-
liliide das grandes potencias alintaos, esla solurAo
cujo menor defeilo era nao -er nica, nAo poda ser
definitiva nem mesmo duradoura, linha seguida de
nm remetido que pareceo mais seno; 51. Kieger
ronseldeirii de eslado, rhefe do eecrelariailo do mi-
nisterio especial pelo Scdleswig para o interior, pela
Dinamarca, M. Semonv pela joelica ; u major de
l.iindbve para atierra, M. Micl.els'-n para marinda
com inierinidade dos negocios estrangeiroi ; M.
51. Lnsaaard para o interior, para luda a inouarchia
com a inieriniddde do Holslein Lanemboure. A' ex-
ceprAodeM. Kieger, lodas estas personageiis li/.e-
ram parle do gabinete Sclieele. As Hielas de Hols-
lein Lanen-ibuurao serAo convorailai e
as allegacoes dos sopplicanles.
ti ralos (ennos, e estando a materia de bens dos
Ipdio- regulada por lei geral, enlende a cemmiisAo
que nao pode dar parecer a semelhanle respeito sem
qne se pejam infoimajes ao governo acerca do que
alien.un o sopplicanles, convindo qoe se solicite
ta'mbem a sua opjniAj acerca da preleojo del es.
J" F. Vianna. 5laiqoez de branles, o
ORDEM DO DIA.
SAoapprovadas em 1.- e 2.- discussAo, para passar
a 3., as seguintes proposijdas da cmara dos Srs.
depuladoi :
1. Appinvando a pens.lo conced la ao conselheiro
JoAo Maria Jacobina, para as; verilicor cm soas qoa-
lro ralas.
aV Sobre a lupprenAo da clausula de cessar com
a mohindad" a pen-n concedida a's filhas legitimas
do ollirial-maior da secretarla do imperio Jos de
Paiva MagalhAes Calvel.
Aehando-se esgolada a materia da ordem do dia,
o Sr. presidente declara qoe o senado seoccopara'
amaohaem Iribalho de commissfiei, e qoe a or em
do da de segonda-felra he a 1." discussAo do pa-
recer da rommis.o de consliluicAo a respeito da
competencia do senado para julgar o ex-deputado I "oile do dia 1 as 10 horas em ponto al a Lapiuha
.Manoel Joaquim Pinte Paces, comejanJo a discossAo Pf!as ruai do cu-turne.
da, prora ue Palacio, ra Direila do mesmo, ra
debaiio de San Benlo, (Joilanda Velha, rjia do Ro-
sario ce JoAo Pereira, Merccs e Campo Grande do
forte de San Pedro, onde fara' uma digis-iAo em
quidru, vollando pela ra dai Sierres, San Hay-
mundo, PurlAo da Piedade, Lapa e ra do Forrar o
ale o campo de Nazareth, don Je voltara pela mesma
roa do Ferraro, segoindo pela nova roa du Grvala,
ladeira da Praja, ra Uircil da Misericordia, dita
do Collegio al o Terreiro, onde, depois de tocar a
msica o bv nio patritico nacional, eerAo dislriboi-
dos aos mascaraat a cavallo o reipeclivos ercliolts
para as eucsroiiddas,
As r.iMiii-er.es esperam do palriutismo e morali-
dad de todoi o seus coocidudAos loda a abstenjAn
de aliegorias que posiam da qualquer modo ollendoi
a moral publica e os bous cosime! civis e religiosos,
assim como contam lambem com a inelhor ordem e
a maior concurrencia possivel para mellior brilhan-
lismo desle felim popular.
No dia 30 pelas 10 doras da noile, icliando-it
presentes o membros da commissoei, farAo seguir
os carros do Maciel praja da Piedade, donde ee-
rAo condozidoi pilo povo e legin patriticas na
mai paragens do Ihealro do grande conflicto, elle he
uma forra, uma potencia.
Eio I.,.n ires. a rainha Victoria, que deu a luz um
principe, foi para sua residencia de verAo em Ot-
borre. Ahi receben o grao-duqoe Conslanlino, con-
vitalo em seu nnme por lord Cewlev : esla visita
que o principa rosso ni aceilou depo'n de ter con-
sull ido o czar por va Iclegrapliica, nAo leve carcter
Iei ni oflical, nao foi mais que uma aflectuosa ci-
vilidade feita a rainha e a mulher. A najao nao leve
pare alguma nislo.
O discurso real na abertura do parlamenlo he le
velha data. He incolor como he uso em loglalerra
onre a menssgem nunca serve de programma de ba-
talha. .Mas antes qoe ludo lem tendencias pacificas
quiinlo as diflerenjas qr pareciam ameacar a paz
da Eurjpa. Depois de um combate sifiiiificBule qoe
servio, segundo a tradleao, aomaideu speechde
do os lllustret eslresutes, a meusagem fei adptala,
sem que fosse preciso enlrar em volajao. Lord Pal-
mer-iuii indo ao encentro doi projeclos dt 51r. Roo-
hurk, promelleu apre-enlar om planu de reforma
eleiioral, no cornejo da prxima secuto. Segundo c
que dizem os amigoi do primeiro ministro, Irala-se
de confiar o direilo eleiioral ao que se chamamcapa-
ci lades. Ser islo exacto. Nao sabemos. Sempre
ho verdade que a Inglaterra se acha prevenida pelo
pruprio lord Palmerslon, que, uma vez esla seseao
concluida, c no inleivalln que a separa da aeouinle,
o enverno lomara em grande considerajAo o espi-
abas* probl-ma da reforma parlamentar, e apresen-
Iftia ao parlamenlo um plano calculado to latisfy
llie ju-1 expeclation of dnv.parliei. O nobre lord
alo so deo ao Irabalho de dizer a que receila al
hoja desconhecida lera recorrido para contentar a i
pela segunda cnnclusAn do parecer.
I.vvania-se a sessao a' e meia da manilla.
CMARA DOS SRS. DEPliTADOS,
SESbAO' E.M 12 DE JUNHO DE 1857.
Presidencia do Sr. vizconde de Baependtj.
A hora do coslume, feita a chamada, e aeban-
do-se reunido numero legal, abre-se a Meti,
Lida a acia da antecedente, he approvada.
O Sr. Primeiro Secretario da cinta do seguinle
expediente:
Uma represenlajAo de I). Joaquina Leocadia de
Brilo. queixaiidu-ie da interpretar,!) dada pelo Ihe-
souro nacional sobre o gozo do monle-pio dos servi-
dores do eslado, e pe lindo que le exija a decisAo do
Ihesouro e se remella commissao de marinha e
guerra afim de formular um projeclo sobre leinellian-
le ni .1 ii i.A' r. ihihi.... deariaiinha e gueria.
Um requerimenlo dos caixeiros residentes nesla ci-
dade, pedindo para qoe seja dado para ordem do dia
o projeclo u. 52 do anno passado.Ao presidente da
cmara.
Dito de diversos artistas francezes. pedindo a revo-
gajao da p. siuro da cmara municipal de 2(1 de feve-
reiru de I8j(i, approvada provisoriamente por por-
tara do ministerio do imperio de 19 de Janeiro do
corrente auno.A' commissao de cmaras munici-
paes
Dilo de Jos Maria 5lafra, oftlcial da secretaria '"'los us olivoi de um completo regosijo em Ha
glorioso anniversario, eerlos de qut o brioso povo
desla capital, compenetrado dos verdadeirpsseiili-
menlos qoe o anirnam, saliera' como sempre manler
illesas a paz e Iranquillidade publica pare mais su-
bido realce de lAn patritico fetim.
Babia 24 de juuho de IsSw.
(Jornal da Dahia.
desla augusta cmara, pedindo uma gralilicajao como
oflicial encarregado de fazer as arlas das ai-socs.
A' meia.
Dito ds Bernardo Urbano Bidegsrrv, para ser na
taraliado cidadao brasileiro.A' co'mmis-ao di po-
deres.
Dil de Locas Thomaz de Aqnino, ped ndn apn-
senladoria no emprego que oceupava quando lora de-
millido A' commiisAo de pensoes e ordenados.
,lpre*entttro de projeclot e iHilcarSti
Sao julgados objerlos ds deliberajAo, \3o a im-
primir para enlrar na ordem dos Irabalhos, os se-
guintes projeclos :
o A assemblea geral legislativa resolve :
ti Arligo nico. Fiea o governo aulorisido para
mandar passar enra de uitoralissjSo aosl'ortuguczes
Jos Pedro de Csrvalhn e 5Ianoel Francisco de .Mi-
randa, moradores na Granja, provincia do Ceai '.
revegtdn as di-posic.es em contrario.
ce Sala das sesses 12 de junho de I8">7.S. Gon-
jalves di Silva, o
a A assemblea geral legislativa resolve :
Arligo nico. Fica concedido, por esporo de Ires
l>da a gente. O parlamento leve deoccupai-se com "0,:_conln,los do mez de maio do rorrele auno
No dia 2 de juiho comojar' esla grande funrjao
pela entrada das tropas precedidas pelos carros
iriumphaes, puxidos nm pelo balalhao patritico
dos caiieiros brasileiros e oulro pelo povo al o Ter-
reiro. Enlo celebrnr-ie-ha no templo da caihedral
um le Deum em arcao de grajai ao Todo Poderoso
pelo triumpho de nossa liberdade e independencia,
lindo o qoal dirigirse-lio ao palanque, levantado
em frente do mesero templo, os Exm?. Srs. metro-
politano, presidente da provincia, cmara muuici-
pd, aulondades a majs cidadaos qoe quizerem, e
ah ao descerrar-se o retrato de S. 51. o Impeator
pelo Exm. presidenie da provincia e presidente da
cmara serBo ontoados pelo mesmo Exm. presidente
os vivas do esljlo, lindo o que far S. Esc. Rvm.
entrega das carias de alfurria, se ss houverem.
I .mo nr.i.i mnie como un duas subsequeutei es-
tar' i II omi nado o palanque adornado com os retra-
tos dos hroes da independencia, havmdo pelo me-
nos orna banda de musir militar.
No dia 4 s II horai da noile ai commiss'iel, o
povo e os balalhes patriticos que se quizerem
prestar, reuni-se-hao no Terreiro para condcizirem
os ranos, que segoirAo pela ra das Portas do Car-
mo al o Maciel, lugar da sua residencia, com o que
linalisaran os festejos do memoravel dn2dejulho
oo correle auno..
Ai cummisses lem procorado desempenhir o seo.
enrargo, de modo que olfereja aos seus concidadAos
Consta-nos qoe pira Santo Amaro, se lem dalo
alguma coosa que a polica ignora ; mora all asata
messalina, que pela prole jao que Ihe da alguem
naquelle lugar, lem-se lomado uma furia, a pom,!
de andar, egondo somos informados, contimleineu-
le armada de um fime, a Instilar ti familias ho-
oeslai rio lugar. A nos veio ler om Sr. Azevedo
que all mora, dizenJo-oos ter sido elle r ,a, f,.,,;
lia insultados por es-a molher, e qoe confiando na
reclidaodo >r. subdelegado ii inderecar-lhe um
requerimenlo de queixa contra essa mulher, que aa
e-lava tornando ololii de Santo Amaro, atajada
que foram preso esses turbulentos que moravain
em Santu Amaro, qoe nuoca mais falloo-sc tm Si-
lurbios all, foi preciso qoe apptrecesse ttsi iu.u-
ma, para que o locego dai familias fus-e perturba-
do. A polica breve ajustar cuntas com es** he-
rona e seus protectores.
No da i do correute, pelas 7 horas da tarde,
nu engenho Retiro, da fregoezia do Bom-Jardim
e na purla da caa do referido engenho, levuu um
Uro o seu propietario o tinenle-coronal Antonio
.Malheos Rangel, rico agricultor diquella'ragotzia
e liomem becnqoulo ds lodos. O pacieole fieos
gravemente ferido, por si lerem nelle empregado (.7
earojos de chombo e uma bala. Iguora-se que.)
fus-e o autor e ejecutor.
i .Tl""""""05 1e cede"0l algomai acco.s
do novo Banco com 10 por rento de lucro
O vapor brasileirt. S. Salvador, procedente do
I ara e porlos intermedios, couduzo a ,eu bsrdu
os seguintes passageiros :
Para esta provincia Manoel Antonio Alve Ribii-
ro, Jos Mendei, JoAo dos Santos Bonetes, M.uo.1
l-raiicisco dt Guoha, Mai.oeJ llenriql... JcJs Evan-
gelista Bello, Arcelino Jos B.rb,.., Jo.e Jernimo
de Sooza, Joaquim Jol Barhozt Monleiro, Joae'Be-
iiedilo de SIello, Antonio da Costa Alecnm, Jo..,0,
l-ranciseo de Oliveira, Joaqom Arselioo de 51uura
Antonio Ixunei de Oliveirs, goir.no Joaqom de
Medeiros, Jernimo Gomes So.ns, Jos Joaquim de
sania Anua, Jo.quim Anlunes de Oliveirs, Ma >e-
nhora e cinco escravo, Fraocisco Gomes de uliveira
Mauoel Francisco de Mello, Policarpo Gomes da
Silv. rraocisco Jorge Bolellio, Aolomo Lopes p-
so, Manoel Alvet da Costa, Joaquim Jos de Uli-
veira, Joao Bapliita de Albuquerque. Ep.f.nio Joa-
quim da Silva, Casemiro Rodrigues Piolo, Hrtz Ftr-
reira Maciel Pinheiro, Jos Lua Pereira Lima Jo-
mor, Antonio Dantas Correado Medeiros, Manuel
Malosl.aoo de Medeiros e oro escravo, ora crimino*,
e 2 prajaique o escolla, om escravo a entregar a
\*L n" ,ah' VV,nd'rle?. ^ P'ajii ds exercilo,
Adao Bendiao.
o..1'"'..0 *.U' ""Jor Fr"ne'f Bibeiro da Silva e om
libo Dr Lobato de C.ilro, alferss l.uiz Fraocisrt
Leal, Antonio S. Sena, Ttmaz Lopes. Mannel dt
trelias uimaraes, JoAo Antonio ,i.. Silva Braca
Joaquim Gomes de Oliveira, Joso Csrrea de Mello'
Antonio Lopet Pinheiro, Francisco Jote Alcntara'
Joaqom Gomes, 30 recrulas, e 41 escravos a en-
tregar.
He amanhaa.
Ilamaraea 4 de j..iho dt 1867.
Meu charo Sr. e amigo.yuando todas frente-
zias da provincia e do imperio, ainda asman remo-
la. vao dando sigual de sus existencia, soi.....
pobre e esquecidc lorrAo de Iiantartca, H(re.adn
do conlineule, nAo podera' levantar do ocano a
cibera, lacudir aa limosas mtdeixi. e bradar c.mt
urna bosu.a : Tambera existo entre vs
Sun, apezarde nellt respinr-se om ar'salilress.
orno em lodoso, hlorwjt acontece, t.d.via. refT.:
cato pelas uavet bnz.s da larda, que ce um por
eolr. a. rolbagan, do, coqoe.ret. o EetWfc.
r-rlillss.mo, seus fruclot siborotot, iua ruta eoe.n-
tadora. Eisa ilha, pois, lio famigarad. oolr'o.i aas
chron.cas ol.nj.a.ei, pireee que vai boj. .ur.inda
do somuo letliargico em qoe jatia, aa bella a pilo-
resca povoajSo de Pilar. Para aqu lem .muido,
como par. o ceutro, a m.'.r parle do. msrtdor.s d.
ai. iga villa, e de oulro. aogolos di ilha, rom l
nolave mcremenlo, qut altamente reclama du ao-
lor.dadei compelentes a transferencia da sedada
malni. He esle o vol de quiii lodo. r,i Il.mir.-
queoses, e que nAo ha de lardar em resillarse
Sendo o fim a que mt proptnho, dtr-lh. noticias
do qoe for occorrendo por esla fr.goeria. voo prm-
ctpi.ndo por dizer-lhe qut foi instituid, no miz dt
mato a bella e imprtame dtvejAo do mez Marmo-
iio oa igreja do Pilar, senAo com ipp.r.loia pom-
pa da capital, ao menos cora loda deetncit, e cora
geral edific.jao de lodts. Vio-sa ni igrej., em lodo
o mez, numeroso cuucurso de gente, tem ou. d ah
se ongiu.sse o menor disturbio, antes pele roolrario
rem.va o respeilo.o acaiimei.ij, divido oata da
Ueos, e nao a ruidoe. engueri.i., qoe ic.lehrm.nl.
se obstrva era algumai igrejasd.i-rioadrs mais pupo
loias. lodos o dm cmticoi dt ama harmona .ua-
ve e cl.ea de rcligio.id.de, melodisoi e doce., como
os canuco, do eco, que pareciam sabir dt labios
de cherobins, arrehalavam e enl.v.v.m o'nmss e-
pirilo oa contemplacAo das graudezas dt Maris San-
tsima, nossa terna e ctrinhosa mAi.
^o encerramenlo do mez houve roi-sa cuitada da
res p.dre, e .ermio ; e a larda loi levada tm so-
lemne proen-Ao a imagem d. SS. Yirgtm.
.Meninas em numero de 20, volutas de brinco,
com tuda elegancia e atseio, lizeram parle do rao-
de sequilo, segurando em duas bellas lila, qse peo-
diain da beru ornada e brillianle rharolla : >n reeo-
Iher da prociisAo |houve lidiinhi, e lud. fimlitoa
por um bem acabado discurso anlogo a eshvidide.
Logo depois do mez Mirianuo,.eguio se 1 lisien.
ue Santo Aulonio, cuja lala leve lugar no da 14 ds
crrente.
Foi lamben) muilo concorri la esta feslividaeJe, a
parece-mi qoe >e at o fim do anno houvtssttn fes-
l.s, ninguem deixari. de ir a olla*.
OSaii JoAo fui insta ilha muilo feslrjido r sierre,
especialmente ni povoavo do Pilir, onde famili.i
em numero cr.scido de pessoas le ajunl.r.m, t em
muilo ooa harmona, pass.ram i noile nw diverti-
ruentos proprioi deslt poca notavel. Aqni aindi
ha o peasimo coslom. de se d.rem tiro, de baram.r-
,0 '"" e"? lempo, e lauto foi o enlosiasmo esle an-
uo, que nao houve uma s.. bor. cm loda norte, era
que >e nAo ouviM.m muii. s tiro. eslrood-.os; o qu
incoromodou batanle a m.m, pobre vtlho >eiag.~
nario. eulros como en acoslumados ao silencie a a
rindil8j.1o.
O dia de San Pedro passoo-.e pela me-mi manei-
ra. Houve fesla do donoso Santo p.dre na igre(a
do I llar, promoiid. pelos reverendtt vistr.o
cotdjulor. AIeumi mojos 'do lugar, qo. nAo f ./em
prolissao da msica, ma. que cultivare p.r. clt.lr..--
ca tata irle divins, se prest.run com lodi I... vno-
tade, i pedido dos meemos reverendo., pan .. t.
leilt, e mu bem executanm inligi. mis bella
utsss do Lima.
O actual lliesoureiio d. irmandad. d. Nuez Se-
nbori do^ Pilar, o Sr. JoAo llenriqoe de 54.rao:..
/m.^"?..?^"'3.'". .fll!!!!!'^:S0b c..1ue,n ,,e,nos ; '""v .lenle inJol. e mullo .divo, autori..-
rio pe. zeloss mesa d.slc inno, lem frito algumas
obras oa sol iarej, a qual vai licaodo Ho bella *
IAo assejada, qoej. me parece ver i Llura m.lrix
de.l. fregorzia. A a-sembla provincial, reronbe-
cendo o zeloqae caracltnsa esla confrtri*, a rrqo-
riineulo do benemrito deprelo o Sr. Dr. > m m.
concedea nina loleria p.ra a faclur. dt seu remite-
PEttIAgBCO
PAGINA AVULS&
1sU USH,g
Nunca serao bstanles os nossus clamores con-
fallado em ni nmeros antecedentes. NA.i podemos
crer que fique impune soaMlhaato allentadu, mor-
mente quando milhares de circum-laucial concor-
rem para asgravs-lo. Acaso deve haver alguma con-
lemplajo para o horneen cisado que fazendo oflicio
de prostituir a soa e honra de sua familia, proco.a
mtroduzr tssa eslranha o moral a no seio das
entras, constiluindo.se
quolqaer ntlurtza que forero transportados por esla
via. Emlim, lem -se previsto ludo oque pode con-
tribuir paca a seguranja e bem estar des pas-agei-
ras, e essas convijes serAo garantidas pela erraran
de uma coinmis"io do governo coadjuvada porania
commissao de visiiancia pira cada porle ero que li-
ver de locar.
Preoecupam se muilo com a cenlraliacao das pfT-
lijas, o todssetaeciuariam de Clutbourg,
poneos anno* algumas carruagens carreaadas de mer-
(adorias, sal iam freqoeiilemenle do deptisilo mili-
lar, sem revelar a menor fea.el. a's autoridades ci-
vis. l-.'Prel culo, at nercaclorias perlrncenles an es-
lado, foram vendidas secretamente, e o producto da
venda distribuido entre os IldrOei. Algona neso-
rianles foram presos, possuidores de uma fortuna de
:i milhoes de francos, ti conselheiro de estado Set-
S'f foi denunciado como a alma do bando. A for-
, ra.Piulo Lima.Cosa Piulo. Carduzo de Sania da rarr.sjiana
ri.1. u "'" """"'?seri um venia- t',ruz.-t;,uzM,cnado.-A,ilune. de Can,,.....-Tei-
leirosncc.sso. lie a cr.nde tipo.ijAo do Manches- xeira JniorAlhavdo.Bru qoe.Vlella T.v,-
X. n^mjt?"* '" rt''r,C' a <'a-Br,ta-, re-Toscano Barr.lo.-ll-zerr CavalcanliMar-
nlM, que lem com que pagar e o que fazer, po.sae condeVirialoSouza LtfO.G-ncalves da Sil- petil-maitre lo
lias su.,, ct.lleccoeiparl.cul.re, Ihesouro, qoe e.- va.-Alcan.ara MachadoAo Jr Ih-os -Oornin- !e nAo varan?
io.m|''iVbem 'ima,.."irUtld."Hni""1" """"i"* j-,"- ?'."" S.lva.-lla.boia da ConhaI'arro, Pimentel! qe fez com que o osso palotea proc',a-e 'pre-iar
lo.. I o. bem, imagin.m-se Inda, tseis esplendnlas Lima e Silva SubrinhoPacs BrreloAragAo e allenjao para o ludir donde ellcs p.rliam, e ver se
: caiteHos e. Mellollav.ti(.lemenlinoAragao BalrAo. a era alsuem qoe o chamara; porcm qual nAo fui
I A assemblea geni legislativa resolve : I seu espanto quiodo reconheceu ser um distes amin-
tollecees reunidas em um l
pnlaelot, cora Wiodsor i frente. Nao lia amador o-
liic/ii hnil, qoe s-gu
. fia, i ser no dia 13 : heuveram procissoes e i po-
.Mullo preciamos ha das um faca que se deu vo par alguns di.s fez tnatarai i.enctencia.. r n.. fim
na r.i do Collegio: I de coalas, no meio das ..u-l-ii lad.s. lu.me om
la pissantu por esta ra om desees prclenrio.i sranrie rrj/n]e uma clocada fui dida en um pihcr
*'oilo enlova Jo. quando de iimijanella liomem ; o .n;eilo que i deu fui preso, mas dizem
la se fizeracn sentir algn psio-, o que li< inuilos empenho* a fsvor rielte I !
Tem 'h.ivdo b.staule per m", e das hi em qut
a, chova, leem ido tfto copio,,. e consl.nle,. qot
quasi interropeta nenhoma se ve ; mis nem por is-
su q logir du Pilar e oultos deslt ilha licam debati


MUTILADO
.


DIARIO DE PERNAMBUCO QUINTA FEIRA 9 DE JUI.IIO DE 1857
d'agua, porque ha cerloi cinM, qa* do n
(am pira o mar, bailando panas um A
f
>
\
,
I ,
i macen'' dei-,
- ...,ouuv apenas um in dia da 10I
p .* "ca"m emulo a lugar*! de tramito.
i'iniljmijo esta, ma amigo, nflo davo deivir am
silencio orna juccnla deicripcflo do moral do ca-
Jjicler bondoso que quaiilica grande parle do< hhi-
i nirs deala liba : Ao laborioso!, hoapitaleiro- e na-
turalmente doceia e religloios sem (anadimo. Ein-
P'*am-i* commummenle as pelearas de corral,
o pra^io de cuqoeiroi e oulras arvoras fructferas;
fabrica .i salina, foroos da cal: oeeupam-se Ism-
beni fii i.'a.'hos de engenhos nesla freguexia ha
a* -9 vi**ra de negocios a de oolrot gneros de
iduslria, d'onde liram a na sobria subsistencia. A-
.iii. I lodos tS i bellas e encllenles crealuras, mas
alguna que nilo (em am que oceuparera-se, para va-
riflearem asa proposito, de que nada ha perfeito
nesle inuu tu, lomam o Irabalhn de espionaren] as
casas dos oulros, e fallaren) mal daa vidas alheias,
mas per -loe-te Uto, poit he mana de logar pequeo;
he vcr-l.ide que te me locarem as lelas, oaa tics-
rei multo gosloso.
i n-atinente espor com simplicidade as noticias
desta illia, descrever sem encarecimento e sem acri-
monia assaccessos mais nolaaeia, os fae losmals sa-
lieules dista ab*DCi>ada lerrinha qoe me vio nascer,
ais-aqui meo charo senhor," a trela que tomeloo-
bn nitus hombros, e que desejo mereja benigno
acoUiunanto id seu bem coDceilaadu jornal.
lie'ja-llie umita saude, e iromsosas prosperida-
des,'seu muito alTeiQoado
O iuulatw.
P. s. Agora meimo acabei de saber que vai a
priija o rendoso patrimonio do Soccorro ; medido
* multo acertada, puis islo aqni de patrimonios de
igreja he orna miseria, e a' proposito direi alguma
coosa a respeito na miulia primen.
afUtFABTIQAO DA POLICA
Oecurrenclas do dia t e 5 de jalho.
Foram presos : pela delegada do primeiro ilis-
nieUdeste termo, o bolialro Thomaz Antonio de
(iliveira, para aseriguaces policas.
1 'la deegacia do segund districtu, Paula Mara
da Conee'lcXo, Josepha Mara do Espirito Snlo e
Francisco dai (Ilusas, para aviriguacOes palcines,
rile sobie o assatsinaln da Francisco Ignacio, e
aquellas acerca dos ferinienlos d j prelo Leandro es-
crava de Jos Nicolao.
PelasubJelegacia da freguezia do Recife, os ma-
rujis Thomaz aVuelison, John Will.am, joaqgim
ila Costa Vieira, Antonio Lopes;, Marcelliuo Antonio
lioncnlves e Romana loaqoina do Espirito Sanio,
sem participarlo.
Pela subdelegada da fregoezia de S. Antonio,
O prel-i Manoel Simao, carroceiro, por inlYaccao de
poslorat mnnicip.ie-, JoUo Biplista Carneiro da
l. Julia, e o prelo eseravo Benedicto, para correcjSo,
Joaqeim Ignacio, lalhador da carne verde, por furto
em peso de carne.
Pela subdelegada da freguezit da S. Jos,
Joaquim Jo-o LellAo, por se amar iniciado em tri-
na de iiclloramenlo, Chriitiano Francisco Pereira
Cesar, por desordemf Filippe da Santiago e Janua-
ria Mara do Rosario, sem participarlo.
Pela subdelegada da fregoeia da Boa-Vista, o
ingle/ Joseph Thomaz, por desordem.
O delegado do segontfo dislricto detle termo, re-
fere em uili 'io de :i do curenlo que neita dala, em
Ierras do engenho aapocaia, Manoel Paulo, alera 3
faca.las no prelo Leandro, eseravo de Jos Nicolao,
lavradur do referido eagenhu e cojo criminoso fura
capturado.
autoridades, algumas dasqiuei puuco o me-
diversas
reciam.
o Achel-o, prtenlo, defeiluoso reta parle. No
mais acho-o digno de ser asluilsdo, pnis, segundo a
impressao que produzio cm ineu espirito a sja leilu-
ra, eonlm indicicoes bem proveiloaas.
Se lirer lempo pretendo fazer um etame sobre
em que lieiarr* e ((vollaiilemenle nlassalha.ia a vida
publica e priva,la,do digno ez-juiz da direilo desla
comarca o mu honrado Sr. I)r. Manoel Correa Lima,
uso pndem deiaar de aigaiflear ao respeilavrl publi-
co, que, seje qaem fr o verdadeiro aulor lessa in-
juriosa correspondencia, escripia pela mito da kai-
| cn, e com o fcl de urna bilis a loda a prova infernal,
todos os leus pontos : entilo poderei fazer um juizo alo passa esse vil delraeloi de um impu lente cal,un-
seguro sobre elle, a emillirei francamente a minha niador, para quem o pudir, a honra e os mais com-
opiniaio. mua entunemos do ente racional s.1o palavras sem
commercio inima-se todos o das mai?. No sentido e igni(kac,Ao alguma ; por quanto si um ho-
mez pasaalo entrn no Aracaly pelo menos oilo cen- mein com laes predicados pode, bulando das Icis da
(os conloa de reis em diversas mercaduras, nao fallo moral, organisar e mandar a imprensa lanas e tilo
do movimenlo do commercio pelos portes desla ci- revollante injurias e calumnias, cuspidas em a me-
oade, Acarac e Granja, neru do qoe enlrou por or dovida, sobre as faces de urna victima nobre e
DBSPACIIARAM-SE PELA POLICA.
Dia 3 de jolho.
Os escravos Juliao e tienuina, obliveram passa-
porles p-ira o Rio de Janeiro om cumpanhi.i de ssu
senhor.
Candida Francisca d.i Lapa, braslera.legilimou
se para obler passaporle para Portugal lavando em
ana compaohia um filho menor.
Joaqun Jos Moraira, .ni; mr, brasileiro, legili-
mou-sea requerimenlo de um seu lio para obter
passaporle para Lisboa.
A escrava Aleaodrioa obleve passaporle para a
Parahiba em companhia de seu senhor.
Recebemos pelo crS. Salvador, jornaes do Amato-
as al 6, do Para' al 22, do Maranho ale t do
passaio, do Ceara' at 11 da Parahiba ale T do cor-
rente.
Todas as provincias desse lado do imperio gozavam
de paz.
Acerca do Amazona uuicamenla encontramos os
segooles trechos do urna caria publicada no Diario
do ran-Para', digna dt menco.
a A larefa que dos temos imposto de dar noticias
de lodqt oa acontecimenlus, que chegam ao uosso co-
nhecimenlo, havidoa nesla Ierra, durante a quinze-
na, que decorre entre a chtgada dos vapores desaa,
leva-nos a narrar-lhe o seguinle :
Assassinatos e roobos.Na larde de 15 do crran-
le clieguu de Boiba um correio, em que vieram pre-
sos Jos Raymundo eila>mund Maria Pereira.cum-
piicea no assa-sinato de (eraldo Auleuio da Cotia,
mando desla.
u Raymunda he mu mameluca de apparanria re-
gular, bem disposla, leudo cerca de vinle j^neiros.
Viva em companhia de (eo marido em um lugar
inislico da .povoaclo de Malaor, no rio Madeira,
mul te empregavam no fabrico de gomma els-
tica.
ii toi 11.i> niiiii lo, Indio de 23 a > annos, coitse-
guiocercear a fe.lel lado de !(>i inunda, e desse amor
criminlo senlin-se eua de esperancas. Temen.lo que
o marido a easligjsse pelo seu crioie, conloiou-se
com se%amante para malar a Ceraldo, ja idoso
nico motivo de desagrado de Raj inunda ; e de fei-
lo, em diaa do roez da abril prosuoo paisado, esse
pobre vellio calilo vklima do assauino !
Aclum-->- oa cmplices desle homicidio recolhi-
dos a r.i lea desla capital.
Ricardo Jos Oomiugues, homem de cor, e de
mais de qoarafila anuos de idade, servia ltimamen-
te de carcerelro da cade a da capital. No dia 21 do
correle a nnile, reeolhsodo-se a sua casa (porque
aqoi os eareereiroa moram fora da cadeia eneonlroa
nella am soldado de nome Rento, qoe questlonava
acerca da entrega de algumas pecas de roupa que do-
ra1 para a mulher de Ricardo lavar, e engommar.
('. im a chegada do infeliz Ricardo, Iravou o soldado
dispula, que deu era resultado o ser Ricardo ferido
gravemente, do que, no da seguinle, nforrera.
ii Na ooile de 14, Antonio Gaspar, afilhado do Sr.
Antonio Das (iuerreiro, etcapou de receber orna fu-
eada de um individua, que nlo conlieciu, em ocen-
tiS) de alravesiar a poole dos Remedios. Aturan le-
sa ao rio para livrar-se do assassino, ouvio a ule di-
zer nao era para cunte.
-j< Na madrugada da 21 do correle, o alferes Sil-
verlo Jos Nery foi roubado em roa casa. Eslivera
com visitas at rela noile, e recolhendo-se ao quar-
lo de dormir, onde tambem eslava o lenle Sabino
Antonio llr.ind.1o, ichoa-se de manha roobado, lin-
do o raloneiro cootegoido levar-llie o ImIiu Foram
presas algumas psstoas sobre qnem recahlo as sus-
peilas da polica ; mas presuiqse-se que o aulor do
roubo foi o soldado camarada do alferes, o qual ja
em nutra occaiao fon cumplir ero um roubo [el-
le ao'Sr. A. de (Iliveira e Silva.
a Al hoje ainda a polica nao eouieguio descobrir
o aolor do roubo feito ao Sr. I.uiz Andino de Cas-
tro, secretario desla provincia.
Consta,pelo lerera referido pessoas que merecem
crdito, chegedas recentemcnle de Bjrba, que no
Paranamlrl dos Antas (Bucea da Cima, cerca de um
dia de viagem doBorba) foram assass nad.t dous In-
dios Muras, Lbano e Cyriacn, qut Irabalhavam pa-
ra Joaquim Jos de Lima. Vinham ambos em urna
montera, quandu sofl'rirara dous tiros. O eadaver de
(Anaco foi sepultado por mandado da Antonio Ma-
nuel di S, que o.fez apandar, indo fluctuando o
rio.
A canoa e carga (caslaiihas) desappareceu : e
ignora-se aiuda qoem srja o aulor, oo os anlores les-
ees erimw.
No Maranhlo todo marehava sem cooaa nola-
vel, O Eim. Sr. Dr. i'aqo's anda conlinoava a ser
Ierra das provincias vizinhai, porque mi tenho a
eslatistica cnmpelenle ; mas possu aliaueur-lhe que
elle foi muito rontideravel.
Da Parahiba nada ha digno de melllo.
^ommunicaooe
A PARTIDA DO EXM. TENE>TE-C,ENERAL
JOSF. JOAtlLTMCOEl.lIO HAR A EUROPA.
Parle no vapor hamburguez Pelropolis, que lem
de seguir para Europa, o Ezm. tenente-general
Jos Joaquim Coalho, commandante daa armas desla
provincia, e, deiando o Brasil, julgamos dever Ira-
car aqu algumas linhas quesejam a sincera epres-
s,1o de nossos senlimentos.
O Eira. (enente-geueral Jos Joaquim Coelho lie
om dos mais bravos e briosos mi.ilares do ezerc.tc
brasileiro : he om dettes qoe tem a felicidade de di
zer, sem correr o riico de ser conlradicto, que nunca
mancharan) sua honra com faci algum qoe poss.i
marear-lhe o bro ; e, so nao mscon entre ne, pelo
meuos, desda que resolveu-se a ligar sua sorle do
Brasil, leni moatrado que ninguem o eicede am de-
dicarlo patria que adoptara, nem em amor a esta
provincia, em que se casoo, e a que ha prestado nu
merosos e relevantes serviros.
A vida do illuslre general he orna deoas que fa-
zern honra ao paiz qna eonla honious simellianles nu
numero dos seos filiaos : tantos feitos meritorios a
ornara, tantas provas de leal lado patriotismo lem
elle dado, qoe mereca encontrar om Plutarco que a
narrasse, fazendo-a pasiar poslendsde. Em falla de
passoa habilitada que se quizesse ehcarregar de fa-
ze-lo, pretendamos oipor oque dasai vida sabemo,
antes da partida do bravo geueral, que se aparta re
Pernambuco ; mas faltou-nos o lempo de que nem
sempre podemos diapor i nossa vonlsde, e por Islo
o f-iremui quando nos for permittiiln emprehei ler
esse trahalho, a que no< daremos com toda salisfac-
5So, puisque eslimamos de coradlo o Sr. Jos Joa-
quim Coelho.
Nao eomoa do numero daquelles que elogiam. cem
facilidade, e, sem refleOo e eerto escrpulo nao id-
mitlimos eomo verdadeiro o que por vezes temos.
Nao he com noisi penna que pagamos favores rece-
idos : oque escrevemoa no he senflo a espressao de
nossa o .iiM-i.-.i i. e ealamos persuadidos que ninguem
dovida do que dizemos a re-pelo do dlalfncto mili-
ta-, que sempre se lem moslra lo 1,1o p-rnamhueano
quanto o melhor dos filhns desla provincia; todava,
para que n3o pareja que ce lemos a pedalos e nos
contenamos com simples e su lirinainn- que temos vista dncnmenlas ulriaes ru
sfio dignos da maior roniJera^ilo, e honrsrian a
qualquer que os posauine.
Antes de occopar-nos de narrar a vida do llu-lre
general, conven) que digamos o que nessa bella vida
mais sobresae, para que se veja que procedemos re-
flectidamente e cumprimos nm dever que nos impoe
o nnsso eoraco. Desde simples soldado al ao ele-
vado posto, em que se acha o Esm." Sr. Jos Joa-
quim Coelho, ngo ha um acto que uo exprima n altu
seutiinenlo da honra a lirio, nao ha um que tenlia
por incentivo o odio ou a vingaoca ; enlreanlo nini-
los tito os que ao lem ser citados e prova -n n eviden-
cia sua probidade e de licir,i,i illimilalai, e islo sena
batanle para lazer-nos nao nmaldiconr inteiramenle
a corrompida sociedade em que vivemos e na qual
e nao corrompeu o denodado general. Probidad* e
amor ao paiz que ella adoplara por patria, aem que
para faze-lo fosse levado pr inleresse algum Indivi-
dual, sao seui constantes senlimentos: forarc esses
senlimentos < suas bellas qualidades que Ine procu-
raran) a satisfapeo de ver loda a cmara dos depu-
lados, em que se senlam amigos e inimigus polticos,
pronunriar-se unanimemenle em favor da Henea
que pedir, afim de ir tratar de sua saude em clima
diverso ; oque era um acto de jua|c.a. porquanlo
desde 1814 em qoe, como voluntario, senlra praca,
al entilo, oEzm." Sr. Jos Joaquim Coelho nenliuma
ticen;* linlia pedido, einbora nem sempre la saude
honvesse sido florescenle.
Se o dever por vezes lem farjalo o Eam.Sr. Jo-
s Joaquim Coelho a adiarse no msio de noi guerras civis, e us campos le balalha sempre se
moslra lemivel e hravn, nunca nngorm o vio per-
(guindo os vencidos,ou eipecolanm cbm a viclora:
pelo contrario sua piulen; -n em diveraaa occ>si6e<
teim ido alm do que se podia esperar, eipond ule
a sua pessoa ; o que provam o< rclos e essa be.la
espada que llie fui oflerecida pela provincia da Ba-
ha. Isin muilo pesa sobre o nosso espirito, e nos
lava a eonsidera-lo como um dos homens mais dis-
tinctos por aeu carcter ; e, comqu'iilo nao penae-
mns em poltica do mesmo modo, loda\ia para mis
a verdade he mais forle do que ludo, e runsi.leame <
om crime o apreciar os faclos da vida de qualquer
homem sob a illocncia de pates, parhlhaiido
neile ponto a opima i de umdistineto escripior fran-
cez e hiograplio de nota.
o nudo lana, perionsgens Ilustres e de alta ca-
tegora visilam a Franca este anuo,o que parece um
Irstemnnbo de que reconhteem ser Pars o foco da
cvilisaeao, felici-la.lc he para mis brasileinx que
entre ne-se numero o Exm. Sr. leme g-neral Jo-
s Joaquim Coelho : sua elevada palele, seu ame,
pois que esse nome ja alli chegou desde a pacilica-
CBo da Baha, o lornarilo conhecido e fislejado.
Sentimos que na pairia de S. I.uiz se nao conhec,a,
como conbecemos, a vida do brioso, honrado e bra-
vo general que a vai visitar, para que em Franca
oblenha o que oolros, nao lao dignos quanto elle,
lem oblido : ss podermos coneurrer para que se sai-
ba que o Esm. Sr. Jos Joaqoim Coelho na i he om
desses generaes que, por Influencia de protectores e
por meios que deslustran) aquelles que os empre-
t-int, embora nem lodos niato reparem, lem ch'ga-
du ao posto,em que se acha e que conseguio depois de
relevantes servidos, derramando por vezes seu Sau-
gue, como alteslam suas eiealrizrs, nos o faremos ;
e, se nem sempre podemos salisfazer os encargos que
temos, eale he um dos que desejamos rumprir. e de
ordinario nossa tenacidad* nos faz realisar os nossos
desejo.
' Mudaudo por algurr lempo de clima, he de espe-
rar que o Exm. Sr. tenente-general Jos Jonquim
Coelbo recupere a saude perdida no eervieo do Bra-
sil : com sinceridade o des.jamos, e fazenios fervo-
rosos volos para que volte restabeleeilo vigoroso.
Receba pois o Exm. Sr. Jos Joaquim Coelho o
que escrevemos como urna prova da alta etllma em
qoe o temos, e da dislineta considerado que m'rece,
acreditando qoe nada eonsegue abalar os nossos sen-
limentos, que por cerlo n,1> s8o o da lisonja ; e, ja
qoe motivos nos furram a n3o arsiillr a seu embar-
que, sirvam estas linhas de despedida.
digna de lodos os respeito. Seja como homem parti-
cular, nu como homem publico oSr. Dr. Maroel Cor-
rea Lima deu sempre nesla comarca os mal salola-
res exemplos de sua moralidarie e inleireza, pelo qoe
Ihe somos nos, os abaiso assigoados, daveilores de
elerna gratidfto e reconhecimento.
Receba por lanto o moi digno joiz de direilo da
comrca do Bonito, como prova da saudade que nos
deixa, e do quanto o apreciamos, o puuco qou ah Tica
dilo em abono da verdade, e rom o fim uuco de dar
um solemne desmentido ao homem degeoerido, qoe,
s por un.] perfeita aulilliese. assignando-se olm-
parcialqolz Manar a bem merecida repulaco de
que goza o Ilustrado Sr. Manoel Correa Lima.
Anadia 31 de oulubro de 1856.
T. C. Vicente de Paula Carvalho.
Mejor A/anis Carlos de Caivalho Gama.
Msjor Francisco Anlonio de Souza Pinto.
Capitao Esa Carlos de Souzn Barbosa.
Capitao Manoel Joaqnim Pereira.
Capillo Pedro Teixelra l.eite Fawellas.
Capllflo Manoel le-vena Leile.
I'.nenie Americo Brasileiro da Costa Oaricary.
Alferes Pedro Jos da Costa.
Tenenle Jos Das da Costa.
Alferes Adiodalo da Costa Torres Palmeirn.
Tenenle Manoel Antonio de Sooza Castro.
Tenente Misael Carlos de Souza B.
Alferes Manoel Pereira de Araojo Jatob.
Tenenle Am mi Pereira Corlez Jnior.
Kscrivao de orphaoa Marpniano J. L. da Silva.
Cspillo F'rancisco Xavier de Amorim.
Alferes Manoel Ftrnandes de Araojo Piulo.
Alferes Manoel Femantes da Conha Pin .o.
Tenenle Thomaz Correa de Araojo.
Alferes lvo d* Sooza Pmlo.
Capitao Manoel Sebasti lo Ja Silva.
Alferes Tilo Jos dos Sanios.
Capitao Jo.lo Leile de Menezes.
T. publico Jos Vicenta de Castro Jalobi.
Alferes Manoel Barbosa de Messias.
\'ario Joao de Souza Moreira.
Alferes Manoel Correa de Araojo e Silva.
Subdelegado Jos Conea da Cosa.
Alferes Jos da Cosa Duarlr.
Vicente Muniz de Medeiros.
Capitao Jos Mar ni Lo Cavalranli.
P. publico Conrado Alve de Moora.
Alferes Jos Vicenl de (Iliveira.
Filippe Tobias da Silva Pereira.
Alferes Manoel Andr de (Iliveira.
Manoel da Costa Brasil.
Anlonio Tliom Mandes.
Antonio Evangelista Duarle.
Capilito Francisco Lopes dos, Santos Lima.
Capitao Antonio da Silv* lavares.
Loii I -nena de S.-u/a Lesia.
Coronel Migoel Arrhanjo doi Sanios.
Majar reformado Joaqmm da Cosa Nones.
Majar Jo> Lopes dos Santos.
Jo Lopes da Coila Sanios.
E Ajudanle Jos Pedro de Miranda.
Alferes Jos .Simplicio de Santiago.
Alferes Manoel Alves do Rosario.
Msjor Dioinzin da Cunha Lnhares,
Capitn Jo.lo Baplisla da Cunha.
Alferes Domineos Pereira de Oliveira.
Prnfeisnr publico Man el Correa Raposo.
P. P. Trajar.o Augusto Pessoa C. de A.
Padre Dominsos Pulglno da Silva Lesa.
Pmfessor publico Antonio domes Coelbo.
Alferes Andr lijas Moreira.
Juiz de paz Joaquim de Furia Lobo Labalii.
Asente de rendas incundno d* Filia Lobo.
Subdelegado I.uiz Pereira Ramalho.
Jas Francisco do Souza.
Joaqnim Verdial de Souza.
Marcellino Fernandes de Souza.
Majar Anlonio da Trindadc Neves.
Alf-ra Joaquim Albino de Oliveira Lessa.
Jos Dias Braga.
EXPORTAtAO'.
Maranho e Para', tingue escuna nacional (Gri-
etosas, de 2IS toneladas, ,-onduzio o seguinle :2
quarlolus areile de palma, 1 caixa diversas merca-
duras, 5 lachas de ferro fundido, iiti barricas Tari-
liba de trino, .'ill calaos masan, JII5 barris com 960
arrobas e 2 libras de assurar, 200 saceos caf pilado,
2 dtlos dito de csea, 10 caixas rap, ."> fardos fumo
em fullia, 200 caixmhas doce de guiaba, 8 rodas de
ferro, 1 riMh) lerragens, 3 carros para carreitar fa-
zeiidn, 4 rodas, 2 eixos, i grampas com 8 parafusos
para r.n roca, i livros, I caita sal-arouinaco, .'10 bar-
ris de .. vinho branco, 20 latas oleo de ricino, I
caixoei chai utos, 2 piles de farro, 50 molhos rom
1,000 coaros de cabra, 164 guarios do barris e 300
harria com 2,603 arrobas e 10 libras de asurar.
Rio de Janeiro, brigue nacional oOintBa, de 294
toneladas, rinidu/.io o secutle : 1,771 meios de
sola, 930 sarcos com 4,730 arrobas de ssucar, 10
saceos cera de carnauba.
RECEBrJDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 1 a 7. C:396el04
dem .lo da 8 ". 1:6779082
8:073cl8G
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia 1 a 7.
dem do dia 3
30:7205663
7:068/?.M0
37:789JI73
Navio entiaoo no dia 8.
Para e portos intermedioslidias e 10 horas, va-
por nacional nS. Salvador, commandanle o."
lenle Aulonio Marcelino de Ponte Ribeiro.
.Navio sabido no mesmo dia.
Para' pelo MaranhoBrigue escoua nacional Gra-
ciosa, opino Julo Jos da Souza, carga farinhs
de trigo e mais gneros.
Dr. Anselmo Francisco Pcretli, comraon-
dador da imperial ordem da Rosa ejuiz
do direito especial do commercio, porS
M I. e C. etc.
Faco saber aos quo o presente ndital vi-
rem, que no dia 80 do corrente se ha de ar-
rematar por venda a quem mais dor, na sala
dos auditorios, depois da audiencia, o so-
brado de um andar, silo na ra Direita dos
Afogados n. 50, avaliado um 1:4009 rs, o
qual vai a praca por execucSo de Tbom Pe-
reira Lagos, contra Manoel Gongalves Ser-
vio, e nao havendo lancador que cubra o
preco da avaliacao, aser a arremalacSo feita
pelo valor da adjudicaQiio, com o abatimen-
lo da lei.
E para que cliegue ao conbecimento de
todos mandei passar editaos que sero pu-
blicados pela imprensa, e anisados nos luga-
res ilcsignados no cod. commercial.
Dado o passado nosta cidade doRccife de
Pernambuco aos 8 le julho de 1857.
Eu Masimiano Francisco Duarle, escrivSo
o subscrevi.
alnse-lmo Francisco Peretli.
Olllm.Sr. inspector da thesouraria de
fazenda desla provincia, manda fazer publi-
co, que alcm dos arreodamentos dos predios
que vao a praca no da 15 do corrente mez,
declarados no edital de 2 do mesmo mez,
lem de ir tambem no mesmo da a'praca o
arreiidamento de um telheiro silo om Fora
ile 1'orUs, contiguo ao antigo quarlel dos
engajados, que servio de deposito da galiota
Secretaria da thesouraria de fazenda de
Pernambuco, em 7 do julbo de 1857.No
impedimento do ollicial-maior, Luiz Fran-
cisco S Paio e Silva.
<"o Fagundes n. 32 ; ra dos Pescadores n.
II j ra das Calcadas n. 30 ; ra da Vira^ao
ns. 7 e 17 ; la do calliabouco n. 18 ; ra
do Collegio ti. 18 ; ra do Santa Sicilia n.
89s traveasa do S. Jos ns. 5 o ti ; travessa
do Carcereiro ns. 11, 13 o 17 ; becco da Car-
valha n. 5.
Itairro da Uoa-Vista.
Aterro n. 68 ; ra do Arago n. 8 ; ra da
Alegria'n 46; ra Velba ns. 42c 73 ; becco
do nuiali.i n. 8.
Sala das sessoes da administraban goral
dos estabelecimenlos de cariJade 2 de julho
de 1857.O escrivilo, Antonio Jos Gomes do
Correio
Olllm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincal, em curr.pnmonto da ordem do Esm.
Sr. presidente da provincia, de 25 do corren-
te, manda fazer publico, quo no dia 23 de
julho prximo vindouro, peranle a junta da
fazenda da mesma thesouraria, se ha de ar-
rematar a quem por menos fizer a obra do
15.- lanco da estrada do sul, avaliada em
1562o/rs.
A arremataQSo' ser feita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e
sob as condicoes especiaes abaixo copia-
das.
As pessoas que so propozerem a esta ar-
mata3o comparecam na sala das sessOes
da mesma junta, no dia cima declarado,
pelo meio dia, competentemente habilita-
das.
E para constar se mandou anisar o pre-
sente e publicar polo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 26 dejanho de 1857. O secre-
tario. Antonio I'erreira da AnnunciaQo.
Clausulas especiaes para a arrematado
1.* As obras do 15.- l-.nrjo da estrada do
sul, far-so-h5o de conformidade com o orna-
mento e perlis, approvados pela directora
em conselho, e aprasentados a approvac.no
do Uxm. Sr. presidente da provincia, na im-
portancia de 15:6209 rs.
2 O arrematante dar principio as o-
bras no prazo de um mez, e devora conclui-
r no de tres niozes; ambos contados na con-
formidade doart. 31, da lei n. 286, dando
transito ao publico, em toda a extensSo do
I .un;.o no lim de 6 mezes.
3 O pagamento da importancia da arre-
matarlo, realisar-se-ha cm quatro prestaces
iguaes, cuja ultima ser paga na ocrasii
da entrega definitiva, e as outras correspon-
derSo a cada torgo das obras.
4.-. O prazo da respousibilidade ser de
um anuo, durante o qual o arrematante se-
ra obriga !o a manler a estrada cm purfeito
estado de conservaqio, reparando as ruinas
todas as vezes que exigir o engenheim da
estrada.
5.a Para tudo o que n3o se acha especi-
ficado as presente clausulas, nem no orna-
mento, seguir-se-ha o que dispOe a respeito
ai,lei provincial n. 286. Conforme. O se-
cretario, A. K. da A iinuni'iae/io.
Lisboa. Compra-se
ca porturjuc/.a PAQUETE SAU- urna li(t.,ra COm todos os ;u icios : nuan
O
A barca portuguc/.a PAQUETE SAU-
DADE, pretende seguir no dia 11 lo
corrente, ainda pode receber alguma cir-Inunde.
ga a i'rete c passageiros, para os quqet
tem os consigratarios Novat'S & C, ra o
Trapiche n. ">'', oti com o capito, ria
praca.
Para o Ki- de >anerok
O veleiro e bem condecido patacho nacio-
nal Valente pretendo seguir com muila bre-
vidade, tem promplo melada de seu carre|| -
gamento ; para o resto e escravos a fretc i 'r_
para us quaes tem excellentes commodos;'tv
trata-se com o seu consignatario Aritonni ;.>
Luiz de Oliveira Azevedo, ra da Cruz n. 1.
A barca Yaya sahira para o Assu' noil
dia 10 do corrente ; ainda recebe carga e y
passageiros .- a tratar com Barroca & Castro,
na ra da Cadeia do Ilecife n. 4.
P> rn a Baha.
A sumaca nacional Hortencia, pretende
seguir para a llahia at 10 do corrente : para
o resto da carga trata-se com o seu consig-
natario \nlonio Luiz de Oliveira Azevedo,
ra da Cruz n. 1.
eir rom todos os arreos ; quajai
tiver dirija-te roa Dircitt. iu'', ouan-
Pechlocha! !
Vende-se um crioulo de 16 annos, muiln
lindo e sadio, prnprio para pagom : no a
Ierro da oa-Vista n. 10.
Peehiocha.
Crtesele ifta coin 15
eoVados.
O
f

,ui1>*
Vendem-ss corfs ri vf li los de lita de
linios pa.lrss, sendo de lislras aitliuadas m
e miudinliai, rom liroval"-. pelo liar a lis- W
simo prero re *>cOOOJ para acabar, iHim ."'.J
como lencinlios de casst para meninas a
meninos, i 80 rs. Cldl un. m ra da
Queimado n. 19, lo

iija da Sanios Coelu*. A
Manoel llypulilo SimSes Negrito.
Lu/. Terieira <* Sou/a.
Joli Jos de Meiidnnfa Bricidio.
Manoel Jala de Arauj".
Joaqoim Moreira dos Sanios.
Jm SrbasiiSo da Silva.
Anlonio Caelano dos Reis.
Anlonio dos Sanios Carvalhu.
SpiridiSn llsrbosa da Silva.
Francisco Am mi.i dos Santos.
Louren;o Jos do Nascimento.
('. |.i:.v-i Jos l.-iet ni., dos Reis.
Capilla Antonio Manoel de Azevedo.
Nicolao de Oliveira Silva.
Joaquim Theo'loro de Men It.;a.
Alferes Joaquim Pacheco da Siva.
Joc Simes Kaliello Mello.
Ca tilo Joao da Yrin.lade Meves.
Jos Vrenle di. Niiscimento.
Manoel A ni mi i de Azevedo Porto.
Tenenle Jos Praedes da Silva Ral*.
I'ranciscn das ('.nasas Rocha Lessa.
Joaquim Pereira de Caslro.
Jalo da Retsorr*ir;ao Lima e Lessa.
MaiioeI I-crreira de Mello.
Manoel Joaquim de Lima e Lessa.
Manuel l'arreira de Lima e Lessa.
Sapplenl do jaiz municipal do P^xim, e I" substi-
tuto do jui* de direilo da comarca, Jos Marcelino
dos Sinlos.
Tenenta Joio da Malla Araojo Lessa.
Julo Antonio da Trindade. '
Jos de Lemos Hiheiro lunior.
Joao Kob*rlo dos Santos,
Francisco das Chagas Lima Lessa.
Anlonio Pedio de Araojo Lessa.
Joaqutm Peircira da S Iva.
Padre Joflo de Arauja Silva.
Luiz Belarmino Sedrim.
tott1*mn>&<
^Ji^S attdf*
cacao apeDibt).
CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d. a 60 d.
Poris, 3iti rs. por fr.
Lisboa, 92 por % de premio.
Kio de Janeiro, 2 por 0|o de descont.
Acou do banco 50 por cenlo de dividendo por eon-
la do vendedor.
(i ompanhia de Beberibe 609000 por acrSo
* a companhia Pernambucana ao par.
UlilidadePublici, 30 porceolod* premio.
a o Indeiniiisadora. 61 idei:.
a a ila o-iraiia de ferro 20 por 0|0 de premio
llisconlo de leltras, de 10 a 10 por cenlo.
Aceces do Banco, 40 a 45 de premio.
'
estimado por ambas o lados polticos que
lem.
TVu dia 10 do corrente presin juramento, pean-
te a assembla provincial,e lomou poaie U presiden-
cia do Piauhy o Dr. Jlo Jos de Oliveira Junqoei-
ra. S. F\c. era esperado e fui recebido eom euthu-
siasmo.
|iu Ceara* nada se le nos diversos jornaes recebi-
do, por isso lim.limo-nos a dar a carta de nusio
correspondente con a dala cima.
i Os corre'os de mar suceedem-se agora com mui-
la rapidez. Este Tarto diminoe o noticiario de cada
urna de minlias cartai. Em consequencit disso pou-
co lenho a dizer-lhe na presente.
Espera-so qne o Eim. Sr. Dr. Joao Silveira de
Souza chegua no piimelio vtpor, que d'ahl vier. A
noticia desaa nomac,lo causuu aqni orna favoravel
impressao.
ii Fojo votos para qoe S. Etc. consolide, em sua
importaute eommisso, o seu ronceilo. e homem jus-
to e Ilustrado.
llontem leve (usar a abortara do corpo trasla-
tivo da provincil com lula a pompa conveniente.
o A' noite dea o Sr. Meudes um siio por esse
moiivo.
o O saldes de placi a-liavam se cheios de L\-
curgoi, a quem pertmeiam as honras do dia.
e Na opiniflo de nimias possoas insospeilas e com-
petentes as sesses da assembla,prometlem ser lem-
jiestoosaa, porque muilas queslAes polticas hao de
ser alli snsciUda.
Islo he natural dipois de urna lula lao" forle,
enmn aquella, porque acaboa de psssir i provinria.
bem embargo disso. porcro, enlendo qoe a natureza
das asscmblas provinciaes n.lo comporla issas dis-
russOes.
Se me pergunlassem a raz3o disso, fra fcil
sustentar a minha opiniao mas eomo nella nao dei-
xa de sallar aos olhos de lodos, dispento-me de fa-
zer aqu uma diisertarAo sobre semelbanla
lerla.
O eollegio de elocsndos, de qa* por (antas ve-
zes Ihe lenho fallado, vai em grande progiesso. Os
meninos qoe o habilam, lem tido am adiantamenlo
riolavel, tanto no estado di msica, como nos cilicios
de alfaiale e tspalelro.
Segnnlo os dads que oflrreca o relalorio da ad-
ministracao, a olTicina de aapalos ia vai dando lu-
cros, prometiendo estes ser avanlajad"s, logo qoe alli
se flzer todo o calrado-pnra o corpo de polica, como
informa o Sr. vice-presideole.
O relalorio foi tlguro lano prodigo d elogios i
Poiim 30 de selemhro.
DL'AS PAI.AVHAS AOS HABITANTES DO BO-
NITO, E AO SR. DR. CORRFIA LIMA.
A comarca de Anadia que por diversas vezes ha
(ido a f.n luna de ser governala por bous juizes de
direito, como osSrs. Drs. Sa Reg, Franrisco D.imin-
gues e oulros, leve altimameule a felicidade de pos-
suir por mais de doos annoi o Sr. Dr. Manoel Cor-
reia Lima, Parahybano illustrado, magi-lrado jusli-
ceiro, c cuja probidade he a loda prova. Inrelumen-
tr,pnrem,os Aadientes pouco gozaiamde t.'u grande
fortuna ; pois que foi removido por pedido seu, pa-
ra a comarca do Bonilo, da provincia d Pernam-
buco. Nao podendo sul ezcellentissims familia go-
zar saade em Campos, caliera da comarca, e nem
mesmo na villa do Pmim, onde nllimameiita o nos-
so disliuetovamigo resida : ataca 1- s sua etc-llenlissi-
ma consorte e lillios, ja de fe brea internilenles, ja
da comedia em
Cildeira
Ouro.Oncee hespanhulas.
Moedas da 6KKI velhas .
* i'.-.'.m. nuva- .
40000. .
Trata.Patacocs brasileiros. .
. Pesos columnari s. .
> meiicanos. ,
ALFANDEOA.
Rendimenlo alo dia 1 a 7. .
I lem do dia 8......
88f 2RS00
. 16|000
. 16MXKI
. 95000
. 23000
. 2500(1
I986O
71:0955975
12:3225120
83:4189095
WtYiifeii,
InfflaniatoriM, vio-ie o Sr. Dr. Correia Lima 113 ne-
cessidade de requerer sua remnr.i 1 (com o fim de
modar de ares), a qual acaba de 1er ssnecionada por
decreto imperial.
As pessoas honradas de saa conscieocia da comar-
ca de Anadia.ao divulgar-se e 13o tri-lc noticia senti-
rn) dentro d'alma profundo pezar ; < ese pezar se-
ria anda mais longo e profundo, se Rio iivessem a
ronsnlHr.ni de saber, que o illuslre Sr. Dr. I [chata
dislincln Alagoauo, eja nn.i conhecido na enmarca e
na provincia, he qoem vem preheurher a lacrai
occasionada pela relirada do honrado Piraliybaoo.
A' vista da lamentaael perda por que arabamut de
passar compre dirigirmo-nos aos habitantes do Bo-
nito, e felicita-los prla escolenle acquisijAodo noo
caro amigo, o Sr. Dr. C-rreia 1. ma, magistrado pro-
bo, illoslrado, b.'in amigo, bom pai d* familia, mo-
desto, religioso e ju'liceiro. Prez* a lieos que as!
eminentes qualiddades e virlodei que o unais,sejam '
devidamenld apreciadas pelos hiliilaBtea do Bonitu :
e na assim o esperamos da hondr.de. semalez e 1110- 1
ralidaile daqaella exctllente popularan.
Einquanto a nos, que iprofundamu seu bello eo-
rajilii, que admiramos suis briihanles qualidaies,
e eminentes virtudes ; que o vimos administrar jut-
lir.i recia indislinclamente a lodos qne incessan-
lemrnle apreciavamosseu fino c delicado Iralo ; que
liu lin-nia, vamos crino d'oma maneha irrsiilivel,
defun.lls nos cora;0(i de lodos que linham a felici-
dadedeeommuoica-lo resp-iloe sympalhias ; mis,
dizemos com as lagrimas nos ollins.'e e: m o rorarao
dclareredo de saulade, nos despedimos do nos-o ca-
ro amigo, e Ihe desejamos prospera viagem. A eicel-
lentissima familia, a qnem somos eternamente obri-
gadoa pela nimia urbannlade e delicadeza com que
sempre nos Iraloii. drsej.imus endientes de felicidade
e dirigimos om triste aieus !
S3o estes os puro3 lentimenlos le uui corseo g'a-
lo e sincero ; senlimentos que julgamoa do nusso
ma- rigoroso dever palenlear pelo vehculo d) Imprensa,
.1 um verdadeiro amigo, eoosa hoje rariasma do en-
contrar-st nesle seculo de coiruprn e de hvpocresia,
seculo em que todo i* mercadela', seculo em que s
dominara faliidsdc. calculo e inleresse.
Paire Domingos Fola no da Silva Lessa.
Os ali iv.i assignalu', resi 'entes na comarca de A-
iihdia, leu-lo no uTempo n. 389, de IM detle mez,
nina correspondencia assignada peloImparcial()
Descarregam hoje 9 de julho.
Barca inglezaItichimondmeicadoras.
Bnge inglezAmasonlachas de ferro.
Barca francezaConite Ro Brigue hamburguezJoauna kalkinaalannlu de
trigo.
Brigue ,1 ::n-i i-a 110 llrcezeidsm.
I'.nii'i* porluuuezConstantediversos gneros.
Iliale brasileiroCaslrofomo e charutos.
CONSULADO GERAL.
Bendimenlo do dia 1 a 7. 20:8285397
dem, do dia 8....... 8:2389357
29:0869/51
DIVERSAS
Rendimenlo do da 1 a
dem do dia fc .
PROVINCIAS.
2:0315206
585/087
2:6169293
DESPACHOS DE EXPORTAg.\0 PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
8 DE JULHO DE 1837.
PorloBarc porluguera N S. da Boa Viagem,
Domingos Rodrigues de Andrade, 310 rouros sal-
gados.
OenovaPatacho sardo aEtelina- -Baslo i: Lemos,
2,021 surcos assucar branco.
Genova Barca sarda opelo, Baslo & Lemos,
4,000 unhas de boi, e 622 saceos asssucar braoco
e masctvado.
Rio da Prala Patacho dinamarquez aMariaw, Isaac,
Curio iv C 71 saceos e 100 barricas assucar bran-
co e n.ascavado.
BostonEscona poilugueza Rainha dos Acare,
diversos cairegadorcs, 1,100 saceos assucar mas-
cavado,
^.isboe Barca porlugueza Paquete Saolade,
NovaeaA; C 225 cascos mel.
Santa le por MontevideoPolaca hespanhola Jn-
ven Adela, Amorim lrmaiis, 325 bani^as e 25
liairiqiiinlias assucar lirancu o m ,.\..il-1
l.ive ponBarca ingleza npiospern, Anlunio Mu-
'. Machadu, 600 saceos assucar mascavido.
.,') Esle imparcial mascarado, he o mesmo Sr. Ro-
sendo Cesar da (jors, qoe j desmsscarado assiguou
a correspondencia tusarla uo Tempo n. 408 de 15 I
de abril, reprodcelo da de que aqui se trata. Se a
des,ieilo do desmentido solemne, que Ihe dio 103
pessoas da mais gradas daquella comarca, elle au
irepidou em renovar essas calumnias e atruzes inju-
ria, n3o emmudeceu ; o publico qoe ajuize at que
ponto chrga o r\nismo e o desfacamenlo desse bo-
rn m ; quito venenosa nao he a saa lingua ; quan-
lo* 1110 devem ser os estragos, que ella, ajudada
por esse dcscaramenlo, tem feito no crdito e honra
allieia.
Correio fcr.tl.
RelacSo das cartas seguras vindas do norte
csol pelos vapores Imperador eis. Salvador,
para os senh"res ahaixo declarados :
Antonio l'-'i iio da Silva.
Francisco Clemenlino Vasconcellos Chaves.
Jos Antonio Bastos.
Ludgcro Candido Ascencio Costa Ferreira.
Manoel Ildefonso da Silva.
M noel Candido de Araujo Lima.
As malas que tem do conduzir o vapor
S Salvador para os portos do sul, princi-
piam-soa fechar hoje .9 a niela hora depois
demeio dia, edessa hora al uma horada
tarde, recehem-se correspondencias com o
porte duplo.
O abaiso assignado, langador da mesa
do consulado provincial, faz scienle aos pro-
pietarios dos predios urbanos da l'reguezia
dos Afogados e n.ais interessado, que deu
principio a fazer o lancamento da decima e
imposto de 4 0)0 de diversos estabelecimen-
los, no corrente mez, o qual tem deservir
para a sua arreoadacao no corrente anuo li-
nanceiro de 1857 a 1858. Francisco Car-
neiro Machado Rios Jnior.
A a Iministracao do correio precisa en-
gajar homens livres que sejam robustos,
para seren empiegados no servido da con-
ducho de malas para differentes pontos des-
la provincia.
Pelo consulado de Portugal em Per-
nambuco, se faz saber a lodos os pendonis-
tas do estado, residentes tiesta provincia,
queiram fazer constar no mesmo consula-
do a sua existencia, para os effeitos necessa-
rios.
Jos llenriques Ferreira, cnsul de Portugal
em Pernambuco, por S. M. Fidellissima.
Faco saber a lodos os Portuguczes resi-
dentes nesla provincia, que neste consulado
so passa ni cerli lOes de vida e de residencia ;
reconhecem-se as assignaturas das autorida-
des, e mais funecionarios pblicos locaes, e
bem assim de subditos portuguezes, cerlifi-
cam copias c tradueces de qualquer docu-
mento, extraern dos archivos quiesquer ins-
lrutnentos,redigeaiou legalisam procuraeftes,
approvam testamentos, fazem inventarios, e
finalmente se praticam todos aquelles actos,
quo feralmente silo da competencia dos ta-
belliSes.
E pra que cheguc a noticia de lodos,
se un n la publicar este pela Imprensa.
Consulado de Portugal em Pernambuco,
aos 7, de julho de 1857,Jos llenrique Fer-
reira, cnsul de S. M. F.
--- A companhia lixa de cavallaria, pre-
cisa contratar par* o segundo semestre do
corrente auno, o fornecitiieulo de capim, mi-
Iho, e mel para a cavalhaila da mesma ;
quem pretender, dirija, suas propostas em
carta fechada, as II horas do dia 8 do cor-
rente, na secretaria da mesma companhia
em .-iiiin Amaro.
O lllm. e Rvm. Sr. director geral inte-
rino da mslrueco publica manda declarar
que no dia quiuta-feira, 9 do corrente, pelas
10 horas da inanha, na sala da directora
ge-al. lera lugar o exame para o provimen-
toda primeira cadeira do segundo grao da
fieguezia da Boa-Vista desta cidade. Direc-
tora geral da tnstructjo publica de julho
de 1857.O secretario interino,
A. A. Cahral.
De ordem do lllm. Sr. inspector da
thesouraria de fazenda desla provincia se
faz publico, que no tendo tido lugar no 1.
do con eme mez, a arrrniatacSo da casa de
sobrado da ra do Jardim n 71, edoarma-
zem do Forte do Mallo, pertencentes a fa-
zenda nacional, por falla de licitantes,.flc3
a mesma arrematado transferida para 15 do
mesmo mez ; assim tambem que vilo a pra-
ca nesse dia os arieudamentos de um arma-
zem de lijlo ecal, com quatro bracas e 2
palmos de frente o 14 o meta bracas de fun-
do, sito no bairro doliente, ede um sino
com casa edificada no lugar dos Coelhos do
bairro la Boa-Vista
Secrettia da thesouraria de fazenda de
Pernambuco 2 de julho de 1857.No impe-
dimento do ollicial-maior, Luiz Francisco S.
I\iio e Silva.
A administrarlo geral dos estabeleci-
menlos de caridade, manda fazer publico,
que no dia 9 do corrente, pelas 10 horas da
manliaa, na sala das suas scssus, continua
a pnu}a das rendas abaixo declaradas, a sa-
ber :
Bairro do Recifc.
Rna da Cadeia ns. 23e30; ra da Mocda
n.3l; ra da Cruz n. 15; ra do Amorim
n. 31 ; ra da Lapa n. 5 ; ra dus Burgos ns.
11 e13; ra do Pilar ns. 73, 74, 93, 95 c 97 ;
ra do Cordoniz 11. 9 ; ru da Senzala Nova
ns. 25, 26 e 30.
Bairro de Santo Antonio.
Ra da Cadeia ns. 6, 8, 10 e 12 ; ruado
Queimado ns 34e36; ra das Cruzes n. 4 ;
ra de S. Francisco ns. 3 e 5 ; ra Direita ns.
3, 5, 7,15 e 123 ; ra Nova n. 32 ; ra do
Padre Floriano ns. 13, 39, 43 e 47 ; ra da
Roda ns. 1, 3, 7, 22 e 29; ra de llortas ns.
' 30 c 33; ra de Santa Rita ns. 76 e 92 ; ra TaVpVcie"! 40.'
TIIEATHO
DE
Santa Isabel
O actor Santa llosa, etn nome da
sociedade dramtica einprezaiia de que
lie tnembio, desejando concordar cotn a
vontade do publico, lendodous aununcioa
que veem estampados no Diario de
liontem, |>cdindo sejam cantados os due-
losPunclla do Feticoe Meirinbo
e a Pobre pelo actor Hamos, procuro 11
fazer com zesse, logo no espectculo <|iie liontem
foi a' scena, mas, com bstanle senti-
mento. vio ser mpossivel esse seu dese-
jo, por nao se poder ensaiar a msica e a
voz, pelo cpic vem respeitosamente pedir
descuipa ao publico.
Sabbado 11 de julbo de 1857.
BENEFICIO DA ACTRIZ
Liao qne a orcheslra li.iuver leiniiiia.ln nina daa
suas mellmrss ouverluras, subir a rema pela pri-
ineira vez nesle lliealrn, a moilo inleressante come-
ilia, drama em dous acto, prodcela do insigne i-
criplor portoRuez o Sr. A. Catar do Lacerda, aotor
dos oas Mundos, e .la Ultima Carta, que tem por
titulo
O agenta Borja far le 15o em seu ar-
ma/em na ra do Collegio n. 15, de uma im-
mensidadn de obras do marcineiria novas r
usadas, bem como, mobilias de Jacaranda e
de amarello, rompidas, camas francezas,
guarda-nticas, aparadores, mesas de jantar,
lavatorios, marquezas de dormir, bancas,
cadeiras de divorsas qualidades etc., ohjec-
tos de porcellana c de vidro para sala e para
servico d mesa, camlieiros inglezes, rclo-
gios de parede, qnairos com estampas, e ou-
tros muilos artigos ele, que fora enfadonho
mencionar quinta-fuira 9 do corrente, as
II horas da inanha.
(i preposto do agente Oliveira far lei-
lilo, por conla e risco de qoem pertencer, de
F. V. n. 20l|300, IDO caixascotn toSOO libras
de velas slearinas avariadas, a borJo do na-
vio Margarctha, capitao II. Rremer, n sua
ultima viagem de H-wnburgo para esle por-
to : quinta-feira, 9 do corrente, as 10 horas
dn i; auli.la, no sen pseriptorm, ra da Ca-
deia do Recife n. 52, primeiro andar
O agente Pestaa, fara leilo por con-
ta de quem pertencer, de 5 caixas de marca
(SPj, e 154 a 158 com latas de lotacha de
soda : sahbado II do corrente, as II horas
da manhaa, em seu armazem, na ra da Ca-
deia do Recife n.55.
I.cil.'in de lamancos.
O agente Pestaa fai IcilSo por conta de
quem pertencer, de 3 caigas com tamancos
de diversas qualidades : sabbado II do cor-
rente, as 10 horas da manlula, em seu arma-
zem na ra da Cadeia do Recife n. 55.
O agente Pestaa far leilSo, emaaW
armazem, de diversas mobilias de jai-arand,
consistindo em cadeiras, sofs, mesas, con-
solos com pe ira-,, candieiros, candelabro,
apparelho de porcellana para cha,globos etc
assim como ven lera um encllenle eseravo
muilo bom cozinh iro, bonita figuia, c ou-
lros ma diversos objcclos, quescacham
a exame dos compradores : sabbado 11 do
corrente, as II horas aa mantiHa, em seu ar-
mazem na ruada Cadeia do Recifo n. 55.
CONSULADO DE FIU\CA.
Por ordem do lllm. Sr. cnsul, c em pre-
senea do Sr. chanceller.o agonte Pestaa fura
leilao, sahbado II do crenlo, na loja dos
Srs. Schaphcillin A- C ao meio dia,de diver-
sas chitas francezas, avariadas ou no ava-
hadas, chegadas ltimamente pela barca
franceza Carlhagono,
ESCRAVOS.
Gurgel Irmios, com escriptorio na ra da
Cadeia do Recife n. 11, primeiro andar, tem
escravos por vender, porem s effectuarSo
vendas, at hoje ao meio dia.
I O Sr. F. C. S. tenha abondade de apa-
recer no armazem de Bastos S Silva, tlcfron-
le da Madre de Oeos, a salisfazer o importe
de uma pipa vasia.que o mesmo senhor c>m-
prou em 2 de junho, c ate o presente anda
i5o compareceu, do contrario lera de ver o
ieu nome por extenso tiesta folna.
Sr. redactor da "Parpua Awiki .
\ bem da-bumanidade te ia/ mislir, ene
V. S. declare (pial o individuo- avalento
lueWMgOtj recolher i-m sua vrT*tt-
llia do bom-ado tallecido Joao Arsenio
Barboza, a lllma. Sra. I). Franklina ; i*-
lo para que todos coidierain semelbantc
vbora.
Precisa-se alugar um primeiro audar
numa das principies ras de S Antonio,
coi.o sejam ra das Cruzes, do Collegio,
Uu-imado etc etc. : a fallar no aterro da
Roa-Vista loja n. II
- Perdou-so um allincte novo, com um
itrilhante : qnem o achou. entregae no ater-
ro da Boi-Vista n. 26, seguudo andar, qu-s
ser bem gratificado.
ERRA.TV.
No artigo do padre J0S0 lletculano dn Re-
g, intitulado, O sangue faz seu dever I in-
serto 110 Diario de Pernambuco n. 153, em
lugar, ouue se dz--elles se apioverlarSo
pois de ensino-diga-se -ellos se aproveita-
'3o pois do ensejo onde se diz-entretanto
essa verdadedig*-soentretanto easa mil-
dada -e onde se diz por tnais que eu por
isso os desalittlea-sopor mais que eu para
isso os desali.
Superiores camas de Ierro para -.ol. :
ro e casado, vende Antouio Luiz de (iliveira
\zevedo, no seu escriptorto oa ra dt Cruz
n. 1.
AlgodSozinho da Lilii*. o verdadeiro.
vonda Antonio Luiz de oliveira Azevedo, no
seuescriptorio, ra da Cruz n 1.
CERA DE CARNAL U.
Vende-sc cera de carnauba de omito lina
qualidade, recentemente chegada : na ra
da Cadeia, loja n. 50, defronte da ra da Ma-
dre de Dos.
Leilo
cha de
de bula-
res te
np
O agente Pestaa fara* leilao, por con-
la de (juera pertencer, de 50 barricas
com bolacba de Trieste: boje 0 do cor-
rente, a's 11 horas da manlia, no ar-
mazem do Sr. Araujo, unto a Ponte-
Nova.
;t&<*V8 l?:??':5
Pederamos dr uma breve noticia acerca do en-
reda desla comedia, porin o nome do seu autor se
torns de tal forma recommeadavel que un- dispensa
de qualquer elogio a suas producfiiei ; diremos
apeuas que toda ella he cheia de scenss intiressan-
tes, e o seo ilesenvoUime-iln o mais satisfactorio pos-
sivel.
Seguir-se-lin pela primeira ve* representac.30
1 acto, doSr. L. F. S. da Silva
UMA PARA TRES.
Dar fim ao espectculo o vaadeville em 1 aclo,
que lanas Ipplaatoi lem merecido
POR CUSA DE (!1 ALMISfll).
Heesl* o divertimento que a heneficisda lem a
honra de oll-recr ao llluatrado publico pernaniliu-
caun, de quem espea merecer pela primeira vei
ludo o acolhiraenlo c prolecr.lo, c ao qual desda ja,
dedica tua Eritidao.
O liillielrs achim-se diaposlcao da repeilavel
publico em casa da baneticiada, puteo do Piraiio n.
21, e no dia do speclaculo no escriplorio do tbealro.
Principiara as 8 horas.
JIMl
>
- i>,
Ptr*i o Rio ile Janeiro,
Vai seguir com muita brevidade, por ler
parte de seu carregamento prompto, o bri-
gue nacional Maria Preciosa, capitao Fran-
cisco Alvos Meira ; para carga e passageiros.
escravos a frete, para os quaes lem escol-
enles commodos : trata-so como seu con-
signatario Francisco de Paula F'igueira de
Saboia, cm seu escriplorio ra do Apollo
n 5. '
Maranho
e Para.
O veleiro brigue nacional CLAUA, de
primeira ma relia, soguenestes dias: para
o resto e passageiros, para o (pie lem as-
seiados commodos, trata-se com o consig-
natario Joao Pinto Regs de Souza, no
armazem de Martins A Pinto, na travessa
da Madre de Dos, ou com o capilao
Fernando Jos dos Santos, na praca do
Commercio.
I1
ra o Arac&H
segu com brevi Jade o bem conhecido o ve-
leiro hate luveiicivel ; para carga ou pas-
sageiros, trata-se com Martins A Irniao. ra
da Madie de Dos 11. 2.
foiii|,aiili,a
brasiieira de pajiitles
vapor.
DA
PROVINCIA.
O Sr. tbesourciro das loterias manda
fazer publico, que se acbam a venda, no
pavimento terreo da casa da ra da Au-
rora 11. 2, das 9 horas da manhaa a's 8
da noite, bilhetes, meios e (piarlos, da
segunda parte da oitava loteria da Matriz
da Boa-Vista, cujas rodas andam no
dia ti de julho.
O mesmo Sr. Ilirsoureirn manda drrlaiar, que
leudo de reformar o prsenle plano por oulro, em
ludo igoal a q.uarta parte iio Rio, padu as pesioaa
que trein encommemlado hilheto par* iiuando esli-
vesa* em eteru(Ao a lei provincial o. '.CJ, que Im-
pflem SO por cenlo sobre os bllheles do Rio, quei-
ram vir declarar que piuca 1 de bdlielet qiierrm,
para que elle, avista das qumilias pedidas, possa or-
gaataar o Hilo pltno, n qual cerlamc ile olTirere
mais inleresie aos joaadorea.
Thesouraria das loletias, 4de julho de
18-")7.Jos Januario Alves da Maia,
escrivao.
Sociedade de Ensato Francoz.
()1. secrelario convida a todos ni o-ics i com-
parecer hoje [9 as 10 doras em ponto : na ra da
Alegra 11. 5.
Bichas ile Ilaii'M-
hurgo.
Kstao expnstas ven la aos ceios o a re-
talho, ua loja do barh-uro n. 2, confronte an
Rosario de Santo Anlonio.
o
c y.
2 *
r
o
O vapor PARAN' commandante F. F. Rorget,
espera-se dos portos do noria a 12 do correnle, de-
venJo ifoir, depois da demora do cotlume, para
Maceui, II,Lia e Rio de Janeiro : geucia, ra do
o 7
= O
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H
- Compra se uma selecta franceza p/jr
Roquete : na ra do Queimado n. 33 A.
Na ra da Cadeia do Recife n. 12, vendem-
se saceos com milho de superior qualidade, -
por preco razoavel.
Precisa-se de um hnmem que enlenda
de jardim e plantacSo, para fettor queo sitio perto desta praca, preferindo se
portuguez : trata-sena rus Velha n U -
-- Precisa-se de urna ama para o servico
interno de uma casa de pouca fa-nilia: na
praca do Corpo Santo n 17.
- Precisa se arrendar um engenho ain-
da esse anno, pesar de j ser tarde, com-
pra-se a safra do mesmo, dando-se *lgm
dinheiro vista, a nanea-se a boa cooserva-
g!lo da propriedado, e se for com alguns es-
cravos melhor ser, ou mesmo faz-se algum
negocio para tirar alguma safra esse anno,
visto estar para isso habilitado com escra-
vos, boiada, carros e os mais pertences para
psse fim, ou mesmo cbm alguma estrada em
ultimo caso, por empreitada ; se algue.11
quizer fazer esse negocio, pode procurar em
c-isa dos Srs Lemos Jnior, Leal Iteis, na
praca, ou no engenho Recreio, na.freguezia
de Muribeca, a J0S0 de Carvalho Raposo,
para tratar.
Tendo-se desencaminhado do poder
dos abaiso assignados uma leltra da impor-
tancia de aiSXloo, sacada por elle e aceita
pelos Srs. Antonio kuiz dos Santos & liolin,,
por quem foi paga no venclmento, declaram
os mesmos abaiso assignados, de nenhum
efleito, e sem valor algum a referida leltra
onde e quando possa, por ventura appareccr.
Urewev Brannn.
Quem precisar de uma ama para en-
gommar ou para cozinhar, dtrija-sc a ra da
Praia n. 28, que achara com quem tratar.
Srs. redactores.Vendo as paginas
do seu conceituido jornil de hontem a cor-
respondencia que sobre mim dispara a sua
flexa de mo pensamenlo, compete-mc res-
ponder a esle quem quer que seja, quo esse*
cavallosde que faz mencSo cm minha ro-
nheira, achavam-sc alli po- ordem dn Sr.
subdelegado, e pela mesma orJom foram en-
tregues. E porlanto seria melhor que o seu
autor ii3o confundisse a autorrladc com
Xisi, porque aquella tem a energa precisa
para responder-lite. Rer-lf' 8 de julbo de
1857 Francisco dos Santos R-!is, por mais
cobheci o Xisi do aterro.
Fugio a escrava neg a Rita, eom os aig-
tiaes scguinles : cabeca grrnde, olhos gran-
des o brancos, amatellados, nariz chato, a
mulls esquerila alejada em forma torcMa, e
mais pequea que a oulra, hcir;os grosso>,
no queiso de cima lem falla de denles por
podre, lem os dous dedos gran les das m-im
cabidtM para as palmas das mSos como ale-
jados, signal de ang'nhos que lev,.11 em al-,
gum Uih'o, c tem as no-loas nos cantos dos
dedos pu-tas, entre o grande c oaponlador,
.|ueixo grande e puchado para dianto : quem
a pegar leve-a ao seu senhor Custodio ouri-
ves, na ra larga do Rosarlo n. 26, que reee-
ber a gratilioacSo
Os abaixo assignados admilliram co-
mo socio em sua prensa de algod.o, ao Sr
Pedro Bozerra de Menezes, fcando aasim a
(irnia que gyiava de Francisco Alves & ( r-
reiro, augmentada pan Francisco Alves Car-
reiro A liezerra.
Precisase de uma pessoa de meia ida-
le. que q 11 eir fazer companhia a tres mocas
soltelas, e o servico da casa : quem preten-
der, eniru la-se com o professor de Beben-
be ouannuncic.
Acha-se procedendo o inventario Ma
hens do casal do fallecido major Manoel
Francisco Ramos : quem tiver o que rcoue-
rer, compareca etn imu-.i.
- compru-sc ou arrenda-90 uma morada
de casa na povoic-o de llebcnlic: quem a
tiver annuncie, ou enlenda-se com o res-
pectivo professor publico da inslruccSo ele-
mentar.
Compra-se uma escrava de meia iJa-
de, que seja forte e Malta : a tratar com <>
professor publico de llebcribc.
Ao pateo de S,
PEDIO N. .
Charutos dos melhores fahncanies del
Flix, em caizinhss de 100. SO c Mi vinatw
pelo ultimo navio da Rabia ; imcionaes e
regala de Thnmt- Pinto, Emilios de Casta-
nho A Filho, progress'stas de Rucha InasaV
C, circulares dn Monc tvii. avapiroa, erv.i e
cohicnsos ; lie pecllin ha, l'repuezes, a elles,
a e les !
Vendo se uma negra en ma, de idade
le 20annos, com algumas habiltalos : ao
largo da Assombli n. 12, p-imeiro andar
Compra-se um eseravo em meia idade,
sem victos nem achaques : na ra de Santa
Rila, sobrado n. 8>, das 6 as 9 horas da ma-
nhaa, e das 3 as 6 da larde.
-
MUTILADO

ILEGIVEL


.


MAMO DE PERNAMBUCO QUINTA FEIRA9DE JULHO DE 1857
C0ISLT0R10 HIiOPiTHICO
/
DO
m^Shi, acham SU,Toos mais acreditados medicamentos, tanto era tinturas como
em glbulos, e preparados cora o raaior escrpulo e por precos bastante commodos ;
HREgoS F1X0S.
Botica de tubos grandes. .
DiU de 2* .
Dita de 36
Dita de 48 o >
Dita de60 > ,. .
Tubos avulsos a ....
Frascos de tinturrademeia on^a.
Manual de medicina homeopatbica de Dr. Jahr com o dic-
conario dos termos de medicina
Medicina domestica do Dr. Henry
Tratameuto do cbolera morbus .
Repertorio do Dr. Mello Moraes
10/000
159000
209000
259000
309000
19000
29000
WSBBtmgaBmaBllfBS
I PBQRAS PRECIOSAS-1
Aderec.osde brilhaoles,
8j 9 seiras, aiSy.3, brincos *
e rozlas, boloes e anneit ^
n de diflerenlee costos ede ^
* diversas pedras de valor. &
__ *
s s?
;" Comprara, vendera on <*
| trocam prala, ooro,. bri- 8
H Oanles,diamantes e pero- ;
S la, e oulras quaesquer *
J; joias de valor, a dir.lielro *
209000
10/000
2/000
6^000
'*' uu pur obras
lOKEDU & OOABTE
LJA Bg tMJRIVgg
Ra do Cabuga' n. 7.
*iecel)eri por to-
dos os vap rvsda Eu-
ropa asobris domis
moderno gosto, tan-
to de Franca como
B$|$$SBBl8$ffia88aB8saB3^
j*> OURO E PRATA.
;?
Aderemos completos da
ouro, rucios dilos, pulsei- EKj
ras, aluceles brincos e *
rozelas, cordes, tranret- J
lins, medalhag, correnles j
e enfeiles para relogio, e ^
oDlroi muito objeclos de '.-.
ouro.
Aparelhos completos de I
prala para cha, bandejas, g
salvas, c-fl-lii.-ac*. colheres ;
de aopa e de cha, e mei-
tos outroi objeclos de
prala.
de Lisboa, as quaes venden, por
preco commodo como costuniam.
^ttenco
II. C. Yates & Companhia: estabelecidos
no Itio de Janeiro, na ra do Hospicio n. 40,
vendo um annuncio publicado em urna das
folhas de Pernambuco polo Sr. Bartholomeo
F. de Souza, prevemndo ao publico que o
verdadeiro xarope do bosque s elle he
quem vetide.prevenimos ao mesmo publico,
que o nosso xarope be rometlido do Itio de
Jmoiro pelos cima proprietarios ao Sr.
Manoel Alves Guerra, e este senhor fea o de-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Sautos, na ra Nova n. 53, ni-
cos por nos autorisados para venderem o
nosso verdadeiro, e mais prevenimos aos
senhores consumidores, que ha porto de 5
annos os rotlos collados as garrafas sSo
assignados por Henry Prlns, como procura-
dores dos cima proprietarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
>: <& O Dr. em medicina Joso Sergio Ferreira, (f,
ff* de volla da sun viagem ao Kio de Janeiro, JJ
9 esla residindo na praca da Boa-Vista casa n. dj
til, primeiro sobrado ao entrar na roa do 6# Aragao, onde pode ser procurado a qualquer
@ hora do da oa da noite. as
4) Itecife -2;t de juulio de 1857.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Chora-monino, e ahi lem preparado urna
casa de saude com todos os commodos para
o tratamento de escravos, cujos senliores
residam fra da praca, ou 'que nao os pos-
sain curar em suas propriss casas : quera
para isto quizer-se utilisar de seus servicos
mdicos, que sero desempenhados com o
maior zelo, dirija-se ao pateo do Carino n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Preco2/000 diariosexceptu-
ando conforencL-s, sanguesugas e opera-
res.
Na ra do Collegioo Sr. Cypriano Luiz
da Paz, no aterro da boa-Vista o Sr. J080 da
Luz Ferreira, na padaria do Sr. Beiriz, dirao
quem d quanlias de 500 at 1:0009 e 2:000/
rs. ou mais, com hypotheca em casas terreas
Jardn, publico em per-
nambuco, ra da Sol-
dade ll* 70.
Neste grande jardim ha sempre todos os
annos muito grande variedade de llores, ro-
sas, dalias e outras muilas qualidades novas
em Pcrnamboco, vindas de Portugal, Franca
e llamburgo, assim como tambe u algumas
arvores de fructo, e novas, e outras co paiz.
Apromplam-se encommeodas para o centro
da provincia, e as mais do sul e norte.
Continua-se a dar dinlteiro a juros m-
dicos, sob penhores : na ra da Fraia, se-
gundo andar, n. 43.
Precisa-se de urna ama forra ou capti-
va, para urna casu de familia, composta de
duas pessos quem quizer e estiver neslas
circunstancias, dirija-se a praca da Bou-Vis-
ta, sobrado n. 10, que achara con. quem
tratar.
O abaixoassignado tendo sido nomea-
do para o lugar de lancador do consulado
provincial, e sendo cucanegado da xdlecta
da freguezia de S. Fr. Pedro Concalves e da
Boa-Vista, faz saber que deu principio aos
seus Irabalhos no dia 3 do correnle mcz.
Recife 4 de julho de 1857.
Joao Pedro de Jess da Malta.
--- Precisa-se lugar um sillo, da Ponte
uc UclicJM al Apipucos, na margem do Itio
Caprbanbe, perto da estrada : na ra Nova
n. 61.
Lotera
- m
Rio-Formoso. S P1 OVlCia
%?^@@
O Dr. Joao Honorio Bezerra de llene- w
?&? zes, medico pela Faculdade da Baha, lem '.'_':
{4 lido >ua residencia oa cidade do Kio-For- fe
" moso, e de novo eflorece seus serviros a to- J*J
W das as pessoas que o hoorarem com sua con- ^
fco3 flanea. ^-i
- V. \J 'x "c- Vr \?
Do Aracaty acaba de chegar um sor-
titncnto de sapatos da melhor qualidade, pa-
ra homens e meninos, cera de carnauba e
mais gneros; tudo vende-se por presos
commodos : na na da Cadcia do Recife n.
60, primeiro andar, e cabezadas de traugas
Prccisa-se de caixeii os, na ra da Ca-
dcia do Recife n. 50, primeiro andar,
prestando urna ftDCa de 200.000, ven-
cendo o>ordenado de 200 a tOOs, que
he para vender bilhetes da lotera da
provincia.
A negocio de interesse.
l)cspja-so fallar com es Srs. Manoel Igna-
cio Peixoto, Francisco JoS Alves, Jos
Francisco da Silva, ou pessoas que facem
suas vezes : na ra larga do llosa rio n. 33.
SEGURO CONTRA F080.
Companhia Alliance.
Esiabalecida era Londres, em marco da 1824.
Capital cinco milhdes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., tea a konra da in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios da casas,
a quera mais convier que estao plenamente au-
torisados pela dita companhia para effectuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos da
tlha e igualment sobre os objeclos que contiverem
os mesaos edificios quer consista em rnobilia ou
* fazendas de qualquer qualidade.
Mt$&&<$M
f Joao da bilva ttamoi, medico pela uni- a
2.1J versidade de Coimbra, raudou sua residen- JS
vi? ca da ra do Cabuga para a roa Nova n. sSS
0 69, segundo andar, sobrado do Sr. Dr. Nel- S
gft lo, e ahi contina a receber, das 8 as 10 a
* horas da manhAa, e das 3 s 5 da, larde, as W
J? pessoas que o queiram consultar. @
/: -&o;:-o
JOHN GATIS,
corretor geral
E AENTE DE I.EILO'ES COMMERCIAES,
n. 20, ra do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
, praca do Corpo Santo
RECIFE.
S^
u abaixo ansigoadu ven-
de bilhetes garantidos, pe-
los precos aba i xo notados,
sendo da quautia de cini
mil. res pa,ra cima, a i-
nheiro vista, em seu es-
criptorio, na ra da Ca-
dea do iiecife t. SO, pri-
meiro andar.
Bilhetes. 5f400
Meios. 2^700
Quartos. 1|350
I*. .. Luyme.
......tm-MMmMH
.X.'iaifn-i-ftMiivp,
SVSTEMA NORTE-AMIRICANO.
Aterro da Boa-Vista n. 4,
3 andar. H
i

DESTISTi FWICEZ. ^
Paulo daiguoui dentista, ra Nova n. 41 : **
Kp na inesma casa lera agua e pus denlrilice. ^'-

Tasso Irmaos.
Avisara aos seus reguezes, que as ultimas
larinhas de trigo Hichmond chegadas ao mer-
cado, sao vendidas cm seus arinazens, pelos
seguintes presos :
Galega 253000 por barrica.
llaxall 24S-)000 i.lcm.
O Dance 239000 idem.
Columbia 225000 idem.
Alcm dcslas lem farinhas novas do Trics-
tn das marcas SSSF. Fontana c primeira
qualidade ; gssim como completo sortimen-
lo das metliores marcas do l'liiladclpha, No-
va 111 loaos e altimore.
Faz-se todo negocio com a melhor lo
ja do l'asseio Publico 11. 9, con fazcuda ou
nn ella.
Fox Brothers, occlaram pelo presente
annuncio, que o Sr. Francisco de Caula Al*
\ da Silva, deisou de ser eaixciro de sua
rasa commercial desde o dia 4 do correnle.
Recife 4de julho de 187.
Os abalxo assignados. -om loja de ourives
na ra do Cabuga n. 1 i, confronte ao paleo
da malriz c rua .Nova, fazem rublico, que
cstno recebendo continuadamente as mais
novas obras de ouro; lano para senliora
como para homens e meninos : os presos
conlinuajn razoaveis, e passam-se comas
cop responsabilidade, especificando a qua-
lidadc do ouro de 14 ou 18 quilates, ficando
assim sujeitos os mesmos por qualquer du-
vida.-.^eraiiliim oi Irmo.

--- lie chegado a loja de l.econle, atero
da Boa-Vista n. 70, excellenle leite virginal
de rosas brancas, para refrescar a pelle, tirar
pannos, sardas, e espinhas, igualmente o a
amado oleo babosa para limpar e fazer
crescer os cabellos : assim como p impe-
rial de lyrio de Florenca para brotoeias e
aspertdadesda pelle, conserva a frescura e
o avelludado da primavera da vida.
Na travessa da Madre de Dos n. 9, e
na rua do Trapiche n. 17, vende-so o supe-
rior farelo, desembarcado boje ; e por me-
nos preco do que se vende cm qualquer ou-
tra parto.
Na fundirao da Aurora precisa-se
de serventes forros ou escravos, para
serviro debaixo de coberta.
Mudancade eslabeleci-
mento.
O P. F. C. de Lemos e Silva faz scicnte aos
sous numerosos freguezes, que acaba de fa-
zer mudanca. Unto do seu ostsbeleciaiento
de livros, Como dasuaanlua e acreditada
ollicina de encadernacao al agora situada
no pateo do Collegio, paia um novo, mag-
niheo eespaqoso armazcm na rua da Cadcia
de Sanio Antonio, defronto de S. Francisco,
onde tambem lem montado a sua typogra-
phia, por isso espera que o procuren! lano
para compras, como para cncadernacGos de
livros, e bom assim para qualquer impres-
so, por isso que Ibes pode assegurar sercm
bem. c puntualmente servidos.
Aluga-se ou comrra-se urna escrava
quo sailn lavar o engjmaar : a tratar na
nn da Gloria n. 55.
--- Precisa-sede offieiaes e costureiras :
na loja de alfaiate, na rua Nova n. 60, esqui-
na da ponte.
Procisa-sc.de urna ama para engom-
mare cozinliar, que tenha boa conduela,
para casa de pouca familia : na rua Foimo-
sa, quarlac sa junto ao lampeao.
Precisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, que saiba cozinliar o engomuiar, para
duas tessoas : na rua do Collegio, botica
n. 10.
Precisa-se do urna ama de casa de pou-
ca familia : na rua do Hospicio n. 34.
Da-se a quaotia de 2005 a 5005 rs. a
premio de um e meto por cotilo, sob penho-
res de ouro ou prala ; quem precisar diri-
ja-se aos Alogados, sitio junto a igreja de S.
Miguel.
Prccisa-sc dar rom solJo. 011 de dous andares, as fre-
guezias de S. Jos 011 S. Antonio ; quem li-
vor, dirija-se a rua Dircila n 14.
Perdeu-se na noite do dia 5 do cor-
rente, da rua da Craia de Santa Rila a rua da
Craia, um;. escoleta de ouro, com esmalle
verde : quem arhou, querondo entregar, di-
rija-se a rua da Praia n. 49, secundo andar,
quesera generosamente rrcompensado.
-- Perdeu-se no dia 4 do corrente, da rua
da Praia ato a igreja de N. S. do Terco, indo
pela rua le S. Hita, urna pulceira de ouro
com urna BcJr esmaltada de verde e encarna-
do : quem a tivr adiado, quorendo restilui-
la, pode dirigir-se a rua da Praia, sobrade
n. 1, onde reside Jos de Mello de Aibuquer-
qtie Ponte-Negro, que sor recompensado.
0/iem liver um sobrado em Sanio Ai -
tonio ou Boa-Vista, que queira trocar por
um bom silio com excellenle casa, perto da
prar;a, e mais duas casss terreas grandes
com bons quintaos murados, defronle do
mesmo sitio, dirija-se a esta typographia,
que se dir quem faz este negocio.
Precisa-se de una ama forra ou cap-
tiva, de bons costumes, para casa de familia:
a tratar na rua dos lixpostos n. 16, segundo
andar.
Precisa-se de dous amassadnres e de
um bom forneiro : no aterro da Boa-Vista
n. 50, padaria franceza. Paga-se bem.
Jos Anacleto
ven le um terreno com 53 palmos de frente
e 400 de fundo, com casa o cacimba com boa
agua do beber e arvoredos de fructo, por
prec;o commodo, na rua da Esperanza ao sa-
bir para a estrada do Manguinho, junto a
casa que so esl edificando, do Sr. Araujo.
" MtiuQU pode ser procurado na rua
da camooa do Carino, casa n. 20, das 7 ho-
ras da manha at as 7 la larde, paia san-
grare tirar bem dentes, chumbar os fura-
dos e separa |os da frente, applica ventosas
sarjadas, tem pos dentrilicios e lomeo para
I i ni par perfeitamente os dentes e consrva-
los, assim como gotas calmantes para apla-
car as dores de dentes a 13000 o frasquinho.
Nao lia mais dor de
dentes
Especifico contra essas dores, cuja cura
cura he iustantanea : na rua Nova 11. 11, a
29000 o frasquinho,
uueiio.
~ PRECISA-SE de um caixeiro'que tenha
pratica de loja de ferragem : quera estiver
neslas circunstancias pole apparecer no a-
terro da Boa Vista n. 6.
0 Dr. Francisco de Paula Baptista,
tem aberto escriptorio para advogar, no
primeiro andar da casa da rua das Tiin-
clieiras n. 19, por cima docartorio do es-
envao Baptista, antigamer-te do fallecido
Rejo-; ealii, das!) horas do dia em diante,
esta' prompto a ouvir a todos, e a receber
as causas detodos que cruizerem procurar
os seus servicos de advogado.
Da-se vinte mil res de aluguel, por
urna preta captiva, que Saiba cozinliar e
engomar: po largo dAsscrnblca n. 12,
primeiro andar.
O abaixo assignado faz scicnte ao pu-
blico, e aos senhores trapicheirus, que ven.
deu a sua taberna sita no becco Largo n-
104, e avisa aos mesmos senliores trapichei-
ros que tiverem contas com o abaixo assig-
nado, quando estiverem vencidas, podem ir
receber na rua da Cruz n. 29. Itecife 7 de
julho do 1857.Manoel Jos BernarJino de
Paiva.
Precisa-se de urna ama que tenha bom
leite. prometletido-se bom tratameulo : a
tratar ua pra;a da Independencia n. 1, ou
na rua do Queimado n. 14.
Precisa-se de urna ama na rua do
Queimado n. 28, segundo andar.
Ama.
Prccisa-sc do urna ama : na rua Vclha n.
104
Na rua da Mocda 11. 2, defronle do tra-
piche do 1.unlia, ha para vender pipas novas
e usadas, lucias pipas, barris novos e usados,
arcos de pao para pipas, vi mes, arcos de fer-
ro em fexcs, erramentas para tanoeiros,
cal cm pedra de Lisboa, lulo por precos
commodos ; assim como barris com azeile
do carrapalo.
O Sr. Joaquitn de S Macha lo de Al-
buquerque tenha a bondndc, untes le se re-
tirar para o mallo, entender-sc com o abai-
xo assignailo.
Precisa-se de urna ama que saiba co-
zinliar, para urna casa de pouca familia : na
rua das Trinchciras n. 8, loja de tartaru-
gueiro.
POR PREVENOAO1.
O abaixo assignado, capitiio do 8.- bata-
lliSo de inl'antana, achando-se preso na for-
taleza do Brum para responder a conselho de
guerra, a pedido seu. faz publico que nada
deve a caixa do mesnio batalhio, por quan-
to tendo-se-lhe abonado na cidade de Ma-
cei lOOOO, estes ficaram indemnisados
cjm a ultima preslacSo de 305000 que dos
seus vencimenlos do findo mez de junho
saldou dila divida; e como mandasse exigir
do quartel-mestre o documento que passSra
na occasiSo quo recebeu o abono, e este se
negara a isso, respondendo verbalmente ao
portador que nSo o mandava por existir em
poder do cominandante ou do major, e nflo
o do qtiartel-mcscre, onde dito documento
devia parar ; por isso assim o decan, tnor-
menle porque estes dous stnhores sao boje
seus encarnizados ininvgos, e porlanlo a res-
peilo do que se Irata nenhqma conlianc
lem nelles. Manoel Luciano da Cmara
Guaran.
~- Previne-se aos lllms. Srs. brigadeiro
Jos Ferreira de Azevcdo c capitiio Jos Mu-
niz Tavares e Luiz de Franca Lcile, que es-
lejara ltenlos em tudo que Ihes pcrlencer,
por quanto estando todos ausentes, appare-
ceram nest cidade do Recire assignaturas
suas de nrui recente lata, liradas poroutr
pessoa que se nao differenca das verdadei-
ras. Quando for necessario isto provar, as-
sim o fara ; e ir declarando gentilezas de
alta monta.O Espectro do Rocha.
- Win. Trery e Dr. Bayless, empregados
da estrada de ferro, retiram-se para Ingla-
terra.
... Precisa-se de urna ama que nao tenha
lino, para casa de um hjmcm cosadosem
limos, que saiba cozinhar e engommar, e
fazer o mais servico de casa : no pateo do
Paraizo, segundo andar do sobrado que vol-
ta para a rua da Roda.
- Aluga-se um sitio na estrada do Man-
guinho, confronte ao silio da mai do Sr Jos
Candido de Barros : quem o pretender di-
rija-se a praSa da Boa-Vista n. 5, primeiro
andar.
-Quem precisar de urna perita engom-
madeira de qualquer roupa ; dirija-se ao
pateo da Sania Cruz, tabern n. 2, na esqui-
na que volla para o Rosarlo.
- Offerece-se um rapaz poilugucz para
caixeiro de taberna, ou para qualquer esta-
belecimenlo : quem pretender, irija-sca
rua da Cruz do Recife 11.29.
Precisa-se do um cralo: na rua do
Hospicio n. 9.

o^o:.;^::-q
O
O
c
Botica
hmuopatUicai
o
centra
L.M PERNAMHl'cO
DO DR.
SABINO OLEGARIO L. PIMO.
IIua de Sa 11 to-Amaro (Mun-
do-Novo) 11. .
Neste Ctalielcciiiicnln exislem os medica-

..'
^ -----------;.fcfc,.,,.. cAisitrui os inciura- tfS
: -. montos mais adequados aos climas do or- A
.;, f, prepaiaoscoiu a maior vigilancia pelo ;-
.r proprielario. 1
Ijii-lcm iiie-dicamenlos preparados 110 Rio f\
-. 'i Janeiro, <|ne se vcudein pul piecos bal- ;t,
;;; IO, mas nao se garante sua eOiucia. \.f
:if A experiencia lem damoi^lrailo que o -n,
.!. medicamentosaqui preparados prinlutein "'-
:.} melbor elTeito, c as provincias lo norte, '. ;
?vj do que os'que os que vecn le tora. A
. Os precos slo liv.s, sendo mais caros, por Jg
i- m
O
~ ,-..iU* OIIV ,,,..J, -!,,< II rll. IMI.I-, I II
- ssrein mclbores, us preparadla un l'eriiain
^ buco..
THESOURO liOMEi'ATIMCU
OO
Vde-Mecitm
DO
IIO.H^)2>ATHA
PELO DR.
j SABINO OLEGARIO L. PIMO. ,
;;, Esta preciosa obra contina a ven f na botica central, a IDsOOO em l.rochura e ?
..3 11*000 euc.dernada.
w^r-^y w x.r uf m
i
O
m
o

'.
Assonlioras que niont. ni
a cavaI lo.
Na rua Nova n. 18, loja de M. A. Caj" & C,
ha ricos casavequee de cores, e pretos,
para montara ; assim como um grande sor-
timento das mais bem acabadas obras 1 al-
faiate, tanto superior, como mais inferior,
chapeos, ditos de sol, lencos de seda, ditos
de dita para gcavata, ditos de cores, Iuvas,
suspensorios, meias para hornera, senhoras e
meninas; camisas, ditas de meias, fazendas
para qualquer obra que seja encommenda-
da : a pessoa que vicr a esla loja, adiara um
falo completo, e ser um s preco para lo-
dos, a dinbeiro.
ItlI.IIETES DE VISITA.
Cravara-soeimprimem-se com pcrfcicHo
bilhetes de visita, lettras de commercio e to-
dos os objeclos da arte caligraphica, re-
gistros, vuihctas c q'uaesquer desenhos ;
abrem-se firmas, sineles, tanto a talho doce
como em relevo, ornamentos com objeclos
de Ouro c prala; fazem-se riscos lindse
originaos para bordados do labyrintho ad-
mitte-se a recusa de quaesquer desles objec-
los, no caso de nao ficarem a conteni das
pessoas que os encommeudarem : quem pre-
tender, dirija-se a qualquer destes lugares :
no bairro do Recite, rua da Madre de Dos
n. 3-2, primeiro andar ; em Sanio Antonio,
na livraria classica do pateo do Collegio n,
2 ; as Cinco Pontas, sobrado da esquina
confronte a matriz nova.
C. STARR S C
respeitosamente annunciam, que no seu ex.
tenso estabelecimento, em Santo Amaro,
continu'a a fabricar com a maior perfec1o
e promptidao, toda qualidade de machinis-
mo para o uso de agricultura, navegacSo e
manufactura, e que para maior commodo de
seus numerosos freguezes e do publico em
geral, tem aberto em um dos grandes arma-
zens do Sr. Mesquita, na rua do Brum, atraz
do arsenal de marinha, um
deposito de Machinas,
construidas nu dito seu estabelecimento.
Alli acharSo os compradores um completo
sortimeuto d.e moondas do canoa, com todos
os melliorarncntos alguns delles novos c
originaes, a que a experiencia do muitos an-
nos tem mostrado a necessidade. Machinas
de vapor de baixa c alta pressao tachas de
todo tamanho, tanto batidascomo Tundidas,
carros de man e dilos paraconduzir formas
de assucar, machinas para moer mandioca
prensas para dito, Tornos de ferro batido
para familia, arados de ferro da mais appro-
vada construyo, fundos para alambiques
crivos c portas para fornalhas, e urna inlini-
dadede obras de forro, que ser enadonho
enumerar. No mesmo deposito existe urna
pessoa intelligenlcc habilitada para receber
desenhos, e instruccoes que forem for-lh
nacidas.
Hefinaria de
Hego & Barreto, no MI-
teiro.
No deposito desta refinaria, na rua da Ca-
dia do Itecife n. 30, ha sempre assucar re-
hilado de superior qualidade, tanto cm p
como em torros e em p3es, por preco mais
co'iimodo de que em outra qualquer parle.
&o*t#m.
Compra m-se
bilhetes premiados de loteras que jaefte-
jam rccolbidas thesouraria, com um abale
ra/.oavel, alim de n3o terem os donos o 1ra-
balho do l*ngo processo daquella reparti-
(3o : na rua Nova n. 11.
Compra-se na rua da Polen. *, cai-
xilhos com vidros ou sem elles, assim como
liteiros que sejam propriospara loja de cal-
cado.
--- Compra-se urna casa terrea nos bair-
ros da Roa-Vista, Santo Antonio ou S. Jos,
que nao exceda do preco de 1:000/ ou 1:200}
rs. : quem tiver annuncie para ser procu-
rado.
Compram-se moedas de 50o c 19000
de prata a 2 0|0 o de ?ooo a 1 0|0 : na loja
de Maa IrmSos, rua do Crespo.
- Compra-se um sobrado de um andar
ou duas casas terreas, paga-se bem : quem
as tiver, entenda-sc na loja do livros da pra-
Ca da Independencia ns. 0 e 8, que dir o
pretndeme.
Compra-se eiTectivamenle na rua das
Flores n. 37, primeiro ondar, apoliecs da di-
vida publica e provincial, aecesdas compa-
nhias, e da-se dinbeiro a juros, era grandes
e pequeas quantias, sobre penhores.
Compra-se urna casa terrea que tenha
commodos : a fallar na rua da Praia n. 11,
armazcm de carne secca.
Compra-se um papagaio bom, bonito e
fallsdor, niio se olha a preco : na rua do
Queimado n. 35.
Compra-se prata de gal3o a 280 rs. a
oilava : no aterro da Boa-Vista, loja de ouri-
ves 11. 71.
Compra-se urna cria at mezes de
idade: na rua do Collegio n. 18, segundo
andar.
M%n'?%8
--Vende-se urna rica mobilia de jaca-
randa com lampos d> pedra : na rua do
Caldeireiro casa terrea n. 8.
! a randas e grades.
Cm lindo o variado sortimenlo de model-
los para varandas e gradaras, de gosto mo-
deniissmo na fun lic3o da Aurora cm San-
to Amaro,e no deposito da mesma, na rua do
Krum.
I\a loja nova ao
PE" DO AKCO DE SANTO ANTONIO,
vendem-se peas de madapolao com peque-
no toque de avaria a 2/aOo reis, riscados
monstios da dlicados padres a 200 rs. o
covado, ricos fustes de cor e brancos para
calcas e palitos, cambraias de delicados pa-
dres, fazenda muito lina a 80 a vara, chi-
tas francezas a 2i0, 280, 300 e 320 rs., e ou-
tras fazendas, to las de bom goslo, tudo por
menos do que em outra qualquer loja.
Na nova loja da rua do Collegjo n. 9,
vendem-se ricos chales de tonquim muito
linos a 255000, dilos de allimiu do ultimo
goslo a 1*3, ditos de merm com duas pal-
mas a 12;, ditos lisos a 6>, ditos de laa e seda
a 45, ditos de tarlatana a 1c?, cortes do calcas
de inoia casemira a Sg, ditos a 1#, ditos a
8007, grvalas de seda pretas e de cores a
1?, chapeos de sol de panno a 23500, capas
de panno a 7j, chita Iranceza lina a'320,
mussulina a 320 o covado, c outras muilas
fazendas baratas.
tteii^ao.
Lices de navegatjao, agrimensura e do-
marcacao de tenas, e. tambem de todos os
preparatorios de nialhematicas puras indis-
pensaveia para a admissao as academias do
impci ic>, dadas pelo nico professor, que bo-
je existe nebla cidade c com approvacao do
governo da provincia.' (i mesmo professor
ensina o idioma fiancez e a arilhmelica mer-
cantil, tudo por rotribur3o razoavej, paga
adiantada. Os senliores caples de navios
podem, separadamente dar um pequeo
curso jue os habitar na pratica dos grandes
clculos do astronoma nutica : a tratar na
rua do Trapiche Novo n. 30, cauto oposlo ao
do Banco, primeiro andar, das 10 at 3 ho-
ras da t.rde.
Vcndc-se|um molcquo de anuos de
idade, bonita ligura, e urna negrinha de 8
anuos, mulla bonita, e propna para se fazer
presente : a tratar na rua Nova 11. 4.
--: Na rua do Crespo, loja 11. 10, vcnJcm-
seco'lesde chita em relalho, do bonitos
padres e linas a 19800, 33 e 2/200.
Cal nova.
Vende-se na rua de Apollo, armazcm de
assucar a. o, chegada de Lisboa no bnaue
Constante.
Na ruadas Aguas-Ver es
11. 40,
vendem-se 2 lindas mulatas de idade de 16 a
20 anuos, com habilidades, 3 escravas mo-
cas com habilidades, 2 lindas molecas de 11
a 12 annos, 1 boa negra da Costa, ptima
quilandeira, 1 bonito moleque de idade de
12 annos, 1 negro proprio para engenho, 1
negro peca de ilade 20 annos.
Vende-se e troca-se una cscava mo-
ca, bonita figura, est com 2," dias de parida,
jtom bastante leite, com algumas hibilida-
des, he bem robusta, faz-se negocio, tanto
"por venda como por troca de out'a, que seja
! moca e sem achaques : quem inleressar, di-
rija-sea rua Viflha 11. 77, primeiro andar,
que achara com quem tratar.
Vende-se nma parelha de burros, a
maior, mais igual, o mais mansa de carro,
que ha nesta cidade : 11a rua das Flores, co-
cheira n. 33.
Na cocheira da rua do Cano vende-se
urna calec< muito em conta.
Vendem-se as maiores partes da fazen-
da de ciiar gado, denominada Boa-Vista,
cuja fazenda n3o soffre fogo, e nem igual-
mente do mal triste, propria para refazer,
por ser perto desta praca : quem pretender,
drija-se a rua Dircita n. 14,
iVa rua Direita ti. i59,
vendem-se velas de carnauba refinada, mui-
to superiores, as quaes dao muito boa luz,
ditas puras de todos os tamanbos, de 6,8,
10 e 13 por libra, muito superiores em a
qualidade, e pelo menos preco do que em
outra qualquer parte, assim como lem urna
porco de saceos vasios para vender, por um
diminuto preco.
- Na rua da Cadcia do Recife, loj da
miudezas n. 11. ha para vender Iuvas ue se-
da amarella para senbora, com um pequeo
toque de mofo, pelo baratissimo preco de
800 rs. o par.
Vendo-sea heranca com posse as Ier-
ras de Apipucos, por datraz da caixa d'agua,
com grande casa de vivenda, e outra para
acabar, contendo um grande sitio e rico po-
mar de larangeiras, calezeiros o outras mui-
las fructeiras, bstanles trras de planta-
jes, e tem urna porc3o de-moradores que
pagam renda : quem pretender, dirija-se a
rua estreita do Rosario n. 31, armazem de
Jos Moreira da Silva, que todo o negocio
se far.
/>uvas de Jouviu.
Constantemente charlo na loja do Le-
conte, aterro da Boa-Vista n. 7, as verdadoi-
ras Iuvas de Jouviu, de todas as cores,
igualmente ricos pentcs de tartaruga da ul-
tima moda.
J\a lja das seis
portas cu frente, do Li*
v lamento
3000 rs.
Crtesele casemira com pequeo defeito
a tres mil rs., a qualidade he superior e tem
sortimento para escolher, palitos de panno
fino protos e de cores, com pequeo deleito
a 101000.
Vende-se no largo do Carmo, esquina
da rua de llortas n. 2, cevadinha nova a 240
rs., sag' a 320, espermacete a 680, assucar
brar.citem caroco bem alvo a.180, e-n arro-
ba a 5>200, macarrfio talharim a 180, cliou-
ricas a 600 rs., manteiga ingleza de 400 at.
10120 rs., franceza a 720, vinho engarrafado,
duquo lo Porto a 18200, de outros autores
a 151)00, oleo de ricino em meias garrafas a
500 rs gomma bem alva a 100 rs., em arro-
ba a 33000, peneiras de rame mais era con-
ta do que era oulra parle. No armazem de
Paula Lopes tem archotes para vender.
A o Preguica
QUE ESTA VENDENDO BA-
RATSIMO
Na loja do Preguica, na rua do Queimado,
esquina do becco do Pcixe r'rito n. 2, conti-
nu'a a vender-s> muitase diversas fazendas,
por precos baratissimos, entre ellas cam-
braias francezas, padres novos e cores fi-
xas, pelo baralissimo preco de 480 rs. a va-
ra, dilas de cordfo muito linas a 500 rs. a
rara, cassas francezas muito inas e de pa-
drees os mais modernos quo ba no mercado
a 640 a vara, chitas francezas de lindissimos
padres a 280 e 300 rs. o covado, mussulina
branca a mais fina que be possivel a 440 o
covado, lita do cor a 340, cortes de casemi-
ra de cor de lindissimos padres e superior
qualidade a 6/cada um, corles de brim de
puro linhode lindos padres. a 28400 cada
um, ditos de dilos a 25, ditos de algodao a
18360, ditos do cutim de lindos padres c
muito encorpados a 18600 cada um, lencos
de cambraia para niaoa 120, ditos mais finos
a 220, pecas de brstanha de rolo de 10 varas
a 28 cada urna, coilas escuras de diversos
padres e cores lixasa 140,160,180 e 200 rs.
o covado, e a peca a 58, 68, 6*500 e 78500 ca-
d umai cobertores proprios para escravos a
00 rs. cada um, grvalas de seda de lindos
padres a 18, ditas pretas de setim a 1J280,
ditas de cortes cm outro gosto a 700 rs. cada
urna, Iuvas de seda de todas as qualidades
para homens e senhoras, lencos de seda de
bons gostos, gangas mescladas de lindos pa-
drees a 600 rs o covado, cites de castores
de bonitos padres a 18 eda um, cambraias
isas finas a 48500, com 10 varas, ditas ditas
muito finas a 6/, e outras muilas fazendas
que se deixain de mencionar, e se venderSo
por baratissimos precos: e se darSo amos-
tras com penhor.
Venle-se na rua Direita n. 19, carne
do sol, pelo diminuto preco de 240 rs. a li-
bra, 280 e 320, li nguicas a 320 a libra.
--- Vendem-se quoijos do sertao a 400 rs.
a libra, sendo inteiro, e a retalho a 440 ; na
rua la Cloria, ultima taberna da esquina
quevolta para S. Concalo n. 95.
CAHVlO PATATE INGLEZ
para fogao de cozinha, e vende-se em casa
de Pomer, no aterro da Boa-Vista n. 55.
Na rna doArag-ao n. 56,
IS2d*-? superior manteiga ingleza a 720,
8u e 900 rs. a libra, dita Trancha a 640, ve-
as de espermacete a 72,0 e 880 o masso de 6
velas, gomma para engommar muito fina a
120 a libra, queijos do sertSo a 480 a libra,
macarrao.aletria o talharim a 480 a libra, de
tudo se dSo as amostras aos freguezes.
- Vende-se azeile de coco a 3/200 a ca-
ada, superio es queijos os mais notos do
mercado a 1a440, cha hvsson do Rio de Ja-
neiro de primeira qualidade a 18600, caixi-
nhas d: urna libra : na rua Uircita n. 8.
He muito ba-
rato.
Velas de espermacete a 120 rs. cada urna,
e cm caix-s do 25 libras a Iti?, c em lotes de
5 caixasa 15? ; deve-se preferir urna vela
de espermaeelo a de carnauba visto que a
difTerenca le 40 rs tendo-so boa luz c lim-
pe/a, lie nada. No deposito da na de S.
Francisco n 6, por ter grande quantidale
leste genero, be que vende por esto preco
RELOGIOS
Rua da Cadeia do Recife n. 18.
Ha um sortimento de RELOGIOS de to.las
as qualidades, tanto de Ol'ltO como de PRA-
TA, dilos FOLIAIIUS e DOURADOS, assim co-
mo para senhora, todos garantidos e por
precos commodos.
Cubre eni.moeda.
Vende-se constantemente na praca da In-
depenJciicia n. 4, a um e meio por cento.
Vende-se a verdadeifa jraxa ingle-
za ii. !I7, dos afamados fabricantesDary
\ Martin, em barricas de l"> du/.ias de
potes : em casa ele James Cialiliec & C,
rua d.i Cruz n. 12.
SECRETARAS.
As melliorcs que at hoje tem apparecido
a este mercado : vendem-se no escriptorio
do agente Olivcira, rua da Cadcia do Itecife |
n. 62, primeiro andar.
Pechineha sem
igual
Na loja da estrella, rua do Oueimado n.
vendem-se ricas fazendas do laa e 13a e se
para vestido de senhora, pelos baratissim
precos de 500 e 800 rs. o covado.o
A3$500
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, assim como potassa da Russia verda-
dera : na praca do Corno Santo n. 11
COM FEQIEM T0QIE DE AVAHA
A DIMIEIKO
Pecas de madapolao fino, ditas de algo-
dozinho liso muito encorpado, ditas de di-
to trancado e largo : vende-se na rua do
Crespo, loja da esquina quevolta para a rua
da Cadcia.
relogios de pa-
tente
mrjlezes de ouro, de saboneta e de vidro :
vendem-se a piecjo razoavcl, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Recife, armazem n. 10.
Taclias de ferro.
Na fundc3o da Aurora em Santo Amaro-
e tambem no deposito na rua do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de mari-
nha, ha sempre um grande sortimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas c fundas ; e em ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. Os preco
s3oo s mais commodos.
Methodo facilimo.
Na li-'raria da praca da Independencia n.
6e8, -'ende-se o methodo facilimo-para
aprender ler, novamente impresso e aug-
mentado, por mil reis.
CHAPEOS A TAMBERLIF
Do afamado fabrican :
Pinneau.de aris.
Acbam de chegar pelo ultimo paquete,
os su pa mencionados chapeos deste ala
mado fabricante, e vende-se na loja 4 portas, da rua da Cadeia do Recito i .
48, de Narciso Mara Carneiro.
Vende-se superior linhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Southall Mellor & C.a, rua do
Torres n. 38.
Arados de ferro.
Na fundc3o de C. Starr & Companhia, cm
Santo Amaro, acham-se Dar vender arados
de ferro de um modello e construcco muito
superiores.
Vende-se qneijo do .< ertao
a 480 rs. a libra, manteiga ingleza a 640,
queijo do reino a IsOO, 18600 e 1/900, fari-
nlia do reino a 120, gomma a 100 rs., lingui-
Ca do reino a 400 e 640, vinho do Porto en-
garrafado a 1800O, dito de Lisboa a 560, ba-
oha de porco a 520 : as Cinco Pontas n. 21.
Venda de
pianos.
Vendem-se muitos lindos e cxcellcntes
pianos, cliegados ltimamente de Ham-
bui go, c com lindos retratos no frontis-
picio : na rua da Cruz n. 53, casa de J.
Keller S C.
Pianos.
Em casadeRabeSchmettan&Comparihias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
(tamboreo.
Vinho do Porto
.superior chamico.
Vende-so nicamente cm casa de Rarroca
cV. Castro, na rua da Cadeia do R ecife n 4
TAI XAS PARA E.VGENHO.
I* f undipo de ferro da D. W. Bowmana a
rua do Brum, passando o chafariz, contina hi
dar umcompleto sortimeplo d* taixs de ferro fun
vido e batido de '.', > 8 palmos da bocea, as quau
icham-se a vsnda.por epreco commodo cora
promptidao; embarcam-s oucarragaa-s* mear
ro semdospeza ao comprador.
Sellins e relegios.
SELLINS e RELOGIOS de patente
Ingle* : a venda no armairm de
Koslron Kooker & Companhia, -
luin.i do largo do Corpo Sanio Da-
mero 48.
Deposito
de rapprinceza (|a fabri-
ca de E. Gasse, no Ro
de Janeiro.
Vende-se a preco commodo rape fino,
grossoameio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador : na
rua da Cruz n. *9.
Algodftozinho para saceos de assucar vende-se cm casa
de N. O. Biebcr n. 4.
N. O. liieber <& Companbia, ru d*
Cruz n. 4, vendem :
Lonas da Russia.
Idem inglezas.
Brindo.
Ulitis da Russia.
Vinho de Madcira.
Algodao para saceos de assucar
uelogios.
Os melhores relogios do ouro, patente in
glez, vendem-se por precos razoaveis, nn
escriptorio do agente Oliveira, rua da Ca-
deia do Recire n. 62, primeiro andar.
,' caas de ferro
l-.xcellenles camas de ferro para solteiros :
vendem-se no escriptorio do agente Olivei-
ra, rua da Cadeia do Reciten r.2, primeiro
andar. r
Agencia
da fundicao Low-ilo r,
rua da Seniaia Mova
li. 4'2.
Neste eslabeleciroento conlina'a a haver
um completo sortimento de tnoendas e meias
morradas para engenho, machinas do vapor
e taixas de ferro batido e coado de lodosos
lamanhos para dito.
Momhos de vento
com bombas de repuxo para rcirarhor ai aba
a decapim : na tundico de D. W. Bowman
ua roa do Rrm ns. 6 8e10.
Emcasa deSaundars Brothers C. prae
do Corpo Santn, i I .ha par indar o i uinu
rerro mglpz.
I'ixeda Suecia.
Alcatrao de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodolizopara saccas.
itoantranjado igualaodaBaki
.. umcoaipleto sortimento da fzandasproprio
para Carnereado : tudo por preco commodo.
Relogios
cobertos e descobertos, pequeos e grandes,
de ouro patente inglez, para bomem e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
l-iverpool. vindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casi de Southall Mellor & C", rua
do Torres n. 38.
Vende-se o ponto do pateo do Carmo
n. 18, muito acreditado para bilbetes e cRa-
rulos : quem o pretender*, dirija-so ao
mesmo. W
AVISO
aos ferreii^r.
F.POIRIER.Aterro da Boa-Vista"n.
Teir. para vender, a vontade do com
"" UHVA DE PEDRA
de primeira qualidade, por prceo com-
modo.
Moendas superiores
Na fundicSo de C. SUrr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se par vender tnoen-
das de canna todas de ferro, de um modello e
construcqo muito superiores.
Sclliiis
patente inglez.
Sao clipgados acharo-te a venda o rerdideiro*
bem conliecidos sellins inclrr.es patent : na rsa
do Trapiche-Novo n. 42, armazem de faiendia da
Adamson llowie & C.
Velas de esper-
macete.
Vendem-se caixas com 25 libras de ve-
las de 6 em libra, a" preco commodo cm
casa de Isaac Curio & C, rua da Cruz
n. 49.
Kviso aos senliores (le en-
genho e dones de ofli-
cias
Vende-se bolacha americana a 100 rs. a
libra: no paleo do Terco n. 21. dito da Pe-
ha n. 10. Tambem se veiulem cartas de
traques a 280 rs. a carta.
IECHA1ISI0 r"ABA -
1H0.
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W-BOWMAN. ,,A
RUA DO BRUM, PASSANDO O ollA-
FARIZ,
fia sempre am grande sormenln dos seguintes ob
jeclos demechanismosproprios paraeuuenlio as-si
er : moendase meias moendas, da mais moderna
construyo ; la i xas de ferro fundido e batida da
superior qoalidade e de lodosos lamanhos; rodas
dentadas para acua on auimaee, de todas a. nroiwr-
SOes;criyose bocas deforoalha e registros de bo-
eiro, aguilhoes. bronze,parafusos e evilhas,moi-
nhos de mandioca, etc. etc.
NA MESMA FUNDICAO.
seezecatam lodaa as encommendas com a superio-
ridad,, jaconhecida com a devida prestis eom-
modidade em preco.
XAROPE
DO
BOSQUE
l'oi transferido o deposito desle tarop para i na
tica dejse da CruiSanlos, narua Novan. 53'
Barraras 3500, e meias390OO, sendo falso tada
aqnelle que n,.f or vendido neste deposita,pao
tueseTaz opresenli aviso.
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
Para cura le phlyicaem todoiosseusdifleren
icgraos, qnermotivad* por consli parns, (ose
astlima, pleuriz.escarros desaucue, dordecos-
lados e peito, palpitarlo no corar .lo, coqueluche
bronchite, dorna garganta, e todas asnolestia
dos orea o > pulmonares.
&$ttsi>0i,fmi**$
lugio no dia 4 do corrente. do enfe-
nho Terra Preta, na comarca da Nazaretb, o
escravo Jos, cabra, de 18 a 20 annos, ca-
bellos carapinhos, sem barba, com marea de
fistola de um dente no Udo direito, dentes
limados, ps limpos, baixo c refoado do
corpo, levou urna pega em urna perna, urna
argolla de ferro no pescoco, foi montado em
um cavallo preto com cangalha coberta de
panno ; este escravo oi de um Sr. Minocl
Soares do sertao de Espinbeiros, da Serra
Branca, do lugar Coiabeira, eboje perten-
cente ao abaixo assignado : roga-se a quem
do dito escravo souber, que o faca apprehen-
der, o remclle-lo a seu senhor, que ser ge-
ner"*"mei,te recompensado, elle tem mJi
vendida no sertao dos Patos, de nome (^i-
thartna Alejandre Correia de Castro
---Continua a estar fgido o esclavo cr'i
oulo de nome Lourenco, de idade 25 auno
pouco mais ou menos, comprado ao Sr. Dio-
so Soares Carneiro de Albuqu-rque, mora-
dor no engenbo Ramos, comarca do Pao d'A-
hio, o escravo tem os signaes seguintes: cor
preta, altura rogular, rosto coroprido, seceo
do coipo, barba pouca, tem urna das pernas
mais finas do que a outra, e nesta mesma
perna lem umi cicatriz do lado de Tora, le-
vou vestido calca de casemira cimenta e cla-
ra, camisa de algodaozinho azul escuro, cha-
peo de palha, tudo isto ja velho, traz no Des-
coco dous rosarios, um de conlas brancas e
outro pretas, ambos atacados com clchelos :
a pessoa que o pegar, dirija-se a rua Direita
n. 3, que receber 50/ rs., de gratificacSo.
No di, 12 do corrente m.T f." do h"el "
2 m! "1* lm- """"de An"ol 54 a
a) da idade, baiso, pernas tortas e ara aso eres-
JJ cido no hombro dueiln. Aqnille que o oren-
f u 8raS d,", holel "''8'n'ro.amen- #
;.j le recompensado.
**^$*^S*-9ja9-<3aea Fugio da Soledade, no dia 10 de ja?ho
lindo, a escrava Francisca, com os signaes
seguintes : altara regular, cheia do corpo,
tem urna cicatriz no rosto do lado direito.
proveniente de um Ulho, e no do esquenlo
urnas borbulhas. testa canliada, represent
ler 24 annos de idade, consta que dila es-
crava anda scrv.ndo de ama com o nome
trocado, e diz ser forra, foi vista no Hospi-
cioi: gratifica-se a quem a pegar e leva-lala
Soledade, casa n. 30. F
Desappareceu na noite de 2 \\o
corrente me/, le julho, urna muala de
nome Rosa, com os signaes seguintes:
alta, de boa estatura, corpo relorrado.
tem duas cicatrices bem visivel no quei-
xo do lado esquerdo, cor alvacenta c
meia desbotada, cabellos meio carapi-
nhos e cortados, idade 2. anuos pou-
co mais ou menos, com urna cicatriz
de queirnadara um imjuco apagada no
braco direito levou argolas de ouro na$
orelhas, um roupo de riscado de quaj.
dios encarnados, um vestido de cana
amarella, um dilo de cassa cor de ro-
sa, um dito de chita azul, nm dale
de la azul, um dito de cassa branco,
um par de tamaa de cotiro bran-
co e sapatos de como preto: pcdtxsc,
portanto, a todas ns autoridades poli-
ciacs e capitn de campo, cpic a a-
cam capturar, que se pagaia" toda c
qualquer despeza e gratilicaro, c a cn-
tieguem nesta pra;a, na rua'do Cabuga'
loja n. M, de Serapbim A Irmo.
Antonio de Paula Souza l.eSo.
AlfeiirA".
100S000 rs. le gratificacSo.
Conlinu"a a eslar fdgido desdo o da ti de
Janeiro prximo passado o escravo Jos, cri-
oulo, de 18 a 20 annos de idade, altura re-
gular, com panno no rosto des dous lados
eos lornozellos bolados para f>ra por causa
le bobas, tem as cosas retalhadas de chi-
cote, lem um andar de quem anda estropia-
do : quem o pegar Irve-o a ru da Guia n.
0i que recebera a gratihcacao Scima decla-
rada.
PERA'. TYP. DE M. F. DE FARU 1857:


MUTILADO
'


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