Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06556


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Full Text
ANNO XXXITI N. 152
ffl

-
Por 5 mezes adiantados -i.s'OOO.
Por 5 mezes vencidos 4*500.
TERIJ.V FEIR4 7 DE JILIIO DE Wil
Por anuo adiantado 1.">.S'000.
Porte franco para o subscriptor.
E.\CARREADOS DA SUBSCR1PCAU DO NORTE.
Parabiba, o 8r. Joao Rodolpbo Godmi ; Natal, o 8r. Joaquim
1-Pereiri Jnior ; Aracity, o 8r. A. de Lemas Braga ; Cea-
ra'. o Sr. J. Jote de Oliveira ; Maraobao, o Sr. Joaqun) Mor-
que* Rodrigues; Piauhy o Sr. Jote Joaquim Avelioo ; Pa-
r, o Sr. Justino J. Ramoi ; Amuooai, o Sr. Jernimo do
Coau.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olim'p : lodos os dias, as 9 e niciti horas do da.
Iguarasan ', l.oiauna c l'arabiba: Bal segunda c nntrtl fUm
S. Autao, lli .-rin-, lloiliu. Camera', Allintio c eraliliuns : i i.rr,i-[.irj.
S. 1-ourc uv., Pa "l'Aiho, >iaiareih, Limoeir, Brejo, Peaeeeica, lotttaira,
Flore, Villa-Bella, Bua-Viau, Ourcurv e En", nasquarlao-rriai.
Cabo, IpojUca.SerinbeB, Rio Formosu, L'iia, Barrciros, Agua-Preta, Pi-
menleira e Malal: quinu-leira.
, Testo oa correio partem a, 10 horas da manbea.
AUDIENCIAS DOS TRIBDNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commereio : segundas a quintas.
Rtlacau : tercas tetras e sabbados.
Fazenda : quartas e aabbados as 10 boras.
J uno do commereio : segundas as 10 boras e quintas ao meio dia.
Juilode orpbut i segundas equinusas 10 boras.
Primeira vara do civel : segundas e testes ao meio dia.
Segunda ara do elvel ; uarlas e sabbados ao meio dia.
EPHEMEIUDF.S DO MI'./ DI'. J I 1.110.
7 La cbeii as 4 horas e 21 minutos da manlia.
11 (Ruarlo minguanteas 10 buras e B7 minutos da manbaa.
21 La nova as 3 horas e 33 miuutos da nianha.
28 (>uarlocretcente as 6 buras e 55 minuto da tarde.
PHEAMAR DE HOJE.
Primeira as 1 horas e 30 minutos da urde.
Segunda as 1 borat e 51 minutos da iu;uhai.
DAS DA SEMANA.
6 Segunda. S. Domingas v. m. ; 8. Iras propb.
7 Terca. S. Pulcberia v. iuiprratriz.
8 Juari.i. S. Antonio b. ; Ss. Procopio e Friacilla mm.
9 Quinta. Ss. Cyrilloe Bricio mm.
10 Sei a. S. Silvano m. : S. Biauor ni.
11 Sabbado. S. Sabino ni. ; S. Abundio ni.
12 Domingo. 6. S. S. Joao Gualberl ib.
E.NCABREGAD'S DA SLBSCRICAO NO Mi.
Alagoas, oSr. Claudino Ka Icio Das : Babia, o Sr. D.
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Atarnos.
Duai
EM PEKNAMBLCu.
,.
PART OFflOIAL
MINISTERIO DA MARIMBA.
RELATOHIO
Do ministerio da marinha apresentado a
assetnblea geral legislativa na primeira
sessaoda decima legislatura.
(Contmuaeao.)
Censo marilimo.
U segrete resumo, ixtrahido doa mappai imiexos
a cale relalorio, vos dar' un Idea da oivegac,3o
nacional, tanto de longo curso coreo de eabolagem,
da pescara, s do (rafteo dt porten ros.
Anuo de 1856.
Para'.
Kmbarcac,6es :
l)a eabolagem 26
Doa Infegot dos portos, rioe, etc. 857
De pescara 58
Peaaoal:
De cibolagarn
Do Irafego dos portos, ros, etc.
De patearla
l.ivret
Escravut
Maranhao.
Embarcares :
De longo corso
De eabotagem
Do trafago doa portos, ros, etc.
Petraal :
De longo corso
Da eabolagem
Do lrafego dos portos, rio, elr.
De pescarla
Livret
Escravos
Pirnarabuco.
Erobareacei :
De longo curto
De eabolagem
Do irfego dos porloi, ros, ele.
De pescara
Pessoal :
De longo curso :
De eabolagem
De Irafego doa potlu, rios etc.
De piscara
Livret
Escravos
Alagoas.
Embarcar,))!!
De eabolagem
Do irafego dos portos, rios, ele.
De peaearia
Petsoal :
De Cabolagem
Do (rafego dos porlos, rio, ele.
De petes ria
l.ivres
Escravos
Sergipe.
F.iubarcarui- .
De longo curto
De eabolagem
Do Iraleg dos porlos, rios, ele.
De pescara
Petsoal :
De longo curto
Da cabolageui
Do miago dos porlos, rot, ek.
De pticaria
Livres
Etcravos
Baha.
Embarcarles :
Da longo curso
De eabolagem
Do Iraf-go dos porlos, rioa, ele.
De pescara
Pttaoal:
De longo curto
De eabotagem
Do trafago dos porto, rios, ele.
De piscara
Livret
Etcravos
Rio de Janeiro.
Embarcacei :
Da longo cura
De eabolagem
po Irafego dos pojlo, rios, ale.
De peaearia
Petsoal :
De longo curso
be cabolagem
Do trafago dos porlos, rio, ele.
De peleara
Livres
Etcravos
Paran
Kmbarcsfoei
De longo curto
De cabolagem
Do Irafego dos porloi, riet, ele.
De pescara
Petsoal :
De longo corso
De cabulagem
Da Irafego doa p orlos, rtoi, etc.
Da piscara
Livret
Etcravos.
Santa Calliarini.
Erubtrcae,e :
Da eabolagem
Do Irafego los potloi, rios, ale.
De pateara
PeitoM :
De cabolagem
Da Irafego dot porl os, rios, el.
De pescara
Livres
Etcravos
Itiu Grande do Sul.
Embrcameles
Da longo corso
Da cabolagem
Du Irafego, dus portus, rios, ele.
De pescara
Do Irafego dos portos, rios ele.
De peaearia
14,430
7,758
1,566
28,097
1:2,169
Livres
Etcravos
No periodo da 1834 a 1856, itto ha, dos tres lti-
mos annot, dao os mappas exilente! os seguales re-
sollados comparativos:
Para.
Embarear-des:
De cabolagem meos 161
Do Irafego dos porlos, noi, ele. mait 402
De pescara menos 51
37 De pesearia raeuos 44
SM9 ___
997 Diiniuuii..i 1
112 Pessoal :
mi i. De longo curso mais 117
1,385 De cabolagem mait 62
776 Do Irafego doa porto, rios, etc. meoot 49
609 De pescara Alagoas. mait 20 Augmeulo 150
9 Embarcarles :
54 De cabolagem menos 105
793 Do trafago dot porlot, ros, ele. mais 254
810 Di peleara menos 84
1,666
2,996
2,564
432
31
1.080
139
1,250
515
486
353
1,254
1,172
82
1
72
316
40
429
12
720
55
128
3,328
167
2,329
3.589
3,863
9 948
7,752
2,196
:i8
363
1.452
1,201
3,054
16.122
8.765
7,357
9
16
48
128
334

910
221
70
1,231
860
371
11
217
1,153
206
1,620
Pessoal :
De longo curso 137
De eabotagem 1,202
D j Irafego dus porlos, rios, ele. 1,562
De pescara 335
.1 296
Livres 2.209
Escravoi 1,087
Kesuiiin geral das 10 provincias.
Embarcares :
De 1 ungo curto 86
De eab -ligern 1,172
Do Irafego doi porlos, rio--, ale. 7,821
De pescarla 4,108
PeMoal :
De eabolagem
Do trafago doa portos, nos, ele.
De pesearia
Maranhao.
Embarcarles :
De longo corso
De cabolagem
Do Irafego dos portos, rioa, etc.
De pescara
Pessoal :
De longo cono
Da cabolagem
Do Irafego dus porlos, rioa, ele.
Di pesciriu
Pemarabuco.
Kmbarcacu.
De longo curso
De cabolagem
Do Irafego dos portos, rioa, etc.
Augmento 187
menos 1,026
mait 1,332
menos 126
Augmento. 180
menos 3
mais 5
meos 136
inenot 231
Diminuirlo 365
menos 46
mait 58
mais 378
menos 264
Augmento 26
mait 6
mais 1
mais 36
Petsoal:
De cabolagem
Do irafego dos porlos, rios, ele.
De piscara
Baha.
Ue longo curso
De cabolagem
Do Irafego dot portos, ros, ele.
De petcaria
Pewoal:
De longo corto
De cabutagem
Do Irafego dos porlos, rio, el
Ue pescara
Rio de Jauetio.
Embarcacoe* :
De lougo curso
De caiotagem
Do Irafego dos porlos, ros, ale.
De pescara
Pessoal :
Da lungo curso
De cabolagem
Do Irafego dos porlos, rios, ele.
D piscara
Parau.
r.mliarcaces :
De longo curso
De cabolagem
Do Irafego doi porlos, ro, ele.
De petcaria
Peisoal :
De longo curso
De cabolagem
Do Irafego dos porto, rioi, ele.
De pitearla
Santa Cilharitia.
Embarcacis :
De cabolagem
Do Irafego dos purtos, nos, ale.
Uo pescara
Petsoal:
De cabolagam
Do Irafego dos portos, rios, ele.
De pescara
Augmeulo 65
menos 178
mait 153
menos 484
Diminuirlo 509
manos 2
mais 59
ruis 94
mais 417
Augmeulo 568
ramos 38
mais 292
mais 891
inais 2.128
Augmento 3,'273
mais -)
menos 3
"lilis 110
mait 30
Augmento 139
mais 63
mais 106
mais 306
menos 112
Augmento 362
menos 1
mais 3
maia 30
mais 104
Augmento 136
mais 33
mais SO
mait 52
mata 220
Augmeulo 357
mais
mais
mais
Augmento
man 7:1
mais 86
mais 3
Rio Orando do Sul.
Embarcares :
De longo curto
De cabol.-igem
Do Irafego dos porlos, ros, ele.
De petcaria
Augmento 112
Peatoal :
De longo curto :
De eabolagem.
Do Irafego dos portus, rios, ele.
De petcaria
IllUUU'e.'lo 251
maia 76
man 794
menoi 627
man 93
Augmeulo 336
Resumo geral das 9 provincial.
Embarcares :
De longo curto.
De cabolagem
Do Irafego
Da pescara
mais 10
mais 8
mait 451
mais 34
Pessoal : Auvml* m
Da longo corso m,s .JOtj
De cabolagem m -i)
Do Irafego dos pollo, nos, ate. mais 2 372
De pescaiia mau 1<178
Augmeulo 4,287
Praticagem das barras.
So iias proviuciat de Sergipe, Penumbuco, Ma-
ranhao, Para' e Rio Grande do Sul, o servido de
pnticigem das barras esla' regulado por disposiedts
do govemo geral.
Era Sergipe observa-te provisoriamente o regula-
menlo oa prali'agem do Rio Grande. Esie servido
"aquella provincia anda se acha imperleilo. por
falla da experiencia e de alguns meios maleriaes.
O decreto n. 1.457 de 14de oulubrode 1851 eoo-
cedeu a' rompanhia denominada Srrgipense privile-
gio isclusivo por 12 anuo-, com urna subveor.lo de
12 conloa de res innuaea, para facer o servico do
reboque as barras deisa provincia, por meio de
bascas de vapor. Esle servir", alenlo o auulio
prestado pelo govemo, deve licar sojeilo t dispusi-
eres gerars drsle ministerio, harmonisandn-se com
o da praticagem, que he feilo por embarcarles de
vela. Nesle sentido organisou-ae all um legula-
lamenlo, que foi pelo presidente su|eilo i approva-
o do governo, e se acha depeudenle do exaroe da
commiseao de melliuraiiieiilos do pessoal e material
da armada.
Km Pefnainbuco esla em expcuro o regolamen-
to anneio -o avi Informa
panha, qoe para este fim oblave privilegio exclusi-
vo por 15 anuos. Y
Requereu-se por parle da compaohia, que stos
vapores fcassein dispensados de pagar a taxa da pra-
licagem, urna vez que foasem commandados por pra-
tico da barra, ou liveasem a bordo om meslre com-
petentemente habilitado para servir de pralico, vis-
to que de nutro modo seria luuilo oneradu o com-
uieiciu da provincia, tendo da pagar nSo > o tem-
i de reboque, mas lambtm o da praticagem, an-
da que den s nao aproveite.
Ella pretcncAo foi diferida nos seguintes termos :
1., que, na entrada ou aahida do porto do Hecif,
os navios qoe, alando oaa condic,oes do regulameu-
lo de 38 de fevereiro de 1854, forem rebocados pe-
loa vapores di compaiihia, fiquem isenloi do paga-
mento a taxa de praticagem, ama vez que o vapor
rebocador aeja commandad por pralico da barra,
ou 'enlia a seu bordo pessoa competenlemente ha-
bilitada para etsa profitio, em conformidad do
ini'-ino rrgul.iineiilo ; 2., que no cato de so nao ve-
riliearem as condires cima ditas, e lerem os va-
pores da companhia de recorrer as toas entradas e
tahida aos pralicos do servido do porto, como de-
vem fater os demais navios, lera' dispensada a la-
xa addicional marcada uo arl. 47 do rrgolameuto
de 28 de fevereiro, te tomarem orticos de tua at-
Ci.IIm.
No Maranhao he a praticagem regalada proviso-
riamente pelat dispo-ieee anuexai ao aviso de 22 di
telembro de 1852, alteradas pelo aviso de 19 da de-
zembro da 1854, nos arligos lelalivot as taxat.
Pende da oame e approvarao um novo regula-
menta confeccionado palo respectivo capilo do
porto.
avito de 21 de maio de 1853 elevou a seit o nu-
mero de pralico*, e a irai o oe praticanles, fizado
pilo regulamanto de 10 de feveniro de 1832, para o
porto do l'ai .i.
Etiei pralico, alem do que receben] dos particu-
lares, leem um ordeuado, concedido pelo governo
em alinelo ao pequeo reodimenlo da praticigem
e a sua grande responsabilidade ; mas anda asura,
informa o capilao do pono, nao atlarem elle bem
retribuidos.
Trata-te de rever aquello regulamenlu, e eniao te
providenciara do modo que parecer mait convenien-
te para melhorara ron nr.in deta erepregados.
O avito de 33 de julho de 1853 dispoz, que nos
vapores da coinpanliia do Amazonas embarcassem
Irea apnndizes pagos pelo governo, para se habili-
tarem na praticagem d'esti no al ao porlo de Ba-
aos ;parece convmiente, como propOe o capilSo do
Porlo, que pelo meuos ae eleve a qualro o numero
desle apreudizes, comprrheudendo-se oa apreudi-
zagem a uavegaeo da barra do Rio Negro al
Nauta.
Existe no porlo da Laguna um servicode pralica-
ge, que em parle he manlido pelos cofres pblicos
e que u3o esta' convenientemente regulado. Esla
despeza deve cetsar com o regulamento que brevi-
menle sera' expedido.
Ja existe lambem o regulamento para a pralica-
gem do porlo de Parauagua'.
Carece de ser alterado o regulamento da barca do
Kio Grande do Sul, excedido em 30 de abril de
184b.
As circunstancias cada vez maisdiflit-ei' desla bar-
ra, e o aei viro da rebocagem que esta' a cargo do
govemo, demaudam novas providencias.
O rend memo do vaioi Csmacua empregado na-
qoella barra, no he aufTiciame para o sau co.leio,
Cobra-se por esla servir i a laxa, qua prrcebia a ex-
mela companhia denominadaProgrrsso, com o
'batimento de vinle por cenlo. Parece conveniente
elrvar o preco co mesmu tervico, como prope o of-
licial director da praticagem.
CoHlinuar-se- ha.)
TRIBTJNAX. DO COMME?.CIO.
SESSlO ADMINISTRATIVA EM 6 DE JULHO DE 1837
Prctiitncia da Exm. Sr. desembarga/Sor
Soulu.
As 10 horas da Manilla, achaudo-te presentei
o Srs. depolados Re^o, Bailo, l.emus e supplenle
Ramos e silva, o Sr. presidente abri a tessao : e
sendo lida a acta da ultima, fui approvada.
Nao liouve expedienle.
DESPACHOS.
Um requerimenlo de Gregorio Anlunes da Olivei-
ra, brasileiro, de 43 aunos de idade, pedindo paten-
te de agente de leiles.Haia vista ao Sr. desein-
birgador li-r.il.
Oulro de Jos Gonjalve Malveira o Marcellino
Jos de Oliveira, informado pelo Sr. desembaigador menlo dorredilo publico.
Bical, pedindo rigislrar o seu contrato social.Re-
silu ii-Ao, nao profes possivel a' miiiht entrada para o ministerio. Vpoia-
doa.i
Senhoret, nSo entrarri na quastao poltica, ella
foi debatida tao magnificamante, a --ilu.ir.ln he lao
favoravel ao desenvolvimeolo dot interesses do paz.
que, como memliro do miiiitlerio, nao lenho mais
do que agradecer a' cmara dos Srs. deputados o
apoio que Ihe promrtte.
O honrado depotado pela provincia de S. Pau'o
traan lo das mullas opimes anteriores.... e a' pro-
posito disto occorre-me um aparte que vem hoje no
' Jornal do Commereio. no qoal se me faz dier
qoe en nao quera refonuat. Oulri deveria ser a ex-
presado ; o qoe lenho dito, o qoe anda di.o nesia
cmara agora he qoe nunca quiz reformas e'ianciaes
na conlituic.ao : e qoe hoje nao jalgo nenhumas ur-
genles. Mas nao diese que nao qoeria reformas ; al-
gumas havia, algumas ha ua idmiuistracao que sao
neceas riss.
Vmn voz :Nonca foi roostiluinle.
O Sr. .Vi'/iis.To da t'azenia :Por cerlo qae
nlnca o fui.
O honrado depolado pela provincia do Rio de Ja-
neiro, que oovi com mullo prazer pela habililade
que moslroo no seo discurso, pondo em contraste as
minhas opinioescom as de um mu amigo pela pro-
vincia do Kio Grande do Sul, pen-ou qu eu tinha
tal persuasao da solUceneia dos capitaes do paiz que
nao soppunha a oecessidade de nos aproveilarmos
dos capilaat eslrangeiru, e eotao dase que eu etlaria
m upposiao com a propotla do meu nobre amigo
que pedia garanlias a empreslimo estraugeirus.
O nobre depolado nao cornpreheudeu bem as mi-
nhas opinies ; eu o nao poda dizer, a nem nunca
se pode dar o faci de qua em paiz uovo coreo o nos-
ao, com um campo immenso a explorar, com lanas
obras a emprehender, com rouilos melhoramenlos a
realisar, pudesse lar os capilaes tuflicienlrt. Paizes
na siluacao do uosso precisam sempre dos capilae<
eslrangeirus ; e oat'os que os lem em mais abundan-
cia, mais adiantados que o nosso, como os Eslalos-
L'nidos, a Austria, os leui precisado. Apoiado-.
O que eu dase, e anda sustento, he que os capi-
laes do paiz me parecen) saflicieiite para as obras
emprehendidas e approvadas : me paretem tolUeieu-
lei para at estradas de ferro coree^adat e para pou-
cas ootras que ha emprelienlidas, e que lem de er
feilas no decurso de algn* anuos ; mas ist > nao qoer
dizer que sejam suflitienles para todas as obras, para
lodat as emprezat, para aa grandes vas d commu-
nicacSo que podem e virSo a projeetar-se, e que se
devem levar a eff-iio qoaodo iivermot os meios na-
cessarioa para execula-l;,s.
Senhores, no correr do mea di-curso eu hei de
desenvolver melhor esta minha opni.lo; hei de mot-
Irar como he que os capitaea do paiz sSa baslaules
para esta* obras, se nos limilarmos por em quaiilo a
ellas e nao formas emprehender novas sera a pru-
dencia necessaria. (Apoiado-.' Ha limites denlro
dos quaes nos devino* circumsciever, a menos qoe
po-samus obler capilaes eslrangeirus, e dentro des-
ses limite- ha ii.nii i laaior espado do que Ulvez o
suppoe aqu lies que desconfiando dos nossos meios,
oppoem embneos aos progre6sos do imperio,
i Apoiadus.;
Lm meu nobre amigo pela provincia lambem do
Rio de Janeiro que huutem fallou eom a hahilidade
que cosluma. e cujo magnifico discurso produzio
rouita sensato na caa, divergi um pouco das mi-
nhas opinin financeiras. Eu OS di'Culirei as do
mea nobre amigo, qoe mui'o respeilo no ponto de
visl em que eile as aprtseutou, mas no ponto de
vista pralico, que entendo que he o mais conven en-
te ; diseuli-las-hei no poni de sua applicai,ao ao
paiz, em que podemos examiua-las com mal* fiuclo,
e melhores resultados.
O hjinrado deputa lo pela provinria de S. Paulo,
e os nubres depo ados qua nenien fallaram rom re
i i-i mi .i earealia das (ohsislenrias, tacaran em um
ponto por cerlo qoe he mullo importante e melindro
ao. O geneos alimenticios eslSo em verdade mullo
caros, e este he o lado mais leniival, nao s ao actual
reinsslerio, mas a alguns dos i......slerios anteriores ;
he de omina diiliculd.. < dar prompto alliviu u po
pularo do paiz, alliviu que nao sci a miiii-leridlae-
tual procura dar, e faz para esc lim lodos os esfar-
Sos, mas que acredito que os anteriores lambem pro-
ruraram faze-lo e empregaram muitos ealorCM.
(Apoiadus.
Senhores, qual he a razao da cares! a dos gneros
alimenticios ? A* caoaat sao diversas, e eu aponla-
rei ae mesmo lempo quaes os meios de que o go-
verno laura m8o. 1-m lineado, ou pretende faze-lo ;
eenirarei depois na grande queslao do deseuvolvi-
gislre-te
Oulro de Edward Heberl Wyal, pedindo registrar
a procurarlo que deu a lto Plesmann. Regis-
(re-se.
Oulro de Rooker & Companhia, replicando sobre
o despacho deste Iriboual de 35 de julho prximo
pas-ado.Regislre-ie, euten leudse queateguuda
parle do arl. 12 dn contrato eocial, nao encoulra a
lisposirao do arl. 292 do coligo commercial, prin-
cipalmente vitla da declarado ftila ca replica dos
aopplicanlet.
Foi prsenle a colac.ao ofllcial dos precos corren-
lea da praca, relativos a semana linda.Mindou-se
archivar.
I' iir,iiu lambem presentes os mappas dos trapiches
Pelouriiilio e Novo, a dos armazent alfandegados de
Joao Baptisla Medeiros. Manuel Antonio Ribeiroe
Manoel da Silva Braga.Archivem se.
Nada mais haveudo a Iratar, o Sr. presidente le
vantoo a tistao.
SKSSAO JODICIARIA EM 6 DE JULUO DE 1837
Presidencia do Exm. Sr. desembargaior
Souza.
Etliveram presentes lodos os miembros do tri-
bunal.
Julgamento.
Embargante, Mauoet Antonio dos Sanios Fonles ;
Embargados, Joao kaller & Compauhia e oulros.
I-ora m desprezados os embargos.
Appellante, Vicente Pendra da Olla.
Appellados, a viova e herdeiros de Jos Firuan-
dea Eiras e Fernaiides Silva & Companhia.
Kicuu adiado a pedido do Sr. depalado Reg.
Peutagtm.
Do Sr. detembargador Villares ao Sr. desembar-
gador Gilirana a appellacao rn sao :
Appillaule, D. Mariauna Dornlha Joaquina';
Appellado, Manoel Pereira Magalhaes.
E mait nada havendo a Iralar, o Sr. presidente
enrerroii a seisau.
O secretario,
Dr. .iprigio (himarSet.
IITERIOH
RIO DE JANEIRO.
15 de junho.
Nao sendo possivel publicar hoje a sei-o da cma-
ra dos Sis. depulados de 13 do crranle, aqoi publi-,
mos o discorso pioferido netsa tesao pelo Sr. inini
tro da fazeuda, para pre-entar a cmara e ao paiz
toa opimao sobre ai qursles que mais prendero a al-
lenr,ni publica, as ques'es econmicas.
O Sr. ministro ful ouvi lo com o manir inleresse, a
em geral psreceu a cmara adherir as upiiaipor S.
Km-, manifestada, Eia o discurso : ..'attaaia
O Sr. Souza Franco ministro da faaSftdjjf^-.Mo-
a palavr, Sr. presidente para explic|r-ie sB ni-
gumas queslesa retpeilo das quaes me iKletella-
ram alguns Sr<. depilados, a com especaiidade o
digno depui.i'lu por S. Paulo e dous nubres depura-
dos pela provincia do Rio de Janeiro- re por lano
hreve, e lniniar-ire-hei prinripalrnenle as qoetlei
fioanceiras. Nao poseo com ludo, asando da palavra,
llenar de fazer algumaa obser vaciie at expresset do
Entre ai causa* que concorrem para a alta dos
viveros, urna, que he lambem a razao geral para a
alta de lodos os valores, consiste na baixa do valor
do ooro. Desde que < ouro, em conseqaencia da
maior qutnlidade fornecid pelas minas da Califor-
nia e Australia, lurnou-se mais abundante nos
mercados, a coosequencia foi a tua maior barateza,
ou que urna maior parra i de ouro se da por urna
menor porcio dos objeclos que se compram ; islo
he, os objecios (eri.aram-sa mais caros, porque he
preciso maior abundancia de ouro para cmpra-
los.
A abundancia do ooro he boje fado verificado em
lodos ot raeicudos ; os economistas desde muiloa
annus o assignalsin, e eu metmo que eterevi nesle
sentido em 1849. dizia enlao que esla abundancia
Irazia modificacao em todos os valores. Se em ver-
dade o recelo exagerado de ilguns ecouomslas nao
t-m sido verificado, se esta alleraro dos valores nia
lem aido tao grande como se supp'oz, e isto por di-
versos mu.vos qoe nao he occasiao Je explicar, to-
dava, o fado he que a baixa do Valor do ouro, qae
he o podri do vlor em Keral, lem contribuido em
parle para a subida de lodos os outros valores,
porttil i lambem para o dos gneros alimenticios
mire no*. A este nspeito os governos nada podem
lazer.
A segunda caosa he. em minha opinio, a Talla de
populac.iu, a diminuir.i da uopulacao trahalhadora
do imperio, e a applicacae de parle da existente .i I -'aquella.u
producto doa gneros de oxportaran, leudo aban-I Ninguem tire dos meu
debaixo de um ponto de vista pralico, e nao no pon-
i de vista theorico em que lem sido encarado.
Quaes Ao os reclamas. a queixa actoaee da i opo-
lac.io '.' Eximinemo-lot, vejamos o que elles leem
de real e verdadeiro, vejamos os meios por que po-
dem ser altendidot e satisfeitos.
O priraeiro reclamo he contra a alia do jaro ; etli
simples enunciado nao pode encontrar objerr i al-
guioa ; o joro alto he grave obstculo a pro torran,
e quando pasaa de eerlos limites impede que o em-
prehendador tenha lucro, p >r con-equencia impede
que elle Irahallie. impide qua elle produza...
O Sr. Dantas :Mata a indu-lnas.
O Sr. Ministro da Faztnda :Se o3u mala, pe-
lo menos desanima t.s industrias.
O segundo reclamo, o segundo doa males que se
sent, e contra o qual clmate de todos os anzolo
do imperio, he a curleza dus preso*. Diz-se : Ha
descoutns, e em al&oma abundancia o dinheiro,
mas core prazo* lio curtos que, podando satisf.zer
certas uecessidades, principalmenle os do commer-
eio, nao satt-l'a/. as das oulra industrias. O pro-
prio commereio nao se rt por aalisfeito, porque na
nossa ispecialidade os contratos de venda commer-
cial sao l'eitos por mais longo prazo. >
Ot prazoa curios, po leudo satisfazer at coito pon
lo as oecestidadet do commeicio. nao satisfazem as
de todas is ootras industrias ; logo, os reclamo qoe
da {parle do commereio podem ser al cerlo poni
ra/.oave *, o sao aere duvida algum quanlo aquellas
iudusirias qiie n3-' leem para as supprir de crdito
eslabelecimanios apropriados, e que, pois, fdlecem
por falta dos capilaes de que precisam, como eio a
indu-lna fabril, a industria reanufactureira, essa
que lemosem cuneen, e tobretudo a industria aer-
cola, que he a pnucipal fonle da riqueza do impe-
rio. (Apoiados.)
Ainda ure terceiro reclamo. Diz-se igualmente :
o INao ha em lodos o mercados o meio circula ule
necessario, nao ha o sulliciente para a transarme-.i
Isto, -eui.ore-, he por ceilo um inconvenieule muilo
grave.
Ha dout meios de supprir os mercados do meio
circulante preciso, e o acomino lar a variadas exi-
gencias, segundo as poca-, le maior on menor no-
mero das transieres. Ou o governo os soppre, co-
mo fazia entre nos anleriorrueute com a eiuissao de
not-s do thesooro e cuulio dos metaos, nu sao os
mercados qoe le supprem a si mesm-is por m-io de
ealabelecimenlos bancarios, que imporiam ou expor-
lam os metar-, e I un; ni lo na c-r.-uiaro maior nu-
mero de] leus bilheles, ou oa retirando segundo as
exigencias dn mercado, soslentam o equilibrio ne-
cessario entre o supprireenlo e a procura do metmo
rneio circulante.
Nenhum destes meios he o que nl hoje adoptado
no imperio, porque uem o thesonro emule mais li-
las, e pelo contrario relira at suas gradualmente dos
mercadas, e ueiu o supprireenlo he deix.d i livre
aos mesmot mrcalos para que por meio da liberda-
de da ereitsu a proporciouem a exigencias do dia,
expandindo-a, ou a coolruhiudo segundo -s le* eco-
nmicas.
Os mercados 3o actualmente supprdos de maio
circulante pelo Baoco do Brail e suas ra xas filiaes.
que, leudo o privilegio da emissao de n.il.s r-cebi-
veis na- estacos publicas, leern igualmente a mi'-a
le lornecer os merca los do meio circ.uiant* preciso.
Se a qoeixas sao I un la la-, -I la se di, igem ao Banco,
e coinludu uAo taro outio alc-nce mais do que fa-
zer rrconh err tacanas na organisaciu actual do cr-
dito publico.
O Banco do Brasil c suas liliaes nAo sao leno es-
labelecimeuios de crdito comineicial adoptados pa-
ra o lim de supprir o' mercados rommercues com
u crdito que precisare, e aos pr-zos curiotqoe >
da esseuria dos Bneos do commereio, e cora espe-
ciaii.lade dot Banco* de amitsu cun d privilegio de
seren suas aulav reoebiveis as esiaces publica-.
Sahiiiam pois do seu programla, se fossem modili
cados no se-nido da f.niiecer capilaes a prazos mais
longo! aquellas iiidustias que os exigen! ueslas cuu-
dicoea.
Limitados porlanlo aos desconlos a cortos prazoa,
e na.i leudo Oceaaiil de linear notas na circolacao
seno inprslaiido-as sob ululo que se thes apre-
sentare, nao pode a sua emiesao exceder nunca a
soinma dos sius descont, e esla restringida pelot
seus limites. O' mercados que possam admillir as
,on hrne- dos Bancos, e s-rvir-sa Jo seu crdito, Mo
de ler a eui.-ao precisa ; ot que nao se servirem do
crdito commercial seno em pequea escala h3o de
sentir falta de uolat para as lraiisacr,es de toda ..-
oulras in huiras, e ser evidente a ueceaidade de
outros estabelecimentos, qoe nao tao tmenle o
comroerciae*, para o duplo fire da fornecer capilaes
as industrias e meio circu .ule aos mercado.
Senhoret, lem-sa dito que a alia dos jurot, a alta
do proco do capital, he o resollado da insulli.-ieiir.ia
da ollera em relufo procura, e acretceula-se,
nao he preciso a mlluencia de niuguem, ii3j lem
ella foriji algoma ; os mercado se supprem por si
reesmos, e quando os capilaes san abun lantei, e po-
dem satisfazer a procara, elles se apresenlain, a sa-
tisfazaiu, e o juro baixa. Sa porere a procura lie
maior do que a ollera, u.o ha torcas humanas que
facam bailar os juros.
Sao principios que compre examinar, se lia ap-
plicaveis ao estado presente das caulas e ao estado
actual de procora e ollera dos capilaes. Ealai por
ventura :a procura as condires normaes Ha
completa liberdade de procura, he exteto ; m ha-
vera lambem completa liberdade de otTerta 1 Have-
r o< eslabelecimeutos suflicienles para lomar efiec-
liva a ollera ? Para reunir e oll'erecer ,i piocora os
capilaes lodos, ou a gnude massa dos capitaes dipo-
niveis? N'eslet punios pelo menos nao haperfeila
liberdade. (Apoiados.)
Nao discuto aiuda esla queihlo no oolro pomo de
vala, slo he, so o que existe he suslenlavel em lu-
do ou se pode ser melhorada : digo timptesmeifte :
'< a procora he perfeilamente lime, mas a of-
ferta sendo limitada a cerlo e determinados meiot
a eerlos e determinados eslabelecimeulot (apoiidos),
nao esta' na- conJiciie* de salislazer as exigencias
O proprietario do DI A KIO Manoel Figuajroa^e lana itt_
lvraria, praca da Independencia u. 6 c 8.
Vejo na agricultura exigencias muilo moderadas, i fazer emisses suflicienles. he lambem precia-, que
e te eu me guiar pelas opinies de anloiidadei que salisfarao at iircewidadet todat do mrcalo. Ot qae
nesla quealao devem ter peo >efiro-me aos capilaes se limil-m a lalitfazer, de roodu incompleto, aa tu
erepregados em emprezas comreanditadas', ae me Caiisidadei de ama so dst industria, lito da lamben
goiar pela propria opmiao do Bmco do Brasil, ella : ser muilo limiado nos tiippnmealo de nota coaaa
diz que desde 1853 ate agora, islo lie, em 4 annot, o meio circulante, e contribuir detl* modo para oa ra-
ido de Janeiro lem applicado a emprezat propna- baragos dos mercado, excepto ae forem coa-ijevados
mente de genero comman litario 16 mil contus de I por oulroi eatabelecimenlot da crdito com direito
rea, e a de escravos do noite cerca de 8 mil eolitos, da emissao.
total 24 mil Boato, oo b mil conloa de res por anuo, Admitidas estas concloses, sera enUo oecasiao da
o que nao he serian um, parle mullo pouco conide-! pensar nos meios de satisfazeretlai lacouas des losli-
ravel daa accureulares da prara e provincia du Rio luir.es de crdito do paiz approvando, tt f< jalgada
de Janeiro. i,Apoia Nao e.iao por i auto esgolatos os capilaes do imperio
e repetirei anida para iles.ssombrar aquelles que
pensare que o ministro da fazenda he demasiadamen-
te ouiado, repelire .un la : uao se conclua o'aqui
que todas quantas emprezas se proj-ctrem de geue-
ro c, minan,litado develo ser approvadas ; e men
necesario, a eucorpoiacao d* mais a'gum, oa alaaas
eslabelecimeulot da crdito na corle e da oulras aa*
provincias que reconliern aman le o preritarem.
A poca das grandes falencias bancanaa lem hrja
passado, a experiencia dos f.cloa lera envinado o
meios de assegorar at popularnos contra ai calamida-
des que podem causar as falencia! repelida frauda-
aluda se conclua que, para lijo terem approvadas, te lenta de Bancos de emttao. Ha anida algn, rucea,
preciae de ereb-racot, de oppoicao de qualquer ou- be verdade, c o ministro ,1a fazenda lem >inienei
donado a cultura dos gneros alimentares. Em con
teqoencia disto, e leudo apparecido menor quanli-
dide desses gneros no mercado, os precos sabiram,
e islo tanto mais qoe por eulro lado a pupulara,,
consumidora tem lambem crescido, e maior por)o
de alimentos Ihe era precisa.
Os meios para obviar esle inconveniente Ito favo-
recer a emigrarn de braco*. O govemo anterior
tralou de salltfazer esta neressidade, e o actual delle
lambem lem tratado, e pensa nos meios de promo-
ver a cnloni-aru em Dina escala a maior que sja
potsivel, como aendo um dot meios de tambero aug-
mentar a pro lucran dot gene!os alimentare, de lor-
ie a satisfazer a precos mais comino Jot as necessida-
des dos habitantes do paiz.
Aioda temos ulna terceira causa, e ella provm
das dilliculdades -ios transportes. (Apoiados., Os di-
versos divnelos do interior do imperio nao podem
trocar entre si seut respectivo producios, e na po-
dem trocar aquelles de qoe leem abundancia por
oulros de que ueces-ilam e que abundare em oulros
disinctoi. O disinrios do interior nao podem tra-
zer para os mercados di capilaes lodo o excesto de
gneros alimentare que uelles esto a baixo prrco
(apoiados) ; nao o podem Irazer liara os grande
mercados, onde principalmente se sent a sua falta.
(Apoiados.)
E qaaes 3o os meios de obviar esle grave incon-
veniente ? Melhoramenlos not meios de Irausporte,
mangoverno Irala desta urgente necessidade publica.
vimento de alinelo. Profundo silencio' ,f Mbmei. ^SJ?f!,"l'e'v!''" d* c-"nmunicarao qu. se plaoeja
. w-y .rtm qe ,B (en) fa cuin,^0 a
honrado depulado pelo Kio de Janeiro, que eueon- municacao trantpnrles nao consultare ut grandes
!_ _aa_ mI %, m i. __i________!_..( iril nraaeni l.. n.ia <-a-j nn i.-iiil o > n nev ea< j-i I I..
Irou em minhas opimet motivo de divergencia cure
a siluacao actual.
Pensa o onradodepatado que, leudo eu reeouhc-
ci lo divergencia profunda cutre os pailidm exilen-
tes oo imperio, nao poda esperar, o de-lecho reall-
sadn, a fuso dos pailiidtw, n-m amda lomar parle
! nr-t i iduacao. O honrado depulado foi levado a esle
i-e
Pessoal :
De I '--co curio
De cabolagem
13,(87
1.3S8
Determinando os ai I. 67 e tW do eilado regola-
inenlo, que do fundo accumulad.. se pode.se con-
ceder en-e- nao t aoa pralicos iuvallidns no >er-
vic-a, como as suas viuvas e fithas tulleirat, bem
como aos filh s al a idade de Iti annos, ja lem o
cutre da praiicagem polldoeffecluar este beneficio a
tres lidia do finado pralico Jos Vicente l.eile.
Existe em conslruccao um culler para o servico
da praticagem, como o determiuu o mencionado re-
guUmeulo.
No porlo do Recite lambem existe montado um
17,U'A 1 itry.ro de vapores da reboque, a cargo da ama com-
execucato, que es-
pero em Dos tera.i levadas a efleilo (apoado-i, em
lempo maii oa menos prximo, segundo ss forras
dejimperio, daiu occai3o a facilitar a producto
detset gneros, a de leva-Ios aos mercados qae delles
tenlem falla.
Aquellas querrcuam ante argoma difficuldada em
reali-ar no llrail o mellioramento das vas de com-
inieresses do piz, nao coiiullaiii o hem-clar di
clasaei prinripalrnenle uecessitadas que he preciso
favorecer. (Apoiidot.i
Senhores, tiuda assignalarei urna caua ulem do
umitas nutra que lalvez se possam aisignslar, e he
a alta do juro do dinheiro (I, capitaea entrare co-
mo um do o dinheiro he caro, quando o juro he elevado, o
preco do o fin produzido por meio de ampresti-
roo de capilaes nao po le iu.ii.ir de ser ltalo:.. e -
vado'; o preco de lodosaiiaafajadlo- eut corif'qui-ncia
da entrada iiele_rlement
dos geue-
ponloi capilaes. Eu reconhecia urna situadlo a mais
favoravel ao e-lado acln-l das cousa, e por lano
previa a situaran em qoe nos achreos.
Observarei mais ao honrado depotado que o nao
di-e siuipletmenle ha poucot diat; lioha-o dilo core
anlecedencia, lnha-o dito qoando concurr para
apoiar a poltica da concillarn proclamada pelo fal-
lecido Sr. maiq.ie/ de Patina. INessa mesma oeca-
siao marque! as phases dessa poltica, dizeudo esta-
mos na poca da ronio-a das nieta- ; he preciso
marchar avante e e entrar na siguuda phae, que he
da cnnriliac.ln dai opiuies, para se realitar o que
agora u etta' vendo. Assim nao eslava eu fora da I ment do c/edito publico. EiT trglarei desle objeclo
eeleinente'ajjfr.a--e nin po
I razes porque os p^f
ros alimenticios esiao 1,1o elevado!. Jjt
Um dos meiot de occoifer a r.eaessidade das cla-
tet menos abaslada he procurar rimbem por mal
esla razao, alefc de oulras, fazer bailar o juro e o
dinheiro tanto qolmto ha gns.ivel bailar, lano quan-
lo he de eaperarizoeJ^aifiF em um paiz novo, onde
o dinheiro lem Tantos lueioajtl a emprego, e por isto
nunca o leo juro poda ser rnmlo barato, nnuca po-
de aescer de certa proporces :
Tratando desta quesiao ie jutas altos, vem natu-
ralmente entrar se na oulra befdao do desenvolvi-
prin ipios a conclusao de
que quero a completa liberdade da ollera ; nao os-
la' isla nos meu* principios ; e apreseulo estas con-
sideraces para lirr depois concloses que nao se-
iao nunca assu-ladoras, nao >-io nunca de-sas con-
closes que podem levar o nobre depulado pelo Rio
de Janeiro que honlera fallou a ler recelo das me-
didas du ministerio da fazenda.
Senhoret, o crdito soflre entre nos um grave mal,
a desconfiauca das medidas do novo ministerio, a
detconlianra d' forgas no nosso paiz. Descoulia-te
do I muro mag-ttu-o desle Brande paiz: teme se
qua elle 11. i teulia larca sulli-iei.te para occorrer
mesmo gradualmente a todas as uecessidades de sua
siluaclo ; e eo euteu lo que ese temor nao he fun-
dado, comanlo qoe estas necessidades sejam ineai-
das, comlauto nao sejam exagera tas. No negare i
que,esa iiescoulianra pode ale certa pomo ser ba-
tala na exag-races ae urna eoufiauca lambem II-
limilada ; he ralo um lo grave mal coreo he a de.
cunlianc ; r por lauto, digam-u fraucamenle pre-
ciamos tambein vir sobre ette ponto a um accordo
le opinies.
Senhores, diga-se qoe o juro alto he a coosequen-
cia de falla de capilaes no paiz. >'3o entro especial-
mente na diacussao dista materia em o ponto de vis-
ta da influencia que lem o banco do II -ii, eslabe-
lecimenlo alias ixcellenle, qoa o gnvernu tem em
vista -u-lcutii e apoiar, e a que ajudar.i'com todos
os meios convenientes para que obleuha os lilis da
sua iii'tiloicu .- bem enlendido, de combinaco com
as valas do propno governo.
Mas, seuhoret, a alta do juro e a elevacSo gradual
que se annuncia he realmente o resallado da falta de
capilaes'.' Prrgunlemos a us 'i.esreus onde etl e de
que procede essa falla de capilaes que pode lomar
engivel a grave calamidade da elevacao do juro dot
capilaes anda alees, da laxa subida a que j i cheguu.
Oii-ndo ltimamente a crise commercial te lemeu
em Franca acabava aquelle Eslado de taliir de urna
guerra externa que tinha escotado as accumulacttet
e entra lo pelas dot anuos anteriores : dava-si aiuda
a circumslaiicia da falta de gneros alimenticios e da
-ah ia de metars, da saluda de parle dos capilaes do
paiz para compra-Ios no estrangeiro. A islo, que se-
are calamidades passageiras, podem-se aerescenlar
oulras circumslaiicias, como por ex'inplo, o emprego
dos capitaea do paiz ere obras etlraugeirat, a appli-
cacao de grande palle de seos capilaes a estrada da
A asirla e em nutras emprezas de genero coinmandi
lao em oulros paizes. I'u por ventura factos
de*te- eutre nos '.'
Kalloa-se aqoi nu -vsterea de Lavv ; faltuu-se nes-
mais as grandes exageia^e* de oreis-es para emprezas
aventurlas em que se pretenda g ai-: .r lucros fabu-
losos. Mas, senhoret, nao vejo entro mis emprezat
projecladas que lenliam este gran e alcance ; nao
vejo prijecto de rotear us vasto campos do imperio ;
nao rejo especulaces cnrnmerciaes arriscadas e avul-
ladissunas no iuleiior, c menos uo exterior ; nao ve-
jo nada de resultados duvidosos.
Vejo o commeicio limitado ao seu ordinario curso
desalios anlenore, qoe nunca trouxe penga (apoia-
dos ;) vejo as industrias ftbnl e mauufaclureira com-
pletamente em tua natcenca, sem exigir capilaes ou
exigi 10 capiiac que Bao podem Irazer o desequili-
brio dos capilaes existimes com os necissirios.
leales reales, para ot nao acun-elliar te nao como ae-
dida que menee mulla allenr.i ., c deve ser encara-
da por lodos ot lados.
Ha riscos, aenhores; porm onde he qoa ai tilo hi'
Anida myriada da navios sulcam us mares, e eco nu-
mero angulema de na em da. nao obstante os en-
gos do lerrivel elemento. | Apoiados. Aogmenla-sse
u numero, a iepetem-se as viagens nu ultimo annot
em que elemento antagonista sao chamados a ape-
rar conjuntamente para lianp longai di.ianr as do espado. ( Apoiadoa. |
Se os Bancoa trazem algn nsco,lambem sao a- '
panlosos oa retallado do crdito que elles facilitas,
e entra a extrema ousadia que arrala ilguui eapiri-
lot a emprezas arn-rid.s, e a exlreaoa desconhaoca
ou recelo que pea o patot ao menor progie-o. ka -
um meio termo, qu est as valas da admioislra-
cio. O ministro da fazeuda nao ht di propor, mta
sustentar, ha de pelo contraro corabater a orgaat-
sac.ln de empreslimo de emprezas arrueada, a se-
breludo diqoellai que tem a mala recomienda ar-
gencia slo do genero commindilario, a immubiliaaai
e prendem por largo lempo ot capilar.
Supponho ler-me explicido tobie as qnesloei qai
me foram feilas, e iilisfeito cmara dos Srs. depu-'
lados. ( Muilo apondo. i
Vozei : Muilo bem ; muilo bem "
Por decreto de 12 do rente m*z fui recoodaxte
o hachar-l Ignacio Triieira da Canha Lata4a a
logar de jaiz municipal edeorphioi do lenco da Re-
vi l"rihur-.(i. da provincia do Kio di Janeiro.
Por decrel"! de 13 do mesmo rnex :
Foi petdoado Francisco Silveii Hinheiro da
le um mez de pntao e mulla a que foi cundeo
por senlenca do juiz municipal da 3.* vara.
Foram nomeadoi:
Dea i da S metropolitana o caneco Ihesearcire-
rniir da mesma S Manoel di Silla I reir.
Cipilo cirorgiAo-mur do coiuiumdo superior da
guarda nacional dot municipios di Chapada a Kia-
clio, da proviucia do Maranhao, Domingos Joa Re-
driguei.
Foram noaroiadot :
O lenenle-eoronel commandanle do balalho a. ]
da guarda nacional de infantera da provincia o
Kio de Janeiro, Joao Ribeiru de Almeidi.
O m jnr da anliga guarda nacional da prcviocia
das .Mago.i-, Kainiuii lo l.ourenco Seixas.
O capilao da I a companhia da secuto de batalh
da reserva da guarda mrional d ci la le do llu, da
provincia de S. Piolo, Jote Joaquim de'1 olido, aa.
posto de major.
tro fiscal qoe nao seja o govemo ,1o paiz. >>
As emprez-s e companhias de genero coinmandi-
lerio ere projerto ou por tentar nao podere Irazer
pengo algum. Ellas nn podem eucorporir-ie no
puz em approvacau du guverno imperial ; e o n-
venlo imperial nunca as apprva' lala depois de
perfeilu cunhecimento de causa, depuis de examina-
das as circureslaucias e de se ler reconhe.-ido a sua
ueces.idade, e que uao excedem aut recurtos do paiz
nem Iraztm enibarac.o ao seu progresso e deseovol-
vimento.
Piao ha porlanlo motivo para esses recejos. O go
veruo lem inlere>te em nao deixar arrscar as torcas
uo p.uz em emprezas inconsideradas, pelo meuos ere
raelhorainentos por agn dispentaveii, em obras qoe
com o andar dos aunos devem rtalisdr-se, mas que
na oecasiao man prematuras, esaiviriam de emba-
razar as comecadas, que Turare iolgada mais ui gen-
tes.
A conclusa,) pos que tiro he esla : ot capilaet do
paiz nao esiSo lodos empregadus, nao esto esgot-
dos como te lem dito ; e, repito, o commereio, que
em parle te faz com capilaes ettrsngeirot, nao oceu-
pa dos capilaes do imper o seno urea parle que nao
he muilo consideraval. O commereio do Brasil uao
enlra em expeculac,ea arriscada que dereanJem a-
vullados capilaes e esgotem os dispomve.
Ai arles, as manulacluras, tenhores, eslo 19o na
infancia que nao tere exigidu, nem por mono lempo
hao de exigir avuliados capilaes. A agricultura, pe-
lo menos agora, exige capilaes era meaos avullad>s
quaulidadet do que nos anuos .interiores, qoau-lo du-
rante o trafico fazia compras de numerosos escravos
e longo de esgolar ot capilaes di-pouiveis, he ella e
prinnpalintDle a do Ido de Janeiro, que ere logar de
ler empregado eos capilaes em seus Irabalhos, ot
lem Irazido ao mercado para serem applicados a
outras industrias.
A siluacao quasl anormal em que se lem adiado o
lianco do ilia-il, e o lem posio na a lernaliva para
parar com ot^ieus descont, de elevar a sua laxa, a
anuunciar a p latluilldadi de nova tubida, etsa silua-
Cao ha o resull.do de oulro fados que na someule
de tnsuflistencia de capilaesje tsses oalros fados le-
renios occasido de examina-los, porque agora nao
viriam muilo a proposito, poi nao he a discu-sa.,
de detallies propria desta oecasiao.
Os prazo curios he lambem ama dasqueixas. Eo
dise qoe al o proprio commereio reclaiu*va contra
ot prazos dot detconlo artuaet. Querera' islo dizar
que o cuinui. reo lem rzao quando reclama contra
os prazos do Bmco do Brasil, ou que em virtuoe
desta reclamacio o Banco do Brasil deveria esleudei
eus prazos ? Nao he ela a coosequencia ti tirar do
principio? ; porque o 111, codo Brasil pela organisa-
'.'o que lem nao- pude emprestar dinheiro seno a Inaugurado da esUloa do tinado Sr. Jote Cl
praaoa corlo, como procede, e principalmente por- ,e que ti,seut agentes tem dilo qu elle he um Banco
commercial.
A necessidades da agricultura, e das oulra in-
dostnas, nao deverao ser lambem tatisfeitas Os
capilaes do paiz, que a-.tni eao eulregues ao com-
mereio, nao deveriam lamnem ser repartidos pelas
oulrat lojuslna 1 Oa antes nao he indltpensavel
que o commereio e todas as inioslrias, a rom espe-
caiidade a agricultura, leuham mait lacilidade de
obter o capilaes qoe prec-am '! E quae o meio ?
A en.-orp..rar io. por cerlo, de ootrus slabelecimen-
los de crdito qoe possam emprestar a prazos mais
longos ; e sere ir desdeja aos banco, propnamenti
hypo'hecanos com pagamento e amortizara,! g.adu-
al da divida, ha u meio *de eatabelecimeuto, que
tenlo canas liliaet era algum lugares do interior,
possam emprestar a agrie til un a com mais vanlageus,
pelo maior conhecimeuio das pessoas a quem em-
pre-iam, e das aaraulias que foruecim. A concia-
sao destai minhas proposic,es dimanam naturalmen-
te dos pnncipiot, e he a uecessidade de mais ealabe.
cimento bancarios.
Ju entro na quettao dasingolaridade ou da plu-
ralidade de um s ou de muitos Bancus ; para miro
o que he verdade he qua os acluaet nao talifazem a
todas as exigencias da situado, e que amitos sao
deneeestanos, se luruariam anles mais um emba-
razo do que verdadeiro auxilio.
Terceira questao : a deficiencia do meio circu-
anle.
Eu dsse muilo de pattagem que as dilliculdades
em que algumas veiet te lem achantado o Banco do
Brasil, he minha convicrAo queproreiem man da
procura nao de Capiaetimat de moeda, e por eon-
teguinle da moe .a de ouro ou prila, ou uolat do
(tieso iru, que polem gyrar nos mercados dai pro-
viucia da Baha de t'eruambuco, e de oulro do nor-
te e sul do imperio.
lein-se qaendo eutender que a provincia do Rio
de Janeiro nao poda saldar us dbitos contratudo
por essa mnima poreau de eteravoa que compra *
do Norte, teni por rneio da sua moeda, du seo ooro
ou prala ;jiu uor oulras palavrat, qoe nao o pode
pagar, e os productos que receoe, com us seut pro-
pno produca. Senho'es, urna limpies nllrvo
basta para m.i,ir ir a inexadidao desla opiniao.
Se a provincia do Rio de Janeiro nao po esse pa-
gar cura os seus prododo os que ella importa e coo-
sume, deliniiava, empobreca ; o contrario he o que
se observa, ella cresce e propera, o que quer dizer
que pmduz mais de que consume,e que lem uoi teut
produelos os meios de pagar ot genero que faz vir
de oulras provincias, e ento dispensa os braco que
en.pregara em os produztr, e os empresa na cul-
tura dos gneros que exporta.
E.te ficto he anda da .imples inluico a vista dos
niappas fe imporlaca e export-cSu- Ve-sc delle
que as provincias da Baha e Pernaiirbuco exportare
para o paizes.eslrang iros menos do qoe imporiam,
du qae resulla que Ihe licam em debito ; e nao
quer islo uizer que consmanlo ralis do qae produ-
j zem, i'ii ih,ni t e empobreere. Parle de sua im-
poriacao he feila por conla das provincias vizlnhas,
parle da exportarlo he dirigida no Rio de Janeiro,
do que resulta que a knmma da exportarlo total da-
quellas provincias lie superior a tmporlar.io, qa a
ua p; o lu -r.io excede o- teu consumo, e que portan-
lo ella prosperara. Alai o lelo a-igualar he que
Ocam devedoras -s praras du exlerior.
Com a provincia do Kio de Janeiro succede o con-
trario neste ultimo ponto, e soiuuiando a importaclio
e exporlacao do ltm de laneiro com a de S. Paulo,
que irno po em leparar, ha grande saldo ero favor
da sua exporlacao contra as imporlaces do exlenor,
com o qual se pude pagar inutlo bem as remeisas di
Baha e de peiuainhuco por meio de cambiot, que
ruiiinl.uii.i core oulra i:,edida de mivimeulo oe
fundos, para garantir o banco do Brasil conlra o es-
golo do seu fundo disponivel, e uao seria obngado a
gr.,duai elevaran d i> julo-,
E distes factos deve resultar que as provincias da
Baha e Peruainbuco n8o sao pesadas ao Banco do
B>atil e-goiau lo-o das notas do Ihesouro, e moedas,
seno por que os precisara como meio circuante, e
por que se Ibes nao lem facilitado ot uulros meiut
de sal larere suas lrausacc.e. Se ot melaea precioso
e as notas do Ihesouro remedidas para as provincias
da Balita e Pernambucu, uo live-em uto como
moeda no mercados, nao poden o ficar relidot nal
canas particulares, os metaes teriam saludo para us
mejeadua do extenor, ou cun as notas voltariam pa-
ra o Kio de Janeiro.
A procura din metaos e uotas do Ihetouro por a-
qoll-s provincias procede igualmenla da falla que
all se sent de meio circulan!-, i.ia que as Hinca
do Banco do lit 'sil na-, h ni podido supprii senjo
denlro dos luinle- de leo* puucos de-contu
(i no-so paiz, senhores, cresce em riqueza, e lem
pro-perado muiio,.e iiugmenla las as Iraiiaeri oe e
elevad,,, os precor, miiur quantidale de maada he
necessaria. E quem a ha de supptir '.' O esla lo nao,
que uo lem mus ea missAo especial ; os tuerca.ios
asi propnos lambem nao, e lefia incinveniente qua
para o fazer fos-ere obngadot a irepoitar grande
quanlidade de metaes precuno. Kesla que o fizese
"I banco, qoe lem o privilegio de mullir olas, e co-
mo este nao ]oide faz-lo seno al a somma de teut
descont, que lias provincias .la Balita e Periieiuhu
cosaomuilu Itmilad., a sua iusufficienea fica lam-
bem ne-ie ponto remolienda.
Eu pens ter ja dilu que nao entrando na circula-
cao as olas de qaalquer li.ncu senAo por empre-lt-
reo qoe fazem dn seu crdito em troco de ttulos q-
lecolhem i tus carleira, para que os bancus pota,., l des da Coili, Franco da Almeida, e Braada. oi-
guraco da estatua dn finauo piuve i.-i da .-sania
o Sr. Jo-e Clemente Peieira.
A's II huras la manha seV, MM. II. chegarata aa
l.op co Pedro II. A n n.andada da Misericordia ee>-
ceu em r.apurarn lerebet SS. MM. II. e acaai-
pauhuu at augustas pemmageut ale o logar em qae
se devia inaugurar a e-lalua.
All u provedor di Santa Casa iiz um dicor
anlogo aquella solemnididr, e rompendo-te depai
ama ro lm,,. apparaceu a estatua.
Em seguida o Sr. Dr. Thomiz Jos Pialo da Cer-
queira, e-crivSo di Santa Cata, ru-ilou um drana
em honra do illuilre filalo, a qoem aquella i saetea
era levantada. .Neite discarso o Sr. Dr. Cerqueara
ir-icuu a bidgraphia do Sr. Joe Clemente dede Mas
primnos pisso ni vida ate tea fillecimealo ; ara*
aervicot como militar, desde,qae coinecaa a lau ae
pennsula conlra a Franca, lata em qae lomea
grande parle combalendu pela independencia ale
Portugal, seus temeos como repreaeulante da aas-aa
e como poltico, desde que cheguu iu B-astl e eeale
a independencia do imperio, para a qoal muilo eea-
correu ; eut tervteo emtim como prolecler da ba-
manidade desvalida, em favor da qoal lint e fr-
(oo, edificando o novd hospital de misericordia, ere
in lo o hotpicio para ot alienadut, onda agora se ca-
gue a tu estatua como um letlrmanho de gratula
daqoelles qua recouhrcrm seut grande servicea.
terminadj este discurso e luda a solemmdide.
Si. MM. reliranm-te acompanhada ale a entrad
do hospicio prli rorami trmandada da Menrieardia.
Alera do Sr. mini.tro da jotl (a e de algum meta-
lo u do conselho de esla lo, astisiirim a acto a Sr.a
ron Jes-a da Piedade, viova do tinado, e grande aa-
raero de pessoas ditliuclat
Iti
Enlron honlem em di-cuso no sanado a segaada
courlusao do parecer da ron.mi--.'io de coiittuuirao
e voto eparado sobre a conipeleucia, oa iarompe-
lenca du tenado para continuar a connecer do pro-
eesso do ico ex-depulado o Sr. bngadeire Maaael
Joaquim Pinto'Pacca. Toroaram parle no debate
os Sis. D. Manoel, visconde do Uruguav, Pntenla
Bueno, Frrriz e baiao de Muriliba, e iocedendu-
se a' volarlo resolveu o tenido ua coiilormidade dea
volos separados dot Sr. viacunlet de Sapacahv e
de Abarle, islo he, qae devia decidir a quetlae Caa-
ii icndu-ie em tribunal de judica. leve lugar im-
medialamenli esta eouversio, mal ficoe a diacatsaa
da materia adiada para buje por estar a hora melle
adiantada.
A cmara dos depulado approvoa limiten en
tero ira dicu>-,io, depois de fallar o k. lleunque,,
o projerto deste anuo relativo oes ben da repella da
Ilamb, aim coreo o arl. 2* d. emenda da ceca-
inis-o de fazenda, ficando ludo o maia prejud
ca lo.
Apprnvou om reqoerimenlu do tt, llanta para
que o projecloque autoriaa o governo a garantir um
empreslimo ale doze mil cont a' compaabia da
estrada de ferro da I). Pedro I va' ai coamiMocs
de fazenda e obras publica-.
Approvou, lindo orna su di-cu-ao a pedido dv
Sr. Pac Brrelo, o projeclo qoe concede ama pau-
sio ttieti-al a D. lian.bella Mxima da Silva.
Approvoa, lento tambera orna su diseanao i pe-
lillo do Sr. Cunta Malos, o projeclo que approva
a tabella dos venciioeulos do magistrado e eropre
gado no triliun.il do conselho supremo militarada '
lasiira.
Depois de orarem ot Sr. Teixeiri Jnior, e Pi-
ranhot, approvoa a cmara u projeclu de reipeila a
falla du liironn, astim como a emenda da cernan
ao, sendo reietlada por 53 v. to roulra V a ornea-
da dos Srs. Teixeira Jnior, *3arcio da Macede, e
Baibusa, para que, em vez de dizer i' coni mi'
realisada se digi confia sera' continuada.'
O senado conlinouu a funecionar hoja cunto tri-
bunal de laalica. di-culiodo a quesllo de compe-
tencia para o julgamento do leo cx-depulido o ."r.
hrigadriro Piulo Parca. Fallou conlra o parecer
da commissao o Sr. D. Manoel, e esla' com a pala-
vra o Sr. Jobiin.
Na cmara dot depuladot enlrou hoje em primei-
ra di-ru-u a preferencia enlre os proieclo de IKVt
e de 18"i6, creando urna nova provincia com a de-
numinaco de Riu de S. Franci>co, sendo volada
preferencia pelo de 185t. que he o eguiale, a n-
Irou logo ere ducoisio :
Arl. I. He creada urea proviu:u i om a deno
unnarao de Km de S. F'riunaco, a qual sala' com
posta daa comarca di l'aranagoa da provincia di*
Piailhv, da l.iubu. Barra, e dos lerinus de Pilao
Aicadu, SauluSe. Juaa'iru, e l'aii.hu da provincia
da R lita, c da cumarca da Bi-\ uta de l'e/aan
buco.
o A'l. .'. A villa da li.ira da ri tuina da Bies
mo nema lio elevada a categora de cidade, a eerv -
r. de cap.tal da privincia. a
o Arl. 3. A as-embica legislativa da proviacia
sera' cumco-11 de memhroa.
a Arl. 1. A oova proviucia data' dou* depetadu
a assernbla geral.
C Arl. 5. O governo he autonsado a crear a- re-
parlices, a expedir o regulamciiloa nrremo-, e
a fazer al despena exigida por esta creacao.
o Art. 6. Ficain revugadat as disposl^e-, em con-
trario.
n Sala das commis0, 6 da agoto da 185o.Ri-
beiru da Loz.M. de Brilo.u
Ja lumaram parte no debite at Sr. Cetar, Mei^
r-; ?- v.r-
MUTILADO
_>?'
ILEGIVEL

,




fereceu o .Sr. Franco de Almeida doi adiamenlo al
que se imprima ludo quaolo ha a respailo no Jor-
nal, e neja convidado o respectivo miDiitro para
dar as inlormejf.es necesiaiias.
O Sr. Brandao offereceo lamben) um requerlmen-
10 para que volle o projecto a commissao de'eslalit-
liea, para o reconsiderar. No momento em que es-
crevemos esta Atando o Sr. Mendes da Cosa.
Incendio. Anle-lionlem, a's ti horas da noile,
inaniicsioo-se ora incendio no predio da ra da Sali-
da n. 82. perlenctnle ao Sr. Jos Ferreira Cimpos,
onde se achava ilabelecido o Sr. Antonio da Silva
Uuimaraes, coin loja oe cabo*.
Segando ai informare eolhidas, ninguem Uavia
naquella caa quando rehenlou o fogu. O eaixeiro
que aguardeva (Inl.a sabido, e declara have-la dei-
lado sem lu, ficando no fundo da mesma, que he
slaleiru do pruprielario, um ptelo que se encontrn
a dormir.
, O incendio manireslou-se com violencia no centro
uenii no .obrado, da cumieira para a freule.
Acudir m immedialamenle 01 Srs. chele de es-
!?"<' Joaqoim Jus Ignacio, Dr. Mariano Antonio
uias, bina Joaqom de Malos, aubdelegudo do cin-
tlelo e os inspectores de qoarleirao, bem como al-
goin vinnhos. os qoaes prestaran) desde logo valio-
sos servijos. fazendo retirar do armaiem lodos 01
objeclos inflanimaveis, como breu, aguaraz, enxufre,
lcali Ao, cabos, etc., etc.
As bombas-ata ajaras publicas, arsenal de mari-
nha, stcjes da coinpanhia de bombelros, da polica,
raa de correrjao, arsenal de guerra, e dos aspiran-
te- de marinha, na se fueram esperar, e consegui-
rn) extinguir o ocendio, que seria lemivel ae ii.lo
fosse lo promplamente suflocado, e se por veulura
chegaase a commonicar-se aos predios laleracs, onde
havia grande quanlidade de piiho resinoso, agua-
raz, alcalrao e pixe.
Alem da forja da companbia da pedestres, com-
parecern) contingentes do corpo de fuzileiros, de
permanentes, e dos arsenaes de marinha a gueira.
Coinpareceu tembem urna forja da esquadra frao-
eeza e o propriu Sr. .mirante, bem como o cpil,1o
do poilo, chee da eslajio naval, e muiloi olliciaes
da marinha brasileira.
O incendio ficou qoasi eilinclo a' 1 hora da ma-
drugada. Nao pasaou da casa onde te nianifesluu, e
ero consumi lodo o edificio, licando miado parle
do v.garoenlo e da armado da luja.
Foi misler destruir ama pequea parle do lelbado
da casa u. 8i para evitar que para ella femaste o
incendio.
Esliveram presentes o Sr. Dr. chele de polica, I"
delegado, subdelegados de ambos os dislricloa de
Mala Bita e Sacramento, inspectores de quarleirao
da diversas fregoezias, e lenle commaudanle de
pedestres.
17
O sanado, continuando houteni a funecionar como
tribunal de juslija, decidi, por 21 votos contra l,
que era compeleule para continuar a conhecer do
procesao em que he reo o ex-depultdo brigadeiro
ilauoel Joaquina Pinto Pacca.
Oraran,. alem coa Sra. D. Manoel e Jobim, os Sra.
Tiscoude de Lroguay e Pimcula Bueno.
Conlinoando hontem na cmara do* depnlados a
liscuasao relativa creajao de ama nova provincia
denomiuada Rio de S. Francisco, depois do que pu-
blicamos no Supplemeiilo. anda orou o Sr. Mar-
Huho Campos, e approvou-se o projecto em 1 dis-
cussdo.
Enlrou depois era ti ditcuasao o projecto qoe fita
a lorca naval para o auno fiuaoceiro de 1858 a 1859;
oraram os Srs. Jacinlho da Mendooca, Franco da
Mninda, e Vlrialo, ficando o debala adiado.
A ordem do dia he a merma anteriormente desig-
nada, tanto na 1 como na parle.
JJlAKl E fKINAMBCU TEKIJA fElRA 7 DE JULHO DE 1857.
i

-

Imperial Academia de Opera Nacional. Eslao
rasolvidaa lodaa as difflculdades que demoravam a
inslallacao da Academia de Opera Nacional, e nos
pnmeiros das do prximo mez de julho comecara
as represeolsjes.
As recitas ordinarias nao serao dadas no salflo de
Ihealro Provisorio como a principio se projeclra.
Keconhecea-se a insufliciencia desse sallo para laes
espectculos, e determinou-se que livessem lugar no
(ymnasin.
Os esforjos dos cavalleiros qne le acham frente
desla tao ulil associajo, e com especialidado os do
seo digno presidente, veuceram todas as diljieolda-
desi que se oppunham prompla realisajao de urna
idea nobre e generosa.
18
O senado oceupou-se honlnn com a primeira dis-
cosado da proposijao antonsuudo o goveruo para de-
positar no Banco do Brasil e suas caixas filiaes as
-sommas dtspomveis do Ihesouro e Iheaourarias da
fazenda das provincias. Oraram os Srs. viteunae de
Itaborahy, ministro da f.zeoda, e Carneiro de Cam-
pos, e ficou a materia adiada pela hora.
A cmara dos depulados approvou honlem nm pa-
.'"J?* 'u3sa '"" """'d* dar a gralific8j3o animal
P de Xah, ao olliciaes da secrelaria da mesma c-
mara Vicenle Xavier de Corvalho, e Jos Maria
-wialra.
Adoploo o projecto qne dispensa as leisde amor-
lisajao em favor da santa casa da Misericordia da ci-
dade de Conliba, com varios addilivos tazando ex-
tensivo o mesmo favor i' ordem lerceira de S. Fran-
claco da cidade do liento, para possuir em bens de
raz al a qaanlia de 100:000;000 ; a' casa da Mise-
ricordia da cidade da Fortaleza, capital da provincia
do Ctara para possuir em tens de raz at a quitu-
l>a de I0:003000 ra. ; e ao hospicio de candada
da villa de San-Gabriel, da provincia do Rio oran-
-?, So1' *"'* P0'*"" bes de raiz no valor de rs.
I d0:0005.
Em seguida enlrou em disctalo o projecto que
anlorisa o governo a mandar admillir a' matricula
, em qoalqoer das acuidades do imperio os eslodao-
I les que por motivos extraordinarios nao o tenham
feilo, a ficon o debate adiado depois de oraren) os
Srs. Franco de Almeida, Verialo e Salalhiel.
Conlinuoa por fim t discossao adiada do projecto
que lixa aorra de mar, Gcando adiada depois de
netla lerem lomado parle os Srs. Kodreues dos San-
ios, Salalhiel e Jagoaribe.
19
O Sr. visconde de Itaborahy pedio exoneracao de
ca/go de presidente do Banco do Brasil.
I.onliiiunu hontem no senado a discossao da pro-
posijao sobre os depsitos, no Banco do Brasil e as
lanas filiaes, das sommas di-poniveis exisleules no
chesooru e as (hesoorarias provinciaes.
A prpnosirao foi impugnada pelo Sr. visconde de
Jequilinhonha. e sustentada pelos Srs. Ferraz e mi-
nislro da fazenda, c ficou adiada pela hora.tendo pe-
dido a palavra u Sr. Souza e Mello.
A cmara dos depulados approvou honlem om pa-
recer da commissao de prniea e ordenados, mandan-
do ouvir o governo sobre a pretenjao do Dr. Jos
Mana Lopes da Cusa, secretario da escola de medi-
cina desla corle.
Approvou em la. discuss3o, depois de orarem os
Sr. F. Octaviado, Ferreira de Agolar, Vuelta lava-
res e Lau Carlos, o projecto qoe manda admillir a
malricola em qualquer das facnldades do imperio os
estudanles que por motivos extraordinarios nao se
lenhain matriculado no prazo marcado,
Coutinooo por fim a '. diseussao do projeclo qoe
fixa a forja naval ; oraram os Sra. ministro da mari-
nha e Alhayde e ticou o debate adiado.
OV-
Depois de orar o Sr. Visconde de Jeqoilinhouh?,
passou honlem no senado quasi unnimemente e cm
primeira discussao a proposito aotorisaiiHo o govtr-
no a depositar no Banco do Hrasil e as caixaslili.es
as quantias disponiveis existentes no Ihesouro e Ihe-
sourariasdas provincias.
lupplenle o Sr.j
temos folhas do Kio grande ale 31 do mez passa-
do. A nica noticia que aellas encontramos he a de
ler terminado o Sr. inspector da thesouraria o exa-
me a qoe procedeu acerca da navegacao da Lagoa
Alerira, e o /Mario ao Rio Grande accresceotava que
S. S. he de opiniao que a navegajao da Lagoa de-
va lornar-se livre.
Cnnlinoa no senado a discussao do projeclo do Sr.
ministro da fazenda sobre os depsitos no Banco do
Brasil e as caixas filiaes. Oiaram os Srs. Souza e
Mello, e Pimenla Bueno,e esl fallando u Sr. 1). Ma-
noel.
Apresenlou-se hoje na cmara dos depulados om
projeclo para qoe o 10- dislricto da provincia de Mi-
nas eraes, que lem por cabera a cidade de libera-
ba, fique dividido em mais um segundo collegio.com-
prebenden doeste as fregoezias do Araxa, Desemboque
e S. Fraucisco das Chagas do Campo tiraude, o qual
se reunir' na matriz do Arax.
Apresenlou-ie lembem o segoinle projeclo :
Arl. I. Fica o governo aolorisado a ealeuder o
beneficio da navegaran a vapor para o luirle, ao por-
to da Victoria, provincia do Espirito Santo, onde
deverio os paquetes da companhia locar na ida e
na volla de suas viageus.
v An. -2. Para er levado a elTeilo o disposlo no
arligo antecedente, fica igualmente o governo auto-
nsado a fazer as neresarias allerijrs no contrato
calebradocora a respectiva rompanh'a.indamnisaudo-
a couveoinilemenle pela nova condicao di escala dos
vapores no porto da Victoria.
< Arl. :l. Ficarn revogadB as leis em conlrario.
S. R.Paro da cmara, l!)de junho e 1857.
Anlouio Pereira Pinto.F. A. da Silva Campos.
P. de A. Cerqoeira l.eiir.M, Dantas.Dias Vieira.
I. Marcoiides.I.uiz Canos.J. B Madureira.
M. da Cruz Machado.J. J. Pacheco.Fernandes
da Cunha.J. J. Lauduipho Medrado.isa. llene-
vides.Almeida Pereira.Candido Mendes de Al-
enla. S.lvino Cavalcanli de Albuquerque.Bar-
ros Pimeuiol.Salalhiel.Vilella lavares.Oliveira
Bello.lia..lo Peiiolo.Jacinlho de Mendouja.
J. da Silva Carnlo.Rodrigues dos Santos.Anio-
nes de CamposF. C. Brandao.Be/erra Cavilcal-
li.Siiveira Lobo.Borses Forles.Arago e Mel-
ln.Salles Torres-I I onwn. Piulo Lima.Toscano
Brrelo.Gomes de Sonza.Marlioho Campos.
I odas do Aguiar.
Em seguida approvou a cmara em -2-. discussao
u projecto que crea um quarto collegio eleitoral no
mlavu dislricto da provincia de Minas Gataaa, o qual
funccioiiara na ureja matriz da villa de S. Honiao,
e sera formado dos eleilores da mesma villa c dos
da freguezia da arra do Rio das Velhas.
Foi appiovad* lambem orna emenda, para qoe
depois das palavras e Barra do Rio das Velha
te arcrescenle e Morrinhos de l'aracal___A re-
luerimeiito do Sr Alcautara Machado fui ludo re-
inetli lo a' commissao de eslalislica.
Approvou em primeira discussao o projeclo, para
quahaja mais um collegio no lerceiro dislricto eli-
lorlda provincia do Piauhy, coroposlo dos eleito-
res da fregue-ia da villa de Joroiuenha, o qual se
reunir no lugar que pelo goveroo for designado.
Conlinuon por Um a discussao da fiaacao de forc
rrlva!, na hora em que escrevemos esa' orando or
Sr. Sergio da Macedo.
Depois do que escrevennn lontem, anda lomou
parle na discussao da propuila de fixajSo de forja
naval o Sr. Alcntara Machado, mas uj< sa voluo
por nao ha ver casi. Ficoo portiolo encerrada ais-
cussao do ai I. l.
INSTITUTO HISTRICO E GEOGRAPHICO
BHASILEIKO.
0 Iosllloto JJitoricu celebrou hontem a soa X'
sesslo, honrada com a augusta presenca de S. M. o
Imperador.
Aclieram-se prsenles os Srs. visconde de Sapoea-
by, conselbeiro Candido Baplisla, Dr. Lagos, Porto-
Alegre, J. [Sorberlo, IV. Souza Fonles, Coruja. Drs.
Maia, Paula Menezes, Jardim, Lspa, Carlos Ilouo-
no, e conegu Pinto de Campos.
O Sr. 1. secretario, dando cenia do expedanle,
declara qoe o Sr. Dr. Macedo deixa de comparecer
por achar-se incommodado.
I.eu-se um oltlcio do Sr. brigadeiro Machado de
Oliveira, oflerlando urna importante e copiosa col-
lecjfo de mappas corographicos, qoe ha recebiJa
com agrado.
Foram offerladas as seguinles obras, e recebidss
com aerado :
1. Pelo autor o Sr. A. D. Bache, Repon of (he
soperinlendenl of the coast survej.
2." Pelo Sr. Capaoeroa. Rapporl fail a la socil
mpenala zoologiqua d'acclimaliuu sur l'mlrudu:-
Uon projele du droiaodaire au Brail, por M. Da-
resle. r
3. Pelo Sr. presidente da provincia deMinas-Ge-
raes, algons nmeros do Correio ollkial, da mes-
ma provincia.
4. Pelo Sr. J. M. P. de Vasconcellos, o S'ma-
iianu, jornal de inslrucrao e recreio publicado na
provincia do Espirito Santo.
5. Pelo Sr. Dr. Emilio Maia, dons volumes de
poesas inditas d< Simao Pereira de S eSaliuas.
O Sr. Dr. Maia leu a sua memoria acerca da ui-
porlante obra discurso! polilicos-moraes, escripia em
1/8 pelo Fluminense Joaquim Feliciano de Souza
Nunes, e queimado en Lisboa por ordem do ixarquez
de Porabal.
Levanlou-se asessa as 7 horas da i.oite.
Iloulera nao hoove sess.lu no senada por falta de
uumeio legal.
A cmara dos depulados approvoo honlem em se-
gunda discussao, pepo.s de orarem os Sr. Verialo c
Jieuriqoes, os seguinles projertos :
Qoe coocede ao Dr. Elias Jar Pedrosa, leule da
faculdade de medicinhda Bahia, uui anno de licen-
ja com todoa os seos vencimenlus, para traUr de sua
aude, fazeudo-se extensiva a mesma graca ao escri-
vao da descarga da alfandega do Maranhao Manoel
Jos do Amaral CuoiM.e ao guarJa-mr da alfandega
de Pernambuco ;
Oue dispensa as luis dearoortizajao a favor do col-
legio dos orpbaos do SS. Coraran de Jess da cida-
de da Bahia ;
Que concede loteras a nova empreza lyrica;
Oue aulorisa o governo para permutar o terreno
da cmara municipal da cidade de Porlo-Alegre, em
que exislem obras e eslabelecimeulos de marinlia,
psloproprio nacional arrendado a mesma cmara, no
qual esta situado o rnaladooro poblico.
Que approva a forja naval para o anno finaoceiro
de 1858 a 18M*.
Em primeira discussao o projeclo qoe prohibe
couservar abertos nos domingos e dias santificadas
quaesquer eslabelecimtntoi commerciaes, ofilciiias e
fabricas.
Adoploo, depois de orarem os senhores Rodrigoes
dos Santos, GonjalvaH da Silva, Paes Brrelo, Mar-
liuho, Caslello llranr i e Bello, o projerlu que man-
da passar carta de m luralisajao a Jos Padro de Car-
valhoe Manoel Fraacisco de Miranda, fazendo ex-
tensiva a mesma graja a Goilherme Jos da Molla e
Faushno Fogaja da Silveira.
O Sr. Madureira commuuicou queadepalajlo no-
meada para apresemar a S- M. I. o voto de grajaa
se dirigir ao pajo da cidade, e qua sendo inlroJu-
zida peraolt o meioio aogu-lo ~ei.li. r com as forma-
lidades do e-tylo, elle, como orador da mesma de-
pulajao, leo o voto de grajas, ao queS. M. Impe-
rial se digoou responder : *
Agradejo inuitii cmara dos Srs. depolados o
leal e freuco apoio qoe alianja ao meo governo.
A coadjuvajao da assemblua geral legislativa
fara de certu com que o mais feliz exilo recomptuse
osesforcosdo meu governo,vp,,ra que, firmaudu-se
a concordia dos Bratileiroe, e des queza de nossa palria, seja cada vez mais apreciada
a sabidura de Ouss.n instiluijoes.
22
Por decretos do 15 do prsame mez foram apre-
sen lados os padres :
Manuel da Fonseca Bernal no beneficio da rallie-
dral do bispado do Para, vngo por acuesto ao cano-
ncalo do padre Jeronvuto Jos Fernandas Carnriro.
Clemenlioo Jos Piiibeiro, no beneficio da dila
calhedral vago pela renuncia que delle fez o padre
Manoel Jusliuiaiio de Frailas.
Tiveram merc da serveulia vitalicia dos ofli-
cios de
Paitidor do juizo municipal e de orpbaos do ter-
mo oa capital da provincia de S. Pedro, Duane
Maiques de Sampaiu e Caelano Xavier Pereira de
Bailo.
Por decretos de 18 do mesmo mez :
Foi recouduzidc o bacharel Miguel Arrhanjo
Monteiro de A mirare, no lugar de juz municipal e
de orpbaos do lenco de Cimbres da provincia de
Pernambuco.
Teve merc Paulino Mondes Pereira da serventa
vitalicia du oicio de partidor do juizo municipal e
de orpbaos do lermo da Balunl, da proviucia do
Cear.
Por decretos de 20 do mesmo mez:
Foi demillido o iuiz de direito Luurenjo Francia-
cisco de Almeida alaiiho do cargo de i-befe de po-
lica da proviucia do Piaubv. a noraeado para o
substituir o juiz de direito Aiilouio Gomes Villaja.
Foi con,mulada em liJOj para o m,ututo dos Sur-
dos Mudos a pena de um mez de prisao e mulla a
qoe fui coodemuadu l.oiz Gomes Moreira Suuza,
por senleuja du delegado oe polica da cidade de S.
Jo3o da Barra, da provincia do Riu de Janeiro.
1 o .no nomeadus :
Secretario da polica da provincia de Maltii-i.r, -
so Frnnciscu Pereira de Moraes Jardim.
Escriplorano ala secretaria do tribunal do com-
mercio da proviucis du Maranhao, sobre consulta do
mesmo tribunal, Antonio Joaquim Ramos Villar.
Coronel comioaudante superior da guarda nacio-
nal do municipio de Santo AolAo da provincia de
Pernambuco, o leuenle-coroml Ueuriqae Maiques
Lina.
Majores ajudanles dVdens do commando superior
da guarda nacional dos uiuuicipios de Sania S. Joa-
zero e Pilao Arcado, da proviucia da Babia, Fran-
cisco Rodrigues de Mello Fraucisco Marlius
toalla.
CapilAo secretario geral do dilo commando, J.ao
faleulerio de nuza.
Capitao qoarlel-mestre dllo, Luz Igoacio da Silva.
Corouel cnmmanJaule aupenur da guarda nacio-
nal do municipio da capilal da provincia de Malio-
Grosso, o chele do eslado niaior do mesmo cora-
mando superior, Mauoei Aolunes de Barros.
Chafe do eslado-maior do commando superior da
guarda-nacional do dilo commando sopenor, o le-
nenle-corooel Alexandre Jos Leite.
Foi reformado no posto de leoenle-corouel o ma-
jor da amiga guarda oacional da cidade de Castro,
na proviucia do Paran, Looraojo Marcoodes Ribas.
Fui concedida a denn.-ao que pedio Joc Candido
de Barros do pealo de tenenle-coronel commau-
danle do balalliao n. 5" da guarda nacional da pro-
vincia de Pernambuco.
Por decrelos do 13 a 20 do correule foram conce-
didas as ileinissf s qoe pediram :
O inspector geral doi terrenos diamantinos da pro-
vincia de M as .na .- Alves Ferreira ;
O procurador liscal da Ibesoararia do llio Gran-
de do Noria bach.rtl Oclaviano Cabral' Raposo da
Cmara.
Foram aposentados :
0 1- eseriplurario da alfandega do Para Joao
Carlos Mar liman, da Fonseca.
O amanuense da eilincla recebedoria das rendas
inleruas. addido a mesma alfandega, Manoel Cae-
lano da Silva.
E foram nome.idos *
Inspector geral dos terrenos diamaulinos da pro-
vinr-ia da Cuna o brigadeiro Jos de S Bilaocoorl
da Cmara.
Dilo dos da provincia de Minas-Geraes, o actual
procurador lineal Francisco de Paula Meirelles.
Procurador fiscal dos meamos Felisberto Ferroira
Brasiles
Tbesoureiro da Ihesouraria da provincia da Para-
hiba, o tenenle-coronel Manuel Jo.quim de Oli-
veira.
1-eseriplurario da alfandega de Pernambuco, o
2- dilo I-irmino Jos de Oliveira.
2-eseriplurario, o amanuense Claudiuo Bencio
Machado.
Amanuense, Tiburco' Valeriano dos Santos.
I- eseriplurario da alfandega do Para e escrvao
da collactaria da capilal Filippa Pereira de Mello
Mariuho Falrao.
Por decreto de 20 do rorrenle foi concedida ao
vnconde de liabor.dij a demissao qoe pedio do pre-
m.lento du Banco do Biasil.
2:1
O senado approvou honlem sem dbale as m.ite-
nas que constara a acta que publicamos no legar
com|iilente.
Foi designado o dia l do mez de julho prximo
foluro, para proseguir-se nos lermo- do procesao do
reo cx-depulado o Sr. brigadeiro Maooel Joaquim
Pinlo Pacca, o qual deveiu comparecer uo mesmo
dia pirante o senado.
Por falla de uomero nao liouve honlem etaata
na cmara dos depulados.
a Xavier Garca de Almeida, e
l.oi/ FranrSsco da Silva;
Prealoo juramento e lomou aisenln o Sr. bario ile'
Maioim, diputado pelo I. disriclo da provincia de
Sergipe.
Foi iHime.iila a commissao, composla dos Srs. ha"-
r3o de Porlo-Alegre, Piulo de Campos, Augu-io
Correa, Alhayde e Brlto, para assistir ao funeral do
Sr. deputado por Minas, o conego .\ulcnio Felippe
de Aroujo. rr
Appmvou-se depois a urgencia para o Sr. Rodri-
goes dos Sanios fundameular o seguinle projecto,
que foi julgadu objeclo de dedberajao e dispensado
da impressao.
A assiiubla geral legislativa resolve :
Arl. nico. A paroclna do Amparo, do monicipio
da Braganja, da provincia de S. Paulo, fara1 parle
do 8. disiriclo eleitoral ; e a parochia do Soccorro,
do mesmo monicipi, he transferida para o 'i. dia
trelo da mesma piuvmca, revogadas as dispoaicoei
em contrario. "
Em orna s discossao foi approvado o projeclo n.
1J desla anno, que approva o decreto de 27 de no-
vembro de I85i, declarando que na aposentadora
concedida ao deaembargador da eximia casa da sup-
phrajao Padro Madeira de Ahieu Brandao se deva
comprebeiider o venrimanlo qte linha como joz con-
servador dos privilegiados do cjmmerciu, a coiilir da
dala da mesma aposeuladoria.
21
Depois do qoe escrevemos iu nlem, enlroo em pri-
meira discussao na cmara dos senhores depulados o
projecto n. JO de 1856, qoe croa a provincia de Mi-
nas Novas ; o Sr. Fiusa requemo mformajes ao go-
veruo, nuvindo as cmaras ruoi.icipecs respectivas, e
depois de orar o Sr. Cesar, fict u adiada a discussao.
Adoplou-se eiu lerceira discus.flo a fixajao de for-
ja de mar para u anno de 185c. a 189, e pprova-
ram-seasredaejoesdo projeclo que concede um anuo
de licenja ao Dr. Elias Jos Pedrosa, e oulroa, das
emendas felas e approvadas i' proposla do poder
execolivo, que fita a forja naval.
Enlrou em segunda d.scussai a lixajao de forjas
de ierra, e licou adiada depois de orar o Sr. Ne-
bes.
Acbam-se com a palavra conlra, os Srs. Gomes de
Sou/a, Borgea lories, Silveira Lobo, Brusque, An-
die Baslos ; e pro, os Srs. bari,o da Porlo Alegre,
Lar rao, Pacheco, Brandao. Vlrialo, Paranhni, Rodri-
gues dos Sanios, Piolo Lima, Baplisla Monteiro e
Jaguanbe.
colheu-sa com o seu calimbo aceso, deilou-ae e
adonnereo. O re>lo adevuiha-se. Dii elle que
acordando sobresaltado, se vira todeado de rbaniinas
e procuran extingu-lar.
Ja' fallaran dosservijos prestados pelo Sr. almi-
rante Jobnslone e por lodos o ofllciaes e hoiuens
de mar que comparecern). Resla-uos duer qne
esliyeram preienles.e deram lambem valioso auj,-
liu, o Sr. coronel Caslriolo. o Sr, Dr. Paranagua'. o
Sr. chefe iulerino e o Sr. secrelariu da polica, o S>.
subdelegado Briggs.oSr. Francisco Xavier Baplisla,
ele, ele. '
Anle-lionlem era dia de fcsla em Nilherohy. A
dada eilxva apinhada de gente, qoe corren em
maisa para o lugar do inceudio, a cobno todas as al-
lurxs.
Honlem as II horas da manhaa S. M- o Impera-
dor, acompanliado do Sr. mimslro da fazenda, bon-
rou com a sua presenja as obras da alfandega e Jo
caes. S. M. foi rerebido nos novos armazens de ferro
pe o respectivo eugenheiro o ir. Ur. Capaucma e
pelo seo ajudanle o Sr. leoenle Mura*.
Comejoo a visita pela experiencia da resistencia
dos barrotes de ferro puxadn, empregi-dos nesse ar-
ma/.-ii. em vez de vigas de madeira. com um peso
do :iU arrobas apphcado no centro. Os barrles
vergaram smenle na razio de 1,,'MIO, de lleijo que
lia pratica se reduzira' aiuJa n menos de lil ou a
1|1200.
luuccionou lambem o macaco a vapor rroe o Sr.
Dr. Capanema pedio com lana iosisleocia, que a fi-
nal se maiidou vir, e que provou agora a uolavel ecu-
noinia de servijo qoe tem feilo.
S.M, passoo depois a examinar os Irabalhos hv-
draulicos do eaes que lem de unir lodo o e-paco eii-
ire os dous arsenaes. Esta trabalho he e-veculado pelo
Sr. Neale.
Como ja' noticiamos, as mencionadas obras, qoe se
acham em boro progresan, orem visilada. a semana
passada pelo Sr. minisdo da ftzenda por convite do
Sr. Dr. Capanema.
S. M. reliroo-se a' 1 hora da larde, salisleilo com
0 que vira e com o adiaulameulo das obra.
26
fcnlroo honlem em segunda discussao, no senado,
a proposijao qoe aolorisa o governo a depositar no
Banco do Bra.il, e em soas caitas filiaes, as aommas
diaponiveis exisleules oo Ihesouro e as lliesouranas
de fazenda das provincias. Fallaran) os Srs. Silveira
da Molla, visconde de llaborahv, Carneiro de Cam-
pos e mimslro da lazeuda, e ficou a discussao adiada
pela hora.
A ordem do dia de hoje he a conlnoajao da dis-
cussao adiada, e a da lerceira d scosiao da proposmao
da cmara dos depulados, approvando u subsidio ad-
dicional de .6 cotilos de res concedido pete governo
a Jos Rodrigues Ferreira para a navetajao a vapor
euire poni do Rio de Jaoeiic e o de Sania Calha-
nna, com escala por outros porlos intermedios.
A ramera dos Sra. depolados. approvou hon-
lem o parecer da commissao de poderes, qoe reco-
nhece deputado pelo segoudo cislrirlo eleiioral do
llio Grande do >orle o Sr. Jos Xaviir Garcia de
Almeida, a supplente o Sr. Luiz Francisco da Silva.
U deputado prestou juramenlo e turoo-i aasenlo.
Adoptoo em lerceira diecostfo o projecto n.
desla anno. que asiprnva a tablilla dos veiicimenlos
dos magistrados e empregados do tribunal do cume-
llio sopreruo militare dejustija.
Itemetleu a commissao de poderes com urgencia
urna indicacao do Sr. Salalhiel, para que seja cha-
mado a to.-nar assenlo o sopplejle do I i disliiclode
Alinas, o Sr. Dr. Antonio Das Ferraz da Luz.
Jintra era segunda diseexeao, e lica adiado depois
de orar o Sr. Frauco de Almeida, o projeclo n. 1>
desle anuo, sobre a matricula dos estudiles.
Contiuuou depoia a segunda di-nuss > da proposla
'.'" "uve.r"''11uo ia a forra de Ierra psra o aono de
IKtH a 18,)!). Oraram os Srs. Virialo, e Gomes de
Souza ; este ulmu orador leu e inanuou a mesa a
seguinle denuncia, qoe ficou para ser lomada em
considerajao, couforme o qoe dispe a le, na sessao
de hoje :
Em virlude da le da 15 de oulibro de 1827,
denuncio a cmara dos Srs. depulados o ex-minislro
e secretario de eslado dos negocios dijoslica, Jo'
Inomaz Naboco de Aranjo, pelo crime de Iraijao,
por baver allentado conlra o livre ve c co dos po-
deres polticos raconhecdoa pela cooslilujao do im-
peno, aposentando osdestmbargadores Severo Amo-
nm do Valle e Bernardo Habelln da Silva Pereira,
conlra as lerroinanles di-posieea doi arls. 151, lo e
oulros da mesma eouatituijao. Pajo Ha cmara dos
depulados, -2 de jonho de 1857.Dr. Joaquim Go-
mes de sooza. deputado pelo afie dislnclo elei-
toral da proviucia de Maranhao.
Incenio. Ante-lionlem, pouco depois das
8 horas da imite, as columnas de chsmraas qoe le
elevavam a grande altura delraz do roorro da Arma-
cao, anuuuciavam aoshabilanies da corte um grande
luceodio em Nilherohy.
Sospeiloo-se logo qoe o fogo lavrava no magnifico
estabelecimenlo de fundirn e de conslrucjao naval
da I una da Ara, e infelizmente rralisaram-se es-
sas suspeilas.
Eis os promenores qoe podemos obler sobre tao
lamenlavel aconlecimenlo :
Pela volla das 7 horas, o feilor encarregado da
rouda do eatabelacimento notou que da casa do risco
sabia alguma fumaja. Nessa casa ninguem cosluma-
va pernoil.r, mas uliimamrnie dorma all um es-
eravu do Sr. Legar, marcioeiro ne-t, corle. Cons-
iroia-se no ealabelecimenlo orna galeota a vapor para
S. M. o Imperador. As cmaras linham vindo da
1 ana. por euconimeuda do mi-amo Sr. I.ger, e esle
as iijuslava na casa do risco, lim seo eaciavo, ollicial
hbil, einpregsdo neale Irabalho, e que linha a seu
cargo a goarda desses objeclos, dormia na sala do
naco.
O fetor apenaa percebeu a fumara dirigio-se -
quelle poni, e encoiilrou e-n cbammas a palh. e o
rellro que linham servido uo eucaixolamenlo das di-
versas pacas das cmaras da alela. O pelo procu-
raba intilmente extinguir essas chammas.
eu-se iinmedialamenle o signal de alarma, e a
gente do cslabelecimeiilo acudi logo, mas o fogo la-
vrava ja coro grande lutensidade.
N'uma casa prxima em qoe reside o en-eiiheirn
do eslabelcclmenlo achavam-ae os Srs. almirante
inglez, o commamlenie da corveta bespanliola Vil-
la de Bilbao, e oulros olliciaes. Estes cavalleiros
espediram immediatameute as soas canoas para bor-
do dos seus respectivos navios, afirr. de oblerrin os
nece-sarios soccorro", e ao mesmo lempo se enviava
partiriparo do incendio as autoridades deNitheroliv.
Os soccorros nao se lizeram esperar. Os de Nilherobv
poneos erara, mas chegaiam logo, e j mesmo sUcce'-
deocomosdos vasos de goerra, que appar-ceiam
com incrivel rapidez. O vapor inglez Plumplero,
que se achava em concerlo na Ponte d'Ara, fez sie-
nae de incendio, os quaes foram allendidoa com lal
celeridade que as canoas enviadas pelos chafes en-
contrar-ni a meio CUDioho rs auxilios pelidus.
Reonidos os soccorros de Nilherobv, dosivaos de
guerra inglezea, francezes, oorle-ame'ricauos, hespa-
nlmes e brasileiros, reconheceu-se qii impossivel era
corlar o incendio. Tratou-se puis smenle de cun-
ilvar
na
I-
udos
:"l a
lins-
illsu-
de, e
e es.
slava
coja
in-
cida
A cmara approvoo boje um parecer da commis-
sao de pen-i.es e ordenados, iuil-.ni n : preleurao
de Lucas Thomaz de Aquino.
A rommis-ao de poderes apreaenlou seo parecer
que foi a imprimir no jornal da cas, sobre a eleiro
oo segundo dislricto eleitoral da provincia do Rio
i.ran je do Norte, recoubecendo depulado o Sr. Jo-
----------. .. pv,9 -i, ,i t- ,..(^ ti r r
centra lo no ponto em que rebenl-ra -lim de sa
o eslalelro, os navios em constroeja, a casa das
rbina", a fondlrao o arroazem de maleiiaes ele.
calculaveis e por muilo lempo baldados foram I
us esforr;os qoe para lile se fizeram ; mas, grac
admiravcl direejao dada pelo 8r. alri.iraula"jo
; lorie a lodos os Irabalhos, ao zelo, oussdia e co
nada pericia da mariiihagem sua ollcalidii
a boa volitada de lodos, conseguio-se linalmenl
la desidertum. A's 3 huras da madrugada esia-
doimnado o iucendio sem se ler perdido urna >
vida.
Grande foi porem u prejuizo que solTreu um dos
niais bel,os eslabalecimenlos que possuimos. e
fundaj.lo he dcvnla ao muilo louvavel eapirilo n
dusln! e ao 7elo patritico do Sr- bar** de \iaua.
Com a sala dos riscos, edificio nobre perderem-se
moilos modelo, que all exusliam, peda irreparavel e
de immenso valor ; doas cargas de pinbo de resina
empiliiartas no pavunenlo inlerior.e alguma madeira
de corislrocjao. Ello prejoizo nao pode ser calcu-
lado em n-.enos de .IO0:(XJ20O0.
Duas embarcajoes que eslavam no eslaleiro, e cu-
jas proas ifiasi eiiieslevain com a cata do risco, cor-
reram grande perigo ; escaparan) porem com avarias
mullo insignificante, grja, a's judicosas providen-
cias lomadas quando r-heniou o incendio, e conli-
noailas einquanlo durou.
As einbarc.jes ulliinamenle laucadas a' agua e
as que se aebavam em concerlo neiibuin damiio sof-
freiam ; foram removidas muilo a lempo para dis-
tancias convenientes.
Ouando nos lembramos dos edificios, das machina)
e das materias iuflammaveis qoe se salvaran), e do
capilal que ludo isso reprsenla, apreciamos no seo
devido valor o servijo desses homens valsles e ge-
nerosos, que arriscando soas vida, puui-araru a' cam-
panilla pardas quasi incalculavcis. e conservarain o
pala un cstabeleciinenlo de grande e geral olili-
l da.le.
O incendio fui llevlo, como quasi sempre sacce-
de, a um descuido. O prelo que pernoitava na ca-
fa do risco bebeu largimeute na larde do logo, re-
I elo correio chegado honlem de floro Prelo sbe-
se que o Sr. conselhriro Francisco Diogo Pereira
de Vasconcellos, ministro da juslija, foi reeleilo de-
pulado por aquella circulo. S. Eve. obteve setenta
e uove volos achaodo-se prsenles nvenla e dous
eleilores.
CMARA DOS SRS. nFPITADOSa
StSsAO' EM 10 DE JL'.NHO DE 1857.
'residencia do Sr. visconde de Baependy.
A hora do costuroe, feita a chamada, e achau-
do-e reunido numero legal, abre-ae a seasRo.
Lidasfas acias anlecedenles, sao approvadas.
O Sr. Pnnieiro Secretario da conla do seguinle
expediente : "
Dous cilicios do ministerio do imperio, communi-
cando ficar o goveruo iuteirado de ler a cmara ap-
provado as eleir5es do segando dislriclo de Govaz e
mlavo dislricto de S. Paulo.Fica a cmara ilei-
rada.
Ires ditos do mesmo ministerio, remetiendo ac-
ias eleiloracs de divenos circuios perleuceulea a
dillereutes (rovincias.A' commissao de pode-
res. r
Dilo do me-mo mioislerio, Iransmiltiudo orna re-
presenlajaoda cmara muuieipal da cidade do Ser-
r, pedindo a reforma da le do |.a de oulu-
bro de 1828.A' commissao de cmaras rauoici-
pas.
Dilo do mesmo miniterio, enviando a reprsen-
la.;.u da ce mam monicipal da villa do Araxa, pro-
viue'a de Miuas. pediudo que o dcimo dislricto
eleiloral desla provincia seja dividido em dous.A'
i un.unno de podaras.
Dilo do mesmo ministerio, remell'Ddo una col-
leci.-o de derrelos e resolojOes da provincia do Riu
Grande do Norle, promulgados em 1855.A' com-
missao de assembleas provinciaea.
Dio do mesmo minisleho, commonicando ler re-
cebido copia da innovara:, do contrato paia a publi-
rajaodoa debaleadasla aogusla cmara.Fica a c-
mara liileira la.
Dilo da cmara monicipal da villa Christina. re-
mellando, nao s urna felicilajao congralulandu-e
pela reuuiao da prsenle sessao legislativa, como
lambem urna repretenlajao pedindo a reforma da
le fio !. de oolubro de 1828.A' commissao de
cmaras monicipaes.
Um reqaerimenlo do leoenle do primeirn bala-
Ihao de iufanlaria Francisco de Paula Pimeutel, pe-
diuilo qoe I lie seja contado o lempo que servio no
corpo municipal permanente desla corle.A' com-
missao de manuha e guerra.
Dito de Antonio Simoes de Faria, pedindo que
seja admillido a fazer exarae do segundo e lerce ro
auno da academia de medicina, e a ser matriculado
no quarto anuo.A' commissao de inslruccao pu-
blica. r
S-to approiados sem dbale os pareceres das cora-
iiii- nir- :
De peusOes e ordenados, iudeferindo as preleo-
jues de Jeronyrao Correa e de Jos Maria Ama-
dor ;
De inslruccao publica, julgando-se incompelenta
para dar parecer sobre a preleurao do Dr. Jos Ma-
ria Lopes da Coala, e sira a commissao de peuses e
ordenados, aqueui requer que seja remedido o re-
querimenlo do aupplicanle.
He julgado objeclo de deliberarlo, e vai a impri-
mir para entrar na ordern dos Irabalhos, o parecer
da commissao de instruirn publica, que aulurisa o
governo a conceder ao Dr. Elias Jos Pedrosa, leule
da ficul nicle de medicina da Baha, um anuo de li-
cenra com lodos os seua veuciraeulos para ua Eu-
ropa tratar de soa saude.
O Sr. Alcntara Machado reclama contra a ioex-
aclidao de um ai arle seu publicado no jornal da
casa.
ORDEM DO DIA.
Primeira parle.
Continua a diseossao adiada do parecer da com-
mis-ao de poderes sobre a eleiro do segundo dis-
Iriclo da provincia deSeigipe.
Cedendo a palavra o Sr. Benevides para se volar,
he o parecer approvado, e proclamado deputado o
Sr. Dr. Antonio Freir de Mallo, Brrelo.
Primeira discussao do projeclo n. 51 de 1856, qoe
dispensa as leis de ainoiluajo em faver da Saula
Casa da Misericorda de Coriliba.
lie approvado sem debate para panar a segunda
discussao.
O Sr. Marconde* pede para entrar o projeclo in-
mediatamente em segunda discussao.
A cmara consenle.
\\e igualmente approvado sera debate em seguuda
discussao para passar lerceira.
Terceira discussao do projeclo n. 60 de 1856, que
manda Irocar as olas do Banco do Braril e cdu-
las do llirsouro de que be possoldor o conagu Fide-
lis Jos de Moraes.
pesera dbale adoptado e enviado commissao
de reilacr.io.
Terceira discussao do projeclo n. 73 de iS5ti, que
approva o contrato feilo com o Dr. Hermano Blu-
menau para eslabelecrr urna colonia no llajahy,
proviucia de Sania Calharina.
He adoptado e enviado a commissao de redac-
jao.
Primeira discuisao do projeclo n. 60 de 1856, qne
manda proceder o censo dos habitantes do im-
perio.
He approvado para passar a segunda discos-
sao.
Primeira discussao do projeclo n. 181 de 1850,
qun aulorisa o governo a mandar imprimir ua lypo-
gra pina nacional lodos os pareceres e consultas do
coiiaelho de eslado.
He approvado para passar a segouda discos-
sao.
Primeira discossao do projeclo n. 182 de 1856,
qua manda que aa povoajors cujo lerrilorio fur di-
vulidu enlre doaa ou maia provincias licam perleu-
ceinlo as qoe for determinada palo guverno.
He approvado para passar seguuda discus-
sao.
Primeira discossao do projeclo n. 51 de 1853, que
auluiisa o goveroo a promover a orgauaajo de
urna companbia qoe en,prebenda a nvegsjao por
vapor em barcos proprios para o transporte de pas-
sa^eiros e mercadori.s na Lagoa dos Prlos, enlre os
por loa do Bio Grande e Porlo Alegre.
O Sr. Jacinlho de Mendonr-u, depois de algomas
observa^es, manda i mesa* o seguinle r. qi.ni-
in -uto :
Heqoeiro o adiamenlo da di-cu-'.io do pro-
jeito para depois da discussao do orcameuio du im-
perio, o
He approvado sem debate.
O Sr. Presidente declara esgotada toda a primei-
ra parle da ordem do dia, e pur mo Tai passar se-
gunda parle.
O Sr. Augusto de Oliveira (pela erdem), vislo
uno achar-se ainda o ministerio na casa, pede ur-
ge.icia para entrar em terceira disruseao, ale (indar
a hora determinada para a primeira parte da ordem
do da, o projeclo n. 1 desle auno sobre os bens da
capaila de tamb.
A cmara consenle no pedido.
Enlia ero terceira discussao o projeclo.
Yem a mesa, he lida, apoiada, eeolra eonjaucta-
meule em discussao, a seguiute ,mtnda :
B Snpprinia-e o arl. 3.S. R.Auguslolde <>1-
veira.Paes Brrelo.Aguiar.
Tomara parle na discossao os Srs. Daulas, Toica-
uo Brrelo, Aoguslo de Oliveira,Silveira Lobo, Fa-
rolillos e Ferreira deAgoiar.
A discossao lica adiada pela hora.
S'gunda parir.
Continua a discussao adiada du projeclo de res-
posia a falla do Ihrono, com a emenda da com-
missao.
(Acba-se prsenle lodo o ministerio.j
O Sr. Madureira corneja declarando qoe o pen-
sam.-mlo geral da commissao foi exprimir com fran-
queza e lealdade um voto de apoio ao ministerio ae-
lual. na esperanja de corresponder por e6se mudo a
opiniao de urna cmara, que deve sua ongem po-
ltica de concordia areila pelo gabioele, que foi li-
rado do seio do pailamento. Depon o orador expli-
ca i s motivos em que se funda para nSu acreditar
que a resposla ao discono da coroa seja urna sim-
ples pera de formahdade ; e pas>a a defender o mi-
ni'leno da argoirao qoe Ihe foi dirigida por falla da
pregratma. Aioda que de fado fallasse esse pro-
gramrna. he cerlo qoe o paiz eet cansado de ouvir
palestras e de acredilar am promessai : o paiz ac-
tualmente quer fados; o paiz qotr o progresso,
qoer estradas, quer canaes, quer brajos, para a la
voora, quer augmento de populacho quer .rdito.
Sao estas as suas necessidades reaes. Nao pode o
orador rompreheuder o que seja a posijao eipce-
lanle que quer lomar o Sr. depulado que impug-
nou o projecto da commissao, se essa pusijao nao
einolve om vol de censara ao ministerio.
Em falla de argomenlns conlra o parecer da core-
missao, prncuron asle Sr. desolado lirar partido at
de Iroeadilhos de palavras.
O orador oceupa-ae em desfazer as objecces fnn-
dadas em laes recursos ; e terminando justifica a
commissao de algumas omissOes de que ta-nbem loi
ceoaada,
Sr-efc*f;''r'"' in Comelho declara achar lio
iiaui.iL* aislenria da/^ima certa agilarao nos es-
puili s UaporVile trlUide lulas, como li natural o
motiir.ehtodts aguaslaFpois das aj/rones!ades. Es-
liera qii.'\**onesuira' acabar com 'essa agilarao,
firmado o'ajpverno na poltica ile ronciliajao, qu he
o seu grinde pusramma. Pergonla-se porm qoe
polilica he e-sa Depois de lano lempo qoe essas
ideas coirem no paiz, he sem dnvida eslranha lal
pergunla. Oaaudo o Sr. piarquez de Paran' a pro-
clamou, puz algumas llovidas a reepeilu-do que ella
sena J Pjs o que paste, ser proclamado por um mi-
nislrn conservador irro pode aer aceito e coutinoado
por iinro ministro lamban, conservador '.' Nao ha
duvni que a moderarAo e a concordia devein ser
allribulos de lodos os governos ; mas orna eoosa he
manirr a concordia quando ella exista, e oulra he
resiaura-la quando ella dcapparece. Ninguem deve
ilearoiibarer que o> mais sagrados deveres lecm sido
multas vezes esquecidus e calcados aos pe, ;as quan-
do eslas circumslancias se r.,ui, o ministerio que lo-
ma a si reslaerar a pralira daquelles deverea faz
sem duvda alguma cousa.
Aeoinpanliaiido ao Sr. depulado Ao Kio.de Jaupi-
ro, que levanta o veo do passade, o orailur dir'
larnlirin alguma cousa a lal respeito.
A nossa consliloico consagra doua principios co-
mo base de (oda a nossa otganisajao, e vera a ser o
principio monareluco e o principio ilemocralico,
N3o querendu moralisar a marcha das cansa', mi >
qoereudo indagar se foram os excessos do partido
conservador qoem reprsenla o prirneiro principio,
qoe pe as armas na n.a.i do partido liberal, que re-
prsenla o segunde principio, o orador recabe como
fado a lula Iravada entre esses dous partidos. Essa
lula acalmou-se depois; alguns rninisterioa enlen-
deraui emao que era lempo de realizar o preccilo
constitucional, e sem o declararen) foram pr. i ando
a polilica da coociliajao. Chegou finalnieule a po-
ca eir qua om estadista lemoo a al proclamar clara-
mente essa polilica, e nese senlido formulou o seu
programma, que foi aceilo. Nesse poni o or.nl. r
nSo pode deixar de fazer elogios mo su a esse digno
chefe e ao gabinete que elle dirigi, mas tambrm ao
que Ihe soccedeo. Vollando porem ao seu assump-
10, pergoulase, urna vez eslabeleclda aquella pub-
lica, ja he hoje lempo de considerar a ronriliajao
como om simples dever ordinario dos goveruos '.' O
proprin Sr. depulado do Rio de Janeiro deu provea
de qoe ha ainda qoe fazer em favor desss ids, es
aignalando as lulas que liveram lugar em diversos
punios do imperio por occasiao das ultimas aleijOes.
Neslas circunstancias, o qoe resta he qua aqoellea
que nao apoiam esla poltica, o digam cum loda a
franqueza.
Depois o orador defende-se de algumas arguijes
que Ihe foram particularmente dirigidas, e termina
allrnian.lo que enlre lodos os membrosdo mioisle-
rio reina o mais perfeilo accordo.
O discurso do Sr. presidente do conselho loi mui-
lo apoiado por grande maioria da cmara.
O Sr. .\ebias lave depois a palavra. Corneja por
protestar que au leve inlenj'ao de fazer opposijao
aomioisleiio inscrevendo-se jiara Tallar coulra o
projeclo da commiesAo.
O orador be sectario da paz e da concordia, mas
eotende que enlre esla e a concilisjAo dos partidos
ha urna diflerenja muilo giaude. As declarajes
que acabou de fazer o Sr. presdeme do conselho
sao sem duvida impurlanlrs, porque euvolvem mais
do que orna simples concordia, euvulvtm urna uni-
da.le de penaaineuluiio ministerio.
He urna 1ij3o bem aproveitada. Enlrelaulo res-
tan) ao orador algumas duaidas.
Teem deaappareeido de fado as dissideucias que
separavam os doos partidos qoe teem hoje uu m.ins-
te rio representantes lao conspicuos'.'
Se os motivos qoe al euiao os separavam nao
eram phanlaslicos, nao sabe como tal possa ler euc-
cedido. O Sr. ministro da fazenda, por exemplo,
nao quer mais as reformas precipitadas".'
O Sr. Ministro da f uzeada :E quando foi que
en as quiz ?
O Sr. Arfan- continuando expe qoe por sua par-
le leve sempre doos principios capiaea de que nao
pode prescindir ; rao riles a autoridade fortalecida
e a modarajao as formas. Deslas ideas nonca elle
se apartara' : a polilica he, como ja se disse ua casa,
urna religiao que urna vez professada nunca se po-
de abandonar. Se a harmona de que se falla con-
siste no abandono de todas as crenjaa, eolio o ora-
dor se declara em oppos'jao phrenelica.
Declarando nesle poni o orador desconhecer.o
direilo rom que oSr. depulado F. |Oclaviano lachou
da exagerado aos que sustentara laes idis, liocaro-
se enjre os dous alguns apartes.
O Sr. .Vevias prosegoe depois em mais algumas
considerajas, e termina pedindo ao Sr. ministro da
larenda eiplicajors relativas as soas opinioes sobre
as importantes que,les do crdito que actualmente
se rejeilnm oo paiz.
A diteussio fica adiada pela hora.
i Sr. Presidente da' para ordem do dia :
Leilora de projeclos e indicaees ua hora comp-
leme. r
Primeira parte .Coolinuajao da lerceira dis-
cussao do projeclo n. 1 desle aouo.
Primeira discussao do projeclo n. i desle anno,
qoe aoloriaa o goveroo a emillir om empreslimo de
12 mil conlos celebrado dentro, ou fura do paiz pala
companbia da estrada de ferro de Pedro II, em
uli.niu rao a igual aomma emillida em acjoes.
Segonda discus-ao do projeclo n 5 do crreme
auno, que approva a peusao concedida a D. I-luis-
bella Marianna da silva,
Primeira discossao do projeclo D. 3 desle anno,
que approva a tabella dos vencimenlos dos intgislr.i-
dos e empregados dn tribunal do commercio, supie-
ino militar e de juslija.
Segonda parle :t meia hor depois do meio
dia.) Conlinuajao da discussao adiada.
Levanta-se a sessao as duas e meia horas.
PERIAMBIIC


-.. .


"
.
PAGINA AVULSA
Ainda orna vez vamos nos oceupar das iufeli
zes donzellaa que foram lanjadas ao abvamo da mi-
sena pelos caprichos da urna cruel madrasta e des-
amor de seu inhumano pai, qoe Ibas neea pao, bao,
e uome. Essas infelizes, como dissemos, acbam-se
residiodo nos Coelhos, donde esqoecidas de lodos,
sao apenas soccorrioas por um seu irraao aioda jo-
ven, qoe para suavisar os seos sollrimenlot se so-
jeilou a irabalhar em urna olaria. Que dilTerenca
enlre a deshumanidade da um pai, qoe calca os
pesos mais sagrados deveres da nalureza a a dedica-
cao de um irmao, qoe sacrifica a mehor parle de
soa vida em prover os meios de aobsislencia de soas
infelizes e desprolrgidas irmas! Aquello neg a
seus Gllios o pao e a prolecjio, que a naturea, ai
leis e a moral Ihe ordenara proporciunar-lhes, segun-
do soas forjas, condemnando-as desl'arle a' miseria,
a loma a a prosliluirao ; esle, lomando sobre seus
hombros o peso da desgraja que alllige suas Ires ir-
mas, he urna repreheusao viva a seo desalmado
pai : e quem, presando a sua repulajao, o seu no-
me e o de sua familia, oosaris maucha-lo repodi-
am.lu a seus hllius ? Aqoelle masmo qoe os deveriam
garannr e abroqoelar '. Nao, por cerlo, a meni-
que nao se seja am perverso: mas o que vemos V
He justamente o que nao devanamos esperar ucce-
desse, he aquillo mesmo qoe acabarnos de referir, e
que se arha revestido de todo o caraclar da verda-
de. Devemos dizer antes de apreciarmos esse fado,
de qoe a mesma nalureza se horrorisa, qne essea in
lelizrs sao descendentes de muilo boa familia, e que
seu pai he proprielario de um eugenlio, o que has
lana para que ao menos nao negasse o p".u a seus
infelizes filtras; roas nem s isso Ibes ha negado,
como al mesmo arrancn do poder dalles dous es-
clavos que os acompanha'.ira e os iara ajudaudo a
se manieren). A lano chegou a perveisiiade dessa
madrasta e deshumanidade uesse pai. lie da crer
que esse fado seja detconhecido do Illm. Sr. Dr.
joiz de orphaos, e por isso chamamos a soa allenrao,
cuja iiiiegri.iade e independencia de carcter -,n,'i.-
bem cenhecidas, sobre essas desvalidas, una das
quaes he de menor idade, e cojo pai se bem que ja
procedease inventario, tem c naei va I em sea po-
der os bens que Ihes devenam caber, to passo que
Ibes lem negado os ullimos soccoiros. Apenas i seo
dedicado irmo fu dada a palle qOe Ihe lirou per-
leucendo, e cuja substancia elle ronsomiu em bene-
ficio da suas irm3as. A noticia desle fados nao
nos vea por va suipeilosa Peisoaliuente evimos
da bocea dessas infelizes mojas a revelacao circunis-
lanciada de sua desgraja, e nessa iuquirijao que li-
zemo', movidos pelos senliineulos de humanidaile
que nulnmus, lomos acompaubadoi de le-lemuub s,
que.assim como nos, oau sabiam o que mais deviam
admirar, sea crueza e iusensibilidadede um pai des-
naturado ou se a virlude pouco vulgar deseas mojas,
que luanlo rom alineo com a adversidade da sor-
le, estn dupustas a disputaren) prejo de sua vida
o bem desua honra. He lal a nobreza de s-nli-
menlos deesas joven.-, que apezar do abandono em
que vivero, procurara disfarjar a aspereza de sua
surle sob palavras de respeilu pessua de seu pai,
de quem se eslon.-am por arredar a respousabilida-
de de seus malas, como se nao fra elle o seu nico
causador, e me-mo para que a m licia de seus apu-
ros nao aproxime de seo obscuro alvergue essa ma-
lla de eies faminlos, qoe especulara com a desgra-
ja para saciarem a sua concupiscencia sobie os des-
irojos da virlude. Poder amos dizer ainda alguma
cousa acerca desse doloroso a-sumplo ; mas cunvin-
do de algura mudo condescender cum a modestia
aessas infelizes moras,.nao proseguiremos, e son en-
te larremoa sentir a necessidade da as por a salvo
das Jhorrures da Toma e da miseria, seudo acober-
ladas com o mani da lei, e para cujo lira invocamos
lambem a allenrao do Illm. Sr. Dr. joiz de or-
pbaos da comarca de Pao d'Alho, a cuja jiinsliccao
perleuce lomar conbecimenio do facto qoe acaba-
mos de referir, viilo como o pai dessas infelizes be
all domiciliario.
Aluda iiKisliiuos para que a polica nao desis-
la, nu desanime em procurar o raplor dessa inno-
cente menina, qoe hi das desappa'eceu da casa de
seus pais. O facto he gravissimo, e a soeiedade re-
clama a puuijo austera desse a quera lodos por
urna voz eponlam como o raplor. Se nao honver ama
medida rigorosa, se ficar impune o crime,esla' eber-
loo precedente, amanbaa oolro de igual eslado Ia-
ra' o mesmo. Esse misaravel, conlra quem a opiniao
publica se ha erguido, exacerbado, e ai untado como
useiro ursses alternados ; a soa conduela infamissi-
ma, os seus vis precedentes ale Ihe direito a qoe o
publico faca delle principalmente dando-aecirrurn-
laimas relativas an facln. segundo aomos informa-
do- i semelhunle juizo. O que dasejsmos, e pedimos
mesmo em nomo da honra das familias honestas, em
nome da moralidade, em nome da le, be qne a jos-
lija publica invade ludo para er desooberlo o ver-
dadeiro criminoso : a ca-a desse miseravel, que be
repolado como o autor do rapio, be um prostbulo;
n.-lla se renen) individuos, que mino elle profer-
amos me-rims costantes depravados, e daln parti
lera duvida alguma o plano infernal de seduzirern
essa incauta i- infeliz menina.
leudo nos fallado em ama de nossas l'ai/inai,
de cerlo lumleiro. que na roa DireilS Irabalhava al
alia noile. incommodando a vizinhanca, veio ler com
iio>co uniSr. Ir.idoio Ardanj., Porriu'nCula, e dizer-
uos que elle era arliata fumleiro, e que e a que dia-
semos enlendia-secom elle, vilo Irabalhar al mais
larde as notes. Mire remedio na,, linha, sendo
que os seos ofticiaes eslavam aquartelados, e que
elle leudo familia detena dar-lhe pao, o que s po-i

derla faiar Irabalhando al mais larde com olliciaes
do oulras ofliciiias, quando as deixavam. Damos
raz.lo mi Si, Iziooro, e Ihe dissemos que Irabalhasse
loda noile, vislo que Iba era precisu viver coro hon-
ra na sociedade.
Falleceu na sexla-feira 5 do correnl o nego-
ciante Vicente Alves de Sooza Carvallio, dooma en-
fermidade cruel, que somboa de todos os cforros
da medicina. A Ma que fez a liuado a sua ramilla,
aos seus amigos e ao commercio uiesinu, be coHsiJe-
ravel pelo rrsdilu e eilima que enlre todos gozava.
A Ierra Ihe seja leve.
A grande enfenin !ade do digno lenle da Fa-
culdade da Direilu o Sr. Dr. Joaquim Vilella da
Caslro Tavares lem seusibiliaado geralmeule a lodos
os seos amigos a familia,. Os seas mdicos asuste*..
les esli per ora tranquillos, signal evidente de qua
ainda nSo esia esgolados oa recorsos ala aciencia.
Temos f da ver am breve restituida a sua preciosa
laude.
Conila-nos, que cerloi innlviduos mal inten-
cionados, na freioens deSan Jos, dislribuem-sa em
piquetes por certas ras, que impossivel se loma,
lepois das 10 horas, o traosilo de mulheres. Clama-
rnos a alleiijao das palrulhas que daquelle bairru
para eses tratantes, que cumludo especulara.
Roga-se ao Illm. Sr. fiscal dos Afogalos lenha
tivo ao da promolona. O accudv 0Dl,, iel!Uid.
ijao por II volos.
Segundo jolgamenlo.
absolvijao por
Foi (razldo a barra do tribunal Lulz Jos de Nas-
cimeuto, cabra escuro, caballos carapu.hot, om .,
auno,, sntleiro, de ferdes e arpelo acanluieo. ^,7-
collor, nao le e nnn escreve, aecusado poter feudo
Jo lina i
rtt.'
do major Silvealre
causa de ciumes^ta
i, senda que o feri-
; depois do qoe se
de 17*de mam do
ao prelo Sm.in, eacravo doa
Ani un. de Oliveira e Mello]
amasia, em cuja casa o encfl
melo fi'ira fallo com faca da
evadir o aecusado : Isla oa
auno passado.
Aeeusajlo.
Foi demonstrada a cnmlaalidada de aecusado. ru-
ja demenatrajao foi I., lea da oa prora dos aalM, que
eram per lemn bstanlas para orea randemnajao.
Dea-s prova para as aggraveules dos J; I, i e 6 do
rt. 16, a, como conrleslo, pedio-ia a condemna.-a"
nu inailBau du arl. at)l.
Defaia.
Antes de entrar na malaria lastintou se a iaaana-
raliladeque lema geralmeule no mundu da jo.lira ;
diese se que a |uaiij de hoja nao he a de eolio, seu-
do qoe aesim fallauoo-s* sa rmeva aa fado de na*
ler sido o Hendido igualineula procesado com o ef-
fensor, o que pralicara a autoridade precassaole, por
a t.ondade de olhar para a estrada da Piranga, que ser o olleodido escravo do i' du. linado ra -ivr
ja vai lornndo-ae iulransilavel por ralla de urna A defesa baseou ae no 5 i do arl. Hi a oroe'
limpe nos vallados da merma. provar qoe o larimai.lo fora feilo na pralici de
O vapor nacioual aPeainonaaD. sahido para
Macei e porlos intermedios, condozio os seguinles
passageirus : Francisco de L. Tiago Ramos, Fren-
tico l.uii de Almeida, Dr. Gaspar de Menezes Vas-
concellos de Druniood e 1 filho, Dr. Luurenjo Be-
zerra Carneiro da Cunta, Dr. Joao Luiz Cavalcanle
de Albuquerque, Jos Victorino da Silveira, Ber-
nardo Fernandea Gama, I irmaa, 1 ahlhada, 1
criad, e 3 criados, Bernardino Maria da Silva,
Antonio Jo-e. Pereira de Menezes, Joi Ribeiro da
Silva, Miguel Aecioli Wauderl.v e 2 criado', Joa-
qom Jos Pereira, Joao de Arajo Alves da Fonse-
ca, Joao de Bario- Aecioli, Jos Pinheiro de Mello,
I i iv de Am- nm Lima. Joao de Barros Wanderley
e I escravo. Franciaeo de Paola Penna, Eroeslo An-
lomo da Silva Lina, Manuel Marliuianno Santos,
Angosto Mi.ni/. Machado, e 2 prajas rom parlara
do Sr. Dr chefe de polica.
O paquete nacional Imperador, viudo dos
porlos do sul, Irouxe a seu burilo, para esla provin-
cia, saeguinle- passageirus :
Capilao-lenenle Joau Gomes de Aguiar, escrivao
da armada Jos Ladislao de Barros Figueiradu, Ren-
to Jos Ferreira Ponleiro, Antonio llrges da Fon-
seca e 3 criados, Francisco de Frenas Barboza, al-
fares Jos Vieirn de Souza Guedes, Jee Antonio de
Campos, padre Filippe da Cunha Ribeiro, Joao de
Oliveira Lima, Jacome l'lysses l irmaa. Alexau-
dre Tope, Francisco Tosa'. Jos Mana llc/an, Jos
Joaquim de Lima, Joao Gomes Ribeiro, Antonio
Ferreira Leite. Manoel SimAes Ferreira Rraga. Joa<
Romao Rodrigues Alves Nilo, Jos Ignacio Roiuao
Nilo, Dr. Rr/.einlo Cesar de Ges e I escravo, Jos
J >aqoim de Oliveira. Joi Antonio dos S-nlos Ao-
drade, Jos Manoel Baplisla, 2 soldados, sendo I de-
sertor, I ex-praja do batalhao naval e l escravo a
entregar.
_ Srguem para o norle : Jos Vicente Monteiro da
Franca, sua senhora, 5 lilhos e 9 eseravrjs, Joao Jos
Saldauha. Francisco Jos Das da Molla, cadete Fa-
bio Gomes Farias de Mallos, segundo leoenle Jua-
qoim Rodrigoes de Souza Aranha, Joao Dias dos
-aiiloe, Emilio Diogenes de Oliveira, abarca Cyrillo
Eloy Penna, D. Ivaymunda Apolonia da Silva e 1
lilbu, 2 soldados, 2 ek-prajas, 2 escravas a entregar.
At amanhaa.
COMARCADO BONITO.
Cidade de Caru.ini, 1 de julho.
XIX.
Honlem fez dous anuos que o nosso juiz monici-
pal, correo fugindo por rausa de orna palavra.
O oosso vinario ja diz missa na igreja matriz,
sendo qoe o fuera porque, segundo infurmajoes que
(enho, o vigano geral resolver nao ter-se dadu
pniTanajo e san ralla de reverencia.
Consta vagamente que o joiz monicipal Xavier
Lopes recebera copia de tima denuncia e documen-
tos, dada pelo promotor d'aqoi relargo, por relos
platicados quando na vara de direilo. que fot soa-
r, e eo capero que a relajan decidir como fir de
josliya. Ouvi dizer, porm, qoe a denuncia recra o
jolgamenlo de um criminoso de moeda falsa no termo
do Bonito, nesle lermo, o qoe ba contrario pelo
-ispoalo no decreto n. 7OT de 9 de oulonro de 1850,
e que bavia lambem o chamamenlo do escrivao do
jury daquelle lermo p, ra ueste odlci-r, exi'lindo
escrivao, ciimes previstos pilos arts. 112 e luido
cod. cnm.
Conila-me lambem que ha oulra denuncia pe-
rante o juiz rte direilu pelo abandono que lizera o
dilo joiz municipal do exercicio de seu emprego
o
go.
O promolor lora jurado pelo joiz monicipal ; isto
he, este dissera em ceda parle que u promolor serla
denunciado lanas veics quanlas denuncia dsse
sem licenja do superior legitimo, crime previsto pe
arl. 157 do diado cdigo.
O promolor Tora jurado pelo joiz monicipal ; isli
he, este dissera em ceda parle que o promolor sen
denunciado lanas veies quanlas denuncia dss.
conira elle, o que parece Tai sendo realisado ; pus
Joaquim de S Cavalcanli Machado de Albuquerque,
couliecido ouir'ora por Joaquim Machado Lius, deu
uo da 27 du em rente, peranle o Dr. juiz de direito:
urna denaneia do promotor pelos seguinles fados ,
I-, ler o promotor ameejado, coagido, corrompido, e
ludo quaiilu araba era ido, aos eleilores. para con-
seguir ser eleilo depula Iu aupplenle ; 2-, que lid-
iara de dar urna denuncia coulra o leneole-coronel
Jilo Vieira de Mello e Silva por causa da fgida de
presos dada era Janeiro do anno passado, quando
remava o cbolera-morbus, a por causa do chibata-
menlo de nm preso, fados que furam adulterados.
A mentira, s calumnia a mais revollante o des-
peno do joiz municipal, qoe v presles o momento
em que Ihe ser arrancada a vara, deu orlgem de-
nuncia apresenlada conlra u nosso promolor.
Smiles com sirailibus facile cungreganlur.
O juiz municipal precisava de um iuslrumenlo,
achnu-o na peisoa do denoncianle, e quem quizer
saber qoem loi o denon-ianle, examine o archivo do
corpo de policia, pergunle aos Srs. coronel Jos Se-
venno Cavalcanli de Albuquerque, Ferraz e Tibor-
Uno, e talvez que nos inhspitos rochedos da liria
de Fernando haja algoma eoosa qoe sirva para pro-
var quem foi, quem he e quem podei rer o denun-
cianle.
Ten lio conviejao que o promolor se sabir.i bem
ne-la provaro.
O promotor coagindo eleilores'.' O promotor con-
seguio ser eleito depulado supplente, porqoe lem
numerosos amigos desla comarca, porque traa a
lodus muilo bem, e uo ha procedido como ou-
lros, qoe maltratara a lodo mondo, e dizem que
calingueiros, maloloa e calinga nonca prestaran)
para cousa nenhuma, qoe lodo vaqoeiro be ladrao,
e ele. ele.
Nada de novo se lem sabido acerca dos presos f-
gidos.
As rhuvas conlinuam. O tenenle-coronel Joao
Vieira de Mallo e silva reassomio o eaarclcio desle
l-rmii, sendo que perianto deixou o exereicioo sup-
plenle Manoel Leile de Azevedo, qoe comqoanlo
muilo incommodado, lazia o sacrificio de continuar
em lemrlhaiile exercicio para nao deixar esla cidade,
pnucalenle rallando, acephsla ; poia ainda cita-
mos sem subdelegado e supplentes dasle.
Os gneros alimenticios couseivavam os prejoi an-
teriores. a excepjAo da carue verde, qoe ro vendi-
da a 39521) rs. da muilo boa, e a carue de sul a 2(10
e2l)r,..
JURY DE CAtilABC
Primeira sessao do piescnle anno que comejou a
6 de jonho e lerminou i 22 do inesmu.
Foram prsenles ao tribunal 12 processos, qoe fo-
ram entregues palo juiz municipal preparador nos
diai 5 dous, 8 dnus.e pelo supplente de dilo Joiz um,
9 um, II um, 12 dou', 15 um, 19 um, e no ullnuu
dia a 22 um.
Nola-aa nena apresenlarao por ampulhela falla
de aclividade, se nao de cumprimenlo da deveres uo
respectivo juiz.
Presi ente, Dr. Manoel Correa Lima.
Proraokr, Dr. Luiz de Albuquerque Marlins Pe-
reira.
Escrivao, IIycno Firmo das Cbagas.
Advoaado, .ous, tjlu, et umu, Dr. Jos' Theo-
doro Curdeiro.
Prirneiro'julgamenlo.
Cemparaceu Jacinto Isidoro da Silva, somi-bran-
eo, solteiro, com 20 anuos, agriculloi, cabello, cor-
ridoi, estatura r. guiar, corpo grosso, feijOrs grossei-
ras, aspecto biiouho, nao sabe ler e menos escrever,
acensado pur ler eai companbia da um irraao, morlo
a Manuel Catimbao, prr motivos de mingas ae ra-
millas, sendo que he segundo jubzamenlo, leodo me-
recido absolvijao no pnmsiro, da qual appel ara u
juiz que enio presidir o julgamenlo ( o munici-
pal Ciiii-luvao Xavier Lopes que nao dera corador
ao aecusado, molivu poique a relajao Mantera, por
acrnrd.iu de 3 de marro de 1855, aubinetler a ouvu
julgamenlo. O juiz que nao cumpno com o s--o de-
ver respi adera peranle o Inbunal dlvinu, se nao res-
ponder nos di.-lo mondo ; pois loi causa de orna
prisao de mais de dous anuos secando o *rci rd.io
referido.
Salisfeilas as formalidades da lei, foi dada a pala-
vra a promoloria qoe formulou a aecusaro da ma-
n. 1.1 seguiule :
Accusijao.
Di>se qua couslava dos auto, ler sido o aecusado
cu-ro na morle de Caiimb o. com sen irmao Luir,
a quera u assassinado por mais de urna vez dirigir
improperios, sendo que o aecusadu lomara parle na
vuiganja do irraao, para le-la igual na morle.
Passanilo as aggravaoles, provou a- .ios ;.5 b a S
do Vl. Hi do cod. erial, elcrimnou pediud a cou-
deninarao doaccusa.u as penas do arl. 193, grao
mxime.
Defeza.
Necoase a co-parcipajao do acemado na morle
de Catimbao, porque nao ba provaa para qoe ePe
seja considerado co-ro, sendo para nolar-se que nao
bavia rui.ru, nna nos depoimenlot das leslemunbaa,
o que era por demai bstanle para urna absolvijao,
lano mais que o accuiado linha ao lempo do delic-
io, 13 annos.
Adniillio-se a co-participacao para negar-se por
raolela as aggravanles, e pedic-se a absolvijao.
Ilepliea.
Furam analysados os depoimenlosdasteslemunhas,
e da analyse eoncluio o |iromoior, era sua anzurnen-
lajilo, que Inane ellerlivanier.le ro-parliripajao do
aecusado na morle de Catimbao. Oa aigorneulos da
aecu-ajao foram reforjados em suslenlajo da exis-
tencia dal aggravanles riladas.
Treplira.
Houve renovarao de argumanlos tm sentido nega-
procureu
pralica de ada
I licito fulo com attenja.s ordinaria. Diaae-sa qae a f-
rimenlu fnra feilo, nao por vontade do accasado, que
eslava nao com urna faca de ponti ; mis sim c.m
umquecde que se havia munida para descascar
uma calina.
Replica.
Foi lastimada a immoratidade que, nao feralmen-
te, reina no monde da jostija ; pois Infelizmente
existen) fuocciunarios pblicos qae negociara com o.
deveres de seu cargo, acojo Inlelro compiiinrnlu
sao obrigados (lembrri-me do X. boje iu .. negoo-
se honvesse applicajao ao caso verleule, sendo que
o promolor defenleu ao amigo ausente e lenle
Ignacio Gomes de Sa Queiroz, qua como subdelega
do, proces>ara ao acusa o com loda a julica. notan-
do que nao conhecla inlluennas peinicn'saa nesta
comarca e aim brneGcas ; pois as que exisliam li-
nham adquirido essa importancia pelo conliuoado
proceder em bem dua povus, aeudo cerlo que eram
ellas um garante de ordem.
Diase mais qae no comprmanlo de seas daveres
ua., conbecia amigos e uro mimigos.
Os arguineut .s de acotadas foram reforjados e de-
monslrou-se que havia completa luaplieabilidade do
4 do arl. 10 para a quetiao vrteme, a mais que a
defe/a se hulla engaado chamando queco __a
uma boa faua da pona, cumo do corpo de dilicln
coiutava.
Tre plica.
Argaio-se a ausencia da prova material do delirio
no jolgamenlo, para convencer aoi juizea de laclo la
eii-teucia do quec que provava exuberante
mente a applicajao du paragrapho citado e renovou-
se ai llegaje.
O vnlo de Minerva absolvca ao aecusado e o juiz
da direito appellno.
Terceiro julgamenlo.
Foi traiida au tribunal Taereza Maria de Jess.
acaboclada, solleira, com 10 a o nos, viva de fiai,
cozer e fazer renda, cabellos cacheados, estatura re-
gular, corpo volumoso. fejet acanbadas, aspecto
bisonho, nao l e nao escreve ; acusada por lar man-
dado eni 1849 lazer ama morle por um filho de ou-
me Francisco, na pessoa de ora seu emasio. porqoe
esle a deixara por oulra. depois de iolerrempidas as
relajoea. diplomtica', j se sabe, um aoutl qae
fra a cadeia qoe prenda a aecusada ao iafalia at-
aanle, que se chamara Francisco Garaldo.
Accusajao.
O promotor manifesluu o acanhamenlo qua o do-
minava na occasiao ; porm declaiou que, prirneiro
que lodo, alteudia ao cumprimeolo de seus deveres.
Passoo ero resenta o relo da morle de Geralde, oe-
eopoo-se cora os smeeedeules a subseqoenles do de-
lirio, exp los com loda a franqueza ; provaa a eiis-
teneia dos aggravanles dos g 4 e 17 a Itrmiooa pe-
dindo a coudemnajao da aecusada nat penas do arl.
192, grao mximo.
Da feza.
A hitloria romana forneceu materia para o exor-
dio ; eoolou-se orna historia, examinoo-se os depoi-
mantos das les|emuuhs, os precdeme, da acensa-
da, negou-se tivesse ella mandado a aaa filho aaaaa-
ainar a Franrisco Geraldo, sendu que fita uiUreui e
nao a aecusada, que mereca absolviese.
Replica.
Os argumeules da accusajao foram reforjados, na
precedentes o a acensada foram examinados, a in-n-
dancia foi pruvada ; sendo que foi demouslrado ser
a aecusada uma ruulher dissoluta, ltenla a sea vida
criminosa qoe fra passada em constante e vaiuvel
amancebia.
Dia.e-ie tambera que o proce lmenlo da aecesada
uio lora o de uma mai e sim o de orna fra, poia s
esla e nao aquella nlrometleria as mam da um lilbo
o iusliuiuenlu do crime, para viogar a deixacij qae
soll'rera.
Treplira.
Foram apresenlados argumentos para deslrair
aos da replica, e rtisre.se que nao ha.ia provaa con-
lra a aecusada, e que nao era Vt'rdade fosseella man
danie do crime de qoe era acensada, e anles qae
IU aconselhara a seu filho fugiase as ms campa-
nillas.
Teve a aecusada a absulvijao.
(Confinaar-se-fca.)
Temos a" vista jumara do Rio e Baha, que oes
irouxe o Imperador, cujas dalaa alcanjarn a 26 da
passado os primeiros, e a um do correule os lti-
mos.
Ao dia 12 do crrente loi inaugurada a estatua do
senador Jos Clmenle Pereira.
0 senado decidi se da IU por ama miiora da
21 volos conlra 10. a soa competencia para jelgar
o proceasoPacca,lendo lomado parle na dis-
cossao os Sr,. |). Maooel, Jobim, Uruguev a Pi-
menia Bueno. '
Foi nomeado presideola da provincia de S. Paalo
o eonaelheiro Jos Maria da Silva Paranhos. Corno
depolado a assemblea geral o,1o pode segur la, mas
o governo pedio permissao cmara, aflea de qae
parla a lomar coala da mencionada presi leacie.
O majar Pedro TorqoaloIXevier de Brilo ro agra-
ciado cum o l-abilo de Aviz.
L-se no Correio Mercantil, acerca da arribada,
urjada por um lerrivel fur,cao, da corveta heapa
nhola f illa de Bilbao, uo da seguinle ae de sua
ahida do porto do Rio :
.i No dia segoinle ao da sabida coinejoo a enee-
bnr-se o lempo carregando para o SO ; oo dia 8 pela
manhaa calman agoaeeiros, que, apezar da mullo ta-
petados, eram muilo lories. Comejando a engrossar
o mar, e moslrando-se cada vez pe or o (ampo, te-
maram-se as precaojes convenanles para resistir
lormenla, t Toram-te fazendo as manobras qoe a ti-
tuarao exiga. Aisim te pasaou leda a noile de 8 a e
dia 9 sem uceurrenria de maior gravidade. A'a i ','
da madrugada de 10 tallou e vento aa MO, e cota
impelooaidade tal que parta a verga de (raqoelr. de
cojo niastio lesarvo,anio tambera t 4 ',, esle ao
cahir arrombou a portinhola de proa da balera do
conva a eolavenlo, o que occaaionoa a inondarao
do mesmo. Comejou dalu successivameole uma seria
de de.aaslres, que acabou por ador Dar-te o ni vio so-
bre o lado de bombordu, donde, dasalracando-a* ama
das pejas, arrombou a respectiva purlinhola, de que
resullou entrar por ella lauta agua, qoe ot marlnhei-
rua linham de nadar pala afatlar te da amerada.
Vendo que o navio adormecer nesta posijlo. roan-
dou o commandanle picar o maslro grande a o da ca-
la ; com lal manobra alliviou o navio, e correo ao
vento, que era i.v. variavel qoe gjroa lodoa ot remes
da agullia em menos de tres horas. A's 8 da n ule
comejou a amainar, e na madrugada de II ealava
qoasi calma. Comejou-se emao a reparar as averias;
e depois de Ires di.s de infaligavel trabalht, conae-
guio ie ler promplo um apparelho de guindulat ar-
mailo cuuvenienlemenle. No meio de tilo grande
conllido ha apenas a lamentar o tereru doos homeet
quebradu as peinas, e licarem alguus oulros l-u los
oo conlandidos ligeiramenle.
ir A crvela enlroo ao uosso porlo oe dia 19 as1.'
Jj horaa da (arde.
Dtodo conla do resollado da reuniJo do canaresao
beneiclino para o fim da elegerem ao novo abbade
geral e os abbades dos diversoa convenios, diz o mes-
mo ajomalo o seguiule :
A ordem des monees Benedictinos reuna a tu
eongresto capitular no dia 3 de maio do correla aa
cidade da Baha, e precedendo-se a eleir.i.i dn su-
periores daquella ordem, obtiveram et aullragioa segointes senhores :
D. abbade geral, Fr. Saturaioo da Sania Clara
Aiilunes ;
D. abbade do Rio de Jantiro, Fr. Loiz da Con-
ceijao Saraiva;
ii l). abbade de San Paulo, Fr. Joao dt San Ben-
lo Pereira ;
Luiz P.im ;
D. abbade da Paralaba, Fr. Jos da Exaltada
Marques ; *
D abbade da (".raja, na Babia, Fr. Eugenio da
Sonta Eseolalica Sa';
D. abbade das Brotas, ua Bihia, Fr. Joaquim
da 1 iirihr.ii a,, Araujo.
ir Procurador-geral, Fr. Jo.c de Santa Maria
Auiai I ;
San Carlos Dola.
Procurador do mosteiro da Babia, Fr. Humar
de San Leao Cilinon ;
,< Vi-ilador dos maileiros do norle, Fr. Anin,,,
de San Benlo ;
i "V,'a'0I d0\m Joaquim de Jeius Mana Jo.e Lamego ;
na"Blra0urna,;Ba"i8 *'-"** --
C,M,roitr.":,erO,laC0r,irr-j0''"'-dtf'"B
Segando carias d. Minas, reerbidas na ea.rlt.ta-
liia-.equtj.i em qualn. disli icios era entibando o
As nolicias da l.ovsz cbejtvam al l demaio.nada
dt impori.nl.....ha .11. occrondo.
eJ Br^"a "" 1U' V u P!,-du 4 horas da
e.vir' en ^' ''"ndo^,do "" fl" "b-m de
servir em o da 2 crtenle, do Maciel para a praja
MUTILADO
ILEGIVEL


JD1ARI0DK PERNAMBUCO TER'.A FE1KA 7 DE JLLHU D io.
da l'iadade, no mem de grande concurso da povo.
Ma da 1 aa loesm is lioras iteviam ler lavado* La-
piada* pelo povo e peUt lapidas patriticas, com-
inandadat pelo Sr. Migadeiro l.un de Franca Pin-
to Crcel, dijidi.ioi em duaa divsei e cinco bri-
gada" pela ordem srgamle:
- Primeira diviaito,
Chefe, orooel Joaquim Jos Vellozo.
-v Primeira bridada.
Bataldlo doi velcrauua, academia e lyceo. C0U1-
nikudada pelo majar tl-uioOt Moudiaa Peitana.
S'Runda brigada.
Balalfio l'riuroplio e L'm.Io Ualiiaiiua, comman-
dado pelo altere* Kuzeiirla Muiileiru de Lima.
Segunda divio.
Chefa, o coronel Joo Pedro da Alcntara Velho.
Terceira brigada.
Balaldao L'nio Braiileira e Arlilharia do Pilar,
euintoandada por Anlooio Olavo da Franca Gyerra.
Qoarta brigada.
Balalhao de llapaa,pe e I Hiparais Marinheiroa,
comrnan ladu pelo major Antonio Joaqulm Gualdo
dus Santos.
fQuinta brigada.
Batalhlo doa eaiieiroe uaeiaaaaa cominaudado
prlo leueule-coronel Uooaiogo* Jos Freir de Car-
vallio.
Nenhuru jornal recebemos de Macen*. A carta de
lo.isii rorrespou lenle, que daremos em oulro nume-
ro, nada de imprtanle d.
Cliegaram, procedentes desla porto.
Ae da Rio a 15 a barca americana Koobock com
12 das; a 18o brigue Sagitario com 26 ; e a 21 o
pjtacho Tamegas cum 14. / -
Ae da Baha a -2i, o vapor iaglez Cali. com _
dina; a 2ti a sumaca heapanhola Vilame com
10 ; e a,28 a escuna holU-dcia Specelanl, e a
gm-opeira nl.ivrac.au.n
S'goio-ie urna orac.au aolamne e bencau em lio-
breu.
O* noivoi beberain cin leguida viuho em urna laca
qoe Hies Coi apreaentada por seus pas, e depois o
noivo mellan o annel no dedo de sua esposa, pro-
nunciando em hebreo as Mguinlea palaras :
Picas desposada comido por esle auoel, segundo
le de Muysrs e de Israel, a
Leo-se enlao o contrato de calamento, e depon o
Rabbi priucipal aprsenlo- oulra taca de vinhu, e
imploroa para os ooivos aele beii3us.
O Kabui felicito, em seioida oa noivoi, e oflere-
receu urna oraran pelos pobres da Ierra da Pro -
talo.
O nolvo tomn a taca de vinho symbolo da ale-
gra e da adhera qoeandam quasi sempre juntas) e
depois de beber o vinho, Uogon ao chao a laca que
ae fea sin mil pedacos, indicando assim a pouca do-
ragSo da vida e da alegra, e alludindo lambem
Brande detgrace que asta sempre na memoria dos Ja-
deo* a destruidlo do templo.
Todaa aa oraces fnraro lidaa em Hebrea pelo Dr.
Adler e pelo Kvd. Simoa Asher.
Acabada a ceremonia, o noivo tlrou o veo que eu-
cabria o lo.lo de sua esposa, e camprimeoloa-a. A
joeeo barausta fui lambem cumpnmenUda por seus
prenles e pelas meninas que a acompauhavam.
Depon da completas aa (ormalidade. legaes do ca-
samento, os noivoa receberam a* felieilacoaa dos con-
vidados.
A banda dos guardas do corpo eslava postada na
eslula, e-asm qoe lertninoo a ceremonia do casa-
mento, principtou a locar msleaa eecoihidas.
Uepoia da ceremonia a nolva trazia orna magoifl-
ea porcso de diamantea que caslaram para cima de
0,000 libr
ALFANDEGA.
Reudirneulu rio da 1 a 4. .
dem do da 5......
37:288*309
12:12308,0
49:106*149
escarregam boje 7 de jullio.
Brigae inglezAmasoamercadorias.
Barca inglezaProsperobacalhao.
Barca inglezaKichimundobjectos para a estrada
de ferro.
Brigue haraburgueiJoauna Kalkmaufariulia e
papel.
Barca sardaPaulopedras para calcar.
Brigue porluzur-zConslanlediversos gneros.
Barca portoKuezaGratidobatatas .ceblas e fa-
relos.
CONSULADO (ERAL.
Bendimanlo do dia 1 a 4. 12:1788090
dem do dia 6....... 4.t8b>i~
16:861S6(5
DIVERSAS PROVINCIAS.
Kendimenlo do da 1 a 4. .
dem do dia t.......
1:5011645
267/341
1:8589986
DESPACHOS DE BXPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DES!A CIDADE NO DIA
6 DE Jl Lilil DE 1857.
Santa F por .MontevideoPolaca bespanhola oJo-
ven Adela, Amorim Irmos, 325 barricas aaiu-
ear branco e maacsvado.
\ galena onde eilavamtipostns os prenentes nop- BeiiKoella por LoandaBrigue porlaguei Joven
Senhores redactores. Deparei por aeaio n'nm
sopplemtnlo do Jornal do Commercio do Rio de Ja-
neiro, com urna correspoadencia desla provine la da-
tada de do crranle e na qoal vai alcunhada de
absurda a direec.no que eu propui para a estrada de
Ierro do 8. Franci-ro, e anouocia-ee que o euge-
nheiro C. Lana rejeila-a completa,oeole.
Nao lenho a honra de conhecer o tllustra corres-
pondente, por sao recorro as paginas da sua bem
euoeeiluada falla para responder-lhe algamaa pa-
lavraa.
Ndo dovido qoe o Sr. Lae lenha-se pronunciado
contra a rainha directo, porem o que aflirmo he que
alie nao a eiaminoa, e tilo poaco habilitado se aeda-
va para resolver a qoesiao b sobo ponto de visla doa
reodimeoto provaveis., o qoal a meu ver he o prin-
cipal, que depois da viagem de Agua Preta elle de-
nlarou-me que a ribeira de Un era loaignifiranle,
o u;t.i tinlia tanta caima como uro engenhoda Escada
de cojo noma |u_o me recorto. Ora, a ribeira ds
Una manda para o Kecife nao meos de cero mil sac-
eos de assuear e por ahi pude-se nvaliar a eiacii-
il.i i dos la.lo- que tinha o Ilustre engenheiro para
resolver ama qoesiao qoe he rumia mais de ealalili-
ca >: economa poltica quede envendara.
Oanlo ao epilhelo absurdo u, parece qoe posio
reeuvia-lo ao illustre correspondente qoe at hoje
nao quiz comprehender qoe a estrada de ferro na di-
i ecr.io, qoe eu piopoz, leria tunosamente, pruneiro,
todo o frete dos laes duzenlos engenhos eom que con-
tam os Srs. Uornay, os quaes proconiram as minhaa
eslarOes por que ir uau podem, sera d muito inaior
despica, mandar os seos productos directamente para
o Kecife a coala de animaea e .tambero o mala frea
qoe podara ter a -tirarla oa aireccu approvada.
Segando, oa transportes de ootro tanto ou mala en-
genhos das fregoezias do Cabo, Ipojoca, Serinhaem,
Kio Formoao, Loa e Barreiros, cujos producios a-
chaodo a estrada de ferro parlo doa acluaea porto* de
embarque, a preferirn ,i> barcadas por motivos bem
conhecidoa, aoi para virem direclamenle ao Recife,
outros para irem a Taroandar e se embarcarem no.
vapores.
Tareeiro, o crescido niovimenlo commercial e de
paiaagairos das cidades, villas e povoacAea do Sul,
ipnjijca, O', Serinhaem, Rio Formoao, Barreiros, etc.
II" preciso iguorar inleiramenle as circomslauclas
pecaliarca desla provincia, o estado das barras, aa de-
moras e prejurios do transporte por barcadas, para
ter a menor dovida a respeilo, e preferir amodirec-
cSo dispendiosa e cheia de d lliculdades, a outra maia
comnioda equa ollerece rendiinenloa I ou 4 vazes
minores.
Sou Sre. redactores ele.
Piranga 30 de junlro de 1857.
eiaea foi e puni priucipal de altracc,ao al a hora de
janlar.
Seria impossivel dar urna idea da magoilicencia e
numero de prsenles aqu reunidos, ou memorar os
nomee dos preaeoleadores, excepto spresentaudo um
catalogo de nomes e dejoias, que rlvalisariam com a
riqueza das Indias.
Amelia, Mauoel Alves Guerra, 30 pipas agur-
denle.
f&avictHtoe.
Hioda PralaPatacho dinamarquez ciMaria, Isaac,
Curio & G., 260 barricas e 100 barriquiohas assu-
ear branco
PhiladelphiaBarca americana Laaraetau, Roslron
Itnoker ,\ t;., 1,400saceos assuear mascavado.
S um aderesso, presente do pa do noivo, dizem PortoBarca portuguesa S. da Boa Viagemu
er cuslado 30,000 libias. T. de Aqoino Fonseca & Falli, 200 ssccos assu-
O banqueta fui fprepargdo como o goilo reunido car branco.
com a riqueza podem preparo- lo. i CanalBarca ingleza (rHindoo, Antonio Moniz
A disposi(ao das mesas fazia a admiraban dos ar- i Machado, 400 saceos Besucar mascavado.
listas, e aa iguarias eram laes que umepicurisla nao EXPORTACAO'.
podena eiquece-las. Rio de Janeiro, barca nacional Reeifeo, de 33d
Ui noivossenlaram-ae junUaJoo tupo da mesa prin- toneladas, condono o seguiule : 598 barricas fa-
^* itraai. a. u rinha de irigo, 10 pipas e 18 barra vinho, a di ios
A direiia da noiva hcaram o h.iran James flolhs- I presuntos, I casa razeuda. 2 barricaa passas 800
child, a bareneu Leonel de Rothschlld, o conde de saceos, 20 barricas e 2 conheles com 4,190 arrobas e
Peisigny, aduquezade Belford. u ministro belga, a 24 lbrs de assuc.r, 12 cipas mel, 37 ditas aguar-
baroneza Nalhaoiel de Rolhschild, lord John Russell! denle, 40 eaccas algodao, 6,745 meios de aola. 246
e lady Anthony de Rolhschild. molhos palles de cabra, 171 saceos ceradeearnau-
A e.querda do noivoa baroueza James Rolhschild. ba, 10 calzas velas de carnaoba. 1 cania doce de
oibarao Leonel de RolhKhild, a duqoeza de We- goiaba, 10 barricas genubra, 400 mullios palha de
iingieo, o conde hielmansegge e madame Filzroyl carnauba.
.1 I lili '>li,l'lr -_____t_ "
9, carga 2.210 harric-s com farinh de Irigo ; a
Malheus Au-tin i\ C. Perleuce a l'biladelphia.
Passa^eira, Amelia Gerald.
Da commissoBrigue de guerra brasileiro Cea-
reii'eo, cnmmandaiile o I.-lenle Mamede Si-
ines da Silva,
Mauoel Juaquim da Silva Rtbeiro, fiscal da
Ireguiizia de Santo Antonio do lermo da
i ii.nl: do Itecll'e etc. etc.
Fatjo publico aossenbores que estilo edi-
ficando nesta freguezia, em observancia das
terminantes disposir;des do art. 5 do tit. 7
das posLuras munlcipaes, que vigoram em
todo esto municipio, como da recumnienda-
qSo quo acaba do lazer-rae a lllma. cmara
rounicipat, o quo disue o citado artigo a-
baixo transcripto, esperando desses senbo-,
res a liel observancia dessa disoosicao da lei Proposlas em carta fechada na secretaria do
l .*....-II. ~ ... I i, U~_...- A*, .11.. O A,. ...."*. i i. i .v
3. classe.
Mackvern7, barril I,
4.' baliilli.io de arlilharia.
Casemira carmezim para vistas, covados7,
hollanda para forro, cnviidos25, sapatos l'ei-
tos na provincia, parea 300.
1.- balalli3o de infantina.
Hollanda para torro, Cuvados 24, sapatos,
pares 192, cartas do A, B, 0, exemplares 20,
taboadas, exemplares 20, ex-'mplans da
graromatica portugueza por Monte 6, com-
pendios de arilhmulica por Collado 6, pau-
las 6, traslados 20.
iinipaiiiiia fxa de cavallaria.
Sapatos, pare> 60.
Coropanhia de artilices.
Hollanda para furro, covados 16, sapalos,
pares 104.
Quem quizer vender, aprsente as suas
Par5 o Aracstyi Jos Anacleto
sob pena decretada no mesmo art.
TI TU LO VII.
Artigo 5.
Todo aquelle que tiver na ra tnateriaes
depositados para qualquer obra, ser obri-
conselho, as 10 horas do dia 8 do correule
mes.
Sala das sessOes do conselho administra-
tivo para fornecimenlo do arsenal de guerra
1.- de julbode 1857. Jos Antonio Pinto,
gado : 1.- a doixar ao transito publico o es-1 Presidente interino. Bernardo Pereira do
paco sulTiciente para passarem as seges n
carrosas ; 2.- a ter luz que alluir ie suflicien-
lemente o lugar as noites de escuro ; 3.- a
recolher dentro da obra os materiaes.lijlos.
(Jarran Jnior, vogal e secretario
Pela mesa do consulado provincial se faz
publico que us 30 das uteis para pagamen-
to a bocea do cofie, da decima dos predios
cal, areia, barro, e o mais que no seu recinto { "rS *s 9SrUM,'" f ,' e,Ja
possa ter cabimento, sob pena de pagar a
multa de 23 rs. pela infraccao de qualquer
condigo do presente artigo.
E para que conste, lavrei o presente que
aera publicado pelo Diario.
Fiscalisarno da freguezia de S. Antonio 2
de julbode 1857.0 fiscal, Manoel Joaquim
da Silva Ribeiro.
$t*I*;a
tie
CASAMENTO NA FAMILIA ROTSCHILD.
O eaumento, segundo o ceremonial hebrea do
biro Alfonso Jo Kol-cliild com sua prima Leonor,
li h i do bai.ln e baruneza Leonel de Kottcliild, o
etiefe poqalar da familia netle paiz, he urna allian-
js qoe lera um interesso europeu.
Para esta grande acontecimento fizeram-se com
anlenipcc^o grandes prapaialivos em Gunnersbury
Park, r-sidncia da bario. O principal fol ampliar-
se a magnifica sala da janlar de modo que po1es ecoramo lar oa nomerosoe haspedes conv lados para
a fuuccio. A aala assm alargada eslava Iguarneei-
da em tula a sua eslensao com >s mais raras plan-
tas etolicaa em todo o brillio e perfume da nalo-
reza oriental. Carlinz de cor braoca e cor de rosa,
dsciaa> de quarenla reparlimenlos, em que o tsclo
eslava dividido ; todos o ornatos eram do mais apu-
rado gosto, e illuminadoa eom ricos lustres e nuine-
rosua candelabros. Aa salas ealav>.m todas forradas
brinco e ouro. A casa est mobiliada ricamente, e
cheia de pinlur-s da primeira ordem, de objectos de
arte, bronzei e ludo o que o goito mais ezigeule po-
de desojar.
Os convites inctaUm varios membros do corpo di-
ploraalieo, ama grande pnr^Jo da aristocracia, i-
gaos eslrangeiroi dlillnctos, e os varios membros da
illustre casa Rolhschdd. Entre us convidados vimos
o embaizador de Franca, n duquez* de Bedford, o
ministro Hauoveriano, a daqueza de Wtllinglnn, o
ministro Bdga e madame Van de Weyer, o baru o
a bareneza iNalbaniel Holhschid, oba.au ea baro-
ueza Mayer de Rolhschid, sir Anlheny e lady |de
Rolhschild. lord e lady John Rnssel, lord John Hay,
o conde e a condeasa de Airhe, lord e lady Lynd-
horsl, lurd Jmese lady R.chel Uoller, lady O'Don-
nell, lady Hi'lop, lady Car..|iue Mas-e. M. Joseph
Moulefiore. M madame Salomn R thschild, o
mejor G. F. B-yle, o Dr. Qoio. M. Alfredo Sv-
moor, M. Carlos Villiers, M. P. Salomn, M. Han
ry Fleming, M John A. Similh. Miss Bsrnell, Ur.
Aaliseh, M. Benjamn Cohn. M. e madame Pialha-
mel MonleGore, M. Locas. M. Rolh, M. e madame
de Symons, o alderman ji.il- inun-, M. John Wagg,
M. Leonel Hilberl, M. Cracrafl. M. Taflorin, U.
Monrklon Milues, o gen-ral Ashhurnam, M. e Mi-a
drenfell, lady Moleeworlh, e visruudes M. Benjamn Disraeli e'ma lame iaraeli, M. de La-
no, M. e madame illon, M. SI. Perre. M. Ilenry
ritzroy, e madame Filuoy, M. Bemol Esborne, M.
de baieset, lady Adelaida Cadogan ele.
A companhla manida aprsenlavt o maisbrilhao-
te golpe de vista qoe he possivel im-ginar-se em
belleza e vistuario, e entre as mais bailas linham a
preeminencia dezeseis
meniuaa que aoompanha
vatn a noiva. Durante o iiilervsllo entre a chegada
da compendia a a ceremonia do casamento, os con-
vidados oceopararo-se em paasear pelos cellos sa-
ines da casa. A' medida que se aprotimava a hora
para os riloa solemnes, .podiam no|ar-ie em cada
objecto que apparecia osaigiaea symbolicos de orna
riia poel>ca, devola e imagio ili'va. I) ates signaea
um dos maia etpreisivos era o docel inipnal. sigu-
licalivo doa grandes atribuios da Jehovsb,a ver-
dade, o espaco, e o olho na providencia. Aos lados
deste docel eslavas de ama parte os barSea Nalha-
niel e Alfredo Rolhsclnl l, irmaos da noiva, e da oo-
1ra os bardes Fernando e James Rotschild, irraaos
do noivo.
Urna parte da solemnidade, qual assistiram s-
menle aa partea coalraheoles e o aeus prozimos p-
renles, liona ja ido logar em um aposento superior,
qoaudo asquatro e meia horas entrna ni sala em
toe a eompanhia eslava reunida o Rabbll principal,
Dr. Adler, revestido eom ae vestes saeerdolaes e a-
rnmpanhado dos reverendos Simn Asher, A. Gree-
ne, e Samuel Lyona. Teudo o Rabbi principal lo-
mado lugar em freole do docel, enlrou a procissao
nupcial.
Primeiro vinlia o noivo, acompanhado de seu pal
e sugro, depois a noiva, acompanhada de mai e so-
gra, e por ultimo as meninas que acompauhavam a
no.ya, e que er.m : Ms Evelina. Adele, Emma
e Ihereza Rolhichild.lady Mara Bovle, Misa Copley
Mi.s Ashworlh, Mi.sProhyn. Miases"Uannah Rolhs-
child, Constanee, Annie. e lianuah L. Rolhschild,
lady Looiaa Boyle. Miss O1 Har, M.ss Masie, ma-
damoitelle da la Grenne.
A primeira desla lala, Mis. Evelina Kothachild,
he a bella iroiflad* noiva. A. M>as Adele. Emma,
I heraza e Ilannah Louisa Rolhsrliild sao lillias do
barao Carlos de Kolh-chilJ, de Francfort, donde vie-'
ram asiislir ao calamento de soa prima. Vs Miss
l.onstance e Annie Rolhschild sao filhaa de sir An-
Ihuny de Rolhschild ; e Miss Uannah Rolhschild do
barao Mayer de Rolhirhd. Das nutras oilo. |adv
Maris e lady Louisa Boyle sao irroA-s do eonde de
Cork; Misa Copley be a iilha mais nova de lord Lvnd-
hurs ; Mas Ashworlh e mas O'Hara sao as duai ce-
lebre bellezas, e nesla occasiao liveram dignas eom-
panheraaem Miss Prohvn. MissMasse.e loadamoi-
selle de la Grene.
O veatuario da noiva era ama maravilha de goslo
e riqueza. O vestido srra de aelim branco, cnberto de
preciosas tendas de Brusellas, ornado de marabiTs,
de ramos de florea de larangeira e da lyiios do valle.
Trazia o cabello penteadn i oriental', e na lran;is
oroadas eom velu lo a zol celeste, o qoe produzia om
effeilo encantador.
A roroa nupcial era de flores de larangeira, sle-
phauolie e lyrioa do valle, com pendentes de jasmim
e de flor de espinheirn.
Do lado de Iraz da caliera cahla-lhe uro veo de fi-
nis.imj renda de lirusellas, que chegavn an chao, e
robrin-lhe o rosto iem o occullar o veo hebrea cha-
mado i virgem, de rtquiasimas k tulle illusion.
Os vestidos das dezeseis meninas eram de tulle
branca, adornada com lilas de veludo azul. Traziam
grinaldas e ramos de rosaa braucas e de l\ ros do val-
le, veos de tulle.
O Rabbi principal comecou as ceremonial, fazen-
do od discarso aos noivoa em inglez, durante o
qoal dirigi om elogio familia Itulharhild, e part-
colarmente ao pai e mai da noiva, eujoezemplo Ihes
aconaelhoa que eegasem, como o melhor malo de
conseguir orna eiislencia feliz neate mando e de che-
gar a felieldade eterna no ootro.
A sala do janlar ealnva ricamenle decorada.
Depois do banquete, o reverendo A. Greene deu
ae gracaa em hebrao ; em seguida levautou se o em-
baiiador fraocez, e fallou ataim :
Se lenho saliafacao em felicitar a joven noiva,
eoino amigo da aoa familia, confesso qoe, como em-
baizador de Franja, me etoto algum lano embara-
zado.
Com elleito, como representante de om paiz a-
rago da Inglaterra, en nao deaia fazer cousaalguma
que podeise ser desagradavel aos nossoa alliadoi, e
todava ela-me aqu animando eom a miaba preseo-
, a al eom a miiiha palavra, o ronbo para o meo
paiz de urna das mais brilhantei perolaa de.se. rama-
Hiele de doazellaa de qoe a Inglaterra he tao orgu-
lhosa.
O qoe augmeota a minha reaponaabilidade be que
o esemplo pode tornar ae contagioso. IS'o ser im-
punemente que os mana jovaos compatnolaa hlo de
ver chegar a Pars om dos mais bellos producios
dessa edacco ingleza, que sabe reunir tao admlra-
velmenle o natural e a simplicidade coma mais bri-
Ihanle imlrucrao.
Ha porem um meio de ludo conciliar ; he que
o feliz esposo,que vai dar aoa meo compalriolaium
eiemplo Uo Invejavel, promella trazer o maor nu-
mero de vezes poisivel sua espusa a vailar os seus
amigos d'lnglalerra.
Agora quererla dirigir os meua volo a joven
noiva ; uiea qoe desejar a urna lenhora nascida e ca-
sada em urna familtatque eoemiirou a lampada ma-
ravilhosa das Mil e orna Nolles Com e-le poder m-
gico, qoaiiseru os dnejoi a al e caprichos que
seus prenles e seu mando nao possam salisfazei 1
l: ie o roracao da joven noiva se conservar, como
creio, bom e compadecido para com os nifelizes no
meio dos prazeres do mundo, que mais poss eu de-
sojar Mas ja que n i pono fizer oeuhum vol,que
o tali-mau d'Aladino nflo torne superlloo, vejo-me
obriado a ir buscar um ao mando das chiroeras,
mas que nem por isso deiza de ser natural e reali-
savel : he qoe o romanea da recan casada continu
como acabalo os coulos das fadas.
a termino ; mo quero demorar por mais lempo
o momeulo de os cuuvidados cuiiipriruenlsreni a
joveD noiva, e propouho isaude tan impacieulemen-
la esparada : a aeohora baroneza Alluuso de Holha-
chili. .i
S. Esc. foi vivamenle applaudido no lim do seu
discurso.
O noivo, em resposla a esta saade, diste :
Quenista occaaiau Ihe sena1 de-culpado n3o ler
palavras para espresaar os cordiaea agradecmeiuoi
e de sua mulher. Que esperava e confiava em que
Deushaviadeabeuruar a sua uniSo. Queaabia qoe
sua in.ilhsr havia de sentir a falla de aeoa.paia mas
qaea sua felicidade e bem estar haviam de aer o coi-
dado ince-s.inie da sua fulura vida.Que agradeca a- s
amigos prsenles o lerera lionrado oesla ocrasio,
e que maii grato Ihes licaria, aa qutzessem houra-lo
com a tua pre.en(a ni sua casa em Pars.
a Que nao dira maii nada, mas qoe em conciu-ao
implorava a beii;,lo solemne da Providencia para
esle dia. o
M. B. Disraeli, em termoi eloqoenles propoz a
an le do baio e baroneza James Rolhichild.
O barao lames Rolhschild agradeci em poucas
palavras, e dase que lena muita satisfarn em ver
lodo* seos amigos presentes ua aoa casa em Pars.
Lord J ti" Hu-sell propoz a saade do barao e ba-
roneza Leonel de Rolhschild, a cojas virtudes publi-
cas e particulares fez om cumprnrenlo bato mere-
cido, que foi recebido cum grande enlhusiaamo.
O barao Leouel de Roihechild, em um discurso
cheio de ramio aentimenlo, dase que se se aparlava
com saudade de aua ainada lilba o fazia todava com
conlianra n felicidade que Ihe eslava reservada.
M. Bernal Osborue, em om eipiriluoso discurso,
pmpoz que se behesae Ire vezes a sauda das compa-
nheirai da noiva.
O barao Alfredo Rolhschild responden a eita sao-
de, e inmediatamente os couvivaa e levantaran) e
passaram a sala do baile.
A noiva apparecea oor poucos momento! com sao
marido na sala de baile, mas as del horas relima-
se, e o par feliz parti de Cunuarsbors em ama c-r-
ruagem especial do caminho de ferro de Londres
para Menlmore, a nova residencia do barao Mever
de Rolhschild, oo condado de Burka.
O baile conlinuou animado al as 10 horas,e anda
anta hora molla gente eslava oa aala, nao podeudo
aban lunar esla acea fascinadora.
Os donoa da casa nio eaqueceram nesle dia o po-
bres, que receberam urna cumida abundante O sen-
limento doa vizinhos mauifestou ie pelas numerosa!
bandeiras que pendan) das caaai ao longo caminho,
e plo ar de fela cum que lodos se apresenteram.
O magnifico enzuval da noiva, admiravel pelo seu
apurado goilo e pelo grande numero de pajas, foi
ubra de Madame Roger de Pars, modisla da impe-
ralriz. Os ricos vestuarios das meninas que acompa-
uhavam a noiva, forana delineados e eseculados por
Madame James, do Somerseiolrcet, Pormanesquare.
O ramalhete da noiva, urna selecrao das mais
bellas flores e mais da moda, foi presente leilo pelo
noivo na mauhaa do casamento. Foi composto e ar-
ranjado pelo celebre florista If. liardiug, de CliT-
ford -slreet.
A aala temporaria, que 18o admirada foi, era
obra de MM. Coliman e Para, de l.'pper Grorges-
treel, que oesta oceasiBo eclipsaran) o Iriumpho da
aala de igual carcter que prepararan) oa oceasio da
visita real embalsada turca.
As oolras decoraees da rosa foram Taitas sob a
hbil luperiolendeucia de MM. Davidion a Clark,
de Mount-atieet.
O cake nupcial foi om Irioraplro da arle de Gun-
ler, que presidio ao arranjo a dispourSo das Mesas.
As mais obras de confeiltria foram fornecidas por
M. Tauer, de Sooth Andley etreat. ,/. L. .V.i
Lisboa, brizne portuguez npescaduru, de 191 to-
neladas, conduzio |o seguinte :164 cascos mel,
1,380 saceos com 5.900 arrobas de assuear.
RECEBKDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Readimeoto do dia t a 4. 4:5519536
dem do da 6....... 85115090
5:4105626
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 1 a 4.
dem do dia 6 .
18:1705881
6:873/. 29
25:044'.10
PAUTA
do* prt(os correnttt do assuear, algodao, mais
gneros e producrCes nacionaet que ie detpa-
cham na mesa do consulado de Pernambuco
na semana de 6 a 11 de jullio de 1857.
. d>
segu com brevidade o bem conhecido e ve-
leiro hiate Invencivel ; para carga ou pas-
sageiros, trala-se com Martins i Irm.lo. ra
da MSdre de Dos n. 2.
\ vende ubi terreno com 53 palmos de Trente
e 400 da| fundo, com casa e cacimba com boa
! agua dt beber e arvoredos do friruo, por
i prego cimmo lo, na ra da Kspera^a ao sa-
pera a Parabtba, sahenodn 10 do cor- hir para! a estrada do Mangumho, junto a
casaqui se esta edilicando, do Sr. Araujo.
U ffl|ji)fflU pode ser procurado na ra
ntroa do ('.armo, casa n. M, das 7 ll-
renle, a barcaca S.. Jos iligante, mestru
Juan Bautista das Dores, para carga e passa-
geiros, laala-se no Forte lo 5Iatto, por cima
do armazem do Sr Dantiis, primeiro andar.
Lisboa.
A batea portugueza PAQUETE SAU-
DADE, pretende seguir no dia II do
correule, aindu |iode receber alguiua car-
ga a frete e |)assageiro>, para os quaes
ti'tn evcellentes commodos: a tratar com
os consignatarios Novis & C, ra do
Trapiche n. 3, ou com o capito, na
prara.
, s u-
;.*.
Assuear branco.
a mascavado.
trlilljiln .
Algudu em pluma
de 1. aurle
b 2.
3." B
II o o
em carur.........
Aguas ardenleealcool, ou espirito
d'aguardenle. .
de cachara .......
)) de raima.......
o distilada e do reiuo. .
Genebra |.............
9600
39900
53780
75800
79100
75000
159.M)
cauada
ranada
botija
caada
garrafa
arroba
alqocire
caada
o
urna
um
>
milheiro
arruba
ceulo
ce u lo
Um
uina
9
&mx?$t#*
PKACA DO RECIFE 6 DE JUNHO AS
3 HORAS O A TARDE.
CotarAea oftlciaea.
Desconlo de lellras10 e II 0|O ao anna.
P. Borgea, preaideule interino.
L. Dubourcq Jnior, aecrelarlo interino.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d. a 60 d.
c Pars, 346 ri. por fr.
< Lisboa, 92 por % de premio.
Rio de Janeiio, 2 por Om de descont.
Aejao do banco 50 por ceulo de divideudo por con-
la do vendedor.
< eompanhia de Beberibe 615000 por acrao
a a eompanhia Pernambucana ao par.
1 Ulilidade Publica, 30 pur ceulo de premio.
a Indemnisadora. 61 ider-j.
a da estrada de ferro 20 por 0)0 de premio
Diseoiilo de leltras, de 10 a 10 por cenlo.
Acc6es do Banco, 40 a 4f> de premio.
Licor ...............
...............1.
Arroz pilado.............
om casca..........,
Azeile de mamona........
n ineiidubim e da coco. ,
de pruc........
A\es oraras.........
o papagaios.........
Periquilus..............
Bolachas..............
Biscuitos......'........
Cacau..............
Cachimbos.......,.....
Caf lium.............
o em (io reslolho.....
d com casca...........
o muido............,
Carne secca............
Cera de carnauba em pao.....
em velas..........,
Charulua bous...........
" ordinarios.......
regala e primor .
Cocos aeccos............
Cuuros do boi salgados......
seceos ou espixados. .
i) verdes...........
do ouca .........
cabra corlidoa ....
I o caroeiro........
Doce de calda..........
goiaba.........
secco ...........
i) jalea............
Espauadores grandes.......
pequeos......
Esleirs de preperi........
Estopa nacional.........
eslrangeira, uiao d'obra .
I-'ai inlia da ararula........
i) iinlliii........
n mandioca.......
Feijo..............
Fumo em rolo boai ......
a ordiuaro.........
era Tulla bom.......
o ordinario ......
o o restolho.......
Gengibre............
Gomma .............
Ipecacuauha ...........
Lenha de achas grandes.....
aun pequeas..... u
o i) o toros.......
PraiichOes de amarello de 2 costados um
o louro.........
Costado de amarello de 35 a 40 p. de
c. e 2 ,<<,' a 3 de I..... >
de dilo usuaes....... u
Costadinho de dito........
Sualbo de dilo...........
Forro de dilo...........
Costado de louro......... >.
Costadinho de dilo ........ o
Soalho de dito........... u
Forro de dilo.......
o cedro ......
Toros de tatajuha.....
Varas de pereira.....
o o aguilhadas ....
> quria.......
Em obras rodas de sicupira para c. par
d eizos
Mel............
Millio...........
Pedra de amolar.....
b o lillrar......
rebolus .....
Plasaava em moltius.....
Ponas de boi.......
Sabao ..........
Salea parrilba.......
Sebo em rama.......
Sola ou vaqueta......
Tapioca..........
Unliaa de boi ,..,,..
Vinagre ..........
5900
5tti0
5800
9850
800
9^10
9800
240
39OOO
2S0U0
ISJOO
15440
I56OO
105O0
39000
I30OO
Ol-JO
O9OOO
55500
45000
59500
WOO
ifr)00
9600
59500
I03000
I29OOO
l5/'0O
800
23500
29")60
3310
- 9350
S-'-ll
I59OOO
9380
5380
900
9120
9800
9640
23000
13000
52011
15600
UJOUO
36-jOO
:1580o
Alqnere 25500
alqueire IO9OOO
I
alq.
cenlo
B
B
Suintal
uz a
o
a
cauada
alqueire
una
om
ceulo
meio

cenlo
pipa
I1J3OOO
73000
llCOJo
105000
73000
29000
29500
325000
23000
I3OOO
115000
349000
I83OOO
309000
149000
93000
79OOO
43000
83000
63OOO
530O
23500
33OOO
13280
13600
15920
13:180
2690IHJ
183lK)0
3210
39211O
9<0
63OOO
9800
9200
49200
9120
193000
63OO
39800
35200
?30
Wjooo
0WMSW* N >0fO
Navios entrados no dia 5.
Ila>re-43 dia*, barca Iranceza Cont Roger., de
21.1 toneladas, capillo Pugibei, equipagem 16,
carga mercadorias : a L. Tissel-Frers & C. Per-
leuce ao Havre. Passageiros, Charles Alejandre
Laorenl, Pedro Maurer, Alelandre Richard.
Da commissiloHiale de guerra brasiltiro Para-
hibanos, commandante o 1. leuenle Manoel An-
tonio d Oliveira Vital.
vavios sabidos no mesmo dia.
! Rio de JaneiroBarca na-ional Recifea, spit-lo
Manoel Jos Kibeiro, c-rita varios oeneros. Pas-
sageiros, Ormesville Carloa Ceaare 2 eseravos, Ri-
la Mara do Sacramento o 2 escravan, Manoel Jos
Dantas, Antonio Carneiro Pinto e 2 eseravos.
; Harbor Grace Brigue inglez Margarel Kidelva,
capiao James Brown. em lastro.
: Macelo e porloa intermetiosVapor nacional i.Per-
cinungao, commandante o 2." leneole Joaquim
1 Alves Murcira, carga varios gneros.
; New-Bedfurd(.alna americaoa Jorge, com a
mesma carga qae Irouxr. Suspendeu do lameirao
Navios enuanns no dia 6.
Aracaly9 das, hiato nactoiial crlnvencivel >, de 30
toneladas, mestre Joaquim Joi da Silveira, eqm-
pagem 4, carga couros sainados e mais geoeroi ;
a M.rliiis Irin.in--. P rlenre a Pernambuco.
Babia7 das, hiate nacional uCastroo, de 53 tone-
lada!, meslre Francisco de Castro, eauinacem .">
Directores da semana os sen ores Jos carga arroz e mais gneros; a Domingos Alvs
pereira da Cunha e Jos Joao de Amorinj. Matheos. Perlence a Pernambuco.
A Caia drsconla lellras a 10 por cenlo ao i R' a* Janeiro # portoi intermedios9 dia, vapor
anno, e toma dinneiro a premio de confor- i brasileiro -Imperador, commandante o !. le-
midade com os seus estatutos. neDle J,e Leopoldo de Noronha Torrezno.
______ Philadelphia13 das, patacho americano Breeze,
1 la 241 Igualadas, capilaa Oulerbrigde, equipa.eni
Ouro.lincas hespanholas. .
Moedaa de isiOO velhaa
1 69SO nova-
431100. .
Prali.PatacOea brasleiros. .
Pesos eolumnarics. .
mezicanos. .
289 a 289500
. 165000
. I69OOO
. 93000
. 290OO
. 23OOO
I386O
Caisca Filial .<> Banco do
Brasil
EM DEJLHO DE 1857.
As unas que tora de cunduzir o vapor
Imperador para os portos do norte, fechatn-
se hoje (7), as 3 horas da larde, sendo al as
2 Ir3 horas com o porte simples, e at o mo-
mento de lacrar com o duplo, e us lomaos
deverSo achar-se na dministracao al as 11
horas da manhaa.
TR1BU.NL DO COMMERCIO.
Por esta escretaria se faz publico quena
data infra, foram registrados, o hiate nacic-
na Novo Anglica, propriedade de Antonio
de Azevedo Pereira, e a viuva Theophilo Fi-
Iho & Kibeiro, cidados brasileiros, domi-
ciliados ua cidade do Aracaty, provincia do
Cear, mestre do mesmo hiate Jos Joaquim
Alves da Silva, e a barca nacional Aiaia, pro-
priedadede Barroca & Castro, cidadaos bra-
sleiros, domiciliados nesta cidade, e mestre
da mesma Marcos Jos da Silva.
Secretaria do tribunal Jo commercio de
Pernambuco, 6 de julho de 1857.Dr. Apri-
gio Guimarfies, ofcial-maior.
TRIBUNAL DO CMNERCIO.
Por esta secretaria se faz publico, que
nesta data foi inscripta no livro da matricu-
la dos commorciauls, a firma social brasi-
leira de Ayres & Ararujo, domiciliada com
casa de coaimercio de gneros nacionaes e
eslrangeiros, em grosso e a retal to, na ci-
dade do Penado, provincia das Alagas.
Secretaria ao Tribunal do commercio de
Pernambuco 6 de julho de 1857.Dr. Apri-
gioGuimar.les. ollicial-maior.
Achando-se em deposito no arsenal de
marinha, urna canoa de carreira, encontrada
no dia do corrente mez (indo rio abaixo),
manda o lllm Sr capitSo do porto fazer pu-
blico, que ser entregue a quem mostrar que
legtimamente Ihe peitence.
Capitana do porto de Pernambuco, 6 de
julho de 1857 -O secretario, Alesandre Ro-
drigues dos Alijos.
--- A eompanhia fixa de cavallaria, pre-
cisa contratar para o segundo semestre do
corrente anuo, o fornecimenlo de captm, mi-
Iho, e mel para a cavalhada da mesma :
quem pretender, dirija suas proposlas em
carta fechada, as 11 lloras do dia 8 do cor-
rente, na secretaria da mesma eompanhia
em .oilo Amaro.
O lllm. e Rvm. Sr, director geral inte-
rino da instrucQSo publica manda declarar
que no dia quinla-feir, J do corrente, pelas
10 lioras da manhaa, na sala da directora
ge'al, lera lugar o exima para o provitnen-
to da primeira cadeira do segundo grao da
freguezia da Boa-Vista desti cidade. Direc-
tora geral da iustrucQio publica 4 de julho
de 1857.O secrelario interino,
A. A. Cabral.
Di! ordem do lllm. Sr. inspector da
thesouraria de fazenda desla provincia se,
faz publico, que nao lendo tido lugar no 1.
do corrente mez, a arrematacao da casa de
sobrado da ruado Jardim n Ji, odoarma-
zom do Forte do Mallo, pertencentes a fa-
zenda nacional, por falla de licitantes, ica
a mesma arrematadlo transferida para 15 do
mesmo rajez ; assim lambem que v3o a pra-
ga nesse da os arrendamenlos de um arma-
zem de lijlo e cal, co.n quatro bracas e 2
palmos de frente e 14 e meta bragas de fun-
do, sito no bairro do Recife, ede um sitio
com casa edificada no lugar dos Coelhos do
bairro da Boa-Vista.
Secretarla da thesouraria de fazenda de
Pernambuco 2 de julno de 1857.No impe-
dimento do ollicial-maior, Luiz Francisco S.
Paio e Silva.
A administrado geral dos estabeleci-
raentos decaridade, manda fazer publico
que no dia 9 do corrente, pelas 10 horas da
maniiSa, na sala das suas sessOes, continua
a praga das rendas abaixo declaradas, a sa-
ber :
Bairro|do Recife.
Rna da Cadeta ns. 23 e 30; ra da Xloeda
n. 3t; ra da Cruz n. 15 ; ra do Amorim
n. 31 ; ra da Lapa u. 5 ; ra dus Burgos ns.
11 e 13 ; ra do Pilar ns. 73, 74, 93, 95 e 97 ;
1 ua do Cordoniz n. 9 j ra da Senzala Nova
ns. 25, 26 e 30.
Bairro de Santo Antonio.
Ra da Cadeia ns. 6, 8, 10 e 12 ; ra do
Queiinado ns. 34e36; ra das Cruzes n. 4 ;
ruu de S. Francisco ns. 3 e 5 ; ra bireita ns.
3, 5, 7,15 e 123 ; ra Nova n. 32 ; ra do
Padre Floriano ns. 13, 39, 43 e 47 ; ra da
Roda ns. 1, 3, 7, 22 e 29 ; ra de Hortas ns.
30 e 33 ; ra de Santa Rita ns. 76 e 92 ; ra
do Fagundes 11. 32 ; ra dus Pescadores n.
11; ra das Calcadas n. 30 ; ra da Viracho
ns. 7 e 17 ; ra do Calliabougo n. 18 ; ra
do Collegio n. 18 ; ra de Santa Sicilia n.
89 ; travessa de S. Jos ns. 5 e 11 ; travessa
do Carcereiro ns. II, 13 e 17; becco da Car-
V.1I11.1 n. 5.
Bairro da Boa-Vista.
Aterro n. 68; ra do Aragao n. 8; ruada
Aleg-ta n 46; ra Velna ns. 42 e 73 ; becco
do Quiabo 11. 8.
Sala das sesses da administrado geral
dos estabelectmenlos de candade 2 de julho
de 1857.O cscriv3o, Antonio Jos Comes do
Cotreio.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar
o seguinte :
Cara o 2.' batalho de infantaria de linha.
Brim branco liso para caigas, varas 1,000,
algodaozinho para camisas, varas 1,000, pan-
no preto para polainas, covados 100, hollan-
da para forro, covados 50, boloes brancos
grandes de osso, duzas 267, ditos ditos pe-
queuos, duzias 134, ditos pretos, duzias 334,
sapatos, pares 800, esteiras 400.
9.* balalhao de lufauluria.
Grvalas 35, compendios de arithnietica
por Collago, exemplares 6, sapatos, pares
396, hollanda, covados 50.
Hospital reg mental.
Conchas de cobre 2, esjuife coberto 1,
Botica do mesmo hospital.
Seringas de metal de cauacidade de 4 on-
gas, para injeeges 6.
Ollicinas da 4.* classe do antenal de guerra.
Cadtnlios do norte de n. 10, 10.
5.' classe.
I.tilias brancas cruas, libras 10, dilas pre-
tas ditas, libras 10.
Fornecimenlo de luzes s estages
militares.
Fio de algodao, libras 96.
Obras miliftties. /
Taboas de louro de forro, du/ias 2, _
de dito de assoalho, duzias 2, pregosrance-
zes, libras 10, lijlos de alvenaria, milhei-
ros 2.
Presidio de Fernando.
Camisas de flanella 20, escarradeiras de
metal 50.
Laboratorio pyrotechnico.
Papel cart3o, resmas 8, rezina decajueiro,
arroba 1.
Ofliciuasde l. e 2. classe.
Costadiuhos de amarello 6, laboas de lou-
ro de assoalho, de 12 a 14 pollegadas de lar-
gura, duzias 20.
dos Afogados, se finalisara no dia 8 de julho
prximo vindouro, incurre vio na multa de
3 por cento todos os das aquelles que dei-
xarem do pagar sous dbitos no segundo se-
mestre de 1856 a 1857.
Mesa do consulado provincial 30 de pinito
de 1857Antonio Carneiro Machado Rios,
administrador.
Olllm. Sr. inspector oa thesouraria oro-
vincal, em cumprimento da ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia, de 25 docorren-
le, manda fazer publico, que no dia 23 de
julho prximo vindouro, perante a junta da
fazenda da mesma thesouraria, se ha de ar-
rematar a quem por menos fizer a obra do
15.- fango da estrada do sul, avallada em
15-62oyrs.
A arrematagSo! ser feita na forma da lei
provincial n. 313 de 15 de maio de 1854, e
sob as condigoes especiaes abaixo copia-
das.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
matagSo comparegam na sala das sessOes
da mesma junta, no dia cima declarado,
pelo meio dia, competentemente habilita-
das.
E para constar se raandou alxar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 26 de junho de 1857 O secre-
tario. Antonio Kerr.ira da Auuuuciagao.
Clausulas especiaes para a arrematagSo.
1.a As obras do 15.- lango da estrada do
sul, far-se-li5o de conformidade com o orga-
menlo e perfis, approvados pela directora
em conselho, e aprasentados a approvagSo
do l.xtn. Sr. presidente da provincia, na im-
portancia de 15:620g rs.
2 O arrematante dar principio as o-
bras no prazo de um mez, e devera conclui-
r no de tres mezes, ambos contados na con-
formidade do art. 31, da lei n. 286, dando
transito ao publico, em toda a exlensao do
lango no lim de 6 mezes.
3. O pagamento da importancia da arre-
matagao, realii-ar-se-ha em quatro prestagoes
iguaes, cuja ultima sera paga na occasiai
da entrega definitiva, e as oulras correspon-
der no a cada tergo das obras.
4." O prazo da responsabilidade ser de
utn anno, durante o qual o arrematante se-
ra obrigado a tnanler a estrada em perfeito
eslado de conservagSo, reparando as ruinas
todas as vezes qe exigir o engenheiro da
estrada.
5.a Para ludo o que u9o se acha especi-
ficado as presente clausulas, nem no otga-
meulo, seguir-se-ha oque dispe a respeito
a,lei provincial u. 286. Conforme. O se-
crelario, A. F. da Annunciagao.
O agente Borja far leilSo em seu ar-
mazem na ra do Collegio n. 15, de urna im-
mensidade de obras de marcineiria novas e
usadas, bem como, mobilias de Jacaranda e
de amarello, completas, camas francozas,
guarda-lougas, aparadores, mesas de jantar,
lavatorios, marquezas de dormir, bancas,
cadeiras de diversas qualidades etc., objec-
tos de porcellana e de vidro para sala e para
servgo t mesa, candieiros inglezes, relo-
gios de parede, qua iros com estampas, e ou-
tros miiitos artigos etc., que fora enfadonho
meucionar : quinta-feira 9 do corrente, as
11 lioras da nianha.
Leilao de farinha do trigo.
Jos Baptista da Fonseca Jnior, transfo-
rio o seu leilao de farinha de trigo por causa
do ma teojpo, para quarta-feira 8 do corren-
te, as 10 horas da manh3a, na porta do ar-
mazem do Sr. Paula Lopes, defronle da es-
cadinha.
- O agente Borja, em seu armazem na
ra do Collegio n. 15, far le13o de divorsos
eseravos de ambos os sexos, mocos, e do
meia idade, alguns dos quaes com differen-
les habilidades ; achar-se-ti.1o patentes no
referido armazem, no dia do leilSo, ao exa-
me dos senhores pretendenles : torga-feira
7 do correte, as 11 horas da manhaa'.
O agente Pestaa far leilSo por conta
de quem pertencer, de 100 caixas com cha
da India, 50 barricas com sardinhas de Lis-
boa, e 30 caixas com massas : terca-feira 7
do corrente, s 11 horas da manhaa, na por-
ta do armazem do Sr. Annes, defronte da al-
fandega.
Manoel Joaquim Ramos e Silva conti-
nua o seu leilao de massas : terfa-feira 7
do corrente, ao meio dia, na porta do arma-
zem do Sr. Annes, defronte da alfandega.
tft> &it &tef0ift*s,
PROVINCIA.
TEATRO
DE
Santa Isabel
QUARTA-FEIRA 8 DE JLLHO.
Beneficio il-> prttneiru bui.tr/ pro-
fundo absoluto
STEFANO SCAPINI.
Dapois que a orcheslra liver eieculado urna de
suaa melhnres svmphonias, subir a acea a comedia
em Ires aclus
A ultima carta.
No lim do primeiro aclu o beneficiado eteoolar
a sceua e aria, eiu costme, da opera
ATTILA
'Meulre tionliarsi 1'aDima.)
Seguir se-ha ose.nndo e Urceiro acto da comedia
No lim da mnsma ira
Preludio pela orcbeslra e lulo de rabera, secu-
tado pelo rayente da misma, seuuiudo-se oReci-
tativo e aria da opera
DAVID BICCIO
msica do maestro cavalleiro Capecelalro, escripia
evpre-s.nii-iile para u beneficiado no real e impe-
rial tliealru la Scala em Milo, e por alia eiectiiada.
I in-ilisdr.i u speclaculu u lindo duelo cantado
pela senbura D. Isabel e Santa Rusa
0 HEIRINHO A POBRE.
Os bilheles achsm-se a dispusi(3o do publico oa
rna do Trapiche, hotel incle/..
Principiar as 8 huras.
:
*iS
'.' '' *> -,-V- *}.
Pai
o Hio de Janeiro,
Vai seguir cum muita brevidade, por ter
parte de seu carregamento prompto, o bri-
gue nacional Mura preciosa, capito Fran-
cisco Alves Meira ; para carga e passageiros,
escraos afrete, para os quaes tem excel-
entes commodos : trata-se como seu con-
signatario Francisco de Paula Figueira de
Saboia, em seu escriptorio ra do Apollo
n. 5.
Para o Aracatv,
segu em poucos dias o hiate nacional Be-
beribe, por ja ter parle de seu carregamen-
to ; para o resto c passageiros, trala-se na
ra do Vigario n. 5.
Para o Amx
segu no dia 7 do corrente a barca Aiaia ,
recebe carga e passageiros : a tratar com
Barroca &. Castro, na ra da Cadeia do Re-
cife n. *.
Maranhao
e Para.
O vc-lco litigue nacional CLAMA, de
primeira murclia, segu uestes dias: para
o resto e passageiros, pata o que tem as-
seiados commodos, trala-se com o consig-
natario Joao l'itito Regil de Souza, to
armazem de Martins iV Piulo, na travesa
da Madre de Dos, ou com o cupilao
Fernando Jos dos Santos, na prara do
Commercio.
Para a Baha.
A veleira e bem conheeda sumaca nacio-
nal tlorteticia, pretende seguir nestes oilo
ditas dias, tem prompto nieta Je de seu carrega-
mento : p*ra o resto, trata-se com o seu
consignatario Antonio Luiz de Olivcira Aze-
vedo, ra da Cruz n. 1.
Para o Hio de Janeiro.
O veleiro patacho nacional Valente pre-
tende seguir para o lo Je Janeiro com mui-
ta brevidade; tem proupto metade de seu
carregamento : para o resto e escr?vos a
rete, para os quaes tem excellenles com-
modos, trata-se com o seu consignatario
Antonio Luiz de Oliveira Azevouo, ra da
Cruz n. 1.
Sr. thesouteiio das loletias manda
fazer publico, (pie se acliain a venda, no
pavimento terreo da casa da ra da Au-
rora n. (i, das 9 lioras da manliaa a's 8
da noite, bilhetes, meios c tpiartos, da
segunda parte da oitava lotetia da Matriz
da Bou-Vista, cujas rodas andain no
dia II dejullio.
O meamo Sr. thesoureiro manda declarar, que
lendo de reformar o presente plano por oulro, em
ludo zoal a quarla parte do Rio, pede as prssoss
que taern eucommendadu bilhelaa para quando esti-
vesst em eieeucao a lei provincial u. 399, qi im-
poeni SO por ceulo sobre os bilheles do Rio, quei-
ram vir declarar que por;ao de tullales querem,
para que elle, avista das quanliae pedidas, poisa or-
ttaniar o dito plauo, u qual certameule ollarec*
mais inleresse aos.jocadores.
Thesouraria das loteras, 4 de julho de
18.">7.Jos Januario Alves da Maia,
escrivSo.
A abaixo assi.nada lendo'pobllcado nesle joroal
qoe o Sr. Manuel l' mralies Barros deliaia de ser
socio do seu eilabelecimenlo de palera no Chora-
Menino, uo qoal Ihe havia dado snrieriide tendo o
dito Sr. Barros entrado cum os fundos de 3-280000,
eudo esta publicarlo devida ao abandono que o
mesmo Sr. Barros havia feilo do eslabelecimento.
desde odia 16dejunbo prximo panado, asiimeomo
por taro mesmo causado prejoio de 15-91100, cha-
manclo-.i para ajustar as suas conlas por ser este o
meio de lerrnin-r a soriedade, e que ficava o Sr.
Anlooio Piulo Soare encanegado de administrar a
sua paitara, e de rubrar as dividas da mesma, eis
qoe no Diario n. 1 jt de b' de julho do eorreute au-
no depara om o armando do dito Sr. Barros em ree-
posla ao seu no qoal ad usa deexpressOes propnasd*
sua pesaoa, porque leudo a abaixu a-signada chama-
do pelo jornal, que comparecesse em toa ca*a aflm
de ajustar conlas ; e o Sr. Barros que he liomem da
bem, e que nada deva. e oeuhum prejoiio causn a
abaixo a-sun ida, como se deprehende das eipm-
ses de seu annuncio porquenao compareceu cei-
lamenle, porque deve e deve, piis a nbaixo assigna-
da esla pagando a Carvalho e Silva 40 e lanos mil
ris, que o Sr. Barros tomou em 'aleudas para en-
choval do seo casamento, sendo esla quaulia afi-
anzada pelo Sr. Antonio Pinto Soares, como geren-
le da caa, 219000 que o Sr. Barros recebru e gas-
too com sigo, e mais 30 e lautos de suas despe/.as,
rumo consla da eicriplurago fela pelo mesinu Sr.
Barros, assim como oa prrjuixus j declarados, o
quaei ie_ verificar pelus MOCMiaBtM escriplos pelo
mesmo Sr. Barros ; porlanlo a abaixo .tssignada n*o
adoltera Tactos, e he tocapai de blasphamar conlra
a Divindade, qualida le esla pmpria de pessoas rujo
quilate saja ignal ao do Sr. Barros. Qaanin ao dilo
Sr. Barros aflirmar em eu aiinunciu qoe o deve-
dores, que pigarem ao Sr. Pinto, tem de repelir
o pagamento, lalvez fundado em nao ier a aboiio as-
si.nada competente para aolorisar ao Sr. Piolo a re-
ceber as dividas da padaria, he ella complante para
tal, porque he ancla ou dona de quasi todo o fundo,
lendo apenas o Sr. Barros a quanla j dita, he ella
quem compra aa farinhas, assigna as leltras e as piga
no leo vencimenlu, como tem feilo sempre, he ella
qoem paga aos Irabalhadores, he ella quem paga os
alugeia da casa, rujoi recibos sao paisados em seu mi-
me, assim corno pag ludo mais coateio, e as farinhas
serrpre as comproa e continua a comprar ao Sr. Se-
liasli.lo l.ur.i l'erreira, rilo lenlo ootro credor qae
della possa oobrar, porlanlo, sendo a abaixo as-iiua-
da qaasi dona do eslabelecimenlo e u .na a pagar
leltras de farinhas compradas no lempo que o dilo
Sr. H*i-i -i eslava como socio, he complanle para
autoriaar ao Sr. Pinto a recelar as dividas di pada-
ria. O qoe admira he o Sr. Barrus qoirer escapar-
se das despezas feilai com ligo, prejoro eaoiado o
pagamento qoe a abaixo asugnada e li faiendo a
Carvalho e socio, querendn que iilo Ihe ai|a levado
em conta d is servicos prestado-, ao Sr. Piulo qoaudo
e*leve preso, he isto smpiile proprio de almas pe-
queninas < mesqoiiihas. aa preslou tervicoi ao Sr.
I'iiiln. qaando preso o Sr. Pinto, o leve em casa e a
sua malher Francisca de Paula Cavalcanli de Albo-
querqoe, desde o din em qae ie casou, a 2:1 de fe-
vereiro, anol." do corrente, dando-llie al-no-
Co, janlar rea, escrava para o servido, e sem nada
pedir ao dilo Sr. Barros para isso : aasiro, nada fe o
-Sr. Barros com os servidos prestados ao Sr. Piulo
quando preso, serviros estes que amigos Ihe pesla-
rarn, havendo apenas da parle do Sr. Barros para
com o Sr. I'inlo oma|especie de gratidao, pois o di-
to Sr. Pinto Ihe dava o que jn tica dito, sem nada
receber do Sr. Barros para lal mialer ; por ora ter-
mino a lana, que vultarei se for preciso.
Marta da Aseancu Cavalcanli de Albuquerqur.
Continua a estar fgido o esciavo cti-
oulo de nonie Louren^o, de idade 25 annos
pouco maisou menos, cum prado ao Sr. l)io-
go Soares Carneiro de Albuqu>-rque, mora-
dor no engeoho Ramos, comatra do Pao d'A-
Iho, o escravo tem os signaes scguinles : cor
preta, alljra regular, rosto comprido, secco
do coipo, barba pouca, lem una das pernas
mais finas do que a outra, e nesta mesma
perna tem urna cicatrlt do lad i de fora.
ras da nianhaa at as 7 da tarde, para san-
grar e tirar bem denles, chumbar os tura-
dos e pr bem os da frente, applica ventosas
sarjadas^ tem pos dontrilicios o lomeo para
limpar perfeilamente os denles e con*erva-
los, assim como golas calmantes para apla-
car as dores de denles a 19000 o frasquintio.
Aluga-se ou compra-se urna escrava
que saiba lavar e engminar : a tratar na
ra da Gloria n. 55.
-- Precisa-se de olciaes e costureiras
na loja de alfaiate, na ra Nova n. 60, esqui-
na da ponte.
Precisa-se de urna ama para engnm
mar e cozinbar, que lenha boa .mducU,
para casa de pouca familia : na ra Formo
sa, quarta c Eu abaixo assigaada declaro que le-
nho em pod-sr de meu pai Manoel Antonio
da Silva Molla, urna escrava cnoula, de no-
mo l.ourenga, que me tocou em pa> t'lha por
fallecime >to de minha mili Francisca Joa-
quina Ferreira Molla, e para evitar qualquer
duvida que possa appa-ecer, faz esla decla-
rado, protestan lo sobre qualquer negocio
que possa apparecer.
Paulina Caetana da Silva Motta.
Aluga-se urna loja com 2 salas, 4 quar-
tos, cozinua fora e quintal separado Jo do
sobrado, propria para familia : a tratar nos
Coelhos, primeiro sobrado d- um andar com
7 janellas de frente, pintado de novo.
Precisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, que saiba cozinbar o engommar, para
duas pessoas : na ra do Collegio, bota-a
n. 10.
Precisa-se da urna ama de casa de pou-
ca familia : na ra do Hospicio 3.
U-se a quantia de 9009 a 5009 rs. a
premio de um e meio por cenio, sob penho-
res de ouro ou prata ; quem precisar diri-
ja-se aos Afogados, sitio junto a igreia de S.
Miguel.
Precisa-se alugar urna casa de um an-
dar cora sotSo. ou de dous andares, as fre-
guezias de S. Jos ou S. Antonio ; quem ti-
ver, dirija-so a ra Uireita n 1*.
Psrdeu-se na noite do dia 5 do cor-
rente, da ra da Praia de Sania Hila a roa da
Praia, urna escoleta de ouro, com esmalte
verde : quem achou, querendo entregar, di-
rija-se a ra da Praia n. 9, segundo andar,
que sera generosamente recompensado.
SALt\.
Afuga-so urna sala com um quarto, pro-
prio para rapaz solleiro; na ra da Cadeia
do Recife u. 15.
Quem precisar de um criado para fora
da provincia, annuncie para ser procurado.
Compra-se prata de gal.o a 280 rs. a
oitava : no aterro da Boa-Vista, lojade ourt-
ves n. 71.
Vende-se urna escrava boa coslureira
eque laz labyrinlho com perfeicao, e eo-
gomma, com idade de (6 annos : os preten-
denles poderSo procurar na roa do I.i.ra-
mento n. 26. a qualquer hora do da.
Vendem-se as matores partes da fazen-
da de eriar gado, denominada Boa-Vista,
cuja fazenda nSo soffre fogo, e nem igual-
mente do mal triste, propria para refazer,
por ser perto desla praca : quem pretender,
dirija-se a ra Direita n. 1*.
Vendein-se 8O0900O em pecas velhas,
com mdico preco annnncic ou dirija-se
a ra do Queimado, loja n. I, do Sr. Gaspar.
iVa roa Direita n. o,
vendem-se velas de carnauba refinada, uui-
to superiores, as quaes dao muito boa luz,
ditas uuras de lodos os tamaitos, le 6,8,
le 13 por libra, muito superiores coa
qualidade, e pelo menos preco do que em
outra qualquer parte, assim como lem urna
porcSo de saceos vasios para vender, por um
diminuto pre^o.
Vende-se urna preta moca, boa eu-
gommadeira e cozinheira, sem vicio algum,
esla prxima a parir, e urna negrinha de
mais de um anno, muita luzida, Iilha da
mesma prota ; nAo so rende por menos de
1:8009000 : quem pretender compra-las, di-
rtja-se a na da Aurora, sobrado n 58, lar-
cairo andar.
O abaixo assignado faz ver ao publico
que Zefcrino Oomingues Mureira he seu cai-
xeiro ; porlanlo de hoja em diante auturt-
sado para reci ber qualquer dinneiro de mus
devedores, tanto de sua serrara a 37, como
das canoasJos Ignacio de Avila.
Quem liver um sobrado em Saylo *a-
tonio ou Boa-Visla, que queira trocar por
um bom sitio com excedente casa, perto da
praca, c mais duas casas terreas grandes
com bons quintaos murados, defronle do
mesmo sitio, dirija-se a esla typographia,
que se dir quem faz asta negocio.
Aluga-se um moleque bom para todo
servico : quem quizer, dirija-se a ra calmi-
ta do Rosario n. 33.
- Na ra da Cadeia do Recife, loja de
miudezas n. 11, ha para vender lavas oa se-
da amarella para senhora, com um pequeo
toque de mofo, pelo baratsimo preco de
800 rs. o par-
Vende-se a heranca com posse as Ier-
ras de Apipucos, por datraz da catxa d'agua,
com grande casa de vivenda, e outra para
acabar, ciiendo um grande sitio e rico po-
mar de larangeiras, cafezeiros e oulras mul-
tas fructeiras, bastantes trras de planta-
ces, e tem urna porreo de moradores que
pagam renda : quem pretender, dirija-se a
ra estreita do Rosario u. 31, armazem de
Jos Moreira da Silva, que lodo o negocio
se far.
Vende-se urna escrava moga, boa co-
zinheira e engommadeira : no paleo do Ter-
go n. 9, primeiro andar.
- Precisi-se de urna ama forra ou cap-
tiva, de boos costumes, para casa de familia:
a tratar na ra dos Expostos n. 16, segundo
andar.
Sebastio Luiz Ferreira fornecedor das
farinhas compradas por D. Mara d'Assump-
QaoCavalcanti de Albuquerque, para saa
padaria, ratifica ao annuncio da mesma e-
nhora em data de *, quauln a autorisacSo ao
Sr. Antonio Pinto Soares a cobrar as dividas
da mesma padaria, por ser credor.
Precisa-se de dous amansadores c de
um bjn furneiro : no aterro da Boa-Vista
n. 50, padaria Iranceza. Paga-se bem.
ROB LAFFECTK1R.
O nico autorisado por dccito do constlho real,
decreto imperial.
Os mdicos dos hospitaes recommendam o
arrobe de LafTecteur, como sendo o nico
autorisado pelo governo e pela rea! socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
gosto agradavef e Tacil a tomar em secreto,
esla em uso na marinha real desde mais de
60 annos ; cura radicalmente em pouco lem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as ai.
focces da pelle, impingens, as consequen-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
partos,,da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmores; convum aos catar-
rhos, a bciga, as coulracces e a fraqueza
dos orgSos, procedida do abuso das injer-
coes ou de sondas. Como anli-syphililico
o arrobe cura em pouco lempo os lluxos rc-
ceules ou rebeldes, que volvem incessanlas
cm consoqueticia do emprego da copahibe,
da cubeba ou das injec^oes que rcpresenleui
o virussein neulralisa-lo. O arrobe LafTec-
teur he especialmente recommendado con-
lra as doeocaa iuveteadas ou rebeldes ao
mercurio eao iodorelo de pol.issio.--Lisboa.
--Vende-se na botica de Larral e de Antonio
Feliciana Alves de Azevedo, praca de I). Pe-
dro n. HH, onde a--uha de chegar urna gran-
de poreflo du garrafas grandes e pequeas
vou vestido caica decasemira cinzenta e ca- i viudas di ucUnienle de Pars, de casa do dito
ra, camisa de algodaozinho azul escuro, cha-
peo de palha, ludo islo ja vlho, traz no pes-
coco dous rosarios, um de contas brancas e
oulro pretas, ambos atacados com clcheles
a pessoa que o pegar, dirija-se a ra Direita
D. 3, que recebei 50/rs., de gratificarlo.
Perdeu-se no dia 4 do corrente. da ra
da Praia at a igreja de N. S. do Tergo, indo
pela ra de S. lina, urna pulceira de outo
com urna flor esmaltada de verde e encarna-
do : quem a tivr adiado, querendo restitu-
la, pode dtrigir-se a ra da Praia, sobrado
n 1, onde reside Jos de Mello de Albuquer-
Boyveau-l.allecleur 12,ra i.ichclicu Pan.
Os formularios dao-ae gratis cm cas do a-
genle Silva, na praca de D. Pedro n. 82.
Porlo, Joaquim Araujo ; Baha. Lima mAos ; Pernambuco, Soum ; Rio de Janeiro,
Rocha c Ftlhos; e Moreira, loja de drogas ;
Villa Nova, Jote Pereira de Magalcs Leite ,
Rio Grande, Francisco de Paula Coulo e
Moendatj superioren
Na fuu lic.no de C. Starr Companhia, em
*i..ulo Amaro, acham-se para vendar mani-
das de canna todas de ferro, de um modeo a
que Montc-Megro, quo ser recompensado., construc_5o muito'.suneriores.


MUTILADO


DIAMOUC FLRNAMBLCO 1EKCA FE1KA 7 DE JLWO DE 1857

C01SDLT0R10 HiflEOPITHlCO
DO
am un*Gse*cnam sempre os mais acreditados medicamenios, tanlo em tintar*como
em glbulos, e preparados cora o autor escrpulo e por procos bulante commodos
HKECOS F1X0S.
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita de 24 > ... 159000
Dita de 3b i> ... 208000
Dita de 48 a ... 250000
Dita de 60 ... 309000
Tubos avulsos a....... 19000
Frascos de linlurrsdemeia onca. 29000
Manual de medicina horneo* athica de Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina ......... 209000
Medicina domestica do Dr. Henry......... 10/000
Trata ment do cholera morbus........ 2/000
Repertorio do D.. Mello Moraos.......'.'. 6*000
***** ****SkifcS*
PEDRAS PRECIOSAS- S
_ m
Aderemos de brillisnttg, J
i diainanle e perora, pul- i*
^ seir.TsT*riieles, brinco. *
e rozelas, boldes anoeii *
* de difl'ereulrs culos e de -
* diversa) pedrai de valor. K
* Compram, vendcio od *
^ Iroeam prata. ooro, bri-
filiantes,diamante* e pero- ,,
lia, e oalras qoaesqo.r fe
^ joia.de valor, a dihbeiro $
. uu pur obra9. K
lOKEffiA i jJaKTE.
LIJA DI 91IR1ES
Roa do Cabuga' n. 7.
Receben* por to-
dos osvap nsda Eu-
ropa asobnsdo irais
moderno gosto, tan-
to de Franca como
aaBe3e** ftaassasasfe.**
OURO E PRATA.
Adereroi completos de
ouro, meins ditos, pulsei-
tm, aloeles, brincot e
rozelas, cordes, trancel- _
lin, medalhas, correntes S
e enfeites para relogio, e *
oolros inultos objeclos de
ooro.
Aparelbos completos de 5
prata para cha, bandejas, y.
salvas, c,i>ti;aef. colheres
de sopa e de cha, e nel- ''
los outros objeclos de .'
prala.
mmsssfsfsm sass $ s >.$&*
de Lisboa, as quaes vendem por
pre^o commodo como costunian.
Attenco
B. C. Yates & Companhia: estabelecidos
no Rio de Janeiro, na ra do Hospicio n. 40,
veudoum annuncio publicado em urna das
folbas de Pernambuco pelo Sr. Bartbolomeo
F. de Souza, preventndo ao publico que o
verdadeiro xa ro pe do bosque so elle he
quem vende,prevenimos ao mesmo publico,
que o nosso xarope be remeilido do Rio de
lineiro pelos cima proprietarios ao Sr.
Manoel Alves Guerra, e este senbor fez o de-
posito para ser vendido na pbarmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na ra Nuva n. 53, ni-
cos por nos autorisados para venderem o
nosso verdadeiro, e mais prevenimos aos
senhores consumidores, que ha perlo de 5
linos os rotlos collados as garrafas sao
assignados por Henry Prins, como procura-
dores dos cima proprietarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
<*<> 9|9a$fS&
W V vr. em medicina Jos Sergio Ferreira, fg
# de volta de sun viagem ao Rio de Janeiro, jj
9 << residindo na praga da Boa-Visla c.isa n. (g
W 19, primeiro sobrado ao entrar na ra do o.
# Aragao, onde pode ser procurado a qualquer 3
(*) llora do da oo da noile. Sj* Recife 23 de juolio de 1857. 5$
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Chora-menino, e ahi tem preparado urna
casa de saude com todos os commodos para
o Ira la Diento de escravos, cojos senhores
residam fra da praca, ou 'que u3o os pos-
sam curar em suas proprias casas : quem
para isto quizer-se utilisar de seus servicos
mdicos, que serSo desempernados com o
maior zelo, dirtja-se ao pateo do Carino n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdaleua. Prego27000 diarios exceptu-
ando conferencias, sanguesugas e opera-
ces.
IKio-Formoso.l
O Dr. Joao llonorio Itezerra de Mene-
J2? i*s, medico pela raculdade da Baha, tem $
ja lindo sua residencia ua cidado rt.> Kiolor- *J.\
te uioso, e de novo eOerece teus servicos a to- ^*
f/A liauca. .-'':,
"" '; r'j ?'."->'r-.c <* sophia por
i-Jii, .'u..,x;.-^x; ; -..-...--....-...-.;.-;.-.<-,>- (;arvallio :
*** lllnriini.fi J .. ___, _. .. u______ _
0ferece-se urna mulher branca, ido-
sa, para o servico de casa, dando-se prefe-
rencia a casa de homein solteiro : quem
pretender, dirija-se a ra da Cadeia do Re-
cife n. 36, primeiro andar.
Tasso Irmos.
Avisam aos seus freguezes, que as ultimas
farinhas de trigo Kichtnond chegadas ao mer-
cado, s3o vendidas em seus armazens, pelos
seguintes presos :
Galegs 259000 por barrica,
liaxall 243000 idem.
O Dance 239000 idem.
Columbia 2M)oO idem.
Alem destas tem farinhas novas de Tries-
te das marcas SSSF. Fontana c primeira
qualidade ; assim como completo sortimen-
to das lucidores marcas de l'hiladelphia, No-
va rleans e Baltimore.
Frontispicio do
Carmo.
Os encarregados da Testa da Senhora do
Carmo do Frontispicio pedem encarecida-
mente a todos os devotos da meama Senho-
ra, que queiram concorrer com as suas es-
molas para o brilhanlismo desta feslivida-
do, entregando aus senhores incumbidos de
recebe-las no bairro de Santo Antonio, M>-
noel Jos de Oliveira, Hermenegildo Jos de
Alcntara, Antonio Cordeiro da Cunha ; e
nos Afogados a Simplicio Rodrigues Cam-
pello ; visto que a leslividade sera imprete-
rivelmentenodia 19 do correte mez deju-
lho, e muilo pouco se tem arrecadado.
Precisa se alugar um primeiro andar
numa das principaes ras de Santo Antonio
coruosejam, ra das Cru/.es, do Collegio,
Queiniado, etc. etc. : a fallar no aterro da
Boa-Vista, loje 11. 11.
Ca-
SO, pri-
DE
Santo A odre.
Na fundiqao da Aurora precisa-se
de serventes forros 011 escravos, para
serviro debaixo de cobeita.
Do Aracaty acaba de chegar um sor-
limento de sapatos da melhor qualidade, pa-
ra homens e meninos, cera de carnauba e
mais gneros; ludo venJe-se por presos
commodos : na roa da Cadeia do Recife n.
60, primeiro andar, e cabeceas de trancas
lima senhora portugueza, honesta e
de bons costumes, deseja acompanhar al-
guma familia para Portugal ou Itio de Janei-
ro : quem quizer procura-la, dirija-se a ta-
berna do becco do Campello n. 4, que ahi se
indicara a sua morad).
Precisa-se de caixeii os, na ra da Ca-
deia do Recife n. 50, primeiro andar,
prestando urna ianca de 2O0.S00O, ven-
cendo o ordenado de 200s a oOOs, que
lie para vender bilhetes da loteria da
provincia.
TACHAS PARA ENCENUO.
Avisa-se aos senhores de engenho e seus
correspondentes, que no deposito da ra da
Moeda (Forte do Malos) junto ao trapiche do
:unha n. 3 4, ha sempre um completo sor-
timento de tachas de ferro fundido e batido,
de inuita solidez, superior qualidade, e de
todos os lmannos, fabricante LJwtn Msw
ben conbecido nesta praca ; a tratar no
mesmo, ou na ra do Trapiche n. 44.
?gS O Dr. A. S. Pereira do Carmo, lendo (j
f% chegado da viagtm que fezao Rio de Janei- efe
*#> '"' cunlinoa nu exercicio da sua proli^a, '*'
'S? podendo ser procurado na cesa de sua resi-
^ dencia, ra Nova n. 56. -;.
A negocio de interesse.
Deseja-se fallar com os Srs Manoel Igna-
cio Peixoto, Francisco Jo3o Alves, Jos
Francisco da Silva, ou pcssoas que faram
suas vezes : na ra larga do Bosario n. 33.
jEugenc; Lcijuot
participa ao respeitavel publico, em Pernam-
bnco, que o nico deposito nesta praca, de
seu muilo condecido vinho dechampeene,
he na casa dos Srs. J. Praeger & C, ru da
Cruz n. II.
SEGURO CONTRA FOSO.
Companhia Alliance.
Esubelecida cm Londres, em marco dt 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tem a fconra da in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
a quem mais eonvier que eslao plenamente au-
torisados pela dita companhia para effecluar segu-
ros sobre edificios de tijolo e pedra, cobertos dt
tlha e igualmente sobre os objeclos que cuntiverera
os mesnos edificios quer consista em mobilia ou
*m (azendas de qualquer qualidade.
tj Jo3o.a Silva llamos, medico pela un- f;.,
S M-r-i i.'d de Coimbra, muduo- sua lesiden- 2
''y ca da ra do Cabug. para a roa Nova n. ?"
$5 61)> seguudo andar, sobrado do Sr. Dr. Nel- '
A '" e ahi contina a recther, das 8 as 10
boras da manliaa, e das 3 ;s 5 da larde,

'iy \$
0
O
Q
f-j petsoas que o queiram coiiiultar.
JOHN GAT1S,
corretor gera I
E AGENTE DE LEILOES COMMERCIAES,
n. 20, ra do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praga uo Corpo Santo
RECIFE.
mmim frahcez.
Paulo (i.n^iniin dentista, ra Nova n. 1 '*
na inesma casa leu) agua e po< dentrIDe*. ^
O Sr. Innocencio Alves a Silveira tem
ju>toe contraalo com a Sra. D. Mana da
lora a casa n. 4a, sita no areal do forte, na
praa de S. Jos; se algueni sejulgarcm
direito a tnesma, aprsenle seus lilulos ni
prazo e 8 dias, a contar de-ta dala em dian-
te. Recife 4 de julho de 1857.
Gr v_r \;r
A cadeira de latim deste colegio regida
por Jo-quim Borges Carnelro, a de francez
por Jorge Doruellas liibeiro Pessoa, a de in-
glez por Joaqiiini Barbosa Lima, a de Philo-
sophia por Laureuiino Antonio Moreira de
a de geometra pelo bacharel
m niaiheraaticas Bernardo Pereira do Car-
mo, estao em exercicio. He inconteslavel a
escolha de to dislinctos professores O co-
nhecimetito que o publico ja dere ter delles,
qur como habilitadissimos para desempe-
nho das cadeiras que se achim a seus car-
gos, qur por seus coslumes e moralidade,
rae poupar sera duviJa do traballio de elo-
gia-los. Ouem pois se quizer matricular em
quaesjuer das referidas aulas, procure fal-
lar no mesmo collegio com o director
A. A. da Fonseca Jnior. ,
- Precisa-se contratar com um meslre
Guanina, por empreitada, a coberu e forro
da matriz dos Afogados : quem pretender,
dirija-se aquella povoacSo ao capitao Muraos.
OUerece-se urna portugueza de boa
conducta, para casa de homem solteiro, ou
paia fazer companhia a alguma senhora e
coser : na boa-Vista, ra da Cotcetelo n. 2.
O ahaixo assignado faz scienle ao res-
peitavel publico, piincipalraeiiteaocorpode
commercio, que comprou ao Sr. Antonio
Jos da Silva a sua taberna na ra de Santa
Rita Nova n. 5, Meando o mesmo Sr. silva
obrigado a p aga pelo passivo da mesma. E
para que chegue ao conhecimento de todos
faco o presente. Recife I. de julho de 1857.
Jos Beruardino Alves.
Joo Tavares Cordeiro, vendo um an-
nuncio no Diario de hoaiein n. 149, assigna-
do por Jos Ferreira Braga, no qual declara
ter comprado a Manoel Korraira da Silva a
taberna na ra de Aguas-Verdes n. 48, pelo
presente protesta o annunciante haver o pa-
gamento de474700que o dito Manoel Fer-
reira Qcou Ihe a dever de gneros que com-
prou no seu armazem para sortimento da
referida taberna, e usaia dos meios que a
lei Ihe coucede para' haver o seu pagamen-
to, visto elle n3o ter assignado convenci
alguma. Recife 3 de junhode 1857.
Os arrematantes dos cbafarizes dos
bairros de Santo Antonio e S. Jos, annun-
ciam ao respeitavel publico, qu nos mes-
mos se vende agua al as 9 hoias da noite e
nao at as 8 horas como danles era.
Os ahaixo assignados, com loja de ourive
na ra do Cabug n. 11, confronte ao ateo
da matriz e ra Nova, fazem publico, que
estao recebendo continuadamente as mais
novas obras de ouro, tanto para senhora
como para homens e meninos : os precos
continuam razoaveis, e passam-se contas
com responsabilidade, especificando a qua-
lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, ticando
assim sujeitosos meamos por qualquer du-
vida. Seraphim & irm5o.
.^ .faZ"S ^".negocio com a melhor lo-
ja do I asse.o Puhl.co 11. 9, com fazenda ou
>t (11 t'ilil.
Precisa-se arrendar, ou comprar um
sillo perlo da prac, e que >ea multo hom :
quem liver dito sitio para vender ou alucar
dirija-se a ruada Csdeia do Recife n. 16 iri-
meiro andar; assim como precisa-se de um
negro vellio, qtio possa tratar de utn ou dous
cvanos, na meama casa.
Fox Brothers, declarara pelo presente
annuncio. que o Sr. Francisco de Paula Al-
ves da Silva, deixou de ser caixsiro de sua
casa commercial desde o dia 4 do correnta.
Recife 4 de julho de 1857.
- Nflo se duvida dar um escravo moco,
sadio, posshtite, mui liel (o que se afianta)
ladino, mu iulelligeuie. sem vicio de qua-
lidade alguma, enlende de coztnha e de to-
da a sorle de servicos; para o poder de quem
emprestar a quautia de 1:40009 re. subre hv-
potheca em diferentes escravos e escravas,
todos desemlnracados, mocos, robustos, sa-
dios, e todos aqu nesta prac*; a quem eon-
vier este negocio annuncio por esta folha
para tratar-se Uo tempo, e mais condices
da hypolheca.
Na ra do Collegio o Sr. CyprianoLuiz
da Paz, uo trro da boa-Vista o Sr. J0S0 da
Luz Icrreira, na padaria do Sr Beiiiz, dirSo
quem da quanlias de 500 al 1:000o e 2:000/
rs. ou mais, com hypolheca em casas terreas.
Professora de menuus.
Precisa-se de urna professora n'um onge-
nho da b'scada, qui com os diversos traba-
Iho deagulha, possa ensinar lingua nacio-
nal, franceza, msica egeographia .pga-
se generosamenle : a tratar na ra larga do
Rosario n. "20, primeiro andar, ou annuncie
quem eslivcr nestas condices para ser pro-
curada.
OSr. Joo Martiniano da Fonseca Can-
di teulia a bondade de apparecer na ra da
Madre de Dos n. 38.
Jardiin publico ein per-
iiaiubuco, ra da Sol-
dade n.70.
Neste grande jardim ha sempre todos os
annos moito graude variedade de flores, ro-
sas, dalias e outras muitas qualida es novas
em Pernamboco, vindas de Portugal, Franca
e Hamburgo, assim como tambe algumas
arvores de fructo, e novas, e outras do pniz.
Apromplamse encummondas para o centro
da provincia, e as mais do sul e norte.
Coniinua-se a dar dinheiro a juros m-
dicos, sob penhores : na ra da Fraia, se-
gundo andar, n. 43.
- Precisa-se de urna ama que tenha bom
Ieite, para cnai um menino : na casa n. 15.
defronle da igreja do Corpo Santo.
Precisa-se de urna ama forra ou capti-
va, para urna casa de familia, composta de
duas pcssoas ; quem quizer e estiver nestas
circumstuncias, dirija-se a pragada Boa-vis-
ta, sobrado n. 10, que actm com quem
tratar.
Na ra da Penha n 6, precisa-se fallar
com o Sr. Manoel Jos Rodrigues Pereira a
negocio que Ihe diz respeito, e por isso pe-
de-se-lhe o favor de se dirigir ao lugar indi-
cado, ou na falla annuncie sua morada para
ser procurado.
O ahaixo assignado tendo sido Hornea-
do para o lugar de lancador do consulado
provincial, e sendo encarregado da tulleca
da freguezia deS. Fr. Pedro Goncalves e da
Boa-Visla, fz saber que deu principio aos
seus trabalhos no da 3 do coriente mez.
Recife 4 de julho d 1857.
JoSo Pedro de Jess da Malta.
Precisa-se alugar um sillo, da Ponte
de Ucba al Apipucos, na margen do Rio
Capibaribe, perlo da estrada : na ra Nova
n. 61.
Lotera
Dt
provincia.
O ahaixo assignado ven-
de bilhetes garantidos, pe-
los precos a ha i xo notados,
sendo da quautia de eem
mil ris ptra cima, a di-
nheiro vista, em seu es-
criptorio, na ra da
deia do Hecife n.
meiio fetidar.
Bilhetes. 5|400
Meios. ^-700
Quartos. ls'350
P. .1. Liyme.
A pessoa <|tie tiver escravos e quizer
alugar para traball ar na estrada de fer-
ro, pagando-semil rs. por dia, ou mes-
mo gente forra que se queii a a sujeitar,
dirija-sc aruaestreita do Rosario n. 23,
segunda andar.
Farlaram na BHdragadl abano asignado um rtlojio lionsontal de prala.co-
berlo com lampo de laiao com urna marca B idi-
baunito camvflo da Mbcrta de lelraz n. 1!l, que
se pude ver com um oculo ; lainbem forlarniu om
curienlao de onro coto u peso de 10 oilava*, mais
ou menos, cujo correnlao prenda o reterido relogio
e tinba um suitte de ouro com a lisura de Itao, e
por bai\o nina pedra verde ondeada, um aunel de
ouro lamben) com urna pedra verde e um.i corne-
lina eac-iloada em nuro : qoem de laes objeclos le-
nha noticia mi for ulTerecido, queira disnar-se lomar
e apresantar polica oo. diran --o a ra da Man-
sueira, caa o. :i>, que sera recompensado. Justi-
llo Francisco de Assis.
Caf com Ieite.
Na ra de Moras n. 16, primeiro andar,
ha a qualquet hora almocos de caf com Iei-
te, e da-se de jantar a 1/000 por pessoa as i
horas em ponto ; tarabem se fornece jama-
res para fra, com tolo o aceio epromuti-
d3o, man lando-se levar s casas a hora que
se indique; aos domingos tambsm ha mui-
lo hem feila mflo de vacca.
B SVSTEMA NORTE-AMERICANO. ]
Aterro da Boa-Vista n. 4,
lotera da
provincia.
pr i metra parte da primei-
ra lotera da Varzea.
O ahaixo assignado ven-
deu as seguintes surtes :
795 5:000Jj4 quartos.
123i 1:50U.ebill.ete.
718 200$i quartos.
872 lOOi'bilhete.
A garant.! dos 8 por
ce uto he puna na pra$a
da Independencia, loja n
40.
P. .J. Layme.
He chegado a loja do Lcente, aterro
da Boa-Vista n. 70, excellenle Ieite virginal
de rosas brancas, para refrescar a pelle, tirar
pannos, sardas, e espinhas, igualmente o a
faraado oleo habosa para limpar e facer
crescer os cabellos : assim como p impe-
nal de lyrio de Florenca para brotoejas e
asperiddesda pelle, conserva a frescura e
o avelludado da primavera da vida.
Na travessa da Madre de lieos o. 9, e
na ra do Trapiche n. 17, vende-se o supe-
rior trelo, desembarcado boje ; e por me-
nos prego do que se vende em qualquer ou-
tra paite.
Loeria
DA
Provincia.
O abaixo assignado vendeu os seguintes
premios :
,2 quartos Numero
meio.
quarto
bilhete
quarto
1 dilo
1 dito
2 ditos
1 meio
1S0I
1144
778
1310
19 SO
1959
1089
2109
2317
aoOa
200o
2O0:>
1003
100?
503
503
50o
503
O mesmo tem esposto venda os seu fe-
Itzes bilhetes, meios e quartos da segunda
parle da oitava loteria da matriz a Boa-N is-
la, os auaes nSo estao sujeitos ao descotitj
dos oito porcenlo a lei.
Por Salusliano de Aquino Ferreira,
Jos Furlquato dos Sanios Porlo.
A taberna da travessa do Paraizo n.
16. nao vende bebidas espirituosas, de pro-
duccSo brasileira.
iVludauca de estaheleci-
mento
O I. F. C. de Lemos o Silva faz scienle aos
seus numerosos freguezes. que acabe de fa-
cer niudanca. Unto do seu eslabeleci enlo
de livios, como da sua ulica e acreditada
' lubina de encadernagHo at agora situada
n<< pateo do Collegio, pa'a um novo, mag-
nifico eespacoso armazem na ra da Cadeia
de Santo Antonio, defronte de S. Francisco,
onde tambem lera montado a sua lypogra-
phia, por isso espera que o procurem tanto
para compras, como paa encadernaces de
livros, e bem assim para qualquer impres-
sflo, por isso que lhes pode asseurar serem
bem. e ponlualmentc servidos.
Precisa-se de ut cozinlieiro, paga-se
hem agradando o servico: no campo do
Hospicio, casa do Sr. desembargador Mondes
da Cunlie.
-S ST1EBIEL i C, banquei ros enes
jociantes, estahelecidos lia muitos anno-
em Londres, teem a satisl'acrao de par-
ticipara seus correspondentes e ao publi-
co, que acabam de fundar casas filiaes
nos principaes portos c distritos manu-
facturemos de Franca, Alemanlia, Blgi-
ca e Hollanda, conservando alem disso
suas proprias casas anteriormente estabe-
lecidas as cidades ruis importantes, e
portos mais commerciaesdaCr-Bretanlia,
e estao em posicio de oflerecer grandes
vantajens aspessoasquepossam necesitar,
assim em Londres como em outro qual-
quer poni da Europa, de urna casa para
compra ou venda de artigos, bem como
para os negocios de transacro de crdito
e banco de qualquet- genero.
As pestoa* quenaoloremconliecidasdos
annunciantesdeveaoacompenharsuasor-
deiis cora os fundos necessarios para sua
eveucco; (cando entendidas queosan-
nunciantes nao teem dilhculdade em adi-
antar 75 0|0 sobre os gneros recebidos
antes de sua venda.
Os precos correntes e mais informacoes
commerciaes, tjue forem pedidas, serao
enviadas graluiumente, salvo o porte do
crrelo, podendo dirigir-se aos annunci-
antes.
&omt*.
Compra-se um sobrado de um andar
ou duas casas terreas, paga-se bem : quem
as tiver, eni.enda-.se na luja de livros da pra-
ga da Independencia ns. 6 e 8, que dir o
pretendente.
Compra-se efectivamente na ra das
Flores n. 37, primeiro >ndar, apolices da di-
vida publica e provincial, aecesdas compa-
nhias, e da-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas quanlias, sobre penhores.
Compra-se urna casa terrea que tenha
commodos : a fallar na ra da Praia n. II,
armazem de carne secca.
Compra-se um papagaio bom, bonito e
tallador, nao se oiha a prego : na ra do
Queimado d.35.
Compra-se una ovellia com sea rabrito, a qual
sirva para dar Ieite : quem liver e quizer veinier,
dirija-se au largo da matriz de Sauo Antuniu, caa
de um andar n. 2.
Compram-s jornacs a 130 rs. a libra :
na taberna da estrelia do pateo do Paiaizo
n. 14.
Compra-se urna cria at 4 mezes de
idade : na ra do Collegio n. 18, segundo
sudar.
Compra-se o diccionario francez e por-
luguez por Fonseca, e diccionario portugutz
e Irancez por Boquete, sendo grandes, a
grammalica franceza por Burgain e a Selec-
ta franceza : a tratar nos Cocidos, sobr.do
de um andar com 7 janellas de frente.
Vende-se couro de lustre a 43500 e
4300, bezerro francez a 3321)0, 33400 e 3^500
a pelle : na ra do Livramento n. 41.
Vendem-se liacas de vimes, chegadas
ltimamente em poreao e a retallio, por me-
nos que em qualquer parle : na tanovriada
ra da moeda n. 17, de Jos Joaquim Pires
Soares.
Vendem-se saceos com ferinha da tr-
ra muito novae torraila : no caes daalfan-
dega, armazem do Mello.
Vende-se um terreno na Boa-Vista,
ruadoJasmim, com 30 palmos de frente e
90 da undos : no becco da Congregagao,
loja de encadernagSo.
Vende-se um mulato de 22 annos de
idade, bom alfaiate, e bom boleeiro, eum
negro tambem do mesma idade, e urna negra
de meia idade, que co?inha muito bem, o
coze, de muito boa conducta, e outra negra
de 22 annos, que cozinha muito bem : ua
ra do Livramento n. 4.
Na ra das Aguas-Verdes
n. 46,
vendem-se 2 liadas mulatas de idade de 16 a
20 annos, com habilidades, 3 escravas mo-
gas com Habilidades, 2 lindas molers de 11
a 12 annos, 1 boa negra da Costa, ptima
quilsndeira, 1 bonito moleque de idade de
12 annos, 1 negro proprio para engenho, 1
negro pega de idade 20 annos.
Vende-se urna bonita escrava moga,
robusta, engommsdeira, coslureira e cosi-
nheira : na ra das Trincneiras n. S9
Vende-seo punto do pateo do Carmo
n. 18, muito acieditado para bilhetes e cha-
rutos : quem o pretender, dirija-se ao
mesmo. .
Vende-se urna bonita escrava de na-
gflo, moga, com habilidades : na ra da
l'raia, primeiro andar n. 43.
--- Na ra estreta do Bosario n. 25, pri-
meiro andar, vende-se urna crioula de 20
annos, bonita figura, engomma teira, cozi-
nheira, lava de sabao e cose chao, e urna
dita de 35 annos com as mesmas habilida-
des.
Z/iivas de Jouvin.
Constantemente achar3o na loja do Le-
conte, aterro da Boa-Vista n. 7, as verdadei-
rs luvas de Jouvin, de todas as cores,
igualmente ricos pentes de tartaruga da ul-
tima moda.
i\a lja das seis
portas em frente do Li-
vramento
3?00o rs.
Corles de casemira com pequeo deleito
a tres mil rs a qualidade he superior e tem
sortimento para escolqer, palitos do panno
lino pelos e de cores, com pequeodefeito
a IOjOOO.
SAPATOS DE BORKACHA.
No escriptorio de Curgel Irmaos, primei-
ro andar n II, da ra da Cadeia do Hecife,
vendem-se bons sapatos de borracha a 23700
cada par; tambem vendem-se esleirs e cha-
peos de palha.
Xa loja de Maia Irmo, ra do Cres-
po n. .
A 5#000.
Superiores chapeos de casemira e feltro,
chegados ltimamente: vendem se por este
prego para ultimara venda destes chapeos
Veudc se no largo do Carmo, esquina
da ra de Hortas n. 8, cevadinha nova a 240
rs., sag" a 320, espermecete a 680, assucar
braeco em carogo bem alvo a IbO, em arro-
ba a 53200, macarrao talharim a 480, chou-
ricas Mjo rs., manleiga ingieza do 400 at
'~l20rtK|aiiceza 720, vinho engarrafado,
duque drW'orto a 120, de outros aut .res
a 10000, oleo de ricino em meias garrafas a
500 rs gomma hem alv a 100 rs., em arro-
ba a 33000, peneiras de rame mais em con-
ta do que em Oiira parte. No armazem de
Paula Lopes tem archotes para vender.
Ao PreguU3
QUE ESTA YENDENO BA-
RAT1SSJJ
Na loja do Preguiga, ua ra do Queimado,
, esquina do becco do Ppixe Frito n. 2. conli-
nua a vender-si muitas e di veras fazeudas,
I por pregos baratissimos, entre ellas cam-
t bralas fraucezas, ptdrdes novos e cores fi-
, xas, pelo baratissimo prego de 480 rs. a va-
i ra, dilas de cordo muilo linas a 500 rs a
i vara, cassas francezas muilo finas e de pa-
drOes os mais modernos que da no mercado
a 640 a vara, chitas francezas de lindissimos
padres a 280 e 300 rs. o covado, mussulina
branca a mais lina que he possivel a 440 o
covado, dils de cor a 34o, cortes de casemi-
ra de cor de lindissimos padrs e superior
qualidade a 6/cada ur.i, corles de brim de
puro linho de lindos padres a 2&400 oda
um, ditos de ditos a 23, ditos de algodao a
13360, ditos de culim de lindos padies e
muito encorpados a 13600 cada um, lengos
de e.unir. ia para maoa 120, ditos mais li.ios
a 220, pegas de bretanha de rolo de 10 varas
a 23 cada urna, chitas escuras de diversos
padies e cores lixasa 140,16o, 180 e 200 rs.
o covado, e a pega a 53, 63, 6C500 e 73500 ca-
da urna, cobertores propnos para escravos a
700 rs. cada um, grvalas de seda de lindos
padrOes a 13, ditas prelas de setim a 1280,
dilas de corles em outro gosto a 700 rs cada
urna, luvas de seda de todas as qualidaes
para homens e senhoras, lengos de seda de
bons gostos. gangas mescladas de lindos pa-
dres a 600 rs o covado, cortes de castores
de bonitos padres a lo cada um, cambraias
isas finas a 45500, com 10 varas, ditas ditas
muilo linas a 6/, e oulras mullas fazundas
que se ueiiam de mencionar, e se venderao
por baratissimos pregos ; e se darSo amos-
tras com peiuior.
Vende-se urna taberna bem sortida,
no caminbo novo da Soledadeao pdoagou-
gue : a tratar com Francisco Jos Fernandes
Pires : na taberna grande ao lado da igreja
daSoledade.
Vende-se na ra Direita n. 19, carne
do sol, pelo diminuto prego.de 240 rs. a li-
bra, 280 e 320, li nguigas a 320 a libra.
Vendem-se queijos do sertao a 400 rs.
a libra, sendo inteiro, e a relaluo a 440 : na
ra da Clona, ultima taberna da esquina
que volta para S. Congalo n. 95.
CARVA PAiETE INGLEZ
para fogao do cozinha, e vende-se em casa
dePouier, no aterro da Boa-Vista n. 55.
Ala la do Argao n. 56,
In!de^ suPer,ior manteiga ingieza a 720,
800 e 900 rs. a libra, dita franceza a 640, ve-
as de espermaceto a 7*0 e 880 o masso de 6
velas, gomma para eagommar muito ia a
120 a libra, queijos do sertao a 480 a libra,
macarrao.alelna e talharim a 480 a libra, de
ludo se do as amostras aos freguezes.
Vende-se azeile de coco a 3/200 a ca-
ada, superiores queijos os mais novos do
mercado a 13440, eda hysson do Rio de Ja-
neiro de pruneira qualidade a 1600, caixi-
nhas de urna libra : na ra Direita n. 8
J. PRAEGER i COIPAHHU.
ua i Cruz u. II.
Ileceberam pelo uhimo navio do Havre
urna nova porgao de afamado e famoso
d VINHO DE CHMPAME
de Lusene Uiequot a Iteims.
;
Tintas.
Vende-se urna porgao de tintas prepara-
das, assim como algumas barricas de alvaia-
de : no armazem de i. Praeger & C, ra da
Cruzu. 11.
PRESUNTOS.
J. Praeger & C, ra da Cruz n. 11, avisam
aos seus fregnezes, que temos recebido no-
vamente pelo ultimo navio de Hamburgo,
urna porgaode presuotos muito frescos, que
se vende por prego comino lo.
He muito ba-
rato
Velas de espermacete a 120 rs. cada urna,
e em caixis de 25 libras a 163, e em lotes de
5caixasal53; deve-se preferir urna vela
de espermacete a de carnauba visto que a
diflerenga de 40 rs tendo-se boa luz e lim-
pe/a, he nada. Mo deposito da ra d S.
Francisco n 6, por ter grande quanlidade
deste genero, he que vendo por este prego
Ra da Cadeia do Recife n. 18-
Ha um sortimenlo de RELOC10S de todas
as qualidades, tanto de UUItO como de PKA-
TA, ditos FOLIADOS e DOUKADOS, assim co-
mo para senhora, todos garantidos e por
pregos commodos.
Cobre em moeda.
Vende-se constantemente na praga da In-
dependencia n. 4, a um.e meio por cento.
--- Vendem-se saceos de familia, grandes,
muito boa.'ejprrgo em cotila : uo armazem
de Luiz Antonio Atines Jacome, defronte da
porta da alfandega.
Vende-se a verdadeira graxa ingie-
za n. !I7, dos afamados fabricantesJJav
t-V Martin, em barricas de 15 duzias de
potes : emeasa de James Crabtree & C,
ra da Cruz. n. VI.
SECRETARIAS.
As melliores que at rioje tem apparecido
a este mercado : vendem-se no esciii torio
do agente Oliveira, ra da Cadeia do Kecife
n. 6j, primeiro andar.
CAAS DE FERRO
Excellenles camas de ferro para solteiros :
vendem se no escnplorio do sgenteolivei-
ra, ra da Cadeia do Becife n. 62, primeiro
andar.
Pechincha seai
igual
Na loja da estrella, ra do Oueimado n.
vendem-se ricas fazendas de 13a e la e se
para vesti lo de senhora, pelos baratissim
pregos de 500 e 800 rs. o covado.
A3SS
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, assim como potassa da Bussia verda-
deira : na praga do Corpo Santo o. 11.
COM PEf]lE\0 TOLE DE AVAHA
A DIMIiKO
Pegas de madapolSo fino, ditas de algo-
d3ozinho liso muito encorpado, ditas de di-
to Mangado e largo : vende-se na ra do
Crespo, loja da esquina que volta para a ra
da Cadeia.
la loja
das seis portas
EM FRENTE DO LIVRAMElvru.
Cortes de casemira com alguoi mofo a
quatromil rs., lengos de seda proprios para
pescogo de senhoras a de IusIps. longos de
retroz malisados de cores a dez lustoes, lu-
vas de sed pretas e de cores a cinco tustes
o par, cambraia lisa a dous mil rs. a peca, e
em varas a pataca, cambalas com Ooressol-
tas c muilo finas a duas patacas a vara, cas-
sas com fiores rara cortinados a tres mil
rs. a pega, e a sello a vara. A loja est aber-
ta das 6 horas da manha as 9 da noite.
I\a loja
das seis portas
Em frente do Livrameuto
Cassas pintadas a meia pataca o covado,
riscados estreitos a quatro vinlens, nscados
Iranoezes escuros a meia pataca, corles de
vestido de cassa com d .us e lies babados a
cinco patacas, saias brancas boidadasa dous
mil rs coales de cassa brancos com llores a
sello, proprios para trazer por casa, e outras
muits fazendas que vende por todo o prego
para acabar. De tudo se d amostra levan-
do penhor que valha o que se quer ver.
relog,os de pa- Ve,as de ^
tente
inglese*, de ouro, de tapnate e de vidr:
vendem-se a preco razoavel, em cana de
Pianos.
na: ven em-se em casa
le G. .1. Astley & C.
casa de Isaac Curio & C, ra da Cruz.
V9.
ti.
mcete?.
-... ., K.^v*.-^v~^., cm caaa ae Vendem-se caixas com 25 lilir.ls'de ve-
Augusto Cesar de Abreu, na ra da Ca- 'as de (i em libra, a' preco commodo pin
deia do Recife, armazem n. 16. "- Aa ----- r-
Taclias de ferro.
Na fundigSoda Aurora em Santo Amaro-
e tambem no deposito na ra do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de mari-
nha, ha sempre um grande sortimento de
tachas, tanto d fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas o fundas ; e em ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. Os prego
saoo s mais commodos. q
Methodo facilimo.
Na li-'raria da praga da Independencia n.
6e8, eode-se o methodo facilimo-para
aprendnra ler, novamenle impresso e aug-
mentado, por mil reis.
Cassas france-
za a 200 rs.
Vendem-se cassss francezas finas a 200 rs
o covado : na ra do Queimado n. 7, loiada
estrella.
CHAPEOS A TAMBERL1?
Do at.iii.iioo fabrican! >,
l'innean de Taris.
Acabara de chegar pelo ultimo paqurte,
os supra mencionados chapeos deste ala
mado fabricante, e vende-se na loja di
4 pot tas, da ra da Cadeia do Recilo i
48, de Narciso Mana Carnero.
Vende-se superior linhas de algodao
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Southall Mellor & C.a, ra do
Torres n. 38.
Arados de ferro
Na fundigSo de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se nara vender arados
de ferro de um modello e construcgSo muito
superiores.
Vende-se queijo do i erlo
a 480 rs. a libra, manteiga ingieza a 640,
queijo do reino a IjjSOO, 1600 e 1/900, fari-
i.ha do reino a 120. gomma a 100 rs., lingui-
ga do reino a 400 e 640, vinho do Porto en-
garrafado a IjjOoO, dito de Lisboa a 560, ba-
nba de porco a 520 : as Cinco Ponas n. 21.
Venda de
pianos.
Vendem-se muitos lindos e excellentes
pianos, chegados ltimamente de Ham-
burgo, e com lindos retratos no frontes-
picio : na ra da Cruz n. 35, casa de J.
Kelier & C.
Aviso aos senhores de en-
genho edonos de offi-
cinas
Vende-se bolacha americana a 100 rs. a
libra: no paleo do Terco n. 21, dito da Pe-
ha n. 10. Tambem se vendem carta de
raques a 280 rs. a carta.
Vende-se
em casa de S. P. Johnston & C ra da Se-
zala Nova n. 42, o seguinte : arreios para
carro, sellins para hornera e senhora, can
dieiros e castigaos bronzeados, vaquetae pa-
ra car ro, chicos de carro e de montar ia
IECHAIISIO FAS! ffl
NO.
NAFUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN *A
RA DO BRUM, PASSANDO O oHA-
r ARIZ,
ha empre am grande SStOsSMte doi.e*ai ule. ub
b*r : moendaie meiai moenda, da mai. moderna
constrocco ; taia.d. ferro fondirto e"52f da
ZSSSC 2ua"dade"de ,odo,os iTT^ju
dentadas para agua ou auimaes, de toda. IE.
S : "vosa boca, de forn.ll,, e regl.lrTde^-
'h 5U^'h?1 br<""-P"r-o. e c,1I,6.."doT-
hos de mandioca, etc. ale.
NA MESMA FUNDICAO.
se execnlam lodaiagencoinroaDda com a >aperic-
ndade ja conhec.da com a devid. mZ'*.
modidade em preso. v ~> acorn-
XAROPE
DO
BOSQUE
Foi tranfferidoodapoitoda.le laropa paras ka
lica da Jo.e da CruiSanio,, narn. No*, n T-
garrafa. 5*500, e meia.3000, asaste fal.o lodo
aquelle qaa nofor andido ne.le depo.ilo.PJlo
qoe.efaz opreientt a*i.o. ^^^
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
Para carada phly.icaen iodotos.y,difieren
leigrao., querrootivada por con*tipac6a>, taaa
a.thma, pleariz. e.carro da .aogaa, ddrde co^
lado e peito, palpitarlo no coracSo.eoaaelocbc
bronchite, dorna gargania, e lod.i aimola.ii.
dosorgaot pulmonare..
yMii-U00 ifcS/^oi
que elle fora"encontrado ata oaaMat ajara
esse lugsr: da-se 50 : a quem o levar a seu
senhor, na ra Imperial n 167.
PASPAS****** IMIMf 1
roi fugio do holel f>
No dia 12 do correnle
d Barra oo. rr.vn de AnolaV* ni saaia
5 ."i i *"'?"' perD" ,orl" "ni oaw ere., i
K cido nu hombro direilo. Aqatile qa o oren- m
o>r e o levar ao dito hotel h,.' geu.roMm.n- 2
'- 'ecompenudo.
le
r ugio do abaixo assignado no dia 2
de junho. um seu esersvo de nome Seram,
cabra, baixo. cheiodo corpo, tem bastantes
marcas de bexigas no rosto, com tres dedos
de o enos em um dos ps,levo-j alem ds rou-
paquetmha.um par de borzegoins ja usados,
tlvez para di-f.rsar o derrito qu tem no
Em casadeKabeScbmettau &Companhias pe' ? 1"*' r' cravo do Sr Francisco Rufi-
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante, uo torre',, de Castro, morsdor no engenho
Piano* do afamado fabricante Traumann de !i"'"Jda,i[e8uezia de Igu.rassu', e consta
Uamborgo.
Vinho do Porto
.superior chamico.
. Vende-se nicamente em casa de Barroca
Castro, na rus da Cadeia do Itecife n. 4.
TAIXAS PARA ENGENHO.
a f undipo de ferro da D. W. 8owm.ni a*
ru ds Brum, passando o chafara, eontin* ha
der um completo sonimepto ds taixss de ferro f uo
vido e batido de 3 a 8 palmos da bocea, as qaaai
acham-se a venda,por epreco commodo a com
promptido: embarcam-s oucarrsgasi-ss anjear
ro semdospeza ao comprador.
sellins e relegios.
SELLINS e RELOGIOS de pilante
inglez : a venda oo arro.xfca de
Koilron Kooker & Comp.nhi., es-
quiiiii do Urgo do Corpo S.nlo nu-
mero .48.
Deposito
de rap princesa da fabri-
ca de E. Gasse, no Rio
de Janeiro.
Vende-se a prego commodo rap fino,
grosso e me:o grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador : na
ra da Cruz n. 9.
Alodaoziiih<) da Bahia
para saceos de assucar vende-se em casa
de N. Bieber & Companhia, ra da Cruz
n. *.
N. O. Bieber & companhia, ra da
Cruz n. 4, vendem :
Lonas da Bussia.
Idem inglezas.
BrinzSo.
Brinsda Russia.
Vinho de Madeira.
Algodao para saceos de assucar
Relogios.
Os melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por pregos razoaveis, ni
escriptorio do agente Oliveira, ra da Ca-
deia do Kecife u. 62, primeiro andar.
Peunas de ema, cera de abelba e de
carnauba.
Na ra da Cadeia do Recife, loja n. 50, de-
Ironte da ra da M-dre de Dos, ha para
vender os gneros Scima, recentemente che-
gados, por pregos razoaveis.
Agencia
da fundicao Low-Jfoor,
ra da Vnzala #ova
n. 42.
Neste estabelecimento continu'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e Uixas de ferro batido e coado de lodosos
tamanhos para dito.
Moinhosde vento
com bomba derepuiopara regar hor ataba
ia aecapim: oa fandicode W. Bowman
n a ra do Brara ns. 6 8 e 10.
Encasa da Saunders Brothers C. prac.
do Corpo Sanioa. 1 l,aa para vendar o se uinti
Kerro inglez.
Pilada Suena.
Alcatro de carvao,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodolizopar saccas.
ito antrangado igual ao da Baha
b uu.coBpieto sortimento da fazendas proprio
para asta mareado : ludo por prego commodo.
Ri'i10S
cohertos e descobertos, pequeos e grandes,
de ouro patente inglez, para bomem e se-
nhora de utn dos melliores fabricantes de
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Southall Mellor do Torres n. 38.
( baratos de Hava-
ata-ajjsj>sj)f>sja)Ssjff>
-- Fugio da Soledade, no dia 10 de iunho
lindo a escrava Francisca, com os sionaes
segumtes : altura regular, cheia do corpo,
tem urna ccatriz no rosto oo lado direito
umIehTheile um l,lho' e no d0 esquerdo
urnas borbuloas, testa c.ntiada, represenU
ter 24 annos de idade, consta *que d.T. "s-
?rVndVervind0 de m' co > >'
troci, e diz ser forra, foi visU no llospi-
c.o : gratificase a quem a pegar e leva-lala
Sjledade, casa n 30.
Desappareceu na noire de 2 do
correte mez de julho, urna mulata di-
me Rosa, com os lignaes seguintes:
alta de boa estatura, corpo reorcado,
tem duas cicatrizes bem visivel noquei-
xo do lado esefuerdo, cor alvacenta c
meia desbotada, cabellos meio carapi-
nbos e cortados, dade 25 annos pou-
co mais ou menos, com urna cicatriz,
de queimadura um pouco apagada no
braco dinnto ; levou argolas de ouro as
orellms, um roupao de riscado de qua-
dros encarnados, um vestido de cassa
amarella, um dito de casia cor de ro-
sa, um dito de cliita azul, um chale
de bta azul, um dito de cassa branco,
um par de lamancos de couro bran-
co e sapatos de couro preto: pede-se,
portante, a todas as autoridades poli-
Ciaes e capilaes de campo, que a a-
(am capturar, que se pagaia' toda c
qualquer despeza e gratilicacao, e a en-
treguem nesta praca, na ra do CaburV
loja n. 11, de Seraphim & Irmao.
d.~oJa^ bK0"tem pel" 9 horM d noite.
da casa do abaixo assignado. Egidio rscra
do'XnhnORe'.s'd*provinci*d* *55Z
o norte, o qual escravo tem os sionaes se-
guintes : altura e corpo recular cor fnll
SStKS, d0U8 d-ntesgquebr.uo, na'
E0\ J"lB SUp*ror c'ueixo- m' -
daoW'JT^S Pe?ue"?'0o em um dos
dados das satos e dos pes, cbellos csrapi-
nbados e nacidos por igual p.,r se ter na ca-
Meo'.8ap*d0Ka ,c,,Dec.r Ponaos d... cas-
tigado com bolos, etem na palma da mSo
ditesebS,r Ci"r" M,ourad. Proveniente dos
ditos bolos, ja foi surrado, e tem disto sig-
Sa^SS d're,U P I tornozelo he
mais mu que a esquerds, por ter tido
ga nova de algodaozinho azul e camisa bran-
ca roga-se por tanlo aa autoridades poli-
S? 0e,caP,taes de mpo. que o.pnreher.-
dara c levem a Soledade roa de Joao Fer-
nandes Vie.ra. casa de quatro janellas e uma
porta de frente, onde serao generosamente
gratibcados. Hecife 4 de julho de 1857-
Jos AntSo deSouzs MagalhSes
Fugio no dia 2 de julho, do engenho
do abara assignado. um negro por nome
lOM Calfbar, idade (O annos, alto, cabera
O'anca.arodadasoieihaspretos, meio cam-
hito das perii8S, levou um cavallo rodado,
grande, novo, tem o beigo de baixo gran le
rii ado ue novo Este negro he bem conbeci-
do por ter sido carnireiro dos arrab-Mes do
Itecile, assim como Ja foi noMangumbo Foi
escravo do Sr. co.ooel Francisco Jos da
Co.^ta : roga-se a todas as autoridades po
iiciaes e capilaes de campo a ap rehensSo
do dito esc avo, o o leven a Albino Jos-
Ferreira da Cunha, na ra do Queimado, ou
ueste engenho das Malas.
Antonio de l'aula Soan l^So.
Atteiic&o.
1009000 rs. d gratiGcago.
Continu'a a estar fgido desde o da II de
Janeiro prximo passado o esclavo Josc cri
oul-, de 18 a 20 .nnos de idade, altura re-
gular, com panno no rosto des dous lados
e os tornozellos bolados para fra por causa'
de bobas, tem as costas retalhsdas de chi-
cle, luin um andar de quem anda estropea-
do : cju. m j) pegar leve-o a ra da Cuia n
9. que recebera a graticagSo cima decla-
rada.
PER*. TVP. DE M. F. DE FAB1A 1RT,:;
*.. M. -- n
MUTILADO


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