Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06554


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Full Text

V-
APO mili N. ISO
Por 5 mezes adiantados ty'000.
Por 5 mezes vencidos 4500.
S..BBAD0 h DE Jl'LHO DE mi
Por anoo adiantado l.i.sOOO.
Porte franco para o subscriptor.
ErTCARREGADOS DA SUB8CRIPCA DO NORTE.
Parabiba, o 8r. Ioo Rodolpho Gnmea ; Natal, o Sr. Jotquim
1-Pareira Jnior ; Ararais-, o Sr. A. de Lemos Brag ; Cea-
ra', o Sr. J. Jote de Oliveira ; Msranhao, o Sr. Joaquim Mar-
que Rodrigue ; Plauby o Sr. Jos Joaquim Avelino ; Pa-
r, o 8r. Justino J. Ramo ; Aroaiona, o Sr. Jeronjmo dn
Cotu.
PARTIDA DOSCORREIOS.
Olinilif : lodos O flias, a* O e mi-ia hora* do da.
Isoarasaa', l.oianna c l'araliil,a: na-. Mgaudaa e mla foln.
S,. Aillo, Rotemos HonlL, Ciraara*, Allinlin s U-etaalWaa : u Urra-f.-ira.
S. l.oliri'iKii, I'ao ,1 Alhn, .Vi/.iu"li, Limi-eiro, lriiju, l'esilocira, liiLiaicua,
rt,,,-. Villa-Bclia, Hoa-Yisu, Ouricury e Bu*, asaiaalln ftdm
Cabo, li-r-jar", Serinbaem, llio Foroiosu, Una, Barrearos, Agua-1'reia, Pi-
iinMil.it j- e **alal: ,|,i,in.i- -i..,i a-,
Todo* U corroios parlera a 10 horas da manrian.
AUDIENCIAS DOS TRIBCNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : 'Rundas e quintas.
Kel.ir.'o : trras feira e sabbados.
Fazenda : quartas e sabbados as 10 lloras.
Juizo do commercio : segundas as 10 horas e quintas ao mcio da.
Juizo de orphos i segundas e quintas as 10 horas
Priroeira vara do civel : segunda e sextas ao meio dia.
Segunda vara do clvel ; uarta e sabbados ao meio dia.
EPHEMERIDES DO MEZ DE JLLHO.
7 La cbeia as 4 horas e24 minutos da manhaa.
14 Quarlo minguante as 10 horas e 57 minutos da manhaa.
21 La nova as 3 horas e 33 minutos da manhaa.
28 Quarto crescenle as 6 horas e 55 minuto da tarde.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 2 horas e 18 minutos da tarde.
Segunda as 2 horas e 30 minutos da manhaa.
DAS DA SEMANA.
29 Segunda.* Ss. Pedro e Paulo app. ; Ss. Cvro e Cassio Bb.
30 Terca. S. Marr.il b. e S. Lurina.
1 vjua'rta. S. Aarao primeiro sacerdote da ordcm levilica,
2 (Juiuta. S. Othon b. Ss. Procrsso e Marliniano Mm.
3 Sita. S. Eulogio m. ; Ss. Anatolio. e F.leodoro Mm.
4 Sbado. S. Izabel ninhi de Portugal v. I.
8 Domingo. 3. S. Filomena v.
ENCARREGADO* DA SCBSCR1CA'' 0 SIL
Alagnas. o Sr. Claudino Falrao Das : Baha, o Sr. D. Ihierl
Rio de Janeiro, o Sr. Joao l'ereira Martin.
EH PEBNAMBlt.o.
O proprieurio do DIARIO Manotl Figueiroa de IMS na ja
livraria, prara da Independencia n. 6 e 8.
PARTE OFFICAL
MINISTERIO DA MARIMA.
REL ATOHIO
Do ministerio da marinha apresentado a
assembla geral legislativa na primeira
sessoda dcima legislatura.
(Continuacao.'i
Oflieiaes de apilo e arlilieea de embarque.
Ot oCfieiaes de apilo, que lo ama parte impor-
laule da guarniees oivae, conservan) anda a or-
ganiacjlo que linham ha 40 annos. Esta observarn
basla pira indicar a necessidade do melhorar-e o
estado dtila claaae, marcando as anas habililac.Se,
regulando o seus accessos, e offerecendo-lhe mais
algumas vanlagen.
A etassificaco e acceasns ras pracas do corpo de
imptriaas mariuheiros e da marinhagem scharo-se
regulado pela inslrurres expedida rom n avisos
de 15 da Janeiro da 1855. Esla providencias, que
livaram por lim evitar o arbitrio com que se classi-
licivim o recrnlas e voluntarios que enlravam para
o servico da armada, e se davam os accessos de urna
para oatra claue superior entre aa pescas de pret
e de mirind-gein, ficariam incompletas, se niio se
altandesae a promocAo do cabo de marinheiroa e
mariuheiros de claase superior guardles, e deales
as oatras claaae de olUciaea de apilo.
. Qoerendo-se, como esi projeclado, e muiln con-
vem, tornar possivelao oflieiaes marinheiroa, quan-
do por ventura os lenharooi suflicienlemente id-
neos, o accesso a ofllcial da armada, he indispen-
savel cuidar da ua inslruccao, e aasegurar o seo
fotoro.
O goveruo lem muilo am isla esla necessidade e
procurara' satisfaza-la.
Aelaalmente a promocato dos oflieiaes marinhei-
roa eata' inteiramenle confiada ao arbilrio do ins-
pector do arsenal da curte, que para eisa propoaias
nao (em oulros dados que as inform iraies incomple-
ta, irregularroenle prestadas, dos commandanles
do corpo de imperiaes marinheiroa a do navios da
armada, e do palrSo-mr do mesmo arsenal.
xilem 52 oflieiaes marinheiroa, do nomero, a sa-
ber : treze-meslre do numero de nao ; sele do nu-
mero de fragata ; oito conlremeslres do numero de
fragata ; e vinle e qaatro guardiaes. Tres deitar
praca m acliam incapazes do servido.
Enlre os artfices de embarque merece parlicolisj
altando o pessoal prnprio do servico das machinis
do vaporea de goerra.
Us vencimenlos que percebem os machinislaa,
qoando embarcados, nao sSo em geral mdicos, mas
a classificacjo deslas pravas nao esta' fizada, e nem
regulada aa lie de notar que nao esleja facilitada esta csrreira aos
fllhoa do pai/.
Daqui remulla que a maior parle dos machinistas,
que aervem a bordo de nossos vapores,- >Ao estran-
geiroa, contratados segundo as informar-Oes particu-
larea que a seu respeito se po lem obler, ou vista
de certificados de origem tamhein esUangeira ; e
. 1'urc.imi he n5o escrupulisar muilo ua sua a missao,
pela necessidade que lemos desse pessoal, e a:eiUr
aa condigoes de lempo, de sold, e oolras que exi-
gen, para e em, regar no servico do imperio.
A pesar de aerem os seus ligamentos inteiramen-
le voluntarios, remunerados suflici-nlemenle osaeus
servifoa, e gozarem da maior benevolencia da parle
do goveruo e dos commanlanlrs sob cujas oidens
aervem, mostram-se os machinislaa eslrangeiro.s pou-
eo obedienles a' disciplina inililar, e muilas vezes
provocam por mn procedimeulo irregolar a rescisSo
de aeus roalra!. -.
He muilo lenaivej a falla de um regulamenlo, que
marque os devere deslas pracas, e das oulras espe-
ciae ao aerviro dos vapores, eaUblesa as cuiidicfles
do seu alistamenlo e accessos, prescreva o Iralanien-
lo e vanlagena de que devam gozar, quando embar-
cadas ou desembarcadas.
Esta necessidade sera1 brevemente salisfeila. exis-
linilo ja tim projeclo formulado conforme o exem-
plo de nutras nacOes e as nvssas circum^laucia. pe-
culiares. Nao basta, porem. mi armelhante medida
para aaaegurar a' nosaa marinha a vapor um corpo
de machinislaa assas habilitado, e um pessoal indis-
pensavel para occorrer a' ludas as necesidadea do
servico. He de millar formar machinislaa nacionaea,
e eale importante lim se nAo conseguir' mu que
so proporciono a sua aprendizagem.
O goveruo pensa crear no arsenal da corle urna
escola ile artfices para os navios de gueria e de
meslres para as officina de machinas e de eonslruc-
c,3o naval do metmo arsenal, aproveilando aa aulaa
de primeira ledras, de deaenho, de risco e de geo-
metra applicada asarles, ja existentes naquelle ea-
labelecimenlo, e que pouca utilidade prealam, por
lalta de sistema, sendo que devem ser reunidaa, e
regulado o aeu euainn de modo a coostiluirem am
lodo de intlroccSo profisiional apropriado aquelles
flus.
aV* dua rompanhias de arlifices militares creadas
no arsenal da corle apreseutam o calado elTeclivo de
112 pracas. Estas companhias Tram destinadas a
fornecer calafates, enrpinteiros, sarralhelros la-
noeirea ao servido naval, e operarios dealas e de nu-
tras claases qoelle ealabelecimenlo, mais promplos
e sahordinados, e que pozessem o servic publico a
roberto da concurrencia dus eslahelecimentos parti-
culares.
Esla pensamrnlo, porem, nao foi levado a' sua
plena execoQu, e por isso as ditas companhias teem
locado o estado de quasi completa extioeco.
Ooflieial-general-inspeclor do arsenal pondera a
conveniencia de reanimar essa inslitnicao, cuja oti-
lidade jnlga incontealivel, e que lem por si o exem-
po da oulras naques.
Eslado (slenla e educa um corpo de apren-
dizea de oflieiaes mechanicos, que n3o lem por ora
organiaacao rejulsr, e que alias pode ser o viveiro
dos artfices militares da armada. A realisafao des-
la idea deve entrar como parle da reforma que re-
clamam oa arsenaes de marinha, anda hoje regidos
pelas disposicAes adoptadas em Is ;.
torra naval.
A forca naval activa do imperio e sua actual dis-
lrihiii.;.i.i sin exposlas no mappa B.
Consta a dita (roa de i I navios armados, nao
luclaindo a flolilha de Malo-Urosso, e de 5 traoi-
porle.
Observim-sa, comparando eale mappa coro o do
anno passado, as seguales ali?racres:
Par menos : urna fragata, oro vapor, um brigue
escuna, e urna escuna.
Para mais : duas corvetas e um liiate.
Esla differenca procede de terera desarmado a
fragata Consliluicion, o vapor nPedro II e o bri
gue escuna Canopoa, que foi condemnado ; de
paitar aclasse dos transportes a escuna nS. Leopol-
do, em substituir i do patacho Legalidade, que
fui alienado ; e de armarem as corvis oDous de
Julli'i l'iiiao.. e o hiale oParahibanon. O vapor
aFluminense desarmou, mas em seu logar eolrou
o novo vapor Paraguassu.
Consiste, pois, a forrea noval activa do imperio dos
seguidles navios :
7 crvelas.
1 brigue barca.
5 brigoes.
I barca.
t brigues escunas.
I patacho.
3 escunas.
1 hiale.
2 canhoneires.
5 transportes.
14 vapores.
46
Alm desli forra, lemos a flolilha de Mato-tiros-
so composta de 4 canhoneiras e algumas canoas.
O ministro de Sua Magealade em Londres dovi-
dou aceitar o vapor Paraguassu', construido na
Inglaterra, fundan tose em que o tirante d'agoa ex-
ceda em mais de um pe ao que foi ajustado no res-
pectivo cntralo.
O etnprezario fez navegar o dito vapor at est
porto, para ser entregue ao governo imperial, ee es-
te o qoizesse aceitar, ou vendido quem conviesie
a ana acquisir,o.
Feilos os necessarios exames e experiencias, resol-
veo o governo imperial licar com eaae nauio.proprio,
aperar ii.iveaac.i,, que eslava destinado no rio Paraguay,
ou no Amazonas.
E*le vapor he orna Corle cmhooeira do ayslema
mixto. Tem de comprimenlo 188 ps e 3 pollgadas,
de bocea 27 ps, e de ponlal 11 ps e 3 pollegadas;
a sin machina he de forja de IfiO cavalloa ; e mon-
ta 4 canhoes obuzes de t8, em rodizio, e 2 pecas
de 32.
O seu cosi tolal he de 30,4SS libras ester-
linas.
I'..rlid pava Mato-Groaso, segundo as ultimas
noticias, eslava no dia 28 de mrc.o (i a 7 leguas
abaixo d'Assumpcao, no rio Paraguay.
Exislem em fabrico : 3 fragatas, 2 crvela", 1 es-
cuna, 2 vapores e 1 barca comprada ltimamente
para ser armada em Iransporte.
A sobredita barca, destinada a servir de trans-
porte, denomina-se Jaguaripe, e he do porle de
28!) (nneladas, leudo 118 ps de quilha, 23 de boc-
ea e 18 de ponlal. Foi comprada por Irinla e dous
conloa de ris.
Os 46 navios em servico so guarnecidos com
3,"60 prajas, das qoaes 2,421 sSo de pret ede ma-
rinhagem, e 636 olli iaea de todas as elitsM.
Nao se compreheude naqoelle numero a guarni-
cao da corveta l'niAo, eujo armamento foi ha
pouco lempo ordenado, por nao se ler anda reci-
bido a parte do respectivo commandante.
O eslado completo das guarnirate* dos navios ar-
mados excedem o seu elTeclivo de 3,060 pravas em
513.
A le n. 820 de 14 de jolho :'e 185>, que fixoo a
forja naval para o correnle anno linanceiro, per-
mute lr em cirrinnstancias ordinarias 3,000 pracas
de marinhagem e de pret ; he pois a forca effecliva
menor do que o limita da fixaco lesal, seo io a dif-
ferenja de 576 prarn*.
A causa de nSa ler sido a forra effecliva elevada
ao seu eslado completo he a que aclua lia moitos
annos, a falla de recrnlas e voluntarios e as deser-
ees.
A deserriies leem apresentadn algum decrearl-
meiito, mas nao se |,ndc confiar quo essa tendencia
se mantel,lia. Kmnrecam-se loaos os meios para
evila-las, ja proinnvendo a caplora .los deteriores,
j estimulando o zelo dos commandanles e olli-
cines
O chafe de esqnadra encarregado do quartel-ge-
neral he digno de elogios pelos esforjos com que
procura atacar o progreseo desse mal, um dos mais
graves de que soffre a armada.
No intuito de animar o apprehensorel, por avi-
so de 3 de fevereiro ultimo, deram-si-lhe mais vin-
tagens.
Era anligamenle pratica abonar-se a cada appre
hensor um mez de sold da praca capturada. Daqui
resuliava urna grande deaigoalade na remonerar.io.
Podende ser o servico de capturar nm grumete niais
cusloso do que a captara de um toarinheiro, e em
regra devendo coasiderar-se igual, era o premio no
segundo caso maior que no primeiro, em que nao
exceda de 4^*00, sold mensal da pracji de gru-
mete.
O aviso de 1i de maio de 1831, para acabar com
essa desigoaldade, ealabelecea que o premio da ap-
prehensao fosse de 8-(KHI, qualqoer que fosse a pra-
sja ippretiendida. as cireumslancias acluaes esta
reiiiuiier.,r,iuii,i i era sullicienle incenlivo para ser-
vico lAo penoso.
O sobredilo aviso de 3 de fevereiro ultimo resla-
beleceu a pralica nnliga, que oflerecia om premio
razoavel para a apprehenao dos marinheiroa, acres-
cenUodo que pelos soldados, grumetes e aprend-
zes si abone aos appreheusnre a gralificacao de 108.
Desle modo sanou-e o inconvenienie cima notado.
O armamento de no.so navio de guerra nRo lem
anda om systema fixo. Pi relilorio de 1855 vos
apresenlri as difTerentes especies de calibres e de ar-
lilharia que e-l;i > m uso eolre nos. Convro eslabe-
lecer reara e uniformidad! em materia tan esseo-
cal forca natal.
Jnlgo ronvenime ei.rarregar a uso de nossos mais
ilisiiiirios oflieiaes de ir Europa esludar o eslado
actual dos armamentos navaes, qoe nestea ltimos
anooa liveram aorcaasivas mudanzas, e devem re-
ceber nuvos raelhoramentos da grande experiencia
da guerra do Urienle.
Com as informacOes e dados que por esae meio se
obliverem, poder-se-ha entio adoplar om svslema
normal, assim para a arlilharia, e o armamento de
m3o, como para a conatrnejao dos navio de guerra.
As viageos de inslroccilo So ama das maiores ne-
cessidades da nossa marinha de guerra. De nutro
FQLHBTM-
o re ds lomniAs*
tor epmuSdo about.
V
Os toUmdot.
( Conlnuarao.)
11 i l.:i Slavros levanloo-se eniao acorren daral-
goiuas ordena para a partida. Nao sei se era pelo
prazer de entrar ern campanha no pela alegria de tor-
nar a vero afilhado : mas elle pareca remudado, li-
nha vinle annos de menos, ra e zombava sem lem-
brar-se desua mageslade real. En nflo leriajmajf
supposlo que o nico acanterimantn capaz de ale-
grar a um salteador fosse a ehigadl dus snldi.los.
Siphoclis, Vasilio, o Ciroense, e os ootros chefe
cummiiniearam a todo o campo as volitada do Rei.
Todo li'iraoi logo disposlos a partir. O joven ije*
daule Spiro e os nove homeus rseothidos enlre os
sjldados Iroraram seas uniformesCpelu trs^e pilu-
resco dos bandidos. F urna verdadeira pslotira se
o ministro da guerra ah eslivesse, mal teria percebnlo
a mu lanci. Os novos salteadores nflo leslemn-
nhararn nenhuma saudade de seu primeiro olli
rio. Os uniros que murmuriram foram iquelles que
licaraio debaixo da baudeira. llaus on Ires de bigo-
des meio brancos diriam em a,ta voz que ae dav.-i o
melur quiihAo aos escolhiios, e que nio se fazia
Caso dns v ranos. Oulros gahavam aeus serviros,
e alli. nnv.ini que ja linham passado algum lempo
com os salieadiires. O capitn aplaeuu-os o mtlhor
que. pode prometiendo que logo i-heg.ira saa vez.
Iladgi Slavros anles de partir entregou (odas as
chaves go aSIba lo. Mosirou-llie a gruta do vinhn,
a cavern da farinh, a fendl dos queijos, e o tronco
de arvore onde guardava o Caf. Ensinou-lhe todas
aspre-auco's que podain impelir nosaa fgida, e
conservar um capital 13o precioso. O bello Pendes
responden nriiudo :
Nao lenha receo ; son accionista-,
A's sele horas da manhaa o tt- p ,z-se em mar-
cha e aeus vass.illos dejffllaram tp6l delle. Todo o
liando afasiou se na dirercJo do iinrlo dando as eos-
lasas llorliis S.-ironias. VolloO depi.i. am caninlio
a-saz luuEii. mas omnioilo, li o fundo do precipicio
que ficava junio do nosso apo-outo. Os salteadores
cautavam em voz alta travos,ii,i0 0 riacho. Sua
(Vid.' Diario o. 147.)
modo, redolida ao servido dos porlos, dos cruzeiros
e do Rio da Prata, nao conseguiremos formar habis
navegadores e marinheiroa, nem habituar as guar-
nicoes disciplina militar.
O brigue allaparica fez urna vingem de inslruc-
r.io com os aspirantes a guardas marinhas, desde esle
porto alca ilha de Fernando de Noronha, com es-
cala pelo porto do Recite.
Com o mesmo lim sabio em 18 de Janeiro ultimo
a corveta Imperial Marinheiroo para o norte do
equador. Deve tocar em aples e oulros porlos do
mediterrneo, em Lisboa, Cherbourg, Plymouth e
Portsmonth.
As instruroes do sea cornmandanle recommen-
dao-lhe qoe visite os eslabelecimenlos navaes do
principaes partos onde locar.
Foi igualmente recommendado que fizesse a cor-
veta entrar a' cimba em orna dca de Cherbourg,
para limpar o fundo e reparar qaalquer avaria que
porvenlura soffresae em sua viagem. E'ta determi-
nara i lem tambem por fim dar a esses oflieiaes oc-
casiaude assiatfrem aos Irabilhoa daqaclle genero.
A Imperial Marinheirnn linha chegado a Lisboa
no dia 1 i de marco ultimo.
Em 28 de oolubro prximo passado sahio desle
porto o vapor Maracan" com deslino a' provincia
de Mato-Crosso, onde se demorara' por algum lem-
po. Consta ler subido u Paragoay e seus allluenles
al Cuyaba'.
O vapor Japar leve n mesmo deslino, e ja ha
noticia de haver chegado ao porto do Paran.
Estes dous vapores e o aParagusss, aegnndo ai
ordens expedidas pelo goveruo imperial, devem-ser
empreados para eslabelecer-se orna commonicacao
regular enlre o porlo de Albuquerque e os da Aa-
suropcao e Paran, emquanto por oulros meios nao
for regulado permanentemente esse (ervico, tSo ne-
cess'ario ao progresso daquella provincia do imperio.
As instrurres do Maracan prescrevem qoe o
seo commaudante, enlre oulros esclarecimenlos de
nleresse geral, satisfar aos seguinles :
Qaal o rgimen d >s ros Paran' e Paragaay e dos
seu ailliicnie., S. Lourenco e Cuyaba'; islo ht,
quaes as pocas das mais altas e mais baixai aguas,
as correntes mxima, media e mnima, e o Tundo
qun offeracem esses ros para a navega;;io as suas
crescenles e decrescenles.
Os pontos de escala desde Montevideo ou Buenos-
Ayres al Albuquerque, e de Albuquerque al
Cuvaba'.
Os punios em que se devam eslabelecer depsitos
de carvao de pedra ou lenha para a navegacao a
vapor, e aquelles onde ja' se eocontrem sopprimeu-
tos desse genero. '
As provisoes de que < vera manir os navios para
effecluar o trajelo pelo Paraguay al All'uquerque,
e quaes os recursos que conven) all crear e manler
para esse fim, e os pontos da cosa do Paraguay em
que devam ser eslabelecidos.
O meio de estabelecer-se. desdeja', orna commo-
nicacao regalar com Malo-Urosso, emquanlo n3o
houver um vapor que navegue para alli peridica-
mente, nem do Rio de Janeiro, nem mesmo da As-
ranpjts).
Observar edescrever, com a maior precisSo, lodos
o dados necessarios para a navegaro a' vela e i' va-
por pelo Paragaay desde a sua foz al Albuquerque.
Indicar todas as diflermeas que notar no rio Pa-
raguay em retacan a urna planta levantada en. 1816
pelo Sr. Aognslo Leverger, hoje chefe de divisan e
presidente daquella provincia. Essa planta foi co-
piada ein escala grande em cinco alias, Irabalho exe-
culadu pelo capit3o Izallino Jos de Mendonr-a Cir-
valho, sob a direccao do conselheiro Duarle da Poe-
te Kibeiro.
Alistamenlo de voluntarios e recrutas.
O mappaD moslra que dorante o anno passa*
do si nhliveram 1,222 alisiamenlos, sendo 314 Oe vo-
luntarios e 67S de recrutas.
So mesmo perodo deram-se 975 baixas. A diffe-
renra a favur das entradas lie de 257 pracas.
O alistamenlo desle inno se podena considerar
muilo favoravel, se a maior parle dessas pracas nao
fossem contratadas por prazos curtos, e destinadas a
marinhagem. Como antecedentemente foi dilo, e se
v do mesmo mappa a que ora me retiro, dus novos
alistados s 128 couberam ao corpo de iraperiaes
mariuheiros e companhias annexas, e 41 ao balalhdo
naval.
Os decretos nomero 1,465 e numero 1,466 de 25
de oolobro de 1854 coocederam novas e maiores van-
lagens as pracas do corpo do imperiaes'roarinheiros,
e as de marinhagem que se contralassem por 6 e 8
annos ; mas a concurrencia da mariuha mercante
nacional e eslraogeira, oniie as soldada sao maiores,
desvia do servido da armada urna grande parta da
gente martima.
Por oulro lido o recrntainenl nao he feilo com o
zelo necessano pelas aoloridadrs locar, e a esla n-
zdo, que he anliga, accresceram as circumalaocias
resollantes das epidemias que uestes ltimos lempos
llera llagellado o imperio, e oulro sim a prohibirlo
cuntida na le eleitoral.
Oa alislamenlos da armada es'.ao regulados pelas
inslrucces que baixaram com o decreto numero
1,591 de 14 de abril de 1855.
O chefe de esquadra encarregado do quarlel gene-
ral da marinha, lodos os commandanles das ela^oe
navaes, e ctpiaes de porto sao concordes em iufor-
rnBr que as dilas mlrocsOes regulara saflicienlemen-
le o servico a que dizera respeito, mas qoe s majo-
res premios, oa um augmenlo de soldadas correspon-
dente as que oQerece a marinha mercanle' podena
allrahir ellicazmenle voluntarlos a armada, sendo
que as aiiloridade de Ierra pouco ou nada cuidam
do recrulamenlo para a armada.
Os capile dos porlos eslao, he eerlo, aulorisados
pan recrnlar na p ,pillaran martima, mas alm de
qoe. como tica ponderado, nao eslo a capitana
dolada dos meiin necessarios para procederem ao
irrolamento, qo deve servir de base a distribiiiralu
desse onus, lulam com oulro obslacalo anda mais
grave, que vem a ser a matricula na guarda nacional
de um grande numero de individuo que perlencem
a pruli-sao roarilima. Nao lem sido undi possivel
remover-ae osle inconvenienie de accordo com o
ministerio da joalica, como previo e recomroenda a
le de 19 de selemnro de 1850 no seu artigo 10.
Mesmo em circomeleucia ordinarias, remos idos
os embaracos que leuho indicado, execulada coro
zelo e fielmente a intrur{6es de 14 de al.nl de 1855
reatara sempre urna grande dltlieuldade ao preen-
chimeolo da forri naval, devida i escassez de nos
populaco marilinii. O desenvolvimeuto desla me-
rece e merecer sempre de vossa parle a mais seria
ttenrao. Keporlando-me ao qoe sobre este Impor-
tante ohjecto vos lem sido pouderado nos relatnos
interiores, indicarei aqu somente a conveniencia de
realisar-se o pensamenlo da lei numero 866 de 10 de
selemhr-i do anno passado, qoe aolorsa o governo a
promover a encorporacao de companhias de pesca, e
a medida adoptada por algumas nar?*, de obrigarem
os capitaes dos uavios mercantes a educar um cerlo
numero de aprendizes de marinheiro, proporcionado
a loDelagera de seus respectivos navios, sendo remu-
nerado o aeu Irabalho com um cerlo premio.
O mappaCdemonstra o numero de deserces
que occorreram dorante o anno passado, as quaes
montaran) a 468, sendo deslas raploradas 126. O
desfalque do anuo anterior excedeu aquelle em 149
pravas.
A deierroes sao om mal inevilav 1 em loda a for-
(a militar ; os meios repressivos apenas podem re-
dn/ir o seo nomero. Neste intuito convem, a par
das vanlagens com que sticcessivamente se procura
tornar menos oneroso o servido do Eslado, dar mais
regularidad! vignr a disciplina o aos julgameulos
militares.
Academia de marinha.
O futuro da armada, e, porlanto, os mais altos in-
leresses naclonaes dependem tessencialmenle des-
le eslabelecimenlo. A soa reforma, para a qnal o
governo poda considerar-se autorisido fui pres-
cripla no i 3. do ai t. 5 da lei n. 862 de 30 de julho
del 1856.
Pedis eslar cerlos de que merecem ao guverno a
maior solicilude os melhoramentos que reclama a
educaran do ofliri-es da armada.
Parece estar no pensameoto da citada lei qoe ao
mesmo lempo e nos raesmos termos recommendou a
reforma das escolas superiores doexercito, que cerlos
principios, concernentes i disciplina A iii.lriirr.o,
devem ser commons ao plano orgnico daqoella es-
cutas e da escola naval.
Ainda quando esle pensamenlo nao presidisse
vossa dehberacao, seria para mim um preceilo lacilo
e fundamental.
O meu humilde parecer sobre a organNacao da es-
cola naval creio que se acha claro e precisamente
manifestado nos relatnos de 1854 e 1855.
Ah manifest! a conviegao em que estou, couvic
(Ao adquilida no magisterio de urna e oulra escola
militar, e na direccao dos negocios da marinha, de
que convem exigir dos nossos oflieiaes mais conheci-
menlos iliterarios, restringir cerlos esludos scienlifi-
cos de pouca applicaco na pralica, e acrescenlaF
oulros que sao inilispensaveis.
Conlrahindome ao que pecoliarmenle diz respeito
a' marinha, indiqoei como indispensavel, que os
candidatos a' matricula na escola naval, alem do
sulTicienle conhecimento da lingua verncula,satbam
o franrez e o Ingles, e possuam nores geraes de
geographia e historia.
Kmqoanlo aos esludos srienlificos, observei que o
en-ino do calculo nan deve ser lo desenvolvido ;
que no plano actual se nao comprehendeu a physica
a archileclura naval, e a tctica, bem como o ensi-
llo da Iheoria e pralica das machinas de vapor ojo
pode conlinuar annexo ao da cadeira de I.dstica e
arlilharia.
Allenilenilo ao esladn da inslruecao primaria e se-
cundaria entre mis, e us rircuinstaiicias dos oflieiaes
e empregados da marinha, pronunciei-me em favor
da cieacao de um collegio naval, pi ii os candidatos a' carreira militar, si nao tambero os
que se destinaren) a oulros servidos especiaes.
Enlendo, qoanlo ao melhor meio de combinar o
eniino Iheorico com o pralico, que estes devem estar
inleiramenle ligados. Creio que seria o peinr de lo-
dos os syslemas o que fizesse preceder a pralica a
Iheoria, Islo he, que estenllisasse na penosa vida do
mar as iulelligencias dos joven candidatos, antes de
culliva-las e desenvolve las nos esludos scicnlificos
necessarius a' sua profissao.
Kan-Ueste que as escolas especiaes do e\crrio
devem ter urna organisa^ao essencialmeule militar.
A escala naval nao pode deixar de ser cotlocada as
mesmas rondices dequellas, e daqoi resalla que o
intrnalo lie om meio indispensavel a' sua pcifeita
urganisacSo. NSo duvidn mesmo arreserntar, quo o
verdadeiro quarlel do aspiranle a' odicial de uuri-
nha lie o proprio navio a qoe elle he destinado.
Islo he volver a' idea de 1839, dir-ie-ha ; mas a
transferencia da escola de mariuha para Ierra nao
foi a comleiiniiic.in ilaquella idea. A principal razao
desta medida foi a falla de navio, que sabsliluis.se
a nao Pedro II, d que eslava a ponto de subiner-
gir-se.
Convencido da necesiidade do eslabelecimentn da
escola a bordo de om navio, eu linha em vista apro-
veilar oesse importante servico a fragata a Conslilui-
c.ao, que se cha desarmada.
Em apoio da idea do navio-esrola, cilarei urna
opiniao irrecosavel.
Sendo apresentado a Napoleao I, pelo sau minis-
tro Dcrs, o requerimenlo em que muilas familias
pretendan) que a escola naval de 'Vanea fuasa esla
belecida em trra, a resposla do imperador foi a se-
guinle :
C'esl comme si Ton demanrlait au jiinislre de
la gaerre de meltre l'cole de cavalerie sur on
vaisseau M. l'Almiral.savez-vous uu moyen
d'elever ees enfaDl ous l'eau '.'... Eh bien
done jusqo' ce que vous l'avez Iroov, levous-
les dessus. I
Estas poucas pahvras do maior gtnio militar de
nosso secuto exprime mais do que quaulo se poss
allegar em favor da idea a que adhiio.
A companhia doa guardas marinhas e aspiranles
cnmpe-se actualmente de 96 ir.,cas, sendo 36 da
primeira claase e 60 da segunda.
Dos guarda marinha 8 completaran, o curso aca-
dmico ero 1854, 15 era 1855, 12 em 1856, e um
lor nu-se na marinha franceza, ou le ainda pralica.
Do asprame 32 friquentaram o primeiro anno,
10 o segundo e 18o terreno, alem de um que se acha
licencalo.
Obscrva-se que a academia nao furnece n contin-
gente animal de que prerisa o servico naval.
Matriculam-se no sea primeiro anno 30 a 50 can-
didato, e raras vezes exced de 15 o numero doa que
chegam ao fim do curso.
Desde 1852 apenas lem dado 52 guardes ma-
rinhas.
O decreto n. 884 de 10 de detembrn de 1851 regu-
lou os exames puliros a que sao sujeitos os guarda
marinhas para o sen accesso a' segundo I -lente. El-
las in-lrucres, posto que omissas quanlo aos conde
cimenlos proprio da navegacao a vapor, olTerece-
rlam soflmente garanta para aquella promovi, se
fossem rigorosamente observada, o que nem sempre
acontece.
Os guardas marinhas que completaran) o corso em
1854, leudo pasano pel-s ditos exames, nao se mos-
traran) suflirenlemenle habilitado*. Sobre parecer
do chefe de esquadra encarregado do quarlel general
da marinha, e do commandante da academia, enten-
deu o governo que nao linha lugar a pronior.n, e por
aviso de 5 de dezembro ultimo determinou se que
se marcasse aos candidatos um novo prazo, de oilo
ou doze mezes, para 'e habilitarem, e qoe no entre-
tanto fossem conservados em servico activo, e do
modo o mais proficuo a' soa inslrurcao pralica, tanlo
em navios de vela, romo em vapores.
He um exemplo que espero convencer' a esses jo-
ven oflieiaes de que nao basla o lempo material de
embarque, paro i-blerem urna patente que oa firme
no eorporacao da armada, qoe he necessario que
nesse prazo adqoiram os ronhecimentos ndijpensa-
vess para qoe se Mies confie a vigia de om quarlo a
bordo dos navios do estado.
Bibliotheca da marinha.
Esle eslabelecimenlo lm sido de grande ulildade
para a inslriirran dns oflieiaes da armada, e deroais
empregados da marinha.
Consla ja' de 5,500 volme, 1,208 mappa, carias,
etc., 17 modelo diversos e alguna manuscriptoa ; e
vai a' medida dos recursos do orcamenlo augmentan-
do o numero de suas obras, principalmente das que
sao especiaes a' marinha.
Foi-lhe concedido, pela lei n. 884 do Io de oulu-
bro de 1856, o mesmo privilegio de qoe gnzam a bi-
bliotheca nacional a das capitaes das provincia,
em virtode da lei n. 433 de 3 de julho de 1817.
Anda nao se effecluon de todo a mudenca- desle
eslabelecimenlo para o edificio da roa de Braganca,
por falla de cerlo arranjos interno e ndispensa-
veis, aos quae se procede com urgencia.
Verificadi a mudanes. Reara' a bibliolheea bem
enllocada, e com sullicienles acnmmodaeOes.
Capitanas dos porto.
Oregolamenlo qoe baixou com o decreto n. 417
de 19 da maio de 1816, em execnco da lei n. 358
de;i4 de agosto de 18i3, creoo estes importantes es-
labelecimenlos martimos as provincias do Rio de
Janeiro, Pernambuco, Bihia, Para', Rio Grande do
Sul e Santa Catharina. Reconhecida pratieamenl a
sua conveniencia, eslendeu-*e a mesma providencia
successivamenle as oolras provincias do lilor.il, com
excepto do Ceara', Rio Grande do Norte e Panhiha.
Keclama-se, e julgo convenienle, que etas Ires pro-
vincias, cujns porlos demandan) um servido regular
de polica e pralicagem, e qu podem dar bons ma-
rinheiroa a' armada, sejam doladas dos meimos esla-
belecimenlos.
Aquelle regulamenlo determina, que as provin-
cias onde houver arsenaes, seja o cargo de capilAo do
porlo annexo ao de inspector, que pur esa accomu-
lac,ao de eme j percebe a gratificarlo de qnalrocen-
(os mil res annuaes. As olirisaces de um e oulro
emprego sSo lAo variadas e importantes, que dif-
ficilmenle podem ser pretnchulas por urna mesma
pessoa.
A necessidade desta ilesannexucao f-> allendid
pela le n. 555 de 15 de junho de 1850, qoanlo ;i
nspeccao do arsenal e capitana do pu'lo do Rio de
Janeiro. As de Pernambuco, Para' e Bthia reclamam
a mesma providencia.
As capilanias dos porlos leem preslado e preslam
uleia sers i.;os. aperar d ,s escaos meio de que dis-
pem, e do defeilos que a experiencia lem aponlado
em sua organisafao.
Todos os cliefes desles eslabelecimenlos pnnderam
a necessidade de reformar as mas sentaras, ede
serem habilitados rom o material e pessoal precisos
para exererrem eflica^inenle a polica dns- porlos,
prestaren) MMocarro) navaes, fa/erem o arrolamen-
lo da popularan martima, e os alislamenlos de re-
crutas e voluntarios para a armada.
Tive a honra em meu re -lorio de 1835 de expr
rircunslanciadamenle as consideracin que recom-
inendam as providencias a que acabo de alludir. Al-
gni'i.i- dessas nacessida-les cabem na aleada do g, -
verno, roa nao assim a separacHo dos cargos que a
lei de 1815 reuni, e nem a reforma das respectivas
secrelariaa
A dila lei e seo regulamenlo supracilados .s d3o
um secrelario para o cunaideravel expediente e es-
criploracao da capitanas. Sendo impratiravel que
lodo esse Irabalho seja feilo por urna s pessoa, for-
zoso foi tolerar qoe os secretarios se anxiliassem com
particulares, que elle proprio remuneran) com nina
parle de seus emolumentos.
Sao obvios os inconvenientes que resuttam de se-
melhante pralica, para e disciplina da repartirlo, e
para a confianza que devem merecer o eus regis-
tros, nao en io aquelles auxiliares empregados po-
lticos, estando, e nao podendo deixar de eslar, ao
arbitrio dos secretario, quanlo a' sua a lmis.fi > e de-
missao, e quanlo aos seos vencimenlos.
Nos caoa de impedimento do secretario, nHo ha
na reparlirao quem o aubstitaa, a nao ser um de>sea
individuos que o coadjuvam ; e, ou a sohsliluicAo
eja feila por um delle. ou por algum externo, nao
ha disposi^ao que aulorise o vencimento que he de
jusli^a e conveniente ahnnar-se-lhe. Onde as capila-
nias eslo unidas nspecee dos arsenaes. poi|e-e
occorrer a essa falla com agum dos empregados da
secretaria das mesmas inspeccies ; mas compre no-
lar que, ainda roesmo nesles casos, a meiida he ar-
bitraria,porque a lei a nao previo, e presuppOe.o qoe
raras vezes lera' lugar, que o pessoal da iup?ccao
possa prestar o requerido auxilio.
O capilao do porto da corte e provincia do Rio de
Janeiro lem representado snhre a exigoidade dos
vencimenlos que Ihe estao marcados, que ,io os cor-
respondentes a' so., patente em servico de embarque
como simples oflirial. A lei que autrison i separa-
cao desla capilania da in pz qoanlo aos vencimenlos daquelle empregado.
que por i-so ficou enllocado na mesma condicSn dos
oulros capitaes de porlos, aperar da Importancia dos
deveres e trabalhos a seu cargo.
(Cnnlinuar-te-hn.)
favorece singolarmenle as viagens, que emprehen- i concedida quasi sem opposica e no he dovidosn
dem nesle momento grande numero de principes,' que o bil passe por urna mu grande maiona na
e de lesla coroads. O gr.io-duqoe Constantino e ] cmara dos commons, qoe desde cinco anno tota
el-re de lia vina perrorrem a Franca ; o impera- | empenhada por cinco ola^es occeiv obre eta
dor e a imperairiz da Austria visitara a Hungra ; questao. Na cmara doa lords, o boro exilo da
o principe NapAleo, primo do imperador esta' pas- rao he muilo mais dovidoso, pois ale aqu a roaioria
eando em lterim e Dresde ; o chefe da chrislanda- dos lords ha sido hostil a medida : com lodo rr-ssa
de, o papa Po I\, vai em rumana n Lorello ; a que, lomando ete anno o ministerio a iniciativa da
imperalriz viuva da Kussiaesla' visitando os raonu- \ mocao, e se leudo as senlimenlo do piz energica-
mento de Roma : sao idas e vindas continua de mente manifestado na eleiroes, o paralo reru fi-
grandes personagens, curiosas de se recrearem. ou { ualmenle as suas resistencia
marcha goerreira era ama canean de qualro versos,
peccado de mocidade de Hadgi Slavros :
Um clephla de olho negro desee s planicies
Soa a cada passo.... etc.
V. S. deve saber isso ; o meninos di Alhena nao
cntaro oulra cousa quando v.io ao c.alhecismo.
A velha Simons que dorma jonlo da (ilha, e que
sonhav com soldados como sempre, acordou sobre-
sallada e corren a jauella, islo he a cscala, Foi
cruelmente desengaada vendo serem inimigos aquel-
le que lomara pur salva-lores. Reconheceu o rei, o
Corfornse, e muilo oolro. O que causou-lhe ain-
da mais espanto foi o Damero e a importancia dessa
-\pe tic.io maiin d. Conloa sessenla homens depoil
de Iladgi Slavros. Sessenla, disae com igo ; nao
ficaram mais de vinle para goardar-nos A idea
de urna evaao que ella repallira na onlevespera, a-
prrsenloa-se entao com alguma anlnridade ao, seu
espirito. No meio de ais reflexOes vio passar urna
retaguarda que nao esperava. Dezeseia, de/.esele,
dezoilu, dezennve, vinle homens Visto isso nao fi-
cava mais ninguero no campo Estavamos livre !
0 Mary Aun gritn ella. Os salteadores conli-
iiu iv am a passar. O bando compunha-se, de intenta
e ella contara nvenla Urna duzia de caes fecha-
vom a marcha, roas ella nao deu-e ao Irabalho de
coiila-los.
Mary Ann levan(o-se ao grito da mi, e precipi-
tou-se fura da lenda.
Estamos livres gritava mislrcss Simons. To-
dos parliram. (.loe digo1; lodos! Parllram mais la-
droes do que havia. duramos, minha filha !
(".urreram a escada, e viram o campo do rei ocen-
pado pelos soldados. A bandera 'grega llocluava
iriumphalmenle no cume do pinheiro. O lugar de
Iladgi Slavros flava ocrupado por Pericia. Mis-
tres.Simn. illoo-lhe no braros com tal transpor-
te qoe elle nflo mud< hvrar se dn enconlro.
Anjo de Dco '. exelamou ella, furani-sc o la-
dros !
O capilao respomleu em inglez :
-- Sim. senhora.
V. S. os pez em fgida '.'
II venlade, eeu nao livesse vindo, elles anda
aqu rslariam.
Exrellcnls hornero Sim duvida a balalha foi
lerriv I !
Nao minio .- lialnlha sem lagrimas. Busloii-me
1 dizer oma palevra.
Klaiiiua livres !
I .-! I -I-I, -llt- .
Podemos vollar para Alhenas '.
Qoando Ihes aprouver.
Pois bem, parlamos !
lie iinposivel por ora.
Nosso dever de vencedores: guardamos o cam-
po de balalha.
Mary Ann, aperle a mao desse senhr.
A jovern Ingl.za ohedeceo.
Senhor, lornoa a velha, he Dios quera o enva.
Tinhamos perdido loda a esperanza. Nosso nico
defensor era om jovem Alloman da classe media, um
sabio qoe inda colhendo plantas e que quera salvar-
nos pelo raminhoa mais pengosos. Emlim V. S,
chegou Eu eslava bem certa de que seriamos li-
vres pelo soldados. NSo he verdade Mary Ann ?
Sim, minha mai.
Ah enhor, esses salteadores san malvados.
Comecaram Icmando-noa ludo quanlo (raziamos.
Tula, peigonluu o capil-.o.
Tu lo,., excepcilo de meo relogio, qui eu li-
veru o cuidado de ocrollar.
Obroa bem, senhora. E elles ficaram eomlu-
du o que linham lomado ?
NSo, resliluiram-nos Irezenlo francos, urna
hocelinha de prala, e o relogio de minha filha.
V. Exc. ainda esl na posse desses objeclos '.'
Sem duvid.
Elle linham-lhe lomado os anneis e os brin-
cos de nrelha '?
Nao, senhor capilao.
Tetilla a hondada de dar-m'os.
Dar-lha o que '.'
cieos annei, seus brincos de orelha, oma bo-
celinha de prala, doos relogios a ama somma de
trezenlos francos.
Que, senhor, exelamou a velha vivamente,
quer tomar-nos novsmente, o que os ladres nos
reslitoiram ".'
0 espina responden com dignidad.
Senhora, faro o meu dever.
Seudevir he despojar-nos!
Meu dever he reunir luda as peras necesarias
au proresso de llulai Stavros.
Eniao elle sera julgado '.'
Logo que o livirrooi apsnhado,
Parece me que de nada ervirao nonas joias e
nosso dinheiro. e qoe o senhor lem abunlanles pro-
vas para qoe elle seja enforrado. Em primeiro lur
prenden a duas Ingieras ; que mais he preciso 1
Ue preciso, senhora, que se cbservem as for-
malidades da joslica.
Mss, charo senhor, enlre os objeclos que me
pede ha algn que prezo muilo.
Por isso mesmo, senhora. deve enlregir-m'os.
Mas ficandu sem relogio, d,1o saberei nunca...
Senhora, lere sempre grande prazer de dizer-
Ihe que horas sSo.
Mary Ann fez observar a seu turno que repogna-
va-lhe deixar seus brincos de orelha*.
V. Exc. he asas billa pan nao precisar de
enfeiles. Ha de passar melhor sem joias do que ellas
sem a senhora.
Porem minha bocelinha de prala he um movel
indispensavel.
- Tem mil veres razio ; por so rogo-llie que
nao insista mais sobre ease poni. Nao augmente o
pezar qoe ja lenho de despojar lealmenle duas pes-
soa 13o di-Iim les Ah senhora, nos outros milita-
res somos eteravos da enha, instrumentos da lei, ho-
mens de dever. Digne-se de aceitar o mea hrr;o,
terei ,i honro de conduzi-la i soa lenda. Li proce-
deremos ao inventario, se V. Exc. assim o per-
mute.
Eu hai>ln\a perdido oma palavra de lodo esse
dialogo, e linha-me contido al .- fim ; mas quan-
do vi o palife offerecer o braco a Mary Ann para
despoja-la pulidamente, sent ferver-nie o singue
as veas, e dirigi-me a elle para demascars-ln.
Sem davida o velhaco leu em meus olho o exordio
de meu discurso, pois laucn-tur uro olhar ameaca-
dor, al, Mitn,ui aa mulhtres sobre a escada de seu
aposento, collocou una seiitiiulia porta, a vollou
para mlm dizendo :
A nos dous !
Condozio-me sem arrescenlar urna palavra al o
fundo do gabinete do re; ah poz-se dianle de niim,
e disse-me:
Sabe o inglez, senhor?
Confessei minha scencia, e elle lornou :
Tamben, sabe o prego ?
Sim, senhor.
lvil.io he demasiadamente sabio. Como he qoe
meu padrinho diverle-se em contar nossos negocios
em ua presenr-a 1 QoiOlO aos d'llr, concordo, poi-
que nao lem nece-sija-lo de occiiltar-se. He rei, e
depende si,miile (le seu libre. Mas ponha-se em
meu lugar. Minha posic/io he delicada, e lenho de
p-iiinar muilas cmisas. Na-i ion rico ; lenhn apenas
o meu sold, a esluna de meus chefe-, e a amizade
dos salteadores. A indiscrirao de um viajante po-
de lserroa perder dous Ierras de miha forlnna.
E cotila que guardarei segredo sent suas in-
famias '.'
Quando conlo com alguma cousa, senhor, mi-
nha confiarca he mai raras vezes encanada, fsae sei
se sahir vivo deslas monlanhas, e ss seu resgale se-
ra jamis pago. Se meu padr-nho lem de mandar
corlir-lhc a cabera, ficou tranquillo, p- rque o se-
nhor nao podera fallar. Se pelo contrario voltar a
Alhenas, acnnelho-lhe como amigo que deixe em
segredo o que vio. Im te a discricAo dn duqueza de
Placencia que foi apandada por ilibichi, e que mor-
reo dez anuos depois sem ler contado a ninguem
as circunstancias de sua aventura. Conhece um pro-
verbio que diz : n A lingua corla a cabera >> Me-
dite seriamente nelle, e nao se ponhi uo caso l
vsrificar sui ixacJuo.
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
PARS
20 de maio de 1857.
A belleza excepcional da primavera desle anno
de se instruirn) que atravessam populacoe eslra-
nhas nao menos desejnsss de ve-las : pnr oulro lado
eslas viagens nao sao desliloidas de alvo potinco,
mas todas lesiemuoham a seguranca de que goza a
Europa e solida paz que nos den o congresso de
Paris.
O gro-duque Conlinlno depois de ler passado
alguns dia rm festas e cacadas, na residencia im-
perial de Foiilainehleao, despidio-se do imperador
a 14 desle mez, e partm para as fabricas metalr-
gicas do Creuzal, que elle visitn em lodos os seus
pr. menores : dep-us dingo-se para Bordeaux onde
varios navios a vapor estao sendo construidos por
ronla do governo rnso. L'm magoifico navio a
vapor, a ulteine Hortense, destinado ao servico
pessoal do imperador e da imperalriz, foi expedido
a Bordeaux, para estar a' disposic,ao do grao-.loque
que ja deve ler emr-arcado nesle momento, para vi-
sitar os noso principaes poslos do Ocano, Nanles,
Lorenle, Krest e Cherbourg, e partir depoi para a
ilha convite da rainha Victoria, qoe esta' passando o ve-
rao nesta ilha, no seu caslello de Osbarne.
O excellenle 'an-lliimenlo que foi preslado lo
grao-duque Conslanlinn ni corle de Franja, pare-
ce ter cansad, uma inoi desagradas el imprassao na
Inslalerra, segundo indica claramente um pensa-
menlo de aproximarlo amigavel enlre as duas
glandes potencias do cunlinenle europeu. Como
ja Ihe direi, parece qoe a allianra dai corlesde Lon-
dres e de Pars se anefeceo, e que o governo inglez
procura oulras amizade e oulros concursos.
A viagem de el-rei Maximiliano de Baviera nao
lem alcance poltico. Esle principe he amigo das
arte e he como artista que esla' visitando a Franja :
lemo especialmente em as nossas provincias do
meio-dia numerosos visligios do dominio romano,
e da idade media, monumentos perfeilamenle con-
servados, como os Arenas de Arles, a casa quadra-
da de Ninies e o palacio dos papas em Aviohao.
El-rei de Baviera visiloa com a ardenle curiosida-
de de um nnliquario es.as bellas reliquias de uma
oulra poca. Chegado em Fontainebleau a 17, he
esperado em Pars onde a cidade Ihe deve dar uma
dessas festa magnificas que fazero a aduiiracao do
eslranhos.
O principe Napoleao he esperado em Pars ama-
nlia i, de volta ne uma excursao qoe acaba de fazer
na Allemaiih.il. Parece hoje cerlo que esla via-
gem linha um alvo poltico, o pnneipe era encar-
regado de entregar a el-rei da Prossia uma carta
aulographa do imperador, que linha por objeclo
aplaiuar as diflicul-Udes que te oppuiihain ao ajuste
da qoe-lao de Neufrlulel. Sabe-se que esla pas obteve om pleno triumpho. Nao s el-rei da Prus-
sia accede aos ajustes proposlos pela conferencia,
mas aban-lona generosamente a confederar/tu helve-
tira o milhao de franco", que a confederacao Ihe
havia dado em cambio da sua renuncia a lodos os
direilos de soberana sobre o principado de Neof-
Chalel, O arolhimenlo feilo ao piiucipe Napoleao
em Berln foi o mais obequioao, e iiio foi menos
bem recebido em Dresde onde foi visitar a familia
real de Saxe.
O imperador da Austria oblera' mui bans resul-
tados da visita que neale momento esla' fazendo nos
seus estados di Hungra. Durante a lurinenta re-
volucionaria, a Hungra foi mais fllgelladi quene-
nliuina oulra parle do imperio austraco pelas pai-
xes rlemasosieai, e a in-urreirao que ah arreben-
lou, s pode ser rompreuitda depois -le Ires anuos
-le lula e com a i-adjuvrao dos exercilos russos.
Desde esla poca, os partidarios de Kotulh, o gran-
de agitador, tentara enlreler- odios e os precon-
ceilus do pnvn cnnlra o dominio austraco, mas a
presenr-a do imperador Francisco Jos no meio dus
Hngaros fez desapparecer esse mos leDtimeolcs e
provou que o neto de Maria Tlieresa desperlava an-
da viva recordajes de alleclo e dedicarn enlre es-
sis popula(a turbulentas.
O imperador e a imperalriz foram aculhido em
Peslh com enthosiasmo : loda ascidades da Hon-
gna quizeram manifestar a soa fidelidade pelu
mais ricos presentes. Verdade he qoe o impera-
dor ha sido hbil na soa pulilic. Pelo seu primei-
ro aelo quiz apagar os traeos das antigs divises,
proclamando uma amnista geral. A esla medida
clemente, acrescenloii oulras medida que alliviain
notavelinenle os imposto e qoe Ihe conquislaraiu
seguidamente urna inmensa popularidade. Em
somma, esla viagem sera' melhor sucredida do que
a que o impera mi fez osle invern i-.i- oas posses-
sOes italiana-, a qoal lodavia leve mu bous resul-
tados,
Soa Santidade, o papa, durante os foraces revo-
locionarios que alravessoo, fizera o voto de ir em
roniaria capella de Nossa Senhora do I,relo, e a-
caba de deixar a sua capital para cumprir esle voto.
Apezar das manobras dos Mazzinianos, a viagem do
Santo padre alravez dos seus Estados he uma perpe-
tua i,vac.i : as populaces se acenmutam em sin
passagem para cnnlemplar-llie as feirdes e receber
a bencao papal. O senlimenlo catholico isla empre
vivo no c iracao do povo italiano, e he istu o que o
salvar talvez do golphao revolacionariu em que
Mazznii qu-ria precipua lo.
No momento em que eu fechava minha utlima
caria, o parlamento inglez Olivia o discurso de aber-
tura di sessa, e os jornaes de Londres Uvaram-lhe
o lexlo. Tamb'm ha de ler visiones mesmos jor-
naes que as menagen< das duas cmaras foram vo-
ladas sem opposicii. .Mas para desfarle desarmaros
adversarios e a fraejao adianlada do seu pruprio [-ar-
li I -, lord Palmerslon contrahio, como eu previa,
douscompromissos. Promelleu apreaentar na sessSo
prxima um bil de reforma elelloral, e desde a srs-
sjo actual, annonciou que apresentaria um moran
para a mancpajAo poltica ooi Jodeoi. Esle ultimo
compromisso fui immediatamenle cumprido. >a
sessao de 15 de maio o primeiro ministro pedio ser
autorisado a ler um projeclo de dill qne isenla os
Israelilas da incapacidad que pesim sobre
elle, e que Ihe d accesso no parlamento, modifi-
cando a formula do juramento. Esla aulorisacao foi
Amera...
Nao o ameac,o, senhnr. Soa muito bem educa-
do para deixar-me levar a ameaca ; udvirlo-o. Se
V. S. lagarellasse, nao teria eu que me vingirin.
Porm todos os homens de minha companhia ado-
ra m o seu capilao. Def.'ndem meus Inttirtjiici com
mais calor do que ea mesmo, e nao leriam piedade
para enm o imprudente que me livesse causado al-
gom desgoslo.
>)ae receja, se lem lanos cmplices'.'
Nao recejo nada dos lregos, e em lempo or-
dinario ni- sima menos forlemeule em minha re-
ci>mmend50e. He verdade que temos entre nosso
chefes alguns rigurislss que entend -m que os sallea-
dore devera ser Iralados cuino Inno. ; mas eu
adiara tambem defensores de conviccao e o nego-
cio livesse de ser discutido familiarmente. O mal
he que os diplmalas quereriam fumar parle me, e
que a presenr-a de um exercilo estrangeiro sera
prejudicial a minha causa. Veja a que ficaria o se-
nhor expdslo, se me acoul-ro.se alguma desgrana
por sna culpa Ninguem d.i qualro passos no reino
sem encontrar um soldado. A estrada de Alhenas
ao Preo est debaixo da vigilancia desses homens
de in caladura, e ha sempre facilidade para um ac-
cidente.
Pois bem, senhor, hei de refleclir Disto.
Prometlc-me o segredo ?
V. S. nao lem nada a pergonlar-me, nem eu
a promeller-lhe. Adverle-me do perigo das indis-
cnedes ; lomo nota, e fico avisado.
Quando esliver na Allemanha podci.i contar
ludo o que Ihe npronver. Falle, escreva. imprima:
pouco me importa. As obras que se publicara con-
11ii mi' Dalo f-. '-ni mal a ninguem. senao aos seus
autores. Firalhea licrdade de experimenla-lo. Se
V. S. pintar fielmente o que vio, a boa geele d.i
Europ o acensar de euchovalhar um povo illuslre
e npprjmido. Notaos aui.g s, e lemos muilo enlre
os homens de s'-.senla anuos, o (acharfio de leviano,
caprichoso, e memo ingrato. Lanr*r-lhe-hSo em
rosto que fui hospede ds lladji SlStros e meo, e o
arrusarau de Irahir as santas lei da ho'pilalidade-.
Porm o melhor he qu nio sera arredilado. O pu-
blico nao conrede ua confianri senao as ineulir -s
verosimeis. Ora, va persuadir aos habitantes de Pa-
rs, de Londres, ou de Berln que vio um capilao
abracar a um chefe di salteadores-, Dmi rompanhia
de soldado, ascolhidos fazer senlinella ao redor dos
presos de lladji Slavres psra dar-lhe o lempo de pi-
Ihar a caixa do exercilo O mais alio funeciona-
rios dojEslado fundarem om companhia por aeces
para despojar o* viajantes Fora o mesmo contir-
Ihes que os ralos de Atlica lizeram allianca com os
galos, e que os nossos corderos v.lo procurar seu
alimento na goela dos lobos. Sabe o que nos protege
ceir o ducoDlenlimento da Europ .' lie a in--
Ao comec.sr a minha carta, dizia-lhe eil qoe In-
glaterra linha um pouco esfriadn para com i Franca
e que pareca procurar em oolras paragen oulras
alluncas. Estas lendencias do governo inglez lem
para o Brasil uro inters* consideiavel, e por esta
i razao me lenho preoccapado muilo com o fado
I pelos quaes eslas tendencias e van manifestando, a
que recommendo a sua attencao. F^is aqu os far'os:
Km am banqoete que Ihe fui offereeido em rvew-
\'ork, lord Napier, minislro da Inglaterra no -icata-
dos-f nidos, piute-lou os seus seutimenlos de ardenle
sympalliia pelo povo da America do Norte, aperar
das recente difficuldades se havia acitadn entre na
dous paizes. Defendeo-se de qaalquer idea de inve-
ja contra i prosperidade rresernte da aino ameri-
cana, declarando que a expaman parifica legitima
dos Eslidoi-t'nido era para qaalquer Ingler razni-
vel om motivo de silisfarcao e orculho. Por oatro
lado, lord Palmerslon interrogado na cmara do
commons, sobre a intervengan nomnente do aover-
no da L'niAo no negocio da Nova-tinnad. appro-
voo expressamenle o procedimenlo desde governo.
que -oh pretexto de oi.ter urna repararan, qner na
realidade se apoderar da pasaasem do isihmo de Pa-
nam, no territorio da Nova-l,ranada. Km lira,
jornal mais importante da ln.latero o limes,
tratando deslas mesmas qiiesloes, derlarou precisa-
mente que a Inglaterra ja nao linha que se preocce-
parda suas aduane.is com o continente europea, que
a liberdade que ella tuina querido inlro.luzir e-m al-
gons deste estados nao se poden ah -e--n\ oiver,
qoe era preciso abandona-los a orle delle vol-
lar-se para o lado dos Estado-l'nido qoe aprn-
airaam da Inglaterra pela origem e pelo callo coia-
mum da insliliiices lilreraes. O limes.nao davida
que a .lllianra dos Anelo-Saxumos dos dous mando
nao basta para assrgurar aos don povo a sopreroi-
cia sobre lodos os pontos do i:lobo.
Taes sao os symplomas que se manifestara ni In-
glaterra, e que nao convem desprrzar. Porque ra-
zao o logleze que parecan) lio cioso do desea-
volvimenlo da Loiao-Amenrana, se senlem boje
possoidos de am degosin repentino peia allianras
que contrahiram na Europa, e de um amor ISo
v.vo pelo irmo Jonalhas. Iniicare somenle duas
musas primeiro, o mui cordial arolhi.nenio dado
em i-ranea ao grao duque Constantino, eque parece
iinnuncar entre o nosso paz e a Ho**ia, o pensa-
menlo de uma aproximaran intima e de oma in
lellgcncia (comum ; egundo, a necessidade impe-
riosa qoe a Ingl-lerra lem do algode da America
do or le. Quanlo a esle ultimo poni, he cerlo que
a immena* in u-iria manufarlureira do Inglezes
ela sob a dependencia absoluta do prodarlore de
algodao dos Estados Balees, He da em que uma
desinlelligencta enlre u doo paize occacinuar a in-
Icrrup^ao das rela^e commsrcaes, a industria in-
gle/, i estara perdida, e milbes de operirto ela-
ii,un sem pao.
Indico mai somroiriimente n< l irlos ero desen-
volve-los, ipai os seus leilorcs comprerienderao f-
cilmente em que alvo interesado John Bol faz ISo
lernas saudariies a sea pumo Jonalhas. Eale qee
tem bastante perspicaeii, sal>e mu bees por qoe ra- .
zao se ostenta lao bello enlunenlos para cumsigo,
na elle tambera lem seu inleiesse no negocie, e
bem polena ser que respondesse lavuravelmenle a
eslas saudacSes. pira melhor se habilitar pin i
lealisacao doa seus proprio projectos.
Comu se sabe, esles projeelus he .. ahaorpcSo gra-
dual do territorio americano, priineirainenle Cabe,
o Mxico, a Ame-ica Central, depoi e he aqei ajee
o etreas* do Brasil asta em JotJ* he a inlar-
vencao no negocio da America do Sul. Na -]..
ro insistir sobra esls polnira anda diasiinolada e
loiiginqua, mas lodo o hoinan de esaae nn Brasil
abem que ha nislo para o sen bello paz um peri
accidental lem duvida, m que a lenacidade das
\ankeea deve tornar cada -lia mai* grave, lenha
plena confianca no patriotismo dos Brssileiro e na
mbilidade dos seus estadista, eslou cerlo que a
previdencia do governo do Kio lomar de ante-mis
sua delerminaces contra o perigo. de uma liga
anglo-saionia, preparando os elementos de ami li-
ga dus povos latinos dos dous mundo. O qaa pose-
so dzer mui aflrmalivamenle sobie esle ponto he,
qoe em caso de necessidade, o Brasil srhiria lata a
I-rauca [,rompa a lomar eu loaar neala liga dfen-
sivi. Limilo-me a asaigoalar a uluacao, a nao -
listo.
A raiilic.irao do shih di Persia ao tratado con-
cluido enlre -"te imperto e a liria Krelaolu, che-
gou finalmeale a Londres. Tropa ingiera que epe-
i ii.iiii no Golpho prsico *tao dipomvei e vao er
em parle dirigidas obra a Chim.
A cmaras prussianaa foram encerradas a 12 de
maio ; a sessao fui eurhida por dbales de poltica
Interior, sem inlerese pan o leilore eslranhos. A
anliga opposicao liberal. >-ntw'i pela ultima elet-
;e, toui u puaca parle noi dbales.
E na Fi anca o nosso corpo legislativa, qoe devii
Jiirerr.ir o a 15 desle mez, foi prorogado ate->.
lem anda o orcamenlo, e cerlo numero de le iro-
porltnle a volar ; assim a larrfa m exeeolin' a
carreiras. Os poderes da legislatura, eleita para seta
annos, expirara com esla sessao, mas a convocarla
dos rnllego,, eleitorae ni lar tara'. Annaeria a
que reunirn a 20 de jonhu prximo. No estada
lo espirito, nao he dovidoso que el nova applica-
ejo do -ullragio universal fa^a rara melhor rula
para o governo, cuj-;s candidatos serao eleilo qoasi
lodos.
A eamaras hespanholi comeram o sea Iraba-
lho : embora o gabinete Na-vaez lenha roaiatria,
agoardim-si disranse violenta, e ja os despachos,
de Madrid nos annoocim que. a proponte da di
ciis.ao sobre a resposla da falla do Himno, no sena-
do, mu vivas explicace patsaseea foram (recada*
enlre Narvaez e O'Doanell. A Hrspauha lem ees
passado delesiavel de qai te podera' aliir decs-
diudo-ie enrgicamente t arrancar a allirais pagi-
nas da sua hislorii.
G de jando de ls',7.
A Frinrja vai fazer ama nova experiencia dosul-
vrrosimilliaura de nossa dlllaaejse. Por felicidade
do reino ludo o que se escrever de verdadeiro con-
tra nos, ser.i muilo violento para er acreditado. Ea
podena rilar-lhe um livriuho eicriplo contra mis, e
exacto do principio at o fim. Foi lirio um pouco
por loda a parle, foi adiado curioso em Paris, mas
somenle confiero uma cidade em que parecen ver-
dadeiro : Alhenas Nao Ihe prohibo que acrescen-
le-lhe -egundo volme, comanlo que eja depois de
sua paitida. do contrario haveria lalvez uma gota de
sangoe na ultima pagina.
Mas, loinei, se commeller-se alguma indiscri-
c.in anles de minha partida, como saliera que vem
de miro ?
V. &. I.e o nico que possue o meu segredo. As
Ingieras estao persuadidas que eu as livro de Iladgi
Slavros. Encarrego-me de conserva-las nesse enga-
o at a Mdli do Hei. Bastan) doos ou Ires dias.
Estamos a quarenla novos estadios ( 4(1 kilmetros )
das Bochas Sciioiuas ; nossoamigos la cheg.ir.io hoje
mesmo. Fardo sea ataque amanha de uoile, e ven-
cedores ou vencidos estarlo aqoi segunda-feira pela
manhaa. Puderei provar as prisioneras que os sal-
teadores nos sorprehenderam. Em quanlo meu pa-
drinho esliver ausente eu prolegerei a V. S. contra si
mesmo conservado-o longo das mullieres. T-mo-lhe
emprestada a sua lenda. O sennor deve ver que le-
nho a pelle mais delicada que esse digno Hadgi Sla-
vro, e que nao pn-so expor minha lez as intempe-
ries do ar. Que dirflo no dia 15 no baile da corle se
me virem Ingueiro como nm camponez! Alem disto,
he preciso que eu faca companhia a e-s.i- pobres af-
ilelas : de o meu dever de libertador. (luanlo a V.
S, dormir aqu no meio dos meus alidadas. Permit-
a que d nina ordem a seu respeito. Jmni cabo
Janni ConOe-la a guarda deste senhor. Colloca em
tomo delle qualro lenlineilas que o vigen! n-'ite e
-lia, e o acoiiipanliem por lo t| a paite rom a anua
aojiraco. 1 o as mudai.it de dua.se> duas huras.
Vai !
Filie saudnu-me cun urna polldrz Irvcinrnle ir-
nica e deseen canlarolindo a erada de mislreti Si-
mons. A senlinella fez-lh continencia.
Desde e^se mslanle eoovecou para mira um leppli-
cin, ile que o espirito humano na i pa-lc fazer nen-
huma ideia. Toilos sabem-ou adeviiiham o que pode
ser uma prisau ; mas imaginen) uma prisu viv e
ambulante, cujas paredes vio e vem, afa-tam->e e
apruximam-se, vollamse, estregara as na -s, co-
r-.m-se, assoani-se, sicoden)-se, e fecham obstinada-
mente oito nido, grandes e negros sobre o priste-
neirn Tenlei passear ; meu carcere de oito ps re-
sulou seu pa campo : os dous homens que me precedan) pararan)
irdmedialamente, e dei com os nariz contra seus un-
forme. Esse acrdenle explirno-meuma ioscripeflo
qoe eu iinli) lidu muilas vezes sim cumpreheode-la
na viriiihinrt das praras forte : CaaaiSS da gumrxt-
clo. Vuile: minha qualro paredes gyraraia l-r
si mesmo como decoracdes de Ihealro em ama rnu-
danca de villa. Einlirn assenlei irte. A pn*o poi-s*
a audar au redor de mim como a casa de om hornean
embriagado. Fecbei os olho : o rumor do pasee mi
litar faligou-me logo o Ivmpann. a A o menos, aUsae
a mim mesmo, se ee< qualro goerreiros se dicnaa-
sem de conversar eomigo Vou fallar-lhes greco :
he om meio de seduccao que lem me surtido bom ef-
feto para com aa senlinella. i> tenlei. mas debalde.
As paredes linham lalvez onvi-los, porem o n.o da
voz Ihe era vedado nlo e falla debaixo da ar-
mas Tenlei a corrupea ,. 1 ire do bol-o o dinheiro
que Hadgi Mavrus me resmuira, e que o capilao es-
quscera-sc de lomar-me. Distnbui-u aos q-jairo pt*a-
lo* crdeles de minha pnao. A pire-Jes sombra, i
carrancadas tomaram oma phvsionomia ii-,,ni>. -
meu carcere foi illuminado por"umraiodesol. Cinco
minuto depoi o cabo reta mudar as senlinella : la-
ziam juslameule duas horas que ea eslava prese !
Odia pareceo-me lonso, a noite eterna. II capitn
linha-se aposaado ao me-m. le-np,, de imuha lenda
e de minha cama, eo ruchedo que me servia de leito
oa era macio como pennas, I ina Saetea pendrante
como acida fez-me snlir cruelmente que olela he
uma mvenra > excellenle que o-c-hertores preslin
ver la ler,,. servjo a socieDade. Se >s veze sem eaa-
bargo do rigores do eee, eu consegua a,lo-mecer,
era logo despertado pe eah Janm que vinha dar a
sanio. Eirilini tanl-i na vigilia c-rno no -,mno, ea
jiilgava ver Marx Ana eoa res|*ilavel nUi aperlar
as roaos de seu libertador. Ah senh-r, romo roma-
cei a fazer jusltc, ao b-m vellio re da- aaSaeJaSsBsSI '
C >mo rctire as maldice- qu* laucara contra rlls, '
Lena lam'iitei seu guverm brea le e paternal l -ns
apirci pela sua volta C-m-> rerominendri-o alo
ro-.ineule em ruin as ,,r. Mee Dos d-aia
cun fervor, d.ll I viilor; r-.u lli,i Mi
mus! I i/ei rahir dianl i lie lud ,,s sollados ,.,
reino Enlregai4he a alltasa sseeje
l-.se exercilo infernal V. r'cnvi,-:: lea "illeado-
res para qje sejamos livres dos sol la |. '
Ooando acabivyi ela eraraiouvi u-nas descargas
in> meio do campo. E*a sorpresa renovoe-se molla
vezes no decorsVilo da da noiie egatnie. Kra
anda uma hurla' doSr. Perirle. Para rarbaor enga-
ar a misire-'s Simona e per-n idir-lhe que a defen-
da contra um exercilo de bai didns elle ronimaa la-
va de quindn em qoando om exeicicio de fugo.
Essa phtnlasia esleve preste i rnslar-lha rara.
Quando o salteadores sellaran) psra o campe na e-
gundi-feira de roidroglda jolgaram que ei.im ver-
la leirns iuimigo, e responder?ni rcm algorna lula
que iufelizuieole nao feriram a ninguem.
( Coniinwar-is-/i ;

...







fragm universal directo : por decreto cm data de -20
le maio pa.s.do, u imperador d.ssolveu o corpo le-
Aislativo. cujot poderes Ui.Ii ,m expirado, e convo-
co, os collcgio. eleiloraes para 21 desle inez.
ier-,ehia podido recelar que a opiniao publica
se essustasse c..m oma medida que pareca riever
.usc.larj agitado .leiloral em lodo os ponto, do
imperio:* Brasileros. qe acaba, de al.avrss.r orna
vnla,,T 'ti' qUB "' ,emb,*i *> e
violencia que ella provoca, deveis imaginar que se
.laser ral? sT' P" ben' te "* u r',c
le ser Tais,, prophela, pon predizer-vot que ludo
.",! JP?a-','"'? ""* na m,ior ranquillldade, e que
praseos R"Ver"0 lrion",ll,r*u e"' >"
Corolodo, o nosio uliragio universal se exerre di-
reciamenle e como acabo de dizer : temo, !l mi-
r 8 me' "e lomeara,,, nlo como ah os elo.lores, mas o. den,.-
utMM cromados .. lomar assento no corpo legislando,
uemais os nosso partidos, comprimidos, mas nao
dissolvidos, esiao em ho.dlidade declarada contra o
Sil 6 a8|"r"ni C01" lod" fotS deilt-lo
Apezar deiles fados veriguados, qae pareciam
presagiar lulas vilenlas, muguen se bala, os ne-
gocios continan, a bolsa no toffre beixa, e quasi
que so fjllam em eleices, como te ellas se devasten
uzei em doas oa trpennos. A causa desla egu-
rOi dos espirilos, hs a coolianca geral, de que o
P'tirtos sao impotentes para mudar, o que existe,
porque o imperador he externamente popular, e o
seu governo est vigorosamente armado contra os
eus inimigos.
A imprensa nSo he inleiram'ente devotada as in-
lituu;e icluae. Temos joroeei em grande nu-
mero, que se ligan ao pastado e aos dous ramos,
niau velho e mais moco, dos Bourhont ; temos lara-
hero jornaes que lamentara a repblica, e que que-
ran explorar o .ulTr.gio universal em prove tu das
uss utopias. Masas leis que regulara a irnpreu.a
ao mu severas, e a liberdade, que he concedida-aos
jornaes, lie de tal surte resnela que Ibes heiropossi-
vet abrir urna can pan ha em regra contra ogoverno.
guando mullo poderlo propor lal oa lal candidato,
disimulando a sua cor, e obler sobre algum ponto
um bom exilo solado. Mas estas vanlageu. mui
oimdosas nao alteran < resultado. O comporla-
in-nlu que seguero os partidos n3o tem unidade. Os
antigs republicanos .tilo decididos a tomar parle
no escrutinio, ao passo que os aolizos moiiarchislas
iomaram.a resoluto de absler-se. Este desaccordo
anida augmenta novas probabilidades as que ia tem
o governo. '
A minha opiniao pessoal neste negocio beque com
o sulragio iiuivertal, o tnumpho do governohacer-
lo, e que de mais I, moi desejavel para todas opi-
nu.es honeilas. Se o imperador nao fosse bem suc-
cedido em torno de si e em proveilo dos eut endi-
tados, a roaioria deis suffragios, eslou convencido que
nao he do lados dos amigos das roonarchias decahidas
mas do lado dos socialistas e dos commuoi-tas mais
rdanles. Ja no lempo da repblica de 18i8 vimos
ahir da urna eleiloral comes terriveis.e ninguem sa-
be onde lena parado este tnovimenlo de drsnrgamsa-
GM social, se o golpe.de estado de 1851 nao livesse
derribado a faceto socialista.
Como quer que seja, Pars, eu Ih'o repito, est mui
(miquillo. Os eslrangeiros allluim para aqu, e v-
lam-se no magnifico baile, que a cidade deu a el-
rei de Baviera. centenares de uniformes ingleies,
austriai-os, rutsos, prusnanos, bavaros. Era uro es-
pectculo esplendido, onde milhares de convidados
mArtlu iJE FEKNAMBCO SARBADO 4 DE JLHO DE 1857.
ras revoloce.. Era tima linguagem hahll, honesta
e que foi multas vezas *loqnenle, pois que o mare-
chal se llnhl rollorado em um hun terreno. As.un
depois de maitof di*s de debates apelxonidof, -> vo-
to de eraras foi volado no senado por una inimeusa
maiona, i:, voto, centra Ki. Na caara dos depu-
ladns, as cuotas se pamjaram da mesma maneira :
liouverain miiilos discursos, ala/on. mui oenlos
oulros perfeitamenle ridiculo,, o miiuslero tomoo
a mesma allitule, e dea as mennas explicac., e a
resposla do discurso da corrta, rrdigida no sent ln
ministerial, foi adoptada por -l\ depulad.:t contra
19. Assjm o ministerio Narvaez esta cerlo da maio-
na, e he islo um < grande fehridade para a llepa-
iil.a, porque ella tem Decaaiidada de um governo
forte: as paixoet demaggicas inda nao eslao es-
tllelas e mu ollimameni,. um molim anda reben-
tava em drenada e em Jiem, aos gritos de mnrle
aqiiellet que u-.-im tobrerasaca, e r.-obo a anlori-
dade comprimi esle inotim de bandidos e eollocou a
provincia em estado de litio.
Bolelim da bolsa. Os 3 por cenlo b'j f.--20 ; I l|.
por cerno 02 : consolidados, 94 .">|S.
ilTXRIQH
RIO DEJANEIKO.
passeiavam no meio dos aposentos retplandecenletde
loz qoe a arle liulia transformado em jardiotebeios ,
de cscalas, repuxoa e floret. la. o...
Por oulro lado, o goveruo deteioso de entreler o ')u,,s '"'Higencias diversas sao da
espirito militar: consolidando ao metmo lempo o des,e ar,i80' a saber :
teu poder nat oossatpossesset algerianat, aba de .. Primeira inlelligencia.
dar ao governador-geral de Alger ordem para sub-
mellar rala f..^., ,. ...i__t.___j_. .- l. <>
a lie da attnbuicao eiclusiva do senado :
nieller pela forc,a as tribus in jomadas da Kabylia. A ,onf|ec" los deliclos dot depotsdos durante o
habylia he um aggregado de montauhat encravadas Per|olo da legislatura.
111. 11 i( ii -ln .s.- ..... i ___i___:_ II ffilthirlitrrwt'i % .11
abylia he um "aggregad
i lerrilon
nham querido recoohecer
io meiu de nossu territorio, cojas populafes nao l-
ale aqui o no-so dominio. '
Oi.ossoexercilo.eommai.dadopelomarecharRan- Li ." dfP0'ado smenle emquanlo he depu-
Ion. sovernador geral, e coadjuvado porj mil ho- m.l.a "***&> cPof:a qe o delicio foi co.n-
mens, comecoa a i) de maio as suas nneracftes ann- me,,,ao- .
mena, rmnerou a f) de maio as suas opera^det cun-
1ra s Kabyhos, detle >l de maio, poderou-se?
!lO/.,r da ,-,,i., I (_.;__ o
pezar de urna resistencia obstinada, do! pinca.os das a a"?'er ^s.d"c' ri> ."eP""
moolanhas, onde a*WD eslab.l.cidoi as alJeia, da d0' i?ranle """""' da 'e'h.lura.
monlanhas, onde esiao eslabelecidot ai aldeias da
prncipal das Iribus e dos Beni-Rallent. A 27 de maio ,n
os Berii-Uatlens se tubmeitiam, davam refeni, te lp
resignavam a pagar umindemnisacJlo de 800 mil fr. ,,
As oulras Iribut, qoe menos se tiuham compromelli-
do, lambem se davam pressa em enviar aoroarechal
depulidos, afiro de pedir paz, de sorle que o alvo da
campanha parece ler sido alcanzado ero alguna dias.
Os combales, que.pelejados oa capital, nos costaran, r
um taAgu. precio.,: mais de (0 soldado, ou odl- ames da, ol. -''P"''
caos foram morjoa. o numero dos fendos excede f" "" ",r" ~ Jurante
W. At tribus Kabylias sao mui bellicotat. Na
----- ___ i_.v-p '..... mi- ruir mu .i*-n ii i>?ti>. J^.l
opoca em que os Turcos reinavam em Alger, ellas
nunca poderam ser submeltidat. Pode-se receiar,
inda boje,que a sua snbmisso de boje teja epbeme-
ra. e que se aproveilem da primeira occasiaopara te
revoliarem. *' -*
Mat dous gneros de precaocot. mui m/,' /"" "*"" p
lomadat conlra elle.. II ,.,,.,..... l,C, do que ao r"K"-
ellioazes sao tornada! conlra elle. O untto exercilo
vai aproveiiar-te da sua residencia |em Kabylia para
para .ln abrir estradas, que tornem o accesso do paiz
fcil, e de maisj est oceupado em cooslrair fortes,
cuja guarnirlo sera encarregada de vigia-lat e con-
le-lai.
Ja be falle. M viagen, do principe Con.lanlino em he'a TdaiJeT" ""ly" ""*" dem,,ns,rara 1a
rauca. I l.nni. a.. In~ iii..i< ...I.. ...____t_____ n _
- -----.-..-.. ., ,_, .,- ,,,. !.......(,r ,.im.i,iiiiiii" eui
franra. Uepois de ler visitado tuccessivamente Bor-
rleiiux, JKocheforl, Nantes, Lorienl, Brest e Cher-
*ouru, o liman do imperador Allexandre deixou nes-
te ultimo porto o navio francez a vapor Reine-Hor-
tense para embarcar se no vapor da mariuha ingleza
sr-;s=,tKSr= ^MSSaftt

residi um dia em Osborne : no 1* de junho' a 'tarde
elle desembarcou em Calais, onde dormio em um
^VSKJSfSSSf.^S3SSSSisst
pra inr Alexandre, su to. O gr.lo-duque parti a
a ptra a Kelgica, que apenas atravet.a para ir A cor-
le de lliiio-er, onde o espera a graa-dnqueza, ua
mtilher. Fallam de novo em urna viagem que deve
tacar o imperador a Russia no meado do raez de ju-
Ibo : ir a Berln, onde se deve adiar na mesuia po-
^ca a iroperalriz vjuva, sua mai.
O casameoto determinado o anno pastado entre a
princeza imperial da Inglaterra e o principe da
Prusaia, filho do principe real, vai ser mui prxima-
mente celebrado. O ministerio inglez pedio a c-
mara dot communt urna quota para constituir o do-
te de fulura esputa. O algarismo indicado pelo chan-
celler era de 40 mil libras em capital e 8 mil libras
em tpolices. Mr. Roebuck, o chefe do partido ra-
dical, ai> principio tinlia proposlo urna reduccao. ma
sobra as observaros de lord Paimanlnn, de lord
Juhn Russell, ede Mr. d'ltrael, retirara a tua mo-
ran. nus novos membros, MM. Conlingham e Kia-
guirre foram menos doceis ; um quera que a pan-
sa oste reduzida a 6 mil libras, o outro qae 9e re-
custasse o capital de 40 mil libras. Mas eslas duas
moruts foram repellidas quasi ooanimtraenle.
.luanto ao mais, nada inlereisaiite no parlamento
inguez, que se ocrupa quasi exclusivamente com suas
leit de nanras, e apenas tenlio que mencionar a
tentativa de Mr. Sponer, anglicano rdeme, qoe pe-
dio, como faz todos os annos, que te tupprimiste a
cola inserida no orramento sm favor do seminario
catholico de Mnynoolh. A tua moran foi regeitada
por 12' vonlra yi. A cmara dos lords se oceupa com
a trela diflicil de reformar as leis inglezas sobre o
divnrtio, e tuhirahir os processos desle genero a ju-
risdic^ao ecclesiaslica.
...Disse-lhe queel-re da Prussia linlia ratificado o
tratado preparado pela conferencia de Paris sobre a
quesiao de Neufchatel : o governo de Berne preslou
igualmente a sua adhesao a esle tratado : s falta a
ratilicajao da assemblea federal. He a !) de junho
que ella te deve reunir para oceupar-se enm esle
negocio. Nao se duvida que o sea vol quasi un-
nime acolha o tratado.
A vigem do imperador e da imperatriz d'Aus-
Iria na Hungra foi interrumpida p0r um incidente
doloroto. A lilha mais velha do imperidor, a ar-
ehiduqueza Sophia, morrea, depois da enfermidade
de alguns das. 0< augustos pas vollaram momen-
laneameute a Vienna, para at eieqoiat da lilha.
A viagem do papa a Roma foi astignalada por um
l-l 1 II "I hata-I UalClj ,. a
'----f -... ii.ii-i,iiiiii.i:i irv| l'lll w"l <|UC
M > mui bem acolnido. O etlado de sitio, que pe- deputa.lo
svj sobre estas provincias, foi levantado de com-
mumnecnido pelas aulurirtailes austraca e papal.
, Raras vezes Ihe fallo na Blgica, que be um paiz
sncegado e de importancia secundaria. Oigo boje
urna palavra a seu respeito, porque a sua seguranca
acaba de ser gravemente perturbada. Discutia-e
ni cmara dos deputadot om projeclo de lei relali
o aos eetabelecimenlos de ca,ndade, e qoe linh
por Om permillir em orla medida o." don, e legado. TT^u\ZTT ""f," "*""" "-nh^M
fe.tos s corporales religiosa, no intuito de can- i!.?"11!" "H'l^ Habhct em Q" aqoelle. ,u
,, ------ ...fc.i" ii'hi- d n_"'M
leilos as corporardes religiosas no intuito de cari
nade. 0$ oradores do partido liberal alacaram
medida com extrema violencia, e cnnsrcairam a/.e
penetrar as suas piiiOes al na maMidi. Repre
sentantes ratholicus foram nsollsdo<, o n. me do Pa
pa foi maltratado, o mo'vimento se espaihu pela
roas, quebrando as vidrarat dat casas religiosas
..el..-. .,ur mniararn parle no moyuncnlo insurrer
eionil de I8a, te qiierem jusliScar recriminand
rsarvaez.
m .. ,. ....-: ', ....."""" i uouei indiciarlo,
O Donnell, Roz do Diana, (.oncha. fal- constituirlo ) he II
11 rain tuccessivamente nesle sentido, procuran
slabelecer que Narvaez era em legrado coiii|i|
delles. Narvaez oo meio deste fogo de aecusar
proc-deu com muita habilitada. Recusando ob
admenle explicar-se sobre o pastado de ou
orle que nao por om desmentido geral a vago
lanrando os erros sobre todo, tem se exceptuar
SESSAO DE 8 E JInIio DE 185?.
Prettdcncia ao Sr. Munoet Ignacio Cacalcanli de
Lacerda.
At 10 horas e :t qnartos da inanlula o Sr. presi-
dente abre a sestao, estando presentes 2! Srs. se-
nadores.
I.ida a acta da anterior, he approvada.
EXPEDIENTE.
L-se e approva-e um parecer da commis.ao de
fazenda, pediudo mforma^Ses ao governo sobre ore-
quenmenlo das empregados da cana da amor-
li'ajao, em que pedem augmento de veocimeu-
los.
Le-se o seguinte parecer :
A comimssa.i de eonstiluirao, (endo examinado
o requerimento que Ibe foi remeltido do Sr. barao
de Moritiba, vai sobre elle dar o seo parecer.
O Sr. presidente do senado declarou em sess3o
de 9 do correle, que desicnava o dia 18 para se
proseguir nos termos do procetso do reo ex-deput'do
Manoel Joaquim Pinto Pacta, e quenista conformi-
dade se Ibe ia fazer a compelenle parlicipa^io para
comparecer peranleo senado.
O Sr. barao oe Muritiba, convencido de que o
senado perdeu a competencia qoe linha sobre o dito
reo, desde que nao foi reeleito para a presente le-
gislatura, fez o seguinte requeiiinento, nue foi ap-
provado :
a Requeiro, que a commits3o de constituirn emit-
a o sen parecer a respeito do segointe, licando en-
tretanto tuspeosa a proposito feita pelo Sr. presi-
dente do senado:
i. Se, nao sendo mais deputado o reo Manoel
Joaquim Pinlo Pacca, deve ter o seo processn julga-
do pelo senado.
( -2." Se o senado deve ser convertido em tribu-
nal de jutltra para se julgar incompetente neste
easo.n
Estas llovidas resolvem-se pelo arl. 47 5 1 da
constituirn, o qualdiz :
o He da atlribuirao excloaiva do senado :
1. Conhecer dot deliclos individuaes commetti-
dos pelos membros da familia imperial, ministros de
estado, confelheiros de estado e leadores ; e dos
diclot dos depolados durante o periodo da legis-
lara.
Duas inltlligencias diversas sao dadas i 2.' parte
exeira. !se nao
ret-
adlos.
Considerada a dispoticao da conslituicao sim-
lesmente nessia Itrmos, o senado conhece dos d-
belos do depulado smenle emquanlo he depu-
Segonda inlelligencia.
n Conhecer dos deliclos dos depulados, commetti-
a Note-se bem que se a palavra nomrnetlidos
itrar elliptiramenlc na 2. parla do artiga, smen-
assim se podara' construir. De outro modo seria
ta a sua redaccao Conhecer dos delirios coromel-
dos dos depolados. durante a legislatura.
n Nao he possivel que os illustrado. autores da
9iistituir;ao hvessem na sua mente urna redacrao
melhanle ; porlantoa palavracoinineltidnste-
de^enlrar na 8. parlada arl. immediaiamenle
erioito da legi.la-
Construido o rtico uestes termos, nao he essen-
lal a cireiimstaiicia de ter actualmente deputado o
reo. He essencial, pnrm, a de ter commeltido o
leliclo durante a legislatura.
Sendo assim, o privilegio he dado mais ao de-
O senado u3o peder conhecer de deliclos com-
nettidos, linda mrsmo poneos das antes de come-
;ar o periodo da legislalara.
A commi.tao adopta primeira intelligen-
inleirammle distinclot e independente.. dot qoaes
pule om subsistir, perfeito e completo sem o oulro,
separado por um ponto e virgula que os divide :
l'8"? ''n<' Se '"r"a "ec,sario nicamente pela de-
a He di. Bllribuicao exclusiva do senado :
Conhreer dot deliclos iodividuaet commetlidos
lado, coiitelheiros de estado e senadores.
He da atlribuirao exclusiva do senado :
Conheoer dot delictot dos depulados durante o
periodo da legislatura.
o A intenrao e o alcance da lei deduzem-se prin-
cipalmente da. suas palavras, e te atlas as expri-
mem claramente, devemo. cingir-nos a' ellas,
sendo Mito suflicienle a interpretarlo gramma-
o Os doot periodos legitlam para casos diversos e
diversas circunstancias.
ce O 1. dislmgue-se uiiicamele aot deliclos in
dividuaes.
O 2.o atnplia-se e comprehende lodos os delic-
io!, qoalquer que seja a toa nalureza.
< O l.o comprehende um privilegio vitalicio, co-
mo he o dos membros da familia imperial, dos sena-
dores e ronsolheiros de estado, e um privilegio de
durarlo indeterminada, como he o dos ministros de
estado, que operdem qoando deixam de ser minis-
tros.
a O 2." comprehende nm priviligio de lempo de-
ernvnado e luaitado pela expirarlo do periodo dg
legislatura.
a He preciso, porlanto, nao misturar e confundir
os lermos com que a conslituicao enuncia dispo.i-
c,oes tao diflerentes.
A intelligencia contraria aquella que a commis-
sao adopta, tmente pode sulenlar-se arrancando a
palavra commetlidosdo 1. periodo, e conslran-
gendo-o a enlrtr no 2.o
Mas oma pabavra que alterara assim completa-
mente o sentido da disposi(ao conslilucional, deva-
na (car claramente subtendida, se o legislador a li-
veste em vista.
O l.o periodo diz : delirios individuaes com-
metlidos pelo, membros da familia imperial, ele.
O 2.0 Deliclos dos depulados. Seria mui f-
cil e nmplctdizer no 2." periodo, em harmona'com
" '"e dos delirios que o erem pelos depulados
durante a legislnlora, tirando a virgula, para maor
clareza. Entlo a palavra rommellidosfor^ot-
menle se suppnria do sentido. Irazido pelat pslavra's
rorero pelos, que a nenhuma onlra poderiaro
refenr-se. '
" Admittida a segunda inlellingencia, supponha-
e que um individuo cnmmelte um delicio mezes
ou das antes que comece o periodo da legislatu-
ra, e que depois de o haver cominellido he eleito
flpmill .ln
NSo lem privilegio. O delirio nao foi <
metiido durante a legislatura.
< Temos, porlanto, um deputado no exereicio de
om cargo que .. consiiluiclo quiz privilegiar, a
que nao (em prmlegio.
-Este privelegin dado he ao cargo, e a sui razo
- funda-,fi i,,-, ulilidade p.,|,ca que provem da inde-
pendencia das pessoas que o exereem. Reconheceu-
a mu hoki, ..t.i: j.-j ..
_------- >-* s .,. ijiic M|"Uir> III
exereem e.secargo nao tosiera *ujeilos aot Inhonaes
ordinarios. E ...lr,iai.to aquell. depulado no exer
cicio (ln seu cargo esia sujeito a esse. Iribunaes !
lela primeira inlelligencia que nao allende ao
lempo em que foi commeltido o delicio, esse depula-
do lem prmltgio. '
------. i-----" "n"... ., v.viis lei'Kiusas, e i ,
saqueando a impren-a de um jornal catholico. De T oir-se-lnpi)r e..a inlellEenria om depo-
llruxellas a dosordem se asteadas al as provincia.. <|UP eoier m delirio durante a legislatura
Antuerpia, l.iege, and, Jemmapes etc. liveram P te ni,.'' r julaado a lempo, ) nao sendo reelei-
to. hcar sujeito a responder pecante os Iribunaes or-
Anluerpia, l.iege, (iand, Jemmapes ele. Uvera
lambem os teus amolinadores, que lambem usara
de pedras e de bastoes. A represlo desles mov
mentos nao lo nem prompla, nem enrgica ; emlii
rl-rci dos Belgas lomoo um partido prudente
adiou iudefinidameiile o parlamento, cojos deban
lindara servido de pretexto a eslet ademados coul-
a paz poltica. Mas segundo os termos de const
luidlo belga, o adiamento das cmaras lulo se po
prolongar alem de um me/., e a questau rcappar
rer.i em julho, se daqui ale l nao houver relira
ilo projeclo de lei.oo diaaolotjlo da cmara.
Anda temos na Europa nutro parlamento sol
. ujot acloa a atiem.il.> geral he despenada, he >
Heepanha. I.i m vola;oes t.in lu^ar por iinnn
enormes, qc ttettam a solidez do governo. A "|"a nao reeleito, que v que, ,Xp,r,i
lle.pa.iha ,.a,:a, ueste ma.enlo. a pena dat .evolo- gislnlora. pode fiear ,.je oea que ella denou arrebenlar : no senado, os ge- 1al pude inlluir n governo '
K qn^maram parte no memento inturrec Ma. se prescind,,.... da. garan.i,, qe nUerere
o poder ji.d.ciario, do modo pelo qual o organituo a
grave este inconveniente,, pelo
di Barios
<> Mas lia ahii um remedio mais simples, decidir o
caso ante, que finde o perodo da legislatura.
fcsse individuo nio exeftre mai. o cargo de de-
pntado, e o privilegio l.e dado ao cargo. Nem nutra
i- fou'* 'r1',"' q1"er a cnalMn{flo, que diz no ar-
Je ligo li 1 :- (, ;I-,ram abolidos lodo.,,, privilegios
e. qoe nao lurem oessenciale inlera.nente ligado, aos
ola c>"-'" pblicos, o
Todo o privilegio qe excede os limites do ...
restar,., e va, alem do cargo, he urna olTens a.sf,.
da reitus dot oulros riiad.ins.
.. Mas e.sa inlelligencia fere a independencia *~
\ uepilla lo nao reeleito, que vi
-. ~.....------- .-.iMeiiicilll.',. IICIO
que respeila ao deputado nao reeleito, fioda a legis-
latura. Dio ser muiio maior damo-se, como se di
roes pela segunda inlelligencia, a respeito do depulado
- que anda lem de exercer o seu cargo durante um
'lira 'ii,.itn .uiiio '
,e E de que delicio, traa o segundo periodo do S
..... "-"('"ni a l |* (in Qf tillo i( <];t rnnl i hi le ~i,i *
pendad. a Hetpanha, pres.rvandu-a para nm\to*Ur&^^%,*
cmaras sao iuviolaveis pela opintoes que proleri-
rem rn exereicio de suas (unccr.es.
Esle artigo encerra una vcepc.lo perempioria,
que apioveila em lodos ot lempos.
Traa porlanto aquello artigo de deliclos indivi-
duaes iu deresponsabilidade que o depulad-, possa
rnmineller, mi., rmo depulado, mas no exereicio de
qualquer empreso que por ventura exeira. Se
be mais deputado, nao ha razio para que Dio
ponda no foro em que respon.lem os ouiros cida
o O einprego da influencia dn governo para
zer romleniDar injustamente, seria um acto de ...
e igiiohil viuganca, que excitara a indignara,, do pu-
blico e das cmaras, que mui dillicilmenle se dar
nos lempos em que vivemos. Hoje prevalere m-'s
" lenso pratico da utiiid.de do que a paixao. E
quando o governoo procuran! inlluir em laes casos,
be en, razio do bem ou do mal que o individuo po-
de azer-lhes pela poticao ou c.rso que oceupa. Ora
naliypolhese cm questao o individuo nao exerre
mais o cargo.
" Nem podeem considerarlo da influencia do go-
verno pievalecer no caso em quesillo; por s s,.e des-
tacado, em um tyilema que nao proscreve nem pode
proscrever lanos oulros meios de influencia que po-
de ter o governo sobre o deputadu meuos eteruou-
loso. v
a Remita por tanto da segunda intelligencia da
disposi5jo conslilucional, islo he.daquella que alten,
de essancialmcnle elreomslaneia de t.r commeltido
o delicio durante a legislatura, que um depulado no
exerrio do seo cargo pode dei.ar de gozar do pri-
vilegio qoe a constituirlo e.l.beleceu nicamente
em aiteucao a esse cargo.-
qoe. se applic.da oma le a um caso, que esta pare-
ce eompreheoder, resultar urna consequeucia qoe of-
rende a intencao do legislador, lal le nao deve es-
lender-ie a sse caso.
A inlen(lo do legislador foi evidentemente pri-
vilegiar o depulado ; privilegiar o cargo.
Nem se liga que o privilegio do deputado lira
astim sendo mrarior ao do senador e do conselhe.ro
de estad.,. A differenca pnrem est nicamente na
diverta dorarlo dat funcc.es do cargo.
O senador e o conselheiro de estado gozam sem-
pre do privilegio, por que este be ligado ao teu car-
go, e o cargo he vitalicio. O ministro de estado per-
de-o quando deixa de ser ministro, e est no caso do
deputado nao reeleito.
Islo qiianlo aos deliclos individuaes. QoaDlo aos
de responsabilidade he privilegio do depulado mais
intenso.
( O depalado tem privilegio pelos deliclos de res-
ponsabilidade commetlidos no exereicio de qualquer
erapregd que por ventura exerra. A respeito delle
serve-se a enutliluicao da palavra genrica deliclos
que comprehende nlo s os individuaes como os de
responsabilidade.
O tenaCor nio (em privilegio qaanlo a esses delic-
io-. A respeito delle empresa a conslituicao as ex-
presses dbelos iodividoaes.
O minitlro e o conselheiro de r-lado leem privi-
legio ( por v,rinde de nutro S 2 do arligo 47 1
mas smente nos delictot d respor.sabilidade, que
commcllerem como ministros e cnselheirot de etla-
do. A raziio desse privilegio lie diversa da d.> privi-
legio do depulado. As quesle. de respotabilidade do
ministro do con.elheiro de estado joaam com alio,
interesse. de poltica e conveniencia publica, e t-
menle devem e podem ser apreciadas por considera-
coes que nlo sao da co.npelencia nem do alcance dos
lrlbun.es ordinario.. Aqoi p privilegio he dado nlo
so ao cargo, mas lambem cauta, e prevalece por is-
so, anda metmo depois qae cessnn o cargo.
Nao en.'i nat mesmas circumslanciat o privilegio
do depulado, dado ao cargo nicamente.
A inlelligencia adoptada pela roinmissao, islo
lie, aquell.- que nao liga o privilegio a poca em que
foi o delicio commeltido, re.guarda melhor torna
mai. completo o privilegio do depulado do que a-
quella que admille casos em que nlo pode gozar
Estes privilegios parlamentares, conquistados
petos communs da Inglaterra as porfl.dat lulas que
liveram lugar em anligot reinados, nao slo mait am-
pios em consliluic,ao algoma do que n. nossa. Limi-
lam-se em geral a evitar que o deputado posta er
disrabido dos Irabalhos da su. cmara. Fiados esses
tr.ballins ou a legislatura, cessam os pnvilegios.
O arl. 47 j 1 da consiiluiclo foi lirado do pro-
jec.o de MastitolcBo, apresenlado ;, asserr.blea cons-
lilointe. Ah te le no art. 107 : He da atlribu ilo
exclusiva do senado : pnmeiro, conhecer do. de-
liclos individn.es commeltido. pelos membros da fa-
milia imperial, ministros de esledo, conselheiro. pri-
vados e s.nadores ; e dos delicio, dos depulados .u-
ranle iao snmente a reuniao da assemblea.
" AMlm o privilegio nao permaneca dorante o in-
ervallo das sestees, e nao eslaudo reunida a assem-
l)I6irto
n Para evitar isso he que os redaelores da actnal
cunsliluicaosobtliloiramas palavras darane lio
tmenle a reumao da assemblea, pelas que se leem
na consliiuico durante o periodo da legislalara.
a redaccao da consliloinie lambem a pjlavra
commetlidos nao podia ser Irazida para o ">-
periodo do artigo.
A_modifica.;.'! feita pela redacto da actual cons
itnirao denasubti.tir o espirito da fonte da qoal foi
lirado. ^
" spirllt. do arligo 107 do projeclo da consli-
imnle he claro, e o sao anda mais os 2 seguirles do
mesmo projec'o.
Arl. 74. Em causas criminaes nao aerlo presos
durante as tes-oes excepto em llagaante, tem que a
re.pecliva tala decidida que o devem ser, para o que
Ihe sello remellidos os procestos.
b Art. 75. No recesso da assemblea teguirao a tor-
io dos mais ciiiadaos.
o A commissao er que nlo podem ser invocadas,
para regular a exlenso e durarlo de um privilegio
meramente poltico, as doulriuasdo furo civil co.n-
muro que re.mlam nelle a pr.veSao e a prorog.clo
das juriidiccei. > t, \
A constiiuicao, ao meos como a commisso a
emende, diz que o senado tmenle pode conhecer
oe deliclos do* depulados duranl* o periodo da le-
gitlalura, itlo he, em quanlo to depulados.
A applic.cilo dat legras e doolrinas da preven-
an a prorogaclo, dira que o t.oado poda conhecer
do. delictot do. deputado. anda mesmo depoit que
o nio slo mait.
a A doolrinaapplicada para a inlerprelar deslroi-
na a le que se quer inlerprelar.
Demais, a prevenclo soppOe que be oulro joiz
que lie competente ao principio da caosa, circoms-
lancta que nao se d oo cato vertenle.
A jurisdicclo que nasce de um privilegio funda-
Jo em ulilidade publica, ulu he provavel, costando
em privilegio e ulilidade publica, a nao pode depen-
der da vonlade das parles, vonlade ero que* te funda
a prorogaclo.
lia com ludo um precedente da cmara dos de-
potados que pode parecer contrario i inteligencia
adoptad, pela commitsao.
l) cidadlo Manoel /.eferino dos Santos sendo de-
putado, ro pronunciado na qualidad. de pretideule
la provincia de Pernambuco pelo sopr.mo tribunal
do jOllica. O teu procesto foi remedido a cmara dos
depulado., em 15 de maio de 1834. Deixou de ser
depulado u. seguinte legislatura.
Em 27 de agosto dellftildeu a commisso de
conetiluicto da cmara dos depulados o seu parecer,
cuja coocluslo foi que o processo nao devia conti-
nuar, tsse parecer l.mila-se nicamente a aprecia-
5ao do processo, e n.lo suscita a quettao constitu-
cional.
a Aess. parecer esta'junio um voto separado do
fallecido Sr. I.uiz Cavalcanli, que he o teguinle:
Nao sendo mais depulado o pronunciado no pro-
cesso a que te refere esle parecer, eutendo que tem
cessado a torisdiccSo dett aogosla cmara que net-
la maten, so lem lucar sobre os seus respectivo,
membros ; e por ittn voto quesedevolva os autos ao
tribunal donde vieran,.
'< Esteparecer e voto seoartdo, foram lidos em
esao de o de selembro de 18.13. Na de :1o do metmo
mez e anuo foi approvado o mesmo parecer, riendo
prejudicado o \oto separado.
A commisso rilo pda enconlrtr vestigios da
discutsao que leve lugar, e averiguar ai r.ze. que
foram produzdas.
Cumpre-lba porem obtervar :
o I. Que a volelo da cainac. dos depulado. re-
do nlo no.leria deliberar e decidir senlo depois de
convenido em tribunal de juslira.
Trata-te porm de fixar urna regar geral, Ira-
a-te de determinar oma altribuicio que a Mmll-
luicao ennfere ao senado.
< Esla decisao he mais poltica do que judicia-
o Como tribunal dejuslca, o senado applica re-
gras, iras nlo eslabelece regras.
1. yue o privilegio estabelecido na 2. T>arlo
do S l; "O arl. 4. da Mnelilatete, de serem iulga-
dot pelo leado os delirios dos depulados, cesta pa-
ra a lag'ilaiura. qoando o individuo nlo be mal.
depulado, e porlanto qoe havendo cessado o privi-
legio do reo Manoel Joaquim Pinto Pacca, deve o
seu procesto ter remedido, por intermedio do go-
verno, aos Iribunaes ordinarios.
,< 2. Que na deliberara., deve e pode ter loma-
da pelo senado na forma ordinaria, sem que teja
necessario que, para i.so, se converla em tribunal
de JuMija.
< Pac.u do senado em 30 de maio de 1857.Vis-
conde de Uruguay.Vtoconde de Sapoeahv, com a
segu.nle reslncclo quautn a' concluslo relativa a 2.
parle do requenmeiilo.
a Kutende que o senado deve proceder como Ir
bunal dejoilica, seja qual (or a (orma de que se
ose, lulgaudo-te compleme ou nao, como Ihe pa-
recer justo, ronforme a n.lerpretacao que der ao arl.
4-1 S 1. da conslilui.-lo ; o que Ibe he licito faxer
como a qualquer juiz quando applica a lei ; mas a
sua decisao pode apenas e.labelecer areslot para ca-
sos semelliaiilet, em quanlo por lei nao for declara-
do e luado o verdadero sentido do artigo.t
Quanlo a' I. parte do requerimenlo do Sr. ba-
rao de Muritiba, enlendo que, sero embargo de nao
s.r mais depulado o reo Manoel Joaquim Piulo Pac-
ca, deve o seu processo ser julgado pelo senado,
lando esla opima., por fundada no arl. 47, S 1. da
conslituicao, por quanlo, devendo o seuado confor-
"". C"".d0 1,^llg0 co,ll|erer dos deliclos dos de-
pulados drame o perodo da legislatura ; tendo
ceno que na phrase de direilo a palavra conhe-
cer nao significa tornele dar seoleoc.a fina!, mat
lamnern_proferir qoaetquer despachos preparatorios
uecesiar.o. a boa decisao de urna causa ; reconhe-
ceao-se que o senado por mais de urna vez Hir-
velo nesle processo, no qual exerceu actos como
juiz ; e acre-cendo outrosim a circumslancia de a-
cnar-.e ja oflerecido libello por parle do conselhei-
ro procurador da coroa e a conlrariedade por parle
oo reo, parece-me evidente estar lillealmenie ta-
titreiio ecumpiido o precelo do art. 47.51.de
eontliloicao, Islo he, que o senado eonheceu 'duran-
e o periodo da legtlaiura, do delicio que se diz
corrmellido pelo ex-deput.do Manoel Joaquim Piu-
lo i aeea, e assim apenas Ihe falta proseguir ueste
conhec.menlo, a oluma-lo, julgando o dilo proces-
so a iio.i, acio esle que nao pode denar de corr.-
Pelir-lhe nlo so como complemento dot anteriores,
pendencia l"io"p"' de PravenSao ou lilla-
Quanlo a' segunda parle do requerimenlo, en-
lendu que o senado nlo pode, tem o concurso da
cmara dos deputa.,..,, interpretar leis e menos a-
ind arligos da custiluiSlo ; porque a adriboiclo
derazer le.s, inlerprela-l.s, supende-la. e revca-
las pertence a atsemblea geral pelo arl. I j 4 8. da
conslituicao ; e assim urna decisao lomada tmente
pelo senado, no cato de que se tela, nao seria per-
itamente conforme a este precedo con.liluciooal.
< nao perno do mesmo modo quanlo interpre-
tarlo doulnnal qu, he a que consiste na inlelli-
gencia que da a lei a .uloridade que, em razao de
teu ollicio, tem de applca-la a om f.cto oceurrente
sobmellido h sua decisao. Esta inlerprelacao com-
pe e ao senado no caso de que se (rata, cou.o com-
l'etina a urna aulorida.le judiciaria 00 adminislra-
liva em caso semelbanle. E1100 perianto conven-
cido de que Ihe compele como tribunal de jotliea e
nao corno corpo poltico ; e o alcance da decisao
qoe o senado adoptar deve limilar-se a- especie a
qoe se refere, sem que pona jamis eslabelecer re-
gra geral.
Esla he a minha opiniao.
conde de Abael.
V.i a imprimir.
Fira o senado inteirado da participarlo do in-
commodo de taade do Sr. senador Silveira da Molla.
OHDEM DO DIA.
irocede-te a nomear,ao da commisslo especial
par. o exaroe da proposico do senado sobre o. pen-
sionistas do estado, e sao eledos o. Sr. D. Manoel,
com 19 votos ; Baplttaa de Olivera, om 18 ; Danl
las com 14 ; lerraz rom 14; visconde de llaborahv
com 12. J
'rosegue a tegunda discutslo, adiada na tes.ao
anlecedente, da proposiQio da cmara dot depula-
dos. que aulor.sa ogoverno a mandar pagar a Ma-
noel Amonio Bastos Ractecliff o ordenado de carce-
re.ro da cade.a da Villa do Pilar, da provincia da
1 araluba do Norte conjuntamente com o ultimo pa-
recer, e emendas da cemmissio de fazenda.
He apoiada a seguinte sub-emenda :
<- Em lugar dat palavras, desde o 1- de junho de
1S.2. alo a publicarlo desla lei, al o fimdiga-te
correspondente ao lempo do exereicio qoe tiver.
Salva a redaccao.Silva Frraz.
Terminada a d.srussao, r,au patsa a proposiclo,
e be approvada a emenda da commisso de fazenda
e igualmente a sub-emenda do Sr. Ferraz.
Posta a votos a proposco como se acha emenda-
da, patsa para a lerceira discustlo.
egue-se a tegunda di.cu.sao da proposiclo do
senado tubsliluindo o 1- do arl. R3 da lei de 3 de
dezembro de 1841.
He apoiada a seguinte emenda substitutiva ao art.
onico :
a No caso de prisao com Irabalho previsto pelo
g 1- jo art. 83 da lei de 3 de dezembro de 1841, o
appell.iile nao sera' aajeilo au Irabalho ante, da de-
cisao do rerurso. Se senlenca appellada for con-
lirmada, levar-se-ha em conla de pnslo com Iraba-
lho o lempo de pnslo timples qoe elle tiver toffrido,
d.duz.ndo-te porem desle ale sexta parle em con-
form.dade do art. 49 do cdigo criminal. Esta di.-
posirlo nlo lera todava applica^lo nos casos em que
o appellanle deve.se .olfrer por algom outro delicio
pnslo simples por lodo o lempo que media.ae entre
seu recurso e a dec.lo delle.Pimeula Bueno, o
> em 1 meta o teguinle requerimenlo :
c Que te ade o projeclo pira ser discutido na
presenca do ministro respectivo, dirigindo-se-lhe era
lempo ., competente convite.Silva Ferraz.
VenliCando-se nlo haver casa, fica adiada a dis-
custlo.
O Sr. Presidente da" para ordem do dia, alm da
discosslo adiada, e do reto das material dada, a
primeira di..Usslo do parecer da commisslo deeon.-
inuicao, robre a reclamaro dos desembargadores
de lernamburo conlra o decreto qoe osaposeulou,
e a primeira discusso da propotic,io d. cmara dos
depulados, aolonsando o governo a eonceder om an-
no de hcenja com todos os teut vencimenlot ao le-
nente-general Jos Joaquim Coelho.
I.evanla-se a ses.lu a' oma hora e 40 minutos da
tarde.
Sala das commi-ses, em 1". de junt.o de 1S
.1. M. da Silva Parando.,.J. Velloso Veden
Antonio Penlo de Azevedo.
n A i-, miiiii ,.i de mariuha e guerra juica que
deve ser ouvi.l., o enverno sobre o requerimaulo .lo
prime.ro teuente da armada Franrj-vo Duarle Cot-
ia Vidal, que pede se Ihe come antiguidade ,le ser-
viro desde o anno de 18:10, em que leve sua pri-
meira prara como praticaule de pillo, alim de que
o mesmo governo informe sobre a data e qualid-.de
da primeira pra^a detle oflicial e sobre es prece-
dentes que digam respeito a sua pretenda.. ; sendo
nutro.mi necessario qoe o snpplicante intima o seo
requerimenlo com a respectiva l Je offlclo.
Sala dat commissoea, em ."> de junlu. de 1857.__
J. M. da Silva Pareaban.J. Ve.loio Pedernera.__
Antonio Peixoto de Azevedo.s
Va a imprimir, yira entraren, na ordem dos Ira-
balhos. mais duas proposla, da mesma commisso,
convertidas em projeclo de lei, sobre a orgaiiiMcilo
da lonjas naval e ne Ierra.
He julgado objeclo de deliberara., e vai a impri-
mir para enlrar na ordem dos Irabalhos. um parecer
da committao de inslrurc,ao publica deferindo be-
nignamente os rrquerimenlos e, que Felipue Molla
de Azevedo Correa, eslud.nl* do 3 anno da Farul-
dade de D'redo do lenle, e de Manannn Jos da
"Silva Pontea, da Faculdade de Medicina desla corle;
e eslabelecendo urna medida geral alim de terem
matriculados oa, divertas laculdadet du imperio os
alumnos que, por motivo, extraordinario, e Inde-
pendente. de tua vonlade, o nlo puderem ser em
tempo competente.
Apresenlaclo e discutan de requerimenlo,.
0 Sr. Baplisla Monleiro termina o teu discurso
interrompido na tessao de 23 do pastado, mandando
i meta o seguinte requerimenlo :
1 Kequeirn que pec.am inl'ortn rts ao governo :
I." Sobre o motivo de nao ler passado a admi-
nistradlo da provincia de Sergipe ao I- vice-presi-
denle por occaailo da ausencia do rctpeclivo preti-
denle, que se acha com assento na cmara dot Srs.
depuladot.
o 2." Sobre as violencias pratic.dat ltimamente
pelat autoridades e teus agentes conlra ot habilaulet
dat rregueziat de Villa Nova e Pacatoba, d.qoella
provincia, por meio de prisoes arbitrarias, violarjlo
Ilegal do aiylo dos cidadaos, e espancaraentos.
o 8." Sobre o recrulamenlo que te lem dado na-
quellas fregueziat, conlra o disposto no arl. 108 da
lei de 19 de agoilo de 18(6, dentro dos 00 dias an-
teriores nnineogo dos ele,lores, que lem de f.zer
a eleislo de senadores em 5 de junho prximo, u
He apoiado e entra em discutan.
O Sr. Benecides, oceupando a tribuna, defende
os ario, de saa presidencia com documento, do met-
mo punho do, que tao indigilados como teut aecu-
sadores; declara lainb.m que nlo duba inleresse
nenhum as eleices de Sergipe e qoe de cerlo nlo
comprometiera por ellas a sua repuUcao e o seu
crdito de honesto.
He_ approvado o requerimenlo.
O Sr. Brandao, oblando urgencia, justifica c apr-
senla o seguinte requerimento, que he muitu ap-
plaodido pela cmara.
, informan'..'. ;
I." Se he exacto ler o subdelegado do 2' dia
Indo da freguezia de S. Chrislovlo desla crle, no
domingo 31 de maio ultimo, 1 hora e II minlos
da n.ule, feilo arrombar por urna forja de perma-
nente, e pedestres urna dai portal da casa da resi-
dencia do cidadlo, coronel Jlo Coelho Batios, e
proprietario, morador naquelle disinti, proteden-
do depois do arrombaratnto ao varejn da referido
casa.
o 2.- Se he lambem exacto ter o dilo mbd.ltga-
do, nessn mesma noli., varejado a casa do pacifico
proprietario l.uiz Francisco da Silva.
3.- Se he verdico ter aquella aolordade dado
ordem para serem presos lodos os individuos, que no
eir. I celaram os runo.
que
de familia. Ja' se en-
de ioglat, frenen e geometra, idb
a d.rarrlo de .Ilustrad,., profeworei. e ... o numero
anida limitado de discpulo, lem feilo adiar a aber-
tura dos oulros. O Sr. Fnateee Jnior veio i,i,sfa-
zer a urna real necetaldade, que anlre n- ,c fatia
senlir ; e assim fax-ta rredor de lodo o eloaio e ani-
maclo que a" qaej.ndas empre/a. te deve.
O goslo pela arle va,-.e desenvolvendu en-
tre nm a" maravilhar. | Bem entendido __
nlo fallamos das arles mecnicas, cuja -orle
ila he precaria, gratas 3' concurrencia do'ee-
trangeiro a a* falla do ensiuo. de que carreem o,
nnssos operarios. Einqu.inlo sta, dominadas por
um svslema rolineiro, ravivem a cada di. ,. -,.
lo amigo, apenas arremdalo as fere., que
Ibe tem lalbado o serul-i, as arles liberae. a to-
hreludu o eendmentu plaslico te encaminham ao
prozretto, como ao ideal de lodos ai a,p.raves do
homem. Ate certo ponto lera verdade dixer que an-
da a musir am dia rom as noval prodceles dat
gr.ndet fabrica europea-. Acodem-te meslre. ao
(ommnuUbo&.
Quando um homem lem a felicidada de ver-.
bem conre.luado de eldaos benerniUot, dooiot e
de um juizo prudencial, nio pode completa taii-facrlo, erabora malvolo, alver.aru
o nao pnupem.
lie uee e que comigo acontece.
Injuriado e insudado por um homem a qnem nao
liz oulra offeus. miit que a de combaler .i. ,,
niciotas doutrina., nlo na esphera poltica, ma. na
etpliera rebgiot., tenho lido a (elindada da ver va-
r&e. di-mi, ios que nlo lunem cvaiprometler o ara
oome em su.lenlacao da verdade e da raiao, f.r,-
len, ju-ti.;., at minhat inlen.;.'....
Depois de atrozmente injuriado e in.ollado p. I..
meu ...Iveis ,riu em cniimuui-a.l... pul.lirtdoa afja
rnente com o seu praprio iion.a, sena., lambe...
om astisnatura dehll. Segromt, Uva a
u.olac.a de verme delicadamente tratad, a ban.g-
so,obrie,ro. elodososdi;; ,, m carr-ga7 Z ^ST^fXUS ^ & '
melillua lyrannia. Madama Cari de L.charie be
orna deesas lyrannas. a quem (levemos passiva obe-
diencia ; be o corara.) o seu estado e o piano o seu
tceptro e a coroa, enterlac.da de baltamica. llore, ;
dessas que vecejam nos jardint mus llorido,, he um
sobre a quest'
que eterev,
disrulida, rnndemnou o di.curao dn
T.'.% Zc'.',L\ """ coa,eD00 Propo.it6e eon.r-
n. a Fe Calhohca 9 .0 comanle entino do,
dre. e Dou lores.
Agora
Pa-
mesmo qoe o meo .dvirsario toma
.imples diploma d.. .ontervalono musical de Par.t. novar contra u.im o. 1
te o. nr^n:'."o .'qaem",eif' revn11'":""' nenien.- do rec.ber de um ..rao mUSStmmJSZ
te o, pirt.uo, _,, por bem a |)rn,a fl0 m(fj(o b P va por.... ,.. ..,>.
Recommendamo-la aot p... de famili. u joveo, da,. se.u.me bom-., cria .""c"n""0 ""-
dileltanlis.-
Informam-nos que os arrematante, do impo,-
lo de 29SO0 pnr cabrea de gado consumido netla ci-
dad, detejando melhorar para o futuro o forneei-
menl.i da carne verde, etilo de accordo a formar oma
eompanhi. com rapilaes toffirientes para esse ramo
de negocio, de forma que se liarmoin-e o inters...
dot senhores fazendeiros com a economa dot cou-
somidore., e delta forma eoncorrer para o bem da
populaclo deste municipio ; para esse fim dirigiram
urna circular aot marchame., convidndoos a to-
marem parte na referida companliia. He de espe-
rar que a rompanhia composla de pttto.a de reco-
nbeeido credilo, preste o, melhores tervijo. ao po-
blico, melhorando etle ramo de negocio, que na ver-
dade lem (filo soflrer bastante popularlo.
O vapor inglez Avon, legom para o Rio de
Janeiro, levando .. seu bordo os patsageirot, Fran-
cisco Bapbael de Mello Keso, Boberlo Dull.r.
At amanhaa.
COMARCA DA BOA-VISTA.
20 d maio.
De baixo de nm frondoso e copudo umbueiro coo-
liguo a minha choca, gozava da viraclo que uprava
orna manilla benigna, atlenlaineiile observava urna
rola 13o bella quauto innocente, que lorturava bus-
cando a companhia, e pela timples lioguagem o
par amoroto detce ao valle, Irazendo feno local,da-
de que Ihe parece defendida do inimigo para for-
mar o a.ylo.qoe deve por algum.t semanas cunler o
inicio de seu puro amor, quando appareceu-me o
compadre Xiquinhn lodo falieado a cobertn de tuor,
e nao menos seu meladinbo em que cavalgava, fui
oliriido a oovi-lo, deixandn o par feliz.
Que fez, compadre'.' iolerroga-me. pois entlo
en o r..,nmunico em segredo, e voc abusa de mi-
nha coulianca para indiscrelamente lavar a .miren,
e deste ao prelo t nao leu o nDiaiio de 20 de a-
bril prximo pastado, o Barros que astud. prepara-
torios no R.cife, para er doulor, lachar-me de men-
sageiro de calumnias, por Ihe haver dilp timplis-
mente, que o Alexandre 1. unes blasfemara, e nao
quena no cumulo de toa dnr acreditar mais em
Deot, por ter este decretado ab eterno o acab.menlo
de ludo quanlo lem espirito da vida sobre a Ierra,
e nao sentara seo lilho, de quem quena fazer um
doutor ? Compadre, eu communico-lhe as mais gra-
ves occurrenciai
.eudistricto forem encontrados ir.ueil.nd. depon nara pes "^IZ V '* Um' '"""" *
da. 10 hora, da noli., e te a r^^downprewdo ^^^"iK^LLf^'Ti.*!* qUe
da intendencia da mannba Pedro Csetano Martin, I LdXr 't fe^ ", 2 T" m'l"u""'0'm" "a"
foi faila em virlude desla ordem. auuiiero 01 faclos, nao ot detfiguro, e nem lio pou-
cahio tmente s.bre a^on, lusa do parecer, isto he,
sobre a nao .niii!B1iJK., ao procetio.
A principal raTlo em que se fonda'ra a coromit-
CAMARA DOS SRS. DEPITADOS.
SESsAV EM (i DE JUNHO DE 1857.
Presidencia do Sr. risconde de Baependy.
A hora do eoitome, feita a chamada, e a'chan-
do-se reunido numero legal, abre-ie a ai.sao.
I.ida a acta da .-interior, he approvada.
Coroparecem depois de aberla a sessao, os Srs.
(.Uillo, Vinalo. bario de Camar.gibe, Reg Bar-
ros, Marrondes, Flavio Clemenlino, Carrio, Dantas,
llennques. bario de Porto Alegre, Alcntara Ma-
chado, Perderneira. Antone. de Campos, Araujo
Lime, Barbota da Conha, Belfort, B.andlo, C.lhe.-
ros, Jaguanbe, Jacinlho de Mandones, Tosc.no Br-
relo, Brelat. Fauno, Barbosa. Barrot Pimenle
-..?f" Prin"'T0 Secretario da cont do si
espediente
sao consista em que os enmet anuido! ...mente po-
diamier clast.Ocadosnos arligos 139 a m do cdigo _
penal, cuja pena a iuspenslo do emprego ja m,J'p" "' '':' d* 'Perac,,., occorridst na seccao da
.pre.id.n- '" ".de pi,pl .B,,"d- ''" main Viudo.
Lmofficio do ministerio da juslica, incluindo o
reqoerirnenlo que 10 mesmo dirigiram os continuos
oa retaran da provincia do Maranhlu, pedindo ang-
den"!". ordenadoA' commitsao de pentet e or-
Dilo do Binliterlo da fazenda, acompanhando o
nlo era e.eqoivel no rea. que uao era mais preside
leda provincia.
2." Que a qnestao por tanto foi uuic.meate re-
dowaa ao.. termo, do arl. 28 da constituirle,, nao
versou sobre o arl. 7 g 1. do qual se Ir.la agr.
Que urna deculo da cmara dos depulados so-
bre o exereicio de orna allribuijao, exclusiva qou-
o aotaeu, membros, que. Ihe ua o arl. 28 da cons-
iiiun.-.aj nao p,le eslabelecer precedente para p es-
ercicio"da atlribuicilo exclusiva que o art. 7 I i
da meama conslilu,$lo di ao senador e vice-ver.
1. Que tendo iieceitario paca que um prece-
dente proceda, que se reproduzain o mesmo caso e
a, mesmas circumtlanrias, nao se dando idenlldade
nos dou, de que ,. traa, nao pode de modo al.um
a volacao que recabi. sobre o parecer citado consti-
tuir regra para resolver o catu presente.
De haver a cmara dos depulado. re.olvuln nue
conlinua-se o proc-sso de om depulado que- o
Ma era ma... n.lo se pode concluir que o senado be
compelenle para conhecer de deliclos de um depo-
tado, que o nao be mais.
e E a este precedente, quando o fosse, s*e pode-
rla opporaiulro mais runrludenla.
Alguns cidadaos. que eran, depulados. foram
compremetlidos durante a legi-lalu
,|.ib le\e tusar em I'.rnaml.uco, er
~u-iprj'n'"a '"""'"'a0 "e orcamenlo.
Dito do me.mo, incluindo o requerimenlo segui-
do de nforirlacoet, em que Manoel Jos do Ama-
ra! el unhj e-trivlo da descargada alfandega da
capital do M.ranhlo pede um anno de licenc. com
12.a 52a "J"1 ,ral" de e0' ande.-A' commi.-
tao de rateada.
l'm requirirnento do official da secretaria da mes-
ma cmara, pedindo um. gratificarao porte adiar
encarregado da contabilidade.A' mata.
Slo |i ios e appmvados os teguinle, pareceres :
' 1.. i' "-"''le du primeiro regiment de cav.lla-
na Goriherme Vicente Lborl, i.odo oblido baixa,
101 erar na class. no, escrivae, da armada, en-
teu.iendo porem que sua nova posiclo nlo offerece
vanrigem nem futuro, requer a cmara dos depu-
tadot que o proteja, mandando que ell seja admil-
lido em qualquer dos curpos de infamara, ou ca-
vallaria do exercilo no posto de alferes.
A oifmaiissao de marinba e guerra juica que o
req.iU-imci.lo do .implicante n3o pode ser deferido
l ac da cmara dos depuladot, 5 de junho de 1857.
1. m. da Silva Parando,.j. Vellora Pedernei-
ra.Antonio penlo da Azevedo.
snlo esl'belm7m^eV,,.ril!ei'nP" l2!i,!lC? ''* m "
qae.leve liwea em Pero.mboeo. en, 1848. Deixa,, reram etiWa iZ!lE!$l? ''n.mbneo reque- veda para etm.l.r am pr.joilo da raciod.de.
do. ter depulado foram jugados e proce-sado, actlv ,155L nacb,.^ "", ","C* /" "* ~ Sr- 'bdele.ado de S. Jo, acaba de ap,
ne i"'" cmmum. desa.iend.d,, eiceprio de in- ,.|0 p,rt'Br,i,T\ \ *""!! """"" hendw "Pito a roa dos Peaeade
compelenca .'qual recorreram. lecUnento^ E''' 'e A eotamfoao de mariuha o guerra be de pare-
> requer qne se ou..a o governo .obre a ron-
;niencia desla medid.
.,1'aco da cmara do, deputado,, 6 de junho de
m/.-J. M. da Mlva Paranho.'J. Velloso Pd.r-
lesta ordem.
1." Quaes as providencias que leem sido toma-
das para conler e punir esse funccionaiio.
" "*' Se he exacto act.a_r.-se preso na fortaleza de
banU Croz, em culpa formada, desda o de abril
de 18.55 at hoje, o cidadlo bratileiro, natural da
provincia de Minas, Dellioo Teixeira de Jess, qual
o seo crime, e se se mand.>u respontabilisar ulo-
ridade que por lanto lempo o tem couservadn preso
sem culpa formada.
o 6.- Finalmente, se ot Ire delegadas de polici.
do municipio neutro recebem vencimenlo, ou gra-
liheacdes doi cofres publico,, e em quaolo moul.m
essas gralificasoes.F. C. Braudio. o
Entrando em discusslo o requerimenlo, lira a-
qoelia adiada por pedir a palma o Sr. Pereira
Piulo.
ORDEM DO DIA.
Discutslo do parecer da commisslo de poderes
que reconhece como depulado pelo dislriclo elei-
loral da provincia da Paralnba do Norle o Sr. Fi-
linlo Hennqoet de Almeida, e supplenle o Sr. An-
tonio Manoel de Aragao e Mello.
O Sr. I'iriato combale o parecer, termina man-
dando a mesa o seguinte requerimenlo :
. Reqaeiro o adiamenlo da discus-lo at que eja
presente a cmara por intermedio do governo copia
aulhenticada qualificacao dos votantet da parochia
de S. Jlo.Virialo B. Duarle. ,. He apoiado a
entra em discusso.
Os Srs. Cm; Machado e Paes Brrelo oppoem-
se ao adiamanto,.concordando em que a validade da
eleicao do Sr. lelintn esl sulliciei.teniente de-
monstrada.
O Sr. Baplisla Monleiro sustenta o requeri-
mento.
A discustlo fica adiada pela hora, e o Sr. pres-
deme encerra a sesslo, marcando para a ordem do
da seguinte
Primeira parte.
As materias anteriormente designadas.
__ Segunda parle ,'.l I hora;.
Discusso do projeclo de resposla 1 Talla do (l.rono.
Levanta-te a sesslo i 2 e meia horai da Urde.
PERIAfffiilC.
PAGINA AVULSA
WWSE USU&l
A reincidencia, de cerlos fictos d lugar a qoe
mudas vezes se ofTra sem que o reincidenle posta
queuar-te de qualquer resultado mi qne Ibe possa
provir. Consla-nos que alguns catxirus,se hao ce-
lebruado as canuadas qoe te fazem no cr-
relo por nccasiilo da di.lriboic.lo dis carias dos
vaporas, caa.oada. que no. coma alcuma. ve-
ze. lem sidu prrjodiciaes a alguem, e pela, quaes
muda, petsoas, se esquivan, de ir ao metmo
crrelo. A administrado do correio he como a. mais
ama repartirlo publica, que deve ser respailada, e
se as nutra- o slo, porque asta nlo ser lambem
be porque alguem emende que ella nlo deve ser le-
vada em conia, com o qoe moito te engaoam. Por
vezes vanot disturbio, nos consta all te ler dado,
resultan l espancamento.e alt mesmo laiigoa. o qoe
em verdade bem desacredita a mnralidade do nosso
seculo. Em urna de nostat Paginas noticiamos que
o Sr. administrador quereudo dar devld. impr-
tamela a reparliclo, lomara as necetsariai pro-
videncial paraqua all faite respellada, e nao
se reproduzi.se me.ma .cena que leve locar
em diai do mez pastado por occ.siio da dis-
tribuirlo d.s carias du vapor inglez Medicay;
mas ea.a nolicii bem longe de ser aproveitada pelo,
motore. da. cassoadaa, foi detprezada, te apr.sema-
rtm no da 2 do crrenle por orcasilo da dislriboi-
Jlo dat carias vindas pelo vapor inglez ^ron. oslen-
lando o mu bom gosto, e desenvolvimenlo para que
fosse perturbada a ordem do ..rviro, o que den lu-
gar a que fottem preto, pela polica. E rteverlo ai-
>es senhores se quixarem de alguem Deverlo lachar
ao Sr. administrador du aoslero '.' por certo qae nlo,
e ra nm de tua, imprudencia!. Sirva, porlanto, de
exemplo o que Ihes tuccede pira que muros nlo te-
nham de pastar pelo metmo di.sabor. Quem nlo qui-
zer ser lobo, nlo Ihe viita a palle.
Nao ha paiz mais frtil, e mais abmcoado pela
mo da nalureza qoe o notso Nlo pareja islo orna
ban.lid.de, nlo ; pus estamos pisando sobre ouro
e dinheiro.: o nosto terreno he o pr.ineim do mon-
do. Na Instalen-a as batatas dio depois de seis me-
zas de plantadas, em Peruambuco em seta semana,
planla-se e colhe-se hlalas inglazat. a tao bellas
como nunca deram as ilhat brii.nuicat. OSr. John
Donnell, pmprielarioda liba de Sanio Ale,10, acaba
de colher do seu piando de bat.lat o mais bello re-
sultado possivel : planlou-as, e colheu-at ein tete
semanas, dando, orno disse elle, como nunca deram
em Inglaterra. Vimos ligninas deltas, e podemos
asseverar qoe nunca a, vimos lio bella,, e nem mais
boros.. Parece que muilo breve no, emancipa-
remos dat Ltalas da velha Albion.
Alguu, senhores acadmicos haiano, b.nque-
tearam-ie no dia 2 de julho em conmemorado
osea A. .4i. ..... .... ...
- pou
co trato da vid. privada, anda que o Ul Barrot cas-
cabolho com sua forle peuna moleslou-rae, enxer-
gando ene deleito.
Em abono da verdade, man amigo, fiquei extre-
mamenle aflicto, porque deixando de ouvir a com-
padie Xiquinho, patsava lambem a ignorar ludo
quanlo se desse na comarca, e seria Vmc. o colpado
por ler levado ao prelo o que discretamente Ihe
confiara.
Nlo se afflija, compadre! Ihe dista eu, qua o nossa
Barro, nlo se ollrndeu, apenas quiz mostrar teu ar
de corpo, e quanlo peta teo genio, e masmo duer
que teu prente Alexandre era majur (sem paleiile,
da exlincta guarda nacional ; pois elle deixaria de
conhecer que a menina porque eu noticiei a.us sen-
limenios, nlo quiz nem augmentar tu. dor. e uem
molesla-lo quando me fora bastantemente seusivel
seus padecimentoi cooraei, (iiialmeute compadre,
deixemos de cavaco, enteuda o Barros como quizer
qoe nlo trepidaremos em nc.sa rarreira. Entretanto
passou o compadre Xiquinho a dar-me conla minu-
ciosa de ludo, anula que desla vez fallo da novida-
det, mai lodavia per..-Ihe segredo duque oavir para
nao incommod.r ao Barro..
No dia 3 de abril a morte com sua fouce magra,
porem agujada, desfecbou o cerleiro golpe, e levoo
sepultura o comm.iidanle-supenor Manoel Iti-
neiro Granja, deixando sua familia, e l.e.n que ja
creados seus filho,, entregue ao pranlo e a dor in
pace sepullis. II. 4 de maio leve logar seu ollicio
solemne na malriz de Cabro!,.',, .onde tepullou-sc, o
aclo rtii hatUnleme.ile coucorrido, assi.liram ot pa-
dre, do Ouricury e Boa-Vitla, recilou urna oratao
Tunebre u vigano da.b, que talitfez a todos osetpec-
tado.es.
O 111 jar^vago do commando superior, meu amigo,
lem sido lao ambicionado, que umita gente se lem
remechido, o Carvalhu e Domiciano ja mandaram
positivos .o Recife, o Dimas nao se conliou em por-
tadores, parti a galope, ignora o compadre Xiqui-
nho, se a galope cl.rg.ria ao Rio. Tambero iao pre-
tndanles o Alvaro, Manoel Nones, |)r. Miguel,
Lustota, Roque do Ei, e mais alguem qne furtiva-
mente se tem acunbado. Ile-la vez o Brandlo se
vt abarhadn, lano, sio os pretendenles, quanl.s ai
e.rlai que pejaram o correio com direcclo a corle.
Soinrrou com estampido geral desde a Sirra do
Araripa al at margens do rio S. Francisco a Hornea-
rlo do Roque do Ex p.ra delegado do Oaric.rv,
quando alie acreditan, que nov. er., o Campoi seo
novo amigo Ihe havi. deparado, quando mesmo ja
ameac.va por em pralica planos diablicos, concer-
tados entra seus predilecto, a mi os Campos e M.r-
cal, eis que vem a Ivranna demi.san alir.-lo ao do-
ro ledo, cojas garra, esraimadas deixam ver a ro-
b.i'ia dentadura.
No Cabroh, Boa-Vista, Salgaeiro e Ex nlo se
tem dado depoi. de minha ultima, coo.a digna de
commemor.r-se.
Em Ourioury, no lugar Cravala', foi a-sassina.lo
aro lal Hlippe, e o innocenle percorre (oda a vixi-
nhanca blasonando de quauta faeilidade apunhalon
toa victima, e o prociao cifra, e sem duvida ira'
timbera etse p.ra ai paginas do e foi o qae se devia instaurar pala monstruoso uss.ssi-
net do infeliz que a p.lrulha recrul.nla envergou,
.1, porque fuia de ser ssiassinadu, o os assais.nos
continuar,, a formar parta .las palrulhas do sobde-
legado de I,tinga, e ludo, meo amigo, porque pro-
cesso. de usaos nlo sa lira.
A demistao do Roque causn amargos sabores a
sem novos amigot do Ooncory, a lano que ai ma-
nieres doi novus allimlos, e al mesmo viovas bola-
ram tolo.
A proposito, lembrei-me do Francisco Pedro, que
etla advocando, e por conseguinle cora as almat de
seot rresuetes, e chicana-lhes ai causas.
O invern nesla comarca foi mao, nlo livemos le-
guraes, estamos appellaudo para a, pianlacdes das
vatanles do S. Francisco, que lem etlado optimat, e
al* presente vamos roendo 01 do anno paitado e ja
berc raros. Em abono da verdade, meu amigo,
quando ha eicas terloes, o. usurarios til reconhecem como Dos o di-
nheiro, a quem Iributam culto, e Ihe Um toda com-
placencia.
Desejo-lhe bons patacos.
O Boa-Vttlano.
Illm. pV. Or. Kelippe Nery Call.co._Ap.na. n.
pouco rcianeleciilo de um cr.te incmnio o q8e
Jollri, modo ienivel me lo, ver nm jamai. a con-
tinuado de oma polmica, una eo jolgava termina-
da, ao menos da parte de V. S., com a toa*. o
Sr. arcebitpod* U.hia. Memo qualquer irt.lig,.
ctlo me parece agora man... propri. do carcter da
V. S. a dai lio, inlences com que e.loo ronvanr.-
db que enln.11 na lula. Se. pois, da algum peto po-
de ,er para V. S. o ineu Iraco parecer, aranto, .
de peco que d por terminada da ,o. parle om.
Ola em que se poder luppor qOe eniram malavo-
M int.noiees da peiraii q.. ,., .a alimanlan. .. m
minga, a violentat aitercdea pelos jornae.. O rwr-
la.lo, da.ta, o Sr. padre Joaquim I ei rer, dos Sa.-
to., mellioj e.peudera' a minha upima,, a lal re-
pello.
0 incnmmodo que anda tofiro, me nlo permita
ia* maiteitanso.es,. me contena qoe attegora a
8 v t"" con",ralo cm que son
le V. S., .migo affecluotn, venerad... a .-no
Padre Franc4sco Jos Tarares da t;ama. I
' ) Rvm. Sr. padre Gama, provisor da.ta huma-
do o qual lem -invernado por ddlerenles vetes
poSum acto eipontaneo teu, faz atura jaslici arri
pu .Ucu a 1 boas iiiiences com que enlre ia que
to decidida ahnal em meu favor palo Exm V
are'hispo d. Babia.
1 ribo lando profondo respailo o acata-, rica a
pes oa veneranda do virtuoso Provisor detle huma-
do, a cu,, prudem-ia lodos em aaral l./.m io.t.r.
protnelti ao Illm. Sr. padre matlre Ferreira da. San-
lot.i por quem Uve a honra de tar entre..,, o caria
acini. referid., que nlo respondera mal. a nenhum
imI inauio! domen.-1v-.rs.rie. roas qoe jola...
necbttano duer algum* couta mais .ubre ,,u-.i.l..
v.stji procurar anda ell. e.ireda-la, alleginv. que .
entonce pronunci.di palo Exm. Sr. arc.bi.iH> rr.
dad. tobra quetlO'i formulada, por mim, da ma c-
enlo sobre .s propotiSdet par elle enuncia 1.a em
o_ae|i duenrw. bem que alo tej provavel haver um
so homem .ensato e de boa f qu. em tal acredita
VI8I4 a recouhecid. prudencia e sabedona de lio'
ditllnclo prtlado.
C*mo com eff.ilo crer, que S. E.c. o Se. .reabls-
po, (lo cord.lo, no tabio, lio prodenla, pronuncias-
,e ama (nlen;i coodemnalo.i lubre materia la,,
imprtanle, outm.li,
unime na a unu dai p.r-
lei, ou qoe leudo li.lo o discurso .cena.dn, nlo vt.-
.e que a. qaestOes formulada, nlo eslavam da har-
mona com s do.lrinat nelle conlidat
r*.iil'E,"'-a",bme"ea ae .tan. da commiirto
por elle no.neada 1. quedes formulada,, ni r.n.
qu. Ihe foi dirigid, sem natas f,.,r oeiihonm alle-
r.iao, foi porque vio que rasoraiam fialmenle o
qua no discurso tedizi.. Etle ha, tem du.id. .,
pensar de lo,.. ai pessoas arn.at.. a da boa fe. fin
grande b.ordo pur si metmo refol...
u i, n '. .V. Cotlaro.
Recife 3 de julho de I8.iT.
Sobff amanha. .na a comediaCltima earia-
bell-stihia comprnicao do arli.l. dr.madro Aua.ttn
de i.acer.l, em coutino.cio dos Uimt muarfa,.
na>
clo dos Uout mundos.
rsinguem, por cerlo, que .preciou e.t. nllun
dera delx.r de querer ouvir e ver a que agola vai
scena. Quem se interessou pelo infurlunio de Fer-
nando ua Mica, .e enra.veceu coro ., cvni.ruo do
metlico Reabra, apreciando o cav.llairi.rno a ami-
zade verdadeir. de Francisco, nlo quera,., p.t,r
de ver os bros do pnmeiro serem recor.peus.dot
os mao. modo, e o desapego d- umpallua, do ee-
gundo, pelo dinheiro 'eatl.gado ;"e a verdideira .
leal am.zade do ultimo pleu.roeule rel.ibaida po.
aquel!, que. em pnncipio. er. perdul.no a loio.
le em resumo do que exprime a Cornelia que so-
be amanilla. Anda um. vez he repetido o vao-
deville Por causa de um algarismo.O bello pen-
tamenio do autor a a coinprehensa a.lraordijin.
qu.l.arec.b.doelle, eaplivaro a altencl... O .sa-
cTiiu-o com su.t fejde. de telho e enionho i.ba-
qui.l., e sua velha ruca sotaina. cantando em Me.
.0 su. vida de 6arfal0; o .pr.ci.,,1 ,.,.<,,
emendao de prol.sslo, chupando seu cop.zi. de
l.r. em hora, e u, mlervallo. tiendo a batana..
sola, atlrahera-no. a vermo, e a convidarme, ,,
apreciador do que ha bom a irem Ve-lo.
Qu a companhia he boa,
binguem pode duvid.r ;
K os artistas .. asforr un
Para o publico agr.d'ar.
Concorram com .eu. cumquibus,
A j,. lamn compaahia,
Pastando mai. e.la ooile,
Em grata e bella folia.
Citar d
aqu
A
CMARA MUNICIPAL DOHECIFE.
SESSAO OKDIMARIA DE 19 DE JUNHO
DE 1857.
Presidencia do Sr. Reg e Albumicrque.
I retentes 01 Srs. Vianna, Reg, Franca, e .Mello.
abno-tea sesslo, e foi lida e approvada a acta da
antecedente.
I.eu-te um oftlriodo titea! do Recife,dizendo qne
da dala da sua ultima participarlo al agora, nada
llnhl occorrido na freguezia digna de rnenrlo, .1
excepclo d'alguma, infrarces as posloras ," cujas
mullas a ieal,ar-se imporlriam na quaulia de 5-VJ
rs,, e que estivam hilando com iflicold.det na l,m-
peza ;as valla,, que conduzem para a ra do caes
do Apollo.loteirada.
Kjft lia vendo nad. mais a tratar, levinlou-se a
tessao.
esse din, dia que ot Madeirat e os Koivot exp.ri- Ku Manoel Ferreira Accioli, .ecretario o eirrevi.
menlavam at onde pode cheg.r a bravura de um ~K'ao Alnuqoerque presidente. Vianna.
Franca.Reg.Barata d'Almeida. Mello.
povo, que nlo quer ser escravo. A' noite percorre-
ram em ordem alguma. ras da Bo.-Vi.la, com ins-
trumental etc.
L'm Sr. I)r. em medecioa nos pede que cha-
memos a adencao da polica para um IU.II0, qoe
anda pelas casaa, e lambem na ponte da Boa-Vial.
IU3PABTICA0 DA PCI.ICIA
Orcurrenciat do dia 2 de julho.
Foram preso, ; pela tubdeleuacia da freguezia do
Recite, Damia.) Ferreira da Silva, e l.uiza da Con-
peaindo e-mota-, estando afleclado de ulceras boba- i ceiclo. tem participara...
deas, que slo contagiosas por minia, forma,, a que | w P*le subdelegada da freguezia de S. Anlnnio,
elle asexpoe villa publica para mover., cuu
A polica deve reculheresle infeliz ao hospital, nao
O para livrar a raciedade desse mal, como porque
nao leudo elle a sua cnsliluieao dragada, pode
inda ficar bom desse padecimenlo. de que se apro-
prcrcdimenlo soppe a inlelligencia da
conitilnirao, qne a comminlo adopto.
Esses cidadaos oceupavam urna pusi.an poltica
importante, eram mui eonhecido. c reiaciom das.
>.io poda semelbanle fado pasar desapercebido.
1. Pode soppor-e que as cmaras legislativas se
conservaeni silenciosas e nao empreg.s.em o. meioi
ao seu alcance par vindicar um privilegio lao im-
portante, n entendessem que durava, ainda mes-
mo depois de finda a legislatura Aquelle proced,-
menlo constituira a Dsurpscao de urna allnbuicao
do senado, viol.clo patente de um privilegio
dado pela constituirlo 10 depulado.
.. Se a queslao versasse smenle sobre a appl.ca-
Cl especial da queslao ao cara do reo Manoel Joa-
quim Pinto Paces, seria fra de duvida qne o icna-
1857
I neira.Antoniu Peol,, da Azevedo.
A committao de marinba e guerra a quem foi
presente o requerimento do coronel reformado Beta.
lo Jos Lamenha Lina, que pretende se Ihe Conce-
da urna pensao pelos seus ,servcos militares, e ser
passado no mismo posto p.ra a primeira clas,e do
qu-dro do exercilo, carece, para inlerpor o seu pa-
recer, que seja onvido o governo pelo ministerio da
guerr. acerca da dita preleuclo ; e qoe u suppH-
raiiieiunleaoseurequeriminlo a respectiva fe de
I c
re.
._ um
grande barril. Esla plvora eslava em um ridiculo
quarlinh,,, contiguo a c, zinli ; linha grande pr-
rao dalla derramada pslo chao, c o barril nao linha
lampa Ora, digam-nos. nlo eslava a roa dos Pes-
cadores e mudas outras ronligoas voladas a sallarem
com lal m,na junio a ti i Dizem que ae homem
vive de quebrar pedrea. He mitler minia energa,
muda actividad, para acabar-te com semelbanle
trafico, alia.
mais peroinou e prejudicial, que o de
A ULTIMA CARIA.
d. m.e' "?'0 '"*" *m'nhi- *n. no Ihaalr,
de sania Itibel om drama de compoiicl. do Sr. A
de L.cerda, autor dot Dou, Munuis, qua ,.,
fot1 repretenledo e grandemente ippliodido.
l.llima Carta he o desf-cho do enredo d.<
uuu, Mundo, : nene drama moslr. o autor qo.l o
Mundo,t""""" H'l'.l'll qe figoram ncVoo...
O publico que ficoo .aspenso no final desle dr.ma
a. ainanhaa completar a .ua ide. ; queremos diz.r.
vai pronunciar o complnenlo do pemamento do .Sr.
Lacerda, por .11, ia biamen.e deMn.olvi .0 : ,.,
K.r.7d ,.'0r,e de D- Co|aa. d Se.br.. de
remando, ale, ele, ele.
A lingn.gem bem eatlig.da, o eslvlo cha., a ..
metmo lempo bailo, o modo enm qu.-. ,0,r pilll0B
coro at mai,, fin., ,iva, r,,re, trit{^l,_
lH'7ul" art.sHco, corrupto de om, e .s vir-
lude, du outro fotam com igual eterupulo, e o tnef-
mo .p.r.do posto arapragado. na intima Cari:
h., /" ,'Ui' d" e*t",tr- au "'al eompa-
*'e,""e de "'isf.xer ,os inhales do puhl.c.
emdar-lh. a repre.enl.cao detle dr.m.. am q...
r,:,X.,PeC'" ***- P.rf....m,n,e
1 1Si",.1,,!.^e'no,, Dre*cn'r publico raxendo nm as-
illo h" S Peta ; ,eria ,ir,r"' tod'
illuslo, qu. deve, e pode produzir.
nando pode .juntar forlun. ; eom etle a Se.b-a
mulu.men.a ,. guerre.v.m,' o m.liv. pal. q, .1
elle, em um mn.nl.. em qu. ,e acb.rr q.. .
dToTamigor reCOnC'""D- vtda-
Julgamoi Mr esta a occ.iiao mais propri. para
...ai. feslarmo. quanlo ..mimo, qe te. arti.t,.
n^..rfw,,lM0 ,UdUS -'". iVS:
mo s.cnhcio. par. agradar ao public.; laul.am ..do
os a ,, ,em medido b.m a. ,0., fores, a f.,l.
asclh. de pee., que a. nao exceden, a. q.e. bao
a nac,rH""Pe,""di" nU" Dem- e 'P~>n. d*
a talla de concurrencia. -
Queremos ihealro, ijuer.moi e.perlacul. !-Ab.e-
m,,Jl de'*10 de divarlimenlo. o, c-
ri oc .n.d Va,",S,.....*** "' "'I'""'
,au occup.da. ; pelos c.ro.roles .pena, annurcl
rar, nantes in gurgile casto '... P "PP'""<
sei.mo. mais .inceros : ., de^jamoi ler em ,,0-,
nn.' ;.?""""" b"n, -'ulo,. he ,u..
qu. e lend.mo. mao protector a aquelle, qua .cra-
n.n1 u tT' f"1""" "'""" enlieam
para t.tisfazer nosso, detajot.
Couliaraos .ttaz ni g.nerosidade do publico, a p,r
so cremo, qu. de or. em dame veremo. .alnf. |.
nosios deteju, e cornado, os etforc., e trava. .acu-
cio, dos noo, arl,,!,,, qu. af ha, lomad,, rreddre,
ass.ro da nos,, eslima, como da nos,, decidida pro-
J. M. .V.
Jos Joaqun Pereira Vianna, para averi| acss po-
de,aes em crime de furto, Francisco das Li',i;Hs de
Souza, Maximino Antonio Hamo,, Joa,. Evangelista
Antonio Malhiai de Jesus, Mina Joiquma da Cnn-
ce.cilo, para correccao, e a prela e-cr.va Maria, por
MAPP.Wos doenU< tratad,,, na enfermara de
marnha de Pernambiirn do i. d- abril ao utlt- S*,,|hc.res marcbanle,
", de junho de IKjJ.
----------.--------------------- .. p.. j...... 101, auc U JC
a/nconos, apez.r de que dizem por ahi que Rra-
sileiro depoi. de roobadu lie qne tranca a porta. An-
tes, porm, larde do que nunca.
Visitando o rollegi. de Sanio Andr, ha alguos
mezes. fundado com esplendor, nesta cidade. pelo
activo e zeloso profesor o Sr. Andr Alve, da Fon- I juho de 187
Saca Juoior, nao podemos deixar de mencinna.u r |'a"" ae ',"
mo um foco regular de educara, e illrucTio, que I Joaq'lm1'!^".*' **+***.

a c -


Sa c r.
l
S 10


= g a ~z
IZ


r. e

T.i 1 21, 103
EJ'rc,rn'i.n-a-'le m'".....'~'<<- Pernambuco 30 de
Cirurgiao da enfermara.
.SrnAorr' redactores. Q, arremtame, do tn.l.-
sidi.. provincial. de.,,.a0 ,n,||10r am lu,,,,. '
foniacimenlo da carne verde, lem internad.. for-
maClode uma eompanhi. com ranrint* .ullin. ,,>
|,ira e,.e ramo de negocio, de form qae te h.rn.n-
m.a o iriler..te do, tenlmret ht.aa.lra. rom a eco-
noma do. consumidores, e desla forro, concoirer pa-
ra o ham publico e da popul.c.lo de.ta muir.,.,., .
m.lir.iram a circular que abat, -ago.
narcliaule, e o faz por a.le mo.l.. .
qualquer net.es senhores a quem por cm sslo na.,
losse dirig la
l'irrular.
Illm,. Sn. (ls arremtame, dotubilio p.n
viucial do mun.cipin do Bec.fe. rtatej.ndo r..r..r*rer
par. o melhurameulo do I .rnerimenl.. da carne ver-
de a pnpiilarao deste cidade e teut suburbio. m-
lendun formar nina companhia nana lando, MHki-
enle, para o manejo desla negor.o. a d.ir-lhe t c\-
pan.ao e melhor.in.nlai de que for suscri.livrl pata
ess. li, desej qu. lodos os senhores m.rrh.nle. -a
liguem a retena rompanbi.i, e convidan a VV S
pata lomar parle na leumaoque hade ler lagar n.
da 1. desle mez, na ra.a da ,a A. C.dea da StnS.
Antonio n. 1.1 d .., Cl.ud.o Dubauv. pcl... ,| hot..
(1 Fui Hulori.ado a publicar etti carli !t *,Tir.
julgasie conveniente.

MUTILADO
ILEGIVEL
-:




DIARIO DE PERNAMBUCO SABBADO I DE JUT.IIO DE 18.V7
da larde, nfim de-alii se disrulirem 01 inleresses da
cempanhia.
Recife 3 de inlho He 1857. Joao Carneiro Ma-
chado Kios-----Claudio Dubeu.Joao Baplista Fra-
t,,a- ,
S>n/tori redactar. Aeha-se no deposito geral
desla radade orna eserava uiioha de eome Filippa,
crenla, de idade 25 anuos pouco mais ou nieuus, que
roe Tora lirada de eass par um tal Canha, a quero
nem conhe^u ; e para que nflo baja engao, e nem
prejuiao'roeu, declaro que esta eserava me pertence
por que tenho della Ululo de compra, e por lara-
bein ser depositario della por ama penhora que da
fazenda soffreu meu filho Manoel de fiaros Acciuli
aoderlei.
Recife 3 de julho de 1857.
Antonio da Silva Aecioly.
Rendimenlo
dem do dii
CONSULADO VROVINCIVL.
do dia 1 a 2.
8:8163305
4:99l,il-.29
'3:810*731
BULLETI.M.
LIVERPOOL 8 DE JUMIO DE 1857.
/nipor/uriio.
Livres de direiloa para o vendedor.
I'rem.
Men amigo.N5o pdeme* delxsr de levar ao
conlierimenlo do publico a roanelra porque um ta
vio de hnmena desalmado, semelhanlea a aqoellea,
que as eslradaj armados de punhai, e piallas as-
aallam oa viandantes, e Ihea dizem : ou a balsa, ou
a vida !
Cuno gaoha um goarileiro um conlo de res ein
ama pequea bolada, eenAo monopoliando lodo o
uailo.que vem oa e-trailai'.'
Como ae nflo telliar* carne verde ao pobre povo
a 16. 18 e 2o, quaudo, os seos espas todas as sema-
nal vao no encontr do gado, e compram-o todo a
00 e 25, e cbegando na (uarila infernal o vendem
a45 e 50 por cabeca I... lim s>uanleiro conhecemos
nos, qoe ganhoo ein orna pequea boiada uro coolo
de res !!!!!! Apode havemoa parar ? C me
solfrer o pobre povo laota barbaridade deaaea san-
guisugas, sem poder olhar o governo a esle|impassi-
vel po ler-se a lolerar uro monopolila, um amigo
qu.iudo y gado chega ao maladooro lein passadn por
mais de 8 revendas.eis porque leinns rsrnejila 89OOO
e o qqe fa desaliar isso, he a falla de laia na carne
verde. Se nos fm nial com o contrato,maito peior es-
tamos presentemente ; o contrato linlia orna res-
ponsabilidade, e foi mollado, (pareciam, porem que
responsabilidad linham esses desaliados, que ala-
ran) todas as semanas o gado logo,que sabe das por-
leiras doa criadorea por 20. e veem eapalhando por
lodo o camiuho, que a feira he pequea, que apaas
vem 500 e 600 hoia, com eisas esprtelas de ratos,
chtgam a Guanta, relalham ah o gado a 40, 45 e
50 e mu !.., O contrato lulon com a crise do cho-
lera, houve mesmo alguma falla de gado, e sejamos
fraoco, ja por lim o euntraclolse vio a|braces com o
monopolio dos alravessadorea ; porem Quid Inde ?
depois se lalhou pelos piejos cavennonados, e assim
nao somos nos o que roais abosamos do contrato pa-
ra a carne verde, o qoe he preciso he lino, e a ma-
neira de ae eslabalecer o conlralo, e a base fun-
damental desta oa boa f doa aseles.
No dia 11 110 lugar Marrado foram a casa de lal
Filippe (res descoohecidos, e levaodo-lhe um ca-
vallo e cenio e tantos mil reis, e quaii no deiiam
ao pobre Filippa um snrrflo.
Desde a ultima vez 'que tive o prazer da o ver
pessoalraenle, s tenho visto o typo db seo jornal,
ora isso he muita ingralidaa, e parece-me que devo
ser nip-mni-.i 1,1 ; eu tinha fado proposito de nio Ihe
oscrever maia.porema muita carne verde que temos
comido n,1o nos. .lem engordado como espera vamos, pe-
lo contrario (em nos cnplilisicado.e bem v.que quati
lodo o phtisiro he parlador,muita culpa tam os ruar-
chantas, se eli-i na\i fnasem a Gurta a cousa corra
bem : logo fallamos a respeilo.
Tem-so desenvolvido o furlo de cavallos coro es-
panto, e a maior parte deeses cavallos furlados vao
para ahi ae veoderem, ale poneos das furlaram 20
cavallos ao nosso compadre Vicente, e 01 foi achar
la na cochetra 10 Xut.e bem Ibes custoa tomar :
para o que gaslou quasi o casto dos cavallos.
Mande-nos diter pelo aeu Diario o que ha por
este mondo de meu Dos, que por aqu dizem que
o cometa ja arrasou sale cidade* !
Mande-me os meus Diarios. queja no pode
com lana impanziuac.no oseu amigo vellio.
JW.
Ilamb 1 dejulho.
(.'enero.
Algodo por lib. de Pernambuco :
Bom.....
Mediano .
Ordinario
dem dem da Babia bom. .
Mediano .
Ordinario. .
dem do MaranhSo, fibra longa :
Alcntara.
llapicor. .
Caxias. .
dem de machina bom ....
Mediano. .
Ordinario .
Assucar dem do Rio, brauco.
I.ouro .
Maecevado .
dem de Pemamimen brauco. .
I.ouro. .
Mascavado :
Idera da Bahia e Macei brauco.
Loare. .
Mascuvado .
Balsamo de eupaiba por % claro.
Torvo. .
Borracha por lina.....
Mediana .
Ordinaria .
Cabeca de Negro.
Sernamby .
Do Cear, pelles......
Sernamby. .
Cacao, por 112 libras:
Para bom.....
Bahia, .....
Cafe, por 112 S Rio 1.-' sorle .
Segunda .
Escolhido .
dem da Babia primeira sorle.
Segunda
Escolhido. .
Caslanha por 112 i do Para oov.
Sebo por 112 do Rio (ramle:
Boro e duro .
Mediano .
Escuro ....
Chifres, por 123 de vacca. .
Ordinarios. .
Ginzas de osaos por tonelada :
Branca. .
Prel.....
Clina por ; decavallo. .
de vacca. .
Cobre velho por i.....
Couros por g rio Rio,
Seceos de 30 a 35 .
de 20 11 i ...
de Touroa, 35 .1 40 o
dem do Rio Grande, por fl :
Salgados, de 65 70
de 45 a 50 a.
de varea i O a 18 ;
Cavallo aecco, 10 a 13
S. um.
dem salgados, 23 a 30
......
dem idem 16 a 20 S
dem de Pernambuco, Babia, Maranho e Para por g
Seceos alg., 26 a 30 S
S 3|4 d a 8 "18 d
8l|2d
8d a 81|4d .
8 1|i rl a Slil,!
8d
7:1,1,1
8 3|4 d a 9 d
8 5|8 d a 8 3|4 d
8 112 d b 8 518 d
8 3|8d 8 1|2d
8 1|8d 8 l| d
8 7|8d a 8 d
*41|a44[
40|6
38(6 I 40)
40|6 43|
39|6 40|
37)6 3|
40|6 i> 43|
39|6 40|
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1|5 1|2
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48| a 54|
44| 46|
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30| a 32|
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h d a 5 d.
27| a 30|
5 5t a 5 Kll
f 4
10 Ja 13 d
9 I a 1|
I01|2da10 3|4 d
nenluim do Para' ou da Babia. A ollim venda em
Londres foi de OII saceos do da Bahia 75|.
Cal.O mercado multo firme com una eonlinua-
da procura. As vendas duranle as ultimas cinco
emanas s.l de 1,790 sarcos aos preeos ae 51)6, SS|,
52|6, al a .771 relo do Hio lavado. Em Lon nes os
possoidores de cargas em viagern Millo pouco dispos-
(ns a realisar, e su nos consla da venda de uina '..i:.i
para um porlo rhpgadn, a 50|.
Gomma de peixe.\ quautidade em ser he pe-
quea, todava a procuraba diminua, e os pre;os
das nossas colac,oes sSo os das ultimas vendas.
Couros. Ifn lano desanimados. As nossas cota-
^oes s.lo nominaes ; para efl'ecluar vendas os possui-
dores lerinm de bailar '.d. por Ib. nos salgados, e
'id. por Ib. nos seceos.
M.11 lim.Neniiiima alterar.lo temos a notar nos
prejos que cutamos na nossa ultima.
Dada c passada tiesla cidae doUccife de
Pernaruliuco aos 25 de junho de 1857.
F.11 Francisco Ignacio de Torres Kaiidcira,
escrivo o flz escievar
ilnsdimu Francisco Pcrctti.
%knMsmnt9 $9p0tz#.
.Navio enna'ios no dia 3.
Lnboa34 das, barca portugueza "Gratiddon, de
-57 toneladas, capito Antonio Padilha Borges
Psslana, er|nipsgem 15, carga vinho e mais ge-
ntos ; a Thomaz de Aquino Fonseca & Filho.
Perfore a Lisboa.
Triesle58 dita, bngae sae loneluias. cap 1,1o A. E. Hamon, equipagem 12,
cama 2,000 barricas com farinha de tritio ; n Sa-
auders Brolhers & C. Pertence a Guthemburg.
>'avins sabidos no mesmo dia.
Philadelpbt)Barca americana stAzelia, eapit.lo
I. D. Davis, carga asaucar. Passageiros, Thomaz
Willma. Mr. Masn.
Aracaly lliale brsaileiro Capiharlbe, mestre
Trajino Antunes da ^osta, carga varios gneros.
Passageiros, Antonio Pe era da Grac,a, Galdino
A. I.u-lo-a e 1 criado.
Rio de JaneiroVapor inglez Avon, commandan-
te Hivelt
'&$*H. -
de 1857Antonio Garneiro Machado Rios,
administrador.
- 0 lllm. Sr. inspector da thesourarlo
provinial, em cumprimento
apa o /.
da resoluta ( sfigUB no dia 7 da junta da fazenda, mana fazer publico, recebo carga e passageiro-> : a fatar com
que no dia 16 do inlho prximo vindouro, Barroca <\ Castro, na ra da Gadea do He-
Reodioiento a favor da tazenda prove-
nienien'.e quer de multas impostas pela ca-
pitana do porto, em consaquencia de inl'rac-
q3o do respectivo reglamento, como de sel-
lo nos documentos que ella exhiba, tudo no
trimestre de abril a iuiiIio do 1857.
Mullas........46;000
Sellos........4005520
?46^520
- Itesumo das obras feitas relativamente
ao melhoramento do porlo, no trimestre de
abril a junho ullim Caes do norte.
Factura de 17,526 palmos cbicos ou 14115-620/rs.
1|2 bracas correles de muralha de aWenaris A arrematado ser fela
revestida de cantara, bem como a .le bra- provincial n. 343 de 15 de maio de 1854,
que no da 16 do juino proxi
vai novamente a piar; para ser arrematado
'a quem por menos li/er a obra da concl->s0o
! do rao do sul da casa de detencSo, avallado
I cru 66:005?720 rs.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesourara provincial de
Pernambuco 25 de junho de 1857. O secre-
tario, Antonio Berreiea da Annunciacf.o.
Olllm. Sr. inspector oa thesouraria pro-
vinca!, con cumprimenlo da ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia, de 25 do corre-
le, manda fazer publico, que no dia 23 de
julho prximo vindouro, perante a junta da
fazenda da inesma tnesouraria, se Da de ar-
rematar a quem por menos lizer a obra do
15.- lanco da estrada do sul, avahada em
cfe n.H.
na forma da lei
e
Leilao.
James llalliday <\ C, om liquidac,ao, fario
leillo por inlervetiQSo do agente Pestaa,
de um completo sortimento de ferragens,
miudezas, couro de lustre, e outros muitos
artigos para fechar contas : segunda fera 6
docorrenle, as 10 horas da manhila em seu
ni 111.1/1:111 da ra da Cruz n 2.
Oagenfe Borja, em seu armazem na
ra do Gollegio n. 18, fara leil3o de diversos
PROVINCIA.
Corre lioje.'
Os billietcs rubricadoi pelo abaxo u-
tignado i ettarfio expocto* :i venda ai<-
a's 8 e mcia horaa ra manhfaa.
/-*. el. Lajrme.
Na loja de Maia lrm5o, rita do Ci es-
po n. li.
A 5^000.
Superiores chapeos de rasemira o feilro,
chegados ultimameote : ven-lem-se por esie
mum.
sob as conds;0es especiaes abaixo copia-
das.
As pessoas que so propoierem a esta ar-
matagao comparecam na sala das sessOes
da mesma junta, no dia cima declarado,
pelo meio dia, competentemente habilita-
das.
E para constar se mandou affixar o pre-
&&VW9 plf
CAMBIOS.
Sobren Londres, 28 d. a 60 d.
Pars, 346 rs. por fr.
c Lisboa, 92 por % de premio.
t Kio de Janeiro, 2 por 0|Q de descont.
Aceito do banco 50 per cento de dividendo por cen-
ia do vendedor.
e eompanhia de Beberibe 60H0O0 por acc3o
e r u Utilidade Publico, 30 por cento de premio.
" < Indemnisadora.61 ole .
i 1 ih estrada de ferro 20 por 0)0 de premio
Disconto de lettras, de 10 1 10 por cento.
Acc,6es do Banco, 40 a 45 de premio.
13 da 15 d
a til
10dalOI|d
10 1|4 d
10 d
12| a ti|
14(17|
7| a 12|
Ourr.Oneas hespanholas.
Moeda de 6Si00 velhas .
c 6*400 novas .
48000. .
Prala.Patacdes brasileiros. .
Pesos columnaries. .
> meiicanos. .
ALFANDEGA.
Bendimenlo do da 1 a 2. .
dem do dia 3......
285 a 28*500
. 16:000
. lfisOOO
. 9*000
. 290O0
. syeoq
1*860
11:1669368
8:0o9j)238
19:2059626
espichadoa 16 a 20 ft (" d a U ,|- d
Curtidos 7 a 9 i -j
Molhadns salgados, 40 Sil
a 16 ... i
dem do Cear, Parahiba e Macei por 5.
.Nercis salg. 30 a 32 S. 11 d a la
Moldados o 15 a 50 %. 8 d
(.limaru por libra bom. 1|10
Ordinario.....
Jacaranda por tonelada, do Rio. f 15 a 10|
Bal'ia...... I5ei 18
Gergelnn, por quarlerAo. 60| a6.11
Piassava, por 2240 do Para n. 20
Babia....... 8
salsa parrilha por libra boa 1|8
Inferior......1| a 1|3
Tapioca por 112 Rio superior. 65|
Uruc por g do Para bom. 8 d a e 10 d.
Fandof e Cambios.
Fundos ingle/es.
Banco de Inglaterra (aceces) Por Cowl. 212 a 214
Coiisulidados. .
Reduzidos .
Fundos de .
Belgas. .
Brasileiros. .

Unain.irquezes
llespanboes.
I
Desearregam boje 1 de julho.
Bngae inglezA masnmercaduras.
Barca inglezaProaperobacal han.
Barca sardaPaulodiversos gneros.
Brigoe hamburguezJoauua Kalkmanfamilia de
trigo.
Brigue portoguezConstantediversos gneros.
Sumaca brasileiraHortenciafaino e charutos.
3 0|094ti2ayi5|8
3 92li292 3|l
. 3 l|i92 5|8a 92 7|8
Eslraugeros.
. 4I|2',96| a 98|
. 599ialOI|
. 4 1|296|a98|
. 3i| a 861
.....Iil|a42|
Deferidos 325 1|4 a 25 1|2
Passivos. 3."> \\-> a 6
.....2 l|26 l|2a65 1)2
.....4!lt| a 98|
3 22 112 a 2.1
t
4
345| a 46l 1|
5106| a 108|
4 l|296| a !I8|
fr.44-50 fs.
4 1|2 io91.50
369.20
Mel.ies preciosos.
Ouro em barra.....Por onca 77|9
llollandezes
B
Mexicanos .
Portugnezes.
Rssos.......
......
Banco do Franja acces'.
Fundos francezes.
IMPORTACAO'.
Barca hespanhola Christnan, vinda do Rio de
Jsueiro, consignada a Aranaga & Bryan, mamfesloo
o segninle :
2,718 quindes de carne secca, 16 pera de cabos;
ordem.
Polaca sarda Paolo, vinda de Genova, comig-
nada a Bastos & l.finos, manifestou o -eguinle :
100 barricas farinhi de trigo, 31 ditas alpiste, 4
ditas senne, 15 fardos alfazeroa, 50 ditos papel de
i-mbriilho, 30 caitas pipel braoco, 500 ditos e 162
hcelas massas, 2 calas chapeos de fellro, 3 ditas di-
tos de p 1II11. 40 ditas alvaiade, 6 ditas gomma ar-
bica, 2 ditas gomma lacea, 30 ditas velas stearinas,
40 ditas vinho em garrafas, 6 ditas essencia de alfa-
zema, 1 lata dita de cravo, 1 dita dita de erva doce,
200 saceos farello, 2,000 lijlos de marmore, % ca-
ileiras, 2 ditas de bracos e 2 sofs, 1 por(3o de lunes
ordinaria ; aos consignatarios.
Vapor inglez Avon.n viudo de Santhaniplon,
consignado a agencia, manifestoa o seguinle :
1 caita relogios ; a Schaffeitlin i C.
1 dita joias, 1 dita ferragens, 2 ditas, I embrollio
e 1 fardo amostras ; a J. K'ller ck C.
1 caita joias ; a Carlos llardv.
1 dila ditas; a J. P. Adour'& C.
1 dita ditas, 2 ditas amostras ; a F. Souvage & C.
1 dila relogios, 1 embrolho peridicos, 1 dito
Amostras ; a Soulhall Mellora & C.
2 caitas joias, 1 dila relogios, 1 embrolhos amos-
tras ; a Rabe S. & C.
1 caita relogio,, 1 dita e I embrulho amostras; a
II. Gybson.
I cana joiaa ; a A. C. de Abren.
1 caita reiogios : Francsao Gomes de Oliveira
Sobrinho.
1 dila joias ; a George Furness.
1 embralho papis ; a G. Praeger.
1 cana ditos ; a Sclirsmm \ C.
2 ditas amostras ; a L. A. de Sequeira.
1 embjulho papis a Bastos & l.emos.
1 dito peridicos ; a Paln Nash.
1 caita ilinheiro ; a Franco Radick.
1 dita e 2 embrnlhoa amostras; a N. O. Bicber
&C.
I dila amostras ; a Adamson Mowie .\ C.
I embrulho ditas ; a Ksikmann & C,
1 diio peridicos : a directo da caita filial do
Banco do Brasil.
2 quarlollas vinbos ; a or.lem.
1 emhrullio amostras ; 3 Fot Brothers.
1 calta sement) ; a I. Templelon W.
I embrulho amostras ; a C- J. Asiles, t C.
1 eaita idem ; a Sequeira & Pereira.
1 dte ditas; a Uemane Leclerl & C.
1 dila ditas ; a Burle & Snoza.
2 ditas ditas ; a Feidel Pinto & C.
I dila ditas; a 11. Brunu & C.
1 dita ditas ; a J. C. Ayres.
embrulho ; a Saunders Rrothers & C.
1 fardo ditas ; a J. Byder cV C.
CONSULADO GERAL.
Rendimenlo do dia 1 a 2. 5:i959i36
dem do dia 3....... 4:2729373
Porluguez em moeda.
Brasil.....
Onjas hespanholas. .
" americanas.
Prala em barra .
Patacas brasileiras .
Pesos coliimoarios hespau.
Carolus. .
Ferdinand .
Dito das repoblicat
Moedas de 5 francos ,
Cruzados uovos.....
77|6
7716
79|
7|6
5|l 5(8
5[l 1|2
. (i|3
. o 5|3
5|0 7|8
. o 4|(1 1|2
... .4il13|4
Cambios.
L'sl>a.......90 .Id 52 l|4 a 523.8
F'""'"- ...... 525i8a523|i
Rio de Janeiro 60 d v 26
B-hia e Peroambuco o __
Amslerdam 3 m d. 11.19 3(4
Hamborgo..... 13 8 1,3
Pa'i'....... 25.70 25.75
.....3d p 25.27 1|2 25.32 1(2
Numerario.O banco de Inglaterra leudo ltima-
mente resolvdo adianlar duheiro sobre fundos do
governo a 6 1|2 por cento, e a prazos que nao et-
cedesaem de 14 das, lem havido mais confianza no
mercado monetario ; e junlando-se a cirrumslanria
de grandes chegadas de ouro ele. no decurso do mez,
o nosso mercado aprsenla no lodo, om aspselo mais
liaongrro. As quantias em viagem, e*ja vencidas
etcedem a S 80:1,000, porem a procura para In-
dia al 20 do correnle.que anda cerca de 1,600.000
principalmente em prala, absorver quanla poder
apparecer no inlervallo.
O preco de ouro em Paris continua soperinr ao ds
Londres, emquanlo que o de Uamburgo lem -iJo va-
riavel.
O curso de descont sobre lellrat commerciae lem
continuado sem alleraeao desde a nossa ollima, fun-
dando-se as esperanzas do melhoraroento na grande
probabilidade do bom resultado das prvtimas co-
Iheilas.
O lllm. Sr. inspector da thosouraria
provincial, manda fazer publico, que do dia
2docorrente era diante, pagam-se os orde-
nados e mais daspezas provinciaes, vencidas
at o ultimo de junho poximo fimlo.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco, 1 de julho de 1857. O secre-
tario. A. F. da AnnunciaQSo.
O Dr. JoSo Diniz Ribeiro da Conha, juiz mu-
nicipal supplenle da segunda vara, nesta
cidade do Recife de Pernambuco, por S.
M. I. e C. o Sr. t). Pedro II, que Dos guar-
de etc. 4 6
Pago saber aos que a prsenle carta de
ditos virem e della noticia tiverem, que o
coronel Estevao Cavalcantt de Albuquerque
me dirigi por escripto a pctlq3o e replica
do theor seguinte :
Diz o coronel Es'.ev3o Cava\canti de Albu-
querque por seu bastante procurador, cons-
tando-lhe que Manoel Gornelio Araripe Be-
zerra de Menezos se diz credor pela quintia
le sete contos e tanto, capital e jaros de urna
letlra (nota promissoria!. e tendode mostrar
a falsidade desse titulo, por quanlo lita cer-
teza de a n3o haver assignado, e nunca se
debitou para com o suppiicado, quer faze-lo
citar, para na primeira audiencia deste juizo
exhibir a referida letlra sob pena de haver-
se a mesma por falsa, eelle supplicante in-
teiramente desobrtgado, ou para com oulro
que qutzer promover a sua cobranza.
Requer a V. S. digne-se de o mandar citar
com a referida commiuacSo.
PeJe a V. S. lllm. Sr. Dr. uiz municipal
da segunda vara, assim o defira. -Espera R.
M.Finseca.
Distribuida.Citse. Recife 27 de feve-
reiro de 1857.-Oliveira Macicl.
Certifico que indo a casa do supplicante
Manoel Gornelio Araripe Bezerra de Mene-
zes, para dar cumprimento ao requer ment
e despacho retro por varias vezes n3o o pude
eucontrar, a familia da mesma casa disse-
me que o supplicado tinha ido 1 urna viagern,
no dif-udo-me para onde e o lugar. Recite
11 de margo de 1857 Em fe le vordatie,
ollicial do juizo, Luiz Jacintho Rapozo. A.
Baplisla.Oliveira.
O supplicante, coronel Estev3o Cavalcanti
de Albuquerque, nao se tendo encontrado o
supplicado Manoel Gornelio Araripe Bezerra
de Menezes, para se Ihe fazer a notificaco
requerida, como se v da certidilo lo oflicial
do jusilla, sendo que elle, apenas foi chama-
do a coiiciliacHo se ausentou desta ci lade
para lugar incerto, atim de subtrahi-se a
aoeSo; requer a V. S. digne-se demandar,
que a mesma notificarlo soja por edito*, jus-
liBcada previamente a ausencia e incerteza
do lugar.
Pede a V. 5.lllm. Sr. Dr. juiz municipal
da segunda vara, assim o delira. Espera R.
M.Fonseca.
Justifiquena forma requerida. Recife |.
de abril .le (857.Bernardo de Carvalho.
Nada mais se continua em dita petig5o,
replica,certidilo e despachos ; e ten Jo o sup-
plicante proJuzido suas tesletnunhas pro-
vando a ausencia do supplicado, subindo
os autos a minha conclusao.nelles dei a sen-
teuca do tlieor seguinte :
Avista dos depoimenlos de fls. 7 a 9, julgo
provada a ausencia de Manoel Cornelia? A-
ranp.j Bezerra de Menezes, em lugar incerto,
pelo que mando que se passe carta de eoli-
tos coa o termo de 20 dias, aliai de ser por
ella citado, para o lim requerido na pel.ic.3o
de folhas. Recife 13 de junho de 1857.Joao
ir.iz llibeiro da Cuoha.
Em cumprimonto desta minha sentenQa, o
escrivo que esta subscreveu fez passar a
presente carta de editos cjm o prazo de 20
dias, pelo theor da qual chamo, cito, e hei
por citado o supplicado Manoel Coruelio A-
raripe Bezerra de Menezes, por todo o con
teulo na peti^So cr-plica supra transcrip-
tas de estacada, com tirantes e enlaboada
sendo que nes$a edificagao licou concluida,
da parte do sul, metade de urna rampa du-
pla para servidfio publica, confronte ao bec-
co Largo, projectado.
Dique da ilha do Nngueira.
Factura de 20 bragas de estacada, sendo 18
com tirantes o enlaboada, com o compe-
tente empedramento na base, al a linba do SBil^ e publicar pelo Diario,
baixa-mar. Secretaria da thesouraria provincial de
Arrecife Pernambuco 26 de junho de 1857. O secre-
Factura de 21,140 palmos cbicos, ou 16 tario. Antonio Ferreira da Annunciagao.
bragas correntes de muralha de alvenaria ar- Clausulas especiaes para a arrematag3o.
gamassada de cemento. As obras do 15.- lango da estrada do
L\r 1 vago. sul, far-se-h3o de conformidade com o orga-
ExtracgSo nos lugares denominados Forte menlo e perfis, approvados pela directona
do Malos e i'oroa dos Passarinhos na quan- m conseibo, e aprasentados a approvagao
tidadede. 6280 toneladas deareia, conduzi- do Exm. Sr. presidente da provincia, na im-
das por 588 canoas e 23 batelOes, sen Jo 4710 portancia de 15:620o rs.
toneladas para aterros, e 1570 para lastros \ 2" O arrematante dar principio as 0-
de navios, n3o se tendo extrahido maior por- liras no prazo de um mez, e devera conclut-
g3o 'ie areia por ter a barca da oxcavagao r* no de tres mezes, ambos contados na con-
paralvsado o trabalho em principio do mez' formidade doart. 31, da lei n. 286, dando
ultimo, afm de substituir a respectiva cal- transito ao publico, em toda a extenso do
deira om mo estado. 'anco no lim de 6 mezes.
De ordem do lllm. Sr. inspector da! 3.a O pagamento da importancia ria arre-
thesouraria de fazenda desta provincia se matago, realisar se-ha em quatro preslagoes
i...* taOH.aai. M..i aillimlv ...ro ..'> I\ '. nPP-UI'il
escravos de ambos os sexos, mocos, e do [prego para ultimar a venda deH>s chapeos.
meia idade, alguns dos quaes com dilTeren-
tes habilidades ; achar-se-oSo patentes no
referido armazem, no dia do leilfio, ao exa-
me dos senhores pretendentes : icrca-fetra
7 do corrate, as 11 horas da manhaa.
O agento Pestaa fara leilao porconta
de quem pertencer, de 100 caixas com cha
da ludia, 50 barricas com sardinhas de Lis-
boa, o 30 caixas com massas: teiga-feira 7
do corrente, as II horas da raanhSa, na por-
ta do armazem do Sr. Annes, defronte da al-
fandega.
Manoel Joaquim Ramos e Silva conti-
nua o seu leilao de massas : terca-feira 7
do correte, ao meio dia, na porta do arma-
zem do Sr. Annes, defronte da alfandega.
faz publico, que nao tendo tido lugar no 1.
do curente mez, a arrematagSo da casa de
sobrado da ra do Jardim n 71, e do arma-
zem do Forte do Mallo, pertencentes a fa-
zenda nacional, por falla de licitantes, fica
a mesma arremalagao transferida para 15 do
iguaes, cuja ultima ser paga na occastat
da entrega definitiva, e as outras correspon-
der a cada tergo das obras.
4." O prazo da responsabilidade ser de
um anno, durante o qual o arrematante se-
ra obnga o a manter a estrada em perfeito
mesmo mez ; assim tambera que vao a pra- pesiado de conservagao, reparando as ruinas
ga nejse da os arretidameirtos de um arma-
zem de lijlo ceal, com quatro bragas e 2
palmos de frente o 14 e meia bragas de fun-
do, sito no bairro do Recife, e de um sitio
com casa edificada no lugar dos Coelhos do
bairro da Boa-Vista.
Secreteria da thesouraria de fazenda de
Pernambuco 2 de julho de 1857.No impe-
dimento do olliciai-maior, Luiz Francisco S.
Paio e Silva.
Pela luspeccAo- do arsenal de roarinha se faz
publico, que felu nesta data 110 vapor uPersinonsa,
da eompanhia Pernambucana de navegacio cosleira,
na conformidade do disposlo no regulanienlo, acora-
panbando o decreto 11. 1,324 de 5 de fevereiro de
1854, o etame lio respetivo caaco, machinas, caldei-
ras, apparelhos, maslreacao, veame, amarras e an-
coras, achou a cuinuii*s&o tudo isto em bom estado,
por cujo motivo foi unnimemente de parecer que
poda fazer a via^ein, para a qual de presente se des-
tina.
Iiispeccao do arsenal de mannh.-i de Pernambuco
em 3 de julho de 18i7.O inspector,
Eliziario Antonio dos Santos.
A administrarlo geral dos estabeleei-
menlos de caridade, manda fazer publico,
que 110 dia 9 do corrente, pelas 10 horas da
iiMiria, na sala das suas sesses, continua
a praga da* rendes abaixo declaradas, a sa-
bor :
Bairro do Recife.
P.na da Cadea ns. 23 e 30; ra da Moeda
n. 3t ; ra da Cruz n. 15; ra do Amorim
n. 31 ; raa da Lap n. 5 ; ra dos Burgos ns.
11 e 13 ; ruado Pilar ns. 73, 74, 93, 95 e 97 ;
ra lo Gordoniz n. 9 ; ru da Senzala Nova
ns. 25, 26 e 30.
Bairro de Sanio Antonio.
Ra da Gadea ns. 6, 8, 10 e 12 ; ruado
Queimado ns. 34 e 36; ra das Cruzes n. 4 :
ra de s. Francisco ns. 3 5 ; ra Dirita ns.
3, 5, 7,15 e 123 ; ra Nosa n. 32 ; ra do
Pairo Floriano ns. 13, 39, 43 e 47 ; ra da
Roda ns. 1, 3, 7, 22 e 29; ra de llortas ns.
30 e 33 ; ra de Santa Rita ns 76 e 92 ; ra
do Fagundes n. 32 ; ra dos Pescadores 11.
11; ra das Calgadas n. 30 ; ra da Virag3o
ns. 7el7; ra do Galhabougo n. 18 ; ra
do Gollegio n. 18 ; ra de Santa Sicilia 11.
89 ; travessa de S. Jos ns. 5 e II ; Iravessa
do Carcereiro ns. II, 13 e 17 ; becco da Gar-
valha 11. 5.
Bairro da Boa-Vista.
Aterro n. 68 ; ra do Arag:o n. 8 ; ra da
Alegua n. 46; ra Velha ns. 42 e 73 ; becco
do Quiabo n. 8.
Sala das sesses da administragSo geral
dos estabelecimentos de caridaue 2 de julho
de 1857.0 escrivSo, Antonio Jos Gomes to
Correio.
CO.NSELMO ADMINISTRATIVO.
0 coD.selho administrativo tem de comprar
o seguinte :
Para o 2 batalh.lo de infantaria de liuha.
Brim branco liso para caigas, varas 1,000,
algodaozinhopara camisas, varas 1,000, pan-
no prelo para polainas, covados 100, hollan-
da para forro, coyados 50, botoes brancos
todas as vezes que exigir o engenheiro da
estrada.
5.a para tudo o que n3o se acha especi-
ficado as presente clausulas, nem no orgi-
nienlo, seguir-se-ha o que dispOe a respeito
a lei provincial n. 286. Conforme. O se-
cretario, A. F. da Annunciagao.
RQTEI&O DO THELEGMPHO
Na liviana ns. 6 o 8 da praga iia Indepen-
dencia ha para vender o roteiro do thelegra-
pho, novamente reformado, com o nome dos
vapores e outras embarcares que dem an-
da m este porto, a 240 rs. cada um.
Frontispicio do
armo
TUEAIRO
DR
Santa Isabel
Amnnhaa 5 de julho de 1857.
SEXTA-RECITA DA ASSIUNaTUKA.
Depois qoe a orchestra liver eseculado a ouvertu-
raA CHUZ DE MARAsubir a seena pela pri-
meira vei neele llieatro, a comedia em 3 actos
A ultima carta.
CompoocSo do autor porlncuez A. Cesar Lcenla
em coiilinuacSo aos Dous Mundos.
Em seguida a Sra. D. Isabel e o Sr. Sania Rosa
canlarao o lindo e engracado duelo
A PAIELL DO FElTIp.
Finalizara lodo o epectaculo a pedido
pessnas, o vanileviile ein un aclo
ron CAISA DE II ALG
He este o diverliment) qoe a
ca lanc.a rp-l0 para offerecer aos seos
Os hilheies acham-se a venda no
theatro a toda hura.
Principiar as 8 horas.
de mnilas
lid
I un."
oeiedade dramali-
protirlores.
escriplurio
tas, para que comparega neste juizo am de 1 grandes de osso, duzas 267, ditos ditos pe-
allegar a defeza que tiver, sob pena de cor- queiios, duzas 134, ditos pretos, duzias 334,
rer os termos Ja causa a sua revelia. sapatos, pares 800, esleirs 400.
9:767*509
DIVERSAS PROVINCIAS.
Kendimentn dn da 1 a 2. .
dem do dia 3.......
8085717
753#26U
1:5615<177
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
1)0 CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
3 DE JULHO DE 1*57.
LiverpoolBarca ingle/a allindoo, Antonio Mo-
ni/ Machado, 2,106 sacros assucar mascavado.
Itiods PralaPatacho dinamarquez uMana", Isaac,
Curio & C, ">0 saceos asiurir hranco.
Lisboa llirca porloriieza Paquete Sautadei),
Nnvaes \- C 3IJ0 sacens assucar braneft.
PorloBarca portucuea >. 8. da Boa Viasnm,
1. de Aquino Ponseca cV Filho, 50i) couros sal-
gados.
EXPORTACAO'.
Parahiba, hiato nacional Flor do Brasil, de tS
toneladas, condnzio o seguinte : ti)S volumes ge-
iii-ms estrangeiros. 1 harnea com 0 arrobas de assu-
ear, 30 cisis dore, 10 saecus caf, 42 rolos fumo,
1 sacros arroz, 2 1|2 duzas de taboas de lorro.
KECEBtiDORIA ni-; RENDAS INTERNAS GE-.
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 1 a 2. 1:8069053
dem do dia 3....... 1:543907
Algodo.A depresslo qoe lem caraclerisadn o
mercado em Manchesler. tem tido aqui om tal 00
qoal edeilo, e o maullado lem sido trsnssccOea um
poueo limitadas em qoantidadr, nas sustentado em
preeos, pms os possoidores nesta, cuidados as no-
ticias vindas oliimamente de America, estilo muito
firmes, e sem moslrarem indicios de fazer concessoes
em preeos.
O fotal do algodao vendido esle aono al 5 do
crrenle monta a 1.087,770 saeca, inrloindo 93,160
do Brasil. As entradas, al a metma dala -fin de
1,350,751 sacca, incluindo 87.359 do Urasil. Quin-
lidade apruiimada em ser 689,950 saecas. inrloin-
do 18,700 de Pernambuco. Parahiba, etc. ; 18,200
da lialna e Macei u 8350 do MaranhAo.
Assucar.O mercado desde a nossa ultima lem si-
do irregular, ora mostrando firmeza, ora declinando
e apathico; com tudu hoje ha mais prorura, e as
nossas cotac.5es so.lenlam-se.
As vendas de assucar do Brasil desde a nossa ol-
lima, monlam a 56,164 saceos aos precus de 36|6,
:8|, 38|6, 39|, e i l| por 112 Ib. Referindo-nos ta-
bella de entradas, etc., de assucar, o caf nos difle-
rentts portos da Gran Brelanha. Em Londres as 11I
timas vendas de assucar em viagem foram de .'17| a
38| pelo da Babia, e 38| (i 391 pelu de Periiambu-
<-o para portos chegados.
Azeile de palma.As vendas desde a nnssa ulti-
ma monlam a 12S0 toneladas ass preeos de 144, 'il
lOi, e 15. e de 2100 toneladas em viagern de til
15. Em ser em 31 de maio 815 toneladas de
peso. Em Londres a quantidade era ser monta a
800 toneladas de peso, entrando nesla qnanlidade
duas cargas com 301) toneladas no aeto de descirga.
So o superior enconlra compradores an presos de
17 5| i 7 lili, inferior de 10 @ 41 sem ser
procurado. '
Pelo que toda e qualquer pessoa, parentes,
amigos ou couhecilos do supplicado Mano I
Coruelio Araripe Bezerra de Menezes, Ihe
poderSo fazer scienle do que cima lica ex
posto, e o porleiro do juizo publicara e af-
fisira a presente, no lugar do costumo, mais
publico.
Dada e passada nesta cidade do Recife de
Pernambuco aos 18 de junho de 1857.
Eu Manoel Joaquim Baplista, ccriviJo o
subscrevi.--Jofirs Diniz Itibeiro da Cunha.
Naca mais secontinha em dita caria de
editos aqu fielmente copiada do original, a
qual me reporto : este vai sem cousa que
duvida faga,conferida e concertado,epormim
subscripta e assignada nesta cidade do Re-
cife de Pernambuco,aos20de junho de 1857.
Fiz escrever e assignei. Em f de verdade,
Manoel Joaquim Baplista.
Manoel Joaquim da Silva Ribeiro, Bacal da
freguezia de Santo Antonio do termo da
cidade do Recife etc. etc.
Fago publico aos senhores que estilo edi-
ficando nesta freguezia, em observancia das
terminantes disposigdes do art. 5 do tit 7
das posturas municipaes, que vigoram em
todo este municipio, como da recommenda-
gio que acaba de fazer-me a lllma. cmara
municipal, oque dispe o citado artigo a-
baixo transcripto, esperando desses senho-
res a fiel observancia dessa disposigo da lei,
sob pena decretada no mesmo art.
TITULO VII.
Artigo 5.
Todo aquello que tiver na ra materiaes
depositados para qualquer obra, sera obri-
gado : l-a deis?r ao transito publico o es-
pago suffciente para passarem as seges e
carrogas ; 2.- a ter luz quo allutrie sullicien-
temenle o lugar as noiles de escuro ; 3 a
recollier dentro da obra os materiaes.lijlos,
cal, areia, barro, e o mais que no seu recinto
possa ter cabimento, sob pena de pagar a
multa de 23 rs. pela infraegao do qualquer
con Jigo to presente artigo.
E para que conste, lavrei o presento que
sera publicado pelo Diario.
Fiscalisagilo da freguezia de S. Antonio 2
de julho de 1857. O fiscal, Manoel Joaquim
da Silva Ribeiro.
fo# -;e-
Vavft o Hio le Janeiro.
Vai seguir com muita hrevidade, por ter
parte de seu carregamento prompto, o bri-
goe nacional Mara Preciosa, capitSo Fran-
cisco alvos Meira ; para carga e passageiros,
escravos a frete, para os quaes tem encl-
lenles commodos : trata-se como seu con-
signatario Francisco de Paula Figueira de
Saboia, em seu escriptorio ra do Apollo
n. 5.
Sahe para o Aracaly o hiate Duvidoso
no dia 5 do corrente; a infla recebe carga e
passageiros : trata-se na ra da Madre de
Dos n. 2.
Maranho
e Para.
3:3495132
Azeile doce.I'rooio. Em ser 1075 toneladas de
252 galles.
Borracha.D.sde a nossa ultima le:n havido dous
leilSH deste artigo. N phmeiro vendoram-se 20
cainas e 20 saceos da fina em Delata a 1 ,f, por Ib,
e no ultimo qoe leve lugar em i do crranle, ven-
deu-se a segoinl', a saber : j3 caixas e 13 sacros
Dr. Anselmo Francisco Pcrctti, eommen-
dador da imperial ordem da llosa cjuiz
de dircito especial do commercio, por S
M. I. que Dos guarde etc.
Fago saber aos que o presente edilal vi-
rem, em como no.dia 9 do corrente, a porta
da sala das audiencias, soba do arrematar
quem mais der, em pr^ga publi-
da fina a 1,5 '.,' e l|6, e 138 saceos e 1 caiza aos pre- por venda a qu
en. de 1| e l|2 pela mediana ; 1(>d. pela ordinaria, 8 I Ca do jlZO, lima escrava de nome VicenCI
8! e 8.', por canecas de negro e 7 t por leile vir- oarda. aue reo
S!i e 8,'i por eahecas de negro e 7 3| r
gem. Pora do l-iblo venderam-se 295 saceos .ios
prec.es de 8 d. pela cabera de necm e 7 ', pelo ser-
namby.
Caslanha.Tem prompla ven :a. ^.^o ha nenho-
ma em Londres ; se a houvesse sendo nova fcilmen-
te dara de 40| .1 -Vl| por barril.
Cacao.Temos a notar a venda de :!30 saceos do
de Para' a 8U1, e I .11 saceos do da lialna k 70| ,
72), e 75| ; a esle u'limo preco lambem foram ven-
didos 250 saceos aioda em viagetn. Eiu ser uao fica
parda, que representa ter 45 nnos de idade,
do servico de casa, a qual tem as peritas e
9.- batalho de infantaria.
Gravatas35, compendios de arithmelica
por Collago, ejemplares 6, sapatos, pares
396, hulla ti Ja, covados 50.
Hospital regimental.
Conchas de cobre 2, esjuife coberto 1,
Botica do mesmo hospital.
Seringas do metal da capactdade de 4 on-
gas, para injecgOos 6.
ullicinas da 4.' classe do arsenal do guerra.
Gadiulios do norte de n. 10, 10.
5.a classe.
Linhas brancas cruas, libras 10, ditas pre-
tas ditas, libras 10.
Foruectmenlo de luzes s cslages
militares.
Fio de algodo, luirs 96.
Obras militares.
Taboas de louro de forro, duzias 2, ditas
de dito de assoalho, duzias 2, pregos france-
zes, libras 10, tijolos de alveuan, milhei-
ros 2.
Presidio de Fernando.
Camisas de llanella 20, escarradeiras de
meia I 50.
Laboratorio pyrotechnico
Papel carino, resmas 8, reziua decajuciro,
arroba I.
ollicittasde 1,'eSa classe.
Costadiulios de amarello 6, taboas de lou-
ro de assoalho. de 12 a 14 pollcgads de lar-
gura, duzias 20
3. classe.
Blackvcrniz, barril 1,
4.-batalho de artilharia. '>
Casemira carmczim para vistas, covados 7,
hollanda para forro, covados 25, sapatos leir:
los na provincia, pares 300.
I." batelhSo de infantaria.
Hollanda para forro, covados 24, saputo,
pares 192, cartas de A, B, C, esemplaces 20,
taboadas, ejemplares 20, ex.-mplarts da
gratnmatica portugueza por Monte &, com-
pendios de aritnmetica por Collago f, pau-
tas 6, traslados 20.
s.orapanhia (xa de cavallaria.\
Sapatos, pares 60. r
Comnannia de artilices.
Hollanda para forro, covados 16, sapatos,
pares 104.
Quem quizer vender, aprsente as suas
propostas em carta fechada na secretaria do
consellio, as 10 horas do dia 8 do correle
mez. .. .
Sala das sessOes do conselhf administra-
tivo pata fornecimenlo do arsenal de guerra
1.- dejulbode 1857. JoseAntonio Pinto,
presidente interino. a^-HernarUo Pereira do
Carmo Jnior, vogal e secretario.
Pela mesa lo consulado provincial se faz
publico que os 30 dias uteis para pagamen-
Segue para O Muranlio e Para' uestes
dias, por ter paite de sita can prompta,
o hrigue nacional CLARA, de primeira
marcha : pura o resto e passageiros, pa-
ra oque lem asseiados commodos, traa-
se com o consignatario Joao Pinto Uefjis
de Sou/.a, na Iravessa da .Madre de Dos,
armazem de Hartis01 Pinto.
Pata o Aracatv,
segu em poucos dias o hiate nacional Be-
seu carregamenr_
trata-se na
beribe, por ja ter parte de
to ; para o resto c passageiros
ra do Vigario n. 5.
'ara LisTioa
seguir em poucos dias a nova e muito su-
perior escuna llainha dos Agores, recebe
carga a frete barato e passageiros, para os
quaes tem excellentes commodps .- a tratar
com Barroca & ('astro, na ra da Cadcia dn
lccife 11. 4, ou com o capitSo na praga.
Pila a Bulla.
veleira e bem cnnheeida umaca nacio-
Hortencia, pretende seguir nestes oito
dias, tem prompto metade de seu carrega-
mento : p ra o resto, trata-se com o seu
consignatario \ntonio Luiz de Oliveira Aze-
v>> lo, ra da Cruz n. 1.
n
npanil
Pernambucana
O vapor PERSINUNGA, comandante Moreira
arln-se a'cama pura Tamandarc, Barre-Grande*,
Uarei, tiara onde partir a 5 do correle, s 3
huras da .'. s 5horas da tarde : b iratar no annazeiii dos
herdeiros do fallecido Belm, no l'orle do Malos
n. 1.
P,:
ra o Hi > de
ps inchados, e principio de arestim, avaha-' to a bocea do cofie, da decima dos predios
da em I! rs e penhorada ao executado|rbanos das rreguezias'desta cidade, e da
se linalisam no dia 8 dejulho
Os cncarregados da festa da Penhora do
Carmo do Frontispicio pedem encarecida-
mente a todos os devotos da meama Senho-
ra, que queirai'j concorrer com as suas es-
molas para o brilhanlismo desla feslivida-
do, entregando aos senhores incumbidos de
recebe-las 110 bairro de santo Antonio, M 1-
noel Jos de Oliveira, Hermenegildo Jos de
Alcntara, Antonio Cordelro da Cunha ; e
nos Afogados a Simplicio Rodrigues Catn-
pello ; visto que a festividade sera imprete-
nvel monte no dia 19 do corrate mez deju-
lho, e muito pouco se tem arrecadado.
Perdeu-se no mnibus Heberibe, ou
da ra do Crespo a ra do Trapiche, na ma-
nhaa de 2 do corrente, una canela de ouro
com G. P. no sitele : quem a levar a ra do
Hospicio n. 10, ter a gratificagao de 55000.
~- O abaixo assignado faz publico, espe-
cialmente ao corpo de commercio, que se
acha justo com o Sr. Thom de Souza a
compra de sua tonda de ferreiro, sita na ra
do lirum, com tudo quanlo existir dentro
da mesma, lican 10 a cargo 00 vendedor o
pagamento de todas as dividas que a refer*
da leuda se achar deven Jo, e para que no
futuro alguem nao venba allegando igno-
rancia, se faz o prsenle, que ser publicado
por Ires vezes, e depois ticara o uegocio con-
cluido, e o annuncianle sem responsabilida-
de aiguma para com os ciednres do mesmo
Sr. Thom.-Seraphim uares da Silva.
Antonio Joaquim Ferreira declara ao
respeilavel publico, que por haver oulro de
igual nome, de hoje em diante se assignara
por Antonio Joaquim Ferreira Porto.
A pessoa que tiver escravos e quizer
alu;;.ir para ir.iiull-.ir na estrada de fer-
ro, pagando-semil rs. |>or dia, 011 mes-
mo gente torra que se queira a sujeitar,
dirija-se a rita estreita Uo Rosario n. 20,
segunda andar.
Sapatos he borracha.
No escriptorio de Gurgel Irmaos, primei-
ro andar n II, da ra da Cadeia do Recife,
vendem-ae bous sapatos de borracha a 2J700
cada par ; lambem vendem-se esleirs e cha-
pos de palha.
Sociedade de Ensato Francez.
O I.4 secretario convida a lodosos socios a com-
parecer aiuanli.ia (5), as 10 horas em punto : na ra
da Alegra n. 5.
Bemvinrio Gurgel do Amaral, declara que
comprou o bilhele n. 2677 da primeira loleria de
N. S. do liivrnmenlo, da Varzea, para Jos Mauri-
cio de Lima do Aracaly. e o 11. 1636 meio, para o
Kvd. Joo Francisco Pinheiro, ds loesma cidade.
Alugs-se um moleque : 1 tratar na roa da
Gljiia n. 86.
Alu j-s urna eina berta : a tralar na ra
da Gloria n. 86.
Precisa-se da dous cavallos qoe sejara novos e
grandes e que andem liaiso ; no e-criplorio de Ros-
Iron ltnoker i C, na praca do Corpo Santo das 9
lluras al as 4 ila larde.
I .....nrain se moeda de oor.i com meio por
ceulo de premio na ra da Caleia da Recife n.
:W. Inja de cambio.
Furlaram na madrugada do dia 3 dejulho do
abaixo asaigua o um relogio hnnsontal de prata,co-
berto com tampo de latflo cuut uina marca B em-
balso do canivan da coberta de detrae n. I_">, que
se pude ver com nm oculo ; lanib^m furlaram um
correntio de oaro com o peso da 10 nilavas, mais
ou menos, cujo correntio prendia o referido relogio
e linli 1 om sintte de ouro com a figura de leflo, e
por bailo orna pedra verde un lala, um annel de
ouro laiubem com urna pedra verde e orna corne-
lina eDCasioada em uuro : quem de la.es ohjectos te-
uha milicia 011 f.ir nflerecido, queira digoar-sa lomar
e apresenlar a policio uo dirigir-st a ra da Man
gueira, casan. 32, quesera recompensado. Justi-
no Francisco de Assi.
AVISO AO PUBLICO.
A abaixo assignada declara, que tendo dado so-
ciedade no seu estabelecimento de paderia do
Chura-Menino, ao Sr. Mauoel Gungalves Barros, a-
ronlece que elle a i-nii 1 abandonado desde o dia Iti
de junho pretina penado, sem qoe baja comparecido
al hoje, nao obstante as maioras diligencias da a-
baixn assignad, para que o mesmo preste e ajesle as
suas ronlas. E como quer que conste a aoaiu as-
ignada, que o mesmo Harrea, lenha uo obstante o
seu procedimentii. recebido diversas dividas (alem
do prejoiio de 1529030 que lia dado a casa.) incul-
can lo que s a elle se deve pagar ; a abaixo assig-
nada, pelo presente convi.ia e empraza ao Sr. Bar-
r, nar qee quanlo aules comprela i presentar
e ejustar toas contas : assim eoinn faz puimcn, qoe
desla dala em dianle Tica o Sr. Antouio Pinto Soa-
res encarregeilo de administrar a sua paderia, e de
cubrar todas as divi tis relativas a mesma, qee por
maneira algurna devem ser pagas ao referido
Barros.
HerifeHde julho de 1857.
Maria da AscencAo Cavalcanti de Albuquerque.
Caf com leite
Na ra de llortas 11. 16, prlmciro andar,
ha a qnalquei hora almoc^M de caf com lei-
te, e ja-se de jantar a 1/000 por pessoa as 2
horas em poni ; lambem se lornece janta-
res para fra, com tolo o aceio e promuti-
dao, man ando-se levar as casas a hora que
se indique; aos domingos tambem ha mui-
to bem feita mao de vacca.
Offerece-se urna mulher branca, ido-
sa, para o servigo de casa, dan loso prefe-
rencia a casa de hoinein solteiro: quem
pretender, dirija-se a ra a Cadeia do Re-
cife n. 36, primeira andar
Precisa-se aluga'-um primeiro andar
n'uma das principaes ras de Santo Antonio
como sejam, ra das bru/es, do Gollegio,
Qoeimado, etc. etc.: a fallar no atorro da
Boa-Vista, loje n. II.
No aterro da Boa-Vista n. 20, se man-
da comida para fra, sendo almogos de chi
ecaf, e no jantar 6 1 ralos de diversas qua-
Kdadns, na ceia cli't e cal, por 30-;000 men-
saes, ten lo a pessoa S8U oortador par* vir
buscar a comida he por 283000 cada passoa,
e se faz toda e qualquer comida que a pes-
soa pedir, e se manda 7 pratos diversos, com
muita limpoza e aceio, or diminuto prego
Aluga-so na mesma ca posla c urna cama do ai maguo, ludo do ja-
caranda, plo prego de 20/ mensaes, ealu-
gam-se 2 pftas para csrregar a comida:
\3lente pre-I dcclara-sc que a entrada he pela parle de
.li IV
Joaquim Ignacio de Carvalho Mendonga por dos Afogado-
execugSo de Casemiro Garnier & C. prximo vindouro, incorretuo na mulla de
E para que chegue noticia aos licitantes, 3 por cento todos os dias aquelles que dei
mandei pasear editaes que scro atusados xarem de pagar seus t"
nos lugares do costume, e publicados pela I mestre de 1856 a 1857.
mprensa.
O veleiro patacho nacional
lenilc seguir para o lo de Janeiro com mu- \ detraz.
la brrvtdade; tem prompto metade do seu --- Compram-se jomaos a 130 rs x libra :
carregsmenio : para o resto e escravos a I na taberna da estrella do paleo do Paraizo
frete, para os quaes tem excellentes com-n. I*.
xarem de pagar seus dbitos uo segundo se- modos, trata-se com o seu consignatario j Compra-se urna cria al meze" de
Anlqnio Luiz de Oliveira Azevedo, ra da 1 idade: na tua do Gollegio u. 18, cguudb
Mesa do consulado provincial 30 de junho 1 Cruz 'n. 1.
laudar.
0 Sr. Innocencio AI ves da Silveira tpm
ju-to e contratado com & Sra. I> Mam.la
Hora a casa n. *a, sita no areaPdo forte, na
praia des Jos; se alguem sejulgarcon>
direito a mesma, aprsente seus titulo* no
prazo de 8 dias, a contar desta data em Oan-
te. Recife 4 de julho de 1857.
Fugio da Soledade, no dia <0 de junho
lindo a cscravt Francisca, com os signaes
seguintes : altura regular, cheia do corpo,
tem urna cicatriz no rosto do lado direito,
proveniente de um taino, e no do esquerdo
urnas borbulhas, testa esntiada, representa
ter 24 anuos de idade, consta que dila es-
crava anda servindo de ama com o nome
trocado, c diz ser forra, foi vista no Hospi-
cio : gratifici-sc a quem a pegar e leva-la *
Soledade. casa n 30.
DE
Sanio Aiidr.,
A cadeira de latim deste collegio regida
por Joaquim Horges Carnelro, a de franc.v
por J.;rge Dornellas Itibeiro Pessoa, a de in-
glez por Joaquim Barbosa Lima, a de Philo-
sophia por l.aurentino Antonio Moreira de
Carvalho, e a de goometria pelo bacharel
em mathematicas Bernardo Pereira do Car-
mo, estilo em ejercicio He incintestavel a
cscolha de tojlislinctos prof ssores Oco-
nhecimento que o publico ) deve ler delies,
qur como habilitadissimos para desempe-
nho das cadeiras que se acham a seus car-
gos, qur por seus costumes c raoralidade,
me poupar sem duvt Ja do trabalho de elo-
gta-los. tjuam pois se quizer matricular em
quaesquer das referidas aulas, procure fal-
lar no mesmo collegio com o director
A. A. da Fonseca Jnior.
- Vende-se no largo do Carmo, esquina
da ra de Hortas n. 2, cevadinba nova a 240
rs., sag' a 320, espermacete a 680, assucar
hranco em carogo bem alvo a 180, etn arro-
ba a 59200, macarrSo talharim a 480, chou-
ricas a 60o rs., mauteiga ingleza de 400 al
15120 rs., franerza a 720, vinho engarrafado,
duque do Porto a 1320, de nutras autores
a 18000, oleo de ricino em meias garrafas a
500 rs gomma bem alv a 100 rs., em arro-
ba a 35000, penaras de rame mais em aca-
ta do que em ojlra parle. No armazem de
Paula Lopes tem arenles para vender
Vende-se urna parda de bonita figura,
bem moga, com lilho tambem pardo, de ida-
de de 2 para 3 annos, sadt, cose, engomma,
cozinha o diario de um cas, e faz todo o
servigo de portas a fra : na ra larga do
Rosario n. 44, das 6 as 9 horas da manhJ,
e do meio dia as 4 da tarde, achara com
quem tratar.
Olferece-se urna portugueza de boa
conducta, para essa de hooiem solteiro, ou
para fazer eompanhia a alguma senhora a
coser : na Koa-sisla, ra da Conceigo n. 2.
O abaixo assignado de novo roga ao
Sr. quo leve a bou la.le de tirar do pescoco
de um seu lilho, na noile da catastrophe da "*
ra das Cinco Ponas, um corlan de ouro
com urna moedmha hespanhola tambern Ae
ouro, em occasiao que o menino era condu-
zido ferido a botica do Sr. Torres, o fivor o
a esmola de entregar na mesma botica, ou
na ra Imperial n. 85. O annunciante he
pobrissimn ; alm de que cunapre com o de-
ver da restiluiglo. Objectos mal adquindos,
ou poroutra um.roubo, nao pode servir de
prove to a quem delle se utilisa O Sr. que
praticou semclhante aegao n*o aati longe de
ser conhecido, porque algumas pessoas o
virara na botica com o menino.
Jos Angelo do Sacranv nlo.
Fugio na noite de 2 do corrente mez
de julho urna mulata de nome Rosa, com os
signaes .seguintes : alta de boa estatura,
cabellos carapinhos e cortad -s de poucos
dias, atrcenla, e descora Ja, 2 ricatrizes no
queixo do lado esquerdo, test estreita *
l'ranzida, cabeca gran i e chata, ama cica-
triz de queimadura um pouco apgala no
braco direito; levou argolas de ouro na*
orelhas, 1 roupo d-e riscado de quadro en-
carnado, 1 vestido de cass amarella, 1 dito
de chita azul, 1 dito de cassa cor de rosa, 1
chales da laa azul, 1 dito de cassa branca, I
dito desbotad.>, 1 par de la mancos de couro
branco, e sapato de couro preto : pedc-se a
todas s autori fajas poiiciaes e capites d
campo que a fagam capturar que se pagara
toda c quaesquer despezas e gralicacott, a
entregar nesta praga, na ra do Calinga, lo-
ja n. II.
Quem tiver nm sitio paraalugar, porto
da praga e-com alguns arvoredos, anda que
a casa sejf^jequetl, toouncie para ser pro-
cura 4a,.
- o abaixo aVtfuado faz sriente ao res-
peilavel publico, principalmente ao corpo de
commercio, qu-> comprou ao Sr Antonio
Jos da Silva a-sua taberna na ru de Santa
Bita Nova n. 5* licando o mesmo Sr. Silv
obrigado p-aca pelo passivo da mesma. r.
para que chegue ao conhecimento de lodos
fago o presente. Recife I. de julho de l57.
Joa Bernaruino Alves.
Jo5o Tavares Cordeiro, vetiAs um n-
nuncio no I) ario de honiem n. 149,assigna-
do por Jos Perreirs Braga, no qual declara
ter cmpralo a Manoel Pomira da Silva a
taberna na ra do Aguas-Verdes n. 48, pelo
presente protesta o annunciante haver o pa-
Kamento de 474*700 que o dito Manoel Fer-
reira licou Ihe a dever de gneros que com--
.ii-ou un M-:i armazem para sortimento da
referida taberna, e usa a dos meios que a
lei Ihe concede oara haver o seu pagsmen-y
to, visto eile nao ter assignado convengan
alguma. Recife 3 do junho de 1857.
Os arrematantes dos chararizes dos
bairro de Santo Antonio e S Jos, annun-
ciam ao respeilavel publico, qu-. oos mear-
mus se ven le agua ate as 9 horas da noite,
Djfa ate as 8 horas cuno denles cr.
Precisase contratar com um im
cara pina, por cmprettale, a ciheua c forro
da matriz dos AlogaJos : quem pretender,
dirija-se aquella povoaco aocapitoMoraes.
Compra-se um sobrado sleum andar
011 duas casas terreas, paga-se bem : quem
as liver, euteuda-se na luja de livros da pra-
ga da Independencia ns. 6 e 8, que dir o
pretenden te.
C. STABR rpspeitosarr.cale anniinciam, que no seu ex.
tenso ostalieleeimcnlo, em Santo Amaro,
conlinu'a a fabricar com a maior perlcigio
e promptidao, toda qualidade de machmi-
mo para o uso de agricultura, navecagfin
uiaiiufacl 11ra, e quo para mator enmmodo""
seus numerosos (eguezes e do publ*" e,n
geral, tem .iberio mu u' dos grande* arma-
zens .lo Sr. Mosquita, na ra do R-im, atraz
do arsenal de mirinlia, u-n
REPOSITO DB UKC.V**?'
construidas no dito sen ^belectmeiiUi
All acbarSo ns comprad/'e* um completo
orlimento d" iiioenilas-"" canoa, com lodn>
ns melhoramentos f>RU* dellea novo- e
originaos a que 1 cTciieinia de muiln- an-
nos tem mostrado11 neeeasidaito. Mariuna-,
do vapur de r1aia e alta pres-ui, tachas .!
todo tamauhik Unto batidas como lumlidas,
carros de n* a ditos para comlu/.ir tormm
de assucar, machinas p > moer niamtmca,
prensas par dito, tornos de ferro b.tidn
para farinlia, arados fer o da mais appro-
Vada cnnslriieg-io, fundos 1 ira alimbiques,
envo-s e |iortas pfra fornalhas, e urna mlini-
dr.de do oras e ferro, qee sera enfadonho
enumerar w* mesmo deposito existe urna
pessoa ilelligenlco. habilitada par receber
j,,...itios, e iustruegoes que iho fotcm for-

1 nectdas.
-
MUTILADO


-

ILEGIVEL


DIARIO DE PERXAMBUO SABBADO 4 DE JULHO DE 1857


CG1SLT0R10 HDIEOPATBiCO
DO
-----sempre os mi
am globfllos, e preparados cora o
Otile so achara sempre os mais acreditados med
tcamcnlos, tanlo em tinturas como
maior escrpulo e por precos bastante commodos
PREgoS FIXOS.
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita de 2* > ... isfooo
Dita de 36 i ... 205000
Dita de *8 i ... 255000
Dita de 60 ... 305000
Tubos avulsos a....... 13000
Frascos de linturrademeia onca. 25000
Manual do medicina homeopathica de Dr. Jahr com o dic-
connrio dos termos de medicina...... 205000
Medicina domestica do Dr. Henry.......' 10,000
Tratamento do cholera morbus .... 9/oon
Repertorio aoDr. Mello Moraes ...... gooo
PKDRAS PRECIOSAS- *
2 9
Adereco de brilhantts, &
v diamantes e peroles, po|- >;
eir, arateles, briiiAs *'
3 rozetas, holOes anuen j
i de djflerenlrs gostos e le :-i>:
* diversas pedras de valor. W

I Compran, vendem oa S
| troeam prala. oro, bri-
*> Ihant-s,diamntese pero- 9
* las, e oulras qoaesqoer '.-
". jolas de valor, a dli.heiro ffl
- ou por obra.


WfflSSSar9BfflB@g$ >: Bgg
10REIRA & j&UAME.
L#JA DI 0URIVEI
Ra do Gabaga' n. 7.
jfcecehena por to-
dos osvp r. sda Eu-
ropa as o!)ras do mais
moderno gosto, tan-
to de Franya como
W OIT.OE PRATA. $
^ Aderecot completos de
!<4 ooro, meios dilos, pulsei-
*) ras. alfneles, brincos e
4 rozetas, conloes, Irancel-
gj lu-, medalhas, correnles
>S e enhiles para relogio, e
. oolroi mnilos objeetos de
j ouro.
Aparelhos complelos de
i*.- prala para tb, bandejas,
H salvas, easlicaes, colheres
& de sopa e de cli, e mui-
j los oalros objeclos de
o; prala.
TACHAS PARA BNGENHO. -
Avisa-se aos senhores correspondentes, que no deposito .la ra da
Mneda (Forte do Matos1 junto ao trapiche do
Caoba n. 3 A, ha sompro um completo sor-
tiinento de lachas do Ierro fundido o batido,
de milita solidez, superior qualidade, e de
todos os tamaitos, fabricante Eiwin Maw
beni conhecido nesta praca : a tratar no
mesmo, ou na ra do Trapiche n. A*.
Um portuguez de milito boa bonduc-
ta, chegado ha poucos dias da Europa, se
otlerece para caixeiro de algum estabeleci-
mento, principalmente de loja, por ja ter
pratica della em sua trra, aonde servio por
annos : a tratar na ra do Collegio n. 9, no
segundo andar.
:-
& O Dr. A. S. Pereira do Carmo, lendo <&
ftVj cheaaJo d* viasem que fez ao Rio de Janei- fj&
^ ro, continua no eiereieio da saa profis.1o, ;?*
P podendo ser procurado na cesa de sua resi-
?JA denria, ra Nova n. 56. As
;QG^Gi.^.:-
m
SSSBBg
de Lisboa, as quaes vendem por
preco commodo como eostumam.
NOVQ ESCRIPTORIO DE PROCURADURA
CERAL.
I.stabelccido na ra da Cdela do Recife n.
50, primeiro andar, defronte da ra da
Madre de Dos.
O abaixo assignado faz sciente ao publi-
co, que do dia I. de julho do correte em di-
aDtc, se achara aberto na casa cima decla-
rada, am escriptorio de procuradoria geral,
debaixo da direccao lio annunciante, no
qual estar sempre prompto nos dias uteis,
das 9 horas da manhSa, as 3 da tarde, para
(-uidar de executar qualquer servico que Ihe
for compativel, e que convenba a sua inter-
vengo, para quem se dignar occupa-lo.
Para mais facilidade.
Organisar urna lista especial dos caixei-
ros que precisaren ser arrumados, e dos
que quizerem mudar ou melhorar de arru-
maco, assim como tambem dos patres que
precisarem de caixeiros, declarando cada
um as habilitacOes que liver para o que pre-
tender.
dem dos locadores, e locatarios de casas,
sitios, e terrenos, seja para que uso for.
dem dos vendedores, e compradores das
propriedades cima declaradas, seja para
que uso for.
dem dos vendedores e compradores de
estabelecimentos commerciaes, fabricas, ar-
maces para estabelecimentos, carros e ca-
vallos de passeio, carros e animaos de carga,
escravos, piano, joias etc.
Guiara aos senhores estrangeiros ou na-
cionaes, que ignorarem as localidades, uso,
e costumes desla praca, munindo-se de um
interpretre se preciso for, e ensinando-lhes
as moradas das pessoas a quem procurarem.
Procurar para todos, tudo o mais que em
una procuradoria geral se poder fazer em
sentido licito, para commodo dos concorren-
tes.
A vastidao queja tem esta praca em to-
dos os seus ramos, com o visivel crescimen-
to das fortunas, e da populaco, v3o exigin-
do recursos mais abreviados para os interes-
ses de cada um.
A compensoslo que se fizer ao annuncian-
te, ser urna rvzoavel gralilicaQo pecunia-
ria, que se ajustar em relacao a qualidade
de servico, c urna vez feito, ser inmediata-
mente Indemnisado do seu importe.
Prometiendo o annunciante empregar to-
dos os eslbreos para bem servir e agradar aos
c'oncorrentes ; pois que a sua pratic, expe-
riencia e actiVidade, o ajudarao a bem des-
empenhar um tal lugar, mediante a pn>-
'teccao do publico em geral, e dos seus ami-
gos em particular.
Recife 26 de junho de 1857.
Gregorio Antunes de Oliveira.
Attenco
o
R. C. Yates & Companhia: estabelecidos
no Rio deJaneiro.-na ra do Hospicio n. *0,
vendo ifm annuncio publicado em urna das
folhas de Pernambuco polo Sr. Bartbolomeo
F. de Souza, prevenindo ao publico que o
verdadeiro xarope do bosque so elle he
.quem vende,prevenimos ao mesmo publico,
que o nosso xarope he remettido do Rio de
Jrneiro pelos cima propietarios ao Sr.
Manoel Alves Guerra, e este senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr.
.ose da Cruz Sautos, na ra Nova n. 53, uni-
os por nos aulorisados para venderem o
nosso verdadeiro, e mais prevenimos aos
senhores consumidores, que ha perto de 5
annos os rotlos collados as garrafas s5o
assignados por Henry Prins, como procura-
dores dos cima propietarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
C-spv?vyGS-viQ-DOO@
5 Joflo da Silva Hamos,
'.' versidade de CnimbrfginiKtoa sua residen- S
- ra da ra do f.abugs mu- a ra Nova n. -."
qf 69, segundo ailar, sobrdo do Sr. l)r. Nel- ^
L' e *'" cun"nila receber, das 8 as 10 ^
^ horas da mauhaa, e das 3 s 5 da tarde, as *
y? peisoas que o queiram consultar. i'
-.: '-; :..::.:-:-::-':- -:.v-ii:-v'?-:r-::>:;:-Ov-:'
GUARDA NACIONAL7
Continua a estar a venda o manual da
guarda nacional, ou colleocSo de todas as
ieis, reglamentos, ordens e avisos concer-
nentes a mesma guarda, relativos, n3o s ao
processo de qualilicacao, recurso de revista
etc. etc. etc., senao a economa dos corpos,
joganisacSo por municipios, batalhOes, com-
panhias com mappas, modelos etc. etc.: na
ra de S. Francisco, deposito n. 6, onde en-
contrar ja encadernados.
ggi O Dr. Das Feraaodes, medico, deve ser tft
T procurado de hoje ero dianle, no primeiro ,
^ andar do sohrado da roa dos Querais, $S
uavessa das Croles, cuja entrada he qnaii
g em frente da botica do Sr. Pinto. '.":
&C<>s::C-00;-:H-}:--:>:.: '^v#G
JOHN GATIS,
corretor geral
E AGENTE DE LEILOES COMMERUAES,
n. 20, ra do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praca do Corpo Santo
RECIFE.
DENTST FR^KCEZ.
roa Nova n. 41
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Chora-menino, e hi tem preparado urna
casa de saude com todos os commodos para
o tratamento de escravos, cujos senhores
residam fra da praga, ou 'que nao os pos-
.''.':- v.; ?i:t&W&W<8Jt
Do Aracaty acaba de chegar um sor-
timento de sapatos da melhor qualidade, pa-
ra homeus e meninos, cra de carnauba e
mais gneros; tudo vende-se por presos
commodos : na rna da Cadeia do Recife n.
0, primeiro andar, e cabeQsdas de trancas
Urna senbora portugueza, honesta e
de bons costumes, deseja acompanhar al-
guma familia para Portugal ou Rio de Janei-
ro : quem quizer procura-la, dirija-se a ta-
berna do becco do Cmpello n. 4, queahi se
indicar a sua morada.
Precisa-sede urna ama forra ou capti-
va, que se encarregue de ensaboar e engom-
mar, para urna casa de pouca familia :
quem se adiar nestas circurostancias, diri-
ja-se a casa n. 38, segundo andar, na ra
larga do Rosario, onde se dir quem precisa.
Os abaixo assignados, com loja de ourives
na ra do Cabug n. 11, confronte ao pateo
da matriz e ra Nova, fazem publico,
estao recebendo continuadamente as
novas obras de ouro, tanto
como para hornea* o
medico pela
O
Paulo Gaignoui dentista
SEGURO CONTRA FOSO.
Companhia Alliance.
Esubelecida cm Londres, era marjo de 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., tem a honra da in-
foruar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
a qiisrB mais convier que esto plenamente au-
tor.sados f| dita companhia para efteciuar segu-
ros sobre edtcios de lijlo e pedra, cobertos t
telh e igualmente sobre os objeetos quecontiverem
os mesaos edificios quer consista em mobilia ou
" 'idas de qualquer qualidade.
sobrado ao emrar na roa do
% 1S& ttttSJT"*'qualqaer
#> Recite-j:t de juniui de 1857.
i^u^ene Clicquot
participa ao rcspeitavel publico, em Pernam-
boco, que o nico deposito esta prsCBt.d(.
seu muilo conhecido vinho dettiumni,cne
he na casa dos Srs. J. Praeger & C., r,la dl
Cruz n. I.
sam curar em suas proprias casas : quem continuam razoaveis,
para'isto quizer-se utilisar de seus servicos
mdicos, que ser3o desempenhados com o
maior zelo, dirija-se ao pateo do Carmo n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Preco2/000 diariosexceptu-
ando conferencies, sanguesugas e opera-
ces.
Lotera
DA
provincia.
O abnixo assignado ven-
de blhetesgarantidos, pe-
los precos abaixo notados,
sendo da quantia de cen
mil ris p:ira cima, a di-
nheirc vista, em seu es-
criptorio, na ra da Ca-
deia do Recife n. 50, pri-
meiro andar.
Blhetes. 50400
Meios. 2.S700
Quartos. lj(3.">0
/'. ./. Laymc.
^ U Vr. Kibeiro, medico, ele vol- @
@ tade sua viagem a' Europa, con- @
^ tinun a residir na mesma casa da @
^ na da Cruz. n. 1.1, onde pode ser %
m procurado a qual(|uer hora. e*-
Antonio a Silva GuimarSes, avisa a
todas as pessoas que possuem cautelas frac-
cionadas polo annunciante, e que estejam
premiadas, que apresentem para ser pagas
no prazo da 30 dias, contados desta data
lindo o qual prazo, requerer desoneraco
na tbesouraiia. Recife 4 de junho de 1857
Antonio da Silva Cuiraarfles.
lftio-Formoso.|
O Dr. JcSo Honorio Rezerra de Mene- %$
gf es, medico pela Kaculdada da Rahia, lem ^
j fix.do sua residencia na cidade do Rio-For- X
^. moso, e de oovo efTerece seos serviros a lo- ''
S das ai pessoas que o honraren com sua con- ^
m

GG:QQSQGQQZi
Tasso Irmios.
Avisam aos seus freguezes, que as ultimas
larinhas de trigo Itichmond chegadas ao mer-
cado, sao vendidas em seus armazens, pelos
seguintes precos :
Galega 255000 por barrica.
llaxall 2*3000 dem.
O Dance 233000 dem.
Columb a 22a0u0 dem.
Alera destas lem farinhas novas de Tries-
te das marcan SSSK. Fontana e primeira
qualidade ; assim como completo sortimen-
to das melhores marcas de Philadelphia, ao-
va Orleans e Raltimore.
Madama osa Hardy, ra
'Z^ova n. 5/, '
tem recebido do Franca um grande sorti-
mento de chajieos de seda para senhora, de
todas as cores, cliapeozinhos de palha aber-
tos, ditos do palha de arroz, ditos de seda
para meninas de ;i a 7 annos, cortes de seda
paranoiva, luvas, capellas, mantas, meias,
ricos pentes de tartaruga do ultimo gosto,
enfeites de caieQi para senhora, eucnoval
completo para ba plisar criancas, e muilas
outras lazendss, que se vendem em conta.
Precisa-se de um feitor para um sitio
pequeo muito perto da praca ; os preten-
dentes duijam-se para mais informacOes, no
Trapiche Novo n. 16, primeiro andar, das 10
horas ate as 3.
!,i!L,id,iw <#*
De. Kibeiro, physician may be m
* consulted at ang liovv in hit resi-
% dence, ruada Cruzn. 15.
Na fundicat. da Aurora precisa-se
de serventes lorros ou escravos, para
servico debaivo de coherta.
Precisa-se de caixeiros, na ra da Ca-
deia do Recife n. 50, primeiro andar,
prestando una lianca ele 200.9000, ven-
cendo o ordenado de 200s a (iOO.s, lie para vender bilhetes da lotera da
provincia.
lotera
DA
provincia.
O abaixo assignarlo participa ao respeita-
vel publico, que vende os seus felizes blhe-
tes, meios, e quartos, pelos precos abaixo
mencionados, sendo da quantia de 1003 reis
para cima, a dinbeiro a vista ; na ra da Ca-
deia do Recife n. 45, esquina da Madre de
Dos :
llilhetes 5H0O recebe 5:000.3
Meios 2-3700 2:5003
Quartos fyBBO 1:250j
Por Salustiano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto
.. Onem tve
C. J. Aslle\, queira
da do coi-rente.
contas particulares com
apresenta-las ale o
que
mais
para senhora
meninos : os pregos
. e passam-se contas
com responsabilidade, especificando a qua-
lidade do ouro de U ou 18 quilates, ficando
assim sujeitosos mesmos por qualquer du-
vida. Seraphim & Irmao.
tten^ao.
Os herdeiros do fallecido padre Bcnto Ma-
noel de Souza Castro previnem em tempo
que a casa terrea n. 58 na ra de Santa The-
reza, e a tambem terrea n. 92 na ra das
Cinco Hontas. pertencentes a quarta parte da
fazenda do finado Vicente Ferreira de Car-
valho, deixada aos filhos de Manoel Antonio
Marques, hoje perlencente aos herdeiros do
dito padre liento, por escriptura passada no
cartono do tabeiliao Guilherme Patricio em
1814, de cujas casas he usu-lructuraria An-
ua Mana Uchoa de Carvalho: previne-seque
todo e qualquer negocio que porventura fa-
zer posam com a usu-lructuraria Amia Ma-
na, he nullo, e que os herdeiros estao dis-
postos a fazer sustentar o seu direito. Re-
cife 30 de junbo de 1857.
Rufino Jos Fernandes de Figueiredo.
- Perdeu-se urna sedula de 1003 rs. ama-
relia, desde a ra do Rosario, at a do Jar-
ja-se a loja de ourives n. 10, casa de urna s
porta.
"7 ,A P^soa que perdeu urna cacborrajde
qualidade, no da 30 do mez passado.queira
procurar em Fora de Portus n. 1-21, que dan-'
do os Ngnaea della Ihe sera entregue, pagan-
do as despezas.
Lotera
DA
Provincia.
CORRE SABBADO 4 DEJULHO.
O abaixo assigmdo ainda tem um resto de
seus lelizes bilneles, tueioa e quartos da
presente lotera, as lo.,as do costume, os
quaes nao estao sujeitos ,10 descont dos oi-
tu por cenlo da lei.
Por Salustiano de Aquino Ferreira.
Jos Fortunato dos Santos Porto,
Precisa-se de urna ama para casa de
pouca familia, paga-se bem : na ra Velha
D. 104.
Faz-se todo negocio com a melhor lo-
ja do Passeio Publico n. 9, com fazenda ou
sem cll. 1.
Precisa-se alugar um moleque peque-
no para andar com um menino : quem tiver
annuncie.
Desapparecu no dia 30 de junho, do
sitio de Santo Amaro das Salinas, junto a
igreja do mesmo nome, 2 nocas de cor pre-
ta, com 2 crias, gordas 1 quem as levar ao
mesmo sitio, ou dellas der noticia, sera ge-
nerosamente recompensado.
Precisa-se de um caixeiro : na padaria
da ra Direita n. 21.
A negocio de interesse.
Deseja-se fallar com os Sis Manoel Igna-
cio Peixolo, Francisco Jo3o Alves, Jos
Francisco da Silva, ou a pessoas que facam
suas vezes : na ra larga do Rosario n 33.
Jos Jo'-quim Horeira manda para Lis-
boa seu sobrinho Joaquim Jos Moreira, de
menor iJade.
Precisa-se de urna ama forra ouescra-
va, para o servico de urna pequea familia,
agradando paga-se bem : na ra da Matriz
da Boa-Vista 11 20.
Jos Jacintho Pavfio declara que he
nesta cidade o procurador de Manoel da Cos-
ta Teves e sua mullior Marianna Joaquina,
do lugar dos Gineles da ilha de S. Miguel, e
que na procuracao por quo seus consutuin-
tes o constitniram procurador, declararam
expressamenle que liciva revogada a procu-
racao que haviain dado aoSr. francisco Pe-
reira Raposo, e para que este, queja ha dias
tem sciencia do exposto, nao con inue a
exercer as funecoes de procurador, e entre-
gue ao annunciante os papis que em seu
poder tem, se faz o piesenle annuncio.
Aluga-se o terceiro andar do sobrado
n. 19 da ra do Vigaric : trata-seno segun-
do amar da mesma casa.
...Precisa-se saber quem be a pessoa com
direito a heranca dos beus do finado Benlo
Domingues, padeiro, que foi eslabelecido
na ra Nova, que se quur fazer una indem-
nisacao, declaiando o herdeiro seu nome e
residencia por este jornal.
Na ra da Cruz n. 33, primeiro andar
apresentou-se no da 1 do corrente, um par-
dinho de idade 13 annos po. co mais ou me-
nos, offerecendo seus servidos, dizendo que
era livre, natural de Pedras deFogo, e que
esllvera em Olindaao servico -de um hornera
chamado Augusto, que o deixara naquelle
da : se alguem julgar-se com direito ao
mesmo, dirija-so a dita casa, nao respon-
deudo-se por fuga ou morte.
Precisa-se arrendar, ou comprar um
sillo peito da praca, e que seja muito bom :
quem liver dito sitio para vender ou alugar
inja-se a ruada Cadeia do Recife Q. 16, pri-
meiro andar; assim como precisa-sede um
negro velho, quo possa tratar de um ou dous
cavallos, na mesma casa,
--- O abaixo assignado e sua irmaa D. An-
na francisca de Paula Ferreira, e irmaos
francisco Alfonso Ferreira e Domingos Al-
lunso ferr., a declarara que se acliam res.-
dindo no engenho Japaranouba, rreguezia de
Agua Preta, e termo de Barreiros. Recito 2
de julho de 1857.-Filippe Nery Aionso Fer-
reira.
Daseja-se fallar com o Sr. Miguel de
(.erqueira Lima, na ra do (jueimado n. 24
Alugd-sa um sitio com boa casa de vi-
venda, no largo da Torre : quea o preten-
der, dirrja-se a ra do Sol, casa n 11.
O abaixo assignalo comprou ao Sr
Manoel ferreira a taberna na ra de Acuas
Verdean. 48, nvre e desembaraQada, ficau!
do o mesmo Sr. Manoel Ferreira da Silva
obrigado a praca pelo passivo da mesma R
para que chegue ao coubecimeuto de todos
taco o presento. Recite 1. do julho de 1857.
Jos ferreira Braga
--- Os Srs. Albino Alves Ferreira
meida e Antonio Alves V
Precisa-se de um hornero porluguez,
Que cnlenda de lavouras, para feitor de 11111
"ngnlio na provincia das Alago.*, e quem
se julgar habilitado, pone dingir-se a ra
Direita n. 119, a qualquer hora do dia, que
achara com quem tratar.
As sen horas quo luotam
a cavallo.
Na ra Ncva n. 18, loja de M. A. Caj' & C,
ha ricos casavequee do cores, e pr.tos,
para montara ; assim como um grande sor-
tlraento das mais bem acabadas obras de al-
faiate, tanto superior, como mais inferior,
chapos, ditos de sol, lencos de seda, ditos
de dita para grvala, ditos de cores, luvas,
suspensorios, meias para homem, senhoras o
meninas; camisas, ditas de meias, lazendas
para qualquer obra que seja encommenda-
da : a pessoa que vier a esta loja, achara um
fato completo, e ser um s yreco para lo-
dos, a dinbeiro.
H1I.HETES DE VISITA.
Cravam-seeimprmem-se com perfeicao
blhetes de visita, lettrasde commercio e to-
dos os objeetos da arte caligraphica, re-
gistros, vinhetas e quaesquer desenhos ;
abrem-se firmas, sineles, tanto a talho doce
como em relevo, ornamentos com objeetos
de ouro c prata ; fazem-se riscos lindse
orignaes para bordados de labyrintho ad-
mitte-se a recusa de quaesquerdeslesobjee-
tos, no caso de nao ficarem a contento das
pessoas que os encommendarem: quem pre-
tender, dirija-se a qualquer destes lugares :
no bairro do Recife, ra da Madre de Dos
n. 32, primeiro andar ; em Santo Antonio,
na livraria classica do pateo do Collegio D,
2 ; as Cinco Pontas, sobrado da esquina
confronte a matriz nova.
Reiaria de
ei;o& Barreto, no Mo->
tetro.
No deposito desla relinaria, na ra da Ca-
deia di Recife n. 30, ha sempre assucar re-
finado de superior qualidade, tanto em p
como em torres e em pilos, por preco mais
commodo de que em oulra qualquer parte.
PUBLICACA' HEL1IOSA.
O Brasil.
Peridico Catholico, Litterario, e Noticio-
so, publicado no Ro de Janeiro, sublve-
se na livraria n. 6 o 8, na praca da Indepen-
dencia a 6a por semestre, pagos adiantado.
Precisa-se de um amassador : na ra
larga do Rosario n. 48.
Manoel Nunes da Silva, portuguez. vai
a Portugal.
Vendem-se saceos de fariuha, grandes,
muito boa e pnco em conta: no armazem
do Luiz Antonio Annes Jacome, defronte da
porta da alfandega.
Superior familia*da trra
para mesa.
Vendem-se saccas desta superior farinha,
assim como arroz pilado de superior qual-
de : na trqvessa do arsenal de guerra, ar-
ma/era n. 5.
Vende-se azeite de coco a 3/200 a ca-
ada, superio-es queijos os mais notos do
mercado a 13440, cha hysson do Rio de Ja-
neiro de primeira qualidade a 13600, caisi-
nhas de urna libra na ra Direita n. 8.
fortes de collete
de velludo a 2^000
Vendem-se na ra do Queimado n.l A,
chitas|escuras largas a 240 o covado.
Vende-se arroz Carolina a 2#S0J a ar-
roba e tOO rs. a libra : no Pateo do araizo,
taberna do finado Nicolao n. 16.
Vedem-se '
saceos com arroz pilado do lo cisco a 1/800 a arroba : no armatem do caes
do Ramos, de Jos Mara Fernaniies Thomaz.
Vende-se a verdadeira fijraxa ingle-
za n. !)7, dos afamado* fabricantesav
& Martn, em barricas de l"> duzias de
potes: eincasa de James Crabfree & C,
ra da Cruz n. 42.
SECRETARIAS.
As melhores que at hoje tem apparocido
a este mercado : vendem-se no escriptorio
do agento Oliveira, ra d Cadeia do Recife
n. 02, primeiro andar.
Multo Fia rato
Vende-so na rna da Cruz n. 62, caixinhas
com superiores massas finas para sopa com
8 libras cada urna ; mbem se retalha em
libras, m^carrao, lalharim, aletria a 240 rs.
a libra, caixinha.com ameixas de Lisboa,
latas com bolachinbas inglezas muito linas,
ditas de soda, selames o melhor que tem
viudo ao mercado, presuntos e toucinhoin-
glez, latas de salsif o de urna c duas libras,
ervilbas muilo frescas, e outros muitos g-
neros do melhor que se pode encontrar, e
muito baratos.
CASAS DE FERRO
Excellentes camas de ferro para solteiros :
vendem-se no escriptorio do agente Olivei-
ra, ra da Cadeia do Recife n. 62, primeiro
andar.
Pechincha sem
o Compra-se urna casa no bairro de San-
p Antonio ou S. Jos, que nao exceda do
reco de i :000a e 1:200 / : quem a tiveran-
juncie por ce Diario. J IJTf JO j
Compram-se travs de 25 a 35 palmos *?
de comprmento, e palmo de grossura : na i N' ,0Ja "a estrclln, ra do Oueimado n.
hvrana e. praca da Independencia n. 6 e 8! veodem-se ricas fazendas de 13a e 13a e se
-- Compra-se effecti va mente na ra das | ***}. ZnVrn^"^ P80
Flores n. 37, prime.ro andar, apolices da di- preos de J e 80 rs" covado-
vida publica e provincial, accoes das compa-
DOias, e da-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas quantias, sobre penhores.
Compra-se urna casa terrea que tenha
commodos : a fallar na ra da Praia n. II,
aruj8zem do carne secca.
Compra-se um papagaio bom, bonito e
tallador, nao se olha a preco : na ra do
Queimado n.35.
Compra-se qmnovelha com seu cabrito, a qual
irva par dar lelli : quem liver e quiztr vencer,
(lirija-se au largo da mtrii de Samo Antonio, casa
de um andar i>. 2.
Na ra do Pilar n. 72, segundo andar,
compra-se um pretnho de idade de 6 a 9
anuos.
monte
tas na ra da Cadeia u. 20.
deAI-
leem cr-
o .Freguica
QUE ESTA YEHDEIOO BA-
M UTISSill
a loja do Preguica, na ra do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, comi-
no a a render-se muitase diversas fazendas,
por preQOs baratissimos, enlrc ellas cam-
braias francezas, ptdrOes novos e cores -
xis, pelo baralissimo preco de 480 rs. a va-
ra, ditas de cordao muito finas a 500 rs. a
vara, cassas francezas muito finas e de pa-
drees os mais modernos que ha no mercado
a 640 a vara, chitas francezas de lindissimos
padroes a 280 e 300 rs. o covado, mnssulina
branca a mais fina que he possivel a 440 o
covado, dita de cor a 3*0, cortes de casemi-
ra de cor de lindissimos padrOes e superior
quaiidadoa6/cada um, cortes de hrim de
puro lnho de lindos padrOes a 2&400 cuda
am, ditos de ditos a 25, ditos de algodao a
3360, ditos de cutim de lindos padrOese
nimio encorpados a 13600 cala um, lencos
de cambma para maoa 120, Mitos mais finos
a 220, pecas de bretanha de rolo de 10 varas
a 23 cada urna, chitas escuras de diversos
padroes e cores lixas a 140,160,180 e 200 rs.
O covado, e a peca a 5o, 63, 6500 e 73500 ca-
da urna, cobertores propnos para escravos a
700 rs. cada um, gravatas de seda de lindos
padrOes a 13, ditas pretas de setim a 1280,
ditas de cortes em outro gosto a 700 rs cada
urna, luvas de seda de todas as qualidades
para homens e senhoras, loncos de seda de
bons gostos. gangas mescladas de lindos pa-
drOes a 600 rs o covado, cortes de castores
de bonitos padroes a 13 eda um, cambraias
lisas finas a 43500, com 10 varas, ditas ditas
muito finas a 6#, e outras muitas fazendas
quo se deixam de mencionar, e se venderao
por baratissimos precos ; e se darao amos-
tras com penhor.
Alw-Oo da trra.
Nos quatro cantos da ra do Queimado n,
20, vend-i-se o superior panno de algod3o da
trra, o melhor que se tem descoberto para
escravos, cortes de I3i de quadros, muito
bonitos padrOes a 23700, lencos de cassa
prornos para meninos a 120, e outras mui-
tas fazendas por diminuto preco.
A" barato.
Na loja da ra do Queimado n. 18 A, ei-
qu.na que volta para o Kosario, vendem-se
superiores chapeos brancos de castor a 93,
cassa de cor a 160 o covado, rscado francez
trio a 200 rs., completo sortimento de pali-
tos de alpaca pretae de cor a 43. casemiras
pretas borda las muito finas a
outias muilas fazendas
modos.
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, assim como potassa da Russia verda-
deira : na praca do Corpo Santo n. 11
COM PEQl'EM TOQIE DE AVVR1V
A DI.MIKIKO
Pecas de madapoISo fino, ditas de algo-
daoznho liso muito encorpado, ditas de di-
to trancado e largo : vende-se na ra do
Crespo, loja da esquina quo volla para a ra
da Cadeia.
Fareslo
VenIe-se superior farello vindo de Lisboa
ltimamente, em saceos c por barato preco :
na ra do 'trapiche, armazem n. 7.
por
6/ o corte, e
precos com-
Vende-se urna negra de bonita figura e
um negro de 2* annos tambem de boa figu-
ra, um mulato de 22 annos, muito bom al-
aiate e bom boeiro : na ra do Livramen-
lo n. 4.
Vendem-se 8OO3 em pecas velbas com
mo jico preco : annuncie ou dirija-se a ra
do yueimaJo, loja n. 1, doSr. Gaspar.
Vende-se urna taberna bem sortida,
no cammho novo da Soledade ao p do acou-
gue : a tratar cora Francisco Jos Fernandas
Pires : na taberna grande ao lado da igreja
da Soledade. '
Vendem-se ps de coqueros, proprios
Para se plantar : na ra das Triocheiras
n. ao.
Venlo-se na ra Direita n. 19, carne
do so!, pelo diminuto pr-code240rs a li-
bra, 280 c 320, liuguicaa a 320 a libra.'
--- Vpndcm-se queijos do sertao a 400 rs.
a lihra, sendo intoiro, e a retalho a 410 -
ra da Gloria, ullima taberna da
que volta para S. Concalo n. U5.
Vendem-se duas lin las escravas pti-
mas para skfazer um presente, porque he
cusloso eiftWrar-se pegas lao prfeitas
urra tem 10annos, e a out a 18; esta cose
engomma e.cornha, c s se vende para fra'
da provincia mi par-* interior da mesma
na ra Direita 11. 66
na
esquina
GAITAS PALATE INGLEZ
para fogao de cozinha, e vende-se em casa
de Poirier, no aterro da Roa-Vista n. 55.
Vende-se a casa terrea n, 22 da roa
das I.arangeiras, com 3 quartos. cozinha f-
r em chao proprio, ou permuta-so por ou-
lra que tenha mais commodos, sendo na rre-
guezia de Santo Antonio : a fallar com o
dono na mesma casa, que faz todo negocio.
das seis portas
EM FRENTE DO LIVRAMEMV.
Coi tes de casemira com algom mofo a
quatro mil rs., lencos de seda proprios para
pescoco de senhoras a dez lustes, lencos de
retroz malisdos de cores a dez tu vas de seda pelas e de cores a cinco tustOes
o par, cambraia lisa a dous mil rs. a peca, e
em viras a pataca, cambraias com llores'aol-
las e muito finas a duas patacas a vara, cas-
sas com floros para cortinados a tres mil
rs. a peca, e a sello a vara. A loja est abor-
ta das 6 horas da manh3a s 9 da noite.
Na loja
das seis portas
Em frente do Liveameoto
Cassas pintadas a mela pataca o covado,
nscados estreitos a quatro vinlens, riscados
francezes escuros a meia pataca, cortes de
vestido de cassa com dous e tres babados a
cinco patacas, saias brancas bordadas a dous
mil rs., chales de cassa brancos com flores a
sello, proprios para trazer por casa.eoutias
muitas fazendas que vende por todo o preco
para acabar. De tudo se da amostra, levan-
do penhor que valha oquesequer ver.
relogios de pa-
tente
ingleses de ouro, de sabonete e de vidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abren, na ra da Ca-
deia do Recife, armazem n. 1G.
Arados de ferro.
Na fundic3o de C. Starr & Companhia, em
santo Amaro, acham-se para vender arados
de ferrode um modello e construccSo muito
superiores.
Vende-se queijo do sertao
a480rs. a libra, manteiga ingleza a 640
quei,o do reino a 13500, 13600 e 1/900, fari-
nhado reino a 120. gomma a 100 rs. lingui-
ca 4o reino a 400 e 640, vinho do Porto en-
garrafado a 13000, dito de Lisboa a 560, ba-
uta de porco a 520 : as Cinco Pontas n. 21
Venda de
pianos.
Vendem-se muitos lindos e e\cellentes
pianos, Chegados ultimamente de Ham-
liuifjo, ecom lindos retratos no frontes-
picio : na ra da Cruz n. 55, casa de 1.
Keller & C.
Pianos,
Em casadeRabeSchmettau &Companhias
ra da Cadeia n. 37, vendem-se elegante
pianos do afamado fabricante Traumann d
tiamburgo.
Vinho do Porto
superior chamico.
Vende-se nicamente em casa de Barroca
iV Castro, na ra da Cadeia do Recife 11. .
TA1XAS PARA ENGENHO.
Ma fundido de ferro da D. W. Bowmana na
ra de Brura, passando o chafariz, contina ha
dar umcorapleto sortimento da taixas de ferro f un
vido e bando de 3 a 8 palmos de bocea, as qaiai
aclaro-seavanda.porepreco commodo a eom
promptidao; embarcam-s oucarraga- am car
ro semdospezaao comprador.
1 Sellins e
relee ios.
SELUNSeRELOGIOS de p. leo le
nlez : a venda no arnmun de
Kostron Rooker & Companhia, es-
qoina do largo do Corpo Santo no-
mero 48.
FOYO
rape.
Previnc-se aos amantes da boa pitada, que
chegou no va;ior S. Salvador o rap novo
prmceza do Rio de Janeiro, que pelo seu
escolente aroma se confunde com o prmce-
za de Lisboa: na ra do Crespo, loja de
miudozasaopedoarco de Santo Antonio e
praca da Independencia n. 4, aonde se ven-
de a 15000 a libra.
Taclias de ferro.
Na fundico da Aurora em Santo Amaro-
e tambem no deposito na ra do Brum. logo
naenlraa, e defronte do arsenal de mari-
nha, ha sempre um grande sortimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas e fundas ; e em arabos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, Iivres de despeza. Os preco
saoo s mais commodos.
AU'tiioio facilimo.
Na li-'raria da praca da Independencia n.
6 es, "ende-se o methodo facilimo-para
aprender ler, novamente impresso e aug-
mnlado, por mil res.
(]asas france-
zas .1 200 ; s
Vendem-se cassas rrancezas linas a 200 rs
o covado : na ra do Queimado n. 7, loja da
""fflAPEOSATAMBERLK
Do afumado fabrican?.
iiineau de Pars.
Acabare de chegar pelo ultimo paquete,
os gupra mencionados chapeos destrata
mado fabricante, e vende-se 11a loja J
4 portas, da ra da Cadeia do Becilo 1
iS, de Narciso Mana Carneiro.
Vende-se superior linhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Southall Mellor C, ra do
Torres n. 38.
Deposito
de rape princesa da fabri-
ca de E. Gasse, no Rio
de Janeiro.
Vende-se a prego commodo rape fino,
grossoe meio grosso, da acreditada fabrica
cima, ebegado pelo vapor S. Salvador ; na
ra da Cruz n. 9.
Planta da cidade do Re-
cite
Vende-se a planta da cidade do Recife e
seus arrabaldes, feita pelo Sr. Dr. Jos Ma-
piede Alves Ferreira, por seis mil reis : na
livraria n. 6 e 8 da praca da independencia.
JHappa das distancias da
provincia.
Na livraria n. 6 e 8 da praga da Indepen-
dencia, vende-se o mappa das distancias
das dilferentes villas da cidade entre si, e
relacao capital da mesma. a mil reis.
Algod&OEinho da Baha
para saceos de assucar.' vende-se em casa
de N. O. Bieber & Companhia, ra da Cruz
n. 4.
N. O. Bieber. & companhia, ra da
Cruz n. 4, vendem :
Lonas da Russia.
dem inglezas.
BrinzSo.
Brius da Russia.
Vinho de Madeira. <
AlgodSo para saceos de assucar
nelogios.
Os melhores relogios de ouro, patente in
giez, vendem-se por precos razoaveis, mi
escriptorio do agente Oliveira, ra da Ca-
deia do Recife u. 62, primeiro andar.
Peanas de ema,.cera de abelha e de
carnauba.
Na ra da Cadeia do Recife, loja n. 50, de-
fronte da ra da Madre de Dos, ha para
vender os gneros cima, recentemente che-
gados, por precos razoaveis.
Agencia
fundico Low-JIo ra da Vnzala Nova
n. 42.
Neste estabelecimento continn'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho. machinas de vapor
e laixas de Ierro batido e coado de lodosos
lmannos para dito.
Moinhosde vento
comhombas derepnxopara regarhor ase ha
m deeapim: na fundico de W. Uowmar,
na roa do Brum ns. 6 Se 10.
Emcasa da Saundars Brothers C. ,
do Corpo Santn. II,ka pira andar o m
ferro ingloz.
Pixeda Suecia.
Alcatro de carvo,
Eonasde linho. ,
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para saccas.
ito trancado igual ao da Baha
K umeonpleio sortimento da fazendas proprio
para este mercado : tudo por preco commodo.
56,
Na ma rfoArage n.
vende-se superior manteiga ingleza a
800 e 900 rs a libra, dita franceza a 640 ve-
las de espermaceti a 720 e 88C"o masso da 6
velas, gomma para engommir muito fina a
120 a libra, queijos do serto a 480 libra
mscarrSo.alelria e Ulbarm a 480 a libra d
tudo se d3o as amostras aos freguezes.
Lagedo e pedras
de in.
serto.
na es-
rua das Cinco
chegadas na escuna Rainha dos Acores
vendem-se n> ra da Cadeia do Recife n. *.'
* ame da
Vende-se suparior carne do serUo 1
barato preco de 320 rs a libra e h .{
Porto eugarrafado. isooo g^rrafl
quinidoareal do Forte n
Pontas n. 93.
Vende-se urna tabern muito bem a-
freguezad, com fundos a vonUde do com-
prador : na ra da Cadeia de S. Antonio
esquina da transa do Ouvidor o don
deste estabelecmtjfcto, vende poi ter de 8e
retirar para fora delta capital. C
- A taberna da ra dos Martvrios
acha-se com novo s.irtirrento de
11. 36,
velas de
deP6e4r0mraseeire Ve"de ^lo diminul *Z
rs. a libra, carne do sertSo -
sement de
rodas,
smtJfS HngU?" l'^m"donse[woU;
*'". bolachinha ingleza a 320
coentro nova a 240 a garrafa. '
Z ,Ven,le-?e um cabriolet de duas
coberto, em bom estado quern .,
der, dirija-se a ra larga do Rosario n. 48
J. PBJEGER C0IPAIH1A.
11* da Cruz 11. 11.
Receberam pelo ultimo navio do 1l*yr
urna nova porcao de af,ado e tlmZo
, VINHO DE CHAMPANHE
de Eugene Cliequot a l"" ""
Tiata
s.
Vende-se umaporcSo de tinUs prep.ra
das, assim como algumas barricas de iv.i.-
Cruzn0 ,,m,Zem de Pr,,eger C- ru u
PRESINTOS.
J. Praeger & C, ra da Cruz 11. 11, ,TWrn
vamS/n1tfre?neZr8' "*"" recebido no^
S2T2S ?6' Ult,IDO n,vi0 d H.mburgo,
s7ven^rp^rrnoTt0ff^ '"
He muito ba-
rato.
Velas de espermacete a 120 rs. cada urna
e em ca.xas de 25 libras a 163, o em MaTrl
5c.ls,sa155; de,e-se preferir un!, "veU
de espermacete a de carnauba, visto que a
d.lTerenca de 0 rs tendo-se boa luz e lim-
peza, he nada. No deposito da
Francisco n 6, por ter grande
deste genero, be que vende
por
ra de S.
quantidade
este preco.
RELOGIOS
Rna da Cadeia do Recife n 18
Ha um sortimento de RELOCIOS de todas
tSa' 'daifS: tant0 d 0,," como de Piu-
TA d.tosFOl IAIK.S e DOURADOS. assim co-
TZIT Mnh. todos garantidos e por
precos commodos. ^
*uobre eni ntoeda.
de^ttr??^tslr'da ,n-
^fdolpfae Uour-
geois.
rl?nlT'se arreios p'ra Mrros "os para
cabi.olet, vaquetas para coberUa, ditas para
guarda-lama gala-o, panno, lanternas e ve
las : na roa Nova n. 61.
; a randas e rradt-o
Um lindo e variado sortiroenlo deroodei-
los para varandas e gradaras, de oslo roo-
dern.ss.mo na fundico da Aurora em &-
o Amaro.e no deposito da mesma, na ra do
da
Crac
uintt
Relogios
cobertos e descohertos, pequeos e grandes,
de ouro patente inglez, para hornera e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Southall Mellor & C.\ ra
do Torres n. 38.
Charutos de flavi-
na : vendem-se em casa
de G. .i. Astley & C.
Brasa.
1BCHAIISIG FA&A fl
IHO.
NArcuUJD,gA0 DEFERR0 DOENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN ,,A
RA DO BRUM, PASSANDO O HA-
FAR1Z,
N.emprean grande or.d,enlodo,.eg0ini,,ob
{*?*"*+****"Proprios para.^enho it?,
ber rooeDdaie meias moendas, da mais t,'
constrocco { lallasda ferro fondirto e baTdo a.
de,^ ,*""",dd '"dosos Zi&7t
dentadas paraagna o animaes, de loda. a'Dro~i
? ; crivo.e bocas de fornalha e nSSmtflL
tiro, amilheM, braniti.parariuM e eSvilboa, mm"
nhos de mandioca, ele.ale. -""noea.moi-
NA MESMA FUNDICO
se eiecnian, ,oda, encommenda eom a oneri.
modidadeero proco. y *",el" eeom-
XAROPE
DO
BOSQUE
quesetaz opr'eienleaviio.
Cemento novo
Na ra da Cadeia de Santo Antonio, arma-
zem de materiaes, por preco commodo.
Velas de esper-
macete.
Vendem-se calzas com 25 libras de ve-
I is de fi cm libra,a' preco commodo. em
casa de lsiac Curio & C, ra da C
11. 19.
IMPORTANTE PARA OPlBIlfO
iesros qoermolivadaporconslipacae,!,
?3 t!T.a,P':0r"-,e',rarr0> wa, dordeeT
bronrlnte, dorna Rarganl, e loda.atmole.tia
doaorgaofculmonarei. "'
f wt H*M
ni/.
Aviso ios senhores de en-
genlioedonos de ofli-
cias
Vende-se bolacha americana a 100 rs. a
ibra : no pateo do Terco n. 21.1
iha n. 10. Tambem se vendem
raques a 80 rs. a caria.
-- Na Mita de 29 de junho prximo pas-
sado, rugi do engenho Varzea de Una, silo
na rreguezia de N. S. da Luz, um cabra por
nome Archanjo. com os signaes seguintes
alto e secco do corpo, barbado, cara descar-
nada, olhos fundos, denles limados, peras*
linas, sera antes nos dedos dos ps, levou
um cavallo sellado, chapeo de palha, 2 ca-
misas de madapoISo, 2 de algodSo azul. 1
calca de riscadinbo de quadros, e- outra
'.ranea : rogs-se as aulori lades polica-.-, e
capililesdecampoasua captura, o leva-lo
ao dito engenho a seu senhorManoel Caval-
canti de Albuqucrque, que recompensara
generosamente.
- Fugio no dia 29 do passado mez a ne-
gra Lucinda, natural de l'ajeu", levoa vesti-
do de chita ranceza de quadrosmiudi.se
panno da Costa, representa ter 25 aonos,
bem preta, alta e gross, tem um pequeo
signal dentro do olho direito que parece be-
lide, n lalla-lhc alguns denles : quem a pe-
gar leve a ra do Collegio n. 9, que sera
com generosidad? recompensado.
Fugio do abaixo assignado no dia 26
do junho. um seu escravo de nome seralim,
cabra, baixo, rheio do corpo, tem bastantes
marcas de bexigas no rosto, com tres dedos
de menos em um dos ps.levou alem da rou-
pa que tinha.um par de borzeguins ja usados
tal vez para difarsar o defeiio qu tem no
pe, o qual foi escravo do sr. Francisco Kuli-
no Crrela de Castro, morador
cartas de
para
a sen
Vende-se
em casa de S. I. Johnston & C, ra da Sen-
zala Nova 11. 42, o seguinte : arreios para
carro, sel I i ns para homcm e senhora, can-
diciros e castigaos bronzeados, vaquetas pa-
ra carro, chicotes de carro e de montara.
.----------no engenho
o da Pe- Aula1>1darrreeue*, que elle fora encontrado emeaminho
esse lugar : da-se 505 a quom o levar
senhor, na ra Imperial n 167.
r. t 'mal ka
da Barra u escr.vo de Angola de .Si "
0 de idade, baito, pernas lorias e om oo err.-
3 (ido no hombro nireilo. Aqolle .111
( der e o levar ao dito hotel sera" gene
j-$ le lerumpriiBado.
fssi^etjtccaiMeift
pren-
(rrj-,111 eii-

t
I
s
PEBJS. TYP. DE M. F. DE FAMA 1857:
- ..
MUTILADO


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