Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06553


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Full Text

tHM IIBH ti. 14
IV 5 aura adiantados 40OOO.
3 id, ..es neldos 4$500.
SE\T\ FEIRV DE JURO DE 18:7
Por anno adjuntado l.i.-jOOO.
Porte franco para o subscriptor.

?CAft&Fi>U)QS DA Absuupca do norte.
afshibs. o Rr. Joeo etodolpeo Gomes ; Natal, o Sr. Joaquim
Poce ; l.io.or ; Arlcatj. o, Sr. A. de Lemoi Braga; Cea-
ia,.oKr. J. i ot di Oliveiraj Maranliao, o Sr. Joaquim Mar-
qi > II riatiei ; Plaabj ofr. Jos Joaquim Avelino ; Pa-
u Ina i. laro&l Atnaionii, o Sr. Jeronjmo da

Oln.lr : lodoaoadiaataaO
lguaraesu K.ii.iiins c l'.ir.iln!.;. :
PARTIDA. DOS CORREIOS.
hora
i da.
S. Anto. i'urruH, Bonito, Canuuu*, Aliinl.o o Uoraatam: na lorru-frin.
s. Loareofo, Po ti'A lito, Kaanth, LuHMra, lin-jo, Peitqveira, liigaxeira,
Flores, Villa-Pn'lln, lloa-Vsm, Ouriiiiry e K\ti', .M9(|Urlu fulUM.
Chu, l|Hijuca,STnliicin, Kio FosTaMM] Cnu, Banviru*, AgWaVl*TU, i'i-
m-fdr*s.
IVdus .$ correius p.irlrm as 10 lloras da m.iiihi.i.
AUDIENCIAS DOS TEIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Rtlacao : tercas Ierras e sabbados.
Fazoirda : quartas e sabbados as 10 boras.
Jur/o do commercio : segundas as 10 horas e quintas ao meio da.
Jurzo de orphos : segundas e quintas as 10 horas.
Primeira vara do civel : segundas eseitasao meio dia.
Segunda vara do civel : uartas e sabbados ao mel dia.
EPIIEMF.RIDES DO MEZ DE .11 l.HH.
7 La chcia as 4 horas e24 minutos da manha.
14 Quarto minguante as 10 horas e 37 minutos da manhaa.
21 La nova as 3 horas e 33 minutos da rnaohaa.
28 (uarlo crcente as 6 horas e 53 minuto da Urde.
PKEAMAR DE mil I .
Primeira a 1 hora e 18 minutos da Urde.
Segunda a.l hora e 42 minutos da manhaa.
DAS da semana.
29 Segunda.* Ss. Pedro e Paulo app. ; Ss. Oro e Cassio Bb.
30 Terra. S. Marcal b. e S. Luana.
1 Quarta. S. Aarao primeiro sacerdote da nrdem levilica,
2 Quinta. S. Olhoa b. Ss. Procrsso e Marliniano Mm.
3 Sexta. S. Eulogio m. ; Ss. Anatolio. e Eleodoro Mm.
4 Sbado. S. Izabel rainhi de Portugal v. f.
5 Domingo. 8. S. Filomena v.
EXCARREGADOS DA SCBSCRICAO .NO SI I.
Alagoas. o Sr. Claudino Fslcao Dias : Babia, o Sr. D. Duart
Rio de Janeiro, o Sr. Joto Pereira Martius.
EM PERNAMBl'CO.
O proprietario do DIARIO Mantel Ficucroale f'aria na sua
.vraria, praca da IndepeudtDcia o. 6 e 8.
PARTE 0FF1CIAL
COMISANDO VAS ARMAS.
tiai-tel cacera I do conmando dora armas de
Pernarabnco na cidade do Recifa, na -2 de
)ulbo de 1S57
ORDEM 1)0 DIA N. 505.
O general commandanledas armas faz publico,
para os contenientes fios, (lo a presidencia sobre
parecer di jauta sanitaria, fsi servida conceder por
portara dala 4a de honlam dous mezes de licenca
para tratar d la saude a) Sr. (cuente do estarlo
manir de pri rseira clasee Francisco aphael de
Mello Reto, di rtclor interino das obras publicas.
Faz igualmente publico i realpcA" lomada pela
mesma presidencia commmicada ern c cilicio que
se aegne :
3.' Seceso.Palacio do governo de Pernamboco,
em ( de julho de 1857.Um. e Eim. Sr.Allen-
dendo ao que V. Ec. exioz aceica da desvanta-
'_,in, que resultara' ao icnico, se os adianlamen-
loi dos vencirnentm para os oiliciaes, e praraa de
primeira linha destacadas no centro da provincia
forem leitos por lempo aenor do qoe eslava em
pralica al agora ; tenhureinlvido que essa prali-
ca conlinoe provisori.meile, at qae o governo im-
perial resolva o que Ihe jarreer mais acertado. O
que commonico a V. Ef. para o sea coiiheci-
menlo.
Heos guarde a V. Exc.-Joaquim Pires Machado
Porlellalllm. e Exm. su lenle general com-
maudanie das armas.
yom Joaguim Cociho.
TRIBU NAL DC COELMERCIO.
SessAo ADMINISTRATIVA EU 2 BE JULHO DE 1857
Presidencia do lixn. Sr. djcsemhargador
Sotza. I
As 10 boras da vanla, aclando-ie prsenle
o< Srs. denotados Reg, liaste J Lemos e supplenl
Ramos e Silva, o S'. presiden! abri a seisAo ;
sendo lida a acta da ollima, frii approvada.
Foi prsenle o rtappa semastr l do trapiche da Al-
fandega Velba. /
Sendo conclusos m aulas de
lidos D. Paulina Cadana Soy
Jos Cecilio Carnero MonV
reliahililarao e inanliui-'f d*
sos do juiz i especial do comn
Nada mais haveulu i trai*
vaniou a atfsao.
Grande he a tristeza na Hungra por esse motivo.
A viasem do imperador comedn com aclos de
merc e de amnista, que se conaideravam como o
principio da realisacSo das esperances que fizera
naseer a presenta d soberano na Hungra,e agora se i
recein que a interrup^ao da viagem adiara' por mui-
to lempo essas belUs esperanzas.
Mullo se deseja que esses recejos sejam desTane-
cipos por factos,porque de outra sorle a viagero do
imperador nSo somenle nSo baria alcanzado o lim
em vista, mas palo coulrarlo produziria o eiTeito in-
verso. O imperador dea a lberdade a lodos os cri-
minosos polticos, qoe ainda st achavam as pri-
ses em conseqaenria da revoluto da Huncria nos
.mi nos de 1848 e 1849, permittio mais aos Hunga-
rm fogilivos amconsequencia da mesma rev ily;:<>.
de Ihe dirigirem o seus requerimentos para a livre
volla para os cstados-aoetriacos, prometiendo Oe
acceder aos pedidos de lodos qoe se mostra'sem ar-
rependdo, com isengo dos chefe da revolocAo ; o
imperador mendna mais restituir todos os bens con-
fiscados pelos tribunaes de guerra aos respectivos
proprielarios ou a seuj herdeiros, e fnalmenle para
mostrar quanto tomava em ennsideracilo o desejos
da Hungra, elle deu a nm dos mais dislinclos gran-
des da Hungra, o conde de Nadasd, a pasta do mi-
nisterio da juslira, al acora em mos do harao de
Krans. Eases actos e medidas so realmente nota-
veis, mas o efTeilo qoe al agora liveram, fui o de
fazer naseer novas e grandes esperanzas. O llnn-
caros esperam que a soa lingua gnze de novo os
seus anligoa direitos, que os empregos pblicos se-
jam igreja protestante goze de novo das suas aoligx li-
berdades, orne cunsliluicrio particular para a Hun-
gra, ele, ele.
Tamhem houve am pequeo acto de amnista no
grao docado de Meckemburgo-Schwerin. Talvez
qoe os seus leilores se lembrein anda de am oro-
cesso que moilos anuo, doroo, prinripiando em
1850, contra diversos habitantes de Berln e de Ros-
lock, aecusa los por haverem lormado urna conspi-
rerini ,ie alia iraicao. O processo termilioo com a
soiiienca da maior parle dos aecusados para prisjo
de muitos annos. Por motivos de am asradavel
ehahitilaco dos fal-
s Carneiro Montoiro e
ro.Fui concedida a
lver os aulos appen-
rcin.
, o Sr. presidente le-
aconlecimenlo
Schwerin em
SKSSO JDICIARIV E
Presidencia de Hzn.
St
Falln por doenli o Sr.
Julia
Foi marcado o p'itnciro
enlre partea :
Appellanle, Vic>D(e Fe
Appellados, n viiva al
das Eiras e FeroametSili
Di
I DE JULIIO DE 1857,
r. desembargador
;c.
.fi'iiili.irg.ulor Villares.
eito.
ia ulil para os embargos
reir da Costa,
rdei'osde Jos Fernan-
i t CompanhU.
O secretario, *
Aprigio Guimaraei.
ira rq.
CORRESPOMEXI IAS 1)0 DIARIO DE
P2RI 4MBLCO.
H IBflIO
4 dt0 iho de 1857.
Na minha ulIima'C < j falle Jusviagensdos dif-
ferenles aiiberaiio/ / nripes.
O principo Na-* t| ju sp achava de volla em Pa-
ria ii.sle nuiuii'iiA,, o grao-duque Constaiilino da
Uus--a, depois de hv ir (ello di- Paria orna visita de
nao mais de 2 hora ranina de Inglaterra no sen
palacio da O-horne. I nnhem jii parti ; smente el-
rei de Baviera aiudsoao lenniuou a sua viacem. e
ainda se ada na eiiTe de Franca, e segundo se diz,
all esli'i tratando da fuesblo da succeso da enriia da
Gracia.
Nada se sabe acenA do fin poltico, se tal existi,
das viagens doi prinupes russo e francez, e 1,1o pou-
co a respeilo dos resdlados das mesmas. S se piid
admittir topposi;Oesa muita probalulidade lem por
i, se se combini a Ijnga demora do grAo duque na
corle das 'I uilents e a na passageira visita em Os-
burne com os e,fciri; franco russa em lugar daallam;a ranco-ineleza.
Em lodo o caso hebem clara a demonslracSo in-
tencionada da panana Russia, de urna mui intima
Htenle cordiale con. a Franca ao par de relacei
simplasroeate polida com a Inglaterra, e a quesiao
he se o impaiador Nipoleao se inclnala a favor das
inteuces da Rassia l*es Talvez qoe a viagen do priucipe Napoleo Alle-
manha lenhi sido deserto modo urna resposta a essa
quesiao. Nao ha durida que devia causar sorpreza
semelhaota viagem ra momento em ajee o grao-du-
que ila Ros considralo isso can urna demonslra(3o da corle
franceza conlra a denonslro;ao rossa, outras espli-
cain a mesma viagemno senlido inverso, que o prin-
cipe Nepoleao nao senlo mu la disposto etn favor de
urna alliaura rua, < imperador havia jalgado pro-
prio evitar a commuacacao pessaal enlra o principe
e o grSo-duque.
A poliliea da curt franceza he qoasi sempre de
modo qoe admitle una dopla inlerprelacAo gabn-
se a grande habilidad do imperador, qae assim sa-
be encnbrir a sua vrrlaleira inlunrao, e por isso
tambein o caso iiieuci lado he mui diversamente ex-
plicado. |
Sejam quaes "en, i verdadeiros fin- e motivos da
viagem do principa^ poleao, o que de toda a p rio
se acha conlirmadrv1 qUe ella servio para a final
solara i da quesillo -uiclial.-l. Como ja Ihe par-
ticipci o projecto )diaiiio, o o respectivo pro-
tocolo linal ja se att^ assignados, As ralificacts
serAo trocadas em P i dentro era tres (emanas, e
para esse inesino Ra governo federal convocou a
assemlila feleral dj o dia 9 de jonlio. A Snissa
pode com effeilo coatt ir-se (auto mais como o ga-
binete de Berlin reo,, ion a iudemnisacjlo de um
milli.lo de francos, t, m, consa notavel, lao rica,
que a Suissa he, tanta lenicilade mostrara os Suis-
sos nos seus p.gamentr e gran.I,- era a sua zanga a
resp.ilo do milliao qae leviam pagar.
Apenas que os princkes imperiies terminar..ni a
sua viagem, j se falla e viagens dos imperadores.
Parece cerlo q ue o imprador NapoIcSo far urna
visita a' Allemanha no curso do verSo, e tambera
se falla com certeza da vnda da imperador da Rus-
lia, o qual deve chegarem Klel no da i de julho,
em campanilla da imptalri/., donde seguir para
Darmsla.lt por via dellanburgu, Hanover e Franc-
fori. Era Dnrrasladl os auiuslos viajantes passavilo
alguns dias na eorle. de pe sao prenles. O impe-
rador de la ira' ver a ininratn/. viuva em Wldbad,
acoropanhai a imperolr; al os hanhos de Kissin-
gen, d'onde passar a \Wvra por via de Bei lim.
A nica questao de al jma impnrlancia poltica,
qae ainda espera a sua~*occ,go. he a da reorgsnisa-
cl.i dos principados danuaaDO<. se devem ser reu-
nidos ou se licaro separafai. i ,lo grande qae seja a
importancia dessa qaesiao,iada exisle que exija urna
prompla tolufu, e alem ti9 grande questao europea mas snnplcsmente ama
queslao local. As elei;Oesdc divans dos princpailos
danubianos, que devem dr os seus pareceres res-
pailo da reorganisacflT), amSt nao se eiTerfaaram,
us cerlo he que se os unidos all desenvolvem
grande paxBo as aguados de eleic,ao, os mesmos
parlidos nunca lerio a misma forja para se oppo-
rrm a decisao final das grades potencias, seja qual
quer essa decisao.
Di uso que queslAo daalhiana era a onica que
esperava a sua seducao, p.-iju- a questao atleniMa Je
dinamirqueza se acha adala ao menos or eslean-
uo O snbinele dinamarq,, novamente recciisli-
luido, em urna nolt de 1;i|e atajo, dirigida as cor-
les de Berln e Vienna se derlarou promplo para
convocar os Estados de Hojtein al lim de agosto,e
para elles apresentou aMIfeoMttaiCflO rcvisla para
o Hol-lein, em coja occasio se tratara da (otara
pn'ico do incsmo llolsieii, e para com o estado
(eral reunido. A* Srandespnlenc'as allemaas nao
ficaro jriuln salisfelas il||C (ifl'ereriineolo, com
ludo querem esperar enlretnlo o resultado das dis-
russOes nos estados do Uolsrjn.
lim agosto cnniocam as lei.n da Dietl allema, as
qnaei em geral d .ram al uea,|o i!c nntabro, e en-
tilo corneja o invern, quo n |ndo o caso impedira
quaesquer operacoc milila da Diola conlra a Di-
namarca, e par fi 'liiojte de Cop'nhagne de-
baxo de to las as circoiiKtaitias gantiou lempo ale
a prxima primavera.
Ja Ihe fallei da viagem d. impera ior da Austria
na Hungria. Um l'ule acaoacinienln veio inlerrom-
pe-la. Em :ll) de maio moteu lilha mais ralba
do imperado, a uran-loqueta SopMa, oa ida le de
oponas Ires ano: 0-'ciu m|,.,,';;U,s |,3is r-cebc-
raro a Uisle n ilicia era llrcniii, e immeliala-
msnle emprehenderam a Mr| de volla. Ja na
noilcde3l de maio o irapeMor a imperah.z la
aciuram era Vieuna a nio tt;, rnJij lugar a viagem
na Hungra.
o grao-doque de Mocklemburgo
b de abril perdooa a cinco dos prisio-
neiros Roslockenses o resto ds pena a que tinham
sido coudemnados.
De Hsmburgo parliram desde 1- de Janeiro al
fins dejando, 11,801 emigrantes, e de Bremen, na
mesma poca, 18,li.5 emigrante-. Desle numero s
se dirigiram para o Brasil 8M colonos, sendo 596
por via de Hamburgo e'i8 por via de IIremen.
LONDRES
8 de junho de 1857.
O vapor rr Dae chegado a Liverpool de Per-
nimbuco, ha poucus dias, Ironxe noticias do impe-
rio mais rcenles que as trazidas pelo Avon, mas
que punco ou liad adan(am alera daquillo. iN'oti-
co (odavia a chegnda desse navio pelo Interaeaa que
ao commercio causara' (alvez urna (al communi-
cacno.
O n Hydaspes, o primeiro dos vapores da linha
de Anvers para o Rio de Janeiro, chegou a Soo-
Iharaplon no dia 4 do correle, e no din secoinlc
parti dahi para o Brasil com as escalas de Lisboa,
ele. He este vapor bem grande, hem construido e
cllenle navio, segundo sou informado ; e o
mesmo se diz dos oulros, que perlencem a' mesma
companhia, sendo um dos qnaes o ("Id -n Fleece.ii
que esta' hoje fretado a' companhia hamhurgueza, c
que anda ba pouco parti para o Brasil. Hurtar
porem desse excelleiile material, de que dlspfie esa
nova companhia, me assezurain que nao du.ar' el
la moito lempo, sein cnmludn me hav -r sido dada
"nlra razio SeDlo o boato que c rr oirerecido a' venda o vapor a Golden l'lce.e por
um preco milito dimmulo do seu cu,(o, pola Invali-
do este sido de cin -nenia mil libras esterlinas, fura
eele vapor oliereculo por Irinta mil libras, sendo
elle acallado apenas ba pouno lempo. S por con-
leclura direi que a ser verdadcir.i aquella indicio do
inao estad,, dessa companhia. que apena- eomecoo
a sua primeira viasein, pode islo atr talvez attiibui-
do ao receio que ella lenha de nao enconlrar frele e
passageiros para o sen desliuo em concurrencia com
as oulras linhas ja existentes. Seja porem porque
for, sera' mullo de lamentar-se, se com eBeiio dts-
apparecer da concurrencia n linha de paquetes de
Anvers, pois que principalmente o poni de sua
partida deixava ronceber esperanzas de intimas ie-
la;es entre o Brasil e a Europa central.
Rao escrevi pelo Hydaspes, porque o conside-
rei testa vez antes em viagem de explorado, do que
em carreira regular. Mas loco que asta linha tiver
soas viagens regulares e de modo qo. eo veja van-
lacem de por ella adiantar noticias, que sem e>se
recurso poderia mandar s pelos paquetes de Sou-
Ihampton de |!l de cada mez, me aproveilare de-ne
conducto para por elle escrever para abi mais urna
vez em cada mez.
Esta minha caria ira' pelo Avon, a que ama-
nnaa largara' de -Soulhamplon para o Brasil e porlos
interme nanos. No sei qoando deixaremos de (er
na linha maleza de Soulhamplon ao Rio vapores
como sao o Madwav e o Avon, otan desacredilados
pela sua vagarosa marcha Adirina-se-ine, porem,
que logo que o a Tyfie eslejs reparado, variar
para as viasens do Brasil : se assim for ainda bem,
porque a e suppr que foi este navio cada losa-
mente concertado, ficara' elle sendo nm vapor de
primeira marcha.
Vou airora nolieiar o senimenlo que leve na c-
mara dos cnmmuns a moces de Mr. Roebuck, sobre
o estado das relacrtes desle paiz com o Brail-,d
qual dei noticia na minha ultima carta.
A interpellacflo de Mr. Roebuck, adunela da
com alguns dias de antecedencia, leve com efleilo
lujar no dia 28 do mez prximo passado, mas cora o
infedz xito de ser rejeilada a sua prnposla !
O digno memliru da casa dos coinmuns deseuvol-
veu a sua proposla. que lendia a ohter da cmara a
uiiu.u .co de urna commissao de inquerilo para exa-
minar o estado das relafoaa polilcas entre a ilraa-
Brelanha e o Brasil e dissso informar a mesma c-
mara, a quem compcliria ulterior decisao, em ter-
mos mui enrgicos e favoraveis ao governo imperial.
A poltica injusta e oppressiva, com que a Inglaterra
traa o Braail nessas longas qoesles sobre o trafico,
foi por elle comlemnada ; e pelo contrario exaltada
a ba f e fervor com que o goveino imperial com-
pre as obrigacOes que Ihe dimanaron] iio tratarlo so-
bre ri trafico celebrado com a Inglaterra. O orador
lembrou tambera a conveniencia de faze, lessar a
injusta interferencia que o crozeiro iuglez inlerpe
para com os navios brosileiros ; inlerferencis ela,
que elle jnlgava desuecessaria pela raz,1o de ser o go-
verno imperial quem primeiro de lodos loma a pel-
lo asnppressAo do trafico, e que enn-iderava ollensi-
va a dignadade do Bresil e prejudicial aos interessos
das relaces commerciaes do imperio. Finalmente
concluio o orador lemhrando ao governo a conveni-
encia de esle adoplar para com o Brasil urna pol-
ticai jusla e sabia pela razao al de estrellar cda vez
n ais as minio e importantes relacfles de commercio.
que exislem entre os dous paizes. E pois pedio a*
cmara que houvesse a hem do inleresse do paiz e
da jaatica de votar favoravelmenle a sua proposta.
Lord Palmer.|.io leve em seguida a palavra. de
que usou coml.atendo os argumentos de Me Roebu-
ck pelo modo seguinte. Comecou o primeira minis-
tro por lachar de inconveniente moran de Mr. Roe-
buck pela razao de eonduzir ella urna vez adoptada,
ao acorojiamenlo do trafico nAo s no Brasil como
em muilos oulros ponlos: depois passoa lord Pal-
merslon a justificar a poliliea e o governo inglez para
com o Brasil em materia de trafico, duendo que em
quanto o enverno imperial nAo leve forra para aca-
bar com o trafico as medidas desle governo para che-
giraum lal Boa liaban sidojoslas e al dimanado
do proprio parlamento, mas que boje se acha -us-
penso p,.r mulnn acenrdo de ambos os governos o
bil Aliei-.lecn desde que o governo Imperial se achoo
com forana de supprimir o mesmo (rauco ; e quanto
as citadas violencias do ernzeiro inglez, pnnderou o
orador qae era essa as gerada. Cnncluio finalmente pedindo a cmara a re-
jeico fie urna lal proposta.
Depois de haver lamsdo a palavra em favor da
proposla Mr. Bromhy Moore, e conlra lord John
Russell, foi a moco de Mr. Roebuck posta a vol,
verificaodo-'se a sua rejeijao por 895 sobre MU vo-
lantes.
Pouc-s dial r.orm lepois desle dbale vollnii Mr.
I'i-.ehurk carga conlra lord I'almerslon, por ni .li-
vo da discosslo a que ders lagar a sua proposla.
Ilivia o primeiro ministro declarado nessa oecaiilo
que. por mutuo accordo enlre esle vovprno e o do
Brasil, ausprndera a Gia Breanha a execujao do
Inl Aberdeen, para a suppressaa do trafico no Bra-
Isil; a proposito desta asser;n veio M. Roebock
I pedir a lord Pilmerston a provadesta veriade, di-
Izendoqueno caso allirmalivo desi-tiria elle da de-
feza de um governo que havia transigido contra a
sua dignidad*. Mas o primeiro ministro havia affir-
ma.lo mal ; e pois em re-po-la a esla nova nter-
pellat.lo leve de con((sar que por eqoivoco avanza-
ra elle semelhanle asserrAo. Con Csla explicajAo
Mr. Ilot-liuck se rleu por salisfeilo.
Logo depois que na cmara dos cnmmuns anouo-
cion Mr. Roebuck > sua mocAo, appareceu no a Ti-
mes ii, como aniunfii'i na minha ultima caria, urna
correspondencia csj aolor se intilulon a Joslice ,
na qual fez elle orna pintura exacta das injusticia
praticadas pelo governo iuglez conlra o Brasil a pre-
texto do trafico, desconveniencias qoe Inglaterra
resaltaran) de 'nadar de syslema para com um
paiz com quem atretem lanas relaces commer-
ciaes^ da mi vodsde que provavelmenle continua-
r a Inglaterra a icnnlra. da parte do governo do
Brasil no que resplila a vantagens commercires, se
insistir ella no seu syslema de violencias ; e poste-
riormente a' diseossilo da interpellatAo de Mr.
Roebuck a maier parle da imprema ingleza se oc-
capou desia quesli'i sendo a maioria em favor da
proposla como onico meio de fazer jnslira ao go-
verno do Braail. de conciliar os inleresses com-
merciaes da Gra-Bretanha n'um paiz, que para
com ella tem serapte sido 15o fcil, mas que pode
um da mudar deaolitica por falta de correspon-
dencia. 1) Leader chegon al a aconselhar o Bra-
sil a usar de melisas enrgica, contra a Inglaterra,
afim de obter poresse modo o que Ihe nAo he con-
cedido pelo simples ,amor da sua Justina evidente-
mente demonstrada.
De toda esla discussao, porem, senAo rcsulloa
pira o governo do Brasil om tiiurr.plio, porque ali-
nal se v pela vdsAo da cmara que a poltica des-
te governo para tom o imperio foi approvada, pelo
menos gauhou ele na opiuiAo publica urna parte
mu favoravel tela- demonstracAo que se fez por
meio da imprem da boa fe com que satisfaz o im-
perio suas obiigices para com a (raa-llrel mln, ao
mesmo (empo que esta, suida a' voz da razAo, busca
para chegar a sais fins o falso pretexto da exIinrcAo
do trafico no Brisil, para assim uos violentar. Cm
tal impulso, se oAo (o para o goveroo do Brasil
urna victoria, foi lalvez nm passo para ella : assim
aconlera.
Um oulro denle, lamliem sobre poltica externa
desle paiz, leve logar na cmara dos commaos enlre
M. Disraeli e lord Palmerslon, a respeito da ja bem
couheiida quesUo da America Central. M. Disrae-
li inleipellou o primeiro ministro para saber seja
liaviam lido ratificados os tratados celebrados pela
loglalerra com is repblicas de Honduras e dos Es-
tados Unidos uointoilo de resolver aquella questAo
enlie esle paiz ea Uniio Americana do Norte. Lord
Palmerslon respen leu que a primeira dessas con-
vences nAo linha anda sido ratificada por certas
dillicnldades quihaviam apparecido quanto ao tra-
tado Clarendon Dallas, pelo qual resolva a queslAo
da Banda dos Mquilos e se pretenda qoe os Esta-
dos L'nl los recoahecessem como territorio de Hon-
duras as ilhas quila esla repblica acaba a Inglater-
ra de ceder peloliltimo tratado com esle paiz, dsse
lord Palmerslon fue havendo o senado dos Estados-
Unidos modificado essa convenci no sentido de a
drAa-Bretanha ainullar a convencao celebrada com
Honduras, nAo fu esla condicAo aceita pelo gover-
no britannico ; e pois se achava por ora sem ralifi-
caco o tratado ClarendonDallas. Entretanto, a-
crescentou lord I'almerslon, que as negociares con-
linuavain a esse respeito.
O empenho, qoe manifestam-ss os Estados Unidos
em annullar a cnvei.c.Ao ucHondurai, he attrilioiila
ao embararo qoe no futuro causar ella a sua polili-
ea invasora.se -n-islirem as conilicoes com que a In-
glaterra ceoeu a aquella repblica as ilhas do Rua-
lAo ; islo he de nunca ceder a nai;ao alguraa inarilt
ma que seja podeosa aquelle territorio, nem jamis
furlific.-lo. Ura, islo excloiria por certo os lilibus-
teifos americanoidaqoelle poni ; e eis ah prova-
velmenle o que oAo convem a i governo ameri-
cano.
O ministerio inglez apresentou ja na cmara dos
coinmuns o projecto de lei, pelo qual pedio um dol
de 40:000 mil liiVas esterlinas e uina pensAo animal
rte seis mil libras ,tara a pnnceza real da Inglaterra,
qii" em breve val casar com o principe Frederico
Guilherme de Praasla. Duas emernlas foram pro-
pastas ueste i r. j -1-1 .i, sendo a primeira lenilente a e-
liminar o pedido de dote n a segunda a se declarar
na lei que no casa de eua alteza a prineexa vir a ser
uin da raiiha d Prussia, ressara' a pensAo que ti-
ver de receber : ambas porora f iran rejeiladas ; e
foi adoptado o rrojeclo corao o governo pedir.
Sua magestade alteza ranilla regressou de Wighl
no dia 4 do corrente ; e no dia ti recebeu no .alacio
de S. James o corpo diplomtico e a sua corle. Du-
rante a soa recente residencia em Osborne foi sua
magestade visitada pelo grao duque Conilanlino da
Russia, procedente de Cherbiirgo a bordo da fragata
Osboroe da .marinha de guerra inglsza. O prin-
cipe Cainslantfno chegou a Wighl no dia 10 do mez
ultimo ; e no dia sr^uinta se despedio da familia
real parlindo para Bruxellas onde chegou no dia 4
do rente.
S. A, R. deve regressar em breve a S. Peters-
bnrgo. onde ral assulir ao baptismo do principe,
que em 24 de maio ultimo, acaba de dar a luz a
imperatriz di Russia.
As ralificacOei do tratado de paz celebrado entre
a Inglaterra e a Persia foram trocadas em Il.glad
no da 2 do prximo passado na presenr-a de M.
Meway e de am enviado persa all mandado para
esse lira. M. Mev.ay parti no di 15 do mesmo
mez p.ra o seu aatigo lagar de ministro da Grla-
Brelanha em Tehern, e as (oreas inglezas de oc-
coparAo na Peria, se prcparavain para deixar Bus-
hire e oulros pontos.
As noticias Oa China vAo at 15 de abril, e nessa
dala a esqaadra ingleza se conervava inactiva con-
tra CanlAo.
O almirante Seymour havia ja recebido moilos re-
forr;os ; mas esperava pela chegada de lord Elgin,
de quem rerebera' inslrncces.
Veh, o celebre governador de CanlAo, se achava
em dez leguas da cidade a frente de quarenta mil
liomens, com que pretende oppur-*e a qualquer iu-
va-Ao das forjas inglezas conlra IVkin.
O tratado que se negociava cm Pars enlre el-
rei faiendo el-rei cessAo dos seus rlireilos ao principa-
do do Neufchatel sob condirilo da Suissa publicar
urna amnista geral e conceder a aquello CanlAo a
lberdade de discutir a sua eaQslHoic.0, A ind'm-
nisarAo pecuniaria de qae se fallava, foi afinal eli-
minada do trata lo. As rnttfieac.'s sero trocadas
brevemente em par.
El-rei da Blgica encerrou o parlamento no dia
1" do corrente antes do dia para isso destinado. O
motivo ile os partid, s reputada sabia, (oi a exaltado que na
cmara e no povo se maalfeatava contra a queslAo
delegados pos de que se eslava ocenpando a c-
mara. Neste paiz pela sua amiga legislado a ad-
ministrac.io desses bens he inleirainente perlen-
rente a- autoi i I .,!*>* civis : contra isso fizera o par-
tido calholiro propor na cmara um projecto de lei
ledenle a dar as corporaijes religiosas lodos os di-
reilos de pessna civil, afim de hahilia-las a pode-
rem tambem a luiiuistrar esses heos O partido
liberal porem, riescobriudo Dina nina usnrpac,ao do
partido ultramontano, combaleu vivamente e^sa
medida, e a opiniAo publica liberal se pronunriuu
igualmenle contra o projecto de le em alintalo,
Dahi se seguiram vanos insultos contra alguns
memliros do partido calholico, chegando a ordnn
publica a ser alterada em Bruxellas, Anvers, Gand
e oulros pontos.
O governo porm adoptando o expediente de en-
cerrar as cortes fez cessar a causa da exallarAo,
que era a discussAo de-se projecto de lei, e conse-
guintemente oidenou que a forja publica estive.se
prompla para abalar qualquer maior demousIracAo
hostil ao p.,rii ni calholico.
Em data de hontem Broxollase oulros ponlos
noroeados se conseivavam tranquillos.
LISBOA
1i de junho de 1857.
Depois das quesles de fazenda que leem agitado
as doas casas do parlamento e preoccopado seriamen-
te a altencao de lodos os financtiios de Portugal e
Algarvat, anevidade mais frisante que veio sulisd-
linr os inlerminaveis commenlarios a qne davam lu-
gar aqoelles debales, he do prximo consorcio d'el-
rei D, Pedro V. Communicado oflicialmenlc s doas
casas do parlamento pelo presidente do conselho, o
qoe Ihe fiz saber pela miuha ultima que Ihe dirig
! pelo iiHydaipesn, cada orna djs cmaras resolveu en-
viar urna depulacAu do seu gremio para felicitar o
' monarcha, e a' enmmissAo de fazenda da Ganara dos
j depoladus foi incumbido apreseular com urgencia o
! projecto da dolacAu da futura rainha de Portugal e
i desptSM extraordinarias do regio consorcio, no dia
' inimedialo vem a comniatSo fazer lal proposla, vis-
! lo que por delcrminacAn de 1-rci nAo liiiha o go-
I veruo apresenlado projeclo nciilinm quantilalivo
1 para laes despe/as ; era seguida e sein diaeoesSo fui o
1 projeclo approvado na gencralidaoe c especialidade,
resolvendo pois a cmara que se pozessem a' dispo-
sicAo de el-rei 100 conlos de res, para as despezas do
seu consorcio, e que a' sua augusta esposa se con-
ceda a dotadlo annonl de 60 conlos de res.
Po dia l chegou a Lisboa no vapor austraca, sua
aliena real o ar.-hiloque Fernando Maximiliano, e
parti 21 horas depois, fazendo-se Ihe ao embarque
e desembarque as honraa devlda a' sua jerarchia.
Sua alteza acabava de comprimenlar nos Estadus-
I Poiililic.os o summo ponlifice em come do imperador
Francisco Jos. Dirige-se a Itruielias onde se ha de
celebrar o seu casamento com a princeza Carlota, fi- I
Iba do re Leopoldo, menina de rara formosura e de !
muilas virtudes.
A futura esposa de el-rei 1). Pedro V, dizia-se a !
principio qoe seria urna princeza da familia Saxe- :
Cabourg, mas verificou-se perlencer a' familia real
ila Baviera, lendo prenla mui prxima de S. M. a '
imperatriz vnva do Brasil a Sr.a I). Amelia. Parece
qne este consorcio foi aconsellindo pela augusta viu-
va do Libertador, e que a futura ranilla de Portugal
sera' a herdeira universal de S. M. a imperatriz.
F'alla-se tamhem em que o matrimonio sera' celebra-
do no prximo selembro.
A cmara dos depulados lem failo sesses noctur-
nas ; cnncluio so ja' a discussAo na especialidade do
projeclo do governo para arrematara do contrato do
tabaco, sendo regeiladas quasi to tas as emendas,
sahstiiuic" e addilameutos da minora.
Passou tambem o recente projeclo que aulorisa o
governo a proceder a' cobranza dos mpostos e mais
rendimentos pblicos respectivos ao anno econmico
de 18571858, e a applicar o seo prodaclo s des-
pezas ro estado correspondente ao mesmo anno ; du-
rando esla aotorisacAn at que pelas corles sejam
votadas as leis de receila e despeza para o fuluro
anno econmico.
O orjamenlo teral do eslado continua a discutir-
se, mas iiuvidn moli que possa lerminar-se ate 20
do corrente.
A procisso do Corpo de Dos sabio da S quiola-
feira passada com a solemoidade do costume. Suas
magestades e altezas acnmpanharam a procissAo. A-
pezar dos editaes do estvlo, cada vez se nota menos
concurrencia de cavalleiros, commendadores e grao-
I crazes das dillerentes ordens a esla procissAo ; pois
i nAo he porqae o numero deixe de ser avultado.
Acudi mulla gente de fura da cidade, e o dia es-
lava magnifico ; apparecendo a guarnidlo de Lisboa
de correames uovus, e alguns corpos com as carabi-
nas Min.
Por esle paquete Avonn parl-s para o Rio de Ja-
neiro o cnnselheiro Jos de Vasconcellos e Siuza, mi-
nistro portuguez naquella corle.
Acha-se nesta capital o Rvd. padre Eliennes, ge-
ral da congregarlo da inissAo da ordem de S Vren-
le de Paulo de Pars. Esta' hospedado no palacio da
Sr.a infanta I). Isabel Mari.
As ledras portuguezas teem a lamentar mais orna
perda na pessna do Sr. Andr Joaqoim Rsimalho ;
ollicial-maior graduado da secrelaria da joslica, que
falleceu esla semana. O ifloslre philologo era bem
condecido pelas mui elsticas verses que fez da
grande parle dos romances do Sr, Walter Scotl.
Occupava-se ltimamente na organisacAo de uro
diccionario da liogua porlugueza, que deixou bs-
tanle adiaulado. OSr. II mull i era assas escrupu-
loso no seu Irabalho : e a sua prohidade litteraria
igualava a' sua honradez como humera.
O Passeio publico (em eslado Iluminado em bene-
ficio do as% |o de mendicidade de Lisboa ; na pri mol
ra noile foram mais de cinco mil concurrentes.
Na pra;a do campo de Sanl'Anna lera havido cor-
ridas de Ionios nocturnal.
O lempo vai delicioso, e lodos tratam de se diver-
tir cerno [i i.lem ou como sabem ; al ltimamente os
jornalistas nio tiveram mais de que se lembrarem
que espalharem cousis inauditas do celebre fascina-
dor Mr. II une, asseverandn que o tinhara vislo e ou-
vido pessoas de sua ennfianca, etc., etc.
Sequid nimis : a tal ponto chegou o furor do con-
tar maravilhas a respeito da famigerado feiliceiro
irnitacao uo que se fez em Uespanha) que o canard
leva de cahir por exorbitante.
L.
HESPAMIA.
Lisboa, 15 de junho.
Temos nolicias do paiz limilrophe ale 11 do cr-
reme.
Mui' ou menos se tem perturbado a ordem publi-
ca cm Uespanha nesia Mimas semanas. E quasi
sempre se justifica o proverbio popular, que diz, qoe
na casa rinde nao ha pAo, lodos ralham, ele. As
desordeiis que recntenteme tiveram lugar em Gra-
nada, nao foi ootrn o motivo. A caresta das sub-
sistencias exaltaran a populae/io que se amnliiinu,
sendo necessano que o capilAogen*-ral poblicassa a
le marcial c fizessa elleclaar algomas pnsues. De-
pois deslase oulras providencias, vollaram as cousas
ao seu eslado normal.
Em Cambres, na provincia da Coronha, qosndn
se ia proceder ao chamamento e declararlo para sol-
dado,amotioaram-se os interessados no sorlein e saas
familias, aggredindo a guarda civil e vociferando
conlra a aumridade local.
Marcbou Iropa para aquelle poni e restabeleceu-
se a ordem.
No dia -i os operarios do arsenal de Carlhagena li-
zeram orna manifestarlo, pedindo aogmento de sa-
larios, porque a caresta das subsistencias lornava
insufiicientcs os que receLem do estado.
Desde o momento em que se declarou o eslado de
SIllO, fui restablecido o SOCegO.
A ranha de Uespanha indulloo algons individuos
que haviam sido condetooados em consequencia dos
ultimos aconlecimenlos que tiveram lagar eaa Va-
lencia.
Em quanto a tentativas dos carlista, capitulo in-
lormiiiavel na historia intima das discussoes polil-
cas do vi/.iuho reino, conslava e havia quem allir-
masse, quo do lado da frouteira da Franca tinham
entrado dous cabecilhas, acompanhados de alguns
parlidarioi do prelendenle.
holrelanlo o jornaes de Madrid publicara o se-
guinle trecho de urna caria escripia de Perpiubao a
Correspondencia :
Acaba de chegar a esla cidade orna ordem ou
carta do conde de Montemolin, na qual novamente
seu favor como tambero declara que reputara' trai-
dores a' sua causo os que promoverem quaesquer tra-
mas, que apenas terviriam para derramar sangue
hespanhol e lomar odiosa a sua causa.
-Esle documento de Monlemolino, a nAo ser apo-
crypho, he dictado, ao que parece, por senlimento de
-lobre p.ilriolismo.
Todava cscrevem de Lrida, que naqoell.i cidade
circulavarn rumores de urna prxima tentativa de
sedcAo por parte dos carllitai.
Em Cervera e oulras povoa^es, tinham appareci-
do pasqnini ueste sentido.
Diz-se nos cirrnlos melhor informados que smen-
le era Napolei e Madrid ha quem Irabalhe para qoe
o conde de Mor.teniolin volle a' Uespanha, mas que
ludo sera' intil.
Communicam de aples, orna folha hespanhola,
que o conde e seu rmAo I). SehasliAo sahiriam bre-
vemente daquclla cidade, afim de vsilarera a prin-
ceza da Beira.
Suppe-se qne esta viagem nAo lio de lodo alhcia
a' poltica.
Urna carta de Londres diz qap no mei.ido de ju-
nho eslaria em Londres o conde de Monlemulin.
O duques de Monlpeiisier tem sido obsequiados
em Madrid com todas as provas de svmpalhia. Sem
fallar n um binquele magnifico a que as'isliram no
pa^o a qne foram convidadas as pnmeiras notabili-
dades da curto hespanhola, celehroo-se um baile in-
fantil presidido pela joven princeza das A-tuiias e
pelas princez.is Ueolpeoaiar.
Achavam-se presentes os memliros das familias
dos altos dignilarios e da mais intima cmifianca da
familia real.
Os duques de Mnnlpensier haviam chegado a Se-
govia no dia 5 do corrente.
A siluafAo poliliea nAo offerece novidade, apezar
desenflirmar que esta" complelaaicnle decidida a
nomeacSo do general Lersundi, ministro da rcari-
nha para a capitana general de Cuba, resultando
d'aqui a ccm'uu -rao ministerial que levara aos con-
selhos da corda D. I.uiz Gomales Bravo, que repre-
senloa nm papel principal na defeza da poliliea do
governo no discurso da eora.
Parece lamhcm que o Sr. Gonzales Bravo se en-
carregara' da pasta do ullramar que c-la' servindo
actualmente o Sr. Pidal. Ha todava quera asseve-
re que o goverlio hespanhol nio lem Inicio de sepa-
rar o general Concha do commando da illia de
Coba.
Diz-se que a c/rle ira' pas;ar es meies de veAo
na (ranja.
Segando noticias de Roma, as negociacoes para o
ajaste das questOes espirlaael com a Uespanha, ca-
roinhavam bem.
O ministro do rpino declama em urna das nllimas
ses-es que espera que a santa S permiltm' i.m ac-
cordo acerca dos bens qae,lando perlencidj ao clero,
foram vendido por efleilo da lei de desamorlis- {So.
Ja se v.rifirou a nomearAo do Sr. Clarel para
confessor da cataba, e sera' apresenlado, segundo
parece, a S. Santidad! par a metropolitana de Bur-
gos, paisando o padre C; rulo, boje areebispo de Bur-
gos, ao cardinalalo, e a ser pr. posto pira a ca-eira
metropolitana de Toledo. Entre os candidatos para
a metropolitana de Cuba, indicase, entre cutres
nomes, o do Sr. Cossa y Kossai, biipo do l'.jrce-
lona.
O correspondente de Washington do Hete-York-
llerard tssegura qae o gabinete an.encano Alera
um plano absurdo, relativo a arqoisicjlo da Iba de
Cuba, com o consenlimenlo da Uespanha, Franca e
Inglaterra. Os E lhes de dollars romo indemnisa^au.
Creio que Ihe fallei j de orna carta de Washing-
ton, publicada n'um peridico madrileo, onde se I
dizia que o Sr. I.alragua, representante do Mxico
junto a corte de llespanba, nAo lera instrucees do
lea governo, para Iralar de boa fe com o de Ma-
dril, mas somenls para ganhar lempo em quanto
Comonfarl negocia um proleclorado cora a Unido \
angln-americana, oblido o qual, o governo mexica-
no se reserva desapprovaras courestoes que o seo en-
viado lenha frito, a lim de impedir um rompimento
hostil. O que he cerlo he, que Lafragua pedio, no
principio desle mez, instrucees ao seu governo
liara terminar a queslAo pendente ; as negociat^es
vAo procraslinando sob pretexto de falla de (acal Li-
des no negociador mexicano, e era consequencia do
qoe acerca de laes delungas se tem espalhado, traz
a folha m.nisierial urna advertencia, manifestando
que, se nao chega urna reaposlu -alisfaclora, oa se
larda mais do que o permute a boa fe, a repblica
mexicana nao zomhar impun^menle do que exiga
o direilo do goveroo Hespanhol ; os trtanos.
O principe de Galitzm, plenipotenciario da Itns-
sia em Madrid, linha sido convidado a um banquete
que m eu obsequio deu o duque de Valencia t_Sar-
vaez ) D.Xavier Isturiz pailio para S. Pelersourgo
onde vai excrcer o cargo de embaixador de S. SI.
Foi acompauhado pelos membros da legacao. >Ao se
verificoo pois ir aquelle diploman substituir o ge-
nei al Serrano na emba va da de Pars, como de pri-
meiro correr.
Serrano insiste em demiltir-se da embaixada em
I-ranea, mas diz-se que a rainha rao Ihe acceilar a
demissAo. Dentro era pouco o general re^ressar a
corle da sua viagem Andaluzia. No consresso foi
ja discutido o parecer sobre o tratado de diliinilacao
enlre a Uespanha e a Franra.
O principe Jos Itonaparle ja linha chegado a
Barcelona, acompanhado por dous cavalleiros e um
criado. Presuinc-se qne esla viagem n3o lem fim
poltico.
Em quanto aos negocios internos, a (iloacjio he
risonha para o governo, pois qoe tonos os projeclos
importantes que se lera apresenlado, le.ia passado
as corles. Nao obstante, os apuros do Ihesouro vera
por outro lado sobrecarregar o horisonle gnvernativo
a rrear-lhe gravi>simas dilliculdades. Parece que o
ministerio u.i enconlra oulro meio pira sabir de
laes apuros, leuao o de salisfazer as exigencias dos
eaplalislas estranceiros na queslAo -Jas ledras.
O orgAo semi-oflicial declara que o governo, por
meio da solujAo das quesles e reclama^fs a que
deu lugar u arranjo da divida de 1851, procura a-
li.mcjr o crdito hespanhol, abrindo por via de me-
didas equitativas os seus (undos pblicos aos mer-
cados qoe ha lempo estavain (echados. Parece que,
apezar da justiga .testa resolucAo, he possivel nau-
fragar ueste baixio a eslabilidade da maioria que
hoje apoia o gabinete.
U congresso esta para entrar na discussao do cm-
preslirco Mires.
Conslava que as corles seriam suspensas no dia
20 do corrente, mas que era mais prnvavel serem
pjorogadas at a entrada do prximo julho, r.l.cao
era que os senadores e deputados deixarao Madrid.
Parece que I). Salnilieoo Olozaga e Calvo Asensio,
redactor principal do peridico a Iberia, lerao can-
didato! us cortes pelos dialrietoi de Biscaya em que
se deve proceder a nuvas eleir;es.
Einqnanlo a questao ila iinpreusa, nAo he exacto
o que se tem dito os jornaes sobje as resoloces da
commissao respectiva. A nica que adoptou, he a
soppressAo dos edilores, sub'tiluinds os cora a res-
ponsshihdade dos redactores principaes.
Cro-se geralmeule que o depo-ilo ser filado em
10.IXK) duros. A qoeslAo para a imprensa peridi-
ca consisle principalmenle na de.ignacAo dos dilic-
los da imprensa. Diz-te qae o governo lencionava
retirar o projecto pela graude 0|ipusicao cue encon-
trara.
O senado nAo est concorde sobre e resolucAo que
se adoptara acerca da renuncia do cargo de senador
do general Espartero. Julam moilos senadores
que esla diguidide sonao polo renunciar, e que
portento nao se deve lomar em considerarlo. Opi-
nara oulros, e entre elles amigos ntimos do gover-
no, que se adrailla, porque nao se deve considerar
iuadinissivel lal renuncia, quando be concedido o
direitode renunciar at aos monaichas.
Alliimam de Valencia, que o duque da Victoria
-i ai ti-ri. partira para aquella cidade, onde len-
ciona tomar hanhos.
Falla a poca de urna proposta qae seria apre-
senlada uo congresso, .lando um voto de agradeci-
menlo as tropas que foram deis ao governo, por oc-
casiAo da revolta de 18.55.
O projeclo de reforma constitucional acha no se-
nado mais opposico do que se soppunha no princi-
pio, e lalvez se nAo discuta ueste primeiro periodo
da legi.lalura.
O marqnez de Mira-flores leu um projeclo de lei
eleilural- Eis os pontos principaes :
Alem do Homero de deputados, a razo de um por
cada 90,000 almas, havera'umaclasse de assistenles
a corles, nomeada pelo governo em cada legislatura,
nAo excedendo de um por cada 25 depulados. Esle
oovos deputados IpoderAo discutir, mas nao i- i.in
voto.
Em cada capital de provincia Invcra' urna commis-
sao que se denominara' a Comisin de in-a culacio-
nes, enmposta do governador da provincia, de
doas curas, dos dous primeiros regedores e dos 4
manaes coulrihninles. Sera' eucairegada esla com-
missao do apuiamcnlo e sorlcamculo dos depulados
supplenles.
Para ser depulado assislente he preciso ser Hespa-
nhol de naecimenlo, ou fithu de pas hespaubors, e
(er :i! annos de idade.
O snrleameuto para depulados e supplcufes deve
ser feilo no mesmo dia e hora etn Iotas as capilaes
de provincia, um mez tules da reunan das curtes.
Os debatos s'iiiro o reposta ao discurso ,1a coroa
lem sido exlraoidiuariamenle acalorados em ambas
as ca.naras. Alguinassesses lem sido tempestuosas.
No eeogreato de depulados foi no lia 4 do crrenle
approvado o projeclo de reapoala por mais de 20O
votos cintra dez, estn lo jh uomea.la a commissao
que deve apresenla-lo a' rainha. No sena o foi ap-
provado o projeclo de resposla a' falla do Ihrono,
por urna maioni de 93 volos conlra 16. O Len
celebra u victoria do governo e a derrota da vppo-
sicAo.
Afiirma-se como positivo nos circuios polticos
melhor informados da corle, que o Sr. Bravo Mo-
rillo eos seus amigos eetae resulvidos a apoiar o mi-
nisterio actual, reservando quando rauilo o seu voto
naquellas queslfies que nao mere^am a soa appruva-
ca...
As obras publicas vAo oulra vez turnan lo cerlo de-
envolvimento em Uespanha. Us Irabalhos do ca-
roinbo de ferro do Norte, novameule icceberam coo-
sideravel impul-o na secfAo de Valladolid, admil-
lindo-se lodos os jorualelros que se epresentavam.
A cominissAo nomeada pelo congresso para dar o
sen parecer sobre o projeclo de lei das obras da
Paerla de Sel, linha approvado unnimemente o
projecto do governo. depois de Ihe inlroduzir algu-
ma. leves modifica oes.
Dizem as folhas em Madrid, que prximamente le-
ra' lugar a inauguracAo oflicial da canalisac,3o do
Ebro al ao mar.
A folha oflicial publica dous decrclos aulorisando
o eslabelecimeulo dos bancos de Samauder e Bilbao.
O capital do de Sanlauder sera' de ciuco milhes de
reales, representados cm 2600 aeces de 2000 reales
cada urna.
A direcAo geral dos lelegraphos, pnblica na Ga-
ceta um aviso pelo qual faz saber qoe no dia 12 do
corrente ficam aherlas para o servido as eslaces te-
legraphicas de Valladolid, Cuenca, Tarancou e D.
Itaphael de Badajoz, por um correspoudenle privado
do interior do reino, e no dia 17 para a correspon-
dencia inlernacional.
t homo lelegrapho elctrico (tinba d'Elvas,'.
cheaa ja a Badajoz. Enlircaram os dous fios hes-
panhol e porluguef.es e pode-se dizerque d'aqui a
poucos dias estamos ligados lelegraphicameDle com
toda a Europa, recebendo aqu cm Lisboa noticias de
Pars do mesmo dia.
L.
FUNDOS PBLICOS.
Cilaco em !l de jnnhn as :| horra da larde.
:i par cento consolidados 40 e 30 c dinheiro de
contado ; 0:!5. Fin. cor. vol.
:l por cento difierdos 2615.
Accoea do banco de Uespanha 1 il 50 p.
Cambio! de Londres 90dial 5035 p.
Pars, a 8 d|v. 52 d.
TIRIO]
RIO DE JANEIRO.
SESSAO DE 6 DE JIMIO DE 1857.
Presidenna do Sr. Atannel Ignacio Cncalcanli de
Laceria.
As 10 horas e t quarlos da manliAa o Sr. presi-
dente abre a sessAo, eslaudo presentes !I Srs. se-
nadores.
Ldas a acta da anterior, lie apprnvada.
O Sr. Terceiro Secretario da coala do seguinle
ex | e tiente :
Um aviso do ministerio da fazenda, acompanhan-
do o mappa n. 59)1 das operac,es. assignalurae subs-
tituido do papel moeda. A' coinraissAo de fa-
zenda.
Um ofTicio do Sr. seuador Jos da Silva Mafra,
participando achar-se anojado pelo falleciinento de
sua irnla, Fica o senado inteirado, e manda-se
desanojar.
Oulro do l.i secretario da cmara dos depulados,
acompanhando a proposicAo da mesma cambra, au-
lorisando o governo a conceder um anuo de Inriie i
ao actual cummandante das armas da provincia de
Pernamboco, o lente general Jos Juaquim Coe-
Iho.Fica sobre a mesa.
Oulro do mesmo I." secretario, participando a elei-
c,Ao da mesa qoe all deve seivir no crranle mez.
Fica o senado inteirado.
Um requerimenlo do< fabricantes de chapeos,
moradores as ras de S. Pedro, Ouvidor e Violas,
pedindo a suspensAo do ; 2 do arl. nico da postu-
ra da cmara municipal desta corte de 2 de Janei-
ro do correute anuo. A' commissao de Kgi-la-
cAo.
O ar. Presidente declara que lem lugar a apre-
sani.icio de requerimentos, indicac/ici, projeclos,
etc.
O Sr. Soica Franco ^ministro da fazenda) :
Tenhu de apresenlir ura projeclo, do qual vuu dar
conheriraenio an senado leiido-o, e procurare! ini-
mediatamente juslilica-lo.
O projeclo he o seguinle :
a A assembla .eral legislativa decreta :
o Fica o governo aulorisado para depositar no
banco do Brasil, c suas Caixas filiaes, as summas dis-
pouiveis do Ihesouro e theiourarias da fazenda das
piovincia*, conlralaiido a abertura de cotilas cr-
renles com os juros e retiradas livres.n
O senado, prosegue o orador, ba de ler vislo pelo
relatonoda reparlicAo da fazenda, que ha as ca-
xas do Ihesooro e Ihcsourarias das provincias saldos
que se podem dizer avultados, os quaes nao repre-
sentara smenle excesso da receila sobre a despe/.a,
porque nAo obstante ler-se a receila elevado muilo
no anuo Dnanceiro que vai lindar, lambem a despe-
za se elevou alguraa cousa.
Esses saldos existentes em dinheiro, ledas, ou as-
signados da alfandega, que podem orr.ar de 8,000 a
10,000 conlos, represenlam tambera em grande par-
le saldos aos recursos do Ihesouro.
He urna parle dc tro propde que se dcpoiite no banco e caixas filiaes,
pelas razes que passa a expor.
A primeira razAo. sem duvida, a mais fraca de
todas, he a desconveniencia de sobrecarregar os the-
soureiros com urna responsabilidade rnaior do que a
que linham em visla o eslava nos eslyios.
A segunda he, que a p.rte desse saldos que re
presenta recursos do Ihesouro paga juros. Ne-le ca-
so esla, por exemplo, o dinheiro dos orphAos. Era
oulro lempo, quando o Ihc.ouro era ubngado a lo-
mar emprestado, convinha-lne lanzar mAo drsse di-
nheiro, e fazia-o principalmente para giraiili-lu.dar
Ihe um eniprego seguro, e ao mesmo lempo lucrati-
vo, evitando ailln que conlinuassem os extravos
que tinba havido.
Hoje, porm, nAo lomando o Ihesouro dinheiro a
premio, uo tendo ledras nem hilhetes na praca se-
nAo em pequea quanta. que anda nAo foi procurar
pagamento, nAo he conveniente que eslea pagando
juros de urna quantia de que nao precisa sein lirar
vanlagem alguraa della.
A teiceira razAo be mailo mais forte, he a des-
conveniencia de conservar nos cifres do Ihesouro e
theiourarias sommas avuliadas que represenlam ca-
pilaes retirados da circulado, smninas avalladas em
dinheiro, qho f.irem falla aos mercados donde rito li-
radas.
Tem-se dado era differenlcs provincias do imperio
o (acto de existir em deposite grande parle o nu-
merario preciso para a circulaban ; no Par j esli-
veram aisim arredadosdo narrado cerca de 500:0009,
na B.ha cerca de l,OOO:0J0ji, e assim em oulras
provincias.
Ora. era lempo em que o meio circuanle nAo he
sullicnnle para as Iransaccoes do paiz, ler o Ihe-ou-
ru leelinio n.is seus cofres paite desse meio he de
moila desconveniencia.
Talvez qoe se nutra o receio, observa o orzdor, de
que, adoplandp-se a medida proposta, fique o Ihe-
sooro em embarazos para seus (ligamentos. Mas a
ao(orisac,Ao he concedida para depositar as qnanlas
disponiveis, eo governo nAo depositar senAo as qoe
o forem realmente, e a prazos em que us possa reti-
rar para fazer esses.pagamentos.
Considerando a falla qoe fazem essas sommas co-
mo capilaes e como meio circuanle, o orador diz
qoe na i he daquelles que rulen le n que os capilaes
do paiz sAo tan ampios e avallados que ims podemos
l.mu; ir em grandes erapreas, eonlrabir erapreslimos
e sobrecarregar o Ihesouro com graves onus, sem
reflectidamrnte pen-ar sobre a malcra ; mas tam-
bera n.1o ha dos quo receiam que os capilaes do paiz
nAo cheguoin para as empretas necessaria, para
aquellas que lo exigidas de momento, que devem
ser animadas, desenvolvidas, no intuito mesmo de
fuer prosperar o paiz.
Ncsta sua opiniAo de meio termo, o que acha ra-
zoavel c conveniente, he nao dispensar capilaes ron-
servando-os retirad.is da ciiculacao ; he faier com
que esses capilaes, que sAo pa'le do produelo com
que o conlribuiule enlra para o Ibe-oiiro, no liquen
presos naocaiae, n*s sejam perdidos por algara
lempo para os irabalhos do paiz.
Pelo que respeita ao meio circulante, he igoal-
menle convircao do orador qoe o actual he insufli-
cienle para as ncressi.'ades (.ublicas, prlbcipalmente
em diversas provincias, cono Irala de demonstrar.
0 meio circuanle do imperio, que se coaipOt liu-
je principalmente das emi-ses du Banco do Brasil
e das suas caixas filiae-, das notas do Ihesouro, e
em pequea parle de nielaei, n.v esta' bem di-ln-
buido por todas as provincial. Seguud os ltimos
balancos, a emissAo das caixas filiaes em lodas a-
provincias do imperio, com excep^Ao dai do Rio
(irande do Sul e de Minas Cernes, cujos balancos
no lem a' mAo, era de 11,917:5205, ao passo que
s a emifeSo do Rio de Janeiro he do 3l,:i0:i:l.i(lj.
Ora, ainda quandu se suppozesse que toda as pro-
vincias ..,i:. precisan! de meio c.reliante senAo em
quanltdade igual a de que precisa o Rio de Janei-
ro, havia a respeito da emissAo do papel bancario a
enorme oilferenca que vai de 14.il 17:520? pala
3l:10:i:150?. Posto se .)...a que as notas do ilics.tu-
ro lem corrido na maior parla pira as provincias,
anda ba no Rio de Janeiro urna quanlidade avul-
tada desse papel ; o ouro e a prala podem do mes-
mo modo dividir-se cm melade pela provincia do
Itio de Janeiro e pelas oulras provincias do impe-
rio ; donde resulla que o meio circuanle de loda
as praca do Brasil be lalvez ainda menor do que o
meio circulante existente na praca do Rio de Jsnci-
ru, e por consequencia em cada urna daquellas (.ru-
cas deve haver muda driencia de numerario, sen-
do esse talvez a razia da saluda dos melaes e das
olas do Ihesooro para as deflerenles provincias.
I'assan lo du apreciacAo geral para a apreciara,
particular, acrescenla o orador, ver-sc-ha qoo a
provincia da Baha lera ama emissAo de 593&770S
representada por um fundo disponivel de1,657:tl2(i~
que he o mesmo que dizer que a sua entusan lica
rednzida a pouco mais de 2.000:0009. E, pois. a
provincia da Baha, que em oulro lempo tinba
eninlo de oulros Bancos, deve estar hoje falla de
numerario.
Na provincia de Pernamboco da-se o mesmo, e
com maior razAo, porque all nAo ha oulro Banco
sen3o a caxa filial do Brasil. Nessa provincia o
fundo disponivel he de 2,562:6289, c a emis de 5,:tl'J:!H03 ; o excesso da entiesan he pequeo,
nAo salisfdz as necesidades do mercado monetario,
pelo que sAo geraes as queixas.
Ora, o que se da' as duas provincias de que aca-
bo de fallar da-se era lodas as oulras ou em qoasi
lodas.
E.nquanlj pois se nao pensa em oulros mcios de
occorrer a estos iucouvenienlee, lembrcu-se elle
orador de fazer entrar ua circla^o parte dos sal-
dos exi-leules no Ihesouro e nal Ihcsourarias, como
um allivio qoe nao he para deepreiar ; alo ciuco,
ou seis mil cantos de numerario que podem s-.hir
para a circulaban, que vai ailiviar a falla que delle
se senle nos diversos mercados do Brasil. Foi ues-
te senlido que re ligio o seu projeclo, esperando
que o senado o approvora' depois dj diecnselo, que
nAo ;i dora' deiiar de eer luminosa, a' alela da il-
luslracA das pessoas qua ten de uccupir-su com
a malcra.
< Sr. Presidente declara qae o projecto fica so-
bre a mesa.
O Sr. VltCOnd ie Jequilinhonha referinilo-se ao
que expoz em orna das prximas sesses sobre o es-
lado de deca lencia erfl que se acha a provincia da
Babia, e a i.cces-idede H1 que esla' o corpo legi.-
lalivo de sdopl ir ^lrdiaias medidas que a lirem da-
quelle estad.., justifica e manda a mesa o primeiro
dos requerimentos que abaiio Iranscrevenios. como
arldilamento ao que apresoulou naquella occasiao,
aproveitando lambem a upporlunidade para pedir
em outro rrq ji i itneuto iulormaces relativas ao
estado em que se achara os Irabalhos relativos a na-
vegado do rio Jequilinhonha.
Os requerimentos do honrado memliru sao radigi-
dos nos segoinles termos :
e Reqaeiro que se peca lambem ao governo a in-
formacAo do engenheiro Lae, que foi consultado
pelo governo sobre a estrada de Ierro da Babia, so-
bre o que igualmente fui nuvido o engenheiro bra-
sileiro Firmo Jos de Mello.
Sala das sesses, 6 de junho da 1857.Viscon-
de de Jequilinhonha. n
n Requeiro que se pecara ao governo lodos ns
Irabalhos e papis relativos a navegacAo do rio Je-
quitiuhoiiha, mandados fazer pela (presidencia da
Babia.
Sala das sesses, 6 de jnnho de 1857.Visron-
de de Jequilinhonlis. o
Vi.i apoia los.
O Sr. Sou .-.i Franco ministro da fazenda ol-
iendo a palavra pela ordem, diz que qoan.lu, .lia
das, pedio a palavra sobre o requerimcnln do Sr.
visconde de Jeqailinhonba nAo foi pareo contra-
riar, mas para dar a S. Exc., como agora o faz, al-
guraas informacoes que nAo podem deixar de ier-
llie agradaveis.
O unbre leador disse que a provinri i da Baha
se achava cm decadencia, e fundn oessa crema o
seu requerimenlo.
O orador pode declnrar-lhe, fundado cm infor-
macoes exactas, qoe a renda da provincia da II ibia
sobe 25 por cento esle auno de 1856 a 1857 cima
da maior renda de qualquer dos annos aiileneras.
Se islo eii nao explica no todo um prugresso de 25
por cento, explica pelo menos um pr-gresso no es-
tado da provincia. NAo se segoe dahi qoe os e-
forcos do nobre senador para qoe esse progresso
augmente nAo aejarn cabidos, pelo contrario ; mas
da' estas informafes para que S. Exc. nAo presaos]
na opiniAo de qoe a imporlantissinia provincia da'
Babia vai era decadencia. *
Nio havendo mais qurra p"rj a palavra, Ao os
requerimentos po-los a volado e approvado-.
ORDEM DO DA.
Coalinua a MaeoMM adiada era II de ag.i.io do
1850, do requerimento do Sr. senador Clemente
Pereira, feilo na segunda di.cuAo do arl. 2' da
propii"i,-Ho du senado delerminaudo que todo, os
peusioinslas do Estado sejam directamente pagos
pelo Ihesouro nacional, e filando o limite maxim-i
da quanlia applicsda para iiensoes, e o casos em
que estas devem ser coucedidas.
O Sr. I isconde de Jequilinhonha, jolga indi
pensavel que o projeclo va a ama commissao, e ties-
to sentido ba de volar pelo requerimento ; mas nao
Ihe parece necesaario que essa comoussAo seja espe-
cial. A cjirorais-Ao da fazenda ou a de le_islac,.io esla
no leu pensar muilo habilitada para dar um parecer
sobre a materia.
O Sr. D. Manad, referindose opiniAo qoe o-
nonciuu em 1850 quando comecou a diseussao- de te
projeclo. ho lambem de parecer que deve ser oavida
sobie elle urna comint-Au ; mas atlendrndo ao tra-
ba lim de que seacbam sobrecarregadas ascommisscVes
permanentes, entende que se deve nomear para co-
uhecerda materia urna commi'sao especial.
t Sr. Souza Franco ministro da fazenda lam-
bem be de opiniAo qae o projecto deve ir a urna
commissA,), c d as raines.
O projeclo foi apresenlado em 1850qoan1o a ver-
ba d s pensionistas do eslado, que se pretenda limi-
tar, era rio 1.27:1:1029 ; a reeeita do pan fui nr--e
anno de .'11,522:7619 sem depsitos, e com depsitos
de 2,6!I6:'.I0I9 ; Imje a verba dos pensionistas ape-
nas foi elevada de 2I0:2'J6>, islo be. o pedida para o
anno de 1858 a 1859 he de I ,8::W0? ; a renoa do
es|do sobre jW,000:78S< no anuo qoe esl a lindar,
isto he, Crlcula-se que subir' a e-la quanlia sem de-
psitos, e cim depsitos a 48,0011:71 '.> ; logo, enlre a
receila de IS'al a 1861 e e de 1858a l85'J. de qoe se
trata, ha mailo moler accrescimo do que ha no pedi-
do para as penses.
Daqt.i lira o orador dotas conclu-oc : a primeira
he que se o projeclo linha por fim l.milar o espirite
de largueza ueste pagnente de pasMiooMM do esta-
do, ella se hmllou por -i me-mo. por que nesles nl-
limos annos que v3o de 1850 a 1856 lendo a renda
subido cerca de 50',. a despeas denla verba i levo
um pequeo augmento, devendo o senado confiar
que o governo continuar a ser parco e modesto na
mesma verba ; a segunda he que quando seja neces-
saria a fixacAo de um quantilalivo, o limites de 18"
a 1859 nAo podem ser os de 1850.
O orador piocora demonstrar esla proposicAo, I.
mando etr, comideacAo ns difTercntes motivos qi
podem levar o poder eseetitivoe conceder pen-Oes,
o augmento de peswal que lem lid > as reyihci..i
publicas, o numero mais rre.ci lo da oflicialidaio do
exercilo ; concluiido que nAo convem limitar dema-
siadamente o governo na enerado de recompensar us
seryijoi plisados, e de melhorar o serviros folaros.
Faz estas ubservac,des. nAo no sentido de con.ra- -
riar o projeclo, mas no de :emell-lo a ama romaiis-
sAo que. prestando atlencAo as circumitancias da si-
tuao.^o melhore naqaillo em que puder ser me-
Ihorado, porqae em algumas deiuai parles nAo podo
ser approvado. nanlo uatareza da commissao, o-
pina na mesmo sentida qae o Sr. I). Manoel.
Nao baveadn mais quem pees a palavra he posto o
requerimento a votafAo e approvado.
Prosegoe a primeira di-, u-sin adiada em II de ju-
nho do anuo passado, da proposicAo da cmara dos
depulados aulorisando o governo a mandar pagar a
Manoel Antonio ll.siot KaelclirT o ordenado Ue rir-
cerciro da cadeia da villa do Pilar na proviuca do
Rio Grande do Norte.
Fazem breves refiexoes sebre a materia os Sri.
Dantas, 1 erra/ e \ launa, que reqoer o adiamenln
por viola e qualro hoias. e assim se vence.
t Sr. / 'isconde de Jo/uHinhonha pela nrder )
leudo iiuvid.i dizer ao Sr. presidente em resp.nla ao
Sr. Ferraz na precedente di'C.us-an, que nAo se poda
mandar (inhlicar o parecer da commiesAo ta jornal da
casa, par que anda nAo|havia jornal que pnhlirasse
olliciatinenle os debales, lembra a S. Exc. a conve-
niencia de um contrato igual ao qae celebro, aca-
mara dos depulados com a nni.rc/.i do u Jornal
Corninercio o pelo qual esla empreza -o obiigoa,
alera da impressao diaria dos dsbatea, a fornerer oo-
Ira no fim de cada mez cm voluntes de peqneno lor-
mato.
O Sr. Presidente diz que no conlesla a conveni-
encia da idea donubre visconde, mas (londera qae
o c .nlia'.o ja' se ach feilo, fallando apenas a lorma-
lidade da assignalura, e assim lalvez ja i.Ao seja est-
uve! a ieil.-ai.au dtssa idea.
Era seguida declara esgolada a materia da ordem
dia, e d par a da segainle seOaVa :
A nomeacao da commissAo especial para o evamc
da iiroposicAo do senado lobre o pensionistai du es-
lado :
CunlinuicAn da nganda discussAo addiada :
Segunda discussao da propositan do senado luhsli-
Inindn o ( I arligo 82 da lei de :l de dezembro de
1841:
Primeira discussiio da proposicAo do s*nado, con-
cefenda duas loteras para as obras da Santa Caos da
Miseiicordia da cidade do Ri.. (randa.
Terceira discussao das propo*ici>.-s da cmara dos
lepiitadoi, urna concelento doas loteras para as
obras da matriz da cidade de, Uberaba, e oatra sobre
naluralnacao de estrangeiros.
I.evnla-se a sessao I meia hora, depois do meio
dia.
Noi dias I e 5 nao houve setsao.
CASARA DOS SRS. DEPlTAlOS
SESSAO' EM 5 DE JUNHO DE 18,7.
Presidencia do Sr. ri'ronde de llaependf.
A' hora do cosame, feilo a chamada, e achan-
do-se reunido numeru legal, abre-.e a sessAo.
I.'da a acia da anlerior, he appri.vada.
O Sr. l'rtmeiro Secretario d conla do seguinle
espediente.
Tres officios do ministerio do imperio, participan-
do eslar o governo imperial Inteirado da approvarao
dada pela cmara dos Srs. depulados a eloirts pri-
marias de diverioi circuios provinciae-.lica a c-
mara ii.curada.
Dito do ministerio da fazenda, acompanhando os-
tro do prcideule do Banco do Brasil o mais papase
em qae se arbam as informacues que cm satisfarn
ao aviso de 8 de maio protimo passado, foram eli-
gidas do mesmo presidente.A quem fez a rrquir
lelo.
Hilo do primeiro secrelari i d'- i-i o, pnrcipan-
lo ler o mesmo approvado o ir din ir n snccAo im-
perial as resolacoc-, reclarando que os ofliciaes do
corpo municipal permanente da corle porceher.lo a
rr.csroa elape que i odiciaes do evemto. e aulori-
sando o governo a fazer reverter A ai ma de intenta-
ra o major graduado do cijo du eslado maior da*
segunda elass*, Antonio J. -quim de MagalhAes Cas-
Ir...Fica s r,.ni ia inleirada.
Dito do mesmo, acom[ianhandn a projiosi^Ao ip-
prova.la pelo paliado, qoo c .neede orna peioAo a I.
Flori'bella Mxima da Silva em remunera..'., dos
servicos prrestodos por sen nsarido o tan ;r r-.' i
do Antonio Mximo da'lriudade sem iiijn.n. .lo
meio suido que ja percebe.Vai a imprimir para
entrar na ordem dos liabilhos.
e-i
..*:.

MUTILADO


ILEGIVEL


uiakiu djs fKKWAMJlilCO SEXTA FEIRA 3 DE JLIIO DE 1857.
I m
requeriroenlo de Jorge Patchelt, nego-i membros. o dernmamenlo do sanga o as violen-
cianle, sobdita brttanmco, pedindo ser nalurali- cias havi.las ne.sa elefco. ma emqoantn te .lavan,
ido fidadAo brasileiro.-A' comroissAo de consti- \ i.-as ornas triste, pergunla : ,. que fartaro
liiir-o.
Dito das tarreiros e serralheiros estahelecidos Mili
norte, pedindn a revogarAo das postura da Illma.
cunara Thuniripal appruvada pelo governo imperial
em data ita^i) de Janeiro do correnle anuo, atien-
tas ;i. razdes que expOe..V" eommisso di cmaras
mnnicipaes.
Di ti do secretario da Faculdide ds Medicina des-
la nirle, peJindo que lhe sejm concedidos mais
100"> aniuaes, por ser osla a diflVrenra que existe
i'iilre os un venrimrntua os dos substitutos.A'
contmissAo de insIruccAo poblica.
Dito de JoAo Goncalves l'ereira Lima, CidadAo
porlogue/., negociante, ptdindo dispensa do lapso
de lempo para poder naloralisar-se cidadio brasile-
ro.A' 11 r 11.'-.- de constiliiicito e poderes.
Dito documentado de D. Amzelica Kosa da fon-
seca Brilo, viavs do (nenie Manuel Joaqom Go-
me de JBrito, da provincia de Sereipe, pedindo urna
peii-.'in de Ir m i mil ris em atn-nra.. s razos
que allega.\' commistao da pemes e orde-
nados.
ApresentacAo de prnjedoi e indiciret.
He remctlida a eommisso de assembla provin-
eiaes, depois de fundamentada por mu autor, a se-
guinle indica.;,!,. :
Indico que a commissAo de asserabln provin-
cias eximin-ado a le mineira n. 72.1 ds 16 de
maio de 1855, declare se ella se acha em conformi-
dade com o que dispe o ,5 i- do arl. 1' da lei das
reformas consltlnciouae.
Paco da cmara dos depatarfos em 5 de junho de
1857.Pedro de Alcanlara Machado, o
U Sr. Barao de Mau justifica e aprsenla os le-
guinte projerlos :
A aisembla coral legislativa decreta :
Art. nico. O governo lien aulorisado a garantir
da maneira mais completa e tilica/, [ora do paiz ot
empreslimn, que forem necessarios para a reilisacAo
das estradas de ferro ja autorisadas legalmenle com
garanta de joros por parlo do governo, com tanlo
que o montante de laes mpretlimos nao exceda a
libras esterlinas 7:000,000, era os juros e amnrlisa-
ij.in "que houverem de ter espitulados excedan) ao
uinimo dos dividendos estabelecidos nos diversos
contratos.
Paro da cmara do9 depotados j de janho de
1857.Bardo de Mso.
A requerimenlu do Sr. Virialo he remeltido
eommisso de fazenda e commercio.
"A- assembla geral legislativa resolve :
O governo fca aulorisado a conceder ao Banco do
Brasil desde ja, a qoantia estipula la no arl. 3- da
lei de 5 de julho de 1353, al a importancia dos dez
mil contos de que trata o arl. 2- 1- da referi-
da lei.
Paco da cmara dos dtputados 5 de junho de 1857.
Bar3o de Man.
Julgayse objecio de delibencao, e vai a imprimir
par entrar na ordein dos Irabalhos.
O Sr. Brandao fundamenta e muid* meaa o se-
gainle projeclo, que sendo jnlgado objecto de deli-
berar.l", vai a imprimir para entrar ua ordem do
trabadlos :
i A assembla geral legislativa decreta :
cr Art. 1- O prazo marcado para o prescripr.lo das
acedes commerciaes resoltantes de letras fica eleva-
ndo a de/anuos, os quaes serio contados da dala do
projecto, e ua falta desle dado vencimenlodas mes-
. mas letras nos tratados do art. 381 do cdigo cora-
mercial.
Arl. 2- Fica igualmente elevado a dez annos,
que M'iiKi contados das respectivas datas, o prazo es-
labelecido para a proscripto das arces provenien-
tes de coolas correles dadas e aceitas, c bem assim
de coulas de venda de commerciante a commercian-
le que por si tiverem a presumprAo de liquidas us
forma regulada pelo art. 219 do citado cdigo.
Arl. 3- Kicam revogados os arls. 443 e 445
do cdigo apealado e mais disposr,es em con-
trario.
Payo da camsra dos deputados em 5 de junho
de 1857.Francisco Carlos Brandan.
A pedido do mesmo Sr. depulado e por delibera-
i;.n> da casa he retirado o seguinte projecto n. 31 de
185(i, a que o outro subslitue :
a A assembla geial decreta :
Arl 1.0 prazo marcado para preBcripcao das
aeros coromerciaes resultautts de letlras Pica etava-
da a dez annos os quaes sero coulados da data do
protesto, e na falla desle da do vencimenlo das mes-
mas Ultras nos termos do artigo 381 do cdigo com-
mercial.
Arl. 2. Fica revogado o art. 43 do citado c-
digo e mais disposicots em contrario. Paso da c-
mara dos deputados, em 20 de junho de 1856.F.
C. Brandao.s
Aeham-se sobre a mea e sendo julgados objeclos
de deliberarlo vio a imprimir para eulrar na or-
dem dos Irabalhos os seguinles projoctos :
A assembla geral legislativa resolve :
Art. nico. O 8. dislriclo el Moral da provin-
cia de Minas Geraes lera' um quarlo collegio eleilo-
ral que funecionara' nn igreja matriz do villa de S.
Human, ser formado dos elrilores da mesilla villa
e dos da fretnezia da Barra do Itio das Yelhas ; Pi-
cando revogadas as dispoirGes cm contrario.
u Par.o da cmara dos deputados em 5 de judIio
de I87.l.uiz Cirios da Eooieca.
rr A assrmbloa geral legislativa resolve :
'i 1. O hospicio de caridade da villa de S. Gabriel
ua provincia de S. Pedro do Kio Grande do Sul he
aulorisado a possuir bens de raiz n> valor de
50:001*.
Art. 2. F'icam rara esle fim dispensadas as leis
da amortisacAo. Paro da cmara dos deputados 29
de maio de 1857. J. P. da S Borges Fortes, Ja-
cintbo de Mendonra.
i A assembla geral legislativa resolve :
Art. nico. Ficam concedidas tres loteras, que
urflo eitrabidas, segundo o plano adoptado, cujo
producto ser applicado a beneficio das obras das
grojas matrizes das villas da Formiga de Montes
Claros, S. RomAo, Januaria e GrAo-M igol, da Bar-
ra do Kio das Velh-s e do Curvello na provincia de
Mina geraes. l.uiz Carlos da F'ouseca.
7f3Tssoinbla seral legislativa resolve :
ir Arl. nico, llavera' mais um collegio no 3. dil-
uido ileiloral da provincia do Piauhv compusto de
eleilores da freguezia da villa de Jcromenha, o qual
se reunir uo lugar que pelo goveino for determi-
nado.
Kevogam-se as disposices em contrario.
Paco da cmara dos deputado, em 5 de junho de
1857.Joo l.uslo-a da Cunha Paranagua'.
ORDEM DO DA.
Continua a diieusiao adiada do parecer da eom-
misso de poderes que recouhece como depulado pe-
lo 2. dislriclo eleilorsl da provincia do Ceara' o Sr.
l-'ancisco Domingues da Silva, e como suppleule o
Sr. Josc Gamillo Lmhsres.
O Sr. Silceira Lobo entrando na apreciarlo da
queslao e analysando os fados que no seu eulouder
demonslram clararrcnte a oullidade da eleic,3o que
se acha em discanto bal le eDtre mitras, as se-
guinles razes, para negar-lhe o seu voto :
A' vista dos documeutos que lem junio a si e que
ollercce ao exame de qualquer iiieiiit.ro da casa que
desoje computaa-los, o ondor recouhece que, para
que o processo ek- toral de a'gumss (reguezias do
2. dislriclo do Ceara' favorecerse a candidatura do
Sr. Doiringues da Silva, foi necessnrio o emprego
da violencia, do esquecimento da le e da impunido-
de dos que levaram al ao crina o excesso de ardor
com que pugnavain pelo Iriumpho desua causa.
O orador censura neste ponto o abandono e mes-
mo a inercia que moslravam as auturidades em face
dessas desordens, drssos crimes.
V no Inste elTeilo dessas uleices tambem o re-
sultado da falta de acra.i coarcliva da presidencia
que tratando nesse lempo da propria candidatuie,
eliamou a si involuntariamente parle da responsa-
bilidade desies sconlecimentos.
Esta inarrao da primeira autoridade da provincia
revela-se, por ejemplo, em nao 1er demitlido o
commaodanle do deflacamenlo que se achava em
Sobral, onde se deram as primipaes violencias,
coosentindo ao contrario que se ingeriise com os da
sua parcialidade ua eleicao do Sr. Domingues que
apniava.
Tambem cslranha o orador qoe fossem admilli-
dns a votar os dous irrnaos Gomes, recoiiheoidos co-
mo criminosos sendo um driles ile homicidio.
Por estas e oulras irrogularila les que cila he que
ennstam dos papis patentes a' commissao de pode-
res, o orador vola contra o seu partcer.
O Sr. Vatt Rarrcto ocrupa a tribuna.
S. Exc. depois de declarar qoe n,Vi tencionava to-
mar parle na discussAo, e que mesrn julgava-se dis-
pensado de faze-lo por ,1er dado olloialmeule lo IM
as informarnos que ponan sobre os aconlecimenlos
leitoraes uo 2. dislriclo ilo Ceara', di/, ser obriga-
do a defender-se das iccu rada pelo honrado drpuUdo pela provincia de Mi-
nas Geraes ( o Sr. Silvcira Kobo.)
Itospondenriii enlao ao Ireolio do discurso de S.
Etc. cm que foi censurada a presidencia da pro-
vincia por nflo ler obrado eneigira nonio om meio
, das desorden e do criines perpeliados durante y
processo eleitoral do 2. dislriclo, diz que ssa reser-
v.i expressava t prudencia com que "proceda a au-
toridade no querendo exacerbar mais os amnios
que se ichavam areo.
Diz mais que nao havia motivo algiini (Sara que
han desnitlido o commandaole do doslacameiito de
Sobral, militar brioso.que se achava cm quarltl sem
inlrrvir no tumulto o nos disturbios por ser essa
ordem que rscebora.
Rao p'ensa lambem que devesse ser negado o di-
reilo de volar aos irm.los Gomes, cujo processo nAo
era poasivel ser feilo quando a desordem era geral,
quando mo eram esses individuos o nicos lorbu-
Icnios.
Eolrctanlo dix S. Exc. qur nao se Conserves] im-
passivel dianla do muv.menlo nocivo i liberdade
d.i eleiru ; procarou com a reme-sa do dealaca-
monlos de linlia assogurar a Ifaiiquillidade d Irr
guezias agitadas, c garanlii a esponlaneidade do
vol.
\U nlgans apartas. OSr. \illela lavares pede
N orador que trate da oleir ...
OSr. Patt Brrelo:Senhi.:m, deixero defen-
der-nie !
OSr.Fernattdts ra Cunim :Tam se defan-
lido milito Imn, mas tein mostrado que aelciru he
nuila.
O .Sr. .togutln ieUlicelra :Esls 13o nalla co-
mo a da Imparalrii que ai Sr-. approvarain,
O Sr. .t/adttreiru ; .Nao lomos nos. (Aooil-
diis./
o .sr. Prtsiiente reclama illencSo.
O Nr. Cruz Mrbido :Ouram '. ouram !
O Sr. Vaes barrito la-lima, cuino us honrados
oj|iia
que se di/ern smlenladores da ordem, os lilfrraes
por rxrelleucia. .
lOuvem-se animados apsrles dos Srs. BraodSo,
Silveira Lobo, Villcla lavares, loscano Brrelo, Oc-
laviano, Tilo e Pinto Lima.' "
O Sr. fresideitit:Attencilo
O Sr
ordem !
Cruz Machado :SAo forjar acias fal-
os cadveres. (Apoiailos e u3o apeia-
sas sobre
dos.)
O Sr. /-VrtiandM da Cunha :Nao haviam de
car no morticinio sem garanta neuhuma em suas
Vidas. ApoMlias.
O Sr. Vretidente :AUencSol
O Sr. Paes Barrito (cunluiuando) passa a de-
monstrar a razo, porque volar a favor do pa-
recer.
Diz que est convencido de que a annullarjlo da
eleico fela e o processo de nina nova importara a
abertura do campo das desordens s faeces intole-
rantes, aos exctsos do partidos que nao querem dis-
putar eleiron, mas vencer a lodo a transe.
Declara lambem que era contrario os eleiroes da
Imperalric, poique se lizeram no dia inimedlalo ao
em que se deram idnticos felos desordeiros, mas
tendo as do Sobral sido terminadas dezesete das de-
poi das violencias que all houve, nAo er que o vo-
l dos cidadAos depois desse lempo eslivesse coacto
pelo terror. (A pojados e nAo apoiados.)
Aproveilando a occasiao em que ju-lilira esla sua
opiuiao, o orador declara qoe ella lem sido desvir-
tuada por urna das folhas diarias da corle (o Dia- .,
rio do Kio de Janeiro) o as diversas vezas em quo eslivesem.
sa pejderaro Ires dias de Irahalhn, por falla de pro-
cessos, o que foi devnlo ao juil municipal que Ira-
lialliou lano no preparo dos processos, qoe so no dia
i, primeiro da dai testoes.pdde repre.sonlardous
processos.sondo para notar-se que a dala dos recibos
de linrliu rra de 3. *
Admira que eslaudo na vara municipal prepara-
dura um hoinein formado, que e inculca arliviisi-
mo. sondo eacrlvao um individuo, que he um dos
inslrumenlos do paiz, nao houves-e lempo para pre-
pararem-se os pruces-os do? presns.que deviam res-
ponder na lasejlo que lindou boje. Na cadeia nesla
eidado exisham 24 presos, oslando quasi todos pro-
nunciados ; o numero era sufli-ienle Irab.ilho para
o lo dias, enlretanlu o juiz municipal requisita a
vinda dos presos qoe exi.lindo ahi na rasa de drlen
Bfo, eram a maior parle delles, rppellados e linliam
respondido a seesjo do juij do anuo passado, sendo
que o numero foi elevado a 31 e apenas julgados 13.
NAo admira por lano que no Bonito apenas Ira-
balliasse o jury dous dias. sendo juiz munipal um
hoir.am leigo, quando em Caruani, onde ha juiz le-
irado, deixonojurj de Iraballiar iros dias, nolando-
se que a preseularAo dos processo* fura feila por
ampulhela : no da 5 dous, no dia H doo. no dia 9
um, a II um, a 12 dous, a 15 uiu, a 19 om, a 22
um, e no da 8 mais um pelo juiz municipal sup-
plenle Manod I.eile de Azevedo.
Ojuii municipal foi causa, aeaae riirecla, ao me
nos indirecta, de dar-te a fgida de 12 presos da ca-
deia desla cilade ; pois requisilando a viuda d* pre-
sos, como os que fugiram, sem haver necessidade, fez
aogmenlar o numero dos mesmos, o que Mies facili-
lou a reahsacao da fuga que uaocoiueguiriam se ahi
a enunciou no meimo sentido.
S. Exc. couhece o motivo que induz o redactor
dessa ful lia a proceler assim, mas nAo o seu lim ;
diz porm que pode continuar....
O orador prosegue em mais algumas ennsidera-
C&es sobre o seu voto vcruzam-se muitus apartes, en-
tre estes dtslinguem-se os seguinles) :
O Sr. Cru: Machado :Eo
armas contra o raeu paiz.
nunca peguei em
O Sr. Carrao :Tem feito mai do que isso.
O Sr. Vrtsidenle :Altencao Ordem, senho-
.-s!
O Sr. Vaet Harreto (concloiDdo) vola a favor do
parecer.
O Sr. Sii'eira Loho pede a palnvra para respon-
der.
O Sr. Barbosa requer o enrerramento da dis-
cussao.
(Ouvem-se reclamaces dos Srs. Brandao, Silvei-
ra Lobo, Fernandes da Cunha, Tito, Hulean, Tosca-
no Brrelo, Oclaviauo e Villela Tavares, e apoiados
dos Srs. Araujo Lima, Fernandes Vieira, Jaguanbe,
Aodre Bastse oulros. O Si. presideule reclama por
diversas vezes aleoslo e ordem.)
Consultada a cmara se approva o encerramenlo,
decide pela aflirmativa.
O Sr. Sveira Lobo requer que a volacAo do pa-
recer seja feila nominalmentr.
O Sr. Fernandes da Canha :Apoiado. lie; ne-
cessnrio que fique consignado esle fado. Sendo pos-
to a volos o requorimenlo do Sr. Silveira Lobo, be
rejeilado por 45 contra :ii.
Segue-se a volaran do parecer que he approrada
por 54 volos contra 32.
O Sr. Presidente declara :
Depulado pelo segundo dislriclo eleiloral da pro-
vincia do Ceara. o Sr. Francisco Domingues da Sil-
va ; luppleute o Sr. JoiCamillo Linhore.
O Sr. Fernandes da Cunha (relirando-se):Esl
aborto o exemplo 1
Vem i mesa a seguinle declararn do vol para
ser lanrada na acia:
Os abaixo assignados declaram ler votado pela
onllidade de toda a eleicao do segundo dislriclo da
provincia do Cear.Madureira.Villela T.va-
res.Araujo Bru nevides.t. Bulcao.Santa Cruz.Torres llomein.
P. A. M.Piulo de Meudonca.Fernands da
Cunha.Azevedo Paiva.Silveira Lobo.Fran
cisco de Almeida.Preira Pinto.I'elippe de A-
raujo.Baptisla Monleiro. Branciao. Augusto
Chaves.Pinto Lima.Barros Pimcnlel.Anlunes
de Campos.Ociaviano.Pacheco.alarcondes.
Dantas.Silva Canao.
O Sr Presidente encerra a seisao e marca para a
ordem do dia da seguale as materias anteriormente
designadas, depois da apreseulacAo e discussAo de
requer menlos na hora compleme.
Levanta-se a mal ds 3 horas da tarde.
No dia 4 nao houve sessao.
43U.UA
Muilo pode a forQa do iolerosse, ou antes mili-
to pode a esporleza, mas como tudo he Bajeada, nao
admira, e cada um que va pescando para o son sam-
burd, qoe us iremos i vendo a devida analyse. Ap-
pareco acora om novo ramo de necocio, que minias
vanlageus offeror, e vera a ser : aluaar-se ama ceta
;por ex.) por I25OOO monsaos ceder-se melade ou
parle delta a oulro por (8001). e logo depois de aln-
gada, quando o inquilino ha feilo algumas despezas,
lhe dizer o improvisado proprielario a casa paga
d'ora em diante 83OOI) pela sua parle ; no seguinte
me/. H13OOO, e d'ora em dimle 1230OU, e que tal '.
Desla forma sabiria a coalosderis llavera melhor
negocio do que nAo se ser propnelario, n.lo se estar
sugeilo a imposto, e ler-ge lana ronda 1 Nada me-
lhor, assim dure a palota, ou os inquilinos, agora pre-
venidos, eslojam disposlos a taesesportozas.
Continuara os maldidos atravossadores do peixe
a lolher-nos a compra aos proprittanos pescadores,e
nao havera molo do acabar com semelhanlo aboso ?
Cremos que sim, mas a nos nao nos cumiar indca-
los: apresenla-se a necessidade do objeclo, e a quem
cumprir que lhe d o remedio.
Quanlo ao I.le, oh n i--n j nao te deve fallar,
porque sendo a impanidade cerla, o receio desappa-
rece, eeniao, qoe sugoitemo-nns aoseipriehos dosses
morcadores quo nos vendem agua por leite, e a 200
ais a guarrafa Seja tudo pelo amor de Ueos !
Seuhore fisraes. a venda de carnes corrupta
continua em grande escala por muilot ecougues, ea
respeito de certas tabernas, que mais parecem covi
de inalf.llores, e onde se coromeltem as maioros ve-
Ihacarias possiveis, cumas medidas o pesos... nao fal-
lemos, porque esljo ellas vista. Se nao empregar-
det toda vossa vigilancia para este lado, breve pre-
ferir-se-ha ler casa de vendagem, do que ter-ee de-
pulado.
Consta-nos, qus 01 boleeims no cemiterio,
quando osperam pela volla dos convidados, fazein da-
quelle paleo om lupanar. Ouve-se os maioros e mais
lerrives desproposilos, nao s a repeilo da vida dos
que morreram, como da dos passageiros do carros,
ele. etc. He mister. portanto. qae o Sr. administra-
dor do cemiterio empregue alguma medida, que obste
esta especie de profanncao.e quando meos e.sa gran-
de falla de respeito.
O vapor inglez Avon, vindo de Soulhamp-
lon, irouxe a sen bordo os seguinles passsgeiros :
Francisco Maria Dupral, John Smilh, Roberto Hes-
kielle lloll. JoSo Anlouio de Barros Proenct, Larla
Mecas, Jos Coslodio da Silva Mallos, Aulonio
irancisco de S.
At amanhaa.
Os gneros alimenticios conservan) os procos ante-
riores, > excepcao da farinha e milho que baiiaram
alguma cousa : as chuvas conlnoam e ba muilo fri.
e' > se eslima mallo para
COMARCA DOBREJO.
21 de jonho de 1857.
O svema das missivas desla provincia publicado
em sou bem conceiluado jornal, e os destacamentos
volantes (quando sao commandados porolliciaes mo-
ralisados e disciplinadores) ao dous agenlos podero-
stssimos para acabar com as influencias de aldea,
que quasi sempre inlerrompom o progresso moral e
material das localidades onde ellas sAo infelizmente
esereidas.
He pois dobaixo deste poni de vista, que me
consiiiuo seu humilde correspondente, a ver se as-
sim concurro rom o meu contingente para a cons-
IrucrAo do grande edificio social, que a meo ver
tinda se acha em andamies, como se cosloma dzer.
Antes de ludo devo dizer-lhequemsou. Ora quem
O meuenha indefinido, e incomprehensivel :
son omu efe el non essesou e nao sou, e qnem
qnizer saber quem sou ha de firar sempre na mes-
ma, porque me pareco e nflo son, e sempre que sou
pouras vezes me julgo ser.
Como lal nunca diroi que moro no Brcjo ; delle
nao sou natural, ac per consequens, nao tenho in-
leressos no Brejo, e nem nelle tenho isto que se cha-
macondiego.
Eis panamo o ado de f de minha iiulividoal-
dade. que com o seo lorrivel sambenito vai d'ora
em dianle caminhar para as crepitantes foguoira.
da opinlAo do publico, quasi sempre inquisitorial .'
Allieio a todo, que diz respeito ao Brejo, sem af-
ferdes e nom inlerosses, qae nelle me prendara, 011
prometi sor fidelsimo na narracSo dos fados, qoe
por aqu foremse reprodozindo, corto de que
consideracAo com o crime jamis terei!
Nem ludo contarei, esl claro ; mas com islo nao
se legue, que nem ludo deva licar no silencio. Nao
se fiera na virgem.
Esta Ierra he bella a saadavel, e ordinariamenle
pac lica pela nalureza dos seos habitantes, e nao
(a f.llar vordade) por diligencia de quem deve man-
ler o socego, e velar na ordem : no entretanto nom
sempre atsim, nem nunca peior :pianopiano !
Temos por o especialidades, raridades e bestia-
lidades ; ludo f/i magna quantitale.
Temos poetas (e que poetas !...) prosadores, lexi-
eocraphos, e noliciadores de mtia noile, ou alrao-
creves de pelas, que, aqu para nos, sao as poiores
pesies, quo podiam ler vindo ao mundo !
Reonindo porem todo qoe ha de poeiia, prosa,
petas e carrapdes : todo esprimido em urna prensa
nao d urna pequea escorronoia do Taniao Oh I
TanlAo He um nome tradicional !...
TanISo he poeta : prota bem, menle melhor e...
(collado !) para nao ser em ludo aproveitavel,pade-
ce de um mal rhronico, ineoravel, e que sem dovi-
dn lhe dar mais cedo do que suppOe urna morle
vergonhosa.
Seiba Vmc. qoe o mea Tanlovasa-seislo he,
soflre de um mal (3o pouco cnmmuin, .que...
Taniao he as minhas vergonhat...
Se su rontasse a Vmc. urna historia de certas ma-
las de viagem... que aerviram a TanlAo para oulro
misler, que ii3j o de goar ar roupi... Se eu lhe
allasso em cerlos embrullios aromalicos.. emlim
11.I0 fallara occasiao para roferir-lhe urna, e oulras
muilas ooasas de Taniao...
A proposito.
II sve-llie que TanlAo ora porta : nao lhe menli,
e para confirmar a minha asscrriln, ahi vai me.....
iralha de lantao :
v Entre espinhos nafce a rosa.
a kvi soo capaz de dizer que nflo.
Para lores o futuro
Nasceste com a penna ni mao. a
Ora agora diga-me Vmc, estar' esle Brejo em
rato '. Atrazado esta' quem diz que o Brejo mar-
chi ua retaguarda do progresso.
Temos lambem 0111 celebrrimo SimOes-pata-de-
cayallo, isto he, o maior e mais tamicen lo picador.
lem ral.rra para essas cousas de cava lia.
Descreveudo elle nm dia as gentilezas de um gine-
le que leve a habiluade de faze-lo andar de menos
aada, disse :
..... he candeia, aquella graxa, e alm do
mais he etternido ; e na minha ra.lo, lem por baixo
uma rauqaeqoiiiha gostost.
Bem sei que nao tenho orna pessoa aqai de mi-
nha runrunea, que me d sempre boas nniiria- para
lhe trausirillir, porquanto orna, que era ao meu ver
um repertorio, Dos a levoo. He. meu amigo, qoe o
qa. he bom dora pouco. O Kegino tambem tem
sua queda para noticiador, e nao sel se de melhor
gosto que o que Dos levou. Vou fallar-lhe, e caso
elle queira proslar-se aos bons-oflkios de Ciceroni,
estaremos servidos a contento.
O peior he que me dizem que o Borges e Joao
Marques, que querem passar por entendidos, fazem
uma guerra surda ao Regioo, para lhe tirarem os
perg.minhos, os foros e os seus ttulos de Ciceroni-
mor Elle estAo, porm, engaados, porque ena-
lbes pela frente o Tapur, que tambem qoer.
O nosso casamentero Malhias, sabendo que pre-
tenda escrever-lhe, n3o se lem sabido da minha por-
ta, e para o que 1! Para qoe eu lose o juiz de di-
roito.
Ja' disse-lhe que comigo nao contase para taes pa-
lifarias, que as minhas missivas nAo serveriam de
deiabafos a pessoa algamat e que o juiz de dirtilo
alm dos negocios eleiloraes, polos qoaes foi om pou-
co leeourado. nao merece censora.
E o vicario 7 tornoo o incomparavel Capao
de quenga, como lhe chama'o P de Raposa.
Que tem o vicario, hornera de Dos 7
Ora oque lem Tem feilo soas reformas de
casa ; aprnentou o meslre Felppe, e chamoo a si o
Severiano ; elle la' o enlendo ; ao menos nao he como
o padre Zezinho...
O que tem o Zezinho, filho do diabo ?
Ora o qoe lem lie um bom cttholieo ; em-
prega-se a explicar o calhecismo na fazenda da I.a-
rangeira, do finado Antonio Jernimo. A mina da
Larangeira tem-lhe rendido uns soiscenlos bagarotei!
Afora a capellana do Navalha. Ao meno elle nSo
he como o Amaral.
Qae lem o Amaral, rmAo do Satanaz?
tira o que tem He um osurmo, porm lie
homem soffredor.e se fez pouco bolo por S. JoSo.foi
por falta de ovasa culpa n.lo he delle, e doman
collado nosa noil do bulo !... collado... coilado...
deram lhe lano com n colher de bater os ovos., po-
bre lo meu amarello e remeloso. o
Por esle pouro julgue Vmc. do quanlo falla o gran
de Malhias, porm posto-lhe afliimar que o que elle
falla nAo comprometi.
He o unico tittro que elle lem.
II sta por ora. Ha de permilli' quo eu cinlinne a
dr-lhe nolicias desta comarca, qut tem muito quo
se lhe diga '
Puro nutra ftllar-lhe-hei da polica, poltica c mais
Incas do lempo.
Saode c palardes.
So lhe pergunlarem quem sou, pode dizer que
.S'oiV'o...
COM ARCA DE SANTO ANTA'O.
Victoria, 1 de julho.
Aillos de entrar nos promenores das noticias, do
| qoe por aqui tem occorrido, permit!, que servindo-
me dos nieus velho allurrahio, tara uma breve d-
gresiAo sobre a virlude, e cerlo da vosia bondade,
principiare!.
Cansado de piularos vicios dos moran, eu voo
rterear-me por um pooco, turando a imagem con-
solador lo homem virtuoso. Com que esplendor
nao devo brilhar o seu relpto junio do Iritis painel
do mundo 7 Vos queoidli admirar, cuidai em o
imitar.
Anjot, deice, viudo guiar es mens pnreis, vinde
derrama trrenles do lores sobro a hora propicia, cm
que o Elorno lhe da audiencia !
Su rom lieos, inimovel, c recolhido em orna paz
lAo profunda, como a do lumulos. com os olboi ip-
plcadot a sua alma, ello concentra suas reflexrs so-
bre esse nico objecln.
A esta foguoira brilhtnte dos seus pensamenlos o
fogo se actiide, e abraza, um praztr puro.ea divino
se lipalha, e circula om lodo o son ser. Se dessa-
alturas elle abaixa seus olhos sobre a Ierra, anonas
de>cobre as testas cornadas do re, ellos os v, ellet
e os seus escravo, romo om rebanho confoso. ocrul-
lo na obscuras profundidades de um exleoso valle.
Ouanlo he alie alegre, e salisfeilo por nAo ler m
si algura traro de semelhanra com ellos 7 He enlAo
rortamcnle que elle ousa cir es uas virtudes, reco-
nhece-as, e confesa-las a si mesmo.
Elle acaba om si a imagem de Dos, e o sea 1ra-
balbo tai mina os grandes traeos, que a ualureza co-
merara.
As virludes das pessoas lanoslas do mundo nAo
lia mais, que uma fal.a apparencia, um fardo *p-
plictdo sobre os seus vicio, sua face desmascara o
seu roraclo, cuja vista seria inloloravol.
O tracto do homem do heni pode mostrar-se sem
pojo, elle mo tem us escondrijos impuros, que lemAo
a luz. Elle porem occulla o sou mtrocimenlo, e
encerra no fundo da sua alma, c a modo-lia o co-
bnndo com o seo vo o priva de orna parle do seo
elogio. IndifTerenlo sobre o louvor, e o desprozo dos
homens, contente de sua propria estima, elle ropnu-
sa sobre a sua corncioncia. Se as honras se Ibes vem
olforecer, se a sorle lhes taz entrar as dignidades om
soa paitilha; vrjs nao o veris ensoberbecer-se de-
bavo dessa trpana, que rouba 1 vista da persona-
gem. Desviando esses ornamentas eslranhos, elle
busca no fondo de sua alma o sou raerecimenlo real,
e nada ve lAo grande no homem, como o mesmo ho-
mem. Elle se respoila,
ahaixar-se ao orgulhu.
Tudo o que bulla om dia, contenta ai pessoa do
mondo, lhe basta : o presente ocrupa toda sua
alma.
cada um objeclo, c indaga qual ser sua ciir, qoal
ser o eu proco m mil seniles. Elle se laura ao
fuluro, e desle poni de visla aprecia o valor adual
das couiai. Com que olhos dillerentei ella v o uni-
verso O qae ellescreem monlanhas, nao he para
elle balance, e nao peta mais, que um grao de poeira.
U mais bnlliaiites objeclos da Ierra nao lhe parecem
que um vapor impuro, qoe olfatea, e limita sua vis-
ta, elle o aparta de um sopro cioto de alongar toa
perspectiva, o de perceber o objeclos immorlaos.
fcm quaolo oulrot se demoram ao disco laminoso
do sol, e terminan) sua admirarlo a obra, ua vis-
lat lem passado o astro, e te esleudem ao Eler.10. He
isto o que elle v. ElleSse proal*, e adora. Elle s
taz amar o seu Creador, elle s faz amar os h-o
mens.
Vot ouvs as pessoas do mundo vangloriir-e de
am-r o seussemelhanles. Ellos crem, qoe a patria
Ibes he devedora dos sacrificios, queelles fazem para
o sou proprio inleresse, e msndam logo que a fama
os pobhqae. Os impostaros Eltcs nAo lem nem ao
meno a coragem de amar Miuelle.que ellos chaman)
seu amigo. So lhe representa sempre a idea de om
rival, que pode na occasiao lornar-se pengoso. e in-
vadir os b.ns frivolos, em que olles (ero depositado a
soa felicidad. A menor suspeita ; a primeira cen-
tona de cime ; sua amizade se lorna em odio, e o
sou 1.1 u-iesse mais feroz, que um lefio esfairoado, nao
ve tenao a rapia.
->"ao, jamis a hiimanidade nao te achoo senao
com a virlude, e o inimigo da virio* jamis foi o
\er ladeiro amigo do homem.
Aquellas desu.tacces, que se annunciamdebaixo
as vistas da generosidad, parlom eroprt de n
taiile impura, e corrupta. Tromei.quaudo omoo
obnga. Basta por agora. Vamos
noticias.
A \espera, e dia de S. Jo3o
ao que
respeila
ravallo que porrorriam os dilTe""1** uairros e as
principae pracas.
11 Secundo se l na c Emanriplion pelo con-
trario, levo d'empregar a forra Paril dtrinaroi (u-
miilluosos f juntaiiiciilos que pirtorreran a capital
ale a' furia noile. *
A polica e a cendirmeria (orjiarnin parle Desle
louvavcis o-forri s.
" Todava rummolleram-se slt^ns exressos assaz
doploraveis : o collegio dos .JeePn"ta o a capolla
do Kedemploritlxs f..ram aiaaliailaa a' pedradas
quebrndole grande quaulidadt '' 'idros.
o As II horas, diz a 1 EmanC'Plll'"n< doH po-
dras arrojadas contra 110-sas vidraeas nos sunun-
riaram a chegada do aiiniiu.iil'1'0'. P-is*aram om
fronlo do nosso escriplorio uns homens rilan,ln
e assobiando ; o seo lim ora ptrarem aqu ; mas a
forc,a armada chamada pela puliri" os ohrigou a re-
tirar.
A gondarmerii a civallo, qie an-iara rondando,
foi requititaria sobre muilo punios alim de proteger
a propriodade e dissipar os sjualamenlis, ospocial-
monle as vizinbancas das eilicnas do u Jornal de
Bruxellas s e da o K man cipa rao. >' junio da capella
do Redemplnrittat, do convento dos Josophistas, do
convenio dos Capuxos, ele.
A' moia noite reinavaa maior Iranqoillidade.
A Independencia Belga desneve tambem
a desordens que occorreram ira Antuerpia no da
Antuerpia acaba ser lambed o Iheatro da des-
ordem.
Desde esla manhaa corra obodo ni ridade de
que devia ler logar de larde un demouslracao con-
tra a luquete osla dsculindo.
de Moran nomeroo ajonlamenlo qoe pooco a pou-
co so (o augmenlaodo al fon" ama mas-a de
3,000 homens. E'la mollidflo percorreu difTerentos
ponlos gritandoViva o rei Al''" convenios !
Viva a minora Fora os jesutas! E>les mes-
mos gritos ti'eram-se oavir com n rntembte formi-
davel em frenle da rssideocis i* Mr. Dellafaillo,
reprosenlante clerical.
No momelo em que acate estas linhas, ouro
um alarido infernal n'uma dat i*n prximas do lu-
gar em que escrevo. Desla voi parece-me ouvir o
som dos vidros foilos em pedaft. Estas scenas de
deordem oecorreiemem frenle do collegio dos je-
sutas. Pendo concluido esla expedirlo a mu-
lidAo enramlnha-ie para o segoedo collegio dot je-
suta. Sao onza hora di noile. Etle eslabelei-
nieiiin dos jesoilas foi anda man maltratado do qno
o outro. Todos 01 vidros foram quebrados ; apezar
dos esforcos do boiirgmeslre o de nutra- autorida-
des foi impossivel faztr ce-sir 1 desordem. Po-
dia-se entilo avahar a mullidaoim 't 00 5,000 ho-
mont.
dissipar-se a's 11
chrislAo. .Nunca entre homens Ilustrados se pro-
cedeu por scnielhante modo, u
Parir.udo-me qoe os homens cordales o honestos I
nao podtriam doixar de roprovar 1,'m reprehoiisivel
prurrdiinenlo, limilei-me a protestar coalta tantos i
iiisuliot, ditenda apenas quo nao me rebanarla a '
responder 1 pe.soa quo m'os diriga, porque os qoe
me educaram me haviam entinado 1 retpeilar-meI
a mira mesmo e a sociedade em que vivo, o lam- i
bem pnrqu oslan coiivonndo que iieohuni homem '
que eslivesse no perfeito gozo d sua-, faculdadet in-
lellecluaes, podeiia escrever lal coua para ser pu-
blicada com o seu nome.
Nunca entre homens Ilustrados e de U<, educa-
rlo. Irrito diin sem duvida aquellos que leram o
u "o adversario, se fallou jamis de lerneloaalo
modo.
Mas que peso se devora dir as injuries e insulto
de um homem qne em Ires mezes injuriou e iuaul-
lou, mandn injuriar e insultar pela Imprenta a
maii de quairoctnlai pessoas, entre tilas maltas dat
mail gradas e benemritas do plii 7
Dizer mal da 1111111 quem diz mal de lodo, c-
rrevou o doulo orador padre Vieira, nao importa
nada ; dizer mal de mim quem dos mais diz btm,
islo s importa muilo o
O meu advenaiio be condecido em I'ernambuco
,,,eslicaro mello grata, Stt. red.cloret > qo.ze-
tm inip'i<"ir 'a poioai p,|VIM do to ,c.
Luiz FiliDDt da soma Le.
S. C. ?' de janho de 18.)".
~lptUcacao apibiboT
ESTABELECHEHOS DE
C4IWAM.
Illm. Sr. conim.ndidor Jos Piroi I errenj.
Tendo V. S. m fallado om nona da Admira.-
Iracjii dos E'laheloeiineiilo de Caridtde e da junta
administrativa do Real Hospital Porlogoez do Bene-
ficencia, para *ncarrgar-me de promrvrr judirial-
roeule acqaisiri do legado, que Joto Vieira Li-
ma deixoii pan os hospitaes de Caridade o de Bone-
lirencia l'orlogaei, aulorisando-me a e'tipotar n
honorario rom qoe nie ronvi.sae prestar no-I ton-
udo oa mf o. ervirts al final ; son contente om
declarar V. S., pan qUo se digne levtr 10 conhe-
cimonto ,us suprartUs odminislracdes e junta) d-
minisiraliva. que meeucarrego de promover a ao-
qui-irAo do dito leude gratuitamente. Branen-me
o prazer do lhe lid,, orrasiao de prestar moni
servicos a aquollet Eitabelecimenlot.
Aproveilo a occasia. para significar a V. S. a es-
tima e contidericAo ora quo o tenho.
Soa, de V. S. amigo alenlo a criado.
Jo'jguim de Souza /.'eu.
Illm. Sr.Ainda mais uma prov do sea rnrarjo
agn
. foram culorosamonlo
estojados. Soria porem para desojar, qae assim como
tam desaparecido d'enlre nos o brbaro enlrudo
a agua lama, fruclas podre e oulras comes, sendo
succodido por folguedos de mascaras, e bailes ; as-
sim lambem aconlece.se com esses t-ros do bacamar-
le, de que usam nao sai algumas pessoas de dentio
desta cidade, como principalmente as de fora, fa-
zeiiuo consistir niiso lodo o lino festival ; e a razao
desta minha assercAo he obvia, visto como desses li-
roi tem resultado bracos quebrados, abortos de le-
utioras, e ale morles.
Al o presento sii nos consta, que se qoeimara gra-
vemente com uma porcao de plvora um filho do ca-
pilAo Jos Marque, de Almeida, sonhor do ongenho
lagao. 1 ara que possaes avahar o numero de tiros,
que se disnararam, vos diroi que s um negocame l
ctesla cidade venden rincnonla barris de polvora.alcm
de oulros, que lambem venderam.
Agora porem chamaremos a illaocto do ^r. fiscal
da cidade alim do qoe faga oficlivas as posturas mu-
nicipaes. que prohiben) 1 vendagem desse genero
dentro da cida.ie, prevendo assim qualquer sinislro,
que nos possa Irazer consequencias lamenlavois, bem
como aquella, de que sAo leslemonhas os habitantes
do.sa capital no fado, que ba pouco se dtu, o qual
muilo nos lem sensibilisHo.
O nosso foro muilo se resenle da inlerinidade, cm
que era oslado. Dos Iros supplentes do juiz muni-
cipal, que se jurimenlaram, apenas r-lam clou,e
iienhuiu desies quer presenlemenle exercer o cargo
oe juiz, e assim ja chegamosao ullimo dos venado-
res da actual cmara municipal, e creio, que pasa-
remos aos lupplonlo. O agricultor com dillculdad.
despreza o leu arado para enlear-se nos enredo ro-
rene, d onde as mais das vezes levara deigoslos, ini-
mizades, e al rosponsabildade.
Das nolicias, que por aqu tem vagado, do Rio
rormnso sobre processos ciimes |alli inlaorado,
concluimos, que a nosa comarea he mais feliz, em-
bora de quando em quando turda nm, ou oulro pro-
ce.so. r
tv porem cremos .Tirmemonto, que nm veo se
correr sohio lodo o passado, e que orna nova era
resuscilar.em que cada um de nos coi.lamn em mo-
delar at 110 sa- aeces com as regra do justo, e ho-
nesto, vireremos vida tranquilla.
Assim esperamos, e Dos permita, que vejamos
completlos nosso desejos.
As ebavascontinOam. o os nossot agricallores lem
eprincis de colher 01 fruclos do teu Irabalho ;
a no a de comprarmoi o feijao por menor prero, qoe
o da acluahdade.
Na ultima feira vondeu-te a caia de farinha a -OO
re, a do milln 480 ; a do feijao a 2JO00 ; a do
carrapaio a 500 ; a carne do Ceir a 240 por libra e
o hacalho a Ib.
Qninhenlo e vinle oilo bois vieram ao mercado ;
e foram vendidos iu calculo da ttOuO res por arro-
ba de carne.
Al nutra vez.
O Vicloriense.
REPARTIQAO DA POLICA.
Occurrencia do dia -1 de julho.
11 |r"r,nl Pre,n" : pelasuhdelegaciada fregoezia do
Hecife, Francisco Candido Siniva, por ler esbor-
doado a om prelo esenvn.
Pela subdelegada da fregoezia de S. Antonio,
Antonio da Costa Faria e Manod Cabral, por de-
CO.MARC.V DO B0X1T0.
Cidade de Caruarii 22 de junho.
.. XVIII.
rvo da 21 do correnle (houlom! livemos uma pro-
cissao motivada pota necessidade om que se eonal-
droa o nosso vigario, de nAo poder consonlir conli-
nuasse a permanecer, na igroja matriz, as sagrada
formas existentes no sacrario ; pois ot membros da
mesi da irmandade d Noisa Senhora das Dores
mandaran), sem o prevenir, armar andaimes e for-
rar a espolia o.r, sendo prenso, para emlhante
lim, arrancar-te o forro vellio, que sendo de mada-
pnlAo, bem como o novo, eslava muilo eslr, cacto.
l'enho ouvido oizer que algum lauto inconsidera-
do ral o procedmenlo de dita mesa ; pois nAo devia
proceder a teforma do forro da capella mor, som
qoe o houvessoin communirado ao vicario qoe, se-
gundo me parece, devia ler sido ouvido, para dar
providencias necesarias aevilar-sefostodosresppilado
o sacramentado corpo de Nosso Senhor Jess Clnislo.
O no.to vigario ;onlende que a icrej.i matriz eslii
profanada ; lem ous e-cropulos, c alo tam querido,
levado por esses esrrnpulo, ronlinoar a funecionar
na sua igreja, eodo que o e-ta' tazando na igroja
d; .Nosta Senhora da ConceicAo, que he bstanle pe-
quena e nao compoila o ratelos numero de liis
qoe roncorrem ao santo sacrificio da musa.
Antes porem de consegoir-9e e IrasladarAn, oovi
dizer, ffii precisa a inlorvonro do juiz de capellas.
porque uns dos da mesa entendan) qae nao Inrno-
cendo os ornamentos ucrossanos, eooliuuaria exis-
tir na matriz o sagrado prnhor que Jess Chrulo
deixou aos homens; ma a presonca do joiz de ca-
pella foi batanle para desapplrecercm a duvida
A pr.insr-Ao eslove concurrida, houve orna peque^
na guarda de honra do doslacamoulo que a arom-
paaheo, sondo procedida por uma mnsira marcial
que llgoni dilelenlra protondom reorganutr.
O misto jniz municipal vai a mil maravilhas!. .
dizem que naoconhece lei nem roque.
O doulor promotor r;quis;loo ao delegado a pri-
sAo dos soldado qoe haviam feito lonllnella nos
quarlos da fgida dos presos e o qno elivoram no
immedialameiile anterior, e a do cornmaiiitanlc da
sobedioncia.
Pela subdelegacia da fregoezia de S.
Joaqum Bezerra da Mello, por oosordem.
Jos,
desla cidade, preciso he proceder-
so as necessarias invesligare, para che^ar-se ao
desrobrinicntoda verdad, no que, segundo ouvi di-
zer, fora allendi lo pelo delegado que mandou reen-
Iher os soldados, cujas pri- s foram rtqoiitadas, li-
cando os soldados a di-posirao do 1I1I0 delegado.
Paito islo, o hora a activo juiz. municipal ordena
ao eammandanle do destacamento, loovi dizer) o al-
tares Jo.io Pvptllla Hispo, ponhl em liberdade a
don dos toloadoi que cslavain pie-os, por ordem rio
delegado c a reqoitirAo da promoloria o que prenda
a um oulro, 110 que fui allciidldo
Bem -e v que semelhaote proeerjiroeolo nao po-
de donar de ser subver.-ivo da ordem publica, pois
gera lonllidos qoe 11.10 oxi-liriam se o Sr. juiz mu-
niripal so nao ulininrllesse ata allnlmiroes alheia,
o qj |ior crrlo 11,10 era de esperar de'un h nttri
que se apregoa de MirisconsuHi
A lorra de liuha que jqui existe, me jiarrre deve
iilar, ou ofJecllvaroenle esla' a diipoiicao da anlnrl-
dade policial respediva, o delegado ; o juiz muni-
cipal foi quem den a guarda para a proeufli, orde-
nando ou reqiii-it m lu-a 110 ja' dito altares.
O Irabalhosdojurv larminaram hoje, sendo que
. vive nos ceo, o paisa 110 mun-
do, qual navio, que fluctuando sobre os maret. mer-
culha lias ondas, e se tosiera constantemente sobre
ella-,
Vollei vossos olhos alom do hnrisonle dos senlidot,
vede este labio, collocdo dobaixo de ura roo sempre
paro, iiiacressivel a icmprslado da pailSes. Os ne-
gr.i cuidados nao lhe lovantam os leu! vapores m-
laocolicos. Resignado na soa eeperinrja, o provendo
n futuro -om iiiqinelarao. sen temores rujo lhe ciu-
iam lerrnr, os seu- COldadot nao o ik-iu|uielaui. 05
seus leroiut nao o dososprram.
'Indas anal tombrai novas, que se afilara "obre o
mundo, esl.lo muito abaixo da rocino, que ello habi-
ta. As fogoena, qoe se acondem 110 sen seio, n.lo
o podora qurimar. Elle v sou- fogoi impotenles ex-
ll.igir*te, e morrer aos tous ps. U.1A0 sereno, c rai-
mo b o too semblenle Quinto lio intarra a sua
vi-ta Todos os seus pentaraenli. ( o|ovam aos reos
e descero, como aquolles anjos. que vira o Israe-
lita no seu onho niaravilhoso. Ou prazer paro el-
le saborea as homenagen, qae rende ao Dos, que
o creou Com que doce Irantp .rio o 'eu coraran te
larra a ello naqucllr- instantes, om que a n'racao
com o semblante iollamado o inlroduz
Pelo vapor ion, entrado hontam de Suulhamplon,
com escala por Lisboa e porlos intermedio, recebe-
mos carias de nosso correspondente de Uamhurgo,
Londres, Paril e Lisboa, o lambem gazelnt inglezas,
l'rancezas e portoguezas, alcanzando as primeira a 8
e as ultimas a 13 do mez prximo passado.
Tendo-noi trazido o llydaspe, vapor belga, no-
licias de Lisboa al 10, e de Taris e Londres ot 1,
pouco lemos hoje que dizer.
Urna escuna de guerra francoza fez fogo em nm
bngue inglez, do que rosultou a morlo do capitao e
de nm indtvidoo mai da tnputai'.'o. Em oulrascir-
comslancia ese fado talvez dss lugar a orna guer-
ra onlre a dua n-ee-, mat laes sao a rolaces de
baa amizade que entre ambas presenlemenle eiislem,
que julga-se que com alfjuma explicacao ludo aer.i
regulado.
O grAi-doque Conslanlinc, que tantos dias se de-
moroo em Franca, aondo fiira etpontaneamenle, a-
p-nai pusou 2i huras om Inglaterra, onde ni lina
convidado. Esta fado lem dado mudo que conjec-
lurar obro at intimas retardes que parece se eslabe
lererAo brevemente enlre as dua grandes monarchm,
lahez com projoizo das que prosenlementa eiislem
enlre a Franca o a soa vizinha d'alem da Maucha.
O rei de Baviera ainda achava-se ora Paris, onde
lambem ja se achava o principe Napoleao de volla da
viagem qoe lizera a Allemauha.
O imperador da Austria e -ua esposa regre-saram
para Vienua, nA 1 podendn continuar a viagem que
haviam omprehendido Hungra, em consequenea
de ler adulcido e morrido a princeza Sopbia, liba
primognita de SS. MM., a qual liuha apenas Ir
auno le idade.
Recelava-se que seriam suspensas as relar.et di-
plomaliras e.-.lre a Blgica e a Turqua, por'quanlo.
tendo a Porta pedido a revocarlo minislro belga om
Con-laiiliiiopla, o governo daquelle paiz lecusara
prrtlar-se a ifso.
O leilores sabem ja' das desordens qoe se deram
na Blgica por occasiao de di-culir-so no parlamen-
to o projeclo de lei denominado da caridade,sendo es
le addiado indefinidamente pelo governo para assim
acalmar os etpiilos
Em um consolho do ministros resolveo-te convo-
car oulra vez o corpo legislativo, mas dtridio-seque
o projeclo de lei seria retirado, o que deu occasiao
qii Iros dos ministro- prsenles desem a sua de-
misiao, que todava nao foi aroila pola rei.
fiis aqa como o Journal des Debuts conrlue as
utiras qno dera sobre o-ses moviuienlos que livr-
rain lugar :
n As eeiiat de detnrdrm que por Ires dias sueces-
ivo se rom.varam cm Biuxdlas, e que iler.nn lu-
nar a excs-os 13o deploravoi, levaram o governo
belga a a loplar uma importante medida. Na sessAo
de 30, o ministro do interior leo .1 cmara 1.111a or-
dinaoei real que adia indcfinilivimeiile as dua c-
maras legislativa-. Em visla da elloivesceiici qoe
so mauflrsloii e quo pareca propagar- so por lodo
o paiz, n.lo ts pde doixar de Iprovar 1 medida
adoptada pelo governo. He rosto, a imprenta belga
reprova unnime e enrgicamente semelhantes des-
ordens.
" A Independencia Belga n de 30 diz que a or-
dem si arhava reilabelccida, e quereimiva a maior
nos ceos, e tnnquillidide, gracas tus piqueles.de geudarmeria a
O ajnnlamantos comer^aram
e Ires quarlo.
t Em Moni lambem se repetirn) iguies desor-
dens, notando.se a maior excilarA em todas 4t clas-
ses da popolacAo.
O a Muniieur Belge, pablioou no da 2 1 si-
goinle nota :
11 As desordens qoe rebenlaram em muito. ponlos
do paiz impozeram ao governo o.dvor de chegar sob
ai aunas, desde 2!) de maio, duaielassos de mili-
ciano.
o Estes milicianos regres3rAo a soas casas logo
qui .-1 tranquillidado te reslabelortr.
0 governo propSe-se roenvar brevemente psra as
soas respectivas goarmqes a Irop que fortm mo-
mentneamente chamadas para a capital.
I oigamos poder acretienlar diz a o Indepen-
dencia Belga, qoe o governo na lardou em levar
a efleilo a medida que o Moniler faz presentir
no ullimo paragrapho da ola que se acaba de ler.
Ima parte das tropas j retire-aram as soas
respectivas guarnices, e o reslo val sem duvida
operar o movimonlo da retirada.
(i Na capital, com effeilo, reina ha doni dias o so-
cego mais completa e absoluto.
" De rislo, nao he lmenle na capital, he om to-
do o paiz quo a IranquiHidade se ichi hoje comple-
tamente rostabelecida. As noticias qoe das provin-
eiis recebemos sao unnimes nesle ponto.
Na Hespanha linhim hivido ilioms disturbios por
caosa da carislia do p3o, mas com) facilidad foi ludo
pacificado. O parlamento tinha iipprovado qoanlos
projeclo de loi propozora o governo, que presenle-
menle parece achar-se consolidad.
Cornam boatos de que se prepaiavam alguna mo-
vimentos no sentido carlista.
No jornal oLa Corona, do dia 4, l-se o
seguinle :
Consta que alguns agentes to partido
Carlista percorrerem a fronttira do lado da
Franca, aproveitando todas as occasioes que
se ofTerecem para introduzir no territorio
hespauhol espingardas, espadas emuni?0es
de guerra.
A este respeito diz o Courrier de Ma-
drid :
Se he fundada esta noticia, n5o sabemos
que credi'.o se possa dar s assercOes da Mo-
ja, que pretende que o principe Monterrrolin
lenlia dado ordom aos seus partidarios para
respeitarem a tranquillidade do paiz. Coti-
clue-se, pois, de tudo isto, que ou n3o ha
conformidade entre asiduas do princioee
dos seus amigos, ou que estes nSo fazem
caso da vontada do seu chefe.
Os ltii-oa nnb-.m abono nova companha contra o
celebre Schamyl chef das tribus indepoudentes do
Caucaso.
Acerca da China, e.crovero de Hong-Kong ao li-
mes o seguinle com dala de 13 de abril :
Os juncos de guerra chio,;zes e as suas
lanchas, que eram d'antes 13o numerosas na
vizinhanca dos nossos navios, desapparece-
ram quasi todos.
O contra-almirante sir Michnel Seymour
tem presentemente o seu pavlih3o a bordo
da nao Calculla, que se acha na enseaua.
No dia 2, achando-se os escalares dou'.uc-
kland.o barco a vapor da compinhia das ln- ,,
das, na bahia de Tunt-Cbuung, apresaram i pessoa.
um junco de mandarim. Foi igualmente to-
mada uma batera que havia feito fogo sobre
os escaleres, emquanto estes tacavam o
junco.
Tenho o pezar de annunclar que neste
combate dous olliciaes e um marinheiro re-
cebera m graves feridas ; quatro marinheiros
oram lem disso levemente feridos.
Acaba de ter lugar outra ac^ao. As em-
barcaefles dos navios de S. M., Sampson e
Hornct, e da nao Sybille, sob o comman-
dodo commodore Elliol, atacaran) grande
numero deembarcac<5es de mandarinse tres
lorchas na entrada do rio Cantao. Foram
destruidas dez embarcares e as lorchas. '
Era mui violento o fogo dirigido da costa
contra o nossos navios ; porem Uvemos a-
penas um soldado ferido. Dizem que se a-
charam alguus papis de importancia a bor-
do dos juncos; o conleuJo delles nao foi
ainda publicado.
Sir John Cowring, depois de ter recebi.lo
os seus despachos pela ultima mala do dia
19 de feveeiro, foiaMaco, onde teve uma
conferencia com os ministros francez e ame-
ricano.
a Diz-seque o governo francez rxpedira
nslrucfes mandando operar de combina-
Qao coai as nossas, as forjas imperiaes que
se acliam nestas paragens.
O ministro americano n3o receteu do
seu governo instrueces algumas a este res-
peito.
Chegou aqui o ministro francez alim do
conferenciar com sir John Bowring.
Teve lugar em Ning-Po uma collisSo en-
tre alguns marinheiros francezns e portu-
guezes. Dous dos primeir'os Picaran) eri-
ilns. I'rocede-se a um inquetito. O minis-
tro francez tomou este negocio entre raaos.
Diz-se que reiua em Cantao uma estre-
ma miseria causada pelo elevado prego do
arroz.
Por meio do Estados-Lnidosonde nada de extraor-
dinario tinha lido lugar, sabemos que Walker, che-
le americano que oceupara Guatemala, acba-s lio
eslreitamenle sitiado por Canly, chele das tropas al-
indas anualmente da correnle do raio, quo julga-se
era' obrigado a enlregar-se.
pola sua boa lingua e pela sua boa poiiua, o despro-
zo he porianlo a nica resposla que mertcerp as suls
injurias, os seus insultos.
' Ero um corpo humano, diz o doulo orador aci-
rna citado, a cousa mais nocostaria he o roracAo, a i
mais -ubiil be o angue, a mais formina silo us olho,
a mais delicada sao os ouvidos, miis pesada he o j bem formdn.'.cab V" S.'de dar
corpo, e a mauperigosa he a lingoa. E a rizAo h. i 0 theiooreiro desta admnislrArSo a carli d.
porque o coracao dirige ot peiiameolo, o laogue I de o ,)o r,enle, era que declara quo ido arei
anima os olho, os ouvido ouvem, o corpo negocoia, ,a 0 p,,roclnjo d( ceu que esla administrar t.m
nal a ma lingua mala. Nao he oulra cuus. a oosia de encaminhar conlrai coronel (Jiip.r le Menne
hngua, diste um discreto, mu que urna parodo Va-concollos de rurarrond, para havir o legato
branca, ioi.de o bem intencionido pinla imigon e- hil0 Dur Jo,0 Vieira Uma ao Eitaqelecimonlo. 4.
vota,, e o milcvolo dobux. deleito,. E que poder., (:,iUle e ,u Hospilil Porlogu.z, orno que no-
ura raa lingua pintar .' Que homem houve no mun- nhuma remuneracAo dse,. q
do por soberano o qoal etle diablico pincel ..Ao | Qa,m K,(lm prce9e, er, ,nfl4 d# que ,
deslulratte Delle s nao pode esperar {a diboxos c,us do, de,ahdo, ,fI, felij, j(o ujnd, J [
om vivs cores, porque a todo, retrata em morte j enci, 1C0n,p,nni vi,de, nSo ha difliculd.de que
cor. O que he valeutr, pinta-o fraco. O que he M n)0 ,upt H
?.'* .x"i P*"*3"0 *"*"-a,'t-- 2 I" l>e*irluoo pi.i- Asfim 0 p;.mBS titfit j ln(tcpimo, y.
la-o hvpocrili. O que he retirado, pmla-o Mlyre. I g. og n0MM ,g,gdee.moiie.
Deo goirde a V. S. Admini-lnco tieral do
Etahelerimentas de Candada, de junho de 1857.
Illm, Sr. Dr. Joaqun de Sama Re.
0 mousenhor Irancisco Mutiii I arare-,
Presidile.
Antonio Jos Comes do Correio,
Ecrivao.
Jos Pires l'ereira,
Thosooriiro.
JoAo Pinto de lemos Jnior,
Vogil.
Antonio de Moa, Gomes Ferriira,
Vegal.
O qut lem imigo, pinta-o com mu compaolua, e
o peior he que coro o titulo do pintar bom, com-
mummenle a lodos piula mal. H phanlasma i bru-
to quem nAo iguala a igualdade do ser ao proced-
menlo da vida. Com oro manto de estrellas cobre
o E-liliAo gii, uta ptronha sou reiiu encerra ; e
com uma capa oe virlude cobre .o malicioso quanlo
veneno seu poilo occulla.
E logo depois icnecenla o mesmo doulo escriplor.
rr Aos ps do Orculo Dolphico de Apollo, eslava
orna eslalua de ouro de mui grsnde peto e valia, o
como era oca e pesav tanto, a abriram, imaginando
que lhe achariam algum superior tbesouro, o o quo
de dentro sabio, foi um lAo nocivo cheiro, que mui-
lot|dos presentas privou da vida. ts=-Nao I ilt.nn hoje
deslas estatuas, por qne em tada a parle te encon-
trara, mas somelhanloi estatua-, pisam-secom os pt,
oa so menos pom-se iot p, como fizia Apollo, e de
nenhum modo se deve fizer caso do que oizem, por-
que ordinariamrnte o que murmura he o que devia
ser murmurado, por que murmurar pode o mais vil
e saffrer as muimursr.ao, s pode um animo genero-
so ; por que de enteuidus he timbre publicar louvo-
res e occullar fallas, e de nesdos, he eslylo publicar
detallo-, e occullar o louvores.
Or, se os que murmuran), devem-se piir aos ps,
ou quando minos, po-los aoi pt ; o que fazer dos
que injuriam e insnltam ? Nom pisa-Ios aos ps nom
p-los aos ps, por que assim lirai nu sempre juulo
de genio. 0 melhor, o mais prudente, he fugir quem
ela limpo, e deixa-los revolver-se oa lama ja que
esle lio o sou gosto,
S3o responder) por tanto ao qoe mais de mim
ditsor o meo adversario, aguardare! qoe acabe a se-
rie do seus commooicados para fazer pateute ai fal-
sidadts e contradicen em que cilura. Nesle Iraba-
lho pretendo haver-me com a dovida mo tararo em-
pregando liogungem poli la qual couvem ai pessoas
que lera por si a raan e a justica, entretanto expli-
ca re i om fado qoe mi diz respeito e com o qoal
muila bulla fez hontem o meo adversario.
Em u principio diste auno, quando eu s com o
desprezo responda s injuiias que me diriga, die-
ram-me que u seu hertico discurso era um resumo
da doutnuas pregadas no peridico CidadAo a por
elle redigido, ha Iret annos, pouco mais ou menos; a
nn iii-i.lade levoo-me ento a procorar lor isa pro-
ducto do meu adversario,e r, m oITcilo fiquei conven-
cido do que me dissoram. Euconlre lleta d here-
sias do discurso oulras ja expres-ameiilecoudemiiadas
pela igroja.e tambem o que publiquei sobre o ,1- ver do
homem para com Deosqueomeu adversario etmnara
resumir-ie nesla s paiavra : Amai a Deu como i
vos metmot, acresceutaudo que assim o diz o Dec-
logo.
l.endo omnle o artigo de fundo do CidadAo >
e desle mesmo apenas aquelles que Iratavain da
queslAo qoe eu ilisculia, pois nada mai me inleie--
sava, concobe lodo o humera de boa f e sincerida-
do que nao otse procurar erratas.
O meu adversario contesta que no seu aCidadfto
n. 41 l-se com olleito o que tramcrevi sobro o de-
ver do homem para com Dos, mas diz que em o nu-
mero temiinte vem ama errata a esle respeilo. ( IViu
sei -o atsnn he, pois nao tenho mais a mu a collec-
V.Ao dos CidadAo-, para o verificar, o meu adver-
lario tem tallado a verdade lauta vezea nesla dis-
cussao que nlo pesio man conliar no que diz.
Dado que .--nn seja, o que lhe cooviuha fazer *
Qualquer homem de mediana edueaco tar-se-lua
alnfelo com referir simplesraenleeata circunstancia,
mas 'o ,meu adversario vque esla' cima do iluto,
ennelueo sou artigo de modo que moslra bem o eu
furor, o seu desesporo e mai algoma coose :
o Ura, diz elle dirigindo-se a ro m, isso he homem
com que so discuta Isso he gente com quem um
homem de bem e meta Nao, cerlameule. A ca-
lumnia he a sua arma, meulira o ieo maior mora-
cimento.
I'or mai que me provoque o meu adversario, as-
berei sempre manler a diguidade de homem. Ot leu
intuito de ameno eu os desprezo, cerlo de qu uao
podem deixar de reverter sobre soa pequenini
&$>msjntw.
_ CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d. s 60 d.
Paris, 3iti r. por 'r.
e Lisboa, 9-2 por % ce premio,
i Kio de Janeiro, 2por0|0 de detconlo.
Aeran do banco .'0 por cenle e divtdindo per mu-
ta do veniledoi.
e companl ia de l-boribe 609000 por aerao
conipanria Pereambicana ao par.
c a Ulilidadi Pnblica, 3C por cento de premio.
i Indemiii: adora.bl ule .
e e da eslrad a o ferro 20 por 0|0 de prem-.o
Diseonlo de leitr-i... de 10 a ICper cinto.
Acedes do Banco, i a i."> de premio.
Ouro.O ura I hesp nimias
Moeda de i -i HKi velm .
e i < >i00 nov- .
c jirn.. .
Prata.Palacoet bi nileiroi.. .
Petos coluu nanos. .
s meiii inot. .
AL 'ANDE.A.
Reudimculo ilo dia I .
dem do dil 2......
WMWM
. .> itivomi
. 16)1300
. 9)tal
. 2000
. 2SMI
1*sta)
6:29.1*816
i:S72J72
MiMMal
NAo he por qne elle e eu nos digamos homens de
bem que o publico nos lera' nesla conla ; seremos
julzidos polus nossot actos. N.,-remos ambos nesla
ridade, ambos tamos relia criados e educados, nossa
conducta be couhecida, por lano a pouco engaaran
uoisa palavras.
Nao ha individuo, por mais palife que faja, qu
nao te gabe de homim de bem ; nao ha trapuseiro
que nao ostente probidade ; mi engaan, ellea al-
guem enganam sequer i ai mesmo ? Nao, nao, mil
vezes nao.
F. A. Collaro.
TMA BREVE EXPOSICO.
Ja' nao exisle o cidido prestimos a e honrado, o
bom pai, o ptimo filho, o bom esposo e amigo pres-
tante, o teneute coronel Manoel Correa de Oveira
idrade, nutrido de troncos elevados.
A sua familia e juntamente a palria devem Inti-
mar a sua perda, nAo s por er elle um dos propie-
tarios mais opolrntos desta comarca, romo lambem
por ser dolado de qoaiidades iitu-tres e bem nteii
sociedado.
Morreu de uma htpalites-chronica.
Ten lo lomado algumas dosel homeopilhicas, de
quo aleancou uma consideravel melhora. para fazer
goslo a amigos, vi .-se obrigado a partir para o Re-
cita, para all acabar de rurar-r, o qae assim nao
aconteci, porque morreu em raminho.
Julgo quo a sua morle foi mait prestes pela vii-
gem e pelas humidados do lempo.
Opuz-me muito a sua viagem, porem elle ludo islo
de.prezoo, redendo assim a' amigos mais poderoso!,
equiparadle linham mail considerarn.
Aceitam pois a Eim.> viuva c filhos oa meus sin-
cero fentimentot.
Caimito lenrique da Silveira Tavora Indgena.
iioianna 28 de junho de 1857.
(^flmrottUtctt&O,*.
Quando om homem hone-lo e de ba f lem a
infelicidade de achar-se era lula com um adversario
que i.Ao se repeilando a si mesrnn, nAo respeiti
tambora os oulros. ve-se muila ve.es embaiaca-
do sobre o modo porque ha de rospoudei-lhe, e al
corre o risco do ixceder-se e de trampor as regras
da boa edocarao que o oulro desconhoce..
Ilo esse o cato em que me ado. O publico sabe
o mudo desabrido poique deida o principio leuho
sido tratado, ma ltimamente o meu adveriaiin,
de-esperado e furioso, loin-se laucado a mim com
unhii c denles, irro^ando-me as inaiores injurias,
dirigiudo-me os mais atrevidos intollos. E ludo
isso |ioique '.' Porque na lula que com elle Irave
no Campo da inlelligVicia, ahio vencido, sendo
ciii.1i miia.lo Da s por aquello metmo qoe elle pro-
prio tomara para juiz, o Sr. couselheiro Dr. Au-
Iran, seuAo tambem pela primeira autoridad ecrle-
-iasiica do paiz, o Exm. Sr. irceblipo da Baha, a
cujo riml.i'i imi'iilo submelti a queslao.
No nisultiioso artigo que puhlicou uo seo Libe-
ral do ,'!t) do jonho lra(ou-ine soineiile por tu, tu,
tu talvez porque assim eiteja acostuniado a
ser tratado na quesloe que tam cun us individuos
de su condicao, carcter e edueco.
i Coitado diz ello dirigindo-so a mira, ronfan-
det o leu proprio Iriumpho rom o Iriumpho da
igroja, |iara isso calumniaste o ten adversario ; e
quandn oditliuclo prelado le aconselha a caridade
evanglica, eis que appareresrnm o coracao cbeio
de satnica soberba, loppoado lnveres etmagado o
leu adversario, nAo com a la planta leprosa, ma
com as palavras du sabio e viilooao l'riiniz Esse
Iriumpho de que lo jactas be ingloiio, porque fui
alcancado com a calumnia, com a inlriga, com o
mais iudigoo despieza dai roas de cavalleiro e de
hoje 3 le julho.
-biiilhao.
-do e .adeira.
i)obtclos pira a eslndi
J.-
'eCastro.
nn.
IU.
Cnricss abalidis, 100
no, I torra. ipeca-
tilos fumo, 7 Clin
Descarregam
Barca inglezaProspo
Barca -.ir .aPaulaf.
Barca inglezattichimn
de ferro.
Bngue bresileirnMari. Preebsafumo.
Bngue inglezAmasor -mercaduras.
Brigue bratiloiroVale |eitam.
Escuna brantairtSulla, appa vatiis.
IMKr tTAtAO.
Pilacho nicioml V.ib. ,uviodo do Rio de
neiro, mamfeslou o legoi. \t
IJ.". mci.it halla pipel, II fardos ervi-dori :
Molla & limo.
I ciixi ... ,- -, a j. J. B.
1 caixAo chapeos ; J. I..
1 dito pennis ; a J. L. o'
8 pipis izeilo, 120 volurr
caixaa sabio, iu arroba! d
caanli. 3 canas rap, 12M
cb, 00 saceos caf, 7 caix6 .iiarulo, \ ditos cimi-
|ieo-, uma moblia ; a nrdem:l
Sumaca nacional -llorirnril riodi diBahil, eoe-
signtdi a Al.noel D. Lopes fianiia, minifestaa o
seguale :
3.900 quarlinhas, 250 ropofi. loo garrafal, .10 l-
goi tare. 10 loalhas de louca ,H cando, 9 picote
778 ramulla c.iimha clurulo, 51 faido fumo
3 duzias de peo de jacartiidl II i.ccei A* de l-
godAo. 13*ditote.fe, 50 fardrtj panno de aigodlo
2.) dunas de vatsoort, 50 birrica genebn, I volu-
me non de palma, 1 canao uma imagem de Noa
Senhora ; a diver 6 volunte prego ; Brender Brindis.
3 caxe e 23 caixinhascharuto ; a Manuel J0a-
quim Sovo \- filho.
6 pacoir-, 3 raiiu-s e 100 caixiohis cliiratee a
Antonio Luiz de Onveira Azevedo.
3 encapado chirota ; Joeijaim Anlouio de Oll-
2 eaiiis Irem de eozlnha, 2 volomet qoadros e vi-
dros de panorama, 1 baba eihmpii o vldro dedita,
i raizao diversas merrado'las 1 relogio, I rau.1i b-
guns para lo, 2 fatua com3 r-aloj j a tarramen-
ta dos dito ; Alberto do Lrsabel.
Vapor nacional -Pereiiuuau vindo de Micetv.
mimfesloo o tegoinle :
40 uceo irroz pitado e 10 dito dito com caica -
ordem.
Vipor inglez nHydispein .indo de Aontoerpii
Soulharaplon, minifeslnu o legninle:
. 1 caixi joiaa, I dita fizendis de leda, 1 dita fltii
de iodo ; i Timm M. c5i Vinma.
1 volunte lavn de cuuro ; i J. Kelller f\ C
2cix tazendas de IA aajaVa J a H. Bruon A C,
2 ditas dita de algodflo, 1 ,ita dita de do e edi,
I embrulho emolir ; Ro iron Hooker 6r C.
1 caita couro ; Eeilel I oto i C.
25 banis mauteigi, 1 erab ulho amostra i Bar-
roca 4 Castro.
I eaiii joii ; i Edoirdo Ci Oliveira.
2. harria mantena ; a B; (, Lomo.
50 ditos dita ; a James l( ler t\ C.
27 dita, dita, 1 emhruli imotlnt : a Smlhil
Mellors & C.
1 embrulho amostras ; a ?'. G. de Oliveira.
7 eaiiM vinho bnneo, 6- sacro ivl, 10(1 ditas
farello. 1 c-nxAo uma carr oro, I caita e I bir-
nci machina para f.zor gr ; a (oorge r arms.
CONSLLADC (JERAL?
nendimento do dia 1 .' 3-29l>"iH3
Idim do dii 2.....m 9
kflM
&ovxe&ponbcncla.
Srs. reductoret. Procuro as columnas do aeo
IDiarill para protestar contra algomai palavras qu-
se leem em uma correspondencia que da cidade do
Rio Kormoso lhes foi dirigida, as quaos lem relaro
comigo e meu irmAo llr. Jo-e l-'ilippe deSouza Lelo,
juiz de direilo daquell comarca.
O aeo correspondente dopui de lamentar prisBo
que le acha s-flrondo o Sr. lenle coronel J. A.
Lopes, no que muilo cordialmeutn o acompanho,
parece insinuar que ho ella devida, bem como alguus
processos qui na r.oiiitrca se lem formado, vingan-
ra eleiloraes oxorri.lat pelo referido mea irmAo, por
ler tido infeliz i minha candidatura ao cargo de de-
putado geral por aquolle dislriclo.
Ho contra semdhaute pen-amenln nasrido ou de
quem ignora nlriraraenta os negocio do Rio For-
mle, uo de quem de propo.ilo os qoer adulterar,
que venlio reclamar.
Toda a goule dessa comir.a sabe 'meno o cor-
ri-|ioud-ni-, de cujo juizo se divo declinar) qu,- meu
irmAo fui sempro exlianho as minhas prilenres o-
leiloraet por acuelle Uistrirto ; lendo-me declarado
desdo principio que nonhiiriia coadjuvarjo mepres-
laria, porque sen lo juiz do direilo na comarca, ne-
uhuma parle quena lomar no negocios pblicos
d'olla.
Isto posto o nao h uma asserrao tal. a qo> a-
vaiif.i om favor d'ella invoco o lesteinunbo do Sr.
leiienle-coronel Lopes, do Sr. c.mmendador Arno-
run Salgado,do Sr. tenante roronol Santiag llamos,
do Sr. teniile coronel Thoinaz Alvoi e de onda
pessoas influenlet da comarca, riles que me conlra-
nom se nao digo a verdad*), romo dizor-se que o
Sr. toiienle-cor.nel Lupes ho victima de uma Magan-
ta eleiloral nereida por amor de mim ? So meu ir-
roa.....nica com elle tratou de eleiri.es, se elle nun-
ca me lea promessas forma a cerra da eleirAo de
depulado. se cu oto conseivo delle o menor leten-
lmenlo, devendo-lh, ao contrario, gratulos polo
apolo que deu a minha segunda i retalelo, que vitos
de verdade pode ler a iimniiarAo do son corietpon-
denle '.'
Algum dos proretsos de que e trate ni metma
coirrtpondencia. e nio eslou ensaado, faria. re-
meced n ora lempo om que inen irmAo nAo exorna
juri. lirn./s na riuuaira, e tollo* c oiiginar-in d.'
intriga particulares bem mnheeMti na comarca.
Nao fo', paranlo... seu coirespondenle maii exac-
to a respeito deiiae, do qne daijoelle.
lia mais lempo uao vim i imprima cam o meu
DIVERSAS ROYI5CUS.
Rendimenlo do da 1.....
dem do dia 2.....
.SdoiO-.1
225/315
808*712
DESPACHOS DE EXPRTACAtl PELA MESA
fflSSfi fiTA UAE *
Lisboi Itarc porlognra -raqueta SaoJld..
Carnono ^ Runos, > eco seeir brinc e
mascavado.
Porlo-Barca porluguei.N. S. da Bol Villero...
Cuno & C, 300 barro, as.ucir kn.co
Cana -.(are, nigleza .li,.oo*r 'j0VV,il0,o i
I aOMCa, X) ;=;.'anear ma.c.v.do.
d- m^i.lu,'1" !if* ^o'> -6Pro,.,o.
a nm. -di C" 1" "su,nle : M P,p"
e .XI harnt de o .igua)on|e .,., birriea, e j,,
barr.qu,,.,,., com SfZZ&fglgZJS.
ln,eda1''lrl!,,,h;'r"a"*r,fani< ** de
ih,. )i arrofia** MMv
A.araiv, h,a(e.e.u,r,-., Ul,rib, de M |o.
nelad.t, eondazio o ^M, L_ M yum ,.
ro e.lraneeirii.
RECEBLDORIA DEU.Mias INTERNAS GE-
KAfcs DEIKR.VAMBLCO.
IHaWM
Rendimenlo do dia I
dem do dia 2 .
l.tiflfi.o.V}
i:ONSlLA3
Kondinientudo dii I
dem do dii :
PROVINCIAL.
5:1R3fl85
l:fi6l>ljri
N:8lfcl0
iroteio, porque su hontam foi que li o seu jornil
t -*:1.
. .




BL.KTIM.
LISBOA 12 di ONHO DGfWT.
Prero, mmmle r(,r-, ,/e ,mportar tea
Ali.-odAo.Ie Pornambi''"' '
l'ilo .! M.ranho ot,.',
Avs.ir,,,- de PernamM ^
lino iiia-r.iva.ln. .
Dilodo Rto ,1c Jau m' *
Dito d.i Bahia b. / '
Dito .til., inisravadol
Dito .b. Par,, hiut,,.
i Dilo de Cabo,Verdo," '
H)
110 MO
MilKj :i-:ioo
292W J.-1VI
taooo >.1l
99100 25
29100 sin
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33100
MUTILADO
ILEGIVEL


DIARIO DK PERNAMBUCO SEMA EIKA .1 DK JLI.UO DC ibo
Agurdenla de canal da Brasil.
Arroz y.klnli i lim......
Dito do .Varanho e'P ord. .
Uno dilu mcllior........
Dito dilo luperiftr.......
Gaf ilo Rio p**5era sorlc. .
Hilo lile secutada dila.....
Hilo dilu terceira dila.....
Dito dilo escolha boa......
Dito da Baha.........
Dilo de Cabo Verde......
Dilo d 8. -T. e Principe. .
1) I i de Angola........
Cacao da Baha.........
Cora amarella de Angola .
Hila dila de Beuguella.....
ILravo do Marauho......
Dilu girte............
Brasil .
Couros seceos do Rio.....
Dilo dilu. da Babia.....
Couros espichados d Angola .
Ha i- salgados do MiranliAo. ..
Dilos dilus de l'eruamboco. >
IMoa ditos da Baha......
Ditos di|j. da Cabo Verla ..
Dilos dilos das ilhai. ,.....
ILominlio*............
Denles de marAm lei......
Ditos dilo m-'i,l i.........
Dilo* dito escrv.........
Ervi doce............
Farinha de trigo americana. ..
I'ariiili.i de pao.........
lio mina copal amuralla.....
Dita dita verme.ha.......
Dila dila ordinaria........
Mallaso.............
Olo da cupahiba........
Uuruc.............
Puilenta da India........
Salsa un illi,i Santarem.....
Dila dila Gurupa'........
Dila dila Bio Negro.....
Trigo eslrangeiro........
Tapioca......... .
I r.ell.i de Angola.......
Hila de Bengaclla.......
Dita de Cibo Verde......
Vaquetas do Maranhao.....
Dilas do Para'..........
Dilas de Pernaioburo......
Bxportaraa.
Agurdente.........\
Aceite doce........
Aneada* doce em milo, ". ".".
B.mli i de porej. .
Batatas........'.''.'.'.
Cera branca em grnme. .'.'.'.
Dila dila em velai ....
Ceblas.............
C Cevada........# _
Carne de vacca.....

Chourcas ....
Figos ...........
Farinha de trigo. ,
Mantega de porco. .
Milito...........
Paios.........
Presuntos...... ,
Sal triguejro grosto. .
Trigo rijo do reino. .
Dilo mole........
Touciiiho .........
Vinho de Lisboa tinto .
Dito dito hranco.....
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Dilo dito branco .....
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Sal.\> veodas rcgularam a 3j/ is. 111 Jo marco de 1857. Km f ile verdsdo, of-
vmiii.lia procura em visia das noticias do da-, ficialdo juizo.l.uizjueinthn Raposo.A. lian-
aenvolvimeiito da molestia, e da extraordinaria f.M- lici-j__Olivcir'l
la Mil*! ba* qual.lades e quali e.tinccao dos: ^ corone, EsteVO Cavalcanti
deposito: os precos colados ficam lirmes. .,'',. ~ ,. "- ""
Alen, do exportado a aegoir, est despachado : do Albuquerque, nflo se tendo encontrado o
k i7.s pipas. B.hia io, c.arn 2i> lt2. I supplicailu Manoel Cornelio Araripe Bezerra,
nambuco em 30 de junho de 1857.O secre-
tario, alexandre Bolriguusdoa Anjos.
CAPITANA IX) PORTO.
Tendo a boia que marea o callejo do su!,
na entrada da barra deslo |iorlo, arrebenta-
do a amarrado pelas 3 horas da larde do
Vinagre.Procurado, a os preces irmes. Alcm
do exportad e a sAauir est despachad: Uio l>7
pipas, Cnar 5 JiLl, Maranhao 10, Pernambuco 3 l|3<
embarcacots~despaciiadas.
de Menezes, para se llie fazer a nntiliraco dia 27 (o cnrrcnle mez, manda o llltn. Sr.
requerida, como se veda certid&o do ofllcial
dejusliga, son Jo que ello, apenas foi chama-
do a conciliaeio su ausenlou desta oldade
para lugar incerlo, atim de sublrahir-sc a
M;W^Mr.j accao ; naquer a V.Vdigne-se demanda,:
!.. *. -, lllll' A IMIKII.'.I I W 1 I \ \\ -i i 1 i,,.r n .' i ti.
227
2
ato
212
3-2
939
MI
y,-i
32M
I5.W
132.M)
6(H)
17
20'
Ki.tbarrii de vinagre, 80 de teile, 90 de lourinlio,
10 4e mantega, 80 de palta salgado, JK barril < 180
mi inris de carnes, .VI caijas rie masas, 128 de
ve a< de cera, 21H) da batatas, 1i de queijos, 50
milat da al, 3K2 a acrelas de azeilouaa, 10 saceos
de fejo, 13 (I* alf.i/ema. 20 barrica* de farinha, 3
d era-u(i;e, 28 de cominhos, 890 molhos de ce-
B
A

p
n
i

D

a
89800
850
5IK1
498IK'
i.-jsoi
Londres
Pars.
li iic.a
30 d)v. .
60 d|v. .
90 d|d. .
100 d[d .
3 ni|d.
Cambios.
83(00
800
39600
ZiiXiOO
13*00
40900.1 &jOO
40J1D0)
100 150
1ft> 1
163000 I730W
89000 1U30.)0
89OOO 30J0
650 810
"11 2S100 236110
00 WIOO0
299500 10.3000
2OB00
>> 19900 29100
ama 29903 3l00
i) 39WO 23800
p.3IO900O12O3000
alm. 3J15 39500
a 6930) 69500
5600
n 480
440
410
450
4.58
300
149000
yfcv'Oj
49*00
I9IU0
83SIH)
590O
480
I9IOO
49*00
390OO
810
800
-nuii
P tOSOOOI4490(N)
IO-3OOJ 144WIOO
.569000 6O.3OOO
509000 603000
215' '"''" '' "arios genero e marcadorias.
17 Kio 'le Janeiro e mais e-calas. Vapor hambur-
2.17 uea 1'lrupoln, cap. .. ; carga, 1 barr e I cai-
jj la de vinho. 280 hariis da azaite. 28 barricas de
liO lasianhas. || de cera em grame, 8 a earvlu ani-
aoO "*' 117 barris de manleiga, 36caixas com baiai.i.,
394lKl J02 molhos de ceblas, e varios volumes diversos :
19700 Para Baha, 58 cana de velas de cera. 12 dilas
19300 em I'10- 53 caitas de ceblas, 16 le batatas, a >a-
19100 "' mercadoriaa : para Pernambuco, 25 caitas de
.I920O **'? de cera, 40 de batatas e varias mercadorias.
% 40
)> 9u
M 4>0
A /40
280
.6(
B
H
A
dut.

muir
A

i-.in.
400
420
760
700
que a mesina nolilicaijo seja por editos, jus-
tiiicada previameule a ausencia e incerteza
do lugar.
Pede a V. S.-Illm. Sr. Dr. juiz municipal
da segunda vara, asstm delira. Espera. E
R. MFonseca.
Justifique na forma requerida. Recite 1.
de abril e 1857.Bernardo de Carvalho.
Nada mais se cnntinha em dita peticu.re-
plica r-erlido e despachos ; e tendo o sup-
plicante produzido suas tesleinunhas pro-
vando a ausencia do supplicado, submdo os
autos a miaba conclusSo nelles dei a sentea-
r;a do theor seguinte :
Avista dos depoimentos de fls. 7 a 9, julgo
provada a ausencia de Manoel Cornelio A-
Bahia.Brigue porluguea Anua, cap... ; car- raripe Bezerra de Menezes, em lugar incerlo,
-a. 99 pipas, 2> meias dilas, 241 barris e 30 caiaa pelo que mando que se passe carta de adi-
da viuho, 45 pipas, 4 meiaa ditas a 20 barris de tos com o termo tle 20 dias, afim de ser por
vinagre, 6 pipil e 168 barris de aifile, 60 barris (le el|a citado, para O lira requerido na peticSo
toucinho, 30 de carne., 70 caitas de vela, de cera, de fl)s. ,tecjre 13 Je jun;in je 1857.;Jo5o
20 barricas de nozas, 10 saceos de cominhos, 100
caitas de batata., 31 barris da peite, a varios ge-
nerjs e marcadorias.
Rio de Janeiro.Brigue portoguez Clara. cap.
Vieira ; carga, 41 pinas, 2|5 barra, 291 ancoretaa e
6I> caita, de vinho, 30 pipas e 20 meias ditaa de vi-
nagre, 470barris de azeile do-e, 150 de carnes, 28
viiiiim-s de nozes, 7 de caslanhas, 12 de cordoves,
64 de drogas, 90 saceos de semeas e varias merca-
dorias.
ENTRADAS DA BARRA.
2 de junho.Barca port. Araezonas. Para.
3.Brigue port. B'm Soccewo. Pernambuco.
4.Brigue port. Bella Figuairense. Baha.
5.Barra porl. Ferreira llorges. dem.
7.Barca port. Silencio. Rio de Janeiro.
.Palhabote pol. Alfredo. Pernambuco.
>.Patacho porl. Mana. dem.
8.Patacho port. Boa F. Maranhao.
dej
Diniz Itibeiro da Cunha.
Em cumprimento desta minba sentenrja, o
escrivSo que esta subscreveu fnz passar a
presente carta de editos com o prazo de 20
dias, pelo theor da qual chamo, cito, o bei
por citado o supplicado Manoel Cornelio A-
raripe Bezena de Menezes, por todo o coa
teu Jo na peti^o e replica supra transcrip-
tas, para que compareca neste juizo am de
alegar a defe/.a que liver, sob pena de cor-
rer os termos da causa a sun revelia.
Pelo que toda e qualquer pessoa, prenles,
amigos ou couhecidos do supplicado Mano?
Cornelio Aranpe Bizerra de Menezes, lhe
poderSo fazer sciente do que cima fica es
posto, e o porteiro do juizo publicara e ai-
aranhfio'
.Vapor ing. Teviol, aeguio a 9 para o norte. Rio lixar a prsente. 00 lugar do costume, ma i
de Janeiro. publico.
9.Vapor sardo Vctor Emmanoel, segoio a 10
para Marselha e Genova. Itio de Janeiro.
.Brizna par. Experiencia. Pernambuco.
. 33 1|4
. 53 l|2
. 534 a 535.
. 532
. 41 5|8
. 47 l|8
. 945
Fundos.
Inscripcoes de 3 por cenlo 4:3|4 a 46 l|
Coupons ......i Divida deferida.....2i1|2a281|2
Caminho da ferro do leste 8U0 a 819
> in-ii-i lam 3 mpl.
Hamburgo 3 ni|d.
Madrid 8d|v. .
Banco de Portugal.
Dilo do Porto
8*0*) 88010
15*100 153200
14925) l-3.10
189.59 183550
960 970
955 )l>-,
950 960
39540 3570
880 890
10.Brigue port. ucomparavtl. Rio de Jaueiro.
o.Barca bras. Caledouia. B^hia.
SAI II HAS DA BARRA.
29 de maio.Escuna holiandeza Cornesliszoom, ha-
via entrado arribada a 3 de abril com agua
aberta, procedente de Londres. Rio de Janeiro.
.Calera porl. Saudadi. havia entrado a 13 de
de majo do Rio. Porra.
30.Barca porl. Hortencia. Rio de Janeiro.
.Brigue port. Constante. Pernambuco.
.Barca bras. I.usilania. Maranhao.
I de juoho.Vapor hamb. Petropolis. Rio de Ja-
neiro.
3.Brigue porl. Llgeire), Par.
9.Brigue porl. Anua. Baha.
10.Brigue porl. Clara. Kio de Janeiro.
II.Vapor ng. Hytaspes. dem.
navios a carca.
Rio de Janeiro.Brigue porl. 1 res Irrnaos.
b Activo.
Barca bras. Ameba.
porl. Progressiva.
Brigue
Babia.
Pernambuco.
Calera
Patacho "
ii o
s
.Brigue
Patacho o
.----------------!;!;! '
, 593 a 5563.
. 239 a 2159
Metaes.
Pecas de 83000.....
Oogaa heapjnholas. .
Ditas meticanas......
Aguias dos Estados Unidos. .
Pataca, hospanhulas ....
Ditas brasileiras......
Dilas meticanas. .....
Vinle francos.......
Cinco tranco........
ESTADO DO .\ERCADO.
Da 29 de maio a 1 de junho.
As ir iiisi-riifs neste pcritfo foram em peqnen
escala em gneros Ju Brasil no das colonias f-so
alguna.
i..!'_ n.iin alguns supprirrantoi, com especialidada
da assuear.
Nos fuios de 3 p. c. as pn las team silo insig-
nillcanles, e me juro do semeslra a Andar / recebido.
fias accOes do Banjo de I0rlu3.1l lm-se fello al-
gumas Iransaccoes, a o. preos e.iao firmes.
Impora^So.
Algodan.Enlraram 48laccas de Parnamliuco, e
230 do L\l iraiiii.li, entre ilgumas partidla que se
\ .: < un para c^miimo ra lesta procedencia, rea-
li-aram-se as 2 saccas daPernambuco ebegadas a
semana pinada : ori'ainosas existencias hoie entre
600 a 700 saecas.
Arroz.Continua a pasca animarlo ara mercad).
Alm de 3,122 saccoa valos de Liverpool, de.eni-
baresram por franqua 3,22'alqneires em casca di
Amaz ma. Do ParA ealealaioua as distancias hoja
em cerca de 15,000 aecn.
Os precos para o chegido de Inglaterra regutam :
nrdinario, quintal 49201 4380.); bom 49S0O a
5960:1 : *up.-ri.)r.59S00 46L>i Al pista.O mercado lava inleirameule despro-
vi1o :30 alqoeires hespmhoes e In nacionaes, diz-ss
serein venlidos 3.100,
Aguardante. Eniraram algumoa partidas do
Brasil, nao consta venda, o-precos sonomiuaes.
Assuear.Tem-ss reilisado algumas vendas nos
mascava 'os para consuno e reexportar, porem os
brincos esl.ii) frooto*, ttm espscialidade os supe-
riores.
t)iz- desde a sabida do ullimt paquete, lem embarcado ji
cerca da 1,500 sacco.
As entradas eonsislemrtm 8,420 saceos e 11 bar-
rica, de Pernambuco, 4." rait.-s do Rio, 458 caitas,
afeites, 12 barricas e jfj.5 aaccos da Baha, a 556
barricas de Cabo-Verde,
Calculamos as etislenias no dia 10 de larde em
Caitas Feitaa Barricas Sarcos
2,564 53 638 35,580
as existencias a enln ins nao se incloe as cargas
do incomparavel do Rice Caledoma da Baha.
Cal.O soppnrnena ne.le periodo foram 40
saceos do llio, 40 da Babia, 387 le Cabo Verde e
142 de Angola ; pouca ajo as v-nlas que se lem
realisado para consumoereeiportc,ao, lulo obstante
as escassae existencias qui se mrain em 3,500 Cacao.Cerca de KOiacoos que exisliam da Ba-
bia nos fin* de maio, ftraaa vendidos para reetporlar
a 49OOO flcan u> por e-ta forma o mercado de.provi-
do : iillimamcnle checanm 16 saceos da Babia e do Para' que anda eslao em aer, e dSo a* Ihes abri
prejo.
Cera.Chegaram 6)9 {mellas de Angola, parle
lem sido ja vendida, basando firmeza nos presos :
as existencias em primeir) m3o serSo uir.as 500 ga-
mella..
Couros.Tem clirgadoullmamente ais urnas pr-
lidas : leem sido procorad|s s e.( ii.liados da Bahi
a fez-se alguma rousa na de Angola, foram procu-
rados os seceos do Kio de isfiigo da 20 e 30 arralis,
a realisaram-sa algumas psrti las nos salgados do Ma-
ranhao, Periuinlin -o, Caoi-Verda e libas.
Garana copal.Contitaam a ser procuradas as
qualidadea superiores, e aserdinarias didlceis de rea-
bsar chegaram 1,118 volianes de Angola.
M -1 tu.As entradas f,e do de Pernambuco. As lra|sarcoes que se leem jeito
sao de poura importancia;
Marfim.Obiem prompa venda : de Angola che-
garam 477 pona. : calcoiunos as etistencius em
crea de 3,500 ponas, sendi para mais de melada es-
cravelho.
Ourucii.O mercado isnva desprovldo, mas o
Arnazoua, do Par, desembacoo por franqua 91 pa-
iieiros, que anida eslo em(er no lazareto, e a ser
de boa qualidftde, pudei olier mellior preco que o
rotado.
Salsa Parrilha.1'ambcoab mercado a.lava des-
provi lo.|.urque apenas no ptncipiodomez haveriam
em ser 300 rolos, e haver.loSoje cerca de 80, porem
o Amazona, do Para' desemlarcnu por franquia 111
rolos que e.tnm em ser no lijarelu, que a ser da su-
perior, he fcil obter prompa venda.
Urzella.As entradas con.siem em 2.179 saceos
de Angola e llenguella, e 343 de Cabo Ver.le .1 clie-
gada do Progresssista, a. ventas paralxs.rnm-se por
alguns da-, em ronsequenciada falla de accordo de
prrcis la parle d a compradei e vendedores, mas
hauas lizeram-s algumas InnsaccOea na de Anco-
la e Bengaela a 309000 a dinero, e 319000 a pra-
zo de ires metes. Parece lanbem que no da 10
le larde se realisaram compri a 29-5500, e falla-se
anda em precos mais baixo*. fin entretanto alguna
pnttoidtreepeden precos mu allos que 01 colados,
e eftam firmes em suas preleajts:
llavero em ser 1,500 saecat.
EXPOHTAiLAO.
Azeile.Os precos bailara* 1.50 rs. s no.sas ul-
timas colaco., as venda sis limiladas, regulando
posto a bod- de 3S450 a 3JJ0O, e no caes para de-
posito de 390O(| a 3-9050 n.
Oreaes.-Os supprimeniosde Iripo lem alomado
e apena oeram entrada da Londres 721 quarleiro,
e-la cirrum.lan ia em parteaa devida a admtalo
lerinmar a 30 do crranla. 4, iran.acres sSo di-
inmulas, porque o. compradizas t si upprem do
necatsany para o gaslo diaric. 5ellJo mais procura-
dos os trigos baitos.
As familias lem .ido sahdam em pequea, par-
t las, ltimamente eulraramtoo barricas de Nove-
Orlean, por va da Baha, a amia0 lambem acaba
no da 30.
Maranhao.
Para......Pala'cho
Ceara por S.
MigOel. Brigue
Ooze de Marco
Ga.)
Vaaco da Gama.
Deslino.
Industria.
Emilia.
I. na III.
Mana Ignez.
Flor do Mar.
I'lilao.
tfor
Dada e passada nesta cidade do Recife de
Pernambuco aos 18 de j un lio de 1857.
Eu Manoel Joaquim Baplista, escrivSo o
subscrevi.Joao Uiuiz Ribeiroda Cnnba.
Nada mais seconlinha em dila carta de
editos aqu fielmente copiada do original, a
qual me reporto : este vai sem cousa que
uuvida raca.conferidae concertado,e porroim
subscripto e assignado nesta cidade do Re-
cife de Pernambuco.aos 20 de junho de 185?.
Fiz cscrever e assignei. Em f de verdade,
Mnnoe. Joaquim Baptisla.
O Illm Sr. inspector da thesouraria
provincial, manda fazer publico, que do da
2docorrente em diante, pagam-se os orde-
nados mais despe/.as provinciaes, vencidas
at o ultimo de junbn poximo lindo.
Secretaria da thesouraria provincial do
Pernambuco, 1 de julhode 1857. O secre-
tario. A. F. da AnnunciacSo.
&aftl &f.
Restaurador.
AD0ITAMENTO.
A 12 n.lo entrn navio uenhum do Brasil, nem
sabio embarcado algum.i para os porto, hrasileiros.
A 13 enlrou de Pernambuco a barca Margarida.
QLARENTENAS.
No dia 4 de junho eutrou em Viga o brigue bra-
sil.iro ffFlumineu.eo, procedente da Babia com des-
tino pa/a o Porto em 52 dias.
No di 7 enlrou em Vigo a barca portugneza
Oliveirao, do Ro de Janeiro em <>3 dias. F'ailece-
r.un-lhe na via urna quarentena de 15 dias.
NAVIOS ANNUNCADOS PARA SAIIIR.
Rio da Janeiro.Brigue portuguez uVeuua, ca-
pillo Izidoro Chnalovao Valverde.
dem. Patacho pirluguez Mara, capiao M.
Rodrigues Alves.
Pernambuco. Baha e Rio de Janeiro (carreira
mensal).A 9 de julho o vapor CsloalUo. de 2852
tonelada, e da hrea de 500 cavallos. Penalice a
com; n.ii.i europea e americana. O vapor que de-
ve daqui partir para os mesmos porlos a 9 de agoslo
he o Lady Joeelyna da rneim. c.ninpanhia. E.lea
doos navios, assun como o Hvdaspes, que parta
para o Brasil no dia II do rorrenle, sao em ludo
igu.es ao vapor de helire uColden Fleoce.
EMBABC.ACO'ES DESPACHADAS.
Brasil.Vapor inglez Hydaspes, capiiao Bivou,
levando pa'a o Rio de Janeiro 10 barris de vinho,
3iiil de azeite, 34 do peite, 1760 arrobas de batata.
5440 molhas de ceblas, 3600 caberas de alhos e 25
volumes diversos. Para a Baha 2 caixas com vi-
nlio, 3 ancorelas da azeilonas, 600 arrobas da bta-
las, 1886 ra dilo. decbalas e 7 volumes diversos e
I caitole com ouro, moeda porlugueza, no valor de
0.781)9. Para Pernambuco 260 arrobas de btalas,
640 molhos de clulas, 10 barricas da cera em gru-
mo, 20 caitas de dila em velas, 9 volumes diverso,
e 1 volume coro per;as, no valor de 1:50'i9
FUNDOS PBLICOS.
I1' >;i da Lisboa em 12.
InscripOes de 3 0(0.....4-5 3|446 1|4
Coupons...........4545 3|4
Divida deferida.....: 27 3|429
ola, do banco de Lieboa. 155.
Papel moeda.........3032.
Aci;=s do banco de Portugal. 553/5559.
Dilas do banco do Porto 2429215-5,
L.
WtoMmiSti *oH>*0.
Navios ennaaoa no dia 2.
Snut inmp'iMi<*aUlin s vapor inglez aAvono, com-
iii.ni lauto Revrit
Lisbia32 dias, brigue porloguez Comanle, de
256 toneladas, eapilo Augusto Carlos dos Res,
cquipagem 19, carga viuho e ma>5 gneros ;
Tliomaz de Aqoino rooaeea. Perlenre a Lisboa.
Pa.sageiros, Abrabam Beu Mordhay. 11. lleme-
mera, Bosa Man i Emilia Siarea, Manoal Jos
Monteiro, Anaslacio Clemente des Santos.
Fiume60 da, barca liamburgueza Juaana Kal-
kman, de 318 tonelada., capiao I. C. Rosser,
rquipagem 14, carga 2,450 barricas com farinha
de trigo ; a llenry runn & C. Perlenca a llam-
burgo.
Barcelona45 dias, sumaca hespanhola ((Eulalia,
de 115 toneladas, capito Jaime Coll, equipagem
II. carga vinho ; a Arauaga i Bryan. Perleuce
a Barcelona.
Genova44 dias, escuna sarda nEnelina, de 176
toneladas, capillo Luiz Buzzano, ;quipa|em l 2.
em lastro ; a Basto \ Lemos. Perlenca a Ge-
nova.
vivios sabidos no mesmo dia.
Rio da praiaPolaca hespanhola Madrona, capi-
l.ii Boque Aiciua. carga assuear e agurdente.
Liverpool por Maceni Barca ingle/a Sarah, ca-
p;ll i W. Cara, carga 6Q0 sacros de assuear
ParabibiIliate brasileiro Flor do Brasil, mestre
Joao Francisco Marttns, carga arroz, cafe e irais
genero.
Md**
AdministraQJo do correio.
O vapor Avon, chegado honlem de Sou-
thampton, parle hoja para o Rio ele Janeiro,
locando na baha, e tira a mala as 10 horas
da manb3a.
A administraQiio geral dos estabelrci-
mentos de caridade, manda fazer publico,
que no dia 9 do corante, pelas 10 horas da
manhSa, na sala das suas sessOes, continua
a prara das rendas abaixo declaradas, a sa-
ber :
Bairro do Recife.
lina da Cadcia Da. 23 e 30; ra da Moeda
n. 31; ra da Cruz n. 15; ra do Amorim
n 31 ; ra da Lapa n. 5 ; ra dos Burgos ns.
II e 13 ; ra do Pilar ns. 73, 74, 93, 95 e 97 ;
ra do Cordoniz n. 9 ; ruii da Senzala Nova
ns. 25, 26 e 30.
Bairro de Santo Antonio.
Ra da Cadeia ns. 6, S, 10 e 12 ; ruado
Queimado ns. 34e36; ra das Cruzes n. 4 ;
ra de S. Franci-co ns. 3 5 ; ma Direita ns.
3, 5, 7,15 e 123 ; ra Nova n. 32 ; ra do
Padre Flonano tis. 13, 39, 43 e 47 ; ra da
Roda ns. 1, 3, 7, 22 e 29 ; ra de Hurtas ns.
30 e33 ; ra de Santa Rila ns 76 e 92 ; ra
do f'agundes n. 32 ; ruados Pescadores n.
11; rita das Calcadas n. 30 ; ra da Viragao
ns. 7el7; tua do Calhabouco n. 18 ; ra
do Collegio u. 18 ; ra d.i Santa Sicilia n.
89 ; travessa de S. Jos ns. 5 e II ; travessa
doCarcereiro ns. H, 13 e 17; becco da Car-
valba n. 5.
Bairro da Boa-Vista.
Aterro n. 68 ; ra do Aiago n. 8 ; ra da
Alegra n. 46; ra Velba ns. 42 e 73 ; becco
do Quiabo n 8.
Sala das sessOes da a4.ministra;So geral
dos estabelecimentos de caridade 2 de julho
de 1857. O escrivao, Antonio Jos Gomes do
Correio
CONSEI.IIO ADMINISTRATIVO.
0 conseibo administrativo tem de comprar
o seguinto :
Para o 2.- batalliSo de infantaria de linha.
liiim branco liso para caigas, varas 1,000,
algodaozinho para camisas, varas 1,000, pan-
uj pelo para polainas, covados 100, hollan-
da para forro, covados .0, botes brancos
granJes de osso, duzias 267, ditos.ditos pc-
quenos, duzias 134, ditos prelos, duzias 334,
sapalos, pares 800, esleirs 400.
9.- balalluiu de lufaniana.
Gravatas 35, compendios de arilhmetica
por Collaco, exemplares 6, sapatos, pares
396, hollanda, covados 50.
Hospital regimental.
Conchas de cobre 2, es 4 ui fe coberto I,
Botica do mesmo hospital.
Seringas de metal de capacidado de 4 on-
?as, para injeccoes 6.
Uflicinas da 4." classe do arsenal de guerra.
Cadinhos Uo norte de n. 10, 10.
5. classe.
Linhas brancas cruas, abras 10, ditas pre-
taa ditas, libras 10.
Forneciment de luzes s estaces
militares.
Fio de algodao, libras 96.
Obias militares.
Taboas de louro de forro, duzias 2, ditas
de dito de assoalho, duzias 2, pregos frarice-
zes, libras 10, lijlos de alvenaria, railhei-
ros 2.
Presidio de Fernando.
Camisas de Qanella 20, escarradeiras de
metal 50.
Laboratorio pyrotechnico
Papel carto, resmas 8, reziua decaiueiro,
arroba 1.
oflicinas de 1." e 2 classe.
Costadiniios de amarellu 6, laboas de lou-
ro de assoalho, de 12 a 14 poliegadas de lar-
gura, duzias 20.
3. classe.
Blackverniz, barril!,
4.- iiaialhSo de artilharia.
Casemira cjrmezim para vistas, covados 7,
hollanda (.ara furro, covados25, sapatos fai-
tea na provincia, pares 300.
l.- batainSo de Infantaria.
Hollanda para forro, covados 24, sapatos,
pares 192, carias da A, B, C, exemplares 20,
l.baidas, exemplares 20, exemplares da
gratnmatica porlugueza por Monte 6, com-
pendios de anthmelica por Collaco 6, pau-
tas 6, traslados 20.
Compauhia fixa de cavallaria.
Sapatos, pares 60.
Coa:panha de artfices.
Hollanda para forro, covados 16, sapatos,
capitao no porto fazer constar para conbe-
cimento dos int- rossados, que oulra a subs-
tiluio*piovisoriam< nte,pur Gapitatiia do porto de Pernambuco 30 de
jonho de 1857.O secretario, Alexandre Ro-
drigues dos Anjos.
CONSEI.IIO HE ADMIMSTRACt.AO NAVAL.
flo tendo-ae elfecnado na aeaaSo de nejy
do conselho de ad mi Dia trafilo naval, o con-
trato para o fornecinienlo de medicamentos
a enfermara de mantilla, e navios da arroe-
da, pelas procostas apresuntadas, nao decla-
raren) quanto acerca do prego lixo ioi con-
signado no anterior aniiiincio, mauJa o mes-
mo conselho fazer publico, que pea lica
transferido para o dia 3 de julho prximo,
em que as propostas serao recebidas at as
11 horas da manha.
Sala do conselho de administraQio naval,
27 de junho de 1857. O secretario, Alexan-
dre Rodrigues dos Alijos,
Pela mesa do consulado provincial se faz
publico que os 30 dias uteis para pagamen-
to a bocea do cufie, da decima dos predios
urbanos das freguezias desta cidade, e da
dos Afogados, se linalisam no dia 8 de julho
prximo vindouro, incorrenuo ua multa de
3 por cento todos os dias aquelles que dei-
xarem de pagar seus dbitos no segundo se-
mestre de 1856 a J.857.
Mesa do consulado provincial 30 de junho
de 1857Antonio Garneiro Machado Ros,
administrador.
ESTABEI.EC1MENTOS DE CARIDADE.
A a liniiisiracMo dos estabelecimentos de
caridade manda fazer publico, que, por in-
conveniente deixa do haver no da 2 do cor-
rete o anniversario da casa dos expostos,
o que lera lugar a 15 de agoslo prximo fu-
turo. Administrado de caridade 30 de ju
nho de 1857. OescrivSo,
Antonio Jos Gomes do Correio.
Pela adrainistracSo da mesa do con-
sulado de Pernambuco se faz publico, que
do 1. de julho prximo vindouro em diante,
a excepcSo dosdonos, so serSo admiltidos a
despachar navios e gneros de exporlat;Ho,
que corram por esta mesa, aquelles despa-
chantes que se mostrarem competentemente
habilitadas nos termos dos arts. 49 c 52 do
decreto n. 1914 do 28 de margo do corrente
auno, combinado com os arts. 151 e 152 do
regulamento de 30 de maio de 1836, e aviso
n. 89 de 16 de agosto de 1845 o que previ-
ne allra de que, sem embarazo ao commer-
cio, se possa, de harmona com a alianJega,
dar a devida execugo aos citados arts. da
lei. Mesa do consulado de Pernambuco 23
de junho de 1857.-O administrador,
JoSo Xavier Garneiro da Cunha.
O Illm. Sr. iospector da thesouraria
provincial, em cumprimento da rosolucSo
da junta da fazenda, manda fazer publico,
que a obra do empedramento do aterro dos
Afogados, vai novameiite a praca no dia 2
de julho prximo vindonro, no valor de .
36:9603000 reis.
E para constar se mandou allixar o presen-
te, e publicar pelo Diario.
Secretaria Ja thesouraria provincial de
Pernambuco, 25 de junho de 1857. 0 secre-
tario, A. F. da Annunciago.
- O Illm. Sr. inspector da thesourario
provincial, em cumprimento da resolugaa
da junta da fazenda, manda fazer publico,
que no dia 16 do julho prximo vindouro,
vai novamente apragapara ser arrematado
a quem por menos lizer a obra da CODOlusfiO
do raio do sul da casa de detencao, avaliado
em 66:0053720 rs.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 25 de junho de 1857.-0 secre-
tario, Antonio Ferreira da Annunciagao.
e
Frontispicio do
Carino
Segu para o Maranhao e Para' nestes
dias, por ter parte de sua carga prompta,
o brigue nacional CLARA, ele primeira
marcha : para o resto e passageiros, pa-
ra o (pie lem asseiados commodos, trata-
se com o consignatario Joao Pinto Megis
de Sonsa, na travessa da .Madre de Dos,
avmazem de Martinse. Piulo.
Para o Aracatx,
segu em poucos dias o hiate nacional lio-
beribo, por j ter parte de seu carregamen-
to ; para o resto e passageiros, trala-se na
ra do Vigarjo n. 5.
Har Lisboa
seguir em poneos dias a nova e muito su-
perior escuna Rainha dos Acores, recebe
carga a frete barato e passageiros, para os
quaes tem excellentes commodos : a tratar
com Harroca & Castro, na ra da Cadeia do
Recife n. 4, ou cora o capitao ua praga.
Para a Baha.
A veleira e bem conhecida sumaca nacio-
nal Hortencia, pretende seguir uestes oito
dias, tem promptn melade de seu carrega-
incnto : para o resto, trata-se com o seu
consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, ra da Cruz n. 1.
ra o til.> de aneiro,
O veleiro patacho nacional Valente pre-
tende seguir para o Rio de Janeiro com mui-
la brevioade ; tem pro >>pto metade de seu
carregamenlo : para o resto e cscravos a
Irete. para os quaes tem excellentes com-
modos, trata-se com o seu consignatario
Antonio Luiz de Oliveira Azeveuo, ra da
Cruz n. 1.
THET-0 DE APOLLO |
A commissflo .administrativa da corapa-]
nhia ^le accionistas ilo ieatro de Apollo,!
convida ao memhros da inesnia eompanhia
reunirem-sedomingo, 5 do correle, pelas,
10 horoda roanbSa, no salSo do referido 1 ()s encangados da festa da Sentara lo
theau-o, para proceder aoexama de contase Carino do Frontispicio pelen, rn'arecida-
eleger a nova direcco. menta a t idos os devotos da mea,.. senho-
- Aluga-se o primeiro andar da ra das ra> que ,luelrarn COncorr.-r com as lrincheirasn.19, cora salas e 2 alcovas, molas para o brilhanlismn rlesta losiivid,-
propno para algum Sr. advogado : a tratar de> entregando eos aenhores incumbidos de
na ra do Uueimado n. 18 A. recebe-Iaa no bairro de sanio \nlonm Ha-
Ouem precisar de una ama para o noel Jos de Oliveira, Hermenegildo jse tle
servicode urna casa, dinja-se a ruada Ca- Alcntara, Antonio Cordeiro ua Cunha c
deia.Nova.em ito Antonio, em imacasa nos Afogados a Simplicio Rodrigusa Ca>-
no mcio da ra, riefrnnte de urna casa prin- p,.||0 Vlsi qu0 a |e,tividade sera imprele-
cipiada, com arvoredo, e ah achara com rivelmonte no da 19 do correte mez deju-
quetn tralar. in0i c milito punco so tem arrecadadu.
Peraambucana
O vapor PEKSINUNGA, comandante Hafaira
ieht-M a' carna para Tamandar, Barra-Gianrlee_
Marei, para onde partir a 5 do corrente, s |3
lloras da manh.la. fcamlo ultimado o eupedienle no
da 3, As 5 lloras da larda : a Iratar 110 armateni dos
herdeiros do fallecido Beln), no Forle do Matos
n. I.
l.fc.
armazem da ra da Cruz n 2.
i P$|0.
Leiliio.
James Halliday & C, em lquidagao, faro
leilao por intervengno ilo agenle Pestaa,
de um cotr.plet > sonimento da ferragens,
miudezas, couro de lustre, eoutros muitos
artigos para fechar contas : segunda feira 6
Olllm. Sr. inspector oa thesouraria oro- I do corrente, as 10 horas da manhia em seu
vincal, em cumprimento da ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia, de 25 do corren-
te, manda fazer publico, que no dia 23 de
julho prximo vindouro, peraotc a junta da
fazenda da mesma tnesouraria, se ha de ar-
rematar a quem por menos lizer a obra do
15.- longo da estrada do sul, avahada em
15-620>rs.
A arremataba.) ser feita na forma da le
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e
sob as condicOes especiaos abaixo copia-
das.
As pessoas que se propozerera a esta ar-
matacao comparecam na sala das sessOes
da mesma junla, no dia cima declarado,
pelo meio dia, competentemente habilita-
das.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
. Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 26 de junho de 1837. o secre-
lario. Antonio Ferreira da Annuticiar;3o.
Clausulas especiaes para a arrematarlo.
1." as obras do 15.- Lnco da estrada do
sul, far-se-hSo de conformidade com o orna-
mento e perlis, approvados pela directoiia
em conselho, e aprasentados a approvacSo
do Exm. Sr. presidente da provincia, na im-
portancia de 15:6203 rs.
2 O arrematante dar principio as 0-
bras no prazo de um mez, e devera conclui-
r no de tres mezes, ambos contados na con-
formidade do arl 31, da lei n. 286, dando
transito ao publico, em toda a exlensau do
la 1 co no lira de 6 mezes.
3." O pagamento da importancia da arre-
matado, realisar se-ha em quatro prestacOes
ignai's, cuja ultima ser paga na occasiat
da entrega deliuiliva, e as oulras cotrespon-
derao a cada tergo das obras.
4.' o prazo da responsabilidade ser de
om anno, durante o qual o arrematante se-
ra obriga o a manler a estrada em pereito
estado de conservac/io, reparando as ruinas
todas as vezes que exigir o engenheiro da
estrada.
5.11 Para tudo o que nSo se acha especi-
ficado as piesenle clausulas, nem no orc.a-
ROTEKO DO THELEGR4PH0
Na livrana na. 6 e 8 da pra?a ;la Indepen-
dencia ha para vender o roteiro do thelegra-
pho, novamente reformado, com o nome dos
vapores e oulras embarcaqes que deman-
dam este porto, a 240 rs. cada um.
Pede-se ao Sr. Coimbra que faga o fa-
vor do repetir o bello vaudeville, Por causa
de um algarismo,pois temos muita vontale
de ver o Sr. Santa Rosa no sapateiro, e o Sr.
llamos no sachristao, e lhe afianzamos que
anla ha muita gente que o quer ver, e os
Srs. ganliarSo baslante.Os inlluentes.
1.1
DA
PROVINCIA.
O Sr. tliesoureiro das loteras manda
fazer publico, que se acliam a venda, no
pavimento terreo da casa da ra da Au-
rora 11. 2(, das 9 horas da manliaa a's 8
da noite, bilheles, meios e ([uattos, da
primeira parte da primeira lotera da Ma-
triz da Varzea, cujas rodas andam no
dia de iullio.
O Sr. ilicsoareiro manda derlarar, que por en-
"-> loram Inpraaan oa hillieles com a darlaracao
primeira parte da primeira loleria cuneedida por
O Dr. Joio Diniz Uibero da Cunha, juiz mu-
nicipal suppleote da segunda vara, nesta
cidade do Recife de Pernambuco, por S.
M. Imperial e Constitucional o Sr. D Pe-
dro 11, que Dos guarde etc.
Faco saber aos que a presente carta do
editos virem e della noticia tiverem, que o
coronel Estevao Cavalcanti de xlbuquerqae,
me dirigi por escripto a peticao e replica
do theor seguinte :
Diz o cor-inel EatevSo Cavalcanti de Albu-
querque |.or sen bstanle procurador, cons-
taudo-Uie que Manoel Cornelio Araripe be-
zerra de Menezes se diz ere or p:la quanlia
dsete contose tanto, capital e juros de urna pares 104.
leltra nota promissoria), e tendo Jo mostrar j Qu>>m quizer vender, aprsenle a
a r l- '..:(!,; desse titulo, por quanto lem cer- i propostaa em carta fechada na secretaria do
teza de a nao haver assignado, e nunca se concilio, as 10 horas do da 8 do corrente
debitou para com o snpplicado, quer faze-lo ; mez.
citar, para na primeira audiencia deste juizo i Sala'das sessOes do conselho administra-
exbibir a referi la lettra .sob pona de haver- vo para fo'rnecimento do arsenal de guena
se a mesma pir falsa, e elle supplicante in- I.' de julhode 1857.Jos Antonio Pinto,
que teirameote desobrigado.ou para comou-: presidente interino. Bernardo Pcreira do
tro quizer promover a sua cobra tica.
Req:ier a V. S digne-se de o mandar citar
rom a referida comininac.A'o.
Pede a V. S.Illm. Sr. Dr juiz municipal
da .segunda vara, assim o delira. Espera.
i: R. M.-Fonseca.
Carmo Jnior, vogal e secretario.
OBRAS PARA O MEI.llOHA.MEMo 1)0
PORTO.
Tendo esta repartitjSo de contratar no dia
3 de julho i-roximo, o fornecimenlo de li-
jlo e cal, da nielhor quaiidade, para as o-
Distrlbuida.Cite-so. Recife 27 de feve- bras do melhoramento do porto, 1 or lempo
reiro de 1857.-Oliveira Maciel. a decorrer t o fim de setetnbro prximo;
Certilico que indo a casa do supvlcante maula o illm. Sr. inspector convidar aus
Manoel Cornelio Araripe Bezerra de Menezes, pt ledenles a apresentarem as suas propos-
para dar comprimeulo ao requerimento e tas nesse mesmo da, al urna hora da tarde,
despacho relro por varias vez s nSo o pude em que eiieetuar-se-in o dito contrato com
encontrar, a familia da mesma casa disse- quem mais vanlagens offerecer a favor da
me que o supplicado linha ido a urna viagem, i fazenda.
J n3o dizendo-me para ondee o lugar. Recife I liispecc,io do arsenal de msrinha del'er-
a lei provincial D. 286. Conforme. O se-
cretario, A. F. da Annunciaqfio.
lei provincial D. 393, para o I.ivramento da Vanea,
mas nao lie essa a loleria qae te deve entender, e
sim a primeira parle da primeira loleria) da malrii
da Vare*, concedida pela lei provincial D. 102 de
6 de abril de 1857, vilo ler sido essa que o Exm.
ment, seguir-se-ha o que dispe a rcspeilo I Sr. presdeme determinou que se eHrahi.se ; e co-
mo ii ii noevaataj lempo para de vido na impresi^o, por isso o Sr. lliesoureiro man-
da faier esaa declarartln paia que nlo se snscile en-
cano na eulreca do produelo da lolerie, a qual ser
enlrezue nos concesionarios da malriz e nao do l.i-
vram-nlo.
O mesmo Sr. Ihesoureiro pede s psssoas que lem
encoinmendado billifles para qnando eslives-e em
execucn a l^i provincial n. ."-99, que impoem 80
por cenlo subre os l>illie|e do llio, queiram vir de-
clarar que porfo de tiiltielcs qoerem, para qoe el-
la. Avista el-s quaniiaa pedidas, possa orpanisar um
plano que de mais inleiesse aos josadnrr*.
Thesouraria das loteriai 27 de junlio de
I8.)7.Jos Januario Alves da Maia,
TIIEATnO
DE.
Santa Isabel
Domingo ~> de julho de 18.">7.
SEXTA-RECITA DA ASSIG.NaTRA.
Deoois que a orclieilra liver eseculado a ouvcrlu-
raA CRUZ DE MAKIAsubir a acca pela pri-
meira vi/, ueste llicalro, a comedia em :l actos
A ultima carta.
Co'npo-irao do autor porlucuca A. Cesar LacJrda
em eanfiaoa(Sd aos Dous Mandos.
Em wgaida a ara. D. Isabel e o Sr. Santa Ilusa
canlarao o lindo e engrarado duela
A PANELL1 Di) FEITi(D.
I-i lalisar Ijdo o esparlaculo urna das mais bellas
come lias do seu reprlorio.
lio ele o diverliineui) que a socielade dramti-
ca hinca man para ollereeer aos eos prolerlorea.
Os billieles aeham-se a venda no cscriplono do
[lie.lio a toda IliTa.
Principiar as K lloras.

%

ra o Ar caiv
.
segu rom hrevidade o culer Tubariio; re-
Ci-he carga a fretc : a tratar com Cactano
Cyriaco da Costa Moreira, na ruadaCadaia
do Recife n. 2.
I'airi o Kio de J; nAiro.
Os abaixo assignados, com loja de ourives
na ra do Cantiga n. II, confronte ao pateo
da matriz e ru.t Nova, l'azem publico, que
estilo rceulicndo continuadamente as mais
novas obras de ouVo, tanto para senhora
como para hornens c meninos : os precos
continan) razoaveis, e passam-se contas
com responsabilidade, especificando a qua-
iidade do ouro de 14 ou 18 quilates, (cando
assim sujeitosos mesmos por qualquer du-
vida.-Seraphim '^ Irrh/io.
Joaquim Antonio da Silva por encon-
trar outro de igual nome, desia dala em
dianto se assigaara Joaq uun Antonio da Sil-
va Barros.
Quem precisar de urna ama para algu-
mas compras na ra, e todo o servido de cialmente ao cuii.(>
casi, dirija-se a tua do Fagundes n. 2, que
achara cora quem tralar.
Os abaixo assignados pre.vnem ao
respeitavel publico, que nao laca ni negocio
de natureza algum i com os bens que her-
,daram da 'fallc.:ida D. Jerunyma, sem que
\ ai seguir com muita hrevidade, por ter primeiro estejam indemnisados todos os
Na ngitc de 29 de junho prximo pas-
sado, fugio do engenho Varzea >ie l'na, silo
na fregue/ia de .\. S. da luz, um cabra por
nomo Arcbanjo. com os signaos seguidles :
alto e seceo do corpo, barbado, cara descar-
nada, olhos fundos, denles limados, pernas
linas, sem unbas nos dedos dos ps, levou
um cavallo sellado, chapeo de palha, 2 ca-
misas de madapolo, 2 de algodOo azul, 1
caiga de riscadinbo de quadros, e outra
branca : roga-se as auion 'ades policiaes e
-capitaes de campo a sua captura, c leva-lo
ao dito engenho a seu senhor Manoel Caval-
canti de Albuquerque, que recompensar
generosamente.
Precisa-sede urna ama forra ouescra-
va, pa'a o serviro de urna pequea familia,
agradando uaga-se bem : na ra da Matriz
da Boa-Vista n 20.
Jos Jacintho Pav5o declara que he
nesta ci lade o procurador de Manoel da Cos-
ta Teves e sua mulher Marianna Joaquina,
do lugar dos Ginetes da Iba de S Miguel, c
que na procurarlo por que seus constituin-
les o consiiinirain procurador, declararan)
expressamente que ficava revogad a procu-
rac.loque havam dado .O^r. i rancisco Pe-
reira lia poso, epara que este, queja ha dias
tem sciencia do exposto, no coninue a
exercer as funecoes de procurador, e entre-
gue ao anntinciante os papis que em seu
poder tem, se faz o presente annunclo.
Quem for dono de urna caixinha cora
c-scovas, proprias para calcado, dirija-so a
loja do Arantes, na praca da Independencia
ns. 13 c 15.
'-luga-se o terceiro andar do sobrado
n. 19 da roa do Vgaro : trata-seno segun-
do an lar da mesma casa.
Precisa-se alugar um sitio perlo da
praca, que tenha commodos para urna fami-
lia estrangeira : a fallar na ra do Apollo
n 13.
Precisa-se saber quem hn a pessoa com
dircilo a heran^a dos bens do finado Bento
Dorcingues, padeiro, que foi estabelecido
na ra Nova, que se quer fazer urna indem-
nisaQao, declarando o herdeiro seu nome e
residencia por este jornal.
Ilonletn a I hora da manhia, falleceu
em seu sitio na Passagem Joaquim Ribeiro
Pontes, negociante matriculado nesta oraga
de Pernambuco, assislido por urna junta dos
priucipaes mdicos desta cidade, isto he, os
lllms. Srs.i Drs. -sarment, Pereira do Carmo,
Dias Fernaniles e llamos; lodos estes faculta-
tivos envidaran) todos seus esfjrQos em favor
da existencia de um cidadSo Uio bondadoso e
prestante ; mas o mal era de morle !!! Foi
assislido pelo vigario Manoel Vicente de A-
raujo, que como ministro da greja lhe for-
neceu o que esteve ao seu alcance, quanto
ao que diz respeitoao sju ministerio : o fal-
lecido deixou um vacuo etn Pernambuco ;
mas felizmente tica substitu la sua taita por
seu genroe sobrnho .Manuel de Azevedo Pon-
tes,que continuara a preslar-se aos freguezes
da casa como ..antes. Vultaremos a respei-
to desle mesmo assumpto, apreseuUndo os
actos caridoses, que o mesmo fallecido dei-
xou em testamento. Itecifc 2 de julno de
1857.
M. V. A.
Na ra da Cruz n. 33, primeiro andar,
apreseniou-se no dia 1 do corrente, um par-
dinho do idade 13 annus po .co mais ou me-
nos, ofTereceudo seus s.tvqos, dizendo quo
era livre, natural de I e.Iras deF'ogo, e que
estlvera em Olinda ao servirjo de um hoinem
chamado Augusto, que o deixara naquelle
dia : se alguem julgar-se com dircilo ao
mesmo, dirija-so a dita casa, nlo respon-
denJo-se por fuga ou mort.
Precisa-se de um homem portuguez,
que entenda de lavouras, para feitor de um
engenho na provincia das Alagoas, equem
se julgar habilitado, poje dirigir-.se a ra
Direita n. 119, a qualquer hora do dia, que
achara com quem tratar.
Hoje 3 de julho, na sala das audien-
cias, e linda a do lilm. Sr. Dr. juiz de or-
phaos, tem de ser arrematada a casa terrea
confronte a capella de N. S. dos Reme los,
porexecuco do Exm. Sr. visconde deLou-
res, contra os herdeiros dos tinados major
Francisco de Assis Campos e sua mulher, he
a ultima orarla.
Moje (3' as 9 horas da manh.la, depois
depois da audiencia do Sr, juiz de paz do 3.'
districlo da lioa-Vista, se ha de arremaiar
os bens movis penhorados a Rita Ma: ta da
Paixao, por execuQSo de Jos Con^alves do
Espirito santo.
Precisa-se arreodar, ou comprar um
sillo perto da praga, e que seja muito bom :
quem liver dilo sitio para vender ou alagar,
dirija-se a ruada Cadeia do Recife n. 16, pri-
meiro andar; assim como precisa-se de um
negro velho, quo possa tratar de um ou dous
cavallos, na mesma casa.
O abaixo assignado e sua irmaa I) An-
na Francisca de Paula Ferreira, e irmaos
Francisco \flbnsn Ferreira e Domingos Af-
fonso Ferreira declaran) que se achara resi-
iindo no engenho Japaranduba, freguezia de
Agua Hreta, e termo de Barreiros R cife 2
de julho de 1857. -Filippe Nery Alfonso Fer-
reira.
A o barato.
Na I la da roa do Oueiinado n. 18 A, es-
quina qevolta para o Rosario, vendem-se
superiores chapeos brancos de castor a 95,
cassa de cor a 160o covado, riscado francez
fino a 200 rs., completo sortimenlo de pali-
ls de alpaca preti e de cor a 4o, casemiras
pretas borda tas muito linas a 6/o corte, e
oulras multas fazendas por precos com-
modos.
Vende-se urna negra de bonita figura e
ur negro de 24 annos tambem de bou figu-
ra, um mulato de 22 annos, muito bom al-
faiate e bom bolieiro : na ra do Livamen-
ton. 4.
Vendem-se 800? em pecas velhas com
mdico prer;o : annuncie ouditija-saa ra
doQuriruaio, loja n. 1, doSr. Caspar
Vende-so urna taberna bem sorlida,
no caminho novo da Soledad-ao pe do arru-
gue : a tratar com Ftancisco Jos Fernandes
Pires : na taberna grande ao lado da igreja
da Soleda le.
\ pesaoa que tem para alugar una
escrava annunciada bor.tetn. qtieira ir a ra
Vel'.a ti. lol, ou annui'.cie sua morada para
se tratar sobte a mestaa escrava, que agra-
dando s pagar bem.
O abaixo assignado comprou ao Sr.
Manoel Ferreira a laberua na ra do \guas
Verdes n. 48, livre e desembarazada, lican-
do n mesmo Sr. Manoel I'crreira da Silva
ohrigado a praca pelo passivo da mesma. F,
para que cliegue no conhecimonto de todos
fago o presento. li.-'Cife 1. de julh > de 1857.
Jos Ferreira Braga.
--- l'crdeu-se no mnibus icberibe, ou
da rna do Cresao a rui do Trapiche, na ma-
nhia de 2 do corrente, urna canela do ouro
cu F.. P. no sinele : quem a levara rna do
Huspicion.1i), tera a graliOcacSodeSaOOO.
o abaixo assignado faz publico, espe-
de commercio, que se
--- Os Srs. Albino Alves Ferreira .le Al-
meida e Auluni) Alves Vi amonte leem car-
tas na ra da Cadeia n. 20.
Precisa-se de um amassador : na ra
larga do Rosario n. 48.
Manoel Nunes da Silva, portuguez, vai
a Portugal. #
/int.
Precisa-se de urna ama torea ou captiva,
que tenha bom leilc : na rna Nova n. 4.
Daaeit-se fallar com o Sr. Miguel de
Cerqueira Lima, na ra do gueimado n. 24.
Aluga-se um sitio com boa rasa de vi-
venda, no largo da Torre : quem o preten-
der, dirija-se a roa do Sol, eaaa n 11.
Ma na ti Arao 11. 56,
venie-se superior mantega ingleza a 720,
8 e 900 rs. a libra, dita franceza a 640, ve-
las de esperraacete a 726 e 880 o masso de 6
velas, gomma para engommar muito fina a
120 a libra, queijos do serlSo '. 480 a libra,
macarro.aletria e talharim a 180 a libra, de
tu lo se dio as amostras aos freguezes.
Vendem-se qoeijos do serlSo a 400 rs.
a libra, sendo inteiro, e a retalhn a 410 : na
ra da Gloria, ultima taberna da esquina
qevolta para S. Concalo n. 95.
Al-jo ;L i da cerra.
Nos quatro cantos da ra do Queimado u.
20, vend'-se o superior panno de algodn da
trra, o melhorque setem descoberto para
escravos, cortes do lila de quadros, moilo
bonitos padres a 23700, lencos de rasa
proprioa para meninos a 120, c oulras mul-
tas fazendas por diminuto preaje.
A o Freguica
QUE ESTA TDHBN BA-
RATlSSili)
Na loja do Preguica, na ra do Queimado,
esquina do becco do Peixc Frito n. 2, conti-
nu'a a vender-s i muitas e diversas fazenda*,
por proQOS baratissimos, entre ellas cam-
braias francezas, padres novos e cores fi-
xas, pelo baralissim > preQO de 480 rs. a va-
ra, ditas de cordita muito finas a 500 rs. ar
vara, cassas francezas muito finas e de pa-
dres os mais modernos que ha no mercado
a 640 a vara, chitas francezas de lindissimos
padres a 280 e 300 rs. o covado, mussuhna
branca a mais fina que he possivel a 440 o
covado, dita do cor a 34o, cortes de casemi-
ra de cor d lindissimos pailni-'s e superior
quaiidade a 6/cada um, corles de bnm d
puro linho do lindos padres a 29400 cada
um. ditos de ditos a 23, ditos de algodfio a
15360, ditos de culim de lindos padres c
muito encorpados a 13600 cada um, lencos
de cambraia para niiioa 120, ditos mais linos
a 220 pecas de bretanha do rolo de 10 varas
a 23 cala urna, chitas escuras de diversos
padres e cor's lixas a 140,16u, 180 e M ra.
o COVado, c a peca a 53, 63, lbOO e 73500 ca-
da urna, coberiores proprios para escravos a
700 rs. cada um, gravatas de seda dr liados
padres a 13. dilas prelas de selim a 1280,
ditas de cortes em outro goslo a 700 rs cada
urna, luvas de seJa de tolas as qualifladns
para hornens e senhoras, lencos de seda de
bons gestos, gangas mescla.las de lindos pa-
dres a 600 rs o eovado, cortes de caslor.s
de bonitos padres a 13 cada um. cambraia*
lisas finas a 4-3500, com 10 varas, dita.- ditas
muito finas a 6f, o nutras mullas faznudas
quo se deixan de mencionar, e se venderao
por baratissimos precos ; e se dar3o amos-
tras com penhor.
Pede-se a sociedade dramtica do
theatro, quo leve sceaa no domingo a re-
pelico do vaudeville, Por causa de um al-
garismo, pos alem de muito ter agradado
a lo los aquelles que o tem visto.ainaa ex s-
tem muitas pessoas com grande desejo de
ve lo ; e como sabemos quo os senhores so
procurara meio de agradar ao publico, por
sso he que lhe lazemos o presente ped lo,
certos de que muito ganbara cora isto.Al-
guna que anda querem ver o algarismo.
O abaixo assignado vtfl ao Ceara. dei-
xando nesta praca por seus procurador! os
Srs. Joao Jos de Carvalho Morara Jnior e
(Laminha & Filhos, e leva em sua eompanhia
seu escravo de nome Raymundo, de idade
26 annos Francisco T. de Souza Neves.
1 Botica
l--i^^ ... i
Botica
EM t'EKLVAMBI ILO .'-,
'.:
V
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O
S
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i
acha justo cora o Sr. Thom de Souxa a
compra de sua tanda do ferreiro, sita na ra
DO DK.
w SABINO OLKt.AKIOL. PINHO.
*^f Btia de Santo-Amaro (Mun-
W do-Novo) n. '- :
>S Nesle estanclccimenti) cxislcm es medica- Vp
^j) memos maia adequadoa ao clima* do nnr- Cm
f le, preparados com a maior vigilancia pelo .,
VJS* Kailem medcamenlos prapaiadoa no Rio g|
oi "1e Janeiro, que se vcn.lein p..r pre^ot lu- *,
3 ,os ",;ls "So ,e earanle sua eflir.ria. ''
i? A eipeneiicia tem damonstrado que o t'-.
_ j meilicamenloa aqui preparado* produiem
- ni'llior elT-ilo, ca na-provincia do norte,
jg do que os.que os que vem de lora.
_'. "s presos >^o lii.-.a, sendo mais caros, por
serem melborca, oa preparados em Pernam-
buru..
TIIESOLRO 1IOMEOPAT1IICO
OU
V'Uic-Mecun
DO
HtfK vATIIA
PF.I.O DR.
; SABINO OLKCAKIO L. PIMO.
j Esla preciosa obra rnntini'ia a vei.ler-
'5.1 na U0,'CH renlral, a 103000 ain brochara e
9 II311OO encadernad*.
C. .-TAIlll ft C*
respeilosamente annunciam, que no seu ex.
tenso cslabclecimenlo, em Santo Amaro,
cuutinu'a a fabricar com a maior perfeit;3o
e promplidao, toda quaiidade de marhinis-
i:r> para o uso de agricultura, navegaban a
manufactura, e que paia maior commo.lo de
seus numerosos fregueiea n do publiro em
geral, lem aberlo em um dos grandes arn.a-
zens do Sr, Mosquita, na ra do Urum, atnz
do arsenal do marinhn, um
deposito de machinas,
construidas no dilo seu cslabclecimeiitn.
A1I1 acharao os compradores um cmplelo
sortimenlo de mocadas de canoa, com lodos
os melhoraineirlos alguna dellcs novos o
orginaes a que a experiencia de muitos an-
uos lem mostrado a neeessi la.lc. Machina-,
de vapor de haisa e alta preasfio, tachas do
lodo lamanho, tanto batidas como fundidas,
carros de mao e dilos para couduzr formas
de assuear, machinas para moer mandioca,
prensas para dito, tornos de ferro b. lidn
para familia, arados de ler o da maisapprn-
vada ConStrueeSo, fundos i-ara alsini.-.i ,
crivo^ e portas para foin.iilias, c urna mii..-
dadede obras de ferro, que ser cnfad-mlm
enumerar. No mesmo deposito existe urna
do Urum, .'om lulo quanto existir dentro pesaoa intelligente e habilitada para recebar
parte de seu carregamenlo promplo, o bri-
gue nacional Mara Preciosa, capilao Fran-
cisco Alves Mcira ; para carga c passageiros,
escravos a frete, pata os quaes tem excel-
lentes commodos : trata-se como seu co
signatario Francisco de Paula Figueira de
seus credores, sendo
qnalquer n< gocio quu
sem que primeiro tenba
de nenhum cffeito
por ventura lacam
annunciaio por
da mesma. flcan.io a cargo do ven ledor o
pagamento de todas as dividas que a referi-
da tenia se echar deven lo, e para que no
ft'luro alguem uao venha allegando igno-
rancia, se luz o prsenlo, que ser publicado
por tres vezes, c depois licara o negocio con-
cluido, e o annuncianle seai respons-.bili la-
ije-cnhos, e inslrucces que
Decidas.
lhe forem for-
el- esta foi ha que ja eslao desembaraQados com ^B alguma para cora os c odores do n.esmo
Q-1 os ditos seus credores, exceptan lo ueste i Sr. Thom.Scrapbim 'oares da Silva.
Saboia, em seu escriptorio ra do Apollo
n. 5.
.salte para o Aracaly o Iliate Duvidoso
no dia 5 .lo corrente ; anda recobo carga e
passageiros : trata-so na ra da
Dos n. 2.
a o
AVISO
ferreiros.
annuncio os dous escravos de nomo Mara I Antonio Joaquim Ferreira declara ao
da ConceicSo e Jos Antonio, que foram ti- resneitavel publico, quo por haver outro de
radus por este juizo para pagamento das cus- igual nome, de hoje e n diante se assignara
tas do inventario e tacha le beranca. Igua-i por'Anlotno Joaquim Ferreira Porto.
rassu' 23 de junho de 1857.Francisco The- Ouem quizer alugar um raolcque para
Madre del odoro da Macedo, Secundma Francisca de jandar'com meninos, dirija-se a ra estrella
I Macedo, i do Ilosario n. 33.
F. POIRIEB.Aterro da Boa-Vnta n. .").">
r.ii1 para vender, a vootade do i-oiur-
Di'ador:
CAEVAD DE PEDRA
de primeira (jualidade, por preco com-
modo.
.-.
MUTILADO



.
ILEGIVEL



uirtuiu un rcrUIAlMOLU SL.XIA fClMA O JJt, JllLIIO Oh 1857

. COISLfRlO H)I20PHIC0
nm3?tf.t.8elch"nt,cl"Preosm'credUlome.iiciiiiicnios, tanto em tinto*}, como
em glbulos, e preparados eom o maior escrpulo e por precos bastante commodos
i'BEgoS FIXOS.
Botica de tubos grandes. .
Dita de 24
Dita de 36 b B
Dita de 48
Hita de 60 b b .
Tubos avulsos a......
Frascos de linturraaemeia onca.
Manual de medicina homeopathica do I)r. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina .
Medicina domestica do Dr. llenry .
Tratamento do cholera morbus .
Bepertorio do Di. Mello Moraes .
10/000
155000
209000
259000
300000
19000
29000
209000
lOooo
2/000
6 PEORAS PRECIOSAS.
Aderemos de brilhantes, ^
diamantes e pe.olas, pal- 5
|j seir.is, .mueles, brincos *
;$ B rozetas, boloes e aunen '&
de difirenos gofios e de ;
9 diversas pedras de valor. &
~
Compram, vendem ou *'
S Irucam prata, ooro, bri- S]
W Ihantes.diamaoles e pero- u
B las e oulras qaaesquer .'-';
jeiasde valor, a dinheiro ^
H ou por obras. i&
de Lisboa,
f>rev9o
IOHEIKA & liRE.
WJA DR OURlvE
Ra do Cabuga' n. 7.
jitecebenj. por to-
dos osvap; rsda Eu-
ropa asobmsdomais
moderno oslo, tan-
to de Franca como
as quaes vendem por
como costuniam.
*SSS*ti636a63B* 9838X 38 :
OCROEJ>R.VTA. |
>, Adereros completos de *:
ooro> meios dos, ini sei- i
* ras, alfiuetes, brincos e g
V rpietas, conloes, traneel- J-
gj lins, medalhas, correnles *
**j e enfeiles para relnsi.i, e &
B oniros mallos objeclos de $
; oaro.
0 Aparelbos completo; de **'
* prata para cha, bandejas, g
salvas, raslicae*. colheres %,
% de sopa e de cha, e mu- '>.
->'
-.'
^ los oatros objeclos de
5 prata.
6b3baeSBa88SBB8aBSS?BaBfle
KQVO ESCR1PTOKIO DE PllOCUff ADORIA
CLIUL.
L'stabelecido na ra da i;adeia do Recife n.
50, primeiro andar, defronte da ra da
Madre do Dos.
Oabaixo assignado faz sriente ao publi-
co, que do dia 1. de julho do corrente em di-
iinle, so achara aberlo na casa cima decla-
rada,um escriptorio de procuradoria geral,
debati da direccao do aununciante, no
qual estar .sempre protupto nos das uteis,
das 9 horas da manhSa, as 3 da tarde, para
< uidar de executar qualquer servico que Ihe
for compativel, e que convenha a sua inter-
vengo, para quem se dignar occupa-lo.
Para ruis facilidade.
Organisar urna lista especial dos caixei-
ros que precisarem ser arrumados, e dos
que quizerem mudar ou mclhorar de arru-
macSo, assim como tambem dos patroes que
precisarem de caixeiros, declarando cada
um as habililaces que ti ver para o que pre-
tonder.
dem dos locadores, e locatarios de casas,
sitios, e terrenos, seja para que uso for.
dem dos vendedores, e compradores das
propriedades cima declaradas, seja para
que uso for.
dem dos vendedores e compradores de
estabelecimentos commerciaes, fabricas, ar-
marocs para estabelecimentos, carros e ca-
vallos do passeio, carros e animaes de carga,
escravos, piano, joias etc.
Guiara aos senhores eslrangeiros ou na-
cionaes, que iguoraremas localidades, uso,
e costumus desta praca, muniedo-se de um
interpretre se preciso for, e ensinando-lhes
as moradas das pessoas a quem procuraren!.
Procurar para toJos, tudo o mais que em
urna procuradoria geral se poder fazer em
sentido licito, para commodo dos concurren-
tes.
A vastido queja tem esta praca em to-
dos os seus ramos, com o visivel crescimcn-
tu das fortunas, c da populaco, v3o exigin-
do recursos mais abreviados para os interes-
ses do cada um.
A cumpensacao que sefizer ao annuncian-
te, sera una razoavel gralilicacHo pecunia-
ria, que se ajustar em relaco a qualidade
de servico, e urna vez feito, sera immedi&tu-
menle InJemnijado de seu importe.
Prometiendo o annuncianlc empregar to-
dos os estoicos para bem servir e agradar aos
concorrentes ; pois que a sua pralica, expe-
riencia e actividade, o ajudarao a bem des-
empeuliar um tal lugar, mediaule a prn-
leccao do publico em geral, e dos seus ami-
gos em particular.
Becifo -26 do junlio do 1857.
Gregorio Antunes de (Hiveira.
Attenco
o
B. G. Yates & Companhia: estabelecidos
no lijo de Janeiro, na ra do Hospicio n. 40,
venib um annuncio publicado em urna das
loTnas dePernambuco pelo Sr. Bartholomeo
K. de Souza, prevenindo ao publico que o
verdadeiro xarope do bosque so elle he
quem vende.prevenirnos ao mesmo publico,
que o nosso xarope he remeltido do Rio de
Jrneiro pelos cima propietarios ao Sr.
Manoei Alves Guerra, o este senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na ra iNuva n. 53, ni-
cos por nos autorisados para venderem o
domo verdadeiro, e mais prevenimos aos
senhores consumidores, que ha perto de 5
aonos os rotlos collados as garrafas sao
assignados por llenry l'rius, como procura-
dores dos cima proprietarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
j^J Joflo aa Silva l'.nmo", medico pela un- cii
i. versdsde de Coimbra, oiudua sua residen- 5fT
' ca da ra do Cabugt para a roa Nova d. ?
5?? 6'J, seuudo andar, sobrado do Sr. Ur. el- fb
. i I", e ilii coiilimia a reerber, das 8 s 10 ^
J^ horas da manh,ta, e das 3 i 5 da larde, as ^??
^i? pessoas que d queiram consultar. i,':
--.y^y.y.y-. *^@e
GUARDA -NACIONAL.
Continua a estar a venda o manual da
guarda nacional, ou colIccSo de todas as
leis, regulamentos, ordens e avisos concer-
nentes a mesma guara, relativos, naos ao
processo de qualificaciio, recurso de revista
etc. etc. etc., senoa economa dos corpos,
loganisacSn por municipios, batalhoes, com-
panhias com mappas, modelos etc. etc.: na
ra de S. Francisco, deposito n. 6, onde en-
contrar ja encadernados.
>-,, :-:.-.:>&:o&oaco
^2 O Dr. Das ternandes, medico, deve ser C%
r procorado do hoje em diante, no primeiro i
W andar do sobrado da ra dos Quarteis, l
iravessa das Crazes, cuja entrada lie quaii
ty em frente da botica do Sr. Pinto. Q
JOHN GATIS,
corretor geral
E GEME DE LEII.O'ES COMMERCIAES,
n. 20, roa do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
. praca do Corpo Sauto
REC1FE.
DEBTISI FRrtCEZ.
,'.' Paulo Gatgnoai dentisl., ra Nova n. 41
ii mesma casa tem agua e pon dcnlrilice.
SEGURO CONTRA FO30.
Ciiinpanliia Alliance.
Esubelecida cm Londres, em marco da 1324.
Capiul cinco milhes de libras esterlinas.
Miumiers Brothers & C, tem a honra de in-
forosiir aos Srs. negocian^, proprietarios de casas,
a qen mais convier que estao plenamente au-
lonatUos pela dita companhia para eilectuar segu-
'ssohr8 l'^'os d tijolo e p*ira, coberios da
UUu e igualmenu sobra os objeclos quecontivereu)
os mellaos edificios quer consista em mobili ou
a faendas de -iualquar qualidade.
O Dr. em medicina Jos wrc o Remira,
,3 devolta de sua viagem ao U, de Janeiro, SJ
ul res"ll"'l ,,a P"C da fcoa-Viati cs., n. g
', primeiro sbra1o ao .irar na ra do
|p Arsteao, onde pode ser procura.1i. a qualquer ">
. I.orh do di. oa da noite. m
K Rfe23dejanho de ls:.7.
-"* : ;-; jf;:-:;;;;;-;yV
* igenv i '[uu\uot
participa ao respeilavel public, e;a Pernam-
imco, que o nico deposito npsia praca, de
seu tnuiio conliccido vinho de champagne,
?!','.c m* d08rs J Praesor & c rua ua
viril/ ii I,
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a ponte grande o a do
Chora-menino, e ni tem preparado urna
casa de saude com todos os commodos para
o tratamento de escravos, cujos senhores
residam fra da praga, ou 'que nao os pos-
sam curar em suas proprias casas : quem
para isto quizer-se ulilisar de seus servicos
mdicos, que ser3o desempenhados com o
maiorzelo, dinja-se ao pateo do Carmo n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena, l'reco2/000 diariosexceptu-
ando conferencias, sanguesusas e opera-
Qes.
Lotera
provincia.
O abaixo assignado \en-
de bilhetes garantidos, pe-
los precos abaixo notados,
sendo da quantia de cera
mil ris para cima, a di-
nheiro vista, em seu es-
criptorio, na rua da Ca-
dea do Uecife n. SO, pri-
meiro sudar.
Bilhetes. 5JJ400
Meios. 2-700
Quartos. 1^350
P. ./. L'yme.
Maria Martiniana .le Campos eOlivcira,
ex-prolessora do collcgio das orphaas, ob-
teve hcenca do Bzm. presidente da provin-
cia, para abrir aula particular para o sexo
lerainino da instruccjSo elementar, que se
da as escolas publicas do primeiro grao, e
na qual se propOe ensinaras materias desig-
nadas na le; e por isso faz publico aos pas
ue familias, e a quem mais convier, que ja
deu principio ao eosino desde o mez de maio
prximo passado, no sobrado no palco do
Carmo n. 9, casa do sua residencia, onde tra-
tar das condicOes relativas a admisso das
alumnas: tambem recebe pensionistas e
meio-nencionistas.
Sg O Ur. Ribeiro, medico, de vol- Q
^ tadesua viafjem a' Europa, con- %
^ linua a residir na mesma casa da #
G& rua da Cruz n. 13, onde pode ser g
W procurado a qualquer hora. ''
Antonio da Silva GuimarSes, avisa a
todas as pessoas que possuem cautelas frac-
cionadas pelo annunciantc, e que estejam
premiadas, que apreseutem para sor pagas
no prazo do 30 dias, contados desta data
lindo o qual prazo, reqaerer desoneraco
na thesouraria. Recife 4 de junho de 1857.
Antonio da Silva GuimarSes.
O Dr. em medicina Ignacio Nery da
Fonseca transferio sua residencia do sobra-
do da rua Direita n. 31, para o pateo do Li-
vramento n. 25.
^@-;53M*
!&
O
zx
-r ormoso.
o
i

O Dr. Joao Honorio Rezerra de Mene- w
zes, medico pela I-'aculdade da Baha, lem 8
lindo sua residencia na cidade do Rio-Kor- !^s
moso, e de novo etl'erece seos serviros a lo- t'"''
das pessoas que o honraren) com sua con-
Tasso Ir mos.
Avisara aos seus froguezes, que as ultimas
larinhas de trigo Richmond chegadas ao mer-
cado, sao vendidas em seus armazens, pelos
seguintes presos :
Galega 25SO00 por barrica.
Ilaxall 24s000 idem.
O Dance 23:000 idem.
Golumbia 2250U0 idem.
Alem destas lem farinhas novas de Tries-
te das marcas SSSI-\ Fontana c primeira
qualidade ; assim como completo sortimen-
to das melhores marcas de Philadelplua, -No-
va orleansc Ualtimore.
Urna amilia (|ue vive em Lisboa,re-
cebe.em sua casa ate 2ou 3 meninos, que
seus pais queiram mandar atildar, dan-
do-ibes cama, mesa, re-upa lavada, medi-
ante a paga de 000 rs. diarios, pagos tres
mezea adiantados : a senliora tambem se
enearrega de educar urna ate duas meni-
nas, ensinando-lbe as primeiras letras,
Historia, Geographia, msica, piano ou
harpa, bordar de toda a qualidade, toda
a sorle de costuras, dando-llie cama,
mesae roupa lavada, mediante a quantia
de I$000 diarios, pagos tres me/.es adian-
tados (entendem-se estas qnantias em
moeiJa forte): o quem convier podera'
dirigir-se a' typograpfaia desle Diario,
podendo licar certoaossenhores quecon-
liarem seus ilhos, q.icacliarao zelo, cari-
n!io c vigilancia para seus (ilhos.
>1 adama /osa Hardy, rua
Novh ii. S4,
tem recebido d^ Franca um grande sorti-
mento de chapeos de seda para senhora, de
todas as cores, chai cozinhos de palha aber-
los, ditos de paiha de arroz, ditos de seda
para meninas de 3 a 7 anuos, cortes de seda
para noiva, luvas, capel las, mantas, meias,
neos peales de tartaruga do ultimo goslo,
enfeiles de cabera para senhora, enchoval
completo para baplisar criancas, e rouitas
oulras fazendas, que se vendem em corita.
I'recisa-se de um feilor para um sitio
pequeo muito perto da praca ; os pret.'ii-
.Iciites diiijam-ae para mais informacOes, no
Trapiche .Novo n. Ib, primeiro andar,'das 10
horas ato as 3.
maj be
bis resi-
m
Q
W Dr. Ribeiro, physician
* consulted at ang bou in
ji} dence, ruada Cruzo. 13
fMMHf-tl9NIHIf
Na liuidirao da Aurora preetsa-se
de serventes forros ou escravos, para
servico debaixo decoberta.
I'recisa-se de caixeii os, na rua da C;\-
deia do Recife n. 50, primeiro andar,
prestando urna banca de 200 cendo o ordenado de 200.S a 6006', que
be para vender bilhetes da lotera da
provincia.
LOTERA
DA
provincia.
Oabaixo assignado participa ao respeita.
yel publico, que vende os seus felizes bilhe-
Ni rua do Aragio, Ioja do sobrado que
lica defronto da botic, da-se dinbeiro a ju-
ros at a quantia de 50/0(10, com penhores
d ouro o prata : quejn precisar, dirija-se
ao lugar indicado, que achara com quem
tratar.
A mesa rrgedora da irmaijdade das
almas, erecta na freguezia de Santo Ant&o,
avisa a todos os senhores irmSoa antigos pa-
ra comparecercm no dia 27 de setctnrfro pr-
ximo futuro, no consistorio da referida ir-
mandade, >ara o lim .ie fazerem par.- da
mesa geral que lem de eieger os novos em-
pregados, e nesta occasiao satigfazerem o
queseacham a dever, sob pena do sercm
eliminados enao serem consideradus rmSos
na forma dos 9.- art. 8.- cap. !. dos nossos
comprornissos, com referencia ao S 4.- art.
. do cap. 2.- do mesmo. Consistorio da
irmandade das almas 14 dejunhode 1857.
O secretario,
Joao Cavalcanti de Albuquerquo.
Quem tiver contas particulares com
C J. Astley, queira apresenta-las ateo
dia y do correte.
Perdeu-se urna sedula de 100a rs. ania-
rella, desdo a rua do Rosario, at a do Jar-
--------------------------........ Jim : quem a achou e quizer restituir, diri-
tes, meios, e quartos, pelos precos abaixo ja-se a loja de ourivesn. lo, casa de urna s
mencionados, sendo da quantia do 100;> reis| porta.
A pessoa que perdeu urna cachorra'dc
qualidade, no dia 30 do mez passado.queira
(fortes de collete
de
para cima, a dinheiro a vista ; na rua da Ca-
dea do Recie n. 45, esquina da Madre de
Dos :
Bilhetes 59400 recebe 5:0009
Meios 2s700 2:5005
Quartos 1;350 1:2509
Por Salustiano de Aquino Kerreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
TACHAS PARA ENGENHO.
Avisa-se aos senhores de engenho e seus
correspondentes, que no deposito da rua da
Moeda (Forte do Matos) junto ao trapiche do
''-unha n. 3 A, ha sempre um completo sor-
timent de tachas de ferro fundido e batilo,
de muita solidez, superior qualidade, e de
todos os lmannos, fabricante Elwin Maw
bem conhecido nesla praga : a tratar no
mesmo, ou na rua do Trapiche n. 4*.
--- Um portuguez de muito boa bonduc-
ta, chegado ha poucos dias da Europa, se
orlerece para caixeiro de algum estabeleci-
menlo, ,principalmente de ioja, por ja ter
pratica della em sua trra, aonde servio por
annos : a tratar na rua do Gollegio n. !), no
secundo andar.
- Precisa-se de urna ama que saiba co-
zinbar e fazer todo o mais servico de casa :
na rua do Caldeireiro, taberna n. 60.
,.; O Dr. A. S. Pereira do Carmo, leudo fij
a cheija.io da vism que fezao R.ode Jane.- S
... ro, continua no exercicio da sua profusa, V
& podendo ser procurado na cesa de sua resi-
ttp delicia, rua Nova n. 5t. %
Q^
Palmeira & Beltiao teem para ven-
der saccascom feijo branco, de alquei-
re medida vclha, e sabe boje da altan-
dega : quem quizer, procure no largo do
Corpo-Santo n. 6.
- No dia 28 do correte um sertaneio
perdeu desde o Forle do Mato al o arma-
zem do Rulino, um ernbrulho contendo duas
dispensas do casamento, uns bilhetes de
peso de urnas saccas de lita, a 45J em dinhei-
ro, sendo 5 sedulas de 53, e urna de -20s : ro-
ga-se pois a pessoa que achou, querendo
restilui-lo, pode dirigir-se a rua do Crespo
n. 16, que alem de se Ihe agradecer, se gra-
tiucar.
lio Aracaly acaba de chegar um sor-
limento de sapalos da melhgr qualidade, pa-
ra homens e meninos, cera do carnauba e
mais gneros; tudo venJe-se por presos
commodos : na na da Cadeia do Recife a.
C0, primeiro andar, e cabeesdas de trancas
GratiDca-se bem
a quem livor adiado, ou der noticia de urna
saiazmha de menina, de cambraia com bicos
na beira recortados, que estando a enxugar
na varanda do sobrado da rua do Rrum n
28, na tarde do dia 29 do corrente, supne-
se ter cabido na rua, e ser apanhada por al-
gum n-.einiio ou preto qu0 Deni dovena s-a-
ber a quem perteocia.
os senhores assignatues do Jornal do
Commercio, moradores em olinda, o cujos
nomes especieamos num annuncio publi-
cado pelo Diario de Pernambuco, em Janeiro
deste anno, avisando-os da remessa ptlo cor-
reio publico, dos exemplares do mesmo jor-
nal, queiram mandar pagar o semestre ven-
cido no lim uojunho prximo passadj, e pa-
ra evitar accumulagoes, lica de ora em dian-
te suspensa a remessa do referido jornal, at
que SS. Ss. delermin^m o coutario.
--- Sexla-feira 3 do corrento mez, finja
audiencia dor. Dr. juizdos orphaos, ira a
praca por renda animal, o sitio grande no
lugar do Salgadinho, com casa de pedra e
cal para familia, casa para escravos, muitos
aivoredos de Iructo, pasto para gado, trra
para plautacao e boa cacimba d'agua de be-
ber, avahado por 3005 rs. animal, a reque-
rtmento da tulora dos consenhores Miguel
terreira de Mello e Jesuina, he a olUma
prara.
Urna senhora portugueza, honesta e
de jjons costutnes, deseja acompanhar al-
guma familia para Portugal ou Rio de Janei-
ro : quem quizer procura-la, dirija-se a ta-
berna do becco do Cmpello n. 4, que ahi so
indicara a sua morada.
Ama.
procurar em Fora de Portas n. 131, que dan-
do os signaos della Ihe sera entregue, ptgan-
do as despezas.
OfTerece-se urna ama para casa do ho-
mein solleiro, para eugommar e cozinhar :
na rua do hospicio, defronte do sobrado
n. 19.
*& "bar bem : na rua do Sfbo'n. 39. 'igl
Lotera
DA
roYwcia.
CORRE SVBRADO 4 DEJULHO.
O abaixo assignulo ainda tem um resto de
seus felizes bilhetes, meios e quartos da
presente lotera, as lojas do costume, os
quaes n5o estao sujeilos ao descont dos oi-
to por cento da lei.
Por Salustiano de Aquino Ferreira.
Jos Fortunato dos Santos Porto,
?recisa-se de urna ama para casa de
pouca familia, paga-se bem : na rua Vell.a
i). 104.
T Faz"se todo negocio com a melhor Io-
ja do Passeio Publico n. 9, com fazenda ou
sem ella.
Precisa-se alugar um moleque peque-
no para andar com um menino : quem tiver
annuncie.
- Desappareceu no dia 30 de junho, do
sitio de Santo Amaro das Salinas, junto a
igreja do mesmo nome, 2 vaccas de cor pre-
ta, com 2 crias, gordas : quera as levar ao
mesmo sitio, ou dellas der noticia, sera ge-
nerosamente recompensado.
Precisa-se de um caixeiro : na padaria
da rua Direita n. 24.
A negocio de interesse.
Deseja-sc fallar com os Srs. Manoei Igna-
cio Peixoto, Francisco Joflo Alves, Jos
Francisco da Silva, ou pessoas que faeam
suas vezes : na rua larga do Rosario n 33.
Jos Joaquim Moreira manda para Lis-
boa seu sobrinho Joaquim Jos Moreira, de
menor idade.
.
o Compra-se urna casa no bairro de San-
p Antonio ou S. Jos, que nao exce.la do
reco de 1:000 e 1:200 g quem a tiver an-
nuncio por e5le Diario.
Compram-se travs de 25 a 35 palmos
de compriincnto, e palmo de grossura : na
vraria drt praga da Independencia n. 6e8
Compra-se effecti va mente na rua das
Flores n. 37, primeiro ndar, apolices a di-
vida publica e provincial, acc,oes das compa-
nhias, e da-se dinheiro a juros, cm grandes
e pequeas quaotias, sobre penhores.
~ Comprn-se um sitio ou casa com bom
quintal, em chaos preprios ou foreiros, e
que nflo dis:e desta praQa mais que urna le-
gua, e nem exceda a 5U0j0O0 : a tratar na
rua Bella i. 29.*
Compra-se urna casa terrea que tenha
commodos : a fallar na rua da Praia n. II,
armazs.'ii de carne secca.
Compra-se um papagaio bom, bonito e
Tallador, nao se olha a preco : na rua do
Queimado n. 35.
Compra-se urna ovelha com cria, e
que d leile : no largo da matriz de Santo
Antonio n. 2.
Compra-se ama ovelha com seu cabrito, a qual
sirva para dar leile : quem liver e quutr vender,
dirija-se ao largo da malrii de Sanio Autonio, casa
de um andar n, 2.
Na rua do Pilar ti. 72, segundo andar,
compra-se um prctinho de idade de 6 a 9
anuos.
Na rua das Larangeiras n. 14 primeiro an-
dar, precisa-se de urna ama que engomme e
cozinhe i-ara urna pessoa.
Aos religiosos
Fazem-sc capas, batioas e saraarras, capas
vialorias do uso da Babia : na rua da Sen-
zala n. 36.
Precisa-sede urna ama forra ou capti-
va, que se encarregue de eusaboar e engom-
mar, para urna casa do pouca amilia :
quemseachar nestas circunstancias, diri-
ja-se a casa n. 38, segundo andar, na rua
larga do Rosario, onde se dir quem precisa.
S. SllElilEL & C, banqueirosene-
gociantes, estabelecidos ha muitos anuos
em Londres, teem a satisfcelo de par-
ticipara seus correspondentes e ao publi-
co, que acabam de fundar casas iiliacs
nos principaes por los e distritos manu-
l'actureiros de Franca, Alemanlia, blgi-
ca c Hollanda, conservando alem disso
suas proprias casas anteriormente estabe-
lecidas uas cidades mais importantes, e
portos mais commerciaes daGr-Bretanna,
e estao em posieao de ofFerecer grandes
vantajens as pessoas quepossam necesitar,
assim em Londres como em outro qual-
quer ponto da Europa, de urna casa para
compra ou venda de artigos, bem como
para os negocios de transaccao de crdito
e banco de qualquer genero'.
As pessoas que nao orem conliecidasdos
annunciaotes deve So acompaobar suas or-
dens cora os fundos necessarios para sua
e\euccao ; ticando entendidas que os an-
nunciantes nao teem.dilliculdade em ach-
antar 7."> 0|0 sobre os gneros recebidos
antes de suu venda.
Os precos corrente* c mais nformacoes
commerciaes, que lotem pedidas, sero
enviadas gratuitamente, salvo o porte do
correio, podendo dirigir-se aos annunci-l
antes.
enyo. U!l u ^ruz "
Osherdeiros do fallecido padre Rento Ma- Receberam pelo nllimo navio do Havre
noel de Souzs Castro previncm em lempo awa "uva PrSSo de afamado e famoso
quo a casa terrea n. 5s na rua de Santa The- i V1 WRfl IW PU A
reza, e a tambem terrean.!). na ruadas 1J"Y ~ "fi-
Cinco Ponas, perlencentes p qu^rta parle da (lc '-"Kene Cliciuot a lieims.
fazenda do finado Vicente Ferrc-ra de Car- TEJ
vaiho, deixada aos ilhos do Manoei Antonio
.Marques, boje pertencente aos herdejros do
dito padre ller.to, por escriptura passada no
cartoiio do labelliSo Guillierme Patricio em
Vendem-se ps de coqueiros, proprios
para se plantar : na rua das Triucheiras
n. 59.
Venle-se na rua Direita n. 19, carne
do sol, pelo diminuto prco de 240 rs. a li-
bra, 280 e 320, linguicas a 320 a libra.
--- Vendem-so saceos de farinha, grandes,
muito boa e preco em conta : no armazem
de Luiz Antonio Aunes Jacome, defronle da
porta da alfandega. ,
Vende-se urna canoa de carroira co-n
pouco uso na rua da Lingoeta n. 10.
Vendem-se duas lindas escravas pti-
mas para se fazer um presente, porque he
custoso encontrar-se peqas tflo perfeitas,
urna tem 10 annos, e a outia 18 ; esta cose,
engomma e cozinha, e s se vende para lora
da provinria ou para o interior da laesma :
na rua Direita n. 66
Vende-se urna bonita escravacrioula,
moija, rom habilidades de engommar, cozi-
nhar e costurar : na rua da Triucheiras
n 29.
Superior farinha da trra
par.: mesa.
Vendem-se saccas desta superior farinha,
assim como arroz pilado de superior quali-
dade : na travessa do arsenal de nuerra, ar-
mazem n. 5.
Vende-se azeite de coco a 3/200 a ca-
ada, suporioes queijos os mais novos do
mercado a 13440, cha hysson do Rio de Ja-
neiro de primeira qualidade a 10600, caixi-
nhas de urna libra : na rua Direita n. 8.
CRVA Wim iNGLEZ
para fogo de cozinha, e vende-se em casa
de Poirier, no aterro da Roa-Visca n. 55.
Vende-se a casa terrea n. 22 da na
das Larangeiras, com 3 quartos. cozinha f-
ra, em chilo proprio, ou pertnuta-se por ou-
tra que tenha mais commodos, sendo na fro-
guezia de Santo Antonio : a fallar co-.n o
donu na mesma casa, que faz todo negocio.
Vende-se um cabriolet de duas rodas,
coberto, .;.n bom estado : que n a preten-
der, dirija-se a roa larga .lo Rosario n. 48.
J. PIEGER & COMPAKH.
d; Cruz II. II.
mas.
Vende-se urna porco de tintas prepara-
.. das, assim como algumss barricas de alvaia-
1814, ce cujas casas ha usu-fructuraria An- de : no armazem de J. I'racger & C, rua da
na Mana icnoa do Carvallio : previne-so que Cruz n. 11.
todo e qualquer negocio que porventora la-1 PRESUNTOS
a anua Ua-1 j, Praeger & C, rua da Cruz n. 11, avisam
moa recibido no-
velludo a 2#000
Vendem-se na rua do (Jueimado n. 21 A,
chitesjescurs largas a 240 o covado.
Vende-se uno/. Carolina a 2^-300 a ar-
roba e 100 rs. a libra : no Paleo do Paraizo,
taberna do finado .Nicolao n. 16.
\ eudem-se
saceos com arroz pilado do lo de S. Fran-
cisco a 1/800 a arroba : no armazem do caes
do Hamos, de Jos Maria Fernandos Thomaz.
Vende-se a verdadeira gtaxa nple-
za n. 97, dos afamados fabricantesba\
& Martin, em barricas de !"> duzias de
potes: emeasa de James Crablree i C,
rua da Cruz n. 42.
SECRETARIAS.
As melhores que at lioje tem apparecido
a esle mercado : vendem-se no escriptorio
do agente Oliveira, rua da Cadeia do ecife
n. G-2, primeiro andac
3ito barato
Vende-se na rua da Cruz n. 62, caixinhas
com superiores massas finas para sopa com
8 libras cada urna ; tambem se retalha em
libras, macan-So, lalbarim, aletria a 240 rs.
a libra, caixinha.? cora ameixas de Lisboa,
latas com bolachinhas inglezas muito linas,
ditas de soda, selames o melhor que tem
viudo ao mercado, presuntos e toucinho in-
glez, lalas de salinao de urna e duas libras,
ervilhas muito frescas, e outros muitos g-
neros do melhor que se pode encontrar, e
muito baratos.
A.

40
res.
No aterro da Boa-Vista taberna n. 42, da
esquina do becco dos Ferreiros, defronte do
sobrado queima lo, vende-se superior man-
teiga ingleza a 640 rs a libra, velas de es-
permacete a 720, e outros muitos gneros
baratsimos, a vista de sua qualidade.
r CAAS de ferro
Excellentes camas de ferro para solteiros :
vendem-se no escriptorio do agente Dlivei-
ra, rua da Cadeia do Kecife n. (2, primeiro
andar.
Pechincha sena
igual
Na loja da estrella, rua do Oueimado n.
vendem-se ricas fazendss de Ma e 15a e se
para vesti lo de senhora. pelos baralissim
precos de 500 o 800 rs. o covado.
n i
i m
m
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
pa ia, assim como potassa da ltussia verda-
deira : na praca do Corpo Santo n. 11
m mm mw m avaha
A INHlllO
Pecas de madapolSo lino, ditas de algo-
diiozniho liso muito encorpido, ditas de di-
to trancado e largo : vende-se na rua do
Crespo, loja da esquina que volta para a rua
ua Cadeia.
Fare lo
Vende-se superior fcrello vindo de Lisboa
ltimamente, em saceos e por barato preco :
na rua do Trapiche, armazem n. 7.
na heidlo, e que os herdeiros estao d.s- sos seus fregnezes, que le
postosala.ersu.-tenlaro seu dircilo. lie- vamenle pelo ultimo nav
Cife 30 de junho Je 1857.
Iluliuo Jos Fernandes de I'igueiredo.
das seis portas
F.M FRENTE DO LIVRAMEiMU.
Cortes de casemira com nlgum mofo a
qualromil rs., lencos de seda proprios para
pescoco de senhorss a de/. Iu.*"ps, lencos do
retroz malisados de cores a dez tu^tor'.s, lu-
vas de sed* presas e do cores a cinco tustes
o par, cambraia lisa a dous mil rs. a peca, e
em varas a palaca, cambraias com flores sol-
tas e muito finas a duas patacas a vara, cas-
sas com fiordes rara cortinados a tres mil
rs. a peca, e a sello a vara. A loja est aber-
ta das 6 horas da manhaa as 9 da noilo.
i\a loja
das seis porlas
Em frente do Livramento
Cassas (untadas a meia pataca o covado,
riscados estreitos a quatro vinlens, riscados
francezes escuros a,mea pataca, cortes de
vestido de cassa com dous e Ires babados a
cinco patacas, saias brancas bordadas a dous
mil rs chales de cassa brancos com flores a
sello, proprios para trazer por casa, eoutras
multas fazendas que vendo por todo o preco
para acabar. De ludo se da amostra, levan-
do penhor que vaina o que se quer ver.
relogios de pa-
tente
inglezes de ouro, de sabonete e de vidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
lcio do Recife, armazem n. 10.
7" rape.
Previne-sc aos amantes da boa pitada, que
ebegou no va, or S. Salvador o rap novo
prmceza do lo de Janeiro, que pelo seu
excediente aroma se confunde com o prmce-
za de Lisboa : na rua do Crespo, loja de
miudezasao pedo arco de Santo Antonio e
praca da Independencia n. 4, aonde se ven-
de a 15000 a libra.
Tachas de ferro.
Na rundiQSo da Aurora em santo Amaro-
e tambem no deposito na rua do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de marir
nha, ha sempre um grande sortimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como cs-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas e fundas ; e em ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
no?s ou carros, livres de despeza. Os preco
s3oo s nais commodos.
Cascos* v.isi'is.
Vendem-se barris do 4.- vasios novo*, che-
gados de Lisboa ua barca Klor deS. Simo :
no armazem de Carvalho & Irmao, na rua do
Brum, ou na rua da Cadeia de Sanio Antonio
n. ;:6, primeiro andar.
J*i tliodo faeilltuo.
Na li-raria da praca da Independencia n.
6e8, -'ende-se o melhodo facilimo-para
aprender ler, novanicnto impresso e aug-
montadn, jior mil res.
(]assas franec-
zhs a 200 s
Vendem-se cassas francezas linas a 200 rs
o cavado : na rua do Queimado u. 7, loia da
estudia.
CHAPEOS i AMBERLIK
Do at miado fabricatn
I inneau de Pars.
Acallara de chegar pelo ultimo paquete,
os supra mencionados chapeos deste ala
mado fabricante, e vende-se na loja '
4 portas, da rua da Cadeia do ltecilo i
48, de Narciso Mana Carnciro.
Vende-se superior linhas de algodao
Asados de ferro.
Na fundigSo de C. Starr & Companhia em
Santo Amaro, acham-se cara ,Z; !
SpSres! Um mdC,l 6 constr^53, multo
Vende-se quejo do sertao
a 480 rs. a libra, manteiga ingleza a 640
quejo do remo a I5500, I06OO e 1^900 fari
nha do reino a 120, gomma a 100 rs., |iiKui-
ca do reino a 400 e 640, vinho do Porte, en
gj.rrafado a 19000, dito do Lisboa a 560 ba-
lda de porco a 520 : as Cinco Pontas a 21
Venda de
pianos.
Vendem-se muitos lindos e excellentes
pianos, chegados ltimamente de llam-
huigo, e com lindos retratos no frontes-
picio : na rua da Cruz n. 55, casa de J.
Keller & C.
Pianos,
Em casadeRabeSchmottau &Companhias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante.
Piano* do afamado fabricante Traumann de
Uamburgo.
Vinho do Porto
superior chamico.
Vende-se nicamente em casa de Barroca
i Castro, na rua da Cadeia do llecife n. 4.
TA1XAS PARA ENGENHO.
3a f undifo de ferro de D. W. Bowmans ua
rua da tlrum, passando o chafariz, contina ha
dar umcompleto sortimeptoda taixas de ferro fun
vtdo e bando de 3 a 8 palmos de bocea, as truati
senara-sea venda, por epreco commodo eom
promptidao: embarcam-s oucarragast-sa mear
ro serodospeza ao comprador.
Selns e releaioa.
SELLINS e RELOGiOS de palele
inlez : a venda no armaztm de
Koslron Kookcr & Companhia, es-
quina do largo do Corpo Santo nu-
mero .48.
Deposito
de rape princeza da fabri-
ca de K. Gasse, no Rio
de 'Janeiro.
Vende-se a preco commodo rap fino,
grosso e meio grosso, da acreditada fabrica
cima, pbegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz n. 49.
Planta da cidade do lie*
cfe
Vende-se a planta da cidade do Recife e
seus arrabaldes, feita pelo Sr. Dr. Jos Ma-
mede Alves Ferreira, por seis mil reis : na
livraria n. 6 e8 da praQa da Independencia.
Mappa das distancias d
provincia.
Na livraria n. 6e 8 da praca da Indepen-
dencia, vende-se o mappa das distancias
das ditferentes villas da cidade entre si, e
relacao capital da mesma. a mil reis.
Algodaosinh-i la Baha
para saceos de assucar vende-se em casa
de N. O. Bieber & Companhia, rua da Cruz
n. 4.
N. O. Bieber
Cruz n. 4, vendem :
Lonas da l'.ussia.
Idem inglezas.
BrinzSo.
Bros da ltussia.
Vinho de Aladeira.
Algodao para saceos de assucar
Vende-s um escravo crioulo de M an-
nos de idade, excellente figura, e opfitno co-
zinharo : na rua do Hospicio n. 15.
Lagedoe podrs
de my
chegaas na tscuna Rain'ia dos-
- Acores
rua da Cedcia do Kecife n. 4.
venden-sq
1 ar> 1 u sertao.
Vende-se suiarior carne do serian, nc|o
barato preco de320 rs libra, e vmbo do
Porto engarrfalo a laooo a garrafa nl cs
quina do real co Forte, na roa das i.ni^
Ponas n. 93. -""-o
Vende-se ima taberna muito bem a
fregi.ez.da, com fundos a vont.de do c?,m
prador : ,,a rua da Cadeia de s. AntoZ
esquina da .r.V)ssa do 0uviuor ,/ n ^
desle est.be eemento, vende po. ter de
retirar para fora lesta capital.
A taberna ca rua dos Martyrios 11 36
a no>o sortirrento de velas de'
se
& companhia, rua da
uelo
gios,
Os melhores relogios de ouro, patente in
gloz, vendem-se por precos tazoaveis, mi
escriptorio do agente Oliveira, rua da Ca-
deia do Recife u. 62, primeiro andar.
Peunas de ema, cera de abeiba e de
carnauba.
Ka ruada Cadeia .10 Recife, loia n. 50, de-
rronle da rua da Madre de Dos, ha para
vender os gneros cima, recentemente che-
gados, por precos razoaveis.
Agencia
da funJiicao Low-JIo r,
rua da Senzala Nova
n. 42.
Neste estabelecimento conlinu'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e coado de lodosos
tamanhos para dito.
Mc.1nb.0s de vento
combombas derepuiopara regarlior aseba
ia decapuu: na tundido de D. W. Bowmao
na roa do Brum ns. 6 8e10.
Emeasa dSaunders Brothers C. praca
do Corpo Santoa. ll.fct para vendar o sa uintt
Ferro inglez.
Pixeda Suecia.
Alcalro de carvo,
Eonas da linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodaolizo para saccaa.
Dito enfranjado igual ao da Baaia
E uui cospleto sortimento de fazendas proprio
para .,si mercado : ludo por preco eommodo.
acba-se
espermacete. que rende pelo diaatiaalojBNn
de 640 rs. a libra.carne do sertao muito u-
P"1"'28,0.. lingicas Umbm do sertao a
320, bolach.nha iigleza a 320, sement de
coentro nova a 2J a garrafa.
a '11 vtnde-sp uia escrava mulata de ida-
vlaV S' cozirna' Uv. engomma, cose e
vende na rua : quem a pretender, dirija-se
He muito ba-
rato.
Veas de espermacete a 120 rs. cada urna,
c emcaixis de librasa l, Ccm lotes d
o canas a 159 ; deve-se preferir urna vela
ue espermacetis de carnauba, visto que a
d.ffer.nCa de 40 rs tendo-se boa luz e lim-
pe/a, he nada, ^o deposito da ru. de S
francisco n 6, for ler grande qnantidade
deste genero, he >|iie vende por este preco
RELOGIOS
Ruada Cadeia do Becife n. 18
Ha um sortimento de RELOGIOS de todas
as quahdades, Unto de OURO como de PRA-
TA, ditosFOLlADOS e DOMADOS, assim
mo para senhora, todos garantidos e
precos commodos.
co-
por
Cobi
re em nioed.
Vende-se constintemenle na praca da In-
dependencia n. 4, a um por cento.
Idolphe llour-
geois.
Vendem-searreios para carros, dilos para
cabiiolet, vacuetas para coberta*. ditas para
guarda-lama.galao, panno, lanternas e vel-
tas : na rua Nova n. 61.
1 a raudas e gradee,
Um lindo e variado sortimento de model-
los para varandas e gradaras, do goslo roo-
dernissimo ni fundicSo da Aurora era 5*u-
^o Amaro,o no deposito da mesma, na rua do
Brum.
45000
360
1S2CO
15280
800
800
800
720
OglOS
vo estabeleqi-
niento.
Vendem-se queijos do reino vindos
no vapor a 13800
Superior vinho do Porto engarrafado 11280
Cerveja ingleza superior (, diizi.)
irascos ilecouserva ingleza
Garrafas de azeite francez
Caixas com 8 libras de eslrelinha
para sopa por
Biscoitinhos de lodas as qualidades.
a Iitira '
Camellos novos, a libra
Amendoas rancezas cobertas, a libra
Espermacete de 6 em libra, a libra
Dito de 8em libra, proprio para car-
ro, a libra
Manteiga ingleza superior, a libra
DiU franceza superior, a libra
K^flff**^ -*;
Dito hysson, a libra Sal
Dito do Rio, a libra SS
Os melhores charutos -lo mercado,
vindos da Bahia, a caixa 3/ te o -.vmio
Valja das seis
portas em frente do Li-
vraniento
voISu^^fi'cXur5 P,M --
-iEquibio ?m mi
NA FUNDigAODZ FERRO DO ENGE-
ZSS*BBB2
conslrucc'10 : laiu.H.r... r "a mais moderna
deuiada. f^^mSSSSSSZ^
nhos de mandioca, *le. ele.
NA AltSMA PUNDICA O.
se execulan lodas as enenmendas rom a
SSw aC00hecda "*V4i p,,TlA
modidade em preco. F'ez
rom a soperin.
eeon>
cobertos e descobertos, pequeos c grandes,
de ouro patente inglez, para bomem e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa Je Southall Mellor & C.% rua
do Torres n. 38.
Charuto.-'- de Hava-
na: vendem-se em casa
lie
'
. Astley & C.
Cemento novo
Na rua da Cadeia de Santo Antonio, arma-
zem de maleriaes, por preco commodo.
Velas de esper-
m a ce te.
Vendem-se caixas com 23 libras de ve-
lar, de (j em libra,a' prero commodo. em
casa de Isaac Cario & C., rua da Cruz
11. !l.
Aviso os sea llores
t-iihoedonos de en-
offi-
io de Uamburgo, brancas, o de cores, em novello, para coslu-
uma porcao de presuntos muito feseos, quo I ra, em cas, de Southall Mellor o: C.a. rua do
se vende por pre?o commodo. 1 Torres n. 38.
cias
Vende-se bolacha americana a 100 rs. a
ibra : no paleo do Terco n. 21.' dito da Pe-
iba n. 10. Tambem se vendem cartas de
raques a 280rs. a carta.
Vende-se
em casa de S. P. lohnston & C., rua da Rn-
zala Nova n. 4'i, o seguinle : arreios para
carro, seliins para houiem e senhora, can-
dieiros e castigaos bronzeados, vaquetas pa-
ra carro, chicotes de carro e de montara.
XAROPE
DO
BOSQUE
lica de Jos da CrUl Santos, ,,, >;! '.T^
garra a, 5*500 mes3^O0. sendo r.la.'iaX
aqaellc q nilofor,wdido nesl. depo'i
quesefaz o presenil aiso.
lo,p.
IMPORTARTE PARA 0 Pul IfO
Para curad. ^iMStuS^SSSS
erraos, quer.noliv,da por constiparoes.toJ
asthma.pleuriz.eca.rof de.aocue, dordeeo^
lados e peilo, palpilacao no corarilo.coquelorhf
bronclnle, dorna BKanta, e lodas asmoU.lia
'I"mi r.] o f pulmonar o.
t >ol;:4e.-,-0
-- Fugio no dia 29 do passado mez a ne-
gra Lucinda, nalunl do Pajeu', levou vesti-
do de chita franceta de quadros miudos e
panno da Costa, prsenla ler 25 annos,
bem preta, alia o jrossa, tem um pequeo
signal dentro do oho direito que parece be-
lide, lalla-lhc alfuns denles : quom a pe-
gar leve a rua doCollegio n. 9, que ser
com generosidaderecompensado.
1-ugio do alaiso assignado no da 26
rte Junho. um seu escravo de nomo Seralim,
cabra, baiso. chao do corpo, tem bastantes
marcas de bexigai no rosto, com trc dedos
de menos em unidos p.-s.levo-i alem da rou-
paque linha.um pr de burzcguins ja usado,
talvez para disfamar c defi-ito qun lem no
pe, o qual foi esenvo do :r. Francisco Ituli-
rio Correa de Cairo, morador no engenho
Aguiar, da freguea se Iguarassu', e consta
que elle fora eno.nlrado em caminho para
esse lugar: da-.-e 50j: a quem o levar a seu
senhor, na rua Imperial n 167.
|~ l*Sfl!lS r- 't*z*e oa
ff) > (lia t2doeoir.nie mu lucio do holrl
i barra n, eser.i, de Anela .le :.1 anno. f,
i MI nle, bailo, prna. tonas e om esto rrt-.. M
ij rulo ao honbra da*M. Aquiu qu o | rea- a
.er e o levar ao .1.a |,b|,| pPosan.eii-
aj le ieronpeiialo.
^^-S
PElOi. TVP. DK I. F. DE FAK14 1857:

'
MUTILADO


.

ILEGIVEL
*


Full Text
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