Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06551


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Full Text



!* XXXIII N. 147
(jlARTAJEIRA I DE JLtDO DE 1117 ^
Por anuo adiaiitado I5$000.
Porte franco para o MlbtcriptOr/
.
- '^
V
\C> -.MX>S. DA s,. HPCA DO NORTE.
- aba, o 9r. Joao Re Kaiil, o Sr. Joiquim
iKiniw Araeaij. u i. A le Leos Braga; Lea-
,a 0 Sr. I i o, o Sr. Joaqun) Mar-
.'driguei; Viauhy o i loaquim Avelino ; Pa-
sr! Jsuti't J. Ramoi Vnui/ooM, o Sr. Jeroojmo da
I
PARTIDA DOSCORREUS.
(HMa : toi<"* "lias, sOrmei. horas .1.. di.,. ,
UiariMu ,(.. ParaUba: .,.,. Manda. fftAi fain.
8. A,... iir,..,r. Bay^: Ca*aaear", aw3m a i;-ri L, .rr-foir.
Flore, ViHar"Oa-Vjjia, Unrkurr K-' ..-...-"-'.
Cabu, lp..j*,S-i!,.--n,, Rio Formoao,
menu-iras e total: inlas-fcirjs.
pTdO. ..- curr,-. v,,r.,., as 10 horas aaaqaar n.fc, llarrrirua. Agua-I'rcta,
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAF.S DA CAPITAL.
Tribuna! do comtnercio : segundas e quintas.
Relaco : tercas feiras e sabbadus.
Fa7enda :quarUs e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : segundas as 10 horas e quintas ao meio dia
Juuode orphos : segundas e quintas as 10 horas.
Primeira vara do civel : seguudas e sextas ao meio dia.
Segunda vara do civel ; uartas e sabbados ao meio dia.
EPUEMERIDES DO HEZ DB JOLITO.
7 La chcia as 3 horas e 3 minutos da tarde
15 Quarto mioguanle ns 4 horas e 80 minutos da manhaa.
Sn ,> nova ,s 7 hor"s e ** minutos da larde.
J Ruarlo cresecnte as 2 horas e 1 minuto da manhaa.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as II horas e 42 minutos da mentida.
Segunda as 12 horas e li minutos da Urde.
1' F&RTE QfTlCHAL
eos
MHlWtel iu<
il rnrubn.
de
26 e
CMM-VSD DAS iH '1AS.
(anral de coatiui das ai
ambacu na cia de do '. la, ;
Joan do 1
RM DO l) v N- 02.
Onene -. liante da- im nomed, sob
- ao-mr do ex-
rli m* ', t .!>.- e- mi da da com os
..anwuU 1- mno de25 de
edesGome de
Inga pai;* o tuga sicodo hospital
itt tesla guarnidlo, e II *pRio l'ereira
im tinada 1"cn c, uwmo hospi-
I. r mfere o Sr. Fiaucis iri Tunna, e-
.a botica, pra o ra es -o io hoapilaj,
<-\ a ooraMfAo leila p peclvo Sr. di-
Olt deiouia Gon-
' i 'o cid I Ha el lt I* Tures Ban-
sea. oraru no-
ead plo -*r. a molanlo e -. adoslo men-
roclfir, os segoin : e npregaJos :
( Paa comprador, o dispenseiro Jo3o avreellioo
i-tteo.
Pat porteirn o guarda dai .anlamentos Belar-
nn. Ferrer i Lima,
Paa ajudaote da roeame. lio.-ana Jos gnacio.
IV fiel (asrpar i t talen Fraoetco Joio
V ir Machado.
Ira connheire, Raimando, ea vo.
Inte eetei erar- toados, -tui imeacGes ^e de-
veiieoaidorr i<^ .nia's, erilfarao no exarciuo de
loa fanc^Otv -- -fii 1* da julho loximo violiuro.
( maami) gcoeral declara, para oh lina convuien-
tas -m hirnni,i rom modelo o. 15, maiiido
es "lr pal1 ordeiu do dia do exareilo sob o i. 11,
ow. M vertimaiit.ia das prora* de pial do uros
nuartiias fixas, a contar do obredilo dial-de
Iha, rao cobrados en, dous prels, um cnnfenlo
--'intentos do l4 a 15, a nono os de lf ai d-
Ajo* cada met. Determina i. a ascriptanciu
|,dl sasuins corpos e eetorMoHi feita em coiut-
mid.ee com os modelas .imi. citada ordena 4
lia. i vera ter principie no I uiho, para o no
osre-jfclivoshia. commandao- lardo a* requisi-
cenlos eomiielcnits Maro.
JiS' ilm Coelho.
30-
OROEM DO 1)1
t enoral eomaa.n la
i p s On eonvenientej, ,
icia, commuuicada cm
'j'P'i m virlude da
-i da guarda nacional !,
ilar amanilla,por Ifiui
.luia ao primeiru da me
defaqaarl-lado Vp
autos os d abertura da lleucia, requisilando-se os
n.esmos do joizo especiaido commercio, para onde
depois serao devolvidos.
Foi presente a cola$aafficil do precos corren-
tei da praca, relativos a mana linda.Mandon-se
archivar.
Nada mais havendo a atar, o Sr. presidente le-
vanto, a sessao.
DAS DA SEMANA.
29 Segunda.* Ps. Pedro c Paulo app. ; Si. Cyro e Cssio Bb.
JO Terca. S. Marcal b. e S. Lucina.
1 i.i-nu. S. Aarao primeiro sacerdote da ordem levitica,
2 Viiiuta. S. Otlton b. Ss. l'rocrsso e Martuiiano Jira.
3 Setta. S. Eulogio m. : Ss. Anatolio. e Eleodoro Mm.
4 Sbado. S. Izabel rainha de Portugal v. f.
6 Duruingo. 5. S. Filomena r.
SbssAo JDICIAKU iO DE JUSIIO DE 1857.
Presidencia do Bk Sr. desembargador
Esliverasn presentes dos os membroj do tri-
bunal.
S-fulgienlof.
embaidor Gilirana pedido dia
para o dos embargos entrarles:
Embrgame, Mauoel .tonin dos Sanios Fon te* :
Embargado., Jo3o Ker & Companhia e oulros.
ficou adiado a pedid*, Sr. depulado Pinto de
Lemus.
O secretario,
'. Aprigio Cuimaraes.
EXTJRIDH.
ludo se prepara nalespanha para a prxima
rauniao la cortes, fi.a para o 1" de maio por um
decreto da rainha. Nad.e altern na composicSo e
organisacao do senado ; mente o que se dea foi .
perda de um numero bante elevado de seas mam-
bros ; du-se que para,ais de sessenta senadores
inorreram depois da rev 5a0 do mez de julho de
, I13' Com reslamr" Jcduiantos e oitenla,
nao ha lugar para a cr^o de novo senadores, i
he proy.vel que o govemao lera recorrido ao ex-
pediente das fornadas (fcoes). a menos que a isto
seja levado pela mais iin-iosa necessidade.
A cmara dos deputadfoirenuvada.e a. eleicr.es
estao terminadas; ja boj? conhecem os saus re-
sultados, e jo se pode fa,ma ila do espirito que
animara a assembloa. O c,reo he coroposto qua.i
exclusivameiHB de depula moderados. i,lu he, de
depulado realistas, conslMona. a conservadores;
os partidos revolucionarle o partido absolutista
erao ah apenas algons rejaeolantt. sem impor-
' Eolre os reprmante. do partido pro-
uasi que nao seide citar senao o gene-
503.
mas
nao tomada pe
' ciu abaixo Irans-
H'do batalhao de in-
nicipio do Rscife,
o um mez em subs-
arma, que se cousi-
ila revista de mostra.
termina que na manlia do dia 1 de julho m-
>, e paste revi*..' do n.oalra os corpos do exer-
qoi existatiles.a da '.aida nacional em aquar-
niento.e companhia nas, pela ordem segoin-
s t> horas i campanil! do artfices : a 6 Ii2 ao
mu I.aiilhae da guau nacional ; a 7, ao 8 de
^iWarta lu esercila as : >i4. ao 10 ; a a 8 Ii4.
SfP'<-s da meaiiM anr. ; as 9, a companhia fixa
do raJlar.a ; a QnaLnenK ls 9 1(2 ao i. batalhaa
3e rlimari ; pj. .
BaiaMailOtC! l nrpo* enviaraoao quur-
neralunia no lo, -enlencindos a Iraballios
>ia ahina d< ..-.,ida deserc-lo, qua sendo
sJiil morii i .! 'a primeira vara deMa
iaw, ania ns^ goziram d.. ndull de 2:1 de maio
'' ''.' >'-kurezada senlenca, da
' < proferid en ulluua instancia, e
li-tiien ii.ijuii,,
< l'.U).
!'< iv-rnocfa Pernambuco
'_ IK|7.-l:m. Exm. Sr.-An-
eu oflicio n. 42-'
. trpr
eir
lo que
da"Z
jnrda
ii da mi. '
iia par
-v- i e.tar tome
i o commaiidau-
itfl mjan^i*u**aT^,e
al deatiuadot d'ora
de primeira linha
por lempo de um
ta a ser feilo por
ira seu conheei-
teiiii,
Exm. Sr. lenen-
ge-r.raicomrpj, .Joaquim Pires
c'.ido pprtelt.
I."'-
I '
JaU I. juim Coelho.
BABA1)
rdemdotian mv da da honlcm, in-
' .' .-, -i 5>, qoaodo diz
o c.ntieoimentu -- iu -a chigou ao
lo.
rKIBTJNaat. aOO COBO* BBGIO.
'' '>' I0.VUODB1857
n liar y ador
'
aMell
1 RagOi !!->:
Silva, o Sr. [r-
!' i.
DB8PAGU1
requer.m-nlo de J
Ilino ieronimo de Aleve lo
icial.Ha '\- .i
al.
o de Anioniaita Aj- eir, e a viuva
-loi Filho&Wbtrrn, dopek.Sr.de-
aaW*""r '"' Jre-.i'ii. ,. ro de ku hiele
A iigie,tUd.. enlo e ..sio,,,.
mF> at '!" "' be mmercial, seja
J Jd.c r""er A (loi tambera Infor-
T**1"'0 reuidrar .e (o social.-Eli-
ffane.uu.la part.-.,, irl. I r ser contraria
sic.lo do un. 292 do cotlii rolle.
conclusos u tul,, iliuco d fal-
I? "/,' u" Can.eiro Mon-
'"'^'l'o i i>.-Jonta-eos
t uicia real.
^re-sisia, q,.... ,.,.. ,UB
ral Pnm, conde de Reuts, .BrolleM.Santa-Cruz,
faz publico, |me.miro ministros ass..Kuro. da, li,nCas e
lomada pela S?,"' '0r"haPhre?,.enctl' "''! Eaparlero.
Has nem o marechal E.paro, nem U. Olozaga.
m M. Madoz poder.m or a ,a,.,r. n09 C0|Te.
osera que se apresenlara nao obstante os poda-
rs asforcos de sem amig* a .Ititudimparcial,
e.pnr asaim dizer, m inlere do goverm
.) marechal Espartero er,enador. Pa'ucos dia>
oes das eleicue, elle derlio-se de.laienidade
P-N p6r-e dispongo doeitores de Sragasil
uaeombinaelo nao houve L, i,, elle 'oi repe
dopor una maioria nol.l, bem quehouvess.
idoo c^do de publicar e Drt|jJC t)m
fusil, um manifest ju.l.fica Hd7.,.a emducU.
Para o qual linha-se serv.do.omo se di, di man.
habil e apaixooad. de M. lricio-Esco^s l !
Uge run.slro do olarior. A drola do mareo! Et-
Se,cr;ne.9,af,lla!e ''Saraisa, qa. II,. .
elonHil qUe 5e JU|8V:> mpre doumad.
peto pando progressista, sorpnheu a lodo imndu
WSfES t0\'ra-A.,iniao """"" "'-
.., a a ,,ePal'"<">ra n parlidopra-
nLmi Seu' "<"<<<> f-m por loda parbre-
wM.'" q.U l,eiP"" "coh.Pcer.Ao
dos depua.los, er-W-hil lenlo a crer que o nr-
"d DrK......a desappareceu 4 P
SEU!!*! qQe esUbe'e"" nfl 1-e pracia-
inenl de fc do governo : oainislerio u< .o apv-
r.B',M^^n
so lu s ,T : V r""l,'J""^;"Sress,i.as ab.
sa u orida i ."""' P"" l-la "e lod.
se i, cnlm U"""a re8ula,< mini.t-rio niol
co viles *wori.,",,! w",,l|,"""!"
' e oas provinc ; os candidatos
o-se prsenles
nos e soppleole
irio a seseao ; e
provada.
'es Malveira e
edindo registrar
r. desembarga-
de aml-i. ..___. "" F-""=S ; os candida OS
KSt^alltSS d P'inoio. eseu, com-
SiSZSfft "tsf" ,nova
mente, eo feliz ,ucc,..o o *nT.8r':r'i,le,a-
toda. noa,as iquje,,l" Wa-\* n!, d"*,p3
parlulo. progr*s, Te o., ,- ^'.ul,mo' qae
ras, estes partidos nao sub?! exchdos da* c,m-
ceisaxjo em urna asserabla deliberante. Urna sem
lhanlaopPosi;ao contera e sustenta a maioria, a laz-
Ihe en- a necessidade do espirito de uniao e de
disciplinVqne faz com que cada om de teoa m*m-
bros acaba por subordinar suas pequeas paixoes
pessoaes ao interesses geraes de seu partido. Na
ausencia de una opposicao naloral e franca, he para
temer que se\ja levado lentac.io de formar oolra
qnalquer de un. carcter equivoco, difficil de apa-
nbar e de compaier, que seduza o paiz por illosoriss
app.1renci.1s e posta causar serios embaracos ao eo-
verno. Ah esla o .,erigo ; o marechal Narvaez de-
vera exercer toda habilidade em previni-lo,
e o for mistar, toda n energa m combale-lo.
O partido moderado) vai encher a cmara; nao
tendo adversarios cora que deva lolar, nao sendo
contestados os grandes principios conservadores, elle
nao conseguir evitar, k nislo nao puzer lodo o
cuidado, as discordias inlesiu,, que infallivelmente
dissolvem os partidos mats pvlerosos, porque engen-
drara disputas pesaoaes e an.i,osldades maltas vezes
iireconcihaveis. \
He forca qae a maioria fiqu**em convencida de
que com islo be que conlam os partidos hostil mo-
uarchia conslilucional da rainha fcabel ; a recorda-
do do passado os anima, e elle- ea-eram sera muila
impaciencia ai comequencias da orle prova^ao qoe,
em sua opiniao, deve ser mortal aosmoderados. Ja
os primeiro* ornaos destes partido* Osmembram e
dividem a cmara ; elle* dividem-na m orna mul-
hdao de pequeas ecjOes, das quaes avsignalam os
interesses e as vistas opposta. He facitverquei
Irabalha por semear a desconlianC" a ak upeil-
enlro as diversa* fraccOes do p*rlido moderado, por
excitar sea espirito de rival.dade, por iirila-lai, .,
amlim, timas coulra as oulras para quebrar oljco da.,a Ru
maioria que ellas rouelitarm. t '
*"> 185I, quando o marechal Narvaez, exl.-iosto
de fadigai, tomou orepouso que -na saude exiga
a rainha confiou a M. Bravo Murillo a presidea;ia
do conselho com o ministerio das finanzas.
Esle minislerio durun dous annos, e relrou--
depois de ter prestado a Uespanha assignalados ser-
vaos. Ao minislerio Dravo Murillo soccederam
tima lobre oulra tres oulras dmiuistracet todas
formadas de elementos dn grande partido moderado.
Mor parte desles ministros pertence'.i nova cma-
ra, eem torno delles gropam-se naturalmente no
amigospessoae, e os que tem parlilhado sua boa e
su m fortuna. O grupo dos amigos de M. Bravo
Murillo cotila nm meio ceulo de rnambrus, e os
dous grupos que e ligam ni.i- parlicolaiminte a
M. Llrenla e ao conde de San-Luiz conlam cada
uos nula memoro'.
Se os pulidos revolucionarios chegassem a des-
prender da maioria lai tres fraejoes do partido
moderado, iulrodniiriam na cmara urna diviao
deploravel, a o minislerio se adiara em face d'oma
opposicao qae, sea mo grade., servira o odio que
s raccoei anarchista. lera voulado a' monarchia.
He este evidentemente o lira que proseguirn) sem
cessar os republicano e os progressislas : esperara
que elle- nao o couseguirflo levar ao cabo.
Ate o presente reinam as mais cordiaes relares
entre o minislerio eos membros influentes do lena-
do edacamaia dos depulados que nao fazem parle
da adminislracan se dilTerem do mimilerio em um
pequcuo numero de quesloe* secundarias, estao de
<-r',rdocom elle sobre os punios foodamenlae.
Ellei bem sabem onde atlao seus ver.ladeiros ini-
misos, osimmigoi da rainha, da ordem e ela lber
dad ; elles sabem tamben, o que falta *ts inslitui-
Coes constitncionaes da Hespahha. para que possam
resistir as intrigas e.s violencia* dos partido* re-
volucionarios ; elle* reconlier.em a necessidade de
introdozr as (.naneas a ordem e a clareza qoe lites
laltam. de fundar o creditu publico, de chamar pa-
ra a Uespanha'os capilaes ostrangeiro*, de desen-
volver em grande escala o commercio e a industria,
ue crear urna marinha poderosa, de Oomplelar u
lyaletni das viaat rpida* de coinuiuiiieacRo, de
multiplicar as derrotas e i>* canaei.
l.'ma voz, pois, que nao ha desaceordo em lodas
IH grandes qoesles. he permillido crer que a
uniao subsistir no partido-modera.'.,., nao obstan!
a gumas divergencias sempre inevilaveis quando *e
chtga aos meios de execucAo. Eslas qoeslei sao
numerosas e variadas; lodos os n.ime* disl indos
ua mais cora-J 'lu 'cm parle de ama on de oulra cmara ah po-
4erao applicar suas ideas e sua experiencia, porque
esta he urna das vanlagen da f rma de overnu ado-
o ada pe Hespauha, qoe ludo quanlo se fizer de
un e de verdaderamente grande sera' o producto
a um irabalbo commam, e nao obra de um o ; o
nenio e a loria desse resulta lo irradiara' sobre
talo o mondo.
e.m;arregad)s da scbscrica no si l
Alagoas. o Sr. Claudino Falrao Dias : Baha, o Sr. D. Duan
Sio de Janeiro, o Ss". Joao Pcreira Maruns.
EM PERNAMBI'CP. "
O propietario do DIARIO Manorl Figuciroa de Farit na sua
linaria, praca da Independencia n. 6 e 8.
N.lo oslaole oimconvenient.s que acabamos de
isjgnatar. a eompostcao da nova cmara hespanhola
oa ao governo serias garantas de forc e de dura-
jVsft* u,aa"^oi da "ej?iou devem felicitarle por
I*> cumeco da sessjo, o ministerio pode contar
cm maioria immensa, a elle incumba maule la.
*a islo er-lhe-lia misler moila prudencia e
moda-acao ; o marechal Narvaez bem o sabe ; elle
MM Brabera que qaando se esla' de accordo salir,
o iira.De bom fazer obre -) meios ludas as conces-
ocsq,e niocompromellam o resollado definitivo.
Uoetues muito graves serao submettida s corles
na esso que vai abnr-.e. o minislerio Propo.-ie
comeca: pelas que lem inleressado a opiniao, e qae
nteressm igoalmeiile lodas a* fracces do parl.do
moueraoi. Quando ellas quesl.tes forem reolvida
ja se lera feio muito palo fuluro da Uespanha. En-
tro eitas quesloe, al
elusivamente poltico,
c,^^o^^-e^,^o^k^WBE LB-Mus-ss-r",e-?^'.^-p'
estas queslOe, alguma ha cujo carcter'he ex-
ORElDiS) HAS.
cmara d depulados 11.K1 he t" P Uma
-l.ide he enrraquecida aand? 1 ,Ua ,U'r:-
vau o chef-s de imi? nella Pro-' em
oppo,iCaohl;L numets T^C^ l
Pr.r a maiona algara temor, ***** Pa" """
". MID |
:
iiiWljj
.r.,,.;-..
*"{" tdepoisdomeo
aalilai '"'"'"" iMdesapp.reci-
""* beber, e o frada
|
... er,p.ii..vi! e ,t
jRcoui!!,.. ,i.i-nie,i -
i q i I 1..I mi i ..
I
arar c lu. !*:. -. i _.. .
f'-da .i un.ib e.
e ade- quinte m ,- .
miste.- '..,; ,-l ., ;
|B niuheiru .. i,u._u (1)
'.i'.stnlir en i .1
fogo-io ,en
H*n-ule
)
que intercede>se
arada, e Ihe dis-
atnie mil fran-
i imagin(io de
tenar um ami^o
dvar-me, disse-
-ein confio em li
' do Nao pe-
ra resgalar-me :
o qual nao em-
s americanu.e
'- Faze o que le
rovo lodoanle-
Sinto qne mi-
e um elemento ne-
manha, e a suecumbir aaui a alo^_T T
lo no termo de muha vi m *pe TTV
crea, charo e excellenla nal'.. w Irabalho.
cria do raorrer loge de' ^X^""!' P'
derradeiro pensamello v.ar!a p'rft *"* """
Hadgi Stavros sobrveio nOIB ,'
enxugava uma lagrima, a creTo ,TS q? V
fraqoez. fez-me decahir'cm s"a Ja g"a' de
Eia, rapaz, disse-me elle- -.t ,
nao he tempo de chorar sobre* -J?? ^,nda
rece mM aoseu enl.rro A lSSL-ll" '""
crever uma cari, de oi.o arin,,8fer5bl ''e ""
hir ama lagrima no t,ieirP B ""'rSM'U **'
nhi.: ella precisa de dis.racca,. II "T"
fosse hornera de rainha tempe a V l'* Se",,r
a.!..dadeeem,eu,rrVnaJarmfr
" resgale tI, sido pago
. ellas poriencr.ii a propra
cons.Uu.ca, da Uespanha ; oulra. sao ao mesmo
lempo poluca. e dminilralivas, ou polticas e fi-
nance,ras. Algama ha tambera que o ministerio
resuiveu piovisoriaroente sabio a appeovacao das
cortes, u programma da esao he por lauto mui-
to extenso Promettem-se-nos ap.tnlamenlos sobre
os elementos de que elle se compoe
memo, nos parmilt.r-o indicar de anle-mao a i
cha qoe o miaiiicrio
-om alguma cirlez.
esles nponla-
le-m V; a mar-
so propoe seguir e aprecia-la
S. de Sacy.
to lempo prisioneiro.
anle. de dous das, e bem se i nuem Si 'r'"" V"'1."
capital. Xoh. cauda? Q **-**
Nao.
Eniao, nao
apoienio, a
"3" de fazer for'lona!
me
1.o.rrsneanao5me,,a0'aUb~a-'a-
pozer na eder de seus
* me i infelfi '.-i
inM
utru
I .. TI
>', qi

fr. que fiajav. .i.., -n,
c
eiufetores, sera' um ingrato !
"imida, ellas raesma. trabalhavan era
"'deseulrauedeinonlaria. (isall.idore,
ver a cidade a, "L, e A,lien- "> dolroio
' p?,a la' ..LP '" d.e S' Ua0 P-lerlranspou,,.
'p.-nies como liftiiam pas*
su resposla provo.i-me
vonlade ,1, minba u,u,ersaSao Foi
qoe pode.semosd.scer sem despedacar-nos. Oque
loriiava a fugH, perigosa dess. lado era a cscala,
(i r achaque .aba da nossa cmara formava na en-
cos da moula.ha urna esleir horrivelmenle es-
corregadic. Alan dislo, era dilllcil^cooservar-se
tranquillo a desear em equilii.ru, recebendo lana
agoa sobra a cabeca.
r.a""-?"ih"ia.',enl""D meio de desviar a lor-
i... Examinando mais attentamenle o
a.o...,?.?". e,,a,an'8 a'"-d^'cccnheci que as
ua ah linhain es.ado anle. de ik'm. Nossa cama-
canto do lapete que ore.cia debaixo de nossos ps,
e descubr um sedim.nlo deposlo pela agua da funle
w m?.,0U.Prq,!.e m ,er"n|olos ,ao frequenles nes-
a* monlan.ias. houvtssem rompido o dique nesse
n. ['. 1UB 'na Veii"1" chedo maismolle
que as oulras livcssed.do passaem a crrenia, toda
.? i h. ""1" UT-a"-se U'" de 8eu 'e'lo. Um
canal de dez pes do coraprimenlo e tres de largura a
conduza ale a encosla da monlanha. Pa,a lechar
esse lauque aberlo de.de muitos anuos, e encerrar a
agua en, seu primeiro reservalorio au erara preci-
as doa. horas de Irabalho. Urna |a de mais bas-
tara para dar a briza da noile o lempo de enxugar
n/.^'i H<"-s.f,0,'a ,U,a a"im P"P ".a
necess.lado de mais de vinle e cinco minlos. Che-
eando ao pe da m.-nlanha tinh.mo. Alhenas dian-
te de us, as estrellas nos servan) de guias ; os ca-
miohM erara delestaveis, poic.n ua'o comamos o
r seo de encoolrar nenhum salteador. Quando o
Kai viesse de manhaa fazer-nos sua
ber como linhamos pasaado a
libamos passado a correr
UOS NEGOCIOS ESTRANEIROS DA DINA-
MARCA.
Copenhague.
ii Senhor.Desde qae o tratado de paz de Paris
poz fim as apprehenses geraes que a incerteza da
siluacao durante a guerra do Occidente contra o
Oriente linha feilo nascer entre todas a* potencias
europeas, a Dinamarca que tiesta poca linha feliz-
mente dentado de allrahir a :itlenr3o, toruou-se de
novo o objecto da discussao poltica.
a Vemo-nos de um lado empenhadus com os ga-
binetes de Vienna e de Berlim em uma controver-
sia de que o principio da integridade da monarchia
dinamarqueza he o objoclo essencial, e por oulro
lado vemoa esta mesma inlegridade igualmente
imeac.ada pelos efieitos ,io cujo poni de parlida esta' menos na Allemauha, a
no etraneero em geral do que nos pajzes do nor-
te. Compreheude-se fcilmente como tendo a guer-
ra dissolvido, ou ao menos pondo temporariamen-
te em qoeaiao lodas ss antigs alliancas interna-
conaes, pode surgir orna mullidao de ideas sobre
o fuluro da Europa, e durante esla guerra, qa po-
derla vir a tomar a* maiures proporces, propagar-
so em om circulo mai* ou menos exlenso. Titilo
mais o fado isolado de urna grande Iota interna-
cional era de nallireza a farer nacer ideas desle ge-
nero, mi a imprimir um novo impulso a. que ja
exisliam, quano estas ideas deviam lomar raizes e
ganhar em consistencia qoando enconlravam os es-
piraos ja diposlos em sen favor e promptos para
dar-Ibes uma forma deleririuaila.
Considerando a policio dillicil em qoe a Dina-
marca durante a guerra, se aciava collocada enlra
ssia e as potencias occidentaes, nao deviaraos
sorprenderino-nos de ver a idea scandin.va, esla
idea tan potica, bem que a historia nunca lenha
podido attribuir-lhe um carcter mais preciso, que
tantas vezes se evocara, bem que a impossibilitlade
de Malta-la. materialmente devesse faze-la deiap-
parecer para sempre, ver esla idea, dizeraos, che-
gar de novo a apoderar-se dos eipiritos em um
cerlo grao.
a Esta idea, he verdade que se lie perigosa para
ordem de cousas eslabelecidas, n3o o he menos
pea sua forca inherente, nem pelo preligio que
a rea e que naturalmente lUonjeia as nares scan-
dmayai. por niaior qoe possa ser a inlluiucia des-
la ida para com certas parles da populacao, he
mais que davidoso que ella possa nunca achar en-
tre os pavos do norte uma approvacao loflicienle
para vencer por sua propria fotca os obstculos na-
luraes qoese IheoppOem, taes como duas dvnas-
Itat llorescenle, cada uma das quaes tem direilos
liualmenlesasrados, a pouca (harmona que existe
entre as conslituic.6es dos Ires reinos do norte, e
pariieolarmente entre a consllluisao da Dinamarca
e da Suecia ; emfim innmeras qualidades nacio-
naes qu escapara a primeira vista, mas que nAo
deuariam de fazer-se v.ler logo que se trat.sse de
aar a idea scandiuava uma existencia pralica.
" Por oulro lado, a. nacionalidades do uorle sao
sscircialmenle de uma natureza Uta conserva-
dora, a pouca disposla a abandonar, ou a destruir
o que esla eilabelecido, prlncipalnienle se nada
garante, que a mudanea seria vanlajosa.
Ora, seria hem cerlo que ao lempu da reunilo
uos tres remos em nm s corpo poltico seu poder
oumesmosua coudtlencia poltica ao par do cs-
trangeiro correspondeiia as ideas que se nutre a
este respello, e que por censequencia a influencia
poltica de nm Eslado secundario mereceran, o*
sacnlicios que exigira a sua c.earao, e que abata-
nara os germen* de decomposicao c de fraque/.a in-
teriores que n organisacjlo de um Estado fundado
soDre sernelli.tiles bases eonleria infallivelmenle em
seo seio FeaM toja razSo de crtr que ealai vis-
las, que .ao lambeiii a do everno do rei, sao par-
lilhada, pelo governo de S. M. o rei da Suecia c da
Noruega.
A idea scandiuava oa.i nos parece pois porig'sa
emquanlo na,, recebera influencia do uma >un la-
tina proveniente do exterior a intentidade, e o po-
der vital que al ao presente |h fallara, e os dous
oDeranns do noria obraran! sem duvida prudente-
me nle conservando em prc*cuca dcsla iia a allitu-
depassiva que adoplaram.
" Ap1re1ei,ndo Plenamente a vaniagem que teria
o restabelecimenlo espontaneo de relaela mais ami-
naveis a mais intimas enlre duas itacoes cuios inlo-
resses aao ideulicos sob lanas rallcOe, elle evi-
laram prudenlemenle su.cilar obstculos a uma
idea que poda ler 13o salulares effeil.i* ; elles n3o
quizeram compromelUr eslas vanlagens reaes, sa-
liendo que se provocara precisamente uma propa-
ganda poltica em favor desla idea, se se Ihe oppo-
zesse oulros ubstacolos, que n.lo aquelle. que devia
necessariamente encontrar cm sua derrota prosa-
guiodo fin polilicoi.
Nao examinaremos se a allitde adoptada peloi
governo-, ou reino do norte era realmente a mais
ncra apropnada as circurailancias, e precisamente i
que so deveria lom.r, e previamente se podesse
apreciar as proporce que lomara a aEitacao can-
dinava. Em lodos os casos a condiees sob que
esta agitacao pode parecar-nos nolensivla nao
exislem man p-rqoe a aailacao scandinava allra-
li.o muito recenlemenle a .iie.cao do publico como
a dos gabinete, eilranueiro*, e deveria contribuir
para enfraquear a confianca dos governos amigos n
estabilidad da ordem de cousas e.labelecidas, e
alvez que ato nai inlcncois do governo, em quan-
to qoe .'a arraaa aos que sao menos dispostos em
oosso favor.
Quando i Idea scandinava he acolhida no es-
irangeiro, a parece ler adquirido .ympalhias fora
dos paizes do norte, os pengog que della poderao
surgir para a eslabilidade e consolidaca.i da ordem
exnMente .ao evidenles. Quanlo mais benvolo he
o acolhiraenlo qoe a dea paree ler coosesuido
junto ao. governos e no publico em coral, mais deve
ganliai necessariameule entre i.stm forra e cm
consistenc.a. Emquanlo que o numero daquelles
que entre nos se lem realmente devotadoa idea
scandtnava, nao he positivamente senao muito fra-
co, .ao muito mais oumerosos os que atlribuem i
na Coafideraeao (..rmanica um alcance poltico
queein realidad n.1o prrlence senao a esla posi;ao
e que por couseguinle lemem lano mais a iufluen-
cta que a nacionalidade iillemaa pode exercer so-
bre loda organisacAu unitaria da monarchia diua-
marqueza.
Nestas ciremstancias, uma idea que lisonjeia
nosso seulim.r.lo nacional, e que parece oerecer
em remedio seguro e radical contra os males pol-
ticos, pode ler os effeilos man desastrosos.
N,1o l.illarei dos pericos a que nos exporiamos
*e a idea scandinava cheeaso a ser explorada pela
malquerencia, e com o lira de destruir a ordem es-
belecida, mas entre as amo* dos que tentara pro-
O Comrier des BUtt-Umi* eilabelecc a manifes-
lac.i.......le sentimenlo a' pro.osilo da indemnidade
reclamada pela Franca, em norae de seus naciouaes
arruinados pelo famoso bombardeameuto de Grev-
Mexco e a' proposito da guerra da China. Nao nos
podemos decidir a' admillir que a Unio lenha non-
ca po .ido aer desarrazoada para com cula.l.io. es-
Irangeiros; nao admillmos icualmente que o M-
xico lenha podido collocar uma pulencia europea na
necessidade de exigir delle uma repararao, e quanto
a China, bastava que a proposK-ao de ua aeota col-
leriiva viesse do Pars o de Londres, para que se a
repellisse.
O Courrier des Elals-Vnu diz com razao aos A-
mericanos que he esa ama poltica falsa, destinada
=,:!s:3^S:s.:i;r;=t a=S nacionalidade dilTerenle coilocados sob o sceplro do
rei, nosso augusto senhor, a idea scandinava pode
lornar-se ftma arma das mais perigosas.
Concebe-se pon agora que a idea scandinava
tornou se objecto de uma ag.lac.1o mais viva entre
osiestrangeiros, que o governo do rei nao possa
guardar silencio por mais lempo. Elle ci em lodo
o caso, que he de seu dever xpor suas verdadeiras
intenees para com os governos eslrangeiros, para
que estes possam crer que o governo do rei nao
saucciooa tcitamente a progagar,Ao desta idea.
a lie com esle fim qoe me unto chamado a de-
clarar que u governo do rei nao considera como con-
forme a saas proprias inteni-r.es. ea suas vistas a
rcspeito do que elle considera como til e salutar
ao* paizes reunidos sob o sceplro do rei, quer pre-
sentemente, quer segundo as le* da historia, quer
no fuluro, nenhunia oulra organisa.ao poltica que
nao a que resulta para loda monarchia do* proto-
colas de Londres de 2 e 2.1 de ago.lo de 18-O, as-
sim como do tratado igualmente atsicnado em Lon-
dres a 8 de maio de 1852. e da lei re.l do 1- de
|olho de 1853 obre a ordem de succes no na monarchia dinamarqueza.
o A bise essencial desla organisc3o he a inle-
gridada da monarchia dinarmaqueza em sua exis-
tencia territorial actual, principio cuja manulenrao
excloe de uma parle o desmeinbramente, ou enfra-
qtiecimaulo da monarchia, a de oulra parle, sua
ab>orpcao por oulro corpo poltico.
\iu estaos aulorisado, senhor, a c.mmuncar esle
despaeho ao coverno junio do qual lendes a houra
de ser acreditado.
De Scheele.
visita para sa-
oile, vena qoe a ti-
como em loda a idade
-era mil f.atios Per Un. 8e "Prende, aprendera a sua cusa que un-uem de-
'do a noite. V seceur de v confiar ,en3o em si raesmo, e que um cscala
ue disp.nsavan-.e ,le',a nao sabe guardar bm os prisioneiro..
aras sa^sSS j^S'gg;
do abunda", nenie ?rndsf,e0ber,a' e '""'" l,a"''"-
xugaremoscahH^^ --^.^xavae,
i1"/
l
Z I r ||,e noli-
oe me achava.
.da que nao do qu. moa u, mo.her deaf le iJ^mT "
lusao. Seus longos caiviu, ,IT T *'pr0,
pelas face* peas e^uu. S^*-"^*
lamenle como os de (o lai a
banho.
no primeiro de
'ejava que mi-
1' boa iu le. A-
" has, qoe deseo-
i.) i jsveo inclea
n.Vipeii.li, m lo-
J* VpolT. de | nada e.sa llrela viva dav-h-
i super-
A luz alraves-
Lsse projeclo pareceu-me 13o maravilhoso nue
common.quei-o igoalm.nle aquella que n.'o havn
indurado. Mary Ann e miilress Simons ouviram-
mea principio assun como os conspiradnre. pruden-
te oove-n om agente provocador. Todava, a jo-
ven I nueza medio .era tremer a profundidad do
precipicio, a disse :
-Poder-se-hia descer. Nao s, mas com o au
iilio d om braco solido. O Sr. he forte '.'
Respond sem saber porque :
Agua ha de carrega-la por fim.
Nao antes de duas boras. Depois da" neis o di-
luvio.
Bem disse ella.
Deita ver entreguu-me a mo, e chegoei-a aos la-
bios ; rna essa mo caprichoia retirou-se rpida-
mente. r
Somos goar.lados noile e dia, tomou ella : nao
cuulou nisso ? .
Eu nao linha cuidado um s in-lante. mai eslava
muuu adiaolado p:ira recuar a visla dos obstculos
Respond com uma resoluto de qu eu mesmo me
dmirei.
O Corfuense'.'encarrego-me delle. Ala-lo-bei
o pe de urna arvore.
Elle gritara,
Eu o matarei.
E armas 1
' lle He lurtar.
Feriar, malar, ludo io parecia-me natural de-
pois que eu olivera preste a beijar-lha a mo. Jol-
gue, senhor, d, que nao seria capaz se licasse ena-
morado dell !
Mislress Simons ouvia-me com certa benevolencia
e pareca approvar-tne com a fala e com o geslo
Meu charo senhor, di,se-ine ella, la segunda
idea valI mais do que primeira. sim, iiifiuilainem
mais. fcu nao leria podido condescender a pagar
im resgale. anida mesmo com a certeza de recbra-
lo depon. Por tanto lenha ahndale de repetir-me
o que pretende fazer para salvar-nos.
Annunciando quasi geralmenle que o gabinete de
Washington recu.ou concorrer a' expedido da In-
glaterra e da Franca contra n China, "os jornaes
americano assecuram que o general Cass, secretario
i S*l,-d JU8"riC0U a cusa de concurso com gran-
de habilidade e por um modo irrefutavel. em uma
caria enderecada a lord Napiei e da q'ial foi remel-
lida uma copia aos ministros de Franca eda Russia.
Aguardando que este primor d'obra (misler piece
nfcomposiuoii) da diplumaci i americaua, teja dada
lome, i.3o he sem tolerase coiihecer os argumen-
tos oppostos pelos jornaes, que se lera pronunciado
quasi unnimemente no mesmo sentido. Elles acha-
rara primeiramenle sem pretexto na ausencia do con-
grego, que nao permitlia ao podar execulivo decla-
rar a guerra, sem infringir ao meno parcialmente.
as rearas conslituciouaes. l)?pois esUbeleceram os
jornaes, a qoe no* reportamos, qne, seguolo o*
principio de seo governo e conforme a* Iradceies
deitadas por Washington, elles deviaB". bster-se de
toda amanea com as potencias eslrangeiras, e de to-
da nitervencao nos negocios dos oulros povos, me-
nos que a islo fossem constrangdoi pelo direilo de
legitima despeza.
Ora, os Chinela, n.lo alacaram os Americanos e
pera-se que nao o atacarlo. Exa esperanca he
randada obre este facto. que drpois da conquista da
l.aliforuta, .,0,001) Chinezes ah *e foram estabelecer
tomo mnenos, opranos a coininerciantes, que se
iniciaran, na Inicua e noi usos dos Estados Luido-,
que ileveriam ver por mais de uma vez elevarera os
) ..i.kees sua riqueza e seu poder nacional milito a-
cuna do da Inglaterra, o que he provavennenle a
e-la opiniao propagada enlre os habitantes do Celes-
te Imperio, que se ove allribur a dilTerenra de sua
allilude vis-a'-vii dos Inglezes Americanos.
Este lisongeam-se, pois, de poder ler-.e ale au
im de um coulllicto provocado, segundo diz.m, bru-
latidade brilannica, de uma parle, e em que creem
entrever, por oulro lado, o dedo da Russia. Os Ame-
ricanos resenlem-se lano de sympalhi, para com os
tiusso., que llies sao estranhoi pelo migue, pelo
idioma e pelai insliluirOes poltica, como de anli-
lialhia para com os Inglezes, seus rmlOI por orieem
por Itoguagam e pelos habito* sociae e reliaiosos.
torera estes irmaos s3o rvacs e este eitraugeiros
nao o sao. I) ah o lran-b.ru., das lea naluraes, do-
minada- e ofluscadas pelos ciumes nacionae<.
Esle antagonismo loinou taes proporcC que to-
cou ao esladu de fanatismo, e que uma alliaoja pol-
tica entre os dous paizes, seria considerada como
uma especie de privilegio. Nenhum hornera de e.la-
do ousaria conceber ,In ||,anle pen*menlo. Sua
populandade nao Ihe sobreviven. O geueral Cass,
que mais qu lodos he possuido desle prejoizo, n3o
besitou, pon, em encarar como impossivel, desde a
primeira palavras, a peUclo formuladi por lord
Napier. '
Demais, a dosconfianca que o* Americaonnutrem,
como uma lr..di53o, contra o paiz qoe foi sua m3i-
patna, foi por elles eslendida a' quasi lodas as
grandes potencias europeas. uQu.iiquer qoe seja a
quesUlo que surgir possa, diz o Courrier den Elati-
onis, a iraprenss americana lem para trata-la om
arsenal sempre promnto de phrases eslereotvpadas,
sobre i grandeza e a independencia da Uniao obre
as vistas ambiciosa, da Europa. A' lorCa de ouvir
fallar do papel excepcional reservado Lniao, no
movimeulo do mundo e das perfilas nlenres dos
governos europeos, o povo dos Estados Unido che-
gou a o5o poder con-iderar sem desr.mlunra o me-
nor incidente poltico que se pn.duz i.lra d Alla-
lico. Ha, por auira dizer, era permanenca no fundo
dos e-pinlos um semiiL-enlo de ciosa desconfianca,
que influencia o juizo publico, liraIhe sua liburd'a-
de de exarae e perde-a a' cada momento.
tolda anda ins-1 avelludada. Ja

cia, favora- I alud, a nioguem.'e ele c V' ^ "
o-a occaii.la de
|fenlar-ma a
'Itosenlhaler;
o Je iiiv n-n..
'dle.ro En-
NcoIao fazer a
la mai flores-
nada tem of-
lilo, qoe aeah.i
. Se eo es-
ver a Alle-
uma cor branda c Tiim.
Eu o seria se a teoliora tivesse eonfianja em
mado E-las palavras a
dava
... ^... ,. i-,
Onde achara' o materiaes para uin dique "'
Debaiio de nossos ps; a relva 1
Respondo por ludo, senhora. I'rocurarei mu-
nir-me de um punhal hoja mesmo. Esla noile o.
salteadores se deilarao cedo, e seu somno sera' pro-
fundo. Levanlo-me as .lez horas, garroteo nosso
guarda, ponho-llie uma inordaca, e se for preciso,
malo.o. Nao he um assas-inio," be uma execurao ;
ella tem merecido viule inorles por uma. A's dez
horas e meia arranco cincuenta pus quadrados de
relva. a seuhora os con luz a' beira do regalo,e cons-
Iruo o dique : total, hora o
do palacio. Sao humen- b.llos e muito asseiados
paraGreuoi. Irazem bigodes a armai de eipolela.
l-.llei he que nos hao da tirar daqui.
O Corfuense sobrveio a proposito para dispeosar-
me de responder. Trazia a camarilla que prometie-
ra. Era uma Albaneza assaz bella apezarde seu na-
riz achtalo. Oous salteadores qoe andavam pela
nio.da -ilia a liuham apauhado com irage domingueiro
enlre a mai e o novo. Ella dava grito* acodissimos;
porcm consolarara-ua logo priimellendo-lhe solla-la'
dentro de quinze dias e p igar-lh. Ela resignouse
facilmeci,|ealegrou-se quasi com uma desgracaqua
havi.ideaogmeular-lhe o dote. Diloso paiz em que
as ferida do coracao curvara-se com pe.;as de cinco
Trancos Essa iera plnlnsopha pouco ijudoo a ms-
lerss Simons, porque smente emendia de lavoura.
Pela rainha parle ella lornou-mea vida insupporla-
vel pelo habito que linha de mascar um denle de
alho por gosloe por g .1 miara, as-im como as muflie-
res de Hamburgo eutretem-sc em comer coufeili-.
O dia acabou-se sem nutro incidente. O seauinie
pareceu a lodos nos inloleranlemenle longo. O Cor-
fuense nao separava-se da uos um s instante. Mary
Ann e a m3i procuravam os soldados no horsonle, c
nao vnm vir nada. Eu que slou acostumado a uma
vida activa exasperava-ine na ociosidade. Teria po-
dido percorrera monlanha e herhon-ar debaixo de
boa guarda ; porm nao sei o que me relinda junio
dessas sendoras. Durante a noile dorma mal ; meu
projeclo de eva*3o andava-me nbsiinadamenl pela
cabeca. Eu linha observado o lugar em que o Cor-
fuense guardava o punhal antes de dtitar-ae ; mais
teria julgado commetler orna IrairAo fugiudo sem
Mary Ann.
Nosabbado scncopara seii horas da manhaa um
romor desusado atlrahio-me para o oaLinele do Rei.
Hadgi Stavros em p no meio de sua Iropa piesidia
a um coiiseflio toinultuoso. Todos os salteadores as-
lavara armadrs como para a guerra. Dez ou doze
hahus que eu nato linha anda vs| repousavam io-
le a que elles julgam allingir ; que a primeira coo-
01^30, para exercer uma influencia seria e feconda,
he prestar-se ao movimenlo geral dos acontecimin-
tos. Querer ficar como simples espectador, preten-
der ler sua parlados beneficios que alie pudem
produzir, sem participar nos cargos que impOe, be
condemnar-se a' um papel egosta e passivo. ao ca-
bo do qual se achariam infallivelinenle o isolaraen-
lo e a decadencia.
Os Estados Unida comprehenderamno em parle,
porque elle vio enviar a' China uma esquadrilha e
um ministril plenipotenciario para proteger seo com-
mercio natural e procurar obter pela persua.So, o
que a Inglaterra e a Franca xigirao, em caso de
necessidade, pela rore-a. Elles encarregaram tambem
desla miado um advogado, M. William Reed, ama
celebndade do toro da Phladelplua. He filho do ge-
neral Jiiseph Reed, quo igurou com esplendor na
guerra da independencia a quem se alleibuio esla
belltssima phrase : Que era um .hornera pobre, mas
que o re de Inglaterra nao era assaz rico para com-
pra-lo.o M. William Reed perlencia, como hornera
polilico, ao anligo partido wlng ou conserva Jor,
mas elle pronuuciou-se, ralorosam^nle, as ultimas
eleices presidenciaes, em favor de Mr. Buchan.n,
seu compalnola, que por seu lado, einpenta-se em
seu Tavor. Esta escolha foi geralmenle approvada.
Se alias, de verdade que M. Roed deva vr confe-
rir com os gabinetes de Londres e d Paris. antes
de parlirem para Candi, llavera' nesta viagem um
cornejo de commumdade de acejio que podera' ar-
rastiar os Estados Lindos mais longa do quo pen.am
e qoerem presentemente.
Fallava-sa ao mesmo lempo em Washington, da
nomeacao de M. John Slidoell. senador da Luisa-
iiia, como miuislrn plenipotenciario de Parii. M
Mideell he um demcrata da escola do sol, familia-
ruado, de da muflo tempo, com as relajees eslran-
geiras da Lniao Americana, e que goza de uma cer-
ta repulacao como orador. Falla pe-feilamente a
nossi lingua, o qoe de raro eulre os domea polti-
cos da America, e le/npre fez profisso de orna gran-
de svmpaldia para cora a Franca.
Dizta-se por oulro lado, que o ministro actual de
Franca era Washington, M. de fSarligs. escrevera
para Haris ahra de solicitar n.na raudanca de resis-
tencia, em consequencia das ms relace* qoe. de
amiga dala, existen) enlre ella e M. M.. Buchanan
e Can. A pop.laclo franceza dos Estados-Unida
reconhecia em M. de Sarlige este sentmenios de
naegacla patritica que o honrara, e a voz publica
dosignava para seu uccessor, M. de Monlholon, cn-
sul geral de New-,oik, que reoreseulava ha vnle
annos, a Franca Boa Estados-L'oidoi e ahi goza de
u urna grande popularidade.
A quesiao da eeeraviaao, esta chaga inlerior do
corpo social e p il.lico da .-onfaderacao americana,
leude a envenenar-se cada vez mai*. Um convite
nomeado na legi.latura do eslado d New-York, pa-
ra examinar o valor nralico da decislo da corle su-
prema dos E.lados-lnidus, que declarou que ,ie-
nhuin negro poda gozar do titulo e dos drreilo de
cidadao, apresenlou a a-semhlea um relalorio que a
nada meiius leude djqoe a fazer infirmar virloal-
raeule, por uma legistura local, a applicaclo da dou-
Irina decretada, pelo mais elevado tnbon'al .la con-
taderaelo. Esle relalorio tenninoo-se pelas seguinles
conclu-oes, cojo alio alcance facilmeule se compre-
hendera : '
ResolvidP ; ,. Qae esla estado ;New-Vork) n.lo -.o-
rT'era a escravid io em seus I.miles, son forma al-
f""'" ,iem sol neuhuiii pretexto, nem por nenhum
apso de lempo por mai. curio que .eja, e quas
quer quesejam as cousequeucias que dahi possam
provir.
Que a corle suprema dos E-lado. Unido, pela
raza., deque maioria dos joizes qu o compite, a
identilicou com um partido aggressivo de latilode,
perdea a confianca a o respeilo do povo desle esta-
do ;
Que o governo do eslado he rogado para trans-
miiur uma copia deile relalorio, da lei sub-meocio-
nad e desl. reaolujeias aos dilTerenles governo dol
Estados da I i.i.i ..
A le snbmencionada be um acto nara assegarar
a liberdade a lodas as pessoas no eslado. Ella he
aasim concebida :
I'. Nem a descendencia prxima ou longnqua
de um Africano, qur este Africano teja ou nao, te-
lilla ou nao podido ser escravo. nem nenhum hornera
de cor consliluira para qualquer ora incapacidade
de ser cidadao nesle estado, ou de vir e-lo, e a'
ninguem poderao privar dos direilos e privilegios i-
nherenles a esle titulo de cidadao.
2\ Todo o escravo que vier ou for Irazido par
esle estado com o consenlimento de seu senhor oa
sus senhora. ou que para esle esladu vier ou for Ira-
zido involuntariamente, lera' livre.
.'). Toda aquella pessoa que deliver ou tentar
delrr em escravt.iao ou como escravo ueste eslado,
qualquer pessoa que seja, mencionada como escrava
no segunlo arligo dalla acto, ou lod.^pessoa livre de
cor, ob qualquer forma ou prelexlo.'oo por qusl-
quer laps.. de tempo. sera' culpada de felona, e da-
das as pruvas do facto, lera' encerrada na prisa do
eslado por um tempo que n3o possa aer menor de
dous anuos, nem mais longo qu dez annoa. a
Por aqu ja se ve que nao he ftil a medida.
Oolro acnnlecimiamo nao menos importante le-
ve lugar era San-Luiz, do Missouri, por oecasiao das
eleices municipaei desla cidade. Formou-se um
para dar aviso. Badf Stavroi gritn-Ihe logo que
avistou-o : B H
lie a companhia de Periclei".'
Nao sei, respoudeu o salteador ; nao eei ler os
numero.
Oovit-~jim tiro ao longe.
SilelTcio disse o re tirando o relogio.
lodos calaram-se. Qualro tiros succederam-se de
minuto em minuto, (i ultimo fui seguid., de uma
descarga geral. Hadgi Stavros tomou a meller sor-
rindo o relocio no bolso, e diste :
Bem, recolham a bagasen) ao deposito, e Ira-
gam-nos viuho de Egina : be a comnauha de Pe-
ndes !
: partido que avancou em cropo para o cscripli.rio ob
a idea da emaneipacao gradual a da substituidlo li-
oal do irabalho livre trabalho escravo. O Dem-
crata de Sao-Luiz, quasi o orgAj desla partido, i--
sim resumir o seo programma i) irabalho livra
para fazer do Miisun, o estado imperial da Loiao. a
de .san-l.uiz a cidade imperial de Oeste. Oa humeo
brancos para nossa cida. e not*a cidada para o
liomeus braoco. Liberdade de circolacao, liberda-
de de uavegarao. n _
Pois bem, e-te partido obteva a maioria Verda-
de seja que inda n.lo se (rata senao de una cida-
de n.lo de um eslado inteiro ; ma esta ridada
he o maisiico imperio do commercio interior do
Oeste ; e he, desde hoje, um foro de emanciparlo
pr,..,re--iva. El loco roteara neceasari.menle.romo
o prediz o Courier des Etat l nis. A imi|iaajla in-
gleza, allemio, e franceza, p.irlicularmenle allrrtii-
da para esta antigt dependencia da Luis ama, livar-
Ihe-ha novas forcas para o Irabalho livre. que. con-
cordando com o trabalho servil. l..rna-|n-ha lufruc-
fero e o fara' por couseguinle desapparecer.
E'la revolu;3o oas condic/ies siciaes do Mi.-mn
de ha moitu lempo, que era prevista e deaejada por
uma parle dos agricultores, para c qoars a escravi-
do he menos vanlajoia que onerosa.
O mesmo se d em WarylanJ a na Virginia, qua
por suas condiees climatricas e sua siluae.V. inler-
mediaria enlre os estados do norte a os do sul, serio
os primeiro. a penetrar na recia.t do Irahailto livre :
nesle seutido ae-.ba--? ale de dar nm pao por nma
empreza de colouisacao prnjerlada por M. Klia
Thsyer que quera com os auxilns dos Irabalhadoret
do norle, rotear nina iminensa exlen-ao de terreno
fltcultoi no interior da Virginia. ie projeclo obte-
va um felici.simo resollido uu Monachenello qua
melle se ve em bom negocio a orna boa tc^o. O
cgricullore. virginiauos, ao contrario, deram gritos
so a perspectiva desla invasao abolicionista. Elle
ameacam expellir com o fuzl eiles pacificoi revolo-
conanos. maso qa acaba d passar-se ero Sa-
l.utz o desaniraou profundamenle e nao de irapomi-
vel qoe em i eolieo movimenlo airebeulc em llalti-
more, em Norfolk e ale em Richroond.
Al laMtitaieae serv, da repulid americana roo-
dificar-se-h.1o d'esl'arle pouco a pouco e sem vio-
lencia pela fur^a das cousas : seria a aolucao mai
feliz e raaii desejavel.
Journal dtt Dtbatf .
IITSaiOR
RIO DE JANEIRO.
mm.
SESSAO DE 2 DE J UN 110 DE IRT7.
Presidencia do Sr. Manoel Ignacio Cacalcanli de
Ijicerda.
As 10 horas a .1 quailos da manhaa o Sr. presi-
dente abre a sessao, eslaudo prsenle :il Srs. se-
nadores.
Lila as acias da 29 do mez pasudo, edo do
corrcnle. sSo approvada..
O Sr. Primeiro Secretario d conl do seguinte
expediente.
Uta aviso do minislerio do imperio, dando as in-
formares, que Ihe foram pedidas em ti de mam pr-
ximo pasaado, lobre as causa e nalureza de al coma
desordena occorridas ltimamente na provincia da
S. Paulo em varias colonias pelo syslema de parea-
ra.A quem fez a requisic.au.
Oulro do mesmo ministerio, remllenlo a repre-
Mntaefe da aisembla provincial de S. Paulo, sobra
limite entre a raesma provincia e a do Paran.__A'
commis.a.i de eslatislica.
Um ollicio do presilenl- da provincia de Minaa-
Garaat, remetiendo um colleccao das acia, da a<-
lemblca legi.laliva da mesma provincia, promulga-
das era o anuo pass.ido.A' commissao d aiem-
hlas provinciaes.
Lm reqoarimcnla dos (erreiroi e erraiheiro, et-
labelecidu. nesta oarte, i-lindo a revog.^lo da poa-
lura da cmara mu ncip.', appr.,v..la pcla governa
era I! de jaueiro desle auno.A' roiuiiiusau da le-
gitlaajio.
I.e-se e vo a imprimir .Ion" rarcccre da com-
missao de BMrC!0 publica, ..;'.. leci-ndu duas reso-
locoes autori-audo o governo, uraa a conceder dis-
pensa de idade ao esludante Eduardo Augu-lu da
Oliveira, para que se possa matricolar no primeiro
auno do cursu jurdico de Pernambuco, a oulra a
mandar matricular no primeiro anuo da escola da
medicina d cidade da Baha, o esludante Erneilo
Moreira de Almeida.
O Sr. Presidente nomea o Sr. Ferraz para sabs- *
lituir o Sr. Ferreira l'enua na cora uinao de inslruc-
f,3o publica e negocio, ecrlesiaslicos.
ApresentarJIo de requetimenlns e indirac/tes.
O Sr. I'iscondi de Jei/uilinlunUuf.'ar. presi
dente, he por.liander a e.lado em qua se -cha a
provincia da Bshia, que nao po*so deixar de decla-
rar que aquella provincia marcha todo o. da. para
uma decadencia extraordinaria. Sei qae alcuraa.
oulras provincias tamb'm nao prosperara lauto
quanto he para desejar ; mas, dislingoindo duaa
pocas relativamente a produca da Baha, un- ve-
remos que ella foi, seoo a primeira, pelo mena* a
segunda em commercie, industria riqueza amia
da independencia do Brasil. Dapois da independen-
cia, laes foram as calamidade que esla gloriou
guerra produzm naqoella provincia, qoe desde en-
13o anda nao leve ella, por as-mi dizer, uma po-
ca, que se podesse chamar de engrandecimenlo, nao
so do eu commercio, como de >ua indosiria. Se em
alguna ramos se lem sustentado, o3o lem ..Merecido
ofngraudeciraenlo, que em oulras provincia e ma-
nifesla ; e actualmente pode-s dizer iem errar qua
a provincia da Rabia esl.i em conlinuo dec.esciinen-
to de sua renda e prosperidade.
Examinar boje a* caosas, qoe infloem para este
resultado, sena improprio da uccastao ; mas da meo
dever i)3o deixar passar em silencio cooia alguma
que iirva para fuer cessar, ou pelo menos minorar
asle decresciinento.
O corpo legislativo tem recondecido que, de pro-
mover-so meldoramemos materiaes, resulta sempre
La eslarei. He misler muila gente ?
Sim, a cala vai escoltada por duas enmpa-
nhias.
meia. Sr' meia noile. bre var'aes. Adevinhei que rontinham as l.aoaeens
rrabalhare.no, em consolidar a obra en, quanlo o I e que nossos .chores preparavam'p,ra ev m
ra0.e",,USar "Vn '"T"'""- ""' U,,M ,,,,ra' ,0- mpamen.o. O Co'rfuen.. V^iTso0h^i,
ma a senhora na filha .obre o meu braga etquerdo, d.liberaV.m em voz alta e falliwm ladea aVmatmo
.scorrcsamosjuntosaleaquela fonda, agarramo-nos tempo. Ouvia,n-,e ladrar ao lo ge a, ,etinefl "
^,,aL^m"ut'\ "a....."!"s .1?el'i Oaueir. -vaneadas. Lm eiafe.a esfarrapado^chegou corre,
brava, repousamos cunlra iqaelll a/.iheira, van
de raslo ate o grupo de rechedoi vennelhos, -alte-
mos un fundo do precipicio, e estaraos salvos !
Bem .' e eu '.'
Esse eu cabio sobre o meu enlhiiflasmo como um
cntaro de agua fria. Ninguem alambra de lado,
e eu tinha-me e-quecidu da lalvaclo de miilra si-
mons. Nao devia cuidar em vollar para basca-la,
pois a subida era impo'sivrl -em e-cadas. A boa
velha percehen minha confusSo, edi-se-niocojn n.oi.-
piedade que despeilo :
Ah meu senhor, ja vr que o* projeclo* ro-
manlicos lem sempre algum defeilo. I'ermilla-me
que volle miuha primeira i lea e espere pelos sol-
dados. Son Ingleza e eeloo. habituada' a collocar
I miuha confianca na lei. Alm disto, conheco o* sol-
idados de Alhenas; ajelib u uma parada na praca
do, e dirigio-se ao Rei cntaudo
O soldados !
V
(ls soldados.
O Rei n.lo pareca muflo cominovilr,. Todava
sua. sobranceflias eslavam mai* aproximadas que de
ordinario, c as rusas da fronte formivam-lbe um n-
gulo acodo entre os olhos.
Por onda s.ibein 1 parguulou elle ai recem-
chjegado.
Por Caslia.
O'ianlas rompanliias"'
l'ma.
Qual '
Nao sei.
Esperemos.
lm segando mensageiro ebegava a loda a pressa
Avislou-me cm um canlo no momento em que ac.
bava sua phrase, e chamoti-me em lom alegre :
Venha, senhor Allem.i .. que n3o de de mais
aqui. Ha bom levanlar-se cedo : veem-*e cousas cu-
rio um copo de Egina com nossos soldadcs.
Cinco minulos depois foram Irazidos tres odres
enormes lirados de alsum armazem lecrelu. Uma
aeminella lard.a veio dizer ao re:
Boa noticia oa soldados de Periclei !
Alguna salle.i lores enrreram no encontr da tropa
O Corfuense foi Miar ao capiiao. Pouco depois ou-
vio-s o tambor, vio-se apparecer a bandeira azol e
sessenla homen berr. armados desfilaran) em duas
orden al o gabinete de Hadgi Stavros. Reconheci o
Sr. Fereles por l-lo admirado no passeio de Patisaia
Era um juvem oflicial de trinla c cinco annos, mo-
reno, garrido, amado das damas e bom valsador na
corle que Irazia com iraca as diagoiias de lata. Elle
tornou a meter a espada ua bamba, correu ao re das
monlauhas e abracou-lhe as faces dizeudo-lhe :
Bom dia, padriiido !
Bom da, pequeo, respon.leu o rei afagando-
lhe o rato con as coalas da mao. Tens passado bem''
Ohrigado, E Vine ?
Como vs. E lu lamilia '.'
Meu to, o btpo, esta' de febres.
Traze-o para aqui, que o curaiei. O prefeilo
de polica vai ineldor '.'
Um pouco elle inanda-lhe muflas Icmbranas;
o minialro tambera.
Quo ha de novo ?
B.ile no palacio para o dia 15. Esla' decidido-
o Serulo assim o I-e.
Eolio anda gastas de dae .' E que u-'e na
Bolsa '.'
Ilti\i i ilare I ra a linha.
lravo' Tens carias para nii.-n ?
Ei tas. Phstini olo eslava prompta. n. de e<-
crever-lhe pelo correio.
lm ei.p de viuho... A' lu saoda, pequen,)!
Obrigad't, padriuho. Quej he ease homciiique
a nove '*
uos nuve
Um Mlem". son) consequencia
nada que posis fae a ne^o Ca
O paga. Tfi" 'I t
,v..r
ra Argos. Esse; h...
noile pela RoclV s- iro.

Nao sabe*
il francos pa-
Olllaub.id de
Boas ou mil ?
Delestaveis. Gente deraorrer combatendo.
Levarei lodos os meus llamen*. Na rainha au-
sencia guardaras nossos prisior.eiroe.
Com minio goato. A proposito Jenho as or-
den, mais severas. A. Inclezas eserrveram aoseu
embaiador, chamando o exercilo inteiro era seu soc-
corro.
E fui eu que liaos dei o papel!
Deverei. pois, escrever minha parlicipacao con-
lando-lhes uma renhida halalha.
Havemos de redigir isso juntos.
Sim. Desta vez, padrinho, eu he que ganho a
victoria.
NaoJ!
Sim Tenho necessidade de ser condecorado.
Has de ser em oulro dia. Que insaciavel .' A-
in la n3o ha um anuo qoe le liz capiia !
Mas comprelienda. meu padrinho. que fatal
mece lem jnlireaie em deixar-se vencer. Quando
correr a noticia da qu seu bando foi disperso, a con-
fleuca renascera', os viajaoles virao, a Vmc. ganha-
r' muito.
Sim, roas se eo for vencido, a Balsa subir', a
joco o/ra a baixa.
Ao menos deixe-me malar-lhe un doze do-
mea !
t.o.vendo nisso, porque au faz mal' a nin-
cuem. A meu luriio he mi-ler que eu le mate dez.
Como ? Todos verao uossa volt que a com-
panhia esta' completa.
N3o, lo o deixara* aqoi : preciso da rerrutas.
Nesse caso recomme::.!u-llie o pequeo Spiro,
meu ajudanlr. Elle .alta da escola de Bfelpieea,
tem in-irucrao e inlelliceiicia. Ganda ..pena--.-
lenta francos por mez, e seus pas nao sao feliies.
>e ficar no exercilo nao sera' lenle antes de cinco
un seis annos ; mas distingu.ido--e no -. u bando, a
nomeaclo Ihe sera' ollerecida anles de se ineze.
Sabe o francez '!
Solliivelineute.
Pois aceito-o. Se o achasse capaz, eu o inlere--
-aria na empreza, e elle sena accium-la. Lev ao
-eu destino a nossa cunta do anuo. Dou H2 por
cenia.
Bravo! mlnhioitoaernea i i-m.--bi.im ren-
d lo mais .o que meu ilJo'da captli.....\h pa-
drillllO que ullirio-'.eiiliii !
Que querea'.' Sena- -apeador, le ni I b.rain a.
i I la .ir tua rali, hila afUt mou aeinprr que nao li-
. !. li vi.cic,-;... A' tua -au.le,. a' sua, -indor Alle-
mdo Aprsenlo Ihe meu tlbadn o capilla Pen-
des, bello moco que sabe mullas lingual, e qua so
ilignara' de -uli-tiiuir-ims na no'sa au.encia junio de
V. S. Meu charo Perirles, apre-enlole .-le-e-
nhor que de doulor e que val qoime mil francos,
f.rerias qoe anda nao |... te fazer as Inclea* paga-
em-llie o re-gale ? O mundo degenera, pequ.uo,
valia :rji-,'iu"mtu lempu.
{Continuar-! -ha.)
..
MELHOR EXEMPLAiTENCONTRADO
'
.

.
MUTILADO




s
DIARIO DE PERNAMBUCO QUARTAFEIRA I DE JULIIO DE 1857
O eagrandr' Tvlo da riqueza e indoalria lerrilo- qae ea cnlre nes.-a desenvolvimiento, wur do nexo "seeuid
nal, he ia le seiflido, que (em procedido relaliva-, que lia entre urna qoesta.i o nutra. O inej (im ara
menle .it^praviucisi do Brasil. raoslrar que elas loteras sar. Imje inute-s : mesmo
ultimarncnle I aquellas que as quitea, romo. Mr. Camng, dina
A provincia da Baha fui dotada
sCoui uma estrada ue Ierro; para promove.-se a
refaiisacao rlestc importante fbelhoratnenlo publico,
o co[u legislativo concedeu um mnimo de juro e
a provincia lamhem concedeu oolro. A estrada de
lejo fui dada a um emprezario. Eulendeo-se que
devta ser inc,'ajo/jada a urea companhia em paiz --
Irangeiro, coirlahdo-se que, sendo assim incorpora-
da, se fizesse em mais curio espado de lempo.
To las as coodiciies daquella estrada anuauciavam
vauHgciii 13o grandes que nilu podiam deiiar de
ser percebidas pelos capitalistas de Londres; e por
isso esperava-se que a incorporadlo de uma coin-
panhia pira esse lim seria feila com a maior brevl-
dade.
<> resultado, porm, foi completamente diflereo-
^A estrada de ierro foi oflerecida aos capitalista*
.ondres ; mas appareceram circoraslancias e dif-
hculdades, que retardsram a incorporaciJo dessa
companhia, e de tal forma, que Binua al hoje i coos-
irurr-ao dessa ealrada BtV* lem podido receber anda-
mento algum.
t-luu cunvencido de que o senado deve lomar
graude inltresse a respeilo daquella provincia, as-
sim como loma a respeilo de ludas as oulras ; e
uo Ihe pode ser de forma alguma ni librenle qoe
um raslhoramento fiesta oidrm Sja retardado por
causas, que nao sejam as mait naluraes e inveuci-
veis.
Quaes sao porm estas causas? corpo legisla-
tivo nao o lem sabido ; no publico nada lem trans-
pirado, ,i cscepr.lo de alguns arligoi de jornal, que
teein sido contrariados pelas nessoas nellat nteres-
sidas.
I'ergunlarei : nao he da notsa allnbuirao nSo
he do nosso dever pedir ao governo informadles mi-
inciosas relativamente estrada de ferro da llahia,
para que se couhecara quaes as difliculdade* e ob-
jecroes, que se leem retardado a iucorporacao ne
urna companhia para a constmccjlo dessa estrada,
beneficio iucalculavel para aquella provincia, cuja
industrin (torno ;i repetir, e eris o sanado que fallo
com os fictos), se acha em uma verdadeira e conti-
nua decadencia ?
Assim, pelas razies que acibei de eipor, e por
orna noticia que li no Diario do Kio de aabbado,
cu lomarei a liberdade de oflereccr a considerarlo
Sales.
(O orador le a noticia a que se refere, que vem
insera na quinta columna do Diario do 3 do pas-
sado, e que principia pelas palavras : a Quando po-
damos orgauisar a companhia para a via frrea do
Joazeiro, etc. s E prosegue :
Ve-e por consequeoeja qoe das inforraacOes, que
o meu rigoroso dever de representante da nacao me
obrga a pedir ao govemo deve resultar a justifica-
rlo de dous distinclos diplomis), a quem eu .pro-
veitarei esta occasiao para reoder os meus elogios *
tributar (oda a considerarlo que merecer.
E em segundo lugar, como est tumben) envolvido
nesse negocio o govemo passado pelo que respeita a'
repartirlo do imperio, compre qoe o senado conlle-
va com exaclidfie qoaes leem sido as medidas loma-
das, e quacs as diflieuldades e objeccnei, que leem
retardado a incorporarlo de orna companhia ; mes
rao porque, se for indispensavel adoplar-se alguma
medida legislativa que acabe com esias difliculdades
e desirua (odas essas objeec,et, nSo panga que a
poltica de moderarlo e concordia he someule para
a corle, e quo nao entra tambera na distribuirn
dos beneficios que lem a leu carao o governo geral
relativamente a's diversas provincias do imperto ;
para que emfin se veja que islo nao he exacto, e
qoe na distribuirlo deilea beneficios se,lem lomado
em considerarlo 01 inlertases de todas as provin-
cias, como o lem demonstrado osados do corpo le-
gislativo..
Ha casa acha-se o nobre ministro do imperto, pre-
sidente do conselho, bem como o nobre ministro da
fszsnda, que poderiam tal vez dar alguraal uforma-
C,es ; mas estou convencido de que Ss. Eics. nao as
podem dar de promplo...
O Sr. mienta da Molla :Tambem esta' pr-
senle o Sr. ministro de .straogeirot.
O Sr. Visconde de Jequitinhonha :E tambero o
Sr. ministro de eslraogeirus; mas como dizia, nao
nos pintein elles dar infonii.ces minuciosas a res-
peilo desleobjeclo, porque he indispensavel que re-
corran) a actos que devem existir em snas secreta-
rias, para a' vista delles poderem informar ao sena-
do, porque s assim poderiamos fazer um juizo per-
leiln e conclusivo sobre o objecto.
lie por isso que roe nao dirijo a nenham dos Srs.
ministros, e" espero do senado a approvac,ao do
meu requerimeuto concebido nos lermos seguales :
(le)
Kequeiro que se pernm ao governo informarles
minuciosas a respeilo da estrada de ferr da provin-
cia da Baha, declarando-sc quaas as objerrOes e
diflieuldades,que leem apparecido em Londres a seo
respeilo.
Sala dassesses, 2 de junhode 1857.Visconde
de Jeqoilinhonha.
Vai a mesa o requerimenlo, he apoiado e enlra
em di ui.,.
O Sr. Souza Franco ministro di fazenda) Pe-
go a palavra.
O Sr. Presidente :Eniao fiel adiado segundo o
que dispe o regiment.
O Sr. Sovza Franco :Nao quera de forma I-
goma embaracar a passagem do requerimenlo, e
por isso redo da palavra.
O Hr. Ferraz :Se ha escrpulo, eniao pero a
urgencia.
O Sr. Presidente :Visto o Sr. ministro da fa-
zenda ceder da palavra, nao he preciso urgencia, e
porlanlo esl em discussao o requerimeolo.
03o h.ivendu qorui tara observarles sobre o re-
queriroeulo, he posto a volos e approvado.
ORDEM DO DA.
He lida e sera debate approvada a redaecao da
proposic.lo^do senado, que concede a pensSo men-
JMl de 11? a D. Florisbella Mxima da Silva, a lim
de seria mesma proposito remetlida ri cmara dos
depulados.
Enlra era primeira discussao a seguinle propo-
Sir lo :
A astemblct geral resolve :
Arligo oiiico. Og 1* do arl. 83 da lei de 3 de
dezembro de 184},, fica subsli(uido pelo seguinle :
a Uando o appellanle estiver preso, e a pena for
de prisa,, simples ou com Irabslho, neste ultimo ca-
so o trabalho relativo ao lempo anterior a' decisao
confirmatoria da senlenga sera' sobslituido pela sex-
ta parte de priso simples correspondenle aquelle
lempo.
Pago do euado, 16 de agosto de 1856.B. de
Muriliba.
O Sr. Pimenlu llueno :Sr. presidente, asso-
co-me inleirsmenle ao peosamenlo do autor desle
prnjeclu, e considero ser mullo importante a mudi-
f* do '< 83 da lei de 3 de dezembro de
1811.
itastareflecllrum poncopara ver que uma senlenra.
que na passou anda propriameule em julgado, por
isso que pende de um recurso, e que sujeila o indi-
ciado un reo a prao. mas com Irabalho, nao deve
ler zeruc.au seoao depois de eomplelamenlc con-
Mimmada. Pode ser uma pessoa eslimavel, e mes-
nio um cidado distincto que iojuslsmenle seja con-
demnado a pri3o com a trabalho e por uma
seutenra que nao tenga de prevalecer no tribunal
superior, e porlanlu nu paz. He pois inconsequen-
le e injusto ujeilai desde logu u individuo a prisSo
com Irabalho.
He uma pena que na opiniao publica he lida co-
mo degradaule. E derois, com que fundamento
eiecula-la para ser ella depois revogada e dizer-se
que a adraiiiislrar,ao judiciana do Brasil he imoer-
feta 1 "^
Associo-me pois, como, ao pensamento do nobre
senador, autor desle projeelo ; mas, desejando que a
intencao ou principio que elle eslabelece seja per-
felaniente claro, mandarei mesa orna emenda su-
bslilutliva, mais de redaejao do.que de piincipos-
A emenda qoe mando...
O Sr. Presidente .- Mas perdoe-me : as emen-
das lem lugar somante ua segunda dheussao.
O Sr. Vimenta Huerto ; Nos anda nao estamos
em segunda I
O Sr. Presdeme Nao, enlior.
O Sr. Pntenle llueno : Eniao aguardarei se-
gunda discussau.
A resolucao he approvada lem mais dbale ero
primeira discos Segoo-se a primeira discossao da proposicaoda c-
mara dos depulados, concedendo uma loleria para
a* obras da matriz da cldade de Uberaba, na pro-
vincia de Minas Geraes.
O Sr. lueonde de JequUinhtnha : Sr. presi-
dente, en nao me levanto para oppor-me a resolu-
to mas para mostrar a sua inulilidade.
Nao me oppnnho a resoluc.au, perqoe ja lenho rt-
l nimias vezes o que smlo relativamente a luleiia.
lenho declarado ao senado que islo he um joso m-
diguo, que nao deve ser da forma alguma protegido
e sustentado pelas autoridades supremas do patz, pe-
lo curpo legislativo ; que em lodos os paizes ci.ili-
s.idos ele jogo mais ou menos se lem acabado ; que
ua poca em que estamos, principalmente, quando
queremos promover, provocar o espirito de econo-
ma as classes menos abastadas, nao he possivel de
furnia alguma, lie contradictorio momo que se auto-
rise um jogo de natiirezs, porqoe destre as peqoe-
nas economa! do pobre e de uma maueira tal, que
lia noItain maii.
Andar o pobre a contar com un) recurso absoio-
lamene de azar, e a perder a esperanra de fundar
uma especie de capital com as su.is e'cotiomias, he
isso contrario completamente a lodos os principios de
boa adminislrarau, a todas as regras economices.
Ora. nos hoje que estamos querendo reformar as
caitas econmicas, que nos felicitamos mesmo de
ver qne um dos bancos noiaveis desla praca adoplou
o systema de reccher pequeas quanlias, fazer dellas
rnnlas crrenles rom os seos donos. dar-llies o juros
de sele por cenlo, e promover par esta forma o espi-
rito de economa no pjibre, no devemos querer,
com as aulonsacnes dadas a coutinuarao daquelle
jogo, impedir us resultados benficos desses iuteii-
lis.Dissc que nos felicitamos da- medida lomada
pala banco, porque ereie que nao liouvc um s llra-
lileiro, que nao se euebessede prazer, por Iwo.qaao-
rio sabe- que a cala econmica do Kio de Janeiro
cla fundada sobi'* um principio que nao satisfaz o
obre, e que deslroe ate cerlo punto a economa fe-
i.i | cas rlaMasj IDIH necessiladas, pois que o empre-
|jo na cempra de apolice, e, segundo ell s sohem
ou desce, ou soben) o premia do valor d pobre.
Assin. be claro que )i medida adoplad,a pelo banco
llural he multo mais til. arv
Mas, Sr. presidente, V. Exc. lalvez oo queira
que o imposto be nio. Dise s em i da malo de 1819, no parlamento ingle, quan-
do o Sr. Lllllelun prop> a .i)iilii;ao dr.? loteras :
O imposto he mao, as consequenctas sao essas que
araba de aponlar o nobre ministro ; porm rende
300 mil libras para o Ihesourn, e nao posso consen-
tir que se tire dacaia publica esta ffrandesomma ;
e-nqoanlo pois nu se oflerecer oulro impualo que
preencha o rendimenlo das Kterios, nao devo con-
sentir que se acabe ; e nem se me diga que a mis
perleoce o propor o sabslituitivo ; perleuce antes
aquellas qua propdem a abolilo do imposto.
Seja assim, oo au, devamis ou au acabar com
as lulerias, u que he verdade he que hoja ellas estao
em lal numero que sao cumpl lmeme nollas.
Vou conlar a V. Eic. o que me aconteceu. nara
provar ao senado que sCmpre volei conlra loteras
por ron\ irc.in.
De om natural dcil, tconleceu comigo nquillo
qoe acontece com lodos estes temperamentos fracos
qoehe irem poucua pouco adoplandu. recebeodo,
lomando suas as opinioes dos oulros. Vendo que
senado dava loteras, qoe ell-s pasiavam sem diffi-
culdade, principie) purduvidsr de minlias opiniOes,
e foi resislindo ; mas o meu natural dcil, cumo dis-
se, venceu.eosescropolos Ijrnaram-se um pouco
menos pungentes. Entao, sendo eu provedor du
irmandade doS. Sacramento da fregueiia des
Francisco Xavier do Eugenho Velho, julgoei que
era occasiao azada para fazer esle beneficio aquella
fregotzia.
Fallei aos Sf6. senadores, Iraballiei algoma con-
sa, rogoei a V. Exc., e V. Etc. leve a hondada de
dar o projeelo para a ordem do dia. Finalmente
passou no senado a concessao de doas loteras para a
reguezia du Eugenho Velho, e foi para a cmara
dos Srs. depulados, ped, roguei e cuosegui que all
passasse ja no lim da sessao esta resolucSo, que foi
a sancho imperial. Emaoconvoquei a mesa e prn-
puz que esta nomeasse orna cummisao de ires mem-
bros.dos mais assigualados pelos seus servicos e po-
sicao, e foseen) ao Sr. ministro do imperio rogar-lhe,
que, na distribuirlo das loteras que deviam correr,
iucloitse aquella duas, ou pelo menos uma, porque
sendo nosso lim empregar o prodoclo dellas oo re-
paro da igreja matriz que esta' a desabar (e permil-
la-se-rae que diga : vergoohosaroenle para a capi-
tal do imperio) e que ja nao pode mesmo com segu-
ranza cooler em si os fiis pura os oflicios divinos,
pois que as paredes estilo ludas radiadas, e aroea-
cando ruina por todos os lados, queramos qoe o di-
nbeiro, emquamo nao fosse amprecado, exlslisse em
uro Banco e all fosse rendando para depois se come-
carem as obras. Foi n cominiss3o a S. Exc, qoe
recebeu-a como costumava, cem mil oalavras poli-
das e esperanzosas, e promelleu que ia sem davida
alguuia fazer com qae as loteras corressem.
En que nao eonhecia S. Exc., apezar de coohe-
cer perfeilameDte a minha flaqueza, todava, como
provedor da irmaodade, dirigr-M a' S. Exc. lam-
bem. Ped, e lambem me promelleu.E V. Exc.
qner saber qual o resultado de todas essas preces e
rogativas?
Ainda al hoje, saiba o senado, nao corren uma
s deesas loteras !
Ora, devo eo crer qoeS. Exc, o Sr. ministro do
imperio de entao uao livesso os mesmos senlimenlos
dereligiao, os mesmos desejos de fazer reparar
aquella greja. a coja fregnetia elle pertencla, que
eu leuHo, que lem lodos os fregoezes delta V Cer-
lameiile nao, porque estou persuadido de qoe S.
Exc. he chrislo eelholico apostlico romano, tau
delicado n igreja como cada om de neis, desejoso
porlanlo de acabar aquella vergonha publica.
r3o podendo eu pois, comprehender o proced-
memo de S. Exc. a esle respeilo, o que devo eu
coDclotr .' Que he Impossivel corrern) as loteras,
que he ama verdadeira baria a coneessao deoalras
novas, que nao he senao um escndalo para o corpo
legislativo, por isso qae, n3o podendo ellas cor-
rer, nao hnvendo espado nao deve ser aolorisado
esle |ogo sem nem ao menos tirar d;lle a ulilidade
qae pretende o Ihesouro. E saiba o senado que hoje
ja estao correndo loteras. dir.em,de qualro em qua-
tro das. Emprego a palavradizemporque nao
ereio no lal jogo ; para mim he um verdadeiro es-
tellionalo, um meio pelo qoal se rouba ao pobre
aquillo qoe he seu, lira-se da bocea do pai de fami-
a orna pequea soroma que servira para om mi-
Ihao de mistares ; e entretanto o liiesouro ia uo
tira lucro.
A' vista du qoe acabo de expor, creio que o sena-
do, aiuda mesmo convencido de que deve continuar
a volar lolerias, nao o pode fazer durante 4 ou 6 an-
uos, emquanlo nao se dr, perraila-se-me o termo,
vasao as que se acham ja concedidas.
Demos espato, seuhor demos alivio a' popnla-
r3o ; regeilem-se alguns projeclosde lulerias, para
que essas que ja eslao concedidas e as laas duas con-
cedidas a matriz da fregueiia do Eugenho Velho.
possaralachar camnho e correr, porque a respeilo
desias he ja caso julgado ; e, como S. Esc. o Sr. mi-
nistro do imperio nao se acha aqu presante, mas ha
de ler os meu discurso amanhaa, dirijo-lhe o se-
guinle requerimenlc :que, o senador que neste
momento lem a honra de oceupar a alleiicau da casa,
pede muilo humildemente a S. Exc. o Sr. mini.iro
do imperio que, allendendo aos nobres principios
religiosos de S. Exc, lenha a bondade de mandar
correr as duas loteras concedidas a' reguezia du
fcngenho\elho, para que essas concessOes nao se
lornem um escndalo.
Julgando-se discutida a proposito, he posta a vo-
los e approvada ; e entrando logoem segunda dis-
cussan, be sem debate approvada, para passar a ler-
O Sr. presidente declara esgotada a materia da
ordem do da, e da' para a da seguinle sessao a pri-
meira diacussao das proposirOes da cmara dos de-
pulados : uma concedendo loteiiasa irmandade S.
Sacramento de Nossa Seohora da (".loria desla corle,
a diversas matnzes, o a Associajao Tvpographica
r luminense ; e oulra autor-ando o governo a con-
ceder caria de naturalisarjio a Gustavo CarloaAnlo-
nio I.smee oulros eslraogeirot.
Levanta-se a sessao ao meiodia.
No dia n.lo bou ve eessflo.
met.ldu 7SSS tU,fryCl0 ** "8 ""I me.feZ.r "u unici.' de ""'n-n-.ado, da ,,
Segue-aa a volaran do re'iuerimeulo do Sr. Au-
gusto de Olive
cus
le
S.
..a senlenra reformada por urna mi sua- candi daturas, noici se iililisou ilr sss r rt. n '
lauta diligencia que fez com o subdelegado do egou- aulonda le superior, ira peruano?' de modo diverso,! vicos para os ncommo la, a pelo eoiitnrio s m, r I /' J"'" : p
du .lislricio desssi fre CMARA DOS SRS. DEPLTADOSa
SESSAO1 EM 2 DE JLNHO DE 1857.
Presidencia do Sr. mconde de Baependii.
A hora do cosame, feila a chamada, e acliao-
do-se reunido numero legal, abra-se a sessao.
Lida a acia da anlerior, he approvada.
Comparecern) depois ce aberla a sessao os Srs.
Albajde, Vir.ato. pilll0 Lima, Araujo Jurge, Pe-
dreira. Amaro, Tobas, Brandao, Teixelra Jnior,
i.uiz Carlos, Penlo de Azevedo, rfellino de Almei-
da. lieirort, Sania Cruz. Barros Pimeulel, Cruz Ma-
chado, Hennqoea, Coelho de Caslro, Monlero de
Barros, Lima e Silva, Madnre.ra, Filippe de Araa-
jo. Barbosa, barao de S. Benlo, Pacheco, Feruandes
la Cunda, Piulo de Mendonca, Antunes de Campos,
Il.usque, Soaresde Suaza e Andr Bastos.
O Sr. Primeiro Secretario du cunta do seguinle
expediente: B
Seis oflicios do ministerio do imperio, communi-
cando oslar o governo inteirado ia pprovarao dada
pela cmara dos Srs. depulados as eleiroes d'e diver-
sos circuios provinciaes. Fica a camera inlei-
radn.
Ires ditos do mesmo ministerio, inrloindo aclss
eleiloraes da Bihia, Pernamhuco e Minas-eraas,
acompanhadas dos ofllciaes dos respectivos presiden-
,"~" cnmmisto de podares.
Im requerlmenlodeCIniliano Mauricio Sb.kler
da Lima, pedindo a construejao de uroa ponle sohre
o ftio brande, no lugar denominado Jaguar, na
1\CU de S" Polo.-A' commissao da obras pu-
Dito de Antonio de Souza Hangel, pedindo o de-
rrimento de um requerimonto qae dnjgio i cmara.
A commissau r!e pensOas e ordenados..' -
He lido a enlra em discussilo o nareccr da com-
missao de poderes, que n ,n,ia dar assento ao Sr.
Antonio f uiz Pereira da Cuol.a, supplente pelo 7.
disliicloeleiloral da provincia de h. Paulo, em lu-
gar do br. Dr. Bernardo
loto.
ho introduzido com as formalidades do eshlo, i
la jurameiilo e loma assenlo.
Eutra em discusso o parecer da commissao de po-
deres, que reconhece como depulado polo >.< dis-
Irlclo eleiloral da provincia du Cear, o Sr. Fru-
cisco Domincues da Silva.
O Sr. Bapluta Monlero, oceupando a tribuna,
declara que loma parte i.a discussao, por entender
qoe se trata anida orna vez de urna questao impor-
tante, em que odireitoe a instlca devem ser obser-
vados ; e como esludou os fados, que a inleressam a
que a resolvero, no seu enleuder, apresenlara c-
mara a apreciarlo que delles fez, em cuja conclusao
convenceu-se de que seria um escndalo a validaran
do diploma, com que se aprsenla o Sr. Dominaes
da Silva.
O Sr. Paes Brrelo : Apoiado.
O Sr.Baptisla Monleiro (coulinuando) desenvolve
lodos os pontos em que firmn o seu jui2o ; acom-
panha a marcha do proceiso eleiloral em diversas
rresuezias do dislriclo em queslilo, e mostra os pon-
tos de nolldsde, que nelUs se deram ; e termina
mandando i mesa a seguinle emenda substitutiva das
conclusOes do parecer :
1." Qoe se Julguem millas (odas as (urinas dupli-
cadas dos eleilores das freguezias de Sania Quiieria,
Sobral e Sania Anua.
2. Que se annulle lambem os elelores sngalos
da rreguezta de Acaraco'.
3. Qua se annulle ambos os collogios de eieicao
secundona. *
4. Que se officie ao governo pira mandar proce-
der a novas eleires primarias e secundarias do cir-
culo.
5. Qae se recommende ao governo que mande
proceder conlra lodos os que liveram parte nos ac-
los criminosos e fraudes, que se deram por occasiao
das eleves primarias e secundaria.S. B.Bao-
lisia Monleiro.
He apoiada.
A discussao fica adiada pela hora.
O .sr. Presidente encerra a sessao, marcando pa-
ra ordem do da da seguiule, as materias anterior-
mente designadas.depois da eleic.ao ra mesa.
Levanla-se a sessfio as 2 3|i horas da larde.
PERIAMBHCQ,
PAGINA 4VULSA
O respeilo e alleiiQes para com os objeclosda
nossa religian sao deveres primeiros de lodo o chris-
Uo. Nao he de hoje que lamenlamus a irreverencia
curo que vemos os nossos dandtjt (ralarem Dioso lu-
do quanlo perlence igreja, como alm disso, pouco
caso fazer dosagradoiVialico, quandohe levado casa
de algum enfermo. Por mais de um vez hemos las-
timado a maneira pela qoal se proslam, ao passar lio
augusto emblema da nossa religi.lo, esses apllalas
de nove c-pecie ; Uma pequea curvatura de corpo
se se achavatn em alguma luja ou pona de escada, e
simplesmenle o de.cobrimenlo da cabeca quando
pelas roas vao Iransilaudo, eis a que se reduz o aca-
tameuiu a respeilo desses tenhores da moda.
^ seuhor liomem da Costa, para qoe ha de
Vmc. descarregar os golpes do seo lerrivel facao con-
tra todo e qualquer individuo, que nao se quer cha-
furdar na lama de que Vmc. vivecoberlo? Para que
ha de \ me. comliiuir a ponle da Boa-Vista em um
peluunnho das replales alheias ? Nao sabe Vmc.
que o peior dos individuos, que solTre as soas maldi-
las Ihesooradas.he sempre melhor qae Vmc, porque
elle lem sempre um meio de vida honesto, e Vmc
he um liomem quo vive exercendo constantemente
uma Meta criminosa na sociedade 1 Qual o seo em-
prego, uflicio, negocio, ou indostria ".' nada ahsolu-
lamenle !... poiseniao v vivendo sem mallratar aos
oulros, ja que ainda n.1o temos uma casa de corree-
cao, e au se fie as almas dos seus dous pais ; por-
que Vmc pode ler o fim que leve o mais enligo
delles.
Avelioo Gavian I'ei-
O Sr. Aguiar pronuncia-se conlra o parecer, en-
len .eudo que a sua approvar.lo eslabelerera na casa
o precedente mjoslo de nao poder nenhum de seus
membros aosenlar-se por alguns dias.
O Sr. Dantas n i opina com o seu predecessor na
tribuna, crendo qoe, segundo a maoeira, porque se
acba dividido o paiz era crculos, cujos nteres.es s3o
direclamenle representados por seus depulados, pn-
deri.m aquelles solTrer, se na occasiao de ser aven-
tada na casa urna quesillo importanle, n3o brein
sustentadas por uma voz especial.
O Sr. /'in:o : Mas nos somos representantes da
nara.i e nao dus circuios.
O Sr. Dantas conlinuanlo) declara, que dedica
par icalar anima ao Sr. Dr. Garito, porm, nlo Ihe
obsta es a circumslanria de volar pela chamada do
seui supplente, que se acha na casa, convencido de
dar um voto curial ao parecer.
o;Sr. Teixetra Jnior, depois de explicar o roo-
livo perqu nao se acha o seu nome aiignando o pa-
recer em qaesiao da cornmissao.a que perlence. sen-
do esto o de ler pedido lempo para examinar a sua
materia ; e termina votando contra u mesmo, por
au saber o prazo da ausencia do Sr. Dr. Gaviflo e
nao poder neste caso appiovar a chamada urgente do
seu su;.penle. s
O Sr. Cruz Machado cmbale esle ullmo r-o-
menlo, e diz, que estando informad., de que a demo-
ra do Sr. Dr. GaviSo se prolongar porlDIaa, e
lalvez por mais lempo, e estando o Sr. Pereira da
Cuoha, seu scpplcnle na casa, he de parecer que a
cmara, procedendo eom jttSiics, nao podera' ne-
gar a este o direilo de rabtlilMcta, que Ihe foi con-
ferido.
OSr. Vites Brrelo juslifici e manda mesa o se-
guinle requeiiiuculo :
Kequeiro qoe (que adiado o parecer nur
dios.o
He approvado.
ORDEM lio DIA.
Entra em discus.au o projeelo, que confere um an-
uo ue llcenca rom lodos os seus vencimanlos, n kc-
ntral cuiniuau lana das armas da provino de Per-
naobuco, Josu Joaquim Coelho.
ti .Sr. Augusto dr OUct ra pela ordem i diz qoe,
sendo a questao oOereeida i considerara da cafa
una qoeito leda bajeada na juslra (apoiades) e na
proteccao que dte o paiz a um de seus lilhos, que
por mais de um litlo he uma
(apoiado-, espera ser altendido pe
do que ella lenha urca-* discussa,.
Consultada a cmara, ipcede a eTsle pedido, t em
Consla-nos que no dia 8 do corrente haver um
espectculo I) rico no thealro de Sania Isabel, em que
lomara parle o dislincln cantor italiano Eslevao Sca-
ptu, um dos verdadeiros interpretes do Milita, esta
obra-prima immortal de Verdi. Na avidez de diver-
limentcs em que nos echamos aclu.lmeiite. a noticia
ile um espectculo lyrico ha de ser accolhida com
grande satisfago pelos amadores da scena.
Que um empregado exija, e receba mais do
que Ihe marca o regiment, Iranseal, porque assim o
fazem oulros rnoitus soberanos ; mas que peca e -
ceite 20 por rento por aqoillo mesmo que ajustou
con oulro por l, sendo esle precrj, como diz, para
* reos- lol- e males, e aquelle para os bonitos,
sabidos c expertos, isto he insupporlavel e indiguu
de om fonecinnario publico, a qoem se da' a boa no-
ticia de que as minas da California ainda nao se
acham esgoladas.
Qoe um devedor se desculpe e mesmo neguc-
e a satisfazer uma divida... he usual, se bem picar-
da; mas qoe descomponha, iiisolte, e ameace a
quera pelo devedor se aprsenle para recebe-la, he
coslume transportado das ilhas para a ra da C. .
pelo navio procurador.
Novo melhodo de aterrar Lima com lama : o
ensaio faz-se na ra llespanhola da Boa Vala.
Sera'_inconveniente que um.empregado cojas
Tuneces sio exercidas em orna freguezia, e que
a qualquer hora do dia e da ooite pode ser procu-
rado, resida em oulra freguezia, que nem ao meos
confina com aquella em que exerce as foncees do
seu cargo ? Nao sera', mas as conveniencias, apoia-
das pela proleccao, assim o exigem, e comenten), e
porlanlo, etc., ele
Coosla-nos qae no sabbsdo as sele horas da
noite o hr. George Farness, empreileiro da estrada
de Ierre, passando pela ra do Cabuga'. quando re-
lirav-se, com o seu caixelro para a Capunga, flra
deltdo por om soldado de goarda nacional, que o
conduzra a presenta do Sr. sobdelegado, onde as
suas malas de viagem foram corridas. Sorprendeo-
oos, saliendo do oesorrido, e depois indagando com
mais parlicularad. Tomos informados, que os sol-
dados assim pralicararu, nao s por nao conhecerem
OSr. Farness, como porque soppuoham conlerem
aquellas malas algum contrabando.
He sabido queem nossa provincia algomas bo-
llos enslem, que melhor fura serem fechadas, do
qoe venderem os medicamentos que ellas conlem, e
o mais he qne com prejoizo da humanidade. 'Be-
psrem que nos nao generalisamos.... comprehen-
dam-nos.) Ninguem conleslara' que se seja bom bo-
ticario, para que as rereias sejam bem aviadas, he
neressano anida msis que os seus medicamentos se-
jam laes que delles se possa colher o resollido que
se busca e a hygiene recommenda, mas o que suc-
-ede enlre i.* com algumas boticas ".' O que a cada
mmenlo vimos, e u3o sem grande pezar o confes-
samos; Iroeas de medicamentos, mn preparaefio e
por lim a falsificerao delles, etc., ele E sera' isso
conveniente a humaoidade ? por cerlo que nao, e
nem menos aos prnfessores, que mbita vez confian-
do M eflicacia dos medicamentos qne raeeila, fa-
lla esla, recrrelo a oulros, igualmente falla e por
lim morrem os doenles, e elles se vaa desacreditan-
do, sem que para isso lioovessem concorrido, e no
entretanto os prinupaes tranquillos vi vem, sem que
ao menos Ihes cailia a menor respousabilidade. Nao
temos conliecimento dessas boticas, oovimos lo ali-
mente o clamor, qoe conlra ellas se levantara, e pa-
ra qoe nao fiquem ellas em mistura com as ootras,
juslo he que ronfrssemos, c(ue mullas exislem dig-
nas de lodo r. criterio, ja' pelo bom arranjs em que
se acham, ja pelos medicamentos que contera, aja
finalmente pela pericia cora que sao exerutadas as
receilas, qne para ellas sao mandadas.
Nao allendendo a lerrivel ealamidade, que se
dera no dia 2{ as Cinco Ponas, -.lauros desalma-
do! houveram, que vespera de San Pedro alacaram
bases pea em algumas de imssas ras, apezar da mui-
ta aclividade, qoe desenvolveu a polica. Ahi vem
a vespera de Sanl'Anin, e ii.n.t.. conveniente be
que nao baja a menor considerarlo para esses hn-
mens, que por om goslo de rabeio, pooco se Ihe
dao, qoe (oda cidade ve I
Esleve soberba a fesle da San Pedro ; bastan-
te concorrida, aoimada, e hrilhaulissima pela pre-
senta do clero, e convdalos o'alla categora.
Consla-nos que um acadmico do lerceiro an-
uo da rambiade de Direilo lem silo persuoido pa
a a goarda nacional. Nao quitemos crer... mas tu-
lelizmeiile passa por ceno.
Pedimos a polica qae lome debsito de snas
vislas ora becco infernal que ha na camhoa do Car-
ino, ou,1e dizem que algumas palrulhas se agaza-
lliam quando estao enfadadas. Esse becco he fecha-
do e n, lie habita a nfima rale, que nao cessa de in-
commodar a vizinliaiica com repelidos dislorlnos.
Recebemos noticias d; Sergipe ale 12 e da Pa-
ral.iha ato -Ji do corrente. Nada havia occorrido
digne de menrao netas duns localidailes.
O vapor nacional ,, Persinonga, vindo de
Maceio e portos intermedio, Irouxe a seu burdo os
seguiules |iassigeiros :
Mauoel Janoario Bezerra. Ignaca Mara da Con-
celcae e .1 nu,... menores, I.uiz Francisco da Silva,
Anua Joaquina de Jess o 2 lilhos menores, Joao
evangelista da Palsta, Sarapniu Teixeira UaMos,
Dr. R. C. de A. Maranhao e 1 escravo, Migoel Soa-
reslalmerae 1 criado, Eustaquio Gomo, Ignacia
Franctea e I hlho menor. Iir. Goncale Talles de
Menezesa I escravo, Joio Victorino Silveira, lenen-
le-rnronel Jase I.uiz Bellrao de Cerqueira e I cria-
do, Joao do Reg Pacheco, lenente-curonel Pedro de
Alcntara Buarque, Manotl Jos de Alinela Cosa,
Joao rranesec da Silva, Manuel de Almei.ia Wuei-
ra, I hoinaz Vieira Alves Gama, Joao Anlouio Al-
ves da Silva, e .1 e.cravos, Manuel Saveriano Mar-
qoes. lelu de Barros Pimental 1 escravo, Joao de
barros Wanderlej e 1 escravo, Clan lino LinsdeMe-
deiros, Herminio de Paula Mesquita, I preso dejus-
lira acompanliado por 2 pra li amanhoa.
CMARA MUNICIPAL D0IIEC1FE.
SESSAO ORDINARIA UE 18 DE JUNHO
DE 1S.')7.
Presidencia do Sr. Itego e Albuquerque.
un"?1" S"' Bdrruca- rTauea, Vianna, e
Mello, fallando sem causa os Srs. Reg e Albuquer-
que e Barata, e sem ella os mais setihores, abno-se
a sessao, e foi lida e approvada a acta da antece-
dente.
Fui Hilo o seguinle
EXPEDIENTE.
I m ofTIcio do administrador do cemiterio, com-
mumeando que a irmandade do Divino Espirito Sau-
lo, erecta na igreja do Collegio. liuha dado princi-
pio a liugir as suas catacumbas para prvulos,
pediudo assim inhumar na- mesmas os cadveres dos
lith.is de seus irmaos.Mandou-se coramunicar ao
procurador para o lim conveuieole.
Enlra em discossao o oflicio do procurador, qoe
Picara adiada na sessao de 13 do crreme, consultan-
do acerca da cluasula cuntida na procurarlo passada
pelo coronel Jos Peres Campello e sua mullier, e
fica o Sr. Barros Reg eucarregado de obler du
mesmo coronel oulra procurarlo sem a mencionada
clusula, para eniao se elTecluar a scriplura da com-
pra do terreno destinado para o cemiterio da fre-
gaeza de S. Lourencii da Mala.
O Sr. vereador Mello fez o seguale reqaerimenlo,
qae foi approvado :
o Requeiru que seja proposlo nm advogado inte-
rino, visto que os negocios pblicos pedera loda a
urgencia, e indico o advogado Jos dos Aojos Vieira
de Amorim. Recife 18 de junho de 1857.
Mello.
Fnram approvados os segoiotes parecer da cora-
missSo de edificares :
L'm uo sentido de se conceder corlearan ao fran-
cez Barrilier, para edificar na ra do Camarao, na
eonformidada do aliohamenlo actual, deixando-se
para aerem corrigidos part o fuluro, i proporro
que so for requeren io licenra para reedificarlos
deleiios do alinhamento do destorciroenlo du norle,
que, para melhor elegancia, dever seguir a mesma
direerao daquelle do tul, onde vai edificar o Frau-
eez. Desla resolurao mandou-se darscieucia ao eu-
geuheiro cordeador.
Oulro, dizendn que o terreno de marioha alaga-
do, pedido por Mauoel Peres Campello Jacome da
Gama, jonto a ponte dos Afogados, nao Ihe podia
ser aforado, por se ler reconhecido a necessidade de
ficar no mesmo orna prc,a publiea, e que neale sen-
tido se iuformasse ao Exm. vce-prcsiuenle da pro-
vincia, pediudo-lhe mandasse medir e demarcar o
terreno para o mencionado Om.
Oulro, em que expe a commissao o estado em
parle irregular da obra sila na travessa da ra Im-
perial, de Joaquim Pereira Ramos, e lamenta que o
fiscal respectivo cousentisse qoe o proprielario a
edficasse assim e sem licenca, al po-la quasi tm
respaldo, multando o infraclor em
meu adversario, nao obstante a sua graade pre-uinp-
rao de saber e lioneslidade.
Para que o publico fique fazendo desde ja uma
idea clara do estado de furor e desespero em que elle
se acha, Iranscreverei o seguinle pedaro que elle me
dirige em u seu Liberal, nao me rebaixando eu a
responder-lhe por que os que me edocaram ensina-
ram-rae a re>peilar-me e a respeitar a sociedade, e
lambem porque estou convencido que neohom lio-
mem que eslivesse no perfeito gozo de suas facili-
dades inlcllecluaes puderia escrever lal cousa para
ser poblicada com o seu nome.
Eis aqu como elle se exprime a meu respeilo :
o Mas direi sempre ao meu adversario : Collado !
confundes o leu proprio triompho com o Iriumpho
da igreja ; para isso calumniaste! o leu adversario,
a quaudo o dislinclo prelado le acunselha a caridaie
evanglica, eis que appareces com o coradlo ch?io
de satnica soberbasoppondo haveres esmaiado
o leu adversario, naocom a la plauta lepr-sa
mas com as palavras do sabio e virtuoso I'r m/ !
Data Irioropho de que te jadas he inglorio, poique
foi alcanzado com aealnrauia com a Inlriri com o
mais indigno desprezo das armas de caval'eiro e de
chrisiao.Nunca enlre homens Ilustrado* se proce-
den por semelhaiite modo.
Pei;o ao publico que pese bem esla> exprsssei e
admire lano descoraediraenlo, tanta -illa de senso,
(anta onsadia, lano........
A isso opporei o que debe e d' mim disse o sa-
bio prelado trasileiro:
di-1-L..o puramente arademro. sem necessidade,
se envolveise uessaa alias qiesloes, (1) e o que he
mais, prodozisse ama nov< exegese contraria ao
constante ensino dos padre' e doolores na exposicao
do mais ouguslo e inedav! mys(erio do chrislianis-
mn, eip ni )use a' mesn-a sorle de outrss, alias mui
elevadas inlelligsucias (2) que por temeraria em-
banca nu seu juizo pr-vado, ullrapassando os linii-
les al onde se pj> eslender o legitimo dominio
da philosopbia na ir.o-li-acao raciunal das verda-
des reveladas, nai>ragaram na f, e como diz a Es-
C'iplora, querenJo esqoadrinhar os arcauos da
eterna sabedoria> fcaram opprimidos com o peso
de sua tloria.
Fallando de mu. diz o sabio prelado :
o Folgo de poder assegurar a V. S, qoe salvo me-
lhor joizo, a< suas supradilas cartas, transcriptas no
Diario de Fernambuco conlem doutrina orlhodoxa,
expendida -om tanta erudirjo, como lucidez e ame-
nidade deeslylo.
a Esliaiare que V. S. continu a fazer igoal uso
de seu saber, empunhando as armas da scieucia e
da f en defeza do chrislianismu lio aggredidn ues-
tes p igosos dias pelas uoestas e subversivas Iboo-
rias r\) racionalismo, qoe nada menos importa que
a uegicao de lodos os dogmas e da divina cooslilui-
rao da igreja catholica apostlica, romana. (II) As
eo/umnas do peridico religioso desla capital, o Ko-
llciador Catholico, moito sa hoorariam com as pro-
lucres da habilissima peona de V. S. em assump-
malfeitor. i
Nao exagsrainos as qualidadt qoe dislingoetn a
pessoa do eiienle-coroncl JosrAnionio Lope-, lu-
dimos ao< seus cncarnirados iimig.s, que depondu
por morrelos o negro sabr calumnia, com que
pretendra relalhar t.lo injua e atrozmente a sua
reputado, digam consciencioimrnle :|ulgais esse
humen criminoso, a cnmlno*accasadu de homici-
dio -.Nao vos due a cunsciecia Uo prfida urdidu-
2' -N0 pft*! "ft a ba0ac ''", aulur"''"t<" ru- Naba*'.',. ,
hl^as .' E "e por l.l modoue queris fazer desap-1 dec.ra' o .,b ,
pir.cer da sociedad, ora .me que tem al hoje c.!- O parodio c
de, tomando

.



- l
' II. .. '


As chovas le
eolheila desle
passado.
Prezo sua sa
"' de junho
Sr. redartoi

. dt
GsH '
m lees
--. jro Janeiro, e so en- los desla nalureza. ()
ermo de echada a conladoria a 24 ou 2," O publico qae decida enlre o sabio arcebispo e o
meo pr.sumpc.oso adversario, dando ao qoe dizem a
de fevereiro ultimo, sendo de notar que para que ludo
isto apparecesse, fosse preciso qae hoovesse a ms-
danja do intimo fiscal para a freguezia de Sanlu An-
tonio : disse mais a coinimss.io, qae nao er. esta
smenle a edificado qae se liuha feito sem li:eusa ;
oulras havia em caso idntico, o qoe ludo provava
exuberantemente o abandono ou cousa peior, que
linha te i te o empregado do seu logar ; vista do
qoe propunha, que lu-e elle desonerado do cargo,
e qne, reformaodo o peticionario Ramos a parede
da frente posterior da casa, feila com lilojo colloca-
do ao alio, devendo ser deilado, pagando a mulla
em que mcorreu pela fall de licenja, e os imposlos
munielpaes, se Ihe coocedesse licenca para continuar
na obra comecada.
Quando fot poslo em discotsao esle parecer, os
Srs. Barroca e \ iauoa reqnereram o sao adiamenlo
al que chegasse o empregado que elle, se refere, e
que se acha licencead> para ser ouvido e convenci-
do ; mas, i visU das rizOes prodazidas pelo Sr.
Mello, membro relator da commissao, nao foi appro-
vado o .diamento, sendo o parecer approvado uua-
nirocmente.
A requerimenlo do Sr. Franca foi o fiscal suppleti-
e nomeado elTectivo, nloieodo approvado o reque-
rimenlo do ad.ina,nenio que fez o Sr. Barroca, para
ser esta nomeacao feila ei.i sessao que compars-
casse maior numero de vereadores.
Foi approvada a seguinle proposta do Sr. Franca :
a Proponho que esta cmara reforme o padrao do
lijlo de alvenana, que liver de ser empregado uas
editicarois. ficando o padrao patente na cmara para
regra dos oleiroi.O vereador Frauca. Mandou-
se expedir ordem ao or.eenheiro cordeador para
apresentar a bitola do lijlo.
fez o segoiule requerimenlo, qae
O Sr. Barroca
foi approvado.
cr Requeiro qoe o engenheiro cordeador, exami-
nando a edificaco quo se est fazendo no caes do
Apollo enlre as doas ponles do Recife, na .sqoina
da ra qoe sesue para a da Madre de Dos, informe
se esl de conformidade com a planta da cidade ; e
no caso de ser encontrada defeiluosa a planta nesta
parle, propunha a competente alterado, para que a
nova ra siga em linha recia a da Madre de Deus.
S. R.Silva Barroca.
A requerimenlo do Sr. Franca, passoo que a com-
missao de edificable-, allendendo a manen a por que
actualmente se construem as casas meia-aguas, dan-
do-se lana declividade aos ledos para a parle inte-
rior, que se podem locar a atlo, apresenlasse algu-
ma providencia conlra scmelhanle pralica, obrigao-
do a elevarem-se as empeas a allnra regular.
Despacharam-se as petices de Antonio Jos Pe-
reira, Jos Baptisla,|Joaquim Alves Lima,Hippolyla
Generosa da Conceicao, e levaulou-se a seuao.
Eu Manuel Ferreira Accioli, secretario o escrevi.
Reg e Alnuquerque, presidente.Franca.Vi-
auna.Mello.Reg.
(ommttUica&o.
peso econsiderado que merecem suas expresses.
F. N. Collaco.
Janbo30de1857.
Negocios do fio-Formoso. Honrosos precedentes
do lenle-coronel Jos Antonio Lopes.Ainda
a sua priao.Sua remorao para a fortaleza de
Tamandar.
II.
No Diario de 23 do correle junho, sob n. *.H,
os nossos nteres teriam sera duvida observado, que
um odio implacavel. e de sorle alguma jaslificaval,
paira sebre umdos nossos mais probos comprovincia-
nos, o tentle-coronel Jos Antonio Lopes,abastado
proprielario, e rico agricultor em Rio-Formse Pelo
documento que publicamos nesse Diario he de pri-
ma inliiirao ennhecer-se que o capricho, e a mais
profunda vendida, e nao o amor da punirlo do cri-
me, e nao o Iriumpho da lei sao os agentes, do qoe
infelizmente se lem laucado mancara conspurcarem
o crdito, o uome, a os precedentes daquelle cida-
l lo. Nao lie assim, nao he por (al guisa, que a lei
dever ser acalada, e respailada.
Uando para invesligar-se a verdad?, a autorida-
de nao lem a devida prudencia, como que deixa-
se arraslar pelos melodiosos cnticos de peisoas me-
nos aptas en negocios iao graves, eujo fim dellas he
somonte a vioganc.* e a intriga, o resultado dessa
luvesligacao ser irremissivelmenle o erro, cujas
conseqoencias serao decididamente funeslissimas, se
n3o vier em soccorro a mais calma reflexo, a mais
sisuda ponderarlo em negocios laes, que a precipi-
tarlo he a centelha lerrivel qoe (mudas vezes cansa
lautos estragos, que uma vida inteira nao sera mls-
ler rara lepara-los.
Ha muilo que os loimigos polticos du lente-co-
ronel Jos Antonio I,upe, inconsideradamente Ira-
m.ir,,ni sua perda, seu descrdito ; e como quer q*e
agora se Merece.-e uma occasiao asada, nao Irpida-
rarn, e ei-los era campo envidando anda os maiores
ni. s do qoe desejavioorque, vido de noicias era
railer.agoardar a duda do correio da opilal, por
qu in liuha de rece! alguns jornaes, e arlas par-
ItBlarea, e quando causado de lauto perar, lu-
c a retirada, cheg finalmente o a rrsqurau o de
i.cs todos, Irazendt -a unicamenle dSM nmeros
u peridico l.ibeade onico, qoeexisle nesla
nvincia, lili n legioo das ideias lijeraes, e que
la despertar di. .^jajjcufi,uJ ta.jrtiflerenca. e
L'lliargiro lorpor.e que jazia. ha m.i'u tm.
uda, syinploina >prs lufallivet .do captiveiro de
|u, |.|iiit pos.. : Its, e deiculidns, piz-me a cami-
- nho, pensando, qi, se os que compf o partido con-
.bsurdos para conseguirem seu fim. E o que faier I sertedor, rreasse lambem em re evanche o seo
ado de eiliaia publica : o -.;, qu, pretendis
que a auicridade comsiga sirespeitada V Ol.' uo
cerlameole !
Apontai ao Sr. delegado Rio Forrrtoso o lugar
onde estao os criminosos co icios, e nao procuris
por meio de intrigas e uiduras 13o infamantes
perder a quera uuuca merco por vos ,er (r.tadn
corno huje esl sendo.
O publico ja sabe que o menle-coronel Jos An-
tonio Lopes, a requisito ddolegado mililar do Rio
horinoto foi publicamenlereso nesla capital e re-
colhido a fortaleza das Cin Puna, como indiciado
(que farca !) em crime doorle!...'
ijuein visilou aquelle sdor, quera com elle con-
versou a lal respeilo haviaa nelar a mais profunda
I ranquill id ule, e confian^aa raclidao dos juizes que
o lem de julgar.
Ao amaohectr do da 21o corrente foi removido
para a fortaleza de Tamas oode vai aguardar a
decisao dojuiz, que o lemcuaode pronunciar.
No eulretanlo lembrain aoi tenores, qoe nao
perr.in de vi.(i a declaras da familia do infeliz
a'sassinadn Manoel Gomcque em um dos seus t-
picos assim diz :.......
a Eulrelanlo quando jiamos conformando-nos
com a aoss-t pouca serte, ique por ordem do de-
legado de polica do Rio imoso foi om de ns cha-
mado para depr n'urn pesio que se ia instaurar
cuntra o lenle coronel ise Antonio Lopes, por
ser elle o mandante do assiinalo do nosso mando
e pai ;a visla disto coaeodo perfeilameule qual
o lim dessa verdadeira canuia, e nao querendo
por maneira alguma concocr para semelhaule per-
versidade, api,--amo-nos declarar ao publico
SU' que o mandante do assinalo do nossu mando,
a pai foiJoaqoim Mui.iz.cujo assassiuato foi pra-
licado por seus lilhoi ; C:que o leneole-coronel
Lopes como ajloridade poial persegoio os assai-
sinos de nosso infeliz mari e pai, os quaes nao
permillio, que morassem r.en engenho ; final-
mente que o leneule-coronJos Antonio Lopes foi
constantemente o prolecloe iiossj marido e pai, e
depois de saa mor, (era si de loda nossa familia
(Vid. Diario de Pernamh de 23 de junho.)
Por ora paramos com etarligo, reservando-nos
para era oulros ir mus nao icompanhaudo as pilases
qae liver de lomar esse (ocio, como poblieando
algumas pecas, que paraisn nosso poder. Eacosa-
mo< sinda repetir, que eremos respeitar certas
conveniencias, qoe (orenos he guardar por amor
de nos mesmos e da pea a quem voluntaria e
cutiscienciosameole faze juslica, defendendo-a
peanle a opiniao pubh
E. E.
<&0tttptibencia&.
RIO GRAN. DO NORTE.
Csmarca de alose de Mipibii.
3/ysteaT,- Peace, mo pouco interessera (alvz
oque escre'o, mas pelmeims ha em mira boa 6,
amor de prtria, e inde|deocia de opiniao : esl.u
bem convincido qae riles passar.im folhas e nm
ao menos |aizerain das ao Irabalho o de le o
qoe aqui rablsco ; maso nao ser razan, qoeroe
condeinn; ao sileucio.cale o que sinto, por knlo
lirine em meu propn, irei avante, ce cornos il
faut. n
Era odia 1 do estiva mo fiz Iranssorlar rara a
sade deja comarca, ade attrahidu pela inflioncia
magnelca desoa posiitopographica, sem ref.eillar
o meu escriplo, ja lacnsado das vicissiludesd'essa
vida e)hemera, e ilbria, na araenidade te sen
clima, no bello poeli de seas vales, e ua dice em-
briagiez dos espintu'S requebrus, e gracasde suas
linda' iiabiai le*, qoTazem u orgulhu do liloresco
Mpibdonde ooexoraveis Caravba arran-
caran do braco da ha Piranguira o seu (eroe coja
te*' ti

I I
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. /.
i
'. "."es. |
Sa. ,,,
I
T^,
ess, V0l foulo,..,, ,1"'
lado i seo escra i
Na o re de si
j tm uma cidade
ilisacao, se d.
co dos pensadi
No din 21 do
de, como proco
de de Nossa Sen
djoiz, tlie.our.
vara pela sua c
sistir a na-iad
anda mis eslava
Sao, oovimos ns
zes do perucho
arranca as fechi st as
J
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irr..:.
es rraau, .
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s Santos, qot |,. Itm
' Vi^.ri .
.ai'.s ;,,.
ataeasw ,- .,, .
ks ehsla .
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ero re eatiaa
qoj ss sbram r m .,a
cooria epes p .
cu ettlvess-n-,-,
"h,r- \ i., |..
Js.e emaidij.Mo do |-cv qcw
rdo, dizendo, d
f,1'. e elle o-l
apparer, Dm ,,
eravodoviRarsc
qu.ro de Wattl
ranearas hchd
um appares,,,,!,
felo esse-r^.
costados s.br, a .
t8o ; e miudasju
lenlo. C.etan. i
chaves, .om o ,',
oba enteid.do, ,
prestar soparocli
sua pruc-o, o q
leridadf possivel
scena :p!z-se re
disse aratlem-me
ao qo-ro, nao coi
mo qu lomera as
ohar procisslo ;
uisiid.u chamar c
pes, |ii- de r ipell-
lanileo comigo
I
lusdaenle agarrad
uia
BSJsVl
dapvs 1-
ler Cqi corrido V'"'"'' ^ ^- ,u ,
clietrada da cor de-a d. tefani. Ss.
b"^^d..er,n..ot>,..J,Ja1^^<,.'ri
.es
,.,. ... uu iu.ss.mos e asame, oo. i. ,
ofaecido fazer; .nn le,. ,w.;
r.ni 0 vigario ai

e
a ta pnmeira ic
i pev.rirac,., p,|
sosa, irraodoa fa/,
ssgaoucomo I esle. i
e de arroml
ia .ne- ri
aada a strra Ja i jl
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a*%a). li ir
i aj .
I J

"o ss
pa iliwsjii).
lSe
palla roefl.
ea sil
-1 q
'^t
Israbem seu campa
anida se nao linha i
la vai o n u, Jeso
a para a [.articula
do enlre lagrimas
hecu a immundos I
ntcessid.de, s pe
os corajoas, o De
soberba do prupr
quellet, que bem s
despeilo, ser arri
por sea respeilo i
Piixfto. Em fim se
titular igreja da \
de veio |ior di-pi
nao ser possivel la
llavero psrocbo-da
qae nSo era pussiv.
e na verdade, he t ,
sem camarina, sem
um perfeilo formig
penitencia ir-te a' r.
formigas, sendo qu,
cum a calva ao sol
ou lama, por nao r
fiis dentro da lem
vidaeslava contund enm a da raiuha i'aquetles .. .
bo-.ucs: alli, naouanle (udo isso, deuorei-me "
ie
I- malisaiido o meu communicado qne Vinca, live-
ram a hondada de publicar em s.u Diario de 2ti do
correle, eu disse que lendo lido a felicidade de me-
recer 1,1o bom concito de om vario i,io illuslre e
sabio como he o acloal Metropolitano e Primaz do
Brasil, julgava podar entregar ao despreso, as inju-
rias e insultos de lodos os Feilosas, \VW. e Ne-
groms, havidos e por haver, e accrescenlei qo es-
tando a questao decidida pela aoloridade compe-
tente, nada mais publicarla a respeilo, qoaesquer
qne fossera as provoy.aQ6>s do meo adversario.
Quando assim me exprim, foi porque eslava cerlo
de qae esse hornera deumorgulho demarcado, deses-
perado e furioso nao so por vei-se condemnado c
censurado pela primeira auloridade eeclesiastica do
imperio, oSr. arcebispo da li.lua, como lendo pre-
gado doulnnas contrarias a f catholica, doulriuas
herticas em uma palavra, seno lambem por ver-
me pur elle lao delicadamente tratado, lia benigna-
mente elogiado, havia de recorrer s armas de que
costuras servir-se, e que sao o terror d. lodos os
tiomeus honestos, visto qu. as nao sabem maueiar,
havia, digo, de injuriar-me, de insullar-me e de Ira-
lar me como elle propriomerece scrlratado; mas nao
me passoo pela menle qoe fiado na derlararao que liz
de que nada mais diria sobre qoesi3o.se ammasse a
levanlar-m. falsos e a negar o que elle proprio disse
era seu discurso que corre iropresso e qus remelli ao
tim.sr. arcebispo juntamente com as inhibas rar-
tas. Enganei-me e confes.o que mereci cahir nes-a
deceprjao, pois nao devia esperar boa f e sinceridade
de quem lev. o arrojo nao s de levantar falsos
a lliomaz de Aquino, assegurando que elle ensi-
lla que a vonlade de Dos nao he livre e que Dos
he esencialmente Creador, s. nao lambem ao pro-
prio Deus escrevendo que elle manda qoe o amemos
como a nos mesmos I !
Pareca que o meu adversario, que se dz calholico
dev.a curvarse senlenra que conderonou o sen dis-
curso visto emanar de anlondade compelenle.nao Ihe
restando oulro recurso que o de appellar para a Cu-
ria Romana, mas em vezdisso, ei-lo que grita, com
ese. dalo geral, que a .entenca nao o f.re. porqua"
loeu formulei ao meu modo as queslfles sobre que
ella se pronunciando declara alinal qoe as suas pro-
posirne! sulisislem era p 1 I
De sorle que S. Exc. Rvm ,'que leu o discurso de
meu adversario qu. Ihe remelli, poi, al o declara
raiTS! .C leVS mi,,l,ss MrUl traiiaeripu* ,,o
D'ariO e Pernambuca, e a que p.rlicularmenle Ihe
dirig formulando as quesles sobre as quaes pro-
nunciou alinal. nao vio que essas qoesles eslavam
foimudadas au meu modo ( pobre de inlelligencia
que elle be para submelle-las assim mesnio au
juizo di commissao que nomeara para dellas occu-
De sorle que o meu adversario, qoe leve junio de
8. Ir. tem, om amigo dedicado qu. procorou e
conseguio retardar um pouco a centenes que o con-
demnou, nao achoo niusoem que fizes-e ver a S.
Esc., que o seu discurso nao coniinba iienhuma he-
re.ia, e que as quesles por mim formuladas, n.1o o
haviam udo de boa f. hmitando-se aquelle indivi-
rtuu a assegurar a S. Exc. que o sea amigo eslava
promplo a ralraclar-se. confessando assirn que havia
beiesia no qoe proclamara !
A quera quer o meu adversario persuadir iss0
Aoshomeiisseusatns : >a0 ; ,(es bem sabem'que
a parle vencida sempre acha prelexloi que allegar
mas glorias,
ara, pedin-
EEPART15AO DA POUCIA.
2.' Secrjo.iecrolaria da polica de Pernambuco
30 de junho de 18j'
pera eneebrir a su sera raz.lo, e ver se pude obscu-
recer o liiumplio ,1a parte contrara.
Felizmenle, Pernambuco cenia em seu seio molla
lente que n.i.i se acha no ca,o de meia duzi de po-
Dres Ignorantes, que. fascinados pela indigesta ver-
tio-i I, i,- do meu adversario ouveni-iio boque-aber-
to- romo a um orculo de sabedona !
Homens di-tinclus por seus tlenlos e saber nao
tmente nesta provincia sean lambem na Haba, ii-
clu-iveo proprio Metropolitano e Primaz do Brasil,
lodos condemnaram o meu adversario, lodos deram-
me razan. Oueni leve elle por si '.'\\ W u u
grois encapoladot, ruja defeza e elogios Ihe fazem
rerlameule molla honra.
Para e-lesserao meu adversario um pdenlo de
sabei ; para elles lerei eu licado derrotado e elle
yiclonoso, mesmo a despeilo da decisao do Sr. arce-
A autor dade policial do Rio Foruioto, hospeda,
sem duvida, da chronica poltica daquella localidad
ignorando mesmo l onde podem chegar es recorsos
dos homens polticos qoaodo julgam pretender ba-
quear a legitima influencia, sua adversaria, deixou
se illudir, sellando o maior desideralom dos adver-
sarios daquelle probo cldadao, anuuindo ao qoe ell
mais ambiciouavam de looga dala, a saa morle p-
litira !
lemos porem f que a verdade sendo uroa, e sen-
pre brilhaudo, como a mais bullante estrella do lr-
mamenlo derramar em lodo esse trama lana uz,
que as mais espessas trevs nao podero apaga-la :
queremos dizer qoe por mais qoe se esforriem por
mais que Irabalhem, por mais reprovados injistos
que sejam os recursos, que empreguem os u.ver-
sarios polticos do lenente-curonel Jos Aulonio ^upes
para verem a sua reputarlo, o seu crdito nowado,
a sua consciencia a par da manifeslaco da vffdade
presidir sempre pora, sempre illtsa, duranb loda
a iovesligacao judicial dessas calumnies que De pre-
lendem assacar.
Pois qoe ? Foi s agora, depois de um: erope-
nliada lula eleiloral, oude o leoeole-coroiel Jos
Antonio Lopes eovidou lodos os e-f.uros pissiveis e
honestos para servir a om amigo, levandon, coad-
javido pelos seus amigos, e por saa familia ao par-
lamento brasileiro, e chocando conseguinimenlt os
mleresses da parcialidade polilica do Rii Formoso,
sua ciesaflerla ; foi s agora, dissemos, qu) se enca-
rou eise houiem como crimiooso, como mndenle
de um fssassinalo perpetrado lia qualro amos, quan-
do era ella aotorinade policial, que puni e bauio
de suas Ierras os que foram euiao por lodos reco
nhecidosos verdadeiros criminosos *
Ouem nao anxerga nesla denuncia, ilis atroz, o
dedo da nossa polilica provinciana, senpre mesqoi-
nha, sempre desviada do verdadeiro camnho que
deve Irilhar ; bastada sempre as iilngas locaes,
as represalias monstruosas, e no desejo insano de
aniqoilar 1
E falla-so que a epoclta he de roniiliacao f !
yuem acreditar que o lenenle-csronel Jos An-
tonio Lopes seja nm assassino, elle taede fronte er-
guida provoca aos seus inimigns. que proven), qusn-
do e em que lempo algoem no Rio-Formoso j sof-
rreu om. injuria, urna olTensa. per mais leve que
lase, por elle coromellida ? Qual o agricultor abss-
lado, qual o homem do pnvo j leve occa-au de di-
zerfui por aquelle liomem ollesdido t Todos sa-
bem que hoje nada mais fcil d> qu. darse uma
''enuncia conlra qualquer pessoa: havendo dinheiro,
ha ludo ; e assim romo ha creiluras 18o perversas
qoe a truco de qualquer quanlii v3u arrancar a vida
aoseu semelhaiile, que mullo he, que semelhanle
geulese preste lambem, ao sota melalico, a dar orna
denoncia conlra al seos proprios pas, bemfeilures
e amigos ? Inelizmem* be o toe se observa.
O lenle-coronel Jos Antonio Lopes nao he nm
desses homens vulgares que sao merecen) a alten-
cao do publico, qUe cornos, lemvislo, servem de
brinco as patines luin. daqnelles que por um ca-
pricho nao dovidam furar umollio seu para cegar
ambos do seu adversario.
Filho de pais honestos e abastados, elle firou bas-
tantemente aquinhoado, depois de fallccerem, para
poder viver mdependenle. sem precisar de empre-
gosqoo rendessera, sem ser pesado a pessoa alguma.
Proprielario lano nesla capital como na cidade
do Rio Formoso, onde se ha dedicado a illuslre
prelissae de agricultor, a sua fortuna nunca foi dis-
Iralnda seno para farer bem.
Tendo all adquerido urna posirSo elevada, e de-
dicaodo-se corpo e alma a causada poltica, outr'ora
saquarema, e hoje da conciliario, o len.nte-coronel
Jos Antonio Lopes contrahio iuimi-to. por qa mi
raigos deviam ser delles lodos que nelle enconlras-
sem um baluarte irreslslivel as violeucias, e Irans-
gre's&es da lei.
A sua posic,o poltica nunca o facinou a ponto
de perseguir os seus adversarios por motivos ircra-
menle polilicos, alilisando-sedest'arle dos cargos que
occupati para delles abosar.
Com sacrificio de sua pessoa de sua boNa, (em
sido elle, sempre ajndado por bous amigos, um ele-
menl) de ordem naquella cidade, onde, a eiceprao
de aluuns homens rencorosos, o parlido liberal ihe
faz a devida joslira, rnnsideranJu-o como um cida-
dao honesto. cujo norle he smenle a honra.
Desde lsiK, .pie t.i-t,., os ,-idminislr.dores desti
lo Dos 1 Mo por
buco e ministro sa
cias, aq.i pararei pe
e protestando suslcnt
Cidade de Caro
Ju
Procuri
"


peridico para suinlar na arena d opiniao publi-
ca os seus actos, trerogalivas, tnto -im puliam s
ail nnar, que eslproviucia enlrnlo mas c indi-
co, s do governo epresenlativo, ssculindo os seos
direitos para lira i lempo a saa luerdade, clausula
essa essencial paichegar-se a fncidade, enmelara
a rutear o campo: depositar a se>enle,porque a im-
prensa essa explao coulinua doiensamenlo huma-
no, incumbid i d regeneradlo, .Iba da verdad, a
da ordem, garau da independricia da razao, fazia
por sem Jan la ampliar as iras, agigantando o
seu mertcimentrconslderaran' o pasao do progres-
so, Lamartine e io de amor ede gralidao por Gul-
lemberg, ainda oje bem diz oCreador de um man-
do novo, porqs continua liecriando a cora-
municacao das ftas, linha ssegarado a indepen-
dencia da razosla ledra, d que de seus dedos ea-
lu., conliiiha eral mais fu.;a do qoe us exercilos
aguerridos dos noarchas. Por cerlo, mal sabia
elle, que arman i a iulel'gencia com a palavra,
emaocipava a ralo, e deshila as, trevas da igno-
rancia.
De feito, esse sanie dfum milhao da cabera',
creado por Gutitjbrrg, tea pela saa forrea loda pro-
digiosa, mudados face 0) mundo, encamiuhaodo-o
t sua perfrirao a hompidade cedendo a le do
desenvolMineni e do prjrtsso lem conectivamente
aproveilado.
Todas os raros dos ethecimenlos humanos, qoe-
brando o circuj de fe, que as estreitava, leem
alargado suas pileras,, dado um passo avante como
bem polilir; que Ir'ora era considerada, diz
um escriplor ars no Ism regen di, qusm falrndi
domines Inj vai prroraado allingir a sua formu-
la fiel, h. vesadein porqoe os governos ternera
utns queda lerivel, espantosa, a despeilo de uma
phalauge d. eionet* compradas, e ja nao contara
com o perniciso axilioda demagogia; elles pur
tanto vao cedndo verdade das ideas ; e quaudo o
fulgor d'eslasiter esapparecer por uma vez as noi-
les da ignoracia, I seus raios penetraren) al o in-
limo dos cortei leremos entao chegado uma
poca de our, pH.ua esla' realisada a verdadeira
polilica, a priicKiilicial da verdade, e do merilo ; a
polilica cum re'-odida e definida bellamente por
Bernardin deS^'ierre. As revolures das ideas suc-
cedem-s. de cslinuo, como as geravoes, e a loi-
prensa, culi .an no seo posto de honra nu cessa
de bradar eu rol da humautdade. ^ao larda mullo,
oao esta' mullonge o sacrosauto preceilodo Evan-
gelho. Vo-jmnes fralrs eslis, ul unum oiniies
sint. ,
Qoe vaslcianpo profondas meditac,oes nao of-
ferece a aqffe que, no silencio do gabinete, esta-
da us rooviiilos das nacoes, saa sorle de hqje, e
compara o Sido dellas em vista da historia'.' Va-
riadas scer risonhas urnas, oulras logubres, se
M-Vi;
wmu
n po tu
Srs. reiaclori
s-tr^de Sania Isa
del OeaprEit?. v
as attene.les ao t
prrsenlarao de
dos mais dislincl ,w
apresenlar pela |
co, i ni u i conhec
tisbriel e Lusl
nlo, qoe liiii.s a
boa e Rio de Jan
de ama vez pese
visla das despeza
despensavets, par
da e em .illen.ai
que ss reseule o I
seria mister pron
lurro.podesse fazi ..'
vidoaao publico ,n..-.
(ora, por meio do til).
ca feira, 16 do co ,-en
Ouando ama vru
costa de seos esfo.;
ciooa seo Irabalho
naturalmeole pinta
para admirar, que esle jh m
zes aeolhe com bene
e
* i
*
'e Peru.'uobu
BaSi |
que Un
- piolereiv
...... !..
' .


gerro avenlureiro,
prestar t auxilio qui .nplera o
listas brtsileiros, ds os, quo
de serem nossos com nciaass, t.
exigir de mVs lodo o a e pro!-
lodos sabemos qoe en at as part
America e mesmo eu isepros,! .
estas sociedades se su lama'.igar.
naturas :ora porque Etejinripi
nao Inventa d. intri ir isfb.n're .
Se por stolura s. ::* ama aas
par;o do caico ou seis i. -ara, pi
iesse elli, cerlamei qns *ae firat i i
que rezdesba qneju*, -u|ueai a escuaa tet
em presta, uma issig' :r-j, p^e* a uma oiiic. comedia ?
O Gabrili e Lusbe on os Msgre
me,he urna cumedia c .roe.)
assumptu he < mai ar.ee ,w, mectl
...i
I
posir.au do Sr. Rrar
me ja bem c uihec
dispensa lots e qi
lellijencia s,ne p*
Ihe quizer prestir
A i.o-.s enlend
Marios qus mais.
'trae, actor pai(o.u
taei do Gabri-
variu quc'aiatc .
aplac.1. da seas
algoma obra i i
i edita, rollKat'la- o < / '
ro das n.ats respsii reii srtipiorjissle s -u
seauramente esta i oot nos occupainos
lie dividida em qa.it. partes, cada c.
sxieeum a|>pare. .-na. .ui n.a-!
maiuiile dilliril di*|wiuiteee.
1 na das maior Lib-uldaJ-s q-. a
leu encontrado, I paatesra de scena
..riplnu que pelo ate apparalo, < a d:- -
lilo a um pinlor !) merilo.
Pois a vista de .leokem des'a I




ni c r j* "r tn.miit.iu, Mifafini d ue-ncim a UflCtta ci Sr. aro-
Illm.Sr.-I0i(.rada pela parlieipatio que V. S.1 W,p, da Babia, mu esiou carta w quito,
liberda-e e si soberana rio povo, que de du a di
comera lojar mais vida e descnrolar ses pen-
diles ir sobe os romes dos csslello*. dondi nao ha
luutlon egoimo, a vara frrea do nujeiilofeadalis
mo, d* parcela com o seo irrtaao, o rjispolismo,
ilings medohas amearas. A lula tem he lern-
vel, ras a Iberdarie, essa emanarlo do roo, canta
o hynno dancloria. Eis a Rus-ia, essanarAi librr-
licidi, guiadl por um egoisla, imblcirto em dema-
sa,pugnadn de dueilosque cliamav divinos, leu-
do ior largolempo encarado a cainsem no thealro
datnarra, miseria e a prostituyo nu interior,
aceiardada.i orque o alburio asta sua bussola, o
lioe o quer obstinado he um .rur.e ; eulrelanlo,
o rio e a lloara das naries na ronsenliram por rao-
nnilos qui uma sua rmia, a Turqua, li asse
eilre o anquilameeto e a escravnlSo. A Franja,
aina da Iberdade, a IngUlerra, severa em seos
.rincipios, espeilsdora dai inslitui^Oes liberara^ e
puiiuadnra tos fracos, alliar'm-se e couqu slaiamSe-
ii.i.b.ji il. dande pai lio o tecio, o leinoi e a des-
ciihli.ii.ca i-, cotilrsrios.
I-inalmenle, concluo ra que venho de dizer, por-
por lemais prolixo, com as mes-
lalvez mesmo, por d
me ; na comedia d,
cusa aprr-eule agor
nao mu rirrumda
dadeira desl. padr
poiluguez-
Estamos pois co
sera' acedo e ei
, Meare! o qaaat. h
' '. -. "Ja. tina.
lepois da ..enca, ta I
la, e i i.iiuc' ia n>''
e tlor para o I
! C
-i los t o
publico de Periu iba a ",ue tes o toni ><
lelligtncia precis [eed
o bello do feio. e rsr.i istds as ventura
trangeiros furasi reerite i
esforro>dos arti-l
Diaeem-se, Sr ,
que j vou sendo ,
mas tialavrts cun uue-llaltcr Se exprime : falta de
provincia o com.i.un.ram. e sem,,re o (ra arara ron ..tausae. aUse.,r,a ou abnesacau
dislinccao, sem que Ihe usse mial.r a quebra de tea \ ..,i.T..i"..
dignidade pe-sual, e de sua po>is;ao polilica.
Relacionado desde essa poca com lodos ns senta-
re! depolados geraes, pelos quaes sempre Irthallou
(I) Como querendo dizer : i'ara o que nao es'ava
habilitado.
,J Como querendo dizer que nao sao remo a
delle.
I Esta censura refere-se mui claramente io dis-
curso do meu adversario, mo obstanle quer que o
lenhamos por calholico.
,) Peen descnl[ia ao publico pela rcpelir.io drsle
trecho que me diz respeilo; mas faro-o porque sei
que he elle o que mais fez desesperar o meu adver-
sario.
le enlhastiime peM douiriuas inatlluitoes, acep-
licismo as leis e ni* coslomes ; foi a e|ioc.i qoe ja
la' foi e perdeu-se aas noites do passado, emquanlo
bajo somos randetidos aluralmenle ir ura
que
inligl comparada cora
fraqueza do que pude-
las tuscas hutas .
Senhoret redi
engenheiiu cor,
que a linha de .
,\\ lupias .van,
mos, como evii)
cao reetelaet.
linio, sou i.-n|
a a' respailo i
as circumslann
sar a pianU <
roiiveuieiue.ie
[inssa ilutar, [ir
certas diliculd
rein os e- -,is,.
I. de qu. tne .
zelo no runipi i
Em das de
.
i
.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


prncresso moral. A hisluria
a contempornea suppra a
dizer.
Foi exonera,o do car^o d* delecado de polica
de-te termo, Il.'ieuel Paulino, sendo substituido pelo noel Antonio i
lenente-cor.nalTr.jano l.-ocadio de Medeiros Mar- ollerecerain a
la ; fui tgoalaenle desoneradti, a pedido seu, o sub-
delegado de Papan. At boje alo consta quem o
sub-litua.
Foi pssli a margem o cscrivao do geral da villa
de Guia miaba, Galdido Alves Pragana, que ha
muilo ifmpo serve illegalmeitte. Louvores ao Exm. < transferencia i
; dos terreo,! c
| do pelas roas
leefradat do 1
i com ura pioje.
I bie os referic
m
MUTILADO





-itf ^HHJ "r
"UR^^^Kae.*
pUoii igi fot r
'h *. (lu* *
"ules .
|l unii ira que Je sua ac-
oVi.i quasi perpen ticu-
i Senli.iri, da Solv-
a obliqua a direc-
mii- para o sul,
M'Bp .
I
i, c i
"-.^SI .,1 I
InMhn atbm
<
: ii ,
: .1..

pela cmara para
lializ, consultando
lopogr.pbico ex-
E (endo observado
iller.mes projectos
ia Ir.balito algum
ferciooi'i uma co-
alinhaoieolos nu-
ior em (odas ellas,
acioaados peticio-
vacao da cmara,
.pproyacSo do go-
m foi conced ia.
poacot mezes, que
da rnuoicipali la-
pprovada do lugar
1 diversas mus, em
i,.ik__ a i ." ppondo ses Ira-
balhos d. levantameulo da planta fe.la, secundo os
prmcipio, da icieuc.a, i.So l.stei em deiiar de ve-
rilicar sua exicli.tao, tu 1180 wc'.idao.
, mrfi de qUi"i. ,0ll-'?ica.1a a ra da Esperau-
' 'VlTiJiovo prnpnliri. da maior parle dos lenos
compr*h.udidos na pliola Ilerculano Alves da Sil-
- iV.' a''m"* "" V > nwndass. delinear as ras
iranias em seu sino, oque < cinsiodo-m. comple-
tsm.nl. a* exigencias di plaiKa, salvas pequen.. diN
fcrenca. Glh... Mm dida di imperfeto do levan-
lamento da metma.
i,,1^ m9 '"Po" d Bf. pe os qoarleires cen-
traos compr.hend.dos entre A. S.ledadc da ,
Kymphas que licaram coro alguna ponos de menos
hiesalisieil. condtcio mm inJi.pensavel, qoalde
lM.ri,r",.C,,",,",0.da"'c"D',,"o,1a lnhl do lado do
le e do eunhal da wrta do .ol da ultima casa do
do ulT^ T I3*'"0* "mina-I. no ciiuM
do l,| da coainha de Bernardo R.qoe. ,,,, J
Jo F.rnande. V.eia, segundo .xigio a planfa ,!
tend q. es,. difle.eoca na, m-reci, p?, '
de o*r,0,,,^"eT"a r;"SOd-' J* ponlos "
Par minaran .rripliici. I
'i 1 i /rogresso, as Nymph.s a do
rados Indos 04 terrenos,* exe.ii-
ti> .
. i, ..jan
ur
3ue t
'. .
*r. V cante Jos de Bruo.'o
- [it >iano para ai o mandou cer-
a. ssim preelsmenle alinhado
; Jr, Sr. Uanoel Antonio
se* :e, sea mailo funda-
' fc. Irilo, qne tendn
ra feiti Manoel Au-
. f"s palmos, que
ra wpiemeulo de .miro quarlei-
Tambero con.ideo T~-coienle t reforma da
cordeaeso prnitiva,,,, nenlido de manlar arranca-lo
prim.1ro porqae n.lr. be suslentavel atfrnta a inlei-
ra sal.sfacao ,. toda, *. condicoes, qued.ve presi-
dir a delermbara0 a linha em qoesta.; seaundo
porque irreHila consideravelmenle p-eJodca aos
peqoenoj e iinomeraveis proprletarios qle hao edi-
icado de embao lados da roa lerceir^ rinalmen-
le porque na e em collocr a roa no lugar, em qoe e de pre-
renocia a oM qualqoer, porque o poprielario
Hercoleno Aes 4, Silv, he senhor e posador do.
terr.n,,. d. ,,b?, os l.dos, e por es.. occ. oir.stoa Kndncias de que ela passasie mis oroi.
ma ao sobrad.welho de seu sitio, i.lo he, q 8rran.
"h"? P*r" *"le' C0'"0 *ma mindou o os,e-
Em raaptnontendo qoe lenho explicado sinicien-
temnle todo sse negocio, e paree-mj, qo.. nada
ha inelhor a feer, do que formolar-se nova llanta
taludando preamenle o digno engenheirt lelas as
circumslanc.aido terreno, adopl.ndo o mar n"
f.r possivel toos os trabalhos feitos de eordeaao
AceHem Srs redactores, a sincera exprei.i 'de
nieu reconhecuenlo e cousideratao.
A. F. K. Selle.
Descarreuam boje 1. de julbo.
Brtgo, ing^-Joshu. M.ry-carvao e trilhos.
Br.a "nglea-Hindoo-ideni.
tsr aue mglei-Ama.on-rnercadori.s.
E n9.hnr""eiri>-M"' -recosa-fumo charuto,
generP gU"a~K<,ha d0S X"'o ~ divers09
Brigue inalez-Maraaret Redlov-baealhao.
"ngoe amencauo-Fannv Wskmilblaboado.
lojaca nespanholaAdola-pipas vasias.
Hngue hrasiUiroValenle fuin...; .ah5,
REXDI.ME.NTO 1)0 ME7. DE JUN1I0.
... /mpor.tifHo.
!!".?! 1 do,'0"s,,l,,(...........447:'J00?287
unos do 1 por cenlo de -eexporla. Ao
para os partos e-trangeiros. ...*..
Dilo, de I "sor cenlo de reexportado
para os lirios do imperio......
Expediente de 5 |K>r cenlo dos seeros
eslraogeiros navegados por cabola-
iMto de i|.> ,,,;r v: ,i; ,' paiz;
DHode I l|d por c. dos i......ros livrc
Armazeaageni das mereadorias. .
Dita da plvora. .
Premio de V2 poroajldos'asrianadM
Multas calculadas nos daapachos. .
r Interior.
Sello fixo......._
Patentes .los despachantes' g'crac's.' .' .' .'
Uitae ditas especiae.......
Emolumentos de certides. ...
DIARIODE PERMMBUCO OIAKTA fERA I DEJULHOJE
1857
Perlence a It.r-
Jeronimo ll.it.
S8O0
253U40
I93293
3:031.5107
6741921
2849714
3:3i(bt.-i:i
138o!t;i2
seeca ; a Viuva Amorim e filhns.
"lona. I'assaieiros, Mr. Nur Sesuio para llavans.
Maceio e parios mermedios 1 dia e 18 horas, do
uinmo p,irl,)<) horas, vapor nacional o Persiiiun-
Ka.i) comman.l.inie o >- tenante Jonquim .Vives
Mureira, rarBa arroz.
. nato sabido no mesmo dia.
Rio da Prata Brinue inulcz ,. Mienonelhe,. capi-
iao c. helbory, carga assucar e aguldenle.
WH,
3ISJ960
vjaiioo
37i0fJ
13(ilO
Na teguinlet especies.
Dinheiro .... I86:42S033
AssignBo S72rf69J869
4j Depsitos.
KDl balanco uo ultimo de
maio..........
linti .idos no corrcnlo mez
Sabidos ....
22:9503337
1:0375.59
23:987589o
13:341522.
Existentes...........
A'o seijuinles especies.
"ihciro..... 3849I02
l-elras......10:26291169
I:6(5(i7l
5609564
7.
Elet;5o dt^devotos que tem de festeju-
ao glorio e martyr S. Manoel da Pa-
ciencia, 1. futuro auno de 1858, eolio,
cado na ifeja de Sao Jos de Riba Mar.
Juii proteclor.
O IHm. Sr. h Pinto de Magalbaes.
Juiza protectora.
A illm. e Em." Sr.> D. Joaquina
Santo. *
,,, Joit P'felei'sao.
< lllm. Sr. Mnoel Ferreira de Souza Barboea.
Ma por cleirin.
A Exm. Sr.'). Mara Celestina Paes Brrelo.
luiz por ilfvir".
O Rvm. padrMIbui 1 de t^rvalho Lessa.
luiza eor dev.u-fi 1.
A Eim." Sr. .-CanJia Rosa Paes Brralo. <
terivan por eleirjao.
Ira. Sr. Mnoel Antonio Bezerra.
crivjs por eleii;S.J
Contribuicao de caridade.
Hendimenlo ueste mez.........
Allaudega de l'cniamburo, 30 de janho de 185
O escrivo,
Faustino Jos dos San'ot.
IMPORTACAC.
Escuna nacional Soltana. viuda do Rio de Ja-
neiro, consignada a Isaac Oorio 4 C, manifeilou o
seguiote :
30 pipus vasias, 200 arrales cora eevadinha, 200
rrasqoeiras geuebra, 401 caixas sabao, 75 rolos fo-
mi, 200 saceos caf ; a ordem.
Polaca nacin*! Mara Rasa, vinda de Monte
Video, coosignada a Isaac Curio & C, maoifeilou
oseauinte:
2050 quinlaes de carne secca, 10 couro de caval-
to paja cobertura ; a ordem.
CONSULADO GERAL.
Rendimenlo do dia 1 27. 114:2275175
dem do da 30....... 5:889J5
120:1073720
DIVERSAS PROVMCIAS.
Iteodimeuto do da 1 a 27. .
dem do. dia 30. ,
8:2073739
131/777
8:3399516
"mWaaUri MES* l)0 CONs'lADODE
fK^MBLCo EU TOn O MEZ DE JUMIO
iifc m>7.
?.?"l!aA0 '.le 7 Pur renlo. lli:974(-8
O l)r. Anselmo Francisco Perelli, commen-
dador da imperial ordem da Rosa, juiz do
direito especial do commercio. nesta cida-
de do lecife e provincia de Pernambuco,
pors. m. o Imperador, que heos guarde
nnF22>M^L0pre0?te edital- "como
no da 23 de julho prximo futuro, se lia de
arrematar por ven la, a quem mais der, em
piaca publica deste juizo, a p.rta da sala
das audiencias, duas tercas partes do sobra-
do de tlous andares n. 169. na ra Imperial,
2 em "" t0*-!""lJe em 4:000?, cujas
duas tergas partes se reduzem em 2:660-666
res, penhoradas ao exeoutado adr llenri-
que Wtlmer, por eiecucao de D. Anna So-
phia Elisabet Wolphopp.
E para que chegue noticia aos licitantes
mande passar editae^ que serlo allixados
PmLl^areS d0 wstume publicados pela
Dado e passado nesta cidade do Recife, aos
27 de junlio de 1857.
escrv"nnn^0J8naCO deTorr" Bandeira.
esenvao o liz escrever.
Anselmo Francisco Peretti.
& t*Uit

Dito de 1|2 por cento.
Aucoragem........
ireito de 5 por cento na
compra e veoda das em-
barcares* .....
Expediente da, rapalazias.'
Sello lixo e> proporcional. .
Emoluoieutos de ccrlidoes.
3*000
IH:9779iW
2:9019250
3059000
858991
1:05:19017
9900
Diversas provincias.
, tiiztino do nsodio e outros
gneros do Rio tirando do
Norte.......
Francisca de "i'" dito dito dito da Pa-
rahiha......
lito do nssucar '.la dita. '.
lito dilo das Alagas. .
5:130i272
120:1079720
2139951
F, B. 1 '' Pw eMSio-K l85Peio escrivo
A fcxm.. Sr. 1 Ama Margarida de Jess Torree. E'.nvao por devora^.
O lllm. Sr. Joauim da Fontec e Silva.
. ,- E,li,Sf por devo^ab.
A Exm."Si. DJaajnna Maria doi Prazeres.
iocorador geral.
O lllm. Sr. Maael Joaquim Soares.
Pro .ir.iil.ires.
Os Illms. Srs. :
Maooel Jos ,1, Sn/.i.
AdIouio Joaquirc Ibello Bastos.
Lu Igero Antonio d Albuqaerque Mello.
Francisco Jos Femra Bastos.
1'beioureiro.
O lllm. Sr. MiMl Carruro da Suva.
. Murdomos.
Capilo Braz Anloio da Conha e Albiiquerque.
Manoel Joaqon f arreira Eslaves.
Manoel (..irnilo da Uva.
Manofl Jos Ferreir usmilo.
Os Illms. Sra. :
Manoel Antonio Ton*.
Manoel Francisco daSilva Carrico.
MiiohI Ignacio de rida.
Fre Manoel do Amr Divino.
Fre Joaqoim do Esfr(to Santo,
rre Antonio de Sant |i(a.
Padre Jos Flonndo r (Hiveira Moura.
I adre Manoel Adriao.dg Albaquerqoe Mello.
Pad.e Chn.iovao de F.-fanda Cavalcaoti.
"ailre Leonardo Jnaoeao.
Dionizio II i Mario Lope
llennque Joe de Sanos.
I.oumno Ribairoda Cjnha Oliveira.
Jos Cypriano da Silv
"rai Msooel de S. Filipe.
_ A A< Exmas. Sraa.:
D. Jesuina de Lima Freir Barbalhn.
I. Aullreclimana de ,ona Pereira Barbalbo.
II. I.u Imii. M'rlins os Sanios.
I). Rosa Mara da Coteicao.
I). Joann. Maria de fc||.
t. Qrcnmcis. Amadad Jess Brangel.
D. Auna Isabel da Stlt Neves.
II. Mana Coutinlio de .yra
I). M.noela ^.,1. do .aecimenlo.
). Ign.z de Frell., B.boz. Paite.
I>. Rosa Mana do >a,unenlo.
!' "fu X";i"' G,!,lci"" Wan.lerley.
I). Iabel Mana de Siqrirj
I. Mauricia Maria da onceicao.
I. Mana Senhorinha d es Cavalcanti.
D. Francisca fonte de lm..
II. lranc.se. 4a PurezaOliveira e Silva.
I. Anua Joaquina dos S.iIik
i. Al'xaodria. Fr.neeh. d Souza e Mello.
to'pro!^^:'"""'0 f UU"ira <""' COadU-
m*
MJ>.(.
PIUCA DO RECPE30 DE J1JNHO AS
3 HORASDA TARDE.
,. Colac& ofllciaes.
Desconh de lellras-lOi,2 e 11 0,0 ao anoo.
1 i. 1 ""%'*< presideute iulerino.
b. uuhourcq Jmior, secretarlo interino.
Sobre Undree, 28 ^fef-
t Pars, 346 rs. por i
* a"bo1a. *2 Pr U premio.
r%o h6 ia"-V,'U- 2 Pr H descont.
*R^3a?por c,,de dividnd "r
1 1 !pan!"a n e kberibe i000" Por ac^o
. 1 ^PHaDJ"1,!frn'"'"naaopar.
, : : S.bva : ': w
I'rala.-Patacoes -brasileir,......o"5
Peso, colunmariss......S25
mt"c';J i u*m
Canta Filial Jiraij,
EM .".O DE JN|0 DE 1837.
Directores da semauaas senhores :-Jo3o
I .oto de Lemoje Auloni Marques de Amo-
mnCalX.ai?SCH0nla lettr a ,0 Pr cento ao
atino, e toma d.nbe.ro aremio de confor-
nudade com es seus esUjtos.
1:61*9738
2829917
6:16.59910
8:3399516
128:4179236
Deosilos saiiidos
Dios existentes .
2:9179812
7:122j7l2
-Vosa do consulado dePernambuco,:iOdejunho de
lo escrivo, o 1 eicnplurano, Francisco
1 c L.viics las
.7^^<."i,. Ua- kXWVTACAO PELA "MESA
i!,O;.01?.lI,'AU0 "ESTA CIDADE NO DIA
WIE JKHO DE 1857.
I liiliillpliiaBarca americana Lsuraela, Roslron
Huol r 4 c., 3,150 saceos Mamar mascavado.
Ti i""""11 americana Azeliao, Rnslron
i>.iuk, n, i jo 8acco5 ,iu(.sr mnucavado.
IlarcellaaPolaca bespanhola Paula, Aranaga &
Bryao.30 saccaa .Igodao.
I.isb.i.iarCa portogueta -Paquete Saudade, No-
vaes i\i .umpnuhia. 90 ca.ces niel
Lisboatiuue portuguez Pescador, T. de Aqui-
uobouva cVFilho, 200 taceos auucar masca-
vado.
Rio di Pra._ Patacho dinamarquez Maria, Isaac
La & > 300 birrieaa assucar branco.
. EXPORTAgAO'.
Buenos-ITM cora escala por Montevideo, polaca
hespa.ih.ila ladrn., de 429 toneladas, conduzio
o segumle : |2;( pi^a*, 8 meias ddas e 100 barri.
de j.- aguard,,!,, 3 pipas spirito, 415 harnease
i?aSfSZ ^T.1'474 ',rroha' 9 libras de assucar.
RECEBbDOA DE RENDAS INTERNAS (E-
RAJS DE PERNAMBUCO.
.aeD,|lme'0 dt.rtia 1 a 27. 27:8149388
dem do da a....... 2.7339266
30:0479654
nnNIcI^vN^''RECEBED0HU""HN-
8nUrS?5* OERAES DE PERNAU-
Bl.t.O DO ML,|)E JUMIO DE 1857. A SA-
ullR :
Renda dos proprioinacionaes. .
Foros de terrenos o marinha.
I.audeiui.is ....
Si/.i 'd is bens de nt m
Decima addicional 4J corporales'
de ii.ki mora .
Direilos novos e ve e 'decbaii-
cellana .....
Dilo de patentes do'olciaes' da
guarda nacional .
Dizima de chaiicffl.ii.
Mullas por infracresde" rala-
mento, -...,....
Sello do papel lixo proporci-
onal.........
Premio dos dsposilos puboos. ". ".
Emolumentos ....
Imposto sobre lojas, e ca* de des'-
contos......
Dito sobre casas de moveisrupas'
ele. fabricados em paiitguaii-
R'iro ........
Dito sobra barcos do interior'
Tala de escravo.....
Cobranza da divida activa.
Iiidemiiisdi.u-.....
1099600
1359394
* 15:19000
7:3079114
2:3059386
2609237
IO89OOO
5259*46
459585
9:1809393
1l.-i.ii
4169600
6:0379160
1:0809000
99600
tniooo
1.-9229388
4699507

30:5179604
30 oe juih.i de
Recebeiloria de Peniambiic
1857.O escrivo.
iSEXl ,.'f?'"'0 Sine dn amoral.
CONSULADO PROVCIAL.
Rendimeiilo do .lia 1 a 27. x-J-n-Jf.io.-M
'^ d 30...... &79LStu
OBRAS PARA O MELUORAV.slo i)0
POR I O.
I riV?ihSla reP"rtii0 de contratar no dia
3 dejulho prximo, o fornecimento de ti-
hr V ? melhor Qaliddo, para as o-
bras domelhoramento do porto, por lempo
manTaTllm0^ -de "^U5
rrt?ni *"" ,nP:tor convidar aos
pretendentesa apresentarem as suas propos-
tas nesse mesmo dia, ate urna hora da tarde,
em que ef^ctuar-se-ha. o dito contrato com
azenda"'3'3 Vantagens ofrecer a favor da
Inspecco do arsenal de msrinha de Per-
nambuco em 30 de junno de 1857.-0 secre-
tario, Alsxandre Rodriguos dos Amos.
CAPITANA DO PORTO.
Tendo a boia que marca o cabeco do sul
|ia entrada da barra deste porto, arrebenta-
ao a amarracao pelas 3 horas da tarde do
da 27 do correte mez, manda o lllm. Sr.
capttao o porto fazer constar para conhe-
ciment dos interessados, que outra a subs-
Utuio provisoriamente.porem mais pequea.
Capuania do porto de Pernambuco 30 de
junho de1857.-0 secretario, Alejandre Ro-
drigues dos Anjos.
CONSELUO DE ADMINISTRACCaO NAVAL.
Vao tendo-.e effecluado na sess5o de hoie
do conselho de administracao naval, 0 con-
trato para o fornecimenio de medicamentos
a enfermara de marinha, e navios da arma-
da, pelas propostas presentadas, nao decla-
raren! quanto acerca do prego lixo foi con-
signado no anterior annuncio", manda o mes-
\o conselho fazer publico, que pois lica
i..nsrerido para o dia 3 de julho prximo,
emque as propostas serao recebidas at as
II horas da manhaa.
Sala do conselho deadministr^co naval.
2, de junho de 1857. O secretario, Alexan-
dre Rodrigues dos Anjos.
Pela mesa do consulado provincial se faz
publico que os 30 dias uteis para pagamen-
to a bocea do colie. da decima dos predios
urbanos das freguezias desta cidade, e da
dos rogados, se lnalisam no dia 8 dejulho
prpstmo vindouro, incorrenao na multa de
3 por cento todos os dias aquelles que dei-
xarem de pagar sous dbitos no segundo se-
-mestre de 1856 a 1857.
Mesa doconsulado provincial 30 de junho
de 1857Antonio Carneiro Machado Itios.
administrador.
ESTABEI^CIMENTOS DR CaP.iDAHE.
Aadmimstracjln dos cstabelecimentos de
eartdade manda Tazer publico, que, por iu-
conveniente deixa de haver no dia %o cor-
renta o ajmiversitric. den- m-tros' expostos,
O que lera lugar a 15 de agosto prximo fu-
turo. Administracao de csridade 30 de ju
nbo de 1837. O escrivo,
Antonio Jos Gomes do Correio.
-~ Pela mspeoc3ov.da alfandega se faz pu-
blico que do 1. de julho em .ante, so pode-
rao agenciar negocios que corram pela dita
repartiese: 1.- os donos ou consignatarios
das mereadorias e embarcarles ; 2 os cai-
xetros despachantes aulorisados pelo inspec-
tor para os negocios de seus patrOes : e 3.-
os despachantes da alfandega com autorisa-
?ao por escripto do dono, ou consignatario
das mereadorias e embarcares. Outras
quaesquer pessoas que se apresentarem a
despachar ou agenciar negocios ni alfande-
ga incorrerSo pela primeira vez na multa
de 10-3 a 1009 rs, pela segunda vez, na do
dooro, e pela terceira na do triplo alem de
Ihe ser vedada a entrada na reparticao. as
mesmas penas incorrerSo os caixeiros des-
panhantes que agenciarem outros negocios
que que n3o fore:u os de seus patries.
Allandega de Pernambuco 18 de junho de
1857. -O inspector, Beato Jos Fernn Jes
narros.
--- A arremataeflo dos objectos perten-
centesapresa do palhabote negreiro, ter
lugar na secretaria da polica, as II huras da
uha do dja 1. de julho do currante an-
matacao romparecam na sala das sesses
da mesma junta, no dia cima declarado,
pelo meto da, competentemente habilita-
das. t
Bpara copsUr se mandou afhxar o pre-
sente e publicar pelo Diario
Prpr.1!,*!"" "-"so,,raria Provincial de
eroambuco 26 de junho de 1837 O secre-
tario. Antomo lerreira da Annu,.cic8o
Clausulas especiaos para a rrematac3o
.1 f.rl-Ka!.d0 ";' l"^ ^ estrada .lo
sul, far-se-hnodecoiiformidade com o rCa-
mento e perlis, approvados pela directora
em conselho, e aprasentados a ai.provacio
do Exm. Sr. presidente da provincia, na im-
portancia de 15:ii20.; rs.
2" O arrematante dar principio as o-
bras no prazn de um mez, e devera conclui-
r no de tres mezes. ambos contados na con-
fonnidade do art 31, da lei n. 286, dando
transito ao publico, em toda a extensSo do
la neo no fin de 6 mezes.
1 O pagamento da importancia da arre-
Marnfuio
e Para.
GAPETE P8RTDGEZ
Segu para o MaranhSo e Para' neslcs
dias, por tersarte de sua carga prompta,
o brigue nacional CLARA, Je primeita
marcha : pata o resto e pattageirot, )>a-
ra o<[tie tcm asseiados commodos, trata-
se com o consignatario Joo l'into Kegis
rD....v..^ ua ini|i"ii.iiniri iia arre-. *~y'gt luumv.iuiu.iu j./uu i uno hcfis
S2oa inuaes, cu a Ultima sera naca n r,>n..o. >....__
iguaes, cuja ultima sera paga na occasin.
da entrega definitiva, e as outras correspon-
derao a cada tergo das obras.
4 O prazo da responsabilidade ser de
um atino, durante o qual o arremataute se-
ra obnga io a manter a estrada em perfeito
estado de conservado, reparando as ruinas
todas as vezes que exigir o engenheiro da
estrada.
5." Para tudo o que nao se acha especi-
Iicado as presente clausulas, nem no orca-
menlo, seguir-se-ha o que dispOe a respeito
a le provincial ti. 286. -Conforme. O se-
cretario, A. F. da Annunciacao.
O lllm. Sr. inspector da lliesouraria del
lazenda desta provincia manda fazer publico
que no da 1. de julho prximo seguinte,
rao a praga peraote a mesma lliesouraria,
para seren arrematados
Martins Pernambucana
O vapor PERSINtNGA, comandante Morei".
na-e. a carua para lamandarc, Barra-Cande "
3
para serm arrematados a quem por maior i cara P" lamandarc, Barra-ti.a
pregootferecer, os arrenlamentos annuaes homda m.i,.ndr *'"?'",? 5 .do corren,e' '"
da casa de sobrado da ra do Jardim n 71 t m?"l'a-r":" ultimado o expedirme n
cretana de lazenda de Pernambuco 26 de
junho de 1857.No impedimento do ollicial
maior, Luiz Francisco S. Paio e Silva.
Quarta-feira 1- dejulho.
QUINTA-RECITA DA ASSIGNaTURA.
epois qoe a orchestra tirar execulado orna de
soas novas e bellas ouverlaras, dar principio ao e--
peclaculo a moilo eugracada comedia em dous actos
II COME DE PAiGtliA'.
He causado tecer eloSos a essa produccao do Sr.
Abrancl.es, pois a aceitara que roer.ceu quainlo
pela primeira vez foj representada, be mais qoe
oOicieute para dern,11.ityr sua sohlimid.de.
km srguuunio o bello vaudeville em um acto
que lauto agradoa
m CAUSA DE III ALURISMO.
Em coDiingasSo a Sra. D. Isabel cantar a linda
canr;oneta hespaubola
Kinalisar 0 div.rlimenlo a nova comedia em um
hea"" mUS'ra nDC rePresenlada nes'r
OCAPADOR OE LEOES.
A sociedaiie dramtica espera toda benevolencia
da parte de seus proleclores.
i|i Principiar as 8 horas.
il
:'
:!f>i&*3&
'., SS .. v
88:72.-'J66
AI.FANDHA.
R.nilimrnlo do dia 1 a 27*
'dem do dia 30. .
S 31:656j763
27:4380159
459:0915022
rOMtmmf w *>ft>.
N.vios eniiaaus no dia
Montevideo pelo Rio de Janeiro23 as, ,|o ol-
limo porto II, patacho nacional tlitm Rosan, de
118 toneladas, capilao Antonio Josoe Oliveiri
equipa-em 10, carea 2.050 quinlses ccar,iesc-
ca ; a Isacc, Curio & Conipaiibia riece ao
Ido de Janeiro.
Babia5 dias, sumara nacional IIorlennn ,jc j.)
tooelad.a, capilao Jjaquim de Suata Co equi-
papem 7. carga varios (eneros ; a Anla l.uii
da Oliveira Azeve.lo. lVrlrnce a Baha, Passa-
Eeiro-, Faustino I'ereira. M.....ei Meudc Luiz
(iome, de Azevedo, Alberto l.arebai.
Buenus-Ajres36 dita, polaca hespaubola iove
Adela, de 128 toneludus, capiiaj l'aul pj,
equipauein 10, carga pedras e pipas vasias 9 fj.
moran Irmilo. IVrlence a Barcelona.
Liverpool2 dias, barca ingleza .Riclnnoiid de
351 toneladas, capilao I. Adamson, equip.,,,
13, carga fazendas ; a Asile) & C. l'erlen, a
Liverpool
Rio de Janeirolidias, escuna nacional Su,,
nao, de 172 DeladaJ, capillo Jos Antonio 0
.\7ive,lo. equipagem 10, carga sab.lo pipas \.
sia; a Isaac, Curio A; C. Perlence a Baha
dem- -21 dias, pal.:ho narion. 1 Valenle, de 1
ln...l..l.. ^>|M. I____U.... ,-:______
j visto nao ter podido ter lugar no dia 17
do correte mez de junho.
~- Pela administragao da mesa do con-
sulado de Pernambuco se faz publico, que
do i. dejulho prximo vindouro em dianle,
a excepgiiu dos dor.os, s sero admiltidos a
despachar navios e gneros de exportagao
que corram por esta mesa, aquelles despa-
chantes queso rnoslrarem competentemente
Habilitadas nos termos dos arts. 49 o 52 do
decreto n. 1914 de 28 de margo do crreme
auno, combinado com os arts. 151 e 152 do
regulamento de 30 de maio de 1836, e aviso
n. a de 16 de agosto de 1845 o nuo previ-
ne alim de que, sem embarago ao commer-
cio, se possa, de narnionia co;n a alfandega.
dar a devala execug.-io aos citados arts. d
Mi. Mesa do consulado de Pernambuco 23
acjuiiiiode 1857.O administrador,
Joao Xavier Carneiro da Cunha.
O lllm. Sr. inspector da thesouraiia
provincial, em cumprimento da rosoliigj.,
da junta da lazenda, manda fazer pub ico
que a obra do empedramento do aterro do
Afogados, vai novaniente a praga no d'a 2
de julho prximo vindouro, no valor de
36:960>UOO reis.
E para constar se mandou allixar o presen-
te, e publicar pelo Diario.
Secretaria da lliesouraria provincial de
Pernambuco, 25 de junho de 1857. secre-
tario, a. F. da Aiinunciagao.
-O lllm. Sr. inspector da thesourano
provincial, em cumprimento da resolugiia
da junta da azenda, manda fazer publicj,
que no dia 16 do julho prximo vindouro'
vai novamente a praga para ser arrematado
a quem por menos liier a obra da concl.io
-- I ara o Aracaty segu em poucos dias
o hiato Capibaribe, por ja ter parte de seu
carrega ment pro tupio : para o resto e pas-
sagetros, trata-sc na ra do Vigario n .
* ra o Ar caty
segu com brovidade o cter Tubaro Te-
cebe carga a (rete : a tratar com C.aeano
cynaco .la Costa Morcira, na iujda(;adaia
do lecife 11. 2.
Pnra o Elio ijc Janeiro.
Vai seguir com muita brovidade, por ter
parte de seu carregameuto prompto, o bri-
gue nacional Maria Preciosa, eapitao Fran-
cisco Alves Meia ; para carga e passageiros,
escravos a frete, para os quaes tem excel-
entes commodos : trata-se como seu con-
signatario Francisco de Paula Figueira de
Saboia, em seu escriptorio ra do Apollo
n. o.
PARAOCEAI1W
Ohiate novo Oltnda, mestro Custodio Josti
Vianna, para o resto da car^a, trata-se com
os consignatarios Tasso IrmSoS.
Antonio Alnieida Gomes Tara leilio
por conta e risco do quem pertencer, e por
intervengiio do agente Pestaa, de cerca de
100 caixas com massas, e 25 hcelas de pas-
tenas, chegadas no ultimo vapor sardo, o
sabir da allandega cerca de 30 caixas com a-
zette doce engarrafado : quarta-feira 1 de
julho do corrente anno, as 10 horas da ma-
nha, na porta de armazem do Sr. Annes,
defroote da alfandega.
- Jos Baplista; da Fonseca Jnior fat
leilao por intervengSo do agente Pestaa, de
150 barricas com excellente larinha Ameri-
cana para Techar contas : quinta leira 2 de
julho do corrente auno, na porta do arma-
ren! do armazem do Sr Paula Lopes, de-
lronte da escalinha, as 10 horas da manha.
O agente Borja, em seu armazem na
ra do Collegio n. 15, far leiliio de uma
graude porgao de obras de marcineiria de
lodas as qlialidades, inclusive uma mobilia
de Jacaranda, dous grandes espelhos, um
lindo toilete e uma rica costureira de mog-
no, cama franceza, comroodas, guarda-lou-
ga, mesa de jantar, aparadores, lavatorios,
objectosde porcellana edevidro para sala,
ditos para serjigo de mesa, e outros muitos
objectos etc., pertencenles a uma pessoa
que se retira p.ra fora da provincia ; e bem
assim 9 carros de mSo novos, 3 machinas de
debulhar milhoe ditos de moer, e uma n-
hindade differentes artigos, qua fora enfa-
donho mencionar ; assim como 2 novilhos e
I novclhole de raga, e ilhos do pasto, e utna
vacca com na : quarta feira 1 de julho, as
10 horas da uianbaa.
., ca ~a -^3 "i3 "nS5%
O thesoureiro abaixo assignado faz scicnle
que iienliuma divida tem rontrahido por
conta do mencionadoesUbelecimento ; mas
se por acaso alguem se juigar com direito a
algutna cunta, queira apresenta-la no prazo
de 3 das, na ra da Cruz n. 15, para ser pa-
ga. Pernambuco 27 de junho de 1857.
Joao Jos Rodrigues Mendes.
- Precisa-se de urna amaquesaiba co
zinhar e fazer todo o mais servigo de casa .
na ra do Caldeireiro, taberna n. 60.
Precisa-se de aurendiz-s de alfaialo
para aiudar um ollicial cslrangeiro, prefere-
sa o queja tetilla priucipto; Umbein se pre-
cisa de costureiras para caigas de tirim : na
ra .\ova n 52
-
Leiko boj
e
Antonio de Almeida Gomes lara' leilao,
lioje, por corita e risco de quem perten-
ec'c por intervengo do agente Pestana,
cerca de 100 caixas com massaa, e 25 h-
celas com pastillas, ahegam pelo ultimo
vapor *rdo esahidas liontem da alfande-
ga, as quaes serao vendidas a vonlade dos
Srs. compradores, sendo a maior parte
leltia ;e liem assim cerca de 30 caixas com
azeite engarrafado, tudo de superior qua-
Itdade: das tOa's 11 Loras da tnanliaa,
na porta do armazem do Sr. Luiz An-
nas, defrontc da alfandega.
Sa -5 ?: ir fto&
ROTEl 0 00 THELEGRAPHO
\a livrana ns. 6 e 8 da praga > dencia ha para vender o roteiro do thelegra-
pho, novamente reformado, com o nome dos
vapores e outras embarcarles -|iie deman-
dam este porto, a 2*0 rs. cada um.
Os abaixo assignados, com loja de or-rivr
na ra do Cabug* n. n, confronte ao pateo
da matriz e ra No., leBl publico 0
eslao reoebendo continuadamente as m,,s
novas obras de ouro. tanto para senhora.
como para lio.neiis e meninos : os prer,,, '
co-it.nuain razoaveis, e passam-se c -nas
. com responsabilidade, especificando a qu.-
I.d.de do ouro de H ou 18 quilates, lirj,|0
assim sujcitosos mesiuos por qual.iucr du-
vida.-serapliim & Irm3o.
Joa^uim Antonio da Silva por encon-
trar outro de igual t.oma. desta dat, Cu.
' a aaaigoara Juaquim Antonio daSil-
Precisa-se de urna ama para cozinhar: | """ vei esc na ra Difeita n. ii carne
la da Alimra 1, 8 nrimoim .n.l.r 00 SOl. pelo lll inilllltl) T C( > i||> > \l rs
bra, 280 e 320, linuigas a 320 a libra.'
--- Veudem-se saceos de familia, grandes
muito boa epreco em conta: no .rmazem
oe luiz Antonio Anues Jacorae, defronto da
porta da allandega.
vende-sn uma canoa de carreira con
poucci uso na ra da Lingoeu ti. 10.
%)uem precisar de uma ama para aleu-
mas compras na ra, e todo o servigo de
cas, dinja-se a ra do Fagundes D. 25, quo
achara com quem tratar.
..rr08 .abaiu, ass|gnnos previnem ao
respe tavel publico, que nao f.gam negoc.o
de natureza alguma com os .vis que her-
daram da fallecida O. Jerjuym., sem que
prinieiro eslejam inlemnisados todos os
seus credores, sendo de nenhum effeilo
qnalquer negocio que por ventura fagan,
sem que pnmeiro tenliam annunciado por
esta lolha quo ja estilo desembarazados com
os ditos seus credores. exceptan lo mu
aniiuncioosdous escraros de nome Mana
da Conceigao e Jos Antonio, que foratn ti-
rados por este juizo para pagamento das cus-
tas do inventario o tacha de heranca. Icua-
rassu' 23 de junho de 1857.Francisco Thc-
o-loro de Macedo, SecunJina Francisca de
Macedo.
.Muga-se o primeiro andar da ra das
Tnncheirasn.1, com a salas o 2 alcova,
propno para algum Sr. advogado : a tratar
na ra do Queimado n. 18 A.
Quem precisar de uma ama para o
servigo de uma casa, dinja-se a ruada Ca-
uea .\ova. em Santo Antonio, em uma casa
no meio da ra, defronte de uma casa prin-
cipiada, com arvoredo, e ahi achara com
quem tratar.
Vende-ss uma bonita escrava crioula,
moga, com Habilidades de engommar. coz-
niiar e costurar : na ra das Trincheira
Vendem-so ps de caqueiros, proprios
para se plantar : na ra das Triucheir.s
THETRO DE APOLLO
A commtssao administrativa da compa-
nina deaccionisUs do theatro de Apollo,
coovida ao membrosda mesma cotnpanbia
reuu.rem-se domingo, 5 do correle, pelas
io noras da tnanha, no salSo do referido
theatro, para proceder ao exame de contas c
eleger a uova direegao.
Atten9o.
Os herdeiros do fallecido padre Denlo Ma-
noel de Souza Castro previnem em lempo
que a casa terrea o. 58 na ra de Sauta The-
reza. o a tambem terrea n. !>2 na ra das
unco Ponas, pertencenles a quarta parte da
lazenda do finado Vicente Ferreira de Car-
valho, deixada aos filhos de Manoel Antonio
Marques, boje perlencetite aos herdeiros do
dito padre liento, por escriptura passada no
cartono do labelliao Uuilherme Patricio em
IV*, do cujas casas he usu-frucluraria Ati-
na Mana Uclioa doCarvallio: previne-sn que
todo e quaiquer uegocio que pnrventura fa-
cr poasam com a usu-fructurana Anna Ma-
na, he nullo, e quo os herdeiros eslao dis-
post.is a fazer sustentar o seu direito. c-
cife30dejunhode1857.
Itulino Jos Fernandos de Figueiredo.
farnlia da trra
na ra da Auroran. 18, primito andar.
Manoel Alves Ferreira mudou o seu cs-
criptorio 'o lar'o da Assembla n. 12 para
a ra da Moeda n. 3, segundo andar, ao pe
do Trapiche do Cuulia.
p AMA DE LEITE.
I rocisa-se de urna a ma que tenna bom lei-
to e com abundancia, e que nao tenha lilhos,
paga-se bem : na ra do Catovello n 95.
:-J O Dr. A. S. Pereira do Carmo. tendn #3
A ciieuado da vmeni que fez a o Kiode Janei- &&
ro, continua no exercicio da sua prolisao, 5?
_ podeodo ser procurado na cesa de sua re.i-
j delicia, ra Nova n. 56. ;':
-- esta justa e contratada a compra do
sobrado de dous andares na ra do Coxo,
na cidade de oiirida, que foi do finado Kidel-
lesi de Ugueiredo ; e quem direito tiver ao
mesma, comparega no engenho S. Francis-
co, ou na ra do Amorim n. 36.
&&&&&&&?%
^ I reciaa-w comprar unientes d. hortali- ci
,.._ cede diflerenle. quididades, ps de fiucle- X
W ras novas para planlar-se ou mesmo semen- -.-'
i& le. tambem se quer comprar um casal de ''"-
g gansos e um casal de porcus.de rara grande ..
eslrangeira : a pessoa que liver sses |ob- ^*
W jecloe ou algum dell,s, queira aunutciar S^
3 para ser procurado. f^
Precisa-se de um feilor para um sitio
pequeo muito perto da praga ; os prelen-
denies ditijam-se para mais informages, no
Trapiche .Novo n. 16, primeiro andar, das 10
horas al as 3.
No dia 25 de junho desappareceu do
aterro da Boa-Vista, ra da Aurora at a
Um.io.0 moleque Venceslao.indo buscar uma
galinha na ra da L'niao, e na volla julga-se
ter perdido, visto ser ainda pequeo o nao
estar pratico as ras desta cidade : quem o
acbou, pode dirigir-se ao aterro da Boa-Vis-
ta n. 70, ou aununcie para ser procurado,
quesera recompensado.
Quem perdeu umcaozinho da raca
a que chamam ratSes, o riual acomp-
nlioit a uma familia o sabir da festa da
igreja de S. Pedro, no dia 29 de junho,
dinja-se ao largo do Terco, sobrado n.
l, que, dando os signaos certos, Ihe se-
ra entregue.
O S. Joaquim Innocencio Gomes tem urna
carta de Guiamia na livraria da praca da Indepen-
dencia n. 6 e 8.
Alinelo.
A pessoa que no sabba.lo passou pela roa estreila
do Rusario e que pe.den nina sedula de 20*M>0, di-
rija se a mesma ra n.25, I. didar, qua r-e dir
quem achou.
Na ra eslreita do Rosario n. 2>, 1. anJar,
vende-se ,,, crioula de 20annos,bonila liiura. en-
soinmadeira, eoiinba, eoncMo e lava de sabao coro
uma cria de 2 mezei.euaa muala de 35 anuos, que
cozmlM e lavi., e lio de todo oservico tanlo de casa
coin.i de ra.
Patmeira & BeltiSo teem para ven-
der laceas com feijo beanco, de alquei-
re medida velhaj e sahe boje da afan-
lega : quem quizer, procure no largo do
O vapor i h.bce CEI.T, espera-se da Haba al
de a das de demora : para freles ou pasiacern,
rijain-se a C. J. Astley A; C.
di-
Rual compan/iia
qMetes iiiez..s ;
de p-
vapor.
Al o da 1 de julho espera-se da Europa, um dos
vapore, desta companhia, o qoal, depois da demora
do ros ume. seanira' para o Kio de Janeiro, tocando
na li.liii, : pJr, p,s,ag(llSi elc-i ,ralB.se co
Novo" V-"""""' ,ll"*'e C" rua d0 ''""P''1'^
Para o Mi
e Janeiro
sabe ale o im do conente mez, a barca
UECiEE, a qual ainda recebe alguma
carga a frete, essim como tem acetados
commodos para os passageiros: a tratar
com Manoel Francisco da Silva Carrico,
2m2atek capitSo .Manoel Jos Ribeiro,
allisar o pro-
em 6G:005o720 rs.
E para constar se mandou
sent e publicar pelo Diario.
Secretaria da lliesouraria provincial de
I ernatiibuco 25 de junho de 1857.-O secre-
tario, Amonio Ferreira da Annunciacao.
D/rectoria das obivs ;i-
litares.
No consistorio da greja da Soledide, on-
de esta aquartelado o nono balalliSo, preci-
sa-se de lazer alguns reparos : quem delies
so quizer encarregar por empreitada, aclara
na directora o orcamento e ahi codera fazer
o contrato.
O lllm. Sr. inspector ua thcsouraiia pro-
vincal, em cumprimento da ordem do Exm.
------------------- -i !-" im' ju i .ir inv i;r ( i .
lou.M.d.is. capitno Jos Marques Vianna, equ.pa! te, manda fazer publico! t
Rem 10, -araa barricas vasias e ma s ceneros : i||if, nrnv;m :' ,,.'' M i Ue
Antonio Luil de Oliveira Azevedo. WlenreV -"' ,P'V'ndo'Jf0' )era"le a Junta da
Km dj Janeiro. P.ssageiro. Manoel Antonio Ki- m^ma ttiesouraria, se ha de ar-
r a quem por menos lizer a obra do
ou com o
a bordo.
i -
t
ra \ Baha.
A. yeleira e bem conhecida sumaca nacio-
nal llortcncia, pretende seguir uestes oito
das, tem prompto metade de seu carrega-
meuto : para o resto, trata-so com o seu
consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, rua da Cruz n. 1.
PROVINCIA.
O Sr. thesoureiro das loteras manda
lazer publico, que se achara a venda, no
pavimento terreo da casa da rua da Au-
rora n. 2fj, das 9 horas da manbaa as 8
da notte, bilhetes, meios e quartos, da
primeira parte da primeira lotera da Ma-
triz da Vanea, cujas rodas andam no
da i de julbo.
O Sr. thesoureiro manda dccl.rar, que por en-
cano foram mipressos os bilheles com a d.clararao
Ua primeira parte da primeira loleria concedida por
le proviicial n. :iy.|, para o l.ivramento da Varz-a,
mas nao he essa a lotera qoe se dBve entender, e
sim a primeira parlo da primeira hderia da matriz
oa \arzea, concedida pela lei provincial u. 102 de
s>. presideule deterininna que se extrahiso : e co-
mo nao houvesse lempo para de-fazer e115.no h.-
vido na impres.flo, ,,or iss,. o Sr. il.esoure.ro mali-
na lazer essa declararan par que n.lo se suscite eu-
uano na enlreaa do producto da lolerie, a qual sera
entregue aos conceionarios da matriz e nao do l.i-
vram"iilu.
mesmo Sr. the.onreiro pede is pesaras que tem
encommendado bilh.tet para qoan.lo estives-e om
execucao a le provincial n. 399, que iinpi.e.n 80
por cenlo subre os bilbele, do 10, oueiram vir de-
clarar que poreao de b......es querem, para que el-
le, avista rJu quanlias pedidas, possa ergaoitar um
plan., que de mais intarena aos josa.lore..
Thesouraria das loteras ~ de junho de
1857Jos Januatio Alves da Uaia,
escrivo.
Lotera
DA
Provincia.
l-'oram vendidos na loja do abaixo assigna-
do no aterro da Boa-Vista ti. 56, osseguintes
premios da lotera da ConeaicSo deOlinda -
Uilhete numero
1 quarto
..iln
dilo
bilhcle
meio
li>li)
1917
8774
2738
29.91
583
1:5005000
50,?00ll
1005000
200-000
1003000
505d00
P
- 71--------... uo .i. 1 ni u< r.ini. 1 rev, para os ouaes
f Jl.r!,,dernl0 da Pro,vl"cia. c 25 do corren- modos, trata-se com
te, manda fazer nub ico. nusnn a .vi .i t.....: ...:_...-
Jos Joaquim da Silva Oaimares.
niiT". ?r-Justino Manoel Correia Vianna,
lilho do fallec lo Joao Manoel Correia Visu-
ra O f- I re WlJeirO. ,appart',;ae0JCi,sa Je Jos Joquim Jorge,
O veleiro patacho naciona. Valenle pre- uSseji, UUemaO '*' ^ a,uil S': '"
codo seguir para o Rio de Janeiro com mui-i offerece w n-r, M
tabrevtdade; tem pronpto metade do seu amia, ?Zl? M'^iro ou paraoutro
carregfimeiilo : para o resto e escravos a i q "re,nPS- "ni moCo que esta nu-
frete, para os quaes tem exceHenles com- 1 !*!.* UtS"Ja m"">^,'"" traJuz
Corpo-Santo 11. ti
- No dia 28 do corrente um sertanejo
perdeu desde o Forte do Mato al o arma-
zem do Rufino, umembriho contendo duas
dispensas do casamento, unsj bilhetes de
peso de umassaccasde laa, o45| em dinhei-
10, sendo 5 sedulas de 55, e urna de 205: ro-
ga-se pois a .essoa que achou, que-cudo
reslilui-lo, pole dirigir-s-.: a rua do Crespo
n. 16, que alem dse Iho agradecer, se gra-
tificara,
Do Aracaty acaba de chegar um sor-
iimenlo de sapatos da melhor quilidade, pa-
ra homens e meninos, cera de carnauba e
mais gneros; ludo venJe-se por presos
commodos ua rua da Cadeia do Recite 11
6. primeiro andar, o cabe?sdas de trangas
Oratilca-so bem
a quem tiver diado, ou der milicia de uma
saiuinba do menina, de cambraia com bicos
tiabetrarecoitados que estando a enxugar
na varanda do sobrado da rua do Brum n
28, m tarde do dia 29 do corrente, suppe-
se ter cabido na rua, e ser apanha la por al-
gum menino ou preto que Dem deveria sa-
ber a quem pertencia.
u abaixo assignado responde a sua cu-
nnada I). Thereza de Jess Franca, que uma
vez que S. S nSo riega a sua assignatura
noannuncio contra a pro.ligalidade de seu
mando, quanto a estar Iludida quando o
tez, ou se o esta quand 1 o desfez : deixa o
abano assignado ao lempo, e a experiencia
propria o desengana-la. Recife 30 de junho
ue 18o,. Manoel do Nascimenlo Rodrigues
ranga.
A pessoa que annunciou querer com-
prar uma casa no bairro do S. Jos, pode di-
ngir-searua da firuz no Beclfe n. 57. se-
guudo andar, afio de versa Ihe agrada uma
casa terrea na rua da Praia de Santa Rila
Os senhores asignantes do Jornal do
commercio, moradores emOliuda, ecujos
nomos esp-cihcamos num annuncio publi-
cada pL.|o Diario de Pernambuco, em Janeiro
deste anno, avisando-os da remessa pelo cor-
reio publico, dos exomplares do mesmo jor-
naI, queiram mai. pagar o semestre ven-
cido no hm de junho prximo passadj, e pa-
ra evitar accumulacoes, Cica ,le ora em dian-
te suspensa a remessa do referido jornal, at
que ss Ss. determinem o contarlo.
Sexta-re a 3 do corrente mez, linla
audiencia do ir. Dr. juiz dos orpnas, "" a
lu-ar S0re,"11 a,n"Ual' St0 erande "o
*r.r r .;ad,"" Co|n casa qe pedra e
i, r/t ','"'r'*' C8Sa para eraros, muitos
arvore los de fructo. pasto para gado, Ierra
pata plantacao e boa cacimba d'agua de be-
ber, avahado por 30o3 rs. annual, a requo-
rimento da tutora dos consenhoros Miguel
Ferreira de Mello e Jesuina, he a ultima
JJratjj.
- Urna senhora portugueza, honesta o
f.m'i* c.0*l"mesi ''eja acompanhar al-
guma ramiha para Portugal ou Rio de Janei-
ro : quem quizer procura-la, dinja-se a ta-
berna do becco do Cmpcllo n. 4, que ahi se
indicara a sua morada.
.Ji" ? acnarel ^Parde Menezes Vascon-
cellos de liiummo.i I, vem render o mais a-
crisolado agradecimento a tolas as pessoas
que so dignaram assistir, e acompanhar ao
ctmiteno publico, o enterro de sua mu pre-
nda consorte II Maiia Jos da Fonseca Drum-
moiid bem como aque, tS> que tivera.n a
bondad,; de comparecer aos ltimos sulra-
e. os que por alma dallase Uzeram no sti-
mo da no convento de .V. S. do Carmo des-
ta cidade.
Ama.
liciro.
Navio sabido no memo dia.
Rio de JauoiioVapor uulez llj Ja dame I. Il.iwn.
Aavios entrados no dia 30.
Buenos-Ayres30das, bripue bespanliol nl'irrho.o
de 212 toneladas, capnan Paulo Gardiola, equipa-
geia 9, carga 3700 quiulaei bespanhots de caiae
Antonio Luiz
Cruz n. 1.
o seu cunsignatario
de Oliveira AzcveJo, rua da
alguma cousa o francez : quem de seu pres-
limo se quizer ulilisar, tinja-se a ruada
Cruz no Recife n. 31, que se dir quem he.
--- Lm portuguez do muito boa bonduc-
ta, chegado ha poucos das da Europa, so
... lanro da estrada dj sul, avahada em *,tl -'SlIOi ; otterece para caxeiro de algum estabeleci-
~* ser, feita na forma da ,e S^ nr^in^dT:^^ T ttSfcSSSSfJlZ &
lovinca. ,343 de 15 de maio de ,854, e(ctrg. *ttJ^&^$ %*?!? "* "" d ^
Para Lisboa
Na rua das Larangeiras n. 14 primeiro an-
aar, precisa-so ue uma ama que engomme e
cozmhe para urna essoi.
Aos religiosos
lazem-sc capas, batints e samarras, capas
tonas do uso da Baha : na rua la Seu-
zaia n. 3G.
A'a 1 ua das A,;ii s- \ er
Jes
Superior
para me Vendeoj-se saccas desta superior rarinha.
assim como arroz pilado de superior qualt-
dade : na travessa do arsenal do guerra, tr-
mazen. n. 5. "
Vende-se azeite de coco a 3/*oo a ca-
ada, superiores quetjos os mais novos dn
marcado a 15440, cha hysson do Rio de Ja-
neiro de primeira qualidado a lafiOO, caixi-
nhas de uma libra : na rua DireiU n. 8.
Vendem-se duas lindas escravas pti-
mas para se fazer um prsenlo, porque he
custoso encontrar-so pecas tSo perTeitas.
uma tem 10 annos, e a outra tu esta cose
engomma e cozinha. e s se vende para fra
da provincia ou para o interior da mesma .
na rua Direita n. 66
Vende-se um oscravo crioulo de 2-> an-
nos do idade. excellente gura, o ptimo co-
zinheiro : na rua do Hospicio n. 15.
1 ~ Vendo-se "ma escrava muala do ida-
ver, 1 A1"05' cozi"h,av"' "ngomtna. cose e
vende na rua : quem a pretender, dihja-se
a rua larga do Rosario n. 52, que ah achara
com quem tratar.
- A taberna da rua dos Marlyrios n. 36.
acoa-se com iiovo^ortinieuto do velas de
espermacete ]que vende pelo diminuto preco
de 640 rs. a Ijbra. carne do sertao muilo su-
perior a 280, ilinguicas tambem do sertao a
J2J, bulachmha ingleza a 320, sement do
coenira nova la 240 a garrafa.
,Z.Cimpras.e um Slt, ou C4sa com bom
quintal, em cliSos proprios ou foreiros, e
que n.10 disie.desta praca mais que uma le-
r',^'rte,,.'emeCe,la a 5U' rua Bella n 29.
TI ?" rua pilarn- ~> segundo andar,
compra-se ut pretinho de uado de 6 a 9
anuos.
R^T^t rU* d,^ Aras5o, loja do sobrado que
fica defronte da botica, da-so d.nbeiro ju-
ro, ate a quantia de 50/000, com pcnbores
d^ ouro e prata : quem precisar, d.rija-so
ao lugar indicado, que achara com quem
Um rapaz portuguez, de idade de 18
annos, se otterece para caixeiro de loja de
fazendas, por ja ter pralica deste esUbeleci-
mento: quem de seu prestimo se quizer uli-
iisar, dirjase a loja de ferragens do Sr.
francisco Custodio de Sampaio (Recife que,
la acharfc cim quem traUr.
AVnesa regedora da rmandade das
almas, erecta na froguezia de Santo AntS...
avisa a todos os senhores irmaos anticos Da-
r comparecer, no di. 27desetemb?o pro-
simo futuro. 110 consistorio da referida r-
mandade, para o lim de razerom parte da
mosa geral que tem de eleger os novos em-
progados, e nesta occasio satisfazerem
que so treham a devor, sob pena do serem
eliminados enAo serem considralos irmos
^JZT'i0- "'l *:** --dosnosso-i
compromissos, com referencia ao S 4- art.
1. do cap. 2.- .lo mesmo Consistorio da
irmandade das almas 14 dejunhode 1857.-
Osecetario,
Joo Cavalcaoli de AUfuquerqiir.
C. STARR & C
rospeilosamcnte annunciam, quo no sen ex.
tenso estabclecimcnlo, em Santo Amaro,
continu a a lubricar com a maior perleir.V.
e promplidao, toda qualidade de machini,-
'1'" para o uso de agricultura, navcgar,o a
manulactiira, e que para maior rommodo de
seus numerosos fieguczcs e do publico cm
geral, tem aborto en um dos grandes arma-
zens do Sr. Mesquita, na rua do tirum, utraz
co arsenal de marinha, 001
DEPOSITO OE MACHIMAS,
construidas no dito seu ctabdecimento.
All acliar..o os compradores um completo
sortiin.'iilo de moendas-dc cautia. com lodos
os melboramentos alguna dalles novos ,-
originaos, a que a experiencia do mullos an-
uos tem mostrado a necessidade. Machina,
do vapor de baixa
> as condicoes especiaes abaixo co^'ia-
s pessoas que se propozerem a esU ar-
quaes tem excellentes commodos : a tratar
com Banoca oz Ca.tro, na rua da Cadeia do
iiecile n, 4, ou com o capiUo na praca
Precisa-sede um forneiro e um amas-
sador : en Santo Amatinho, padaria. Paga-
so bem. _
^ <*


... u alta press.lo, lach..s de
lodo tamanho, lauto batidas como fundidas
II. /(>, ; carros de mane ditos para couduzir formas
;*;,,: |Vadd consl'"^5o ftndus para alambiques,
e eiitrom" un' 'Y fS^tUI fornalhas, e urna inlin,:
."'Ca tSf. ..brf,Wro' ^ *era eufadonUo
' "t" "recisa. I "-id'
de 25 anuos, i negn,
Precisa-se de
va, qua se encarreg''
mar, para uma ca-
quen) se adiar ncat
la-so a casa 11. 38,
ILEGIVEL
MUTILADO




DiAkIODE PERNAMBUO QUARTA F.EIRA 1 DEJULHO DE 1857.
re:
&m*>s
C0ISDLT0R10 HIIOPiTHlGO .
00 "
Onde scacham sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
sm glbulos,epreparadoscom o maior escrpulo e por precos bastante commodos :
PKEgoS FIXOS. :
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita de.24 > ... 153000
Dita de 36 ... 200000
Dita de V ... 255000
Dita de 60 ... 30000
Tubos avulsos a....... 10000
Frascos de tinturrademeia onca. 29000
ilaiujal de medicina homeooathica de L>r. Jahr com o dic-
cionario dos termos de.mcdicina......... 205000
tediema domestica do l)r. Henry......... 1O000
l'rataniento do cholera morbus.......... 2/000
eoertsrio do r. Mello Moraes......... 6*000
j
I PEORA
PRECIOSAS.
Aderecoade brilliantes, J,
diamante* e perolas, pal- p.
^ seiras, alfjueleii, brincos j
SR a tutelas, botoes e annn
4 de diflere t.g gostos e de ':
.* diversas pudras de valor. !*
jj Compraoi, vendtm
'** trocan! prala. ooro, bri-
oa '

n
o lhantes.diatnaules e pero- B
B las, e .mita* qnaesqaer j
| jokisde valbr, a dinheiro ^
.. ou por obras.
LOJa B| DURIVBS
Ra do Cabaga' n. 7.
iiecefoem por to-
dos os Yap, ivsda Eu-
ropa asobrasdo mais
moderno gosto, tan-
to de Franga como
a i*
S OURO E PRATA.
( a....... Z----1~,.., A.
O
Aderemos cmplelos da
: ooro, meios ditos, pulsei-
jj ras, ilfioalM, brincos e
"' rozelas, cordbes, Irancel-
! lins, medalhas, correntes
*^; e enfeiles para reloeio, e *?
* oolroa muitos objeclos de
W, ouro.
^j Aparelbos completo) de 5
s.' prala para ch.i, bandejas. ;:
salvas, cailtcaes, colheres ...
S> de sopa e de cha, e mu- ;<-
los oulros objeclos de S
prala.
^***C*>:* <.'?:*'.*
Dr. Ribeiro, physiciaja nf ?? consultad at unir liow *n lis resi-
5 dence, ruada Cruzn. 13. g
M8?9(se-8* g 8(98:
Na uudiro da Aurora preci.sa-se
de serventes forres ou escravos, para
servico debaixo decoberta.
I'recisa-se de caixeiros, na ra da Ca-
deia do Kecife n. 5i), primeiro andar,
prestando urna llanca de O.s'000, ven-
eendo o ordenado de 200.S a 600$, lie para vender billietes da lotera da
provincia.
Desaia-ae fallar com os Srs. Jos de
Souza Rodrigues, e Joaquim Antonio Rapo-
zo, na roa,da Cruz n. 28, casa de Lima J-
nior & C, para lhe ser entregue cartas vin-
as da ilha de S. Miguel.
O I)r. em medicina Joso Sergio lerreira, gb
) de volla de sua viasem ao Rio de Janeiro, f
{$ esta residindo na praca da lloa-Visla rasa n. ..;
$3 19, primeiro solirado ao entrar na roa do gs
$ Aragao, onde pode ser procurado a qualquer Q
,.-C hora do di* oo da noile.
j9 Recife 23 de jonho de 18J7. $
LOTERA
!h
de Lisboa^ as quaes vendem por
pre^o eoiiimodo como costumaiti.
Estabelecidoj
50, primei
Oabaixo
NOVO ESC R1PTORIO DE IMiOCUKADORlA
GERAL.
[na ra dr.adeia do Rrcife n.
|"0 andar, defronle da ra da
Madre de Dos,
lassignado faz sciente ao publi-
co, que do dia 1. de julho do cofrente em di
anle, se achira aberto na casa acicna decla-
r*"*e, um escriptorio de procuradoria geral.
duliaiso da ilircccao do annunciante, no
i]ual estara siempre prompto nos dias uteis,
das 9 horas da uianhSa, as 3 da tarde, para
i.uidar de executar qualquer servico que lhe
or compativel, e que convenha a sua inter-
vciiqo, para quem se dignar occupa-lo.
I'ara mais facilidade.-
Organisar: urna lista especial dos caixei-
ros que pri cisare.m ser arrumados, e dos
que quizere n mudar ou i. clhorar de arru-
niaQao, assii i como tambem dos patres que
precisarem de caixeiros, declarando cada
um as hbil taQes que tiver para o que pre-
tender.
'dm dos locadores, e locatarios de casas,
sitios, e ten enos, seja para que uso for.
dem dos vendedores, e cumpradores das
prupriedades cima declaradas, seja para
que uso fox.
dem do: vendedores e compradores de
eslabelecimentos commerciaes, fabricas, ar-
inati'S parn estabelecimentos, carros e ca-
vallos de pajsseio, carros e animaos de carga,
escravos, piano, joias etc.
Guiara a os senhores eslrangeiros ou na-
ciouaes, qus ignora remas localidades, uso,
e costumes desla pra;a, muniodo-se de um
inlerpretre se preciso for, e ensinaudo-lhes
as muradas das pessoas a quem procuraren).
Procurar i para todos, tudo o mais que em
urna procu adona geral se poder .fazer em
sentido licito, para commodo dos concorren-
tcs. I
A vaslidao queja temesia praga em lo-
dos os seus ramos, com o visivel crescimen-
to tas fortunas, e da populacao, v3o exigiu-
dol-cursoi mais abreviados para os interes-
ses de cada um.
A compeJnsac.ao que se fizer ao annuncian-
te, ser urtia razoavel gralilicaqao pecunia-
ria, que se ajustar em relaco a quudade
de servigoi e urna vez fcito, sera inmediata-
mente ludeninisado de seu importe.
Prometiendo o annunciante empregar to-
dos os esfdrcos para beui servir agradar aos
concorrenes; pois que a sua pralica, expe-
riencia e actividade, o ajudarao a bem des-
empenhar um tal lugar, medanle a pru-
tecQo do publico em geral, c dos seus ami-
gos em particular,
Recife 2$ de junho de 187.
Gregorio Aulun. s de livcira.
CONTRATO.
OTerece-so urna preta de muito boa con-
ducta, engomma, cozinha perfeitamente e
traa de meninos com lodo o carinbo, pois
nao s Icni servido tanto de ama'dn cnaQ.lo
como secca, em casa de algumas familias
que a podem abonar. Esta cscravJ desoja
forrar-se e seus senhores. exigem soop pela
sua slforria ou menos alguma cousa. Con-
trala-se com qualquer pessoa que lhe em-
preste o dinhuiro para pagar com o sen ser-
vido, pelo lempo que convencional- : na roa
das Cruzcs, esquina defronle da praca da
Independencia, segundo andar, se dir a
respeito.
toMg$,
o Compra-se urna casa no bairro de San-
p Antonio ou S. Jos, que nao excelado
reco de 1:000? c 1:200 g -. quem a tiver an-
tiuncie por esle Diario.
Compram-se travs de 23 a 35 palmos
de comprimeuto, e palmo de grossura : na
livraria da pra?a da Independencia n-6e8
~ Compra-se effectivamente na ra das
Flores ti. 37, primeiro endar, apolices da di-
vida publica e provincial, accOes das compa-
nhias, e da-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas quautias, sobre penhores.
DA
ttencio
R. C. Vates & Companhia: estabeler.idos
no llio de Janeiro, na ra do Hospicio o. 40,
vendo unrl annuncio publicado em urna das
folhas dePernambuco pelo Sr. Bartholomeo
F. de Souza, preveumdo ao publico que o
verdadeirp xarope do bosque s elle he
quem verjde,prevenimos ao mesmo publico,
que o nosso xarope he remellido do Kio.de
Jrneiro Dlos cima proprietarios ao Sr.
Manuel Alves Guerra, e este senlior fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia dofir.
Jos da Cruz Santos, na ra Nova n. 53, ni-
cos por h's autorisados para venderera o
nosso verdadeiro, e mais prevenimos aos
senhores :oisumidores, que ha perlo de 5
annos os rotlos collados as garrafas sSo
assignades por ilenry l'rins, como procura-
dores dosi cima proprietarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
i*'3 JoAoi da Silva llamuK, medico pela uni- .','.
it versiddde de Coimbra, mudoo sua residen- .
"'.' cia da pa do Cabugs para a ra Nova n. "-'
&3 69, seaoudo andar, sobrado do Sr. Dr. Nal- [';
*-A *' c a!'' Cll'">i'ia a receber, das H s 10 p^
** huras da manlia, e das 3 : s 5 da larde, as 'f'
"-. pesoas que o queiram consultar. *,.''
(;;:;:;:,::..:,-vr^:::.::';i
GUARDA NACIONAL.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da eslrada entre a ponte grande e a do
Chora-menino, e hi tem preparado urna
casa de saude com todos os commodos para
o trataroento de escravos, cujos senhores
residam fra da praca, ou 'que nao os pos-
sam curar em suas proprias casas : quem
para isto quizer-se utilisar de seus servicos
mdicos, que serSodesempenhados com o
maior zelo, dinja-se ao pateo do Carmo n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Prego2^000 diariosexceptu-
ando conferencias, sanguesugas e opera-
ces.
Lotera
DI
provincia.
O ahaixo assignado ven-
de billitesgarantidos, pe
ios piecos abaixo notados,
sendo da quaiitia de cem
mil res para cima, a di-
nheiro vista, em seu es-
criptorio, na ra da Ua-
deia do Kecife n. 50, pri-
meiro andar.
BiHietes. 5/J400
Meios. 2.S700
Quartos. 1|350
p. ./. Loyme.
Maria Martiniana >le Campos eOliveira,
ex-prolessora do collcgio las orph3as, ob-
teve linuiQi do Exm. presidente da provin-
cia, para abrir aula particular para o sexo
femiuino da instruc^ao elementar, que se
d as escolas publicas do primeiro grao, "
na qual se prope ensuiaras materias desigf
nadas na lei; e por isso faz publico aos pai
de familias, e a quem mais convier, que ja
deu principio ao ensino desde o mez de mam
prximo passado, no subrado no pateo do
Carmo n. 9, casa do sua residencia, onde tra-
tar das condicoes relativas a admissSo das
alumnas: tambem recebe pensionistas e
meio-pencionistas.
&&Q&Q&Q. O OSO
@ O Dr. Ribeiro, medico, de vol- &
$jj tade sua viagein a' Europa, con- ;?
Sj tinua a residir na mesma casa da !':
^ ra da Cruz n. o, onde pode ser A
^ procurado a qiialjuer hora. ffi
Antonio da Silva Guimares, avisa a
todas as pessoas que possuem cautelas frac-
cionadas pelo annunciante, e que estejam
premiadas, que apresentem para sor pagas
no prazo de 30 dias, contados desta data :
lindo o qual prazo, requerer desoneraco
na thesouraria. Recife 4 de junho de 1857.
Antonio da Silva Guimares.
O Dr. em medicina Ignacio Nery da
Fon do iia ra Direita n. 31, para o pateo do Li-
vramenlo n. 25.
&ft$**
provincia.
O abaixo assignado participa ao respeita
vel publico, que vende osses feizcs bilhe-
tes, meios,^e quartos, pelos preqos abaixo
mencrona'doaw sendo da quanlia de 1003 reis
para rima, a-tJlDheim a vista ; na ra da Ca-
deia do leife 'ti. 'Jk esquina da Madre de
liilheles 5~100 recebe 5:0003
Meios 2;700 2:500
guarios l.;350 1:250.?
Por Salustiano de Aqnino Fereir,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
GRANDE OFFlClHi E G&-
lena ie dag'uerreotypo.
ATERRO DA JBOA-VISTA N. *, TERCEIRO
ANDAR.
Neste estabelecimento ccaba de receber-
se de New-Vork, pelo Itosanioud, um rico e
variado sorlimento de caixinhas de todos os
tamaitos, para a eoliocacio dos retratos, as
quaes juntas a inlinita variedade das que ja
pnssuia oestabelecimenlo, ofterece aos fre-
guezes muito aoode escolher a seu gosto.
Igualrreni'e recebeu-se unrt excellente
machina de pollir is chapas em que sao fei-
tos os retratos; alrrda perrei^So f|ue essa
machina d ao plido das mesmas chapas,
economisando trabalho, econorqisa lem-
po, e por isso os retratos podem apromptar-
se o serem entregues immediatamenle, as
pessoas que assira o desejarem.
O brilhoda chapa esta vencido. Os retra-
tos veem-se fcilmente de qualquer lado e
com um vigor extraordinario, nos tragos e
doiie,ura as sombras. j,
Os precos dos retratos contihuam a ser va-
riavelmeule de 63 a 16>, em caixinhas ; em
molduras pretas ou douradas de 75 al 25a;
em caplelas de ouro de 203 a 253, eemal-
liuetes de ouro de 21,? al 359 rs.
Todos os dias desde as 8 horas dMtanhSa
as 4 da larde, seja qual for o tem.po> estara a
galera c oulcina a disposiQo do publico.
Vende-se urna mesa de meiodesala,
um par de consolse um soplia : ludo de
Jacaranda' : na ra de Hartas n. 2, casa
terrea com a frente pintada de azul c as
portadas debranco.
Fendem-se
sarins, capella- com seus ornamentos, casa
de vivenda com lua tnobilii, c boin cerc.do :
a tratar no engenho da sena, com o teen-
te-coronel F.anrisco de lairos Caviilcanti de
Queiroz.
Milito barato
Vende-Sa na roa da Cniz n. 62, caixinhas
com superiores massas linas para sopa com
8 libras cada nina ; tambem so rclalha em
libras, rn carrao, lalharim, aletria a 240 rs.
a libra, caixinhax com emcixss de Lisboa,
latas com bnlachiahas inglezas miiilo linas,
ditas de soda, selames o melhor que tem
viudo ao mercado, presuntos e toucinho in-
glez, lalas de salnio de urna e duas libras,
ervilhas muito frescas, o oulros mu i los g-
neros do melhor que se pode encontrar, e
muito baratos.
A 640 reis.
No aterro da Doa-VIsla taberna n. 42, da
esquina do becco dos Ferreiros, defronte do
sobrado queimado, vende-se superior man-
teiga ingleza a 640 rs. a libra, velas de cs-
permacele a 720, e oulros muitos gneros
baratsimos, a vista de sua qualidade.
CAAS DE FERRO
Excellentes camas de ietro para solleiros :
vendem-se no escriptorio do agente Olivei-
ra, 1 ua da Gadeia do Recife n, 62, primeiro
andar.
Pechincha sem
igual
Na loja .,trella, ra do Oueimado n. 7,
. vejidem-s.'i-ir.as fazendas de 1.1a e 13a e seda
p->3s grandes com farellos : no armazcp| j^ra'vestido de senhora, pelos baralissimos
o c#4a alfandega n. 5. precos de 500 e 80o rs. o covado.
Eumeno i'
Kio-Formoso.
m^
@S3
Contin 1a a 'estar a venda o manual da
guarda 1 acional, ou coIIcqSo de todas as
leis, regu lamentos, ordens e avisos concer-
nentes a mesma guarda, relativos, nao s ao
processo de qualilicaco, recurso de revista
etc. etc. :tc., seno a economia dos corpos,
joganisa3o por municipios, batalhes, coin-
panhias com mappas, modelos etc. ele.: na
ra de S. Francisco, deposito n. 6, onde en-
contrara ja enea Jer nados.
;.' 'u O l ir. Dias Feruandes, medico, deve ser Q
1 proco ado do boje em diaole, no primeiro
_ andar do sobrado da ra dos Quarteis, y
X Uavessa ds Crutes, cuja entrada lie quasi
em frfenle da botica do Sr. Pinto. 5j?
KIN GATIS,
corretor geral
E AGENTE DE LEILO'ES COMMERGIAES,.
n. 20, ra do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praga do l'.orpo Santo
KECIFE.
$ DEKTSST4 FR^CSZ. %
'' Paulo Gaignoux dentista, ra Nova 11. 41 :
'..,' na mesma ca-a lera agaa e (>>* denlrilice. (j
''iGOOG'.j-.: .--.': -00>
SEGURO CONTRA F0 30.
Companbia Allianrc.
Esubalecida cm Londres, em rearmo da 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
SannJers Brothers & C., tem a honra da in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de rasas,
a (laera mais convier que es'.ao plenamente au-
torisados peia dita companhia para effociuar segu-
ros sobra edificios de lijlo e pedrt, cobertos da
llh e igual Diente sobre es objectos queconiivarem
os mesraos elilicios quer consista era mobili* ou
n lz*ndas"de quali;usr qualidade.
Ama de leile
Prccisa-sn do urna ama de leile que seja
sa e len'ia boni e bastante ieilo, inda mes-
mo Irazendo dgum Gibo de 4 annos para
rima, nao faz differenca; assevera-se que
lea urna boa paga c bom IraUtncuto : na
ra Direita n. 66.
-::.:;':,:: ;
Dfruiile d.i iiMlriz da Boa-Villa n. 86, i"
,- amala-M leda a quilMy'ii de obra de cm- .'.
'-- It, asira como llinp'.iin- 'erros de cirur- '...'
] ': ^ih tic inda a qoalldadi >lam-M onvi.i
y 1 lia espiogird: na 1 vendrm-see -' _
! elu-rsro-se bichas, atsim t"'i maudam-se '; '
:i-.r ,|i,;i|.|ur bWrT'-'r
a>*;-!- ;,
|ttio-Formoso.|
w O Dr. J0S0 Honorio llezerra de Mane- ;
5^ i*>, medico pela Faculdade da Babia, tem -'/
'-^ filado sua residencia na cidade do Kio-For- ,-.",
"^ moso, e de novo efl'erece seus servidos a lo- ,*
'..? das as pessoas que o honrarem com sua coo-
IiCquot
participa ao respeitavel publico, em Pernam-
bnco, que o nico deposito nesta praca, de
seu muito conliecido vinho de champagne,
he na casa dos Srs. J. Praeger C., ru da
Cruz n. II,
Botica- i
% uiii;';: UOWtClfiMkm
EM PERMAMB1XO A
DO DR.
SABINO OLEGARIO L. PIMO. .;
Ra de Santo-Amaro (Mun- ''
do-Novo) n. ;. ""
Nesle Clalelccimenlu existem os medica- -
mentos mais adequados aos climas do or-
le, preparados rom a maior vigilancia pelo JS
propnelario. ..?
Exislem nicdicamenlns preparados no Rio f'i
de Janeiro, que se vendem por precos bai- *r*.
xos, mas nao se garante soa edicacia. '':-'
A experiencia lem demonstrado que os -\
, medicamentos aqu preparados produzem 2
**? mellior elfeilo, ca as provincias do norte, t
-^J do que o- que os que vein de 16'ra. '.
j* Os presos s,lo fi\r.s, sendo mais caros, por J
w serem melbores, os preparados em Pernam- v)
'; buco.. A
TI1ESOLRO IIOMEOPATIHCO ^
00
Vade-Mecan
DO
HOMEtJ.'ATHA
PEI.O DK. f53
SABINO OLEGARIO L. PIMO.
Esla preciosa obra contina a vender-it .g,
na botica central, a IOdOOO em brocliura e *p
tl5 PUBL1CACAO' RELIGIOSA.
Brasil.
Peridico Catholtco, LiIterado, e Noticio-
so, publicado no Rio de Janeiro, subscreve-
se na livraria n. 6 c 8, na pra^a da Indepen-
dencia a ti- por semestre, pagos adiantado.
SBfVM
d
Na ra Augusta, taberna de 5 portas*
n. 1, vemle-s carne do sertao muilo supe-,
rior, pelo diminuto preco de 300 rs. a libra.,
Vinho do Porto
superior chamico.
Vende-se nicamente em casa de Barroca
& Castro, na ra da Cadea do. Kecife n. 4.
Lagedo'e pedras
de iii.
chegadas na escuna Kainha dos Actores :
vendem-se na ra da Cadeia do Kecife, n. 4.
I arn do serto.
Vende-se suparior carne do serto, pelo
barato preco de 320 rs a libra, e vinho do
Porto eugarrafado a '13000 a garrafa : na es-
quina d( Ponas n. 93. \'
CAaYA PABM 4NGLEZ
para fogilo de cozinha, c vende-se em casa
de Poirier, no aterro da Boa-Vista n. 53.
Vende-se a casa terrea n. 22 da roa
das Laraogeiras, com 3 quartos, cozinha f-
r i, em ch5o proprio, ou permuta-se por ou-
Ira que leoha mais commodos, sendo na fre-
guezia de Santo Antonio : a fallar com o
dono na mesma casa, que faz todo negocio.
No aterro da Boa-Vista, segundo andar
do sobrado n. 6, vende-se um escravo de 25
anuos de idade, sadiii, boa figura e sem vi-
cios, emende de padaria e est affeito a todo
e qualquer servico de campo ; ti oca-so tam-
bem por urna escrava que saiba engommar
e cozinhar.
Vende-se um cabriolet de duas rodas,
coberto, em bom estado : quem o preteu-
der, dirija-se a ra larga doliosano n. 48.
Vende-se um prelo de nacao Angola,
de idade de 30 a 36 annos, pouc.i mais ou
menos, e o motivo por que sa vende se dir
a vista do comprador : na ra de Santo
Amaro n 8.
Arados de ferro.
Na fundico de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se Dar vender arados
de ferro do um modello e construccao muito
superiores.
Vende-se queijo do f ertfto
a480rs. a libra, manteiga ingleza a 640,!
queijo do reino a 19500, 13600 e 1/900, fari- '
nha do reino a 1*20. gomma a 100 rs., lingui- ;
Ca do reino a 400 e 640, vinho do Porto en- i
garrafado a icOOO, dito de Lisboa a 560, ba-
t lia de porco a 520 : as Cinco Ponas n. 21. |
Venda de
pianos.
Vendem-se muitos lindos e excellentes
pianos, cliegados ltimamente de llatn-
buigo, ecom lindos retratos no frontes-
picio : na ra da Cruz n. 55, casa de J.
Keller & C.
-
ydo' e Bq~,
Vendem-se rJRos ps
cabiiolet, vaq
gaarda-lama,
las : na ra >
'
- ito de
r<
urorae
1 : 1 ..
ara
L'm lindo e
los para varat
dernissimo-
lo Amaro,e n
lirum.
nove
F
^

ato.
. 11
1
. a
n e
B
1 -'(relir.b.i
lidkee.
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, assim como potassa da Kussi verda-
deira : pa praca do Corpo Santo n. 11.
COJITEIIIENO TOQIE l)E AWRIV
A INI1ELRO
Peqas de madapolao lin, ditas de algo-
dffozinbo liso muito encornado, ditas de di-
to trancado e largo : ven le-se na ra do
Crespo, loja da esquina que volta para a ra
a Cadeia.
Farelo
Vende-se superior farcllo vtndo de Lisboa
ltimamente, em saceos o por barato preco :
na ra do f rapiche, armazeni n. 7.
lia loia
seis portas
F.M FRENTE DO LIVRAMEtNTO.
Cortes de casemira com algum mofo -'
quntro mil rs., lencos do seda proprios pa i
pescoco de senhoras a de tusles, lencos ue
retroz malisados de cores a dez tustoes, lu-
vas de seda pretas e de cores a cinco tustes
o par, cambraia lisa a rious mil rs. a peca, e
em varas a pataca, cambraias com flores sol-
tas e limito Finas a duas patacas a vara, cas-
sas com florOes para cortinados a tres mil
rs. a pega, e a sello a .vara. A loja est alier-
la das 6 horas da manhita as 9 da noitc.
a
a
;.-3

m
9

Tasso irmlos.
Avisam aos seus freguezes, que as ultimas
1.1: inlias de trigo Hichmond chegadas ao mer-
cado, sao vendidas era ses armazens, pelos
seguintes presos :
Galega 255000 por barrica.
Ilaxall 2i:ooO idem.
O Dance 23:000 idem.
Columbia 2250UO idem.
Alem destas tem farinhas novas de Tries-
te das marcas SSSF. Fontana c primeira
qualidade ; assim como completo s'orlimen-
lo das melhores marcas de Philadelphia. No-
va Orleanso Baltimore.
Urna familia <|uc vive em Lisboa,re-
cebo em sua casa ate 2ou o meninos, <|ue
Refiiaria de
Reg-o & Barreto, no Mon"
teiro.
No deposito desta rcCnaria, na ra da Ca-
deia do Kecife n. 30, ha semprc assucar re-
tinado de superior qualidade, tanto em p
como em torroes e em pSes, por prec,o mais
commodo de qu em ouLr qualquer perle.
I \0 risiLtco. a
ll No armazem de fazendas baratas, ra do g|
Collegio n." 2, g
ver.de-se um completo sortimento de fa- $s,
& zendas finas rjrossas, por jnais barato $
H precos do que em outra qualquer parte, B
B lano cm porjocs como a retallio, affian- 8
3 jando-so aos compradores um s preco f
'; para todos: esle estabelonimenio abrio-^se j*
5 de combinar;o com a maior parte das ca- ^|
B sas commerciaes inglezas, franeezas, alie-
I raaos e suissas, para vender fazendas mais $f
' era conla do que se lera vendido, e por isto
oflerecera elle maiores vantagens do qua
M outro qualquer; o proprietario deste im-
B portante eslabelecimento convida todos
S os seus patricios, e ao publico era geral,
B para que venhara (a bem dos seus inie-
jt resses) comprar fazendas baratas: no ar-
gg mazera da rua do Collegio n. 2, deAn-
^ tocio Luiz dot Santos & Rolia.
Precisa-se de um Caixelro ue 12al4
Vendem-se saceos com farinha da tr-
ra inTto nova o torrla : ao caes da alfan-
dega, arrnizem do Mello.
Vende-se sal do Assu': a tratar com
Francisco Xavier da Fonseca Coutinlio, no
becco do Azeite de Peixe.
5u>;tos ift borracha.
No escriptorio de Gurgel Irraos, primeiro
andar 11 II, da rua da Cadeia do hecife, ven-
dem-se bous sa palos de borracha a 2o800 rs.
cada par.
iisteias e chapeos de
pfilha.
No escriptorio de Gurgel Irmilos, primeiro
andar n. II, da rua da Cadeia do Recife,
vendem-se boas esleirs e chapeos de palha
ae carnauba.
- Vende-se um ptimo escravo moco,
bom cozinheiro, copeiro, bolieiro, e ooten-
de alguma cousa do trabalho de pharmacia :
a tratar coorMauoel Gonijalves da Silva, rua
da Cadeia do Kecife.
Vendem-se 2 moleques com 16 annos
de idade, sao pecas mais superiores que se
apresentam no mercado : na rua do Hospi-
cio n. 15, se dir quem os vende.
Vende-se um escravo cozinheiro de
urna casa eslrangeira : quem o pretender,
entenda-se na rua da Cruz n. 27, ou na rua
de Santa Thereza n. I, junio ao sobrado.
fortes de collete
de velludo a 2^000
Vendem-se na rua do Queimado n. 21 A,
chitas escuras largas a 240 o covado.
J. PRAEGER COMPASHIA.
da Cruz o. II.
das seis portas
Em frente do Livrameiito
Casan pintadas a meia patac o covado,
riseauus estreitos a qoatro vintens, riscados
C-aneezes escuros a rceia palaca, cortes de
vestio>r--i_xi5a_ijom dnus e tiesbabados a
cinco patacas, salas ruancas TOrdaltasa~rhnre
mil rs,, chales decassa inuncos com flores a
sello, proprios para trazer por casa.eouttas
muitas fazendas que vende por todo o preco
para acabar. De tudo se daamostra, levan-
do penhor q ue valha o que se quer ver.
Em casadeKabeSchmettau &Companhias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
lia in burgo.
A |0>vOOO
Vende-se excellente cera de carnauba do
Aracaty, eAssu', de urna sacca para cima,
escolhendo o comprador a sua yontade, pe;
lo indicad preco de 10/a arroba : no ar-
mazem de D. K. Andrade & C, rua da Cruz
n. 15.
TAIFAS PARA ENGENHO.
Sa f undipo de ferro da D. W. Bowmam ua
ME da-Brura, passando o chafara, contina ha
dar umcompleio sortiraepio da'taixss de ferro f un
vido e balido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaas
ackam-se a venda,por epreco commodo com
promptido: embarcam-s oucarragam-sa smcar
ro semdospeza ao comprador.
SeHins e relegios.
SBLUNS e RELOGIOS de patente
iiiglez : a venda no armaztm de
Rostron Kooker o> Corrmanbia, es-
quina do largo do Corpo Santo nu-
mero 48.
Deposito
de rap princeza da fabri-
ca de Ea.'Gasse, no Rio
de .Janeiro.
Vende-se a preco commodo rap fino,
grossoe meio grosso, da acreditada fabrica
cima, cbogado" pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz n. 49.
Planta da cidade do Ke-
cife
Vende-se a planta da cidade do Recife e
seus arrabaldes, feila pelo 8r. Mt. Jos Ma-
mede Alves Ferreira, por seis mil reis : na
livraria n. 6 e8 da praca da Independencia.
Mappa das distancias d<
.provincia.
Na livraria n. 6 e 8 da praca da Indcpen
dencia, vende-se o mappa das dislancia>
das differentes villas da cidade entre si, i
rebtcao a capital da mesma. a mil reis.
AlgpdAofciniitj ia Baln
para saceos de assucar : vende-so em esa
de N. O. Bieber & Companhia, rua da Cuz
n. 4.
v companhia, rua da
Vendem-se q-~
no vapor a
Superior vinl
Cerveja inglf i
Frascos dece
Garrafas de
Caixas com
para sopa
Biscoitinhos
a libra
Camellos nc>,. -
Aroendoas franeezas cobrtas, a libra
Espermacfte de 6 em libia, a libra
Dito de 8em libra, propro para car-
ro, a libra
Manteiga ingleza superior, a libra
Ditafranceza .'Uperior, a !ibr
Talhanm macurSo e alePia fina, a liba 50o
.Cha prelo, a libra 2IO00
Dito hysson, aIibra irl%a
Dito do Rio, a libra 2eo
Os melhores charutos do menado
vindos da Ilahia, a caixa a j, 4 e S5OO0
bolachi, tudo por commolo ireco m
1 llortasn. 16, '.
t (MI
>:.-

-
m
800
800
720
J
P3o e
rua de
Yalj das seis
portas em Frente do Li-
vramtiifo .
Venderr-Ee cobertrfres escura para escra-
vos a dua> patacas cada ubi.'
Mtt
SHO.
NA FUVDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHIRO DAVID W.BOVMAN, WA
RUV DO BRUM, PASSANiO O oHA-'
FARIZ,
ha serrpre um grande oriimenlo deiegoinles obl
jeclos le meclianumosproprios paraosenho as-%i
ber : uoeudase meias rooendas, dtmais moderna
cousl ucraa ; laikasde ferro fundi e balido.M
supe or qualidade e de lodosos lananhos ; rodat
deuudas para agua ou auimaes.deoda as propor-
coa;cnvo(e bocas deforalhi c egisiro. de bo-
eiro aguilhaet, bronzesjjarafusos cavilhdM.moi-
ulio> de mandioca, etc. ele.
NA MESMA FUNDliA'O.
se aeeolam todas as encommenda eom a superio-
ruade ja couhecida copj a devida presteza eeom-
miaidade em preco.
XBOPE..'
r
gios de
tente
pa-
nglezes de ouro, de sahonete e de vidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Recife, armazem n. 1C.
l\ovo
rape.
ua
Kecebcram pelo ulmo
navio do Havre
urna nova porcao do afamado e famoso
VINHO DE CHMPAME
de Eugcne cliequot a Keims.
Tin las.
i
annos, para urna taberna, que lenha algu- roua e ,()0 rs ., nur!, I)() paleo u0 paraizo,
seus pas (pieirain mandar estudar, dan-
do-lh'scuiia, mesa, roupa lavada, medi-
ante a paga de (00 rs. diarios, pagos tres
me/.es adiantados : 1 senhora tambem se
encarrega di- educar urna ate duas meni-
nas, ensinando-lhe as primeiras letras,
Historia, (jeographia, msica, piano ou
iniipa, bordar de toda a qualidade, toda
a sorte de costuras, dando-llie cama,
mesa e roupa lavada, mediante a quaritia
de 1^000 diarios, pagos tres mezes adan- Precisa-se ue um caixeiro ue 12 a 14
tados (entendem-se estas quantias em
moeda lorie): a c|tiem convier podera"
dirigir-tea' tjpographii deste Diario.
podendo ficar cortos os sen hoivs que con-
iarem seus lillios, queacliaro zeio, cari-
olio e vigilancia jiara seus li 1 los.
Madama /osa Hardy, rua
Nov n. 54,
tem recebido da Franca um grande sorti-
tnento de chapeos io seda pata senhora, de
lodas as cores, cha eozinhos de palha iber-
ios, di los c palha de arroz, ditos de seda
para meninas de 3 a7 annos, cortes doseda
para noiva, lavas, apellas, mantas, metas,
ricos pcnles de tari.ruga do ultimo goslo,
enfeiles do -cabeca ;,ara senhora, enchoval
completo para bapl.a criancas, e militas
unirs fazendas, qu* s5 vendem em conla.
Precisa-sede LrrTi criada forra ou cap-
tiva, somente pr" cozinhar em urna casa !Trapiche n. 8.
le pequen* tamil a, ,aga-se bem: a Ira lar Na rua da Cruz no Kocife n. 18, se-
no segundo andar -.obrado n. 67, defron- gundo andar, ha urna mulata para vender-
le do yiveiro do V r __ ^_ | se, com 18 annos de idade.
Vende-se urna porcio de tintas prepara-
das, assim como algumas "barricas de alvaia-
de : r" armazem de J. Praeger o; C., rua da
(^ruz n. *.
PRLSLNTOS.
J. Praeger & C., rua da Cruz 11. II, avisam
aos seus fregnezes, que temos recebido no-
vamente pelo ultimo navio do llamburgo,
urna porcino de presuntos muito frescos, que
sevunde ;or prego commoo.
Cortes ludo a i #000.
as lojisda rua do Crespo n, 10 e 14, ven-
dem-se pelo diminuto preco de 2/000 cortes
de colletes de velludo.
al do S-su .
Vende-so sal do Assu' a bordo do bri-
gn brasileiro Clara, l'undcado ao p do tra-
piche di) elgodao : o tratar eom seu consig-
Previno-so aos amantes da boa pitada, que
chegou no vapor S. Salvador o rap novo
princeza do Kio de Janeiro, que pelo acu
excellente aroma se confunde com o prince-
za de Lisboa: na rua do Crespo, loja de
miudeias ao p do arco de Santo Antonio c
praca da Independencia n. 4, aonde se ven-
de a icOOOalibra.
Ricas fiaujas paracorti-
nailog.
Vendem-se ricas franjas da algodo, bran-
cas e de cores, lisas e coai bolotas, para cor-
tinados, e por preco muito commodo : na
rua do .'Ultimado, na bem conhecida loja de
niiiide/as da boa lama n. 33.
ssas superio-
res.
Caixas grandes com 1 arroba de talharim,
macarrSo, lazenba oaleina por 6ci0 rs.,
caixas de 16 libras com pevide, estrellinha,
coutintias etc.. por3;500 reis: na ruado
nuc.-iu.de n. 35, loia de ferragens.
Cascos vasitis.
Vendem-se barris de 4.- vasios noves, che-
gados de Lisboa na barca Flor de S. Simo :
110 arma/.cm de (.arvallio A Irmao, na rua do
Krtim, ou na roa da Cadeia de Santo Antonio
n 26, primeiro andar.
Grautic fabrica
de tatnancos, na rua Di-'
reit t, esquina do becco de
S. Pedro 11. 16.
N. O. Bieber
Cruz n. 4, vendem :
Lonas da Kussia.
Jdem inglezas.
BrinzSo.
TJrtns da'Rssia."
Vinho de aladeira.
4Igod3o para saceos de assucar
Re og ios,
Os melhores relogios de ouro, p*ente in
glez, vendem-se por presos razoveis, no
escriptorio do agente Oliveira, ni da Ca-
deia do Kecife n. 62, primeiro ainar.
Peunas de ema, cera do abelb e de
carnauba.
Na rua da Cadeia do Recife, loj n. 50, de-
fronte da rua da Madre de Derj, ha para
vender os gneros cima, recentmente che-
gados, por precos razoaveis.
Agencia
da fund rao Lav->1o?r,
rua da Senzalt Mova
11. 42.
Neste estabelecimento ontinu'a a haver
um completo sortimento demoendas emeas
moendas para engenho, mchinas de vapor
e taixas de ferro batido e :oado de todos os
tamanhos para dito.
Momnos devento
eombombas derepaxopan regarhor asaba
ia de capiu : ua (andicide 1). W. BowmaD
ua rua do Brum ns. 6 8e0.
Era casa de Saunder Brothers C. praca
do Carpo San ton. 11, ita pra vtndar o sa uinti
Ferro inglez.
I'ixe da Suecia.
Alcatro de carvo,
Eonas de linbo.
Esponjas.
Drogas.
Algodaolizo para saces.
Dito entrancado igutao da Baha
E uciconpleto sortnento da fzandasproprio
para este mercado -ado por preco commodo.
Beiooios
cobertos e desciiertos, pequeos e grandes,
do ouro patent inglez, para bomem e se-
nhora de utn -os melhores fabricantes de
Liverpool, virios pelo ultimo paquete in-
glez : em cas de Southall Mellor & C, rua
do Torres n. 8.
(,lar utos d<: flava-
na: v t!t '.;. I. Astley & C.
naianoJoSo Piulo Regs de Souza, na Ira- em cotila e a vonlade dos compradores.
Neste pstabelecimeuto ha ellectivsmcnte
um grande sortimento de tamancos, lano
para lioniem coa.o para meninos e senhoras,
a retalho ou mesmo cm grandes porcOes, 7em de meriaes, por preco commodo.
para o mato ou mesmo para a praqa, muito
(^emento novo
Na rala Cadeia de Santo Antonio, arma-
vessa da Madre 'le Dos, armazem de Marlins
k\ Piulo, ou com o capilo a bordo.
-- Vende-se arroz Carolina a 2^300 a ar-
ma pratica :. na rua da Kodu n. b-2, so una
quem quer.
TACHAS PARA ESGENUO.
Avisa-se aos scnliores de etigeutio c seus;
cor espondentes, que no deposito da rua da
Moeda ,forte do Matos junto ao trapiche do
i'unlia 11. 3 I, t.a sempre um completo sor-
timento de taclias de ferro fundido e balito,
de niutta solide/., superior qualidade, e
todos os tamanhos, fabricante Eiwio Maw
benr conheddo nesla pra\a : a tratar no
tnesmo, ou na rua do Trapiche n. i%.
taberna do tinado Nicolao n. 16
Ven em-se saceos com farinha muito
boa e saceos de alqueire, por preco comino-
do : na rua da Madre de lieos n. 2.
Ve:-dem-se
saceos com arroz pilado do Kio d^ S. I''ran-
e. cisco a t^'soo a arroba : no armazem do caes
do llamos, deJos.>Uria Pernandes Thomaz.
Vende-se a verdadeira graxa ingle-
za 11.'.7, dos a Lunados fabricantesl)a\
-- Thomaz VV. Williams, capilito do bri- & Martin, em barricas de l.~',duzas de
gue americano l'aiiny Wsaksmith, viudo de
New-York com desuno a MonteviJo, recen-
temente arribado a esle porto com agua
a berta; precisa cerca de 5:000s00 sobre o
casco e frete do dito brigue para ns despe-
zas : as pessoas que se propozerem podem
apresentar s .as propostas em carta fecluJa
aoSr. coasul dos Estados Unidos, na rua do do agente Uliveira, rua da Cadeia do Kecife
11. 62, primeiro andar.
Venderse o engenho Palmeira, sito na
freguezia de Nossa Senhora da Cloria, de p-
tima prodcelo, com todos os seus neces-
itles : (-incisa de James Crablrcc. i\ C,
rua da Cruz n. V2.
SSCR^TARUS.
As melhores que al fto;e lem apparecido
a este mere ido : vcnJcm-se no esoriptorlo
etlioo fcil 1 lito.
Na librara da praca da Independencia n.
G e 8, ''ende-se o methodo facilimo-para
aprender a ler, novamente impresso e aug-
mentado, por mil res.
(]assas rance-
z s a 200 rs.
Vendem-se caasas franeezas linas a 20o rs
o ovado : na rua do i^ueimujo n. 7, loja da
"chapeos a tahberlk
Dm afamado fabricaut)
de
Veas de esper-
111 acete.
Vndem-secaixas rom 2") libras de ve-
las ie (i em libra,a' preco commodo. em
DO
loi tranferidoodeposiiodestexaropeparaa bo
lica dejse da Crur Sanios, 1, ru,, Novan. 53'
-arrafai 550O, meia300C sendo falso lodo
aquellr qae nufor vendido ntle deposilo.rwi*
quesetaz opresenttaviso.
IMPRTAME PARA 0 PUBLICO.
Para curade phlvsicaem Idoosseusdiaereii
lesgrios, quer motiva da por onstipacoe, loase
a-itlima ,plf urj/ .p.r.irru- t s nuue. d.'.rd r.x-
tados e peito, palpila^ao ,10 orariio.coquelueh
broncliile, dc'ir na ftariiaula,; lo'das atmolcsha
dos orga o t pulmonares.
Taclias de fe ro.
Iva fundicSo da Aurora en Santo Amaro-
e tambem no deposito na na do Brum. logo
na entrada, e defronle dt arsenal de man-
tilla, ha sempre um grade sortimento de
tachas, tanto do fabrica acional como es-
lrangeira, batidas, fondi as, grandes, pe-
quenas, rasas c fundas ; i cm ambos os lu-
gares exislem guindastesJara carregar ca-
noas ou carros, livres delespeza. Orpraco
sSoo s mais commodos.
Sellins
patente inglez.
S3o cliegados e arliam-se f vend oa verdtdeirvt
e l>em conhecidoa sellins iKle/es patenlt : na roa
do Trapiche-Novo n. 42, traazem de faxenda dt
Adamsoa Uowie 4 C.
AVBO
aos ferreiros.
F. POIRIEK.Aternda Boa-Vistan. 53
Tena paia vender, i vontade do com-
m ador:
CRVAO IE PEORA
de primeira (iiialid^ad:, por preco com-
modo.
ROB I.AFKCTELR.
O nico aulorisado por aein'io do conrelho real,
decrelo iperial.
Os mdicos dos hosplaes recommendam o
arrobe de La(J"ecteur, como sendo o nico
aulorisado pelo goveno e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
gosto agradavel e fac a tomar em secreto,
esta em uso na marinhi real desdo mais de
60 anuos ; cura radicamente em pouco lem-
po com pouca despeza sem mercurio, as af.
fecces da pelle, imphgens, as consequen-
cias das sarnas, ulceas e os accidentes dos
partos, da idade eniiia e da acrimonia he-
reditaria dos hnmores; convm aos calar-
rhos, a besiga, as coitracces e a fraquezi
dos orgaos, procedid; do abuso das injec-
ces ou de sondas, tamo anli-svphililico*
o arrobe cura em pomo lempo os Huios re-
centes ou rebeldes, qje volvem incessantas
em consequencia do imprego da copahrfcc,
da cubeba ou das injeces que representem
O virussem neulralisi-lo. U arrobe l.afler-
teur ho especialmenb recommendado con-
ira as doencas invetiiadas om rebeldes ao'
mercurio eao indoreb de potassio.Lisboa.
Vende-se na boticade Harral e de Antonio
Feliciano Alves de Av o, pra^a do'I t. Pe-
dro n. 88, onde acata de chef "r urna gran-
de porijao de garrafs grandes e pequeas
viudas iliectamenlote Paris, de casa dodito
Boyveau-LaUecleur t>,rua hich; 'i"u a Paris.
Os formularios dao-e gratis e>-, casa do a-
gente Silva, na praQi ,ie I. I-, o n. H
Porlo, Joaquim Arau ; Kahia. I.ima fl Ir-
maos; Pernambco.Souiii; Kio de Janeiro,
Bocha rv lilhos; c Soreia, loja de drogas ;
Villa Nova, Joan Preiffc de Maga les l^i'le ,
Kio (j-ande, Frafi

ca de
Isaac Curio S; C, rua da Cruz
t w .'< *
Fugio no dia 11 do corrente o escravo
de nomo Ventura, latural do .Maranho, dr
idade de 45 a 50 amos, altura recular, seceo
do corpo, rosto anveirado, barba rapada,
pernas arqueadas,ha bastante prosista e ja
pg deu uma lu/id, coutando-so na mala de
niean o; i aris.
Acab.im decbegar pelo ultimo par|
, icio
os su pra mencionados chapeos desb ala
mado fabricante, e vende-se na lojar
QOltaS, da rua da Cadeia do Recilo I
'i', de Narciso Mana Carnciro.
Vende-se superior linhas de algalio
brancas, e de cores, em novcllo, para cole-
ra, em casa de Soulhall Mellor cv C.a, ru do
Torres n. 38.
/vi*i> ; os sen;.ores de en-
'!nlioedonos (ie oli-
cinas
Vende-se bolacha americana a mo rs. a
libra : no pateo do Terco n. 21. dito da Pe-. g,atiliQ.se a quem o Peg.
iban.10. lambemse vendem carias de lrPgar a seubSCnho M.nocl da Silva Sanios,
na rua da Cadeia lo lenle.
rC.&: ;:; No da 1_' do ccrenle mtz lllgla do hotel ."."
^.' da Barra un, .servo de Angola de ~f .um"- 0
^ rte litle, baivo, .tina* loi ls e um cshi tif- 0
n .:.|.i no houibr, ieilo. Aquttr que o prrn- 0
y der e o levar ao i, hotel sera' geutrosautn- 0
/. te ie -un i-h-.i,i a
^--a
Yende-se
em casa de S. P. Johnston iS: C, rua da Sen-
zala Nova n. 42, o seguinte : arreios para
carro, sellins para homem o senhoru, can-
dieiros e easticacs bronzeados, vaquetas pa-
ra carro, chicotes de carro e de montara.
I'EK.N. 1VP. DI M. F. UE FAHIA 185k

ILEGIVEL

MUTILADO

-


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