Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06537


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Full Text
A mo XXIV.
Segunda-fcira 141
. ,,, | ii 11) publica-te todos o diat que nlo
'' ,|,. ,.,i ipI.i: o preco d.i at ',"' auui r por no"1'1- *"in* *'*. Os
d '..l-tot iU aiia;unlet s;io iui.-ri.lot a
""""jc. i(, rl. p.,r buha. 40 rt. ein typ fllf-
rs ., ,. a4 repelifAft pela iiietiilr. Otilio
'Via'ul'-t p"**> rt. por Hutae IHO ra
Ha tjl> dl""entc' P^01"1' publicicSo.
PHASES DA LA NO HEZ E OUTUBRO.
.- a 5, s 11 horaa e 42 min. da manh.
KC.i 1 hora e 38ImM. da t.rd.
V.Zlt, al9,aos 8 ma da manh.
r^-V*- U hor e 27 mo. da tard.
PARTIDA DOS CORREI08.
Cofaina e Parahlbi, as sega. aeitat-fVIrat,
RIo-G.-do-.Norte, qiilnoin-felras ao meio-dia.
Cabo, Serlnharm. R!u Konnoao, Porto-Calvo
e M.loi-l.i, no 1.*, a II e 21 de cada uie7.
Garanhiina o Bonito, a 8 c 23.
Roa-Vita e Florea, a 13 e 28.
Victoria, t qulntas-fetras.
Olinda, todoa oadlai.
PHEAMAH DE HOJE.
Prlmeira, t 8 horaa e 30 minutos da manh.
Segunda, t 8 horaa e 54 minutoa da tarde.
de Outubro de 1849.
n. si:
"P
DAS DA SEMANA.

"> s>punda.S. Martiniano. And. do J. dos
orph. do J. civ. < do J M. d.i 2. t.
17 Terca. S. Ileduvigei. Aud. do J. do c.
da I. r. e d J. de patrio 2 dltt rie t.
18 (luirla. S. I.ucat rvangrlltta. Aud. do J.
do c.da 2. v. e do J. de pai do 2 dltt. de t.
19 Quinta. S. Pedro de Alcntara. Feriado.
20 Sexta. S. Jofio Canelo. Aud. do 1. do civ.
e do J. de paz d I dist de t.
21 Sabbado. S. I nula. Aud. do J. do c. v,
e do 1. de paado I dltt. de t.
22 Domingo. S. Varia Salom.
CAMBIOS NO DA DE H OITUBRO.
Sobre Londres a 24 d. por 1 /000 n. a 80 d.
a Parla
Lisboa 120 por cento de premio.
Hiii-.ie-1 inclro ao car.
Oesc. de lett. de boas ftrmis a I ?,' ao mea
Acceada coinp. de Heberlhr, a.Vtl rt. aop-
Ouro. Oneas heipanholaa 3IJ0IM a Sl/W")
Mudas dr 6/400 v. 17/M0 a 17*700
. de lHJnOn. 16*1300 a 16/700
. de4/0... 9/500 a 9/700
PralaPataceaJ)rasileiroa 2>"U20 a 2/020
Petos columnarioa. 2/000 a 2/0
- Di toa mexicanos..... 1/900 a 1/920
DIARIO DE PERMAMBUCO
EXTERIOR.

0 GENERAL CAVAIGNAC.
Londt, 25 de agosto.
0 carcter do general.Cavaignac he anda tilo im*
pprfeitamentecoiihecido dos seos prnprins coneida-
Jfln quanto do resto da Europa, o lito eurlo he o pe-
riodo decorrido depois da sua Iransigfio dos inglo-
riosos I rana Ifins da guerra africana para a mais ar-
dua posicoque ao homem poda ser nssignada,
a direegflo dos negocios internos e externos da re-
puMica franceza, que estamos dispnstos a vigiar
corr peculiar interesse toda a indicac.to de suas or>-
nioesedosua disposicffo. Ale o presente ellas hito
sido prudentes e nobres; ellas inspiram respeito e
contianra. e nilo nos admiramos de quealguns dos
niais ardnles de nossos con I em pora neos ja hajaoi
desroberto os elementos de urna comparadlo entre
apoltica en temperamento do'caneca do governo
francez c o grande nomo ri Washington. Por nossa
pnrte nto nos achamos anda habilitados para attr-
buirao general Cavaignac, no estado actual de sua
cairoira, um lio exaltado estandarte de mrito re-
publirano ; porm nimia nada nelle liavemos perci-
bido que nilo seja sincero e honroso ; sabemos que
goza de boa opinlo, nSo s entre os amRos das
insliliiicOes republicanas, senfo entra os antagonis-
tas polticos dolas ; elle ha mostrado una grande
enragem sem neuliuma ambicio, um sentimeuto re-
soluto do dever, temperado coin tuna grande mo-
destia e urna grande dignidad; do lingoagem, n que
repelle toda a suspeila de disfarco. Estas qualdades
sfl sistir a prova .do poder illimitado e da autoridade
universal, o general cavaignac pouco lera que dosc-
jar, a nilo ser um povo nilo dcsvaira.lo por Iheoras
revuliieionarias Ou pela gloria militar, oque quoira
ser dirigido por um governo honesto, pacifico o va-
ronil.
Mito ignoramos que urna grande parte dos mas
zelosos Ilustrados amigos da ordem em Franca eu-
caram a poltica do genernl Cavaignac coin muito
mais desconfianca e dissalisfagito do que as que nos
entretelos ou as que cites mesmos publicamente
expressaiu. Klles imputam-lho urna especie decri-
miuus tolerancia para com aquello partido extre-
mo, rujas a bertas aggressOes contra a sociedado el
le nu-sino combateu as rai, u cojos escandalosos
jornaesclle mesmo supprifili. Accusam-no do es-
tir ilisposto a livrar da puntalo o mesmo i!n infamia
da i uldiea exposicSo a liomvns laes corno Luis
Itiauc Csru-*si iiiks graves nrcusacoi-s ; e siisicnlun qun sua pro-
piia predileccAu pelas instituicOi-s republicanas o
ht uiililTrreiite aos perigos a (|uu ellas expem todo
'ijuuiilo be valioso para a unco. Nos recordemos es-
Sis inipres>es rio lempo sem nelias tomar parto:
rt'(ii puuco se sabe anda (fu general tUvaijiiac, e
|' ili-lu, eciiiilenlanio-nos cun tomar o boin que nel-
le veuios-e doixar-llie o cuidado le sua futura fama.
.Mas f.-lizmeiiti- ni|iiillo que.lelle nieliior.su sabe, a-
quibo que he mais claro c esclicilo em sua conduc-
ta, he sua publica extei na, especialmente na ques-
tilo italiaiu, e uas relaeoes quo ha piocurado esta-
belecer com este pai/. (A Inglaterra.;
affectacSo elleallude sua propria limitada expe- camecendo da justica de sua patria. Tem-se dito
Srias aceieaja mediaQo italiana, elle (roiiunciou
n iiiiporlaiilissiino discuwo. ecouibaleu com uran-
,ltes, oodendiias iuleipellacOes quo Ihe fram diri-
'a da meiliacOo i
portaiiiissimo iliscuawo, ecumbateu com ran-
de superimidade a um adversario muito mais pratico
que elln na uerra do palavras. O CBbeca do gover-
no l'iance/ fallou coin a uiaior ingeuuidade. Sem
rienria da lingoagem da diplomacia e dos debates;
sem hesitacltn, e em termos tSo forjes como os de
que usara M. Cuizot em urna aemelhante occasilto,
elle declara asna firme adhesilo causa da paz. e
ropete, como um pensamentoque est sempre pre-
sento ao seu espirito, a convicio que tem de que
em um paiz como a Franca ha necessidade de mais
coragem para advogar a causa da paz do que para
aconselbar a guerra, e que em sua opini.tn n mrito
dos estadistas que hilo sustentado ost pacifico com-
bale he muito mais elevadoedesejavel do que a fama
dos soldados que hilo cedido ao impulso da ambico
militar. Desembainbar outra vez a espada em deen-
sa do seu paiz, nilo seria para elle outra cousa mais
que um regresso para os deveres de sua vida inteira;
mas ello se persuade que o seu mais alto dever be
conservar actualmente esta espada embainhada.
Clieio destes principios e determinado a resistir
Cnm inalmlave! firmeza torios OS impulsos que Iho
parecercm prejudiciaes aos futuros destinos da re-
publica, o general Cavaignac naturalmente resol-
vou inlervir na Italia, mas smente por meios pac-
ficos ; elle esforqa-se por tornar esses meios pacfi-
cos eflicazes, procurando obrar deaecrdo com o
governo britannico.
Nos somos informados do estado actual do cousas
em Franca eda precaria conriicflode todas as insti-
tuiQoes existentes daquelle paiz, nilo tanto pela lin-
goagem dos quo estilo no poder, como pela timidez,
polas evasOes e pelo silencio da opposicilo. O estado
de sitio'que lie mu provavel seja indefinidamente
prolongado at a final adopeflo da constitucito repu-
blicana, ou at que alguma nova convulsflo haja mu-
dado a scena, tem parausado a correte da eloquen-
ca opposicionisla. Mesmo M. Therso M. Ilillault,
que, sem llovida, teriam respondido a urna falla tal
como a do general Cavaignac. com as mais agudas e
mais ci neis invectivas, caso tivesse ella san i do dos
labios de um ministro de Luiz Filippe, hilo apren-
dido dos acontccimentos a reconhecer quo esta po-
ltica lie a nica que convm repblica, e pode
salvar a liaran. O oflicio de critico, pnis, quasi quo
nQo he senilo islo, passou, pois, para M. Julio Favre,
e o objecto da mediac^o italiana apenas se pode d-
zer que occupaia seriamente a assembla. Porm,
culi oanlo quo as armas da opposicilo parlamentar
estilo intactas, e que basta ao governo annunciar a
soa \miiarlo para ser obedecido, n3o so deve osque-
cer que a opposicilo real existe em outra parle;-ella
be a mais loruiidavel, por isso que lie secreta; a
mais terrivel, porque em voz de fallar, conspira, lis
iioineus que silo mais profundamente implicados
nos designios itoscommunistas e da repblica ver-
iiicilia, nilo toma ni parle nos pblicos debates Urna
falla, como a que receiitemeute prouunciou Mr.
i'i'oiiillinii, ho nina rara excepeo, ella servio smen-
lo i ara provocar a exccragilo daiiuclles a quem fui
dirigida ; pin em nimia nao falta quem de lina Min-
iado vai ouvir estas pestilentes e destruidoras dootri
uas nos concilibulos dos demagogos parisienses.
Os debales acerca do rotatorio da cotninissuo rlkti-
vam. nte as ultimas insinroicOos lerilo a vanlagem
Je fazt-r entrar mais distiuciainente as paites nus-
pcitas ou acensadas dentro do ciiculo da Ivgituua
iliscuSsSo; porm, se assembla adoptar as medidas
que tal emergencia e laes accusagOes exigeh, o go-
voiuo deve pioparar-so para alguma cousa mais do
quo urna contestadlo parlamentar. Nsesperamo-
que o general Cavaignac nilo recuar dame deslo
iui|!ei loso dever. He impossivol que suas commis
se ni litares pussam continuar a condemuar cente-
nares de humos menos criminosos infamia do
bngne, ou aos rigores de um bauimenlo, entretanto
que os autores da rebellio estao em p nilo barra
Ja assembla seuoeiusua tribuna, I literal mente es-
que o general Cavaignac era rio opinlo que todo o
facto deveria ter sido subjeilado ao juizo dos magis-
trados da repblica ; urna tal medida leria sem du-
vids evitado um debate vehemente e improficuo.
Mas, pondo di'ante do paiz todo o acontecido, algu-
mas medidas positivas silo indispensaveis para aca-
bar com a mais audaz conspiraco que nunca se tra-
mou no coraQilo de uina nacilo civilisada para a des-
truido do ludo quanto ella deva estimar; e, posto
que a prs3o de liomens taes como Luiz Ulanc e
Caussidire possa provocar algum novo disturbio,
ella reforcar a confianza da naco em seus actuaes
governadores, o mostrar que o general Cavaignac
est inteira mente determinado a nSo snbmetter-se a
nenhum compromisso com os inimigos da sociedade.
da-rio u vn\\nm\.

MEMORIAS DE UM MEDICO, (*)
pon aiejratiDre ^umag.
TERCE1HA PARTE.
?
XXVII.
A HZTAMOBPHOSE.
0 duque pegou as duas mitos de Nicotina e aper-
mu no.-- .seus ogjoelhosda rapan^a a quem este lin-
l'erlinontK olhar de (dalgo e dejibei tino nito inti-
nndou nem perturliou um segundo.
Si ni, dsse. rilo, sil, uilo lia duvida que ella tem
alguma semelbanca.
eui sabes com quem, o bem vs, por conse-
r'iiuile, que lio impossivel expr o favor de nossa ca-
sa a semclhante tolice do acaso. Pansas tu que he
cousa bem agradavel que esta gaivota sem pennas
'etBadomoisella Nicoltna separuga com a mais II-
lustro -isma de Franca?
OKI on! respondeu speramente Nicotina des-
CTih.irCan.lo-se lo duquo para melhor responder
a *'r. de Taverney, be curto que esta gaivota sem
\
f) Vide Diario n.' S288.
pennas se parece exactamente com essa lustre da-
ma?..... A Ilustre dama tambem tem os hombros
baixos, osolhos vivos, as pernas grossas e os bracos
rechonchudos desla gaivota sem pennas? Em todo
o caso, senhor barao, se V. Ex. me desaprecia assim.
acabou ella colrica, he s pela amostra, segundo
me parece!
Nicotina eslava nacarada de furor e por conse-
guinte de urna belleza esplendida.
O duque apertou-lhe de novoas lindas mSos, pren-
deu-lho segunda vez os joelhos, e com um olhar
cheio de caricias e depromessas:
liaran, disso elle, Nicolina por certo nao tem
igual na curte; c por mim assim o pens. Pelo que
diz respeito Ilustre dama com a qual, confesso,
quo tem alguma semelhanca. vamos por a coberlo
lodo o amor proprio .... Mademoisella Nicolina tem
cabellos louros do urna cor admiravul; tero o nariz
o as sobrancelhas de um desenlio utcirainenlo im-
perial; pois bem! disponlia-se a estar sentada um
quarto de hora diaute deuin toucador, e essas im-
perfeicOes, (assim as julga o senhor baro) desapa-
recerflo. Nicolina, miuha firha, queres tu ir para
O i rianon i'
Oh! exclamou Nicolina cuja alma cheia de co-
bija passou ueste uionocvl .bu.
EntaohasdeirparaoTrianon, minha querida ;
lias de ir, e lias du Cazer fortuna sem prejudicar cm
cousa alguma a fortuna do oulrem. Barao, mais tima
paiavra.
Diga, meu charo duque.
Vai-teembora, ininlu bella pequea, disso Ki-
cbelieu, edeixa-nos conversar um inomento.
Nicolina sabio; o duque approximou-se do bario.
Se ou le peco que mandes uina aia tua lillia,
disseellt, he porque isso ha do causar praier a t-l-
roi. S. Magostado. n3o gosta da miseria, o as cariuha
bonitas nSo Ihe fazeui medo. Emflin, eu c me on-
teudo.
BKOirX, 15 BI OUTBHO BE 18*8
O vapor Haitiana, chegado hoje dos portos do nor-
te, trouxe-nos jornaes do l'inuhy at 26 de agosto, do
Para at-27 de setembro, doMaranhaoal 30 desse
mesmo mez, do Cear at 7 do correte o da Parahiba
t 13.
O Piauliy ficra tranquillo, e, o que he mais, pre-
porava-so para desenredar-se dessa situa?So excep-
cional c perigosa em que ltimamente eslivera,
quando, protegido escandalosamente pela presiden-
cia, urna das parcialidades que alii sedebatem.como
que atrocidava a outra, o forga de muitas e reitera-
das perseguiQOes quasi que a provocava a algum dcs-
ses actos extraordinarios e imprudentes que de or-
d inario sem recorrer aquellcs que, victimas de con-
tinuadas njuslQas, desesperam doachar protecco
e amparo as leis e autoridades.
Esta agradavel metamorphose era devida ao Exm
Sr. Anselmo Francisco Perelti, que, ao prestar jura-
mento e tomar posse da administracSo da provincia
emo dia 11 de julho prximo passado, declarara pa-
ra logo, que esforcar-se-hia por observar a mais
pronunciad a im parcialidade, e que, quanto a demis-
sOes, s daria aquellas que fssem reclamadas pela
necessidade do arredar dos cargos pblicos os mos
empregados, istohe, aquelles que, durante a sua
presidencia, se desviassem documprmento dos res-
pectivos deveres.
OConn/iMc/ona/asscvera que aoacto da posse do
Bj(m Sr. Peretti concorrra grande porgBo de povo,
entre o qual se divisavam muiloscidadaos grados de
ambos os lados que nos referimos em principio; e
que S. Kxc par suas manciras afTaveis, ia adqui-
rindo assjmpalhias de todos os Piaubyenses.
Constara a S. Exc., que, em a nole de 11 de ju-
lho, alguns dos habitantes da capital iam percorrer
as ras, precedidos de una msica, em signal do re.
Pois v Nicolina para o Trianon, visto quo tu
julgas que isso ha de caosar prazer a el-re, replicn
o barfln com umsorrso de Egypan.
Enlao,j que medsessa permissffo,leva-Ia-nei
eommigo : eella pode aproveitar-se daminha car-
E a sua somelhanca com a senhora dolphina !
seria preciso pensarmos nisso, duque.
Janensei. Essa semelhanca desapparecera ae-
baixo das m.tos de Raftc dentro de um quarto de lio-
gosijo que sentiam em t-lo por director de seus
destinos. Prevendo, por sem duvida, que semelban-
to manifestaQSo podra oflander susceptibilidades,
mais ou menos exageradas, S. Ex. mandara chimar
os directores da passeiata, e conseguir dolles o dei-
xarem de leva-la a effeito. He certamento,por este
modo que devra de procoder o delegado de um go-
verno que se aprega conciliador.
Poucosdias depois de empossado, S. Exc. man-
dara cacar todas aslicencas que permittissem trazer
armas a pessoas que, no rigor da le, n3o estivessem
no caso de obter tal pormissiio.
Esta medida era tanto mais necessaria, quanto os
assassinalos se iam sucediendo na provincia de ma
ncira que levavam toda a gente honesta & recolar
pela sua existencia.
sim, dentro de bem pouco lempo, Valentim Jos
da Silva suecumbira a dous tiros, no lugar denomi-
nado Jlocca-da-Malla Antonio do tal, fura por igual
assassinado a tiros, na paragem BorUyzinho;e o
sexagenario Francisco Ferrcira Vital escapara, como
por mlagre, smaos homicidas doalferesDomin-
gos Goncalves Pedreira que, depois de processado,
conseguir evadir-se.
Tinham sido despronunciados e entrado em exor-
cico os vercadores da cmara municipal de Ooiras,
que o ex-presdente Marcos suspender por eausa da
apura;.1o das ultimas eleicrjes para deputados geraes.
A polica descobrra e capturara os assassinosdo
coronel llaymundo Pereira da Silva, cuja morte no-
ticiamos em outra occas3o. Eram cinco escravos
do sobredito coronel. Todos confessarani o crime,
e como que resignados asperavam a imposQlto da
pena em que incorreram ; porm o que mais concor-
ira para a perpetraco do delicio, pois fura o pro-
prio que desfachar o tiro, suicidra-se na prisSo,
depois de haver declarado que arrancara a vida ao
senhor, porque este o chamara de ladro!.'....
Resolvida a cortar por todos os abusos, a presi-
dencia ia negando sar.cc.1o a lodos actos da assem-
bla provincial que nilo tinham o cunho do interesse
publico ou orfendiam a lei fundamental.
Neste proposito, devolver : 1.*, o projecto que
conceda o premio de *:0O/O00 a Leonardo de Nossa
Senhora das Dores, por ter inventado urna machina
de desearocar algodilo, por versar sobre objecto nflo
comprehenddo nos arls. 10 e II do acto addicio-
nal;--2., o que mandava considerar como jubilado
o professor Ignacio Rbeiro e Mello; sem que este ti-
esse v nte a unos de bons servicos, nem se achasse em
i dade avangada ou padecesse molestias incuraveis, e
sem que, por conseguinte, estivesse em nenhum
dos casos previstos na lei n. 198;3., emfim, aquel-
Richelieu despedio-se entSo de seu amigo, que Ihe
reiterou os seus agradecimentos pelo scrvic,o que fi-
zera a Phlippe de Taverney.
A respeito de Andreza nem urna paiavra, isso que
era mais que fallar della.
Nicolina n;to cabia em si de contente; deixar Ta-
verney para se transportar a Paris nflo tinha sido pa-
ra ella um triumpho tffo grande como deixar Pars
pelo Trianon.
Mostrou-se ella tilo cheia de gragas para com o co-
cheiro de Mr. de Richelieu, que a reputaeflo da nova
ra. nespondo-te cu por '^^.J^rerlmlor! cam.'reira se achou eslabeicbid. no di. seguinte em
anciamedf^i'nSft Unhaulcam'areira com- todas ascoebeiras e e.n todas as antecmaras um
t?nc'a.q"."Aln1irPr se. chame Nicolina. pouco aristocrticas de Versa hese de l'ans.
sigo, e que cssa camareira se chame Nicolina.
Julgas que he urgente que ella se chame Ni-
colina ?
Equo'nonluima outra senio Nicolina?.....
Preencheria tSq bem o lugar; duti- te a minha
paiavra, que assim o julgo.
Entilo, vou esciever inmediatamente.
E o barao escreveu em poucos instantes urna
carta quo entregou a Richelieu.
EasinslruccOes, duquo? ....
Encarrego-me eu de as dar a Nicolina. hila lie
muito ntclligentc.v
0 barSo sorrio. .!
Tu m'a confias, ont.1o.....n3o he assim ? disse
'-e?f! que o negocio he leu duque; tu mea
pediste, e eu la dou ; faze deila o que H"|rea.
Mademoisella venha com.nigo, disse o duque
levantaudo-se, e venha deprassa.
Nicolina nao esperou que Iho dessem segundas or-
dena. Mesmo sen. pedir licenca ao barSo, reuni e.n
cinco minutos una t.ouxinha deroupa, ecom pas-
sos tSoageis, que dirieis que voaya, lanqou-se para
junto do cocheiro Je S. Excollenoii.
pouco i.-------------------
Quando chegaram ao pavilhao do Hanovre, Mr. da
Richelieu tomou Nicolina pela m3o e conduzio-a ao
primeiro andar, onde o esperava Mr. Rafte, que es-
crevia muitas cartas por conla de S. Excellencia.
Entro todas as altribuicdes do senhor marechal,
era a guerra aquella que representava o autor pa-
pel, e Rafl, em theoria pelo menos, se tornara ura
homem de guerra tao hbil, que, sePolybio e o ca-
va lleiro de Fobard vvessem, se teriam dado por
muito felizes em receber urna dessas pequeas me-
morias sobre as fortillcacdes e as manobras, como
as que Rafl escrevia todas as semanas.
Mr. Raftestava.pois.occupado em redigir um pro-
jecto de guerra contra os Inglezes no Mediterrneo,
quando o marechal entrou e disse-lhe :
Ouve, Rafl, olha para esta pequeua.
ltaftc olhou.
lio muito amavel, senhor duque, disse elle com
um mnviineuto de labios, dos mais significativos.
Sim, mas a sua semelhanca?..... Rafl, be da
sua semelhanca que eu te fallo.
Oh! ho verdade; al.! com os diabos 1
Achas que se parece, nao he assim ?
He extraordinario, e eis o que tara a sua ruina
ou a sua fortuna.
MUTILADO
ala*.
r v






-
-
la que, smanle em allenco o lucro pecuniario de
Francisco Florindo do Souzt Castro, approvira o
contrato que com elle celebrara o govenio provin-
cial, cerca da compra de urna casa para quarlel de
tropa em Parnthiba.
Para continua va pacifico.
As 'leicflcs para vereadores e juizes de paz eatavam
qtiasi ultimadas, sem que houveise occorrido o m-
nimo desaguisado.
O Exm. Sr. Jeronymo Francisco Coelho tratava de
restabelecer ah a guarda nacional,substituida desde
1836 pelos batalhes policiaes.Estavam dadas as
precisas ordens para que os concelhos Je qualifica-
(9o se reunissem e funecionassem em Janeiro prxi-
mo futuro.
Durante o mez de agosto ultimo, o tbesouro pro-
vincial paranhensearrecadra 10:219/598 ris, e des-
pender 7:998#598 ris;--a alfandaga e a mesa do
consulado renderam 48:403#997 ris;a mesa de
rendas internas, 5:837|282;e a recebedoria das
rendas provinciaes, 13:606/282 ris.
A 7 de setembro, chegra ao porto da cidade de
Belm a lrtpoUc,;"o da barca ingle/a linda que, ha-
vendo sabido do Maranho para o mesmo porto, (Ve-
tada pelos Srs. I.eile & Companhia, perdra-se nos
bafxos da Tgioca.
O Maranho ainda lutava com as dilculdades que
lhe criam as duas parcialidades que ah se guefream
com extraordinario azedume e bem censuravel ani-
mosidade. Entretanto, a presidencia esmerava-se en>
conservar-se neutral s iides dos contendores, e s-
mente intervinha nellascomo juiz recto e justiceiro.
Como as eleicOes primarias, a que por ultimo se
proclera em Vianna e Brejo, tinham sido annulladus
pela cmara quatriennal, houveraiti ellas lugar se-
gunda vez a 7 de setembro.
Na primoira dessas fregurzias passaram-so as cou-
sas regularmente, e emennsequencia de um conve-
vio entre os benlevis e os ligueiroi, a eleifilo leve um
resultado mixto. Na outra parochia, poim, no fui
possivel conseguir a conciliago, e por fim fizeraro-so
duas eleic.6es ao mesmo lempo : urna na greja ma-
triz, sob a presidencia do prmeiro juiz de paz, e com
individuos moradores em Mongo, Mearim e Anata-
tajuba ; a outra, em casa particular, sob a presiden-
cia do segundo juiz de paz, e com os parochiano
de Vianna.
O negocio tinha sido levado ao conhecimento da
presidencia por via de representaQOcs.
A 23 de agosto, um pardo, de nome Matilias, essas-
snra, no Brejo, aoutro chamado Athanazio Jos
de Frailas.
Rainaldo Gandido de l.oyola e um fmulo dente,
denominado Desiderio, ao passarcm na povoagiio de
reas, no dia 26 do citado agosto, assentaram de di-
rrrir-ie em disparar tiros ao ar. Esta brincadeira, que
uinguem deixara de qualificar imprudente, senflo
estupida e criminosa, livera cm resultado amorte
da uina pobre menina de 7annos, por nome Bosali-
ns, que ferida por dous carolos de chumbo, fallece-
r em a noito de 28.
Caxias ficra em socego, e tinha-se verificado que
eram falsos lodos os boatos aterradores que circu-
la va m acerca dessa cidade.
As novas de Chapada nada tinham de satisfacto-
rias. Segundo o Observador, Milito e sua gente do-
minavam nessa paragem.
No Cear nada occorrera que nos leve a recear pela
tranqullidade publica. Apenas notamos que o Cea-
rense, despeitoso, sem duvida, por ter perdido a elei-
Q.lo o partido que elle representa, sallar por cima de
todas as consideraeei, e consliluira-se em desabri-
da, seno deshonesta opposcffo ao presidente da
provincia, que, a nfio falharem as informacOes que
nos hilo ministrado, no fizera sonflo sustentar a
mais decidida imparcialidade durante a (uta clei-
toral.
Este proced ment do Cearense fra causa para
que, em cumprmento de urna das condiee.s do con-
trato segundo o qual esse peridico publicava a
correspondencia oflicial, mediante o estipendio an-
nual de 1:200,000 ris, lhe fosse tirada semelhante
publicarlo, para ser incumbida ao Pedro II, que se
comprometiera a faze-la gratuitamente.
A Pa rali iba ia colhendoos fructos da acertada a.l-
ministrac^o do Sr. oio Antonio de Vasconcellos.
Em todo o me/ de setembro lindo, a alfandega,
mesa do consulado e rendas internas da capital des-
sa provincia apenas arrecadaram 6:861,453 ris.
Commiinicado.
llontem, 13 do corrente, tivemos lugar deassistir
a urna formatura na academia deOlimla, ejulgamns
furc/iso dar della urna noticia fiel i tal fui a impres-
so que experimentamos em lito solemne neto. O
lllm. Sr. Ir. Antonio Joaquim Buarque recebeu a
cora dos seus trabalhos acadmicos; acabou sua
vida verdaderamente escolar. Um futuro mais bri-
Ihante o espera na sociedad, pois que nSo est ella
tilo degradada, que no saiba premiara vrludeem
qualquer parte que soache, ao menos pelas pessoas
que pdem dar o verdadeiro nome a virtude : elle,
pois. ensillado desde a mais li-nra idade a urna vida
toda digna de inveja, soube nimpnr fielinenie os
preceitus de seus maiores, e como galardo recebe
agora o maior mimo com que pJe obsequiar a a-
qui-lles que por elles se interessam. Receba o meu
anuyo, nao o incens podre, quelmaduno altar da
adulago, mas a veidaileira expresso de um cora-
<;<> admirador de suas excedentes qualidades. Seu
liscursn que tanto ido sensilnlisou, bem prova a d-
cil idade c boudade de sen corceo.
Um amigo.
Correspondencia.
Sr. Itedactor. Leudo casualmente o peridico
/ os do llratil n. 66 de 13 do correte, deparei com
mu artigo, no qual se chama a alinelo dos meus'pa-
tricios pernamhucanxs para as lojas da ra do Col-
lego ns 9,13 e 15 e como a loja ti. 13 he minha ,
e nito do Manuel bahuleiro, com diz a Po do Bra-
sil, apresso-me em l'i/er esta declaradlo para que
o seu redactor eo publico se no chamem a igno-
rancia.
Sou Brasileiro e tomei conta da loja n. 13, no
dia 3 do coi rente, por entrega que della me fez i n > 11
pai o lllm. Sr. Manuel Jos lavares o que consta
dos Dmrio de l'ernumbuoo e noto de 30 de setembro
e 2 c 3 de oulubro.
Theodoro Jos Tavares.
COMMErlCIO.
ALFANDEGA. -
REND1MENTO DO DIA 14........... 3:760,458
Detcarregam hoje, 16 de oulubro.
Brigue Paulina mercadorias.
Brigue Guitlterme dem.
CONSULADO GERAL.
RENDIMENTO DO DIA 14.
Ce ral ........................ 1:237,772
Diversas provincias............... 15,166
Primeramente, sua ruina; mas vamos reme-
diar isso ; ella lem cabellos louros como ves, Rall ;
njas esse nSo he um grande ombarac,o, nao he
assim ?
Trata-se smente de faz-los negros, snhor
marechai; replicou ltaf,que tinha lomado o habito
de completar o pensamenlo de seu amo, e militas
"ve/es de pensar inicuamente por elle.
Vem c para o meu toucador, pequea, disse o
marechai; estesenhor, que he muilo habilidoso, vai
Inzer de ti a mais bella e a mais desconhecida rapa-
riga da Franca.
Com effeiio, dez minutos depois, Itafi, servindo-
se de urna cnmposigfio de que O marechai usava to-
das as semanas para tingir de negio os cabellos
brincos por baixo da cahelleir, casquilharia que
elle pretenda revelar ainda muiti-s vezes as alcovas
das pessois do seu conliecimi nio ; Rafte, ilizemos
nos, lingio de um negro de azevlclle os bellos cabel-
los louro-cinzento cima das anas raposas e louras sobranc -Idas um el-
lineiecnn g>ec.lOHofogo.lo um> Vela: deu-lheelle
assim a phydunnmia alegre um realce I8n plinlasti-
co, nos olnos vivse claros um fogo llu ai detit-, e
algumas vezes 1.1o sombro, que diis urna fada
sahiudo, pula frga da evocarlo, de um agulheiro
niagico onde a relinha o seu feiticeiro.
Agora, minha bella completa, disse Riclielieu
depois de ter dado um espelno a Nicolina estupefac-
ta, nllia como Calais encantadora e f>> incipaluiente
como ja s tilo pouco a Nicotina de anida agora, ja
nao leus mais unta rainha a temer, mas uuia fortu-
na aizer.
Ol! aenhor'loque, exclamou a rapariga.
lie v.'ida e, e para laso no he pieciao senflo
que nos entendamos.
Nicdiiia c< ava v abaixava os ollios, a manbosa es-
peiava sem uuvi.i per pala., as, ernau uUc mi. ue
Itichelieu tito bem sabia dizer.
1:252,938
CONSULADO PROVINCIAL.
REINRIMENTO Da DA 14........... 1:160,521
Oiluqueacnmprehendeu, e para cortar pela raz
qualquer equivoco :
Senle-se ahi nessa cadeira, minha querida me-
nina, disse elle, ao lado de Mr. Rafi; ponha-se bem
atienta ; e ouga-mc..... Oh Mr. Rafi nSo nos em-
baraca, no tenha medo { pelo conirarin elle n-s da-
r osen parecer. Estis allanta, nao he assim ?
Kslou, senh.u-.tuque, balhuciou Nicolma en-
vergonha.la por se ter assim engaitado i or vida 'e.
A conversado de Mr. .te Iticiielieu com Raft c Ni-
colina din oii urna Ima hura, depois da qual o duque
mandou a tnteressanie rapariga deilar-se com as ca
tnateiras do pavilhio.
Itafi toroou-se alanzar sita memoria militar;
Mr. do Itichelieu mi-itu-se na cama, depois le ter
folheadu algunas cartas que o advrrliam de todas
as manobras dos paila metilos de provincia contra
Mr. d'Aigu ilion e a Cabala dulia- ry.
No da seguinle demanha, urna das carruagens
sem anuas condu/.io Nicolina ao Ti ann, po-la jun-
io da grade com a sua trouxiuha, e deaappareceu.
. Nicolina, com a fronte elevada, o espirito livre e
a espetaugii nos olltos, fui, depois de se ter infor-
mado, hatera po la dos comniuus.
Eram dez horas da manha, Andreza, ji levantada
e veslida, escrevia a seu pai para o informar desse
Telia acuuteciuienlo da vospera, do qual, como ja o
dissemo.-, Mr de Itichelieu so tinha feito metisa-
geiro.
Os nossos leilores niTo se terflo prnvavelmpnte es-
qnecidoquu um pnial de pedia Coliduz dos jardins
a capella do pequeo Triation ; que sobre a plata-
forma uess* capella urna caCala eelevava direila
alono prmeiro andar, iato lie a cmara das damas
de servido, cmaras que um longo corredor que re-
cetua a luidojar.liin tior.lHV cmnn nina ra.
A cmara do AiurjZ8 era a pruneira esquerda no
corredor. Era esse aposento bem o*pac,oso, bem ca-
I'IIACAJ)0 ItECIFE, 14 DE OLTL'BRO DS 1848,
AS S HORAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambios------------ llotive" transaccoes do pone
momita a 24d. por mil rs. Nao
frltam lacadores a este prego.
Algodflo ----- Entraram 1.311 saecas. O de
primeira surte vendeu-se de
4,100 a 4,200 rs. por arroba; e o
de segunda, de 3,700 m 3,800 rs.
O mercado esleve um pouco
mais animado, quanto a este ge-
nero.
Assucar- ----- Mui pnucas vendas e diminutas
entradas.
Couros ------ llouve vendas a 90 rs por libra.
liacalho ----- O unsso mercado fui visitado por
3titro embarcafes carrejadas
este genero: duas settulram
para osul, eduas. com 4,400 bar-
ricas, negociaram aqui o carre-
gamento a 11,200 rs. por barrica,
pouco mais oii menos. O depo-
sito hoja he de 4,000 barrics.
Relalhou-se de 11,500 a. 13,000
rs. por cada uin.
Carne aecca Tivemos dous carregamentos, es-
ta semana. As vendas escacia-
ram ao prego de 2,400 a 3,000 rs.
por arroba. ExiMein boje em
ser 48,000 arrrohas.
Farinha de trigo As vendas ainda regularam de
16,000 a 21,000 rs- por barrica. --^j
Ficaram por vender cerca de
2,000.
Vinhos ----- 0 mercado est sullcientemente
prvido, e as vendas legular^m
a 100,000 rs. a pipa dude Lisboa
l'ltll; de 70,000 a 80,000 rs o de
ouiros autores;#e de 70,000 a
85,000 rs o da Ftgueira,
Apeuas tivemos cinco embarcares entradas, e
II sabidas. Estilo no porto 41, a saber: 1 america-
na, 1 ausiriaea, 22 brasilciras, 3 dinamarquezas, 2
francezas, 6 ingle/as, 3 porluguezas, 1 hambuigueza
e 2 sardas
VIovmciito do Porto,
Navios entrados no dia 14.
Buenos-Ayres; 18 dias, patacho brasilero Douro,
de 166 toneladas, rapito Jos Caetano da Silva
Vieira.equipagem 11, carga carne; aCaudinoA-
gostinho de Barros.
Parahiha;2dias, hiate brasileiro Parahibann, de 36
toneladas, capil3o Nicolao Francisco da Costa, e-
quipagem 4, carga toros de mangue ; ao capitiio.
Passageiros, l.iandio Jos deSouza, Francisco Jo-
s de Souza, Antonio Jos de Souza, Rraz Ferr ira
Maciel Piuheiro, Brasileiros.
Navios entrados no da 15.
Para e mars portns intermedios; 46 dias e 9 horas,
trayendo do ultimo porto 14 horas, vapor hrasilei-
ro linliiuna, de 240 toneladas, commandanto J.
II. Oiten, equipagi-m 28. Passageiros : para psla
provincia, n ca|>iilio Antonio Jos dos Pasaos com
sua senbora e 3 til los, o lenle Bernardo Jos da
(iraca com sua seuhora e 1 fllho, o alfares Joaquim
Nery da Fonseca, Delfino Augusto le Albuquerque
Cavalcanlj com 1 criado, Francisco Antonio Coe-
lho Jnior, Antonio Manoel Alves Ribeiro, Fran-
cisco Dulra de Macedo, Antonio Fecira dos San-
tos Caininha, Antonio deAlmeida Brreto, Jeito
Comes Moreira, Delllnn Ferreira da Costa, Pedro
Antonio Bernardino com 1 escravo, Joaquim da
Silva Coelho. Manoel Maiques C.ao.arhn, Jacinthn
Jo- de Medeiros Conreicao, Jos Rilleirn Cuima-
rfies, Jos Si ni oes Bezerra, Placido Ferreira da Sil-
va, Domingos Jo Marques Guimarfli-s, o Portu-
guez Joaquim DomingiiS da Silva, o Ingle/ Ricar-
do itogers, o Americano Jos. pli I). Auslin, 38
pravas de pret e 9 escravos a entregar; para o
sul, o cadete Jo-e Joaquim da ocha Jnior com 1
ilho, 1 cadete, 3 pravas de pret 8 recrutas, 1 de-
sertor e 4 escravos a entregar.
Londres ;44 dias, barca sueca Sevea, de 285 tonela-
das, capitilo Z. Westeiberg, equipagem 12, em las-
tro ; a ordem.
Gothenherg ; 53 dias, brigue sueco Hitidno, de 250
toneladas, capitao L M. Westerberg, equipagem
11, carga taimado, ferro e laminas de pedra ; a
Me Calmont& Companhia
Terra-Nova; 44 das, brigue inglez Proleus, de 242
toneladas, captio Juhii l.aird, equipagem 13, car-
ga 2.700 bairicas com bacalhao ; a Me. Calmont&
Companhia.
ro e deiiava para o grande pateo das cocheiras, o
precedido por um pequeo camarn) que tinha dous
gabinetes tim direila nitro esquerda.
Esse aposento, insiiflieieule se considerarmos o
sequilo ortlinorio dosC>mmeiisaede urna corle b'i-
Ihaute, tornava-se urnacela encantadora, mui li-
lulavel e mui risonha CO O retiro, depois das egila-
Oesda gente que povoava -o palacio. Ahi poda re-
fugiar-sn urna alma ambiciosa para devorar asaf-
frontas ou os desgnslos do lia; ahi lambem poda
descansar no silencio Suli ido, i>to he, no iaola-
meuto da grandezas, urna alma humilde e melan-
clica.
Com effeilo, ocabavam-se as superioridades, aea-
bavam-se asrepreseulac.Oes, quando se traiisptinha
esse pnial e suba es-a escadaria da cajielU. Tanto
socego como ii'uin convento, tanta liherdade mate-
rial quanta na vida de prisilo. O escravo no palacio
enlrava como dono na cmara dos communs. .
Urna alma branda e activa como a de Andreza a-
chava seu qiiiubao em lodos esses pequeos clcu-
los, uilo poique ella lsse repnosar d'uma ainhicio
decaliida ou (fuma pliaulasia tuln salisfeila ; trias Au-
di e/a poda pensar mais a voulade no estrello qna-
drilalero da sua cmara do que nos lieos salos do
Trianon, sobre essas tousasquo sen p calca va com
tanta timidez que dirieis terror.
D'ahi, desse cauto obscuro onde ella se seutava
bem a sua voulade, a donzella observava sem per-
turbadlo todas ss grandezas que durante odia lhe
haviaui dcsvairado osollios. No meio das suas flo-
res, com o seu Cravo cercatfo de livros allemiles,
que silo tito ag adavel Companhia as pessoas que lOein
com o corago, Audie/a desafiava a sm le que llie
enviasse um p. zar ou lhe lirasse urna alegra.
Aqui, uizia ella, quaiiifua no i te, uepoisdepre-
hpnri.jjss a SUoS 0b.-!i>5i;, l?S5?" --!!!r o cu
penteador de.ampias presas, e a respirar com toda a
ealma com todos os pulmdes ; aqui, possuo eu pou-
lalmouth, Madeira e Canarias ; 39 lias, paquete m-
5\n Grane, commandante James Pelersun Con-
uz 19 passageiros para o sul.
Navios, sahiiis no mesmo dia. ^
Havre; galera franceta Panoupr, capito Bouch,
caiga a mesma que trouxe..
Una ; hiate brasileiro Noto-Destino, capito EslevJo
Itibeiro, caiga varios gneros.
Capenhagem ; brigue dinamarquez Klse, capitSo II.
J. Jo'genson, carga assucar.
Itio-de-Janeiro ; garopeira brasileira San-JoUo Bap.
lisia, capitllo Jos Correia Hitancourt, carga agoa-
>drnte assucar o algodflo. Passageiro, Manuel
Francisco, Brasileiro.
Liverpool; barca ingleza Golden-Fleeee, capito Dio-
go Palethorpe, carga assucar e algodflo.
EDITA L.
O Dr. Gervasio Goncalvrs da Silva, jui: ntunleipnl da
primeira vara do termo do lita fe, por S. M. /. eC.a
quem Dos guarde, etc.
Fago saber a todos os habitantes desle termo em
romo, leudo a junta rovisora da freguezia de Santo-
Amaro-de-Jabo.ito concluido os seus trabaihos
no dia 27 do mez passailo, n concelhn municipal de
recurso se reunir no dia 29 do corrente, pelas nove
horas da manha, na casa da cmara municipal, ondo
fuuecionara de conformiilade com o disposto no ar-
Uro 36 da le de 19 le agosto le 1846.-
E para que elfegue ao conhecimetilo de todos man-
dei fazer o presente edilal que ser publicado pela
imprensa, e afiliado nos lugares mais pblicos des-
te termo, Recite, 14 de Oulubro de 1848. Eu, Luis
Francisco Crrela de Brito, escrevflo o escrevi.
Gertaiio Goncalves da Silva.
r '"".....-------------------
Deca raides.
--A secretaria da provincia compra papel de peso
de boa qualidade para o expediente: a pessoa que o
quizer vender pode remettter, at 17 do corrente,
por intermedio do porleiro, a amostra, declarando
em carta fechada o menor prego por que o querveoa.
der. ^
Secretaria da provincia de Pernambuco, 14 de ou-
lubro de 1848.
O oflicial maior,
Florianno Gorra de Brito.
A directora das obras militares compra urna
snleira e urna verga de pedra, com 8 palmos de com-
primento e umdito de face cada- urna: quem se
propozer venda tompareca na ra da matiiz la
Boa-Vista n. 7 as.4 horas da tarde do dia 18 do
corrente. Directora das obras militares na obla-
do do Recife, 14 de oulrJbro de 1848. /. E. Fer-
reira de Arauio, director.
CORREIO.
Principia a fechar-se as malas para os pnrtos do sul
pelo vapor Bahianna, tergn-fera, 17 do con ente, s
10 horas da manha ; o so se recebera com o porte
dbiado al as 11 horas.
Carlas existentes na administrnclto docorreio, sem sel-
los, para diferente lugares.
Jos da Silva Peres, em Macei.
Francisco Pereira Campos, em Parahiha.
Antonio Jos Lopes de Albuquerque, dita.
Querido Mano lo Coralito, Ceara.
Gomes Neves, Marauhilo.
Antonio Alves lenlo, Baha.
Jeronytno Villela do Castro T., Itio-de-Janeiro.
Joio i.eite Teixeira, dito.
Padre Jos Antonio da Costa V dito.
Manoel Ignacio de Carvalho, dito.
Jos Luiz de Faris, dito.
Com sellos inferiores.
Joo Leile Ferreira Jnior, em Oliuda.
Fulgencio'le Ca>lro, Para.
Jos Boilrigs Comes, Babia.
Jos Itodrtgues Barbosa, Itio-de-Janeiro.
Augusto Leitflo de Almeida, Saiita-Caiharina.
Com sellos inulilisadus.
Antonio Jos do Amarnl, Rabia.
Francisco ConcalvesMeirclles, dita.
Manuel Jos Almeida dila.
Avisos martimos.
Para o Ass sgne, i m preter vel mente at 15 lo
correntp.o brigue brasileiro Sagitario: para carga ou
passageiros, irata-se no armazem da ra da Cadeia
do Santo-Antonio, n. 23.
co mais ou menos quanto possuirei al minha mnr-
te. Talvez que algum dia me v'ja mais rica, mas
nunca me verei mais pobre; sempre ha le ha ver flo-
res, msica e urna bella pagina para recrear os so-
lados.
Andreza obtlvera a permissflo de almocar na sua
cmara quando livesse voulade. Snmeliiante nernis-
silo lhe era preciosa. Po lia ella d'esta manejra flear
at ao meio dia no seu aposento, a menos que a del-
jilmiii nlo i m .ndasse chamar para algoma leitura
ou algum passeio matinal. Assim livre, nos das
bous, sabia pela manha com um livro e atravessava
sostulia os grandes bosques que vo de Trianou a
Versalhes ; d'ahi, depois de duas horas de passeio,
de medilago e de sonhos, enlrava para almocar.
muilas vezes sem ter vslo ueui um (dalgo, nem uin
lacaio, nem um homein, nem urna farda.
Quando o calor comer va a penetrar em todas as
soiubiasespessas, Andreza tinha a sua pequen c-
mara sempre Iresca, com o duplicado ar la jauella e
la porta il<> corredor. Um pequeo siria loralo de
cassa, quatro cadoiras semelliatites, seu casto lodo
le co redondo, donde petidiain cortinas la mesma
fazenda que a dos movis, dous vasos da Cnina so-
bre a chamiu, una mesa quadiala com ps de cu-
bre : eis aqui de que se compunlia este pequeo uni-
verso, nos confina do qual Andreza encerrava todas
as suas esperanzas, e limiiava lodos os seus desejos.
izenios, pois, que a donzella eslava assentada na
sua cmara, o se oceupava em escrever ao pai, (pian-
do nina paiicadinlla, discielamenlo dada a porta do
cor.e.ior, llie despertou a alieii(o. -y
Lvanlou ella a cabera ao vera porta abrir-so, e
alcou um grilinlio de adinira^ao quatnro o roslo ra-
diante de .Nicolina appareceu sahiudo da pequea an-
tecmara. /
w- f
{Contmuar-se'ka.)
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


d i,anfrmR"'>M|< arco da Conceicao ,
a Novaos & CompaHha, na ra do Trapiche,
-3p.rlBo-Crnle-ilo-Snl aahr mproterivel-
, lPI, dia 93 do correiite o brigue-racun*
nr.uela podendo amenlo admillr paasagoiros
r!v,is trta-se com o capitflodo mesmo, Igna-
6 "">V. VaruuM ou na ra da Cadeia do Recite,
*"'SX!5ffin*^U-M =d.dedo
n",n nartiri n,n do rorrent8 mo7 Pat>-
ctm nortunuei Mari & JMfMftia i tem a maior par-
fado cargamento ; para o reatante e pas-
.* trata-e com o consignatario na ra do 1 ra-
h. n 44. Firmino J. P. da osa.
P Vende-se o hiate portuguez topeculador, de lo-
. de seis a 7,000 arroba*, de muilo hoa consirucc.lo
*. s pretendentes pdem ve-lo eexamina-lo
TnnraTlourolefronte' do trapiche do Angelo, e
p.ri oajoale, na ra do Trapicho, n.44, cora Firmi-
no a i
Para a llahia saho o hata Exalafa'o, jior estes
,i.4 e por ler a maior parte da carga prompta :
nuera no mes.no quizercarregarou ir de passagem,
dlrija-so a lJ de ferrageus, junto ao arco da Coucei-
5if-o'l.iate nacional Eipadarte salle para a Parahi-
b"iio dia 18 do crreme impreterivelmento : quem
nplle qnizer carrejar ou ir de passagem, di rija-se a
ruadoVigrio,u 5.
O patacho portuguez I.tberdade tem rnais al-
,,inis liiusde demora, por I lio Tallar um resto de car-
ira : para.o l/idro Ayres de Souza, ou com Francisco Severianno
Kabello&c Filho.
Le loes.
Schaflieillin & Tobler farSo leilo, por nterven-
clo .lo corretor Oliveira, de grande sorlimento de
/Jjzendas de seda, lila ealgndmi, asmis proprias do
mercado: hoje, 10 do correte, as 10 horas da ma-
uli5a, no sen armazem, ra da Cruz
Ilichard Roylefara leilio, por inlervenco do
corretor Oliveira de um perl'eito sortimento do fu-
yendas ingle/as prximamente despachadas : lerca-
fcira. 17 'lo correle s 10 horas da mauhla no
tou arniazem da ro da Alfandega-Velha.
V. I.elellior faraleijito, poreonta de quem per-
tencer em presenca'du delegado do cnsul da re-
publica llaneza nesla provincia de urna caixa
coma marca L T. n. 3, contando 30 duzias de bo-
netes diversos, vindosavanados rio Havre, no na-
vio Jeun -Ntlly eapitflo Tombarel : quarta-feira ,
18 do correte, s II horas da manhia.
I U J, Astlt-y fai le.lo, por inter-
ven ao* do corretor Oliveira, de uma
porcao dos melbores couros de lustro,
casimiras francezas de cores, varias fa-
zenrias de la e de seda, e muitas outras
recenlemente importadas, e que serio ven
didas para mais breve lquidacn : quinta-
feia, to,do corrente, s xo horas da ma-
nlia.i, no seu armazem,ra da Cruz.
Avisos diversos.
AfiRNCIA HE PASSAPORTES.
Tiram-sn cffcelivamcnte passaportos para dentro
ef'a do imperio assim como para escravos por
prpen cnmmnilo : na ra das Trinchciras, sobrado
to um andar, n 16.
--Pipcisa-se de um mestre para ensinar primei-
ras Ifllra, em um enpenho em Serinhacn, o que sai-
ha gratnniatica porlogueza, e mesmo serve um que
fdr rasado cuja senliora podar ser tamben.
mestiatlH meninas: a tratar na ra do Sol. n. 13.
OlTerere-si' um rapaz hrasileiro para caixeiro
dei|iili|uereslabeleciinBnto : quem de seu 'prest-
alo sequizer ulilisar, dirija-so a roa Imperial, n. 25.
Na roa do l.ivmmeiilo n. 22, lerceiro ailar,
aluga-se urna casa sita na Rua-Viagem com mui-
tos comiuodos e que he propria para se passar a
afeita.
-- Um honiem de boa conducta que enlen.le de
ciizinlia f tle lodo o arranjn que so deseja encontrar
em mu hom criado, se olfureco a servir a algn, se-
nhor ,nu familia capaz : quemo pretender, dirja-
se casa da esquina da ra da Unifio e "Formosa ,
atrs ta ermida ilos Ingl zes, ou annuneio.
Antonio Convia- Maya, tendo deixailo de ser
niordomo do llint. Sr. Juo (Izorio da Costa alaciel
Mi.nliiiio rnga as pessoas com quem team contas
relativas a dita casa, bajara de as apresentar, quandu
inda n.lii cstejam pagas.
Aluga-se uma casa terrea na povoaQfo do Non-
teiro com sabida para o rio, a qnal ten. duas salas,
qualroq ua ros, coziuba fra cacimba, estribara
para dous cavallos quarto para escravos dous
quintaos murados : a tratar na travessa du Veras,
II. 15
-Avinvado finado Nanoel Rodrigues do Passo
Jaz seienlo ao publico que Manuel Jus Carneiro
deixou de ser seu caixeiro desde o dia 12 do corren-
te me/..
--O abaixo assignado faz scente ao Sr. Francis-
co Joaquim da lincha Falcao que a cscrava crioula,
de nouie Maria que se genro a remelteu docnte
do seu eiigeiiho S.-Jos falleceu no dia 13 'lo cor
rente, e foi sepultada no mesmo dia m igreia do
V S do llo/.ai io como ver do alteslado abaixo
transcripto.
' Jote da /'omero Silva.
Eu, abaixo assignado doutor em medicina at-
iesto em como a prela crioula de nomo Maria, es-
cro-va do Sr. Francisco Joaquim da Rocha FalcSo,
falleceu hoje de urna intentes lolioulosa e osla em
eslado do ser sepultada em, lugar sagrado. Re-
cite 13 de outubru de 1848. Dr. Ignacio Nery da
lunttca
us abaixo assignndos fazem saber a quem con-
. vipr, que, nnilia 30 de seliMiihro-pioximu passadu ,
dissolveram amigavelmeutea sociedade quoiiiHiam
noala praca sol. a rasiio de Mendea t Tarmzo, II-
cando cncarregatlo da lquiilii^3o della o socio Joa-
quim Ferreira Meodes uuiariies. Perua.ul.uco,
-Mtle outubro de 188.-- Jo^qiim Ferreifa Mtndit
Cuimaru. ~ Munoel J'trrein Ua Silva lanoso..
Lotera do thcatro publico
dcsla cidade.
A importancia de a:3.o/ooo rs. em bi-
llietesque nao fram vendidos ale o dia
que foi marcado para a extraccao desta
lotera, fes com que nSopodesse realisar-
se o andamenio das respectivas rodas,
por isso que nem o theatro pode Picar
com o resto dosbilhetes, e nem o thesou-
reiro esl disposto a tomar sobre si essa
quantia. Se a lotera nflo correu, a cul-
pa he smcnle dos amantes deste jago,
que n5o concorreram a comprar esse res-
'o de bilhete.", e dos esperuladores dos
bilhetes de loteras do Hio-de-Janeiro
que, para promovercm seus particulares
interesses, enlendemque devem por tro-
pecos s loteras da provincia. Portante
esl novatnente deMgnado o da i"] do
crtente para- o andamento das rodas,
continuando a estar venda nos lugares
do costume o resto dos bilhelcs que exis-
ten!. Se antes desse da esse resto desap-
parecer, as rodas anda rao im media la-
men te.
-- Vollando-se da ra do Aragflo para a S.-Cruz ,
no prime i ro andar do sobrado n. 52, precsa-se alu-
gar uma prcta para o semeo da mesma casa.
Precsa-sealugar um moleque de 12 a Han-
nos para o servido de casa : no hotel Pistor na
Lingota, n. 3.
Quem precisar de uma ama de leite, com bons
costumes, dirija-se a ra da Praia, armazem de
carne, de uma soporta n. 46.
PERGUMTA.
Apparecendo no Diario-de-Pernambuco um annun-
eio da venda do chocolate homceopathico, pergun-
ta-se ao lllm. Sr. Dr. Sabino Olegario o que vem a
ser csse novo chocolate : so he da composicHo deS.
S.,e se em cada chicara dessa bebida vai vida como
as suas goltas d'agoa pura e crystalina ? Finalmen-
te se esse chocolate homceopatlico servo para curar
toda a laia de enfermidades i1 l'ergunta-se outro
sim ao mesmo curador das gentes, porque anda
nao publicou no catalogo dos seus prodigios a cu-
ra espantosa do Sr. bispo do MaranhSo, do Sr. coro-
nel Jo.aquim /os Luiz, a a de um chapellero filho de
uma Viceucia de tal, que mora l para o Rosario da
Roa-Vista.
O curioio.
Aluga-se o primero andar do sobrado C. 80, no
Aterro-da-Boa-Visla : a tratar no segundo andar do
mesmo
Precisa-se de um caixeiro para venda, do 10 a
H anuos, que d fiador conducta: no Atorro
da-Boa-Vista, n. 20.
-- lloga-se ao Sr. Jos Ges de Paula o obsequio de
annuuciar sua casa, para so Ihe fallar a negocio de
seu iuteresse.
Alugam-se quatro meia'agoas, duas no becco
do Peixoto e duas na trevossa do Viveiro, pelo proco
de 5,000 rs: na ra do Crespo, n. 15, a fallar com
Antonio da Cunta GuimarSes.
^r- Caetaiio Pereira Vianna, tendo de inventariar
os tiens que Ihe (icarain por fallecimento de sua niu-
Iher, Josef Joaquina de Santa Auna, avisa a lodosos
credores do sen casal, para que se apresentem no
cartorio do escrivlo dos orphilos com suas contas pa-
ra seren em lempo acreditados, e nao solTrorem pre-
juizo algn.: o inventario cornac* amanhSa ( 16 ).
OSr. Jos Norberlo Lima queira declarar sua
morada.
- No dia 14 do crrante, s 11 horas da manhSa,
fugio o moleque Thiago, criOulo, de 13 anuos, cor
fula; tem as,sobranceras carnudas, que parecen
ni xa las; em urna das peinas tem hum signal pe-
queo de urna ferida quo leve ; veio to Rio-Grande -
ilo-Norte ; levou camisa de madapolfto, calsa de lita
tle quadrus usada, o chapeo de Chilie ja velho com
esta marca T; cosluma mudar de uoine, e inti-
lular-se forro : roga-se a quem o apprehondercntre-
ga-lo na ra do Collegio, venda u. 12, aoude se gra-
lilicai
-- Antonio Ferreira Braga embarca para o Rio-de-
Janeiro o seu cscravo crioulo, de nooie JoSo.
:?
Precisa-se de uma ama deleite, S
que o tenba com abundancia, e ;g
sejazelosa: na ra Nova, loja n. a3. &
boa agoa alta na ra do Mondegn, n. 87 : tambam
se alugam tres catas terrea ns. 95, 29 e 31 cilat na
ra Real, prxima ao Manguind. as quaes leem
bstanles e bona CumnioJus, qui.Ues murados a
cacimbas com porto para embarque e desembar-
que no fundo dos quintaos, e urna dellas tem um pe-
queo sitio a viveiro de peixe : a tratar com seu
propietario-, Mauocl l'oreira Teixeira, morador
prximo aquella lugar.
m
a:
m
m
OSr.Joaquim Theodoro Alves queira mandar
pagar a quantia de 36,380 rs que deve desde 1842,
bem como os Srs. Joflo do AllemSo Sisneiro da C-
mara 19,000 rs. de 1813 ; Francisco Soares da Sil-
va morador no Cabo, 12,0d0 rs., de 1843; Jos Tho-
naz da Silva, 22,920 rs., de 1843; Augusto Carlos de
l.emos Pacheco, 46,340 rs. de 1843 ; Mannel Joa-
quim llibeiro da Silva 38,250 rs., de 1845; Ma-
nuel Joaquim Anluues morador na Varzea 6,900
rs. de 1843>: na ra Nova, n. 18, loja de alfaiale.
O abaixo assignado, ja desesperado com os seus
credores, por nflo poder andar sempre em da por
culpa desles Srs e oulrus quo desia mesma forma
obram por isso he que lauca mil o deste meio pa-
ra n.uitos desagradavel; porm as pessoas corda-
tas Ihe faro justica a vista dos anuos em que est
no dcsembolco de muitas quantias que fazem mu-
tos conios de ris, pelo queira continuando.
M. A. Caj.
Uma pessacom pratica de escripia
commercial, e bonita leltra, prop5e-se a
escrever as horas vagas, nos domingos
e das santos, com limpeza, mediante m-
dico estipendio : quem precisar, annuncie.
Arreiulam-sc tres casas no sitio do Cajueiro ,
com bons commodos para se passar a fest* ou por
anuo proprias para grande familia: a tratar no
mesmo sitio : assim como vende-se uma olaria com
barro para lo la obra grande terreno para ler vac-
cas de leite e plantacOes, na Passagem-da-Magda-
lena defronle da Capunga. No'mesmo sitio lambem
se vende uma rica cama grande, com annacao cor-
tinados e enxcrgoes.
Casa de modas francezas.
M. A. MtiLQGHAU.
Aterro-da-Boa-Visla n. 1,
com a entrada pelo oilo.
Pelo navio Kelie-Mathilde acaba-se de receber
um lindo sortimento de chapeos da ultima moda ,
liara senliora Com sejam : chapeos de imilla aber-
la muilo ricos ; ditos de dina ; ditos lisos da Ita-
lia, ou inglezes chapeos da palha abarla, para mo-
cnlias ; um grande escolhimento de filas de setim e
seda lano para toncas de meninas como para ves-
tidos e chapeos de senliora ; manteleles-patils para
senhora moda nova o muilo elegante ; bicos loan-
eos e pretos verdadeirns ; trancas de seda de todas
as cores para enfeilar vestidos ; ricos lencinhos de
garc* cabeces bordados; plumas ricas; camisi-
llhas bordadas ; enleiles de caln ca para saraos e
bailes; puuhos bonlatlos; capailas e ramos de flo-
res de laranjas para noivas ; um grande sortimen-
to de flores de todas as qualidades; luvas para se-
nhora e meninas ; cambraia de lindo etc. As se-
n huas aeliarao sempre um lindo sortimento do cha-
peos de seda e fantasa de verdadeira moda de to-
das as e 'i res, e por prer^o muilo em couta : no Aler-
ro-da-Boa-Vista, n. 1, por cima da loja fechada.
dentista.
M. S. Mawson, ciruigiao dentista,
lem a honra de participar a seus frgue-
zes, e em geral ao espeilavei publico,
que tem mudado sua residencia para a
ra Nova, n. ai, primero andar. Espe-
ra que todas as pessoas que precisaren!
de seu prestime, bem reconhecdo nesta
criado por imiiios annos, contnuem com
a sua proteccao ; esmerando-se elle no
desempenlio da sua arte, e remuneran-
do-as com asna promptidSo e commodi-
dade nos procos.
Jos Antonio Marques remelle para o Passo-de-
Camaragibe o preto Manoel, do nacfio Angola a
entregar a seu senhor. Antonio Jos Marques
--Jos Mooteiro Pereira retira-se para fra do im-
perio.
Aluga-se uma casa terrea no sitio do Cordeiro,
margem oo rio Capibaribe com sulllcientes com-
modos para familia estribara cozinha fra etc.:
os pretendentes dirijam-so ao patoo do Carino n.
17 a tratar com Gabriel Antonio.
Cncnato Alavignier, retratista, faz
constar ao respeitavel pzblico que recebeu ultima-
monle da Franca um completo sortimento de fins-
simas tintas para retractos, ptimos marfins, papel
de desenlio, etc., etc.: as pessoas que se quizerem
retraUr.nUos ficarao possuindo um vordadeiro cx-
emidardosua .ihysioiiomia.comotamhcm apreciarflo
as bellas tintas. A grande concurrencia que o artista
tem tido, prometa cada vez no desempenho de sua
prulissao deixar salisfeitissimO os seus retratados.
Na iravessa do Carmo, n. 1, segundo andar.
Aluga-se uma casa larrea grande com mu tos
bons commodos, com quutal murado e cacimba de
Compras.
Compram-se escravos que sejam ofilcias de csr-
pina, dfl 18 a 25 annos e de boas figuras ; pagam-se
bem sendo de hons costumes e peritos no seu nlTi-
eio poiss.lo para uma encommenda do lio-de-Ja-
neiro : na ra do Amorim, n. 35, a fallar com J. J.
Tasso Jnior
Compra-seum missal,anda queesteja bastan-
te usatlo com tanto que esteja completo : na ra
Nova n. 14, segundo andar, ou annuncie.
Compra-so pevide de melai.cia : ua ra Direita,
n. 58. '
Compra-so um sobrado do um andar ou casa
Ierre, prefere-se no bairro d Santo-Antonio e em
lina ra : na ra de Hurtas, n. 112, se dir quem
compra
Compra-se uma sella de casco inulez com to-
dos os pertenes em bom uso.: as Cinco-Pontas,
n 71, ou annuncie. .
Compra-se uma prela de idade, porm sem
vicios nem achaques : na Boa-Vista, travessa du
Quiaho, u. 8.
Vendas.
A 6\o rs.
Vendem-so lencos de garca de todas as cre9, pa-
ra senhora e meninas a duas patacas : nflo ha nada
mais barato. A elles antes que se acabem. Na ra
Nova, n. 30, loja de Domingo*.Antonio de Oliveira.
Na loja do Passeio-Publico ,
o. 19 de Manoel Joaquim
l'ascoal Ramos,
vende-se ciscado de algodflo para cortinados a 120
rs. o covado e 2,400 rs. a pega com 24 covados ;
rscado monstro a280rs. ; corles de casimira, a
4,000 rs.; ditos de la a 2,000 rs.; castor para cal-
cas a 200 e 360 rs.; madapolflo, a 3,000 e 5,500 rs ;
nscadosfrsncezes, a 200 rs.; dilos muito finos a
280 rs. o covado ; chales de larlatana de seda, a a.000
rs. ; mantas de seda ,a 10,000 rs. ; lencos de gar-
ca a 1,000 rs.; ditos de seda, a 1,000 rs.; panno fi-
no azul a 4,000 rs. ; dito preto de 3,500 a 5,500
rs.; chitas encarnadas muilo finas padres moder-
nos, a 280 rs. o covado ; e outras muitas fazendas
por preco com modo. s*^
Vende-se urna negrota de 16 annos, que coso
muito be... he reculhida e tem boa conducta ; na
ra das Urangeiras, n. 15, primero andar.
Vendem-se 4 lindos molecolei p*C d naci,
sem vicios; 4 pretos de 20 a 25 anuos, bons para todo
o servico ; I bonita preU de 22 annos, que engomo
bem, cozinha e faz todo o mais servico de casa; i
lita hoa para ra; 2 negrinha* recolhidas, do 13 an-
nos, com muitos bon* principios da habilidades : na
ra do Vigario, n. 24, se dir quem vende.
Aos Srs. padeiros.
Vende-se hum terreno quo lem as proporcoes para
se collocar uma ou maia padanas, cujo terreno no
propno para isso, por etar nos termos das posturas
da cmara : os pretendentes annunciem a sua mo-
rada, o quedeve ser at o dia 90 do correte; porque,
passando esse dia, fecha se um negocio com o dito
sitio, caso nao appareca quem d mais : no muito
Vende-se um lindoescravode20 a 24 annos,
por preco commodo: na loja n. 5, que faz esquina
para a ruado Collegio.
Vende-fe urna preta crioula, de elegante Ugu-
ra.com 18 a 20 annos de dado e um,fllhode2 an-
uos : sabe fazer todo o servico de uma casa de fami-
lia, e he perfeta engommadera : no Itecife, ra da
Cruz, armazem ti. 45.
Vende-se hum bonito moleque de 13 annos, a
uma mulatinha de 7 annos, propria para dar-se a
huma menina : na ra larga do ltozario, n. 46, pri-
mero andar.
Churutos da Havana,
vindos no patacho hespanhol Jluraeau -. vendem-s
na ra da Cruz no Recife, armazem n. 13.
Vende-se uma escrava muilosadia, boa lava-
deira equitandeira eque he muito propria para o
servgo de campo por commodo preco: na ra
Augusta, u. 46, casa terrea confronte ao fiscal do S.-
Josc. #
Vende-se a loja n. 17, da ra do Passeio coro,
os fundos a contento do comprador: a tratar na
mesma loja.
Vendera-S escravos baratos na ra das
Larangeiras n i4 -, Segundo andar :
urna preta le25anuos, perita costureira engom-
madera, e que tsmbem faz lavarinlo ; uma dita coro,
a mesma idade que cosee engomma ; duas negri-
nhagde 14 annos; uma preta de 20 annos; ptima
quitandera ; uma dita de nacflo Costa de 26 annos,
muilo boa qutandeira; 2 moleques de 14 annos;
um dito de 16 annos, com ollico d sapatero ; um
lindo cabritilla de 16 annos, ptimo para panera ;
dous prelos de meia idade por 360,000 rs. cada um;
um moleque de 7 annos, por 250,000 rs.
AOS SRS. ESTRANGEIROS.
Vende-se uma acauha(passaro grande) muito
mjusao canladeira um papagaio, manso e rallador,
os quaes dSo-se a experimentar; um casaeflo de
panno inglezalvadio, forrado de baeta com bo-
tes amarellos, e ejn bom uso, proprio para ofllcial
domar : na ra de S.-Rita n. 91, das 3 horas da.
tarde em dianle.
No armazem n. 44 da ra do Tra-
piche ha para vender uma porcSo de so-
brecasacas, por muito diminuto preco,
chegadas no ultimo navio da Inglaterra,
sendo muito proprias para casa, escripto-
rios, ou para quem passa a festa, porse-
rem feitas de linhft e outras fazendas de
gosto ; igU'Jme/ite ha uma poroso de ca-
misas brancas, com peitos e punhos de li-
nlio, e algumas ditas de rscado.
Vende-se um escravo moco do gento de Ango-
la de bonita figura : prefere-se para engenho : no
becco do Veras, n. 15.
Vendem-se, pecas de madapolflo largo com 20
varas,a 2,800e 3.000rs. ,oa relalho a 7 e 8 vin-
tens : na ra do Passeio, loja n. 17.
-Vendo-se.no armazem de Vicente Ferreira da
Costa, na ra da Madre-Feos, semeas em saccas
grandes chegadas ltimamente de Trieste; vinho
ta Figueira em barris, o .ais superior quo tem
viudo a este mercado, do muilo condecido autor Fa-
lflo; vinho abafado, era ancoretas de 4 e meia a 5
caadas.
Saccas com milho ,
a 5,1200 rs.:
vendem-ssnoarmazemdoBacelar.no caes da Al-
fandega.
Vende-se a dinheiro para pagamento dos cre-
dores, a venda da esquina .defronte da igreja do
Marlyrios.com os fundos de 400,000 e tantos rs.:
esta taberna vende diariamente para a trra 10,000 a
12,000 rs.: a tratar na ra da Madre-de-Deos, arma-
zem de Vicento Ferreira da Costa.
Vendem-se pedras de lagedo para ladrilho e
juntamente um torino : em S.-Atnaro no sitio do
Manool Cardozoda Fonseca
Vendem-se bonetes de panno rs-
cado, a 3ao rs : na loja de quatro portas
da ra to Cabug, n. i C.
Vende-se farinha de Jrigo SSS,
em porcao e a retalho, ltimamente des-
embarcada, muilo nova e de superior
qualidade: na ra do Vigario, n. n,casa
de Francisco Alves da CJunha.
Firmino J. F. da Rosa vende muito superior pan-
no de algodflo trancado, feito na Babia muito pro-
prio para saceos de assucar assim como para roupa.
.lo escravos por ser muito encorpado : os preten-
dentes drijam-se a ra do Trapiche, n. 44, primero
andar. ,.
Vendem-se terrenos productivos, em porcao
maior ou menor o por baixo preco : na estrada quo
vai da Soledade para Olinda sobrado do primero
sitio depois de passar a igreja de Belem, ao lado es-
querdo.nosdiasuleisalasSnoras da raanhfla,
das 5 al s 6 da tarde, o nos domingos e das san-
tos a toda hora do dia.
A DINHEIRO
pro muito batato preco espatos de lastro de uma so-
la para homem, a 1,000 rs.; borzeguins para dito,
a 3,200 rs.; sapatos de duraque de Lisboa, a 800 rs.;
ditos para meninas, a 500 rs.; ditos de lustro, a 1,000
rs; ditos de setim branco para senhora, a 1,600 rs.;
sapatOesde bozerros, a 3,200 rs.; sapatos de lustros
marroquim para meninas, a 500 rs. e outras quali-
dades; ludo recenlemente chegado: os ra da Ca-
deia do Recite, n. 35.
; \
MUTILADO






I)
7
Vende-serolla do superior qualidade, das fa-
l'ricas do llio-Crande-do-Sul: na ra da Moda ,
Vende-se um lindo cabriol com todos os per-
iaCS,|5r 250'000"- : a vor- "a ru4 d" -irangei-
Wa lojj de quatro portas da ra do
Cabug, n. t C, do Duarte, tem uro
completo sortniento de perfumaras, poi
preco* mais coinmodos do que em outra
qualquer parte.
Corles de cassa.
Na ra do Livramenlo. n. 14, he chegado um gran-
de sorlimento de cassa de ricos padrOes e de supe-
rior qua idade, por preco commodo; fustno brlin-
baratas COV,do'' e outr" mu'ts "andas
..7 Ve.nde_se Pr Preo commodo, algodlo tran-
cado,de superior qualidada fabricado na Babia,
propr.o para saceos de assucare roupa de escravos
lio em nvelos da-mesma fabrica: na na da Cadeia-
V cllia, n. 9, pnmeiro andar.
Para vestido de senhora.
vpSV,C u0n?'se n?Jos COrle" de ,!Ia transparente, para
E!2^JunJPa>Z*-! 2,800 rs.; ditas li-
S..M ma ;^"0S l,,so ; ,il,s l,e s'li' l'-vradas
mimo lindas; bicos de seda branco e de todas as
arguaas ; crep de cores; sapa (os de marroquim ,
uslro.sedm.ede.lura.juede Lisboa; bozeguius,
ludo para senliora ; flores para chapeos e cabeca de
sen ora; um sorlinierilo d.i perfumaras; e oulins
jazendas por preco commodo: na ra Nova, ti. 30.
I"ja de Domingos Antonio de Olivcira. I
ja, de seda, de i,ooo rs. a i,6oo ri.; ga
l5es entre-finos de diversas larguras;
espiguilhas, galfiea falsos, e volantes, por
prreos coinmodos ; Leos do Porto, de di-
versas larguras, de 8o ai 6o rs. a vara ;
ditos francezes, de bonitos paefres; filas
le seda, n g e i i ; Jo.es francezas ; len-
90S de garca a i,00o rs : na loja dequatro
portas da ra do Cabug, n. 1 O, do
Duarte.
Vende-se ca/ virgem de Lisboa,
chegada no ultima.navio, em barra pe-
queos, por menos do que em outra qual-
quer parte: na ra do Trapiche, arma-
zem n 17.
Vendem-sa dous pianos fortes de Jacaranda,
chegados ltimamente, que, alm de seren um
magnifico ornato de urna sala, teem excellentes
vozes, sondo o mechanismo da muita approvada no-
va invencSo, cbamada repilidor patente de Col-
la rd : em casa de J. Keller & Companhia na ra da
(.til/, fl, o5.
Vendem-se acedes' da ex-
tmeta companhia de Pernambuco
e Parali iba: no escriptorio de O-
liveira limaos & C, ra da Cruz,
n. 9.
C'unha& Aroorim teem para ven-
Icr, por baratiwitno preco b-nisenm 4
.rrol:as de cal de Lisboa, paraf.brico dr
assucar, da melbor qiialidade que ha
ueste genero: na ra da Cadeia do itecife,
n. 5o.
Vende-se alcatrio da Succia, de
bda qualidade, em barris bem acondicio-
nados com arcos de ferro: na ra do Vi-
gario, n. 4.
Cera de Lisboa.
Na ra da Cruz, n. 60, ha um completo sortimen-
to de cera de Lisboa emcaixas de todos os tama-
itos que os compradores desejai>em; assim como
(ambem ha urna grande porc.lo da que vem em gru-
me e em pBo vende-se por menos preco do que om
outra qualquer parte.
* 800rs.!
Vendem-se lencos de garca de divejsas cores pa-
ra p.-scoco de senhora e meninas, a dous cruzados
S*S WS.*"*"'30 -loja de miagn An-
CalufigM de pnrcellana.
Vendem-se calungas de pnrcellana, de difiranles
lmannos, a 1,000, 1,500 3,000 rs. cada um : na
ra Nova n. 30, loja de Domingos Antonio de Oli-
Cira
tal do principe ; bolOes para camisa a renubliaue
facas e garios para sobre-mesa ; oculos para todas as
.ades tambem de vidraca azul, pio.nios para es-
tudar de noile; e outras muitas miudozas baratas.
Esteirasdo Aracaly, a40 rs.
. cada urna:
vendem-sV na ra do Amorim vendan. 36, de An-
tonio Joaqu.m Vidal & Companhia : tambem se con-
"^wmtoroawllioreafiiioidq que so fabrica
- Vende-se urna casa no lugar da Capunga par.
todojno fela de pedra ec.l, anda nova, lo la en-
viun.ca.la a qual rende 10,000 rs. mensaes: vendo-
so melada a vista : a tra(arno paleo da S.-Cuz n.
8 ao pe da botica. '
\o?rln,*~?* ""I checn0 muil manso e excel-
Sv22SS bem C0,m Uma 8ran,le '!*
~BX?gr' **^'W na "ra
v ATTENCAO-. '
vendem-se facas muito linas, para mesa, com
r onn d".Sh'fre- ^ Vea,i0 fel barstl> "-e?o de
" 'J f 6,a aini,a mais n,,as < torueiras de metal,
le todos os^tamanhos ; bolOes dou.a.los para far.la ;
e outias multas ferraeiis por preco muito barato:
na ra .Nova, loja 11. 39, de Andrade & Moreira.
Cliegaram cm fim mais navallns
de ac da China : a sua qualidade e propriedade pa-
ra evitare mesmo curar as molestias cutneas, be
superior a lodo elogio, e por isso j seu autor fui
agraciado : as verdademis ven.lem-se na ra larca
du Rozara n. 35 onTle tambem se veudeni Tacas e
garrusdeosnpolida, feitiode inarfim ; finissimas
esouraa para unhas e para costura ; colheres de me-
-- \endfm-se riquissimos cortes de seda para ves-
t dos chega los ltimamente de Franca pelo ulli-
mo navio: na ra Nova n. 8, loja do Amaral.
- Vende-se a venda da ra da Madre-de-Deos
Vrndem-ie barra pequeos com cal virgem de Ll-
boa, a m.ii. nova que ha 110 mercado, por preco com-
modo : na ra da Moda armazem n. 17.
Vendem-se queijos loiiiliiuos os mais fresesar
que ha no mercado ; latas com boiachinhas de ara-
rula ; dilascom hemilhas |> ditas com sardiulias :
na ra da Cruz, no Recife n. 46,
Vende-se uma cama de armaciln com lona.qua-
si nova por preco commodo : no A Ierro-da-Boa-
Vista, n. 48.
Vende-se na venda de Benlo Joto Cardozo, na
ra Direila n 95, superior cal de Lisboa em barris
de 4 a 5 arrobas chegada prximamente por mais
Commodo preco do que em outra qualquer paite.
-- Vende-se uma casa no lugar da Capunga, perlo
dono.de pedra e cal, anda nova tola envidraca-
da : vende-se por menos de seu valor recebeudo-se
melada a vista : 110 pateo da S.-Cruz., ao pe da bo-
tica n. 8.
PRELO,
a 4,500 rs. a barrica : no armazem n. 20. de Joaquim
da Silva Lopes, confronte a guarda da alfamb-ga.
Vendem-se ciixas de vidro, mui
bem enfeilad s, pira guardar jnias, por
preco commodo: na loja de quatro portas
da rua do Cabug, n. C o Duarte,
-; Vendem-se, na rua Nova, loja n. 18, do M. A.
Caj, casacas de merino de superior qualidade, com
gola de velludo ; lilas de panno linu ; sobre-casa-
cas do todas as qualidades ; e toda e qualquer obra
leita tanto superior como mais inferior ; panno fi-
no de tolas as qualidudes; casimira branca, muito
superior; dita preta;e toda e qualquer facen la que
ror precisa para qualquer obra Na mesma loja ven-
de-se um escravo para o servio de campo.
CHa-VIPANHv
da verdadeira marca COMETA.uma factura nova: von-
de-se na rua da Cruz, no Recife, n. 17.
Vrnde-se urna c ierre- multo grande, lita na
ruada Manguelra, na Boa-Vista, n. 11. com grandes coin-
inodos, quintal inulto grande e minios arvoredos de fruc-
m, por pre90 o mais rasoavel posslvel: irata-se na rua
do Aragao, n. 27.
llgodao monslro de 8 palmos
e tnWo de largura. -
Na loja n. 5, que faz esquina para a rua do Colle-
Kio deGuimarfles& Companhia vende-se a nova
lazenda de algodlo branco muito proprio para toa-
Ihas, pelo barato preco do 640 rs. Da-sa amostra.
Vende-se muito superior bscouto francez de
Rheims : na ruada Cadea-Velha, n. 29.
CHA' BYSSON,
de ptima qualidade a 9/210 rs. a libra : na rua da
t-rui, no Recife armazem n. 13.
FARELO
a 3i'ooo rs. a sacca
nos armatens ni. 1 e 3 do caes da Mfandega, e no de n.
15 da rua do Ainorlm, de J. J. Tasto Jnior,
Riscados monstros. i
Vrnrlem-ie superiom rispados monsiroi, j bem co-
nhecidos tanto pela qualldadf pomo pela largura em
demasa, peln barato prreo de 280 n. o envido F.itPi
riscados sao chegados uliimamcnte : as cflre sao fixas,
T ?s P"J,rJ,' muito modernos e Je boin gosto : na nova
-Venda-*, um mulalinlio delAannni daidid
mullo pro,..io para pagem, por preco commodo
na rua da Cadeia do Recife, n 14.
Vendem-* 4 linl moleques do IG a U
nos; 5 pretosde95*80annos;3 pard.ide 16 *
lino* ; duas millatinhas de 7 a 14 auun*, coni i!ri7
cipio* da hahili.ladi-s, 5 prrtas de ti a SJ anm.s e "
tie ellas alxumas enm habilidades: na rua do Vul
legio, n 3, se dir quem vende.
Vende-se um bonito moloquoda Costa, (|0oa
a 22 annos, sem o mais pequeo defeilo uem vicio
o que se afianca ao comprador : na rua da CaiuS
do Recife, loja de fazendas, n. 55. '
Na rua de A^oas-Verdes,
n. 46,
vendem-se duas bonitas escravas de na?o, de bo
conduela de 18 a 20 annos, peritas engomadei.
ras e cozinheiras; uma dita quo faz todo o servia
de urna casa ; uma dita de 95 annos, por 300/ rs
urna dita por 230/ rs. j uma dita com um molequ'u
nho de um anuo e meio por 380,000 rs. ; urna diU
boa engommadeira e cozinheira, para fOra da pro.
vineio por 520,000 rs. ; um pardo moco, ofllcia de
alfaite, por 400,000 rs ; dous-cscravos ; e um boni-
(o moleaue do 18 aunes.
Vede-se tima ptima casa moderna no' larcn
do Manguinho toda euviilracada com 6 alcovas
duas grandes salas cozinha fra cacimba toda'
muraila, com dous poitOes, sendo um do cocheira
o porto de embarque e desembarque por preco
commodo na rua do Aragffo n. 9.
Vende se um lindo moleque de i3
a 14 annos, pouco mais ou menos, sem
vicios, ero achaques, e pioprio de lodo o
servico, e para pagem : na roa do Crespo
loja n. a A, se dii quero vende. t
-Vendc-seuma preta moga, do bonita figurj
por prego commodo na rua do Crespo, n. 15.
. Vende-so um cabriole! sem cobeita ,
cavallo ou sem ello :.na rua Nova, n. 54.
Vende-se uma canoa de carreira : na roa
gusta, n. 60.
Um novo sortniento de
ri oarto monslro.
Vendem-se na loja de Cuimariles & C, que faj
esquina para a rua do Collegio, n. 5, novos risca-
dos monstros de padrOes modernos o lindos, pelo
mesmo prttjo de 320 rs. o covado.
com
Au-
n-9 com poucos fundos, e a armaglo muito com-
moda : a tratar na mesma venda.
Vende-so muito superior lagedo de Lisboa cal
virgem em barris de 4 arrobas por mdico urco-
na ruado Vigario, n. 19. v
Vende-se caivetes de cabo de ma-
dre-perola, de urna folba at 'quatro ; di-
tos de punhal; tesouras para unbas, li-
nas ; duas de costura ; ditas coro caive-
tes ; colheres de metal do principe, para
cha ; saca-rolhas de patente ; estojos de na-
valhas; afiadores, com sua coinpetenle
pedra; dos roelhoi es que teem appar-cdo :
n loja dequalro portas d< ruado Cabuc,
do Duarte. -
Vendem-se chapeos de palha da
liaba, para hornero, a6,ooors., e de se-
Ageneia da undiciio
Low-Iloor, rua da >enxalla-
nova, n. 4*2.
Neste cstabeleciniento contina a ha-
ver um coninlel0 8orlimento de mnendas
e meias moendas, pnra enj>enhn ; ma-
chinas de vapor,e tachas de ferro batido e
coado, de todos os taan los, paia dilo.
Polassa.
Desembarcou lia poucos dias uma por
cao de barris pequeos, coro muito nov
e superior potassa, c se acham venda,
por preco mais haieto do que ltima-
mente se venda, na rua da Cadeia-Velha,
armazem de Bailar & UUveira, n. 12.
Vendem-se ehapos de caslor branco a
^^4,0(10 rs. : na rua do Queimado, n. 22.
Vende-se cal virgem de Lisboa em bariis de 4
arrobas chegada pelo ultimo navio, por preco couimo-
: a tratar com Aliueida Si Fouseca, na rua do Apollo
A 1..S000 rs. ,
ancoretas coro azeitonas superiores : ven-
dem se no caes da Alfandega armazem
n 7, de Francisco Dias Ferreira.
Casimiras elsticas.
.J."^''""'" s"'r,orp cAr' d' meia casimiras els-
ticas de pura laa, pelo barato preco de 2/DOO e 3*100 rs
Coe lo*'n'T'' anuva lJa da e>trel|a. da rua. do
Vende-se um bonito sortimrnto de
loja da Kstreila da rua do Collegio, n. 1.
Vende-se uma hanito escrava com as habilida-
iles necessarias para tima casa de familia ; um mole-
que de nacflo, de 18 anuos ; um prelo de bonita (I-
gura, por preco muilo rasoavel, para liquidaco
no paleo da matriz de S.-Antonio loja n 4.
Vendem-se missaes romanos: na rua de S.-Fran-
cisco outr'ora Mundo-Novo n. 66.
A 4.000 r*. cada um.
Na loja n. 5 que faz esquina para a rua do Colle-
gio. de Cuimaries & C, vendem-se chapeos de sol de
seda verde, azul o encarnada, pelo diminuto preco
de 4^000 i s. cada um.
Fazenda nova.
Vendem-se lencos do garca com ramos de maliz,
gosto inleiroinenle novo neste genero ditos com
bico debloudea toda : ludo por commodo pr na rua Nova n. 30 loja de Domingos Antonio de
Oliveira.
Verolc-seuin escravo .Africano, mo-
co, sem vicio algn} e sadio : quem o pro
ten ler diiija-se rua larga do Hocau'o
51 "J-----------SL
fiscravos Futidos
- Fugio, em setembro prximo passado um pre-
to, denome Joflo Calraeiro bastante ladino, in-
culca-se forro, de 30 annos, baixo faliam-lne al-
guns dentes da frente ; quando falla eagueia (-
guma cousa ; consta andar.pela Cinco-l>..ntMS," A To-
gados nu Magdalena : quem o pegar jeve-o a S.-
Amaro casa de Manoel Cardozo da Fonseca, ou na
praca do Commercin a qualquer hora.
~ Fugio uma crioula de nomo Calharina cnni
os signaos seguintes : alia, mag'-a ; tem a barriga
um tanto crescida nsriz grosso,, lenles bonitos ;
leviuium rnupo de riscadinho cor de rosa, urna
saja de lila e outra do chita esverdeada com dous
baados guarnecidos com lita de velludo preto um
eabecfio de cassa de quadros com abertura e bolOes,
panno da Costa sem eslar emhainhado; levou mais
uma sua fillia de nome Mria le dous annos ; lem
as con* unidas a ponte de a faZer espaldar os ps
para os lados; suspeila-se que esteja escondida em
Fora-ile-Poilas e suspeila-se mais outra emisa de
que.por iiilneslar bem esmerilbada, nfio se [ni deela-
raeflo luunia : quem a prg-ir leve-a ao Alerro-da-
j------ ^v. .-.6 u i..-,iiu,jlloa-Vista, n 42, que sea graiilicado: tambem se
holica n. 42, em cujo lugar se dii quem I i,rot,'s, cout quem a tiverocculta
O vende. --Fugio, nodia7 do correnle.um escravo tri-
gueiro poim lem o cabillo acalmclado ; lem no
o vende.
Na parlara da rua do Rosario eslreita, n 13
vende-se bolacha a 3,520 rs a arroba, e tambem s
fazem encommendas para inautimento dos navios es-
Irai.geiros: quem precisar dnja-se a mesmo nada-
ra, a fazer as eucummeiidas que precisar.
Vende-se urna casa anda nova a margem da
no no l'nco-da-Panclla com duas boas salas 4
quartos cozinha fr um bello quinlal cercado de
imfio o milito bem planudo de larangeiras de em-
lugo, iiiBngueiras sapolizeiros e varias oulras fru-
leiras.coui porteo na frente e outro no fundo e
lem a Irenle para a greja : a tratar na rua da Trom-
pe no sitio da casa edr de chumbo.
-Vende-se uma preta de 18 a 20 annos de muito
bonita vista, que cu7inha o diario de urna casa, la-
va ehe propna para vender na ma porter um pe-
queo defeilo em um olho e por isso se vende ba-
ialo : na rua do Queimado, loja n 10.
Vendem-se, na rua do Crespo, n. II, osseguin-
lej livros : 2 Atlas de Smeiicourt novos, com 47
cartas, por 9,000 rs cada um ; Jesus-Christo pean-
te o secuto tradiiccito do Collaoo, novo ; por 4,000
. ... ,.,. i.umrm, du,oors., e de se- vende-se um bonito sortimento de
nho.aa i,2Soe4,ooors.:naruado('abu-[boioesde seda, para casaca; dilos para
ga.n. i C, loja de qua tro portas, do Duarte. vest los de meninos ; dilos amarellos, de
OVf???fV99f?1|!'?fffyVff99f99tJ> **l*ro. ". di,<>" para militares de ca-
Pot.issa uova e superior.
Vende-se a a5o rs. cada libra,na
3 rua do Apollo, armazem n. 18, ou
| na rua da Cadeia, n. 4o-


Veodem-se luvas de pellica para
senhora, enfeitadas, a a,800 rs. ; dirs
para hornero, de diversas cores, de pon-
to inglez, a 1,000 rs. ; ditas dealgndo a
5oo rs.; ditas de seda a 800 rs ; ditas pa-l
ra seulora a i,a8o ra.; lencos de grava-
valliria einfuitana, dilos para libie's de
pagel, brancos e amarellos, de bnns pa-
drSes ; ditos de massa, para fardamento
de cacadores ; ditos de vidro, de diversas
cores: na rua do Cabug, loja de quatro
portas, do Duarte.
Vende-se vinho do Porto, muito su-
perior, pelo baratissiuio preco de 1,1 ao rs.
em cauadas, e 160 rs. agarrafa : no becco
da Lingoeta, n. 8, venda de Manoel Gon-
ce I ves Pereia.
rs.; grammaticadeSeveno, nova, por 5,000 rs., .
usada, por 3,500 rs.; Mairiium Lexicn encailernado,
novo, por 5,500 rs.; Virgilio ;'Horacio ; Salustjo ;
^electa ; Fbulas ; Historia sagrada de Rernardino,
cor 4,0u0 rs ; e varias obras de direito : tudo muilii
barato,
Pelojuizo municipal da 2/ vara, e com exerci-
cio na do civel, ma em praca publica, eem 3 pra-
vas, para ser arrematada por venda, uma proprieda-
de ile trras denominada Faguudes, entre os engo-
lilles Guerra o llom-Jesus, na fregue/ia do Cabo,
avahada toda a propriedade em 7:000/000, e neste
valora parte que ha de ser arrematada he 5:169/290,
cuja airemalaciio he para cumprimento de disposi-
ces lestameiitnrias O escriptoesla cm mflo do par-
tetra Sena-Grande, a quem se pdenlo dirigiros
pretenden tes.
Vende-so uma porco de tahoado de amareilo
sendo costadinho e assoalho. e tambem 12 taboas d
louro, tudo de boa qualidade: na rua da Praia, n 35
e para tratar, as Cinco-Cuntas, n. 32
- Vende-se vinho verde, muilo bom e sem con-
eiclolguma.a2ii0r<. a garrafa; vinegro branco
do Lisboa, muitvforlo:uoualiUo Cauuo, venda
------------------ waiiiiiio n; (nuil-
uto preco de 3.80o rs. cada um: na rua do Quei-
mado .loja de miudezas, n. 24.
- Ven le-scuma parda m..ca qne lava bem, lanto
de sal.no como de varMIa, faz renda e cose chito na
rua da Cadeia do liecife, casa n. 53, segundo andar.
.No Alcrro-da-lii-Vista de-
fronte da calinita
h3o chegado muito bons marroquins.courode lustro
o bezerros l'rancc/.es : tudo de superior qualidade el
IPebn. : na
io-to alguiiias espiuhas, de 21 anuos pouco mais ou
menos; levou calcas brancas, camisa de inadap-
lilo, e chapeo de palha; he de pnucas fullas ,e na-
tural do serillo du Ceaia ; supp0e-se ler seguido por
esta entrada, ou de oolro sertio. Iloga-se as autori-
dades policiaes e capitilesde rampo que o appie-
heiidam e leveni-noa rua da Cruz, n. 37. Declara-
se que este escravo veio remeltido do Ceara por Jos
Smilh do Vasconcellos. (Bamteiro.)
Fugio, no dia 8 do con ente, o preto Caelano ,
escravo de Jos l'ereira da Silva, euro de MiColf>
llodrigues da Cunda ; levou um paiiicum con> pilo
que andava vendendo pela Varzea e seus suburbios.
Ituga-sc as autoridades policiaes e capitfies de cam-
po, que o apprelieiidam e levcin-no a S.-Auna em
casa do Sr. Nicolao Rodrigues da Cunta que pa-
gar '.mas as despezas.
Fugio, de bordo do briguo Argot, no dia 7 do
crrente, pelas 7 horas da noite um escravo ma-
riulieiio de nome Jo., de naclo Cabinda altura,
regular ebeio do corpo; representa ter 22 anuos
pouco mais ou menos rosto redondo sem barba,
olhos grandes; levou cagase camisa dozuarleazul
e cinta encarnada : quem o pegar leve-oa bordo do
dilo lirlgue, ou a Auioi im Irmflos. na rua da Cadeia,
n. 39. que recebera boa gralificaeflo.
Anda fgida o consta que vaga as ruasdesta ci-
dade urna parda clara, de nome Gelrudes, natural
doMaranhlo; he goula, de estatura baiza de 40
a46 anuos ; tema talla aporluguezada ; levou ves-
tido de riscado do quadros ja desbolado e um cha-
le de 1.1a e algodo verde-escuro ; lem o costume de
embriagar-se; suppe-seler coito na rua do n-
gel onde ja fui vista: quem a pegar leve-a ao Aler-
ro-da-lloa-Visla n. 86, vegundo andar quo sei re-
compensado.
Aimra contina a estar fgida a preta crioula ,
de nome Mari, de 16 anuos pouco mais ou menos ,
estatura e corpo regulares com falta de alguna den-
tes na frente da parte superior billa um pouco de
vagar indican lo vergonha ; levou camisa de algo-
dfluziiho vestido de chita roza brincos en-
cai nados do louca e conlas azues no pescoco ; veio
~ Veitdtm n rii.a Art. T. .. I i IMUOS do lOUQa e Conlas HZU6S 110 pi'SCOCO J VelO
-.- r.HHww *. '.W U.IM J, IUI II.-3U LITP1PH ruu
pelos modos e fi'icoes; existo loda a desconliaiica, o
ceiteza de que esleja occulta em alguma casa nesla
prC" pelo que ruga-s a qualquer pessua quo a
pegar ou a descubrir, de a levur o rua do Torres, no
escriptorio de JoSu Pinto de Lomos & Filho que ae-
ra recompensado ; protestando-so perseguir com to-
do o rigor das penas da le a qualquer pessoa que a
livereui seu poder, e nao a mandar restituir.
'
o bezerro france/es
por preco commodo.
---------------------------------.------ (v.
TTP. UEM, F. DEFAEIA.1848
i>
-s
MELHOR EXEMPL
.


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