Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06536


This item is only available as the following downloads:


Full Text
BBB1
^nri'.i XXIV.
Sabbado 14
n/ 4 fl/O pnbllca-se todos os das que no
, .. Apeiiarda: o prPfo da asignatura he
! mM rs- P dHJ;I, d.isalu nn." '.' -20 ri. por "'ha, +1 r. em typo dif-
Ps2i p as repeties pela inetade. Os nao
frr .'..psiiaaaroHOrs. por llalla 160 rs
m fyp reala, por cada publicacSo.
PIIASES DA LA NO MEZ OE OUTUBRO.
-,,, a 5, as II hora e 42 mln. da manh.
?"""'; Vj. I hora e 3 mln. da tard.
" J! Vl9. o 8 mln da manh.
:,TrT.W. 11 hora, e 27 mln. da tard.
PARTIDA DOS CORREI0S.
Golanna e Parahiba, s aegs. e sextas-felras.
Kio-G.-du-Norte, quiutas-feirat ao ineio-dia.
Cabo, Serinhem. Rio-Formoso, l'orto-Calvo
e Macelo, no 1.. a 11 e 21 de cada inez.
Caranhuns e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista e Flores, a 13 e 28.
Victoria, ai quintas-feiras.
Olinda, todos os das.
PREAMAR OE HOJK.
Primeira, s 6 horas e 54 minutos da tarde.
Segunda, s 7 horas e iH minutos da manh.
de Outlibro de 1848.
*r. 230-
DIAS DA SEMANA.
9 Segunda.S. Dionirio. Aud.do J. dos or-
pli. do J. civ. e do J M. da 2. v.
10 Ter;a. S. Francisco de Uorja. Aud. do J.
dbc. da I. v. e do J. de pado2. dist de l.
11 Ouarta. S. Firniino. Aud. do J. do c. da
2. T, edoJ.de paz do 2 dist. de t.
12 Quinta. S. Cypriano. Aud. do J. de or-
ph. do J. M- Ia I. v.
13 Seata. S. Eduardo. Aud. do J. do civ. cdo
J. de par. do 1 dist de t.
14 Sabbado. S. Calisto.'And. do J. do c. v.
c doJ.de pazdol dist. de t. -
l Domingo. S. Tbereza de Jess
CAMBIOS RO DA DE 13 OUTUBRO.
Sobre Uudres a 24 d. por lfOOO rs. a 60 d.
Paris
Lisboa 120 por oento de premio.
Rio-de-J meiro ao i ar.
Desc. de lett de boas firmas al % n me
Acedes da comp. de Beberibe, a.Vl^rs. aop.
luro.Oneas hespanholas 3M00O a 31/500
> Muedas de6#400 v. I7100 a
delb'^JOOn. lfi/oOOi
de4/W00... 9/500 a
ProlaPataces brasileiros 2/1)20 a
Pesos columnarios. 2/U00 a
Ditos mexicanos..... 1/900 a
17*700
10/700
0/700
PARTE OFFCIJU.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 23 DE AGOSTO.
Offifin. Ao commandante das armas, ordenando
mande rcebpr bordoMa rorvp|a Euterpe o soldado
do sexto ba ladillo do eagadores, Joo Antonio da
Silva, que veio da provincia las Alagas, e foi trans-
portado para aquello bordo ; e declarando que quem
o fr receber,' leve de levar o competente recibo pa-
ro servir lo titulo ao agente da companhia das bar-
cas de vnpor, afim de haver a importancia da passa-
n(o. Ao majnr enearregadodas obras militares,
ordenando suspenda a conlinuaciioda obra do qoar-
lei do FuudSo at S^pn-la ordem Participo-?"
ao ronimandanle das armas.
Dito. -Aochefe do polica. Tenho presento o
senofllcio, lutado de hontom, aco'mpanhado do que
Ihe dricio cm 20 do eorrente o delegado supplente
do Rio-Formoso, dando parte de ter sido assassina-
do .i evinsppctor de quarleirlo Arehanjo Cavalcanti
de Albuquerqtn, o dos disturbios quehouveram na
noitn do lia 19 ; e em resposta compro di7er-lbe
que, tendo jsidodemitlido o subdelegado daquel-
la frpgtieia, esiibstiluilo o deslacameiiLo do linha
por oulro de polica, a presidencia tcm a recommen-
dar-lheque ntande formar culpa e premia os assas-
siiius do referido Arehanjo, para scrom punidos con-
forme Mr de Ip. K por esta occasilo baja Vmc. de
ordenar ao delegado supplento lo referido termo,
qnesecondiiza sompre ciim moderagio, dando o
primciro exemplo de respeilo as leis, para que os
povos que Ibe silo subordinados acatein asna auto-
riilade, c respeitem reciprocamente os direitos nos
dos oulros.
Hilo. Ao commandanto das armas, communi-
cando havorS. M. o Imperador concedido reforma
nn praga de oflioal inferior que ccupn, venceudo o
respectivo sold por inteiro, e valor ila/ariuua, ao
primciro (argento almoxaiife da for.HdeiaXde Itama-
raca, Alexandre Someti da Cruz, fi quo so solicitara
do Kxm. Sr. ministro da fazemla a apedcAO das no-
cessarias ordens, para quo o agraciado passe a ser
pago dos seus vencimmitos pela Ihesouraria desla
provincia. l'arlicipou-so ao coronel coininissario-
pagador.
Dito. Aojis de direito interino da segunda
v.iradocrime, autorisando-o comparecer na the-
gouraiia las rendas provinciaes, o all proceders
diligencias que Ibo fram requisiladas polo procu-
rador-fiscal da mesma ihesouraria c pelo promotor
publico leste termo. Scientificou-se o inspector
interino da thesouraria provincial.
Hilo Ao presidente das AlagOas, rogando a ex-
peicao de suas or.lens para ques.-ja.ii capturados,
raso apparceam nessa provincia,os iiiiperiacs.mah-
nbeiros constantes das confrontages quo remeti,
os qnaes deservir m de bordo li hriguoescuna C.a-
tipn, estacionado neslo porto.Ollicioii'se ueste
sentido ao presidente da Parahiba e ao chee de po-
lica. -
Portara. Momeando ao Dr. Jos Maincde Alves
Ferreira para menibro la commissio que lem de
examinar o estado do porto desla provincia, e pro
por os melliorainenlos de que elle careco. Scienli-
ficou-so o capililo do porto, o Ciipiliio-tenenlo Eli-
'lurio Antonio dos Santos e o Horneado.
DEM 110 OA 35.
Odicio. Ao agente da companhia das barcas de
vapor, reconimciiilando a expediento das convenien-
tes onlens, para quo o couiniandanio lo vapor Aan-
Hatiadnr mande eolregnr p da corveta Eulerpe o de-
sertor de mariuha llerna/dino Francisco Alves, que,
pelo smides faClo de liave' "reconhecido o marinhei-
rodo brigUH-escuna Leopoldina, Francisco Rodrigues
do Niisriineiito, p. sem que por esto livosse sido pro-
vocado, o ferio na cara rom um lijlo que Hit arre-
messuu Parlicipou-se ao cooimandante da cor*
vita Euterpe e ao do brigue-esciina Leopoldina.
Hito. Ao presidente das Alagoas, -leprecando as
sitas orden*, afim de ser preso, caso .ap> ritorio dessa provincia, l.uz Jos Mariano, -praija do
corpn ,|(. impe'laes 'marinhoiros, que desertou de
bordo do brigue-eseuna Legalidnde. Olliciou-se
nesso sentido ao presidente da l'araliilii o ao clicfo
de policia.
Dilo. Ao agente das barcas de vapor, recom-
nieiidaniloa expedicao d suas ordens, para que o
cinniandante do vapor Han-Saltador receba do le-
nenteMannel Francisco Monteiro osrccruiasMaioel
J'Tge, Anselmo dos Santos Feitosa, Joo Francisco
I>jns, Antonio Machado do Nascimeiilu, Francisco Jo-
s Severino, (ermano Comes de O.liveira, a Ibe en-
tregue oulros tantos dnsqtie trbuxe das provincias
do norte. Parlicipou-se ao commaiidaute das
arnms.
Dito. Ao mesma, mandando dar transporto para
Rubia no vapor San-Salvador ao funiol Jos Virgi-
lio (le l.emo's, que vai reonir-se ao primeiro bata-
"10 de capadores de, primeira linlia.- Coininu-
nicou-seao comuiandanteilas armas.
hito. -- Ao coi oriol commissario-pagador, orde-
nando que mando abonar tres mezea desold a.li-
antados, inclusive o quo corra e as competentes co-
medorias do embiuque em barca de vapor, aos olli-
ciaes do stimo liHlalliflo de encadares q\iu vo se-
jiuir para u Rio-du-Jaueiro ; beui como o pret atoo
"ni dete moz as dental* pravas do mesmo balaifaSd;
"determinando, quo fetos os sobreditos pagamen-
tos, passe as competentes guias. Scientificou-se
o commandante das armas.
Dito. Ao commandante das armas. Convindo
solemnisar-se com amaiorpompa possivel o lia 7
de setembro prximo futuro, anniversario feliz da
independencia do imperio, naja V. S. de dar as suas
ordens, para que a tropa de linha existente nesta ca-
pital marcho em grande parada, reunida aos bala-
Ihfles ns. 1, 2, 3, 4, '> o 6 da guarda nacional desle
municipio, esquadro de cavallaria, primeiro bata-
lllo do Olinda, corpo de policia o companhia do ar-
tfices ; devendo V. S. tomar o commando do toda a
frca. .
A guarnigijo da cidade, nos das 6 e 7, sera feria
pelas pracas los corpos da guarda nacional que nilo
poderem marchar. Ofliciou-se oeste sonlido aos
enmmandantes superiores da guarda nacional do
Recife o Olinda.
DEM DO DA 26.
Officlo. Ao inspector da thesouraria do fazenda
Em cumpri ment do disposto no artigo 2.* do de-
creto n. 158 de 7 le maio de 182, passo s mos de
V. S. a inclusa copia do officio lo major encarrega-
dodadiiecc.to das obras militares desla provincia,
acompanbada deoutras dos orcanicnlos das lespe-
zas a fazer com algumas dessas obras, das represen-
tacoesque deram lugar que se mandasse proceder
a ellas, e da ilemonstrac3o desses mesmos orca-
mentos.
De posso de semclbanles documentos, e depois do
satisfeilo em tu lo o preceito do citado artigo, V. S.
dar as suas ordns, para que, alm da qnantia do
7:1>238C60 ris, que j sn fornnceu a pagadoria mili-
tar paia supprimenlo de algumas das mencionadas
obras, soja posla disposicio da mesma pagadoria
a somma de ris 7:267/000para o dispendio com os
repaios a ellecluar nascoxias doquartel de cavalla-
ria, no da Soledade, tw do Hospicio, o no da compa-
nhia de arlillces.
Dos documentos que a principio cilei, se depro-
hende que o quanlilativo pedido nilo he scase, que
acabo do designar; mas levo declarar V. S. que o
redu/i a islo, nilo so porque vilo parausar os colicor-
tos que eslavam cm andamento no aquarlclamenlo
do Fuudilo, por isso que a tropa que all cxislia lem
de passar para i <|tio lem" de desoceupar o 7. le ca-
ladores, que dentro em poucas horas seguir para
a corle, o por consoguinte j nio he necessarra a
oiioia que se requisita para esses colicortos ; scnu
tambem porque, nao se adiando verificado quanlo se
deve. na realidad?, aos operarios que trabalharam
as obras militares, quando estas estavsm sh a ins-
pcccilo do administrador das que coi rom por conta
dos cofres provinciaes. entondo queainda nl> con-
ven) pedir consignaco para pngamento dos salarios
que elles venceram. Entretanto aguardo as informa-
gdes que exig do sobredilo adminisirador; e, logo
que asoblrver, orlrciarei a V. S. sobre osle negocio.
Dito. Aochefe de policia, dizendo que, nilo
obstante as ordens que Ihe teem dado para fazer
prender os desertores dos navios surtos ueste pnrlo,
todava consta-lne que muitos delles an-laOl pela ci-
dado e seus suburbios, e por isso cumpre que S. Me.
lome na mais seria considerarlo o que se Ibe lem or-
denado este respeito, e que d as mais terminantes
ordens, para que se prendam os mencionados deser-
tores.
Dito. Ao lente encarregado do registro do
poilo, ordenando quo continu a dar quolidiana-
meule ao capitilo do porto urna parle circumstancia-
a das embrcateles entradas e sabidas, com decla-
rado da qualidade o quanli laile do lastro quo por
ventura trouX'-rein *s que ontrarern. Participou-
se ao capilil do porto
Dito. Ao director interino do arsenal do guerra,
man lando apre hvleipe, afim de assenlar pratja na mariuha, o apren-
diz menor Maiioel Francisco dos Santos. Com-
mirnicop-se a cornmandanlo da mencionada cor-
veta...
D,lo. Ao subdelegado da freguezia deSan-Jose,
dizendo que pode remetter para o arsenal do guerra,
n ciijodiieclor interino acaba do ordenar que rece-
ba, e laca 'alistar na respectiva companhia de apren-
dizes, o nieuorManool, encontrado porS. Me. na pen-
ca de sua freguezia, visto como ja se acha assignado
o termo de tulela do mesmo menor. Scicntrlicou-
se o director interino do arsenal de guerra.
Dilo. Ao commandante superior da guarda na-
cional do Olinda e Iguarass, dizendo que, porem-
quanto, n3o he possivel mandar fornecer aol.ba-
Ulhjo da guarda nacional de Olinda osobjectos po-
didos pelo coronel chefe da respectiva primeira I.!-
giilo, visto como, segundo consta da infonnaefio do
director interino do arseual de guerra, o armamento
do mencionado balalhlo, que ah fra recolhido, em
cumprimento deordem da presidencia, eslava tilo
arruinado, que carece de concert, e, alm disso,
deixaram de sor entregues na referida ostaco muitas
pegas do mesmo armamento.
Uito.Ao commandante das armas, communi-
caudo haver concedido a licenga pedida polo alteres
do 7. batalliflo de cegadores, Joaquim da Costa llego
Monteiro; e rocommendando subjeite esle ollicial a
inspecglo da junta dosade, para <|ue, se o rastil-
lado desta fr dcsfavoiavel a pretengao delle, fique
por esse facto cagada a licenga, e siga o inspeccio-
nado no primeiro vapor para a corle, a reunrr-se ao
seu corpo. ,
Circular. Aos com mandantes superiores da guar-
da nacional, r. coinmindando as precisas providen-
cias, para que hja o inaior cuidado com as grana-
deiras e mais obiectos de armamento, pertencenles
nagao, quotcein sido distribuidos, e para o futuro
anda o frem aos guardas naciouaes, para que nao
acontega que semclhanlesartigos bellicos se arrui-
nan antes de tempo, ou oxteaviem ; pois que, em
qualquar desses casos, nilo si nilo ser possivel fazer
face despeza que leve le occasionar a falla do cui-
dado rocommendado, senAo tambem jamis so con-
seguir ter armada a guarda nacin il da provincia,
nem, porennseguime, aproveilar convenientemente
osseusservigos, quando honver precis.to delles.
INTERIOR.
COI.ONISACAO.
niSTBIBOICXo DE TRRAS DBVOt.UTAS.
(Conlinuaro do n. 212.)
Por outro lado, he igualmente evidente que so n.lo
deve exigir nm nreco demasiadamente alto por tr-
ras ilevolutas. Se he para bem do todos quo e uo
concedam trras devolutas sem que sejamemprega-
das utilmente, be igualmente para bera de todos
que se nilo neguem torras a individos que pdem e
qiicrem assim em|irega-las. Para quo o campo do
prnducglo se estrula grailualmente com o augmen-
to de capitana o trabalbp, seria necessario exigir por
prego das Ierras novas qunnlo bastasse para prove-
nir urna impropria acquisigao, de modo quo so lor-
nasse esta um dos empregos mais productivos de ca-
pitaes. Elevar tanto o rreg que iinpega que a ac-
quisigio e uso de Ierras novas sirvam para socinpre-
garern dflmodoo mais productivo os capilaes, seria
o mesmo que decretar que so nao empreguem mais
Ierras lo modo algum ; faria com que, jogo quo os
capilaes e trabadlo Msscm excessivos, diminuissom
os lucros o salarios ; impedoria a emigragilo, des-
truira inevitavelmentoos Imada colonisagilo ; acon-
tece! i como se todas as trras de urna colonia fos-
sem de um jacto concedidas a algumas pessoas que
nilo podessem, nem quizesswn aproveita-las, porcm
quizpssein e podessem impedir que oulros as culti-
va ssem.
Faremos algumas observngOes sobro factos que um
povo colonS;mIoi' poderia tomar como norma para
estabelecer o meliior prego sobre Ierras novas; te-
mos, porm.de tratar primeiro de duas queslOcsque
nao Silo menos impoilanles do que a do prego.
1 Suppondo estahelecido o melhor prego, o seu
resultado benfico p.le ser contrariado, ou de todo
impedido por las diiTorentes maueiras,ou (iondo-
se obstculos a acquisigao de trras por aquella pre-
go, ou coneedendo-se Ierras com ootrascondigOes.
Assim cm New-Soulh-SVales, onde o governo inglez
se persuadi que devia adoptar o plano de vender
lorias novas, em lugar do d-las(*;, be o capricho
do governador que determina o lugar em quo as ter-
rasteem de ser medidas econcedidas. Posto que qual-
quer pessoa posea dirigir-so ao governador com os
novos regulamentos na mao, c dizer-lhc :preciso
de lautas geiras em tal lugar ;.,lomai o rneu dUlM-
ro ;o governador pode resiionder.:nilo ; aquello
gilio esta reservado : levis fizer a escolba em outro
lugar EmquantO o governador ufio declara o silio
dcsiinado para nelle se fazerem eslalieleciiiienlos,
emquanto nilo se digna do offerecer Ierras venda,
uinguem pode obter boje tenas novas em qualquer
(*) Depois lo maiO de 1829, instou-se por varios
modos que a repartigilo colonial em Londres adop-
tasse o melhodo americano de vender Ierras devolu-.
las, em lugar do especular-se com ellas conforme o
melhodo ingloz. I'or muito lempo esta suggesl.lo
njl encontrou violenta opposigilo, ou foi tratada como
ridicula por pes>oas relacionadas rom a renartiglo
colonial, e especialmente por Mr. Wilmot llortone
Mr. Hay, unidos quaes foi e o nutro ainda be subse-
cretario de estado, das colonias InsisJi/ldo nesla
snggestilo com o governo urna sociedade cstabeleci-
da'para o lim de promover urna colonisagilo syslema-
tica, Mr. Wilmot Horton, cioso, como so .liria, de
qualquer interferencia em um objecto de que em
parte se havia oceupado por alguns annos, fez-so
membro da sociedade, e depois, tomando a palavra
em urna reunilo publica, condemnou com todo o
zi lo os firisjlaquelles com quem linha professado
nuil se, e fez com que a sociedade se dissolvesse.
Pprm ao mesmo tempo elle proiuoveu grandemente
ns fins da sociedade, atacando as suas ideias, porquo
concorreu deste modo para que fssein clfasexamir
nadas Para provaroapoio que leu por esta inanei-
ra aos membros dispeisos dn sociedade, referirei que
persuadi o coronel Torrens a dirigirem ambos em
comnium urna controversia, porescripto, com dous
daquellos mambros, tornaudo-se aiinal o coronel
Torrens um dos advogados mais apaixonados da me-
dida que se linha ooposto quando Ihe foi submet-
da pela primeira vez. Comtudo n.to produzio islo
menor impress.lo no governo, emquanto do ron a
dminislragilo do duque de Wellington; porm pou-
co depois da mudanca do ministerio que segnio-se
nos 3 dift do judio, e de succeder lord Howick a Mr.
ilorace fwss, coaio subsecretario das colonias, a
medida suggeriila pela sociedade de colonisagilo foi
adoptada om parlo Kmliora fsse defeiluos'a essa
parle da medida, defeituosa por incompleta, nilo p>-
" comtudo deixar do ser de grande ulilidailo para
colonias. Todo o beneficio quo o povo do Cana.la
dos eslabelecimeiitos ingleses na Australia possa
rar lo obstculo quo assim se oppoz malve'Sagao
licial na dislribuigAo de trras devolutas, ser de-
ido nOo muito remolameiilo a revolugAo de Pars ou
M. le Polignac Por este grande mefliorameiilo deve
o povo ser i-specialinente grato a lord llowick, aos
membros directores da sociedade de coloiiieago Mr.
Job ir Sterling, Mr. Hult.liojo membro do parlamento,
lugar que seja, o debaixo de quaesquer tormos. I.is-
pois, como existe a reslricco do prego som a liher-
de subjeita aquella rostriegilo. Se o prego posto so-
bre as Ierras fosse o verdadeiro o sufficiente para
prum freio s concessdes, toilasas ontras restric-
ges nilo poderiam deixar de ser prejudiciaes ; no
poderiam deixar de embaragara acgio daquelle pre-
go. Oeste exemplo podemos inferir o que na verda-
do'nffo era preciso confirmar por facto algum (to
obvio he-a conclnsfio) quo, a parda melhorfixac.no
do prego para ierras dovolutiis, deve haver a mais
perfeita liberdado n'appropriag.to dn trras por aquel-
la prego. Isto lie garantido nos Estados-Unidos por
regulamentos muito simples.
Porm, garantido islo, o quo acontecera se hou-
vessem exccpgtVs ao syslema ? Oque acontecera
so algumas porgos de Ierras novas fossem concedi-
das sem ser por mcio de compra, ou por menos di-
nbero do quoo prego geral ou de graca?0 resultado
he evidente: o objecto que se procurou conseguir com
a fixacilo do melhorprcgo seria destruido na rasflo da
xtensilo das conccssOes excepcionaes. Se e des-
sem Ierras, como nos Estados-Unidos, a escolas e
collegios, se poriam ainda .lesertos entro os colonos:
ou acontecera islo, ou enl.to vender-se-biam torras
devolulas por menos do que o prego aera I mente exi-
gido pelo governo, so torras novas fossem dadas de
graga, cm remuneracilo de servigos pblicos. Alm
disso, qualquer concessilo especial feila de graga,
ou por um prego menor do que o geral, seria um
acto do grande injuslga para aquelles que pagararn
o prego geral, a menos quo o governo proclamasse,
antea de aceitar o dinhelro, que pretenda conceder
Ierras gratis em casos especiaos. Posto somelhante
eclaracffr, feila pelo governo, fsso um bom aviso,
e preveiiisse assim injuslicas, comtudo nao poderia
deixar de muito iofluir na venda do trras pelo me-
Ibor prego ; pois seria o mesmo quo dizer :--guar-
dar-vos, compradores de torras, de pagar a nos, go-
verno, mais do que aquillo que lio si.luciente para
comprar tenas do individuos, quem pretendemos
dar Ierras de graga Pelo contrario, se no houvesse
sciiilo o plano de vender Ierras por um prego fixo, so
o syslema fsse uniforme, conseguir-sc-hia perfeita-
menle o lim da xago do melhor prego ; nilo se po-
riam desertos entre os colonos, ninguem vendera
lenas por menos do que o prego estabelecido pelo
governo ; todos os compradores fariam os seus cal-
culos nm conformidade, e ninguem solTroriaa menor
injuslga.
Comtudo, n.to obstante a frga de todas estas ra-
sos em favor de um syslema uniforme, nm governo
colonial pi'nlc sompre ser forlemente tentado a fazer
concesses excopconaes : um mo governo colonial,
pelo desejo de favorecer individuos por todos aquel-
les motivos queern qualquer parle levam o governo
a aclos lucilos; u"m bom governo colonial, por a-
clrar este o meio mais fcil de remunerar servigos
pblicos o de prover oducag.to publica. Em am-
bos os casos grande seria a tentag.to para proceder
mal, depois que estivesse em cxecug.lo por algum
tempo o plano de vender, depois que este plano l-
vesso dado s Ierras devolulas. fra dos districtos
habitados ou rncsiiio dentro delles, um valor que
nunca tiveram. Suppondo-si; os habitantes Jilo jun-
tos o em estado de se prestarem mutuos auxilios,
que a sua ioduslria seja mais productiva do que ja-
mis foi a industria colonial, ueste caso, todas as
o Mr. CharleaTennant,enUlo membro do parlamento,
cainda mais especialmente a Mr. ltoberlCouger.se.
crelaiioda sociedade. cujos esforgos para promover
a adopgilo de todo o plano fram ncossanles duran-
te muitos anuos.
As vistas da sociedade fram pela primeira vez pu-
blicadas em um supplemento da gazeta Sput'Uor, e
ilcnois fram reiuipressas em um rolheio intitulado
Kxposigio dos principios e objeclos de urna socie-
dade nacional creada para destruir o prevenir o pau-
perismo por meio do urna colonisagilo systematica.
Ridgway I830.--Aquollas vistas frarn depois desen-
volvidas as seguinles publicages.
Esbogo de urna proposta para colonisar a Austria,
mpresso o distribuido em 1829, porcm no vendido.
Carta dirigida ao muito honrado sir George Murray
sobre colonisagilo syslema tica, por Charjes Tennant
M P Itidgway 1830 Este folheto contem um rola-
lorio da sociedade, e urna controversia entre Mr.
Multe Mr. Sterling por urna parte, e Mr. Wrlmol-Hor
ton o coronel.Torrens pela outra.
Cartas, fazendo parte de urna correspondencia com
Nassau William Snior, relativas colonisagilo sys-
lematicn, por Charles Tennant M.P, "(^Y13-
Carta do Sydney, Cidade principal da Austria, im-
piessa por Itobert Couger. Joscph Cross llolbern
I89. Iteimpresso do Morntng Cnronic/e.
Ooze cartas impressas no Spectator, assignadas.-
P.1830e 1831. .
Discurso escripto sobre colonisagilo, apresenta.do
a associagilo litleraria em London Tavern, em o de
dezembro de 1831, por R. Davies llanson. Il.dgway
6 Sostefei'ta ao governo de S. M. para fundar urna
colonia na costa meridiodal da Austria. Impressa,
distribuida, porm rulo vendida, 1831.
Plano doeslabelecimeiilp de urna companhia pata
rumiar urna colonia na Austria-Meridional. Ridgway
' Artigo impresso na Gazeta Litleraria, 1831.
Emigragilo e colonisagilo. Discorso feilo em urna
assembla geral da sociedade nacional de cotonisa-
oflo, em juni.o de 1830, por William HuU M. P.
Wilsou.. Royal Exchange, 183i.
E(iiigr..go para allivio das parochias, pralicamen-
to considerada, por llobert Gouger. Ridgway e l-
IDos, l-iccadilive Ellliigham\V|ison, l'.oyai Exclian-
ge, 1838.
LADO
f


suas trras estariam subjeilas a alguroaa daquellas
vantagens, (alm da superior fcrtilidade natural) ae-
gundo as quaea lie calculada a renda ; c todas as tr-
ras prximas aos districlos habitados estariam em
estado de tornar-se logo, com o augmento de rique-
za e populacflo, sehjeitas a maior concurrencia Pon
tanto, donativos de Ierras oras valcnam muilo
raais do que al-enllo: o desejo de os fazer oresee-
ria em porporgSo do seu maior valor; entretanto
3ue aquello maior valor do objecto desejado havia
e excitar a agudeza dos parasytas e especuladores
por descubrir novos pretextos para abusar da 'cui-
dado dada ao governo. Com um bom governo colo-
nial, quando mesmo elle represente verdaderamen-
te todns os colonos, a tendencia para o mal viria a
ser mais forte com o augmento no valor de trras
novas: seria mais fcil remunerar servicos pbli-
cos, eprover i educacSo publica, dando-so trras
E porque, dir-se-ha, o que se leni de fazer nilo ser
pelo meio mais fcil ? Esta pcrgunta pode ser res-
pondida com oulra. So o modo mais fcil de impe-
dir que um criminoso commetLa mais crimes heen-
forca-lo, porque n.lo enfurcar a todos os crimino-
sos? Porque assim se nilo procede? Porque mais
males resultariam sociedade do tornar a lei odios,
doquesepreveniriam, impedindo os criminosos de
commetier mais crimes, porque aquelle mudo mui-
to fcil de impedir que alguna cumettam crimes,
animara outros a commette-los, por lurnar-se a
convirco ou mesmo a avenguacSo impossivel, em
99 casos sobre 100. Assiiri lamnem, na colonisacSu
far-se-liia mais mal do que bem sociedade, pro-
vendu a urna cousa Ulo til como a educagiio puLlica
ala maneiru mais fcil, isto he, concedendo-se tr-
ras poi excepcfio. Porin. se, como pode bem acn-L
en-
KDITAJL.
POSTURAS
ha
cmara do recife.
(Continuaclo do numero 229.)
TITULO XI.
ti 'll III, .-> < \ \ / I i \. |i. III 111 'MI
tecer, fuese isto negado por aquelles que nAo co-
nliecem os males, que rcsullam urna colonia, de
exeicer o governo com prodigalidad^ a faculdade
que lera sobre tenas devolulas, lembraria a estes
que i escolha n3ocsl entre o saber e o nilo saber,
poitu entre os dous meios do assegurar a educa-
g.lo, assim como na jurisprudencia a esculla nilo se
da entre a prevengan e a nilo prevencAo de crimes,
porin entre os dous mods do a conseguir, o mais
piompto que he enfurcar, e o mais custoso que he u
relorma ou prisao dos delinquenles. Se todas a>
trras devolutas, sem excepgflo, fussem vendidas
por um justo proco, entilo poder-si;-hia prover
educaco publica sem ser com o dinheiro pago pelas
trras, ou pnroutra, sendo a populag.lo mais rica,
por estar mais junta, com contribuirles havidas du
publico a titulu de taxas Por exemplo, um impos-
to de Ierras moderado tirana de cada proprielario
de trras menos do que se gastarla com o systema
uniforme de vender trras novas pelo mellior prego.
Se, pelo contrario, se cuidasse do grande objecto da
eilucacilo publica por meio de concessdes, caria
berta a pinta para nutras cxeepges. Por exemplo,
os que teein por muito boa cousa urna igreja poltica,
pcdiiiain para este lim concessOes excupciunaes : se
servicos pblicos reaes fssem remunerados com
coneessOes excepcionaes, poler-se-hiam fazer taes
conccssOes por servicos pblicos supposlos. Admit-
ta-se una exeepgJo COflM o meiu mais fcil de se ob-
ter alguma cousa til, e nunca faltarilu pretextos
para por este meio se fazer o mal : mal de duas sor-
tes, que pode vir de darem-se trras para Om) im-
proprios, e o que dove provir do so neutralisar o ef-
feito que se tein em vista com a fixacu do verdadei-
io prego das torras.
(Continuarse-ha.)
Da poticia dos mercado, catas de negocio, port de
embarque, ele.
Artigo 1. Todas as casas publicas de bebidas, ta-
bernas ou barracas que venderem molhados, serSo
fechadas as nove horas, e no lempo em que estive-
rcm abertas de dia ou de noite nilo admittir.lo ajun-
tamento de pretos e vadios dentro dolas, logo que
estiverem prvidos da mercadoria, fazendo-os im-
mediatamente sahir, sb pena de pagar o dono da
taberna, loja de bebidas ou barraca, 6/&00 rs. de
multa.
Art. 2. Todos os que venderem gneros ou fazen-
das de qualquer naturoza que seja, que deverem ser
medidos ou pesados, serao obrigados alertodasUs
medidas o pesos aferidos dentro do anno financeiro,
o que se pralicara nos mezas de oulubro a dezem-
bro, sendo obrigados revisiio nos me/.es de abril a
junho. Sondo, porm, pesos de acougues, serilo re-
vistos de tres em tres inezes, contados dos dias de
suas afericoes: o contraventor pela falta de aferi-
g3o pagara 2/000 rs. de multa por cada urna mecida,
ou peso nilo aferido, e l/Ooo rs, porcada urna que
faltara revisiio depnis do lempo marcado. Se, porm,
ou por qualquer oulro motiTO nflo juatiflcavel, dei-
xardeimpor as mullas; se impozer eondicoes, ou
onus a qualquer habitante do municipio, aob qual-
quer pretexto, depoisde ouvido e convencido peran-
tea cmara, sera inmediatamente demittido, alm
da respbnsabilidade que ter pelo damno ou prejui-
so causado Tmara municipal.
Art. 3. Ficam revogadas todas as posturas ante-
riores.
Pago da cmara municipal do Recife, em sessSo
extraordinaria de 21 de junho de 1848.
Dr. lanado JWrjf da tonteen,
Pro presidente.
fr. Jonquim Je Aquino Fonseca.
Jote Egtdio Ferreira.
Rodolfo JoAo Karata de'Almeida.
Francisco Vamede de Almeida.
Henriquelm : podendu smento admiltir pass,,.-
eesrravos trata-secom ocapiWodo n>esm0 *
ci da F. Marque* ou na ra da Cadeia do H.,??'-
n. 17. secundo andar. cc,|e.
n. 17. segundo andar.
Deca raQoes.
PARA OS PORTOS DO-SL'L.
O paquete de vapor lahianna, commandante J
H..01len, deve estar aq*ui dos portos do norte al 16
do crrente, e partir no dia seguinte
Ainda lioutcm nilo foi possivel reunir-so o nu-
mero exigido por lei para poder o tribunal do jury
losta cidado funeciouar o o Sr. doutor juiz de di-
reito, que tem de o presidir aos trahallios, de novo
marcou o dia de boje para o principio da sessao.
THEATRO (NACIONAL

Correspondencia.
Srs. Redactores. Chegando ao meu conhecimen-
toquealguem mo queiia imputar o ter tido parle
na insiTcao da caluinuiusa diatribe que contra o Sr.
Antonio Botelho Pinto de Mesquita, da fundicSu da
ra d'Apollii, sahio na Pos do lirasil n. 59, declaro
solemnemente, c da maneira a mais positiva, que
nilo livo a menor parle, nein sciencia de seuielliaiile
publicagflo; sendo talvez acinleinenle espalhado os-
le boato por esso infame calumniador que se quer
de mi queru e Lo auarlar da "finJ a" mais au- #SmJ!ft ^aS SS
- .. ww wwpira mv ,' *,< r" iimn-aiH, o<7, pui (rm,
as medidas ou pesos, antes ou depois de aferidos, ou
revistos se acharcm falsificados, pagar o infractor o
triplo da multa cima declarada no primeim caso
por cada urna medida ou peso falsificado, o suffrer
seis dias de prisiio. Na mesma pena de 2#000 rs. a-
cima" declarada incorreraoaferidor que fizer a afe-
ritjo por menos do marcado padrilo da cmara, ou
negar-se a prover logo a aferigilo d,ue Ihe fr pedida,
ou deixar de a documentar.
Art. a. Fica suspenso as aforigocs de pesos o uso
de fazer-se accroscimo por argolas ou ganchos que
se possam fcilmente separar, devendo estas ser sol-
dadas, e as pegas mencionadas nos bilheles de aferi-
gao, sb pena de pagar o aferidor l/uoo rs. pela in-
fracgilo de cada peso.
Art. 4. Ninguem poder vender mel, leite ou azei-
te de luz falsificados: os infractores pagarilo 6/u00
rs. de multa.
Art. 5. Os padeiros silo obrigados a ter no maior
ass-io e limpeza a manufactura e deposito dos piles,
assim como a fabrica-los com farinhas silas : os in-
fractores serilo multados em 12/OoOrs. eperderilo as
farinhas se estiverem arruinadas.
Art. 6. Fica prohibida a venda degarapa de qual-
quer natureza que seja : os infractores serflo multa-
dos em 3 '/.i00 rs. e soffroro seis dias de prisiio; e
na reincidencia, alm da mulla dobrada, sofTrerilo 15
dipsde prisiio.
Art. 7. Fica prohibida venda do agoas ardentes
aos escravos, sem que estes apresentem bilheles de
scus sonhores, por elles assignados, que autorisem
a venda : os infractores serilo subjeilos s penas do
artigo antecdeme.
Art. 8. Nentium vendedor de couros poder man-
da-Ios expor ao sol em outros lugares que nilo sejam
areal do urum, das Cinco-Ponas, Cabanga, cortume
dos Coftlhos, emquanto nesses lugares nilo houve-
remedificagOes: os infractores serao multados em
12^800 rs.
Art. 9. Nenhum vendedor de carne secca poder
expraosol as carnes, .senflo nos lugares indicados
no artigo antecedente: os infractores serilo subjei-
los a metade da mulla do artigo antecedente.
Art. 10. Os portos dos embarques se conservarlo
lunpos e sem algum embarago que incommode a con-
currencia das pessoas que re destinarem aos embar-
ques, sol) pena de pagar 2/000 rs de multa o admi-
nistrador ou capataz do porto embaiagado.
Art. 11. Fica prohibido a qualquer mestre, ou do-
no de navio, qualquer que seja a sua denominagilo,
amarrar ou fazer amarrar, ou dar espas nosesteios
UK
SAN-PR4NC1SC0.
H0JE,14 0OCORItF.NTF.
F,m beneficio de D. Ursulina Esmeralda da Luz e
Silva, se representar o novo e gracioso drama
ARTUR, OU DEPOIS DE 16 AN.NOS.
Sendo a msica de dous coros decomposigao do
Sr. Jos Fachineth, apparecer a vista de marinha,
junto a qual se esi construindo nma nova barca,
quesera langada au mar: a manobra ser execula-
da com tal illusflo, que o director se persuade que
muito agradar ao resnetavel publico No fim do
drama se dangar a polka, rematando o espectcu-
lo com a graciosa farga
O DUEI.I.O NO TERCBIrtO ANDAR.
A beneficiada pede e espera que todos os senho-
res que se dignaram aceilar-lhe bilheles de platea
se dignein remunerar-lhe na mesma noite, no ca-
marote do frente nohre, n. 27, ondeseacliBr para
recebo-Ios; quanto aos camarotes, ir pessalmen-
te pelos meamos fazer o cortejo do costume.
O espectculo mo principiar sem a chogada da
autorizado que deve presidir
O director, constado-lhe que ha quem invento
que elle brbaramente leva pelo beneficio destase-
nhora (orphila de i ai e que tem juz a ser protegida) a
quautia do 200,000 rs, declara que he also, pois
geraluiente tem vendido os beneficios para soulio
ras a 150/000 rs., e pHra homens a 160/rs.: sendo
osla mais fovorecida, porque o director pagou alm
do mais a composigao da msica ao Sr. Jos Fachi-
neth.
-- Pai a aporto la Figueira, Lisboa ou cida.L^
Porto partir at o llm do rormiW meZ n Sr*
cho portuguez Mara & Joaquina : tem a maior n
te do seu cirregamenlo : para o resiente, a
sageiros trala-se e<>m o consignatario na rua'dnT
piche, n. 44, Firmino J. F. da Rosa. *
Para o Aracati pretende sahir at 20 do pre,
te o hiato Novo Olinda, mestre Antonio Jos Vison
os pretendenles a carregar, se entenderdo Con,,:
mesmo mestre no trapiclie Novo, ou na rup da r
deia do Recife, n. 17, segundo andar.
Vcnde-se a hiate portuguez -speculador i|e i
te de seis a 7,000 arrobas, de muilo boa construen
enovo: os pretndentes pdem v-lo eexamn.|
no ancoradouro,' defronto -do trapiche lo Angelo"
para o ajuste, na ra do Trapiche, n. 44, com Firo,
t.o Jos Flix da Rosa. 1
Para a Baha sahe o hiato Exalaca', poresl*
diasr e por ter a maior parle da carga promiu
quem no mestno quizer carregar ou irde pass*ePm
dirija-se a loja de ferrageiis, junto ao arco da Conci
gilo do Recife. '"
Leudes.
- I.ellffo que fazem L. G. Ferreira & C.. Por nter
veneno do corretor Clveira.de 300 b.rric wm f.
ni de trigo, por con., e risco de quem pertoncV
hoje, 14 de oulubro. s 11 horas da manh.la, no Tea
armazem. ra do Cnngalves. n
- Schafheillin &t Tobler farlo leil.lo, por interven,
gao ,io correlor Uiveira, de gr.....e sirlimonio 3.
' deSe'la'.]H e nl*^0',fl,,' as Mis opriM do
,T. m!^ 80fi"r,d',-ft'ira.6 Jo crreme, as 10 hor.s
da manhSa, no seu armazem, ra da Cruz
r i' i"'*oyle ir ,el,a' ',or inlerveneflo do
rZl'?0,,"e,r"' lle-um P"Wto8oriimeniod, h-
zendas mglezas pr9Ximamente despachadas: tercu-
rer i7,!ocorrer!te ; m nnp. ,u m..2a v..n
seu armazem da ra da Alfandega-Veiba'.""" '
Avisos diversos.
TflBATUO NACIONAL
tllentica.
Com a- insergflo destas linhas muito obrigaro a
quem he de
Vms. muito atiento criadu
Dent Botelho Pinto de Mesquita.
itecfe, 7 de oulubro de 1848.
COfMEftCIO.
ALFANDEGA.
RENDIMENTO DO DIA 13...........14:790,282
Bescarregam ftofe, 14 de oulubro.
Brigue Guilherme farnha e mercadorias.
Brigue Challeicge mercadorias.
Brigue Paulina dem.
CONSULADO GEBL.
RENDIMENTO DO DIA 13.
Coral .........
Diversas provincias
CONSULADO PROVINCIAL.
REINDIMENTO DO DA 13............ 909,793
---------
Moviment do porto. .
brada, sotfrer quatpodiasde prisSo.
Art. 12. Os donos de balangas e pesos queasfal-
cilicarem com iccrcscimos, qur movis, qurfixos
serao multados em 12/uo rs.
TITULO XII.
Sobre diversos meios de commodidade e de manter a te-
guranca e tade dos habitantes, etc.
Artigo 1. Sao obrigados os donos de tanques e
deposito de agoas a prestar prompta e gratuitamen-
te toda a agoa que Ibes fr pedida e se fizer necessa
na para apagar os incendios; assim como todos os
moradores das casas, em que liouverem cacimbas
as immediagOcsdaquelle quarteinlo, serao obliga-
dos a tranquear a entrada para tirar agoa, requisi-
tando ao juiz de paz ou aos delegados as medidas de
precaueno, para nao serem prejudicados, sb pena
dequalquer dos infractores pagara multa de 4/000
res.
Art 2. A cmara marcar por editaes os lugaros
que devem servir de piagas de mercado de capim.
enha, nortahee, fruclas e outras especies de comes-
tives que costumam vender asquitandeiras : ..s que
lora dos lugares mareados depositarem os referidos
objectos, serao multadas em 1/ooOrs., ou suffreru.0
24 horas de pi sao.
TITULO XIII.
Da vuccina.
10.1,916 Artigo 1. Todas as pessoas que tiverem manda-
1:585,70 d0."'"nios para que sejam vaccinados, aquellas que
o lorem, pudendo por si ser responsaveis, licarao
obligadas a voltara repanigao da vaccina nos dias
que Ihes forem indicados pelo facultativo encarrega-
do da inoculagSo: os infraclores serflo multados em
6/ouii rs.
Art. 2. Aquellas pessoas que, tendo vollado nos
das designados, se ausentarem da repartido antes
que seja extrahido o puz ; aquellas que deixarcm de
comparecer segunda e terceira vez contra a ordem
do facultativo, serao subjeilas s mesmas penas-do
artigo antecedente, servindo para applicag3o das
multas impostas em um e oulro artigo o mappa que
apresenlar o facultativo.
1:689,486
DA
RV A DA PRA1A.
Di vertimento oflercoido a todos os habitantes des-
i CiaisC,
DOMINGO, 15 DE OUTUBRO.
A beneficio de dous pnrlicularos, representar-se-
na a linda comedia
O RETRACTO DE MUITAS FAMILIAS.
Personagens prineipaes da dita comedia, e os nomes
dos actores que a representan.
O cavalheiro. Cunha.
0 morgado. Cabral.
Ilenrique. --Jos Alves.
Leonor. D Josepha.
A ba roneza. D. Vicencia.
Jorge, cria do gracioso. Santa Rosa.
Andr. Fiel.
Rosa crjada. |>. Jesuina.
<>s miei vallus do drama seiflo preenchidos com
bellissimas sy iiipliunias; no lim la pega o autor San-
ta Rosa cantara a mu applaudida aria que lem por
titulo
O MSICO CHARLATA'O.
Pora lim a lodo n divert nento a jocosa farga
OS D US,
na qual Santa Rosa esforgar-se-ba por bem desem-
peuhara paite doinglez O beneficiado avisa ao pu-
blico que nSo he preciso levar cadeiras para os ca-
marotes, pois llavera assnnto em lodos
Piucipiar o iiverlimenlo s oito e meia horas
com a chegada das autoridades.
Publicflco Liltiraria.
OGENTIL ENAMORADO
acaba de sahir do prelo. O autor dcsla obra faz
scieenle aos Srs. que a assignarm, que queiram
lera bondade de a ir receber no pateo do Colle-
gio, loja doSr. ourado n. 6.
Avaos mar limos.
Vavio entrado no dia 13.
V,iS!?ifV M di"' 8lera francoa Panopge, de
J39 toneladas, cpit9o Angoste Ronche, equipa-
gem 15, carga pao campeche ; a Dedier Colorobiez.
TITULO XIV.
Dif.posico'es geraes.
Artigo l. Todas as multas c penas seMo duplica-
das na reincidencia, quando nao vierem prevenidas
nos respectivos artigos.
Art. 2. Se algum fiscal, por suborno ou patronato,
-- Para o Assu spgue, impreterivelmente al 15 do
correnle.o brigue brasileiro Sagitario: para carga ou
passageiros, trata-se no armazem da ra da Cadeia
do Santo-Antonio, n. 23.
- Para o Rio-de-Janeiro sahe, com a maior bre-
vidade possivel, o brigue nacional Ligeiro : ainda
recebe alguma carga : quem no mesmo quizer car-
regar ou irde passagem pa a o que tem .asseia-
'loscnmmodos, dirija-sea Manoel Joaquim Soares ,
na loja de ferragens ao p do arco da Conceigo ,
ou a Novaes & Companhia, na ra do Trapiche ,
n, 34. *
Para o Kio-Grande-do-Sul sair impreterivel-
mente, ateo dia 25 do crrente o brigue-escuna
Um homem casado, brasileiro, de
boa conduela, pela qual d pessoas que a
afiancem, se o(T-rece para caixeiro de rui
dequalquer casa He negocio, ou mesmo
para algum engenho : na ra de Uorlas,
junloa igreja dos Marlyrios, n. iqi, pr-
ineiro andar.
D. Josepha Francisca Rosa annuncia ao resrei-
tavel publico une de sua casa sahio Iludida uiti*
pardinha forra do nome Cordulina d 13 annns
poucomaisou menos; consta estar lecolhida eni
casa de Francisco da Silva Itna-Visla : e para que
nao leve extravio por qualquer pretexto faz o
presente annuncio
O aballxo tssignado morador na ladeira da Mi-
sericordia!, enipjinda faz scienle que Ihe ilesap*
parecen, no dia loVl" correte, pelas 7 horas da noi-
le um relngiu cyifndro, com passador de ouro, bs-
tante grosso: quem doli liver noticia ou b resti-
tuir ter em recompensa 40,000 rs.
Pedro de Arau/o ArgolleFerro.
Aluga-se a casa da la da Trompe n. 13 : trilla-
se na ra larga lo Rosario, n. 14, primeiro andar.
Aluga-se ummolequede 18 anuos, de boa cou-
ducta : na praga da Independencia, n. 3.
sao convida,ios lodos os Srs. terceiros profes-
aos da veneravel ordem carmelitana para compare-
cercm no consistorio da mesma nrdein no dia sb-
bado, 14 do coriente outtubro s lOboras da m-
iibia, a assistirem a mesa geral, que nesso dia tem
de decidir negocios desumma imp;i taucia.ein cum-
primento dos respectivos cslatutus, como mandn o
Kxm. Sr. bisgo diocesano. O Sr. I ir juiz do civel da
segunda vara pmvedor de capellas, comparecei
igUMlmente para turnar Couliecimento do ceitos
actos.
Quem precisar do una ama para casa do pou-
ca familia a qual faz todo o servigo de purlas a
dentro dirija-se a ra do Nogueia n. 15.
Precisa-se de um furueiro : na ra Direita, pa-
daria n 82.
Precisa-se alugar urna canoa do carreira q'ie
leve seis pessoas : na ra. la Cadeia-Velha n. 56.fc
Aluga-se o armazem n. 42, da ra Nova : a (ri-
lar por ciuia do mesmo ou na mesma ru Nova,
n 24.
Aluga-se urna casa com terreno no lugar da
Torre, prxima ao rio, bem suflicienle para qual-
quer familia passar f.-sta por prego muito cum-
inodo : na ra do Cotuvello, n. 31.
-- lia 10 dias que se ausentou um pfirdinho de 9
annos, de nome Andr, claro e cahello louro ; vie-
se passar em um romhoi, par o mallo : quem o
encontrar o podei levara ra da Aurora n. 4, un-
i ser recompensado de seu traballiu
Ouem acbou um relogio saboneta, com caix
de ouro urna pequea correte querendn ies-
liiuir, leve-oao pateo lo Carn.o, n. 11, segundo
andar ; pois se supiOetercahido da algibeira, se-
guindoo pateo do Carnio, ruaseslr>ita e larga Rozarlo praga da Independencia Crespo caes I
Alfandega at a portada mesma.
-Constandoa Antonio Rodrigues de Almeida que
se quer vender urna Casa de sobrado do dous amia-
res no largo da Boa-Vista peiteiicento a Snra. D.
Mariadel'inho Borges, declara quo ha nella uina
bypolboca : e para que iilnguem compre engallado,
faz o presente annuncio.
AOS ILLUSTRISSIMOS ACADMICOS.
O resBmo da historia do Brasil, com o mawpa dos
hachareis formados, cometa ser distribuido em Oiinda pelos Srs. acadmicos, eni
allenglo a sua bieve retirada Apezar de faltarein os
ndices, cuja impiessilo esla-se- concluindu, o au-
tor roga eespera a salisfagflo do importe do assig-
ualura no arto da entrega, visto que, na occasiao
de sahir a ultima fulha do prelo tem de pagar a ly-
pograpbia o restante da impress3o cuja despe/.a
muito exceden ao seu calculo. A distribuigflo dos n-
dices se fara dentro de pon-ios dias.
A UMAO N. 27.
Este numero est importante .pela materia doseus
artigos, mxime a resposta do Sr. Cmneiru da Silva
ao Diario Novo : -acha-se vends nos lugares- J
annunciados.
MUTIL
---' ^-"
-v


l.L
sk
Q-

Lotera do thctro publico
desta cidade.
A importancia de 2:3ioooo rs. em bi-
f|ictes|iie nao fram vendidos al o lia
qii> foi marcido para a exlracco desta
lotera, fez com que nao pdense realisa1--
je o andamento tas respectivas rodas,
por isso que nem o Iheatro pode icar
rom, o resto dos bilhetes, e nem o theson-
reiro est disposto a tomar obre si essa
auantia. Se a lotera n3o correo, a cul-
pa be smente. dos amantes deste jogo,
que nao concorreram a comprar esse res-
to de bdheies, e dos especuladores dos
bilhetes de loterias do Hio-de-Janeiro
que, para promoverem seus particulares
interesses, entendemque devem por tro-
pecos s loterias da provincia. Fortanto,
esta oovamente designado o da x-j do
corrente para o andamento das ro las,
continuando a estar venda nos lugar.es
docostume D resto dos bilhetes queexis-
teni. Se antes dessedn ese resto desap-
parecer, as rodas andarao inmediata-
mente.
a mesa regedra da irmandatie deS. Benedic-
to desta cidade de novo convida a todos os irmios
emgcral para comparece rem amanliiia, 15-do cr-
lente, no capitulo d.a mesma irmandado, s 9 horas
ilo dia, parase tratar de negocios de urgoncia..
a'quem lhe faltar
A peswa que lhe Tallaren) 3 travs dirija-se a rua
je S<-Amaro, venda n. 8, que se dir quem as pegou
indo pelo rioabaixo.
Precisa-so de u llrasileiro ou Porlugoez para entregar pilo com um
proto n rna : recebe-so at mesmo nilo saben lo da
niesma arte : na padaria do paleo -- JoHquim Cavalcairte de Albiiquerquc faz sciente
que oni seu engenho so acha 4im pardo, de nome
Flix que diz ser escravo do Sr. lenle Thomaz
Pcreira Pinto, que procurava senhor para o comt>rar:
portanto, o dito Sr., ou pessoa por elle autorisada, o
podera vir buscar que o annunciante o entregar
pro mpta mente ; porin nilo se respnnsabilisa pela
fuga do dito escravo Engenho Caulista, ID de
oulubrode I88.
OSr. Jos Paulo do llego Brrelo dirija-se a
ruadol ivrnmeiito, n. 14, toja de Francisco Caval-
cante de Albuquerque a negocio que lhe diz respeilo.
--No paleo ila matriz de S.-Antonio, n. 4, segundo
andar ,1"R5 se pSSSajjortes para-Jcnlro c fora do
imperio, despacha in-so escravos e corrom-so fo-
Ihas: ludo cun a maior brevidade posslvel, o por
diminuto prego.'
Arrenda-se, ou yende-so um sitio na estrada de
S.-Amaro para Belm sahindo da ponto/dola, a di-
reila, o terceiro sitio ,, muilo bem plantado e com
boa casa do vivenda : quem o pretender dirija-se ao
sitio grande que teni um mirante ao p da mesma
ponlezinha ou no largo do Corpo-Santo n. 114.
FABRICA DE PIANOS.
Kui do Queimado, >. 12.
Joiio Vigncs, tendo dirigido urna das primetras fa-
bricas de pianos em l'aris e tendo qtialro annos
de residencia nesta cidade, onde, pela quantidade
de pianos que tem concertado o afinado, de todos
os autores e de todas as armacOes acha-se habili-
tado para apreciar os defeitos dcstes ; por isso fa-
biici pianos de proposito pura este paiz de modelo
novo o riquissimo os quaes offerecem todas as
vantagens reunidas a boniteza c srguranca dos su-
periores : lamhem concerta o alia pianos coro toda
a perfeigilo.
-- Urna pestsoa que tem de cen vaceus e que nilo lem Ierras nos suburbios
desta cidade onde as pnssa conservar para desfruc-
tnrii leite convida a quem as tiver, e trflo liver vac-
ras a sociar, concorrendo cada u n com' o que
lem: Quemial negocio quizer, dirija-se a rua do
Hangel, n, 45.
U abaixo assignado declara ao res-
pcitavel publico .que, tendo comprado
urna porcao dededaesde piata ao Senhor
Augusto Marcn, pai, com fabrica de ouri-
ves na ru.i de ts.into- \ nlonio, no IWo-de-
Janeiro, como se prova pela factura do
nit-smo Senhor, acontece ter-se verificado
seren ditos dedaes de cobre e nao de pra-
la, romo julgava o abaixo assignado ; c
como nao queir i engaar a pessa algu
toa, iog# aos seus freguezes que compra
un os ditos derdaes de os levarem rua
da Cadeia. de Santo-Antonio, n. i3, no
hotel (jommercio, alim de reccbcrcm a im-
portancia que deram por elles ; pois que,
sendo engunano pelo mesmo Senhor Au-
gusto Ataren, nao era a soa intenc3o ter
igual procedimento para com o publico.
> Simn Louis
-'- Na padaria da rua da Guia, no llcclfo haver
todos os das a ven la o novo pilo de Provenga fa-
bricado poroutro modo que o aclual e da melhor
faiinha que ha no mercado : por este molivo nao ae
pode fazer seitno a 40. 80 e 160 rs.
Aluga-se urna grande casa terrea na rua I ipe
rial com linas salas 7 quarloa, cozinha lora, quin-
tal murado e cacimba : ua rua do S.-Goncalo so-
orado n. 59.
^ llavera iiuje ii-isao do coiiccllio deliberativo : o prf-
weiro secretario convida o Srt. socios a couiparecercui.
Precisa-se de urna ama de leite
que o tenha bom e bastante, forra o
captiva : no Alerro-da-Ba-Vista, loja
n. 78.
Na rua Direita, padaria n 36. da-sa pilo de ven-
lagem a prolas, sb respousabilldadc de seus se-
nhores.
Aos pais da familias.
Umasenhora queja ha annos vive deensinar pri-
meirasletlras, contar, grammatica portugueza, cos-
tura chSa, lavarinlo, marcar e todas as qualidades
de bordar, que ltimamente tinha aula na rua do
Hospicio, mudou sua residencia para a rua da Ribei-
ra na lina-Vista, casa terrea, 11. 86, oahi se acha de
aula aborta, prompta a receber qualquer alumna que
se IheofTorcga, por prego comino.lo.
NOVO PAO DE PROVENGA.
Vende-a lodoi os diai. \J
O proprictano da padaria epaslellaria franceza i\
do Alerroda-Hoa-Visla, n. 50, desojando agradar QP
cada ver mais aos spus freguezps, resolveu ofl'ere- A
"T-lhcs um pSn one se fabrica em Provenga por L
^J um prnuesso iiiuitodifferente do ordinario, e i|u, fj
9
exlgiudo farinha dai mflhore qualidades, mere- g\
ce a preferencia do publico, pela sua alvura, 11
a pureza e dellcadeade sua fabrira^ao.
S se farao pes de 40, 80 e 160 rs., e ser fcil
conhcc-los pela sua forma oblonga e elfganle.
Na mesma casa conlina-se tainbein a vender
ji boliohos para cbi de tudas ai qualidades, e tam-
? bem a enfeitar bandejas ricas para bailes e sa-
Vy ros. O
A mese regndora da ordem terceira de S.-Fran-
cisco tem marcado o prazo .le dons mezes desta dala
para toilos os seusdevedoros, tanto do alugueis de
casas, como os de foros, virem pagar o que esliverem
a dever, nilo Ibes servindo de pretexto o terem afo-
rado iiovos terrenos de marinha, porque, lindo este
prazo, serilo executados;para cujo lim se deverSo en-
tnnder com o irmSo procurador-geral da mesma
ordem.
Preciaa-s de urna mullier branca de idade, pa-
ra o servico de um homem estrangeiro, com urna
lillia de 4 annos-, a qual d urna ou duas (ancas a
sua conducta : na rua larga do Rozario, n. 8, ao p
doquarlel. Na mesma casa vende-se urna prela d
meia idade muilo habilidosa para todo o servico
interno e externo de urna casa : o mais se dir ao
comprador.
-- Na rua do Vigario 11. 19, deseja-se fallar ao Sr.
Antonio Jos Vaz de* Miranda visto ignorar-se a
sua morada.
Uina sonhora se propOe a ensinar meninas fra
desta praca, em algum engenho : quem de seu pies-
limo se quizer ulilisar anuuneie.
Furtaramde Francisco de Paula Freir, no din
11 do correte do seu sitio em S -Amarinho pelas
5 horas da tarde, um cavallo ruco bom carregador,
deiia as cunas para a uireita bem fcito de OSSQ31
lem varios ferros e entre estes um 3 ; consla que
soguio para o sul. Roga-se s autoridades policiaes
a apprehensiio do mesmo cavallo.
Anda esta parase vender o sobrado n. 7, sito
na travessa da Madre-de-Deos por preco comino-
do : a tratar na rua da Cruz, n. 50
~ Quem quizer urna ama para tratar de meninos ,
ou para reger urna casa dirija-se a rua estrella do
Kozario, n. 3.
Antonio Ferreira Braga embarca para o Rio-de-
Janelro o seu escravo crioulo, de noina Joo.
Aluga-se urna casa terrea na rua Bella, com 3
salas, ;i alcovas, cozinha fra quintal e cacimba : a
tratar na rua do Collegio, n. n. 15, segundo andar.
Precisa-se do urna ama que tenha bom e bs-
tanlo leite : ua rua de Ho> tas, n. 71.
Aluga-se a casa que foi do fallecido Geraldo
Antonio4a Rosa ua Passagcrn da-M.fg.'.slen para
se passar a festa com bando no fundo do sitio : a
tratar na rua Direita, n. 3
~ Arrendam-solres casas 110 silio do Cajueiro ,
com bous comiiiodos paia se passar a festa, ou por
anuo, proprias para grande familia: a tratar no
mesmo sitio assimcomo vonde-se urna olaria com
barro para toda obra grande terreno para ter vac:
cas de leite e planlacd na Passagem-da-Magda-
ieua defronto da Capunga. No mesmo silio tambero
se vende urna rica cama grande, com armario, cor-
tinados e enxergdes.
Um rapaz de 30 annos e que tem alguma ins-
truceo se olTereco para cauero de qualquer ca-
tabelecimento com especialidade de cobrancas :
quem Je seu presumo se quizer ulilisar, dirija-se
a Ponto-Vellia, n. 5.
Jos Antonio Marques romelte para o Passo-de-
Camaragibe o pelo Manuel de iihciIo Angola a
entregar a seu senhor, Antonio Jos Marques
Quem precisar de um homem para ensinar prl-
meias letlius ou pina caixeiro doarmazeui, 011 de
engenho, 011 para destilador de ago'ardente, ou mes-
mo para administrador de olaria ou sitio, dirija so ao
Koite-iio-.Mallos, rua do morim n. 32.
Nova, n. 30, loja de Domingos Antonio deOliveira.
Km irsposta a 1 crgunla que no Diario do hon
lem uie foi feila pelo Sur. jAutonio J. Ferreira
Guimariies; declaro que o mesmo Sr. ocpupou ero
ininha loja o lugar de ollicial de sellciro, o apezar
deniloler muito bom procedimento, comtudo o
conservava em miilia casa,tolerando sempru suas re-
pelidas faltas al que so despedio, polo simples
laclo de eu liaver processado um seu amigo e coin-
panheiro. He o que teulio a responder-lhe e decla-
ro que lhe no dou una resposla snlisfacloria em
aiienco a una familia a quem respeilo e o mesmo
Sr. boje se acha ligado.
Joo da Silva Braga.
Arrenda-se, pelo tempo de festa ou animal-
mente urna boa casa com muitos commodos no
Poco-da-Panella a qual foi do doutor Jugo Lopes :
quem a preteuder, dirija-se a praca da Boa-Vista|,
11. 33, segundo andar.
Precisa-se de urna ama de leite, queseja sadia ,
elenha-ocoin abundancia : na rua das Cruzes, n.
22, segundo andar.
Jos MooleiroPereira retira-se para fra do im-
perio. 'u
Precisa-se alogar urna escrava que saiba bem*
cozinbare fazer todo o tnais servico de una casa
de pouca familia : na rua do Queimado, n. 4.
Precisa-se'de um caixeiro de 12 a 14 annos, das-
tes chegados ha pouco do Porto : ua roa da Floren-
"il'ltu'ga-seao'>r. thesoureiro da'lotera do iheatro
nublico que nao pague, caso saia premiado, omeio bi-
ihttc uuin.ro 148, dj mesma lotena que corre a Id do
crreme, seuao a'seu proprio dono, oprelo Thomaz,
que he escravo do Sr. Jos Alves Mamede.l-errelra.
Aluga-se o bem ennhecido silio na entrada do
Cordeiro, de Nuno Mara deSeixas, s proprio para
algum negociante estrangeiro ou oulra pesaoa que
tenha traUmenlo : na rua do Amorlm, n iS.
Alugau-sr dous sitios rom multo boas acomuioda-
c>s um uacaiiipinha da Casa-Forte e oulro na rua
da dita povoico coi 11 cochelras e cavallarices; assim
como varias casa*, de pircos commodos para se pau-
sar a futa : tratar na rua do Amonio, n. 15.
Compras.
Compram-se escravos que sejam ofUcias de car-
pina, de 18 a 35 annos. e de boas figuras ; pagam-se
bem, sendo de bons costumes e peritos no seu offl-
eio poissfio para urna encommenda do hio-de-Ja-
neiro : na rua do Amorim, n. 35, a fallar com J. J.
Tasso Jnior.
( Compra-s um missal anda queestja bastan-
te usado com tanto que esteja completo : na rua
Nova n. 14, segundo andar, ou annuncie.
Compra-so pevide to melancia : na rua Direita,
n. 58.
Compra-se um sobrado de um andar ou casa
terrea, prel'crtr-se no bairro de Santo-Antonio e em
boa rua : ua rua de lionas, n.112, se dir quem
compra
Compra-se urna sella de casco inulez com lo-
dos os pertences em bom uso : as Cinco-Pontas ,
n 71, ou iinnuncio.
Vendas.
Vende-se urna porco de taboado de amarello,
sendo costadinho e assnalho, e tambero 12 taboas de
louro, todo de boa qualidadc: na rua da Praia, n. 35,
e para tratar, as Cinco-Pontas, n. 32
Vendem-se ricos cortes de cosimira pelo dimi-
nuto preco tle 3.800 rs. cada um : na rua do Quei-
mado .loja de miudezas, n. 24.
Vende-so urna parda moga qne lava bem, lauto
de sabn como de varrella, faz renda e cose chito : na
rua da Cadeia do Recife, casa 11. 53, segundo andar.
No Aterroda-Boa-Vista de-
fronte da calunga
hilo chegado muitn bons marroquins.couroile lustro
o bezerros francezes : tudo de superior qualidade e
por prer;o commodo.
Vende-se um mulalinho de 15 annos tle idade,
muito propiio para pagem, e por preco commodo :
na roa da Cadeia do Recife, n 14.
Vendem-se 4 lindos moloques tle 16 a 18 an-
nos; 5 pretos tle 35 a 30 annos; 3 pardos de 16 a 18
annos ; duas mulatinhas de 7 a 14 anuos com prin-
cipios de habilidades, 5 prelns tle 12 a 35 annos en-
tro ellas algumas com habilidades : na rua do Col-
legio n. 3, se dir quem vende.
-- Venderse um bonito molequeda Costa, de 20
a 32 linos sem o mais pequeo tlefeito nem vicio,
o que e :ifiiin$.i so comprador : na rua da Cadeia
do Recife, loja de fazendits n. 55.
Na rua de Agons-Verdes,
n 46,
vendom-se duas bonitas escravas tle naglo de boa
conducta de 18 a 30 anuos, peritas engomadei-
ras e cozinheiras ; una dita que faz totlo o servigo
de nina rasa ; urna dita de 25 annos por 300/ rs. ;
urna dita por 230/ rs.; nina dita com um uinlequi-
nlio de um anno e meio por 380,000 rs. ; urna dita
boa engommndcira e cozinheira para fra da pro-
vincia por 520,000 rs ; um pardo moco, offlcial de
alfaile, por 400,000 rs ; dous escravos ; e um boni-
to moleque tic 18 aunes.
-- Vende-se nina ptima casa moderna, no largo
do Manguiulio toda enviilracada com 6 alcovas ,
duas grandes salas cozinha fra ,. cacimba toda
murada com dous porles, sendo um de cocheira ,
o porto de embarque e dosembarque por prego
comino,lo na rua do AragSo n. 9.
Vende-se urna escrava muito sadia boa lava-
deira e quitamleira e que lie muilo propria para o
servigo de campo por commodo preco : na roa
Augusta, u. 46, casa terrea confronte ao fiscal de S.-
Jos.
Vcndo-se um lindo escravo de 20 a 34 annos,
por prego commodo : na loja 11. 5, que faz esquina
para a rua do Collegio.
A 64o is.
Vendem-so lengos degarga de todas as cores, pa-
ra seiihora e meninas a tinas patacas : nilo ha nata
mais barato. A elles antes que se acabem. Na rua
Vende-se um cabriole! sem cobeita com
cavallo ou sem elle : na rua Nova, n. 54.
Vende-se urna canoa de carreira : na rua Au-
gusta n. 60.
Na rua do Livramenlo, loja do nicho,
vendem-se cortes de cassa e de caro-
braia de tintas linas e de padres boni-
tos a 2,500 e 3,000 rs.
Vende-se Jesus-Christo permite o seclo mi
os novos testemunliosdas scieucias, 1 v.; Desciip-
980 da cidade do Porto com um mappa 1 v. ; His-
toria ta revolugflo tle Pernambuco em 1817 pelo
doutr Francisco Muniz Tavares 1 v.; Portugal ve-
Iho 5 v. ; Poema, os burros, 1 v.; Cartas de Joao
A. de Macedo : ludo por prego commodo : na rua do
Queimado, n II.
Na loja da rua do Crespo, n. JA,
ao p do arco de Santo- \ntonio vendem-
se pee a de na iapolao fino, enfeslado,
i 5,5oo rs. j ditos de gallo dourado, u
4,000 rs.; pecas de bretanlia de tolo, com
10 vara, u 2,000 rs.; pecas de cassa dequa-
dros brancos, proprias para babados,
com 8 varas e meia, a 2,600 rs.; sarja de
seda, preta, com quatro palmos de largu-
ra, propria para vestidos de senhora, a
i,5oo rs o covado ; mantas de tarlatana,
para senhor, a 1,000 rs. cada urna ; di-
tas de laa e seda, para meninas, a 2,000
rs.,ede seda 87,000 rs.; casimiras infes-
tadas, proprias para palitos c calcas, a
2,5oo rs. o covado ; cortes de cassas finas,
com 6 varas e meia 2,5oo rs.; e outras
muitas faendas, por proco commodo.
' V*ndem-se tljoios '\e alvenaria rosta, de mul-
lo bom barro.bem cozidos.proprios ale pira obra oe
ees.postos em qualquer porto de obra ou no embar-
que da olaria, tudo como convier ao com',r,dor' "T"
lo mais commodo preco posslvel, e sendo porgan1 u
milheims mais se attendera no prego: a quem con-
vier dirija-se, a tratar na rua estrena do Rosario, n
' Vendem -se na loja tle Manoel Ferreira Ramos.na
ruado Crespo, quo faz quina para a doQueimaao,
corles docambraia de cores superiores, a S-000"^
ditos de tarlatana.a 3,600 rs.j ditos de helmira.aS.5oti
rs; cortes de algodo o sed para collete, a 500 rs-,
meias casimiras, 500 rs. o covado; corles de velludo
para collete, a 3.000 rs.; assim como um vanado sor-
temen to tle pannos linos pretos e de cores, casimiras,
selins, etc.
Tinta solar.
Esta tinta serve para marcar a roupa por mais li-
na ou grossa que sj ; 6 usase sem prei>aragflt>
alguma, engommandoa roupa c cscrevendo com
penna de ganso expe-se ao sol por uina hora e
depois torna-se preta duravel e impossivel de tles-
hotar na lavagem : vende-se no escriptorio de No-
vnesfic Companhia na rua do Trapiche, 11. 34,
I,0d0 rs.
- Aoi de perola.
para tirar sardas, rugas cem-
liellezar o rosto.
Este celebre cosmtico M por muito tempo s
conhecidode poucas pessoas nos Estados-Unidos;
porm sua grande utilidade tornou-o o comestico
mais popular qne se usa nostoilets modernos : cos-
ta cada frasco 3,000 rs. envojto no competente re-
ceituario: vsi\da-a no eCfiptOttp do Novaee *
Companhia, na rua do Trapiche, 11 34.
Vende-sc um sobrado de um an-
dar, na rua do Hospicio, junto venda
do Leo de ouro, com bons commodos,
grande quintal, com poco d'agoa de be-
ber, e qu est livre e desembaracado.
A 1,600 cada um.
Na loja do Guimarfles & C, que faz esquina para a
rua to Collegio, n. 5, vendero-so barretes de seda
para padre, pelo barato prego de 1,600 rs. cada um.
A m.NHEIRO
pro muito batato prego sapillos de lustro do urna so-
la para homem, a i.nnn rs.: borzeguins para dito,
a 3,200 rs.; saptos de duraqtie tic Lisboa, a 800 rs.;
ditos para meninas, a 500 rs.; dilosde lustro, n 1,000
rs ; ditos de setim branco para sonhora, a 1,600 rs.;
sapatOesde hezerros. a 3,200 rs.; sapatos de lustro o
marroquim para meninas, a 500 rs. e outras quali-
dades: tudo roccnlemcnlc chegado : na rua da Ca-
deia do Recife, n. 35.
ATTENC-A'O.
Vendem-se, nos Arrombados, as madeiras segoin-
les.: travo tle 25 a 48 palmos, enchameis de 22 a 36
ditos, mos travessas de 30 ditos, caibrosde 30 e de
40 ditos : todas oslas madeiras silo de primeira qua-
lidade: os compradores dirijam-so a dito lugar que,
escolhendo e ajustando, manda-se trazer s obras o
por prego muito commodo, e tira-se toda e qualquer
maileira quo queiram.
Firmino J. F. da Rosa vende muito superior pan-
no de algodo trangado feto na Bania muito pro-
prio para saceos de assucar assim como para roupa
do oscravos por ser muito encorpado : os preten-
tlentes dirijam-se a rua do Trapiche, n. 44, primeiro
andar.
Pasta de flor de lyrio.
Esta superior preparago, a melhor at hoje co-
nhecida para limpar os tientes o conserva-Ios se.n-
pre alvos e livres ta pedra e carie, conserva a forti-
licagilo das gengivas o evita a accumulagilo do tr-
taro pelo seu uso regular : cusa cada boiSo 2,000
rs. e vai cnvollo 110 competente receituario : ven-
de-se no cscriplorio de NovaesA Companhia, na rua
do Trapiche, n. 34.
A soa de mcl
para fortificar e limpar o cabello, removendo a cas-
pa couservando-lhe o lustro e massieza ejpromo-
vendoao mesmo lempo a aegito salutar das raizes,
e desta sorle fazo-Ios crascer com mais vigore bel-
lea. Esta til e agradaveljigoa he preparada e des-
tilada 1I0 mol de abelhas "conlin 11S0 s todas as
suasvirtudes como tambero um aroma superior
aos mais agradaveis perfumes : vende-so no escrip-
torio deNovaesc Companhia na rua do Trapiche,
n. 34.
Um novo sortuiiento de
ripeado monstro.
Vendem-se na loja de Guimarfles &C, que faz
esquina para a rua to Collegio, n. 5, novos risca-
dos monstros do padres modernos e lindos, pelo
mosmo prego tle 320 rs. o covado.
Silo chegados os mais ricos cortes de tramoia de
seda, recentemento vindos de Franca, os quaes ri-
valisam om qualidade aos de cambraia e seda: o seu
diminuto prego he de 6,000 rs. cada corte : vnde-
se nicamente na rua do Queimado, loja n. 17.
Vende-se um lindo moleque de (3
a 14 annos, pouc"o mais ou menos, sem
vicios, nem acbaques, e proprio de todo o
servico, e para pagem : na rua do Crespo,
loja n. 2 A, se dir quem vende.
Vende-se uina preta moga de bonita ligura ,
por prego commodo : na rua do Crespo, n. 15.
Vendem-se terrenos productivos, em porgo
maior ou menor ,e por baixo prego : na. estrada que
vai da Soledade para Olinda sobrado do primeiro
silio depois de passar* groja de Belm, ao lado es-
querdo nos dias uleis al s 8 horas da mandila e
das 5 at as 6 ta Urde o uus domingo* dias san-
ios a toda hora do dia.
.ADO I


*

ii; '
i'
Vende-se colla de superior qualidade, das fa-
bricas do Rio-Crande-do-Sul : na ra da Moda ,
I). 7.
-- Vendem-seseis bonitos moloques pecas de na-
CBo de 10 a 18 annos, sem vicios; dous lindos mtila-
tmhosdelia 16 anuos; tmi mol-co de elegante II-
{- i ', muilo lioin olTicial dealfaiate.s e vende para
engerido ou Corada proinda; cinco escravo* de bo-
lillas figuras de 20 a 5 anuos, bous para servir; o da
campo ; tres bonitas pretas de naclo de 20 a 24 ali-
os, que engom mam bom, cosinhamecozein; Iros
negrinhas recolhidas de 1a 13 annos, coro muilos
bons principios de habilidades : na roa do Vigario,
2*. se dir quem vende.
- Vende-se um lindo cabriol com todos os per-
tences, por 250,000 rs. : a ver. na rua das Larangei-
ras, n. 15.
Na loja de quatro portas da ra do
Cabug, n. i C, do Duarte, tem um
completo sortimento de perfumaras, pr>r
precos mais coinmodos do que em outra
qualquer parte.
Cortes de cassa.
Na ra do Livramenlo, n. 14, he cbegado um pran-
de sortimento de cassa de ren, padres e de supe-
rior qualidade por prec,o commodo ; fustito hran-
co, a 500 rs. o covado ; e outras muitas fazondas
baratas.
-- Vende-se por preco commodo algodfio tran-
cado de superior qualidada fabricado na Baha,
proprio para saccosde assucare roupa de escravos ;
lio em nvelos da misma fabrica : na ra da Cadeia-
Velha, n. 9, primeiro andar.
*
lauto
a os
Vendem-se ueste armazem os superiores
chaiuios de iran
vindos no patacho hespanhol Huracn
rentos, como cui caixinhas de 500.
PRIMORES da fabrica de Francisco Gros muito
superiores, emcaiiiuhas de 100 ;ealm destasn.ua-
Iblades outras ja amiunciadas e que se vcndem
por precos com modos.
No mesmo armazem so vendem por presos rasoa-
veis os seguinles gneros excellontes e novos: quei-
jos londrinus ; presuntos fiara fiambre, tanto ingle-
ses como de Westphalia; sardinhas e hervilbas,
muito novaseem latas; licores finos em garrafas
com rolhas de vidro ; ditos om garrafas communs ;
marrascliina ; vinhu do rhanipauha Bordcaiix ,
Sauterne e Porto em garrafas; excellente ccrvpja
branca e preta em garrafas o mcias ditas ; azeilc
doce refinado em garrafas ; conservas de todas s
qualidades muito fresqmnhas frascos com fruc-
ias em espirito ; espcrmuceto de varias qualidades ;
qm-ijusflamengos novos ; cha hy.sou superior, mui-
to barato : alm desles gneros outros muitos pro-
prios desles estabelecimentos.
Vendem-se meias dealgodao feilas no Porto ,
sardinhas escuchadas muito novas, om barricas e a
retnlho, cera de Lisboa minio pura, e arroz do cas-
ca, ludo por prego commodo: na ra da Praia, n.
37..
Vcnde-se urna loja de miudezas, com poneos
fundos que n3o excedero de 700/ rs com arma-
Cflo leudo de cada fazenda una porc,5o : tambem
se vende smente a armacSo sem as fazendas : no
Aterro-da-Boa-Vsla n.58.
Algoda trancado da fabrica
de Todos-os-Saulos da Ba-
ha,
muito proprro para saceos de assucar e roupa de es-
clavos : vende-se em casa de N. O. Bieber & Com-
panbiu na ra da Cruz, n. 4.
Para vestido de senhoia
Vendciu-se lindos coi tes de 1.1a transparente, para
vestidos de seuhora muito baratos ; luvas de pel-
lica pnfeitadas, para seuhora a 2,800 rs. ; dilas li-
sas brancas e de cores; chapos de palha aborta;
ditos do dina ; ditos lisos ; fitas de sel im lavrmlas ,
milito lindas; bicos de seda brauco e de todas as
larguaas ; crep de cores ; sapalos de na oqui 01 ,
lustro setim o de iluraque de Lisboa ; bozepuins,
tudo para seuhora ; llores para chapeos e cabeca de
seuhora ; um sortimento do perfumarlas; e outras
fazendas por preco commodo : na ra Nova, n. 30,
loja de Domingos Antonio do Olivoira.
% 800 rs. !
Vendem-se lencos de garca de divejsas cores, pa-
ra pescoco de senhora e jneuinas a dous Cruzados
cada um : na ra Nova, n. 30 loja de Doniingcs An-
tonio de Oliveira.
Catangas de porcellana.
Vendem-se calungas de porcellana de diffprentes
tama ribos, a 1,0(10, 1,500 e 3,000 rs. cada um : na
ra Nova n. 30, loja de Domingos Antonio de Oli-
veira. ,
Vende-se a dinheiroou a prazo urna taber-
na que vende bastante para a trra a qual Icm de
fundo 500/ a 600/000 rs. : na ra das Chico-l'onla ,
n. 12, primeiro andar.
Vende-se urna escrava crieula de 30 e tanto
annos, que faz todo o arranjn de urna casa com pe
feieio faz doces, cose iolTriveliiieote, e eugomma
multo bem : o motivo por quo so vende se dir ao
comprador : na ra do Collegio venda da esquina,
n. 25, que fui do Sobral.
Vende-se urna prea da Costa; moga, de boa con-
ducta e que be ptima para vender na ra : no
Aterro-da-Boa-Vista, n. 3, primeiro andar.
No(deposito da roa da Cruz, n. 26, recebeu-se
da Baha da bem acreditada fabrica de Francisco
Croz, os excedentes charutos rcgaio.se Bahia-yellow,
chegados recentemente no patacho- Olireira.
Chcgaram em fin mais navalln.s
de ac da t.hiiia : a sua qualidade o nropriedade pa-
ra evitare mesmo curar as molestia cutneas, be
superior a lodo elogio, e por issn ja seu autor foi
agraciado : as verdadeira venueru-se na ra' larga
do Ito/ai o u. 35 onde tambem se vendem facas
garfus de osso pulido feilio de murlim ; linissiroua
tal do principe ; botos para camisa a republique;
facas o garfos para sobre-mesa ; oculos para todas a*
Hades tambem de vidraca azul, proprios para es-
ludar do noile; e outras muitas miudezas baratas.
Esleirs do Ara caiy, alMO rs.
cada uin.i:
vendem-se na ra do Amorim venda n. 36, do An-
tonio Joaquim Vidal & Companhia : tambem se con-
tinua a vender o melhor caf moido que se fabrica
nesta cidade.
Vende-se urna casa no lugar da Capunga per-
o dojrio feita de pedra e cal, anda nova, toda en-
vidracada a qual rende 10,000 rs. monsaes: vende-
se metade. a vista : a tratar no paleo da S.-Cruz n.
8 ao p da botica.
Vendem-se, na ra Nova, loja n. 18, do M. A.
Caj, casacas de merino de superior qualidade, com
gola de velludo; ditas de panno fino ; sobre-casa-
cas de todas as qualidades ;e toda o qualquer obra
feita tanto superior como mais inferior ; panno fi-
no ile todas as qualidades; casimira branca, muito
superior; dita preta ;e toda o qualquer fazenda que
fr precisa para qualquer obra Na mesma loja ven-
de-se um escravo para o servico de c'ainpo.
-Vende-se um checheo muito manso e excel-
lenle cantador ; bem como urna grande serpenle
viva encerrada em urna forte gaiola propria para
ser levada para qualquer paiz estrangeiro: na ra
da Florentina, n. 16.
ATTF.NCAO'.
Vondem-se facas muito linas para mesa, com
cabos de cliifre do veado pelo barato proco de
5,200 o a 6/rs anda mais finas ; torneiras de metal,
de lodos os tamaitos ; bolOes dourados para farda ;
eoutias muitas ferragens por proco muito barato:
na ra Nova, loja n. 39, de Andrade & Moreirn.
IIISCADOSilONSTItOS
Vendom-se meados monstros a 260 rs. o covado:
na ra Nova, n. 26, loja do Tinoco & lloclla.
Venilem-so riquissimos corles de seda para ves-
tidos ebega los ltimamente de Franca pelo ulti-
mo navio : na ra Nova n.8, loja do A mar I
Vende se iVotass* muilo superior,
cliegada ha poneos dias, em barris peque-
nos, e por preco muito commodo : no
caes da Alfandega, armazem de Dias rer-
re mi.
Vende-se a veiMa da ra da Madre-de-Deos,
n. 9 com poucos fundos o a armacuo muito com-
uiO'ia : a tratar na mesma venda.
Vende-se muito superior lagedo de Lisboa ; cal
virgem em barris do 4 arrobas, por mdico preco:
na ra do Vigario, n. 19.
P BOM NEGOCIO. *
Vendo-so, pela justa avaliacAo, una parle de um
sobrado em situacilo de commerco casa bom cons-
truida e que ofiereco grandes proporces para lu-
do: a parle que so negocia excede a um terco e
---------.. .. p.lu ,. ...... |.......,, .,., .,-,..,|(| uiuhci-
ro a vista mollior ser para quero comprar: na ra
do Caldeireiro, u. 62.
Vende-se caivetes de cabo de ma-
dre-perola, de utna falla at quatro ; di-
tos de punlial ; lesonras para iinbas. li-
liveira Irmos & C, rua da Cruz,
n. 9.
Vendem-e barra pequeoot com cal virgem de Lis-
boa, a mal nova que ha no mercado, por preco cara-
moda: na rua da Moda armazem o. 17.
Vendem-se queijns londrinos os mais fresesao
que ha no mercado ; latas com holachlnhas de ara-
mia; ditas com hervilbas; ditas com sardinhas
na rua da Cruz, no llecife n. 46.
Vende-se urna cama dearmacSocom lona.qua-
si nova por preco commodo : no Aterro-da-Boa-
Vista, n. 48.
* vende-se, na venda de Benlo JoSo Cardozo, na
rua Direita n. 95, superior cal de Lisboa, em barris
de4 a 5 arrobas, chegada prximamente por mais
commodo pre^o do que em outra qualquer parte.
Vende-se urna casa no lugar da Capunga, perto
do rio de pedra e cal, anda nova toJa envdraga-
da : vende-se por menos de seu valor, recebendo-so
metade a vista : no pateo da S,-Cruz ao p da bo-
tica n. 8.
FARELO,
a 4,500 rs. a barrica : no armazem n. 20, de Joaquim
da Silva Lopes, confronte a guarda da alfandega.
Vendem-se divas de vidro, mu
bem enfeilad pira guai
J"
IU>,
por
preco commodo: na loja.de quatro portas
da rua do Cabug, n. i C, do Duarte.
Tijolos de marmore.
Vendem-se lijlos de marmore, hrancos o azues ,
doiOpollegadas quadradrts por proco commodo:
na rua da Cruz, n. 18, primeiro andar.
Vendom-se saccas com fardo pelo barato pre-
co do 2,400 rs.: na rua da Senzalla-Velha n. 138.
rua daManguelra, naRaa-VIfU, u. 11. com grande i com
modo, quintal multo grande r inmtntarvorrdua lo, por preco o mal raioavel poitivrl: iraiaie na n?"
do Aragio, n. 37. '
lgodao mpnstro de 8 palmos
e meiu de largura.
Na loja n.5, que faz esquina para a rua do Colio-
ro de Guiniarflesi Companhia vende-se a nov
fazenda de algodo branco muito proprio para toa.
Ihas pelo barato preco de 640 rs. Da-so amostra.
Vende-se muito superior biscouto francez de
Rheims : na ruada Cadea-Velha, n. 29.
CHA'HYSSON,
de ptima qualidade 2/240 rs. a libra : na rua di
Crui, no Recife armazem n. 13.
FARELO '
a 3#ooo rs. a sacca
nos armarnj na. 1 e 3 do caes da Mfandrga, e no de a,
35 da ruado Amorim, de i. J. lasso Jnior,
Riscados monstros.
Vendem-se superiores rliradoa nionslros, j bem co-
nhrcidos tanto pela qualidadr romo pela largura em
demasa, pelo barato preco de 280 rs. o covado listes
riscados sao chegados ltimamente: as cores sao runs,
e o padnVs muilo modernos e de bom gosto : na nova
lo/a da Kstreila da rua doCollegin, n. 1.
Vendem-se ttulos de divida da thesouraria ge.
ral: no armazem da rua da Cruz, n 13.
ultiiDa moda
ditas de costura ; ditas com
catuve-
nas
Les j colberesde metal do principe, para
Cha ; saca-rollias de patente ; es tojos de na-
vaibas; afiadores, com sua competente
pedra; dos melhoi es que teem apparecido :
na loja de quatro portas da ruado Cabug,
do Duarte.
Vendem-se chapeos de palha d.i
Dalia, para homem, a6,ooors., e de se-
nlioraa i,a8oe4,ooo rs.: na. rua do Cabu-
g, n. i C, loja dequatro portas, do Duarte.
<&f ^Q;fVfVVVW-fV?^f?T''iTt>
Potass nova c superior.
Agencia da imdica >
l.ow-Ioor, rua da .^enzullu-
nova, n. \'2.
Neste estabelecimento contina a ha-
ver um completo sortimento de moendas
e meias moenda, para engenho; ma-
cbinas de vapor,e tachas de ferro batido e
coado, de todo os tamanhos, para dito.
Vende-sevinho verde, muito bou e sem enn-
feiciloalguma.a 200 rs. a garrafa; vinegre branco
ile Lisboa muito forle f no paleo do Carino, venda
n. 1.
Vende-se a loja da rua do-Crespo n. 5 A, com
os fundos existentes: a tratar na mesma loja.
Vende-se u ni escravo de 18 annos, de muito
boa conducta e que he ptimo para qualquer ser-
vico : na rua Direita, n. 16, sobrado que faz esquina
para S.-I'cdro.^
l*otfissa.
Desembarco ; poucos dias ia por-
cao de barris pequeos, com muito nov.i
e superior potassa, e se acbam venda,
por preco mais barato do que ltima-
mente se venda, na rua da Cadeia- Velba,
armazem de Bailar & Oliveira, n. 12.
Vendem-se chapeos de caslor branco a
1,000 rs. : na rua do Queimado, n. 22.
Veude-se cal virgem de Lisboa em barra de 4
arrobas cliegada pelo ultimo navio, por prefo commo-
a tratar com Almeida ti Fonieca, na rua do Apollo
A 1 .s 000 rs. ,
ancoretas com azeitonas superiores : ven-
lein-se nn caes da Alfandega ,
n. 7, de Francisco Dias Ferreira.
Chapos da J
JL
da
o rrrto 7ffi
Vende-se a a5ors.cada libra,na
rua do Apollo armazem n. 18, ou
na na da Cadeia, n. 4<>-
Vendem-se luvas de pellica para
senliora, enfeitadas, a j.rioo rs. ; dilas
para homem, de diversas cores, de pon-
to iiiglez, a 1,000 rs. ; dilas dealgodao a
5oo rs.; dilas de seda a 800 rs.; ditas pa-
ra senhoia a 1,280 rs. ; lencos de giava-
ta, de seda, de 1,000 rs. a 1,600 rs. ; ga
I5es entre-linos de diversas Lrguras ;
espiguilhas, gales falsos, e volapis, por
pr. eos coinmodos ; bicos do Porto, de di-
versas larguras, de 80 a 160 rs. a vira ;
ditos franrezes, de bonitos padrocs ; filas
de seda, n ge 12 ; fices francezas ; len-
cos de garca a 1,000 rs : na loja dequ.lro
portas da ma do Cabug, n 1 C, do
Duarte.
V
ende-se ca? vir
gem
navio, em
de Lisboa,
barris pe-
c liega (1.1 no ullima
(|lenos, por me
quer parte ; na
zem n 17.
Vendem-sc dous pianos fortes de jscarand ,
:nos doque em outra qud-
i rua do Trapiche, arma-
chegados ltimamente, que, alero de'si'rem u
roagnilico ornato do urna sala, teem excedentes
vozes, sendo o mechausmo da umita approvada no.
a invenclo, cbamada icpilidor patento do Col*
lard : em casa de Kcller & Cornpauliia
Cruz, n. 55.
Vendem-se acge)
Casimiras elsticas.
Vendem-se superiores cr|es de meia casimiras els-
ticas de pura la, pelo barato preco de 2000 e 3T)00 ra.
o corte de caifa : na nova loja da estrella, da rua do
Colleglo, n. 1.
Vende-se um bonito sortimento de
boles de seda, para casaca ; ditos para
vestidos de meninos ; ditos amarellos, de
Pedro II; ditos para militares, de ca-
vallaria e infanlana, ditos para bines de
pagem, brancos e amarellos, de bons pa-
droes ; ditos de niassa, para fardamenlo
de cacadores ; ditos de vidro, de'diveisas
cores : na rua do Cabug, loja de qualro
nulas, do Duarle.
Vende-se vinho dp Porto, muito su-
perior, pelo baralissimo preco de i,i2ors.
em caadas, e 160 rs. a^airafa : no becco
da Lingoeta, n. 8, venda de Manoel.(ion-
tal ves J'ereita.
(tinba ck Amorim teem para ven-
der, por baralissimo preco b nisconi 4
arrobas de cal de Lisboa, para fabrico de
assucar, da melbor qualidade que ha
ueste genero : na rua da Cadeia do Kecife,
n. 5o.
Vende-se aicatro da Suecia, de
boa qualidade, em barris bem acondicio-
nados ckm ai eos de ferro: na rua do Vi-
gario, ii 4-
Veude-se, na rua do Vigario n. 2*, boa bola-
cha para oscravos, por muilo commodo preco.
Cera de Lisboa.
Vendem-se superiores chapeos francezes do ulti-
mo gosto de Paris, chegados ltimamente no bri-
guo Kelie- Mathilde; bonples para meninos ; chapos
de massa de todas as qualidades al o diminuto
preco de 2,400 rs. : na rua do Queimado, loja de
chapeos, n. 38.
Vende-se urna banilo escrava com as habilida-
des necessarias para urna casa de familia; um mulo
que .Je.nscSo, de 18 nnnos ; um prrtc ds Sioaita i-
gura por prego muito rasoavel, para lqudac.lu :
io paleo da matriz de S.-A 11 Ionio loja n 4.
Vendem-se missaos romanos: na rua de S.-Fmn-, ,
cisco oiHr'ora Mundo-Novo n. 66.
A 41,000 rs. cada um.
Na loja 11. 5 que faz esquina para a rua do Colle-
gio, de tuimarnes & C, vendem-se chapeos de sol de
seda verde, azul e encarnada, pelo diminuto pre^o
de 4/000 rs. cada um.
Fazenda,nova.
Vondem-se lencos de garca com.ramos de matiz,
gosto inteiramenle novo ueste genero ditos com
bico de blondea toda : tudo por commodo prego.
na rua Nova n. 30 loja de Domingos Antonio de
Oliveira.
Bscravos Fgidos
Na rua da Cruz, n. 60, ha um completo sortimen-
to de cera de Lisboa eme* ixas de todos os liima-
uhosque os compradores desejarem; assim corno
laiiibeui ha una grande porcilo da que vem em gm-
, na rua da I mee em pHo veude-se por menos preco do quuem
joutra qualquer parte.
ua cx-J C 1 a VIP V NH
linda COmpailhia dt l' eruambuco |.la Uh marca COMETA.uro. factura nova: ven-
Fugio urna crioula de nomo Calhnrina, com
ossignaes segiiintes : alta, rnag>-a ; tero a barriga
um tanto crescda nariz grosso,, denles bonitos ;
levou um rniipo de riscadinho- cor de rosa, tima
saia de lila e outra do chita esverdpada com dous
buhados guarnecidos com fita de velludo proln um
cabeceo de cassa de qoadros com aherlura e botOes,
panno da Cosa sem oslar embainhado ; levou mais
urna sua filha de mime Maria de dous anuos ; tem
as coxas unidas a ponte de a fazor espalhar os pos
rara os lados; suspoila-se que estoja escondida em
Fra-dc-Porlas eauspeila-se mais outra cousa de
que.por nfloestar bem csmerilhada, tifio se faz docla-
raefio lguma: quem a pegar ?ve-a ao Airrro-da-
Uoa-Visla, n. 42, que sea gratificado: tambero se
protesta contra quem a livor oceulta
--Fugio, nodia 7 do crrente, um escravo tri-
gueiro porm tem o cabello acabuclado ;'. tem no
Oslo algumas espinhas de 24 anuos punco mais ou
monos; levou calcas brancas, camisa de roadapo-
lilo, e chapeo de palha; lio de poucas fallaste na-
tural do serillo do Ceara ; suppOe-se tor seguido por
esla estrada, 011 de ou tro serillo. Ruga-se s autori-
dades policiaps e capilesdo campo que o appre-
hendaiii o levom-noa rua da Cruz, n. 37. Declara-
se que osle escravo veio remettido do Ceara por Jos
Smith do Vasconcellos. (Barateiro. )
Fugiu, no dia 8 do con ente, o prelo Caclano
escravo do Jos pereira da Silva, genro de Nicolat^
Rodrigues da Cunta ; levou um paiiicum com pilo
que andava veudemlo pela Varzea o seus suburbios.
Roga-so as autoridades puliciaes e ca|Mliles de cam-
po, que o apprelieudam e lovoin-no a S.-Anna em
casa do Sr, Nicolao Rodrigues da Cunha que pa-
gara todas as despegas.
Fugio, do bunio do brigue Argot, no dia 7 do
crrente, pelas 7 lloras da noile uro escravo roa-
rinbeiio ,de nome Jos, denacilo Cabinda altura
regular, ebeio do corpo; representa ler 22 anuos
pouco mais ou menos rosto redondo sem barba,
olhus graudes ; levou caigas o camisa do zuarte azul
e Cin,ta enramada : quem u pegar leve-o a bordo do
lilo nrigue, ou a Amorim Inultos, na rua da Cadeia,
n 39, que recebera boa gratificarlo. .
-- And fgida e consta que vaga as ruasdesta ci-
liado una parda clara, le nomo-Gctrudes natural
doMaialihiio; be gorda, de estatura haixa, d 40
a}46 anuos ; lem a falla aportuguezada ; levou ves-
tido de riscado de quadrus ja desbotado e 11 m cha-
le de Illa e algodau verde-escuro ; tero o coslume de
embriagar-so; auppde-se ler cuito na rua do llan-
gel, onde ja foi vista : quem a pegar,leve-a ao Ater-
10-da-UoH-Vista n. 86, secundo andar, que sei re-
cumpensado.
Anda contina a estar fgida a preta crioula,
de lime Maria, de 16 anuos pouco mais ou menos,
eslalura e corpo regularos com Talla de alguns den-
les na frente da parlo superior falla um pouco de
vagar indican lo vergonha ; levou camisa de algo-
dAuziuHb vestido de chita cor de rosa brincos en-
carnados de louca e cuntas azues no pescocu ; vei
ha pouco doselito de Carirys; torua-se conhecida
pelos modos o feic/Ses; oxisle toda a descuiiliauc-i, ou
ceiteza de que esleja occulta em alguma casa nesta
prca pelo quo roga-se. a qualquer pessua que a
pegar, oua descubrir, dea levar a rua do Torres, no
escnptoi io do Jofio Pin tu de Lomos & F1II10 quo se-
ra recompensado ; protestando-so perseguir com to- *r
du o ngur ibis |fmiis da lei a qualquer pesaos que a
ver oro seu poder, e uilo a mandar restituir.
b.iiucw3su|)uiiuu luuiouc inurum ; iinissiiiiaal 1, I, -----1 ----",. m
esouras para uuhase para costura: colheres de me-Je raraniDa : 110 CSCriJlOriO t O-I 8 /"B a* c,uz'"oHec,fe'n- 17-
. r ^"^ v I Veude-e urna casa terrea muilo e
urna casa terrea muilo grande, sila na
Pern.
NA TYH. DE M,
V. DE FABU- l^b"
v
-/
ILEGIVEL


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E1USSKLX5_5QSOZX INGEST_TIME 2013-04-24T16:48:49Z PACKAGE AA00011611_06536
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES