Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06522


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Full Text
Aiin XXIV.
Quinta-feira 28
O DHR0 publca-se todos os liajque nao
/orein de guarda: o preco da signatura he
de W00 rs. por quartel,, agoi adiantadm. Os
..nuncios dos assiguantes sao inseridos
rasiio de 20rs. porlinha, 40 rs. em typo dif-
ferente, e as repeticfles pela metadc. Os nao
.signantes pagarao 80 rs. por Mnha e 160 rs
ein tyP diUerente, por cada publicacao.
pHASESDA LA NO MEZ DE SETEMBRO.
CreseenU, a5, s6 horas e24 nln. da tard.
la cheia, a 13, s 3 horas e 59 mln. da manh
MinaoanU, a 19. s 7 horas c 38 mln. da manh
un nota, a 27, s 7 horas e 10 mln. da manh
PARTIDA DOS CORREIOS.
Goianna eParahiba, as segs. e extas-feiras.
Rio-G.-do-Norte, qiiintas-feiras ao meio-dia.
CaJ)o, Serinbaeni. Rio-Formoso, Porto-Calvo
e Macelo, no 1., a 11 e 21 de cada mez.
Garanhunse Bonito, a8e23.
Roa-Vista e Flores, a 13 e 28.
Victoria, s quintas-feiras.
Olinda, todos os das.
PRKAMAR DE HOJE.
Primcira, s 6 horas e 6 minutos da manh.
Segunda, s 6 horas e 30 minutos da tarde.
de Setembro te 184.
N. 910.
DAS DA SEMANA.
25 Segunda. S. Firmin. Aud. do J.doi or-
ph. do J. civ. e do J. M. da 2. v.
20 Terca. S. Cyprlano. Aud. do J. do c. da
1. v. edoJ.de pat do 2. dist Je t.
27 Ouaria. S. Cosme c Hmiiao. Aud. doJ.
doc. da2. v. e do J. de p.-u do' dist. ,1c i.
28 Quinta. S. Venceslao. Aud. lo I. de or-
ph. d* J. M. da I. v. "
29 Sexta. Jf> S. Miguel Archanjo.
30 Sabbado. S. Jcronymo. Aud. do J.do c.
v. e doJ. de paz do 1 dist. de t.
1 Domingo. O 5a. Itozaro deNossaSenhora-
CAMINOS NO DA 2 DE SE TEMURO.
Sobre Londres aSSd. por If rs. a80d.
Pris
T.isboa 120 por cento de premio ,
Rio-de-J meiro ao i.ar.
Dse, de lett. de boas firm is a I ',',' O mei
AccOesdacoMip.de Kberibe, a.W'r*. boj.
Ouro.Oricas hospanholis 320000 i M#i'*>
Muida de 6^00 v. 17fW)l> a 18*000
de6Mfj0n. 164W a loVUOO
de4>K)0... 9/900 a 10/000
PralaPatacoes brasileiro 2l)40 a 2JD50
Pesos columnarios. 2f>40 a 2fw
Ditos mexicano..... 1/900 a 1/920
1 .i-'!

PERMAMBUC
PEfiNAMBUCO.
PIIOPA.ANDA HOJKEOPTICA.
XX
Em inrJlcl fados Ho lii.ln, r it p.iNvrj. poHco,
He* non verba.
to de Franca, eprofessor da escola de medicina ;1 e no fazer da medicina. Peco a V. S. desculpa da minha lexpressos, que, em sua representacio me dirige di-
Hotel-Dieu pelo nao menos dstincto Bailly, e o foi com prolixidade. I recta o indirectamente o celebrrimo t oncoino go-
os mesmos medicamentos preparados na Allemanha, I Tr>m por lim a representacio do concelho geral de cal de salubridade ou o su audaeioso presidente, e
Apenas me con-
.. por lim a representacil
e na niesma casa que os Tornela aflahnemann; mas es- salubridade publica OU smente do sen presidente o Dr. Joaquim de Aquino Fonseca
ses dous homeus,
profunda instrucc
TmEtb^ e-preste sens benelieios aos'seus ma.opalhas >fc Untom aporta_*.
saios nio tinham sido cordados c successo algurn feliz; habitantes, c com multa particularidad a classe po-
bre, que em lugar do encontrar na allopalhia a vi
AO PUliCO.
Ah vai hnje-passar pelos olhos de todos o o lucio qnc
ao Eun. Sr. presidente da provincia enviara o bom rio
concelho geral de salubridade publica de-Pernambuco,
'ou smente o seu mui digno e philantropico presidente,
o lllni. Sr. Dr. Joaquim de Aquino Fonseca. Ah tendes
boje de ler nessa peca, benvolos leitores, o rancor que
os meinbro dnrnnrplhn leein homreopallila e a inini
que nunca os offrndi.
Eu nao os eonhrco pessoalmentc, e apenas urna so ves
vi e.sse presidente, que to desalmadamente me tem per-
seguido, e a quem nem por isso detesto ; porque me nc-
' cupo smente de enmbater principios e opinies que
lupponho errneas, nao me importando com as pessoas.
Un ou (iiiirn arligo meu ir talvez salpicado de algu-
ma expressao picante ; mas, collocai-vos na minha po-
licio, e vede qual ser a prudencia melhor baseada nos
principios de boa educacao, que posia soflfrer de san-
gue fri os insultos, ultrajes e calumnias que se me
tecm cuspido pelos jornaes desta cidade. Acho-me bas-
tantemente munido de resignaco e paciencia ; porm
esta nao he coiua que se traga na algibeira para nos
servinnos d. lia todas as vezes que frmos oH'endldos.
Me nSoacensa a consciencia de haver vilipendiado pes-
soa alguma ; c por Isso era de esperar que os ineus ad-
versarios tlvessem para commigo o mesmo proceder.
Infelizmente assim nao tem acontecido ; os menos of-
ft-nsivos cpithelos que elles me do, sao os de charlato,
BVfnU'tir", npttnhilnr, ignnrttnt*. e nao sel innls que
mas o que Ibes hei de f.izer ? Deixa-los andar assim,
at que Qeos se amrele delles, r Ibes abra os olhos, pa-
ra que vejain a vc'rdade do que digo e faco.
Em legitmenlo a pnhi-.ir.in do omcio do concelho
geral de salubridade ao Kxm. Sr. presidente ir outro
iiu'ii ao lllui. Sr. Dr. chefe de polica que me maudou
responder sobre o contedo.daquelle. llaveis de ler um
e outro, e, qualquer que seja ojuizoque vos dignardes
de fater a meu respeilo, dcil me submetterei a elle.
Pernambuco, 24 de setembrode 1848.
Dr. Sabino Olegario Ludgem l'inlta.
lllni. Sr. Sirva-se V. S. respouder-me sobre o
eontrdo do oflcio que por copia Ihe remeti. Dens
guarde a V. S. Secretaria da polica, 22 de agosto de
1848. lllin. Sr. Dr. Sabino Olegario Ludgero PTnbo.
Antonio Htnriquei le Miranda, chefe de polica.
a lllm. i Biib. Si. O concelho gera! de salubridade
publica, trndo de observar o disposto no 7. do artigo
o." da lei provincial n. 143, que Ihe iiiipoc a obrigaco
de reprimir os efleitos do charlatanismo, ou seja noque
toca pralica da medicina, ou no que respeita venda
de drogas ou outrasquaesu,uer preparaces phannacru-
licas, nao pdedeixr de representar a V. Ex. contra o
tralamento hoinceopalhico que o Dr. Sabino Olegario
I.udgero Pinho principia a empregar nesta provincia ;
porque, apoiado as mais poderosas autoridades e em
factos e eicriplos que ninguem at boje tem ousado
contestar, cri que esse tratamenlo, que especuladores
aprrgoam contra a verdadeenmo novo, nao he mais do
que um ineio de que aiguns mdicos, arrenegando dos
principios professados as escolas em que estudaram,
se teein servido para especular c adquirir fortuna, que
de outro modo nao conseguirn!; illudindo assim a boa
Ji do povo, ,que quasl sempre se deixa levar por ludo
l( quanto ihe parece niaraviUioso, mesmo quando aquillo
que se Ihe fas crer, choca o bom senso.
A origlnalidade da doutrinaftmii ra de seus principios, e alguus successos Como verda-
deiros apregoados com enlbusiasmo prla imprensa alle-
ma, desde que Hahnemann publicou em 1810 seu Or-
ganou da arle de cura, Hseram com que essa pretendida
doulrina perenrresse a Europa, onde encontrou partida-
rios que por nielo de annuncios elevaram s nuvens
sua efcacia; mas ex|ieriencias inethodlcas, tentadas
por hoinens imparciaes e devolados liumandade, de-
nonstraram que essa doulrina era intil, seno nociva
todas as vezes que conviuha obrarveom presteza. Seu
fundador, perseguido em l.cipiic, thealro de sua expe-
riencias ou expluracdes, teve de refugiar-se em diver-
sos punios da Alli'in.inli.i, d'onde em pouco lempo ex-
prllido foi demandar bospilalidade rin/ranea em cuja
capital viveu e acabou desconliecido, deixando sua
inulher a tarefa de propagar em seu prpveilo a hoinreo-
palhia. pelo que foi condemnada pelos'lribunaes, c o
tralamento liouioeopathico, anexar de lodos oscsl'orcos
de seus partidarios, foi prohibido pelos goveruos de di-
versos est.idos da Europa, onde leve desrr experimen-
tado, elie hojegcialmente despiezado, mesmo naquclles
l'.ii.-.cs rujos goveruos nao llie fizeram a honra de probi-
bi-lo. Nao foi por ceno arvalidade, que fe rejeitara
houiteopathia; mas a experiencia e probidade dos ho-
meus da arte,< pnrqiiauto, dispensando essa doulrina
urna boa parte d"'s conhccimeiitos mdicos, contentan-
do-se apenas com os simptoinas, sein iuiportar-se com
as leses orgnicas, tao numerosas quiio vai iadas, que
as determinain e entretein.promettrndo ella resultados
maravilhosos c seguros, e s vendendo os seus remedios
por elevado preco, quando nao sao um segredo e exis-
lem em.qualquer parte e por inulto menor valor, sein
um estimulo honroso, sem a prubidade c boa f que de-
ve ler lodo o liomem que professa a nobre arle de curar,
nao sera por lodos rcpelliila nina doulrina,que, deman-
dando poucos estudos, dando aos mdicos ponen liaba-
Iho, Ibei prometlia riqueas.
a lis ensaios honiceopalliicos nao fram condados a
mdicos de pouca importancia: em Lyo o Dr. Gucj-
rard,panldario decidido desses principios, tendo obtido
em 1830 trlnta leitos do Ilotel-Dieu, depois inef o a seus ensaioa na presen;a de numerlos discpu-
los e uiuilos mdicos, vio-se obrlgado, corrido de renco*
nha, a desapparecer no lim de 17 das de .iraUiicuiu
por elle prest iplo e seguido risen, allribuiudo seus
inos resultados a insalubridade do eslabelcciiuento,
de que os seus piedicos e cirurgldes se nao leem quei-
. _J(ado: em l'aris foi esse Iralanieulo eusaiado durante
> iffieies em innnmerosos doentcs" do hospital da Piedade
por A adra i, um dos mais disliuclos membros do iustiiu-
c essa Ilustre academia, ponderando ludo quanto se ha-
cia escriplo sobre a materia ein todas as parles em que
esse tralamento tinha sido experimentado, protestou
enrgicamente contra sua applicaco, c rejeitou una-
nlmldade o ppdldoenderecado ao ministro do reino pela
sociedade homreopathica, para que se fundasse um iios
pital dirigido segundo os principios de Hahnemann.
ii Em Leipzic, o hospital homienpalhico teve de ser
fechado ; em aples, tendo o re ordenado que cnsaios
se nxesiem no hospicio Dclla-Pace, vista de seus re-
sultados prohibi em seus estados o exercicio da iio-
mreopalhia ; ein San-Petersburgo o concelho medico,
depois de ter eusaiado esse tralamento, declarou-o in-
til e perigoso nos casos em queconvin obrar sem de-
mora; por toda a parle a experiencia rejeitou esse tra-
lamento, e segundo a expressao do autor do excellenlc
diccionario eneyclopedico, publicado em 1844, esse me*
(lindo bizarro nao pode ser adoptado.
A-doiitrina homa'opathica he reputada na Europa
como um meio de lucrar com a credulidade do povo,
do mesmo modo que-todos aquellos de que se leem
servido os especuladores; e he reconhecido como o ty-
po do charlatanismo; pois que se bazca sobre principios,
que. postoque falsos e absurdos, illudeiii, agradando
iinaginaco ; mas depois de algum lempo os aventurei-
ios, desanimados na Europa, volveram as vistas para os
paizes nascente; e um estrangeiro. batido all pela m
fortuna, e nao podendo ganhar o po,alravessou o Oca-
no,efoi levar capital deste imperiooiescandalos da Eu-
ropa,e nao satisfeito com tudo isto, tem mandado, como
pin all-oni i an gnvrrno, e escarnco nossa bella patria,
einis9arios aalgumas provincias,onde, zombando da lei,
leem reproduzido os escrijilos publicados na corte, e
seus escndalos. F. devera 0 concelho, tendo apoio as
leis, ficar impassivel? O concelho, Exin. Sr. nao quer
que a scicncia tenha privilegios, cssas niio sao suas
ideias; mas deseja que o charlalauismo nao se cubra
com as vestes dascienca: elle nao quer que a earidade
tenha limites; mas deseja que,sb a rpparencia deslavir-
tude nao te esconda osordldo intercsse.uem que com pa-
lavras filaies, e coinparacdes sacrilegas, c ein troco de
boa f, se venda, a peso de uuro, aquillo que de nada
serve : todava elle leria deixado de elevar a voz, e re-
presentar formalmente contra o tralamento hoina-opa-
thico, se visse que o tratamenlo s era intil, c que leu
propagador se diriga francamente ao povo, indicando
smenlo os remedios, como devem fazer todos os mdi-
cos; mas a experiencia tem mostrado que esse trala-
mento he por vezes nocivo, e para que os homreopathas
se sustenten!, he necessario que vcndaiu por clrvadissi-
mo preco diminutas dses de medicamentos que mui
pouco cusiam, oiique indiquein as botica.; en: que de-
vem ser preparados, porque entre sses especuladores
e o boticario ha parceria; e he justamente isto que nao
ptfe tolerar o concelho, tendo de dar cumpii nenio ao
aviso de 20 de agosto de 1846, expedido pola societaria
de estado dos negocios do imperio, exislimlo linda o
alvar de 22 de Janeiro de 1810, cuja execucao AcoU a
cargo das cmaras municipacs, pelo decreto de 30 de
agosto de 1828.
> Avista do que tenho a honra de ponderar V. Ex.,
he o concelho de opiniito que o tratamenlo lioiurcupa-
thicoseja prohibido, por ser um meio de especularlo
nociva, e porque he considerado por lodos os homens
illustres e profundos de todas as naedes cultas como un
verdadeiro charlalauismo ; mas, desejandu que o povo
se convenc do que se diz verdade, lembra quesera
conveniente que ao Dr, Sabino, que pui- annuncios de-
clara tratera inissao de propagar esse Iralanieulo, sem
diierdequem a recebeu.se frauqueie o grande hospital
de earidade para que lente experiencias sobre alguns
doenles de arl'eccdes agudas e clirouicas, c islo sb as
vistas dos facultativos daquelle estabeleciinento c dos
Uiembros do mesmo concelho, am de que esse doutoi-
demonstre a efneacia deste tralamento. O-concelho, con-
fiado na solicitude de V. Ex. c lembrado do apoio fran-
co que em lodas as ciicumstaucias tem obtido dos pre-
sidentes desta provincia, espera que V. Ex. se dignar
de dar as providencias necessarias para que a creduli-
dade publica nao v sondo explorada, s com o ui de
o (o i-se de cada consulla sommasaviiltadas, sem se le-
var em conla as vidas que expdem os doeutes, e se possa
com factos, presenciados pelos houieiis da arte, conven-
cer o povo quc.essa doulrina, mora na Europa, nao po-
de reviver c prosperar em Pernambuco.
Dos guarde a V. Ex. Sala das sesses do concelho,
28 de julho de 1848. lllni. e Exni. Sr. desenibargador
Antonio da (.'osla l'nlo, presidente da provincia. Dr.
Jnaquim de quina Fomtca, presidente do concelho.
i. i'iinlninie O piiineiro amanuense de pulira.
Aprigio Jone da Silva.
lllm. Sr. Accusando a recepco do ollicio que
V. S. se dignou de endetegar-me, acompaiiliando a
copia de urna representaeo que ao Kxm. Sr presi-
dente da provincia enviara o concelho geral de salu-
bridade publica de Pernambuco, tenho a honra de
dirigir-ine a V. 8., respondendo sobre o contedo
de dita representacilo, segundo me ordena no mes-
mo ollicio, datado de 22 de agosto prximo passado.
Antes da tudo permitta-meV. S. que Ihe agradeca
a urbanidadec delicadesa com que me tem tratado,
niio so em seus oilicios, como tambem na secretaria
da polica, ondo sera necessida le alguma porduas
vezes metem levado o concelho geral de salubrida-
de desta provincia. Silo estes actos de civilidadoe
lina cducacSo, que V. S. commigo tem despendido,
ttulos bastantes para que eu e todos os amigos da
homtcopathia Ihe tributemos o maior grao do res-
pcito e a mais alta considerado.
Talvez nao possa eu deixar de cansar a paciencia
de V. S., respon lendo a esse famoso libello que con-
tra a homojopathia, centra os homa'opathns e con-
tra mim em particular enderecou o concelho ao
Exm Sr. presidente; mas, sendo a materia e inte-
resse vital para a humanidade, sendo de tao i
a
ou oallivio de seus males, s acha nella b desespero,
adestruicilo e amorte! A homoeopathia, baseada
sobre factos incontestaveis que diariamente se suc-
cedem, quer no velho mundo, quema America, tem
adquirido pelos incansavets trabalhos e esforcos
inauditos de seus apostlos um bem merecido crdi-
to e urna popularidade tal, que tem feito tremer os
allopathas, inimi'gos ligadaes d'essa nova doulrina
inculca, e de todos os que a seguern com a mio na
consciencia e os olhos em Dos.
Diz o concelho, ou o seu presidente, urna verda-
de, quando aflirma que a homicopatliia foi perse-
guida em alguins estados; mas esta verdade serve
smente de eterno opprohrio aos mdicos allopathas,
por serem os motores de tilo barbaras perseguirles
a urna scicncia que, segundo previam, havia de con-
quistar por sua siuiplicidade. o pelos factos assym-
pathias de toda a populacho que se nio quizesse dei-
xar morrer debaixo do peso enorme do materialismo
allopathico. Nfo foi, porcm, o mesmo concelho Del,
deixando do dizer ao Exm. Sr. presidente, ou por
ignorancia ou por inqualilicavel malicia, que nes-
ses mesmos estados, onde os mcdicos,illudindo a boa
f dos governos, poderam adquirir um triumpho
ephomero contra a sciencia regeneradora da espacie
humana, ella est hoje adoptada por leisespeciaes,
como ltimamente aconteceu na Prussia, cujo gover-
no, bailando um decreto para a crenco de urna aca-
demia hotnoeopathica com cortos previlegios
iseriQcs concedeu aos mdicos hotmeopathas o
dircilo de prepararem e distribuirem elles mesmos
os seus medicamentos
i Anda nao tica ahi a falla de lidelidade do con-
celho geral de salubridade publica de. Pernambuco.
Elle alllrma em sua representaeo que a hommopa-
thia mo existe na Europa, e que he julgada all como
um meio de lucrar com a credulidade do povo An-
da que nio fsse atrabiliario tudo quanto o conce-
lho allega contra a doulrina dos semblantes, basta-
va m t.lo smente estas asserces para pOr a totla luz
a m f que o dominava, quando envou ao Exm.
Sr. presidente da provincia essa celebrrima repre-
sentacao. K quando o mesmo concelho emilte es-
tas proposiges cni Pernambnco, cu leio no jornal
Sciencia, publicado na capital do imperio, o resulta-
do da clnica homcDopathica aborta por ordem de s.
M. o Imperador d'Austria no hospital de Santa-Ele-
sabeth emVienna, e dos hospitaes dcSaii-liernalic,
e S.-Ognsanlo, em Mantua.
Allirma o concelho que em Leipzic, leve de ser
fechado o hospital honia-opathico ; e quando elle af-
lirma islo em Pernambuco, eu Icio com regosijo a
estatisticadosdoentes tratados nesle mesmo hospi-
tal ; e o meu regosijo he devido a que nos hospitaes
aliopalhcos morrem mais de 22 doenles de cada
1U0, quando no hospital del.eipzic, posto que hou-
vesse um Pickel, allopatha dislarcado em vestes da
homivopathia que tudo empregou para desacreditar
a homicopathia, a mortandade diminuio considera-
velmentc. Contrista-me sobremodo ter absoluta
necessidade de referir aqui um fado escandaloso, a-
contectdo na clnica de aples, o qual deve cubrir
de vergonha os mdicos allopatas.
Havia o roi de aples mandado estabplecer, a 28
de fevereiro do 1829, urna clnica homa-opathica,
cuja direccSo encarregou ao Dr. delloratiis. Fram
tao proficuos os resultados que nessa clnica se f-
ram observando, que deram lugar conversan
dos Drs. des (uidi, Alessi o.Marchesani. Mas, nao
convindo aos nteresses allopathcos que a nova dou-
lrina supplantasse os erros da vclha medicina, um
medico allopatha emprehendeu c poz em pralica um
crime, o mais horrvel que se pode imaginar !! O
Dr. Alban'ese, vendo que a clnica de aples ia de-
monstrando quo a homojopathia era mil vezes supe-
rior esse uuxtiforio a que chamam allopalhia, dis-
tribuio figos seceos envenenados aos doentcs da
mestna clinica, que felizmente escaparam da morta
quo esse malvado allopatha Ibes quiz dar, com o ni-
co fin de desaei editar a huiiiu'upalha! '! V. S. ve-
r como nota, no fim desta minha resposta, urna pe-
ca ofiicial comprobatoria do que acabo de dizer.
yuando o concelho geral de salubridade publica diz
em Pernambuco que na Itussia o tralamento ho-
ina-opalhico foi considerado por outro concelho de
allopathas intil e perigoso, eu leio que o governo
russo ordenou por um ukase de 26 de outubro do
1831 a creacao de urna botica central em San-Peters-
bourg, edeoutraem Moscow. (*; Posso, pois, af-
(iaiicar a V. S. que nestes ltimos anuos tem a ho-
mojopathia tomado ein toda a parte um desenvolv-
ment tilo rpido que faz crr niio estar muito longe
o lempo etu que seja ella o nico sysloma medico
universal. Por toda a parte se succodem as conver-
sos o so formam sociedades. Em Franca, na Alle-
ii),.nha, na Inglaterra, na Italia e em lo la a Europa,
no Brasil, nos Estados-Unidos da America do norte,
finalmente em todos os paizes, ella vai fazendo des-
moronar esse odificio fundado sobre areas solas, e
cuja aniquilacio he inevilavcl, porque seus princi-
pios sao falsos esuupratiea inteiramente contiana
a sa rasDo. Estou muito persuadido do que V. S.
me dispensa de responder aos insultos e grosseiras-
(*j Kundaram-se csUs boticas, o/im deque lodo o
eVro*esa7coiit,|'uVo monoporo "que o concelho quer|raco' uniformi.
t,jju i vn i f" ** -------------- ^
SZZXZ ,a^^^^^&^^\r^^i*'^m furnKer-u ahl dt prepa-
lii
quo os entaiot homwopalhicos niio fram eonfiadoi n
medico de pouca importancia ; e cita o Dr. Gueyrard,
partidario decidido da doulrina de Halincman;i
J v V. S. por oslas palavras que, embora qui -
zesse o concelho esconder em ludo a verdade, ella
manifestou-se tima vez, mo grado son. (Iconce-
lliu uo quer (diz a reprsenla!,""/ que .i .ciencia te-
nha privilegios ; mus lie elle mesmo que quer mono-
polisar a sciencia, peditulo prohlbicao contra mim,
que tenho. o mesmo titulo que cada um deseos mem-
bros, e mais alguna que riles nfo possuem !! Ello
niio quer que earidade tenhl limites, mas oiie n3n
pralica um s acto de earidade, e me condemna a
mim quo ton lio poupado dorante 60 d isa de minha
estada um IVrnambiico a 202 pobres, a (HieiD tenho
dado remedios, o a alguns tambem dinheiro, a quan-
lia de 1:237/600 rs calculando que Baila iluento po-
lirc gaste as boticas 80 rs. diarios! I Kis-aqui qual
be a minha ambicSo! Sai que esta declarago me
ha de trazar anda mus desafei^des do concelho dos
mdicos e dos boticarios, portn lie nada islo com-
parado com oprazerque tenho do fazer o bem que
posso aos mcus semelbantea, lio clamorosa ujus-
tiQa do concelho querer envolver segunda pessoa na
pei.seguQiio quo me faz, supppndo haver parceria
entre mim o um honrado boticario que existe nesta
cidade. Os medicamentos que administro, silo prp-
parados na botica ceiilraihoiiHBopiitliica do llio-dc-
Janeiro, oesloelles no mesmo caso dos rbs aiili-
syphiliticos, lias pillas vegetaos do famoso l.e-Moy.
da salsa parrilha de Snnds, do xaropc de bosque, etc.,
ect., etc quepdem ser vendidos eni qualquer parte.
Dentis, mandando eu dar aos pobres o que be
(iiL'u,iilo tenho que dar satisfucos ao concelho, por-
que o concelho uo pode lolher-ine o uso de minha
piopricdade.
< Os remedios bomo'opalhicos nao esto compro-
hendidos, uem as Ici geraes, e n.nn tao pouco as
provinciaes e tr.unicipaes ; porquanlo nio existia
no lirasil a homjeopaLhiH quando ossas leis,relativas
tao somonte allopalhia e suas boticas fram pro-
mulgadas. A lei que regula o exereicio da medici-
na no lirasil, diz respeilo exclusivamente allopa-
lhia, porque os legisladores quando a lizeram uo
tinhain coiilicciinpiilo de oulra medicina. Portanto,
querer forzosamente comprehetider a homoeopathia
o seus medicamentos dynainizados nessa mesma lei,
he querer un absurdo, e at uinciiirw?, porque he
querer o que a lei nao qnor.
leo concelho ao Exm. Sr. presidente da pro-
vincia que prohiba o tratamenlo hoinuenpal.hico que
com lauto provcilo pila 0 linmanidailu tenho imii-
pregado nesta cidade, e isto* tilo s''mente porque
sou eu que o emprego; poi'quaillO, liavendo o Dr.
Manoel Adriano da,Silva ["miles anniinciailo pelos
jornaes quo se propunlia curar liofllfluopalhicamonle,
flo se lertibrou entilo o mosnio concelho de repre-
senlar contra elle Ale honra, pois, muito o conce-
lho, sein o querer, pomeguindo-mi do modo atroz
por que me persegu-; pois he signal do que elle
suppde em mim aiguma lrca, lie qu possa dispr
paia destruir a allopalhia om Pernambuco,
Esta honra por cerlo nao merejo,poro ni m'a da o
conculjio invotuutariamenls.
Parece ler perdido o seiiso o concelho, ou O seu
presidente Dr. Joaquim dcAquina gonseca, quando,
l'undaulo-so no aviso de 26 de agosto de 186, ex-
pedido pola secreta lia do estado dos negocios do im-
perio, pede a prollbic.lo da pralica da tioimeopa-
lllia, pois que esse mesmo aviso auloi isa o exercieio
da ho.i ceopaliiia no Brasil, e s o prohibe aos mdi-
cos e cirurgies, que, uo sendo orinados as aca-
demias do paz, se niio liouverom suhinettiilo s pro-
vas exigidas pola le de :t de seleinhro de 1839.
o Convfl) aqu dizer a V. S. que, liavendo no llio-
de-Janeiro una disctalo renjuda acerca da nova
doulrina, e sendo provocado pelo coneelhciro Dr
JOS Martina da Cruz Jubim, o lllm. Sr. dosembar-
gador l.uiz l'ortunalo de Uritio Abren Sopza Mene-
zs, entilo chefe de polica da coi te, este, responden-
do ao mesmo concelheiro Dr. Jubim, exprimio-se
da mamita seguinto : Cotilleen que mo pode
agradar ao Sr. Ilr. Jubim. aquello que dirigi ao
govorno imperial o ollicio do -'* de Janeiro de I86,
no qual oxpunha a sua favorivol opinoacerca do
onsino da honiccopalhia no Itio-do-Janoiro, cujo
ollicio, lendo con ido os diversos Imiuiiiles, e pas-
sando por isso polo exiime de pessoas rcconhccidas
por seus talentos e illustracao, exerettadas nos casos
du ponderacao do estado, pelos altos cargos quo.oc-
cupain, foi alloudido, baisando o aviso da secreta-
ria de estado dos negocios da juslica, de 27 do mar-
co de 1846- A ititrega do aviso de que falln lllm.
Sr. ex-cliel'e do poltcia da corte, V. S. ver debai-
xo do n. 2. A' vista do taas provas, se convence-
r V S. que o concelho geral Ue salub idade publi-
ca de l'criiaiiibuco s deseja roubar-me o lempo
que dovo empregar om mous trabalhos, c lazer-me
dosacorocoar da propagaeflo de urna verdade que
ello reconhece, mas que nao couvin aos ses inle-
resses particulares.
Itesta-me "responder a V. S, que as experiencias
a que o concelho qur submetler os doenles do hos-
pital da earidade, nao silo oulra Cousa mais do que
um insolente escarnco das ilusorias humanas ; por-
que, nSo tendo o mesmo concelho lo no tralamento
boniteopalluco, querer submetler os pobres a expe-
riencias como se fssem cael, coelhos ou gatos,
como se por serem pobres nSo fssem nossns rm3os,
LADO

a.


V
2

o Dr. Cinte. homem atrabiliario, e cujo nnico pensa-
monto era altercar com os collegas, cogio o )r.
Louza o cliama-lo a ordem, o ao director esub-di-
ructor da climica a desmascarar a sua ignorancia
O Dr l.ucarelii veio climica uma s vez tilo
smente para exigir o seu encerramento. O seu col-
lega Panvini comprazia-se em negar os factos os
ni.us evidentes, para dar musirs de tanta ignoran-
cia, quanta m fe, c contra a homosopalhia publi-
ju uin libello intituladoQuarenta dias de climica
Alfim, o Dr. Itonclii, medico do rei, s assas-
lio climica cinco ou seis vezes, onde constante-
mente fez sinistras predceles, o seu immediato o
Dr. Albanese empregou tanta malevolencia, proce-
deu de mn modo tilo reprehensivel,que o aecusaram
de querer envenar os doentes, temendo de os ver cu-
rados pela homcDopathia; esta aecusacao que podia
ter graves consequencias, so nflo fssem os Drs. de
llostiiseltomani, foi motivada puruma distribuieflo
de figos feita por aquella clandestinamente, esem o
saberem os outros mdicos do servido. Um doento
quo os comcu cxperimentoii todos os symplomas
superior quelle, j pela sua simplicidade, j pela I do envenenamento, e flor felicidade nSo suecum-
innoecncia de seus remedios, ojpela protnplidSo| bis. (*J O director ds
be ultrajar a sociedade, a moralidade publica, ea
religiflo, ofTendendo a Dos que nos mandanfio
fazermos aos outros aquillo que nao queremos que
se nos faca. Quer oconcolho que se fagam experien-
cias de um tratamento que ellesem conhecimento
algum julga perigoso; porque rsslo se nio submet-
tcm seus membros essas experiencias? Ser por
temor de morrerem ? Sendo assim, por quo rasAo
quererilo que morram os pobres doentes do hospi-
tal ? Kis-aqui qual be a caridade que teem os mem-
bros do concedi.'! lio fazendo experiencias que
os mdicos allopathas trntam seus doentes, e de ex-
periencia em experiencia vai o enfermo caminhan-
ilo verazmente para a sopulturr J nio he a ho-
mceopatliia, lllm. Sr uma sciencia que se deva
submetter a experiencias, ella j muito tem con-
quistado o dominio dos factos, e estes factos se suc-
cedem todos os dias.em toda parte. V. S, mesmo quo
ltimamenteesteve na capital do imperio, sabe mui-
to hom que a melhor e a maior parte de sua popula-
cho tem antoposlo velha medicina o novo syslema,
por ter a experiencia mostrado que este lie mil vezes
IS. N30 ciXa ue ser bastante levianu u
conreino, julgando-me 13o inconsiderado, que me
deixe cahir na cilada que arma, propondo que eu
tente experiencias sobre o tratamento homajopathi-
co no hospital de caridade desla cidade, debaixo
das vistas dos facultativos daquelle estabalccimento
e dos membros do mesmo concedi !.'! Sem duvida
pensli/n os membros do concedi queeu esteja es-
querido da historia da homceopatliia e da perlidia
dos allopathas, sempre que se fazem experiencias
em hospitaes onde possam ellesentrar. Ku, poriu,
que desejo fazer a humanidado todo o bem quo me
liirpossivcl, me offereco ao Kxm. Sr. presidente da
provincia para curar gmtuilamcuto os enfermos do
mesmo hospital Ja caridade, com as seguidles cun-
dieres :
1." O hospital mesera entregue pelo menos por
espado de um auno
2." Todos os melhoramenlos necessarios, exigi-
dos por niim par bom IraUlueuto dos doentes,senio
snlisfeilos.
3.1 O seiifermeiros e mais serventes serDo da m-
nlia confianca, nomeados por mim, e appmvados
ou pelo presidente da provincia, ou pelos directores
da casa.
" 4.* Os doentes seriio visitados por mim ou por
pessoas de minha conlianca, ao ineuus uma vez no
ilia.
5.' Ninguem poder entrar no hospital, scnilo
os directores, ou pessoas que hajam obtido o meu
consenliincntii.
< 6.a O ordenado do medico e do cirurgia"o do di-
to hospital, bem como o dinheiro que actualmente
se gasta rom o fornecimeiilo de remedios, bixas,
te., reverter ludo em bem du mesmo estabeleci-
mento.
7.* Eu nada quererei pelo meu trabadlo, e for-
necerci gratuitamente todos os medicamentos hu-
mceopatliicos ileque precisaren) os enfermos.
No flirt do anuo presentare! a minha estatistica,
e se o numero dos morios exceder relalivamente ao
que lecm bavido einos anuos anteriores, ohrign-mc
a salisfazer a mulla de 2:O0O#O00 ile rs., erri favor
dos estabelecimentos de caridade, e se diminuir,
exijo que esta inesma multa seja paga pulos mem-
bros acluaes do concedi de salulu idade, ou pelo
seu presidente, o Dr. Joaquim de Aquino Konsera.
b'slabeleco as 3.", 4.* e 5.' cundieres, porque nilo
drsejo que na rumie hoinccopatliica do hospital de
Peruamhuco se reproduzam as secuas horrorosas
que tem apparecido em outros hospituos, e muito
particularmente na clnica de aples, deque mais
cima fadei a V. S. Sei que felizmente a nossa clas-
se mediac nilo se acha dcsmoralisadacomo em nutras
pnrles; mas, se os mdicos brasileiros nilo silo ca-
pazes de commelter crimes daquella ordem, nin-
gueiu me poder afiaucar que algum malvado os
nilo piatique,assassinandu doentes para desacreditar
a liomceopatliia. Agora que ja leulio concluido a
resposta que V. S. exigi de mim em seu olicio, ro-
go-lho que se digne de levar ao coiihecimeulu du
Ex ni. Sr. presidente la provincia, nilo s o que le-
nlio expendido, como tambera que. desojando na
quadra actual coucorrer com o meu pouco presluno
para servir em ludo a esta mes .na provincia, que ora
se acha em uma crise tinancoira bastantemente dc-
sagradavel, en me offereco para servir gratuitamen-
te o lugar de presidente du concedi g'eral desalu-
liridade, poupando a quaulia de l:aoo/ouu anuuaes que ora gasta com o
ordenado desse empregu.
lieos guarde a' V.'S. por muitos annus.
> l'ernamhucu, 16 de selembro de 1848.lllm.
Sr. Dr. Antonio Hcnriques de Miranda, muito digno
chele de polica desla provincia.Dr. Sabinu Olega-
rio ludgrru l'tnho.
N. 1.
BHtLlOTHECA HOMOKOPAI MICA.
".* VOL. PAC. 136.
A commissio nomeada compuuha-sc das pes-
soas cujos mimes so seguem :
Os Srs. Drs.Macry, professor da faculdade do
medicina; Marchesani, supplente; Jolinea, mem-
liro da universadade ; Alessi, supplente ; llonchi,
medico do rei; Albanese, supplente; Delforno;
A raneo, supplente; Lanza; Curt, supplente; Lu-
carelli; Panvini, supplente.
O Dr. do Horatiis era director da climica, o I ir.
Jtinatii seu supplente, e-o coronel o cavalleiro Me-
landezera o inspector do hospital militar.
O Dr. Maery niiu frcquenlava a climica, o o seu
supplente, o Dr. Marchesani que era mui assiduo,
turnou-so homcopalha por conviccilo, e ao depois
publicou um Opsculo contra os detractores da |io-
mceopathia.
' O Dr. Jolinea s assisli primen a sessSo, e nilo
obstante nao hesitou ssignar um relatorio inteira-
mt-nte contrario ao que se passra, guando o Dr.
Alessi, seu supplente,que seguiocom toda a assidui-
dade os trabadlos da cliimica, "converleu-se ho-
niceopathia, escreveu uma memoria m favor desta
doutrina, e publicou ponco depois uma resposta aos
adversarios della.
O Dr,. Delforno, queso tres ou quatro vezes as-
sisli climica, e nao compareceu mala, dava-se
ao maligno prazer de prognoslicar a muri a alguna
doentes, alias ja iseulus de perigo, que nilo obs-
tante Mas funestas predceles tiveram a "felicida.ie
de escapar. Seu immedialu o Dr. Aranco s assisli
s reunios para persuadir aos doentes que elles
eram sacrificados s experiencias e que os deixavam
morrer sem remedios.
O Dr. Louza appareceu sete ou oilo vezes na cli-
mica, o para nao arriscar a reputacSo que gozava,
jiu quiz paleutear a sua opiniuo. O seu immedialu
da clnica, conscio deste facto. re-
<6ieu urna inquiridlo, enjo auto dalado de |M lie
julho de 18-29 ahaixo trauscrevemos:
a Eu ahaixo assignado, incumbido de syndicar da
clandestina distrihuicilo feita de cortos figos a al-
guus doentes da climica, vim a sala da mesma, e,
interrogando a Domingos Jioccola, granadeiro do
4.* regiment da guarda, 4.* companhia do 4." ba-
lalhlo, posto no leito n. 2, respondou-mo elle que
em um dia as tres para as quatro horas da tarde vio
entrar na sala u Dr. Albanese, c disiribuir alguns ji-
gos soceos a varios doentes, que sentados cstavain a
urna janellu, dando quatru a elle Jioccola com re-
couiiiicn.lac.'io de nada revelar ao Dr. Lavaja, f**) e
que, quanducllo comer os figos, poucos instantes
antes da distribuidlo da ceia, sentir pegarem-se-
Ihe os denles, bem como ao crepsculo da noita um
calor ardcule na garganta, roncara no ventre, vio-
lentas dores no estomago, o grandes ancias para vo-
mitar, o que s pode conseguir depois de duas ou
lies huras dos mais lerriveis padccimciitos.
Tcndo-lhe pergontado os nomes dos outros
doenles que comeram dos figos, respondeu-me que
era o soldado do corpo de polica, do leilo n. 7;
(iinlano, soldadu de cavallari.i ligeira, que se achava
no leito n. 4; o porta-machado Colajocco e o cala-
dor real Jasulo, aquello do leito n. 6, e (ste do n. 3.
Paasandoa interrugar o dito Ciulano, respondeu-me
queo Dr. Albanese, viudo a sala, dera-lho quatro fi-
gos, e outros lautos a Jioccola, e a Jasulo, Irosa
Itandize soldado do curpo de polica, e ilous somon-
te a Culajocco, e pergunlando mais so o mesmo Dr.
gracejara quando distribuio os figos, e se recom-
mondara segredo, responden quo o Dr. s dissera
aos doenles que nilo os receboram.Vosscs esperem
por outra vez, que desla nilo trago mais figos. In-
lerroguei em lercero lugar o granadeiro Calajocco,
que respuiidcu-me conforme o depoimento de Gin-
lano.
Em quarlo lugar Pedro l'erri, da qoiirla compa-
nhia" do corpo de polica escolhida, posto no leito n.
8, concordou as resposta* .dos dous precedentes,
ocresceiitando que nfio recebara figos do Dr., lendo
apenas recobido um quo Ihe foi dado por llandire.
Nesta occasiiio interroguei llandire, quo ora oc-
cupava o leilu n. 5, e danies o n. 4: esle repello po-
sitivamente o quo os outros deposeram, accrescen-
Undo quo elle mesmo dera a Pcrri, koldadodo cor-
po d polica, um dos tres figos, recebidos do Dr. A)-
Pitilla IIE PEBNABliUCll.
asom, 97 DxaxTaaaao de i8*a.
Jamaii deia de ser pruveltosa ao publico a diacuiiao
obre qualquer materia imporlante ; e, pois, o redactor
do Diario-Novo deve de continuar a que eocetou acerca
do ofrlcio que o Eira. Sr. Antonip da Coda Pinto eipe-
dio administra(o do crrelo aos 18 do crreme, re<-
peito s duas cartas que Ihe luraiu apresentadaa.
Nao recele aquelle redactor que S. Exc. se mague
com aemclhante discusto, se ella for austen'.ada com a
devida decencia ; nao, mil vetea nao : a iusceptibillda-
de de S. Exc. nao he tao. exagerada, ( e j o tnostrou uo
ollicici que nos referimos } que o leve aiangar->e com
um escriptor pelo simples fact* de demonstrar franca e
lealmente a injuilica de uin acto seu.
E nao he s isso : o Exm. Sr Costa Pinto., que, como
hemos observado, nada tem de tenaz, jiossue a precisa
Curca de espirito para corrit>ir o proprio erro, se por-
ventura couhecer que o ha commettido. Se, pois, aquel-
le redactor conseguir convenea-lo ( e erit mihi maijnu
Apollui) de que nao procedeu regularmente as medi-
das que ha adoptado a respeilo do Tacto -em queslo, S.
Exc. tomar, sem duvida, (nos o acreditamos oulras
providencias que tal vez mais agradem a esses que nao
entao salisfeitos com as que ha adoptado.
Para obter tao feliz resultado, val com etteito a pena
gastar mais algumas palavras, a menos que se nao este-
ja na imposslbllldade de deixar de satura-las de expres-
ses descomedidas, deshonestas e insultuosas.
pagem 15, carga caf, feijo e mala genero a M.
noel Joaquim Soares. Passageiros, o segundo tenei.
te da armada Fernando Jos da Silva Mana, Joaquina*
Jo dos Santos com sua senhora, Graciano Henr|(iUe
Mafra, Brasileiros; J. Lowry, Ingles; e Jescravos*
entregar. m
Nauioi lahidoi no amato Ha.
Bahia ; barca frauceza Jeune-Nrlly, capllao Tonbarel
carga parle da que trouxe do Havre.
Rio-de-Janeiro ; hlate portugus Esptetador, capllao Jo.
s Francisco Lessa, carga a mesma que trouxe da Fi-
gueira.
EDITA ES.
haiiese; e perguutando-lhe mais sobre a indisposiv
(So de Jiuccoia, e se elle vomitara no mesmo di
em que comer os figos, respondeu quo na noite
desse mesmo dia,nilo pudendo dormir por causa das
dores que solTria, ouvini Jioccola vomitar e o vira
levantar-so para despejar o sen vaso, mas nilo poda
aflirmar ser jato por causa dos figos.
Por ultimo jnlerroguei os dous enferrneifpi dto
sala, Nazaro o Curts, quo disseram-me nfio Asrem
visto quando Jioccola levanlou-se do leito, porque
dormiam, o o doente nSo os linda accord.iiio, assim
como nada sabiam Acerca da distrhuc1o dos figos,
por eslarciii entflo occiipados no servico da sala. S
lulo pude inquorir no porta-machado Jasulo, quaoc-
cupava o leito n. 3, por ter sabido da clnica depois
do seu restaboleciment. Eoilo hoja-, etc etc.
Assignado. O cavalleiro Melande:.
Evideucia-se, pois, dos fados procedentemente
referidos, que na realidade exisHio aclnica hoinceo-
palhica de aples,frequcnlada por humems dislinc-
tos, naciouaes e eslrangeiros, sendo para nolar que,
a mor paite dos mdicos designados pelo governo
para prescrularem o cerlficaraiu os effeilos, mus-
traraui lulal despeilo nesta honrosa inissile, mas
dousd'enlrc elles lornaram-se homceopalhas cons-
cienciosus, de|iois que apreeiarani por experiencia
prupria os felizes resultados da nuva dontriu*.
Tiiu aprasivel quilo precioso nos he aqu addi-
cionar que fui nessa fuute que o Dr. des Guidi heheti
os conhecimenlos liieoricos, epriucipalmoute thera-
peulicos, que cum tanto proveilo e vanlagem tem
subministrado, o nfio cessa de prodigalisara urna
numerosissima clieulella, que nilo trepida detrans-
pr as maiores distancias para acharem remedio aos
seus males mais imtigos e graves. '
N. 2.
N. 3. Terceira secciio. Itio-de-Janeirs, Ministerio
dos negocios da justica, em 27 de niarjo de 1846. Acen-
sando a recepcid do olHcio reservado, que^. S, me di-
rigi em data de 24 de Janeiro iiliimo, l'atendo-me va-
rias e mu judie-iotas poiideracdes acerca di iiatiuc/.i c
tendencia da escola liomoiopatlilca errada arst.i cidade
pelo Dr. Mure, idilio cni resposta de significar a V. S.
que oSr. ministro do imperio, a qiiem ollieiei sobre es-
te objecto em -U daquelle mez, caiiiuiuniuando-lhe o
ollici'i de V. S. e documentos que o acnnipaaharam. me
declamo, em aviso de 18 do correntc, o segninte :
a 1 Que a dila escola est sem duvida autoiisada pe-
lo 33 da le de 3 de otitubro de 1832, nao t a ensillar
.como dar certilicados aos que tivureiu seguido os seus
estudos. .
2.* Que, nao sendo, porin, permitlida, ua coufor-
luidade'do ai ligo 13 da mesiiia lei, oexercicio da medi-
cina seiiao aos que se habililam peante as faeuldades
medicas do imperio, ou com exameg depois da frequeu-
cia das suas aulas, ou com as provas que a lei exige do
que apresenlam diplomas de nutras escolas, cumpre i
autoridades competentes vigiar que os alumnos da sobre-
dita escola liomreopalliica nao a pratlquCm seno de-
pois de se liabilitareni perante as referidas (acuidades,
pela mamila prescripla em dita lei. Dos guarde a V.
S., etc. Antonio faulino Limpo de Akrcu. Sr. Luiz
Fortnalo de Urilo Souza e Moraes.
Falleceu hontein mela-noite, em idade de mal de
sessentaannos, e foi sepultado hoje, s sel horas da tar-
de, na igreja do Paraso, o Exm. Sr. Mrquez do Recife,
anneii'o-iiir de S. M. o Imperador.
Sabido o passamento deS. Exc. deram-se as precisas
providencias para que se flsessem ao seu cadver as hon-
ras fnebres devidas patente de tenente-general, e
que Ihe competalo na forma do artigo 13 do decreto
do I.s de dezembrode 1822, por ter sido gro-crusda
imperial ordem do Cruzeiro.
Em consecuencia formn, toda a tropa de linda, bem
como as legides priineira e segunda da guarda nacional
do Recife, sb o com mando em chefe do coinmandante
superior desta, o Sr. Francisco Jacinlho Pereira.
Esta lVn\a nao s acompanhou os restos morlaet de
S. Ec. at o lugar onde iam ser depositados, seno
laiiiliein den as descargas do estylo ao sabir o corpo da
casa em que elle falleceu, e aoser lancado uo jasigo on-
de descansara as cinsas de seus antepassadot. .
A Ierra Ihe seja leve. E l da manso dos justos, onde
he.de suppr que esteja, alientas as virtudes queo ador-
naran! nesta vida, receba elle as lagrimas de saudade
que ora vertemos sobre o seu tmulo.
r.orrcspo n (leticia
Sn. Redactara. No Diario .Yaco, n. 506, que .-.ceides
talmente me veio s man, depare! com uin artigo, des-
tinado a refutar o que acerca da-cura do escravo do.v.
Antonio Hcnriques Rodrigues eu escrevra no n." 205
do seu apreciavel jornal.
Os muitos periodos de palhada romntica gatlos por
seu autor, o lllm. Sr. Dr. Sabino, a proposito de minha
rorrespondencia, faiem suspeilar que bstanle Ihe cus-
Uva vlr ao ponto substancial da queslo. Obstina-se o
Ilustre homrcopatha em allribuir sua miracuiosa d-
se a cura do doente ; mas, como Ihe cscasseassem os ar-
gumentos em prol dos seus microscpicos glbulos, sa-
dio-se conm inexactido do dia em que fui chamado
para tratar do escravo, como que dessa futiiidade de-
pendesse o felli resultado do curativo He dever meu
confessarque liouvc ene enganojda ininha parle; mas,
como o faci he o que se aprecia, nao se assusie o Sr.
Dr. que nao pequei inortalmente, essa venialdade
fui simpletinenle devi.da a nao ler eu um livro consul-
tor como o de S. S. ; he urna falla irmivel, dei de ver te
a remedio.
Nao i mi t, i no o Sr. Dr. Sabino, seguindo-o pasto a pas-
so pelo que inca ao uso de expressdes pouco decorosas,
porque me glorio de ler alguina educacSo : eu lli'at de-
vuivo, pois, por me nao quadrarein, e as detprrio' com
loda a generosidade.
Sou, Srs. Iledaetores, teu, etc.
entonto Uomti Taoam,
Mrdlcu c cirurgio.
Recife, -2ti de selembro de 1848.
.0: WERCIO.
ALFANDEGA.
RENDIMEVTODO DIA27..........8:391/431
Ueicarregum hoje, 28 le eiemhru.
Barca Uolden-Flteet carvao de pedra.
Patacho Aurelio bacalho, fumo c cbarutot.
CONSULADO GEHAL.
RKNDIMENTO DO DIA 27.
fleral .
Diversas
provincias ......... 167/002
O Dr. Joe lltymundo da Cotia Menetei, juit municipal tup
penle da segunda vara do termo do Recife, preparador doe
proceetot tubmellidot aojury, por S. M. I. e C. que Deo
guarde, ele.
Faco saber que, pelo'Dr. juiz de dlreito interino da
segunda vara do crlnie, Antonio da Silva Nevet, me foi
feita a participado de haver netle termo convocado pa-
ra o da i do mez prximo vindouro, peas nove lloras
da inanha, a quarta sestao ordinaria do jury deste an-
uo, para a qual tahiram torteados ot quarenta e olio
Senhoretque seseguein: >
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Jos Rodrigues de Oliveira Lima.
Rernardo DamiSo Franco.
Jos Francisco Ribelro.
Francisco Rodrigues Pinheiro.
Joao Alvet de Carvalho Pono.
Ilernardino Pereira de tirito.
Jote Jeronyino Monteiro.
('apitao Manoel Soares de Souia.
Dr. Candido Autrau da Malta Albuqucrque,
Jos A Ivs Guerra.
Luiz Pereira Raposo.
Manoel Joaquim dot Pasto!.
Rayinundo Jos da Silva Maya.
Ignacio Marques da Costa Soares.
Manoel da Silva Ferreira.
Jos Ferraz Hallar.
Manoel francisco i.oiinra (aifaiatej.
lente Joaquim Theodoro Crrela da Silva.
Jos Claudino I.eite.
Rufino Jote Fcrnandet de Figueiredo.
Miguel Augusto de Oliveira.
Jote Vieira bratil.
Francisco de Miranda Leal Seve.
Francisco Gomes de Oliveira.
Antonio Jos Pestaa.
Antonio Pedro de Figueiredo.
Joaquim Lopes de Almeida.
Capllao Joaquim Crrela da Silva.
Claudino Kenicio Machado.
Antonio de S Leitao.
Dr. Antonio Pereira Barroso.
Fauttino Jote dotSantot.
Dr. Joo Ferreira da Silva.
Simplicio Rodrigues Campello.
Joo .Nunes da Fonteca Galvo.
Filippe Alea Callado da Fonteca.
Jote Maria de Catiro Nunet.
Jos Joaquim Ferreira de Carvalho.
Hrlai mino dos Santos llolcau.
Jos Diogo da Silva.
Joo Haptisla de Souza Lima.
Candido Jos Lisboa.
Capitn Francisco Geraldo Moreira Temporal.
Joo Jos Lopes Jnior.
Capitao Joo Pires Ferreira.
Francisco Simplicio de Paula Freir.
Manoel Duarte Rodrigues.
Osquaeslio deservir na referida setto, para oque
tao pelo presente convidado!, devendo comparecer, as-
sim como ot interettadot, no da e hora designados,
sob as penas da le.
E para que chegue noticia de todos, mande! passar
presente que ser publicado pela iinprensa e ailado
nos lugares mais publico* deste termo.
Recife, 23de setembn.de 1818 En, Jnei Affonso tue-
dtt Alcanforado, escrirao privativo do jury o subscrevi.
Jote Rsymundo isCoiU Memstt.
A cmara municipal da cidade de Olinda e n lirmn
em virtude da le, te. >
Faz saber que serflo arrematados,nos dias 32, 25 a
28 do correte mez, por qiiem mais der, por lem-
po de um anno, que sera contado doprimeiro de
oulubro ao ultimo de selembro de 18*9 os con-
tratos seguinlos: o repeso dos acougues, dos mas-
cales e lioceleiras, a ferenlo dos pesos e medida,
as ciiDinhas da ribeira.armazein grande o pequeo no
Varaduuro, ex-subsidio dos porcus, um sobrado da
um andar na ra do Vigario da cidade do Recife
urna casa terrea no Manguind, que foi amigamente .!
de plvora : os licilaptea comparecam habilitados e
munidos dos competentes fiadores. E para que che-
gue ao cunliecinienlo de tudus, mandamos publicar
u presente pela iuiprensa.
Cidade de Oiinda, 4 de selembro de 1848.
Jote1 Joaquim de Almeida Gmdet,
Presidente.
Joa Paulo Ferreira,
Secretario.
THETKO NACIONAL
M
S AN-I SABBAIIO, 30 DO CBRENTE.
A .beneficio de Anacilo Alvos da Silva se represen-
tar a ensigue peca chngada do Rio-it-Jaueiro, o
flavo Tartufo, llancas pelas joVens do tliealro, jocosa
farca
A CASK C0NSTtTUCJ6ffAL.
leoste oeupecUculo que o benefieiatloeacolheii
para divertimenlo do respcitavcl publico desta capi-
tal a qiiem pede prolecgSo.
Principiar cliegada das aulacidddea.
(*) Maravilha quo o Dr llonchi predissesse a muha
deste mesmo doente oin presenca do Dr. p cavalleiro
Milius, medico do imperador da Itussla, companhei-
ro do Dr. Pjzati, medico famigerado d'armada rus-
siana, e do Dr. Schultz 'le Berlim, ao passo que es-
tes pelo contrario o julgavarrt salvo do perigo, de
commum accordo com us homceopalhas.
(**) Mdico ciicarregadode velar sobre aclnica.
2:160/419
CONSULADO PROVINCIAL.
K NDIMF.NTO DO DA 27. ........' 7*1/210
\lnvimonto lo Porto
Navio entrad o "o 27.
Rlo-de-Janelro 18 da, brlgue brasllelro Liieiro, de
195 tonelada*, capllao Domingos lleunque Mafra, e-
mmmm
Avisos 'mar
4J*106.
Par o Cear sabe, em pouco dia por ter a
carga quasi prompta, a sumaca Carlota : para o res-
tante e passageiros IraU-se asm Luis Jos de
Araujo, na ra da Cruz, n. 26, ou com o Baasue ,
los Concalves Simes. ..
- Para o Rio-de-Janeiro segu, em poneos das ,, o
brigue nacional Felit-Putino por -ter a maior-part"
de sen esrrngument prompto : ainda re* "i*"".
carga e escravos a frete : trata-se na ra da "*,
du Recie, escriptorio do Sr. Manoel Goncalm a'/ ,
Silva.
N
MUTIL



3
__ iira o Hio-tJe-Janeiro (alie, impreterivelmen-
,,||01|a 30lo corrento, o brjguo Atsombro: os Sr.
nirtsigeiroso 8rs. que tralaram escravo a frote,
promptar-se-hflo, para o que irijam-ao a ra da
CiJeia ilo llecife, n. 61, a fallar com Jofio Jos Fer-
n'n.lPsMagalhaes
.. Vende-se, ou freta-sa para Angola ou outro
aualiiuer porto do Mediternaneo a mullo veloira e
nova polaca sarda nacional N.-S.-do-Carmo,' forra-
,11 a eiicivilliala de cobre : quein a pretender en-
tenda-se com o consignatario, J. Saporitl, ha ra da
'"/para o Rio-Grande-do-Sul segu no dia 3o do
corrento o brigue nacional Jpiter : recebe anda
lauma carga miuda pasageiros e escravos a fro-
te para o que tem bous comino Jos : a tratar na
ra' da Cruz n. 7, ou com o capitfo, Antonio Jos
dusiwis; ...
-I1,ir i a Aracaty sahe.cm poucos dias,o hiato tlor-
do-Becift, pregado e forrado do cobro : para carga e
passiigeirosa>lratarse na ra do Vigario, n. 5.
-Para a Babia salie ,em poucos diasa garopeira
Santo-Amaro: qoemna mesma quizer carregar diri-
ja-se a Nov para a Paraliiba o biate nacional Espadarle, sa-
be impreterivelmeiite no da 30 lo corrento: para
carea e passageiros trala-se na ra do Vigario, n. 5.
Joflo da Silva Fcrreira e Francisco Domingos
Silva Araujo retiram-se desta provincia.
Leilad.
.. OcapitSo James Durfce far leilflo, em presen-
t do Sr. cnsul dos Estdos-Unidos por corita e
risco de quero pertencer, e por interveneflo lo cor-
rector Oliveira do casco, maslros e gurups, em
;.7ii s lote, ( com que se principiar o leilflo da bar-
n americana Harriet, arribada a este porto c no
mesmo condemnada na sua recente viagem, pro-
cedente do da Babia com destino ao de Cows; as-
sini como, em difTerentes lotes subsequenlos, das an-
coras ecorrentes ,*clame, verga, niastaros cor-
doalha, moites, lancha e las balieiras, e mais
pertenci'S da dita barca ancorada actualmente na
valla do Foite-do-Mallos, (onde os pretendentes p-
tem ir examina-la anticipadamente, assim como
os referidos objectos existentes no annazem do
Araujo neceo do Connives, no Itecife; e mais urna
poreflo de lenha o um lote de aduellas e tampos ,
no trapichedo Ranios :hoje, vinta oilo do correte,
as 10 horas da manlia no referido armazem lu-
gar em que se far arrematado do ludo.
plasma mrrr.-:z
Avisos diversos.
Pois que o Sr. Jos Carneiro da Confia em seu
anriiiucio inserto em o Diario do 19 do andante mez,
invncou o testemunho dos oulciaes depedrero, pa-
ra il'esta arte fazer crer ao publico na exrelloncia
loscem inillioirosdeladrilhoolellia, em sitas 3 oia-
rias fabricados I !!! justo lie que nu declare, em
obsequio a verdado que o material do Sr. Carneiro
n!o pertence aquella ordem em quo sua S. S. o col-
locra ; porquanto, sendo de barro do Remedio co-
mo he notorio he por sem duvida inferior e muito
inferior ao do Poco-d*-Panella que so nflo resente
de partculas salinas. Outro tanto se .nflo pode dizer
do barro do Remedio, cujo sal a toda a luz se de-
nuncia. Ao menos assim o ente-ido, e por igual toor
enlendem muitissimas pessoas de minha profissflo.
Pcrde-me S. S. minha franqueza flha da minha
conviceflo em que estou de quo nflo devo de sorle
Bleuma concorrer para o bem particular em prejuizoJ
do bem publico.
Um ptdreiro conscicncioso.
Fernando Anlonio deMacedo Gulmarfles faz sa-
ber aludas as pessoas que tiverem em si,lia mais de
duzentos anuos, o que llcou m cofre de ausentes,
Igrejas, trras, predios, fazendas de gado, escravos o
negocios, e boje existentes em muitos empregos e
agerencias de negocios na inaior parte dos estados
eslrangeiros, eesta ficoudo av de sua av Manuel
Jos da Silva e desta mesma se apoderou o irmflo de
su i av, Antonio Jos Brayno e dcsto mesmo, se apo-
derou Antonio Jos Pereiraf filho incognito.i em par-
ti's, e este he fallecido ha 18 ou 20 minos, sem liaver
desta geraeflo mais qneJosepha Mara do l.ago, neta
ilo dito Manoel Jos da Silva da -freguezia de S.-
Maria-de-Souto termo da villa de Guimarfles ar-
ciiiiypailo de Braga e todas aquellos que tiverem em
jijl bens careccm dar conta para pagar o que por
Krtto se poder justar para se Ihe poder perdoar
oque por ignorancia liver levado lim e todo aquel-
lo- que sonber tanto incgnito como descabello,
nflo s ser muito bem recompeneados na presente
villa romo ale na futura. Esto mesmo dlicito e co-
brado em corto do l!io-de-J.Hieiro por seu primo,
Sehastiflo Jos de Macedo, oeste mesmo Fernando
Antonio de-Macedo Cui maraes I lie concede da Babia
para o sul sem entrar nos incgnitos, e (sondo que
baja) ligo por ser da misma descendencia e sendo
que baja quem lenha de annuir sobre este dircito
desta geranio, ou lora (ella, annuncie pelos mes-
mos peridico, porejue esle s quero que por di*
reito Ihe pertence, sem entrar nos incgnitos de
igrejas ; e para quo cheguo a nolicia de todos os es-
tados brasileiros ," portuguezes e todos os mais
eslrangeiros faz o presente quo vai por si assignadu.
Fernando Antonio de Macedo Guimardes.
Antonio Fcrreira Draga relira-sc para o Rlo-
Onnde-dn-Sul.
"Francisco Antonio Martin retira-se para o
Kio-G runde-do-Sul.
--Joflo JusFernandesMagalhfles vai ao Bio-de-
Jnneiro tratar d sous nogoQios.
Lonibra-se a certo alferes, corto cbaruteiro e
corlo padeiro, que audaram pregando rtulos as
'jas na noito de 23 para 24 do correnlc que se
alistenham do semelbante procedimento alias se
Publicarfloosseus nomes para seren conliecidos, e
nflo passarem por bons bouiens einquanlos que ou-
Iros levam a colpa.
Adverte-se ao defamador da ra do Livramen-
to, que.se continuar a fallar de una das casas alheia
como ultimaiuenle fez em um sarao de seu estabo-
(ccimento, ha-de-se-lhe diminuir duas pollegadasdo
instrument patriante, e lombra-se-lhe que para dar
pasto a su ma lingoa bom ser que falle da vida es-
candalosa de certo franxinolo que nflo he casado,
"""ueo solleiro, nem viuvq nem padree nein frade :
o isto Ihe adverle (9 dunya.
Amulher doSr. Joflo Wilson faz saber ao pu-
blico que seu marido nflo est no seu juizo perfeito,
por isso ninguem faca nagocio com elle.
V Procisa-sedo unu ama queeugommc ecozinhn, ra lo Uoloveiio n. o,iuB ""' ".""r1";
ara casa de um bomcm solleiro : em Fra-dn-Por-lpara se pasear a fes.la no lugar da Ce punga com
Lotera do thealro publico.
Deivaram de ter andamento as rodas
desta lotera uo (lid a3 do crrenle, como
liavia sido annunciado, em consequencia
de ler a rapidez, com que se cslavam
vendeudo os bilhetes, quasi que parausa-
do, e restar anda um crescido numero
destes por vender. A' vista do que, o
respectivo thesoureiro novamente designa
para o referido andamento o dia i3 de
outubro prximo futuro, certificando, p-
rm, que se untes desse dia a venda dos
bilhetes se concluir, as rodas se antecipa
rao. como aconteceu na passada lotera.
Alugam-so prelos para padaria: quem quizer al-
guna dirija-se a ra das Cinco-Pontas, n. 31.
Fugio, no dia 17 do correte mez, um escravo
crioulo de idadede 40 anuos, pouco mais ou menos,
mas sem cabello h raneo, estatura regular,' grnsso
do corpo o possanto, pouca barba, denles arruina-
dos: tem sobro um dos olais um signal eemelhante
a um pique no lobinho e nutro na face oposta a este
ollio, tambem he curto da vista, gosta "de embriagar-
se, mas qoando est assim fien alegre efolgazflo;
levou vestido camisa e caiga dealgodflozinho, he na-
tural da cidadedo Aracaty : recoirimenda-se as au-
toridades pnlieiaes e aoscapitfles.de campo que o
prendam e o levem a ra da Cruz do llecife, n. 26,
que se gratificar.
Agencia de passaporles.
Tiram-se, para dentroe fra do imperio, passapor-
les assim como despacham-se escravos por menos
preco do que outra qualquer pessoa e com brevi-
dade : na loja de livros no paloo do Collegio do
Sr. Dourado, achara sempre a pessoa habilitada pa-
ra lo.
--Alugain-se dous sitios com multo boa* acominoda-
edes um na carapinha da Casa-Forte e oulro na ra
da dita povuaco coiii cocheiras e cavallarices ; assim
como varias casas, de precos cominodos para se pas-
sar a festa : a tratar na ra do Amorim, n. 15.
Desappareceu, no dia 22 do corrente mez, um
molcquo crioulo de nome Jos, de idado de 13 annos:
levou calca de Ifla e camisa de rispado branco.com
quadros azues, e tem na face direila urna Cerilla de
pancada; costuma andar vadiando oclas ras dosta
cidade, e lambem foi visto no Manguind : roga-se
a qualquor pessoa que o pegar de leva-lo na ra da
Cruz,n. 55, quesera gratificada.
Vai praca para ser arrematado
pelo que der, salvo a approvaco do jutz
competente, e para pagamento dos credo
res rio fallecido Joaquim Antonio Kerrci
ra de Vasconcellos, oseguinte:
Urna casa de sobrado de um andar eso
lao, com 35 palmos de irentc e 85 de fun-
do, ;ic .liad i e habitada, com um viveiro
de peixe, quintal etn alierto, com 29a
palmos de fundo, em chaos de fro.
Putra dita pegaba mesma, de iguaes
dmencoes, acabada por fra, com caixi-
Ihos e envidracada, e por dentro smenle
travejada, com camba pelo centro do
quintal com os mesmos fundos da outra.
Um caixSo d'ahccrce para duas mora-
das de casa, de 62 palmos de frente btq
de fundo, com quintal em alerto que com-
prebende a mesma camba.
Finalmente, um terreno no mesmo a-
linbamento', com os competentes fundos
e camba, que fen no centro do quintal,
em chaos de foro: ludo situado na frente
da estrada que vai para a Magdalena, fa-
zehdo esquina com a q*ue vai pira o Re-
medio.
fistenpredios, situados em urna posicSo
muito alegre e de grande transito, offere-
cendo proporcoes para qualqucrestabeleci-
inenlo, se rao arrematados no dia quinta-
feira, 28 do correute mez de setembro, s
10 horas da manha, na praca do Com-
mercio;e tambem vendem-se amigavel-
menle; podendo os pul menles dirig
rem-se ra da Senzalla-Vrlha, n. 138.
Responde-so ao autor do annuncio do Diario de
Pernambuco, n. 215 a respeito do caixeiro da ra da
Cruz do llecife, fazendo-lhe ver que nflo era possi-
vol que o mesmo autor Ihe tivesse sympathias visto
nflo ter o mesmo gostoque lenha o fallecido Carlos
Augusto do Moraes It.
AVISA-SE
as pessoas que estflo deveudo importancias de gene-
ros que levaram da venda de S.- Amaro, perlen-
cente outfora ao Sr. Remar.lo Rodrigues Graniozo
Cosa que queiram quanto antes satisfazer seus
dbitos a Domingos Antonio de Oliveira na ra No-
va 11. ao pois be quem su acha encarregado do re-
cebimenlo dos ditos dbitos e nflo o fazendo com
brevidado serifo chamados a juizo.
Na ra d'Alegrla, u. 11, precisase alugar urna es-
clava que esleja naa circumstancias de bem faier o
servifo luterno e externo de umacasa il< familia.
Aluga-se, pelo lempo da festa, um sitio no
Cordeiro, com baixa de capim arvores de Inicio e
hortalice, boa casa de vivenda estribara para 3
cavallos sonzalla para escravos o ludo quanlo he
de commodidado para urna familia : irata-se na ra
doQueimado, n. 4. "l
Aluga-se um sitio na Ponle-de-lchoa com
duas casas de vivenda, estribara, arvores de fructo o
banhQ : a tratar na ra do Queimado, 11. 17.
Precisa-se de urna ama que icnlia bom o bas-
tante leite : na ra de llortas, 11. 61.
Aluga-se a casa terrea n. 7, defronte do thealro
novo 1 a tratar na ra da Cruz, 110 llecife, n. 30.
Ubardna Thomazia dos- Prazercs, moradora na
ra do Cotovello n. 40, aluga urna casa propna
tes, u, 92, e dir quem precisa.
I commodos suicientes.
Stnhores Redactores : -- Vi as las correspondencias
los Srs. Ilntra e Mosquita, relativas i existencia de
um sociodflde entre pile e a cas de meo fallecido
ogro, Jos Pereira Teixeir; sociedado contra a qual
prnlPstam entre outra provas.que n demanda serflo
exhibidas, odiuturno siloncio doSr. Mosquil, du-
rante a vida de meu sogro ; o testamento quo a nflo
menciona, .1 escriplnracflo da nossa casa, 0 proprio
escripto social, eosse documento contraproducente
que o Sr. Mesquit com afn puhlicoii: nflo me con-
vm discutir agora pela imprensa esta quesillo im-
portante o revelar os mysteros d causa; mas dou
llanca ao Sr. Mosquita do que, em chegando a oces-
siflo opportuna, depois lo artigo e produceflo de
provas, hei de confundi-lo perante o publico que en-
tflo julgara essa prcteneflo absurda e extravagante, a
qual o Sr. Mosquita concebeu para locupletar-se, e
pasmaia de ver por que arte fram adquiridos algn
desses documentos que o Sr. Mosquita publicou.
F.m resumo, direi qtietodo o cuidado que poi ven-
tura me dava esa demanda, cessou com a exhibieflo
ilasrasfloc documento que oSr. Mosquita tem para
funda-la.
Aproveito-me desta occasiflo para laucar de sobre
mim a respon'sabilidade directa ou indirecta dessa
correspondencia pubtlcaila na Voz do Bratil, para a
qual jamis cu concorreria, porque a pezar le tuo
ainda respeito ao Sr. Mesqnita como amigo de meu
sogro,cuja memoria me hochara, ea quem devo gra-
tiuflo. Finalmente vol ao desprezo esses insultos
que me dirigi o Sr. Dulra, cuja educaeflo nflo podia
dar outro fruto que esse, porque ninguem d oque
nflo toin, e nem mais do quo tem.
Pernambuco, 6 deselembro de 1848.
Joaquim Antonio dos Sanios Andraile.
A abaixo assignada como testamenteira de
seu (nado marido, Jos Vaiella, faz scente aos ere-
dores de sen casal, que perderio todo o direito de
exigir seus dbitos, se, no prazo de 8 das, contados
desta dala, nflo o justificaren!, antes que se proce-
da o formal de partidla. Recife, 26 de setembro
de 1S48. Mara da Conceicdo.
Alugam-so n< ogiiinlps eaa: um sobradinho le
dous andares, no pateo da S.-Cruz, II. 14; urna casa
terrea com duas salas seis quarlos um gabinete e
todos os commodos para grande familia, na ra For-
mosa, 11. 4 ; oulra dita pequea na ra do Sebo n
52 por 7,000 rs. mensaes ; outra dita nos Afogados,
por 5,000 rs. mensaes: o tratar no escriplorio de
F. A. de Oliveira na ra da Aurora-, n. 26.
Desappareceu no lia 21 lo corrente s 8 ho-
ras da noile urna cacborrinha felpuda queacoui-
panhava seu dono no becco lo Ouvidor : quem a
pegare a quizer restituir, dirija-se ao oilflo do thea-
lro novo n. II que ser gratificado.
Precisa-se de um homein de assento o bons cos-
tumes quotenha praticn de venda para tomar con-
ta de urna por bataneo dando fiador sila con.luc-
ia ; nflo so duvida dar-lhe um bom ordonado ou
melado do inleresse que na mesma houver. Comas
mesmas qualidades e condicOes se precisa de um
nutro para urna padaria. A tratar com JoSoda Cu-
nta Iteis na cncheira junto o hotel Cominercio,
-- Precisa-so de um menino le 12 a 14 anuos pa-
ra caixeiro do venda oque lenha alguma urlica, ou
scm[ellu ;' na ra Imperial, n. III.
Acha-se justa e contratada por permuta a casa
da ru deS.-Mguel, 11. 12, da povoacflo dos Afoga-
dos de Joflo Anastacio o Maria Izabel das Cracas ,
com urna na povoacflo do Pndras-de-Fogo da ra do
Cobre, pertencento a Frederico Chaves: quem se
acharcom algum direito emqualquer das dilasca-
sas queira Biinunciar no prazo de oilo dias; do
conlrrio se ultimar o negocio e nflo so attender
mais reelamueflo alguma.
Quem aniiunciou precisar de 300,000 rs. a pre-
mio sobre penhores lo ouro dirija -se ao Alerro-da-
Roa-Visla refiiaeflo n. 68.
A abaixo assignada faz vor 11 quem convier
que iem constituido por seu bastante procurador
110 Sr. Dr. Cactauo Kstevflo Cavalcanti Pessoa nflo
s para defender seus direito perante o foro como
paira receber o mcio sold de seu finado mando, e
ludo o mais tendente a sua casa.
Auna Marta de Jess.
Quem anntinciou precisar de 300,000 rs. 11 juros,
sendo que ainda*jueira dirija-se a ra da Cruz, no
Recife, u.46.
Aos moradores de Olinra.
Em Olinda na padaria do Varadouro do dia 29 do
eorronle em dianle, se fabricar o afamado pflo de
Provenga que tanta notabilidade tem causado nes-
ta provincia eseusado pois, he descrever aos
Olindensos sua boa qualidade, alvura e delicadeza ;
portanto os IVeguozes o aeharflo todos os dias das 6
horas da manhfla em diante. Quem o comer saber.
Precisa-se de um homem que entenda de ma-
chinismo le vapor, para administra-lo em um 011-
genno distante desta praga durante as moagena:
na Camboa-do-Carmo, n. 10 primeiro andar. Na
mesma casa vende-se um rico fardamento para ofli-
cial da guarda nacional de cavallaria.o qual tmente
servio urna vez.
No dia 28 do corrente as 6 horas da manhfla ,
aeharflo os lllms. Olindense, 110 lunar do Varadou-
ro o finissimo pflo del'rovenca, fabricado na pa-
daria do Miguel Archanjo Fornandes Vianua a 40,
80e160rs. ,
D-sedinheiroa premio, sobre penhores .le ou-
ro ou prala e descontam-se sold : na venda n. 1,
defronle do quarlcl de polica, a tratar rom Gregorio
da Costa Monteiro.
--Precisa-so alugar dous pretos para irem ajudar
a fazer os trabadlos da moagem de um engeiilio, do
primeiro de outubro ao ultimo le marc! quem os
liver o quizer alugar dirija-so a praca la Roa-Visla,
casa n. 32, segundo andar, que achara com quem
tratar.
. -- Lino Jos de Castro Araujo vai a provincia das
Alagas, o leva 0111 companhia osou escravo crioulo
de nome Joflo.
Aluga-se o segundo andar do sobrado da ra do
Rangoljii. 59,com duas grandes salas, tendo una vis-
ta para o mar, e oito quarlos, alm derozinha : na
praca da Independencia, livraiia ns. 6 e8.
Jos Antonio do Carvalho embarca para o R10-
do-Janoiro a escrava Lucia, crioula, a entregar a Jofio
Jos l'ci nandes de Magalhfles.
Furtaram, do chapeo do abaixo assignado, um
meio blhele n. 1844 da loleria do thestro, prxima
a correr, assignado por II. O. S. e J. M. C.: roga-so
ao respectivo thesoureiro nflo pague qualquer pre-
mi que possa sahir senflo a seu legitimo dono
Antonio trochado Soares Guimares.
Vflo a praca pelo juizo de ausentes as 4 horas
di tarde duas pequeas lavernas sitas na praca da
ribera da Boa-Vista perlencentes a heranca do fi-
nado Jos Piulo Moreira e lera lugar hoje na mes-
ma praca da ribeira.
M ru do
~-~ir".: "":"
~.\o Alerro-l-noa-Vista. n. 1. i-reeisa-^ lo
prpt captiva par o serviijo de una rasa de pw
familia. ,.,,
D-se dinhpro a premio Hiberno "" ppq"P''""
quantias, sobro penhores do ouro o piala : a Ir. "i
110 trapicho do |V|. urinho, con loM IVioira l.n-
ves.
~ OnVree-e unta molher de bons enatn-ww '"-
ama le can de po.ica familia, ou do homnm oiW'
ro, preferindo-sopslrangeiro, 1 qual te n muiti 1
lica de lodo oservico : na ra do Mondego, 11
Precisa-sede una urna lo leib?
Trapiche, n. 34
Joflo Xavier Carneiro I Cunha remelle pura
o Rio-dc-Janeiro para ser entregue ao F.xm. vis-
conde de Gnlanna O seu escravo panlo de nomo
Sergio, que, por doento. nflo aeompanhon a familia
do mesmo viscondo quanlo daqul parlio para a
corto.
Na ra Bella, 11. 21, fn/.Mii-so aluioco* e jaiila-
res com todo asseo possivol, por proco commodo :
lambem se mandain levar a casas quo prclenderom.
-Precisa-se de urna boa ama para todo o si-rvigo
de urna casa lo portas a dentro: no berro .la Lu
gotHa, n. 5, segundo andar.
Roga-so as autoridades'policial e espille* de
campo, que aprehendan) e levem a ra Nova, 11. 18,
3ue se recompensar, o escravo Bernardo, de naQflo,
e 40 anuos pouco mais ou menos alio e cheio do
corpo ; levou camisa o ceroulas comuridas do estopa
nova ; lom um lobinho 110 enngote bem junio ao
collerinho da camisa potm pequeo. Ksle escra-
vo fugio no dia 23 do corrente, indo botar o lixo
fra.
'Urna pessoa que tem sufliciento coiibccimentw
da escripturaeflo mercantil por partidas dobradas,
se ofTerece para as lardes escripturar com boa lel-
tra eorrecgflo os livros respectivos de alguma casa
decommercio : quem o precisar annuncie.
- Joflo Loubel faz scente is pesso.-.s quo liverem
em SUI loja, no Posseio-Ptblico, chapeusue sol pa-
ra robrir o para concertar q,oiitras irmacOes para
guardar, que queiram vir buscar, no prazo de sdias:
dpcontrario, aerflo vendiiios naca pagamento das
ooiioerlos c para no havsi ituvidai, oz opreson-
lo annuncio.
Quem precisar de urna ama que faz todo o ser-
vido para casa deum bomcm solleiro, dirija-se a
ra da pje.ila.le, loja do barbeiro.
M. lo Pereira embarca para o lio-Grando-
do-Sul o escravo Luiz.
Precisa-ge alugar,ou comprar um preto coz-
nhcro para.urna casa estrangeira : nu ra do Vi-
gario, n. 4.
Quem aununciou querer 300,000 rs, a juros
com penhoies lirija-sea ra Queimado, 11. 14 on-
de tambem so ta em pequeasquanUas.
Aluga-se urna boa casa terrea na povoacflo do
Monteiro com duas grandes sala 4 quarlos co-
zinha fra rcimba dous quintaos murados e com
porlflO para o rio estribara para dous cavallos o
quarto para escravos : a tratar na liavessa .lo Veras
da Roa-Vista, sobrado 11. 15-
Aluga-so o bem conbecido sitio na estrada do
Cordeiro, de Nuno Mana de Serta*, s proprio para
algum negociante eslrHiigciro ou ouira pessoa quo
tenba tralainonlo : na ra .lo Amorim, u. 15.
i--. w- -.:
0mnr/8.
r"oinpra-sn um escravo que seja cozinheiro, o
qual agradando e (lesempcnhandoo mis ter para que
so precia nflo so duvidara de pagar bem : na roa
da Caileia, n. 39 ou a bordo do brigue Veltn fun-
.loado uafronte da csca.linha do Passcio-PiibliCo.
Compram-se dous casaes do pomho sendo
um casal de mariolas o um do rabo de loque : na
na do Crespt loja de Santos Neves & Cuimarfles.
Couinram-so escravos que Sejam o'Ilcias do e>.r-
pina, do 18 a 25 anuos o de boas figuras ; pagam-se
liem sendo .lo bous eosluines e peritos no sen odi-
eio pois silo para una encomihenda lo Rio-de-Ja-
neiro: na ra do Amorim,_n. 35, n fallar com J. J.
Tasso Jnior
Compram-sc 3 pares de mongas de vdro la-
vradns : na praQa da Independencia, ns. 6c8
Comprani-se dragonas bandas e fiadores de
officiaes de prinieira o segunda linda : na roa do
Queimado, loja de cirgueiro n. 10.
-- Compra-s um ou dous toneis de madeira do
amarello, que seiam novo, ou com pouco uso, pa-
ra agoa : na ra no Passeio, loja n. 17.
Compra-se umacasa terrea em quaesquer dos
bairros "la Roa-Vista ou S.-Anlonio : na.ra larga do
Rozario n. 35, se dir quem compra.
'......-hi.immi.^. .i.Ll.-1-- !"Ll-."?
endas.
5^ COMPRA VANTAJOSA. ,**
Vende-se una morada* de casa de dous andares ,
com duas lojas mu bem fundada muito fresca ,
com grande quintal commodo para grande familia,
em bom estado, livre e desembaracada de qualquer
linus por pre;o rasoavel ; faz -se- lodo o negocio
segundo o estado do lempo
em parte
vende-se no todo 011
na ra do flrldeireiro n. 62.
Superiores e multo no vos queijos londrinos, viu-
dos na galera ingleza lonita vcmlem-se no arma-
zam suppra a 960 rs. a libra.
No deposito de Me. Calmont & Companhia na
ruado Apollo, armazem n. 6, acha-so constante-
ment grande sortimenlo de rerragens' inglezas paru
engenhos de assucar .corro sejam : taixa de ierro
eoado de I i le 1011 tes modelos, os mais modernos;
ditas de ierro balido ; moendas de ferro do mode-
lo adoptado para armar em madeira ; lilas todas
de ferro, taulo para agoa como para aniniaes; ma-
chinas da vapor de frca de quatro cavado o de al-
ta pressflo 0 mais moderno o simples que he possi-
vel ; repartideras ; espumaderas ; resfriadeiras de
ferro esjanhado; formas de ferro: ludo por preco
commodo.
Vcndem-se tres relogios de ouro,
novos, d patente, sendo dous de sabo-
nete 'e um commodo : na ra do Queimado, 11. 17.
.
_ADO
'


*n

.

'
' .-
V rndr-ir urna caM terrea mullo grande, alta nf
ra ila Mangueira, na lloa-Viita. d. 11, com gracdea coui-
inodoa, quintal multo grande e muitni ar vori-den de fruc-
>, por nre^o o mala raaoavel nostivcl: trata-te na ra
do Aragao, a. 27.
Vnid-se cal rirgem de I.itba em barra de 4
arrobas chegada pelo ultimo navio, por preco commo-
do | a tratar com Almeida & Fonaeca, na ra do Apollo
A if'ooo rs. ,
ancoretas com azeitonas superiores : ven-
dem-se no caes da Alfandega armazem
7, de Francisco Dias Ferreira.
~ Vende-se um moleque de boa conducta o que
seafianga : he recotnmendadoa sor vendido a pes-
soa conhecida por ser digno de ler um bom senhor-
na ra Direita, n. 16, esquina que volta para S.-Pe-
dro, se dir quem vende.
FARINHA DETRIESTE.,
marea verdadelra SSSF, chegada ltimamente: Vende-se
em casa de N. O. Blebcr t Companhia, na ra da Cruz ,
Vende-se
chegad
ea/ virgem de Lisboa,
a no ultima navio, em barris pe-
queos, por menos do que em ontra qual-
quer parte : na ra do Trapiche, arma-
2ein n I 7.
- Vende-se uma escrava de 18 annos, que cose,
engomma e cozinha parida de potico lempo, ecom
ti;-timoleitepBra criar da qual seafianca a boa con-
dutli : narua do Passeio, loja n. 19, se dir quem
vende.
Casimiras elsticas.
Vrndcm-se superiores cortes de meia casimiras els-
ticas de pura laa, pelo barato preco de 2^100 e SUMO rs
o corle de calca: nanoya loja da estrella, da ra do
Collrglo, n. I.
--Vendcm-se superiores sellins inglezes. elsti-
co-i e de patento lisos e alcochoados cahegadas 11-
, gli-ras, rohraae chatas; csrneiras brancas i silhes
inglezes para montara de senhora: lud'o'rcente-
mente checado : na ra .la Cruz, n. 2,casa s George
Ketiworthy & Companhia.
Algodfio monstro de 8 palmos
c meio de largura.
.Na loja n. 5, que faz esquina para a ra do Colle-
gio de Cuimariles Companhia vende-se a nova
fazen.la de algodio branco muito proprio para loa-
nas pelo barato prego de 640 rs. D-se amostra.
--Vende-se muito superior biscouto francez'do
Jlhetms : na ra da Cadeia-Velha, n. 29.
CHA' HYSSON,
de ptima qualidade a 2/240 rs. a libra : na ra da
-rua no Recfe armazem n. 13.
FARELO
a 3sooo rs. a sacca
nos rmateos n. 1 e 3 do caes da \ITandega, e no de n.
35 da ra do Ainorim, de J. J. Tasso I notar,
Uiscados tnoiistros.
Vendem-se superiores riscados monstroa, j bem co-
nhecidos tanto pela qualidade como" prla largura em
demasa, pelo barato preco de 280 rs. o covado. F.stes
riscados sao chegados ltimamente: as cores sao Ras,
e os padrocs muito modernos e de bom goslo : na nova
lujada F.strcila da ra doCollcgio, n. I,
Vendem-se dous pianos fortes Je Jacaranda ,
chegados ltimamente, que, alm de sorem um
magnifico ornato de uma sala, teem cxcellenlcs
vozes sendo o mechanismo da milita approvada no-
va invenciJo chamada repilidor patente de Col-
lard : em casa de J. Kcller & Compauftia na ra da
Cruz, n. 55.
Vendem-se barris pequeos com cal virgem de Lis-
boa a inais nova que ha no mercado por preco com-
roodo : na ra da Mocda arma/era n. 17.
I'otassa.
Vende-se muito superior potassa em
barris pequeos : na ra da Cadeia-Ve-
lha armazem de Baltar& Uliveira, n. i
Vende-se cera de carnauba de boa qualidade ,
em porgo o a retalho por prego commodo : na ra
da Madre-de-Deos, n. 31.
Vende-se uma inorada de casa terrea, na ra
Imperial n. 9, feita a moderna e com cotnmodos
para um grande familia ;s com a vista de quema
pretender mclhor se poder informal-: na ra Au-
gusta, n. 9i.
m
O NOVO PAO' DE PROVENCA.
Contina-se a vender todos os dias po ile
Provenga na padaria da S.-Cruz n. 6, o
no deposito da ra estrellado Rozario, n.
39, fabricado com as melhores farinhas ,
que para elle se team escolhido Esta quali-
(@) e (le t)So lorna'8e mnito recommenda-
VV? vcl, tanto pelo seu bom gosto como por
n3o conlerem si azedo pela rapidez que
m
m
m
m
demanda o seu fabrico.
Oproprielariodos referidos estabeleci- (SK)
menlos, cada vez mafs versado em fazer ^
este novo p3o, sendo um dos segundos que i@
o apresentou aosseus freguezes logo que
elle se inslituio anda niio cessa de em- v?i
pregar todos os seus esforgos, .'alim de que
o seu pilo, entro nutro que j o fazcm ,
meregaa primazia. Vos mosmos estabcle-
cinicntosacharno os freguezes a muito su-
perior bolachinha regalia tanto doce co-
mo agoada.
em lutria de 4 a :"> arrobasr a mBs nova
que ha, vinda pelo ulti.no navio, por pre-
co mais commodo do que em outra qual-
quer porte.
Vende-se. por prego commodo uma casa de
pfilra i- cal -iia na Capunga na nova estrada que
vai para o rio : a tratar no pateo da S.-Cruz, n. 8, ao
pe da botica e defronte da mesma casa se acham as
chaves para quem a quizer ver, pois he ptima
parase passara festa.
ACOA DETINCIR CABELLO.
Conlinua-sc a vender agoa de tingir cabellos e
suissas: na ra doQueimado, n. 31. O methodo de
applicara dita agoa acomp.anha os vidros.
* Vendem-se aeges da cx-
dncta companhia de Pernambuco
e Parahiba: no escriptorio de O-
liveira Irmos & C, rua da Cruz,
n. 9.
Para senhora.
Vende-se um rlcoaderegode ouro matizado com
diamantes finos, por 350,000 rs. : na rua Direila ,
sobrado n. 16, que faz esquina para a travessa de
S -Pedro.
Vende-so um escravocaiador, e que entondede
planlagoes de sitio : na rua ln'reita sobrado n. 16,
que faz esquina para S.-Pedro.
Cera de Lisboa.
Na rua da Cruz, n. 60, ha um completo sorlimen-
to de cera de Lisboa em caixas de todos os tama-
itos que os compradores desejarem ; assim como
lamhem ha uma grande porgiloda que vem em gru-
mo e em pilo vende-se por menos prego do queem
outra qualquer parte. .
FAREI.OS.
Vendem-se barricas com trelos, chegados lti-
mamente de Lisboa : na rua da Madre-de-Oeos, ar-
mazem, n. 20, defronte da guarda da alfandega.
Vendem-se 3 caixilhos para teiro ou armario ;
4 varaes de Jacaranda por todo o dinheiro : na rua
do Caldeireiro, n. 62.
Vendem-se dous negros de nag.lo Angola, bo-
nitas figuras, e de boa conducta, o quo se nfianga ao
comprador; uma negra boa cozinheira eqne cngoni-
ma liso ; uma dita que engomma e coze solIYivel; e
urna dita boa quitandeira : na rua Nova, n. 21, se-
gundo andar.
Vendem-se i lindas mulatas, muito
moras, boas costureiras eengommadeiras;
e nm mulatinho de i a annos ; um moleque
de 14 anuos pouco mais ou menos, e pro-
prio de todo o servico de casa e campo, ou
para pagem : na rua do Crespo, loja n.
i A, se dir quem vende.
-- Vende-so um carro de duas rodas com arreiose
cavallo, ou sem elle, a vontade do comprador : na
rua da Cruz, n. 38, ou na cocheira do Augusto.
Vendem-se 40 aegoes da companhia de Beberi-
bc a dinheiro ou a prazo com boas firmas : na rua
das .arangeiras sobrado n. 15.
-- Vende-se um bonito cabriol coberto com en-
cllenles molas e nuilo mauciro por 280,000 rs. :
quem o quizer ver, dirija-se a cocheira de Jos Ma-
fia na rua da I-lores, ou na rua das Larangeiras .
n. 15.
Vendem-se doces de todas as qualidades; h-
celas cheias de doce secco de caj e de outrus qua-
lidades, multo bem seceos, e bem enfeitados: tam-
bem se fazem bolos, e bandejas efeiladaa com bo-
linhos alfinis, confeitos, ramos dos mesmos, fru-
leiras pilo-de-l, doces de ovo podios, pastis de
nata e de carne, arroz de leilc, tremedeiras : ludo
com milita pe fegfio e prego commodo: na rua Di-
reila sobrado de um andar, n 33 ao p da-bo-
tica.
cea em bom estado por preco commodo : na rua do
Nogueira, n. 18.
Antonio Ferreira Lima, na rua Nova, n. 3, yen-
do ramullas com lo a II libras de massas para so-
pa leudo cada uma quatro qualidades cstrellli-
nha, ponlinha, pevido e cruz de Malt.. : lamhem
a retalho.
-Vende-se uma prensa do patente, propria pa-
ra sello de qalqucr consulado ou ropartigSo pu-
blica, por prego commodo: na rua da Cadeia .
n.52.
- Vende-se uma preta da Costa, de 22 a 24 annos,
sem vicios de qualidade alguma e muito boa vende-
deiraderua: na rua doQueimado, no segundo an-
dar da casa n. 40.
Vendem-se 3 lindos moleques de 14 a 18 annos ;
um pardo de 18 annos, de elegante figura ; um pro-
lodo 25 annos, bem robusto; uma negrinha de
12 annos, muito boacostureira ; 2 pretasde todo o
servigo; no pateo da matriz de s.-Antonio sobra-
do it. 4.
DE6 PORTAS HV2
BE -Lotf*v
0 dono deste estabeleci ment, vendo-se em cir-
cunstancias de Ibe ser preciso retirar-se para a
Europa precisa primeiro pagar a aeus credo-
res e para elieituar este pagamento o mais
breve possirel, ollerece alguin abalimento a
seus devedores que quizerem saldar tuas con-
tas assim como Icm resolvido- vender todas as
fazend.is por diminutos precoi, a saber : pecas
de madapolao, a 2/, 1/000. 3^200, 3^500, 3/700,
3*nnnc4#r. ditas de cbitas escuras, finase
rntre-finas, de cores Ras a 4/800, ft/, 5/500,
6/e 0/500 rs. ; ditas muito superiores, entran-
do algumas de coberta, a 7/ rs. a peca, c a 190
rs. o covado ; alpaca, a 600 rs. ; lila larga, a 380
rs.; cazineta preta a 1/rs. ; los tino* e grao-
des de liuho, a 6/400 7/ e 7/500 rs. ; chales
Srandcs de garca a 1/500 rs. ; ditos de chita a
00 rs. : vestidos de cambraiacoin bico e renda
de superiorqualidade, a 3/ rs ; ihantas de cam-
bra ia para senhora, a l/rs.; luvasde pellica,
seda e algodao, para homem, a 320 rs. ; pesco-
cinhos e golas de bonitos gostos, a 240 e 320 rs.;
bicos Trnceles, inglezes e da trra e alguns de
de seda preta, a 120, 160,200, 240,320, 400 e 640
rs. ; Ir neos de cassa para grvala a 200 rs. ; di-
tos de inuitas qualidades para homem e se-
nhora a 180, 200, 240, 300, 320, 360, 400, 480 e
560 rs.; suspensorios a 40,120 e l60 rs. ; ditos
finos de borracha a 200, 240 e 260 rs. ; garfa
de seda muito larga com Dores douradas a 240
rs. o covado ; cassa da India,a 400 e 480 rs. a va-
ra ; merino fino e entre-lino a 1/800 20O0 e
2/MO rs. ; pannos finos, a 3/800,4/ e 4/500 rs. ;
c muras nimias fazendasque nao se annunciam
por oceupar muito lugar as quaes se vendein
todas a i ma mrs.....eniii grande prejuizo s
afilo de se acabar com o dito eslabelecimento ,
o qual tambem se vende no estado que s,- acha,
havendo queut o queira comprar aindM mes-
mo a prato com lettras de firmas que agrada-
re"! a seus credores.
Vende-se, as libras erra-malte da n
do Rio-Crande-do-Sul, do que se faz ch 6".
he bastante dioretica : na ruado Livrament'o n t'
venda de Antonio T'rreira de Souza. *>
Contina-se a ender msnteiga inglcza a km
600 e 800 rs.; cha hysson superior a 2,00o'rs ,'
pateo do Carmo, loja do sobrado do Gabriel i.
nio, n. 17. Antg-
Vendem-se dous bonitos moleques de naeSn
de 12a 14 annos, muito espertos; 3 negrinhu il
12 a 14 annos, muito lindas, duas das quaes a0r
colindas e rom algumas habilidades; dous mular
nhos muito lindos, sem vicios, e qne $So opijm
para pagens ou aprenderem ofllcio, por seren Z
13 a 18 annos; 5 negras muito mogas duas d
3uaes com habilidades : na rua do Vigario, n. 24
ir quem vende.
-- Na rua do Vigario, n. 24, vende-se bolacha oro
pna para escravos, a 1,920 rs. a arroba, e mais ordi
nana, para animaes, a 960 rs.
m
Vendem-se queijos londrinos os mais fresesao
que ha no mercado ; latas com bolachinhas de ara-
mia ; dilascom hervilhas ; ditas com sardinhas :
na rua da Cruz, no tlecifo ,-n. 46
FirminoJos Flix da Rosa tem 6ara vender
excellente vmhu da Figueira em pipas e barris : os
pretendentes todos os dias pdem tratar com o mes-
mo no caes da Alfandega ou no seu escriptorio ,
na rua do Trapiche, n 44, aonde tambem vende
lindos vasos para janiim.
Vende-ee, na venda de Joaquim
Correa Rezcnde Reg, no largo do L-
viamento, n. ao, superior cal de Lisboa,
Vende-se uma bonita escrava cabra do 17 an-
nos sem vicios nem achaques ; 2 burros bous de
carga e muito novos : na rua das Larangeiras, n. 18.
Vendr-se um meio faqueiro de piala urna sal-
va para umeopo d'agoa um casino do ouro para
bengala de cligaiile gosto, um annelSo de ouro,
dous hotfles de abertura um collar tudo de ouro,
um marac de prata, enfeites para cinleiro de crian-
gas, um par de brincos pequeos de filagrana um
dito de podras compridosencastoados em ouro, um
caixilhode ouro para retradn : narua da Hoda n.
45, segundo andar das 7 s 9 horas da manhla e
das 2 s 4 da tarde.
- Vende-se violto superior engarrafado, a 400
rs. ; dito do Porto, em caada a 1,920 rs. e em gar-
rafa 240 rs. ; dito de Lisboa, a 1,600 rs. a caada, c a
garraTa a 200 rs. ; dito da Figueira a 200 o 240 rs a
garrafa e a cniiadaa 1,600 c 1,920 rs. ; dito branco
muiln bom a 240 ss. a garrafa c a caada a 1,920
rs. ; msnteiga franceza aSOOrs. ; dila ingleza
880 e 960 rs. a libra ; presuntos inteiros a 360 rs a
ibra c a retalho a 400 rs. ; lingoigas do Porto a
400 rs. a libra ; cha hysson, a 2,000 2,240 e 2,560
rs. a libra ; licor fino a 260 e 400 rs. a garrafa ; e
oulros mili tos gneros de venda por prego commo-
do : defronle da matriz da Boa-Vista na esquina
que vira para o Hospicio
Vende-se um moi'nho grande para cate na rua
Nova, ii 16
Vende-se um bonito moleque do Angola, do
8 annos : na rua Nova, n. 16 .
Vende-so um relogio de ouro horizontal muilo
bom regulador, por prego muito commodo : na rua
JNova, u 21.
Vendem-se linhas de meada muito finas, pro-
priaspara lavarintos tic cambraia de linho; baba-
dos de panno de linho bordados, flhgindo bico da
tetra ; meiasde linho ; ditas de Lia para padre; e
oulras militas miudezas por prego commodo : na
rua do Cabula, loja de miudezas n. 4.
Vende-se urna preta da Costa., de 20 a 22 an-
nos sem vicios e que hu multo boa vendedeira de
rua : na rua doQueimado, II. 40, segundo andar.
Vende-se uma tnoleca de II a 12 anuos, muito
linda figura ; uma preta de 16 a 20 anuos que en-
gomma e cozinha perfeitamenlo com urna cria de
fOnuzeSl na rua do Fogo, n. 23, se dir quem
vende.
Vende-so uma casa no Caehang, com frente de
pedra e cal: a tratar no pateo de S.-/os, n. 43.
Vendem-se unspoucos' de castigaos do prata
eolherese copos de prata : tudo obra do Porto: na
rua das Larangeiras, n. 15. Iperial n. 214,
Vende-se uma ttpoia com todos os seus perten- i'onlas, n. 4.
Vende-se uma prela de tiacSo Angola, de 16 an-
nos que engomma com perfeigo cozinha, tanto
de forno como de fogo ; uma dita de nag.lo Costa ,
de 18 anuos que engomma com perfeigiio cosel
muito ben> e cozinha o diario de uma casa ; uma di-
la crioula, de 15 annos de muilo linda figura que
cose solTrivclmente; uma mUlatinha de 10 annos,
muilo linda : na rua Nova, n 21, segundo andar
Vende-se uma excellente canoa, propria para
familia, e acabada agora de construir, por prego
commodo : emOlinda venda do Jos Joaquim Af-
fonso & Companhia.
-- Vendem-se duas pretas mogas tle nagflo uma
cozinha o diario de uma casa e lava e a outra pro-
piia para trabalhardo enxada porj ter uso disso:
em Ohtula, confronte a S.-Sebastifo, sobrado n. 20,
que a vista dellas, nilo sedeixar de fazer negocio.
-- Vende-se cera de carnauba muilo alva por
prego commodo : no Atorro-da-Boa-Vista fabrica
de licores, n. 17.
-;- Vendem-se pecas de madapolilo com 26 varas,
muilo largo e oncorpado, a 2,800, 3 000 e 3,200 rs. ,
e a retalho, a 7, 8 c 9 vintens ; pegas de chitas para
coberta a 6,000 rs o a 160 rs. o covado I na rua
do Passeio, loja n. 17.
- Vende-se um carro de quatro rodas i envidra-
gado do almofada com os competentes arreios :
ludo novo : no Alerro-da-Boa-Vista n. 46
Vende-se salsa de superior qualidade, por pre-
go comino,|o ; na rua de Apollo, armazem, n. 4, de
l>. F.Maya
Vendem-se 2 lindos moleques de 10 a 14 an-
nos; 3 pelos de 25 a 30 annos ; 3 pardos de I4nl8
anuos ; 3 mulatjuhas de 7, 12 e 14 annos com liona
principios de habilidades ; 2 pretas de 20 anuos do
todo o servigo: na rua do Collegio, n. 3, se dir
quem vende.
-- Vendem-se oculus finissimos de vidros qua-
dradose do aro do ac para conservar avista : na
rua do Crespo, n. 17, loja de Santos Noves & Cui-J
maraes.
Vedc-se um bom
para um cavallo
da-Uoa-Vjsta.
-Vendcm-se dous filciros proprios paralivrosou
louga ; iin diccionario de Moipes, quinta edicSn, em
a voluntes; 3 pares de cortinados para 3 jauellas ,
com todos os seus pe teneos do ferro e flores dou-
firdos : na ru da Cruz, no Itecife, n, 43
Vende-se uma negrinha de 12annos pouco mais
ou menos de bonita figura com principios de cos-
tura nilo tem vicios nem achaques e que he pro-
pria para mucama : na rua doQueimado, loja n. 10.
_ conquis.
tada 1 v.; Caramuru, 1 v.;. as Quatro esUgOes
anno, 1 v. ; ditas ditas do dia, 1 v. ; Ruy, o esc.
deiro 1 v.; a Redempgilo, 1 v.; Amor e Melancoli,
1 v. ;Ulyssea,l v.; os Burros 1 v.; os Animad
fallantes, 3 v. ; a Meditagito, 1 v. ; Imitacflo
Chrislo, 1 v.; Corda Serfica 1 ?.; Contrato so.
cial, 1 v. ; as Ituinasde Volnei, 1 v. ; os Amores j.
CamOes, 1. v. ; Historia romana 4 v. ; Manual 4
Chnstflo 1 v.; Caminho do Co 1 v. ; Manual i,
oonfissflo, 1 v.; Cacographia da lingoa portuguezj
2 v. Viagensdeum peregrino a Jerusalem 1 '.
Arte de rurtar, 1 v.; Diccionario potico 1 v.; o f
liz indepeudente, 2 v.; tala Rene 1 v. ; Melholo-
gia da mocidado, 1 v. ; Nuiles de Young, 2 v. ; C.V
tas do marquez lo Pombal, 3 v. ; D. Ignez d a
tro, 1 v. ; T. Livius,l v : lamhem se trocam quaes-
quer destas obras por outras, sendo que agradom
na rua larga do Rozario, n. 46.
Vendem-se meiasde linho o de algodlo par
homem; peneiras de arama ; bixas de llemburi-o
[ que tambem se altigam]; pilulas da familia : na ta
do Bozario padaria junto a igreja, defronte d m.
tica do Sr. Paranhos.
Vende-se a muito afreguezadt loja
de calcado da rua da Cadeia-Vellia do
Recife, n. 35 a tratar na mesma
Na lojan. 5 A da rua do Crespo,
ao p do arca de Santo-.4 ntonio, veodem-
se ni imLis de la e seda, muito bonitas,
para meninas, pelo barato preco de
1,000 rs ; assim como cortes de chita es-
cura, com io covados, a i,6oo rs ; cassai
de cores, de quatro palmos de largura, i
2^o rs o covado.
Escravos Fgidos
carrinho novo do 4 rodas ,
na cocheira do Miguel no Alerro-
Chocolatc hoiiiGeopathico.
Na fabrica de licores do Aterro-da-Boa-Vista, n.
17. alm do chocolate de canella, bauuilha sade ,
ferruginoso e musco islndico,|lia do homceopalhico,
<> qual he muito til para as pessoas quo so curam
pela medicina homoeopalhica.
Na rua Nova, ti. 2o, loja de ferragens ,
'le Joflo Femandcs Prente vianna, vendem-se os
mais ricos apparelhos de metal que aqui teem viu-
do, para cha ; assim como rices bandejas e facas de
cabo de marflm.
-- Vendo-se uma morada de casa sita na rua Im-
por prego commodo : as Cinco-
Fugio, no dia 23 do crtente o preto Jos, de
nag.lo Rebolo balxo, cabega acarneirada embigo
grande bochetxudo do rosto; levou em dinheiro
12,600 rs.; deve estar pela povoagflo de Reberibe, ou
Giqui; foi do finado Bento, padeiro da rua Nova:
quem o pegar leve-o a Fra-de-Portas junto a pa-
daria que ser bem pago.
Fugiram, nodia 10 do corrente, 2 escravos,
um de nome Pedro, < outro de nome Joaquim,
aquelle reforgado do corpo muito bruto ; represen-
ta 28 a 30 annos, e este cabra escuro, curto da vis-
la alto e secco; tem quatro dedos em urna das
mlos ; sfio cauoeiros e tem sido vistos em Olimla,
Monlciro e A togados : qoem os pegar leve-osa rua
da l'raia-de-S.-ltila, ns. 25 ou 37, que ser recom-
pensado.
--Fugio, nodia 23 do corrente do sitio do Rio-
Doce o mulatinho Olegaiio de 14 a 15 annos ; le-
vou camisa de ganga azul ja muilo rota e cernulti
brancas por cima de unas azues do mesnio panno da
camisa o chapeo de pallta velho, pintado de preto:
quem o pegar leve-o ao mesmo sitio do Riu-Docu,i
Francisco Candido das Chagas, que recompnsate
ou na loja de encadernago na travessa do IVjzario,
n. 12. \^(
Desappareceu, nodia 18 do comente, o preto
Agosliinho, de nagfto Angola, de 25 anuos cheio do
corpo cabello grande, que parece presislir no mal-
lo, olhos grandes e encovados quo parece ter aca-
bado de dormir denles limados cara larga muilo
robusto ; tem as nulos rbeias do calos por tralia-
Ih.ir i-iii padaria ; quandoanda levanta os dedos dos
ps come quem Icm bixos ; levou camisa e cerou-
las de algolilo da ierra o uma baOla encarnada :
foi vislo no dia 20 do corrente na Varzoa e tomoua
ilu i-crii do eiigeulio S.-Joilo : quem o pegar leve-o
a rua Imperial n. 37, que ser betn recompen-
sado
Fugio, no dia 21 do corrente, o preto SimiSo,
de nago Costa de 30 a 35 annos; tem algumas mar-
cas de hexigas pelo rosto e alguna tullios sigimM
desua nagfio ; tem falta de denles na frente, e uma
marca no peilo por ler ha lempo levado um caustico;
he bastante grosso, bem reforgado tanto cm cor|>o
como em pernas e bragos llura regular ; quando
falla he de mancha que llio cusa bem especie de
cangasso ; levou caigas de ganga azul, camisa de
baria encarnada; faz uso de corontas com lilas amar-
radas por dentro das caigas levuu'm'ais umi porcSo
de roupa por isso talvez Icnha mudado de Irojes.
Itoga-sc as autoridades policiaes lano desla cid-
do como da villa do Cabo, Serinhflem e Macei Por
srosle o ultimo lugar aonde ello j estevo por al-
guns anuos e se ilesconfia que para l fugisse
a mesma recominendaco se faz aos capit8es decam-
po queo apprehcndam e lovem-o a rua Real > "
Mangttintio, n. 51, qucserilo recompensados.
Fugio, no dia 17 do corrente, a parda Francis-
ca, levando comsigo seu lilho menor de um anuo;
he de cor clara bocea regular, com falta de denles
na frente cabellos cacheados e cortados, nariz a/i-
ludo ; tem um defeito em um dedo da mito esqucp"
da, olhos regulares, peilos pequeos ; levou vestido/
de chita azul com floras encarnadas e outro de re-
cado j iiesbotado : o fillto foi vestido com limo J
usado: quem a pegar leve-a a rua do Trapiche-No-
vo u. 40, que ser recompensado
I'kiin.
NA TYF. DE M. F. DI FAB
u,-iW
>
Vi

MELHOR EXEMPL


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