Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06518


This item is only available as the following downloads:


Full Text
>
Anno
XXIV.
Sablado 95
i Di MU O pubiica-se todos OH das que no-
fnicn de guarda: o preco da asignatura he
I IidOO rs. por quarte.1, ptgm adianladot. Os
ifincios dos assignantes sao inseridos
ao de 20rs. por liona, 40 rs. em typo dlf-
iite e as re pe tifie pe* inetade. Os nao
EJYoautea Pg" *> Por linni e l50 "
em tyi*0 dilFereote, por cad* publ.cacao.
i pBASESDA XUA NO MEZ OE SETEMBRO.
/vnt,a5,.shoras c24 min.datard.
fSi, a 3 s 3 horas e 59 min. da inaoh.
"r." .a> 7 hora' e X min- da ma"h-
?.7 hor"e ,6 rain-da m,nh-
PARTIDA DOS CORREIOS.
Goianna e Parahiba, s aegs. e sextat-feir.is.
Rio-G.-do-Norte, qnlnlas-feiras ao meio-dia.
Cabo, Serinhaem, Rlo-Formoso, Porto-Cairo
e Mafcet, no l., a II e 21 de cada ruei.
Garanhuns e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista e Flore, a 13 e 28.
Victoria, s quintas-feirai.
Olinda, todos os dias.
PRKAMAR DE IIO.IK.
Primeira, s I horas e 18 minutos da tarde.
Segunda, s 1 horas e 42 minutos da manh
de Scfembro de 1848.
N. *l
das da semana.
18 Segunda. S. Jos de Cupcrtinn. Aud. do
. J. do orph. do i. civ. e do J. M. da 2. v.
19 Terca. S. Januario. Aud. do J. do c. da
1. v. c do 1. de pn do 2. dist de t.
20 Cuarta. S. Eustaquio, Aud. do J. do o. da
2. v. e do J. de paz do 2 dist. do l.
21 Quinta. *. S. Malhctis.
22 Sexta. S. Mauricio. Aud. do J. do civ. e
do J. de |i.-./ do I. dist de t.
23 Sabbado. S. Lino. And. do J. do ct v.
e doJ. de pudo I dist. de t.
24 Domingo. Kossa Senhora das Mcrcc's.
CAMBIOS NO DA 21 DE SETEMBRO.
Sobre Londres a 23 d. por l?rs. a60d.
i> Pars
Lisboa 120 por mito de premio
Rio-de-J meiro ao i ar.
Desc de lett de boas lirm .s a i ", aq ""''
Aocoes da CO.np. de Keberibo. '-i t. ao jl.
OuwT-Onpi. heapanholas 32*100 .. /
Mocdas de^OO v. 18^100 a 8M0O
de (f400 n. I6#40fl a IWWM
de 4/000... 9^MH) a HW0O
Prala-I'ataccs brasileiros jfMP a 2#M0
. Pesos colu.nnarios. 2/040 a W5f
. Ditos mexicanos..... 1*900 a lW"
EXTERIOR.
versas testemunhas. No dia 25 de junho elle fol visto na
Craca da Rastilhn, e foi encontrado do outro lado das
arriendas por dous de seus collegas. M. Proudhom nSo
de nrnhutna outra explica;o do emprego de seu lem-
po, que o haver elle ficado por duas horas em admira-
cao do sublime horror dacanhonada. (Oh, oh, e riso).
Sendo interrogado acerca desua presenca no Paubourg,
M.Proudhom respondeu que o movimento era socialis-
ta, porm que elle o baria cnndeninadoj como inoppor-
luno. I ni deputado havia tambem ouvido a M. Proud-
hom tomar a defensa dos insurgentes. M. Proudhom
(seguudo esta testemuoha) tinha chrgado at ao ponto
de declarar que elles (os Insurgentes) haviam combat-
tido enm coragem sobrehumana, c que Sua causa Ib* pa-
reca justa.
_M. Proudhom disseque este deputado nao Tallara ver-
dde.
M. Ilouchart censurou a conducta' de mu homem que
no nielo dos horrores da guerra civil poda ir a um com-
bate eomo a din espectculo. {Sl.P-suilio~.bs;:!: c?/or-
f& $robre a sua csrrivanhia, eento gritot de ordtfn partirn
de todas a* parlet.) O relator annuncioU mals que os der
talhes das ramificares da conspiracao em os departa-
mentos, e hus outras materias seriam o objecto de um
outro relatorio. A tentativa de 15 de malo e a insurrei-
cao de 23 de junho tinham-se estendido, dlsse elle, por
toda a franca, (luirs revelarles havia que obter c ou-
tra verdades que publicar. M. Houchart concluio da
ni i un i a seguime o scu r< l.iioiio ;i assembla:
Permclti-nos, Setihores, que em concluso lance-
mos una rpida vita de olhos pelo vaslo espacoque ha-
vemos atravessado, e que vos Icuibretiios os lacos que
ligain os differentes acontecitnenlos para os quacs have-
iiios chamado o vossa atlcnco So algumas dttterencas
tendes observado as causas immcdiatas, assim romo
as tendencias da sedico de niain e da calaslrophe de
junho, he todava certo que estas duas tentativas sao
smenle os differentes actos de um trama perseverante,
cuja ideia foi pela primeira vei manifestada com es-
trondu no dia 17 de marco. A ideia da9 faenes hesrm-
pre a inesma i Desconfanos do paix e odio da assem-
ble'a nacional ideia sacrilega que vilenla o proprio
principio da soberana popular. He so a forma da Ideia
que varla.e se torna mais ameacadora em cada occasiao
suenessiva. Dcste modo a 17 de marco a manifestaco ;
a 16 de abril a conspiracio ; a 15 de malo a tentativa;
e a 26 de junho a guerra civil. O governo a qiiem a con-
fanos da asscuibla ha investido da tarefa de vigiar so-
bre o futuro da repblica, foi creado no meio desta san-
guinaria luta entre a urden, ea anarchia. Avlctoriaque
os guardas nacionacs e o exercito sella rain coi sey ge-
neroso sangue, ha oulra vci mais fortificado a base da
uicieuauv, v.- i----- ., i "ifi-'*l*. .fe^..;'
c ha restituid ao governo sua llberdadr ae aecao. U go-
verno tem tirado desta situscao una nova frca, etiu
tambem consclencia de que o-"- H"""|. _,,.
elle ""i;- *--..--'-''pbfinc fe toua.^ ,
*,mp.~ ~^-uSkr.-.f.X:. :hTh.,..; nosso bello pal, a cun.pr.r
AS INSnnElfOES FRANCKZAS DE MAIO E JUNHO.
(Continuaro do numero antecedente.)
Depois de uina pausa de 15 minutos, M. Bauchart,
relator da coininissiio, eontinuou a ler assembla o re-
sultado de suas invesllgafes da maneira seguinte :
lina caria vio acommissao, escripia por um individuo
que havia estado naquelle dia com M. Luiz Blanc, o au-
tor desta carta diz que a .-nscmbla fra dissolvida ; que
elle esllvera com Luiz Blanc e arbs, os quaes deve-
riain reunir-se naquella nolte no Luxemburg. Elle cs-
rrevra esta nota para prevenir que seu amigo (a pessoa
aquem a carta era dirigida; tlvesse aleiima inquieta-
do. O relatorio cltou outras multas provas de igual ca-
rcter no meio da constante interrupen de M. Blanc. A
commisso uonciuio as inrormaces que obieve, que
M. Luis Blanc eslava pesso'alinenlc Implicado no nego-
cio de 15 (te malo. O relatorio passou depois a faliar da
asurreico de junho, e das causas que particularmente
-'ani contribuido para a sua apparicao. Entre 15 de
j e 23 de junho, diz elle, modifica(;esfelizes haviam
uo feltas na adininistracSo : as tropas haviam tornado
a entrar em Pars, una lei acerca dos ajunlamcnlbs ha-
via sido alcancada, os poderes pblicos haviam mani-
festado mais vigilancia. Como foi, pois, que apparer-
rain novas drsnrdens ? He, porventura, verdade que a
inquietado fura conservada viva exprcssanientc para
prevenir a volta da confianca, e organisar pnr toda a
parte a miseria F Os chefes da insurreicao cstlveram em
Vincenues, porm scu espirito sobreviva ainda entre os
actuacs inachinadores de insurreicao. Em belkville
um club de Montagnnrdi cobrio os muros de proclama-
res incendiarlas, revclando-se a posto que, tendo sido dissolvida, j nao existisse legal-
mente. Dous pasquina chelos de insultos aos represn-
tenles tora ni postados no muro, c no dia 17 de juuhn f-
rain afxados outro, ehamando a M. Caussldire para a
frente da repblica, e annunciando a orgauisacao do
banquete de 25 cntimos
Seguudo Mr. Arago, fram os discursos iullammato-
rlo9 pronunciados jios clubs que causaran! a guerra ci-
vil. Una teslemunha collocada frente da adininis-
trafiio de un caminho de ferro, declarou que na
quella companhia os que dirgiam as machinas ga-
nhavam 5,000 franaos e mais annualmente, e que Isto
nao obstante estes hnniens tomaram parte na insurrei-
cao de 24 de junho. Urna carta foi interceptada, aqual
era diiigida a Ulan .;u.....Vincenues : etta carta anuun-
ciava que unir, conjuracao s r>ii< |,ieparanuo, que se
recorrerla ao fugo cao morticinio e isto fsse necess.a-
rio, c que elle poda estar eerto deque seria posto em
liberdade. A gentalha se reuna todas as noites na ra
de S.-Diniz, e ludo annunciava que alguina colisa seria
tentada. O twverno provisorlp tloha '** -^wdoTpi
liomens sem dullncco, nenhuina difnculdade, pois,
havia etn procurar os ineios de combate. O relatorio
tracou a maneira pela qual as.ofllcinas nacionaes esta-
vain organizadas, e declarou que os gencraes que paga-
vam aos soldados haviam sido os principacs instigado-
res. (Agitadlo.) Todava a polica parecia nada saber do
que se passava. A insurreicao tinha sua manufacturas
de plvora, seus chefes, sua orgauisacao ; e a polica
permaneca passiva. Os guardas republicanos que pre-
viamente haviam sido deinitlidos, receberam seu sold
no dia 22 de JuHlio, e no seguinte appareceram por de-
trs das barricadas. F.m malo M. Trouv Chauvel, pre-
feito de pnllda, informoii comiuisaao executiva de
que as ofcinas nacionaes eram a materia da agitaco e
os membros du ctab dos direilos do boniem os princi-
pacs agitadores. O relatorio, ehegando depois a o dia em
que rebcnlra a insurreicao. declarou que o objecto do
movimento era nominalnienle una repblica democr-
tica e social, mas em realldade era a pilhagein, -fura
com effeitouma guerra selvageui feilacom balas enve-
5i"e~nadas. (.Murimenlo.) Para completar a sualarefa, a
cominlsso deejaron quacs os liomens polticos que a-
chou compronicllidos na insurreicao, Mr.-Trlat, sendo
interrogado pela cominissiio, disseque consideravn M.
Luiz Blanc como o autor de lodo o mal que occorrra
em junho, por isso que a iusurreic.o nao fura mais que
una applicaco das theorlas, por elle professadas no Lu-
ii mlmanj. M. Trlat accrescenlou que havia sido scu
amigo, porm que depuis daituelles eventos uo se a-
trevera mais a lallar-lhe. M. Luiz Blanc tinha declara-
do commissHo que. en a ooil precedente iiisurrel-
9o, elle visitara as oracinas dos alfaiates, lundadas por
elle em Cllchy. Elle assegurou que estes homeiis esla-
vain animados das melhore intences, porm una
grande parte dclles fram encontrados entre os Insur-
gentes. Emqnanto Caussldire, algumas lestemunha
declararam que os differentes grupos de insurgentes
estiveram mui pezarosos por oausa de sua ausencia, e
queixaram-se de que elle nao houvcsse enviado as suas
ordens, pois naosabiam oque sem elle se fliessr. M.
Caussldire disse que, se elle tivesse ido, nao teria vol-
tario.
M. Bouchart. M. Mauvais, interrogado pela commis-
sao. declarou que tinha presenciado M.Caussidtere diri-
gir-se para una barricada na ra de Santo-An orno,
acompanbado d seus Uontagnardi pelo menos elle por
laes os tomara visto os seus trage etc.
M. Boso"n dlsse que vira M. Caussldire ao p da igre-
ja de San-Paulo, que passra por junio delle com M. Mau-
vais, e que estava certo de que era elle mesmo. A. eom-
missao procurara verificar a verdade desle's depoimen-
tos, e soube que elles haviam sido coinmunicado a a -
versas peisas. as quaes os haviam referido por ouvir
diier; porm que asprimeiras testemunhas haviam pro-
testado que eram verdadeiros. Por outro lado, inultos
representantes tinllam affirmado em um certificado que
viram a M. Caussldire na assembla durante os das 2,
24,25 e 26 de Junho. M.Caussidire, para obter as assig-
naiuras deste certificado, tinha-se dirigido assim a al-
gn dos seus collegas:
Senhores, ha quem diga que eu fura vislo fora le
Paris em nina cldadc vizinba durante os das de junho.
Poderels acaso affirmar que eu oceupei omeujugar n
asvniblra durante osquatro dias da insurreicao ?
A ni.
He certo que se le no' fonileur que no da 23 M. Caus-
sldire dera uui aparte, interrompendo um orador que
estava na tribuna; porm o tacliigrapbo, eoto empre-
gado em apanhar os debales, assegurou que elles nao
haviam comiuecado seno depois da 2 horas. Uo ceru-
cado.pois.no se pude bem concluir que M. Gaussldi-
" re, com quanto presente na a.sembla, nao eslivesse
tambem na ru. de'Santo-Aulonlo. m outro represen- ; ~ .. cirCuUr,
tante, H. Proudhom, fura uiubein rtcoahecido por di- retn que esle lez Circular.
seus gloriosos destinos.
(toaja aoitacafi).
(Do tlmtt.)
INTERIOR.
COI.ONISACAO.
IIISTBIBDICO DE TBRRAS DBVOLUTAS.
.Qual he o melhoi- modo de lispor do trras devo-
lutas, leudo em visla a colnnisa'cffo ? Para o estaho-
Iccermos, llevemos primeiro saber qual he, oti deve
ser o objecto mmedialo de um governo colonisaiior
em usar da faetildade que tem solire aquellas tenas
Porque ha de usar qiialquer governo do direito
que tom solire lenas devolutas, dando-as, oti ne-
gando-as ? Porque no leiita aos Individuos julga-
retn por si mesmos da situaciio e cxtensilo de Ierras
novas que dnsejam possuir?
Esta liberdade foi ro-
com
o fu
mendada por alguns economistas inglezes (") sb
ndamento le que os individuos silo os tnelliores
jiii7.es do que cotivm aos seus proprios interesses, o
que luda inteifereiicia .lesnccessaria do governo om
negocios individtiacs Leude a produzr antes mal do
que bem. Porm, neste caso, o governo deve necessa-
tiamente intervir al certo ponto, isto he, deve es-
labelecer oti conhrinar o titulo da posse. Tal vez
quizessem aquelles economistas inglezes que rejet-
tam ititerferencia do governo na distribuirlo le
torras levolulas, que cada colono as novas tenas
rosseumsquatter-posseirosem Ltlulo algum,sub-
ieito a sor expulso por outrem mais forte, que, sen-
do o m.lhor juiz do se proprio interesse, julgasse
a proposito commettor este acto de Mrca. Despre-
zando lio absurda conclusio.lo principio da niio-in-
lervenco, supponhamos agora que um governo eo-
lonisador limitasse a sua interferencia a garantir a
propriedade naquellas trras em que houvesse posse.
Neste caso, todas as torras a que podesso o governo
conceder dopois um titulo, seriam immediatamenle
tomadas por alguns individuos, bous juizcs de seus
proprios interesses. Porm ontao o que sona rollo
de todos aquelles que, levados de seus proprios in-
teresses, desejassem latnheni obter trras? sla
pcrgunla rosolve a quesillo. Para o bem geral io
ncoessaria he a interferencia lo governo para pre-
veni' que alguns toniem otlas as trras duvolutas da
colonia, conjp he necossaria paca prevenir o roubo.
Sebe do itileresso comnium que ninguem lomo o
alheio, tambem o he que nao prejudlque a oulros,
?ornando mais trras devolutas do que deve. No pri-
meiro caso o (joverno garante um pacto entre lodos
os membros le una socieJade que vem a ser punir
lodo aquolleque se apoderar da propriedade alheia;
e assim tambem no outro a interferencia do gover-
no sobre as trras devellas consisto em garantir
nui pacto .entre lodos os que teein interesse na dis-
lr buicao de ierras devolutas, que vem a sr-nao
cimente por Mr. Mili, m urna carta d.ri-
giV.'wr Wilmot Horlin, que nM foi .npressa, po-
(*;. Especia
permiltir que una prejudiquem a oulros, e consultar
o que a lodos convm. Sendo assim, qual he o ob-
jecto mmedialo do um governo colonsador Sen-
do o seu objecto principal o maior progresso da co-
lonisagHo, o sen objecto immediato he que existam
na colonia aquellas circumstancias que silo mais pro-
iptias para atlrahir napitaes e trabalho, porem espe-
cialmente trabalho, de um paiz v.plbo. A vatitagem
dos emigrantes, posloauo seja um dos (ins, he tam-
bem ummnioessoncialdecolonisacilo. Para maior
vatilagem dos que emigram para urna colonia, lio ne-
cessario que os lucros do capital na colonia, e os sa-
larios do trabalho sejam os mais elevados. Portanlo,
grandes lucros, e especialmente grandes salarios,
s.lo o objecto immediato de um governo colonsador.
Afitn de creare conservar salarios minio elevados
na colonia, ho necessario : primeiro, que os colo-
nos teniam um vasto campo '*" protlttOjJso, isto lie
vasto em propnrcao do capital e trabalho ; um lal
extensio de terreno que dispense de cultivar torras
inferiores, e permita a nina grande parto da popula-
gao oceupar-se da agricultura ; um campo espacoso
desde trprincipio.e quesepossa alargarconlinuamon-
te com o augmento de rapitses e de gente. Porm,nin
seguudo lugar, he igualmente necessario que o cam-
po le produccilo nunca seja de nasiadaniento exten-
so ; nunca seja tilo extenso, que anime urna disper-
s.lo prejudicial, ou promovaa divisfto dos capilaes
e tiabalhocn fraeces lao pequeas, como u que
lecm na maior parte das colonias modernas prodtl-
zidoa sua pobreza e barbaiisino, ou a su pronipta
ruina. Para conseguir a primeira condicilo e salarios grandes, deve o governo apressar-sn om
dar ttulos de posse ; e para conseguir o segundo
objecto, deve proceder negativamente, recusando
ttulos a Ierras devolulas. A acefo simultanea des-
tns duas facilidades pode ser comparada a le una
cinta elstica, que, posto OSteJa senipto aperlada,
ceder sempre a esfurco nlertio.
Porm, assim como a cinta que opprhnisse mais
urna parto do que oulra, ou que fossemas aperlada
em urna occasilo do que em outra, seria defeituosa,
assim tambem seria del'etuoso qualquer sjslema
para conceder ou negar terrasMevolulas, que nilo
fsse uniforme o permanente.
He fcil conceder Ierras, e tambem be fcil recu-
sa-las : a difliculdade est no regular 0 exercicio
oto.v. .. ..o0i;, j00|n rariililnde, atim de tornar a
proporQilo que existe entre a trra e a populacho,
nem deinasiadamente wnucfia. nejn ilenvwm'a.-a-
larios.
Com o fin, uo cerlamento deliberado, porem ms-
tinctual, de conservar a devida propongo cntroa po-
pulacho e a Ierra, fram adoptados tres methoilos
porvarios governos coloniaes: l., ode pr condi-
cesconcossflo do trras: 2o, o de impor urna la-
xa sobre a Ierra concedida, o, no caso de no sor pa-
ga, lepenhurare vender trra para haver os atra-
sados: 3.", o de exigir o pagamento as tetras levo-
lulas em dinlieiro antes de se fazer a concessiTo.
Quanto ao primeiro modo de proceder, o agracia-
do oblinha a sua torra siib condices laes como, por
exeinplo, lo cultivar a Ierra, ou de pagar um loro;
e em qualquer caso podia-se cassar a concessao se
nSo fsse cumprida a condc.ao. Porm quasi nun-
ca se revogavam concesses por nflo terem sido as
Ierras culli vadas, ou por so n.lo ter ler pago o loro.
O motivo por que laes coudicos eram quasi sempre
lottra morlc, ho bem claro: o termo cultura he
tflo geral e vagl), que nenhiim tribunal poda julgar
se a comcflo tinha ou nao sido cumprida ; enlre-
tanto quo lodos os possuidoies de trras oDU. as
com aquolla eondlcflo, coinprclien.leiulo-se minia
vezes os membros do nico tribunal a que so poda
submetlcr a quesillo, fa/.iam causa commum para
prevenir que se ella suscilasse ; *) e quanto aos que
tiiiham obtido Ierras com a condiflo de pagar loro,
incluindoos favoritos do governo, c mullas vezes os
proprios delegados do govorno, faziam tambem esle
causa commum para prevenir quo se exigtsso a res-
tituicao le Ierras concedidas por se nao pagar o lo-
ro. Assim, nao havendo recoio do que fizessem cum-
prir tadacondiajes, a certeza de as poder illudi iu
duzio tanta gente a adquirir maior propriedade do
que pbderia cultivar, que anda quando o q
sem, os agraciados nao nodertam ohaery i-l.is, ne-n
cultivar tuna quauAiilue de Ierras malu loque i
numero de ti ahalhadores disponivt'is. ne i i
foro le tantas Ierras que nada pro Itizi lili. \
do por estes casos, o por oulros muitos,
so impozeram condices s concesses, sem el /er
um esfurco por toma-las effectivas, parece i i
vel descobriroutra con.lic.ao, com o carncter il iro
messa, que impodisae povo Jelomar inai
do que deva.
rom'MKnr-sa-Ai'i
BUS II!
.
>-.>,

UEOIFE, 22 DE SETEMBRO DT. lfi't
Vai para tres mezo* que 80 aeha na administraran
da provincia o Kxtn. Sr. Aiilouio da Costa Piulo;
vai para tres mezes que I lie observamos usados, >
pois podemos emillir juizo acerca losen systema go-
bernativo, sem que iiieonainos na pi-eha dfl percipi-
lado, sem que se possa lizer que o faiemos levada
de um movel qualqqpf <|uc a8o seja o reconliecimon
lo da verJade.
Nimiamente prudente e honesto, s. Exc, se nfli
ha posto disposicSo to nonhumn .las parcialidades
que aqu se debatem ; ouve a todos que o procuram,
com a niesma urliandade, com a nresma iIUmk.-A-i
colhe inl'ormaces raqui o lalli : aprecia os Cactos,
despido do maligno espirito de partido ; e, ao pro-
ferir sua deciso acerca do qualquer quesl.lo *ub
meltida apseu conhociment, toma sempre por nor-
te a juslica, lulo tendo na mnima consiil.-iaeo os
interesses possoaes de quem |ur que essa du
baja porvenlura de ofTonder.
/rrocaHg J< o r- lli i 1.., afiiUiivnlii :i .'sh
f*) Declaroa-se quo as trras concedidas no Swan-
River cahiriam em commsso se nilo rssein cultiva-
das aprasimento do goverhador, varilo, a minios
respetos, merecedor de grande ronsideragao ; po-
rm que ora capitio de armada, e tinha neoessana-
menle poueo conhecimento de agricultura alem
disto possuia urna grando quantiilado de Ierras com
vozes ou lalvoz mil vezes maior do que poderta culti-
var, lie le esperar que elle declare que as suas pro-
prias torras cahiram em commsso por falla de cultu-
ra l'-A commssao da casa dos communs sobre o go-
verno civil do Canad pcrgunlou a Mr. fcllice, ora
ministro da guerra na Inglaterra, so l.nbamjsido.de-
volvidas Ierras em vrtudo do arto sexto de beorge
IV, nue autnrisou o governo a tomar o vender as Ier-
ras, quando se nao t.vesscm cumpndo certas con. i-
ces. Elle respondeu nenhuma que ou saiba. I o-
.n pouco antes tinha elle informado a commisslol
quo se linham feito conccsses inulto tnconsidea-
damenle, em grandes quanlidades. a pessoas re 1.1-
cionadas com o governo, com grande fjUH****
paiz o con. grande prejuizo dos h'l,nJe?'lC"m_
vizinluis ; .que Ierras linham ^"^?ZiaZ
itrandes uuanlidades, por ser moda que qualquer
ZnZlheirVou embai relacionado com o governo
btives. u...a concessfio de 5.000 a 20,000 ge.r.s :
que tnuitos lestes agraciados.se Unham auent.do
lauus sovernadores da colonia. A informagao da
& Mr. Kllce i esta commssao, e especialmente
aquella parte que diz respeilo a distnbu.gao de ler-
r.Hs devoTuUs, be de muilo interesse pura governos
colonissdores.
na e a sympalhia do toda a genio sensata, dos lio-
mens que querem ver no presidente, n!io..o instru-
mento de nina fac?ao, sempro dsposlo a subscrevor
s mais absurdas exigencias; mas, sim o smeoto,
0 delegado de Sua Magcstade o Imperador, o incum-
bida de velar na sorte da porreo dos seus subditos
que habitam este Pernambuco, cuja historia foro
mais brjlhante, se lodos aquelles que bao lirig'iio
aqu os negocios pblicos, houvessem prescripto a
si mesmos a lnba de conducta que o Exin. Sr. Costn
Piulse lia trocado, cesta dsposlo 0 seguir, inao
giado os esforcos de alguem que dcbaldo o tom quo-
rido arrastrar para 0 acanhado o {mmundo campo
das represalias, las vingancas niesquinlias, da intri-
ga, da estrategia e d engao.
Liberal por convicggg, S. Exc. lia decIaralo a io-
dos quanlos Ihc Icem fallad.) acerca de OrOlces, que
ge n.lo envolver nellas senfle pina prohibir que
qualquer de seus agentes se valha da auloi'i lude para
extorquiro voto do cidailao ;semlo para noiilral.-
sar os esforcos de quem qur que se lembre la coa-
gir um Pernambiicano a levar a una um nomc que
deteste, ou que nao conheca ;senao para fazer res-
peitar, em ludo ti por ludo, a le regulador! da ma-
teria
Esta declaracflo nos parece lauto mais impot tanto
e proveitosa, quanto sabemos que tem sido lena a
alguns subdelegados de polica em occfaQ. |M
nos mu.lissimo solemne, isto he, gando elles lulo
ido ireslar juramenlo as mos da pre*rlM)ia.
EollO, tendo aillo Si o lvro sagr.do, reiido-se u,
presenca do SUPREMO Ul/, qua tildo V, quopi.'s
cruta asmis recnditas rugas do roracSol.un.ai.o.
e a cujas vistas penetrantes nada escapa, S- RlS., con.
a lngoagem da cajiih.n. e da Ihaneza. uo s ha m.
nfeslado a louvavel dspos.C3en. que osla do ros-
peitar e fazer respeitar a liberdade do voto, sena.,
tambem c tem con.pron.citido a desl.tu.r do cargo
a qualquer de seus subordinados que delle se pre
leuda se. vir para coarctar wa libelado, poia que
ela convencido de quo smenle ella ser capaz de
dar a conhecer qual dos lados conleml'/res merece o
apoio da tnaioria do paiz.
Certo le que a probidade ea intelligenea sao os
nicos ttulos que, na forma da consliluicSo do impe-
rio, devem de fazer proferir os candidatos a qualquer
I i
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO MUTILADO


,2
I
i


'ios cmpregos pblicos. S. Exc. ha assevcradoque,
na a essai qualidades, nada se importando com asopi-
niOes polticas dos pretententes. Isto posto, j nflo
terrinos o desguato devoras habilitarles sacrificadas
inepcia e supina ignorancia de mcia duzia de pa-
rsitas que se ostentan) sectarios extremados do tal
ou tal ideia, rnente rom o lim de obterem um or-
denado, que as inais das vezes be percebido em san-
to orio,-ja nao viveremos no reinado do nepotis-
mo, tanto mais insupporlavel, tanto mais escanda-
loso, quanlo, ao passo que fere os interesses pri-
vados, ofTende sobremodo aoservico nacional, poli
que o confia a ni Sos inhabeis e incapazes de desem -
pcnba-lo como convm.
Com seuielhante proceder, o Exm. Sr. Costa Pinto ha
grandemente cooperado para que tenham desappareci-
do o reccios que porvenlura anda havia pela tran-
quillidade publica na esperanza de que encontrarlo
ni S. Exc. um forte baluarte contra os drsregramrntos
das autoridades subalternas que tentem converter-se
em instrumento de perseguido, todos confian, no im-
perio das leis, e ninguna se lembra de fazer-sc Justina
pelas proprias nios : e se nlgurm liouver, to ma-
ligno, lio turbulento que, se lemb de accender li-
rlni a anarchla, os bou Pcrnambucanos sbito se a-
gruparlo en derredor do administrador da provincia
para cuadjuva-lo a apagar esse. facho terrivel t destila-
dor, como aconteceu, anda nao ha multo, na vlce-pre-
sitiencia do Exm. Sr. Malaquias ile Aguiar.
Do proprio odie o do Fxm. Sr. presidente da provin-
cia, que tiremos i> prate r de estampa r em una das pa-
ginas do nosso numero de 19 do crreme, e que o redac-
tor ilo Wiarin-.Yoeo lembrou-se de transcrever hoje, is(o
be, tres dias depois ; desse mesmo olficio, dizemos nos,
se eonclue mui clara e triminanlriunte, que S. Ex.
ainda ignora se as duas cartas, que se lhe apresrntaraiu,
IV.ram sublrahidas no cerreio por empregados dessa re-
partidlo, ou se na occasioem que as conduzia para ah
o portador a quem as conaram os individuos que as
escreveram : como he, po, que aquelle redactor, dan-
do prova exuberante de que nao sabe distinguir os cri-
ines pblicos dos particulares, e confessando-se, assim,
ignorante da disposicao do 9." do artigo 129 do cdigo
criminal que do olficio de S. Ex. se eonclue haver elle
tillo em vistas, quer que S. Ex. houvesse mandado pro-
ceder contra o presentante d.is cartas, que he bem pos-
sivel nenhuina parte tenha na intereepcao dellas, e que
nern inesino conheca quem qur que a praticou?
L'm de duas, ou asearlas fram subtrahidas no cr-
relo, eenlao apresenta-se o caso previisto no que te-
mos citado, o qual deve de ser tomado em consideraco
.V-.(t.vVr>.fay.*-v>N.*wa de rond'mia as averigua-
a pessoa em cujas maos fram depositadas, eentao nou>
ve lugar o crime particular de que tratam os artigos
215e217 do sobreditn cdigo; caso em que, deve reque-
rer o que lhe convier a parte orl'endida: ora, conforme
sedeprehende do ofllcio citado, S. Ex. ainda nao sabe
por qual das duas formas que temos figurado, consum-
niou-se o actoimnior.il, que nesse ollicio estigmatisou
da maneira, smente propria do homem que se respeita,
iln autoriitaile superior que nao sabe manchar alia posi-
(Ao elevada : logo, sao mal cabidas as reilexes com.que
o redactor do Diario-Noto, fingindo-se muito respeila-
por do Exm. Sr. Antonio da Costa Pinto, inculcando-se
muito reconheredor la honrstidade de S. Ex como
que o qultofferecer ans olhos do publico, que o estima
e admira, como tolerando o crlroe que elle mesmo i|i.a-
licra como o rapto da mais requintada immoialldade:
logo, esse redactor, ou he maligno por dentis, ou he
inteiramenle hospede na legislacao criminal. Na pri-
ineira dathypothesrs, bem lhe quadra o pouco honroso
cpltheto de hypocrita refinado; na segunda, assenta-lhe
mais do que a nos a qualificaco de pdanle com que nos
obsrquiou, poique (em a ousadia de envolver-se rin
questri para queno est habilitado.
EsenSoquelra prevalecer o redactor do Diario-Sovo
da disposicao do Jj 6,'arl. 74 do codigo.do proccs'sojporqe
j unamos que o delicio pode ser inflmente particu-
lar, e alm disto, como temos prevenido, nada lie inve-
rosmil que o apresentaute das ca tas uo lomassc parle
algum.1 na na intereepcao, e que, informado do que
nrllas se couiiuha, as levasse preienca de S. Ex., grj-
inmte para p-lo de sobr'avlso com ge a le que, confei-
saudo-se-lhi' amiga e dedicada, procurava (legumto lie
de presumir) ilrseriv-lo como pouco apio para a alia
uiisso de que lao dignamente se achaencarregado.
Temos respouiliilo ao redactor do Diario-ovo, na
pane das snas rcflexdes, em que se referia ao Exm. Sr.
Costa Pinto,em cuja reputacao iliibada jamis consenti-
remos tocar, iieni mesmo de leve; quauto aos insulto*
que, por mais esta vez, esse escriptor nos iiberalisou,
nos os despreamos altamente, e Ih'os devolvemos in.-
lactus.
villas Jo inferior. Entretanto, suppomos que esse?
projectos se nflo terflo verificado :temos para nos,
que O Exm. Sr. Cnellio nfio consentir em semelhan-
te acto, que be tilo repugnante ao procedimento
que lia desenvolvido al aqu.
Em Maranhfio nada occorrra que nos leve a recej-
ar pelo socego publico ; mas os dous partidos con-
tendores continuavsma agredir-se desabridamente
pela impreusa.
O preto Leandro queassassinra o proprio seiihor,
ocidadfio Egidio Jos de Castro Laun, fra unani-
mente coiideiunado morto pelo-jury da capital, em
scssSo ile I dcslc mez, e executado, no mesmo lu-
gar do delicio, na manh.la do dia 6.
O cambio sobre Londres fiuctuava entre 23 e 24 e
meio dinheiros por 1/IV. Sacava-se sobre esta pro-
vincia, e sobre as da Babia e llio-de-Janeiro, ao pre-
mio de um a cinco por rento.
O Cear estava a bracos com o luror das parciali-
dades, elevado ao seu maior auge pela lula eleitoral.
.Na ciilade tln fortaleza, a eleicfio de vereadores
e juizes do paz fra causa para quecorresse sangue
na matriz dessa cidade. O ('.trense attribue esse es-
can l.ilo ao parlido iwranymjo ; o Pedro II, porm,
allirma que frtra lodo filho do lado a que perlcncc
aquelle peridico; e, como prova de stia asserefio,
allegn que os desto lado sofTreram menos doquo os
do oulro.
E>le fado fi/era com que a eleicfio se concluisse
na cmara nuncip.".! depois de vencidas multas ui-
firultlades creadas pelo vigario e por alguns mem-
hros da mesa, conliecidospor anti-caranguejos.
O Exm. presidente da ptovincia ostentara a mais
proiiutiriada impatcialidade; em toda a quesISo
la lili) que as suas ilrrisoes como que nflo agradaran!
a tienliti na dos dous partidos.
ludo induca a crer que a cx-opposicfio otiteria o
mais completo Iriumpho.
Na l'araliiba gozava-se de profunda paz.
O UfltHCIQ.
ALFANEGA.
HEND MENT DO DlA2i..........
Vescarregnm hoje, i'i de tetembro.
Galera Iris bacalho.
Marca Jeune-Nelly mau'.eiga.
Calera Uenila uiercadorias.
CONSULADO GE RA,.
RENDIMKNTO DO DIA 22.
751/99(3
CONSULADO PROVINCIAL
1F.NniMF.WTQ DO DIA 22........ mm
HovimentO rio Porto
Karioe entrado* no dia 2?.
P*m 17 h"" Pr,OS : ,(i *" 20 imnt e d "" l'or-
r 7Ei W br","T,ro '''""''en.e, eominandan.
u. Pd Ae/">m Manoel Krancisco da Costa Pe-
nlL *erir<"' Pedrn: Dameceno. Antonio C
Dau.eeeno c.., u... eseravn, Francisco de Paula Souza
Wi' '"" escra'" PrBueze, Francisco I.iz
Vr/Viac.n,"u,n escravo, Manoel Marqu-s Camacho
Jos vta Pestaa ; Antonio Camilo de 01 inda, o cl
cJ,t A'\F,i"er"- cadf,p '"" do Reg
en.rrga"r qU"qUe Barr' e *,ou' wavos'a
Al^f.31V-^ l?r'V-. rita..Camilo de Lel.sFon.eca, carga m.deCpra
U2SL!t ?r.'ib:"*" noAracaj c Cear, lfidiaz.
lador, de 83 toneladas, capltao Jos Ferrelra Silva
carga vinho ; a Firmlno Jos Flix da Rosa. '
l.f''?5.'*,X,,J,el*, HHfbetk. de 220 lone-
uc inantiiiiciiioi e.goa, segu paraCadl. e Barcelona.
Napiot rnidos no meimo dia.
Portos do sul, brlgue francez Trancri, capilao Helain.
carga a mesina |ue Irouxe.
uur-i.os.Ayre, brigue Ingle. Blitabelh, capltao John
i nriiii, 'aiga a misma que Irouxe.
Cdiz e l are. lona ; brigue hespanhol (alho-d'Uuro, ca-
pliao Agoslinho lioi, carga a mesiiia que Irouxe.
Acamara municipal desta cidade manda publicar
as seguintes posturas que foram approvadas interi-
namente pelo Exm. Sr. presidente da provincia, a-
fim de quesejam fielmente cumpridas por quem
competir.
Paco da cmara municipal do Recite, 19 de setem-
bro de 1848.
Manoel Joaqun do Rtgo Albuqutrqui,
Presidente.
Joo Jote. Ferrtira dt Aguiar,
Secretario.
POSTURAS MUNICH A ES.
TITULO I.
Da laude publica.
Arl. I. As inliumanacrtes devero ser feitas nos
cemiterios logo que se achem estabelecidos e desig-
nados, pela cmara : os infractores serlo multados
em 25,600 rs e solTrerflo seis dias de prisffo ;. sendo
essas penas applicaveis tanlo quellc que dirigirem
os enterroscomo quellesquc se prestaren) asinhu-
inanaroi's em qualquer outro lugarnAo designado.
Art. 2. Nilo se abrir sepulturas em lugares j oc-
cupados por outros cadveres, sem que estes tenham
passado na trra 18 mezes, e as catacumbas ou car-
neiros dous nnos, excepto por ordem deautorida-
dc criminal i aquclles que tiverem a seu cargo as se-
pulturas e infringirem a'disposico deste artigo es-
larTo subjeitos s penas do artigo antecedente. Os
cadveres de pessoasque tiverem sucumbido a qnal-
quer epidemia ou affoccffo contagiosa, passBrlo se-
pultados mais seis mezes alm do lempo prescriplo.
Art. 3. Os cadveres sepultados as covas sero
cobertos, pelo-menos com seis palmos de ara, de-
vendo-se por em cada sepultura s um cadver, lia-
vendo de urna a outra cova, em toda a direrrio, o es-
pago de seis ps, se as covas no frem divididas
por paredes dobrades : aqusUes que a seu cargo' ti-
verem as sepulturas, e que infringirem as disposi-
ces deste artigo, (icarlo subjeitos es penas do arti-
go auiecedenie.
Art. 4. De quatro em quatro annos a ara das co-
vas ser substituida por outra que no tenha servido,
devendu ser lancada ao mar a que se tirar das covas:
aquclles que a seu cargo tiverem as sepulturas, e
3ue infringirem o disposto neste artigo.serflo multa-
os em 25,600 rs e soffrerlo dous dias de prisilo.
Art. 5. As carnes corruptas, e os animaesque mor-
reren, serlo enterrados, mas s o podero ser nos
lugares designados pela cmara municipal: os in-
fractores serfio multados em 8,000 rs., e subjeitar-se-
hiio s despezas que se fizerem com o enterramenlo,
e nilo tendo com que pagar sofTrero 24 horas de
prisilo
Art. 6. Morrendo qualquer pessoa repentinamen-
te, o dono da casa onde tiver expirado, ou quem suas
vezes fizer, ser obrigado a relatar sem demora o oc-
corrido ao subdelegado ou juizdepazdo lugar, pa-
ra quo d logo as providencias, e proceda conforme
for de direito : os infractores serio multados em 308
8.895/784 rs e soffrerio oito dias de prisSo.
Art 7. Ncnhuma pessoa que a seu cargo tiver lu-
gar de nhumanacoes dar sepultura a cadver, sem
que se lhe aprsente porescripto attestado de facul-
tativo, que declare o nomo, idade, moradia do falle-
cido, e a affeccao a que suecumbio, se fr em lugar
ondeexistam pessoas habilitadas para exercera arte
de curar: os infractores incorrerilo as penas do ar-
tigo antecedente.
Art. g. Nenhumcr -"-! aer sepultado, nt;- <
... uwuim.o u espaco de 2* nors depois detera
pessojiexpirado, verilicada a morte por facultativo,
MIS 'V- "" ,. -'""'"e disto dar attestado, decla-
.a.iuo aalfeccOo a quesuct-oiuu., M^mi.
nem depois de 36 horas ; excepto em alguns casos
que sero determinados pelas pessoas autorisadas a
exercera arte de curar: quellesquc a seu cargo ti-
verem as sepulturas, eaquelles que para o enterra-
menlo concorrerem, se infringirem o presente arti-
go, incorrerilo as penas do artigo antecedente.
Arl. 9. Se a corrupcilo do cadver esliver bastante
adiantada, que della resulte mo cheiro, aquellos
que dirignem o enterro, servir-se-hflo de prepara-
c5es desinfectantes, como a agoa de (abarraque,
clilorureto de soda) para que o mo cheiro nSoin-
commodeosque transilam pelas ras, eos miasmas
nao causem damno: aquelles que dirigem o enterro
tendo recursos pecuniarios, incorrerao na multa de
12/000 rs. O mesmo dever-sc-ha observar com os
cadveres depositados as igrejas para encommen-
dacOes ou oflicios de corpo presente.
Art. 10. N'enhum enterro sera feito depois das seis
horas da tarde, excepto se vicr de fra da cidade,
que por qualquer circunstancia involuntaria epro-
vada tenha sido retardado de urna hora mais alm da
designada no presento artigo: aquelles oue dirigi-
rem o enterro, se infringirem estas disposices, se-
r3o multados em 30/000 rs.
Ar. 11. Ncnhum cadver ser conduzido em cai-
XHO aborto ou em esquife, sem que v coberto por
um panno prelo : aquclles que dirigirem o enterro,
infringiiido as disposicOes leste artigo, serfio multa-
dos em 25/000 rs.
Art. I a. Todas as portas ejanellas internase ex-
ternas dos templos se conservarfio aberlas al ao
meio-dia; excepto dos dias em que, segundo o ri-
tual e costumes religiosos, devem os templos conser-
va r-sc fechados, ou se no corpo da igreja, corredo-
res ou sacristas nSo liouverem sepulturas: aquel-
les que a seu cargo tiverem as igrejas, se infringirem
o presente artigo, serfio multados om 128000 rs-
Art. 13. Depois de.meio-dia os templos s se abri-
rfio: primeiro, se frem matrizes ou capeilascura-
Art. 17. Todas as rmandades ou corporacAa* tfi:
dosas remetterfio a cmara municipal, nofl'm dera"
la semestre, urna relaefio das pessoas allecida/-
que derem sepultura as igrejas em quo sfio erecti'.'
oschefesdessasirmandades ou corporacOes quein
fringirem o disposto neste artigo serfio multados em
25/000 rs.
("Conliiiwar-M-Aa.
Declaracfto.
As malas que tem de conduzir o vana, I
Varlleme para os portos do sul princin. |
am-sc a fechar, hoje 23, s 11 horajdil
n.anhaa : linda esia hora se receberojI
correspondencias com o porte duplo at meio-dia.
THEAIRO NACIONAL
DA
RA DA PRAIA.
O beneficiado Malinas Antonio Cezar declara |J
respeitavel publico que deixou de ir. sceni J
espectalo annu nciado para o dia 20 do correte, ea|
virtude da repentina molestia do actor, o Sr. Jol
Mximo Cabral, o qual foi assistidu pelo Sur. cirur-|
gifio Miguel Filicio da Silva ; porm o dito espetlij
culo ter lugar amanhfia, 24 do corrente.
Avisos martimos.
HIJITAU.
Para o Rio-deJ-aneiro sabe imprrterivelmente,.
dia 24 do corrente, a escuna Curiosa: para o restan. 1
te da carga, passageiros e escravos a frete, trata-I
com l.uiz Jos de S Aratijo, na ra da Cruz, n. y,|
ou com o capitfio.
Psra c P.:o-:!e Janeiro segus, m pouuu ii,i5| u
brigue Auombro, forrado de cobre e de primeira mir-|
..ha, por ter parlo de seu carregamento quasi promg
ta : quem quizer carregar, ou ir de passagem, ptl
o que tem cxcellentes commodps, dirija-se a r
Cadeia do Recife, botica n. 61, a fallar com Jofi<.
r'ei'ipii.ies Magalhfies.
- Para a Babia segur, em poneos dias, a garopein]
Santo-Amaro : quem na mesma quizer rarregar,di-.j
rija-se a Novaes & C, na rio Trapiche, n. 34.
Para Lisboa o mais breve possivel o veleiro pj.l
tacho porluguoz I.iberdait, de que he capitfio Izidro
Ayros de Souza: queh nello quizer carregar oa ir
de passagem, para o que tem asseiados e bons com-
modos, dirija-se ao mesmo capitn ou a FrancistI
Severianno Itabello & Filho
-'- Para o Cear sabe, em poucos dias por ter i|
carga quasi prompta, a sumaca Carila :para o res-I
tantee passageiros trata-so com Luiz Jos de Si|
Araujo na ra da Cruz, n. 26 ou com o meslie,
Jos (.linealves Simas.
-- Para o Kio-de-Janeiro segu, em poucos dias, o I
brigue nacional i-'elh-Destino por ter a maior parlil
de sen carregamento prompto : ainda recbe algn!
carga e escravos a frete : trata-so na ra da Cadeiil
lo nenie, escriptorio do Sr. Manoel Goncalves dil
Silva.
Para o Rio-ile-Janeiro sahe, em poucos dias, il
galera S.-Joo-Ilaptitta : ainda pdereceber algunMl
carga a frete : trala-se com Novaos S Companhia,
na ra do Trapiche, n. 31.
Para o Rio-de-Janeiro sahe impreterivclmen-l
te no dia 30 do corrente o brigue Aetombro: osSiil
passageiros e Srs quo trataran, escravos a frota,!
wjii umpUr aa l.flii, paraoquo dirijam-se a ra lili
Cadeia do Rocife, n. 61, a fallar com Jofio Jos Fer-J
namles Magalhfies.
Vende-se, u freta-se para Angola, ou outrrl
qualquer porto do Mediternaneo a inulto veleiratf
nova polaca sarda nacional N.-S.-do-Carmo, forri-l
da eencavilhala de cobre : qbeni a pretender en-[
tenda-secom o consignatario, J. Saporiti, na rui di I
Cruz, n. 18.
~ Para o Rio-Crandr-do-Sul segu no dia 3o do I
correuto o litigue nacional Jupittr: recebe aindil
alguma raiga miuda passageiros e escravos a ltt-\
te para o que tem buns rommodos : a tratar ntI
roa da Cruz n. 7, ou com o capitfio, Antonio Jos f
dos Rois.
Leilao.
_ .-----------------------,---------------------^._,
OSr. os-geronle do consulado francez tono
brevemente de relirar-se desta provincia tara Ici-
Ifio por intervengan do corretor Oliveira de loili I
a mohilia da sua casa consistindo em ricos conso-
los mesa de meio de sala ditas de jogo, sophis,
radeiras inclusive de balanco, marquezas lindos
espelhos guarda-roupas relogios de cima de me-
sa e de parede um magnifico piano louca de por-
cellana, cryslaes ohjoctos de cozinlia e muiti I
obras de prata etc. : quarla-feira, 27 do corrento,
as 10 horas da mtnlifia sobrado u. 3, na ruad"
Pilar, em Fra-dc-Portas.
V?1. KTV-IMIUMattim. Wfc> .1
Avisos diversos.
A cmara municipal da cidade de Otinda e seu termo
em virtude da lei, ele.
Pelo vapor l'aratnu, cliegado boje dos portos do
norte, com 16 dias e 20 horas d viagem, recebemos
jonues do Par at 2 do correle, do Meranhfio
9, do Cear al 16 e da Parahiba al 21.
O Para licra tranquillo. Segundo o Doutrinario
havia projectos de fazer intervir a frca publica as
cleifOes de vereadores e juizes de paz. em una das
Aluga-se o segundo andar do sobrado da rui Jo
Hange.l,n. 9,com duas grandes salas, ten.lo tinta vis-
.as para a administr.cfio ft-jiiiuSyr^^ fT^ "'
Kai.!?,rW0dah ""SSaS d8 ",ad!r"8ada. q* l>wja-se saber quem he o correspondente nU
rio a n?PY/,SMH?S,.0UaS.de!Valal "Ue Se d- "Me* *r. -M-toniiCrrela Pessoade M'lio senlior
r.io a meia-notte, devendo nestes casos ser as igre- '
jas abertas, ao mais, urna horaantns; c terceiro,
durante os actos da semana santa ou as solemnida-
des religiosas : aquelles que a seu cargo tiverem os
templos, e que infringirem as disposices desle ar-
tigo, serfio multados em 20#o00 rs. e no triplo na
reincidencia.
Art. 14. As salas em que se edificarem catacum-
bas serao bem espacosas e arejadas, devendo ter. pe-
lo menos, 60 palmos de largura e 35 de altura : a-
quellesqueaseu cargo tiverem adireccao da igrcia
serfio multados em 30f000 rs., e a obra serdemoli-
Faz saber quo serfio arrematadus.nos dias 22, 25 e
28 do corrente mez, os contratos seguintes: o repe-
so dos acougues, dos mscales e boceleiras, a aeri-.
efio dos pesos e medidas, as casinbas da ribeira, ar-|Ja su custa, se infringirem este artigo,
inazem grande e pequeo no Varadouro, ex-s.ubsi-1 Art. 15. As salas em que existirem catacumbas se
uto dos porcos: os licitantes comparecam habilitados I conservarlo mui I i mpas o arejadas, sem que se siuta .
nos e munidos dos competentes fiadores. E para que|n|o cheiro, deVendo ser reformadas aquellas que ,ufl'cicntes para as pessoas que, precisa
atjc'eguoaocoiil)ccinienlo de lodos, mandamos publi-|j existem, para quo se consiga este flm: aquelles Irm""0'nau o deixem dcprocu.ar.
do Vcrteules, para negocio que be diz cespeito : n
ra Direita, casa do burgos.
DENTISTA. .
M. S. Mawson. cirurgiao dentista acha-se resldiado
no Recife ra do Trapiche-Noro, n. 8, seguudo andar,
onde continua a por denles iiiineraes ficando Incor-
rupliveis e parecendo inteiramenle colno deules naiu-.
raes : lambem lira a pedra, a qual, nao sendo extrahida,
em pouco lempo tanto arruina os denles; chumba com
ouro, prata ou dimito para privar de augmenta ar
currupcao : lambem lira, limae fai todas.as operacei
deniicaes com a maior delicadeza possivel. Elle espera
que os elogios e o muito patrocinio que tem recebiilo
pelos benehcios-rue tem produildo na sua pralica, du-
rante 8 anuos de residencia ..esta cidade sero garao-
ndo de seu
caro presonte pela impreusa.
Cidade de Olinda, 14 de selembro de 1848.
Jos Joaquim de A Imada Guedei,
Presidonte.
Jodo Paulo Ftrreira,
Secretario.
le a seu cargo tiverem a dkeccao das igrejas ser3o Urna nesia rom nralira c\e escripia
ultadosem 20/000 rs.,se infringirem as disposices l>essoa com^ prafca ae esen,
isteartigo. coinineicial, e bonita lera, propop-se a
que i
mi
deste i
Arl. 16. Todas as catabumbas serfio tapadas com
lijlos de alvenaria ; mas nunca com os de lapamen-
lo: aquelles que tiverem a seu cargo as sepulturas
I serfio multados era 20/000 rs.
escrever as horas vagas, nos domingos
e dias santos, commpeza, mediante m-
dico estipendio; quem precisar, annuncie.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


TP
..-..
_ prccls-*e de um perito amassador, nao se olha a
ordenado : na ('iicd-PoiiIh, |i.iJ.ii U n. 30.
Preeisa-se do um caixei rn parn venda, de 12 a 15
ranno, curn pralica 011 aem ella, c quo d fiador a
fu conduela: n ra do ArBgilo, n. 8.
o Sr. Jos Concalves 'los Prazcrcs Rocha diri-
ja-se a repartieflo do correio, afim de receber urna
ca>U viuda da Parahiba.
.. policiano Lliu ronco da Silva comprou, por or-
dein do Sr. Lino da l'enha de Franca, cinco moios
bilhetes da lotoria do tlioatro publico que lem do cor-
rer neste corrente mez de selembro. Os ns silo os se-
guales : 397, 1078, 1081, 1092 o 1086.
offerecem-se duas pardas, mi o fillia, para ser-
virem em casa de familia capaz, pelo comer o ves-
tir e se obrigam a coser, engommar, cozinliar e en-
sab'oar : quem dellas precisar dirija-se a ra da
l'raia de Santa-Rita, casa terrea deporta e janella,
defronto dacasa do defunlo Vianna.
MDAHCA.
L). W. Raynon, cirurgiao dentista, dos Eslados-
' Unidos, respetosamente noticia aosseus amigse
ao respeltarcl publico, que tem mudado a sua resi-
dencia da casa n. 40da ra da Cruz do Recite para a de
n.26 da ra da Cadeia de Santo-Antonio, terceiro andar,
aonde ltimamente resida o retratista americano Krede-
i-u lis aondedaqui em diaute n anuuncianlc lora mul-
lo gosto de receber. os que precisarem dos seus servi-
ros professlonaes.
Sr. Augusto Carlos Je Lomos l'acbeco venhn
pagar a quanlia de 46/340 que deve desde 1843. O
Sr. Manoel Joaquim lliboiro da Silva, venha J.agar a
quanlia de 38/250 que ilevc desde 1845. Na ra Nova
luja dealfaiate, n. 18 O dono deste estabelecimen-
lo principia d'ora eludante a ir publicando os mi-
nies de todos os scus devedores quo lecm assenta-
do nio lhe quererem pagar assuas contal. Sahir
todos os dias ale que saldeni as mesmas.
Af. A. Caf.
Francisco Pereira Coelho Lima retira-se para
o Rio-de-Janeiro.
Desappareceii no dia 17 do crrente urna ca-
lira liixo coni urna orelba cortada : quem a pegou
levc-a a ra do Rozariu da Boa-Vista, n. 13, que se-
^irat recompensado
* 0 mel bilbete da segunda lerceira parle da
dcima oilava lotera do theatrO n. 1318 perlenceao
Sr. Jus de Azevodo Villarouca do Ico, e (ica em
poder de \laihi.is de zevedo Villarouca.
~0 udvogado Antonio Itorges da Fonscca livre
ja da .atroz perseguidlo que soirrera oflerece seus
servicns a quem dclles carecer : aos pobres advoga-
r de grata : por ora pode ser procurado na ra do
Nogucira ti. 19.
Nuno Camello Ppssoa de Mello, leudo justo e
contralado com Manoel Itibeiro da Fonseca Braga ,
Joaquim Sil ve rio de Souza o Jeronymo l.uiz Itibeiro,
todos berdeiros de Jeronymo Luiz Itibeiro e sua mu-
Iher D. alaria Vigencia Itibeiro, de urna porga* de
trras citas no lugar de Cramame termo da provin-
cia da Parabibn do Norte de cxtensSo de urna legoa
de frente c urna o meia de fundo: quem se julgar
com algum direito em ditas Ierras appareca na ra
do Amorim, II. 41.
Quem annunciou querer comprar ouro do lei,
a 3,200 rs., sendo que queirr oito oitavas em difle-
rentes obras dirija-se a ra Volita, venda da esqui-
na da travessa da Campia.
' AVISA-SE
aspessoas que estao devendo importancias de geno-
ros que ievaram da venda do S.-Amaro, pertcn-
cento outr'ora ao Sr. Bernardo Rodrigues Cramozo
Costa que queiram quanto antes satisfazer seus
dehilos a Domingos Antonio de o i ven a na ra No-
va n. SO, pois he quem se acha encarregado do re-
cebimeul" dos ditos dbitos e nio o fazendo com
brevidado serao chamados a juizo.
Quem livor c quizer alugar urna preta fiel,
que sai lia vender palas ruase d boa cotila do si,
baja de annunciar por esla folha ou dingir-se a ra
da Uniilo na casa que tem um laui| e;1o na porla.
Quem annunciou querer comprar um metbodo
em ineio uso para piano, dirija-se u ra da Sen-
zalla-Vella n. 48, que se vende muilo em con la.
leudo de arreniatar-se por um trieno do renda,
ppranlcujuizde orphlos da Victoria, o eugenlio
Ledo ,.da fregueziada Kscada inocule o crtente
d'agoa a qualro legoas do embarque : os prelen-
deutes dirijan) se ao mesmo eugenlio, paran verem
e salieren) o dia marcado.
Ilojo,23 do cmrente, peranteo Sr. Dr. juiz do
vive! da segunda vara, na sala das audiencias, depois
dcstas se lio do arrematar varias joias de ouro e
diamantes: ludo em obras: quem as pretender
comparpea que he a ultima praca.
Antonio da Costa Ferreira F.strella comprou o
tneio bilhete n. 1,137 da segunda terca parle da de-
cima oitava lotera do theati o, por cotila do Sr. Ma-
xim ia no Carneiro Monleiro, da Parabiba.
Quem annunciou no Diario de ante-homem para
por ac cm vidro de espelhos, falle cum Joo Dubois.
A VKItDADKN. 4
esla a venda na ra Nova, luja do Sr Carneiro, e na
nio dos distribuidores : tambem o 0. 9 do Advoga-
Mten?o!
Quinta-feira, ai do correnle. pelas i
horas da imite, desaparecen da rtia do
Queimado, defronle da loja n. 4, um ca-
vallo russo, com urna carga de carne secca
( lo arrobas ) .e timas fechadurasno meio
da dila carga : este cava lio e carga he de
urna pessoa pobre; e por issu se roga a
quem o appiehender, ou delle souber,
p pensado
OfTorpcc-sc um homem casado sem filhos ,
para administrador de engenho, do quo lem bas-
tante pralica o qual da fiador sua conducta :
quemdeseu presli.no so quizer ulilisar dirija-se
a ra larga do Rozario, ni 35, ou em Meranguape ,
cm casa do Sr. Balsa. _
Melchior Jos Comes retira-se para frn da pro-
vincia.
Aluga-sc para o lempo de festa no lugar do
Monleiro. urna casa beira do rio Capibaribe, leu-
do porta bnslanle alia lerrado na frente, salas gran-
des dous corredores, seudu um delles para serven-
ta dacasa inilependenle cinco quarlos, coz i ti ha',
quarlo com tarimha para prelos, estribara para 2
cavallos, no fundo um quaito para despejo quintal
murado : a tralar no Aterro-da-Boa Vista, n, 37.
llavera boje sessao do concedi deliberativo : o prl-
ineiro secretario convida os Srs. socios a coinparecereni.
-- Precisa-sede urna ama que nio anda do limito,
equesaiba engommar: na Camboa-do-Cartno, n.
3, sobrado por cima da venda.
Aluga-soo segundo ondar da casa, sita na ra
Imperial, n. 65: a tratar com Delfino Concalves
Pereira Lima, na ra Nova, n. 42.
He gratis
para quem quizer mandar buscar urna porcilo de
clice para eululho aondo foratn as catacumbas da
i i mandado do S. Jos da Agunia.
Offerece-se urna ama com tnuito bom leite e
que he muilo cuidadosa : na ra das Cruzes, n. 18.
O hacha re Manuel Flrmino de Mello precisan-
do ir provincia do Ceara a Iralar do sua saude e
uo podendo pela rapidez da viagem deapedir-se de
lodos os seus amigos particularmente por isso o
faz por este mein, oflerecendo-llies naqtielle lugar o
SPIl pequeo pj'estimo.
V NOVO PAO DE PROVENGA.
' Vindt-u lodos o diai.
10 proprietanoda padaria epastellaria franceza zl
do Aterroda-Boa-Vista, n. 50, desejando agradar v
| cada vez inais aos seus freguezes, resol veu ofl'ere- ^
cer-lhes um pao que se fabrica em Provenca por !i
_J um processo muilo dlH'ereule do ordinario, e que, VS
,-ai exigiudo fariuhadas melhores qualidades, mere- r\
W ce a preferencia do publico, pela sua alvura, V
pureza e delicadeza de sua fabricaco. A
S se farao paes de 40, 80 e 160 rs e ser fcil W
conhcc-los pela sua forma oblonga e elegante. A
a mesilla casa coulina-sc tainbeiii a vender _
> bolinhos para cha de todas as qualidades, e Um- Qp
. iiein a eneitar oamieja ticas para baile c a
ty roa. V
Prerisa-se de um feilor para eugenlio que no
lenha ramilla : na ra Nova, armazem n. 67.
Aluga-seo bem condecido sitio na estrada do
Curdeiro, de Nuno Mara deSeixas, s proprio para
algum negociante esirangeirn uu oulra pessoa que
lenha tralamenlo : na ra do Amorim, II. 15.
Va praca para ser arrematado
pelo que der, salvo a apptovacao do jiuz
competente e pan pagamento .ios credo
res do fallecido Joaquim Antonio ferrei-
ra de Vasconcellos, oseguinte:
Urna casa de sobrado de um andareso-
tao, com 35 palmos de trente e 8;> d fun-
do, acabada e habitada, com um viveiro
de peixe, quintal em alierto, com 29?.
palmos de fundo, em chaos de foro
Outra dita pega-Ja mesma, de iguaes
dimences, acabada por fra, com caixi-
Ihos e envidracada, e por dentro gmenle
travejada, com camba pelo centro do
quintal com os meamos fundos da outra.
Uin caixo d'alicerce para duas mora-
das de casa, de 6a palmos de frente 672
de fundo, com quintal em aborto que com-
prehende a mesma camba.
Finalmente, um terreno no mesmo a-
litihamento, com os competentes fundos
e camba, que fien no centro do quintal,
em chaos de foro: tudo situado na frente
da estrada que vai para a Magdalena, fa-
zendo esquina com a que vai prra o Re-
medio.
Eslespredios, situados em tima posico
tnuito alegre e de grande transito, ofTere-
cendo proporcoes para qualquerestabeleci-
mentu, sero arrematados no dia qmnta-
feira, -iido coi rente mez de seternbio, s
10 horas da manha, na praca do Com-
mercio; e tambem vendem-se amigavel-
menle; pudendo-os pretenden tes dirigi-
rem-se ra da Senzalla-Velha, n. i38.
No Aterro-da-Boa-Vista, n. 1, precisa-se de una
preta captiva para o seavico de urna casa de pouca
familia.
Precisa-se entregar una carta do importancia
ao Sr. Dr. Joo Flcripes Dias, e como so ignora a
sua morada roga-sc-lhe do a annuuciar.
Alugain-sc dous sitios com muilo Loas aconiuioda-
edes um ua campinha da Casa-Forte e outro na ra
da dita povoacao com coebeiras e cavallarices assim
como varias casas, de precos coiiimodos para se pas-
tar a festa : a tratar na ra do Amorim, n. 15.
CHAPEOS DE SOL |
Ra do Passeio-Publico
11.
r.
O fabricante dcstcestabeleciiucntoadverte ao respei-
tavl publico desta cidade que elle possue presente-
mente um rico sortimento de chapeos de sol assim
como chapaos de
    que tem apparecldo neslp mercado e de cores conde-
    cidas : ditos para senhoras de bo.'n luin adamascados ,
    lavrados com suas competentas franjas de rctros, tu-
    do que tem de inals moderno e do nielhor gosto ; um
    completo sortimento de chapeos de sol de pannlnho de
    todas as cores e de lodos os tamaitos para homens ,
    senhoras e meninos ; lia tambem igual sorlimenlo de
    fazendaspara cobrlr aruiacoe tanto de seda de cores
    como de panuinhos trancados e lisos imitando seda. Ad-
    verte-M que os freguc7.es sero servidos com brevidade,
    e se acharosallsfeltos da boa qualidade, do bom gosto e
    --rprccisa-se de um caixeiro poi tuguez de 13 a
    14 anuos, para urna venda : 111 ra da. Florentina,
    n. 30.
    Precisa-se|de urna pessoa que se queira incum-
    bir do receber urnas dividas em Itio-Formoso -Bar-
    reros e Passo-de-Camaragibe fazendo-se negocio
    vantajuso : a pessoa que a isto se quizer propr, d.
    rija-sea ruado Cabug lo-a de miudezas, 11. 1 D,
    do Ciiiuiares.
    Na ra d'Alegrla, n. 11, precisase alugar urna es*
    crva que esteja as circuinstancias de bein fazer e
    ervl{o Interno e eiterno de uinacaoa de familia.
    Aluga-sn a casa Icrrea n. 3 da ra do Jiamin, por
    trsdeSan-Concalo : a tratar na ra de Apollo, 11.
    23, segundo andar.
    Victorino Francisco dos Santos comprou, por
    conta doSr. Joo Domingues da Silva ora no presi-
    dio da ilha de Fernando o meio bilbete n. 1,383 da
    18.' parte da lotera do thealro.
    Precisa-se alugar um preto ou molecote que
    nfio lenha habilidades, para andar ao servico do
    interior de urna casa : na ra da Cadeia do Recife ,
    n. 32, coma entrada pela ra da Senzalla.
    Precisa-se de pretas que vendam pilo de venda-
    gem : na ra do Burgos no Fortc-do-Maltos, 11 38.
    Alugam-sedous bonscanoeiros ou para qual-
    quer outro servico : na ra de S.-Francisco, nu pa-
    lacete.
    Jos Francisco Belm pretendo retirar-se para
    onde lhe convier : quem so julgar coin qualquer ne-
    gocio lhe aprsenle sua conta para ser pago i ni me-
    diatamente.
    Joaquim Goncalves Beltro faz sciente a quem
    interessar que mudou a sua venda sita na ra do
    Livramenlo para a ra Direita, n.18.
    Um ca* d'agoa lo *o branco.
    DesappiHecou um eflo d'agoa lodo branco: quem
    oachar fara o favor de mandar entregar na ra da
    S-Cruz 11. 38 ou na ra doQueimado 11. 27, que
    sera generosamente recompensado, so o exigir.
    Preeisa-se de urna ama que euteiida do colindar
    e fazer u mais servien de una casa de punca familia :
    na ra da Cruz, armazem I). 48.
    Precisa-so alugar um muloque que saiba fazer
    compras, e o mais necessario de una casa de pou-
    ca familia : na ra da Cruz, armazem 11 48.
    -- Pede-se aoSr. V. Letelicr o favor de dirigir-se
    a ra doQuoimado, 11. 18, segunda loja.
    Aluga-se, pelo lempo da festa, um sitio no
    Cordeiro com baixa de capim arvores de fructo c
    'hortasc, boa casa de v!venda estribara nra s
    cavallos, senzalla para oscravos eludo quanlo he
    de commodidade para urna familia : irata-se na ra
    do ijueiiiiado 11. 4.
    Precisa-se de una preta para o servido de urna
    casa eslrangeira que enleuda alguma cousa do co-
    zinha : na na do Vigurio, casado Itnthe & l)c-
    doulac.
    Os Srs. Jos Antonio de AZOvedo c Joaquim
    Augusto da Silva dirijau-se a ra do Qucimado, 11.
    14 a negocio de seus inlerosses.
    Troca-se umii casa ua ra du (loria da Boa-Vis-
    ta com 22 palmus de largura, muilo bom fundo,
    bom quintal, e 8 palmos e meio de lorreuo annexo ,
    que ludo d urna grande casa uu sobrado por un-
    ir no mesmo bairro ou no deS.-Anlonio que so-
    ja grande o nao em ra mui deserta : vulta-sc o que
    for justo : quem este negocio quizer fazer annuiicie.
    Na mesma casa veude-se um lindo cavallo gordo ,
    grande, muito bom andador debaixo a meio e forte ,
    com todos os apparelhus nuvos do montara at es-
    puras.
    HOTEI.-COM.MEKCIO.
    _ Vendem-se os segulntes livros : a morle de Snera-
    tes, oa-Doua Irma'os AlmlgM r Odei. pegado* proal
    mmente da Lisboa no Alerro-da-Boa-ViMi. />__
    - Vemle-s urna preta da Costa, de 22 a 3i annos,
    sem vicios de qualidade alguma o muilo boa vende-
    deira dorna: na ra doQueimado, no segundo an-
    dar da casa n. 40. __-___
    - Vende se urna preta de idade do 2b MMh
    qual sabo muitu bom engommar e cozinliar : em ro
    ra de Portas, n 145.' ,..,,
    - Vende-so um sitio na cidade deOlinda, livre o
    desembaraQado, sito na ra do Bom-Succcsso, com
    duas casas de pedra c cal : no paleo dn (.armo. n. 1.
    Vende-se um relogio de ouro saboneta mui-
    lo bom regulador, porpreco muito com modo: na
    rus Nova loja n.21.
    --Vendem-se 3 lindos moloques de 14 a 18 anuos,
    um pardo de 18anims, deolegaule figura ; um1 pre-
    to de 35 annos, bem robusto; urna negrinna ue
    12 anuos, muito boa costureira; 3 prelasde lOTOO
    servico: no pateo da matriz de S.-Anlonio sonra-
    do ii. 4. ,
    - Vendom-se duas carteiras de nina so lace, usa-
    das e mnito baratas : na ra da Praia travessa ao
    Carioca primeiro armazem ao p do theatro.
    Na ra de Asoas-VcrflfS,
    11 4(>.
    vende-sn urna muilo linda eterna mucama reco-
    Ibida de 18 anuos excediente ongomniadolr
    com todas as habilidades; duas honilas moleeas do
    15 a 16 annos, com habilidades; urna sscrava do
    22 anuos, boa Piigomniadcira o eozinheii a ; nina
    dila boa qi-:landeira por 300,000 rs una dita por
    320,000 rs. ; urna elegante niulalinlia de 17 auiius ;
    75 iic(0es da coiiipanhla de Beherlbe ; um bom es-
    cravu de 25 annos; dous ditose um moleque de II.
    anuos.
    - Vcnde-so urna prensa de palente, propia pa-
    ra sello de qualquer consulado ou reparliQau pu-
    blica pur preeo commodo : na ra da Cadeia .
    u. 52. ___
    - Vende-se u 111 famoso tonel arqueauu .laiorro,
    muilo forlo e seguro de 120 canudas: 11a roa do
    Rozario da Boa-Vista, n 46.
    F.sle estahelccimenlo sito na ra da Cadeia da
    freguezia do S -Antonio ua propriedadi; n. 13, adia-
    se augmentado de enmmodos indcpondenles c de-
    centemente mohliados para hospedes com fami-
    lias e sem ellas e para pessnas que exijam menos
    tratamento. O segundo andar do referido eslahole-
    cimento offeroce as precisas commodiJades para
    bailes e partidas. A pnsicio da casa em silnac'ni
    fresca o aprasivel vista e collocada 110 centro da
    cidade conenrrerr a ser preforivel a outros esta-
    belecimenlossemelhantes. Os precos serio mdicos,
    cm relaefloas proporcOes que seolfcreceni.
    Compras.
    Compra-se una escrava que seja boa engoni-
    uiadeira costuieira ,earinhosa para meninos e n.lo
    lenha vicios nein acliaqucs : na 111:1 doQueimado,
    esquina do hecco da Congregaclo segunilo andar.
    -- Coinpram-se escravos que sejam ollicias de car-
    pina, de 18 a 25 annos o de boas figuras ; pagam-S:
    bem sendo do bous costumes e peritos no seu udi-
    eiu poiss.lo para urna eiiconimeiida do Ivio-de-Ja-
    neiro : na ra do Amorim, n. 35, a fallar com J. J.
    Tasso Jnior
    -- Compra-sc um preto do meia idade e que mo
    lenha achaques : nu-rua do Cotovello n. 31 un an-
    nuncie.
    --Compra-se cera amarella : na rua da Cadeia-V'e-
    Iha, n. 3.
    Compra-se um globo do escada quo seja usado,
    com aunado ou sem ella : na padaria da Passa^cm-
    da-Mailagle/ia.
    Compram-se dragonas, bandas e fiadores de
    officiaesde primeira e segunda linha ua rua du
    Queimado, loja de cirgueiro n. 10.
    Compram-se dous casas de pombos sendo um
    rabo de leque e o outro dos marrlas verdadeiros :
    na rua do Crespo, n. 17.
    Yendas*
    Neste armazem, encontrariio! us'fumanles do bom
    tmn os melhores charutos que ha no mercado, viudos
    pelo vapor Bahiana. As qualidades silo :
    Producto de sement de lia vana
    San-Felix (verdadeiros
    J3^ COMPRA VANTAJOSA.
    Vende-se urna morada de casa de dous andares ,
    com duas lojas, mui' bem fundada muito fresca ,
    com grande quintal commodo para grande familia,
    em bom estado, livre e desembarazada do qualquer
    uniis por prego resoavel; faz-se todo o negnciu ,
    segundo o estado do lempo : vendo-se no todo ou
    em parle 1 na rua do Crldeireiro ,11. 62.
    Vendem-se qualro casas terieas,
    em l',ra-de-r,oitas, urna no becco de
    Jos leixeira, n. 1, e Ires na rua do l'a-
    rol, ns. 56, 58 e 64 ; urna parte da da rua
    do Pilar, n. -o ; a melade de oulra no
    Arrombado, n. 3i, com grande quintal ;
    urna ca.sa terrea cm Uinda, biquinlia
    de San-Pedro, n. 16, por preco muito
    em conta : a fallar a Joao Franci-co Tei-
    xeira, em Fia-de-Portas, na dosCara-
    rapee.
    Vendem-se 4 ou 5 mil telhas muito bas, assim
    como outra igual porcao de lijlos de ladrilho e
    alvenaria batida, por barato alim de se desoe-^upar
    o lugar em que ellSo no Becco-Largo junto as laixas
    de ferro : a tratar rom Manoel Antonio da Silva
    Molla.
    Melindres
    Calanos
    Primores
    K Qutm fumar tubera.
    No mesmo armazem se vendom por precos quo nfio
    espantam, os seguintes gneros : excellenles e novos
    presuntos para hambre, tanto inglezes como de
    Wcslphaa ; sardinhas e hervilhas muito novase
    em lalss ; licores finos em garrafas com roldas do
    vidro ; ditos m garrafas, comrauns ; marrasohina ;
    vinbo de Champanha, Bordeaux.Sauterne e Porto em
    garrafas ; excellenle cerveja branca e preta em gar-
    rafas e meias ditas ; azeitodoco refinado, em garra-
    fas ; conservas de todas as qualidades muito fres-
    quinhas"; frascos com fruclas em espirito ; esper-
    macete de varias quajidades; queijos llamengos no-
    vis ; cha hysson superior muito barato : alfli des-
    tes generus" uniros muilos proprios destes estahe-
    lecimentos.
    Vende-se linla em oleo braanca,zul, verde, a-
    marella e.preta, por preco commodo ; em casa de
    Adamson l'lowio & Cumpanhia, ruado Trapiche, 11.
    42. Os mesmos lecm para v.mder plvora ingleza, do
    superior qualidade, em partidas de 10 barris para
    cima : tambem por preco commodo.
    Vende-se urna excellenle canoa do caneira : na
    rua do Collegio, 11. 8, terceiro andar.
    TIJOLOS DE MARMOItK.
    Vendem-se lijlos de marmure, brancos e azues,
    por commodo preco 1 a fallar com J. Saporit, na rua
    da Grut, n. 18.
    Vende-se um molrque de 18 annos de bonita
    figura sem vicios ecom ofllcio de sapaleiro por
    preco commodo : na rua Nova, n. 67.
    Vende-se una excellenle capa,
    propria pira familia, por acoinmodar ida
    ao pessas, pintada, cotn Codeira de en-
    cost, bancada em roda, estrado no fundo,
    e ilign. de quem liver bom gosto; urna ou-
    tra de ca reir, de un s pao, com 35 pal-
    mos de romprida c grossura sufliciente pa-
    aa abrir : trata-sc em Fora de-Portas,
    com Jo5o Francisco Teixeira.
    Vendem-se 3 caixilhos para lileiro ou armario;
    4 varaes do Jacaranda por todo o dinheirn : na rua
    do Caldcireiro, 11. 62.
    No deposito de Me. Calmoiil & Companhia na
    rua de Apollo, armazem n. 6 acba-so constante-
    mente grande sortimento de ferragens ingiezas para
    engenhos de assucar coiro sejam : taixas de ferro
    coado do diHereiites modelos, os mais modernos;
    ditas de ferro batido ; moendas de ferro do mode-
    lo adoptado para armar em madeira ; ditas todas
    d ferro, tanto para agoa como para animaes; ma-
    chinas de vapor de frca de quatro cavallos e de al-
    ia pressfio o mais moderno o simples que he possi-
    vel ; repartidoiras 1 espumadeiras ; resfriadoiras de
    ferro estanhado;" fdrmas do ferro : ludo pur preco
    com modo.
    Vendem-se meias do linlio u de al:.'odao para
    liomem; peneiras do rame ; bixas de llamburgo
    , que tambem so alllgam]; pilulas da familia : na rua '
    lo Bozario padaria junto a igreja, defronte da bo-
    tica doSr. I'aranbos.
    Vende-se vinho do Porto inulto superior em
    pipas e barris dequarto e oltavo, proprio para engarra-
    far ; dito mais inferior tambem em pipas e barris de
    quarto e oilavo ; cevada ; painfo ; peneiras de rame ;
    relrozdo Porto, sonido ; fechaduras pira portas de ar-
    mazem coeiros de algodao ; pilulas da familia ; anco-
    retascoui a/.eiionas ; iiiciasde linhoe de algodao para
    homem panno de liuliu: ludo por preco cumuiodu : na
    rua do Vlgario n. 11, casa de IFrancisco Alvcs da
    Cunba.
    MUTILADO
    aJ
    ? -'


    Vendem-se acges ta ex-
    fmeta companhia de Peniambuco
    e Parahiba: no escriptorio de O-
    lveira Irmos & C, ra da Cruz,
    n. 9.
    FARINHX DE TRIESTE.,
    marca verdadera -SSF, chegada ltimamente: vende-se
    em usa de N. O. Bieber ti Companhia, na ra da Crux ,
    a. 4.
    Vendcra-se queijos londrinoi e preauntoi para
    fiambre ebegados pelo ultimo navio de Liverpool ;
    fcervilhai propriaa para opa vaaaorai para varrer -
    lai : ooanuazem de Davii k Companhia na ra da
    Cruz, D. 7.
    Vende-se ca/ virgem le Lisboa,
    chegad* no ultima navio, em Larris pe-
    quenos, por menos do que em outra qual-
    quer parte : na ra do Trapiche, arma-
    zem n -j.
    Vende-se cal virgem de Lisboa em barrU de 4
    arrobas chegada pelo ultimo navio, por prreo commo-
    do : a tratar coiu Almeida u Fonieca, na ra do Apollo
    A iooo rs. ,
    anenrrtas com azeiton^s superiores : ven-
    dem seno caes da Alfandega armazcm
    n. 7, de Francisco Das Ferrers.
    K>Vende-so urna molcula de ti a IJ annos. de
    bonita (gura minio rofor^ad;i esadia sem vicios
    ncn achaques o quo se nliaitc a qual ensaboa ,
    faz lO'lo o servgo pios de engommado : vende-se por nao se precisar
    tlella : na ra de Horlas, casa terrea n. 63.
    CHA' HYSSON,
    de ptima qualidadc ; a 2*240 r%. a libra: na ra ra
    i.rui no Recife arinazem n. 13.
    Vendem-se barris, com breu tanto
    em porcocmoem barris: na ra do Tra-
    piche, n. 36, em casa de Mathcus Aus-
    tin&C.
    Na ra da Cruz n. 26, vende-se, para liqui-
    dacHo de contas, sola, cera de carnauba, pennas de
    ema e chapeos de palha por menos prego do que
    em outraqualquer parte.
    Vende-se muito superior biscoulo frunce/ do
    Rheims : na ra da Cadea-Velha, n. 29
    Taixas para cnyenhos.
    \a fundiglo de ferro de Fra-de-Portas, contina
    a haver um completo sortimenlo de taixas de ferro
    coado de todos os tamaitos por preco commodo.
    Aaloj de Manuel Joaquim
    Pascual Raines, no Passeio -
    Publico, n. 19,
    vendem-se as seguimos fazendas : pannos finos pre-
    ln,a 3,000, 4,000, 4,500,5,000 e 5,500 rs. ; pecas
    de madapolSolino, a 3,200, 3,500, 4,000, 4,500, 5,000
    ">,500 "-s. ; chitas escuras a 140, 160 e 200 rs. o
    covado ; ditas linas a 240, 260, ?0 e 320 rs. ; man-
    as de seda a 12,000 rs.; riscados francezes a 200
    rs. o covado ; cortes de lila, a 2,500 rs. ; ditos do cas-
    sa-chita a 2,000, 2,500, 3,000 e 4,500 rs. ; chales de
    seda a 9,000 rs. ; ditos de melim, a 1,000 rs,; pel-
    |e do diabo a 200 rs. o covado ; castores do todas as
    qualidades a 200, 240 e 320 ; lencos de seda a
    1.000 e 1,609 rs. j cortes de dueles de gorgttrSO
    preto a 4,500 rs. ; ditos de fustilo a 1,000 rs ; es-
    guiflo fino, 8 2,000 rs. a vara; sarja prela a 2,000
    e 2,500 rs. o covado cortes de casimira a 6,000 rs.;
    britli branco de puro linho a 1,800 rs ; lito pardo,
    a 1,600 rs ; ditos de coros a 1,000 e 1,500 rs. ; chi-
    tas do cultera a 200 rs. o covado ; chapeos de sol,
    de seda prela a 5,500 o 6,400 rs. ; merino lino a
    3,500 rs. ; cassa lisa a 360 rs. a vara ; chales de lila,
    a 1,200 e 2,500 rs.; pegas de platina de algodilo, a
    4,000 rs.
    JL
    Vendem-so chapeos de castor branco
    4,000 rs. : na ra do Queimado, n. 22.
    --Nendem-se pegas de madapolflo com 20 varas,
    muito largo e muito encorpado, a 2,800, 3,000 e 3,200
    rs. ; chita para coberia a 160 rs. a rclalho; roupa
    feta para escravos islo lie jaquelas, calcas e cami-
    sas : na ra do Passeio loja n. 17.
    O verdatfciru syslenia para cu-
    rar vista curta,
    ou causada no se encontra na homoeopalhia, nem na
    allopalhia poim sim em oculos npropriados os
    quaesse vendem na ra larga do Rozarlo, loja de
    iniudezas, n. 36
    Vendem-se gales de ouro verda-
    dero, de rodua a larguras, e ntais barato
    do que em outra qualquer parte : na ra
    taiga do I'.osario, n. j/J.
    PRELO
    a 3s'ooo rs. a sacca
    noi rmateos na. I e 3 do car* da Alfandega, e no de n.
    35 da ra do Amorini, de J. J. Taaio Jnior,
    Riscados monstros.
    Vendem-se superiores riicados inonstroa, jbem co-
    ndecidos tanto pela qualidadr como pela largura em
    demasa, pelo barato preyo de 280ri. o covado F.slrs
    riscados io chrgados ltimamente : as cores sao Asas,
    e os padroes muito modernos e de hom gosto : na nova
    loja da Estrella da ra do Collegio, n. I.
    Veudem-sc barris pequeos com cal virgem de Lia-
    boa, a mais nova que ha uo mercado, por prepo com-
    modo : na ra da Molda armazeni n. 17.
    Vende-ae urna caaa terrea muito grande, sita na
    ra daMangurira, na Roa-Vista, n. II, com graedes com-
    modos, quintal inulto grande e mudos arvoredoa de fruc-
    tos, por preco o mais raioavel possivel: trata-se na ra
    do Arago, n. 27.
    Bolacliiiiha superior a regala
    Na ra da Scnzalla-Velba n. 96 vende-so bola-
    chinha superior regala, agoada, a 160 rs. a libra :
    nflo se menciona a perfcicflo com que lie feila, por
    que quem a comprar o saliera.
    Vende-se una escrava de 18 anuos, que cosa,
    ougomma e cozmha parida de pouco lempo, o oom
    ptimo Icite para criar ,da qual seafianca a boa con-
    ducta : na ra do Passeio, loja n. 19, ae dir quem
    vende.
    -- Vende-ae urna loja com armacSo moderna e
    fazendas na ra do l'asseio, n. 17, ptimo lugar
    para ae vender a retalho.
    Vende-se a venda da ra Nova, n. 71, sendo a
    melhor do bairro de S.-Antonio por eatar no porto
    das canoas e aer muito afreguezada para a trra : a
    tratar com Domingos Jos da Cunha l.ages.
    UESCOBMO-SE AFN Al.
    o nico e verdadeiro medicamento para a cura, da
    phtyaica em lodos os seus differentes graos qur
    motivada por algumas das seguintes molestias: cons-
    tipagoes, tosse, aslhma, pleuris, escarroj de sangue,
    coqueluche, dOr de costase peito e todas as mais
    molestias dos orgaos pulmonares. Este escolenle
    medicamento lie o xarope do bosque ja bem co-
    ntiendo nesta provincia pelas grandes curaa que
    lem effeituado, o que prova n grande extracefio
    que lem lido, e ter sido receitado por alguna pro-
    fessores. Em New-York onde primeireiramente foi
    inlroduzido pelo seu digno autor, doulor Molts, fez
    curas quasi milagrosas as differenles molestias
    cima mencionadas o que o induzio a manda-lo
    para o Brasil, sendo a sua primeira introducto no
    Itio-de-Jaueiro, onde lem produzido os mesmos
    cfreitos que all.
    Vende-sc nicamente no deposito da na do
    Trapiche, n. 34, escriptorio de Novaos & Companhia,
    e na ra da Cadee do Recife, loja de miudpzas, n. 9.
    Vendem-se dous pianos fortes Je Jacaranda ,
    (Iletrados ullimamenle, que, alin de seren um
    magnifico ornato de urna sala, teem excedentes
    vozes, sendo o mechanismo da muila approvada no-
    va invengiio. chamada repildor patento de Col-
    li'.rd : em casa de J. Kcller & Companhia na ra da
    Cruz, n. 55.
    lOLIVlU
    DE 6 PORTAS UJ2
    0 dono deste estabclecimento,vendo-se em cir-
    cunstancias de Ihe aer precijo retirar-se para a
    Km opa precisa primero pagar a seus credo-
    rea e para e'eituar este pagamento o mais
    breve possivel, ofl'erece algum abatimento a
    seus devedores que quizerrm saldar suas con-
    tas ; assim como tem resolvido vender todas as
    fazendas por diminutos preco, a saber : pecas
    de inadapolo, a 2/ 2/flOO, 3/200, 3/500, 3/700,
    3fl)00c4/ra. ditas de chitas escuras, liase
    entre-linas, de cores fizas, a 4/800, 5/, 5/500,
    6'e /5'Ji rs. ; ditas inulto superiores, entran,
    do algumas de coberla, a 7/ rs. a peca c a 190
    rs. o covado ; alpaca, a 600 rs. ; lila larga, a 380 i
    rs.; cazineta preta a 1/rs. ; los tinos e gran-
    dea de linho, a 6/400 7/ e 7/500 rs. ; chales
    grandes de garfa a 1/500 rs. ; ditos de chita a
    800 rs. : vestidos de cambraiacom bico e renda
    de superior qualidade, a 3/rs ; mantas de cam-
    bala para senliora, a 1/rs.; luvas de pellica,
    seda e algodo, para homein, a 320 rs. ; Desco-
    cinos e golas de bonitos gostos, a 240 c 320 rs ;
    bicos franceiet, inglezes e da trra e alguns de
    de seda preta, a 120. 160,200, 240,320, 400 e 640
    rs. ; lencos de casta para grvala a 200 rs. j di-
    tos de inultas qualidades para hoinem e se-
    nhora a 180, 200, 240, 300, 320, 360, 400, 480 e
    560 rs.; suspensorios a 40,120 e 160 rs. ; ditos
    finos de borracha a 200, 240 e 260 rs. ; garfa
    de seda inulto larga com flores douradas a 240
    rs.o covado ; cassa da India,a 400 e480rs. a va-
    ra ; merino fino e eutre-fino a 1/800 2id00 e
    2/500 rs. ; pannos finos, a 3/800.4/ e 4/500 r.
    e outras muitas fazendas que nao se annunciam
    por oceupar muito lugar as quaes se vendem
    todas anula iiin.....(mu grande prejuizo s
    afim de se acabar com o dito estabelecimento ,
    o qual tambem se vende no estado que se acha,
    havendo quem o queira comprar .".inda mes-
    mo a prazo com lettras de firmas que agrada-
    ren! a seus credores.
    Vendem-se sellins inglezes clsticos e sem
    seren elsticos do patente forrados do couro de
    porco, muito fortes, por tercm dous fetros na ar-
    maeflo ; sellins prnmptos para pageos, muito for-
    tes ; ca bogadas i uglezas rolicas ditas de lustro,
    brancas e prelas ; macas de couro de lustro sem se-
    ren forradas de papeln ; ditas brancas sil!; Iioes
    para montara de senliora forrados de couro de
    porco inglez ; brides de parafuso modelo da Babia;
    otuduo mais que pertence ao mesmo estabeleci-
    mento por prego commodo : na ra Nova, n. 28
    defronte da igreja da Conceicflo dos militares loj
    de AiiLonio Ferreira da Costa Braga.
    Alpaca alcoclioad, a 8oo rs.o covado,
    vende-se, na loja que faz esquina pan a ra do Colle-
    gio n. 5, de Guimaraes Si Companhia, a nova alpaca
    alcochoada vinda de Lisboa fazenda iiiteiramenle
    nova nesta ridade preta e cor de caf, de 4 palmos de
    largura, pelo barato prefo de 800 rs. o covado.
    Vende-se ll'fll moleque de boa conducta o que
    se alianca : he reeoiiinieiidado a ser vendido a pes-
    soa condecida por ser digno de ter um lioui senhor:
    na ra Direita, n. 16, esquina que volta para S -Pe-
    dro, se dir quem vende.
    Casimiras elsticas.
    Vendem-se superiores cortes de meia catiiniras els-
    ticas de pura la, pelo barato preco de 2/000 e 3/000 rs.
    o corle le caifa : na nova loja da estrella, da ra do
    Collegio, n. I.
    Vende-se, para fra da provincia ou para al-
    gum engenho una escrava de 20 annos, de tiaco
    Angola que engonima e cozinha : na rua Nova
    ii. 16.
    -- Vendem-se superiores sellins inglezes, elsti-
    cos e de patente lisos e alcochoados endcadas iu-
    glezas, rolicas e chalas ; carneiras brancas ; silhoes
    inglezes para montara de senliora : ludo recente-
    mente edegado; na rua da Cruz, n. 2,casa s Ceorgo
    Kenwortliy & Companhia.
    Algodo ilion*tro de 8 palmos
    c meio de largura.
    Na loja n. 5, que faz esquina para a rua do Colle-
    gio tle Cuimaraes fazenda de algodilo branco muito proprio para loa-
    IIihs pelo barato prego de 640 rs. Da-se amostra.
    Vende-se utn carro de quatro rodas, em estado
    de trabaldar por 200,000 rs. : na cocheira da Ira-
    vessa das Flores junio ao convento do Carino aon-
    de tambem ha boni carro* para alugar com lodo
    asseio e criado fardado.
    Vende-ae um mulalinho de 14 a 15 annos; urna
    mu la t inda de 10 a II annos sem vicios : na rua do
    Cabug, loja de miudezaa, n. i D, do CuimarSea.
    Vende-se em Olinda na rua do Hom-Fim ,
    um tem no com SO palmos de frente: a tratar na
    rua do Amparo, com Anna Isabel da Viaitagilo.
    Vende-so urna casa terrea na rua de S.-Cecilia ,
    no bairro de S.-Jos com duaa salas, dous quartos,
    cozinha fra quintal murado e cacimba por 660/
    rs : na rua larga do llozario, n. 14, segundo an-
    dar a fallar com Manoel Comes Ferreira.
    Vendem-se dous oratorios de gosto moderno ,
    por prego commodo: na rua da Cadeia-Velha, n. 3.
    Potassa.
    Vende-se muito superior potassa em
    barriz pequeos : na rua da Cadeia-Ve-
    llia armazem de Hallar <\ Oliveira, n. 12
    Vende-se a Historia da Creca anliga 3 v.; o
    Feliz Indepejidente 3 v. ; Jesus-Cdristo perante o
    seculo ou os novos testemunhos das ciencias l
    v.; Escola mercantil, 1 v ; Postilla do commercio,
    1 grosso v.; cartas de Jos A. de Macedo, 1 v.; os Je-
    suistas e as.lottras, 1 v. ; Crimes do governo in-
    glez, 1 v. SolidSo, 1 v.; Atlas moderno, t v.; Pen-
    samentossublimes, 1 v. ; Melliaphysica, 1 v.; Ins-
    trucgOes de arithmetica, i v. ; Vida de Joo de
    Castro 1 v.; Compendio das pocas, 1 v.; Sino das
    las horas 1 v.; Geographia universal, 1 v.; Con-
    traveneno 1 v.: ludo por prego commodo : na rua
    do (lucmudo n. II.
    Vende-so cera de carnauba de boa qualidade ,
    em porgflo e a retalho por prego commodo i na rua
    da Madre-de-eos, n. 34.
    Mo lterro-da-Boa-Vista, n. 45,
    loja de louca vdrada,
    vende-se arn psr de jarros de erysta! lapidados, ps
    ra eufeites de sala e flores por 12,800 rs. ; Historia
    do Brasil, com finos retratos dos antigos descubri-
    dores e restauradores, em bom papel e lypos ; dita
    romana, desde a fundagSo de Roma traduzida do
    inglez para porluguez do doutor Coldsmilh, sobre
    a duodcima cdigflo ; o verdadeiro rap Meuron, em
    ibras, meias ditas e a retalho : este cstaboleciinen-
    to vende at as 9 doras da noilo
    Vende-se urna morada de casa terrea, na rua
    Imperial ti. 9, feita a moderna e com commodos
    para um grande familia ; s com a vista de quema
    pretender meldorse poder informar: na rua Au-
    gusta, ii. 94.
    Vende-ae urna porgflo de ouro vellioe outra de
    prala : no pateo do Carmo, venda n. 1.
    Vendem-se 3 bonitos moleques de 13 a 18 an-
    nos sem vicios ; 2 lindos mulstinlios de 14 annos ,
    que silo hallis para todo oservigo; 2 pretos bous ma-
    ndadores de na ; 1 uegrinhade 13 annos com ha-
    bilidades o que de recolhida ; 3 pretas mogas, pti-
    mas para todo o servigo : na rua do Vigario, n. 24,
    se dir quem vende.
    Vendo-se urna porg.To de pimenta do reino por
    prego commodo : na rua da Florentina, n. 30.
    Vendem-se as obras de J. J. Kousseau ; Nova
    Heloisa, 7 v. por 3,500 rs.; Melanges, 8 v., por
    4,000 rs. ; Pieces diverses, 4 v., por 2,000 rs.; Emi-
    te ou a educago, 5 v., por 2,500 ra.; Les Con-
    fessions, 6 v., por 3,000 rs.; Dialogues, 2 v., por
    1,000 ; Riscours, conatrat social e gouvernemeni de
    I Polegne, por 1,500 rs.; Azuni, droil martime de.
    riiurope, 2 v. por 5,000 rs.; urna Biblia portu-
    gueza por 5,000 rs ; Magnum Lexicn edigSo de
    Pars, por 5,000rs. e edic.no portugu-jza por 4/
    rs.; um Atlas deSimoncourl, novo, por 10,000 rs.;
    Diccionario francez e porluguez, por 3,000 rs.;
    Grammatica de E. Sevne, por 5,000 rs. ; Elemen-
    tos praticos do foro civil, por 2,000 rs.; Luziadas
    de CamOes, por 2,000 rs ; lloras Marianas, por 2,400
    rs.; Historia da Pliilosopdia por V. Cousin por
    8,000 rs. ; Tdeatrode Voltaire, 5 v., por 2,400 rs. ;
    e grande sortimenlo de livros das aulas por prego
    commodo na rua do Crespo 11,
    Vende-se um sitio no lngar d'Agoa-Fria, com
    ptima casa de vivenda de pudra e cal, estribara ,
    com bstanlo terreno para planlagoes urna baxa
    de boa producg3o e com alagadigo no fundo do sitio :
    na rua Nova loja de chapeos, 11 46, de Guilherme
    Vellozo.
    Vndese muito superior viudo malvasia pro-
    prio par tost ,em barris pequeos : ao p do arco
    da Coneeigilo armazem de Azevedo & Carduzo.
    &mQm m #



    0 NOVO PAO' DE PROVENCA.
    Conli 11 a -se a vender todos os dias pflo de ;ifjX
    Provenga na padaria da S.-Cruz n. 6, e 2E
    no deposito da rua cstreila do lio/ario, n. (@
    39, fabricado com as melhores farinbas .^
    que para ello se teamescnlbido Esta quali- \tJ.
    dade de pilo torua-se milito recommenda-
    vel, lano pelo seu bom gosto como por
    no conterem s azedo pela rapidez que
    demanda o seu fabrico.
    <> peoprieUrio dos referidos estabeleci- (QQ)
    mentos,cada vez mais versado em fazer f
    este novo pilo, sendo um dos segundos que v@
    o apresentou aos seus freguezes, logo que *r,
    ello se instituio, anda nSo cessa de em- S
    pregar todos os seus estorgos, [afim de que rgy
    o seu pao, entre oulro que ji o fazeni, v&
    merega a primazia. Nos mesmos astabele- ,'fTj
    amentos achariio os freguezes a muito tu- ^
    perior bolacbinba regala
    mo agoada.
    tanto doce co-
    ACOA DETINGIR CABELLO.
    Contnua-sea vender agoa de tingir cabellos e
    suissas : na rus do Queimado, n. 31. O methodo de
    plicar a dila agoa aoompanha os vidros.
    Vende-se superior fumo cm folha, chegado
    ltimamente da Baha : no caes da Alfandega, ar-
    mazn 11. 3, a tratar com Silva i Grillo.
    Vendem se os vetduden os charu-
    tos de San-Felix: ni ruadoQueimado, n
    17 ; do-se amostras aos compradores.
    Vendem-se na iua- Nova, n. 35,
    ilnas violis francezas, e um methodo por
    Carully, por preco commodo.
    No armazem da rua Nova, n. 67 ha um grande
    sorlmriito do movis como bem cadoiras de pa-
    Ihinha a 24,000, 30i, 36/, 40,000 46,000, 58,000 ,
    quali
    70,000 e 84,000 rs. ; sophis de Jacaranda e de oleo
    commndas; bancas; mesas do meio de gala e U
    jantar; carteiras de urna s face e de viagem ; e$trj?
    jos para navalhas; eipelhos; e outros muilos ohiec-
    losquei vista dos compradores ae farflo patentes'
    ludo por prego commodo, afim de serem bem ser-
    vidos os freguezes.
    -- Vende-se, ou troca-ae um mplatinbo de Ulan-
    nos pouco msis ou menos por um moleque ou
    preto que Irabalhe de enxada voltando-se o que se
    ajustar : na rua da Cadeia do Recife, n. 14.
    Vende-se urna eacrava de 18 a 20 annos, de bo-
    nita figura que cose, e engomma perfeilamente
    na rua larga do Rozaro, n. 36,- botica de Bartholo
    meu Francisco de Souza.
    Vendem-se3sacadas de pedrada trra, umi
    cama deanglco com seus colchos usada S pares de
    dobradigas grandes de chumbar, duas bacas gran-
    des de rame 1 taxo um armaiio, urna mesa a
    ricos quadros para sala, urna marqueta, um bah,
    um" sellm urna mala urna roesnha de sapaloiro ,
    urna frasqueira, um lustro de meio de sala, um can-
    diero de laido 2 lomea das Noites de Voung, umi
    Orlhographia de Madurera : na rua das Larangei-
    Na rua Nova, loja de alfaiate do Monoel do Am-
    paro Crj, n. 18, l< para vender obras feilas de to-
    das as qualidades, tanto finas, como inferiores: as-
    sim como um sortimenlo de pannos finos de todas ts
    cores e qualidades, e toda e qualquer fazenda que
    fOr precisa para fazer qualquer obra de encommen-
    da, etc. Na mosma loja precisa-se de offlciaes do
    mesmo officio.
    Na rua do.V'gario, n. 24, vende-se bolacha a 1/
    rs. por arroba, muito boa para o sustento de ani-
    maes.
    Vendem-se queijos londrinos os mais fresesae
    que ha no mercado ; latas com bolachinhas de ara--
    rula; ditas coa hervilhas ; ditas eo sardir.bs;
    na rua da Cruz, no Recito n. 46.
    Vende-se oca amarella, de prtmeira
    idade, a 600 rs. a arroba; pos pretos
    a a,56o rs. a arroba ; na rua da Cruz,
    n. i* <
    Vende-se, a dindeiro ou mesmo a prazo **>
    doas firmas a venda nova da rua do Rangel, n. i^f
    por seu dono precisar r para fra tratar de sua sa-
    de sendo o luguel da casa paralo : tamban se to-
    ma um caixero quesaiba desempenhar o seu lugar
    e qued fiador a sua conducta dando-se um terco
    dos lucros.
    --FrminoJos Flix da Rosa tem para'vender
    excellente vinho da Figueira em pipas e barris : os
    pretenden tes todos os dias podan tratar com o mes-
    mo no caes da Alfandega ou no seu escriptorio ,
    na rua do Trapiche, n 44, sonde tambem vende
    lindos vasos para jardm.
    Vende-se, na venda de Joaquim
    (Jrrela Hezende Reg, no largo do \-
    vi amento, n 30, superior cal de Lisboa,
    em barris de 4 a 5 arrobas, a mais nova
    que ha, vinda pelo ultimo navio, por pre-
    co mais commodo do que em outra qual-
    quer parte.
    Vende-se um escravo de nacito, de bonita figu-
    ra : ao comprador se dir o motivo da venda : na
    rua do Queimado, segunda loja, n. 18.
    Vende-se um sitio com casa de vivenda e ar-
    voredos de Inicio todos novos, com 80 palmos de
    frente foreiros, e mais 25 palmos proprfos no lu-
    gar da Casa-Forte, quedeita os fundos para a es-
    trada do Arraal que he murado e lie* pegado 1
    casa do Ferrfie, por prego commodo: na rua da
    Roda n. 48.
    Vendem-se i4 scc5esda coipanhi?.
    de Beberibe, pelo valor em que rsto,
    por ter seu dono de retirar-se para fra da
    provincia : na praca da independencia, os.
    G e 8, se dir quem Jaz o negocio.
    Escravos Fgidos
    Fugio d engenho Pereiras o preto Francis-
    co de cor fula mal feto do corpo pe as finas ,
    estomago para fra, barrigudo; tem as nadtv-*.^
    empinadas ; consla andar nesta prega : quem o p-
    gar leve-o ao escriptorio de Joito Cinto de I .anos &
    Filho na rua do Torres, n. 14.
    Fugram, no da 10 do correte 2 escravos,
    um de Home Pedro, e oulro de nome Joaquim,
    aquelle reforgado do corpo muilo brulo ; represen-
    la 28 a 30 anuos, e este cabra escuro curto da vis-
    ta alto e secco; Um quatro dedos em urna dn
    nios ; sflo canoeiios e tem sido vistos 0111 Olinda ,
    Monleiro e A togados : quem os pegar leve-os a rus
    da Praa-dc-S.-llita, ns. 25 ou 37, que ser recom-
    pensado.
    Fugio, de um sitio do llozarinho, ha 2 para i
    mezes um preto de nome Thomaz de nagSo Ben-
    guella, alto calvo ; lem urna ferida em urna perna ,
    ou cicatriz ; representa- ter 50 annos ; intilula-se
    forro ; foi escravo da viuva do Bernardino de Sem
    Los: quem o pegar love-o a rua dp Crespo '
    Ignacio Viegas, ou a sua senhora, no dito'sitio,
    quo ser generosamente recompensado.
    Fugio, no da 17 docorreute a parda Francis-
    ca levando comsigo seu fildo menor de um anuo;
    do de cor clara bocea regular com falta de denlo
    n frente cabellos cacheados e corlados nariz afi-
    lado ; tem um defoilo em um dedo da mito esquer-
    ra ol los regulares peilos pequeos; levou ves-
    tido de chita azul com flores encarnadas e outro de
    riscado ja desbolado : o (libo foi vestido com timSo
    j usado : quem a pegar leve-a a rua do Trapiche-
    Novo, n. 40, que ser recompensado.
    Desappiirecen, no da 18 do comente o preto
    Agosliinho, de nag.lo Angola, de 25 annos, cheio do
    corpo cabello grande, que.parece presstir no mal-
    lo, olhos grandes e encovados quo parece ter aca-
    bado de dormir, denles limados cara larga muito
    robusto ; tem as mitos edeias de calos por trati-
    Ihr em padaria ; quando anda levanta os dedos dos
    ps como quom lem bixos ; levou cimisa e cerou-
    las de algoJflo da ierra o urna bala encarnada ;-t
    foi visto.no dia 20 do corrente na Varzea, e tomou a
    direcgSo do engenho S.-Joflo : quem o pegar leve-o
    a rua imperial,- 11. 37, que ser bem recompen-
    sado.
    Pebm.
    NA TTP
    . DE M. r. DE fABIA. i84'
    MELHOR EXEMPL/


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EOT62ZKDQ_MMQ6YD INGEST_TIME 2013-04-24T18:12:57Z PACKAGE AA00011611_06518
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES