Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06514


This item is only available as the following downloads:


Full Text
J
\nn XXIV.
Ter^-fer 10
T
0tl HR10 publlei-ee tedas os illas que rita
fnreni rtr guarda: o nrrco di ti|inliiM he
j,. frtHW r. por |>i irlrt. imm mi i l. 0
"0,iih-1i> dos .1 sigil ules Su Inser los 4
,,,io Je 20r. pirlluhl. 4'j r. cu l(u .ur-
j mIo*W p4 fin tji> diifereute. por cadi publlcaclo.
P1IASESDA LA NO MEZ I)E SETb VIBRO.
OtutnM, a 5, i 6 hora, e24 mln. da tard.
I u* chita, a 13. i. 3 hora eM) mln. da maoh.
liiLouiUf, a 19,4 7 hora e "'" < "
"aiLora, a 27. as 7 hora e 16 na. da inanh.
PARTIDA DOS C0RREI09.
GnianM r Paratalba. a .rg. t eaUt-Mras.
Rlo^>.-1o-Norle.|iilnla-frlrat ao uirlo-dia.
Cabo, Seriiinaeiu. Rlol'ornioio, Porlo-Calio
e Macelo, ao I.*, r I t de cada me.
Caranhunsr llonlm a 8 e 33.
Bon-Vlsta r Flores, a 13 e 28.
Victoria, a qulutas-felras.
Oliuda, lodoi o dial
PRRAMAR DE HOJE.
Prlmrira, 4 10 hora* r H minuto! da raanb.
Srgund*, l 10 horai e 30 minino da Urde.
tfe Setombro de 1949.
aa.aaaa.a_a-.
DIA8 DA SKWANA.
18 Segunda. 8. Jo. de Cuperiinn. And. do
J. dotaran. doJ.clv. edo J M. da t. v.
10 Terra. 8. Januario And. do J. do c. da
1. v. e do J. de p< da 3. dlit de t.
30 Quarta.'S. Eustaquio. Aud. do J. doc da
2. i. r do J. de paz do 2 lial. de I.
31 Quinta. *. S. Matbeui.
32 Sexta. S. Mauricio. Aud. do J. do civ. t
do i. de paz do I. diat da t.
2:1 Sabbado. S. Uno. Aud. do J. do a. v.
e doi.de paido I dial.de t.
24 Domingo. Non Senhorada Merces.
Bf. iW.
CAMBIOS NO DA 17 Di SETT.MiRa
Sobre 1-ondre a 33 d. por 1rf.a60d.
Par .
liiboa 120 por cenio de premio.
Rlo-dr-J inelro ao par.
Dec. de leu de bou flrnna a 1 t'ao me
Acede, da comp. de "'berlbr jWr. aop
Oaro.-Onca. hr.panhola. 32*180 a 32/200
. Horda de6#*00 v. 181000 -
. dett/400n. Ili/40tl
. de4>000... 91900
Prala Patacdes brasilciro. 2/04''
Peo columnario. 2/'40
. IMtoa mexicano..... 1/900

DIARIO DE PERltTAMBUCO
PARTE OFFICIAl.
GUVEI.NO DA PROVINCIA.
O ihishI''' prov.ncln, ontorlsado
pelo 1*1 provincial n. 223, de 1 Tde agos-
to d 1848, ordena qnc se execiite nn
theaonrarla da fazendn provliirlnl o *e-
frulnt'
I
% 8. Apreaentar em
mente preparados no
goclo, que devam in
ni], ao qual dar verb
oiso sobre etei nrgocloi.
bem eo-1amo "da'procuradorla e do julio obre o execullvo da
aAtrs3awrar^ -- ---
bem da mareba regular do servs o da fa-
TITULO NICO.
0RG ANS A QAO GERAL.
Artigo 1." A thrsouraria da fazenda provincial cons-
tar de mu tribunal administrativo edequatrosecccies ;
sendo axrlinrlra de escripluracao : a segunda de cuntas :
Y vincVa,' e "da pagadura das despeas provinrlae, e a
^.quarta de cobranza.
CAPITULO I.
to Iriliunal.
Arl. 2." 0 tribunal administrativo da fazendi provin-
cial ser cmiipiistq do presidente da provincia, com vo-
to deliberativo; do Inspector da thcsuuraria e do pro-
curador-fiscal, com voto consultivo sniente.
Arl. 3." Todo os negocios da fazenda provincial c-
rn tratados e resolvldos em sestao do tribunal, tendo
os seu dous membros consuliivns o direito de fazer de-
clarar o eu voto na arla das sessdes, quando contrario
a drIlberacSo do presidente, e sendo responsaveis pelo
que derem em opposijSo alcis e contra os intercise
da fazenda provincial, se idrem manifestainente dolosos.
Arl. 4." 0? requrriuienlos.contas e quaesquer papis
sobre os me sinos negocios, para serrn subjello ao co-
nliecimenlO do tribunal, serao previamente apresen-
urtus no inspector, que os devrr preparar convenien-
temente, fazendo otivlr por esrrlpto. nos que envolvr-
remqueitao de direito, ao prorurador-fiscal, c no que
exigirin exame de facto, respectivaeccao, interpon-
do depni o inclino inspector, tambem por escripto,
sua oplalSo.
Ai parte podrrao recorrer para o presidente da pro-
vincia do despachos do inspector, quando scjulgiirm
!mr rllrs oB'eiiiiiilas, mi da deuiura excessiva drstas in-
orma(des preparatorias
Art. 5.* U tribunal lera lemprc urna sessao em cada
semana, tlrsrinpeiiharta na ihrsouraiia, no dia quinta-
frira ; sendo lubvtiiuirics, o prrsiilrnle, quando a r|i.i
nu posta assistir, pelo inspreior, e esie na forma do ar-
tigo 24.
iNa ausencia do presidente, nao podera rrolver-se de-
riniivaiiii'nii-: 1., sobre contrato ou arrcinatacao 2 ,
sobre qiialqurr medida mi piovidrnria nova; 3.", sobre
duviilas acerca da Inlelligrncia ilc algiiina Iri ou regu-
lamrnto; 4., sobre o pagamento, exrepto os mrnores
de duzeutns mil ri'is. c os de nrdenadoSj niiG havendo
roniesiaco nn iluviila sobre rllrs; 5.*, sobre correcers
que drveni soft'rer os empregados, sendo ellas rxceden-
t? da aleada do Inspector nos termos do artigo 9.
Art. 6" Nenhuina despez.i puliera ser ordenada pelo
tribunal seiu antei|i>r informacao do inspector, quando-
seja requerida pelas partes, subre a realidade da divida
e lt'gltiuiiil'idr dus creilores; uestes e nos mais casos, se
na respectiva lei do orcameiito, ou crditos dos exerci-
cio lindos, existe couignaco luluciente; seassim nao
pratiear oinspertor.ser responsave) pela desprza, cuiii-
priudo a ordem sem ter representado.
Art. 7.* O tribunal no limderada semestre financei-
ro, tendo-sr procedido aoconipelcnte balanco, veiiHca
r presrnclalinrnle a existencia dos fundos nos cofres
da fazeinla provincial.
Art. 8.* Al nrdens du tribunal serau expedidas pelo
inspector debaixo da seguinte formula: = O Inspector
da ihesouraria da fazenda pruvlncial, em virtude da re-
ulii(o do tiibunal ailiuinisirativn etc. = Os simples of
ficios, porin, sobre a lisralisacao da renda, rsclarrci-
iiirntut relativos a boa rxecuco das iris, regulamrnlos
e o dens, sci lio expedidos cui nouie do mesiiiu Inspector
pelo uiodo ordinario.
CAPITULO U.
Do Inspector.
Art. 9.* 0 inspector he o chefe da theiouraria da fa-
zenda provincial, e todos os empregado de fazenda da
provincia llie irrao subordinados, drvendo obedecer-
Ibe e cumprirqiiantu por elle Ihes for ordenado relati-
vamente ao servlco de sua competencia, e ter sobre os
niHsiiiot empregado o direito de insperco, o de adver-
tencia particular ou publica, o de reprehemao verbal
ou pur escripto, e de suipemao al un mez, represen-
tando au tribunal quando drraiu ser conigidos por
lucios mais severos.
Art. 10. Ao inspector, alm den inspeceo geral
eoiiipeti'in as-atiribui(dc e deveres segulntec
S I.* Zeiar e providenciar sobre a ordem, economa
e rgimen interno da rcparlic.iu.
S 2." Distribuir lodo es trabalhos, dirigir c fucaliar
a rxeru;o driles, pudendo fawr auxiliar os de uina
sereno pelos empregados deoutra.
3. Exrcutar e fazer rxerutar as reoluc5e do Iri-
buual administrativo da fazenda.
S, 4." Inspeccionar, quando julgar couvenicule, ases-
taron de cubranen, examinando o seu estado e regula-
ridade de servico, corrignido os abusos que encontrar,
e ordenando, b6b rrspousabllldade de seus respectivos
chefes, o exacto cumpriinrnto de devere e dando con-
ta ao presidente em tribunal, quando entrada que de-
vam o empregados destai.estacAes ser corrigidos por
mrio man severos.
6." Tomar comas inensalmente oo thesourriro, c ve-
ri rjcar o estado dos cofres, seoprc que* julgar conve-
niente.
8. Flcallar a observancia da condiefle dos con-
trato e vigiar sobre a conducta dos exactures.
7." Atslgiir asqnitacoes que se huuvereiu de dar
aos empregados da receita e desprza da provincia, qaau-
do por se achareiu dcsuuerados astlm fOr resolvido pelo
tribunal.
pedidos
zenda.
9.' Examinar acuradamente o estado da Icgislncao
e regulainenlos de fazenda, e propr em sesso do tri-
bunal as duvidas emquese.iche na execucao dessns
leis e regulamrnlo, e as providencio que a pratica ou
o exame de leglslacSo lhe liverem indicado como preci-
sa para o regular lervico da theiouraria.
10. PropAr ao tribunal o numero de livros e o y-
leuia c forma de escriptura-lo em cada uina da aec-
ce da theiouraria c eitacdei externas da fazenda pro-
vincial de tal sorte, que se verifique da maneira a mais
precita e clara a repeito da despeza = a liquidacao,
orden e pagamento effecluado; e a repeito da tn re-
celta ^> todas as operace* concernentes iuaar|recada-
c;o, (|uilacri dadas e o valore em caixa.
II. Despachar diariamente o que for de mero expe-
diente e o que no permitllr demora tein grave prejul-
,!, nftripc, d.i fa7.r!d2 .-' do sorvics publico ; nrstes
uliiinos casos dar conta ao tribunal na prlmeira sessao.
12. A presentar no principio de cada mez ao pre-
sidente em sessao un balanco resumido da receita e
dcspea durante o mez precedente, na forma do mode-
lo que para isto fdrapprovado pelo tribunal; e ateo ul-
timo de julho o balanco provisorio do anuo prximo
rindo ; e um mez antea da abertura da assembla pro-
vincial a segu'ute : I.', o batanen definitivo do inetuio
auno, aoqual acninpanliar um quadro da divids ac-
tivas e passlva da thetourara, liquidadas ein cada un
dos anno anteriores, com anotaedes que jiiatifiqueui o
motivos da existencia de cada nina deltas, e faca distin-
guir as cobravei das jncobravei ; 2., um balanco fo 1.
semestre do anno finaneciro crreme; 3., o orcaiuento
da receita e despeza provincial do anno futuro, e um re-
latarlo em que exponha clara e conicisainentc : primo,
o estado d'arrecadaco no segundo semestre do anno
correte, erolttindo o seu julzo acerca da possibilidade
do pagamento de todas as despexas no restante do an-
no, vista da renda arrecadada e por arrecadar : se-
cundo, os -.cics que juigar mais convenientes para prr-
enelier qualquer dficit que appareca ou seja de pre-
iiiiiiir no anno segiiiutr : tercio, a sua opinio a respei-
to da contlnuaeao ou altera(es que deveni e poisam
sotlrer cada um dos imposto decretados, tendo para
Isso cin consideracao asauas fontes, estado das indus-
trias da provincia, o consumo, a renda dos diversos
cohtrihuintes, e a maior ou menor facilidade da arre-
cadaeo ; Indicando ao mrsmo lempo novas fontes da
renda publica, e os melhoramentos que se devem adop-
tar na arrecadaeo ; quarlo, a situaco peculiar da llie-
souraria e das mais eslaedes que lhe san subordinadas,
i regularidade do servico drsias repartlces, e a possi-
bilidade de o desempenharein em relaciio ao numero de
empregados ; emiltindo sua opiniau acerca de qualquer
refrm que julgar conveniente nesiasestac : quinto,
os enibarnco que teuhain offerecldo na pratica quaes-
quer Iris, rrgulanientos, ou ordeus ; indicando para os-
remover as providencias que ein ua opinio deva o tri-
bunal adoptar ou reclamar da assembla legislativa pro-
vincial por intermedio do presidente daprjviucia: 4,
>s balanco de todos os estabelecitnentos de caridad*.
(|ue siio soccorrido peloi cofre provluciaes ; a este
batneos devem aconipanliar os re itorios da respecti-
vas admiuistrafdes, em que exporao o estado circums-
tauciado desle cstabrleciinentos, o icrvico que tcein
lies preitado iiuminidade deivall la, odoi sen cm-
iregado que vencem ordenadus, a importancia dus pa-
trimonios, e o estad* em que e achain : 5.*, um relato-
rio suuiiuarioda caixa de economa, em que esta adui-
inuraco expor a situaco e operacet da inesma caixa
io.uni finaucelro lido e no prlinelro semestre do
crreme, acumpanhando um quadro das diversas con-
iribuices arrecadadas no auno e semestres referidosx
ti.', os Tela tur ius dos cherVs de todas a reparlice in-
cumbidas d'obra publicas, qur por arrematarn, qur
por admlnistraeo ; mencionaitdo-ae estado destas re-
parlitoes, as obras concluidas, as que estn por la-
te i -se, concert, reparos e orramenlos des les : 7.",
mu.i relatan de lodos os proprios provluciaes que' esti-
vercm applicados ao servico da provincia, na qual men-
cionara u rilado em que ellei se acbaiu, o servico a que
se prestan!, e desde que lempo. Os batneos, relatarlos
e mappas, que nio esliverem dependentes do inspector,
lhe sern apresentados pelas admlnistra(es e chefes de
repartirdes. at 15 de Janeiro de cada auno.
13. Fazer inventariar annuahneme todoi os movis
fornecidoi acuitada renda provincial a quaesquer re-
parlicoes ou empregados provinciaes, fazendo uotar as
alteracrs annuars que possam haver. Este inventarios
ficaru archivados na theiouraria.
C 14. Assistir ao ponto do empregado da theiouraria,
Ju'c aera lomado pelo purtelro, e reinetter no principio
e Cada mci urna nota delle presidencia. Al fallas dos
empregados serao Julgada a julzo do inspector.
cao effectiv do anno inteiro
Art 12. Aoi ajudantei do procurador-fiscal compe-
te : 1.*, promover a execucoe, Unto contra os collec-
lore.de seus distrlctos pelas quantias cm que; bearem
alcancadosein sua. conta. como contra os conectados,
pelo que houverem deixado de pagar por qualquer im
oaicao que nao tenha aldo cobrada pelos colleclores.
Para este lim lhe serao remettidas pela thesourana
faxenda provlncal as comas correntes dos alcances dos
collectore, e as li.tas doscolleclados devedores. extra-
hidas dos livros dos lancamentoa e receita que tive-
rem.ido apresentados; 2.. exercer cumulativamente
com os promotores fiscaes a altribuices que a este
ooufeiida pelo artigo 53 dc.te rceulamento.
CAPITULO IV.
o tecretario.
*rli<3 _A.n orrAtopin inrnrnha \
t_4. Assisir s sessoes do tribuual ailminislrali-
vo, laii?ar os despachos c dec.isfles, escrover as actas
em livros proprios, e fazer ludo que lhe fr ordena-
do nesfsas sessrJes.
$ 2? Fazer-o expediente da correspondencia do
inspector eregislH-la; pnssar todos os ttulos c qtii-
tacOos; lanenr nos compeletites livros os termos de
contratos, de impostse obras publicas, do flaneas,
do juramento e posse dos empregados provinciaes;
rexialrar as provisoes. noniom;Acs, eem geral fazer
ludo quanto pertence ao servico da secretaria.
$3. Passar todas as certidOes requeridas ao ins-
pector, excepto das que frem sobre objectos
reti4antes dos livros ott papis son a guarda do car-
torario
CAPITULO V.
Dat secco'et.
CAPITULO III.
Do
prorurajor-fiiral. .
Art. II. Ao procurador-fiscal, como empregado da'
repartico especialmente incumbido de vigiar sobre x
fiel execucao da legislado da fazenda provincial, e so-
bre o coulencioso desta, lhe compete:
1. lo ter por o seu parecer por escripto em todos es
negocios da faienda provincial que versarrui sobre exe-
cucao de lei, ou envolverein qualquer queato de direi-
to, sem oque nSo podero ser decididos.
J2. Reclamar a observancia de qualquer le que lhe
pareca mal executada, propondo ao irii.unal quanto
julgue conveniente a etse iiiu, e para o ielboramento
da adminlstracao, arrecadaco, tiscallsaeo da renda c
bem provinciae".
3. Promover o contencioso da faienda provincial,
activando e lUoalltando a cautas execuva delta, e In-
dicando e eft'ecilvainente requerendo em juizo o meios
leeaea para compelllr o tenedore ou devedores reini-
sos, e representando ao tribuual a negligencia do soli-
citador, do ajudante. delle procurador-fiscal, ecrl-
vfies cjuize encarregados de promover ai inesma.
""k'I* Anrcscntar ao tribunal no principio de cada tri-
uislr'e una Informarlo cripta : l.\ i'bre aa causas
ovamente pr.pa.ta. em jul.o durante o trimestre pr-
ximo lindo, e do andamento que Uvera, tamo eitas.
Art. i*. A secefio de escripluracao sera com posta
do ofBial maior, que ser o chefe da secQuo; um pri-
meiro escripturario, um segundo, e um amanuense.
nico. Esta secc-So ter a seu cargo a escriptu-
raflo de todos os livros. e a extracqio de contas da
divida.-ctiva da fazenda, j regularmente laucada
e escripturada, depois de sen exame c liqutdacao
pela secc3o de contas.
Art. 13. A secQlo de contas ser composta do oflt-
cial maior, que ser o seu chefe, de um primeiro es-
cnptnrario, do segundo, servindo de secretario, e
do amanuense, set vindo de cartorario.
1. Ksta secco ser incumbida do todo o exame,
calculo e conferencia sobre qualquer conta, guia,
relacHo ou outro documento de receita e despeza;
do ajusta (nenio do cotilas de todos os thesoureiros e
recehedores na forma das leis e reguiamontosem vi-
gor; dacomposiQitodos balancos doannoflnancei-
ro e do primeiro semestre do anno correuto, a o
orcamenlo da receila e despeza do anuo seguinte.
$ 2. Os balatiQos dos exercicios lindos e dos se-
mestres addicionaes devem sem pro ser feitos d'uma
maneira uniforme com as mesmas distribuiqOes da
lei do oiQamento dos respectivos exercicios, salvo
asdespezas que no secontiverem nessas leis, para
asquacssefaroartigos ou captulos addicionaes e
separados.
3. Nos referidos balancos se moncionanio os
motivos especiaos que se darn para se fazerem des-
pozas nao decretadas, porquflse nilo izeram oulras
decretadas, e se excederam os crditos das decreta-
das. ,
Art. Ifi. As lettras da thesourana provenientes ue
arretnataQAes de imposlos ou qualquer contrato Io-
nio um lalfio em livro competenle, eserSo rubrica-
das pelo inspector e tliesoureiro.
Art. 17. A secado de arrecadaco e guarda de toda
a renda provincial e da pagadoria das despezas pro-
vinciaes constara do tliesourciro, como chefe, seu
liei e um dosescripturarios da seccao de escriplu-
racao.
Esta seccao se regular como na exlincta thesou-
raria com as seguintes alteracOes:
1. No principio de cada semestre prestara o the-
soureiro cotilas ao tribunal por meio do balando do
semestre lindo. A receita deste balanco ser verilt-
cada pelas guias, e a despeza sera juslilicada por ex-
tracto de ordens, at/lorisacAes, quita liecas cuja existencia tenha sido determinada por
lei ou regulamenlo. EsUs pecas serSo aprosenta-
das em ordem a facilitara lomada de contas.
$ 2. Todos os pagamentos que se houverem de
fazer, qur por ordem do tribunal, qur do inspec-
tor, pela caixa geral da receita e despeza, nSo pode-
r3o ser feitos, sem que, alm das formalidades j em
pratica, preceda a revis8o dos documentos por dous
empregados da secedo de contas.
j 3. No principio de cada semana e de cada mez
dar o thesourero contas ao inspector, poruai ba-
lanco resumido do estado dos cofres.
Art. 18. A seccSo de cobranca constar do consu-
lado provincial, colleciorias e agencias dos imposlos
do tabaco, sabflo o bebidas espirituosas. Estas es-
tactos continuara a regular-so, emquanto nao T-
rem reformadas, pelas respectivas leise regulamen-
ts em vigor, com as seguintes alteracfies :
1.0 consulado provincial prestara contas the-
souraria no principio de cada anuo financeiro.e ji-
cara subjeilo em todas as suas operacAes immedia-
ta hscalisacSo do inspector da ihesouraria.
S 2. O administrador do consulado provincial re-
metiera ao inspector da thesouraria at 15de Janei-
ro um relatorto sobre o estado de sua repartirlo,
vantagens que da sua existencia leui resultado ao
commercio, agricultura e arrecadaco da renda pro-
vincal; as providencias que eonvm tomar sobre
losembaragos encontrados na execucao das respec-
11 ivas leis e regutamentns.
A este relalorio acompanhar um mappa do nu-
mero de arrobas o voluntes exportados em cada Am
dos tres annos Qnanceiros prximamente ftndos, o
no pritnetro semestre do corrento, dos gneros que
pagm direitos de exportado provincial, e do rend
ment desses direitos nos referidos annos e semes-
tres.
3. A fiscalisacHo do lancamento, cobranca e re-
messa da renda que arrecadam os collectoros das
comarcas do interior da provincia ficar a carga
dos promotores pblicos das referidas comarcas.
i 4. Estes promotores daraotrimensalmente con-
ta a thesourana das oceurrencias e do resultado da
fiscalisacao a seu cargo; c remclleriio at 15 de Ja-
neiro o or?ameulo da renda que provavelmente
possam produzir no anno finaneciro seguinte os im-
postos que arrecadam os colleclores.
A este orcamenlo acompanhar um relatorto dos
mesmos promotores, depois de terem ouvido aos a-
judantes do procurador-fiscal, sobre o estado da arre-
cadaco dos imposios que est commeltida a sua lis-
calisac.lo ; sobre a possibilidade da continuacSo des-
tes impostos, altracoes que devam soffrer, medidas
que eonvm adpotar-se para melhor arrocadacSo,
emliaracos e duvidas que porventura se tenham eo-
conlrado na execuqo das leis o regulamentos. lio
mesmo modo romettero urna lista dos proprios pro-
vinciaes que as suas comarcas estivercm applicados
ao servico publico ; observaudo o estado em que so
acharem, o concert que precisarem e a importancia
destes concertos. Assim lambem informarBo nesta
mesma occasitlo, qual o estado das capellas mores
das natrizes, ouvindo aos respectivos parochos
s' 5. Os colleclores so obrigadosaapresentaran-
nualmentc, com os livros de sua escripturacSo, um
mappa da divida activa de cada um dos annos finan-
beiros anteriores, notando as que se considralo co-
craveis ou incombraveis: esto mappa ser visto e
rubricado pelo promotor publico.
6. Os col lectores o seus escrivSes scr3o nomea-
dos sAb nformacao dos promotores.
7. Emquanto a assembia provincial n3o deli-
berar, os promotores lerdo urna gratificacSo propor-
cionada ao trabalho e renda arrecadada, deduzida
das despezas eventuaes, e marcada pelo presidente
da provincia.
8. As agencias dos impostos do tabaco, sabio e
bebidas espirituosas darflo annualmenle contas a
thosouraria, e at 15 de Janeiro um mappa explica-
tivo do rendimento destes imposlos no anno flnan-
csiro lindo.
Arl. 19. Aos promotores fiscaes compete dar par-
le thesotiraria de todos os erros, arbitrios, ou cri-
los commi'ttidos pelos colleclores nos lancamntos
e cobrangas das mposicOes ; c re(|uerer as Justinas
terriloriacs sequeslro ein seus bens para seguranga
da fazenda provincial quando tenham certeza deque
algum colleclor se pretendo tvadir com dinheiros
pblicos, ou tenham efTeclivamente abandonado a
sua gerencia sem dar contas, ou hajam fallecido, ou
fallido seus fiadores.
Para este im os promotores fiscaos devem conti-
nuamente informar-se dos collcclados sobre a con-
ducta dos colleclores de sua comarca, e ouvir a estes
sobre as queixas d'aquellcs, procedendo a exame
em seus livros, lancamntos e em ludo o maisquo
julgar conveniente e compativel com as leis em vi-
gor, para seu inteiro esclarecintcnlo ; fazendo la-
vrar de ludo lemos aulhenticos que dever8oacom-
panharascommuiiicacAos que houverem de fazer
lliesourana, qual compete deliberar e decidir so-
bre taes objectos.
Art. 20. A cada um dos chefes das ires primeiras
seccAos compele : 1., dirigir o ficalisar immediata-
metilo o Irabalbo da respectiva seccao ; 2., exercer
sobre os empregados de sua seceflo o direito de ad-
vertencia e repreheusno particular ou publica, re-
presentando ao inspector, quando a falta exigir pena
mais severa; 3.*, dar parte ao inspector de ludo quan-
to uccorrer que importe duvida, ou embaracoaos
trabalhos; *., salisfzer as informagAes que este
exigir, e dar ex-olficio aquellas a que he obrigado
nos negocios da competencia da secciio; 5.a, solicitar
do mesmo inspector todas as medidas que julgar
convenientes para o melhor desempenlio c regulari-
dade do servico proprio da sua seccao, e pelos quaes
he especialmente rcspotisavcl.
Arl. 21. Todos os empregados de cada seccao se^
rdo inteiramenlo subordinados ao seu chefe, obli-
gados a cumprir as suas determinacAes no locante
aos trabalhos da mesma.
Art. 22. Um regulamenlo especial fixara mais pre-
cisa e desenvolvidamento as altribuicAes (revista*
de cada urna das lies primeiras seccAes o 0 modo
pialico de as exercer.
CAPITULO VI.
IHtposifoii ge rae f.
Art. 23. Depois de orgatlisada a thesouraria da fa-
zenda provincial, serao preferidos para os lugare
de escripturarios os pretendenles que, em exame
publico presidido pelo inspector, se mostraren tnaia
Habilitados nos principios de grammatica nacioual,
arithmelhica, na theoria e pratica d'escrpturac.3o?
calculo mercantil ; reunindo a isto boa lettra e con-
ducta moral A antiguidade e servidos na reparticBo
ser um Ululo de preferencia para accesso nesta or-
dem do emprego.
Art. 24. O inspector ser substituido pelo chefe da
primeira seccao; o chefe da primeira sccgo pelo res-
pectivo primeiro escripturario; o da segunda tam-
bem pelo respectivo primeiro escripturario, e o da
terceira pelo seu fiel.

<
LADO


#
Art. 35. Todos o* empregadns provineiaes reeehe-
i.l" os -cu* ordenados e quaesquer venc ment* pula
thesouraria.
Art. 86. O livros principio er.lo abortos, ru-
bricados e encerrados pelo inspector, o mais pe-
loa chefe ilaa respectivas seccfies.
Art. 27. I- ira ailofilmlo na thesouraria da fasendn
provincial osystetna de escripturacflo e contilii I ida-
de por exercicins, com um semestre addicional,
para isto se observar o si-punte :
f 1. Nflo he pcnnittido fazer ou ordenar servieo
algum novo por conla do anuo nanceiro (indo nn
vine-tro de julho a dezembro do anno corrente,
anda quando no lien do anno (inanceiro fiquem so-
bros em alguns dos crditos ou rubricas da lei do or-
en ment.
2. O referido semestre addicional ao anno (inan-
ceiro (Indo he somonte determinado para se arre-
cadar o resto da receila pertencenle ao predito anno
que licir por arrecadar, o para se liquidarein e pa-
gaiem os servicos le i los dentro doli.
3. As despezas que ostiverem no caso do para-
graphn antecedente Berilo exclusivamente pagas com
o saldo que existir emjunho, e coma receita que
no esoaco addicional de julho n dezembro se frar-
recadando; se, purm, no chegar esta receita para
fazer Tace ao atrasado passivo, ufo lera lugar o pa-
gamento do excesso da despeza sobre a receita, sem
que soja volado o necessario crdito pela sssembla
provincial a quem se recorrer.
4. De JHiieiro por dimite chnmar-so-ha divida
activa toda e qnalquer ronda pertencenle ao anuo li-
nanceiro ou cxeiccio que uo houver sido cobrada
dentro dos sois mozos addicionaes do exercicio, e
como tal ser escriptuiada a cobranza que dola pos-
teriormente se lizer.
S 5. Serito nullas sem prejtiizo dos direitos dos
credores todas as ordens do pagamento pertencentes
aoexercicio (indo, que iiflo.fdrcm apresentadas, e
os rospoctivos pagamentos reclamados antes de 31
do dezembro do semestre addicional.
6. No lim do primeiro mez de sessflo d'assem-
blea provincial, o inspector da thesouraria apresen-
tara ao tribunal ulna relaciio dos credores por divi-
das do exereicioi (indos liquidadas, mencionando,
por artigo* correspondentes ao da lei do ornamento
respectivo, a importancia du divida do cada credor.
Art. 28. As .'iiluiinistracOes das obras publicas 1-
Cui Su a iin-iio.iata liscalisacflo do inspector da
tliosouraria da fazenda provincial, e Ihe prestarilu
cuntas trimensal e anuualiuoiile.
Art. 29. ludo quaulo por este regulamento nflo
fr prevenido se continuar a reger pelas leis e niais
regulanientos nflo alterados pur elle.
I'alacio de l'ernambucu, 16 de setembro ile 1848.
Antonio da Costa Pinto.
lira, estimara meimo queeontinusssem a Ihe pro-
porcin ir os meios de conhucar cabal e parradamen-
te as pessoas que, sem a precisa coragem para ala
ca-lo de frente, d.lo-se ao infructifero trabalho de
inlriga-lo para a corte com individuos que oconhe-
cem por domis, e por conseguinte devem de saber
que elle jamis se prestar a um acto qualqer que
tenda a comprometter-lho a consciencia.
Prouvra a Dos, que todas as autoridades, qur
d'alta, qur de baixa categora, procedessetn de
igual modo : entilo, talvez houvesse mais lealdade,
e menos hypocrisia ; eutflo talvez eslivessemos em
situaeflo mais feliz do que essa lamentavel e vergo-
nhosa a que nos tem roduzido a mesquinha poltica
da intriga, da estrategia e do engao.
^msmmmmmBmBmmt
Communicado.
Oeclarn^oes.
nEOIPB, lt DI SITIMBBO SI 18*8
Chamamos toda a atteneflo dos leitores para o offj-
co que o Exm. Sr. presidente da provincia dirigi
hojo ao administrador do correio, cque transcre-
vemos em seguida :
Tendo-me sido apresentadas duas cartas, urna
enm data de 6, e nutra com a do 12 do corrente mez,
dirigidas por pessoas tiesta cidade a mitras que se
acham na corte, e ns qunes alpins de meus actos
ei'am analysados, e mesmo se me qualificava como
administrador desta provincia, o que, se he perro i l-
tido fazer publicamente,pela imprensa e na tribuna,
com inainr rasflo o devora sor em correspondencias
particulares, onde pde-se usar de illimtUila liber-
ilH-lt"; e como as ditas cartas, que seus autores sup-
pe em seguimenlo para seus destinos, fossein inter-
ceptadas, e esto delicio deviVa du ser perpetrado ou
qnandoas onviar.im para a administradlo do correio,
ni scliando-se ellas j nessa reparticfln, postergan-
do-so assim escaiiilalosaiiieiile, a ler-se commetlido
alii nerum-, o que determina, a constituiQo do im-
perio no artigo 179 27 ; ordeno a Vine, que informe
a esto respeito, procurando oortiliear-.se do faci, c
cominunicando-me oque descobi ir, esealgum dos
t'inpregados que Ihe sflo subordinados, lio capaz de
trahir seus devores por interesse pecuniario ou es-
pirito de partido, que, sem o correctivo da proluda-
de e respeito as leis, ludo estraga e induz a pralicar
os mais deplnravcis excessos ; afun deque, bem ve-
rificado o mesmo fado, igiiobil e criminoso, se po-
sa tomar as providencias que Trein justas, e obstar
a que Continu tanta iinmoralidade. Dos guarde
Vine, palacio de l'ernambuco, 18 de solembro de
1848 Antonio da Cusa finio. Sr BiunoAuto-
ins de Serpa liraudflo, administrador geral do cor-
reio.
Este documento he muitissimo valioso e significa-
tivo : elle, nao so testifica que, como assevermos
em nutra occasflo, S. Exc. esta disposto a laucar
mflo de todos os meios legaes para cortar pelos abu-
sos que porvenlura baja de notar as diversas repar-
tieres da provincia ; senflo tambem manifesta, de
uina maneira inconcussa, que elle, ao passo que re-
conheco sem azedume o direito que qualquer tem
i}c Hnalysar-lhe e censurar-lheos actos administra-
tivos, estigmatisa o espirito de partido, somprc que
est so acha em grao (al, que derriba e langa por
Ierra as barreiras que devem de ievantar-lhe a pro-
bidade o as leis ; pois que, conforme mui bem diz
S. Exc, chegado a csse ponto, tuda estraga e induz
a pralicar os maii deploravex excesso.
E nao tieso isso o que deduzmosdo importan lis-
simo ofllco que ahi entregamos meditaeflo dos
homens sensatos, justos eimparciaes; nflo: esta
peca rccommeudavel tambem revela altamente os
seiiiiineutos de honra que auimam o actual admi-
nistrador da provincia....
Sim, a nflo Ser dominado por semelhantes senli-
tbentus, a nflo ter (anta bonestidade quanta a que o
carociorisa, S Exc, bem longe de dar providencias
para que nflo continu a intercepto de carias, dado
o caso que se ella effeitue no correio, guardara o
mais inviolavel segredo a semelhante respeito e tole-
ALAGOAS.
No Correio Mercantil do Rio-de-Janeiro, n. 222,
vem urna correspondencia ou publioclo a pedi-
do assignada pelos deputados da provincia das Ala-
gas, a cuja allusflo deveriamos responder,! se
isto nflo se opposesse o seguidle :
Nflo respondemos: primeiro, porque quando se
trata do bem publico desconhecemos despeito e dia-
Iribei, s proprias por certo do gente asquerosa : se-
gundo, porque, chamando sobre nos um trabalho
todo dedicado a causa da nossa provincia, estamos
dispnstns a soffrer com resignaeflo ludo quanlo ser
possa de pessoal: terceiro, emlim, porquovemai-
signado Jos Correa da Silva 'filara.
Deveriamos cortamente dar algumas explicacOes,
ja por deferencia, o mesmo em altcncflo as ideias
polticas que nutrimos,ideias que serilo sempreei-
pendidas aconteca o que acontecer! mas nflo nos he
possivel.....> desprezo que consagramos esse no-
mo nos faz calar. .. nflo responderemos I! As
palavras despeilosas com que nos brindaran:, agra-
lecenios, 6 enviamos de boui grado quem as
cuspio. Pretendemos fallar pelo Correio Mercantil;
entilo aguardem todos nossa resposla, porm nunca
com referencia essa publicaqflo a pedido.
I1 AIIK OS PORTOS DO SCI..
O paquete brasileiro a vapor l'araens:. comman-
rianta M F. da Costa Pereira leve estar aqu dos
pnrtos ilo nort al 91 do crranlo, e partir no dia
seguinle.
- O arsenal de guerra compra cadeiras, travissoi-
ros e brim liso i quem ditos gneros quizer fornecer
comparecer na sala da directora com sua proposta
e amostras, no dis 23 do correlo mez.
Arsenal de guerra, 18 de setembro de 1848.
Joo Kitardo da Silva,
Amanuense.
O arsenal de guerra compra brim liso, panno
azul, hollanda do forro, Pila de 13a preta, folhasdo
papolflo, mantas de algodflo, pares de sa patos, e es-
leirs de Angola ou de pslha de carnauba : quem di-
tos gneros quizer fornecer man bir sua proposta
e as amostras directora do mesmo arsenal, ateo
dia 32 do corrente mez, em que os concurrentes hdo
de comparecer, afim de se realisar a dita compra.
Arsenal de guerra, larde setembro de 1848.
Joio Ricardo da Silva,
Amanuense.
brigue Auombro, forrado de cobre e de primeira mar
sha, por ter parlo da seu oairegainenin quaai pronia!
ta : quem quizer carrogar, ou ir de |>a,S.
o que tem excedente cunimodos, dinja-ke a ra s
Cdela do Recife, botica u. 61, a fallar com Joo Jo!
Fernn.les Magalhfiea. *.
Vendem-se as gsmpeiras Santo-Amaro e Sa.
Ji do-llmptista, nma do 33 toneladas o ouir.. ilegi*
ambas novas, bom constiuidas ede boas niadoir.,'-
quem as pretender pode examina-las e tratar rom
os mestres das mesmas a bordo, ou com Novaos &
Companhia, ra do Trapiche, n. 34.
Para a Parahiba sabe, imureterivelmcnle r
dia 20 do corrente, o hiato S.-Crus : quem quizer
carregar ou ir de passagem dirija-se a ra do
Amoriin, n. 38.
Leilad.
( Sr. Itrinrtnrti. Amanliaa haver representado no
tli ra ni nacional da ra da Praia ; pormiliaiu, pola, que
me prevalec-s do iru acreditado jornal para rogar ao pu-
blico baja de ostentar-ie lo pruloclor do director des-
r iln'jiici, o Sr. Podro Baptisla do Santa llosa, quinto j
so moitrou em a nuite em que elle eslreou a sua em-
preza.
Sim, nrssa nolte, que devra tor sido toda de jubilo
para o Sr. Santa Rota, os babitantos drsta cidad que
concorrrram ao indicado tbratro, nao s se conservaran!
na mellior ordeui, seno tambem alguein dentreelles,
querendu dar una prova iiihs Ilagrante da estima que
india polo artista pornambucano, uilinosoou o cun urna
grinalda, que fui seguida de muilgs e rrprtldos apelan-
sos, quando se elleaprosruiou em scrua representando
o papel da Quilandrira na Haliia. Este acto lie bastante
significativo, e mullo dove de animar a Sania Rosa,
que t-iini | i o cada vez mais se esforc por conservar e
augmentar a opiuiao de que j goza.
Ja que falle! uonso iveriiiiieul, teja-mr licito notar
a ifiupailiia que divisoi nos rspectadurrs-a favor da da-
ma Josefa Candida, a quem poco que nao. ceda aos en-
godos cun que a quer angaria-la, smenle para faier
mal ao Sr. Sauta llosa, aquello mesmo que lia uiai de
um auno nao a cliaiuava para u thoaliu, sem y menor d
das privaedes e iiicomiuodus que olla solTria.
Sou, Srs. Redactores, seu constante b i tor
O unanle dos urfubis naeionaei.
bbbbbdb
Os Srs. propretarios de Aplpucos queiram decla-
rar no escriptorin da companhia de Beberibe a quan-
tidade e nmeros das arcos que possuirem alini
de serem individualmente contemplados na foha do
dividendo. Igual aviso se faz aos cessionarios, cujas
nflo tenham sido averbadas nos livros da compa-
nhia devendo estes apresentar os titulos que tive-
rcm.
0 secretario da companhia,
11. J. Fernanda Barroe.
Por ordem do respectivo juizo se princlpiardo
vender em leilfio publico as fazendas da leja do
fallido Antonio Jos Antunes Cumsrfles: quinta-
feira 21 do corrente as 10 horas da manhSa em o
armazem do corretor Oliveira ra da Cadeia do Re-
cife. Adverte-se que continuarflo os leilOes nos diai
3ue se snhuncisrem at se concluir a venda total
as referidas fazendas.
Avisos diversos.
i0..1itirtClO.
ALFAtNDEGA.
UK.NDIMFN Ti) DO DIA 18.......... 550/023
JJirurrr fitai hoje, 19 U te timbro.
Rarca Jtunc- Srlly batatas.
Krigue Nosna-Senh >ro-d-Carmo inercsdurias.
Galera Bonitaidein.
Ilute Flor-do-Rieifi charutos e fumo.
CONSULADO C.EHAL.
HENDIMIENTO DO DIA 18.
Geral.......
Diversas provincias
429/525
_/
429/525
CNSUL\Di PROVINCIAL
RF.NDIMF.NTO DO DIA 18..........553/93!
.Wovimento lo Port
io'd
18.
Savia entrado na 'dia
Camaraalbe ; 4 dias. hlate braiilelro Saato-^atmuo-F/or-
do-Rio. do 27 toneladas, capitn rpolito Jos da Sil-
va, equipagrm 3, carga assdcar e'madeira; ao eapl-
tao. Passagoiros. Antonio Jo* Antunes, Joaquim Bii-
drigues Tavares de Mello, Brasilelros.
EDITA L.
A cmara municipal da ciiade de Olinda e seu termo
em tirtude da lei, etc.
Faz saber que serilo arrematados,nos dias 22, 25 e
98 do corrente mez, os conlralosseguinles: o repe-
so dos acougues, dos mscales e bocetuiras, a aferi-
eflo dos pesse mediilas, as casmlias da ribeira, ar-
mazem grande e pequeo no Varadouro, ex-subsi-
diodos pofgus: os licitantes comparocam habilitados
e munidos dos competentes fiadores. E para que
chegre ao couhecimenlo de todos, man.lanos publi-
car o preso, lpela imprensa.
Cidade de Uliuda, 14 de setembro de 1818.
Jos Joaquim de AI mi ida Gutdti,
l'residenle.
Jo Paulo Ferreirm,
Secretsrio.
Principala s8 e meia horas ds noite.
TIIKATRO NACIONAL DA IlUA DA PRAIA.
Dvertimento offerecido a todos os habitantes
desta cidade. ,
Quaita-feira, 20 de setembro, a beneficio de Ala-
tli ias Antonio Cezar, representa'r-se-ha o drama por-
tuguez.em 4 actos intitulado o
CIGANO.
Os intervallos do drama serflo preenchidoscom ri-
cas siiuphouias.
Canlar-se-ha a harmoniosa cavatina da opera
IIERNANI.
Fechara o divertimento a representacSo da gra-
ciosa farca que tem por titulo o
ESTARPAFUIIDIO LOGRADO.
O beneficiado declara ao publico que supprimio do
divert ment a aria Casta Diva ; porque oSr. direc-
tor do theatro de San-Francisco ha recorrido a meios
clandestinos para fazer com que se nflo presto a can-
ta-la a senhora que eslava ensaiada para isso, a qual
nflo he escriptnrada, como todos sabem, mas depen-
de do dito director
O thealriiiho estar mais bem Iluminado. Em vir-
lude do lienoiiciado acbar-se adoentado, deixa de ir
pessoalmeuloconvidar os seus protectores o ami-
gos; por isso declara que os hi Hieles de camarotes
e platea eslarflo a venda na luja de livros do Sr. Dou-
rado no pateo do Collegio.
O beneficiado avisa ao publico que nflo precisa le-
var cadeiras para os camarotes pois haver assen-
lo em todos.
O beneliciado marcou o dia quarta-feira para dar a
sua represoutHQ.Io, porque conla com a proiecciio
do brioso corpo acadmico. Elle est cerlo que os*
Oliudensos eutregam-se com dedicaeo ao arduo es-
lulo da juiisprudencia ; porm urna noite roubada
a seus Ira bulbos nao os di stiabiro de sua tarla d if-
lioil quanto bullante Olboatio he, no.seculo ac-
tual, um poderoso vehculo da civilisacflo e da mo-
ral; e he por isso que o boneliado espera a concur-
rencia dos Senhores acadmicos.
Pulilicacflo Littcraria.
LINES ACERCA DA SOBERANA DO POVO ,
c dos principios do governo republicano moderno,
pronunciadas recentemenloem Pars perante um
numeroso auditorio pelo sabio publicista Al. Orto-
lan professor na facul-lade de direito : Iraduzidas
correcta e fielmente do texto da gdzeta dos trbunaes
franceza cora um prefacio do traductor A. P- de
Figueredo.
A traduceflo tiestas importantes llcOes que foram
entliusiasticamente applatididas vende-so na livra
ra da esquina do Collegio, as caderudas de 16 pa-
ginas que vflo sahindo do prelo de 4 em 4 dias e
darflo um elegante volume de 140 a 150 paginas,
sendo a iinprcssflo executada com typos novos o em
bom papel. A primeira caderuda conlendo urna li-
cu esl venda e cusa cada una 240 rs.
-"JIMiwuaMaiMK4lvaWlD3l9MBWa^aBHBBBM
Avisos mar i timos.
Para o Aracaly segu viagem com brevidade a
sumaca c.arloia,pvr ter parle da carga prompta: para
o restante e passsgeiros, trata-secom l.uiz Jos de
S Araujo, na ra da Cruz, u. 26.
Para o Itio-dc-Janeiro .avegue viagem, com mui-
la brevidade a escuna nacional Curiosa por ter
parte de sua carga engajada : para o restante, es-
era vos e passageiros trata-se com l.uiz Jos de Sa
A.ftujn, na ra da Cruz, n. 26, ou com 0 capitflo ,
Do niugtis Antonio de Azuvedo, a bordo.
k- Para n Itio-Grande-du-Sul segu viagem, no
dia 20 do corrente, o brigue Dos-te-Guarde recebe
nicamente escravos a frele, para.o que trata-se com
Rallhar & Oliveira na ra da Cadeia Velha arma-
zem n. 12.
--Para o Itio-deJ-anoiro sahe mpretervelmente,nt>
lia 24 do corrente, a escuna (urioa: para o restan-
te da carga, passageiros e escravos a frea, lrala-sc
com l.uiz Jos deSa Araujo, na ra da Cruz, n. 26,
nu com o capitflo.
Para o Hio-de-Janeiro segu, em poucos dias, o
3g CHAPEOS DE SOL "m
Ra do Passeio-Publico, n. 5.
O fabricante drstcestabeloeimonto adverte ao reine!.
Uvel publico desta cidade que elle possue presentp-
inente um rico sortimento de chapeos de sol asiiro
como chapeos de sol de seda furta-cres, dos mais ricos
que tem apparecido neste mercado e do cores conft-
enlas ditos para senhoras de bom tom adamascado
lavrados com suas compecenta* franjas de retros, lu-
do que tem de mais moderno e do melhor gasto ; um
completo sortimento de chapeos de sol de panninh'o de
todas as corea e de todos os tainanhos para hsiatn,
i'-iiiiuras e meninos ; ha tainncm igual sorliinenio d
fazendas para cnbrir armacoes tanto de leda do cilresa
como de panninhos trancados e lisos Imitando seda. Ad-
verte-se que os freguezes eran servidos com brevidade,'4
e se acharan satisfoitos da boa qualdade, do bom gosto e '
do proco.
Mannel Jos Carneiro participa ao respeitavol
publico, principalmente s pessoas que teom penho-
res em sua inflo,que os venhnm resgatar no prazo da
20 dias, principalmente os de 1842a 1848: do contra-
rile venderflo para seu pagamento.
Roga-se aoSr. Manoel Antonio Viegss, queiri
despachar aqoelle requerimento que est em sus
casa ha mais de dnus mezes, pois isto he omito abu-
sar das Icise da bomlade dos peticionarios ; ou en-
tilo faca com que seu amigo assigne aslettras; do
contrario, exporemns isl enm todos os pormenores,
Roga-se aos Srs. Redactores do Diario de l'er-
nambuco que declarem se o annunco inserto em seu
jornal de honlem assignado com as ledras iniciaos
C. S. S. se he do abaixn assignado.
(allano Si/ririo da Silva.
O Sr. Caetano Silverio da Silva nflo he o signata-
rio do annunco a que sa refere.
OsRR.
-- Nos dias 22 e 26 do corrente, perante "oSr Df.
juiz do ciyel da primeira vara, na sala das audien-
cias, depois desta, se ha de arrematar, por serem f
ultimas (iracas, o engenho Goiabera, moenle cor-
rente com safra criada e todos os seus utensilios,
constantes do escupi ein poder do (lorteiro Serra-
Crande, o qual, alein despr perto desta pracs, na fre-
gUczia de Santo-Amaro-Jaboalflo, he de ptima pro-
duceflo : quem o pietendcr coni|>aieca.
01) l ila p.-iii ii ia de tima .s porta.
Perguuta-sn ao fabricante da regala, se essa regala
que aqu Tabuca, he inveneflo sua, ouse mandn vir
da Europa esse novo methodo de urna povoacflo de-
nominada Necessiilados aoiidi- se fabricava em
1832 por necessidaile com o ttulo de bolachinha -
Nacional pois que naquelle lugar remoto, nflo
chegavam caixas de charutos, para dolas tirar o ds-
tico de regala, e com sua resposla satisfar
O Curioso.
Hoje, 19do corrente perante o Sr. doutor juiz
do civel da primeira vara na sala das audiencias,
depois desta se ha de arrematar una parle da casa
n. 10, do berco do Harisco sendo dita parte 32,590
rs. correspondente a 800,000 rs em que fui a casa
no todo avaliada : quem. a pretender compareca,
que he a ultima prace.
Hoje, 19 do corrente perante o Sr. doutoc
juiz do civel da primeira vara na sala das atidien- '
cias depois desta, se tiflo de arrematar vanas jolas
de ouro e diamantes : ludo cin obras : quem as pre-
tender compareca, que he a ultima (iraca.
Koga-se ao Sr. J. C L. que queira pagar a di-
minuta quanlia que nflo ignora na ra do Burgos,
n 31 : do contrario, ter o desgoslo de ver o seu
iiome por extenso nesta folha.
A lllm. Snra. I>. Anna Joaquina de Mello Albu-
querquelem urna caria na ra do Queimado, lu-
ja n. 10.
Perdeu-se, no domingo, 17 do corrente, uns
caxa de tartaruga com algum rap dentro, desde
o Corpo-Sanlo a seguir pela ra da Cadeia, ponte
do Itecife, ra Nova Alerro-da-Roa-Vista, ras do
Aragflo, Sebo Trempe, Alondego al a ponte Ja
Magdalena : quem a achou, querendo restituir,
dinja-sea ra da Cruz, n. 46, no Recife, venda de
Manoel Jos Corris que ser recompensado.
-- Precisa-se de um rapaz brasileiro ou portu-
guoz, para caixeiro de venda e que enlenda deste
negocio i ara lomar cunta de iimu por balanco : em
Fra-de-Portas, no paleo do Pilar, 12.
Na ra Nova, n. 8, ha urna cadera nova e de
madeiradequalidade, quofse eomprou a cerlo sujeito
pela diminuta quhiitia .de 2,000 rs. Esto prego faz
acreditar ao comprador que a mencionada cadeiri
foi furla.da ; e por isso elle convida a quoin sojulgr
com direito a ella a comparecer no lugar indicado ,
para receb-la, caso d os signas cortos e entre-
gue a quanlia despendida.
Aluga-se, ou vende-se una preta de nacflo, que
cozinlia o diario de una casa : lia ra da Cadeia de
S.-Antonio, aruiazem ll. 31/ ^
-- Perguuta-se ao Sr. Jos Carneiro da Cunha, se
S. S. enlende que o barro do Remedi be o melhor
que ha para lellia e tijolu do ladrilho.
.Joaquim Fernandes Povoas Porluguez, retira-
se desta provincia.
Offerece-ae urna.parda para ama de leite, "
qual ihflolem lillio : quem a precisar, dirij'a-se"a ra" "
dos Guararapes, indo du Itecife, no lim da ra no
quarluir&o de tres casas a do meio ao p da
venda.


*w
Lolrrft do theAtro publico.
0 lliesoureirn desta lotera de novo
.(firma qnc# em vista da rpida venda dos
wflirips, que diariamente progride, nao
ser infrtllivel o and-ment da respec-
tivas rodas no dia a3 do corente,que pa-
ra esse fin marcou, como que llie est pa-
reccndo que esae acto ser llvez realisa-
do artes desse dia, se com offeito fr ulti-
mada a venda dos bilhetesj como espera ;
para o que multo convm que aquelles
Scnhores que se guardam para munir-se
de billietes na vespcra e no dia do anda-
mento, o l'acam j de agora, e enlfio co
nhecerSo que o theaoureiro cumpre exac-
tamente as suas promessas, e que ter a
satisfago de, pela segunda vez, fazer cor-
rer a lotera antes do dia marcado. Atten-
dam bem, c animem-se.
- Precisa-so de uro caixeiro para urna vonda,
gindo-se quo lenl.a pratica dcste negocio
fiador siia conduela : na ra da (.adea
I |oja d. 50,
CXI-
li que d
do Hecife,
es kovopo de provena.
tS Ve*dt-$t todos os diat. V
O proprielariod padaria rpastellaria franceza i\
o Aicrro-da-ltoa-Vista, n.50, deiejando agradar W
\9
cada ver inais aos eua freguee, resolveu offere-
cer-lhes um pao que se fabrica em Provenca por
inn proces-) milite) difireme do ordinario, e que,
? eiigindo farinha das melhores qualidades, mere- m
ce a prefereneia do publico, pela sua alvura, V
I a pureza e delicadea de sua fabricayao.
(J S e faro paes de 40, 80 e 160 rs.,
, e ter fcil
I > coiihccilos pela sua forma oblonga c elegante.
|V Na inesina casa coiitmua-se tainbem a vender _
X bolinhos pira cha de todas as qualidades, e Um- ty
? bem a enfeitar bandeja, ricas para bailes e sa-
Jp'.ros.
. Alngaiii-sc dout sitios com mullo boa* acommoda-
Ife* um na campinha da Caaa-Forte e outro na ra
di dita povoacao com cochelras e cavallarices ; assm
como varias casas, de precos coinmodos, para se pas-
tar a fela : a tratar na ra do Amoriin, 11. 15.
Aluga-seo liem cunliecido sitio na estrada do
Cordeiro de Nuno Mafia de Seixas, s proprio para
alKum negociante eslmngeiro ou ouira pessoa que
I tenlia tratainetilo : na ra do Ainorlm, 11. 15.
HOTEL-COMMEKCIO.
Este estabelecimonto sito na ra da Cadeia da
frrgueza dS -Antonio na propr*dade 11.18, echa-
se atiEineniado de commodos iiulopetidenles c de-
centemente mobiliados para hospedes_ com fami-
lias e sem ellas e para pessoas que elijam menos
tratatuenlo. O segundo andar do referido estahole-
cinii-nlo offerece as precisas comuiodidades para
bailes e partidas. A posigilo da casa em situagio
fresca o aprasivel vista e enllocada no centro da
cida.ie concorrerraa ser preferivel a mitras esta-
belecimenlosseiiielhantes. Os precos serflo mdicos,
em relagiio as proporgoes que seolrerecom.
AVISO IMI'OltTANTE.
O abaixo assgnado, agente do l)r. Bramlreth faz
scienteaorespeilavel publico, quo pelo hiato ame-
ricano Gil-Itraz, vindo de Boston entrado neste
porto, no mez de maio, ha recebido novo pro-
vimenlo de pilulas vegelaes do Rrandrelh. Es-
tas pilulas cujo autor hasta para garantir sua excel-
lencia, loriniin-S" milito recominendaveis por seren
um mdicamente iuteirainenle mnffensivo, poden-
do applicar-so ule as criangas reoem-nascidiis : ul-
timanenlo se leein applicado a urna inltaluada de
molestias julgadas incuraveis, de cuja applicagilo
so leem tirado lito felizes resoltados, que parece cada
vez iiihs resolvdo o problema de um remedio uni-
versal : por isso o abaixo asignado dexa de Illa fa-
zer a apologa devi.la. por ser un medicamento ha
muitn annos conhecido, nao s tiesta provincia
como em lodo o imperio ; nito havendo mais a es-
perar do seu bom resultado. Ven Ic-se na ra da
Ca.leia-Velha, botica n. 61, do agente.
Vicente ot di Brilo.
Para as pessoas que tencio-
f iiam seguir viagem.
Na ra do Bangel, n. 9 continua m-se a tirar pas-
sapoites para ilelitro e fra do imperio despacham-
se escravos, o" correm-se fallas com brevidade e
freg muito e muitocommodo; como ae teui dado
exuberante prova no decurso de 8 anuos quo por
esta folln se lem annunciado.
--Furlaram, lerga-feiia, 12 do cor rente um cito
penueno, brauco, felpudo, pesunho de ambo os pes;
com 2 malhasamarellas as 2 orelbas enoespinha-
co ; u-11 u ni laquinho tirado na orelha direita ea
cauda com grandes cabe'los : quem o pegar leve-o as
Cincu-Ponta n. 71, que sera gratificado.
Um muco pottuguez, que d fiador a sua con-
ducta, se offerece para caixoifode armazem, ou ou-
tro qu.lquer estabeleciuiento, excapto vonda : quero
precisar, dirija-se a ra do Apollo, ti. 21.
Precisa-se de um mogo que saibaler e que sa
queiraspplicaraotrabalho de padaria, e para en-
tregar pilo a alguna freguezes, com um preto : tam-
bemse precisa lugar um preto, pagando-se-lhe
todos os mezes u que se justar: na praga da S.-
l-ruz, padaria de una s porta.
-Urna miilherdebons coslumessa encarrega da
criaco de innninos de peito impedidos c desimpo-
dulos, e tamboin recebe meninos para se desmamar,
nuqiiepronielle esinerar-se : quem de seu presu-
mo se quizer ulilisar, dirija-so a ra da Penba ,
terceiio andar do sobrado que lica defronto de um
sutirailinho pintado de verde e amarello.
Precis-se deum pequeo para caixeiro de urna
venda na 1 na da Cadeia do S.-Anlunio, e que d
fiadora sua conducta : na ra daOuia, 11 36.
olVerece-so um rapaz Uiasileiro de boa con-
ducta de 18 a 19 anuos, para caixeiro do venda ou
padaria : na ra Imperial, n. 37.
A abaixo asignada declara pelo prsenle que
lem derogado toda e qualquer procumcSo bastante
V-que baja feilo nesta cidade, e para, ciar, za faz o pre-
.Sent.......... ,-" ~ '
Antonia Rit de Atevedo I.hba.
' Offerecc-se urna ama para utna casa de pouca
familia ou liomcm sulteiro : na ra Direita, n. 74.
Na ra do Vicario, n. 24, venderse bolacha a 1/
ra. por arroba, muito boa para o sustento do ani-
maea.
Fucio da ciJade de Goianna, no dia 9 do corren-
te mez, o eacravo Manuel, de nacfio Angola,dad* <
18 anuos nouco mais ou menos, com os segintes
signaos: a>lto. secco do corpo, bonita figura, esta
poiilsndo a barba, ha desconfianzas que estejai-
coiladopara a Ba-Viala por ter aqu alguna conhe-
cimentos, he escravo de Manoel Das deOliveira, da
mesma cidade de Goianna : roga-se a quero o possa
_pprohendor, condtizi-lo a ra da Cruz, bLuiz Jos
do Sa Araujo que gratificar generosamente.
Precisa-sede um rapaz de 13 a 14 anno, que
tenha pratica de venda, Brasilciro ou Porlugucz ,
para caixeiro do mesnio eatabolecimento na ra
Bella, n. 26.
Roga-se ao Sr. Francisco Jos Gomes, natural
do Porto e sobrinho de Anlonlo Jos Comea de Fa-
ria, este estabelecldo na provincia da Parahiba de
dirigir-ae a ruada Cadeia n. 39, casa do Amonm
Irmfios; aonde aedeseja fallara negocio do seu m-
teresse ; e se porventura tiesta prac,a n8o residir,
quem do mesmo Sr. souber e poder dar informa-
qocs aonde se acha se Ihe ficar muito obrigado.
Alugam-so 4 boaa moradas de caaas para ae
passar a fcsla com bom banhoe sitio para so pas-
aear : a tratar no sitio do Cajoeiro. No mesmo sitio
vende-so tima otaria na Passagem-da-Magdalena,
eom pasto pnra vaccas e terreno bom para planta-
cao para tirar barro para olaria.
Agencia de passaportes.
Na ra do Collegio, n. 1, e no Aterro-da-Boa-Vis-
ta loja 11. 48, continuam-se a tirar passaportes,
tanto para dentro como para fra do imperio, as-
sim como despacham-se escravos: ludo com bre-
vidade.
Joflo Antonio de Carvalho vai a Portugal tratar
de sua sade.
Quem precisar do urna engommadeira por
prcQO commodo, dirija-se a ra de Murtas, n. 72.
Aluga se um bom sobrado na ra da S.-Thcreza,
em 01 inda proprio para se passar a festi : a tratar
com I). IsabelFerroirn Bailar.
Antonio de Sou/.a e iiva de hojo em diante se
assignar Antonio de Souza o Silva Saldanha. O
mesmo se retira para a Rabia
Perdeu-se, no dia 15 do correnle a larde, do
engenho Piedade a povoagiJo de Pasmado, urna ce-
dula verde de 500,000 rs. .* quetn a tiyer adiado e
quizor restituir dirija-se a ra das Flores, n. 11 ,
ou ao dito engenho, que se Ihe darSo 200,000 rs. de
gratilicacfio
Precisa-se de urna pessoa que se proponha a en-
sinaras priineiras leltras grammalica latina efran-
ecza : quem estiver nestas circunstancias e quizer
ir para um engenho distante desta cidade 8 legoas ,
dirija-se a ra do Gloria n. 70.
Arrendam-se as lojas do sobrado n. 3,no largo do
Terco: a tratar na praca da Independencia lo-
ja 11. 3.
Para que ufio passe desapercebido o annuncio
da Snra. D. Mara Marroquina do Jess Nazareno ,
inserido no Diario de l'ernambuco n. 204, de 14 do
crrente mez que declara nada -tever nesta pratja ,
os abaixo assiguados com loja franceza na ra o-
va ,11.13 fazetn publico que he menos exaclo o dito
aunuuciu da Snra. D. Mara Marroquina do Jess Na-
zareno poia que esla sehhoradeve aos abaixo as-
signados a quanlia de 112,800 rs. de fazendas que
romp ou o seu fallecido marido, em 23 de julhudo
1811 como ludo so ha justificado 110 carturio dos
orplios desta mesma cidade.
Diiier Robert # Cotnpanhia,
-- Aluga-so urna grande proprieilade de 3 anda-
res e sotlo com um grande armazem na ra da
Madre-de-Deos ondo moraram os Srs. Jcnbston Pa-
ter& Compauhia : a tratar com JoQo Jos de Carva-
lho Moraes.
-- Nafundicio grande de S.-Amaro, vendem-se
arados de ferro, pelo modelo inglez, com sobresa-
leiit-, a 70,000 rs., ditos pelo molde americano a
50,000 rs.
-Precisa-se de um co/.inheiro para seguir via-
gem para l.ishoa : no largo do Corpo-Santo, 11. 6, ar-
mazem do Palmeira.
Pcrante o Sr. Dr. juiz do civel da primeira vara,
lem de ser arrematada em praga publica no dia 19
do correnle, na casa das audiencias as 12 horas da
monha a prela crioula de nome Luzia penhora-
la por execueflo de Joaquim Jos Ferreira contra
Francisca Mara dos Santos : os pretendentes po-
dero comparecer no lugar indicado e no dia e ho-
ras marcadas por aerala a ultirri praga.
Um rapaz hrasileiro de 30 annos se offerece
para caixeiro de algum estabelecimento, ou para
cobrangaS ,poishe muito diligente e d fiadora
sua conducta : quem o pretender annuucie ou di-
rija-se a ra Nova^n. 28.
Aluga-se a loja da casa 11. 1, da ra Augusta,
propria para qualquer estabelecimento e princi-
palmenlejpara venda, por ter todos os utensilios pro-
pros : a tratar na ra doQuemado, n. 19.
tima pessoa que le.m couhecimmitos de msica,
se propoe a dar liges por casas particulares e pro-
metteesmerar-se noadianlamento deseus alumnos:
quem de seu prestimo sa quizer ulilisar, dirija-se
ra da Praia-de-S.-Rta, 11. 22, das 6 as 8 horas
mantilla e das 3 da tarde em dianle.
Urna pessoa bastante habilitada, se offerece pa-
ra cobrar qualquer divida, dentro da praga por
urna pequea purcentagem : o aiinuucianle da pes-
soa que alianga a sua conducta t e promette des-
empenhar qualquer missflo de que o encarregarem :
quem de seu prestimo se quizer ulilisar annuncie,
oudirja-sea ruada Aurora n. 12, que se dir quem
pretende.
Arronda-se, pelo lempo da testa, ou annual-
mente, urna boa casa terrea a margem do rio Capi-
harbo no Pogo-da-Panella quo foi do fallecido
doulor J0S0 Lupes : a tratar na prag da Boa-Vista ,
11. 24, segundo addar
DENTISTA.
a
da
H. S. Mawson. cirurgio dentista acba-se residindo
no lUcilo ra do Trapiche-Novo, n. 8, seguudo andar,
onde contina a por denles inineraes, fleaodo incor-
ruptiveis e parecendo iuteiramente como desles natu-
racs : laiubein lira n pedra, a qual, nao sendo extrahida,
em pouco teinpo lanto arruina o denles; chumba com
ouro prata. oudenlico .para privar de augmenta ar
corruptSo : tambein lira. Urna e fas todas as operaces
deiuicaes com a maior delicadeza posslvel. Elle espera
nue os elogios e o mullo patrocinio que tein recebido
ocios beneficios que lem produ.ldo na ra prauca du-
ra" l 8 ...nos de residencia nesu cidade serjo g.r.n-
mm difidentes pr. as pe,.o*, que. precisando d> .pu
restiuio. nao o deixein de procurar.
" N.ra d'Alegria, ... II. preclM-.ealugarum.es-
erava que esleja n.s drcumaUMla. *Teaj taer o
ervico^uterno e exieruo de uui.ca.. dcfatuilU.
FUNDI9AO DE FFRRO.
Na fabrica de Bowman & M.* Callum enge-
nheiros machiniaUs e fundidores de ferro, na ra
do Brum, no Recite, contina havar uro arando sor-
timent de taixas para engenhos e moendas de can-
oa de todos oa tamanhc 1 e dos modelos os mais
modernos fapprovados. Na mesma fabrica conli-
nuam-se a construir de encommenda machinas de
vapor, rodas d'agoa, rodas dentadas e todos os m.is
objectoade machinismo, com a perfeig.1oja conhe-
cida, por prego commodo.
jlowman & M. Callum deaejam "chamar a alin-
elo dos Srs. propietarios de engenhos as machinas
do vapor construidas na sua fabrica vislo screm el-
las de um modelo muito forte e seguro e todas as
pegas perfeitamente adaptadas urnas as outras por
meio de tornos automticos, machinas de aplatnar
ferro,e oulros apparelhos modernos: alm disto, as
machinas de sua construego teem as vantagens se-
guintes: possuem urna cisterna de ferro, onde a agoa
destinad, para a caldeira ae deposita por meio de urna
bomba movida pela machina, e onde se acha aquen-
Uda pelo vapor superfino anles de ser por meio da
segunda bomba de l introducida na caldeira, afim
de no estriar a agoa nclla existente, pela indroduc-
g3o d'agoa fria [como he de costume em machinas
inferiores ] e aasim produzir grande economa de
combuslivel. .
Alm da supradita economa de combuslivel na
proilucc.no de vapor, ealas machinas possuem urna
modficagSo nova das vlvulas por onde o vapor en-
tra e sabe do cylindro, pela qual a mesma quanti-
dade de vapor produz maior efleiio do que as ma-
chinas de construego antiga augmentando assim
de urna maneira, nlo pequea, a economa do com-
buslivel necessario para manter a machina em mo-
vimento.
As dftas'jmachinas possuem tambem um appare-
Iho pelo qual a quantidade d'agoa ulroduzida na
caldeira se acha regulada aulo.maticamente com a
maior certeza pela machina mesma evitando des-
ta maneira o grande perigo que existe as machi-
nas onde por causa da niesquiuha economa dos
fabricantes o fornecmenlo d'agoa para a caldeira
ha de ser regulado por mo de negros.
Esies esclarec meniosso respeiiosainente cfTere-
cidos aos Srs. propietarios Je engenhos, que anda
peiseveram em o methodo fraco, dispendioso e
msatisfactoro de moer con. animaes, afim de sa-
tisfaze-los que, no emprego destas machinas, no
exisleo menor'motivo para roceio, nem de explo-
sflo, nem de qtiehra nom de demasiado consumo
de combuslivel ; e Bowtnon & M. Callum nao
teom pequea salisfagiloem assegurar-lhes que pe-
la perieja dos seus administradorese ofcjaes. pela
perfeigo dos seus inslrunientose apparelhos e po-
la abundancia e boa qualdade das suas materias
primas, se acham habilitados para conslruirem ma-
chinas de vapor de lodosos tamaitos e para todos
os fins ; assim como toda especie de machinismo ,
com urna perfoiglo nao inferioras obras das melho-
res fabricas de Inglaterra e mu i superior s geral-
monle importadas daquello paiz.
lima pessoa com pratica de escripia
cominei'cial, e bonita leltra, prope-se a
escrever ras horas vagas, nos domingos
e das santos, comlimpeza, mediante m-
dico estipendio : quem precisar, annuncie
Precisa-se alugar um sitio nos lugares do Mon
teiro, Pogo Casa-ForU ou Apipucos que lenlia
boa casa de moradia com commodos para grando fa-
milia :qum o liver drija-se a ra do Collegio ,
n. 5.
A NlAO N. 15
esl venda nes lugares j annunciados.
Arrenda-se, ou vende-se um sitio com urna
boa casa de vivenda e militas arvores de fructos ,
na estrada que vai para Belm, ao pe da pontezinha :
quem o pretender drija-so ao mesmo sitio ou no
lugar do Corpo-Santo, n. 114.
Fazem5ou 6 diasque se puxando da ponie do
Recife urna porfo de mndeira em pranches de
oleo e na puxada dos mosmos ugo um. Roga-se
a pessoa que o achou e o queira restituir, dirija-se
a ra do Collegio, n. 9. loja de miudozas, que ser
recompensado. .
-Urna pessoa capaz que entende perfeilamente de
agricultura por j ter administrado alguns enge-
nhos se propoe a isso, entrando com 4 escravos,
ou sem elles : quem a pretender annuncie.
Aluga-se na Soledade, um sitio com pomar de
larangeiras e mais fructeiras do diversas qualida-
des cacimba com bomba, bom sobrado para viven-
da e bonito jardm l a tratar na ra do Hospicio ,
n. 21.
menta grande sortimentoe "'"f *3"Sro
engenhos de assucar con O tojan fJE
coadode dilTeronles modelos, osmiu momwj.
.litas de ferro batido ; moendas de ferro oa
lo aduntado para armsr m m.dcira ; ditas loaas
deferrPo.lantoPp.r.ago. como par. "''."
Chinas de vapor de frga de qua ro cvalos o de a
t. pressfta.omals moderno e simples I'^r.Ps de
vel ; repartidora espuma.leirns ; '"'"f8,'"" r!
ferrestanhado; formas de ferro: todo por prego
COmmOdo. .-, t,ampaan
- Vendem-se queijos londrmos os "J*
que ha no mercado ; latas com ilichinh-s do w-
rula dilascomhervlhas; ditas com sardtnnas .
na ra da Cruz, no Recife, n. 46
TIJOLOS DE MARMORE.
-Vendem-se lijlos de marmore, brancoa e azoaa,
por commodo prego t a fallar com J. Sapont, na ra
da Cruz, 11. 18.
Compras.
Compram-se escravos que sejam ofcas de c.r-
pina, de 18 a 25 annos e de boas figuras ; pagam-se
bem sendo de bons costumes e peritos no seu off-
eio poissno para urna encommenda do Itio-de-Ja-
neiro : na ra do Amorim, 11. 35, a fallar com J. J.
Tasso Jnior.
-Compra-seumoudouspretos, que sejam mo-
gos e sem vicios, que entendam alguma cousa de ca-
nocro : na ra da Praia-de-S.-Rila ns. 25e 37.
Compra-se ouro velho de lei qualquer porc.lo,
a 3,200 rs. aotava : quem tiver annuncie.
Corapra-se rooda de prata em porgo : na ra
da Senzalla-Nova, n. 140, primeiro andar.
Vendas.
^i^oeMAMT/Af^
RuaditCraz \P& .
Nestoarmazem, encontrarilo os fumantes do bom
tom os melhores charutos que ha no mercado, viudos
pelo vapor BaAiiwia. As qualidades sflo
Producto de sement de Havana
San-Felix (verdadeiros)
Emilias
Melindres
Cabanas
Primores
E Quem fumar sabtr.
- No deposllo de Me. Calmont & Cotnpanhia na
ra de Apollo, armazem n. 6, acba-se coustante-
SALSA-PARRILHA DESANDS.
Este excellente remedio cura todas as oofermi-
dades, as quaes so originadas pela impureza ao
sanguo, ou do systema ; a saber : ,_,.
Escrfulas, rheumalismo erupgOes cutneas,
brebuthas na cara, homorrhoides, doengas chroni-
cas, brebulhas, bertoeija, tinha, inchagOes, dores
nos ossos e junlas.ulgaras, doengas venereas.cialica,
enfermidades que atacam pelo grande uso do mer-
curio, hidropisia exposlos a tima vida extrava-
gante Assim como chronicas desordena da cons-
ttuigo serSo curadas por esta to til e appro-
vada medicina.
Rio-de-Janeiro, 14 de dezembro de 1847.
Sr. Fredtrie B. SoutSuxtrlh.
Tendo eu lido no yornai do Commeroio e no Mari-
do Hio de Janeiro por diversas vezes annuncios da sajo
sa-parrlhadeA B c I). Sands, que se vendo o*
ra do Rozario, n. 79, por Fredertco H. Southworth,
a este me dirig e lhe cotnpre urna caixa com 12 vt-
dros do dito extracto ,eachando-mo com um gran-
de tumor no sovaco do brago direilo e parte do pei-
to, soflrendo immensas dores por todo o corpo roe
(ielberei a tomar o extracto da dita sala; e lenuu
tomado dous vidros e usando delle, logo ao segun-
do vidro conheci immensas melhores, e continuan-
do liquo perfeitamente bom ; e tendo alguns
amigos meus feilo uso do dito extracto para rheu-
malismo, tem no uso delle por fim de lerem tomado
8 a 10 vidros ficado bons. do que tem resultado man-
darem-me de differeiites partes encommendas da
dita salsa para fra desta corte a diversos que teem
efto uso della e se teem reslabelecido perfeitamenle;
emandando-me agradecer, assim considero ser um
acto de humandade e obrigaco minha fazer publi-
co tilo efllcaz e salutar remedio. Joaquim terretra
d .Sonso Flores.
Reconliego verdadeiro o signal supra. tMO, 15
de dezembro de 1847. Em testemunho de verda-
de Joaquim Joii de Castro.
Vende-se nicamente em Pernambuco na botica
de Vicente Jo de rtriin, na ra da Cadeia do Re-
cife .
Vende-se um pardo mogo, proprio para iodo o
servgo : na ra da Cadeia-Velha, n. 33, se dir quem
vende.
Y Vende-se, na venda de Joaquim
''. Correia Rczende Reg, no largo do Li-
vramento, n ao, superior cal de \>hoa,
em bairisde 4 a 5 arrobas, a mais nova
que ha, vinda pelo ultimo navio, por pre-
co mais commodo do que em outra qual-
quer perte.
Vendem-se sois escravos, sendo dous moleques
de nagiio do 18 a 20 annos; urna negrinha recolluda
de 13 annos.que coso, faz lavarinto, e tem principios
de engommado, cozinha o he muito desembargada
e de boa conduta ; tres pretas muito mogas e cora
algumas habilidades : na ra do Vtgano.n. 24,s oi-
r quem vende.
1AUKLO.
Vende-se farelo em saccas grandes muito supe-
rior : na ra da Cadeia do Recife n. 64, armazem
que foi do Bragucz. .
Vende-se utna toalha do lavarinto, propria pa-
ra balizados: quem quizer comprar dirija-se a ru
Direita, n. 102.
MEDICINA UNIVERSAL.
Pilulas vegelaes de James
Morison.
A medicina vegetal universal he o resultado de 20
annos de investigagOes do clebre James Morison.
Por meio destas pilulas consegio seu autor inn-
meras eadmiraveis curas desde as affecgoes que
atacam as criangas de peilo al as tnolestiaa chroni-
cas do ancflo. ..j. ..!
A Europa saudou este remedio como remedio uni-
versal para todas as doengas, e ale boje anda nSo
foi desmonlido tal Ululo. ___
Esta medicina vem acompanhada de urna rcceita
que ensina e lacillita a sua applicagSo. Consiste em
tres preparagOes, a saber : duas qualidades de pilu-
las disti netas por nmeros, e um p : cada qual goza
de modos eacgOesdiversaa.
As pilulas n. 1 sao aperitivas; purgam "mfabalo
os humores biliosos e vicosos, e os expulsara com
6 As don. 2 expulsa m com esses humores, igual-
mente com grande frga os humores serosos, acres
ptridos, de que o sangue so acha a muido infecta-
do: percorrem todas as partes do corpo, e s cos-
am de obrar quando teem expulsado todas as im-
PUA tercerapreparagflo consiste em urna limonada
vegetal sedativa : he aperativa temperante e lo-
gante : torna-seem comnium comas pilulas e acil-
lita-Ihes os melhores eOetos.
A posgao social do Sr. Morison, a sua fortuna in-
depondente, ropellem toda a idea do charlatanis-
mo ; eas admaves curas, operadas corr o seu
syslm. no collegio de saude de Londres, s3o mais
que garantes da efficacia do seu remedio.
Kecommenda-se esta medicina, que no pede nem
resguardo de lempo, nem de posgao da parte do
doontc, a todos os que, aUcados de molestias jul-
gadas incuraveis, se quizerem desengaar da sua
virtude. .. .
Oxal que a humandade Teche os ouvtdos aos in-
leressados em desacreditar estes remedios t8o sim-
ples ISo coinmodos e t9o verdadeiros.
Vende-se smente em casa do nico verdadeiro
agcnle J. O. Elster, na ra da Cadeia-Velha, n. 29,

$



h
mm
"Vendem-se eatugam m bitas dehsmbnrguezas.
*G flno, gomms de araruta, covadinlia da Franca,
* piora (.o Maranhffo, por pregos rasoaveit : na ra
das Cruz**, n 40.
V endcni-se saceos coni fardo, pelo
barato preco de -a,4oors: na ra da san
zalla-vellia, n. i38
Vendem-se barris, com breu tanto
em poiTo emo em barris : na ra do Tra-
piche, n. 36, em casa de Matbens Aus-
tin&C.
Na ra da Cruz n. 86, vende-se, para Hqui-
tlagffo de contas, sola, cera de carnauba, pennas de
ema e chapeo de palha por menos preco do que
em outra qualquer parte.
-- Na ra uas Cruzrs n. 22, segundo andar, ven-
nes, perita engommadoira e coziuheira e que ro-
se chito o lava de snbffo ; urna parda de 26 anuos
que eugomma, cose chao cozinha lava ; uma
crioulada mesma ilade o com as mesmas habili-
dades ; uma preta de nagffo, que cozinha lava e
vende na ra ; um cabrinha de 14 anuos, ptimo
para pagem ; um escravo de nagffo paro o sorvico de
campo.
Vende-se muito superior biscouto francez de
Rheims : na ruaila Cade'a-Velha, n. 29.
Vende-se uma prela crioula ainda moga sem
vicios ueiii achaques que cose, engomma, cozinha
bomo diario ile urna rasa, ensaboa. faz renda e ven-
de na ra : ao comprador se dir o motivo por que
se rende : na ra da Cruz, n. 31, tercriro andar do
sobrado que confronta com o becco da I.iugoela.
I tiv.is para cn^enhos.
Na fundirlo de ferro de Fra-de-Portas, cnnlina
a haver un completo sorlimenlo de tai xas de ferro
cundo ile todos os tamanlios por prego rom nimio.
Vende-se uma porgffo de barris com mel de
furo, juntos, ou a retalho, por commudo prego :
na roa Imperial, n. 25. Na mesma casa precisa-se
de urna ama que lenha boin e sulficieute leile ; pa-
gn-se bem: adverie-sc que nffo tenha filho, o se
for escrava melbor.
Vende-se uma preta engnmmadeira e cozinhei-
ra tanto dn forno como de fogilo e que faz toda
as qualMailo* de doces ; urna mulalinha de 7 a ,9
anuos ; una cabrinha da mesma idade : na ra do
Fugo n. 23 se dir quem vende.
Xa loj t de Manuel I qtiim
Pascua! Hann s, no Passeio-
Publicn, n. 19,
vendem-se as seguimos fazendas pannos finos pre-
to, a 3.0O0, 4,000, 4,500, 5,000 e 5,500 rs. ; pecas
de niailapolSoliiio, a 3,200, 3,500, 4,000, 4,500, 5,000
e 5,500'S. ; chitas escuras a lio, 160 e 200 rs. o
cova.lo ; ditas finas a 340, 260, 280 e 320 rs.; man-
tas de seda a 12,000 rs. ; riscados francezes a 200
rs. o cov.nlo ; cortes de lila, a 2,500 rs. ; ditos dn eas-
sa-chita a 2,000, 2,500, 3,000 e 4,500 rs. ; chales de
seda a 9,000 rs. ; ditos de inetiin, a 1,000 rs, ; pel-
|edo diabo, a 200 rs. o covado; castores de todas as
quididades. a200, 240 e 320; lengos de seda, a
1,000e 1,600 rs. ; cortes de culletes de gorgurffo
prelo a 4,500 rs. ; ditos de fustilo a 1,000 rs ; es-
guiffofino, a 2.000 rs. a vara; sarja prela a 2,000
e 2,500 rs. o covado ; cortes de casimira a 6,000 rs.;
briui branco de puro Imho a 1,800 rs ; dito pardo,
a 1,600 rs ; ditos de cores a 1,000 e 1,500 rs. ; chi-
tas docoherla a 200 rs. o covado ; chapos de sol,
de seda preta, a 5,500 o 6,400 rs. ; merino lino a
3,500 rs. ; cassa lisa a 360 rs. a vara ; chales de Ifla,
a 1,200 e 2,500 rs.; pecas de plathia de algodffo, a
4,000 rs.
Vendem-se chapeos de castor branco a
fW-^t.OOO rs. : na ra do Queimado, n. 22.
Vendem-se pegas de madapoln com 20 varas ,
muito laigoc muitoencorpado, a 2,800, 3,000e 8,900
rs. ; chita para coherta a 160 rs. a retalho; roupa
fela para escravos islo he jaquetas, caigas e cami-
: lia ra do I'asseio loja n. 17.
sendo dotis
servico de
de 16 a 18
Vendem se 3 esciavos.
moloques propiios de lodo o
casa e campo, e uma mulata
anuos, boa costuren a e engommadeira :
na ra do Crespo, loja n. i A, se dir
quem vende,
O veriladciro syslcma para cu
rar vista curla^
u cansada nflo se encontra na homaeopathia, nem na
illopathia poim s i ni em orillos npropriados os
quaesse vendem na ra larga do Rozarlo, loja de
miudezas, n. 35.
Vendem-se galoes de ouro verda-
deiro, de todas as larguras, e mus barato
do que en outra qualquer parte : na ra
laiga do hosario, n. ?/i.
FAItELo
a 3.4000 rs. a sacca
nos arinatros na. I e 3 do cara da Mfandrga, e no de n.
35 da ruado Amorlin, de J. J. latso unior,
R sendos iiionstros.
Vendem-se superiores rlsradua mnnslros, j bem co-
nhecidol lano pela qualididr rnino pela largura em
demasa, prlo haralo prre de 280 r. o cuvado. Rstes
ri<<- utos tu chegadns ulliniainriitr : asi ores sao las,
e os padrn muito modernos? de bota gosto : na nova
lujada F.sirrlla da ra do Coileglo, n. I.
Vende-se uma porgffo de libras de cera da terral;
roiim de lustro de cores, prnprio para canhoes de
botas de pageos : na ra Dimita loja de couros,
n. 6$.
|1 Vendem-se barra pequeos com cal virgem de Lis-
boa, a mala nova que ha 110 mercado, por preco coiu-
mudo : na ra da Moda armazem n. 17
Vende-se una casa terrea mullo grande, sila na
ru.i >l.i M.iiigurlri, na Jtna-Vista, n. 11, coto graedrs enm-
111 "do. 11111ui.11 iniiiiogrande > mullos arvoredo, de frac-
tos, por preco o mais ratoavel possirel: trala-se na ra
do Aragau, a. 27.
A 1/000 rs. CAHA UM CTIALE.
Na loja que faz esquina para a ra do Coileglo n. 5 ,
vendrin dalos de tarlataua, grandes e de padrees es-
curo! pelo barato preco de inll ra. cada um.
- Vendem-se acede dn cx-
tincta cumpanha de Peniamijuo
e Paraluba: no escriptorio de O-
liveira Irmos & C, ra da Cruz,
n. 9.
FARINHADETR1ESTF...
marea verdadeira SSF, chegada ltimamente: vende-se
em casadeN. O. Bleber (cCoinpanhia, na ra da.Cruz
o. 4.
Vende-se urna porgito de charutos Turados, pti-
mos para serem cobertos do novamente por prego
muito barato : ni praga da Boa-Vista, n. 15.
CHA' HYSSON,
de ptima qualidade a 2/210 rs. a libra: na ra da
l.rui no llecife armazeiii n. 13.
Vi'iidem-sr queljos londrinos e presuntos para
Hambre chegadns pelo ultimo navio de Liverpool ;
hervllhaa proprias para sopa ; rassoras para varrer sa-
las : no arinazrm de Davis k Companhia na ra da
Cruz, n. 7.
Vende-se ca.' virgem de Lisboa,
ebegada no ultima navio, em barris pe-
queos, por menos do que em outra qml-
quer parte : na ra do Trapiche, arma-
lem n I7.
Vende-se o engenho Macaco sito na freguozia
do Po-do-Albo distante desla praga nove leguas ,
moenlc e crrente com terreno muito frtil e de
agoa perenne ; o qual engenho vende-se sent de
desobriga o lodo o pagamento animal : a tratar no
engenho liamos da mesma freguesa.
Vendem-se 4 lindos moloques de 16 a 18 annos ;
3pretosde 25 a 30anuos; 1 pardo de 18 anuo* ; 2
miilaliiihas de 7 a 14 annos com principios do ha-
bilidades; 2 prutas proprias para todo o survigo : na
ra do Collegin, n 3, se dir quum vende.
Casimiras elsticas.
Vendem-se superiores crirtes de mria casimiras els-
ticas de pura lia, prlo barato preyo de 2fOO0 r 3/b00 rs.
o corte de calca : na nova luja da estrella, da ra do
Coileglo, r.. 1.
~ Vende-se cal virgem de Lisboa muito nova ,
para fabricar assucar : 110 armazem do Sr. Antonio
Aunes defronte do raes da Alfandcga.
\ Ip-ica alcorlm u] 1, a 800 rs. o covado,
vriide-se, na loja que faz esquina para a ra di Collr-
glo n. 5, de Gulinarars Si l.mnpanhia a nova alpaca
alcochoada viuda de Lish fazrnda iuteiramenle
nova nesta cidade preta e cor de caf, de -i palmos de
largura, pelo barato preco de 800 rs. o covado.
Vende-se cal virgem de Lisboa em barril de 4
arrobas chegada prlo ultimo navio, por preco commo-
do : a tratar coiu Aimeida & Fonseca, na ra do Apollo
A ii'000 rs. ,
ancorctas com azeitonas superiores : ven-
dem se no caes da Alfandega. armazem
n. t, de Francisco Das Fcrreira.
Os ulicos riscados monstro.
Na loja de Gulinarrs & C. ra do Crrspo, vendem-se
os bem conheridos riscados inunstr.is de padroes inuilo
modernos, e qur leein quasi una vara de largo,pelo ba-
rato prreo dr 320 rs. cada mu covado.
boa, igual a qut vam da America do norte tm bar- medicamento he o tarop do bosque j* h*m
Continuarse a vender mantega ingleza nova a
600. 720e800rs. ; cafe muido ,a 160 rs.; dito em
grSo a 120 rs revada nova a 100 rs ; cha hyssou
soperior a 2,000 rs, ; alelrin a 280 rs ; carnauba ,
de 6, 7 e 9 em libra a 300 rs. : rspcrmaceie, de 6 em
libra a 880 rs.; loiicinho de Lisboa,, a 210 rs ; ba-
nlia de porro a 400 rs.; feijito mtilalinli a preto, a
400 rs. acuia;arroz brtincu, a 400 is a cuia ; mi-
lito e arroz com casen, a 120 rs. ; Imlacliinlia inglesa.,
a 200 rs.; caises de doce de goiaba nova "de 6 em
arroba a 800 rs ; queijos flamengns novos a 1,520
rs.: no paleo do Carino, loja do sobrado de Gabriel
Antonio, n. 17.
Vendem-se escravos baratos na ra das
l.araiigciras, 11. 14, segundo andar : urna
linda parda de 20 anuos, rom algumas
//'. habilidades; urna preta de 20 annos, com
" uma cria de 2 anuos : a preta engomma,
cose e cozinha ; uma parda escura de 30 anuos, une
engomma, cose cozinha e lava de satino e varrella;
las negrotas de 15 minos ; urna preta de meia ida-
de, que engomma, cose, cozinha e faz doces, por
320,000 rs. ; 2 molcques de 16 annos; um dito de
18 anuos ; um pardo de 25 anuos, por 350,000 rs.;
um dito de cor escura bom copeiro; um prelo de
20 annos. perito offirial de sapat<-iro f einais alguna
esciavos que se muslranlo aos compradores.
Na ra Direlta, sobrado n. 16, que faz
esquina para a iravessn de S.-fedro, ha
quem venda 2 casas terreas com bous
Com modos, sitas 110 becco do l'eixoto,
lambemso vendem a prazo.ou a tro-
co de escravos, 011 bois mansos equar-
(aos.
Vende-se urna escravs crioula, moga, de boni-
ta figura simii vicios nem achaques, com principios
decostuia eeugomm^to o que se tifianga ao com-
prador : 11a ra do Collegio, venda 11. 12.
I'otassa.
Vende-se muito superior polassa em
barril pequeos : na ra da Cadeia- Ve-
Iba rniazem de Bailar & Uliveira, n. 12
Na ra de Aguas-Verdes,
n 40.
Vende-se, de urna pessoa que se retira uma ho-
11 ia moler de l anuos ; urna mucama mulalinha
de 15 atrios ; um bonito mulatinho de 13 anuos
urna escrava boa coziuheira quilaudeird e lavadei-
m ; uma dita de nagio por 280,000 rs. ; dous mo-
leques de 18 anuos; um escravo prnprio para pala-
iHiini sein vicios ; 75 eeges da companhia de Be-
Iiim 1 be ; 3 moradas de Casas no bairro do llecife, uas
mel limes ras
. Vendem-se, na ra Nova n. 3, armazem de
Antonio Ferreira Lima frascos Com 6 libras de do-
ce de piiija ; latas com 8 a 9 libras de bolachinhas de
Lisboa oueui libras; bolacha grande feita em Lis-
rnuinhasde4arrobas, nu em libras; cha hyssou
amito superior ; moslarda em p ; conservas ; lla>
rnmsar liuhas de Nintti*;hp licores finos, surtidos ; vinlios engarrafados, Po' lo
Madeia, moscatel de Setubtl Carcavellot, Unce.
laa, malvasia da Madeira; latas com herv Ibas- e
iodos os mais gneros pertencentes a este estabe-
li'cimeuto.
Vende-so um casal de pombos maridas, muito
grandes e bonitos: na ra da Florentina, n. 16.
Vendem-se cinco moleques, entre elles um
onlimo mulatinho de idade de 15 aunos; 4 negri-
nhas de Uannot; duaspardas de 16a95 annos : na
ra liireila n. 3.
DE 6 RORTAS HJ2
0 dono deste estabelciinento,vendo-se era cir-
cuinttancias de Ihe ser preciso relirar-se para a
Kuropa precisa priiueiro pagar a arut credo-
res, e para eifeituar este pagamento o mais
breve possirel, oil'erecc alguiu abainento a
seus devedores qur quizerem saldar suas con-
tas ; assim como tem resolvldo vender todas as
fazrnddS por dluiiuulos prreos, a saber : pecas
dr madapulao, a 2/, 2/U00, 3/200, 3/500, 3/700.
3/1)00 e 4/rs. ; dllas de chitas escuras, finase
M enlre-dnat, de coros fitas a 4/800, A/, 5/500 ,
1 6/e 6/500 rs.; dllas muito superiores, duran-
do algumas de cobrrla, a 7/ rs. a peca c a 190
rs. o covado ; alpaca, a 800 rs. ; lila larga, a 380
rs. ; ca/.ineia preta a 1/rt. ; los linos c gran-
des de linbo, a 6/400 7/ e 7/500 rs.; cbales
grandes de garca a 1/500 rs. ; ditos de chita a
800 rs.: vestidus de cainbraiacom bico e renda
de superior qualidade, a 3/ rs ; mantas de caiu-
brala para senhora, a 1/ rs.; luvas de pellica,
seda e algodo, para homem, a 320 rs. ; pesco-
clliuac de bwUcS gUStOS, 21v c 'i rs ;
locos Trnceles, inglezes e da trra e alguns de
de seda prela, a 120. 160,200, 240,320, 4u0 e 640
rs. ; lencos de cassa para grvala a 200 rs. ; di-
tos de inultas qualidades para homrm e se-
nhora a 180, 20, 240, 300. 320, 360. 400, 480 e
560 rs.; suspensorios a 40,120 e 16O rs. ; ditos
finos de borracha a 200, 240 e 260 rs. ; garca
de seda multo larga cun llores douradas a 240
rs. o covado ; cassa da India,a 400 e 480 rs. a va-
ra ; merino lino c entre-lino a 1/800 2J000 e
2/500 rs. ; pannos finos, a 3/800. 4/ e 4/500 ra. ;
e outras muitas fazendasque nao se annunciam
por oceupar inulto lugar as quaes se vendem
todas anda incauto cun grande prejuizo so
a lint de se acabar ooin o dilo eslabrleciuicnto ,
o qual tambera se vende no estado que se acha,
havendo quem o queira comprar ainda mes-
ino a praio com lettras de firmas que agrada-
ren! a seus credores.
mmmiimmmmmgsmamsBmiR
Na loja da esquina da ra do Queimado para
a ra do Crespo, de Manonl Ferreira Ramos ven-
dem-se cortes de colleles do velludo, a 3,000 rs. ;
riscados francezes, a 210 rs. o covado; lencos de
seda pequeos, a 320 rs ; meias casimiras a 500
rs. o covado ; luvas do soda preta para senhora, a
500 rs. ; brim branco trangado de linbo a 240 rs. o
covado : grvalas de seda a 600 rs. ; corles de
helmiras a 2,500 rs.; dilos de tarlatana a 2,500
rs.; ditos de gorgorito de algodffo e seda para, col-
letes a 500 rs ; fuslfio a 320 rs. o covado : cortes
de lila, a 2,000 rs.
Vendem-se meias de algodffo feitas em Por-
tugal ; cera lavrada do Ri-de-Janeiro ; sardinhas
escuchadas, muito frescaes; arroz de casca: ludo
por prego cominodo : na rua da Praia armazem
n. 37. No mesmo armazem vende-se a Escriptura Sa-
grada pelo padre Antonio Pereira coihmentada em
23 voluntes encadernagno franceza.
PF.NEIItAS de rame grand.is o pequeas, proprias
liara padaria : vendem-se no armazem do Bacelar,
no caes ds Alfamiega.
Vendem-se sellins inglezes elsticos e sem
serem elsticos de palete Turrados dn couro de
porco, muito fortes, por lercm dous feros na ar-
magilo ; skI lins promptos para pageos, muilo for-
tes ; cabegadas inglezas roligas, ditas de lustro,
brancas e pretas ; macas de couro de lustro sem se-
rem forradas de papelilo ; ditas brancas'; sillbes
para montara de senhora, forrados de couro de
porro inglez ; brides de parafuso modelo da Babia;
e tudoo maisquo pertence ao mesmo"estabeleci-
inenlo por prego commodo : na rua Nova, n. 28 ,
defronte da igreja'da Coiiceigno dos militares, loja
Me Antonio Ferreita da Cosa Braga.
Vende-se uma cadeiriuhs tfm bom eslado por
prego rommodo ; o um trunco : a tratar na rua lia
Alegra, n 34,
Vendeiu-se holnhosde difTerentes massas : na
rua eslreila do Bozario, n 13. por cima da padaria.
Vende-se um moleqoe de boa conducta o que
seafianga : he rerommeudado a ser vendido a pes-
soa condecida por ser digno de ter um bom seubor:
na rua Direita, n. 16, esquina que volta para S -Pe-
dro, se dii quem vende.
Vende-se'a Historiada Grecia antiga,9v, a
Riblia sagrada 3 v. : Escola mercantil, 1 v. ; os Je-
suislas e as lettras 1 v ;a Solil.lo i v. j dimes
do governo inglez, 1 v.; a Avoz de Jesus-Christo ,
2 v.; Compendio de theotogia moral e evangclhica ,
6 v. Geographia universal, porTorreffo, l/v. : Atlas
moderno 1 v. : Meth iphysica 1 v.: ludo por pre-
go commodo :na roa dnijueiniado, n. 11.
Vendem-se saccas com feijilo mulatinho, mui-
to novle chegado ha pouco : no caes da Alfandega,
defronte da rampa armazem do Macollar.
Vende-se urna canoa aberta que pega em 900 li-
jlos grossos, por prego inoilo barato : no becco das
liai reirs olaria n. 8.
Vende-se urna linda mulalinha de 7 a 8 annos ,
com principios de costura; um molecoto de 22 an-
nos que he carreiro e muito esperto para enge-
nho: vende-se para pagamento de uma divida: na
ron Imperial, junto a nova matriz 11. 3.
-- Vende-se a venda da rua Nova, n. 71, sondo a
melhor do bairro do S.-Amonio por oslar no porto
das canoas e ser muito afreguezada para a torra : a
Ira lar com Domingos Jos da Cunlia Lagos.
uESCOHIUO-.se AFINAL
o nico e verdadeir medicamento para a cura da
phtysicaem lodos os seus differcntcs graos qur
motivada por algumasdas seguidles molestias: coos-
lipagOi'S, tosse, aslhma, pleuris, escarros de sangue,
coqueluche, dor de costase peito, e todas as mais
molestias dos orgilos pulmonares. Este escolente
iilirrido netta provincia pelat
m rffeitnado, o que prova
grmles curs
a grande extr.er-
q te tem lido, e ler sido receita lo por algum ^^
lessorcs. F.m New-York onde primeireiramemep
mlroduzido pelo teu digno autor, .'ouior Motu V
curas qusai milagrosas ius dilfereutet mo|uli-
cima mencionadas o que o induzio 1 matni "'
pira o II asil, sendo a sua primena inlrodi ce,,,,*
iiio-de-Janoiro, onde tem produzido os mV "'
effeitot que all. e,m'*
Vende-te nicamente no deposito da ras.
Trapiche, n. 34, escriptorio de Novaos* Coiopanhu
ena rua da Cadeia do ReCife, loja de miudezas n
Vende-se um pequeo sitio com casa de'nei
ectl, no lugar da Ctpunga com varios arvored?
na esquina que vai para a Baixa-Verde n. 30 ( n?
lartar no Mundego, venda n. 74.
- Vende-se Orna loja com armagffo moderm
fazeiidas.ua rua do I'asseio, n. 17, ptimo |U'
para.se vender a retalho. v
Vende-se um prela da Costa, da bonita QgUn
na rua do Livramento, n. 35, se dir o motivo L
que se vende. w
Vende-se uma escrava crioula moga, de bonii.
ta figura, sem vicios nem achaques, com princinoj
de costura eengommado o que so alia nga ao com.
prador: na rua do Collegio, venda n. 12.
Jla rua de Agoas*Verdes, n.46
vendem-se duas bonitas escravas de nagffo de t8i
2o annos, mucamas recolhidas sem vicios ne,
achaques peritas engommadeirat, cozinheirisi
costureiras; urna mui linda mulalinha, dolSij.
nos ; uma moleca de 18 anuos boa eugommadein,
coziuheira ; uma dita boa mucama, de 16 anm
urna dita boa quilandeira coziuheira e lavadeirr
una dita de inig.no, boa quilandeira ; uma dita dt
25 annos por 300,000 rt. ;.75 acgOes da compaiihji
deBeberibe ; um bonito mulatinho de 13 annos; un
moleque de 15 annos : todos estes oscravos se'di
a contento e por prego commodo: aflangam-sesuirj
vendas, e boas qualidades.
Vendem-se 3 inoradas de casas de sobrado, 1
bairro do Recito,as melhoros ras: na rua deA.'nai-
Verdes, n 46
Vendem-se meias de iinho e de algodTo para]
homem ; penriras de rame ; bixas de llamtiu
[ que tambem se alugam]; pilulas da familia t n
do Bozario padaria junto a igreja, defronte da
tica doSr. Paranbos.
Vende-te vinho do Porto muito superior, 1
pipas e barris dequarto e oitavo, proprio para engarra-
lar ; dito mais inferior, tambem em pipas e barril re
quarto eollavo ; cevada ; painco ; peneirat de aramr;
relrozdo Pono, soriido ; frehaduras para portas de ar-
mazem ; coeiros de algodao ; pillas da familia ; anco.
retas com azeitonas ; meias de Iinho c de algodao pan
homem ; panno de Iinho: ludo por preco coiuutodo: u
rua do Vigario p. II, casa de |Francisco Alvcs da
Cunda.
A loja nova de livros do pateo do Col\
legio n. 6, de Jotto da Costa DouraX
do, acaba de receberos seguintes i-\
vros
Obrai de Ferreira Rorget, Diccionario jurdico, Codi J
comuiercial portuguez, Fonte prxima do cdigo coin-l
mei-ci.il. Contrato mercantil, Instliulcao de dlreilo canil
bial, Comemarins acerca dos seguros matrinios : oMt.l
Notas de uso pratlcas e criticas, Horaei Carveiro. Dlrrhf
to civil de Portugal, Guiuvia Pinto. Tratado do l4
ment. Caelhu da Rurha. Direilo civil. Lis Teixrira. Cursi
so de direilo civil, / C Menesee. Pratira dos inventarios e julzo divisorio ; a
sim como Reporiorio coittuiercal por un amigo ma-
gistrado. Assenio da casa de suppllcacao ; umitas diiiJ
entes novellas e romances entre estes o Judeu erranlej
a Salamandra : vende-se por preco muito coininodo.
Vendem-se dous pianos torles de jcaramliJ
chegadns ltimamente, que, alem de seren na
magnifico ornato de uoia sala, teem cxccllentfl
vozes sendo o mechaiiismo dq muita approvada no-
va invencBo, chamada renilidor pateitl de Grf
la id : em casa de i. Kcller & Companhia na rua 1
Cruz, n. 55.

de raninoM
w.'-l'
Escravos Futidos
Fugio do engenho Telha, no dia 21
prximo pastado, um cabra de na
Antonio haixo, grosso, sem barba, miiH
to prosista; he cerlanejo; foi montadaj
em um cavallo rugo-pedrez-lalhado 5 levou Inilaij
sua roupa e hzendas novas chapen de couro Ilo-
ga-se As autoridades pnliciaes e Capitfles de ri
que o apprehendaiWlevcm-no a rua do -l.ivra
to, n. 27, queserilo recompensados.
Desapparefeu, no dia 29 de agosto desta praga.
uma preta de meia idade de nome Josepha de a^
tura regular, cheia docorpo ; temoemhigo um pou-
co grande que he muito visivel ;' levou vestido V
ganga azul e panno da Costa ; andava vendeiuln en
um laboleiro milho, arroz de casca duas pegas da
louga de barro, um balumbo com gomma do engnm-
mar um pralo branco com hanha. Esta escravs ci*
turna fugir para o matto lugares do Pao-do-Alhoe
Nazarelh. Boga-seas a uloridales polieiaes e capi-
lles de campo, que a appreliendam e levcni-a 1
venda iloMondego no bairro da Boa-Vista n. 6li
que serffn bem recompensados.
--Fugio, no dia 14do crrente, um escravocrioii-
In de nome Jnaquim de cor tola, alio o algn"
coosa magro sem barba olhar carrancudo ; repre-
senta 30 a 35 annos; levou camisa de algodln-da b?r'
ra e.calgas do mesmo panno levando por baixo(lef-
ias oulrn de diiTerentc panno quem o pegar levo I
ruado Queimado, loja 11. 7, que ser recompen-
sado. -
Da rua Augusta sobrado da dous andar*
pintados d roxo do fallecido Colare do primfi
andar, fugio, no din 15 do correle, a noiie.u
preto crioulo de 18 annos de nome Lino bstanle
conhecido nesta cidade ; he baixo cor fula, alguma
cousagrossodocorpo.com falta de um denle n
frente.; tem as pernas um tanto arqueadas; leou
camisa do algodfiozinho caigas de algodffo tranca-
do e chapeo uo seda preta ja velho : quem O'pe-
gar leve-o ao dilo sobrado 011 no pateo Ha riboira,
sobiado de um andar n 19, que sera- rocomi.>eiisatlo.
Fugio, no dia 15 do correte do engenho l'erei-
ras, freguezia de Jaboalffo o escravo Francisco cor fula cara redonda estomago para frji, Per*
uas finas, n.ulegas empinadas, pea compridos e apa*
Ihelados ; he de nagffo : quem o pegar leve-o ao >''
to engenho, ou nesta praga, ao Sr. Joilo Pinto "f
Lemos Jnior.
r.IV .* NA TTP. DE M. F. DE FARIA
.-lf
MELHOR EXEMPL


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ELPED70VS_UDVDUD INGEST_TIME 2013-04-24T17:54:32Z PACKAGE AA00011611_06514
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES