Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06508


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Full Text
\r\no XXIV.
Ter$a-feira lfl
0 i)AR0 publica-fe todo o diasque nao
. ,,, Reguarda: o preco da asignatura he
A 41000 rt. Por quartel, pagtu adianluiim. Uf
/ innciof dos asslgnantcs sao inseridos i
V*o de 20 rs. porllnha. 40 rs. em typo dlf-
\ ,iiie casrepetlc.Ses pela inctade. Osuno
Santa i,"ar,80"-por "t!"e '-60 "
m t>-p dllFercnte, Por Cldl publlcacao.
PHASESD*. LA NO MKZ HE SETEMBRO.
r...nU. a 5, 6 horas e 24 inin. da tard.
/ ,%*, a 13, 3 hocat c 50 inin. da manh.
Krt, a 19,s 7 horas e 38 min. da manh.
" "C a 27, s 7 hora, e 10 .nln. da manh.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Goianna e Parahiba, s segs. e sextas-felras.
Rio-G.-do-Norte, qulntas-felras ao meio-dla.
Cabo, Serlnhaetn, Rio-Formoso, Porto-Calvo
e Macelo, no !.?, a II c 21 de cada mez.
Garanbtins e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista e Flores, a 13 e 28.
Victoria, s quintas-rciras.
Olinda, todos os das.
PREAMAR DE 1IO.IK.
Primrlra, s i horas e 30 minutos da tarde.
Segunda, s 4 horas e &4 minuto* da manb.
de Setembro de 1848.
N. tO.
DAS DA SEMANA.
11 Segunda. S. Theodoro. Aud. do J.dosor-
ph. doJ.civ. edoJ. M. da 2. v.
12 Ter^a. S. AuU. Aud. do J. do c. da I.
v. e do J. de paz do 2. dist de t.
I :i (luarla. S. Ftllppe. Aud. do J. do c. da
2. t. e do J. de paz do 2 dist. de t.
14 Quinta. Exaltacao da Santa Cruz. Feriado
para os negocios forense.
15 Sexta. S. Domingos einSorlano. Aud. do
J. do civ. e do J. de paz do 1. dist de t.
lli Sabbado. S. Cornelio. Aud. do J. do e.
v. e doJ.dc paz do 1 dist.de t.
17 Domingo. Festa das Dore de N. S.
CAMBIOS WO DA I IDF. SCTEMBRtt
Sobre Londres a23c24 d. por Ifrs.aWd.
Pars
Lisboa 120 por cento de premio.
.i Rlo-dc-Janciro ao t ar.
Desc. de lett de boas firmas al f ao .nez
Acedes da cump. de lleberlbe. Wal'-
Otro,Oncas bespanholas 32*000 a J2/SW>
. MoVda. debY400 v. 18/000 a W40O
. de6/400 n. 15/400 a 16/U0O
. de 4/000... 9/900 a 10
PrMPatacdes brasilciros 2/040 a
Petos columnarios. 2^040 a
> Ditos mexicanos..... 1/WO a l/ww
ADVERTFaJClA.
O eclipse total ti.'i ltia, ntiTWnciado na folhnlia
paro a manhfla do lia 13 do corrfitc mez, e que sa-
ho coniahjuns engaos em minutos, pela composi-
ro, tem de verificar-se na la desta noilc (12 do cr-
lenle) sondo :
principio do eclipso s 2 horas e 11 minutos.
principio do eclipse total s tres liqras.o 10 mi-
nutos.
Meio do eclipso, s tres horas e 59 minutos.
Fm do eclipse total, s qualro horas e 48 mi-
nutos.
Fim do eclipse, s cinco horas c 47 minutos.
I
fc* I fcKIUrt.
LONDRES, 5 DE JULHO.
A Franca, esse paiz ainda hontem tito florcscentc,
est hoje solTrcnd as penas de Crimea que ella nao
quer, ncm ousa abertamantc confossar. Ninguem
por corto que conhega a notureza humana poder
esperar que haja por agora quein so attreva a ropro-
var a revoluto de feverero. O erro he tflo ruinoso,
que n.lo he possivel ser confessado, e domis o ei-
dadin que o reconhocesse fa-lo-hia com a marhadi-
nha sobro o pcscoQO. Ha todava um ponto que
obriga n urna confissilo, por isso que lie urna diITlcnl-
ilado que Jo ve ou ser desatada on reconliccida. Fal-
lamos da fatal dcclaracio do que o estado he obri-
gadoa ministrar trabalho a lodosos sous cidadilos.
Ella j niio pode ser repudiada. Klla lio a Ici do paiz.
Masella j tem nroduzido os maio.-es escndalos da
repblica ; ella ha cuslado infinitos milhdes; ella lia
submcllidoal-'ranQaa um exorcito de roubadores ;
clin ha feitocahir em descrdito o governo da revolu-
to; ella ha excitado na capital una tremenda guerra
civil; ella ha posto em secna um dictador militar; e
alinal ella est presentemente envolvendo Iodo o go-
verno e todos o principacs estadistas da Franca em
o mais penoso cniharaco. v .
Mr. 'Pliicrs na commissio da asscmblea, nacional
tocou ltimamente ncsla difliculdade som comtudo
fazer mais que suggci ir a esperanza uVquo ella pos-
sa ser desatada som quebra do pnmeiro artigo da
nova revoluto. F.lle avenUirou-80 a deplorar a de-
claradlo dos direilos c doveres, a qual ello por sua jj^tjnra class exigente,
parto no loria collocado frente da consliUvvr;7o; |)U|. O estado nao podo
e poueos lioinens do inlelligencia Ipenr Franca,
quo a esto tespeito nfo sejam da suya opiniflo. Po-
liii, factum mlet; ella h.< proaeulua'jienle pouco sus-
tentada. A repblica lio obligada por estas declara-
ces a soccorrer os necossitados o a proporcionar
cuiprogo a quom o nlo tenlia. Mr. Thiers parece
recelar quo venhn a conhecer-se que ambas estas
promesas excedem os recursos da Franca. Fazondo
urna allusno significativa aos ltimos acontecmon-
tos, ello assim se exprime : Porm eu sou tambero
ileopiiiito que niio lio convenionlo promclter mais
do quo se podo cumprir. I'romctter o que he ini-
possJvel be engaar o povo e oxp-lo a decopcOes,
as quaescllc vingar depoiscomsuas espingardas.
A promessa de soccorrer os necessitados, Mr. Thiers
corros pblicos. Fila nBo lem urna lei Ido pobres.
Fila tem nicamente nsiUuis^e bfiejias do um
carcter mixto c precario apoio.
Acerca da outra declaraQiio da republie
reito do homem ao trabalho, Mr. Thier'
toda sua desconlianga o mesmo a sua rop
Quando una pessoa le o seu discurso, quasi quo so
esquece, e lio urna felicidade o esquecer sjicnle
os qualro mezes que separain urna grande nagao da
comparativa prosperidade, ordem o pde que go-
zava ilehaixo do governo do um ro constitucional.
Ha, pelos menos, tanto melhorainenlo na condico
da Franca, quo Mr. thiers ilsse "ullimaincnte com
impunidade o quo quinze dias antes loria lancado
todo Paris em plirenesi. Mas proclamar o direito do
homem ao Irahalho nao he conlrahir urna obrigaco
absoluta de proporcionar trabalho quelles que nao
estiverom oceupados om qualquer lempo c em qual-
quer occasiao ? So i!a promessa pode ser cumpri-
da eu mo nao opponho a ella ; mas quem dos que
aqui asido so aventurar a alTirmar a possihilidade
disso? Bu tenho muilo reflectido sobro o que hoje
se chama a organisaeflo do Irahalho, e tenho deplo-
rado a imprudencia com quo se liflo levantado ques-
Wcs que sao inteiramenle incapazes do solueno.
Mr. Thiers desafia depois os comniunistas para urna
plena discuss&o do assumplo, c se elle falla com ir-
nico respeito das solemnes charlataneras desses
Srs., nos devenios dizer que nunca o sarcasmo to-
mn um aspecto iem mais gracioso, nem mais com-
modo. Tinlia-se quasi chegado a pensar quo a Fran-
ca j so nao ria de qualquer absurdo, nem o reco-
,.U~~:^ .. V, I'.,, m .. l'L.lnna .1,.1-mUac Inr lilU'l
vclho mundo que sobrevive ein o novo, ^a opinlao de
muitos, nos loriamos melhor attendldo aos Interesses de
ambos os paites, deixando o Canad.-i ;t Franca ; pois nes-
te caso ella terla tido campo para sua cinpreza, e nossas
colonias nao se terlam rebellado. A tranca tem perdido
atoproprio espirito de colomsacao. A Inglaterra tel-
se duplicado einsuns vergonteas, qm'r leaes, quer inde-
pendentcs. Entretanto que nossas ordens baixas atra-
vessain o Allanlico. a rica e populosa pennsula da In-
dia ofterece J.nprego aos jovens de nossas classcse-
duendis. A Franca niio tem nenhama India. A ran-
ea tem pouco commcrcio e pouca manufactura des-
M til especie que proporciona o mais seguro em-
nreu'o para o maior numero de pessoas. Que recur-
so, pois, teem esses ambiciosos c inquietos trinta e seis
inill.ors contra o augmento animal de suas cidadea
villas ? Files teem um enorme exercilo permanente, el-
los teem urna capilal dada aoluxo e as arles de orna-
mento, e sobre ludo, elles teem um syslema agrario de
propriedade que subdivide continuamente o solo, c a-
iresenta um obstculo cfficaz ao nielhoramenlo da agrl-
1 .. ........i ...... .i.. .-iiMit-vi snhtr o sol.
LllllUId, C dLCUlliu.....!- v......
O ccncral Cavaignae annunciou a supprcssao ao an-
surdo monstro de I.uiz IHanc, a oficinal mcwnaei. Como
isto nao passava de um estratagema para fazer com que
a, provincias sustenlassem os Parisienses em especiosa
ociosidad.', e este estratagema era ruinosamente dis-
pendioso, i sua supprcssao nao deixava de concorrer pa-
'ra a volt da prosperidade. Oulras medidas hnosidoan-
nuuciadas para a lestauracao da confianca c do en pre-
go. O mais fcil plano para o ultimo onjecto lie uiiiem-
.- '.___........i,,.i.,r,. He evidente, cum-
He evidente, com
r em todas as sua
e nao poder ser soltada por me-
nrestiiiio aos meslrcs constructores
ludo, que a diniculdade permanecer ata_MIM
de Paris uo possq
Ih'o mo podora
empregados, lio |
cessidade ; c quu
acucara mais favoravelmcnto. tillo nao v -tteHa neiirt campo
penhum grande perigo, por isso que com estahe-
r fecimeulos de beneficencia bom dirigidos mais de-
senvolvidos emelhor dotados do quo os existentes
esla promessa poder at um cerlo ponto ser cum-
plida. Demais una sociedade honra-se compromet-
lendo-so ahsolutanii'iite a soccorrer a volhico, a
doouca e lodasas cnferinidades quo impossibilitam o
hornera do trabalhar. A Franca, lie importanto
mencionar istoem toda discussflu sobro as causas de
suas perturbaces, mo tem nenbum syslema de soc-
El a 'B~1;rH,i
MEMORIAS )E UM MEDICO, (*)
ron aiejranore y&mw.
TfiRCEMU PARTE.
hcia. Nos, disso Mr'. Thiers, devenios teruma
discussfto solemne, profunda e franca sobre este
objoclo na asscmblea nacional com todos os ebefes
do partido, rendando o devido respeito aoshomens
o s opiuiOcs ; pois convom saibamos se ha alguom
quo possua o segredo desupprimir volitado as mi-
serias do povo. Se alguem o possue, que o divulgue, t
se ninguem o possue, nao o promella, por eso que pro-
melt-lo em um tal caso lie upliinar o ramlnho para a
e/fusaO de sangue humano. As srenas horrorotas dos
dias pastados proqam min ha assersu.
A difliculdade do governo he a dilliculdade do ope-
rario. So urna V'so se Jcr em a 'l'1"1 a populacho
adiar trabalho, tambera o oslado
inistrar. So os lioinens nSo s3o
rquo do scu Irahalho no ha no-
do islo assim he, nao so poder
esperar quo o'goT'";'/.0- "itDerdico os recursos da
naQilo na manuKctura de arlg0-* Jo 1uc plnguom
tem precisHo. -' smento para atl-?der ao inteiesso
ou antea iRsurgonlo .la ca-
pital. O oslado nao podo emprehende-empregar o
povo, danJo-lho os se US ordenados do cosiio, e
oceupando-os em sous ollicios usuaes. O mais que
elle poder fazer, c o melhor quo Mr. Thiers podo
suggerir, he indagar se ha alpuma cousa de utili-
tiado gara I que posas ser-oseculada, cnaquai tam-
lieui lodosos homens possam ser oceupados. Mas,
quaesquor que sejam as dliculdades que possam ser
encontradas na applicacao desle principio cm Ingla-
terra, a Franca aprsenla obstculos peculiares c
insuporaveis. A falla que ella lem do um systcma
parochial o de arranjamentos locaes cffoctivos, a
sua agricultura rude o pobre, o oslado fragmenta-
rio de sua propriedade, ludo concorro para langar
sobre o estado trabalho deaempregado em grandes e
naoYOjHrfveis inassas, e ello nao possuo o iliuheiro,
terriveis propnreoes. c nao po.icn.ser .... ''"' ,
didaf conteu porisantcs. Toda nacao leu. seus distur-
bio" porm nunca a inlelligencia e corage.rikawmM
foram mais oceupadas do que con, a, queslao e co no se
poder sustentar e pacificar a mais de Min mil arttstoa
parisienses desempregados, a ma.or parto dolles co,. as
armas as maos.
PERNAIV3BUC0.
Cmara municipal do Kecife.
SESSX FVri'.AOUDINARIA KM H DE AGOSTO
DE 1818.
PRRSIDKNCU 11.0 SKNHOR "ECO ALBU0UEROUE.
Presentes os Sis. Dr. Aquino, Barata, Gaudino e/
mede, abrio-se a sessao, sendo lida eapprovada^a
da antecc.rente. y,m.
O secretarlo fez a Icitura dos seguinte olncios
F.xm. presidente da provincia :
Um, ordenando ein cuinprimento do disposto no un-
o^
do
Reinava cm toda a Irlanda grande exelwmento. Em o
sul dessa llha urna iniurreicao tlnha apparecido, e cora-
iiuanto os iosurgentcs houvessem sido destrocados em
nm encontr que tiverain coma polica, receiavase que
o inovimento se tornasse gcral.
Com o presuppusto de desarmar os rebeldes haviam si-
do enllocados debaixo da operacao do acto de PremnfSa
de erimei e ultraja os seguimos condados r baronas :
1 O condado Kerry.
2 O condado dacidade de Galway.
3 As baronas de Kanturk, Skibbereen, Skull, Casfle-
towu, llerchavcn, Rantry, Macroon, condado de Cork.
4 0 condado Carlow.
f) O condado Wcxford.
6 O condado da rainha.
7 O condado Wicklow.
8 O condado Kildare.
9 As baronas de Ballybay, Pallycarran, Collestowu,
Kilcoussy. Ccashill, Alta-Phlllpstown, naixa-PhUIps-
to\rn, Warrinstown, condado do re.
10 O condado Westmeath.
11 O coudado Loulh.
II As baronas do Casiiepolard, Clonkee, Tulj-
gorry, e Baixo-Loughtee, condado de t'.avan.
13" A harona do Farrey, condado de Monaghan.
1* As baronas do Alto-Fews e Alto-Orier, conda-
do de Armagh. '
15 A barona do Newry, condado de Down.
A Franca (icra em paz.
Em Portugal nada de extraordinario havia occor-
rdo. A c.^rlo acliava-se em Cintra. O rei, baven-
do montado om um cavallo indmito, dera urna
grande queda da qual ficra bem maltratado; fen-
ra-se na cabera, e perder muito sangue.
Allespanbaainda se aohava infestada polas guor-
rilbas carlistas, mas estas eram ar.lentemente perse-
guidas
No da 26 de julho leve lugar entraos Austracos
eosPiemontezes.nas alturas quedominam a planicie
do Viila-Franca e Verona, urna grande batatha. As
posicOes ioiaiii uiiidns e retomadas duas vezes por
cada urna das parles durante o din, e teriam ficado
ora poder do rei Carlos Alberto so o marechal Ra-
dotzsky nao tivesse enviado do Varona, pelas 5 horas
da tarde, um refrco do 20,000 boinons, o qual deci-
di do dia. Os l'iemontezes exhaustos de fadigs,
havendo combatido desde s 5 horas da manliHa, ce-
ilfiram e retiraram-se para Villa-Franca. Os Aus-
tracos passaram o Mencio e apoderaram-se das altu-
ras do Volta. Rivoli, Soramer-Compagna, Caslel-
nuovo, e Vallegio cahiram-lhes as mfios.
\o seguinto numero seremos mais extensos.
nem os igaos, nem o coiiheclmciito,
los outros requisitos para iao gtsan-
No dia seguinto soivam onze horas no reoslo grande
de Versalhcs, quando el-rei I.uiz XV, tablado do seu
aposento, atravestou a galera vlzinha da sua cmara, e
cfiamoii com una voz alia esecca:
- MonsicurdcLa Vrilliere!
El-r>i eslava pallido c parecia agitado ; quanto mais
cuidado elle Camaya em occultar semelhantc preoecupa-
fo.iiiais ella se lhe revelava no embaraco dos olhos c nal
tensao dos msculos ordianariaiuciite 'impassiveis do
sen rosto,
Um silencio gelado se estabeleceu iinincdiataiuci.lc
as filoiras dos corlejos, entre os quacs se nolavaiu u
duque de Bichelieu e o conde Joo Dnbarry, ambos se-
renos afiVclando indiflcrenca c ignorancia.
(*J Vide Diario n. 200.
ncm ncnlium
tosca ompreza.
A Franca he iniseravelnienle deficiente cm recursos
naciouaes. F.lla nao tem realiurnas colonias, lima pro-
vincia barbaresca militarincnte governada nao he urna
colonia. Una illia na ludia occidental cultivada por A-
frcanos nao tic tuna colonia frauecza. A Franja nao tem
nenlium lugar para o qual mande a sua superabundan-
te nopulacio. Klla leve oulr'ora o Canad, c a popula-
jilo franceza desse paiz he hoje a mais pura amostra do
O duque de La Vrilliere se approximou o tomn das
maos d'el-rei um aviso de prisao que S. Mageslade lhe
entregara. ,
O senhor duque de Choiseul esla cm Vcrsallics ?
pirguntouel-rci.
Senhor, desde hontem; elle vollou de Paris as duas
lloras depois do mcio-dia.
Est no seu palacio, ou aqui no paco ?
Est aqui no paco, senhor.
tem, disse el-rei, leve-lhc este aviso, duque.
Um longo estremecimento correu pelas rileiras dos
espectadores, os quacs se curvoram todos sussurran-
do, como oulras tamas espigas debaixo dosopro dofu-
racao.
El-rei, franzindo as sobrancellias como se quizesse jun-
tar o terror ao elVcilo de tal scena, tornou a entrar car-
rancudo no scu gabinete, seguido do capiuto das suas
guardas e do coniinandante da .avallara ligeira.
Todos os olhos seguram a Mr. de La Vrilliere, o qual,
tainbem inquieto pela diligencia que ia fazer, alravessa-
va lento o pateo do paco e se diriga ao aposento de .Mr.
de Choiseul.
Durante este tempo, todas as conversaces rebcnla-
vain, ameacadoras ou tmidas, em torno do velho mare-
chal, que Angla estar mais admirado do que os outros,
mas em cuja admracio ninguem aoredilava, por eausa
de um ceno sorriso aneciado.
Mr. de La Vrilliere voltou e foi inmediatamente cer-
cado.
f. ciiiao! lhe perguntavam todos.
Entilo I era urna ordem de desterro.
De desterro?
-i He verdade, e'bcm aulheiHica. ,' *
E V. Excellencia leu-a, senhor duque?
Scali.
_ Isso he cerlo?
Ora julguem-na l.
enciiiuo --4a j;,0 n(.t que nao lonham titulo confe-
ontubro de I...' v01fICailo as respectivas acade-
rido, appiovado, v imperio. Inteirada e aecu-
inlas cstabelecldas ''.'
sou-se a recepcffo. \ne(ioas para as elelcdes de jui-
Outro. determinando ^nieQUenola do aviso im-
zesdopaz evereadores, em cv ropia rcmetlia.
penal de .le julho passado, qucpoi ^ .
Inteirada, ciespondcu-se. .
Despacharain-sc as pcti\es de Anlonio Ignacio l .r..
ra, de henl > Jos da Costa, de Domingos Antonio dos
Sanios, de Hollina Riboiro dos Anjns, de Joao Antonio
Villa Sccca, de \lanocl deOlivoira Itatnos, de Hara da
Assumpco Passos.e levantou-se a sessao. Eu, Joto Jet
Ferretead* Aguiar, secretario, a subterevi. /lego Albu-
querqiie, presidente. Mmale. -- Barata. .1. 'le llar-
ro. Aquino.
" Alt ro~T P 8 B Ni a BU C 0-
HECIFE, I I DE SETEMBRO DE 18<8.
Rccoliinos dill'erontes jornaes inglezos, que alcancam
at A do prximo passa.lo.'agoslo.
Meu primo, os desgostos que me causara os vossos
servicos me forcara a dcslerrar-vos para (hantcloup,
para onde partiris dentro de 21 horas. Mandar-vos-hia
para mais longe se nao fra a eslima particular que con-
sagro a madama de Choiseul, cuja saudo multo me inle-
ressa. Espero que o vosso procedimenlo me nao faca
tomar outro partido.
..o e
Correspondencia.
e La Vrilliere pronunclou as palavras se- irada da galera,
BU.nle.Tte ene ,'ni.a A. esa S8 S-H. im- reno a todo, os .en. MtaM > *
'lacavequc constitue os corteios: I declarar tae, em caso de desgraca.
l'm longo murmurio corren pelo grupo que cercava
ao duque de La Vrilliere.
que lhe rrspondeu elle, senhor Saint-Florenlini
perguntou Uicliolicu.affeclando nao dar ao duque ncm
o seu novo titulo nem o seu novo nome.
Rcspondou-me:
Senhor duque, cstou ceno de lodo o prazer que sen-
t em Irazer-nic esta carta.
Isso he duro, meu potbrc duque, disse Joao.
Que quer, senhor conde, niio se recebe semrlhanle
telha na cabeca sem gritar um pouco.
E o que val elle fazer, o senhor sabe-o? perguntou
Rlchelleu.
__ Segundo toda a probabilidadc, vai obedecer.
11 um! disse o marechal rcfrangeiido o nariz.
__ Abl vem o duque, cxclamou Joao, que estava de
sentinella junto a urna varanda.
__ Vem par'aqui?! cxclamou o duque de La Vrilliere.
Nao lli'ii..i.i .-ti, senhor Saiut-Florcnlin?
E atravessa o pateo, contiuuou Joao.
Szinho ?
Absolutamente si), com a sua pasta debaixo do
braco.
Ah meu Dos.' murmurou Richelieu, dar-se-ha
-caso qu ascena daJiniUcin.su repita boje.7. ....... .
Nao me falle nisso, que J cstou com suores frios,
respondeu Joao.
E ainda nao tlnha acabado quando o duque de Choi-
seul, com a cabefa alta, o olhar firme, appareccu en-
ftilminando, com un olhar claro e se-
que se iaui
>. O ll. HOMEM-OU-PATA.
Vintlo'de bem longo para osla cidado a consultar
,'iinsprofessoros para vi'rso poda ainda irataman-
candoasade.j bastantemente arruinada por terri-
veis ochronicos padecimentos, aconsclhou-me um a-
migo que, consultasse ao Dr. Romem-ou-pata. Oh !
esclamei cu tomado do sorpreza : temos aqui um tal
monstro com honras de seres? Km quo academia
pdeler sido formado somclhanlediabo? NSosoas-
suste, di/.-me o amigo sem alterar-so : nSoboutn
stro; he um homem como outro qualquer, e
min. v ,m|.ir iom scu goitozinho do pata, cha-
somenle ik u. /ai porque depois de ter estuda-
ma- so ''"^fn-^rendeu urna nova maneira do cu-
do a medicina a^,aivos do inag3
rar, quo tem seu .|e (,( ',-- a qual precedo
um profundo estado .- ...nina natural, om cujos
archanos penetrando elle o seus correligionarios,
loruam-so sccpttcos cm muitissimos pontos das
soiencias, o levam o seu scepticismo ao grao dedu-
vidarcni se s.lo AGmensou patas.
Fiquci um pouco dosconfiado do tal Aomioi-oM-pa-
la; o eslava irresoluto pin chama-lo, quando me per-
guntou o amigo Vine, j leu osartigos da propa-
ganda, escriptos pelo tal doutor! Nflo, respondi-lho
eu; porm diga-me o objoclo dolles, o licarei livro
do os lr. Km um do seus artigos, conlinuou o meu
teer.ft a.A'.-^sioy* .mKK\jF.n^^MLummmmmmemanaum
Ninguem esperava por semelhante porte depois da
que se acabava de passar; portanto ninguem le lhe
oppoi.
Ests corlo de ter lido bem, duque? perguntou
Joao.
Essa he boa!
Eelle volta depois de ter recebido urna carta como
a que nos disseste ?
Palavra de honra! que nao coinprehendo nada
dislo.
. Mas el-rei vai manda-lo metter na Baslilha.
__ Isso ser un escndalo espantoso!
Quasi que nao terei pena delle.
Ah! ci-lo que entra no aposento d'el-rei. He cousa
incrivel.
Com etlcilo o duque, sem fazer caso da especie de re-
sistencia que Ihcfazia o porteiro, todo estupefacto, pe-
netrou at ao gabinete d'el-rei, o qual ao v-lo alfou
una exclamaco de sorpreza.
O duque sustentava na mo o aviso regio, e o inostrou
a el-rei com o rosto quasi risonhn.
Senhor, disse elle, conforme com o que V. Mages-
tade se dignon adverlir-me hontem, recebi ainda agora
una nova carta.
Sim, senhor, replicou el-rel.
E como V. Mageslade teve a bondade de me dizer
hontem que nunca tornasse como seria carta algumaqur
nao fosse ratificada pela palavra expressa d'el-rei, ve-
nlio pedir a cxplica;o.
Ella ser curta, senhor duque, respondeu el-rei.
Hoje a carta he valiosa.
Valiosa! disse o duque, urna carta tao offensira
4>aWJiU) sorbido/Jao dutotadoJ* .. --
Um servidor devotada, senhor duque, ry3 fu re-
presentar a seu soberano um papel ridiculo^
Senhor, disse o ministro com orgulhof ou julgava
ter n isculo jiiiit.iao tlirono para cotnprehender a mages-
lade delle. jT
Senhor dn.i, reipar.dcu si-sf. com ?S miti
I eu nao quero consiiuii-lo. Hontem noite no gabinete
i
MUTILADO
j


EB"

I

V
amigo, dirigio-seo komtm-ou-palm aos vigario, em
oulro sos padres, ecm outro i o trades pedindo-
jies quo dessemalteslsdossos pobre para elledar-
l'M os remedios de grata; e cousta-me que em um
outro |in> n.lo h, elle se dirigir* aoa sacristUes para
quetambem prestassom seus adestados, como pes-
MM (lo fe, que sao. Sala! digo eu no ineu amigo ;
pois V. nilo descobre uto umi cruzada para arraza-
rem a cidade e provincia ? Nilo v quo o hom'in-ou-
pata eat dispondo os enlerros e preparando de
anlemflo os sacrisliTos para repelieren os cadveres ?
Nao pode ser, respondeu-mnoamigo; porque o dou-
lor he muito religioso, e acredila em todos os nivste-
nos do christianismo : ainda outro .lia disse ellem
un artigo, que em urna gotta d'agoa rryslalina o
pura que elle minstrava aos seus doenles,* a a vida
assim como em urna pequea partcula da hostia
consagrada vai a redempcffo. Mor, exclamo eu !
Meu amigo V. acha o homem-ou-pata religioso e
christ/lo; e eu s o considero irreligioso o blasphe-
mo : seem urna partcula da hostia consagrada fs-
e a redempeilo, todos os moribundos queso saer.i-
mentassem ficariam remidon livres porconseguin-
te do tremendo juizo de Dos, o quo he contrario a
todos os principios da rt'ligiilo; assim, indo a vida na
sua gotta d'agoa, como a redempeilo vai na hostia
consagrada, nenhuma certeza podemos ter da ellica-
cia ilos seus remedios. Ora, em todas as assergos
lodoutor V. acha crime, roplica-mo o amigo ; pois
bom.devo fazer-lhe urna revelaco: o doutor, vend-
se aperlado com crticas semclhanlosssuas, decla-
rou em confidencia a um amigo, (assini como eu
tamhem Ihe digo aqui entro nos) quo ello 1)00 sabia
oserever para o publico, equoessiis passagens que
ello mandava imprimir eram dicladas [para nilo di/er
furtadas] de urna especio de cartilha que he urna
nnalysu feila por um seu correligionario Martina ao
cnncclho ilesulubridade da lahia ; que o (al Martina
dequem elle era urna cousa assini por modo de es-
poleta, ronhecendo que elle nilo sabia escrover, nem
tinha livraria, deu-lhe a cartlha, ordcnando-lhc que
dellaseiiloafaslasse; porlanlo, elle nilo ora respon-
aavel pelos despropsitos que porventura apnarecos-
em.
moscar-no, compoata tola do r.,pirigaa donzrlla
o bonitinlias dobaixo do sua directo? Se ello fdsac
decid lamento pata, ainda, ainda; mas, na duvida
ile ser hontem, passa fra.
Itcdaclores
Al oulra vez, Senderes
O Malulo.
iOimCIQ.
tFANDEGA.
UENIiniKVro DO DUII..........fcOlljm
esearregum boje, 12 de selemhro.
Galera Serafina forro,
lirigue So i ulule pipas p barril as vasias.
ni-ii \ ovo-Vencedor pedia.
I'.ii II li ii / iherdadl idrm.
.\11p7ar da
Miiiia confianza que iiiefcuii me-
recendo o tal homem ou-pala vista do taes rcvela-
efles, ced s instancias do meu crdulo amigo, e o
uiandei chamar para me ver. Veto com efleito o dou-
lor, e depois do mo ler observado per tmnma capiln
[salva a redacc.to] disse-me lacliesis n. r.00 : enteil-
dendo ou que era algum escriptor quo tralava de
minha molestia na pagina que tinhn esse numero,
perguntei-lho se esse doutor que elle citava era al-
gum medico insigne; respondeu-me o homem-ou-pa-
ta com um ar de enfadado lachis he o veneno de
urna raca de cobras, cuja mili morden cin una das
bolas de Julio Gozar ao passar o Hubicon, o elle sen-
tio c De los extraordinarios; quasi morre; porm (i-
cou muito melhor da sua epilepsia, a que o vulgo
Chama gola coral. Urna guita desse veneno dissol-
vida em urna pipa d'agoa, una golla dessa agoa dis-
solvida em oulra pipa d'agoa, e assim successiva-
menle al chocar ao numero do COO pipas, he a dis-
soIuqSo que Ihe pretendo mandar; e oSr. tomar
urna gotia desse liquido dissolvida em urna colher
d'agoa fri, [sendo moma pertle a virtude] pela ma-
iilula e nutra a tarde. Ilctiiou-.se o doutor, o cuviou-
me o vidrinho, pelo que exigi 20* rs.; 1# rs. da vi-
sita, elo/rs. do remedio.
Silo obstante o medo que me fez a cobra, lomei o
tal lach$tis,c fiquei na mesma, tranquam non esstl. [Va
la esse lalinorio.J Depois de havrr lomado ludo o
vidrinho.foi que conlioci que linha estado em calcas
pardas que silo as peiores; | ois, tiimando-se-ine
que era principio dos homens-ou-palas, quoqualquer
substancia medicinal tanto mala lrea adquire
quanio maja pequea he a dse a que be re.luzida,
tal lachesis, depois de ter passado por lanas dssolu-
coes, devia ser como tiro-no meio da testa; mas conlio que o doulor impiigio-me galo por lebre,
porque nada senli.
Reflectindo, porm, sobro os 10#rs. da olhadura
do doulor, e 10/rs. do vidrinho, o que me parecen
carissimo, espantou-iiic saber quo u doulor dava de
CONSULADO GERAL.
RENDIWF.NTO DO DA 11.
Geral...................1:522/210
Diversas provincias............. /
1:522^210
CONSULADO PROVINCIAL.
RENDIUF.VTO DO DA II..........780/388
romparrcerfna sala da directora do mesmo arsenal,
c.un sua proposta e amostra no di 14 do corrente
mea.
Arsenal de guerra,11 de setembro de I18.
O Escriturario.
Francisco Sirafico de Asiis Carvalho
CMARA MUNICIPAL
IIojp, 12 do corrente, lera lugar a segunda pracn
para arremataclln do objectos que fa^em parte do
pslrmonio da Cmara municipal desla cidade, ja
anniinciades em editnl da mesma visto nilo o po-
der ler sido nos das designados no mesmo edilal,
devendo ser a terceira e ultima pracn amanha.
O Secretario.
J. J. F. de Aguiar.
Parante0 cnncelhode ndminstrnclo naval lem de
se arrematar as 12 horas do dia 14 do correnlo ,
unin porcffo de bolacha propria para nlimeuto do
animaos c oulra de plvora arruinada, pelo que silo
convidados todos aquellos que quizerem laucar so-
bro os mencionados objectos apomparecerem no in-
dicado dia e horas no almoxarifa terpssados inlenderem-se com o Sr, inspector do ar-
senal nosdias 11, 12 e 1.1 do corrente, para verem
ditos objectos.
Sala dassesscs do concilio da admnistracilo na-
val 9 de ac'.ncrrnro iMcarao LLIterara.
Movimiento do Porto
Navios entrados no dia 11.
Falmoulli, llha-da-Madelra p Canarias ; 3 dias, paque-
te ingles Express, cninmandantc Lory. Segu para o
Rlo-de-Janeiro p Babia,
r.93nda ; 18dlaa,escuna hainburgueza Argo, dr OG io-
neladas, capillo 0. F. Broae, pquipagem'8, em lajtro ;
a Francisco Scverlano Rabelio.
Navios sahiilas no meimo dia.
Alagas r Rio-dp-Jaiipiro ; brieup-pseuna brasilpiro Ca-
napo, coinmandante o primelro-tenente Jos de Mello
Christa d'Ouro.
Canal por Macei ; barca Ingle l/creford, capitCo Ale-
xandpr Reeburn, carga assucar e laslio.
KDIT.AL.
g^raca esses meamos vidrinhos aos pobres; oonlflo
liz commigo eslejuizo: ou o remedio que d o hc-
mem-ou-pala, atlendendo-se a substancia queempre-
ga, eao trabalho le prepara-lo, val osio/rs., ou nao
val: se val, elle Dfio pode da-lo aos pobres, que pro-
curando-o, supponhamos em numero de 10 por ",..,
Ihe causariam o prejuizo do 100/OOU rs. flrios,"
euUto he de crer que elle arrutiie-lhari hl.ALl
una porcilo d'agoa suja
curso
'"Ib no baudulhu
a ou mesni/|lm|l .-
puut-ia obstar~l-cu^ dtt '"olesf; qUe padeccm, e
que os levar sepuTo souu^e medicaron), o quo
he barbandado inaudita ; ese nao val os lo,? rs., be
um ruubo exigir dos que teem mais aigumas patacas
ese avultado preco por urna cousa quo pouco ou na-
da val: porlanlo, o homem-ou-patu, ou rouba a vida
dos pobres illudindo-os som cuia-los, ou rouba o
dinheiro dos ricos: elle que esculla.
K o quo se devo pensar da tal congregarlo das ir-
niaas da caridade de San-Vicente-de-Paula, com que,
segundo me dizem, o homem-ou-pala pretendo ini-
ter
m
do teu palacio, aqui em Veraalhes, o seuboi recebcu um
Corren) de madama de Grammont.
He verdade, (enhor.
Elle Ihe entregou urna carta.
Eserprohibio, senbor, a um iriuSo c a urna Ir-
mas ocorrespunderein.se?
Ouca, sp quizer, eu sei o cometido dessa carta.
Oh! senbor.....
Ei-lo aqui ....; tomei o trabalho de o ranscrever
"i a iiiinlia ino.
F. el-i-i entregou ao duque urna copia exacta da carta
que Pile linha reeebido.
Senhor!
Nao negu, senbor duque, o spnlior cncerrou casa
caita em um cofre de ferio collocado no espaco que ha
entren paiede eo aeu Icito.
O duque tornou-ae paludo como um espectro.
Anda sto nao he indo, continuou deaapiedada-
uiente el-rei. o senhor respondeu a madama de (iram-
mont; lambem sei ,|a mesma maneira o couteudo dessa
carta ; e ejla rala ahi na sua carleira e nao espera para
partir senao um post-scriplum, que o duque deve aerea-
ceniaraodrar-iiie..... Be.n v que caln instruido, na'o
l\" Asm 111 r
O duque enchugou a fronte moldada de um suor ce-
lado. Incliuou-se .em responder umapalavra, e sabio
do Babincle vac, lando, como se livesse sido acomme,
do de apoplexia faludoaule.
elledeVoVlaV' r'CSCOqUe l"csol"ou "'''. caliira
fl^rf^T era"l"1,''"e"> euma rooUdc forte.
Clirgado a galena, recobrou a sua frca, e airavessamlo
con. afronte alUva, a aia ds eosmaloa tornou a"iitrW
no seu ap^to para fechar e queimar diverso, pa
'tsfS^SAdeixava eiie pa5- in-iif-
.iurW^" ^^Sb^e.' ra, que i,.ee-
Dom Joo' da Purificacao' Marques Perdigan' conego
reganle de S. Agostiuho por graea de Deis e da S.
S posloliea bispo de Ptrnambuco, rfo conreino de
S. M I eC., etc.
Por especia! mandado de S. M. i. uommunicado
pelo imperial aviso de H de maio de 182 expedi-
do pela secretaria do estado dos negocios da jusliea :
pomos em concurso, pelo prsenle editnl, as seguid-
les (rejas vagas deslo bispado : a do N. S. da l'enlia
do Itiiril, a deS. Joilo Baptista de l'orlo-Alegrc a
deS. Rita do Rio-Preto a de K. S. do llozario da
\ arzea a de N. S da Conceicdo do luga, a deS. I-s
de Carnbanha a de S. Jos da Ingazeira a do S.
Kelix do Bohiue, a de N. S. da Madre do Dos do
l'uxni e a de S. Amia de Upanoma.
Todo o reverendo sacerdote ou elenco .que quei-
ra fazo, 'posifflos igrejas cima referidas apre-
sente-se cr>,nseus papis promplos e corrente na
rorina do estilo para seren admillidos fa/endo tor-
mo do opposicffio dentro do prazn de 60 das, fiMdos
OS quaes se far o concurso em o qual responde-
rao os reverendos oppositores nove casos de moral e
cnnseiPncia o la.ao urna exposic.au ou homila do
evangclbo que assignarmos : para
\\. o Imperador os que se julgarem
forma dos sagrados Canone.se Coi.iQ
Dado em Oliiida, sli o sello da
nossosignal.aosll de setembro ,|e 1848. E Cll0(ia.
dro Joaquim de ^ss.i^pcno escrivflo da cmara
episcopal o ArScTovi.
Joao', Rispo Diocesano.
Assumpcao'.
Edilal pelo qual mandas. Exe. Ilevm. pOra con-
curso as igrejas vagas deste bispado na conformi-
dade das impelasordens, como no mesmo se de-
clara.
Para V. Kxc. Rcvm
As noefles elementares de geologa, chimica, pliy-
sca, ^botnica o phsiologia vegetal applicadas a a-
gricultur.i, Jcaduzidas do francez e annunciadas na
Unido n. 11, aPliam-se expostas venda as lojasdc
livros dos Srs. Cardozo Ayres, no nei(^j <%ulinho,
na na do Collegio^^rc^ojb;-4-,5oo rs.
armas imperiaes, recortadas em papel por Tellei,
tamliem trnes-se o galante 8. Jo.lo-Meninn, ohrs
muito rica : na ra da Cadcla do Hecife, arniazem
n.* o,
Aluga-so ou veiide-se urna canoa aborta, pro^f'
pria para conduzir (jlos, e arela,ou oulro qtia|quer
n< gocio : em Fra-de-Portaa, n, 90.
Arrcnda-sc um sitio com duas excedentes casas
nos A Togados, por 100,000 ris.: no paleo da l1
n. 23.
Precisa se do um amasssdor forro ou escravo
na padarla de urna s porta, na prnca da Santa-Cruz
Precisa-sede umfeilor hbil e ntelligente qu*
sirva pora oservico de um cngenlio : a fallar n nu
da Cadeia do Recife, casa n. 14.
rUNDICAO
r
DM vnon/1.
Avisos martimos.
Para o Rio-dc-Janero segu viagem, com mili-
ta brevidade a escuna nacional Curiosa por ter
parle de sua carga engajada : para o restante es-
cravos e passageiros trata-so com l.uz Jos de S
Araujo, na ra da Cruz, n. 26, ou com o capitilo,
Domingos Antonio de A/cvedo, a bordo.
Para o Rio-dc-Janeiro pretende seguir com
brevidade o briguo Mercantil, por ter parlo de seu
carregamenlo prompto : queni no mesmo quizer car-
regar, embarcarescravos, ou ir de passagem para
o que lem excedentes commodos dirija-so aos con-
signatarios, Amorim Irmilos.
No dia 17 do correle mez sahe para l.riba o bri-
gue porlugez Maria-Jose de he capitSo Mannel Joa-
qun) dos Santos : para o resto da carga ou passa-
geiros Irata-se com o mesmo capitilo ou cornos
seus consignatarios, Francisco Severianuo Rabcllo
& Filho.
-- Para i.isba, impretervelmonte no dia 28 de se*
tembro, portera maior parte da carga prompla, o
brigue porluguoz Novo \cncedor : para o rosto da
carga e passageiros, para que ofjViece exceilentes
commodus. Irata-se com o consignatario Thomaz
d'Aqiiiiio l'onseca, na ruado Vigario, n. 19, ou com
o capitilo, Antonio Jos dos Sanios Lappa, na praca
da Conimercio.
Para a Balda segu viagem o hlate S -Benedicto ,
por ter melado da carga prompla: pitra o resto e pas-
sageiros trata-so com o dono e inestro Joaquim
Jos duSilveira, na ra do Amoro, n. 19, primeiro
andar. 7
Bt*.i. .i texui r_jr2ou3CT,2c^-sH*iTsssau.-sj3'n:a
Avisos diversos.
C.StarrcVC.r^ngrnhciroa, com fundieo de fprm .
bronze. e ferrarla^ ludo pm ponto grande, movido or
duas machinas de vapor, montadas as casas novas7
ra da Aurora em Santo-Amaro avlsam aos seus -e
guezes, e ao publico em geral, que teem acabado dea",
prointar para vender varias machinas de vapor de bai
xa c de alta prc.sarf, e de diversos tamanhos : estas ma"
chinas sao prvidas de bombas para aupnrlr a caldelr
com agoa ja quenle, e com vlvulas com os seus arrnn
jos mullo simples para regular a quantldade da mesaa
agoa ; mas os annunciamea, ionge de Inculcarein estas
invcnr.ocs como suas, advertem que a priineira foi adon
tada pelo celebre Savary em 1698, e a segunda Invena
da por Rnndlev j mais que crin anuos passados l
ambas introduzcas ncsia proviucia em 1835 pelos an.
nunciantcs na machina de vapor do engenho Garana
(o primeiro fabricado ueste imperioj o qual ainda esiiV,
p.n pftppiiva oppracao, e deaile ntS- ic ,., ,.lltt,:d" '
peno de urna duzia das inesmas machiuaa,' fcilasnp's'.0
propormos a S.
'mais dignos na
Trld.
eliancellaria e
assignar.
IjVeclaracdes.
0 paquete inglez Express recebe as malas para a
hahiao Itio-do-Janeiro, amanha ri3j, s 8 horas
do dia.
- arsensl de guerra compra 10 toneladas de car-
Viiode pedia: quein dito genero quizer fbrnecer
amiiiunn ammmmmSmswsliwmmiisevJm
Os parlamentos, sustentados de frito pela tolerancia
do ministro, proclainaram que o estado acabava de per-
der a sua mais (Irme columna ; a nobrrza olhava-o como
a um dos seus; o cirro se tinta sentido sustentado por
pste homem, cuja dlgnldade pessoal, exagerada multas
vezesateaoorgulho, dava um ar de sacerdocio as suas
lunccoes ininisle i.irs.
O partido enryclopcdisla ou philoaophlco, U
terroso e principalmente mu forte, porque elle recru-
lava, pulre as pessoas doulas, instruidas e altercadoras,
nlcou grandes gritos ao ver o govrrno sahir das uiaos
do ministro que incensava Voliaire, dava pensdps aos
autores da Encycloppdla, conservava, dcsenvolvendo
n um sentido de ulilidade, as liadiccoes de madama de
Pompadour. Mecenas fcmlnino da gente do Mercurio p
da philosophia.
Opovo linha muito mais rasao do que todos os des-
contentes. Elle lambem se queixava, c sem profundar
a verdade, sempre tncava nella r com ella nz chana
viva. H
Mr. de Choiscul, sb oponte de vista geral, era um
man ministro r um m.io cidadao ; mas. relativamente
era um protolypo de virtude, de moral e de patriotismo''
Quando o povo, inorrendo de fome nos campos ouvia
rallar das prodigalidades de S. Mageslade, dos caprichos
arruinadores de madama Duharry, qtiando se Ihe rnvia-
rain directamente avisos como os do Homem dosquaren-
tn escudos, ou consclhos como o Contrato social, ou quan-
do se Ihe inandavain revelaces s escondidas como as
Noticias atcirava-se ento o povo de tornar a cabir as iiihos im-
puras da favorita, menosrespcitavel do que a mullter de um
carvoeiro, como dissera Bauveau, as maos dos favoritos
da favorita, r fatigado de tantos soll'rimentos, admira-
va-se de ver o futuro mais negro do que o tinha sido o
passado.
Nao era porque
se s\ iini-iiiii i
PrctendeniJo o proprietario desta lypographin
.presentar u auno futuro um almanak o mais
completo que Ihe for possivcl roga ao sis sangra-
dores dentistas, pariciras, abridores, retratistas c
escultores ;queirain mandar seus nomos e inora-
dlas livraria da praca da Independencia ns, 6 c 8,
para nello ser contemplado que assim scrilo mais
fcilmente procurados, quando se precisar de suas
artes.
~Tiram-sc cffcctivainonle passaporlos.para dentro
o fra da imperio, por preqo enmmodo o com pres-
teza : na ra das Ti incheiras, sobrado do um andar,
n. 16.
Alugam-se duas ou tres moiadas de casas tor-
reas na ra do Hospicio, defronlc do Sr. Arsonio,
com commodoa sufllcientes, cozinha fra, quintal
murado e cacimba: a Tallar, na na do Encanta-
mento, no Recifo, armazom de moldados, n. II.
Veiidc-se
urna commoda de Jacaranda nova; um methodo
para violio, 6." edicno porCarulli ; a Santa Biblia,
impressa em Londres pelo pudre Antonio Percira de
ligucuedo, 1 vol.; o Novo o Velhe Testamento pelo
mesmo autor, 23 vols. ; Orlbographia dcMailtirci-
ra; Manual Encyclopedico, 3." edicilo por Achilles
Monicverde; umquadro, exposicilo do sanctuario do
Bom Jess do Monte na cidade de Braga ; um dito,
lcs ociosas, de precedencias ou de inleressc egostico;
porque, mal esclarecidos pelo falso rellexo daomnipo-
lencla real, rssrs parlamentos tinham imaginado ser al-
guma cousa como urna aristocracia entre a nobreza eo
povo.
Elle nao gostava da nobrrza por instinto e por lem-
'""'"V Tema a rspada tanto quanto odiava a igrpja
Nada o podia conimover na queda de Mr. de Choisrul, mas
Pile ouvia as queixas da nobleza, do clero, do parlamen-
to, c esse rumor, junio aos seus murmurios, fazia um
cstroudo que o embriagava.
A aberracao desle eniinienlo converteu-sc em sauda-
de en una quasi popnlaridadc que o nome de Mr. de
t-lmiseul adquiri cuto.
se por
do que
fabrica, contendo os incsmos apparelhos.e com .um
aprovcitamento dos compradores ; porlanlo imploeir
isto agora como cousa nova, era impostura. Os anunJ
ciantcs lerm sim a satisfaco de informar ao respeitave
publico, que bao conseguido um mclhoramento de n.io"
pequea importancia, e verdadciraiiiente novo ne.te
paiz, que he por meio de urna modlBcaco da caldrira
e um simples arranjo de canos e rrgislos, aprovriiar
o logo superfluo do asseutainento para faier mover a
machina de vapor sem mais gasto de combuativel de-
pois do engenho terganhosua marcha : esta muito til
lemliraiii;.-! lem sidoexpprimentida com bons resulta-
dos em os engpnhos Trapiche e Jardlm. Esta fabrica es-
t spuipip sonida de
Moendas de tambores abertos para buchas de m.i-
deira, grandes e pequeas com seus pertences.
Ditas com aguilboes acunhados chamadas nielas
moendas, de todos os tamanhos e'coin rodetes de ferro
ou sem elles, para agoa ou animis.
Dilas inteiras, todas de ierro, endependente, com a-
marras diagonaes de gancho, I n vene Jo dos anuuncia-
tes, e muito approvadas pela sua fortido e facilidade
d'armar c desarmar.
Alambiques de ferro, cousa nova e muilo approvada.
Molnhos e prensas de mandioca e fornos dcfarinha.
Carros de nio e arados de Ierro.
Grande sol lmenlo de hron?es, aguilhes, ch umacei-
ras, parafusos e mais pprlencej de engenho.
Itodag c rodetes (levarlos tamanhos.
Moceas e crivos de fornalha.
Ruchas para carrosas, serra d'aco para serrarlas.
Molinetes, bronzrs c roldanas para navios.
Os annuncianlcs, pelos longos annos de pralica nes-
te paiz, pela grande capacidade e conmiodos de seu
novo estabeleciinento, r prlo crescido numero e muita
experiencia e pericia dos seus operarios e einprrgados,
ollerecem aos fipguezes vantagens nao possuidas por
nenhuma oulra fabrica nesle imperio, e esto, portano, '.'
verdadeirnlnr ic habilitados a rmprrhendrr e e-xecu-
larcom a maior prompiido c pericieno quaUfuer obra
de engenharla ou machlnlsmo. _/
Precisa-so de um rapa/ que tehha pralica de
pharmncia, ou sem ella ; na botica do Atterro-da-
lloa-Vsta, n. 76.
Precisa-sede um caixeiro de 12a 16 anuos : na
praQa da Boa-Vista, n. 7, deposito de assucar.
Precisa-sc de un caixeiro le 12 a H anuos de
idade : na ra da Praia do Santa-Rita, n. 43.
Precisa-so de um forneiro: na ra llireta, po-
dara n. 82.
-- O bacbarel Manoel Firmino de Mello advoga no
civil e crime nos auditorios desta cidade : quem do
sou preslimo se quizer utilisar o poder procurar em
casa de sua rcideneja desdo as oilo horas da ma-
nhila at as duas da larde
Na ra da Cadeia do Recife, n. 39, casa de Amo-"*}
rm Irmilos, dosrja-se fallar ao Sr. Francisco Jos
Comes a negocio de sou interesso.
Precisa-so do urna una para casa do pouca fa-
inilin quccntenila de coziuliar e fa/.er o mais ser-
vico do casa: amado Pilar, oin Fra-dc-Portas,
n. 72, segundo andar.
Aluga-seo primeiro andar da casa dn ra da
Senzalla-Nova n. 42 : a tratar no armazom da mes-
ma casa.

rxusaaaanmim-Traitaa
Todo Paria (esta palavra pode aqu justificar-
urna provaj acompanhoii al s portas o desterra
parlia para Chanicloup.
Opovo fazia alas passagem das carruagens; os par-
lamentares c 01 cortezos que nao linhan podido ser ic-
cebiJos pelo duque atravessavan as suas cairuaecns
dame das alas do povo para o aaudarcui ao passar c re-
ceberem osen adeos.
O mais forte b.inilho foi na barreira do Inferno, lie a estrada de Turena. Houve ahi urna tal affluencia
de gente a pe, de cavalleiros e de carruagens, que a cir-
culacao de scinelhaote estrada foi interrompida duran-
te aigumas horas.
Quando o duque conseguio tiauspra baircira, achou-
se escoltado por mais de cen carruagens que coiunu-
nham una como aureola sua.
As acclainacdrs e os suspiros o seguan aluda; mas o
duque leve sumcieulc espirito e consclcncia da sua i-
lucao para comprehender que lodo esse rumor, era
menos pela saudade que tinham da sua pessoa. do que
apprchenso pelos desconhecldos que haviam de surgir
as suas ruinas.
Una sege de posta chegava a galope estrada cheia
Urna cabrea se Inellnou para fra dessa sege, assim
como Mr de Coiseul se inellnou taiubem para fra da
sua carrii.igrm.
Mr. de Aiguillon saudou profundaiiienlt o ministro
decabido, coja berauca elle vinha solicitar, Mr. de Choi-
scul se lornou a laucar para dentro da carruagein : um
s segundo acabava de envenenar os loiiros da sua der-
rota.
Mas no mcsnio momento, srm duvida como comprn-
aa(o, una carruagein com as armas de Franja, que
passava tirada a oito cavados, sobre a reuuio da es-
trada dr Sevres a Saint-Claud, eque, quY por acaso,
qur por elFeito do entravancaniento, nao atravessiva a
grande estrada, rssa carruagein real cruzou-se lambem
com a carruagein de Mr. de Choiscul.
A delpbina eslava no assento do fundo com a sua Ja-
ma de honor, madama de Noaillcs.
No asscnlo de (liante eslava inadeiuoisella Andrea
de Tavcrnejr.
Mr. de Clioiseiil, vcruielho de prazer 0 de gloria, in-
clinou-se para fra da portinhola saudando profunda-
mente a delphina.
Adeos, minha senliora, disse elle com voz enlrs-
cortada.
Al vista, Mr.deChoiseul, responden a delpliina
cem um soniso imperial e o dcsdciv magestoso de toda
a etiqueta.
Viva o senhor duque de Cl.oiseul! bradoii una vos
cnthusiasla depois destas palavras da delphina.
Midemoisrlla Andrczj se vollou vivamente ao som .
dessa voi.
Arreda! arreda! gritaram os rscudeiros da prin-
cesa. Toreando a Gilberto paludo e vido de vr, a se en-
coslar ao longo dos fossos da estrada.
rque o povo, que linha antipathlas. Uves-
ttjB3Si ^^tectore, V,Vu?:| Ts U brancoV ^.eira"dTSS^ KrlfS I
rae., o linhainaen.pre abandonado p9riamor de que.- I precipitado na parelba de Mr. de Choi.eul. |
E
mo
-cilio csiorco do poslilho, (de Ohoiseul!
ra com cllello o nosso hroe que, em um cnlliuslas
philosiinliico. tloba "?!tade: Viva s senber duqu
(Continuarse-ha.)
\
k
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO i


1
Lotera do thcatro publico
fiesta cid a de.
Tciiilo do grande a concurrencia Ja
vend. dos bilhclcs desta lotera, o ihesou-
rejro marca o (lia a3 do con ente mez
,,, u imprelerivcl andamento das rodas,
nwunl ter lugar no consistorio da igreja
da Conccicfio Jos militares
.. Ka rus larga Jo Bosario,padaria u. 48, d-so pilo
dc'vcndagcn) com mcllior ulerease que cm oulra
MUilquer parle.
..Furlaram, no da 7, do urna casn da ra do Pilar,
145 primeiroandar, mu relogio francez desabo-
n du prata, una camisa com a marca J. C. B.,tim
chapeo o 500 rs. cm cohre : por isso roga-se u qual-
aacl nessoa que souberd. parle na mesma casa, que
ser generosanienlo recompensada.
Aluga-seo liom conliecido sitio na estrada do
t'ajdeiro, de Nuno Mnria do Seixas, s proprio para
c3fum negociante eslmngeiro ou^ulra pessoa que
tcnha trataincnlo : lia ra do_A,fli6rlm, n. 15.
--Precisa-se dojan pequeo de 13 a 1* annos ,
nuetcnlia pratica Se venda co fiador sua conduc
la ;quemestiveriiestas circurttjtancias, dirija-sc a
ra Nova, venda
OS. I. Barbn deSouza declare a aua morada
para aer procurado por urna peaaoa, que no da 6 ,
nilo atinou com su* casa.
Un advogado
desla praca que vai aoiermo de Porto-Calvo Iralar
de allomas questOes.offereceo cu prostimo para
all agenciartrmrtrftoT negocio, ou cobranza judi-
cial: a quem esto aviso convier e se quizer delle
aprovoltar annuuciu para ser procurado noatcs Ires
das.
Oabaixoassignado faz ver ao publico que o
Sr. Francisco Bnngel de Almeida Guedcs Ihe hypo-
tliecou a sua escrava de nome Romana, por escrip-
tura publica passada nacidadeda Victoria : por is-
so ningucm compre nem faca negocio algum, sem
que primeiramentc se entenda com o baixo assig-
nado Joaquim Dial l'emandet.
Antonio Germano Regueira Pinto de Souza om-
barca para fura da provincia o sou cscravo crioulo,
de nome Manoel.
PERCUNTA INNOCENTE. I
Trazando memoria as curas miraculosas do l.e-
roy alleslndas por lanas cerlides, o innumcraveis
testemunbos, allenlando para os anntincios, que
diariamente sahem em favor das piflas vegetaes,
da salsa-parrilha de Sands, cdo xarope do bosquo ,
remedios esles igonlmcnte abonados para muilns
enformidades; pergunta-se ao Sr. I)r Sabino Ole-
gario, se com cITei rodos esses remedios cu rain as
enferminain^ ni- cslas s cedem a
pplieacuo do sy ,co e consequeii-
lemcnto sao toda
_ .111
posuift.
r A. S. Jane, artista, tem a honra de avisar ao
kivrl |.iiblicn que tem voltado do norte e sr aclia
Irisiilindo na rua estrella do Rozarlo, n. 16, primeiro
lindar, aoude continua a por denles artiliciars, de jidr-
I cfllan.1 coinposicao esta inteir.itnentc lienta de cor-
rupfiiu como bem tira m caries dos nalurae, caifa
ile ouro c prata. O annunciante declaran todas as pes-
[masque scqulzercm utilisar de sen presumo ojie nao
,-\_'i- receber paga nlgiiuia, se por acaso nao licfrcm os
ditos denles artiliciaes (o hem postos, que nao
dill'rrencar dos proprios naturaes sendo
postos sobre chapa de ouro e sobre tarracha
I mu lau seguros, que se pode mastigar to
| com elles sem causar a menor ilr.
PORTO DE CAVALL.
Furtaram docngcnho Catcndt
Izia de Jahoatao, dotis cavados, u
timos dias do prximo passad
[agosto e oulro no dia a do corrente; cu-
liossignacs sao os siguiles: o primeiro he
1 de cor caslanho-clara, dous ps calcados,
urna pequea estrella na testa, rabo corta-
do, e ferrado na p direita com a letlra -C-;
o segundo he tambero castanho, porm um
pouco escuro, e com o mesino ferro na p
ditcila. Uoga-se, porlanto, s autorida-
des competentes, e a qualquer pessoa do
povo, que se os apprehcnder, levem os ao
referido cngenlio, que serao generosa-
mente recompensados
Aluga-so uina casinha na ra do Jasuuin, nos
ICuelhos, por milito coininodo prego : a tratar na
ruada Concordia, II. 5,
Furlarnm um cava I la capado foveiro grande,
I cirregador de dous tropeis saltando cm cima do
oulro p com a cauda n dinas bem Comprdas com
I sarnas pelo fucinho ; lem o alog ama dos ollios bem
cunis.sados, e um corle do lalho na pona da orclba;
lem urna melladura no casco do urna das nios !
j quem o pegar leve-o a Po-Amarellu a scu dono,
I Manuel Flix de Souza que sera generosamente re-
Uup\pensado.
H CfAPEOS DE SOL ||
Una do Pasqeio-Publico u. 5,
0 fabricante deste rstahelrciincnto advci te ao respei-
vel publico desta cidade \ne elle possue presente-
mente um rico sortimento de chapeos de sol, asslm
co,ao chapaos de sol de seda furta-eres, dos mala ricos
1Be tcm apparecido nesle mercado e de cores conhe-
ciJai; ditos para senhoras de bom tom adamascados ,
l'vradns com suas competentas franjas de retroi, tu-
sa que teni de mais moderno e do melhor gosto ; um
completo sortimento He chapeos de sol de panninho de
Mas as cores e de todos os tamaitos para horneo* ,
'nhoras e meninos ; ha tambem igual sortimento de
'"i'ndisparacohTlr armacocs tanto de seda de cores
como de panninhos trancados e lisos imitando seda. Ad-
vcite-se que os frcguc7.esserao servidos com
'seacharosatisfeito
do preco. ^
Despja-sc fallar com o Hcspanhol Jolo ieijf/r
"|n Riliciro: na roa da Cadoia-Velba n. 20 ou an-
uncio sua morada.
-- Granan & C., sucessores do Sr. Ilcbrard na
"i* Nova,n. 69, parlicipam a scus fregtiezeseao res-
peitaycl publico, que Charles Turquais entrn no
e" estabelecimentocomo caixeiro, desde o dia 11
"eseiembro do corren te.
Aluga-sc nina grande propriedade de tres ati-
bes c slito
hrevidade,
da boa qualidade, do bom gosto e
de
na ra da Madre-de-Oeos n. 3, on-
niornram os Srs Jnlinslon Palor & Com panhia :
iralar com Joilo Jos de Carvalho Moracs.
l S. Ma
DENTISTA.
nciR ir cirul'6io dentista acha-se residindo
onde rU'1 (' 'rraPiche-Novo, n. 8, segiiudo andar,
(rtS/1 a |lm' denles mineraes licando incor-
piiveisepaieccndo nteiamente como denles nntii-
l'nr n Ul"bom "'aa pedra, a qual, nao sendo exlrahida,
rourn UC le'"P I con'1>l?,a denllco para privar de augmenta ar
| iieil,|W"0 : 'ainbcni lira, limae fat lodas as operaces
iiiip aP|S co,n a 'naior delicadeza possivel. Elle espera
(..i 8fG l""Uo patrocinio que tem recebido
ranio a "0'lc'sque tem produiido na aua pralica du-
lias .ib""0* dc re5'dencia nesta cidade scrao garan-
teitln "z"i"lea llara a' pessoas que, precisauao ae seu
f .^""o. nao o deixem de procurar.
Ilem o qug rii s. S. as experiencias de tilo sabios o
respeitavciSTaocios da academia medica de Paris, lo-
das desmenlldoras da liomojopatliia ? Dir, que silo
lodos suspelios porsorem alpatas ? Kulilo nos Tac-
tos homreoipalhicos V. S. tambem he suspeito ; por-
que be lionijcoeopatlia e tao aferrado ao seu syste-
ma >vn,uejdisso, que poi elle al est disposlo a
sot% >"0 nutrlyrio. Quem ha do pois verificar esses
faftos, e ilar-lhes o carcter de verdadeira expe-
riencia ? u) povo ? s nuo nilo lem a mnima nonio
dos principios da medicina p Se eslivermos por 86-
melhanlofcriierio entilo dovemos admittir os in-
nunierjrfeia prodigios de quantas panaceas tem ap-
faTecido e de minios chamados cspeciflcos de cu-
randeiros. Km medicina os verdadeiros fados nao
eslo ao alcance de qualquer pessoa c por conso-
guinte rejfilaro criterio dos professionaes na mate-
ria sobo frivolo pretexto de screm suspeitos, e ap-
pellar uestes casos para os juizos dos ignorantes lie
eslabelecer um principio absurdo, he lomar mais
que suspeila mesma homceopalbia.
O I:cclico.
A Snr." D Mara Marroquina de Jess Nazarena
lem um debito de 77,520 rs. na luja do Jos Peres
da Croi, conlrabido cm oiilubro e novcinbiodoanno
passado e sendo-lbe entregue cm lempo compe-
tente a conta por mito do Sr. Jofio liaplista Itoiiii-
gues da Silva Cabra I, ate esta dada nflo se rcalisou
iai emboico o que conlraria inleiramcnte o seu an-
nuncio inserto no Diario de l'crnambuco n. !20l.
Precisa-so do um rapaz porluguez, de 12 a 13
unnos (|iie tetilla pr.itic.a..de venda : to Mondcgo,
n. 61. y "V
A pessoa que tem annur.eiado pagar orno de
lei a 3,200 rs., sendo queira 25 oilavascm uinarVjo-
nita obra dirija-SO a ra do Itangel, n. 42.
Aluga-so o segumlo andar da casa n. 36, da ru
larga do llozario : a tratar com Bartholomeu Fran-
cisco de Souza.
NOVO PAO DE PROVENgA.
0
8
Vende-te lodos o dial. ^y
O proprietario da padaria e pastellaria france/.a i\
do Aterro-da-lloa-Vista, n.50, desejando agradar QP
cada vez mais aos scus freguezes, resolveu olere- flP
ccr-lhes um pao que se fabrica ein Provcnca por V
um processo milito difl'crente do ordinario, c que, ^
exigindo farioha das melliores qitalidailes, mere- -.n
ce a preferencia do pulilico, pela sua alvura,
pureza e delicadeza de sua fabricacao.
S se farao paes de 40, 80 e IliO rs., e ser fcil
canhcc-los pela sua forma oblonga c elegante. >
Na mesma casa contina-se tamucn a vender ***
S bolinhos para cha de tudas as i]tialidades, c Um- (&
jf bem a enfeitar bandejas ricas para bailes e sa- -j,
^ ros. \fy
Deseja-sc fallara negocio de inlercssc com o
Sr. Jolo Jos do Mello : na ra do Cotovcllo, n. 27.
-- li. I.. Colier, subdito brilannico, retira-se para
Inglaterra.
Aos credoresda casa do Cnulo Vianna & Filho
se participa por meio desla folha quo queiram
comparecer na sala da associacio commercial, quar-
la-feira 13 do crtenle a urna hora depois de nieio-
dia para resolveren! o que convm tratar a respei-
(odos bens penhorados aos ditos Couto Vianna & Fi-
lho, e que fram adjudicados a lodos os credores pa-
ra pagamento de suas dividas: ccrlos de que nflo
comparecendo todos, licar rcvalecendo a delibera-
efio da ma o i a dos credores.
-- Aluga-so um pelo muito possanie para algum
armazem, ou mcsnio para alguma obra : quem o
pretender, dirija-sc a ra da Calgada n. 4.
--Cabio de um relogio.no dia 10 do correle a
larde, da ponto da Boa-Vista al a pracinha do In-
dependencia, urna cadeia dc ouro, cuja chavo de
marca grande era presa por dous lados. Roga-se a
pessoa que a acliou, querendo restituir dirija-se a
esta- lypogruphia, que ser bem recompensado.
Aluga-se urna prla bem desembarazada para o
servico interno e externo de qualquer casa : na ra
do Crespo, n 15, primeiro andar.
-- Desapparecou no dia 3 de sclombro do engo-
lillo Tabanga da proviucia da Parahiba, o prelo
crioulo, do nomo Leonardo ; tema cara redonda e
lisa maraes altas, sem falta do denles; e esles agu-
cados bocea grande eslalura algum tanto menos
do regular bstanle fornido do corpo espadando,
de 25 anuos pouco mais ou menos falla algum lano
man^o. Esle escravo foi pegado nesta cidade do llc-
cife, por pessoa autorisada pelo sculior o recolhido
a cadeia a ordom do subdelegado do bairro do lleci-
fe, e leudo sabido da cadeia a corrontado para o
servico da faxina quebrou a crrante e evadio-se
segunda vez. : por isso roga-se s autoridades poli-
ciaes o ca pitaes de campo; quo o apprehendam c
evem-no a ra da Cadeia do Bccife, casa de Jos An-
tonio Bastos, oua Antonio Gomes Pessoa, senhor
do dito cscravo no seu cngenlio Tabatinga que ser
gratificado generosamente.
Quemannunciou querer comprar a obra de
Horacio ; dirija-sc a livraria da ra da Cruz, no Bc-
^j._2j,.s..m Mm li.wl 5 nArwirao por preCO
commodo i na ra da Florentina n. 40.
Me. Callum & Companhia innunciam ao publi-
co, que, havendo dissnlvido amigavelincnto, no da
7 do mrente a soc. dade quo tinham aAb a firma
supra contrataran) urna nova sociedado com a fir-
ma llowman & Me. Callum continuando no mes-
rno gyro, o licando a nova firma encarregada da li-
quidaflo da firma extiucta.
Precisa-se alugar um silio nos lugares do Mon-
teiro, Poco Caaa-ForU ou Apipucos que lenha
boa casa de moradia com commodos para grande fa-
milia: quem o livor dirija-so a ra do Collegio ,
n. 5.
A ahaixo assignada faz sciente ae
'respeitavel puhlico que quanlia alguma
Heve nesta praca ; e faz esta declararan
para prevenir duvidas para o futuro. Pa-
rahiba do Norte, 3o de agosto de i8:'|8.
Ufara Marroquina de Jess Nazareno.
Fugio, no din 9 deste mez, dn ra Direita,pada-
ria n. 24, um preto de nome Jofio, de dade de 30 a
25 anuos, de estatura regular, bem fallante, barba
cerrada, ollios bstanlo vcrmelhos; levando vestido
cals. de ganga azul, camisa de madapolio, chapeo
de paNu : roga-se u toda* as autoridades policiaca e
OapMem ile campo a aprchensilo do dito escravo, c
entrega-Io a scu senhor na padaria cima referida, o
qual bem recompensar.
Urna pessoa com pratica de escripia
commercial, e bonita leltra, propoe-se a
escrever nas horas vagas, nos domingos
c dias sanios, comlimpeza, mediante m-
dico estipendio : quem precisar, annuncie.
Ofl'erece-so urna parda forra, de bons costtiincs,
para o servico interno de qualquor casa de familia,
ou i-cm ella : quem a pretender annuncie por esta
folha.
Prelende-se saber se nesta provincia existe
Domingos Alves Barboza da Silva, natural do Tan-
Uue-Jiilgado-de-Pontc-de-l.ima em Portugal, ilbo
de Antonio Alvos Barboza e de Rosa Maria da Siivu ,
o aqui ebegado em noveinbro dc 1847.
Findos os dias da lei se ha de arrematar o enge-
nhu denominado Goiabeira na freguezia dc S.-Ama-
ro-Jaboatao muito perto desla cidade que apenas dis-
ta quiltro legoas e mcia com safra criada achando-sc
correnlc c moente com todos os srus perteoces ne-
cessarios ; o (pial oll'erece muitas vantagens a quem o
comprar : ludo se acha avallado muito em conta : quem
o pretender pode ir cxamina-lo Jipara ver seu valor
no cscripto que se achacm podck daiporteiro do jiliv.o,
Scrra-Grande : bem como nina c\aa\icrrea na mesma
povoajao avahada cm 120/ rs. .
Fugio, no dia 30 dc maioyiroximo passado,
Marcos, de 26 anuos, preto, prioulo, ollicial de pe-
dreiro, de estatura rcgulaf, seceo do corpo, rosto
coinprido, bolQOS grossos, lem todos os denles da
frente, com duasfl tcalrizes bem deba i so no pesclo,
onde so abola- colarinlio da ca.r.isa, c com pouca
barba. Julsi-se ter ido para o Rio-Formoso em com-
panhia le una podreiros quo para esse lugar fram :
roga-se, porlanto. a todas as autoridades ou pes-
soas quo del le liverem noticia, de o pegarem e levn-
rom-no na ra do Calinga, loja dc miudezas, n. 1
l),,do Guimarfles, que gratificar.
Na ra d'Alcgria, n. II, precisa-se alugar uina es-
crlva que csteja nas circumstaocias de bem fazer o
servico interno e externo de umacasa de familia.
Nlugam-sc dous sitios com muilo boas acommoda-
ces ium na cainpinha da C'asa-Forle c outro na ra
da dlft povoaco com cocheiras e cavallarices ; assim
como varias casas, de precos commodos para se pas-
sar a festa : a tratar na ra do Amorim, o. Id.
~ Precisa-se de pretaspara venilercm pao pagando-
sc-lhes a vciidagem sendo sb rcsponsabilldade dc scus
scnbores i na ra Dircila, padaria n. 26.
IIOTEI.-COMMEBCIO.
Esto cstabelecimento, sito na ruada CaJcia da
freguezia de S -Antonio na propriedade n. 13, adia-
se augmentado de commoilos independentes o de-
centemente moliiliados para hospedes com fami-
lias e sem ellas e para pessoas que exijam menos
tratamenlo. O segundo andar do referido eslahele-
cimeuto ollerece as precisas commodidades para
bailes o partidas. A posicao da casa cm siluacfio
fresca o aprasivel vista e enllocada no centro da
cidade concorrerra a ser preferivcl a outrosesta-
belccitnenlos senilbanles. Os prcQos serao mdicos,
em relacfio as proporces que seolierecem.
Compras.
Compram-se escravos que sejam ollicias de co-
pina, do 18 a 25 annos o dc boas figuras ; pagam-se
bem sendo de bons coslumes e peritos no seu o lu-
cio pois sao para urna cncommenda do liio-de-Ja-
neiro : na ra do Amorim, n. 35, a fallar com J. J.
Tasso Jnior
Compram-se pesos mexicanos em porco : na
roa lia Senzalla-Velba, n. 140, primeiro andar, casa
de llermanno Mehrlens.
Compra se um molequede 12 a 14 annos de bo-
nita figura e que leuha boa conducta : no llolel-Coni-
mercio.
Compra-sc una cobexta de damasco encarnado,
porluguez, cm bom estado: quem a tiver dirija-se a
i na do Vigario, casa n. '.).
Compram-se ossos de boi : na ra da Concor-
dia, n. 8
-- Compra-se urna casa terrea nos bairros do S.-
Antonio, ou Boa-Vista : na ra largado Bozario, lu-
ja ii. 35.
Compra-sc um monho para moer caf, em bom
estado e com lodos os scus perlcnces : na rua Im-
perial padaria n. 43.
m i a^^
Vendas.
Vendem-sc dous pianos fortes de Jacaranda ,
chegados ltimamente, que, alm de seren um
magnifico ornato dc urna sala, teem cxccllcnlcs
toZcs sondo o mechanismo da muila approvada no-
va iuvencilo chamada ii lard : cm casa de J. Keller & Coinpailhia na rua da
Cruz, n. 55.
-- Vende-se uina rede bem feita proprl?., para li-
poia : no Aterro-da-Boa-Visla loja n. 78. /
Vendc-se urna preta de naco, de 20 annos dc
bonita figura quo cozinha bem, engomtna o lava
do s,ilio nao lem vicio nem achaques : o motivo da
venda se dir ao comprador: na rua da Concordia ,
passando a pontezinba a direita segunda casa ter-
rea se dir quem vende.
Vende-se um relogio patente inglez com caixa
do prata: na rua da Cadeia do S.-Antonio, arma-
zem n. 21.
Vende-ae um aopha de angieo, usado im-
posto o empalhado do novo por proco muilo bara-
to : t imhem ae troca por outro ou marqueza an-
da mesmo em mau estado i na rua estrella do Boza-
rio, n. 32. .
Vendem-so oitoescravos, sendo : urna negrinna
recolbidade 13 annos quo lem inuilos bous Pnnc!"
los da habilidades; tres ditas com alguu.as habili-
dades; tresmoleques de 16 a 20 annos, sem vicios ;
um preto bom canociro : na rua do Vigario n. 2*. a
dir quem vende.
Vende-se, na rua do Encanta ment, armazem do
molhados, por baixo do sobrado do Bvd. rgano do
Becife, vidros com pos antibiliosos, feilos ou pre-
parados noBio-de-Janeiro por Manoel Lopes.
Vende-se tima mulatinba do 12 annos com
habilidades; lindos molequesdo 15 a 20 annos ; 1
negrinha de 12 anuos, muito boa coslureira ; 2 pre-
tasdenaQo, perfeilas engoinmadeiras o cozinnei-
ras; 4 ditas do todo o servido; 1 preto de elegante
figura muito bem ofilcial de sapateiro ; 4 ditos do
servico de campo; um dito de mua dade; urna
parda com habilidades, poreslar grvida de 2 me-
zes : todos osles escravos se vendom por proco com-
modo : no pateo da malriz do S.-Antonio, sobrado
ti.4.
VenJein-se 3 escravos, sendo dous
moleques proprios dc todo o servico de
casa e campo, e urna mulata dc 16 a iS
annos, boa coslureira e engommadeira :
na rua do Crespo, loja n. i A, se dir
quem vende.
Vendem-se, a prazo, ou por escravos, quar-
los c bois mangos dtias casas terreas edificadas na
Iravessa do Marisco oulr'ora becco do Peixoto, as
qttacs renden) 8,000 rs. mensaos : na rua Direita, so-
brado de um andar n. 16, que faz esquina para a
travessa de S -Pedro.
Vendem-se casaos do rolas de llamburgo, a mil
rs.: na rua do Caldeireiro, n. 86.
Vcndcm-se duas pretas de nacilo, urna de 28 an-
uos c a outra do 14 annos; dous pretas ; um pardo
do 25 anuos, que lio alfaiate ; um pardo de 18 an-
nos de muito boa conducta : na rua Bella, travessa
ila Florentina ti. 26.
Conlina-se a vender a muito superior mante-
ga ingle/.a a 800 is. a libra; queijos muilo trascaes,
a 1,800 rs. ; presuntos muilo superiores a 480 rs.;
chouricas muito novas a 440 rs.; paios a 280 rs. ;
bolacbinha iugleza ,a 280 rs. a libra ; cha muito su-
perior a 2,000 o 2,400 rs. a libra ; cat em gr0o a
140 rs.; viaUode feturia a 400 rs. a garrafa ; dito
do Lisboa a 200 e 240 rs. ; passas muito novas, a
360 rs. ; azeite doce de Lisboa a 560 rs. a garrafa;
louciubo do Santos, a 200 rs a libra ; dito de Lisboa,
a 280 rs a libra : no Aterro-da-lloa-Vista ven-
da ti. 54.
Vendem-se na rua da Cadeia do Bccite ao pe-
do arco da Conccico n. 64, armazem quo foi ou-
lr'ora do Braguez superiores batatas om canastras ;
cabulas cm mullios e sullas; ancorelas com azeto-
nas superiores; saccas com milito todo por preco
commodo.
Vende-se um molecote bem reforcado e dispos-
to para ser embregado em qualquer servido: na rua
do Crespo, n. 13, primeiro andar.
Vendem-so pegas de madapolSo com 20 varas,
muito largo o muito encorpado, a 2,800, 3,O0Oe 3,200
rs. ; chita para coberta a 160 n. a rctalho; roupa
feita para escravos isto he jaquolas, caigas o cami-
sas : na rua do Passeio loja n. 17.
Vende-se pbosphoro por prego commodo em
libras cemongas: no Aterro-da-Boa-Visla, fabrica
de licores, n. 17,
Vende-se um silio na estrada do Belm ,com
terreno para plantag.lo, pasto para vaccas e muitos
arvores de frudo por prego commodo : no Aterro-
.'a-Boa-Vista fabrica de licores, n. 17.
i Vendem-so chapeos de caslor branco a
4,000 rs. : na rua do Queimado, n. 22.
Vende-se una negra moga do bonita.figura ,
que cose chao enaomma, cozinha o'diari'o de urna
casa e lava de vaprclla ; 10 novillias mojadas, do ra-
ga loiitia por prego commodo : na rua da Concor-
dia, passando a ponte, a pritr.eira casa a direila-
Vende-se urna carroga nova para um ou dous
bos : nos Afogados.paleo da Paz, n 23.
- Vendem-se cinco moloques de idade de 15 a 1S
anuos, tros escravos mogos de bonitas figuras, dous
ditos de idade de 30 anuos, cozinbeiros, quatro ne-
grinbas de nacilo de idade de 18 anuos, duas ditas
de idade de 25 anuos, urna mulata moga, coslureira
e engominudeira: na rua Direita, n. 3.
Vende-so urna mulalinha de 12 a 14 annos, sen
virios, c com principio de coslura : na rua da l'raia,
n. 23.
Vende-se um pardinho de iG a 18
annos, muito sadio eiel, proprio parapa-
gem, ou para aprender qualquer olTicio :
ni rua da Cadeia-Velha, loja defazenda,
n. /|i.
.Na venda da rua do Codorniz n. 11, vondo-sa
tabaco smenle da Babia em latas de libra, muito
superior; espanadores para varrer ejespanarsalas a
80 rs, cada um; e um relogio horizontal que regula
muito bem o dos melhores autores. Na mesma casa
vende-se um braco de balanga do autor Bomfloquasi
novo com suas compelentes crranles c balangas a
pesos de duas arrobas para baixo, e os temos com-
pletos de lolia o pao para urna venda; quatro caixOes
para amosttas de farinha e mais objectos; duziasde
copos de medida, o mais outros objectos que se fa-
zem necessariosa qualquer casa de mulhados. Tu-
do se vende por barato prego.
Na rua de Agoas-Verdes, n.46, vende-se, da
urna pessoa que se retira para a Europa urna es-
clava dc excellenlc conducta e de boa figura, pti-
ma engommadeira cozinheira taz todo o servigo
de urna casa c be recolhido ; urna mu linda muca-
ma mulalinha ,dc 15 anuos; um mulatiuho exced-
iente pagem.
Na rua das Cruzes, n 22 sogundo andar ven-
dem-se 5 escravas sendo : urna parda de 26 annos-'
que engomma, cose, cozinha e lava de saliao ; duas
pretas dc nago que cozinbam e lavam de sah.lo -
um escravo de uago, oplimo para o servigo j
C_ampo.
Yendem-se harris,j;nu,bsett ito
em porcaiyxmo em baH*is : na rua de Ti-tj.
piche, n. 36, cm casa de Matheus Au. -
tih&fi.
Vende-se, para fra da provincia, urna preta
moga de bonita figura o com,labilidades na rus
u i -1 v i amonio, u. 14.

4-
i
MUTILADO


M
*>

Variedades venda na ivra-
ria da esquina 'lo Collegio.
A Sobrinha do marque/., peca cmica, por (ar-
re t rccenlomenle publicada o representada eom
applauso nos thcalros portuguesa! I v. I)r.
Aslra almanak maconico para 5846 e 5847 2
V. br. pul), do Rio.
Lugares selectos dos classicos portuguezes nos
principies gneros do discurso prosaico pelo |pro-
lessor d'oratoria potica o litteatura classica no
rollegio das arles de Coiinbra 1 v. 184C.
Historia da inquisicSo de Portugal, coni a noticia
los principaes actos e procediinentos deste lerrivel
tribunal, e coni estampas 1 v. 1845.
Historia da revoluto franceza, por Tbiers, tra-
duzida em portuguez com os retratos das persona-
gens mais nota veis 6 grossos v.
Historia do consulado e do imperio, pelo mesino
autor, tradcelo portugueza, com numerosas es-
tampas 7 v.
Os Tres mosqueteiros romance famoso de A. I)u-
nias traduzido em portuguez.
O Oricnle, 1 v. A Natureza 1 v. poemas de Jos
AgostinhodeMacedo.
Legislado porlagueza supplcmentar, desde 173
ate 1821 por Delgado 1 v.
Martim.o enjeitado novo romance social, por
B. Sue traduzido em portuguez.
Historia sagrada de Itoyaumont adoptada no se-
minario delinda, 3 v.
Confessor examinado o approvado. Thoologo exa-
liuado e approvado novas edicoes do 1846.
Felil indepeudente do mundo e da fortuna obra
comosla no eslylo do Talemaeo pelo padre Thcodo-
ro de Almeida nova edieo 2 v. 1844.
(r.'immatica franceza do Noel o Chapsal amis
melhodica queaecouhece para o cstudo da liogoa
franceza cdico de 185, I v. encad. por ,560 rs.
Diccionarios de geographa, por Meissas ci M-
chclot, publica^Ho de 1847, com diversas cartas.
Historia de Inglaterra por (oldsmitb cm por-
tuguez, 4 v. com estampas.
Alveitar de algibeira que ensina a andar a caval-
I o quaessio os romodiosmais proprios para cu-
rar din cavallo om jornada 1 v., pur 1,600 rs.
usante de sangradores, ou arte desangrar resol-
venilo todas as dilliculdados desta arte 1 v. por
1,600 rs.
Diccionario de botnica, por Bnnevides 1 v., pu-
hlicacSo nova.
Theologia moral pelo bispo Monte, 3 v porCu-
niliati, 6 v. por l.arraga edicto com notas do um
Portuense, 5 v. r
Historia ecclesiastica por Ducreux om portu-
guez 11 v., e por Berli tambom em portuguez, 5v
Vendem-se barris pequeos com cal virgen) de Lis-
ba, a mais nova que lia no mercado, por preco com-
inodo : na ra da Mocda armazem n. 17.
Vende-se urna casa terrea inuito grande, illa na
ra da Mangueira, na lioa-Vista, n. 11, com grandes com-
modos, quintal muto grande e muilnsarvoicdos de frue-
tos, por proco o mais rasoavel possivcl: trata-sc na ra
do A rapan, n. 27.
A 1/000 rs. CADA UM CHALE.
Na loja que faz esquina para a rua do Coilcgio, D. 6 ,
vendem chales de tarlatana grandes e de padrOei os-
curos pelo barato proco de mil rs. cada un.
Casimiras elsticas.
Vcndem-9C superiores curtes de meia casimiras olas-
ticas de pura laa, polo barato proco de 2,000 e 3,1000 rs.
o corte de calca: na nova loja da estrella, da ra do
Collogio, n. 1.
Vende-se cal virgem de Lisboa milito nova,
para fabricarassucar : no armazem do S1-. Antonio
Aunes, ilefrontc do caes da Alfandoga.
Alpaca alcoclioatli, a 8oo rs. o povado,
vende-so, na toja que faz. esquina para a ra dii Collo-
gio n.6,deGuimtraet& Campanilla, a nova alpaca
alcocboada viuda de Lisboa", fazenda intrirameiite
nova nesta cidade prota e curdo caf, de 4 palmos de
largura, pelo barata proco do SflO rs. o envido.
Vende-so cal virgeiu de l.isbi em barris de 4
arroUn ,' ebegada polo ultimo navio, por proco comino-.'
di i a tratar com Almeida S I'onseoa, na ra do Apollo
A is'ooo rs. ,
ancorlas com azeitonas superiores : ven-
dem seno caes da Alfnndcga armazn)
de Francisco Dias
W --' I
rs. ; ditos em branco, de diversos pro
0* : na rua da Cadcia do llccife, n 9.
Na loja da na do Crespo ao pe* do nr-
co deS.-Antonio, n. 5 A,
de Ricardo Jos de Freilas Itibciro vendem-se cor-
les de chita com 10covados, multo linas o escuras,
pelo barato preco de 1,600 rs ; ditos de cambraia
pintada a 2,000 rs. {chapeo* de crep para senho-
ora muito hem feilos o de bonitas cores a
5,000 rs. ; cortes de eassa de barra brancos e de
cures os mais bonitos quo teem apparecido nesla
praca, a 5,000 rs.; cortes de fustSo para colleto
500 rs. ; eassa de cores com 4 palmos de largura a
240 rs. o covado ; um sortimciito de pannos linos
de todas as cores muito bons e baratos; o oulras
muitas fazendus linas.
A 1/600 rs.
ISolarhinhn deararuta chegada ltimamente do
Itio-de-Janciro, ein latas de 6 om libra: vende-se
no caes da Alfandega armazem r.. 1.
Vende-se urna poreflo de charutos forados, pti-
mos para seren coberlos de novamenle por pr.cco
muito barato : na ornea da Ho.i-vjCu, m "B ,
- Venile-se, farinha de tnanfcoca ,
muito superior, por preco coinni^(| .,
bordo da g.iropera Sar;lo-y,'"ll"lo, fun-
deada no enes do Collegio. /
-- Vendem-se poldros e polaras, opu "ios para en-
gcnlio : na travessa das Ciuzes, n. 8, 0V1 em Cara-
ba ongoiiho da comarca de Nazareth. \ ** +
Potassa. \
Vende-se muito superior nolassa em
barriz pequeos: na rua da Cadeia-Ve-
lliaarmazem do Bailar&Oliveira, n. i >.
-- Vende-se una cabra (le boa (gura com habi-
lidades; urna cabritilla de 12 annos, com habilida-
des, peileiicontcs a una pessoa que se relira : na
rua do Pogo, n.28
Vendeni-si! 2 caixoes de chapeos de pello de
lobro, da fabrica nacional do IUo-do-Janero tanto
por atacado como cm pequeas porgos e mesmo a
relalbo na rua doQucimado, loja de chapeos, n. 38.
Vende-se cal virgem ile Lisboa,
cbegadi 110 ultima navio, em barris pe-
queos, por mei /s do quo em otitra qual-
quer parte : n rua do Trapiche, arma-
zem n 17.
lequo de 16 annos; um dito do 18 annos; um [reto
muito forte, de 30 anuos por 430,0/fo rs. e quo he
proprio para o campo ; um pardo/lio 30 annos por
350,0n0rs. ; um dito do edr oscura com ofllclo de
a>fniate ,0 que he ptimo copelroe tambem entcn-
de alguma omisa de manijo rJor ter platica disto o
ter milita vuniade de omit mijar a embarcar ; o mais
alguns escravos quo se mostrarlo aos pretendenlcs:
na rua das Laraugeiras n. segundo andar.
Vende-sc una/' parda escuta, mo-
ca, bonita o S8dia,n|ue coze cozinha een-
gomma: na iia larga do Hozarlo, n 35,
na loja, se dir quem vende c o motivo.
Vendem-te 400 barricas vasias muito llmpas, e
proniptas para/assucar, sendo quasi todas america-
nas : na padaria do urna s porta, na praca ta Santa
Cruz : e se mandar botar aonde frtrem precisas.
depu tatlos*
tos da 1111 larga do
RoMrri n. 3a, aonde be coslume haverem
sempre os melhores charutos da Bhia,
acha-se de novo sortido das incl'norcs qua-
lidadcs, sondos verdadeiroscharutos de-
pulados, fama-va, rcga'ia de San-FcllX
regala de supccwi qaliu*J'j **> c,Jns-
tiltra, os afi.uiadcs rogalosde Iiavaua c
meja lo^nVa, tfn eaikin&vJ?^Mi cousa
superiorc por comenodo preco
/liarulos de
O dojjiosilo do charut
Santa Cruz, p
iouo prero.jr
adaria dV
orla.
tima
so po
Caf moldo o inelhor possivel neslo enero, om
grosso, e pelo miudo a 20 a libra, o 6,40j> a arroba;
nflo tem mistura alguma, e a vista faz fe do quo se
nssevera. Na mesma padaria, continuadamente se
ronde ujtcuilenln pao de formu unliga; QolachastM
lodosos tamaitos; biscouto doce e fallas: ludo
que he proprio destesestabeleciineutos.
BOLAGHINHA REGALA.
tapioca de MaranliBo, por presos rasosveis n.,.
das Cruzes, n 40. rui
Vendem-se saceos com farclo, pcl0
barato preco de s,-oo rs: na rua da San^
zalla-vclha, n. *38
Vendem-se 6 lindos moloques do 16 a 18 >
nos ; 4 prclos do 25 a 30 anuos ; dous pardos do l"
a 18 annos ; duas mulatinhas de 7 a 14 annos J
negrinha de 12 annos : todas com principios de I?
bilidades ; 4 pretas tendo algumas dolas lialii'i!"
dados: na rua do Collegio 11. 3.
Vendem-se chitas limpas em retslhos do soleen
vados para baiso a 140 rs. o covado, o dsete
cima a 160 rs, o covado: na rua do Queimado, n! i-
Escravos Fgidos
Fugio do engenho Telha, no da 28
prximo passado, um cabra, de nom
Antonio baixo grosso, sem barba, mu
to prosista ; he certanejo; foi monUd
cm um cavallo riiP'-pc>lrez-talhado; levon in,u.
suaroupa o fazomlasHioyas, chapeo de couro h"0"
ga-ses autoridades Mliciaes o capitiles do campo
qucoappreliendameievem-no a rua do l.ivramen'i
to, II. 27, que *&&> ""compensados.
Auseitou-Hgna noito do dia 8 de novombr.
,1,. 1817 o escraw> ilerculano de cOr fula quo ,.
rece\>^ra caffltea pequea cabello ralo olhns I
poq nonos corp grosso, pouca barba, estatu i
regular; tem uml cicatriz no hombro esquerdoqur
ajideter3a4 pollegadas ,de comprimento ; costo. I
rnjembebedar-so ,enesto caso se intitula por ller-
no Jos dos Santos Tranca-Rua quem o pecir
-o a cidade de (llinda, na rua da Boa-llora, a sen
hnr, Josn Fcrreira Marinlio non recomnsaf
g(ierosamenlo
.-Desapparoccu na nolledodia 4 do corrento, |
irfto, do nomo Pedro, crioulo, do boa estaiurr/J
representa 30 a 35 annos pouco mais ou menos, chcio
,(,corpo bem hsrbado ; tovnn esmiss de l-~oii'm
,|a trra caigas de algodozinho trancado azul
chaVeo ''" ra'!la : quem o pegar levo-o a rua da
\ dejtdo Recito n. 43, quesera recompensado.
..fugio, de bordo ilo briguc Serlorio na nianha
II
:
sga
'erreire.
&1 O dono doste eslabelecinirnlo,vendo-so 0111 cir-
'.S eunislanoias do II10 ser preciso relirar-sc para a
tf? Europa precisa priiueiro payar a seus credot
i ros, c para eflciiuar este pagamento o m.-ns
j^ breve possivol, ollerece algum abatiiiionto/a
t^ sous clovoiloros que quizoroni saldar sn.is cm-
,''; las ; assini como lini rosolvido vender todastas
j fazeiidcis por diminuios procos, a sabor : poca}
Jg de inadanulao, a ijjl, 2/JOO, 3/200, 3#600, 3^700,
J^ 3#l00e 4g rs. ; ditas do chitas escuras, linas o
.! entre-linas, de cures (xas a -1^801), fi^, 5/500 ,
J*?3. tio ^500 rs. ; ditas muito superiores, cutan- gj
ft^ do alyumas de caberla, a "/# rs. a poca c a 190 S>J
gj rs. o covado ; alpaca, a600 rs. Illa larga, a 380 ;>,
g rs.; cazineta piola a \tftt. ; los linos o eran- H
m dos do llnho, a 6>4O0 7# o 7/500 rs. cli.ihs : '
;{. grandes de garca a l/oOO rs. ; diios do chita a 3
j^ Soo rs. ; vestidos do cambraia com blcoe renda -^?
de Buperlorqunlidade, a 'Ajj/rs ; maulas de cam-
braia para sonliora, a 1/rs. ; Invasdc pellica, ?y
seda e algodiio, para hoiiiem, a 320 rs, ; pesco- ^-i
f?
---;
Os anillos riscados monstro.
Na loja de Guimares & C, rua do Crespo, vendom-sc
os bem conhecidos riscados monstros de padroos muito
moilornos, e ipio tcem quasi una vara do largo,pcIo ba-
rato preco de 320 rs. cada um covado.
Vendem-se galdes de 01110 verda-
deiro, de todas os larguras, e mais barato
do que em outia cpialcpier parte : na rua
laiga do Kosario, n. /i.
FAUELO
a 3sooo rs. a sacca
nos rmateos ns. 1 e 3 do caos da Alfandoga, c no de 11.
35 da rua do Amorim, de J. J Xasso Jnior,
Riscados monstros.
Vendem-se superiores riscados monstros,J bem co-
ndecidos tanto pola qualidadr como pela largura om
demasa, polo barato prof o de 280 rs. o covado Ritei
riscadosso cbogados ltimamente: as (Ares sao Asas,
c os p,idilios milito modernos c de bom gosto : na nova
lojada Estrella da rua do Collogio, 11. I,
- Vendem-se aeges da ex-
tincta companhiade Pernambnco
e Parahiba: no escriptoi io de O-
liveira irmos & C, rua da Cmz,
11. 9.
FARINHA DE TRIESTE.,
marca verdadeira "SSF, chogada ltimamente: vende-se
om casa de N. O. Kiebor & Companbia, na ruada Cruz
n.-i.
S chillos o gnl.is ile bonitos gustos, a 10 o 920 rs ; jf
o bicos franecos, Inglczeioda torra ,ealguna de K1
5 do soda piola, a 1211. 1(30,200, 240,320, S>, rs. ; lencos ilc eassa para grvala a 200 rs. ; di- jj?$
ISi tos de multas qualldades para bomein o se- i
gj nliora a 1S0, JbO, 240, 300, 320, 360, 400, 4S0 e |p
i.', 560 rs. ; Suspensorios a 40, 120 o 1(30 rs. ; ditos sS
BJ linos do borracha a 200, 240 c 260 rs. garca Ki
S de seda multo larga com lloros douraibis a 240 5>J
& rs, O covado ; eassa da India,a 400 e 480 rs. a va- 5S3
J) ra ; mei In lino o entro-tino .1 1/800 2j000 c
?^ 2/500 r*. ; pannos finos, a 3/800.4/o 4/500 rs. ; B
6 o oulras muitas faiendas que uo se aiiuiinciaiii v^j
JSJ por oceupar inulto lugar as qtlaes so vendem Cf'.
s inda* anda mcaino com grande prejulzo s S*
5 nlim do se acabar com o dito eslabelocimcolo S
o (j ti al tambom se vende no estado i|ue so acba,
^j; havendo quem O queira comprar ainda mes- t;
a*s 1110 ,1 prato com lettras de tirinas que agrada- i^J
J^ rom a seus credores, B3
CHA"HYSSON,
do ptima qualidade a 2/240 rs. a libra : na rua da
Crui no Itccifc arnia/.em n. 13.
Vciidcin-so quoijos londiinos o presuntos para
llambre cbcgadoi polo ultimo navio de Liverpool ;
liervilhas iroprias para sopa vassons para varror la-
lat t'noarinacem de Davis 3t Coinpanhia na rua da
Cruz, n. 7.
Vende-se, para fra da provincia ou para al-
gumengonbo urna escrava do20annos, do boni-
ta figura, boaengommadeira c cozinheira:
Nova, n. 10.
-- Vende-sc, por proco rumniodo a quarla par-
te da casa de sobrado de um andar n. 35, sila na
rua eslroita lo llozario 1 tratar na rua do Cal-
deireiro n, C.
Vende-se o engenho Macaco sito na freguezia
do Po-do-Allio distante desta pnica novo legoas ,
mocnle c corrente com terreno muito frtil e de
agoa perenne; o qual engenho vende-so sent de
desobriga e todo o pagamento animal : a tratar no
engenho t amos, da mesma freguezia.
-- Vende-so na rua da Aurora n. 4, um jngo de
tambores antigos; rodetes ; aguilhOOS ; o douscal-
deiroles : ludo muito barato.
Fl7finda <\p alfnd-ln n,ira llinn* 1 --VxHidc:cuma escrava de naciln, que cozinha
j. lACiiua tic digoutl j)tr na rua
- r *--
:L
\hna: *
a loja de duiimaraes & C, na do C/espo, n 5, ven
/te-se a excedente fazonda para toalbas de algodao,
trancado brancoX com 8 palmos de largo, polo barato
proco de 860 rs. a Vara.
Venderm-se bo.tins engraxados, a
^.r,fi^" cn.AlRoo ,i:i.<- 2 ; -U /. /
nieta idade e lem
boa roHtlucla f-jirlo barato pnrede 250,000 rs. : n
ruada Cndeia de S.-Anlonio n. 81.
Vende-se urna prela de 20 annos, muito
boa engommadeira o cozinheira ; tima
;. CV dila do 15 anuos que coso muito bem;
F~:'/J urna parda escura de 35 annos, que cn-
" *'* gomma, cose e cozinha e he muilo boa
<> /*
iaVOra, lat 3<*uiv> t-uiuu Vurrcii
Na padaria de urna s porta na praca da Santa-
Cruz, lio aomlc se fabrica a bolachinha de regalo,
por vezos annuncada, tanto doce, como agoada
o sen prego he 320 rs. cada libra, sua qualidade c
bom gosto uo he preciso exara-a : j lio bem no-
torio, o se far toda a diligencia para augmentar
a fama que tem adquirido, e para isso empregar
sempre as melhores parles de sua coniposic.lo, (para
que, ainda havendo quem a emite, uo exceda ; po-
dendo assoverar quenilo contm parle alguma que
soja nociva, ainda mesmo em estado do molestia. Na
mesiiia padaria, c na esquina da rua do Collegio,
venda de Sobral, o no travessa da Madre-eos, n. 13,
he s aonde se vende. '
\n lojU fie itAHtwJ I haqui]
Pascoal liamos, no Hlsse/o-
Publico, o. 19, /
vendem-se asseguintos fazendas : pannos finos pre-
di a 3,000, 4,000, 4,500, 3,000 e 3,500 rs. ; pecas
de lliadapolflolino, a 3,200, 3,500, 4,000, 4,500, 5,000
o 5,500 rs.; chitas oscuras, a 140, 160 o 200 rs. o
covado ; ditas linas a 210, 260, 280 e 320 rs. ; man-
tas de seda a 12,000 rs. ; riscados francezes a 200
rs. o covado ; cortes de laa, a 2,500 rs. ; ditos do cas-
sa-chila a 2.000, 2,500, 3,000 o 4,500 rs. ; chales de
seda a 9,000 rs. ; ditos do iiiclim a 1,000 rs, ; pel-
lo do diabo a 200 rs. o covado; castores de todas as
qualidades a 200, 240 o 320 ; lencos de seda a
I,O11O e 1,600 rs. ; enres de colleles de gorgorito
pelo a 4,500 rs. ; ditos de l'uslao a 1,000 rs ; es-
uiflo lino, a 2,000 rs. 1 vara ; sai a prela a 2,000
o 2,500 rs. o covado ; cortes de casimira a 6,000 rs.;
rim bronco depuro linho, al.soors dito pardo,
a 1,600 rs ; ditos de coros a 1,000 e 1,500 rs. ; chi-
tas de cubera 1 S00 rs. o covado ; chapeos de sol,
le seda preta a 5,500 o 6,400 rs. ; merino lino, a
3,500 rs. ; casas lisa 1 360 rs. a vara ; chales de lita,
a 1,200 e 2,300 rs.; pecas do platina de algodiio, a
4,000 rs.
Vende-se una dii/.ia de cadeiras, um sof, urna me-
sa le nieiu de sala, duas bancas e urna cama, ludo
0 aiifiicu o com milito pouco tizo : no oilfio da ma-
triz do Santo-Antonio, casa Ierren, n. 16.
Chcguem pechincha.
Latas com superior bolachinha do ararais a 2,000
rs. : vende-se no cues da Alfandega armazem 11. 3,
e Manool Teixeira Bacelar.
Vendem-se bichas do llambutgo ltimamente
chegadas, grandes, a 800 n. cada una : tambem so
alugam por preco commodo: na rua do Collegio,
loja de miinlezas, n. 9.
--Vende-so nina escrava de 23 a 30 annos pouco
mais ou menos o que he muito boa quilandcira : na
rua airas da mal iz de S.-Antonio, 11 6.
Vendem-se50 barricas vasias que fram de fari-
11 ha do reino : na rua da Cadeia-Velha, n. 27.
Vende-se urna negrinha e um moleqoc de C a 7
annos muito lindos e por prec/) commodo : na rua
do Qucimiulo, 11. 10.
-- Na luja da esquina da rua do Crespo, que volta
para a rua do Queimado de Manuel Ferrcira. llamos,
vendem-se por muito diminuto preco as fazendas
seguiniea : cortes de vestidos de belmirn, a 3,500
rs ; ditos de tarlatana a 2,300 rs. ; ditos de lila, 0
2,000 rs.; fazcoda dealgodho o seda para collctc a
320 rs. o covado ; dita do lila a 400 rs.; fustio, a
320 rs. o covado ; casimira ,a 1,200 rs ; mcias ditas,
a 500 rs. ; briol de lislras a 240 rs. o covado ; gr-
valas de seda a 600 rs. ; alpaca do linho, a 480 rs.
o covado.
Vendem-se cadeiras, sofs, bancas de
meio de sala, consolos, bancas de jngo,
sendo ludo Jacaranda ; toucadores do dito
o de muilo bom gosto, cadeiras de angi-
co, sofs, bancas do meio de sala, uiar-
quczasjngos de bancas dcangico, commodas, camas, 1
da 5 Je julho prximo passado ,11111 oscravo marinhei-
ro de nomo Francisco de najao .langa ; representa ter
30 a Sjannos ; lem na face osquerda um aignal ; falla
muito descansada ; levou calcas e camisa a/.ues cha-
peo depalha pintado do branco e o balde que tlnba de
trazera racao c7/rs. cm cdulas: quem < pegar le.
vc-o a k" da Moda 11. 7, que ser bem recompensado.
.. Ffgiram, no dia 3 de agosto prximo passado,
do enguio I'indoba, da freguezia de Ipojucn dous
escravof 1 sendo um cabra, de nome Izidoro e urna
prota, oVnomo Hila o primeiro de cor trigueirn,
altura r(kular grosso do corpo qucixo bastante
saliente segunda do cor preta, altura maior quo
a ordina||t> secca do corpo voz estrepitosa sabe
coser, cJK('!!'.!:i!'ecoziiiharsofrrivelmeiitc : silo ca-
sados : fuen> "s l'e8ar leve-os a seu senbor l^iu-
reui>od|8ae Albuquerque Jnior ou ao engonlio
Cu a raales; (l'"; -*a**-6eu,!l"0Sill"c"le recoiiipcnsii-
do i!c se\r*lrabulbo. /
-- Nuno Maria do Soixas recompensar com com mil
ris, por cadaum, a quem Ihc aprosenlr ou indicarlo
lugar em que est qualquor dos escravos abaixo de-
clarados de sua propriedade podendo-se dirigir rua
do Amorim 11.15.
Paulo, Mozambique eom os signaos de sua nacao,
balxo, gordo, retinto; he canoeiro ; lem os denles li-
mados e alvos o que otitr'ora foi cscravo do ltoberl
Pelly, o ltimamente do los Marques Vianna, ein cuj
mao o coniprou e est rugido desde 1836.
Paulino, Calabar, baixo, olbos espantados o osbui-
Ihados fulo, denlos agudos, representa ter 40aoniisi
foi cscravo de um padre, no Uio-Ciande-do-Norle,
qual Ib'o venden por son procurador Thomaz Antonio
I.obo, c est fgido desde 1838.
i 1 ilion-, Angola, alio, magro, rendido das verillias,o
qual velo lio Maranhao para er vendido polo aniiiin-
oante; fugio ein jinilio de 1830, do sitio do Cordeiro,
na Casa-Forte o sabio com una correte no p ni
lie natural que a lirasso : he a torecira voz que fogo f
tem sido sempre agarrado longe da praca.
Augusto, Mucanibiqie, alio, gordo, sem barba, con
um *i 110 pello direito ou osquordo pemas grossas ; he
canoeiro ; fugio cm 28 de junbo de 1839.
Manuel, de naciio Angola mnloquo de 18 annos, ma-
gro, cor fula ; levou camisa c ceroulas de algodao d'
Alinas; miando falla 011 responde parece espantado;
fugio 0111 10 de oulubi o de 18*0 c supp6c-se ter ido rm
algum couibny para o centro drsta provincia.
Sergio de Angola, do 14 anuos, baixo, grosso do cor-
po, fulo ; levou camisa o ceroulas do algodiio de Minas;
be ladino c muito pronostico; fugio sogunda-foir^Jj?
noltc do da 17 de malo de 1841; tem sido oncoo
no Chora-Menino, Magdalena c Fra-de-Porus-, oqu.
olba vosgo do um olho
Hypolito, tambem Angola, baixo, de 11 a 12 annos,
muito esperto falla corrciilemeiiio parecendo criou-
lo ; levou ceroulas de algodao de Minas : sem signal de
nayo retinto da cor, com o rosto e drilles compridos:
deaapparoceu sabbado poc, 5 de jnnho do nicsran
auno de 1841, na oceasiao em que la para O sitio, e jul-
ga-sc ter sido dosondaininliado por seductores. '
VictorC mas d pc/o nome deSarnrnto) de nacnuan-
gola de 15 a l an/os ; levou camisa e caifas curtM"
algodao de Minas; nao tem signal de nafao ; >"'"
gndo ; tem os pos grandes e as ponas algum tanlo am-
blas; fugio no trajelo do Itecife para o sillo da t**"*"
te na noltc de 10 de selembro das 7 horas e nina tu
(liante, levando um botijodo oleo do linhaca ; sppoe"
se ter sido scduzido como j fram outros.
Tito, do Angola de l9 a 20 annos, rosto liso t i'
barba .estatura regular pomas um pouco torta; P1
chatos c curtos : he pintor c boileiro muito 'a'1'."0,
fy'i con enlmente o portuguez: fugio em r"
suppoe-so quo estoja Iraballiando de pintor P
1 o anne de 1839 fcito igual fuga traballiaiido p"
este ollicio cm Olinda como forro.
Fugio, no dia 21 de dezembro do annopro-
, li..,.K .1a IO 'iiinils.
ilcnle
,
bancas de quiltro pos, lavatorios do amarello, ludo k
,_ .. ... 1 _._. ...,.. ____ ..... ,_____ -.^....:....i ....iriai
zimo passado o pardo Jacob, de 18 annos, i
do corpo cabello estirado ; tem falta do um
na frente, algumas marcas do boxigas; tem i"-
costas a mnreado um caustico; consta estar cm P "
drdo um capitilo decampo morador em Cap0''1'
do Pao-do-Alho, por nilo querer o escravo "*'':'
a quem perlcnre odizer chamar-so Antonio. 1i
ga-se ao mesmo (ucira conduzir a Jos l.uiz 1 ore
ra morador na rua Nova, que gratificar. .
Fugio, no dia 7 do corrente, as 10 horas '
noite, da rua do l.ivramento 11 20, umacscravn,
de nome .Maria donando llumlinca do 3D ai:n0''
no retirar-so desta praca, por commodo preco
quem pretender, dirija-so a rua do Vigariu n. 14, a
tratar com Joilo Jo> Pereira.
Vendem-se o alugam-so bisas de hamburguezas,
, uhi mo- 05 iiiu, uim aririj.a,
escrava furlou do sou senhor cont o tantos
cm cedulus por isso he quo se evadi.
I.i.u C r Tandil,
T
I IMU.

MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


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