Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06507


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Full Text
I*."
...
Unno
XXIV.
Scgnnda-feira II
n ni!/ publica-sc todo o diasque n3o
" t'.ruarda: o preco da asignatura lie
*ffll ri por quwtel, pagotjiiantodoi. O
ie<^ dos Mtgn*"^* sao "'ser,Jo ,
P*W 90 Vporli.il. 40 rs.cn typo dif-
J*",;.' carepetlS3M pela inetade. Os.nao
F^'.'ulespau'aroSOi-s. por Im lae KiO rs
g'fpSrtote.porcad.puMIoasao.
"piIASESDA LA NO MEZ DE SETEMBRO.
I ..( a5. sChora c24 mln.datard.
IC""ff \ ,13, 3 hora e59 min. da manh.
\lttt ?,'. a19 7 hora e 38 min. da manh.
lf; 27, a 7 horas e 10 min. da manh.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Goianna e Parahiba, s scgs. e sextas-reiras.
Rio-G.-do-Norte.ijuintas-fciras ao mcio-dia.
Cabo, Serinhcm, Rio-Formoso, Porto-Calvo
e Macri, no 1.", a 11 e 21 de cada inez.
Garanhuns e lionilo, a 8 e 23.
Boa-Vista e Flore, a 13 e 28.
Victoria, s qulntas-fcira.
Olinda, todos osdias.
PREAMAR DE HOJE.
Prlmcira, s 'l horas e 42 minutos da larde.
I Segunda, s 4 horas e G minutos da manh.
de Setembro de 1848.
& 201.
das da semana.
11 Segunda. S. Theodoro. Aud. do J.dosor-
ph. do J. clv. edo J. M. da 2. v.
12 Ter(. S. Auta. Aud. do J. do c. da 1.
v. e do J. de pai do 2. dist de t.
I nuarla. S. Filippe. Aud. do J. do c. da
2. v. e do 1. de paz do 2 dist. de t.
M Quinta. F.xallaco da Santa Cruz. Feriado
para o negocios forenses.
15 Sexta. S. Domingos einSoriano. Aud. do
J. do civ. edo J. de par. do 1. diside t.
16 Sabbado. S. Cornelio. And. do J. do e.
v. e doJ.de paidol dist.de l.
17 Domingo. Festa das Dure de N. S.
CAMBIOS NO DA DE 9 SETEMBRO.
Sobre Londres a 23 e 24 d. por lJrs.aCOd.
Pars
Lisboa 120 por cento de premio.
a Hio-de-Janeiro ao par.
Dcsc. de lett. de boas firmas a I % ao mei
Aecocsd.i cou.p. de Pebcribe.. .:50frf. ao p.
Owro.-Oncas hespanhola 32/000 a 32#20O
. Moldas de QffOO v. 18/000 a 8/200
df C/400 n. 16/400 a lb/WK
. deW- W"0 a 10/000
Prato-Pataeoes brasileiros 04P a 2/Oft
Pesos columnarios. 2/040 a /OJ"
. Ditos mexicanos..... 1/900 a 1/920
PART OFFICIM.
gotkr^o da provincia.
EXPEDIENTE DE 26 DE JUMiO.
finido Ao chefe de polica interino, ordenando que,
. nnrda de tempo, de as precisas providencias, para
i e seia acalmado qiianlo antes o tumulto que, segun-
SoeontUi presidencia, apparecra na ra da Praia des-
u ciiladc ; e rccommendaiido que, nessa diligencia,
lncc mo dos mcios que as le! oulorisain e as clrcuma-
unclal culgircm, se porvenlura falliarem os brando e
conciliatorios. ...
Dito Ao comniandante das armas, determinando
marche eoni mais um balalhao para o lugar, cima in-
dicada ; e, de aecrdo coi o chele de polica interino,
lirale de dispersar os grujios, all reunido ; c que, eiu
Vlliino caso, recorra ao emprego da torca para conse-
tuir semelliantc fin.
' Dito Ao commandantc da corveta T.utcrpe. Icu-
lo anparecido un tumulto nesta cidade, c cuniprndo a
te cuverno preparar-se para abafalo de proniptii, or-
friiuii Vine, que esteja de sobr'aviso, com lodos os na-
vios da armada surto no porlo, alim de executar
nnuplamente as orden que esta presidencia asseniar
le exnedir-llie. E porque releva que o arsenal de guer-
ra e a alfandega cstejaui acuberto de qualquer assalto,
determino a Vine, que, scui peda de lempo, faca com
que uin dos mencionados navios se approxitne do ces
doCollcgio, eoutrodo da referida alfandega, para pro-
tegerein esses edificios, caso sejam ellcs atacados.
Dito Ao subdelegado da lieguezia de San-Frei-Pe-
dro-Goncalves. Este governo ha dado as precisas pro-
videncia para que seja abafado o tumulto que conicca-
ra a desenvolver-se na ra da Praia desta cidade ; e en-
tre enielhantes providencias figura a de mandar postar
una frca na ponte do bairro do Recife, a qual ah se
acha para prohibir a passagem dos amotinadores desla
para aquella fieguezia. Assim respondo ao ollicio que
Vine, acaba de dirigir-me, nao pndendo deixar de lou-
v.ir-llic a solicilude com que proeurou conservar nal
nal
fuesse i
de i
de punciai rrspcciiv... uumiHum.-u-.. .-
dante superior da guarda nacional de Olinda
su, e ao cominlssarlo-pagador.
DEM DO DA 29.
OIHcio Ao commandantc das armas, ordenando fa-
ca desacuartelar o quinto balalhao da guarda nacional
do llccife. visto j niio ser precisa a sua eoadjuvacao.
Participoii-sc ao respectivo cominanclante superior e ao
coinniissario-pagador.
Portarla Ao director do arsenal de guerra, determi-
nando entregue ao commandanle do rjuart balalbao de
artllharia a p quatrocentas arma do adarme 17, e re-
ceba todas s que llie frem aiircscutadas de parle do
mcsino commandantc.
DEM DO DA 30.
Ollicio Ao desembargador chele de polica interi-
no, ordenandoque, quanto antes, instaure um processo
acerca dos aconlcciinenlos dos das 20 c 2/ deste me/.
(jui)li) c recomincndando nicire a presidencia do re
sultado do mesmo processo.
Portara -- Ao director interino do arsenal de guerra,
determinando mande fornceer trala granadeias com
Pavnelasao major conimandantc interino do primciro
balalhao da guarda nacional do Recife. Pal teipou-se
ao respectivo coiuniandantc superior.
COM MAIN DO DAS ARMAS.
Quartel do caminando das armas mi cidade do Recife,
9 de setembro de 1848.
OltEM DO DA N. 40.
o commandanle das armas, transcrovondo abaixo
o ollicio que nesta data llio acaba de enderecar o
Ezm.Sr. presidenteda provincia, acerca da grande
pinada do da 7 do correulc.julga IQocabiveiS e com-
homcBopatiiia, ames que s<- i-.- -"-*---------,----
devem os que ja fram .-orados, tomar novas lose,
hom.eopathicas para nflo morrorom senao doui -
nosdeaois; anicsquo seipassam esses ou ros dous
annos, lomera oulra mdses homasopalliicas para
vivercm mais oulro tanto lempo ; o assim potRan-
lo at que ou nao haja maii homosopa ha, o a nflo
caibam mais homens no mundo Cortados^! Que.
rem-me ferir morlalmente, e a ponta do puiili.il se
evira contra ellos !! Vamof adianto. .
CLNICA HOMttfOPATHlCA.
.Yon ver6a, cil faca.
(lie a epigrapho de que se servio o traductor dos
cursos proferidos na academia allopalliica do Pa-
rs. 0 publicados no Diario de l'ernambnco n. I98J
Bernardo, Africano, com 10 annos, temperamen-
to sancuiheo-nervoso, coropleicfloordinaria, escla-
vo do film. Sr. Antonio llenriquo Rodrigues, com
armasem do assucar na ra do Apollo, anparcceu no
dia "0 ou 21 da agosto com o corpo todo trmulo ;
o depo'is de haver tomado remedios allopalliicus, re-
ceitndo pelo lllm. 8r. Dr. .. C*) mclhorou da trerau-
om os doenles a mor- ra, e iicou ion.-. mma i~'-i i------,;.,':
orauem- por csse di- loa dias c as noltos em coroplelo dsasoeego, [alan-
:~.. -a .>;,.;...... o quenain assassmar,
or espa.;o de tres dias,
ousc ao meu conul-
. Iiomceopatliicamento.
Nesso inesmo dia (26 do agosto) prcscrovi-lho urna
dose bomoeopaUica para ser tomada toda d'uma s
vez norte a hora da dormida.
Dormio bem nessa inesnia noite ; e no da seguin-
le amanheceu slmii nada mais soll'rer, o acha-so com-
pletamente curado. Acliavam-se presentes nume-
rosas pessoas, o entre ellas films. Sr. Antonio do
Vasconcellos Uenezos de lirumond e Brnardlno
Kaciro deKiguercdo Aijrcuc Castro, quando o dito
escravo veio i curado ao consultorio om companlua
doseu seulior. A allopalhia para curar a loucura
prescmva sangras, bisas, ventosas, purgantes, e
por sobre ludo os formidaveis custicos na nuca, ou
nos bracos, ou as coxas ; o a homoeopathia cura
esse terrlvel mal, sem maltratar seos lenles, com
essas dses nlimlizimaes, que os allopalias BCham
IflO ridiculas No caso presente oblive a cura com
dous glbulos lionuxopalhicos dissolvidos em una
onca d'agoa pura o oryatalina.
Primelro consultorio hoiiicoopalliico de Pcrnam-
buco, 8 de setembro de 18V8.
Dr. Sabino Olegario Ludgro Vinho.
() Nunca foi intoncao n.nlia personificar algue.n em
negocios que pdem comprometter sua r putajao O.
Srs allopa has tanto me tecni aperlado, que III eHWU
vendo na'dura necessidade de declarar o Windaquel-
es me team tratado doenles que me procuram em tal
eStaSoe desuuicao, que nenlm.n poder humanos sal
vara das garras da niorte Meus senhores, nao conti-
nuem con. essa vergoubosa guerra c lembrciu-se que
nesta queslao Vv. Ss. leem de perder inulto e muito,
se eu quizar mosirar-lhes os erros de seus ualamcntos
nos quasi-dcfunclos, que para O me manilam.
I Mt'SL.l'l '*^ a t ntu pii., ~............- i------ r..---------
?,e efeda eguuda IcglSo da guarda nacional .leste COnv.-vfo ora .uc se acha le que continua!fio, Sb a
nmnicipio, Francisco Joaqun, Pereira Lobo, que, ae.sr- 3'''* -- --fca nn-nnch,.- ev-
chava C&carregado da aiini'i'iutcndencMal.'is tropas, all
estacionadas. No mcsino scuUd/i it^llkiou ao iiispeo.
lur do arsenal de marinha. )
Portara Ao coniniaiidanjte da crvela Euttrpe, orde-
nan do li/essc rondar por dous escalrres armados os pon-
lol que llie fssem indicados pelo coronel Francisco
Joaciuim Pcreira Lobo.
DitaOSr. subdelegado da freguenia de San-rrci-
IVilro-Goncalves, de aecrdo com o toiiimaiidanlc do
quinto balalhao de fu/.ilciros, e com o coronel Francisco
Joaquim Pereira Lobo, far dispersar quaesquer gru-
jios de gente armada, que porvenlura apparccain na
inesnia fieguezia. Neste empeuho o Sr. subdelegado
empregar us meios bramlos ; mas, se ellcs nao frem
sulliciente, recorrer ao emprego da forja.
DEM DO DIA 27.
^YOlcinAo coinniandante das armas, oientlncao-
uu-o de haver oblido passagem para o segundo balalhao
.! .o tilli.n i i a p o soldado do lercciro da inesnia arma,
Malillas Ilencdicto.
Dito Ao un sino, reconimcndando a execucao do a-
viso de 26 de maio ultimo, pelo qual se ordenara ao
Kxin. presidente das Alagas inandasse dar baxa do ser-
vico ao segundo sargento do quartu balalhao de arti-
lliariaa p, Francisco Cyriaco Pereira Hastos. Parlici-
pou-se ao K.xin. presidente das Alagas.
Dilo Ao cominaiidaiitc superior da guarda nacional
dfstc municipio Achando-sc alterada a tranquillida-
de publica nesta cidade, determino V. S. que exprca
com urgencia as suas ordenspara que oscommandaules
doi lialalhcs ns. G ", 7." c 8." osfajam reunir e conser-
var uos lugares de ua paradas geraes al segunda or-
dem deste governo : devendo o cuiumaudaiile do sexto,
prcsiar-sc s requsices que Ihe frem feias pelo res-
pectivo subdelegado.
Ditos Ao cominandante das armas e ao coinimssa-
rio-pagador, scientilicando-os de haver mandado aquar-
telar o quinto balalhao da guarda nacional deste mu-
nicipio,
Ditos Ao presidente da relajao e ao inspector da
tliesouraria de fazenda, intclligcncando-os delerS. M.
o Imperador concedido lies mezes dcliecnca com os res-
pectivos vencimentos aojuii de drcito do clvcl da co-
marca do I.imciro, i/.nn ene o Caelano Pinto.
Dito Ao director interino do arsenal de guerra, re-
coinmcndando que, as medidas que liouvcsse de lo-
mar a bem da tranquiilidade publica e da seguranca lo
mismo arsenal, te emendes se com o comiiiandante do
hrigue Caliope, estacionado no caes do Collegio. feo
mesmo sentido, miilnli mu.mci, expedio-sc poilaria ao
commandanle da guarda da airaudega para coiifercn-
i'iar com o connnaudanle do briguc Cupibarihc. Parli-
cipou-se a este e ao do Caliope.
Dilo Ao commandanle da corveta Eulerpe. ordenan-
do pozessedisposico do major Joaquim de Puntes Ma-
riano os imperii.es marinheiros que pudesse dispensar,
mim de virem poslar-se no largo do palacio da presi-
dencia.
dclleshavia lormado.
OKI 11.10.
c. lllm. Sr. Esla presidencia observou com prazer
o garbo, asseio c boa or.lem, com que se aprosenla-
raraem grande parada do dia 7 do correlo, nflo so
a guarda nacional que formou nessedia, senflo lam-
bem a tropa de primeira linha, c o corpo de polica ;
o pois rceomnienila a V. S que em or.leni do dia
Ules i!e em sen nomo os devidos louvores.
i Ao levara clleilo esta recomtnendaco, S. S. fa-
r senlir uos cheles da sobredi la guarda nacional,
aos da tropa, e ao do corpo de polica,que, proceden-
do le maneira a merocerem os elogios la parlo des-
le governo, ellos coi respondern! a ideia que a seu
respeitoj seliavia formado. Dos guarde a V. S.
Palacio de Pernatnbuco, 9 de setembro de 1848.
Antonio da Costa l'into Sr. coronel Rento Jos l.c-
inenlia Luis, commandantc das armas.
liento Jos Lemenha lint.
PERNAMBUCO.
IDF.M DO DIA 28.
Cilicio Ao cnsul de S. M. Fidelsima nesta cidade.
lllm. Sr. Antes de rrceber o ollicio de 26 do cr-
reme em que V. S. reclama providencias a bem dos sub-
dito de sua uaco, esla presidencia j as havia lomado.
Itespondendci assim ao citado ollicio, uo posso deixar
de sifuificar-Ihe que me fram suminamcnte senslveis
os seosteeSRSsst1* rat M* nue me nao descuidare!
h. h.Mnuni. ..........!.......i., niiplles eme us nroinove-
PROPAGANDA UOMCEOPATIOA.
XV l t
E atWldaa o> fjcios sio tail, o J pabviai p".
frs non vMn.
Peco encarecidamente aos meus adversarios que
conlinuem a iranscrever os discursos prolcru^s con-
tra a homcaopalliia pelos allopalias as sessOes da
academia de medicina do Pars, omquanlo ctl vou
publicando os factos obtidos nesta cidade em miT>a
clnica bomu-opalhica. PeQO quo continuom com
essas pesslmas traduccOes de discursos, para que
todo o inundo conheca quo esses pessimos traducio-
ics nada dizem de suas cabeca, porque nada sabem,
o smenle se coiilentam em jurar na fe desses allo-
pathissimos senhores da academia do Pars. QM
bellos experimentadores fram elles! Em lautos
mezes nHo poderam obler urna s cura polo syslonia
homceopalbico, quando eu, quo nao sou capaz de
tocar-Ibes pona do sapalo, em menos de dous
mezes j tcnbo mostrado como so cura homooopali-
Qucro distrahir-mo um pouco, lizendo alguma
cousa a respeito de urna desordem allopathica, que
nao sei que nomo I be d.' O publico ja vio escrtpto
no Pierio de Femambuco quo eu nao admintslrava
aos doenles se.mo agoa pur^ieodo v.ntar ora.
aarrafa por 2t0/0p0 rs., custando um baldo nos cha-
far zes dous vintens. Agora espalham por ah alguns
Srs ailopalhas, quo os.emedios homosopalas sao
venenos vfoienos/ Dizom elles ^ohemdad^ue
j. j- ~.
u
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2.E.S. -. :
-: O u y w
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o
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'a'hom'aopathia cur, alguma, "{(a a Dos!
Ja o meu irabalbo mo va. perd.do de lodoj^ Ja elles
|)"|a'RI0l PIBNAIBCI.
REC
nors, io
DE SITEMBBO DE 1848.
t
~ .^VeeTmesW^a S.TV me nao descuidare! Ja o meu iraaino ".P^SntaltVll orm
de lacr punir rlgorosamcnie aiuellcs que os proinove- icem aprenuiuo quo a ..u...^-r-. .
Pelo vapor lmperalriz, chegado hoje dos porto
donotlc, recebemos jornaes do Piauby al 8 de ju-
||,o, do Para al 23 de agosto, do Maranhao al 26
do ultimo desses mezes, e do Coar al 2 do cor-
rente.
Da Parahiba, nflo tivenios peridico, massim urna
carta particular.
O Piauby ficra tranquillo, mo grado as provo-
cares que quotidianamento so laziain as parcialida-
des que ah conlendeni com o furor com que hojo so
debalem os polticos quando so approxima urna eleigao
qualquer, ou seja de deputados, ou de senadores,
ou de vercadores o juizes de paz ; pois que he justa-
mente cin senielhanto occasiioquo envidam os lti-
mos dos esorcos por conseguirem o Iriumpbo do
lado a que so dizem pe tencer.
O Exm. Sr. Dr. Anselmo francisco I'eretti anda
n.to linha chegado capital, onde era esporado com
anxiedadc.
A assembla provincial installra-se no mesmo
dia para que fura convocada, istobc, a 21 dejuiMiu
prximo passado. '
A mesa achava-se assim composta :
\
MUTILADO

t
>*
V


tf
m
M
Presidente, o Sr. coronel Justino Jos da Silva
Motira ;
Vico-presiden lo, o Sr. I)r. Candido Cil Caslello-
Branco ;
l. secretario, o Sr. JesuinodeSouza Martins;
2. secretario, o Sr. Dr. Carlos do Souza Martins.
Na greja quoassenta na fazenda denominada Pi-
cos, urna escolta de polica, abusando das armas
que a provincia 1 tic conlira para manter a ordem,
travra luta com seis possoas quo se oceupavam de
dar sepultura certo cadver ; ferira a (res homens
ea urna mulher, que fonnavam parte desso grupo
que pralicava um acto todo pi, o dest'arle conspur-
cara a casa da oraco, derramando nclla sangue hu-
mano .'.. Servir de pretexto a essa secna dcsagra-
davel o ompenho quo poacra a escolta om tomar as
facas quo traziam dous dos individuos com quem en-
gajra o conflicto.
Telas 7 horas da noito de 30dejunho, o cidado
Raymundc Psreira da Silva, coronel da segunda le-
gio da guarda nacional piauhyense, e pai de nume-
rosa familia, suecumbira a um tiro que, segund
sasuppunha, Ihe disparara sobre a caneca um dos
seos cscravos, ao achar-seelle na varanda interior
da fazenda quo possuia em Pripiry.
O Para ainda nada (inha a queixar-sc da adminis-
trado do prostimoso Rrasileiro que o preside.
A nova do nascimento do herdeiro presumptivo da
cora havia sido recebida nessa provincia rom vivas
ilomonstraces de grando regosijo.
A nmnicipalidadc da cidade de liclm irrecadiri
o mez de julho ultimo a quanlia de rs. 1:733/36*,
c despender a de rs. 1:720/353.
A situaco do mercado conlinuava pouco satisfac-
toria no tocante a transaeces cambiaos.No havia
quom sacasso : os pesos brasileiros e os columna-
ros corriam a 2/000 rs., eos mexicanos fluctuavam
entro 1/900 a 1/930 ris.
O Maranho bracejava com as difliculdadcs quo Ihe
cria ophrenesi com que os partidos ahi se alroci-
dam, smento com o fim de se apoderaren! das posi-
ces ofliciaes, e ha bilitarem-se para dispr de ludo
a sen hel-prazer. Entretanto, parece-nos que o Estol.
Sr. Amaral conseguir corlar por todas essas difli-
euldades, porque n&ocst ligado a nenhum dos gru-
pos contendores, e se esmera por oslenlar-se dele-
gado fiel de S. M. o Imperador.
As noticias recebidas de Caxias nada linham de
agradaveis. Receiava-se pela trnnquillidade publica
nessa paragem, mas constava quo as autoridades
policiaes do lugar empenhavam-se por aniquilar os
planos dos dosordeiros, eiam sendo bem succedi.tns.
Entre os que procuravam subverter a ordem, I-
guem apperecera que se lembrasse de fallar ao povo
em governo republicano; porm fra immediota-
mente repellido, e icra sabendo quo alli, assim
como em qualq.ier dos pontos do imperio, todos
esto convencidos da exccliohci dosysicma monar-
"hico-representativo.
'im fin de julho, una iropa de cinco malfcitores as-
allra ccrlo coinboy na malla de San-Mrlinho, na inar-
geurdo Parnahlba ; assassinra o arreeiro c um pelo,
e roubra ludo quanto cncoulrou de algum valor!
Ja esuvain capiuradoi lodo : tres fram descobc. los e
presos em Caxias, e dous no Puly.
Em um dos lugares mal pblicos da cidade de San-
I.ulz. e polas seis horas da tarde de ?4 de Julho, mu cs-
cravo do Sr. Egldio Jos de Castro I.aun assassinra
com nove faccadas gravissimas a csse Sr. cuja morte
prematura deiira entregue dr e ao luto uma mal em
idade avaocada, urna esposa, duas filhas e numerosos a-
migot.
A frra qne ceifra vida tSo chara achava-sc em poder
da juslica, eestava sendo proceisada.
Ao cabo de longaeiiferinidade. fallecer, na madruga-
da de 24, o Sr. Dr. Antonio Kernardo da Encarnacao c
Silva, mestre-escola da calhedral inaranhense.
Oo 1.* a 15 do mez Iludo, o thesouro provincial reco-
Ihra aos respectivos cofres a lonima de 5:017^573.
O Cear prosegua cin calma, noque diz respeito ao
ocrgo publico ; mas a Impreusa cada vez se tornava
inais caustica, cada vez se desviava mais do seu nobre e
importante tim.
O Pedro II colmara de prevaricadores, venaes e con-
cuisloiiarlos ,,uas todos os seus adversarlos polticos.
Em compensado, o Cearenic dava os mrsmos epilhelos
nos do credn daquella gama. Ambos clles appellavam,
i ultimo cato, para a presidencia: o que, ao nosso v>
inais que milito prova que esta batido aprudencia de
se nao por a disposico de nenhum dos lados que ae
guerream. pois que todos recorrem ao seu auxilio.
A Parahiba la bem sb a administraeo do Esm. Sr.
Joao Antonio de Vasconcellos.
so!ufao em que est de faxer manter a liberdade do Voto
as eleices que se houver de proceder durante a sua
presidencia.
Go rrespoi idenc in.
Sr. Redactor.A conducta mais exemplar, a mo-
ral mais catonlca, a virtude mais austera no se
acha hoje neobertada dos furores da nossa vil e rela-
xada imprensa: olla se nlo peija de ridicularisar,
dn nial dizer, de insultar homens quo, em conse-
quencia de suas excellcntes qualidades, sua honra-
dez em todos os lugares quo hito oecupado, tecm
adquirido um nomo de respeito e considcracn; e
para prova do quo acabamos de dizer veja-se o Diarlo
novo n. 192 do lerca-feira, 5 do corrento, ondo sb
a rnupagem do incgnito he insultado o rediculari-
sadoo honrado cidado, o exemplar empregado pu-
blico, o bem condecido inspector d'alfandeg, o Sr.
Miguel Arehanjo Monteiro do Andradc : nilo lio s o
Sr. Monteiro que ha sido victima dos vituperios do
Diario-novo, inuitos oulros respeitaveis Srs. teem
tido ,i mesma sorlc; mas o quo cumpre sonito en-
tregar ao desprezo um jornal que se ostenta Insul-
tante e maidizenle ? Sim pode continuar ; mas cer-
to que o Sr. Monteiro acha-se com sua reputaco tilo
bem firmada, quo scus ulvos nio pdem marea-la:
e concluiremos dizendo quo he da natureza das cou-
sas quo relaxados, pclinlras, prevaricadores, la*
droes no sympatizem com o Sr. Miguel Archanj
Monteiro de Andradc.
Jiislictiro.
PniliciM.'oes a pedido.
Estranho aos partidos ; verdadeiro seclrlo da po-
ltica da tolerancia c juslica ; ouvindo a todos c aco-
lbendo-oa benignamente ; decidindo as queslOcs que
sio Irazida ao seu couhccioiento, nao segundo as aflei-
efles particulares, mas de cooforinidadc com as leis ;
S. Exc. ha merecido a sympatbia de toda a gente sen-
atada provincia ; y inpailiia. ry>+ depois que elle," por urna circular, decl
/./w. e F.xm. Sr. presidente. -Tendo reeebido em o
di!. 21 .lo eorrente o cilicio de V. Exc, .alado .o pi i-
mciro, pin o qual rometle-me Y. Ex. por copia o pa-
recer da commisso do legislaeo, dado sobro urna
re presen laco que alguns parochianos de Muribcca
duigiram contra mim a assemhlca legislativa pro-
vincial, afim ilo que cu responda respoilo do ohjec-
to da mesma representaco; o cumpiindn-me em
obediencia delihcrac-lo daquella e ordem do V.
Exc, algumi cousa dizer, no posso dexar do fa-
zcr sentir que muito estranho me foi que apenas se
me remettesso o parecer da eommissiio, quando se
me devera rcmeltcr por copia a representaco, alim
deque cu i vista de scus fundamentos melhormente
a podesse contestar.
Entretanto, como quer que ilo parecer da eommis-
siio colhjo que alguns parochianos da rreguezia de
Muribcca se qucixam de mim,por isso que, quereudo
edificar no terreno em que so acha situada u povoa-
co, e que lio do mirilla propriedade, so por mim
obstados, responder! expondo com toda a verdade
o quo ha n esse respeito, advertindo antes deludo
que intrigas polticas e meramente polticas deram
origem essa clebre representaco, cuja injustica
lie notoria, e de cujos fundamentos provarei a falai-
dadecom documentos.
No se contesta que eu sou o proprielai o do ter-
reno em que se acha situada a pequea povoaco de
Muribcca, e tio pequea queapehas conta 50 casas,
quasi todas do taipa, e no est ainda subjeita ao im-
posto da dcimo. Ora, s fundado no mcudireilode
propriedade, plenamente garantido pela coustilui-
500 politica do imperio, poderia cu rebater essa re-
presentado, o mostrar quanto lio injusta a celcunia
que contra mim se quer elevar, s porque cu nao
tenho lomado commum o terreno que me prtense:
porque em verdade nao vejo Ici uo imperio quejobri-
gue oproprielnrio ile-um torrono a ced-lo a quem
M auizer apossar dello : salvo se os autores dessa
celebre iepivscntaciu)qiiercm inlroduziraqui oconi-
munismo, principiando logo osyslcmafeWmeu ter-
reno na Muribcca.
lio claro que. sendo eu dono do lexfeno, assim co-
mo arrend, aforo, vendo, etc.al|m quero, tnni-
netn posso negar a posse c nso-ffocto delle quem
me nio eoiivicr que dello se aposso e usufrua ; o
quando inesmo fsse exacto o que allega a represen-
lagao, nao soi que isto seja motivo para algiiem iliri-
gir-se no poder legislativo, neni tilo pouco quo esle
possa lomar una medida para obrigar-mc a ceder a
nimba propriedade em beneficio doquem a amii-
Sei qun o direito de propriedade individual esl
siinjeito a limitacHo que lbe impoe o bem publico
egalmento verificado; mas ignoro que seja bem pu-
blico que Pedro, Paulo, Sancho ou Martn.ho lenliam
a laculdade de edificar no terreno do minha proprie-
Podcria limitar aislo a minha resposta; mas,co-
mo quer que sejam falsas as arguicOes que so me fa-
zem nessa represontacao que somonte os odios pol-
ticos, que tudurevolvem, eu nada respeilam, seriam
capazos de promover, enlondo que me corre obriga-
?ao .le mostrar que nao tenho procedido pela ma-
neira que ah so me attribuo. NHo he desconhecido
que eu nenhum interosso tenho em quo o meu trro,
nonada me renda, e que, sendo elle destinado para
eilicacSo, he prejuizo para mim deixa-lo de aforar,
ou arrendar a quem mo possa ofTerecer garantas;
mas he lamben una verdade que mais val te-lo de-
valutodoque ci.trega-lo a individuos que, alm de
me n.lo pagaretu cousa alguma, causam-me nilo pe-
queo prejuizo, deslruindo as maltas do meu enge-
nno, e nenhuinagaiaiiliaollerecoiii da sua morali-
dado.
J se v.\ pois, que cu uno posso nom dovo consen-
tir quo cdiliquo do meu terreno todo o qualquer in-
dividuo que disto se lembrar, e que porconsoquen-
cia de necessidado bei de ter negado algumas licen-
cas para isso: mas, procedeudo assim, nao faco mais
(lo que o quo sempio (izcraii: os meus antecessores,
que muilo mus escrupulosos do quo eu seinpro fo-
ram, como coitlprovam os dous documentos i -'uno
sb numeras um C dous, o que silo Unas cartt,, urna
da Sra. I) Narcisa Porcina da Sil oout.adoSr.
lllm. c Exm. Sr. Antonio da Costa Pinto, presi-
dente da provincia.
Joaquim Machado Portilla.
H iCUMENTOS.
N. i.-lllm*. Si.- D. Narcisa Peroir da 3ilva.-Vou
neb presente rogar a V. S. quo, por obsequio ver-
dade, queira ao p desta responder-me so o fallecido
marido de V. S., o Sr. D. Antonio do Moraes o Silva,
quando possuidor do engenho Novo/que hoje me per-
Ionce, e em cujas trras so acha assentada n povoa-
c.to de Muribeca ; conceder ampia liecnca para edi-
licaciTo do casas na mencionada povoagflo; ou se,
pelo contrario, a algumas possoas por varias vezes
denegara tal permissito. Por se me fazer preciso pre-
sentemente saber da verdade a este respeito, he quo
cu rogo a V. S. este favor, do qual flrar-lhe-ha sum-
mamente agradecido quom he com respeitosa eslima
?? ?' mui r?vcronto venerador o criado.Joaquim
Machado Prtala, Itecife i do agosto de 18*8.
lllm. Sr. Joaquim Machado Portella. Vejoo con-
teudo da carta do V. S. c tenho a rcsponder-lhe
que meu marido nunca deu ampia liecnca para so
odilicarom casas na povoagilo de Muribeca, o quasi
semprc denogava um tal consontimento, pormittin-
do apenas que se levantassom ou reedifleassem as
cahiiiasi .sin nnji hkhi Hn qno n nna reeebla de ar-
rendamento nflo equivallia ao prejuizo quo solTia
com a destruicilo, que os mesms rendeiros Ihe fa-
nam as mattasjd'iid tlravam madeiras. nflo s pa-
ra qiiclmarem, cmo para oulros fins differentes : e
que pela morlo do mesmo, tendo ou continuado a ad-
ministrar aquellas trras, continuo! tambem no fir-
me proposito de nlo conceder taes licencas. He o
que tenho a responder, por ser verdade. Da V. S. at-
ienta veneradora o criada. ~ D. Narcita Pertir da
Silva. (Eslava reconhecida pelo tabelliSo Cocino.)
N. 2. lllm. Sr. Joaquim Mara Carvalho. -- De-
slava merecer do V. S. o obsequio de, porescripto,
relalar-me o que por vezes me tem dito acerca do
que \. S quando consenlior o inura.ior no engenho
-Novo da Muribeca, presenciara o ouvra fallar dos es-
tragos que faziam os moradores da povoaco d'aquel-
la rreguezia, em coiisequcncia do quo a propietaria
do dito engenho diflicultosamonle conceda licenca
para o.lihca^ilo de casas lia mencionada povoaco
ricar-lhe^h mtiito obrigado por este favor, quem
lie com sincera ostima. De V. S. muito ltenlo vene-
rador e criado. ~ Joaquim Machado Portella.
.. lllm. Sr. Jouquim Machado Portella. Em res-
posta a carta de V. S. tenho a dzor-lhequosei, por
ter i. orado algum lempo no engenho Novo de Muri-
beca, que, (cando os maltas desse engerido muito
prximas povoaco, soiTriam um grando estrago
feito pelos mora.'-bes da mesma, que dcllas tiravam
grande quantidado do madeiras, nilo s para quei-
marem, como para venderom, dn sorte que tanto
meu sogro.como minha sogra depois da morte dosle,
mu diflicullosamento conceda licenga para ah so
edificar. He o que em f do verdade tenho a res-
ponder a V. S., de quem me prezo ser com sincera es-
tima e consideraco, muilo attencioso venerador.
Joaquim Mara de Carvalho. (Eslava reconhecida pe-
lo labeio Coiho.)
N. 3. Sr. Jost Miguel. Por amor verdado
lenha a bondade de a o p desta respondcr-mO se foi
com meu consenlimenlo que Vm. levanlot uma ca-
sa na povoaco de Muribeca. Ficar-lhe-ha obrigado o
de Vm, atiento venerador. Joaquim Machado Por-
tella.
Bacalho ---------No ha nenhum.
I'arinha do trigo Scm entradas o sem transaccilo 1
Manteiga.....Vendeu-so de 670 a 680 rs. a |,tt
da ingleza de vacca.
Entrsram5 embarcacOes. esahiram3. Esto .
porto 33, a saber : 2 americanas, 20brasilciras,7 n
glezas o 4 porluguezas.
Wovimcnto do Porto
Navioi entrados no lia 9.
llio-de-Janriro ; 17 dias, brigue brasilciro Sociedadt A I
185 toneladas, capitao Manoel Joaquim Lobato, euM
pagein U, carga pipas, barricas vaslas, fumo, toucl"
nbo, cafe, feij.o e inais gneros a Manoel Joaqu,j|
Soarcs. Passageiros, Delarmlno de Arroda Criincra I
com I filbo e 1 escravo, Joito Carlos de Lemas, Zcferi.
no Fernandes da Silva Mama.
Parahiba 3 dias, lancha brasilelra SaiUVi-Crur, dc 2| i.
neladas, capitao Antonio Manoel Alfonso, equipaEcm
4, carga toros de mangue ; a Joaquim de Oliveira
dem ; 3dias, hiatc brasileiro Etpadarlt, de 27 toneladn
capitao Victorino Jos Pcreira, equipagem 5, carga fu!
ni.i; a Joaquim de Ollyeira.
dem ; 24 horas, hlate brasileiro Pureza-dr-Marin, de ig
!*ofie4Ud, capitao J Fi afiCBO "ui lina, c.jiiaiem I
, carga toros de mangue ; ao capitao.
Montevideo ; 33 dias, patacho inglef Preedom, de 165 (o-
peladas, capitao John Gavey, equipagem 9, carga cou^J
ros e la ; ao capitao. Vem refaier-se d'agoa e segu!
para Londres.
Parahiba ; 3 dias, hiate brasileiro Tret-Irmoi, de3i to.1
neladas, capitn Manoel Ignacio da Cunha, ciiulpa-1
gem 3, carga toros de mangue : ao capllo.
Naviot tahidoi no meime dia.
Rio-de-Janelro ; brlguc de guerra inglez Grtcian, com- I
mandante Fiudal.
Philadelphia ; brlguc americano Brandy-rYine, capitao
L. P. Casscn, carga assucar.
Parahiba ; iiiaie bruiciro San-Ja<-orinto, capitao nj, I
colo Francisco da Costa, carga varios gneros. Pasii.
geiro, Manoel de Mcdciros Carvalho, flrasilelrl
-Vnro iirado no dia 10.
Para e porlos intermedios ; 17 dias e do ultimo porto \i
horas, vapor brasileiro mptratrit. de 450 toneladas
commaudante o capito-tenente Jesuino T,aniego Cos
ta, equipagem 30. Passageiros : para esta provincial
o tenente-coronel Luiz Antonio Favilla com na se\
nimia, Jos Antonio Fernandes Carvalho, Luiz Romri- .
ro da Cunha, o Americano J. D. Johnson, Manoel Jos
Salgado com 1 criado e l escravo, Antonio Joaquim
Pcreira, Antonio Fernandes Lima, Francisco Fcrrcira
Novaes, Fr. Antonio de S. Braz Maciel Piuheiro com 2
cscravos, Antonio Francisco de Ollveira, o Inglez Fl-
lippe Uevelhatn, I soldado, 1 desertor e urna escrava a
entregar ; para o sul, o capltao-lcnente Joaquim Jos,
de a I incida Cmara, Manoel Ignacio Lima, 2 soldados,
5 reclutas para a armada c 8 e.cravos a entregar,
Savia lahido no mamo dia.
Londres ; patacho inglez l'recdnm, capitao John Gavey,
carga a mesma que irntixc.
ISIMTA L.
Dom Joao' da Purificacao' Marquet Perdlgao', conego
regrante de S. AgoHinho por graca de Deot e da S.
S Apostola ibo de Pernambuco, do conctlho di
SjM.luC, etc.;
PoresprcjaJ>nian/)ado de S. M. I. commtinirado
pelo imperial aviso do 14 de maio do 182, expedi-
do i da secretaria do eslado dos negocios da juslica :
y. lllm. Sr. Joaquim Machado
consenlimeiito de V. S. que eu (i
vosgo, e com madeiras do en_
o quo no seria capaz de fazer se-
ment. He o que tenho a responder V. S1f\... quenjt "omos om concurso, pelo prsenlo odital, as seguiti-
sou, ole Jos Miguel Perda. tes igrejas vagas desto bispailo : a do N. S. da Pcnlu
\r*. Sr. Luiz Francisco de Paula. Por amor do Buriti, a do S. Joo Baptisla do Porlo-Alegre, a
a verdade tenha a bondade de ao p desta rej)fc ui.ler
Bie se depois que sou
Vm. levanluu alguma essa nessa povoaco Eicar^.
Ihe-ba obligado quem he, etc. Joaquim"Mff'hado^
Portella. ^~
* lllm. Sr. Cci tfico que levantei uma casa na
povoaco de Muribeca com licenca de V. S., c tam-
bciti que V. S me deu madeiras das suas maltas pa-
ra faze-la. De V. S., ele. Luis Francisco de Paula.
N. 5. Sr. Jos Filppe de Abrcu. Queira ao p
desta responder me, ole. {como na carta antecedente.)
lllm Sr. Joaquim Machado Portella. -- Por con-
senlimenlo de V. S. concertei a casa onde moro ties-
ta povoaco, e com madeiras das maltas do engenho
de V. S. Muribcca, 25 de julho de 1848. I)u V. S.,
etc. Jos l'ilippe de Abreu
(Segucni-so mais 15 cartas, pouco mais ou me-
nos, do llicor deslas tres ultimas, todas reconlicci-
dus e selladas.)
[jdeS. Rita do llio-l'relo a do M. S. do Itozario da
ossuidor do engenWo*Novo Vanea a de N. S da Conceico do Ina. a de S. lita
Kcrx-Jonoi,iu4m. a de .N, S. d^a^Uamro do fleos do
Pusim c.i q.:~ fftatjB/tianonia.
Todo o rovcrentlo ijflftdote ou elcrico que quei-
ra fazer opposeflo as 'H^'is cima referidas aprc-
soBtc-se com seus pap\|Hpromptose correles na
forma do estilo para sereMadmittidos fazendo ter-
mo de opposico dentro doT*tajro de 60 dios, (indos
os quues se far o cotictirso#em o qual responde-
ro os reverendos oppositoan nove casos do moral o
conscicncia e faro uma isk|iosqAo ou homila do
ovangelho, que assignartiijbs : para prOportnos a S.
M. o Imperador os quo sc/Julgarem mais dignos na
orma dos sagrados Canoneso Cono Trid.
liado em Olnda, s!) o sello da chancellara e
nosso sigual, aos II dcsetcnibro do 1848. E eu o ea-
tlro Joaquim do Assumpco, cscrivo da cam.irt *
episcopal o sobscrev. "
Joao1, Bispo Diocesano.
Auumptao'.
Editsl pelo qual manda S. Exc. Revtn. pora con-
cursos igrejas vagas dcste bispado, na confornii-
dade das mpeiias ordons, como no mesmo se de-
clara.
Para V. Esc. Itevm assignar.
tO!V.f1iC.t>.
ALFANDEGA.
HENDIME.NTODO DIA 9..........1:7-10/594
Oeicarrrgnm hoje, 11 ,/ sttembro.
'ligue Sovo-Vencedor pedra.
Galera Serafina inercadorias.
Hiatc RipadarfF Linio.
CONSULADO GERAi.
Ueclaraijoes.
RENDIMERTO DO DIA 9.
Geral f.....
Dircrfis pruvinciai
. 067/968
. 43/383
l:0llpj|
Joaquim Mara de Carvalho". Entrcl so tenho
porvenlura negado algumas licencas, como fazt.-m
todos os proprielurios, he falso e ralsissimo que eu a
ninguem tenha dado licenca para edificar na povoa-
co ou concertar casas, nellaja existentes : o contra-
rio moslram os documentos do n. 3 a 20, que so
carias de dill'erentes individuos quo teem levantado
casas por meu consenlimenlo.
Creio ler satisfeilo oo quo to mim se exigi o
certo do quo por um arbitrio revollanto nuserei
despojado da minha propriedade para sotisfaco dos
caprichos de quem entendo quo uos-seus adversa*
ros polticos no s dovo ser prohibido n goz dos
direitos de cidado brasileiro, sono tambem dos de
CONSULADO PROVINCIAL.
lUWOMIENTO DO DIA 9..........772/429
PIUCA DO ItECIFE, 9 DE SETEMBItO DE 18*8,
AS 3 HORAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambios ----- Nesta semona liouvo algumas
IransaccAos de pouco monta ao
cambio de 23 o 2t d. por 1/ rs.
Algodo ----- Entraruin 869 saccas. Foi me-
nos procurado. O preco do de
prmeira so. te regujou a 4/500
rs. por arroba.
Assucar- ----- Apenas vieran) ao mercado sote
c.iixas. Os precos fram os
meamos da semana anlocedentc.
As molas quo leem de conduzir o va-
por Imperatris pora os portos do sul
fecham-se s 8 horas do dia 12 do cor-
rcnle, c finda essa hora no so recbe-
nlo maiscortcspondcncias.
I'eranle o concclho de adminslraco naval tem do
se arrematar as 12 boros do dia 14 to corrento,
una porgo de bolacha propria para alimento do
animaos o nutra do plvora arruinada, pelo que so
convidados lodos aquellos quo quizerem anear so-
bre os mencionados objectos aeoniparecerom no in-
dicado dia o horas no almoxarfado podendo os in-
teressados intenderem-se com o Sr, inspector do ar-
senal nos dias II, 12 c 13 do crrente, para veretn
ditos objectos.
Sala das sesscs do concclho da admiuistruco na-
val 9 de setembro do 1848.
E'uhlcacao Littcrari.i.
rou|hom0m' e8Pero inese mo ara o devida juslica. Dos
As tiorocs elementares de geologa, ehimica, phy-
sica, botnica o phisiologio vegetal opplicndas a a-
gricultura, Iraduzidos do francez connunciadas na
Unido n. 11, acham-so expostas venda as lojas de
livros dos Srs. Cardozo Ayros, no Recite, e Coulinho,
na ra do Collegio, a prego de 1,500 rs.
Avaos martimos.
Paro o Rio-de-Janeiro segu viagem, com mui-
la hrnviilailo a eacnn* nucinnal Ciirinia oor ter

MFI HOR EXEMPLAR ENCONTRADO [MUTILADO



>

parle de sna carga engajada : para o restante es-
cravos e passageiros, trata-se com Luis Jos da Sa
Araiijo, na ra da Cruz, n. 26, 011 com o capitito ,
Domingos Antonio do Azovedo, a bordo.
t _- Para o Rio-dc-Janeiro pretende seguir com
|,rer carregamenlo promplo : quem no mesmo qulzer car-
regar, embarcar cscravos, ou ir de passagem para
o que tem oxccllenles commodos dirija-se aos con-
signatarios, Amorim Irmilos.
i -No dia 17 do corrento mez sabe para Lisboa o bri-
gue porlugez Maria-Joti de he capil3o Manoel Joa-
quitii dos Santos : para o resto da carga ou passa-
coiroi, trala-se com o mesmo capitilo ou com os
seus consignatarios, Francisco Severianno Rabello
tFilho. .
Para o mo-de-Janeiro segu, ein poucos dias,
0 liri(ilo Aiiombro, forra.lo do cobre, e do priinoira
marcha, por cr parte de seu carregamenlo quasi
prompla : quom quizercarregar, ou ir do passagem,
para o quo tom encllenles commodos, dirija-so i
ra da Cadcia do Rccife, botica n 61, a fallar com
Joilo Jos Fernandcs Magallifles.
.- para Lisboa, iinproterivelmcnte no dia 28 do se-
tembro, por ter a maiorpartetla rga prompla, o
brigue portguez. aoinr^tKcedr %dra o resto da
carga o passageiros, para quo ofTcVco escolenles
commodos, trata-se com o consignaVrio Thomaz
'Aquino Fonseca, na ra do Vigario*, n19, ou com
o capitOi Antonio Jos dos Santos Lapp%jia praca
da iwnmfircin,
O S. J. Barboza de Souza declare a sua morada
PaTa ser procurado por urna pessoa, que no dia 6,
nlo atinou com sua casa.
Aviaos diversos.
Lotera do Ihealro publico
desla cidade.
leud sido grande a concurrencia da
penda dos liillictcs desla lotera, o llicso-
Freiro marca o dia a3 do cor ente mr-z
para o impreterivel andamento das rodas,
ipial ter lugar no consistorio da greja
Concecao dos militares
Qucm annunciou querer comprar a obra do
Horacio ; dirija-so a livraria da ra da Cruz, no Re-
cife.
-- Ao amige do Sr. J. J. do Mosquita, do Diario de
7 do corrente, so responde, que ello esta muito mal
nfonnado, quandodizqueo Sr. Mosquita nunca dui.i-
luu cumptir legado deixado por Luiz Jos de. Souzv
urna vez que ettejam cm estado de terem cumpridos ;
porquantoa respeitn do legado deixa'io a lilha do
Sr. Ouimaraes recusou fazel-o nlo obstante as sen-
lencas que pstoobteve dos doutorosjuizos do Serpa Brandilo eNabucodcAraujo Jnior o do Tri-
bunal da relatlo ; sendo vido o dOulor curador ge-
rl, qiic cm todas s instancias promoveo contra
Mesquita prir nlo ser fundada m direito sua re-
pugnancia ; sendo que ninda Mosquita embarguu na
chancellara o venerando accordio Tal be a sua re-
pugnancia em cumplir logados .' O accordio foi l-
timamente confirmado c Mesquita niio lem agora
oulro remedio senfo satisfaze-lo, porque Iho tifio
resta mais recurso algum. Mas quo vem tudo isso
coma pergunta que seibo fez no Diario de 6 do
crrente .'Qtwsjmpccilbo ou \ncanvt>r>'uiirta 4j n
satisfazos o legado deixado Antonia Maria da Trin-
dadebamais de dous minos? Querer porventura
ser outra voz ajuizado, como fui por Guimariles ,
para assim ir sohrecarregando a fortuna do testador
com cusas superfinas, o desto modo demorar cm
sua inflo o dinheiro alheio. ? Qanto a ultima parte
do que diz o Amigo rospondc-sc-lho : quo recorra
aos Diarios .lo mino passado onde ochara alguma
cousa contra Mesquita que cuino so chava uesla
cidade. Nlo leve, perianto, tugara nossa pergunta
porque elle se achava fra. O encapotado.
Vende-so un soph do angleo, usado, com-
posioo cnipalhado do novo por proco muito liara-
.<>: liimbuiii se troc por oulro, ou marqueza an-
da mesmo cm mao estado : na ra estreila do Itoza-
rio, n. 32.
A abaixo assignada faz scientc a
respeitavel publico que quanlia alguma
(leve ncsla praca ; e faz esta declaracao
para prevenir duvidas para o futuro. Pa-
rahiba do Norte, 3o de agosto de 1848.
\Hjiia Marroquina de Jess Nazareno.
-- O abaixo ussignado comprou ao Sr. Manoel lli-
beiro da Cunha Olveira os gneros da sua venda,
omlo contina o seu estabelecimento, ficando res-
pousavel pelas dividas que olla a inda estoja doven-
dode gneros para ella comprados ; c por isso roga
lodos os Srs. que anda nao entregaran) suas con-
tal, o facam com toda bruvidade, assim como tambem
pcilcaos Srs. quelbe estilo devendo, realiscm seus
pagamentos para de novo continuar a scrvi-los.
Manoel Jos do Nuscimenio e Silva.
Fugio, no dia 9 desto moz, da ra Direita,pada-
|fian. 24, um pelo de nonio Juo, de idade de 30a
PS5 Biinns, de estatura regular, bem fallante, barba
lecrrada.ollios bstanlo verjaolhos; levando vestido
Icalsa de ganga azul, camiSaTCe madapolSo, chapeo
de |i||iH rogo-se a todas as autoridades policiaca e
cnpitiies de campo a aprcbcnsSo do dito eseravo, e
cnlrega-lo a seu senhor na padaria acim referida, o
ual bem recompensar.
Prccita-se de um rapaz quo tenha pratica de
M'barniacia, ou sem ella ; na botica do Allcrro-da-
I "-Vista, n 76.
- l'recisa-se do um caixeiro de 12a 16 anuos: na
Um advogado
desta praca que vai ao termo de Porlo-Calvo Iralar
dealgiimasquestOes.offoreceo seu prestimo para
all agenciarqualq^uernegocio, ou cubranca judi-
cial : a quem esto aviso convier e se qulzer delle
aproveitar annuncie para ser procurado nosles tres
das.
--Deseja-se fallar com o Hespanhol Joo Jcrony-
mo Rihciro : na ra da Cadeia-Velha n. 20 ou an-
nuncie sua nioraua.
Granon & C., sucessores do Sr. Ilebrard na
ra Nova.n. 69, participam a seus freguezeseao res-
peitavel publico, quo Charles Turquais cntrou no
seu eslaboleciinento como caixeiro, desde o dia 11
de setembro do correte.
Aluga-se urna grande propriedade do tres an-
dares o solilo na ra da Madre-d-neos n. i, on-
de moraram os Srs. Johnston Palor & Com panliia :
a tratar com Joflo Jos do Carvalho Moraes.
Quom annunciou precisar de urna pessoa que
enlenda de ecripta por partidas dobradas, dirija-so
a ra do Arngfio botica do Sr. Joquim Ignacio Ri-
*>eiro. .?
- Aluga-so una caSinha n roa lo Ja^'m, hos
Coellios, por iniiilo coinmodo preco : kJUatdt na
ua da Concordia, ti 5.
Furlaram um cavallo capado l'oveko ^^de,
^ arreador de dous tropeis, saltando em cima do
oulro pe com a cauda oJclinas Bem compridas com
Sarnas pelo fucinho ; i,n o alagrama dos olhos bem
carnissados, eum corWde talho na ponld da orelha;
tem urna Tachadura no casco de urna das mflos
quemopcgarleve-oa Po-Amarello, a seu dono,
Manoel Flix deSouz, quesera generosamente re-
compensado.
-No dia 7 do corrente, pelas 9 horas da noito, des-
appareccu do sobrado da ra do Queimado, no pri-
,'iro andar, 38, um relogio de caixa do ouro, ja
o ile video ; a roda de ouro com um
s esmaltados o a chaye com urna fi-
roga-se as pessoas a quem for oll'e-
0 levar no dito, sobrado, quo ser
generosamente B^iti(icada.
--Fuitaram, no dia 7, de urna casa da ra do Pilar,
11. 145, prnneiro andar, um relogio francez desabo-
ne do prala, una camisa com a marca J. C. II., um
chapeo o 500 rs. em cobre : por isso roga-so o qual-
quer pessoa que souberd parlo na nicsinu casa, que
ser generosamente recompensada.
O Sr. Francisco Joaqun) Carneiro tem una
carta no escriplorio d Novaes & Companhia.
l'recisa-se de um l'ortuguez pira feitor do um
sitio, muito pcrlo desta cidade: na ra Direita ,
n. 36, prinioiro andar.
--Aluga-se o bem conhecido sitio na estrada do
Cordciro, de Nuno Maria deSeixas, s propriopara
alguin negociante eslrangeiro ou outra pessoa que
tenha tratamcnlo : na ra do Amorim, 11. 16.
-- Precisa-so de um pequeo de 13 a 14 annos ,
que tenha platica do venda e dA dador a sua conduc-
ta : quem eslver tiestas circumstancias, dirija-so a
ra Nova, venda n. 50. s
Na padaria deS.-AmaVo se fabrica o mclhor pito
do Provenga que pode apparecer com as mcihores
familias quo teom vindo.a esle mercado, e que
acharfloos moradores daqelle lugar, as 6 horas da
jowwJ^ojsfadopflo : (*nmo ^fabricante anda
n:1o pAde adiar caTTL t seu deposito s
que o pretendo a* '""* vender a
Me. Callum & CoiiL,,.., hli-
co, quo, hnvendo dissoK? nnu,,lc'"' j? diM
7 o'corren.o a Cief^^^nt^^'J
supra contratara,,, IJ^VffiSS *m ^
.-.Jlrndo no mes-
do lempo ani
jarro e ramal
linha amarr
recido deou
Oabaixo assignado faz saber ao respeitavel
publico e aquem mais Convier que, no dia 1.* de se-
tembro de 1848, dissolveti amigavelmento a socie-
daile que linha com o Sr. Julio da Costa llibeiro,
na loja de fazendas n. 2, sita na ra da C.adeia do
Recifo, junto ao arco de Nossa-Seuhora-da-Concei-
q3o ; aqual gyrava debaixo da firma de Carvalho &
Cosa, ficando" o mesmo Sr. llibeiro obrigadoa toda
a liquidac.lo da mesma extincla sociedade, desone-
rado do pagamento algum pertencente a mesma so-
ciedade.
Loutenco Jos de Moraes Carvalho.
Findos os dias da Ici, se ha de arrematar o enge-
nho denominada Golabeira nafreguezid de S.-Ama-
ro-JabovIao, inulto perto desta cidade que apenas dis-
ta (|iiuro legoas e mela com safra criada achando-ae
corrente c inoente com todos os seus pertences ne-
cesarios ; o qual olFcrcce inultas vantagens a quem o
comprar tudo se acha avaliado muito em conta : quem
"Pretender pode ir examiua-lo c para ver eu valor
eserlpto que se achacm poder doportelro do juizo,
erra-Grande bem como nina casa terrea na mesma
povoacao, avaliada cm 120/ n.
Fugio, no dia 30 de mao prximo passado.
Marcos, de 2fi annos, preto, crioulo, official do pe-
dreiro, de estatura regular, secco do corpo, rosto
comprdo, beicos grossos. tem todos os denles da
frente, com duas cicalrizes bem debaixo no pescoco,
ondeso abota ocolarinho da camisa, e com pouca
barba. Julga-se tor ido para o Rio-Formoso em com-
panhia de uns pedreiros me para csse lugar fAratn :
roga-se, portanto, a tocias as autoridades ou pes-
soas que delle tiverem noticia, do o pegarem e leva-
rcni-no na ra doCabug, loja de miudezas, n. i
D, do GuimarTes, que gratilicar.
-- Na ra larga do Rosario.padaria n. 48, d-se pilo
de vendagem com nielhor interesse que em outra
qaltjiier parto.
Preciso-so de urna ama quo tenha bem leito o
seja sadia: na ra do Rosarlo larga, n. 18, segundo
andar.
Aluga-so urna casa na ra do Nogueira esqui-
na quo volla para S-Jos, con, commodos dar gran-
do familia, por tor solio, cozinha fra, quinlal mu-
rado, cacimba o portao: a Iralar na fraga] da In-
dependencia iiviaria us. 6 e a.
- Na ra d'Alegria, n. II, precisa-sc alugar uina cs-
crava que esteja as circtimstancias de bem fazer o
servlao interno e externo de uina casa de familia.
Aliigam-sc dous sitios com inulto boa* acommoda-
(''- um na campinha da Casa-Forte e oulro na ra
da dita povoa(o com cocheiras e cavallariccs assim
como varias casas, de profos commodos para se pas-
sar a festa : atratar na ra do Amorim, n. !."i.
Precisa-sc de pretas para venderem pi pagando-
se-lhes a vendagem sendo sb rcsponsabilidade de seus
senhores : na ra Direita, padaria n. 20.
HOTEL-COMMF.IICIO.
Esto estabelecimento, sito na ruada Cadete da
freguezia do S. -Antonio, na propriedade n.13, adia-
se augmentado de commodos indopendentes e de-
centemente mobiliados para hospedes com fami-
lias o sem ellas o para pessoas que exijam menos
Iratamento. O segundo andar do referido estabcle-
cimonlo ollercce as precisas commodidades para
bailes o partidas. A posiefio da casa em situacio
rrescaeaprasivel vista e collocada no centro da
cidado concorrerr a ser prcforivcl a outrososta-
bclecimontos scmelliantes. Us precos serlo mdicos,
cm rclacfto os proporgOes que seollereccm.
Vendem-se dous lindos moleques,
sem vicios nem achaques, proprios para
todo o servico de casa e campo; urna mu-
lata de 16 a 18 annos,boa costureira een-
gommadeira; e um casal com urna cria de
16 annos: na ra do Crespo, loja n. 1 A,
se dir qucm vende.
Vende-so, para fra da provincia urna preU
moca do bonita figura o com habilidades : na roa
do Livramcnlo, n. 14
Vende-se tima mulalinha do 12 annos coin
habilidades ; 4 lindos moloques de 15 a 20 annos ; 1
negrlnha do 12 annos muito boa costureira ; 2 pro-
tas de nacflo, perfeitas engommadeiras e cozinhoi-
ras ; 4 ditas de todo o servico; 1 prelo de olegante
figura muilo bem oflcial de sapateiro; i ditos do
servico de campo; um Hilo de moia idado ; urna
parda com habilidades, por oslar grvida de 2 me-
Zes i lodos estos cscravos se vendein por preco. com-
modo : no palco da matriz do S.-Anlonio sobrado
n. 4.
No Aterro-da Boa-Vista deironte la
Oaluugj,
lia cliegado pelo ultimo navio francoz um novo e
completo sorliinento de calcado de lodas as quali-
dados tanto para hornero como para senhora, me-
ninos e meninas ; pciins do maaroqtiiin e de couto
delqstro: bem como os bous sapatos do Aracaty ,
para homom : tudo por prego commodo.
Compras.
ma liowiiian & Me. (1
lir.'ca ila Boa-Vista, II. 7, deposito de assucar.
I -l'recisa-se de un, caixeiro do 12a 14 annos de
l'dade : na ra da Praia do Santa-Rita, n 43.
-- Prccisa-so de um fornciro : na ra Direita, pa-
llara n. 82.
. .'"" Iiacharel Manoel Firmino de Mello advoga no
lvt| ccriino nos auditorios desta cidade : qucm do
eu prestimo so quizer utilisar o podor procurar em
I.1!"" "|c,siia residencia desdo as oito horas da ma-
|""aa ate us duas da tarde
lrm"iN" rua d" (:,u,t,a do Rcciro, n. 39, casa de Amo-
I ,'m irmflos, deseja-se fallar ao Sr. Francisco Jos
I -ornes a negocio do seu interesse.
--Prccisa-so do urna ama para casa do pouca fa-
'.iqpoen.tndjloxtv/iju.hajeja/ar o mais ser-
'?odecasa: na rua do Pilar, em Fra-dc-Porlas,
-72, sigundoandar.
Aluga-se o primeiro andar da casa da rua da
euzalla-Nova n. 42 : a Iralar no armazem da tnes-
a casa.
"- Kngomma-so com toda a pcrfeicffo por preco
' iuu : na 1 ua ua Fiureniina n. 40.
tno gyro.e ficando g71''''ll,/.',a,'eiicarregada da li-
quidadlo da firma fiSncl.
I'rccisa-sc aiugar uiu ,io nos lugarec do Mon-
teiro, Poqo Casa-ForU ou Apptico ,.,... nha
boa easa de moradia com commodos para grande fa-
milia : quem o liver dirija-se a rua do Collegio ,
n. 5.
NOTICIA IMPORTANTE.
s credores do fallido Antonio Jos
Anlunes Gui.-naraes previncm aos deve
dores dcsle que Iho tifio pagucm seus dbitos, qur
de conta de livros, qur por lettras, que Ihe accitas-
sem : porquanlo, tendo sido arrestados seus bens,
leltiase livros, nito pode o mesmo validamente re-
ceber quanlia alguma de seus credores, mas tudo de-
ve ser recolliido ao deposito cm mlo do corrector
Olivcira, como bens dos mesmos credores : o que se
faz publico, para que ningucm so chamo ignoran-
cia o fique acautelado contra o mesmo fallido, que
consta ler desapparecido desta praca para ver se co-
Ihe algum diuheiio de seus llovedores, contra quem
protestam os mesmos credores havero quo indevida-
iiiento pagarem.
Urna pessoa com pratica de escripia
commercial, e bonita lettra, prop5e-se a
escrever as horas vagas, nos domingos
e dias sanios, comlimpeza, mediante m-
dico estipendio : quem precisar, annuncie.
~ Ricardo Jos de Frcitas llibeiro retira-so para
fra da provincia o deixa por seus bastantes pro-
curadores os Srs. Jofo Henriquos da Silva, Manoel
JosConcalvcs Braga Manoel Antonio de Azcvedo e
Joaquim deAlineida l'essoa Pimenlcl.
Oflcrece-sc urna parda forra, do bons costumes,
para o servico interno de qualquorcasa de familia ,
011 sem olla: quem a pretender annuncie por esta
folln.
Aluga-se um caixflo dequatro canas para qual-
quer estabelecimento quo tem 125 palmos em qua-
dro no lim da rua Bella junto a nur : a tratar na
rua do Collegio, n. 15,segundo andar.
I'retonile-so saber se nesta provincia existo
Domingos Alvos Barho/.a da Silva, natural do Tan-
quo-Julgado-de-Ponte-de-l.ima em Portugal, (Iho
de Antonio Alves Uarboza ede Bnsa Maria da Silva ,
e aqu chegadocm novembro de 1847.
Itecebem-se escravos de ambos os
Ise.xQ.s pagaseyenderem de cqnimiss3q%cqm
a maior presteza possivel, olerecendo se
toda e qualtjuer garanda a respeilo dos
mesmos; e a vista da lia ou m vendaos
seus donos gralilicarao : na rua das La-
rangeiras, n. 14, segundo andar.
Compram-se escravos que sejam oflicias de car-
pina, do 18 a 25 annos a de boas figuras ; pagam-se
bem sendo de bons costumes e peritos no seu ofli-
eio poissflo para urna cneommenda do Rio-de-Ja-
noiro : na rua do Amorim, 11, 35, a fallar com J. J.
Tasso Jnior
~ Compram-so pesos mexicanos em porcio : na
na daSenzalla-Velha.n. 140, primeiro andar, casa
de lloininiiiio inciirtons.
Compra-so ym eserrva que engommc o cozlnhn
bem : na rua do Hospicio, 11. 9.
Comprn-so urna prcta moca que nio tenha de-
feilo algum, e que rosa c cngomine : na tua do Cres-
po leja n. 21, ou amuncie.
Compra-so a obra de Horacio cm b*"" estado :
na rua do Queimado, loja n. 8 \
Compram-so duasou tres libras de ouru rfB Iei,
nlo excedendo de tres mil rs. a oitava : qucm livor
annuncie.
Compra-se un molequedc 12 a 14 annos de bo-
nita figura c que tenha boa conducta: no Holel-Com-
ncrcio.
Compra-se una cobcrla de damasco encarnado,
portuguez, em bom estado: quem a liver dirija-so a
rua do Vigario, casa n. 9.
--Compram-se ossos de boi : na rua da Concor-
dia, n. 8
Compra-se una casa lerrea nos buirros de S.-
Antonio, ou Boa-Vista : na rua largado Rozario, lo-
ja n. 35.
~ Compra-se um monho para moer caf, em bom
estado e com lodos os seus pertences: na rua Im-
perial padaria n. 43.
Vendas.
Vendcm-so dous pianos fortes de Jacaranda ,
chegados ltimamente, que, altn do seren um
magnifico ornato do urna sala, leen, escolenles
vozes, sendo o mechanismo da muila approvada no-
va inyeneflo chamada ropilidor patente do Col-
lard : cm casa de J. Keller & Companhia na rua da
Cruz, n. 55.
Vende-se urna rod bem fcita propria para li-
poia : no Ateiro-da-Boa-Vista loja n. 78.
-- Vende-se urna preta do nacio, de 20 annos do
bonita figura quo cozinha bem ongomma o lava
de sabflonlo tem vicio nom achaques : o motivo da
venda so dir ao comprador: na rua da Concordia ,
passando a pontezinha a direita segunda casa ter-
rea se dir quem vende.
Vendem-se chitas limpas em retalhos do sete co-
vadospara baixo a 140 rs. o covado, e dselo para
cima a 160 rs. o covado: na rua do Queimado, n. 47.
Vendem-so oito escravos, sondo : umn nogriiiha
recolhida de 13 annos quo lem mullos bons princi-
pios de habilidades; tres ditas com algumas habili-
dades; tres moloques de 16 a 20annos, sem vicios;
um preto bom canoeiro : ua rua do Vigario n. 24, so
dir qucm vendo.
. .Vendem-se 3.esc.ray.QS,. sendo, dous
moleques proprios de todo o servico de
casa e campo, e uina mulata de 16 a 18
annos, boa costureira e engommadeira :
na rua do Crespo, loja n. 2 A, se dir
qucm vcncic.
Lagrimas e sorrrisos,
poesas do Marlim Francisco llibeiro de Andrada :
vende-se na rua do Queimado loja do cirgueiro ,
n. 10 a 1,000 rs. cada volume.
Na rua de Agoas-Verdes, n. 46, Tende-se, de
urna pessoa que se retira para a Europa urna es-
crava de excellentc conducta o de boa figura pti-
ma engommadeira cozinbcira, faz todo o servico
de urna casa c he recolhida ; urna tnui linda muca-
ma mulatiii ,dc 15 anuos; um niuluiinio cc>~-
lente pagom.
Na rua das Cruzes, n. 22 segundo andar yen-
dem-so 5 escravas sendo : urna parda de 26 annos ,
que engomma, cose, cozinha e lava do sabflo ; duas
pretas do nacflo que cozinham o lavan) do sabflo;
um eseravo do nacito oplimo para o servido de
campo.
Vendem-se 6 lindos moleques de 16 a 18 an-
nos ; 4 pelos de 25 a 30 anuos; dous pardos do 18
a I s anuos ; duas innlatinlias do 7 a 14 anuos ; urna
nrgrinlia de 12 anuos : todas com principios de ha-
bilidades ; 4 prolas tendo algumas dolas habili-
dades : na rua do Collegio 11. 3.
Vendem-se saceos com farelo, pelo
barato preco de a,400 rs: na rua da San-
zalla-vclha, n. 38
"arna de Agons-Vcrdcs, n. 46, yende-se, do urna
pessoa quo so retira, urna molcca de 15 anuos; urna
bonita mulalinha de 18 anuos; duas escravas para
todo o servico ; dous moleques do 18 a 20 anuos ;
um bom eseravo de nacito de 25 annos ; 3 moradas
de casas sitas 110 hairro do llecife as mcihores
ras ; um elegante sobrado lia pouco acabado, no
hairro da l'.oa-Vista.
Vende-se urna rede de Jinho vinda do Para :
na rua doCreepo, 11. 16.
Vende-se una porglo de espermacele, pelo ba-
rato pre?o de 800 rs. o americano e o francez a
720 rs. : na rua do Itangol, n. 81.
Na venda da rua do Codorniz n. 11, vende-se
tabaco .-inmute da Babia em latas de libra, muito
superior; espanadores para vurrer ejespanar salas a
80 rs. cada um; c um relogio horizontal quo regula
muilo bem o dos mcihores autores. Na mesma casa
vende-se um braco de batanea do autor Rom.To quasi
novo com suas competentes correnles e bataneas e
pesos de duas arrobas para baixo, o os temos com-
pletos do folln e pao para nina venda; quatrn caixes
para amostras do farinhu e mais objeclos; tluzias do
copos do medida, o mais outros objeclos quo se fa-
zem necessariosu qualquorcasa do mulla dos. Tu-
do se vendo por barato preco.
Vende-se tuna poreflo dn ptimos casaos de
pmeos bons batedores grandes e do excellenta
nica por pceo commod/O : na rua da Florentina,
11. i6. v* y
--Venilcm-se oalugant-sc bisas de hamburguozas,
sag fino, gomma do araruta, ccvadinha de Franca,
tapioca de Maranho, por precos rasoaveis : na rua
das Cruzes, n. 40.
Vendem-so cadeiras, sofs, bancas da
ineio do sala, consolos, banca) da jogo,
sendo ludo Jacaranda ; loucadores de dito
o do muito bom gosto, cadeiras de angi-
co, sofs, bancos de moio de sata, mar-
quezasjogos de bancas denngico, commodas, camas,
bancas de qualro ps, lavatorios de amarello, ludo
de muito bom gosto e mais moderno possivel, e por
preco mais cmodo do que cm outra qualquer par-
te : na rua da Camboa-do-Carmo, n. 8. Na mesma
casa tambem se vende chbala da India ou junco.
Vende-se urna mobilia em meio uso, por seu do-
no rclirar-so desta praca, por commodo preco:
quem prelender, dirija-so a rua do Vigario n. 14, a
tratar com Joo Jos l'ereira.
Vendem-se 50 barricas vssiasque fram de fari-
nha do reino : na rua da Cadeia-Velha, n. 27.
Vende-se uina negrinha e um molcque de 6 a 7
annos, muito lindos c por proco commodo: na rua
do Queimado, n. 10.
Na loja da esquina da rua do Crospo, que volta
para a rua do Queimado de Manoel Forro ira Ramos,
vendem-so por muito diminuto preco as fazendas
seguimos : cortes de vestidos de belmira, a 3,500
rs ; ditos de tari aluna a 2,500 rs. ; ditos de lita, a
2,000 rs.; fazonda do algodo e seda para collete a
320 rs. o covado; dita do 13a, a 400 rs.; instilo, a
320 rs. o covado; casimira a 1,200 rs.; moias ditas,
a 500 rs.; brim de lislras a 240 rs. o covado ; gr-
valas de seda a COO rs. ; alpaca de linho, a 480 rs.
o covado.
Cheguem a pechincha.
Latas com superior holachinha do araruta a 2,000
rs. : vende-se 110 caes da Alfandega armazem n. 3,
do Manoel Tcixcira Ilacclar.
Vendem-se bichas do Hambutgo ltimamente
difgadss .-grandes, a 8l>0 ra; cada uina : tambem se
alugam por preco commodo: na rua do Collegio,
loja do miudezas, n. 9.
Vendo-so urna osera va de 20 a 25 annos pouco "
mais ou menos c que he muito boa quitatideira : na
rua atrs da matriz de S.-Antonio, ti. 6. '
--Vendem-so chapn* H otor branen a 4.nao
rs. : na rua do Queimado, n. 22.
I.
'-!>
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO MUTILADO



mm
tor-
il.
Vcndem-se Larris pequeos com cal virgem de Lis-
boa, a mala nova que ha no mercado, por preco com-
modo : na ra da Moda armazem n. 17.
Vende-se una casa terrea inuito grande, sita na
ra daMangueira, na Roa-Vista, n. 11, com grandes com-
inodos, quintal muito grande e nmitosarvoredos de (ruc-
ios, por preco o mais rasoavcl possivel: tra(a-se na ra
de Aragao, n. 27.
A 1/000 rs. CADA UM CHALE.
Na lojaque Taz esquina para a ra do Coilcgio, n. 5 ,
vendem chales de larlatana, grandes e de padrdes es-
curas pelo barato preco de mil rs. cada um.
Casimiras elsticas.
Vendem-se superiores cortes de meia casimiras els-
ticas de pura laa, pelo barato preco de 2/000 e 3/B00 rs.
o corte de calca : na nova loja da estrella, da ra do
Colleglo, n. I.
Vende-se cal virgem de Lisboa muito nova ,
para fabricar assucar : no a/mazcm do Sr. Antonio
Atines derrontc do caes da Alfandega.
Alpaca alcochoada, a 800 rs. o covado,
vende-se, na loja que faz esquina pan a ra do Coiic-
gio n. 5, de Guimaraes h Companhia a nova alpaca
alcochoada vinda de Lisboa fazenda inteiramente
nova nesta cidade preta e cor de caf, de 4 palmos de
largura, pelo barato preco de 800 rs. o covado.
Vende-se cal virgem de Lisboa em barris de 4
arrobas chegada pelo ultimo navio, por preco comino-
do : a tratar com Almelda & Fonieca, na ra do Apollo
A s'ooo rs. ,
ancoretas com azeitonas superiores : ven-
dan seno caes da Alfandega armazem
n 7, de Francisco Dias Ferreirs.
Os anlsos riscados monstro.
Na loja de Guimaraes t C, na do Crespo, vendem-se
i>. beni conhecidos riscados monstros de padrn muito
modernos, e que teemquasi urna vara de largo,pelo ba-
rato preco de .120 rs. cada um covado.
Vendem-se galoesde ouro verda-
deiro, de todas as larguras, c mais barato
lo que em outra qualquer parle : na ra
larga do Hosario, ti. ->.l\.
Vende-se cal virgem de Lisboa,
chegada no ultima navio, em barris pe-
queos, por menos do que em outra qual-
quer parte : na ra do Trapiche, arma-
zem n. I7.
Vende-se, por preco commodo, muito superior sal
do Assu' : a tratar na ra da Moda n. II, com Silva Si
Grillo.
PRELO
a 3.sooo rs. a sacca
nos armaicus ns. 1 e 3 do caes da Alfandega, e no de n.
35 da ra do Amorim, de J. J. i'asso Jnior,
Riscados monstros.
Vendem-se superiores riscados monstros, ja bein co-
nhecidos tanto pela qualidade como pela largura em
demasa, pelo barato preco de 280 rs. o covado. F.sle*
riscados sao chegados ltimamente : as cores sao fixas,
e os padroes minio modernose de bom gosto : na nova
lujada Kstreila da ruado Colleglo, n. 1,
Vendem-se aeges da cx-
tincla companhia de Pernambuco
e Parahiba: no escriptorio de O-
liveira lrmos & C, ra da Cruz,
n. 9.
FARINHA DE TRIESTE.,
marea verdadeira 'SSF, chegada ltimamente: vende-se
em casa de N. O. Uieber 81 Coiiipanliia, na ra da Cruz ,
n. i,
algodo para thoa-
Ibas.
Na loja de Guimaraes & (*., ra do Crespo, n 5, ven-
de-se a exccllente fazenda para toalhas de algodao,
trancado branco, com 8 palmos de largo, pelo'uaralo
preco de 860 rs. a vara.
Vendem-se bolins* 'engraxados, a
2,'ioors. ; sapatocs ditos, a 1,280 c i,44
rs. ; ditos em branco, de diversos pic-
eos : na ra da Cadeia do Hecife, n 9.
Na loja da roa do Crespo ao p do ar-
co deS.-Antonio, n. 5 A,
de Ricardo Jos de Freitas llibciro vendem-se cur-
ies de chita com 10 covados muito linas o escuras,
pelo barato preco de 1,600 rs. ; ditos de cambraia
pintada a 2,000 rs. chapeos do crep para senho-
ora muito bein fcilos e de bonitas cores, a
5,000 rs.; cortes de cassa de barra brancos e de
cores, os mais bonitos que teein apparecido tiesta
prnca a 5,000 rs.; cortos de fustao para rollete, a
500 rs. ; cassa de cores com 4 palmos do hirsuta a
240 rs. o covado ; um sortimento do pannos linos
Jo todas as cores muito bous e baratos; o outras
umitas fazendas Unas.
por atacado como em pequeas ponyes e mesmo a
retalho : na ra do Qucimado, loja de chapeos, n. 38,
1 DE 6 P
fVWELGUZ
mm
Fazenda de
O donodesle estabcleciincnto,vcudo-se euicir-
cumslancias de Ihe ser preciso rclirar-se para a
Europa precisa priniciro pagar a seus credo-
res e para elleituar este pagamento o mais
breve possivel, oilerece algum abalimenlo a
seus devedores que quizerem saldar suas con-
tas ; assim como lem resolvido vender todas as
fazendas por diminutos preco*, a saber : pecas
de madapolao, a 2/ 2/900, 3^00, 3/500, d/,00.
3M0Oe4#ra. ditas de chitas escuras, finase
entre-linas, de cores fixas, a 4/800, 5/, 5/500 ,
6/c (i/500 rs. ; ditas muito superiores, entran-
do algumas de coberla, a 7/ rs. a peca c a 100
rs. o covado ; alpaca, a000 rs. ; lila larga, a 380
rs.; cazinela preta a 1/rs. ; los linos e gran-
des de linho. a b>400 7/ e 7/500 rs. ; chales
grandes de garfa a l/500 rs. ; ditos de chita a g9
800 rs. ; venidos de cambraiaconi bico c renda g
de superior qualidade, a 3/rs ; mantas de Mili- gj
braia para senhora, a 1/ rs.; luvas de pellica, mu
seda e algodao, para homem, a 320 rs. ; pesco- g
cinhos e golas de bonitos gustos, a 240 c 320 rs ; g
bicos franeces, inglezes e da tena c alguns de fgl
de seda preta, a 120. 100,200, 240,320, 400 c 040 ^
3 rs. ; lencos do cassa para grvala a 200 rs. ; di- f
i tus de mullas qualidadcs para homem e se- gg
5 uliora a 180, 20, 240, 300, 320, 300. 400, 480 e g|
{ 500 rs.; suspensurios a 40, 120 e lOO rs. ; ditos jgf
|S linos de borracha a 200, 240 e 200 rs. ; garra g
J^ de seda muito larga com llores domadas a 240 g
S rs. o covado ; cassa da ludia,a 400 e 480 rs. a va-
t i a ; merino lino c entre-lino a 1/800 2j(>00 c g|
^ sySOO r. ..am.u, flr.oi, a 3/800. ge 4/800 rs. B
Si e outras militas fazendas que nao se aiinunciam
Sj por oceupar muito lugar as quaes se vendem J3,
T? indas aluda incsino com grande prejuizo s 5
S aliui de se acabar com o dito estabelecimento
Jcj o qual tanibcni se vende no estado que se acha, 63
5 havendo quem Oqueira comprar anda mes- pj
nio a prazo OOlll lettras de urinas que agrada- ;??
rain a seus crcdoics. j
k
CHA"HYSSON,
de ptima qualidade a 2/240 rs. a libra : na >ua da
Cruz noRecife armazem n. 13.
Vcndcin-se qucljos londiinos c presuntos para
fiambre chegados pelo ultimo navio de Liverpool ;
hervidlas proprias para sopa ; vassoras para varrer sa-
las : no rmatelo de Davis & Companhia na ra da
Cruz, n. 7.
Vende-se, para fra da provincia ou para al-
gum ongcittio ;uma escrava de 20 anuos, de boni-
ta figura, boa eigoiniuadeia c cozinhoira: na ra
Nova, n. 16.
~ Vende-se, no paleo do Carino, venda n. 1, mili-
to superior marmelada em latas pequeas, 0 milito
bom doce do glnja a 320 rs. a libra : vende-se as por
(Oes volitado docompiador.
Vende-se na ra da Aurora n. 4, um jugo de
tamboresantigos; rodetes; aguillies ; o douscal-
deirotes : ludo muito barato.
ACOA DETINCIR CABELLO.
Continua-se a vender agoa de Ungir cabellos e
suissas : na rus do Qucimado, n. 31. O methodo de
applicar a dita agoa acompaiilia os vidros.
Vende-so una escrava de hacSo, que cozinha
bein o diario de urna casa he de mcia dado o tem
boa conducta pelo barato preco do 250,000 rs. : t;
ra da Cadeia de S.-Antonio n. 21. /
Vende-se urna preta de 20 annos muito
$ j ',oa c"oulll,,liu|era cozinlic.ir uma
fiW dita de 15 anuos, que coso muito'bom :
f*f / nina (.arda escura de 35 grillos que eli-
do vidro conheci immensas melhores, o continuan-
do, (iquoi perfeitamente bom; e temi alguns
amigos meus feilo uso do dito extracto para rheu-
matismo, lem no uso dello por fim do tercm tomado
8 a 10 vidros ficado bons. do que tem resultado man- *\
darem-mo de difTerentes partes encommendas di
dila salsa para fra desla corto a diversos que tcent
cifto uso della e se tcem restabelecido perfeitamente-
emandando-mo agradecer, assim considero ser un
aclo do humanidado e obrigaQilo minha fazer publi-
co tilo elliraz e salular remedio. Joaqun Ftrretrt
de Souzn Flora.
Iteconheco verdadeiro o signal supra. n0| js
dedezembro do 1847. Em testemunbo de ver'da-
de, Joaqun Jot de Ca$tro.
Vende-so nicamente em Pernambuco na botica
do Viccnto Jos de Rrito, na ra da Cadeia do Re-
cife
Na loja de Manuel Joaqun.
Pascual Ramos, no Passeio-
Publico, n. 19,
vendem-se as seguimos fazendas : pannos finos pre.
to,a 3,000, 4,000, 40, S^Ofl e 5,500 rs.; pceas
de madapolilolino, a 3,200, 3,5OO,~t,4iP0t 4,500, 5,000
e 5,500 rs. ; chitas escuras a 140, 160 o 200 rs. o
covado ; ditas linas a 240, 260, 280 e 320 rs.; man-
tas de seda a 12,000 rs. ; riscados francezes a 200
rs. o covado ; cortes de lila, a 2,500 rs. ; ditos do cs-
sa^chjfa a 2.600, 2,500, 3,000 e 4,500 rs. ; chales de
oscu preco he 320rs. cada libra, sita qualidade e
bom gosto nflo he preciso exara-la:j ho ben no-
torio, e se far toda a diligencia para augmentar
a Tama quo tem adquirido, o para isso cniprcgara
so.npro as melhores parles do sua composiQo, Jpara
que, a inda havendo quema emite, nao excoda ; po-
dendo asseverar quo nfio conlin parto alguma que
soja nociva, linda mesmo em estado do molestia. I\a
niesma padaria, e na esquina da ra do Colleglo,
venda de Sobral, e na travessa da Madre-Deos, n. 13,
hosaondese vendo.
Vende-se, por preqocommodo a quarta par-
to da casa de sobrado de um andar n. 35, sita na
ra eslreita do llozario : a tratar na ra do Cal-
deireiro, n. 6.
Vende-so o engenho Macaco sito na freguezia
do Po-do-Alho distante desta praca nove legoas ,
moente e correnlo com terreno muito frtil, e de
agoa perenne; O qual engenho vende-so sent de
desobriga o todo o pagamento animal i a tratar no
engenho llamos, da mesma rcguezia.
MEDICINA UNIVERSAL.
Piulas egclacs de James
Morison.
A medicina vegetal universal he o resultado de 20
Min*le investigacOes do celebre James
Por iodcstas pilulas ronsegio seu
me. ac/araves curas desdeas
atircam as crianzas de peilo al as molestias cbfotrK seda a 9,000 rs. ditos de inetiin, a 1,000 rs,;
Morison.
autor innu-
afTecQOes que
cas do ancino.
A Kuropa saudou esto remedio como remedio uni-
versal para todas as doencas, o at boje anda nilo
lo i desmentido tal titulo.
Esta medicina vom acoiupan|iada de uma receita
que cnsina o lacillita a sua appJicaQo. Consiste em
tres preparaQOes, a saber :duas Quididades de pilu-
las dislinctas por nmeros, e um p : cadaqual goza
de modos e aceces diversas.
As pilulas n. 1 silo aperitivas ; pife im semlabalo
os bum>rp biliosos t vlcosos, e Oj,' xpulatm c"m
cllicacia.
As do n. 2 expulsa m com esses, ores, igual-
mente com arando Mica os humo irosos, acres
o ptridos, de que o sangue se ocli miudo infecta-
do ; percorrem todas as parles do/ corpo, e so ces-
sam de obrar quando teem expj sadn todas as im-
purezas, ,*
A lerceira pieparacno consiste Cm uma limonada
vegetal sedativa : ho aperativa temperante o ado-
bante -. torna-seem commum com as pilulas e facil-
lila-lhesos melhores efleitos. I
A posico social do Sr. Morison, a sua fortuna in-
dcpendenle, repellem toda a ideia do charlatanis-
mo ; cas admiraveis curas, operadas 'um o scu
syslema nocollegio destale de Londresy silo mais
quo garantes da elficacia do seu reimjiArfi.
lieronimenda-so esta medicina^jque nio pede nem
resguardo do tempo, nem doyffosicilo da parte do
doente, a todos os que, ataca/los de molestias jtil-
gadas incuraveis, so quizjkfcm desenganar da sua
virtiidc.
Oxal que a humanidado fecho os ouvidos aos in-
lercssailoscm desacreditar/esles remedios tflo sim-
ples liiocommodos e tojverdadciros.
Vende-so smente em <>asa do nico e verdadeiro
agente J. O. Klster, na ru da Cadeia-Vclha, n. 29.
// loja nova ,,a '*"',, os do ***< to Col
" j, ae Joo da Costa Doma-
iba de receber "i seguintes li-
legio
do
?'
OV"' "t Ftrrtira llorgei, Dlcc,onaf't jurdico, Cdigo
comircrcial porluguez, Fonle prxima do cdigo com-
mercial Contrato mercantil, Iufiuuicao de dircito cam-
Lobao.
IKlaz5r****S.
c lie muito boa
o varrella uu> "'
A 1/600 rs.
Bolachinha dcararuta chegada ltimamente Jo acl1'
Rio-de-Janeiro, em latas de 6 em libra : vendc-C lelo
no caes da Alfandega .armazem n. 1.
Vende-se uma porefio de charutos forados, pti-
mos para serem cnhcrlos de novamenle por preco
muito barato : na praca da Boa-Vista, II. 15.
Vende-se 'arinlia de mandioca ,
muito superior, por preco commodo : a
bordo da g.iropeira Santo-Amaro^ fon-
deada no ces do Collegio.
Vendem-se poldros o poldras, ptimos para en-
genho : na travessa das Cruzos, n. 8, ou em Cara li-
ba engenho da comarca de Nazarelli.
Polassa.
Vende-se muito superior polassa em
barriz pequeos: na ra da Cadeia-Ve-
I lia armazem de Balt.irek Uliveira, n. \i
-*-- Vende-se una cabra de boa figura : com habi-
lidades ; uma cabritilla de. i:> aunos, com habilida-
des pertencentes a uma pessoa que so relira : na
gomtna, cose e co.'.inh
lavadeira, t!lllt>' uu abflo co"l
lequo de 1G anuos ; um dito d*. ..> ..,, uin | relo
muill do 30 anuos por 430,000 is. e que lio
.,,.. ,,u o campo ; um pardo do 30 anuos por
350 oi)0 r.; um dito de cor escura, com uilicio de
alfaiate ,c que he ptimo copeiroe lanibom unin-
de alguma cuuaa de marujo por ter pratica disto o
ter inuila voiuade de continuar a embarcar ; o mais
alguns oscravos que se inostiariio aos pretendonlcs I
lia na das Laraiigenas, n. 14, segundo andar.
Vende-se tuna parda escina, mo-
ca, lionita c aiJia,que coze cozinha cen-
goinma: na ra larga do Uozario, n 35,
na loja, se dir quem vende e o motivo.
Vendem-se 400 barricas vasias muito limpas, e
p rompas para assucar, sendo quasi todas america-
nas : na padaria de urna s porta, na prai;a da Sania
Cruz : e se mandar botar aonde fOrem precisas.
Vende-se um bonito mullique de nac,io Angola
com 1S annos : na ra Nova, n. 16.
Charutos de|)iititlos*
O deposito de cbarutos da ra larga do
Uozario n. 3a, aonde he costume liaverem
sempre os melhores charulos da i hia,
acha-sc de novo sorlido das inelhoies na-
des, sendo os verdadeiros charutos de-
rpulidos, fama-va, rogalia de 8an-Kelix,
regala de superior qiiulidade, non-plus-
ullra, os aimadcs regalos de [lavana e
mcia icgalia, em cmiiihas de 5oo: cousa
superior6 por commodo preco.
Santa Cruz, padaria de uma
s porta.
Caf moido o melhur possivel nesto genero, em
grosso, o pelo miudo a940a libra, o 0,400 a arroba;
nao tem mistura alguma, e a vista faz f do que se
asscvea. i\'a mesma padaria, continuadamente se
vende excedente pilo de forma anliga ; bolachas da
lodos os tamandoa ; biscouto doce o fatias ludo
que be proprio destes eslahelecimeiitos.
BOLACHINHA RIGAl.IA.
doFog
o.n. 23
ra
Yuuuiii-io caixoes oo ciiapeos de pciio tic
{obre, da fabrica nacional do Hio-de-Jaueiro, tanto
Na padaria de uma s porta na praca da Sanla-
Cruz, ho aonde so fabrica a bolachinha de regalo ,
por vezes antiunciada, tanto doce, como agoada :
so de direilo civil. -, M>"fias orphanalugicas, A.
.. ,. .mea dos invenanos e jalao divisorio ; as-
-'.(i romo Itepuiiurio cuinmercial por um antigo ma-
glslrado. AaaeniO da casa de supplicacao : umitas diil'e-
enles novellas e romances entre estes o Judeu errante ;
a Salamandra : vende-se por preco muito commodo.
Vendem-se meias de linho e de algodOo para
homem;penetras de rame; bixaa de llamburgo
[ <|iie ta ni bein se alugam]; pilulas da familia : na ra
do llozario padaria junto a groja, defionte da bo-
tica do Sr. I'aranhos.
Vcndc-sc vinho do Purtu muito superior em
pipas c barril dequarlo e oitavo, proprio para engarra-
far ; dito mais inferior tambem em pipas e barris de
quarto c oitavo ; cevada ; pninco ; peneiras de Brame ;
retroz do Porto, sortido fechaduras para portas de ar-
mazem ; coeiros de algodao ; pilulas da familia; anco-
retas com azeitonas ; meias de linho e de algodao para
homem ; panno de linho; ludo por preco commodo : na
ra do Vigario n. 11, casa de |Fraucisco Alves da
Cunda.
No deposito de Me. Calmonl & Companhia, na
ra de Apollo, armazem n. (i, acha-se constante-
mente grande soitimento de ferragens inglezas para
engcnbos de assucar corro sejam : taixas do ferro
coado de differcnles modelos, os mais modernos;
ditas de ferro batido ; moendas de ferro do mode-
lo adoptado para armar em madeira ; uilas lodas
de ferro, lauto para agoa como para animaes; ma-
chinas do vapor de for<;a de quatro cavallos c do al-
ta presslo o mais moderno e simples que he possi-
vel ; repartideras ; espumadeiras ; resfriadeiras de
forro eslanhado; formas de ferro: ludo por preco
commodo.
SALSA-l'ARfllLIIA DESANDS.
Esto escolente remedio cura todas as cufermi-
dades,as quaes sao originadas pela impureza do
sangue, ou do systoma ; a saber :
Escrfulas, rheuinaiismo empees cutneas,
brebulhas na cara, homorrlioidcs, doencas chroni-
cas, brebulhas, bertoeija, tinha, inchaces, dores
nos ossos c juntas,ulr;aras, doonc,as venreas,citica,
eufermidades quo atacam pelo grande uso do mer-
curio, hidropisia cxposlos a uma vida extrava-
gante Assim como clironicas desordens da cons-
tituiclo serSo curadas por esta lio ulileappro-
vada medicina.
ilio-de-Janeiro, 14 do dezembro de 1847.
Sr. Frederc II. Southtcorth.
Teudo eu litio no Jornal do Commercio o no Mari-
do Itio de Janeiro por diversas vezes atinuiicios da salo
sa-parrilha de A li e l>. Sands, quo so vendo na
ra do llozario, n. 79, por Frcdcrico II. Soulliworth,
a eslo me dirigi o llio comprci uma caixa com 12 vi-
dros do dito extracto e achando-mo com um gran-
de tumor no sovaco do braco direilo e parle do pei-
l.i. sofl'ren.ln inmensas dures por todo o corno me
deliberei a lomar o extracto da dita salsa ; o temi
lomado dou9 vidros e usando delle, logo ao segun-
. Pe-
do iliabo, a 200 rs. o covado; castores do todas u
qiialidades a 200, 240 e 320; lencos de Seda, a
1,000 o 1,600 is. ; cortes le colletes de gorgueo
prelo a 4,500 rs.; Jilos de fostfio a 1,000 rs ; es-
guiilofino, a 2,000 rs. a vara; sarja preta, a 2,000
e 2,500 rs. o covado ; cortes de casimira a 6,000 rs.'
In i ni branco de puro linho a 1,800 rs ; dito pardo'
a 1,600 rs ; ditos de cores a 1,000 o 1,500 rs. ; chi-
tas do coberla a 200 rs. o covado ; chapeos de sol,
descila preta a 5,500 o 6,400 rs. ; merino lino ,
3,500 rs. ; essa lisa a 360 rs. a vara c!!::!cj de \",
a'l,200 o 2,500 rs.; pecas do platina do algodflol
4*000 rs.
Vendc-so uma duzia do cadeiras, um sof, urna me-
sa de meio de sala, duas bancas e urna cama, tu\
do angico c com muito pouco uzo : nooil,rio da in
triz de Sanlo-Autonio, casa terrea, n. 16.
1
cm um
Escravos Fgidos
Fugio ilo engenho Tolba, no dia 28 to
prximo passado, um cabra, do nome
Antonio baiso, grosso, som barba, mui-
to prosista ; lio certanejo; foi montado
cavallo ruco-pedrez-talliado ; levou toda
saoiipa e fazendas novas chapeo de couro llo-
ca-se as autoridades policiaes e capilSes decampo,
que onpprchendamelcvem-no a ra do l.ivramen-
ti>, n. 27, que wrflo recompensados.
Ausentou-se, na noite do dia 8 do novembro
do 1847, o cscravo Hete ulano de cor fula que pa-
rece cabra cabeca pequea cabello ralo olhos
pcqucitos corpo grosso, pouca barba estatur
regular; lem urna cicatriz no hombro esquerdoqun
pdcler3a4 pollcgadas de comprimento; costu-
ma emrmbedar-sc e nesto caso se intola por ller-
culano Jos dos sanios Iranca-Hua: quem o pegar
leve-o a cidade de Olinda, na ra da Boa-llora, a seu
senhor, Jos Fcrreira Maiinho, que recompensar
generosamente ,
-- Desappareceu na noite do lia 4 docorrento, o
prelo.de nomo Pedro, crioulo,do boa estatura
representa 30 a 35 anuos pouco mais ou menos, cheio
do corpo bem barbado ; levou camisa de algoilfio
la Ierra calcas de algodozinho tranijado azul e
chapeo de pal lia : quem o pegar leve-o a ra da Cl
dcia do Hecife n. 43, que sera recompensado.
-Fugio, de bordo do brigue Serfor/o na inanhaa de
da 5 de julho prximo passado ,um cscravo iii.iiiiilifi
ro de nome Francisco de nacao Jang ; reprsenla tf
30 a 35 annos ; tem na face esquerda um signal ;
muito dcscaucada ; levou calca* e camisa azue
pr'o de palha pintado de branco e o balde que tinlia h
trazer a racao ,e7/rs. em cdulas: quem o pegar le
vc-o a .nia da Moda n. 7, que sera bem recoinpensailo,
-- Fugiram, no dia 3 de agosto prximo passado,
do engenho l'indoba, da freguezia de Ipojuca, ilous
escravos, sendo um cabra, de nomclzidoro, cuma
preta, do nome Hita, o primeiro do cor triguer
minina (liiv ni |- o'" ~~ ~
reuo deSe Albuquerque Jnior ou ao engcw'u
Cuararapes que ser generosamente recompensa-
do do seu trabalho.
Fugio, no dia 30 do agosto prximo passndo,
do engenho Novo de Scrinliem, um prelo ci ioulo,
do nome lieniiquc de 18 a 20 annos ; tem urna De-
uda no olho direilo liceos grossos com Pfl<"
lodos os denles na parle superior. pea a pallieu-
dos falla muito descansada ; foi visto nesta pW
quem o pegar leve-o a Catnboa-do-Carmo n.
que ser bem recompensado.
Fugio, no dia primeiro do correntc a prcl
Clemencia de altura regular e.V Tula ; levou ves-
tido do riscado de quadros fie cor ama rol lo, escu-
ro c roto nos peiloa camisa de algod.toziiho co
bico as mangas o um lenco encarnado de scua,
dizem ter andadado pela Cinco-I'onlas : quem a pe-
gar leve-a a ra da Cruz, no RecITe, n. 28, que si
recompensado.
Fugio, no dia 21 de dezcinbro do anno pr-
ximo passado o pardo Jacob de 18 annos,
cabello estilado ; toril falla do um denle
do corpo
na frente
algumas marcas
do boxigas; lem '*
costas a marca de um caustico ; Consta oslar c">
derdo um rapililo decampo, morador em Lar"
de Po-do-Alho por uo querer u cscravo Jec,"T
a quem perlence o dizer chumar-so Antonio- i
ga-seao mesmo queira conduzir a JoseLuizier
ra morador na ra Nova, quo gratificar. ,
-- Ftigio.no dia 7 do correnlo, as 10 horas '
noite. da ra do l.ivramenlo n 20, urna e*c<"'
do nome Maria do naiao llumbaca de 39 anm"-
balsa corpo regular ; quando anda na ra h"
tanto do vagar ; levou vestido do chita escuro ,1'M
no da Costa guarnecido com franja, e camisa,
madapoliio: quom a pegar leve-a a ra do t
ment, uu dita casa que ser recompensado ''
escrava furlou do seu senhor cont, o lanos mu
em cdulas por isso he quo se evadiu.
EHM. : NA TYP. DE M. F. DEFARIA
_l848|
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
t


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