Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06505


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Full Text
inno
xxiv.
1
Quintn-fcira
nDI illl"|ubllca-se todo*01 diasque n5o
,nr.in de guarda: o preeo di anfnatura he
I!? i ),)() r. por quartel, fi adiantaint. O
L,mcio dos asslgniiita* ufa Inseridos
feo J *> I""" ,'I,I," '" ,Jr|OT *,f"
,nl, e as repelieres pela matada. Os nao
..iiiiiIB pasar* *> rt. por liuhi JIM r
km iypo dllfcreule, par cid i publlcaeao.
PHASES DA Vk N MEE OE SEttMRO.
imb" r' as 6 horas cM mln. datard.
, eiuia, a 13, As 3 horas e 50 rain, da mauh.
tfMMRK. 19. i 7 borat e 38 rain, da manh.
*mm. a 27, Ai 7horas e 10 mtey da inanb.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Golanna e Parahlba, Ai segs. e seilas-ffiras.
Rio-O.-do-Norle, qnntas-felras ao ineio-dii.
abo, Serinharm, Rio-Formoio, Porto-Calvo
Macri, no I., a 11 o 21 de cada mei.
Garanhuns e Ilonilo, a 8 e 23.
-Vista e Flores, a 13 e 28.
oria, s quintas-feirat.
"la, todos odlas
PREAMAR DE HOJE.
Primeira, aos 30 minutos da tarde.
Segunda, aos 54 minutos da manh.
Setembro ilc 1848.
tV. 1
das da semana.
4 Segunda. S. Roa drVIterlio. Feriado.
b Terca. S. Antonino. Aud. do J. do c. da
1. v. e do 1, de paz do 2. dist de l.
1 Ouarla. S. I.ibanli. Aud. do J. do c. da
i. e do J. de paz do 2 dll. de t.
7 Quinta. S. S. Joio p. m. Feriado.
8 Sexta. >{<>>. Natividade deNoiaSenhora.
9 Sabbado. S. Sergio. Aud. do J. do Y.
e do/, de paz do 1 dist. de t.
10 Domingo. O Ss. Kome de Mara.
CAMBIOiNOIMAODF. SF.TKMBRO.
Sobre Londres a23 d. por "000
Parli
!60d.
Lisboa 120 pr crnl" l,rr,nl-
Rlo-d.-l.....Ir?"0 l,ar- .
Deic. de lett de "> a I *,"
AccAesda comp. de IVBff">'.
Ouro.Oncas hespanlio
Modasde<>/400
de 6/400 ii.
de 4/000...
PralaPatacoes brasilelros
Psol coluinnarios.
Dltoi mexicanos..... 1
n.-rfl/rs.aop.
M/MMI a 32/20..
17/800 a 18/000
6/400 a 16/500
90 a 10/1)00
a 2/050
a 2/050
a 1/900
IARIO
MAMBUCO

K/s que se vai completar o vigesi|^setimo anno
a nossa emancipabilo politica !... Da de summo ju-
odeve de ser para nos o de hoje, por ser o anni-
crsario daquelle em que um principo magnnimo,
cquiescendo aos votos da na?3o, decidio-se a quc-
rar as cadeias qoc nos |ircndiam desleixada, se-
!niIo deshumana metropole, que, nocntanto que rc-
colhia immensos lucros destas Ierras, pouco ou ne-
hum beneficio lhesproporcionava. Mas, oh dr,
contemplar este dia que cumpria fosse todo leti-
, nosso coraQ.lo, tremente de susto agona, pelas
,tes recordares de um passado negregado, e pc-
ntevidenciasde um porvir todoameatjador, to-
lo^heio de dosconfiangas, como que se nega a esse
razer de que o homem se acha repassado ao con-
emplar o acto da sua redempeo, e smente se pres-
a a sentimontos de pezar e tristura.
Siin,quando consideramos queesses vintoesete an-
os que deveram de ter sido empregados na promo-
3o do bem do paiz, nos os havemos gasto quasi to-
os em rixas e odios mesquinhos; quando reflec-
imos que, durante esse longo periodo, nos havemos
ocupado mais das pessoas do que das cousas ;
uando pensamos que anda nos adiamos muito a-
um do lugar d'honra que nos cabe entro os povos
de
*^iW o desprezo que de ordinario se vola no impos-
tor, ou a compaixSo com que m olha para o refalsa-
do a quem se arranca a mascara antros mesmos que
buscara engodar. Triste, e bem trisPW-or sem du-
vida, fra semelliante papel; nos, po^ eita-
108. Mf
entro cuipoi
ais civilisados do mundo, nio podemos Vsar
llorar pelo destino da patria, niesmo" temos
de fallar do evento tIo imprtente con nossa
independencia. \ f|
Diverso, por sem duvida, fra o fhjsso proceder, se
nos nao compenetrramos da Rigorosa obrigaQo em
que estamos de dizer a verdade quelles para quem
cscrovemos. Entao corrramos espesso veo por so-
bre todos os melse miserias que nos opprimem ;
isqueceramos as torturas quo hemos sofirido;
rtramo-nos ao pungente e penoso trahalho do
lensamenlear n'um futuro, que ah so nos antollia,
ironho de desgranas ; o, qual outro visionario,
radramos aos nossos incautos irmaos: Somos os
aais feliz.es de todos os habitantes do orbe terra-
|ueo !... Ninguem Ira aue ctotio pouco tempo *ia
ito tanto como nos !... Continuemos asolm,
rev attingiremos ao ultimo gs de perfocOo, de
uenosnaoacliaiiiosapartadr. mais que um tomo.
las, ao ouvir esse nosaO brado onthusiastico, o ho-
em sensato, nquclle que s se curva ante as rea-
Bltdes, e no sabe viver de phantasias, escarnece-
i'i de nos, rir-se-hia da nossa fatuidade, e (caria re-
putando em bem pouco ou quasi nada a nossa boa
f. Eentao, qual o papel que nos coubra ? 0 da-
quelle que, persuadido ile que conseguir Iludir os
scus semelhantcs, em vez do bom conceito quesup-
poo poder angarinr-llies, nada mais obtm delles se-
iHEl
MEMOKIAS DE UM MEDICO, (*)
ou aievanDrc unnis.
TERCEIRA PARTE.
XVII.
EVOCA9AO
A condessa tinha escondido completamente o rosto
acbaixo de una manta ; e como Uvera lempo de passar
orcaia, eslava vestida como una senliorita dacidode.
iinha ella vlndo n'uma carruaKcui de alugucl com o
marcchal que. mais tmido, se iinha vestido de pardo,
"orno um criado superior de al^uma casa rica.
.Seiior conde, disse madama Dubarry, conhece-
c V. Kxcrllencia?
Perfpitaiuenlc, senhora condena.
Richelleu continuava a ficar atrs.
" Queira senur-ie, mlnha senhora, e o lenbor tam-
tm.
Este senhor he meu mordumo, dlsse a condena.
(*) Vlde Oiaro n.# 198.
^^o pensem, porem, os leitores qjjfe, no entanlo
que assim nos exprimimos, hemos rdido do todo
a esperanza de conseguirmos um d o bom-estar a
que quizeramos ter altingido, ecujalalta lamenta-
mos tanto : nfio, que fra loucura r#natada s> crer-
mo-nos incapazes de acompanhar ^ nagoes cirilisa-
das d'alm-mr nesse caminhar le verdadeiro pro-
gresso em que 13o adiantadas tWi no, que fra
confiar mili p'odco Os recursos com quenosdoouo
CREADOR o supprmo-iros incapazes de oceuppar-
mosuin assento de disiincco nessa mesa commum
em que sebanqueti>am os povos que, mais amestra-
dos pela experiencia, e mais bem dirigidos do quo
nos, vivein cercados de lodos os commodos que
nos fallecen), de todas as vantagens por que sus-
piramos. Este bom-estar, anda o teremos; es-
se assento de distinccSo, nos tocar por certo: mas
sabis quando? Xa poca em que houvermos dado
de nulo a esse continuo pelejar em que temos vivido
por nina cousa que ncm mesmo conhecemos;
quando houvermos cerrado os ou vidos s engaosas
palavras dos que se esmeram em conservar-nos em
lula com nosco mesmos ; quando unidos, quaes
outros irmaos, trabalharmos do commum acerdo
para o nobro fim de engrandecer-nos a todos respei-
tos;quando, emfim, deixarmos de olhar uns para
os.outros cM- siderarmos a prosperidade de qualquer de nos como
um contingente poderoso para a da comniunhu'o a
que pertencemos.
De feito, logo que tivermos adoptado cssa Iinha de
conducta que tOo proveitosa ha sido a todos quelles
cuja sorto anhelamos, seremos to venturosos quan-
lo elles silo, e n5o mais nos cabera ensopar cm lagri-
mas oslouros de que devoramos cingir-nos em dia
too solemne o sagrado como o de hoje. Entilo, ao
raiar desse da, o riso nos despuntar nos labios;
nossas almas sentir-se-ho repassadas do intenso
jubilo ; o a nossa posicilo nio ser inferior seniTo
dos povoadores da mauso celeste.
u siluac^o hepordemais appetecivcl, e nos a
alcancramos mediante um sacrificio tanto menos
costoso, quanto nos he prescripto pelas regias da
santa e sublimo religiilo cujos preceitos, que, para
['assim dizer, cometamos a beber com o leito, ja nos
devem de ter calado nos nimos. Esquejamos o
passado, perdoemo-nos as pequeas oflensas, sacri-
fiquemos no altar da patria os resentimentos que
Porventura tcnbamos uns dos outros, abracemo-nos
cordial e sinceramente, que desapparecero todas as
difllculdades em que vivemos enredados, c nossos
anones deixaro de recordar-nos scenas t3o tristes e
melanclicas como essas que, merco de DOS, ah
ficam aqum de nos, e que nos envergonharamos de
manar anda urna vez, se a isto nos viramos obri-
gado.
Quando em nosso horizonte o SETE assonia
Do suspirado mes, que Eolo mata,
A patria ufana de mesquinhos trata
Os hroes livres l da Grecia e Roma :
Mas o genio do mal, orguendo a coma,
.Nosso egosmo ao globo entao dilata,
Contraste vil quo o bro desacata,
i.u nossa aniVcZ ZGDiSS&mv Q0018,
Ohl'ilhado Ipiranga I oh Mibrrrtatle!
Ha quasi lustros seis, tua existencia
l.uzir nos fez, mas sem fralcrnidade !
DOS do wiasil!... soltai vossa clemencia !
Fazoi que a escravidao, que a honra invade,
Nflo seja mais feliz quo a Independencia .'
Radiante refulge, assoma, brilha
Apollo mais que nunca portentoso !
Atropella os ethontes pressuroso,
E as plagas do Brasil j borda, trilha :
A seu lado elle traz de Jove a fillia.
Enrolla n'aure-verde luminoso,
E parando ante j-jsj!; Macestoso,
A Diva p'ra fallar a fronte humilha :
a Este dia, em que Jove prazenteiro,
Ao BRASIL onviou sua clemencia;
He dia de prazer no Olimpo inteiro.
O Dilecto Tu'es da Omnipotencia,
Ella ao THRONO garante brasileiro
Integi'ifiarle, Imperio, Independa.
I'or Justiniano Antonio da Fonteca.
Correspondencia.
~ v- Excellencia se engaa, mlnha senhora, replicn
Ualsamo inclinando-se, este senhor he o senhor mare-
chal duque de Richelieu, que cu conheco ptimamente,
e que serla bem ingrato se me nao reconhecesse.
Como he isso? perguntou o duque todo perturba-
do, como diiia Tallemant des Raux.
Senhor duque, semprc devenios algum reconhe-
cimeuto, segundo pens, quelles que nos salvaram a
vida.
Ahlah! duqbo. disse a condessa rindo, emende,
duque/ '-.
Oh! o senhor me salvou a vida a mi.....enhor con-
de? disse Richelieu admirado.
He verdade, senhor duque, em Vienna, en /25,
no lempo da sua einbai'xada.
Em 17251 mas ehto anda o senhor nao iinha nu-
cido, meu charo. / 4
Balsamo sorrio.
Parece-me que sim. senhor duque, disse elle, pois
que eu o encoutrei' moribundo, ou antes morto sobre
um esquife; V. Exoellencia acabava de receber urna boa
estocada com unta espada que Ihe trespassou o peito,
de tal maoeira que eu Ihe derrame! sobre a ferida tres
gottas do meu elixir...... Ahi, veja, no lugar cm que o
senhor duque amarrla assuas rendas de Alencon, ricas
de mais para uui mordoino.
Mas, iiilcrrompeu oinarechal, V. Excellencia tein
apenas trila n tinta e cinco anuos, senhor conde.
ndela, duque, exclamou a condessa desatando
a i ir; ei-lodianle do feiliceiro, crnelle?
Estou estupefacto, condessa. Mas cnto, continuou
o duque dirigindo-.se de novo a Ualsamo...... Mas enlao,
o senhor se chama......
Oh nos outros feiticciros, senhor duque, bem ha
de saber que mudajr-.os de oome em todas as gera9es...;
e em 1725, era moda que os nomes acabassem em u>
Srt. Itedaclores. Tendo chamado perante o jui-
zo municipal.da primeira vara, o propietario da ty-
pographia do Diario Novo, para dar explicados acerca
das prfidas nsinuaQes em que parace querer-se-me
envolver, tive do mesmo proprietario a resposla
infra, com a qual respondo aos metis vis calumnia-
dores. Ajuize o publico sensato da moralidade do
individuo, que, tilo traicoeiraincnte procurou ferir
a minha reputa{fio.
Joaquim Llviro de Moraes Curvalho.
< Francisco Ignacio de Atlayde, etcrivo viclalicio dojuizo
municipal da segnnda vara n'esla cidade do llecife e leu
lermofor S. Jf. o imperador que Dcoi guarde, etc.
Certifico que o pedido por certidao na petigo re-
tro he do teorseguinte. Termo do comparecimento
o dedaraco.Ao Ido setembro de 1848, n'esta
cidade do llecife, na casa da residencia do Dr. Jos
Itaymuudo da Costa Menezes, juiz municipal sup-
plenle da segunda vara, aonde eu escrivflo do juizo
neachava, o sendo ahi compareceu l.uiz Ignacio
Ribciro Roma, proprietario da typographia imparT
cial, para o fim [constante da petizo retro do Dr.
Joaquim Elviro de Moraes Carvalho, que tambeiu
est presente ; e sendo pelo Dr. juiz municipal lida
ao predito Roma a indicada petc.!?o, por este foi
dito e declarado q;io as ex;;ressoes sabe-se tambom
que o autor d'essa infame agress.lo he um bacharel
guabiru, chamado Carvalho, que eatSo exaradas
na correspondencia, assignada Zabumba de Polieia,
no Diario Novo n. 188, uo so referem ao supplican-
te autor do requerimento, bacharel Joaquim Elviro
de Moraes Carvalho, e que pelo contrario elle sup-
plicado, apezar de nio cunhecer pessoalmcute o
supplicanle, todava o julga incapaz de ser autor ou
mandante de semelhante alteutado; com o que ser
deu por satisfeito osupplicante, do que para constar
inandou o juiz fazer este termo, em o qual com elles
assigua. Eu Francisco Ignacio de Attayde, escriv.lo, o
escrevi. Menezes.Joaquim Elviro du Moraes Carva-
Iho,Luizlgnacio Rbeiro Roma. E mais se nflo con-
tinha no termo pedido por certidao, o qual extraln poi
certidao dopropru ortgiual,ao qual me reporto, e va
sem cousa que duvida faqa, por mim escriplo e assig-
nado, tiesta cidade do Recifo ao 1. dia do mez de se-
tembro de 1848. Escrevi e ssignei em f de verdade
OescrivSo,
Francisco Ignacio de A Hay de.
CO^VIaC0.
ALFANDEGA.
RENDIMENTO DO DIA 6..........1:266/813
Deiearga para o dia 9 de setembro.
Hngue Novo- Vencedor mercaduras.
Galera Serafina dem.
Patacho- I.iberdade dem.
CONSULADO (iERAE.
RENDIMENTO DO DIA 6.
Geral...................2:937/170
Diversas provincias.............233/160
3:170#33o
CONSULADO PROVINCIAL.
RENDIMENTO DO DA 6..........1:507/694
Movmenio do Porto
Navios sahidos no dia 6.
Rio-de-Janeiro; hrigue escuna brasileiro Olinda,
capitn Manocl Marciano Ferreira, carga assucar e
algodSo. I'assageiros o Dr. Clemente Ferreira da
Costa, Brasileiro; Manoel Jos Lopes Braga, l'oi-
tuguez ; ', dous escravos a entregar.
Rabia ; hiato brasileiro hxhalacdo, capitao Jos An-
tonio da Silva, carga diflerenles gneros. I'assa-
geiro, Joao Alfonso Torres, l'ortuguez.
Iteclaragoes.
suas ordens, senhora condessa, assim como s suas, se-
nhor duque.....
Conde,nos vimos consulla-lo, o marecbal e mais cu.
Fazem-irc disso muila honra, minha senhora, so-
bretodo se foi naturalmente que semelhante ideia Ihes
veio,.
O mais naturalmente possivel, conde; a sua predi-
cao me est sempre nacabeca; s duvido que ella se
realise.
Nunca duvide do que a sciencia diz, minha se-
nhora.
Oh! c.li! disse Richelieu, a nossa cora est bem
arriscada, conde...... Agora nao se trata de urna ferida
que se cura com tres gottas d'elixir.
Uo, mas de um ministro que se derriba com tres
palavras......, replcou Balsamo. E enlao! adiviuhei ?
diga.
Perfeitamente, disse a condessa toda trmula. Na
verdade, duque, que diz V. Excellencia de ludo isto?
Ol! nao se admire com tao pouco, minha senhora,
disse Balsamo; quem vi madama Dubarry e Richelieu
inquietos, deve adiviuhar porque o esto, sem haver ne-
cessidade de ser feiliceiro.
Tambera, accrescentouo inarechal.se o senhor con-
de nos indicarse o remedio, eu o adoptara.
Para a molestia com que cstao?
He verdade, nos estamos com o Choiseul.
E teem muita vontade de (car curados delle?
Temos, grande mgico, he verdade.
Senhor conde, V. Excellencia nao nos deixar em
semelhante embaraco, disse a condessa : vai uisso a sua
honra.
Estou proinpto a servi-loi o meibor que poder,
minha senhora; com tudo eu semprc quizera saber se
o senhor duque nao tinha alguma ideia determinada
ao vir aqu
0 Sr. padro Joao Tvares de Mello, despachado, por
decreto dcHdejunho ultimo, capellilo para o se-
gundo batalhilo de fuzileiros apresente-so quanto
antes ao coronel commandante das armas, para ob-
jecto de servido.
Quartel do cominamlo das armas na cidade do lle-
cife, 31 de agosto do 1848.
Jote Ignacio de Medeiros Reg Monteiro,
Ajudante d'ordens.
ni ni ii ;
em os e em as, e nao me admirarla que nessa poca me I Lonfcsso que tinha, senhor conde. A' f que he
tivessedado na phantasia trocar o meu noine por al-1 bem agradavel ter um feiliceiro a quem se pode chamar
ffiim nninn a*r*n .. itj.? Utn nnln. -- F.ttnM I Bfnhnr conde : isto nao Ihe muda os coslumcs.
Ualsamo sorrio.
Ora ande l, replcou elle, seja franco.
Palavra de honra que o serci.
V. Excellencia tinha a consultar-me sobre alguma
cousa ?
He verdade.
Ah! disimulado, disse a condessa, e nao me dliia
nada.
Eu nao opodia dizer senao ao senhor conde, e an-
da assim na cavidade mais secreta do ouvido, respon-
deu o marechal.
E porque, duque?
Porque V. Excellencia teria corado, condessa, a
nao poder mais.
Ah porcuriosidade,diga, marechal:tenho arre-
bique no rosto, e ninguem me perceber corar.
Pois bem! dlsse Richelieu, aqu est no que eu te-
nho pensado. Tome sentido, condessa, veja que he por
sua conta que eu vou por tudo em pratos limpos, e que
depois talvcz eu me arrebate por esses ares.
Deixe-se ir, duque, que eu o apanharei.
Oh! mas he que V. Excellencia me bater agora
mesmo, se eu Ihe dlsser o que tenho a dizer.
V. Excellencia no est acostumado a ser batido,
senhor duque, disse Ualsamo ao ve 1 lio marechal, lodo
alegre pelo cumprimento.
Pois bem, proseguio elle, es-aqui: Dos queira
que isto nao desagrade a V. Ex., a S. Magestade....., co-
mo he que eu vou dter semelhante cousa?
Como he enfadonho com cssas pausas, exclamou
a condessa.
Entilo sempre o quer?
Jess 1 que massada!
Absolutamente?
Ainda?
Entao, sempre me arrisco: cusla-me bem a dizer,
senhor conde; mas S. Magestade j nao ha mais quem o
divina. Nao sou cuque o digo, condessa, to palavras
de :::ad2n2 deMaintenon.
R ENCONTRADO
MUTILADO
\ i
i .

t

Jm





O arsenal
de fut-rr compra lio varas d, brim.
uss" ssss.7"^r ',ro,"* d,.i<" *
r fctoria com 3u.'!%,rer .""T8*?, '!" M,a
mez. proposta, no da M do corran!
loria com su
Arsenal de
-0
*x*rcci
faz pul)
cri
da
ira, 5 Je selemhro Je 1818.
0 eseripturarlo.
'mneisro Serfico de Auit Carralho.
re Jos ll.iymiindo Ja Costa Meno/es no
a segunda vara municipal desla cidade
co que, d'ora em Jiante as audiencias
Berlinas quartas-feiras e sahbados, depois
o civcl na respectiva casa Jas audiencias.
Avisos martimos.
Quem snnunroii precisar de uin lionirm que
lenlia cnnhecimenlo de escripia por prlJas Cobra-
das dirija-so a ra do Turre* n. 18, das 9 horas
dodia em dante.
Precisa-se de una ama para casa de pouea fa-
milia : no berro Jo3o-Francisco n. 9, casa da es-
quina.
- Precisa-se dn uin Portuguoz pira feilor de un
sitio, muilo porto desla cidadu : na ra Direita ,
n. 36, primeiro andar.
Aluga-seo bem conheoido sitio na estrada do
Cordelro, de Nuno Mirla deSelsas, so propriopara
algum negociante eslraugeiro ou nutra pessoa que
lenha Iratamciitn : na ra do Amorlm, n. 15
--Para o Rio-de-Janeiro segu viagem, com mili-
ta brevidade a escuna nacional Curiosa por ter
parte de sua carga engajada : par o restante es-
cravos e passageiros, trata-se com LuiZ Jos de Sa
Ara ojo na rita da <'.ruz, n. 26 ou com o ca pido ,
Domingos Antonio Je Azcvedo, a bordo.
Para o Rio-de-Janeiro pretende seguir enm
brevidade o brigue Mercaniil, por ter parle Je sen
carregamento prnmpto : quem no mesmo quizer car-
regar, embarcar esclavos ou ir Je passagom para
o que tem encllenles commodos dirija-se aos con-
signatarios, Amorim Irmflos.
Par* o Rio-de-Janeiro o brigue brasileiro Mintr-
t>sabe na seguinte semana: recebe ilguma carga
miuda eeacravoa a frete : trata-se com o consigna-
rio, Manoel Ignacio Je Oliveira, na ra da Cadeia, ou
com ocapitlo, l.uiz Martins Ja Costa, a bordo.
--O patacho poi tugue/ Ktstaurac/lo parte impre-
teriveimeutepara a cidade Jo Porto, no din 8 do
crrante ; tem a maior parle de seu carregamento
prompta : para o reatante da carga e passageiros,
para o que tem cxcellentes coinmodos trata-se com
Ocapitlo, Jos de Oliveira Faneco ou com o con-
signatario, Firmino Jos Flix Ja llosa na ra do
Trapiche, n. 41.
~ Quem tiver contas contra a galera americana
Coleando, quera apresenla-las al odia 8 Jo cor-
rente, pura seren pagas, no escriptorio dos Sis. Ilen-
ry Forster i C, consignatarios da mesma galera, e
depois desie dia marcado (carao de nenhum elTeito
todas aquellas emitas que Ibes frem apresentadas.
Para o Rio-de-Janeiro segu, em poucos dias.
o brigue Assombru, forrado de cobre, e de primeira
marcha, por ter parle de seu carregamento quasi
prompta : quem quizer carregar, ou ir de passagem,
|>ara o que temexcellenles commodos, dirija-sc a
ra da Ca.leia Jo Recife, botica n 61, a fallar com
Joflo Jos Fernandes Magalhiles.
&rai a*Ms:mmiTM- MWMBSIWBI
______Avisos diversos.
Lotera do theatro publico
lesta cidade.
lendo sido grande a concurrencia da
venda dos billietes desta lotera, o tliesou-
reiro marca o dia s3 do corente mez
para o imprelerivcl andamento das rodas,
o qual ter lugar no consistorio ila igreja
da Conceicao dos militares
Ao Sr. encapotado Jo Mario de 6 do correte,
responde-se que o Sr. Jos Joaquim de Mesquita
nunca duvidou cumplir os legados Jeixados pelo
tallecido Luiz Jos Je Som/h, uuia vez quecstejaoi
em eslailo de seren cum: rijos, e se o n'io fez a res-
peito Ja fiiha Jo Sr. Guimares, foi porque esta se-
nhora est fra Jo patrio poder, e resid ndoam Por-
tugal.e nio quiz tomar a si a responsabilidade da en-
trega; o Sr. Mesquita lie milito conhecdo nesta pro-
vincia, on.lo sempre tem vivido com honra, e nOo
aiUuerio o que possue com a testamentaria de l.uiz
Jos de Souza, como milito beni sabe o encapotado,
que, se tirar o capote, se Ihepora a calva ao sol;
pois parece covardia que s se lemhrasse de fazer
esta pergunta quando oSr. Mesquita estivesse fra.
Um amigo.
Nanoitc de do correte, desappareceu, do
sitio do Sr. Flster em Ponte-de-Ucha, umcavallo
ruco-rodado leudo no quarto direito o na quoixa-
da do mesmo lado a marca f, he alguma cousa bar-
rigudo ; tem urna pequen feriJa occasionada pela
sillia ; suppe-se furtado : por isso pede-se a qual-
quer pessoa que o dito cavallo vir ou fr offerecido,
baja Jeo apprebender e levar a cocheira Jo Sur.
Dafid na ra de Apollo, que sera recompensada.
OSr. Francisco Joaquim Garneiro tem una
carta no escriplorio de Novaes & Companhia.
Nao vejo ah nada que me oftenda, Juque, disse
madama Dubarry.
Mil vezes melhor, enfao estarc a niinlia vontade.
Pois bem.' era preciso que o senhor conde que acha to
preciosos elixires.....
Achassc uin, disse Balsamo, pie rrslituissc a el-rri
a faculdade de divertr-ae.
lusl miente.
Ah senhor duque, isso he una cousa lao insigni-
ncanle I he o a b r da arle. O primeiro charlalo acha-
ra uin phiftro.....
Cuja \ ii unir, continuou o duque, ser devida ao
iiurito da seuhoia condessa.
Duque! cxclamou madama Dubarry.
Ol! en bem sabia que V. Excellci.cia se havia de
enlad u ; mas foi V. Kxcellencia mesma quem oqui.
Senhor duque, replcou Balsamo, V. Excellencia
tiiilia rasas; ahi est a senhora condessa corada. Mas,
como distamos anda agora, nao se trata aqui de fondas,
neni de amor. Nao he com un philtro que V. Kxcellen-
cia fivrar a Franca de Mr. de Choiseul. Com eflVilo ala-
da que cl-rei amasse senhora condessa dez vezes mais
loque ama, (eisso he iuipossivel) anda assim Mr.de
Choiseul conservara sobre o seu espirito o prestigio
e a influencia que a senhora condessa Ihe exerce sobre
u euracao.
He verdade, disse o niarechal. Mas era este o nos-
Su nico recurso.
Ejulgaquc nao ha Julro?
Eu sei." ora ache-me l outro.
Pois parece-uie cousa fcil.
FacH, ouvo, condessa; estes feiliceiros nao duvi-
il un de nada.
"*1>ara que'duvidar <|iiando se trata sTinptrsiiienie
ollios i elrei. bem entendido, por que Mr. de Choiseul
n mi jni-a irahir fizcndo oque elle fa.
E que faz elle?
Na paJaria de S.-Amaro se fabrica o melhor ajo
do Proven? que podo apparecer com as melhores
farinbasque teem viudo a este mercado, e que
acharioos moradores daquelle lugar, as 6 horas da
manliHa o referido pflo ;e como o fabricante anda
n5o poda achar casa para estabelecer o seu deposito s
que o pretendo presentar nesta cidade vender a ,
mesmas horas, na padana do Aterro-da-Boa-Visla,
n, 66.
Prccisa-se de um pequeo de 13 a 1* anuos,
quetenha pratica de venda e diMiador a sua conduc-
ta : quem cstiver ncslas circunstancias, Jirija-se a
ra Nova, ven Ja n. 50.
MEMORIAS HISTRICAS DA PROVINCIA Df:
l'ERNAMBUCO.
Na praca Ja Roa-Vista, botica Jo Sr. Ignacio Jos
do Coulo enticgam-sc sos Sis. assignautes desta
obra aquellos voluntes que anda ellos mo recebe-
ram o cobra-sea sua importancia para o que es-
t autorisado o Sr. Joo Jos do Coulo a passar re-
cibo a quem o exigir. Tamben! esto ultimo Sr. esl
autorisado para recebar, ou mandar receber a im-
porlancia dos voluntes (|iio alguns Srs. assgnanles
receberame nao pagaram na occaaiflo, e lambem
para mandar distribuir os livroae autorisar um co-
brador, afim Je receber o valor da assignatura res-
pectiva.
I'recisa-se de um amassador: na praca da S.-
Cruz, paJari de urna s porta.
Aluga-se um caixo dcqualro casas para qual-
quer cstabclecimcnto que lein l-5 palmos em qus-
uro no lim da ra Helia junto a mar : a tratar na
ra do Collegio n. i, segundo andar.
Precisa-se alugar urna preta boa quitandeira :
quoni a liverdirija-sea ra das Flores, n. 5 ou
annuncie.
Oabaixo assignado faz saber ao respeitavel
publico e iiquem mais convler que, no da I." de se-
temhrode 1848, dissolveu amigavelmento a soce-
dade que tirina com o Sr. Julio da rosta Ribeiro,
na laja de fazendas n. 2, sita na ra da Cadeia do
Recife, junto ao arco de Nossa-Seuhora-da-Conce-
c&O ; a qual gyrava Jobaxo da firma JeCarvalbo &
Costa, ficainlo o mesmo Sr. Ribeiro obrigaJoa toda
a lquidacfio Ja mesma extincta sociedade, desonc-
raJo de pagamento alguin pertencente a mesma so-
ciedade.
Lourenco Jote de iloraei Carvulho.
Dma senhora casada e cum filhas maiores se
propoc a abrir una aula de pimuiras lettras, na
qu;il lambem ensinara grammatica franceza e portu-
gueza, cozer de todas as qualidades, e o mais que
precisa aprender urna menina quem de seu presli-
mo se quizer utilisar, dirija-se a Trompe, sobrado
n. 50.
~ Offerece-se urna ama de meia Jade, queda fia-
dor a sua conduela, para o semen interno de urna
casa de hoinem solteiro: quem precisar dirija-sc a
ra Diraila, n. 114.
--Para um sitio pertoda praca daseja-se alugar
um esrrava d. meia idado, que saiba tratar com
perfeicA) meninos do tenra idade, eque lave e en-
gomle pira iis Hirsutos : ni ra do Trapiche, n. 16,
escriplorio de Brender a Brindis A Convanhia. No
mesmo escriplorio vndese um carro de 4 rodas ,
com os competentes arrelos para dous cavallos.
- Antonio Joaquim Antunes, morador no Ater-
ro- Ja-itoa-Vista, padara n. 66, avisa as pessoasque
liverem peuhorns ns sua mito, os venham tirar no
prazo Je 1.1 das: sen.lo, sarflo vendidos para seu pa-
gamento.
Madama Tlteard embarca par Baha a escrava
Francisca, comprada por ordoin da Sr*. Joanna Col-
tilde Cnuprut.
Jos Je Mello Albuquerque Montenegro, faz sc-
entc que despedio o no dia 4 do crrante o seu cai-
xeiro Antonio Joaquim Pacheco Bastos, do cstabele-
ciuetttode Manoel Joaquim Concalves e Silva, de
que lio gerente.
A pessoa que tiver urna morada de casa terrea,
ueste bairro de S.-Antonio que nlo exceda de
1:000/000 de res, e quera vender, Jirija-se a casa
n 4, nopatco do Collegio, que ah achara com quem
tratar.
-- Joo Mat lins da Costa, prtO liberto, e sua mu-
Iher, Jous Ribos menores, c urna escrava, mais duas
pretal libertas, retam-se para o Ro-de-Janeiro.
Aluga-se sobradinho de dous andares e to-
jas, no pa ,i Santa Cruz n. 14; urna casa terrea
oom I commodos. com quintal e cacimba,
na Tr a da Soledade n. 35. por 10/rs. men-
saes : ,t utu. no escriplorio do F, A. do Oliveira, ra
de Aurora, n. 26.
NOTICIA IMPRTAME.
Us credores do fallido Antonio Jos
Antunes GuimarSes previneni aos deve
dores dv.de que llie nilio paguem seus dehitos, qur
de conlla Je livros, qur por lettras, que lite accitas-
som : pnrquanto, leudo siJo arrestados seus bens,
lettrase livros, nSApde o mesmo validamente re-
ceber qlian)a alguma de.seus credores, mas ludo de-
ve ser rocolhiJo ao deposito em mfio do corrector
Oliveira, como bens dos mesntos credores : o que se
faz publico, para que ninguem se chame ignoran-
cia e fique acautelado contra o mesmo fallido, que
consta ter desapparecido desta praca para ver se co-
in algiim dinheiro de seus devedores, contra quem
protestam os mesmos credores baver o que ndevida-
meiite paga re m.
$ CHAPEOS DE SOL.
Ra do Paneta-Publico .-&]
O fabricante dr mtabrlrcimcnlo adtrrle 0 r
tiveI publico desta cidade que elle possue prr, '""'r
lenle um rico snrtimentn de chap/oi de sol .'"
como chapaos de ol de seda furia-cores, dos ma. **"*
que tem pparecido nesle mercado e de corr c "* '
clda; ditos para senhorsi de bom lom adamalc!!! '
lavradns cgm uas compelenlai franjas de retroi '
dn que tem da mal moderno e do melhor aoito
completo lortimrnto de chapeos de sol de pannlnh' "
todas as edre e de todos os tamaitos para hnin
enhoras e meninos ; ha tambem Igual aortiineni 1'
fazendas para cobrlr armaees tanto de leda de a
como de panninhos trancados e lisos Imitando seda u
verle^e que os frrguezes aerao servldoi com brevid a
e se acharo satisfe tos da boa qualidade, do bom Koitn'
FURTO.
'goilo,
30/ n. de gralificeca'o.
Precisa-so de um negro para todo o scrvico de-
casa : na ra do Trapiche, n. 3.
Desappareceu,do fumludo quintal Ja fabricado
licores do Alerro-da-Boa-Vista, n. 17, um peque-
no balelflo ou canoa ja volita o qual lem falla do
urna taboa no assento da popa : a pessoa que der no-
ticia e avisar sonde se acb, sera recompensado
Aluga-se unf oscravo padeiro : quem o preten-
der dirija-se a Boa-Vista, ra dos Pires, n. 23.
I'recisa-se Je um forneiro que queira tomar
conta ile unta piularla, dando-se-lhn ordenado ou
sociedade : no principio da roa Imperial, n. 39.
Precisa-sede urna ama que lenha bom loilo c
seja sadia ; prefere-se captiva.- na ra do Sebo n. 8.
-mamulher parda forra, que tem pratica de
vender azendas propOe-se a islo : os Srs. logistas
que quizerem este ne," sioannunciem.
Precisa-sede um ..omem que lenha
monto Je escripia porp'artiJas dobradas :
tiver uestes circumslancias annuncie.
Quem precisar do urna pessoa forra p
do, annuncie por esta folha.
-- Despacham-se navios, Uram-se passaportes pa-
ra denlro e lora do imperio, e despacham-se escra-
voscomioJa brevidade e pontualidaJe : na ruado
Torres n. 18.
Precisa-se de um pequeuo parj
caiseiro de urna dasinais acreditadas ven-
das do Varadouro, em Ulinda : na ra da
Cadeia do Recife,
;:***:* J-
mmm.
conheci-
quem es-
toja n. ao.
elle sustenta a rcvolta do parlamento contra a autori-
Jade real.
He verdade, mas era preciso saber por que meio.
Por mel de agentes que osaniniaiii protiiellendo-
Ihes a impuiiidade.
K quaes silo esses agentes? Eis ahi S'rffle era pMCi
so saber. *
E V. Kxcellencia julga que madama dcGratnmonl
parti para cousa que nao seja excitar os aidenles C dar
calor aos tmidos?
Por corto que ella nao parlio para outra coma, en-
i' I mi' n a condessa.
He verdade ; mas el-rei no ve em scmelhante par-
tida ni.iis que um simples exilio.
I'ein m,
Como Ihe havemos de provar que netsa partida ha
mais alguma cousa do que o que Ihe quereui deixar ver ?
Acensando madama deCramnioul.
Ah se nao se tratasse seuao de
disse o ni ii i chai.
aecusar, conde,
[nfelicutente lrala-se de provar a aecusacao, di
a condessa.
M__
lao oiiu como eu, condessa; I mente, e recapitulemos!
E e essa aecusapo eslivesse provada, bem prova-
Ja, julga V. Excellencia que Mr. de Choiseul ficaria mi-
nistro?
Por certa que nao! exclatnou a condessa.
_ Kntaoj nao se trata senao de encontrar urna tra.
cao de Mr. de Choiseul, prosigui Balsamo com firmeza
e de a fazer apparecer clara, precisa e palpavcl aos oihos
de S. Magrstade.
O inarechal se deixou cahir para irs na saia cadeira
debra(OS rindo asgargalhadas.
- 0*oiifen;-h*adiTiir.ivel!'eTclamou*lle ; de nada
duvlda. Achar Mr. de Choiseul em flagrante delicio de
iraicao...... eis ludo..... nada mais!
Ilalsamo ficou impassivcl e esperou que o accesso de
liil.ii ni ule do mareohal >assasse inteirauenle.
Ora vamos l
J. A. S. Jane, artista, tem a honra de avisar ao'Tes-
pelavel publico que tem volladn do norte e se acha
psidindo na ra estreita do Rozarlo, n. 16 primeiro
andar, aonde continua a por denles arlificiaes, de por-
cellana composicao esta inteiramente isenl.i do cor-
rupcao-como bem tira as caries dos naturaes, calca
de ouroc prala. Oannuncianledeclaraa todas as pes-
soas que se quizerem utilisar de seu prestimo que nao
exige receber paga alguma, se por acaso nao tcarem os
ditos denles artiriciaes lao bem poslos, que nao se posaa
dillcrrncar dos proprios naturaes sendo os mesmos
postos sobre chapa de ouro e sobre tarracha os quaes
fleam tao seguros, que se pode inasiigar toda a comida
com riles M'in causar a menor dr.
DENTISTA.
M. S. Slawson, cirurgiao dentista acha-se residindo
no R.'t-ife ra do Trapiche-Novo, n. 8 seguudo andar,
onde contina a por denles mineraes ricando incor-
ruptiveiseparecendo inteirainenle como denles natu-
raes : lambem tira a pedra, a qual, nao sendo extrahid,
em pouco tempo; tanto arruina os denles; chumba -
ouro, prala, oudentico para privar de'augmenta i|
fui i'iipe.ii) i.iuilii'in iir.i, liiii r t.i; todas as operacdril
denticacs com a manir delicadeza possivel. Elle espera
que os elogios e o muito patrocinio que tem recebido
pilos beneficios que tem produtido na sua pratica du-
rante 8 anuos de residencia nesta cidade serlo garan-
iias suHicientos para as pessoas que, precisaudo de seu
presumo, nao o dcixem de procurar.
--Aluga-se o segundo andar do sobrado da ra
Velha.n 33, muito fresco o com grandes commo-
dos a tratar na ra do Araguo, sobrado n. 32, com
Joo Regis Coelho.
Quem quizer roupa eiigoinmada com prompV^
dao e pre9o commodo, dirj.i-se ao paleo do Cario,
dcfionte do porlao deSanta-Thereza, n. 23.
-- Del Tina Cregoria retra-se para Baha.
Pois bem.
Mr. de Choiseul nao he stispeitu de sustenjlr
belliao do parlamento?
He, mas a piova?
Nao passa Mr. de choiseul, continuo' Ilalsamo,
por provorar urna guerra com Inglaterra, lim de con-
servar o papel de homem indispcnsavcl.'
Passa, mas a prova ?.....
Einlim, nao he Nr. de Choiseul inimigo declarado
da senhora que aqui esl, coudessi. e nao procura elle
por todos osmeios possiveis derriba-la do throno que
eu Ihe proinelli? '
manto a isso he milita re, dade, disse a con-
dessa ; .as tambem era preciso prova-lo..... Oh! se eu
E que he preciso para issof uint miseria,
O niarechal se poza asioprar as nulas
He verdade, urna miseria, disse ||'e irnicamente.
.~ U"'a Ca"a CnM<'< Por uplo. disse HaN
pessoas que v.ram, por jnigarem ter sido vendido
queira entrega-k> a J J.Jasso Jnior, seu legiiimi
dono, o qual protesta de haver da pessoa que ,"!
o se n.1n aecusje todo o importe das faenis que lh,
leen, fallad..:^.- isso offerece 80/ra. de gratifica^
a quem Ihe Mlobrir o aclarer o compFador de U
furto, com as competentes provas necessarias e
Pretcnde-se saber se nesta provincia exisi.
Domingos AlvesBarboza da Silva, natural de Tan
aue-Julgado-de-Ponte-de-l.ima em Portugal fih
de Antonio Alves Rarboza ede Rosa Mara da Silva
e aqui chegado em novembro de 1848.
Geometra, geographia c francez.
Urna pessoa que atiesta a sua conducta obtendo
approviiQSo plena em todos os preparatorios eiul .
gando-so com as necessarias habilitlos para ensi-
llar geometra gengraphia e francez prouc-sa
havendo numero sullictente de esludantes' fa
licOesdessas materias, nilo s em sua casa como na
dequalquer particular ; por isso declara que tetr
destnela honra do offerecer-se a quem de seu pr
timo se quizer utilisar assim como a do scicntfle"
aos Ilustres pas de familias que de outubro em
diante esl disposto a aceitara alguns alumnos in-
ternos, menores de I* annos, por una diminuU
quantia. 0 annunciante n3o se eximir de concor-
rer fiara todo o progresso dos que frequentaretn 11
sua aula, assim como prometle aos habilitados de
acompanha-losem seusoxames na academia, em-
pregando por issoos tneos possiveis, afim de nilo
soffrem preterigOes. Tambem adverte que ensinara
gratis a qualquer estudanto que por pobresa nSo
possa absolutamente pagara pequea mensalidaJe
estipulada. Quem, portanto, quizer obter melhores
informacoos a esse respeto queira fazer o favonio |
drgr-se a Iravessa das Cruzes, n. 4, primeiro I
andar.
@
ec
>---
NOVO PAO DE PBOVENgA.

0
Vende-ie iodos os dios.
O tario da padaria e pastellaria francea n
do Aiv. da-ltoa-Vsta, n. 50, desejando agradar W
cada vezTtMJa.aosseus frrguezes, resol veuoll'ere- BS
cer-lhes um pao^que se fabrica em Provencapor i
vy um process milito difl'erente do ordinario,eque, \/j
3 exigiudo farinha dasStirllires qualidades, mere- a
O ce a preferencia do publico, pela sua alvura, W
8 pureza e delicadea de sua fabricaco. A
S se faro paes de 40, 80 e 10 rs., e ser fcil V
/n conhec-los pela sua forma oblonga e elegante. A
J* Na mesma casa contina-se tambem a vender
j^ bolinhos para cha de todas as qualidades, e tm- rj
M bem a enfeitar bandejas ricas car halles e sa- -
ros. P
@> @-@-@-@-ad
Tresse, fabricante de o/rgaos e realejos ,|
no Alerro-da-BoayVista n. ai,
tem para vender um orgneycom boas vozes e de bom |
tat'^ "o, proprio para igjreja por commodo pre?o:
t- vlein realejos co/n tambor o trombela e sem I
eses, com. vii!KOn/(i(!.prcnl ,nusiCas todas fin-
ias no patz ; ooiicrruad|to3 nslrumenlos e pOe mar-1
chas novas, .^a mesma. casa COmpram-se realejos
osados.
HOTEL- COMMR^io.
Este estabelccimonto, sito na i-u i;l (jado
freguezia de S. -Antonio, na propriedade ir 13 aclis,)
|e augmentado de commodos indepeuJetitos n >-'nl
'entemente mobiliados para hospedes com fami-
ase sem ellas e para pessoas que exijam menos
ralamento. O segundo andar do referido estahole-
cimenlo olerece as precisas cominodidades pan
bailes e partidas. A posicfio da casa em situaclio
fresca c aprasivel visla e enllocada no centro Ja
cidade concorrerra a ser preforivel a outrosesta-
belccmentossemelhantes. Os procos serflo mdicos,
om relagflo as propor^oes que scolierecem.
Esse pouco.
ina carta de madama de Gnmmonl, mi he assim.
senhor niarechal? cootinuou o conde.
Feiticeiro, meu bom feiticeiro, veja se me acha
urna, cjtclamou madama Dubarry. Ha finco annos qur
eu a procuro, e tenho despendido uisso ceii mil libras
por anuo e anda a nao achei.
Poique V. Excellencia nao se dirigi^ mim,
dessa, disse Halsamo.
Como assim ? perguutou a rumies.
Horcerto; se V. Excellencia se tivase dirigido a
mim ......
Que snecederia?
Eu a teria livrado de fenelhante.
O senhor? (
He verdade, eu. /
Conde, entao j he muito larde?
v cumie sorrlo.
Nunca he tarde.
Oh meu charo conde, disse madama Dubarry W
guendo as nios.
Ento V. Excellencia quer urna carta .'
Quero.
De madama de Urammoul ?
Se ir possivel.
Que cumprometta Mr. de Choiseul nos tres ponto,
qu." eu disse ?__
Al dara.....nm dos meiis olhoi por v-la.
Oh! condessa, isso seria muito caro ; tanto mal
que essa carta... ,
Essa caria.9
Eu Ih'a darei sem recompensa.
E Balsamo tirou da algibeira um papel dobrailo.
Que he isso ? perguutou a condessa devorando o
papel com os olhos.
Que he isso ? perguutou o duque.
He a carta que Vossas Escellencias desejam.
E o conde, no meio do mais profundo silencio, le"
mbaraco.
aos dous ouvintrs maravilhados a carta que os iiois
leitores j conheceiu.
A' medida que elle lia, a condessa abria grandisimi"
olhos e comrcava a perder a firmeza.
Me urna calumnia, com mil diabos, murmurou R-
chelieu, cuidado com a bola, disse elle quando Balsa-
mo ai aliiin de ler.
He, senhor duque, a copia pura, simples c litterl
d'uma carta da senhora duqueza de Grainmont, q"e ulllt
eorreio expedido esta manhiia de Ruo esl a camiohoj
para a levar ao duque de Choiseul, em Versalhes.
Oh meu Dos! exelamou o niarechal, diga-nie. he
isso verdade, senhor Ilalsamo ?
Eu sempre fallo verdade, senhor niarechal.
A duqueza escreveria seinelhante carta ?
Escrevcu, senhor mareohal.
Ella coiiimelteria semelhante imprudencia ?
O velho duque olhou para a condessa, que j nao lfc/|
oha mala frca para articular urna s palavra. r
MUTILADO I


-----------
.. Ricardo Jos do KrelUf Ribeiro retlri-se pira
., T,l provincia e delsa por seus baalantei pro-
clorosos Sr*. Joflo llenriqu.es da Silva, Mannel
i; .m,-.i I vos Braga Jlanoel Antonio deAzovedo e
haauim deAlmeida Pessoa Pimenlel.
Perdeu-se urna pequea carlnira de marroqu m
\nl de algiboira, conleudo 2 cdulas de 50,000
3 Jilas de 20,000 rs.. 4 ditas do 5,000 rs., I dl-
ii'jel.OOOrs. .eSdilasdn 1,000 rs. : esta cartcira
nerdeuao .saltar de uina barcaca por detrs da
i'.jri do pcixc vindo pela ra da Praia at ao lar-
"nJoCollegio. Koga-se por grande favor e encare-
S......a A II
lamente a pessoa que a acbou do levar a ra do
(i.ieimaJo n 15, primeiro andar se quer au me-
nos as duas cdulas de 50,000 rs. licando-se com o
reatante pelo echado : pela grande falta que faz ao
prejiidicado a istose obriga.
.1 olTerece-se urna parda Torra, de,bons cnstumes,
nara o servico interno de qualquer casa de familia
ou sem e
folln-
Ha : quem a pretender annuncie por esta
ler e escrjvor soffrivel-
restimo s qiiizer utilisar
-Vista, n. 15.
estad
no s\
nhia;
lagr
asspguramJ
vel
seu
Cid
O N. 116 no TRIBUNO
eslavenda na ra Nova loja do Sr. Carneiro e
emmododisttibuidor.
OffereCe-separa caneirod^-annazem ou para
outra qualquer arru nia^ ytfmirapaz portuguez, de
15 a 20 annos, o<]"~
menta : quom de
dirija-se a pra?
N AGIESES PE RK
A PTHYSII;URA:SE CO1 0~ ---------
Xarope do bosque do ur. Motls.
A popularidade leste precioso remedio augmenta
diariamente: nos Estados-Unidos, onde foi primal-
ramc-' itroduzido, railliarnsde pessoas so levan-
Urai _iito da morte depois du tercm falhado
todo. l>\nrc se cet^'^va dsqiiasi milagrosas curas do xarope
dohoMO*; no Brasil onde apenas contn poucos
mr-zep ae,1ntroduzido, militas pessoas que ha minos
sofr*. graves enfermidndes teem sido restitui-
das ao/lfeeo de perfeila sadc. Oomo remedio efli-
mesr.o :>s casos de antigs molestias pulmo-
, he steo nico entre todas as medicinas ;
e remidi que suavise s de momento a mo-
a e dcixi que ella depois contino em seus es-
os. He u,Tta cura radical e remove tanto a moles-
osffeitos, restabelece os intestinos em
de sade excita urna accilo salutar
Culare forliica-o. Novaes & Conipa-
.agentes tiesta provincia,animados pe-
cpIo que tem tidoo xarope do bosque,
ublico lersempre o mais novo possi-
'deposo geral do Bio-de-J aneiro no
io ra do Trapiche n. 34, e na na da
fe, loja de miudezas, n. 9. Custa
a garrafa e em duza mais em conta.
FABRICA DE PIANOS,
na rua do Queimado, n. ia.
Vignes tem grande sorlimento de cordas e
entos de piano de primeira qualidade : tam-
' ncerta e afina pianos com toda a pcrfeicSo.
FURTO DE CAVALLOS
aram do engenho Catendf fregue-
aboato, dous cavallos^^B nos ni-
dias do prximo pass
o e outro no da i do contente; cu-
a So ou seguintes: o primeiro he
de cor custanho-clara, dous ps calcados,
uma pequea estrella na testa, rabocorta-
do, e ferrado na p direita cotn.a lettra -j^i,
o segundo he tambem castanho^porn/um
pnuco escuro, e com o mestiiojfpno na pa
direita. Roga-se, portanto, s autorida-
des competentes, e a qualquer pessoa do
povo, que se os apprehender, levem os ao
referido engenho, que serao generosa-
mente recompensados
Findos oidias il i lei se ha de arrematar o enge-
nho denominado Goabeira na freguezia de S.-Ama-
ro-Jaboalo limito perto desia cidade |ue apenas dis-
ta quatro legoas e meia com safra criada achando-se
corrente c moentc com todos os seus pertenec ne-
uessarios ; o qual ofl'erece militas vantagens a quem o
niprar : tudo le aclia avallado muito em emita : quem
". crtender pcide ir examina-lo e para ver seu valor
oescripto que se achaein poder do porteiro do juizo,
Serra-Grande : bem como nina casa terrea na uiesina
povoacao avallada fin 120/ri.
Urna pessa com pratica de escripia
commercial, e bonita lettra, propoe-se a
escrever as horas vagas, nos domingos
peza, mediante mo-
ten
na
timos
fuglo, nc- dia 90 de roaio prximo panado.
Marcos, de 26 anuos, preto, crioulo, nfflcial de pe-
dreiro, de estatura regular, secco do corpo, rosto
romprido, boleos grossos, lera lodos os denles da
frente, com duas cicalrizes bem debaixo no pescoco,
onde se abota o colarinho da camisa, e com pouca
barba. Julga-se ter do para o Rio-Fonnoo em com-
panhia de mis pedreiros que para esse lugar foram :
roga-se, prtanlo, a toda as autoridades ou pes-
soas que delle liverem noticia, de o pegarem e leva-
rem-no na ra do Cabug, loja de miudezas, n. 1
n, de r.uimarfles, que gralicar.
No dia primeiro do corrente, pelas 10 ou II ho-
ras do dia, furtara ni dous cortes de cassa de urna
preta que os conduzia da loja da ra do Crespo para
a ra da Concordia: roga-se as pessoas a quem rein
offerocidos de os apprehender, e entregar na ra do
Crespo, loja n. 5 _
Na ra larga do Rosario,padaria n. 48, ua-se pao
de vendagem com melhor ulerease que em outra
qualquer parte.
-- Precisa-se do urna ama que tonha bem leite e
sejasadia: na ra do Rosario larga, n. 18, segundo
andar.
Bernardo de Serqueira Castro Monteiro retira-
se para fra do imperio.
--Bernardo Jos Monteiroavisa ao rospeitavel pu-
blico, que, por haver outro de igual nomo Je boje
em diante se assignar Bernardo do Serqueira oas-
tro Monteiro.
-- Achou-se um botilo de ouro no largo da Po-
lilla : quem furseu dono, dando os sigiiaes^cerlos,
Tm7seT'ffltWgW< W-HWHla>.PfJIM>- ^2$--
--Precisa-sede duas pretas para venderem lou-
Qa vidrada pagando-se-lhes a vendagem: na ra do
Bangel, n. 17.
--Aluga-seuma preta para o servico do urna fa-
milia : quem a pretender, diriju-se a ra do Crespo,
ti. 15, primeiro andar.
~ Aluga-se una casa com commodos tulucientu
nara grande familia passar a testa ou annualmente,
omS.-Amtro, ao p da fabrica : a tratar na ra
Nova n. 3.
--F. Willenot embarca n.irao Itio-de-Janeiroo seu
cscravo de nome Antonio,
Desappareceu do engenho Molinote, sito na
freguesa do Cabo, na noite 31 de agosto, um caval-
lo com os signaes seguintes : cOr preta, fazendo a
ultima muda, urna ostrella na testa, um pouco cam-
bado das pernas, um p calcado, (direito ou esquer-
do) sendo o ferro um O no quarlo esquerdo ; por
isso roga-se a quem do dito cavallo souber ou tiver
noticias, dirija-se ra das Cruzes na venda de no-
mingos da Silva Campos, para este avisar ao abaixo
assignado, que ser recompensar.
Francisco Paet Brrelo Jnior.
Aluga-se urna casa na ra do Nogueira esqui-
na que volta para S-Jos, com commodos dar gran-
de familia por ler sot3o, cozinha fra, quintal mu-
rado cacimba eporlilo: a tratar na rraca da I
dependencia livraria ns. 6e8.
Precisa-se alugar um preto que sirva para todo
o servico: na ra do Trapiche, casa n 8._
__Precisa-se de pretas para venderem pao pagando-
se-lhes a vendagem sendo sb responsabilidade de seus
senhores na ra Direita, padaria n. 26.
Na ra d'Alegria, n. 11, precisa-se alugar uina es-
crava que esi<\'. as clrcuinstancias de bem fazer o
servico interno e externo de uina casa de familia.
Compra-so obra de Horacio, em bom estado :
na ra doQueimado, loja n.8
Compra-se urna carrosa com pipa para vender
agoa juntamente um boi: no pateo do Carmo .
n 11, segundo andar. .
Compram-so duasou tres libras de ouro de le,
nflo excedendo de tres mil rs. a oitava : quem tiver
de bo-
annuncie.
Coinpra-ie um mole que de 12 a 14 anno
nila ligura r que tenha boa conducta : no lloiei-uim-
raercio
Vendas.
Vendem-se lingoas do Rio-Grande, muito boas,
por preco commodo i na ra da Praia, n 20.
Vende-se urna rica espada, urna
banda, e um par de dragonas, com pouco
Alveitar de.lgibeir. dBSmSmiS^'
lo e quaes silo o. ren.ed.osmais proprioM- a
rarum cavallo em jornada 1 v f"*gT ^esol-
Exame de sangradores ou arte de sangrar,
vendo todas as dilllculdadcs desta arte t r
''Konario de botnica, por Benevide.. P""
blicacSo nova. u.,t<- iv oorf.u-
Theologi moral, pelo hispo Monte, 3 v_ ^P
niliati, 6 v. por l.arraga ed.cl ""us u
portuense, 5 v. ----------- em oorlu-
Historia ecclesiastic. por "c"' '" iv.
guez 11 v., e por Berti tambem em portuguez,
SALSA-PARRILIIA DESANDS. .
Este excellente remedio cura todas M>*^
dades, as quaes sOo originadas pela impureza
sangue, ou do systema ; a saber :
Escrfulas, rheumalismo erupcoes
cutneas,
perior: na ra da Cadeia SfS^r^^S3fS
lio, n. a5. te Asslm como, chronicas desorden dscons
e dias santos, com
dico estipendio : queBprecisar, annuncie.
Poli bem, dase ella
perd&e-inr, lenhor condi
dama de llrainn ', Hi
: i. .'na ( lllll|H-i'IIK Itiilo
irinao eom urna carta des.
para conliecer semelliante
E driuais, apress
lenhor conde tivesie 1
do : porque he um thcsou
lame <
IOU-1 I
litio .!'
rsouro* f
lini. eu sou como o duque,
as custa-me a crer que ina-
nulher de tao grande cabe-
da a su i fortuna e a de seu
mportancia... Alm disto...,
xrta, lie preciso tela lido.
a dlzer o mareclial, ir o
a carta, tc-la-hia guarda-
preciuso.
uso e muito em conta
a um ollicial su
de Santo Antn
___ Yendem-se saceos com farelo, pelo
barato preco de a,49 nt na na da San-
zalla-velha, n. 138
Na ra de Agoas-Verdes, n. 46, vende-se, de urna
pessoa que so retira, urna moleca do 15annos; urna
bonita mulatinha de 18 annos ; duas cscravas para
todo o servico ; dous muleques de 18 a 20 anuos ;
um bom escravo de naco de 25 annos ; 3 moradas
de casas, sitas no bairro do Reclfe as melhores
ras; um elegante sobrado ha pouco acabado, no
bairro da Boa-Vista. .
Vende-se urna rede de linho vinda do Para :
na ra do Creepo n. 16.
Vende-se uina porcSo de espormacete, pelo ba-
rato preco de 800 rs. o americano, e o francez a
720 rs. : na ra do Rangel, n. 81.
Vendem-se dous lindos moleques,
sem vicios nem achaques, proprios para
todo o servico de casa e campo: urna mu-
lata de 16 a 8 annos,boa costureira een-
gommadeira; e um casal com urna cria de
l6annos: na ra do Crespo, loja n. 2 A,
se dir quem vende.
--Vende-se, para fra da provincia, urna preta
moca de bonita ligura e com habilidades 1 na ra
do Livranienlo, n. 1*.
Vende-se a parte de urna casa no becco da Bom-
ba 11. 8 : no pateo do Paraizo loja n. 1.
Vende-se urna porgao do ptimos casaes de
pombos bous batedores grandes c do excellente
raga por prego commodo : na ra da Florentina,
n. 16.
Kscrolulas, riieumausmu c.uPV~~
brebulhas na cara, hemorrhoides, doei casjnroni
, brebulhas, bertoei a, t.nha, >nPhB0.e8sL"tici
'......:../. i,...,ra< iioencas venereas.cianc,
tudo pertencente os'ossos ejuntas,ulcaras, doengas ven
esta tao utile appro-
Variedades venda na livra-
ria da esquina do Collegio.
ASohrinhado marquez peca cmica, por Gar-
re! recentemento publicada e representada com
appauso nos thealros portuguezes Ubr
. stra almanak mnc/yt,:vo pin 5846 e 5847 2
hu. ui Ai,lga,.sc doui sitio -o baas acommoda- 'b.ftoBi0.
mei de cdei. unjmipa0nn'5.h,a$,ctli 1ou.lro na rua 1 ,- salelos dos classicos portugMezes, nos
da itiav c i'" .iras e cava lances; assiin Lugares se iw ..... ,,p,, ,,\ld nni-
principaes gneros de discurso prosaico po pro
Fessor d'oratcVia potica e lilteratura classica no
,cebem-se esc|rav08 e arn|JOS os
de commissao, com
ivel, olerecendo-se
ntia a respeito dos
ia ou m venda os
isevenderc
sexos p[a
a maiorfresteza pos
toda e *alqer
mesmosje a vista da
Seas donof gratificaroi. na rua as ^a_
14, segun\doandar.
rangeiras,* n
Compra8>
Compram-J
qualquer porg
annuncie.
-- Compram
pina, do 18 a 25|
bem sendo du
eio, poissflo pa
nolro : na rua do
Tasso Jnior
-- Compram-se
rua da Senzalla-Vi
de Mermando Meh
Compra-se u
bom : na rua do lio
Compra-se umt
feitoulgum, eque c
po, loja n. 21, ou
libras
e 3 011 4 lloras d(J 0||ro (Ie |e ( 0(|
, a 3,200 rs. a 0jtava quem tiver
escravos que sejam ollicias de cv
nnos,
do bo
au
s (guras; pagamvSe
ns costumes ,,ertos n(J seu om.
urna cncomn,endf| ()o |,j0.utt.Ja.
monm.ii. 35 a fa||ar com j j
S0S meAn" nOS ei" Pri> : ""
ia,n. l*u, Primeiro anda/ casa
ns /
serrva quo ,ng0inme o- cozinha
'icio, n. 9. 1
reta moga, que nflo/tenha de-
cen'omme: narrado Cros-
ncie.
opio V^nOatadeal,
p acredite.
senhor duque, e
a d'el-rei.
cundessa; senhor
cente.
r ni ca
di"''
se imp:
"'WP l,or seu se ipa-
iitef"
V
balsamo abalou leveinentca cabeca.
Oh! senhor, disse elle, esse ineio lie bom para a-
quelles que quebram os sellos "s cartas para taber-lhei
os segrrdos..., e nao para aqUclles que como eu lein
atravs dos subscriptos.....Coi" 01 diabos..... Alein aji-
la que ioureise teria eu em perder Mr. de Cholseul c
madama de Graminont ? Volsas Kxcellencas veram
constiltar-me.. .. como amigos, supponho eu ; respnn-
do-lheada inesma maneira. Oesejain (|ue Mies faca um
obsequio, faco-lh'o. upponhlp que nao me veram pro-
pr recompensa akuma pela luinlia consulta come
advinhos do caes da Ferraille
Oh ) conde, diste madama'
Poli bem eu Ihri dou ui
cellencias p.iieco-me que uo
munharaiii-me o desejo de derr
e procurnm os ineios para Uso
provamo, punho-lh'o as inaoi"hafo acrditam nelle
He porque....., he porque...... conde, ora ouca,
entiio.....
A carta existe, sou cu quem lii'ojdigo, visto que tc-
nho a copia della.
Mas emliiii, quem foi que o adverto, lenhor cou
de ? exclaiiiou Hichelieu.
Ali ah he que eit o busilis..., quem me adver-
t ? Dentro d'uiii momento, V Excellencia quer saber
tanto como eu, o trabalhador, o sabio, o adepto, que
tem vivido tres mil e letecentoi annoi.
uii: ou mu icheiieu com aDatiuicnto, V. *-
Jubarry.
Icousellio, e Vossas F.x-
com prebende m. Teslc-
a Mr. de Choiseul,
lapreuentn-llirs, um ap-
cellencia val destruir
conde.
Eu nao Ihc peco qu
nao fui eu quem o fui pr
Duque, elle tem
Halsamo, por obsequio n
Nunca aqurlle que t
cienta, minha senhora.
Tenba paciencia.....J
tros que me tem fcito, c digl
de semrlhantes segredos?
[Vao exitarei, miiilia se
lentamente como se procura
sua resposta, esta revelacao
Por una Vol, exclai
que e a condessa, una v
He verdade, tudo qujfn|-0 eu desrju bcr.
Foi una voz .|ueur |e djsse le maaalna
Craminont tmha escripjf, a seu irinao ?
Alttrmo-lhe, mlnK SCI1hora,que foi urna voi quen
m'o disse.
He milagroso
Mas V. KxcelHncia njj0 acredita nclla ?
He verdade
como quer que
Mas acre"
horai o correi
F.u le ?
Eu,
voi..... 11
privllegi
jste favor a todoso ou-
c como tem a revelacao
101a, disse Halsamo, tao
e palavra por palavra a
le he feita por uina voz.
aui ao mesura tempe o du-
ue llii- diz tudo ?
de
i'di
fessor d'oratqria potica o nucinun ^""
collegio das aVles de Coiinbra 1 v. 1846.
Historiada inquisiciiode Portugal, com.a nolACia
.in.nrinpinilPK artos eDrocedimenlos deste ternve".
gar...
tituico serio curadas por
vada medicina.
Rio-d-ianeiro 14 de dezeinbro de 18*7.
Sr. Frederic B. Southteortk.
Tendo eu lido no Jornal do Commercio e no Diari-
do llio de Janeiro por diversas vezes annunc.os da salo
sa-parrilhadeA. B e Senda, que se MftH
rua do Rozarlo, n. 79, por nedenco i. auuu.wortn,
a este me dirigi o lhe comprei urna caixa com ww
dros do dito extracto e achando-me com um1 fe ra -
de tumor no sovaco do braCo direito e parte do pel-
lo, sou-rendo inmensas dores por todo o corpo mo
deliberei a lomar o extracto da dita salsa ; e tenuo
tomado dous vidros e usando delle, logo ao segun-
do vidro conheci immensas melhores, o aMtlMM-
do flquei perfeitamente bom ; e leudo alguns
am gos^meus reito uso do dito extracto para rfceu-
malismo, tem no uso delle por fim do terem tomado
8 a 10 vidros licado bons. do que tem resultado na
darem-me de dilTere..lcs partes MMSMdUlU
dita salsa para fra destacone a t .versos mlM
eifto uso della e se teem restabelec.do perfe.tamet, te;
e mandando-me agradecer, assim considero ser uta
sclo de liumanidlde e obrigacao m.nlia mW
co tio eilicaz e salutar remedio. Joaqun* ferrara
eSouza Flore. ,,. .,
Iteconheco verdadeiro o signal spra. -- WO. W
dedezembro de 1847. Em testemunho de verda-
de Joaquim Jvi de Catiro.
Vende-se nicamente em Pernambuoo na bol ca
!de Vicente Jos de Unto, na rua da Cadeia do Ke-
cife
.- Vende-se doce de goiaba novo de 6 ern^arro-
ba a 800 rs.; manteiga ingleza superior a 800 rs. ,
banha do porco a 400 rs.; cafe moldo a >".
dito em gruo, a 120 rs. ; alelr.a e macarrSo novo a
280 rs.; toucinho de Lisboa a 280 rs.: tento novo. ,
a 400 rs. a ciiia ; arroz branco a 400 rs. ; feij3o pre-
to novo a 400 rs. a cuia ; cevada nova a loo r.
libra : alpista a 960 rs. a cuia ; painco, a Sj
espennacete de 6em libra a 800 rs. ; carnauba
6, 7 e 9 em libra a 32o rs.; bolachmha ""Bleza ,
240 rs. ; inilho e arroz com casca novo a 120 rs.
cuia ; queijosnovos superiores, a 1,520 : no pal
do Carmo, n. 17, na loja do sobrado de Gabriel An-
tonio, y _.
Vende-se urna rica colcha de damasco verde,
por barato preco: na^Tua doQueimado, n. 17.
--Vendem-se eaHgam-se bixasdchatnburguezas,
sag fino, gomnvSde araruta, covadinha de Franca,
tapioca de Mar/nhao, por precos rasoaveis : na rua
das Cruzes n. 40.
dos principies actos e proced
tribunal e c/om estampas, 1 v., 1845.
Historia d> revolucao franceza, por llners,trjK %1.^. M-impl .1'UItlIII
dti7idaem jCrtuguez.com (^retratos das perjHTna- ?A lOja Ce liailOei f iell|UllII
gensmai^otaveis,-^(f,"ssos v~. ^ .
HistorjB do confijiado e do imperio; pelo mesmn
autor, ftu''.r.cb] portugueza com numerosas es-
tampas, 7 v. i
Os Tres mosquileiros, romance famoso de A. Hu-
mas trsduzido m portuguez.
O oriente, 1 v/a Natureza 1 v. poemas de Jos
Agostinho de Majccdo.
LegislacHo poAtugueza supplementar, desde 1791
at 1821 por Dldgado, 1 v.
Martim.o eiJjeilado, novo romance social, por
E. Sue traduziUo em portuguez.
Historia sagr/ada de Koyaumont adoptada no se-
minario deOlilnda, 3 v.
Confessor encaminadoe approvado. Thcologo exa-
miuido e ippjrovado, novas edicOcs do 1846.
Feliz inde|Jendente do mundo e da fortuna obra
comnostano/estylodo Talemaco pelo padre Theodo-
ro de Almeidlu nova edieflo 2 v., 1844.
Graminati*a franceza de Noel 0 Chajisal, amis
methodica u/ie se conhece para o estudo da liogoa
franceza afiicilo de 1845, 1 v. encad. por 2,560 rs.
Dicciona/rios de gcographia por Meissas & Mi-
chelot, pufclicacao de 1847, com diversas cartas.
Historia/de Inglaterra por Goldsmilh em por-
tuguez, 4/v., com estampas.
me acho Jconi pessoai da sua jerarclila, do teu cplrito'
duque, ejda ma bellea, condeisa, abro os meui the-
souroi e/os reparto..... Digani-me, desejain inulto ouvir
a voz inWslcrioia que me adverte ?
Dcjlrjaiiios, disse o duque apenando os punhos pa-
ra nac
nao remer.
{tarjamos.
balbuciouacondessa toda trmula ve.rlip_a llalsju|iojme_as mas oM
Vascoa! Ramos, 110 Passeo-
P ublico, 11. 19,
vendem-se as seguintes fazendas : pannos finos pre-
to a 3*000, 4,000, 4,500,5,000 e 5,500 rs. ; pecas
de madapoinoliho, a 3,200, 3,500, 4,000, 4,500,5,060
e 5,500-s. rehilas escuras, a 140, 160 e 200 rs. o
covado ; ditas finas a 240, 260, 280 e 320 rs.; man-
tas de seda a 12,000 rs.; riscados francezes a 400
rs. o covado ; cortes de lila, a 2,500 rs. ; ditos do cs-
sa-chita a 2.000, 2.500, 3,000 e 4,500 rs.; chales ide
seda a 9,000 rs. ; ditos de melim a 1,000 rs,; pel-
le do diabo a 200 rs. o covado -, castores de todas ak
qualidades a 200, 240 e 320 ; lencos de seda ,. h
1,000 e 1,600 rs. ; cortes de colletes de gorgurScf
prelo a 4,500 rs.; ditos de fuslilo a 1,000 rs ; es-
guiao fino, a 2,000 rs. a vara ; sarja preta a 2,000
e 2,500 rs. o covado ; cortes de casimira a 6,000 rs.;
brim branco de puro linho a 1,800 rs ; dito pardo,
a 1,600 rs ; ditos de cOres a 1,000 e 1,500 rs. ; chi- r
tas de cubera a 200 rs. o covado ; chapeos de so
de seda preta a 5,500 e 6,400 rs. ; mermo lino
3,500 rs. ; cassa lisa a 360 rs. a vara ; Chalos de Ifl .
a 1,200 e 2,500 rs.; pecas de platina de algodBo/a
4,000 rs.
dircito do lefio sobre a escultura da chamine, e a placa
ac abrir paisa por ena placa, atravesia a minha c-
mara, desee a escada, e vein at a cmara prxima a ci-
ta em que eu estou.
Um momento depois, um rumor ligeiro como um so
nro imperceptivcl, como o vo d'um pha pa, au.
.-.------------.. .. .., nril- .ll'Sido COII1-
Pois bem sen
liTJ
deisa, ouv-la-hao. tj
A franceza, se
se outras, e qnalqu
E V. Kxcellenc
Como a rund
que o diabo disser,
correctamente a I
Balsamo, com a
nlion para a port|
qual abra, como
-- l'i-riinli.un-
os expor muito
A condessa i'i
que, poii beinTienora con-
ngoa quereni que ella falle ?
."avor, dsse a condena..... Nao
utra me metteria medo.
enhor duque ?
., a franceza. Quero repetir o
,.erschebein educado, e se falla
oa do incu amigo Mr. de VolMre.
inclinada sobre o peito, cami
que dava para o pequeo salo, o
sabe, lobre a eicada.
, dise elle, que os feche afim de nao
brrnatur
Ba
uina
111
gois"
o acredito, conde, disie o duque : e
'edtenlo! em lemelliaatei cousai ?
ria ae cu lhe diiesie o que faz a eitai
le leva a carta a Mr. de Choiieul I
icou a condessa.
inou o duque, acreditara te ouvisie a
aenhores nigromantei ou magicoi teem o
na 10 ellcs 01 que veni e ouvem o 10-
o cravou 01 olhos em Mr. de Rchelieu com
.resiao lingular, que fe paliar um eslremeci-
,,,'las veiai da condessa, e cauou no iceptico e-
'-quein cbamavam duque de Rchelieu um li-
na nuca e no coracao. ___
erdade. diise elle depois de um longo silencio,
. e oui'o oiijectos sobreuaiuracs iuai, qouuuo
lallideceu e cliegou-sc^. ara o duque,
culo braco tomS.
Balsamo, q/isi tocando a porta da cicada, cs-
tenden o paisuf para o lado da caa onde eitava Loreu-
ta, e em linfoa rabe pronuncou com voz retum-
bante citas nflavrai que nos traduziremos em lingoa
vulgar. f
Mnhalmiga!.... ouvc-ine tu ?.... se me ouves pu-
cha pelo cq/do da campainlia e loca duas vezei.
Balsamo/ouvio o erl'eto deslai palavrai olhaudo para
o duque e para I condeisa, que abriam tanto mais 01
olhos e os ouvidos quanto ellei niio podiam comprehen-
der o que dizia o conde.
A campanilla aoou distinctainenle duai vezei.
A ec/ndesia deitou-se no lof, e o duque liinpou a tei-
ta com o lenco.
-- fi que me ouves, prosegulo Balsamo no mesura
l*Hoa ..alca DO boiao de tparmore que figura o olho
prehendldas e executada
Que llngoa he essa, du.
niiuo, healingoa cabalstica?
He, senhor duque, o dialecto usado
"-- Masoienlrar conde linha-nos dito que nos compre-
altectando a-
para a evo-
mas nao o que eu dis-
henderiainos.
O quedssesse a voz, sim
esse.
__E o diabo ja veio !
Quem lhe fallou em diabo, aenhor duque ?
Mai parece-me que uo le fazem evocajOes lenio
ao diabo.
__ Pdem-ie fazer evocafOei a lodoi o espirito! iu-
periore, eatodoi os lere lobrenaturaei.
__E o espirito superior, o ler lobrenalural.....
Balsamo eiten'deu a mo para o reposteiro que fecha-
va a porta da cmara vizinha.
-- F.it em coniinunicaco directa commigo, senhor
duque.
__jju tenho medo, disie a condeisa, e o senhe
duque ? _
__\' (, condena, contesio-lne que nao ine
em inelhor estado noi campos de Manon ou de Ph
burgo.
A lenhora condessa e man o senhor duquo'quel-
i.iiii escutar, visto que querein ouvir, disse lperamen-
te Balsamo.
ps-
E voitou-ie para a porta.
(Conlinuor-r-ha.;
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


T
n
F=
P
v

M" *ndo-se cal virgem de Lisboa muilo nova ,
Pin iabner assucar : no armazem do Sr. Antonio
Aimes detronle do caes da Alfandega.
Veiidem-.se botins cngraxados, a
2,'|oors 5 sapatoes dilos, a i,a8oei,44o
rs. ; ditos em branco, de diversos pre-
cos : na rm da Cadeia do Heci'e, n. 9.
^ vende-te salsa parrilha, de muito
boa qualidade, ltimamente ebegada do
l'ar : em casa de Kalkmann &c llosen-
inund, ra da Cruz, n. 10.
Na loja da ra do Crespo ao p do ar-
co deS -Antonio, n. 5 A,
de Ricardo Jos de Freitas llibciro vendem-se cor-
tes de chita com 10 covados muito linas e escuras,
pelo barato pre pintada a 2,000 r. chapeos de crep para senho-
ora muito hem feilos e de bonitas cores, a
5.o0 rs. ; cortes dn cassa de barra, brancos e de
cores ,os inHis bonitos quo teein apparecido nesta
praca a 5,000 rs.; cortes de fustilo para collelo a
500 rs. ; cassa de cores com 4 palmos de largura a
240 rs. u eovadn : um surt monto de naiinnn finos
de todas as cures muito bous e baratos; o oulras
mulas fazendas linas.
ltveira Irmos & C, ra da Cruz,
n. 9.
A 1/600 rs.
Bolachinha deararuta chegada ltimamente do
l!io-de-Janeiro, em ltasele 6 em libra: vende-so
no caes da Alfandega armazem r. 1.
Vende-se una poreflo de Charutos forados,
nios para seren cobertos de novameute por
muito barato : na praca da Boa-Vista, n, l..
opti-
preco
> O donodeste estabclcciuicnto.vendo-sccincir- g>
2 <'ulnslanc'a8 de Ibc ser predio retlrar-se para a gi
|fc* huropa precisa prlinelro payar a srus credo- gfy
'"~5 re* e para ell'ciluar este pagamento o mais r?
"S Dreve possivel ofl'erece algutn abalimcnto a >>
Sgs seus devedores qucquizcreiu saldar suas con- S
gei ,as assim como tem resolrido vender todas as fta
S fazendas por diminuios presos, a saber : pecas ?5J
'< de madapolao, a 2/ 2/1100, 3/200, 3/500, .'1/700, S
53 ''/900e4/ rs. ; dilas de chitas escuras, finase
entre-tinas, de cores fixas a 4/800, .r>/, 5/500 ,
J5 6/e 6/500 rs. ; ditas muito superiores, cntran-
< do algumas de coberta, a 7/ rs. a peca c a 190
rs. o covado ; alpaca, a 600 rs. ; lila larga, a 380
W rs. ; cazineta preta a 1/r. ; los linos c gran-
1 des de linho, a 6/400 7/ e 7/500 rs. ; chales gi
^ grandes de garfa a 1/500 n. ; dilos de chita a g
^0 rs.; vestidos de cambraia com bicoe renda S?
superioroualidade, a .'l/rs.; maotas de catn- (g
braia para senhora, a l/rs.; luvasde pellica, 5
seda c algodao, para hoineui, a 320 rs. ; pesco- t?l
; i ohosc golas de bonitos gostos, a 240 e 320 rs; gi
A bicos franeczes, inglezes c da trra e alguns de E
i de seda preta, a 120. 160, 200, 240, 320. 400 e 640 SI
3 rs. ; lencos de cassa pata grvala a 200 rs. ; di- $
tos de militas qualidadcs para homein e se- ai
3 nhora a 180, 200, 240, 300, .'120, 360. 400, 480 e gf
td 560 rs.; sus|iensorios a 40,120 e 160 rs. ; dilos 3
Jj finos de borracha a 200, 240 e 260 rs. ; garca !*f
S de seda muito larga com llores douradas a 240 ^
J3 rs. o covado cassa da India,a400 e480rs. a va- i$j
.-ij ra ; merino fino e entre-lino a 1/800 J000 e ^
^ 2/500 rs. ; pauuos finos, a 3/800. 4/ c 4/500 rs. j>*
: g| por oceupar multo lugar as quaes se vendeui
jj todas anda iiiesino com grande prejuizo s
ai n ti ni de se .lenhnr c.'in o dilo estabelecirnentO
|| o qual tambera se vende no estado que se aclia',
5S havendo queiu o queira comprar anda mes-
s^ ino a prazo com lettras ilc firmal que agrada-
reni a seus credores.
FARINHADK TRIESTE.,
marca verdadera -SSF, chegada ltimamente: vcnde-se
em casa de N. O. fiieber t Companhia, na ra da Crui ,
o. 4.
Fazenda de algodao para thoa*
litas.
Na loja de Guimares 8t C ra do Crespo, n 5, veu-
de-se a excelleute fazenda para toalhas de algodao,
trancado branco, com 8 palmos de largo, pelo barato
prejo de 860 rs. a vara.
Vende-se o sitio do Caldeireiro beira do ro ,
com casa grande de vi venda urna mei'agna, co-
cheira estribara e quarto para pretos com grande
poco de agua de beber, plantado de diversos arvo-
redos de fructoe baixa paracapim : na ra do Vi-
gario, n. 19.
Vende-se cal virgen) de Lisboa,
chegada no ultima navio, em barris pe-
queos, por menos do que em otitra qual-
quer parte : na ra do Trapiche, arma-
zem n I7.
Vende-se, por prego commodo, muito superior sal
do Assu' : a tratar na ra da Moda n. II, com Silva &
Grillo.
FARELO
a 38ooo rs. a sacra
nos armaieui ns. 1 e 3 do caes da Mfandega, e 110 de n.
35 da ra do Aiiinriin, de J. J Tasso Jnior,
Riseados monstros.
Vendem-se superiores .riseados monstros, j hem co-
ndecidos lauto pela qualiiladr como pela largura em
demasa, pelo barato precio de 280 rs. o covado. Estes
riseados sao chegados ltimamente : as cores sao lixas,
e os padroes muilo modernos e de bom goslo : na nova
loja da Estrella da ra do Collegio, n. 1.
Alpaca alcochoada, a 800 rs. o covado,
vende-se, na loja que faz esquina para a ra do Colle-
gio u. 5, de Guimares & Companhia, a nova alpaca
alcochoada viuda de Lisboa fazenda iiiteiramente
nova nesta chinde preta e cor de cafe, de 4 palmos de
largura, pelo barato preco de 800 rs. o covado.
Vende-se cal virgem de Lisboa em barris de 4
arrobas chegada pelo ultimo navio, por prec.o comino-
do : a tratar coin Almeida & Fonseca, na ra do Apollo.
A is'ooo rs. ,
ancorlas com azeitonas superiores : ven-
den) se no caes da Alfandega, armazem
n 7, de Francisco Dias Ferreira.
s antigos riseados monstro.
Na loja de Guimares & C., ra do Crespo, vendem-se
os bem condecidos riseados monstros de padres muito
modernos, e que teem quasi una vara de largo,pelo ba-
rato preco de 320 rs. cada um covado.
Vendem-se galoes de ouro verda-
dero, de lodas as larguras, e mais barato
do que em outra gualquer parte : na ra
arga to lituano, n.
?lt.
L:
Vciide-sr: um sitio em Ierras do Monteiro, nn
estrada que mi do beeco lo Quiaho pnra o Arraial,
o nutra Casinlll com quintal arvoredos criados no
litf hecco do Quiabo : o sitio tem bastantes e pti-
mos pes de larangeirw jaqueiras, janibreros e
de|ndezeiros trra para planlacOes, baixa para ca-
pim commodos para 9 n 3 nocas de leite, lugar
/ara borla boa agua de beber, com nina casa do
taina a tratar com Jos Rodrigues de Mello na uo-
voaQo do Monteiro, ou com Jos Mariano de Albu-
querque no Recita, rua da Unido.
Vende-se, para fura da provincia ou para al-
(ffUOl engenilO urna escrava de 20 anuos, de boni-
ligura boa engomrnadetra e coxinlieira : na rua
va, n. 16.
Vende-se, no paleo do Carmo, venda n. 1, mui-
Urloperior marmeladaem latas pequeas, e muilo
bom doce de ginja a 320 rs. a libra vende-se as por-
Oes vonlade do comprador.
Vende-se na rua da Aurora n. 4, um joco de
tambores anligos; rodetes; aguilliOes ; e douseal-
derotes : ludo muito barato.
Vcndei>.--se barris pequeos com cal virgem de Lis-
boa, a ni.V. nova que ha no mercado, por preco com-
modo : la rua da Moda armazem n. 17.
Vfnde-se una casa terrea muito gaande, sita na
rua daMangueira, na lina-Vista, n. lI,coinraedescom-
moijos, quintal muito grande e inultos arviiVedos de fruc-
tis, por pif9o o mais rasoavel possivel: trata-se na rua
do Aragao, n. 27.
A 1/000 rs. CADA UM CHALE.
Na loja que faz es(|ii .nadita a rua do Collegio, n. 5 ,
vendein chales de taTlatana, gvrandcVc de padres es-
cures pelo barato prefo de mil i>. casta um.
Casimiras elsticas.
Vendem-se superiores cortes de meia casimiras els-
ticas de pura laa, pelo barato preco de 2/000 e 3/000 rs.
o corte de calca: na nova loja da estrella, da rua do
Collegio, ii. 1.
CHA"HYSSON,
de optima qualidade a 2/240 rs. a liDra : na rua da
Cruz no Reoiffl .arinazem n. 13.
Vcnden.-se qncijos londrinos e-j.resuntos para
hambre, chegados pelo ,.lt,o navio de Liverpool ;
hervilhas proprias para sopa ; vassoras para varrr la-
tas no armazem de Davis & Compannii na rua da
*i uz, n. /.
Por atacado como em pequeas ponjles e mosmo a
retalho : na rua do Queimado, loja de chapeos, n. 38.
Vende-se um bonito candid .* na rua cstrei-
tado Rozario n. 21.
Vendem-se chapeos de copa olla do palha da
Italia pelo barntissimo prec,o de 3,800 rs.: na rua
ilo Queimado, loja de mindezas n. 24.
Vende-se urna preta de 20 annos muito
boa engommadeira e cozinheira ; urna
dita de 15 annos que cose muito bem;
urna parda escora de 35 annos, que en-
gomma, cose e cozinha e he muito boa
lavadeira, tanto de sabo como de van ella ; um mo-
Icquedel6 annos ;um dito de 18 annos; um preto
muito forte, de 30 annos por 430,000 rs.-, e que he
proprio para o campo ; um pardo de 30 annos, por
350,000 rs. ; um dilo de cor escura com ofllcio de
alfaiate ,e que he ptimo copeiroe tambem cnten-
de alguma cousa de manijo por ter pratica disto e
ter muita voniade de continuar a embarcar ; e mais
alguns escravos que se mostrar.lo aos pretendentes i
na rua das Larangeiras n. 14, segundo andar.
Vendem-se espadas pretendas, com roca e sem
ella ,e entre ellas algumas douradas, por precio
mais commodo ilo que cm outra qualquer parle:
na rua Movn, n. 25 -
Vende-se urna escrava de naci, que cozinha
bem c diario de urna casa !c de meia idade e tem
boalconducla pelo barato preco de 250,000 rs.: na
rua|dn Cadeia de S.-Antonio n. 21.
j- Vendem-se listas dos bilhetes premiados na
ppfmeira terca parte da 18." lotera do theatro pu-
blico : na praca da Independencia livraria ns. 6 e 8
--Vende-se tuna escrava de .10 annos, que co-
zinha bem lava e trola bem de meninos ; nflo tem
vicios e lie sadia ; na rua larga do Rozario, n. 48 ,
primeiro andar.
Vende-se urna preta reeolhda muilo linda, de
16 annos, propria para mucama,por saber bem coser,
engommar, Inzer lavarinto a marcar ; urna dita de 15
annos, que cngouima soflrivcl c cozinha o diario
de nina casa ; urna dila de 13 annos, muilo linda,
que tem principios de engommar o cozer; uina dita
de 25 anuos, que he boa qutandeira, da qual se
alinnca a boa conducta ; una dita de 35 annos que
cozinha n diario de urna casa e vende na na ; urna
dila de 25 annos, de nacSo Angola, que cozinha,
vende na rua e he de boa conducta ; urna negri-
nha de II anuos, muito linda, propria para se edu-
car ; dous negros muito robustos, um proprio para
cadeirinhn, por ser muito alio e reforcado : na rua
Nova, ii 21, primeiro andar.
~ Vende-se urna commoda de amarello com pou-
couso : na rua da Senzala-Velha, n. 48.
Vende-se urna parda escura, mo-
ca, bonita t i jdia,que coze cozinba een-
gomma: na rua larga do Hozario, n. 35,
na loja, se dir quem vende e o motivo.
Vendem-se 400 barricas vasias muito limpas, e
promptas para assucar, sendo quasi todas america-
nas : nn pndaria de urna s porta, na praca da Santa
Cruz : o su mandar botar aonde fdrem precisas.
Vende-se unta barretina com choran muilo'rico,
parn ollicial decavallara de guarda nacional, e mais
alguns ohjectos de tardamente, anda nSo serv-
dos : na rua Nova, n. 16.
Vende-se um bonito molequede nac5o Angola
com 18 annos : na rua Nova, n. 16.
ninr\se meninas; pellos de maaroquim e de aA
deluWo:bemcomoos bons sapatos do Arac'atv
para homem : tudo por prcijo commodo. '
- Vende-se nma mulalinha de 12 annos c
habilidades ; 4 lindosmolequesde 15 a 20 annos^m
negrinha de 12 annos, muito boacostureira 2D're
tas de naco, perfeitas engommadeiras o czinLi
ras ;4ditasdetodooservico; 1 prelo de elegam
figura, muilo bem ollicial de sapaleiro; 4 ditos do
servicode campo; um dito de mua idade- m,
parda com habilidades, por estar grvida de me
zes : todos estes escravos se vendem por preco com.
modo : no paleo da matriz do S.-Anlonio, sobrado
n. 4.
Escravos Fgidos
-- Fugio, de bordo do brigue Serlorio na maahai d
dia5 dejulho prximo passado ,um escravo nurinhei"
ro de noine Francisco de na^So Jang; representa ter
tem na face esquerda um lignal ; ralla
30 a 35 annos
ve-oa jna da Mof.. j do cr,rrentoNiem recompenur|0"
--F'.g.,no d llollie parferioalo Tormo."
zile costuma a|lura regular Antonio do 2s
annos de idauj,. olhos niuito viv*eco do corpo,
bem preto da i' (lebnix doguP ponta de bar-
ba ; tem urna n re,as Kixo de urna qU9.
.i. iine leyou. i camisa de algodao-
veio ha pouco do iugir de Pesqueira : quemo pe
gar leve-o a prara da lioa-Vista n. 8f que ser re-
coni|>ensado.
-- Fugiram, nodia3de, agosto fWximo ido
ilo engenho Pindoba, da frtguzia de tpajU' Jd41
escravos, sendo um cabra, de nome Izidoi aunu
Vende-se
Potassa.
U deposito de cbajrutoS'a rua Ja?-ga do
Rozario i). 3a,aonde^ he costume bverem
sempreos melhoreJ charutos da Bihia,,.
acha-se de novo sorlf t' ^as melhAs^llBF "$
lidades, sendo os vei^ac*e'roschaiulos de-
putado8,fama-va, regala de Sfl,. Flix
pela, denome Rita, o primeiro de cor iRUfir"
altura regular, grosso do corpo, queix(/T8 i >bj
sllenlo a segundado cor preta al'.ura iPaioi ^ue
a ordinaria secca do corpo, voz estrepito abo
coser, engommar ecozinhar solTrivelmente :a7> ca-
sados: quem os pegar leve-osa seu senhor, \ou-
reueodeSae AlbuquerqueJnior ou aoanEelnlm
Guararapes que ser generosamente rcompetsa-
do de seu trabalho. ^W
--Fugio, no dia 19 do prximo passadJ, da cis
le Manuel Ferreira da Silva Ramos, umlpreto.d*
nome Domingos ,de nacSo Congo; he l|ixo. m
pouca barba feio do rosto ; tem um calorli?luno no
pescoco, ps radiados ; levou camisa de r*0u"3oz-
nho, calcas de estopa e chapeo de palhar auem o
pegar love a rua do Collegio, n. 15, 2. andr1
--Fugio, do sitio que foi do Sr. Paulino!Au*as'o
da Silva Freir na travessa da Casa-Fortf. i"11"8 o
Arraial, um escravo do nome Manuino a!*0' m'-
gro desdentado, com o boico inferior u)IMan|o
cabido embigo bastante grande, ps grossos stWn--
pridos de 40 annos para cima ; levou camisa V ce-
ronlns de algodozinho e chapeo de palha. Este es-
cravo coslumava oceultar-se nos arrahaldes do\ en-
genho Paulisla e Mussupinho, ondo j tem llora-
do. Roga-se as autoridades policiaes e cupitg de
campo que o apprehendam e levem no ao dito si-
tio ou ao Sr. Caetano Pereira CuimnrSes da
no seu eng* ->ho Coqueiro em S.-Antflo que.
recompens s.
Desai >ceu, na mauh3a dodia 4 do cV01 ren-
te, urna pi ioula de nome Victoria, alta, Wheia
fu nha,
sarto
nrcyytf, a larga e descarnada com variisci-
latnzes as eii^ que uarecem ter sido de chic*"'" '
tem fallas de denteS-eroslT^
a de superior! T^b'^de,
ra, os aimadr18 regalos de
meia regaba, e
regal
u'
aixin lias de 5|
superiore por coir,,mod preco.
-pltis-
ilavana e
So: cousa
- Vendein-se diversas 0Dra< ,le n,ir
|rata : ludo sem feitior "u rua D'reita
-- Vende-se um cava
andador baixo al me
Loar ,e que he hem en
n\91, S qualquer hora
voltio e
U. 28.
de
lo rUCO, novo
o muito hem <
tascado : na n
lo dia.
muilo gordo,
I ti asi a esqui-
S.-Rita,
i de
io\l
muito superior pdlassa em
barril pequeos : na rua da Cadeia-Ve-
Iba armazem de Balt
ar&OliveraV n. 12
Fustao para colleles.
Na rua do l.ivrament, n. 14, o melhor fustilo
aneo quo temr-
Para casaca branca
branco quo tem apparecido, e por barato prego.
prazo
mesmn .
AGOA DE TINfilll CABELLO.
CoaIua-se a vender agn de tingir cabellos e
SUSsas : \ '" '" Oueimado, n. 31. O methodo de
applicara dii| '.aos vidros.
--Vende-sf sita na estrada de S.-
Amaro passonuo f... iC a dinheiro ou a
com ledras do boas firmas : a tratar na
11. 30.
Vendem-se 9 escravos, sendo : 3 bonitos mo-
lequesdenaQo, do 18 a 20 annos; 3 pretos bons
para lodooservico ; urna negrinha recoihida. de 13
annos .que cose muilo hem, faz lavarinto o tem
principios de engommado e de cozinha: duas pre-
tas muito mocas para todo o servico : nn rua do Vi-
gano, n. 24, se dir quem vende.
Vende-se muito boa manteiga
^1 360 rs. a libra ; chouiicas a 440 rs. ;
-vos a 280 rs. ; caf em grao a H0 rs. a
iba de aramia a 30 rs. Uucinho de
rs ; dito de Santos, a 200 rs.:
lloaXfista. venda n. 54.
no
l.ish(*).i,
Alerro-da-
Ventlem-se acedes da ex-
iVompanhiade Pernambuco
iba: no escriptorio de O-
, < 30ors. o covado.
Na rua do Uvramenlo, n. 14, vende-se fustiTo
branco de superior qualidade com um pequeo to-
que de avana de agn doce, a 500 rs. o covado.
- \endc-scum '.racodo balance novo, dt> autor
Roniio proprio para armazem de assucar : ,na run
do trapiche, n. 44.
V7 1 -
reuue-se iarinl i de mandioca,
minio superior, por pceo commodo : a
bordo da g.iropeira Santo-Amaro, fon-
deada rio ces do Collegio.
"Vendem-se poldros e poldras, ptimos para en-
genho : na travessa das Cruzes, n. 8, ou em Cara-
ba engenho da comarca de Nazareth.
Vendem-se duas pretas urna do 18 annos e a
outra de nago que he boa quihindcira : na' rua
do Fogo, 11 23.
- Vende-se urna cabra de boa figura : eom habi-
lidades ; urna cabri.iha de 12 annos com habilida-
des pertencenles a una pessoa que so retira- na
rua do Fogo, n. 23.
- Vende-se urna preta crioula de 30 annos. sa-
dia sem vicio aigum quo lava, cose chao e en-1
zuiha u.liano de Ulna casa: na rua da Cadeia do
l.eeile 11. 53, terceiro andar.
Santa CruzJpadari/j (je
s porla.
urna
Caf moido o nielh/" {",ss!vel "esto genero, cm
grosso, epelomiudi/a-*0a nl!raJ, e 6,400 a arroba
nflo tem 'n islura algf m*{ VISV a faz f do que s
assevera. Na mesmi V ?/ 7 ontinuadamente se
vende ext'ellenle pf ? l0""a /antiga ; bolachas de
lodosos imnanhosP "iscouto i']ce e falias
seslabelec melos.
os os Itinanbos
que he proario des
tudo
BOUCF,NHA BE6A1.U.
Na padaria de ,'",!,.s< P ra na prac.a da Santa-
:rui, he aonde Se.,a''rlcaal 'olachinha de regalo,
or vezes amiunt c-i I e* C("" aB01,da :
) seu preto he MKSlS
nom gosto nflo he pV ,
lorio, e se lara todtjri(
il ;"n lem "dquVies'
por vezes annonS V-iiiii "oco' C0"10 *B
o seu preco he 32\J ul"a< qualidade e
bom gosto nao he pV .-,- xara-la : ja he
sempre as melhores pa, m
que, a inda hnvcudoquo '
deudo asseverar que nflo
soja nociva, nimia inesmo
mcsiiia lindara, e na csqi
ja he bem 110-
' gencia para augmentar
e para isso empregar
de sua coniposiQflo, para
a emite, nao exceda ; po-
onlm parte alguma que
em estado de molestia. Na
lina da rua do Collegio,
venda de Sobra, e na tra'vt '"" da M"Jre-DM, n. 13,
he s aonde se vende. j. ... ,
- Vendem-se duas morada uta^JSZ?' ""
do urna de taipa e a outra de 'J' U' "a, Cldi"
de da Victoria rua da Paz an "? "'". "tra e
razendo esquina para n ruadoV Pr pre C0"'-
modo : na rua do Queimado, n 1
Vende-se um sellim inglez c
rua Nova. n. 25.
._oto'
UoS icvvn u..... v.wmxa.]
do roupa com as seguntes pecas : um vestido deal-
godflo trancado de cor azul um dito de riscado
azul, um dito de dito encarnado, 4 camisas de al-
idiozinho um panno dn Costa azul de listra,
urnas argolas grandes de ouro as orelhas; costuma
andaras v#tcsealgada ; foi encontrada no luirroilo
Recife c dizew ter sido seduzida por um preto, de
norne Pedro ,ue trabalha as caixas de assucar,
que se ignora ser lorio ou escravo. Roga-se s au-
toridades policiaes e capitfles de campo, que a ap-
prehendam e levem-na rua de S.-Rita n. 77, quo
serflo gratificados. Advcrte-se que ningucm Ihc de
agazalbo e quem o lizer sera punido com alei
-- Acha-sc fgida, desde o din 29 de Dezeuibro de
1847, a escrava Rosa Africana; levou vestido de
ebila rxo com ruinagens amarellns e Qores ene r-
nadas bstanle comprido e de babados largos "a-
misa de algodOo da trra. Esta escrava foi compra-
da 15 dias antes da sua fugida aoSr Jo5o Freder'co
de Abren llego que afllrma t-la comprado ao Sr.
coronel Agosliuho Bezerra da Muribeca por onde
se suppc andar fgida com o proprio nome de R-.,
sa ou llosalina e tem os signaes seguintes : re-'
presenta do 30 a 40 anuos; he baixa cheia do cor-
po peilos regulares cor bem prela feia do enra ,
nios pequeas faltam-Ihe alguns denles da frente;
lem os ps de uiha cor difercule do mais corpo, por-
que estilo sempre a pellar, como quem padece di
molestia calor de ilgado^-faJIn muito explicadamen-
le, por isso parece criouia.
policiaes c capitfles de cainpl
sa a sua senhora Mara Sini
do Mundo-Novo casa deu-
do do Sr. Nicolao Kodrigu
"hora promclte dar a dev|
eomo us*i? dos meios com
ten ha oceulta.
la-se as autoridades
la captura e remes-
(a dos liis na ru
da escada do sobra-
la Cuuha a qualse-
recomponsa, assim
les _contra quem 1
Mo
correle a preta
Cr fula ; levou ves-
cr amarello escu-
la do algoililozinho, com
ico encarnado do seda ;
'9.
m
tnei uso : na
Louca barata.
Na rua doa ngol, Icija d louca, n. 17, chegou
a pouco da Babia um grande sorlmenlo le lou-
ca vidrada por preco muilo commodo, tatito em
porgfio como a retalho. \
1 k" Vc1n(,em-ie2caix6es do chapeos de pello de
lebre, da fabrica nacional do Rio-de-Janeiro, Uinto
\
Vende-se urna das melhores ven
S.-Antonio a qual offerece boas van
piador: quem pretenderanniincie.
-- Vende-se, por preQo commodo -
te dn casa de sobrado de um andar n. 3,.
rua estroita do Itozaro a tratar na r/a
deirero n. 6. /
No Alerro-da-Boa-Vista, dero
Caluugd,
ha chegado pelo ultimo navio francez um
completo sortimento de calcado de todas a-
dades tanto para homem como nara Mnhn-
da no bairro do
tagensao corn-
il uarta par-
5 sila na
do Cal-
'e da
tu
oe
Fugio, no dia prime
Clemencia, de altura reg
tido de riscado de quadro
o e roto nos peilos cam
bico nns mangas e um le
dizem ter andadado pela cinco-Ponas : quem n pe-
gar leve-a a ru da Cruz, nb Recffe, 11. 28, que ser
recompensado.
Fugio, no dia 21 de dezcrnbro do atino pr-
ximo passado n pardo Jacob de 18 annos, secco
do corpo cabello estirado ; lem falta de um dente
na frente algumas marcas de bexigas ; tem na
costas a marca de um caustico ; consta estar cm po-
der de um capilflu de campo morador cm Capociras
de Po-do-Alho por nflo querer o escravo declarar
a quem pertence odiar cliainar-se Antonio. Ito-
ga-se ao mesmo queira conduzir a Jos l.uiz Perei-
ra morador na rua Nova, quo gratilicar.
Fugio, 110 dia 30 do agosto prximo passado,
do engenho Novo de Sornha"em, um preto crioulo ,
de norne Henrique de 18 a 20 anuos ; tem uina be-
liiia no iilhii direilo, beifos grossos, com falta de
todos os denles na parle superior, ps a palheta-
dos falla muilo descansada ; foi vislo nesta praca : )
quem o pega'r leve-o a Canibo'a-do-Crmo n. 33;
que sera bem recompensado.
EIIM. : NA TVP. DEM. F. nEFAKIA.
848^
r
k
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


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