Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06503


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Full Text
niu XXIV.
Ter^a-feira
O DI I "'" p"blica-se todoi o din que nao
/Qrin "<" guarda: o preco da assie,natura he
aj/jl) r. por qtiartel, pac/cu adiantadni. O
fuuciol .I-i* i .si^n ni Le-; jan Inserido!
Jfso de 20 rJ. por liaba, 40 rj. ein typo dif-
Vreiiti easrepetices pela mctide. O nao
i;inte* pagarSo80 r. porliuliae 160 rs.
!n iyP "l'ffcrcole> 'or ca PHASESDA LA NO ME/ OE SETEMBRO.
ftll..,(i,i5, s 6 hora e24 inln. da Urd.
/,, i etiew, 13- s 3 bora* e M miu- da ",auh-
jTMMiiM. a 19, s 7 hora, e 38 rain, da manb.
mm, a 27, 7 bora e 16 mln. damanb.
PARTIDA DOS CORRIIOS.
Goianaa eParablba, Seg. f ItM IH
Ro-G.-do.Norte,qulnU-felrs ao loeio-dla.
Cabo, Serinhsem, Rio-Formoso, Porto-Caira
e Macelo, no 1.', a 11 e 21 de cada uez.
Caranlitiii e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista e Flores, a 13 e 28.
Victoria, s quintas-feiras.
Olinda, todos os das.
PREAMAR DE BOJE.
Primeira, s 10 horas eM iniautos da maoh.
Segunda, s II horas 18 minutos da tarde.
de Setembro t\e 1848.
das da semana.
4 Segunda. S. Roa deViterbo. Feriado.
5 Terca. S. Antonino. Aud. do J. do e. da
1. y. e do J. de paz do 2. dist de t.
6 Ouarta. S. Libania. Aud. do I. do c. da
i. y. e do J. de paz do 2 dist. do t.
7 Quinta. S. S. Joo p. ni. Feriado.
8 Sexta. *+ Natlvidade de Nossa Seiihora.
N. 10*.
t Sabbado. S. Sergio. Aud. do J. do y.
e doJ.de paido 1 dist. det.
10 Domingo. O Ss. Koine de Maria.
CAMBIOS NO DA 4 DE SETEMBRO
Sobre Londres a M d. por lfOOO rs. a 60 d.
> Paris
* Lisboa 120 por cento de premio.
* Rio-dc-Janeiro ao par.
Desc. de lett de boas Orinas a 1 % ao mes
Acedes da coinp. de heberibe, a&O/rs. ao p.
Ouro.Oneas hespanholas 324000 a 32/200
Muidas de6#40O 17/800 a 18/000
de 6/400 n. 16/400 a 16/500
. de 4/000... 9/W0 a 10/000
PrataPatacdes brasileiros 2/u4n a 2/050
Pesos columnarios. 2/040 a 2/OO
. Ditos mexicanos..... 1/900 a 1/960

AMBUCO.
EXTfl!OR.
CORRESPONDENCIA PARTICULAR DO RI0-
GUANDBNSE.
Monlivido, 11 do julho de 1818.
Ao lavantamento do bloqueio do Buenos-Ayres
pelas forras navaes da Franca e evacuac.no do Mal-
donado pelas poucas tropas do paiz quooccupavam
aquellacidade, seguio-se o abalimento dos espiri-
tos, a paralisacio dos negocios cotnmerciaes, o o si-
lencio durante seis dias quanlo a novidades polti-
cas ; al que agora apparoce una de muita gravida-
deqoe inesperadamente veio reanimar os animoso
dar a mais fundada esperanca de paz, que jamis se
baria aprsentelo.
, Cartas de Buenos-Ayres annunciavam o prximo
kjviamento de um agente do governador llosas a
'jnli'viiit'ti, ftint propustas de paz porm ninguem
ata crdito a estes annuncios, e sem embargo elles
e lio realisado.
Nos ltimos dias ta semana anterior veio incog-
ito, no brigue Fama, ufa agente to general Rosas,
q'ue se apresentou par icularmente a este governo, em
nonie do de iiuenos-Ayrcs. Elle manifeslou os de-
sejos sinceros do general Rosas para por um termo
amigavel e conciliatorio entre Americanos e a larga
guerra, quo assola este paiz, accrcscentando que,
ge o governo montevideano eslava disposto a abrir
urna ncgociacSo de paz com elle, podia tratar e cn-
tender-se sem necessidade de intervoncilo estran-
geira ; pois trazia apontatlas por lettra epunlio de
Rosas as bases potico mais ou menos sobre que po-
diam tratar. Immediatamenteeste governo reuni
no forte do governador alguns honiens influentes edo
concclho do paiz, e convocou em junta a todos os
chefes dos corpos do exercito da linlia, e Ibes par-
ticipo, o que havia. Houvo com esto motivo urna
forte discussilo e caloroso debate entre os convoca-
dos, uns pro, eoutros contra a admissSo do agente
de Rosas e suas proposites; porm finalmente a
minora resolvou que se admitisse.
Devo dizer-lhe que os principaes e nicos opposi-
tores atlmissilo fram tres militares emigrados,
precisamente de Buenos-Avres ; o general Jlonriiiu<0
Martines, Cezar Das, coronel J ca pililo do porto, o o
nutro, o general Manoel Coi\r6a. Esta resolucao
assim fbmo a inciativa de Rosas fram acolhidas
com grande contcntamcntojesatisfacitodo povo.que
todo est pela paz, bem como a tropa aqui existen-
te, e nilo duvido que, se como julgo o general llosas
procede de boa f, desla vez Belconsiga um arranjo,
porque este governo est bem disposto para isto.
Os emigrados argentinos eiftguns especuladores
que com a guerra passam folgai;'*atu, siio os quo
trabalbam para estorvar esta neg ^Ko, pretextan -
do mil absurdos ; porm a genl' 3Cnsata de totlos os
partidos, e a parte sia e laboriosa da populaciio, es-
ta pronunciada pela paz, e anda quo milito gritara,
enredam e machinan,! seus Oppositores, ha fortes
probabilidades de quu, por fim se realise, som mais
derramameuto de sangue.
Nao tem sido menor o contenlamento com que es-
ta ditosa noticia foi recehida no campo dos sitiado-
es, que teom indubilavelmeiile tanto interesse e
anlo desejo da paz como os de Montividco.
Corren estes tlias que o general Garzn linhapas-
sado o Uruguay com urna loica, equedevia vir to-
mar o commantlo do exercito do Serrito ; accres-
ccnlautlo-sc que be um dos candidatos indicados pa-
"Sompr o governo provisorio, que lia de nomear-
em consequencia do tratado que se faca para
ue ludo fique arranjado.
Nilo sei o grao de fundamento quo possam tor es-
s rumores : o certo be que o agente privado de Ro-
stem permanecido at hontem n'est capital; t|ue
governo de Montivitlo tem aceitado a proposta
o governador Rosas, e que se vo entabolar ne-
"ciaefles.
WKWlUAS J)K UM MEDICO, (*)
OH SlcrauDrc j^wmg.
fEUCKIRA PARTE.
oii ii^aAlO,
XYI.
COBHEIO.
Krain seis horas da t.-irdc.
Nessa cmara da rua'Saint-Claude, onde j introduii;
utos os nossos leilores, Halsamo estava assentado ao p
de Lorenza acordada, e'procurava abrandar pela per-
suasau esse espritu reboldc a todos os rogos.
Mas a moca olhava para elle de reven como Dido olha-
va para Eneas prestes a partir ; ueni iallava seno para
ralhar, nem estendia a iiiaoseno para repellir.
. Queiiava-se ella de estar presa, de ser escrava, de nao
respirar, de nao ver mais o sol. Invejava a sorte das
crea tu ras mais pobres, dos passaros, das flores. Cha-
inava a Halsamo seu tyranno.
D'abi, passaudo dos raidos colera, fazia em pedacos
os ricos estofos que seu marido Ihe havia dado para dis-
L
H Tlde Diario a.' 103. N
Um .poringlez parti hontem para Buenos-Ayres
levando de regresso o referido agente, e se diz que
li. Francisco lunoz tambem seguio no mesmo va-
por, ou dever 'ir depoisem misslo d'este governo
cerca do de Buenos-Avres ; outros accresceutam que
um enviado de Rosas vira tambem directamente cer-
ca do general Oribe.
Isto esla agora mais tranquillo ; no sei seem con-
sequencia .le ter ido muita gente vagabunda para
Buenos-Ayres, em rasio da emigiacao que tem sido
diaria cnumerosa. N'esles dous mezes ltimos, leem
seguramente emigrado sobre duas mil e tantas pes-
soas estrangeiras na niaior parle. Nesle numero com-
prebende-se grande parte de emigrados argentinos
dos mais compromeltidos, quo hilo regressado ao
seu paiz, onde vilo sendo multo bem recobidos e
tratados ; pois a poltica do general Rosas tem muda-
do completamente, oque il direito a inferir que o
Seo plano he fazer urna fnsSo de Americanos.
Hontem enlrou o paquete inglcz de regresso de
Buenos-Ayres asearlas dizcm que o restaurador
nilo tinba recebiJo a .Mr. Ilood ( lilbo) que fui d'esta,
com o carcter do cnsul inglez, para aquella cida-
de ; e jnlga-se quo lera demora, se nilo fr recusa-
do, o seu recebimenlo.
Iiespeito a noticias commerciaes d'esta praga,
pouco tenho a dizer-lhe. Os negocios estilo intei-
ramente decabidose parausados, porque o consumo
esla sobremodo rcduzido, e a exlraco dosaitigos
estrangeiros he nenliuma. ntram multo poucas em-
barca^oes do ultramar, poique quasi todas se diri-
gem a Buenos-Ayres.
Havia bastante falta de gado na praca, em rasilo
de ter-se passado muito lempo sem apparecoretn
embarcaces com esse genero lo Rio-Grande : as
tres ultimas que toein chegado venderam muito bem;
porm protnptameiite tornaremos asentir falta no
mercado.
Depois tic escripia a presente, obtivo copia das
bases de paz, apontatlas pelo general Rosas a es-
te governo, as quaesem substancia sao as seguin-
tes:
l.oRetirada de ludas as Coreas argentinas do ter-
ritorio da repblica.
a.o^Am/ustia eral esquecimenlo do passado, e
esiuunjao plena 'c eJrTpieta"*dos"direieos e p'rbprltt-
dades.
3."Beconhecimento das dividas e contratos ce-
lebrados pelo governo de Montivido e pelo presi-
dente Oribe
*. NomeacflO deum governo mixto provisorio,
de Orientaos de ambos os partidos dissidenlcs, a cu-
jas ordens ,(icaiilo as tropas nacionaes de Montevi-
deo, eaoqual prcstarHo tanibem obetlicncia e sub-
missilo as Torcas todas do paiz que coinpOem o ex-
ercito sitiador.
5.0Retirada e permanecencia temporaria do ge-
neral Oribe na l'ronteira, conservando o titulo Sineri
de presidiente, para o nico objeclo de reclamadlo
aos estrangeiros.
6.'Eleicflo livre de representantes em toda a re-
ublica, e nomeagilo feila por estes do governo cons-
titucional da repblica.
He muito natural que o peridico Constrvador, que
deixou de ser orgiio do ministerio, venha a suslar de
um da a outro a sua publiOSOOo ; tanto por falta de
subscripcio, como por haver muita indispositjao
contra elle, que se pronunciou abertamenle contra
a itleia de urna transagilo com Rosas ; cousa que o
governo altamente reprova.
Urna ordem to governo, expedida a instancias do
agente francez, mandou substaro Comi de la 'lata
que eslava desaforado. O seu redactor protcsluu
contra esta delerminacu.., e nilo sei em que icar/a
este negocio.
15 de julho.
A sabida do paquete inglez para Europa, annuncia-
da para boje, se suspendeu al 17 do corronle, es-
perando-so a cliegada do vapor inglcz Alelo de
farcar com apparencias de casquilharla a solidao que Ibc
elle impunba.
Qua uto a Halsamo, Cilla va-I lie elle com brandurae olha-
va para ella com amur. Via-se que essa fraca e iracivel
i n .mira oceupava e I mr lugar em seu cora9o seno
em sua vida. I
Lorenza, Ihe d.#t elle, miiiha querida filha, para
que mostras este espirito de liostilidade e de resisten-
cia? Porque naoqueres viverconunigo, que le amo mais
do que se pode exprimir,como urna companhcia ali'avcl
e dedicada? Entao nito terias mais nada adesejar; cn-
tao poderias aquecer-tc ao sol como essas flores de que
lallavas anda agora, estender as tuas azas como esses
passaros cuja sorte invejas ; ento iramos juntos a toda
a parte; en tornaras a ver nao su esse sol que teina-
ravilha lar as os ses facticios dos homens, essas reu-
nies onde ~s inullicrcs dcste paii; serias feliz se-
gundo os teusg. : tornando-ine felii miaba inanei-
ra. Porque nao queres tu esla felicidade, Lorenza, que,
com a tua belleza e a loa riqueza tornara tantas mu-
flieres invejosas?
Porque voss me causa horror, respondeu a altiva
moja. ,
Balsamo ftou em Lorenza um olhar impregnado ao
mesmo tempo de colera e de piedade.
Vive ento assn: como tecoudemnas a viver, da-
te elle, e j que s to altiva no le queixes.
Nao mequexaria mais se voss me dexasse soii-
nlia nao me queixaria se voss nao me qui/.esse obri-
gar a fallar-lhe. eixe-se estar fura da miiiha presenca,
ou, quando vicr a est priso, nao me diga liada, que eu
farc como esses pobres passaros do sul que se prendem
ruma gaola, que niorreui, mas nao caulam.
Halsamo fez um esforjo sobre si mesmo.
Vamos, Lorenza, disse elle, blandura e resignacao;
le urna vei no meu coraco, em um coracao que te ama
naisquetudo. yueres livros?
Nao.
; iiuiqucT .. iivro ic tiaiiiuu.
Quera tomar tal aborrccimeaio que dcllc morra
Bnenos-Ayres, que deve chegar de hoje at ama-
" O brigue de guerra francez Pandaour dever sa-
bir para o itio-de-Janeiro, posto quedizemqne se-
guir para Franca.
Acaba de ancorar (siio dez horas ) o vapor quo
se esperava de Buenos-Ayres. Se bouver alguma
novidade tle vulto e cu liver tempo Iba com-
municarei n'esu mflsma data: alias o lare pela
The/esa ou peja llattenu que estilo a sttiif para esse
porto. sn. .,
Um Ilustrado chimico, ilho d esto paiz, U. Ma-
noel Mendes, acaba do conseguir, depois de minios
ensaios, o descobrimento de um especifico para ii-
rara cor ou mi paladar da cachaba, e converie-ia
com facilidade em ptima ago'ardente, igual a que
se imporla da Europa. Acabo de examinar a amos-
tra que preparou, e consta-me que, auxiliado pelo
r.osso encarreeado de negocios, se dispe a ir ao
Rioile-Janeiro ollerecer este novo methodo, nao
COnhecido, ao governo imperial, solhcitando o pri-
vilegio para applica-lo na quella corte.
O nosso oncarregado, recordiecendo toda a sua im-
portancia para este ramo da industria brasileira, o
recommendarao nosso governo ; e nO duvido que
causar urna verdadeira revolugilo nesse genero,
que ale agora recebiamos do cslrangeiro, e nossa in-
dustria colhera constderavel vantagem. Depois Ihe
commuuicarei outros promenores.
PROJECTO DE CONSTITUICAO APRESENTAO A AS-
SEMBLEA NACIONAL DE FRANQA PELA COMMIS-
SA ESPECIAL. PARA ESTE FIM MOMEADA.
(Continuarlo do numero 196.)
CANTLO Vil.
Da /cirro pulilica.
Art. 108. A frca publica he instituida para defender
o estado contra os inimigos externos, e para assegurar
no interior a manutenciio da ordem e a execucau das
leis. Ella sera couiposta da guarda nacional e do exerci-
to de ierra c mar.
Art. 109. Todo Francs, salvas n .-xcepeties estable-
cidas pela lei, ser pessoalmenie obligado ao trrico mi-
litar e ao da guarda nacional.
A substituico tica prohibida.
Art. 110. A guarda nacional ser composta de todos os
cicladnos em estado de pegar em armas, que nao lerem
parte do exercito activo.
Elles scrao submetlidos, uesta qualidade, a urna orga-
nsaco determinada pela lei, e cuja base ser o sult'ra-
gio directo e universal.
Art. 1!. Leis particulares regularao o modo de alis-
lamentn nos excrcitos de trra e mar, a duracao do ser-
vico, a disciplina, a forma dos julgamcntos e a natureza
das penas.
Art. 112. A forca publica he essencialmente obedi-
ente.
Kcnhiini corpo armado poder deliberar.
Art. 113. A frca publica empregada para nianter a
ordem no interior, nao obrar seno requisjao das au-
toridades constituidas, conforme as regras estabeleci-
das pelo poder legislativo.
Art. 114. IVenhuma tropa estranr-eira poder ser in-
troduzida no territorio francez, sem o consentimenlo
previo da assembla nacional.
CAPITULO VIH.
Garanta doi diniloi.
Art. 115. Fica abolida apena de morte em malcra
poltica. .
Art. 116. A confiscaco dos bens nao poder jamis
ser restabelecda.
Art. 117. A escravdo nao poder existir em ncnuuma
ierra franceza
Art. US. A imprensa nao poder, cm nenhum caso,
ser subincttida censura.
Arl. 119. Todos os cidados tecm a liberdade de im-
primir e fazer imprimir, salvas as garantas devidas ao
direito publico c ao direito privado.
Arl. 120. O conheciinento do delictos coiumettidos
por via da imprensa, ou de outro qualquer meio de pu-
blicaco. pertence exclusivamente ao jury.
Art- l2l. S o jury julgar dos damuus reclamados
por factos ou delicio de imprensa.
Art. 122. Todos os delictos polticos sao da competen-
cia exclusiva do jury.
Art. 123. Cada um prolessar livremente a sua reli-
giao, c todos os cidados receberao do estado, para o
exercicio de seu callo, urna igual proteccao. _
Os ministros dos cultos icconhccvdoa.pcla le sao os
nicos que tero direito a receber do estado uva otde-
a(lo. ., ,
Art. 124. A liberdade de ensao sera exercida debai-
xo da garanta das leis, e dainspeccao do estado.
Esta inspeceo estender-se-ha a todos os estabeleci-
inentos de educaco e ensino, sem nenliuma excepcao.
Art. 125. O domicilio do cidadao he um asylo iuvio-
lavel.
Nao ser permitlido entrar nelle senao debaixo da
formas e nos casos determinados pela lei.
Arl. 12(i. Mnguem poder erjulgado senao por seus
juizes naturaes.
Nao se poderao crear commissoes, nem iribunaes ex-
traordinarios, qualquer que seja o titulo e a denomina-
imii que se Ibes d.
Art. 127. Ninguem poder ser preso nem delido se-
no de conforinidade com as prescripces da lei.
Art. 128. Todas as propriedade sao nviolaveis.
Todava o estado poder exigir o sacrificio de urna
propriedade por causa de interesse publico legalraeute
provado, e mediante urna juta e previa indetnuisaco.
Art. 129. Todo o imposto ser estabetecido para a
ulilidade coinmum.
Cada cidadao contribuir para ella na rasao de suaa
faeuldades e de sua fortuna.
Art. 130. Nenhum imposto poder ser percebido se-
no em virtude da lei.
Art. 131. O imposto directo nao ser consentido senao
por um anuo.
As uiposicues indirectas poderao se-lo por muito
annt
Art. 132. As garantas essenciaes do direito ao traba-
Ibo sao : a liberdade mesmo do trabalho, a associacao
voluntaria, a gualdadc dos lucros entrego emprezario e
o operario, o ensino gratuito, a educaco professional,
as nstituices de providencia e crdito e o eslabelec-
mento pelo estado de grandes trabalho de utilidade pu-
blica destinados a empregar os bracos desoecupados.
Art. 133. A constituico garante a divida publica.
Art. 134. A rogiiio de honra ser conservada.
Seus estatutos sero reforrrfados por umaleta pos
los em harmona com o principio democrtico e re-
publicano.
Art. 135. 0 territorio da Algeria e das colonias ti
ca declarado territorio francez, e ser regido poi
leis particulares.
i api n.'i.o IX.
Da revia'o da comliluifa'o.
Art. 136. A nactfo tem sempre o direito demudar
ou modificar sua constituico. Se no fim de urna
legislatura a assembla nocional emitir o voto de
que a conslituigao seja reformada, qur no todo,
qur em parte, proceder-se-ba a esta revisSo da ma-
neiraseguinte:
O voto expresso pela assembla nilo ser converti-
do em resolucao definitiva sen3o depois de tresde-
liberacOes successivas, as quaes deverSo ler entre si
um mez de intervallo ; a rosolucao dever ser apoia-
da por tres quartos dos votos.
A assembla de revisilo no ser eleita seno por
dous mezes.
Ella no devtr oceupar-se seno da revisilo para
que bouver sido convocada. Todava, ella poder
em caso de urgencia, prover em as necessidades le-
gislativas.
CAPITULO x.
Ditpoziro'ei traniitoriat
Art. 137. Os cdigos, leis eregulamentos existen-
tes licaro em vigor at que sejam legalmente dero-
gados.
Art. 138. Totlas as autoridades actualmente em
1'aisamo sorrio ou antes tentou sorrir.
Ests louca, disse elle, tu bem sabes que nao has de
morrer emquanto eu esliver aqui para cuidar de li, e
curar-ie se cabires doente.
Oh! exclamnu Lorenza, voss nao me ha de curar
no dia em que me achar enforcada as grades da minha
j.media com este cinto.
Balsamo esiremeceu.
No da. continuou ella desesperada, em que eu pe-
gar nesta faca e a enterrar no coraco.
Balsamo, paludo e coberto de um suor frio,olhou para
Lorenza, e com urna voz ameacadora:
Nao ; disse elle, Lorenza, tu lens raso, nesse da
eu nao te ciirarci, resuscitar-tc-hei.
Lorenza deu um grito de terror: ella nao conhecia li-
mites ao poder de Balsamo, c acredilou na ameaca.
Balsamo estava salvo.
Emquanto ella se abysmava nesta nova causa do seu
desespero que nao tinha previsto, e,emquanto a sua ra-
so varillaiio- se achava encerrada n'um circulo intran-
sitavel de torturas, o timbre de chamada tocado por
Fritz retii aos ouvidos de Balsamo.
Elle soou lies vezes rpidamente e com iguaes pan-
cadas.
Um correio, disse elle.
IVahi, depois de um curto intervallo, soou outra pan-
cada.
E apressado, disse elle.
Ah disse Lorenza, ento voss vai deixar-nie!
Balsamo toinou a mo fra da 11109a.
Anda urna vez, disse elle, e ultima, vivamos em
boa inteiligencia, vivamos fraternalmente, Lorenza: J
que o destino nos uni um ao outro, fajamos do destino
um amigo e nao um algoz.
Lorenza nao respondeu; os seus olhos fixos emelan-
clicos pareciam buscar no infinito um peasamento que
Ihe fugia continuamente, e que ella uo achava mais,
lalvez que pelo ter buscado com vehemencia, como sc-
cede quce; cuja rala sociira aieatEiucuKti luz,
depois de ter vivido na trevas e a quem o sej/cegra.
Balsamo pegou-lhe na mo e beijou-lh'a sem que ella
dsse signal de vida.
Depois deu um passo para a chamin.
No mesmo instante Lorenza sahio do seu torpr e fl-
xou vidamente os olhos nelle.
Sim, murinurou elle, tu queres saber por onde eu
saio, para sahir um dia depois de niiin, para fugir como
tu me amcacasle; e cis porque te acordas, eis porque
me segues com os olhos.
E passando a mao pela fronte como se elle e Impo-
zesse asi mesmo urna obrigafo penosa, estendeu essa
mesma mo para Lorenza, cour um tom imperativo, e
lancando-lhe a vista e o gesto como um dardo, para o
peto e os olhos:
Dormc, disse elle.
Apenas esla palavra foi pronunciada, dobrou Lorenza
como urna flor sobre a aste; acabeca, vacillaute por um
momento, se inclinou c foi neostar-se a almofada de
seda, as inos, de urna alvura baca, .escorregaram-lhe
pelo, lados rocando-lhe o vestido de seda.
Balsamo approximou-se ao v-la tao tortuosa, e to-
cn com os labios em tao bella fronte.
Ento toda a physionomia de Lorenza se dilatou, co-
mo se um sprii sabido da boceado proprio amor Ihe li-
vesse apartado da fronr 1 que 2 cobria. A boc-
ea se Ihe so alo 1.1 i'i i-mi Volhos nadarain-lbe eiu
voluptuosas lagrimas, e Suspirn como hariam de
suspirar esses anjos se encherain de amas}" e-|, filnos dos homens.
Halsamo olhougSpn, ella Hm momento como uin bo-
inem que s^ftlio pode arralcar sua conteiupla(io;
llalli, como ftimbre resoaislle novo,elle se '* ^a-
1 a a cliajaiinl, cumpriinio uli (ola e ilesap. \
por Irs Jas llores. 4
fritz o esperava no sahio eoni fin. i, mem vestido de
urna jaqueta' de correio e calcado de grandes bolas e
lonipi idas esporas.
A physionomia vulgar ueste hornera anunciava ura
humera do povo, su os olhos encubi iaiu uraa particuU
i
I0R EXEMPLAR ENCONTRADO


\
I
exei picio cnntinuarSo em suns funocSes alapu-
blieacAo .las le* orgnicas que lh.-s sao relativas.
Art. 139. A le deorganisacltojudiciaria determi-
nara o modo especial do nomoacilo para a primeira
composico dos novos trihunaes.
DIARIO HE FIRNAIBOC.
HKOOT, 4 DI SETEMBRO DI 1S4S.
Hontem, mea noite, o Porlugue* Antonio Jos Ra-
billo Guimaraes recebeu algumas cacetadas, no largo
do Paralzo, ao recolhcr-se para a caa onde reside, c que
be sita nesga paragem.
O offendido voltava do theatro conheceu quem o
espancou, e diz ser um Individuo, que Ihe vota odio, por
causa de certas questes judiciacs que ba (ido com el-
le ante o foro desta cidade.
Consta-nos que a guarda do quartel 4* pollcij corre-
r em soccorro do espancado ; mas que nao podt'ra cap-
turai o sujeito que o maltratara, por j sehaver eva-
dido.
Que s'cm peito christlo a fe no mente,
I u gozas oh tinado, a paz dos justos!
Val.
oommEiao.
Publicarles a pedido.
^SC I@2i7r3j7 m
ALFANDEGA.
IMPOHTACAO.
Liberdade, patacho portuguez, vindo de Lisboa, en-
mada no corrente mez, consignado ao capilito do
mesmo, manifestou o seguinte :
4 pipas vinho tinto, 20 barris dito branco ; a Tho-
maz de Aquino Fonseca.
54canastras ceblas, 150 ditas batatas, 9 linrris
(oucinho, oito canas dito, duas soccas cevadinha,
50 ancoretas azeitonas; a Jos Antonio de Maga-
Ih.les.
10 pipas vinagre; a Machado & Pinheiro.
100 barris cal, 32 ditos toucinho, 12 saccas ceva-
dinha, 10 ditas cominhos, quatro di tas herva-doce, 11
barricas alpista, 100 ditas farelos, 40 ditas cevada,
10 caixas queijos, 200 vara* do Ingedo, 20 caixas ma-
n, 204 pecas obra de verga ; ordom.
25 barris cal, dous caixoeszinbos doce, 10 barris
azeite-docc, quatro ditos nianteiga, 30 ditos vinho
branco, sete pipas vinho tinto, 26 barris dito dito,
200 molhosde ceblas, urna caixa bixas ; ao capilo.
6 caixas c uina barrica drogas ; a Domingos da Sil-
va Tciieira.
6 caixas frascosde doce; a Antonio Pereira Lima.
6 caixas cevada ; a Francisco S. Habello & Filho.
caixote com um braco de balanca ; a Antonio
OFPERECIDA
Ao film. Sr. Ignacio Joaquim de Sou:n Iso,
PELA NORTI
fo Illm. Sr. Domingas de Soma t.tao.
Nao passes, raiiiiuhante. Quem me chaina
T'ma memoria nova, e nunca ouvida.
De um que trocou finita e humana vida
Por divina, infinita e clara faina?
Cimof.s .
Com teus lgubres sons, com tacs lamentos
Por quem choras, oh sino/ Este conviva
Par'o banquete dos morios, qu'annuncias,
Onem he?.' Virgem tal vez qu'ainda em son nos
De esperanca e d'amor dormo o futuro ?
Virgem que meiga e terna se votara
Aos pes do sacerdote, e all cahira,
Os espinhos cravando da saudado
No peito qu'aguardou, qn'a vO, qu'o deixa?
Joven, mancebo ousado, esperanzoso.
Que flor inda em bolilo ceifara a morte ?
Mancebo que sonhava, e qu'era um sonho
Para os seus i-Iludidos do futuro;
Que, s'apressada Ihe no tora a morte,
Qu'inila oin somno innocente o afogara.
Talvez qu'em mito sacrilega hrandira
Um ferro contra os seus e contra a patria ??..
Mflo... oh n8o... qu'o mo foi! fci mais... foi niuilu !l
N3o corre fri pranto interesseiro,
Mal fingido as faces, d'almu enchuta!
Corre frvido pranto amargurado,
Filho do coraco, qu'extrac-nos alma !
Pranto de filho amigo, e esposa chara
}ue da vida e do amor s veem saudades !
ranto do pobre e MiftrmO agradecidos,
Jue sahem do coraeo, que partem d'alma
Vos ps do Creador !.' Um pai finou-se.'...
iom pai, bom cidadiio, prestante amigo .'
Choremo-lo, sintamos!... morte, espera .'...
Espera quel'enganas!.... leu golpe...
Pertence ao assassinu, ao impio, ao crime.'
Para, morte cruel!... fere, aniquila!!
SVsta arvorecahir murchain mil plantas!...
Choremo-lo... morreul.. chora i, bous lillios...
Foi sentenca do co, cumprio-se ; he morto !...
Tremei, tremei, morlacs, a falsa morto
No lein dia, nom hora, nom respeila .'
I. vecejad'espeanca altiva planta
Que seduz, que prometle, e alTronta os ventos,
Ei-la por terraja sem flor nein fruto !
Lsingec'ra d'ouroaltiva fronte
Onde as ideias s Iraduzem vida ;
Ei-la... ousada subindo desdenliosa.
Arranca e pisa a c'roa qu'abrilhanta,
E sobre a murena fronte feia c'ra
Pe de murchas saudades, que diz morte !.,
Tornos, magoados filhos, triste esposa,
Basta de prantear; e calai n'alma
Os doidos suspiros que vos fogem /
Apurado chorar ofrende o Eterno;
He disputar-lhe o ente que nos leva 1
Sim carpi-vos saudosos, basta, vinde,
Ponde osolhos no co, niaiidai-llie um riso
Como o raio do sol tilo puro e grato .'
Seja o riso oracito, no porsua alma,
Mas de graca e d'amor ao Dos dos premios;
J*Tl!
' c "com obra de ouro ; a Morcira v Dutra.
~tj.cco patacoes brasilciros ; a Manuel Comes Lou-
reiro.
5 caixas chbala da India ; a Antonio Joaquim l'a-
nasco.
1 embrulho rolin da India; a Joiio Concalves Lu-
cas Lisboa.
1 caixa vros; a Jos Mondes de Freitas.
200 barris cal; a Francisco Moreira Pinto Barbosa.
1 caixa chapeos; a Jos Joaquim de Faria Ma-
chado.
1 jumento ; a Pedro Alexandrino Comes.
2 saceos patucas brasilciros; a Ferreira & Cam-
pos.
14 barris vinho tinto, seis ditos dito branco, um
fardo condecas, um barril peixe, dous caxotinhos
doce; a Augusto Cezar de Abreu.
8 caixas e 25 barris toucinho : a Manoel Nunes da
Silva.
i;i)ITAL.
Peante a cmara municipal desta cidade se hilo
de arrematar, em os dias 6, 9 e 11 do corrente, as lo-
jas ila pra?a da Independencia ns. 36, 38 c 40, a afe-
ricin de pesos e medidas, os talhos dos acougues
pblicos, 3 castalias da Solodado, a casa n. 1 da ra
Imperial, chamada da plvora, e a cocheira da ex-
tincta companhia de ribeirinhos, onde outr'ora foi
behedouro do gado, e o fornecimenlo de azeite para
luzes da cadeia desta cidade- Os prelendentes deve-
rito comparecer nos mencionados dias. munidos de
(adoros idneos habilitados na forma da lei, para
podrem lancar.
Paco da cmara municipal do Recife, 2 de setem-
bro de 1848.
Dr. Ignacio Nery da Fonuca,
Pro-presidente.
Joo Jote Ferreira de Aguiar,
Secretario
Declara^es.
tiiedohoje a arremetaelto da renda das casas abaixo
declaradas, fra transferida dita arrematado par
dia 5 do prximo futuro mez, no lugar e horas ja de-
signados : ra do Azcile-de-Peixe, sobrado de aous
andaros, n. 1 ; travesa deS.-Pedro, dito.IUo n I ;
ra de Santa-Thereza, dita n. 7; ra de S.-Jost, oiia
n. 5; ruada Roda, ditas ns. 5e T ; ru; do Sr. Bom
Jess das creoulas, dita n. 8 ; ra do Nogueira, dita
n. 17 : ra airas do Calabouco, ditan. 18; ra da
Viracito, dita n. 19 ruada Moeda, sobrado de tres
andares, n. 31 ; ra de Santa-ltita, casa terrea n. 32 ;
ra da Calcada, ditas ns. 34,38 e 38; ra do Padre-
Floriano. ditas ns. 45 e 47; ra das Cinco-Ponas, dita
n. 70 ; ra do Fra-de-Portas, ditas ns. 70 e 73 ; ra
do Calabouco, casa terrea n. 2. Administraco geral
dos estabelecimentos de caridade, 28 do agosto
de 1818.
Oescnpturario,.
F. Antonio Cavbante Cotuteiro
Perante o concelho de administracao naval tem
le arrematar-se, s 12 horas do dia 5 do corrento o
fornecimenlo de lenha em adas para os navios da
armada ; pelo que, sSoconvidados lodos aquelles a
quem convier semelhanto fornecimenlo a compare-
cerem com suas proposlas, declarando o menor pre-
coeliadorcs. Sala das sessoes do concelho de
adminislraco naval, 4 de setembro de 1848.
ChristovSo Santiago de Oliveira,
Secretario.
Avisos diversos.
PARA OS P0RTOS DO SUL.
O paquete brasileiro a vapor Imperatri eomman-
(jante Jesuino Lamcgo Costa, deve estar aqui dos
portes de norte, a 6 do corrente, e partir no dia se-
guinte ao da chegada.
PACADOMA MILITAR.
Por ordem do F.xm. Sr. presidente de 29 do mez
lindo, eda do Sr. coronel commissario pagador de
hoje, se arrematara em hasta publica ante esta pa-
gadura militar em o dia 6 do presento mez, tende
de principiar essa rematac.no s 11 horas desso mes-
mo dia os gneros que sobraram do fornecimenlo
feito aos presos ltimamente enviados para Fernan-
do cujos gneros se acham no arsenal do gerra a
disposicao dos prelendentes que os quizerem ver.
Pagadoria militar de Pcrnambuco, 1.* de selembro
de 1848.
O escrivao nomeado,
Jeoo' Arienio Barbosa.
Avisos martimos.
de fogo sagrado, quedirieia ter-lhe sido communicado
por uina intelligencia superior sua.
A mao esquerda tinlia-a elle encostada a um chicote
curio e nodoso, emquanto a direita razia sigoaes que
Balsamo, depois de um curio exame reconheceu, e aos
quaes, tainbein mudo, respondeu
com o dedo indicador.
A mao do poslilho se levantou logo atao peito. on-
de tracou um novo aymbnlo que mu ndifterciilo nao te-
ria reconhecido, tanlo se pareca elle com o gesto que
se faz para abotoar um bollo.
A este ultimo signal, o mestre respondeu pela aprc-
senlacao de um annel que trazla no dedo.
Dlaule desse symbolo icrrivel o enviado ajoelhou.
__ Donde veas tu? perguntou llalsamo.
De Ruao, mestre.
Que fazes tu?
__ Sou crrelo s ardens de madama de Grammont.
QueniJ/rpsy'l<:!'sa della?
A vtmUeaJimie Copina.
y Que ordem rfcebeste lu ao entrar a seu servlco?
De nao ler setfados para o mestre.
Aonde vaJtu?
AVersalhes.
Oue vais levar la?
Uina carta.
A qoem?
Ao ministro.
D-m'a.
O correio entregou a Balsa
Lava de tirar de um sacco d
o s costal.
__ rwo esperar!* pe
4r ..ulao eu"
Frilz!
O Alleinao app
Esconde Seba'
SI, mestre.
v
L.
aui/
lc/oi
urna carta que elle aca-
uro que trazia amarra-
toa elle.
eu.
"o na copa.
O Sr. padre loffo Tvares de Mello, despachado, por
decreto de 14 de junbo ultimo, capello para o se-
gundo liatallulo dd fuzilciros, apresente-so quanto
antes ao coronel commandanle das armas, para ob-
jecto de servigo.
Quartel do caminando das armas na cidade do Re-
cife, 31 de agoslfcde 1848.
Jote Ignacio de Medeiros Reg Monteiru,
Ajudante d'ordcns.
0 concelho de admiiiislraco tem de arrematar
s 12 horas do dia 5 do mez de setembro futuro o for-
ncciiiienlu de carne verde para os navios da armada
e enfermara de marinha, pelo que sSo convidados
lodos aquelles a quem possa convirlal fornecimenlo
a apresenlarem suas proposlas, declarando o menor
prego e os fiadores.
Sala das sessoes do concelho de administraeflo, 30
de agosto de 1848.
O secretario,
ChrittoBdo Santiago de Oliveira
A adminislracfio geral dos estabelecimentos de ca-
ndado manda la/.or publico que, no se leudo efiec-
= Para a cidade do Porto partir, com a maior bre-
vidade possivel. o patacho portuguez Hestauraco ; tem
a maior parte de seu carregamenlo promplo: para o res-
to da carga e p.issageiros para o que offerece excellcn-
les enmmodos tratase com o consignatario, Finnino
Jos Kelix da Rosa na ra do Trapiche, n. 44, ou com
ocapito, Jos de Oliveira Faneco, na pra$a do Cor-
po-Santo.
Para o Rio-de-Janeiro segu viagem, com mui-
ta brevidade a escuna nacional Curiosa, por ter
parle de sua carga engajada : para o restante es-
cravos e passageiros trata-se com Luij-Jos de S
AjTBUJe-, >!s ru* a CrBI, n. Z? auc.nn o irpAr.-, ty^Mm rn
Do.ningos Antonio de Azevedo, ^ardo.
Para o Rio-de-Janeiro pretende seguir com
brevidade o brigue Mercantil, por ter parte de seu
carregamenlo pr*mpto : quem no mesmo quizer car-4
regar, embarcarescravos ou ir de passagem para
o que tem excedentes rommodos dirija-se aos con-
signatarios, Amorijn IrmTos:
Par n Rip-de-Janeiro o brigue brasileiro Minir-
va sabe na seguinte semana: recebe alguma carga
miuda eeSCnrvos a trote : trata-se com o consigna-
rio, Manoel Igwacio de Olivoira, na ra da Cadeia, ou
com o capitio, Lu Martins da Costa, a bordo.
O patacho poitugucz Ketlauracdo partjj impre-
teriveiniontepara a cidade do Porto, no Via 8 do
corrente ; tem a maior parle de seu carregamenlo
prompta : para o reatante da carga e passageiros ,
para o que tem e .lentes commodos trata-se com
ocnpilSo, Jos dc^Miveira Faneco, ou com o con-
signatario, Firmino Jos Flix da Rosa na ra do
Trapiche, n. 44.
Para os porlos do sul ou norte carrega a ba.ca-
ca Aurora- Fitt, de 40 toneladas, com commodos
paraSou 4 passageiros: quem na incsma quizer
carregar, ou ir de passagem dirija-so a bordo, no
Forte-do-Mattos, a tratar com o mestre, Ignacio
Vicente Ferreira tiendes ou com o consignatario ,
Joaquim Francisco de Alm, no mesmo lugar.
Quem tiver conla's contra a galera americana
Goleando, queira apicsenta-las at odia 8 do cor-
rente, para seretn pagas, no escriplorio dosSrs. Hen-
ry Forsler*; C, consignatarios da mesma galera, e
depois desie dia marcado lieai flo de nenhum effeilo
todas aquellas coulas que Ibes frem apresentadas.
Elle sabe omeunome, murmurou o adepto com
um supersticioso terror.
Elle sabe ludo, Ihe replcuu Frite levando-o com-
sigo.
Kalsaino lirn s, olhou para o sello puro e profundo
drssa carta que os olho: supplicanles do correio pare-
can) ter-lhe recommendado que respeitasse o mais pos-
sivel.
li-|ii>s,li-iito cjH-nsaiivo, tornou a subir para aca-
mara deorenza e abri aporta de communcacao.
Lorenza anda dorm?,mas fatigada eabatida pela inac-
5S0. Tomou-llie elle a'mo que ella apertou convulsa,
e applicou-lhe sobre o cora;ao a carta do correio fecha-
da e sellada como estava.
Ests vendo? Ihe disse elie.
Estou, estou vendo, respondeu Lorenza.
Qaal he o objecto que cu tenho na mao ?
Una caria.
Podes '10-la?
Possor :
L..
Entao, Lorenza, com os olhos fechados, o peito ar-
quejante, recitou palavra por palavra as liabas seguin-
les, que Kalsamo escrevia sb o seu dctame medida
qne ella fallava:
Querido irmao.
Como cu tnua previsto, o meu exilio nos sera til
ao menos em alguma cousa. Deixci esta inanha o pre-
sidente de II iian. elle he do notsu partido, mas tmido.
Eu o solicite em teu uome ; decdo-se nlin.il, ea repre-
sentado que elle tem de facer chegar a Versalhes em
menos de oito dias.
Parto iminediatamente para Rennes.afim de activar
um pouco karadeuc e LaChalotais que esfriam.
u U iiussu agente de Caudebec estava em Ruao; con-
,. .^. vwui eiie. A tnglaterrra nao ncar em mio c*iu-
ni*o i prepara urna azeda notilica[o ao gabinete de Ver-
salbet.
o X..... me perguntou se poda appresenta-la; eu o
airtorisei. Recebers o ltimos folhetns satyricos de
Thevcnot, de Morande e de Delille contra a Dubarry .
sao bombas que fariam ir pelos ares urna cidade !
' 'l'inli.i-inf chegado aos ouvltRw mu funesto rumor,
haviain por ah nuvens pelosa* Vinas tu anda me
nao escreveste e eurio-medis entretanto nao me
dexes na duvida, e responde-nm pelo mesmo crrelo,
A tua carta me encontrar em Caen, onde tenho que fal-
lar com alguns dos nossos agentes.
k Adeos, recebe um abraco da
DuqUEZA M GsAMMO^T.
Lorenza parou depois desta leitura.
Nao ves mais nada' perguntou Bul
Nao vejo nada.
Nein post-scriptum ?
Nao.
Uahamo, cuja fronte se a desenrugando medida que
a moca lia, lomou de Lorenza a carta da duqueza.
Peca curiosa, disse elle, que me pagariam bem ca-
ro. Oh como se escrevem semelhantes cousas excla-
iiiiiu elle. Sim, sao as mullieres que perdem sempre os
homens superiores. Este Choisrul nao pode ser derri-
bado por um excrcito de inimigos, pnr urna infinidade
de intrigas, e eis que um sopro de mulher o esmaga ac-
caribiando-o. He verdade, nos todos perecemos pela
traieo ou pela fraqueza das mulheres..... Se temos um
coraco, e nesse coraco uina fibra senslvel, estamos
perdidos.
E dizendo estas palavrai, llalsamo olhava com urna
ternura inexprimivel para Lorenza palpitante sb esse
olhar.
He verdade o que eu pens ? Ihe diz elle.
Nao, nao, nao he verdade! replicou ella argente-
mente. I n bem vs que eu te amo ci Uiimum para te
prejudicir como todas essas mulbercs sem rasao e sem
coraco.
Lotera do Ihcatro publico.*
Os bilheles da segunda terca parle d?
decima-oilava lotera do theatro achan>
se desde j venda nos lugares do coj.
turne, e o respectivo thesoureiro declara
que muito breve marcar o dia do anda,
ment das rodas, que ser mesmo no cor.
rente mez, em vista da venda dos bi-
llietes que deve ser rpida, pois queso,
mente da realisacSo desta depende |
prompta extracSo da lotera. 0 mes.
mo thesoureiro principia o pagamento
da primeira terca parte da decima-oitava
lotera, hoje das 9 horas di manhSa |
timada tarde de todos os dias 5 na ruj
do Queimado primeiro andar, n. 36.
Urna senhora rasada e com illhas maioreise
propc a abrir urna aula'de primeiras lettraa, ni
qual tatnbem ensinar grammalica franceza e porto,
gueza, cozer do todas as qualidades, e o mais quj
precisa aprender urna menina: quem doscu pra-
mo se quizer utilisar, dirija-so Trempo, sorado
n. 50.
Aluga-se o segundo "andar do sobrado da ra
da Moeda 11. ?, com commodos para grande familia,
por preco commodo: na ra do Vigario, n. 5
Os dous sobrados dcJoio Thomaz Peroira, ti-
tos na rui da Praia, ns. 29 e 31, em chitos foreiros,i.
valiadoscada um em 12 conlos de ris, eque s5od
dous andares, sotiio e trapeira, acham-se em praca
por execuco de Jos Joaquim Theotonio de Mello
contra o mesmo Joiio Thomaz e sua mulher, pelo jui-
zo do eivel, escrivio Cunha : o escripto acha-se ivipj
mao do porteiro para as ultimas tres pracas, o qu'iJ
pode dizer o dia da arrematacito.
Precisa-se para arrendar, pelo lempo de um ati-
no, um sitio com boa casa, quintal murado, estriba-
ra, advertiudo-se que se quero sitio nos lugar-ea
seguimos: Monteiru, Caldeireiro, Poco ou Casa-Toril
te, e que os fundos botem para o rio Capibaribe:
quem tiver e quizer arrendar annuncie para ser pro-
curado.
Oflerece-sc una ama de meia idade, que da fia-
dora sua conducta, para o servicn interno de umi
casa de homem solteiro: quem precisar dirija-se 1
ra Direita, n. 114.
F.st venda o n. 9 do Grito da Patria, na praea
da Independencia, n. 12, na ra Nova, loja do Sr,
Carneiro. Este numero est muito intoressante,
Continua a cobranca vista dos recibos impresso.
O redactor agradece a todos os seus assignantes to-
do o amor o sacrilicio a prol do paiz, e exhorta a to-
das as pessoas honestas que assignem quanlo antes
o Grito da Aalrin pelos motivos exposlos em urna
carta que Ibes dirigo impressa. O estado do paiz he
melindroso, convem, poi tanto, esertver verdades,
promover a prosperidado do povo o a ordem, qur
em lempos tranquillos, qur no meio da revolucilo,
guando por fatalidado inovilavel ella tenha o seu ef-
feilo.
ligero para mdn o sorvieoda
casa 1 na ra do Trapiche, n. 3.
--,,\rupi-se um sojbradinho de dous andeaas e lo-
jas, no pateo da jamta Cruz n. 14; urna cajaterret
eorn bastantes commodos, com quintal e cacimba,
na Trempo ra dafpledade n. 35! por 10/rs. men-
saes : a tratar no escriplorio do V, A. do Oliveira, ra
de Aurora, n. 26.
NOTICIA'IMPORTA ME.
s crcdoV do fallido Antonio Jos
Antunes Guimvraes previnem aos deve-1
dores deste que llo nao paguem seus dbitos, qur
de conta de livros, qur por leltras, que Ihe aceitas-
som : porquanto, tendo sido, arrestados seus bem,
lettiase livros, no pode o mesmo validamente re-
ceber quanlia alguma do sous credores, mas tudo de-
ve ser recolhido ao deposito em mito do corrector
Oliveira, como bens dos mesmos credores : o que se
faz publico, para que ninguom se chame ignoran-
cia c fique acautelado contra o mesmo fallido, que |
consta ler desapparecido desta praca para ver seco-
Ihe algiim dinheiro de seus dovedores, contra queta
protestan! os mesmos credores ha ver o que indebida-
mente pagarem.
~ Francisca Thomazia da Conceico Cunha faz pu-i
tilico que Antonio Brochado Soares Guimarfles dei-
xou do ser seu caixeiro desdo o dia 30 de i u I lio do
correlo anuo.
-- Aluga-se o segundo andar do sobrado da ra ,
Velba ,n. 33, muito fresco o com grandes commo-
dos: atratarua ruado Aragito, sobrado 11. 32, cof
Jonoltegis Coc lio.
s desta maga,
timbre de Kriu/
Maliamo se deixou enlacar pelos lu
De repente um duplicado retinto
resoou por duas vezes.
Duas visitas, disse Balsamo.
Urna violenta pancada do til
tclegraphica de Friu.
Importantes! continunu o
E, desembarncando-sc dos lira
da cmara, deixando a moca ser'
Balsamo encontrou o correio
elle as ordens do ineslre.
Aqui est a carta, disse < lie.
Que devo fazer della ?
l-.nireea-la quem he dirigala ':
-so? 7
S. /
O adepto olhou para o sobr'escripti) e para o sello, '
veudo-os lio intactos como os trouJera, inanilestou a
sua alegra, e dcsappareceu as tremas.
Que infelicidade de nao guardar semeitantc auW-
grapho, disse llalsamo, e que infelicidade sobretuJo ie
o nao poder fazer pastar por 111,10/ aegurts s roaos de
el-re.
Fritz appareceu entao dant
Ouem est ah ? perguntou.
Uina mulher e um honieln.
J vierain c ?
Nao.
Conhccc-os tu.'
Nao.
A mulher he moja ?
Moca e bonita.
E o iniiiiem ?
Sessentaa sessenta e cinerfa
Onde esto ellca ?
No saino,
balsamo entrou.
V
MUTILADO 1 ILEGVEL
?
{Continuar-ie-hi.)


5.
j CHAPEOS DE SOL ^
X", l.ihrlcante desle estabeleclmento dvrrte ao rripri-
*,-l piil>ln" E|rii(c um rico sortlmento ilr chapeos de sol aniin
como chapeos de tolde leda furla-crc, dos mal rlcoi
Idiie tem apparecldo neste rorreado e de corea cnnhr-
I ,1 u ; iliios para senhoras de bo;n tom adamascados ,
llav'rad'oi cotn auaa compelentat franjaa de retroi, tu-
Ido nue 'ein de mala moderno e do uielhor goito ; un
Lompleio sortlmento de chapeos de sol de pannlnho de
T ia5 a, cores e de todos ot Unannos para boinens,
Ernliorat e meninos ; ha tambem Igual sortlmenio de
f.jciidasparacobrirarmacaes .tanto de seda de cores
tomo de panninhos trancados e lisos imitando seda. Ad-
rfrte-je que os freguezes sero servidos cotn brevidade,
. se acharo satisfeitos da boa qualidade, do bom gotto
Ido preco. ... ni
Delfina (regona retira-se para Baha.
c ein

I. A. S. Jane, artista, tem a honra do avisar ao res-
peitavel publico que tem voltado do norte e se ada
fesidindo na ra estrella do Rozario, n. I(! priineiro
Indar, aoude continua a por dentes artiliciaes, de por-
bellana composifSo esta inteiramente isenta de cor-
tupeo- como bem tira as caries dos naturacs, cal9a
kSr*roeprata Oannunciante declara a todas as pes-
ogue sequilaren, .'.iilisar de seu presumo que nao
t receber pagaalguma, se por acaso nao licarcm os
4 dentes artiliciaes tao bem postos, que nao se possa
hlcrenfir dos proprios naturaes sendo os meninos
|stos sobre chapa de ouro e sobre tarracha os quaes
tin to seguros, que se pode masligar toda a comida
pi elles tem causar a menor dr.
--Bernardo de Serquoira Castro Monteiro retira-
re para fra do imperio.
Bernardo Jos Monteiro avisa ao respeilavel pu-
lico, que. por ha ver outro de igual rtome de lioje
am diante se assignar Bernardo de Serqucira Cas-
ro Monteiro.
-- Achou-se um botrio de ouro no largo da Pe-
Inlia : quem for seu dono, dando os'signaes certos,
phe ser entreguo, na ra da Praia, n.'20.
-- Olerece-se urna mulhcr parda para ama de urna
casa de homem solleiro ou casado com pouca fa-
Imilia : na ra do Itangel, n. 17.
Precisa-sede duas pretas para venderem lou-
Icavidrada pagando-se-lhes a vendagem: na ruado
|llangel, n. 17.
Aluga-se urna casa com commodos sulcienlcs
Ipara grande familia.passar a lesta ou anuualineute,
lein S.-Amaro ao pe da lubrica : a tratar na na
Nova n. 3. \
Muga-so urna preta para o servigo de ama fa-
[milia : quem t pretender, dirija-se a ra riohCresp*,
DENTITA'
,, c j|' .. .-'enlista
M. S. Mwson,
I no Recite ra
onde contina a p6r utn.es mente como u -
rupt.ve.se parecendo nuera,.ual> nao sendo extrhio
[raes : tambem tira a pedra, t,la 0J de cnuillba"(.,oa^
len. pouco tcmpol tanto arrut. privar de augmenta.
[ouro, praia ou deni.co pal* c fai toda, as %?[
korrupcao l tamben, tira, liin,Ma possivel. Elle esperi
dent.caes co.n a ina.or |ne o, elogio, e o mu.to palr,ido ',, p-,,,^"^0
pelos benrl.ciosque tem prodWa cidade Aerao garn-
tante 8 annos de residencia *,, ,,, prcc'isam|
lilas iiifficieiitrs para as procurar
presiono, nao o dcixcm f muilier lo boa
-- Precisaba*te um\ para cria- '
[nacional o"u c-trangorra^MOVM ..
|de pouca familia : na ra i\-, .., a, 25.
SOCIEDADE AFOLL11NEA
A commissito administrativa recebe as prt
tas para convidados a partida (lo di a 23 do cok
I te, no dia 5 pelas 6 lloras da tarde, na casa da/
na snciedade.
y-i~ Alugam-so os
rielares do sobra
acha-se
'idinidr
son, cirurgiao *OVOi n.gifegl CJP
;uadoTrap,che-^mineraeSi ^ Jg F*.
na a por dentes Wm ~-.~ ^~..i "*
r ------- i
O TRIBUNO rr. 115,
est a venda na loja do Sr. Carnelro na ra Nova
mi dos distribuidores.
-- F. Willenot embarca para o Rio-de-Janciro o ou
escravo de nome Antonio.
FURTO DE CAVAU-OS
Fiu-taramdoengenho Catendc, fregue-
zia (leJaboat5o, dous cavados, um nos l-
timos dias do prximo passado mez de
agosto e outro no dia a do corrente; cu-
jos signacs s3o os seguintes: o primeiro he
de cor castanho-clara, dous ps calcados,
una pequea estrella na testa, rabo curta-
do, e ferrado na p direita com a lettra CjJ
o segundo he tambem castanho ,porm um
pouco escuro, e com o mesmo ferro na p
direita. Roga-se, portanto, s autorida-
des competentes, e a qualquer pessoa do
povo, que se os apprehender, leven-os ao
referido engenho, que sero generosa-
mente recompensados
Por exccucio de Francisco Xavier Martina Bas-
tos se hado arrematar de renda na sala das audien-
cias no dia 5 do corrente ao meio-dia um sitio
de coqueirose sobrado, com 5 viveiros de pelxo
no lagar deS.-Ainaro penhoradoaos herdeiros de
Manoel l.uiz da Veiga avahado por 500,000 rs. an-
ima es.
Jos Pinto da Silva com sua familia retiram-se
para Portugal.
Jos Pinto do arros Monteiro retira-se para
fura do imperio, com sua familia
O tenento Jos Bernardo Femandes (iania, aju-
dante de ordena do Bxm. general commaiidanle das
armas da provincia da Babia, transporta para aquel-
la provincia sua familia o em servico desta conduz
as escravas Izidora preta, Carolina, parda, cM-
cliaela menor de 4 anuos flha da ultima.
OPortuguoz,solteiro e idoso, que quizar ser
guarda de um pequeo sitio na Soledade cuidan-
do dos arvoredos e da borla procure a Jos Bemar
dio de Sena, na ra da Itoda sobrado dos ex-
postos.
Francisco das Chagas Cavalcante Pessoa conti-
na a solicitar causas no foro desta cida-' 'quem de
seu prestimo se quizer utilisar contar: inpre com
sua natural actividade no desempenlio sua pro-
fissflo : nos diasuteisoencontrarSoem uasa de seu
mano na ra estreita do Itozario, n. 15 e nos mais
dias em seu sitio na Magdalena.
Pretcnde-se saber se nesta provincia existe
Domingos Alves Barboza da Silva, natural do Tan-
que-Jiilgado-de-Ponte-de-l.iina ,em Portugal, lillio
de Antonio Alves Barboza e de llosa Maria da Silva ,
c aqu chegado em novembro de 1818.
Kindos os dias da Ici se lia de arrematar o enge-
nho denominado Guiabcira na freguezia de S.-Ama-
ro-Jaboalao muito perto desta cidade que apenas dis-
ta quairo legoas e mcia com safra criada achando-se
corrente c moente com todos os seus pertences ne-
cessarios ; o qual olFercce mui/as vantagens a quem o
comprar : u. Jo se acha avahado muito em conla : quem
o pretender pode ir cxainiua-!o c para ver seu valor
no escripto que se achacm poder do porteiro do julio,
-Grande: bem urna casa terrea na inesina
povoafHrryava
V Precisa-sc
pililo s, diariai
^uem quir.erdir
Urna
do de seu
conducta,
'"na casa
0/ rs.
i canoeiro forro ou captivo, pa-
, pelo tempo que se convencionar :
. ra da Florentina, n. 16.
sa com pratica de escripia
cominufcTa e bonita lettra, propoe-se a
escre^r' us hon. c dias san os, com mpeza, niejSanta m-
dico estip indio : q^n^icjsar,%nnunci*.
Fugn". '30 de maio prpittmo passado,
Mateos,, do i, prelo, criouHot oflicial de pe-
regular, -siu'co^ docorpo, rosto
>ssos, t-tii todos'os denles da
Hzes
lio
a
portanto, ,"__
soasque delle liverem no^o,
rem-no na ra do Cabug, Hja
dreirt'
C0,IIP51
frent
onde se
l'arlia. Ju
'f*hia de
pa..
roga-se
set
primeiro e
do da ra da Lapa
uito fresco, com bous cojnmodos
mitin, por preco muitoj comino
ratar no pateo do Colegio, lo
oao da Costa Uourado.
~ Na ra larga do Rosario.padarin n. 48, d
'de vendagem com nielhor inleresse que e
qualquer parte.
* Precisa-se de urna ama que tenha bem
st'ja sadiii: na ra do Itosario larga, n. 18, si
"ndar. _,
m* s. ii. r.
i O Ihcsurciro distribue os bilhetcs para
que deve ter lugar a 6 do corrento mez, no s.
nicsina sociedade, nos dias 3, *, 5 e 6; sendo i
primeiros dias, da 4 as 6 horas da tarde, e n
mu das 9 as.12 horas da manlia : previue-se
aos Srs. socios que s pagam urna mensalida
que naquellcs niesmos dias e s mesmas hora
receben) as proposlgs para convidados aquella
ila,_n\.JMsa do prrjMt0 secretario, ra da Crul
pSo
outra
eite e
undo
dobaneo no pescoco,
, je c(iiii pouca
moso em com-
se lugar fiVam :
loridades ou pes-
p'eearem e levu-
irmidezas, n. 1

D, de Guimarnes, quo graliticar. .
--Alugam-sepretas para v^i.deremlf" ^ "rr"
pato: paga-se bem a vendagelri : na rluu > 3U
braU3"- 26- Va airan
- Precisa-so de umaltoa para umar" '
geira de pouca familia, que entenda bi1'^ ;"jv",."
mare fazer o mais necessario de umat /.- "
te-se que nflo precisa cozinhar : na ra da' ..""
mazcm n. 48.
~ Oabaixo assignado faz publico quo compr ao
Sr- Jos FernanJes GuimarSos o deposito de *u~
car e caf, na ra liireita n. 54; Upando o dito vf^f"
dor obrigado a todas as trasa
at esta data. :
Naru d'Alegrla, n. 11, preclia-se alugar urna e-
crava que esteja as circumttancias de bem faier
servico interno e externo de una casa de familia.
Alugam-sc dous sitios com inulto boas acoinmoda-
Socs um n.i cainpinli.i da Casa-Forte r outro na ra
a ditapovoacao com cocbcirai c cavallarices assim
como varias casas, de precos couunodos para se pas-
tar a fesla : atratar na ra do Amoriui, n. 15.
UM FEITORPABA F.W.ENIIO.
Precisa-sc de um Portuguez de idade para feitor
de um engenho .distantedesta praca 12 legoas: na
travessa das Gruzes, n. 8
Recebem-se escravos de ambos os
sexos parase venderem de commissao, com
a maior presteza possivel, offerecendo-se
loda e qualquer garanta a respeito dos
metmos; e a vista da ba ou m vendaos
seus'donos gratilicaro
Vende-s urna preta de 90 annos muito
boa engommadeira e coznbeira ; una
dita de 15annos, qua coso muito bemi,
urna parda escura de 35 annos, qu
omma. cose e cozinlia
en-
iie miiito boa
rangeiras, n. 14, segu
na na das
lo andar.
La-
tJLL
* i;Ullllliii| x-*o- -..... mr*
lavadeira tanto de labio como de varrella ; um mo-
e^ue eiann. ; un, dito de 18 annos; um prelo
muito forte, de 30 anuos por 430,000 rs. *
proprio para o campo ; um pardo de M Ml.POf
350,000 rs. ;um dito de cor escura, com otile .le-
alfaiate.e que he ptimo cope.ro e tambe.n e me 1-
do alguma cousa de marujo por ter pratica disto
ter muita voniade de continuar a embarcar ;emais
alguns escravos quo se mostrarilo aos prelendentes .
na ra das Larangeiras n. 14, segundo andar.
Vendem-se espadas prate*das com roca e sen
ella o entre ellas algumas douradas, por preQo
mais commododo que em outra qualquer parle:
na ra Nova, 11. 25
Louca barata.
Na ra do llangel, loja de louca n. 17, chegou
ha pouco da Babia um grande sortimento de lou-
porQSo como a relalho.
Vendem-sc chapeos de copa Ma de palha da
Italia, pelo baratissimo prego de 3,800 rs. 1 na ra
do Quelmado, loja de mindezas, n. 24.
Vendem-se 2 caixOes de clapos de pello de
lebre, da fabrica nacional do !tio-de-Janciro tanto
nas Cinco-Pont, 1. 8! ,W5_ P"" atacado como em pequeas porcOes e mesmo a
- Compram-se duasou tres libras de ouro (leTVrr1.taJho : na ra do Qucimado, loja de chapeos, n. n.
..r^me-so um bonito candido : na ra estrel-
lado IlozarpW n. 21.
Vende-sowna preta crioula de 30 annos, sa-
dia, sem viciomgum que lava cose chito e co-
zinba o diario diurna casa: na ra da Gadea do
Iteeife n. 53, tcrflkiro andar.
-- No deposito domtc. Calmont & Gompanhia na
ra de Apollo, armem n. 6, acha-se constante-
mente grande sortimdfto de ferragens inglezas para
eugenhosdeassucar ,%)n-osejam : taixas de ferro
coado de diflerentes iflbdelos, os mais modernos;
ditas de ferro batido ; h\endas de ferro do mode-
lo adoptado para armarVm madeira ; uilas todas
de ferro, tanto para agoa lomo para animaes ; ma-
luatro cavallos e de a}-
0 simples que h_
Veiras ; resfr!-
Iferro
Cumpris.
-- Compra-se um moleque de
nila Hguru e q>'.e ttmba boa con
mercio.
Compra-se um sellim com seus
nas Clnco-Pontas, n. 82
a 14 annos, de bo-
da -. no llotel-Coui-
ces, em
nrto excedendo de tres mil rs. a oitava : quem tiver
ann inicie.
Compra-se urna morada de casa terrea sita no
bairrodeS.-Antonio, que nlo exceda de um conlo
de ris : no pateo do Collegio, n. 4.
Compram-se 3 ou 4 libras de ouro de lei ou
qualquer porijiTo a 3,200 rs. a oitava : quem tiver
annuncie.
Compram-se SO saceos de farinha de mandioca :
na ra larga do nozario venda da esquina, defron-
te da padarta de Manuel Antonio de Jess, n. 21.
Compra-se urna escrava que soja recolhida e
que saina bem cozer lavnriuto e engommo na roa
das Cruces, I), 48, segundo andar.
Vendas.
Desappareceu
freguezia do Cabo,
lo com os signaes ^
ultima muda,, urna estrella na testa,
; feitas por
lo Alves da Cruz.
lie
SitCj*
,11.. 9.
A possoa en
nlio da marca \
horas da man
alfandega. (nflo
pesaoas que viralk
queira entrega-lj
dono, o qual prole?
e se nflo.accus'ar tod
Icei faltado:e por
qqem Ihe deseo,
furto, com as
l'uizo.
No dia p
ras do dia, >,,
bar um barril de vi
um preto furtou s
^corrente da porta if
eodoim*ki|.01leva-10
.julgarem ^?s(|v.'in%joj
J.Tasso Jnior, s>" gTtimo
de ha ver da pessoa queV livor>
imporledasfazendas
R otTerecc 30/rs. de gratilicV''"'
re aclarcar o comprador 57
ptenles provas
Charutos de (Hitados*
O deposito do charutos da ra larga do
Rozario n. 32, sonde he cosame haverem
sempre os melhores charutos A& Rihia,
acha-se de novo sortido da$ melhores qdte,
lidades, sendo os ve- ..deiros charutos de-
putados, .uina-voa, regala de San-Flix,
regala de superior qualidade, non-plus-
ultra, os afamades regalos de liavana e
meia regaba, em caixinhas de 5oo: cousa
superior c por commodo preco.
- Vende-se doce de goiaba novo de fi em arro-
ba a 800 rs.; manteiga ingleza superior a 800 rs. ;
banha de porco a 400 rs.; caf moido a 160 rs.;
dito em grito, a 120 rs. ; aletria e macarrflo novo a
280 rs. ; touciuho de Lisboa a 280 rs. : feijflo novo ,
u 400 rs. a cuia ; arroz brauco a 400 rs. ; fijflo pre-
to novo a 400 rs. a cuia ; cevada nova a 100 rs. a
ihr.-i alpista a 960rs. a cuia; pnico, a 610 rs. ;
espermacete de 6 em libra a 800 rs ; carnauba de
6, 7 c 9 em libra a 32o rs.; holachinha ingleza a
240 rs. ; milho e arroz com casca novo a 120 rs. a
cuia ; queijos novos[superiores, a 1,520 : no pateo
do Carmo, n. 17, na loja Jo sobrado de Gabriel An-
tonio.
Vendem-se diversas obras le ouro velho e de
prata : tudo sem feitio : na ra tyireita n. 28.
Vende-se um cavallu rugo, novo muito gordo,
andador baixo at meio muito bem quasi a esqui-
par e que he bem encascado: na ra de S.-Kita,
n. 91, a qualquer hora do dia.
Vendem-se 3 molecotes muito lindos de 15 an-
nos ; 4escravos, sendo2 co/.inbeiros ; 2 negrinhas
de 14 annos ; 4 esclavas mocas : na ra Direita ,
n..".
Vende-se urna rica colcha de damasco verde,
por barato preco na ra do Queimado, n. 17.
- Vende-se urna parda escura, mo-
ca, bonita e sailia, que co/.e cozinba een-
gomma: na ra larga do Rozario, n 35,
na loja, se dir quem vende e omotivo.
-- Vende-se urna commoda do amarello rom pou-
co uso : na ra da Senzala-Velha, n. 48.
--Vendem-se ealugam-se bixasdehambiirguezas,
sag fino, gomma de ararutu, covadinha de Franca,
tapioca de Maranhflo, por presos rasoaveis : na ra
das Cruzes, n 40.
- Vende-so urna preta de nacflo Mozambique, quo
representa ter 22 a 24 annos, muito boa engomma-
deira, coze, cozinha e faz holinhos \ e que o motive
por que se vende se dir ao comprador: na ra da
Cruz, n. 48. -^
Vende-se urna preta recolhida muJH|linda. i[f
16aunas, propria para mucama,fnj^>er bem cflser
chinas de vapor de frca d
la pressilo o mais modern
vel ; reparlideiras ; espum-
ferroeslanhado; formas
commodo.
Vendem-se cad
ditas de meio dcsab
deiras, solas, banca
marquezas, de anr
commodas, camr
bancas de quat
ifs,
Hieco
bancas de jogo,
os, de Jacaranda ; ca-
ditas de meio de sala,
.,.. sas de quatro ps,
.larello; Catiras de oleoe
tudo do melhor gsto e mo-
derno, o porp qo commodo: na Camba-do-Car-
mO, 8,Jfja de marecneirp. Na mesma loja ven-
de-se ju^to da India em poreflo ou a relalho.
Vende-se urna mulatinha de 12 a 14 annos : na
ra da Praia, n 32.
Vende-se farinha de mandioca ,
muito superior, por preco commodo : a
bordo da garopeira Santo-Amaro, fon-
deada no caes do Collegio.
Vendem-se poldros e poldras, ptimos para en-
genho :,:ia travessa das Cruzes, n. 8, ou em Cara-
ba engenho da comarca de Nazareth.
Vendem-se duas pretas urna de 18 annos e a
outra de nacflo que ho boa quitandeira : na ra
do Fogo, n 23.
Vende-se urna cabra de boa figura : com habi-
lidades ; urna cabrinha de 12 annos com habilida-
des perlencentcs a urna pessoa que se retira : na
ra do Fogo, n. 23.
1 08
>r 10
, por.
ho Molinote,
de agosto, um c
cor prela, fazei
um pouco
bado das pe mas, um p calcado, (direi'o ou es(
do ) sendo o ferro um O no quarlo esi rd" '
isso roga-se a quem do dilo cavallosoul
noticias, dirija-se ra das Cruzes na vt
mingos da Silva Campos, para este avisar,
assignado, que ser recompensar.
Francisco Paes liarrelo Junio
Antonio Manoel do Nascimento faz scientt
puqlico, que sua mulher, Maria Luzia llemiqi
de Almeida deixou sua companhia desde margo
correte auno : por isso elle I)
por qualquer divida que a mesan
me de seu marido visto como I
apartamento. 11 boa conducta ,
r Aluga-se um sobrado e sitio no lugar daf I ra da Cadeia des -Antoi ir, aidea5u>-
jeilade : a tratar na ra da Aurora, 11 58. 1.1 Vendom-se liVoas ,, hi ?- .
'por preco, commodo^ l^ft ** boas
rado cacimba e portflo : a tratar na prai; da | Vendem-se 8 volumes
dependencia, livrarians. 6e8._______________ )|nados, por prego commodo;
engommar, fazer lavarinlo e marcar ;~um dita|Ge 151
anuos, que engouima soflrivel e coziiiffa o diario
de urna casa ; urna dita de 13 annop, mu^o/linda,
que tem principios do engommar e cozer; urna dita
de 25 anuos, que he boa quitandeira, da qual se
aianca a boa conducta ; urna dita do 35 annos, que
cozinha o diario de urna casa e vendo na la ; urna
dita de 25 annos, de nacflo Angola, quo cozinha,
vende na ra e he de boa conducta urna uegri-
nha do 11 annos, muito linda, propria para se edu-
car ; dous negros muito robustos, um,proprio para
ra
flo se resoonsab Ci,uei'-'l'l'a. Por ser ""lo alto e reforoadz)-: na r
"possaTze r'em ^t^^^Z"^^^ a
ho%ubl.co lal bem dEriodenl-c'"vV,e *>.. Vje cozin
liZ..J!", de.."m". ,:"s .'fijlg meia idade c te
ha
tem
ft rs. : na
Aluga-se urna casa na ra do Nogueira esl-l
na quo volta para S-Jos, com commodos dar g
de familia, por ter slito, cozinha fra, quintal 11
no Ater-
ivraria ns. 6 e 8.
-- Aluga-se um sobrado de um andar e solflo, o
" { commodos para familia silo na ra de Borlas t
\ I do saluda para a ra deS.-Thereza : atratar na
ieiro do corrente, pelas 10 ou 11 ho-l tdeia-Velha n. 59.
Precisa-se alugar um preto que sirva para u
i servigo: na ra do Trapicho, casa n. 8._
__Precia-** '! nretaspara venderem pao pagan
e-lhes a vendagem, sendo sb responsabilidade de s
iihorcs na ra Direita, padaria n. 2C.
na ra da Praia, n o
" "eite de cabra : n
S&SSSiSrf.
Cr8po;roj,Un.5."I,',re,,ender' entrega" na ra do
mmance-
-: Vendem-se stas dos bi.heles premilllJos
pu-
primei
blico
-ra terga parte da 18.' lotera ri ii..0
as,lwsSSSi2S'r5
primeiro andar. '" s J0 Ro0, n. 48,
(
Para casaca branca a Soors. o covado.
Na ra do Livramento, n. 14, vende-so fustflo
branco de superior qualidade com um pequeo to-
que de avaria de agoa doce, a 500 rs. o covado.
Vendem-se 6 lindos moloques de 16 a 18 annos;
5 prelos de 25 a 30 annos sendo um dellcs cozinhei-
ro ; dous pardos do 16 a 18 annos ; duas mulalinhag
de 7 a 14 annos ; urna negrinha de 12 annos : to-
das com principios de habilidades : 5 pretas de 20
a 25 annos, algumas dellas com habilidades: na
ra do Collegio, n. 3, se dir quem vende.
Vendem-se, na ra do Crespo, loja 11. 11
guiutes livros : um Alias de Simoncourt, por
rs. Cramuitica franceza, por Sevene nova
5,000rs. ; Pliilosophia, porCousin nova, por 7,000
rs. ; Magnum Lexicn .novo, por 6,000 rs. ; Tra-
tado da religiflo novo e encadernado, por 5,000 rs. ;
e varios diccionarios portuguezes, francezese in-
glezes por prego com modo, econtinuam-se a lio-
car e comprar boas obras.
-- Vende-se urna casa no Cachang com a frente
de pedra e cal com 30 palmos de frente o mais 10
palmos no oitao : no pateo de S.-Jos, n. 45. <
Vende-se, por muito commodo prego, umrelo-
gio de ouro, palete inglez muito bom regulador :
na ra Direita n. 29, casa do Sr. Sahoia.
--amado Agoas-Verdes, n. 46, vende-se, de
una pessoa que se retira um escravo mogo sem
vicios nem achaques de22annos, de bonita figu-
ra o que he ptimo olficial de alfaiate; 4 moleques
ptimos para todo o servigo, de 14 a 18 annos; um
bonito escravo proprio para palanqun) de 25 au-
nas ; una escrava perita costureira e engommadei-
ra ; una dita dita ; tuna bonita mucama, mulatinha
do 16 anuos; um casal do escravos, proprios para
sitio, por 420,000 rs.
Fusto para rolletes.
Na ra do Livramento, n. 14, o melhor fustflo
branco que tem apparecido, c por barato prego.
Vemle-se urna farda para guarda nacional, no-
va de superior qualidade, por prego commodo : no
pateo da S.-Cruz n. 8, contigua a botica.
Vende-se a taberna do becco do Lobato, n. 12
com poucos fundos, a qual vende 16 a 20,000 rs!
diarios : vende-se melada a prazocom firmas a con-
tento : a tratar na mesma venda.
Vende-se, pcr.diminuto prego, o tergo de um
"n,I"-virT}boa ra do bairro de 8.-
1 '""Me.
quemquu... b,ianc.'
-Vende-se um irago a. de .?' -
cozinha o diario de urna casa mS,"dre,ro e 1u
vende se dir ao comprado" rm Z ,TrPrque so
cM^'uv.Cunl..tuimrC d" Cadeia' em
sem\lSrmTa,^dmacm'Pocos fundo*, 0
rato Prego: nara"e7tiTaa?dVoz'anr0i0erUa' "orb:
tarnamesma, ou na ra DueTta n 76' "" 8 : ^'
sobrado de um
Antonio ,
Bomflo
S
i
r
l MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


I '
H
>
,a,
Vendem-se acges da ex-
mela euntpanliiade Pernambuco
e Paraliiba: no escriutorio de O-
liveira 1 muios & C, ra da Cruz,
n. 9.
FAHI.NHA DE TRIESTE.,
marca verdadeira -SSF, chegada ltimamente: vrude-sc
ni cata de N. 0. Rleber & Companhia, na ra da Crut ,
n. 4.
Fazenda de algodo para tlioa-
Idas.
Na toja de Gulmarae* &t C ra do Creipo, n 5, ven-
de-e a excellente fazenda para toalha* de algodo,
trancado branco, com 8 palmos de largo, pelo barato
preco de 860 ri. a vara.
Vende-se cal virgem de Lisboa,
chegada no ultima navio, em barris pe-
queos, por menos do qu em otitra qual-
quer parte : na ra do Trapiche, arma-
zem n \-j.
Vende-se, por preco commodo, malta superior sal
do Assu" : a tratar na ra.da Moda n. 11, com Silva i
Grillo.
FAItELo
a 3s'ooo rs. a sacca
nos arma > 111 DI. I e 3 do caos da V
3 da ra do Amorim, de J. J Tass
ll'.i
i dega,
un i (ir,
e no ue n.
Riscados maestros.
Vciidem-se superiores riscadufs monstrns, ja bem co-
nliccidos tanto pela qualidad/ cuino pela largura em
demasa, pelo barato pirco de 1280 rs. o covado Estei
riscados sao chegailos ultimaincntc : as cores sao rixas,
e os pailres muito moderno* e de bom gosto : na nova
lujada Estrella da ra do Co/[egio, n, 1.
Alpaca alcoehoad-
vimui-->.-, na oja que faz
5, de Giiiinaraes
viuda de
' pret
appaiecido no mercado, s libras, meias
libras, (piarlas e meias quartas; assim co-
mo rap de Lisboa, ebegado proximamen
te, s libras, e s oilavas a 4o rs.
Vendem-se mui superiores sapatos
de diiraque preto, de Lisboa, e por pre-
co commodo : na ra Nova, n. 3o.
Vende-se salsa parrilha, de limito
boa qualidade, ltimamente chegada do
l'ar : em casa de Kalkmann & Rosen-
mund, ra da Cruz, n. io.
Vendem-se saceos com superior fa-
rdo ; presuntos para (iambre ; barricas
com bolachinha, ludo por preco commo-
do : na ra da Madre-de-Deos, armazem
n 20, defronte da guarda da alfandega.
Vende-se uina escrava criouladc30 e tantos
anuos, quecozinha, Caz doces, lava, cose com mui-
la limpe/.a, faz todo o arranio de uma casa e engmii-
ma ptimamente, e ao comprador se dir o motivo
por queso vi'" -.'-. na ra do Collegio, venda da es-
quina, ohral, so dir quem vendo.
mascavado, a 45 rs., de 4 libras para cim*; farinha
do Ma ran hilo, a 100 rs.; esleirs do perp ry, a 160
rs.; caf de carago a 120 rs.; e lodos os mais geno-
ros de venda muitoemeonta.
Vende-se um sitio em trras do Monteiro na
estrada que vai do becco do Quiabo para o Arraial,
e outra casinlia con quintal arvoredos criados no
dito becco do Quiabo : o sitio tem bastantes e pti-
mos ps de larangeiras, jaqueiras, jambreiros e
dendezeiros, trra para plantacOes, baiza para ca-
pim commodos para 2 a 3 vaccas de leite, lugar
para borla boa agoa de beber, com uma casa de
taipa : a tratar com Jos Rodrigues de Mello na po-
voacSo do Monteiro, ou com Jos Mariano de Albu-
querque no lenle, ra da UnSo.
do ar-
si
largura, pelo Uara.u _
_ Vende-se cal virg
arrobas chegada pelo
do : a tratar cora Almei
a 8oo rs. o covado,
Iquina para a ra do Colle-
M-uinpanhia, a nova alpaca
sba fazenda nteiraniente
r de caf, de 4 palmos de
800 rs. o covado.
isba em barris de 4
vio, por preco comi.io-
"ca, ua ra do Apollo,
I.N
ancoretas com azeitona -
dem seno caes da Alfandeg* ,
de Francisco Das Ferreirav
notes : ven-
n
Osantigos riscados monstro.
Sa tola de fiui.naracs & C. ra do Crespo, vendem-se
os be.n conhecidos riscados monstros de padres muito
modernos, e que tcemquasi una vara de largo.pelo ba-
rato preco de 320 rs. cada um covado.
___ Vendem-se gales de o uro verda-
dero, de todas as larguras, e mais barato
do que em outra qualquer parte : na ra
larca do Uosario, n. ?4-
--Vende-se cera de carnauba em porcao e a reta-
lho.de superior qualidade ; queijos londr.nos; latas
com hnlachinhas de araruta multo novas a 2/ rs ,
atascom sardinl.as ditas com i l.bras de marine lada
ditas com figos: tudo por prcVo commodo : na ra da
Crui.DO Rccife, n. 46.
Vende-se arroz.de casca ; niela ne algodo leitas
no Porto ; cera do Kio : tudo por preco commodo : na
ra da Praia armazem u. 37.
_ Vendem-se barris pequeos com cal virgem de las-
ba a mala nova que ha no mercado, por preco com-
modo : ama da Moda armazem n. 17.
- Vende-se urna casa terrea inulto grande sita na
ra -la Mangueira, na Boa-Vlatt. 0. ll.COiil grandes com-
modos, quintal multo Brande e mullos arvoredos de fruc-
tos, por preco o ...ais rasoavel poss.vel: trata-se na ra
do Aragao, n. 27.
Cal virgem.
Vende-se barris com cal virgem, viuda de Lisboai,
por nreco mais barato do que em outra qualquer parle,
na ra da Cadcia-Velha, armazem n. 12.
A 14000 rs. CADA UM CHALE,
loja que faz esquina para a ra do Coilegio n. o
'c... chales de ta.lalai.a, grandes c de padres es-
pelo barato preco de mil rs. cada um.
Casimiras elsticas.
suneriores cortes de meia casimiras elas-
. la, pelo barato Pre9o de 200 ; tflOO rs.
j_ ...._n- ja rua do
ii loja di rua do Crespo 30 p
co deS -Antonio, n, 5 A,
de [iranio Jos do Frcilas Itibciro vendem-se cor-
lea de chita com 10 covados muito linas o escuras,
pelo barato proco de 1,600 rs. ; ditos de ramhraia
pintada a 2,00(1 rs. chapeos do crep para senho-
ora muito bem feilos e de bonitas cores, a
5,000 rs.; cortes de cassa de barra, brancos e de
cores (Osmais bonitos que teein appaiecido tiesta
praca u 5,000 rs.; cortes de fusto para culiele a
500 rs. ; cassa de coros com 4 palmos de largura a
240rs. O covado um sorliniento de pannos finos
de todas as cores muito bous e baratos; e unirs
muitas f/azendas linas.
ptimo vinho doce abalado.
Vende-se este excellente vinho no armazem que
fui do fallecido liraguez ao pedo arco da Concei-
cSo he ISO bom ou inelhor que o bom moscatel do
Setubal : o sen preco agradar aos compradores :
trata-se com Virialo de Carvalho Tavares.
Vende-se urna secretaria moderna, cotndous
gaveloes, e puxndorcs decrystal : na rua da Con-
cordia, n. 25, priuieiro andar.
/Tiu de-se, em casa de Kalkmann e
mazenvsenmuud, ru. -a da Cruz, n. io, espa-
das para olliciaes, mu ilo rif asim co-
mo bridas de cavallo, de metal branco. .
-Vendem-se pecas domada pono com 20 varas
muito largo e muito forte a 2,800 rs. e a retalho
i'.n,.ii;ors. .chitas muito linas e de ramagens para
coberta a ICO rs. na rua do l'asscto, loja n. 17.
A 1/600 rs.
Bolachinha de araruta, chegada ltimamente do
Riode-laneiro em lalasde 6 em libra : vende-se
no caes da Alfandega armazem n. 1.
- Vende-se uma porcao de charutos Turados, pti-
mos para serem cobertos de novamente por pre^O
muito barato : na praca da lloa-N isla, ii. 15
__ Vendcm-se saceos com lardo, pelo
batato preco de a,4oo rs. na rua
Sanzalla-Yelha, n. i38.
Noticias clenientares da hompaU.la ou manual
do faieodelro. do capitao de navio cdopai de familia,
coiitudo cao d'e 24 principie, medicamentos ho-
mopalhicos. 1 vul. .ganon de Hahne.na.in, ou cx-
noiIcSo das doulrinas lioii.a-opall.icas
Vende-se na casa n. 1 da rua da Cruz. 2= Ottr,
p0:!7cn,l?-OsePc.U.r6pm de Lisboa, muilo nova,
nara fabricarasaucar: no a.niazcu. do Sr. Antonio
Aunes defronle do caes da Alfandega.
Vendcm-se botina engraxados,
DEGRORTASN^? g
@ 0 dono dcsle estabelecimento,vcndo-se em cir-
b cumstancias de llie ser preciio retirar-se para a
3 Europa precisa priuiciro pagar a seus credo-
8 rei.c para elleiluar este pagamento o mais
S breve possivel oH'erecc algum abatimento a
G1 seus devedores que quizerem saldar suas con-
jS tas ; assim como leni resolvido vender todas as
fo fazendas por diminutos precos, a saber : pecas
S de madapolao, a 2/ 2/000, 3/200, 3/500, 3/700,
j| 3/1)00e 4/ rs. ; ditas de chitas escuras finas e g
jS( entre-linas, de cores fixas a 4/800, 5/, 5/500 ggg
6/e /500 rs. ; ditas inulto superiores, entran- 553
do alguuias de coberta, a 7/ rs. a peca c a 190 g
a rs. o covado ; alpaca, a 600 rs. lila larga, a 380 j--<
^ rs.; cazinela preta a 1/rt. ; los linos c gran- !-S
8 des de linho, a 6^400 7/ e 7/500 rs. ; chales ^,
.^ (.-rindes de garfa a 1/500 rs. ; ditos de edita, a gj
l 800 rs. ; vestidos de cainbraiacom bico e renda g
& de superiorqualidade, a 3/rs ; mantas de cam- ^
Mhi.lia para senhora, a 1/rs. ; luvasde pellica, sgf
seda c algodo, para hoiiiein, a 320 rs. ; pesco- S
fcinhos e golas de bonitos gustos, a 240 c 320 rs ; ^
bicos franceies, ii.glezes c da trra e alguns de -
de seda preta, a 120, 160,200, 240,320, 41)0 e 640
S^ rs. ; leucos de cassa para grvala a 200 rs. ; di- gg
tos de n.uitas qualidades para homem e se- ^3
nhora a 180, 200, 240, 300, 320, 360. 400, 480 e
560 rs.; suspensorios a 40,120 e 160 rs. ; ditos jg*
finos de borracha a 200, 240 e 260 rs. ; garfa gg
de seda muito larga cun llores douradas a 240 j
rs. o covado ; cassa da India,a400 e480rs. a va- ^-
ra ; merino fino e entre-tino a 1/800 24000 e gS
2/500 rs. ; panuos linos, a 3/800,4/ e 4/500 r. ;
e outr.is multas fazendas que naose annunciam
por oceupar muito lugar as quaes se vendem
todas ainda mesnio com grande prejuizo s
i liin de se acabar com o dito estabelecimento ,
liav flual tambem se vende no estado que se acha,
un a praudo quem o queira comprar ainda mea
oja nova de h \ ~
leaio n. G, de M v do pateo do Col-
do, acaba de recel ->*<> da Costa Doma-
vros :
Obras de ferreira oro. Dlcclo
con.mercial portuguez, Font^ pra*.
marcial, Contrato mercant LlMH^
bial, Comentarios acerca dos seguros
Sotas de uso praticas e en .cas, //
io civil de Portugal, Gw "."'. *
man o. Corlao da Buclifl. Wrelto civil, Lu
o de direito civil, I-tira. Memorias or di.
C. tne, ara.ica dos inventario*, e ju.zo
sin, como Ueportorio con.mercial por u
istrado. Assemo da casa de -Uifpiicnv30,
entes novellas e romances entre-cstc, o Ji
canfn t/*t
3"
B<
>
Q,4oors
sapatoes tlilos, a i,a8o i,44
rs.", ditos em branco, de diversos pre
na rua da Cadeia do l\ecife, n 9.
eos
a Salamandra : vende-se por prec;0 IIlUto c.
MEDICLNA UN VER
5 lulas fegel i de J
m
A medicina veg'
jurdico, Cdigo
do cdigo coin-
de direito cam-
.riihos : Lobo.
'arneiro. Direi-
atado do testa-
Teixtlra. Cur-
nalogicas, A.
livisorio ; as-
1 antigo ma-
muitas dille-
ideu errante
iiiiihkIii.
.mes
da
Vendem-se
ticas de pura .-
o corte de calca : na nova loja da estrella,
Co.legio.o. 1. CHAHYSS0Ni
de ptima qualidade a 2/240 rs. a l.bra
fru no Recife armazem n. Id.
- -Vende-se um alambique novo de cobre com todos
o, seus nertences ; un. relogio sabonete de ouro con.
orrcntePsus,a : na rua da Cadeia de Santo-Antonio,
arinazem, n. 21.
Vendem-se chapeos de palha, da
Italia, para senhoras e meninas, a i,an
rs. J barretes de padre e gollas de diver-
sas fazendas ; bonetes pelos de velludo,
aoGors. e de panno riscado a 6o rs. ;
lencos de garca a i ,000 rs. ; ditos de gr-
vala a 1,000 rs. \ luvas de algodo, de co-
es,aaoo rs.opar; ditasdepellica, de se-
nhora, a 1,00o rs. e para homem a 1
rs
d
nhora, a 1,000 rs. e pi aa ..
rs. : flores para cnleites de chapeos; bicos
Jo Porto, de 100 at 400 rs. a vara; ditos li-
nos, francezese inglezes ; gales brancos
e amarellos, linos ; ditos ordinarios ; es-
pigoilhas e rendas ; volantes largos e es-
Cal virgem
ehe.'ula de Lisboa no correte mez, de superior
aalidade em barris de 4 arrobas, por pieco com-
modo : na rua da Moda armazem 11.1.
. Vende-se urna bonita parda de 25 anuos, que
engo.nuia. cozinba e faz alguns doces, por preco
commodo : na rua Imperial, n. 39.
agoa de tingir cabello.
Conlinua-se a vender agoa de Ungir cabellos e
suissas: na rua doQueimado, n. 31. O metliodo de
annlicar a dita agoa acompanba os vidros.
--Vende-se urna venda, sita na estrada de 8.-
\maro passando a ponle a dinlieiro ou a prazo
com lellras de boas firmas : a tratar na mesina ,
"\30- 4 NOBOTIQUIM
unto ao tlieatro voltio vendem-se muito boas bolas
Jdo (tarta Pra l,il,,ar e llons tafs ; s"perJuS
dos-de marlim para gamo : tamben, so WHlde un
molenua.de 10 para 11 anuos, de bon.la (.gura,
muilo esperto e sea defoitoa e que he muito hbil
tiara qualquer ollicio. .
-Vende-se, para fra da provincia ou para al-
gum engenbo urna escrava de 20 anuos, de bolil-
la ligera, boaengomatdoira o cozmheira : na rua
2? Vende-se um cavallo boa canegador, por preco
commodo:. no sitio de Joaqun. Carnero Macl.adi
ltios, no Jlant-dinlio. )
__Vende-se uma cania com enxerwo
Por mcio 1
meras eadm
las'
de
O
e'
na ru
eslreita do llozario, loj'^^? ,.,, venda n. 1, mu
_ Vende-se.";.'--^ .. ,)euuenas, e muilo >
lo MV* m^rn^laaors! a libra : vende-se s por-fadas
treitos; espelhos de parede ,,000 rs.
ditos de augmento
..> rv>r'
- ,0 rs. : na loja
,a doCabug.n. 1 C
de
bom doce de ginja
.or
ctal universal he o resultado de 20
dcsl ''a.Q5es do clebre James Morison.
.as pilulas consegio seu autor innu-
iraveis curas desde as affecgSes que
atacam as ianc.as do peilo at as molestias chroni-
cas do anc: r
A i"nar- sau,,ou este remedio como remedio uni-
versal pa todas as doencas, e at boje ainda nflo
fo.desmc. uidoui titulo;
bsia medicina ve ni acompauliada de uma receita
que ei isina e lacillila a sua applicacilo. Consisto em
ire;>arac0es, a saber : duas qualidades de pilu-
is ti netas por nmeros, e um p : cada qual goza
todos e acedes diversas.
s pilulas n. 1 silo aperitivas ; purgam sem abalo
minores biliosos e vicosos, e os xpulsam com
cacia. ,
don. 2 expulsam com esses numores, igual-
te com grande frca os humores serosos, acres
Iridos, de que o sangue se acha a miudo infecta-
percorrem toda^as partes do corpo, e so ces-
deobr-.r quandoleem espulsado todas as im-
a preparaQSo consiste em uma limonada
dativa : he aperativa temperante o ado-
.orna-se em commum com as pilulas e facil-
.oes os melhores efleitos.
1 posicHo social do Sr. Morison, a sua fortuna in-
pendente, repellem loda a ideia vdo churlatanis-
); eas admiraveis curas, operabas com o sci
slema nocollegio desadede Londres, sao mai
e garantes da efficscia do seu remedio,
liecommenda-se esta medicina, que\n"io pede nern
iguardode tompo, nem de posiclA da parte de
jente.a lodos os que, atacados de ^nolestias jul-
se quizerem desengaar da su/
onfennidadesquea acam polo grande uso do mer.
curio, hidropisia expostos a uma vida extriv,
gante Assim como chionicasdesordena da c.m
liluicilo senlo curadas por esta 13o ulile atnS]|
veda medicina.
Ilio-de-Janeiro, H de dezembro de 1847.
Sr. Freitrio H. Southworih.
Tendn eu lido no Jornal do Commercio e nn )gr
do Kio de Janeiro por diversas vezes annuncios da 8ik
sa-parrilha de A. B e D. Sands que se vendo n.
rua do llozario, n. 79, porFrederico H. Southwortli
a este me dirig o lhe comprei uma caixa com 12 v.'
dros do dito extracto ,e achando-me com um gran'
de tumor no sovaco do braco direito e parte do pe'
to, soffrendo immensas dores por todo o corpo q,
deliberei a tomar o extracto da dita salsa ; e tendt
tomado dous vidros e usando delle, logo ao segu
do vidro conheci immensas melhores, e continuin.
do, liquei perfeitamente bom ; e tendo algun
amigos meus feito uso do dito exlracto para rhei.
matismo, tem no uso delle por fin do terem tomillo
8 a 10 vidros Picado bons. do que tem resultado man.
darem-me do differentcs parles encommendas di
dita salsa para fura desla corte a diversos que teen
eifto uso della e s*. reslabelecido perfeitamenl.
emandando-meHgrBdtt-v ssim considero ser ia
aclo de bumanidade e obiW co minba fazer pubh.
co tfo cllicaz o salutar remeti. Joaquim t'errein
deSousa Flores. -
Itoconheco verdadeiro o signat supra. ([/o, u|
dcdu/.embi'o de 1847. Km tesleinunho de verda
de Joaquim Jati de Castro.
Vende-se nicamente em Pernambuco na boln
de Vicente Jos de Brito, na rua da Cadeia do R(.
cife
Vendem-se 9 escravns, sendo : 3 bonitos mo.
lequesdenacno.de 18 a 20 anus ; 3 protos boni
para todo o servico ; uma negrnba recolhida, de |j
anuos .que cose muito bem, faz lavarinto e lom
principios do engommadn e de coziuha ; duasp^
tas muito mocas para todo o servigo : na rua do Vi.
gario, 11. 24, se dir quem vende.
VctiJe-se o silio do Caldeireiro, a beira do 1
com casa grande de vivenda uma mei'ngo
cheira estribara e quarto para prelos com"grao
poco de agoa de beber, plantado de diversos ar
redos de frticloe baixa para capim : na rua do
gario, n. 19. ,
Vende-se muito boa manteiga ingleza, anua!
rs. a libra ; cha muilo superior, a 2,000 e 2,40) rs.-
superior vinUo de Lisboa a 200 o 240 rs. a garrafa' I
azeilo doce de Lisboa a 560 rs. a garrafa ; queijos'
muilo fresca es a 1,800 rs. ; passas muito noval
a 360 rs. a libra ; chouricas a 440 rs. ; paios muilo I
novos a 280 rs.; caf em grilo a 140 rs. a libra-
farinha de araruta a 320 rs. ; toucinlio de Lisboi!
a320rs ; dito de Santos, a 200 rs.: no Aterro-di-|
Boa-Vista, Vfcnda n. 54.
Escravos Fgidos
Fuglo, de bordo do brigue Scrtorio na manhaa
d.a5dejulho prximo passodo .umescravo itiariohei-1
ro de nome Francisco de nacao Jang ; representa mi
SO a .'ISannos ; tem na face esqnerda um signal ; fallil
muilo descansada; levou calcas e camisa azues, el,-1
peo de ialli.1 pintado de branco e o baldelque tinlia del
i7er .1 rncin .ipfgr* <"ii nejlulas qucBi i, pffgM tt-l
ve-o a jna da Moda que ser bem recompensado, I
-- Fugio, no da, 31 drf prximo passado ^nna |ire-|
ta de 20 anuos, de nagilo Angola, baixa^ sicca;
tem as costas cica trizadas e a orelha esqnerda defei-
tunsa e cheia de calombos, calcanharcs radiados,!
falla milita espevitadjj: tque a pegarlcve-a rua |ilo|
Trapiche-Novo, n. 6, ou VteSoledade, casa defronle|
da padaria, quesera benfi gratilcado.
~ Fugio, no da 25 de'agosto prximo passado,!
urna escrava, de nome Meara Jos, de nagio Reholo,[
de 38 a 40 annos poucoiinais ou menos a quai cos-|
tu ma va vender a noite o paleo de igreja do Terco:
quem a pegar leve-a a rira Direita n. 119, a Anto-I
no Luiz de Sotiza qua gratificar.
Fugio, no dia3 do crrante, o cyoulo Tormo-I
zile, costuma mudar onorap.^ra AnWib de 21
annos/* ira^aTegular secco In ^/r'pbj
10 da cor, oTnm muito vivos ponta de bar-I
ii uma marca debaixo doqueixo de uma qiie-l
e levou caigas pretas e camisa de algodiioj
ve\ ha pouco do lugar do Pesqueira : quemo pt-J
gar'Jeve-o a praga da Boa-Vista n. 8. que ser re-l
comjbensado.
wugiram, no da 3 do agosto (iroximo passado, |
doenjgenho Pindoba, da fregueza da Ipojuca ^Jniis
escrav^os, sendo um cabra, de nomelzidoro, eu
prela.idunome Hila o primeiro de cor trigueira,!
W
ha
di

quatr
do Duaite. nrMUntos para
_Vende.n-.e queijos Ion-r'n0* ?/Jc""crpool ,
Hambre, chegado. pelo ulli.i.o v, ",,-;.arrer a-
i-r'rrSirdr^v ssss, n. rua Ja
CrU^"'Na praciuha (do l/.vramento, loja
n.Ac,, de MarcolinoJose de Moraes8cC.^
vende-se o inelhor cha da luuia 4ue .v....
Iirtude.
cOes vonUde do comprador. ^ m j0glj del Oxal que a humanidade feche os ouvidos aos in-
_Vendo-se, na roa uia a e dusV;al-l>ressados em desacreditar estes remedios tflo sim-
tambores antigos ; rodete 5 agunnuu (|ej ^ l3ocominodos e t3o verdadeiroa.
rotes : tudo muilo } 20 ml0S pouco Vende-se smente em casa do nico e verdadei
_ Vende-se um moleoie1 aei a w HJ,do4 jolito J. O. Elster, ua rua da Cadeia-Velha, n. 29.
,.;_- ,,,1 menas C que tem o*w, 1
mais ou menos e q
vende-se por
n. 12, ha para
godo. 800
f 2-*Na venda do becco do olalo V"-
vender inuitohom cha a n,..a, a tg** ^
ll0UCI""uw """*'
SALSA-l'ARItILIIA DE SANDS.
Esle excellente remedio cura todas as enfermi
des, as quaes silo originadas pela impureza 4
pguc, 011 do systema ; a saber : o
ucrofulas rheumatismo erupgOes cutnea
btithas na cara, hemorrhoides, doengas chro ,
brebulhas, bertoeija, tinha, inchagOes, dm-
osao o juiiias,uiv, uungas venc cas,ca ,res
1 -11 -^-1
altura! regular, grosso do corpo queixo bastante I
saliente a segunda do cor preta altura maior quel
a ordi lata secta do corpo voz estrepitosa siba|
coser enjgointtmi ecozinhar soffrivelmente : silo c-
: qusii os pegar leve-osa seusenhor, Lou-
deSae AlbuquerqueJnior ou ao engcnliol
rapes que ser generosamente rccompensi-l
seu trabalho.
ugio, no dia 19 do prximo passado, da ca
ocl Ferreira da Silva Ramos, um preto, 1
Domingos de nagilo Congo; he baixo.
barba feio do rodo ; tem um calajmbiuho ;
o ps radiados ; levou camisa de algodSc
algas de eslopa e chapeo de palha: quen
eve a rua do Collegio, n.il, 2. andar,
gio, ha um mez pouco mftis ou menos a es-l
aVMaria do llozario de nalfio que reprcsenltl
annos ; he alta bastanjp magra ; tem os p*|
de erisipela o os de,
n a frente quasi branca ,-
bastante ladina ; suppOe-j
arac em alguns dos enf
doExm. bariiode 1
ceu : quem a pe'
n. 20, quesera #...1
Fugio, dosilic
da Silva Freir na
Arraial, um escra\^
, v (ie
Ji sdos ps sem un lias; I
uormeiitc os cantos;
leslar na ilha de it<*
isda faini-woVniw
ae '->.nn\ ella porTJ"'
ua do fvL'oas-Verdes,
Vgoas-
sr
desden I;1'
gV, desdeni?
caKido e^0, c.0,n, ,
prido .rnigo bastante gra
rriiilas ^Minios para cim)
craydo algodiozinho, e clit
tre-J coslumava occullar-sel
.j'iho l'aiilsta e Hussupinho,
4). Boga-se as autorblades po!
ulitio Auguslo
[sa-Fortc para o
uino alto, ?
.ferior unv.lt"110
'fea grossos e com-
evou camisa e ce-
o de palha. Eslees-
,a airrabaldes do *"'
H i 11 tem iporj-
es e capitles da
no ao dito U
campo, que o appreheiida.n e evn1 n ,
tio ou ao Sr. Ci.eK.no l'ere.ra Gui*^a sera
no setrengenho (Soqueire-, em a.-Ana| t
recompensados.
PEBN. : NA TV?. BEM. V. OEFA1U*-
1
.Qtk
A

MELHOR EXEMPL


Full Text
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