Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06497


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Full Text
\nnq VXX.
_
Terja-fera 29
O rt/l/Opublica-seUdosos diasque nao
i ,r(.,n de guarda. preco da signatura he
' j,IOOr. porquarlel, pajoiadiuntadot. Os
fnuiicios dos assignantes sao Inseridos
litio de 20 rs. por linha, 40 rs. cni typo dif-
a-...le. easrepellccs pela metadr. O* nao
I' ,'nantrs pagarao 80 rs. porllulia e 100r.
liii typ di'erentc, Jfir cada publicacao.
plIASES DA LA NO MEZ DE MAIO.
i na che*, a 7, s 4 hora e 47 min. da irianh-
nVoa-'te.a 15,a. ShorasejII mo.damanh-
.nova i 22. s 5 hora 17 min.damam.-
Knte',28*9horase 4 mln.da lard.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Miau na e ParaMba, s segs. e sext.as-feiras.
>-G.-do-Norlc, quioM-feiras ao iiieio-dia.
Cabo, Serinhaem, RiosFormoso/Porto-Calvo
Macelo, no i 11 e 21 de cada mez.
Garanhuns e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista e Flores, a 13 e 28.
Victoria, s quintas-feiras.
Olinda, todus os dias.
PREAMAR DE HOJE:
Prinieira, s 16 horas e 54 minutos da tiiauh.
Segunda, s 11 horas c 18 minutos da tard.
de Majo de 1819.
N. lia.
das da semana.
28 Segunda. ** 1.'Oitava. S. Germano.
29 Terca. 4<2.' Oitava. S. Maximiano.
') Quarta. S. Femando. And. do I. do c. da
2. v. edoJ.de paido2. dist.de t.
3| Quinta. S. Petronilla. Aud. do J. dos
orph. c do J. M. da 1. v.
1 Seta. S. Firmo. Aud. do ll do clv. e
do J. dcpazdol.dist. de t.
2 Sabbado. S. Maicellino. Aud. do J. do c.
da 1. v. e do J. de bal do 2. dist. de (.
8 Domingo, da SS. Trindadc.
CAMBIOS NO DA 20 DE MAIO.
Sobre Londres a 25' d. por 1/ri. a 60 dias.
Pars 380.
Lisboa 110 por acato de premio.
Rlo-de-Janeiro ao par. ,
Desc. de lett. de boas firmas a s/t X ao niei.
Acedes da comp. de Rebcrlbr, jMfn. ao p.
(Juro. Oncas hespanhnlas. 31/tiflfca 32/iitM)
tlodas de BflOO v. \~0Hf a 17/800
.de ti/400 n. 16/600 a Hi/nin
de 4/000.... 9/400 a O/KM-
PratoPatacocs brasllelros 2/UIO a 2/V.I*
Pesos eoluinnarios. 2/010 a UD30
Ditos mexicaaos..... 1/T00 a 1/9*21
PARTE OWfAl

GOVERNO^ DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA II DE MAIO.
(inicio.A comnndante das armas, enmmiinie.indn
nuc em oceasiao opportuna mandar proceder aos con-
verlos de que precisa a tartaleta do Brum, e recommen-
iiiido liaja de determinar ao commandantc "
da mesma
Vial ta que IcnhaDUidodo com a con .isto que, segundo o exime fcko pelo major cncorrega-
dndas obrss militares, ns ruiaas que se notara sao cau-
sadas pelos deitScafnrntos que all teem estado.
Dito.Ao inspector da iticsnurarla da fazenda, sci-
cntilicsndo-o de que o jui de di relio do clvel da comar-
ca do Rio-Formoso, i.uatodto M a noel da Silva Guluia-
rac, partlcipou a presidencia que, por urolesio, deixara
je seguir para aquella.comarca, juntando documentos
comprobatorios de sua.allcgaco.Neslc sentido ofnei-
oii-sr ao ni eiici nado jui.
11,1,). Ao luis dr direito interino da enmarca de S.-
Anlau declarando flear inteirado de haver ."me. Hornea-
rte, para exercer interinamente o lugar dcpromntor piK
blico daquell comarca o bacharel Joaquim Jorge dos
Santos, visto ter dado paite.de docnte 6 bacharel Luiz
Cari i de Quolroi Barros que servia o inesmo lugar,
drpois de ter dcel irado una das tcsteinunlias notifi-
cadas para juraram-no processo poltico, instaurado alU,
que tambein deporla contra elle Barros.
Dito.Aojut municipal sifpplentc do termo de Seri-
nhaein, dizendb que lica inteirado de haver Smc. nomrba-
do a Joao Alfonso Reguaira para xcrcer internnmen-
te o rnelo de tabellidi do judicial e notas daquellc
irrino.
Dito.Ao nujor director do arsenal de guerra, aulo-
riando-o a despender a quautia de 210/ rs. com a com-
pra dos cenlo c clncoenta ineiiis desoa que di/, seren
precisos para a concluso do fabrico do corrriame con-
cert dos arreios. icquisitados pelos cominandantes da
companhla de cavallarla flxa desta provincia c do quinto
batallio de fisllciros.Scieulificou-sc o iiispector da
pagadorla militar.
Dito.Ao inesmo, ordenando faca recolhrr quelle
arsenal, a flu de seren mandadas para a provincia das
Alagoasnapiliueira oceasiao opporluna, cem arrobas de
pulvoraque Ihe sernremetlidas pelo coinmandanlc da
divisan naval. Iiiteirou-se o referido cominandanlc.
Dito.Acamara municipal de Coi.au na. declarando que
os estragos, feitos pelos rebeldes na sala ein que aquella
cmara celebra as suassessese ua emque se rene o res-
pectivo jury, deveiu de ser reparados a expensas da mes-
ma cmara.
Dito.Ao caoimandante do corpo de polica, deter-
iiiiaanlo luja de por i disposico do chefe de polica
una escolla de pracas do corpo do seu commando, a-
tilia de acmiipaiifiar ot a cidade da Victoria seis pre-
sos de juslica que teem de ser julgados pelo jury dalli
Viciitiicou-se o ebefe de polica.
Dito.Ao Inspector da llicsouraria d. fazenda provin-
cial, declarando que nos terinas de arrematares das
obras publicas se deve fazer espressa menco de que os
materiaes dellas devein ser previamente examinados pe-.
Id engenbeiro para se conhecer se csto conformes aos
'ine lratn mencionados nos ore.amentos e planos das
dita qbras, lavrando-se disto um termo que o ines-
mo engenuciro enviar adiuinislraco das obras pu-
blicas.
CircularAs cmaras da provincia, dizendo que, or
aviso da secretaria da juslica de 20 de abril ultimo fui
declarado que o artigo 60 da le de lttde agosto de 1846
nao d faculdade aos julies de pat para adiaron elei-
ces com antecedencia ; mas lao smente para marca-
H innovo da, quaodo, leudo cliegado o disignado, nao
tiver podido nelle veril'rtar-se a eleicao, deptiis de esco-
lados todos os recursos auUrisadoipor lei para que
tila possa, fa/.er-se no da apiolado.Nestc sentido olH-
eiou-se a todos os juizes de paz dos primeiros dislriclos
das l'reguezias.
lando tambem. presente o Sr. Dr. jui/. de direito Perelra
Montero, o Sr. presidente declarou abena a sessia.
O Sr. presidenta do tribunal aprsenlo trel rnelos a
elle.dirigidos pel Exin. Sr. presidente da provincia, to-
dos em data de 22 do corrente.
TJm, participando que em aviso da secretaria de esta-
do dos negocios-de juslica de 16 de abril ultimo Ihe lora
coinnuincun que 3. M. 1. houvc por brin conceder mais
Jalro mezes de I cenca aodesembargador desta relaco
oaquim Teixeira Pelxoln de Abren c Lima, sendo um
mez com ordenado por intero, e os tres com meio or-
denado,
Oiiirn, participando que o inesmo Augusto Senhor
conceder quatro incres de lldcnca com o respectivo or-
denado aojuiz de direito da enmarca de Gelatina o ha-
chara JoSo Paulo de Miranda. .
Outro, remetiendo decreto por copla, n. 602 de 19.de
abfil ultimo, que acompanhou o aviso d.i secretaria de
estado dos negocios da juslica de 26 desse me/., pelo qual
S. M. o I. houvc por bem extinguir o lugar de juiz de di-
reito do clvel da comarca do Rio-Formoso.
,
Commando das armas.
(Juartcl-i/eneral do estjwindo das nrmas de Pernambuco,
25 U mato dt 1849.
ORDEM DO DA.
Sendo por decreto de 20 de abril prximo pastado
promovidos a srgundos tcnentes e alferes os alferes
alumnps da escola militar abaiso iiiencionados, confor-
me foi participado ao Eim. Sr. presidente da provincia
era aviso da repartieo da guerra de 30 do mesmo mez,
coininunlcado ao Kxm. Sr. marcchal de campo gra-
duado, coinmandsnle das armas, em ollicio de 24 do cor
rente ; o inesmo Exui. Sr. assimo manda publicar para
conlieclinenio dauaraicim.
IIKt.ACAO DOS ALFsthls ALOliMOS B SEOUNDuS TfNKNiFS
PBOHOVI1K PABA OS PIFI'KIIKNTKS CORPUS EXISTBB-
TcS STA PBOTKCIA.
Srtjundo batalkio de trlilharia a p.
Jos Prandsco de Caseto Leal.
Tereeiro batalho Augusto DiasCarueiro e I.uiz Francisco leixelra.
Oiiiirto balalhio de arlilhari a p.
Rrasilio de Amoriiu Bczerra e Ucnrinues do Amorim
lezerra.
Sillo balalho de cacWbree.
Jos da Costa Rodrigues e Antonio Luii Duarte Nuncs.
riualuieMe o n.r.wo Bxm. Sr. manda publicar que
I iii nuMifldO para coinmaudar os fortes de Nazarelh e
aitou durante o impedimenio do actual coiiiiiiandante
T" Sr. capito da lerceir.tasse Joao Francisco do Reg
"Jiros Brrelo.
Jo. t*ir Heilor, ajudante* de ordens interino.
TRIBUNAL DA UELAGAO'.
SESSAO JgM 26 DK MAIO DE 1849.
Julgamentm. '
Nos /ladras-eorpu, pedidos por os pacientes bacharel
Jos dos A o jos Vieira de Amrim, padre Joan da Franca
Cmara, bacharel Antonio da Assumpco Cabral, Pedro
Antonio Teixeifa Giiiinaraes. Joaquim Claudio Monte-
ro c Francisco Frrreira de Mello, fui negada a soltura
por se achareinpronunciados, segundo a nformaco do
Sr. desembargado!' chefe de polica.
Nos habeas-corput, pedidos por os pacientes Francisco
Antonio l'andeira de Mello, Filippe Rentlo Alves Ferrei-
ra, Hciiriquc I.ni/, de Alnn-ula, Rayinundo Snares de
Souza, bacharel t andido Aulran da Molla c Albuquer-
que, Valenlim Lopes da Silva e Luis Ignacio de Oliveira
Jardi.....ianduii-se passar ordem para o deteutor os
ajircscnlar em sesso do tribunal do da :'i de jiinho pro-
xiiiui, e informar ale o inesmo da, as 11 horas da ina-
nha, o desembaigador chefe de polica.
No habai'corpm, petiiiin por Francisco de Govea Souza.
mandou-se o delegado do Rio-Formoso por interme-
dio da rcparlico da polica informar ate o da 0 de
junbo.
No W,ris-ror;>i/r, pedido por ilarcellino Amonio Perel-
ra, mandou-se por em Iilierdade o paciente.
Foi asslgnado o prilnelro .lia til para o jiilgamcnto
das appclla'cdes elveis em que sao:
Appellante, Joao lriiicn Cavalcante de Albuquerque ;
appellado, Francisco Ferreira da Costa.
Appellante Daniel Greeu : appellado Garret Eller
Kamp. ,
Appellante. Mltoel l.ins Caldas; appellado, o juiz de di-
reito do Assn. (lie ci me.)
Revitet.
Passou do Sr. desembargador Villares ao Sr. desem-
bargador Ledo a apprllaco civel em que sao:
Appellante, Marcclliuo Jote Iaijics ; appellado, Manocl
Ellas de Moura.
Passaram do Sr. desembargador Leu ao Sr. desem-
bargador Souza as appellaces civeis em que sao:
Appellante, Antonio Jos Perelra ; appellada, a fazenda
geral.
Appellante, Manocl da Costa Prazcrcs ; appellada, Jos-
' fa Maria do Sacramento Costa.
Appellante, Francisco das Chagas Cavalcante Pessoa;
appellado, Bernardo Damio Franco.
Passaram do Sr. desembargador Souza ao Sr. desem-
bargador Rebello as appellaedes elveis em que sao:
Appellante, Antonio Ribeiro Guimares; appclladu, o
Dr. promotor .do juizo de capellas.
Appellantes, aviuva c herdriros de Jos Velho Brrelo ;
appellado, Jos Luiz Percira Liosa.
Appellantes, Jos de llanos Wanderlci c o vigarlode S.-
Miguel de Ipojuca; appellado, Joao Carlos llczeiro
Cavalcante. .
Appellantes, os administradores da casa de Francisco
Jos da Costa; appellado, Joao Vieira da Cunta.
Appellante, Manocl Cabral de Medeiroe; appellada, D.
Anglica Joaquina de Albuquerque.
Passaram do Sr. desembargador Rebello ao Sr. desem-
bargador Ramos as appellaces civeis em que sao :
Appellante, Francisco Ferreira da Silva ; appellado, pa-
dre Amonio Francisco de. Sampaiu'.'.
Appellante, Anlonio Alves Ribeiro; appellado, Lourcn-
co BastoU C.
Diilribuipoei.
Ao Sr. desembargador Ramos a 4ppellacao_ civel do
juizo municipal da Camplua-Grande, em que sao :
Appellantes, Jos Gomes Perelra Ribas ; appellada. a c-
mara municipal da villa do Pilar. 4
Ao Sr. desembargador Villares a appellacao civel des-
ta cldadc, m que" sao : %.
PERNAMBUCO.
ASSE51BLA PROVINCIAL.
SESSAO EM 23 DE MAIO lF. 1849.
Preiidcr.cia do Sr. Sousa Teixeira.
SUM MARIO exvedientr. Pareceres. Projet-to*. Ap-
prome.n do parecer ta enmmisio ittpolii-
rai miinieipier acerca dan pidartcs, c daqucl~
le que diz rexpeila ao* empregadot fi?n/,'/r iloi. S-ihfiluieo da relativo aoitaldeirei-
ro por umu emenda do Sr. Maciit Monliiro.
As 11 '/j horas da manlia, fclia a chamada, verifica-
se estarem presentes 23 Srs. dcputadbs.
O 5r. Presidente declara abena a sessSo.
O Sr. i.' Secretario l a acta da sessao antecedente, a
qual he approvada.
0 Sr. I." Secretario menciona o seguintc
EXPEDIENTE.
Um oflicio do secrelario da presidencia, deolvendo
o eompronilsso da iriiiaudadc do Santlssimo Sacramen-J
lo do Alliuho com o parecer do rcverendissfino bisjio
diocesano. .-A'coiiiuiissao de negocios eeelesiasticos. I
Outro do mesmo, devolvendo o requerlmcnlo do vi -1
gario da fregueia de .-.ni-cnia com o parecer de S.
Exe. Revereiidissiina. .Vcommisso tle estilstica.
1 ni rei|iie.i inieniii, em que Fr. Antonio de Santa Ri-
la, guardin do convenio de Santo Antonio nesta cida-
de, pede que a assembla mande dar una esiuola an-
ii ii a I para aquelle convento, ou a quanli.i neeessari.i pa-
ra ser elle leedilicado. A' coiiiinisso de fjzeuda c or-
eamculo.
Outro de Manuel Perelra Cu ni a raes e outros, pcdlndo
a rrstauraco da lei provincial n. 26. A' eominlsso
de estatlstlca,
Sao lidos, julgados ohjecto de delibeiaeo e mandados
imprimir o parecer de coininisso c os projeclos se-
guinles:
Foi prsenle couimisso de nslrueeao pubea o rc-
querimento de Joaquim Autoihn de Castro Nuiles, pro-
fe>snr de primeiras lemas da fregtiezia ile San-Jos des-
ta cidade, no qual o peticionario, siibiuetleudo appro-
vacau e juizo d'assembla o compendio de gramuistlca
pnrtuglicia, por elle coinposlu, requer que esta asseiu-
lilao mande adoptar lias aulas pubcas de primeiras
lemas para u ensino da gramiiialica nacional. !'., proce-
dendo a cemmissao ao nccessarlo exaine da obra fin
queslo, achou que ella rene as condiedes requeridas
em cninposicoes de tal natureza, nao s pela exaelido
das regras postas, como lambem pela concisao e clareza
do esiylo cinpregadn. lto posto, e reputando a com-
inisso como urna das primeiras uceessidadei de um lioui
...leini ile i.[mos a unidade euiliforinid.de de ensi-
llo, ( necessidade esta at hoje desattendida na parle di-
que se trata ) prupde discusso c approvajo da as-
sembla a seguiule resolii(o :
A assembla legislativa provincial de Periiambuco
resolvc :
i> Artigo nico. Fica adoptado para o ensino degram-
malica nacional, na aulas de primeiras lettras da pro-
vincia, o coiiipeiuB de grainuialiea porlugucza, com-
posto Jr Joaquim Antonio de t.'aslro Mues.
Paco da assembla legislativa provincial de Per-
nambuco, 22 de malo de 184'J.Macisl Monleiro.Joa-
quim Villcla.Cunha Figuitredo.*
A assembla legislativa provincial de Pernambuco
decreta:
Arligo nico. Fica transferida para a povoacao de
i un ieu i \ a sede do termo do Ex,
Sala das sessocs, 211 de inaio de 1849./laptiita.m
A assembla legislativa provincial de l-ernaiubuco
decreta:
Anigd nico. Fica transferida para a povoacao de
Tacarat a sede do (crino da Floresta-
Kicam revogadas as leis em contrario.
Sala das sessde.', 23 de inaio de 1849. Dr. Ilap-
tiita.n
Entra em discusso o parecer da commisso de pos-
turas das cmaras municipaes sobre o requerimeiito de
alguns proprielarios de padarias desta cidade, adiado da
sessao anterior.
O Sr. Cuii'i'i Figueiiedo cede da palavra que obtivera na
recer, c ella o approva
Entra em discusso o parecer da commisso de legis-
laco adiado na sesso passada, declarando isenlos do
pagamento dos novos c vclhos direitos os empregados
reintregados. .,.,,
O Sr. I'r/iidentc :Tem a palavra o Sr. riguclredo.
k'RSIDBWlA DO SXM. SUS. C0SCELUEIR0 AZEVEDO.
r e Mr.is da manhaa, achando-se presentes os
" desrnibargadores Ramos, Villares, Leao, Souza,
bello, faltando com causa os Sri. popce e Bastos, es-
Appellaule, a parda Sebaslianna com assisteucia de seu
curador'; appellado, Francisco Ferreira da Conceifao,
Ao Sr. desembargador Bastos a appellaf5o civel desta
cidade, em que sao :
Appellante, Bento Jos da Costa e sua mulhcr; appella-
dos, Jos Joaquim Bezerra Cavalcaule e sua mullier.
AoSr. desembargador Leo a appellacao civel desta
cidade, em que silo : .
Appellante, lAurenco Jos das Neves; appcllados, Slc.
Calmoot 4 C. ~*
Ao Sr. desembargador Soma a appellacao c|t da ci-
dade da Fortalea do Cear, em que sao: *
Appellante, Mauocl Caetano de Govea;"ppcllado, Co-
Iheiwort Powel e Preor.
Ao Sr. desembargador Rebello a appellacao clvel des-
ta cidade, em que sao!
Appellante, Antonio Xavier de Vasconcellos ; appellado,
Joao 4|pnoel Dias.
Nao se julgaram os feitos que eslavam com dia asslg-
nalado para isso.por falta do Sr. desembargador Bastos,
e inesmo de lempo.
Levan^q-se a sessao drpois de 5 horas da tarde,
O Sr. J. A. de Fiausiredo :Sr. presidente, liontem
iiuando se leu esse parecer na casa, eu nao delxei de
notar a injuslica, nao absoluta, sim relativa, 'quc elle
d lugar para com minios empregados.
Sr. presidente, a commisso opina que he de justica
que aquelles empregados,...,.
O Sr, Baplista :Peco a palavra.
O Sr. J. A. de f'iyueiredo:...que frain reintegrados
qcs :eus empregos pelo actual administrador c seus l-
timos antecessores srjam dispensadas de pagar os novos
e vclhos direilos que haviam pago quaodo primitiva-
mente l.'ii :iiii nomeados.
Sr. presidente, eu acho de juslica absoluta o parecer
da cniiimiss.nl, eu julgo que os empregados nao devein
estar subjeitos n csses' caprichos mesquinhos de parti-
do, a esses vaivn polticos, c por isso acho justo que,
trndo elles feito gastos com os ttulos de seus empregos,
uo sejam obligados a pagar os mesmos direitos que ja
fram pagos urna vez. Bem ; Isso he de juslica ; mas
pergunto eu : se he de justica, porque se nao faz essa
medida extensiva a Iodos os empregados que teem sido
deinitii los, nao so pelo presidente actual, como pelos
seus antecessores?
Deve, Sr. presidente, militar a mesma rasao a favor
daqucllcs empregados demiliidos em pocas mals re-
motas, e que forain depois reintegrados : eu concordo,
senhores.que nosedeve aggravar a surte mesquinhados
empregados pblicos, subjeitando-os dupla imposicao
dos novos c velhos direitos ; mas desejo que se tome
urna medida absoluta : entretanto a commisso se re-
fere smeute a tuna poca milito prxima, e eu nao sei
porque a commisso estabelece"esse privilegio um pouco
odioso, c que parece significar um voto de censura que
o administrador, pelo falo da relntegracao, dirige aos
seus antecessores.
Sr. presidente, tem sido lemprc costume entender-se
essas reintegracoes como novas nnmracocs.econseguin-
temente que osempregados restituidos aos lugares deque
foran esbulbados, devein pagar s novos e velhos direi-
tos, c o Hr. procurador-fiscal da llicsouraria da fazenda
provincial tem opinado assim; e se isso he de lei, por
que rasan se ha de fuer una excepeo odiosa ?
Sr presidente, para evitar abusos dcsla ordem,e pou-
par-sc caprichosas deiiiissdes, dadas milita vez s por
espirito de partido, he preciso que se tome indepen-
dgnle a sorte dos empregados pblicos ; mas louic-sa
tima medida genrica.....
1,'m Sr. Deputaio ;Ja livemos urna que foi derogada,
(Apoiudos.)
O A'r. J. A. de Figueirtdo :Sr. presdeme, eu concor-
do, c muilo, que tomemos nina medida absoluta a esse
respeilo...
O Sr. C'iinna Figueiredo :Daqui para diante.
0 Sr. J. A. de Figueiredo :Mas eu noquero medidas
de favor.
Prescindo, como tcnbn sempre prescendido nesta
casa, de qucstorl mesqumhas de partidos : eu emendo
que o legislador deve ser movido por principios mullo
mais uobres c generosos, e nao por uteresses de una
fraccao da-soeieadc; J,apoiadui) c cu ueste sentido he que
opino.
WAV. IlapliilaiSr. presidente, se me nao engatio,
lie milito fcil defender a coiuiniss.o de legislaco de
lodos os ataques que Ihe dirigi o nulire depuiado...
O Sr. I, .1. de Figueiredo: Eu nodirigi ataques : nao
iuveiia as iiiinlias palacras : eu nao ataco a ningueiii
ne>la casa.
O Sr. UaptiUa : Eu nao fallo de ataques pessoaes, rc-
liroiue s opinioes.
A di lesa da coiumisso he, como a dizendo, multo
fcil: aqu est a sua obra, aqui estn as su.is palavras,
as quaes niostrain evidentemente que as ntences da
coiiiinissau nao f.irain essas que I1 e emprestou o nobre
Icpiilado. A commisso nao quil rstabeleccr privile-
gios a favor de nlngiiem : causiderou a qurslo em Ihe-
se, e em ihese a resolveu. I'orece-me que s mili ca-
os os termos de que se ella servio. (l. )
A commisso rclcrc-sc aqu a alguin individuo,nu con-
sidera a queslo em geral .' Considera-a em geral, falla
dos empregados reintegrados ..
O Sr. J. A. de Figueiredo : -E de que empregados ? E
de que poca?...
O Sr. Ilaptitta :A coiumisso nao cnt.ou nessas ml-
iiin MMil.ule, emillio sua upiuio franca e leal acerca
do objeclo sobre o qual lora consultada ; mas, nao obs-
tante isso, disse que nao apresentava um projeclo de re-
soluco a respeito, porque na lei do orcamentcija esla-
va resolvida a queslo. lie isto o que se conten no pa-
recer da commisso: logo, quaesquer que sejam as
OonsideracOCS i|ue o nobre deputado trnlia de fazer so-
bre este negocio, deve reserva-las para a discusso da
referida lei. -
Similores, o parecer est redigido por tal forma, que
nao he com raso c justica que pode ser combatido : en-
tretanto disse-se que a commisso fizera urna excepeo a
favor de certos empregados, qiiando he cerlo que elli,
como j ponderei, nada mais fez do que aquillo que Ihe
ciiinpiia fazer ; isto he, considerou a queslo em sua
gcneralldade.
i.iii mil i a empregados reintegrados em pocas anterio-
res, nao sei se os ha. creio que nao ; mas o meii nobre
callee i,,|iie he inspector da llicsouraria da fazenda pro-
mil, poder-nos-ha informar disto : c, pois, recor-
reudo para elle, concliinei aqui, certo de haver de-
iiniislrado (pie a coimnissn nno merece a mnima cen-
sura por este seu acto, que a casa ora aprecia,
O Sr. Jos Pedro sustenta o parecer, desenvolvendo as
rasoes que, em seu pensar, o peni acobcrlo de qual-
quer censura justa e msoavel.
Sr. J. A. de Figueiredo:Sr. presidente, o nobre
deputado me censurnii por haver encarado a queslo
pelo lado poltico, quando nao Uve semelhante intento,
c s qui/. considera-la pelo lado da juslica, e da jus-
tica absoluta como eu inesmo declarei, e pelo contrario
foi elle qucni me chainou para unta discusso cni que eu
nao quero entrar.
O nobre deputado nlcrprrlrou mal o meu pensa-
incnlo, cnxergando as u\inhas palavras urna otTeusa.
urna censura que porventura quizesse eu fazer ao ac-
tual administrador....
OSr. Jos Pedro:V. tambem aos ineuibros da com-
itapilallitada presidente, me per-
em uteuco de of-
fender a quem qur que fosse, quando disse que devia
estar garantida a sorte dos empregados pblicos, cuja
existencia precaria he por todos conhecida, pois que
neiihum empregado existe hoje, ncm existi, ncm ha de
existir seguro com esse sysleina de reac^Oes ;nuando
enuncie! a OpInMo de que a sorte dos empregados p-
blicos eslivesse a salvo desses acommeliinciitos das pre-
sidencias, acomnietiinentos que o nobre deputado, aT
pezar de se dizer apartado dos partidos, nao me podera
contestar
rnhores, quem negara a inaneira como a este res-
peito se teem portado as presidencias Eu noquero ex-
ceptuar um i s. l'ns demittem cu menos de um me
3011 outros em tres ou quatro annos denuncio esse nu-
mero, *c. &e- des.-jra que se demUtissem os empre-
gados, mas porque meios, e emque casos? Nao por
capiichos. Sim quando as suas faltas, ouiissoes e rutros
defeilos no desempenho de seus deveres o reclamassem;
c por isso desejra tambera que os empregos fossein
prvidos por concurso, ( nico nielo de se verificar o
mrito ) c que urna lei geral providenciaste sobre as de-
missoes....
O Sr. Cunha Figueiredo:A lei n. 140.
O Sr. J. A. de Figueiredo :-Pols, se cu quero isso. como
se me dizque eu encaio a queslo pelo lado poltico, <-
nu^oautu,ba-o a injustica relativa, esse ta,
que a commisso qur fazer para albviar a sorte de ai
aun dos lrciudicadns... jt.j_
6 O ir Mi Adro :-NSo ha ninguen, P'Jud"M- dil
O Sr. J. A. dFi9i.-ei/o:-..e ohenue se me diz
que eu encaro a queslo pelo lado da nolil ca.....
.uno pags.ado,ccitou urna lei eu. que se d.spoe o te-
guinte :
. Aenhum empregado provincial podsr reciber o seu or n:do"rmZmeVapre,entar o titulo de nomcacoo pelo qual
Tcronhcca haver pago os velhos I novo* direito...
Entretanto, cita lei he cm meu favor porque, sete-
nios
esso antecedente. uar.i. ii.uiiiv"...... ...,-..,----------.*"", e
OSr Presidente consulta a casa sobre mencionado pa-1 tuado de haver dilo urna verdade, scni iiiteucao de ot-
niiss.io pela parcialidade do parecer.
O Sr. J. A. de Figueiredo: -Mas.Sr.
urna leique comrrehende todos os empregados seu
LAR ENCONTRADO
~y
.

*mmm
2
rxccpcao alguma, como te quer fazer em beneficio de
alguns empregados urna cxccpco, un privilegio, urna
injusiica ? Havciia injumica lalvci noattpirilo daquel-
es que a -oufecclonaraiii, man eu nao me importocm
sso encaro a Iri pelas 'uaa palavras, vejo una lei ge-
ral,'boa, 011 in.i no:.ri, porque nao-posso enlrar na
n Unca que (ireram ( como suppoz n nobre. deputado )
os legisladores, quandoa coiifecclonaram ; mas ocer-to
he que he ujua le geral que nao fez favor, nem conce-
den prlve^^ps como agora a commisso quej- fazer, e
lian rucontroii na suaixiciiin emba ac algum; pni
que, como o nobre di pillado inclino disse, os adn.iiiis-
u icluics ()a provincia a cuuipi iran, nao conseDlindo
qne neiihiini empreado, euibora rcintregado, fosse exo-
nerado de pagar no vos e vclboi dirritos. Se, polt, a re-
iutcgreco lie una iuva nnineac.io, lodos os empre-
gadot, cin vlriude da lei citada, cram obrigad09 a pagar
os rnvos e vi llios direitos, como te quer agora, revo-
gando se a lei, que essa nova medida que se vai tomar
nao couiprefienda lamben, a todo os empregados ?
i'oriine iiilo se concede o Primo favor aos que foram
1.1 nugados pelo hxm.br .hclioi ro c oulros admiuis-
Iradores ?,..
I i Sr. Diputado :Porque nada pngaram at ab anuo
Jiassado....
O Sr, J. .^tiFifHrtio ;-Wo sei se isso he exacto;
fri lie que flrl be geral, c por coiisequenci coimni
que a le que agorase fuer seja Ullibeill geral, e nisso
mi de accrdo coin os lueus piincipios, |>ois desejo
lambein que os empregados nao cttijaui subjeilut a pa-
ca dr ilia par dia, uovos e vellios direitos, conlbriiic a
ucccurio ti di presidentes : Taya-sel pqis, nina lei pru-
leule, sabia, que pela sua juslica seja abracada por to-
dos os | anillos ; porque, quando ha usina, quando ha
verdade, os bonicos sensatos d qualquer partido cslo
de aecrdo; nao lia cnto divergencia, porque a verdade
he utna so.
I'i lantn, Sr. presidente, eu nao tinlia iiitcnco de en-
carar a qu estajo pelo lado da poltica ;je a quizesse en-
carar por use-lado, esteja persuadido^ nobre deputado
que .11 p una dizer mais alguma con-a.
" Sr. Mural Munich o :Sr. presidente, acouipaulio o
imbre depulado ius. votos (|ue faz para que te de mais
stahdade, mais permanencia tortc dos empregados
provinclacs ; eulPud, coma rile, que a siluacSo desses
empiegados lie dolorosa, por lucirla c varillante : se,
l'ois, o nobre deuaita.lo que impugoou o parecer da
cnininlssto conoebFr alguma medida que d essa csta-
liilidade, essa permanencia aos empregados proviuciaes,
pode contar desde j coin o meii voto ; mas parece-me
mal cabida a censura de parcialidad!', que elle fez
coiuinisso, por itfohavcr aprcsciiladu tuna medida ge-
ral, e si ni especial; lano mais qnanto oniobrc depula-
do, ao passo que Irroga tal censura commisso
O SryQtacitl Uonieiro, respondendo ao precedente
orador, declara aind.i qne nao d grande liiiportaneia
ao termo rrlutegracao, e desenvolve as rasrs pelas
quaes, segundo o seu pensar, a atseinblca em nada se
excede de suas attrbiilces sentando doSugamento dos
novos e villiot direitos os empregiies rlpufcadosjW
O Sr. Unpli'* :Sr. presidente, um rrWr^leputawt
cninbatcndo o parecer em discussilo.cebsuron a commis-
so de parcial, e de haver pretendido fundar um prM-
legio em favor de cerina individuos ; mas permita este
Sr. deputado qu eu [lie diga que elle nao leu o parecer
da commisso ; porque basta a leitura iuiparcial e rc-
fleclida deste parecer, para manifestar a njustlca de
tal iinpu i.H-ao. Aqui est o parecer nellc a commisso
resolve a questo em these sem se importar coui 0 pe"
snal dos empregados que|fram reintegrados. A commil;
- na-.....iile-ainlo a quesillo se os empregados reintegra-
dos d iv e ni ou nao pagar novos e velhos dirrtos.abracou a
negativa, e disse que ellcs rio devein pajar este* direi-
tos. Logo, he evidente que a quaesquer empregados
reintegrados, dejpjalquer credo apoltico qne riles se-
.j mi, u parecer da commisso aproveila. clhci he favo-
ravel. E como, pols, dlzer-te que acommissoXoi par-
cial ; que o sen parecer foi elaborado para beneficio de
certas pessoas ?! De iiiinha parle, como Miembro da
commisso, declaro que nao conheco esses empregados
reintegrados, e o que me consta be que entre ellos exis-
t m pessoas de diflerentes opinies polticas ; pelo qHe
a coniniissio, collocando-sc cima dessas pequeas al-
ian, ties, e ii solvendo aquesto em these, nao pode ser
acensad i de parcial.
Se o nobre deputado, como confestsou, profusa a
iiii-stna opinio i e que os reintegrados nao devein pa-
gar uovos e vellios direitos, se quizer ser coherente,
eleve npprovar o parecer; c ludo quauto nao fr isto
be aigumrntacSo que nada significa
Entrando ,no mrito intihiseco da quesillo, dlviijo da
o punan daqueljcs que entendein que a reintegraeo im-
porta nova nomeaco ; porquauto me parece que, slg-
nificandafe verbo rciniigrnr constituir, ou antes repor
niliviilno enu*cu estaco primitivo, os seus e.ll'eilo9 jur-
dicos nao beleiii ser oulros se nao o reconbecimento do
dlreilo quFo empregaJo liulia ao seu emprego, e por
conseguintc t f resliluico de um direito adquirido eom
a antiguidadtv vencida segundo o ttulo priiuillyo de sua
noiiicacao, O que reaUmnte se nao d na noine.ieo ;
pelo que me parece iiiJiiiTO, que no momento de se res-
tituir o que iiidevidamentc fura tirado ao eiuprcgado,
se | n i ii i exigir que elle de novo pague a impo9co que
j pagara.
Kesla parte eitou tambem divergente dos principios
cinn que o dislincto orador o Sr. Maciel Monteiro sus-
tenlou o parecer. Este Sr. depulado diste que, como
lia rciiili'gr.leaii SC unlieee que O einpl egailo nao fl'l
,devla sereOecluada.
o; e por liso qtierlam
lo, ao pasto que Irroga tal censura a coinniissao, nao "" "'"'''V" .t^u....^^.- ""i-'B "" ;-
. liiope, como era de seu rigoroso dever, urna medida ''<''"'<''' |>or motivos condeuioavels, se bem que nao
que, ubstitulndo a asa que suppe defetnosa, rcve-l "J* um acto de jiistica, comliido he um acto de equl-
lasse o seu pelriaiiicnfo lodo inlelro. e salislizesse a lo- *c "" exigir-se dclle os pagamentos dos novos e ve-
das as necessidades de que elle nos lia fallado.
Senhoies, esse syslcn.a, que se tem adoptado, de Im-
pugnar certas inttWdas, apresentadas aqui, sem curar
de sulistitui-las, be um lyslcnna estril, c que nada
aproveila ao paiz : aquelle dos unbre.s iiienibios, que
iinpiigna una medida quabjuer. lica na rigorosa obrl-
llios direitos.
I ii, pnii'-iii, digo que, por" isso mesino que o cnipre
gado nao he demitlido por motivos condemiiaveis c
que Ibc possaiu ser devida e justamente imputados e
por isso un -mi) que com a reintegracaio a auloridade
inauifesla icr querido reparar um mal, bequearein-
gacaodcsubsllluila, de formular suas leas, e ollere- t gracao loma, esta importancia jurdica que eu nella
..-las assini consideracao da casa, para que esta as vejo, e couseguinieiiieute be dever de juslica. e nao de
iossa avallar ilevidamenle. I simple* cquidade. nao exigir do reintegrado que nova-
Mas, senhoies, nic parece que o nobre deputado (de mente pague novos erclhoi direitos.
qiieui alit faco o uirlhor iuizo, c cujot scnliiiieiilos O nobre depulado que comb .leu o parecer ("o Sr. Hien-
de honra son o pr.nciro a icconbccer) nao comprebcii- de da Cunha) fuidouse principalmcnle em que a as-
diu bem a lueslo. I semblea provincial nao pode censurar os actos da pre-
Seiibures, at o anuo passtoo o thesouro, ou fisco, !lilcticla a tal pomo, que je julgue aulorsada a diser
nao rceebia cousa alguma por o despacho daqutlles em- nuc 'a<,s c '"* deiiimseaMoram injustas. A este res-
pregados que cram reiiitrcgados nos seus lugares ; era I"1''" supponho eu que a assembla nao he quem faz u-
esta a pralica que exislia, e que existi, como j disse, < U censura, e peni sahe fora de sua legitima esnhera,
nl o ann'o nasudo: masoquesc succedeu enlo ? Fcz-| deleruiiiiando que os empregadot reintegrados nao pa-
sea inipvaco que se acl.a na le que o Sr. inspector 6*'" novos e vellios direitos. Quem revela a iujuitica
da thcsuuraria acabado lir; lito he, excluio-se dcise *" demissao he a iiinuin presidencia, quando iclnie-
favor de que al enlo baviam gozado ai renlegracoes gra o cuipreeado. E, supposlo que o presidente que
as que ulrain felias pelo nobre vice-presidente dcsla 'einlegrou n5.i sejao mesiuo pi ovucia, uut me parece ler liavi.lo couipreliendido mui, 're a moralidade c apreco da relntegravaii; pols que
li. at/a alia mista o de que ctlava cncarregado ; e, haven- ambos eslao em igual categor a, c nao ha lei que pro-
Ios reintegrados que nao roe- ''iba ao mecessor reparar as mjuscas fcitas pelo seu au-
llen* o lili:
i!ii nlguns
os individuos, a um numero muito liinilad|>de cida- niesmogro de consideracao, iinporlancia e legalidade,
daos: era coin effeito um prcceilo geral, porque a I. i e a dillerenca de antecessores e successores nada quer
se exprima assim: o iicnhuui cuipreuado provincitl po-i dizer.
der exercer as funccei de sed empaego, ou cobrar os| Assim, poli, quando a proprla presidencia, o proprlo
stusordenados.scm que tenha pago osnovosc velhos di- poder cxecullvo provincial, rain legra o enipregado, e
jeitos,- poriu os empregados que se ella releria.e que | com este acto revela a InjuslieP la demssao, a assem-
iiinguem desconhrcl; eram lo poucos, que ella lor-j bla provincial nao faz censura, quando determina que
nou-sc liileiraineiile parcial e pessoal. Se o nobre de-1 estes reintegrados nao pagucm direitos. Se exista orn-
jiutado quizer discutir commigo a respeilo, podere. sura, ella ja esl leita pela mesma autorid.ide que pode
nioslrar-IUe quaes os empregados que cram feridos por demittir, nomear e reintegrar; e nesta hypollicse a as-
essa .li.posi -an. h se assim nao fotse, esle principio lia scmbla nao faz lenfio dar a devida iniporlancia a rein-
iiiaistrffpo teiia sido consignado na nossa legislaco; tegraco elta pela legitima auloridade, e dizer: pols co-
mas mili ii foi, e smente se quiz que elle regeise na-1 mo esle empregado,, fin vosto julio e conceilo, mere
inella occasiiio pai#se poder ferir o Intercale Indivi- ceu ser reintegrado,- nSo deve pagar novos e velliot dl-
dual dor poneos cidad.ios sobre quem buviain recahldo reitos ; pulique nao he posslvel, que, quando esleja co-
as relnlrgrnciJes. Knlielaiito, o que fez a commisso?,' nbecida a seni-raso com que elle fura dimiltido, anda
Apreseulou porvcnlun um projeclo geral acerca de re- se quena exigir o paganient** de urna pesada iinposicaV,
iutrgracdet? No, senhoies ; nole-se qne esta mate- na occasao le se llic restituir o quCsc Ilie havla lirado
lia tem milita arduid.ide : uo be to plana e tilo cor- sem justa cau-a.
rente, que possa ter discutida c decidida j, e como que | Me parece qile leuho defendido o parecer da com ni is-
ili'impioviso. Nao se devel marcar um prazo p'ara.lSo de legislacdo de que sou meuLbro, e Terminare! o
'ssas ri'iiiirgracd*a>? Eu, por exemplo, que lindo sido! iiien discurso lazendo tcnlir ao nobre deputado que ac-
demillido, apenas pude obter de novo o uieu lugar de-'cusou a commisso de haver illa querido estabelecer
pnis de 1U anuos, tere! direito a gozar do favor da lei ? Ao urna isincao para ceos empregados que fram rein-
pano que estas e oulras couiidesa(ei que certo uo es- legrados o engao em que elle est. A coinmlsso (rc-
. apar.".o a Ilustrada altenco da cata.inllnhaiu para qne pilo) r. solveu a duvida em relac.o a todos os einprega-
se nao apsaseiitasse urna medida geral, dava-se urgente I dos reintegrados; e por conseguintc uo fe mais nem
necusldflede reparar a injuttiva de que l.avatn sido vlc-ineuos do que devia fazer, e culpa nao leuho deque" se
limas essrt empregados ; c, pols, cuinpria que se a.lnp- lajueira argumentar contra o que esl cscrlpto no seu
tasse a medida que ora se discute, eqoe nao merecen a! parecer.
approvaeao do nobre depulado. | 0 Sr. Mcmln da Tunna (para urna explicaco):Sr.'
.- nlioies, a queslo.ai ceno ponto, como que he del presidente, sinto muiloque a mlnha fraqueza seja can-
palavras : eu nao dou tanta fiirca ao termotein(e/ra-sa para que eu nunca seja entendido: recoubeco que
[.locomo alguna dos meus llusnes '..llegas ; enleiid quando a lei dii sao dispensados os empregados provbi-
que a denii.-sao, be um acto c.insiiiiiinado, c que a re- '''es de pagarnovos e velhos direitos uo faz una cen-
i iiic|i ncau he uin.i segunda nnini a. ao mas, protestan- tura ao guverno uias comprehendo que, quando ella
do, comoprufeiso, esla opinio, pens que te deve ter
toda a equldadc com os empregadot que prde'ram
seus lugares, nao por erro de cilicio, ou por desvos
. un.liiiin.ivi is, mas por clrcuinslauciat milito execn-
ircas ; c essa equdade consiste ciu levar se |hc em
conia os dlieuoi |ue nina vezjuagaraiu. Eu, poli, ap-
provo o parecer, guiado pelo/principios de equdade ;
prlncipioi que detde inulto regiain, e que foram 4eipre-
sados o anuo pastado: uo dou muito valora patarra--rr-
inlegracao ;(repllo-oj mas nao posso deijtar de ler em
toda considerado a surte do individuo que, haveudo
sido cibulhailo do emprego por motivos que llie nao prj-
dcn ser detanosos, au voliar para esse mesmo empre-
go, ve-te obrlgado a pagar segunda vez os novos c velhos
dlieRo. Tte por uso que cslou rei.ilvido a volar pelo pa-
recer: foi por sso quciuteri na lei do orcaineuloaaiiedi-
la que a seiiielbanle icspcito ah est consignada Se o
nobre depulado entender que sobre esta iiialerfa deve
apretrntai qualquer projeclo de lei que satisfaca todas ai
necessidades, e evile todos os iucouvenieutci que pJ-
dciu liavrr na execujo de umaiiuva le, cslou decidido
a dar-lhc u meu voto.
leudo aisignado o projeclo 4K lefio o (menlo, onde
esta ideia' se acba cipecialineule consignada, julguei
que ca de inlliha obrigacu dizer duas pal avias a ns-
pelto; nao para combaler o nobre membro, cojos tciili-
inenlos muito aprecio, mal para deiiionstrar-lhequc
elle foi menos justo quaiulo repeli as palavras privit-
uio, privilegia odioso : iijaha privilegio, o que lia nica-
nenie he o desejo de corresponder aot leutiineuloi de
equidade que ora dominam a maloria da casa.
0 Sr- Jote l'cdro, latiste as suas priiueiras ideias ;
responde ao Sr. Figueiredo, procurando inualrar-lhc
que elle cabra em algunas cootradiccOes ; e conclu'
T liando pelo parece*- *^
0 ir. AUniu di C'miha, oppSe-ie ao paracer.
diz i. laes e laet individuos sao dispensados de pagar os
novos e velhos direitos que uniros pagam faz urna
censura mullo palpavcl, purque entra ua apreclaco da
juslica da deiulsso.
O ir. Mulla Hilveira : A ditcustSo tem na verdade
sido muito brilhanlc, inai ella deve ter reservada para
a oCcasiu competente ; to be, para quando te tratar
do artigo Al do orcaineulo, mesiuo para te Ir de aecdrdo
com o parecer da coinmitso,,c por sso mando mesa
o segurte requermenlo:
a Hequeiro o adlainculo da tliicusso do parecer da
comiiiissau para-quaudo se tratar do artigo t do orca-
meiiio-
Apoiado, entra em diteusso.
Encerrada a diteusso, he rejeitado o rcqueriirTenti
de a.ii inieoto, c appi ovado o parecer.
Entra ein diteusso o parecer da commitiao de p
tutat niiimcipaes acerca do 1 equei inienlo de alguiis cal-
den en os delta enlacie.
(I Sr. Ai/uinu : Sr. presiden te, nao leudo ouvi.ln bem
a leitura do parecer que pela coiumisso de negocios
municipal t foi apreseutado na sesso de limitan, e se
ai ha iiii discusso. ped e palavra para ler lempo de
Ver as rasdes em que se bascara, o que tf me foi possl-
vel boje: Ii com toda a altenco esse parecer; e, por
mais que procuraste dcicobrir at rases que resolveram
a coiumisso a julgar que se devia conceder aos peticio-
narios n prazo de dous alios para que te eil'ectuassc a
leinorao das nllicinas decaldereiro e lundicao, oque
equivale permanencia desses ettabelcciiaeiilos, uo
as encontr! ; c isto, coufetio, uo deixou de causar-iue
alguma admirado, visto que ella decla.ou que recaaibe-
ce que eitat olUcinat sao incouiinodal e insalubres.
lando depolt a peiic.au dui proprietarioi detsis otclnat,
t nella he que vi allegar-te, como raso fundamental,
que a remoco desses eiubelecluienloi, demandando
grande dispendio'-e traballio,
pelo menos dentro de curto I
os iielieionirioi que se lhM conce'dctscm anuos.
A roniniiiiSo, tralandofli rerroijlo, nflb na*qaehe
necpssarla ; mas, julgando qiicdtrViaalterider ao*Wle-
ressis dos peticioaj^rios, lembroMe de espatsar are-,
'inocao, e para Isto designa o JBlodo de dous annos.'
No me he possivel concordar riiique se conceda aos pe-
ticionarlos das nllicinas de caldelrelro upi prozo lao pro-
longado, quando o artigo das posturas inunicipars so
marca dous mezet; porque itto so dar ein resultado a
coiiiiuuaco do abuso que devria ter cetsads dude
muilos anuos. Nao me parecem fundadas as rasfies que
allegan, os peticionarlo, e queparecem ler decidido a
illuitie commisso a propor o espaco de dous annos
todot tabein qua os caldeireiros, que sitis inenlnmodoa
causam, to os dous- que ainda existan na ra Nova, e
que es-es caldeireiros nao leciii em mas olcinas mais
do que forjai, uiarlcllos, bigornaa^ cgbre, etc.; e nin-
guem, vista da Iniporlancia dat forja, e do fcil trans-
porte dos muros bjectot, delxar dt rec^Bhecer que a
remoeo nao he cousa de tanto cuto, que demande
dous anuos, nem to dispendiosa,-fae laca dar pouca
consideracao aos Incommodos que soIBrem aquelles que
certas ncccitidadei obrigaui a inorar na* linmediacoe*
dettet estabeleciiuentoi; iocommodus que resultan! uo
so do fumo, seno laubeni do estrepido continuo dos
martillos que, se pondo em movimenlo as seii horas da
mauba, voem cadencia ats oitoda nolte.
Parecer talvez de pouca iniporlancia hjgienlca u in-
coimnodo que causa o eslrepido dos uiartelToi; e aquel-
les que transitan! pela ra Nova nao pdein fazer uina
justa aprrciaco dos sulli inirntos daquellei que residein
per lo tlessas olllcinas ; mas estes sabem qual lie la in-
tensidad.:, c poiso atseverar que o incoiiiinodo he tal
em inultas occasloes, o utrepido dot martrllos excita
por tal modo o tystcina nervoso, que torna linpoitivel,
durante o da, qualquer iraliallioiiitelleelu.il: o utre-
pido he por vezet lao intenso, que os proprielarios dei-
aes estabeleciinentot pdein cattigar leus esclavos, tem
que ot grilot, que Ihei arranca a dor, lejam ouvid u.
N.io lie tilo tulliente o que resulta dessas olficinas de
caldciieiroi. Estes ulabeleciinentoi irabalbam .com
carvo mineral, e tua incmplela coinbutlo d lugar
ao dcsenvolviiueiito de upeitai luivens de fumo, tae
por tua naturua determinan! cephalalgias; eisto uo su
incoiiHiida, como he insalubre : putoas ha que, ein
consequencla din
indi is lodat at ve
tro t catat an que habitain. O fumo que sahe doi
clianiiues dessas nllicinas, ein vez de perder-te pela
aHimospliera, em certos dias como que he concentrado
pelo vento ; e enlo, baixaudo, upalha-ie por lodat at
direccoet dessas ollicinat, e val penetrar as catat que
se acham situadas em suat nunediaces; e itto tanto he
astlin, que nem misino ot que tramitan! pela ra dei-
x.'im de sentir teu ebeiro duagradavcl, como ainda ha
poucos dat foi obtervado, segundo me allirmou pessoa
que me merece concelto.
Eu nao fallo, aqu, Sr. presidente, por inorar na ra
Nova : oulr'ora, quando me via incoinmodado pelo et-
trepido dot inartcllot, que iiilerrompia a ininba alten-
co c o teguiuienlo de ininliai ideias, deixxiva o traba
tho para at horas de silencio, e estou hoje to habitua-
do a ler ou escrever nuite, que he quando me dou a
esse trabalho com nial* facllidade e prazer ; mas isto
nao he raio para que deixe de pugnar pela remoco,
nenr para que continen a permanecer ein ra lao fre-
quenlada nllicinas de tal ordeiu.
Se i 'em i a uns aot paizes mait civilsadot, veremos
que nao he permitiido a qualquer individuo estabelecer
ollicinat inconiiiiodat c insalubres oude Ibe aprat ; e
nao se supponha que esses eitabcleciiitentos Industi lu-
sos nao eslao debaixo de uina classilicaco que nao he
imaginara; Se cousullariiiui o que ha em i ranea a el-
le retpeilo, tabereiiioique Napoleo, apeiar de le iniil-
tiplicado objecloi que ailrahiaiu la altenco, nao dei-
xou de oceupar-se dot eilabeleciinenlot industriosos,
e que por um decreto bi dividi cni tre claitei; e, se
a musir coniinisso livetie recorrido i esta classilica-
co, Vera que os ulabelcciincntos de que se trlla ago-
ra, esto na segunda ordem He verdade que^a cum-
iiiiiso rrcoiihece que esses estabelecimentoa sao incoin-
modoft insalubres, as apetar dltto julga que nao cou-
vm que sejain removidos com proniplldo, nao rrflec-
tiudo talvet que, se o prazo de 2 anuos fr concedido,
isto uo servir seno de intorpecer a ac(o da cmara
municipal que merece todo o apuio, e fazer coin que
esses eitabeleciinenloi continan a Incomuiodar.
A cmara municipal nao quiz fazer nial aos proprie-
larios das ulciuas de caldeirciro ; mas smente leve em
vista coiiceutra-los em calos footot da cidade, onde,
cstabelecendo-sc vaulajosaiuenie, nao incoiuinodaiseui
o publico : ella nao deixou de petar os iuteresses indi-
viduad ; mas, comparando-ot aos ge raes, vio que con-
viuha nrestrrvrr a remoco. O conceibo de talubi ida-
de, a jiedido da cmara, deu-ie ao trabalho de percor-
re a cidade ; e s foi depois de ter examinado as loca-
lidades, que indicou aquella* que lbe pareceraui mal
accouimudadas a esle genero de industria ; tendo ein
considcracu a direc'fao dot venios, ail! de que o R*-
ino uo iiicouimodatte ot vuinhos ; c ot lugares indi-
cados, itgundo ci co, ollereceui etia vaiitagein, alin
de lerem puntos de fcil embarque, o que be de mulla
importancia. A cununiio pretende em teu parecer
que os proprielarios das uilidnas da ra Nova tero dlf-
bcuTdae ciu adiar casas ein que possam tentar icutet-
tablecliueutot, ou ugu lliet ter pottvel edificaren!
no cuilu esp.icu designado no artigo de posturas ; lllll
julgu que ella nao tem raio, porquanto, utat ullicinas
uo ile.iiaiidaiii lao fatlot cdilicius, que uo se ciicou-
ti.ni nos lugares indicados ; e nao crcio que o peti-
cionarios queiram edificar >e forein cuusliangidos a re-
inucu.
A cuiiiinlssu, que tratuu to bem a questo daspada-
rias, to largamente que quali|uer medico kabil o nao
faria melliur, pelo que lbe dirijo meus ciimpriiiieulos,
e'uie felicito por descubrir em >eut uiembrot tantoi co-
iiheciineiiios profeitjuaei, uo. detenvolveu a quuto
sanitaria dat nllicinas de caldeirciro, que me parece
niai. imprtame ; e uta quuto ha um poni em que
ella nao lucou. Nal duat ofUciuat da ra Nova, como
ciu tuda, lia chaiuiii jetlaro ellas edilicadat leguu
(lu o plano adoptado pela luunicipalidadc ? Nao creta.
Acaba-de pastar aiiui o parecer relativo t padaiiat, e
a coiuinissun fez ctmiUtlr teu principal argumento em
lerem us parten us dilUuNdade em edilicar uovoi Ionios,
vislo que os exis"lc*Het*j lrain construidos segundo o
piano da uiesina cmara", o que, diz ella, Ibc* cautou
grande dispendio ; mas a couiiiiiMpu denuu da locar
na queslao principal ; isto be ;^MRiamiui ttlo cout-
ii nulas conforme etie plano ; Tem at condiedet exigi-
das i Talvet que te possa alliniiar que urna su nao el-
t neslas circumstauciat ; porquauto, pelo que teulio
vislo, ueuhuiua he mais alta duque o mais alto edilicio
em um ralo de -Ou palmos.....
i) Sr, l'rfidmte : Itto nao uta em ditcusija : he
fallar cunta u Vcucidu.
U Sr. Aquim : Nao estou fallando contra o vencido,
icypaco peitoa algij.
ca. Njio quero coin.isto fazer I
ma, mat declarar a mancha pd
der.
1 O Sr. Xvpt, Sr. farwldente, *n(mm*imm-
bro d* coniiiiT5"o de aosluras inui>lcipaei, nao pou0
delxar de juilitlear a cdlniulo de que lia parte, e de
ornar a larefa de respfjndljg s poucas ratH apruenu-
das pelo nobre depuli lo <|fie acaba dfJtfgHr-ie, notan-
lat pe
lo, d'.i
ante-mo, qu? iluto multo a
de aeriinu-
ra ot liborat irlo* dat olHcloa^, como par* o I
neccstiaiii, c fazendo-o de maueira que, teja qual fu
ponto em que ellat lenham de ser collocadas, "io J
judiqi':".i a laude publica : pareceu, pols, comolJiWo
ter o praio d< dous annoi o necessario para te operara
uiudau\a, ou reinovereur-te ettet ettabeleciinenlos Ma
o penoto sacrificio a eus proprielarios dfe um afultado
prejuizo, pelo uuico ucouveiiente resultante do estre-
pito, ou maridadas coin que te trabalha em taei labora-
torios ; inconveniente este que exilie, e o povo o tolera
de louga dtta,*e que por lito nao tem o carcter da
vldade, para te procurar remover por un modo extra-
ordinorio, e prejudicial uo ti propriedade de doui
cidadoi, come anda a um ramo de' industria Becetsa-
ria, qual teja a industria artstica de que clles se oceu-
pain : discordando, pols, das ideias do nobre depulado,
netuVai'c, procuro remover ettu uUbeleciwenlot,
ibas leinov-loi de J maueira conveniente e tatii-
faclorla,*fazendo aoTjjeaino icnfpo juitica t parte.
Coiloque-te quajJterj^Hos ojailuacaodeis** hoiuen :
sabe-te que uina otifljHbe*las, montada em grande
escala, reclama o laBnaslfrde uo' pequea* capllaei
qiieorcaiu, segundoUre consta, em dous ou tres .conlot
de rls ; como remov-los no curio e curllttlmo'espafo
de aettenta dias, como manda a poitura municipal, ap-
pllcada a todos ot ettabelecimentoi em que houveisem
fogos na cidade, sem ter em consideracao estt el
verdadcramentc atteudiveii, ej de alguma ixajplra
recebidat no parecer que acaba de pastar ?
or. pecsideule, o nobre depulado, iiibalendo o pa-
recer da cunmisso-allegou queetat csubelecimealoi
que trabalhaiu coiiTTogot to prejudicact, pelo de
volvimenlo dot gazes que exalaiu mas a coininisi
leve em vista couciliar cttat couiai, e fazer urna jttsi
ca relativa, porque este he um dot cato* em que *
lemblea provincial obra como jui, e ule deve tem
ailender i coutlderacdudo bem publico, mat To
maueira que uo veuha offeuder o direito de proprieda-
de dot particulares ; tendo uta, na opinio du pUDII-
cttas, a inaxiiiia dilliculdade dot legitladort*: a com-
uiissio.porui, aaaaudo esUj contldera(>e, concllloa
etlct iiilerette* em teu parecer : enpt|aeque. senao,
como se diste, sduas.as ollicinat de caWrelros, mal
aegravada veni a fioar esla tuduslria. *e*eu agentes te
vireiu obrlgados a,(reliar oteilabeleciuienlot pela vio-
lencia 9a medida dt potturai.
Sr. pretldente, a hora estiadianlada, pbr contequen-
ca aqui leruiinarei ai ininba obiervavOei, c a cata
obrar como entender ein tua tabrdoria.
Vai mesa e he anteada para cnstar em Jflucnisao a
seguinte emenda :
Flcain concedidjO aos peticionarios mait qualroine-
neia das suat olricinat, legajado a po*-
. K. -- Mieul UoMtiro.
evantando-mc tinente para dizer
rea do parecer medico que foi apre-
clouaiJal*T e eludo pelo Illuttre ineui-
'. a-
m
nia enm que elle argumenlou ute cato, Inrrloglndo a
regras do decoro coin que not devenrot tratar oetta cj.
ta, c (inpreslando me Intncduque nao Uve, uem j.
mait ai podero ler, e cpmo que lancando uina etpecit
Jjaadioio tobre a commisso < pelo que me dix retprlto
cuinprc-nie dizer, e lito teria dunrcusario^iue nao te.
nho, nei poda ter iiiterutc alguna na con*Wvaeo. 01l
no-coniervataodetiei eslabdeclinenlos por mait a|.
guin lempo naRdade, a nao ser o lotereite de uta ac-
to de juslica, e foi nicamente este o motivo queme
conduzio, bem como ao meu companheiro da comnil.-
sao, signatario do parecer, a qaaignar aealuir ai
ldei$ exaradas no metmd. O nobre deputado. impug-
nando o paracer da conjuiissSo, baseou-se sobre don
poni' principan : o priTiieiro foi que a comnittfaCsuio
que nao quera remoiwusu ettabeleeiinentos, Uto he,
censurou a coininisselo mVIto lempo que dava pa..
ra a remoco desses eitaAelecaanentot; e em teguno
lugar considerou o inconAfcnC* que dltto ruuluva
saffee publica da cidai|fjHicando ueiles douspooiot,
eu farei alguuias coaaMiiKa*.
AdemltL Sr. prctltlene, que o nobre depatMo, Ta-
do-te daaflkan irabalho de ler o parecer t 01 ^cttmen-
lot qudplo annexos peilco, nao vlsse o evaine feilo
por unr professor de grande conceltonesla cidade, alo
s quauto sua prubidade, como quftito ao* sea* co-
nlieciuienlos professlonaes ; um julzo medico, emm, do
Sr. Sarment, ein que reconhece, em sentido contraria
lo do nobre deputado, qne etses esubcleclinenlot, di
das certas propoicoe nos tubos, ou buerot, dei
de ser prejudiciact a tade publieaehygiene da
de, mo grado o nobre deputado a nxtaat retpotido
o nubre deputado diite-no* tot fratn contideradot nocaos desde o lempo de Napo-
leo, Mf undu lera en uu livro, a tal ponto que *c dl-
vidraui em dua* clistel : nao tai .o quanto nccorreVa
tobre isto no lempo dute linaavador dos Fraaceze,
, neii, mehepoiiJyujesPndeffll ^ca.nente a ette.r-
lo. se veeu obrlgada a Techar tua* ja- gumento: todava, dando quarenena au laefa ao.
.ctque o vento leva fumo de encon- ccesto. occortdos a te retpeilo, *t appU.^ ao pm
a hypothete em diicustao, apoei-me no julio medico at
um profestor, cujot conheeimentoi eu attl reipeilo,
c que julgo incapaz de faaer aacrIHclo. de tuat couvic-
edet em mu inittr publico ; julto que foi dado por oc-
casio de um exaifle prucedido nettet ettabeleciinenlos,
ao'qual atiiitiraiu o procurador da cmara c o juiz mu-
nicipal que o presidio ; e nao he crivelque es*es senho-
ies, par ineptos ou olhcioioi, traiitigittem ooan tacrlfi-
cio do bem geral a beneficio da dous parlicularei. li-
to potto, nao duconheceu por outro lado a conunlti.io
um facn veniente na realidade exilente na* Ue* ctUdel-
rarias, ou olhcinaif de cald/irelro ; e teja-s|e licito de
patsagem observar ainda ao nobre deputado quao elr-
cumipecU foi a cumnilitno, e paavcontequcncla qug
Injusto teu acrlmonioto modo de arfumentar ;e ule la-
conveniente he o eitrepito^principalniente para com ai
pessoas nervotai e enferma* ; mal uta consideracao pa-
rece que deve calar tubordTnada a oulra* conitderacoet
te mait alia Iniporlancia, deve ler subordinada ao di-
reito de propriedade do peticionarlo*, que lejralof-
feuder ; diieito que be garantido pelo nono padPJ^In-
daiiienial, cuja idela he comprehendida ainda peloi bo-
nicos de mait curta uphera ; e por certo me admiro de
que um nobre depulado que uta em niinha trente apol-
ass'e o orador a quem respondo, quando pareceu aflron-
tar utei principios; nao levando em coma, co(H a tua
medida da postura, a oU'enta que se vai fazer as* |ro-
prletarios das fuudlcOea da ra Nova por um modo V-
tenlo : entretanto a commisso bem exprusimenle no
seu parecer quix couciliar a utilidade publica tea* *'-
fenta da propriedade particular, dando a utat oIBciaai
um prazo lulficente para te iiindarem, pudenda e0
proprielarios ter lempo, ou para edificareui, M jiaa -
arreudareiu casas adapiadat e proporcionadai,aBao*>a- '
zet para tran*
tura respecti
OSr. Aqui
duat palavrat
tentado pela*
do paree
arios, e
Qkocioi
e deputi
ociot municipaet, coiuevael
puudo, que me preceijeu, a
civilidade que procurou.-dar-me," acudo eu o
l recouhec5-lo cnmpeWile alara lato, v
la^iuerece o PeBMBBfjOi
i em materia que tem u-lacao cun a que se discute ;
davia parare, e conclniei duendo que, sea coiiimis-' b"> da conimittao de }
o recoubeeenue ai ollicinat de caldeireiroHo Incom- agradece 'm^*0^ no D^
odas e'iusaltltties, se nem inctiiio nessas orficinat te ''f.ao
'observou p que (Ora uulr'ora prescriplo pela cmara Pr'u*a-
ini.uicip.il, har^que podeiiem continuar _not lugare I "J| frj daquelle ;J|
em que scacliavam.iltuidas, esses etlabeleciinenlot nao I "r*T,..,f, nlI, \ri,afl
devein ser conservados na. ra. e... sue e.tio col.oea- V ^ alel. me. Jt fl "-,,
dos. ,,orquaulo ,.*!.. a uiaU do que; wr=. ~.m'.o JXtlouae. ue.u. narria : ,
ineulot dte trata to iiicoiumotr* ms*lubrel,'para
~U mait do que a opl-
' rccouhccidv que e lio lucuiaine- profuslonau ueilai
inall"\
miblca, qu
dadot e iusMubres para que ipto AieM tejain quauto au-
te\ reniuvidos. Nu prazu duTgnU noJ artigo da. pos- ud'iV^eBr^
lur-a. estou persuadido que os peticionario! obterag Ba- n,ao aot numen, que "..... # *rTT,.
Urrcco,nmoPd.d.t i. tuaiomcin.., ou,uecou^fcco ^Z^^^VSX^XtoT- '
c supponho
oupeuuio ... I'" .-.. --------- ,a d homeii tem mais ipportaUcl. do
to voto contra o parecer W ^-(|W|i d) n,recer> |M,rqu*uto siTrtoaWrKidot
Sr. presdeme, quando fallo nesta casa nao sou leva- jno auWrldaael em toda a paru.
^Z?^^oS^ se^^e^bVaqu^S^d^ Na amara Unun.c.pal.'q-.odo .e .iv*^^
d* peeucao. Undo eu vista* a utilidade publi- o artigo da* po.luras que pre.oreVe a retoocld daa al- .
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


wr
'
Para o Aracaly alie com brevidade, po* ter P*rte
da carga engajada, a iiunaca nacloual Carlota, ineslr* e
dono Joi Goucalve. Sima : para 6 restante da carga e
Cassageuos, rata-se com o mesmo meslre. ou com
lz Jos de S Araujo, na ra da Crus, n. 83.
Para l.isba partir, com a maior brevidade ,
o patacho portugus Mara & Joaquina, forrado e
enc'avilhado de cobre e de boa marcha de loto ue
7,500 arrobas ; tem metade da carga prompla jPara
restante passageiros, para o que offerece mullo
lions commodos : a tratar com o consignatario, Fir-
mino J. F. da Rosa, na roa do Trapiche, n. 44, ou
com o capitao Mauoel da Costa e Silva, na praca do
do CorpoSnlo.
= Para Lisboa tahe ,no da 31 do presente mez, o bri-
gue porluguez Anna-dilaide: receoe anda carga e pas-
sageiros, para o que offerece cxccllcnie* commodos :
tran-.e na ra da Cruz, n. 49, com o consignatario, Joa-
(qitlin Ferrelra Mendel Guimaraes, ou com o capitao,
is-nirorraponde ao Sr. Xavier Lopes; Ignacio Jos de Araujo, na praca doCominerclo.
"'(.Swri gerae. co.nbalcndo a, op-' p As,u eegue em noucos '^ V" f n"
I" 1 '-,i.rBh? quauto ao dlre.lo de proprieda- lelro Conceifo, cap ilao Fructuoso Jos Pereira Dutra .
vlacidafMle S.'J'do a sua emenda e iolando quem nouie.mo quixer carregar, ou ir de passagem, di-
iti e conclu Jusiihcuuuu a I tl^ mm mn ,,., r,i^. 0u a seu nronrielari
'"/if'acKr Ltpe l''e *uaopinlM, e respon
., fundidor, de meues. nlogurm *e oppoz a
|dt'eir* ', mesinos caldeirelro talvet nao se lem-
Ireiiioeato o ae,bla se nao viisem a
""""".uaadcpeliciouarios de i.encfle*. e como que
|n'n"r..I. este ultimo recurso ; e lato he natural.
\f'"eS'Ta vendo lanos, como .que as asmlas, mallhes
l ...qiianto ve een,,r.,n tambetn.
-fiCaM,a?ei naP.preciac5o do direito de proprlcdadc,
. T,rt ue.lao que se agita, porque nao me julgo
Rucado a iu todia ,e parece que esse dl-
foinl"""1^ vertentc, nao he lo ampio e sagrado.
|fi, o fc*~ ncommodos que causaiu essas ofno-
1uf' aP. solIVIn.onlos que ollas determinan., devaiu
" e ,? ..conservado* esses eslabeleclmento.. sen-
Kpor elle '** .0n,rer'ein tantos individuos, smen-
docol,de.nd'.. ierem iofl.rer
VPTd:",uo3urante tanto. ,
modado e ss,elnbla, e me conlormarel
Xppello par
Iguinas
sua emenda e vol
un pouco em seu.
annos tceui iucoin-
Irija-Ve"ao inesino" capillo, ou a seu proprielario
noel Alves Guerra Jnior.
..>... nue o nrecedcraia.
a0Orr.J a dUcussilo, he emenda do Sr. Maclel
WonTeo ppr-vada. Bcaudo predicado o parecer da
~$tff?tt5*- do da e levanta a
lessiio. __________ .
COWWIEJICIOT"
ifANDEGA__Beudimento do dia 20.
' l>e.c.rreg.fli hoje, 20 de mato.
nta _ClAr lucrcadoria.
Uricue --bacalhao.
Lea -Jvoraal ideui.
paUcUo-Aaa-/aee mercadorias.
|MPOItTACAO\
13:161/80
CONSULADO GERAL.
lenJimeiito do dia 20..........
liversa. provincias ......*
. 1:334/060
. 801/620
1: .35/680
CONSULADO PROVINCIAL.
Bendiinento do dia 26.............647/786

Movimento do Porto.
Para o Rio-de-Janeiro sabe, com brevidade, o pa-
tacho nacional Curio, capitao Domingos Antonio de
Aievedo, por ter parle da carga prompla : para o res-
tante, passageiros e esvravos a frer, trala-se com o mes-
ino capitao, ou com Lulz Jos de S Araujo, ua ra da
Crui, n. 33. __________
Leudes.
F. II. I.ullkens, lendo do fazer viagem ate a Eu-
ropa, Tara leillo, por iiilervencflo do correlor Oli-
veira, de toda mobilia e mais objectos da casa de
sua actual residencia inclusive um primoroso re-
logio enllocado em pean ha de bronze representando
linda ligara, com dous candelabros annexos, etc.
hoje 29 do corrente s 10 horas
no primeiro andar da casa n. 38
Visa,
-^.eilflo que se ha do fazerj
31 do correle, as 10 horas da 1
>tn quo foi do finado Uraguez,'
onceico de urna porcilo de barris de toucinho de
Sanios para liquidar.
do Aterro-da-Boa-
.ilia quinta-feira,
anh.ia no arma-
o p do arco da
Avisos diversos.
Nano tahUo no rfia^li.
Uaranho; galera ingle* Baunty-Hall, capi lao J, Mac-
beth, carga a mesma que trouxe.
A'ori'o lakido no dia 27.
Parahiba galera ingle Cordtlia, capitao Enos Hu-
ghes, carga a mesma que trouxe.
Navio snhido no dia 28.
RIo-Grande-do-Sul ; patacho brasileiro Daui-dt-ttarco,
capitao Antonio Muntrlro de Almeida, carga varios
genero*. ______ .
Declara^oes.

O arsenal de guerra compra azeite de carra pato
e de coco, velas de carnauba fio de algodSo e pa-
vios: quem taes gneros se propozer a vender, p>' .
d compareceu* alada directora Jp. mcsiffo ir-
ipntl, no dia SI do corrente mez, coiMua proposta e
ultimo preco em carta fachada Arsenal de guerra,
26 demaiode 18*9. O escriplurio, FrmciMo Sera-
feo de Atiit Carvalho.
A rrparlipo das obras publicas compra para a
obra da ponte do Remedio o seguinle i seis estivas de
tinte e seis palmo*, urna linha de Irinta palmos, eoiio
iibraa de pregos de cnstadlnho. Administraco geral
das obras publicas, 26 de maio de 1849.)oi dt Barrat
I alciodt Laetrda. administrador.
O Sr. Lulz Furlunato Mondes dirija-se adminis-
trado do crrelo, para rece.ber una carta vlnda da Pa-
i-ahiba, ou annuncie a sua morada, para he er en-
tregue.
ADHINISTRACAO DO PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Perante a admlniilracao do i>atrimonio dos orphaos
se bao de arrematar a quem mailder, e por lempo de 3
anuo* que lio de ter principio do primeiro de julho
<1o corrente anuo ao lim de juuho de 1852, as rendas das
seguintes casa*, pertencenles ao- mrsmo patrimonio;
sendo em 30 do iwesente mez as rendas das casas ns.
17 na ra das Larangeiras, 22 e 24 na ra de ri. Gonca-
lo. na toa-Vista, 39 na ra do Pires dita, 60 na ra
do Kotarlo dita. I, 2, 4, 6, 8 e 10, na ra da Ma-
dre-de-Dos, 14, 16 e 18 na ra do Torres, 2 e II na
ra -da- Lapa, 1 e 3 na ra da Codorniz, 17,41, 43,
t 15 na ra.da Mo.da, 47. 52, 54, 56. na ra do
Viiioriuji em 2 de junlio prximo futuro, as das casas
numere 21, 24, 26, 43 e 45, na ra do Amorini, 13,
15, i7,18, i9 e 21 na ra do Atcite-de-Pelxe. 10 e 12 ua
ra daCacimba ; e em 6 do mesmo mei as das casas
numero* 18 e 21 na ra do Bargos. 22, 25 e 27 da
usa do Vigarlo, 7, 9, e 13 ua ra do Encanta-
mento. As pessoas que se propozrrem a arrematar as
referidas rendas podero comparecer na casa das sessdes
da mesma adininislracao no* dias cima mencionados
com seus dadores'. Secretaria da administraco do pa-
trimonio dos orpliiios.em 24 de malo de t849,-joao Frtn-
iico di Chciby, secretarlo.
A vi.-os martimos.
-- Domingos da Silva Boa-Vista vai a Portugal tra-
tar de sua sade, e deixa por seu administrador o
seu mano, JoSo da Silva Boa-Vista.
Manoel Joaquim da Silva Massieira vi a Por-
tugal tratar de sua sade deixaudo por seu admi-
nistradora seu mano, Joilo da Silva Boa-Vista.
Joaquim da Silva Boa-Vista retira-se pra Por-
tugal.
Pergunta-sc ao Sr. Lulz Jo* Marque, *e a libra
deiua venda tem qualro quartas, ou tres e meia ; e
conforme a resposta lera que llie dizerO Pf.
l'reflsa-se alugar uina engominadeiralisa.c laiiibem
una ama paraqualquer aervico de porta* a dentro, sen-
do escrava ou forra, pagando-se conforme as uai^la-
bilidades : dirljam-se a ra do Trapiche-Novo, n. 10.
Aluga-se um sobrado na Soledade, perlencente ao
5r Herculano Alves da Silva, com multo* cjmmodos
para familia : quem pretender dirija-*e ao mesmo
obrado-
= Joo Cardlo Ayre embarca para fura da provin-
cia s escravos Ignacio e Mara.
= Precisa-sc de urna ama de leile. nao se olhando o
ser forra ou captiva, porin ataque nao tenha menino :
na ra do Rangel. n. 38, prlmlr andar,
o .Quem precisar de urna ama com bom leile, i-
. -sea ra Direita.n. 2. .
O abaixo assignado, pela brevidade de sua par-
tida para a provincia da Parahiba, nlo se despode de
seus amigos. Joaquim Mattoel Carneiro da lunha.
Aluga-se um andar e sotfio do sobrado da ra
dos Quarleis, por detrs da matriz : na praca da In-
dependencia ns. 24 e 26, se dir quem aliig.
Desappareceram, do sitio denominado I orre, em
Belm dousquartos com o ferro FBC sondo um
ahisao, de Irenle aberta e o oulro ruco-rodado :
quem os adiar dirija-se ao dito sitio a entender-se
com Jos Henrique Machado, que recompensara.
Frederico Saunder, socio da casa commercial
de Me. CalmontJiCompaiihia, vai a Inglaterra con-
tinuando a dilVtea no seu gyro commercial, na
msma conformiOade que at agora sh a geroncta
de Carlos T. Poingdestie, e no seu impedimetilo ou
ausencia, sh a du Alfredo Willers e Thomaz Nash.
Aluga-se um pelo para o servico do casa : na
ra Nova, n. 24.
Jacob, pardo, de 18 annos, sreco do corpo e es-
pigado ; tem falla do um denle, na frente, e um pe-
es O brigue-escuna nacional Olinda segu para o Rlo-
dc-Jaueiro no dia 3 de junbo : anda pode receber al-
Suma carga, passageiros e cscra^o a fretc; trata *e com
lachado & Plnbelro, na ra do Vigarlo, n. 19, segund.
andar, ou como capitao, Joaquim Soare Meariin, na
l'raca. >
= Vende-*e o brigue brasileiro denominado 6' de lote de 177 toneladas, prouipto a navegar com os seus
pertence* ; -assim lainbem coujuncto com qualro escra-
vos inarinhelros : quem o pretender pode examina-lo
a bordo, fundeado no lugar do Forte-do-Mattos, defron-
te d trapiche doalgodao, e para tratar-ie na ra da
Cadeia, n. 39, com Amorlm Irmaos.
Para o Acarao com esclamelo Cear sahe, em
poucos.dias, o (alacho mii/urdo: para carga, ou
passageiros, trala-se com o capilSo a bordo, ou na
ra daCadeia do Itecife escriplorio de Manoel Con-
ga I veM* Silva
--Para Lisboa o.brigue porluguez Feto, pililo
Antonio Pedro- d Ftgucirodo, sahe impreterivel-
niente no da 6 de junho: recebe carga afrete.bem co-
paseegeiros para o que offerece encllenles com-
mooo :quem pretender dirija-se aos seus consig-
natarios, oliveira IrniSos t t'ompanliia na ra da'
Cru?,n 9, ou oreferido capiao, na (ruca do Com-
mercio.
Para a Habla o biale an-Joo, em poucos dias, por
1er a instar parle da carga prompla : para o resto e pas-
'ageu-o trala-se com flovae* *t C, ra du Trapiche, n.
o meitre a bordo do mesmo biate.
queno lallio na macla do rosto ; tem cabellos estira-
dos, e o mais viMvelsignal lie ter as costas a maira
de um caustico ; fugio em dezembro de 147 ; julga-
se estar para o lugar de Pindobinha aonde tem co-
nhecitnentos: quem o pegar leve-o ra Nova, n.
16, a Jos l.uiz Pereira, que gratificar.
O abaixu assignado tendo-se adiado cercado de
trabalhos nos ltimos diasque residi aqu, nao pOdu
despedir-ae dos seus muitos amigos, lano da pra-
ca como do centro da provincia. Boga, pols, a lodos
que o desculpem desta Talla de cortezania a que foi
loteado, e que disponlmm do seu diminuto preslimo
em Mossaniedes | ai a onde se dirige. JJtrnardino
Freir de ligutiredo Abrtu Ca$lro.
O rendeiro do sitio Salgadiuho, de Olinda, a
vista da nova medida dse mudarem as padarias pa-
ra os arrahaldes da cidade, avisa a quem convier quo
tem dentro du mesmo sitio urna grande padaria a
qual oHerece as nieftiores vaiilagens niiu so por ha-
ver lenha em abundancia para o consumo da mesma,
como por icar entre as duas cidades do ftecife e u in-
da : quem a pretender dirija-se ao dito silio a fallar
cun oiendeiro, que iiDos alugara como tainbeni
nSo duvidar entrar de sociedade na mesma, con-
forme o negocio que se lizer.
Os berdeiros maiores do casal do capitao Manoel
Mouleiro de Si, morador na cidade do Aracaty, que
foi casado com D.'l fiereza de Jess Mouleiru, ja !I-
lecida constando-lnes que o dito Manoel Monteiro
deSa, naono tem vendido j alguus ben* do lito ca-
sal comqanue se propOe a vender outros como se-
ja um sob'rado na ra da Cruz, no llecife, isto em
prejuizo manifest dos ditos berdeiros, por isso que
uilo procedeu a inventario pelo, fallecifieuto do sua
dita inullier aniiunciaui ao publico qt nflo contra-
te in sobre taes vendas com o dito Motilen o pois
que os tuesmos bens estflo subjeitoa a inventario o
uartilhas o prolestam contra todo e qualquer trato,
transaccOo ou venda do* ditos bens : o para que pa-
ra o futuro uuo possa allegar-so ignorancia se faz es-
te aviso.
-- Precisa-sede urna diada porlugueza de 40
50 anuos para um engenlio distante desta praca 8
legoa* no qual se dar bem, prestando fiador a tui
conduca : uo paleo to Carino, n. 18, seguudo an-
dar,
Vai aosertBo do Cear Jos da Fonseca Soares
Silva, deixando nesta cidade por seus procuradores ,
sua mulher, D. Maria Carolina da Fons.ca Silva e
Jos Autoajio Rodrigues Jnior flc.indo responsa-
vel o annunciante por todos os negocios conlrahidos
por estes.
= FuBHaram, hontem, (24) do conilslorio da Igreja de
San-Francisco, um reloglo de nrata dourada, horlsoutal,
mostrador de prata e sem vidro, c urna cadeia de ouro
de chapa aberta com tres cornalinas, aendo duas en-
carnadas, e urna branca ua qual tem a chave,; quem do
mesmo der noticia atrs da uiatris da Hoa-Visla, casa
n. 12. *er generosamente reoompensado.
Offerece-se uro homem casado para Irabalhar em
um sitio : no sitio do Sr. Joaquim Ferrfo.
O Sr. Francisco Antonio de Carvalho S.iqueita
tem urna carta na ra do Queimado, n. 25.
Procisa-se de um menino de 12 a 14 annos. que
saiba 1er, para ir do caixeiao para a villa do Cim-
bres : na ra larga do Rozarlo, h. 29.
precisa-se de utn feitor para engenho : no Ator-
ro-da-Boa-Vista, n. 49.
Aluga-se urna casa torrea na ra do Padre-
Florianno n. 41 : a tratar na ra larga do llozario ,
n. 39, segundo andar.
Precisa-sede um caixeiro : na ra da .Seuzal-
la-Nova, refinacuo n. 4.
Aluga-se um prelo para o servico du casa, que
seja liel : na ra dasCruzcs, n. 31.
Qfjtm livor para arrendar utn engenho com fa-
brica eboiada dirija-sea ra do Collegio, n. 15,
terceito andar.
--Precisa-se alugar, para um homem soltoiro ,
um andar de sobrado que lenha cozinha sendo uo
necife, as ras dn Cruz e Trapiche : quem liver
dirija-serua da Cruz, n. 43, primeiro andar, ou
annuncie.
Aluga-so urna casa no Aterro-tlos-Afogados ,
propria para se eslabelecer urna padaria, por ser
bastante grande e ter um grande quintal todo mu-
rado e porto d embarque ao p : a iratar na ruado
Qucimuilo, n. 7, primeiro andar.
Precisa-se de uina pesaba que cstej habilitada
para tomar conta de um carro de couduzir elTeitos o
dous escravos quo nelletrabalham, para agenciar o
servigodo mesmo carro, midiante o ajuste que se
fizer: na ra do Queimado, n. 7, primeiro andar.
- O L'r. Lobo Moscoso contina a re-
ceber doentes em sita casa, no Aterro-
da-Ba-Vista, n. 4B, onde lia commodos
siiHitienles, nao s para se trataren! de
suas enerinidades, como pira se Ibes fa-
zer qualquer operacao : as pessoas, por-
taulo, que se quizercm curar ou mand ir
algum cscravo, pdein dirigir-se eo an-
nunciante em dita casa, certas de que se-
rao tratados com todo o desvelo.
Precisa-se do un feilor para engenho : no caes
do Ramos, casa ta esquina.
precisa-sede um trahalhador de masseira, que
seja perito uesteofficio paga-se bem: no paleo da
S -Cruz, padaria n. 6.
Offerece-se par* ser ama urna parda viuva, ja
de idade, para o servlQO de portas a dentro : quem
de seu presunto se quizer ulihsar, dirija-se a ra di
llortas, n. 59. .
Prccisa-se de 3:000,000 de rs. a premio sobre
hypothecaem bens de raz: quem quizer dar an-
"^Cahio da algioira de um dos espectadores do
circo na noilc do dia 22 do corrente, una caixa de
tarlaruga leudo no centio da lampa assentada
em ouro a firma do dono com as lettras inic.aes
P A B. unidas ; e na mesma occastlo unta cartet-
r contendo 5,000 rs. I quem liver echado qualquer
ou ambos objeclos leve-os a Iravessa da ra da Con-
cordia, sobrado n. 5, que sera gratificado.
_ precisa-se de urna pessoa que saiba Pfela-
mente retinar assucar: na ra da Senzalla-Wova
"'_ Perdeu-sc um lenco denlro do qual estavam
uns papis, osquacs m pdem servir a quemo
nordeu i roga-se a quem o achou de o entrega, em
casa de Manoel Alves Ferreira no becco do iliea-
tro, que ser gratificado.
-. Pieclsa-se de um homein que lenha balante pra
Uta de venda para lomar cunta de una, dando-sc socie-
dade nos lucros, dando conhechncnlo de sua conduela .
na ra Direits, n. 99.
- Antonio Jos Soares retira-se para n Babia.
- Cuilherme Reid subdilo inglez, relira-so pa-
ra rra do imperio.
thcgoii pelo vapor Jmperatriz no-
vo sorlimcnto de queijos de qualha, leitos
na provincia do Cear, muito frescaes :
na ruadd'rus, ormazcm n. 33, de o
pessoa que quizer fazer
r teeocio com a tneiato da casa sita na
Muaslrul que volta para, jm. da A egrt*. .
juntamente com duas parles do W"HM
'moa junio a metra, casa no qualI ex.sla um gran
de le Ueiro : v a travessa da (.o .cordia sobraao
Rlbsiro do Fa-
de tellieiro :
""- Pede-so ao Senhor Jos BapUaU
rias, como procurador da Sr." D. J. M. i.. .. W
aba a bondade de declarar por esta rollia M V*
parte desle imperio existe urna villa conio nume
de Imueraor, visto que ha pess9a* hM*li
saber Sesta villa e nao se sabe se a creacSo dtlla
foi no lempo dos llebreus, ou na era cnrisuia.
r 0$ iHteressados.
- Precisa-se alugar um homem torro ou escravo,
pata Irabalhar na destilaco da travessj da Con-
cordia.
Compras.
No pateo do Terco, n. 14, coropra-se toda qual-
quer obra de ouro, ou prata sem (cilio : tamben
da-se qualquer quai tia a juros sobre os niesraos
objectos.
--Compra-so um Loclo: quem tiver annuncie
sua morada.
-- Compra-se urna negrmha de 10 a 12 annos : ua
ruado Hospicio, n. 4.
= Comprase uina escrava que saiba lavar, engom-
mar c coier, para ir para fra da ierra na praca do
Commercio, armazein n. 4.
Compram-seduas vaccasque tenham crias, se-
jam mansas e boas leileiras na ra do Trapiche ,
-Compra-se 1 pequeo sitio porto da praQa, coto
casa de inorada de pedra e cal : na ra do Trapi-
che, n. 34. .
.-Couipra-seum prelo moco snlTiivcl cozmnei-
ro sem vicios nem achaques : na ra da Cruz, n.
45, em casa de Nascimento& Amorim.
Comprase o diccionario france-portuguei por
Fonseca. e o porluguei-franccs e vice-versa por Cons-
tancio, a grammalica frauceza de Monteverde, lelema--
co tm francei c o segundo volume iuRlci-portUBuei o
diccionario grande d Vieira: todos esles livros em bom
estado eponi pouco uso: quem liver annuncie -
ja-sea ra do Ainorim, n. 3(5.
oudiri-
Compra-se uina escrava de 21 a 30 annos ,
que engotnme e cosa muito bem: tambem se
compratn escravos com oflicios ou sem elles ,
e dous qiiartlos rucos que sirvam para carro:
no paleo do Carmo, n. 18, segundo andar.
- (omp.a-se o duelo Intitulado o Melrlnho e a**o-
7- codV acompanhamonto para pi.no e algn a. pe-
.nusica para o mesmo insiruinento : "
bre
cas de
Crespo, u. 11.
ua ra do
nda
Vendas.
los 20:000^000 de ris.
Praca da Independencia, n. 57.
Chegu a lisia da ultima lolcria e com ella gran-
de sortimenlo de bilhetes. meios, e cautelas M bt-
Ihetes vendem-se a 24,000 rs., meios a l.000 r s. ,
nuarlos a 6,000 rs oilavos a 3,000 rs., e "(mnos
a I 500 rs. Lembra-se aos amantes desta interessan-
le j'ogo qne em poucosHias se conc u.ra a venda dos
ditos, e que pelo primeiro vapor ler3o o praxar.de
verem a listaeral. tomo lio decostume.
Fovinca da linhia.
COMARCA DE CARAVKLLAS.
Vende-se o enpeobo -PaSsagcm-, de c>llodros ho-
rlson"aea, movido por eav.llo. ou bois, situado e.n urna
[iba do rio Itanhein na villa de Alcobaca ; perl do q..a^
pode carregar qualquer embarcac: dista urna ora
de viagem da barra de Alcobaca. c duas horas da de C.-
raveII?.. Ten. multo, terreno, e malta, virgen, par.
pUDUcOe.de cano., mllho, arroz, etc. aendo de utaa-
nS de barro, ou ierra denominada vulga..nenie na
Coii.euiba-carnneuejei.a-. e por isso Lenta de for-
dga.g com multa, larangeiras. jaquel., ijmtMlW.
i
clima muito
sadlo. Quem pre-
olrcuinslanciads*
Aran o. ..
- Fueioda ra ella. n. 30, um papaga.o coutra-fei-
lo erai.de, e que. por e.lar ua muda, tem falla de po-
nas no. encontr : levou parle da crreme porque se
.chava atado i gaiola : quem o pegar, leve-o a mesma
casa uue ser generosamente gral.licado.
= Precisa-se de um caixeiro para uina venda : na ra
da Seuictla-Velh, n. 106.
Padeiro.
-. Prec>a-sc de um rapas estrangelro que saiba tra-
li >II,... en. padaria, e que seja (orneiro : qqem esliver
neta, circums.ancia. e pretender .r para Macelo, po-
de dirig r-sc ra da Mad.cdcUcos, u. J. tercero an-
*"' Pretndese aber e.nesta provincia existe Domio-
gos Alves barbosa e Silva, lilho de Antonio Alves Itarbo-
,a e de Rosa Maria da Silva, naluraes da freguei.a de
Pannue, julgado de Ponte-dc-l.imae... Portugal: aquel-
le 5? cllegou aqui em novembro de 1828, e oceupava-
eaescrever en. diversas casas.
O Sr Fernando Barata da Silva quetra ler a bon-
dade de mandar buscar urna caria viuda de Portugal,
na ra da Cadeia do Recife, n. 38.
~ Preleude-se saber e nesta provincia havera algu-
ii.a pessoa que d infor.nac5es de Mauoel Archanjo dos
Santos, cando con. '.la.ioella do Nascliueulo de Jess,
ambos naluraes desla provincia. -
.. Uoga-se ao ^r. Antonio Pereira Plnlo de hara, ou
ca, o rio de peixe, e o
icnder, e quizer ter iufoni.acOe mai l
e ninucica. sobre o mencionado engeu! *''^e
Olinda no segundo sobrado a ladclra do Varauouro, c
ahi se dir onde se trata.. .' .
Vende-se superior vinho maeira
branco : na rna da Cruz, n. 9. em casi
de liveira IrniSos & Companhia.
Atieticao ao barato.
Na ra do Livrame'nto, n. 14, acaba de chegar um
riec sortimenlo de riscados que quem os v.r nao dei-
".rt de comprar ; bem cont ch.tas; mm J
* ._. ., .un -.un r<.. n em oecas da-so m.is
com petihores.
--Vetide-so urna parda que engomma perfeitamen-
te-uina ba escrava para lodo o servico; um mo-
leo'uo de uadlo, de 18 ennos ; urna parda de 18 an-
nos com habilidades a qual he de urna pessoa quo
se rti?a : na ra de goasaVerJcs, n. 46, se dir
quem vende. ,
Na loja da ra do Crespo, n. 6, ao pe do
laropeo, vendem-se as seguintes fa-
zentas: .
cobertores do algodSo, a 640 rs. ; chitas "'"^T
Iros lisas, a 180 .s.; riscados encorpados para pre
baratas de todas as qualidades .
_ Vendem-se cM de ^ffj"^^^
Na ra do flangel, n. 9, conlinuam-sea Urar pas-la rua da Florentina n. 16.
saportcs para dentro e tora do imperio despachara- Venden.-.c meios ^^^"^aSa^ebK
seescravsecorreni-setolbas: ludo com brevida-
de e proco muito coaimodo como se tem da.lo exu-
berante prova no decurso de 8 annos
.-.O abaixo assignado en.lna a traduilr, fallar e es-
crevr a lingoa frauceza em sua casa, no Aterro-da-Boa-
Vlsia, n. 82. e por casas particulares. Ur. ioaquim de
OtheiraSouim,
.. .i.... -- ,,...,1,0 a beoehe o das oora*
StttWWSS da pr.ca d. Indepeu-
dencia. 1.. 4.
_ Vendem-se bolach.nha. de differente. qualidade^
lo nova*, cli
ciuacsqucr porcu., t ry
tm doAppollo, armaiemn.4,
uov..rcheg*d.* > pouco. dias esta cld.de, eiu
- e por pateo muito cummodo : na.
} MUTILADO
------r------------ -
- J.'.
'T_ .



.-
4
' Vendem-so, oti penmutam-se por out os que
r>uo sejam na oonarca do Rio-Formoso, os enjillios
t'aTn|iaio o M; 111rti coin safras, un nj Rio-Kormo-
so e o outro n? fregoezia do Scrinhiiem, anilos mu i-
to bons d'agoa e i!o terreno porto do porto do em-
barque : laii em se permutan) pe proj' iedade>
nesta praga na ru do Crespo, n. 9. se dji quem
faz este negocio.
I a nh i de mandioca
do Rio-de-Janeiro, sqnerior, cm barricas e saccaj:
viniesen ra Diroita, n. 17, o na ra da Madre-ile-
Deoi, n. 31, casa do Sr. Joaquim Flix da ItosatS
Vende-se um sitio na Oapunga ; e um terreno
nos Coelhos : no Aterro-da-Boa-Vista, loja do ouri
ves, n. 61.
--Vendeni-sesemenlesdecoenlro.muiloboas.por
prego com mudo : no Hospicio, sitio do porlfio ver-
de, junto ao sobrado da viuva ('.unha.
Vendem-se cobertores de algodo
americano encorpados e grandes a duas
patacas, e pecas de bretanba de rollo, com
dez varas,'a cinco patacas e meia : na ra
do Crespo, loja da esquina que volta para
a (Indeia.
Na ra do Crespo, loja de qualro portas n 12,
vendem-so superiores corles de brim trancado par-
do do puro linlio, a 1,000 rs.
Na ruada Cruz, ainiazcm, n. 33,
vendem-se superiores queijos do sertao
muito descaes, pelo barato pceo de 4oo
rs. n libra, tendo queijos da? todos os ta-
ma n los.
(tuanJmnpths (le linlio.
Vendem-se lions guardanapos do puro linlio, grau-
des a 800'rs.; ditos pequeos, de novo goslo para
'lia, a 400 rs. ; bonetes bordados para bomem a
-,40() rs.; ptimos lengos de seda de core., a 2,500
is.-; ditos a 1,000 rs. ; setim maco n 2,000 rs. ; di-
to melbor, a 5,000 rs. o covado ; cassa transparente
para mosqueteiros c cortinados com tecido de fil,
a 2,600 rs. a pega ; alpaca de se la a 800 rs. ; pti-
mo velludo preto, n 4,000 rs. o covado ; e um com-
^ pleto6ortimento de fuzendas finase grossas : na ra
' do Queimudo n. 27, no novo armazem de fazendas
de llaymundo Carlos I.oite.
n
yr^l.-l^LJl.:.- '==
2 Panno fino barato.
j Vendc-sn panno fino de varias cures e muito
v5j superior, pelo liatato^reco de 4,000 rs. o co-
jg vado ; ililo preto de todas as qualidadcs, aos
*S pregos ile 3,500 al 10.000 rs. o covado: na
* &. lo, n. 29.
Nn rua- Nova, loja de ferragons, r. 41, de Joa-
quim da Cosin Maya recebeu-senovaireirte um ri-
co sortimenti 'e apparellws de nietal para cha o
mais fino que cm vindo ao mercado .>em em jar-
ros o tncias d'. mesmo msUl: tudo por preco com-
modo.
Lotera do Rio-de-Jancir.
Aos 20:000,000 de res.
Bi'hetee da decima lotera a beneficio do theilro
da cidade de Netheroy cujas listas devem chegar
pelo primeiro vapor : vendem-se na ra da Cadeia
do Recife, loja n. 51.
Vende-se urna prcta do gento moca e robus-
la, com urna cria de 8 niezes : na ra da Seozalla-
Velha,n. 54.
Agoa do lingir cabellos e suissas.
Continua-so a vender a agoa de lingir cabellos e
suissas: na ra do Queimado. n. 31. O methodo de
applicara dita agoa, acompanha aos vidros.
I*ara (jueiu quizer ganiar
dinheiro.
Vende-so a fabrica de palitos do fogo, a melbor e a
(|ue mais negocio faz por estar muito afreguezada,
o estaremos palitos ja acreditados, principalmente
em o lempo de invern a <|ual se aclia muito bem
montada, por ler madeira para vinte e tantos mil
magos, urna grande po-gilo ja preparada e ter lo-
dosos mais aviamenlos com abundancia. O dono
ilostc eslabnlccimcnto se obriga a ensinar a pessoa
que o comprar, por ler de rclirar-se para fra da
provincia : nolando-se que lie negocio quonioad-
mitle liados e hojo nao lia outro igual : a tratar
atrs da matriz da lloa-Vi.-la n. 4.
Vendom-sounscoraes de. ouro de lei com 5
diamantes : na rua de Agoas-Verdes n. 25.
--Vende-se um sitio com boa casa, arvoredos fructo, com bastante terreno de muita producgflo,
csiillicienria para planlar-s.e e tcrrSO 12 vaccas de
le.itc, com lima olaria com barro para toda a qua-
lidade deinateriaes com.hom lorlo.cujo sitio lie
menos de legoa distante do Hecife, e que pelas mu-
tas proporgoesqueofiereco lio proprio, tanto para
recreio como para queni queira einpregar alguns es-
cravos: vende-so por muito commodo prego, e
(ambem se receliem em pagamento alguns escravos :
a .tratar na rua do Queimado n. 7.
Vcndetn se os verdadeiros cbarulos
muo bonita elegancia por ser de muito apurado
aoslo e mnitomodornos: vendem-se por seo dono re-
tirar-se para Portug!: na rua da Cadeia do Recife,
n. 24, primeiro andar.
Vendem-se 5 moloques de 12 a 16 annos mui-
to lindos ; 6 escrevas mocas com algumas habili-
dades : na rua Direita, n. 3. .
Veudem-se, de urna pessoa que se relira, os
seguintes trastes : urna rica cama de Jacaranda, qua-
si nova o de lindo goslo; um guarda-louca envi-
drscado muito bem feilo ; um bergo de bonito mo-
delo; urna carie ira de amarello nova; um lavato-
rio com gaveta de amarello ; um rico par de jar-
ros de porcellana dourada. com lindas florea; um
bonito tapete ; urna gamella grande de amarello,
para banho; urna mesa de jantar, de amarello, para
oito pessoas ; urna dita grande de pinho, para en-
gommar; um cabide de amarello : na rus do Hospi-
cio, por cima da venda do lello de ouro.
Vendem-se, na rua do Crespo, n. 11, as obras
completas de Silvestre Pinheiro, de direito; Bergier,
dictionairedellieologie, por 14.000 rs. ; Burlama-
que, por5,000rs.; Theatro de Voltaire, por 1,600
rs.; e outras rhuitas obras: bem como llha incg-
nita e o Piolho viajante. m
Vende-so urna bonita escrava crioula, de 32 an-
nos, com leile e que lie perfeita cozinlieira e en-
gommadeira e faz todo o mais servigo de urna ca-
sa : na rua do Crespo, loja do miudezas n. II.
DE6 PORTAS NJ
-- Vcndem-ac cuites de.ralgasde meia casimira c
la a 2,000 rs. Cadarite; riscados francezes a
200 rs. o covado ; chita franceza larga a 280, 340 e
300 rs. o eovado ; cortes do cassa-chita, a 2,000 rs. ;
riscados largos para camisa, de muito bonitos gos-
ios,a300is o covado; e outras militas fazendas
li.natas : na rua do Queimado, loja do sobrado ama-
rello n. 29.
Aviso a pobreza.
Vende-se bolacha de fariuha de millio, a 80 rs.
a libra muito saborosa e de bom paladar : o prego
(leve attrahir osfreguezes : na'rua larga do Hoza-
rlo padaria n. 48.
Venc-se urna escrava crioula de 18 annos de
bonita figura ,'e com habilidades : no boceo do Sa-
rapalel solirado n. 12.
= Vendem-so estojos de navalliaa inplezas para
barba, do mellior a?o que tem \ indo a este mercado,
gaianliilas pelo vendedor; oculos para todas as ida-
des, o mclliorcrystiJ possivel; pentes finos pelos
para alisar caivetes para peonas do 1, 2, 3 e 4 fo-
llias finos ; meiis grossas de algodiU fcilas a agu-
lha,s quaesslo recommendadas pela medicina;
tinteiros de rryslal de c6rcs de nova invcngflo : lu-
do barato para apurar dinheiro ; bem como um mo-
leque do 13 anuos, muito lindo, propiio para apren-
der qualqucr ofllcio : vende-se barato, por seu dono
retirar-se : na rua Urga doUozario, n. 35, loja do
J.ody. .;
Vende-se superior vinho da Madeira, cm han is :
no caes da Alfunilega arma.?.em do Bacelar.
Vende-se azarciloem barrisdc1l2 libras; pre-
gos de gcl07a ; dobradrgas para purlas de cuixilbos ;
loques da China para theatro ordinarios ; ditos
francezes, ricos; e varias miudezas muito cm con-
ta : na rua do Amorim, n. 15.
~ Vendem-se duas moradas de casas lencas si-
tas, na povoagilo do Montciro, sendo urna de pedra
c cal e a outra de taipa iimhas juntas, proprias para
i'.-sui etilo (a festa : a de pedra e cal tem pnrtflo :
bem como um outra moradinha de cass, com quin-
tal c arvoredos de Iructo cuja casa pode com algum
Irataincnto ofierecer recrcio : trala-se com Jos Ma-
i ano de Alhuquerque na rua da llniao.
Na la dasCruzes, n.-22, segundo andar, ven-
cun habilidades ; una pela de nagilo de 40 anuos,
comliabiliiladcs j urna dita de 24 aunos, com hahi-
lidailes o que lie ptima quitandeia ; um pieto de
meia idade, i roprio para lodo o servigo.
Cha m erial.
No caes da Alandcga armazcm de Dias Fcricira,
vendo-se cha impenal, do superior qualidade, em
canas de cinco libias. .
Vfnde-se a taberna do paleo de S.-PeVro n
1, com 0a fundos que cunvierao comprador, por seu
dono retirar-se : a tratar na inesma taherna.
Chitas, a 160 rs.
Na rua Nova, n. 42, dclronle da Conceicio dos mi-
litares, vendem-se ptimas chitas, pelo barato pre-
go do 160 rs. o covado para acabar.
Vendcm-so duas canoas abettas, decarea, mui-
to bem construidas e quasi novas, por prego'com-
modo : na ruada Cadeia de S.-Antonio, serrara
n. 13.
= VenJein-se pepas de brelanlia de rolo com i0va-
raa, a !^400 ; dlas linas, a J/760 ; "pecas de madanolfio
Innpas com 20 varas, a 3/00U ; lenjos tinos de caniumla
com bonitas palmas, a lull rs. : na na do Passrio, toja
n. 17.
I'njia relalbo.
Vende-se rap a retallio, do I.isha, a 40 ra., e
Meuron, a 20 ra. : na rua do Coliegio, n. 6.
-- Vendem-se TCacgOesda companla de Bcbcri-
be; una casa terrea na rua da .Scnzalla-V'clha,,
11; no Aterro-da-BoPVista, n. 63.
de llavana, clifegados ltimamente : na
rua da Cruz, n. 5i, casa de J. O. Elster.
Vende-se bretanba larga de puro
liulio, tao superior que parece transpa-
rente, de 14 2|3 varas, a 19,000 rs. cada
peca : no pateo do Carmo, no segundo an-
dar da casa n. 18.
Rua Nova n. 5.
Veudc-te una escrava de linda figura e recolhida,
a qual sabe eiigommar, coser e fazer lavarinlo ; una
mulalinlia de 1-1 anuos, multo linda ; una negra de na-
V"i (.1-1.1. de 20 anuos, que sabc-cngominar cqiu perl'el-
.io e cojinba, c he de ba conducta, oque se afianca
ao comprador; duas ditas proprias para Irabalharem de
enxada ; tuna mulata de 25 anuos, que sabe engommar c
cozluhar o diario de urna casa ; um negro bom cozlnhel-
ro ; um niolecotc de 18 anuos, de lioa conducta, e lida
figura,
No AUcno-da-Hoa-Vista, n. I,na casa de modas fran-
cezas de madama Millochau, atenido sorllmciito de
flores finas, bidos, litas, cambraia bordada, cape lias de
nolvas, grvalas, transas, requehfes, ac. &c, as sc-
nhoras acharao um lindo sortimento de manteletes de
todas as modas novas, de seda prcta c de cores ; ricos
chapeos de seda, lindas toncas de sarao, capellas ricas
para bailes, luvas de pellica e de seda, camisinhas bor-
dadas, lencinhos de seda, cambraia de linho muito
transparente, garca de seda de todas c6res. tilos de aeda
bordados braucos e pretos, ntremelos de cambraia bor-
dados, corles de garfa, cassa e seda, bonetes de montana
e chapeos de palha lindamente enfeitados ; lamben) fa.
zem-sc continuadamente chapeos, toucasc vestidos para
seuhoras, de gosto recente e a prreo barato.
Aos fumantes do bom goslo.
No armazein de moldados atrs do Corpo-Santo, n.
06. ha ellectivaincnlc para vender clgarrilhos hespa-
nhoes c ditos de palha de liilllio, os mais superiores
queaqul tem vindo: assim com superiores charutos da
i.aln.i, de varias qalidades: ludo por preco mais com-
modo que cm outra qualqucr parte.
Vende-e um bom c bonio cavallo por preco com-
modo : quem o pretender, dirija-se a rua da Cadeia-Ve-
ilia, n. ,i'.i, loja de ferragens.
= Vendem-se 10 lindos molrques sem vicios e de ele-
gantes figuras; um lindo pardo, pcrfcilo ofiicial de sapa-
leuo e sem vicios, o que se afianca, o iiu.il lie muito hu-'
mil.le mu lindo molecote, perito ollicial de calafate,'
sem vicios ; dous pretos de todo o sei vico : urna parda
de 3Jannos, boa lavadeira c que d-se em cosita ; una
pieta de meiaidade, que coxinna muito bem, eugoinina
sulrivel, coze, e compra bem na rua ; asiiin como oulros
inultos escravos : na rua do Vigario, n. 2^.
Vende-se urna escrava ci ion la do 22 annos de
bonita figura, que engomma e cozinha o diario de
urna casa : na rua dos Martvrios, n. 28.
Vende-se a quarla parto do sobrado n. 35 da
ru? estrella do Itozario em chilos proprios, com
bom quintal por prego muito commodo : ia tra-
vessa do arapalol, n. it;.
Vendem-se encerados do todos os tamanhos
para cubrir mesas e outro qualquer objecto; sapalus
de marroquirh e do lustro para senhora e meninas :
na rua Nova, u. 17.
Rap rolao Crancez.
Venderse o superior rollo francoz ; as lojasdos
Srs. Caetanol.uiz Pe reir no Aterro-da-Uoa-Visla,
n. 4GiMliomaz do Mallos KstLna, na mestna rua, n.
54; Francisco Joaquim Duarte, na rua do Cabuga ;
l'inlo Irinflos na rua da Cadeia do llecife, n. 19.
-- Vende-se um relogio de prata patente inglez :
tambem se vende a Escri;,tura sagrada cm 23 volu-
mes : na rua da Cadeia do llecife, n. 57, primeiro
aidsr, na sala de deltas.
Borne barato.
Na rua do Queimado, viudo do Rozario, segunda
loja, n. 18, vendem-se pegas de panninho com 10
varas, a 2,000 rs. ; corles do caigas de brim de li-
nho trangado pardo e de'listras, a 900 rfc
Vende-se, na rua Vcllia da lloa-Via*, n. 37, um
oratorio com imagens mesa do podra o estrado
prompto para so dizer missa ptimo para um sitio,
ouengeniio; umu commoJa grande de amarello; C
ciideirasdejataranda; ur.-.a mesa de jantar: urna
tHtadeeozinha;3diias para sala; um lavatorio;
e ma s alguns trastes : ludo muito bom para casa de
retirar* Pr ^ b"aU>' m nsio de seu do0 e
Nesta loja vendev-sfianno fino preto e de co-
res, a ll.ontl, 3,500 e 4,000 rs. ; alpaca fina,
muito lustrosa, a 800 e 1,000 rs. ; lengos de
seda, a 1,000 e 1,280 rs.; riscado monstro, a
-'lo e 2(1(1 is. ; eoutras multas fazendas ba-
ratas para fechar contas.
' No ir mu/cm do br da Alfandcga,-!). ao, vendem-se gigos com
batatas a a,ooo rs. saccas com milho a
3,5oors., cevada de Lisboa a i,7oo. rs. ,
saccas com feij2o branco de l.isbiWe a-
mendoas, farinha de trigo gallega em bar-
ricas e meias ditas, superiores queijos de
prato por menor pr qualquer parte, e oulros muitos gneros
de estima : ludo muito em conta.
Deposito da fabrica de Todos-
os-Santos 11a Baha.
Vende-se em casa deN. O. Beber& C., na rua
da Cruz, n. 4, algodSo trangado daquclla fabrica ,
muito proprio para saceos de assucar e para roupa
de ^scravos, aos pregosdeS-O, 300e 320 rs. a va-
ra conforme as qalidades.
Taitas para engenho.
Na fundigflo de ferro da rua do'llrum, acaba-se de
receberum completo sortimento do taixas de 4 a 8
oalmos de bocea, as quaes acham-se a venda por
prego commodo e com .promptidflo embarcam-se,
ou carregam-seem carros sem despezas ao com-
prador.
Vendem-se sellins inglezes e canias
de ferro : na rua da Senzalla-nova, n. 4a.
Carnauba.
Vende-se, na rua da Cruz, n. 21, urna porgo de
ceta de carnauba de superior qualipe, e por to-
do o prego.
Vende-se cal virgem de Lisboa', de superior
quahdado em barra de 4 arrobas chegada neste
mez pelo bngue Maria-Joi: a tratar na rua do
Brum armazem de Antonio Augusto da Fonseca ,
ou na rua do Vigario, n. 19.
Vende-se urna mesa quadrada para meio de
sala : na rua eslrela do Rozario, n. 13.
I>ar pagens.
vendem-se chapeos envernizados para pagens:-
na rua do Queimado, 11. 10, loja de cirgueiro;
Na loja da rua do Livra ment, n
10, vende-se brim trancado pardo, mui-
rouilQ bonita figura sem vicios ncmjcliaauM
coge o engommn bem : d-se a contento o m?U8
por quese vende se dir ao comprador: no ni i"
Carme, n. 18, segundo andar. ^Pie0 do
Arroi de vapor.
Vende-se arroz de vapor do ptima qu.a.1,.1.1
na rua da Cruz, no Recire, armazem h 13, "u,a :
. ~ Vende-se una venda com poucos fundos m
to bem afreguezada para a Ierra e com boi. '""
gueziasdo mallo, sita as Cinco-Pontaj r w"lre-
tratar na rua da Praia, n 2. n >
A' Techinchi.
Na ruanireila venda n. 2, vende-ae arroz .
aaccaa, a 2,200 rs. a arroba e em cuias a 4u
queijos novos, a 1,760 ra ; papel de pese, o,
fa. a resma : ludo muo superior.
Poassa, \
DcBenibarcou lia poucos dias uma p0r
cao de barris pequeos, com omito tL
e superior potassa, e se acham a venda
por preco mais barato do que ultimal
mente se vendia, na rua da Gadeia-?elha
armazem de Baltar & Cfliveira, n. ia. '
Cha barato.
Vende-se milo bom che, pelo prego de 50o
libra : na rua do Crespo, 11. 23. R- *
Chocolate amargo de mugge
islndico, ou thesourodo pei.* I
to,preparado por Mr. J. G, C
A tosse, esta doenga iflo commum quanto descui-
dada t3o graves silo sitas consequenciaa qu.ntToii
rece lifreiraem aeu principio t?o ma#dora oor \
so como todas as outras doengas que eonsoihSm .
anecie humana n3o tinha par. comb.e-1. de.
n.U,(ilUmmeJlcamenl0MPeci,le u"'Co. Todas.s
pastilhasexaropesquo tecm apparecido at hoie
*m sido impotentes. oje'
Nlo tem acontecido isto com .chocolate de mtu-
go. O principio que rrma a sua baso principal otTe-
rece propried.dcs incontcslavels e reconhecidas de-
pois de muito tempo, e ninguem ignora os felices re-
sulladosda suaapplicago em lodas as phleuema-
s.as agudas, ou chronicas do pulmSo afeccOes do
pe.to. phlys.ca defiuxos, toces, etc., para dar tom
ao estomago, abrir vontadfl de comer, conservar
as gengaas e o bom alito, malaraa IpmbrifM. prin-
cipalmente n.s criangas. Vende/e nicamente na
rua do Queimado, n. 17. Jr*^
Farinha d* trigo Sl^SF
de superior qual.dadee nova; dita americana, era
jaeas harneas; dita gallega, em meias barricas
cal v.rgem de Lisboa ; vnbrj do Porto em ,doa
barr, de quaUo e oitavo superior e m.i, infe,^
fechaduras para porla de armazem : superior"cha
hysson naconal de S.-P.U|0 rarli.h. de manSioc.
em saccas, por preco commodo : na rua do ViSll
no armazem u. 11, de Francisco Alvcs da Cunut
A 5oo ris.
i.ry.enn.dem"Se suPerior,M Pentes para marrafa, de tar-
taruga : na rua larga do Rozario, 1n. 24.
' Freguc2a.
/ %nde\s|vnl,od.Figuoir.( de superior quali-
dateo dXiXn'e7' ,'366 :
Escravos Fgidos
to bom, pelo diminuto preco de 1,000 rs.
o corte de calca ; chitas de muito boa.
qualidade, a 1G0 rs. o covado; riscado
franen, de cores fixas, a 340 rs. o cova-
do ; ditos monstros, a 2G0 rs. ; e outras
muita fazendas que< pela sua qualidade
e preco, fazem conta aos compradores.
Na rua do Vigario. n. 7, ha para vender um mo-
leque de bonita ligura proprio ja qualquer ser-
vigo : o motivii.orquesovcndciedira ao compra-
dor. *
-5 Vendem-se 5 lindos moleques de 12 a 18 annos;
2pretosde25a30nnos; 2 pardos de 16 a 25 an-
nos sendo um delles bomcarreiro; uma negrinha
o 12 annos; uma parda do 17 annos, de boa con-
duela .equotem algumas habilidades: na rua do
coitegio, 11. S, se dir quem vende.
- Vendem-se ealugam-se.s mais strperores bi-
zas de Ilamburgo : tambem se vfloapplicar a oual-
querhora em que se quizer: no becco da Congre-
gng.1a, loja de barbero do Theophilo.
Vendem-se 30 acgOes da companbia de Beberi-
bj : na rua Nova, 11. 24.
.-Vendem-se iimcliinas de fazer caf, blese cafe-
te
I.U
n. Vendem-se dous iremos com seus competentes
I consolos, sendo de Jacaranda c pedra marmoro/de
-~ ....V.1.....9 uc iatri uaiu uniese cae-
iras de mehUym rua Nova, loja n. 16, de Jos
J z i Cf6irs.| ~9
Vende-so urhjogo de rodas de madeira aicu-
pira, novas o bem feitas para carro ; um par de ditas
para .cabriole!: na rua da Cadeia de S.-Antoniu ,
1.5, defronledeS.-Francisco. Na mesma casa lam-
bem se ronce, ta ludoquanio pertencea segeiro.
Vende-se um escravo bom pedreir. de 25 .li-
nos ; duas pardas, sendo uma dellas boa engonima-
deira ; um molequode 18annos ; um preto de todo
o servigo ; m pardo bom canViro ; um boiito mu-
latinho ile 10 annos ; uma boa escrava de 2# annos
na cuade Agoas-Yerdes, n. 46, se dir quem vende
Veude-se uma preta crioula de 18 annos de
-- Fugio, ns tarde do di a 19 do correule, o cabra
Traj.no; levou camisa e caigas de algodffo azul de
estatura regular, cheio do corpo; he alguma cousa
palhdo do rosto; reprsenla ter 25 annos poaco mais
ou menos. Esle escravo veio ha pouco do engenho
Capicu comarca de Nazareth romettido pelo seu
senhor, Jos Pacheco de Albuquerque MaranliOo.
Iloga-se as antoridados policiaos, capitDcs de cam-
po ou outras qnaesquer pessoas, que o apprchen-
dairi o lovem-no rua da Cadeia do Recife, esa de
Jos Percira da Cunha, quo recompensas.rh.
- Fugio, na noite de 18 de maio, de bordo do bri-
gue leln-Uniao, oeacravo marinheiro, de nome Jo-
s de naco N.g de vinle e lames annos, de
bonita ligura corpo regular j levou caigas de bae-
tfio preto camisa de chita de cor. Recommanda-
se a todas as autoridades policiaea e c.pitses de
campo a sua captara pois quem o levar a bordo do
ditobrgue, fondeado defionle do Passeio-Publico,
ou a rua da Cadeia n. 39, em casa de Amorilr-
111 os, ser recompensado.
-- O abaixo assign.do roga encarecidamente as
autoridades policiaes, commandantes de destaca-
mentos eapites de campo e quaesquer pessoas,
que apprehendam o escravo Antonio, crioulo de 18
annos, natural da villa do Sobral, fugio no da 23
do correule ; he magro, cara larga, olhoa grandese
com os brancoa delles um pouco amarellagos, per-
nas cooipricas elinas, ps pequeos estatura re-,
guiar; levou chapee decourovelbo, camisa de al-
god.o da Ierra caigas dealgodflo americano uma
ll'ouJJ*om roupa amarrada em um lengo encarna-
do ; foi visto no mesmo di., s 5 horas e meia da tar-
de*, no caminho da ponte da Tacaruna : quem o le-
var ao paleo do Tergo, venda n. 7, ser Ireeomiieii-
sado. Uanoel Jote Ftlix do tota.
.-- Fugio, no dia 14 do crrante, o prelo Antonio,
crioulo, bem reilnto.de bonita Ojura, semblante
alegre falla desembaragada ; leirf uma pequea
cicatriz sobre o pcito esquerdo, cheio do corpo, ca-
talura regular; ropresenta tersa a 25 annos; levou
cagase camisa de riscado azul. Roga-se as autori-
dades policiaes e ca pitaes de campo, que o aprehen-
dan! e levem-no rua do Vigario, n. 11, terceift
Fugiram.no dia 28 dejanairo.do. crrante an-
no da potoscho do S. -Jos-da -Corda-Grande, fre-
guezia de Una os tacravos seguimos : Jo3o, crioulo,
de 23 arinos, cor fula, do estatura regular, narra-
u '12 C,Ufi ,''" ersP',,ns Parece ser de Ango-
la, por ser tolelrilo: Vicente, crtatilaHe 26 annos, cftr
bem, preU, de estatura regularTseci* do corpo ,
uShu fr"'0' d?.nlcs lim8(,S b>tnte ladino, e
t.tula-se forro : Roza, crioula. de 21 anuo*,, tela-
tu^a mais que ordinaria c/.eia do corpo-, cor fula,
rosto largo, denles limados ps grandes. Hoga-se
a todas as autoridades policiaes e Capites de cam-
po, que os apprtlii miau, e levcm-os ao dito lugar a
seu senhor, Jos ilulino Loilo Figueira ou neata
pr.ga a l.oureugo l.uiz daa Nev, na rua tx&oi,
n. 64, que sera., generosamente ie.-oinpensadoa.
FaRN. : A TTP. DE M. F. VB FAKUI&9
}
MUTILADO
//


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