Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06491


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Full Text
Anno VXX.
Seg-nnda-feira 91
0 DI i 71/Opublica-sc todos os dial que nao
totem de guarda. Opreco da assignatura he
dciOCOrs. porquarlel, pagatailitintados. Os
arnuncios dos assignantes sao nseltdo
rasao de 20 rs. por liiha, 40 rs. ein typo dif-
erente, e as repetlcfie pela metade. Os nao
assignante pagarn 80 r. por lioha a 160 rs.
fin tynodiflerentc, por cada publicacao.
pHASEMDAtLUA KO MEZ DF. MAIO.
I a chela, t*f. as 4 f ora e 47 uiin. da inanh-
un .oante, a 15, s 8 horas e 11 ma. da manh-
i i noW 22, 5 no., e 17 mi, da manh-
]tS.28,4s9horai e 4 3l0.ua tard.
PARTIDA DOS CORREtOS.
Ooianna e Parabiba, s sega, e sexlas-feiras.
Rio-G.-do-Norlc, quintas-feiras aomcio-dia.
Cabo, Serlnhera, rUp-Formoo, Por.o-Oalyo
Macelo, no 1.' a lie 21 de cada mi/..
Garanbuns e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vislae Flores, a 13 e28.
Victoria, s quintar-fciras.
Olinda, todos os das,
. PREAMAR DE BOJE.
Priineir, s 3 horas c 42 minutos da tard. '
Segunda, s 4 boras e 6 minutos da manh.
de fafo de 1849.
W...IH.
das da semana.
21 Segunda. S. Mancos. Aud. do .1. dos orph.,
do J. docivel edo J. M. da 2. v.
22 Terca. S. Hita dcCassia. Aud. doJ. do c.
da 1. v. e do J. de paz do2.dist. de t.
23 Ou irla. S. Bazilio. Aud. do J. dov. da 2.
v. e do J. de pai do2. dist. de t.
24 Quinta. S. Afra.' Aud. do J. do> orph, e do
J. M. da I. y.
25 Salta, .i. Gregorio. Aud. do J. do civ.e do
J. depazdol. dist.de t.
20 Sabbado. S. Filippc Ncrl. Aud. do J. do
c. da I. v. e do J. de nal do 2. dist. de t.
27 Domingo. Paschoa do Espirito Santo.
CAMBIOS NO DA 19 DE MAIO.
Sobre landre a 25 d. por 1/000 ri. a 60 das.
. Paris 355 a 360.
Lisboa 110 por cento de pren.io.
Rio-de-Janeiro ao par.
Dcsc. de lett. de boas firmal al % ao mez.
Arroes daeoinp. de||beribe, a50J rs. ao p.
uro.Oncas bespanhalas. 31/500 a 31/800
Modas de 6/400 v. 17/400 a 17/BOC
de 0/400 n. 16/400 J, lu/10
de4/000.... 8/400 a 9/iOf.
PralaPatacdei brasllelros $000 a Qj*
Pesos columnarios. 2/010 a 2/JBO
> Ditos mexicanos..... 1/100 a 1/920
PARTE OFFICIAL.
MINISTERIO DA4CUEI\I\A.
Hel por bem promover aos postoi de segundos tcnen-
tet e alfere, os alferes alumnos consUnlca da relaco
que com este balaa. assignada por Manoel Fellaardo de
?outae Mello, do mtu concclho. ministro e secretario
de estado dos negocios da marlnha, e cncarregadu inte-
rinameiite dos da guerra. O concelho supremo militar
o tena asslm entendido, cexpeca os despachos necessa-
i ios. Palaeio do Rio-de-Janciro, em 20 deabrll de 1849,
\iresimo-oitavo da independencia c do Imperio, tom
a rubrica df 8. M. o Imperador. Uonuei Piliiarda di
Sonta i Mella.
HeU(do dos al[irei alumnos (i que te refere o decreta iltsta 'la-
ta, t mo pramaaidos para pari coraos,daexercilo.
Imperial (arpo de enqenheiros.
Antonio Mara de Ollveii a llulhes, Francisco Duarte
Nuncs e Firmo Jos de Mello.
I'rlmeiro bolalho di artilharia a p.
D. Jorge Eugenio de l.ocio.
Segunda balalha di artilharia a pi.
Joic Franciico.de Castro I.cal.
Tirciiro balalha de artilharia a f.
Augusto Dias Carneiro e Luiz Francisco Telxclra.
Qvarto balalha de artilhtUa a pi.
Brasillo de Amorim Itezerra e Henrique de Ainorim
Beierra. |
Artilharia a cavalla.
Francisco Carlos da Crin.
Segundo balallia de futileiros.
Manoel de Almeida Gama Lobo d'Eca.
Sexta balalhai di cacaioris.
Jos da Costa Rodrigues e Antonio Luiz Duarte Nunes.
Companhia MgMjtecatadores da provincia de Strgipt.
Manoel Joaqulih Ribeiro.
Palacio do Kio-dc -Janeiro, em 20 de abril de 1849.
,1/iinoeI tiliiarfio i Sonta e Mella.
anda nao ronipn licndciirn as necessidades da actua-
lidadc ? Tolerancia r juslica de amboi o lados.
A opposico acha que o W. Tosa excedeu-se noscu
relatorio, ruja lingoagcui tachain de violenta ; mas,
luesmo assiui, icconheccm que est bem cscrpio, c
INTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PERNAMBUCO.
Afo-aWaiiriro, 3 de rnaio di 1849.
Ha un atuio que, reunida no paco do senado, sol o
silencio daaaiiia cressttnte curiosidade movida- p8r sen-
linionios bostis, ouvso a aaseinbla geral as palavras
tolerancia e Juslica, que cahlrain do alto do Ihrono
como o balsamo que devia cica trisar as cbagas que una
poltica reactora, por uecessidade ou calculo, havia
aberto no coraco de eus contrarios. Era csse por cer-
to o remedio que o mal reclaiuava ; mas reiuavam cu-
lio os espiritos exaltados, e, bem longe de culdar-se de
parificar os nimos, tufo se dispunlia e preparava para
un iuiporiaole ataque, em que se ia jugar a existencia
da cmara ou a do gabinete......
Violento fot eolito o choque ; e, posto anula alil urna
ves se demonstratse que a rasao nem sempre est no
numero, o ministerio c 44 amigos cederam o campo a
50 vencedores que, leva-dos pela embriaguez dessa I-
liiinria victoria, balindo palmas de contentes, julgaram
lar Orinado por urna ves o leu poder, c, pensara ni que
o adversarlos devino licar olhittdo para a Ierra da pro-
misso sem jiniiis l chegare.u Para inail, grande
numero doa vancidoi.'respeitando o poder da conquis-
ta, prestarani-lhe homeiiagem, c abrigaram-se sbsu.*
bandeirai. C'egos, quajfeno viram uo sol desse dia a
luz fatdica que lite atigurava a queda Nem sequr
leinbrarum-sc que, quaudo, por uut voto expresso, a
cmara diiia na quero a tolerancia tjmlica, linh.i
pronunciado o seu suicidio Foi ella prqpria que no'
dia 29 de malo lavrou o decreto de aua dissolucao.
Cuatro annos hariam ento decorrido, justamente, da
poca em que n partido que se achava goveruando. for-
te pela opiniao c pelo poder, linha dito oh niir ou vs ,
e linha cabido como que por castigo de sua soberba.
Kssc exemplo famoso, que bem podra ser utna pi "vel-
losa liedlo, eslava riscado da memoria dos homens : o
ibieeamenlo iransviava as idelas, e o carro corra ve-
loz, arrastrando comsigo o poder vacillante cfracoque
nao podia coulc lo, Alguvm bouve que uiesmo na rpi-
dei do inoviinenlo coiupreltcndeu o ruino, cooheceu a
estrada, e dlsse : Vamos despenltar-iios no abysmo
de que nao poderemos sahir fcilmente : paremos ; c
t ve par nica tesposta um riso mofador........ As cou-
sas ebegaram ao temo natural: o resultado he de lodos
cotilleado. .
Se me lora nermillido um pequen*) timilt, repetir-
lltes-ha ai famosas palavrai de Alontuquie, tratando
da decadencia dea Romanos ; e, se inda liouvesse al
gn ceg que apoulasse para Peruambuco, rasgar-
lhes-hiaes olhos para que vlsse o ultimo esforfo do
erro moribundo Kno fatal que velo tornar'anda
itialor a distancia que separa os seus autores do po-
der Nao sou do numero dessrs emperrados fatalistas
i|iic constantemente buscam na ekhumacao do |>asado
as inspiraces para o presente : peino que em poltica
di ve-se principalmente assegurar o prsenle, e dcsein-
baracar o futuro mas nao levo o mtu principio ao ri-
gor de esquecer os exemplos que aquelle posia ollere-
cer, e neua deixare de tirar sempre o corollario doi
fictos. E, pols, qulzera ter cem bucea para bem alio
dzer : Apmtuitewtoi a licu, i carrijumot o erroi pana-
doi; baita di lulas : t Vi reino* folba.
O S.-Srbailiip. qsse liarla mullos dia* era esperado,
aqu chegou -4 do passado trazendo-nos dala* dahi
at 13. t ni temporal que soll'rcu no di seguinte ao da
sabida da Babia causuu-llie avaria, fazendo bstanle
agoa pelos vos.das rodas, a ponto de'nao poder conti-
nuar a vlagein, e ser obligado a arribar aquelle porto.
O Imptrodor eturou antes de liontem, e tras dalas at
2l, Pelos jornaes, que dabi irouxerain ambos, loTnos
inteirados das ultimas occtirrencias. Noto que as dis-
cussoea da assembia provincial nao tcm sido l das
inas calmas ; e, eSine nao engao, anda uials urna
nccasiao tere! de ver realisar-se o que repel na miiilia
de 11 do passado. Mas para que Gui se lio de estimu-
lar us luimos ? QuaT o proveito a tirar-sc de icci iiuina-
coe* vtruieatai ? Ser criyel que os Pernambucanoj
:___________________
vR ENCONTRADO
la e'he isso fcil de reconhecer eabendo-se que as pas- de dezenas de conlos para ser reparada : dizem-mr que
saens reculares dos Kslados-llnldos para alli custam a ha disposvo no commerclo porliignc para promover.
contO.de res de nossa moda porcada utna, aleui das se unta subscripcao. alnn de fa/er o concert, r oll'rec-
despezas nue fatem nos polios cni que tocam. Aqu gis- lo a seu governo. Nesic sentido l-se no Jnninl de boje
>. (amelles milito dinheiro : o hotel fharoux, c do Jardim, um artigo de um tal paulla portuguez, que multipll.
temideias multo aprovcItavTs. Os goveruislas," pel# *o/anicn. onde vao constantemente em sucias, tee.ii-se, cou cttaV(5etr de Cam)cs^.a.a provar aol Portugueses
na par e, rendm os devido, elogios a S F.xc, e acbau, regalado de camer-lliei os pesos. A elles deve-sc ter ba.- quanto se dislnignirao nffr un, tal procedimento.
"- xano a prala. Na biatona porluguea enumerados
que ouira llngoagem nao podi ter o homem que, pos-
suindo a conseiencia. de seus aclos, v-sc calumniado c
ajecusado constanteinentc de ter commellido mil violen-
al. Eu neisa porte sou de igual pensar, c cuido que,
qliando fazemos acjuillo que jtilg.imos dictado pelo dever.
devenios dit lo sem rebuco, cinillndo coui franqueza
a nossa opinio .* nao admiti reserva nesses casos ;
porque, como diz um escriptor italiano, auando obra-
mos com a puma di nona comciencia, podemoi irrar ; mal
lennos puro ptranti eoi.
Lrinbrados cstarSo os leitores que, em urna das mi-
nlias certas do passdo, ooticiei urna queixa dada no su-
premo tribunal de juatica contra u ex-presidente de Ser-
gipe Joaquim Jos Telxclra. Ullmamciite lomou esse
tribunal coiibecimciilo delta, e foi o Telxclra pronun-
ciado prisao e livramentn, como incurso no artigo 95
do cdigo criminal, por haver-se oppnsto a lirre exer-
clclo do poder judiciario uo que be de suas allribulces
constitucionae* ; pelo que incorre na peua de 4 a iS an-
nos de prisao enm trab illios. O motivo que servio de
base d queixa ful um acto do Teixera, pratlcado i ilvez
na mellior inleuco ; mas he certo que excedeuas orbi3
tas de suas all ibuicoes Fis o caso.
Tendo lomado posse da presidencia, tratou-le f nuco
depois da elcieo de depulados geraes ; c, exlslindo en-
to em Sergipe, como sempre, graude numero de pes-
soa* pronunciada} e processadas, com raso ou sem el-
la, que audavam foragidas e occullas, julgou j i a era
couveniente uo privar a ninguetn do direito de volar,
e neste sentido dirigi tima circular, manifest, pro-
clamacn, ou como tuelhor nbtue haja, convidando a
lodos os Sergipenses a exprimirem seus sentimentos po-
lticos pelas urnas eleitoraes, sem disiinccodos crimi-
nosos de qualquer nalurea que anda uo liveaseur sido
cuiidetiiuados pelo jury, ou recolbidos cadeia ; e ao
mesuio lempo expetiio utna por(arla ao chele de polica
para que suspendrsse o proseguimgnto de qualquer pro-
cesso, emquanlo uo fnsseui feita* as eleicoes. A op-
posicfio, ou antes Sebasliao Gaspar de Almeida Botto,
proinuvcu unta queixa contra elle e, sendo dissolvda
a cmara, ficou sem inimunidades, e acba-se recolbi-
do ao estado-maior do quartel de permanente*, nao ten-
do do para a cadeia por ser oflicial da llosa. Nao'se *e
ser absolvido. ^ *
Tambem o Franco de S foi pronunciado a livramen-
to pelo inesiiio tribunal, como incurso no artigo 129 do
cdigo jienil, que trata de pn..aricacio, em vlriudu de
urna queixa dada pelo cx-eliefe de polica do Maranho
Joaquim Cerqueira Pinto, contra aquelle, por havi-ln
suspendido-do excrcicio de seu eniprigo sem audiencia
previa. O queixoso allega que o nico motivo de aua
suspemao fura querer o presidente fazereleger depu-
lados a si ea seus amigos : o S, pelo contrario, em um
artigo que publicou lio Jornal, diz que, achaudo-se u
chele de polica alliado opposico, e permanecendo
impassivel s iinptitacOes que se llic faiiaui, quando es-
ta alliciava a tropa, o suspender sem o ouvir, porque
os ebefes de polica nao sao os magistrados inembrps
do poder independctitc deque fallaalci. Veremos a*
decisao do tribunal supremo.
O bai ao Picolel d'liermillon leve no dia 28 do passado
a audiencia do cstylo par a aprcsenlaco da caria que
o acredita junto de S M. I. na qualidade de iiiiuislio
residente de S. M. o re da Saidculia : segundo a prag-
mtica da corle compareceu a esse acto com segundo
uniforme, -nao suspendendo o lucio.
fui un Horneados vs seguinte* entes para o collegio
de Pedro II : Dr. Manoel Joaquim de Nacedo (autor do
coobecido romance .1 Uoreninha) para a cadeira de his-
toria amiga ; Autonio Cuncatves Dias ^o poeta) para a
de historia do Brasil, e latini do segundo e terceiro au-
no ; Dr. Antonio de Castro Lopes de lalim do quarto e
stimo anuo ; e (uijlierme Tali fas Norre* de inglez.
Itepararci hoje a especie de censura que liz ao minis-
tro da juslica na luluaa passada carta. Como com a re-
tiioeu do Urbano devia extiugiiir-ie ulna vara do civel,
com rasao enteudeu S. F.xc. que devia supprimir antes
una das das comarcas de fra com preferencia da ca-
Eital dessa provincia ; e por iiio removeu para essa o
r. Guimaraes, dando por extincta a que este cecupava
em Itiu-I di-inosii. Como su agora se publicasse isso,
nao me lero em cunta de injustu pelas observacOes que
liz.
Tambem s agora foi que pub41cou-se o decreto de 2i
do passado que concede a beca honorasia a* fchefe de
polica dessa provincia, Figueira de Mello, ein altencao
aos servicos por elle prestados nos lugares de magistra-
tura, lie de suppur que com a noticia da unirte do des*
embargador Ajaos, trazida ltimamente pelo vapor, je-
ja elle promovido para a vaga que este delxou.
O ex-sceretartu dessa provincia, Silveira da Motta, foi
despachado juiz de dlrcito para a comarca de San-Guu-
calo em l'.iut.y : cousta-me que elle seguir na primei-
ra occasio do vjipor para o norte, a lomar posse do
lugar.
As ultimas noticias que temos de Minas coutinuam a
da-la ca perfeito socego : havia cliegado a Ouro-Prelo,
no dia 18 do passado, o priinciro balalha de luzleiros,
que lora mandado daqui da rorle para l.
A alfandega da corle renden no mci passado......
637:074/544 rs. A renda do inesino mez no auno passa-
do foi de 387:200/974, fazendo urna dlllerenca da do cor-
rentc de 250:473/570 rs. A renda do cousulado foi de
177:705/330 rs.
' O cambio sobre Londres tem regulado de 25 a 25 1/4,
tendo-se tambem negociado, em principio do mez pas-
sado, quanlias a 26. Oica-se que te leriam neg
cousa de 180,000 libras. Sobre Paris ttassaram-se quant
regulares de 375 a 376 rs. o franco.
O inuviniento do nosso mercado no mez passa
Tendo-lhes fallado na minha passada de urna caria di-
rigida pelo lenle Mello Iteoo ao urbano, qual nao
dera esle resposla, devo liudUizer que novainenle sa-
hlo-sc aquelle com um artigo Tel Jornal do Commerco
refutando ai nexactldes t|ue na assembla provincial
avancouo depulado Manoel Jotituilin, de que j fallel.
O artigo, postoque decente, conNiii algunias aposlro-
porlugu
Serao entre os vares assi|nalados.
E fallando-llies sempre com o Humero porliiguez con-
cille que se tal tizerem '
Se julgar qual lie inais exccllente
Se ser do mundo re, se de tal gente.
.Ihii-ii. (iralins agamus Domino.....
O governo acaba de resolver a questiio das quallfiea-
plies queme precem vilenlas, inormente quando o cues, determinando que a elelco seja fella pelas de ja-
autor nue seu nome por lialxo do nue escreve : pelo que j ncirodcste anuo. O Mercantil, em um violento artigo,
tocou no Urbano, acho que em ouas palavras dsse o reprova a opiniao do governo, e diz que a cmara ele-
que nao dira escrevendo folh de papel. Fallando do la em virlude de urna tal decisao ser intrusa e nao po-
silenclo deste, disse o O Sr. l'rfcano evila adiscusso'f^O der representar o p/.. Nao me cansarel aqu em de-
Sr Urbano temo que esconder. Isso nao sollie duvda. fender o gaverno, porque j mullo antes de saber a opi
Mas se aquelle tem guardado silencio, um jornalilo nio que elle formava a esse respeito
Pica-pita que aqu ha, tem feito o contrario, dando faino-, bil, c produzi, bem que uccnlam
as ftieailni no tal lente ; e que bicadas. ..'! Bem dizia que a fundava.^Os lei|orCs j sabwu i
eu que nao quera estar na pelle delle.
dem, 8 de rnaio.'
Ha tres da acha-se a attcnco publica oceupada com
um objeclo que (em dado assumplo para (odas as con-!
visaccs : nao se falla senao na nao porlugueza Vasco-,
da-Gama que, tendo feito feliz viageni de Lisboa, com
escala pela Madclra, at a barra do llio-dc-Jaiiciro, es-
leve or um tris a dar ah um mergulho com toda a
ile dous das, depois de O caso chegou a vas de fado ;
enuncie! a mi-
ente, as r.isnes em
que eu discord in-
icuamente do Uercanlil.
O crrelo de Minas, cliegado no dia 5, trouxe-nos a
noticia de desagradaveis oceurrencias na cidade de Mi-
nas-Novas, onde um tal Silvestre, ex-delegado no lempo
passado, se pozera frente de setenta criminosos ; con-
tando que na provincia apparecera uin romplnirntn
geral com a nova dos triumphos dos revoltosos de Per-
uambuco, cantados pelas folhas da opposico ; e enlao
nao era anda sabida l a derrota do di i 2 de fevereiro.
pois que, ntriebeiran-
menle no Jfrranili, irrw 'iuiiciwh, ui.aw ..u^v.o- ,-------------------------- .---------- -- r- ---.-- --.
o e or sso uo entrare! aqu no que elles narrain. contingente que pressaramic a ir ao lugar do conlle-
Nolo orni. que desde que n,c acho nesla cOrte, uo lo. foram sulhcientes para fazer.crer aos reanlos que
haexempode urna rajada de vento tao vleme e que, a fuga era o seu nico recurso e asslm ll.eftm. He
, or la. to lempo durasse como a que leve lugar na noi- I Pm notar que os oflielMi da guarda nacional d-d.s-
Fc de sxt-f?ira Para o labbado, 5 do corrente He Miel?, a que a le. da asseinbla provincial garanta', v,-
cosluie haver aqni todos os anuos, entre malo enfade, nao se qui.era,,. prestar a. requIslcSe. da
cosiuuie naer u,l" .. aaiiiitra imite tem- aiitondade legal ; o que nao foi milito para sentir, por-
ou.ul.ro. um ou ou to da. u na ^HI1^ ,cd^J,Iue eulsuma falta liieram, pela pro.np.ldao com que
pesluosos con. rajadas forl.is 'as "m """ca u dc 800 no-JenSi ,in que ie contasse
ram ma.s deduas ou^Ires borM e. ...es,,o ass.m ca. ,cl yMade c de.llcac.io eau.a da orden. Ma.
sa... mu.tas desgraca.. os navioJ 1"^"; P'0^! ilto fo| luuit0 bou,, para convencer aos de.ordeiros.
a costa, pols quasi mprc "'lc' e,n 4er "P"^"< niaU U1-, VCI irUo ja p0pulacso ho,natural-
m^hVa\^Sa^SSS^ '"'"' commandante mente lado ao socego. c reage sempre contra a desor-
Algumas pessoas 'I"" flprdo entrar deni. Algumas folhas goveruislas aqut na corte, brilla-
da nao do q,c elle w,.^e'"'!"wrra tan- das no le.temunho iolaatUMar dcMin... querem ver
enlao vir o lempo
com ludo no fundo do mar
Nao sel se a culpa foi, ou anuyo.
esse respeito teuho ouvdo I.. O paquete inglezpidr, entrado no dia 5 d^o Rio-da-
o* rs
poda
a fazer-sc. ^waiil mu vez............^ rr,..., ni' Cbmmtrc.V. Iranscreve un. artigo do ,'oaiereio di Plata,
'" c\;Vgn.rb.U-CR.^:nVo^pedlH'sua d
que ahi se sabe
.p... u... .. .----o-- i ,,.,., n no-! orcamenlo provincial, que tem sido con,bal
demisso, mas o succe.sor ''* J^m^- "c?lt [ nmila energa pela opposico entrelanlo lee.,
deudo logo tomar conta do co '"'a"?; Hel c com toda as medidas reclamadas pela presidencia,
anda fazer urna v.age.n ao norte, oDteve aenc, coun
passagem do
sido comballdo com
i passado
vapores, dizia
que conscguio, g..iy.' > >-------- --.--------
eos. Verdade ej que o presenlimento do.publico' re.i- -- -- ----- Abs.1,|,0 ,Ic diier inais a|g-llli cousa
nia-lhe a devida juslica : lodos,, yendo yolt. o ou.ro ^Jjr s 110,,1K,n^ ,,,. ac,P,nharan. o -acto.
iaui ; Mas o D -Alfonso la Hcou aluda com i a ,,,iui, no dia^tf do passado, c foi .epult-do
nagrejade S.-F,anci*co-de-Paula, o gentil-hornera da
Imperial cmara e vcador da casa Imperial, Jos Joa-
quim de Siqueira. Era um dos fidalgos mal* antigos da
nussa cAtle, onde exercia lugares desde o lempo de D.
-Ja, poli
lidades.
po-
VUIIUICJ, ui*.>-.. i-------------- <
o Lisboa ; lia esperances dc salvar a nao. -
fin geral a ancladade pelo resultado : cada um pro-
crala um lugar donde podrsse ver a nao. Apezar de
terhavidonmilo fri no dia 0, e acbar-se a at.i.osphera
__.'_.,- ... ..........is nuvoiu. i.ue de vez ein quando
foi activo, lalvez por causados mullos dias-sautos que to em dar-lhe a mo para salva-la. Pelo 00 P* '
bouve no principio ; todava a expor(afao do caf foi porm, a llydra britannlca, que segua o'"'"""'"'
r s de abril de 1847 e 1848. Doa gneros do paiz' cumprc smente ver ahi o papel dc Intervenura, que^a
coustou a exportaco de 78 embarcafes.
w...~ c.|w.Vm. > t...M.^vl,. philantropica rainha dos mares ass.iiiiine senmre para u.io
(V^unllnuaiii a entrar lodos os dias neste porto navios perder o habito de sua uadicciunal vigilancia.
com destino a California, conduiindo emigrados para I O senlimento por tal successo terajlldo gerai. npti
alli S no dia 24 enlraram 6, sendo duus nrocedenUs das censuras de um ou oulro, ha geral indulgencia p.
As
Eu lamben,, como un. almo MWtah a> grande Vildeioarfo, edeUilttad.lTtloiti,..
inassa que i..ovia-se, arrastado pelo mesn.o seol i en o a ^^ ^ fi g7 |/2 0$ degcontol nu llie*pas-
de curiosidade, fui poslar-nie as J "?'' da ,a,".e ", *ado regula... a 7 0/0. .
praa do Haine.igo ; e d'al.i, entre mullos e.pec: adore aciual,nentc nc.te porto 11 navios eulradus
que como eu sopporlavau. o fri. V. W>WWJW Ca|ifora.
bia magestosa o vapor brasibciro D."!fatuo, rtwauao
a nao porlugueza Vasco-da-amn. wnr*"ha1d "l*'?
vapor inglez\Uudro. Qs galatos (en. todos os lugaits e #lif\
ts* tS." PEAN AWBUCO.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
(Concias jo. )
O Sr. Uaciil Monteiro sustenta o parecer com varios
argumentos. .,,
O Sr. Pimira Barrito :O professor pede ser jubila-
d
d
.1
Pedro Alexandrino, um
MI
ara
dos oili
o, e parece-me que a causa nica pela qual se Ibe nao
ariacisajulacao. vinha a ser que parte do exerciclo
a sua cadeira lintia sido feito como professor, e parte
de Roston, e 4 de New-York, fazendo um monlaoUe de com o coiumaiidaiite
617 pasiageiru* Ha cousa de mez e nielo que o numero claes hus dislinct
de tahforaia. existente no Itio-de-Jaaero regula dc^j liui oieu "*' U"S""""'"^"iJ 6dem'v^ .."rvrco's'dos substitutos como fazendo parte 'dos lervicoi
II para en* mfc. a medida que yao huido aa tfine-a^. nao-quereniv cr um erro "^Ira.' I do pole^r, sto k parte do magisterio parece-rae
1 I nue. tendo o peticionario servido como profeasor e como
".liiinctos da marinha porlugueza: todos da sua cadeira (jjiha sidi
C1ar e como uiirtributo pago ao seu como subslltutcf; mas. bavendo u.na lei que olha o
-> i i'Iii..,.;. .....;,,.,.. .i,,.- cun
euibarcacoes que se lee. refrito de agoada e outrus faialldade. Esse olliclal vio a lu nas
luaiiliiiiciilos, entram outra*. He parji notar que to- be naicldo na Uahia
d* esta gent no he, como l diiem, de cua e umchi- A varia que soffreu o vaio
devecustar uin bon> par lubstituto, aquelle espaco que Ibe he maceado na le
I
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8.
para a jul.ilac.no, uo te pode dcixar de se Ihe conceder fe, restricto o projecto de resoluc que est em discus-
sao, tcm ein leu favor militas,raides esperiacs r de grao-
de peso, que talvez se no dcin favor leotros subs-
titu poi isso, uo i-stainlii os ilcmais substituios un oirsn.n
caso, lato he, uo sendo substitutos (le seis enfila-, de
modo que fosscui obrigados a estar eui constante servi-
co, jmala pdein guiar do mesHip beneficio da |r e
por isso eutendo que o projecto, como est, deve ser
approvado. ^
Vai mes, e he apoiada para entrar em discussao, a
seguinte emenda :
O servico dos profesores substitutos terna levados
em conta para a jubilado que ein virlude da le n. 43
de 10 de junliode 1837 se concede aos calhcdratlcos
Dr. Cunha Piqueiredo.'
O Sr. Hiendes da Cunha apresc'nla variot argumentos
contra o projecto em discussao, c diz que nao votar por
elle.
OSr. Haplii't :Ku ped a palavra para smente,res-
pouder ao argumento do nobre deputado, quanto
difl'ercnca de ordenados, que,existe entre os dos subs-
titutos e ondos cnthedraticot ; ponquanlo este argumen-
to cessa integramente ueste caso, visto que o cidadao
de quem rallamos, por ser substituto de teis cadefrai,
linha o inesmo ordenado que os calhedraticos, e o or-
denado era o uicsnio, porque o exerejeio era continua-
do....
OSr. Mendesda Cunda:Pois entilo faca-te una ex-
ceptan na lei a fa.vor desse individuo. .
OSr. liaplisla :Pois be por isso que eu julgb que o
projecto, tal qual se acha redigido, be preferivel c-
la ; poitioe compreliende apenas mu. substituto
o oue a lei Ihe faculta.
lie este o meu voto,
O Sr. Moplisla :Sr. presidente, as rascs desenvolvi-
das no parecer da commisso ss/isfazriu s exigencias
do nobre deputado, meu amigo, c resolvem todas at du-
Vidas por elle apresentadas.
O peticionario fui bastante sincero em sua prelencn ;
porquanlo, entre outro. documentos, elle exhibi o re-
3 uei Intento que dirigir presidencia para ser jubila-
o, drixando por couseguintc apcrccbcr que fui, por
ter sido indcferldo riiercquerimcnto, que rile te diri-
gi a esta assrmbiea, para pedir a inlcrpretaco da lei.
Ora, que a qurslo versa sobre a intrrprctacfto de urna
le. hc.evidrntc para mim ; porquanto trata-sc de sa-
ber se ot servicos prestados por um substituto devem
de ter levados cm conta para a jubilacao ; e, nao lian-
do esta especie na leltra da lei, esta lacuna np pude ser
supprida scno pela interpretado graimnatical e lgica
segundo asregras da hermenutica e principios de ba
raso. Todo Isto drtcnvolveu a commissao no teu pa-
recer, no qual loraui consideradas oatlciididat mu tas
especialidadft c circuinstancias que exlstcm a favor do
prticionaiia, c que bem cnstaeu ser que se realiten a
favor de outro qualquer substituto. Eis o parecer:).,
Considerando a cominisso que, nao obstante o pe-
ticiona! o ter servido quasi em todo lempo que conta
para a jubilaco como substituto, todava elle.est In-
cluidona ditq>osi(o liltorjjl do ai!. 8.- da lei provincial
ii ii! de 10 dejun o de 1837, que usando da palavia--)""-
fetiorn, nesta palarra esto incluidos os tubstitutos,
que incuntcstavelinr'nte professores lo coiisidcraiuln
que o petcipnaiio, pelo Tacto de ser substituto de tris
adeiras, rstlvrra senipre em servico coulrhuado nao
iuterrontpido, como o provou com documentos, c por
eonseguiile que salislizcra cabalmente a principal con
dieo da lei para a julnlicao, c tcm a scit lavor o cspl-
iloda lei que he remunerar como descanso aquclles
profettores que, aliento crrlo numero de anuos de ser-
vico, devem de llar causa que o peticionario, longc de desmerecer o beneficio .i.i
lei, pelo contrario fura exacto no cuinprinicuto dos scus
deveret, \.
Kis as llovidas resolvidas, e, segundo o meu neniar
bem resolvidas.
Com elleilo.se bem que te deva presumir que um su-
bstituto uo est cinscrvleo sein interrupeo,' pel con-
trario que ulna <>u outra vez he que trio de suppfir as
Taltal do cMhcdiaileo, todavia, cm ve dcsta presump-
(o, te deu una especial realidadecoin o peticionario, o
qual, pela raso da lei fazc-lo substituto de todas as*ca-
ddras desla cidade, que inonlan a seis, tea.e in-ceisida-
de de estar temprc em servico ; sei vi(o que desempe-
nhou cuino oni empregado inielligejile e consclcqciuso.
K que mais ? Nao he esta u condiyo que a lei exige para
a jubilar.no ? i\o appareceu ella fielmente satisfrila por
um professor, se bem que substituto/ Maquillo que
ilcve avultar, como cousa de inaior importancia ("os bous
r continuados servicos) uo est elle realnu nte equi-
parado a um calhedratico ? Como, pois, nao se deve
atlender esta le.irUlade paia a jubilaco que elle n-
quer ?
Me parece que, como inciubro da commisso, tcubo
salisfrito o nobre deputado.
O Sr. /roo /furris Sr. presidente, continuare! a d-
zer que o parecer da commisso nao refere que o pre-
tndeme linha requerido ao governo : cu, pois, eslava
na ignorancia disso. Vejo agora que o individuo (Segn-.
iliiih.se o nobre deputado) requereu ao governo, e que
esicjio quizdar-lhc a jubilaco, por isso (pie elle nao
be professor : c nem se dig.i'que a lei confunde calhe-
dattcoi'com substitutos ; uo senliores : a lei he inulto
clara ati1 quaudo marca os ordenados, por isso que dit
honorarios de profrssorcs, c ordenados dos substituios :
uo confunde, faz distiuC(o, c distingue porque cm
verdade os. servico* si> diversas : um presume-te scni-
pre cm aclivttladc, c o outro apenas li ni de siiiqirir l.il
tas: uauj.a, pnis, ssa igualdade de dircilostv, nao a'.-Sc elle tcm tervido o lempo que a
havf ndo, a luinmssao o que devta lazor, se cutendla que mrsiiio como subititulo, paiccc-mc (|uc nao deve ser
o substituto mrniia csse favor da lei, era opretentar'(e>cluido desse (avoi da lei. Se elle tcm tido um exer-
uma resoluco'gf ral para lodos os que estivessem as .ciciouo foici rompido ; se tein continuado por tanto
iu nni.si.iiiei.is do pelocjouaiio, uiesioo paia evitar ta- (lempo quanto a lei dcteriniuou, he beiiilMaro, he mes i
balho e peda de lempo casa. mo di' i videncia que te deve decidir a scu favor.
.~-i. |n eldeme, quanto a mim, o individuo que requer, I A llovida que talvcz se possa dar, segundo me pare-
nao tt as circumtUncias da lei, ibto he, uo Coi coin-|cr> '"' >espeito dat palanas prufetior <- lufiififufo mas
pa hendido nocupiito delta ; pniin, se se enlendc que Iparccc-mc ambern que esla duvida uo procede, e que
n lei di \ e conipii hender us substitutos, lca-se um pro-' s0 deve regalar-nos o tempo do sei vi, n que se acha niar-
jeeio geral, abrangendo todos os casos da mcsina es-|Cado e regulado para os professores. 'f'antu he professor
pecie, e nao individualisando, porque contra itto vo- proprietario da cadeira como he professor o substitu-
to eu. to, e parece que uo ha mais nada qno distinguir ueste
0 Sr. flapliila~r. prctidente, procurare!, desla negocio,
ves, ser mais explcito, para ver se assiiu posso respon-l peticionario creio que tcm ate mais lempo de exer-
di i pi< samenic c duvidas do nobre deputado, meu cicio do que a lei exige, e ludo isto he a seu favor. Ht,
amigo. I poi tanto, claro que elle est claramente .ocluid!
He verdade que a lei de 1837, em alguns artigo c pa- pirito da le. Aquillo que a lei nao distingue, nao o de-
ragraphos, Tai nisinu > ao entre subsiitutot e cathedrati- vemos nos distinguir. Uemais, Indos mis sabemos quemo
eos, especialmente quaudo trata de marcar urdenados, c substiioio de seis eadeiras, como he o peticionario, nao
poi 11 i lo, sendo us ni denados (lisiioclos, a lei m'vM poda l'dc dcixar de estar sempre ein cxcrcieio : ser bato
Ira para um einprego com 15 ou 10 anuos de idade ;
quaudo esl no vigor da idade, isto lie,..da mneidade,
jubila-se. e depois ii3o_ ftca t fllii, requer outro lugar e
.n'.-ll nuil 1. .
Ora, senlion-s, daqul 'resultar fin duvida, que rbni-
tro em poncoi anuos a provincia e o Brasil te#So (la*
nMalliiaile ou clatsetde empregaduf, uina em artlvlda-
ile. mili a reformada, e quem tolTre com ese abusos?
He o palz; naaot contribiiiulri. -
Sr. preslfleiM, levaurel-me para faier estai obicrva-
(es, visto que nlnguein linha pedido apalabra, e-uat
entend convenientes.
Nao voto pela rfsoluco. porque ella individuallsa :
s#lfcpresentar urna cmeada que generalise a meidaa
tiidos que csliverciii'iitMnetmo cato, Picando, porm, ao
arbitrio do governo conceder, ou negar a jubilacao,
conforme as circumilanciat do individuo, votare! por
ella; mas nao posso appTovar a resolueo como se acha.
Sr. ftlaciel Monleiro defende o parecer, c impugna a
emenda doSr. Cunha Figuelredo.
r.ncei ra-sc a discussao c he approvado o projecto ein
segunda', para pastar Irrcelra, sendo rejeitada a
emeuda.
Terceira discussao do projecto n. 3 que tubmelte o
Ciinheciiiienlo dos l'eitos da fazenda provincial ao juizo
dos Te i tos da fazenda geral.
VSo mesa c sao apolado* para entrarcni em discus-
sao, ni set ni ules arligos addilivos:
O escrivo dos fritos vencer pelo trabaiho dos fri-
tos provinciaes a gralilicafilo de 400/ rs, altn da por-
centagem que Ihe compele das cxccutet vivas. ,
ii O juiz dos feltos, sob propoila do procurador-fiscal,
ser-
piuviiici.il, vciiceiulo cada UTA e o llenado de 200/
Vai mesa, e he apoiada para entrar em diicuisa
seguinte emenda;
Em lugar de ordenado ~ dl^-w .. gratlncjo
ineoila porque
que te acha em um caso excepcional, caso cm que naolL0"mea,;a" jo's ocVc7(h;lVVaVlvaT1vos"'para o
estao os demais substitutos, h este Tacto da lei Ihe ter vigu provincial, vencendo cada um o ordenado de
uailo um ordenado igual ao dos calhcdratlcos revela e-
viilenieinenie a importancia da sua posico' c o peto de
tuat obiigaccs a cumprir; revela j urna identidade
entre rile c os c.ulicdralicos, c por consegiiioie favorece
a tua lubilteio, '
O Sr. Cunha Figuriredo :Sr. presidente, eu devo
duas palavras ao uobr/deputado que se oppoz i ininlia
emenda.
Klle disse que era contra a pratica recebida em todas
as universidades equipaiar-sc um substituto a um ca-
(hedraticu, para se conceder a ambos o uiesioo dirrito
jiibilaro. Ileverdadc que quasi sempre se concedem
as jubilaeoes aos catlieitrulicos ; mas tainbein he ver-
dado que nao se eostiima desprezar os servifot dos su-
li-: mi ios ; em mu los ia-us se leriii contado esses ser-
viros para .a-jubilaco ; c creio que os estatutos da a-
cademiatuilitir mandam levar em linhadc emiti tem-
po que mi vi ni os substitutos.
Convcnlio, poli, c,om o nobre deputado em que a regra
be que os_ calhedraticot sao aquelles quem compete
a jubilaco ; mas, guando se prova que um subslilulo
tcm prestado lautos servicos como o cathedYatico, nao
vejo 1 1 .10 nrnliuiii 1 de juslica para se Ihe uo confe-
dero 11 csioo f.ivoi :n;ioli 1 1 is.ii> paraque icono rcuiuuerc
o servico do subslilulo, que he da metma nalureza. Nos
casos cm que um substituto tem de subslloir a inultos
Icoles, pude ominar lano servico como um calhedra-
tico ; e porque se Ihe ha de negar a jubilacan ? Mas,1
eiioio enleiidn que a lei cuino le i n lerp eli a (1 \ a de ve
ser geral, e uo de pessoa, convelo deixar ao governo
avallar esses servicos, e conceder as jubilacocs a quem
se provar digno deltas.
.Nao pense u nobre''deputado que o caso he virgen).
Temos j um rxriirfilrque he o da academia militar :
q 11.111 do o cxcrcieio (lo sdtititiito he continuado deve
ser contado para a jubilacan j'tnas uo tacamos isto por
um privilegio pessoa, mas por urna medida geral que
abranja todos ui pretend ules para o futuro.
Voto pela eoiend'i que ofliereci.
O Sr. V'trreira liarrtta':A lei tcm marcado um tempo
lixo para as jubilaces : logo o que se deve examinar he
se u professor teiu servido esse tempo dcsignadu na lei.
Se elle tcm tervido oteinportue a lei uaica, c anda
entre calhedraticos e substitutos, para lhes marcar mais : para que fa/er estas distinc(es 1 Os'u bul luto
respectivos ordruado>, comludono artigo S." do capim- fal u niesmo que o professor ciisiua o inesmo, e deve
s argumentos do pre
minar as minio oes da jubilaco, c outra cousa he mar-
eu ordenado! ; e porque a lei fe, como ilevia .iazrr, denle orador, e Insiste oas ideias ipje ciiUo quaudo
iiisiiiu can de i a ti i Hiamos e substitutos para marcar os lallou pela pi lincha vez.
com um carcter
ordenados eraio
caso em qurslo ella existe
com fundamentos solidos
este substituto de q
n 11 iq ojo. e por c
drallco, tatlsfez todas as lasoea da lei, c por consequen- i1') '"" bem clan, esi a di'ercifa "que i'ax'a li'nus
ca trm a seu favor o espirito'da le ; leudo lansjlcni a "rdenados -dos profcssoes calhedraticos r substitutos.
sen lavor as palavras dclla *pt)ls que, como j dlsc, no Sci lambriii que no orcamenio que uos fui presente, velo
artigo das jiibilafcs a lei falla de professores, e os ubs- c>sa oicsioa diflcrriica. I.ogo os orden
ttulos piofesioict so.
solidos; pois que, como ate disse," Iguacs : mas lito he to clartjque iiiepaicceiio se pil-
que se falla, esleve cm servico sein iu- de por em duvida: aqui est a lei de 1837 que noari.l.
onseguintc fui um vrrdadriro callie- do capil. 2." i< aitim, I Ir) e no ai tic' 5.0 d,, 0 ri-uiutc-
I ,4 is 1 i.il .1.. i..: ...... _.____ 1 /.'I I....., 1^...... ,.!.... ... 1 i'u> .. ^ .
renca
lo 8.
ordenados uo
U Udn da Cunha : Os profestores por rxccUencia diz-se o seguin
taOos cathedialeos. clara.quc cvidei
OSr. rVopliiiu ; Mas a addico dcstas palavras por as mesillas ciiciimstansias do'catlicdralico.
f.Tcrrucia he que nao trin cabimento na inlrrprela- claro.
No capitulo 8". das dsposviics gcraesailiga l.
te : (If) logo lu a<|ui una exerpeo lo
clara.quc evidentemente prova que o'subitiluto uiio esl
lstu he
o na imerprea- "" '
""At",.!"?!l5al ua''' na qual se dcvciu procuiaras' Ora, alm das rasles geraes acerca dessa diflereuca, e
.' K cm verdade/luo osnobres depulados minio bem sabrm, ha a este
nocoes pin as e genuinas das palavras!
os tubstituloi sao professores.
O Sr. Ucnics da Cunha : A le exige cxrrcici
ouado.
respeilo es,-a excepeo clara da lei; por consequencia he
_ ..l' IM lili til" illln (1. iil.. I (.. *-- _.*_
cxcrcieio conli- evidente que. os substituios nao rsio as mesioas clr-
cuiiislauciai dos calhcdralicoi para trreni Jubilaco,
exacto ZonZin-,''f 'le o pcticion.iri'o tem esle me.mo porque nesse caw viriajii a ter a, jubilado com
co-oUto he u reto r,,i "?1"'0 ,lrl'Utado duvida, "' ordenado que nao peicrblJIi con.ususlitut-.s.
nrTvas eca o rnurluie .ti.1,,,c.",,n,l 'Pde de Agora, .ppUcando ao caso e.n que.lila ludo quanto Tica
nelicioimrio exl il?i" vea M?lm,nc-ai Pr"v que o ponU rauo, nerguolarci : quantus andt tem de p.ofes-
1. celias sao, ouiuio. uffi- or calhedratico o indi 1 iduo que requer? Un. ou dous
V15 .
rs. aliu das porerntageos. Dr. Baptiila.n
Julgada a materia discutida, he o projecto approvado,
rrjciado o piiinero artigo addilvo, e empatado na
votacao o segundo, que por isto llca adiado.
I) a hora.
OSr. Prc'idfth* designa a ordeo do dia, e levanta a
sessao.
SESSAO' EU 10 DE MAIO DK 1849.
Pretideneia do Sr. Souta Teixeira.
SIIMMARIU,expediint. Portctrti. Approvaco de
um do arliqoi adUitivot do projirto n. 3, rom
urna aneada o'o Pf, Jo Pedro. Segunda
diieiwiio dnt (nudinn da cmara municipal
do Rrcife at o artigo 4.' do Ululo 8.' fo-
meucao' do Sr. primeiro secretario para rect-
ber a quota volada para o expediente da caa,
eda d: palacio que deve luhmeller .1 sanceo os
)ii ojrrlos ullimamenti volados
As 1 a'/alioias da inanhaa, fcila a chamada, verifica-
se m i.c 11. presentrs 26 Srs. depulados.
O.S'r. Presidente declara aberta a srsso.
0 Sr. i." Secrttatio l a acta da srsso antecedente, a
qual he approvada,
0 Sr. 1." Secretario menciona'o seguinte
EXPEDIENTE.
Un reqiierioiento dr Francisco da Costa Arruda e
Mello, solicitador da fazenda provincial, pedindo que o
seu ordenado seia igualado ao do solicitador da fazenda
geral. A' cooiioisso de ordenados.
Outro de Mara Joaquina do Reg Oliveira, viuv'a de
Estanislao l'ereira de Oliveira, pedindo que na lei do,
orcaioeoio provincias se designe quota para pagamento
da supplicante, couforme o parecer da cuinmissao de fa-
zenda c nrcanieiiio, approvado pela asseuiblca. -- A'
ioniiiiis.sao de fazenda orcamento.
Outro dos membros da mesa regedora da Irmandade
do Santisilmo Sacramento da Treguezla de Rossa Senho-
ra do O' do Aliinho, j eoieiiemlo o couiprouiisso da nies-
ma irthandade para receber o beneplcito. A' com
inissao de negocios reelesiasticos.
1 in iro ein que Josefa Mara da ConceicSo Martim, pro-
fessi'u 1 jubilada du primeira9 letlras da Taeguezia da
boa-Vista, pondera que, leudo servido mais de 13 anuos,
julga-se cotu dirrito ao ordenado correspondente ao
lempo de servico, e mais gratificar que Ihe toca por
virlude do artigo 10 da lei de l5 de ouiul.ro de 1827,
combinado con o artigo 2.a da lei provincial n. 169 de
18 de iiiivenilno de i84o, A' commissao de legislaco.
Sao lidos c appiovadoa os seguinte pareceres :
11 A commissao de legislaco, ponderando sobre o re-
quciimento de Antonio Marques de Castilho, vigario da
frrgueziade Sau-Josc do Rio-Foroioio, o qual pede a es-
portantn, claro que elle est claramente incluido no e- la assembla alguns rsclareclmentos sobre os liinjtes de
toa l'reguczla, alterados pela lei provincial n. 151 de U
de maio de i846, eonvenecu-se dr que, versando o ob-
jecto do 1 eqoeriiiiento sobre limites de regucziai, deve
o un sino requeiiiueiilo ser rcuffklido cummlsso de
maio ftil849.- Dr.
depois de haver rcfllcc-
liilo sobre tres ofiicios, um do juiz de paz da-freguetla
de Santa-.llaria da llda-Visla, outro da cmara munici-
pal da.inesuia vilU, e outro, finalmente, do respectivo
jinz municipal supplentr. relativos a algtunas duvidas c
e.-nllu ios que leein nascido da intclligencia da lei pro-
vincial 11. 172 de 20 de novcnibro d 184G a respeito dos
limites da frrguczia de Sanla-Maria, eulendeu a metma,
commisso que. versando o objecto da questo sob/e
limites de freguezils c sobre os nomes com que estes li-
notes to designados, he a conuoissio de eslatij.lca a
mais propria para cniiltir o teu pareceer sobre o assump-
lo; c por Isso he de parecer que ot referidos oflicioi
sejam rrniritidos commissao de eilatislica.
11 bula das com mtines, 15 de inaio de 1849. Dr.
Ilaptisla.-- i.'uerrn..
A cominitsSo de legislaco rxaminou o requerimen-
to de Jos Pcrtira ilorgct, professor de latim da cidade
da Viclbila, o qual pede que a lei provincial n. 1)4 de 7
de maio de i842, que manda pagar os ordenados smen-
te a aquelles professores cojas aulas foiem 1'rcquenladas
por mais de 11) alumnos, *eja interpretada de modo que
uo prejudique a elle peticionarlo e a lodos quantos To-
ram drspaeliadot antet da citada lei; e conv. necu-sr a
mesioa commissao de que a citada. Ir i comprehende evi-
1I1 nieniriiie lodos os professores' de lalm que existiain
10 lempo dclla ; c que he In cxpIFcila e clara a lei, que
nao precisa de nierpretavo alguma ; pelo que he de
parecer (|ue seja odeTeiida a peliro.
Sala das conutiissocs, K e inaio de 1849. -- Dr.
Ilaptisla. Uu/rrn.
prvido com 1
* di cantar 1
animal. So Pidfn.n
Encerrada a diicuito, he o a
emenda a|.resentada.
Cnllnii**a segunda discusso
inonieip.il do Rerlfe.
Encerrada a discussao acerca do artigo 18 da titulo 7
adiado da tsto precedente, e sendo r?tira% emnd
do Sr. Mavignier, por pedido de ey autCij,JSe o arii0
siibmeiiido votafo efcpprovado. "
Arl. 19. Os edlficioi, inurot, muralbat ou/paredci
que pelo exame que devar proceder o fitcal cam doui
peritos ao menos e iresMteinunha, foreiu reconheci-
do* drsapruinados em nieladr de ua grossura ou outr.
qualquer ruina, e demolirao no pryo que Ihe (Jr iMr.
cado pelos peritos na occasutatdo riaaai) Altaauaa a,
" loTcu
em dli|Mio
trt. 21. Qualquer obra que te edificar, ceeailcu,
illr, 011 concert que se, lier, que fornai frenUs <
30/ rs. de multa, e demoli{io*f cus
Vo incsa.e sao apoiadasflpa es
as teguinte emendas. _
i, Em lugar dat palavras cm metad* de suagrasiu.
ra, ou outra qualquer ruina diga-se de inaacira orne
aoieaceio alguma ruina. Joagum Filela.
Suppimam-se at palavraifrem reconbecidoi
apruinados em metade de ua grossura. Ent teulugar
dlga-te quando te reconhecer que a I i oh do otntro
de gr.i vidade calle fura da bate da parede. S. R, Jf(.
tiignier.
Encerrada a discussao, he o artigo appraMpHbart
emenda do Sr. Joaquiua Vllela, (toando prejudicadaa do
Sr. Mavignier. f
Art. 20.. A* porcoes dos canos, que c bouveirm ir
fazer na largura das tiavessas, perleneente* s catas de
duas frentes, serao feitat' cusa da daara.
Subnieiido votacao, depois de aigumas reflexoCt, he
rejeitado.
Seguidaninule sao approvadot tein discussio 01 se-
guales arligos :
Ar
demol
oitoes murados das casas, ter guarnicei lateraes <\\w
tomaro toda a largura dti passeio, para que o traciiio
do publico fique desembarazado, e se evite qualqtswac-
cidrnte que do desahmenlo posta resultar : oa trac-
tores sero multados em 20^ rs pagando o niestre da
obra metade da mulla.
Art. 12. Todas as vezes que se houver Je retelhar
de novo qualquer casa, o oiesire da obra teta o cuidado
de armar goaroict'irs, como nos casos do artigo antece-
dente : os infractores sero multados em 10/ rs., pagan-
do o meslre metade da mulla.
11 Arl. 23. Os que edificaron ou reMlflcarM muro
que l'ac.ui fenles para as ras ou travessas o'isteutri
oupara as projecladas, ein virlude do plano da cidade,
os lano com a alltjpa da frente de uina cata terrea ie.
guiar, e com cornija: os contraventores, pagar* de
multa 30/r e os mestres metade.*
Vo mesa, e sao apoiadoi para cnlrarem em dittut-
so, os seguiules arligos addi'vos:
Nlnguein poder reedificar e dcmolir qualquer sin
de ped.1 e cal ou de madelra, que nao sej de coafor-
midade com a plaa da cidade, posturas e tabellas ra
vigor, precedeudo lieenca gratuita da cmara.* 4In-
fractores sero mujjtados cm 20/ rs. S. K. Ptu>
- Sein previa lieenca da cmara, scus pagar ot enio-
(umenlus respectivos, marcados iiaatabellas em vigor,
ninguem podra edificar, reedificar e demolir obra de
pedra e cal, ou madelra. A lieenca era gratuita. Pe-
nas para o proprietai lo. Multa de.10/a., detnolicio
da otra a sua custa. --S. R. Mavignier. .
A licencas da cmara para edificar, reedificar de-
molir qualquer obra, sero dadas nos meamos rrqtteii-
nentos,* depois que, por despacho da meitna cantara,
o codeador ou arruador der a tua cordello, pernu-
melo e iifvelumciitu, e man operacea exigidas pelai
posturas e iolorniacei do fiscal, acodo taei coadlfot
e iiil'orinacei escripias no verso da pelico..
A I renta ficar em poder do propriclario, inait
cordeador dar copia fiel de sua cardeacao fiscal, pa-
ra indiligencia deste.
Penas paraos Infractores. Hulla de 20| rs. Pan
o propriclario. Alio da inulta, deuiolicao da obra
sua custa. S. R. Alavignisr .
Acamara mandar quanto antes tirar o nivclainen-
10 geral da cidade, o qual ser, as novas ruat c nai
que se abrirem, de 10 palmos cima da prela-inar das
grandes mares.
0 oivelamento ser convenientemente marcado pa-
ra coiiheciinenio do publico: com elle se conformatao
oa proprietariot as edilicacoes e reedifictrtdes que fc-
rein.
Penas. Para os proprielarist. Multa de 20/rt <
(lemolieo da obra sua cuta. Para os meslre!.-
Multa de 10; rs. S. R. Slavignicr..
11 A cmara marcar pracas ua cidade, asquaes nan-
ea irru ornos de 200 palmos em cada face, e nein di-
laro mais. de dous mil palmo* urna da oiMfa, deveado
cllaa srr plantadas de arvoredo ein urna oitduaa lioan
segundo a grandeza das meama pracas. --S. Ii.-4lfii-
lionier.
Os propriclario da* terrWlaleraes das estradas niait
frequentadas, serao obrigados a plantar e conservar aai
testadas de seus sitios arvore frondosas de qualidade e
com niel valles determinados pela cantara oiunctpaW
pormeiode editaes: os infractores oli'rero a pena (Ir
al0/rs., e20j!rs. na, reincidencia. -- S.. Dr. Cmkt
t'igueircdo. /1/oei remira.
Julga-se a materia discutida ; e, tubmetlidos 01 arli-
gos addilivos vlacao, sao aprovados, com excepcao de
um do Sr. Mavignier, que flcuu prrjudcadwpek daSr.
Pessoa.
Passa-se discussao do titulo 8 < ao ftw eilap-
piovados os cguiutet arligos:
Arl. 1. Todo o. edificio, oioroi e lapamrnlo de
qualquer nalureza, que te acharem em rilado deamea-
car ruina, srro demolidos custa do proprietarlo, pro-
cedendo o fiscal a promplo exame por dous perito, afn
de conhecer se pode haver reparo, ou desnolicao; e,
Teito o termo de exame cusa do inesmo dono, vrMii
a este para proceder logo na denioiicio reparo, m
praio dcieiminado no inesmo termo; e, findo seiuefli'-
lo, sera o dito propriclario, procurador ou depositario
multado naquantia de 10/rs., e o fitcal avisara u pro-
curador da cmara para fazer a dcmolicao ou repara i
custa do propriclario.
Art. 2. lodo o mestre de obra, que lrabalhr eu

cenles para convenr-lo. Osdoruiuru
si ula s. OU i;ei lidu
(oes publicas, ou 1
veis, tem como do
atiesta isto inesmo.
que,
lusiiue elle ame- ora, j se ve que he um ernnde favor une sr llir l'i.
seo,. ,.o ou c^rlidoe. extiaMdu. d^,,vl^
V('il>ein coiiiu do iiusso
deputado que a lei requer um servico nao loterrdmpido.
nenio dos scus deveres. "
t Sr. Uoplisla : Sr. presidente, cu nao irnho o des-
astados de pr.soaV mll7 re'^eT PaVa'srjub.doWnalquer profeTSd'rV liTnec.^To'!,',,,:
1 coiKga, director do Ijceu^ue elle lenba os aunos da lei; mas cu observo ao illuslre
1- u.,..i,i L. deputado que a lei requer um servico nao interrompido.
r,LrJ. m" v."uad-te Sr. esiive- que nao pode ter um ubslitulo, porque smenle'sun
ra sempre em serrifo, e f6ra mu cuidadoso o cumpri- pie a falta* do proprietar!... '
hu, em geral.sou avestO a jubilaedes e aposentadorias,
c multo mais
v.iiii ciuicn 10 de suppr que as minhus obaas sao to per- h.
fritas, que nao precisam de correceo ; c por isso, si; Uf ^
nobre depuudo, meu amigo, que impugnou a resoluto. 1 aos srrvfcos 01 oa acha boa, eqi rasa de sua dlsposico nao s.r ex- I A respeim des
cuaiva a lodos os substitutos, qualquer Juicnda neste f
sentido nao destruir o meu
serio mais extensivas, e levar
to mais tpuge, do que deve ir
a idel principal do projecto
dida, e por isso no digo que
da ; mas lajubro que o substi
as que ajei obriga : emendo que nenas
mlacoe deve haver da parle do governo a permisso
drr conforme entender ein rclacio
como succede entre os inililarea.
o governo nao he obrigadu a dar a re
de t84Jf mas anda porque, coullnuando a ter o orde-
nado de 600/ rt., igual ao que prrcebem 01 dous ouiroi
professores de lallm da capital, licaria de peior condi-
eor-visso que nao percebe quaulilativo algni para alu-
guel de casas.
4T- A commissao ife ordenados, comquanto julgiie um
poucorxaggeradasalgiinias das raides allegada! pelo pe-
ticionario no inleress de fundamentar a sua prricuc.no,
reconhece, nao obstante, que est elle de inferior oou-
dieo aos dous referidos professores, e por Uso he de'
parecer que te Ihe fat juslica em conceder a gratifica-
(o aiiuuai de 200/ rt, alm do seu ordenado, sendo al-
lim considerado na lei do 1.1 eaineiiiu.
Sala das coiiiinissde. 16 de malo de 1849. Camello
Ptsioa. los Pedro da Silva.
OllDEUpODIA.
^rligo additivo ao projecto n. 3,adlado da
por empate na volaco.
d aigumas explicafoes favor do arti-
ue api esculou, c declara que votar por
indemnisa(ao ao piejudicado.
Art. 3. Ninguem poder abrir buraco ou escava-
cOc as ruat, nem em paredes de edificios publicas.
tein licen(a da cmara, quando fr narJHeetoi de
festejoi, leudo, porm, obrigado a conieHaf lu "
lameruaa as nuiles de cacuro, para balia do publico,
e, acabado o festejo, dever tapar lodos os buracos, cu
ino.de antes esUyam, sb pena de pagar 2/ rs.de inulu
por cada urna nfracco, e de aerem reparado a cus
do dono da obra; da mesnia mancira, no c poderts
abrir valla as ras para esgoto das goa empowada,
sem que os abridor s no fechem, logo que ll "
tenham esgotado: nem tambriu te abrirao buratto Pa
ra andamies de predios, que os jpeslres, depol dril"
aclbadoi, os nao manden tapar rminedlaumentet JzP
deBaixo da mesnia pena cdtnininada no presente artlff'
Entra em discussao o artigo 4, redigido atiim :
Arl. 4. Ninguem poder fazer escavacoe nos ara^
cifes, tiraodo-lhes pedias, sb pena Uc pagar de niul'* -
30/rs., e soffrer olio das priiSo..^
Vai mesa, e he apoiada para entrar em discustio,
seguate emenda:

MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO I

___



'=9t+
-i
11 tJ<
I Sendo prrmlttldo lmenle 10 arienal de marlnha
J,ir,,r dos arreciles, iii Ingaret designad* para uma
loHiMiiios" << ^nfnTx'i'"*- aprdiaque fdr precisa pa-
I ns obra- do pollos Mcei Penetra.'
rvnois de alginiialllioussAo fin que trtinaram parte
lisSr-- A.|uino. lamede. Ferrelra Brreme Uatlgnlrr,
r o artigo ubineUldo vo lacio capprovado cora a
""n'L"ioMm VilMa renuer que i nomele um dos
I.eni'liro5 da cata pan recebar .la ilieaourarl provincial
|, quoia destinad para* lpedleote e aceio da inclina.
A aucmbla atiente a le pedido.
0 Sr. PruUmli noma para es# fin o Sr. Joaquim
|,ua Vilela.
Di a hora. *
I f) Sr Pretidenlt designa o senhores llaptuta, Rocha e
IHurroi Crrela para membrot da depuiscao que lem de
li,.r anecio os projectos ltimamente volados, de-
Icar ordtra do da e levanta a sesao.

|||.4R||llloPEKNAIBDC0.
_ '
axciri, M maio m il.
A aiseuvbla legislativa provincial approvou hontem
I -i nroposia que o respectivo nriraeiro aecreUrlo flsera
Ido cldadao Jote Paulino da Silva para o emprego de
I te redro officlal da tecrelaria da inesma assembls, e
[rrjeilou a que a commissao de policia apreseniara de
Marcelino Jeronymo Gomes para o lugar de continuo.
I F.m seguida approvou emprlineira dscuisao o orca-
Imcnto municipal para o auno futuro, hem como dout
larllgot ubitltullvot ao projecto n. 7, e-o 19.* do Mulo
9. 3>t potturat da cmara delta cidade.
A ordem de diapara a ettio de amanhaa he a se-
ulnte : -
.chura de projectos e pareeuret ;--tercelra diteutsao
lo projecto n. 1 deite auno primelra doi projectos
>is II, lie 13, Utnticm dcste anno;--continuaco da
krgunda dai posturas da cmara municipal do Rccife.
O vapor Pernamburana, chegado hontern dos porlos do
mi, trouxe-nos jornaes fluiuluentes que alcaneain a 9
do crreme, beui como ai duas carias que o nosto cor-
respondente da corle escrevra-not a 4 e 8, e que os lel-
orrs ferio achado 16b a rubrica competente.
0 con leudo netsat cartas pora os subscriptores ao cor-
I rente do que na corte sticccdra e sabla-se al a Ultima
I dala dellas, inclusive um desagradavcl acontecimento
Jquc houvera lugar em Miiias-Novas. e que, todo llllio
Ida Imprudencia criminosa de um individuo iiue sosop-
Ipunha com inditputavel dirclto perpetuldade do lu-
gar de subdelegado, nao progredlra, atientas as diligen-
cias do substituto do turbulenio,-alientos os tentinieii-
tos ordeiros da maloria tos habitantes da provincia de
Minas. Entretanto, addicionaremos alguma coula aquil-
lo que nos refere o corretj.ondente.
Por decreto de 18 de abril ultimo fora nomeado juiz
municipal de orptaaos dos termos de Lrgalo e annexos
o bacliarel Antonio Joaquim Morelra de Pinito.
S. 11. o Imperador dignra-so dcmittlr a Francisco
I.udgero da Pat do lugar de contador da thesouraria da
t'aienda desta provincia; beni opino nomearpara segun-
do escripturaiio da recebedoria de rendas internas
dcsia luetuia provincia a Manoel Augusto de Figueire-
do ipara um dos respectivos lugares de amanuense a
Jos Francisco do Reg Marros ;--e para exercer em-
prego idntico na alfandega detta cidade a Joio Atha-
natio Botellio.
0 inesmo augusto Senhor houvera por bem aposen-
tar o Sr. Miguel Archanjo Monteiro de Andrade no lu-
gar de inspector da sobredita alfandega, nomeando na-
ra o referido lugar o Sr. Luis Antonio de Sanipaio VI-
anna que, te a memoria nos nao falla, fez parle da com-
missao que em 1846 examino aquella reparticio, de
urdem do minitlro da fasenda de cutio
O Correio*Mercantil annuucla a noincacao do coronel
Isidoro lantn Pereira para guarda-roupa honorario da
casa imperial, e a do doutor Verlato Uandeira Duarlc
para chefe de policia de Matto-Grosso.
Segundo o citado peridico, o cldadio Joaquim Vale-
rio lavares linha sido agraciado com a com me nd a da or-
di'in de CI11 itto.
O l>*ario lo Rio publica que o cirurgiao da armada,
Ambrosio Machado d'Aisumpcao, fora condecorado com
o habito da Rosa.
0 governo dispensara o desembargador Lourenco Jos
Ribeiro da commissao de rever c completar o reperto-
rio da legislacio militar, confeccionado pelo maresbal
unha Mallos, e encarretflp semelhantc trabalha ao
doulor Francisco Ignacio Carvalho Moreira.
O cavallciro de .Si.-(Jeorges eslava dirigindualegacao
franerza na curte, e continuara em tal direccao ate que
chegasse de Franca o ministro noineado.
11 aviam sido promovidos para varios corpot do exer-
cito 14 alteres alumnos, como consta do decreto de 20 de
abril que inserimos na Part Oficial.
Q artigo era que o Comi Mercantil trata 4* salvamen-
to da nuu portugueza Vaico-da-Gama, e sobre o qual o
correspondente cliamoii a uossa allencao, he ttque ora
vamos tranterever :
Felizmente est salva nao portuguesa Fofco-da-
Gna ; t 6 horas e niela da larde fundeou neste porto
sendo rebocada pelo D. Afinio.
t Este vapor etteve Tundeado toda noite pela popa
da nao, una amarra de distancia; de manhia sus-
pende 11, c pouco depois tornou a ancorar pela proa da
nao inesma distancia, pouco malt ou menos. O mar
lindo amainado, pode enlo deltar fora um escaler,
que com grande traballio e risco conteguio patsar os
viradores de reboque para a nao, e continuou Tundea-
do, espera que calmaste mais a agilacio do mar para
comecar o reboque, o que veriftcou-se pelas 4 horas da
urde. O vaso portugnez he tao boui de vela,.que co-
nhecru-se o ptfuco esforco que exercia o vapor para
cunduil-lo.~
Segundo Inforniafet multo seguras que podemos
obter, realisnu-se a conjectura de pessoat profeulonaes
c experientet, mencionada 110 notso primeirn artigo:
a o4o desarvornu, nao foram, como alguns pretajiniain,
picados qs inaslros. Logo drpols do violento tul'.io,
partiram te o* cabrettot dogurupt, e, faltando este,
eili um bataneo, calilo o maslro do traquetc sobre o
grande, e todos succetslvamente em cima do convez a
meto navio, para a popa. Com este grande choque a
nao soltreu multo, nem abri agoa, sendo o inaior
damno do cateo e perda do lombadilho, onde cabio o
inattro grande com o ceslo de gavia.
Segundo a iradiccio de um de nossos ofiiciacs de
marlnha, udeaarvoramtnto da Fuco-dj- lliante ao da nio Ptaro II, quando chegou da llahia a
ene porto. $ ,
MaVi bouve que lamentar a perda de alguma vida
em mel de tao Inesperado desastre. Apenas Acarajn
contusas seit ou seie pracas da guarnico, e ferido em
um p<5 por una carreta do convez o coininaadanle
Pedro Alexandrliio daCunlia
c Todo O arvoredo do navio perdeu-se, bem como a
inaior parte dos etcaleres, mas talvou-ss grande parte
da clame.
I Onviinot a pestoaiciiteiidida,equc cominuiiicaraiu
com a omciabdade da nao, descuidar o seu canunau-
danlc de haver por descuido, Imprudencia, oucutro
qnlqurr motivo dado lugar a etse deploran! aconteci-
nieiiio, que pi eftf risco lautas vi as, ecausou avul-
lado prejuiso a lio snberbp navio, e um dot meUioret
que pottue a inaiinha portuguesa. A nao esleve barra
tanto* dial, por falta de viraciiu para um navio de teu
porte, tenda aleiu dista de lutar contra a forte correu-
tri da mar e apenas cahio o temporal, nao pode
manobrar por trr desarvorado.
a Comjiarlilhando anciadade da papulacae, e o in-
". -
terease que todos tomarant pela salvaeio de tantas vi-,
das e de tio bello navio, o Sr Thoinaz da Costa Ramos,
com a inaior celeridade, fez aprestar nseu vapor Ser-
pmt; e hoje a uma hora da tarde tegnio em auxilio da
nao, onde chegou 3 qpras e 1/4. OSr. Ramos olTe-
r^cra o tervijo do seu por ao commandante h O.-
A [anta, mas este o disprnanu. por Mr tildo j rjlspost.
e prximo a campear o relio iuc. e que d'ahi a pouco rf-
fe 1111111. O -"rp-nl regresin, trazendo a fells nova de
et ar salva a na.
O Sr. cnsul geral de 'Portugal, que, deade que te
toube do perigo em que te acliava a Faseo-da-Uama.
moitrou actlvidade e zelo Incamaveii, eitava a bordo
da corveta portuguesa Irii. quando pauava o Strptnle ;
e, traniportando te para leu bordo com 30 praca de
guarnleio c dous oflclaes da corveta, seguio o destino
do vapor.
* O vapor de guerra inglez Uydru, que largara pouco
antes do Strpente, chegou a communicar como D.-Affon-
10, ao qnal on'ereceu novamenie a sua coadjuvacio que
igualmente fol agradecida e dispensada por deinecetsa-
ria ; cabendo, portanto, a todos, louvores pela promp-
lidio e generosidade com que correrain ao lugar do pe-
rigo. e a'6 vapor de guerra braiileiro a gloria de pres-
tar, sem auxilio de out'rn, tio atlignalado iwlco.
O outro artig do Commtrcio del Piala, que o Jornal do
Commtrcio passou para a suas paginas, e que o corres-
pondente tainbcm ella, te o seguinte:
A mistad l.e Prtdaur.
Ao partir o vapor Alecto para o Rio-de-Janelro appa-
pareceu no nosso numero de 9 do correntc a historia da
inisso de I^e l'redoir at prlncipioi deste inez.
Desde, cutan, esle negocio, que pareca de ver dar
um grande pasto neite intermedio, nenhum deu, pelo
contrario, capat de aproxima-lo ao termo appeteeido.
Referlmo-not a esle respeilo ao que hontem publica-
mos, e so como memorndum recordaremos rpidamen-
te o pouco que occorreo desde a sabida do Alecto.
Conforme Rosas tom ai propotlcdei do Sr. Le Pre-
dour anteriormente repolllas, na parte que cllt Ihe to-
ettn, faltava o acceirt de Oribe as nio mili lisongeiras
que Ihe dltiam reapeito. Negando-se o Sr. Le Predonr
a vir ao Cerrilo, ibl enviado com as proposlcfiei D. An-
tonio Reyes, individuo particular, Oriental, no vapor
francez VMmre, que veio a ette porto nao obstante o
empenho que linha Rosas em que fotse ao porto do Bu-
ceo. Chegou aqu no da 10, e em um escaler mandou
Reyes aojerrltorio de.Oribe. Este levou a responder,
nao 54 horas, mal sini 13 ou 14 das, lito he. at o lia
23, emqueReyeajregressou ao Chimen, que sabio logo
para Buenoi-Ayret.
iici m>
na tar-
M
' Segundo as uollcias malt fidedignas, a resr
Oribe, que Rosas yansmitlio ao Sr. Le Predour
a resposta de
nsmitlio ao Sr. Le Predour na tar-
stancia a rejelfio das'enunciadas
propoiicdes, e a exigencia de que o Sr. Le Predour va
ao Cerrilo entender-te directamente com elle, ao que
nao se eipera anna aquclle. Se nio aiimilr, ter apv
parecido na marcha dette negocio um novo tropeco de
nio fcil lolucio. ...
Tal he o patio que no mez de abril deu a miisao l.e
Predour, Provavelmenle nos revelar o mez de malo se
fol pasto para liante ou para Irs. Seja como fdr, con-
ta-se tom o prompto regresso do Sr. l.e Predour.
Limitados por hoje nicamente a narrar, nao nos
deteremos acerca das diversas conjecturasque a presen-
ca destes fatos suscita forcoiamente. Geralincntc so se
vi em tudo isto um gamha-tempo de llosas por mel de
uinjogo combinado com Oribe, c te altrlbiie necctii-
dade de a Has lar a idela deisa combinajao o empenho
que niosii(ni, como he sabido, em faser crer ao almi-
rante francez que eslava indignadsimo com Oribe em
contequencia do seu procedimento diplomato de 1847.
Gingindo-not, pois.aoi factoi inqucitiornveit, jol-
amos nio ser .aventurado o assenlar que nada se con-
cluio anda e que he nuii dlmcil calcular quaudo se con-
cluir alguma couta.
1 .....
temado410 anticipar 01 lucoesio*: lies tao lgi-
cos ; viro : eiperemos Llmiteiiio-nos poi hoje a con-
ngnar que em Iroca de alo < km dio de permanencia
do Sr. Le Predour em liuenos-Ayrc o paquete do abril
leva nada.
Com os peridicos, cuja recepcao aecusamol en prin-
cipio, ram-noi entregues gaielai da Baha ale 16 deslc
mea, nai quaes nada vimoi que nos leve a recetar pela
tranquillidade publica ucsia provincia.
!J
Temos i vista tres nmeros do Correio Oficial Parahi
bao, datados a 7, 9 e l4 do correle. ^
Parahiba llcn em perfeitapaz. ^
O admiiiistradkr detsa provincia tinhainulto a pello o
melhorameiitoeeontcrvacao daa estradas, bem como 01
reparos das ruatriies.
No Ha 18 do crrenle. Jos Joaquim Plre, operarlo,
da ollicina de csplngardeiros do aneaal de guerra, fal-
lecen dentro dessecstabrlecimento cinco minutos depois
de haver rocebido no lado direito uma bala disparada
do cano de ulna dai etpinijardas apprchendidat aos re-
voltosos, o qual fora levado ao fogo sem ter sido previa-
mente examinado, como cumpria.
O infeliz Joaquim Pires era pobre ; e, para prover'
tubtistancia da mulhereile qu urofilhos, o mals velho
dos quaes (em 4 011 5 annut, apenas cootava com o
mingoado salario que venca como operarlo do arsenal :
essa desgranadla familia, poli, flcou a bracos com a mi-
seria
d.
etaet. Oncas hespanhlas .
da patria .
Pecas de rjy400, velhai
Peso hespanhes .
da patria .
)) Pataerles.....
Apolices de 6 por cento .
- proviuciacs ....
. 81/700-a 3I#900.
. 31/000.
. 18*100.
. 1/980 a 2/000.
. 1#IK0 a l/80.
. 1#900lt*980.
. 87 a 87 '/i-
. nominal.
(Jornal do Commtrcio.)
UAIIIA.
CAMBIOS NO Bit 15 DE MIIO.
Londres.......... 25 a 25/,.
Pars.......... 375a380.
Ilamburgo......... 700.
Lisboa e Porto ....... 115 p./,.
lletaes. Oncas hespanhlas
- > mexicanas. .
. Pejas de 6/400 .
' novas .
> Modas de 4/000. .
Pataces brasileiros
hespanhes .
a mexicanos....
31/600 a 31,00.
31/400 a 31/500.
17/400 a I7#600.
I6/.MX1 a 17/000.
9/400 a 9/IKOO
2/000..
2/000.
1/980.
( Ifrreoniii. )
a~
lnAQ\ DO RECIFF., 19 DE MAIO DB 1849,
AS 3 HORAS DA TAtfDE.
Revista semanal.
Cambios---------- Nao ha laceadores. lie nominal
o de 25 d. por 1/ ri.
Algodao ----- Entraram 550 taccai. -- O de pri-
melra lorte vendeu-se a 4,500 rs.
por arroba, e o de segunda a 4,100
ris.
Assucar---------------Apenas tivemos 91 caixas, algumas
das quaes fura ni vendidas a 1,200 rs.
por arroba sobre o ferro. O em-
barricado e o ensaccado continua-
rain de 2,200 a 2,600 rs. por arroba
do Illanco; e o masca vado a 1850 rs.
Bacalho---------- Chrgaraui tres carregamentos, dos
quaei dous cilio cin ser, eo lercei-
ro fui vendido a preco occullo.
Carne -secca---------O deposito fol elevado a 75,000 ar
robas por doui carregainenlot che-
gados esta semana, Al vendas da
do Rio-Grande regularan! de 2,000
a 2,300 rs. por arroba ; e da de Mu-
1101-Ayrei de 1,800 a 2,200 ri.
Farinlia de ti iyo O mercado lica supprido com 8,000
barricas. As vendas a rclalbo re-
gularaimde 16,500 a 17/rs. da ame-
ricana; leudo a lea ufado a de Tries-
te SSSF 18,500 a 19,000 rs. por bar-
rica.
Dita de mandioca Vcndeu-se le 3/ a 4/ re, por sacca.
Manleiga ----- dem a 750 rs. por libra da inglrza,
e de 560 o 600 r. la francesa.
Paisas dem a 4,6(10 rs jprcaixa.
Exislem no porlo 77 einbarcaccs, a^abei : 5 ameri-
canas, 3 austracas, 38 brasileiros, 3 dinamarquesas. 2
france/ai, 1 hollandi /. 1, 12 inglczas, 7 porluguejas, 2
sicilianas e 4 sardas.
compaflfln na sala das sessoes do mesmo tribuna- tou
das cima indicados, competentemente habilitadas
E para constar se mandou afflxar o presente, e pnhli-
C'VcrleWr!arda lhe.our.ria da fazend. provincia, de
Pemambuco. 4demai.de 1849.-0 2. cicnplurio, n-
oaio Ferrcira d'Annunciaciu.
= O lllin Sr. prlmeiro escrlpturarlo lervindo de ins-
pector da thesouraria da fazeuda prcvincial. em CUtn-
primento da resolucto dolrlbunnl -.l.iiln.strativo, 11 an-
da faser publico .|ue nos das 5, 6e 8 de Junho prox.no
futuro, ao meio-dia, perante o mraiiio tribnnal se ha
de arrematar a quem mals oirerecer. por lempo d J
anuos a contar do l.'de julho de 184 at JO de jnuho
de 1852, o imposto seguinte:
Taxa da barrelra da estrada e ponte do Giqula,
avallada annualmentc por
Dita dita da Magdalena, avallada aotiualmen-
I te por
Dita dita do Motocolomb, avallada annual-
"tnenlepor
Dita da ponte de Burary,avallada annualnieu-
te por
Dita da ponte do Cacbang. avallada annual-
inentepor J:2Ol,0C0
As peasoas que se propozarem a estas arrematacoet,
i'iiinpareeam na sala das sessdel do inclino tribunal nos
das cima iudicados,competentemente habilitadas-
E para constar se mandou alfixar o prsenle e publi-
car pelo Diario.
Secretarla -da thesouraria d fazenda provincial de
Pemambuco. 4 de malo de 1849.0 I.* eicriplurarlo,
/infolio Perreira d'/innuneiarao.
6:601,000
3:301,000
2.900,000
062,000
Miguel Archanjo Monteiro di Andrade, oficial i impfrial
orden da tota, caualleiro da de Carillo e itupeetor da al-
fandega de Pemambuco, por S. SI. Imperial, etc. etc.
Faco labor que no da 23 do correntc, ao meio-dia,
porta da inesma, se lio de arrematar 0111 Insta publica
56 duzias de lencos de garca para senhora, no valor de
360/000, impugnados pelo amanuense Gabriel Alfonso
Regueira, no despacho por factura, sb n 5083 sendo a
arrematacio nibjeita a direitos Alfandega, 19 de maio
de 1 S-i. Migurl Archanjo Monlriro di Andrade.
Ucclaraces.
_
= A cmara municipal desta cidade faz srisn extra-
ordinaria hoje, 21 do crreme, c eoutinuario anda a
andar em praca, na tala das auassesses, o imposto dai
medidas de farlnlia dos mercados publicos, o os lalhos
dcvolulos dos acongues publicos.
- leudo o arsenal de inarinlia de admittir para os
seus iraballius serventes afti o numero de 40, cun o
jornal de 560 rs, preferindo-seos livresa escravus ; as-
s:ni manda o Illm. Sr. inspector f.izer publico, para co-
nhecinienlo dosque possa inleressar ; devenido os pre-
lendcntes aprcsenlar-se-lhe com loda a brevidade. Se-
cretarla la inspeccio lo arsenal de mariiiha de Pemam-
buco, 16 de maio de 1849. 0 secretario, Thom Fernan-
da Hadeira de CaMo.
COM.V.ERCO.
ALFANDEGA.Rendlmento do dia 19 4:59')/S06
Ueicarregam koj, 21 de malo.
Melgue terald bacalho.
Barca Navarre farlnha e bolachinha.
Patachot/oreraor-Career familia.
Brigue Conceic de-Maria ceblas.
Calila Calharina mercadoriat.
Barca Sotereign dem.
IMPOIiTACAO.
Governor-Cartcr, patacho ame rica no,viudo de Riclimond,
entrado no crrente inei, consignado a Henry Foster k
C, manifestou o seguinte :
100 barris breu, 3 quartolas e 200 barril manleiga de
porco, 110 saceos pincola, 14 voluntes fasendas de al-
gndiio, 300 canas cha, 1 ditas canela, 944 barricas e
100 mcias ditas farinlia de trigo ; aos consignatarios.
Navarre, barca americana, viuda de Phlladelnhia, en-
trada no concille inet, consignada a Deaae Yuule V C,
nanifeslou o seguinte :
300 barricas farinha de trigo, 300 tercos de barricas
achinha, 250 barris manleiga de porco, 1 peca de
ro, 65 barrlca bolacha, 377 caixas en, 228 totumes
fa/endas de algodao ; aos consignatarios
io-de-JancIro, Baha c Macelo ; 9 dias c 16 horas c do
ultimo poilo 20 horas, vapor brasileirn /' de 240 toneladas, commandante Jo.ii Militio llenri-
ques. eqiipagem 29. Panageiroi : para esta provin-
cia, Flllppc le Barros Vatconcellos. Pedro de Araujo
Argollo Perrio com I eteravo, o alferes do quinto de
fuzilelros Joio Baptista do Reg Barros, Uto do texto
de catadores Joi da Coila Rodrigues, o quartel-iues-
tre do corpo fixo do Cear Francisco Antonio Pereira,
o Francet Julio Alexandre Fnntagnes com 1 eteravo,
Franciico Jos de Magalhics Bastos, Francisco Joa-
quim Hilarle, Jos Raphael de Macedo, o pillo da ar-
mada AgnellodeFariaf.avalcanle Mangabcira, A. M-
xime da Cunha, Jos Protpero Ichova da Silva Craval,
2 cadetes c 13 pracas de pret ; para o norte, o coronel
Isidoro Jaoscii Pereira com 1 escravb, o l)r. Joio Fer-
nandes de Barros com 1 escravo, Dr. Ignacio Francis-
co Sllvclra da Molla, Miguel Ignacio Leal Biuce, Joa-
quim Paulino M. de Albuqiierque, Marcos Antonio
Lopes, oPortuguez Francisco l'oaventnra Ferrelra e
Genova por Gbraltar ; 70 dias e do ultimo porto 28. bar-
ca sarda Anairbitla, de 194 toneladas, capilao Joao
Baptista Harllrgnere, equlpagem J3, carga fasendas e
mais gneros do paU; ao capilao. -- Vein refrescar e
segu para o Rio-de-Janciro.
Terra-Nuva ; 26 dias, barca Inglesa Norml, de 24j tone-
ladas captio Tilomas KirU, equlpagem 15. carga
2,ll8 barrlca com bacalho a Jobiiston Patn St
Companhla. .
biavioi lahidoi no nfimo din
Canal ; brlgujf Inglez /"al, capilao Willlaui Lloyd, car-
Liverpool ; barca ingrtsa Rouendale, capilao Edward
avil Goulding. carga assucar.
A'aeio entrado no dia 20.
Baha-5 dias, hiate brasleiro Flor-oV-Cururipc. de 97
toneladas, capilao Juo Antonio da Silva, ciiuipageni
8, carga charutos, caf e mal gneros ; a_ Tiburcio
Valeriano Baptista. Paisageiroi. Henrlquc Jote Viei-
ra da Silva, Francisca Mara das Chagasf llraaileiroi.
Naviot inhidoi 110 io dia.
Babia ; brigue Inglez Camiiln, capitio Willlam Kcwley,
carga a inesma que trouxe. .", ... ,
Rio-Grande-do-Sul ; patacho bratlleiro Emiliano, capi-
tn Valentlin Ribeiro dot Santos, carga asiucar c
aco'ardente. ... v.,..
Gbraltar barca clcilitna Anlhonxita, capilao G. Rallo,
carga asiucar. Pasiageiro, o Dr. Cactano Ambrozla-
no, Italiano. .- .
Phlladelphia brigue americano Paliiam, capilao Jo-
icph Fanel. carga assucar. Passageiro, Adcvm Fors-
ter Adams, Americano.
^o se tendo reunido numero sumeientc de accio-
nistas para haver asscinbla geral no dia 15, licou a reu-
niiio transferida para amanhia, 22 de maio Espera a ad-
ininistracao que os Srs. accionlttas nao deixrm do com-
parecer a inesma reuniao. Beclfe, 21 de maio de 1849.
O director, F. A. deOliveira.
= Carta! leguras exilenles na adminitli acao do cor-
reio geral para 01 Ss. Antonio Jote de'Siquclra, Dr. A.
J. Pereira, Francisco Alvrs da Cuuha, Innoceneio Eus-
taquio Ferrelra Araujo, Joaquina Mara da Concelcio,
Machado & Piiheiro. Correio de Pemambuco.j0 de
maio de 1849. O ajiidantc do administrador, AT9. Go-
me/do Correio. j^_
O vapor Pernambucana recebe asTnalai
para o portos do norte hoje (21 ao meio-
dia iin|tretcriveimente.
CONSULADO GERAL.
Rendlmento do dia 1 t ,
Diversas provincial..........
. 2:748/066
. 137/005
2:885/071
Avisos martimos.
h
,iibia ; barca portugueza Trjo, capilao Silverlo Manoel
doi Res, carea Tiisucar e couros. Passageiroi, Joa-
quim Marque, da Silva e Mello. Jos Joaquim Alves
Taixeira com la familia, Franciico Goncalvet da Sil-
va. Manoel Jos Pachedo de |lello com sua familia.
Antonio Femandes de Lima com aua familia, padre
Manoel Nuncs Maitlnt com 1 criado, Jos Raposo de
Mello, Jos de Medeiroi Tavares, Francbco rerreira
liallhar, Porlugucxes ; Jos Antonio de Azevedo J-
nior, Luiz Augusto Robim Mavignler, Brasileiroi.
nTi a "
ED1TAES.
= Olllm.Sr. prlmeiro escrlpturarlo Mrvlnio de in.
pector da thesouraria da fazenda provincial, e. irltide
da reicluoie do tribunal administrativo, "'^a ^'"
publico ,le not da. 22. 23 c 24 do.cor^r. .. .fio-
dia, perahle o inesmo tribunal ic hode airen a tar em
l.a.ta publica, a quem ,.or meuoi nser, por 1wripo le
I annot. a contardo I." de julho "" l"n""uf d
junho de 1850 01 contrato da iIIuuiimc*o publica
u,ntM:. .. -.-r do governo, ava-
CONSULUK) PROVINCIAL.
Rendlmento do da 19". ....,,,.,
itittjm
R10-DF.-JANF.1HO.
C.VMSIOS NO DIA 8 DE Hilo.
Cambios sobre Londres .,..'-, 25a25*|,.
1 l Pars 375 38o.
liamburgo .... 090,
Oo cae. do collegio e palacio f .overno.
liado o co>telo diario le cada Umpofo poi
Freguetia do liecife dem por
Dita de S.-Aulonio dem por
Dita de S.-Jos idcni por
DiU da Boa-Vista dem por
Tovoacao dos Afogados dem por
Freguezia da S de Obnda dem por
Dita dcS.-Pedro-Marlyrldem por
As pessoas que se propozerem a estas arremaUOes
232
180
180
180
80
142
142
142
Para o Maranhio e Para talic, com a malor brevi-
dade posslvcl, a iiimaca nacional Carlota: para carga e
pasiofeiros trata se com Novaei k Coinpanliia, na ra do
Trapiche, n. 34.
A barca Eipirilo Santo sahcimprterivelmenle para
a cidade do Porto no da 6 de J1111I16 prximo : quem na
mcsma quixer carregar, ou ir de passagem, para o que
temos mais asielados comniodos, dirlja-ie ao seu con-
signatario, Francisco Alves da Cunha, na ra do Vlgarlo,
11. 11, prlmeiro andar.
= .Para Lisboa sabe, com a malor brevidade posslvcl,
o brigue porluguct Anna-Adrlnidr,-forrado e encavilha-
do de cobre : recebe carga e pasiageirot, para os quaes
tem excellentes commodos : a tratar com o consignata-
rio, Joaquim Ferrelra Mendei Gulinaries, 11a ra da
Cruz, n. 49, ou com o captio, Ignacio Jos de Araujo,
na praca do Cominerclo.
Para o Rio-de-Janeiro segu viagem, no da o do
correte, a bem cnheclda barca Firmeta, capilao Nar-
ciso Jos de Sant'Anna : anda recebe alguma carga,
cscravos e paisageiros. para o que tem excellentes com-
modos : quem pretender, dirija-te ao dito capilao, ou
ra da Madre-de-Deot, n. 3, tercelro andar.
... ParaoRioGrandc-do-Sul pretende tahir breve o
patacho Doui-de-Marco, captio Antonio Monteiro deAl-
ineida, o qual recebe escravos e paisagelros : quem,
pretender, pode enlender-ie tomo dito capilao. ou com
os consignatarios, Amorim Irmios, ra da Cadela, nu-
"'Para a BhIiu segu muilo breve o palhboto
S -Antonio-Vencedor, forrado de cobre a mijito e-
Ic'iro : J tem r- maior parle de spa carga prompta ,
n pura o rosto lral-se com Joilo Francisc da Cruz ,
na na da Crin, n. 3. ><
Para Lisboa parlira, com a matr brevidade ,
o palaclio portuguez Mura & loaquina, forrado o
encavilhado de cobro o de boa marcha de lole da
500 arrobas ; tem metade da carga prompta : para
o'restanlo e pssssgeiros, para o que offerece nuil
bons commodos : a tratar com o consignatario. Fir-
mino J. F. la llosa, na ra do Trapiche, n. i, ou
com o capitio Manoel da Costa e Silva na praca do>
doCorpoSanlo.
s= O briguc-eicuna nacional Olinda tegue, com ure-
vldade, para o llio-de-Janeiro por ter parle de la car-
?a engajada : para o reato, passageiros ou ctaravos
rete, trata-ie com Machado & Pinheiro, na ra do Vl-
garlo, n. 19, segundo andar, ou com o captio na praca.
= Para o Illo-de-Janelr icgue, com multa brevida-
de, o brigue nacional Jurora ; tem a maor parte do car-
reganicnlo prompla : palio resto c escravos a frete.
trata-se com Joao Francisco da Cruz, na ra da Cruz,
numero 3. .
' c= Para Lisboa sabe, i mprc ter ivel niente no da 6 de ju-
nho vlndouro.O brigue portugus Friox, captio Anlonrn
Pedro de Figuelredo: recebe carga a frete, bem como
paitagcirot, para os quaes tem 01 mais expelientes com-
modos, c afianca-so o 60111 trataineutu : qutm preten-
der dirja-sc aoi comignatarioi.Oliveira Irmaos si C, na
ra da cruz n.
Commercio.
9, ou o referido capilao na praca do
IIlegTvel








Freta-se para aC ita-d'Africa. oupa.st'o lio-da-
Prata, a polaca itilinn Orillo; tra(a-se com o scu capl-
tao a bordo, 011 n; ra da Crui, n. -ii, ain cas.' ie .as-
cimento & Ainori 11.

*n*
el&o.
am Rtiwcll Mcllars Si '..'oinpanliia (ario ,-lao, por in-
tcrvencao do corretor Oliveira, de esplendido sortiuieu-
to de faienda uglezas : hoje, 21 do corrente, as 10 ],,,-
ras da manhaa, no teu armazem, ra da Alfaudega-
v c i n a
Avisos diversos.
ne .Tose Morelra Lopes & Companhla rogain a queiu
achar urna ordem, na qual o Sr. Jos Jeronymo Moniei-
ro manda dar cento e ciucocnta mil ris em faiendas an
portador, o qual foi o Sr. Miguel Esteres Alves que
passou o competente recibo, o obsequio de a mandar
entregar na ra do Queimado, loja do sobrado a.narel-
lo, n. _;i.
= Joanni Francisca de Menncs avisa a todas as pes-
soasquetcctn peohores dconroe prataemsua mao, que
bajara de os vlr tirar no pra/.o de tres das, contados da
daca (leste, pol que tm de retirr-sc ate o da 30 do
crreme para Portugal, do contrario os vender para
pagamento do principal e juros, assim como tambem se
au responsabilisa pnr^ousa algiima neiu em juio neui
Tura delle. Recire, 21 de maio de 1849.
Loterii do thcitro publico.
Por existir anda por vender pouco mal de mn terco
dos bilhetes desta lotera dcixn ain as respectivas rodas
de ter andamento no lia 19 do corrente, para este lim
designado ;_e, nao obstante o desgosto que ao llicsourei-
ro causan) tilo repetidas transferencias de dias, lodavia de
signa novamente o da l(i do prximo futuro mez de lu-
nli.i para o imprelcrivel andamento das rodas, acreil- |
laudo na sii(lcciicia do espaco de dias que decorrem at
o novamente marcado, para a completa extraceao dos
bilhetes que restam.
Domiugos Francisco de Souza I.eao faz constar por
ineio ilcstc ( p.ra evitar duvidas para o futuro ) tos con-
senliores doengenho Megualiipe de-liaixo, que fe/, en-
trega, desde o primeiro do corrente mez, do dito engo-
lillo ao Sr. Jos Antonio Gomes Jnior por ter expirado
o respectivo arrendainenlo pelo falleciinenlo de Manuel
Joao terrena, que era senhor do referido engenho; leu-
do anda o aiinunciantc de culhcr a safra que se est
criando.
- D- B-lta de Cassia Pcssa e Mello embarca para o
Rio-dr-Janciro a sua rscrava parda, por iiomc VI-
cenca.
= Prcciso-se alugar, para o servico de urna tamil
estrangeira, uin copeiro, mu cozinbero e tambem nina
preta que saiba bem lavar c engonimar : na ra do Tra-
piche-ISovo, n* 10.
== Jos Joaqum Alves Teixeira, como se retira para
J.isboa a tratar de sua sade, c como, pelos seus muitns
arazeres, nao possa despedlr-se dos seus amigos, julgo do
Beu ngorosodever despedlr-se por esta follia, ollreccn-
do-llies seu pequeo presumo naquclla capital.
- l'recisa-sc de una ama paraalguns
servicos internos de ama casa de jiouca
familia : na rua Nova, loja francoz, n. a3
s= Antonio Ferrera Lima, retiramln-sc para Portugal,
r nao Ibe sendo possivel despedirse pessoalniente de to-
das as pessoas com quem teve ralaces de amizade, c
quein se ennfessa summamente grato, o faz por nielo
leste, pedndo o desculpem derla falta involuntaria.
= Antonio Ferreira I.mi, retirando se para Portugal,
faz sciente aos seus fregueses e a quem mal convier que
a sua casa de negocio, na ra Nova, n. 3, do primeiro de
abril em diante gvrara com a firma de Antonio Ferreira
Luna Si Coinpanuia, aonde osiuesmos seus freguezes c
mais pessoas que qutiraui continuarao a ser servidos da
luesma inaneira como at boje:
Oabaixo assignado tai. publico que, tendo-se-llie
desemeaminhado urna leltra da quantia de 120^220, sa-
cada em 15 de marco prximo passado e aceita por An-
tcraJos Muniz Percira. previne que, se for ofl'crccida
por qualquer negocio, delxaro de o Taier por se adiar
prevenido o aceitante para a nao pagar. Antonio JVim-
rir tortita.
= Precisa-se de nm forneiro perito em scu oftici pa-
ra a padaria da ra larga do lloiario, n. 48, onde se deve
dirigir paraajustar.
<= l)eseja-se fallar ao Sr. reverendo padre Manoel
Joaquiui de N. Senbora Mfii dos liomens a negocio de
scu intercale i na ra do Queimado, n 18.
Precisa-se de una ama forra ou captiva para tratar
de un docnte : na rna da Praia, n. 24.
Convida-se ao l'ortuguez que foi destilador no en-
genho d'Agoa, no termo de Iguarass, para destilar em
nm engenho perto desta praca : querendo, procure no
Aterro. da-Ra-Viaja, sobrado de dous andares, defrontc
da loja de perfumara do Francez Leconte.
Manoel Ferreira Couto avisa a tocias as pessoas que
tecni penhores cin seu poder, que liajam dos vir tirar no
pra i de tres dias, do contrario sero vendidos para scu
pagamento : na ra Direita, n. 18.
Precisa-se alugar dous escravos fortes para tra-
balharem em urna refinacHo : paga-se liem : na ra
da Concordia, n. 8.
= Precisa-se de un feltor para unta olaria perto des-
ta pra{a, c que emenda perfeitnmenlc daquelle csUbe-
Icciuiruto : a pessoa que cstiver as circunstancias,
dando fiadora sua conducta, pode dirigir-se ra lar-
ga do Rozarlo, n. 18,Jque achara com quem tratar.
IMa justa a compra da casa terrea da na dos
Pescadores, n. 1 por detrs de S.-Jos e a meia
agua no futido da mesma : quem tiver qualquer
opposiciio a esla venda atiniincie nestes 3 dias.
--Aluga-se urna casa terrea envidra^ada, em mui-
to bnm estado na rua da Mangiioira da liua-Vista :
a Iraiar na rua do Queimado n. 7.
-- Aluga-sc una piola que sirva para engommare
eo/inliar, e fazer algnns mandados na rua.: quema
Uwr.dirijn.se a rua daPenlia, n. 11.
l'iecisa-soalugar una pela que saiba lavar,
engommare cozinliar o diario de urna casa de pou-
ca latmlia : na rua de S.-Francisco-, II. S*.
Alng_a-sc un sitio na .Magdalena, estrada da Torre,
com boa casa de vivendn, com scisquarios, cozinba fu-
ra, casa paraprelos. estribarla, easinlia coberta e tan-
que cu, .uBRos arvoredoi e bastante terreno par
plantai : no Alerro-ila-Hoa-Vista, n. 43.
--Quem quizer dar 5 a U.-U00.0U0 de rs. a uros
sobro liypolhcca Cn, predios livres. innuncie
-^Perdeuse, na ,,,> H do concille, desde1!, pon-
te da lioa.Vi.la ate a do Reeife, veo de renda |>,< ta
que... o acbou. queendew, levar a la larga do Hozado,
)i. 14, recebera as ahicaras. *
Jos Sapority ...uilou osen escritorio da rua da
Cruz para a til do Irapiubc-Movo. n. iS
andar.
tei objectos era ja venda, por isso que tora ni dados a :
guardar a nm < >s seus raixeiros, e elle de nada o li-
li ha feito aberior', vista de ludo ino o annunciante
por modo neni'im se pode responsalUILar pelos ditos
objectos roubadas.Joao Jarinlho Mortira.
AlugR-se u loja do sobrado n.,73 da run do Uan-
gcl :a tratar na rua da Cudria do Reeife, n. 48
Oad og-lo Filippe Menna Callad ida Fonseca
participa aos seus amigos, clicntei c 3S Srs. sol-
citadores, qu&oiudou o seu escriptorio para a casa
eonligua aquella onde resida,na mesina rua do Col-
legio, n. 13.
~ Precisa-se de una lavadeira para urna casa es-
trangeira que lavo bem e com regularidade : na
rua do Vigirio.n. *.
Precisa-se de m feitor para um silio perto des-
ta piuca : na travessa do Veras, n. 15.
* Manoel Jos Pacheco de Mello faz sciente ao res-
peilavol publico que Manoel Caetano Borges e Silva
deixou de ser seu caixeirodesdeo da 14 do corren-
te mez, e continua a negociar sb sua rcsponsabili-
dade no mesmo armazem.
= Cl.egaram pelo vapor S.-Satvador, entrado do norte,
os excedientes queijos de qualha mullo superiores fres-
caes : quem os pretender comprar dirija-sc a rua da
Cruz do llecife, n. 33, armazem de S Araujo.
Na rua da Gloria, n. 24, lia um estrangeiro que en-
silla a tocar llanta, lingoa italiana c franceza, c cscrcvc
msica com promplidao e asseio. O mesmo deseja arru-
inar-sc em alguma casa de negocio, ou como escrevente
de qualquer Sr. advogado, visto as su.is ncluaes c criti-
cas circuiustancias : quem quizer ntilisar-se do seu
prestiino, procure-o na referida casa, ou annuncic por
esla follia.
nunciante em dita casa, certas de que se-
rao tratados com todo o desvelo.
Jos Feruandei Povoas val Macelo tratar de leus
negocios. i -Relira-se para lora do imperio Jos Mara Barbosa
c sua lamilla. -
Horpingos da Silva" Teixeira retira-se para a Eu-
ropa edeixa por sua primeira procuradora a sua
iiiuIIiit, I) Anua Benediota da Bocha Silva e por
seu segundo procurador 6 Sr. Antonio Domingues
Pinte.
= O Sr. Antonio Jos Gomes tenha a bondade de re-
formar seui unios costumei e pagar a conta que deve a
c-as.-i de Manoel Joaqun, (ioncalvese:Silva, sob pena de
serem esses publicados por esta folba. Jcu di Millo
Mbuguerqui Montenegro.
Boga-seao lllm Sr. cheie de polica e mais au-
toridades, nio consintam sabir desta provincia o nobecco da Cimboa-do-Ca
l'ortuguez Francisco Soares Poreira, sem se mostrar
i
i
Uomtcopalhia.
ii i i i "*
l'rimciro consultorio nonia;o|)atluco &r
em l'ernamlnico, rua da l'adeia
de S.-Antonio, n. as
Kstn consultorio estar aberto lodos os dias ia>
) desde as 10 horas da manba at s 3 da lar-
+i de: as pessoas que nSo podrem cliegsr ao flt
> consultorio polerHo ser visitadas em suas
% casas, quarquer que seja a distancia desta pra- ||)
% (a. Os indigentes serilo tratados graluilatnen- ^
* le npresentando um altestado do vigario de *
T sua freguezia.
9 %
Arrondam-se, por um ou mais annos, dous ter-
renos grandes o bous na estrada nova denomina-
dos do .Mica sendo un propriu, como he o tem si-
do para ranchos, o o outro emquo esteve o Sr. l-
enle Barros ,ima e ultimanonte o Sr. I atirentino ,
ptimo para diversas planlncoes, como sejam can-
oas, rrandioca, capim, legumes e muitos oulros que
convierem ao morador que para all quizer ir: os
prctendcnles dirijam-sc ao siLio do Cordciro cm
S. Atina, a fallar com a viuva do-finado cotnmenda-
dor Antonio da Silva ou na na do Vigario, n. 7,
primeiro andar.
-- l)-se pilo de vendagem a prctas com respon-
sabilidadedeseus senhotes: na rua Direita, pada-
ria n. 26.
Na rua da Palma em urna casa nova caiada de
prclo, procisa-se alugar urna prola para vender na
rua pagando-se-lhe por dia, semana ou m#r con-
forme quizer o senhor da escrava. Na mesma casa,
tambem se eugomma muilo a gosto do quem pre'-
lender, por preco commodo.
Carlos Claudio TrcssC, fabri-
cante de igaos e realejos,
na rua das Plores, n. 19,
avisa ao respeitavel publico que concerta orgilos e
realejos, pe marchas modernas desle paiz concer-
la pianos, serafinas, caixas do msica, acordaos e
qualquer instrumento que appareca.: latnhem faz
obra nova e vende um orgflo, proprio para capel-
la, ou allar-mr com boas vozese por prea com-
modo.
--Precisn-so deum amassador:rna S.-Cruz, pa-
daria de urna s porta.
A pessoa que nnnunriou querer um criado di-
rija-sc a rua das Cruze.*, n. 12.
Frecisa-se tlugar urna ama secca
de bons costumes, para o servico interno
da urna casa de pouca familia. Uirigir-se
rna larga do l.ozario, n. 36, segundo
andar.
--Precisa-se deum rapaz de 14a 16 anuos, que
tenha pratica de venda : no pateo da S.-Cruz, n. 2.
Aluga-so a prensa que foi amigamente deAle-
xandre Lopes lliboiro, no Forte-do-Matlos, propria
para algodSo, ou mesmo para gneros de estiva ,
por ser grande: a tratar com Manoel Alves Guerra.
A
ivre e desembaracado, visto o mesmo se achar de-
vendo ao abaixo assignado duas lettras ja vencidas ,
'urna da quantia de 140,000 rs. eoutra de 30,000 rs.
Faz-se o presente annuncio por constar quo o dito
Soarea Percira quer-se retirar para Macei. Ale-
xundrino Mximo Leal de Barrpt
= O Sr. Jos do Espirito-Santo Braga tenha a bonda-
de de vir pagar a conta que deve a casa de Manoel Joa-
quim Goncalvcs c Silva, antes de la retirada mra fura
do imperio, como ai.i.uncfa por este Jornal, soB pena de
se empregareui os mcios para la/.c-lo pagar. los de
Millo Atbuquerqui Monlenigro.
-v Precisa-se de um caixeiro : na refinaciio da ruada
ScnValla-N'ova, n. 4'.
-\Aluga-sc nina casa terrea na rua do Padre-Floria-
nn, i!. 11 ; a tratar na rua larga do Hozarlo, u. 39, se-
gunda andar.
"YAntonio Joaquim de Souza Araujo, subdito portu-
gue. deixou de ser caixeiro dos Srs. Campos & Morrira,
e iraksporta-se para Angola.
Na rua Oireila, n. 4, aedir quera precisa de un,
caixeiro que seja capaz de lomar conta de urna ven-
da Mr balanQo.
Descontam-se ordenados e soldse d-se di-
nheiro a premio sobro penhoros deouro e prata : no
pateo do Carmo, n. 18, se dir com-quem se deve
tratar.
Precisa-se de urna mulhr parJl ou prota para
tratar de urna senhora doente que vaj para o serto :
quem se achar nestas .i i cu instancias dirija-se a
rua Direita, n. 27, primeiro andar.
Bernardo Jos Itodrigues Pinhoiro declara que
no tura validade qualquer citaclo feita ao annun-
ciante, ou ao seu procurador, o lente l,uiz Gon-
calves Rodrigues Franca, sem que seja assiguada a
cita?o pelo o annunciante ou seu bstanle procu-
rador, por isso que se arrecu-a de qualquer estrate
gta queso possa fazer.
O Sr. Miiz Pinto, morador nos Afogados, coro-
pareca na povoac3o dos Arrombados, alim de to-
mar conta a Manoel Pereira de Mcndqnca dos bens
que sem teslamonto llcaram do seu fallecido com-
padre ao seu innocente alunado, pois o dito Men-
donca j est de put.iie 400.0oA.rs. ,#n3o
quer dar cotilas 4 contina a pOr em moda o res-
lo illudindoa iii0eliz mAi com historias de ouca
purtanto ou e*e inigma se resolve ou do contra-
rio m leyera aoftoiihecimento da polica a traficau-
cia ^e lfm havitt com este ne60C'-
. "~ los\ Joaaunl ,'ereira relira-se para fra do
imperio.) H ^
-* Que(n se ^.JF com direito a um cavallo casta-
nho Wqiieno itf0JP. dinja-ae ao engenho Tapera,
rroglcziajes^^lrq.-J^oatao, com os necessa-
r,os\'cumejitos q, ".e ser entregue.
r..hrVe?Poaqi'equ-Vrre'.,uar um engenho com
r, u ^.Aorrc"doorisco-uiriJ''-''" ao Ater-
rc-da-Boa-VistaY.. 55, quantoantes.
lloje vai a praca o restante dos bens pertencan-
Icsasliera.icasjacentesde Antonio Lope e Manoel
Goticilvus da Cruf.
--Vende-se a artna^So da venda com todos os
porteuces, da praCa da Boa-Viat, n. 5 : a trat.,"!
Alerro-da-noa-Vista, n. 84. Ir nl
-Vende-se urna escrava de la auno*, que coiinl
o diario de urna casa, engomma e lava : o moti V
por que se vendo sedir ao comprador: na rui 1
Aurora, n. 50.
Vendcni-se ementes de coenlro.muitobois n
preco commodo : no Hospicio, filio do portan v '
de, junto no sobrado da Tiuvatunha. '"
Vende-se um qtiarto novo e grande- ni *
da ConceicSo da Boa-Vista, 4. 0. rui
Vende-se a quarta parte do sobrado da rua
Ireiti do Hozarlo, n. 35, cm chfos proprios e *?'
quintal, por preco muito em conti: na travos.. "
Sarapatel, n. 16. s,d
Vende-se urna mei'ajoa, feita a moderna i
-|rmo,Odtiroca-sepor'uni,1
escrava : na rua do Nogueira, sobrado de um andi
II. 39.
Vendem-se, ou permutam-w pon outRu eu,
no sejam na comarca do Rio-Formoso, da-aagenho.
Carrapatoe Mariano, com safra*, um no Sli-formo
so e o outro na freguezia de Serinhfioin, ambos rnu
lo bons d'agoa e de terreno perto do porto de em
barque : tambem se permutan) por propriedadei
nesta praca : na rua do Crespo, n. 9, se dir quem
faz este negocio.
Farnha ce mandioca
do Rio-de-Janeiro superior, em barricas sicni
vende-se ni rna Direita, n. 17, o na rua da Madre-fe.
Heos n. 31, casa do Sr. Joaquim Flix da Ron.
Vende-se um silio na Capuhga e um lerreto
nos Coelhos: no Aterro-da-Boa-Viata, loja de ouri
ves, n. 61,
Aviso a pobreza.
Vende-se bolacha de farnha de milho, a 80re
a libra muito saborava e do bom paladar: o prteV
deve attrahir os freguezes : na rua larga do Koza-
rio, padaria n. 48.
Vende-se urna escrava criouli, de 18 anuos,da
bonita figura o com habilidades : no becco doi-
rapatel, sobrado n. 12.
Escravos Fgidos
segundo
Prdeu-se um cachorro Ingles de raca, cor caun-
indee: quem o achar leve-o e.n casa dos Srs. Deine
ioulc ^ Con.panilla, no llecife, ou DO sitio do Mang.
iilm, que sel recoiiijiensado pelo traball.o,
ssignado Iti. sciente ao publico que.',
na das W/uzes, n.42, foi arrninbaoa
U abaixo ass
sua taberna na
pela parte de detrs, na noite do dia 12 para a man b ceci-
ne dia 13 do correte mez, pelo trillado, e de ludojci-
entilicoua polica, c laiiibein fq:eieiile que de genc-
r..s da venda nada levarain, s ilm .'! pnlacdes mexica-
nos falsos, A 3/ rt'is e.n cdulas, que tinlia na gaveta, e
diz o caixeiro da mesma venda terrecebido do Sr. Jos
Rodrigues da Cunha, que foi caixeiro do Sr. Jos Flo-
rencio Gonc.alves, a quantia de 127/OO rcis; tambem do
Sr. Jcsc de Souza Montero G u.odas de prata deji.., i. :n.
e do Sr. Francisco Luiz Percira,
quebrado : e i,
pessoa que quizer fazer
um bom negocio com a ineac.lo da casa sita na
rus da S.-Cruz, quo volta para a rua da Alegria 'e
juntamente com duas parles do terreno de 27 pal-
illos junto a mesma casa no qual existo um gran-
do tcheire : va a travessa da Concoidia, sobrado
n. 5. '
= A mccttig of the subscriben lo the Brillan Meda-
nles l.ibrary, ivill be liria on Prlday the 25."", art. 7
o'clock in the rvenng, at tlieir roui.is, rua d'Aurora
Santo-Amaro. lamei.llrondfvud, Secl.
# Alog.i se o Iheatro da ruada Praia,
novamente concertado e prompto de Indo
para qualquer representado juililica ou
particular : a fallar com t.tiilherme Settc,
no A (erro-da-Boa-Vista, n. 10.
Agencia ce passaporles.
No piteo da inairi de Sauto-Antoiiio, sobrado n. 4,
liani-se passaporles para dentro c fra o imperio, as-
sim como dcspaciam-sc escravos.
Agencia de passaportes.
Na rua do Collegio, n. 10, e no Aterro-da-oa-
Vista hijas ns. 48 e-78, continuam-so a tirar passa-
- t.ompra-se uaia pret. robusta e de boa conduc-
ta que saiba lavaa bem e engommar liso : no trapi-
che da companlna. '
--Cotnpram-se a cavallos grandes e novos : tm-
bense compram escravos de 18 a 25 annos
leo do Carino, n. 18, segundo andar.
-- tompra-se urna pretil de 12 a i
no pa-
--vuipi-eumupreladel2al4 annof, oue se-
ja .ecolliHa e tenha .Igumas h.bilid.des'^prefe-
i u.do-sc de nacao: quem tiver annuneie.
--Compram-se.flltclivameiile, garrafas vasias
na rua do Itangel, 54, resticao de, Victo no
Irancisco dos Santos. vicioruio
Vendas.
i
portes, lano para dentro como para fra do imperio,
assim como dcsnaclwni-se escravos: ludo com bre-
yjdade.
U"Dr. Lobo Moscoso contina a re-
ccher doeriles., cm sita casa, no Aterra-
da- Hoa-VisWtf. 48, onde ha commodo).
sullicieutes, nao s para se tratarcm di
suas en tenuidades, como para se Ihes a-
ter qualquer operado: as pessoas, por-
tanto, que se quieran curar ou mandar
ignorando o nnunciante a existencia des-ia'guni escravo, podem dirigir-se 00 an-
Vemlem se os verd*deros charutos
de Jlavana, chegados ltimamente : na
rua da Cruz, n, 5i, casa de J. O. Elster.
= Vendem-se 10 lindos moleques sem vicios e de ele-
gantes (.guras; un. Iw.do pardo, perfelto onlcial de sapa-
ero e sem vicios, o que se afiansa. o qual be muito hu-
milde un lindo molccote, perito official de calafate
seniv.c.osidouspretos de todo o aarvico j urna parda
de30annos, boa lavadeira e que di-sc em conta urna
prcta de ...e.a !dade, que coziuha muito bem, eogo
soiTrivel, coze, e compra bem na rua ; assim como o
muitos escravos ; na rua do Vigario. n. 24.
- Vendem-se superiores queijos de Minas a 40 rii
ditos Ha.ucngosa ./000, dit.s muito frescaei a i#7tin'
mante)ga bamburguea sem sal a IHO. e outro* muitos
fu" ueFl" Tff* 'l"C "" ""^ qUal Kua Nova n. 5.
Veude.ae[uiiia escrava de linda figura e recolhida
a qual abe engommar, coser e fazer lavarlnto urna
na-
fei-
aoca
mina
outros
mnlaliiilia de M annos, muito linda ; una negra de i
cao Costa, de 20 anuos, qoe sabe engomma. con, per
Vao eeoiinha, e he de boa conduca; oque so aliauc.
ao comprador; duas ditas proprias para trab.ilharc.nX
emada ; uuia uii.lu. de 25 annos, que sabe engommar e
co,lnhar o diario de nn.a caM un. negro bonfcoalS
ros uiuii.uleeoMdeU.nnot, de b6aBconducia, e ind.
Vemle-ss urna taboa de requisite, cinco livros de
Virgilio, dous de Sllustio, dous de fbula, dous d
Iccia c dous dos de l.ornelio : todos em bou) estado
na rua Direita, venda 11 18.
U.UA PKCHIMeHA PARA MQSSAIEDES.
^a rua do Irapicl.e, n.24, ao p da l.ingocta. Iha para
vender, urna poicao de colletei- feilos. por diminuto
preco
= Vendem-ie 12 cadeirai de oleo e urna marqueza
con. pouco uso, assim como dfrersos escravos novos por
preco coniniodo : na rua das Cruzei, n. 16.
Vende-se hretanha larga de puro
Iinlioj lao superior que parece transpa-
rente, de i/, 2[3 varas, a'19,000 rs. cada
peca : o pateo do Girino, 110 segundo an-
dar da casa n. 18.
Fugio, na noite de 18 de maio, de bordo do kri-
guc Feli7.-l!niio, o escravo marinheiro, de no me Jo-
s de nacflo Nagc'i de viole e lantcs annos, de
bonila figura corpo regular ; levou caifas de bie-
nio prelo camisa de chita de cor. Hecommendi-
se a todas as autoridades policiaes e capilSes de
campo a sua captura pois quem o levara bordo do
dilo brigue. fundeado defronte do Passeio-Publieo,
ou|a rua daVudcia n. 39, em casa de Amorim Ir-
milos, ser recompensado.
Fugio, nodia 14do corrente-, am preto de no-
me loo, de nacilo ja bas,t.aTito velho ; levou cami-
sa azura'e-algo'iiIlTiMiuyi^ealuasescuras, bonete de
panno que o traza no alto da cabeca, falla muito
atrapalhado que se cusa muito a entender; oa oc-
casino que fugio levou da lavadeira aonde foi bus-
car roupa 2 camisas, 2 colleles de fustlo qussi no-
vos, um palito de lirim pardo, um len^o de sedi
amarello, 2 vestidos de chita : quem o pegar leve-o
rua do Itangel, n. 8, ou na rua Imperial, n. 405.
Desappareceu, nodia 12 do corrente ama pre-
ta de nome Luiza de 50 annos pouco mais ou me-
nos de nacilo Baca, cor preta, altura regular, Con
os dous ps iridiados ; levou vestido de riscadinho
azul saia de ganga da mesma cor, panno da Cos-
ta e mais roupa de seu uso que furtivamente tirou
de casa sem ser vista. Iloga-se as autoridades po-
liciaes e capules de campo que a apprebendam e le-
voiii-na rua da Guia, 11. 9.
Fugio, no dia 14 do corrente, o preto Antonio,
crioulo, bem relinto.de bonita figura, semblint
alegre falla desembarazada ; lem urna pequeni
cicatriz sobre o peito esquerdo, cheio do corpo, es-
tatura regular; representa ter 22 a 25 annos; levou
calcas e camisa do riscado azul. Roga-se .as autoti-
dades policiaes e capiles de campo, que o apreheo
dam eievem-noa rui do Vigario, 11. 11, terceiro
andar.
Fugio, de bordo do brigue Argot, no dia 7 <
outiilirodo atino passado, o escravo mariulieiro, de
nome Jos de nacffo Cabinda, altura regular, clieio
do corpo ; ropreson la ter vinte e lanos miios ; lem
o rosto redondo, sem barba, oihos /grandes; he
pertencetite ao lllm. Sr. commeitdador j0flo Baptis-
la da Silva Percira de Porto Alegre- F.ecommendi-
se a sua apprcbensfio e quem o desabrir, ou levar
1 rua da Cadeia, 11. 39, 0111 casa de,*<..:** l/inao,
receber cen. mil rs. de gratilicacSc, ou maisalguaii
cousa Conforme a distancia, ou us despezas que silea
possa ni fazer, urna vez que sef rccoultcea aero
proprio. T
Boa gratificarlo
fquem pegar o prele Filippe,/crioulo, escravo que
oi do capttSo liuuiio, do le. /, depois da familia dys
Cosmes, depois de Antonio l^Js de Oliveira Castro e
sale o remetteu ao Sr. Raynnundo Carlos Leite, desta
praca, para ser vendido e de facto o vcudeu a Joao
da Costa dourado. O preAo tem os seguiule sigmes:
altura regular, de 30* 35 annos, suissa muito fe-
chada ; lem a phisJA>nomia de sertanejo, cor um tan-
to fulla ; tetn algAimas rugas no rosto ; levou cami-
sa e caigas de/algodSozniho azul trancado com-
prada* no da sia fgida urnas cuicas j desbotadis
de riscadinho camisa branca um jaqueta de pia-
no ou de ouflra fazenda de lila preta. urna rede bran-
ca um chispeo de pello velho e outro do Chile Um-
bem velhs/, algum dinheiro da semana", por trabi-
Ihar de/ganlio na rua ; pode muilo bem apparecer
por es/tes caminhos com alguma carta ou elgutu
bilue.iefi.lso, liiigiiidoque vai levar ao seu senhor,
para/ assim poder levar outras cousas. Hoca-se aos di-
tos ex-senhoies que, quinao elle appareca por li ,
o rjecolham em una endeta, e participen ao Sr.
Hay^undo Curios Leite, ou a outro qualquer nego-
cian] desta prnca, que su pagarSo todas as desoe-
aas^ou nii-smo dirij.m-so ao pte.o do Collegio, lo-
jii df nvroiii. 6, ou a ruado Sebo, n. U." O mes-
mo i pede a todos as autoridades policiaes e capi-
" -fez-campo, certos estes que terflo boa graliflcicao.
iuiolo supjior que tome o*caniinho do Ico ou
o.
Fupio, no dia 15 do corrente, o pardo Bernar-
de cor clara, (ato comprido eatatura recular;
Icinj urna pinha do'Cabellos trancos na ronte frreila.
Fslehuirdo he natural do serla, e estivo uqui lies-
la plica cm casa do Sr. Luiz Autoitio de Siqueiii
parafcer vendido. Itoga-so a lodos os empregaob di
polica e capitiies de campo, que o apprelMOdaui tai
leveA-noS praca du Boa-Vista casa de Luiz Atilu
nio llodrignes de Almeida, que gratilicira. '
PERN. : NA TYP. DE H. F. DE FAMA 1849
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO '
.


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