Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06478


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Full Text

Auno XXV.
Sexta-feira fi
m%
0 DIAHlOpuWci+cto4otoidiU fnrem de guarda. O preco da asignatura he
de 4J0PO i Pr luartel, pesos adiantadoe. Os
mnuneos dol assignlntes sao lnierldos a
raiao de 20 ri. por liuha, 40 ri. ein typo dif-
fcrrnte, e a repetlcde pela metade. O nao
-..leante* pagaro 80 r. por liuha e 160 r.
em typo diferente, por cada publicacao.
' i'ilASES DA LA NO MEZ DF. MAIO.
i ua chela, a 7, 4 hora e 47 min. da inanh-
MlDoante, a 1S, a ohoraae 11 ma.da inanh-
luanova, a22.s&horaae 17 niin.damanh-
Ueccnie,a28,aa0horaa! 4 mln.da tard.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Gianna e Parahiba, s segs. e sexus-felras.
Rio-G.-do-Norte, quintis-feira* aqmeio-dia.
Cabo, Scriuhaein, Ptio-Formoso, Porto-Calvo
Macelo, no 1. a II e 21 de cada mez.
Garanhuni e Bonito, a 8 e 23.
[loa-Vista e Flores, a 13 e 28.
Victoria, a qulatas-fciras.
linda, todos os dias.
PREAMAR DE IIOJE.
Primeira, i 2 horas c 6 minutos da tard.
Segunda, s 2 horas c 30 minutos da inanh.
de Maio de 1849.
das da semana.
30 Segunda. S.. Calliarna deSena Aud. doJ.
des ornh ,do J. doclvel edo J. M. da2.v.
1 Terca. S. Philipe c S. Tiago.
2 Quarta. S.Atanazlo. Aud. do J.do c. da 2.
v. e t-i J. depu do2.dist.de t.
3 Quinta. Jfr>|> lnvencio da Santa Cruz.
4 Seita. S. Monica. Aud. do J.do civ. e do
J. depazdol.dist.de t.
5 Saufcado. S. Po. Aud. do J. do civ. da 1.
v. e do J. de paa do 2. dist. de t.
6 llamingo. Maternidade de Nossa Senhora.
N. 00.
CAMBIOS NO DA 2 DE MAIO.
Sobre Londres a 20 i. por 1/000 rs. a60dial.
. Pars 355 a 360.
Lisboa 100 por cento de premio.
Rio-de-Janeiro ao par.
Desc.delett. de boas firma* a 7. % ao raet.
Acedes da conip. de Bebcribe, a 50* r. ao p.
Ouro.Oocaa despalilllas. 30/800 a 31/KM)
Modas de (i/400 v. 17/200 a 17/40
. de 6/400 n. 16/200 a 16/40>
de4J000.. 9/200 a M
J'raM-Patace* brasileiros 1/380 a 2/00
Petos columnarios. 1/980 a 2/000
Ditos mexicanos..... 1/880 a 1/900
PARTE OFFICIAL.
MINISTERIO DA FAZENDA.
EXPEDIENTE DO DA 9 DE MARCO.
A' thcsourarla do Maranhao, mandando pagar aos em-
preados lii aulino Jos Marinho, Antonio Jansen da
Castro Lima e Joo Autonio da Costa os vencimentos
correspondente* ao tempoqiieestlveram suspensosepro-
testados, mas nao pronunciados, porque uo soappll-
cavcls a estes as ordena em contrario, que se devem en-
tender a respeito dos suspensos corrccccionaliiieute nos
casos em que a li o permute.
Exo. coinmunica haver remedido ao chefe de polica o a assembla resolva a reapelto. A' conunlsiao de le- O Sr. ferreira nrrelo...... Poltica de que Ihe resulta
rebelde Luiz Franclaco Horja Pessa que eooperra com glslacao. I mu.lo mal. porque nos sabemos, Sr. presidente, que.
as (oreas revoltoaas na qualidade de quartel-iuestre, o Uin requerlinenlo de Joo Riliclro da Cama, Manoel toda a vez que se saltam a barreiras prcscrlptas a cada
qual, tendo aido preso ein Iguarass, Ihe (ora apresen- Cavalcante de Albuqnerque e outros, o prlinclro como
lado acompanhado de parlicipacao do cotnmandante do arrematante, e estes como socios do contrato da matan-
oilavo bala I ha o de capadores [ ca do gado consumido no municipio Dito.Ao mesmo, declarando-lhe q
engajar o soldado do sexto batallifio de ca
Joaquim do Rosarlo, bem como o corneta do mesmocorpo
Manoel Luiz dos liis, r asaentar pracaao paisano Vicen-
te Ferrcira da Silva, que fram julgados capares de aer-
iue pode mandar o abatimento da quinta parte no preco da arrcn.atic.io,
cacadorea Antonio'correspondente aos7prlmclros mezes, contados do 1."
tado mesmocorpo |de dezembro de 1848 al o ultimo de junho desti; anuo,
ao paisano Vlcen- I A'commisso de orcamento.
os capares de ser-I Outro de Joao Facundo da Silva tulniarnes, xjcdmdo
vco pela junta de aaudc;e dlxendo que tem arbitrado ao quena lei do orcamento M marque quola para paga-
ultimo a gralilicaco de cen mil r*,c a cadaum do ou- ment do ordenado que venecu como secretario no Ij -
Irosa de cento equarenta mil ris, nos termos do re- eeo desta cidade desde o 1. de setembro ate o tunde
TRIBUNAL DO THESOURO PUBLICO NACIONAL.
Joaquim Jos Rodrigues Torrea, presidente do tribu-
nal do tliesouro publico nacional, constando-llie nao
existir uina pratica uniforme as repartieres de fazenda
a respeilo da qualidade daa procuracoea coin que ae
apresentam os Humeados procuradores doa credores da
fasenda uaVioual, a qualquer titulo, para receber o que
se llies deve, e pasaar aa respectivas quilaces ; e a iiin
de eslabelccer regras geraea, que aejam obeervadas em
todaaaa reparlicdes, por onde se faiem pagamentos pur
conla da iiiesma fazenda, ordena o aeguinte :
Art. 1.' nuando ae nao. apreaentarem aa propriaa
partea credoras para receber e dar quitaco.. poder-
se-ha fazer o pagaincuto a seus legtimos procura-
dores :
I.' Queaprcsentarem procurac.de* feltas por inatru-
' muios publicoa de labelliaea do lugar em que ealiver
a repartirlo, ou leconhecldos por algnm destes, quan-'
do em outros lugares livercni sido feitos qualquer que
seja a qualidade, emprego edignidade dos consliiii-
i u les.
2." Que apresentarem as procuracoeavem instruinen-
ls particulares feitos por pesaoas, a eujos cscrlptos ae
da a fdrea de escrlpturas publicas,.conforme as lels,
uso, e pralica geralinentc adoplada no furo, tribunaes1
e repartiedes publicas; e declaradas nos artigos 6.' e 7.*
Art. 2.* Qualquer deslas procuraran-* deve conter
poderes expretsos para receber e dar quitaco, nu seja
pela clasuia geral de receber o que se dever de quaes-
quer reparlicde* de fazenda e eslaedes publicas ; ou
seja pela especial de receber o que se dever no thesou-
ro publico nacional, na thesoaSraria dos ordenados da
corte,na thesouraria da provincia de....,ou em outra
qualquer repartir ao especialmente designada.
Art. 3." As procura!oes d^das para receber c dar
quitaco, teao vigor pelo decurso do -exercicio em que
freni aflresentadas ; aalvo o caao de aereni expressa-
ineule revogadas por outras procuraedes legaes, dentro
do iiiesino exercicio. t. sero lambeui admlttidas as pro-
curaedes cujos poderes fdrem aeiu lempo determina-
do, comanlo que em cada exercicio se aprsentelo pu-
blicas-furnias deasas procuraedes, e certiddes de vida dos
constituintes as pocas competentes.
Art. 4." As que foreni feitas por instrumentos particu-
lares de pessoa cuja leltra e assignatura nao fdr nolo-
11 menle condecida na repartieao que houver de fazer
o pagamento, serijo reconheoidas por labelliuo de lugar.
Art. 5. Nenhuma procura;ao se aceitar set que ca-
teja devidamente sellada.
Arl. 6.' Pdem fazer as proeuraces por instrumentos
particulares, cacriptos por nlflo allicia, e porelleac-
meitte assig nados :
1.'Os condes, marquezea e duques.
2.* Os viscondes e bardes com grandeza.
3. Oa arcebispos e Jiispos.
4. Os que leem titulo do concelho.
Art. 7." Pdem fazer procuracoea por instrumentos
paniculares, por elles escripias e assignados : |
1." Os viscondes e baroes sem grandeza.
2. OS lidalgos da casa imperial.
3." Os magistrados.
4. Os doulorea e advogados.
5.* Os cavalleiros das orden* do imperio.
(i." Os olliciacs militares al o poslo de capll:
7." Os negoolau4es matriculados.
8. Os abbadea benedictinos, os benellciados e clri-
gos de ordena sacras.
Art. 8.' As iniillicres casadas, ou viuvas, leem a mes-
mo privilegio de aeus maridos.
l'ni-ile-J.iiieiro, em 30 de marco de 1849. -Joaquim Jo-
ie Rtfrkjuc Torris.
GVELIN DA PROVINCIA.
Illui. e Exui. Sr.Tenho a s.ni.f.ico de comiuunicar
V. Exc. que eata provincia goza de perfeita tranquilli-
dade. Deoa guarde a V. bxc. Palacio do goveruo da
provincia do Har,18 de abril de 1849.lllm. e Eim. Sr.
presidente da provincia de Peruatubujo. Jtronymo
francisco Coelko.
lllm. e Eim. Sr.Tenho a aatlsfapao de participarla
V lixe. que eata provincia contina a gozar de socego.
Heos guarde a V. Kic. Palacio do governo do Maranhao,
22 de abril de. 1849.lllm. e Exm. Sr. presidente da pro-
vincia de Pernaiiibuco. Iltrrulano ferrcira Peana.
lllm. e Exm. Sr,Participo V. Exc. que esla provin -
rii contina em socegn. Deoa guarde a V. K?c. Palacio
do goveruo|da Parahiba, 30 de abril de 1849.lllm. e
r.xm. Sr. coucelliciro Manoel VieiraTosa, prcaidenle da
provincia de Pcrnainbuco.O presidente, Joao Antonio
de Vasconeellos.
EXPEDIENTE DO DA'30 DE ABRIL.
OIBclo.A cmara municipal do Rlo-Formoso, para
que mande receber na repartieao da polica os Irvros e
inais papis de que se compoc o archivo dessa cmara,
que all fura entregue pelo backOrel Christovao Xavier
lAfiti.Sclenllicou-se o clvtfe de polica e o delegado
respectivo.
Dito.-Ao diere de polica, renaVttendo a lista das
]icssoaa que em diversas pocas receber un armaiiienlo
no arsenal de guerra, am deque faca intima-las para,
no pr izo de 30 dias, recolliercni o referido-armamento
sb peua de e proceder contra os sena beSu e peaaon l*m omci do aecrctario da presidencia, remrltendo
i-orno l'iir de direito. Ao recoiniiiendar o cump inieulo antro do inspector da thesouraria da fazenda provin-
da presenteordem.declarou-aequeosrecebedores devem clal.afcerea dos empregados que, achando-se dciuilli-
mostrar o destino que deram ao armamento, caso assim dos, (Orani reintegrados nos seus lugares, c dos quaei
teulia acontecido. I a itieama thesouraria exiga o pagamento de novos e ve-
Dito.Ao inarechal commandante das armas, accu- Ihos direitos, acompanhado da decisao dada pela nresi-
, sjudo recebido o olticio de 28 do crrente em quo S.' deuvia em 23 d dezembro pioximo pastado, alim deque
gulamentn que baxou com o decreto de 18 de novem-
bro do apno ndo.Commiilcou-se ao inspector da pa-
gadura militar.
Circular aoa juizes de paz de todas as fregucziaa da
provincia.Pelo artigo 36j 4. do regulamento nume-
ro 355 de 26 de abril de 1844, o sello dos autos e pro-
cessos mencionados no artigo 19 que correm perante os
delegados, aubdelegadoa c juizes de paz dot lugares
onde nao lia eslaees de arrecadacao, outros ttulos^
3ue ahi ae paaaam, comprcheudidos nos artigos 20 c 32.
eve ser arrecadado e escripturado pelos reapeclivos
esc ivaes, cabendo-thes cinco por cento do producto,
com a obrigacao de o reiuctterem no din de cada tri-
mestre esta^ao fiscal do districto com a guia compe-
tente.
Esta diaposicao, que teve por fin attender coirtrno-
dldade dos habitautea dos tugare* distantes das collec-
torias c suaa agencias, nao lem produzido o desrjado
eiliio, ou sej por Incuria dos escrivaea, Ou por negli-
gencias das autoridades a qucni incumbe liscalisar a
boa execucao do regulamento.
E porque multo convelida por termo aos abusos que
em alguna lugares se teem lutroduzido na arrecadacao
deste imposto, reaolvi, em conforinldadc das ordeus do
governo imperial, que me fram coininuuicadas por
aviso da secretaria de estado dos negocios da fazenda
em data de 14 de marco prximo passado, recommen-
dar a Vine, que teulia multo em vista* o artigo 62 do
mencionado regulenienlo que o incumbe de fiscalisar o
procedimento do escrivo do seu juizo a respeito das
ubrlgacOes que Ihe sao impostas como recebedor do sello,
adve lindo que pela ouilssao deste dever licam os juizes
de paz subjeitos,alen: das penas do cdigo penal,s mul-
tas comminadas no artigo 65 do regulamento.
Por ultimo coinmunico a Vine, que nesta mesma data
rccomiuendo aos Juizes de direito que as correices
2uc lizerem exainiuem particularmente se as autorida-
es leem feito cumprlr.quanto ao sello arrecadado pelos
seus escrivaes, as diapoaicOes do regulamento quelites
dueiu respeitu ; e ao chele de polica ordeno ijuc aos
delegados c subdelegado* expeca circular no mesmo
sentido da presente.
Comujando das armas.
(iuar-genera/ lo cominawlo das armas di 'trnambuco,
i de maio de 1849.
ORDEM DO DA.
Tendo hontem sido dissolvida a companhladcguardas
nacionae* destacada, o inarecli.il de canino graduado
commandante das armas aproveita a oocasiao para agra-
decerse Sr.capilao Jos GoncalvcsdaSilva.coiiiinanilaiile
da mesma companhia, os bous 'trricos que prestou du-
rante o lempo que a commandou, c o bem que desrm-
penliou aquellas* funccdei.fazendo com que com toda a
regularidadc e exactldao fossem cuuipridas as ordeus
deste coimnindo, bem como aoa Srs.oniciacs, ollieiaes-
inlc iores c inais prae/is a iiiuieira briosa por que se
Sorlaram emquanto aquartellados, (oruando-sepor lto
iguos doaagradeclmentos do mesmo inarechal de cam-
po graduado commandante das armas.Assiguado.
Joji Joaquim Coelko.
ADDICIONAL A ORDEM DO DA.
Para conhecimento da guarnicao o Exm. Sr. inare-
chal de campo graduado commandante daa armas
manda fazer publico que por ollicioa do Exm. Sr. pre-
aideute da provincia, de 28 de abril prximo passado, lie
fui roinmuiiicado haver S. M. o Imperador, por aviso
da secretaria de estado dos negocios da guerra de 12
do mesmo mez se dignado conceder licenca para fre-
queniar o observatorio astronmico ao segundo len-
te do segundo batalhao de ai Miliaria a p, ora na corte,
Francisco Raphael de Mello Reg, c por decreto de 2,
comiiiunicado em aviso taihbein de 12 periuittir a pas-
sageiu no mesmo posto paro a companhia lixa de caca-
dore* da provincia do RIo-Grandc-do-Norte ao tenante
do oilavo balallio de cacadores Joaquim Francisco de
Uivcira.los Pedro licitar, ajudanlc de ordens inte-
rino.
PEnNAMBUCO.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SESSAO EM 3 DE MAIO HE 1849.
Prctidatcia do Sr. Sousa Ttixtira.
8UMMABIO.expewiht. Komtac di dous membros
para a commissiio de legisco. Approtafo dos
artigas 10 a \ii do lilul I.' das podara* da
cmara municipal do Rtcifi; das artigos I a
20 do Ululo i.' ; i dos artigos I a 3 do li'juia
3 Nomtafo di m nova mimbro para a com-
missa encarrilada di felicitar o Eam. Sr. prim
sidente da provimia.
Aa II horas !.'., da manliaa. felta a chamada, verill-
ca-sc acliaieni-se presentes 23 Sr*. depu lados.
(iSr. /'residente declara abei ta a avas.io.
O Sr. i." Secretario lea acta <*%. sestao antecedente, a
qual he approvada.
O Sr. 1." Secretario menciona o irguinte
EXPEDIENTE.
dezembro prximo passado, que pelas rasocs quo al-
lega dcixou de receber. A' commissao de orca-
mento.
Outro da irmandade do SS. Sacramento da fregiiozia
da lloa-Vista, pedindo assscmbla que derogue o pri-
vilegio concedido s loteras do lliealro publico, e ad-
ministrado dos estabcleciuicnlos de caridade pelas lels
ns. 160 c 165, dctcrnuuaiido que se extraa seguidamen-
te, ora nina, ora outra das que pxlsleui, segundo suas
aiilignldades. A' commissao de legislae.io.
O Sr. 'residente nonieia OS Srs. Drs. Baptista e Soma
Bandeira para preenchereni na comullsso de legisla-
fao a vaga de dous membros que se teem retirado da
casa.
ORDEM DO DA.
Continuado da segunda discussao das posturas da c-
mara municipal desta cidade.
Art. 10. Ncnhuin enterro *cr feito depois de seis
horas da tarde, exceptse vier de fura da cidade, que
por qualquer circumstancia involuntaria e provada le-
nli.i sido retardado de una hora mal* alm da designa-,
da no presente artigo : aquelle que dirigirein o enter
un, e se lilla do que se nao entend-, sempre o resulta-
do he ino.'
Eu en icmlo Sr presidente, que jamis poilcr.i Matar
csse artigo que manda!"fechar as portas das igrejas ao
povo. Nestc artigo nao ha nada de nteresse. Nao sei
mesmo que possa prejudicar ahjgienc publica, e nem
que ella sotlra com isto.
Determinar que l'cclicni-se os templos, nao he islo a-
fervorar o povo no culto, porin sem desanimado. He
lalvc/. uiu pretextoM irreverencias que all se eomuiel-
tem.c que se oliservaiu :sim, concordo,dcsgrai'.idanien-
le, ua existencia dessas irreverencias, e estremeeo com
ellas, lie, Sr. presidente, por causa dessas irreveren-
cias que o Evin. Sr, hispo diocesano tem tomado algu-
mas medidas, mandando que o Sjiitissiiuo Sauranieiito
sli-'j.i, no tliroiio em alguinas occasides, mas encerrado.
Mas senliorcs, quanto esta medida he dolorosa Quan-
to lie dolorosa entre catholieos romanos Quanto me
alilige ver o I ah. diocesano obrigadoa isto .. Sr. pre-
sidente, pe iiiilta-ine V Exc. que eu divague un punco.
Cuulicco asituaco terrivel do Sr. bispo, inas^ti recor-
rera antes polica. Eu quererla que ein 11 s ucea
aldes, ella se tohatle dentro dos templos: eu pedirla a
coadjuvaeao do Exm. Sr. presidente da proviucia, eu me
dirigira ao chele da polica, para que a dispersasse
pelo templo ; nao era islo para o invadir, mas para o
proteger ; para que ajudasse a ni.intcr o culto.
Permitla-nie anda V. Evc. que nes^a casa repita eu
un nielo Aclici lile no liio-de-jaiieiro, c depois achei-
me em Lisba, e n'miia a Mitra parle, por mera coriosi-
d ule, lu aos templos dos protestante*! (c assim como
faco esla coulisifio, quero fazer inais outra) eu mi re-
tlecii, Sr. presidente, que as leis cauanieas proliibem
aos calmbeos rumanos assistir aos ritos e cclebraedcs
ro, se infringireui estas disposices, terqo multados cinl dos protestantes,para que se n.o julgue que secouiuiu-
30.000 ris. nica com elles i;i divinis; eu fui por inri
He approvada com a srguinte emenda :
. kan lugar de 30/000 diga-se 10/000. ilota Sil-
veira.
O Sr. Mlaeiel Monttiro, como membro da cnmmissaoque
tem de ir felicitar a S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia pela pacilicacao da mesma, pede ao Sr. presidente da
assembla mande ofliciar a S. Exc, solicilndo-llic que
marque dia, hora c lugar em que ha de receber a mes-
ma commissao.
Art. 11. Nenhum cadver ser condiuido em calino
aberto ouem esquife, tem que vcoberto por um pan-
no preto : aquelles que dirigigem o enterro, infi ingln-
do as disposiedes deste artigo, sero multados em
85,600 ris.
lie approvado sem diseussao.
g Art. 12. Todas as portas ejanellai Internas c exter-
nas dos templos ae couaervarao abenas at ao melo-
da ; excepto nos dias em que, segundo o ritual e custu-
me* religioso*, devem o* templos conservar-sc fechados,
nu se uocorpo da igreja, corredores ou sacrista* nao
houveicm sepulturas : aquelle* que a seu cargo tlverem
a* igrejas, se infringirein o preiente artigo, ero mul-
tado* em 12/71)00. -
- Nao se tendo suscitado diseussao alguma sobre elle,
he submettido a votaco c approvado.
Arl. 13. Depois de meio-dta os templos s so abri-
rn piiinriru, scforem matrizc^ou capellascuradas,
para J administracan do Sacramento ; segundo, para
celebraco da* uiiss* de madrugada, que o leio lu-
gar s 5 horas, ou as de Natal cinc se dirao a uiria-noite,
de ven do ueste* caso* ser a* Igreja* abortas, ao ni ais,
una liora ante ; e lerceiro, durante os acios da sema-
na santa ou as solemnidades religiosas : aquelles que a
seu cargo livercm os templos, e que infi iuglrem as dis-
posi{cs deste artigo, ero multado* cm 20^000 e no
triplo na reincidencia.
O Sr. l.opcM Cama: Sr. presidente, desrjava que al-
guiii dos Sr. deputados me disesse.se licam exlinetas as
novenas, segundo se deprehende do artigo em diseus-
sao, visto que ella su pdem ter lugar de meio dia ein
di ante....
Um Sr. Deputado: Nao fleam exlinetas i ao solem-
nidades religiose*. ... .
O Sr. Upes (lama : Nao sao solemnidades religio-
sas, assim como tambem o nao sao os tercos, que nao
passam de mera devovacao do povo. O terco, assim co-
mo as novenas, he feito prlo povo que val para o tem-
plo entoar louvbres Divindade,... __
Sr. Aquino : E os sacerdotes nao vaocom elle i
t Sr. Lopes Gama : Pode ir o sacerdote ao templo a
aclos scmelhantes, Sr. depulado; porm nao se pude di-
icr por isso, que a novena he solcmmdadc religiosa.
Perde o nobre deputado: eu posso dizer alguma eousa
sobre isso, porque ou padre. Solemnidade religiosa
he, trerdiaroiM, um Te-Uium quando ncllc ollicia o Sr.
bispo, ou mesmo qualquer sacerdote mas mu terco,
urna novena nao siio solemnidades religiosas....
Sr Pas Uarnto : Nunca vi nenhuma sem padres.
OSr. Lopes (Jama : Tenho eu visto c at muilas fe-
tal : o oais que apparece he um corinha que ai reci-
tar certas retas
Sr presidente, eu devia dizer alguma cousa sobre es-
ta materia, como liz ; e at me licava mal se guardasse
ilencio a re*peilo.
Sou devoto do terco, e deejo que o povo nao seja prl
vado de pratcar csse acto da nossa rcligiao : so votare,
pois, pelo artigo, se houver quein me diga que elle nao
acaba com os tercos, nem com as novenas.
O Sr. Perreira barreto:" Sr. pretidenle, por tolemol
dades religiosas parece que se pdem entender, lallan-
do ein geral, todos os actos religloo* que se passam
dentro dos nossos templos. Una novena dentro de um
templo tem ua tolemnidadc. He verdade que entre os
actot de rcligiao ha uns que sao mal solemne! do que
outros : islo acontece anda mesmo com as inssas. una
missa, cantada por um s padre, deve ser considerada
solemne; mas uinatnissa cantada por tres padres, e
com o Sacramento exposto, he verdaderamente solem-
ne. Mas eu desejaria, Sr. presidente, que csse ailig
fosse modificado, eu quererla que se deixasse o povo
procurar os templa*, quando elle quliesse: Isto, como
at hoje se tem feito. Que se junlassem os liis; que
iouvasscm a Deo* na* horas que escolhesscm que ex-
emplilicassein com ilo ; que e aftervorassem un* ao
oulro*coina*precequcdirigisciiiaDeo, e que pa-
ra isto nao encontrassem cerradas as portas da casa do
Senlinr na occasides coinuiuns em que teem estado a-
berta*. Nao devenios, enhorca, tolher o povo neala re-
ligiosa llberdadcelenibremo-uosque.emquantoelle oa,
emquanto elle e entrega a Dos, e se oceupa com isto,
nao trata de Intrometter-sc ne*sa grande poltica.
U Sr. Joaquim Villila i Multo apuiado.
por mera curiosidade,
c, gracas a I >. -., sem uenl um outro espirito. Fui,
pnanlo, a isso que elles cliainiin mina. Eu vou nar-
rar, sculiores, o que se pajaotl culo no* templo* dos
luglezes, desse povo separado da verdadeira igreja, des-
se povo que juslanieule chamamos herege e que lie a-
POltata. Um silencio prolunao rcinava cm todo o tem-
plo, e n.i > seouvia seuo a voz pausada do ministro,
i|ual respundiam lodos os mais, e islo de mu modo tao
cuiiipasiadu, Uo grave c inodc.rado, que encina de pas-
mo. Nao havia una spessoa. que em ua postura uo
coniervasic modestia; nao havia dlstraccaocm um s*,
uo havia um s espectador, Uin s homem que sein-
cliuasse; que se voltasse para a mulhercs ; nao se viam
all aquvllas indecencias, aquelles horrores, que se com-
uieite.u as n,j.s.i, igrejas : nlngucm eacarrava, nem
meaino cuspia. Fiquei assumbrado, corrido, cuvergo-
nli.idn, por \ c'-r que os protestantes, que o hereges, se-
parados da nossa cuiiimunhao, guardassem tanto res-
peito ua suas igiejas,ao mesmo passo que mis o nao fa-
seinol, c acunlecendu eusre nos cajos laei, que nem se
devem prolerlr.
Mas apelar de tudo islo, senhores, deveremos nos fe-
eharos nossos templo, quando nl pelo estado dos lem-
pos precisamos tanto de recorrer a elle.:, e de os ter
alenos.1 No certamentc : o remedio he outro. Vol-
lando-uic para o arligo em qneslo, di.;u anda, que
al hoje mi tem prejiidlcado saudc publica eslarcm
abenas a igit'jas ; e que. poriauto, coutinuein aber-
tas como daulcs. Termino aqu, c declaro que vol
contra o ai ligo
O .Vr. l'ms Brrelo inoitra a utilidade do artigo, o
cmbale as rasocs apresentadas pelos antecedentes ora-
doie.
OSr. Lopes Cama: Eu nao impugne o arligo; pelo
contrario, emendo que alguma medida e deve lomar
a respeito da materia de que ello trata ; s quero ou de-
seju, que se nao prohiba ao povo essa pratica rdigosa.
Entretanto, Icvaiiici-me apena* para insistir na pala-
vras solemniladis nligiosai, com Iiccn9a do nobre depu-
lado que falln em segundo lugar ( o Sr, ferrara Bar-
rtlo) porque, coiiiqiuutn respeilo limito sen eonlieci-
nieulos, todava ha de pernilllir-me o dlzer-llie que ndo
emendo com elle por solemnidadc religiosa lodoso
aclos da igreja : eu s denomino solemnidades re-
ligiosas aquellas que cstSo consignadas no nlual, e
la n;ip vcin nem tercos, nem novena*: soleniuiuauei
rcligiosas.alm das ltlfai,lSo Te Dinm, as veipera do
amos, as malinas, ele eiiilim ludo quanto c l no ri -
nial, como j disse ; mas qual lie o ritual que traz ter-
cos c novena .' Nenhum. lia aclos religioso* que toda-
va uo sao jolcninldadcs religiosas ; ma, sim, cotluinc
ou prallcas da igreja. Eu quero, poi, que a postura
nao prohiba cssa devo^ao do povo, nao o prive e ir
igreja retar o terco quando Ihe parecer. Expliqese
isto, que cu voto prlo artigo.
Val mesa c he apoiadi para entrar cm diseussao a
segunde i inclua
No art. i3, onde d/.-religiosas-accres*eute-te--o
tercos c as novenas. Lopci Uama..
O Sr. Perreira /laricio: -He verdade que nu termo om-
nidnJe se conipreliendein os aclos mais solemnes da igre-
ja bem como mliiai chamadas votivas, a exposicao do
Santitlimo Sacramento, oTe-Deum, asgraudes Testa ;
mas posto que ito seja assim quanto fdrea da palavra
solemnidadc, todava aquillo que se passa deulro dos
templo* se chama tambem oemn ; nao o he no temido
do ritual, mas sim uaacccpco que eirlonio tal termo.
\o entanto nao reprovo o que acaba dizer o nobre depu-
lado a rcapeil da questo, e s me aparto do seu pen-
sar, por entender um pouco iitai* latamente a palavra
de que ic trata.
O Sr. Paes /Jarrete :Foi nene sentido que a toinou a
postura.
Encerrada a diseussao,, lie o artigo approvado Com a
emenda do Sr. Lopes Gama.
Art. U. A *alas em que se edificaren! catacumbas
tero bem espacntal c arejadas, devendo ter, pelo me-
nos. 60 palmo de largura e 35 de altura : aquelles que
a sen cargo livercm a direccao da igreja serao uiuiladoa
em 30/000 r*., ea obra ser demolida a sua cusa, se
infring!em este artigo.
O Sr. itariqnier:-Sr. presidente, esta dspoic.ao de-
ve ter sua execucao para o futura, lito he, quanto aa
catacumbas que' se l.ouverem ftj JJM
aquella, que actualmente estao iMltarjj^
squeexste.... temos a le, com elleilo retroactivo ac
he Moto s futuras, co.ivm saber o que se ha de faier
respri o da, exisienle. ai quae* todas precisan, de
cr i elliorad i. Ku desejava que algiieu. me explicas-
se i lo porque emendo que. ,e a cmara quwesse to-
ma, .ibom aecrdt,, devia mandar dcmollr toda* a

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catacumbas, porque realmente ellai So insupporta-
vels, nSo podem ervir.. Entretanto, se a postura j-
mente emende coin o futuro, releva tomar uina medi-
da quantn actualidad^.
At aqu nada tenho feito do que pedir explicaces, ao
drpois dlrei alguma couia mais.
O Sr. Ferreira rrrelo : Parcce-me que basta atlcn-
der-se natureza do artigo, ao modo por que elle est
concebido, para se couhecer o seu sentido. Sent lie o
verbo que alii se acha inserido, e esse verbo se nao po-
de referir seno ao futuro. Kutretanto, parecc-uie que
a postura deveria diser redigida de modo que compre-
hrndesse tambem ai catacumbas existentes.
Encerrada a diacusto, be o artigo submettido vo-
tacio c approvado.
"Ait. 15. As galas em que exist rem catacumbas se con-
servar. mui limpas e arrjadas," sem que se sima mo
clieiro, devendo ser reformadas aquellas queja existem,
para que se consiga este m : aquelles que a eu cargo
liverem a dlrrcco das igreja* serio multados cm 20/
r., se infringirein as dispoiictles deslc artigo.
Dopois de breves reflexOe* dos Srs. Mavignicr c Paes
Ilarrelo, he approvado.
" Ari. 10. Todas as catacumbas sero tapadas com li-
jlos de alvenaria ; mas nunca com os de tapamcoto :
aquelles que tivrrcm a seu cargo as sepulturas sero
multados eiu 21)1000 r*.
Vo mesa, e sao apoiadas para entraron cm dis-
CUIsSo, as srguintes emendas :
Depois das palavras--a seu cargo as sepulturas--ac-
ciescentc-sc que infringirein a disposir/o dcstcarl.; li
i-.indo o mais como arl.S. R.Pan farrelo.
Suppi una ni si- as palai rasmas nunca com os de ta-
painento Dr. Figueired.o-
Encerrada a discusso, he o art. approvado com as
emendas apresentadas.
Titulo V. Art. i. Ninguem poder abrir botica ou casa
dedrogas, c iieui manipular remedios sem licenca da c-
mara municipal i-si-in que tcnlia caita de pharmacia, re-
sidano rslabeleciuicmo, e se rrsponsabilisc pelas prep-
ratelos mcdiciiiaes : os infractores pagarn 30/000 rs. de
inulta ;e na reincidencia soHero seis das de prisao,
alm da mulla doblada.*
He approvado sem discusso.
Art. 2. X i- ii 11 u ni pharniaceuticn poder adminis-
trar mais de una botica ou casa de drogas : os In-
fladores fl carao subjeitos s penas do artigo antece-
dente."
I He tambem approvado.
Rm seguida sao appruvados sem discusso os seguin-
tes artigns:
ii Arl. 3. S pode rao fornecer remedios a peso medi-
cinal os pharmaceulicos cslabelccidos : os infractures
aerCo multados em 25.600 rs.; c na reincidencia, alm
la inulta sobrada, lollrero tres das de prisao.-
Art. 4. Ncnhum pharmacrulico poder ibruecer re-
medio sem receila de facultativo, competentemente oti-
torisadopara exercer a arte de curar, excepto se frde
iiatiirraa innocenlissima : os infractores Incorrero na
multa de 30,000 rt., sendo metade |iara o denunciante,
e tero tres dias depriso.
Art. 5. Os droguistas s fornecero remedios mi
partidas aos pharmacciiticos estabelecidos, ou seus a-
gentes, ou aos facultativos que rrsidirrm fura da cida-
il< i rm lugares onde nao exislirem pliarmaceulicos
rslabclccidos : os insfraclorc3 serao multados em 30,000
ris.
n Art. G. Os pliarinacrulicns c droguistas torno em
lugar seguro, e debaixo de chaves que cumsigo traro,
as substancias venenosas, cuja tabella ser publicada
por edilars publicados pela cmara municipal, consul-
tado o roncelho de salubridade publica, ou una com-
niisso de tres facultativos, por ella Horneados: os infrac-
tores sern multados em 30,000 ris.
Art. 7. Us pharmaceulicos s fornrccrSo suhstan-
ciaa venenosas com receita de facultativo, ou a pcssa
de reconhecida probidade, satisfazendo todas as cou-
dices do artigo seguiute : os infractores (cro multa-
dos em 30,000 rs., e solliero oito dias de prisao e na
reincidencia, alm da inulta dobrada sofl'ero yb dias
de prisao
Entra em discusso o seguirte :
Art. 8. Os pharmaceulicos tero dous livros aber-
tos, rubricados o encerrados pelo presidente da c-
mara municipal, sendo um para nellc seren laucadas
por extenso todas as receitas que freni preparando, de-
_____________________-____________________j?:
remedios, ou drogas, serio multados em 25,000 rcit. *
Entra em discusso o seguinte :
Art. 17. Nenhum medico, cirurgio, pharinaceuti-
co, pai (eir, sangrador ou dentista poder exercer sua
arte, sem que tenha feito registrar suai cartas de forma-
tura ou de ex.-mic na cmara municipal, conformndo-
se com o disposto as leis existentes r os infractores
serao multados em 10,000 ris. Os estraugeiros sern
ohrigados nao s a se conformarem com o disposto nes-
te artigo, como a justiearem identidade de pessoa pe-
rante a cmara municipal com cidados de reconhecida
probidade. -
He approvado com a seguinte emenda :
i. Supprimam-se as pa'tavrassangradores e dentis-
tas.S. \K.-Aqnino.
Drpois de alguinas reflexdes, so appruvados os se-
guinles: i
Art. 18 Nenhum facultativo poder ter parecria
com pharmaceutico, ou designar a botica em que se
prepare a receita : os infractores serao multados em
30.000 ris Esto tambem se devrr entender com aquel-
les facultativos que foinocercm os remedios.
" Art. 19. Nos quatro pr meiros dias do anno, todos
ns mdicos, cirurgies, pharmaceulicos, droguistas,
parteiras, sangradores e dentistas mandaro cmara
municipal a declaraco de seus iioiues, naturalidades,
pr.ili-.-nis c moradias, anu de que ella possa mandar
publicar a lisia de todas rasas pessoas : os infractores
serao multados em 10,000 ris.
' Arl. 20. Fica prohibido a todo o confelteiro o uso
.]. preparaces venenos s, com o fnn de aformnscarem
ns doces ou confeitos : os infractores, alm da peda
dos doces ou confeitos que sero inutilisadus, sero
miilladns em 10,000 ris.
He approvado com a seguinte emenda :
ii Depois das palavrasou eonfeiloit accresceote-se
ficaudo a cmara ohrgnda a designar por editacs quacs
so as substancias de que se poder fazer uso, ouvido o
concelhqdc salubridade publica.0 mais como no ar-
tigo. STLP. Ilarrelq. n
u Titulo 3."Art. l.Os proprietarios de terrenos, cm
que licareni represadas as agoas com a endiente da ma-
ro, sero obrigados a alerra-lus ou esgota-los, de modo
que as agoas uo qiiem estagiiadas : os infractores se-
ro multados rm 2.'>,000 ris, e stibjeilar-se-ho s des-
pc/.as que se li/.orein para que se consiga o esgota-
meiito. ii
He approvado com esta emenda :
" Acrrcscenic-seque sero feilas pela cmara.S.
H.P. Brrelo. ,,
Art. 2. Os ptoprielarios de predios urbanos deverao
dar exprdieo s agoas das oliuvas, que se accumula-
i. mi cm seus quinlars. fazeudo-lhrs snmidoiiros co-
brrtos com ralos, uias nunca abriro canos que desp-
jelo para a ra ; podendo, para evitar isto, fazer sutni-
.1 mi... mcsuio as ras : os infractores sero multados
da inrsiiia forma que no art. anteeedenie, marcando a
cmara o prazo em que deve ser a obra exceulada.
He approvado
Art. 3. Todos os moradores icrio seus quintaos
liom 11 nipns o livros de lamas ou de inimundices : os in-
fractores liflrrero as mesinas penas que as do artigo
antecedente, sendo a multa dividida pelos moradores
da mesma casa. -
Vo a mesa, c sao apoiadas para entrarctn cm dis-
cusso, as seguint' s emenda* :
" Em lugardas mesmas penas que as do art. antece-
dentcdiga-sclofl'rrro a multa de 10,000 ris, re-
partidos pelos moradores da mesma ca*a.--S. R.Molla
Silveira.
" Supprimam-se as palavras--sendo a multa, Sic. at
o lim.Mavignier. ,,
Encerrada a discusso he o artigo approvado com a
emenda do Sr. Mavignicr, ficando prrjudicda a do
Sr. Molla Silveira.
D a hora, e a discusso fica adiada.
O Sr. 1. Secretario menciona um oilicio em que o se-
cretario do governo participa ter S. Exc. o Sr. presiden-
te da provincia designado o dia 4 do corrento pelo meio-
dia, para receber a di pnt.n ao que tcm de cumprimen-
ta-lo por parle da assembia.
A casa fica intrtrada.
O Sr. I'rciidente nomeia para supprir a falta do Sr.
Nabuco de Araujo neita deputacaoaoSr. Jos Pedro da
Silva.
Em seguida d para crdem do dia : leilura de parece-
Waraudo o uome do facullativo, o da pessoa, para qucui. res;segunda discusso dos projectos nmeros 1, 2, 3,
5, e fi deste auno ;coulinuaco da segunda discusso
das posturas da cmara niuuicipal do Uceifc -.-segunda
das addicionacs s mesmas posturas e levanta a sesso.
sao, r a data e oulro para que as pcssas que precisa-
ren! de substancias venenosas inscrevam, sem eulre-
Imlias ou raspadcllas, seus iiomes, ]irolissoes, mora-
ilia, noiue da preparaco, quantidaiie, uso que dclla
pretendo fazer, e a data : os infractores sero multados,
por qualquer omisso na observaco dcsie rtico, em
30,C00ri..
II. approvado dopois de algumas roflexes dos Srs.
Mavignicr o l'.ies Brrelo.
Art. 9. O pharmaceuticos ou droguistas que for-
necercm medicamentos corruptos ou com principio de
corrupeo, o que ser verificado por exame compelento,
serio multados rm 12,000 rs., e o mesuiii se devora en-
tender com aquelles que vendercni medicainonlosji io
vol!:os, (pie nao produiam o resultado que com elles se
Jirorura.ii
Val mesa, dopois de justificada por seu autor, c he
apoiada a seguinte emenda :
(Bill lugar de 12,000 rs. diga-sc 30,000. ;att Sur-
reto.
Feitas algumas roflrxos pelo Sr, Mavignicr, as quacs
so respondidas pelo Sr. Pacs Uarrcto, lie o artigo appro-
vado com a emenda.
i. Art. 10. us |iliarinacrulicos que subslitiiirem um
mi ilu ihienin por mili o, augmrnlarcui ou diiiiinuirem
a dse, sob qualquer pretexto, sem cnnscntiiuenlo dos
facultativosqtfe liverem passado as rocrilas, alm *das
]icnas em que incurro rom polo mal plijsicn que dali
resultar, sero multados rm 30/000, e tero dous das de
prisao ; e na reincidencia a pena de prisao ser dobra-
da, se da substiluico prnv ei inaior gravidade ao en-
fermo.
He approvado sem discusso.
Arl II. Nenhum pharmaceutico ou droguista po-
dra fornecer remedio de composieo secreta, iiem apro-
goar por nielo de annuncios, iinpressns nos jomaos ou
:ilTixado< vil ludes que disserier, sem licenca dacama-
ra municipal, procedendo-sc antecedentemente a exame
......pi ionio : os infractores sero multados em 30/000, e
cnnslrangdos perda'das substancias que vondoiem ou
aprogoarem.
He approvado com a seguinte emenda :
Em lugar devirtudes que disser terdiga-sevir-
tudes que riles nao teem.S. R.Aquiuo.
Em seguida sao approvados sem emenda o seguintes
artigos:
- Art. 12. Todos os pharmaceulicos sero obrigados
a apromptar os remedios que qualquer hora llies f-
rem pedidos com receita de facultativo : os infractores
incorrcrau na mulla de 25,600 ris.
Art. 13. Os phariuaceuticot mandaro todos os re-
medios com asrrcoilas transcriptas e grudadas as vasl-
Ihas que o cunllverem, declarando se he para uso in-
terno ou externo, e o uome do facultativo, trazondo as
pia*l una numeracao que deve corn jponder do li-
vro uumrro pi imeiro, de que falla o on. 8. dcslo titu-
lo; e as garrafas, ou frascos, alm disto, ser^o tapados
por moio de capsula de chumbo, ou lacradas : os infrac-
tores serao multados cm 10,000 ris. n
, Art. 14. Nrnlium pharmaceulico devora apromplar
receila qUe livor ass^ quaulidades designadas por lucio
de signaos, e que nao soja escripia em poriugucz : os
nfiacinios sern multados cm 12,800 ris. -
Art. 15. Vis pliarmaoias OU casas do drogas s se
venderao medicainenlos ou drogas : aquelles que iulrin-
glrcui este artigo, sero multados rm 25,000 ris; e na
icincldencia, alm da multa dobrada, lhessero apprr-
lieudidos os gneros cslranlios a suas prufisses. -
Arl. 16. Ninguem poder foruocor medicamentos
ou drogas de qualquer naturea, sem que tenha carta
DIARIO DE (TERIUBUCO.
ntcirr., 3MMAIO DE 189.
ni.-n-s un qiinrio iiaiamao ue cacailorrs <_onslai|Uio mas
M.iiiin-, emqiiantn uo chegar da corle o capitjo de
eng-ulieii-iis Joan i;ndi iguos d.i Silva, j requisitadoao
governo imperial. Alm disto, o ox-pensionisla daquel-
O vapor S.-Salvador, chegado hontem dos portos do
norte, trouxe-nos jomaos do Para at 18, do iMaranho
at 22 c ilui'e.u.i at 25 de abril ultimo ; bem como
dous ns. do Crrelo Oficial Paraliibano, o ultimo dos quaes
Irai a data de I do corrente. '
Para permaneca tranquillo.
A 4 do passado a presidencia dessa provincia expe-
dir as confuientes ordens para o rstabrleciuiento de
una misso, colonia c registro militar em Tocantins-Su-
porior, sb o titulo de Sanla-Thoreza.
aparle espiritual, a colonia lear debaixo. da ins-
poeco do missionai io carmelita Fr. Manuel Procoplo,
uaudadu da Kahia polo rrspeclivo arcebispo reijui-
sico do Sr Coclho : ella principiar a sor povoada por
un nllicial c mais 18 pracas de linlia, todas ctim fami-
lia cm n mor i de 80 a 90 pessa, o lora por director o
altores do quailo baialho do cacadores Constancio Dias
Martin'
e
|0
la provincia Uaiiorl Eourouco de ...wa, que rsludou
miueraliigi.i na Europa, far parto da comitiva, naqua-
lidade de secretario da co.....ilssao directora, e com a
obrigaco de examinar, sb o punto de vista geolgi-
co c minarologico, lodos os lugares por onde transi-
tar.
Como se sabe, o lim da croaco do tal colonia he civi-
lisar os indios _tclvagoiu que liabitaiu o Tocanlsns, c
habita los ao trabalho ; ao partir, pola, para aili, a
cninniisso levar entre as pracas puvoadoras alguns
niones de carpiuteiro, prdiciro c forreiro, drvidaincn-
tc preparados para liom excrcercm as arles que pro-
iessam; bem como arianjos para o fabrico de familia, &,
&: indo a cargodo uiisslouariouinso liuicnto novoocom-
ploto de paramentos, alfaias c^uizamcnlos, um aliar
porttil, c au s forrainrnlas o fazoudas, acno tambem
varios brindes, para serrn distribuidos pelos indios.
Segundoo Trete dclUaio, he esta a quiote misso errada
no Para pelo Sr. Coclho, o qual estalle locera a sexta, logo I
que se llie apresenl.ii i ei lu religioso franciscano que
mandara buscar aqui
O oulrinario denuncia ao governo que as influencia! de
Camota, com o proposito de favorec*rcm a um tal Ma-
theus Mondes que lhes he devolado, depois de haverem
perseguido ao vrlho, pobre, enfermo o desvalido lavra-
lor Kaymundo Nonato, por nao ter consentido que
aquello sujeito lite usurpasse corta jiorco de tor-
ras, ioci ul iram-l c o nico filho adulto que o coadjuva
na procura dos ineios de subsistencia para urna familia
nao pequea.
Maranlio continuava a gozar de paz : incsuio einCha-
padinlia c Pastos-Bons, as cousas tinhaui rollado ao seu
oslado ordinario.
Na piiinrira dessa* paragen* linalisar.a o proersso so-
bre o assassinato do loneulc-coronel Fi.ilhu e do capi-
lao Cunha Machado. O juix processant
os Otilios que consta va aoharem se as proiimidades do
rio Parnaliiba.
Em Itapicur-Miriin fra ronvocado para o dia 19 de
abril o jury que tem de jutgar os esoravos do doulor Eze-
3uiel Franco de S, os quaes propinaram aeste magittra-
o o veneno que Iho produtla a morte.
A assembia provincial maranhensc fra adiada para
outubro prximo futuro.
O VroqretioD. 46 d conta de um conflicto entre Paulo
Cascaos e Muniz, os quacs ambos se julgam com direilo
a um dos lugares de vareadores da cmara municipal
da cldade de San-Luiz ; no entinto que, na opinio do
contemporneo, tendo o primelo aceitado o empregn de
inspector dn thesouro, nao pode, segundo a doutrina
de varios avisos, tomar assento na cmara sem paisar
por segunda eleico O negocio havla sido levado ao
ronbeciinenlo do presidente da provincia, cuja deciso
final anda nao era conhecida.
Cear conservava-sc em aocrgo ; na* ainda dominava
alii a mana dos asstsslnatoa.
"Vn dia 25 do passado, pelas 9 1/2 horas da noite, o
capitn .loaquim Ferreira de Sou/.a Jacaranda escapa-
ra, romo por milagro, a Um tiro disparado para den-
tro da casa do cstado-maior do corpo li mi* onde elle se
achaprcao.
Os leitorrs devem de. saber a historia de temelhante
aconlecimcnto : oucain-na, pois, do proprio capilo
que a contou em um avulso, iinprcsso na ivpographia
Ciarenie Ei-la :
C.nrnjfi!S'o 9 horas e ineia da noite..... Acabo de
escapar ao fuzil dos assatsinos que me perseguein I!
Siui, iiieu's digno* comprovincianos : um tiro desfe-
ii chatio ueste instante para dous omclacs que eilavain
i. assentados no banco da caa do eitado-maior do cor-
po lixii, onde me acho preso por acintdsa infamia doa
iiioiis perseguidoiet, cravou duas bala* na perna do
a Sr. altere* Luit da Franca deCarvalho ; nao aendo eu
k victima, por oslar dnente de um grande tumor na na-
doga, ha puuco ter estado conversando com o 9r.
capitn Joao llaptista de Melle, haver entrado para o
met quarto logo que elle se retirou, e fechado-mc !
Milagre da Divina Providencia que vela em favor de
< mulla innocencia, de minlia onerosa e digna familia
contra quem esse* monstros asiassinos teem tentado
todos os males imaginarios. Ceareuses I Hoinciis hon-
r.idos dn hrasll Inteiro Eu nao tenho inimigoa seno
i os que me perseguein sem raiao alguma, que sao os
n que lenlaram assastinar o Exm. Sr. general Jos Joa-
quii Cucllio.... Como lioinein publico, miiiha con-
duela nao tem acto? criminlo* ; como particular,
.nada devo portanlo de ninguem me queixo eno de
ii inens perseguidores que, corridos de vergonha, se de
' tanto sao capaies, pelo triumpho que tenho obtido, e
a por te-Ios desmascarado, querem com um asaasiiua-
- to contar victoria.
Hada, Cearcnios : O* assassino* de multo* quite-
ii rain Incluir-lne no seu cathalago poi* que, em re*-
(i poitai em ao quartel da forja, na distancia de 12 pas-
sos da lentineila da* arma*, e a 20 do banco mencio-
ic nado, derain eise treineudo tiro.
a Cear, 25 de abril de 1849.O capitn loaquim fer-
ri'rn di Souta Jacaranda.
Parahiba la bem ; e, o que he mais, j eitava desai-
sombrada do* receios da secca.
No dia 20 de marco prximo passado o invern come-
en ra rigoroso nos sertocs dossa provincia.
No enlamo que anim le desvaneca o pnico que der-
ramara a noticia deala ilumnenle secca devastado-
ra, os gneros de prime-ira necciiidade barateavam
consideravelmcnte ; tanto que a carue verde que dantos
se venda de 18 a ti) patacas por arroba, eslava ltima-
mente a 10 patacas.
Polos ltimos balaucetos, havia us cofres da Ihesnu-
rara geral o saldo de ri* 62 cont, c no* do proviucial
o de51 contos.
O governo eslava dispotto a facilitar as vias de com-
iiiiinicaeau ; o, iluminado de lio louvavol desojo, fizera
por em arremalaco a cifrada do Orejo-d'Ajrcia, cuja
conslruccao fra eiulim contratada com-Jos Fraucisco
da Cunha.
Mont.ira a ris 25:529,210 o rendimento da alfandega,
mesa de consulado e rendas internas da cidade da Para-
hiba ein o mez de marco dcslc anno.
COMMERCIO.
ALFANDEGA.Rendimento do dia 2 .
Deicarregam hoje, 4 a> tu dio.
Hiigue Olinda fogo da China.
Escuna blanj-Eleonor farinha.
Hiato Fortuna vinbo.
Patacho Hnrin & Joaquina dem.
PatachoEuterpe garrafas vasias.
Briguc Puluam fogo da China.
Ilrigue Linnea mercadorla*.
fia re a Caront dem.
Barca Emely dem.
i arca Honendale dem.
Briguc Paulina dem,
11:002/024

IMPOUTACO.
Mariii t Joaquina, patacho portuguez, vindo da I-'i-
fueira, entrado no mez prximo passado, consignado a
iruiinn Jos Flix da Roza, manifestou o seguinte :
31 pipas, 24 uieias dita e 42 barri* vjnho lnto, 20 Bar-
r* dito branco : a Firmno Jos* Flix da Rota.
55 pipas, 20 mcias ditas e 33 barri* vinbo tinto, 29 bar-
ril vinho branco ; ordem.
33 pipas, 18 niela* ditas 36 barril vinho tinto, 55 bar-
ril vinbo branco ; a Francisco Sevcriano Rabello &
Filho.
1 caixote doce, 120 linhacas de vimet, 4 latas amen-
doas coberlas, 179 reateas cebla* ; ao capilo,
Honendale, barca ngleza, vinda de Liverpool, entrada
no inei pinxiiuo passadu, consignada a Jame* Crablree
&t Companliia, manifesloun seguinte:
16 voluntes fatrndas de algodo ; a Deanc Youle &
Cotupanhia.
21 voluntes laicndas de algodo, 6 dito* dita* de II-
nliu ; a H. Gibsnn.
08 voluntes fazcudas de algodo, 2 dilos ditas de liuho,
I dito srllins, 2 dito* frrragous. 7 dito* miudezas, 1 oiu-
In iillio meiai de algodo ; a G. Kenworly Comp-nhla.
3 voliinies faiondai de algodo, 6 dilos dita* de linho ;
a John Mn.ui.
14U toneladas carvo de pedra, 15 glgos batatas, 41
qneijos ; a E. O. Gouldiug.
3 voliinies faicndas de algodo ; a W. Gurlelt.
2l voluntes faicndas do algodo, 12volinnrs vidrns,
2 voluntes fazrndas de algodo e laia, 1 dito ditas de l.ia,
740 volumes barricas abatidas o lampos, e nina quanli-
dado de arco*, 50 barri* manleiga; a Jame* Crablree *i
Companliia.
2 volumoa faiendasde linho, 100 barris manleiga, 10
dilos oleo de linhaca ; a Me. Caliuonl & Cumpa tibia.
10 volumes droga* : a !. P. Johuglon ai Coinpanhia.
3 volumes fazendas de algodo ; a K.alkmann Brolhcri.
4 voluntes fazeitda* de algodo, 420 logareiros, 1 bar-
tica fon geos ; a Jone* Paln & Compauliia.
3 volunte* fozenda* de algodo : a Fox Urothera.
Ivfovimento do Porto.
Navin tntradoi no dia 2.
Pare portos Intermedio ; 13 dase 9 hora* e doultiaio
porto 10 horas, vapor brasileiro San-Salvador, de 300
tonelada*, coinmandante o prin-eiro-lenente \ntonlo
Carlos de Axcredo ( outinho, cquipagem28. Paasagei-
ro : para esta provincia, James Grant Taylor. Fostrr
Willlam Nash, Inglozos ; Jos Rodrigue* da Silva, Jos
Caza vMatta. Ilespanhes ; Manoel Benicio Foataael-
las, Manoel Joauim Finio Lisboa, Joaquina Ferreica
Lima, Joao Pereira da Silva Guiuiariea, Joo Evaaie-
liala de Vaseoncellos Lima, o cominendador Joaqun,
Manoel Carneiro da Costa, o Pr. Dedolpho Hercubno
Maiinho Falco, o Dr. frajano Alllplo de Hollaoia
Chacn, Pedro Jos Machado, Antonio de Albuquer-
que Gandra, Joo Tavarea Ferreira, Francisco Tava-
i es Ferreira, Franciico do Monte Silva Caanboim, Bra-
sileiro* ; e 3 oscravos a entregar ; para a Baha, D.
Aquinin, Porluguoza ; Jos Victorino da Fonieca po-
ra Macelo, Luis Hollander, Hollando/.; para o Rio-de.
Janeiro, 2 toldado* e 2 eicravo* a rntrrgar.
Baha ; 5 dia*, brigue portuguez Anna-Adtaide, de M|
tonelada*, capilo Ignacio Jos de Araujo, equipagem
12, em lastro ; a Joaquim Ferreira Mende* Guimarari.
Navioi lahidoi no wi/imo dia.
Jeney ; escuna ingleza elphim, capilo Willlam Lewlt,
crga asiucar.
Rio-dc-Janeito; briguc braaileiro Mireanlil, capltao An-
tonio Ferreira Lima Fogata, cargaaiiucar, ago'arden-
le e madeira.
Rio Grande-do-Sul pela Babia ; brigue braaileiro Caat*-
et
passage
cravo, llrasileir.
Naviot enlradoi no dia 3.
Richmond 38 dias, brigue americano Argyli, de 264 to-
nelada*, capilo Thoma* S. Murphy, equipagem l4,
carga farinha de trigo ; a L. G. Ferreira k Compi-
nhia.
Em commisso ; brigue-escuna brasileiro de gurria
Canope cominandaute o priuieiro-tencnte Jo de
Mello Chrisla d'Ouro.
Navio* lahidoi no mnma dia.
Porto* do sul ; vapor brasileiro San-Saleador, comman-
danle o piimeiro tonenlc Amonio Cario de Azereda
Coutioho. Alm do* passageiro* que Irouxe do* por-
to* do norte para oa do aul leva a seu bordo : para
Macei, Francisco Joaquim Duarlc, Jos da Cunha
c mili iilui, Minan Lu/., Jos Francisco Helio pin 1 ei-
cravo ; para o Rio-dc-Janriro, Trajano Alllplo de Hol-
landa Chacn com 1 escravo, Joaquim Ferreira Bata-
Iha e Joaquim Ferreira Balaiha Jnior.
Cork; brigue ingle* Sara*, capilo Willlam Graham,
carga Asiucar.
Rlo-Grandr-do-Sul pelo A**it ; brigue brasileiro Henri-
quela, capilo Ignacio da Fonseca Marque*, carga
ago'ardente e lastro.
Havre barca franerza Socratei, capilo B. del Eprlne,
carga asiucar e algodo.
o uranuc-uu-oui pi i.i i>.ni,.. ..i.,,..- w.vi.,, kH,u-
rwim, capltao Francisco Luiz de Souta, carga asmar.
passageiro, Leopoldo Silverio Ventura Llger com 1 ti-
Occlaracoes.
CONSULA
Rendimento io dia 2 .
Diversas provincias ,
1)0 GERAL.
, .
. 2:590/298
. 112/821
2:703/119
,' ~m ~.~ ~>-----"",-----------' -----"" Z.~'l",V-.' ~* mauiHiiu. \j juiz processamo pronunciara a
do pharmacia, escache compelenlememe habilitado : I varios individuos, alguna dos quacs J eslavam preao, I
os lulractore, alem de sollrorcm apeldado todos olao passu que a polica dava-te presta em faxer capturar I
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do da t............1:930/793
O arsenal de guerra compra dous collados de ama-
relio de 30 palmo* de comprimento e 20 pollegada de
largura, um pao de aicoplra, quatro arroba de cobre
velho, duas arrobas de cobre em leneol. 30 libras ue ci- ,
tan lu em vergunlias, duas c ineia arroba* de chumbo
em Irncol, oito libra* de zinco era barra* e lO ineios de
sola da malta : quem taes gneros le propozrr a vender,
pode comparecer oa sala da direcloria do momo ne-
nal no dia 4 de malo prximo vindouro, traiendo tua
propnsta com os ltimos procos em carta fenliada.
Arsenal de guerra, 30 de abril de l819. O esc iptura-
rio, Franciico Serfico di Anii Carvalho.
THEATR DE APOLLO..
Sabbado, 5 di mato de 1849.
Represrntacao extraordinaria em beneficio do Sr. e da
Sra. Alexandre.
Concert distribuido pela maneira seguinte :
INDIANA E CARLOS MAGNO
ou
fina noite di Imite malcarado
Vaudevllle jocoso a carcter e n'uin acto. .
DAN?*.
Um panonobn, dancado pela Sra. Camoin. #
Grande phanlatia em rabeca pelo Sr. Alexandre.
CANTO.
A grande aria do Segrcdo, cavatina de Hernn!, mu-
aica de Verdi cantada em italiano peia Sra. Alexandre.
Urna filna ttrrivel, vaudeville jogoao, a pedido de va-
rias pessoas.
A grande arla da FlAa o regiment, msica de Donl-
tetli, cantada pela Sra. Alexandre. '
A ,-fiMM abale ai flora, romance cantado pela Sra. Ale-
xandre. .
Rondo runo de Periot, tocado em vUMbpeto Sr. Ale-
xandre
Co incoar as 8 horas da noite.
TMi.TRO DE SAN-FKANGISCQ.
NOTICIA.
Domingo, 6 de malo de i849, tora lugar o aegnlnte, no-
vo e variado espectculo.
Depoli de ser execuiada.pela|grande oichcilra a pti-
ma symphonia:
NABUCODONOZOR
nitiilca, do clebre G. Verdi repre*entar-ie-ha
A VISA'O DO CARCERE, ou O DOUDO MONOLOGOF.,
drama em um acto pelo* merabro* da cornpanUia fran-
oeta, a quem o Sr. chelo de polica permiUio. represen-
tarrin nene thoatro.
No lim desle drama a joveu Folisinina executaia a gra-
ciosa danca
JALE'O.
Flnda a danca srgulr-se-ha um vaudevllle jocoso pe
lo* iiiesmus seuhoios da coinpanhia franerza.
Ao drpoi* seguir a comedia em um acto em quadro*
iutitulada
O MARIDO DA VIUVA,
por"Alcxandre Duina, executada pela coinpanhia na-
cional. .
Nomn do primeiro quadro Sania Roaa. a pedido de
alguna son. amigos, cantar a jocosa aiia que leui puf
titulo
A NEGRA (UITANDEIP. A DA BAHA.
Seguir-se-ha o segundo quadro da coininedia.
Dar lim ao espectculo a linda tragi-farca d posicao o aecu nacional, vinda do Itio-dc-Janeiro, de
nominada
O DILETANTE
A aeco foi paliada na corle do Rio-dc-Janeiro cm 1844:
he composicao do-autor da que leu por Ululo O Juda
em labbado de alliluia.
O aiinunciante, ao patio que mullo agradece ao rei-
peiiavrl publico a indulgencia com que letii i ecebido os
espcciaculo sb sua direcco, nao pude deixar de tf"'u'
" JL
MUTILADO l


tarum testeuiuaho de profundo reconliecinicnto a varia'
familias <|iie de boto comecam a frequciilar o tliealro
de San-Francisco.
O diretor, tendo reconhecido o gosto c talento do Sr,
Jorge 'unior, tbmou a resolucao de encarregar-IBe o en-
juto da'Sompanhla dramtica : este Sr., dando mais urna
prora de ua benignldade e de cu amor cena, dig-
noti-s de aceitar semelhante mlssao, e certo a desem-
penhar de maneira a nada desmentir o crdito de que
tao mcrccidaineutc goza. ,
Os senhores aliiguantes e mal penoas que pretende-
ren camarotes pdem mandar receber oscarlSes na ca-
ta ajinea ao inesnio theatro, residencia do director.
Principiar o diverliinerto as olto c mcia horas danoi-
te coni a i llegada das autoridades
Avisos martimos.
1
=, Para o Rio-de-Janelro segu Wageaa, com muiu
brevidade, a multo velelra e conheclda tarca ttrmixa :
quem pretender carregar ou ir de paaaagem, para oque
tem eicellentrs commodoa, dirija-se ao ces da Altan-
dega a tratar com Manorl Francisco da oilva, ou na ru
da Madre-"de-Deo, casa n. 3, terceiro andar.
= Para o Aracaly est .prestes a sahlr a hiate ffopo-
Olinda, por ter prompta a sua, carga, podendo ainda ad-
initlir iniudezas e passageiros : par Isso trata-se com o
inestre do meiuio, Antonio Jos Vlanna, no Trapiche-
Novo, ou na ra da Cadeia-Velha, n. 17, segundo andar.
= O briguc-escuna nacional 01 inda segu, com bre-
vidade, para o llio-dn-Janeiro por ter parte d aua car-
ga engajada : para o resto, passageiros ou escravos a
frele, trata-se com Machado &. Pinheiro, naj'ua do Vi-
1 gario, n. 19, segnudo andar, ou com o capitao na praca.
= Para o Rio-de-Janeirn segu, com umita brevida-
de, 6 brigiie nacional aurora ; tem a maior parte do car-
regaincnto proiifpta : para o resto e escravos a frote,
trata-se com Joao Francisco da Cruz, na ra da Crus,
numero 3
l'ara n llio-de-Janeiro salle, e ni poucos dias, ave-
lina escuna Caanle-Simia, por ter a mair parte do car-
regaincnto prompta ; para o restante, escravos a frele e
passageiros, para o que tem excedentes cominodos, tra-
ta-se na ra da Mocda, n. 11.
O capitao da barca nacional Tmlativa-FiUi anuun-
cia que ahe impreterlvelmente para Mossamedes no da
20 de malo; que toda* os objectos que liouverem de car-
rejar na niesina licaro a bordo ato o da-12 ; e que uo
dia da sabida nao admilte pessoa ulguma a bordo senao
os que forera de passagem ; por isso recommenda a to-
dos faeaui cui Ierra as suas despedidas.
Para Lisboa, com escala pela ilha de Sau-Migucl, a
barca portuguesa Tejo, capitao Silverio Manoel dos Res,
sabe com a maior brevidade possivrl: quein na incsma
quizer carregar para qdalquer das dous portos, dirja-
se ao consignatarios, Olivelra limaos It C na ruada
Ci ii'., n. 9, ou ao referido capitao, na praca do Coni-
uiercio.
Para o Porto salie, com a maior breviJade pos-
sivel, a bem conheeida e veleira barca Espirito-San'
(o para o quo ja lem a burdo meia csrga : quein na
mesma quizer carregar, ou ir do passagem, para o
que tem asseiados cotn modos, dirija-se ao sen con-
signatario Francisco Alves da Cunta : na ra do
Vigario, o. II. prinieiro andar.
de mulher, cinco filhos e dona criados, Joad'-Francisco
Ribeiro e Manoel Justino Cuimaraes. .
=Ein (los de fevereiro.pouco ais ou menoi.utna pes-
soa embarcou seis barricas com bolacba na bassoca Soh-
J ote-Yin jante, sein duvlda por engao, pois o/K o ines-
tre que navega para o Passn-de-Camaragibe, nao achcu
a quein entregar, e nem ellas lsvavam marca algunia:
quem a elles se julgar com direito, dirija-se-4 inesina
barraca, fallar com o mestre, Joaqulin de Barras flarbo-
sa, Bu Da praca do Commercio, com o Sr. Lina los de
Castro Araujn, que se lhe dar soluc.lo.
Joaquin Thcmoteo Cnrrciade Amorim.deotaat que
desdo dia 6 de abril prximopassado se achaem seu po-
der nm esersvo ja vellio.quc nao dii direltainentc quem
he seu senbor.por Ib'o terein entregado dous caHae de
campo, aosqiiaes o mesmo Themoteo pagan aVVBIfJrias,
por estos capilar* nao terein achado o Sr. do drM escra-
ro: quem fdr seu dono appareca no sitio denomipado
Orejo ou no do cadete Cavalcante na travs, da
Casa-Forte para o Arraial, que, presentando documen-
tos e pagando as despezas qu o inesino escrava tem
feito, lhe ser entregue: Meando certo que se nao res-
ponsablllsa a peisoa cima por qualquer Inga do mis-
mo.
Certo Ilheo qua, indo com outro loja da ra Nova,
n. 42, defronte da Coocelcio, levou por engao, ou......
urna peca de lentos de seda com quatroou cinco, quel-
ra mandar entregar inmediatamente na di la loja, pols
que se sabe que elle mora na Moa-Vista e tambeiu 4
llie conhece o nome, o qual se nao declara por ora.
do
-Digo ru abaixo ssignado.quantoaos dous annuncio to, Ou lugar lie se fazerom boas leirss de plantaciio'e
i Sr. Vicente Ferreira da Costa_contra a quaniia de 11/ maltas para coreado : na na do Sebo, loja dn funi-
leiro de Antonio Jos Oas, ou annuncie.
Le loes.
0 corrntor Olivelra far leilaodc toda a louca exis-
tente no armazem da casa n. I, no Alerro-da-tta-Vista,
adjudicada senhora 1). Theresa fToncalves de Jezns
Azevedo, porordem de quem se vende : sabbado, 5 do
correntc, s lO horas da manlia, no referido armazem
c ra.
= Ocorretor Olivelra far leilao publico, por ordem
e ein presenta do Illm. Sr. jb.ii respectivo, de grande
porco de cadeiras de todas ai qualidades, bancas de
jugo, ditas de meio de sala, sofs, camas e mullos ou-
tros trastes proprios, tanto para particulares como para
lujas de iurceneiros ; assim como de cinco escravos,
sendo quatrn ofnciaes de ntarcenelro e uin com princi-
pio do mesmo olricio I tudo perlencente o casal do fina-
do Jos Carlos de Leinos : srguuda-feira, 7 do corrente,
s 10 horas da manlia, na ra da Allandega-Velha, ar-
inaieni n. 9, por baixo do hotel Francisco.
Avisos diversos.
Qiiando o homem embriagado de amblco quer en-
riquecer a lodo cusi, esquece-sc da honra e cominetle
iiifniias. como ha pralicado o Sr. Joo Evangelista da
Costa e Silva, o que fajo publico para constar em todo
o lempo. J he sabido que os meiis brns despertaran)
a cobija desse ministro Informe a scdurlr minha mu-
llier, I). Anna Francisca dos Res Miranda,' que alm de
insensata he sexagenaria, para fuglr da casa commum,
depolsde subtrahir ao casal todas as preciosidades que
j publiquei, aflu de ir para sua companhia: seguio-se
0 azer elle quantas trampulias e patifarias pode para
ubler un divorcio que lhe srgurasse a posse de quanto
ella levou c o mais que lhe tocasse em partilba : nao
lhe valendo os grandes empenlins.nem o diuheiro que el-
la levara, largamente despendido, para dsbrar os eximios
e rectos jul,erque lodos lram justos o Inflcxivils, trl-
uuipliou arasio; e qiiando> abaixo assignado se dis-
punlia a exigir do Sr. Joiio Evangelista tudo que clan-
destmaitiente tlnha em si, tralou elle de desfazer- e da
inrsma senhora que se achava depositada a seus rogos
e euipeiihu, e para cumulo de sua ambicao chamou a
un tabelllao, tendo antes disposto (catemunha* tao ho-
nesta como elle, c sediuido a incsma senhora D. Auna
Francisca das Reis Miranda para fazer um testamento
cerrado, como o fez, no qual nomeia hcrdelra da sua
tersa a Mara Francisca da Costa e Silva, mulher do Sr.
Joao Evangelista da Costa e. Silva : concluido csse do-
, *" estamento, ficou sobre a guarda do mesmo Sr.
loaa Evangelista : he contra csse aelo millo que desde
j protsto, c declaro que a referida minha mulher,
alein de ser reconhecidamciite Insensata, coota (54 an-
uos d Idade, seus nicos herdeiros sao seus tres filhos
nicus entrados, Pedro Ignacio (Je Miranda, Dr. Joao
1 aula de Miranda e O. Mara Gullhcrinina casada com
Joao dos Sainos Porto, e nunca a intrusa Maria Francis-
ca, mulher do Sr. Joao Evangelista da Cosa e Silva,
que se acba n.-sse doloso testamento, o qual protesto
iiiiull.r para que meus dignos ruteados nao sejain rou-
bados de sua heranca em benrfirio do Intruso Sr Joao
Evangelista da Costa e Silva, que tanto lem deslructa-
do c arruinado inru casal. Antonio Manuel di Mo-
ran de Meinuila Pimentel.
O abaixo assignado previne ao respeitavcl publico
que niiiguem faca negocio com una lettra de 300/DO
rs, ja vencida, aceita pelo abaixo assignado, a favor
de Joo Ferrando Generoso, por lhe aceitar por favor
para ser rebatida, e nao se euectuando este rebate, o
onounciado coircom ella, dizcndo-lhe que a linlia ras-
gada, e agosa|iMndo opag,ap0rlei coustou ao abaixo
ass.guado qne anava fazendo transaeco com dita
lettra ; por isso o abaixo assignado provar islo cuijui-
*, Se. n,*ular Oua''|uer acjo contra elle. l'aule
lotide Minada.
eseja-se fallar com oSr. Jos da Fonscca, natural
da frrgueiU de- Valongo, districto de Avelro.: a bordo
do patacho pnrtuguezVaria St Jo,u/una:,iucni o procura
he um seu mano.
l'ede-se aos Srs. credores da vendaMa ra da Ma-
dre-de-Deos, que gvrava debaixo da firma de Pinto it
Vidal, hajain de aprrsenlar sua* contas por osles tres
das para aereut saldas, e excedendo desie prazo ao se
jesponsabllissin por quanlla alguma.
-- Reltra-se para fra do imperio o cidado portu-
pdde ter duas a tres vaccas de leite. Tambem se vendem
tres vaccas de leite cora crias, ti Ibas do pasto < por pre-
co couiinodo : a tratar no mesmo sitio, ou na ra do
Rangel, n. 17.
--Quemannunciou querer comprar ou arrendar
um-silio do pouca monta, dirija-se a ra do Mundo-
Novo, n. 30.
Alu^a-se urna casa terrea, na ra da Praia-do-
Caldeiretro,. 13 : a tratar na ra do Csbug, junto
a botica.
-- Quem tiver um Santo-I.enho com sua atilhen-
(ic, que queira trocar, dirija-se i ra do Queima-
do 2.' loja n. 18, onde se dir qum o pretende.
JoSo Leite da Costa, subdito portuguez retira-
se para costa d'Africa.
Jos Manoel de Araujo, subdito portuguez, re-
tirarse para fra do imperio.
Precisa-sealugar um proto para o servido or-
dinario de padria pagando-se-ltie todos os niezes
o que se ajustar: no pateo da S.-Cruz, padaria de
u ma s porta.
Oflerece-se urna rapaz solteiro, natural desla
provincia, para caixeiro do engenho que n.io diste
des la praca mais de 3 ou 6 legoas: quem do seu pros-
timo se quizer utilisar annuneie por esta folha.
~ Arrenda-se um sitio que nlto seja distnrite des-
ta prags mais dn 3' legoas e que tenlia bom cerca-

. Compram-se toneis e pipas vasias do azoite : na
destilacSo da travessa da Concordia.
. Compra-se um soph de Jacaranda em bom
uso e dous pares de lanterna de idro : quem li-
vor annuncie. !.._.
--Compram-sc 2 vaccas que sejam boa9 leiteiras o
mansas: quem tiver annuncie.
Smimimim II '-- '
rs.,que os dou por falsos,por eu j ter pago a dila quan-
lla em 30 de abril do correntc auno; s por isso fccu este
por uina s vez por ter o recibo passado rn la? Jyllrirn
do,mesmo. Antonio Francuen doi Santos.
-- Dcsappareeeu da prara do Coinnierdi BJBI atrallo
rodado claro com uina cargn de assucar briaea t usm
couro cobriudo a intima carga: roga-ae, portanto, aj
pessoa que o tiver achado, quetra-o levar na ra do Ll-
vramento, n. 20, ou no engenho Dous-Bracos-de-Cima,
ao Sr. Estevo Rodrigues da Silva, que recompensar e
pagar as despezas.
-- Quem se adiar com direito a urna escrava da Coa
la, a qual diz cbamar-se Isabel, com a idade, segundo
demonstra, de 20 a 22 anuos, dirija-se a ra nova da fun-
ilic.io.de S.-Amaro na quinta esa, do Sr. Lima da ra
Nova; adverlindo-se que o aiinuncianle nao se respon
sabilisa por qualquer fuga que possater dita negra,pols
lhe entrou no dia 3 do corrente s seis horai da inanbSa
pela porta a dentro, lem saber dizer quem he seu sc-
ulior..
IRMANDADE DA GLORIOSAS.4HTA-DE-CASSIA
Sendo marcado pelo compromiso desta irmandade o
dia domingo prximo futura para a cleicao dos uovos
funccionarlos, a mesa regidora convida pelo presente
a todos os irinaos em geral. para que comparecen no
consistorio da mesma igreja no dia,cima pelas ou ho-
ras da inanhaa.
O abaixo assignado, Nuno Maria de Selxas, quein
o governo imperial mandara cassar o exequtur para
poder exercer nesta provincia o eraprrgos de vice-con-
sul de llespanba e do da confederaeao Argentina, pre-
vine ao commercio desta praca e aos capitea de navios
que se desiinareiu aos portas daquelles estados, que
elle he o nico habilitado para legallsar os papis, etc.
que devain ser apresenlado s estacoes publicas da-
quelles ditos estados entanto que as autoridades com-
petentes nao facam novas noineaedes para aquellos em-
pregos. Muo liara de Seixts.
-- Aluga-se o primeiro andar do sobrado amarello
da ra Augusta; o sitio da estrada do Cordeiro, s pro
prio para algiiin negociante eslrangeiro; Din grande si-
tio na campia da Casa-Forte,e o.utro na ra respccllva
e bem assim militas casinhas baratas : a tratar na ra
do Anioiiin, n. i5.
Francisca Jos da Silva Lopes, subdito de S. M F.,
retira-se para fra do imperio.
Manoel Vital, subdito portugus, retira-se para
fra do'imperio. .
__Tliom Pomplllo da Fonseca retlra-se para fra da
provincia.
Francisco Goncalvcs da Silva retira-ae para Portu-
gal, e delxa durante a sua ausencia por seus procura-
dores nesta praca aos Srs. Oliveira Irimjns C.
Manoel Jos Pacheco de Mello fat scienlc a todos
os seus credores para se nprrsrntartin at a dia 10 cor-
rente mes, com suas enntas legaes, para seren pagos:
o mesmo aviso faz aos seus devederes para lhe pagarem
no mesmo prazo, do contrario usar dos termos que a
lei Ihecpncede.
-- Onerece-sc uina ama para cas* de homem solteiro,
ou de pouca familia: na ra do Burgos, junto ao becco
do Noronba, defronle do fundo do armazem doSr. Fran-
cisco Alves da Cimba.
Theatro efe Apollo.
Por deliberacao d'assembla geral de accionistas do
theatro d'Apollo sao os mesnios convidados a reunireiu-
se nos domingos, as 10 horas da manlia, no salo do
dito theatro, ati1 final discuss3oa)o projecto de estatutos
une teeiii de reger a associacor
-- Aluga-se um primeiro andar, na ra Nova, n.
(5 : a tratar na mesma ra n. 63.
Umbomem habilitado a ensinar as primeiras
lettrase gramina'tica portuguoza se offerece para
dsr licfles em casas particulares e prometle desem-
penhar as olirigaces comaplid.lo: quem o precisar
iinnuncie.
Para as pessoas que tcncio-
n.ini seguir viagein.
Na ra do llangei, n. 9, continuam-sea tirar pas-
sit|n>iles para dentro fra do imperio despachatn-
secscravojie correm-so follias : ludo com brevida-
de e preco muito cntnmodo como so tem dado exu-
berante prova no decurso de 8 annos.
rrecisa-sc de um pequeo poilu-
guez que queira ser caixeiro de urna ven
da : a tratar na ra do Crespo, loja n. 10.
Precisa-se de urna ama de leite, quo seja pari-
da de pouco lempo, sem fllho e sem vicios nom
achaques que seja moga c lonha bastante leite,
sendo forra : na ra do llozario, n. 28, por cima do
armazem de loueva qualquer hora do da.
Henrique Elisiario da Silva relira-se para fora
da provincia.
Antonio Basques retira-se para fra do imperto,
com sua familia.
Jofio Thotnaz Pascoal Hamos, Brasilciro vu ao
Rio-de-Janeiro.
A pessoa que annunciou querer comprar o Pi-
loto instruido dirija-se a ra da Aloda n. -'>
Precisa-se alugar um preto para lodo o servico
de urna casa : no paleo do Terco, n. 14.
Jos Pedro Leite dos Anjos, cidado portuguez,
rctira-se para fra do imeprio.
Espirito de curiosidad*!.
Ileseja-se saber se o annuncio du Diario a. 96, quo
diz Manoel Ferreira dos Santos Urasileiro vai a
cidad do Porto se nlende com o que leve pa-
daria no Alerro-da-Boa-Vista ; visto, que esse he
Portuguez e nao Urasileiro.
Troca-se urna imagein de pedra de S. Antonio :
na ra Velba, n. 78. Nr mesma casa vendem-su 10
oilavas de nuro.
Vendas.
33 Ga&)M&'1>.i
Estando prximo o mes de maio, dedicado a Maria
Santissima, e resumi um pequeo numero o excel-
lenle livrlnho o Novo mes de Mari, impresso de pror-
sllo para ser vendido pelo diminuto preco de mil reb.
afini de chegar seu uso a todas as classes, convlda-se a
quera Inda nao comprou para faser, antes que se acabe,
na certeza que sSo os mesnios adoptados pelos reveren-
disslmos padres de N. Senhora da Penha, desta cldade.
Dirijam-se prafa da Indcpcmlencia, nmeros 6 e o.
No lareo do Livramento, loia de
largo
loja
Precisa-se de um feitor que saiba tratar de hur-
ta pomar e encherlar: no Alerro-ila-Boa-Vista ,
n. 43.
-- Precisn-se de um feito/ para um engenho de
pouca fabrica perloda prac.a : no Alorro-da-Boa-
Vista, n. 49, segundo andar
Aluga-se urna prelaj idosa para o servico de
cas : na ra da Guia, n. 46.
<= I.uiz Manoel Fcrnandes Chaves, Portuguez, retira-
se para fra do imperio.
-- Manoel Ferreira dos Santos, Brasileiro, vai
cididedo Porto.
--Sexta-feira, 4 do corrente, n;t sala das audien-
cias pirante o Sr. doutor juiz do civel da primeir
vara, se hilo de arrematar, por sera ultima praca,
os Utensilios para chapos consislindo cm massus,
chapeos de seda, ditos brincos de castor, caixtlhos
envernizados com balro pcnliorados a Viclor lle-
hcys, por execuQo de Thercza (ionsjaLvcs do Jess
A/ovejo.
Bernardino Jos' de llessa Guimar.les, subdito
portuguez, retira-se para fra do imperio.
I'hilippo i'Viilel, AlleiiKui, vai fazer urna viagem
a Europa. ,
Jofio Donnelly retira-se para frn da provin-
cia.
-- O doutor C. Ambrosioni vai fazer urna viagem s
Italia.
--Antonio Coutinbo de Azevedo Jnior relira-so
para fra do imperio com sua mulher.
No dia 4 do corrente, se ha do arrematar, em
Insta publica do Sr. doutor juiz do civel da primei-
ra vara desta cidade um sobrado do dous andaros,
sito na ra eslreita do llozario, por execuefio de Jo-
so Francisco Beltn cofttra Manoel Antonio Dias.
O sobrado es avahado cm 7 000,000 de rs. lio a ul-
tima prara.
-- Jos GoncaIvs Torrespunior vai a Maceio.
Manoel Dias Fernandos o Joaquin Dias Fernan-
desvfioaoPasso-de-Camaragibe, provincia das Ala-
gas tratar de seus negocios.
Jofio cvrillo de Souza Carneiro Brasilciro ,
vai fazer tuna viagem a Europa (Icando encarre-
do de seus negocios o seu socio o Sr. Joo Domin-
gues Ramos.
Manoel Jos de Souza Carneiro, Brasileiro adop-
tivo vai lazcr urna viagem a Europa, a tratar do
sua sade fienoilo encarn-gados do activo e passivo
do'sua casa s SYs. Francisco Avos da Cunda, Jofio
Mallieus c Nicolao Hartery.
Vicente Ferreira da Costa pede encarecida-
mente ao Sr. Antonio Francisco dos Santos, que an-
tes de retirar-se para Portugal lhe va pagar a quan-
tia de 11,000 rs. que lhe dove, importe de urna bar-
rica com bolacha e quatro gigos com batatas, que
lhe comprou em selembrodo anno passido.
' O baixo assignado, tendo perdido em 9 de marco
do corrente anno urna carlelra com diversas letlras co-
mo consta do Jhnuncio feito or esin /Mario n. 50 de 10
de marco, declara que das letlras perdidas recebeu a
dos Srs. Joan Tavarcs Cordeiro, Joaquin Pinheiro Jaco-
i mi e Jos da Fonscca Soares e Silva ; lie.nulo desta for-
ma sem vigoras ditas lettrascaso apparecam: c para ca-
rez. dos mesmos senhores fas o presente annuncio.
Manoel de Souia Tacares.
- loaquim Crrela de Resende Reg embarca para
o Rio-dc-Janeiro o crioulo Hermenegildo, eseravo de
Luiz Uarbalho de Vascouccllos, da (reguezia da Eseada
por conla do respectivo senbor.
= Jos Joaquin Alves Teixeira retira-se para a Eu-
ropa a tratar de sua sade, levando em sua coiiipanhis
sua mulher, seu enteado Domingos da Silvff Teixeira c
nina iiegrinha menor de qualro annos, e deixa por seus
bastantes procuradores, al sua chegada, aos Srs. Oli-
veira h unios & Cu in pan lu em primeiro lugar, Jos Dias
da Silva Ai segundo o Antonio Joaquim Alves, Teixeira,
aeu irnio, em terceiro.
** Na ra da Cruz, n. 21, precisa-se de un eseravo pa-
ra o servico de casa.
Ilctiram-se para forado imperio os Portugue-
zes Victorino de Mello Palg.i, Francisco Jos da Cos-
ta Antonio Romano Franco com sua mulher, I).
Joanna Rachcl da Silva e urna (ilha menor Joaquin
Jos Rento, Francisco Jos da Costa e Ignacio Jos
da Costa.
--Joo llaplisla da Rocha o Manoel Azevedo de
A-luieida.saoditos porluguezes, retiratn-se para a ci-
dade do Corlo. a
Aluga-sc o primeiro andar da casa n. 7 da ra da
Mocda : a tratar na mesma.
-- Precisa-se de um feitor que saiba tratar da borla e
e de enebei tai : no A terrona -Hoa-V isla, n. 43.
pomar
sassaa
Compras.
Compra-se urna banda de seda em bom uso : na
rnadeS.-nita, n. 40-
Compram-se duas collee^oes do Panorama ;
urna dauta do bano de urna chave: na praca do
Gomoiercio, n. 2, primeiro andar.
-- Compra-se urna venda que seja sita Pin bom
lugar o afreguezada : nss Cinco-Pontas n. 120,
se dir quem compra.
urna porta, n 3i, deposito de charuto
e tabaco, vende-se fumo em folha a reta-
llio e a troco de charutos.
AGOA DE TINGIR CABF.LLO.
Conlinoa-se a vender na na do Quelmado, n. 31. O.
nietbodo de applicar, acompanlia os vldros.
-- Vende-se o compendio de pratica por Paschoal Jos
de Mello Freir, para as aulas do quinto anno jur-
dico, por preco mu commodo : na rua doCabug, loja
n. 18.
--! No armazem, n. 34,-rua do Trapiche, defronle do
hotel Pislor, de Ravmoiid & Companhia, vcndeui-se
qucijns e presuntos lndrinos, conservas de dirl'erentes
qualidades e mais gneros. Tambera aluga-se o primei-
ro andar por cima do mesmo arman ni, o qual serve pa-
ra escriplorio.
No largo dn LiviMiiiPn'o, deposito
de charutos e tabaco, n. 3{, vendem-se
nlgtiidares ^vidrados, proprios para hi-
tilos de criancas.
Vende-se, por motivos, una escrava de nac-lo^.
de 18 nnnos, com multas habilidades entra ollas a
do engommar: na Boa-Vista, rua di Mingliain ,
n.16.
Vende-se urna escrava rrioula, do 17 a 18 an-
nos recnlhida rom algumas habilidades o quo he
liropria para urna casa da familia: na travessa do
Sirapalal, n. 16.
Na villa de Manuinguape da provincia da Para-
hiba do Norte, vcnilc-se o engenho l'inilobinha .
tli.slanle da que 1.1a villa duas le^>oa, onde ha bom
poito do embarque, o qual acha-se tnoenle o cr-
renlo feilo ha 3 annos com moentla do ferro, casa
do vivpmla de purgar e de engenho, com urna
legoa de Ierra propria em qusilro, vertemos, bona
alagadizos, grandes varzeas do reg, tendo criada 1
safra para mais de 800 pfics o quoren lo o compra-
dor tambem vendem-se beatas e bois com carro, pro-
prios e feito-! ao servico : ludo por proco commodo :
a tratar com o dono do mesmo, naquelle lugar.
Aluga-se um primeiro andar no Recife : quoro
livor traga a sua proposta por escripia mencio-
nando o preco, a osla typographia.
INo largo do Livraiiiento, loja de
urna port, n 34, vendem-se charutos,
rap, tabaco siinonle, rol3o grosso e fino:
ludo de boa qualidade e barato.
Vende-sc a fazmia de gados no lugar do Ju, 6 le-
goas ao puente da povoae.au de Barra-de-Natuba, com
2 casas de lelhas, cercado para junta, curral cora mela
legoa de trra em quadro, parte da qual he lavradia e
de multa producen, .por seren seria, com lOOcabe-
cas de gado raecum entre grandes e pequeos, mais de
oulras cem de gado ovellium eeabruui, um casal de es-
cravos mocos, applicados em vaquejar este* gados, no
que c tem-portado com multo zelo c vergonha, dando
muito bda conla de dita fazenda u seu senbor, com agoa
permanente cm grande acude : vende-se ludo islo por
A.0OOIUO0 rs. i moda, ou permuta-se por escravos ou
predios nesta praca, ou suas viiinliancas : trata-ac cois*
seu proprielario Joaquin Alves Camello de Araujo Pe-
rolra, em seu engenho Machados, termo delguarass,
ou com seu correspondente Francisco de Paula Prreira
ds Andrade, nesta praca, na rua da Crus, n. 50, primei-
ro .indar.
Vcndeni-se gigos Je garrafas va-
sias : no armazem de Antonio Anno, no
caes da Alfaiidrga.
Vindeni-sc dous escravos mocos, de boniUS figu-
ras, e proprios para qualquer servico : na rua da Ca-
dcia-VcIba, n. 3.
__A bordo do brigue Etpirito-Sanlo, fundeado ao pe
da rampa, vende-se bom sebo em rama c a preco era
corita,
SALSA PsTlRILIIADESANDS.
0 abaixo assignado, nico agente do Dr. Sands. faz pu-
blico que he chegsdo novo proviinento desle vulnera-
rio e inaravilliosn remedio, o qual he para rsssowr t ch-
rar radicalmente toda* ai enfermidadei que proceden da im-
pureza do tanque ou habito do iqitema. Esta inedecina esta,
operando constantemente curas quasi iinposslveis de
molestias que procedrm da Impureza do sanguc. A in-
feliz victima de molestias'hereditarias, comoghandula*
cubadas, ervos i-ncolhidos, c os ossos mel arruinados,
licou resiabelecida com loda sua ande e Coreas. O do-
ente escrofuloso, coberto de chagas, causando uojo a
si mesmo e a quein o servia, licou perfeito. Centena-
res de pessoas que linliain soll'rido I por annos, a pomo
de desesperaren! da sua sortc) molestias cutneas, gln-
dulas, rcheiimalismo clironico, c inultas oulras enfer-
uiidades procedentes do dcsarranjo dos orgo* de sc-
crerao e da circulacao, teem-sc erguido quasi que mi-
lagrosamente do leito da inorte, c hoje com constilui-
ccs regeneradas cora prazer atuslan a ell'ieaeia deala
inesllmavel preparacao. t;om quanto lenliaiir ppare-
cido grandes curas al aqui prndii/.idat pelo uso desla
estimavel incdicliia, com ludo a experiencia diaria a-
presenta resultados mais notaseiseque bem demostram
apresante declaracao do Dr, Ge*: Jobnstun, abalisado
medico do Hio-de Janeiro.
'* Rioldc-Janrlro,27 de maio de 1848.
" Sr. Frederico Southirorth.
" A presente tem por flm certificar que a preparacao
de salsa parrilha de A e II. Sands he una das melbores
queexistrm. Nio smente he multo proveitosa paraapu-
rilicacao do sanguc e para fortificar o esloinogo, mas
i.iinbeni em minias das eufrrmidades a que esta sub-
jeila a humanidade. Duraiile a minha clnica tenho
cunstantcmeule recoramendado este remedio, e vi o
proveito que delle se tira. Acoiiselh. portanto, a toda
as nessuas que sotfrein por causa da impureza do san-
.. .....i^,,:. a____...^......i, ,...ii,- de fazerem uso del-
asCinco-Ponlas, pateo de N. S. do Terco, n.,-
14. compra-se toda e qualquer obra .le prata e ouro, '"'"^\ *g&^ft-* Sirt
sem feilio; assim como se da d.nneiro a premio em -;"^ -o '" '^ J, u. durante a n.inha
pequeas quanlias, sobre ponhores de ouro e prafa. I X5m o. i?o^Unldo.. P
A rrenda-sc ou vende-se um ptimo sitio na estra-
da de Santo-Amaro para Belm, sendo o terceiro pas-
sando a ponte, com multo boa casa para familia, bas-
tantes arvoredos de fructo de todas as qualidades, ter-
guea Jos Rodrigues de Castro e sua familia, composta ra para plaotacao, tendo j parte da mesma plauUda ; e
-- Compram-se, vendem-se e tomam-se de com-
misses escravos para o que se olTerece toda se-
guranza : na lu das l.arangeiras, n. 14,-segundo
andar.
= Compra-sc um taiio grande que sirva para fazer
varrella, cm meio uso : quem o tiver, dirija-se rua do
Cabug, n. 5. -
'"8C'"".....------- "GNtJataftoa.
" Medico.
" Hccouheco verdadeiro osignal supi a. Rio, 27 d malo
de 1848. Km tesicmuiiho da verdade. Jo quim Jote da
Catiro.,. .
nico deposito c agencia nesta cidade he na rua da
Cadeia, botica n.til, de V.J. de Brito.
as,




-r- Vendem-se sellins inglezes e camas
de ferro : na ra daSenzalIa-nova, n. !\i.
Folha de Flandres.
-Vendem-se caixas com folha do Flandres : em
casa de J. J. Tasso Jnior : na ra do Amorim, n. 35.
- Vende-se o engenho Novo do Cabo par; paga-
monto da hypolheca que nelle tem o Sr. Joilo Vieira
da Cunha quom o pretender dirija-se ao mesmo en-
genho a tratar rom Francisco Jos da Costa.
Carnauba.
Vende-se, na ra da Cruz, n. 21, urna porfo de
cera de carnauba de superior qualidado, e por to-
do o prego.
CHA' BJUSILEIRO.
Vcnde-se,ou aroiazem de motilados, atrs do
Corpo-Santo, n. 66, o mais excellento ch produzi-
do emS.-Paulo, que lera viudo a este mercado ,
por prego mullo commodo.
Agencia da fundicao
I.ow-Moor, ra da Scnzalla-
nova, n. 4'i.
Vendem-se presuntos inglezes para fiamhre;
latas com bolachinhas de Lisboa ditas de araruta ;
ditas de marmelada de 1, 2 e 4 libras ; ditas de sar-
dinlias .--ditas de hervilhas ; ditas de chocolate de
I.isba ; frascos do conservas ; ditos d'agoa do flor
de laranja ; barris com azeitonas brancas do tlvas ;
garrafas cooi vinho moscatel de Setubal o da Mu-
de ira ; queijos de prato, frescaes : tudo novo o
chegado ltimamente de Lisboi : na ra da Cruz ,
nvieclfe, o. 48.
RICA TAL11A
Vcnde-se urna bonita toalha toda de
l.ivarinlf), e com bico : na ra Augusta
defronte da casa n 1?.
F.sla venda um novo compendio de gramtnn-
tiva portugueza, obra feita para os alumnos do ins-
trucgSo primaria, no qual conlm as precisas regras
da grammatica de uma maneira a mais clara possivel
.'comphrehensSo dos meninos: no pateo do Collegio,
loja do Sr. Dourado ; na praga da Independencia ,
livrarians.ces; no Itecife, loja do Sr. Carduzo
A y res.
Contina-se a vender boa manteiga a 400, 500,
600, 700 o 81,0 rs. ; bom cha, a 2,000 rs.; cale cm
grlo, a 120 rs.; dito moido, a 160 rs. ; velas de car-
nsul>, de 6, 7 e 8em libra, a 28o rs.; espermaceti,
a 720 rs. a libra ; rap Meuron, a 1,040 rs. ; cevada
nova, a 80 rs. ; passas, a 240 rs. ; bolacliinha de so-
da, a 280 rs.; dita americana doce a 280 rs. ; dita
doce grande a 200 rs.; toucinho de Lisboa a 210 rs.; vi-
nho Unto, a 160, 200, 240 e 280 rs. a garrafa ; quei-
jos novos a 1,600 rs.: no paleo do Carniq,.esquina
da ra de Hullas, loja do sobrado novo.
Vcndcm-se pedras do monhos de moer milho;
ditas de rebolo para barbeiro ; ditns de amolar fer-
ramenta ; sementes de hervilhas, proprias para plan-
tar : tudo por prego commodo : na la larga do Ito-
zario, n. 29.
--Vendem-se duas pretas, sendo uma crioula.de
19annos que cose, engomma, coziuha, faz lava-
rintoe marca tudo co.n perfeigffo ; ea oulradena-
gilo, boa quitandeira, e que engomma liso, lava de
sabilo e cozinha o diario de uma casa: na ruada
Cruz no Recife, n. 49.
Vende-se, por scu dono se retirar um mobi-
lia nova do Jacaranda c do molduroslo possive
na ra Nova, n. 7, segundo andar, das 6 as 9 horas
da manh.la.
Neste estabelecimento contina a ha-
Vende-se cal virgem da Lisboa, de superior
qualidade em barris de 4 arrobas, chegada neste
mez pelo brigue Maria-Joti: a tratar na ra do
Brum armazeni de Antonio Augusto da Fonseca ,
ou na ra do Vigario, n. 19.
Vinho barato.
O proprietario deste estabelecimento desejando
conservar os seus freguezes e rifo lbe sendo possi-
vel pelo prego de 160 rs. a garrafa visto ter o ge-
nero subido cerca de 20,000 rs. por pipa, em rasSo
de n3o ter vindo ao mercado,(bom contra a sua von-
tadej v-se na dura precHito de augmentar o pre-
go e pelas rasOes apontadas, conta que seus fre-
guezes Ihe faro justiga, e se nSo escandalisarSo
Madeira de
piiho.
ver um completo sorlimento de moendas
e rucian moendas, pora engenho; ma-
chinas de vapor,e tachas de ierro batido e
coado, de todos os taannos, para dito.
Vendem-se casaes de pon,Los, a
(i 1 o rs. cada um ; e tomando todos,
a 5oo
rs.: no Manguind, no sitio do sobradi-
nho junto a apella.
Na ra dn Crespo, n. 8, vendem-
se superiores redes, de dulcientes cores,
e por muito commodo proco.
1UM DO TRAPICHE,. 44,
escriptorio de- Firniino
J.F. da Roza,
deposito da fabrica de To;!o-os-Santos
na lialii -,
Alli vende-so algod&o trangado daquella fabrica,aos
pregos : largo, a 320 rs a vara; eslre"
p(dlegada, a 300 rs. ; mais ordinario,
3
lo menos urna
i 270 rs.
uiicmns vir nrio deixar de compiar.
Curtes de cassa-chita de lindos padrOes e
cics seguas, pelo baralissiuro prego do
sele patacas: na ruado Queimado qua-
tro-cantos, loja do sobrado amarello, n. 29.
i
mmm
Ha
na loja de Maya Ra'mos &
C na rita Nt va, 0,
encerados para cima do mesa, do 5a 6 palmos de
largura a 2,000 rs. o covado.
- Vende-se urna venda com os fundos do 200,000
rs. pouco mala cu menos bstanlo afreguezada ,
sita na l'assagom-da-Magdalena, antes de chegar a
estrada nova: o motivo porque so vndese dir ao
comprador : a tratar no mesmo lugar n. 74.
IVa venda da estrella,
na ribeira da Boa-Vista vende-se muito boa < ba-
rata manleiga sem sal chegada ltimamente le Mam-
burgo a 640 rs.; boa carne do Ccar a 120 rs. a
libra ; excellentes velas de sebo, fabricadas em
Monte-Video as quacs nilo la/em differenga do cs-
permacete, tanto na cor como na luz, a 400 rs ; bom
cha de S.-I'aulo em caitas de libra; boa familia
de aramia : manteiga ingleza ; lila francev.a ; boa
banha de'porco; feijDode todas as qualidades : lu-
do por prego commodo.
rra rea de Apollo, pegado ao armazem do Sr. Mot-
il ha um terceiro armazem com madeira de pinho
da melhor qualidado que tem vindo a este mercado,
e serrada de todas as grossuras e comprime ntos:
ende-se pelo menorprego que he possivel
Potassa.
Desembarcla ha poneos das uma por-
co e superior potassa, c se acham a venda,
por preco mais barato do que ultima-
mente se venda, na ra da Cadeia-Velha,
armazem de Bailar ckliveira, n. 12.
Para Iiquidacio.
Na IpJ da ra do Crespo, ao pe do arco do S.-An-
tonio n. 5 A, vendem-sc cortos de cassa para vesti-
dos de cores filias a 1,600 e g,000 rs., bonitos pi-
dios ; cortes de casimiras elsticas para caigas, a
5,000 rs. ; ditus de fazenda de algodo para caigas ,
de cores escurase muito cncorpadas a 1,000 rs.;
uma porgilo de chitas escuras bous pannos, a 120
rs o covado ; chapaos de sol, de seda linos a 5/
rs. ; chales de garga, a 2,000 rs.; lengua pitra inSos,
do cassa pintada c arrendados a 240 rs. ; e outras
muilas fazendas que a vstase paleuleaiilo aos fre-
guezes.
Cha barato.*
Vende-se rrtuito bom cha, pelo prego de 500i rs. a
libra : na ra do Crespo, 11. 23.
A o barato.
, Vendem-so cortes do cambraia de cores,a 3,000 rs. ;
ditos de cassa a 2,000 rs:; lascados francezes a
200 rs. o covado : na ra do Queimado, quatro-can-
tos, 1oja do sobrado amarello, n. 29.
Taixas para enrenbo.
Na fundigio de ferro da ra ilorum, acaba-so de
receber um completo sorlimento do taixas de 4 a 8
oIrnos do bocea as quaes acham-se a venda por
prego commodo e com proniplidOo embarcam-se,
ou carregam-se em carros sem despezas ae com-
prador.
Vendem-se cadeiras emarqtiezas de oleo com
asscnlo de palhinha, lavatorios, meias commodas,
mesas pequeas, tudo de amarello, e outros oh-
jcclos, ludo do forlo conslrucg.lo e de gusto mo-
derno, por menos de seus valores : na ra das Cru-
zes, n. 31, loja de marecneiro defronlo da lypogra-
phia.
Farinha de trigo SSSF
de superior qualidado e nova ; dita americana, cm
mias barricas; dita gallega, em meias barricas;
cal virgem de Lisboa ; vinho do Porto, cm pipase
barris de quarlo e oilavo superior e mais interior:
fechaduras para porta de armazem ; superiur cha
hysson nacional de S.-Paulo ; farinha de mandioca ,
em saccas por preco commodo : na ra do Viga-
rio armazem n-11, ile Francisco Alves du Cunta.
A 5oo ris.
Vcndcm-se superiores peritos para marrafa, de tar-
taruga : na ra larga do Itozario, n. 24.
Batas de marmelada c
de trigo da marea Baroaaine, chegada ltimamente
do Havre, por prego commodo : a tratar com Jos
Joaqulm oias Fernandos, no seu armazem da.traves-
sa da Madre-de-Deos, n. 12, ou na ra larga do Ro-
zario, n. 50.
Na ra do Trapiche, n. 44, primeiro andar, ven-
de-se fumo em folha para charutos,, tanto para ca-
pas como para milo, da melhor qualidade que
produz a provincia da Baha e recenlemente che-
gado pelo hiate Fortuna.
Vende-se um habito de Christo para militar:
na ra larga do Roza rio, n. 35.
A 5,400 rs.
Vendem-se chitas de corea muito (xas, a 5,400
rs a pega e a 160 rs. a retalho proprias para escra-
vos ; linliasgrossas muito fortes, uma quarta por
200 rs. : na ra do Caes, loja n. 17.
Vende-seuma carroga de carregar pipas: na
ra da Concordia, ultimo armazem de madeiras;
bm como uma burrra hespanhola muito nova.
--Vcnde-se uma taberna na praga da Boa-Vista,
n. 5, com muito poucos fundos : a tratar na mesma
yenda.
No Aterro-da-Boa-Vista de-
fronte da noneca, a troco
dedinhiro.
Ha chegado ltimamente um novo e completo sor-
limento do calcado trance z de todas s qualidades,
lanto para homem como para senhora e criangas;
borzeguins para homem a 4,000 rs. ;.sapatoes de
lustro a 5,000 rs; os muito desejados sapatdes de
bezerro de au tes; sapatos do cordoviio para senho-
ra. a 1,000 rs. ; di los de huiro, diiraquo, setim e
marroquim ; os bom conhecidos sapalOes d Ara-
eaty tanto para homem como para meninos ; pel-
los de marroquim, couru de lustro e de bezerro
francez : tudo por prego commoJo.
i Contlnuam-se a vender corles de vestidos de
cambraia com lindas barras, brancas e de
i cures, a 2,000 rs.; ditos mais linos, a 3,000
I rs.; suspensorius finos de meia a 100 rs. o
1 par, ea 1,000 rs. a luzia ; meias compri-
' das para senhora azues, pretas, esverdea-
das, mescladas, a 160 rs. o par, ea 1,800rs.
| a duzia ; ditas para meninas at 8 a unos a
i 120 rs. o par e a 1,200 rs. a duzia : estas
meias sflo liio baratas quo val o Irabnlho de
I incurta-las, para bomem e menino ; botoes
doduraque efranklim para jaquelas de fa-
zendas de liia a 40 rs. a duzia, e a 400 rs. a
groza : no paleo do Carino n. 18, segundo
andar.
$1
COpOS
de jalea de marnelo,
vindosdo Itio-do-Janeiro pelo ultimo vapor, ven-
dem-sc no armazem de moldados atrs do Corpo-
Sanlo^ n. 66.
. Vinho barato. .
Acha-scestabclccido na ra da Madrc-dc-Deos ,
n. 36, um armazem de
Vinhos da Figucira
de ptima qualidade a prego do 1,360 rs. a cana-
da e a 180 rs. a garrafa e para nffo haver dolo do
comprador serilo lacradas as "garrafas 0 com rotu-
lo, recebendo se a garrafa vasia e dando-se imine-
diamento a outra cheia : Icmbcm ha banis muito
pequeos, proprins raa quom passa a fasta. O pro-
prietario deste eslal'olecimento pede encarecida-
mento que se nilo illudam avallando pelo diminuto
prego e sem conhecimenlo do causa 1 qualidade de
sua fazenda digna aorccrtoi'n eslima *ios verda-
deros amantes da boa pinga ; ello conta que quem
un a vez provar continuar com goslo o sem arre-
pendimenlo. E o -bom prego.'! A lodo o exposto
accrcsco o asscio e bom acuudieionamenlo. o que lu-
do se poder verilicar em dito eslabcleciniento.
Vcnde-se o engenho de cannas, moejile c cr-
reme com urna safra para 2,000 piles, cun lodos
os utensilios rfecessarios muito boas trras: tam-
liem so vende o gado vaceum e cavallar-, perlcncen-
te ao di lo engonho o qual he silo na cidadu da Vic-
toria diiaslegoas^iara o sul : a tratar no dito enge-
nho com scu proprietario, Domingos da Cunha e
Silva.
Cigarros de palha de milho,
vindos do Uio-de-Janeiro no vapor lmferori: ; ven-
lem-sp por prego mais barato do quo cm outra
qualquer parle: na r/riga da Independencia, ,n, 37
Farinha de mandioca
de superior qualidade, chegada a este porto no da
24 do correle : vende-so mais barato do que em
outra qualquer parle : a bordo da sumaca S.-Anto-
nio de-Paduo, fundeada defronte do caes do Col
legio.
Vendcm-soapparelhos de metal fino para cha,
modelos muito modernos; cadeadr.s do letlras,
gaandes o pequeas ; sellins iuglezes ,fiara munla-
ria de senhora ; dilos elsticos de patente, gran-
des e pequeos, para montara de homem ; cahega-
das finas com peitoral e sem ello ; liezerros inglezes,
grandes,"para cobrir camas Mudo reconleinenle che-
gado : em casa de Gco : Kenworthy & Companhia :
na ra da Cruz, n. 2.
Vende-se a muito acreditada e superior farinha
Praca da Independencia,
numero 57. >
Aos <2O:O0O^OOO.
annos, sendo um delles oQloial de carpma ; um dm
tode30annos;umanegrinha do aannos; uma mu-
latinrja de 16annos, comalgumas habilidades na
ra do Collegio, n. 3, se dir quem vende.
Vendem-se duas casas na cidade de Olinde ma
nos Qualro-Canlos, n. 80, e a -outra em S.-p'edro-
Martyr, n. 18, em chaos prOprios na ra atrts da
matriz da Boa-Visja, n. 52. *
Arroz quebrado do Maranho, /
a 1,200 ris por arroba.
Vende-se no armazem que tfoi do falle-
cido Braguez, ao p do arco da Cncei-
c3o.
NSo ha nada tilo barato.
Vendem-se corles de caigas de casimira els-
tica padrOes novos, pelo barato prego de
5,000 rs.: na ra do Queimado, loja d so-
brado amarello, n. 29.
ollavoi e vigsimos
elles .uilis, que se
Bilhrtes e meios dilos, guanos
das lotera* do Itio-de-Janelro : a
acabara.
~Verdem-so, na ra da Cruz, n. 21,pedras de mar-
more franeczas psra rfiesas redondas .e consoles.
Vende4se uni rico apparelho de offieial subalter-
no da "guanta nacional, coiHendo harrelina, drago-
nas espnlaVida praleada fiador, banda, canana e
lalim .eoutrddo servico ordinario, contendo bar-
relflo, espada, talime canana : na ra Nova, n. 6a.
Pura liquidacao.
Na loja da ra do Crespo, n. 5 A. ao p do arco de
S.-Anlonio, vendem-so manas de garga com tecido
de soda do muito'lindos padrOes, a 1,000 rs.,
propiias para meninas ; chilasde raniagens o deco-
res lixas. a 120 rs. o covado, e em pega a 4,000 rs.;
lencos para grvala do bom setim de cores, a 1,600
rs. inteieos ; pannos finos superiores, preto, verde,
azul c cor de caf, de 3 a 4,000 rs. o covado ; diales
de chita de cores escurase grandes, a 800 rs., ditos
pequmos, propriospara ideninas a50 rs.; cortos
de collelesde gorgurflo escuro, a200 rs.; ditos de
fuslip, a 500 rs. ; merino preto e fino, a 2,500 rs. o
covado; casimira preta. muito fina, a 2,500rs.; dita
prcta de listras, a 5,000 rs.
Vendem-se,
chapos de molas, a 6,000 rs.: na praga da Inde-
pendencia, ns 7e 9.
-- Vendem-se, na ra do Crespo, n. 11, os se- ,
guintes livros : Diccionario francez-portuguez, pelo
capitSo Manoel de Souza, 2 v.; dito portuguez ran-
,cez e francoz portuguez por Fonseca 2 v.; dito
por Constancio, em portuguez por 8,- 10 o 12,000
rs.; dito de Moraes 2 v. ; dilo do theologia, pelos
abbade Uergier, 8 v. ; Mestro inglez de Constancio ;
grammatica ingleza do Reg ; dita franceza de SeA
vene e Monte-Verde ; tudo barato : tambem se ven-,
de o resto da bella composigSo musical do papa fio
IX a 1,000 rs. cada um.
Vende-se cha. nacional, a 2,000 rs. a libra : no
paleo do Collegio, n. 2, loja de liyos.
-- Vendem-se machinas para foier caf;. bulos e
cafeteirasde metal; um novo sorlimento de panel-
las, chaleiras ecasaarolas de ferro forradas de lou-
ga : na ra Nova, reja de ferragens, n. tS, do Jos
Luiz l'ereira.
Vende-se 1 farda, 1 barretina cora choran, i
banda pasta o canina para -ofTicial ou inferior de
cavallara : estes olijectos inda nilo fOram servidos,
esevendorgo baratos, a vonlade do comprador:
n a ra Nova, n. 16.
Vende se uma preta criolita,
de 18 annos pouco mais ou menos, que cozinha, lava,
cose, e he muito boa quitandeira: no pateo do Terco,
n. 36.
=Vende-so uma carroga de carregar pipas urna
burra hespanola e um quarto de sella : na ra da
Concordia, ultimo armazem de madeiras.
Vendem-se*Igumas libras do uvas moscateis:
na praga da S.-Cruz, padaria do uma s porta.
l^odao da trra.
Vende-se muito bom algodilo da Ierra por prego
con.modo : na la do Crespo, n. 23.
Milho novo, a 5,300 rs. a sacca
No Passeio-rubco, n. 15, vendo-se milho -muito
superior, a 3,000 rs. a sacca de alqueiio.
Freguezia.
Vende-se vinho da Figueira, de superior qualida-
de a 180 rs. a garrafa ; arroz de vapor do Maranho,
a 2,200 rs. a arroba ,e a 70 rs. a libra; bacalhao
bom de mcia arroba para cima a 2,500 rs. e a 80
rs. a libra ; cha de S.-I'aulo, a.2,000 rs a libra .ca-
f em grilo, a 130 rs.; e todos os mais gneros de
boa qualidade |or prego mais commodo do que
em outra qualquer paite: no paleo do Tergo, ven*
da n.7.
Vende-se um cabiiolelde muito boas molas:
oara ver, na ra Flores cocheira do Jos Mara e
para tratar, na ra Nova.tn. 63.
--Vendem-so queijos d Minas a 600 rs. ; ditos
irmengos, a 1,200 rs.; ditos muito frescaes a 1,760
rs. : na ru Direila, venda n. 18
Vcudem-se queijos londrinos"; dilos de prato;
biscoulos inglezes; conservas inglezas e fraucezas
de sardinlias, hervilhas, frutase salame; arinhos
do Porto, Madeira, moscatel de Setubal, Bucclas,Car-
cavellos, Lavradio, Scheryv Colares; licores tinos
de todas as qualidades; chocolate (ino de canella :
ludo de superior qualidade, por-prego commodo:
na ra da Cadjua n. 2, venda do Tontea.
Vendem-se 5 bonitos mole coles de nagSo ; um
preto dc22airios, bom co/.inheiro ; um dilo cooi
ollicio de sanaieifo ; um pardo bom Irabalbador de
erixada o que entende do tratar de sitio; um pre-
to do meia idade ; urna preta de 22 anuos, quo cose,
engomma e cozinha ludo com pereigao; uma di-
ta que engomma e cozinha, com toda a perfeigilo;
uma dilarde meia idade; uma parda: na ra das
Larangciras n. 14, segundo andar.,
Riscados monstros.
Vendem-so riscados monstros com vara de largu-
ra pelo barato prego de 300 rs. o covado; na ra
Nova, n. 42, di fronte da igreja da ConceigSo dos
militares, loja de Tinoco r lloclla.
Aiuda cxitcm na luja de Jq3o Uonneley. na ra
da Cadeia-Velli, 11. 16, alguna dos palitos de 3,200
rs., e lambeiii alguus colletes de640 rs. cada um.
Veudem-sodous lindos moleques de 19 r 18
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Sil*
T3 a 3 3
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Escravos Fgidos
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Fugio.'nalsrde do dia. 29 de abril, um preto de
nome Benedicto de 50 annos. barbado, alto, ma-
gro ; levou camisa de madapnISo j usada caigas de
ln i tu lira neo de listras j usadas, lisio escravo fui da
I'arahiba. Quem o pegar leve-o ao Passeio-Publice,
ujas us. 9 e II,'que ser gratificado.
Fugio, no dia 28 de abril, um preto de nome
Joilo, de nagiJo Angola de 19 a 20 annos, estatura
alta cheio docorpo bem fallante, que parece ser
ci ionio ; levou caigas do algorlflo trancado azul j
rotas nos joelhos, camisa de madapolflo ; ha no-
ticias que lem andado na Boa-Vista : que.ti o pegar
leve-o a Passagem-da-Magdalena padaria o p da
ponto, que ser iccompensado.
Fugio, no dia 30 de abril prximo paseado, s
prela Mara do genlio de Angola, de 18 anno pou-
co mais ou menos estatura regular, com uma mar-
ca no olho esquerdo uma cicatriz no pescogo pro-
veniente do um caustico, urna quelmadura em cima
do p esquerdo ; levou vestido de cassa com lilras
verdes j desboladas o panno da Cosa; anda ofle-
recendu a venda um par le brincos de ouro de fila-
graa ,o di/, que he forra; fui comprada-lia pouco
Ifmpo pelo doutor l.uiz l.opea Castello-Branco e
Srjvaao professor de primeiras Je tiras de Ftka-de-
l'ortas, oSr. Francisco Rodrigdes Xandas; coma
que ella est occulla em uma casa do cuja dona se
vai.indagaro nome e a veracidade 4o fado e caso
se realise a polica tem de sp haver com essa pes-
soa : quem a pegar leve-a a ra Nova n. 40, ou a
ra do Queimado, loja n. 19, que.sera generosamen-
te recompensado.
Continua a estar tugido o pardo Jacob, de 18
anuos, seceo do corpo cabello estirado; lem fall
de um iltnle na frente e um peqiicno^aJIJp na maga*
do rosto, o mais visivel sigual -he A Atarea de uul
caustico as costas; fugio a 21 de dezemriru de 1847 :
quem o pegar leve-o a ra Nova, a Jos Luiz l'ereira,
quo gratjlicar
Fugio a preta l.iiiza, do genlio de Angola, /W/
bem explicada, de 30 annos pouco mais ou menos ,
cor lula, beigos grossos e virados : lem tres cica-
tiizos na tesla o outra em um lado do roslo; ha toda
P'-obalulidade que tenha fgido para o engenho Ci-
nipapo perto de l'aulista : quem a pegar levo-a a
seuseiihor, Belizario de Aliiuquorque Mello, no
engenho Mundo-Novo que recompensar,
PCRN. : NA TrP. DE M, F. DE FAKlA IC%

MUTILADO L


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