Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06476


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Full Text
A nno. XXV.
Terja-feira
O DLtJliOpublloa-ae todos os dlatque dIo
forrm de guarda. Opreeoda assignatura he
dc4S0O0rt. porquanel, fiigoMaHnniaii mnunriol dos assignailte* sao inseridos
rasao ile 20 rs. por liiiha, 40 rs. cni tjrpo dif-
frrenlf, e as repetifes pela uietade. Os nSo
asignantes pagar 80 rs. por liuha e 160 rs.
em typodiQ'erenle, por cada publlcacao.
PIIASES DA LA NO MEZ DF. MAIO.
Luachela,a7,lhorae30mln.da rd-
Mingoante,al5,.4horase48niln. datara.
La nova, a 2, > 9boras e 34 mtn.datard.
(Jreecente,a, Ms 11 horas c48mln.da mann.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Golanna e Parahiba, as segs. e sexlM-feiral.
Riu-G.-do-Norlc, quinlas-felras ao mcio-dla.
Caho.Serinhaein. Rio-Formoso,Porto-< alvo
Macelo, no 1." a II e 21 de cada mez.
Garanhun. e Bonito, a 8 e 23.
floa-Vista e Flores, a 13 c 28.
Victoria, t quintas-feiras.
Olinda, todos os das.
PREAMAR DE 110JE.
Primeira, s 10 horas c 54minutos da manh.
Segunda, s 11 horas e 18 minutos da tard.
de Abril de 1849.

N. 97.
das da semana.
30 Segunda. S. Catharlna de Sena And. doJ.
dos orph-,do 1. doclvel edo J. M. da2.v.
1 Terca. S. Philfpc e S. Tiago.
2 Quarla. S.Atanazio Aud. do J. do c. da 2.
v. edo J. de pai do2. dist. de t.
3 Quinta. >fri5(tlnvenc.o da Santa Cruz.
4 Seata. S. Monica. Aud. doj.do civ. c do
J. depazdol.dist.de t.
5 Sabbado. S. Pi. Aud. do J. do civ. da 1.
v. e do J. de pas do 2. dist. de t.
G Domingo. Maternidadc de NotaaSenhora.
CAMBIOS NO DA 30 DE ABRTL.
Sobre landre* a 26 d. por 1/000 rs. a 60 das,
Pars S6) a 360.
Lisboa ICO por cenlo de premio.
Blo-de-Janelro ao par.
Desc. de.le.tt. do boas Armas a'/, % ao roex.
Acedes da comp. de Reberibe, a .'>"? rs. ao p.
Oiiro.-Oncas hcsn,holas. 3 Modas d.- 6/400 v. 17/200 a 17/400
> de 6/400 n. 18/200 a 16/101'
. de4/000.... 9/200 a 9/400
PrataPatacde brasilclros 1/780 a 2/000
Pesos columnarios. 1/080 a 2/000
hitos mexicanos..... 1/SS0 a 1/1H0
PEnNAMBUCO.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SESSAO Rtt 26 DE ABRIL DE 1849.
(Concluiio.)
f Sr. Uncir I UaUUiro : Beahoret Quamlo uro hon-
rado meinbro desta assembla. interprctandn fielmente
o srntiment que infloinma a populacno intelra desta
|irovlucia para com n sen digno presidente, pretenden
dar a etse sen lmenlo a exprrssao authenlica c solemne
que ello requer em sua inocuo ; desde logo me persua-
d que uenlmina voz se erguerla neste recinto tenno pa-
ra slgnillcar uina adhtafa c exprimir um assentiinento.
Knjf pensara assim, senhores ; porque depols de passa-
do o grave prrigo que cstiveram exposat a paz pu-
hlica e as instuleors do pais ; depuis de lermiuada a
aterradora eoncusso que abalara todos os alicercei da
ordem social, c aineacra subverter a provincia em um
abismo de calamidades, neiihuir coraciio pernaiirbuea-
no delxar de palpitar de recr.nhcclmento c de gratido
pelo principal autor da nossa paclficaco ; pelo magis-
trado corajoso e Ilustrad, que, ajudado do patriotismo
e iledlcacaodosPernambucanos, assim como da fideli-
[ dade e valenta donossn exercitn e marinha, atacou a
auarebia em todos os seus inlrlnchelramcntoS, veo-
rcu-a, c qual novo Tlieacu esmagou com seu valeroso
braco o hediondo minolauro, a quein a perversidade de
mis, aamblcao de outros co delirio de tantos oft'ereciain
i in abomina vel holocausto tantas e til horrorosas he-
catombes I Minha c.peranca, senhores, niio fol Iludida.
Para avallar-sc com exactido a magnitude e a rele-
vancia dos servfcos prestados pelo Exm. Sr. Manoel VI-
clra Tosa na crlre arriscadsima por que passmos, he
nrcessario determinar aorigein, os recursos c as ten-
dencias da rebelliao ; dessa rebelliao, senhores, a ra.iii
selvagem, a inais barbaresca, a mais atroz de todas
qiiantu lio ensinguentado o nosso solot
A rebelliao fui um eAVito necessario e inevjlavel de
causas d'ha muilo predispostas e amonloadas ; ainda
mala, a rebelliao no presente era a condieo ndeclina-
vel ila existencia do partido decahido no passado. Des-
deque este partido dWquitou se da opiniao do paiz, que
sempre repellio e'rcpelllr a exageraco dos principios
e o phrenesi de paixocs odenlas, convenceu-se elle de
que s poderia conservar sua influencia e perpetuar seu
predominio malerialisando todos os meios de govemo.e
procurando lora da constituir-", do estado e das mxi-
mas recrbidas nas formas representativas todos os re-
cursos de que havia mister. Foi assim, senhores, que pa-
ra urganUar em toda provincia um sistema de forra
propria.e de meios adequados aos flus de sua poltica,
reveslio da jui'isdircau policial, e conferio a direccao da
guarda nacional, nao aos seus alliados pura esimples-
ineule, mas aos humeus os mais extremado! e phrene-
licos, s notabilidades' turbulentas do sen partido. Nao
llie bastando este expediente, procurai-a elle cuidado-
sanente prat*jollocar nas posices bfflciacs nos diver-
sos pontos do territorio os-homens' pessoalinenlc mais
adversos e huslis s innnencias da ordem ; e, se por-
veninra deparava com algum que mantivesse pleitos e
queatocs de trra com os proprietarios deopposto cre-
do, csse era seuipre preferido, para assim interessa-lo
mais elucazmentc na politica dominante. ( Apoiadot )
Algum Su. epuladot '. He verdade, havia muim
nesse caso.
" Sr Mural Mnnlciro : No sendo ainda sullicientes
tacs recursos para comprimir e aniquilar as preponde-
rancias ordeiros, ionltraram-sc nas massas incubas pre-
conceitos funestos contra mullos. Iiomens disliuclos, ex-
citaraiu-sc as paixct da plebe, calumniqji se ludo ciu
prejuizo daqucllet que, pela sua po.co c principios,
inspiravam recelos, e podiam storv.ir os planos da dcs-
orgauisaco. ( Jpoiadoi gerati. ) Foi-se ainda alen, : pre-
gn-s o comtiiuuismo, A lei agraria ; fez-se acreditar
queosliens de certa ciaste de proprietarios deviain ser
repartidos pelo povo. Assim laucadas na tena, tantas
Mnente corrosivas ; assim reunidos tantos elementos
rct : estas fram distribuidas coui prodigalidad*' dos
arseuaes do goveruo desde o instante em que as influen-
cia decahidas principiaran! a recelar sua qui'da es-
trepitosa.
Tal era, senhores, a organisa^o do partido que se re-
beliou; taes er.nn seus recursos ; quaes poderiam, pois,
ser suas tendencias? A revoluciio. Mas unta revulu(o
isscutadaem taes bases, por m.iis odiosa c detestada que
loase pela maioria dos Pcrnaiubucanos, devia forfosa-
mentc inspirar ao governo serios cuidados, c reclamar
para ser combatida c vencida minia sabedoria, multa
perseveranta, umitas vigilias, uiuila coragem: lram,
senhores, todas essas condiedes, fftram todo* este sa-
ii ilicios, que o patriotismo eacousciencia do dever exi-
girn! do actual presidente, e que se elle prestou com
um zelo e infla dedicaco, que ciu. verdade esto cima
de todo o elogio. Hoje, porem, queja feliimenlc tcrini-
uoii a lula, que voltou a pas, e que o paiz desassombra-
do de appreliclisoes e terrores, pude aquilatar os servi-
ros relevanlissimoi do seu administrador, como uegar-
llie <.. inliiii dcgralidao, esse voto de reconheciineii-
lo, que elle deve receber como o mais bello galardiio de
taesservicos, por sera euresso expontauea dos testal-
lientos de um povo lid e agradecido ? Voto, pois, pela
nidiraca que se discute.
Sr. presidente I 'fendu fundamentado o inen voto nos
I motivos que acabo de dedmir, permilta-me V. Exc. que
leu encele o exame e refutar,io de alguma asserede c.i-
llumiiiosas e de algn fictos referidos em dous discur-
Isni proferidos na asscmblsa legislativa da provincia do
' llcnde-Janeiro acerca do ltimos acoiilcciuientos de
[ Pecnambuco pelos Sr. Salles Torres Homeiu e Manoel
Joaqun ; asser^fies essas que, pelo qu< toca parte dou-
uitial, foiaui victorio.amentecombatidas por algunsou-
tros uiriiibios d.ujuell.i assembla, e particularmente
)H>r um liabil orador, a cujo talento eu tributo a mais
sincera admiraco : quero fallar do Sr. Dias da Multa,
i'oresta occasio repellirei as injurias cuspidas pelos
oraMpes oppoticionisla sobre alguns 1'ernaiMJjkBcauos
ilisUllUtu, e restahelecerei a verdade histrica, alterada,
olieskidac conspurcada em um opsculo publicado na
capital do Impel, Intitulado o Libtllo do rovo, cujo es-
tro e coulexluia, comparados com o de um dos discur-
sos i que alludo, bem mostrain qual a verdadeira cri-
igem dcs'sa publicarn revolucionaria, que, parame ter-
' \ ii da enrgica expresso de Fox acerca de um escripto
de igual baiureza, impsesso em 1774, cliamarei um iieW-
' > f*Ua, ,:aiuiioto, a ios, utlrnario das insliluicn, < Un-
itnti imi**ir o motilo divido ao chifi da iiac.io.
os c moralisadorc, mas para vehculo de tanto alcl- do territorio que se sublcvaram ? .Nao estaveis em toda
i, tauta mentira liarte .' Nao vos armastes em todos os lugares Pois a
He otitra falsidade indigna, que o rebelliao fnsse efl'ei- provincia de Pcrnambucn se reilux a duas ou tres iul-
de demissOes dadas.
Alean de ser notoria a hesittco e nareimonla com que
nao por espirito turbulentos e desonganlsadore ; o Sr. Penna nrocedeu a tal reipeito. eis-aqui um docu-
lianto, inesmo qnando a representaeo nacional se ment que demonstra que em Olinda, Iguarassu, Pao-
falseada pela violencia apela fraude, como ainda d'A Iho e Nazarelh nSo se tlnha feito a menor alleracao
Senhores! Nao discutir! longanieiite o principio da *a
resisiencia, ein que assentam as observares d'aquelles ve
oradores, e que se-lhes anlolha tfio crreme e comezl-j I
nho. Drei, porin, queum tal dlreito em um paiz que. to de demissOes dadas.
tem una tribuna e urna imprensa nao pode ser admllli-1 Alm de ser notoria a hcsittcSo e nareimonla com que
do te
porqua
acha fa..^- ,.*.....--------- -,------------------------------.
lia ponen teslemiinhmos, os dlrcitot dot opprimidat. na^policia e guarda nacional, qnando principiaran! as
semprc eucontram vozes corajosas e sinceras, que de- prlmclras reunirles sediciosas de l.avagem, quamlo o
nunciem a oppresso eos abusos. Equemhe, seuhorej,' conimandante do destacamento de polica quizseduzlr
que proclama o direito de resittencla ? He o orgao de, o destacamento, c detarma-lo; e lie bem sabido que,
um partido que nos opprlinlo por tao longo espado de qtundo o cauJilho Joao Paulo reuni o corpo de guardas
lempo ? (Apoiadot gtrati.) He o orgao deum partido que nactoiiaes que commandava, e levou-o para Iguarassu,
rasgou todas as Tullas da constltuiciio do estado, con- ra aluda o commandante do inesmo batalhao.
culcou todas asnotsas garantas, e nos collocou lude- | Ainda mais, senhores, a revolucao rebenlou no norte
frsos fura do pacto social ? He o orgao de um partido em llns de outubro, ejo Sr. r'cilosa, pessoa preminen-
que nunca recuoii diante de atrocidade alguma, c nos B a rebelliao, por depolmento e confissao propria. es-
arremessou, nos cidadllos brasilclros, no mais avil- lava armado em Agoa-Preta no priniciro de novemb o.
tante e ignominioso t'Iolism? rienhores Se um tal He, porem, tao absurdamente falsa seiuelhante asseve-
principo, que condetnno e,m ltete e em todas as hy- raco do Sr. Torres Homem, que anda hojo, senhores,
potheses, podesse ser Invocado, era s por nos que, vo- em Golanna, en Pajeh, em Ipojuca c em outros pontos,
lados pelo poder persegulco a mais alroz, ao mar- exialein auteridade de credo oppnsto ao governo.
lyrio o mais doloroso, fomos despojados de todas as ga-1 Qnanlo s prisdes, aqui a calumnia sobe de ponto;
ranlias que a conslitulro aHanca a todo os membro da porque antes de apparecer a revolla, e muilo lempo de-
ociedade. I,mi vado lieos, nunca o invocmo ; tivembs pois della apparecer, nao houve una so prisao portal
f nas Insiiiiih-.-ies do paiz; soubemos esperar e sollrer motivo !.... Senhores Eu ahito que uao estejain pre-
nunca invocamos o direito de resistencia, nao s porque teutes alguns dos nobres membros da casa, que proles-
cutre os dogmas da nossa religio poltica nunca reco- n,,l principios opposlo#aos incus; eu qtuiera invocar
iihe< cnins tal principio, como porque da mesma consti-; "" letleiiiunho para ludo quanto acabo de expr ; mas
tuicilo de nosso partido resullava eatt doutrina auda-' so menos o silencio dos que aqui se acham serve de con
vel. Senhores! A propriedadevivede si inesin ; o me- flrmaco authenlica as inhibas asseveracet.
rito, acottumado aos ultrages da inveja, tabe esperar I At causas da rebelliao sao bem sabidas os que ha-
pelo teu triumpho, que he sempre eslrondoto; a Intel- v'w> f*'" a conquista de Peinambuco nao podiam a-
llgencia cm si mesma acha recintos para manter sua in- bandonar a pida seiu um combate levado ate o ultimo
dependencia, e o patriotismo antes quer tollrcr no seu g'"o le furor. Era queslao de vida c mor- para o par-
individualismo do que arrojar a soeledade em um desses < revolvlmento falaet, em um desses cataelySHios desaj- segunda parte do sonho de Pharao decirado pelo capli-
tiosos com que sempre se aTundam a liberdade, i hon- <*c Pullfar ttnha comecado a reahsar-sc: era, pois,
ra c a felicidade da patria, (^pondos giran.) I chegada a quadra calamitosa c faminta das Meew inora
A provincia eslava tranquilla, dh o orador quem dm.npiqa$ fanadai... Depon, tanta oppressao, tantas
me reflro, c s at provocaces do Sr. Penna (que t de majfeilos iat requeriam um dcsaggravo debaixo de mu
um golpe preteudeu demif.lr, prender e pertegulr as regltticn de ordem e de le
influencias do partido decahido) derain lugar i revolla. Aatjevera o Sr Torres Homem, que o Sr. l'enna havia
tuja expuz quaes cram as ciremustancias da provincia. rcsolvldo a demlstao siinulUnea de lodos oaeinprega-
e quaes as materias liillammaveis derramadas por toda d'" polica, e guardara cm segredo a nouicacao dos
asuperlicie do territorio: a ndministracao marchava novos para em Um s da c cm una occasio dada sc-
sobre um tolo volcanisado, e bastarla que balesse com "in empotsados os novos e presos os auligos ; c accres-
ope mais forteinente para apparecer a explotao, c he!ceula que todo este myslcno eradcvido n odiotidade de
i*so inesmo o que confesta aquelle orador quando di. as cidadaos, que o inesmo Sr. se coinpraz de apelli-
foss'e a condieo da tranquilldade, haveria governo al- '""1 valor para seguir o destino dos seus amigol, pe-
gu.uque aceitaste tao Ignominioso pacto? Haveria go-Tejando com as armat ni rao no campo da batalba,
verno algum que se subjeitasse una tal federacao, ta- encarregou-se da vil mlstao de calumniar atrozmente
orificando assim os verdadeiros amigos da ordem, os t'.itos cidadaos distinctos e tantos l'ernambucaiios res-
principios, a sua propria dignldade e o futuro das ins- peilaveis pela sua potlcao e servicos em prol da ordem
tiluicoes aiubicao e altivez de tal partido ? Senhores I publica., felizmente a baba peconlienta desse detractor
sempre a mais negra aicivoiia da parte
do. A revolucao
adoptado, o aprettos dispostos, tildo, luJ
vencido. A revolucao"- eslava urdida, o plano eslava ''"" '/''" S'baslio Uns. Assassiuos s
iJo emliin com- guiuat dessas influencias decahidas de l'ao-d Aillo, .
o al-
e ou-
binado, e o, dep-tado, pedia,,,, uu antes Intimaran, ao MI fregu/, as assassmus MW1M, N
Sr. Penna que uto den, llis.e auloridade alguma vm'^^^t^9m^^!ChM3S^Sa1^
ssim dar Wmpo a est.t autoridades a einpregar os te eiuRio-Docc a um pobre velho ino) *.-
meios do governo, isto he, sua jurisdiccao c influencia, : os sao esset que, depon de ter n.orto ,.o. de.8.i. of e
para reunir os povo,, arma-Ios't manda-Ios comb.ter. amargura, ao bou, e resneilavel Sr Juo ^*ln a;
Ahl esta preso! del.gado doli.noelro, o Sr. Lucena, !*" f?Tli'?2,..KiSnieTri!
bem conhecido, que nao cessava de officiar ao Sr Pen- senhora tmida e enler.na, e subte sen lunoce.Us ti-
na, reiterando o.'protestos de sua adhes-o e fidelidade, "o I atsassn.os to csses Mitanto Afulair, nia-
c isto me.mii depoi de reunir gente em nome da sua au- M brbaramente dout illioido Si. A lo no IMH.ii-
to.idade. depois de prender o co,.....atMUale do detlaoa- WtkWH. *"T'*?^.*^^0?^
ment de polica que all se atji.ra, e de muilo. ou- i rraiacs de Cuangy assino, sao ei.es que ataca a.n
tro, lacios de mauifesla hostilidad. I.... Eo Sr. Penna o engenho (.ongaisor asa ,-".'^'n^o S. Jos Mou ra.
Se'nhores O pensamento da rebelliao foi Irazido do Hitaran, de balas a mulher deste cidado, como eu pro-
I\io-de-Janeiro pelos ex-deputados assembla geral ; prio teslen.nnhcl; assatsiuos sao et.es que cobarde-
al 1 ..._ ...iiii>iin 'i r i iiill
tas em que vos acastelavcis, e das quaes eris sempre
expelliilos cm fuga J ( ipoiado, ) Todos esses nnstos
ierles tao vastos-nao sao parle de Pernamburo .' Por-
que alii a ordem nao foi alterada, ou, te o foi, levo a
anarciiia de ser incontinenti esmagada, como succcdrii
cm Pajehu, quando a era desta comarca pretenden ala-
stro denodado Manoel Pereira ( Apoiadoi gtratt ) ','omo
ac ilion o pequeo moviuienlo do Kxu e da E.cada t ( A-
poiadut. ) Krels i:i forte, a opiniao da provincia favo-
recia tanto votsat doulrinas, para que inenlisles tanto
para que raluiuniaveis aos vossos adrersaiiot, atiribu-
indo-lhesii intento de surrar homrns livres e v^ndd-los
( Jpoiadoi titroiidoo*. ) Eris tan lories, e nos tao fraoos,
porque lirmastes essa allam, i ntiseravel com os repu-
blicanos .' ( Apoiadoi. ) E anda assim fram e.ics.
depoit das derrotas do dia 2, de Pu-Amarello, e de
Arelas, os que se mantiveram no seu posto, quando vos
fugicis depois de haver rompido vossa liindeira pri,l-
Uva. IK-mais dizei-me : qual era mH exereito r Iteu-
nisles vossas frcas do norte, do tul e do oeste ; empe-
uhastes todos os votsos alliados na lula ; armastes todos
os turbulentos, todos os reos de polica ; Tuestes pro-
metsas honiveis promcllestei maque da capital, e di'
que numero de Iiomens. se compunlia vossu formidi-
vcl exereito .' De 1:600, ou de 1:800 houn na '
O Sr. I'aei llartito : Era o grande partido nacio-
nal !,.
O Sr. Slaciel Alontiiro : Pois o grande partido pode
apenas reunir 1,600 homrns, inuitos dos quaes ( cumpre
fazcr-lhe jutlica ) eran, homrns incautos, ignoranlrs,
illiididos, ou violentados por aquclles a iguem devlam
submisso? Tira todos esies, c iliiei-mc a que licar
reduzid i a vossa forra ? A bem pouca cousa K entao
para que tanta jactancia, tanto embuste P Mas dizeis vos :
fram as bayonetas mercenarias que defenderam a or-
den,. He preciso nao ser Pcrnambucano, e uo conhe-
cer oa bros c o valor dos l'ernembucanos para emittir
tal proposieo : ( Apoiadoi aeran. ) Pois se ., maioria da
provincia de Pcrnambuco, dominada por principios
menos ordeiros, c inllainmnda en, senilmente* revolu-
cionarios,, tentaste urna mudanca poltica, eran, 2 ou
3 mil bayonetas que havia, de comprimir Ihe a explo-
tao? ( .1,-iiimlnt giran. As bavonetas, essas uobres bayo-
neta que unto ajudarain aos Prrnambucanos no em-
penho de sull'ocar a anarchia, .o dignas do reconhe-
iiiicnlo de lodos os amigos da ordem, porque soube-
i un leal e corajoiameiite defender o llirono, as insti-
lu9es c a liberdade. E em lodos etses ponlol que in-
di.i'ucj. e nos ques una rebelliao nao apparecru.ou, se
appareceu, foi tuU'ocada, havia ahi bayourlas ? Nao i aos
amigos da orden, ae deve a paz e a Iratiquillidade. Este
partido, pois, que chama veis pequeo, fraco, fo, o par-
tido que vos combaleu, que vos venceu, e que vos com-
batir, e vo vencer lempre ; porque est estribado
en, todos os principios conservadorese cu, todas as frcas
tociaes. .
Senhores O honrado orador da aslembla provincial
do Rio-de-Janeird, descendo de tua generalidades ca-
lumniosas, afcgredio comn,furorverdadeirainente bru-
tal a alguns cidadaos respi lavisdesta provincia ; e eu
fallara nesla ocuatio ao meu dever, ac nrventura no
me constituase o cainpeio de tantos Peruaiubucauos
dlllinctot cobardee vilmente calumnia lo. por um de-
ii ii(.o gi.niiK.i e ousado.
O pi iiueiro aecomuitllido foi o luui digno Sr Joai|uim
Cavalcaull de Albuquerque. que lie detcriplu como um
energmeno, wdanlo detaigue, c perpetrador de atro-
cidades uaudilas. O Sr. Joaqun, Cavalcauli he um dos
btendelroi mais ricos c diitioclol desta provincia ; he
uu, cidado dolado de qualidades pcs.oaes mu estima-
veis : mas, cerlo, elle nao pude deixar de iucurrer na
averiosle lodos o niinigos da ordem publica, porque
he un dus seus mais exlrcuuot defensores. Seus ser-
viros cu, prol da pacileacno da provincia sao mu co-
nhecido, eo sacrificio das suas vigilias, do seu reponso
C dos seus haveres nio pode jamis ter obscurecido
pelas calumnias vomiudas contra elle por quem o nao
cou.M'ce, equa se anilaou at o ponto de caUuirtiaapor
couiniiss.io
O velho e respcilavcl Sr. Manoel Tliom nao poda tao
pouco escapar ao analhcina fulminado cnulra os mais
R>ruildaveii susteniaculos do ilirono e da paz ; e ei-lo
al,i victima de ali'roiilosat impuiaet. OTaclu de man-
dar chamar sua pieseuca seus adversarios, opprimi-
los de ultrages c preudc -los he nina fbula indigna, le-
Oida pela malevolencia para desacreditar a esle rico e
honrado f.uendeiro. Sel positivamente que, dirigudo
elle algunias exprestes teverat a um Cmara, fol pres-
tes respondido com desusada vivacidade, e mais nada.
O digno Si. Manoel lloriquea Waudcilev, cuja mau-
ao enconlrar-e uo sorriam entre como os imposlo-
res Estrutcot, os aiuspices de Roma, quando uiofavam
da credulidadedo povo
atreve a lano.
Fiel tenipre s regias que se prescreviira en, teu apos-
tolado maldito, o orador a quem me refiro julgoujt
Protegiiindono memo svslema de olleniler iiiipudlca- de seus Tins desenliar o partido da ordem com as cor
uienle a verdade dot Tactos, astevera o orador a quem as mais desTavoravcis, represenlando-o como um par- () jr Patt KT,l0 tstava, tim, tenlior.
me reflro, que ai verdadeirat causas determinantes da tido sen frca, tem recursos, tem opiniao e sen, viaa. ; 0 A(. Uacit, njmUiro 0 Sr. Caelauo foi encoulra-
rebellio foram: primeiro, um recrutamento, cujo peao He en, verdade arrojo de insensatez avalia-lo por tai"' d(J e||> uo8 uiim, |>0senlos da casa, e mi loniou
opprimia e nvexava a populacno sein pledade: segundo, za depols dos brilhantct trlunij hos que lcanfoii, c w ,.umUaU, |||as nouC mll colll|,ate que durou
[se operara na polica de toda pro- | de exlincta a rebelliao. enhores I Havia eini_y-r ' ceraui alguus dos nostos, e no qual o bravo major Si-
''|>"S 'qurra leve o .avallo lerido, assim como o doutoi Avcl-
1 v'" lino, foi preso o Sr. de engenho, e nada mais houve. ..
, l O Sr. Ltmenka : Elle nao eslava ah.
Uedeploravel.tenhoret.qne a tribuna legislativa sir- Immensa de principios de Wrja. de recursos de paz. de goiilstae que, a adversarios que lolnaratn
va nao para prop gario da verdade e dos principios sustentculo das imltluicdei ? Quaes foram os pontos estendeta a aiguu. i
DATA INCORRETA
,o.



fifi
parle licita represalia. Scnhore .' O Sr. Albuquerque
Ucha he mu destituido, mal bravo, mui amigo da or-
dcui, para merecer as boas gracas do su dclraclor ;k
eu deixo de Tallar nos succcsios de Cenipapo para nao
revolver as cimas de un liotuem queja nao existe.
Nao oiuiltirei, senhorrs, as exprcsscs da ininlia in-
iligu.-ir.ao ao ver calumniado vilmente um dos mais res-
pcllaveis fazendriros desta provincia, o Sr. Jos Maria
de llano-, Halieto. Iloiiieiu de Ulnarepnlaco illlbada,
chelo de lirn.-t daforluna, dotado de qualidades ai Nitll
devo declarar, em honra deste brasileo que j nao
existe, que, segundo o depoiinento do Sr. Mnrges da
Fonccca, aquel le finado, ao contemplar a camagein de
Harrearos, licou to horrorisado, que regressou para
ea cidade cspavoiido : assim proceder tambem oulni
ci'iaila.i implicado na rcvnlla, c que eu fne abstenlio de
nomcar, coiilentando-ine de assgnalar rilas louvaveis
disposiedes do sen coraeo. K poderlain estes tenhores
rcco'riimeiid'aveis" 7Vobr7ludpi"opuc!inXr"daVrdeViie embargar os estragos c o aiiiquilamento desta cidade,
da monarchia, lie o Sr. Jos Maria aecusado por factoi quando nao o poderm em Harreiros ? (Apoindoi.)
que Ihc nao sao pessoars so benemrito comprovinciano com os leslrmunhos de
estima que llie votam todos os Pernambucanos, nao s
rarancr.
____........__. ^3
riiquieta, inalteravcl, s porque tinhatn a ina frente os leguio cegamente o caminlio da revolta onde encon-
Srs.Pelxoto de Rrlloe ]Nunes Machado? Senhores! Kn traa amorte.
- "
=m
pela sua poslcao e cara^er, como pelos servicos que
presiou ao paiz servicos que sao de una ordem mui
superior para seren deslustrados pela calumnia.
Igual orle, senhores, coube em pardilla ao Sr% A-
gostinlio beterra, subdelegado da Muribeca, que he ae-
cusado de assassinatos. Assassiuo o Sr. commendador
Agoslinlio lieterra : So se o calumniador se refere
quadrUha de salteadores do Po-Scccn, qne este bravo
chlado extingui depols de grande resistencia, na qual
ficou elle ferido em unta perna : e ceno quem defenrie
rebeldes tilo odiados, pode defender os sultcadores do
l'ao-Secco.
O Sr Agostinho llezerra lie um dos mais notavris fa-
yendeiros desta provincia, he um cidadao benemrito
pelos eminentes servicos prestados em prol da ordem
publica ; devia, pois, incorrer na rxccraco dos anar-
cli litas.
Tambem o Sr. Riheiro Caldas leve de merecer as iras
dn Air. S illi sTorres llomem.qiie llie un I.....o assassina-
tn no consummariu do Sr. Arruda em Guianna. He mais
nina infamia acontar este riislinclo e illustrado servidor
do estado por actos de tao odiosa nalnrrza ; mas bas-
t'iu aos uussns adversarios, que elle nppozessc, como
sempre l.riii oppnsto em Goiauna nina forte barrei-
1-1 aos designios da aiiarchia para o calumniaren! indig-
iiluiente. ,
A' esta apologia, senhnres, dos bravos defensores da
legalidade ultrajados pelo orador opposlclnnlita, ae-
icscenlarei que lie caluuiuinsa a sua iflirmaliva, quan-
do assevera que o Sr. Mnnoet llcnriques e os uniros
eidadKM i-si-ivun pronunciados. Nao nenlium, ne-
nhuiii dos nomeados sott'reu processu algiim ; nenlium
foi pronunciado, nem inesmo o Sr. Jos Pedro, que lan-
os servicos prestou na pacificarn d provincia, e con-
tra quem tambem drsprjou as torrentes de ana clera
o orador que me redro.
Senhores f Tcutio destruido todas as calumnias pro-
feridas na asseinbln provincial do Rio de-Janeiro pelo
Sr. Salles Torrcs-Homcn, pela maneira a mais eviden-
te, ileinonstraliva e cabal ; c por esla occasio inveco
o testemunho de todos pianlos me ouvem, e appello
ueste lugar para a provincia iiiieira, para qne conlir-
ineiD on neguein os lacios que acabo de relatar.
Vio I,,, poiin, tmenle o Sr. Salles Torres-llomein
que se encarrrguu da odiosa larefa de injuriar aos de-
fensores da legalidade : o Sr. Manoel .loaqiiim, inein-
broda mesina assembla, tomn a sen cargo justificar
a rrbelllo pelos mesnios lucios, isto he, seinprr eoin a
< iliiir,un. Diste esle honrado orador, faiendo grave
oil'cns.i ao carcter dos liabitantes delta provincia, que
o cadver deste infeliz magistrado que siiccumbio o
combate do dia 2 na Soledad, foi Irazido presen?a do
presitlenic da provincia, que desie mudo procurou sa-
ciar toda a sede de vinganca que o devorava. Senho-
res Isto he urna calumnia atroz : sabe toda esta ci-
dade, que etse cadver nao foi visto pelo presidente,
o qual, recelando que o transporlassem i su* presenta,
mandou ordem anticipada para que o riepo/esiein na
bireja de San-Francisco, como de faci succedeii. lie
falso igualraenle que a populacao delta cidade pra-
uca-.se contra o cadver o mais pequeo acto de barba-
i nlailr, e que s un olrkial da provincia do Crar o
defendesse contra os inos tratos do povo. O cadver,
senhores, eslava defendido pela geucrusidade c illus-
trarao dos Pernambucanos ; pela gencrosidade de mul-
los cidarius que, havendo sempre militado em luci-
rs opposlai s do desembargado!' Nunes Machado, e
combatido suai inaxiuias polticas e seus principios, ues-
te dia de luto derramaram lagrimas de dr sobre o car-
po de um l'eni.iinliui .in,,, inmolado tao un causa, e
digno de ilion ir por nina mais bella.
O mcsiiio o ailcn scnliure, descreyendo em termos
homricos as barbaridades praiicadas pelos legalistas
no dia 2 de fevereiro, disse que multo! prisioueiros re-
beldes encontrado! nal torres dos temples, fin am preci-
pitados il.ilii pelos scus implacavci.1 perseguidores I
niifin tcsleinunliou, senhores, a maguanimidade, a
os hor
roroso's nao fdram pralicados pelos vndalos as puncas
horas em que prlejaraiu? A casa do finado desembar-
gado!' Ayrcs nao ful laqueada e devastada ? Nao o f-
ram tambem as do cap lo Arglo, do lente Des-
champs, da Sra. Crespo, do Sr. Juo rcenlo e tantas
ontras na Soledadc ? I embrai-vos, senliurea, e Icm-
bral-vos com horror da siena trgica do bravo volunta-
rio ( e ncsla occaiiio quero pagar um tributo de agra-
decimenlo a eite corpo cidadao ) que, rollando de*
pois do combate para sen lar em San-Jos, achou
duas irinas, e oiilro uiciiibro da sua familia morios, e
a casa alagada de sangue e taqueada ; e cutan, senho-
res, imagliial os horrores que se pratlciraiu, a carna-
gem, a pilliageui, cal os sacrilegios se porventura esta
cidade cahisse rm poder dol barbaros! Como laquea-
lam Agujar, Timb, Paralibe, Camorim, Araguary e
llurralho do prestaulc c bravo Sr. Francisco Jacin-Jio.
tanta vezes assaltado e depredado, assim saqueariam
edrstruiriam esla capital.
Sr. presidente! F.u desejava proseguir ainda ua pr-
senle analj se, e dar novos dcsenvolvimcntog a nlguinai
das niinhas observares: sou, porm, forjado a precepl-
lar a conclusao d, lias pelos nicu9 Incoiniiiodosdcsaiide,
c pelo que nesle monienlo inesmo paricco. Parece-ine,
porm, icr dito balame para iludir e refutar una
nina todas as asserces e Tartos consignados, nao s nos
discursos proferidos na assembla provincial do llio-de-
I no ne, como t.iii,i)i-iii no .bello do Povo. ';<"oadot
qcratt.) Parece-me ter dito bastante para desaggravar
a honra de lanos Pernambucanos respeitavril, ultraja-
dos c calumniados por lnunens sein consciencia c sein
f ; e eslou convencido de que tantas falsidadus, lautas
mentiras, lanas alTronts, c tantos horrores nao pdein
encontrar acrilacao nem aciiuiescencia da parte dos
esphiiol iniparciaes e dos honiens honrslos, osquaes
lodos volain agradeciinentos e louvorcs aos briosos de-
fensores da legalidade.... Nao potso mais continuar
[ i/"n ii/i,., giran.,
0 Sr. Ilaptiita : Sr. presidente, sinlo achar-inc do-
cnlc em occasio que Icnho de fallar sobre un assuinp-
10 que lauto me loca no inliino d'alina ; mas abunda-
do dos mcus amigos relevar as niinhas lili is.
Sr. presidente, pelas licocs ipie lenho colhido da hii-
toria da vida dol povos, simo serias apprehenses, e
arripiaiii-se-me os cabellos, sempre que a demagogia
desenvolve sua aclividnde mnlelica e procura asseuho-
rear-se do terreno poltico esoei.il. O germen das re-
vuluccs exislc em todas as sociedades ; c lerrivel coli-
sa lie quando alguiis homens, esqueclilos do vem a patria, buscaui os maos principios c niins ele-
mentos para eitragarem a moral publica, quebraren!
iodos os lacos de obediencia, promoverein graves pc-
rigos, paia desla sorte, oppriniindo o espiio de or-
dem, podPrein salisfazer pequeas lllibicdei, Islo foi
o que realmente aconteceu nesta provincia.
Na ordem dos acontecimenlos existe uina cadeii
que os liga e prende, e que e a observaco c aualye
pdem apauliar. Assim, desde (jirt vimos, em pocas
passadas, uina iniprensa incendiaria revolver as phrses
da populacao, agilar-lfics as ms paixes, cdai-lhcs
o (lucilo dellas se armaron contra as Icis e o gover-
no desde que vimos una faeco, que cvidcnlemen-
le desenvolva seu inslincto revolucionario, guerrear
a lodos o presidentes que fram mandados para pro-
vincia, c aimal arliar um que saililiaera iii]i|urM-
i,mies exigencias, emposora-a em todos os ciHkregos
pblicos, aleara o fugo da discordia e auloi isra *jjuer-
ra c exlerminio conlra leus adversarios polliicot;
desde qu vimos a propria iniprensa do governo> cuja
inissao he civilisadora, elogiar o crime c chamar liuva-
vell d.....o,su .o ni s de patriotismo as licenciosidades e
inalfeltorlai de urna plebe enfurecida que percorria as
ras da cidade, armada de puuhaes c cceles, iuvadin-
do o lemplo do Ucos Vivo, para inesmo ah laucar crjicis
convicios c insultos sobre alguns cidados respeitayels
e prrsligiosos, c espancar a pessoas pacificas c Ver-
mes ;--desde que vimos esta monstruosa demagogia,
j eiiio senhora deipotica da provincia, levar os odios
iiurnacionacs ao ultimo extremo de cxiilainerrto, e
lidiadas e abatidas, e o empregos conliados a homens
Anda mais, aflirma o inesmo icnhor, que, se haven- de.caractcr Impetuoso c lu blenlo, que eran, os pri-
do con lado 60 piisioneiros ao Sr. Joao Piulo de I.e.nos, ll)f|lS a promover a desorden! c a convive.- con. os
geiiro do bravo general Cocino, apenas .10 escaparan! ao
luzilamriilo. Ilaalguem nrsla cidade que ouvisse ja-
mis narrar esle laclo to atroz ? Que vil calumnia !
O ^r. Joo Pinto de I.emoi fez muitos servicos ordem
no dia 2, expot sua vida pelo ihrono e pela lei, e isso
era bastante para excitar as iras e os ullrages do icirca-
desatinos do povo, j nao era preciso um espirito pe-
netianle para prcdiicr com preciso inl'aliivel qualjb-
ria o icrmo fatal deto funestos delirios. Kuluajul-
tica, enlre nos, j nao era leno um siinulacro obscu-
ro e incomplelo --j nao exislia, na provincia, a or-
dem legal que a lociedade civil reprsenla ; os re
lumniador. Nao se lembrou aquelle orador dos fictos ,,,"de conilagraco e ruina ostenlavaiii toda a sua
passados no da 2 i ni piesenca da populacao Inieira/ ,,Ca c poder, e, piis cedo ou mais larde, todas esui
guando e aonde ic re.peitou mais religiosamente os causaa uccuinuladas c asss desenvolvidas, haviaoi
dictainesdaliunianidade? Sniores F.u me achava em .llomiliI. sru euciio, o qual nao poda ser oulro aenSv
palacio, quando as 11 horas do da 1 de frveieiro oi ullia M,,|oh8o revolucionaria que laucaste a provincia
H""io? l|f'S do Presidente da provincia oSr.Lu- eill .,., de desastres e ruinas. Apoiaia)
Masnolai, senhore, que os mestret deslas doutrinai,
os autores destas obras o humosas, _ain/.ar de tiveiciii
na esciirido profunda e lemhrosa^Ht palxocs, di-ixa-
, miiii ver o dogma que si'guiaiii, dogmTqiie, por egoisla,
estpido c selvtico que era, ellcs nu te aniuiavam a
declara-lo, mai que lealmeule exislia no fuudo dol
seus coraedes c esle dogma era, -- ou havemos gn-
Tcrnar sempre, ou havemos nos rrbellar. E para che-
gaicui a este fin clles cuidaran) luagnicamente dol
unios c |-i i |:ai.i. n, s 11 i ii ii .pi.ai -, c foi por isso que,
, nao obstante eslaicm no governo da sociedade, nunca
quieram reprimir as turbulencias de seus sequaies ; 9
antes acharam conveniente traz.er a populacao, cuja
. syupalliias haviaui conquistado, sempre exaltada, se,
cena; de ccrlo nenliiiui lioiuem era mais proprio para
excitar o rancor da populacao. Vinha elle, lenhoret,
com ai mos ennegrecidas de polvoia ; trazia as algibei-
1 as chelas de carluxos,... Ule que diga, te poi ventura
snllreii etsat civiclas, esse mos liulos. Ora, te isto
succedeu com um dus chrfet da rebrllio, um dos seus
mais desteinidos coininandantes, como, como seria pot>
sivel que le laiicaiscm de lories, ou se arcabuiasteiu
individuos obscuros e discoiilieciilns.
O Sr. Kriloia tambem ah est preso, e representou
um papel proemlneiilc na revolla : elle, pois, que diga,
se o pin tirio da ordem vlolou as regrai du htimanidade,
e inesmo do decoro para com elle, rainbeiu me achava
em palacio quando foi preso o Sr. Feilosa ; appello para
n seu Icsteuiunho. (ApoiaJoi grraei.)
A revolta, poli, appareceu ; porque, como hei mos-
trado, devia apparecer, atli-niis as prvlat causas que
exisli-im ella appareceu, c ni leslemunhmos e sen-
limoi ot seus desastres, prov.iiuos seus amargos e vene-
nosos fructos. A ordem publica foi abalada e estreme-
cida em teus mais firmes fundamentos, as initlluieSrs
juradas fram vlvamenle am-ae d-is, os campos foram
allagados do sangue de nossos irmaos, c centenas de
victimas pereceram 1101 combates.
Vas, quando a cega e feroz lenacidade dos chefei da
revolla empregava prfidos embulles e mentirai para
illaquear a boa f doi incautos, e engranar tuas fllei-
ras; quando elles percorrlain lodos os ngulos da pro-
vincia a reunir fdica e a cominetler roubot e latroci-
nios,-sabe esta assembla, sabem lodos 01 Pernanibiica-
1101 os (store os e fadlgas que o actual presidente em-
pieg na para atacar e eimagar por toda a parte os in- ym 0(nc|0 0 secretario da preiideneii, remeneada
turgentes; eoifuanto 01 leus esforcoi fram sempre .^ PXf,piarrj do orcaniento da receila e despeza jiro-
corados de felizes succeisos (.tpotados.) vlneial para o anno linanceiro prximo futuro de 1849
Cusa, porm, a crr que ettei barbaros, que tantas 18&O. lntcirada.
victimas arrasi.iraiii para cnipiinliar as armas contra I Oulro do inesmo, transmitlindo urna represenUta
seus irnios, tivestein o arrojo de delxar os campos c as rll, qm- o presiden le do concelho geral de talubrldad*
maltas para invadireiu eila cidade, c para eiitrrgarrin pede certas providencias,-am deque o nietmo.conce-
1 a mis riquetas, tantas vidas preciosas, lanloi penho- iho posta mrlhor desempenhar as tuas obrigifdet. v
re sagrados as maos de um exercito selvagem e de commissao de sstide publica.
0 Sr. Vicc-PritUrnU designa a ordem do dia e letauu
a sesillo.
SKSSAO EM 98 DK ABnil, HE 18*9.
I'rexider.cia do Sr. Souna Teixeira, eonlitiuada pelo
Sr. llego Borro*.
SIIMMARIO.rxrF.nilHT. -IdiamHla da artigo :>. i,
yoiluraida cnmqra munreipol do Rtelft.
Ai II horas e Vi da nianha, feila a chamada, veriti-
ca-se acharem-ic preieniet22 Sn. depuladoi.
0 Sr. Prndenle declara aberta a tessao.
0 Sr. i.' Secretario l a acta da teiiao aatecedente,
qual he approvada.
0 Sr. I." Secretario menciona o segunle
EXPEDIENTE.
homens perdidos. Mas el|es assim o ti eram, os a ni
maram coih o saque, promeiterain-lhes que elles nao
acliariam resistencia ; e he eita perversidade requin-
tada que te deve a medonha c sanguinolenta scena do
dia 2 de fevereiro, em que, depoisdell horas de vivo e
por Hado combate, vimos ai ras detla cidade juncadas
de cadveres; he esla perversidade em extremo que
te deve o grande numero de familias desgracadat que
vivem hoje hitando com a miseria e carpindo a peda
irreparavel e a leparaco eterna de quem Ibes servia do
doce abrigo e amparo.
E quando ai ras desla cidade le achavam invadidas
por esle barbaros ; quando as nossas familias iremiain
1 ep is.arias de lusto ; qu.niilo as unssas vidas estavain
lunar olas quando todos os Pernambucanoi amantes
da ordem acudiam ao reclamo da patria ; quando a hon-
ra, o derer e o bro exigiain o tacrliicio da vida, qual
lora o hoiiirin, qual o niagiitrado probo e inlelligenle,
qual o Hra.il. irn bravo e va lente, qual nalmente a au-
loridade prestigiosa que nos dirigi com bravura, tino,
sabedoria c prudencia no empenho de salvar a provin-
cia, nao o Exm. presidente o Sr. Tolla ? Atiento ao
perigo, fiel ao dever, desejoso da salvacao das iuslilui-
rei e do paiz, elle ficra Imite em teu potto de honra,
j acudindo a tudo com medidas enrgicas, c ja ani-
llando 01 v.il.iues defensores da ordem no patritico
empenho de vencer 01 iuinigos da sociedade. (Apoiadoi.)
Tantas virtudes cvicas, tao sinceras dedicaedes, to re-
levantes servidos, certo sao dignos do nosso profundo
rreonliecimenlo. (Apoiadm.) F. hoje que a provincia es-
t pacificada, hoje que todos os Periiainbiieanos aman-
tes das insliluiccs juradas se devem regosljar com to
feliz succetso, teulio para iiiim, como urna verdade as-
sentada, .que esta assembla deve volar pelo parecer da
commissao de consliluicHO e podiros, para que ie man-
de ao Iaiii. presidente una meiisagcm afim de se Ihe
dar as fchcilacocs pela pacificaran d-, provincia.
Sr. presidente, cu quizera nesta occasio responder a
.1 Igum.is cousas que se teem dilo em defea da revolta ;
mas esta tarefa foi cplimamenle desemptnhada pelo II-
luitre orador que me precedeu, c por itso pouco pode-
rei di/. 1.
Senhores, quando o facto he ainda lo rcenle, quan-
do as magoas sao lo vivas, quaudu nao- podemos apa-
gar da memoria o painel ensaugiientado que horno isa
a nciu.i mente, parece que he iiiuilo abusar da pruden-
cia dos Pernambucanos, que he multo escarnecer dos
teut sol 1 menlos o pretender justiScar-te a obras tao
criminosas ; parece que he um insulto feito ao boin
lento da naco e s leis do pais o querer dar-se raso a
quem pisuu lodos os deveret soclact e dirorcioii-te de
todos os respeitos humanos para promover desgracas
em conta ; mrineule quando, para te chegar a este
lini, te falta verdade c se abusa da imprenta e tri-
buna.
Com un cyuimo, como outro igual, lalvez, te nao
lenlia visto, se disse na assembla proviucial do Rio-
de- laueiro que o Sr. I1, una fura quem motivara a 111-
surreico cun dciuissoet acinlusai e ujuslai.
Ora, que laei dcmisses nao huuvcram, queat que
leein h.iMilo fram posteriores rovolta, j o deinons-
irou precisamente 0 iliuitre c dislincio orador que me
preceden; mas agora perguiito eu : K quando estas
demissdes livessein existido, teria isto raso plauivef
para a revolta'
Sr. prisideule, esta assembla sabe, sabe a provin-
cia, sabe lodo o imperio, que nenlium pariido lem dado
tantas dcmisses como o pariido decahido. Elle revol-
veii luda a provincia, c basta dizer que at os empre-
gos rio uiagislerio, que exigem eslabilidade para que
os ineslres possam aprofuiidar-se as materias que eu-
sinaiu, e acouipauliar os progressos dat tcienciai, e
o. nliiiin 1 relieao teem com a poltica, estes niesmot
empregos fram tirados a todos quantos mostiavam
alguma alien,in ao partido da ordem, e IVn ain conferi-
dos aos proslitos deste outro partido, hoje decahido.
E um partido que procede por este leor, he o misino
Sue quer apprescntar as rieinistct de delegados e tub-
elegados como justas causas de una iuturreico?( A
poiadoe.)
Sr. presidente, as causas da revolta existiam no nies-
1110 punido decahido, revolucionario por nalureza. Ea
prova dislo beque em 1848, quando ento o Sr Peuna
nao era presidente, e nem a poltica dominante eslava
no poder, s porque oro vice-presideule dera algurnat
(leini..u. s, este p.u lirio recoi reu s armas para resistir a
esle acto, alias emauarin de autoridade enuncenle^
beni assusladra foi a crise em que eilivemos. U prin-
cipio da resistencia armada, o egoismo para governar e
nao consentir que seus adversarlos tenhaiu oirello aos
inesmos gozos pollilcot, a barbara poltica de aspirar
s possicucs oll'iciacs, uo pelos reclusos da inlelligen-
cia, un, pela imprenta e tribuna, nicos unios que a
civilisavao approva, nas pelo estrepidn das armas ; el-
las, siiu, estas he que to as verdtderas causas da re-
volia ; estas he que sao as brulaes palxdci que teem
cavado as ruinas do paiz ; pois, quanto ao mais, nao
f.i I ta prclextot e deteulpas, por mais irriioriot.- estu-
pidos que sejam ; para o que lenhamot ante os olhosa
revolla de Minas e San-Paulo. Ot promotore dclla fi-
niente de faiendeirot abastados que.
oppreno e pelot desastres que lolfria a caplial, aban-
(loiiar.,111 suas l.( i,-,s. teus haveres, empuiiharaiii ai
arma, par- vmgar a liberdade. (Hienda., e.lrvmlosai.) lina. ?" anl^"a" ,r?P*r?-
giuai, leuhorcs, um tunante essas hordas de barbaros
que taqueaiaiii Harreims e outros pontos, que roulia-
1.1111 lanos engullios, e assassinaram seus rinos, de
posse delta bella cidade, leudo vista lautos objecios de
appetiteede leulaco I Imaginal torios os hoirores, to-
dos 01 attenladot de una tal invaso, e di/ai Iranca-
ineiilequcexciiiplo de igual sclvageria ,-ipri senlaria a
historia dos povos.
Senhores Aluda me record deste dia de lucio e de
iribulaco; e, quando em iucu espritu se dcbuxa
indie [a os pela Preclioarmar aguarda nacional. Assim. pois, clicgada|vctimasque licarain esleiididat no campo do combate,
a occasio delira deverem deixar ot empregos, eral, o sangue que se derramou, c a viuvez que lUou in-
igualinentc ebegaua a 00 asmo de. arnTieiilar a mina,
i" 1 1 occasio se rico, e com el
la lamban se deua occasio dos discpulos sedespren-
derciu da obediencia a seus ineslres, e de exigirem
ilelles as provas de suas lo bellas doutrlnas. Ja entao
a correntea das ruiit paixdei e da immoralidade era
to forte, que nao hacia diques que podei.em com-la.
Elle meu dizer nao he uiudiier vago; pelo contrario,
um laclo da revolueo o prora evldeuleiuente- Fallo do
fallecido desembargadur Nunes Machado, Era elle, na
rhovuca, taires o liomcm mais preemiuenlc do parti-
do decahido, era o dolo da popiilaridade iraiein ; eu-
1 o-, iccorilaces, liao posso deixar de leurici ao bine- lieiauo, logo que aqui chegou, queindo arrefeccr ot
mrito presidente da provincia o tributo do uuu reco- nimos e rctubeleccr a paz, apenas alterada em (res
nbecimeuto e da nimba adimra(o. Eu Icsteiuuiilie, punios da provincia, seus alba.tus recib rain no com
senhores, a coragen, e o palrioiisiuo d, -se digno ma- convicios, calumniaraiii-no, disscraui que elle tinlia
;;i.-li ailu, dando a todos o exemplo do valor e da conscl- apostatado, que linlia sillo coniprado pelos l'orlugueiet;
enca do dever em urna alma elevada; ruoviaiiiii.au- e o dolo da pnpulaiidade, ou antes a victima, 110 rigo-
do aos defensores da ordem, deliberando inalteravel rolo cuiifliclo ou de perder em um s dia seus traba-
no nieiu do cuullicio ; eu o vi cuidando de tudo, m.nos -llius de laiiius anuos, e incorrer as maldlc-des de sua
de si! .. Era Manilo def ndenriu e salvando o capitolio, lilb.i querida.uprm'i, ou de se entregar aos perigosaje
quando a hustes gauletas. couimaniladas pelo iuiplaca- uina guerra civil, como homem de emhusiasiiios e im-
vel Ureno.liiradtraiu a cidade eterna! Mas,euliorei.pode presset ardcolrs seguio o camiiUlo que partceu ga-
algueui pertuadir-te de que, se porventura os barbaros rantir-lhe u mrito dalealdade; pelo que levou ao do-
/uvares chrgasteui a apuderar-se da cid.de, ella tica- minio do publico seu protesto contra laei calumnia!, e
Oulro do inesmo, acensando remeta^ do relaterlo da
adin 1 oi.tia.,ao do patrimonio doi orphaoi deila cidade,
datado a II de Janeiro do anno prximo passado. v
cou.iuisso de fazenda.
Oulro do inesmo, acompanhando o relatorio do direc-
tor interino do colleglo dol orphol, datado a2Hdeja-
neiro deslc anno. A' coinmisiao de fazenda.
I ni re.|iiei iiuenlo ein que Simplicio Jos de Mello,'
profestor publico de primelrat leitrai do bairro do Re-
cid-, pondera que, havendo requerido la jubilaco, por
ler 20 anuos de exercio nao interrumpidos, inclusive 01
de lubitlluio, se lnha suscitado a duvida, se o artigo
8.* do capitulo 2 da lei provincial n.' 43, de 10 de junlio
de 1837, abrange os substitutos, ou he appllcavel ape-
nas aos professores ell'eclivos.
Em conclusao pede o supplicantc a assembla uini
interpretaran acerca do citado artigo. A' coinmista.,
de lcgislaco.
Vai A mesa e he approrado sem discuo o irguinle
requeriinento:
Requeiro que v commissao competente o regu-
laiucuto da Ihesourarla da fairnda proviucial, afim de
que, c ni i 1 lindo o leu parecer, pona rala assembla deli-
berar a'reipello de sua approvac-o. lat Pedro.
ORDEM DO DIA.
Conliiiuaciio da segunda discussao das posturas da c-
mara municipal do llccile.
Artigo 5." As carnes corruptas, e os animara que
un r 1111 ni, seao enterrados, mas s o poderlo ser noi
lugares designados pi la caiuara municipal : O! infiac-
to res sero multados em H.ii, e lujellar-ie-hio ides-
pezas que se lizerem com o enlrrrainento ; e, nao lendo
com que pagar, sollriio 24 horas de prito,
Occupa a cade ira dapretidencla o Sr. Reg Narros.
Depois de breve reflexoes, sao lidas e apoiadas para
eutrarem em discussao as seguiutes i-mi ndas :
Sero multados cm2/is. aquellei que delaarrin de
enterrar atcarnet podres, e os animara morios nos cam-
po! deshilados pela cmara municipal quando Ihn Tr
possirel, quando. uo nos lugares, e de maneira que
nao prejudlquc a salubridad!- publica. Aquelles que
nao poderm pagar a multa sero punidos com 1 dia
de pi isao. S. R. Jos Pedro.
Seja substituido pelo trguinle :
Acamara municipal designar cm numero suiHelen-
te ein cada freguciia lugares para uellai seren enter-
rados os auimaes morios, e escarnes corruptas dos ani-
ni.es que uo iivcrem dono tero enterradat cuaia
da muuicipalidade, ot outroi e as carura corruptas par
scus respectivos douos.
II Mulla contra os Infractores de 4/ rs., oudel da de
pns.io nao leudo clles com que pagar. S, R. Jfat--
jner. 11
VerIHca-se nao haver numero legal.
O Sr. Vite-Prndente designa a 01 dem do da e levan-
ta a seisao a 1 '/., hora da larde.
*/V0
SKSSAO EM 30 DE AHRII. DE 1849,
Presidencia do Sr. Soma Teittffl.
6VlA\i\i\lO.Expediente.ApprovacAo doe artigoe;>*.Q.,l
7." e 8. do titulo l.'dae poeturae da cmara
municipal do Hecife com algurnat emendt,
e adiamento do H." puta ao dpoie da dn-
riui.io dae meemat p. eturae.
Al ll 7. horas da manlia, feila a chamada, verifica-
se eitarem prsenles 27 Srt. depulados.
0 Sr. Preeiiente declara abena a iraiao.
O Sr. i." Secretario l a acta da sesio antecedrnie, a
qual he approvada.
O Sr. I." Secutar io d con la do seguinte :
EXPEDIENTE.
Um ollicio do secretario da presidencia, communi-
canriu h.ivei-se paiiicipa.lu rrparllco ompeteule as
deinissOes do terceiro ollicial da lecreiariadaasicinblJ,
c rio continuo da inesma, Domingoi de Azeredo Couli-
iiho.luteirada.
Oulro do deputedu I.uurenco Trigo de Loureiro, par-
ticipando, em addita ment ,10 s. u ollicio de 10 do eor-
renie inri, que no meimo dia 17 do crreme em que ie
apresenlou na assembla, parlicipou 'oIBclaluienle a
secrecrelaria do curso jurdico de Oliuda que, ua ru
ma da caria de lei de 12 de agosto de 1834, falla opclo
de seu ordenado que veuce como lente lubilllulodo
nesmo curso, c que renunciava ao subsidio que como
diputado provincial devia receber durante a presente
tetto ainda que succeda que venha a crssar tua enfer-
Tuldade que o impede de asslslir aos Irabalhos legisla-
tivo da mes 111,1 assembla.Iuleirada.
Outro de oHicial-maior da secreliri da aisembla,
RuKno Jos Crrela de Alenla, participando o estado
em que achou a iiiesma secretaria.A' commissao de po-
lica.
lim requeriinento de Juo Jos Rarroso da Silva Ju-
venis, profenor publico de pruieirai lellrai da cidade
de Goiauna, i para onde foi tranferido de (ioiannnba )
pedindo que o leu ordenado teja elevado a AOO/OOO.
A' eoiniuissan de ordenado!.
Outro de Antonio Mximo de barros l.eite, profeilor
publico de primeiras lemas da cidade de Goiauna, pe-
dindo que a assembla Ihe mande pagar a gralillcayo
dn lercelra parle do seu ordenado desde o dia que com-
pletan I-.1 anuos de exercicio al a dala ein que se Ihe
priucipiou a pagar a mesma gralilicaco por uiaudariu
da mesma assembla, isto lie, desde aquelle lempo] ale
18 de mivciiibru de 1846. A' coiumiao de lcgislaco.
(C'onliniKir--aa. >
jLOUMhCi.
.'ousolavel, e a orphandade que licou desvalida, que
considei ari'u-s Ibes meiceerain ? Nenhumas ; c nem po-
dalo merecer, pois que fram as victimas c os padeci-
mciitos do prximo o puco vil com que le qult com-
prar os empregos cubicados. Eis 01 fructos da resisten-
cia armada.
oiv presidente, termiiiarei aqui o meu discurso, e di-
relerh resultado de ludo que tenho dito, que o pare-
cer em discussao merece a esclarecida approvaco desta
atseinbla.
Encerrada a discussao, he o parecer ubmellrdo
votae.io, c approvado por vinte voto! coutra tres.
U Sr. Preeidentc nouicia para a depula(o que lem de
cuuiprmenlar a S. Exc. por parle da assembla os Srs.
Vlaciel Monlelio, Cunha Flgueircdo, Joaqulm V Ule la,
Nabuco de Arauju el.ii.ua brrelo
Occupa a carien .1 da presidencia o Sr. Reg Rarros.
Piiinera discussso do projectou. 5 que fixa a fArca
policial para o auno econmico de 1849 a I8M.
lie approvado para pastar segunda discussao.
I'i iincir.i discussao (I,. projecto n. 0 que trausfere a
serie do municipio do Cabo para a villa do uiesmo uoiiie. IMPOIlTACAO. Ivl
lie tambem approvado para pasiar segunda dia I Rival, briguclnglez, viudo de Liverpool, entrado n
cus.o. I crrente mes, contignado a Jonslon Pater l( C, uiaui-
D a hora. I felou o seguiule:
AI.FaNDEGA.Rendlmenlo do dia 30 M.lll/JflW
Ifeecarregam hoje, 1." de meti.
Escuna Ualtnle-Maria mcrcadorias.
Ilrlgue Umely dem.
Ilriguc Urgente barricas vasias.
Hrlgue '^fflinda pipas vasias.
liarca Roteendale mcrcadorias.
1 ligue I.innea dem.
PatachoJfaria ^Joaquina vlnho.
Ilriguc Rival manteiga e ferro.


1
-
20 tonelladas lingeados de ferrro. 30 fardos, 40 caais. ASSOCJACAO COMMF.RCIAL DE PERNAMFIUCO-
fasenda de atgodao, 10 caisas fazendas de llnho, 100. O abalxo assignado convida pelo prsenle aos Srs.
barra mantelga ; a Johiuton Paicr a: C. __ j ,. I membrosda sssociagUo para urna reunifio em es-
ripiarlo
ion & .
8 fardos f.zendas de algodao; a C. J. Ail<-y.
84 barrica! ferragens, 25 embruliios pas de Trro, 41
peso de ferro ; a \V. C. Coa.
'j calas couros envernizados; iCS, Asile y.
10fardos fazcnda de algodao; a R. Royle.
03 celias folhas de (landres ; a Rolhe e Kldaulac.
3 barricas ferragens ; a B. a Hrandis.
79 fardos e 3 raitat fatrndas de algodo, 12 calas cha
peo de sol, if fardos faxendas de llnho, i
papel; a James Patn & t*'-
Usas fazendas de algodSo, I caisa (alendas de ha e
_5o, calxas hiendas de llnho; a Kilkinaun tC.
' fai(los fazendas de algodao, 3 eslas fazendas de
l.uho; a Russcll Mellors SiC.
i fartMnlio fa"ienda de lia,17 Tardos e 11 calzas fazendas
de algodao ; a N. O. & C.
10 fardos fazendas de algodao, I calza pertrnces para
cania, 2 calas trastes ; a-Fox Mrolhcrs.
100 barris mantelga ; a Hidguay te C.
11 calzas fazendas de algodao; a Deane Youle k C.
1 cajza magnesia ; W. t.'loyd.
l.'i fardos e 3 calzas fazendas de algodao, 0 calzas miu-
detas; a Adainson lluuwie S C
I eaixa livros ; aChrlswphers.
\ CONSULADO CEHAL.
Rcndimenlo do dia 30............4:S20/962
Diversas provincias.............285/274
4*5; 5/220
CONSULADO PROVINCIAL.
Re nd i ment do dia 30..........
. 3:330/224
1
abril de 1849. Bernardo de Oliaeira Mello, secre-
tario.
ADMINISTRACAO DO PATRIMONIO DOS 0RPHAS.
Perante a adminislracan do patrimonio dos orpbao
se bao de arrematar a quein inals der, e por lempo de
3 anuos que ho de ter principio do prlmclro de julho
do crrenle anuo ao lim de julhu de 1852, as rendas das
scgulnte casas pertencentea ao inesnio pauimonio : o
segundo andar da casa n. 1 no largo do Collrgio, e as
duas tojas da luesraa casa do lado da ra do Queimado
o. 33; as esas nmeros 23 na ra dn Colleglo, 9 na na
do Crespo, 29 no largo do Paraso, 17 na ruadas Laran-
geiras, 58 na na do Ranee), 13 praca da Boa-Vista, 31
na ra Velha dita, 22 e 24 na ra de S.Goucalo 'dita,
3 na ra do Cebo dita, 39 na ra do Pirca dita. 60 na
ra do Koiario dita, 44, 53, 57, 59 e 61 na ra da Cadeia
do Recife, 1, 9. 2, 4. 6, 8. 10, 12, 14, 16, 18, 20, 22,
24 e 26* na ra da Madre-de-Dos. Aa pesaoas que se
propoierem a arrematar ditas rendas, poderao compare-
cer na casa das sessdes da dita administracao nos dias
2, (0 c 16 do futuro inez malo, aa 4 horas da tarde coin
os .seiis fiadores; advertlndo-se que se uo aceitarlo
leos ilaquellcs inquillinos que se nao achain correnles
em seus pagamentos, Secretaria da administrado do
patrimonio dos orphaos, 28 de abril de 1849. Joan
Francisco di Chaby, secretario. .
Perante o concelho d'admlnlstracao naval tem de
contratar-se por arrematacao o fnrnrcimento de carne
verde para os navios armados c hospital de marinha
por lempo de mrzes, que lindar em 30 de junho futu
ro ; pel que convida-sc a quein tal fornecinicnio qul-
icr faier, para comparecer na sala das scsses do mes
mo concelho, munido da proposla em que declare i
- Roga-seao Sr. thesoureiro da lotera do Rio-de- OSr. Jos Elario ta ConceicKo, criouln, lilho
??n" "' "Jue,'como rse roubdo o Mlliete vigsimo n. <0 ca)j0 jo.se Elirio; pintor, queir declarar sua
assignado por Farla, queira morada para se Ihe fallarcom milita precisilo.
Jo9o Fernandas Generoso retira-ce para fra da
Vloviinciiio do Porto.
Afanos mirado no da 30.
Mai'seilles; 55 das, brigue francez 'anime, de 148 tone-
1 idas, capilfio Julio Heijeans, equipagem 10, carga vl-
nlio, azrlteduce, fazendas e mais gneros do pal/.; a
i .ii s lluurgirr S Coinpanliia. Passageira a senhora Ca-
sanova.
l'lilladrlphla ; 39 das, lirigue americano Pnluam, de 187
toneladas, capitfio Joseph Farrrll, equipagem II, car-
ga i ninii.-i, fazendas emais gcueros a Deane Youle t
(ompanlila.
I', ni di- l.ineii o ; 24 diai, brigue Inglez Ccttus, de 291 to-
neladas, capitn R. I). Gallelie, equipagem II, em las-
tro ; a Deane Youle & Companliia.
I: iliinii i'; 49 dias, dale americano Nary-Eltanor, de
138 toneladas, capilo H. Paikrr, equipagem 0, carga
i'.u inlia e mais gneros a II. Foster.
I'hil.id. I j > 11 i :i 39 dias, barca americana ('anidas, de 192
toneladas, capiliio Oliver P. I.ane i. equipagem 10,
carga bacalho, alcatrao c barricas vala ; a Foster &
".niiijianlij.i. Passagelros, A. F. Damon com sua seuho-
i .i e urna fillia menor, e urna prela forra.
Navios tullidos no mcimo dia.
I'.iiniouili ; paquete Ingles Express, cominaudante o l-
ente l.ory. Passagciros. ns mesmos que trouse.
tlio-de-Janeiro ; brigue brasileiro Assombro, caplio Jo-
sGoncalvcs de Ainorim,carga varios gneros. Passa-
geiros, 3 escravos a entregar.
menor preco, c o. iiome do fiador, que ser pesSoa para
ease fin habilitada, s 12 horas da uianha do dia 4
de maio vindouro. Sala das srsaes doeoncelho d'ad-
mlnlslraca) naval, 27 de abril de 1849. 0 secretarlo,
Chrlilovo Santiago de Olivcira.
Avisos martimos.
KDITA L.
O coronel Francisca Mamede de Almeida iu>; de pai
emextreicio do primeiro dittrlclo da /" eguttin de Sr
Frei-P&drih-Gonfnlre, em vi ilude da le, etc.
Faz saber que, havcmlo-lhe a enmata iminicipa
o nniiuiicado por nfllciu de 25 do coi rente hvir
o Eim. Sr. presidente da provincia espedido ns con-
venieule ordena para que so proced.( no dia 3 de ju-
nli'i priixinxi futuro a eleicAo de juizes de pazeve-
rasulores que hilo de servir no quatrienio actual; e
que, cuni|irinili), ileennforniidaile com o artigo 94
da lei de 19 do agosto de 4816, que seja e(Tectua..|a a
convocaoto de que traiam os ai tigos 4. e 5." da nios
na lei, convida (Cor sao aos eleilores o supplenles
iiI'.hmi declarados, para que conipuiecnin no indica-
do da 3 pclns 9 horas da iiiaulifia, na respectiva
niHtiiz, iiliiii doorganisar-se a mesa parochial >b
as penas da lei.'
lileilorei.
1 Vigario Francisco Ferreira lamelo
2 Rodrigo Tlieo'loro de Freilas.
3 ('.andino Agoatiulio da Barros.
4 Ladislao Jos Ferreira.
5 Jos 1,01 tu Pita Ortigueira.
C Antonio l.eiie de l'inlio.
7 Dr. Antonio Atines Jacome Pires.
8 Candido Jos l.islioi.
9 Antonio ..ciie pita Ortigueira.
tu Jo,ii|iinii Jo.i ilo S.iiita-Aiina Barros.
Supplenlet.
i loiio Lucio da ('. isla Monieiro.
2 Manoel Anlero de Son/a Iteis.
3 Dr. Jos Itaymudeda Costa Menczes.
4 Dr. Joflo Jos l'inlo.
5 Joo Leile Pita Orligueira.
6 Francisco do Miranda LealSeve.
7 Caelauo J'is Cullio.
8 iNuuo Mara de Seixas.
9 Luiz Pedro das Nevea.
10 Antonio Coellio de Mello.
ti Joiio Baptista Frago/.o Jnior.
i-' LourencoLuiz das Nevos.
13 Lucio Rodiigucs Pereira.
14 Jos Vellozo Soares.
l-' La^risiino Jos da Casta.
IC Jos Antonio da Silva Grillo.
< 7 Joan Prudencio da Cruz.
D sera publicado pela iinprcnsa e afiliado na | orla da
matriz -- Fregaezia de S.-Fiei-Pedro-Goncalvos, 28
de bnl de 18t9. Eu, Mauoel Joaquim da Silva Ri-
Para o Blo-de-Janriro sahe, em poucos dias, a ve-
leira escuna (alante-Marta, por ter a mair parte do car-
rrgomento prompln ; para o restante, escravos afrete e
passagelros, para o que tem ezccllentes couuuodus, tra-
ta se na na da Molda, n. II.
O capilo da barca nacional Ttntativa-Felii anuun-
cia que sahe iinpreteritelincnte para Mossamrdes no din
20 de mato; que todos os ubjectosque houverem de car-
regar na mrsina ficarna bordo ate o da 12 ; e que no
dia da sabida no admllta pessoa alguma abordo sena
os que fdrriu de passagem ; por isso rrcommenda a to-
dos l'aeain em Ierra as atlas despedidas.
Para Lisboa, com escala pela ilha de San-.Mgurl, a
barca portuguesa Teja, capilo Silverio Mauoel dus Res,
sahe com a malor brevidadr posslvel: quem na inesina
quizer earregar para qualquer dos dous portos, dirja-
le aos consignatarios, Ollveira limoste L'., na runda
Crus, n. 9, ou ao referido capilo, na praja do Com-
meiclo.
. = Para o Rio-de-Janeiro segu viagein em poneos
das o brigue nacional cipique, por ter parle de seu
carregainentn prompta: para o resto da carga, passa-
geiros e escravos, trata-se com Machado Si Hiulieiro, na
ra do Vigario, n. 19, segundo andar, ou com o capitao
a bordo.
Para a Babia satura em poucos dias o brigue Ca-
maeuan, o qual aluda pode receber alguma carga :
quem no niesmo quizer earregar pode entender-so
rom A in o i ni Irmflos, na ra da Cadeia, u. 39.
Para o Porto sal, com a tnaior brevldade pot-
sivel, a bem conbecida e veleira barca Jspirfo-S(m
lo para oquo ja tem a bordo meia carga : quein na
inesina quizer cariegar, ou ir de passagem, para o
que tem asseiados commodos, dirija-se ao seu con-
signatario, Francisco Alves da CuiiDa: ua ra do
Vigario, n. II, primeiro andar.
Para o Cear sahe uestes 8 dias a escuna Afo-
ria-Firmiaa : para carga e passageiros, trala-so na
ra da Cadeia, com Jo. Antonio Bastos.
5542 da declina lotera,
ter a bondade de prender a quein dito liilliett' Ihe fdr
apresentar, pois fol roubado com 40.000 reis de dentro
ae urna carteira, e dirija-se a liordo da corveta Bultrpe,
ou a praca a tratar com Joaquim Gomes.
O abalxo asslgnado, tendo perdido em 9 de marco
da corrente anno urna carteira com diversas lellras co-
mo consta do annuncio feito por este Otario n. 56 de 10
de marco.^declara que das lettras perdidas recebeu a
dos Srs. Joo Tavarrs Cordeiro, Joaquim Pinhelro Jaco-
liio e Jos da Fonseca Sonre e Silva ; liculo desta for-
ma sein vigoras ditas lettras caso apparecam: e para cla-
reza dos mesmos seuhores faz o presente annuncio.
Uanoil dt Sonta Tacares.
'oaquim Crrela de Resende Reg embarca pafa
o Rio-de-Janeiro o crioulo Hermenegildo, escravo de
Luiz liarbalho de Vasconcellos, da freguezla da Escoda
por ennta do respectivo senlior.
"~_Respondcndo-se ao annuncio feito no Diario de Per-
nambvrn, de 28 de abril do corrente anno, por Joaquim
Alves Camello, senlior do engenho Mirador, diz-se que
sua meic paga as lettras que uo seu annuncio falla, a
nao de quem ellas esiiverem, pois nao ha de ignorar
que, quando se faz qualquer negocio, e seassignam let-
tras, he porque o dito negocio est no todo completo, e
nao que deize indicios de faltar cousa alguma: filiando,
neni havrrism as lettras, neui negocio por ellas adqui-
rido : se Ihe falta alguma cousa, no he do negocio, e
siin pouco desrjo de as satisfazer, mrmente estando
urna- criada do no-
na trra o vendedor B noso, que com elle se pode fal-
lar.
sociedadc Harmonico-
Theatral.
I,rilos.
beiro, cscrivilo
uterino o escrevl.
Francisco Mamede de Almeida.
ieclaraces.
O arsenal de guerra compra dous castados de ama"
iella>tle 30 palmos de com primen lo e 20 noUrgadas de
abas de cubre
Jobnslon Palor 4 Companhia faiilo leil.lo, por
interveneo do correlor Olivcira, de grande sorli-
mento de fazendas inglezas lodas propriu do mer-
cado inclusive urna grande porco de pannos pro-
tos e do cores: boje, primeiro de maio, s 10
horas da uiaulifla no seu armu/cm da ra do Vi-
gario.
Me. Cnlmont & C. faiOo leil.lo, por interven-
eo do corretor Olivcira de grande poreflo de fa-
zendas inglezas, inclusive sedas e pannos de cores ,
que so vndenlo para liquilacflo de emitas penden-
tes : quarla-feira, de maio, s 10 boras da ma-
nilas em seu armuzem largo do Corpo-Sanlo.
Quarta-feira, 2 do corrente, no caes da Alfande-
gn, havurn leilode urna pequea partida do faiinha
trigo ordinaria em lotes de 10 barricas, por con-
la e risco de quem portencer.
'i ...
-
Avisos diversos.
Hocieda t\v A pol 1 i 11ea.
A commisso administrativa faz sciente aossenhores
socios kne nao se tendo reunido niimero siiniciente
no se pode deliberar: por isso avisa aos mesmos se-
uhores que llavera reuniao geral no dia primeiro pclaS
cinco horas, advenindoos que se deli berar rom o nu-
mero de socios que coinpaiecereni.
Antonio Frireira Meneres Jnior deiznti de ser
caixriro de A. V. da Silva liarroca, desde o da 21 < 1 > cr-
renle.
-- O escrivao Alcanforado iniidou o cartorio da ra
da Aurora para as lejas dn solirad de um andar (la es-
quina da na Augusta drpois da casa terrea amarilla,
onde lamban reside.
Frederlco Chaves, em resposla ao annuncio de 30
do corrale, tem a responder que no se emende com o
Sr. Joo Francisco Paes brrelo, irmo do Sr. bacbarcl
francisco Xavier Paes Rarreto.
= FiriniuoJ. F. da Roza, com esciiptorio nn ra do
Trapiche, n. 44, acaba de receber pelo hiate Fortun
novo sorlluicnto de algodo trancado da fabrica de lo-
dos-oi-Santos da Rahia, de qualidade larga a 320 rs. e
do eslreilo a 300 rs. : tainbem tem dequalidade mais
iuferior por preco coinmodo.
= Na travesa "do Queimado, venda n. 5, prcclsa-se
de um catastro que emenda da ineiiua c de conheci-
ihenlo de sua conducta.
b Jos Joaquim Alves Teiseira relira-sc para a Eu-
ropa a tratar de sua snele, levando em sua coinpanliia
sua mullier, seu coleado Domingos da Silva Teiseira e
ineioa dej uma uegrinna menor de quatro anuos, e delza por seus
O primeiro secretario avisa aos Srs. socios que os bi-
Ihetes para a recita do dia 2 de malo se dislribiicm em
osalo do theatro nos dias 30, I e 2, e que a di rec-
eo se reunir no dia I s 4 horas da larde para appro-
vacno dos convidados.
Prcclsa-se de uin feilor que saiba tratar de horta e
pomar, e de enchertar : no Aterro-da-l - Precisa-ge alugaruma amasecca de bous costumea,
que saiba fazer todo o sen ii>o interno de urna casa de
pouca familia Dirlgir-se na do Rozario larga, n. 36,
por cima da boliea do Sr. Ilarlhnlonieu, segundo andar.
Antonio Francisco dosSautos, Portugus, rctira-se
para fra do imperio.
Aluga-se urna grande casa, propria para pallarla ou
oulro qualquer eslabelecimenlo, na ra Imperial, com
duas salas, setc quarlns, cozinha fra, quintal murado e
cacimba : n tratar no thealro novo.
rio rcsjwit.-i*-el publico
Giiilhermr Frederlco W'alter tem a honra de amiun-
clar que acaba de receber de Pars novas machinas de
dagarrcolypo, bem como mu ricos e variados npparc
Ihos, taes como caizas do ultimo gosio, alnrles c re-
domas de ouro, mili proprios para reerberrm retratos.
O annmicUnteespera dos habitantes dePernnmbuco
a continuaeo da proteceo com que at hoje o leein el-
les penhorado, e adverle que ota prxima a poca que
ha II \iiln para a sua retirada desla capital.
Elle ii'in iiiii.i vcrdadeii-a maeliin i-il.. Vuil ind, aoom-
paubada de todos os apparclhos, a qual vender por pre-
co coinmodo, obrigmidu-se a minar a comprador, me-
diante urna recompensa rasoarcl, todos os legrados da
arte que profetsa.
Aluga-ae o priincirn andar da casa n. 7 da rita da
Moda : a tratar na mesilla
-- Precisa-se de uma ama para f.izer o servico de
uma casa dn pouca familia : na travnssa do Corpc-
Sanlo, n.27.
-- Precisa-so de um rapaz de 16 a 18,'annos, que
etnha pratiea de venda : no pateo da S.-Cruz, n- 2.
0 Sr. Joo Fernandos Ccnoroso que tem annun-
ciado para se retirar nilo o pndera fazer sem que
primeiro pague a Bernardo Jos da Costa o importe
de uma lettra vencida em 4 de nutubro de 1842 por
isso roga-seao lllm. Sr. chefs de polica que no llie
conceda passaporte, sem que pague a dita quantia.
Na ra do Queimado, n 14, se dir quem da di-
obeiro a premio. Na mesma casa se vemlein dous re-
logins varias obras de ouro, um colcha da India c
uma bandeira nacional.
No botiquim da ra larga do Rozario, n. 27, pre-
cisa-se do um caiieiro para o servico do mcsino bo-
tiquim.
-Joo liaplisla da Rocha e Mauoel Azevcdo de
Alme ida.siioditos lorluguezes, retiram-se para a ci-
d ida do Porto.
--Aluga-se um primeiro andar, na- ra "Nova, n
d."i : a tratar na nirsiii ra n 63.
-liiilionicii liabililad a ensinar as primeiras
lettiase granunalica porliigue/a seoffereco para
d*r lieOes em casas particulares, n promette desein-
penlmr as ol riiiares re m nplido : quem o precisar
aiiiiunrie.
provincia com sua senhora e
meMartinha.
~ Precisa-so de um homem que enten-la de ali-
nhar e plantar arvoredos : na estrada nova pisssn-
do a primeira bomba, o primeiro sitio esquerd.
Precisa-se a lugar mensalmcnte um escravo para
o servicio de botica : na ra do Aragilo, n. 10.
-- Domingos Gomes da Silva, subJito do S. M. Fi-
delsima vai a Portugal.
-- Manoel Rodrigues GuimarSes, subdito portu-
guez, retira-se para fra do imperio.
Joaquim Francisco Rocha retira-se para fra do
imperio a tratar de suaisle, edeixa por seus pro-
curadores a seu socio oSr. Francisco Ignacio Tino-
co deSnuza Claudio Dubeuxe Joo Fernandos P-
renlo Vlannn.
Jos Itapozo de Mello, subtido portuguoz, reti-
ra-se para ilha de S -Miguel.
Bernardo Jos Ferreira, Portuguez, retira-se
para fra do imperio.
Aluga-se um molequo para o servico de tima
casa : no pateo do Terco, n. U
Precisa-se de? 2 srvenles para o
servico de tima casa ; paga-se bem : na
na da Sanzalh-Ve!li, n. 35.
Aluga-se um sitio na estrada de Joflo-do-Rarros,
com boa haixa, escolenlo casa com duas salas na
frente, dita dnjantar.li qunrtos. cozinha, Pasa pa-
ra pretos, estribarla n tratar 111 ra ila Jrui, un
Recife, 11 II.
Na 111a Dlraits, n. 38, lava-sec enpomma-se com
mulla perfeiQ.lo e a 80 rs. a pera
Antonio Alves Villel.i, sub lili portuguez, reti-
ra-se para fra do imperio.
Antonio Jos Ferreira retira-so para lora do im-
perio.
-- l)eseja-se saber noticias do Domingos Ferreira
da Rocha natural de Figueiroa-dk-Mtyt, arrodi-
llo do Porto 5 a 6 legoas de urna familia chantada
os Nutras : na ra Direila n. 24.
Pela segunda vez avisa-se ao Sr. Joaquim Jos
de Almeida Pinto que queira no prazo de Irps dias ,
contados de hoje vir tirar os seus penhores na nn
Dimita, n 2.1, que os tem ha 13 mezes ; docaulm-
rio vi o vendidos pa'a pagamento do principal <
juros i' o mesmo Sr. Piulo iie.ua sooi dueilo al-
gn) aos ditos penhores e responsavel pelo restan-
te, no caso do pro lucio ilellosjiflo ehegar para o pa-
gamento de principal e juros Recife, -J!> de abril
de 1849.
Nj rtia Nova, 11. 35, ioja de all'aia-
le, precisa-se de 11111 hbil eonlra-mestrr.
Luiz Jos P.odrigucs retira-sa para fra da pro-
vincia.
Na ra de S.-Thereza, n. 6, lava-se e engomma-
|,se roupa com perfeicflo e a preco inuito coinmodo.
-- Retiram-se para fra do imperio os subditos
porlugiiezes, Jos Pereira Bastos, com sua mulher ,
Maria Joaquina Pereira Bislose dous filhos mono-
res ; D. Isabel d'Auslria com duas criadas portu-
guezas ; Joanna Maria do Livramenlo ; Jacintba Flo-
ra ; Joanna Maria da Conceic.lo e sus familia a sa-
ber : sua til 11 a Iglena Maria, seu genro Augusto
l.elnii innnu c seu criado Manoel Jos Fernandos.
largura, um pao de sicopira, qualro arroj
viIIm, duas arrobas de cobre em lencol, 30 libras ue es-
i.iiibw em erguinhas, duas c meia arroba* de chumbo
ent lencol, oils* libras de ziuco em barras e 10 ineius de
siil da malla : quem taes gneros se propozer a vender,' bastantes procuradores, a sua chegala, aos bes. li-
l | oda comparecer na sala da directora do iiicsmo arse- j velra Irmaos S Coinpanhia em primeiro lugar. Jos Dias
. nal no dia 4 de maio proilmo vindouro, traiendo sua da Silva em segundo e Antonio Joaquim Alve^i Tcieira,
' ptnpofia com os uliimus precos em carU feabada. f seu irmo, em terceiro.
A i seal degaena, 30 dr abril de l8i9. Oescrlptura-i = ama da Cruz, n.2l, precisa-se de uin escravo pa-
iio, i rascun Saru/tco de Asen Carmine. ra o servico de casa.
Precisa-se fallar aoSr. Jos Roberto Moraes e
Silva e como nilo se saiba de sua inorada rogs-s
ao niesmo Sr. de aununcia-la para ser procurado.
Retiram-se para fra do imperio os Porlugue-
zea Victorino de Mello Palga, Francisco Jos da Cos-
ta Antonio Romano Franco, com sua mulher, O.
Joanna Racbel da Silva eiinia (Iba menor, Joaquim
Jb' liento, Francisco Jos da Costa e Ignacio Jos
da ('.osla.
Fdrtaram, dasala do primeiro andar do Aler-
re-da-Roa-V'ista. 33, um castical de prata lavrada,
o ipialsodeNatarracha do p. Roffa-se a quem fr
offerecido que tenha a houdade de o lomar e levar
a dita casa, que se satisfaia toda a despeza.
Os berdeiros do fallecido Jo8o Maria Seve, se
quizercm comprar a posse do terrono em que silo
forciros dirijam-se casa em que morn u falleci-
do Caelauo da Silva Azevedo na ra da'Madre-de-
Deos, primeiro andar. Na mesma casase vendo um
terreno ou Iroca-se por uma casa terrea na estra-
da nova de S.-Amaro.
Perdeti-se urna chave de porta de cano : quein
a arliou leve-a a cocheira da ra Nova que ser
recompensado.
-- OfTerece-se um pardo para cozinbeiro do toda a
qualidade de comer tanto para bordo de algum na-
vio como para qualquer casa : na na dos Martyrios,
ao | 6 da igreja, casa do Sr. Freilas.
O tenente-corouel Lourenco Cavalcanlc de Al-
querque faz publico que a pessoa em rujo poder M
cha uma lettra aceita pelo aiinunciaule sacada
por Antonio Teixeira du Barba, que se vence a 2*
do corrente mez de maio, a aprsente no dia do
vencimento ao Sr. brigadeiro Almeida na ra do
Apollo, para ser paga.
Aluga-se uma casa de 3 andares no largo da
Assembla ha pouco concertada com commodos
para grande familia sendo a cozinha no primeiro
andar, e que be minio propria para qualquer nego-
ciable por ter milito bonita vista para o mar e ser
minio lusca: afallarcom JoaquimFranciscode Alm,
no Forte-do-Maltos, ou na praca da Independencia,
livrana ns. 6e 8.
Vicente Ferreira da Costa pede encarecida-
mente aoSr. Antonio Francisco dos Santos, que an-
tos de ietirar-se para Portugal Ihe v pagar a quan-
tia de 11,000 rs. que Ihe deve, importe de uma bar-
rica com bolacha e quatro gigos com batatas, que
Ihe comprou em selembrodo anno passido.
Francisco Ribeiro Pinto Ominarnos retira-se
para ilha de'S.-Miguel.
Oabaixoaasignadonovamenteroga ao Sr. Jo.fo
Francisco Paes Brrelo que tenha a bondade de llm
mandar pagar a quantia de 28,000 rs. provenien-
te de uin sellim com todos os seus pertences com-
prado a 6 ile mil libro do 1836. Como consta da si a
carta : no Alerro-da-Boa-Visla, fabrica de licores,
n. 17. ~ Frederico Chaves.
\a noilede 16 do correnle fugiode
Santo-Amaro um cavado melado, gordo,
de dinas e canda prelas, ripadas.pcs pre-
tos, etc. ; sem freio, s com sellin inglez
usado e mana de fazenJa escoceza : quem
o pegar leve-o a roa d\ Cadeia do Recife,
sobrado i. 36, quesera gi'utificado.
-- l.embra-se a Snra. Cypriana Maria da Concoicilr,
mana do fallecido Januario Jos das Neves quo sa
Ihe faz preciso fallar a negocio de seu interesse no
Alerro-da-Boa-Vista fabrica de licores, n. 17.
Felicia Candida da Fonseca, Porlugucza, reli-
ra-so para a ilha de S.-Miguel.
Manoel Cornos l.oureiro retira-se para fra do
imperio.
Precisa-sede um feilor, natural das Ibas,sen-
do casado melbor : na travesss do Veras, n. 15.
Manoel da Silva Tavares relira-se para fra do
impeli, levando em sua companliia sua mulher o 2
filhos menores. U niesmo convida a olos os seus
credores o llovedores para compareccrcm no dia 2
de maio prximo vindouro, afim de ajuslarem coli-
tis e verem o estajo do sua casa no Aterro-dos-
Afogados no Bom-Gosto.
Para as pessoas que Icnco-
iiau. seguir viagem.
Na ra do Hangel, n, 9, conlinuam-snn tirar pas-
saportes para d"ntro e fra do imperio despachan!-
se escravos e correm-se folhas : ludo com brevlda-
de e proco milito commodo como se tem dado ex-
cedente prov no decurso de 8 anuos.
Dr. Sarniento miidni-se do Hos-
picio para a ruado Queimado, n .'16.
-- Preeisa-se do urna pessoa que queira ser caixoi-
ro de umn casa 110 mallo o de oulia que seja bom
padeiro para ir para o mesmo lugar : na ra do
yuuimado, n. 9, primeiro andar.
Arroz quebrado Uo Maranlio,
a 1,200 ris por arroba.
Yende-se noarmazem que fo do falle
cido Braguez, ao p do arco ta Concei-
c5o.
= Na ra do Fagundrs, 8. a qualquer hora do dia,
adir fio com quem tratar a venda de una bauca redond..
d'oleo para meiu de sala.
Compras.
Compra-.e, ou aluga-so um sitio de pequeo
valor nos arrabaldes desla cilade : na ra da Cruz,
n. 26, primeiro andar.



i
Compra-se um sobrado de tim ou
dous andares, sendo no bairro de S.-
Antonio, mi Boa-Vista, e as principaes
ras : a tratar na ra Nova, n. l\it so-
brado de umandar
Compra-se papel do diarios effectivamentc : na
rua larga do Itozario n. 15.
.\as Cinco-Pon tas, pateo de N. S. do Terco, n.
14, cotnpra-se toda e qualquer obra de prata e miro,
sem feilio; assim como se di dinheiro a premio em
pequeas quanlias, sobre ponhores de ouro e prata.
-- Compram-se2 vaccasquesejam boas leiteiras e
mansas: quem tiver anntmcie.
~ Compra-se urna secretaria de Jacaranda, em
bom us : na ra do Queimado, n. 32.
Vendas.
tasa G3&&2&'2i>,
Estando prximo o niei de inaio, dedicad i Hara
Sanlittlma, e restando mn pequeo numero d exec-
lenle livrinlio o Notnmez Je Mara, ienpresso de prof-
siln para ser vendido pelo diminuto proco de mil rol-,
alim de rhegar leu oso a todas ai elasses, convidase a
quem inda nao comproii para faier./anlesquc se acabe,
na certeza que sao os mesmos adoptados pelo reveren-
dissimos padres de N. Senhora da Penha, dcsta ridade.
iliiijain-ic ii praea da Independencia, nmeros 6rK.
AfiOA fiV. TINO IR CABELLO.
<'oniinua-se a vender na na do Queimado, n. 31. O
meiliniln de applicar, acompanlia os vidroi.
-- Vendc-sc o compendio de pralica por Pascboal .Tose
de Mello Freir, para as aula do quii anno jur-
dico, por proco mu coinmodu na ra do Caliuc, loj.i
i). iH.
Vendcm-se na ron Direila, venda n. 27, superiores
que i jas de Minas a (MO rs.; manteig* de Hamburgo snn
sil, che|tada ltimamente, a libra a(M0: na metala venda
se dir quem d -itKl/a premio sobre penlinres de ouro
on prata.
No armateni, n. 34, ma do Trapiche, defronte
Vende-se cal virgem de Lisboa, de superior
qualidado em barris de 4 arrobas chegada nesle
me/, pelo brige Maria-Jon : a tratar a ra do
llrum armazn) de Antonio Augusto da Fonseca ,
ou na ra do Vigario, n. 19.
VidhO barato.
0 proprictario desle eataboleciment, desejando
conservar o sits freguezes c nlo Ihe sendo possi-
vel pelo pr.-Q i ili- |60 is. a garrafa visto ler o ge-
nero subido cerca de 20,000 rs. por pipa, em raso
de nSo ter viudo ao morcado,(hern contra a sua von-
tadej v-se na dura precisSo de augmentar o pre-
cio e pelas rasoes apontadas, conta que seus fre-
guezes Ibe faio justiga o se nSo escandalisariio
lladeira de pinho.
Na rui de Apollo, pegado ao armazcm do Sr. Mol-
la ha um lerceiroarmazem com madeira de pinho
da melhor qualidado que tem viudo a este mercado,
e serrada do todas as grossuras e comprime nlos:
ende-se pelo menorpreco que he possivel.
Polassa.
Desembarco lia poneos das urna por-
cao de bairis pequeos, com muito nov..
e superior potassa, e se acbam a venda,
por preco mais batato do que ultima-
mente se venda, na ra da Cadeia-Velba,
armazcm de Bailar & Uliveirn, n. 12.
Pora liquirlacao.
Na lo] 1 ta ra do Crespo, ao p do arco do S.-An-
tonio n. 5 A, vendem-se cortos le cassa para vesti-
dos do cores fixas a 1,600 e 2,000 rs., bonitos pa-
drees ; cortes de casimiras elastieas para calces, a
5,000 rs. ; ditos de fazenda de algodflo para caigas ,
de cores escuras e muito encordadas a 1,01*0 rs. ;
nina poroflO de chilas escuras bons pannos, n 129
rs o covado; chapeos do sol, de setla linos a 5/
> rs ; chales de garr;, a 2,000 rs.; lencos pura mlos,
Imiel Plitor, de Raymond oi Conipanliia, veiideiii-se ,lc Cassa pintada e arrendados a 240 ra. ; o Otilias
quellna c presuntos lomlrinns, conservas de lllVuin,.,
qualirlades e mais gneros. Tanibcm aliiga-se o primei-
ro andar por cima do mesmo armaiem, o qual serve pa-
ra eseripiorio.
"Ventlem-sa 5 barris vasios 2 quarlolas para
iffo'.irdente; orna lula oca tle hlelo, com conchas
do p.lne rorreles al moja quarla ; um ternodepo de meio alqueire
at meio oitavo : ludo por proco commodo na rua
de S.-Amaro n. 8.
Est a venda um novo compendio tle gramma-
I ioa i'oriiipinva, obra feila para os alumnos de ins-
trucefio primaria, no qual conlm as precisas regras
da grammatira 'le urna maneiraa mais clara possivel
onmphrchensSo dos meninos: no paleo doCollegio,, los> '"ja do sobrado amaiello, n. 29.
luja do Sr Honrado ; na praca da Independencia ,
militas fazendas que a vista se palenteaiflo aos fre-
guezes.
Vende-se algodlo da Ierra a 200 rs a vara : na
rua do Queimailo, luja do sobrado ainnrcllo, n. 29.
Cha barato.
Vendn-se muilo bom cha, pelo prego do 500 rs. a
libra : na roa do Crespo, u 23.
A o btalo. .
Vendem-se corles de cambraia de cores,a 3,000 rs. ;
ditos de cassa a 2,000 rs.; riscados franrezes a
200 rs. o covado : na rua do Queimado, quatro-can-
sua lazenda digna porcerto da estima dos verda-
eirog amantes da boa pinga ; elle conta que quem
urna vez provar continuar com gosto e sem arre-
pendimento. K o bom prego .'! A todo o eiposto
accresce o assoio e bom acondicionamento, o que lu-
do ge podar verificar em dito eslabelecimenlo.
NSo ha nada tito barato.
Vendem-se corles de calcas de casimira els-
tica padrdes novos, peto barato prego de
5,000 rs. : na rua do Queimado, loja do so-
brado amarello u. 29.
na praga
liviana ns. 6 e 8; no l'.ecife, loja do Sr. Cardozo
A yres.
Vendem-se 10 escravos sendo 2 mnleques de
12 a 18 anuos; dous escravos, sendo um delles co-
zinheiro 6 escravas de (8 a 30 anuos : todos do bo-
nilns figuras na rua Direila, n. 3.
Contina-se a vender boa manleiga a 400, 500,
600, 700 o 800 rs. ; liom cha, a 2,000 rs ; cafo em
gr3o, a 120 rs.; dilo modo, a 160 rs. ; velas de car-
nauba, de 6, 7 e 8 em libra, a 28o rs.; espermacele,
a 720 r*. a libra ; rap Meuron, a 1,040 rs. ; cevada
nova, a 80 rs. ; passas, a 240 rs ; bolacbinha de so-
da, a 280 rs.; dita americana doce a 280 rs.; dila
dore da trra, a 200 rs. ; dita ingleza, a 240 rs.; dila
grande a 200 rs.; toucinho de Lisboa a 210 rs. ; vi-
nho linio, a 160, 200, 240 e 280 rs. a garrafa ; quei-
jns novos a 1,600 rs. : no paleo do Carillo, esquina
da rua de Moras, loja do sobrado novo.
Vendem-se podras de mutullos de moer milito;
tlilas to toblo para hsrheiro; ditas de amolar fer-
ratnerila sement* de hervidlas, propriai para plan-
tar : ludo por prego commodo : na ma larga do Ito-
zario, n. 29.
--Veinlem-se duas prelas, sendo urna crioula, de
1!) annos que core, engomma, cozinha, faz lva-
rinto e marca ludo ro.n perfoieflo; ea outra de na-
gio, boa qoilandeira, c quo engomma liso, lavado
.ahilo e cozinha o diario de urna casa: na ruada
Cruz no lenle, n. 49.
Vende-se, por sou dono se retirar, um mohi-
lia nova de Jacaranda e do melhor goslo possivel :
na rua Nova, n. 7, segundo andar, das 6 s 9 horas
da manhila.
,' Vendem-se presuntos inglozes para fiambre;
l;das com bolaohinhas de Lisboa ; ditas .le araruta ;
'las de mermelada de 1, 2 e 4 libras ; ditas de sar-
dinhaa ,- ditas de hervillms ; ditas de chocolate de
Lisboa ; frascos do conservas ; ditos d'agoa de flor
de laranja ; barril com aieilooaa brancas de Klvas ;
garrafas com viudo moscatel tle Setubal e da Ma-
deira ; queijos de prato, fresca es : ludo novo e
chegado ltimamente do l.isb : na rua da Cruz .
no Itecife, n. 41.
Vendem-se sellins inglezes e camas
de Ierro : narua daSenzalla-nova, n. l\i.
Vendem-se solios do lodas as cores, proprioa
para urmaertes de grojas apara forros, por prego
minio em cotila : na ruado Queimado, loja do so-
brado amarello, n. 29.
t/olha de II and res.
Vendem-se canos com folha deFlandres: em
rasa de J. J. Tasso Jnior : na rua do Amorim, n. 35.
Vende-seo engenho Novo do Cabo pata paga-
mento da hypolheca que nelle tem o Sr. Joto Vieira
da Cunh : quem o pielendor tlirija-se bo mesmo en-
genho a tratar com Francisco Jse da Costa.
Carauha.
Vende-se, na rua da Cruz, n. 21, urna porg.lo d
cera de carnauba de superior qualidade, e por lo-
do o proco. r
CHA* BIUSII.F.IIIO.
Vende-se.on armazcm de molhados, atrs do
(.orpo-Santo n. 66, o n.ais excellento cli produzi-
do cmS.-Paulo, que tem vindo a este mercado ,
por prego muilo commodo.
Agencia da fuidicao
Low-Moor, rua da Senzalta-
nova, n. 4*i.
iNcsle estabelecimento contina a ba-
ver um completo sortimento de moendas
e mefas moendas, para cngenbo ; ma-
t linas de vapor,e tac has de ferro batido e
toado, de todos os tamaitos, para dito.
Tai xas para en en lio.
Na fundigilo tle ferro da rua dollrum, araba-se de
receber um completo sortimento do taixas del a 8
oalmos do bocea as quaes aedam-se a venda por
prego commodo e com promptidSo embarcam-se,
ou carregam-se em cairos sem despezas ao com-
prador.
Vendem-se cadoiras e marquezaa de oleo com
assonlo do paldinha,'lavatorios, meias commodas,
niesns pequeas, tildo de amarillo, e outros oh-
jeclos, ludo de forlo construegilo e de goslo mo-
derno, por menos de seus valores : na rua das Cru-
zas, ti, 31, loja de marceneiro defronlo da lypogra-
phia.
Vondem-so corles do cambraia do cores e |||
modernos padtOes; riscados francezes linos ; 1
chilas ft anecias largas e de novos padrdes; fe
riscados largos, proprios pura camisas; cas-
sas linas o de cics, gostos inleiramente no-,
vos; liiiui de | iiio linliii, do cores e liran-'
eos de lislras ; casimiras ftuncezas de novos
padiOos ; longos de soda da India; e outtas
mnilas fazrndas finas : ludo por prego de
agra.iar aivs compradores : na rua do Quei-
mado qualro-Cfiitos, loja do sobrado ama-
rello II. 29.
Frii'inha de higo SW8F
de superior qualidade e nova ; dita americana, em
meias barricas; dila gallega, cm meias barricas;
cal virgeni de LlBbJ ; vindo do l'otto em pipas c
darris de qliarlo e oitavo superior e mais inferior;
Techadoras para porla de ainiazom ; superior cha
dysson nacional de S.-I'aulo ; fariuda do mandioca ,
cm saccas por preco commodo : na tua do Viga-
rio, armazem o-11, de Ftancisco Alvis da Cunha
Algodo trancado da fabrica
de Todos-os-Santos da
II aj a,
muilo proprio para saceos de assucar e roupa de es-
cravos : vende-so om casa de N. 0. Bieber & Com-
panbia, na,rua da Cruz, n. 4.
A
ioo
res.
Vendem-se superiores pcnles para marrafa, de lar-
taruga : na rua larga do Itozario, n. 24.
SSSF
Manoel da Silva Santos vende muilo
supeiior fatinbu de Irigo, chegada ulti-
mante n te a este mercado.
Latos de mar melada e copos
de jalea de rurmelo,
viii los do Itio-de-Janciro. polo ullimo vapor, ven-
dem-se o armazem de molhados airas do Corpo-
Santo, n. 6G.
Vinho batato.
Acha-sestabelccido na rua da Madre-de-Deos ,
n. 36, um armazem do
Vinhos da Figueira
de ptima qualidade a prego de 1,360 rs. a cana-
da e a 180 rs. a garrafa e para nflo lia ver dolo do
comprador serlo lacradas as 'garrafas e com rotu-
lo, reo. lirndo si- a garrafa vasia e dando-se imme-
diamentc a outra cheia : tembem ha barris muito
pequeos, proprios para quem passa a festa. O pro-
pietario desto eslabelecimenlo pede encarecida-
mente que se nio illudam avahando pelo diminuto
preco'e sem conhecimento de causa a qualidade do
Na roa do Queimado, vindo do Rozario, segun-
da loja, ti. 18, vendem-se chapeos de sol, de seda,
para homem, a 5,500rs.; ditas para senhora e meni-
nas, a 3,000 rs. ; ditos para cabega de meninos a
1,280 rs.; lengos pretos para grvala, a 500 rs.; di-
tos de lila floridos e com franja para hombros de se-
nhora a 500 rs. ; lindos cortes de casimira, a 7/000
rs. ; corles de meia dita, a 3,500 rs. ; lengos de cam-
braia de seda para grvala a 500 rs.; e nutras mui-
tas fazendas por prego commodo.
Vende-so urna mulatinha de 12 a 14 annos, re-
colhida a qual tem principios de costura e que se
vende porseu dono retirar-so para fra da provincia:
na rua eslreila do Rozario, n. 20, segundo andar
-- Veode-se o engenho de cannas, moente e cor-
rele com urna safra para 2,000 piles, com todos
os utensilios necessarios muito boas Ierras : tam-
ben) se vende o gado vaceum o cavallar pertencen
lo ao dito engenho o qual he silo na cidado da Vic-
toria duas logoas para o sul : a Iralar no dilo enge-
nho com sou proprielario, Domingos da Cunda e
Silva.
Cigarros tic palha de millio,
vindos do Rio-de-Janeiro no vapor Impurnlris : ven-
dem-se por prego mais barato do quo cm outra
qualquer parte : na | raga da Independencia, n. 37
Farnha de mandioca
de superior qualidade cHegada a este porlo no dia
24 do correte : vende-se mais barato do que em
outra qualquer parte : a bordo da sumaca S.-Anto-
nio de-Pndua, fundeada defronto do caes do Col-
legio.
Mobilia.
Vende-so urna mobilia de Jacaranda nova o de lin-
(do gosto, tondo duas dnzias de cadeiras, aopb :
mesa de meio d sala dous jogos de bancas dous
undoso grandes loucadores : na rua do Hospicio ,
sobrado por cima da vendado leilo de onro. '
Vende-se um sitio muilo pert da praga, com ca-
sa de ptdra o cal, arvoredos do ftucto com terre-
no ferlil e sufficlente da so plantare tr-se mais de
12 vareas do leito com urna boa olaria barro para
toda a qualidade de material proprio para quem
quizer empregar alguns escravos pelas proporgOes
de So podr plantar e ao mesmo lempo ter-se ola-
ria o vareas deleite na rua do Queimado, n. 7, pri-
meiro andar.
Na rua do Queimado, loja n. 18 vende-se cen-
lo e tantas arrobas de boa qualidade de cera de car-
nauba, por prego rasoavel
Vende-se.'por prego commodo, vinho do Porto,
do muilo superior qualidade, cm barris de lodos
os lamanhos : no escriptoiio do Manoel Joaquim lla-
mos e Silva.
Vende-se urna preta da Coala que lera 20 an-
nos com urna cria de 3 mazos dem nutrida lendo
a piola escolente o abundante leito c de melhor e
mais elegante figura engomma muito bem cozi-
nha miII'i i veintn tu lu educado para todo o serv
go docente do luna casa de familia ; poremsse ven-
de para fra da provincia ; urna prela de meia ida-
de, por barato prego : na praga da Roa-Visla, n. 13.
Vendem-se 6 loiloes muilo gordos : na rua das
Ciiizes, n. 10.
~ Vonde-se urna escrava de nagilo de 23 annos
pouco maisou menos e quo cozinha o diario de
urna cusa e eiigomma : na ribeira da Boa-Vista ,
venda da osttella.
fi rmacao.
Vende-se urna rica armagilo do amarello enverni-
zada, loda envidragada feila tle maneira que pode
sor mudada para qualquer casa por ser dividida em
12 partes muilo propria para bolica, miudezas ou
('aleado, o inesiiiii para chapelo iro : na rua \ iva, lu-
ja de i'ciiagons de Joaquitu da Costa Muya se di-
r quem vendo.
Vende-se urna flauta do bano com 8 chaves e
anneis de prata, com cxcellenlcs vozes muito em
conta : na rua dasTrincheiras no ca torio do es-
orivilo Ferreira.
A 5,400 rs.
Vendem-se chilas de cores muito fizas, a 5,400
rs a pega e a 160 rs. a relallio proprias para escra^
vos ; lindas grossas muito fortes, urna quarta por
200 rs. : na t ua do Caes, loja n. 17.
--Vende-se um ptimo e grande sitia no lugar da
Cruz-d'Almas, oum casa de viven.la armazem, CO-
cheira e ravallarice, urna pequea casa no mesmo
cilio ; um lindo moleque, sem vicios uem achaques;
4 tluzias de cadeiras de palliinha *a 8,000 rs. cada
cadeira : nn iravessa do Arsenal de Cucrra arma-
zemn 5.
Vende-se um bom piano com excellentes vozes,
o um tclogio saboneta : na rua do Queimado, n. 17.
Vende-so um pardo de 18 annos, de bonita figura,
pe lo ollleial de sapateiro, o qualnlo Uun vicios nem
achaques : o motivo por quo se vende lio por seu se-
nlioi relirar-se para fra da provincia : na Iravessa
doCorpo-Santo, n. 87.
Vende se io pateo do Terco,
lalierna n. 7, um porgflode caixOes vasios proprios
para bahuloiros; bem como quarlolas e barris va-
sios por prego commodo.
-- Vende-se a muilo acreditada e superior farinha
de Irigo da marca Baronaine, chegada ltimamente
do Havre, por prego commodo: a tratar com Jos
Joaquim Uias Fcruandcs, no seu armazem da Iraves-
sa da Madre d< -Dos, n. 12 ou na rua larga do Ro-
zario, n. 50.
Na rua do Trapiche n. 44, primeiro andar, ven-
de-se fumo em follia para oii.it utos, tamo para ca-
pas como para milo, da melhor qualidade que
produz a provincia da Babia e recenlemento el:
gado pelo hiale Fortuna
Vende-se um habito de Christo para militar i]
na rua larga do Rozario, n. 35.
Vende-se urna carroca de carregar pipas : na
rua Concordia, ullimo armazcm do madeiras;
bem eomv urna burrrr. huspanhola nuito nova.
-AVciuie-se urna taberna na praga da Boa-Vista,
n. 5. com muito poucos fundos ; a tratar na raesma
venda.
Vende-se urna linda escrava de 16 annos, pro-
pria para mucama por ser rccolhida e saber coser*
engommir e fazer lavarinl : na rua Nova, n. 5. '
[%o Aterro-da-Boa-Vista ,_de-
fronte da noneca, a troco
de dinheiro.
lia chegado ltimamente um novo e completo sor-
timento de calcado francez de todas As qualldades
tanto para homem como para senhora criangas"
borzeguins para homem a 4,000 rs.; 8*pi(>s d
lustro a 5,000 rs; os muilo desejados sipuoei jg
dezerro de Nantes ; sapatos de eordovo para snho-
ra. a 1,000 rs. ; ditos do lustro, duraque, seiim
marroquim ; os bem conhecidos sapaloes da Ara-
caty tanto para homem como para meninos ; pi.
les de marroquim, couro de lustro e de bezerro
francez : ludo por prego commodo.
Contlnuam-se a vender cortes de vestidoa de
cambraia com lindas, barras brancas e de
cores, a 2,000 rs,; ditos mais finos, a 3,000
rs.; suspensorios finos de meia a 100 rs. o
par, ea 1,000 rs. a duzia ; meias conipri-
das para senhora azuos prelas esverdea-
das, meseladas, a 160rs. o par, ea 1,800rs.
a duzia ; ditas para meninas at 8 annos a
120 rs. o par e a 1,200 rs. a duzia : estas
meias silo (fio baratas que val o I raba I do de
incurta-las, para homum e menino ; dolos
desluraque e franklim para jaqueles de fa-
zendas de lila a 40 rs. a duzia, e a 400 rs. a
groza : no pateo do Carino n 18, segundo
andar.
Liara da Independencia,
numero 37.
A os '20:000^000.
Iiillictos e ineios ditos, qoartos, oitavo e vigsimos
das lolcrias do Rio-de-Janeiro : a elle antes, que so
acaboin.
Vcnde-so um cabra-negro moco, de bonita fi-
gura, proprio para pagem ou para embarque: na
rua Direila, n. 17, so dir o motivo por que se vendo.
Vendem-se riscados de algodao rn-
corpados, proprios para roupas de escra-
vos, a sete vintenso covailo, e cobertores
de algodo grandes, a duas patacas : na
rua do Crespo, n. 4? loja da esquina que
volla para a Cadeia.
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Vende-se um rico apprrelhotleofflcial s'ubaltor"
no da guarda nacional, contendo barretina, drago-
na a espida loda praleada fiador* banda, canana e
taino o outro do fervicoordinario, contendo bar-
relflo, espada, lalim e canana : na rua Nova, n. 63.
Para Hquidacaa.
Na loja da rua do Crespo, n. 5 A ao p do arco do
S -Antonio vendem-sc mantas do garca com tecido
de soda de muito lindos padrOea, a 1,000 rs.,
proptias | ara meninas ; cliilasde ramageni e de cu-
res (xas, a 120 rs. a covado o em peca a 4,000 rs. ;
le neos para grvala de bom selim de cAres, a 1,600
rs., inteiios; pannos finos superiores prelo, verde,
/ule cor de cafa, Je 3 a 4,000 rs. o covado ; dalos
docilita de cores escurase grandes, a 800 rs. .lilos
pe que nos, proprioa para meninas a 500 rs.; corles
de col lelos de goiguilo escuro, a 200 rs. ; ditos da
fustfio, a 500 rs. ; merino prelo e fino, a a.ftuo rs- o
covado; casimira preti muilo fina, a 2,500 rs. dila
preta do lislras, a 5,000 rs.
Algodao da Ierra.
Vende-se m uilo bom algodSo da Ierra por proco
commodo : na ruado Crespo, n. 93.
11 i I lio novo, a 5,300 rs. a sneca
No l'aSai'io-l ulilico, n. I.'i, vondo-se milito lliilll"
superior, a 3,500 rs. a sacra de alqueire.
Frcgtiez.a.
Vende-se vinho da Kigueira de superior qualida-
de a 180 rs. a garrafa ; arroz do vapor do .Mnianli.1,
a 2,-200 rs. a ai mi.a e a 70 rs. a libra ; l.atiullis
bom de moia arroba para cima a 2,50 rs. e a 80
rs. a libra ; cha de.S.-1'..ulo, a 3,000 rs a libra ca-
f em grtlo, a 130 rs. e lodos os mais gneros de
boa qualidade por preco iia eojnmodo do que
em outra qualquer parle : no pateo do Terco,-ven-
da n. 7.
Vende-se um cabiiolet de quilo boas molas;
para ver, ua rua Florea, Cocheira.de Jos Mara e
para tratar, ua rua Nova, n. 63.
Escravos Fgidos
l-'ugio, na tarde do dia 29 do abril, un pro0 Je
notiic lienediclo do 50 annos, barbado alio, ma-
gro ; levou camisa de luadapolo j usada oalcaj de
brim branco de listraaj usadas. Ksle cscravo foi d'
Parahiba. Quem o pegar leve-o ao l'assero-l'ublico ,
|ojas ns. e 11, quesera gratificado. j
I'eRN. : HA TYP. DE M. F. DK FAMA18^9*
ILEGVEL l


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