Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06474


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Full Text
Auno
0 DIA RIO publcase todos os da que nao
fornu de ajuarda. Pref da assignatura he
de4000rs porquarlel, pjgoii'ii.inM'io. Os
anuncios do assignantes so inseridos a
r.185o de 2(1 rs. por liuli, 40 r. em tjpo dlf-
fcrrnte, ea repetiraics pela inetade. Os nao
i asslfrnantee pagarSo 80 rs. por lioha e 160 r.
I em typodl&'ercntc, por cada pnltllcacio.
I'HASES DA LA NO MEZ DE ABRIL.
La lela, a 7. 1 hora e 30 mo. da tard.
MiDgMDM, a 15, .4 Loras e 48.mo. da ai a.
I .ua es/a, a s 9hora e 34 un o. da
Cresjeente,a, 29s 11 hora. e48mln.da manh.
Sabbado 28
PARTIDA DOS CORRElS.
Goiaona c Parahiba, ii se. ttxartgru. \
Rio-G.-do-Norlc, quintas-felras ao meio-dla.
falio SerlnhSein, Rio-Formoso, Porto-x,lvo
Macelo, no I a 11 e 21 de cada diez.
Garanhuos e Bonito, a 8 e 2.4.
Roa-Vista e Flores, a 13 e 28.
Victoria, as quinlas-fciras.
Olioda, todos os dias.
PREAMAR DE HOJE.
Primelra, as 9 horas e 18 minutos da manh.
Segunda, as 9 hora e 42 minutos da tard.
de Abril de 1849.
sai*
N. 911.
DAS DA SEMANA.
43 Segunda. S. Jorge. Aud. do 1. dos orph.,
do J. docivel edoJ. M.da2.v.
24 Terca. S. Fdelis de Sigmarlnga Aud. do J."
do c. da 1. v. edo J. de par. do 2. dist. de ).
2T> Quaria. S. Marcos. Aud. do J. do c. da 2.
vtedoJ.de paz do2'. dist. de t.
2 Quinta. S. Pedro Ralis. Aud. do J. -dos
orph. e do J. M. da I. v.
27 Seita. S. Tertuliano. Aud. do J. do civ. e
do J. depazdol. dist.de t.
28 Sabbado. S. Vital. Aud. do J. do clr. da4.
v. e do J. de pas do 2. dist. de t.
29 Demingo. Fgida de Nossa Scnhora.
CAMBIOS NO DA 27 DE ABRIL.
Sobre Londres a 27'/, d. por 1/000 rs. a 60 d.
. Paris 350
Lisboa ICO por cento de premio.
Rio-de-Jaoeiro ao par.
Desc. delett. d boas firmas al'/,* *> 'oes.
Acedes da coinp. de Bcberibe. a 50f rs. ao p.
Ouro.-Oncas hcspauholat, 30/800 a 31/000
Mocdas de 6#400 v. 17/200 a 17/401'
de 6/400 o. 10/200 a I0/4OJ'
de 4000.... 9/200 a a/400
rVola-Patacdeabrasilelros 2/000 a 2/020
Pesos colutnnarios. 1/980 a 2/000
Ditos mexicanos..... 1/900 a 1/920
PARTE OFFICt
MINISTERIO DA JSTICA..
Decreto de 26 de marco de 1840, fazendo merc a Ore-
Vorio Francisco de Torre* e Vasroiice los la serventa do
o(ncio de escrlvfio de orphaos da villa do Crreme, ul-
li.mente .reda na provincia de Pernanil.uco.
I.lrm de 31 do mrtmo me?., fazendo merc a Luiz Ca-
pi.ii.luo de Almeida da serventa vitalicia do olcio de
partidor los Julios municipal e de arpiaos da cidade de
Campos, no nio-de-lanelro. '.. ._
dem da inesma dala, aprrsentando o padre (.aciano
.le Arrojo WaloOrosso na igreja pnrochial de Joaselro
lo arceblipado da Babia.
Mein da mesma dala, removendo o baeliarel Dclfino
Augusto Cavalcanti de Albuquerque do lugar de juiz
municipal r de orphSos do termo de Pomlial e annexos,
.la provincia da Parahiba,'para o lugar dejuis munici-
pal e de orphos dos termos reunidos da Campia-Gran-
de e Hrcjo-d'Areia. da mesura provincia.
dem la mesirfa data, removendo o baehaw Antonio
Heido Saralva Castello-Branco do lugar de JuT munici-
pal e ile orphaos fcs termos da Independencia e tlana-
nelras, da provincia da Parahiba, para o de juls muni-
cipal e de orphos do termo de Pomlial c annexos, da
inesma provincia. .
dem da 'mesma data, nomeando o bacharc Fausto
!lenjv"ln da Cruz Gouvca juii municipal e de orphiios
dof termos reunidos da Independencia c Bananeiras, da
provincia da Parahiba.
dem da mesma data, removendo o bacharel Jos Pc-
reira da Silva do lugar de juiz munlcidal e de orphiios
do termo do Bonito, da provincia do i'ernambilco, para
o de JuU municipal e de orphaos do termo do Riachao,
na provincia do Maranhao.
dem da mesma dala, removendo o bacharel Joiio Clc-
inenle Pessoa de Mello do lugar de Juls 'municipal e de
orpbtol lo lermo do Ex, da provincia de Pernanibuco,
para o de Juiz municipal e de orphaos dos termos de ( a-
inMa e Hayan, da provincia do*Par.
trien da mesma data, removendo o bacharel Maxi-
mlano Lopes Machado do lugar de jui* inunirip .1 c de
orphaos dos termos reunidos da Campia-Grande e l're-
o-il'Arria, da provincia da Parahiba, para o de Juiz mu-
nicipal e de orphaos do termo Diamantino, em .Mallo-
Grosso.
Ipcni de 4 de abril de 1849, removendo o bacharel Joan
Amonio de/iranio Freitas llenriques do lugar de Juit
municipal e (le rphosTto lermo da I slancia,, da provjn-
cia de Sergipe, 'fiara o de juiz municipal e de orrMiaos
do termo de ltapar1ca,-da provincia da Baha.
dem da mesma dala, removendo o bacharel Antonio
Augusto ila Silva lo lugar de juit municipal* de or-
pliao do termo de Iiaparica, da provincia da Bahia, para
o de juiz municipal e de orphaos do termo da Estancia,
em Sergipe.
dem da mesma data, removendo o bacharel Manorl
Tertuliano Thomai llenriques do lugar de-Juii munici-
pal e de orphaos do termo de Piranga, da prnvincia de
Minas-Gci acs, para o de luis municipal e de orphiios la
capital e annexos da provincia da Parahiba.
dem da inesma data, removendo o bacharel Victorino
do llego Tosca no Brrelo do lugar de juiz municipal e
de orphSos do termo da capital da provincia da Parahiba
para o de juiz municipal e de orphaos do termo de Para-
nagua, no Plauhy.
dem da mesma data, removendo o bacharel Grego-
rio de Tarares Osnrio Macirl da Cosa do lugar de jnii
de .Ilcito da comarca da Estancia, da provincia de Ser-
gipe, para e de juiz de dircito da comarca do llrejo, no
Maranhao.
Idrin da mesma dala, removendo o bacharel Antonio
llenriques de Miranda do lugar de juiz de direiloda co-
marca do llrejo, no Maranhao, para o de jnii de direilo
da covnarca de Pastoi-Bons, na mesma provincia
Mein da mesma data, removendo o bacharel Jcsc Tcl-
les de Menezes do lugar de juiz de direilo da comarca
do Po-do-Alho, da provincia de Pernambuco, para o
de jnit de direiloda comarca da Estancia, em Sergipe
dem da mesma dala, removendo o bacharel Antonio
Joaqun, de A lbu|iierque c Helio do lugar de Juii de di-
reilo da comarca do Brcjn-dr-Arria, da provincia da Pa-
ral,\ I, i, para o de juiz de direilo da comarca do Po-do-
Alho, da provincia de Pernambuco.
dem da mesma data, removendo o bacharel Francisco
de Asiis Percha Rocha do lugar de juiz de direilo da
AtaUia, da provincia das Alagas, para o lugar de juit
de dircito da comarca do Pombal, da prnvincia da Para*
bybe.
dem da inesma dala, removoslo o bacharel Msnoel
lerouymo Guedes Alcanforado do lugar de juiz de direi-
lo da comarca do Pombal, da provincia da Parahv ba, pa-
ra o lugar de juiz de dircito da comarca/da Atalalo, as
A taguas.
dem da mesma data, removendo o bacharel Jos<5 Vi-
rira Braga do lugar de juiz de direilo da comarca de Pas?
toi-Hoiu, da provincia dn Maranhno, para o de juiz de
direiloda comarca do Bonito, em Pernamliuco.
GOVEB1NO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 26 DE ABRIL.
Ortelo. -- Ao comniandaiitc das armas, declarando
quepoSe lar o destino que julgar conveniente ao al (Vi-
res do lereelro liatalha de fuzdclros Jesulno Martlns
dos Sanios Vianna que da corle viera para ser euiprega-
do uesta provincia.
Hilo. Ao meiina, dizendu que pode expedir ordem
por que destaque em Goiaiina urna coinpanhia do baia-
llio atuvo de cacadores, enmmandada por oflicial de
conlianea, canduS. Ese na imclligencia de qucnesla
data determina que a guarda nacional seja dispensada
do trrico logo (pie alli cliegar a referida coinpanhia.
Ueste sentido olliciou-se ao eominandaiite superior in-
terino da guarda nacional de Goianua e ao chele de po-
lUsla.
Dito. Ao chefe de pollcia, communicando, einad-
ditamento ao ollieio de hontem. que nesta data teiuj or-
denado ao commandaiile do corpo de polica que se en-
te nda coiu os subdelegados das Iregueiias da cidade so-
bre os lugares duque devem ser reunidas as palrullias'
da guarda nacional pelas da polica, c ao comiuandante |
superior deste municipio declaradoque em cada fregue-
tla "a capital deve haver tres palmillas da guarda na-1
ciasMi ato asneia-noile.dadas pelos bat#llides respectivos
c ijue Igualmente "se a'presenlem aos subdelegados dos
dislrlctos. Olucltm-ae ueste sentido ao comiuandante
do corpo de polica e ao superior'da guarda nacional do
Recilc.
Dito, t- Ao inspector da pagadoria militar, ordenantlo
haja de indeinnisar o collcctor das., rodas provinciacs du
lermo de Cimbres, logo pie elle aprsenle os compe-
lentes documento, da quantia de 986#0l3 rs. que elle
rntregou ao cominandanic superior da guarda nacional
do Brejo para supprimento das praf as alli destacadas.
l'.n iicip,,ii-s.; ao referido coiniuandaiilc superior e ao
inspector da lliesouraria da laztyida provincial.
rommando das armas.
Qunrtel-qi iirral do caminando das arma em Pernam-
buco, 26 de abril de 1819. .
OltDRM DO DA.
Determina o KXJD. Sr. marechal le csnipo gr
tinado cdiiimniitlmite das armas da proviueia, que o
Sr. alferesdo lrreiro lialallulo do fuzileirns JezuiRO
Marlins dos Santos Vianna que viera da ciarlo para
A inslriieraohenecessarlaparalodas as naeoes, tor- miles das fregueilasde SerinhSem e lpojtica in.Uiira
liamos a repetir; mas a moral he a prlmeira base da | a de Barrenos, e marea os l.mitles das del naefiio-
sua felicidade, porque he a principal condicao la vidaj lormoso.
ial i t r o.Vr. Lopes <>ami: Srf presidente, nao lie a priutet-
Convencidos
firmados i
pelir; mas a moral he a prlmeira liase da i a
ide, porque he a principal condicao la vida j !
rencido* intimamente da exactnKo destas Idelas ; ra vez que eu nesta casa, quando te traa de tacs nste-
los na verdade destes principios, dissemos que a rias. mostr a deferencia que tenho para rom o Kxm.
laquellas inisses era nao menos iinnprMnte e prelado diocesano: fol seinprc mulla opiniao, piando
Marllt.suos sanios vianna, quov.er u. um> ri ----- --" VJ-" "^ socliies. Advogando, sen.
ser empregado nesta provincia como fo. commu- *le. aein "J
nicado ao menino Kxm. Sr. em cilicio do Exm Sr. ^^L^mXSSSSSlXSi M. drs.uio.isar a,
presidente da provincia, do 28 do crreme, se|a ad.li- ,es aos o||l(iS do lncllllo povo. Hcprmindo os abusos
lo ao quinto hntalhflo de Tuzileiros, paraaJii fazer o
servico que Ihe competir.
Outro sim manda o mesmn Exm.Sr. fazer publico
que.por despacho do Exui. Sr. presidente da provin-
cia Je 23 do correte, fram concedidos 30 dias do li-
cenca para ir provincia das Alag) >s ao soldado da
companliia fixa de cavallaria Jos das Chsgas Ac-
cioli Joii Pedro Heilor, ajndanle d'or.lens inte-
rino.
EXTERIOR.
LISBOA .11 DE M4IICO |
Ilojc que quasi toda a F.uropa he um campo de lula,
onde nao so pelejam os principios, mas tambem oppos-
tos interesses ; hoje que nesse campo combaiem, nao
una ou nutra elasse social, mas todas as que conslituem
a sociedade ; hoje jue a maior parte das naeoes se
acliaiu divididas em partidos, e estes tan i -a neurosos T
enCarnivados mis contra os outros ; nenhuin paiz pude
ser goveruado por um bando poliliao coin ncluso dos
mais
K e.nntud.1 hoje, mais do que nunca os partidos pro-
penden! extraordinariamente para o nao leudo sciencia para dar aos seus principios o trium-
pho da rasau, o nico triuinpho que, no estado actual
d* civisafo, Ihes piide servir de base a una suprema
cia diiravel ora nao possuindo moralidad.', sem a qual
nao lem forra nem prestigio a aeco governalva ora
surdos as voies da justlca, que he a regra mais esseucial
da arte de governar, c o mais slido fundamento dos
governos, julgam podar consolidar o seu dominio por
pelo da exclusos dos seus adversarios.
E n.io m'-ciii que esse systenia he-sutla fonte perenne
de injusticas, que. ao mesmo lempo que desautorisa a
quew o pralica, d forfa moral aos que soUVcui os seus
eir.'ilos, excitan.I.i-os rcbelliao, em vei de os conter
na obediencia I
E nao vcm que essas injusticas levain necessaria-
inente seus iuipriidenles autores a cominellcr violen-
cias que os collocaih em urna posiciio cada vez mais
precaria, rada ves mais dlllicil de defender !
E nao vdein, linaliuenlc que lacs violencias llics
.leu retarn cedo ou larde una ruina certa c inevi-
tavel I
Nao vein nada disto ilesgracadamente, porque as-
paixes Ibes cegam os ollios da alma Se assim nao
fra, os partidos polticos Irilliariam um caulnho bein
diverso .1.. |ii. lie ipic ordinariamente seguem. No po-
der seiiatn justos c tolerantes cni deseinpenho dCSSG
rigoroso dever que a inisso governalva impiic aos lio-
niens. S-lo-iain por urna exigencia da illuslraco do
seeulo. S-lo-iam Liuibem por una nceessidada im-
posta pelo actual estado poltico das naces. Knlo go-
vernariam com itnpareialdadc; seriaiu governopro-
priamrnte do pais, e nio exclusivamente de um bando.
' Fra do poder, renderiaui verdadriro culto jusiic i
e .i tolerancia' para adquirirrm jus a ser um dia govrr-
no. Kemle-loiiin por homcnagcn aos bous princi-
pios, c para tcrcui direilo a exigir dos seus contrarios
o misino coito.
Se os que prooedem deste modo, desarmam moral-
mente os seus adversarios, os que seguirem o eamlnho
oppnslo desarmar-se-hao a si proprios. Aquelles as-
segnrain a sua preponderancia poltica pela bonda-le
das suas doulrinas, c pela suavidade do jeu dominio.
Estes n.io coiiseguiro mais do que nina preponderan-
cia rplienura, porque a sua parcialidade Ibes ha de eu-
fiaqiiecci os amigos e irritar os inimigos.
/dHi, 12 i/e morro.
A Imprensa peridica julga, o que parece, ter s las
iiiUmi.-s a desempenh.ar -- instruir o povo c servir os
partidos, dele..deudo os seus principios, c pugnando pe-
ina seus interesses. A estas, poican, accresceiitaremos
ns-uina terceira missao, nao menos importante c su-
blime do que a prlmeira, que se nao lie por ella ignora-
da, esl sem dnvida esquecda, est desgrocadamenie
eoi quasi completo esquecinieiilo, pelo estado de eller-
reaeencia essfrjue se a.liain as paixes por loda cssa Eu-
ropa.
Civilisar o povo, moralis.indo o, tal he essa oulra mis.
sao que o espirito do seclo linpc aquella Imprensa.
A liislrui'tao lie urna das primeirns necessidades do
corpo social; sem ella he imposslvel a verdadera feli-
cidade.
H He este um principio tao gerslincntc aceito e rrco-
nhrcido, que fra dcsncccssarlo dcmonstra-lo com pro-
liso apparalo le ras. s.
Mas, se a instrueco he tilo ntcessaria vida de um
povo, de que Ihe servir, cumtudo, indo acoinpanhada
da devassidAo das costantes i Que Ihe aprovcita. ter
franca c patente a foute do saber, se o lodo da desmora-
lisacao Ihe lurvar n cristalino das agoas? Que llie apro-
vellar darem-lhc a beber abundante instriicio. seo
vaso que a conlivcr, fr asqueroso e impuro? '.i.ie va-
le ui para* mu novo Ufoes de loslruccao, se de envulta
coin ellas Ihe Mrem exeinplos decynlsrao eitumoralida-
de? Que intporla que Ihe illuininem o espilito, se Ihe I
ici ver temo corarn1 Que vale finalmente a itlustracao)
ultima daq
sublime do que a prlmeira.
Instruir e moralisar devtra ser nina unici missao, e
crrtainente que o he na sua essencia, porque una he
complemento da oulra Nao Minos nos que as separa-
mos; consideramos duas, porque infelizmente su a tns-
truccSo vemos prestar bomenagem.
Civilisar o povo, moralisando-o, he, pois, um rigoroso
dever da imprensa peridica.
He utn dever indlvisvel imposto a lodos os escripto-
res pblicos pela nalure/.a da sua missao ; dever Impe-
riosamente exigido pela sociedade e pclu progresso hu-
manitario. ,
E como se pdein desempenhar de senielhantc dever i
Acatando ludo quanto a sociedade exige que se respet-
tc Prestando verdade o culto que se Ihe (leve, sem
abusar de forma algunia desse cullo. /.ciando a liber-
do poder, sem insinuar no animo do publico o desprezo
pela autoridade. Censurando o que na vida publica
dos humos li.mver digno de censura, sem arrojar para
o uicin das praras os actos da vida intima.
Dcfcudendo 'ou combatendo as opiuies dos indivi-
duos, sem Ihes devassar o foro das consciencias. En-
trando uo campo da controversia com a Iraldadc do ea-
valheiro, cotn a dignidade de lio.nem de honra, com a
gravidade e decencia da boa educar.: llcspondendo
aos racciocinios coin arguinedlos, / civilidades coin
igual ro te,i a, e s injurias e doeslos com o tcito dcs-
pi e/u, e sobranceiro orgulho de urna alma uobre.
E ser assim que toda nossa iniprensa peridica
edmprehende a sua missu Ser assim que descuipe-
nha o dever de moralisar u povo ? O paiz que respon-
da nossa pergunla. Urspondam por nos lodos os que
lem os nossos jornaes. Responda a intima cunsciencia
de todos os cscriptores pblicos, porque nos nao somos
juizes competentes uesla materia.
liem, 13 demarco.
Em urna carta que os jornaes teem publicado, atlri-
buida ao clcbrecoiide Mamiaui, l-sc o'segtiinle nota-
vel periodo : No mundo poltico nao ha senao doiis
camin.os para seguir:o da rcvoluco ou o da legalida-
de. O primeiroMie lerrivel c sanguinolento, c algtimaa
vezes para se conseguir dar vida nova a um paiz, c no-
va tempera ao povo, he mister, como lis o Dante, abrir
estrada a travs de malta virgem. O (segundo he lento,
s vezes ineflicaz, c acontece adoriiiecerem nelle os \ia-
jantf-s. Mas lem em seu abono a paz, a serenidad.' da
consciencia, e o inalteravcl aimir da justica.
Qur seja apoctyphll, quer verdadera a carta ; tabla- ,vti
iiiou nao taes palavras da pruna do conde Mamiaui. o i um
polugta da legaliila-
se Hala de divises de fregtiezias, mudaiicas de sdes.
eleque se our.a priinciranienle o Em. diocesana, e ago-
ra mais anda porque vejo que se quer desmanchar o
pie j se fez...
lin Sr. Diputado: E desfaier o que elle uo qui/ ap-
provar...
0 Sr. Lopes llama: Nao me consta istn. Entretanto,
como o projecto est em priineira discussn, e pella se
trata da sua utili.ladr, he oceasio de tn'a mostraren..
Mas, a uo ter sido nuvido o Kmii. diocesano, calendo
que o leve ser; pois pie pens que, nfm se librando
assim, infringe-se o direilo cannico. F. ah est o Sr.
Dr. Jos liento que he mestre deste dircito: elle que diga
se o.oi he bem fundada a miulia opinio.
1 es. i iva que fosse otivido o Kxm. hispo ; mas, como
me informam que j o foi, agora lesrjo que alguein
Sr. drpulado, mrsino o uobre autor do projecto em dis-
cusso, me niostrasse a vautagem delle, a sua ulilidade ; _
desejo que me faca o favor de esclarecer sobre amate-'
ria, para balulit ii-me a dar-lhe ou negar-lli.- o met vo-
l ; porque confesso que nada sei dos benelieios que p.W
dem trazer divises de freguezias ah para fora, porque
nunca audri por li.
Itesitmindo oiiieu discurso,diiei que quanto priineira
parle, rstoii satisfeilo; porque me dizein que fui ouyi-
do o .mii. diocesano; mas que, ipianto segunda, an-
da me resta ver provada a ulilidade do projecto em dis-
cussn.
O Sr. Ferreira Nrrelo :Da mesma sorle que o nobre
deputado ciue acabou de fallar, en me tenho opposlo
senipre, Sr. presidente, a que deixe de ser ouvido o
F.xiu. Sr. hispo diocesano as material eccleslasleas :
nao s as divises das fregueiias, como tambem em
ludo aqillo que estlv'cr drbaixo do sen poder, da sua
juiisdicco, da sua aleada episcopal.
Sr. presidente, o V.\m. e IIvil, prelado, nao ouvido
aluda sobre a divisas da parochia de que se trata agora
nesta casa, deve portanto ser consultado sobre lato, lie
elle veidadeiianienie a pessoa mais habilitada no co-
nhecimento de seinclhantes divises, c is(o ou se am-
pli e dilate una parochia, ou se Ihe diminua alguma
parte. Como prelado, he elle quasi a nica pessda que
esl bem a par de semelhantes negocios, e nao he s
por islo, he tambem pela deferencia com que deve ser
tratado por nos, e sem a sna rctposla nennuma cousa
deveremos fazer...
Lm Sr. Deputado: O Sr. hispo j foi nn*ido.
O.Vr. Ferreira Barrito:Dlzetn que o 8r. bspo fra
ouvido?.... Knto bem.
Seiihorrs. nao me posso poupar a alguinas observa-
cuet que tenho anda de fazer. u nao entendo bem os
nossos negocios: em um auno do-se taes e taes limites
a'tai s e taes parochias, mas em outro tirain-se esses nes-
s limites, ou mesmo estendem-se de novo, e se aug-
rdadeirameiite nao sel o que Islo seja, o
dir nova vida a um paizje nova tempera a llttl povo, lie
Decenario derrubar tanto, desunir lana cousa creada,
como he misler fazer para abrir estrada alravs de mal-
ta virgetn ; renrovado lie ae'lll duvi ia por Dos esse ca-
niinho, c condemnadn deve ser pelos honiens
K se a ludo aquillo se accrescentar o perigo que se
corre de ver ludo destruir, Minee edificar coma algu-
ma ; dC vcrlancar por terraarvo.es que os seclos teem
resucitado, c de que a geraco presente anda collie
bous ("rucios, sem que sejaiu substituidas por outras
Igualmente productivas ; se se accrescentar o risco, que
sempre em taes casos se corre, de se trocir um bem real
por doiii imaginarios, a paz e a ordem pela guerra e a-
narcliia, a certea pela Incerteza ; se aquella niedonba
planta do camiuho da rcvoluco se accrescentar o pu-
dro fiel das actuaes revolucrs da Kuropa, rnlo nao s
o homens o devem condemnar, condcnina-lo-ha laiu-
bein o veidadeiro progresso civilisador que leude a
melliiir ir a sorle da especie humana por meio do po-
deroso infiuxo da intclligencia, e uo a peora-la por iisep
do enibruteclmento que as lulas civis necessaii.iinenle
originam.
Se o c.iiiiinho, pois, da legalidade teih em seu abone a
paz, a serenidade da consciencia, e o inalteravcl amor
d.ijustica,hesemquestoomais proprlo paraconduzir as
naces ao alcafar da felicidade, e o mais adaptado aos
progressos da civilisafo.
um mal.
Sr. presidente, he una verdade pura e sem contra-
dicen.., que militas vezes se teem felto divises d fre-
guezias nicamente por causa de eleccs,(num>roo(in-
rfm) e islo nao he urna iniquidade ? Nao he isto ajudar o
ino estado, as ms dlsposfees do lempo ?
O.S'r. A.ii.iieo fe Araujo:O projecto quer urna restL-
tuico.
OSr. Paet liarreta :-0 projecto manda restituir urna
frrguezia o que Ihe tiraiam. .
O Sr. Firreira llarrelo r-Pos bem aluda assim, pude
ser que cssa restiluico seja aluda urna l.amoia....
O Sr. Paes Nrrelo :Pode ser ...
O.S'r. Ferreira Barrito :Emlim nao o sera, e se me ex-
primo deste modo he por cousa guaes que teein acon-
tecido e lalvez porque n'.o esteja bem ao faci desta di-
visao. Mas, senhores, dividir, partir urna parochia i e
um i cousa grave de sna natureza : he separar o parodio
deuina parle dos seus parochianos, he prva-lodc seus
interesses lcitos, he aincsqunhar a sna subsistencia, e,
nicsiiio secundo o direilo cannico, he necessano que
haia causas multo justas e muil legaes. Einfim eu me
tenho exprimido como cnleudo, c a asscmblca lora o que
Ihe parecer.
O Sr Paei Raneta : Sr. presidente, pedi a paUvra
para dar alguma explicaces a respeilo do projecto que
se discute, c que live a honra de subnirlter a delibera-
---------- _-.----------, -, ,,i., i,,, i -
He no meio da paz, que a ag.cultura, o commercio, ,..; jCS|a asscmblca, se bem que os nobres depulados
ea industria fabril se animan) cprosperam. lie no telo ,,',, lllc .,-, dciam nao o impiignassem, oque quasi
la paz, que o crdito
que as einpreas uteisi. .
a Inslrucflo se derrama mais fcil c proinplainenic en- (ani|0 pC| artigo !.?
lie todas as classrs dasjociedade. He linalmeiilc no meio n.rro : Os nobres depulados sahiam
aiiimam cprosperam. He no meio ,'|P |llc precederam nao o impiignassem, oque <|
lo publico e fortalcele consolida ; I 'c |ne j,prnsa da larefa de mostrar sua ulilidade..
isapparecein c fructilicam ; c que o Sr. Molla Silmira : Era boin explicar-se, ct
mamis fcil c proinplamcnlc en-'.vuio pe\ artigo I.
auociedade. He linalmeulc no meio pae, Ua.reto: Os nobres deputado aaL..
lapa/, que o espirito do seeulo pode exercer mais be-1 ,' ri.c, estar dado para ordem lo da, tive-
nefica influencia na sorle dos homens ; que o amor da i ^ $(jbra cxamiua-lo, e se o noacliam
liberdade se propagara ; que as nleiras le seus iniuiigos i. iem.0 i0d,ivla procurarel aatial'azer os uobf-
diuiiiiuiro todos o diaa.
mas, antes disso. direi ao nobre deputado
He cerlissimo que nos bracos da paz repOUia com ''pI!^r^*;''"rno.que lanibeni acho ulll e al neces-
nais serenidade a consciencia do que no regaco las ,r.sc 0 Exi, prelado, todas as vezes que se Ira-
guerras civis ; que em ic'us bracos o amor da justira nc
mais inalleravel do que entre o lurbilho las paixe
da ex.iencla da sociedade que jolgai.ios ia*MMl, ^J^ jfc, Lupo : J Vrm. pois,' os ..obres depula-
coin bastante riindamcnto. coin boa deduciao lgica, .------- .................
queocamiihoda legalidade he, na.clreuu.s.ancia. em u',^l^1V0.u.^irZV.'.;.ni:
que actualmente se ocha a Ku.opa, o
fe,ao ti uiiipho dos principios liberae
naces. (Diario do Govtino.)
OBjOssafjsjsjassxsl
de accbrdocom o dlocesauo.
'.ITndueenic eue foi mesmo fundado na sua opinio que eu apre-
Prae, i lencdade da, "*! este projecto. O. obre, deputado, eslarao anda
' ^o-'d G rl i"" l'ii'brado. Sesia especie.le !.._ que^,,. eire a as-
PE.'iNAViBUCO.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SESSAO E'.l 26 DE AHRIL DE 1840.
,.' Concluirlo,)
ORDEM DO 1A.
MUtbla c o Extn. prelado, da qual resiillou tanta con-
fusao e tanta desordem ; o projecto lem por Um acabar
com esse estado anormal, e rest.belecer as cousas uo
4eona"uo0oraVlifio l., direl que elle icpropOe a dero-
.a^Tei que ereo8u una cadera, de Utim na villa e Pao-
I S-Albo e ..nbcm que manou fo.se.n admillldos o. pro-
I fesores jub lados, indcpen.lente de concurw. contra a lei
me regula a nalerla, e contrao inleressepublU)o|ue exi-
Jeoe h.ja lodo o escrpulo na r.colha daqnclles que
^InVa, rceadns do ensiuo da moeldade ; .na era preci-
sem a moral?
Prlmeira
provincial n
discussao d projecto n. I que deroga a lei' <~-&"&tf>tmT!i.
. 229 de S de Miembro de l848, marca os II- compensa dos seu. ser> 190a, e enlao passou a

Kfaat




2


U Sr. Multa Silveira : Ku como c nao eslava, nao sel
disso.
OSr. I'acs Barre lo: -- Sei ou.... Senhores, a villa de
Pao-d'Arho he mili pequea e nao leni ningucn que fre-
inienie a aula de l.ilim ; por consrqucucia he inteira-
mente Intil esta cadeira, e se a crear foi, como dis-
se, para acouimodnr um individuu, inandando-se que
a oceupasse sem passar pelo exanie que a lei exige....
OSr. Ferreira liarreto: lio o que elle nao quera fa-
er, porque talvez na soiibosso u laliin.
" Sr. P.ies liarreto :Nao sei ; o facto siicrcdcti as-
sliu : en peco agra, pois, que se derogue ela lei lllha
do paimnato, e seni conveniencia publica : e coro islo
i' lili respondido ao nobre deputado.
OSr. Ferreira Hrrelo :Krespondeu milito bein.
< .Sr. Mulla Silreia: P di a palavra, Sr. presidente,
para impugnar lmente una parte do discurso do no-
bre deputado, e he aquella cm que elle disse que s- vil-
la do l'.o-do-Alho era muito pequea e por consequeu-
cia incapaz de ter Ulna cadeira de l.itiuid ule.
Senhores, a villa do Pn-do-Alho, todo o sabem, he
a sede da comarca, conlendn 40 engenhs, e estes bem
iionlados: a villa do Po-do-AI|io*, eu rcplin, est bem
povoada cadianlada; e, dveudo a assembla provin-
cial ronrorrer quanio em si eoubar para Inatruceao
publica, nao deve aliolir etsa caileira de latim que alli
enfile, e que muios anuos foi enselvada, .ipic.seut.iu-
do grande numero de alumnos. Mr verdade que de-
pu s ioi siippifmlda cadeira j mas. rcconlieeendo-se a
i i nilil ni,', foi de nova instaurada o anuo passado.
Eu nao tralarri do artigo segundo da le de da Miem-
bro de 1848, c nao posso explicar os motivos que tiveram
os legisladores para determinar que mu prolessnr jubi-
lado fosse lente drssa cadeira, indepeudente de Clame;
parece pie foi conveniente para coarelar desperas ao
iliesonro: o que siistentare he que a villa do Pao d'Alho
la eni ciicuinslancias de ter Ulna cadeira de latim, co-
mo Han algumas villas drsla provincia.
Sr. presidente, em conclusa responilcrei ao nobre
di pillado, quando disse que o professor nao se qui/. a-
pie.M'nlar a novo coucurso porque talvez nao soubesse
latim ..
" .Si. Ferreira Hrrelo : Disse lalcc:, porque
nn me record at de quem seja esse professor.
OSr Mulla Silveira : He o padre \ cente
OSr. Firnira lela: K ipianlos padres nao sabem
liliin!'
OSr. Mulla Silvrira : Perdoc-mr o nobre deputado :
npadie \ cenle Ioi o 1. professor de latim naquelli villa,
e depois de alguns anuos obteve sua juhilaco: coiista-me
que o uielliodo do seu ensino era excedente, e de sua
aula appareceram bous grainmaticos : cu esteu bem ao
faci disto, porque moro em l'.o-do-Alho ; e se ha al-
guinaduvida a respeitoda capacidad,-desse professor o
u rxaidcbe a prva authenlica de sua habilitar.,..
O Sr. remira brrelo: Nao qui/ pastar por novo
came.
OSr, Molla Silveira : Nao sei disso, sei que a lei o
rscusoii desse trnbalho ; se o queiem desaliar discus-
so da llngoa, talvez elle aceite a lva do desalo, cen-
ia provara a suahabilldadc. .
O Sr. Ferrrira Hrrelo : -F.u nao quero, porque a nao
sei.
OS, Mulla Silveira:Oh! sabe mullo. .Tenho conclui-
do Sr. presidente, e explicado o meu julio ; asseuto-me.
poli, resolvido a votar contra o artigo I.'do prole co
em Jim ii- ni.
I> Sr. Ferreira Harrela: Ped a palavra para cxpli-
ear-mo, porque nao quero de modo algum oll'ender a
a Igualo*
Hilando eu lallci, senhor presidente, uo sabia quem
era rasa pessoa, nao sabase era padre, ou nao; se era
professor de lalim. ou seo nao era : porcm, senhores,
pi'idein haver alguns mestres de latim que naoosaibain,
asiiiu como pdein haver alguns padres que nao sailiam
lalim. Vio se eiileuda. todava, que eu me dirijo agora
pessoa da qual actualmente se traa. Itepltto, eu nao
sabia quem era. Para mi oH'endcr a siisceptibilidadc de
alguciu, he i|ue pedia palavra.
Encerrada a discusso, lie o projecto subineliidn vo-
tac.no, e approvado cm primeia iacusso para passar
segunda,
primeira discusso do projecto n. 2, que instaura a
l'roguezia de Maianguapc, e extingue a de Pasmado res-
titiiiud o territorio incorporado a esla parochia aquel-
lasa que pcrlcuciuui antes ifa le u, l.Vi ; manda abolir
os ilisii icios creados pela lei u 221, e considera seui
'licito a de n. 504 que creou o municipio de Correte, e
traniferlopara essa povoaco a sede da freguezia de Pa-
pacara.
U Sr. Fenrira llarrelo :Se os moradores dessa fre-
gurila pediram que se Ihes deaiem ouims luultei, qual
a raso por que agora querein os MCSinoi que dantes t-
iihaui 1 V. quaes ser os inolivos que nos dcvein levar a
nequiescera essepedldo? Senhores, seusfdrmos nene
andar, iirnhiim passo que dennos Ir bem. ( Apuindn.)
Se a algorn embanca qualquer obstculo devenios
iiiiioiit-lo; mas acudir asaiiu aoquo se queixa, e ao de-
pola coiicorriiinos para pie elle volte ao inesuio esiado
em que se achara quando Ihe esteudimos mfioprolec-
i .ia, pairce-me que nao he proctder inulto bem,
Ku nao sou iniuiigo de iiiugiieui, sciitinrc? e menos
d sacerdocio, ao qual me honro de peruncer ; poriu
nao lcixo de Conhrcer que delle nos proveci inuilus
males, e os padres estatu mal se cu (ivesse etll iniubas
ios un boiu cdigo penal c forras para o por em exe-
euc o: eu havia delazer uiuila colisa; liavia de tratar niui-
i liemos padres pie compiissem 'oiu os seus deveres ;
poiui, quaudo tiles se desviasseni dacaricira (pie de-
voin seguir, eu seria o primen o apuni-los, enao me cm
bu.icaria coiu cenas rcsleiccocs i|iic sao Impostai os
Sis. bispos, e que I' /em coiu que ellos, saliendo que um
padre qualquer tem elimos, revelados muito em legra-
do a SS. EEx. por pessoas que nao qucicm cuin-
prouielterse.veriu-seobrigadosa deixa-los impunes, por
na podcreni formar-ibes a cul|ia.
Fleo aqu, Senhores ; esperMido que me orienicui so
bie essa nova diviso de licgticzias, para poder dar o
meu voto.
O Sr. I'tiro Cavaleanle .-r. presidente, eu creio que,
se o nobre deputado se recordasse do estado de barulho
etll que se tem conservado essa freguezia de Pasmado
eoui a divisan actual, dara logu o sou voto a favor do
projecto tanto mais quai.lo he para remover os males
esullantes de seiuelhante estad, que se apresentou o
inclino projecto ; bem coiuo'para re labeleeer a fregue-
zia de Maranguape e acabar coiu a diviso passada,
que o Kxin. blspo diocesano nao quiz annuir.
O Sr. t'erreira liarreto :Agora be que posso volar
onscienciesainenle,porque Unlioos esclarccimcntos de
que prreisava.
Julgaila a materia diseuiida, he o projecto approvado
piinioia discusso, paia passar segunda.
O projecto he sustentado pelos Srs. Lopes Gama e Jo-
s Pedro, mostrando estes Srs. a nenhutna uiilidnile
que resulta ao pal* da cala econmica como se acha
organisnda, e os males qua dessa organisaco resulta-
riam aos contribuintPs
Occupa a cadeira da presidencia o Sr. llego Barros.
0 Sr. Mavignicr insiste na sua opinio, e he combatl-
lo pelo Sr. Jos Pedro.
Encerrada a discusso, he o requerimenlo de ada-
mrntn subinetildo volaco, e approvado.
I) a hora.
O Sr. Yici-PreiiAenlc designa a ordein do dia, e le-
van to a sessao.
SESSAft EM 27 HE AltlllL f)E I89.
Presidencia do Sr. Soma Teixeira.
.si MMAII I1I.--1 xni nizsiK. ,lp-jret>ricr0 ro rfoNf parece-
r! atliadoi na leitiio anlereiknlt, e Jo projec-
to n. ti em primeira ditruttn. A'omeficdo
de -unta deputaeopara felicitara Kxm. pre-
'idiuic i/ i provincia pela pacificacAodcita.
As II horas e'/ida manhaa, fcltaa chamada, verifl-
ea-se estarem presentes Sis. deputados em numero suf-
fieiente para principiaren! ot* tribalhos.
II Sr. Presidente decl.tra abena a sessao.
O Sr. i." Secretario le a acia da sessao aulecedente, a
qual he approvada.
O Sr. I." Secretario menciona o seguinle
EXPEDIENTE.
lm i en no i i ment) de Joaquim Antonio de Castro Nu-
iles, professor publico de primeiras letlras da.tVegurzia
de Sin-.los desla cidade, pediudoque se mande adop-
tar as aulas publicas de primeiras lettras da provincia
um compendio de granimlica portugurza de que elle
he autor. A' cninmisso de instrticco publica.
utro do inajor Pinuianno Jas llodrigues Ferreira,
ollereceudo-se a lomar por furo perpetuo, inrdiante o
inclino estipendio <|uc a titulo de arreudamento pagava
o cirurgi.io llaptista, um sitio perteni ente ao patiimouio
dos orphos, o qual lica em Parnamcirim, e nao tem
beil'eiioria algiima. A' coinmisSao de juslira civil.
LContinnar-ie-ha. )
Prlmelra discusso do projecto n. 3 que couiinettc o
coiihecimenio dos hitos da laceada provincial aojuito
especial dos folios da la.ena geral, c extingue os aju-
il,mies lo procuradoi-fiscal.
He approvado. sem rellexcs, em primeira discusso
par." passar a segunda
Primeira diocusso do projecto n. 4 que extingue u
eaixa de ecouomia e soccorroi, creada pela lei nruviu-
clal n. I9G. '
O Sr. Mavgniercmbale o projecto,allegando agrande
n lindado que em geral se pude lirar das calas econmi-
cas : di' |ue, se naquella que se pretende extinguir
existen) defeilos. sejam ello corrigidos, uiesino porque
couvrm muflo edificar e nao destruir : fas mullascn-
sideracori geraes a'cerca da vanlagem desla Inslltulco,
apoiando-st na autoridade de diversos autores pie <--
i ni e concille por pedir que o projecto volte a urna
eommissao para o considerar e propor, na lei pie creou
a c.n'xa econmica, a altei aeoes que ender necessarias,
para se conseguir o lim <|ue o legislador leve em vistas.
He lido c apoiado para entrar em discusso o se-
guinle requerimenlo :
l'ioponho que o p ojecto n. 4 deste auno v.i a urna
eomiuisso para apresentar urna reforma lei u. IDO.
Mavignier.
Htcirt, 37 DI ABRIL D> 18*9.
A asscmhlt'a legislativa provincial approvou hoje
o parecer da eomiuisso de OonstltDlclo e pnderes, que
aconselliav a iiiesina assembla iribulasse agradeci-
menios ao Kxm. Sr. presidente da provincia pelo modo
como conseguir a cxtlnccaio da revolia ; em conse-
queucia nomenii a depuiapao que deve de levar esse
trbulo ao eonhecimcnlo de S. Kic.
Oraran) a favor do parecer os Srs. Cunha l'igueiredn,
M.ien I iMnnteiro e KaptllU,
Kiiiqu.iiiio estes senhores fallarsni, rrinou o mais pro-
fundo silencio, nao s na sala das sessors, seno lam-
bem as galeras, onde via-se extraordinaria porco
de espectadores silencio apenas interrumpido por'al-
gnus apoiados a varias paiiajrrm dos discursos dos dous
piiineiros oradores.
Pelo paquete Ingle! Exprtu, entrado hoje, recebe-
mos jomaos fluminenses e bahianos: os pi nuciros al 15,
e os segundos al 24 do correte.
.Na corte nada oecorrera de extraordinaiio.
I) Jomn/ do i.'ommerrio da nlniT'i rMIa piiblii in.ili i
pachos da secretan da jtistica, que irut>nm#' no lugar
competente, e entre os quaes alguns na deque os lei-
lores j.i ritavain intriradoi pelo cxlra-(b de certos blll-
cios da presidencia da provincia, publicados em o Dia-
rio II. 13. i
II citado Jornal, acensando reoepcao le folhas de Val
paraso al 27 de fcverrii o prximo passado, resume
assini, emosru n. 103, oque de mais curioso colhra
nessas folhas :
Coiiliuuava a reinar em loda a repblica chilena a
mais perlona iranquillidadiv
(i As noticias que da California hava em Valparaso
nao i rain de dala posterior s qfle aqu temos por via
dos Kslados Unidos. L'onlirinam. porui, ludo o que se
dizia ci rea da espantosa riqueza da regio aurfera e do
grande commeicio que se laiia no porto de S..Francis-
co. De Valparaso continuaran! a sahir expedirnos quasi
lodos os das, c a trrenle Li emigrar nao liulia dini-
mtldu
Carlas de Panam le meiados de Janeiro fazem urna
pintura triste los soilriuienlos dos eniigrados da Ame-
rica que procuraran! aquello eaminho para o novo i I-
Uorado. A cscassez dos linios de transporte para to
grande concurso de gente olirigava boa parte della a
carrrgar s cosas o seu pequeo fardel, e as privncdes
e fadigas por que passavam haviam feito apparecer umi-
tas molestias, fataes a alguns dos emigramos.
No Per nada linha occorrido de nolavel.
a llolivia eoulinuava em estado de anarchla. O gene-
ral Helzu tinlia opposlo guvenio a governo^e estabele-
.ceodo a sua capital ambulante em Cochabmiba, pro-
innlgava decretos que rain verdadeiras les orgnicas.
Kiitrctanlo moslrava-sc un -lino o governo chamado le-
gal, aiigmenlava a cflcrvcscrucia e di/a-se aberlainen-
ic que os povos do sul pretendan! formar um estado
federativo com as provincial argentinas, eos do norte
proclamar o general llalivian.
l'ahia Reara em perfeita Irauquillidade.
O Mtrcanlil de 23 aiuiuncia que a 21 o vapor San-Se-
batlio rollara aquello pon, donde salida a M para o
Hio-de-.laneir allegando o respectivo cniuaandaute
que. a l gnios de lailmL' Ara forrado airibar por
grande temporal do sol.
A cmara dosdepuudas ficra em sessao secreta para
tratar da concordata c outros negocios ligados com a
Sanla-S. *
I ontlnuara a sent r-se ainda falla de clin va, e o trigo
por esta causa j tlnh* subido de preco.
As apolices do banco de Lisboa carain de 32 a 3(ty rs
de premio ; as do banco do Porto, de '('i a 4o./ rs. lam-
inan de premio; ai notas do banco de I.isia, oorm.
licaiam a 43 por cento de descont.
HESPAKHA.
' Nada de extraordinario havia occorrido ueste paiz: a
guerra civil continuava ainda a devatta-lo.
Tinba apparecido as vizinbaucas de l.a llisbal um
novo bando republicano de 160 liomens cnminandado
por Iriarle.
Pimentero, unidos cliefescarlistas, lora ltimamente
preso em Burgos no momento de descer da sarruagem
de posta de Madrid.
Conforme annuncia a Espaa, una drputaro inou-
risca lea ter com o general Chacn, governador de He-
lilla, e Ihe pedir houvesie de intervir para que o almi-
rante Napicr no desembarcasse as suai iropas, promel-l
tendo dar plena salitfaco porqualquer perda que osl
subditos britnicos tivessem sollVido. O general Cha-
cn escrevra com efleito ao almirante Napirr infor-
ni.indo o da proposla foiia pelos Mouros, mas anda nao
linha recebido nenhiima resposta.
ISANCA.
Nada de extraordinario havia occorrido nene paiz; to-
dava os nimos aehavain-sc bastante inquietos por cau-
sa da resoluco tomada pelo gabinete de Carlos Alberto
de renovar as hostilidades contra a Austria. Com ell'ri-
lo o governo sardo nao s enviara um despacho ao mi
nislro dos negocios cstrangelros da Franca, annuncian-
do-lhe oflicialmente a lermlnaco do armisticio entre a
Austria e a -ardenta no dia 21 de marro, tenao tambem
Ihe eommunlcra que o exeicilo sardo estara promplo
para reassuinlr as hostilidades no momento em que o
(lito ai misliiii expirasse.
Sem embargo disso o governo francei nao linha ain
ra perdido as csperanca de poder eO'ecliiar urna solu-
V i pacifica da queslo entre as]duas potencias, e, ani-
mado por ene lentimenlo, enviara ao quartel-general
de Carlos Alberto a Mr. Leiheruir, prstoa de comidera-
rel t.liento diplomtico, aliiii de empregar toda a sua m-
lluencia em induzir este nionarcha a abtler-se de hosti-
lidades, e adeixarque a questao entre elle e a Austria
fosse regulada pelas potencias mediadoras.
faitinani, orden-, fram despachadas ao general Bu-
geaud para concentrar com a maior hievidade possivel o
exercito dos Alpes sobre a froutera aliiii de estar promp-
lo para obrar conforme as circunstancias o exigissem.
A assembla nacional linha j volado a lei de elelcao,
e discuta a do orcamenlo.
Iidi. dos individuos coiidcmnados inortc por terem
assassinado o general Hra e o capito Mangindons, islo
he, Ilaix e I. ilir, Inr,un exceulados pelas seis e meia ho-
ras da mauha do dia 17 de marco, na barrena de I on-
Uinbleau. Quan'n aos ouos f.ira-lhes commuiaJa a
pinna pelo presidente da repblica.
Os jornaei exaltados grltaram muito conlra este acto,
allegando que pela coualituico fOra abolida a pena de
iiiiu te por dimes polticos.
A futura assembla legislativa cr-se que ser coin-
posta de pessoas amigas da ordein, porquanto a popu-
lara parece determinada a abandonar os charlalet
polticos, c a proferir-Ibes os ricos proprielarios e ma-
nufaelurciros.
Movimento do Parto.
i, ~- __^_^_
Natos entrados no dia 27.'
Figuelra ; 33 das, patacho portugus f (ira Josoafao
de 114 toneladas, capit.io Manuel da Costa Sitia, eaui-
pagem II, carga vlnho ; a Finnlno Jos Feiitda Hoi,
Passagelro, Jos Francisco llaptista. Portugus..
l.do-Janeiro e llalli i ; 12 di I e do ultimo porto 4, na.
quetc ingles Express, coiumaiidante o lente Lor
Segu para Falmoiitli.
dem; 15 Has, brlgue brasilelro Socieiads, de 2J0,|ane.
ladas, capitn Manuel Joaquim Lobato, cquipagriq ||
carga pipas vasias. fumo c mais generas ; a Jote al*,.'
cellino da Row. Paisageiro, Antonio Heinias Guiiv0
Galviio; Urasileiro.
dem; 24 das, escuna brasileira Oatanli-Maria, de 14;)
toneladas, capilao -Ipac Mendo de Souta, equipagem
12, carga pipai vasias; a Sillva & Grilo. Passageiro,
Joaquim Jos de Freltas, Brasilelro.
BDITAL.
a mnAu-'o
rmli p-
1 de expau-
Ai'aba de passar se na ponte da Ha-Vista
que altamenle icvela |ue nao ha lugar, por
tilico pie seja, onde o liomem perverso nao
so aos seus instinctos de ferocidade
Kncamiiihava-se para a Ba-Visia um pretoofpliv,
levaud sobre a caliera um laboleiro com restos de
fruas que viera vender nos b.iirros de SantO-fltanlo
e San-Jas : dislrahido, sem duvida, elle nao enxrg-
ra ao longc a certo pardo que, .....langas dceamisa
e calcado, buscava o primeiro dos indicados bairtns ; e,
pois, den-Ihe um eneonlio ao approximar-se-IrVe is-
lo foi inais que liifllciente para que esse p.irdiri todo
furias, puchasse de una faca que coinsigo n.i.i.1 e
com ella descarregasse sobre o misero pelo tres sipos
Icilou por ierra a seus pe. T
- u...vu ,,u, |Liid pie, ao platicar este acto, o scelera-
ellectio que cram 5 l|2 horas da lar-
lo seguros, que o
lie para notar q
do mili -.. 111. 1 re
de; que linha por lesteniiinhas de'seu ciinic"imil-
las pessoas, pois pie he justamente a essa hera que
a sObreilita ponte se ser mal frequentada ; que po-
da, rmliiii, ser preto em flagrante por .essa* mesinas
pessoas, como com elleito, acontecen ; porquanlo, lo-
go depois de perpetrado o delicio, aquelles que, sor-
prendidos, nao poderam evila-lo, capluiaram o deliu-
quenic e conduziram-no para o quarlri do corpo poli-
cial, em um de cujos callaboucos se acha elle reco-
lliido.
Miguel Arrhanjo Monleiro de ndraie, oficinl da imperial
urdem da Uosa, ravolleiroda de Carillo iasperfor daaf-
fandrga de Pernamburo, por S. M. Imperial, etc. etc.
I-.i..n saber que no l.' de maio do crreme anuo, no
ineio-dia, na porta da alfandega, se bao de arrematar
em hasta publica 38 iluzias de plumas pretal para cha-
peos de senhora uo valor de i.VI/is., 09 du/.las de cor-
(Ins do sed 1 para ditos novator de 100/ rs Seis ramos do
lio 1 es ar 11 liciaes, para juros, no valor de 8/11., sete esto-
jo!, sendo tres para homem e.iiuatro de costura coiu '
msica para seiihora, no valor de 70^ rs.; Impugnado
pelo guarda da inesuia Manoel da Fonseca de Araujo
Luna 110 dospanho por factura 11. 4,U3I : senda a arre-
matarlo subieita aos dirciios. Alfandega, 27 de abril de
1840.
Miguel Archanjo Monleiro i* Andre.de.
mnm*mammu*mnmsn*s**msnssssstmuuam*mmtmtum
cclaracoes.
CO\CF.I.HO GERAL DE SALT'BRIDADF. PUBLICA.
Epidemia de ortigas.
Sendo
ITALIA.
O estado da Toscana he bastante calamitoso. O gover-
no provisorio desse paiz nao olferecea menor garanta
para a manulenco da ordein; elle nao tem poder era
crdito, neui inspira confiaoca alguma aos cidados pa-
ladeos. No dia 4 de marco os signiorct Guerazzi, ,11ro-
ni c Montanelir, mcinbrus do dito governo provisorio,
dirigirn! uuijinanifesto a Europa, no qual aecusam o
g>au-diiqin.' fugitivo de varios actos inconstltucionaes,
allegando que elle fugira secretamente cm contrario 'do'
suas repetidas promessas, mnente com o designio d
vullar como soberano absoluto, e esperando que, sus-
tentado por bayonetas cstrangelras e ajudado pelas di-
VSes dos nac maos, serla habilitado a fazer lima entrada
triumphaute na Toscana, Se.
liorna contina no mesmo estado. No dia 7 de marro
Uvera lugar una iiiudifiuaco 110 gabinete daquelle paiz.
M. Sturbinelii substituir a ,M. Hazsarelli; M. Muiileckhi
succedura a M. Slerbiiil. c al. Hantoni a M. Guiccioli,
o qual lora uomoado enviado eilraordiuario para Ve-
ueza.
No dia 7 do marco a assembla romana adoptou a se-
guinle 1 (Mil in ni :
(( A assembla romana, convencida de que o povo ro-
mano e toscana desoja a reuni.io de seus dous estados,
cquo esta Hian poltica em vez deabsorvera vida soci-
al, derramar a liberdade por lodos os ramos do inesnio
tronco, e linalmcutcque loda a cnslituicodeve ser ba-
teada sobreas blindados uiuuicipaes, convida o povulos-
cano a enviar seus dcpuladosasseuibla romana.
Neste inesnio dia a referida corporaco doioi m iiiou con-
ferir poderes discrrciouarios eomiuisso execuliva,
ou triunivii ato, para o lim de providenciar acerca da tal.
v.11 a.i lo paiz.
A respeilo dos outros paizes da Europa, nada de im-
portante ochamos nos jumaca que temos vista.
tOMMEHCiO.
ALFANDEGA.-Bendimento do dia 27 .
Pescarregam hoje, 28 do frrenle.
Harca Enny mcrcadorias.
Kiigue Rival dem.
IIinte Furtuna vinho, fumo e farlnha.
Ilrigue Urgente barricas vasias.
Brigue Maria-Felis vimes a arcos.
8:ft0/i27
CONSULADO CRAL
Rrndimento do dia 27........
Diversas provincias.........
CONSULADO PROVINCIAL
Rcndinieulo do dia 27....... ,
. 4:00G#8I2
. 53/083
4:IO/82.ri
1:^1/008
niO-DE-JANEIIlO.
evMtios no da 14 ur. aiiil.
Cambios subre Londres ... 25 3|,. "
Parla...... 865.
Ilatnburgo (570 a 067.
Melaes. Onca hespanhulas .... 31/700 a 3I900.
da patria..... DO/500 a30>"800.
Vamos concluir boje o extracto das noticias com que
deparamos nos jornaes que hoiileiu recebemos.
poteruGAi..
As dalas deslc reino sao de 12 de marco e do o pal
como perleiamente tranquillo.
A rainba linha conferido ao conde de Thomar a gr.ia-
cruz da ordein de Chrlsto.
i:s tres novos minlstros.que haviam deiado de ser de-
-.. ,f 'V "''"ineneia de sua iioiueaco, forain ul-
mameute cele 1 tus. '
Pecas de 0/400, vclhas
Petot liespaulies
da patria .
PatacAca ....
Apolices de 6 por cento .
piovinciact ; .
18/1)00 a 18/500.
. I/MO a 2/000.
. 1/940 a I/H80.
. l/80a l/0DO.
. iSa.
. 85 nominal.
(Jornal do Commercio.)
HAHIA.
CAMIIOS NO DIA 23 DE ABRIL.
Londres ......... 96'/, a 27.
Paris.......... 3flo.
Ilamliiirg......... 700.
l.isbiei e Porto.......120 p. /,.
Uetaes. On(as bespaulilas 3I/00 a 31(000.
mexicanas. 7 31/300 a 31/500.
Pecas de 6/400 17/400 a 17/600.
> novas 18/500 a 17/000.
I Modas de 4/000. 9/400 a 9/130
Patacn brasilejrus I/U80 a.2/000.
hespanhci 1/9H0 a 2/000.
mexicanos 1/960 a 1/880.
" I Mercantil. )
Sendo uas dever do concelho de salnbridade preve-
nir o deteriVolvimenlu de qualqnor epidemia, ou obstar
o progresso, quaudo j se acha manifeiiada, empregaa.
do os ineiot da persuato ou acoiiselhaiido os recursos
que a experiencia lem mostrado seremos mais cllicairs
para pr-se a abrigo ou sanar o mal, nos como uieiubro
do mesmo concelho e cncarregado d. vaccinac'-o, tie-
rnos siibiiu tter i consideraco do publico algumas re-
II exos acerca da epidemia de bexiga que reina actual-
mente, e dos meios de exliugui-la.
. Intil nos parece demonstrar que a vaccina preser-
ra das bexigas ; porque ninguem ha que nao leuba ob-
servado que quasi todas as pessoas vaccinadas pdein
coinmunicar impunemente com os doenles de bexigas :
temos visto em umitas casas dcscnvolverem-K as bexi-
gas as pessoas nao vaccinadas, e todas aquellas que
0 linham sido flearem sontas. Mas a vaccina preserva
das bexigas por toda a vida, de sorte que, urna vez vac-
cinado, qualquer individuo flea para sempre isenlo de
ler bexigas ? Nao por ceno : a ciperiencia tem mos-
trado que una parle dat pessoas vaccinadas nao Boa
para sempre fura do risco de ser atacada pelas bexi-
gas ; a vaccina nao tem urna virludc prrsrrvaliva abso-
luta, esta \ iude dimiuiic com o lempo e lorna-se
milla no lim de um certo numero de annoi ; e tanto
mais se esta exposto a contrahir as bexigas, quanto tutfs
anuos fazem que se foi vaccinado.
As bexigas tambeiu como as vaccinas nein sempre
preservan! le um novo ataque lU-luesma arTeccao, ellas
preso vaui por un certo numero de aunos, 110 fin dos
quaes as pessoas tornau-se oulra vea aptas para contra-
lu em .1 incsina muli alia : us tennis visto sHfcraaa rx-
emplos; mas em geral os vacciiiadoa, mesass no lim
de um corto numero de anuos, teein sobre M&o vac-
1 1 nades a vaiilagem cousldcrarcl de ler urna bexiga be-
nigua, e lano mais liara quanto se estiver inaia praxi-
1110 da poca da vacciuacu.
_Tem-sc calculado que oito annos-depois da vacclna-
vao principia a predisposico para contrahir a bexiga';
c depois.de dez anuos devem todas as pessoas ser nova-
llioiito vaccinadi.. Nao lia c.xciu]ili> de pessoas que,
leudo tolo boas pstulas vaccinieas, fossem atacadas sa-
les de oito .1 mi es decorridos depois da vacciuacao ; se
alguns fictos exisiem em contrario, sao deridos a pes-
soas pie, tendo sido vaccinadas, obllveraui pstulas vac-
cinieas .(iic ao primeiro aspecto pareciam eicrllenles,
mas qucerain falsas; nos temos constantementeoccaiio
de ver pstulas semellianlrs, que -sin consideradas co-
mo excellcntes por pessoas pone exponentos, e nes-
ses casos nunca deixamos de vacciuar outra rez, e eia
alguns individuos oblemos oulras pstulas vaccinieas
verdadeiras.
A revaccinacao he o nico mel de qualquer pessoa
estar sempre ao abrigo de ataques de bexigas, e, quao-
do platicada em urna poca determinada, tem as'uies-
ines vantagens da primeira vaccina(o, isto he, preser-
var da bexiga por igual numero de annos. Entre lis
puncas sao as pessoas que teein procurado reraccinar-
se e cm algumas que temos procurado inocular, leinos
obiido quasi sempre boas vaccinas. Noi s/s dot revacci-
u.idos desenvolveram-se oulra vez pstulas vaccinieas, o
que prova que nelles nao existia mais a virtude da pri-
meira vacciuacao. A revaccinacao, aluda quando pern-
eada com resultado incompleto, como se observa nos
Vadoi rcvaecuiados, preserva do mesmo modo das be-
ligas.
Estei resultados sao deduzldos de urna eitatlslica Gr-
illada em documentos olliciacs de loda a Europa ; caqui
misino temos tidu occailao de observar lacios que con-
firman! estea principio* ; actualmente estamos tratando
de urna familia, que toda ella, havia annos, linha sido
vacclnada, excepeo de quatro criancas que forsm
por mis vaccinadas ha qpatro mries. Quasi lod.is ao
pessoas dessa familia tivcia'm maior ou ionor numera
de bexigas, mas as quatro criancas vaccinadas lia pouc- <
lempo nada cxpi 1 iini nlai am. lia tanto, aconselliailiOS 1
lodosos pala de familias que inandem vaccinr as crian
Cas, lugo que completaren! um mes de. id.ide, c rev.irci" |
nar as pessoas le suas casas, que livercni sido vacciuada-
ha mais de de/, anuos; assim como rogamos aos mcsiuoss ^.1
que nao deixem de mandar no sellmo da as pessoas
vaccinadas, para que (rjam examinadas,as pstulas tac,
cnicas, e por este nielo roiihccrr-se a sua nalurrzs,
alim de que, quando venha a detenvolver-sc a falsa vac-
cina, srjaui essas pessoas niamente vaccinadas. Ella
medida iraz a vanlagem de mo acontecer desenvolver-
se a bexiga em certos individuos que se ciem presei-
rados pelo desenvolviineuto das pstulas vaccinieas,
que por seren falsas licam cxposlos ao contagio, como
militas vezes tem succedido com grande deirisnonto da
saude publica e em descrdito da vaccina o que po-
de ira/, r consequencias bem funestas.
Reclfe, 27 le abril de 184?. Dr. Joo Ferreira da Sit-
ia; medico do municipio.
- ASSOCIACAO COMalERCIAL DE PKKNAMRIJCO.
Oahaixo aasignado convida pelo presente 10* Srs.
mombros da asociadlo para urna reunido em M*
semiilca geral, no da terca-ieira, primeiro de mito,
as 11 lloras da mandila e roga nuo se digiiem con-
pareccr no sala das sessO s na indicada hora.--Sa-
la da assnciacflo rommercial le l'oriihniboio, 87 de
abril de 1849 Bernardo de Oliaeira Mello, secre-
lario.
Peranle o concelho d'administraco aaral icio **
coutralar-se por ttrrruialacao o tWnecimealo de carne
verde para 01 navioi armados e hotpilal da tuarluba,




;====

~=
por lempo de i mear*, que lindar eiu 30 de junlio fuUi-
10 ; pelo que ronvida-se a quem tal fornecimcnro qul-
i, i l i/t, para comparecer na (ala dan sonde do mea-
ino conocido, manido da propona na que declare o
uicnur preco. c o noinc do fiador, que ser pessoa Dar
eise fien habilitada, s 12 horas da manlia do ula 4
de maio vindouro. Hala dai sosses doooncelho d'ad-
ministracao naval, 27 de abril de 1849 O secretario,
Clirielavto Santiago de Ollveira.
= O arsenal de guerra compra aieltc de carrapalo c
de coco, lio de algado, p.ivios e velas de carnauba:
quein Uea eneros qui/.er foroeccr, pode comparecer
na safa da directora do mesmo arsenal no dia 30 do por-
i ente; irairnrto iua proposta coni fiel dcclaraco de scus
iil(Moa>rrcus em caria fechada.
Arsenal de guerra, S6 de abril de I89. O escrlptura-
;io, Francisco Serfica Je uii Canalho.
tes i quarta-feire, i de maio s 10 hora da ma- Hela na ra de S.-Francisco, no palacete aera era-
nhaa., em seu armazem largo do Corpo-Santo.

THEATRO DE AFOLLO.
Uoj, 26 d abril de 1849.
Kncerramrnto das represen lardes.
PKPaiiSKNTAVa.0' EXTAORDINAlilA.
A PEDIDO GF.RAI.
* A \ KNt/lll'l
ou
0 Carrasca de fensst,
drama fin 5 actos, a carcter c a grande espectculo.

PUNCA.
JAMO,
paito hespaiilinl. dancadn pola Sra. Camota.
<'.i.iiide tmbola, ou lotera a exeinplo dos theatros
de Paris.
A tmbola eompor se-ha de 10 premios : seis fcllzes, e
quatro inysleriosos, a saber :
Prlmrlropremio.Tlm alAnelc para grvala.
Segundo l'na cartrira.
Tereelro Mysterioso
Ou ii lo 1'in chaprllinho de sol.
i'iiiiiii.i l'in indispensavcl esmaltado para
senhora
Sexto Misterioso.
Stimo Um par de brincos,
Uitavo Myslerioso.
v.no Uin par de pequeos vaiti de nor-
cellana.
Dcimo > Myslerioso
Cada pestoa, ao turnar obilhete, receben! un nume-
ro de ordem que servir para a extraern da lombula.
Aa iwssoas que d an'e-mo lomarein buhles recbe-
la* .dous bilhetrs da tmbola.
TRISE1TE,
\ audeville novo em um acto.
Poder-se-ha procurar carios para familia de seis pea-
soas por 12.000 ron.
Oj que prcicndcrcm prnver-se de billirtes dirijaiuate
casa do director, na ra da Somalia-Vclha, n. M2.
Avisos martimos.
Para Macei segu, com umita brevidade, o brigue
nacional Minerva 1 quein no mesmo qulter carregar ou
ir de passagein, dirija se ao scu consignatario, Francis-
co Alvo da Cnilia, ra do Vigario, n. II, primeiro
andar.
Para Lisboa, com escala pola liba de San-Miguel, a
barca porlugucia tejo, capitn Silvorio Manoel dos Res,
s.ihr com a inaior brevidade possivel: quem ua mesuia
quizer carregar para qualquer dos dous portos, dirija-
so aas consignatarios, Ollveira limaos Si C, ua ruada
Irui, 11. 9, ou ao referido caprino, na praca do Com-
uioraU.
Para oPortosahir nesles diaso muito veleiro brigue
porliigiiczJrim(iifni, capilao Hanoel de Azevedo Canario,
pudendo anda reeebor alguma carga iniuda e passagei-
rus: os prctenilentes tratem com o dilo capilao na praca
do Coiniiiercio uu com o seu consignatario, Antonio Joa-
qiilm deSouza Ribeiro.
Fara a cidade do Porto est prompto carga o
inulto veleiro brigue porluguez Maria-felii. de que he
capilao Lourenco remandes do Carino, Turrado e pre-
gado de cobre, de boa marcha : quem nelle quizer car-
regar ou ir de passagein, para o que lem muito bons
n,mnenlos, trate com o dito capitn 011 com seu con-
signatario, Antonio Inaqiiitii de Sonta Ribeiro.
Para o Aracaiy piciciiile sahil at do vindouro O
hiale .Wu-d/iiiiii, por ter a inaior parte de sua carga
tratada: quein nelle perlender carregar e Ir de passa-
em, se entender com o mestre do mesino, Antonio
os \ 1,1 nna.no Trapiche-Novo, 011 na ra da Cadeia-Ve-
II1.1. .1. 17, segundo andar.
= Para o Hio-de-Janeiro segu viagem em poucos
das u brigue nacional Despique, por ler parle de seu
1 .irrogaiiieiito prouipta : para o resto da carga, passa-
geiros e osciavo, trata-so com Machado & Pinheiro, na
ra do Vigario, n. I'.i, segundo andar, ou com o capilao
a bordo. ^
Para a Baha saliir em poucos diaso brigue Ca-
inqr.ui.n, o qual anida pode receber alguma carga:
quem no mesmo quizer carregar pode entender-se
rom Ainorim Irmflos, na rna da Cadeia, n. 39.
Para o Itio-Cran le-do-Sul pretende ahir em
poucos dias o brigue Deos-le-Cuarde, por ter a sua
carga prompla ; n as anula pode receber alguma
caiga a frote assim como escravos : os prelendrn-
lea diiijam-se a Hallar & Olivira ua ra da Cadeia-
\elha, urmazem 11. \i
Vemla-se o brigue nacional Autora, de cons-
truceflo brasileira, em muito bom esUdo tanto o
casco como o appatelbo e panno: para o ver, em
trente rio raes ua Alfandega, aonde esta ancorado,
e para tratar do ajuste, com Joflo Francisco da Cruz,
ia na da Cruz, n. 3.
Para o Porlosahe.com a inaior brevidade pos-
sivel a bcni condecida e veleija barca spirio-Srnr
10 para oque ja (em a bordo mira crga : quem ua
mesilla quizer cari egar, ou ir de passagem, para o
que tem asseados commodos, dirija-se ao sen con-
signatario, Francisco Alves da Cunda: na ra do
Vigario, n. 11, primeiro andar.
"mi"*, t0,'ra s"'"! "es,es8das a esculla M-
ria-Frmma : para carga e passageiros, trala-se na
rua da Cadoia, comJosc Antonio Uaslos.
Le i loes.
-- Bouteler faz leilo, no illa 30 do correle, no ar-
inazeiii do Sr. Antonio Aunes dos gneros segulnles :
.sol calas demaeaasseccas, 80 caixas de vinho de Bor-
neo*, ono c nielo cestas de champagne, um fardo de fio
de linhoem rama, nove barrlsde tinta branca, verde e
|reta, qaatro calas de vinhainutcatel.
Jotiiwlon laler & Companhia farSo leil.lo, por
intervaueflo doenrretor Oliveira de grande sori-
n enlodo faTendas inglezas, loda proprias do mer-
cado inclusive urna grande poredode pannos pro-
l'is e de cores : terca-feira, primeiro de maio, s 10
duras Ua mandila 110 seu armazem da na do Vi-
gaaio.-.
Me. Calmonr&C. farflo leilRo, por interven-
cflaalooorreler Oliveira de grande porcao de fa-
zenatos inglezas, inclusive sedas e pannos de eOrea,
que veflttoruo para liquidacao de contas penden-
--Oabaixo assignado faz scientc ao publico que
desdo o dia 27 do crrante Jleixou de ser caixeiro da
padanada rqi estreila do nozario, do Sr. Francisco
Alves da Cunda, o por isso ficou desonerado de trato
e responsabilidade que sobre si linda como o po-
de alTirmar o raosmo Sr. Cunda. Jos Mantel Ftr-
reira Ramos. ,
-- Deseja-se saber noticias de Domingos Ferrcira
da tocha natural de Fguera-da-M*ya arreda-
do do Porto 5 a 6 legoas de urna familia chamada
os Nutras : na rua Direita n. 94
Pela1 segunda voz avisa-se ao Sr. Joaquim Jo
deAlmeida Pinto que queira no prazo de tres dias.
contados do hoje vir tirar os seus penliores na rua
Oireita, n 23, que os lem ha 13 mezes ; do canlr-
rto serJO vendidos para pagamento do principal e
juros e o mesmo Sr. Pinto ficar sem dueito al-
gum aos ditos penhores e respon^avcl pelo restan-
te no caso do pro lucio delles nilo chegar para o pa
gamento de principal e jurosRecife, 2 de abril
de 1849.
I.tiiz Jos Rodrigues retira-sa para fra da pro-
vincia.
Na rua de S.-Tdereza, n. 6, Isva-se o engomma-
se roupa com perfeic.to e a preco muito commodo
Itetiram-se para fra do imperio os subditos
portuguezes, Jos Pereira, llastos com sua mulher .
Mara Joaquina Pereira Kistos e dous fildos meno-
res ; D. Isabel d'Austria com tinas criadas portu-
guezas ; Joanna Mara do l.ivramento ; Jacintha Flo-
ra ; Joanna Mara da Conceic.to e sua familia a sa-
ber: sua filha igiena Mara sen genro Augusto
Lebermann e seu criado Manoel Jos Fernandes.
--Francisco Ribeiro Pinto Guimarfles re tira-se
para ilha de S -Miguel.
Oabaixoassignadonovamenteroga ao Sr. Joilo
Francisco Paes Brrelo que leuda a bondade de llie
mandar pagar a quantia de 28,000 rs., provenien-
te de um sellim com todos os seus pertonces com-
prado a 6 deoutubro do 183C. como consta da sua
carta : no Aterro-da-Uua-Vista, fabrica do licores,
n. 17. Froderico Chaves.
I.cmbra-se a Snra. Cyprana Mara da ConccicHo,
manailofallecidoJanuarioJo.se das Netos-, que se
Ide faz preciso fallar a negocio de seu interesso no
Aterro-da-lloa-Vista fabrica de licores, n. 17.
O hachare! l.ourenco Francisco de Ahneida Ca-
tando decan, em resposta ao annuncio jeito em o
Diario de 25 do corrente que nunca dcixun do re-
sidir sempre que vem a esta prar^a, om a rua Nova,
0. 47, onde o pdenlo procurar.
Precisa-so de urna mulder que saba engom-
mare cozinhar: no pateo da S.-Cruz, venda aup
da padaria.de urna soporta,
Felicia Candida da Fonseca Portugueza, reti-
ra-se para a ilda de S.-Miguel.
Manoel Gomes l.oureiro retira-so para fra do
imperio.
-- Fiirtaram, no dia 25 do correte, 11 m annel de
ouro, de abrir, com cabello dentro e com a lirma
J-P. F. DSo-se 30,000 rs. do gratificarlo a quein
o restituir na rua do l.ivramento n. 33.
-- Precisa-se, por alguna dias, de um tralialhador
MCrayo ou livre para um pequeo sitio : ua rua da
Caricia de S.-Antonio, n. 16.
Precisa-sede um feiior, natural das ildas, sen-
do casado melhor : na travesa do Veras, n. 15.
-- Arrenda-se o engendo Cacdoeira, sito na fre-
gezia de Scrinh.lem, rom todos os pertcnces necea-
sarios para moer, sendo muito bom d'agoa, por
moer mesmo com ario muito perlo do embarque
do assucar por ser dentro do cercado do dilo eu-
genho he ba.slaute grande lem proporqes para
tres mil piles de assucar tem muilaa maltas, bom
cercado e le muito boa produceflo : na fortaleza das
Cinco-Pou'tas adiarlo com quem tratar.
Manoel c'a Silva TjvBrcs retira-se para fra do
impeiio, levando em sua companhia sua mulder e 2
fildos menores. U mesmo convida a lodos os seus'
rrederese deyedores para compureccrem no dia 2
de maio prximo vindouro aliin de ajustarem coti-
las e verem o estado de sua casa 110 Aterro-dos-
Afogados no llom-Gosto.
.-- Tendo-se desencaminhado ulna lettra da quantia da
230/105, sacada em 2l de marco prximo passado por
Jos .loaqulin Pereira de Mendonca e aceita por Marcel-
lino Jos Rodrigues C0IU90, se taz tlente aquemcou-
vier, que nao faca (ransaccao alguma com dita lettra,
pin. que o aceitante a mi paga aruo ao dito lose Joa-
quim Pereira de Mendonca.
aluga-se o primeiro andar da casa n. 7 da rua da
Mocda : a tratar iiaucttna.
Iara as pessoas que tcncio-
uam seguir viagem.
Na rua do Rangel, n. continuam-sea tirar pas-
aaportes para dentro e fra do imperio despchen-
se escravos e correm-se Toldas : ludo com brevida-
de e proco muito commodo como so tem dado ox-
cruente prova no decurso de 8 annos.
<%o rcspeitavcl publico
Cnillieriiie Frederico Waller tem a honra de anniin-
ciar que acaba de receber de Paris novaa machinas' de
dag.ii-rootj 110, Iiciii coiiiumiii ricos e variados appare-
Idos, taes conip caixas do ultimo goslo, allinetes e rc-
dnmas de ouro, mu proprios para rccebereiu retratos.
ti .inni.oi.inio ospi -r.i dos da di tantos de Pernambuco
a conlinliacao da protecc.io com que at hoje o tecm el-
les penhorado, c ad verte que est prxima a poca que
ha Ii vado para a sua retirada deta capital.
Elle lem una verdadeira machina d.i Vulland, aooni-
pauhada de todos o apparelhos, a qual vender por pre-
co coiuinodo, obrigaudu-se a 1 nsinar ao comprador, 111c-
diaule una recompensa rasoavrl, todos os srgredos da
arte que profetsa.
()lleiece-*e um honieui solleiro para feitor de sitio
nu uutro qualquer servi;o : na rua da tanta-Cruz, n. 13.
Na nohe de 16 do corrente fugio de
Santo-Amaro um cavado melado, gordo,
de dinas e cauda prelas, ripadas.pes pre-
tos, etc. 4 sem freio, s com.sellin itiglez
usado e inania de fazenda escoceza : quem
o pegar leve-o a rua d ('adeia da Recife,
sobrado 1. 36, quesera gratificado
= Na rua da Cruz, n.Sl, precisase de um escr
ra o srrvico de casa.
O padre Jos Gregorio da Silva Carvalhu
Aiacatv com seu escravo de nomo TIiuiimz.
U Dr. Sarment mudou-sedo Hos-
picio para a rua do Queiinado, n 46.
# Ilesappareceu, do pono do Mundo-Novo urna
canoa que fui d'agoa, j aberta : quem della aor no-
eacravo pa-
vai ao
tificado.
. Quem precisar de urna ama de leite dirija-se
00 Hrceo-Largo, n. 15.
Atrenda-se um sitio rando, com um sobrado
propio para qualquer familia urna grande olaria ,
haslantea fruteiras Ierra muito- productiva junto
ao engenho do Forno-da-Cal: a tratar no mesmo on-
gendo.
Joaquim Alves Camello, morador no seu engenho Mi-
rador da comarca do Llmoeiro, faz sclenle ao publico
?ue nenhunia transaccao fir.ini com o lente Antonio
erelra de Sousajlarroso por ll ledras de diversas
Snantiasa vencerem-se de 2 de maio prximo at malo
c 59, por aqnelie Barroso laceadas, e pelo annunciante
aceitas, com o indosso do tenente-corooei Jos Francis-
coLopea Lima, valo os documentos de que est mu-
nido dito annunciante contra aquello Barroso pelo nao
cumprimento dos contratos que fizeram de que ema-
narao as refrridas ledras at qne possam reforma
eus contra tos, ha vendo este o desfalque do que ha com-
prado, conforme foi declarado na escriptura publica, e
nianiiscripto que tem do dito vendedor do engenho Ma-
chado, e mais cousas.Por Joaquina Alves Camello, fran-
enco de l'auln Pereira de Andrade.
Precisa-se de ofliejacs de funileiro : no Aterro-
da-Doa-Vista, loja de porta larga n. 65.
-- Antonio Ferrcira da Costa Braga faz publico
que Pedro Lessa deixou do ser seu caixeiro desde o
dia 34 do corrente.
- OsSrs. JosPolirarpo de Freitas, Jos Joaquim
Cavalcanle de Albuquerque, liernardo Lamino Frau-
'Co e Joflo JacinldoSoarcs qtieir.im ter a bondatle
d apparecer as Cnco-Pontas, n. 62, que se llie
desoja fallar.
-- Antonio Joaquim de Souza Araujo, subdito por-
tuguez, retira-se para a|villa de Mamanguape.
Procisa-ss do urna ama para cozinlia no bec-
co da l.ingoiMa, sobrado n. 5.
Na rua Direita, n 68, ha urna ama para todo o
sor vico de urna casa de portas a dentro.
Aluga-sa a loja n. 100 da rua Imperial ptima
para refinaciio de assucar pelo birato aluguel de
6,000 rs. mensalmente : a tratar ua mesma rua ,
n. 167
Manoel Maria da Silva faz publico que de hoje
cm diante so assignar Manoel Fernandes da Luz.
Precisa-sede una pessoa que saiba perfeita-
mente retinar assucar : no Aterro-da-lloa-Vista, n.
42, segundo andar.
AI una me dous ou tres andares, da casa da rua
da Cruz do Reefo, n. 40: a tratar no csciiporio do
primeiro andar da mesma casa.
Precisa-sede urna pessoa que queira ser caixe-
ro de urna casa no mallo e de outra que seja bom
padeiro, para ir para o mesmo lugar: na rua do
Queiinado, n. 9, primeiro andar.
Aluga-se o primeiro andar da casa n 65 da rua
Nova : a tratar na mesma rua n. 63.
OITerece-se um rapaz braailciro de 18 anuos ,
para calxeiro de qualquer estahclccimento para o
que dar abono de sin conducta: na rua larga do
Itozirio, botica n 36.
I>. Francisca de Jess retira-se para ilha de S.-
Miguel, levando em sua companhia seus 4 hlbos me-
nores, Maria de Jess, de idade de 9 annos, Manoel
Ca dr.i I de Mello con 6 annos Jos Cadral e Manoel
Ladral, de 4 mezes cada um e bem assini sua cria-
da Bernarda Roza da Conceic,9o.
Cunta Si Campos, com loja na rua du Crespo, n.
12, nao duvidando de capacidade e honradez do Sr
Francisco Jos Pavo, facm-se sempre lembrado para
que nao ha ja de se retirar sem que primeiro Ibes v pa-
gar a cunta que Ihes deve
Joflo Fernandes retira-se para fra da provincia ,
levando cm sua companhia sua senhora e urna cria-
da de nomo Martinha.
Manoel Ferrira dos Santos, subdito brnsileiro,
retira-so para Portugal.
- Preccsa-so de um caixeiro que tenha pralica de
venda i na rna da Senzalla-.\ova, n. I.
Aluga-se urna grande casa, propria para padaria ou
oulro qualquer rstabrlrcimento, na rua Imperial, eom
duas salas, sele quartos, cozinda fra, quintal murado e
carimba-: a tratar no tnralro novo.
-- Aluga-sc urna casa de lies andares no largo da As-
seinlila, ha ponen concertada, com commodos para
grande familia, leudo cozinda no primeiro e lerceiro
andar, e muito propria para eisa de qualquer negoci-
ante, pois lem muito boa vista para o mar, c he muito
fresca : a fallar com Joaquim Francisco de Alm, no
Fonc-do-Malos, ou na praca da Independencia, ns. (i c 8.
Precisa-se fallar ao Sr. Joilo Curniano do Paul* a
negocio de seu interesso: na rua do l.ivramento,
n, 32.
Arrenda-se um sitio na estrada dos Mil icios.
com casa de vivendu, cacimba di; boa agoa arvore-
dos do tinelo bom terreno para plantnces : a tra-
tar na mesma esliada depois de passar a cnpella o
quarto sitio.
Dflo-sc 600.0CO rs. a premio sobre boas lirmas,
ou penhores : na rua estreila do Rozario, n 43, se
dita queui d.
i\a roa da Csdeia n. 39, primeiro andar ha
necesiidade de saher-sc da residencia da Sma D.
llar dar Francisca Xivicrde Mallos Moreira r quem
soubor queira declarar na referida casa, que se Ide
Reara agradecido.
O padre Leonardo Joflo Grgo continaa ensinar
primeiras ledras e lingos nacional na casa de sua
residencia na rua do Alecrim n. 4.
8 8
Novo pflo de Provenca.
f.Na padaria do becco das llarroias o no de- jb
rositoda Kslrclla, no Alerro-da-Boa-Vista, n. j
jjj 3, fahnc,a-sc o novo pflo do Provenca, o qual >,
lio fabricado pelo melhodo do seu primeiro :.
5 introductor que vciu a esta provincia e com |i
as melhores farinhasque ha no mcrcailo, o as- .
/k seio que bu possivel: da mesma sorle so f.i- j
i hricam as filias da rainha du lluspauda bo- f
iinhos, discoulos, biscoutiudos, latas, cava-
cas : tildo do meldor gosto possivel e proprio
para cd ; tainhem ha boiachinda de Lisboa
em latas de 8 libras, por preco com modo ;
Fabrica de espelhos.
Joflo Dubois faz publico que presentemente acaba
le montar urna fabricada por ac em espelhos de
maior i.miando : as pessoas que ae quizerem ulilisar
re sua arte, pode o procurar em casa de sua resi-
dencia na rua larga do Rozario sobrado ns. 6 e 8.
Aluga-se urna casa terrea na rua Bella com 2
boas salas, 4 granJes alcovas, urna dispensa, quin-
tal o cacimba a tratar na rua do Collegio, n. 15,
segn lo andar.
- Precisa-se de urna ama de leite, que seja capti-
va e tenha bom leite, no Passeio-Pubiico, loja
n. 13.
Rap Princeza.
Acalia de chegar ao deposito de
\ rap Anilarahy e Imperial, na n
rua da Cru/., n. 63, o novo rap
Princesa da fabrica de Joao Pe-
reira de Andrade, o qual lie o
mai superior rap que al o pr-
senle tem apparecido Os aman- I
los da lina pilada pdem experi-
menta-lo no referido deposito,
aonde se aclia sempre um bote
aberlo para amostra

i
Jos Baptista da Fonseca Jnior lem par ven-
der no armazem do Bacelar defronlo da escadinha
ilaalfandega ou na rua do Vigario, n. 95, a me-
ldor farinda em saccas que ha no mercado, preco
menor que nenhum outro possuidor.
O aferldor, em conformi-
dade do artigo 8." do regulamento da cmara, roga
aos Srs. oscaes, que estando a fimlar-se o lempo da
afoi icn amia uflo appareccu itidividuo algum para
aferir regoas de 10 palmos, craveiras que silo odri-
gados a usarom todos os mesires podreiros, carpi-
nas, i inii'inis, vendedores de marleiras e lodo a-
quclle que tem necessidade dessa medida, allm de
que vondun al'en-las, do contrario ser prejudica-
rlo em sua arremata(flo.
ralnica de Todos-os-Santos.
Firmino Jos Felis da Roza, com escriptorio na
rua do Trapiche, n. 44 avisa aos seus freguezes que
acaba de receber pela escuna Curiosa novo sorti-
meulo do excellejile panno de algodflo entrancado
daquella fabrica ptimo para ensaccar assucar e
para roupa de escravoa. O annunciante cunta que,
alm da fazenda ,o desejo de animar o desenvol-
vimonto .le una fabrica inteiramente nacional, pro-
mover o di omito consumo da sua receita.
3C!IAPEOS DESOL
Ba fio Passeio, n. 5.
Oh! que pexincha para o amavel e reapeitavel pu-
blico : novas sedas da melhor qualidade que se po-
de fabricar, por serem de i ncommenda e da melhor
fabrica de Franca, recodlas agora.
O l'adrieanie deste estadelecimento adverte ao res-
peitavel publico desta cidade que elle possue pre-
sentemente um rico sorti metilo de chapeos de sol,
assim como chapeos deso de seda furta-cOres, dos
mais ricos que teem apparecido neste mercado, e de
cores condecidas ; ditos para sendoras de bom tom,
adamascados, lavrados, rom suas competentes fran-
jas de retroz, tudnqtictcm de mais moderno e do
meldor goslo ; um completo sortimento de chapeos
de sol de panninhn de todas as coros oda lodosos
tamanhos, para homens, aenhoras e meninos: ha
tamboin igual lortlmnto de fazcmlas para robrir ar-
maces, lano de sedas de cores, como de panuiihos
trincados e lisoa imitando seda. Adverte-se que os
freguezps sorflo servidos com brevidade, e se acha-
nto sal isl'eilos da boa qualidade, do bom gosto e do
bom preco.
*s*mmmmmmsmmmmmmmmmmmfmiammmm
Compras,
Compra-se o segundo volme da Ilha Incgnita!
na rua eslreila do Rozario, n.4, ou annuncie.
Compra-te nm sobrado de um ou
dous andares, sondo no bairro de S.-
. nlonio, ou fioa-Vi.sln, e as principaes
mas: a tratar na rua Nova, n, \i, so-
brado s 1 ii ni andar.
Compra-so papel do diarios elTeclivamentc : na
rna larga do Rozaiio n. 15.
Vendas.
S. ameudoas confeiladas e de varias dualidades.
% P
mwmwwm i> ai ridor roga a todas
as pessoas que conduzem mel agoardente, azeite
&c, para o mercado desta cidade em ancoras; eque
anda nflo aferir*m,quequanto anles veuham aferir,
pois o lem poda afericfloesl a acahar-se.e os Rscaes
resi,'oi i vos passarflo > dur as corridas Jo costume, e
aquellas que encontrarem sem estar alendas neste
auno de 1849,serflo multadas em 2,000 ris cada urna,
e obrigadas a aferir; assim como previne aos sende-
res de lujas, que, estando prximo o tempo da revi-
sti, nflo Ihea passara verba de revisflo, sem que es-
toja m exactas com o padrflo da cmara, e para e'sse
fim j tem preparado urna porcao de varas e covados
j alaridos para aquellas que precisaren).
i;.mudo prximo o mei de maio, dedicado a Maria
.Sandsima, e restando um pequeo numero do exeel-
lenle livrinho o AViea me: de Maria, impiesso de propo-
sito para ser vendido pelo diminuto preco de mil red.
anu de ('licuar seu uso a todas as classes, convlda-se a
quem inda nao eomproii para l'aier, aoiesque se acabe,
na certeza que sao os inesinos adoptados pelos reveren-
dluduoa padres do N. Senhora da Penha, ojfsla cidade.
Iiiiii mi-so i praca da ludepciidencia, nmeros H e 8.
Wndc-se
nm quarto ruco, pro-
prio para cangalba: ni rua do Crespo,
n. 'i, loja da esquina que volta para a
Cadcia
Vendem-se riscados de algodo en-
corpadoa, proprios para roupas de escra--
vos, a sele vintenso covado, e cobertores
de algdo grandes, a duas patacas : na
rua do Crespo, n. /j, loja da esquina que
volta para a Cadeia.
QUEIJOS DE PRaTO
muito frescaes e de superior qualidade, chrgados re-
cc ii toi n o un.' da I tolla o da, vendem-se no arinaxem de
Antonio Aunes, no caes da Alfandega.
Vinho malvasia branco.
Acaba de chegar de Lisboa urna pequea poreo
deste delicado e deliciosisslmo vioho, em barns de 7 em*
pipa : veudem-se uo caes da Alfandega, armazein n. 7,
de Dias Ferrira, a vintc mil rs., e por menos alguma
coma a quem comprar mais de um barril.
i***=Jr1
tata


h
rrr-A.
Vende-se o engenho Novo do Cubo para paga-
nicnloda 'nypotheca quo nolle lom o Sr. Jo.to Vieira
da Cunha qiiem o pretender dirija-sc no mesmo en-
genho a tratar com Francisco Jos da Costa.
'Carnauba.
Vende-sc, na rna da Cruz, n. i, urna porclo de
cera do carnauba de superior qualidade, e por lo-
do o proejo.
CHA* BRASII.F.IRO.
Vende-se.ou armazem de molhados atrs do
Corpo-Santo, n. 66, o mais cxcellente ch a prodlizi-
d<> cm S.-Paulo, que tem vindo a este mercado ,
por preco muito coinmodo.
Agencia da fundic.ao
J.ow-Moor, ra da Senzalla-
nova, n. \%
Nesle r-.stnhelecimrnto contina a lia-
ver um completo sortimenlo de moendn.s
r nielas n-oendas, pal cnpenlio ; ma-
chinas de vapoi,c lachas de' ferro batido e
toado, de-todo os taannos, para dito.
Salitre retinado.
No armazem de drogas, na ra da Madre-de-Deos,
n. i, vonde-se salitre relina lo do prmeira sortc.
Vendem-se presuntas ingleses psra fiambre ;
Lilas cun liol.ichinhas do Lisboa ditas do araruta
lulas do mermelada di-1,2 e 4 libras ; ditas de sar-
ilinlias ; ditas do. IktvIIihs ; ditos de ohnoolalo de
Lisboa ; frascos do conservas; ditos d'agoa ilo flor
la laranja ; harris com azeitonas brancas do F.lvs ;
carrafas c.iin vinlio moscatel ilo Setubal c da Ma-
ib-ira; i pie jos de prato, frescaps: ludo novo e
chegadn ltimamente Uo Lisboa : na* rua da Cruz ,
r.o Itoeil'e, n. 4.
Vendem-se aeliins ingleses c camas
di? lirio : na rna da Scnialla-nova, n. 4>>
-- Vendem-se seiins de todas as cores, proprios
para armar/es do igre-jas c para Turros por proejo
muito cm conta na ra do Queimado, loja do so-
brado amarello, n. 29.
i oha de-Fiandres.
Vendem-so caixas rnni folba do Flandrcs : cm
rasa de J. J Tnsso Junior : na ra do Amorim, n. 35.
No armaxem do liacolar, vende-so arroz de va-
por, a 1,400 rs. a arroba.
Vinbo burato.
O pioprieiario elisle estaboh cimento, elescjnniln
conservar os seus freguezos onflo Ibc sendo possi-
vcl pelo proco de 160 rs. a -garrafa visto ler o ge-
nero subido cerca ele 20,liOOrs. por pipa, em ras.lo
defto|ervndo'ao'fnercado,fbem ronlraa suavon-
ladej te^-se na. duin precisilo de augnioutar o pro-
co r o pelas rases apontadas, cunta que seus fre-
guczeslhc faio fuslina o se no rsc.aiidalisar.1o.
lndcira de piaho;
ya ra do Apollo, pegado ao aro,r/cm do Br. Mol-
la ba um Icreeiio urma/em com niauoira de puilio
da melhor qualidade que tem vineloa este mercado,
o serrada ole todas as grossuras o comprime ntos:
i-ndc-so pelo menorpreejo que he possi vel.
I'otassa.
Deaembareon lia poucos lias urna por
rilo de barrs pegenos, com muito nova
c snpeiior polassa, e ae acham a venda)
por preco mais barato do ijne ultim i-
menleae venda, na i na Ja Cadeia-Velha,
armazem de JtaliartilUliveira, Q. i>..

Ch' cola te demude, fabricado
no Maranhao or Lulz Bo.--
lentiilt & Comnaiihia
De Indas as substancias alimentaros que, sendo
i-r.i sou principio considrenlas como cousas de lu-
to, lornam-se polo lempo adianto ele um usogcral,
o rbocolato 1de soiu oontradcc,io, oceupar o pri-
meiro lugar.
Kffeclivamenle, quintas pessoas no vemos nos
preferir hoje ao uso do quente caf o uso doohoco-
lalc, e nisio seguir o Opiofio dos mdicos mais c-
lebres, quo, de comnium uccoido sobre soas precio-
sas quididades, o iiulicuiu conio um dos nosaos roo-
Ihoresestomticos aquellas pessoas cuja mido be
dbiledelicada!.. Prttscrevem-no nos seus lben-
les aconselham-na aos i cilios e o recenimendanj
as miMsae ramilla para seus filbos. Km urna pala vi a,
u consumo verdadetramefile bjrtrairdnario quo to-
das aaelasses da aociedade fazem desle alimento*
lio o malS I ello elogio que POS Ibc podemos fazor.
Vende-so na ra da ('.adela do Iteclfe, n. 95, de-
fronte do Becco-Jargo, a 800 is. a libia, anudo se
ifarfio amostras p.-raso experme litar.
-- Na rua da fdoda, no lenle n. 10, segundo an-
dar vemle-se urna un biii.i do Jacaranda em boin
uso 2 commodas 1 gusida-louea, urna banqui-
nha, 1-2 cadeiras americanas j usadas urna dita de
bataneo,nm loucador, umamesa de janlaf, urna
dita de coziuba, um relogio do par'ode, um laxo de
cobre peque nu (. bullas gnitas cousas que tudo se
vende por seu dono retirar-so, o qual pede a quem
precisarelrstesOBjeclosque oipareca quAnto antes,
pois esta revolvido a venoe-r por iodo o dinheiro.
Venire-se um jogo do breviarios, que mima no
Iram servidos ; um violao elo excellentes VOZ?S :
airas da matriz I'ara liquidacjjo.
Na loj-i da rua do Crespo, ao | e'- elo orco ele S.-An-
tonio n. 5 A, venileni-so enres de Ceisa para vesti-
dos de cres fixas a 1,600 c 2,000 rs., iionilos pa-
ejiOes ; corles de easimias elsticas para calcas, a
5,000 rs! ; ditos ele raznela de aigeiofto para calcas ,
de cores escuras e muitei encorpuai, u i.uto rs.;
nina |ioi(,-ilei de cbitas escurad bous.pannos, u 120
rs o covado ; cbapeos e'o sol, do seda linos a ig
rs ; chales da garca, a 2,000 rs.; lencos pKra mOos,
de cassa pintaUa'e arrendados a 24o rs. ; e oulras
mullas fazendas que a vista se | alenteaiSu aos fro-
guezes.
Vende-se algodo da trra a^200 is a vara : na
rua do yueimado, loja do sobrado amarello, n. S.
Cha barao.
Vonde-se muito bom cha, pelo preco do 500 rs. a
libra : na rua do Crespo, n. 23.
Vonde-se um pistilo em bom estado, com to-
das as voltaseboccal por preco commodo : na pia-
Qa da Boa-Vista, venda Drjtf
A o na rato.
Vendem-se cortes ele esmbraia de ce*>res,a 3,000 rs
ditos de cassa a 2,000 rs.; riscados francezes a
200 rs. o covado : na na elo Queimado, quatro-can-
tos, loja do sobrado amaiello, n. 29.
Ma rua do Crespo, loja de
quatro portas n. 1*2,
vendem-se os mais modernos cortea de colloles de
setim bordados a agulba delicados para mu vos ou
bailes; ditos ele chamalote de cores e gorgurilo, tu-
do ele seda e ele bonileis gosios ; i icos corles de 0.1111-
braia-seda ; chitas francezas as mais modernas ; um
completo sortimento de manas de seda e de lilao
seda para sonhora e meninas ; chales de' seda de co-
res e prelos, fazemla de peso ; lencos de setim para
gravis ; protos e de cores ; veos ele file') de seela pa-
ra chapos ; lencos de muito boa seda para algibei-
ra ; casimira dos niclhores gostos; chapos de mas-
sa francezes do bonitas formas ; meias da seda
brancas o pretas ; e outias muilas fa/.endas de boa
qualidaelc e gosto, que strfio vend'das por preco que
hito 1I0 agradar aos compradores ; ass;m como anda
restam alguns chapeos de castor que para so con-
cluir se vndenlo a 4,000 rs.
Va rua Nova, n. 5,
vende-se um pardo do 32 anuos, bom carreiro c
traballiador ele fouce e machado ; um molccoto de
18 anuos, ile boa conducta, o quo so alianza ao
comprador] urna prelada nacfloCoala, propria pe-
ra vender na rua, ou tiabalhar doenxada.
A dinheiro.
Vendem-se sapatoes inglczesj ditos de Nantes ;
ditos do Paria; ditos elo Aracatyjo lodo o rrais
calcado que so faz precise), tanto para bniiioui como
para sonhora o enancas; nsslm como so se lano
amostras com o Competente penhor, para se evilar
liados : na praca ela Independencia, ns. 13 e 15.
Vcnde-se cal virgem do Lisboa, de superior
qualidade, embaira del arrobas, chegada ueste
me/ pelo brigue Uuria-Jot : a IraUr na rua do
Itrum armazem do Antonio Augusto da r'onseca ,
ou na rua do Vigario, n. 19.
Tai xas para engenlioa
Na funilico ele ferro da 111a doltrum, acaba-so de
receber um completo soitimentode laixas ele a 8
oalotos do bocea as quaes acbam-se a venda por
proco commodo o imiii piomptid3o eiiibarcam-so,
ou carrogam-seem cairos soin despozas ao com-
prador.
Vendem-se caileiras e niarquezas de oleo com
assciilo ilo palbinha, lavatorios, meias commodas,
mesas pequeas, todo ele amarello, o oulros ob-
jectos, tuiio elo forto cobslruccrfb e ile goato. mo-
derno, por menos ele seus valores: na rua (fas Cru-
zos, n 31, loja do marcenen o defronto da typogra-
pliia.
dein.s amantes da boa pinga ; elle conta que quem
urna vez provar continuara dim gosto o sem arre-
pendimento. E o bom proco /! A todo O exposto
accresce o asseio e bom acondicionarenlo, o que tu-
do se rodera verificar em dito eslshofecinie.nto.
Na rua do Queimado vindo do Rozario segun-
la loja n. 18, vende-so alpaca de linho do eliversas
cores, a 400 rs.; dita lisa de urna s crtr a 200 rs. ;
riscados monslros a 240 rs.; loncos do cambraia
do linho para grvala, a 800 rs.; lapini muito fino,
proprio para vestidos ele sonhora e roupinhas de me-
ninos, por ser ele urna s crtr, imitando seda a 1,200
rs. ; lencos brancos, a 160 rs.; ditos aberlos em
roda ,a280rs. chales ele lila e seda de bonitos gos-
los, a 5,000 rs. ; e outras muitas fazendas por com-
modo proco.
."55
Vendem-se cortes de cambraia ele crtres e
moilernos padroes; riscados francezes linos ;
cbitas francezas largas o do novos padrOes
riscados largos, proprios para camisas; cas-
sas linas o ele clOk, gostos inleirameute no-
vos ; brim do poro linho de cores e bran-
cos de lislras ; casimiras francezas de novos
padiOes ; leiiQos do soda da India; e oulras
muitas raznelas finas : ludo por prero de
agradar aos compradores : na rua elo Quei-
maelo quatro-canlos, loja do sobrado ama-
rello n.29.
Prinda detrito S' 8F
do supeiios qualidaelc e nova ; elita americana, em
meias barricas ; dila gallega, em meias barricas ;
cal virgen) de I.isla ; vinbo elo l'oito, em pipase
barra ele quaito e oitavo superior e mais inferior:
recriadoras para porta de armazem ; superior ch*
iysson nacional de S.-I'aulo ; farinba de manelioca ,
cm saccas por preco commodo : na tua do Viga-
rio, armazem a- ti, de Francisco Alvrs da Guana
Al^odao trancado da fabrica
de Tocios -os-9 a utos da
Itahia,
muito proprio para saceos Cravos: vendo so em casa de N. O. Bielier & Com-
pauliia, na rua la Cruz, n. 4.
A ioo rifis.
Vendem-se superiores pontos para mar rafa, detar-
taiuga : na rua largadoltozsrio, n. 24.
Manen I da ilva Santcs vende milito
superior faiinha de Irigo, c!icgada tilii-
mnmcnle a este mercado.
Latas de mar melada e copos
de jalea de marmclo,
vijnlosdo Itio-elc Janeiro pelo ultimo- vapor, ven-
dem-se no armazem de molhados atrs do (Jorpo-
Santo n. 66.
Vende-so urna eadeira de armar, por preco
coinmodo : na rua de S -Amaro, n. 8. *
Vcnde-se tinta muito lina, do divcisas cores ,
cm latas de 20 a 25 libras por pi> eo coinnioelo : na
rua ela Cadete do llecifo, n. 48.
Venelem-se gigos com chan>panhe em meias
garrafas, fabricado (elos vcrdaileiros autores I aneen
Pel & Fils : na rua ila Caeleia do Itocifo, 'n. 48.
Vinbo baroio.
Acha-aecslabclccido na rua da Maehe-de-Deos ,
n. 3fi, un armazem de
Mohos da Figneira
do ptima qualidade a prego do l,3C0is. a caa-
da e a 180 rs. a gnala e para nao haver dolo elo
comprador ,seifio lacradas as garrafas 0 com rotu-
lo, lecebindo se a garrvfa vasia e dando-so imine-
diamente a oulra chela: Un Imiii lia banis muito
pequeos, proprios paia quem passa a festa. O po-
prietario deste cslaleleciineiilo pedo encarecida-
mente que se no illudam avahando pelo diminuto
proco e sem cuiihvcimenio do causa a qualidade de
sua fazenda digna por certo da eslima dos verda-
Nilo ha nada tilo barato.
| Vendcm-se cortes do calcas de casimira elas-
J^ tica padrOes novos pelo barato prego de
J~5 5,000 rs. : na rua do Queimado, loja do so-
ga lirado amarello, n.29.
wBmKtBSKB wmmmmmmmm,
__Na rua elo Queimado, vindo do Itozario/segu.n-
da loj n. 18, vendem-so chapos de sol, ele seela ,
para homem, a 5,500 rs.; elitas" para sonhora e meni-
nas, a 3,000 rs. ; elitos para raheca ele meninos, a
1,280 rs.; loncos prelos para gravita, a 500 rs.; di-
tos de lila floriilos e com franja para hombros de se-
iihora a 500 rs; lindos Cortea de casimira, a 7^000
rs. : portes ele meia dita, a 3,500 rs. ; lencos de cam-
braia de seda para gravat, a 500 rs.; e outras mui-
tas fazendas por preco commodo.
Xa ma do Crespo, loja de 4
portas n. I'i,
vcnilom-se, a dinheiro, corles de cambraia franco/a
que j se venderam por 4.000 rs. a 2,500 rs.; ditos
da mesma fazenda com fl varas, que s tem a dif-
ferenc de serum pouconiais cheia a cinco pata-
cas ; ditos de cassa franceza de cores, fazenda muito
fin com um pequeo toque da mofo, a 2,000 rs. ;
riscados francezes a 200 rs. o covado.
(;ranfJe pechincha.
Vende-se urna pequea mobilia em bom uso, sen-
do 12 cadeinas com assenlo de palbinha, duasban-
quinbis, urna mesa de meio de sale,-un sopb urna
cama" de casal, tudo de pao d'oleo : na rua da Flo-
rentina, n. 30.
Vonde-se couro le lustro fiancez do muilo boa
qualidade c graneles dellos ', assini como marroquim
preto e de cores : na praga da Independencia, loja
do Arantes, ns. 13 e 15.
--Voudo-se nina nuil'tirilla de 12 a (4 anuos, ro-
eolbiela a qual tem principios de costura e que se
vneto [ o son elono retirar-so para fura ela provincia:
na rua eslreita do Itozario, n. 20, segundo andar
-- Vcnde-se o engenho ele cannas, moente e cor-
rele ce>m urna safia para.2,000 piles, com todos
os utensilios necessarios, muito boas Ierras: tam-
heni so vendeogado vaceum o cavallar peilencen-
to ao dito engenho o qual he silo na cidade da Vic-
toria duaslegoas para o%ul : a tratar no dito enge-
nho com sen proprielario, Domingos da Cunha e
Silva.
Vcnde-se, no armazem de Pas Ferreira muito
bom cha em caixas de 5e 8 libras.
Vendem-se 12 sacadas do pedia do Rio-Formo-
so: un pi. la coto ela rua da Florentina.
Vende-se urna preta moga, que cose perfeia-
mente, engnmma e cozinha : na rua da Matriz da
Itoa-Vista, ii. 33, segundo andar.
Vcnde-se um oplimo-crioulo de boa figura, de
25 a 30 anuos ,excellente ofTIcialde sapateiro, tan
lo para obra ele homem como de sonhora .sem vi-
vios nem achaques : vende-se para lora da provin-
cia : o motivo se dir ao comprador : na rua.Impe-
rial, sobrado n. 31.
-- Vendem-se 9 escravos, sendo dous moloques el
naejilo, de 18 annos 2 escravos de meia dado sen-
do nm elellos bom eozinlieiro ; 5 escravas de 18 a
30 annos, de bonitas figuras : na rua Direita, n. 3.
Saqua remas.
No anligo deposito ele charutos da rua larga do Ro-
zan n. :t2, acharu os fumantes de bom gosto as
mclbores qualidades ele charutos que teem vindo a
este mercado, sendo ssquaremea, deputa los, quem-
fumar-saber. cavulleiros de llavana, Venus,S.-Flix
regala-superfina e outras qualidados de charutos.
Vende-se urna preta ciioula, de muito bonita fi-
gura de 18 annos pouco mais ou menos, que co-
zinha coso chiio lava muilo bom, e he boa quitan-
doia : no largo do Terce>, sobrado de um andar n. 3fi.
7-Ve11de-.se urna carroQa de coneluzir pipas por
baixo, nova, por prego coinmodo: na Soledade ao
pe doTeixeira, fogucleiro.
Vende-sc urna mulatinba de 12 annos, quo j
cose e faz o mais servigo de urna casa por 260,000
rs., por sor de pessoa que quer liquidar: na rua
larga elo Itozario, bija n. 35.
Vende-se urna parda moca sem vicios nem
achaques e quo coso c engoinma : no Aterro-da-
lloa-Visla, n. 34.
Vendo-se um csrravo crioulo de bonita figura,
sem vicios nem achaques ele 20 annos pouco mais
eumenos, lobusto, ne oflicial de pedreiro; que
ganhaCO rs. de jornal : no Aterro-ios-Afogados ,
casa terrea enviilracada n. 171, do lado da mai
grane'e antes de chegar a Tabrica de sabo..
Vende-se um bonito escravo de 25 annos, quo
da lodos os das dons cruzados : na rua da Concor-
dia ultimo armazem do madeiras.
Vende-se, ou troca-se por casas terreas nos tres
hairros, um sitio em chitos proprios para planla-
Cfies., tanto no verflo como no invern no lugar de
ieberilic-ile-liaixo muito port ela povoacflo com
casa do laipa arruinada e una pouca ele maeleia
para a rectificaclo ela mesmq : na rea do. Mondego,
a dimite do becco das Itaireiras, n. 99.
Vendem-se cautelas da lotera do iheatro, cu-
ras roelas andamhoje, 27 do correte: na rua Di-
mit, n. 7.
-- Vcnde-se pm escravo de nacilo do 20 annos .
de bonita figura ; 2 cscravus ; urna dita por 350,000
rs. ; um inoleque de 12 a 13 : na rua do Fogo, n. 23,
se dir quem vende.
Vende-se chouiico, a 320 rs. ; araruta, a 160
rs. ; louoinho de Santos a 180 rs. : na rua Direita,
11. 14, esquina de S.-Pedro.
Jeis de ileeleiros lavares vendo a sua taberna da
esquina da rua das Laraligciras, com poucos fundos,
boa (ara pincipiante, por vender para a ierra e ser
barato o aluguel: a tratar com o' mesmo.
dem-so por preco mais barato do quo om ouln
qualquor parta : na praca. da Indcpenelencia, n. 37
Farinha de mandioca
de superior qualidade chegada a esta porte no da
24 elo correnle : vende-so mais barato do que irn
outra qualquor parte : a borlo da sumaca S.-Anh-
nio de-Padua, fun leada deu-onto do caes do Coi-
legio.
Mobilia.
Vendo-se urna mobilia do Jacaranda nova e de lin-
do gosto tendo duas dnzias de cadeiras, aophi -.
mosa de meio ele sala dous jogos' de bancas, dous
lindse grandestouesdoros : na rua do Hospicio,
sobrado por cima da vendado lefio de-onro.
Na rua do Crespo; n. I,1 .*
loja de Jos Joaquim de Frcitas Cuimarfies, ven-
dem-se cambraias francezes, com quatro palmos de
largura : a 280 rs o covado ; riscados francezes, com
cinco palmos de largura a 309 rs. o covado ; cortes
de casimiras francezes, de pura tifa 4,000 a 4,50o
rs. ; c outras muitas fazendas de linho e seda.
A quem tiver gosto,
vende-se urna porclto de casaes de pombos grandes,
muilo boniteis. ptimos hale loros e da melhor raca
quo existe actualmento na provincia: na rua da
Florentina, n. 16.
Vendo-se um sitio muilo parto da praca, com ca-
sa de psdra e cal, arvoroelos de frusto, com terre-
no frtil esufliciente dd se plantare ter-se nnis de
12 vaccas ele leitc com urna boa olaria barro para
toda a qualiilade de material proprio para quem
quizerempregsr alguns escravos pelas proporejfles
do se poelr plantare ao mesmo lempo ter-se ola-
ria c vaccas do leite : na rua do Queimado, 11. 7, pri-
meiroandaK
Na rua do Queimado, loja n. 18 vonde-se cun-
to e tantas amibas de boa qualidade de cera de car-
nauba por preco rasoavel
Vonde-so umaescrava mor; esadia, propria ot-
ra algum engenho a qual he lavadeira : na rua l'or-
mosa, na i]uarta casa terrea,
Vende-se, por preco commodo, vinho do Porta,
de muilo superior qualidade, om .harria do todos
os lmannos : no cscriptorio de Marmol Joaquim Ri-
mse Silva.
Vende-se urna preta da Costa que ter 20 an-
nos com urna cria de 3 mezos bem nutrida tonda
a preta excellente e abundante lele e de melhore
mais elegante figura engnmma muito boa cozi-
nha solTrivelmento foi educado para lodo o serv-
co decente d urna casa de familia ; porm sse ven-
de para fra da provincia ; urna preta de meia ida-
de, por barato prego : na praca da lloa-VIsta, n.H.
Vendem-se 6 IclOos muilo gordos : na rua das
Crftzes, n. 10.
Vonele-se marroquim de-ce>res sortidas, hezarro
francez, sola, couros, tamancos, chapeos do palbi-
nha ede massa, sapatoes, bonetes: ludo por me-
nos preco do que em outra q*alquer parte : na rua
do l.ivramento loja docouroelo urna s porta ao
pe- elo nicho.
-- Vende-se urna escrava de nacSo de 23 annos
pouco maisou menos e que cozinha o elfaro de
urna casa e engoinma : na ribeira da Boa.Vista ,
venda da estrella.
Arma cito,
Vcnde-se urna rica armacfto de amarello enverni-
zada, toda envidracada feila de mancra que pode
ser mudada para qualquer casa por ser dividida em
12 parles muito propria para botica, miudezas nu
calgailo, e mesmo para chapoleiro : na rua'Njva,lo-
ja de foriagens do Joaquim da Costa Maya su li
r quem vende.
--Venele-se, ou rermuto-se por urna casa terrea
nesla cidade ou por escravos um sohradinho e si-
tio pequeo margem do rio Cspibaibe, no Ilon-
teiro : na rua Nova, n. 52.
-- Vcnde-se nina boa commoda nova, dcamirello
e um lindo berco ele mogno : na rua do Hospicio,
sobrado por cima da venda de> lefio ele ouro.
Ka rua cstreila do Rozario defronte do becco,
n. 4, vendem-so os seguintcs litros: Plutarco bra-
silciro 1 v ; Pralica criminal,1 v.; ConsliluicSo do
imperio, 1 v. ; Arilhmeca do Besopt, 1 v. ; Desco-
briment da Ameiica, 2 v.; Viagem a Buenos-Ayres,
1 v. de C00 paginas minia impiensflo ornado da
linas estampas : ludo por prego commodo,
hit:a tu.alha
Vende-sc urna bonita toalha toda de
lavarinlo, e coift bico : na 111S Augusta
defronte da casa n 17.
Vende-se um hlelo pequeo em bom estado,
um canna p um babu grande: na rua eslreita do
Itozario, n. 13.
-- Vende-se o sitio elo Mondego, antes de chegar
aodoSr. Luiz Comes Ferreira para pagamento,
livre c desembarazado que se por* ao coonpralor,
empeas proprias murado or todos os lados ale
a maro, o tuipbcm murado pelo centro por um mu-
ro que divido o jardim dos arvoredos com fruei-
ras de celas as qualidades hanho salgado no fundo
e doce na baixa-mar um subraelo no fundo, urna
casa terrea na fenle com seu gabinete forrada ,
quintal elivididodo sitio-grande, gallinheiro, casa
nova para pretos, cacjjnba no melhor o elegante
lugar por seu local : quem o pretender, dirija-aei
Joilo Uibeiro da Cunha, na rua Nova n. 14, segundo
andar, que he o oncarregu lo. F.ste sitio iiHo in-
commoda o morador, por ser dentro da cidade.
Vende-se una pipa vasia, eluas caixas forradas
de llandres, e um deposito : tudo proprio para azei-
Ije de carrapalo por muito commodo preco:
rua das Cruzes, n. 3fi, primeiro andar.
.........., ."-
V
Cigarros depalha de niilbo,
vindos do Ro-de-Janeiro "no vapor Imperalrit: ven-| l BRi
Escravos Fgidos
Fugio, no da 2 ele'abril, o preto Antonio, d*
nacro Angola, de 28 annos; lem a perita esquero
cambada paraeleulu, pernea e calonnfrtres fino*:
quem o pegar leve o a estrada Nova, sitio de Anto-
nio de lledianda Cavalcante, que ser bem recom-
pensado.
No da 17 do correrte, fugo um escravo de pa-
Co lienguela, do nomo \ntoino, de estatura rega*
lar, cor prola de bonita figura, bom fallante \ t*m
o embigo crescido ; foi enconlrado nu mesmo da no
Atcrro-dos-Afogadeis com duas Irouxas ; julgi-*e
que eslar no engenho do.Andr, districto de Una,
aonde j eslevo 3 annos. Itoga-se as aulori'lados po-
liciaes, en pililos do campo o pessoas particulares >,
quo o apprehendam e levem-no ao Alcr|o-da-Ba--
Vista n. 2, que scro gralilicado.
-".V^
di
NA TYP. DE M. rF HA FABIA
11849
miitii Ano l


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