Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06472


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Full Text
Anno XXV.
0 Dll/!/OpnbcV-!ii'todi'Sodli fnroin de suarda. Qprecodaassignaturahe.
anuncios do. ...leante*sao I""'" *
raso de 20 ts. por Unli*, 40 rs. fin rypo dlf-
tfrvnte, e as repellemos pela irtelaiJe. Os nao
I,.s manes paearao 80 rs. por linha e loOra.
*.im typofiflrrenle, pnf cada publicarlo.
TJASES DA LA RO MES DE A0R1L.
I., ffceia. a, I hora e 30 ma. da lard.'
Mnguea,al6,s4mjraiei8mlu. datard.
I.uanova, a2,.s9borase34 mln.datard.
Crescrarte, a, 29a.11 horas e48mln.da niaob.
Qiiinta-feira 2fi
PARTIDA DOS CORREIOS.
GolamiaeParahfba, i segs. e .exlas-frlras.
RIo-G.-do-orle, quintas-reirs aonicio-dia.
Cabo, SerlnhSem, Rla-Formoso, Porto-Calvo
Macelo, no a lie 21 de cada mn.
Garanl.uos e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista e Flores, a 13 e 28.
Victoria, s qulotas-felras.
Olmda, todos os das.
PREAMAR DE HOJE.
Prlmelra, it 7 horas e 42 minutos da manh.
Segunda, as 8 horas e 8 minutos da Urd.
le Abril le 1849.
N. 05.
das da semana.
23 Secunda. S. Jorge. And. do J. dos orph.,
do I. rlnclvcl r ilo I. M. da9 v
24 Terca. S. Fdelis deSigmarlngavlud. doj.
do c. da l.v. edo J. de paz do 2. dist. de t.
25 (i.i.i11.\ S.Marcos. Au.l do J.doc. da 2.
v. e do J. le pai do2. dlst. de t.
2G Quinta. S. Pedro Ralis. A mi. do J. dos
orph. e do J. M. da I. v.
27 Seita. S. Tertuliano. Aud. doj.do civ. e
do J. de paz do I. dist. de t.
28 Sabbado. S. Vital. Aud. do J. do civ. da I.
v. e do J. de pai do 2. dlst. de t.
29 Domingo. Fgida de NossaSenhora.
CAMBIOS NO DIA2.r)DE ABRIL.
Sobre I/>ndre* a 27'/, d. por 1/000 rs. a 60 d.
Parts 360
. Lisboa 100 por cento de premio.
Rln-de-laneiro-no par.
Oesc. de lett. de boas firmas V/aX ao me.
Acedes da comp. de llcberibe, a S0< rs. ao p.
Ouro.Oncas hcspanholas. 30/800 a 31/000
Modas de 6/100 v.. 17/200 a 17/400
, de600n. Iu\f2Qp a lhflOi
. de4000.... 9/200 a 9/J0
/r.ia-Patacoe. braailelros 2/000 a 2H
Pesos colamuarlos. I/V80 a 2W
Ditos mexicanos..... 1/900 a 1/920
PATlTOFFICMl.
GOVERflO'BA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 24 DE ABRIL.
rnelo. Ao presidente da rrlacao, pcrllclpando que
pordeeretode4docorrente. houvera 8. M. o Impera-
dor por bem remover da comarca do Po-d'AInopara
,1 a Estancia,rmSergipr. ojulzde dlrello JosTellesde
Vi nczes, o da do BreJo-d"Arcla, na Parahlba, para re-
ferida do Po-d'Alho o juiz de direito Antonio Joaquim
de Albu(|uerqu a Mello. Fizcram-se as partlcipaccs
dpe.lvlo. ,
Dito. Ao nirsnio, coinmunicando que, por portarla
di -.Ido correte, S. M. o Imperador dignra-se de con-
ceders. S quatromezes de llcenca rom o respectivo
i,i donado flin de tratar de sua .ande. Scientillcou-sc
o inspector da thesouraria d > fazcoda.
Dito. Ao insnio, participando qu' S. M. o Infpera-
dor, por decreto de 31 de marco ultimo, houve por bem
remover d" termo do F.tu, ncsia provincia, para os de
Canela e Maio, no Par.i. o juii municipal e de or-
phos, Jofc Clemente Pessoa de Mello, e do de KonJ
tu nenia usesum provincia paia o do Riacho no Maraan
0 juiz municipal e d'orphao* Jos Perelra da Silva.
1 xpedirm-se as convenientes participadles.
Dito. Ao juii de direito do clrrl da comarca do Rio-
K..rioso, dizendo-llie que, para habilitar-se a prrsiden-
ci.i a cumplir o ilisposto cui aviso ta secretaria de estado
.los negocios da justica de 10 do crreme, exige que S.
ii,c. informe Merca, do cometido no reqiterlmcnln que
remelle, riil o qual Antonio Pinheiro da Palma pede ser
prvido no oIBcin de cscrivSo do civel e labe Hio de no-
las da villa de Sorinhem, bem como que faca com que
u supplieanle Junte ao me sino rcqiiefiucoto cerlidao de
etaine e habilitacao, na forma da le e da circular de 8
de novembro ultimo".
Dito. Ao inspector do arsenal de marinha, deeltjf
raudo qne val solicitar do F.im presidente das AlagOas
a expedieq das convenientes urdens, para que Antonio
Dias da Silva ','ardial posa fazer exlraliir das maltas da-,
quclla provincia aa tuadeiras (|iic, segundo n termo cuja
tupia acompanboub seu oiRcio de 21 do correule, elle se
obrigou a vender ao referido arsenal. Neste sentido
olliciou-se ao presidente da mencionada provincia.
Dito. Do secretario do goveruo ao prlmeiro da as-
embica legislativa provluclal, rementlendo, d'ordem de
S. Exc. o Sr. presidente da provincia, para que se digne
de fazer chegar ao conhecimento daquella asseinhla, o
officioem q a estis*. tuHuUiipal da cldadc da Viciada
pede que se ja approvada a resolUc.So que tomou de ele-
var a 400/000 o ordenado do seu secretarlo, pelos moti-
vos expendidos no mesmo offleo. -- Sclentiffcou-se a re
felda cantara.
Dito. Do mesmo a Gregorio Francisco delorres i
Vuconeellos, coinmunicando, alim de que mande soli-
citar o sen titulo na secretaria de estado dos negocios da
justica, que, por decreto de 20 de marco ultimo, houvera
S. M. o Imperador por bem fazer-lhe merc da serventa
vitalicia do omcio de eicrivfio de ophaos da villa de
Correles. .
Dito Do mesnio ao prlmeiro secretario da assem-
bla legislativa provincial, remetiendo, para que se dig-
ne de api eseiil.tr aquel I i assembla, un artigo de postu-
ras da carnai.i municipal di cid ule da Victoria.
Portarla -- Driuitlindo do cargo de subdelegado da
freguezia de'ltamarac a Francisco de Paula Cordcirn, c
Horneando p ra stibslilui-lo o inaior Antonio Cordclro
('aleo. Communicou-se ao ch le de polica.
Cominaiiilo das armas.
Quarttl-gcnera do commando Jas ai mus em Pernam-
buco,2:>de abril de 1849.
OIIDKM 1)0 DI \;
Constando to Rxiu, Sr. marerlial .lo campo gra-
duado comnian lanle das armas liaverotn pracas
cITeclivas o ailtliila.4 pos diflt-reiiles corpos exilenles
itest. cidt.de, que, pelas difTeronles mudencas tle
torcas em que leem servido, leem ileixad tle re
reliar os venciinuntos a que toem direito, e poilendo
j, pelo menor numero de allerarOes que lia, ser
tae* pravas saltsfoitas dos mesmos vencimentos ,
uet-riiiiia o nijiiio Exm. Sr. que os Srs. coinman-
naiiles doj corpos iiiatidi'in ajustaras cuntas aquel-
las que eilivcrciii em alraso Jo voneimeiitoa, deven-
ilu licarlotlas emljulcadas at o liin do correnta,
deciijucumprimenlodarao parte ao mo-tno Exm
Sr. Ju ftiiro Heiior ajo lauto J'orJens interino.
TRIBUNAL DA HELAGAO.
SES.\0 KM 24 DE ABRIL DE 1849.
pacstiiKNcu bo exm. saa. cuncklheiro hveuO.
Prraeutes os "Srs. deseuilnrgadores Poner, Ramos,
VilLirea, Lei.i, Sou/.a e Rehello, o Sr. presidente decla-
rii aberta a srssiio pelas dez horai.
Jtilijtuncnlos.
>uratn jalgatloi os (eguintes procesaos :
Ko Aattusriu de Joao Daroasceao. ~ Mandaran! pas-
sat ordem de soltura.
No .lito dito 4a Pedro Fraucisco A Ivs. Dciicgou-ae a
ollura por esta, prcs pala recluta,
"gravo de Hermenegildo orlho da Silva em que lie
gravado Jos Joaquin de Mes-tulla. Nao loma-'
m c-mlieeliiicnlo. I
rllacau crimY em que licappellatlo o reo preso Vi-'
'! llil I''." "andaram subinetler a novo jury I
d idila da justica en, qutf |,e appellado Antonio
us Lcile. -- Jtilga.aui uullo o processu por ser u c.i-
iiic particular. '
Nadita dita dojuio rm que he appellado Domingos
Altei oe voraos --Julgaram procedentes as rascs '
do Juiz de direito, e mandaran, a novo jury.
Appctlacues.civci
Appeliante, o juizo ; appellado, Luis AntonioFerrelra
de Albuquerquc como tutor dos filhos de Joao Rodri-
gues I'iuientel. -- Mandou-se o'uvir o Sr. desembar-
gadnr procurador da cora.
Appellantes, a viuva e herdeiros de Josd Velho de Mel-
lo ; appellado, Jos" l.uiz Ptreira Lima. Mandou se
ao Dr. curador geral.
Appellantr, Goncalo Jorge da Costa ; appellado, Miguel
Gomes de Souza. Maudaram averbar a dizima.
Appellaiiie. I.uU da Punsrca ; appellado, Rufino Ro-
drigues Sanolics. Mandaran, outir o doutor cura-
dor geral.
Assignou-se o prlmeiro dia til para o julgainento das
appellacoes civeisem que sao :
Appellantes, Jos Antonio Loureneo e Antonio Comes
Villar ; appellado, Juliiio Heranger.
Apnellanle. Clautlio Dubeut; appellado, Agnstinho lien.
r'qiic da Silva.
Appeliante, Joo Pinto de Lemos ; appellado, Manoel
Elias de Sloura.
Apnellanle, Jos (."arlos Teixcira ; appellado, Joaquim
111011
Jos Perelra de Sanl'Anna.
Appeliante, o juio da provedoria ; appellado Cal &
trillaos.
Appeliante, Jos Kranciaco Collares ; appellada, a fa-
zeii-l i nacional.
Appeliante, Manoel Ferrelra da Silva Runos ; appella-
do, Francisco Feliciano Rodrigues Selle.
Appellantes', os herdeiros de Francisco Jos da Costa
(iuimaraes ; appellado, Jos Joaquim Pczcrra Caval-
cante.
Rtviioei.
Pastaran, do Sr. desembargador Hamos ao Sr. jlesem-
bargndor Villares as appellacoes clvels em que sSn :
Appeliante, Manoel Amonio daSilva Molla; appellado,
Jos GoncalvesTorres.
teria! !
O Sr. J, A. it Fijutiredo :Perdoe-me o nobre. depn-
|ado, eu eslou multo a par do facto porque o presen-
cie! : o deputado siipplenle Albuqiierque Maranli.in fui
preso ao sabir da casa pele oflicial Maranhao ; vcudn-o
preso acompanhmo-lo, eu c o Sr. Dr. Harraso, indo
aemprr escoltados por tim soldado, e, ao chegarmos a
ponte, o mesmo olliclal declarou ao Sr. Brrroso que
elle tambem eslava preso, e se dirigirn para o quarlel
da polica : assim se passou o laotoj facto que julgo ser
un, verdadeii o desacato, sobremodo nd'ensivo da impor-
tancia e .itteiiei'ifs que devem de merecer os legislatlores
provinciaes.
Eu me persuado, Sr. presidente, que a polica bem
nos poil. i .i poupar esse escndalo. Mpi-i.n/-n.
Mas porque se houve a polica com tal escndalo nes-
aas prisdes ? Nao se poderia enxergar no_ seu procedi-
inento outro lint altuu do das prisOes ? Nao se teria em
vista infundir o susto eo terror para que abandonassem
estes assentos certos depulados ? Eu oonfesso, Senhores,
que o grito aaliido das galeras, e que nenhum.1 alteu-
cao, nen Iiiiim testemunlin de reprovac.ao mereceu da po-
lioia, (onirct.mo tpio alii se aohava o delegado, scmin-
do me inloi inaiaiii: o boato aterrador, queso espiihou.
de que se nos quera apedrejar, alni desse dosrospeilo
da polica na pi sao dos depulados ..
Um Sr. ff/'ii.i/f :He inellior deixarmo-nos disso.
O Sr.J. A. de Figunrrdo: ..llzerain com que en iiti
comparecesse casa nos dias 20 c2i. Na verdatle. Sr.
S resiliente, 4Nfl parece bem extraordinaria api sao do
r. Albuquerquc Maranhao; prisiio frita vocalmente,
srin ser por ordem escripia dcautorida prisa que se nao lem motivado, porque se Ihe negou
no prazo legal a n- ta da culi a, MM V. F.x. vi do oon-
li-ilo do odilo qne hontem foi lido na casa. E como se
defender a polica desse seu acto, qitando a provincia
Appeliante, Jos i azarj ; apprllado, Jos Thomaz dc.(0acha pacificada, (piando niio he mister reccorrer a
Campos Quaresmn. I meiusoxlralegarsevieleutosi' Senhores, aj formalidades
Passou do Sr. desembargador Villares ao Sr. descm-1 proscriptas no cdigo o no nosso pacto social sao ns ga-
bargador Leo a appellaco civel em que sao : I ranflas dos direitos do ej.latino, e a antoridade que as
isco Ferreira da Silva; appel' '
Appeliante, Francisco Ferreira da Silva; appellado, o
padre Antonio Francisco de Sainpalo.
Passou do Sr. desembargador Leao ao Sr. desembar-
gador Souza i appellaco ci une rm i|ue so :
Appellantr, o Juizo ; appellado, Dernardo Ferrcir- Lilis
E a appcllacan eivel em que sao : .
Appollantc. Antonio Gomes Villar ; appellado, Luis Pi-
res Ferreira.
Passaran, do Sr. desembargador Souza ao Sr. desem-
bargador llebello as appellacoes clvels em que sao :
Appeliante, o juizo dos fritos da I" neutra das Alagoas ;
appellado, Antonio Ribeiro de Moura.
Appellantes, Jos Po Machado e outros ; appellado, Bcn-
lo Jos de Moura.
Appellantr, Helena Maria de Jess; appellado, Jos Fer-
reira do Valle.
Appeliante, loa,iiiini Antonio dos Santos Andrade ; ap-
pellado. Antonio unte I lio Pinto de Mosquita.
Passou do Sr. desembargador Rebollo ao Sr. juiz de
direito Perelra Montoiro a appellaco civel em que sao :
Appellantes, Ignacio Joaquim Fernandos e outros ; ap-
Iiellailo, Manoel Claudio de Queiroz.
rvantou-se a srsso depois de 2 horas.
PEUNAMRUC
ASSEMRLEl PROVINGI.L.
SF.SSAO RM 23 DE ABRIL DE 1849.
(CoMlniao.)
OSr. J. A. dt Fijueiredo: Sr. presidente, eu julgo
que a materia do ineu requei iniento he to Importaiile,
jue esse mesmo silencio que vejo ua casa, me parece
ser una oonliss.i.i...
O Sr. Nabuco di Arauj.t: Ora, essa he boa!!
Sr. J. A. di h'igaeirtdo: Urna conflssao....
urna vez meseja a voul ,dt de Dos ...,...J. I ,c a jar Z*Sm grao de alor as di.cussoes, c mes-
O ir. J. .4.d*ioi4ir/o:-Siin; eslou resigaatlo a > I co;,, o quando ella hojiista ; ou de
soffrer ludo, con, tanto que sullra por fallar Conforme a J ^ lle lodoJ, ,|liall,| he
.nii.haconselencia. com lano que soja tolerante para lr a "^VT.iSg,ytee. Tamben, conhe-
comosme.nbrosdestacasa, como desojarla que roe..i iJusa t ""^^ c sempro o apauagio das ofpo.l-
para comigo Senhores. nao y em que assim rasga.,, es- Co < "Ip "; Poi *h!tmol J cir.
sabaiidelradetoleranciaejuillca?!. ,.,,,,,,Vac extraordinarias e tao melindrosas, parece
Sr. presidente, di.la euque o meu (f^^AK^JXSi de merecer toda alinelo da casa; porque, <^^t^^S^^^S^J!mJlSiaS^ como mai
iiualquer outro poder, jugo-a habihiada para, com ze- ,rl l,r,J' ul^ ""* ''" ,,,,,-. ,
lo. defender e garan; o. direitos .lo. .rus ...cubro., e equene.a da rebelliao. (Jpoin*;,
abrlga-los de todo e qiialqucr alenla.lo que se Ihes
pn-.M fazer. V. Exc. sabe que linha lomado assenio...
UmSr. Oepuladu: Nao linha tomado assento.
OSr. Mendei da Cunda: ~ Tiuha tomado assento o Sr.
deputado Barroso.
O Sr. J. A. it Figueiredo: Estou constantemente requi
sendo interrumpido ; mas, apezar disso, bel de conli- ^=S^!bJn3^t^l^ttaam^^ '"
O Sr. hienda, di Canha: He contra as regras
n-
po-
ll.l
o dezmado .upp,;..e Jos Jerony.no Pacheco de & aque.les que se .charo,,, compiohendidos na rorm,,
luerque- Maranhao comparecen neslacasa. munido do con >enue..le.neni.e mial h o M^AMPHMh
comp'otenle diploma, que Ihe expedir a crinara ,u,,i- <' obro depulado a voz .'^"\ fle ^^'^J
cipa, para lomar assnlo; no da 17, porm, i.So hou- Hela, por nao haver frito aquillo que dctia ter I. Ito
OSr. Hlrndti da Cwiha -Como est Instruido M mi- blt(a ? Cousa nenhuma. Supponliamos que o presiden-
te nada dula a esto respeito, quaes sao as cuntas que
podemos ioinir-ll,e?Ncn!:unras ....Ficariainos coma cara
a banda.
O Sr. J A. de Figueiredo Ksse mesmo silencio nos
seria muito conveniente.
O Sr. Cunlta Figueiredo : Se nada podemos obrar a tal
respeito, nao vejo rasao para acpllirriuos o requerimen-
to, e por sso voto contra elle.
O Sr. Mernles rftt Cunhn :Sr. presidente, eu pedi a pa-
lavra, quando ouvi
  • posicau ora nina soquencia de rclielliio. ^h! Sr. pre-
    sidente,ae eu podesse fallar con, liliei.lade.eu di,iat|iiaei
    aquellos que concorroram para a rebelliau.
    Sr. presidente, lie preciso ser philo.ioplio, centrar no.
    exanie das causas vordadoiras e iulginarias que concor-
    roram para os factos calan,,tosos que veratu lugar Bea-
    ta iRseracada provincia.
    l'm Sr. Deputado :K o appcllo as armas he da phllo-
    sophia?
    O Sr, tiendes (Jai Cunha :-lasa no lem applicafo ao
    que acabo de dizer .
    Sr. presidente, cu agora son obrigad a fazer unta de-
    rlaraco que seria escusadi se a sso me no obrgasseo
    nohre depulatlo a que,,, rospomlo, o o outro que me
    de o aparte. As inlnhas relajos fon, o parlido chamado
    da (irnin eran, taos.quo eu apenas ,r poda chamar ;>ra-
    eirn pela nica rasa do nunca trr perlrncido, e,n que-
    rer porteueer ao partido dominante : nunca entrei eu,
    seos planos, scosluha; nunca lomei parte em sitas
    drlibrraedes ; eu nunca dolas sube, sena quando os
    fictos as revelaran! i ou appcllo para V.Exc que devesa-
    ber tntlti isso, c npplla para algn, dos Sr. depulados
    que oslo prsenlos aqu; mas, so o rspirilo humano no
    sr polo lliongear dcsar udilleronlismo polilic que
    appollain os liinidos o vclhaeos, ru nao poda deixar de
    trr sympatliias polo partido da iraia, pela rasan dr srr
    mu partido que pugnara aquello que me era adverso; e
    sr as syinpatliias bastan, para legitimar asclassllicaccs
    dos partidos,cu sou ineonleslavcimente prai'rire Se o par-
    li lo ,lee,ilii,lo leve erros e etcessos, ou naojs no ron-
    co. r para sso, mas tambem nunca guarde! siiencio'iso-
    bre ellos, nunca deixei de os eondemnar, e at denuit-
    cia-lo., tanto quahln me era pormitlido, lis autoridades
    a qucni cunpiia eorrlgl-los ; e para iito invoco o te.lo-
    iiiunlio ilo Sr. Jos Pedro : mas minlias sympathiaa paia
    o parlido da pinin, ininhas des.aiiei. .,es para o parlido
    dominante, nunca alteraran! no fundo do meu coracao o
    aiuiii o lidelidade que tlevo s lels e s instituiedes do
    pait; e prouvera a Dos que outro tanto podessem diz. r
    Mullos dos que liojc se cliamam ordeiros por excellen-
    cla..... e queui sabe se at s up,aromas de longa dala !
    O Sr. 1. A. di Figutirein : Apoiado.
    I',m Sr. Deputado :liso so prrstnnpcdes.
    OSr. Hiendes da Cunha :Aqu no ha prrstimpcdes.
    Eu disso : quem sabe se mullos pdem dizer uutro tin-
    to ; podo havrr muitos que possain, e outros que uo
    possam ; r se assim uo llie conven,, eutonda como
    qni/.or.
    Eu quando eheguoi .1 esta provincia, lembro-me inul-
    to bou, que, por necasio de ir aprrsenlar una licenca
    3uc oblivora do goveruo de Sua Magestado ao prrsidente
    o enlao, o Sr. Pon na, elle me pergunlou : Vase que
    diz sobre estas cous.is ? Eu, con, toda a liberdade e
    franqueza, com este coraeo as .naos, disse-lhe ludo
    qiianlo cu entenda, o me pareca proprin para por ler-
    inii opposic'vo armada. Elle tlepois de ouvir-inc res-
    noiideii-uie ; No voil muito longo das suasideias.
    Mitrotanto, nao as seguio ; ou porque as nao achou
    boas, ou puri|ue no quiz : mas rslcve quasl de accordo
    nellas ; tanto assim, que accrescentou : Aondc mora
    vt\.sr' Quero manda-lo chamar mal vez-s. Ao que
    ou Ihe respond : a Nao, mm rico seuhor do ininha al-
    ma ; no me conveui isso ; porque en nunca quiz, neui
    quero ser supremo consolhero tle presiden lo Igum.
    Mas eu disso que as ininhas syinpatbias para a praia.
    asminlias dosalleices para o parlido dominante, nunca
    alteraran, no meu coracao os sontimentos de amor e n-
    dolitlade s Instiluicoes c s leis lo paiz ; e he por amor
    dolas que agora me levanto apiando__ o reqntrnnento
    do meu nobre amigo. Se os cdigos sao um sy-tema de
    leis, o syslema consisto en, que se eslibrlecam entre
    todas as sitas partes relacoes tara, que todas concorram
    para a iinidadc do sen Um. Nos somos obrigadns a velar
    na guarda da eonslltuico e das leis, o o modo esta pros-
    cripto na mesina consliluieao, que he dirigir queixas c
    rcprrsrntacdrs fundadas assemblca geral e ao poder
    oxeoulvo. i- se esse direito pertence pela conslitutcao
    a qiialqucr cidad, como pode elle ser negado aos cor-
    pos deliberantes, e principalmente ao corpo '<>-
    vo da provincia? Ora. se as leis, se a conslituico fo-
    raiu infringidas, insta parte, de urna maneira tao escan-
    dalosa como he notorio, que llovida ha que esta assein-
    blt'a eslava no caso de dirigir rcproseiitaces a este res-
    neito, visto que as autoridades lcaos nao quernn pro-
    videnciar, qualquer que soja o motivo que Ihes recom-
    menda o silencio? Soja cumplicidado, ou fraqueza ?
    Mas, senhores, vamos a quesillo do Sr. Maranhao.
    iiiic oii resumirri com urna ligeira observaco.
    Oiiando, Sr. presidente, os padres scribas e phanseos
    nretontloram que Jcsus-Christo expiasse com o seu san-
    ano a superiorldadc de sua doiilrina, no adiando ne-
    iiliuin pretexto para coiidriunai em o innocente aecusado,
    o teniendo sobre ludo o pnvo que o a.nava, e testemu-
    nl.ava a dlviudade de sua inlnao. recorreraui ao expe-
    dieote ilo o cubrir de improperios c de injurias : pozc-
    rini-lho urna cora de espinhos ua cabeja, e una canoa
    por se, piro ; vesliram-llie una tnica branca que era o
    infringe, acaba por destruir os direitos que ellas de
    fendem.
    Pens, Sr, presidente, havrr demonstrado a necos-
    sid.ulo e mesmo o dever em que so ai ha a casa f per-
    iiniiasi -me que o diga) de exigir, por dignl.lade sua,a
    i uli.....icio que pero ao goveruo.
    OSr Cunha Figueiredo: Sr. presidente, eu no du-
    vidarla volar pelo reqiterimeiito do nobre deputado, se
    uo Ihe euxergnsso inteira inulilidade. Em rrgra, Sr.
    Iiresldrnte, gusto de ser'prodigo rm votar por todas as
    iifoi niacties e rsrlarrcimcntns que qualqurr deputado
    pede ao govrrno, porque, emfim, parece-me que Indos
    nos precisamos ser etelarecidos nos objectos sobre os
    ipiaes nos cabe resolver; mas quando ru reoonheeo
    que em taes reqnorlmonlos lio lia senao inlenfles si-
    nistr.as, quando reconliero que na ha un, fin, jnslo pa-
    ra que se pecan, estes esclarecimentos, como me parece
    nao h.ivr-lfi agora, enlcndo que nao son olnigado a vo
    tac coi favor. [Apoindos.)
    Por que rasiio quereri o nobredeputado queogoverno
    d iiiiiirmat;oes acerca da priso dos dus depulados
    ' queso refere ? Quer porventura isso para chamar res-
    poos iiuii.I.atlc o presidente da provincia ?....
    Votes: No, nn.
    OSr. Ciinhn Fiqueirtdo: Querer chamar reapon-
    s.ilillnl ule O thele de polieia i|ue 1,1 llldoi, prender esscs
    ilepu Lulos l.reio filie lio.. .
    O .Sr. J.A.de Figueiredo : Quero que a casa tome
    moflidas para garantir os outros membros contra qual-
    quer incomnodo.
    O Sr. Cunha Figmiredo : Que medidas? Est no po-
    der da assemblca tomar medidas para que aquellos que
    se aclian, comprehendidos na rebcllio. aquelles que
    esia mili, i id.,s em crme contra a eonslltuico. deixem
    de ser presos nos casos em que a lei o exige? (Apotadns.)
    OSr. Xabuca de Arauj/: lie para os rebeldes nn se-
    ren mais presos.
    O Sr. Cunha Figueiredo: O nobrr deputado nao quer,
    pols, esclareeimcntos, quer smente astear sita bandei-
    OSr. 1. .1. de Figueiredo: Nao apoiado.
    O Sr. .Vendes da Cunha : Se oomeca con, islo, bou,
    he que nos retiremos ; nao pido atli huir a.,s outros la-
    temos perversas
    O Sr. Cunha Figueiredo :Nn conheco outro lim no
    equerimento, por Isso nao estou ilisposto a votar, por
    hei trr.iniU elle : ihcsiuo pelas rasos que acaba de aprsenla i o no-
    bre deputado. O presidente nao p.ide ser chamado a ros-
    da ca- ponsaliililide por esta asseinhla, nrm tao punco o che-
    fe de polica : esta asseinhla uo podeoinbar.ic.ir a ac-
    , J'l.l III, ,,..' MW.. -
    vecaaa, eV. Exc. bem sabe disso;... em consequciicia "irus jeinpo ,..*,. ,,.
    nesmo siMMlentc; I O Sr i. A. de Figueiredo .-le
    ru
    v. r.l ule : poupai i
    tambem "mi provincia um seinelhante escndalo -> -- '^^ "a, "provas de 'econhecimonlo
    ottraiU*. tom^OSrJunk yS&XS. ZudeZUr "sro- q ihe da,., o povoquedi.le jt^.fe
    nelicios e tantas consolactnj. Assin, liicratn "-ol" *"
    do que compareceu no da seguintc o i
    rruuimo-nos, proerdru-se A chamada, e
    I.....ve casa;
    cad
    da
    ao
    po
    p
    AppolhtM,, Jmo t y,i,no Upe. da SI
    Jo*4 Anlouio de Oliveira. Manduu-
    ziiua.
    Silva ; appellado,
    Manduu-se averbar a di-
    ADK|j!!l,a t?"*1 'i"'6 S*'<, de A""" aPPrUada,
    prendern, em outro lugar que nao este ?...
    O Sr. Nabuco di Araujo : -O Sr. Barroso fol preso na
    ponte.
    to : mas aupponha-se que etu consrquenc.a do requero-, do -ente co no I de,o,jado, subdelegados,
    mente o goveruo, ouvludo o diere de polica, nos d se feicoiu oar. :"" soldados fcrdados, soldados
    que manou prender eases individuo, porque eslava.., H.sprclores V tyfl,idat cdcumvizlnhaa esta
    Indiciados no criine de rebelliao, o que tari, aa.acui- sen, farda, poslain se as ais.,.


    /
    1 I.

    A
    *2
    E',>
    casi, como sp se Iratasse da priso de uin grande scele-
    raln, cuja ] 111 tu .1 111 -. 11. i puidica i-1 mi n.i 1 iiin.i
    un ira sidente, tildo islo soll'rcu Jcsi.s-Christo. i' .mu i sollieu
    ni.ns desde o Sanhcdriu .Ur .ni |ii i u ni. desde o prelo-
    i H. at .ni palacio do Ictrarcha Gallllru, c d'ahi oulra
    ver ao pretorio, e deUe al ao Calvario ; mas, nao obs-
    tante todos estes soIlVimentos, elle nunca se escuecen
    daquelles com qiieni conviven Sobre a Ierra: ires vezes
    depois de sua gloriosa rrsurreico appareceu a cus
    be.yadcs ou praia da C...llila.
    Paiece-n.e <|iie ouvi dizer que b r'r. Maranhao eslava
    indiciado ein crime de rebrillan...
    I'm Sr. Diputado :Eu nao aflirinei.
    O Sr Heniles da Cunha :Se niio all'irina, como defen-
    de a polica ? Se nao eslava indiciado, como fui preso ?
    Os indicios devem ler por objeclo circumslaneias que
    se desseui no lugar aoude elle comuieltcu o delicln, c dii
    se que Coi o lugar de sua inoradla ; mas ellas niio exls-
    teiu, pnnpie elle tem documeulos passados l, rom que
    prova nao ter criiniialidade alguma, c al Irouie um
    salvo conducto do Sr. coronel Hr-Tcrra, que nao he sus-
    peito. I- ii to como lie isto ? A polica suppe indicios .'..
    A ju.lira icm neccssldade de victimas ? Drlictos nao se
    jiiesiimem, logo a polica nao piule investigar indicios .
    mas sim examiuar se aquello que lem, induzem fu.ida-
    dos recelos de criminalldade, nia ella os nao trin como
    j i fica dito. *
    " Sr. Cunha Figueiredo :A assembla niio pode lomar
    cuntas disln.
    O Sr. HmmIm da Cunha : Nao he para lomar cotilas,
    lie para dirigir reprrsrntacoes.
    Senhores, eu vou dizer una cousa que lie verdade, em-
    Imra os Srs. dignin que he mentira, mentira, mentira ;
    e lie o seguinle : O Aguiar fez o diabo, porque, antes
    di'mandar chamar os 20 deputados, devia mamiar pe-
    dir a polica a lista dos drputados da Oppoficfio que ella
    iinli i de indiciar em crime de rebrilla, e depois de ler
    esta lista da polica, nao os mandara chamar ; e no
    raso de que elles viessem sem seren chamados, licava
    justificada o irsfo com o ndicauento utas, seja o
    que lr, quanlos deputados da oppotico fri-in oncean-
    do, c u os vou preudendo : disse o Sr. chele de polica
    a um cidado mullo dislincto. F. be, senhores, o que
    se lem realmente verificado. E assiui tica explicado o
    inotivo.da prisao do "r. Maranhao, e a falsa mputaciio
    que se Ihc lar para cohonestar lo escandaloso procedi-
    uienln.
    O Sr. Maeiel Mantein :--Sr. presidente, nao censuro
    an nobre deputado autor do requerimenlo por tc-lo a-
    de alguma cxpresso menos pensada, sim ; mas milito
    natural. Se o nobre deputado, que hoje pensa com
    tanto songue-frio, que liojr pune lanto pelos direilos do
    Sr. Maranhao, visse cahir R una drssas ras da cidade,
    mu to e airavcssado por urna lala iminign, algum niein-
    bro de sua ramilla, alguma parle de si proprio, elle es-
    tara to phleugmatico?... Nao; o Vesuvio laucara la-
    vas, a .i-semlili' i estarla colloeada sobre una crtera, e
    as lavas abrasariam cnlo niio s as gal ras, mas a as-
    srmbla, a provincia, o imperio c o inundo lodo: collo-
    que-se o nobre deputado ua posicao dos que sotfreraui,
    colloque-se na liluac.o de tantos que viram sangue
    dos seus derramado, seus lian-res perdidos, e suas fa-
    milias consternadas, e diga se nao pode tolerar-se que
    mu.i mi oulra vez appareca um desses arrebatamentns,
    umadessas xpansoes, que nem serapre o houiem of-
    fendido pdc ronler; entretanto, eu censuro altamente
    esse procedi.nento das galeras, mas naoposso concor-
    dar em que se queira ligar o faci da galera com o da
    polica.
    Sr. presidente, o nobre deputado que suslentou o re-
    querimenlo, (o Sr. MendeiJ conlou casa a historia po-
    ltica da sua pessoa : dista que tinha sjmpalhiaspelo
    partido deca Ido, mas que muilas vezes condeniura os
    excessos e os actos desse partido Permitti-inc o nobre
    deputado que eu d perfeito assrntinrntn ao que acaba
    de referir, porque nao posso acreditar que elle fosse
    quiuhoeiro de tantos alternados, tantas inalleitorlas e
    at tantas insanias, que esse partido f iaticoii; mas taiii-
    bem nao posso con v Ir que elle queira lirar aos seus ad-
    versarios, aquelles que elle chama sm/uaremas de longa
    dala, as qualidades que elle reconhecc em si,a f.dcll-
    dade c o amor que elle professa pelas institu., .'.es.
    O.S'r. Menta da Cunha :Eu nao disse isso : disseque
    inultos nao eslaram no meu caso.
    O Sr. Mnrl Vi,i,ti i i i. : Como o iinlire deputado fol
    representante desse partido, triiimphou as lulas da
    urna, e leve srmprc a consideraco dos seus alliados, c
    pode, apezar dinso, conservar a sus iiiiparrialidade, a
    sua lid lidade, o scu amor s instiluicocs, admilla tam-
    liem que ludos esses, ou milito, dense? i|ue militaran)ein
    filenas adversas, que laiiibem teem sido protegidos pela
    urna em circumslaneias oppnslas, consrvenlo inesnio
    amor, a mesma lidelidadequc o nobre deputado: por-
    tanto acho que he escusado fazermo-nos os apologistas
    de nos mesnios : recondenamos em lodos senlimentos
    louvavc.s, e eu sou o primriro a reconhecer esses mes-
    iims seiiliinentos em cada um dos membros desta casa
    O nobre deputado, Sr. presidente, del ao seu syslema
    de misturar srmprc qurstdes mundanas com quesles
    de una nalureza divina, fiel ao seu cosiume de ehamar
    presentado porque caite um d nos tem dlreilo de pro- sempre para as quesies profanas objectos rcligosos, me
    poras medidasrfur jiilgarcnnvenienlrs para un lini que parece que nao loi muilo feliz na comparacao que fez,
    tenha particularmente em vista ; lim que eu sempre
    puto, mi divo reputar de ocerdo com a utilldadc pu
    blica : niio o censuro por haver aprrsentado conside-
    racao da casa o requerimento que se acha em discussao,
    mas elle me periniltir que lira eu negu ornen apoio,
    c -obu indo o meu voto. Achoque o nobre deputado
    confundi objectos dlstinctos, porque das proprias
    rasdes com que tem apoiado o equeriucnto se de
    luz que o seu objeclo he puramente individual, e que
    nada :em decomuiuiii com a dlgnidade da casa, nem
    eom os direilos dos seus membros. Se a prisao do Sr.
    Barroso fol injusta, ( embora fsseelle relaxado urna llo-
    ra depois ) ao Sr. Karroso cabe o (Ilcito de proceder con-
    tra quem o prenden injustamente. Se o Sr. Maranhao
    sott'reuda parle da auloridade algum alternado, ao Sr.
    Maranhao compele queixar-se contra quein assim oflen-
    drii aos seus direilos : mas isto nao cabe esta assem-
    bla, uo he attribuico sua porque a assembla
    qu.inili. pintuu Jesus-Christo perseguido e ludibriado,
    com o Sr. Maranhao.
    U Sr. .J/.-in/i da Cunha : A inhiba comparacao nao fol
    essa, fol de polica rom polica.
    O Sr. Uaciel Uonleiro : llom, emendo : assiin.pois,
    como por nielo dos sarcasmos se quiz desacreditar ao
    Kedemptor, assim mismo a polica actual quiz desacre-
    ditar ao parlido, a que perlence o Sr. Maranhao, emen-
    den que o devia cobrir de sarcasmos c de ludibrio. Ora
    digo eu : o partido da ordem nao linda inleresse ein co-
    brir de escarueo ao Sr. Maranhao, nem o Sr. Maranhao,
    para com o pailido'da ordem, lem a relaco que ti ola
    Jcsus-Cbrislo para com seus iuimigos : quero dizer que
    Jesus-Christo, que elles aprescnlaram como viisoua-
    rio, era urna potcslade inui alta, mui divina, podia mul-
    to Influir na sorle de seus inimigos, mas o Sr. Maranhao
    nos era iuteiramente Inferno, Que podia fazer o Sr. Ma-
    ranhao ao parlido da ordem, para que este o qui-
    iiii a, n.in tic aitutiuicao sua ; porque a assembla nao.1 au P"1""" < muco., p
    lem mais direilos do que aquellesque lhe forain dadosUessc cobrir de ridiculo ?...
    pelo acto addicional, e pelo acto addicional o deputado! OSr.J.A. de Figueiredo :QuU
    piovincial nao he iinmuue, e neis nao podemos darmo-
    noa reciprocamente direilos que a constitulcao nao nos
    d : a le fundamental nos fes irresponsaveis por nossas
    opinies, e nada mais. ( Apoiados prolongado! t repetidor
    na tala (as galtriai. )
    O Sr. Muricl Monh ira : (continuando) Pc;o a V.
    fai-lo retirar desta
    casa.
    O Sr. Maeitl Munlciro :Se o governo qulzesse cercear
    o numero dos deputados opposiclouistas, tinha na sua
    nao o meio de o faier de um modo multo legal e fcil,
    que era o de prender alguns dos que lomaram parte ac-
    tiva na rcbelliao, e que aqui seapresenlaraui: en vi,
    Exc. que advirla s galerias do sen de ver, o qual Ibes aenhores, documeutos a respeito de alguns, que prora*
    nao eonsente inierviieiu iris dlscusscs ; alias ver-me-i au' da luaueira a mais evidente que elles tnbaiu to
    i., lii.nlu .i nao eoiuinuar. I Apoiados ta tala eom vehe- mado parte directa na rebelliao. Portanto, o lim do go-
    la enetn.
    O Sr. Prndente reclama a ordem as galeras.....
    Heslabelece-se o silencio.
    0 Sr Alariel Uonleiro : Mas, repito, Sr. presidente,
    acho que os objectos de que se trata nesle requeriiiicu-
    to siio objectos inteiramente pessoaes c individuaes, que
    nao teem nada com os direilos, nem com a dlgnidade
    da casa.
    O nobre autor do requerimento esforcou-se por inos-
    tiarque se havia fcito um alteutado casa na prisao
    desse individuo, desse cldadio que se chama Maranhao ;'
    verno nao era cercear o numero dos deputados da oppo-
    sieo ; logo a prisao da Sr. Maranhao leve um motivo
    especial; em consequenciaa assercao do uobre deputado
    nao he verdadeira.
    Sr. presidente,concillo volando contra o requernen
    lo. ( Apoiadot repelidos.)
    O Sr. I'rttidente :A discussao fica addiada pela hora :
    passa se ordem do dia.
    Entra em segunda discussao o artigo primeiro das
    posluras da cmara municipal do Recife.
    Occupa a cadeira da presidencia o Sr. Sebastin do
    nas, senhores, aoude estajo atieulado ? Se elle existe, loi R'g Uarros.
    praticado pelo proprio individuo envolvrndo-se cm um | Nao havendo quem tome a palavra, vai submcltcr-sc
    crime de rebelliao ; se ha alternado de que alguem seja ai ligo a volaco, mas rcconhece-sc nao haver numero
    victima, he ao proprio individuo impulavel ; porque cu IcgaL
    naoposso siqip.ii que a polica do meu pair possa vio-i U Sr. fice-Preiidlnti declara que a discussao lica adsa-
    li lilamente prender um membio desta casa, uuicaineii- da. por nao haver casa ; e, designando a ordem do da,
    te pelos motivos que aqui loram ejpostos : portanlo levanta a sessao s duas liorsa da tarde,
    uo ha alteutado commcltido contra alguem, e se ha,
    esse alguem tem direito de queixar-se desse alteutado,
    mas a casa nao ; nem se deve envolver ella n'uiu ob-
    jeclo que he puramente particular......
    O Sr. Uendit du Cunha : Puramente publico.......
    O Sr. ilacirl Uonleiro : Disse o uobre autor do re-
    i|uerimento (e essa raso fol corroborada pelo Ilustre
    preopinante)....
    O Sr. iM.-in/i\ i/n Cunha : Nao sou Ilustre.....
    O Sr l artel Uonleiro :. Permitta-me o nobre deputa-
    do que o trate segundo os estilos parlamentares: nao
    i si. u cosiuuiado a desattender niuguem, por isso uso
    dos termos que sao pioprios do lugar em que me acho.
    Disse, Si. presidente, o nobre deputado autor do re-
    SESSAO EM 25 DE ABRIL DE 1849.
    Pfetlder.cia Sr. lirgo turros.
    SUMMARIO.EXPEbiBKTB.AdmisiBo do Sr. deputado ntp
    penle Vmbelino Punir* Cali Oemiu&o do
    A.* official da secretaria da assembla # do
    11.//.rtien continuo. Rrjeicao do requeri-
    mento do Sr. J A. de Figueirido. /tia-
    mtnlo da segunda discutido das posturas da
    cmara municipal do Recife.
    q.ieriinenlo (e isso foi eonliriuado pelo illuslre prcopi-, As 11 horas e'/, da manhaa. leila a chamada, verili-
    na.iie) que oque a polica leve em vista foi aterrar c in- Ca-se eslnrem presentes 19 Srs. deputados.
    Ilinidar ~os membros desta casa, afugenlando assim us
    de ideias opposlas ao governo, c fechando-Ibes as portas
    da assembla....
    O Sr. Ucndts da Cunha: E parrce-lhe que alcrraram
    punco '. .. Eu vi o Sr. vigario de (Huida tremendo como
    varas verdes.
    0 Sr. .1/m-ii/ Uonleiro : Senhores, quando eu reluc-
    i nas s, 1 1,as desastrosas que se passaram nrsla cidade;
    USr. Presidente declara aberta a sessao.
    O Sr. i. Secretario l a acta da sessao antecedente, a
    qual he approvada.
    O Sr. I." Secretario menciona o seguinle
    EXPEDIENTE.
    Din ofticio do secretario da presidencia, remetiendo
    outro cm que a cmara municipal da cidade da Victoria
    quandn eu nlliclo nesse drama lerrivel, ruja peripecia pede que seja approvada a rcsoluco nue loinou de ele-
    eusanguenlada leve lugar no dia 2 de levereiio; quan-, var a 4(H)/K)00 o ordenado do secretario. A' commis-
    1I0 vejo osas ras alagadas de sangue, quando vejo a sao de postura e negocios das cmaras
    .unslernacao das familias, quando vejo e considero tan- Oiilro do mesmo secretario, IransmiuLido um ariieo
    lossaciilicios, e oucu dizer que exisirm anda rebeldes,' de posturas d cmara muuicinal da cidade da Viciara
    eque a represent,cao da provincia de Pernambuco se-j V commlsso de postura*.
    ra Teila por rebeldes, ou por individuos que livessem Oulro do Sr. depulado Pedro Heterra Pen ira de Aran-
    ligatoescsy.iipailiiascou, os rebeldes, digo que isso he jo lleltrao, participando nao poder comparecer sessio
    ","" "'"'' t"'a"a a""'"1'' "a '""''" das auto- e l.oje por inconmodado, e'remetleudo a ac a da rr-
    ridades, he contar muito com demasa com o sal, met- nio do dia I? do crrenle, em que "elle servio de se-
    to sem limites de uinpovo que fol victima de lautos cretario ene servio ac se-
    desailres, e sollrcu laulo; c eiiiao, Sr. presidente, na- He lida, posta em discussao e approvada a mencionada
    ...vilha-mc que essas voz.s qe se Icvantaiu boje para'acta. meucionaaa
    !?Sfi iu!"? mCe,iida,?l7 'dlviuu? >lu< !" 'I *m requerimento de Joaqun, Antonio dos Santos An-
    snflrido algmi.a medida u,a,s forte, se nao livessem er- drade e Manuel Ca.nciao Leal, eslabelecidos con. fa-
    gnidoeii. faW dao.demccmlavnidasiusiiuicOes. e brica de caldeirelro na ra Nova, mdindo que seja de-
    que .0 hojcveu.au. fazer a apologa de u, ...ividuo rogado o artigo das posturas da cmara mun cual desta
    que, segundo se d.z, fo. secrelar.o Uo Sr Muraes. c leve cidade, approvada. i.ilerluamcnlc pelo presidV.ilc da
    parle em ludas essas correr,as e allcuiados que houve- proviucia, aparte eu. que obrlg.u, o. supplicaules a
    rain en. "larc.h e em ouiras parles.. ( muai.em 8eu, ektabeleci...eulon para fra da cidade. -
    O Sr. J. A. de-Ftgueiredo: -Esta engaado; eu lhe'A' commlsso de posturas,
    provnre o engao. Oulro de Francisco das Chagas Ferreira Duro, arre-
    O Sr. Maeut Uonleiro: Sr. presdeme o nobre de-' matante do Imposto de 2,00 rs. por caneca de gado
    pulado autor do requerimenlo pareccu adiar couuexao vaceum consumido no municipio de Iguarass, s"lici-
    entre o aclo da prisao do Sr. Maranhao e algu.ua ...aui-; udo un. abale no preco da anemalaco. A'co.umis-
    estafao da parte das galeras em urna das sesses pie- sao de orea...ruto.
    . 1 denles. 1\ i iiiiua-ine u nubil- depulado que curie o' Ouiru de Jos lorelra
    A commlsso de constlluico e poderes atienden
    no diploma apresentado pelo Sr. TTmneltno Ferreira
    Clao ; achou-o conforme com a acta da apuracao ge-
    ral dos votos para deputados assembla legislativa
    provincial, e por isso lie de parecer que lome assenio
    como supplente, conservando-sc ainda na casa os se-
    nhores deputados Nabuco e Paes liarreto at que appa-
    rream os membros que complete, nas sesses o nu-
    mero legal.
    Sala das sessdes das con.uiisscs da assembla le-
    gislativa provincial, 24 de abril de 1849. Dr. Cunha
    Figueiredo. Dr. Itaptta.
    Em seguida o Sr. depulado supplente Uinbelino Fer-
    reira Clao tem entrada na sala; presta nas nios do
    Sr". presidente da assembla o juramento do csljlo, e
    loma assento.
    He lida e approvada a seguinle propotta:
    A commlsso de polica propde a demissao do ter-
    celro official da secretaria desta assembla Ignacio
    Hento de Loyolla, e do contino Domingos de Azeredo
    Couliuho."Sonta Teixeira.Pan Brrelo. Souta Ledo.
    iContianar-M-ha. )
    papel he qussi parda, sendo alva a das verdadeiras. O
    desenhos sao ...ais perfeitos do que os das appareeid.11
    at agora, com ludo na figurado emblema uotaiu-se ai
    guias difjferencas, como seja menos assouibramemo m
    p e cicador abaixo dos prs da figura, ajieunsun, lls
    nonies das provincias na paUvra-lii>Derl.4ao mui gros-
    tei.ss.
    uanlo s notas de 20/ri* n. 14, de 5/ res n.388'-.
    de2/risn. 36;4i9e 3G:4M, edel/ris n. MfcA7l, sio
    ellas das que l'raiu adiadas pela, polica eni jaueiro de
    1847 na niar ao p da ponte do Rr.c/Je, e sobre as .ui.es
    j fol reuiettido ao ll.esouro publico nacional ju/u
    desta Ihesouraria.Thesourarla da fascoda de Pernambuco
    23 de abril de 1849.Domnaos Affeneo Nery Ferreira.Joo-
    uuim mHriade Carvalho.Luit Hodriguet SMe.-Est con-
    forme, atonte .wis do Amoral e Silo*.
    DIARIO DE PERNAMBUCO.
    COMMEKCIQ.
    ALFANDEGA.Rendlmento do dia 2;i. 9:234/725
    Descarregam hoje, 26 do crreme.
    ftrigoe Mary-Taylor mcrcadorias.
    Hrigue Rivaldem.
    Brigue Maria-Fcliz dem
    Hrigue -I renle barricas vasias.
    CONSULADO GERAL.
    Rendlmento do dia 25............3:921/367
    Diversas provincias.............159/412
    4:080/779
    CONSULADO PROVINCIAL.
    Rendiinento do dia 25............2:120/479
    Ylovimeiito do Porto.
    --------------~i 9.
    A'neto! entradoe no da 25.
    Rlo-de-Janeiro ; 10 das, brigue brasileiro Uinerva, de
    181 toneladas, capilo Christovao Pedro de Carvalhn,
    equipage... II, carga pipas vasias c l'cijo ; a Francis-
    co Alvrs da Cunha.
    Rio-Grande-do-Sul ; 26 dial, brigue brasileiro Formoso.
    de 206 toneladas, capilo Manoel Goncalves, equipa
    gen. II, carga carne e sebo ; a halthar ot Olive i 1.1.
    Acara, ; 14 das, patacho brasileiro imuliifao, de 122
    toneladas, capilo Antonio Gomes Ferreira, equipa-
    geni 10, carga lrinl.a de Mandioca e sola ; a Manoel
    Goncalves da Silva. Passageiros, Trlslo Francisco
    Torres, Joaqun. Fernandes de Aievedo Jnior, llia-
    silriros.
    Navios sahidos no mesmo dia.
    Babia ; hiate brasileiro Flor-do-Recife, capilo Antonio
    Luis Maciel, carga varios gneros.
    Paraliiba ; hiate brasileiro farahibano, capilo Nicolao
    Francisco da Cosa, carga varios gneros. Passageiros,
    (Jactan Domingos dos Santos, Placido Ferreira da
    Silva, Manuel de S Leilao con. sua seuhora, Brasi-
    leiros.
    Gibraltar; brigue sueco D.-Thercza, capilo Elias Han
    son, carga assucar.
    Canal; brigue iuglez Eagle, capilo William Mawsou,
    carga assucar.
    EDITA L.
    lio com que querliitaiuma outro acoulc-ciuiento; per- res diihesouraria provincial na quan lia de 4:346*59
    ...itta-.i.e que lhe diga que nem a polica, ..em. gover-l a qu.,1 vence juros de 6 por i. na coufom.idade c
    no podiam ter parte nesse prnced.iuento. esregrado das le provincial de 8 demaio de 1843 requerendo qi
    galeras; mas lamben, por oulro lado nao me espaula se marque quoia para pagamento da dita uuanlia, ll
    que ..... ou ouiro individuo (juc vio talvcz cahir aos seus jeltai.do-se o. supplente. o abate de 2l nr | em .
    p* seu pai, no illa 2 de lvereiro, qu perden uesse dia nelicio da referida ihesvuntria A* comiuissac, de I'
    aqu.llo que tiuba de mais charo sua alma, prorompes-. zruda e oicau.euto.
    se cm aiguuui eaploso de iudignaco e de ddr, e uiassc He Jido e approvado o seguate parecer -
    Em cuinpru.enlo das ordena do Eim. Sr. presiden-
    te da provincia manda o Illm. Sr. inspector da lliesoura-
    ria faier publico o resultado abaixo Irauscripto do ca-
    me a que se procedeu nas uotas falsas de I/e 5/ rs., ap-
    prcliendldas pelo chele de polica da provincia da llahia
    e remeitidas ao drsla ; afn, de que o publico tenba co-
    nhecimento dos siguaes pelos quaes se disluguem das
    verdadeiras.
    Secretara da tl.eiuu.aria de faienda, ein 25 de abril
    de 1849.
    No impedimento do official maior, o official da secre-
    taria, .ImIomio l.uii do Amoral e SUoa.
    Exame frito pelos abaixo assignados por aulorisacao do
    ill..siissi.no Sr. inspector em portara de 13 do pre-
    sente, nclulndo os officios de S. Ex. o Sr. presidente
    da proviucia, duus de 29 de marco prximo passado e
    os de 3e 19 do crreme, conteudo diversas seduias
    falsas.
    Differencus.
    A nota falsa de 1/ ris da segunda estampa n 5i42,
    sem assigualura, he fabricada em papel minio ordina-
    rio, nao de cor azul como o das verdadeiras, e siui de cor
    quasi roxa: a tima com que foi impresa a nota he tiran-
    do mais cor de lelha do que a encarnada. O emblema
    he mui grossriro, e faz dillreuc.a mu notavel das ver-
    dadeiras. O fundo onde asseuiam as palavras.o tlie-
    souru nacional, &--,que heassombrado consecutiva e ho-
    rizontal.neme com o algaris.uo"uin mil risein lodo o
    espaco, h milito un.l desenliado a ponto de nem mes-
    mo con. o vidro de lente se dlsliuguirem brm tacs al-
    garlsmos, o que nao acontece nas verdadeiras.
    A nula falsa de t/ris da pri.ucira estampan. 2354 da
    le.cena se.ie com a assigualura supposla de Jos Tilo-
    ma* de llrli'i he fabricada em papel multo ordinario ; a
    estampa cm geral c lodos os seus ornatos san de traeos
    mui grosseiros; o fundo onde assrmam as palavras No
    ihrsouro nacional. Aque he as.omlirado consecutiva c
    hoiizouialiuente con. o algaiis.noum mil ris- cm todo
    o espaco he mui mal desenliado, que nem mesmo com o
    vldro de lente se pode... distinguir tais algarismos, o
    que nao acontece nas verdadeiras. A tinta com que foi
    as
    um
    llfclaraces.

    aioin, 2S Bt abril nz it*.
    Como annunclmos honte.n, a assembla legislativa
    provincial aprecion hoje o requerimenlo do Sr. J. A. de
    Figueiredo. -
    A discussao acerca dessa n.orao estere ainda mais
    animada c inleressanle do que a antecedente que os
    leitores podero avaliar perfeilainenle visla dos dis-
    cursos que inserimos no lugar competente.
    O requerimenlo, que afnal a casa rejellou por 17 vo-
    tos contra 2, apenas foi defendido hoje pelo seu autor,
    o qual leve de ser combatido pelos Srs. Baptista c Joa-
    qun. Yillela
    Este Sr. depulado foi multas vezes interrumpido pelos
    espectadores, os quaes como que eslava... apinhoados
    nas galeras, e applaiidiam-no. quasl que incessanf--
    nienle. ,
    A ordem do dia para anianl.aa he:-continuaao da de
    hoje e pri.ncira discussao dos 4 piojectos que publica-
    mos em o Diario a. 90.
    I'erante a ndmnslrac>A,n do patrimonio dos er-
    ph3os se lio de arrematar quem mais der, e por
    lempo de 3 auno que hilo de ter principio do pri-
    meiro de junbo do crrenlo auno 10 lim de juuba
    de 1852, ss rondas das srguit.tei casas, perlencentes
    ao mesmo patrimonio, a saber: largo do Collegio
    ii. i, segundo andar ; ra do Crespo, n 9 ; largo d
    Paraizo, n. 29 ; ra das l.arangeiras, n. 17; ruado
    Rangel, n. 58 ; praca da Boa-Vista, n. t$-j rus Velh,
    n. S3 j djta de S.-Concalo, us. 22 e24; dita do Sam,
    n. 3; dita do Pires, n. 39'dila do Rozarlo da lioa-vis-
    la,n. CO. As pessoas que se propoierem airemalar di-
    tas rendas, poderlo comparecer na casa das sessOes
    de dita administracHo, nosdias 26 do correnle,2 c n,'
    do prximo mez do maio, s 4 horas da Urde, eom
    seus fiadores ; adverlindo-se que, se nao aentarfio
    lances daqueles nquilinos que se n8o tclisre.it
    correles em seu pagamentos. Secretaria da td-
    oiuistracflo do patrimonio dos orplmos, 21 da abril
    de 1849. Jn Francisco de ChaOy, secretario.
    THEATttO DE APOLLO.
    O director lem a honra de prevenir ao publico que,
    por circumslaneias Imprevistas, foi adiada a represen-
    laco que eslava annunciada para hoje.
    Terca-fcira prxima futura haver unta repreaentaco
    extraordinaria cm benefieio do Sr. e a seuhora Alexan-
    drc.
    Avisos martimos.
    Para o Cer sahe nestes 8 dias a escuna Ma-
    ria-Firmina : para carga e passageiros, trala-se na
    ra da Ca.leia, com Jas Antonio Bastos.
    -- Para o Porto salie.com a maior brevidade pos-
    sfvel, a bem condecida e veleira barca Espirito-San-
    to para o que ja tem a burdo neia csrga.: quem na
    mesma quizorcarregar, o ir de passagem, para o
    que temasseiados commodos, dirija-se ao seu con-
    signataho, Francisco Al ves da Cunha: na ra do
    Vigario, n. II, primeiro andar.
    Para o Porto sahir nestes dias o milito valelro brigue
    norluguez Primavera, capilo ttaaoel de Azeredo Canario,
    podendo ainda receber alguma carga iniuda e passagei-
    ros : os prcleiidenles ira tem con. o dito caplus na praca
    doCo.umercio ou com o seu consignatario, Antonio Joa-
    quim .de SoUza llibeiro.
    -r Para a cidade do Porto est pro.nplo carga o
    mullo veleiro brigue portugus Uaria-Felit, de que he
    capilo I.oui eiie.i Fernandes do (armo, forrado c pre-
    gado de cobre, de boa marcha : quem nclle qulicr car-
    rrgar ou ir de passagem, para o que irin multo bous
    commodos, trate con. o dito capilo ou com scu con-
    signatario, Anlo..iJoaqui.n de Soma Hibeiro.
    Para o Aracatj pretende sabir al (i do vlndoiiro g
    hiate fiovo-Olinda, por ter a maior parte de sus carga
    tratada: quem nelle penender carregar e ir de aassa-
    ein, se entender con. o u.csire do .ursino, Anloniu
    ose \ anua,no Trapiche-Novo, ou na ra da Cadea-Ve-
    llia, u. 17, segundo andar.
    = Para o IIi..-de-Janeiro segu vlagem em peucos
    dias o brigue nacional Despique, por ler parle de scu
    carregameulo prompta: para o resto da carga, passa-
    geiros e rscravos, uala-sc con. Machado at PiuTieiro, na
    ra do Vigario, n. 19, segundo andar, ou com o capilo
    a bordo.
    Para o 1',o de-Janeiro sahe imprelerivelmenle no
    dia 213 do crrente, o patacho Diligente: recebe ainda
    alguma carga iniuda, passageiros e escravos, parso que
    tem excedentes commodos : a tratar na ra do Vigario,
    o, 5.
    ,., Para a Babia sahir em poucos dias o brigue Ca-
    maeuan, o qual ainda pode receber alguma carga:
    quem no mesmo quizer carregar pode entender-se
    rom A mor m Irmflos, na la da Cadei. n. 39.
    Para o Itio-Orande-do-Sul pretende ssl.ir em
    poucos dias o brigue Dtoe-le-Cuarde, por ter a sua
    carga prompta ; n as ainda pode leceber alguma
    carga a l'rele vssim como rscravos : os pretend. fi-
    les ditijam-se a Hallar c Olivita na i na Ja Cadeia-
    \filia, aimazem n. 12.
    cnde-se o brigue nacioiial Aurora, de enns-
    truccau trasileira, em muilo bom estada. Unto o
    casco como o appsielho e panno: para o ver, ca
    frente do raes da Alfandega, aondeesli ancorado,
    e para tratar do ajuste, com Jo.'.o Francisco da Cruz,
    na ra da Cruz, n. 3.
    Para a Bahia segu, no da 28 Jo crranlo, o
    patacho S.-iivz : laraoreslo da carga e passagei-
    ros, trala-se ao lado do Corpo-Saulo, loja do massa-
    ii.i'S, ir. 25.
    Para o Rio-de-Janeiro pretende sabir breve o
    origue Mercantil, por ter una parle do carregameu-
    lo : quem no mesmo quizer carregar, embarcar es-
    cravos, ou ir de passagem, entenda-se con os con-
    signatarios, Anioi un Irmuos, na ra da Uadeis, nu-
    mero 39.
    MiMwaniisssssiasssHS
    wmi
    Lciles.
    i.npressa a uota lie tirando mais a cor de nauquim da
    china, o que uo acontece nas verdadeiras, que be de
    um pretu mais firme e que mda tem de pardo.
    a nula falsa de 5/da tercelra estampa da quarla serie
    e se... numero, o sei papel he fabricado com grande por-
    ...io de algod.i e por isso apresla ao laclo um .naci
    que uao lem o das verdadeiras, bem como um lustre
    que utnbem uo icm o papel das verdaukitsj, cor do
    1
    'a
    = Avrlal Fierra farao leilo, por intervenan do cor-
    retor Ollvrira, de 95 calxas de viiiho me.loe, 4 dlla* mu'"
    caiel, 8 gigos de cl.ampanlia, 7 calxas de inuca. afsjsyn,
    12ba.ri.de tintas blanca, verde c proia, e I fardo de II"
    nho em rama. Na mesma occasiu se f.ir venda j.ublica,
    por orden, de Letellier. por coma e risco de que
    lene.-. em presenra do Sr. cnsul da repblica raiicr-
    za, ou de seu chanceller, de un.a caixa, contendo 400 ro-
    das para fundas e llidu/ias de cintas para as inesuias.
    avari.id.is d'agoa salgada: l.oje, 20 do co.-rr.ite, s 10 ho-
    ras da maulia, no sru arm nem, ra da Crui.
    corretor Oliveira far leililo, para liquidacam,
    de grande sotlmenlo de fazondas ultimamenle Im-
    portadas constsliado aoi lindas lilas de seda,i'>i-
    Iro ollas algumas muilo ricas quaes a este merca-
    do ainda nao chegassein; corles de seda e de lila pa-
    ra eolletes, noblezas, sojas lavrads. meiins .
    ohalesile lila, pannos, csssinelas nielas casimi-
    ras lpica ule. : selts-iTa; 27 do Crlente, as >u
    horas da mandila ein uin dos ss (Oes do Hotel-Fran-
    cisco, ao Recife. ,





    I
    Avisos diversos.
    .%
    -- Antonio Ferreira Meneres Juolor, cldadao portu-
    guez, rrllra-sc para fra deste imperio.
    Sciedade Apollinca.
    A dlreccio convida aos Srs. socios, para comparece-
    rain no da 96 do corren te pelai 5 horas da tarde, na
    oaaa da cortedad?, par, fin easSo eral, ce tratar de
    negocio transcendentes tnecina sociedad/ : adverta-
    do f|ne aquellos dos Src. socios r)ue iiiio se acharam cr-
    lenles coni a me drtxuro de ter voto, e de ser cou-
    t.-tupiado* como tal* c siin julgados eliminados.
    = a ruar da Cruz, n.21, precisase de un escravo pa-
    ra o servlco de asa.
    Dr. Sarment mudoii-se do Hos-
    picio para a ruado Queimado, n \0>.
    De*encaininhou-se, desde o porto da ra Nova ali! o
    Montriro, una trouxa de roupa, sendo a maior parte
    drlla marcada coiti as seguinlcs letlras A. I. S. A.: quem
    der noticia dfHa, era generosamente recompensado na
    ra do Queimado, n. 32.
    O Sr. Dupr nao pude ir-se embora sem primeiro
    entregar as partes de msica que llic cmprealcl, e
    ijue por Taita de delicadeza, digna de Roben] Uacaire,
    elle quera guardar para si. Eise senhor deveria lem-
    brar-se que, qnando elle mandou procurar os objectos
    que elle use liulia emprestado, promptamente os enire-
    gnei; nao sei porque elle nao usou da inesma lina le
    para coimnlgo, parece que nao be o costuine dellc. Po-
    rt-in espero que elle nao salina daqui sein me entregar
    as ditas parles; seno, uiarei dos meios legaes para
    oble-las. A/. Ctihlt,h.
    Qt'F.M FOR SKD DONO APPARF.qA.
    No dia 20 do con enie mez de abril, pelas 11 horas da
    inaiilixi, apparecii, e ainda se conserva, no engenlio
    srrr i-Orande, dnas legoas ao sul da cldade da Victoria,
    mu preto africano que pareer ser antigo na Ierra, po-
    icm anda mullo bocal, de idade de 4o anuos, procit-
    t anclo \ alenlo e ItOVO si-nlint i, e cli/encln c haniai se
    Jim-, e ser escraro do Sr. Jos Joaquim, casado com a
    -euliora Rosa, lavrador no cngcolio Mrguahipe- io, ou cousa semrlliante : quem fr seu dono, apre-
    srnte-sc nesia praca ao tenente-coroncl Antonio (lomes
    Leal, ou no snbredilo rngenho tallar com o respecti-
    vo administrador ; ceno de que no se he responsavel
    pela fuga, ou por qualquer oulra rrrntualidadc.
    Na ra das Cru7.es, luja de alfaiate, n. 3, reerbem-
    se aprendites para ensinar, forros, ou uiesmo captivos :
    quem deste presumo se quizer ulilisardit ija-se a mes-
    illa loja.
    No da 3 docorrente, pelas 12 horas da manhaa,
    desapparreru desta cidadade un pardinho forro, de
    idade de 14 annos, levando vestido camisa de madapo-
    lao, caica de brim lislrado un pouco deshilada, Jaque-
    la de brim pardo liso ; fui encontrado no llecife s
    mesmas horas; stippoe-se estar seduzido para embarcar-
    se fin alguma jangada ou canda que tenha de sahir pa-
    ra l'unt i-de-l'-dra ou Tabatinga, lugares aonde j es-
    leve ; chauaa-te .Manuel Feliz Pltomba ; lem um dente
    da frente quebrado, cabellos bstanles crespos, corta-
    dos ha pouco ; fot educado em casa du solicitador Ar-
    ruda, e servia de seu porta-collsla : roga-se a quem o
    encontrar o queira levar em casa do annunciantc,'na
    na d'A-suinpri, defronte do muro da l'enha, n. 36
    pois he a nica pessoa que dclle cuida e vela so-
    bre sua conduela : o inesmo roga a qualquer aulorldade
    policial.
    0 padre Jos Gregorio da Silva Carvalho vai ao
    Aracalj Com seu escravo de nomo Thomaz.
    Cunha & Campos, com loja na ra do Crespo, n.
    12, nao duvidandu de capauidade e honradez do Sr.
    Francisco ot PavSo, faem-ie sempre lembrados para
    que nao haja de se retirar sem que primeiro Ihes va pa-
    gr a couia que Ibes dere
    ~Joio Fernandos relra-se para fura da provincia ,
    levanto coi sua cutnianhia sua seuhora e unta cria-
    da do tiome Martinh.
    O 8r. sficialdo quinlo batalhSo de fuzileiros
    que lem urna carta para Itaymundo Antonio de Car-
    valho queira manda-la na loja doSr. Jos dos San-
    to Hevea, ra do Ciaspo.
    pesippareceu, do Porto do Mundo-Novo, urna
    cano* que foi d'agoa j aberta: quem deila der no-
    ticia na ra de S.-Francisco, no palacete ser gra-
    tieado. > *
    Quem precisar de urna ama dinia-se ao Bec-
    co-Largo, n. 15.
    --Arrenda-se um sitio grande, com um sobrado
    Eropio para qualquer familia urna grande otaria,
    sitante fruleiras, trra inuito productiva junto
    ao engi-nho do Forno-du-Cal: a tratar no mesmo en-
    genbo.
    I. Francisca do Jess retira-se para illiu de S.-
    Miguel, levando em sua companhia seus til tos me-
    nores, MariadeJesfis.de idade de 9 anuos, Manoel.
    C.hral de Mello com 6 annos Jos Cabral e Manuel
    Cabra!, de 4 mezes cada um, e bem assitn sua "cria-
    cl.' llernarda Itoza da Concateno.
    Aluga-se urna casa terrea na ra Bella, com 2
    boas salas 4 gran Jes alcovas, urna dispensa, quin -
    tal e cacimba : a tratar na ra do Collegio, it. 15,
    segundo andar.
    I'reccisa-se de u n caixeiro que tenha pratica de
    venda : na ra da Senzalla-Nova, n. 1.
    Precisa-se fallar ao Sr. Joto Germano de Paula a
    negocio de seu interesse : na ra do J.ivramonto ,
    ii,3.
    -- Segunda vez se pede ao Sr. Mariano Pereira
    Pintoofavordedirigir-sea ra do Queimado, n.
    i, segunda loja a negocio que nilo ignora.
    --Manoel Feneira dos Santos, subdito brasileiro,
    retn-separa Portugal.
    Na noile de 23 do crrante, do sobrado de an-
    uawa .la varanda do terceiro andar cabio um an-
    neiaozniodeourolavradocom chapa para firma,
    as sem ella : quem o acbou, querendo entregar ,
    "'"J-i-soao-tlito sobrado ii. 19, que sera genarusa-
    weTile araUlicado.
    r.V10c|r",g'aoJos Antonio Marques mudou sua
    len.lencia para a ra da Ca.leia do Itecife, n. 46, se-
    segundo andar.
    Joao Antonio Bastos embarca para o Itio-Grande-
    '.." "' escravo itaunun.lo pettencento ao Sr.
    ManwMase Pereira Pacheco.
    renda-seum siijo na estrada dos Afllicios.
    Precisa-se alugar nm carro, ou sege, para condu-
    tir un doente das vTzJohaiicas da ra de lloitas ao largo
    do Collegio, nos dias de relacSo: quem pretender,
    aprsente a sua proposta fin carta fechada com dcclai.i-
    cao do preco do aluguel, e do mals que julgar preciso,
    na ra do Caldeirelro por detrs dos Martyrios, sobra-
    dinho n. 4.
    Diio-se 600,000 rs. a premio sobre boas firmas,
    ou penbores : na ra ostreita do Itozario n. 43, se
    dirquoui d.
    Na ra da Cadeia, n. 39, primeiro andar, h
    necessidade de saher-se da residencia da Snra. D.
    Barbara francisca Xavier de Mattos Moreira : quem
    souber queira declarar na referida casa que se llie
    ficara agradecido.
    O padre Leonardo Joflo Grego contina encinar
    primeiras leltras a lingoa nacional, na casa de 'sua
    residencia na ra do Alecrim n. 4.
    -Precisa-se de unta ama deleite, que seja capti-
    va e tenha bom loite, no Passeio-Publico, lola
    ti. 13.
    Quem annunciou, no Diario de sabbado, 21 do
    crrante, querer comprar um cavado andador biizo,
    querendo um rodado, fazendo a ultima muda e, ca-
    pado, dirija-sc a ra de S.-Hita n. 91. Nn mesma ca-
    sa vende-se um sellim inglez em meio uso.
    Precisa-se de um feitor para engenho na pro-
    vincia das Alagss : a tratar na ra da Praia,'n. 5.
    Victorino de Castro Moura embarca para o Rio-
    de-Janeiro o escravo Joilo, pertencente a Manoel Jo-
    ss du Moraes.
    Antonio Jos de Amorim retira-se para o Itio-
    Crande-do-Stil.
    Cuilherme Veilch retira-se para fra do im-
    perio.
    Francisco Manoel Borges retira-se
    imperio
    Jos Barboza de
    para
    para
    fra do
    fra do
    Mello retira-se
    imperio.
    -- Quem precisar de urna orna forra, para 'i serv-
    co de dentro de casa dirija-se ra das l.arangci-
    ras, n
    -Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 21 da
    ra Nova : a tratar na loja do mesmo sobrado.
    -- OlTerece-se um rapaz portuguez que sabe ler e
    escrever soffrivelmente para caixeiro de loja de fa-
    zendas miu lezas, ou venda do que ludo tem pra-
    tica : quem de seu presumo so quizer ulilar, dirja-
    se ra Oireita, venda n. 35.
    Oabaixo assignado mais conhecido por Ma-
    chado da Passagem faz ver aos seus devodores, que
    deixou seu lilho Joaquim Machado autorisado para
    n-erber sujs dividas O mesmo abaixo assignado
    roga ao Sr. empregadodo Po-do-Alho haja do vir
    pagar o que pedio emprestado ha 3 annos, dentro de
    8 dias, se nio quizer ver o seu nomo nesta foltia.
    Juu /./- Machado lirando.
    -Precisa-se de um pequeo que tenha alguma
    pratica de venda e d fiador a sua conducta : no pa-
    teo da S Cruz ao p. da botica n. 6 Na mesma casa
    compram-se garrafas vasias.
    -- No dia segunda-feira, 30 do crrante, far-sc-ha
    abertura do mez Mariano na igreja da Madre-de-
    Dcos, no altar priveligiado de N. S. Mili dos llomens,
    como os demais annos, sendo priseJido esto acto
    pelo parocho da mesma freguezia : para este culto
    religioso-convida-se a todos os devotos da Mili do
    Dos que no deixem de assislir a esta inleressau-
    lo devoc.no : teremos por isso a remunera^So da
    tnesma Senbora
    l'recisa-se alugar para serviqo de casa urna
    prela e um preto que sejam cscravos : na ra do
    Trepiche,n.8.
    - Precisa-se alugrmensalmente um escravo que
    seja fiel para o servido domestico": ua ra do Hos-
    picio, n. 9.
    Mr. .\ Dupr avisa ao respeitavel publico que se
    retira para fra de Pernamburo com urna parto de
    sua companhiii, Mr. I.amberly Mr. Alexaii'Jre ,
    Madamas Camoiu e N. Alexandre.
    --Francisco Cabral da Costa retira-se para ilba du
    S.-Miguel, com a sua familia.
    -- Francisco llodiigucs Pereira, subJilo portu-
    guez, u-tira-se para Portugal a tratar do sua sule.
    Aluga-se una prela para vender fazendas : na
    Iravessado Veras, n. 9.
    -Na ruado Queimado, lojan. 27, se diz quem
    trata de cavallos, a 320 rs. por di e imite.
    Precisa-sede urna ama eserava ou torra, para o
    servico de urna casa : na ra da Praia, n. 49, segun-
    do andar.
    A crioula Mara Antonia do Rozario retira-se
    para a cidade do Natal, provincia do Cear.
    -- Precisa-se de um, ou dous pretos para o servido
    de cnxada o ssislirem em um sitio porto da praca:
    quem os tiver, dirija-se ra da Senzalla, no boti-
    qun) Ksperanca n. 126.
    ^mmmmmmmmmM'tM mmmmmmmmm.
    Novo pilo de Provenca.
    Na padaria do neceo das Barroiras e no de-
    posito da Estrella, no Aterro-da-Boa-Vista, n-
    39, fabnca-se o novo pilo le Provenga, o qual
    he fabricado pelo metlindo do seu primeiro
    introductor que veio a esl provincia o com
    asmelhorcs farinliasqueba no mercado, e as- *
    seio quehepossivel: da meima sorle se fa- 3
    bricam as fstiasda rainha de llespanha bo- |
    linhos, liiscoutos, biscoulinhos, fatias, cava-
    * cas : ludo do melhor gosto possivel e proprio
    fpara cha ; tambem ha bolachinha de Lisboa
    em latas tle M libras, por preco comino.lo ;
    I amendoas confeiladas e de varias qualidades.
    * *
    Comes F.vans, subdito inglez, retira-se para Ve-
    nezuella com escala por Pbiladelphia.
    -A pessoa a quem frofferecida urna flauta de
    bano com aunis, bomba e 5 chaves de prata, quei-
    ra a| prebende-la e anntinciar, ou dirija-sc i ra
    doNogueira, n 6, pois foi extraviada de tima loja
    no dia 8 do correle dentro de urna caixinlia de
    madeira ques-r grnlillcada generosamente.
    A vinva & Filbos de Joilo Carlos Pereira de Bur-
    gos Plice de l.eon vendem, ainda mesmo a prazo ,
    ou a troco de cscravos as casas terreas tendo cada
    urna 2salas,.2quartos coziuhafra quntale ca-
    cimba, sitas na travessa do Matisco defronte da
    nova matriz de S. Jos: no paleo do Carino, sobra-
    don. 18.
    -- Callos Claudio Tresso, fabricante do orgilos e
    realejos na ra da Flores, n. 19, avisa ao respetta-
    vel publico que concerta orgilos e realejos, pu
    marchas modernas deste paiz concerta pianos sa-
    ralinas, caixasdo musios accord.los e qualquer ins-
    trumento que appare^a : lambem faz obras novas
    e vende tim orgffo proprio para cpella, ou slta-mr,
    com boas vozes, por prego cotnmodo.
    - Jos Baplista da Funseca Jnior tem para ven-
    der no aimazem do Bacelar defronte da escadinha
    da alfaiidega ou ua ra do Vigarin, n. 25, a me-
    lhor farinba em sarcas que ha no mercado, a preco
    menor que nenhum outro possuidor.
    com 8 libras de posos miudos: na ra Imperial,
    D. 167.
    Compra-se urna balanza grande com pesos de
    urna libra at 4 arrobas, estando era bom estado:
    na ra largado Rozario, n. 32.
    Compram-se difiranles lomos de breviarios,
    em qualquer estado com tanto que lita no faltem
    tullas : na ra ol cita do Itozario, n. 8.
    Compra-s um sobrado de um ou
    dous andares, sendo nos bairros de San-
    to-Anloniooii Bo*-VSta, e que seja as
    principaes ras : a tratar na ra Nova,
    sobrado deum andar, n. 4">
    Compram-se dous conloes deouro do li, sen
    feitio i ni ra da Florentina, n. .10.
    -- Compra-seo Piloto instruido, estn lo em bom
    estado : quem tiver anuiiticie.
    Vendas.
    ,tn.,.r" lle,v,ve"Ja> cacimba d boa agoa arvore-
    ., bm terreuo para plantaces : lra-
    u^mV^uo'* Ml'*a* do,'oi', de paS3,'r *c,pe"*'
    desi'.u^J" prffsar uo um "P" solleiro que sabe
    referoie V 'n 1"'quer alambique, e que
    E vff n'V" e"8e"'' dirl-M Ate'r-
    Ln^dJ0.*l^^^i'opo.tuguez,
    reina
    Uia-i,e parailhadeS.-Miguet
    -- l'recisa-se de u.n caixeiro
    de 14a 16 annos, e
    7 Joflo da Silva embarca
    Sul, 1 Hw Mio-U:-Jaiioir,,
    cnoula. '
    --Em vista do
    "ara o Hio-Grande-do-
    sua eserava Theodoia,
    ."".nu,f' Uo Sr- Uupt, inser Jo
    levar
    :us au-
    a; * n.3rui sZXW""19 ** A '?
    UO Marn A, l._. v,u uu ar- "upie, Mise
    "m ua e,d.^,em'!,n uoe" o.zqueVer
    , compsnlua o Sr. Lamberlv roira-se a
    ao dito Sr.
    Itap l'rinceza.
    \caba (Je ebegar ao deposito de i
    rape Andaiaby e Imperial, na ',
    ra da Cruz, n. 63, o novo rap ^
    l'iiiuc/a da fabrica de Joao Fe- \m
    i eir de Andrade, o qtial be o t
    utais superior rap que al o pi c- ru-
    sente lem apparecido Os aman- [l---
    les da boa pilada pdem experi- 1%
    iiicntj-lo 110 referido deposito, fg
    aonde se acln sempre um bote &3
    aberto paia amostra
    Joaquim Pereira Arantes roga aos seus devedo-
    res que venham pagar-lhesuas cuntas lomando em
    consideradlo que calcado s se compra a dinbeiro,
    o us meamos Srs. eslflo muio atrasados nos seus
    pagamentos,
    Aluga-se uina grande casa, propria para padaria ou
    julio qualquer estabeleciine:ilo, ua ra Imperial, com
    duas salas, sete quarlos, coziulia fra, quintal murado e
    carimba : a tratar no tttratro novo.
    Precisa-se de um rapaz brasileiro que saiba mar-
    car bilhar : ua ra da Cadeia, defronte do tlirairo de S.-
    Franciscu.
    -- Aluga-se uina casa de tres andares no largo da As-
    aemlila, ha pouco cuucertada, com cummodos para
    grande familia, leudo cozinha nu primeiro e terceiro
    andar, c muitu propria para casa de qualquer neguci-
    ante, pois lem limito boa vista para n mar, e he minio
    fresca: a tallar com Joaquim Francisco de Alc'in, no
    Foi te-do Matul, ou na pr.ifa da Independencia, us. (i e 8.
    Manoel de F.spiulola Mendonc,a, subdito porlu-
    guez, retira-se para fra do imperio, com sue fa-
    milia.
    --Pietcnde-se comprar o sitio da povoaciio do
    Montciro. na estrada que vai para oArraial Andan-
    do na laJeira do Mudo pertencente ao Sr, Jo> Ito-
    dngues do Mello : qu ni se julgar com alguma hy-
    polheca sobre o mesmo ou outro qualquer direito
    que embarace dito negocio, queira annunciar por
    esta folba islo no pnzo de 3 dias ; do contrario, o
    comprador nl-.-se rcsponsabilisa por aenhuma re-
    claiiiagn que luijain de fazer.
    Uueiii li>er um inoleque que queira mandar
    eosuiar a fazer charutos, dirija-se ra larga do
    Horario, n. 32,
    O aferirior, em conformi-
    lade do artigo 8." do regulamcnto da cmara, roga
    aos Srs. ti-.ci.-s. que estando a lindar-se o lempo da
    afei icao anda nao appareccu individuo algum para
    aferr regoas de 10 palmos, eraveiras que silo abri-
    gados a usarein todos os mestres pedreiros, ca pi-
    nas, ranleiros, vendedores de madeiras e lodo a
    quelle que tem necessidade dessa medida, alim de
    Sue venham aferi-las, do contrario ser prejudica-
    o em sua arremalacSo.
    Lotera do Iheatro publico.
    Estando vendida quasi melade dos buhles da ul-
    tima terca parte da 18.' loteria do Iheatro publico,
    eappaiocendocom a paclic?fio da provincia algu-
    ma influencia na compra dos bilbetes que reslam, o
    respectivo thesourciro, levado por esta influencia
    que espera nao ser referida, designa odia 27 ile
    abril crranle para o andamento das rodas, e cunta
    nos amadores leste jogo que o coadjuvaro na rcali-
    sacilo do telendo andamento.
    Fabrica de Todos-os Santos.
    Firmino Jos Flix da Hoz, com escriptorio na
    ra do Trapiche, n. 44 avisa aos seus freguezes que
    acaba do receber pela escuna Curiosa novo sorti-
    mento do excedente panno de algodto entraado
    daquella fabrica oplimo para ensaccar assucar e
    para roupa de escravos. O annuncianle cotila que
    altn da fazenila o desejo de animar o desenvol-
    viiiientode urna fabrica inleiramenle nacional, pro-
    mover o promplo consumo da sua receita.
    AvIO ao rcs|)cit Cuilherme Frederico Waller, comolenha de de-
    moiar-se por mais algum lempo, pela bastante con-
    currencia que tem lido avisa as pessoas que o tem
    fallado para tirar retratos que apparecam quaulo
    antes uestes 10 a ti dias, O annuncianle tem liis re-
    tratos do desembargador NUNES HACHADO, tirado.-
    a dagarreotbypo, e que vender por pracos com-
    moJos.
    1 APEOS DESOL
    Ra do Passeio, n. 5
    Oh que petincha para o amavel e rcspeitavcl pu-
    blica : novas sedas da melhor i| nal idade que se po-
    de fabricar, por serem de incotnmenda oda melhor
    fabrica de Franca, recebidas agora.
    0 fabricante deste estabclecimeuto adverte ao res-
    pelavel publico desta cidatle que elle pussue pre-
    sentemente um rico scirti ment de chapeos de sol,
    assim como chapeos de sol de seda furta-crcs, dos
    mais ricos que teem apparecido neste mercado, e de
    cotos cotilleadas ; diios para senlioras de bom tom,
    adamascados, lavrados, com suas competentes fran-
    jas de retroz, ludo que lem do n ais moderno e do
    melhor gosto ;um completo sortimento de chapeos
    de sol de panninho de todas as cores e de lodosos
    tamanbos, para homens, senhoras e meninos : ba
    lambem igual mu lmenlo de hiendas para cobrir ar-
    marles, tanto de sedas de cics, como de panuiuhos
    trancados e lisos imitando seda. Adverte-se que os
    freguezesserflo servidos com brevidede, eseacha-
    ro satisfeilos da boa qualidade, do bom gosto e do
    ii o ni preco.
    ta&xs>stw*o& 9 taanBM ti *
    0 doutor Caetano Xavier Pereira de Urito f
    formado em medicina ecirargia, lema honta 9
    do oflierecer o seu prestimo ao rcspeitavcl pu- J
    hlico desta cidade em sua casa no A Ierro- Ja- 9
    Boa-Vista n. 43, onde pode ser procurado S
    de manhaa al s 9 dorase meia e de larde das J
    3 horas emdlaute.
    -$

    am99i
    Kstandu prximo o mes de malo, dedicado i Mari.i
    Sanlistbua, e restando um pei|iieno numero do excel-
    lenle livrinho o Novnmtz de .Varia, impressn de propo-
    sito para ser vendido pelo diminuto prcvo de mil rij.
    aflu de rhfftar seu uso a toda, ,n classes, convida se -i
    quem inda nao ccntipioii para fitei-, antes <|iie se ac lie.
    na certeza ipie siin os mesmos aduptados pelos revereu-
    diMlllld padres de N. Scnlioia da IVnlia, desta cidade.
    Dirija-se praca da Independencia, nmeros o e I..
    Vinho ni.'ih.'i.sici branco.
    Aealia de chegar de IJMa nina pequea porcin
    deste delicadu e dcliciusissimu viulio, em barra de 7 em
    pipa : vendem-se no cae* da Alfandega, armazern n. 7.
    de Dias Ferreira, a viute mil rs., c pur meuus alyuma
    cousa a qucln comprar mais de mil barril.
    QL'EIJOS DE PRaTO
    milito l'rcscars e de superior qualidade, chegados te-
    ccnleinciiie da II.di tuda, vendem-se no armaxem d.
    \ 1.1 .um Aun.-, no caes da Alfandega.
    Vendein-sc os gneros de uina venda que sedeslez,
    Inclulndo lambem um.i pon;:iu de vinho do Porlu en-
    gariafadu, mullo superior; ludo por preco coimuodo.
    c a vunlade do comprador : na esquina do caes do
    liamos.
    Praca da Independencia,
    numero 57.
    Vos <20:000/;-0.
    Dilheirs e meios ditos, quarlos, oltavos e vigsimos
    das loteras do Itio-de-Janeiro : a elle* antes, que se
    acabem.
    ~ Vendo-so urna mulatinhade 12 a I i annos, re-
    eoliiida a qual lem principios de coslura e que se
    vende por seu dono relirar-so para fra da provincia:
    na rtia eslreita do Itozario n. 20, segundo andar
    -- Vcnde-se o engenbo de cannas, moente e cor-
    rente com urna safra para -2,000 piles, com tolos
    os utensilios necessarios muitu boas Ierras: tam-
    bem se ven le o gado vaceum e cavallar pertencen-
    lo ao dito engolillo o qual ho silo na cidado da Vic-
    toria duas legoas para o sul : a tralar no dito enge-
    nho com sen proprielario, Domingos da Cunha e
    Silva.
    Vcnde-se, no armazern de Dia Ferreira, minio
    bom cha em caixas de 5 e 8 libras.
    Vendem-se 12 sacadas de pedia do Rio-Formo-
    so: no palacete da ra da Florentina.
    Vende-se um prela moca, que cose perfeila-
    menlc, engntnma e cozinha : na ra da Matriz da
    Itoa-Vista, n. 33, segundo andar.
    Vendem-se 3 escravos nlliciacs de charuteiros,
    sendo dous pardos e um crioiilo mocos o de boa
    conduela : na na Imperial, n. 167.
    --Vende-se utn ptimo crioulo de boa figura, do
    25 a 30 anuos excellcule ollicial de sapateiro lan-
    o para obra de liotnem cuino do souhura s.-m vi-
    vios netn chaqus: vcnde-se para lora da provin-
    cia : o motivo se Jira ao comprador I na ra Impe-
    rial, sobrado n. 31.
    Gooipras.
    .. Compra-se urna balaofa pequea para balcao,
    Nesta loj.-i vende-so panno fino prelo o de
    cores, a 3.000, 3,500, 4,000, 4,500 o 5,000
    rs. ; priureza de duas larguras, prela e de
    cores a (40 e 800 rs.; riscados monslros
    depadresmuilo bonitos, a 240 rs. ; chiles
    de cores lixas h pannos omito encorpados.,
    a 150 rs. o covado, e outras mullas fazendas
    por barato preso.
    Vendem-se 9 escravos, sendo dous moleques d
    ItcJIO, de 18 annos -2 escravos de meia idade sen-
    do nm delles bom coziubeiro ; 5 escravas de 18 a
    30 annos de bonitas figuras : ua ru Direila, n. 3.
    Vonde-se um tnulalinhodc 8 annos muito bo-
    nito por | recu cominodo : na i ua de 11 ortos, n. (H.
    Saquaremas.
    No anligo deposito de charutos da ra larga do IIo-
    zaiio ii. 32, acbarilo os fumantes de bom goslo as
    melilotos qualidades de charutos que teem vindo a
    este uicreado, sendo saquaremas, deputados, quem-
    fumur-saber. cavalleiros do llavana, Venus.S.-Flix
    regala-superfina ,e outras qqalidadcs de charutos.
    Vende-se una preta ctioula, de muito bonita fi-
    gura de 18 annos pouco mais ou menos, que co-
    zinha cose chao lava muito bem, e he boa quitan-
    deia: no largo do Terco, sobrado deum andar n. 3l.
    -- Vende-se um excellcule e rico relogio de sala ,
    em mutlo bom uso bom regulador que no s da
    bota como n.eia limas e quaitos e com a pancada
    muito foi le pois quem vira sua eicellente machi-
    na de certo nflo deixara do comprar pelo baralissi-
    mo preco de 220,000 rs. : n ra das Cruzas, n. 39 ,
    loja de alfaiate se dir quem vende.
    Vende-se um escravo de uaco, robusto e sadio,
    de 40 anuos toda pralica lem de engenbo des-
    de 10 annos tambem he hortel.to .pelos sitios que
    lem frequentado e mesmo nos trabilhos aqu da pra-
    ca em que lem sido empregado sibe mugir lene ;
    lie carjietro e sabe andar c.im animaes, tanto vae-
    i-iiiu como cavallar uu Alorro-dos-Afogados, casa
    envidrar;ada du lado da man- grande n. 171,
    tes o cogar a fabrica de sabao,
    1
    '
    :
    j


    *
    J,
    Vendom-sc sellins inglezes c camas
    de ferro : na ra daSenzalla-nova, n. l\i.
    Vendem-se sctins de todas as cores, proprios
    pra iirriiiu.ii. s ile igrejas e para fonos por preco
    milit cm conta : na ra do Qneimado, loja do so-
    brado amarello, n. 29.
    FoEha de Flandres.
    Vendom-se caixas coni folha de Flandres : em
    casa de J.J.Tasso Jnior: na ra do Amorim, n. 35.
    No armazem do Bacelar, vende-se arroz de va-
    por a 1,400 rs. a arroba.
    Carnauba.
    Vende-se, na ra da Cruz, n. 21, urna porfo de
    cera de carnauba do superior qualidade, e por lo-
    do o pnco.
    CHA' BRASII KlItO.
    Vende-so.on armazem de molliados, atrs do
    Corpo-Santo n. 66, ornis excellentc cha produzi-
    do cm S.-Paulo, que tem vimlo a este mercado ,
    por preco inuito commodo.
    Agencia da fundicao
    I ow-lloor, i ua da fecilz4lla-
    nova, n. 4*2.
    Nesle cstulxlecimeiito contina a ha-
    vei un completo srtiineuto do moendas
    e meiad moemlas, pnra engenho; ma-
    ,1,
    lias de Ierro batido e
    climas de vapor,e taclias de le
    cotilo, de todos os taannos, para dito.
    Vinho burato.
    O prnprielario desle eslalieleciment, tosejando
    conservar os seus freguezes e nlo Ibe sendo possi-
    vel pelo preco do 160 rs. a garrafa vi>to ler o pe-
    ero subido cerca de 20.U0O rs. por pipa, em rasto
    de nlo ler viudo ao mercado,(bem conlra a sua von-
    tade; v-se na dura pracNSo de augmcnlor o pre-
    co e pelas rases aponladas, conta que seus fre-
    guezes Iho faro fustica o se nflo escandalisarilo.
    Iladeira de pin lio.
    :*a ra do Apollo, pegado ao armazem do Sr. Mol-
    la ha un lerreiro armazem com madeira de pinlio
    da nielhor quulidado que (cm viudo a este mercado,
    e serrada do todas as grossuras e comprime nlos :
    emle-se pelo menorpreco que he possivel.
    Aos fumantes No armazem de molhados atrs do Corpo-Santo,
    n. 66, rrcebe-se por lodos os vapores vindos do til
    porcSo de cigarrilhos hespanhes ditos de palha Je
    niillio assim como superiores charutos de varias
    qualidadcs : ludo so vende por preco mais barato do
    que em oulra qualquer paite.
    Vende-se o cngenho Novo do Cabo paia paga-
    mento da hypolheca que nelle tem o Sr. Joilo Vieira
    da Cunha : quem o pretender dirija-se ao mesmo en-
    genho a tratar com Francisco Jos du Costa.
    Potassa.
    Desembarcou lia poucos das urna por-
    cfio de barris pequeos, com muito nova!
    c superior potassa, e se acbam a venda,
    por preco mais barato do que ltima-
    mente se venda, na ra da Cadeia-Velha,
    armazem de Bailarte Uliveira, n. 12.
    Chocolalc amargo de musgo
    islndico,!) Ihesouro do inci-
    to, preparado poi Mr. J. C.C.
    A tosse, esta doen^a Ido commuin quando descui-
    dada, tilo graves sito suas consequencias quanto pa-
    rece ligeira em scu princin, tilo matadora por si s
    como ludas as oulras lomeas que eonsomem a es-
    pecie humana nlo linba para combalc-la e dcs-
    trui-la 11 in meilicamento especial e nico. Todas as
    paslilhas e champes que leem appareciilo ato Imje ,
    lee m sido impotentes. N3o lem acontecido islo com
    o chocolate de musgo. O principio que forma a sua
    base principal ofTerece propriedades incontestaveis
    recouhecidas depois de muito lempo e ninguem
    ignoraos felizes resollados da sua applicaQao em
    as phleugu asas agudas, ou chronicas, do pulmflo,
    allecoSo do peilo phlysic, defini tossrs, etc. ,
    pars dar lom ao estomago, abrir a vontado de co-
    mer, conservar as gengivas e o liom alilo, matar
    us lumnicas, principnln;cute as crianzas.
    Vindc-sc umcamenle na la do Qneimado, n. 17
    Vendem-se, uu ra da Cruz, n 21,pedrasde mar-
    more traneczas para mesas redondas e consolos.
    Salitre refinado.
    No armazem de drogas, na ra da Madre-dc-Deos,
    " n. 1, vende-sc sulilre reGnado de primeira sorle.
    Vendcm-se presuntos inglOZCS para fiambre;
    latas rom holachiuhas le Lisboa ; dilv de ararula ;
    ditas de marmelada de 1,2 c 4 libias ; ditas^ de sar-
    diulias ilitas de hcivilln.s ; ditas de chocolate de
    l.isha ; frascos de laranja ; barris com a/oitonas Inancas de Klvas ;
    garrafas com vinho mosi'slel de Setubal e da Ma-
    deia; queijos de pialo, frescaes : ludo novo e
    chegado ltimamente de Lisboa : na ra da Cruz ,
    no Recie, n. 46.
    --Vende-se urna porreo de lenha de cajueiro,
    propria para olaria por pceo commodo : na ra da
    Senzalla, no tiotiquimlsperanca, n. 126.
    Vendrm-se libras de retroz preto, azul-fcrrele
    c de cures sortijas, da me'.hor qualidade que hoje
    existe na meicado, por pirco commodo: na pra^a
    ds Independencia, ns. 24, 26 c 28.
    nova, por 4,500 rs.; Telemaco, 1 v., po'Y.280 rs. ;
    Fbulas de La Fontaine, 1 v., por 1,500 rs. ; Chefs
    d'ceuvredc Voltaire, 5 y. por 2,000 rs. ; Manat dos
    banhosdo mar, 1 v., por 1,600 rs. ; Cuia da con-
    versarlo, 1 v., por 1,000 rs. ; geographia deGauticr,
    1 v. novo, por 1,600 rs.; Mvthologia da mocdade,
    com ricas estampas, por 2,560 rs.; Sintaxe de Dan-
    tas, 1 v. novo por 1,280 rs.; Diccionario portuguez
    de Fondees, 1 v. novo, por 2 000 rs. ; Saluslio, novo,
    por 1,500 rs.; methodo de flauta novo, por Vianna,
    por3,200rs.; urna flauta nova de urna chave, por
    1,500 rs.
    -- Vende-se cera de Lisboa, em grumo, e em bo-
    gias de 6 e oito em libra bastante alva ; assim como
    tintas para pinturas grossas e linas ; pilo de ouro em
    livros grandes e pequeos; cevada nova; e outras
    drogas recenlemenle chegadas, por preco commodo:
    ua ra estrella do Itozario botica n. 10.
    Ch colate desnude, fabricado
    no Maranhao por Luiz Bot-
    Icntuit & Companhia
    De todas as substancias alimentares que, sendo
    em seu principio considerardas como cousas de lu-
    xo, lornam-se pelo lempo adinnte do um usogeral,
    o chocolate rde, setn contradicefio, oceupar o pri-
    meiro lugar.
    Kffeclivameiite, quantas pessoas nSo vemos nos
    preferir hojo ao uso do qurnte caf o uso do choco-
    late, e nisto seguir a opiniflo dos mdicos mais ce-
    lebres, que, de commuin aecrdo sobre suas precio-
    sas qualidadcs, o indicam como um dos nossos mc-
    llinres estomticos aquellas pessoas cuja saude he
    dbil e delicada 1. Prescrevem-no aos seus docn-
    les aconselham-no aos vellios" e o reconimendum
    s mis de familia para seus filhos. Km urna palavra,
    o consumo verdaderamente extraordinario que tp-
    das asrlasses da sociedade fazem desle alimento,
    he o mais bello elogio que nos Ihe podemos fazer.
    Vende-se na ra da Cadeia do lleeife, 11. 25, de-
    fronte do Hecco-Largo, a 800 rs. a libra, aondo se
    darSo amostras para se experimentar.
    '-^^^^^?:^\&:SBB^KB.
    5,000
    de ci
    urna por^So de chitas escuras
    l'Tr^^C*
    bons pannos, a 120
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    Na ra da Moda, no Recite n. 19, segundo an-
    dar vende-sc urna mohilia do Jacaranda em bom
    USO i commodas 1 guarda-louija, urna banqui-
    nha, 12 cadeiras americanas j usadas urna dita de
    balance um loucador nina mesa le janlar, urna
    dita decoziiiha, um relugio de parede, um laxo de
    cobre pequeo c outras muitas cousas que ludo se
    vende por scu dono relirar-se, o qual pedo a quem
    precisar (lestes objectos que appareca quanto antes,
    pois est resolvido a vender por lodo o dinheiro.
    Vende-so um bonito cscravo de 17 a 11 nos bom
    ofllcial de marceiiciro, o qual se d ao comprador
    para o experimentar : no Aterro-da-lloa-Vista, ven-
    da n. 2.
    Vende-se urna vacca muito boa de Icite e muito
    mansa : na ra das Flores, n. 11.
    Vende-se um jogo de breviarios, quoaiuda nlo
    fram servidos ; um violilo de excellenles vozes :
    airas da matriz da Uoa-Visla, n. 26.
    Vondcm-se bancas de jogo, do Jacaranda e an-
    gico ; ditas de meio do sala ; commodnsde amaiel-
    lo;huueas; camas; ferramenla para maireneiro
    ludo por preco commodo por ler o vendedor de
    relirar-se para fra do imperio : na ra das Cruzes,
    n. 16.
    Na ra Nova, n. 5,
    vende-se um mulilinho de 12 aunos, proprio para
    pagem.
    Vendem-se corles de cambrBia de cores e
    modernos padies; 1 iscados francezes linos ;
    chilas france/as largas e de nevos 1 adules;
    riscados largos, proprios pnra camisas; cas-
    sas finas o le cOie, goslos inteirameiite 110-
    vos ; brim de puro linho de cOres e bran-
    cos do listras ; casimiras fiancczas de noves
    padiOes ; lODCOS de seda da India; c oulras
    muitas fazendas linas : ludo por preco de
    agradar aos compradores : na ra do ijuei-
    mai'o qualio-cantos, loja do sobrado ama-
    tello n. 29.
    urna por?ao ue cnuas escuras doih p"", -
    rs o covado ; chapeos do sol, de seda finos a 5/
    rs ; chales de garca, a 2,000 rs.; lencos para maos,
    de cassa pintada e arrendados, a 240 rs. ; e oulras
    muitas fazendas que a vista se patentearilo aos tre-
    guezes.
    Pechnichas para os sapa-
    teirOs.
    Na loja de calcado da ra do Livramento n. 27,
    calcada alta defronte da botica do Sr. Chagas, exis-
    te um bom sortimento de bezerros de lustro, ham-
    burguezes francezes e inglezes, em branco e em
    preto : os bezerros inglezes silo muito grandes e as-
    segura-se darem de 7 a 8 cortes de sapatOes.
    Carne fresca muito gorda.
    No pateo do Paraso, agougue novo, n. 27,
    coma frente am.rella, haver todos os dias rarne
    fresca da primeira sorle, eos pesos serSo fetos
    vnntade dos compradores, indo a primeira vez, con-
    tinen! a ir pelo agrado que acharilo sempre no ven-
    dedor, assim como lambem haver carneiro nos do-
    mingos gordos e dias santos.
    - Vende-se algodilo da trra a|200 rs. a vara : na
    ra do Queimado, loja do sobrado marello, n. 29.
    Cha baralo.
    Vende-se muilo bom cha, pelo preco de 500 rs. a
    ibra : na ra do Crespo, n. 23.
    Ao baralo.
    Vendem-se corles de cambraia de cres.a 3,000 rs.;
    Oitos de cassa a 2,000 rs.; riscados francezes a
    200 rs. o covado : na ra do Queimado, quatro-can-
    tos, loja do sobrado amarello, 11. 29.
    Na ra do Crespo, loja de
    quatro portas n. VI,
    vendem-se os mais modernos cortes de colletes de
    setim bordados a agulha delicados para noivos ou
    bailes ; ditos de chamalote do cores e gnrgurilo, lu-
    do de seda e de bonitos gostos ; ricos corles de cam-
    hraia-seda ; chilas francezas as mais modernas ; um
    completo sortimento de mantas de seda e do lila e
    seda para senhora e meninas 5 chales de seda de co-
    res e pretos, fazenda de peso; lencos de. setim para
    grvala ; pretos c de cOres ; veos de fil do seda pa-
    ra chapeos ; lencos de muilo boa seda pora algibei-
    ra ; casimira dos mclhores gostos ; chai tos de mas-
    sa francezes de bonitas formas ; meias do seda
    brancas e pretas ; e outras muitas fazendas de boa
    qualidade e gosto, que serlo vend'dus por preco que
    hilo de agradar aos compradores ; ass-m como aida
    reslamalguns chapeos de castor que para se con-
    cluirse vndenlo a 4,000 rs.
    Na ra Nova, n. 5,
    vende-se um pardo le 32 annos bom carreiro c
    Irahalhador de foucc e machado ; um molecole de
    18 annos, de boa conducta, o queso afiance ao
    comprador ; urna preta de iiarflo Costa propria pa-
    ra vender na ra, ou trabalhar dccnxada.
    A dinheiro.
    Vendem-se sapatOes inglezes; ditos de Nantes ;
    dilos de Caris ; ditos do Aracaly ; e lodo o mais
    calcado que se faz preciso tanto para hoincm como
    para senhora e enancas; assim como s se darito
    amostras com o competente penhor, para se evitar
    fiados na pi ara da Independencia, ns. 13 e 15
    Tatas de marmelada e
    copos
    de jalea de marnelo,
    viudos do Ilio-de-Janeiro pelo ultimo vapor, ven-
    dcm-se no armazem de motilados airas do Corpo-
    Sanlo, n. t.ci.
    Cunlinuam-se a vender coi tes de vestidos de
    cambraia com lindas barras, brancas e de
    cures, que j poucos reslain ; meias compri-
    das 1 ara senhora e meninas, azues, mescla-
    das, rouxas, esverdeadas e pretas, a 120,
    160 e 200 rs. ; botdesdo duraque preto a
    40 rs. a duzil : 110 pateo do Carino 11 18,
    segundo andar.
    vi'/
    NTn,ha nada lio barato.
    Vendem-se corles de calcas de casimira els-
    tica pndrfles novos pelo barato preco de
    5,000 rs. t na ra do Queimado, loja do se,- Ka
    brado amarello, n. 29.
    \'S~
    Vende-se urna escrava crioula, de 35 annos
    penco mais ou menos, que coi una o diario de urna
    casa, lava desahito e varrella compra vende e faz
    com perfeicfio o servio de urna cas sem vicios e
    muito fiel : o motivo por quo se vende se dir ao
    comprador: na ra dol.ivramenlo, loja de calcado,
    n. 19.
    Vendem-se, na ra f slreila do Hozario n. 4, os
    M'guintcs livros: Granunalica frunceza por Sevene,
    Vende-se salitre refinado do muito boa quali-
    dade por menos preco do quo em oulra qualquer
    paite : na ra das l.aiangeiras, n. 18, casa de Clau-
    dio Dubeux.
    Vende-sc a melhor taberna do largo do Paraizo,
    n. 14, a qual alm da taberna admitir dous uu
    acougucs : o motivo | or que se vendo he por se
    retirara pessoa que nella est.
    Na roa das Cruzes, ti 22, segundo andar, ven.
    dem-se 3 escravas mocas sendo tima dellas e ngom-
    madera, o que cose chao e lava de sabo.e astoulras
    rom algumas habilidades
    -Vendem-se 50 pos de rosa amelia, grandes e pro-
    prius para screm mudadas na estaefio presente por
    preco commodo : na estiada de Joflo-de-Barros, sitio
    de Juio AlaiioelMendes, se dir quem vende.
    -- Vende-se urna paidu moca, .-em vicios ueiii
    achaques que cosec tngomma : no Aterro-dn-oa-
    Visla, n.34.
    -- Vende-se nuperior azeite doce de Usba a
    4,800 rs. a caada e a 600 rs. a garrafa na ra da
    Madre-do-Dcos, 11 18.
    "ara liquidacito.
    Na loja da ra do Crespo, ao pe do arco de S.-An-
    tonio n. 5 A, vendem-se cortos de cassa para vesti-
    dos de cores fixas a 1,600 e 2,000 rs., bonitos pa-
    taruga
    A 5oo ris.
    Vcndom-se superiores pentes para marrafa, de ler-
    na ra larga do Itozario, n. 24.
    SSSF
    Manoel da Silva Santos vende muito
    superior farinlia de trigo, chegada lti-
    mamente a este mercado.
    AI le ne a o a o barato-
    Na ra do l.ivromriilo, n. 14, vendem-se lencos de
    seda de cores, paia homem e senhora pelo barato
    preco de 1,280 rs. cada um ; um completo sortimen-
    to de chilas finas a 160, 180 e 200 rs. ; ditas escar-
    ales a 220 rs. ; riscados de linho para calcas e ja-
    quetas ; madapolOes linos, a 4,000 c 4,200 is. ; o ou-
    tras muitas fazendas que a vista faia volitado ao
    comprador.
    Vendem-se cadeiras e marquezas de oleo com
    assenlo de palhiulia, lavatorios, meias commodas,
    mesas pequeas, ludo de amarello, e outros oh-
    jeelos, ludo de forto construcclo e de gosto mo-
    derno, por menos de seus valores : na ra das Cru-
    zes, n. 31, loja do marcenciro defronle da lypogra-
    phia.
    Farinha de trigo SSSF
    de superior qualidade o nova ; dita americana, em
    meias barricas ; dita gallega, em meias barricas
    cal virgein de Lisboa ; vinho do l'oilo em pipase
    barris de quarto e oitavo superior e mais nfei ior ;
    techadoras para porta de armazem ; superior cha
    hysson nacional de S.-Paulo ; familia de mandioca
    em saccas porffeco commodo : na ma do Viga-
    rio, armazem n-ti, do Francisco Alves da Cunta
    Algodao trancado da fabrica
    de Todos-os-San tos da
    ou na ra do ft|WWt'n. 1.
    Taixns para engenhp.
    Na fundicao de ferro da ra daBrum, acaba-se de
    receberum completo sorli ment de faixar del a 8
    oalmos de bocea, as quaes achara-se a venda por
    preco commodo e com promptidBo embarcam-ee,
    ou carregam-seem carro sem despezas ao eoa-
    prador. .
    Vinho barata. >
    Acha-se estabelecido na ra da adre:de-Deos,
    n. 36, um armazem de
    Vnhos da FlRiielra
    de ptima qualidade a preco de 1,880 rs. a eana-
    da e a 180 rs. a garrafa e para no haver doto do
    comprador, serio lacradas as Igarrafas conf totu-
    lo, recebendo-se a garrafa vasia e dando-se imme-
    diamente a oulra cheia: tembem ha barris multo
    pequeos, proprios para quem passa a resta. O pro-
    prietario desle estabelecimenlo pede elicarecida-
    mente quese nSo lludam avaando pelo dimiouto
    preco e sem conhecimento de causa a qualidade de
    sun fazenda, digna por certo da estima dos verda-
    deros amantes da boa pinga ; elle Mita que quem
    urna vez provar continuar com gosto o sem irre-
    pendimento. E o bom preco.'! A todo o exporto
    accresce o asseio e bom acondicionamenlo. o que ka-
    do se poder verificar emdito estabeleclrnenio.
    Vende-se um moleqoedc la annos,
    pouco mais ou menos, sem vicio ncm a- j
    chaqus : na rus do Crespo, loj y* A,
    se dir quem vende.
    Vende-se urna cadeira de arruar, por preco
    commodo : na ra de S -Amaro, n.8.
    Vende-se tinta muito fina, de diversas cores,
    em latas de 20 a 25 libras. por preco commodo : ni
    ra da Cadeia do Recite, n. 48.
    Vendem-se gigos com ehampanhe em mem
    garrafas, fabricado pelos verdadeiros autores Uancon
    l'ere & Fils : na ra da Cadeia do Itecife, n. 48.
    Vende-se um bom cvallo para sella : na rui
    largado Itozario, padaria n. 18.
    -- No armazem do Bacelar, vende-se superior fi-
    rinha cm saccas grandes por preco commodo : 1
    tratar no mesmo armazem ou com Novaei&C ,ui
    ra do Tsapiche, n. 34.
    No armazem de Dias Ferreira no caes da Al-
    afndega vendem-se os seguidles gneros:- farinha
    de mandioca muito superior, em saccas ; potassa
    desembarcada ha poucos dias em barricas peque-
    as ; arcos de ferro, muilo baratos; loucinho de San-
    tos em barris; fumo em folha para capa de cha-
    rutos muito superior.
    Vendem-se, por preco commodo, duzias de
    taboas de tamanqneira madeira esta do Par*, mili-
    to boa para so fazer obra : na ra do Trapiche, n. 4,
    onde lambem ha oxcellcnte carne do vocea salgada,
    em barris.
    Vendem-se queijos do serlSo muito
    superiores e frescos, chegados pelo lli
    mo vapor do Cear : ns rua da Cruz, ar-
    mazem de S Araujo, n. 3J.
    ~ Vendem-se 4 lindos moleques de 19 i. 18 anuos;
    dous pelos de 25 a 30 anuos; 2 pardosde 18 a J15
    annos; urna negrinha de 12 annos; urna mulalinln
    de 16 annos com principios do habilidades; unu
    preta do 0 annos, rom algumas habilidades : ua
    1 ua do Collegio, n 3, se dir qum vende.
    Na la do Queimado vindo do Itozario segun-
    da loja n. 18, vende-se alpaca de linho do diversas
    cores, a 400 rs.; dita lisa de urna s cor a 20#rs.;
    riscados monslros 240 rs. ; lenco de cambraia
    de linho para grvala, a 800 rs.; lapiui muito lino,
    proprio para vestidos de senhora e roupinhas de me-
    ninos, por ser de urna s cor, imitando seda a 1,800
    rs. ; lencos branco, a 160 rs.; dilos abeilos em
    roda a 280 rs.; chales de lila e seda de bonitos gos-
    tos, a 5,000 rs.; e oulras muitas fazenda por com-
    modo preco.
    Vende-se um lindo aderreo por pre-
    co n.iuto commodo: na la do lUngel,
    n. 17, se dir.
    Vendem-se duas obras completas deCames, em
    3 voln11.es da ultima e mais ntida edicfio, por pie-
    CO muito commodo : na rua Nova, loja o. 56.
    Vende-sc um sobrado de uin andar, que ral* por
    acabar ua travesa docallaboujo, n. 33, por nrejocoiu-
    uiodo : a (ralar na rua do Caldeireiro, o. 14.
    Na rua do Queimado, viudo do Itozario, segun-
    da loja, n. 18, vendem-se chaios de sol, de sed,
    para homem, a 5,500 rs.; ditas para senhora e meni-
    nas, a 3,000 rs. ; ditos para cabrea de meninos, a
    1,280 rs. ; lencos pretos para grvala, a 5O0 rs ; di-
    tos de lila floridos e com franja para hombros de *e-
    nhora a 500 rs. ; lindos cortes de casimira, a 7/000
    rs. ; crls de meia lila, a 3,500 rs, ; lencos de cam-
    braia de seda para grvala, a 500 rs.; e oulias mui-
    tas fazendas por preco commodo.
    Vendem-se, por bai ato preco, | .s de larangei-
    ras para seplanlarem de superior qualidade, por
    serem da China ; bem como ps de limoeiros pin
    cerca : no Manguinho, padaiia 11 51.
    Ka rua do Crespo, loja de 4
    portas, n. I'J,
    vendem-se, a dinheiro, corles de cambraia francei
    quo j se venderam por 4,000 is a 2,500 rs.; diiw
    da mosma fazenda com 6 varas, que s 4>*m a dil-
    feenca de serum pouco mais cliea a cuco pata-
    cas ; unos de cassa Iranceza do cores, fazenda muilo
    lina com um pequeo toque d molo, a 2,000 rs. i
    i iscados francezes a 200 rs. o covado.
    Grande pechincha.
    Vende-se una pequea mobilia em bom uso, sen-
    do 12 cadeiras com assenlo de palhinha, duas b'"'
    liah a,
    muilo proprio para saceos de assucar e roupa de es-
    cravos: vende-se em casa de N. O. Bieber & Com-
    panhia, ua rua da Cruz, n. I.
    Vende-se cal virgem de Lisboa ,|do superior
    quinhus, iiinii mesa de meio do sala, um soptio. un'
    cama de casal ludo de pao d'oleo : na rua da Flo-
    rentina, II. 36.
    scravos Fgidos
    Fugio, nodia 2 de abril, o preto Antonio de
    nac^O Angola, de 28 annos; lem a perna esqurrdi
    cambada para dentro, pernas e calc.inhares linos ^
    quem o pegar leve o a estrada Nova, gfllB de Anto-
    nio ile llollanda Cavalcaute, quo ser bem recom-
    pensado. .
    r ni ii~ "i ii
    I'eRN. : NA TYP. DE H. F* UA FAH1A
    -49
    MUTILADO l


  • Full Text
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