Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06462


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Full Text

Anno XXV
o -,-
W^J*
O r)/.crrO|>tiblic3-ietoiUioidiaiqilenSo
fortn) de guarda. 0 prefo da 0.350,;natura he
de4#000rs.p'or qil.lrtcl, pm/o SrtHMadot. Os
aituuncioa dos assiguahtea sao inseridos
rasao de 20 rs.por buha, 40 rs. em typo dif-
fercnle, eas repellfej pela lucrado. O nao
asignantes pagar3u80 rs. por linlia e 1G0 rs.
eui typo difieren te, por cada publicacSo.
PUASBS.DA LA NO ME/ DF. ABRIL.
I.u* chais, a 7, 1 hora e 30 min. da tard.
Mina-otate, a 15. "s4 llorase 48 min. da tard.
I.ua nova, a 2, sShoras e'JA min. da tard.
Crescente, a, 29"s 11 hora* e48mln.da mauli.
PARTIDA DOS CORREAS.
Goianna e Parahiba, as sega,e sestas-feira.
Rio-G.-dn-Herte; quintas-feiras aouieio-dia.
Cali, Si'i inhi-in, Rlo-Eorraoso, Porto-Calvo
Macci, no 1. a II e 21 de cada mez.
Garanhunt e Bonito, a 8 e 23.
Roa-Vista e-Flores, a 13 e 28.
Victoria, quintas-feiras. >
Olinda, tpdos os das.
PREAMAR DE 110JK.
Priuielra, as 9 horas c 18 minutos da m*nh.
Segunda, s 0 horas e 42 minutos da tard.
de Abril de 184.9.
N. 85,
- das da semana.
'J Secunda. >Hfr S. Oeinctrio. feriado em
toda a Minana para os negocios forenses.
10 Terca. S. K.equiel.
11 Quarla. S. I.eao.
12 Quinta. S. Vctor.
13 Seila. 8. Hermenegildo.
14 Sabbado. S. Tiburcio.
15 Domingo. S. Uazilisca.
CAMBIOS NO DA 1SDE ABRIL.
Sobre Londres a 27'/, d. pori/OOO r*. a60d.
. Pars 300
Lisboa ICO por cenlo de premio.
Rlo-dr-Janelro ao par.
Drsc. de lott. de boas firmas lA %" ""**?
Aceites da comp. de Reberlbe, a 50# ri affp.
(Juro.Oncas hrspanholas. Mjfmi a 31/MO
Modas de ttf400 r. I7/M0 a iWj*'
de 6/400 u. l/OOOa I6*40>
de 4/000.... 9/200 a U#M
Prsla-Patacoesbrssileiro* 8/)60 a /B20
Pesos coluuinarioe. 1/980 2/000
i Ditos mexicanos..... 1/900 a 1/92(1
_____
DIARIO DE
BUCO

PE7NAMBUC0.
ASSEMBLE4
SE$AO
PROVINCIAL.
EM 12 OE ABRIL DE 1849.
Presidencia do Sr. Sount Ttixeira.
(Conclusflo. )
O Sr. Muce'de Araujo pedi a palavra, j>or-
que n!o pude percebrr bem o Icrceiro quesito do
icquoriiiienlo lu notjcn dopulado. O nnhro depu-
tado quer uber, ge f,lsl dos supplentes foi re-
men ida cmara municipal. .
O Sr. Jote A. de l'igueirtdo: A lisia dos depu-
tados impedidos.
OSr. Nabuco de Araujo : r Bem.... mas que lisia
heesti? Quem a rcmeltera ? A ssemhla, nflo ;
porque entilo nflo havia casa: o governo, nflo, como
do seuolicio cmara se deprehende. A cmara
nilo careca dessa remssa, porque teiu perante ii a
acta da apuraeflo gerf dos doputados, e por olla
'llamn, ou devia chamar...
Q,Sr. Htendet* Cunha : Ah / .. Ah !... All /..,
O Sr. Nabuco de Araujo : ... Chamou, ou devia
chamar os supplentes na ordem successiva da sua
voU3a- Se houvealgum arbitrio da parte da cmara,
foi a rospi-ito de mandaros diplomas aos que estavam
mai* pertn, antes do que os que csUvam m.iis longe.
Os nolires doputados sabem que por causa da rebel-
liflo liavida nesiap rovinea se cuinpromelteram al-
guna doputados propietarios; que esse impedimen-
to deu causa a que decorresso tim mez alin do tem-
pii.marcadopar a reuniiluda ajjsomhla, e quo es-
ta, inda findo elle, nao reuni o numero sullicienle
para podar trabalhar: convinha, pois, tomar um ar-
lirilrio para que ella se reuoisse logo ; porque o
presidente da provincia nilo a quoria adiar, visto co-
mo careca da leido orcatnento.e das de mais leisque
sflo neceasaries para a marcha governntiva segundo
a forma constitucional. Se o nobre deputado quer
instaurar rmr iliiininifin nifliilir a qjsjjsj|gjiIn iln direi-
toque tiuha o presidente para chamar neslas cir-
circumtancas os supplentes, cu nilo duvido entrar
nclla; porque omito, desojo queso mostr evidente-
mente que nos estamos aqui legal mente. \io direi
uiais nada, porque nflo vejo a que responder; por-
quanto O nobre deputado, autor do requorimento,
nflo o fundaii'i-nton, n2o possosaber quaesassuas
nlciicOes acerca dello...
O Sr. tiendes da Cunha : Nflo lie tarde ainda.
O Sr. Nabuco de Araujo : Convenho, pois, om
que so i oca a relacto dos supplentes quo fram cha-
itiados ; mas, quanlo ao 3" queito, como o no
comprehAndo, nao voto por elle. Quando se queira
encelar ( repito ) urna discusso regular a respeito
do dimito do presideule para chamar os supplentos,
nos n,lo nos recusamos ella...
O Sr. Hienda da Cunha : He o oca si fio.
O Sr, \abuco de Araujo : O nobre deputado con-
testa; |,ojro lia a quom incumbe suscitar a quesillo:
0 presidente nilo linha diroito, abusou, ou u'sou
de arbitrio ; dopois hu que cumpririi responder : por
einquanlo nSo o devo defender, quando nflo vejo ac-
cusacAo.
U Sr. Hendet da Cunha :'-- Sr. presidente, o no-
no deputado he que me forja a pedir a palavra. El-
le tambeo dcclarou que bolle arbitrio -. logo temos
um ponto em que estamos concordes, o he que bou-
ve ai bitrio, ou do presidente, ou da cmara ; iras
dcsle arbitrio ha de s#guir-so alguiua causa.
Seuhores, em todos os vaitidos dominantes ha
liornan tilo perversos, que folgam e cania ni ao es-
1 eciaculo das cru/es e das fogueiras em que* se de ve
consummar o sacrificio de seus sil rassaaras. ( Acota-
dos na dirr.ila da casa ealijama agilaedo us uateriat. )
VmSr Drputado : -- IC uniros lia que, para satis-
aierem auasainbioes, nilo duvidam fazer dnrra-
uiar o sanguo. ( Algu.ni apoiadut as utileras na
tsguerd da cata.)
OSr. 1'reiiilente relama ordem.
OSr. Menietda Cuiihi : --Astalorias nflo sep-
dem inlrometier aasdiscusses~. Como dizia, Sr
P'esidcntc, e.em todos "os partidos do ouposicilu lia
lioiiu-ns lio cg,us, tilo imprudentes e eiagorads,
quolobrlgam no uiais innocente erro do govorno
"s enmeso horrores dosllecius e Dumicianos ;; a-
l"'iado) mas tanibe.ui em lodos us pailidns de uppo-
sieao lii hnineus discretos e cordatos, que sabem o
seiiiem que, se um boni governo beumdireilo do
I om, mu governo be sua primeira necessldade.
Tundo dianiu dos nlhose.ita vurdade, e deliaixo des-
la iiiiica relauao, eu lambuin sou governisla ..
O Sr. Nubuto de Araujo : Entilo esl comnosco.
OSr. Vendeida Cunha : Debaixo desta nica re-
l.'cjo {/! He, pois, nauualidadedogevernisla, pos-
to quo vellio, doeule e perseguido, que me levanto
liara coneorrer cun os uieus amigos o companbelros
mnlambos. (Nilo se injuriem por esta palavra: ella
i S|Mino itk-ia daquulles que .sao pobres e humil-
des; daquelles qirecmiiiam u Jesus-Cbrislro, d.s.le
i' berro ale as eminencias da Calvario. ) Digo, pois,
Ve*me levwiio pura coneorrer eom elles mi empe-
h> de pugnar pelos diroilos e foros da maliada la
teit* em que mu desvaueco ler nascido uesla Ierra
de queui [i-rece fsUra Jrsus-Cbrislo, oUtsi*lo para
o teiii|'ii lio iiioule das Oliveiras ; porin a nriseri-
cordia de Daos be maior do que todos os nossos pc-
cados Muas vamos u quesillo quo agilou o nobre de-
lulado.;-..-
O .Sr. Nabuco de Araujo: O nobre depulaJo he
quem agilou.....
OSr. Mea Jet da Cunha : Eu, SenborP
O Sr. Nhuco de Araujo : Pois eu no lenbo du-
vii<. ^
O Sr. Mendcsda Cun%axZl&T. presidente, osno-
bres depulados que se rounifam nest* casa nos das
23 e 21 do mez passado, reennhecendo quo nao havia
numero legal para terem lugar as sessOes ordina-
rias, participaran) esta oceurrencia ao Cxm. gover-
nador civil e-militar desta provincia; o, feita esl*
participacilo, dissolveram a sessflo. Isto be o que
consta do Diario, e o que devp constar das artas.
Repito, consta do Diario, que eu bem Ihe podia cha-
mar Diario do governo. Isto he o que be de publica
noloriedade. Isto lio o que ellos entender ni devia m
fazer, om face do artigo 9. do regiment da casa.
Ora, os nobres deputados, dissolvendo a sossflo, re-
t rara m-se para suas casas, sem animo devoltsr i
ells.....
Um Sr. Deputado : Qnem sabe ?...,
0 Sr. Hiendes da Cunha :Alias, elles teriam de-
signado o dia e hora de sua nova reunido : nem se
Ibes pode altribuir o animo de vollarnm sem llies
fazer a injuria de urna negligencia crimirmsn, por-
que nilo era em suas casas que elles deviam esperar
quo os deputados se reunissem ; mas elles flcliaram-
se tqui no dia 2 do corrent, e isto como ? Ou por-
que iviram consultsdos os orculos de Dodone, ou
porque fram particularmente avisados ; mas avisa-
dos por quem? Nscssariainenlo por aquello, ou
algucm por elle, que prescreveu a nova reuniflo;
porque, se nato be impossivel, he ao menos imprn-
vavel e improbabillissimo que todos e cada um in-
di vidualmcnte tivesse ao mesmo lempo a mesma ios-
piraciln para se reunirem aqui no dia 2. (Creio que
vou bom.) Se, pois, os nobros deputados dissolve-
ram as sessoes preparatorias, donde lirn o presi-
dente o direito de mandar chamar supplentes? O
que poderia o presidente governador faznr, queren-
do dar nina provu de sou amor o zelo pelas instilui-
oOos do paiz, era ofllciar ao presidente da casa, ia-
zenilo-lho sentir necessidade de continuar mais al-
guna dias em sessflo preparatoria. .
O Sr. Nabuco de Araujo :0 presidento quem o
nobre deputado chama de governador, he o salva-
dor da provincia. {/Ipoiadot na cata e na i/aleriae.
OSr. Uendeuda Cunha :-Ah Ah... AO..-"
OSr. Nabici de Araujo : Salvou a provincia no
dia 2. (Apoidos na galeras, donde parlan as segmnes
palavras : Falle bem pfallo bem.)
(Varios Srs. deputados e o Sr. presidente recla-
mam ordem.)
I.'m Sr. Deputado :Silo os costumes do anno pas-
sado ; o que he mo sempre se aprende...
OSr: l'essoa : o anno passado chamou-se or-
dem a galera, quando ella intorveio...
I'i .Sr. Deputado : Tamhein agora se clinmou, e
nflo se solicita oapoio, on inlervencilo da galera..
O Sr. J. A. de t'iguciredo :Os meelint/s he que
concorreram para isto. e tambemos seus autores.
(Ilestabelece-.se o silencio ;
OSr. Mendei da Cunha : Dirme-ho talvez os no-
h-es deputados que o presidente lirnu o seu direito
da participadlo ollicialque Ihe fez o presidente da
casa ; mas entilo urna de duas: ou o presidente roco-
nhecou a sessilo dissolvida, ou o seu procedimento
labora sobre a presumpeuo de que a assombli con-
lnuava a funecionar era snssOes preparalo'ias. Se
o presidente reconheceu a sessflo dissolvida, dnnde
(irou elle o direito de mandar chamar supplentes,
a nflo se altribuir o poder do designar o da para a
inslallacflo /la assembla ? O que he contri a dispn-
siQflo textual do art 8o da con*lluic,llo reformada,
sal/o por urna convocaQflo cxlraordinarja. Se, i>o-
rm, o procedimento do presidente labora sobres
presuiiipcflo de que a ass3ml>la-continua va a fune-
cionar om sessOes preparatorias, entflo digo que as
sessOes preparatorias nflo teom nom p lem ler por
ohjecto seinlo a verilicaco do numero; e em quanto
existe sessflo exTste taiubem a esperanea*de que os
deputados'comparecam, e heporisso que he s no
ultimo dia do sessflo, que se costuma fazer a parli-
cipaeflo do artigo 8 Dunde, pois, coucluio o pre-
sidente o direito de mandar chamar supplentes, du-
rante o tempo em que elle ainda suppunha quo a
assemhla funecinnavaem sessflo preparatoria? Don-
de lainlieui concluio o direito de ordenar a cmara
municii-al que clianiisse 26 supplentes daquelles
que ella julgasse desimpedidos? O impedimento ou
be por molestia, ou por longa distancia, ou por ou-
tros quaesquer motivos que tolham a liberdade de
cumparecer; mas motivos todos, cujo conhecimen-
to e decisflo silo da exclusiva competoncia desta as-
sembl*.
Se o presidente quizesse dar urna prova de seus
bous desejos pe i reuniflo do corpo legisliti-
vo, o quo Ihe cumpria fa/.er era, como ja dis-
se, e agora repilo, olliciar ao presidente da rasa
para continuar em sessflo preparatoria. Chamarflo
a isto um arbitrio : pode ser ; mas que arbitrio
levasse a nusadia a ponto do quorer ella mesma nr- > mu i los jurisconsultos, alguna dos quaes di/.em que,
([anisar urna assemblea legislativa....Oh! O Sr. Rap- quando umjuiz, ainda incompetente, ou ratione ma-
era esse '! Era um arbitrio salutar; era um arbitrio
que lodo sereduzia u um conaellio ; era um arbitrio
que nflo feria as altriliuicuos da assemblea ; era um
arbitrio finalmente que, inmiireslando sous Imn-. de-
sejos pela reuniflo do corpo legislativo, nflo deixa-
va as suspeilas de queror elle Resino orgauisa-lo.
Mas nflo se fez sso, mandou-se cmara municipal
que chamasse a|uelles que ella julgasse nflo impe-
didos Se, porm, o prociUimenlo do presidente foi
exliorbitanle, lesivo o anli-conslilucional, a cmara
municipal fez urna especio do usurpado, que nflo
lem nome, e por nina sorto do exigencia que seria
inadinissivel na Siberia e at mesmo ns Tartaria ;
porquo, senhores, sflo de fcil comprebensflo os pie-
lextos de que so pode servir um partido para- legi-
timar mros a violencias de seus correligionarios;
mas he iucomprehensivel, e escapa ao pensameuto
de lodos o como urna aulordade, cujas funccOesso
reduzem polica economa dos municipios, e
nisso mesmo subordinada a assemblea provincial,
lista tambem loma notas disto?... Louvado soja
Dos
Sim.quemj dsseque a palavra impedimento re-
presenta a ideia do nflo podAr comparecer prompta-
ineiiio, a nflo ser o impedimento da um medico para
curar um doente atacado de urna apoploxia fulmi-
nante, ou o impedimento de nina parteira par* una
miillier de parto em perigo ? Quem foi quo j disse
que se devora julgar impedido o deputado, e in-
hibido do lo nar assento no corpo legislativo, s
porquo nflo podesse comparecer no primoiro, se-
gundo, tercoiro, ou quarlo di* depois que recebosse
o ofilcio da cmara municipal ? He a cmara muni-
cipal fiscal do estado das familias, para saber quem
esl impedido, ou nflo por molestia? Tevc a cma-
ra municipal alguma ordem, ou alguma instruc-
eflo particular para que dcflnisse o impedimento de
tal arte, quo tiesta definieflo se comprehen lessem
todos aquellos que nflo pidessem comparecer no di
2? Direi mais : ho a cmara municipal fiscal d.i lino
criminal para saber olTicialmente quom esti ou nflo
preso, quem esta ou nflo solt ?
O Sr. Nabucode Araujo :Devia consultar a aulor-
dade competente.
O S Hlendei da Cunha:-Oh! Que bom !! Quo culle-
ga tenhoeu....
O Sr. SonSY llandeira: Consciencioso....
OSr. Mendetda Cunha : Est magnifico !!...
O Sr. Nabuco de Araujo :Mas assm mesmo nflo
me quer aqui.
OSr. Mendesda Cunha : Eu quero.
OSr. Nabuco de Arauio : E o requerimento ?
O Sr. Hiendes da Cunha : -Dirflo : sso lio de publi-
ca notoriodade...Noloriedade'......Pois urna aulorie-
dade, quando procede ollleiilmoiite, pode porven-
tura sabir fra dos mcios quo sflo compaliveis com
a nalureza e carcter de sua juristliccflo r A'guem
baque possa proferir urna decisflo de sciencia pro-
pi'ia '' K um* decisflo que Vi feriros direitos pol-
tico de cidadflos. Mas quo devora laura cmara?
' bovOra chama ras 20 supplentes como lite fai orde-
nado, sem alloncflo a quaesquer ercumslancas
que nflo fssem de seu examo e inspeceflo ofllcial;
mas sso nflo Ihe convinha. O que acabo de referir
est explcitamente comprohendidu no art. 9.* do re
gulamento da casa.
Sr. presidente, pelo art. 9 do regula monto v-so
que a assembla beque he competente para avahar
das escusas, ou impedimentos ; por me diz elle.
{ti )
O Sr Nabuco de Araujo : E o presidente ?....
OSr, Mendesda Cunha : O presidente obra aqui
como inleiine liano.
/ m Sr. Deputado : E quando nflo ha assembla ?
O Sr. Hiendes di Cunha : Quan lo nflo ha assem-
bla, nflo so chamam supplentes. Mas nole-se : lio
appardcendo escusas que so participa, para o presi-
ieule fazer vir os supplentes; mas he apparecumloj
escusas, e nflo figurando, ou imaginando escusas. E
o que sao escusas '! .Nflo sflo ojilizo particular que
cada um forma da possibilidade ou impossibili lado
dos outros para compa-ecerem ; mas as declara-
cOes. feitas por aquellas que as peJem, das rasdns
que obstara ao seu romparecimento.
Senhores, se isto nflo he novo na chronira dos
povos, ho novo e novissimo na historia do Brasil;
he um dessesphenomenosquoservein para nttestar
de quanto o poder he capaz, quando especula sobre
a irresponsabilidado reflectida, calculada o sempre
audacosa. J disse um escriptor moderno, ( e eu
Mojo ropito ro o ello ) que he loucura e mais do que
loucura procurar as formulas constitucionaes ga-
rantas contra a usurpaeflo; porque o usurpador co-
mees sempre por violar e destruir as formulas, para
melMor se assegurar do direito.
O nobre deputado creio que tambem fallou na
necessidadoqie tinha o prosidonte, princi alenle
da le do ornamento. Ora, Senhores, nflo linha tal
necessidade, porque havia meio para remediar-essa
falla, ou necessidade, e esso meio era o prorogar a
le doorcamento; oque se era arbitrio, nflo era
lila gran lo como o do formar uma assoinbla sua
Mas dir-mo-liJo: o orcameiilo lio nina lei, e o pre-
sidento nflo pode fazer leis Ora, senhores, o pre-
sidente, obrando assm. nflo razia uma lei, fazia ex-
tensiva urna lei; porque o orea ment cra, dimi-
nue, reforma, &C, impostos, o o presidente d* pro-
vincia, obraBlo assim, nem augmenta*, nem di-
minua, nom reormava impostos : o povo sbo que
tem do pagar impostos, eso ello mantiiili a ospo-
ranc* deque algum fsse diminuido, esta filia de
esperanza era compensada pola certeza de que uu-
nhum Iba podia sor augmentado. Determinar que a
lei do orCmento do auno lindo passasse para o sc-
guinle, nflo he fazer urna le...
O Sr. Nabucode Araujo: -Entilo he desnecessana
a lei do orea ment.
O Sr. Idendn da Cunha iHe Xazcr extensiva uma
lei alin do lempo que ella prescieveu : isto impor-
ta um acto do applicaQflo do lei, um acto de sppli-
caeflo da le ib) ornamento be da exclusiva atlribui-
Cflo (lo podr administrativo...
OSr. Nabucu,de Araujo :-lsso he mullo liberal !
O Sr. lendei da Cunha : Porquo,
miando a socedade esUbelece um dircilo, esle d
reto nflo pode sahir fra da esphera da poder
senhores,
di-
a
um "por sua nalureza compete a decisflo da mate-
ria sobro qu labora a questao. So o jui, porexem-
plo, proferase urna decisao om um caso onusso se-
Lundo as rogras do jus( honesto, ys paizes anu-
de sao nflo he pciuiisjlido, elle comsncltena um ar-
bitrio, um abuso, mas nflo commetleria uma usur-
paeflo, se a decisflo versease sobre materia da com-
petencia do poder judiciario. lie esta a opiniflo de
leritr, ou ratione persona; profore uma decisflo. r-IJ
dove sor ohsorvada e respeitada. emquanto nilofr
reformada pelos tribunaes superiores, um* vez que
verse sobre mitoria judiciaria; mas, se o juz fizes-
se uma lei ou rogulamento para spplicar, nflo cotu-
inoi loria um simples abuso, mas tima usurpaeflo.
I m Sr. Diputado : Fa 0 Sr. Mendetda Cunha : Sim, senhor !... Q pre-
sidente, mandando continuar a le do orcameuto.
commetlia um arbitrio, mas era um arbitrio que es-
lava na esphera do pn ler administrativo ; mas, se-
nhores, quorer formar elle mesmo a assembla le-
gislativa; mandar chamar supplentes sem que isso
fosse determinado por esta casa; ordenar cmara
que chamasse aquelles que ella quizesse. porque
tanto importa a ordem que Ihe mandn'- he o n-
troiluzir-se ou ingerir-se as funecoes do poder le-
gislativo, oque importa a confuafln de ludo, e abre
a porta a abusos porque rompe o equilibrio dos po-
deres do estado, que1 he o ponto capital do govorno
representativo, e um* fbnte inesgotavel do recur-
sos, do que se pode armar o poder para desnaturar o
carcter electivo das ssemblas provinciaes. He
preciso definir c distinguir a conveniencia da ne-
cessidade, e nflo chamar necessidade a ludo que nos
Parece conveniente. Nflo ha necessidade contra a
Coiislituicfln; alias, marchando de uecessidade em
necessiila lo, chega-se an govorno absoluto no meio
de um pnvo ignorante e indolente, e va-se mais
espantosa revolueflo rib meio do um povo forte e
ciiki do sua liberdade.
OSr. fabuco d'Araujo ivspondeu ao antecedente
orador, defendendo o arbitrio, que tomn a presi-
dencia, de man lar chamar os supplentes, porquanto
o impedimento dos depulados comprometilo* na
reholllo exigia esse arbitrio salutar, ou nflo haveria
sessflo e liearia o govorno sem lu do orcameuto a
nutras esseiiimes para a marcha da administradlo.
Obsorvou que pelo art. 9 Jo regmeuto lie o presi-
dente que compelo fazer vir os inmediatos |em
votos, e que nunca se cans lera eas* aUribuifflo pe-
rigosa e como invasflo do po I6r legislativa: que
no c iso que so deu de ser notorio o oOicial o impe-
dimento, devia ter lugar a mosma disposuflo do re-
giment de se mandaren) vir os iinmediaLr-s em vo-
tos, porquo a existencia ou reuniflo da assembla
nflo devia ficar uicrce desses doputados que, posto
impedidos, nflo queran) participar : que os poucos
deputa los que se reunirn) as primeira e segunda
sos-nos preparatorias, nflo se un moro de 9 nflo podiam lomar deliberacfloalgumae
menos essa:quc nesla rircumstanciu,nflo havendo as-
sembla reunida para lomar qualquerdelberacflo, a
sendo necessaria e exigida pela acto addicional a
reuniflo da assembla provincial, nenhuma oulra
aulordade competa chamar os supplentes senflo ao
presidente quo usou, nesto caso, da altribucflo,
que Ihe compele pelo seu regiment, de fazer execu-
lar as leis, c pelo art 9 dojregimonto da assemblea,
de mandar vir os inmediatos em votos : que toda a
quesillo, pois, se reduz logillmdade dos supplen-
tes convocados, sobro a qual lie salva assombla a
deliberaeflo e verificaeflo dos poderes : que nflo re-
pugna, mas he propro da poder administractivo o
acto de determinar o lis da instIlac,3o quando esta
so nflo piule fazer no dia aprazado pela lei. Unto
assim que Ihe compelem a convocarlo da assemblea
oadiamento e a prorogac.lo sendo que, no anno
do 1K2G, por falta do numero, a installac&o] da as-
semblea geral foi pcrflxada para o dia 6 de maio :
que o presidento nflo tinha scufla dous arbitrios a lo-
mar, ou o de chamar os supplentes pelo mneJi-
nienlo notorwdos proprietstios, nu o do cobrar im-
postos iem le. Entre csses dous arbitrios porgunta
o orador; qual era o mais salutar e menor ?
Mas o nobre deputado (diz o orador; apresontou
um principio que realmente me causa estranhez*,
porque ha muito que o conbeco por um dos liberaos
da nossa trra.
O Sr. Mandes da Cunha :Carcunda.
. O Sr. Nabuco d' Araujo:-O nobre deputado be
carcunda, o figura no partido liberal? Entilo nflo sei
que partido pertence a nobre deputado.
OSr. Mendesda Cunha :Eu tambem anda ignoro
o partido om quo o nobre deputado est
OSr Nnbuct-d'Arautf.Oti'. Senhor! Naquelleem
que sompre esti ve, e por amor do qu*l fui persegui-
do, se he perseguirlo a remordi, como o nobre de-
putado a qualilicnu. Quanto a mim, me parece evi-
dente que he arbitrio maior e desptico, que he uma
invasflo do poder legislativo exigir i npostas sem
uma lei, o prorogar uma lei que be annua : se lia um
principio innato rom o systhema representativo,
principio cuja violacflo custau Unlosangueni In-
glaterra, ho esse que s por uma lei pode o cidadflo
ser abrigado a pagar impostos: ha poucos cxemplos
lesso arbitrio que o nobre deputado lem por trivial,
e s admissivel era casos extraordinarios.
O orador, depois de nuiras refloxoes, dofende em
parle o poce lmente da cmara municipal; sustenta
que o acto de prorog*r um lei s lia propro do poder
legislativo, e concluo quo o presidente obrou em
sen dircilo.
OSr. J. A. de ligueiredo : Sr. presidente, como
autor do requerimento cumpre-mo expender, casa
as rasos que Uve para o fazer ; se bem que um dos
nobres depulados que mo precederam o justifioisse
tilo bem, que pouco po.leiei dzer a respeito.
Sr. presidente, oficio que eu busco esclarecer pbr
meio da ineu requerimento, he tilo escandaloso.....
O Sr. Hiendes da Cunha : lie faci; he pura ver-
dado. /
:-. .t3'

i
*
O Sr. J. A. dt Fiqutiredo ;
to anticonstitu-
. ._



.:
^2

c'onl, que permuta Dos jamis sevoja reproduzi-
do no annaes da nossa historia.....
O Sr. Nalmcode Araujo : Nflo liavendo rebclliilo.
O Sr. J. A. de Figueiredo : Esse Tacto, Sr. presi-
dente,* ji fui delatado casa, lin dias ; se me uilo en-
gao, na ultima das sessOes preparatorias.....E na
vardade os Ilustres memhros ila commissflo que ve-
rificou os poderes, o revelaran) quando, dando uin
parecer hypothetico sobre os diplomas, recusaran
einittir oseu juizo a respeitn da aplilflo das pessoas
que Ih'oi apresentaram, opinando que lomassern
ellas assento, caso fossem os legtimos substitutos
do Srs. deputados e supplentes que faltaram, pela
rasflo de que se nflo julgavam competentes para e-
miltiroseu juizo sobre o impedimento de alguns
Srs su plenles, que na ordem da votacflu deviam de
ser chamados, a que o nflo fram : alm desics um
ilus (listinctos membros desta casa que, querendo
explicar o procedimento, a incu ver arbitrario, da
presidencia, e o da cmara municipal ainda mais
absoluto, nada maia fez do que evidenciar esse ar-
bitrio, e tirar toda a duvida que podesse Ivaver a i es-
perto dolle. Ku passare a ler alguna trechos dessa
explicando, que eu chamarei antes um libello accu-
satorio contra a presidencia e a cmara, procuiaudo
sustentar a accusac.no de conformidade cun os seus
artigos. ( U. )
O Sr. Minan da Cunha :--Para l.
O Sr. j. A. di Figiuiredo :--Sr. presidente, eu me
nflo quero oceupar de urna das questOes, queja foi
excellcnlemenle discutida pelo nobrodeputado que
me precedeu ; eu nflo quero investigar a rasflo que
levo o presidente da provincia para chamar supplen-
tes, se bem queesleja persuadido do que o nflo poda
fazer, visto como a assembla, a nica que o poda
uutorisar para isso, nflo exista, nem mesmo em
sessOes preparatorias; porque depois das sessocs de
-'3 e a* de marco os deputados que haviam compa-
parecido dissolvcram a reirniflo, onflocontinuaram
mais a reunir-se...
Um Sr. Depulado :--Qae assembla.'...
O Sr. J. A dt Figueiredo :Se, pois, Sr. presidente,
o pequeo numero de deputados que comparecer!
as iluta sessOes preparatorias que me redro, nflo
procuraram mais reunir-se, como he que o presi-
dente da provincia, meroorgfloda assembla (pian-
ito se traa de chamar supplentes em substitualo
dos deputados impedidos, se julgou autorisado a
mandar chamar 26 supplentes Scnhores, eu nflo
quero moralisar esse acto da presidencia ; oquosei
he que lica inteirametito burlada n independencia do
poder legislativo, a qual he quem Ihe d vida, quem
o cnnstilue, quem o sustenta.....
O Sr. Nabuco de Araujo : Pura que diz isso ?
O Sr. tiendes da Cunha ( com emphase J : Tre>
bien, tres bien.
O Sr. J. A. de Figvelrtdo \ Porlanlo, a ordejn da
presidencia nflo he bascada em principio algum.
Mas, senhores, ponhode parte esta quesillo : vamos
ao procedimento da cmara municipal ( L. )
Sr. presidente, ha propostees Iflo claras, que nflo
precsam de demonstradlo, o seu enunciado basta ;
he esta urna dellas: v,-se por esta confissflo do I-
luslre secretario da cmara, que esta, enlendendo a
ordem da presidencia pela maneira por elle referida,
chamou 26 supplentes que podesem tnaii promptamente
comparecer, emora nena occaiio alleraue a ordem da
votacao; embora nena occaiio, eu repito, senhores,
allerasse a ordem da volaedo 1 Seliliores, eu contesto
esse inquallicavel arbitrio da cmara. Sim;que a
cmara lenha a liberdadeque Ihehe de misler para
promover o bem dos seus oiunicipes, nada de mais
justo; mas cu Ihe contostoo dretu de entender a
ordem da presidencia da maneira por que u Tez; por-
quanlo, em negocios polticos eque nflo dizem i es-
perto ao seu municipio, ms provincia, ao im-
perio inteiro, ella nflo uassa de um mero orgflo; o
seu papel uestes casos he todo material. Como po-
da acamara dar scmellianlo inlelligencia ordem
da presidencia? Pois dessa ordem poda ella con-
cluir que era do intento da presidencia que fssem
chamados nflo os mais votados, porm simosque
mais fcilmente podessein comparecer t! Poda illa
' excluir, a seu grado, aquellos a quem a supenori-
dade dos votos dava o indisputavel diroto de son-
ta rom-se nestes bancos, com preferencia a muitos
que aqu se acham? Senhores, se a lei e se
estas considerarles nflo cram sufjcientes para pren-
der o arbitrio da cmara, nflo o era a precisflo do
numero 26, exarado na ordem da presidencia ? En-
treunto, a cmara chamou, nflo 26 supplentes ;
mas 52 ou mais, segundo a obvia inlelligencia, de
que nos falluu o illustre depulado a que me rcli-
ro!...
, O Sr. Mtndesda Cunha :--Ile verdade, e quasi que
chegaa too.
O Sr, J. A. de Figueiredo :--A cmara, Sr. presiden-
te, expedin diplomas,nflo s aos que podiam compa-
recer, como tambe ni aos que estavam impedidos.
l'madeduas: nuestavam impedidos,*e entilo nfl
se Ibes devera mandar diplomas ; ou nflo esta van,
c ueste caso nflo se devera chamar os menos volados-
creio que aqu nflo ha esculla.
O Sr. tiendes da Cnnha (inovendo-so na cadeira):
Oucam isso para respoderem.
OSi. Nabuco dAraujo :--(> que resulta d'ahi he que
nflo houve parcialidade.
OSr. J. A de Figueiredo : Diz o nobre depulado
li ) Se, pois, a ordem da presidencia era concebida
nestes termos, e se a cmara, dando a intclligencia
deque ha pouco falle:, obrou de conformidade cohi
ella, segue-se que a tcciWacflo que faco cmara
reverle inleira sobre a presidencia, poique o quo a
cmara pralicou foi de aecrflo com as suas ordena,
O Sr. MendeidaCunha.Uhsehso? Ouoa.ni la!
O Sr. J. A. de Figueiredo : Di-.se : eis o trecho :
O que a cmara pralicou est de acerdo com a ordem
da presidencia. Butletanto se procurou alienuar
osle arbitrio da camaia com o dzer-se que, ao passo
que fssem chegando os mais volados, saliiiiaiu os
menos votados; mas, Sr. presidente, aqu trala-se
de um dieilo que nflo pode ser tirado nem pela as-
sembla, nem pela presidencia, e milito menos pela
cmara municipal; como he, pois, que a cmara
ousou chamar os menos volados com preterirlo dos
mais votados f l
Lm Sr. hepuludo : Nao liouvc preloricfio ; clia-
inou-se indisliiiCiumenle.
O Sr. J. A. di Figutirtdo ; Nunca deve ser, sem
rasflo legal, preterido o superior em votos pelo me-
nos votado; senflo, per guilla re i : du que serve odi-
reito que d a maioria dus votos ?
Umm Fot: lie mais curial.
O Sr. i. A. de Figueiredo : Nflo ; mais curi;i
que equellea que uiereceram, pela superioiidade de
Hli>, a maior confianca da provincia, ou da nacflo,
sejan os seus representantes, e s na falta uestes de-
ve ne aer substituidos pelos immediatos na votacflo;
mas a cmara nflo enlendeu assim, a cmara... Sr.
i residente, eu nflo sel se me sera licito tirar as ver-
daueiras coi.sequencias destes fados ; enltetaulo
como ellas, em parte, ja fossem deduxidas, pelo il- Wrca rebelde que axistia om AROa-Preta, persistir
lustre relator da commissflo de podres, das inge- era consorvar-se em attitude hostil la para "ban-
das da Prala, reconheceu finalmente a inulilidae
desua pertinacia; e, depondo as armas ante as au-
loridades com os individuos que o acompanhavam,
mplorou o perdfio de seus crimes,protostou obe-
diencia aogoverno.
nuasconfisses do Illustre secretario, eu me animo
tambem a tira-las. Sim, Sr. presidente, da propria
declaracflo do nobre dopulado resulta, em verdadei-
ra lgica, que acamara nflo s expadio diplomas
aos 26 supplentes que deveriam de substituir os 26
deputados, como ao mesmo lempo, por preveneflo,
ronjecturando que esses 26 supplentes tambem po-
deriam faltar, chamou aos supplentes desses sup-
plentes que a presidencia llie ordenara chamasse ;
emlim expedio diplomas aos supplentes dos sup-
plentes.
OSr. Bardo de Suas tuna :--E o que lio supplentes
de supplentes ?
OSr. J. A. de Figueiredo:De sorte que a cmara fez
este juizo : a presidencia manda chamar 26 supplen-
tes em subslituicflo dos deputados impedidos, mas
esses tambem pdem estar impedidos, Jago devo
chamar 59 : tal foi o juizo da cmara. E poda ella,
conjeclurando impedimentos, ir descendo gradual-
mente at o supplente menos votado '.'
Concluindo direi, Sr. presidente, que sendo certo
que a cmara ampliou a ordem da presidencia, cha-
mando maiof numero de supplentes do que o que
Ihe (ora ordenado ; sendo certo que olla comjectu-
rou impedimentos, eque nflo se baseou em docu-
mento algum; linalmenle sendo osse procedimento
sobremodo arbitrario c Ilegal, cumproquese pc-
cam cssas mformacoes deque fallo em meu reque-
riinenlo. E de mais disso, anda quandoimpediinen-
tos exislissem, era a cmara municipal competente
para aprecia-los?
He l mili oque ln-i dito, entendo que tenho justi-
ficado o meu requei imento, e por isso me sonto.
O Sr. Presidente: A discussflo llca adiada pela
hora.
(DEM DO DA.
Continuarte da elcifio de commissSct
Corrido o escrutinio, com as formalidades pres-
criptas no regiment sahem eleitos : '
Para a commissflo de rendas municipaes os Srs
Carnciro, Cum 13 votos; Sebasliflo, com 19; Carne-
ro da Cunha, com 10.
Para a de saude publica os Srs Dr. Mavignicr,
Dornellas o Aquino, com 22 voloscada um.
Para a de pelc,es os Srs : Paes Brrelo, com 14
votos ; SimOes, com 13 ; Sebastflo do llego, com 12.
Para a Je legislacflo os Srs : Menezes, com 15 vo-
los ; Cerra, com 14; Aguiar, com 13.
D a hora.
OSr. Prndente designa a ordem do da, o levanta
a sessflo.
SESSAO EM 13 DE ABRIL DE 1849.
Presidencia do Sr. Souza Tcixeira, continuada pelo
Sr. Scbastio do llego.
SIIMMARIO. Admissdo do Sr. fenlo Jos Lemenha
Uns.ltejetcao do requerim-nlo do Sr.
J. A. de Figueiredo,F.leicao de com-
missBes.
As II e meia horas da manhfla, feita a chamada.,
verifiea-se estarcm presentes 30 Srs. deputados.
Sr. Presidente declara aborta a sessflo.
0 Sr. 2 Secretario lt> a acta da sessflo anterior,
que he approvada, com urna simples alterac,9o, lum-
brada pelo Sr. Figueiredo.
OSr. !. Secretario d conta do seguinle
EXPEDIENTE.
Um ofliciodo secretario da provincia, participan-
do que S. Exe. o Sr. presidonlo da mesma provin-
cia icra sciente do rcsultudo da elceflo para a mesa
du assembla na sessflo actual.Inteirada.
Um requormento de Antonio da Silva Gusmflo,
oderecciido-se assembla para melliorar grande-
mente os defeitos da actual illuminacflo publrcj da
cidade.A' conimissflu de peti^Oes.
[Continuar-se-ha.)
Pedro Ivo Velloso da Silveira enlregou-e ao te-
nenlc-coronol commaudanle do terceiro batalliflo
de caladores, Jos Fcrrcira de Azevedo, sogundo
consta de um documento olliciai, que transcrevere-
mos em o numero segu uto,
Oex-tenente-coronel da guarda nacional Antonio
Corris de Mello, geralmenlente conhecido por
Mello de Verlentes, e que fra um dos principaes
agitadores da comarca do Bonito, acha-se preso
nesta cidade,leudo por companheiro de destino,a um
tal Antonio l.uiz, que conseguir evadir-se aoeffec-
tuar-se a prisflo do Bnrges da Fonseca, do quem era
socio.
J se nflo acha, pois, em campo, ou om estado de
tornar-se perigoso causa da ordem e da monar-
chia, um s dos dieres desses bandos de desvairados
que, cedondo a insinuares prfidas, e deixando-se
snduzir por Ilusorias prqausjas, conservavam em
sustos os habitantes das paragens do que se appro-
ximavam;-j se nflo v em ponto algum da provin-
cia um s desses mesmos bandos.
Islo fra bastante, para que todos se felicitassem
pela completa pacificaeflo deste Pernambiico para
que, pensando com nosco, enchergassem todos em
nussii horizonte poltico nuvens mais diaplianas do
quo aquellas que o povoavam anda nflo ha omito,
e que de alguma sorte concorriam para que os mais
scepticos, ou os mais timoratos adiassem para mais
longo a le minaran da revolta, e nao lohrigassem
atravs dolas o risonho porvir que ora nos accena,
eque, miopes como somos, sompre descortinamos.
Entretanto, algumis considerarles mais farflo fns
o eremos) com quo ninguem mais se arreceia de que
sejapossivel a qualquer dscolo dispr as cousas de
modo que nesses annos que ah se avizinham do nos
seja perturbado o socego de que tanto carecemos
paia attiagirmos ao grao de prosperdade, que
(emos inaiiferivel dreito, e queja houveramos a'
caneado, se o phrenesi das lccoes nflo tivosse ou-
torpecidO o quasi que anquiladu os louvaves es-
forgos ile hoinens honestos que toom entrado om
lula com essa alluviflo de fatuos que entre nos
hflo apresenlado com pretenciles ao foro de polti-
cos, qualilicscflo de estadistas.
Sim; por urna pungente, porm proveitosa experi-
encia, o povo, esse joguete dos ambiciosos que
sem mrito real.aspiram a posicas excellentes, a-
caba de reconhecer que os especuladores se nflo ser-
vem dello senflo como de instrumento para a eleva-
eflo que a todo transe se procuram, e que,manifesta-
do o pergo.so um ou outro dos que o teem ai rastra-
llo para o precipicio, oajudam a esgotar o calix da
amargura e dossolTrimentos.osdemais dflo-se pressa
a abandona-lo, c a prtrem-se em salvaguarda, dei-
xando-o a lutar peito a peito com as didiculdades e
us emhaiacos que elles proprios Ihe crearam ; e,
pois, ha de repelli-los para bem longe de s, sem-
pre que tenlarem enreda-lo em novas armadi-
Ihas; lauto mais, se tiver o bom senso de rc-
fleclir; quo, ao passo que os taes zanges da. so-
ciedado brasileira evilam o contado de suas vic-
timas smente para Ibes nflo ouvirem os lamentos
e os gemidos, o monarcha, contra o qual, em ul-
timo resultado, se dirigem lodos os tiros dos
RECITE, 1: DE ABC IX. DE 1849.
A assembli legislativa provincial oceupou-se bo-
je, alero da eleicflo de commissOes, com a discussflo
do requerimenlo doSr. 1. A, de Figueiredo.
i ira i a ni cunta, os Srs. liiplisla, Paes Brrelo o Jo-
s Pedro, sendo que smenlo o Sr. Figueiredo foi
quem defendeu nesta sessflo o meneconado requeri-
menlo, que alinul foi rejeilado pur 21 votos con-
tra 13.
Durante a disc.issflo, as galeras estveram api-
nboudas de espectadores, os quaes, nflo obstante as
reiteradas observacOes do presidente da assembla,
do quando um quau lo davam signaes de approvacflo
s palavras dos oradores que combaliam o requeri-
menlo.
A ordem do dia para a sessflo d' amanhfla he pri-
meira discussflo do projecto a. 5 do auno passado
e das posturas da cmara municipal desta cidade.
AJ vista do que a respeito de tranquillidade publi-
ca se conlm no rclatorio apresnutado pelo Exm. Sr-
presidenle da provincia assembla legislativa pro-
vincial na ana sessflo de abertura, e que ns publi-
camos em o Diario n 80 de II do correte, os lei-
lores lerdo compreliendido sem duvida quo terini-
noii felizmente a rovolla que por quasi cinco mezas
ensaguenlou os campos de diversas paragens, mais
ou menos prximas i capital, o at as proprias ras
lella, as quacs chegaram a ser invadidas por uina
malta de liuinens rsticos, porventura sem a menor
ideia de muralidadc, o que caitamente pralicariaiii
os maiores horrores, so tflo forle e tflo corajosauieute
nfloJhouYcssciu sido repcllidos, Kntretanlo, vamos re-
ferir-I bes alguns lacios que, comprovando quauto S..
Ex. asseverou all, os couveuceio de que ja agora I'
nada hiais resta aos verdadeiros Peinan bucauos se-
nflo trabalharflm de commum acerdo para que ca
la vez mais vigorem as institui^Oes que felizmente
nos regem,para que possamos fruir os benelicios
que a paz se trazer aos povos que vvem sol a pro-
teecflo dellas.
Os luucos que pela lerceira voz lenlaram derra-
mar o susto e o terror na comarca de Flores lendo
sua testa Francisco Barbosa Nogueira Paz, deban-
daram apenassouberam que frcas legalistas marcha-
va m sobre elles; e, espavoridos, frtram acanlonar-se
nas mallas, eafor^ando-se porsearredarem do sitio
onde ousarom levantar armas Ti atricdas e crimi-
nosas.
Caetano Alves que, segunJo dissemos "emoulra
tcasiao, oi^ouuico que,depo1s de dispersada a
turbulentos, porque reconhecom que elle he a
priineira garanta da ordem publica; o monarcha,
dzemos, nflo esquece um s daquelles quo ex-
pom a Vida em defesa das institucesjuradas, es-
tire para todos elles o cofro de suas gracas e muni-
ficencias, sem altencflo sua herarchia social, -
em altencflo a castas nem a cores, e smentc
tendoem consderaeflo os servicos do cada um.como
anda ha pouco acaba de pralicar, galardoandu ao
imperial marinheiro ao mesmo lempo que ao capi-
15o de fragata,ao cadete assim como ao brigadero,
ao prelo conjunctamenle com o branco A exp?ri-
encia foi pungente, (repotimo-lo ) porque custou
muilo sangue brasil-iro, porque produzio muitos
orphflos e vuvas; mas foi proveitosa, ( insistimos)
porque ensinou o povo a conhecer quaes os seus ver-
dadeiros amigos, quaes os que sabem apreciar os
seus .servicos; porque o poz de sobr'aviso para
nflo mais cahir em lacos taes como esse quo ha pou-
co llie arinsram.
Se por este lado estamos tranquillisados, espera-
mos que o governo, mostrando-se moralisadore jus-
ticeiro, completar a obra cun, cada pela dura leflo
de que temos fallado, confiamos quo o dislinctn ci-
dadflo que, durante a mais procellosa tempestade
soulio sustentar o leme da barca confiada sua di-
rec^'flo, a dirigir devidamenle em lompos bonanco-
sns --contamos quo, collocando-se cima do todas
as consderacOes pessoaes ou de partidos, o Exm.
Sr. Tosa se empenhar em administrar, Justina a
todos, lendo smente em consderaeflo o'dreito de
cada um; concorrendo dest'arte para que se torne
geral a convicio de que, com osystema monarchi--|
co-representatlvo, quando bem applicado, quando
bem desenvolvido, ninguem ha que nflo possa viver
heme felizmente, se nflo se esquece de regular o
seu procedimento pelas leis; e cooperado por consc-
guinle para cada vez encarecer mais os meios de
que os lurmeos desse systema sem prevalecer-se
para accender u lacho da guerra cevil nos paizes em
que elle vigora.
das, capitfloDelany.aqupageni 12, carga fazon.
das, manteiga e mais gneros; a Joflo Pedro
Adour. *
Liverpool; 60 (lias, hrigue ingler. Urgtnt, do 2i t0.
neladas, capitflo John Gray Blsset, eqnipagcm 12
carga carvflo de podr ; ao agente dos vapores. '
llarliugen ; 45 dias, escuna bulandeza Antjt. de t;io
toneladas, capitflo Christian Uuitcn, cquipagem
7, carga queijos, genebra, oleo de.linhaa e car-
vflo do pedra ; a Brender a Rrandis.
Glasgow; 46 dias, hrigue inglez Marij-Taylor, d0 \^
toneladas, capitflo John Callander, equipagem H
carga fazondas ; a Adamson llowie.
Baha ; lOdias, brgue brasileiro San-Joao, do42to.
neladas, capitflo .M.moel Anluncs Coutnbo, equi-
pagem 7, carga cal, fumo, charutos o mais gene,
ros ; a NoVaos & Compauliia.
Nato sahidt no mesmo da.
Portsmoutli; brigue do guerra inglez Crecan, com-
mandanle f yndal.
Sloninglon ; galera americana Calumet, capitflo J.
P. skinner, carga a mesma qae trouxe.
New-Loudon ; galera americana Vttpa, capitflo \\.
W. Clark, carga a mesma que trouxe.
l'oi tus do su! ; vapor brasileiru S,on-Sebqstido, cuni-
mandante o prmeiro-tentnto 'Antonio Xavier de
Noi'onha Torrezflo. Alm dos passageiros que
trouxe dos portos ilo norte para os do sul leva t'
seu bordo : para Macoi, Manuel Francisco Carn-
eo; para Baha, Fr. Joflo da Maternidade, Claudi-
no Salvador Pereira Braga, Jos Salvador l'areir.i
Braga e 1 soldado invalido; para o Rio-de-Janei-
ro, Vctor Uruce, o major Jos Flix Bandeira, 48
recrulas e 3 imperaes marinheiros.
Parahiba ; hiato brasileiro Santa-Crus, capitflo An-
tonio Manoel Alfonso, carga varios goneros.
Declaraeuo.
-- Nflo se lendo eOectuado no dia 7 do correnta o
contrato para o fornecimento do hospital regiment!
do quarto batalhflo de artilharia a p, de novo se
annuncia para quem quizer, comparecer no dia te
do corrento, s 11 horas da manhfla, no mesmo hos-
pital. Ilecife, 13 de abril de 1849. J. da Silva Hay,
segunJo-tenenle agente.
Avisos martimos.

COMMEfuCJO.
9:861,801
ALFANDEGA.Rcndlmento do dia 13 .
Oescurregam hoje, 14 de abril.
Briguo Biandwine familia, bolacliinha e barri-
cas abatidas.
Brigue Ztbolum bacalho.
Brigue -~Auta mercadorias.
Kscuna Wate vinhu.
Biiguo llootle mercadoiias.
J.ihn-tarimm l'ariiilu c barricas abatidas
CONSULADO GERAI
lien linientu do dia 13..............4:407,068
Diversas provincias .... i.......... 237,239
4:644,308
CONSULADO PROVINCIAL.
lien lmenlo do da 13..............2:341
Ufi-WT-T..- a .fWAr,&A^jaaBUi^M
061
Aovimento do Porto,
flavios entrados no dia 13
Havre; 34 dias, barca frauceza Zilia, de 227 Unela-
Para a ll hia segu o patacho S.-Cruz : para
carga e passeiros, trata-se ao lado do Corpo-Sinio,
luja de massames, n. 25.
Para Lisboa sahe.impretcrivelmenta no da 82
do crrenle o hrigue por!uguez Triumphante, capi-
tflo Sabino Antonio do Cabo Almeida : anda pile
receber alguma carga a frete e passageiros, para os
quaes olTerece os mais excellentes com modos: quem
pretender, dirija-se aos consignatarios, liveira Ir-
mflus & Cumpa nina, na ra da Cruz, n. 9, ou ao re-
ferido capitflo, na praga do Commercio.
~ Para o Rio-do-Janeiro sabe com maior brevi-
dade uossvel, por ter a maiur parte da carga enga-
jada, o patacho nacional Franctlina : para o resto da
arga eescravos, trata-secom Machado & l'inharo,
na ra do Vigario, n. 19, segundo andar.
-- Para a Babia na presente semana, por j ter a
maior parte da carga de sen carregamento a bordo,
o hiate Flor-do-Iticife, pregado e forrado da cubre :
para o resto da carga e passageiros, dirif-se
ra do Vigario, n. 5.
Para o Rio-de-Janero seguo viagem, com tod
a brevidade por tor a maior parte de sua carga, o
bgueS.-Manoel-Auguil capitflo Manoel Snies:
podo recebe alguma carga, passageiros e escravosa
Veto : quem quizar embarcar cntenda-se com o di-
to capitflo, ou com Manoel Ignacio de Oliveira, na
prava do Commercio, n. 6', primoiro andar.
Es pera-se do Rio-de-Janeiro al 13 do crrente
o brigue portuguez lerceira capitflo Jos Antonio
Ribciro de Freitas.e segu para as ilhasde S.-.\liguel|e
Terceira, cum a maior brevidade possivel; s roce-
lie passageiros para s quaes ollerece excellen-
tes commodos : quem quizer ir de pasaagem, diri-
ja-se aos consignatarios, Oliveira Irtnflos.ai Compa-
nbia, na ra da Cruz, n. 9.
Para o Aracaty esl propostoo hiato Novo-Olin-
da para sabir com a possivel brevidade : que nelle
quizer caTregar ou ir de passagein dirija-se ao
mestre do mesmo, Anlunio Jos Vianna no trapi-
che novo ou na ra d*Cadeia- Vellia, u. 17, segun-
do andar.
-* Sabe para Lisboa no dia 2J do corronte a bares
porlugue2a Ligeira, de quo he capilu Antonio Joi-
quioi Rodriguo's: para o esloda carga dirijma sents
seus consignatarios, Francisco Severiano Rabello&
Gibo ou ao mesmo capitflo, na ptaca do Commer-
cio.
Para iba dos Afores e Lisboa sahe impreleri-
velmenle, no dia 24 de abril, a polaca Sociedude-r'i-
ln, por se adiar com o carregamento quasi comple-
to : para o resto da carga o alguna passageiros, ai*
quacs oierece bous commodos, trala-se com Joio
lavaros Cordeiro, na ra do Vigario, n. .
Para o Rio-de-Janero saboem poucos das.por
se adiar quasi proinplo, o biiguc nacional San-Jos'.
para.alguma carga muida, esciavos a frete e passa-
geiros, para o que lem excellentes conunodos, tn-
ta-secom Caudillo Agosluho do Barros, ou com o
capitflo do mesmo.
Si Paia o Rio-de-Janciro sahe, com a maior bre-
vidade. possivei, o brigue nacional Ugtiro, por le'
parte de seu carregamento prompta : quem uo uie*
mu quizer carregar, embarcar escravos, ou ir de
passagein, para o quu lem asseiados com modos,
dirija-so a Mnnucl Joaquim .Sumes, na luja de fer-
ragens ao p do aico da Couceicflo uu aifiovaes &
C. na ru do Trapitbe n. 34.
Para o Rio-de-Janeiro pretende sabir breve o
brigue Mercantil, por ter uma parlo do carregamen-
to : quem uu inesmu quizer carregar, embarcar es-
cravos, ou ir de passagem, entonda-so com us coa-
signatarios, Atiiiiiun Irmfios, na ra da Caduia, nu-
mero 39.
Para Lisl.a por as illias dos Acores aahir n
periodo da semana vudoura a barca porluguei
Fluminense, a qual anda pode receber alguma caij
para os ditos pintos, bem cunio passageiros: qn"*
na mesma quizer carregar, uu seguir viagem se deve
anticipar a tomar passagem, garanlindo se o bom
tralaint-uio, agazalhoe con.modos : ludo por pn'C0
rasoavel: para u quo tmla-se cun Amorim IrniaWi
lUa da (.iideia, u. 39.
Para o itio-ut -Janeiro seguo, em poneos aiss <
u lo igue Asombru, de pi inicua mu da pur tero
sou carfcgaueiitoquasi proiupto: para pessgeir"*
lem muito bujis commodos: os preteiidenles din-
jam-sea luaVl Cadea do Hcife n. 61 a tratar
com Joflo Jos Fcinaudes Magalbflvs.
$

MUTILADO l


f*~**;-mmi

safes


Leudes.
| Mara de Anouneiseflo Ctrneiro de Smp'?, htr tres filhos; Jacintho do Coito FalcSo; Fran-i abril crrante para o andamento da rodas, e eonfi*
cisco Jos Parflo com ana mulher e \ filhos ; Joflo nos amadores Inste jogo que 0 coadjuvarflo na reaii-
fahaixoassignada, fllha legtima do fallecido m"Jor
fi<-nrrnir< f Faustino CarnelrodeSampaio faz ver ao Sr. Uia"
rwnca,inQr 1^ 'i 5lw,a?,-por ".! oureiro dos ordenados que nflo tem constituido a
Kan!. 1?"*"' dC.S ".nr,,U.n0C^.da 300,Peoa.l8umapor.seu bastante procurador, s slm
itSf d0.P*,r. "I'"'1'", muilo apre- ,0 se0 mano Fr,ricisoo Jos de Paula Carnro. que
nJM?i .vaporesda marmha ingleza, exigentes h-quem ha 2annos Itie tom cobrado una pequea
d n ti? mar?,om'l0 *\ 1"? Uvt Pnyc'P'O | pensflo que Ihe flcou por falloeimento de seu pal. -
,' i sJun,,-'!ovo ) onde os pretendemos Rocife 12 de abrjl de 18*9.- Marta da Annunciaeio
> anticipadamente examipa-lo, hem como as Carntiro de Sampaio.
--A pessoa que annunciouler venda urnas pe-
chas do mobilia queira dirigir-se a praca da Inde-
pendencia, livraria ns 6e8.
-- Oirerece-se uina mulber para ama de urna casa,
a qual sabe lavar, engommare fazer o mais serviQo:
na ra. dos Coelhos do lado da casa do Tallecido
Francisco da Silva, n. 7.
Quem pretender urna ama para casa de pouca
familia, ou dehomem solleiro, dirija-se ao'pateode
San-Jos, n. 39, quo achara com quem tratar ; ad-
vertwdo-se que esta mulher leva tima filha de ida-
do do seis annos.
ROUBO.
Tendo-sido| roubada na noite de 12 para 13 do
corrente a loja n. luda ra do Cabug, perteeen-
te ao abaixo assignado, consislindo o coulio om du-
as pecas de casimira preta ; duas ditas d'alpaca pro
ta ; dez ou doze de plnlilha de linho ; um cailflo
com dez chales de ll e seda, e oulro com dez ou do-
ze de garza com flores de seda ; tros pecjs de chita
de coherta ; dez ou doze cortes do chita ; e um par
de-brincos de filangrana ; o nbaixo assignado roga a
todas as autoridades policiaes, as necessarias inda-
gaces para a apprcheusflo do sobrodilo roubo ; e a
qualquer particular que o descobrir promclle gra-
tifica lo coma nielado do queso approhcuder, guar-
dando inviolavel segredo.
Antonio dt Souza Moreira.
amostras que achirflo no consulado britannco : ho-
jc, I* do corrento ao meio-dia em ponto, aporta
di ssociac.lo cnmmorcial.
Brondor a Rrandis, estando a retirar-se para a
Europa pelo primeiro navio, far leilflo, por inter-
venc*o do corretor Oliveira, da mohili da sua at
agora casa de mormlia no campo, consislindo em
mes** o cadeiras de difforentes qualidades, secreta-
rias, almarios, guarda-roups, sofs, marquozas,
lianess, aparadores, commodas, lavatorios, camas
de ferro e de madeira, ditas para meninos, um ber-
co de ferro, espejos, toucadores, quidros, cando-
labros, relogio pira cima de mesaj condieiros, ap-
pnreltiosdamesao psracha, cryslaes, louca e trem
de cuzinha, um ptimo carro do quatro rodas com
os competentes arreios para dous cavllos, urna ca-
no com veame, remos, etc. urna sella de superior
t" # qualidada para alirarao alvo, e muitos outros objee-
tos : segunda-feirn, 18 do corrente, as 10 horas da
nianhiia, no sitio pertenrente o defronte do do com-
mendador Francisco Antonio de Oliveira, pouco a-
diante do Maugunho.
Kajkmann Irmilos farflo leilio, por intervoncio
do corretor Oliveira, de grande sorliinento de forra-
gons finas, fitas, cspelhos e mais miudezas, quo so
venderSosem limites, para lquidagAn de varias con-
las : terca-f.-ira, 17 do corrento, as 10 horas da ma-
nliiia, no seu annazem, ra da Cruz.
Avisos diversos.
Illustrated Loiidon News
A viro ao respctaicl publico
GuilliermeFredcricoWalter, como tenha do de-
morar-se por mais algum lempo, pela bstanlo con-
currencia que lem tido avisa as pessoas que o tem
fallado para tirar retratos quo apparezam quanto
antes nestes 10 a 12 dias. O annunciante tem liis re-
tratos dodesembargadorNUNES MACHADO, tirados
a migarroothypo, o quo vender por precos com-
modos.
Aluga-se a muito excellentc e nova
casa de Ires andares da na do Vicario,
n. o3, propria para qualquer Sr. nego-
ciaule, on inesmo para familias, em an-
dares parlados : a tratar na raesma
ra,n. 7.
Aluga-se urna gratule olaria, sita na ra do
Cotovello; o vende-seuin cavallo de estribarla em
boas carnes: a tratar na ra d'Alegria, casan 31.
Olferece-se urna senhora para em sua casa criar-
as pessoas que de seu presumo se quizerem ulilisar'
(lirijmn-soa ra da Cloria, casa n 53.
-- Precisa-se do urna ama para o servido de urna
cssa de pouca familia e que esteja no caso da fazer
as compras necessarias : prefore-so captiva : na ra
eslreita do Kuzario, n. 21, sngundo andar.
-Tendo lido no Diaria de 12 do corrente um an-
nuaciu do Sr. Feliciano Jos (ornes, cunipro dzer-
Ihe q^e1, anda que o mesmo Sr. livesse oblido irre-
voRavelsentenca, ( o que al o presente anda nao
pode conseguir ) anda assm o ahajxo asignado o
os lurdeiros do seu casal nflo licavam impossibili-
Udos de disporcm do que julgassem a bem, viste
que, alm de outros hens que o casal possuo an-
da dea em bens de raz mais que sullcienle para pa-
gamento do crdito doSr. Feliciano, islo quan.lo o
mesino crdito se liquidar. llecife, 12 de abril de,
1848. Jote Antonio Uomei Jnior.
Precisa-se de um amassador : no pateo do Tor-
io, n. 3.
- Dcseja-se comprar um ptimo cavallo, sendo
uem novo : quem liver annuncie.
-- 0 Sr. Francisco l.uiz da Trindade e Souza che-
ido do Para queira declarar sua morada para so
K
para so
7 da ra
Hio Tallar a negocio.
-- Aluga-se o primeiro andar da casa n.
da Mocita : a tratar na mesma casa.
--Anda existe um resto de ciles de cambraia
e que, para ge concluir, vendem-se irelo diiiiinul
priede 1,000 rs. : na ra doQuciniado, n. 17.
--OSr. que hontcm foi visto com o chapn deso,
iJo seda rnrla-cdres, cabo amarello com volla na
ponta e pequeo butilo preto e nuvo, quo por en-
j,'uotrocou ni casa da assembla e que suppOc-se
procuravaodono para entregar, plu entregar na
loj i de alfaiate do Sr. Fox Ve.ia.icTo is-
rua IVova
lo
com brevidado quu nilo d lugar a
descunliar-
tomar
se de Ma sinceridade quo ueste caso se Ihe
na ra e na pieseni;a du mais pessoas. .
-- PergunU-se se a machina de vapor do fzcr
barbas aununciada no Diario de I'ernambuco h. 78
e quu se adra collocada no largo do l'oinbal om S -
Amaro, serve lamben) para fazer coros.
-- Na ra Nova, venda u. 65, que oi doSr. Antonio
rerrcir Linja defronte da cocheira precias-so do
um Caixciro que tcnlia basiaiile pratica do venda
para receber por bataneo e dando fiador a sua'
conduela : d-se boui oidenado c far-su-lia mais
algunia conveniencia : a tratar na mesma venda ou
na cssa junto n. 63.
, "I Arrog,,ll-se, ou Tonde-se um grande sitio na es-
iraua do S.-Arnaru para elm, com mulo boa agoa,
glande casa para familia, lies vivtiros de poixe ,
mullos arvoredosde Iructo.baslanto ierra para plan-
Jar, liaixa1 ora capini paslu para le oilo vaceas de
leite : ira*a-se a venda muio comnioda a dinlieiro,
ou letlras con. I.oss (Irmas no mesmo sitio ou na
ra dt> Itaugel, n. 17.
~/,,ro1ny",oueAlbuquerquo Mello, nflo podci_do
ir pesSoalmenio agradecer a cada nina das pessoas
que o hoiiraram com suas obsequiosas v5tas du-
n ole o sea grave rerinictito, nflo so porque nflo pO-
dc conservar om memoria os ..omes de todas como
lambum porquealgumas dellas moram distante des-
ta capital por isao recorro ao jornal |,ara dar um
testcmoiiho publico de sua sincSra gratidflo a todos
aquellos a quem pelas rasOos cima expendidas dei-
Xa do satislazer um dever tiio grato oflervcundu-
llies entrt tanto seus diminutos purm francos ser-
vidos cm qualquer parle que a soi U Ihe distinar.
- Uu-se dinlieiroa premio sobre penlions de ouro
o 1 rala e mesmo sobre hypolheca^ ou bojs firmas :
na rya estreila do Kozario 11. 30, segundo andar,
so uiraquem da.
Mano'el Ferreira da Custa vai a Una, comarca do
lUu-rorinosu e luvaemsua com panilla o seu escra-
Vj de iiome Jos.
A pessoa a cujo poder tenham porvenlura ido parar
os* nmeros de 9, 23, o 30 de dezumbro ultimo sem
Ihe pertencerem ; querendo restilui-los.a seu dono,
pode procurara A. V. S. llarroca na ra larga do
Itozario n. 39 ou na ra da Madre-de-Deos 11. 26.
Precisa-se de urna parda ou preta forra para
ama de urna casa de familia: na na da S.-Cruz
n. 28.
0 padeiro que quzer dir 200,000 rs. a premio ,
sobre hypolheca cm um oscravo que vende pflo di-
rija-so i rus Direita n. 51.
No botiquim da Cova-da-Onca, ni ra larga do
Rozniio precisa-se de um bom cozinhero forro
ou captivo preferindo-se o captivo. No mesmo bo-
tiqun) vende-se um cama de condui em bom
estado.
*ociedade Harmnico*
Iheatral.
A diieee.lo da sociedade llarmonico-Tlicalral con-
vida pelo presento a todos os socios da mesma a se
rcunirem no da 15 do corrente, pelas 10 horas da
iiianbfla nosalflo do mesmo tllealro, alhn (lose
cumpr.r o disposlo no artigo 10 dos estatutos, certos
de que se proceder de confurmidade com o arti-
go II.
-- Manuel F'rancisco do Biito subdito portuguez ,
vai a providcla das Alagas com sua senhora 4 fi-
lhos e urna escrava.
Aluga-se urna preta captiva ou mesmo forra ,
que faca oservicode umacasa deportas a dentro:
na ra do Collegio, n 15.
Joflo Fernaudes Moreira, Portuguez, relira-se
para Angola.
-- Quer-se arrendar um engrnho pecio desta pra-
ca, preferindo-se ao que for de moer com agoa :
quem liver annuncie, ou dinja-se ao subdelegado
da l'rcguczia da Itoa-V'isla que dii quem o pre-
tende.
-- Precisa-sede urna ama para colindar e lavar
algumas ve/.es : no becco da l.ingoela, sobrado 11. 5.
U-se dinheiro a .premio sobro ouro e prala :
na ra do Hospicio, sobrado junto venda do lelo
de ouro.
I'hilognno Adour, cdadflo francez, vai fazer una
vagcm a luropa.
Ac ha 111 declicgar a loja de
Maya Ramos & fompanhia os nimio desojados e
divertidos jogos de vispora : pede-se aquellas pes-
soas que h.tviam procurado o Jilo jogo que se pre-
vnam a tempo para quo ao depois nflo llies acn-
tela icar sem ellos como da outra vez : 0 prego he
commodo o a todos duvem agradar.
Aluga-se a loja do sobrado n. 5 do Aterro-da-
Boa-Visia ptima para todo o genero de negocio,
pela sua excedente localidade : a tratar rig mesmo
sobrado a qualquer hurj do dia oiidelambom se
fara negocio com a armaeflo euvidracada, existente
na mesma loja.
Jos Uaplisla da F'onseca Jnior lem para ven-
der no annazem do Bacelar defronte da escadinha
daalfandega ou na ra do Vigaiio, 11. 25, a me-
Ihor farinlia em saccas que ha no mercado, a prego
menor que nenhum oulro possuidor.
Joflo da Silva Braga taz publico que vendeu a sua
loja do selleiro, que liulia na ra Nova, defronte do
011.o da matriz, o est em outra da mesma olliciua de
SLt.l.klIK', NA lli A lio QDKIMAUO N. 9, onde os seus
freguezes acbarflo sempie 1 completo sorliuieuto du
obras daquulla arle, como sejiim : sellius de todas as
qualidades, lano para montana do homem, como
para senhora, apparelbos militares, tanto para ca-
vallaria, como para infaiilaria, c culchOes de diver-
sos lamanlios e quulidadcs.
--Um rapaz brasileiro, quo lem pratica de coin-
mercio su oll'ercre para escrover em horas vagas ,
ou domingos c das santos, e qualquer dono dees
tabelecimeiilo que por sua naluruza nflo possa ler
nui caxeiro eli'eclivo, acrescendo quu o aniiunciau-
le alm de ter boa leilr.i, sei commodo um seus
ajustes : quem o pretender annuncie.
Precisa-sede um feilor para um engenho na
provincia das Alagas : na ra da Piaia, 11. 5.
Alguns -Sis. passageiros quu viera,11 do Kio-de-
Janeiro ou do liiu-Craude-do-bul, eque lenham car-
tas para entregar al). Ilenriquula Amalia de Brilo,
queiram procura-la na travessa da Ordm-Terceira-
de-San-Krancisco, 11. 6.
Aluga-se um sobrado Je tres andares no lar-
go da Assembla : na praea da Independencia li-
vraria ns 6 u 8.
Os Porluguezes abaixo declarados retiram-se
para fura do imperio ; Jos Joaquim da Silva Pere-
ra, com Thoreza du Jess ; Jos da Costa ; Manuel
(.oncalves Ronsiuha; Antonio Joaquim da Costa ;
Manoel do llego Corris Baj ros com Auna Joaqui-
na dos l'razeies e um lilho menor; Joaquim Morei-
ra de Almeida Liares ; Alheo de Franca Abreu e
(.aslro; Antonio Joaquim do Carvalho com um li-
lho menor ; Francisco tose Pereira, com sua mu-
Baptista dos Passos ; Colhieb llanrgs Sulsco, com
sua mulher; Jos Bernnrdino do Mallos Cuimarfles.
Arrenda-se, ou vende-se 11 m sitio no lugar dos
Afogados com arvoredos de fruto, viveiro e pro-
porcOe par outros : a tratar na ra Inreita, do lado
da rprea do Terco, n. 139
Quem precisar do 11 m rapaz portuguez, de 20
annos, com pralicode loj de fazendas dirija-se
praca da Independencia n. 12, ou annuncie
Odoutor Caetano Xavier l'ereira de Itrito for-
mado em medicina e cirurgia lema honra do ofie-
receroseu prestimo ao respetavel publico desta ci-
dde, om sua casa no Aterio-Ja-Boa-Vsla n. 43 ,
onde podo ser procurado de manhila at as 9 horas
e meia e de larde das 3 horas em da 11 te.
No Aterro-da-Boa-Visla, n 1, defronte do cha-
tariz, nrecisa-se de urna prcla captiva paaando-se
meusalmente.
Narcizo F'rancisco de Souza e Jos da Costa Jor-
ge, subditos de S. M. Fidilissima, leliram-so para
lora do >mperio.
. --Jos Kodrigues de Araujo Porto embarca para o
sul o seu escruvo Joaquim.
-- EJtal Itaplista da Silva faz publico que Antonio
de Souza deixou de ser sou criado desde odia 4 do
corrente.
F'rancisco JosTexeira Bastos retira-te para fu-
ra do imporio com sua familia.
Precisa-so de tres uprendi/.es para aprondermn o
ollicio de inarcmeiro : na ra da Cadeia de Santo*
Antonio, n. 18.
Na ra Nova, loja de Carlos GiU
lain, precisa-se de olliciaes de alf'aia'e
D. Candida Ai.tuiics de oliveira eSilva retira-
se para Portugal, levando em sua coinpanliia .
Barbara Mana de Azevedoeseus dousfilhos meno-
res, de nomes Joaquim e Antonio.
Joaquim Velloso Ferreira Braga relira-se para
tora do imperio.
Alugam-se n primeiro e segundo andares do
sobrado da ra du Caldeireiro : quem os pretender,
diiijn-se ao paleo do Carino, sobrado n. 12, segundo
andar.
D-sc pflo devend.gem a pelas, sondo com
rcsponsabildade de seus senhores : na ra larga do
llozano, padaria 11. 48.
1 "7,'u.?a"so ,0Ja do sobrado, 11. 40, do Alerro-
(la-Boa-N isla, que Taz esquina para o terco do Mar-
tins, propria para qualquer ca>a de negocio e com
bong commodos para lamilla 1 u tralar no pateo da
Santa-Cruz, u. 70, segn Jo andar.
-Joaquim Ferreira da Cjsta, Portuguez, relira-se
para o Itio-de-Janeiro.
Joaquim Cabral e Mello, subdito portuguez, ro-
lia-se para a ilha de San-Miguel.
- Manoel (.ornes do Silva vai a Portugal.
-- Aluga-se nina casa terrea, sita na ra dos Pes-
cadores : quem a pretender, dirija-so a ra da Son-
zalla-Velha, n. 70. terceiro andar.
l'iecisA-se a'
sai;flo do referido andamento.
Agencia de passaportes.
Na rus do Collngio. n. 10 e no Aterro-da-Boa-
Visla lojas ns. 48 e 78, continiiam-se a tirar passa,
sita f iirjns 11. 10 r #* v*""*--*" -' .
portes, tanto para dentro como para rom do imperm-
assim como despacham-se cscraves: ludo con hrc-
vdade.
O aferidor roga a todas
as pessoas que conduzem mel. agurdente, azoite
&c, para o mercado desta cidade em ancoras; eque
ainda n.To aferiram,que quanto antes venham efenr,
pois o lem po da aferiqflo est a cahar-ge^ os Oscaes
respctivos passarSo a dar as corridas Jo costume, e
aquellas qne encontrarcm sem estar aterida neste
armo de 1849,serHo multadas em 2.000 ris cade mi,
o obrigadas a aferir; assim como previne aosaenbo-
res de lojas, que, estando prximo o tempo da revi-
sflo, nflo Ihcs passar verba de revsllo. sem que ea-
lejsm exactas com o padrflo da cmara, e pare esse
lu) ja tem preparado urna poreflo de varas e covados
jaferidos para aqucllesque precisaren).
- Na casa de modas fmncez.is de madama Millo-
chau nn Aterro-da-Boa-Visla, h. I, defronte do
chafariz, recebeu-se pelo ultimo afio, vindo de
Franca ,uin lindo cscolhimenlodas ultimas modas,
comnsejam : collerinhns ecamirinhas de cainbraia
bordada, nimio ricos; cabecoeade bicos bordados;
cortes de vestidos de seda de barogo de garca de
cassa e de cambraia ; lencos muito lindos, para
grvala de senhora ; garca de seda, lisa e de lodas
a* coree fil de linho e dsela branco e pelo;
ricas lloros para enfeites de bailes e casamento; ;
plumas para chapeos do senhora ;- entre-meios bor-
dados de cambraia fina; cambraia do linho; ricos
manteletes de seda decores, muilo ricos; dilos pre-
los enlejiados de tranca o franja; lencos de mSo ,
de cambraia de linho; lilas nimio lindase ricas;
li aneas di' M'd.i de lod.is as cores para enfeites do
vestidos ; espartilhos para senhora ; lavas de pel-
lica, curtas c compridas { ditas de -mata liberta ,
muilo fins; trancas de algoJflo para eufuileg do rou-
pes de menino ; bicos de linho Monde e de soda ;
larlalanas ; manteletes de bico preto; chapeos de
seda o de palha para senhora o meninas ; guarnieres
de botos para vestidos de senhora ; rendas lisas de
linho e de seda ; mantas do Ifla o seda, de minio
bonitas cores: toncas para senhora. Na mesma ca-
sa se lazeiii cQ'cclivameute vestidos, chapese tou-
cas de senhora da ultima mo la e a proco mdico.
tmmmmmmmmmmmammmammmmmemsmmBm
ug.ir urna escrava :
atrs da matriz da Ua-Vij>ta, osa de so-
Uro, n. 4
A Viuvn Seve & Filhos fazcm publico que muda-
ran! sua residencia pura a run de San-Francisco, ca-
sa de um andar, confronte ao thcatrodo San-Fran-
cisco.
Aluga-se um eseravo fiel, o qual sabe cozinlmr
o diario do urna casa : quem o pretender, dirija-se a
ra da Cruz, 11. 6t.
I.ATI.M.
Urna pessoa, suflcienlemente instruida na lingoa
latin, cono consta dacertidfio do sou exame feilo
na academia, propoe-sc a onsinar; a dita lingoa, pina
que recebeiilguns principiantes, mediante um m-
dico e rasoavel estipendio, prometiendo esmerar-se
quanto Ihe fiV possivel no seu adiaulameulo, e no
bom roinpoilameulo para com os inesmos alumnos.
Na ra doQueiniado n. I*, primeiro andar, se.diii
quema isto se propo.
Sr. Francisco Jos l'avao nao se
pode retirar sem que pague primeiro o
ijue deve a Vicente ,\Ivs Machado.
Aluga-se um preto cozinhero: na ra do 1 1-
vramento, 11. 22, tercoiro andar.
Precisa-se alugar um preto bom trahalhador de
massrira, pois que se nflo olha dar bom aluguel.
Tamheiii piecisa-se de um bom amassador branro,ao
pial, saliendo bem ilescmpcnhnr o sou lugir, nflo se
luvidara dar bom ordenado: na padaria da Passa-
gum-da-Magdalena, de Domingos Antonio da Silva
Beiris.
Os Porluguezes Manoel Dias Ferreira e Bornar-
dino F'rancisco Ferreira reliram-so para Portugal.
Fr. Joflo Capistriino du Mendonca lem aberlo nn
convento deSanto-Alitoiiio desla cidade um curso
de gcographia e historia, e oulro de rhetoi ica e poo-
lica : os Srs. que osquizeiem frequenlar, poderao
dirigir-se ao mencionado convenio qualquer hora.
Joaquim l'ereira Arante.-, com loja do calcado,
roga aos seus drvedoiesque venham pagar-lhesuas
cuntas tomando em consideragao que calcado su
se compra a dinheiro, eos inesmos Srs. estflo mui-
to alrasados nos seus pagamentos
Manoel Fontana, subdito hespanhola, relira-se
para o Para levando em sua coiiipauhia dous cria-
dos Manoel Antonio do Cago u Alberto Plane, am-
bos hespa nhes.
Urna pessoa que lem de retirar-se para fura do
imperio vuude urna uiobiliaem minio bom oslado ,
conlendo ns objuctos segu 11 les : duzia o meia de
cadeiras duas banquinhas nina mesa redonda para
meio de sala um opil' ludo de Jacaranda; um
apaiador um guarda-lou<;a duas uiarquezas do
amarelltf, um loucidor de Jacaranda, uina cadei-
riulia do 111 ruar, de gusto moderno: todos estes
objeclos sflo modernos e do goslo, por pirro mais
rasoavel possieel: na 1 ua Bella, n. 40.
Fahrica de Todos-os-Sanlos.
Oottopras.
Compra-se um piano que tenha boasvozes : na
praca da Independencia lujan. 3, ou annuncie.
Conipra-se um fules para fuloar formigas : na
roa do Caes, loja 11. 17.
-- Compra-se una oscrava de mielo, que seja mo-
r;n e que engomme e coza com perfeicflo : quen> a
tiver, dirija-so a bordo do patucho Ittgulo, tundeado
na praia do Collegio
Cnmpra-se uin eseravo mogo, dedadedeIS a
20 anuos, de boa conducta que sirva para pagem :
na run llireilu, 11. 21.
Compra-se um pan para lipoia : na roa do Pas-
seio loja de fazendas, 11. 21.
-- Compra-se nina moliilia de oleo ou de angico
que estoja om bom uo : quem liver annuncie.
Compra-se una rotula das antigs com 5 pal-
mos e meio de largue II de rompimiento ; na ra
dos Mailyrius, n 12.
Comprn-so urna rotula em bom uso: quem a
livor, dirija-se a ra da Cruz, n.- M.
Coiiipraui-.su e vendum-se escravos e lainbem
se receben) de commissio : na ra das Larangeras ,
n. ti, segundo andar.
Compra-se ou aluga se urna liteira Usada :
quem a livor aiiiiuncio, ou dirjase s Cinco-Pon-
tns, 11. 71
Compra-se uina preta, ou parda que cozinhe
borne engomme, e seja desembarazada: nflo se
olha a pro?o : na ra do Vigario, 0. 24.
Vendas.
Frmino Jos F'dlix da Hoza, com escriptorio na
ra do Trapiche, 11. 44 avisa aos seus freguezes que
acaba do receber pela escuna Curiosa novo sorli-
inento do excellenle panno de algodflu entrenzado
daquella fabrica oplimo para cnsaccar assucar e
para ruupn de escravos. O annunciante conla que,
alm da l'azenda o desejo de animar o desenvol-
vimentode urna fabrica iiiteiramcnle nacional, pro-
mover o'prompto consumo da sua rcceila.
lotera do theatro publico.
Estarnlo vendida quasi melado dos bilheles da ul-
tima torga parle da iS.' lotera do ihealro publico,
u appaiocendo com a pacilicazo da provincia algu-
ma iiidueiica na compra dos bilheles que reda 111, o
respectivo lliesoureiro, levado por esta nlluencia
que espera nao ser un elucida, designa o dia 27 do
Vende-se urna escrava do nago, de 25 a litios,
bonita figura u sem vicios, a qual ensalma, coznha
o diario de urna casa e he quilandeira : na'ra do
Queimudo, n. 10, terceiro andar.
Vcndein-se apaldcs de couro de
lustro pelos liaratissimos precos de 3,000,
.'), mu e .'|,oco rs ; dilos para meninos,
de i.oiKi a 7,mi) rs. ; sapalos ditos pira
senhora, a i,?8o rs. *, ditos de marro-
r| ni tu, a 1,000 rs. ; dilos para homem, e
1,200 : na roa da Cadeia do Hecile, nu-
mero t).
Jeronymo de Alhuquerque Mello, vondo, trocs ,
ou arrenda os seus engenlios Hunos o Macaco,
moontes ecorrentes, sitos na freguozia do Po-do-
Alho dislaulo desla pia^a 9 lugoas, uosquaes enge-
nhos s ha duas pequeas parles alhuias, sendo que
urna dolas vende-so.ou o annunciaule por ella se res-
ponsabilisa O annunciante faz todo o uegocio cor-
to de que nflo vende por precisflo e sm por dei-
xar de residir naquolla comarca: pur isso vende tani-
hem urna propredde de trras que tem naquella
fregue/ia propria para engenho. Os eiigenhos e a
propriedado inerccum multo, lauto pela ferlilidadee
produczflo do seus terrenos, como peto valor do suas
obias, que o anunciante nada diz a csse respeito ,e
manda u qualquer que os pretender que v exami-
na-los. Omesnio aununcia-.ite precisa negociar um
engenho pcrio da praga e que nflo diste mais de 5
leguas.
Vcndcm-se s^pales hiaucos de so-
la e vira, para humeas e meninos, a mil
ris : na ra da Cadeia do lecie, n. y.
Vende-sc um pelo do nac.m proprio pare to-
do o sei vizo o qual lie ganhador e paga 480 rs. dia-
riamente po preco muito commodo e por menos
sera se for para fra da provincia : na ra das Flo-
res, n. 19.
jf*>*^ Vende-so, ou pe muta-so por urna casa terrea
>' a nesta ei la.le ou por escravos um sitio pe-
queo lo lo murado casa de sobrado e armazem
qou pJo servir para cjcheira, na po/oazflodu Mon-
ten o, a margeiu do rio propria para passar a esta-
Zflu calmosa por sor a casa muilo fresca ; a tratar
ni ru .Vva, n.52, pruicifo audr.
atmm


<

3
Vendem-sc sellins inglezes e camas
de ferro : na rua da Senzalla-nova, n. 4a.
Agencia da fund i cao
Low-Moor, rua da Senzalla-
nova, n. 42.
Neste estaboleciment contina a ha-
ver un completo sortimento de moendas
e mcias moendas, para engenho ma-
chinas de vapor,e tachas de ierro batido e
coado, de todos os tamaitos, para dito.
Vende-se caJ virgem de Lisboa,
chegada no ultima navio, em barris pe-
queos, por menos do que em outra qual-
quer parte ; na rua do Trapiche, arma-
zem n. I7.
No artnizem de Francisco Oas Ferreira, no
raes da Alfandega vende-se feijSo mulatinlio sem
mistura e de muito boa qualidade.
Superiores charutos.
No armazem de Vicente Ferreira da Costa, na rua
da Madre-Deos, vendem-se superiores charutos,
chegados da Baha no hiato S.-Bencdieto em caixas
e barrica*, pelo diminuto preco de 6,500, 7,000 e 10/
rs, o milheiro.
Vende-se arroz de vapor, dito de casca, dito da
trra saccas com milho : tudo do mellior que ha 110
mercado, por preco commodo : na rua la l'raia ,
becco do Carioca, loja de alfaiale n. c venda
11. 27.
Vende-se cal virgem de Lisboa, de superior
qualidade em barris de 4 arrobas chegada neste
mez pelo brigue Mara-lote : a tratar na rua do
Itrum armazem de Antonio Augusto da Fonseca ,
nu na rua do Vlgario, n. 19.
-- Vendem-se pegas de madapolflo largo, com 20
varaa proprio para forro o para roupa de escravos
a 3,000 rs.; lencos finos de cambraia e com palmas ,
proprios para as senhoras devotas da Tenha, trazo-
re 111 a caheca a 500 rs.; linlias grossas muito for-
tes a 200 rs. urna quarla ; chitas de cores fixaa a
ICO rs.; selineta a nove vinlent o covado : na rua
do l'aaseio, loja n. 17.
Vendem-se, na rua da Cruz, n. 21,pedrasdo mar-
more francezas para mesas redondas e censlos.
Vendem-se, na rua Direita, taberna n. 53, sac-
cas com um alqueire de milho novo, a 3,500 rs.; di-
tas com arroz pilado; ditas com caf; ditas com
feijilo ; e tos os maig efeltos de venda mas barato do
que -ni outra qualquer parte ; bem como urna po' -
rTu de madeira de louro e oleo para marceneiro, e
travs de diversas grossuras.
Na rua do Cabug n 1 A, loja de
francisco Joaquim I Miarte, ha para ven-
der botSes de I*. II, da primeira, se-
gunda e terceira qualidade ; ditos de ca-
\-aliara da guarda nacional c volunta-
rios : ditos de casacas, atnarellos e pre-
tos; ditos de libre de pagens--, ditos de
seda e de 1 idro e madrcperolla, proprios
para vestidos de senhoras e meninos; man
tas de selim par meninas, 800 rs; len-
cos de garra a 80c rs; fitas de setim de
ns. 6, 9 e u; setim de cores, a 900 rs.
o covado ; lavas de pellica, a 80b rs ; di-
tas enfeitadas, a 2,000 rs ; ditas de seda,
a 700 rs; lencos de gravata, a 1,600 rs.
c 1,000 rs ; gales finos largos e estrei-
los; ditos de palheta, brapcos e amarel-
los ; volantes e trina ; espigilhas e ren-
das ; flores ai lificiaes ; capellas de flores
de la ran ja ; pe fumaria fina ; toncas de
la feitas no Hio-tle-Janciro : as amos-
traste acham patentes aos Srs. compra-
dores, e se vender ludo porprecos rasoa
veis.
Com mfio pendente
He queoseu quero;
Ao bom e barato
Lu c os espero.
NA RUA DO QUEMADO N. 16, LOJA DEJSE' DAS
SIMOES & COMPAMIIA.
AOS SIS. AnMAIIOHES.
Vendem-se, por precomaiscommododoqiieemou-
tra qual quer parte, volantes largos e estreitos, hrau-
co e de cor, bem como trina larga e cstreitB, ren-
da prateadaedourada, espeguilhas, gallo entre li-
no, &, &, &.
AO BOM COSTO r. DA MODA.
Froco, fitas de velludo de todas as cores, proprias
para enfeites, c muito proprias para a calichadas se-
nhoras ; bem como lilas lavradas e lisas, assetina-
das, do mellior gosto possivel; bicos de linbo de su-
perior gosto e qualidade; agulhas francezas, muilo
finas, tanto em cartoiras como em caixinlias; linl.ia
de marcar azul e encarnada, muito fina ; luvas de
pellica de todas as qualidades; meias de seda e al-
godilo brancas c prelas para senhoras; bicos; pentes
de tartaruga para marrafa; ditos de bfalo para ali-
sar e de varias qualidades; os mais finos | erumes
de varias qualidade; escovas e pos de denles; ditas
para cabello, muito finas; ricas rutilaras, contendo
varias qualidades de tesouras para costura e bor-
dar; ditas par uubas; c um completo sortimento de
todas as fazendas, proprias do loja de miudezas.
Vende-se, na rua da Mocda, n. 19, segundo an-
dar, um molequcde 18 anrins, de naco ; urna pre-
lado 30 anuos, crioula, que cose chSo ho quilan-
deira o faz lodp o mais arranjo de um casa : o mo-
tivo da venda he por seu senhor retirar-te para fura
do imperio.
Vende-se, na rua Nov, n. 56, um guarda louca
com poucouso urna commoda de Jacaranda, um
relogio de quadro muito superior um par de va-
sos de porcellsna com flores, de muito bom gosto ,
duas mangas de vidio para se ter santos com de-
cencia um diccionario latino da ultima edicSo :
tuda se vende muito barato, por seu dono ter de
retirar-se.
-- Vende-se, na rua da Mocda, n. 19, segundo an-
dar, urna mol')lia de Jacaranda contendo 12 cadei-
ras, t supla, 2 bancas, 1 dita de meio de sala 1
commoda, 1 toucador,1 leito com seus enxergoes
em bom uto 1 candiciro francez de meio de sala ,
IScadeiras americanas, urna jarra da Bahia para
ago 6 quadros da colloccilo de D Ignez de Castro ,
em bom ostado e oulros muitoa trastes : tudo por
barato preco, por seu dono ter do retirar-se para
lora do imperio.
Nao se deve perder a boa
occasio.
F.m consequencia do una nova postura da cma-
ra na qual obriga a mudenca dos eslabelecimentos
de fogos activos al o dia 10 de maio do corrente
anno, o abaixo asignado vende um muito bom
alambique de cobre, com urna grande serpentina de
eslanho,comcaldeira que leva 45 caadas, e de
novosyslema; tem tres retificadores os quaes fa-
zem elevar na primeira destiladlo o oleool a 38 a 40
graos, e sendo que destila garapa eleva a 36 graos,
tudo da primeira destilado e os espirito sflo da
mellior qualidade, por deisar um deposito nos re-
tificadores e sahir na destilado o espirito sem chei-
ro; acha-se montado, prompto para o comprador o
ver e conhecer o quanto he simples, por isso torna-
so muilo proprio para se assentar -em algum enge-
nho, por nSo exigir grande trabalho tanto para o
montar como para o andamento : no Aterro-da-Boa-
Vista, n. 17, fabrica de licores, de Frcdcrico Chaves.
A o barato.
No Pssseio-Publico, lojas ns. 9 e 11, do Firmiano
Jos Rodrigues Ferreira existe urna poreflo de chi-
tas-cassa de cores seguras que se vendem pelo ba-
rato preco de 200 rs. o covado ; bem como riscados
em cassa ; cassas ercamadas, a 160 rs. o covado;
cortes de cassa-cha de ricos padrAes a 1,600,
3,500 e 3,600 rs-; e oulras muitas fazendas baratas.
Vende-so, na loja de Maya Ramos & Com pa-
nilla, um dos mais bellos jornaes que em Lisboa so
teem publicado e que se intitula Inivereo-I'iito-
ruco he de muita instrucc.iIo e recreio e seus au-
tores s3o os melhores escr plores quo ha em Portu-
gal : adverle-se que cada numero do dito jornal traz
quatrogravurasdiiTerenles, lithographadas em ri-
co papel : adverte-se mais que a obra he de 6 volu-
mes em brochura a contar de 1839 a 184* e que so
assim se vender.
Superior farinha.
Na rua do Collegio, venda de Scbasti.to Jos Co
mes Penna, vende-se suporior farinha em saccas
grandes, a 4,000 rs. cada uina.
Cheguem, rcgiifzes, ao boro
e iresvezcs barato.
Vende-se velludo de seda, de superior qualida-
de ; ricos cortes de vestidos de seda proprios para
bailes e casamentos ; chales de seda prela lavrados
e de superior qualidade ; sarjas adamascadas de co-
res ; ricos cortes do colleles; chalet de lila de de-
ferentes crese gostos e alguna de lamanho pro-
prio para meninas; pannos para cima de mesa de
muito bom goslc ; selins lisos de differentes cores,
de superior qualidade, e imitando os do Macan ; li-
las ricas para enfeites o oulras mais baralas, pro-
priaspara boceleiras ; lencos de seda para algfiei-
ra ; ricos aderemos de ouro chegados ltimamente
da 1-1 nuca e do mellior gosto conhecido ; merinos
de todas as cures : pannos finos de cores o alguos
proprios para paulse capotes : ludo pelo mais bai-
lo preco, por ser para liquidadlo na rua do Trapi-
che, 110 Hotel-l'raiiciM'o.
AGOA DE UNCIR CABELLOS E SUISSAS.
Contina-so a vender agoa de lingir cabellos e
suissas : na rua do Queiinauo, n. 31. O mclhodo de
pplicar a dita agoa acompanba os vidros.
"Vinho burato.
O proprielario dcsteeslabelecimento, desejando
conservar os seus freguezes e nlo Ihe sendo possi-
vel pelo preco do ICO is. a garrafa visto 1er o ge-
nero subido cerca de 20,000 rs. por pipa em ras o
de nSo ter viudo ao mercado,(bem contra a sua von-
lade; v-se na dura precisau de augmentar o pre-
50 e pelas rasOcs apuntadas, cunta que seus fre-
guezes Ihe faio rustifa o se nSo escundalisaro.
A dinheiro.
Sapatos inglezes; ditus de Nanlcs ; ditos de Pars ;
ditos do Aracaty ; e lodo o mais calendo que se faz
preciso, Unto para homem comu para senhora e
enancas ; assim como soso dar a amostra como
cumpclenle penhor para evitar fiados : na praca da
Independencia ns. 13 e 15.
~ Vondem-se 2 erciavos sendo um prelo, moco,
de hunila figura c um moleque de 1-2 annos pouco
mus ou menos, sem vicios nein achaques : na rua
do Crespo loja 11. 2 A, se dir quem vendo.
Vende-se a verdadeira potassa da
Bussia, desembarcada hontem, por pre-
co muilo rasoavel, vista de sua muito
superior qualidade : na rua do Trapiche,
n. 17, e rua da Cadeia, n. 34.
Vendem-se 4 lindos molequesde 12 a 18 annos;
3 prelos de 25 a 30 annos ; dnus pardos de 18 25
annos ; 2 ncgriulias de 9 a 12 annos; um mulati-
nha de IG anuos com algumas habilidades ; duas
prelas cum alguns habilidades : na nu do Collegio,
n. 3, tesando andar se dir quem vendo.
Vendem-se barris com breo, no ar-
mazem ii. *io, defronte da guarda da al-
fandega, por preco muitu commodo: no
mesniu armazem compra-se um pardinho
ou moleque de doze a dezaseis annos: a
tratar des 9 at4 horas da tarde.
Luvas de pellica-
Vendem-se luvas do pellica para senhora da me-
llior qualidade possivel; oculus de dillereutes graos e
vidros : na rua larga do Rozario, n. 24,
Potassa.
Desembarco ha poucos dias urna por-
cao de barris pequeos, com muito nova
e superior potassa, e se acham a venda,
por preco mais barato do que ltima-
mente se venda, na rua da Cadeia- Velha,
armazem de Bailar & Uliveira, n. 12.
--Vendom-se presuntos inglezes para fiambre;
latas rom liolaeiiiniias de Lisboa ; ditas de ararut ;
ditas de mam,riada de 1,2 e* libras ; dilas de sar-
diiilias; ditas de hervilhas ; ditas de chocolate de
Lisboa ; frascos do conservas ; dilos d'agoa de flor
de laranja; barris com azeitonas brancas do Elvas ;
garrafas com vinho moscatel de Setubal e da Ma-
deira ; queijos de prato, frescaes: tudo novo e
ehegado ltimamente do Lisboa : na rua da Cruz ,
no fice fe, n. 40.
- Continuam-se a Jvender saccas -com superior
colla das fabricas do Rio-Crande-do-Sul, por pre-
go commodo : na ru da Moda, n. 7.
Vendem-se gigos com bat tas fran-
cezas, novas : na porta da Alfandega, no
armazem de Joaquim da Silva Lopes,
n. 20.
Farelo de Litba, em barrica : .
vende-se no armazem do Vicente Ferreira da Costa ,
na rua da Madre-de-Deos a 3,600 rs. novo o che-
gade ltimamente de Lisboa.
Madeira de pinho.
Ta rua de Apollo, pegado ao armazem do Sr. Mol-
la ha um terceiro armazem com madeira de pinho
da mellior qualidade que tem vindo a este mercado,
o serrada de todas as grossuras e comprime ntos :
vende-se pelo menorpreco que he possivel.
Aos fumantes de bom gosto.
No armazem de molhados atrs do Corpo-Stnto
n. 66, recebe-se por todos os vapores vindos do tul
poroSo de cigamillos hespanbes, ditos de palha de
milho, assim como superiores charutos dd variaa
qualidades : tudo se vende por prego mais barato do
que em outra qualquer paite.
Vendem-se saccas com superior
feijo mulatinho, a 5,000 rs. cada urna :
na porta da Alfandega, armazem do La-
rateiro n. ao.
Vende-se o engenho Novo-do Cabo para paga-
mn to da hypolbeca que nelle tem o Sr. Jolo Yieira
da Colilla : quem o pretender dirija-se ao mesmo en-
genho a tratar com Francisco Juse da Costa.
CIIA'BRASILEIRO.
Vende-se,oo armazem de molhados, atrs do
Corpo-Santo, n. 66, o mais excollente cha produzi-
do em S.-Paulo, que tem vindo a este mercado ,
por preco muilo commodo.
Algodao trancado da fabrica
de Todos-os-Santos da
Bahia,
muito proprio para saceos de tssucar roupa de es-
cravos : vende-se em casa de N. O. Biober & Com-
panhia, na rua da Cruz, n. 4.
Presuntos.
Vendem-se superiores presuntos inglezes para
fiambre chegados no ultimo navio; no armazem
do Uraguez ao p duarcoda,ConceicSo.
I'otha de Flandres.
Vendem-se caixas com folha de Flandres: em
casa de J. J. Tasso Jnior : na rua do Amorim, n. 35.
Vendem-se 300 barricas vasias, por preco com-
modo : na rua larga do Rozario, padaria n. 48.
Corles de calcas, a 1,280 rs.
Vendem-se cOrtes decalcas de gambrcAes, pelo
diminuto proco de 1,280 rs. : esta fazenda lie de
muito corpo, escura e propria para a presente esta-
C3o ; riscados para vestidos escuros e de cores s-
guras, com cinco palmos de largura, a 300 rs. o
covado : na rua do Collegio n. 3. Na mesma loja
vendem-se pannos para mesa a 1,400 rs. cada um.
Vinho barato.
Acha-sc ostabelccido na rua da Madre-de-Deos ,
n. 36; um armazem do
Vinhos da Figueira
de ptima qualidade a preco de 1,360 rs, a 'cana-
da e a 180 rs. a garrafa e para nao haver dolo do
comprador serio lacradas as garrafas e com rotu-
lo, recebendo-se a garrafa vasia e dando-se imine-
diamente a outra clieia : tembem ha hanis muito
pequeos, proprios para quem passa a festa. O pio-
prietario deste eslabelecimenlo pede encarecida-
mente que se noilludam nvaliando pelo diminuto
preco e sem conhecimento de causa a qualidade de
sua fazenda digna por cerlo (!a eslima dos verda-
deros amantes da boa pinga ; elle cunta que quem
urna vez provar continuar com gosto o sem arre-
pendiu.ento.l-; o bom preco.'! A ludo o exposto
accresce o asseio e bom acondicioiamcnto, o que lu-
do se peder verificar em dito estabelecimenlo.
Na rua doQut'inoado, n. I,
vendem-se corles de seda branca, proprios para ves-
tidos de noiva, os mais modernos e os mais ricos
que teem vindo a este mercado.
Na rua estrella do Rozario defronte do becco,
n. 4 vendem-se os seguidles livros, por preco com-
modo : Maguum Lexicn 1 v. ; Virgilio, 3 v. ; Ho-
racio, 2 v. ; Tilo Livio, 1 v ; Cornetn, 1 v.; Phedro,
I v. ; Salustio, I v ; Cicero, 1 v.; Selecta, 1 v. ; dic-
cionario ingle?, 3 v.; Meslro inglez, 1 v.; gramma-
lica franceza ; 1 v.; Telemaco J v. ; Fbulas de La
Fontaino 1 v. ; Geograpliia de Gauilier, 1 v. ; dic-
cionario da fbula, 1 v.; Philosophia de Charola 1
v.; dita de Cousin 3 v.; Fluquencia nacional, 1 v.;
Manual de chiniica ,1 v dito encyclopedico, 1 v. ;
Historia da America 2 v.; e muilos mais livros de
istrnecfio e recreio.
. -- No becco do Peixe-Frito n 1, vendem-se os
seguinles lelralos : D. Mara II, rainha de Portugal;
duques da Terceira ,Saldanha e Palmella ; marque/
de Froiiteira ; ronde das Antas ; general l'ovoat; Si
da undena ; debates no parlamento britaunico so-
bre os negocios de Portugal 1 v.; e o retrato de Car-
ret: tudo por preco muilo commodo.
Vende-se una cabra perfeita cosluicirj en-
gommadeira eco/iiilieiia : na rua larga do Rozario,
loja o. 35.
~ Na rua das Laraugciras, n. 5, vendem-se. cadei-
ras de angico, Jacaranda e mesas com pouco uso ,
por preco commodo.
Vende-se um moleque do naco de 16 a 18 an-
nos de elegante figura sadio e sem vicios o qual
tem tinos anuos de ollicio de calafate : no Aterro-da-
Boa-Vista n. 86, segundo andar.
Vende-se um bonito cabiiolet discoberlo e em
bom uso., pelo baratissimo prego de 250,000 rs. : na
rua do Crespo, n. II.
Vende-se urna parelha de enconlros, muito
bons cantadores e muilo fogosos e urna sabia que
canta muito bem : no pateo do Terco, n. 28.
Vende-se, na villa do Limociru urna officina
de moer azeite de moiuona, cuja officina moa com
duas rodas e animaes, est plantada a beira do rio ,
em um sitio com boa casa de morada um armazem
de rceher sement, urna casa de fazer farinha, com
seus pertences. e tendo o mesmo tillo mullas fru-
tearas de varias qualidades, e 6 tiestas de roda pra
a mesma oflicino : na rua Velha, n. 77.
Vendem-se duas prelas sendo urna de 18 an-
nos, que cozmha o diario de urna casa ; e a uolra do
30 annos, que he engommadeira : na rua do Amo-
rim, n. 19, primeiro andar.
-- Vende-se om cavado rodado, andador baixo a
meio : na coeneira doSr. Pessoa,
Farinha de mandioca do Rio-de-Janeiro, .
de superior qualidade, por pre.?o dominado na rua
Lireitt, n. 17,confronte a matriz da Boa-Vista, ven-
da n. 88, e na rua do Pilar, n. 120.
Ao bom gosto., iA
Na rua doQueimado vindo do Rozario segun-
da loja n. 18, vendem-se os mais lindse superio-
res cortes de casimiras, pelo commodo preco da
7,000 rt.
Vende-se urna vacca muilo bea de leite : na rua
do Cotovello, n. 7.
Vende-se arroz grado do Maranhlto, recente-
mente chegado : no armazem n. 1, ao p do arco da
ConceicSo, a 2,000 rs. por arroba'-, fazendo-se al-
guma differenca de cinco saccas para cima.
Quenitiver consciencia.
O fondor roga a petsot que Ihe achou hontem
35,000rs.'em cdulasmiudas, lliequeira restituir,
pagando o adiado c perdsu, o* na rua do Rangel,
rua da Cadeia do Itecife ou na da Cruz, na occisiSo
em quereeebia o dinheiro da revislo da afericlto.
Cha barato.
Vende-se muilo bom cha, pelo pre^o do 500 rs. i
libra : na rua do Crespo, u 23.
Vende-se urna preta de meia idade, pelo bara-
to preco de 120/ rs.: ni rua eslreita do Rozario,
n. 13.
Vende-se auperior farinha do Rio-de-Janeiruo
por prego mais commodo do que em outra qualqutr
parle: na rui Direita, padaria n. 24.
Para quem qmzer ganhar
dinheiro
Vendem-se os preparos de urna fabrica de fazer
velas de carnauba, conslantes de formas derretedo-
res bancas alguidares, etc. : este negocio he an-
da um dos com que se ganha bastante diaheiro, e o
dono so desfaz por se retirar para fura da provincia ;
atrs da matriz da Boa-Vista, casa de sotilo o. 4.
Vende-se una pon a do rae bah muito gor-
da c mansa com 6 leudes ; urna porgiio de casaes
depombos, muito grandes, bonitos e da mellior
raga que existe na provipcia: na ruada Florentina,
n. 16.
Vende-se um cannap de Jacaranda, composto i'e
novo, por preco muilo barato : na rua estreita do
Rozario, o. 32.
Na na do Uueiniado vindo do Rozario, loja
n: 18, vendem-se chapos de sol, de seda, pelo com-
modo preco de 5,500 rs.; ditos para senhora e me-
ninos a 3,000 rs. ; ditos preto.se brancos para ca-
beca de meninos a 1,280 rs. ; lencos prelos de sed,
a 500 rs. ; ditos floridos de lila com franjas, para
hombros de senhora a 500 rs. ; alpaca de linho da
diversas cures, a 500 rs.; chitas escuras de lions
pannos, a 140 rs. o covado ; e oulras muitas fazen-
das por commodo preco.
Vonde-se urna armado na roa do Livramenlo ,
n. 13 : na dita rua ,n.9.
. Escravos Fgidos
- Fugio, do engenho Cumbo', no dia 22 do pr-
ximo passado, um rscravo crioulo, de nome Jacob,
de 22 annos pouco mais ou menos de altura regu-
lar ; tem as pernag cambadas e com urna ferida em
o na dolas ; lem urna cicatriz em unidos, lados di
bocea ; fui encontrado no dia 25 do dito mez, uo
engenho Qeimadase suppAe-setcr seguido o cami-
nho do Recife : quem o pegar leve-o ao dito enge-
nho a seu senhor Manoel Jos llenriquet, ou ins-
ta praca a Rodrigo da Costa Carvallio na ruado
Apollo que se recompnsala generosamente.
Fugio, do engenho Raz, da freguezia da Esca-
cada no dia 11 do pi uxhuu passado o escravo Jo-
s de nac.no Angola representa ler 45 anuos ; ha
brixo c grosso do corpo; tem as pernas um pouco
arqueadas para dentro e grossas; leve ha pouco
lempo bexigas do que conserva ainda signaes. Esta
cscravo veio preso da comarca do Limoeiro em 21
de outubro do anno passado. Jlogu-se as autorida-
des o qualquer pessoa, que o .apprebendam e le-
vem-nn o dito engenho, a seu senhor, Antonio
Alves da Silva ou nesta praca a Rodrigo da Costa
Carvalho, narua deApulIu, que so recompensar
generosamente.
Fugio, nos primeirosdias de Janeiro pioximo
passado do engenho S -Joflo freguezia .do Cali ,
u ni molecote de nnme Anaslacio, de 14 a 1& annos,
de bonita figura rosto muito regular um pouco
fulo talla baixu e lirondamente ; levou calcase ja-
quelado liscadoazul o bonete : quem o pegar le-
vo-o ae dito engenho ou oMoiidcgo, nesta cda-
do casa de l.uiz Comes Faireira que recompensa-
r com 100,000 rs.
Fugio, no dia 8 do corrente, de bordo do pU-
cho Nova-Lu, o escravo Tliom crioulo de esta-
tura baixa e ma figura uarlz chalo, rosto redundo,
cabello um pouco grande roupa muilosuja do -J
anuos pouco mais ou menos : quem o pegar leve-o
praca do Corpo-Santo n. 6, primeiro andar, a t recompensado.
-- No dia 5dcmaico prximo passado fugio, o
etigedho Piabas, du Bom-Sucesso, iMPi|'> du
Porto-Calvo provincia das AlagAas, ffin escravo
crioulo de nome Victorino ; representa ter 25 m-
nos ; ho alto e proporc'onalmentu grosso, rosto re-
dondo e cicatrizado de bexigas, nariz chalo, bartii.
posto que punca espessa bem enrulada bem fe'"
to de infios o ps; levou urna truuxa com alguma
roupa contendo una calca branca de brim de qu-
dros outra de algo.lo azul, jaquela de chita urli-
ca chapeo fino un estoju cun uavalliaa e eS
Ibo um sacco de panno de redo que soin duvida Itie
servir de malote ; tuca pfano ; he bem desenvolvi-
do no fallar e andar, fcilmente pode pastar pu
forro. Iuga-se s autoridades polciaos, capin*51<.
campo e pessoas particulares, que o appreheudaoit
levem-no a seu senhor, Juno Iluarie Lopes de ''
concilios, proprietariu do dito engenho, ou ne1
cidade a Lino Jos de Castro Arauju, na prafa uo
Coinmercio.n. 2, quo serflo.rccompensado.
PRN. : NA TYP. E M F' VA FRIA >^49
MUTILADO i


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