Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06444


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Full Text
Anno XXV.
O DMRfOpubnci-ietodnjoedhuqnenao
forem de arda. Oprec" da asignatura he
dr4^00nn porquarlel. pagoi ivlianlmiut. Os
aiiiniiicioj 'lo assignante* o Inseridos a
rasao de 20 r. por Knba, 40 r. em typo dif-
fe rente, cas repctlcoes peta inetade. Os nao
assignanle pagaran 80 rs. lr liolia e 160 ri,
| em typodlffereutc, por cada publicado.
PHASES da la no mez df. fevereiro.
La chel.a 7, a 8honi e 56 min. da n>anh.
Mingoanie.ald, a 1 hora e 4I mi", da..nanl,.
La ora, a 2i, a 11 hora e lOnrin. da Urde.
Segundtvfeira 19
PARTIDA DOS CORRAOS.
Goianna e Parahiba, sega, e eS&Irai.
lu* -*>-*<. qulntaa-felraa ao oieio-dla.
Cabo. Serinbaein, Rio-Fonnoao, Po. W-^alvo
Macelo, no 1. a 11 e 21 de cada met..
Garanhuns e Bonico, a 8 e 23.
Iloa-Vista e Flores, a 13 e28. .
Victoria, f qulntas-feira.
Oliuda, lodoa o dias.
PBEAMAR DE BOJE.
Priuielra, a 2 boraa e 54 minutos da tard.
Segunda, a 3 boraa e 18 minutos da manta.
^ Fevereiro de 1849.
N. 50.
das da semana.
19 Segunda. S. Conrado. Aud. do J. dos orph.
doJ.doclv.edo J.M.daS, v.
10 Ittf. S. Eleuteno. Aud. doJ.doc.dal.
v. e do J. de pat do 2. dist. de t.
I Quana. S. Maximlaoo. Aud. do J, do c.
da*, v. edoJ.de pat do 2. dist. de t.
22 Quinta. S. Margarida de Cortona. Aud. do
i. dos orph. e do J. M. da 1. y.
23 Sexta. Laiaro. Aud. do J. do civ. c do
J. de pat do I. nist. de t.
24 Sabbado.*S. Matliias.
25 Dsiiiiiigo. S. Ccxarlo.
CAMBIOS NO DA 11 DE FEVEREIRO.
Sobre Londres a 26 d. por 1/000 r. a60 dias.
Paris
Lisboa 108 por cento de premio.
Rio-de-Janeiro ao par.
Desc. de lolt.-dc boas firmasa l'/< "'ao inri.
Accfles da comp. de Heberibe, a 50> rs. ao p.
(Juro. Oncas hespanliolas. 29/500 a 3"/0D0
Moedas de 6V400 v. 17/300 a 17>j0O
> de 6/400 n. -16/201) a I6>10l>
de 4/000.... 9/200 a 9/400
PraM-Patace brasileos 1W60 a 1/WiO
Pesoa coluinnarlos. 1/960 a 1/980
Dito mexicano..... 1/880 a 1/900
DIARIO DE PER?AMBUCO
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 16 DE FEVEREIRO,
Officio.Ao major director do arsansl 'le fierra,
Joflo Pedro de ArMijoeAguiar. Sciente de quinto
se ronlm no odlcio que Vmc: me dirigi eom dala
de 5 do corrcnte, relatando o que e passra no ponto
do arsenal de guerra em o luctuoso da 2, repito os
agradccimentoi e louvores que j lhe dirig pelo
romportamento que Vmc, bem como os briosos of-
ficiaes e soldados sob seu comrjando, desenvolve-
rn nesse dia, e lhe rrcoramendo que a estes faca
de noto constar os senlimentos de que esta presi-
dencia se aclis animada a su respeito.
Ao concluir, exijo que Vmc. me declare o nome
da viuva do operario voluntario que falleceu na.ac-
cao, para que opossa levar ao conhecimento do go-
vorqo imperial qunJo o bouver de informar d/ssa
morteedos ferimentos constantes da rclacSo que
acotnpanliou o seu citado officio.
Dito.Ao mesmo, ordonando admilta na compa-
nhia dos a prend zes menores d'aquolle arsenal os
expostos Malheus, Trajanoe Antonio, visto cstarem
cumpridas a respeilo delles as disposicOes do artigo
4 do regulamento n. 113 do 3 de Janeiro de 1842,
como consta dos termos de tutela eobriga?ao que
remelle.
Dito.Ao mesmo, declarando que pode despedir
de enfermeira dacompanlila dos aprendizes meno-
res d'aquello arsenal a Ignacia Mara do Sacramento,
visto ter ella deixsdo decumprir com as obrigaces
inherentes a semelhante lugar, e mesmo so achar
imposibilitada de desempenha-las por ser septua-
genaria.
Dito.Ao commandante superior da guarda na-
cional do municipio do Recife, sig^nificando-lhe ha-
ver approvado proposta de ofllciaes para o 5.bs-
talhSo da guarda nacional sob seu commando su-
perior smente na parto relativa a Honorato Jos de
Oliveira Fieueiredo que nella se acha contemplado
como capit.fo da sexla compahia, e cuja reforma
anteriormente dada declara sem efTeitoj o que coi-
ca dos demais resolver depnis-
Dito.Ao inspector da thesouraria da fazenda, de-
terminando haja de mandar por disposicao do ins-
pector da pagadoria militar, afim de ser remecida
ao major director das obras militares, aquantia de
3:052,500 rs. em que f6ram oreadas ai despegas a fa-
zer com a conclusBo daobrn. do quarlel da Soleda-
de, visto ler elle deparado que se damnificar a re-
ferida obrasenffo fr acabada, e convir evitar que
isto se verilique.Communicou-so ao inspector da
pagadoria militar eao major director das referidas
obras.
Dito;Ao mesmo, declarando queconvem que, em
qtiaut nlo melhorarem as circumslancias da pro-
vincia, haja um pagador especial na inspecto-
ra militar com a gratificaeflo que a le do orcamen-
lo vigente arbitran ao thesoureiro d'aquella thesou-
raria pela accumulacHo das illrihuicOes de quo tra-
ta o artigo 2.* das instruccOes de i l de agosto de
18Hnos9, 10 e II sque silo inherentes ao seu
emprego; ficando obrigado a prestar fianc, i idnea o
individuo que se propozor a exercer o referido
logar de pagador.Parlicipou-se ao inspector da
pagadoria militar.
Dito.Ao Inspector do arsenal de marmita, en-
carregando-o de mandar comprar cinco milheiras
de tenas, urna prensa e ralo para fazer familia de
mandioca, que teem de ser remedidos para a ilha de
Fernando.
Dito.Ao inspector da pagadoria militar, deter-
minando que, avista das contasque remolle, pague
a Manoel Antonio de Jezus a quantia de 30.720 ris o
a Tbomaz do Aquino Pinlq.de Queirs a de 124,023
rig pela importancia de diversos gneros para sus-
tento das pracas das companhihas de voluntarios
operarios e artfices, bem como do outros corpos, quo
tomaram parto no combate de 2 do correle. Scien-
tilicou-sc o director do aisen.il de guerra.
Portara.Exonerando da administraefia dos es-
labtlecimciitos de candado a Jofio Itaptista l'ereira
l.obo, Joo Francisco llastos, Manoel Florencio Al-
ves de Moraes, padre Jos Leile l'ila'Orligueira e Mi-
euel Felicio da Silva, bem como nomeando para su-
slitui-los, como presidente, a Jos Marques da Cos-
ta Soaree, escrivSo Antonio Jos.Gomes do Correio
thesoureiro Jos Pires Ferreira, vogaes Joaquim.Jost
da Costa e JoSo Pinlo de l.emos Jnior. I'izcram-su
as participacOes do estylo.
Dita.Coneedendo a Francisco Antonio de Oli-
veira a demissio que pedio do lugar de vogal da ad-
ministraco do patrimonio dos orphQos, e nomean-
do para snbstitui-lo a Jos dos Sanios Nunes de Oli-
veira. F.xpedirara-so as convenientes participa
ces.
Dita.Dcmillindo a Manoel deCarvalho Alves do
lugar de subdelegado do dislricto de S.-Francisco,
termo de Flores, e nomeando para substitu-lo a
Jos Lopes Diniz.Participou-so ao chefe do po-
licis.
Dita.Exonerando a l.uiz Affonso Ferrelrdo la-
gar de l.*supplentenie do subdelegado do distrito
de Ipojuca, municipio do Cabo, e nomeando pare
subslttWlo a Paulino Pire FelcBo.Scienlificou-s*
o chefe de polica.
TRIBUNAL DA RELACAO.
SESSAO EM 17 DE FEVEREIRO DE 1849.
mSIDINCIA DO XX*. SS. CONCStHStaO azbvbdo.
Sendo presentes os Srs. desembargadores Ponce,
Ramos., Villares. Leflo, Souza e Rabello, e juiz
do direito Pereira Monteiro, faltando com causa os
Srs. desembargadores Bastle. Ayres, abno-sea ses-
sao as horas docoslumc-
Jultjamenlt.
Fram propostas ejulgadas asseguinles appella-
QOes cves :
Appellante, a preta Manoella; appellado, Manoel
Francisco tabello.Foi confirmada a senlenca de
que seappellou.
Appellanle.Elcuterio Bandeira dos Santos; appellado,
Jos de Barros Silva. Fol reformada a sntenca.
Appellante, liejito de Barros Flelo de Lacerda ; ap-
pellada, Petronilla Florentina da Soledade. Des-
prezaram-se os embargos do appellante.
Appellante, o juizo; appellado, Policarpo Jos Uy-
ne, o Dr procurador fiscal da fazenda publica e o
curador da heranca de Manoel da Silva Santos.
Mindaram ouvir o Dr. promotor de ausentes e pro-
curador da cora e fazenda.
AppellacSo crime em que s2o:
Appellante, o juizo;appellado, JoSo Marques de Oli-
veira. Julgaram-se procedentes as rasos do juiz
de direito.
Recurso crime em que sBo:
Recrranle, Jos Marcellino Ribeiro; recorrida, a
justica. Julgou-se improcedente.
N2o sejulgaram osmsis processos que si acha-
vam com dia assignado.por falta doSr. desembargi-
dor Bastos.
Assignou-se o primeiro dia til para seremjul-
gadaS as appellaQOes civeis seguinles :
Appellante, Jos Luiz do Caldas Lins; appellado, Jo-
So Baplista Paz Barreto.
Appellante, Luiz Pires Ferreira ; appellados Manoel
Pires Ferreira o outros.
Appellante, Francisco Jos Barbosa; appellado, An-
tonio Gomes Villar..
ReviiOes.
P.issou da revisSo doSr. desembirgidor Ramosa
do Sr. desembargador Villares a appellacao crLme da
juizo, appellado o rt preso Miguel Gomes da Rocha.
OSr. presidente oITleiou ao Dr.'juiz de direlo Ma-
buco para comparecer na sessflo de 23 do crranle,
afim de tomar parle no julgamento de urna causa de
revista crime.
OisIribuipUt.
AoSr. desembargador Lc8o a appellacao civel em
que sao ;
Appellante, Jos l.azary ; appellado, Jos Thomaz do
Campos Quaresma.
Ao Sr. desembargador Souza a appellas.lo civel em
que sao :
Appellante, o bachsrel I.ourenco Bezorra Carneiro
da Cunha; appellado, Manoel Joaquim Pascoal
Ramos.
Ao Sr. desembargador Rabello a appellacao civel
que sao :
Appellante, Claudio Dubeuxj appellado, Agoslinho
Henriques da Silva.
AoSr. desembargador Ponce a appellacao civel
em que sQo
Appellante, Daniel Creen; appellado, Garrs Aler
Kamp.
I.evantou-so a sessSo.
UIAIIKJ DR PEBNAHBUCU.
maoirs!, n di nvramo bi iso,
DIOS VIOTIOB k CAUSA DA OIDBM.
A revolla como que toca ao termino. Pareco quo
no tarda o momento em que os Exms. Srs. Manoel
Viora Tosta e Jos Joaquim Coelho lenham de ver
plenimente satisfeilos os patriticos desejos que os
animavam quando, obodecendo a ordens superio-
res, e cedendo ao impulso dos bons sentimentos
que os dominare, deixarama preisa a cidade doSan-
Salvador, e voaram para entre nos, afim de virem
ajudar-nos a dehellar a anarchia com que lula vamos
braco a braco, o que, supposto houvessc sido bati-
da em varios pontos, todava, ousada e pertinaz,
ainda ergua o eolio em siguas lugares, esmeicava
invadir a propria capital desta provincia ;ameac;aj Jos Maria Ildefonso, commandante dis frcas em
. ., ____ ,.;__i, _.__.*___| exped50.fcenle JoideSoulo, subdelegado.
de que zombmos por multo lempo, masque com!
grande pasmo vimos reslisada em o dia 2 do cor-
rente, em quo a revolta perdeu aquello dos seus
chefes que mais alent lhe davn.e em que rocebeu
um tremendissimo golpe ; por isso que, alm dessa
perda, irreparavel para ella, leve de soffrer a de to-
dos os outros chefes que ah jazem presos e na mais
perfeita seguranca, para responderem um dia anto
os Iribunaes do paiz polo crime quo commetteram,
e a que arrastraram militas contenas de inexper-
entes.
A opiniSo que acabamos de manifestar he, a nosso
ver, tanto mais fundada, quanto temos mSo dous
documentos que nos habilitam a asseveraraos le-
loros que foram menos exactas as iiiformirOes que
nos transmittirsm inte-hontem acerca de um segundo
combate entro as frcas legalistas ao mando do
brioso Sr. lonente-coronel Falc.lo e as dos rebeldes
adianto do Coianninha ; bem como a noticiar-lhos
que o grupo que fra ropcllido corajosamonle em
Pio-Amarello por essas Torcas, destrocado e quasi
q^ue em completa debandada, buscava no dia 15 en-
tranhar-se n'uma comarca central da Parahiba, le-
vando em urna rede, agnnisintee prestes a expirar,
o famigerado JoSo Ignacio Ribeiro Roma, o qual
esta hora talvez j tenlia pago com a vida as atro-
cidades que provocou e autorisou ;as malfeitorias
com que se celebrisou nesta trra, em cujosaconle-
cimentos infaustos jamis deixou de tomar urna
parte mais ou menos activa. Estes documentos so
os queseseguem :
* Illm. e Exm. Sr.Pelo oflicio que cm original
tenho a honra de depr as milos de V. Ex conhe-
c ceraV. Ex., nfio soque os sediciosos fosem der-
miadns, e que lentam conspurcaro pacifico solo
parahibano com sua hedionda preseng, como
que o desgragado Jo3o Ignacio Ribeiro om i, !<-
pois de ler' mareado o brilbo das insignias do pos-
ai lo que o condecora, e deshonrado a farda que
t veste, concorrendo poderosamente para que ofer-
rn homicida rasgusse os peilos de seus rmftos
d'armus, ost prestes a responder perante a MA-
CESTADE DIVIN\ pelns males que causoii a Per-
nambuco, formosa patria de tantos horoes, nm con-
sequencia do ferimento mortal quo receben em
o combato do hontem. Sigoiinmdiatamonte na
directo da Parahiba, afim de ver se consigo a
completa dispersao dos sediciosos;. o sera para
mim um dos momentos mais apraziveis da minha
existencia aquello om que vir enraizar-se neste
solo, coborto de 'sangue e de ossaduras, a olive-
ra, esse symbolo da paz; porque assim he que
pdem desabrochar os germens do grandeza com
que a natureza foi ino prodiga para com esta bella
provincia.
Nao foi s esto o resultado que leve o combate
de hontem: maistrinla e duasespingardas do adar-
me!7e una baleira fram achadas om um escon-
dirijo, as quaes remello V. Ex. pelo intermedio
do coronel Jo.lo Jos da Costa Pmenlel ;e bem
assim os doze barris de plvora, apprchendidns
anleriormenle. Tambcm romclto o armamento das
pracas do hatalhao do meu commando que fram
moras e feridas em o referido combate, ahm do
constituir a columna pnrfoi lamen le movel.
a Dos guarde a V. Ex. Acampamento volante da
a columna cm operares ao norte de Pernambtico,
no ongenho Po-Amarello, 15 de fevereiro de 1849.
Illm. o Exm. Sr. brgadeiro Jos Joaquim Coe-
Iho, commandante das armas desta provincia de
PernairtDUCO.-Fe/i'cano Antonio Falcao, tenente-
coronel e commandanlt. .j.
Illm. Sr.Tenho a honra de lajpr ao conlieci-
mentodeV. S. que honlem, 14 do crranle, pelas
sete horas da manha, cntraram nesta povoac.lo
i as frcas dos rebeldes, capitaneadas pelo Moraes
e seus saicllites, cujo numero vulgarmente repre-
senla seiscentas pracas ; alguns soldados desar-
mados e outros feridos; o Roma gravemente fo-
rido com urna bala na cabea, o qual so supoM
muito breve pissar da vida presente para a rutu-
ra os rebeldos o vilo conduzmdo em urna rede.
O soldados annunciam completa derrota, o com-
clTeito assim o devemos suppr, visto que, ape-
nastiveram noticia quo as rrca legacs vml.am
em seguimeiito, accoleradamcnte levantaran, o
acampamento as onze horas do mesmo da, leudo
justamente qualro horas do descanso. Moje se
acham na povoacao de liabaisnns, emeaflirmam
. que se dirigere para acidado do lirejo-d'Area da
provincia da Parahiba do Norte, com o designio
de rqunirem msis genio e atacaron a capital
daquella provincia.
o coronel Minnhilo, o major Dos emaispn-
sioneiros aqu passaram as garras dos rebeldes.
He quanlo tenho de participar V. S., para sou
governo
Ao nscrevormos oslas duas pecas ofiicaes, nao nos
podemos dispensar de certas refiexOcs quo ora nos
occorrem, e que nos levam a crer, nSo conseguirn
os rebeldes o irem derramar o susto e a conslerna-
c,ao por entro os bons Paralbanos.
Sim ; o bravo e distinelo Sr. tcnente-coronol Fal-
can, este Maranhense denodado, cujos servidos im-
portanlissimos esiao cima de lodo o elogio, os vai
persnguindd, segundo assevera em sui pirticipacao;
ha do esforqar-so por alcanca-los; e, islo conse-
guido, os desbaratar.por sem duvida, vislo o oslado
em que so ellos acham,atientas a sua pericia mili-
lar e t bravura das tropas que commanda.
Domis, temos para nos quo, se csses destroc* da
revolla podiem penetrar no territorio da Parahiba,
bem longede so rarofazerom, dar-se-li.To pressa em
dissolver-so ; pois que, baldos do soccorros, repelli-
dos pelo bom senso dos habitantes daquella provin-
cia, e qussi quo sem chefes, visto como apenas Ihcs
resta o Moraes e talvez o Uorges da Fonseca, os quaes
nao gozare alli de sympalhias, nflo terSooulro ex-
pediente a adoptar, a menos que queiram aniquilar-
se,a menos que estejam resolvidos a acabar sobro
as bayonetas dos defensores da legalidada.

Al MU O COMBATE no p vO-AMAI'.P.LI 'I.
Km o numero antecedente, traamos Dj desse
brilhanle feito d'armas, e demos publicidado a um
officio om que o Sr. lenente-coronel Falc3o o descre-'
via breve e succintamente ; agora vimos offerecer
consideraeflo dos leitores a ordem do dia que o bene-
mrito official puhlicou depois da accSo, eom que
menciona os pormenores dola, bem romo os nomos
dos bravos que mais se distinguirn! nessa lula,
cuja mrpsrlese passra durante a noite.
jicamfiamento volnnle da eilutnna de operaedet ao
a norte dn Pernambuco no engtnho l'no-d'Alho, 15
de fevereiro de 1849.
ORDEM DO DIA N. 2.
Tendo marchado acolumna do met commando
da villa de Iguarass, ao despontsr do dia 12 do
crranlo mez, com o itinerario que os sediciosos
que devastam esta bella e heroica provincia, lhe
marcassem com a sua marcha, s cinco horas da
tarn do sepilile dia (13), na povoacao de Goran-
ninha, recehi a noticia deque os mesmos sedcio-
sos se >chavam nestn ongenho, cm numero de 800
a 1000 homens, perfeitamcnlc armados e municia-
dos com os despojos da guarnicao de Goianna :
apezarda hora adiantada do dia, da superiorida-
de da frca numrica, comparada com a desta co-
" liiiima, e de tor esla marchado todo o dia sem ter
tomado refoicSo alguma, confiado na santidade
da causa que defendemos, e no valor dos bravos
que tenho a honra de commandar, e conjecluran-
do que, so deferisse o combale para odia seguin-
lo, o inimigo nffo'o aceitara, fiz ontrara colum-
na em accao, a qual foi porfiada desde is seis lio-
ras da lardale as duas da maullan, cedendo nes-
la occasi.loo inimigo o.campo do combato, ecom
elle 52 espingardas do Adarmo 17, 45 clavinotes.
IOO0 e.ii laxos embalados, 1 barril de plvora, 6
c bahusdesua bagagem, 30 prrsioneros, 13 morios
quo ficaram insepultos no campo, fra aquelles
quo interrou durante o combate, o os feridos quo
conduzio.
A columna leve morios 5 soldados, e feridos o
Sr. 2. lente Antonio Mariano Lobo Botelho, 1
sargento, 1 furriel o 15 soldados do 2.* batalhflo
do artilhiria a p ; o bravo o loal lente Roberto
Moreira Cardoso do Oliveira Pintoja morlo, (umn
(i lagrima do saudade e gralidao ros manes de 13o
k distncto militar humedece o papel em ojue o corn-
il mandante da columna exara a noticia deste funes-
to aeontecimenio; e dosejiva poder faz-le no
marmorc ou hronzo, para levar posteridade a
memoriedo bravo quena vida foi o typo animado
da mais excellontes quilidadcs civis c militares;
e 5 soldados feridos, todos do 6. balalhao do ca-
., cadores 1 cabo de esquadra o 1 soldado morios,
o Si. lente Jos l.uiz Teixeira Lopes, 1 cabo e 5
soldados feridos, loilos do 5." batalliao do luzlei-
c ros. O dislinclo Sr. capitao do artilhana llermene-
uildo de Albuquerque Porlocarrciro, que com-
mandou a guarda avancada, que.mado peU ex-
plosaoda muniefio da patraa de um soldado da
mesilla guarda. ,
n O commandante da columna, exprimindo o pra-
zer que o domina era declar.ar que os tres corpos
a de que su compOe a columna rivaltsanm em gi-
u Ihardiu, nao podo deixar de fazer honrosa mon-
c3o do 2." batalhflo de artilharia apo; porque,
-' com seu dislinclo commandante interino o Sr.
B,...... ci,ji.i. Aolio,lr de-'n com SCU dlSUIIClO comnianuaiiio inraiim w 01.
. Fo^lHetera^^ ^r Hygiuo Jos Coelho frente, tez.v.oguar-


r r
Al
2
dad columna, e desalojou o inimigo dos seus francos per saccr de farinua, pesando 157 kogram-
postns avnngados j do Sr." lenle do 5. balalhflo
de lii/i|..r,,s Sigismundo Nemesio Marrcros de
Ra, e do tinado Sr. tnente do 6.' batalhflo de
cacailores Roberto Moreka Cardoso de Oliveira
Pnloja, | orque levan, m a sua bizarra ao ponto de
" aoronimeUerem a casa doengenho na occasfloem
que o comhttte eslava niais recibido, e distancia
tal, qu leve lugar o jgo d'armH-branca, sendo
" nesta occusiflo mortalincnte ferido Sr. lente
Panloja.
O coninintvlantc da columna menciona igual-
mente cora distincgflo o sonhor major e comman-
a dante interino do sexto balalhflo do cacadores
c Jofio Cuilherme de Bruce, pela valenta comque
dirigi o batalhflo de sen commando ; o senhor
segundo lente Mermes Herrtelo da Fonseca, en-
rarregado da direcefio do obuz, pela opportunida-
deeyantagem com que fez jogar este contra o
inimigo ; os scnliores lenles do quinto balalhfio
de fuzleiros Jos Aurelio de Moura e Jos l.uiz
Teixeira Lopes: aquello porque, sendo cncarre-
gado de flanquear* o inmigo-pela direita com a
primeira companhia do primeiro balalhfio, nflo s
desempenhou cabalmente esteservico, como ap-
prehendeua bagagem de que cima Iralaocom-
mandante da columna, e sustentou omaisvivo
tiroteiro durante todo o combale, por ser o ponto
que oceupava aquello sobro quo o inimigo mais
carregava ; e este porgue, tendo sido cncarrc(a-
do ile cubrir a frente da columna com urna linba
de atiradores, rortou-se dignamente, e foi ferido
no seu posto: e sb informales dos sonhores
a commandantes doscorpos addiciona listados
benemritos os senhores capitflo Hermenegildo
de Albuquerque Porto Carreiro, segundos lenen-
tes Antonio Marianno Lobo Bolelbo, Tiburciu lli-
lorio da Silva Tavarcs e Jos Antonio do Araujo
Pernambuco, sargento Feliciano Jos da Itocha,
furriel Jos Candido llarbalbo, ossenlioies cade-
tes Manoel Fernandes de Albuquerque Mello, e
Manoel de Azevedo Naacimento, todos perlencen-
tes ao segundo batalhflo do aitilharia ap ; os se-
nhores cu pililo graduado com o exercco de aju-
dante Jos Leitflo de Almeida, cadetes Joflo (,i-
valcante de Albuquerque Bello, Joflo Jos de Rru-
ce, o Licinio Liboro Passos, primeiros sargentos
Pedro da Costa Chaves e Jos Maria Eduardo, se-
a gundos ditos Francisco Borges de Lima, Alexan-
dro Fernandes de Magalhfles Bastos, soldado par-
t licular Malhias Alfonso Wanderley, cabo deos-
quadra Francisco Xavier, e 6 soldado Antonio Co-
t mes, todos do sexto batalbrto de cacadores.
Assjgnado, Feliciano Antonio Fulcdo, tenento-
coronel ecommandante.
mos e do quar nfio devera lirar um producto aeima
de 204 kilogranim'os.
Um r-adeiro de primeira classe ganh pois por
da 44 francos, salvas a despezas, alm do bcneli-
cio arbitrario dos piteado phantasa.
O valor do capital de urna pada/" be calodlailo,
conforme o uso, rasflo de 15 mil francos;'o que
n'um padeirn de primeira classe elevara o seu capi-
tel a 60 mil francos e que Ibes dar um interesse
de 5 porcnto.
Cada padeirodeve forneccra cidade de 50 a 130
saceos o quo d para as qualro classes um total de
79,190 saceos ou 12 milhoes e 118 klqgrammos que
bastar para a cidade de Pars pelo espado de 25
das, consumindo cada individuo 171 kilogrammos
de pflo poranno.
Cada vez que o prego da familia augmeula de 1
franco e 30 cntimos por quintal mtrico o proco
do i'flo sobre um cntimo por kilogramrao.
nas; pois que as rodas dentadas de madeira teem
'"ais dimetro, mais peso, mais fricgflo, e acliuva o a
Sol as tazcal ou^cnar logo. **>
Blanchet, engenheiro.
mencana,
que/as,
7portur;u
7 suecas.
CONTRAVENENO HAS PICADAS DE VESPAS E O-
TROSINSECTOS,
Mr. Besaux director K#jardim botnico d'An-
gers, assegura que urna longa serie de observacoes
Ihedemonstrara quo be mui fcil desvanecer ins-
tantneamente a dr e iiiriaiinnac.lo que proilozem
as picadas das ortigas ,-das abrlhas, veapa e oulros
insectos, bastando somonte esfregar a parte offen-
dida com a primeira planta aromtico que estivora
mflo por exemplo .hortelfla alecrim mangero-
na, etc.
{Revista Universal LiiBonenie.)
VAKIEOADKS.
DOENCAS DOS OPERARIOS E DAS l'ESSOAS QUE
PASSAM VIDA SEDENTARIA.
As investigarle de M. Fourcaull sobre a causa das
doencas que alacam Os operarios as manufacturas,
e as pessoas quo teem urna vida sedentaria, e sobro
os moios do se evitar o desenvolvimento daquellas
affeecoes, o levaram ao seguiute resultado :
1.As causas geraea das doencas chronicBs
observadas as officinas, as prisOes, as casas
penitenciarias nos hospicios e conventos, as casas
do educagflo bem como nos lugares hmidos o bai-
xos. operara principalmente sobres polle
2. A ventilagflo e o exercicio muscular sao os
preservativos mais efficazes para obstar ao desen-
volvimento daquellas molestias. Para Ibes evitar, o
melhodo que satisfaz mais gcralmente consiste no
emprego dos meios proprios para reslabclecei a
actividade das funecoes, e sobreludo a transpirarlo
insensivcl.
(Journal des Connaiuaneci tiles)
PREPARACAO' DOCIILORO POR M. PATTINSON.
O processo consiste em fazer passar urna corrente
de vapordeagoa aquecida em una retorta ou vaso
que contenha acido chlorbydrco e perxido de man-
ganalo. O emprego do vspnrtem por lim agitar as
materias e renovar as superficies em contacto no fin
da operaeflo.
Oapparelho he um vaso cylindrco de barro, co
berto por placas que se pJem tirar.
Por urna pequea abertura inlroduz-se o perxi-
do de manganesio : depois lanca-se por um tubo o
acido cblorhydrico. Aquece-se depois exleriormcn-
le pelo vapor al 82." centgrados, pelo espago de 18
lloras. Para activar a operaeflo e alcuncar a maior
porgo possivel de chlro inlroduz-se no interior
do apparelho vapor, que se eleva temperatura do
113 centgrados por meio de um tubo que mergu-
Ihe no mixlo para o agitar. O vapor deve ser ntro-
duzido durante seis horas.
ACCLIMATACAO' DAS PLANTAS.
Seguindoas observaefles de M. Cordn director
dos jardins da sociedade de horticultura do Londres,
pde-se considerar romo provados os Tactos seguin-
tes. sobre a acclimatagflo das plantas!
1. Toda a planta que se quzcr acclimar, nflo de-
ve ser submettida a um calor artificial na eslaeflo
que preceder aquella em qu se quizer por na Ier-
ra. Se esta planta nasceu por meio de sement, be
conveniente nflo Ihe applicar duranto a vegetagfio
senflu o menor calor possivel. As plantas enfesadas e
pouco desenvolvidas teem mais prohabilidade dse
crearem, ueste caso, do que as que fram aprossadas
na sua vfgetacSo.
2. A planta nfio deve ser coHocaHa ao ar livre
antes do lim d maio. A ierra deve ser fraca e per-
felamente estanque. Durante o invern deve-sc-lhe
formar urna especie de toldo para a preservar da in-
temperie da estaeflo.
APERFEICOAMENTODAS NORAS.
A arle das irrrigacSes fol conbecida dos primeiros
povos civilisados, como tarabem varias machinas
liydraulicas para elevar asagas do seio da trra.
Urna dpstas machinas he a ora : inventada, sera
duvida, pelos Egypcios, e introduzcas muitos se-
clos depois, -na Europa, pelos Mouros, quando
estes se apoderaran) da Pennsula Ibrica.
Esta machina de urna smplicidade notavel cons-
tilue um dosmelhores moios de elevar as agoas para
as irrigaefies.
Porm, a pozar da sua utilidade, esta machina nflo
lem chamado attencSo dos longenheiros, e a sua
conslruccSo grosseira e desproporcionada, executa-
da por artfices que ignorara os primeiros rudimen-
tos da mecnica, prejudca a agricultura, empregan-
do nulilmento urna frga motriz que poeria ser
applicada em oulra parte.
A' vista do que existe a rospeto das oras pde-se
dizer, que nflo se lem lirado desla machina raetade
do que ella podo produzir, pois a ora pode ser mo-
vida pelo vento ou polo vapor, como polos animaos ;
as Ierras pantanosas pdem ser deseccadas por ella
e serem cultivadas, etc.
O boi he o motor mais geralmente empregado para
fazer trabalhar a ora ; porm as observarles que
seguem, pdem em parle ser applicaveis ao caval|o
o a mua : comludo he precioso rcfieclir na veloci-
dado de andar destes aniraaes.
(l passu do cavallo nuxando na almanjarra he de
32 pollegadas por segundo : o macho tem o passo
quasi igual ao do boi; nflo anda inajs>qne 22 a 23
pollegadas nesle lempo ou 110 a 115 ps por mi-
nuto.
A dinmica ensina que estes animaos, para exerci-
tartoda sua frca de traecflo, devem andar n'um
circulo de 20 a 22 ps de dimetro.
Em Portugal, ao contrario, tem-so reduzido este
espago de um modo tflo absurdo, que o pobre ani-
mal anda com lodo o corpo vergado, pordendu assim
urna grande parte de sua Torga. Um erro popular,
bastante gcral na Europa, becror quo a frga do boi
existe na cabega ; dahi provm o faz-lo puxar
amarrando a canga ou aos paos, ou deixando-a
livre sobro o pescogo, como se usa em Porlygaft"
Como o cavallo, o boi deve pinar com" urna eol-
Iclra, vislo que a columna vertebral transmute
aos hombros a frga dos msculos das pernas, de
tras.
O boi na almanjarra executa um trabalho repre-
sentado por um peso de 78 arralis elevado a 3 ps
de altura por segundo : be ora 8 horas de, tempe
2.246,400 arrateis.
A m conslrucgflo das oras, tanto as rodase car-
retas, como na pouca velocidadedo eixo horizontal,
na fricgflo intil dos denles, no peso enorme dos
alcatruzes edascordasde piassaha, e no dimetro
exagerado das couceiras, faz que ludo isto absorva
(50 por ccnlo da frga motriz, equeo trabalho ulil
do motor nflo chegue metade do peso cima men-
cionado.
Vou agora tratar de descrever para as pessoas que
nflo cstuduram mecnica uina ora que mandei
fazer segundo as regras da arte para um amigo
mou, oSr. Planlier,com o Din de Ibes mostrar as
suas vantngens.
Esta ora he daquelles chamadas mouriscas, e
deve-se observar que as mes mas-regras servern para
a ora real.
Os eixos vertical e horizontal silo de ferro forjado
redondo, torneado as couceiras; as chumaceiras de
Trro fundido, guarnecidas do bronze.
O eixo vertical descansa n'um piflo de Trro fundi -
do, fixado com parafusos aocontro do una ponte
que atravessa o bocal do pogo.
as extremidades da ponle cima do bocal, duas
pedras ou columnas de 3 ps de alto recebnm as
extremidades de um forte viga, a qual be destinada
para raanter perpendicular o eixo vertical.
Alguams pollegadas cima da viga, urna caixa de
Trro fundido, uxado pelo centro ao eixo por ni"io de
urna chaveta, recebe a, almanjarra manlida borizon-
talmente por un tirante que vai para fusar-sena ca-
bega do eixo vertical.
O eixo horizontal est conservado nesta posi-
gflo por duas cadeias, de ferro, onde estilo as cliuma-
cen-js : um) das cadeias be bxada sobre o bocal do
pogo, e forma urna ponte; a oulra lie pirafusada
viga. _
'
irifo
Publica^oes a pedido.
Illm. e F.xm. Sr.Em virtudedo respeitavel des-
pacho do V. Etc. tenho de attestar que o supplicante
Antonio Francisco da Cunba fez reunir gente em'
lleberibe, tocando denoilo chamada como lente
da guarda nacional, e com as pessoas que podo reu-
nir marchou para Maranguape por carainhos occul-
tos, e por essa causa muitos dos que o acompanha-
vam o desampararan!, vindo depois apresentar-se
a mim alguns destes, dando como pretexto*a quem
Ihe perguntava a rasflo d.aquella marcha, que ia fa-
zer urna diligencia do contrabando de escravos. Mas,
seguindo elle Antonio Francisco da Cunba a marcha
cora alguns quo Ihes restavam, se foi reunir aos re-
voltosos, e assistio ao combate de Nazareth, depois
do qual rccblheu-se oceultoa Beberibe, e depois ao
ItcciTe, onde tendo, sido visto, foi proso ; masantes
disso nflo apresenlava conducta civil e moral senil o
cboia de vicios, e digna de reproche e execragflo. lie
oque posso conscienciosamente attestar, por ser ver-
dade. Recife onze de dezembro de mil oito ceios
e quarenta e oito. Bovenlura de Mello Caetello-
Braneo, subdelegado do districto de Beberibe.
Penhorado do maior reoonbeciment-para com
os Srs. capitflo e piloto da barca portiigueza Bela-
Pernambucana, faltara ao mais rigoroso dver, se
nflo fzesse publieo a urbanidade com que tratou to-
das as pessoas que se recolheram a seu bordo, as-
sustadas pelos acontecmentos do dia dous deste
Diez; s3o dignos os niesmos Srs. do todos os elogios
por tflo bello procedimento, que be proprio desal-
mas bem formadas.
Queirara, Srs. Redactores, publicar estas duas li-
ndas em testemunho de gralidSq.
U m comprehendido,

(OMMEflCIO.
ALFANDEGA.
itENDIMENTO DO l>IA 17.
. ......
2:138,923
Detcarregam hoje, 19 de fevereiro.
Brgue Ferdinand mercadorias. .
Brigue l'.agle idem.
Brigue f estol bacal lio.
3 austracas, 19 brnsileiras, 4-dininiar
jcezas, i bamburguezav. ingleza,"
7*3 russiaha, sardas, S siciliana
**# fe .
Movimento do Porto.
Navios entrados no din 17.
Genova; 47 das, polaca sarda arcngel!, de 130to-
neladas, capitflo Ciacomo Prchiono, equipagern
10, carga marroore, batatas, azeile doce, vinagre
e mais gneros ; a Oliveira & Irmflos^
Riclimond ; 56 das, patacho americano FuuWtu aa
227 toneladas, capitflo Vi. ti. liolierls, equpgem
12, carga farinba de trigo e objeclos navaes; a
ordem.
Rio Crande-do-Sul 49 das, brigue. brasileiro J7C.
Jarla, de 181 toneladas, capilfio Jos -Monteiro de
Almeida ; a Amorim /vare enkiio no meemo dia.
Babia; polaca sarda Arcngel, capitflo Ciscme Par-
cliione, carga amesma que trouxe.
Parahba hate brasileiro Coneeicio-Flor-dat-fir.
ludes, capilflo Elias do Rosario, carga baralhu.
dem; hiato brasileiro Sania .ruz, capitflo Aulov.i
Manoel Alfonso, carga varios gneros.
Navios entrados no dia 18.
}
Santos; 22 dias, barca sarda Sagrado-Coraeto de-
Jess, de 241 toneladas, capito Paulo Jos Capor-
ra, equipagern 10, carga lastro; a Le Bretn
Schramm & C.
liba da ASsurapgSo ; 10 dias, barca ingleza Cyndere-
la, do 375 toneladas, capilfio J. Francio LeSueur,
equipagern 10, carga trastes; ocapilfio..
Stockholm; 90 dias, brigue sueco Norden, de 200
toneladas, capilfio E. C. Osienberg, equipigein
12, carga laboado e pranches de plnbo, ealca-
trflo; a Itollie & Bidoulack.
Liverpool; 49 dias, barca ingleza Bealrim, de278
toneladas, capilfio Jor Me. Coy, equipagern 14,
carga lasrlo ; a Dean Youle & C.
DacommissSo; vapor de guerra brasileiro (/ran/a,
cm mandan te o capilflo-tenen te Jos Eduardo vVan-
deneolk.
Mar-I'acilico, tendo sabido de Face-llave ha 29 me-
zes, galera americana Ceorge, de 360 toneladas,
capilflo David Marston, eq uipagera 24, carga azei-
t de pexe; ao capilfio.
Navios sahidos no meemo dia.
Parahba ; hiele brasileiro Espadarte, capitflo Vic-
torino Jos Pereira, carga varios gneros.
ED1TAES.
CONSULADO GERAL.
RENDIMENTO DO DIA 17.
Ceral........................3:138,133
Diversas provincias............... 347,171
3:485,304
CONSULADO PROVINCIAL.
REMVfMENT DO DIA 17.
2:134,859
TRACA DO RECIFE, 17 DE FEVEREIRO DE 1849,
AS 3 MORAS DA TARDE.
Revista semanal.
a 26 d.
Algoilfio

PADEIR0SEM PARS.
Ha em Pars601 padeiros divididos nosdoze dis-
tricto do modo seguinte : no l., 45 : -- no 2.
67 : no 3, 36 : ~ no 4.", 41 : no 5,, 58: n
6.o, 69 : no 7.', 46 : no 8.', 52: no ., 33 : --
no 10., 64 : -- no ll., 40 : no 12 50.
Os padeiros repartem-se em quslro classes segun-
do a importancia de sua venda om cada da. A pri-
meira classe cotnprehende aquelles que 'cozem por
dia mais de quatro aaecos de fariuha : a segunda
oa que cozem tres aaecos : a lercera os que cozem
dous saceos : e a quaVta os que cozem menos de
de dous saceos.
A muuieipalidade concede-Ibes um auxilio de lt
O movmeaSdo eixo vertical communicS|0 movi-
uii'iiio ao horizontal por meio de duas rodifll denta-
das de ferro fundido formando ngulo recto': estas
rodas teem 20 pollegadas de dia metro, 50denles,e nfio
pesara mais que 2. arrobas rada urna.
O ixo horizontal leva um lambor sobre o qual soJ,
encolamos alcatruzes, osraios deste tarabem eslfio
reforgados por duas cruzes de ferro fundido, que
servem a lxar o dilo tambor no eixo por meio de
duas chvelas.
Em lugar de cordas de piassaba pouco,flexiveis, e
quo oflerecem pouca superficie A fricgflo do tambor,
einpreguei duas filas ou trongas de fio de coco de 3
pollegadas do largura.
Os alcatruzes folios de flba dezinco, inoxidatel,
teem urna forma particular, que facilita a entrada e
sabida da agoa sem encher-se de ar.
O modo de as lixar sobre as trangas, poderse com-
parar mochila nascostas do soldado.
Movida por um burro, que nfio empregue^mais da
metade da sua frga, esla ora eleva a 62 palmos do
alijra 10 a II pipas de agoa por hora ; e se se col-
locarem os alcatruzes mais pertos, produzir 14 a 15
pipas.
Com capacidade igual aos de barro, estes alcatru-
zes pesara duas lergas parles menos.
A tranga oa fita pesa menos anda : o ferro forjado
e fundido deve seoipre tera preferencia as machis-
Cambios Fizeram-se transaeges
por mil ris,
- Entraram 282 saccas. O de
pri racira sorte foi procurado de'
4,300 a 4,400 rs. por arroba, e o
de segunda 4,000 rs.
Assucar Vieram ao mercado 160 caixas.
As vendas do encajxado regu-
laram de 800 a 900 rs. por arroba
sobre o ferro; as do em barrien-
do e ensaccado branco, do 1,800
a 2.250 rs.; e as do mascavado,
da 1.550 a 1,600 rs.
Aceite doce- Vondeu-se de 2,000 a 2,800 rs.
por galflo.
Bacalbo Bem quo livessemos dous carre-
gamculos esta semana, o depo-
sito hoje be de 5,000 barricas.
As vendas a retalho regularan)
de 11 a 12,500 por barrica.
Carne secca Ficaram por vender hoje 13,000
arrobas, e islo por ter entrado
um carregnmento depois da ulti-
ma revista. O consumo foi a-
vultado, e as vendas em geral
tiveram por base o pregos de
3000 a 3,500 por arroba.
Farinba de trigo Dos tres carregamentos que to-
enram no porto, nonhum ficou
aqu: lodos seguiram para as
provincias do sul. Retalhou-
se de 17 a 20,000 rs. por cada
urna, conformo a qualidade.
Vinbos ------ Venderam-se, o de'JJsb msrea
PRRde 100a 110,000 rs.por pipa;
o de oulros autores de 950,000 a
100,000 rs., e o da Figeuira de
80,000 a 85,000 rs.
Exstem no porto 79 erabarcages, a saber : t a-
O Illm. Sr. inspector da thesouraria da Uzeada
provincial, om virtud da resolugfio do tribunal id*
ministractvo, manda fazer publica que, em cum-
priment da lei, peranlo o niesmo tribunal, vai no-
vamente A praga para ser arrematado a quem mais
der, no dia 22 do corrente, o imposto da laxa da bar-
reira da estrada e ponle da Tacaruna, avahado annu-
almente era 1:000,000 rs.
A arrematsgflo ser feita por tempo de 2annos e
4 mezes, a contar do 1 de margo do corrente an-
ate 30 de j un lio de 1851.
As pessoas que se propozerem esta arrematagflo
comparecam na sala das sessOes do.sobredito tribu-
nal no da cima mencionad, ao meio-dia, compe-
leiilemente habilitadas.
Epi
ifcar
para constar so mandou afJQxar o presente, e pu-
ir pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda provincial de
Pernambuco, 17 de fevereiro de 1849.
0.2. escriplurario,
Antonio Ferreira d'Annuneiacio.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria da fazenda
provincial, em virlude da resolugfio do tribunal ad-
ministrativo, manda fazer publico que, nos dias SO,
21 e 22 de margo prximo vindouro, r a praga,
perante o mesmo tribunal, par* ser arrematado a
quem por menos fizer, o acabamento da segunda
parte do 6. tango da estrada do Pao-d'Alho, sb as
clausulas especiaos abaixo transcriptas, e pelo prego
de 4:200,000 rs.
As pessoas que se propozerem a esta arrematagflo
comparegam na sala dassessos do sohredlo tribu-
nal nos dias cima indicados, peto meio-dia, compe-
tentemente habilitadas.
E para constar se mandou afiliar o presente, e pu-
blicar pelo liarlo. .
Secretaria da thesouraria da fazenda provincial
do Pernambuco, 17 de fevereiro de 1849.
0 2 escriplurario,
Antonio Ferreira o"Anmsnciaca'o.
CLAUSULAS ESPECIAES DA ARREMAYAgAO.
Estrada da Po-d'Alk.
Acabamento da segu nda parte do I.* lango.
i.' Os, Irabalhos e obras para o acahmenlodi2.'
parte do 6. lango da estrada do Po-d'Alho serflo
foitos pela forma, sb ascondigfles, cdo modo indi-
cado no orgainenlo approvado em 8 de fevereiro
corrente pelo Ex m Sr. presidente da proviecia, pe-
ro prego de 4:200,0 00 rs.
2 Em todo o lempo das obras, o arrematante da-
r livre transito aos viandantes pelo lado esquerdo
da estrada.
3." As obras prlnciparfio no prazo de um mez, u
acabarlo no de cinco mezes, ambos contados om
conforiiiidade do art. 10 do rogulamenlo das. ire-
matages.
4.* O pagamento do importe da arrematagflo rca-
Iisar-se-ha em quatro prestages do modo indicauo
no art. 15 do regulamento respectivo.
5.* Para ludo o mais que nflo esl determinado
polas presentes clausulas, seguir-se-ha inteiramenW
o que dispe o regulamento das arrcmatagOes de u
dejulho de 1843. ,,
Obras publicas, 14 de fevereiro de 1849.
O engenheiro,
J. L. fietor I.iemlier.
MUTILADO L


Miguel Arnhanjo Uonteiro de Anirade oficial da i'
jierial trdem da Rota, canalleiro da dt CKritto* im-
pector da alfandega de Pernambuco, per S. 7lf. o
Imperador, que Deot guarde, ele.
Faz sabor que, no di 21 do corrente, ao meio-da,
na porta d mesma, so hilo d,i arrematar om hasta
:>ubliea 3) duzias de caxas de pao para tabaco ,
.10 valor de 3*0,000 rs., e 200 duziai de counnhos
para chapeos no valor de 174,800 rs. .Impugnadas
lelo guarda Luiz Bazorra Monteiro Radillia no de,
pacho por factura sb n. 3,390 : sendo firremataclo
subjeito a os direitos.
Alfandega, 17 de fovereiro do 1849.
Miguel Archanio Monttiro de Anirade.
*8
s
Declarares
Pela segunda seceflo do consulado provincial
se fai publico que o prazo de 8 metes concedidos
pela le provincial n. 228, de 2 de setembro do anno
prolimo passado, para o pagamento de meias sizas
dos escravos, que se esliverem a dever, se finalisa
no da 5 de mareo prximo vlndouro : em conse-
quencia, pois, desso dia em diante nBo se receber
meia sha, que, i vista do papel de venda, sequei-
ra pagar 30 das posteriores a sua dala, em enjo oasn
ficara subjeito ao art. 17 do regulamonto de 11 de
abril de 1842. Segunda geccio;do consulado pio-
vincial, 15defevereiro de 1848.
O escrivflo chee da segunda snegno,
Thcdoro Machado freir fretro da Silva.
O escrivBo da primeira seecfo do consulado
provincial, de ordem do administrador do mesmo
consulado. Taz publico que, no da 21 do corrente,
urna hora da tarde, se hSo do arrematar em prca, 6
porta desta repartieflo, 20 barricas com assucxr re-
tinado, conlehdo 73 arrobas e 26 libras, avaliadas
cm 188,960 rs., aprehendidas a Caetano do Reg Tos-
cano ; sendo a arremataeflo livre de despezas ao ar-
rematanlo.
Mesa do consulado provincial, 16 de fevoreiro de
1819,
Jlo Ignacio do Reg,
CURSO JURDICO.
De ordem do lllm. Sr. diroctor dcsto curso jurdi-
co faco saber a quemeonvier, que do fim deate an-
no por dinte os exames preparatorios das tres lin-
goasserOo feita indislinctainente, e sortes nos
lvrosseguintcs :
LATIM
THo Livo, Odes de Horacio, Orajes de Cicero e
Eneida de Virgilio.
FRANCEZ
Telemaco e Fbulas de La Fontaine o Genio do
chrislianismo de Chateaubriand e as Satyras de
Boileau.
INGLEZ
o Vigario de Wakefleld por Goldsmith e Historia
romanado mesmo, as Estages de Thomson e Parai-
zo perdido por Milln.
Secretaria d'academia jurdica de Olinda, 16 de
fevereiro de 1849.
Eduardo Soaret de Albergara,
Secretario interino.
Fica transferida para segunda-feira, 26 do cor-
rente, a sessfo que tinha a cmara municipal de
fazer no dia 19.
O secretario,
JoSo Jote Ferreira de .1 guiar.
Leilo.
Prendera Braridis & C. faruo leilflo, por inter-
voncUo do corretor livoira e por conta e risco de
quem pertncer, de urna pcrrco decutelcrias do-
hradii;as averiadas d'agoa salgada, a bordo da ga-
lera Columbut, na sua recente viagem de Liverpool
para oslo porto: lerca-feira, 20 do crranle, s 11
horas da manhfla oin ponto no seu armazom da ru
do Trapiche-Novo.
Avisos martimos.
A barca Rtlla-Pernambuoana dovo sabir para o
Porto no dia 22 do correnlo : ainda pode receber
urna pequea porcffo de carga e passageiros para o
que trala-se com o capitfio, na praca doommercio,
ou enm o consignatario na ra da Cruz, n. 34, ter-
cero andar.
-;Para a Iba de S.-Miguel sezue viagem, com mui-
ta b'revidado, o patacho nacional Anglica por tci-
pa re de sua carga prompla : para o restante e pas-
l sageiroa, para o que tem excedentes commodos ,
I trata-te na ra da Cruz, no Recite, d. 33, com Luiz
i Jos de Sa A mujo.
Par o Rio-de-Janeiro sane, com a mainr brevi-
| dedo possivi'l, o hiate nacional Cil-Rraz : quem no
i mesmo quizercarregar, ou ir de passagem dirja-
nse a Novaes & Companbia, na ra do Trapiche,
n. 34.
Para o Rio-de-Janeiro sabe improlertvelmente,
no dia 24 do corrente a voleira escuna Galanl-Ma-
r!a : ainda. pdr receber alguma carga bem como
passageiros e escravos a* frete para o que offerece
asseiados commodos? a tratar na ra da Aloda,
n. II.
Para o Rio-de-Janeiro sabe imprcterivclmenle,
' no dia 24 do corrente, a escuna nacional Curiosa por,
Iseacharcom o carregamento quasi completo eso
[poder recber algumas miudezas, passageiros e es-
I cravos a freto : para urna e outra cousa, trata-so na
ra da Cruz do Recfo, sobrado n. 33, com Luiz Jo-
1 so de S Araujo. .
Para a liahia segu em poucos dial, o hiale
[Floi^de-Cuturlpe: quem quizer carregar, ou ir de
passagem dirija-ae ruado Vigario, n. 5.
--Samuel P. Willely oapitBo do brigue umerica-
I no 4drew-M .-Jonet, com agoa aiierla .precisa a ris-
co martimo sobre o casco e frete do dito brigue a
quantiade tres contosde riapouco roaiaou menos:
os pretendentes pdem-se entendercom os seus con-
signatarios Henry Forsler & C., na ruado Trapi-
che, n. 8.
Para o MsranhHo sabe, em poucos das, o bri-
j gue-eacuna Laura : para o resto da carga e passagei-
ros, para o tfue tem cxcrllenles commodos trata-
se com o capitflo na praca do Commercio, ou com
Novaes A Companhla, na ra do Trapiche, n. 34.
Para o Rio-de-Janeiro sabe, com a maior brevi-
dade possivel; o brigue nacional Vitcondede-Cama--
mu': para carga, passageiros eescravos afrete, tra-
te-seciini os consignatarios, Novaes & Companbia ,
na ra do Trapiche, n. 34.
Para Genova pretende sabir aleo fim do corren-
te niez a polaca sarda Silencio bom conhecida o de
primeira marcha : pode recebera frete300a 400sac-
eos com asaltear, ou 1,000 a 1,500 couros : quem
quizer ca regar, ontonda-se com o seu consignata-
rio, Jas Sapnrili na ra da Cruz, no Recife, ti. 18.
--Para Lisboa sabe com brevidade por ler parte
Ja carga prompla, o brigue porluguez Maria-Joi ,
forrado e encavilhado de cobre, de que he capilao
Joaqum Jjs Mosquita : quem nelle quizercarregar,
ou ir de passagem para o que tem bom commodos,
dirija-seaos seus consignatarios, Francisco Seve-
rianno Rabello & Filho ou ao mesmo ct.pii.io.
Para o Rio-de-Janeiro sahir breve a, escuna
San-Jodo-BapUsla, por ter a bordo a maiora do car-
regamento; ainda, porm, p le receber alguma car-
ga : quem pretender pode contratar com Amorim
& Irm.los, na ra da Cadeia, n. 39.
Para Acarsc.com escala pelo Cear, segu via-
gem com a maor brevidade possivel o patacho na-
cional Emulaco: recebe qualquor carga e passagei-
ros : os pretndanles dirijam-su a bordo do mesmo a
rallar com o capiUo, ou ao eacriplorio de Mauoel
Goocalves Ua Silva, na ra da Cadeia do Rccife.
Para Loanda sali, no dia 5 o briguo portu-
gusz l'lor-do-Tejo capitilo Frcderioo Ca los Roza :
para o resto da carga e passageiros trala-se com o
consignatario, J. P. da Cosa Rouxo, na tua do
Crespo, n. 10, primeiro andar, ou lodos os das iia
praca do Commercio
ti
Avisos diversos.
O hachar el Jote Antonio di Figueiredo entina pA-
ktophla e geometra em cata de tva retidencia na ra
larga do Rosario, n. 30, primeiro andar.
Roga-seaosSrs. Filippe Menn Calado, Vlrinto
de CarvalhoTavarese Jos Candido de Carvalbo Me-
deiros, que queiram dirigir-se fu do Vigario, n.
19, a negocio de seus interesseg.
Quem precisar de um Porluguez casado com
pouca familia para feilordo um sitio ou engenho
perlo da praca dirija-se ao Cortume, delronte da
uiatanca, n, 11.
MUDANCA.
D. \V. liaynmi cirurgiflo dentista participa ao
respeilavel publico quo mudou a sua residencia da
ra da Cadeia de S.-Antonio para a ra do Trapiche-
Novo n-14, do bairro do Recife terceiro andar ,
aonde contina a calcar e p6r denles artificiaes e as
mais obras de sua profissSo.
Qualquer pessoa que tiverpenhores, ou for cro-
dora, ou devedora ao casal do tenenle Manuel Rufi-
no de Carros queira apresentar anas reclamacOes
dentro do 3 das ao Inventarente o cirurgiifo-mr
Francisco Jos do Amara! na ra Nova, em Olinda.
Precisa-se de um administrador para um enge-
nho distante desta praca 7 legoas : no haver du-
vida em so fazer urna boa vanlagem, e ainda mc-
Ihor tendo o pretndeme escravos : a tratar na ra
doQueimado, n. 27.
Itoga-so as pessoas que ti*ram contas com Adol-
pbo Quist, que liajiJtJaWCtifla's mesnias e leva
ruada Cadeia do-Reciferin. primeiro andar, para
serem conferidas e pagas.
Precisa-sede um criado pira servir um ho-
mem solteiro, o qual d fiador sua conducta :
quem estiver tiestas circunstancias .iiinuncie.
Quem annuncio querer comprar um diccionario
Magnum Lexicn, dirlja-se a ra Nova, sobrado
n. 56.
Precisa-sede urna mulher para cozinhar e en-
gommar, para urna casa de pouc familia dando
fiador a sua conducta : na ra do Rozaro botica de
Bariholmeu Francisco de Souza.
Vigncs Jeune, subdito francez relira-so para
fura da provincia.
Francisco Bernardo da Motta deixou do ser cai-
xeiro dos Srs. Lima Jnior & C. desdo o dia 18 de fe-
vereiro, e>mu penhorado fica pelo bom tratamento
quo os mesmos Srs. 1 he prodigalisaram durante o
lempo que os servio, e mesmo pela urbanidado afa-
vel Jurante a sua molestia, e igualmente grato para
com o seu primeiro caixeiro oSr. Mathias Joaquim
daMaiii pela delicadeza com que sempre o tralou.
Na ra do Livratnenlo, n. 20, appnhendeu-se
um cavallo castanbo : quem for seu dono, dando os
signaos corlse pagando as despezas, Ibcseraentro-
gue.
Luiz Antonio de Siqueira embarca para o Rio
de Jauelro o escravo Vicente, crioulo.
-Jos de Souza Lima, subdito deS. M. Fidclissi-
ma relira-so para Portugal.
--Roza Antones de Oliveira embarca para o Rio-
de-Janeiro a sua escrava parda, de nonio Paula.
-Vicente Rodrigues, subdito portugus, retira-
se para lora do imperio.
Precisa-sededous caixetros para um engenho
distante desta prace 20 legoas que sejam moos e
sem familia : quem estiver tiestas circumstanticias ,
dirij-se ra larga do Rozario casa de Jo3o Ma-
noel Rodrigues Vel|enca.
O Sr. J. C. A. M. queira quanto antes ir pagar
a quantia de 10,000 rs. pelos quaes j foi citado ;
do contrario, se publicar oseu nome por extenso.
Joaquim Bernardo de Figueiredo embarca para
o Rio-de-Jaueiro o pardo de nome Joflo
Angelo Francisco Carnei/o faz publico que ap-
parcecu a leltra de 2:625,000 rs., que ao havta des-
cnca nimbado de sua casa.
Manuel Joaquim Ramoso Silva far leililo de
um partida de muito superiores figos em bams :
terca-reira, 20 do corrento, s 10 horas da manhaa,
na porta da alfandega.
-J. Elster mudou o seu estabelecimenlo da ra
da Cadeia-Velha para a ra da Cruz, n. 51, aonde os
compradores acharo um bem prvido sorltmonto
de vinbos de todas as qualidadrs e conservas, o que
ludo venderapor mdico preco.
Precisa-so de urna ama forra, ou escrava para
cozinhar odiario de una casa de pouca familia : na
ra da Cadeia do Recife, n. 20, segundo andar.
Quem annuncioo querer comprar o livro Tem-
poral o eterno, dirija-sa ra do Mundo-Novo,
n. 30.
Aluga-se um preto cozinheiro : na ra Impe-
rial venda da esquina, confronte da matriz nova.
Precisa-so de um homem forr para trabalhar
cm urna fabrica : na ra da Cadeia-Velha, n. 9.
Sr*. n. Clara Joaquina da Silva Santos pode
ser procurada na ra do Trapiche, n. 34, casa de No-
vaes & C.
L. Delachaye e a. Chafar, subditos francezes,
retiram-se para o Rio-de-Janeiro.
,Os Sr. carregadores da borca Bella-Pernombu-
cana queiram trazer ao escriptorio do consignatario
oa conheciroontos para se fazerem os mauifestos.
A
W) OSr. Amaro Gomes de Oliveira, do engenho ?a)
Canui-Braha queira ir ou mandar buscar )
# un,a carta para S. S., na casa do Burgos no ?
?J* paleo do Carino sobrado n. 18. *
GALERA DAGUERREANA.
Do artilla Guilherme Fredtrieo Walter.
Tira retratos mullo superiores pela invenefo de
Daguerer n tanto em fumo como coloridos em
qualquer occasiflo, aflirmando e garantido, tanto a
durabilidadedas cores, como a perfeiti semellianca.
As pessoas que se dignaran favorec-lo se pdem
pirigir a sua galeria, e examinar os modelos que
sempre tem de mostra, das 9 horas da manhfla at
as 4 da tarde, na ra da cadeia de Santo-Antonio,
n. 26,2.0 audar.
' Va i a praca, de nrrendamento no da 20 do
corrente perante ojuiz do orphos da cidado da
Victoria o engenho Leo, situado na freguezia da
Escada, com casa devivenda, senzalla.serra d'agoa,
Torno, casa de purgar com furos o correntes casa
de relame com assentamento dila de engenho com
mouda para moer d'agoa, com molinete de bostas
na mesma casa assentamento do cinco taixas serr
defeilo cinco casas para lavradores lulo coborto
de telbaa, com 400 formas boas, avahado cada an-
no em 600,000 rs. Adverle-so que he a ullima praca.
Vignes, fabricante de pianos,
na ra do Queimado n. 112,
tem pianos de novo modelo, feitos de proposito pa-
ra oste paiz silo riquissimos de machinismo o vo-
zes superiores, o que so ali. nca ao comprador : tam-
bem tem pianos inglezes que silo pouco usados ;
concorta e afina pianos com loda a perfoiQflo ; vende
crelas, c.amiircas c indos u< aviamentos necessarins
para ditos inslrumentns : tudo por preco comoiodo.
O coronel Rento Jos Lemcnha Lins faz constar
a quem convierque est disposto a vender ou fazor
qualquer negocio sobre os bnns e terrenos sitos na
freguezia de Una, comarca do Rio-Formosn, quo Iho
locaram por lieranca de seu tinado sogro, o marqtiez
do Recife, dando preferencia aos rendeiros quo estilo
no gozo dos ditos bons. Silo citemos segnintes : a po-
voaf.lo do Abren com todos os sitios e terrenos an-
nexos, os engenhos Manguinho, Agoa-Fria, Pao-Fer-
ro, metade do engenho Rom-Jardim edeoutrosquo
se levantaram as mesnias trras, a propriedadn C,a-
meleira, metade da propriedado San-Jos-da-Cora-
Crando e metade das trras da povoac,<1o dos Barrci-
ros. Tambcm se negocia o bom conhecido ongenho
Jurissaca, sito as varzeas do Cabo, inocule corrente,
com esoravos, bois e tuilo 0 que Ihe pertonce. A con-
tratar com o mencionado coronel nesla praca, na
ra do Seve.
Toda atteiiG.a.0 ao que lie bom.
Deposito de rap andarahy
e imperial.
Na ra da Cruz, n. 63, primeiro andar, escripto-
rio de Jos de Almeida Brrelo Bastos, vende-se o
bem acreditado rap andarahy e imperial, fabricado
no Rio-de-Janeiro, sendo o nico deposito nesta
provincia ; assim comose vende a retalho as se-
gu ules casas : ra da Cruz, n. 62 ; beceo da l.in-
gota n. 3 ; ra do Pilar cm Frade-l'ollas n.
86;rua da Cadeia do Recife, ns. 17 e 19; ra do En-
cantamento, n. 41; ra do Vigario, n 14; ruada
Cacimba, n. 2; ra do Cordoniz, n. 11 ; ra doCol-
legio, n. 9 ; praca da Independencia, ns. 4 e 39 ; ra
do Quimado, ns. 10, 16 o 33; ra do Livramento,
ns. 4, 5e38 ; ra da Penha, venda da esquina, por
baixo do coronel Joaquim ornardo de Figueiredo ;
ra Direila^ns 6, 16, 53 95 o 141; ruadasCinco-l'on-
tas, ns. 50 e 82; rut Imperial n. 2; pateo do Car-
ino,n. 2; ra larga do Rozario, ns. 29 o 35 ; ra das
Cruzes, n. 40 ; roa do Cabug, ns. 1 e 7 ; ra Nova,
n 50; Aterro-da-Ba-Vista, ns. 2, 46 e54; praca da
Boa-Vista, u. 17 ; Ponte-Velha ns. 23 e 54; palco
da S.-Cruz, n. 106.
Fabrica de toda as qualidadesde mobil'ia
franceza no ultimo gosto de Pars em
Pernambuco.
I.ourenco Pugi, marceneiro francM rn Vo'
n. 45,bem conhecido das pessoas notaveis desta capi-
tal por fabricar traites do ultimo gosto avisa aos
seus numerosos freguezes e geralmente a toao o
respeilavel publico pernambucano que l* me aeu
lanas provea de ser amante do bom i0*0 I"*?1"
le tem augmentado su fabrica e que esta habilita-
do para emprehender qualquer mobilia que se tne
encommondar. As artes vilo de par com a ctvilisa-
?o, quanto mais um povo he civiliaado, quanto mais
os artistasdevom produzir obras finase delicadas;
ueste sentido o annunclante empregar lodos os
seus esforcos para salisfazer a todaa as pessoas que
so quizerem utilisar de seu preslimo. Na mesma ca-
sa l'nzem cortinados para cama a franceza.
FUNDI9AO DE FERRO.
Na fabrica de Bowman & M. Callum enge-
nheiros machinistaa e fundidores de ferro, na ra
do Rrum, no Recife, cnnlina havar um erando sor-
timento do taixas para engenhos e moendas de can-
oa de todos os tama olios e dos modelos os mais
modernos e approvados. Na mesma fabrica conti-
nuam-se a construir de enrommenda machinas de
vapor, rodas d'agoa, rodas dentadas e todos os mais
objectos de machinismo, com a perfeicSoj conhe-
cida, por preco commodo.
Bowman & M. Callum desejam chamar a atten-
co dos Srs. proprielarios de engenhos as machinas
do vapor construidas na sua fabrica visto seren el-
las de um modelo muito forte' e seguro e todas as
pegas perfeitamenle adaptadas urnas as nutras, por
meio do tornos automticos, machinas de aplaiuar
ferro,o oulros apparelhos modernos: almdisto, as
machinas do sua construcco tem as vanlagens sc-
guintes: possuem urna cisterna de ferro, onde a agoa
desuada para a caldeira se deposita por meio de urna
bomba movida pela machina, e onde se acha aquen-
tada pelo vapor superfluo antes do ser por meio da
segunda bomba de li'introduzida na caldeira, alim
do nlo esfriar a agoa nclla existente, pola indroduc-,
cao d'agoa fria [como he de costume em machina
inferiores ]e assim pioduzir grande economa de
combustivel.
Alm da supradila economa de combustivel na
produccffo do vapor, estas machinas possuem urna
modificacSo nova das vlvulas por onde o vapor en-
tra e sabe do cylindro, pela qual a mesma quanti-
dnde de vapor produz maor efleito do que as ma-
chinas de construcco anliga augmentando assim
ile urna maneira, nao pequea, a economa do conv-
buslvel necessario para mantora machina em ifio-
vimento.
As ditas machinas possuem tambem um appare-
llio pelo qual a quantidade d'agoa introduzida na
caldeira se acha regulada automticamente com a
maior ccrleza pela machina mesma evitando des-
ta maneira o grande perigo que existe as machi-
nas, onde por causa da niesquinha economa dos
fabricantes o fornecimento d'agoa para a caldeira
ha de sor regulado por mo de negrot.
Estes esclarccimcntossilo reapeitosamente offere-
cidosaosSrs. proprielarios de engenhos, que ainda
perseveram em o mclhodo fraco, dispendioso e
msatisfactorio do moer cora animaes, afim de aa-
tisfaze-los que, no emprego destas machinas, no
existe o menor motivo para receio, oetn de explo-
sflo, nem de quebra nem de demasiado consumo
de combustivel ; o Bowman & M.c Callum nSo
loom pequea satisfacHo ora asscgurar-lhes que pe-
la pericia dos seus administradores e ofliciaes. pela
pert'eicao dos sous instrunienlos c apparelhos e pe-
la abundancia e boa qualidade das suas materias
primas, se acham habilitados para construirem ma-
chinas de vapor de lodosos tamanhose para todos
os lins ; assim como toda especie de machinismo ,
com uina perfcicilo nSo inferior s obras .das melho-
rei fabricae de Inglaterra e mu i superior is geral-
mentc importadas daquello paiz.
James llalliday retira-se desta provioeia.
lomocopatbia.
Primeiro consultorio gratuito para os pobres *)
la ra da Cadeia de S.-Anloni, n. 22, dirig
lo peloSr. J. B. Casanova modicojfrancez. #
? ,*^ .. j i I i ... ., .dipii liiki i., iliiiiila no Ck lir\_ ^Bk
na
do
**te\

lu uriuot. *. u. infainii. ,iiu.v|ii""vt. v?
Este consultorio estar abcito desde as 9 lio-
? recbenlo consultas o remedios graluilamen-
4 le: apresentando um atlesladode pobreza de
f> seus vigarios ou mesmo de outro qualquer
^ sacerdote.
9
- Aluga-se a casa da osnj^a da ra do Galdei-
rero para o porto de embarque com arraaeflo pa-
ra venda e commodos para morar familia r na pra-
ca da Independencia livrarla ns. 6e 8.
IAPEOS DESOL
Ra do Passehy n. 5.
Oh! que Milocha para o amavel e respoitavel pu-
blico : novas sedas da mclhor qualidado que so po-
de fabricar, por serem deincommenda e da nu-inor
fabrica de Franca, recebidas agora. *
O fabricantedeste estabelecimenlo adverle ao res-
peilavel publico desta cidade que elle possue pre-
sentemente um rico sortimento do chapeos de sol,
assim como chapeos de sol de seda furU-crcs, dos
mais ricos que teem apparecido noste mercado, e e
cores conhecidas ; ditos para senboras de bom tom.
adamascados, lavrados.com suas comnelentea fran-
jas de retroz, tudo que tem do mais moderno e do
mclhor goslo; um completo sortimento de chapeos
desoldepanninbo de todas a* cores e de lodosos
tamanhos, para homens, senhora e meninos: ha
tambem igual sortimento de faiendas para cobrir ar-
maces, lanto de sedas de cores, como de panninhos
trancados e lisos imitando seda. Adverle-se que os
freguezes serSo servidos com brevidade, e se acha-
rflo satisfoitos da boa qualidade, do bom gosto e do
bom preco.
Compras.
-- Compra-so urna escrava al 25 annos, que sai ha
engommar o cozinhar: na praca do Commercio, u.
2, ou na ra do Rangel, n. 11, segundo andar.
--Compram-so garrafas vasias pelas o compra-
das : na ra do Padre-Florianno venda n. 2.
Vendas.
Lotera do Hio-de-.Janeiro.
Aos 20:000^000 de fis.
Na prca da Independencia, n. 37, vendem-se bi-
Ihetes meios, quartos, oitavos e vigsimos da lo-
tera do Ro-de-Janoiro. Silo poucos e bous, a elles
antes que se acabom.
Vende-se um escr/vo de meia idadn,muito robus-
to c sadio, bom trabalhador de campo, e queentende
alguma cousa de plnntac.6es: vende-se por necessida-
do o por preqo muito em conta : na rua de Borlas n.
(20 das seis as nove horas da manhfla, e das duaa
om diante. ....
Vende-se um piano de 5 oitavas e meia em
muito bom estado, e que he proprio para 'qualquer
pessos aprender : na rua do Torres, n. 46, segundo
no'ar i
Vendem-se muleeotes s 20 snnos; 2 pardos,
um de 6 annos o o outro de 99; 3 negrinhas de
12 a 16annos; 4escravasmuito mocas, todas com
habilidades de engommar e cozinhar: na rua Di-
rcita, n. S.
Na roa Nova, n. 5 ,
vende-se urna nogrinha de 8annos, queja cososof-
frivel, propria para se educar e dar-se de raimo a
urna menina, por ser muito linda o esperta; urna
pela (Ksnacflo, do25 annos, boa quilandoira
que cozinha ; urna dila de 18 annos, que cozmha e
engomma d-so barato, por ler um defeito em uro.
olho ; um moleque de nacao, de 16 annos, de muito
linda figura. ...
Vendem-se caixas com facOes, parnahibas e
mais ferragens vindasagora: na rua da Alfandega-
Velha n. 5, armazem de C. T. A. Sttay.
Para a Quarcsma.
Vendo-se um sortimento de fazendaa pretas de se-
da e de Ida proprias para a quaresma setins, tar-
jas velludos ele., chegadis ltimamente : na rua
da Alfandeg-Velha, o. 5,

I ILEGIVEL



s
' ____ B8B
--A bordo do brigue Amatim, fondeado defronte
oFortn do-Mattus, vend*-ee boa Minha de man-
dioca emalqueires e saccas por prego comoiodo :
* tratar a bordo do mesmo 011 em casa do Amo-
rim IrrnSos, ra da Cadoia n. 39.
V'endi-nise, na ra do Trapiche, nosrmazem do
Kaymod C, defronte do Holel-Pislor, queijos do
Minas ,de difTerenles precos.
Vinho barato.
Arha-se eslabelecido na ra da Madre-de-Deos,
n. 36 um armazem de
Vi ti los da Figueira,
de ptima qualidade, a prego de 1,200 rs. i caada,
eitMrsi garrafa; e para n3o haver dolo do com-
prador serSo lacradas as garrafas e com rotulo, re-
cebendo-se a garrafa vasia, e da'ndo-se immediata-
mente a outra cheia : tambem ha barris muito pe-
queos proprios para quem passa a festa. O pro-
pietario deste estabeleciment pede encarecida-
mente que se nSo illudam avahando, pelo diminuto
preco e aero conheciment de causa a qualidade de
sua fazenda digna por certo da estima dos verda-
deros amantes da boa pinga. Elle conU que quem
urna vez provar, continuar coingoslo e sem arre-
pend ment. E o bom preco!!.' A todo o esposto
ccresce o asseio e boro acondicionamento o que
tudo se poder verificar era dito estabelecimento.
Cigarrilhos de palha de mil lio.
Chegou do Rio-de-Janeiro, no vapor Paraen-
u, urna porgan destes deliciosos cigarrilhos, os
quaes se tornam muito recommendaveis aos hons
fumantes pela sua supeFior qualidade, e n.li faze-
rem mal ao pello : vende-se no Itecife, atrs do Cor-
po-Santo, armazem de molhados, n 66.
Vende-se na loja n. 5 A da ra do
Crespo, ao p do orco de Santo-Antonio,
urna porcao de retroz do Porto, preto ,
azule decores, de primeira sorte, a n
,rs. a libra e a loors. a oilava: a elle, an-
tes que se acabem.
Vende-se urna arroba de pennas de ema pro-
prias para espanadores; urna porcao de esleirs de
palha de carnauba muito grandes e liem feitas; 7
couros de onca : ludo por preco commodo: na ra
do Queimado, loja do ferragens, n. 10.
PUIIO VINHO DA FIGUEIRA.
Existe no armazem de moldados, atrs do Cor-
po-Santo n. 66 urna grande porefo deste genui-
no vinh que se est vendendo pelo diminuto pre-
go de 1,120 rs a caada e a 160 rs. a garrafa ; tam-
bem ha em pipas que se vender mais em cunta : he
este o melhor detodos os vinhos que se teem an-
nunciado pela sua simplicidade e ptimo paladar:
quem urna vez o beber jamis deixar de o com-
prar.
Vendem-se couros de cabra, meios de sola ta-
mancos, sapatose hotins : tudo por preco commo-
do tanto a retalho como em porefo : na ra do l.i-
vramento, na entrada do becco do Padre loja de
couros do urna s porta.
Vende-se urna porco de esleirs
d'Angola, grandes e pequeas: a tratar
com J. F. da Costa ltoxo, na ra do
Crespo, n. 10, primeiro andar.
NOV1DAE.
VEBDB VINHO.
No armazem da ra da Madre-de-Deos, n. 36, aca-
ba do chegar (para especuladlo) pelo briguc Venlura-
Felis, recentemente chegado do porlo, o mais ex-
celente vinho verde, paraos amantes se refresca-
ren) com este golo : mandem a eHe, emquanto se
n.!o acaba; por ser urna s pipa ; e para nao escan-
dallar os amantes e freguezes, nao se allera o preco
de 160 por garrafa.
.
m
&*
Attcuco.
Na ra da Cadcia do Rccife, n. 55, vende-se 1
prela ainda moga de bonita (]gura,que cose.engom-
ma cozinha o diario de urna casa e faz rende mui-
to bem : o motivo por que se vende so dir ao com-
prador.
Vende-se muito superior lagedo de Lisboa e
cal virgem em barris de 4 arrollas, por mdico prego:
na ra do Vigario, n. 19.
Algodao trancado da fabrica
de Todos-os-Santos da
Baha ,
muito proprio para saceos de assucar e roupa de es-
cravos: vende-se em casa de N. o. Bieber & Com-
panhia na ra da Cruz, n. *.
CHA' BRASII.EIRO.
Vende-se,ou armazem de molhados atrs do
Corpo-Santo n. 66, o mais excellente cha produzi-
do ems.-panio, que tem vindo a este mercado ,
por prego muilu commodo.
Presuntos.
Vendem-se
venaem-se superiores presuntos inglezcs para
fiambre, chegados no ultimo navio: no armazem
do Uraguez ao p do arco da Concoig.lo.
FARELO EM SACCAS DE 90 LIBRAS :
vende-se no armazem de Vicente Ferreira da Costa
na ra da Madre-de-Deos, a 3,500 rs.
Taixas para ei.genhq.
Na fundigflo de ferro da ra do Brum acha-se a
venda um completo sortimento de taixas de a 8
palmos de hoce, por prego commodo, e com promp-
inlao embarca-so, ou carrega-se em carros sem dcs-
pezas ao comprador.
.Vendem-se semeas em saccas muito 'grandes ,
a 4,500 rs. : na ra da Madro-de-Deos, armazem de
Vicente Ferreira da Costa.
Vende-se vinbo do Porto, muito superior e
de oulras quelidades em barris de quarlo, quinto,
sexto, stimo oitavn e em pipos, por prego muito
commodo : na ra do Vigario armazem de Fran-
cisco Alves da Cunlrs, n. 11.
Vende-se a verdadeira potassa da
Russia, desembarcada hontem, por pre-
co muito rasoavel, vista de sua muito
superior qualidade : na ruado Trapiche,
n. 17, e ra da Cadcia, n. 34
Madeira de pinho.
Na ra de Appollo, pegado ao armazem do Sr.
Motta ha um novo armazem com madeira de pi-
nho da melhor qualidadoque tem vindo a este mer-
cado e serrado de todas as grossuras e comprimen-
tos : vende-se pelo menor prego que he possivel.
Vendem-se barriquinhas com cal virgem de
Lisboa, muito nova ; fechaduras para portas de
'rmazem ; retroz do Porto ; barris com alcatrflo da
Suecia ; por prego commodo : na ra do Vigario ,
n. 11, armazem de Francisco Alves da Cunha.
Vendem-se taboas america-
nas ateo palmos de largura
e de todos os comprimentos.quo ha muito lempo no
1 cem vindo e os fresuezes experimentando a falta
desla excellente qualidade. A ellas que so poucas e
o prego he barato. Atrs do llieatro, armazem jun-
to a mare, de Joaquim Lopes de Almeida.
Farelo,
em barricas 4,000 rs. ; saccas grandes, a 3.50o
rs., ditas pequeas, a 2,800 rs : no armazem de J.
J. Tasso Jnior, na ra do Amorim, n. 3.
Potassa.
Desembarcou ha poucos das urna por-
cao de barris pequeos, com muito nova
e superior potassa, e se acham venda,
por preso mais barato do que ltima-
mente se venda, na ra da Cadeia-Velha,
armazem de Baltar&Oliveira, n. 12.
FARELO
em saccas muito grandes,
a 3s'Goo rs. a sacca:
no armazem do Braguez ao p do arco da Conceigfio
Vende-se a verdadeira e muito superior fan-
nha SSSF, a retalho e em porgio ; dita de outros afi-
lores : na ra do Vigario, armazem de Francisco Al-
ves da Cunha, n. 11.
Vendem-se saceos com farelo,
chegados ltimamente, pelo diminuto
preco de 3,4oo rs.: na ra da Sanzalla-
Velha, n. i38. '
Na ra do Crespo loja de portas, n. 12, ven-
dem-se chapeos de castor pretos, de muito boa qua-
lidade a 4,400 rs.
No deposito de Me. Calmont & Companhia na
ra de Apollo, armazem n. 6, acha-se constante-
mente grande sortimento de ferragens inglezaspara
engenhos de assucar coiro sejam : taixas de ferro
coado de difTerenles modelos, os mais modernos;
ditas de ferro balido ; moendas do ferro do mode-
lo adoptado para armar em madeira ; ditas todas
de ferro, tanto para agoa como para animaes ; ma-
chinas de vapor de frga de quatro cavallos e de al-
ta pressflo o mais moderno esimplcs que he ppssi-
vel ; repartideiras ; espumadeiras ; resfriaderas de
ferro estanhado; formas de ferro: tudo por prego
commodo.
Agencia da undicao
Low-lloor, ra da Senzalla-
nova, n. 42.
Neste estabelecimento contina a lia-
ver um completo sortimento de moendas
e meias moendas, para engenbo; ma-
chinas de vapor,e tachas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, para dito.
Chitas baratas.
Na ra do Livramento, n. 14, vendem-se chitas fi-
nas e de bonitos padrocs a nove vintenso covado-;
cortes de cassa de bonitos padrocs e bom gasto a1
3,260 rs. o corte.
Vendem-se sapatos de couro de lustro para
meninas de8 a 12annos ,a 1,920 rs.; ditos para se-
nhora a 2,800 es.; bnrzeguins gaspeados, a 4,500
rs.; sapatos de cordovfjo para meninas de 8 a (San-
nos a 1,280 rs.; sapatOes de tres solas a 1,000 rs.:
no Aterro-da-Boa-Vista, loja n. 78.
Taboado dcnniho da Suecia,
f
de 10*51} palmos
de comprimento, o melhor que tem chegado a este
creado, em razflo du se por enveinuur um quai-
3ner obra por no ter nos e ser muito alvo sen-
o costado, cosladinho, assoallio, forro o para fun-
dos de barricas : vende-se a prego que o comprador
lara todo o negocio : atrs do theaiio, armazem de
Joaquim Lopes de Almeida. '
Vende-se ca.' virgem de Lisboa,
chegada no ultima navio, em barris pe-
queos, por menos do que em outra qual-
quer parte : na ra do Trapiche, arma-
zem n. I7.
Vendem-se tres quarlaos e um bom
cavallo de sella: no sitio da Cruz:das-
Almas, defronte do tamanneiro, junto
estrada que segu para Olinda.
Fabrica dcTodos-os-Santos.
Firmino Jos F. da Rosa com escriptorio na ra
do Trapiche, n. 44, avisa aos sous freguezes quo aca-
ba de receher pela escuna Curiosa novo sortimen-
to do excellente panno de algodilo entrangado da-
quella fabrica, ptimo para ensaccar assucar, e pa-
ra roupa de esravos. O annunciante conta que,
lnt da far.ends, o (tosejo de animar o desenvolv -
menlo de urna fabrica inleiramente nacional, pro-
mover o prometo consumo da sua receita.
Vende-se cal virgem de Lisboa, de superior
qualidade em barris de 4 arrobas chegada neste
mez pelo brigue Maria-Jot : a Iratar na ra do
Brum armazem do Antonio Augusto da Fonseca ,
ou na ra do Vigario, n. 19.
Na padaria da ra da Guia, no Reclfe, haver
todos os das a venda o novo pflo de Provenga fa-
bricado poroutro modo que o actual, e da melhor
farinha que ha no mercado : por este motivo nfio se
pode fazer senSoa 40. 80 e 160 rs. -
-* Vende-se a loja de alfaiale do Aterro-da-Boa-
Vista na esquina do becco, s eom a armaeflo, e
propria para fazendas ou miudezas; tambem tem
commodos para familia : a tratar na raesma loja.
Vcnde-se a venda da ra do Apollo, n. 21, Com
poucos fundos: quem a pretender, dirija-se a rus da
Madre-de-Deos, tratar com fcente Ferreira da
Cosa.
Vendem-se superiores charutos de
II a vana, em casa de J. O. Elster, na
ra da Cruz, n. 5i.
Vendem-se saccas com feijfio, por prego com-
modo : no pateo do Paraizo, n. 24.
~ Vende-se um molecflo de nago proprio para
urna parelha de cadeirinha, por prego muito em
contn por se ter preciarlo : na ra da S.-Cruz, n. 5,
ou na ra da Mangueira, n. 16.
Vcndem-se dous relogios sabonets sendo
um de ouro e outro de prata pliinos reguladores ,
por prego commodo por seu dono ler de retirar-se
para fiiraj: na ra larga doRozario, loja.h. 26.
Vendem-se 8 lindos moloques de nagfio o criou-
I05 de 8 a 18 annos', sem vicios; um lindo mula-
tinlio de 14 annos ; 5 pretos de20 a 30 annos pti-
mos para todo o servigo ; i dito de meia idade e a
preta boa vendedeira de ra ; 1 dita de meia idade,
quo entornilla, cozinha muito bem o cose; urna so-
hrinba de 10 annos, que cose muito bem : na ra do
Vigario, n. 24. *
Excediente petisco.
Vendem-se ovas do sertfio, muito frescaes, por
prego commodo : na ra do Queimado, loja do fer-
ragens, n. 10.
Vende-se urna carteira em bom uso do urna
sface; 2livrosque servem para jornale corren-
tes de qualquer casa decommercio ;'12 libras de li-
ndado Porto muito superior : tudo se vende por
seu dono retirar-se : na ra Nova, sobrado n. 56.
Vendem-se duas pretas, urna de 16 a 18 annos,
de nagilo Angola que cozinha alguma cousa.lava
de sabfloe faz lodo o mais servigo de ma casa; a
outra he quitandeira lava de sabfio, cozinha e cose
ehfio: vendem-se por seu dono ter de retirar-se
para fra da provincia ; na ra Nova, sobrado n. 56.
Vendem-se meias de algodfio dobrado, feitas
no Porto; cera em velas muito purificada ; brincos
de fllagrana, do ultimo goslo da repblica franceza ;
urna preta robusta, por prego commodo': na ruada
Praia, n. 37.
Vendem-se queijos londrino os mais frescaes
que ha no mercado; massas finas, a 320 rs. a libra ;
chocolate de canda, fino e de Lisboa; latas com sar-
dinhas ; azeite doceino, por prego commodo i na
ra da Cruz, n. 62." Tiv jw
Vendo-se, na ser*JfdlPonte-Vellia, costado,
cosladinho, assoalhoe forro de amarollo e lourn;
costado de oleo ; urna porgio de refugo de louro,
mais em conta do que om outra qualquer serrara.
Na mesma se precisa de dous serradores.
.Ferro
de todas as qualidades e dimensoes, em barra ver-
galho, verguinha, arcos e chapa por prego com
modo : na ra da Madre-de-Deos, armazem n. 26.
Vende-se um escravo proprio para lodo o servi-
go, de bonita vista, do 30 annos pouco mais on me-
nos por prego commodo : na ra do Queimado ,
loja de ferragens, n. 10.
Vende-se, para liquidagilo de contas cera de
carnauba, por prego commodo : na ra da Cadeia-
Velha, n. 2.
Vende-se pouco mais de metade do engenho
Paratibe muito prximo a esta praga com boas
trras, sendo que a outra parte pertence a dous her-
deiros que talvez ven h un tambem a dispor d'ella ; a
que ora seofTerecc, ser vendida pelo mesmo prego
por que fra dada aos actuacs possuidores que silo
tambem dous herdeiros : se os prelondentes quize-
rem igualmente comprar a safra que existe, se I he
far toda conveniencia : no Aterro-ds-Boa-VistA ao
p do cutilniro francez ou na loja do Sr J00 Hen-
riquesda Silva na osquina da ruado Collegio.
Vende-se um bom cavallo rugo; 70 saceos que
fram de assucar, ainda quasi novos : ludo por ba-
rato prego : na ra da Concordia segunda oasa do
lado esquerdo,, ao entrar pola pontezinha.
Fejo mulatinho
muito novo eom saccas : na ra da Cruz, no Iteci-
fe, armazem n. 13.
Queijos de Minas,
por menos prego do que em outra qualquer parle:
na ra da Cruz, no Itecife, armazem n. 13.
Vende-se urna porgio de barris que fram de
oleo de linhsga : na ra larga do Rozario botica de
llarlliolomeu Francisco de Souza, n. 36.
SALSA-PARRILtIA DESANDS.
Este excellente remedio cura todas as enfermi-
dades, as quaes silo originadas pela impureza do
snngue, ou do systema ; a saber :
Escrfulas r rlieumatismo erupges cutneas,
brebuthas na cara, homorrhnides, doengas chreni-
cas, brebulhas, bertoeija, tinha, inchagOes, dores
nos ossos e junas,ulenras, doengas venreas,citica,
cnferinidades quo ata'cam pelo grande uso do mer-
curio, Ifidropisia expostos a urna vida extrava-
gante. Assim cmo chronicas dfisordens da cons-
tituigOo serflo curadas por esta 10o ulile appro-
vada medicina. ,
Rio-de-Janeiro 14 do dozembro de 1847.
Sr. Frederic H. SoulhuoriKo.
Tcndo en I ido 110 Jornal dn Commercio e no Diario
do Kio de Janeiro por,diversas vezos annuncios da sal-
sn-parrilha de A. B e D. Sands, que so vendo na
ra do Rozario, n. 79, por Frcderico II. Southworlh,
a este me dirig o Ihe comprei urna caixa com 12 vi-
dros do dito extracto ,e achando-mo com um gran-
de tumor no sovaco do brago direito e parte do pei-
to, sofriendo immensas dores por lodo o corpo me
deliberei a tomar o extracto da dita salsa : e tendo
tomado dous vidros e usando delle, lp-o ao 8gun.
do vidro conheci immensas melliores, e continan.
do, liquei perfelamente- bom ; e tendo aleung
amigos meus feito uso do dito extracto para rlieU-
malismo, tem n us delle por fim do tercm lomado
8 a 10 vidros Ocado bons. do que tem resultado ii,an-
darem-me de difTerenles partes encommendas da
dita salsa para fra desla corle a diversos que lem
eifto uso della e se teem restabelecido perfeilao\ent-
e mandando-me agradecer, a&sim considero ser uo
acto de humauidade e olirigig.lo minba fazer publi-
co ISo ellicaz e salular remedio. Joaqun Ferreira
de Soma Floree.
Recontiego verdadeiro o signal supra. Rio, 15
de dezembro de 1847. Em lestemunho de verdi-
de Joaquim Jote de Catiro.
Vende-se nicamente em Pernambuco na bolict
de Viceato Jos de Brito, na ra da Cadeia do R.
cife
Xarope do bosque do ddutor
llotts.
Contina-se a vender esle xarope nicamente no
escriptorio de Novaes & Companhia na ra do Tra-
piche n. 34, e na ra du Cadeia do Recifo loja di
miudezas, n. 9.
Vende-se um piano forte, vertical e de jaearan,
d, qlicgado ltimamente com muito boas vozes-
e de um machiuismo de nova invengSo para por is
vozes mais bailas at dous tons, o que torna,este
instrumento muito ventajoso para cantoria; (tu-
rulos de Havana por prego mais commodo do que
em outra qualquer parte; un completo sortimento
de instrumentos de msica, tanto de metal como
de madeira ; bustos de gesso representando muito
fielmente a rainha Victoria e o principe Alberto;
relogios de ouro e de prata chegados ltimamente
da Suissa. Estes relogios que (80 muito bem ati-
bados,.se tornam muito recommendaveis a qual-
quer particular, e adverte-se que ha entre clles
alguna que andam oito das sem precisaren! de cor-
das : na ra da Cruz, no Recife, n. 55. .
Pasta de flor de lyrio.
Esta superior preparagfio, a melhor at boje co-
nhecida para limpar os denles e conserva-Ios sen-
pre alvos e livres da pedra e carie conserva a forti-
licago ilas gengi vas e evita a accumulago do lar-
taro pelo seu uso regular: cusa Cada boiSo 2,000
rs. e va envolto no competente receituario : ven-
de-so no escriptorio de Novaes & Companhia, na rui
do Trapiche, n. 34.
Agoa de mcl
para fortificar e limpar o cabello, removendo a cas-
pa couservando-lhe o lustro e massiea e promo-
veudoao mesmo lempon acgSosalular das raizes,
e destn sorte fnze-los crescercom mais vigor e bel-
leza. Esta til e ngradavel agoa he preparada e des-
tilada do mel do ahelhas, conlm nfio s todas as
suas virtudes, como tambem um aroma superior
aos mais agradaveis perfumes : vende-so no escrip-
torio de Novaes & Companhia na ra do Trapiche,
n. 34.
Gotas egypciaes.
Remedio sem igual para a dor de denles, ja bem
conliecido no Rio-de-Janeiro e as provincias do sul,
pela sua edlcacia em alliviar rpidamente a dor mais
tenz.qur soja,motivada pela carie,qur por indum-
magfio; mas s a experiencia do um prova Ihe da-
r o devido mcrecimento. Vende-se no escriptorio
de Novaes & C, ra do Trapiche, n. 34.
Vendem-se meias do linho para homem ; ditas
de algodflo ; peneiras de rame; bixas de llamhur-
go( que tambem se alugam ); piluias da familia:
na ra do Rozario, padaria junto a igreja, defrunlo
da botica do Sr. Paranhos.
Agoa de perola.
para tirar sardas, rugas e em
bellezar o rosto.
Este celebre cosmtico foi por muito tempo s
conheci do de poucas pessoas nos Estados-Unidos;
porm sua grande utilidade tornou-o o comeslico
mais popular queso usa nos toilels modernos : cus.
la cada frasco 2,000 rs. envolto no competente re-
ceituario: vende-se no escriptorio de Novaes &
Companhia, na ra do Trapiche, n. 34.
Escravo Fgidos
Fugiram, ao amanhecer do dia 13 do corrente,
do engenho novo da Noruega freguezia Ida Escida,
do commandante superior Manoel iThom de Jess.
2 escravos, um de nome Braz crioulo, de 39 an-
nos pouco mais ou menos alto, cheio do corpo, is-
to he, de boa grossura, bem feito, com pouca bar-
ba rosto a proporgSo do corpo, olhos um tanto
vivos : e a prela de nome Catharina do nagilo An-
gola de 30 a 40 annos, alta, de bom corpo: am-
bos casados porm nflo um tom outro porque o
tal preto levou esta prela que ho casada com outro:
quem os pegar leve-os ao dito Sr. cima, que |'"-
tifioar com 50,000 rs.
--Ciappareceu.iio dia 7 do corrr!?i; '-"n* *?".
crava de nome Borothea, crioula,muito prela, de u
annos meia alta ; tom uma^landula atrs de um
das orelhas ; levou yestido de chita da palmas gran-
des ; nflo tem costume de fugir, se suppe,.por isso,
que fosse seduzida, ou furtada, pelo que se pro-
testa contra quem a tiver oceulta. Tloga-se as Hila-
ridades policiaes e capilfies de campo, que a appr-
hendam e levem-na ao sitio que ica na tra.vcss at
Casa-Forte para o Arrala!, que serflo gratificados.
-- Fugio, no dio 10 do corrente ucna esersv
Sarda de nome Mara baixa, cleia do corpo,,
ellos cacheados, semblante carrancudo; levou ves-
tido encarnado com flores amarellas, panno da cos-
ta, c sapatos de marroquim verde ; tem em um ui
um Kigual'ealguns oulros pelos peitos; suppe-*
ler sido seduzida : quem a pegar leve-a a roa ",
Queimado, n. 52, segundo andar, a seu se',nnr,
Jos da Costa o Silva que recompensar*. Adveru-
se que a dita parda tem outros sigoses no liomi"
esquerdo e entre os peitps dous ditos levou lm-
bem brincos de molal inglez.
PfUN. : Ni TTF. DE1I. F. Df FAEIA. 849
MUTILADO


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